Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07452


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Full Text

ANNO XXXII N. .8",
^%-^
SEKl'MA FEIIU 4 DE AGOSTO DE .85<.
Por 3. mezes adiantados 4^(000.
Por 3 mezes vencido* 4$50l>'.

Por anuo adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
7
i
K.\<:Allltl'KMOS DA SOBSCRIPCAO' NO NORTE
Parahibo, o Sr. Gervasio T. d* Natividade; Natal, o 8r. Joa-
quim 1. Pereira Jnior ; aVraeaty. o Sr. A. da Lmoa Braga
Caer, 8r. J. Joa da Oliveira ; Maranho, o Br. Joaquim Mar-
ques Rodriguei Piauhy, o Sr. Domingot llarculano A. Peuoa
larerj : Para, o8r. Justiniano J. hamo; Amazona, o 9r. Jaro-
sjmo da CeaU.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Omla : iolo* o* lia*, h n c noii don- ,<> da.
l^ii.H.i--n. GoiaMn l'.ir.iiub.i : nn >4*amAa* -"vu--ivm*.
S. Am.... I!./.-ir..., ItunitUtCarun, .tilia.......aMnliun- ; na tfrm-t*
s. l.iiMK'iKii, PaK-tTAtliit, >.i.....tfc, l.iiiifirn, Itfi-j". l*oiqiwin, ffif(a*>
n-ir, H..rr>, \ilU-ltvil.-.. lkM-\i-i.i. Onria-iiM r Kll; nj* |uaria*-tfii
CaM, 1>ujui\i, VniiliVin. Kiii-r.ittii.i-i, Lim, DtfldNM, A-'iia-l'n
l'itit.iit, mis c Natal : ^iiiiit --i-r.i-*.
(TodtM m curmiM partean1 mitorasila naakAa.]
AUDIENCIAS DOS TRIBU. ES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quarlaa a tabbi'u'os.
Relacao tercas-feiraa e sabbado. *
Fazcnda : quarlaa a tabbadoa aa 10 horaa.
Ivizo do eommercio: aegundaa aa 10 horaa quima ao meio-dia.
Juio de orphoa .- aegundaa quinlaa aa 1C horaa.
Primeira Tarado civel .' aegundaa a aextaa ad meio-dia.
Segunda ara do civel: quanai a aabbadoa to meio-dia.
EPIIEMERIDES DOMEZDE ACOST
9 Quarlo ereicente a 1 hora 47 minutos e48eguudoada m.
l(i La cheia as I horas, 20 minutos e 48 segundos da manbaa.
Ti Quartominguame as 0 horas,>IK minutse 48 segundosda
30 La ooraas 8 horas. 15 mioutos,48 segundosda manbaa.
PREAMAH DE MOJE.
Primeira as7 horas a 42 minutos da manbaa.
Segunda as Miera- ti minutoa da tarde.
DAS da semana.
Segunda. S. Domingos de liusmao fundador.
5 Terca. S. NtWM Senhura das Neves ;
8 Ruarla. Transliguracao de Sr. no Monte Thabor.
7 Quinta. S. Caetano Thealino fundador :
N Sexta. S. Cyriaco diac. ni. ; S. Emiliano h.
9 Sabbado. S. Romo soldado ni.
10 Domingo. S. Lourenco diac. ni.
ENCARRECADOS DA STBSCKIPCA NO SIL.
Alagoas.o Sr. Claudino FalcioDias ; Babia o Sr. I). Duprat
Bio deJaneiro,oSr. Joao Pereira Martin*.
KM PERNAMBDCO.
O proprjetario do MARIOManoel Figoeirot o* 'aria, aa tua
livraria, i.raca da Independnecia na. a 8.
Os stuliores da comarca ilo Bonilu. eme qujzerem 1." Que cumpre faier acerca da prisao do ro, sel municipio de Canana, em S. Paulo, .Manuel Jo-,.
siibscrever para esle Dilwio queiram rlirisir se ao
Sr. Joao Gomes da Silva, que esta' aulorisado para
isso ; e paj^JaMirmeilio do inesmo Sr. rec erao as
tullas seroja mk iloMStl alm da subscr cao.
PART ^JTFIC AL
tOMMA JO DAS ARMAS,
Qaartet ajene! alo eooamando atas) aranas da
Fernambuee aa cldada da Reelfa asa 1 da
tost da 1856 ^
ORDEM DO DA N. 310.
O inareehal de campo, eommandante das armas,
declara, para inlelligeueia da izuaruicao e devido
effeilo, qoe o governo de S. M. o Imperador liouve
por bem, por aviso- do ministerio dos negocios da
guerra de 23 aa juoho ultimo, conceder dous metes
de licenca com veneiroentu desold para ir (pro-
vincia do Rio Grande do Norte bus;;; su* familia,
ao Sr. capilu do nono balamo de iufanlaria Joa-
quim. Francisco de Oli\ c'.r ; a qoe a presidencia foi
servida, era dr.la da "28, do met passado, sobre pare-
cer da jimia de sade, conceder ao Sr. lente do
dcimo hatalho da mesma arma, Joao Antonio Lei-
Itao, Iras mezes de tucura com vencimenln para cui-
dar de seo traftamenlu, e lauto esta como aquella li-
vcenoas principiara!) a ser fruidas a conlar de boje.
Declara oulrosim o mesmo marechal de campo,
commandanle das armas, que nesta dat eonlrahi-
ram novo engajameulo por mais seis annos, nos ter-
mo do decreto a re^ulainenlo de 14 de deiembro de
IH.V2, precedendo inspec^ao de sade, os saldados da
sexta companhia do secundo batalliAu da sobredita
arma, Macario Antonio e Antonio Jos Nanas, os
quaes perceberito, alm dos vencimeutos que por lei
Ibes competirem, o premio de quatroctnloe mil res,
pavo na turma do artigo :V- do decreto n. 1401 de
10 de jqnho de tSi, e, lindo o enzajamenlo, urna
dala de tetras de 32,500 brabas quadradas ; se de-
erlarem, perdern nan s as vanta^ens do premio,
como aquellas i que liverem direilo, serio tiilos co-
mo rei-riii-ijos, descontando-se no lempo do enca-
jamento o de prisco, em virtude de sentenr;a, aver-
liaiido-se este descont e a perda das vanlaeens nos
respectivos ttulos,, como se acha por lei determi-
nado.
los JoaquimCoelItn.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
StttaoJHdiciariaem 2 de agosto delrt-V).
Presidencia doExm. Sr. destmbargador Souza.
Esliveram prsenlo os memhros do tribunal.
Julgamento.
Appollanies, Mesquita & fiulra.
Appellado, Joao Pinto de Lemos Jnior, curador
da massa fallida de Nano Mari de Seixai.
Reformon-sc a sentenca appellada.
Appellanle, Frederico Kem por seu procurador
Carlos Lu/. Kilippe Ronle ;
Appellados, os administradores da ma-a fallida
de Ricardo Royle ;
Foi confirmada a senleii(a appellada, conderanau-
do-se o reo de preceito a quola.
Foi distribuida ao Sr. desembargador (tirana a
appellac.ao em que sao :
Appellanle, Kirmiano Jo Itodrigues Ferreira ;
Appellada, l). Anna Candida do Curarlo de
Jesna.
Escrivao Albuquerque.
deixa-lo em liberdade ou nao ; I Comes da Silva.
2." Como se devera regular as multas em' vista da Foram reformados na forma da lei:
lepslacaaque citoo ; O inajor de extiucto balalhau da guarda nacional
3. Como se dever proceder acerca das suspeicies i do municipio de Principe Imperial, no Piauhy. Ua;-
e nnlros quesilos sobre que discorrera. mondo Palricio Lima.
Lavraila a acta da sesso, he ella adiada as 2 lio- j O lenenle-coronel da anlisa guarda nacional da
ras, declarando o Sr. presidente que boje conlt- j capital de Pernambuco, Feliciano Joaquim dos
un ina. Santos.
O lenenle-coronel dn exlinrlo balalhao da guar-
da nacional do municipio da Casa Branca, em
S. Paulo, Francisco Antonio Foram concedidas a Domingos Pereira Barros,as
honras do po>to de major da antiga guarda nacional
da provincia de Minas-Ce'raes.
Por decreto de 19 do dito mez foi perdoada a
A ramara dos depulados adoptou bontem, depois
de alcunias consideracors dos Sis. Figueira de Mel-
lo e Hibeiro de Andrada, o seguinte projecto :
Arl. 1." Fica approvado o subsidio addicional
de 3K-.0009 annuaes, concedido por decreto n. 1702
de 14 de rnaiu de 186 a Jos Bodrigues Ferreira
para a navegac.lo por meio de barcos a vapor cutre I Adelaida Maria Pimenlel a pena de um mez de pri-
o porto do Bio de Janeiro e o de Santa Catharina, sao, e mulla, a que foi coudetnnada por senteuc,a do
com escala pelos portos intermediarios de Chalaba,' juiz de direilo uterino da 2.' vara da corte.
S. Sehastiao, Santos, Iguape, Paranagu e S. Fran-J
o:
' 19dc]ulho.
SESSAO' SECRETA.
O senado Iraballiou lioutem em srssao secreta al
as 2 lloras da tar.ie. A rcspeilo do qoe all se pas-
son, olhemos alsumaa inlnrmacaic- que aqui ,i|.re-
sentamos resomidaa.
Tando declarado o Sr. presidente, depois de eva-
cuadas as galeras, que nove Srs. senadores liuliam
requerido orna sessitu secreta, o seu autor pedindo
a palavra para motiva-la disse qoe grandes e gra-
vea quelites se prendam ao processo do depulado
Pacca, qoe nao coovinha discutir em publico ; que
nao havia lei especial que regulasse alguinas espe-
cies, e que por isso cumpria lomar sobre ellas algu-
nia deliberaeao. Que entre essas qiiestes api ue-
cessario saberse con v i ni m, e se se devia ^iromover a
prisao do depulado ; como se deveria marchar no
processo ; como deveha ser recebUo o procurador
da coroa ; oude scntar-se";^omo4BUr, pms paretia
qoe lalve ello qoizeise em sjdoTper ludo subati-
lituira commlssao da cmara a*) depotados ; qaal
deveria ser a rnnrria (*--' de s'.rspeitos os senado-
res, sa em tua laa/, senTi" por"^scriplo ; se se
podia eligir diflerenles esclareeiinentos a bem dos
iiiterrsse di justfca ; como deveria *-r escripia a
sentenca, se (unemenia la ou nflo ; qoem deveria
reduzir a muir a pris.lo, e te deveria vigorar o re-|
galamento de >uVj contra a letra expressa du cdi-
go do processo UVialmeote quem presidira e\e-
cu(o. ~-*VJ
Offerecidos verbalmenre os expostos qoesitos, re-
solveu o senado que a sessito continuaste secreta.
UmSr. senador declara que assignara a proposla
pelos motivos expendidos por seu autor, e diz que o
procurador da corda nSo tem pralefdrs algumas.
Outro Sr. senadnr concorda em que os quesitos
i.ri urna commssAo.ma* declnra-se coutra a prisao.
Outro senbor entnde qae lodo o arranjo da ses-
so e polica perleoce ao Sr. presidente, cojo proce-
der ser por lodos approvado. Declara-se coutra a
pi sAo,e aclis que devem ir os quesitos a commissao,
principalmente porqoe he mui grave a queslAo so-
brea malta.
Outro Sr. senador quer a riinuniss* e coma faz
parte della, qn>oiajnl^m aa-ttasTVnara poder deli-
berar. Eutende qne se deve pirceder prisao e
qoe nao se deve tolerar om privilegio lal qaaudo se
trata de crimes individuaes.
Foi mesa o requerimento do honrado aator da
propaela, propoadu que a commissao declare o sen
modo de pensar acerca dos seguales quesilos :
cisco.
SI. As barcas a vapor empregadas nesle ser-
vido lerao pelo menos a velocidade de 7 militas em
lermo medio.
S 2. O servico do Banco Nacional com o< seu
e.slahelccimenlos filiaes |sf r feito graluilameute, e
pelo mesmo modo que fot felo o do thesonro pu-
bliro.
Adoptou lambem, mas |sem debate, para snbir i
-ann_.io, o seguidle projecto
Arl. I." Fica autonsada a rmandade da santa
casa da Misericordia da cidade de Rezende, na pro-
vincia do Bio de Janeiro, para possuir o edificio em
qne tem o seu hospital, e os terrenos annexns, que
Ule foram doados pelo capilao-miir Custodio Ferrei-
ra Leite, e commendador Antonio Pereira Leile e
suas mulheres; ssim como oulrus bens de raz at
o valor de 0:0005.
Art. 2." Esta con-essAo be feita com a clausula
da conversan de taes bms em apolices da divida pu-
blica inalienaveis, realizada no prazo marcado pelo
competente juiz de capeltas, reservados smenle os
terrenos e predios que forein |precisos para servico
propho da respectiva igreja e esUbelecimenlo.
Ence(ou-se depois urna discussao de preferencia,
em que lomaram parle os Srs. Figueira de Mello,
lleuriques e (,es Siqueira, entre os dous segviules
projeclos, sendo o primeirn de 185 e o segundo de
I8."ifi:
a As loteras'concedidas pela assemblca leeislaliva
da provincia da Bahia a sociedad dos Arlilices da
mesma provincia,licam isentas de quaesquer impos-
los geraes, excepto o sello lixo.
Arl. 1. Fica o goveriio aulorisadn para isenlar
do imposto de 8 por cent e-dabelecido no arl. 2 da
lei de II de oulubro de 1 s 17. as loteras concedidas
pela ssembfa provincial da Babia Sociedade dos
Artistas da nisma provincia.
a Arl. 2."0 gove/no lcaliara' a boa applicacao
do producto do mencionado imposto aos flus da re-
ferida sociedade, indicados nos acluaes estalutos
della.
Conlinuou por lim a segonda discussao do orca-
mpnio na parte relativa ao ministerio da raarinha ;
orno o Sr. ministro da inariuha e licoo o debate
adiado.
20
Se&stio tecrela.
O senado conlinunu bonl-m a (rabalh.ir "^ e-
sAo secreta ; tornaremos a
mente se dizia sobre at ncr
Apresenlou-se o paree
ella : 1.*, que na polic:
se olwervem os arligos
2.-, i|ue se drvnlVa <> r
dos para lins conveui'
tao relalivainenle a "-
A iweii.'.sa, o. \i\ i.....iu., KViiHt ipil, ur
amanhaa, evidente lie qae nito se pode marc.
da o da em que comecar o processo Pacca.
ncia loquera isenlas de quaesquer imposlos geraes, i da Silveira.Costa Ferreira.M'. Orqueirj Pinto.' Assim : pede a e-la augusta camaralbaia por bem
xeeplo sello lixo. Corroa da Nevos.Miranda llennques. M. \ differir.E B. M.
AdoploaJambcm, depois de alsumas nbservaroes i Tacques.Raposo da Gt" ara./.. Ce Vascon-
do Sr. Barbosa da Cuuha, o projccln que reduz a cellos.Wilkens de Mallos.
um os lugares de auditor de guerra do exercilo do! A disposico do5 9- do art.3- da le n. 779 de
Bio i raudo ilo Sul, assim como a seguinte emenda :! (i de selembre du DC> comprebende tambem as ilig-
o i\o arl. 2., depois da palavraservido acres-1 nidadas das calhedraes do Para, Pernambuco, Ua-
ernlem-se as pa'lavras por um qualriennio com- hia e Marianna, e o goveroo mandara pajar-Ibes e mandou mesa a seguinte media :
pleto ; o mais INM no artigo. Barbosa da Cu- desde ja I diircreiita das resperlivas eonaraas, que'
nha. ii \ tem dexado de perceber, a conlar da dala da e\c-
Approvou em S.avdiaeassia o prnjeclo que cuspen- cucao da referida lei S. B.Wilkens de Mallos,
sa as leis de amortfticAo em favor da contraria de Paula Laudidn,O conego Leal. liona.
Nossa Senbora de Guadalupe da cidade de Olinla, Hurla.Paula l'onseca.--Brclas.Vieira de Mal-
na provincia de Pernannboco. I los. Bernardos de fiouveia.Metides da Costa.
Approvou em primeira discussao, depois de al- A. Chaves.--F'austo de Asuiar.Leilao da Cimba.
__ asi
Sesiilo serreta.
Segundo consta resolveu bontem o senado qoe u
Sr. procurador da cora requisilasse da cmara dos
depulados a prisAo do Sr. hrigadeiro Pacca.
Procedendo-sr hnnlem na ramara do depulados
a votacao entre os dous projerlos relativos a iseo^ao
de imposlos sobre loteiias concedidas a sociedade dos
artfices da Babia, foi proferido o seguate'
As loteras conredidas pela assembla legislati-
va da provincia da Bahia a sociedade dos artfices- da
mesma provincia, ficAo isenlas de quaes.quer impos-
los seraes, exceplo o sello fi\o.
Entrando logo em primeira disrassAo, foi appro-
vado ; e passando immediatamenle a segunda, a pe-
dido do Sr. Mendes da Costa, tomaram parle no de-
bate os Srs. Henriques, Bibeiro de Andrada. Fiasa,
Ferreira de Asuiar, e Araujo Lima, lendo os Srs.
Henriques e Fiusa aptesentado>s segoinles emen-
das:
Em lunar de quaesquer imposlos geraes. dga-
se : o imposto de 8 por cenlo eslabelccido pela lei de
11 de oulubro de 1837 no artigo 2. )
rr Que o imposto sobre os premios seja arrecadado
em beneficio do monle-pin da mesma sociedade.
A discussao licoii adiada.
Approvou a cmara em sezunda disrnssAo. depois
de alsonas observacesdos Srs. Junqucira, Mendes
de Almeida, e ministro da guerra, u orcamenlo na
parte relaliva as riespezas do ministerio da guerra,
assim como a secuinle emenda do Sr. Mendes de
Almeida apieseulada ao S 12, reparticAo ecclesias-
tica.
Era losar de 33:8709200, diga-se .2:771^200.
Auginentandn-se a respectiva verba com mais........
16:8969, qae se devera despender com os vencimen-
los de mais 16 rapellAes para o exercilo.
Eutrou por lim em discussA a secninle emenda
dn senado a proposla do soverno.qiie lixa a larca na-
val para o auno liuanceiro de 1K.Y7 a 188.
a 0 3. do artigo quarto adJitivo seja redgido
assim :
S 3. A rever os arlizos de snerra npprovados e
mandados execntar pelo alvara' de 2li de abril de
1800, e a reformar o processo, nao podeudo todava
por em execucAo antes da approva^ao do poder le-
gislativo,
iirWPPaaSI JUiXauha Figneiredo, Dias de Car-
ao, Paola B.ipIMa, Fiusa
ando dbale adiado.
e Figueirade Mello,
Conlinuou bontem na cmara dos depulados a
dls'ussao do rcqueiimciilo do 8r. Paula t'.andido
diada na sesso de sabbado apastada, para que b
enverno, informado pelos Breaidentes das provin-
Tias asscladas pelo clioiera-morbus, enve a cmara
orna relacAo dos mdicos qne foram por elles res-
pectivarueule empregados no servir sanitario, assim
como informarnos dos contratos celebrados com es-
ses medieos. e as recusas que elles lizeram ; e que
lambem informe o govemo se jalea conveniente
eslabelecer um rgimen sanitario ero differenles
portos do imperio, e, no caso ilirmalvo, qual a
despeza approximada. Orou o Sr, Figueira de
Mello.
Passando a ordem do dia, approvou a ramara em
segunda discussao. tendo lomado parle un debate os
Srs. Leilao da Cunba e Aagusto de Oliveira. o or-
camenlo na parte relaliva i despeza do ministerio da
marinha.
Continuando em seguida I discussAo de prefe-
rencia enlre dous projerlos relativos a is-ncao de
imposlos sobre loteras concedidas i sociedade de Ar-
linces da provincia da Babia, apresentaram os Srs.
Junqueirae Carneiro de Campos, algumas conside-
rarse, a lienta a discussAo encerrada, nao se volan-
do por nao baver casa.
r
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
3 DE AMISTO DE 1856.
l'emos enlre as mAosjum livro de Edear Ouinet,
lesta esplendida intelli^encia contempornea, que,
emola as ondas da potilN francesa de 2 de feve-
rciro, foi privada da cadeirayiue gloriosamente oc-
cupava no Collegio de Fraiicit, e sua palavra elo-
quenlee perfumada cruelmente tnlerrompida.
Posto qoe boje esla palavra nao seja mais que am
echo, comlado o ocano do esqueeimenlo anda nflo
a esconden, a, lemos para nos, que o brilho das pe-
rolas que tal.irarn da sua bocea nunca sera apa-
gado.
A obra dn satii professor rienomina-sc Curso
sobre at litteratubi* meridionae*. O espaco de
qoe podemos rtispor^^ penas nos pcrinilte 'dar nma
idea resumida ari-rraV^We interessanle Irabal.lo ;
mas todava fa-lo.hemoslwi a mais lerna fidelidade.
Porque razan no ilru.'iile^y>er=iinia elle, apezar
da diflerenca da India, da 1'erVi, do Egypto, porque
raza i esta* sociedadet si formarmtjma especie de ca-
tbolicismo psgAo, no qual cada polo be urna seila .'
Me porque para cada urna dellaa oMogma lie mais
un menos semelhante, be porque o Dos se confun-
de por toda a parle cum a nalareza, he lado, absor-
ve lodo, invade lodo ; donde resula que a poesa se
confunde com a liturgia.
_ Os poemas fazem ptre do culto ; as epopeas sao
reveanles ; nesla sociedade nan ha litteralura pro-
piamente dita ; ba religiao.
Pelo contrario, no mundo Brego e romano, como
o hornera s adora a si propno, as retaques da poe-
sa eda'rejigio tem necestariamenle mudado. O
poeta loma o lugar do padre ; he elle que faz os ri-
tos, que compila os dogmas.
Homero dislribuc osdeozet como lite apraz. Qual-
qoer pbanlasia lie sagrada, comanlo que teja bella.
O boroein, ao senlir-ae da mesma substancia que o
seu Daos, lira a sua revelaran de si propriu ; sonda
o proprio coraran, divintsa cada um dos seus pensa-
nenlos.
Exitle urna cmulaco enlre os cscrploret. que coii-
isle em saber, qual faru entrar no Olvmpo maior
numero de dyniuaslias novas; de sore que pote
eonrluir-s*1 que nesla sociedade ba menos u|na reli-
t:iao do que urna poesa, urna arle, urna til teralura,
pois que a reli&iao tie perprluamonle refonrjjda, ru-
ililinadn, alterada a vonlado dn cada ai I1.I..1.
Acontece o contrario na sociedade rluisrlaa. Aqu
o lumem e o Deoatao profuudamtnle disliinrlos; sao
separados du co e da Ierra ; e esla disli nccAo, qae
21
Por decretos de 17 do rorrele mez :
Tiveram nierc da serventa vitalicia dos oflicios
de escruao de civel e labelliAo do publico da villa de
llapevada Faxina, em S. Paulo, JoAo Crysoslomo
do A otara! Brislas.
1. tabelbao do judicial e notas e escrivao dos or-
plios, eapellas e residuos da villa do Pao do As-
sucar, na provincia das Alagoas, .Manuel Joaquim
Satyro.
Foi concedida ao hachare! Antonio Freir de Mal-
los Brrelo a demissAn que pedio do losar de juiz
municipal e de sapotea do termo de llabavana.
Foram acceilas as dc-isleucias que flzera'm Emve-
dto Fernandes da Silva e Bicardo Jos da Silva Atre-
ved, dos olbcios de escrivao do juizo monicipal da
2." vara'e annexos da corte, e de 2." lahelliao e es-
crivAo das exacuces civeis e crimes da villa da Es-
trella.
Por decreto de 18 da dilo mez:
Foi numeado major commandanle da seecAo do
balatliAo de infamara n. 3, da suarda nacional do
23
Depois doSr. Junqueira, oraram bontem na cama-
a dos depulados os rirs. barao de Mana' e Das de
arvallio. na discussAo do ornamento do ministerio
a fazenda, lcaudo o dbale adiado pela hora.
Sr.*presidenle do senado propoz na setsAo de
em a rescisAo do contrato celebra o com os edi-
.ores do Zorita/ do Cammercio para a pulilicarao
dos debates, pelas razes (disse S. Esc. qae ja havia
dado e que eslavam na consciencia do senao. F'al-
laram contra os Srs. visrnnde de Jequitinlionba e
Forros, e a favor o Sr. D. Maiioel.
Foram apresentndas depois, e Bcararn sobre a me-
sa para serem op|iorluiiamenle discutidas com aquel-
la proposla, as duas indiracoes que publicamos ua
acia da ses>ao.
Passando-se a ordem d.ijdia, entrn em 2.a dis-
cussao a proposicao do senado.concedendo loteras a
varios estabelecimenlos. Depois de fallar o Sr. Mi-
randa, que mandou a mesa urna emenda, ficou essa
discussAo adiada por nAo baver casa.
A proposla nAo motivada do Sr. presidente do se-
nado para a rescisAo do conh ato com oJarnal do< 'om-
nurrio, ler-nos-hia causado a maior sorpreza, cons-
clos como eslavamos de luvernm. escrupulosamente
cumprido lodas as condieces desse contrato, se o
rrer dos debates nAo livesse dado tusar A algumas
lavaos qoe ola explicaran!. O Sr. presidente
reeommenda a rescisAo do contrato por ter publicado
n Jornflio Commrrriv algumas noticias acerca das
sessef secretas do senado.
Colheodo oque em algans circuios lindamos ouvi-
do acerca de urna oceurrencia que naturalmente ex
cilava a curiosidade publica, e nada adiando nessas
informarles que podesse prejudicar a dignidade do
senado e o resucito que 1 lie era devido, nada, qae pu-
desse envolver o menor perigo para o servido publi-
co, entendemos que nem se quer davainos occasiAo
a reparo levando com criterio ao cuuhecimcnto do
publico parle daquillo que se dizia.
H possivel que nem todo eslejam de accordo
eomnosco. mas o que he cerlu he que uenhum moti-
vo justo demos para a resciso do conlialo.
Hnnlem nao houve tessAe no senado por falta de
.numero legal.
A cmara dos depulados approvou bontem em se-
gund? discussAo o prnjeclo eslaluindo que a ultima
parte da disposico do ait. I. da lei de 28 de selem-
bro de 1853 comprebende as viuvas e filhos dos of-
lciaes e mais pracas do corpo municipal permanen-
te da corle fallecidos antes da dala da sua prnmulea-
c.ui. achsndo-sc as circomslancias por ella decla-
rarlas.
Adopton u projecto determinando qne as loteras
concedidas pela assembla legislativa da provincia
da Bahia a' sociedade dos artfices da mesma pro-
sumas observaees do Si;. Paola Candido, o projec-
to aulorisando o govemo, para despender ale ti mil
cotilos em tres anuos com a iinpnrtacao de colonos
e sea estabelemenlo, e co.m auxilios a' emisracao ;
para continuar as obras do caet da alfandesa, pro-
longando-o at os artenaes de marinha e guerra, e
fazeudo construir as docas constantes das plaas do
engenheiro Neate ; para zer conslruir no porto do
Rio !; 23SMHKE qaaVpun uso dos navios de
enerra ; e para oecorrer a os,i,, despezas na falla de
sobras de receila, autorisandV govemo a eropre-
gar dentro ou fora do imperio' "peraees de cr-
dito que forera aaceatarias. x. LXJ
Enlrou em discussao o parecer 'oa,r.'0,nmissao de
couslituicao e poderes sobre o bacilar*! Domingos
Marlins de Faria, a qual ficou adiada depois de
aluumas observaces do Sr. Figueira de M""-
Por lim approvou acamara em segunda iiscussao,
depois de orarem os Srs. marquez de Paran n Jun-
queira, o orcamenlo na parle relativa ao mn'sler,
da fazenda.
Estando e-sola la a sesunda parte da ordefl1 ^
dia, e voltando-se a' primeira, conlinuou a dscus*A
do parecer da coiiiiii-.-mo de conslilucAo sobre o b?~
charel Dominhos Marlins de Faria, e redendo d*^
palavra o Sr. Araujo Lima, ia-se volar quando te'
vtilicou nao baver casa.
Temos folhas de Montevideo at II do correnle.
Como sahem os leilnres, o maior perigo que amca-
ca a existencia do govemo de Montevideo e a Irau-
quallidade da repblica he o deploravel estado das
suas linancas. Nao ha dinheiro nem para as mais ur-
gentes ni c jdades do dia.
Nesta Itisle situacao pedio o govemo as cmaras
os meios precisos para fazer face a's despezas cor-
rentes, e propoz a croafao ou augmento de alguna
impnslns. O senado reamoe exlraordinariameule
no dia 7 para tomar em consideracao as propostas
do soverno, mas longo de tratar dos meios de tirar
o paiz da ambar-cosa po-icao em que se acha, nada
mais fez do que censurar violenlameule o govemo
do Sr. presdeme Pereira, por um estado de cousas
qae esse soverno nAo rreou.
O Sr. Pereira, encontrando o lhe*oiiro vazio, pe-
dio a's cmaras o apoio de que o govemo careca
para marchar. O senado ncga-lhc esse apoio, apon-
lando como nico remedio a anualaro dos contra-
tos celebrados com os possuidores das rendas da al-
(andega.
Esses contratos foram approvados pela assembla
legislativa, e inlerveio uelles a diplomacia. Vila-
los seria malar a fe publica, acabar com o credilo,
e accumular aos embaiacos internos grau-le<, difl-
culdades externas.
E he ei-i.1 o nico al vire que occorre aos legisla-
dores de Montevideo. Pobre paiz (Ao digno de me-
Ihor sorte.
De Baenns-Avres e das provincias tuteriores nada
hade interesse."
--Teixeira de Sou/.a.--Silva.
A' passar o addilivo do Sr. Riheiro da Luz, se-
ir Bio de Janeiro, 21 dejulho de 18li.--0 proca-
rador da coma c soberana nacional.
A requerimento do Sr. Itibeiru de Andrada enlrou
loso em discussao.
Obtendo a palavra o Sr. Junqueira, fumlaineulou
\ cmara dos Srs. depulados entended nao po-
der dar o seu assenlimcnto a prelencao du procura-
dor da cuma.
Orou o Sr. Cotroia das Ncves, c est com a pala-
vra u Sr. Dilira Bocha.
36
Continuanilo bontem na ramara dos depulados,
depois do qae publicamos no Sitppleniento, a ds-
ja exIeLSiva a mesma disposico aos respectivos em- 'cussAo da peticAo do procurador da coroa. oraram
apparece pela primeira vez no mundo, torna-se o
principio da revelarlo.
Dahi rcsulloo que o pensamenlo de Dos e o pen-
samenlo do homem bAo sido profundamente distinc-
los pela diflerenca do poder espiritual e do poder
temporal ; que a relisiao e a poesa, al enlAo coa-
fundidas, se separaran) ; que a voz da igreja e a voz
do mundo e dividiram ; que a poesa do altar e a
poesi sernlar qii.vi que naotiveam mais nada com-
miiin entre si. A igreja e o pueta j* nan fallan) o
mesmo idiqma.
Urna conserva o oso da linsoa latina, a oulra se
serve de linguas novas, modernas, valsares, ale en-
lAo deetamhecidas. Dante nao inlrodimo urna nica
forma nova no calholicismo; apezar do esforz de to-
da a sua vida, nem ao menos conseguio fazer cano-
nisar a sua mas Bealrix.
Eis-ahi urna queda evidente para o poeta. J,i nAo
he elle que crea os deoses ; perdeu o dom da apo-
theose ; mas o que perdeu em autoridade, ganbou
pela liberdade O pensamenlv j nAo tem o valor de
nma inslituicao, tem smenle urna lonja individual.
Nao he urna musa, he una pbanlasia ; penetra nos
abvsmosemque Ihe era prohibido entrar quaudo
era o orgAo de alguina sorte oflcial e legal de urna
rclisiao nacional.
Comprese a este rpspcilo a circumspeccao de um
Piadora, de um Sophocles com as liberdadet de um
Dante, ou antes de um Shakspeare, de um i mllie,
e veremos de urna parte o homem conlido por todos
os lacns da orsanisacau social deque he a expressAn,
do outro um homem entregue a si s, aproveilando-
se desl i tade o mondo ros espiritos.
Se a poesa, ou a civilisar.au chrisISa lem por toda
a parle a unidade fundamental do seu dogma, por
oulro lado ella tem em si as dlTerenras profundas
de duas ragas, a germnica c a romana.
as regioes do meio-dia. a nalureza he anda mais
pasAa do que o homem. O christianismo, ao sabir da
nudez de Jerusalem e do deserto, despojou o homem
das suat eren;, das suas esperancas passadas.
as origens do mundo moderno nao acontece o
mesmo que as origens orienlaes, os hvmnos sAo di-
risidos a lo/, vi'ivel, i aurora, alva divuisada ;
nAo sao, como no berro do mando srego, livianos
Mercurio, i Obele, mS de todas as cousas j'sAoean-
llcoa de aihuji;. i ere.itura, a idulus vivos, a mu-
Ibcres que os parlas divinisim.
Cada um procura na Ierra um.i madona mortal ;
na se chame Laura ou Bealrix, nao he culpa do poe-
ta seooo pode levantar para ella am Olympo, a cu-
jas us os poros se ajuelliein.
Por nutro lado, a lula do chrislanismn 2 do isla
nisino, dessas duas relicies quasi da mesma idaile,
as quaes ambas dispolam entre si o futuro, erie a
suerra em defini. A suerra, esta primeira institui-
e.io da barbara, se loma unta cousa santa, uu an-
tes a barbaria se torna ravalleria. O cbrislianisrao
abencoou as armas quiteucbtr a idade media.
BeligiAo ilas hatilbas, relisiAo do amor, renasc-
mento prematuro de um paganismo transformado,
sAo os elementos principos que se podem descohrir
as origens do cenio moderno em geral, e do genio
meridional em particular.
Depois destat cousiderarjoes geraes, Edgar Qui-
ne! entra no nssumplo da obra, e diz que cada Inte-
tatura se lisa a urna dessas funtes de inspiraees,
donde dirivam a sua pbvsionomia e caracler pro-
prio.
Segundo elle, a Franja lie a primeira que abre a
historia do eogenho moderno. He ella que crea ot
rhylhraos, as formas, que despreude a liogua da Eu-
ropa.
Collarada entre a llespanba e a Italia, oncena o
duplice seuio na poesa da Provenca.
0 cntico matinal da Provenga lem primeramente
o seu ocho na Italia ; e romo em qualquer litteralu-
ra existe um rcenlo fundamental, um genero de
poema qne d toro a liidu mais, tal eomu o psalmo
entre os llebreus, a ode, o hymiio enlre os tjregos :
da mesma sorle a originalidade italiana parece sa-
hir toda d'a ranroiie. rio cntico dos trovadores, do
soneto, dos cnticos de adoraran para urna crealura
esculhida como mediadora enlre o homem e Dos.
Todo o poema de Danle tende para Bealrix ; e na
genio melodioso da I lata, desde os primeiros com-
eos al os nossos dias, se pode sesuir urna serie nflo
interrumpida dos cnticos terrestres, que forman)
urna especie de coro continuo, de que se despreudem
aqui e all algumas vosos immortaes.
Se a poesa dos Hebreos he a de Jehova, se a voz
da igreja be a de Chrislo, a poesa italiana, ao me-
nos as suas origens populares, he a poesa da ma-
dona ; madona successivaraenle severa, solemne, n-
sonba como as. das baslicas de Miguel Angelo e de
Baphael.
Quaudo os pintores, os esculptoret procurara ei-
clusivament reproduzir as anas menores particu-
laridades a vida do christianismo, pergunta-se por-
que razan os poetas deixaram tan cedo esta estrada,
porque razAo nflo foi a sombra do papado que se
coinpoieram bm l'araizo perdido, urna Messiadti
italiana. Dar-se-ha caso que Dante lenhn exhanrido
a poesa do dogma rliristAo'.' Apparenlcmenle se
pode responder pela negativa.
Verdade he que o pinlor, abservidn pela fe, anda
so acbava ajoelbado ante 0 modelo sasrado que re-
prcentava, quaudo j o poeta se linba levaulado, e
prorarava em oulra parte a vida e a inspiracn.
Chamemos memoria lodos'os poemas da Italia,
e f que nAo encontraremos nelles o sello profnn-
do, o vistigio de om estabelerimentn (Ao extraordi-
nario como o papado ; todas eslas obras deveriam
necessariamenle ser composlas sombra do Vaticano,
dictadas por um successor deliregoriu VII. Eviden-
temente au encontraremos nada dasla iranreaile em
Lum Boccaeio, em um Ariosto, eni om Petrarca, nem
inda no genio rom.inlico de fasto.
Mas, dir-se-ba, onde est ua arle, na Italia, a
ai .
Ilonlem nao honve sessAo nu senai* por falla de
numero legal.
A cmara dos depulados approvon ii'item o voto
em separado do parecer da coriimissao de cooslilui-
cao e poderes a respailo do reqocriineiilo do hacha-
rel Domingos Marlins de Faria.
Approvou em segunda discussAo o orcamenlo da
receita rom lodas aa suas verbas; orou Sr. Itibei-
r.i de Andrada.
Entraran) em discossao os artigos additivus que
abaixo publicamos, e pedirn) a palavra:
Contra : os Srs. .lacinlbo deMcndonca, Zacharias,
Correa das Neves, Mello Franco, Figue'ira de Mel-
lo, D. Francisco e Bibeiro de Andrada.
Pro : os Srs. LeilAo da Cunda, Carneiro de Cam-
pos, Henriques, Paula Santos, Araujo Lima, Cosa
Machado, Cuuha Figueredo, Paula Candido, Au-
gusto de Oliveira, Brusque, Asuiar.
Arligos additivos ao orcamenlo:
rianna ficam elevados pela maneira seguinte, a sa-
ber : do meslre de ceremonias, dilo do coro e snb-
chantre, a (JOJ ; dos capellAes e ursanislat a tOfts,
do sub-lhesoiireiro a 2(10); e do porteiro da massa,
e mofos do coro a LVfcJ.
^Sala das sessoes 23 dejulho de 1856.J. D.
Bibeiro da Loz.
Art. I. O soverno fica aulorisado a despender
a quaolia de 100:0009 coro a rnnsiruccau re um
ediliciu para o arsenal re suerra < 200:1X103 rom a compra de armamento a de materia
prima para a reforma do egrreame e equipamento
do exercilo.
Arl. 2. Ficam em vigor as disposiees da le
de 2i de uuvembro de 1830, a respeilo da avallarlo
semestral das racoes de forragem.S. B.Mendes
de Almeida.Lima e Silva.
ir Fica extensivo a bibliolheca da marinha o privi-
legio conferido a bibliiitheca nacional, e as das capi-
taes das provincias, pelo decreto n. 133 de 3 de jo-
Iho de 1817.S. B.Mendes de Almeida.J. J.
de Lima e Silva Sobrinho.J. .1. da Cunba.
S 22. O governo he aulorisado a despender
pregados da Sede San-Paulu.S. B.Luna.
fessores eucarrega.los da inuocular^au da vacciua as
dillerentes provincias ,1o imperio, urna vez que pro-
ven) effeclividade de esercicio por 2> annos, e im-
pnssibilidade de continuar n-lle.Correa das Ne-
ves. Crispin Aulonio de Miranda Henriques.
A. J. Henriques.Costa Machado, a
decretada pela lei de 2t> de junho de 1852. art. 1*
; I*. para a conatrucc/o da- estradas de ferro, be
extensiva aos edificios pblicos comprehendnlos nos
planos ras mesmas estradas, urna vez que taes pla-
nos tenham oldido a approvacAo do governo, e salvo
sempre prejuizo de lerceiro. Paco da cmara 21
de julho de 1856.Mello Franco, a
Os vencimeutos dos empregados do correio da
provincia do Par ficam igualados aos dos da provin-
cia do Maranho.S. B.A. LeilAo da Cunba. a
o O governo fica aulorisado a elevar os venci-
mento< dos eiurrcgados dus consulados em harmona
com os venciinenlos dos oulros empregos pblicos.
^. K.Junqueira.
o Artigo. Os imposlos constantes dos SS '2, 12,
')3 e i'.i do art. !)* serAo cobrados do modo secuinle :
\ ;. 1. Os direilos de exportacAo serio cobrados
na razAo de 7 por cenlo, desde o I' do Janeiro de
isjj7 at o lim do auno liuanceiro de t8">8 a 18V.).
, 2. A laxa dos escravos lira elevada ao dobro
do que actualmente se cobra.
$ [i. as cidades do imperio em que al boje o
mprislo'do que traa o arl. I" |" do regulamento
de I "i de 'UDhn de 1811, tem sidu cobrado smente
na razaoMf 2" por cenlo do aluguel do local onde
seexerceo fiegocio ou pronmao, robrar-se-ha alm
dessa quola ulra li va, segundo ama tabella que o
soverno lica Wloriaodo a orsanitar e a por era exe-
cucao, tnmaiid" Por base a importancia de cada
classe de induslr'a e praBaltO das comprebrndidas
n mencionado reclmenlo, excluindo aquellas In-
dustri.-is ou profissof"l"C P*'" pequenbez de seus
rditos nflo devarn\ler subrecarregedos com esla
quota fixa. \
Pao da cmara 2W julho de 18.j4J. C. Car-
neiro d'e Campos.F. ' Henriques. \
Fica o governo autorisa^0 a despendor com
abertura do canal denominail" I'nrleirinha, na lagoa
dos Palos, na provincia do Riu-Grande do Sul, a
quanlia d50:CHX8, precedendo os exames que jul-
gar necessariut.S. B.Brusi'ae.Travassos. o
r As come lonas dos guardas da alfandega das
provincias, quando embarcados, 'am equiparadas
as dus guardas da alfandega da irle.S. II.
Junqueira. a
ir As congruas dos visarios lerao o tenieiilo de
mait 2005.S. B.Siqueira Queiror.
ir As cungruas dos hispos ficam elev soti.000>,
e a do arcebispo a 8:(HK19.S. B.I. !' rMtoo
o He o governo aoturiiudo a man lar proc
oos exanies e Irabalbos qae foram precisos abertu-
ra dorioda cidade de lioianna, provincia de Per-
nambuco, de maneira que se lome franca para em-
haicace (le pequea lolacflo a navesarAo enlre
aquella cidade e a barra do mesmo nnnie, despen-
dendo para ieso as quautas iiecessarias.S.B.
Aguiar. )>
i Fica u soverno tolorltodo a marcar novo prazo
para a liquidacAo das dividas doscredores do estado
na provincia de S. Pe tro do Bio-Crande do Sul,
que nao podeio ser liquidadas no prazo marcado
no edilal da Ibesouraria de 20 de abril de I ViJ, era
virlude da ordem do soverno de 7 de marro do
mesmo auno.S. It. Barao de Maua.Jacin'.lio
Mendonca.Cruz Secco.
Tomaram parlo no dbale os Srs. .lacinlbo de Men-
donca, LeilAu da Cuuha e marquez de Paran, li-
candoo dbale adiado.
O Sr. presidente declarou no fim da sessao que,
por dectsAo da mesa, a cmara eemerara' boje os
seus irabalbos em sesto secreta.
os Srs. Siqueira Queiruz, Fiusa, Kibeiro de Andra-
da, Octaviauo, e Saraiva.
No correr da discussao vieram mesa as segoinles
mocoes, que foram apoiadas e cnlraram em discus-
sAo :
Propooho qae se ponha em v otario o seguinte :
Que seja preso, salvo o direile de iiain.a.J. A.
Saraiva.I). T. de Macedo.
i Se nAo passar o que prope o Sr. depotado Jun-
queira, resolva 011 vol a cmara que lomar a reso-
Iiii.mo quejalgar cunvenieute quaudo o senadu boa-
ver proferido sua sentenca, ou que seja preso.salvo
o direito a lianza.
o Se ainda este arbitrio nAo passar. se vol que
seja preso, piocedendo-se em qualquer desles casos
em cooseqaencia do que for resolvido.Paula Can-
dido.
Foram apniadoso rcjeil.dos. o< seguintes requcii-
meulos : e
o Hoque 11,, que se remella o oflicio do procurador
da roroa cominissAo de constituirn e poderes para
a visla do art. 27 e 18 da ronsliluico, dar o sen pa-
recer sobre a Couslilucinalidadedo inesmo ollicio.
Fiasa.
ir Beqiieiro que a mocSo em discussao lenha a
marina marcada no regiment como iiidicacao.
Barboza.
Terminado o| dbale, proeedeu-se volacAo. A
mocAo do Sr. Junqueira, quo diz : A cmara dus
Srs. depulados emendo no**poder dar o seu assenli-
ment a pretendi do procurador da coroa, > fui ap-
provada.
Segundo os didns que nos foi possivel culher, vo-
laran a favor da muri do Sr. Junqueira, e por
conseguinle contra a prisAo os Srs. :
Floto, Francisco Aulonio Bibeiro, /icarias, Da-
Ira Bocha, l.ivranienlo, Pacheco Jordn, Augusto
Chaves. Luir. Carlos, Mouteiri de Barros. Brrelo
Pedroso, conego Silva, Belisario, Junqueira, cone-
o Leal, Lima e Silva Sobrinho, BraudAo, Taques,
li'S Siqueira, Fisueira de Mello, Jattsen do Pa^n,
filara, Beso Barros. Caslello Brauco, Pinto de Cim-
pos, Tbcophilo, Baposo da Cmara, Bandeira de
Mello, Paula Baplila, Wilkens de Mallos, Mendes
da Costo, Cerqoeira Pinto, Mello Franco, Eduardo
Franco, Cosa Ferreira, Candido Borges, Crispim,
a Correa das Nevos. Seara, Araujo Lima, Barbosa,
F. Oclaviauo, l'aranhos. Angelo Bainos.
Votaran) contra a mocAo do Sr. Junqueira, e por
coiisesuinte a favor da prisAo, os Srs :
Bibeiro de Andrada, Barbosa da Caoba, l.oiz
Araujo, Travassos, Jos Malinas, Antonio Candido,
Venancio Ll'boa, Savn Lobato Jnior, Nabuco, Si-
queira Queiroz, Jii-tinianu Bocha, Brasque, Bibei-
ro da Luz, Teixeira de Souza, Bodrigues Silva,
Fausto, Paula Sanios, A. Cola, Paula Fouseca. Luis
Soares, Brelas, Paula Candido, li nivea, Vieira de
Mallos, Paranagu", Saraiva, Paes Brrelo. Teixei-
ca de Macedo, Andr Bastos, Pedreira, Sa' e Albu-
^inrque, lleuriquet, Domiiigues, Dias de Carvallm,
1 aaaBatxaaaxtBaaaaaaUafaUT^''Se"'1. lionies Bibei-
ro, barAo de OnriiriT.^^^^^*1"*,oaaaaaaaaaxxaaa/
Julgaram-se prejudiradas as moQet dos Srs. Sa-
raiva e Paula Candido.
Foi lido boje na cmara dos depulados, depois
de con-liluida em sessAu publica, um oflicio do
procurador da coroa, remetiendo a seguiole pe-
li(ie :
o Augusto! e dignissimos Srs. representantes da
na(;3o :
Nos anlos de accusacAo crime. em que he auto-
ra a joslica e ru o brigadeiru Manoel Joaquim Pin-
to Pacca, depulado da assemblca geral legislativa,
pendentes do julgamenlu du senadu, fui proferido o
despacho do Iheor seguinte :
Em conformidade da deliberaran do senado, na
ses-Ao do la de bontem, requeira o procurador da
coroa. a qurm se dar coubecimcnlo deste despa-
cho, ordem para a prisAo do reo re*peclixa cma-
ra, visto nAo se deprehemler de sua decisAo que nAo
deva ter lugar a mesma prista,
o Biu de Janeiro, 22 de julho de 1856.Caval-
canti, presidente.
o Por ollicio Jo oflicinl-maior da respectiva se-
crelaria datado de bonlem. e acompanhado da copia
aulbenlica dn referidu despachu, fui delle nulificado
desde j at a quanlia de .">0:OIXr?, com os exames i o procurador da coroa e soberana uaciooal para sua
precisos e melhoramenlos do porto da cidade da '
Fortaleza, capital do Ceari.S. B.
ir Paco da cmara 10 de julho de 1856.Araujo
Lima.Fernandas Vieira.Bandeira de Mello.
Bastos de Oliveira Domingues Silva.Fisueira
de Mello.Iheopbilo.F. X. Paes Brrelo.Pa-
ranagu.J. A. Saraiva.A. LeilAo da Cunba.
Mendes de Almeida.Jan-sen du Paco.D. F. B.
expressflo fiel, exclusiva do papado'.' Esta expressflo
fiel, exclusiva, respunde o eloquente esciipior, bri-
llia na pintura, na esculplura. nessas arles mudas,
que sao, nAo s o conimenlano, mas o complemento
necessario da poesa.
Esla epopea verdaderamente calholira, orlbodu-
xa, que ounca se reduzra o genio demasiado in-
dependente, demasiado secular de Danle, ela epo-
pea suhmissa, mesclada de incens, encontramo-la
escripia, nAo sobre papel, mas tobre os frescos, sobre
as paredes das isrejas de Florenca, de Vneta, de
Boma e do Vaticano.
He ah que desde a mnnjadoura de Bclhleem e a
prisAo de San Pedro al os esplendores de LeAo \,
he ahi que cada momento, cada poca, cada typn do
christianismo e do sacerdocio he representado 11'tim
monumento particular, como n'um episodio ; e este
grande poema se desdobra desde os Alpes al o mar
da Sicilia.
cima deslas obras levanla-se o Chrislo de Miguel
Angelo, em quem revive a alma de Gregorio Vil ;
mas as virneiM de Baphael, imagens da igreja, sop-
plicanles, inlercedem ; applacam a colera divina,
derraman) o sorriso no eco cbritlAo ; he assim que
se acaba o poema mudo da pintura italiaua.
Passando da Italia para a llespanba. e procuran-
do o accenlo fundamental, o tom dominante do ge-
nio nacional, o aolor enconlra o cntico popular, a
qoeixa heroica, o romance feudal, poema de um pa-
vo cavalleiroso.
Na lula do islanismo e do christianismo, cada ho-
mem lornou-se o cavalleiro re Cbrislo ; o servo se
enobreceu debaxo di cruz ; assim como receben um
valor no estado, e de que lem consciencia, potsue
lambem urna poesia que Ihe perlence, e que se can-
ia si propria.
Nos rumores das cidades, dos campos, se formara
eslieres incullus, germens de poesia que serAo mais
tarde o fundo da bter alma hespanhola. Quanlo
mais um povo, as suas origens, crea desses germens
d'arle, quanlo mais lambem a sua litteralura be
verdadeira e naturalmente rica. He lambem por es-
ta causa que se explica a fecundidade de um Lopes
da Veiga, de am Caldern.
NAo (iubam necesidade de procurar ao Innge os
seus atsumplos ; recolbiam da bocea do pavo essas
leudas harmoniosas a que davam direilo de trargeila
na arte. A lillcralura despalillla he um ennbreci-
menlo perpetuo das invenees da mull 1 m pa nu-
toridade de um poeta cultivado. Kni qualquer po-
ca que seja,sempre se ouve o echo desses canucos po-
pulares que recordam a Hespinba o seu genio na-
tivo, e assinalam, as magiu.ices esclarecidas o ca-
miiiho aherto pela nalureza.
Nflo be porque nao loaba bavido na llespanba,
assim como no resto da Europa oulra 1 -nte de ins-
piraees. A imitaran da aiiliguidade ahi penetra ce-
do ; a unitario da Italia ainda be mais precoce ; o
echo Je Danle repercuti em Castilla desde u seculo
XV irnila-se Pindaro, Horacio ; mas o que impres-
iuleliigencia.
'> Em execucAo pois desta deliberaran do senado,
Val o prururador da cuma e soberana nacional, pela
prsenle petic,Ao, requerer a esta augusta cmara ba-
ja por bem decretar e fazer expedir a competente
ordem de prisAo contra o sobredito reo o hrigadeiro
Manoel Joaquim Pinto Pacca, depulado da assem
bla geral legislativa.
simia como o troco dislinctivo desle genio he a coex-
lisleticia e a lula destas duas nter atura-, urna intei-
ramente indigeua, a nutra classica e eslrangeira.
Oii-ui vencer o romance do Cid ou a ode de Pin-
daro !
He o que todos pcrgonlam, ao ler os primeiros
monumentos desta lula. Emfim, ebega-se ao secu-
to XV : nada ainda se acha decidido.
Tari a llespanba urna litteralura ".' Os poetas de
quem dependo a honra dn paiz nasceram : o que*
vao fazer '.' Cumpre ver om que circunstancias se
eucontram I Por um lado Iradicccs inlormes, mas
tra tir...is indisenas, cnticos pobres, montonos,
como inventa o povo, mas cnticos que recordam lu-
gares, coosas, nomes queridos, em orna palavra oro-
chedo brulo, mas o rochedo da palria ; por outrola-
do lilteratnras umversalmente admiradas e trium-
phaulcs a grega e a romana em toda a eifu-.io do
ren isi-iiiientu, islo he, de am lado as acclamac,es do
munJu, do oulro o echo ob-coro da velba Castetla ;
entre ettas cousas he que cumare escolher.
K n que foram os poetas hespanhoesf.N'Ao hesitan),
decidem-se scienlemenle ; com um herosmo inlci
ramenle castelhano, fechara os ulhos a easas pom-
pas, a essas seduec,es do renaseitnento ; regeilam
lodo o ouro da antigoidade, preferein a pobreza in-
dgena ; preferem a poesia da gleba, por mais rus-
tica, por mais abandonada que possaser.
Ao passoque o resto da Euroda bate palmas res-
surreicAo do genioanlrgo, Cervantes, Lopes da Vega,
Caldern, lomam a entrar por assim dizer sozinhos
na idade media para ahi procurar, e apa nha r os ves-
ligios do vclho genio bespanhol. Dahi tiram urna
arte nova qae nada deve (jrecia, Boma. Italia,
que deve ludo a ti proprio. Quer se admire, quer
se censure lano orgulho, nflo te pude deixar de con-
vir que a poesia, assim como a historia da llespa-
nba, uasce de um relmpago de herosmo.
Sem levar mais adenle o principio de formac.io
das liiteraliira- meridionaes diz o eloquente prufea'sor
existo um traco que he commum a todas, de'de a
(recia moderna al Portugal : he porque neohuma
dellas produzio urna philosophia profundamente ori-
ginal ; nellaso instinclo be ludo, a rellexao uanca
domina.
A patria de Ariosto e de Cervantes evidentemente
conheceu o scoptieimo, mas be um irrptiraamu quu
se applica a poesia, san rcinnnlar-se ale a religiao.
A poesia discute a poesia ; abramos Dom ijuir.otle '.
lim ideal oueeede a outro ideal, mas sem minea lo-
car no indi I real.
lia necessaria para que a luesma companhia possa
dividir aniuialincniu aos seus accionistas 7 por ceo-
to, rotulan lo que o governo nao concorra em caso
algiim com mais de 5 por cautu sobre o capital
ctTectivamente realisailo.
. Arl. 2. 0 capital que a companhia podera
i empregar, iiii-luindo a ijiianlia ja despendido, e a
; (|iiu for precisa para levar a effeilo um plano incli-
1 nado, que c iiiiniini \\v. a estarjo da rai/. da
sorra com a du alio, nao poden evecdor a
3,000:0008
Art. 3. OuanJo a renda liquida .la compa-
nhia exceder a 7 pnr conlu ao anno, o exersts
ser cxclusivanieiilu applicado* au pagamento do.
ignalqucr soauu que o governo tiver previamenio
adiantado tara complebr odevidondo deque (rala
o art I.
Art. 4. O governo optara' fisralisar a marcha
e actos desta ronipanhia em lodosos seus dclalhus,
emtiuanto Jurar a cnncesso, e fazer o que Ihe ha
outorgado. flcando livre a companhia inJcmnisar o
governo, mesmo antes de findarem os dez annos,
de qualquer somma que lenha recabido, ressan-
do nesse caso a ingerencia especial do mesmo go-
verno.
Art. 5. Ficam revogadas as disposices em
contrario.
Taco da cantara dos depulados em 26 deju-
lho de 185G. Barao dcMau.
A assembla geral legislativa resnlve :
Artigo nico Compete a areno ilesccndiana
a i|iiali|uer possuidor de ttulos conhecidos no eom-
mercio brasileiro pelo nome decantas asigna-
das,urna vez que se acbem endostadas em con-
formidade do que dispe o cdigo rommercial a
respeilo.
o Ficam revogadas as disposices em coo-
trario. .
Paco da cmara dos depulados em 26 dejulho
de 1856.Bardo de Mau.
Apresenlou o Sr. Brando, que o motivoii, e
rctirou depois de algumas explicacoes do Sr. mi
nisiro do imperio, o seguinte roquerimenio :
liequciro que so poeta ao governo as in-
formar;es seguintes:
1. e be exacto que as autoridades da rep-
blica do Per' lizeram publicamente espancar e
surrar em Nauu o cidadao brasileiro Francisco de
Souza Tapajs, remeiiendo-o depois disto, corre-
gado de ferros c acompanhado por anna escolla,
para a fronteira do imperio, a entregar ao cons-
manJante do forteTabatinga com guia da dapor-
tacao.
2. Se l.imbem he exacto que no mesmo lu-
gar de Nauta se acham ferropeados, o om Irabalbos
toreados a capricho daquellas autoridades, diversos
cidadaos brasileiros qae, confiando na lei publica
das nacoes, e no respeilo devido ao imperio, foram
ter ao territorio do Per".
3. Se lie verdade que a navegafioe eom-
mercio do Brasil naqucllas paragens esli sendo
alrotlellados por violencias e exacrocs. do coverna-
.....
t. FinalincntooloK o noVornn tem. lomado
Depois de appmvada a rescisAo do contrato com o
Jornal do Commcrcto, eutrou bontem em discos-
sao no senado a proposicao concdondo loteras a
varios estabelecimenlos. Orou o Sr. visconde de
lequilinhonha, e ficou a materia adiada por nAo ba-
ver casa.
O senado resolveu honlem rescindir o contrato
que linba eem o Jornal do Commerdo pira a pu-
blicacAo dot seus tcabalhoa.
Como o Sr. pretidente do senado, autor da pro-
posla de rescisAo, declarou por mais de urna ve da
sua cadeira que o Jornal do Commerdo nenhum
artigo do seu contrato linha infringido, nao Vemos
necessidade de accreicenlar urna s palavra a noti-
cia qae damus desta rescitao.
Aos nossos leitores nao precisamos assesurar que,
tom contrato ou sem elle, Ibes daremos sempre co-
nhecimenlo dos Irabalbos du aeiiado.
itioaojlc
i d j
loso,^-
27
0 senado approvou honlem em segunda discus-
sao, depois da orarem os Srs. marquez de bran-
les e Miranda, a propositan que concede loteras
para o hospital de Pedro II, para o recolhimenlo
de Santa Tbefoza, c para a conslrucrao de um thea-
Iro lyrico nesta corte.
Passou depois som dbale segunda Saffot
a proposicao da oulra cmara, regulando, "rj^ccessr,
aos postos de olliciaes da armada. 'Oiscutindo-
se c art. l.,orou o Sr. barao d0 Muritiba, c fi-
cou a malcra adiada por nio 'uaver i-asa.
Hontcm, na ramara ''.os depulados, apresenlou
o motitou o Sr. baro ,|e Mau os dous seguinte:
projectas, quo fora;rhjulgados ohjeelo de delibera-
cao para entrar y ordem dos Irabalbos:
A assemblca geral legislativa resolve :
" A.rt' V" DuraMe dez annos, contados do !.
de janeircyproximo futuro em diante, o governc
imperial companhia da navegacao a
estrada de ferro de Pctropolis com a quan-
que arrebenluu esla guerra intestina da al-
ma com siso mesma ; agona religiosa verdadeira-
1 nenie propbelica al na blasphemia.
Taes bAo sido as relaces sueceoriras da relicio e
ujl poesia. Como renascer o accordo perdido He
"lo que todos Irabalbain sem qoe o taibam.
C> .Norte, todo liiumphanln, julsa ler retolvido a
1cf lAo porque aboli um termo ; julga ler vencido
Parta sempre o Meio-dia, estar desembaracado dessas
sociedades meridionaes, porque se persuade que j
nao kn nada qoe fazer, nem que dizer, nem que
revelar, .em lembrar-se de que o homem que diri-
siainojileai o mundo sabio d'Ajaccio.
Ser] verdade que a llespanba e a Italia eslAu mor-
as, e r|Ue nao podemos recuar um patso, sem en-
contrar por Iraz de mis, em vez de um, duas tepul-
chrosaLierlot'.' Cmo se as raras humanas desappa-
recem Lo fcilmente da Ierra Para que estes po-
vos, dep os de tantos prodigios consumados, quando
os outros dormiam, recobrem bojo alent, nao se de-
ve dizer : ludo est acabado, nao se tivanlarilo maii.
Pelo rniitrarn, deve-se dizer ; se eslAo candados
repoosarAii ; *e eslAo sentados, se levaalarao ; se es-
tao morios ressusclarao ; pois qae to necessarios i
economa d\, sociedade moderna, onde o sea lagar
esla marcado pelo maior svstema que existe no mun-
do, pelo cathtiiciamn.
Copiemos agtara lexlualmente as paloma delEdgar
l.loinet. B
0 A historia, a-.vida, a poesia do mando moderno,
diz elle, nao tendem a soppressAo de um dos elemen-
tos do genio europeu, masa tua reconciliacao.
1 Nao ter a I'rana, nesla obra, recebido ludo da
Providencia para enceVrar o dbale, approtimar os
membroi da familia dividida, reparar a tnica Oa*
lacerada de Chrislo Rao ter ella do Norte eH
Meio-Uia, da lingua d'oil e da linsoa d'oc t
o Se se falla era Indino, quera ter urna mais
tonga do que a su. Se sa falla em Invengo, quem
lem ido mais adenle ?
Pelas suas fronteiras, nao toca ella na patria, no
pensamenlo de Danle, da (ialderon, de Shakspeare,
de (lolhe '! NAo podo, melhrsr do que ninguem.com-
preheuder o i leal dos povos que a cercam.e despar-
te elevar-se ao pensamenlo supremo que deve unir e
parificara todos.
imes-T
o goVarn
providencias poca, ojlfc prompouawiite eeooe oetnv-
lliantc estado de cnusas, e seja garantida c vingada
a honra do impeli.F. C. Branda."
Passando crdem do dia, a'loptou a ramara o
|irojeclo concedendo ao capitao Bicardo Leoo So-
bino urna pensao annual de >4JyO*.
Approvou em primeira disc'ussao os protacats
que concedum, o 1. quairo loieri.'s paraocacona-
mcnlo de agua polavel na cidade rA? Karbareni, o o
2. tres loteras a Associacao Ty(K)g!rJPn' Flumi-
nense. ^^
Cooiinuando por lim a discussao dos are??0* *i-
lliaoa lei do orcamenlo, foram ollerecidos os,
guintes novos arligos :
No fim do < 3. do artigo addilivn
miisao arcresnuie-sa :Fjta tabella sor, tojojoj
approvaco do |ioder legislativo no paJaoJM da
provima ses;o, e qnando for apr^maj, ^
posla da fazenda ; njasjea,^^, 8Xeruc;i0>
o poder legislaUv^jjT^liverreror|M do uatidoj mab da dila sessao.C. G, deCam-
i*^P. de Paula Sanios. -A. J. Henriques. .
r\ Fica triplicado o imposto sobre soges e mais
vehculos de conduccao nesla corte. Kslc imposto
sei arrecadado pelo Ihcsouro, e sen producto en-
tregue cmara municipal, que o dever empre-
gar exclusivamente em cslendcr o cakamenio por
meio de parallelipipedos, em conservar as catea-
das existentes feita? pot aquelle sysiema.F. Oe-
laviano.
Se passar o artigo addilivo do Sr. Aginar
seja redigido pelo scguinla modo : O governo
mandar quanto anlos proceder aos exames e 1ro-
balho necessarios para abertura e ranalisacao do
rio da cidade de (oianna na provincia de Per-
nambuco, de modo que possa ser navegado pelos
vapores da companhia daquella provincia, o por
emharcaeties de igual lote ale referida cidoaV;
mandando oulro sim rasgar o aterro que existe uoj-
1 oto contrario, era I-ranea, areligi.lo e a poesa, a nos, e que, paral-umas virio les >
creara e a aciencia, em breve se dividirn) e se ue-
garam da maneira mais clara. Depois de Ira secuto
religioso, o XVII, veo um ><>-ulo pbilosOphico, o
XVIII ; depois do Hacine Voilaira ; oAo se vio, ex-
eoplo em l'ascal. estas duas potencias, a crenca, a a
llovida, disputar entro si a uiesiua vpura, u luesmo
homem.
He ua Kefurms, nu proprio curasao das rajas ger-
Ao concluir declara que quanlo mais reflecte t_
la quesiao, quanlo mait est convencido de que i
existe nada v ivo, nada grande n rnwtat a obraa hu-
manas, em que nao se encontr esle daplire carcter :
o geral e o particular, a cabero o o coracao, o ha-
manidade e a patria. A immensa Odysse, gravita
em torno da pequea I tara. O qae ha mais eoiloa-
sal du que o poema de Dante t Alravessa o eoo o o
inferno ; e com lado o qoe ha mait fl irentiao? On-
de encontraremos um horisonlc mais vastado qoe oes
/.uziadas deCamoes'.' a geole flucta en marea rlaa-
conhecidot.e com ludo, o que ha de mais porlugasn ~!
Euconlramot a Lisboa queriada as extrimidadot oe
iiinndu.
Eis aqui a imagem do que temos a laxar de um
lado, abracar a humanidade -em contado uos perder
em urna vaga abslraccao ; do nutro, ligar-aes coda
vez mais Ierra da palria, para ah beber, o rotio-
var lucessantemeole era mis o 'colmenlo da vida
real, isto he, augmentar urna pela oulra, oslas deas
patrias, a grande e a pequea.
Para itso, continua elle, nAo basta que oos ee-
cerremos na contemplarlas du notan gloriase pasu-
do, na ba>la contemplar com invejanu caos asa po-
zar estril osmodellos do scalo de l.uiz XIV. Po-
lo contrario releva contempla-loa com oeualarao ;
releva crer firmemente era duas coasos: ama, quo a
lingua qae fallamos ainda nao produzio lodos os toas
obras (sem o que esttria mora : a oulra, quo osla
(erra que pisamos aiuda uAo produzio lodos ot seus
milasres.
o Em oulros termos, as arles, as letlras, era to-
das as cousas, cumpre trabalbar, como se todo etti-
vesse por fazer e que nada aos rosto seguro oa he-
ranc.a dot nossos pas ; com affeilo, quanlo 'mais te
aagmenlar em verdade, em jusliea, om belleza o
ideal da Franca, quanlo mais lambem sa augmeaU-
rSo a sua fortuna a ot seus destinos no mundo
real. .
o Ot eslrtngejfos a conlemplam boje com espaalo,
da mesma maneira que ella mesma coosidorava o
Norte ba tres scalos, no meio das iWlearoes, das
incertezas, dat tempestades da reforma.
n NAo saqem que fermenlacao.qnc febre aturasen-
.a-a ; passam locratilvasoaaol da admirarlo aaosHa
.-U siluai, Ao he lal qoe bajo tom oulro pengo do amor ao lerror, sen. poder separara dosTeV-*
" perlaculo.
Na tabeaa para onde va. se para o Iriumplm
ou para o abvsmo. c ueslas aKernativ.is, exista mais
de um genio rival que espero que no meio desle.
alalos ella daar rahir da fronte a cora da inlel-
iigencia que a faz recoubcccr de 1,1a Innge e depois
de muilo lempo...
Kis ns principian, as premissat fecundas de qae o
l.ell-i e rico tlenlo de Edgar i.Ium ,t in ,,, r.
(penles e s-iiias lic.H-s acerca di. deslino faliiindas
tiln lluras uieridiojiarx : he um iiiodelln .le Ihnh
goslu e do verdade.
J^todalaAtlhrmiif. )
se nan a sua propria excellencia
-eiu desle cosmopolitismo fcil,nec<-
nos convida, sri recejo urna cousa,
ni Udc nao lar;a e-querer o p iiz,
de urna pralica commoda, n,1u pon
liceis.
o A historia dos povo- he a l-:
lirio para lieos, nao lie a da
ra. E quem o sabe luelhor de
Norle, que nunca eesWou, que
ling nao cessava de continuar,
nacionalidades e as esperanzas i
Com clleiln, no
sariOi a que lado
ie a boma-
de entre
porem
' as mais dif-
na,
i ni
.c
do
^cTie
mu-
rolaola-
lo
t ierras
orle."
ILEGIVEL
MUTILADO MELHOR EXMPLAR ENCONTRADO


'

QW.lO DE PERHAMBUCO SEGUNDA FEIM DE AOGSTQ M IS56
tre o mencionado rio e o Capiberiba-inerim He
nudo que c-te venha a ter o seu curso pelo Icilo
daquclle, com o que gastar as quantlas que ne-
cessarias forera. -F Carlos Brandao.
Fica elevado a GOOO o ordenado dos guardas
da allandega da corle; a 50(1} o ordenado dos
guardas da alfandega do Rio Grande do Sul,
loa, Pernambuco, Maranhao e Para ; ea i
o ordenado dos guardas das mitras alfandegas
imperio.Bandeira de Mello.
As congruas dos vivarios serfio elevada* 000?
casdos respectivos coadjutores a 300.sondo pagos
dVa em diante pelos cofres geraesRaposo da
(Jamara. J. J. da Cunlia. a
Os ordenados dos empregados do correio do
Rio Grande do Norte sero elovados, a SO-> o do
administrador, a 600$ o do ajudantc, u a VOD o
doporteiroRaposo da Cmara. >
Fica o governo autorisado a despender des-
de ja, a quantia de 30:000?, sondo 20.000
com a abertura do rio Cear-inerim, e 10:0009
rom a do rio Traliirv, ambos da provincia do Rio
(-.rande do Norle.Raposo da CmaraJ. J.
da Cunba.
Orarara os Srs. Zacarias c Canuta) de Campos,
o licou o debate adiado.
N'um inlcrvallo da discussao tomnu asscnlo o
Sr. Jos Paulino de Figueiredo, deputado sup-
liente iTela provincia da Parahiba.
O Sr. Araujo Lima voiou pela prisao do Sr.
brigadeiro Pacca, e nao contra, como disse-
mos.
Na lista dos que votaram pela prisao sahio por
otro ivpographico-A. Costa.em vez de
liona___
[Jornal do Commercio do Rio.)
CORRESPONDENCIA DO MARIO DE
.l'ERNAMIILCO.
KIU
2i dejulho.
Temlo-se resolvido a compaoliia a fazer madru-
gar -leus vapores, que, colladas querem nabar no
lempo o qoe perdem por suas fiaras e debilitadas
forra, me alo he. po>iiol escrever-lhe do proprio
da da partida ; e por isso nao conlc com as noticias
da ultima bora.
Ha verdade que pouco pnrde, porque ente mundo
anda 15o vagaroso, que plisamos das sem termos
urna novidade, e osjornaes, a falla desse alimento
de qoe vivem, vo-se finando eolre os annuncios,
para os quaes ja invenliiram lellras de tabolela de
liolel.
Anles que principie a dizer-lhe o pouco. que sei,
permilta-me, que Ihe repita miuhas quenas pela
tolla de receprao de seo Diario.
Como n,i i lenha lambem recehido jornaei de ou-
Iras provincias, estoa descoiiliado, de que lenho por
aqu algum sosias ou chara, que os val recelieudo,
bem como algumas carias.
Se assim lie, protesto pela minha identidade de
pes-oa de liojo para todo o seinpre.
Oue o tal meu socio recbense por mim alguma
dessas cousas, de que nao costo, que pagasse por
inim ao senhorio da caso, que assignasse e pagasse
por mim as subscripi;es, que comprasse e pagase
para mim bilhcles de telena, eu coraprehenderla
perleilissimeule, c nao me testava, juro-liie ; mas
que receba meus jornacs e miabas cartas, he o que
eu nu pusso atorar.
Esle pequeo mundo poltico vai sem novidade
nolavel, e que vallia a pena refcri-la.
Temos, he verdade, o Iralado de commercio e na-
vegaran com o Paragoax, que deu muilo que fazer
e dizer ans dous plenipotenciarios ; mas ficou no
ulipostidelis a queslao de limites, como mao feri-
meulo para futuras complicarles.
Deas queira que o tal uli possidelis nao seja algn-
ina solemne niansarfio, assim a Pedro Kerreira.
Nao quero complicar as relarOes exteriores; por-
tante passemos adianlt.
Qaando a calma e relex.lo dominam as Beata*
cmaras, nossos visinlios se inlamniairi
Em Montevideo a honrada sala quiz passar
mandado de despejo ao nosso minilro, e fax urna
catilinariajjkia qual foram pacientes o paiz, o nosso
ministro e t grammalica liespanhola, au fallando
no boin tenso, porque la nao eslava para solTrer
lambem.
Felizmente o goveruo nao se deixou dominar pela
eloqueucia, e arrailar pelas patriticos exploses da
honrada sala, e mandn-a pentear macacos.
O ministro la se conserva, e o presideule da repu-
bliquela foi viiia-lo.
O nossos dignissimos responderam com desprezo
aos gritos de seus collegas, e aquelle arrufo hespa-
nhol passou desapercebido, como devia. Seria boro
fazer-lhe mais empreslimo para aquiela-los.
Os dignissimos dos nossos visinhos dos E-lados-
lnidos lambem nao teera andado mullo auieloi.
Um legislador dea passaporlo para a eteraidade a
um criado de hotel, mu m lixu.Atpr.rtW e >lrn,
espancou com um instrumento de guta percha a um
senador, mesmo na aosusla asa.
Btueuucu. qtte era a melhor resposla a um dis-
curso prauuuciado pelo estancado contra um seu
lio. t
Se he adoptadla parlamenlarmenle a eloqueucia
de guta percha, leVemos muilo pnueos oradores ins-
criptos nos orcantenlot. Aquella rolha he muilo
mais proficua, doq,e a do dignissimo llorla.
Saber, ja que/estamos nos Estados-Unidos, qual
.i razio da nula?. 1 moderac.i da rainha dos mares
para com aqui.dl 5 repblica 1
Tenbo extrani/iado esse proccdimenlo pacifico, que
me pareco nao estar muito nos habites daquclle
arrogante e^fliilanlropico leopardo.
.Seja quaYI or a razao, qoe me deem, em compensa-
*a, cpKimunico-lhe urna observado minha, e he
daquelle generoso animal, bem
nossas fera, esta na razao directa
dividuo, a que se dirije.
he summa, para o Chins media,
jk, f para os Jrlandezes nulla.
^saatati' "So Sb'ke, que elles nao querem mais ronscnlir na
^^ coteuisacao chinela? Pois, nao foram elles fuscos,
eslao sob a espacial prolecrAo de suas philanlropices
vistas.
He urna sympalhia InexpiioVel.
O ornamentes v3o pastando na assemblca quasi
sem discussao, parece que aquelle furor lingstico
de oulr'ora osl agora em reacc.no.
O da joslira anda fez appelite ; no da marinha
apenas falln o dignissimo I). Francisco, e Augusto
de Oliveira, que anda nao se esqueceu ioleirameule
do digoissimoj/.acarias, cu da pasla da marinha. Pa-
ra qoe elle fallasse empenhsu-se com o dignissimo
Horla, que he urna potencia arrolbatoria, o qual
tmenle cedeu, sito conditivne, de assislir o Exm.
marqui'z da Paran ao discuiso, pete que nada bou-
ve de mais.
O de eslrangeiros passoo nemime olijectante, et
discrepante. Dos o leve.
O da guerra somenle com as continencias minia-
res, que lhe foram feilas pelo disnissimo Brandao.
O da fazenda ia passando desapercebido, mas o
dignissimo Junqueira pedio a palavra, fez urnas ca-
briolas, e desafiou o appelite. fio cerner o cojar lu-
do cs no consejar.
Tem havido seus liroleios entre os dignissimos
Paula Candido e Figueira de Mello, que prometlem
ir um pouco ndiante.
No senado o negocio em um dia csteve om pou-
co mais aperlado.
A cmara llnha votado por urna boa materia, e a
pedido, urna antorisarao ao ministerio para refor-
mar a legislara penal de marinha, devendo pula
logo em execuQAo, independenle da approvarao da
assemhla.
Hooveram suas duvidas acerca de delegarao de-
legada ; mas emfim quem pode o mais pod o me-
nos, eningoetn em bom senso dir', que mandar fa-
zer urna lei lie menos Irabalboso, do que fazc-la.
Passou a delegaras delegada ; o senado, porm, que
andava de birras com o procurador da cora, lirou-
Ihe o executa-ls antes da approvarao da assemblca.
O Exm. ministro, que vio os velliinhos azedos.
nao csteve para teimas, e fui-se contentaudo com o
que I lie davam.
Voltea a le emendada a' cmara, c cu pensei
que a materia susltnlusse sua obra ; mas qual 7 Ke-
rebea a lir3o, e urna srande maioria approvou que
o senado linda moita razao.
O que lie hoje que oceupa tedas as allenres be a
queslao Pacca.
Depois do cancella, nao cancella, em que se em-
pregou o senado, passou elle a sesFOes secreas pa-
ra decidir certas formalidades do julgamenlo, e es-
pecialmente para assentar na maneira por qoe de-
via reetber o procurador da coroa, aecusado por
parte da justica.
O Jnrnnl do Commercio mellen o nariz no se-
crete da sessite, e foi diicndo o que farejou. Isso
ronspirou o senado, qoe isla' em meia resolu^ao de
rescindir o contrate da impressAo dos trahallios. He
o que acontece a quem, alem de curioso, he lingua-
rodo.
Finalmente, sccrelaraenle equiparon o senado o
procurador da coroa a' commissao da assemblca que
cmarasO senado fez .Mialfa-Ji
festou na discussao, pode, com aquella deliberadlo Ponte da
forrar a' cmara a sanccionar nina iujiishra revol- dias.
lanlp, ou a entrar em jnrisd'crao. que vlla'eulende Ido >'i de julbo de IS",(i
nao compelir-lbe. (.. S.- Vapor do nnrle.-O .Imparalria rh-sou a
nosso porto no dia i a's .", Imras da larde, por cojo
motivo oi Iransfcriaa a sabida d parana' para
imannaa ( r, ; a's ni horas do dia.
(.orpo legislativo. A cmara dos depuladns Ira-
Pende anilla o resultado, nao avenlurenins jui-
zos.
Nada mais lia que merera uieiirao. Saude e ten-
ga vida lhe detejo, e lodos os gozos, li\re dus Icaia-
mentos nuucupativos.
-A\
Depois de baver lacrado c mandado an correio mi-
nha rarla de -1\, a horas de ler paatagem no xapnr
| que Imiif r>ni devia taliir, eis que honlein vi qft li-
, nha chesado na vespea a noie o linperatriz des-
se norte com urna viagem de earaogneijo, c que por
isjo Imli.i sido ada la a partida do Paran para a-
maubaa 'H\. se assim o qui/ercm os fados, que lam-
bem leem fadado a iios companhie.
Tambem recebi um grosso masso de sea Diario,
embora nao lodos o* que lenho deixado de recelicr,
mas tico contente, porque aguas passadas nao moein
ciiruho.
Assim, pois, entend de meu dever aproveilar a
demora do paquete para dar urna mtiafacao aos ge-
nitores do correio,e dizer lhe o meia que tem occor-
Mlhuu hunteiii em seislo secreta, para tratar do pro-
cesso Pacta ; eem rrsultailn decidi que se retale-
se ao procurador da coroa a pcnnis-ao para a pri'So
do ni. sino deputado. A volarau neta qoeiUo fui
i.io imparcial, que iicoiu minutroa votaram a favor
e outn.s contra.
Por causa de ler o Jornal do Commercio dado
ao relo a iniciativa has scsses secretas da senado,
resolvvu este rescindir o contrate da puhlicar.io dos
Iraliallms com o dilu jornal, l'ica, | os. a "cmara
.i com o derauo do jornalismn do Briiil, >eo sena-
do com o joven e garrido Jlercanlil. Sic /ala ro-
liieruiil !...
Vapor a liecife >.. Constaqoe sabir' a' qual-
quer dia para a Uahia, alim de ron lu/.ir o Sr. Can-
sansao de Siiiiuih, presidente para all Humeado.
Demisaio. loi dcmittiio commandante das
.....v..,.,,,..,,!.,-,,,.,,..,...!- i..ii-sao. ioi ucmitiiio o commandante das
rulo uesla grande capital, e mesmo mais algunias armas da mesma provincia da Baha, Jos Leu l'a-
cousilas que me escaparam e que no meu cxaine de chaco, brigadeiro brsileiro. linas inspirarnos vao
couscicucia >ao surgindo cuvergonhadas da de- guiando o senhor minisiro da suena.
Soicidio. O sub.iito heapabliol, l.oorcnro Mi-
gneis, com taberna na rna da Qoiunda, laicidon-M
laoranlo-se ao mar perla do caes Pharoox. So sa-
bio de casi rom ele ptnssmento leve muilo lempo
para se arrepeudor. Dos se amercie de su'alma.
I.etharsia. Mal epidmico que aflerla a lodo
os elementos do estado, .'test tout dormenl'..... O
ministerio, as cmaras, a polica e outros referidos
na csrla, nos codisos, civil, criminal e commcrcial,
an I,un em mizernnia pasmareira. Irra !...
Espectculo*. riiloeralieM : Ijricos i 7 ; dra-
mticos I!) ; e eqoestres T. Nao be "muita cousa no
esparo de lo das.
Rio (i de jullio de IS.0.
_^,.. .ry,i mi ,, tata
Cao, c-ftm,inico-|he
qua/^ philanlropia i
ac/ contrario das noi
'Jo grao de cor do iml
/^Tsjra os negros I
mora.
Noticieilhe que a augusta ia ler sua MatlO se-
creta por causa da queslao Pacca ; mullo hem.
Agora saiba que ella nao csjf ve pelas autos, porque
lendo cerrado as portas por alguns minutos, abrio-as
inmediatamente, a eu que eslava encostado a' pol-
lada a espera da alleluia, fui um dos queprimeiro en-
tre* na fabrica das leis.
fian lhe dira, anda que souheise, o que se pas-
sou na secreta, porque nao quero que Vmr. res-
cinda o contrate tcito que lera comigo, como fez o
dignissimo senado com o Jornal do Commercio, por
ama indischcao dessas.
O que foi publico lhe direi. Os nimos eslavam
em eholicao, os oradores iullaimnados.a discussao ar-
denle, os apartes choviam de todos os lados ; foi um
verdaleirn assallo a Sebastopol.
O senado levou suas bombas, os juizes da ques-
lao Villa Nova do .Miiihoaua ir.etralhada....
Tres vezes foi requerida a ramese da pelirjo do
procurador da coroa a commissao de couslituirao e
poderes, e tres vezes cabio o reqoerimciilo.
Duas vezes e meia votou-se, e aliual decidio-se,
queindeliridoo requerimenlo do procursdor da
coroa ; o que importa dizer que o Parca seja jal-
gado sollo.
Da discussao conclu que a cmara pean lamhcm
que nao tem lugar o consorcio dos Ires crin-es, que
sem dispensa ligaran) os criminalistas desta ba Ier-
ra, que leude ao arrocho como a gula percha.
Veremos o que decidem os velhiuhos, que lam-
bem sao leimosos.
Nao sei se lhe disse.que os artista* prcpnramaqui
um festejo para o dia 7 de selumhro, e dizcm que
solemne.
Veremos e eu eslou disposto, salvo forra maior, a
assisli-lo.
Vai gaiiliandn incremente a queslao do commer-
cio a relalho, e js hoja ha inultos entre os que a
principio a acoimivam de anarchica, que a suslen-
lam.
Ter-lhe-ha dado o tempo um novo carcter ou a
tensa qu'areiiicna porilicado dos miasmas infectos,
que poiveulora em sua apparira.i livesse '.' Segre-
dos sao esses, que niio capisco.
Anda nao eslao perfeitos todos os circuios ; assim
como anda nao (alao cempaliveis lodos quanlos pre-
tenden! se-lo.
N8o consta que lenliam sido concedidas as de-
missoes pedidas ; mas he quasi cerlo que serao
dadas.
Segundo a reara, mais vale um pialara na mao.
do que dous voanan: eu._n.in ira para as demissdes ;
mas eslimo que as peram, porque be provavel sobrar
algum losaizito para mim, que anda niO achei um
circu perfeilamrntc redondo.
Saude llie repito e ludo (|uanlo deseja.
. MINUCIOSIDADES DA CORTE.
de I a 2) de julho.
Senado.Do dia 1K para c tem Irahalhado em
seMies secreas, afim ile resolvereni-se certas ques-
loes pretiniinares a respeilo do procesto Pacca. Mil
conjecturas se Bierara ccerca de temelhanl* resolu-
rao do senado, que algons olliavaiu como um eslado
de gravidade nos negocios do paiz ; porm o Jornal
do Commercio, sorprenderlo os velhos senalores,
correu o reposteiro, e disse : erre myslerios sena-
(us!... Islu dea materia para discussoes e paran
jornalismo al pedir punirn.
Coutinuam anda as teuOoa serretas e foi adiada
a apresentarao d proresso.
(iracas.S. M. o Imperador, por decrete de lli
do correte, houve por bem perdoar ao negociante
desla prara, Henry Prins, a ...olla que Ido lora im-,
pola pela mea do coosulado, cm cousequeucia da
apprehens.1o de diamantes brutos, feita a bordo do
Timar. de que ja oulr'ora deram uoticia os jor-
naet desla corte.
Publicares de obras.O Sr. Carlus Komis, ex-
professorde direilo criminal da Universidade de
Peal, na Hungra, e ora residente nesla corle com
teja de dagnerreolypo, pablirou ama memoria la'
na sobrero processo Villa Nova .lo Miulio. qual
^islrihnfda |.;r||i a piw.U|_^-T_Tfrr^,||1 nr- r,u_
sa. ne a tercelra publicarao acerca desse estrou-
doso facto.
Acaba de sabir das ofHelaatde Sr. I.aemcri
urna obra do l)r. Anloniode Caslro Lopes, segundo
oilinal da secretaria da faienda. Socosgstema para
esludnr a lingua latina.
Lamartine.O palriarclia da litleralura mar.lena
diriga a redacrSo do Diario do Itio de Janeiro urna
carta protestando intimo reconhecimenlo pelo aco-
Ihimenlo quefizeram os Brasileiros ao sen Curso
Familiar de l.itteratiira.
Na typograplua do mesmo Oi'ario se acha a dis-
posicao dos assignanles um rico lbum, com capa de
diversas madeires do Brasil, lendo na frente as ar-
mas da casa de A. La Marline, e do oulro lado um
dlilico do anno e da edade do Rio de Janeiro, o .,
qual M fello e olferec.do pelo Sr. Boulanger aos ta.am urna mull.er, e n
RECITE 2 DE AGOSTO DE 1830.
AS 0 HORAS DATARDE.
MTROSi'ECTO SHAKLL
Avcomaica da Boa-Visla, a unica dosla provin-
cia que parela saii poupada pelo flagello, que lia
mais de seis inezesjnos porsoguc, foi aliual accom-
meiiida, segundo consta das noticias que dala re-
cebemos com data de 7 do passado..
Como a apparjpo do mal era mu recente, o
numero dos casos fptaes ainda nao era considoravol.
O medico que se aclia em commisso official na-
quella comarca, assim que recelieu acommunicao
do delegado, envido para Cabrob, que lie o ponto
aneciado o acadmico Jaime Gomes Robinson, le-
vando com sigo urna ambulancia bem provida. Por
ora rcinava animai;;io no povo.
As noticias do Bonito sao satisfactorias ; as be-
\igas ja se arhavaL quasi extinctas. O termo de
Cantara' lamben gotava de plena Iranquillidade.
As dalas da Victoria annanciam que toda a co-
marca se achava em soreg. As feiras etam mili
concorridas, e ba\|ia abundancia de ludo.
A epidemia liiiba desapparecido em Villa-Relia;
entretanto no termo de [ngazeira ainda fazia eslril
gos, e cm S. Josji, pertoncente a osle termo, se es-
lava'dcsenvolvenjln com grande furor. No albino
ponto alfectado, rio s havia falta de pesaoaj ha-
bililadasou curidsas, que se em prega ssem no trala-
meiiiudosaccoiiincuidos, seno tambem de reme-
dios proprios para combatr o mal.
>a freguezia de Ipojuca a epidemia linbareap-
parecido em alguns pontos, c o numej-o das victi-
mas era bastanK considcravcl. 0 medico anear-
regado daquclle ilistriclo nao se pour.avacm soccor-
rer aos aflliclos,
Nos outros pontos da provincia nao havia orcor-
rido novidade al;uma.
0 luquete in;;lcz que da Europa devia ehegar
aqu no mez cm |ue estamos, chegou no dia 27 do
passado, masncnliuma Cccurrcncia nolavel accres-
ccntoTiao Lyomiais.
Tivemosum \apor-),, norte do imperio, o qual
deixou todas as provincias daquelle lado em pleno
soce.go.
-No dia 1 do poriu-iie/. D. /"! tro II; alem da noticia das gran-
des testas que ipreparavam na Russia para a co-
roajo do A' ) Jre 1|, ada mais adiantou ao que
nos trouxe Tomar.
jcostume que S. Exc. tem adoptado
- aminar ai reparties publicas desla cidade,
Seg
alfaii.lcga lam
que acbou as co
A eslerilidado
isso estamos cer
em foi visitada pelo Sr. Sergio,
isas em ordem.
lie geral em todas as parles, por
os que os nossos Icilores nao cstra-
nbarao a oxiguiuado da nossa revista.
Falleccrara dijranlea semana 43 pessoas, sendo:
7 bomens, 8 mnjllieres c 16 prvulos livres ; 3lio-
mens, 3 mulbers e (i prvulos escravos.
PAGINA AVULSA.
0,ha a verdade.la passando desapercebido.
No dia do do passado, consta que cerlo sujeilo pre-
Icndeu experimentar se pancadas in quantitate ma-
subscriplores do Curso Familiar, afim de euvia-
rem-no ao poeta com suas assignaturas. S.S. M. M.
honraram o lbum com seus nomes na pnmeira pa-
gina ; esrrevendo mais o Imperador o segoiule ver-
so do autorLer sieclcs sont a loi, Vunicers et la
patrie.
Sera' portador desle delicado presente Mr. Brenil,
actual cnsul de Franca nesta corte, e prenle de
La Marlin.
Philanlropia.Pelo respeclivo consulado se abri
urna subscripto em lavor das viclimas da innnda-
(to no norte da FraOf.
Reformas. A fragata Conslitui(ao,i>e a corve-
ta a vapor Pedro II deram luna para o numeio
dos navios desarmados.
Legioes equinas.O Correio I'aulistano, cm
cominunicado de Sorrocaba. diz que si por aquelle
ponto passaram, nos mezes de abril e junlio ullimos
150 rail eguas, que foram vendidas a 80 c IOOj !...
Kmpreza.Organisou-se ucsla corle urna assn-
ciaro de pessoas inlluentes com o fim de eslabele-
cer feiras de animaes vaceum e cavallar.nHo sopara
facilitar saa arqui-ir'i aos particulares, como para
promover a aprsentelo de bous auimaes no mer-
cado.
tirara argentina.--!) primeiro lenle da armada
brasileira, K. de Araojo Pilada, portador do tra-
tado eutre o Brasil ea Repobiica Argentina, foi
agraciado pelo respectivo presidente com o titulo
honorario do sargeuto-majnr, para o uso de cujas
insignias ja concedeu liccn(a S. M. o Imperador.
Indscritao cetcea.Den a costa w praia da
ltarra, em Santos, urna bateasinba ou g.'hasle de
palmos de comprimente. Ao avistar unir, canoa,
que aterrada logia para Ierra, arremecou-se a ella
com lal violencia que ficou embutida na areie. D;-
vulgando-se tao cstranba nolicia, rorriam os babi-
laotes a praii armados Je churus, fdCas, sabres, chi-
farotes, pistolas, esloques, caivetes, lancetas e chi-
les, e saltando sobre o pobre animal, dcram-lbe a
valer. A meia legua de distancia se ouviam os
guinchos e berros do bicho, c lambem a celeuma
dos intrpidos fihaUteidat. Honra ao raerila :ja
se fez grande quaninlade de azeile.
Nomcacfics, etc.Foi nomeado amanuense da
mesa do consulado dessa provincia Luiz Francisco
Moreira de Mendonra ; aposentado o guarda da
mesma Manocl Hermano do Amara!, e reformado
na forma da lei o tenente coronel da guarda nacio-
nal, Feliciano Joaqun, dos Santos.
Consta que sera' nomeado chefe de polica da cor-
te o Sr. Dr. Alejandre Joaquim de Siqueira.
Jamlertj);, \.a C.rna e Dejtau.-Eis aqui em
resumo a vida, a supremaca do lliealro lyrico. Tam-
berlik nao canta 8 vezf por mez, como se disse na
c.azetilha passada, mis sim 10 ; pelo que vem a
lar 20 mil francos mousaes.
Cabe aqu urna explicaran acerca do rjue se disse
na mesma Cazetilha a re-peil > da eslraii de Tam-
berlik.
Cammarann creou o seaOllielo,que na ver-
dade deve ser o protogonila do drama ; porm Ros-
tiui ftz refleclir em Desdmona as rilas inspiradas
pete seo amor. Esli' pois fondado nesla idea o
que se disse cntao, isto ha que Tairiberlik nao linbi
sido moilo applaudido na sua estrea pela esculla
da opera, e pela commo^o, que sollrera.
Na repiliraodessa opera, nos Marlvres c Tre-
mo ron .n eu, que certas
tem lal lempera.quc pdese assemelhar a pclle do
peixe-bui, descascou urna formidolosa bicuda, qoe a
nao ser um camarada.cerlainenle a leria assassinido;
como o negocio hao ebeirou a defunlo pane! certo
porm de que o nome ca' fica, o cesleiro que faz nm
cesto faz nm cento. Nao sera tan ulil, que evile-se
esses disturbios, vivendo cada um tranquillo em sua
habitado, Irahalhando, alunenlando sua familia, vi-
vendo emfim como cidadaos pacficos .' Assim como
somos conslantesdelTeiisores dos opprimidos, do povo
em geral, lambem nao conseuliremos que denlre este
mesmo povo pirlam deatet altenlados. que resolta
incommodos pira quem os pratica, c execracao
geral.
Em alguns quarleiriies apparccem de repente
moradores, que nao se sabe donde vieran], d'onde
sao, qae cilicio tem c que vida passam (a vida publi-
ci.! Cpm a mesma rapidez mudam-se e vao pousar
n'oulra ra e 'oulro bairro. Ora isto que parece
milito curial, p le trazar graves damnos, nao s aos
vizinbos como a, propiiclarios das casas, as qoitan-
deiras, as tabernas, aeraguet, etc., porque temos ou-
vido qucuas amargas contra certos moradores, que
retiram-se ilcivando a chaves uas portas, sem ao
.menos dizerem los proprictarios aqui licam ellas:
e essas caras dekconliecidas. cssas feces suspeitas.
que como por e icanto surgem em cenas casas? En-
tendamos que seria urna medida mu proveilosa, o
lllm. Sr. Dr. cheteide policii determinar que uiii-
soem poder-se.hia mudar de um bairro ou de um
quarleii.'n paraj oulro sem um talco conducto do
inspector respetivo, p,ra que apresentendo-o ao ou-
lro da ra para onde quer domiciliar-se se terne co-
uhec.do : este pratica consta-nos ser observada cm
alguns paizes da Entupa, e se nao nos engaitamos
na Rio de Janeiro ja se acha em pratica.
A' vista .1 nosso aviso sobre a casa da roa Ve-
Iba, que ameart
da cmara, esc
va ruina, u fiscal, com o cngeuheiro
vao e mais ires perilos foram ciami-
eserevermos o presente, o ordenanra se acha ainda
vivo, mas segundo se diz, nao escapar. Dos per-
milla que lio valente soldado subsista ao golpe mor-
tal, que receben por inu 1,1o vigorosa, que diguo
sera de urna recompensa.
Finalisou-sc o especiando do atibado cm pe'-
feita vista dissolutira. A msica, que desde o prin-
cipio eslava b.irriveluiente harmonios!, foi aliual pa-
leada, a alguns inconsiderados das palavras passa-
ram as vias ilc farto, de (orle que alguns roldes fo-
ram hincados sobre ella, participando da dose alguns
especia lores, (inmediatamente ella approvailando-
se .las trovas necessarias a* ptica safuu-se, viudo o
Diestre queixar-se ao Sr. Dr. chafa de polica, que
linha sl.to apediejado : nao era pos-ivel que conli-
nuasse o rumor ; o espcclacnlo foi suspenso e a po-
ticia tralou e correr,aosahirem. os que eslivam na
platea, alim de ver se comsigo Ira/.iam alguns restes
da iiulralt.a, o que era bem possivel.
Em Goitnna os dous lados que se pretentlem
baler as pr..\iinas eleircs, parecem querer persua-
dir aus volantes pelos barmuniosos sons de instru-
mentos, por quant.i rada um driles tem urna musir.
II Sr. Jos Francisco, artista de muito merecimento,
foi para la engajado por 1308 mensaes. Dos quena
que Orpheo possa dominar l'lul.i.
_ No dia :ll p. p. foi installa.la nn paleo do los -
pilal n. 4 uma tociedade iilarmonie, Uamoilii
quedeveria ler-se inslilui.te cssa snciedade, afim Ce
baver mais e-lu.loda parle dos senhores artistas.
I' dieren no sabbado o Sr. Ilr. Mavigmer : ha
homens cujo nome he bastante para durar ter -
mente sua memoria. A Ierra lhe seja leve.
Hospital de caridade.31 de jalho77 .lenles
1 de agoste "T >
.He atiuv.ili'w.
ndi
l.a1
tu
COMARCA DO BONITO.
Cmaro S dejiilli .
III.
A Iranquillidade publica vai sem maior novidade
ou antes as alte ees etilo occnpidas com as sesses
do jury, que principiou a trabalhar no dia it.
Ja foram jnlgados seis reos, aecusados por crimes
de morte, sendo condeninado apeuas um nugiao
mximo do arl. t'.l, e os itemais absolvidos.
Parece primeira viste, qne escandaloso patro-
nato preside aos jolgamenlos ; mas na.
(I nico processo qae |coiitinha provas bastantes
para a condemnarao, foi o do reo coiiilemnado.
Nao tendo apparecdo no primeiro dia numero
sullicienle de jurados para dar-se principio ..... tra-
balhos, lu sorteado, por *er morador ua villa, e es-
lou toRrendo norrrrait massadas.
l!s!iiiiiM, porqtie me ludia comprometlido remel-
ler a Vmc. o re nao esl.mei, porque .esbocen, attrrrrome p'or
causa d* sabida de o-,e horas da noile, como me
succeoen no primen o ,), ,
O que roe fe dar 0 ca'TaC0i fo _, |er ahjl|o
sorteado para r -;,r 0 c0114e||l0 ne jd-anjeolo, islo
na sessao .j0 _> (,a,,hado e o Dr. juiz de direilo
nao permililr nue eu ,09se (ileT a miha co,(urada
leira. Ufjj 0 cavaco, pois o meu banco ficou guar-
dado e f.erdi us meus inleresses'por causa do servi-
to Publico.
N3o sei o<]iie me tem privado de receber o Dia-
r, Me 9 do conenle para c. Ha tres semanas
jlue n.lo passa poi aqu o correio de Oarauhuus. c
lellos estado privados de semelbante meio de coin-
miiiiicaro.
O portador nao permute que seja mais extenso.
Ia bon (tere.
(Curta particular.)
deve acensar os ministros em caso de responsalnl i j.J.3,,,0.^0"!0!":^.*.". _,e.m m"*,rado que merece
dide, conceilendo-lhe as mesinas honras e traa-1
mente.
mt titulo de primeiro tenor da mundo, cujo ttslema-
Mho tem lido do povo do Dio de Janeiro.
Em que haviam de acabar os (emporaes da qnola
e cancella !
A coramissno da cmara, se jamis fotse possivpl
responsabilisar om ministro, tiitki direilo de exi-
gir materos honras ; ao menos i >n\> assim, salvo se
o senadu cntende, que he superior cmara dos
deputados, o que recoso acreditar.
Decidi mais em scgredi, que o procurador da
carna requsilasse da afscmhb'a o consentiineuto pa-
sio do l'acci, sem o que nao pode julga-lo.
A meloda e exlensilo cte sua voz ; a mmica ar-
rebatadora, sea porte elegante, e belleza de suas
feiroes slo mimos qoe esr.e gcuo rerebeu da nalit-
reza para dar-lhe a coro.i d immurlaiidade.
Madama llejean, contratada por lli mil fran-
cos mensaes, he um soprano de forra, c artista ve-
hemente sua voz he summamenie tcradavel o tem
sobre ludo cvrcllente vocalisar.
, Madcmniselle l.a drui, contratada por" 15 mil
ra a prisao do I'acei.'icm o que nao pule jolga-lo, raiir. lamhcm mi-rsses. rada dia vai caulando
!,? ,, *m mais csto cifdreicao^ especialmente depois
fcsla assim lamber.! a assemblca amearada de [da rhegada dos flovos actores.
; porque me parece qae es-a dis- | Apolace. louve tempo nesta teira cm que duis
russan n.la deve ser publica, mxime correndo por feras forai
ah reveladles, que talvez vao a discussao. |d,ide : e.
,\ cmara adiando absurdo o proresseem uns pon- dor, e cm
ros de rimes, e nao te jolgando aulorisada a ernil- pho. M-
lir juizo sobre elles, rejeiteu o parecer de sua com- qoalqu
1 Nimia, que mandava continuar somenle o preces- nhanM
so pelo ruine de dsila.li ; mas muilo de proposito Mov
nao quiz decretar i plisan, porque esse rriine he rento v.
.'ifanravel. M,vi
O senado, pon m, qae deve eslar ao faci da in- ram 12i
lencao da cmara, porque ella claramente se man- Obid
s no circo por nrdcm.da miiniripa-
!io o um tigre ; esle foi o vnce-
se decretar .m as honras do triotn-
lempo que andam os ligret, a
dia e pelo meio da ra, Irium-
xi prelos...
ulai.ao.De 8 al 22 do cor-
iias e sahiram IrOOn.
ANo mesmo tempn enlra-
hiYam 131.
eceram 917 pessoas.
na-la, c do etaine convenceram-sc qae a casa'esta a
desabar, pelo que determinaran! qae a moradora se
retirasse c fosse- demolida qoanlo antes. Soppomos
que uenhuma rizau haveri de queixa da parlo da se-
nhora que a habita, qaando os encarregados da c-
mara nao s cu nprem com o sen dever, como qu-
rem evilar umd gran le cataslrophc.
He chegajlo o Sr. coronel Cbabv, Irazendo sua
senhora um pouco .lenle.
Enlre as d.i is ponlea da Passagom ha dous
mucambos, onde a noile encovam-se negros do di-
versos sitios ; para oque... ignoramos.
Dizemno|s que inuilos senhores pharinaceuli-
cos propoem-s aos lugares de juizes de pa e ca-
niari-tas: umjou dous... bem ira'; lodos porm. o
negocio dar Oro drogas. Por um lado tez-nos as-im
especie; mas kielo oulru eslo em sea diretu, eem
abono da erd de reconheceinos em alguns senho-
res pharmaceu icos servicos relevantes ao lado poli-
tico a que per encem.
Os hbil mes d* Poro da Paneta eslo mni-
lissimo salisfei os com o actual protessor de primei-
ras Ultras ; coovm e convm muilo qoe esjes lu-
gares vao sendo confiados a meslres habililados e
uao aot teias e teadot, mi, trelhas, papagalhos', e
aos que dizem : a Pegue n"um pince, rercure f de
boto 0 amonte... >
Consla-iios baver la para as bandas de F... um
meslre tilo benigno para com os seus discpulos, qae
poneos sao o das disemina que ha aula, alm de
ferias continuadas: isso he que he mestre, unais
he moslra I
Foi afinjil couheciilo o ladrlo que rouhou a ta-
berna do pateo do Panizo um esenvo do propie-
tario da mesnia taberna e bem assim om oulro escr.i-
vo foi o principal autor .lo roubo da oulra can. Fe-
lizmente depois que o Sr. Dr. Leao tomn conla da
poln I, tcm-e desroherlo lodos os ladres, e o mais
he que nenlntei intitulado des-a compauliia do lira.
Pode ser que estojamos em erro, mas os lacios de-
notan) ciar; ltenlo que ha no magistrado cnc.rregado
da nossa polica administrativa oa melhores dcscios
possivois de manlcr a sesuridade de vida c bous do
cidadao.
Tendj i Sr. Antonio Ricardo do Rege com-
prado um es:ravo para n reineller an Rio de Ja-
neiro o (emendo que no arto do embarque n.lo se
quizesse lomar valenlao.lrancafinu-o em um quarlo
de sua casa : aulc-honlein foi o dia determinado pa-
ra ser cr.udujdo i bordo, e como o mesmo Sr. re-
ceiasso liki-li a sos, buscou o soccorro de um sol-
dado de poli di. Esse eterno se achava armado oc-
cullamente el logo que avisten osoldado.deu-lbc uma
panlialada bkslante grave, e an depois ferio em
ama mao n leu proprio senhor ; o ordenanra apenar
de terido efundo gravemente, preseniio qoe oes-
cravnpretenliaapnnhalir o senhor, lctea arca a
irea com elle e afina! vencen lomar-lhe a arma. Ao
ILEGIVEL
otario *) '$tTiiimbiii3.
Fechou-se hontem, no remilcrlo publico desta ci-
dade. uma calacumba, sobre os restos morlaes do
l>r. Simplicio Antonio Mavignier ; uma nerda para
a snencia, c mais uma dor para as pcSoas que sa-
bem apreciar o verdadeiro mrito.
Medico pela I acaldarle de Paris, onda se distin-
gu durante o periodo da vida escolsticas Dr. Ma-
vignier, ao vop.ar para esta cidade donde era natu-
ral, deu provas nao equivocas do sea tlente pouco
commam, e adquiri a reputacao incontestavel de
ser o primeiro medico parteiro desla provin-
cia.
Dolado de excedentes qual'dades, era geralmenle
estimado de lodos que o rnmmunicavam.
Foi encarregado de difierentes commissoes pu-
blicas, que desempenbara com zelo e dedicayao : en-
tretanto, alem de um nome immaculado, e cercado
do uma bullanle repulacao, nada mais lega a sua
familia.
A comarca deGaranhuus.que foi a primeira inva-
dida uesla provincia pelo cholera-morbus, e na qual
o flagello se demorou por mais tempo, esta sendo
novamente penegnida pela maldita peste. Nos lu-
gares denominados Canbolinho c Palmeira, perten-
centis freguezia de l.aranhuns, reappareceu lti-
mamente o mal, e j liaba teilo dez victimas, guan-
te ao mais, nao occorrera novidade alguma, segundo
uma caria de 25 do passado, que temos dcbaixo dos
olhos.
Pelo vapiT brasileiro Paran, recebemos jor-
nacs que alfancam : os do Rio a 27, da Bahiaa
31, de So-^ipo a 12 do passado, c de Maeei a
3 ilo correle.
0 governo imperial concedeu o exequtur ao
Sr. Daniel Milberg, ronsul de Buenos-Ayrs.
^o dia 7 do passado, na fazenda de Joao Pin-
to Lopes, uma.legua cima da villa de S. Fidclis,
em Campos, pola urna hora da larde, indo a ne-
grinba Eva, de dez a doze annos de idade, estrave
do Sr. Joao Pinto, levar o jamar gente que tra-
balliava na roca, oncontroti-se na estrada com um
cavalleiro que a fez parar e tentou violenta-la.
Como a negrinha resislisse, e depois procurasso e-
vadir-se.elle a agarrou, e, intimidando-a com uma
faca, satisfez sen brutal desejo : depois montn a
cavallo, eseguiopara a villa. A negrinha, ba-
nhada em sangue, que corria a jorros, mal pide
lomar a casa. Foi inmediatamente chamado pa-
ra soccorrer a desgranada o Sr. Dr. Heredia de S
(Jos), que, empregando os soccorros da arte, po-
de allivia-la, e espera poder salva-la. Pelos sig-
naos que a negrinha da do aggressor.desconfia-scscr
um individuo chamado Emilio, morador na cidade
do Campos.
Por decretos de li e 18 do correnle foram con-
decorai'os com o habito da ordem de Aviz os Srs.
lenente-coroncl Jos Luiz Mena Brrelo ; majo-
res Vicente Ferreira da Costa Piragibe, Dr. Mar-
cos Pereira de Salles e Jos Manocl Justino da Cu-
nha ; capitaes Luiz Amonio Itibeiro c Joao Fran-
cisco Catete.
OSr. Joaquim Antonio de Oliveira Freir leve
a merc de cavalleiro da ordem da Rosa.
Foi nomeado segundo cirtirgiao alferes do cor-
po de saude do cxercito.o Dr. em medicina Olim-
pio Herculano Sarai.a de Cnrvalho.
A /(erara Commercial de Santos da conla dos
dous- facios seguintes :
Naufragio.0 vapor Joscphina om sua
viagem para a corle salvou da morte o mestre,
cnnlra-mestrc, cinco pessoas da irinolaeao c ires
passageiros da sumaca nacional Novo Destino,
que naufragara junio a Ilha do Abrigo. Temos a
lomar o proccdimenlo do Kxm Sr. presidente da
provincia por te: mandado fazer scienle ao com-
mandante do mesmo vapor, o Sr. tenente Pereira
da Cunha, o apreco cm que tinha essa generosa
aceao, e 0 desinlcresse com que gratuitamente os
conduzira para o Rio de Janeiro.
Assassinato.Foi assassinado no da 17 nm
moco filho do tenente Jacintho Jos da Silva, mo-
rador na freguezia de ;\ossa Senhora do O'. O
infeliz moco sttccuinliio agolpes de fouce, que o
miililaram horrivelmenlc. O assassino he escravo
do Dr. Raphael de Araujo Bibeiro, c jase acha
recolhido radeia, enlre8ando-se ello proprio a
prisao. Andava fgido; asua victima pcrsegiiio-o
para agarra-lo, dello se livron dando-lh.) repelidos
golpes de fouce, inundo era perseguido na car-
rcira.
No dia 2 do passado foi installada a assemblca
legislativa provincial de Sergipe. Por esta occa-
siiio o presidenle da provincia, o Sr. Dr. Salvador
Coelho de S e lienevides leu o seu relaiorio que
he, segundo o Correio Sergipcnse, o melhor que
se pode presentar.
O Diario da Baha d, nos seguinus termos,
conta de ludo rjuanto ha alli do mais importan-
te : '
*Associaraode caridade. Tera lugar ante-
liontcm na casa da Providencia a rcuniao annual
das senhoras de caridade. Antes de aberla a ses-
sao foi celebrada urna miisa pelo Sr. padre-mestre
Lamant no oratorio do eslabeleciiiiemo, rinda a
qtial.depois de uma breve eedificante alocuraodiri-
gulapclo Exm.Sr.arcehispos Ilustres senhoras que
rompe a sociedade, leu o Sr. padre mestre La-
man! um i-luqueme o muilo bem concebido rela-
iorio ,1o indumento social no anuo anterior, depois
do qual dirigiram-M lodas as senhoras a sala das
sesses, e procederam a votacSe da mesa que -leve
funceionar no presento auno, c que deu e scgiiinle
resultado :
I.' Directora.
As Exmas. Sras.
1'residente I). Escolstica Basilios de Sci-
xas.
V ice-presidenteBaroneza do Bio de Con-
tas.
.. Seemara.D, ftwekttt da Pnriiicacao Vel-
iozo.
Thesoureii -a.D. Clara Luiza Vianna Basto
Bandeira.
Conselheiras.
D. imilja Aiguala Muniz Bulcao.
I). Mara Ji .s deSerqueira Lima Meira.
I). Jacin'.'lha Augusta Itibeiro Lislioa.
Consetho superior
As K\ms. 'jras.
J). Ger trudes Gon^alves Poncc de Lean.
D. Frr. ncisca Doria de Carvalho Velloso.
I). Mi ra do Patrocinio de Almeida Jiuujiieira.
Est .verain presentes a esse acto diversas pes-
soas gr.-idasda capital. Em oecasio coinpelente
pulilic aremos o relatorio do Sr. padre meslre La-
man ; e delle verfio os nossos leilores, que os he-
os da associac/io .le caridade das senhoras
.as he uma santa e sublime realidade. l-'aze-
votos para que progrida urna insliluicao Lio
| i n trpica.
ilonras fnebres. Tera lugar na groja dos
| religiosos franciscanos (conforme noticiamos boo-
; tem o ollicio mandado celebrar pelo corpo acad-
mico memoria de seus cullegas victimas do fla-
gello que passou.
Estove um acto pomposo, e concorrido pelas
principacs pessoas e autoridades.
a 0 Sr. padre meslre Fr. Raymundo do alto do
pulpito fez um brilhanie discurso em honra desses
hroes.
Concluido o acto divino rceiiam sobre a lon-
sa symbolicadesses mocos.tocantes discursos.os Srs.
rs. Luiz A Ivs dos Santos e Joaquim Bolelho,
e os acadmicos Almeida Couto. Caminho, Cesar
ZamacCuadros; epoesiasos Srs. Dr. Bolvar, e
os acadmicos Gustavo de S c Costa Brilo.
Naufragio. Naufragou prximo a cidade
de Caravanas, urna barca ingieza. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia tqndo disso conhecimento,
ex pedio inmediatamente ordem para ir o vapor de
guerra Magea soccorro da mesma,a bordo do qual
vao alguns empregados da alfandega para acaute-
lar por parle da fazenda, os objocios salvados.
Entrn Resto porto no dia" 26 do correni, o
""Wi; nnrea Saraiva, que se achava cncalhado na
narra de Jaguaribo.
Mcete gozara de perfeita paz e salubridade.
Nada ha dessa provincia digno de menean ; falle-
cen na cidade de Alagoas nm Manocl Ferreira de
Jess, msico de coro, com mais de 110 annos de
idade.
Acha\am-se carga, para este porto:
No J!io o brigue brasileiro Firma ;
E na Babia a escuna Sultana.
Haviam cnegado, procedentes dcste porto
Ao Bio, a 22 o brigue bespanhol oSoberanon,
com 15 dias de viagem, a d a escuna brasilera
Jos com 22 dias, o a 26 o brigue inglez Ve-
nus com 17.
Na Babia, a 22 o brigue franeez Belcm, com
dias do viagem, a 28 o vapor francez Cdiz,
e a 30 o vapor inglez Tamar.
Do I!io parti para este porto a 2 a barca brasilcira Malhilde, rom carregamento
de carne socca.
Jf!.*!.Cf*P*>* IK.V. KuKn..n-
suhfc r f P,,,,,eiro- """*" mlerino o
^porm.m eterna de pa,, l Franc-co de
&$mmi4uU*
Sohr Londres, 27 d. |Kir I;.
a Pars, :ttili rt. por f,
Lisboa, 100 por 10.
Um .le Janeiro, 1|-' a I por Or, a i -. ,,.,.,
Accoe, do Banco, tS 0,0 de premio. '' **
AeciVrt da companbia de Brbenhe.
Acues da companbia l'eruambacana
(^ontmmttcaDx.
lil.dade Publico, M p.-cento da Z'
a Indemnisadora. 52 por | de premio '
d. estrada de ferro 50 por Oh* d, prI1H
sobre a entrada.
Iliseonlo de lellras, de 7 a > por Otn.
METAK8.
()uro.Onras hespanhulas. .
Moeda de oUMI velhas ,
ttalOO novas .
o 43000. .
1 rata.Palacet brasileiro*. ,
1'esoi eliminan. -. ,
a mexicanos. ,
Heos guarde a V. S. bordo do brigue Capibaribe
uno nn m.. bro de IH.i.1.Illin. Sr. Klisiario Antnnio dos San-
tos, eapilao de Iragala iusperlnrdo ar.enal de ma-
iinha desla provinciaJoao Alaria Wandenkolk,
chele de divida commandaiile da est.,.,-, naval.
Copia de parle de um ollicio de :>l de ttlembro de
1S,}.. dirigido a iispecco do arsenal de maiinha
era resposla ao trecho do oflicio .la mesma ins-
peeelo publicado em primeiro luar as a ,,uLli-
catOM a pedulondo Diarfo B.1S2 de -2 do correnle.
N. 10*. litro. Sr.Do conleudo do ofllcio de
hontem datado, que \ S. me dirigi, versando 10-
lire as vergas do Iraquele e cevadeira, que .leste bri-
L'iie foram reniellidus para esse anetMl, para serem
examinadas e roncerlidas, coli|o que X. S. nao al-
tendu a minha requiticJo tena uu ullirio u. Ki.
de 19 do conenle ; porquanlo, lialando eu uelle
somenle da verga do Iraquele, que f.> mmediala-
meuie examinada aa occatita em qaa nart aqui se
reinelleu por prninp(a.reconbeceiida-se nao ler sido
reparada convenientemente pelos.peritos do arsenal
poique na parte superioi do ler^o, lugar cm que es-
lava mais averiada ) se ola anida uma srantle
fenda de duas polegada de profondidade, donde
ruin extrema facilidade se liraram pequeos peda-
ros inteiramente podres, como nbservei, tendo a
verga somonte om p de dimetro, pooco mais ou
menos na sua maior grossura, apenas ped a V. S.
que a mandaste concertar como re devia, porque as-
sim obler-se-hia verdadeira erouomia, pondo-a em
estado de servir por mais alsana mezes ; admiran- i ___________
do me summamenie que o consiruclor desse arsenal i .- I.I-'AMiKi.a
nao nolasse loso qoe lapar com massa este lugar, Rndimento do dia 1 .
como man Ion fa/.er, nao he concertar, mas sm pro- Mtas do dia 2
curar esconder lal deleriora^ao ; e se aoimasse a
diier, que por falta de cuidado da pessoa eucarre-
gada a bordo do exorne da maslrear.o, se conservara
tem ella a dita verga.com o que nao se evilnu a te-
tro,! nrrao d'agua ; proposir.lo esta eminentemente Barca
falsa, porque smente uepois de ler entrado ncsle
porto es'e brigue ltimamente he qoe o respectivo Barca ai
commandante, tendo parle de que ella se achava Brigue 1
podre, a n.andou por em baixo,e depois descoluir
pelo carpinteiro para icrificacao. Itendimeiilo do da .
Ao contrario, porem V. S. falhi-mc de subsliiui- dem do dia 2
C.lo, como se eu a livesse pedido, cousa de que nao
mepodia lembrar, aviste do estaduda dita verga, que
inda pude ser emprega.la, se na indicada racha se
poier uma s.ibrepnsti, como te pralicou em outros
tesares della, abracada por duas chapas de ferro ;
alem da da born que deve ficar uo centro.
Niio peii'.e V. S. cne procedo sem conhecimento
de causa : "ao parecer ^te constructor que V. S. por
copt*.ifvC d-ludade dcapreseular-me.oppimho o
<'" eiiitnati l.mlrs dos navios da estarlo, por copia' DESPaI'HOS DE EXPMTAt V
anntxo, pelos qnaet maudei examinar a mesma ver- IHJ CNSUL00 DaST*.
gl, anles de odiriar a V. S. a respeito. 2 DE AtiOSTO Dh 185fi
Todos mis i.lli. i es da armada.perttirmi-nos-ha V. "
S. que nos consideremos como V. S. igualmenlo -
lozos na economa dos dinheiros pblicos, nao ile-
vendo V. S. sappor-seo nico rom estt qaalidade
recommendavel ; e como proflissionaes conceder-
me-ha julgar os .lilos cemmandantes habilitados pa-
ra decidir da que-tao.
Por isso, eu ainda insiste em reclamar o concert
\
,iir an anj.v.i
. Ifijll
. ItiNttl
. 'tfltllt
aV*W
. t9HHI
. Ijrtilll
TdCStSK
I7:.i79j:l!l
Descarriga hoje 4 de Mol
lericana-c.n. Fm, -a (trtomi a bnlachi-
canaKnebockf
llenoSagitario
U)NSULAD
nha.
UU
geaeros.
2:WKbM
BOOntini
LMVERSAS
Kendimenln do rila I.
dem do dia 2 '
PEOVINCIAS."
ti 11381
33Kjr:i

MM
O PtLA MESA
CIDADE NO DIA
.vao
macar
BuenoB-Ayre*Paterno he--;ianhul Doico.
Cv t/impaiiliia, lfi barricas 7.1 adias
hrauco.
Baenos-Ayres Brigae brasileiro Harcalen, Viava-
Amorun A Kilhos. 1-, barrica^ 60 meia. attncaVVa
brinco e mascavado. ^
LiverpoolBarca inglea Miranda, Ronrn Ro..-
...r..tN.V0IBr,snhi*, 113 saceos murar taatcarado.
preciso a dita Varga, d'onde nao s resultar verda- KbCCHLIIUKI A DE UE.MiAS
deira economia pata a fazenda. como se lucrar-
tempo, e na.i se arriscar iiiulilmctite a vida da maa
rinhagem, e o proprio navio em algumas circoms-
lancias ; o que he de 13a simples intuirao, que nao
me ransarei em demonslra-lo.
F((OH>, haseando-me mesmo no parecer do cons-
tructor, que confessa que ella necessila delle, pra
durar dous oa ires metes, devcn.lo V. S. concordar
que nao se deve assim considerar o processo qae el-
le empregou, porque em na>'a a fortalecen.
I .iIl.i-ni.- V. -. lambem di versa dacevadeira, re-
lativamente aqual nenhoma expressao se le em men
citado ollicio ; pelo que devia V. S. concluir que e,
tinha considerados uli I a sobslilui^ao qae V, S. fot
sendo ocioso portante tralar-se della.
_ Morrea hontem o Dr. Simplicio Antonio Mavig-
nier, e sentimos profundamente o seu passaineulo.
pois que apreciavamos as suas bellas qualidades.
i) Dr. Mavignier, tendo principiado seus esludus
mdicos na Universidade de Coimbra, fiira termna-
los oa Escola de Medicina de Pars, onde se distin-
guir enlre seus collegas ; e a tbese, que escrevera
acerca do ('lima de l'crnambacoe sostenan
em sea douloramento em o da 3" de mato de 1K20,
moslra que elle mo era um desses homens que lem
ronheciinenlos superlciaes e lindura das musas.
De volta a sua patria, deu prova de seu talento,
empenhando-se sem preo prosresso civilisador desla
Provincia ; e se aqui, como indico, nao goiou de lo-
tao, nitiguem deiiava de recuuhecer uelle um facul-
lalivo illuslradne conscicncioso. Nomeado lente da
cadeira de Obstetricia do estincio-Lyo! ,,.qi
era conlicido pela sua pericia operatoria, lomo
um ilos nial- dislinctos parleirus desla cidade
mais condecido c como membro da Sociedadu d
Medicina, da qual era o redictor emchcfc, publici
em seus 4nnaes mu bem elaborados arligos cci
da constituirn medica desla Provincia, em que r
I.resabia o sen talento, e esse golpe de vista aprecl
dor que nao be dado a todos ; nao devendo i
omitlir qne o nosso collega era uin dees pouc
cuja inslrucr,i"[o nllrapassava os limites o s,
do llippnrrates, e s<> pude ser adquirida deuliuo
de oulras srienria'.
Accommellido em 1851 por uma bronchile in
tensa, scu amigos nao lardaram em reconhecer qu
o mal se eslemba ao pulmo ; e uma dor agudissima,
que ello eiperimenlava em nm dos pontos do Iho- ullini.. parte do seu officio de 19 do correnle derla-
Dos guarde a V. S. Bordo do brigae Capibari-
be, surte no mosqueiro de Pernamburo, em 2\
de -elembro de IS,">5. lllm. Sr. Eliziario Antonio
dos Santos, cepillo de fragata, inspector do arsenal
de manoha de-la provincia.Joao Mara Wanden-
kolk, chefe de divsfio, commandante da eslarao
naval*
Copia da vesloria feila petes commandantes dos na-
vios a que se refere o trecho cima,
lllm. e_Exc. Sr. Temos a hoor de partici-
par a V. Exc. que, tendo examinado a verga do Ira-
quele do brigae nCapiharibe, com os carpinleirns
dos navios desta estarn, a encontramos com urna
grande racha no Ierro, e por cima della, na qual se
acha a verga podre ; suppondo-se que ate o cortean
da mesma esta no mesmo calado, tendn alem dl'sso
algumas rachas pete prolnucamento da verga, que
foram lapadas rom mata) ; julgamos entreunte que
crvir se se pozesse no lugar
i lellia sesura cun dua- cha-
,iara a fortificar,
liordo do brigue Capi-
de Peruambiico, 19 de
c Exc. Sr. Joao Alaria
'lo, e commandante da
Pedro Ignacio Mn-
...... ... ...............ni do Balita Qll
, prinmro lenle.Pedro I o.me de Castro e
ajo, primeiro tenente.
,iia da resposla dada pela insperc.lo do arsenal de
marinha, ao coinmando da eslara naval, em 22
de elembro de 1855.
lllm. e Exm. Sr., lie exacto que V. Exc. na
rax, justamente im ln-\r cm que, estando em Por-
tugal, receber i uma forte paucada, o atormenlava.
Conhecenite que seus sulfrimenlos eram profundos,
resolveu mudar de clima alim de ver, se respirando
ar mais puro, poda conseguir seu reslabelecimenlo
ua prolnnsnr a vida, e dincin-se ao norte do Imperiu.
onde se demorou alguns mezes; mas baldados foram
os seas esforeos, e regressando pelo ultimo vapor,
chegou quasi a expirar.
Nao eramos un dos mais ntimos amigos do Dr.
Simplicio Antonio Mavignier ; mas recouheciamos
eu incontestavel talento, apreciavamos sua variada
insirtier io, e Uto nos levou a escrevermos pretsa
eslat nidias, qae sao ai primeiras que tracamos a
respeito de om collega que morrea.
3 de Asaste (sv;.
Dr. A. F.
orrc^)Ott^enda.
rou, que se remedia a esle arsenal para concerlo-a
verga do Iraquele do brigue Capibaribe, mas lo
nao olisloi que liressc eu o juizo de querer-se an-
tes ama oatra nova, por pareccr-me que o concert
nao podena jamis ler lugar estando esse objeclo no
estado descriplo por V. Exc. na primeira parte do
dito oftlcio : e assim foi que julguei a proposite, no
mea em resposla, fazer valer as razes oppnntln-se
a subsliloirao e mesmo a um novo coocerto, funda-
das em quaolo havia necorndo para o competente
perito desle arsenal pronunciar-se pela continuaran
da serventa da dita verga com os reparos que se lhe
havia Teilo.
V. Exc. no seu officio de hontem, ao qual res-
pondo, leve a bondade de di:r qosnte nra I- .Unte
para demomlrar-me que nisso havia procedido com
erro, sendo que desta maneia tambem considerara
o ler tratado nesse meu officio em resposla da verga
de cevadeira, por nao se baver a ella referido no
seo ; sobre o qae cumpre-me signilcar-lhe n3o du-
vidar de o ler commellido, mxime nao tendo pre-
Srt. redactores.Provavelmente nao (eremos a sumprao de omnisciencia, e estando acoslumado a
diviso dos crculos das provincias do Norte, antes de ser sempre julgtdo por V. Exc. de-fax orav cimente,
.-ntAlnlipn r\ i I.. -. i-m t .- j._____-___..____I! I 1 __ I__x- u_l -.____1___________________a I & -a
setembro ; e isto embaraza aos iiovm candidalot, que
assim niio podem escolher circulo para nelle se apre-
sentarem com probabilidade de victoria.
Entretanto, estando eu resolvido a solicitar dos
meus amigos pernamhucanos a honra de uma ctdei-
ra na representaran nacional, jateo dever prevenir
ios meas amigos da comarca desla cidade, isto he,
dos municipios do lente, Olindi, o iguarats, que
lerei de apresentar-me em um dos circuios em que
se dividir a comarca, cimbado na benevolencia com
que me tralam, o no acolhimenlo que me ha feita
esle povo digno de melhor sorle.
Minha posirao he conbeci la n.Vi son um hornera
novo, que carec dcsenrolar os ttulos que me aato-
risam para lao grande prelencao ; direi somente qoe
puderao baver mais mostrados, porem nunca maii
dedicados pete cansa popular do que eu.
Atianso somente que tudoempenbaiei para salis-
fazer aos que cm mim eouliarem.
Sirvaiii-se.Sr*. redactores,de publicar esta por uler-
ee ao se u
Antonio Borges da l'ouseca.
Sut casi, 1 de agoste de ISJ6.
bem que houvesse tratado da verga de cevadeira, lao
smenle para fazer constar quanto a respailo della
havia-se tambem procedido, por ler tido remedida
na mesma occasiao em qoe frt a do Iraquele, e exa-
minadas conjanctamente.
Dados com o exposlo os motivos levando-me a ler
respondido pete maneira que o fiz, lenho acerca do
novo concert na verga do Iraquele de significar
mtis a V. Exc. nao ser possivcl raanda-lo fazer sem
aelorisac.lo superior, visto que o julga desnecessario
o competente perito, e a isto devo cingir-me segun-
do a pratica a respeilo eslabelecida em lodos os ar-
senaes de marinha, sendo que atsim procedo em vir-
lude somenle dcste mjli IT i^TITIn _uai_iLn iln I
Sr*. redactores.Nao acoslumado a solTrer in-
sultos, leudo de meus pas uma educacao condigna a
seus ascendentes, e a sua posicao social ; lobo de
uma distincla familia da provincia da Parahiba. que
nao se distingue tanto por seus antigos foros de no-
breza, como por seu amur ao Irahalho, e sua dedica-
cao a patria, rcsulvi-me contra a voutadede mea ve-
neravcl pai, assentar pra^a no excrcilo.desejoso de II-
luslrar-me nesta car re ira ; enganei-me porem ; par-
que com prara no dcimo balalhao de infamara,
lenho sido tratado mu tlescorlezmeote pelo mtjor
Pedro Nicolao liesguiustem Allemaoou Noruegueu-
se, assim como mailos outros cadetes como cu.
O balalhao esta mal com o major, nao obstante a
honeslidaite do mui digno commandante o lllm.
Sr. lenente-coroncl Joaquim Rodrigues Coelho Kcl-
l\, que certamentc esta'illudido pelos seus imine-
dialos, (naja fallo de ludos; e o goveruo de su-i ma-
geslade nao poda deixar de ser prejadieado pelos des-
mandos de eslrangeiros, que se euxertam no exercilo
c quereos tratar a' brasileiros dislinctos como te
trata na Europa a proletarios.
Corvado a disciplina a qae voluntariamente me
sujeilei,recorr aos superiores, e agora an respcilivel
publico, para desafronlar-me ; bem sei o que devo a
meus ivoi, mai son soldado o o Allemao que me
madralou be major ; Dos nao permita, que as vio
lencias levein a classe militar a esquecerem o que
deve ao soberano, que enlmenle nao pode patro-
cinar a ofliciacs audazes que, se nao sabera respeitar.
Queirara, Srs. redaclures publicar oque acabo de
escrever, eassigoar.
Itecife 2 de agoste de 856.
O primeiro cadete.
Joo Mauricio de .ilmeida e Albuqucrque.
Copia de um oflicio datado de 19 de -elembro le
IKVi.e dirigido a inspecrao do arsenal de marinha
desla provincia.
N. 100.lllm. Sr..Hccebendo-se hojea bordo.
Como cm eslado de poder servir, a versa do Iraquele
desle brigoe, viuda do arsenal de marinha, sob sua
inspeceao, para onde tera enviada para ser exami- -Eu Antonio Cardozo d.Silva/esVrivao'qaT'o'eT
""'" "'" crevi.Brnndao.
licio de V. Exc. a qoe respondo.
Dos guarde a V. Exc. Inspeceao do arsenal da
marinha de Pernamburo. 22 de setembro de 1855.
lllm. e Exm. Sr. Jo.lo Harta Wandenkolk, chefe
de dlvisSo, e '-.1111111 in lano da estacao naval desla
provincia.Assignado, Eliziario Antonio dos Santos,
inspector.
Copia de um trecho da qaarla nhservacao da parte
dada pete commandante do brigue "Capibaribe.
an coir.mando da estacao naval, em 22 de setembro
de 1855.
Vieran do arsenal as vergas do Iraquele e ceva-
deira, que foram a concert ; e como nao achei ca-
paz a do traquete para o tarrico que he destinada,
foi pete commando da cstarao nomcada a commis-
so composla dos commandantes dos navios desta cs-
tarao e os respectivos carpinleiros, a qual proceden-
do o exame na referida verga, acbou qae era preciso
ser novamente examinada e concertada : e tendo-se
para isso teilo novo bilhete de concert/ foi este es-
cusado pelo senhor inspector do arsenal de marinha ;
leudo mal a acerescenlar que foi pelo carpinteiro des-
le brigoe deseolierta uma nutra racha por ante a re
da mesma verga, coja racha principia qoaro pet de-
pois do Ierro pra H. II. com o romp ment de ti
', pe e cm sentido quasi diagonal, e a referida ra-
cha tem no meio cinco pollegadaa de profondidade,
e na abertura '. polegada, e ja se achava tapada com
massa, e por esse motivo anda se nao tinha desco-
berlo.
Ludgero de Salles oliveira, primeiro lente com-
mandante interino.
Copia da quinta observaran da parle dada pelo com-
maodante do brigue Capibaribe, em 2i de ou-
tubru de 1853.
Veto pira bordo a verga do Iraquele no dia 22,
concertada, e trala-se de apparelha-li.
I.adgero de Saltes e Olivein, primeiro lenle
commaodable interino.
Fernando Antonio da Silva Pinheiro, ser.enluario
interino dos oflicios de labelHaa publico do ju-
dicial e notas, escrivao de orphios, execueea ci-
veise crimes, capellas e rezduos nesla villa do
Codo e leu termo por nomeado legal, ele.
Certifico qae ni, anno de 1855, pete protocnllo do
escrivao Antonio Cardozo da Silva, que boje subs-
lituo interinamente, tu consta que houveram duas
audiencias, das quaes os seus termos he do theor se-
goiule :
Audiencia do dia 28 de jando de 1855, que da' o
delegado .te polica n major Mauoel l.ourenco Bran-
dao, anuuncijda na forma da le. Nesla dala nada
houve a rcquer.do que para constar mandnu o dito
detesado lavrar este termo, em o qual se assiguou.
KAES DE PERNAMBLCO.
Iti'iidimei.tii do dia I.....
dem do dia 2 .
VI'EKNAS ,R-
fcaBtpM
2.937JK1I
CONSULADO PROVINCIA!."
Krii'iimento .lo itia 1. ti^ISMfiaST
dem do dn 2.....; ; tmaj/m
1:OI4al7l
PRACA DO RECIKE2 DE ACOST DE 1856,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Hetisla semanal.
Cambios------------Sacoa-se a 27 l|l d. por O a 60
d|v.
Algodao------------ Enii.ir.nn 137 aeeai, vendendo-se
de 121 ti a totOO por arrobo, sen-
il" o "IIuno para s moilo esrolln
do. Vi-ndeiio-se als'im de lerccna
sorle a 68 por arroba.
Assucar-------------A entrada foi mu diminuta, e a,
vendas regalarais : tercena sorle
de 18200 IrxiOO, qoirta de 3u9iai
a 48, rneme, de 38K00 a 3gRno,
mascavado Lisboa a 29900, dito
America de 2370 a gjflOn, dil
t^oal de 28.0 236J0. O depo-
sito diminuto muilo, e nao kavtu-
do esperaiijas de entrada, o ha-
r vendo nece-idaoe de fizer lt-
iro los u.xios, os proco*, etfao
mis iirmes, e uao dio pareara
de baixa.
Asuar.lenle- Ainda esta- procurada.
Couros--------------Vcnderam-si a 210 rt. par libra
dus se-coi salgados.
Arroz- ----- Continua pouco procurado, a os
prero. de 28 a 3/800 por arroba,
nao se rcpulam lixns.
BacJhao Tivemns dous carregamealoi, nm
sesmo pon o-Al e n oulro xe-
deu-s- -,-- po, (,.r,
tei reguter. relalhand.-
e i .ij a I7s pm barriu ; ti.-.
""" cm ser 2.000 Iwrrir.
l.ate-------------------- \ endeu-ie de 48 a tymm por ar-
roba.
t:arne ateca- Eniraram dous carreeamealo* d
Rio (.rinde du Sol, o* oaee* ainda
nSoabriram preco. A de lliicnos A>Tea acahoa-ea, e a
existente do Rio Grande monta a
1.1.000 arrobas. Os prrcoi regala-
ram de 5:8110 a 68 para etla, o a
. .Hit NI pete que ira bou.
rarinlia de Irigo- O ca regiment do Kichmood che-
gado a semana pasuda seglo pa-
ra sul; pnrem o mercado foi tan-
pndn rom dous oatros, M quats
om este indeciso se fieara' e o oa-

/
Iro dea entrada. Vendeu-se a 22;
a de Philidelpliia e Ceoovi. a <(-.
a hespaobola, 268 a de Hichmon.l
e 2!; a de cuntan* a Trini. I i.
cutm em ser entrando o earreca-
/Jienlochegado: 2.000 barricas de
^r TlUdelhia, -2,300 4a Richmond,
WS) geonvezat. -JO do Trieste,
1.200 da Fontana e 600 hesp-
uhola.
Manleiga --- Vendeu-se de 700 a 810 rs. por li -
lira da ingiera.
Vinagre O de Lisboa I elidido de 120
- a 1358 por pip
Vi ni ios ..... Hejulicm part os da I jabea ta-
periorct de .120: a 325 por pipa.
Velas As da compone..1 vendetaia-M da
700 a 7*0 rt. por libra.
Iteiconlo- O rebate conlinooa de 7 a 8 pac
cento ao auno.
I'rtle---------------- Para o Rio d.i l'rala a I 3| dalari
por barrica, e para Liverpool do
308 a 35800O por tonelada, ama*.
com 5 por cento.
I or,iran no porto : 2 vapores a ata aavto cota
bacalhan.
juizo em contrario, que muilo respeilo, i^*ierJiires|1^nrarar,,,n : ~ embafC> < cabalasen). I da
ofliciaes.emillidn na informatao acompanhando o ~a\- ___*"; coin c:,rn'< "" farioha de Inga o I
com vinhiis
Sa i ura ni .- t com asiucorpara-porlot eslranfeires,
e t com igual carga para acaba r de carrejar ota oa-
Iro porto, I em lastro e I de eabralagem, I a eraiar a
I com firinha de trigo.
Elistem no porto II rmliajrcienes, a saber : 2
americanas, 24 brasileas,; I frafnceu, I baatbargae-
za, 2 despatilllas. 3 inglezas, 7 porlagaatat, a I
sarda..
RIO DE JANEIRO Ji DE JLLIIO.
Cotacet ofliciacs da junta 4m eorrtctortt.
Ilesconloa8 e* 1)2 porrelo.
Acces de coropaohiatPaquetes de vapor le pre-
mio. .
C.corqt lluldson, presidente.
tocio Sec-rt/ioaa Safes, tecrttaiio.
CAMBIOS.
Londres 27 lli a 27 d. a 60 90 ds.
Paris 3ls a SS3. ,
llanibur-o l.'i-s ,. ta;_i. i
Lisboa 100 a 101 tilo nomirnal.
FRVilES.
Antuerpia .V2.6.
anal.....Vl| O .Vi|
Bstadaa Unidos lia 100 es.
Ilamburgo .V)
Havre 5(1 L
METAES E KINDOS
METAES. Onrrs da patria.
V
l.ix erp.nil ll| 1 ,|
I omIres tll| a i.'*.
Marselha 55|.
Mediterrneo 5oa.Vq
Trieste .V.
Pb'BLrcos.
289mi
a be-pan bolas 9$0 a MM
Pejas >A: tistOO velhas. Ik-ooo
Moedas de 4}.
Soberanii.....
n Pesos hop.ini,' ..e .
i> >> da fialrir^ .
Pa taces .."\ .
Apolicesde6^ -.....
ii provinciales.
tajM
SjOtS
18020
15900
18920 i
I O*.
100 a 1110 Iri
9SMSIII
28000
l^2ll
MI
y Jornal dn Ciimtnerel* do R.
9tt0*rtmtnU> &o porto.
liarla o reparada, conbence-se immediatementc mo
ler sido cuidadosamente observada pelos perilos :
porquanlo no Ierro, e por rima della v'-se uina
grande racha, na qual se acha de tal sorlo podre qoe
a man, e com facilidade se liraram pequeos peda-
eos, sendo de snppor que ncsle eslado esteja ale o
eoraeta ; lendo almdisso alguma oulras rachas em
seu prnlnngameirlo, lapidas com massa.
Jolgando porlauto conveniente que ella pira ahi
lome, para se lhe fazer a obra necessaria. e V. S
verificar o qaa levo dito, tenho nenie stnlido ord
nido ao respectivo cimmandante, esperando qae \
S. por sea parle determinar o seu tecebimentf
coocerlo.
Sacio entrado no di 2.
Lisboa- -31 dias, brigue potingue* iBam Saceean,
de til 'i toneladas, capitn Manuel Gultes dos San-
tos Se na. equipagem I i. carsi vinho I mai se-
eros.; a I Ii-iiii ,, de A quino I enseca A Fillin.
Perten ce ao porto de l.:-l.o,.. Alem da carga mus
28 Ion. dadas de pcrlra e cascalbos. I- ic.u em e0>
servaca 'o pela rcpatlirao di saule do porto.
.si/nr sni.ido no oicsm.i dio.
in uiu ii>#. roniiniiidaiitc o 1.- lenle J .aquini Vle-
gas do/O', lassaseiros desta provincia, Aiilnnm
Cearafda Sabino, D. Marlanna Amelia da Crai a
Silva, I lilha e I cria la, Oclaxianu Anlonin VHal
de <)l iveira. Jo-c Joaquim de Oliveira da Silva,
.ocios ntranos no dia 3.
I
recebimeotn, p
Audiencia crimerte dia 6 de de/.embro de 1855
que ra o delegado de pulira o major Manocl l.ou-
renro Brandao. annuncada na forma da lei.' Nesla I Mcete- -28 horas, barca nleia"Mederae .
nada houve a requerer, do que para constar mandou '
o dilo delegado lavrar este termo, em o qual as-
siguon.Eu Antonio Cardozo di Silva, escrivao oae
o escrevi Brandao.
He o qnanto se cootiuba em o dito prolocollo
que me leporto.
Certifico miii qae no correnle anno nao coma
tonel
ca
dens
MUTILADO MELHOR EXEMPLAR
qoe o delegado de polica ate hoje desse una i> ao-
diencia, O referido he verdade de que don te, o ao
referido prolocollo me reporto.
t
nel idas, capilSo r"rcderirkScolli,eo,oipaRem 16
rg: i i-ocai c mais genoro. Veto receber nr-
ms e segu pan Liverpool.
Miranh 1035 das, Mata brasileirn Doos Amigosn
de lli i tonelada., rapitao Joao Rodrigues Vimhm
naoia- i, epuipicem 7, carga arroz e mais generas
o li ion aladas de ferro ; a Antonia luiz de Olivei-
ra Air edo. Perlenre ao porto da Rahia Pasa-
rtiro, \nicato da Costa Ribeiro 11 escravo du
aiestuo i :apitao.
aBMMjrm
V


N
-*
>


Rio de Janeiro e porto* inlermedioiG dias e 201 ho-
ras, vapor brasileiro Paran, cominandanle 1". F.
Borgci. Passageiros para|esla provincia, Manoel
Joaquim UuarlB Uuimarles, Manuel Carlos Tei-
xeira, Manoel da Silva Prannos, Vicente Bezerra
Monlciro.'.vigario Francisco Vital da Silva e 1 es-
cravo, o pardo Jos Joaquim Pereira Vianna, Joa-
quiui Freir de Mendonca, Luix Antonio Men-
donca Bom Jess e 1 criado, padre Antonio Jos
da Costa, Julo Francisco Kibeiru, Domingos Al-
ves Mullico-, sua familia e 2 escravos, Fr. I.uiz
da Pureza Machado, capillo Mauoel Pereira d
Souza Burily, I). Thereza Francisca da Silva, 2
lilhos 1 eicrava, llemjamio Francisco da Silva
Araujo, 1 escravo do lenenle-cnrouel Jos Antonio
de Ara ojo Lima, 2 desertores l)r Joaquim Elvi-
ra de Moraes Carvallio e 2 eicruvo, I ir. Pedro
Beierra Pereira de Araujo Beltrno. sna senhora,
I criado e I escravo, alteres Jofio Paulo de Mi-
randa e tul senhora, Antonio de Vadna Pereira
Pacheco, alferes Francisco Martinho de Cafjnpos,
Antonio Beierra da Silva, ex-prac.a Joo Jo* de
Figoeiredo, capitao Jlo Evangelista Nery da Fon-
teca, ana senhora e I escravo a entregar.* Seguem
para os portos do norte, Carlos Itoltenstem, Joao
Fidelis da Silva, Dr. Antonio Carlos'de Almeida
Albuquerque, Carlos Corletl,Jnsc Alaria da Silva,
Joaquim de Spoia da Silva t.unlia, Dr. Pedro
Pereira da Silva Guimarles, coronel Francisco
Xavier Torres, tcnente-coruuel Antonio Pimenla
M agalhles, Victoriano Augusto Borges, varias pra-
c,a, ei-praias, rerrulas e desertores.
.Vacos tahidoi no mesmo dia.
BabiaSumaca braaileira llortencia, mcstre Joa-
quim de Sauza Couto, carga milito e roais g-
neros.
demSumaca brasileiri Nova Minerva, mcstre
Theodoro Francisco dos Beii, carga azeile e maii
~ gneros.
Lisboalirigue porlnRoez Laia II, capillo Caela-
no 4a Cosa Marlias, carga assucar e mais gene-
ros.
mitat.
O Illro. Sr. inspector da thesouraria de fazeu-
da manda fazer publico, que do dia 5 de agosto pro-
simo luluro ao niel* dia, peranle esta thesouraria
ir a prara pela ultima vez, para ser arrematado por
venda o sitio da Ibura. que parlencea ao bacharel
Pedro (audiano Kstis e Silva, e foi adjudicado a
raz.Mi.la nacional uo valor de seis centot mil reis.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco 30 dejulho
de : 856.o llioial maior, Emilio \avier Sohreira
de Mello.
De ordein de S. Ezc. o Eim. Sr. barl de Ca-
mai agibe, director da Facoldade de Direilo desla Ci-
dade, faro publico que fica marcado o prazo de seis
inezes, contados do dia de hoje, para o concurso ao
lugar vaga de lente substituto da inesma, o qual,
visto como se linda durante as ferias, se calende
ato o ierren o dia til de fevereiro, na duas horas da
tarde.
Pelo que lodos os prclcndentes ao dito lugar se
poderlo presentar desde ja na secretaria deata Fa-
culdade para inscrevereni seos nome* no livro com-
petente ; o que Ites he perrailtido fazer por procu-
rador, se esliverem a mais de viole leguas desta ci-
dade, ou nao o poderem ezecutar pessoalmeute por
josio impedimeulo. Sao obrigados, porm, a aprc-
seotar documentos que molrem sua qualidade de
ctdadAo brasileiro, e de que eslo no gozo de seus
direitos civis e poltico*, certidlo de baptismo, folha
corrida do lugar de seus domicilios, e diploma de
'doutor por orna das Faculdades de Direilo do impe-
rio, ou publica forma deste, justificando a impossi-
bilidade da apresenlarAo do original, e na niesina
oceasilo poderlo entregar quaesquer documentos
que julgarem conveiiieutes ou como ttulos de habi-
litarlo, ou i........ prova de servidos prestados ao es-
do, a humanidade, ou a sciencia, dos nuaes se Ibes
dar recibo : ludo de conformirtade com os artigo
36 e 37 du decreto numero 1,38ti de 28 de abril de
1851, e 111 e s*gg. do de numero 1568 de 2ide
fevereiro de 1855.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
maodou o mesmo Exm. Sr. afiliar o prsenle, que
ser publicado pelas folhas deata cidade e da corle,
e repelido por oito dias a fndar-se o prazo.
Secretaria da Faculdade de Direilo doKecife, 3U
de julho de 1856.
O secretario,
Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunha Miranda.
Antonio Jos de Olivcira Fragata, major reformado
do eiercito e do 3." balalhao da guarda nacional
do municipio do Kecife. cavalleiro da ordem mi-
litar de S. Bento de Aviz, condecorado com a me-
dalha da campanha da Baldare presidente do
conselho de qualilicaco da guarda nacional da
fregueza da Boa-Vista, por S, M. o Imperador,
etc. etc.
Faco saber a quem intercasar possa que da data
presente qiiiuze das ter o conselho de qnalifica-
rlo da freguo/.ia da Boa-Vista de fazer asna segun-
da rruniao, devendo ser entregues os requerimenlo*
de recurso das parles intereatadaf, no primeiro dia
da mesma reuuio, ou antes ao presidente ou ao se-
rrciano, com,B* tu- reino un uri jnKi Jo decreto
H. 1130 chiriuT-lllaWi de 1853. -
Ootro siin, faco saW^uais, que as listas lo servi-
co activo, c da reserva dY guarda nacional, se acham
pregaras no inlenor do* edificio matriz da mesma
fregue/.ia, como por iei he determinado.
Sata das sesses do conselho de qualilicaclo 31 de
julho de 1856.Antonio Jos dOliveira Fragota.
O Dr. Anselmo Francisco Pcrelli. commendador da
imperial ordem da Hosa, e juir. de direilo especial
do commercio nesta cidade do Recife e provincia
de Pernambuco, por S. M. o Imperador que Dos
guarde etc.
Faco saber ao* que a presente carta de edilos vi-
ren!, e della noticia tivercm, em como o bacharel
Francisco JoBo Carneiro da Cunba me dirigi por
escripia a sua petizo do theor seguinle :
Illni. e Ezm. Sr. Dr. juiz de direilo do commer-
cio.Diz o bacharel Francisco Jlo Carneiro da Cu-
nta, que leudo fallecido Manuel Mana Carueiro da
Cuuha, e lhe constando que aeus licnleiros residem
na provincia da Paralaba, mas em lugar nao sabido
quer justificar a ignorancia de sua residencia para na
causa de ecc,flo ordinaria "qjie o supplirante move
cootra os herdeiros de Jos Carneiro de Carvalho da
Cunda, citar aquellos por <- n.a. do editos; requer
pois a V. Esc. que o admita aprestar dita ju-lili-
caclo, o qoe feilo mande pastar caria de edito, para
que fela a citarlo por esle modo possa seguir a ac-
c,lo.
Peda a V. Esc. Ilic deBra, E. R. MeSoma
Reis.
E mais senlo conlinha em|dita petalo, que sen-
do-me apresentada profer o meu despacho do theor
seguinte: Justifique.
Recife, 3 de inlho de 1850.A. F. Perelli.
E mais senlo conlinha em oito meu despacho aqui
copiado, em virtudo do qual o supplicante produzio
suas leslemunhas que justificaran) a incerteza da re-
sidencia dos supplicadus, e subindo os autos a iinnha
conclusao, profer a minlia sculoiira do theor se-
guinle :
A vista da inqniri(ilo de folhas 8 e 8 verso, julgo
provada a ausencia dos justificados era lugares nao
sabidos, e para a CUeS de lies mando que se passo
carta de editos com o prazo de trila das ; e cus-
las.
Recife 2(1 de julho de 1855.Anselmo Francisco
Pcretli.
E mais senao ronlinha em dita minha sculcnca a-
qui copiada, em virtude da qual o escrivHodeste meu
juizo abaixo asaiguado, fez passar a presente carta
de editos com o prazo de :tn dias, pelo theor da qual
chamo c cito, o liei por citados os justificados herdei-
ros do fallecido Manuel Mara Carueiro da Cunha.
para que. dentri. do referido termo comparecam nes-
te meu juizo para o ezpendido na pelicao cima
transcripto: pelo que toda e ejualquer pessoa, pren-
les, amigos, ou mohecido! dos referidos justificados
ns poderAo fazer scienles do que cima fica ei-
poslo.
E para que cliecue a nolicia de todos.mandei pas-
sar carta de editos queserAo anisadas nos lugares p-
blicos do coslume, e publicada pela imprensa.
Dada e pastada nesla cidade do Recife, no I de a-
gosio de 185t>.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira escrivAe
a liz escrevi.
Anselmo Francisco Pcrelli.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que no da arrematado* em hasta publica, i porta do mesmo
consulado, l cvallos apprehendidos pela subdele-
gada do Afogados, considerados como bens do even
lo, e avadados por 100. Mesa do consulado pro
mu ia! 2 de agosto de 185K.O administrador,
Antonio Carneiro Alachado Rios.
O segundo balalhao de infamarla precisa con-
tratar, para o hospital rcgimental a' seu cargo, a
appliracao de sauguesugas ; para cujo fim os licitan-
tes apresenlar-ae-lio na secretaria do mesmo, no
da de agosto do correle anno. com as suas pro-
rratas. Recife. 31 do julho de 1856. JoAo Paulo
Marlins N. alferes ajudante.
COHSBLHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
guiute :
Para o 4. balalliAo de arlillinria a pe.
I.ivrosem brauco de 200 folhas, 1 ; ditos pautados
de 200 ditas, 2.
Para o 8." balalhao de in.iiilaria.
Sapalos, parea 272.
Para o >." balalhao de infantaria.
Sapalos, pares 117.
Para o 10." batalliAe.
Sapalos, pares 30i.
Para o !)." balalhao.
Grvalas de sola de lustre, 100 ; sapalos, pa-
res 800.
Para o meio balalhao da Parahiba.
Sapalos, pares 198.
Provimenlo dos armazens.
Pedra pomes, libras 20 ; coaros de cabra cni-
dos. 500.
Ouem quizer vender esle* olijeclns aprsenle as
suas nroposlas em carta fechada na secretaria do eoi.-
selho as 10 lloras do dia 6 do prximo mez de!
agosto.
Sala das sesses do conselho administralivopara for-
necimento do arsenal de guerra 31 de julho de 1856.
liento Jo$ef \Lamtnka Lint, coronel presidente
Utrnartlo Pereira tario.
Associago Conimercial
Benefcente de Per-
nambaco.
Por deliherarAo da direcejio da Associaco Com-
mercial lleiieliceute, alo convocados os senhores so-
cios da mesma, para, em assemblca gcral, se prece-
der ao disposlo nos arligos 20 e 22 dos estatutos, no
dia 5 de agosto prosimo, pelas 11 horas da manhAa
em ponto. Sala das sesses da direccAo da Asso-
ciarAo Commercial Bcnrficenle de Pernambuco :10 de
juilas de 1856.O secretario,
A. de A. Rodrigues Isaac.
O 111 m. Sr. inspector da thesouraria de fazenda
eslaudo autonsado pela ordem do tribunal do lhe
souro nacional n. 65 de 25 de junho prosimo paisa-
do, para contratar o corte e couduccAu para esta ci-
dade, al tres mil quintaos de pao-brasil, manda con-
vidar aos propriclarios das Ierras e mat-s em qoe
esisla seraelhaute maueira, a apreseularem suas pro-
postas ale o dia 15 de agosto prosimo futuro, ad-
venlindo que o pao dever ser de boa qualidade, e
se pagar pelo de primen a qualidade S^j00|rs., pelo
de segunda 63OOO e pelo de tereeira 43000 rs., por
cada quintal. Secretaria da thesouraria ilc fazenda
de l'crn.miluico. 13 dejulho de 1856.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sohreira de Mello.
O administrador do consulado provincial, em
virtude do disposlo 110 art. 3." do regulamenlo de|17
tejuio de 18.">2, faz publico que se acham deposi-
tados mais S cavallus remetlidos pela subdelegncia
da fregueiia dos Afogados em data de 18 do corren-
le, os quaea sao considerados bous do evento, por se
descoohecer seus dono-, e para que seja cumprido o
que conlm o sobredilo arligo mandou publicar pela
impreosa, para, no prazo de 15 dias, comparecer
quem aos ditos cavallus tenba direilo, findos os quaes
se proceder a arrcmata^Ao pela fruia determinada
no art. 4 do citado regulamenlo, e para que chegue
a noticia maodou fazer o presente edilal aos 19 de
julho de 1856.Antonio Carneiro Machado Rios.
Devendo em oumprimento la or-
dem do tribunal do thetoiu-o nacional, de
"2 de Janeiro do correnle auno, sabir da
circnlacao as olas de 50$, de segunda es-
lampa, papel encarnado, (|ut? nella exis-
lem, sendo substituidas por notas dos
mesmos ou de menores valores, da cai\a
(ilial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia olllm. Sr. inspector da
tliesouraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os possuidores drs ditas
notas do 5O.SO00, para as apresenlarem
na mestna thesouraria, aura de serem
troradas dentro do prazo de oito inezes, a
contar do I dejulho prximo Hadoucn "
2H fevereiro do seguinte anno de 18
declarando ao mesmo tempo que, 1
do esse prazo. snUrcrao o disco
del por r-en lo do seu valor em ca
mez de demora na apresontacao, na li
lllma da lei dcJi-de outu'>ro de' 1"
uwrom'sem valor alguna. .-Secr
tTiesouiaria de fazenda de Petnambt
de junho de 18.">(. o oDicial-mati
Lmilio Xavier Sohreira de Mello.
0i**!0 SE PEKMftCI SIGUNOA 4 FEIRI DI I GUSTO DI 1856
Para a Baha
egue in prcterivelmentc no dia 5 de agosto a veleira
sumaca urasileira (Nova Minerva, por Icr a maior
parle de seu rarregamento proinpto, e para o resto
lrai.i-se com seu consignatario Domingos Alves Ma-
llieos, ni ra de Apollo n. 23.
RIO DE JANEIRO.
Secae com mua bfevidade por ler parlo la car-
ca, o palacho Bom Jess para o resto, panacei-
ros e m ravos ;i frele, Irala--e riii <'aelano C\riaco
da C. M., ao ludo do Corpo San.o n. 'i'}%
Se.
be cari;
01,
icmcir.
nestes dias o palhahnle oSohraleiise, recc-
i e passageiros : a Iralar com Caelano Cv-
""i -
pao
riaco di C. M., ao lado do Corpo Sanio n, >.
Cesara'.
gu ; no dia 7 do na correnle o hinte Seroi-
para o roslo da carga, lra(B- C\naci da C. M>i ao lado ilo Corpo Santo|n. a;,.
ABACATY.
Ilial i KvalarTio segu com brcviiladi-; sii rece-
be paa igeiros : a Iralar eoin Caelano Cvnaro do C.
M., ao
lado do Corpo Santo n. 25.
tiU>t.
O agente Borja. de orden* do Exm.
Sr. 1 r. juiz especial do commercio, a re-
quer ment dos credores de Joao Alexan-
dreVieira. lina' leilao da armarao e l-
zendis existentes na loja sita na ra do Pas-
seio Publico n. 15, penhoradasa' atiaelle
senhijir, por e\ecttcao dos mesmos credo-
res : segunda-eira do correnle, as 11
hora da manhaa.
iJ agente Vieira da Silva fara' leilao,
terca-feira do correnle, as 10 horas da
manhaa, em seu armazem, ra da Ma-
dre ele Dos ii. 32, de diversas obras de
mariineria novas e usadas, diiferentes
obra;, de ouro e prata, relogios, varios
objei los de miudezas, lapis, pos para den-
les, l0<|iics, pinecis, lil de linlio e outros
muitps objeclos, que tudo sera' vendido
vontade dos compradores.
O agente Olivcira fara' leilao de urna porr.'o
de moliilia, consisliiido em solas, mesa redonda.
consol[>s, cadeiras, ditas italianas, ditas de baJanco,
banca* c aiesas para diversos usos, bauquiuhas para
luz, guarda roupas, guarda loueas, guama livros,
piano, um baulriuho de UrUroga ricamente encas-
illado em prala, coiomodas, la\atorios. loucadores,
um rico e.spelho com corninola de mogno, quadro*,
relogio de pared, leilos de ferro e de m.nleira, mar-
quezas, apparelhos de poreelUna domada para me-
sa, sobre mesa e para cha', frasqueira, porta licor
de metal, compoteiras, garrafas para vinho, copos
dito e para agua, lanlernas, lustre de hron/.e, can-
dceiros de globo para mesa, americanos, inglezes c
Ironcezes, espinRarda de doos eannoa, naca grande
de rame, Irem de cozinha c muilos uniros objerto*.
e alguns escravos : segundi-fcira de asoslo as 10
horas da manhaa no escriptorio do referido agente,
ra da Cideia do Kecife.
O agente Oliveira far leilao da ptima casa
de dous andares e sollo, sita em chaos propriog na
na des Cruzes n. 11 do bairro de S. Antonio ilesla
cidade, com frente para o Mcente, quintal murado
e com porlao para a ticvessa que deita para o largo
do Panizo i quarla-feira 6 de agosto prximo, ao
meio dia em ponto, no cu escriptorio. ra da Ca-
deia do Kecife.
O agente Oliveira fara leilHo por mandado do
hm. Sr. r. junde direilo especial do commercio,
a requerimenlo de Joilo Orlos Valladares e ootros,
das dividas activas da massa fallida de Leopoldo
Jos da Coila Aojo, na importancia de 7:1:116.^860
rs. em cunta de livro inclusive mollas dorum. litadas
sesuodo a respectiva retacan dellas, podend.i esta
ser examinad com aiiteciiiacSo pelo prelendentcs,
para o que de bom ^rado *e' prestara dito agente :
quarla-feira, 6 de agosto prximo, as 11 horas da
manhaa em ponto, em sen escriptorio, na ma da
* ^wwffl tV-lrecife.
O agente Borja. fara" leilao em seu armazem an
rua do Collegio n. 15, de um completo sorlimcnto
de marrineirias novas e usadas, iiiverso pianos, obras
de ouro r. prala, rolegloa de diversas qnalidadef para
algloeira ; asiio como de varios movis perieuccnies
a urna pessoa que se relira pira lora do imperio,
ronsistiiidoemuma cellente mobilia de Jacaranda'
nodernissim?, -iTa-ttitadontuarello para sala de dc-
Inz, uro,41co guarda vestidos, um guarda lourau.ma
ptima secretaria, urna estante, dous espelhos gran-
des, varios aparadores e lavatorios, mesas de janlar
e de cozinha, aparelhos de tonca e de porcellaua para
al/moro e janlar, xidros para serx ico de mesa, vanos
utensilios do casa, e outros mui'los objeclos etc.,
quiuta-feira 7 do correnle, as II horas da manhna.
DE
$fdara<>e.
Cor icio oia!.
llel.ir.to da cartas seguras vindas do sl, para os i
nhores abalto delarados:
Antonio Carneiro Machado Kios.
AucelicaMaria da ConceicAo.
Antonio Joaquim de M. Castro.
A. de Vasconcellos Menezes de llrummond.
A. I.uiz dos Santos.
A. Silva llallro.
Carlos Jos de Mallos.
Caathihi & Filhoe.
francisca Enzracia Pinto.
FranciscoScveriano Kabclloo\ l'ilho.
I". Paula Norberto & A.
Coronel Joaouim Cavalcanli de Albuqujrque.
J. l'erreira Vllenle.
Joilo Baplisla fragoso.
Joso Venceslao llegueira P. Ii.
J. McndoiK.a Ileso Barros.
J. Kiheiro J. Marcelino da I'onseca.
J. Benloda Cuuha eFiguciredo Jiinioi.
Manoel Anlonio Alves de Unto.
Pedro Lelo Kebello.
Kodrign lauario de Soozs \i.
Symphronio Olimpio de Queiroga.
Tiiomaz darcez taranhos.
Tasto & Irmiio.
Tihorcio Anlunes de Olivcira.
A* malas que tem de conduzia o vapor Para-
no para o* porto* do norte, principiam-se a fechar
hoje <4) a < horas da larde, e depoi* deasa recebem-
te correspondencia* com n porte duplo al i 1 | : o
jnrnae* deverflo arhar-ie nesta repartiese tres horas
untes de se lecharen).
S. ISABIfl*.
I. Keprcsentacao a beneficio da
artista Ivrica
ANNA GIRARDOT.
Quinta feira 7 de agosto de 1856.
PIOGRAMM.V.
I.ogo que a orche ouverlura, dar-s*-ba romero ao espectculo com a
Scena e cavatina da operaTrovador,do ma-
estro Verdi, cantada pela beneficiada.
Scena e cavatina da operal.e Chalet, do maestro
Adilo, pelo Sr. V. Ijirardol.
Scena c cavatina da opera Barbciro de Sevilha,
de Hossini, pela beneficiada.
SEGUNDA PARTE.
OS IRMAOS DAS ALMAS.
Comedia em 1 acto.
PEAS 0 N a G E N S.
Sra. I). Rita.
I' -nina.
A beneficiada.
Sr. Santa Rosa.
<' Lima.
Jos Alves.
Rozendo.
iuilhcrnie.
Cirardot.

Marianna, mai de. .
Enfrazi;........
I.uiza, irm.i i de, ... .
Jorge, marido de Eufrazia.
Tihurcio, amante de I.uiza
Souza, irmo das Almas. .
Felisberlo.......
Um innao das almas. .
I ni ralin de permanente-.
Ouitro soldados.
TERCEIRA PARTE.
Duelo c atena da operaNorma, do maestro
Bellini, pela beneficiada c sen marido.
Scena e cavatina da opera Ernan, do maestro
\crdi, pela beneficiada.
TERCEIRO ACTO
DA OPERA NE TOUCHEZ PAS
A LARE1NE.
Pela beneficiada c seu marido.
A beneficiada confiada na extrema bondade do
publico pernambucano c em sua reconhecida bos-
pitalidade, espera toda prolcrro de que necessila
urna ai lista, qoe anlecipadamciitc protesta seu reco-
nhecimenln.c bem assim oilerece sua gralidao aos seus
dicnos rollegas artistas, que Generosamente se pres-
tam a onsequia-lacm sen beneficio.
As pessoa* que eucommendarain billieles de ca-
marotes hajam de os mandar buscar ale segunda
feira, em esa de sua residencia, no hotel Fran-
cisco, eries.le ja se arha o rcslo a venda em casa
da beneficiada.
A beneficiada para mais agradar ao rcspeitavel
publico, aceitou o papel ,!c Luiza na comedia, os
IRMA'OS DAS ALMAS, confiada em que lhe se-
rAo perdoadas as fallas que commeller, e principal-
mente na pronuncia pnrlugueza, para a qual mo
ejulga bem habilitada.
O espectculo principiara' a's X horas.
Kt>i0
rv.;, fi^.!
Compaohia franco-A me-
nea na de Vapores
Francezts.
Espera-
se no dia
1S docor-
rente o
va por
f ra nce/
l.yonnais,
rpita o
De vaulx,
viudo do Rio de Janeiro, que seguir' para o Ha-
vre com escala por Tenerill, Madeira e Lisboa : pa-
ra frele e passageiros, na casa de L. Lccomtc fe-
ron A,- C, rua da Cruz n. 0.
Para o Porlo seguir ilircclamenle e com hrc-
vidade o brigue Trovador ; para carga ou passa-
geiros. Irata-sc com Barroca i Castro, ou com o ca-
pillo na prara.
Baha.
Segu em poneos dias o patacho nacio-
nal CONFIANZA, por ler parte do sen
carregamento "prompto: para o resto,
trata-se cornos consignatarios Novaesdi
C, na rua do Trapiche u. 5i.
0 MIA1EA0 ELCTRICO.
Acha-se i venda na lypograptiia |)nilo, roa da
Aurora n. M, e no paleo" do Trro n. 10, a IdO r<.
por numero.
Ensuio Phllosopiieo Per*
oatiibiictDo.
Avisa-se aos Sis. socios do Entaio Philosophico
Pernambucano que najam de comparecer a sessao
de 6 do correnle, designada para ser solorcnisada
como anuiversario da iuslallacao da dita sociedade.
O prnnelco secretario.
M. I. P. deFiuueiredo Caniargo.
LOTERA DA PROVINCIA.
Aos .~>:()0fJ9 o -2:0005 rs.
O abaKo assignado tem exposto a venda os seos
bilhetes, meios c quarlo*, os quaes se acham rubri-
cados com seu nome e se obriga pagar os 8 por cento
da lei as sortes grandes da segunda parle da segun-
da lotera do hospital Pedro II, cujos bilhetes se
acham a venda na rua do Cabuga' n. I A, rua Nova
loja do Sr. Panasco, rua do Livramento n. 15, rua
da Praia n. 1, Arco da Conccieo o. 2, rua la* Trin-
cheiras n. 17, aterro da Boa-Vista n. II e 8.
Bilhcles inleiros .">5800 recebe 5:0003
Meios bilhetes :i5000 2:5009
ijuai lo- 19500 1:2509
Francisco Antortio das Chacas.
ti abaixo assignado tema honra de participar
ao* senhores negociantes e mais pessoas desla e de
qoalquer provincia, as quaes inleressar possa, que se
acha eslahelecido rom cscriplorio de .ntvocaria na ci-
dade de .Macelo, capilal da provincia de Alomas, i
rua do Livramento n. :>i, e seoflerece a Iralar all
ou em qualquer ponto da metma proxincia da ro-
bi anca d* divida* e de todos os negocios de sua pro-
fissao peranle os Iribuuacs, juizes e reparlicoea pu-
blicas, ou extrajudicialmente, por conservar a* mais
extensas relaces em toda a provincia, como natural
della, e haver exercido durante 8 auiius os canos de
promotor publico, e juiz municipal e de orpbaoi em
dillerenles comarcas, leudo sido alem disto honrado
com o mandato provincial por aleumas xczes ; as
pessoas que se dignaren) ile confiar an abolso as-in-
undo loa* commis-es podem dirigir-ee directamente
nesta prara ao Sr. Jo- lioncalves de Alhuqurrque,
senle procurador da provincia, que se encarregara
' da remessa prompla e seRora da correspondencia,
papis e documentos. Cidade du Kecife 10 dejulho
de 1856.l.ourenro Aecioli Wanderley Canavarro.
Alusa-se pela fesla ou por auno o lio do fal-
lecido Ignacio Firmo Xavier entre as dua* ponles
da .Magdalena, e lamliein se vende o mesmo sitio,
fazendo-se todo o negocio com o alDgedor ou com-
prador, que vista do precn conheerra' a vanlagero
de possulr urna tal propriedade em local tilo prxi-
mo a cidade, onde ja' nao ha terreno* devolulo*, i
por isto esle crescera rom o tempo em eslima, c va-
lor cada vez mais, pelo augmento Ha riqueza da
prmxincia, goslo do bello, e neeesaidade de passar o
xerao fura da cidade, c mais ainda pela estrada de
ferro projeclada por esse losar ao Caenang' ; e tem
o mesma sitio casa para duas familias, banho perlo,
c outras comuiodidades, que por brevidade se
omiltem.
Precisa-sc de um Rvd. sacerdote de boa mora
para concibi de um engeuho na frpguczia da Esco-
da, eque igualmente se queira eiirarresar dejdar li-
ees a tres meninas,lilhas do Sr. do engenho, o se lhe
fara' bom ordenado, e mais algumas vantagens : a-
quellc a quem convier dirija-sc ao pateo da matriz
de Santo Antonio, casa de um andar u. I, que acha-
ra com quem Iralar.
Precisa-se de urna criada para o servico inter-
no de urna casa de familia, da-se bom n'rdeuado
agradando o seu servijo : a Iralar no sobrado junto
an quarlel do Hospicio, casa u0 |)r. \jcndes da
Cunha.
No dia !. do correte ausenlou-se da casa de
seu senlior o escravo Joaquim, de osrSo, de mais de
35anno*, bailo, qoebrado do quarlo* direilo, alei-
jadn de um do* dedos da ibSo ; levou calca e camisa
a/.ul, a chapeo de baca cor de cafe ; quem o an-
prehender o lexar ao aterro da Boa-Vista n. iti, luja
de Calcado, sera genernsnmeiUe recompensado.
Na la do* Marlxrios, sobrado n. -J, primeiro
andar, precisase ile urna ama forra no captiva, que
faja lodo o servico de una casa e compra* : quem
estiver nesta* circomstana'ai, dirija-se an mesmo
sobrada, dasfi as 0 lloras ca manhaa, e das :l as (i da
taide para tratar.
Da-sc dinlieiros a juro- razoaveis sob hypolhe-
fa em casas na cidade, ou firma* a contento, quan-
lia*de 1:000} al 10:000;: na rua Nova n. 4!) se
dir com quem .leve tratar.
Deseiicamiiibou-se na Urde da > de agosto da
escadado Sr. Caelano, negociante de escravos, que
mora na rua do Cabuga', um moleqnc crioulo de
nome Joao, de 8 anuos de idade, levou ralea e a-
quea de alaodAo branrn ciscado de azul : 'quem o
rhar e levar a rua da Alrgria n. 1, sera' generosa-
mele recompensado.
Pela segunda vara do divel. Ondea os dias da
lei, na sala das audiencias, se hilo de arrematar os
trastes penhorado* a Vicente l'erreira Cornelles, por
cxerurAo de Manoel Martin* Lopes ; quem nclles
pretender lanzar, pude comparecer, que sero rece-
bidos seus]lanccs.
Carros fnebres
A ;ra administrador.
Km um armazem perlencente ao convento de S.
Francisco, confronte a secretaria de polica, esta esle
eslabelecimento munido de carros, lano para anios
como adultos, de toda* asorden- que marca o rc'u-
lamento do cerailerlo, a utlafazer a expctativa dos
pretndeme*, e por procos que coiivencioiiarem, en-
carrecando-se de ludo mais pcrl-nceute a um en
Ierro sem o menor inrominodo das parles interess.i-
das \ para Iralar no mesmo armazem, ou na rua do
(.Inclinado n. I, e na da Cadeia de Sanio Antonio u.
51. lem igualmente um rico caixuo oue aluga.
LOTERA da provincia.
O Sr. thespureiro da* loteras manda f izer publico
que estilo expoatos a' venda na tliesouraria das lule-
rias, na rua da Aurora n. 20, das 9 a* 3 horas da
larde, bilhete-, meio- c quarlos da nrceira parle da
seganda lotera a beneficio do Hospital Pedro II,
cujas rodas audain impretcrivelincnle no da 0 do
correnle, e que logo que S"jam|dislribuidas a* lisias,
serao em coulinenta pagos o* premios, excepto po-
rm as duas sortes grandes que Ao pagas mesmo no
saln da exlraccan logo que sejam publicados seus
respectivos premios. _<) I.- rnnl'ereiite servindu de
escrivao, Jos Januario Alves da Maia.
AVISO.
Salustiano de Aquino Ferreira, cidadao
brasileiro, retira-SQ para a Europa no
dia I!) on 20 do correnle me/., no vapor
ingle/. TAHAR, (cando r-a administra*
cao dos set.s negocios como seus bstan-
les procuradores, os Sis. negociantes Tilo-
ma/, de Aquino Fonseca & Fllio, Matheus
Auslin iv. C., c Jo.se Joao de Amorim.
Pernambuco i de agosto liislianode Aquino Ferreira.
I.OI'EIA O RIO DE JANEIKO.
Resumo da extraccao dos premios da 2
lotera a beneficio das obras da casa de
correccao desta corte; extraliida em
lldeillio de 1856.
HlDWCl.
i
i
i
i
i i
10
'JO
60
.j. Sa-
AVISO
i 178
5503
lee*
l25
2 tinos.
meio bilh.
Salustiano de Aiptino Ferreira, cida-
dao Brasileiro, retira-se para a Europa
no vapor ingle/. TAUAR, no dia I! ou
20 do corente mez, (cando na gerencia
dos negocios das loteras desta provincia,
os Sis. ose Fortunato dos Santos Porto,
com loja de miude/.as na rua da Cadeia do
Recife n. i.~>; Antonio Augusto dos San-
tos Porto, com loja de calcado na piara
da Independencia ns. 37 e 39, e a Sra.
viuva Bastos, com loja de bilhetes na mes-
ma praca.n. r. Pernambuca 2 de agos-
to de IS.Salustiano de Aquino Fer-
reira.
Quinta parto da prim ira
lotera do Carino.
O abaixo assignado ven-
den as seo untcs sorles:
SIHO 5:000, 2 o. uartos.
)00, 4 t.itos.
200,
200,
iiO, 2 quaatos
Os possuidores podem
vir receberena seu escrip-
torio o competente pre-
mio-- i* ,L littyme.
LOTERA DA PROVIHCM.
Salnstia odc Aquino Per-
reir avisa ao respeitavel
publico, que ventl; a di-
nliciro a vista, sendo a
quantia de 100,000 para
cima, os seus bi.etes in-
teiros, meios e quartos,
pelos preeos abaixu decla-
rados, na rua da Cadeia do
Recife n. 4o, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato
dos Santos Porto.
BiQetes inteiros 5$500 recebe .">:000.s.
-Meios bilhetes 2$800 2:500$.
Ouarlos IfiOO 1:250$.
Pernambuco 4 de agros-
jo de i 806.- Salustiano de
uino Ferreira.
Aq\
Lotera
do Hospital Pedro U.
Aos 5:000* e 2:000*000.
Corre ndubitavelmente sabbado 9 de
agosto de I8.)(j.
Salustiano de Aquino Ferreira
2700.......
S'.HO.......
3371.......
4313.......
590 9133150^.3837
.07!).-.O-iX.....
469 573 8 i 4-2000
2603 51 !I3 -55535709
57205861.....
399 51 V S77101S
1270-l634.nl 9522271
2871 .",.-.3210774355
, 5264(00374 !500K
5336577658495986
21 397-- 402 412
546 405 508 015
042 713 901 995
1114118611911298
1 108 1405=1490lo*
1614 167917 51179
1953312821582245
272127337092840
3000338434893530
3095378339203023
3911427243734404
1558459747954001
4998 ^-5083509-25191
520352275275 3401
50125711 57405983
100 de........
1800 de. .
20:000S
10*0009
KIOO?
2:0009
1:000?
loor
200?
1009
400
209
2000 premios.
I'oi vendido na loja n. 40 da prara da
Independencia o bilbete inteiro n. 2700
com o premio de 20:000>, bem como o
((liarlo ii. "i com o de V:00!I.S'e outros
muilos de 4005, 200.S e I0().',. Temos rc-
cebido os novo? bilhetes da lotera I!) do
estado sanitario, que tecstao le;alisando,
c sera' amiuticiado logo que eslivereiii a
venda.
~7 "* ;l/ln'in'*ira(|nrc* d.i m,is,i fallida de Nano
Hara dr? .Sei\a$,pelo pro*on:c aviso, rhamam vedorc* bitos. cntiMulondo-se lambem este convite com o*
minadores dos diverso* iiredios, e cujo* alusnei* es-
Irjam por pauar, > le ao tiin d correnle mei ; no e-
rriptorio da dminilraeflo, rua do Trapiche n. 31.
Kcrire2!)dejnllinHe 1858.
0 annuiiriaiite de velas de carnauba no paleo
do Ierro n. {/. ver ao publico, que sua* velas ,1c
liojeem dianle sero marcada* com a tirina do fa-
bricaulc, para tirara mamiiiiia de eerios vcniedore*,
que e*lao impingladode outras qoalida ic*, e dlteo-
do *erem das do annuiicianle.
Perdeu-sc da roa da Cadci.i de Santo Antonio
ule a rua do Visarlo, urna pulreira de ouro esmal-
tado : quem ,i achou c qnir.er restituir, pote entre-
gar em ca-a de Joaquim Oaldioo .Vive* da Silva ua
mesma rua da Cadeia, penltimo sobrado do lado
da iareja de S. Francisco.
!) abaitn raasigaailo, leudo de fazer urna via-
Rem a' Europa no vapor D. Pedro lie, dei por
*eus procuradoras darinte a na aoseuna, em pri-
meiro losar o Sr. Anlonio l'eruan.le* Lima, em se-
-"" '" dito o Sr. Francisco Ferreira da Silva, e em
terceiro o Sr. Manoel Jo*c de linio Itarrciro*, poden-
do qualquer pe*soa que tiver lran*arn"ie com o
abaivo assijnado, dirigir a ao seu primeiro procu-
rador por esle ficar encarcelado de todo* os seus ne-
cocios. Recife i de asoslo de 1856.
I.uiz Moreira da Silva.
Preri*a-se de um amassador ; na podara da
rua llireila u. 82.
ESCOLA PELO METIIODO CASTILHO, NO
ATERKO DA BOA-VISTA K. 18.
Ilia seaunda-feira i de Rgoolo. '
Antonio lanacio da Sllval profes-or de instrncfilo
primaria da nregoeiia do Iteoife, transfere a na es-
cola da rua da Cruz para o c vro da lloa-Vista n.
1S, onde inslallaru a mesri cola pelo melhodo
Castillio, segondo o progra. i do Exm. color, o
qual exiae a presenra das autoridades e mai* cav.il-
leiroa e senhora*. msica, poesia flores : portadlo
convida aos Illms. pai* dos seus alumnos e ua*
lllmas. familia*, e a lo las a* mais p-won de mu
amizade, para que *e di;nem honrar le acto, que
principiara ,is II luirs em pouto do -ido di*.
Joaquim Arsenin Cintra da Silva, Ventrirn-
le du casal de seus fallecido* pais, avisa ar^ credore*
do mesmo caal, que justiliquem a* suas dividan para
serem attciididas na furmacao das iiarlilh?*. Recife
30 de julho de 18fi.
Precisa-se de um Irabalbador de msneira : na
padaria da rua do Cotovellu n. 31.
Ila-ie ,>005 a juros a um por corto ao mez,
sob penhores de ouro ou prala : quem precisar an-
nunrie.
Precisa-sc llagar una raa terrea n~~. laila
grande, no lu^ar do Montciro ou Cana Forte : quem
tiver anuuncie por esla folna para ser procurado.
Precis.i-sc do nina cnsalinadrira de roapa :
quem quizer dirija-sc a rua do Crespo, loja n. 3,
prxima ao arco de Sanio Antonio.
Arrenda-se um grande e excelleule *io moiln
perto da cidade, por ser loao no principio da estrada
de Joao ,1c Barros, denominado ailio da Capea da
CooeeiClo, contendn todas as proporees para ha-
bitar um negociante brasileiro ou eslraageiro. por
ler excellenle casa nova e grande, urna extensa hai-
xa de capim plantado, um grande viveiro de bom
peixe, multo* arvoredos e coqueiro* de prnducro,
estribarla e commodos para 2 cvallos, capella prm-
pta para celebrar-se missa ele. : a quem convier,
compare;* a qualquer hora do dia, mediante certas
condiee*.
Ouem tiver um predio bem construido, qoe
renda animalmente 6000 c o qneira vender, annun-
cie para se Iralar, que paga-se bem
Precisa-sc de urna pe*oa que cutenda de plan-
taes para tratar de um sitio, nao se repara dar
bom ordenado: a tratar na rua de Aguas Verdes
n. 18.
Da se diuheiro a juros em pequeas quanlias
sob penhores de ouro e prata : quem quizer an-
nuncie.
I'recisa-se de um bom cozinliciro. < que seja
aceiado, para una casa Mtrangeira quem qnizer
pode dirijirse a' rua da Cruz n. 16.
Precisa-se com urgencia alugar um primeiro
andar na freuuezia de S. Jos ou iinmcdiarues, pre-
ferindo-se o mais central; dase lia.lore paja-se
bem : a fallar na rua do Crespo n. II, loja de II-
avtsa ao respeilavel publico (pie venden vro*.
os seguinte premios da quinta narte da "."'r"* r6"or''? "m enEonl,ffl "a r*-""> '''>-
". i ""'I'""- "'' cada, prcci-a-se de um bomem nacional ou estran-
primeira lotera do convenio de NOSSa Se- : gelro, mas que seja do bou* rostumes, paga-se liem :
i|uem quizer dirija-se ao largo da matriz de Santo
Antonio casa de uui andar u. 2, que ahi achara'
com quem tratar.
Os Sis. devedores da casa fallida do
az seieuta ao resj.eila-
snlu de corlar cabello
i rua da Cruz para a
ue se Beba prompto *
que o prorurareni, em
rio, sendo o prego*.
ai.i sala vendem-o* e
ao mai* barato que em
loja da rua da Cadeia
para qualquer ettalie-
en(ender-se-li.io com
nbora do Carino, extraliida a 2 de agosto.
I piarlo o. 2150 5:000$000
Meio bilhete 155 200s000
1 quaito "' ")().> 200.1000
1 meio "' 2589 IOO.s'000
O mesmo tem exposto a venda seus mili-
to llizcs bilhetes, meios ( (piarlos, da amigavelmentesaldaremseus dbitos.
tereeira parte da segunda lotera do hos-
pital Pedro II,
Sr. JoSoMoreira Lopes sao convidados a
diiifjirein-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
te, na rua do Oueunadon. 10. alim de
as tojas ja conbecidas
do respeitavel publico.
Os dous premios jjrandcs cima re-
feridos nao estilo sujeitos ao descont
dos 8 por cento do imposto geral, e cu-
jo disconto sera' pago logo quesaia a lis-
ta, sendo os piceos de seus bilhetes os se-
guintes.
Bilhetes .sSOO recebe |r inteiro .V.OOO.s
Meios .".sOOO Quartos l.s'500 < l:250j
Pernambuco de agosto de l8-")(i.Sa-
lustiano de .Yqiiiiio rerreira.
No caf dos arcos precisa-sc de um caixeiro
que tenba boa conducta e que seja moro : a Iralar
no me*mo caf.
Alusa-se o primeiro andar do sobrado n. :! da
rua do Oueimado : a tratar na oja do mesmo.
Sabbado a noile .iclioo-*e uina ataca na rua
Nova, noem for seu dono pode procurar na rua das
Flores u. 15, quedando os signis cerlos lhe sera'
entregue.
i();.Sr. M. M. S. C. venlia quanto antes pagar
o qoe esla dever no aterro da Itoa Vista oja de
charutos de Manoel Jote de Azcvedo, do contrario
vera' o seu nome por extenso neste Diario.
PBLICAGA'O COROGKAPHICA.
Vcnde-se a obraBreve Noticia Coro-
graphica dolmpeiiodo brasil em 1854,
adoptada no Collegio das Artes : as lo-
jas de livros do arco de Santo Antonio,
Livro azule de encadernaeo da rua das
Trinclieiras i 2$000 rs. cada exemplar.
O BACHAREL W1TRUV10 tendo
communicacao de (jue o lllm. Sr. Eduar-
do Leger Lobao, era portador das callas
que lhe Sao dirigidas do Maranhao, e ig-
norando onde resida o mesmo Sr., pede-
'lhe (pie as mande entregar na Camboado
Carmon. 19, secundo andar.
-- Continua a estar fusido o negro Angelo, re-
presenta ler 10 anuos, baixo e arosso, rosto rompri-
ilo, ollio* grande* e afogueado*, puxa por urna
Antonio Barbota de barros
re publico, que mu I. ii a ua
e fa/er barba da casa 11. 1,2 di
de u. 51 da metma ron, e q
bem servir a todas a* pessoas
tudo que diz respailo a Ma a
mesmo que na* luja-. Na 111.
aluaim-se bichas de llambur
futra parte.
Acha-se detoceupada a
do llecife n. ,">">. c arrend.i-se
l;..'iin n[. ; os prtendenle<
Joao Jos de Carvalho Moraei
() Sr. Cyprano l.niz da Paz, n.i rua doCulle-
aio, c o Sr.JoAo Ferreira da Luz. no aterro da Koa-
Visla, na padaria do Sr. Ileiriz, 1l1r.11> quem di di-
uheiro em quanlias de :',(HI?. 100?, 5003 e 600J 100.
com b> polhcca em casas terreas.
Kolicrl Me. Calinonl, IlualiMc. Ca'mnnt. Wil-
liam, J. Newall e Charle* T. Poinadestre, avi*.un
ao publico que reliram-se da firma social de Me.
Calinonl ,\ C., que avrava ne*ta prara a qual passa
a ser substituida pela a cujo cargo tica todo o activo c passivo daquclla
linua, da qual passam para a nova os socios Charles
Saundeis e Frcderirk Saunder*.
Ollerece-se para loja de fazenda*. miude7as, ou
lerraaens um menino porluauez de l'l para II au-
no* de idade, saliendo ler liem, escrever e contar, e
he bstanle esperto, ajnca-se boa conduela do
mesmo : quem o pretender compareea na rua do
Cabng n. J, loja de lelleiro que achara com quem
tratar.
Precisa-se comprar 1211 travs de 50
palmus com S polegadas de grossura e (i
de lace ; S travs de 10 palmos, com 12
di grossura e 10 de face e ensarnes de
lomo de 1 a 25 palmos, de (i polega-
das: n^ livraria ns. Independencia.
Os bilhetes com a rubrica do abaixo
assignado, sSo pagos incontenenle, na
praca da Independencia n. 40, ate o
premio de .">00.s'000. Polycarpo Jos
Lavne.
Antonio .los de Catiro avisa aos seu* freauezes
que lem diversas qualidade* de plvora das marras
mais ^acreditadas que lem vindo a esle mercado, e
que as vende p.ir menos do que venderem o* nevos
vendedores deste genero ; para verem as amostras,
dirijam-se a roa do Vigaro n. 31.
Aluaam-sc carrosas para condozir trastes ou
nialcrues.por prero coiiimodn: na rua da Alegra da
lloa-Vista n. il.
O Sr. Frederico Jacques queira di-
rigir-sea livraria ns. c 8 da praca da
Independencia, a negocio de seu iite-
resse.
...... ..1.,l_.,,.^_ ..,...-...., ...,^v.,-v
.'..-s.. *9tf?UBWJF v^ "..o-,--..--... ..:.,...;
ff Deposito de vinho de champag- Q
i'$ ue Cliateau-Ayx, primeira riua- Q
J lidade, de propriedade do conde l|p
*'3 deMareuil.ruadr.Cru/. (loHecilen. fft
v,2 20: este \inho,o tnelbor detodaa '.]';
jj Champagne, vende-se a 56,4 cada A
:';S caixa ; acha-se nicamente em ca- Sk
v'J sa de L. Leconte Feront C. N. ~J
..5 'i-As cai\as sao marcadas a lo- $Z
i; goConde de Mareuile os rotu- .^
S^ los las garrafas sao a/.ues. :;.'-
O abaixo aosignada faz sciente a quem compe-
tir, que ilesla dala em iliantc,*e desonera da liquida-
o do casal de seu finado pai. o coronel Antonio
.Marques da Costa loares, pelo qual motivo deixa e
deitaraf de envolver-se nos neaocios do mesmo ca-
sal, por assim exiairem os seus inleresses ; igual-
mente declara que vai apresenlar as conlaida ua
admioislrar.io peranle o juizo dos orplulo*, do mes-
mo modo que fez em 1K12, quando lindou a pri-
meira adminitraco de que foi eucarregado : por
Inri adverte que lendo elle abaixo assignado, orde-
nado de Lisboa ao seu procorador nesie cidade, que
em seu nome reqneresse o termu it'aceitarao de lie-
I ranea a beneficio do inventario, o mesmo foi eflec-
! loado em mam de 'r IS. como eoos| do respectivo
; termo abaixo ; o que ludo annuiicia para conhe.H-
I ment do respeitivel publico. Kecife 2"> deiuho
de 1838.
Jote Marques da Costa Soares.
Cc-lifico que vendo o* respectivos autos, nelles
e acha D requerimenlo com despicho, termo de
. accitacao de lieranja a beneficio de ina*nl*rio. e
senenca do theor seguinte :
Diz Jos Marcues da Casia Soare*, neaocianle es-
' labelecido na cidade dn Lisboa, por seu bastante
i procurador, que tendo fallecido nesla cidade do Re-
cife tro pai. Anlonio Marques da Costa Soares, ne-
lgociantedegrar.de* fundos, drixara o activo e p.n-
livo de sna casi complicado, e dependente de liqui-
dares ; e cono em laes circuraslancia*, e aozeute
o fupplicintc, a !ieranra que em leailima lhe deve
competir esla ainda ineerln, o a decislo lalvez aade-
| more, sendo de mal o scpplicanle credor de mais de
renenla rnnlns i!e reis, inoeda forte de Lisboa, a-
ceil i o supplicanlc a beranca sornente a benefirio de
1 invenlarl#5 e requera V. S. que Hie mande lu-
I mar disto termo alim de que era nenhum lempo, e
por nephum modo possi ?r obrisado ulta tiren lie-
rtUtarUu, aproveitando-llie todas as vantaaeus ds^s-
; ta declarscao consecuentes, na conformidade de li-
I rcilo! portauto pede a V. S. inunde lomar-lhe o ter-
mo de areilac.o de beranca na forma reqoerida, e
ajunlar aos autos par* constar. E receber merco.
Sim em termo?, llecife 7 de maio de 1*18.Na-
varro.Termo de aceitarlo de heranea ,i beneficio
1 de inventario. Aos 7 de maio de 18:W nesla eidade
do llecife peranle mim c teslemunbas abaixo as*ig-
indas, di*se o supplicante Jos Jlarqnes da Costa
Soares por seu bstanle procurador JoSo Jos da
Cruz, que aceitara a hcraur,a de sen fallecido pai
Antonio Marques da Costa Soares, 13o -rnenle a be-
neficio de inventario, na forma expre*sadi;|em seu
requerimenlo retro, de que fiz esle termo em que
assignou com as lestemunhas Francisco Joaquim
Pereira de Carvalho o escrevi.- JoAo Jos da Cruz,
Antonio Joaquim Kodrigues, Francisco Joaquim Pe-
reira de Carvalho Jnior. Julgo o termo por s'en-
lenca e coda*, llecife 1 i de maio de 1838.Jos
.loa i uim i icminiaiio de Moraes Navarro. Nao se con-
linha mais em dito requerimento com despacho, ter-
mo de aceitaran de heranra a beneficio de inventa-
rio e aentenca que o julaou, que eu dito esenvito no
principio desla declarado, e no fim da mesma as-
i signado bem e fielmente fiz copiar dos propon* au-
j los, a que me reporto, e dos quaes fiz passar a pre-
I sent certidao que vai na verdad* sem cnusa que
duvida faca, conferida e concertada na forma do es-
tvllo e por mim subscripta e assiguada nesta dita lo-
maren de S. Antonio da cidade do Kecife e seu ter-
mo, provincia de Pernambuco, as ( dia* do mez de
julho do anno do nascimeuto deNn*so Senhor Jess
Christo de I81l', vigsimo primeiro da independen-
cia e do imperio do Brasil. Fiz escrever e assiguei.
Fraucisco Joaquim Pereira de Carvalho.
Na loja de madama Roulier, rua Nora n. ,'>8,
se acham chapeos de sed* para senhora*, dilos de
pallia para meninas, sai** de dina muilo modernas,
Irlas de velludo preto de toda* as qualidades, enfeiles
de rabera, luvas de casamento, capella* de fleres de
laranja, mantas brancas, leqoea, e ludo mais ncr-s-
sario para casamento, veos de lil levrado para cha-
peos de luto, collarinhos e manguitos para thealro,
lucos de liiiho preto.
O Icslamenteiro invenlarianlc dos bens ileixi-
doi pelo fallecido Manoel de Souza Calmarte, est
procedemlo inventario dos mesmos bens, pelo juizo
de orphaos desta cidade : roga a quem se jolaar
credor do mesmo fallecido, baja de apresenlar suas
contls no prazo de S dias, para serem atlendidas
em dito inventario ; na rua do Livramcnlu n. ID-
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico, que leudo contratado, livre e desemnari-
rada. a taberna perlencente ao Sr. Jos Anlouio da
Cimba, sita no pateo de San-Pedro n. I, por isso o
nesmo abaixo assienado n.in e responsabilsa p ir
divida algoma, que o dilo 8r. Cunha lenha contra-
hido para com dita taberna. Kecife, 1 de agosto de
IHOb. Victorino de Almeida Kabello.
- Precisa-se alujar urna casa terrea ou sobrado,! perna, he natural da Rabia e esleve preso na cadeia
' de Serinlilein : quem o pesar leve-n a rua do (Juei-
mado loja n. III que sera' recompensado.
Na botica da rua do Rangel n. 61, precisa-se
de um oflicial de phnrinaci*.
ou mesmo alsum sotilo com poucos commodos para
um rapaz solteiro e um criado: na rua do l.ivrunen-
lo n. 35, loja.
"i"
5;:-
SiE UITIIU.
ESTRADA DE FERRO
do Recife ao S. Francisco.
I) Ihesoureiro do patrimonio do orpho*. rerlifi-
candoa conta. que aprrsentou no Diario de qnsrla
feira, SO do mez prximo (indo, do que irreeadnn
na 11'|.i !-( litarlo Iheatral em beneficio do* orpbao>.
t|ne Baara a chotera, declara qoe buuveram entre o
i -maroles da :!. ordem, qualro de prer > i* IL-^HMI
rci*. e 10 de K-OCO reis, cada um len-l-ido s d'e*-
le* rendido* un Iota do Sr. Anloniu Jos de Snioci-
ra ), e uSo 1^ de (L-000 reia. e i de KsOntl reis, e en-
tre *s cadeiras, liouve nina de tlgOIHI re*, em loaar
de.i-ym re;, sendo que \em ser o liquido de
I:0 re*, nlo 1:l:n-f,j0 re.
A pe****] que annunciuo pelo PtaTSS qnerri
comprar um predio, que re* anualmente (fi-,
queira annunciar sua morada para ser proco-
rada. r '
** rt9*9*9V 9*:.'99*<>3isfj>*
S l mi DEGISTA, l
9 continua a residir na rua Nova n. |J, primei-
a* ro andar. gk
MI C999 *****+9
Siiigularidade.
Quem livcr um fjstauro de vajar, e
lhe queira dar nina Ix-lla e rio gniola, t\<-
inulto gasto e perleramente envernisada :
dinja-se a' rua cstreita do Rosario n. 16,
sobrado.
Massa adaman-
tina*.
Francisco Pinto Uxorio chamba denles rom a er-
dadeira massa adamantina o applira ventola'- pela
atraerlo do ar : pode sor procurado confronte ao
Kosario de Santo Antonio n. .
Rna Nova n. 18 loja de M. A. Cajft *) C. con-
tinua Isempre a ler um grande -linimento d*
obras feita* de alfaiate, tanto superior, como mar*
inferior, camisa* francezas, branca* d* cores, Bra-
vata*, rolaiinhos, chapeos (raiiciv.es, dilo- do sol. de
seda e panuinho,suspensorio* de \< -rucha,meia* para
senderas, lionien*, meninos, fazenda* para fazer-e
qualquar obra le ene immenda com a maior prevte-
za e l.om desempenlin ; emlim qualquer ne*Ma qoe
vier a eta loja, lirar um falo completo e por pro-
co mais commodo do quecm oulra qulqoer parte.
& -r- Compra-se om nearo velho para lraar dr om
cavallu : na rua da Cadeia n. IB, primeiro andar.
Compra-se ctTectivamrnlc. tallo, bronze e robre
velho : no deposito da fundiclo da Aurora, na ro-
do llrum, logo na entrada n. i's, o na mesma fundi-
dlo, em Santo Amaro.
Compra-se toda e qtialriiicr porro
de piala velhii de lei sem l'eitio: qnm
tiver para vender, dirija-se a rna do Col-
legio n. 15, agencia de leilocs.
Compra-se urna radeira de reboco, da Rabia,
que seja quai nova, c eslcja em bom estado : qoem
tiver aununcie.
Compra se orna necrinha ou mulatinlia de (. ,i
7 anno* de idade, pooco mal* ou menos : na rua da
Cacimba, loja de bahuleiro.
Compra-se urna casa qne lenha sido bem cons-
truida, que estoja em tumi estado, e qoe d a renda
annnal_ne JI* a 6O0sO00 : a tratar rom l.niz t,o-
me* Ferreira no Mnudego, ou com Antonio de
Moraes Comes Ferreira na obra qoe *e esla fatendo
na rua de S. Francisco.
F'rederiro Chaves, morador no Ierro da Bna-
Vi*la n. 17, esta en.'.n reaadn da compra de alonan
sobrados e caai,, terrea* : as pessoas qaa qeizerem
podero o procurar na casa ncima. d
Compra-se orna oegrioha de idade de 12 a
Iti mezes: qoem liver dirija-se a ma dea Pira* n.
X, que ahi se dir' quem compra.
Compra-se una taberna nos arrabaldes da ri-
dade, sendo Apipocos. Monteiro oCachansa : qoem
liver annancie.
Compra-se orna correle de onro para relo-
sin : quem tiver dinj*-e ao aterro da Boa-Vista n.
iti, luja de calcado.
Compram-so palarftes com a etligio de Carlos .',
e i a 2CO-J0 ; na roa do Crespo, loja n. 16, qoina
da rua das Crozes.
Compram-se apolices da divida provincial ; na
roa da* Flores o. 37, primeiro aodor.
Compra-se ma ema : no largo de S. Pedro
n. 8.
>enJ>tt$.
I>3 ordem do lllm. Sr. presidente do conselho de-
liberativo, con\oca-*e o mesmo conselho pura sessao
extraordinaria no da i do preseulr mez, pelas ti ho-
ras da tarde, a fin de pioceder-se a continuarlo dn* .
trabalhos antecedente*. Kecife 1 le agoclo de IS.(i. | ;-
Mendcs Gaimarflna, i." secretario.
A pessoa que compra o predio que renda 600$
animalmente, he no aterro da Boa-Vista n. 17, Fre-
derico Chaves.
Precisa-e de urna ama que saiba cozinhar e
fazer ludo o mais serviro de casa : ua rna Direila n.
8t>, sesondo andar.
Martinho Jos de Souza Beso dcclaia.que len-
do arrematado a casa de sobrado da ruado Pbarol
n. 8, c nlo sanando se o chao be foreiro ou proprio,
faz o prsenle annnncio para quem se julcar com di-
reilo ao laudemio e foro, entender -e com o Sr.
Frederico Chaves no aterro da lloa-Visla n. 17.
Vende-se um grande ailio na estrada dn Ar-
rala!, com militas c diversa* qualidades de aores
fructferas, cata de vi venda e eieellenle poro dV
aua doce, em cujo itrio apura-a animalmente'i*- :
na botica da rua Direila n. .11, ao dir quero vende.
Vendcin-se tres escravo*, icndo dn* rnoul.i
de idade IS annos, com priocipio de costara o cn-
-iimmailo. e um bonito escravo de idade ~> anoo*
na rua llireila n. 3.
COBERTORES PE PAPA IIKSPAMlOr".-..
\ endem-oa na loja de Victorino de Castra Moa
ra Albino, rua do Livramento, laja graudede 1
portas ; estes cobertores sao o* melhnres que lem
i in.i.i a .'.lo mrcalo, e por isso se recommonda a
todos os amautes que vio o mais denresu possivel
Vende-se superior farinha de mandioca, nlli-
mamenle chelada de Santa Calliarina, emsaecasda
um alqoeire. medida velha : na rna da aladre de
Heos, armezem n. 12, de Novaos J Compankia.
Vende-se a taberna sita na roa da Aurora n. "*t
e tem bons commodos para familia : qnm a pre-
tender dirija-se a mesma.
Vende-*e sag a 160 a libra, nrroi pilado a HO
rs., farinha rio rcioo'a 120, pescada e atain dn Lis-
boa muito superior, vinho do Porlo engarrafado
muilo superior a I32K0 e a 19600, e qneijoo do *rr-
t.i", tudo por prero commodo : dcfronle da maliiz
da Boa-Vista, quina do Hospicio 11. 88.
Atten9ao ao barato.
Vendem-se na rna do l.ivramenlo n. 16, corlas de
cassa de barra a a 25, pecas de casia de babada
I9KOO, cobertores de lia a 1|280, camisas de era
pelo barato prero de H00 rs., ditas moilo fina* con*
peito de seda a 19280, meias finas para senhora a
29800 a duzia, ditas cruas para bomem a 9200,
chita rdu a '<9 a per;*, dita* de core* a 1H0 a cora-
do, madapollo fino ij) 1 pera, ditos entrelio-, a
i-i'ini, :!-i;ii e 19, llamasen para forro de carro 4
un rs. o rovado, embraia lisa muilo fia*, chita*
finas .1 201) rs. o rovado, a I so dio trancado de cores
proprio pera roopa ile escravos a 181) o corado, c 00-
Iras muilas fazenda* qoe se trocam por penco rii-
nheiro, assim como chales de laa a H00 rs., dito* da
larlataua a UOO rs., chitas de cores Oas a baOOOa
peca, panno de linlio muilo fino, lirim de linan de
diversas qualidades, e outras fazenda* qua se e**u-
sam annunciar.
Vende-se una canora nova e ama pipa para
vender a_u.i. por prero commodo ; e lambem ae in-
tcress.1 nos lucros a quem quizer tomar conta deila
para vender agua : qoem lhe convier este negocio,
cuten.la-e com o Sr. Manoel Joaquim Carneiro
Leal na roa dos Pires.
Vendem-se meias commodos de amareHo, la-
vatorios de pos lomeados, e muilos ootros di vera*
trastes na rua da Cadeia de Santo Antonio n. 18.
\a loja das seis
portas
?m Trente do Livramenio.
Novas cusas pintadas .1 meia pataca o corado, pa-
droes bonitos, chales do ganga encarnado*, floro*
amarellas a duas patacas cada om. saia da camareta
bordada para senhoras a tres mii re* cada orna,
collarinhos para senhora a pataca cada na. flore* de
rciroz para enhiles de resudo* de meatoaas e senho-
ras a meia pataca, e muilas nutras faiendat qne se
qucreiu trocar por sedula-.
I Baratissinko. g
' Na rua do Qoeimado n. IS, vendem-se '.-"
Vi"* chales de merino bordados a velludo o* mtis '"'."-.
: -. bonitos que leem rindo a este mercado, di- -'
;-,", los de chulv bordado* a K.TO00, dilos de me- X
ri malixados a s-oiki, ditos com rica* ee- 5.-
Traspassa-se a armarlo da taberna do aterro
da Boa-Vista n. 21, como est, |ou aumente ella que
be propria para qualquer estauelerimento : a Iralar
na mesma a qualquer hora.
^.V,;".;..- 3aa :'* i': T"ii'\i''>.fiS\i%' "*
*** s*y *. -.x'' '," '.- '.' '*' '.* ir-.- -.- -.-*-..*'...'
11 couselho director da ustrucclo publica -*^
j.*^ acaba de adoptar para a Miara das escolas Ul
"' de primeira* letra* de ambos es sexos,--o w
gafe opusculuRelleies sobre a educaclu pby- xjk
,'-' s'cil e moral da infanciapublicado pelo r. g
:J em medicina, Ignacio Firmo \arier. $J
Na rua do Araglo n. :i, preci la para veuder doce, e que as horas vagas se occopa
em algum servico do mesmo trafico : a quem ron-
rier dirija-se a iu:>ma casa, uu aununcie.
MUTILADO
O aliaixo assignado faz saber qoe, depois dn da
II do correnle mez, pagar no seu escriptorio ao*
Srs. accionistas, juros na razio de 7 por cento as
anuo, sobre as acees registradas no* seus nomes
respectivos, nos livros da companhia da Estrada ce
Ferro, al o da (i do mesmo.
Mcnlium auto de transferencia podcr.i ser regis-1
Irado de "i a II du crrenle moa.
Os -enhores que nlo tivercm assignado o ronaV o
1 da companhia, deverlo faze-lo por i ou por seus
I bastantes procuradores, antes de rereberem o* ju-
1 ros ilevidos.Por ordem des directores, S. P. VE-
! KEkF.ll, Ihesoareiro.
Recife 1 de agosto de 1856.
PERDBIJ-SE.
No dia ,'l dejulho quinla-feira, perdeu-sc da rua
da Cruz do Recife a rua do Ciepo a quantia del
IOO--000 rs. em 2 sedulas de 200?000 rs. cada urna ;
roga-se portatalo a quem as achou de levar .1 rua 'da '
do Qoeimado loju 11. 17, que receber'do aliaixn as j
signado melado .ln-s.i quantia, e lhe ficara eterna-
mente agradecido.
Francisco Leandro do Reg, I
pidnies i
" a 200 rs. o covado. ditas rancezas a 210 ;--
i? rs. o covado, peca* de bretanlia de linbo "
"a? com 12 jarda, a .V-jOtKI. %..-
OOQ&&QO OOOOQGQSO
No aiU\igoe bem conlie<'ido jardini.
sito no correr da givja de Nossa S-nliui
da Soledtide. cala n. 7, vendem-se pos de
roseiras muilo lindas e de militase dille-
rentcs (|tialidu,les, otyno os compraJore
podem \er, por estar cm vegetaoio, as-
sim como lia c\ [iresles, sapolis, parrciras
e oiiirns qualkanaa da llores.
Vende-'c um grande sitio na estrada du v,
raial. com muilas e diversa* qualidade* de arrores
melferas, casa de, \ i venia e eieellenle poco .1*
agua doie. coj> *itio apura-se annaalmenlc IHfta :
na botica da rua Direila n. 31 aa dir' quna veinte.
Vendo-M uina casa lenca na roa da Boa llora,
na cidade de 1 Hu la. com dua* sala*, quairo qoar-
lo4, cozinha Cira, cacimba de pedra e cal e om Bran-
de quintal murado cora parreral. e cojo prero eooj-
rida a qualquer pessoa a eonapra-la|: na botica da
rua llireila n. :l se dir' quem rende.
MELHOR EXEMPLAR ENCONm, ,'



POR MENOS DE SEU VALOB.
Na rua do Quciintido, loja n. 17.
,Of dono do estahrlerinieiilo querendo liquidar a
venia de carias (aleada*, vo venJer por preco*
inuilo balsos romo tejan, cassas franceza lina* e'de
core Bu* a 200 ra. e 210 o covado, e moilo fina, a
..Jl, nulas francezos fina e de eres Iii*sa2t0o
covado, riscados francea linos ile quadros escoce-
ses, de i palmus de largura a 340 o eovado,' cnica
de relroi prelus mullo linos, pi-oprioa para lulo a
108 cada um, e mudas oulras hienda* por balalo
SEDA ES'OCEZA PARA
vestidos desenlila a l#200 rs. ocovado.
Na roa do Qucimado, loja n. |7 ao pe da bolica
ha para vender a mais modernas sedas escoeezas de
quadros, viudas pe., ullimo navio do Havre, pelo
baralo prero de 1X200 cada covado.
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA
PARA SENHORA.
Os mais modernos, lisos, adamascados, e de qua-
droi, chrgadns pelo ullimo navio, de novos desp-
ulios e erres moilo deliradas, por precos ruminodos :
na rua rio Queimado, loje n. 17 ao pe da botica.
Ne l'assoio Publico, luja n. II, de Ferrelra c\
Crac, elisio ama raude porfo de caf do ISio de
Janeiro do primeira qu;.lidade. que se vende por
preco razoavel para liquidar. No mesmo estahelcci-
meiiln se aclia um completo sorlimenlo de fazenda-
que e vondein por proco* commodoi, em razao de
seren compradas a uoeda.
Vende-ie a armacao da taberna que foi Ele-
pbante d'Uuro, na rua do Hospicio, em cuju lunar
anda se acba : quein a prelender eulenda se rom
Joaquim Filippa da Cosa, que fara' todo negocio,
na rua da Madre de Dos n. 22.
No aterro da Boa-Vista n. 29, na casa de
/noclas, que foi de madama Scasso.
Vendenvse por menos pretjo do seu valor (para
liquidar; lodos 04 objeclos para adaiuos de senboras
e meninas, como sejam : chapeos de seda com en-
lejes, ditoide pallia, vestidos de seda de diferentes
cores, chales de tooquim e de lodas as qualidades,
bordados e lisos, lencos de todas as qualidades, ricos
lurhanles de relroz bordados a ouro para cabera de
senboras, flores de lodas as qualidades, ditas braoras
para noiva, diversos objeclos de ouro, litas de seda
de todas as qualidadts, e ludo o mais que lie proprio
para eofeite de seuhoras e menina*, que nao se men-
cionan! para nao enfadar ; ludo se vende por ineuor
prec,o que em qualquer parle.
III FIJOS DO SERTAl
Sin cln :\,.1k o- meMiores queijos do serian, ese
vendem barato ; na rua do (Jueiinailo, luja n. I i.
Calcado milito
MMiO PiiUHAfl SIGUNjA FiISSA 4 AGOSTO U I8b6
haralo.
IftSOO
119500
5800
23500
13200
6.31100
83500
59000
39100
1-5O0
33000
laSO
Vende-sena loja (|ue foi de Joaqnim
Militao do Amaral, todos os objeclos all
existe 111 es, constando He sapatosde varias
quididades, como de lustre, marroqu m,
be/.erro,etc., tndose vende barato por li-
quidaran a que estao procedendo os credo-
res do dito estabelecimento.
AVISO AOS FABRICANTES DE VELAS.
Vendc-se lio deaicoditu da ll.lii,. para velas, em
pcqiienas porroes e por prero commodo : na rua do
\ gario n. 27.
No jardim publico, rua da Soledadc 11. 70,
vendem-se ps de parreia de differentcs qualidades,
sa polis, Trucla-pao, Roiabeiras, e moilo grande va-
ledade de flores viudas lodos os annos de''ranea.
Vende-se a verdadeira graixa ingleza n. 97, do
fabrirante Da y and Mirlen, em barricas de 15 du-
zi.is de potes, em casa de James Crabtree Compa-
uhia, rua da Crui 11. 12.
Com toque de
avarij
IVr.n do mida pollo a 29500, 39 e 39200: ven-
riem-se 11a ruatofrapo, loja da esquina que volli
a rua da ('W|Ha||*aajk.v
\ en.le-se um.i cabelleira creapa de nawencai
ero mailo hora ario,-fe omerescente de cabello cas
lanho, muilo Brande e niulo em conta : no ce* do
Hamos, taberna o Hetiro u. 96.
Na lieni conlmcid loja da rail do Queimaiio]
quina do becco da (Mfftf;,& n. jtvaadem-ie por
I. iiain prero a secunde fnzendas :
Cisemira muilo fina, bonitos fradroes, o corle
Chapeos de masa mailo lirias
Sr-lun mani, o covado k
Corle de collele de gorRurilo e seda
Ditos de fusia.. muilo fiuos, bonitos padrcs
M.inlas'deseda de bom goslo -
Chales de casemira bordados de sed!
Ditos de dita lisos
Dilos de cambraia e seda bordados, muilo
linos
Dilos de ina eseda, Irtirios padr6es
Ditos de lila muito finos
Corles de cambraia com 3 barras, muilo boa
fazenila
Hilos de dila com urna barra
Lencos de seda com franja para scobora,
fazenda superior 2>tft00
Dilo de cambraia p seda, bonitos lj>i00
Ihlos de dila de linho muilo finos 100
Dilos de dila muilji finos e modernos 210
Dilos de seda para grvala, muito hora goslo 610
Dilos de cambraia de grade muilo finos 13500
Olios de rap muito finse bous goslos 3<0
ril liso de linho liuo, a vara 1J>()00
Cambraia de bom goslo c muilo lina, a vara 720
(.hila franreza muilo boa, o covado 200
Kiscados dilos, lindos padroc?. o royado 2i0
Lavas de pellica muilo boas, o par 900
Ditas de seda p.r. homein e .senhora IciiO
Ditas para hornero, de algodao, muilo linas 500
Ditas mais ordinarias 100
Jilas prelas .iberias para seuhora, fazenda boa 800
I ellos de camisa muilo finos 320
/ Dilos mais grossos 210
E moilas oulras azendas de bom goslo. que se ven-
dan mais baralo que em oulra qualqucr parle, dao-
se amostras deitaudo peiihorcs.
VESTIDOS DE BOA SEDA POR TOLCO
_ DINI1E1RO.
Corles de vcslido de seda escoceza com 18eova-
dos, sendo de novos elmodernos gostos, pelo baralo
prejo de 18-") cada corte : na loja de i norias na rua
do ijueiinado n. 10.
".f.Vendem"Se ''"'i0* 'lo reino ff"'' ">ovo a
igaw rs. cada um, carne do serlao a 280 rs. a li-
bra, lioguiras de carne de porco a ;100 rs.. banda de
porco a 360: na luberna da tua de Hurlas n. i.
Vedde-sc ama morada de casa de sobrado de
dous andaes, sila na rua do Caldeireiro da fregue-
doue S. Jos, c bem assim doas pequeas casinbas
dentro do quintal, ,lpas casas terreas oa rua da l'raia
do Caldeireiro e una cocheir*. as quacs licam nos
inndos do mesmo sobrado : lrala-se na rua de Hur-
las n. 110,011 no escriptorio, na rua do Collegio
n. ti.
Xa rua *do Creeno, loja n. 16, conlinuam a
estar a venda as mais superiores loalhas de puro
linho, que lem vindo jio mercado.
VELAS DE CJRNAIIU HEI 'NADA.
Na roa Diroiia n. 59, veudem-se velas de carnau-
ba refiuada, imitaiidu espermacele, pelo diminuto
prero de 460 a libra, c era porra i se faz um agra-
diuho ; assim como carnauba pura de todos oa la-
inanhos, por menos prei;o do que em qualquer oulra
parle.
FAKIMIA DE MANDIOCA.
\'riide-.-e por moderado preco etrellenle farinha
de Mamangoape em saccas de dous alqueires da me-
dida nova : na rua da Cadeia do Kccile n. 12, es-
rriplorio de Rallar \ Olivcira.
Fa/eadas por
muito menos do
seu valor, ni loja de 4
portas, na na do Queima-
do n. 10.
Conlinua-se a vender nesla loja o resto das f.izen-
das da loja da rua do Crespo, que foraro arrematadas,
e se vendem pelos seguales preros :
MadapoUo enlrelino a 2aN00, 33 e 39500
Dilo milito lino de jarda i-800
lino muilo largo e muilo fino com 33 varas KtfOOO
Alg.idanziiihu de 20 jardas 2g00
Dilo bom amcriraiiu \ :!^000
Chitas do cores, bom padres a 5a, 5sVl0 e 6M0Q
Corlas de calca de casemira prela a 5->5uo e ftJOOO
Dilos de rllele de telim prelo superior 39000
Jtriin de linho de quadros, o covado j
Dilo tranrado, a vara .., m
l'anoos prclin e >lc cores a :!.- e 39500
Cuita larga Trance/.a, o eavadu -2IK
li.i M eslreilas de cores, o covado tl,i)
AlgiMHOazal mesi'l.ido c do li.lras, o covado li.n
Cortes decaata chita I-ijki
Hilos de dula larga l-'.l.ll
Gravalal de soda de cores 640
Lencos de ganga e de chita, finos 200
Superiores velas de carnauba.
Vendem-se por prero rommodo: na rua da Cadeia
.lo Kecife n. 21, primeirn andar
Vende-s om relogio de aero palenle leales,
novo, roarronte ao Rosario em Sanio Aulouio n.
39 A,
A 16,000 rs. ocento
O deposito da< bichas de llamburgo, rn.i eslreila
do Rosario u. II, lornon a receber nova remessa de
bicha de Bambarae p-lo vapc inelez Aveo, que
paasou para o sul ; vendem-se a lio <> cenlo, e alu-
gnm se a .'liO as grandes, e 200 rs. a menores.
Reunios
inge/es de pa-
tente,
os melhnres fabricado em Inglaterra: em casa de
Henrj (iibson : rua da Cadeia do llccifen.52.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
NKORAS.
>endcm-se superiores iuvas de pellica muflo novas
para homein e senliora a I92KO rcis o par, .lilas de
seda muilo boas e sem dcfeilo algum amarellas, pre-
las e branca para hoiucm e senhora a 1>OO0 reis
o par, ditas prelas de lereal muilo boas a WK1 reis o
par, ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
bomem e senhora a 10(1. 500 e 000 reis o par, dilas
ditas para meninos emeninas a 100 reis o par, lavas
de ..-ma ricas da (odas as cores e brdalas, com
E'iarnicjo, para senhora a 39000a 39500 reis o para
e oulras mais qualidades de lamas, ludo a rua
1I0 (Jueiinndo na bem contienda loja de miudezas de
boa fama 11.33.
i'otassa e cal.
Vendc-se potasta da Kuts'ia e america-
na, cliegada nestes das e de superior
do rom 7 palmos de largura a IfGOO ,, vara, lualhas
de panno mais superiores que lem viudo ao mercado, dilas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras muia
lasr.tendaa por preco commodo : vendem-se na rua
.lo Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
Moinhos do vento
com bombas de repujo para reaar borlas e bai-
la de capim : na lundicaode D. W. Bowman
na roa do Brain ns. (i, 8 e 10.
IVa loja das seis
portas
baralissimu prero de 800 reis cada um, grai alas de ,
seda muilo booilas a 19000 res, bonitos atacadores
de coinalina para r.sara pelo bantissimo preco de
300 reis, suspensorios linos de borracha a 100 reis,
penles mnilissimu linos para suissa a500 reis.escovas
muilo linas para cabello a 610 reis, capachos piula
00s roinpridos e redondos a 700 e IrOO res, bo-
i'.iii frente do IjvrBiiieuto l<^n"Wllw,,m*drei,ero,ai,,,,,",,M,a***w
-roza e 120 rs. a du/.ia.ricas ranetas para peona I
Alpaca de algqdao de quadros, de duas larga- de aro a 120 reis. ricos poila-relogios a 1>S00 reis, I
ras, bonilos goslos, para vestidos I pataca 11 co- | raias de metal limito finas para rap a M) o fili >
vado, cambraia de seda, superior qualidade e gos- reis, eacovaa finissinnis para unbas a 320, 500 e 6(0
I Al.VAS PARA ENGENHO. los ""Wlernos a dez lusloes o covado, rhalv de : reis, escovas para roupa e cabello o mellior que pode
Na fiimlicao de ferro de D. W Bowm.nn I 2,1T" I1*0' '''" liso e h"",ado' lenos I" il,aver, ,r"m- ,200< 0 "'. Pincel, finos
riiailnllmm n,c a 1 r no,vmd"n UD meilln' bnnearem, com avaria a vintn, o leu-1 para barba a 21MI rci<, duz.as de facas e garios finos
ma no nriim, passandn o chafariz, continua ha-1, om completo sorlimenlo de lazendas de lo- 38000 rea, dilas de cabe de bataneo m.iiiissima
ver um completo sorlimenlo de taixes de ferro fiin-'las "" ""lllllal,es- "> P';-' retalho, que se lina a 1*000 a duzia, dilas fiuissims de cabo de
dido c balido de 3 a 8 palmos de bocea as ames q,,erc,n rp,lu'r a sedulas, por menos preco do que marfim o melbor que pode haver a 138000 reis a
ra nnalnirr Inia. aanda dinheirn i v..i-> I duzia. camisas de meia muilo linas a 19000 reis ri-
Cliegada uestes .1
qualidade e cal de Lisboa da mais nova
que lia no mercado: no unico deposito da
rita de Apollo n. iB.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ullimo
mente de Franca, pelo baralissimu prco de 19000 a
covado. Esla falcada be de pura lAa t A-da, e os
seus padres sao os mais bonilos que al o prsenle
lem apparecido no mercado : na rua do Queimado.
nos qualro cantos, loj de fazendas da boa f n. 22!
Vendem-se vellas de carnauba de compoic,;io,
a imitacito das elas estearinas, pavio americano, da
mellior qualidade possivel, bem comu de carnauba
simples, por precos commodos. arroz pilado muilo
bom e ja' mullo conbecidn por cresccr mais que o
do Maraohio, em arroba a 2?, em saccas a I98OO,
arroz de casca em saccas grandes a 3S50H, e em al-
queire medida velha a 39500, ludo muilo bdm : na
rua do Vigario n. 5.
CO II TES DElRISCADU ESCOCE/. A 2*300.
Na raa de Queimado n.91 A, vcndein-sc corles
de nscado escucez a 28500, de padrOM modernos
cansas franeczas linas a S60 avara, chitas fraiieczas
finas a 200 o covado ; do-se as amostras com pe-
CORTES DE SEDA
LISOS E COM QUADROS ASSETINAD9S.
Veudem-se na rua do Queimado n. 21 A, enres
de seda lisos c de quadros asselinadns, soslo nove,
Chegadoi pelo ullimo navio Iraned, chiles de meri-
un bordados a maliz com velludo, e oulras muilas
lazendas, que se veudcui em coala.
IBTES lu CHITA
NOVO GOSTO A 3*080.
Vendem se na rua do Queimado n.il A. corles
do cbila franreza de novo goslo: mamlani-se os cor-
tes e moshas. .
Vend. m-se capas de panno lino e ordinario
na rua do Queimado 11. 21 A.
CHUY DE OLVDROS
ASSETINADO COM MAIS DE VARA DE LAR-
GURA A I8M0 O COVADO.
Vende-se ehaly de quadros asselinados, de lindos
goslos i na rua do Queimado 11. 21 A ; dao-se as
amostras com penhor.
Mu lelas su per i ore.
Na lundiraodeC. Slarr&C, em San-
to Amaro, aclia-se para.vender moendas
de cattna todas de ferro, de um modeloe
constrncifio muito superiores.
Perfumaras de
bom rosto.
Na loja da boa fama encontra-sc sempre um rico
sorlimenlo de perfumaras de lodas as qualidades,
sendo seu auloro mellior que ha em Paria, riqusi-
mos frascos de extractos muilissimo finos, pelo baralo
preco de I52O. 1500,2 e 38300, jarros de poreel-
laua delicados e de modernos goslos com banha fran-
reza muilo fina a 2c, frascos cun esseencia de rosa a
320, paos de pomada francea muilo boa a 100 rs.,
fra-os pequeos e grandes da verdadeira agua de
Colonia do Piver a iSO e itKX), saboneles finos e de
diversas qualilades.ps para denles o mellior que po-
de haver, e outras mullas perfumarlas, que se veu-
dem muilo baralo: na roa do Queimado, na bem co-
uhecida leja de miudezas da boa fama n. 33.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem->e superiores meias prelas de laia par"
padres, pelo baralissimo preco de I5XOO o par : na
na do Queimado, na bem ctinhecida loja de miude-
zas da boa faina n. 33.
CARTAS FIMSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-se superiores cartas Traueezas para volla-
rele pelo baialissimo preco de 500 rs. o baralho ,
na rua do Queimado, na bem contienda loja de miu-
dezas da boa fama 11. 33.
Bonecas franec-
zas.
Vendem-se moilo bonitas boncras franeczas, pelo
baralisalmo preco de 1y2H0 e t.-VO : na na do
Queimado, na bem cenhecida loja de miudezas da
boa fama n, 33.
Loja da boa fe.
Vendc-se chaly de quadros de bonitos padrfles a
.100 rs. o rovado, ditos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de retroz de bo-
lillas rores a 5j, dilos com Ostras de seda a 7?:
rua do Queimado, nos qualro canlos, loja de lazen-
das da boa fe 11. 22, detronlc da loja de miudezas da
boa lama.
MISTA m BOAS {RALI
(lades lie muito barato.
Vciifle-se papel de peso e almaco o melbor qua
pode haver oesle genero a 3, i, 5 e OaOOO a resma
papel paquete analto lino e e muito boa qualidade-
propriameule para se eKrever por vapoics para
E-uroen em eousequeitcia de nao so payar srandes
porte de cartas, em reamas, meias resinas, quarlos
de resma, ou mesmo em quadernosa so r,., papel ile
linho verddeiramenle almaco e proprio para carlo-
rio a 19 ra. a resina, verdadeiras primas de acode
bien de tanca conhecidas pelas melhores que 'ha a
I32OO a caixiuha com 12 duzias, dilas sem ser de lu-
co de lance, mas lainbem muilo boas a (lid a caixi-
nlia com !2doziaa, duzia de lapis muilissimo fin aso
.120, 400 e 500 ra., dilos para desenlio a SOO r-
duzia, caivetes muito finse de todas as qualidades
1 l" '.'i-, Unta ingleza mml.. boa e barata: na rua
do Ojueimadu, loja de miuilezas da boa fama n. 33.
Em cpsa de M.CalmontA C, prara Corpo Santo n. 11, ha para vendtro
seguinte:
Taboado de pinho, alcatro e pixe dr
S necia.
Alcatro de carv&o.
Lonas de algodao.
l>|us de linho.
Untas em hilas.
Esponjas di'strpei'ior (|ii,ilidade.
Cabos de linho edeMaiiilha.
ludo miiitocommodo.
Attenco
S
Kiscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
de escravos a 100 o covado, colchas brancas adamas-
cada de muilo bom goslo a 5.% atoalhado ndamasea-
Vendc-secaldeLisbnaultimameiiiichegada.as-
siincomopolassadaltussiaverdadsiw: napraca do
Corpo Santo B.11.
Salitre superior.
Vende-se e muilo baralo, na loja .le ferragens da
ju. do Oaeimado n. 35, em porcf.es e a retalho.
Um coriiplelo sorlimenlo de bordados como am, camisetas rom mangas, collarinhos, peililhns,
romeiras, camiss, coifinhas e pelerinas ; tambem
lem um coinplelo sorlimenlo de ricas llores, entalle!
para eabeea, lilas e os verdadeiros e modernos bicr
de linho: na rua da C jia-Velha n. 21, primeiro
indar.
< ms-ms |/aetas para luto.
Vendem-se cansas prelas muilo finas proprias para
lulo, pelo hara'issimo precn. de ISO s vara : na rua
do Queimado. s qualib canto, leja de fazemla da
boa fe n. 22 ronte da |oja de miudezas da boa
fama.
acbam-se a venda, por precio commodo e com
prompltdao: cinbarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despez ao compra ior.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C.,
na da Senzala-Nova n. M, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, eandieircs e caseaea
bronzeados, relogios patente ingle/., barris de gra-
xa n. 97, vinho Clierry em barris, camas de ferro,
no de vela, chumbo de munir.o, arreios para car-
io, lonas inglezas.
.Sal)Ao preto.
Ja veio o sab.1.1 prelo, o vendc-se sonicnle na ar-
ma/ciii de Joao Marlins de Barros.
Kelog-ios
coberlos e dcscohcrlos, pequenos e grandes, de oa
e prole, Miente inglex, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/: em casa de Soulhall Mellor & Compauhia, rua
do 101 ros n. 38.
Cobenores de laa hespa
nhes limito encorpa-
dos e jajratides.
\'endem-se na rua do Crespo,loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Para os naiiiora-
dos.
\cndem-se flbas de papel muilo bonito, proprio
paia correspondencia de namorados, pelo btalo
preco de 10, 60, SO e 100 r.. : a rua do Queimado,
na he coanecida loja de miudezas da boa fama
n. .{.{.
nielogi.ns de patente
inglezes de ouro, de saboneta e de vidro :
vendem-se a preco ra/.navcl, em casa de
AiijjiisloC.de Abren, na rua da Cadeia
do Kecile, armazem n. ."(>.
Oil (le Lifboa.
Vendc-se orna porreo de Larris rom ral de Lisboa,
por barato preco, e relalbo a 3 o barril t na rua da
Cadeia do Reeife 11. 50.
a* es
em oulra <|nali|ucr loja, seudo dinlieiro visto
a boa fama
BICHAS DE HiMBORGO.
bicha, de ll.ml.urgo por |e a|Ha. vapor ingez
..lamar, qoe passou para o sul no dia do cor-
rete, e vendem-se por menos de 16*000 e cenlo e
alugam-se muilo em ronla. '
Atleuco!
A" loja de \ portas da
rua da Cadeia do Ke-
cien. eS.deNaroto
Mara Carneiro.cbe-
rasabolnaduras de madieperola e niela! para col-
lele e palllf pelo baralo prero de .".IKI e IKI reis,
liniasima navalhaa para harha'em cslojo* .le urna e
duas navalhas pelo baralissimo prero de 2^I(WI oes-j de Sedas COm lilldissiros dlSCIlllOS e de
tojo, r.uidieiros americanos muito bonilos proprios n,U. -,.-^__ r 1 1 l 1 .,,.
para eldanle* oumes.no para qualqoer aMabele- mUltPerM Ualldade, pdo baratlSSI-
riinento, pela boa luz que da a commodidade m0 P'ecO de lil.sOOO 1S. O COrte, dita
de se poder eeodnrar ou pr-se em cima de qoalqur
droa e lislra, de muilo bonito* padrea para ealca .
palito* a 00 rs. o co va lo, curte* de calcas de bonitas
casemira de algodao, pelo baralo proco de UI20,
brimziubo deqoadros de paro linho a 210 cov.d,
panno de linho muilo fino a 610 e rara, peile* aaai-
tu linos para camisa brancoa a de core* a 400 e 500
rs., camisas de meia mailo fina* a IJ e 15120, iuvas
prelas de lorcal para senhora, fazenda bluiio sepe-
rnir a H00 rs., dita* de teda do lodas a* core* para
hornera senhora, pelo haratusimo proco do 1*90(1 o
par, dita* de fio de Escocia para menino* e veninas
a luo rs., leucinho* de lilet muilo bonito* a 15, rica*
grvalas de seda prelas e de coros a 1, meto* lenice*
de seda para grvala 600 r*., dilo* prelo* Meto
Dons a 15, peca* de cambraia* de salpico* cea 8 ve-
'" < meia a 39200, e i 10 a vara, ditas sdaaaasrada.
minio boas p.ra cortinado* a 12, caaabraia lisa moi-
nreroV.0^'.""' "" '""' ** b"'"o
preco de .,wi a vara, lenco de cambraia mailo Isws
lodos brancoa e con. barra* de core* 300 r... le,,
gou ltimamente um rriande sortunento iL ,ranc'* muiiobeasa 400 rs, chale. o>
;
iw----- .< i <>. .ii taina *i. ,,f,
]\a loja das seis
ras que gostam do bom e
barato.
Sui
!..
or farinha de mandioca em
saccas.
Vende-se qualqucr poreflo de muilo boa farinha
de inaudinca. rbeaada ha in.nio de S. Ualhew a
preco mailo commodo portada sirca : no cseriplo-
no da rua da Cruz 11. 19, nrimeiro andar, ou no ar-
mazem do Sr. Pacheco no jcaes do Hamos.
Retinara
d(
No deposito da
han. I l(i, vende-stj
Monteiro.
na da
assuca
Sen/.ala-Ve-
reinado de
superior qualidade,' le arroba para cima.
Lencos de cam-
braia de linho
A 320, 400 500, c 640
Gadal uni.s
Vendem-se na rua do.^respo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Xa loja das seis
portas.
tim /'rente do Livrament.
Alpaca de algodao de naadroa grandes e pequenos,
ao goslo dos compradoras, fazenda inleiramente no-
\l .""i6 'nerri"lo> co">| duas larguras, que faz mais
oe qualro palmos de largura a polaca o covado, cas-
sas irancezas de padroesf modernos e muilo finas, o
curie tres mil rci, c tlmbem veude algons corles
com barras muilo esqiiesilas c linas a Ires mil reis.
e.m i Iota sarrilica as fazendas por precos que ani-
n.am, porque espera oMimento novo para aaprecia-
vel festa do Natal. I)a-se de lodas as azendas
amosira mediante um beahof que equival o valor
ai lazeiidas ou amo-iras que os portadores trazem
ordem de levar.
Vend e-se
cemento muilo novo, ckesndo em I i de maio prxi-
mo pastado de llambufgo, por preco muilo em coli-
ja .1 yi-la da quahdadtj, lauto em porrao romo em
se linas: no irmazem de inariacs na rua
da Cadeia de Saolo A
jlonio o. 17.
ttencao.
No aterro da ll.w-V
sol, hechegado do l'ad
lia n. 22. loja de chapeos da
ni um lindo sorlimenlo de re-
de-de dilferenles cor i* e goslos, igualmenle lem
varias pelles de onra de varios lamanhos, e vende-se
muilo em conta.
Aviso |iai-,i
Vende-se assorar
pequeas e grande*
no deposito de assuca
Cal virgem de
queni faz doce,
raneo proprio para doce, em
(orcoes, por preco commodo :
da roa do Vigario n. 27.
Lilboa, chegadt no hrigue
p : nos armizeiis de l'onseca, Uedoirea A
a piche.
doze anuos paramis,
una, lencos de eamb
heir.i a doze fintea*,
qualquer obra de casa
a moderna, panno fin
a o covado, propriol
muilo goslo.
Rules de p,
J
Compauhia, rua do T
*'a lo; t d*y
frente do
vendem-se
Camisas indiapensa veis para bomem e mocos de
seis portas em
Livrament,
de esguiso, a dea lusles cada
aia branens para mflo e algi-
irim de algodao proprio pal a
_ a doze vinlens a vara, e min-
io largo a cruzado, ch ipos de caslor braneo france-
a oito mil ris e prelus de seda a sele. oe formas
mesclado dediflerentt* core
para palitos e sobrreasacas de
eit
cisno
tilla,
ara.
Na rua da Cadeia do Kecife loja de V
portas n. VS, vendem-se as referidas re-
des com cores e i|ualdades nteiramente
espicnlundrilicas
^asentirs finas.
x.i loja da Eslreila.
dein-
'ua do Queimado n. 7, ven.
-se caseunras fia icezas linas de lindos goslo*,!
pelo baralissimu preco
chapeos franeeus da
VINIId
Vende *e vinho d.. I i>rlo das qualidades
penores que ha, at as
lo e de oilavo, por p
Apollo n. 8, armazem
'
Mrmnr^

le i-i.ii o corle de cale
llima moda a i.~",ik|.
IKI PORTO.
es mais su-
regulares, em barris de qoar-
ei.os commodos : na na de
de assacar.
VENDE MLITO BARATO, COMO TODOS
SA1IE.M.
Vendem-se libras de linbas de boa qualidade n.
50, 60* 70 a 1$!U0, dilas muilo linas de n. IIM) e
1^0 a 19000, do/ia de leso-iras muilo boas para cos-
tura a l.-s, dilas muilo finas e grandes a IfitlO a dil-
ua, pecinhas de loco estrello a 560, calimba* com
Bgnlhaa franre/as muilo linas a ll>0, cauinbas com
ll novellojde linda* de marca moilissiino linas a
2SO, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
nas e senboras a 2011 rs., meias brancas muilo linas I *" 'l"e l"<1" se yende mais barato do que em oulra
para senhoras a 210 e 1100 rs. o par, meadas de li- I m,l nhas muilissimo linas para bordar a 100 e Ii0,| bo- i *" loja de '"iadezas da boa fama n. 33.
loes demadreperola muilo finos para camisasaliOO rs.
a giosa, boloes muilo finos de ago para calcas a 2S!l|a
grosa, livelas douradas muilo linas para calces e col-
leles a 1211 cada nina, penles de balea mano finos _* _" Vendem-se ricos penles de tarlaruga para atar ca-
par. alisar a .HNl rs., pecas de fila de ludio com 6 PflRTAQ V'tl VHVMfV T\ II be,loa **5U0' raeii" de s'na de -'ores muilissimo lin-
varas c meia a ..II ..-., carnudas com cohetea france v 1HO ultl I Uuil 1 ti IIU jal* rti,s Di,,a cr'"CJ de um mei a om anuo, pelo baralo
aesaOOr*., cairelis de hullas de 200 jardas de UtiMriITn P '"O o par, lencinhos de relroz de lodasas
muilo boa qualidade e de lodos os numero, a80 r-,, V ft AnLLIl I U cores para s uhoras e meninas alo, loucas dt I ia
MT ^rlslST,.n-rfoes,,,'I.,^r.l'0i,. ^'^' "* d" '^ 1 EL Z:.......______! E! 5enhoras n,en'''as '*< ""isas de mei
x> rs., pares de suspensorios a itl rs., torcidas para
candieiros a SO rs. a duzia, carleiras de marroquim
para algibeira com molas douradas a 000 rs., cane-
las para pennas de ac a 20 e -40 rs., meias brancas
e cruas, laaenda muilo boa, para homem a 160 e 201)
rs. o par. Irancinha* de laa de caracoes e de (odas as
cores a 100 rs. a perinha, penles de chifle para ali-
sar, fazenda muilo boa a SOO rs. a duzia, grata* de
holoea de loafa piulados para camisas a 210, pcca
de fita de eos de lodas as larguras a 2i0e H20, linbas
brancas de ear.eleiscnm 100 jardas do autor Alelan-
dre a 10 is. n carretel, linhas prelas de meadinhas.
lazenda inulto boa a 20 rs, a ineadinha, cartas de
allinelea da mellior qualidade que ha e com 2". pen-
les a 140, penles aherlos de balea para alar cabello,
fazenda minio boa a 2?00 a duzia, meias de fio da
Escoria para meninos, brancas ede cores a 210 e 320
o par, grozas de livelas para sapalos a 560, caiiinhas
envernisadss com palitos de fogo de veliuhas deboa
qualidade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 eniinhas de
phospboro, prop.iemenie para charolo, a 320, Nesteestabelerirncniocontina ahaver um rnm
cash.es muito bonitos para beugala a 10 r-. sa- > :... j i r llra com
paliaba de laa para cianeas 'loo rs par P'el sor"menl moendas e meias moendas
trancelins pele para relogios, fazenda muilo' fara ell;enn0. marliinas de vapor e laixas de
boa a MO, e.rovinhas moilo boas para dente a !ferr0 u"Mo B coado de todos os lamanhos para vnde-se panno prelo e azul, fino, fazenda mailo
KJ" r. Alera de lodas eslas miudezas vendem-se I (lito. snperior, pro va de liman, neto baratsimo atenida
SL "","i.n,M' 1ue visla ,le 5U" qua- Vcnde-sr- o siiio r.,m, a. k a '^'** Coy"i"' *''"" l"cla """"< '"' < i co-
lidades e baratos preros ten, cansado admirar*. d j.^" "* "f""* '"Irado do falle vado, roerinuselim. fazenda superior para palito, ,
..os proprm, compradores: na rua do Oucima- ? ^
do. na bcu, ronhecida loja de miudezas da boa ;',', T 22 "'lo:.. ^JlV*A^ ,^^^b^*^ ** tnr^^^ p,U mJSZSZ
algodBo de cores de bonitas padres a 80 r... n
dii.hos muilo lino, e de m.iu boa,,., paOrr tGM
ufa S" d.e ilnho '" 6noV960 a va*.,
no, U'e V ,*fl*) P"1" o> -ada pa. -
.:J'tl'",'' ""0 '"P*rior a 3. per, dilM MW>-
quatro canlos na loja de" fawnda.^^ratTL'i: S'
defronle da lo), de mi.deza da boa f.raT
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora ea Saaio Amaro .
lambem no DEPOSITO a. r Rram, hJ
na entrada, e defronte do arsenal de marinka, h*
sempre um grande sorlimento de taixaa, tanto de
fabrica nacional como estrangeira, batida* fsaadi-
das, grandes, pee/uenas, raxaa e fundas ,,,
arabos os lagares existem guindastes atara (arro-
gar canoa oa carro, ores do despezas. Os
precos sao os mais coa |
I
Pianos,
mais acredilados autores, preciado na eiposicode
Londres: no armazem de Ko.trou KookerA,-Com-
pauhia, praca do Corpo Santo.
AGENCIA
Da fundiro Low-.Moor, rua daScnzala-No-
n
.tS-m, .raveas de verdadeiro burato para prender
cabellos, pelo haratissimo prero de 1?, ditas de lr-
tiirusa a .1-3500, ricos taques com plumas eespelhos e
pmluras hnissimasa 2S, penles de bfalo muilo tinos
v.i. ... para tirar piolhos a 500 rs., lesouras lini.simas e de
Xcidem-sep.anosverncae, inglezes, de eleganles odas as qualidades, rica, trancas desed.de md....,
modellos e .elleules vozes, fabricados por um dos coree, larguras, ricas fitas de seda I i-as e l.vrads ,
algodAobranrasedeco.es proprias para corlinado-,
outras moilissimas coasas, que ludo se vende por
tao barato preco que aos proprios compradores *er-
viradeadmiracfio : na rua do Queimado, na bem
va n. 42.
! conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Loja da boa f.
fama u. 33.
. NA LO.IV 1)4 BOA F\MA.
vcu.'c-se bandejas grande*e muilo linas pelo ha-
ratissimo preco de laOOO, i-rOOO e .5.J00O reis. mu-
los de armacao de co de lodas as graduares a
>*0 res, lunetas rom armacao dourada a I5OO reis,
dilas com armar.in de tartaruga a 1^000 reis, ditas
rom armaran de buralo a 500 icis, oculuscom arnia-
Co de inelal branen a 100 reis o par, lmelas com
armacao de tartaruga com 2 vidrua a :ij000 reis, ri-
co. clnrolps pan rav.Hoa do homem e senhora pelo
Kesfriadeiras.
Vendem-aa Seflias coro perteaces,
patente ingles oda melbor quaHda-
de que lem vindo a esa anercaeVi :
no armazem da Adaason He
? I".., ruadoTrtpkhea. t.
Navalhus a Cbiitenr>.
Coiiiinna.se a vende aHaOOO o par(prtrd~>e, a*
Kaki o/inh<>i<4>-. '* aa_ aV. _a -
i.feila*
erojdi
posirOes: vendem-se cero candirn d* acra
dando poder o comprador devolv-li* M 30 ttae
depois da compra, resliluinde-se a importaima -rm
casa de Aususlo C. de Ahreu, .a raa da Caaata dm
Reeife n. 36.
VINUO DO PORTO SITERIOR CHAMICO.
Km ca las de .loas duzias e em barr* de aitaw*
receulemenle chegado pelo brigar Ireueu .
vende-e onmimenle no armazem de
Castro na ru. da Cadeia do Reeife a. i.
No deposito de bichas, rua eslreila do Rosario n.
II, vendem-se resfriaderas de barro moilo lino, vin-
v V.l'..-'.'!,).,"-S0-' "SS"n C"m qa"J PonnaUoB,
Iras
- qoeijo
de t.enova. esleirs de Angola, e
Vcndem-se dous pianos fortes de Jacaranda.
construetao vertical e com todos o "
mais modernos, tendo vindo no ultii
Hamburgo: na rua da Cadeia armazn
lina a 800 r. o "covado. corts de1 eoleles" de g'oreii" ARADOS DE FERRO.
rao de seda, fazenda muito boa a 25, cortes de fus- Na fundtco de C StarT C. ai.
les de bonitos padies a 610, brim Iranrado br.nro laura ,-!,.- .. ... ana
de puro linho a la e tal 10 a vara, brins lra..C.ds "'."" "* *mi" ar*> 'rr. destt-
de cores de muilo bonilos padres e de puro linho a ^"0T 1u>"dade.
1-5110 a vara, ditos ditos lambem de bonilos padres
1800 rs. a vara, dilo (raneado pardo lambem de li-
nho a 000 rs. a vara, dilo liso
largo a 11K0, ganua
mullas ou- : amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a .12" e 360 o covado, dilas de cores escuras de no-
VINHO IH PORTO GEMjIM).
> en.le-'e ptimo vinho do Porto ea
quarlo e oilavo, por prero razoavel: na re ele Ca-
deia do Reeife n. 13, earriplorm de Bailar < OH-
Dos proniioada .,....... parte da primoira lotera a beneficio do omento de NoSS* Scuhor do Carm.do
. _______________ Kecile eitrahida a i de Agosto de 1836.
NS. PREUS.
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