Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07451


This item is only available as the following downloads:


Full Text
a mu N. .
SABIHIK) 2 DE AGOSTO DE 1856.
Por anno adiantado tV5#00O.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO N>RTE.
Parahiba, o Sr. Gervaiio Y. di Natifidada ; Ka tal., o 8r. Joa
quim 1. Pereira Jnior Araeatj. St. A. da -Lmoi Braga ;
Cear. eSr. J. Jos di Oliieln,- Minnhao, o 8r. Joaquim Mar
qu Rodrigue! Piauhj, o Sr. Domingo! Herculino A. Peatoa
i aren : Par, o Sr. JtutinitaoJ. atemos; Ar*ilzonai,o Sr. Jrro-
ojoto di CMU.
PARTIDA DOS CORREIOS.
lllui.l,. : Indo,, os da*
. O.
ora* .lo .1.
IH .....iiii.l.f
lmir."ii. (b.innna i- l'-a,l<,t S. Anillo, HrarrriM, li..ttiio.<:.tr S. Loun-iij.., I':,,.-.! Vil,.,. Saureth. I..........c... Mr.-,... I'
Mira. Flore.. Yla-Hi-lla, Ro.-Yl.la, Oarirarj Ev. : a.i
Cabo, Ipojaca, Siinili.".-!. Ili.-t, l'n-, lifr.'ir.
Piasealcira. e ,\aul : aalaus-feiraa,
fTodua us riH-rctnl aarteaa aa 10 lioras la manda.. ,
. a lerfa-IWra.
taga-
--r.-.r-
Agal-Proi
AUDIENCIAS DOS TMMTXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai aabbadoi.
Italacio : tercai-feirai a aabbadoa.
Fizenda : quartai a labbadoi 11 10 horai.
Juio do commercio: aegundu aa 10 nona < quintal lo meio-di
Juno da orphaoa .- legundaa quintal ai 10 bom.
Primeira vari do eivel : Mgunda Hitai ao meio-dia.
Segunda Tira do eivel: quirui Hbbidoi ao meio-dii.
EFIIEMERIDES Do ME/DE AGOSTO
9 Quartocreicente 1 hora i7 mtnutoi 48iet-uudoi di m
16 Lu chtala I fion,,2n minmo.e8 icgundoi da minha.
MQuartomiuguintiiiG horas.-S minutte 48 legundoa di l
JO Lu non ii 8 boras. ti mioutoi.48 tegundoidi maosa.
I'REAMAR lit.llo.il..
Primein as6 horas a Ii minutoi di marinan.
Segunda as 6 horas 30 minutos di tarde.
O- senhore da comarca do Bonito, quej quierem
subscrever para este Diario queiram dirigir se lo
Sr. Joao Gomes da Silva, que esta' auiorii'.Jo pira
isso e por intermedio do mesmo Sr.
lolhas sem despea algaoia alem da sob
las rescendenles flores, aquelles timpirlo regalos,
que a m&o inexoravel do deslino lite arrebola ; en-
viar de looge urna oracao a cinza dus antepagados e
afleicoados, e Dito poder solta-la dos labio. Tremen-'
le ajoelltado mesmo em presenca da campa daqucl"
le qoe e prauteiam ; lie un tormentn tamauho,e
18o conlinaado que nao ha penna olrarar. nem er"
presses para o descrever, nem imaeinacfio para
eomprehender.
n Infeliz proscripto, qoando oulros ii.'m tasserr "'
A Kecista Conleporannea pabUcou em seu nomo- '< Icos paderimenlo, este si baplismo de urna (,oya
berta ai
cao.
dos quajes cada um se enlloca Mas nao culpem es-1 mecido do
DAS DA SK.M \ \.\.
28 Segunda. S. Innoccncio p. Ss. Nazirio : Celco am.
29 Terca. S. Maulla v.; rk Beatriz e Flora Mm.
.10 Quarti. S. onatilla : S. Rufino m. : S. Julia.
31 Quinta.!-. Ignacio de l.oyolla fundador dos Jesutas.
1 Sexta. S. As cadeias de S- Pedro apostlo.
i Sabbado N. Senbora dos Anjos ; s. Estevao p. m.
3 Domingo. Invciico do corpo de S. Estevao protomirtyr.
EXCARREGADOS DA M lS. lll'i \n NO s, L.
Altgon.o 8r. r.liudina Faleao Dtaa ; Babia o Sr. D, Dunrat
Bio deJiDeiro.oSr. Joao Pereira Miritoi. ^
Eli PERNAHKl'CO-
O proprtaurio do DIABIOManoel Figneiroi de Ftrii, ni tua
Iirnrii, praca di Indepeodnecu o. 6 a 8.
u.pemor.vo.ta da poca ; s^li-T-V^^ V ""i-
^'dea!).ins.ecolus que se chocaran) em lacla per- i com as de llospanha, que a brolare.no. raios de sua ; vivas dados as pra.-as
Unas, d desgraciadamente anda alo linda ; culpe m
os conielheirus de ambos !
ii NoIdia:i de jouho marcliaram da Villa I rauca
todas as tropas que all se liaviam reunido i l-rei e
ao ma te. e chegandn no dia i pelas ."> horas da
manila., aos suburbios da capital, eutraram forma-
das em Ires columna-, riingindo-se a primeira a'a
especie era suflicieote a remir todas as tua cu'Pa'i' I corl 1 no estavain estabelecidas no paco das Neces-
itares lito intensas, molivos lo Irislesi p
jdem Isidades
a segunda ao centro da capital, e a terceira
ro I- datado do I de mam desleauuo, nina bio-
graplila do Sr. 1). Misu'l de Braganca de Sai au-
gusta esposa a Sra. l>. Adelaida Sophia de I.ow-
eusl ein. tes a saodosas. Adula,-r
Ja nos leriamos oceopado desle imporlanle Ira- roso de ouit'ora lie o exilado de Ilota. Ilaver" ,,ln 1u *! execntou sem abjaerjlo alguma.
balho se nto nos penuailissemos que a mrlhor idea verdade ; verdade inexoravel como a escreve ;''"'" l" *ua mag".iade, acompanli>do
arrancar lambem hojea uossa penna palavras ,r'*" ao ca,,<""- luimedialanienlu se mandn um oflicial
lalaces nao as lia oude o r""1"- 'echar n portas da sala onde rumia o cangresso.
V
que delle podamos dar a nosiua leitores era
IranscripeJJo de varios excprptos seas, mas para os
qoaei no* nSo tem at agora sobrado espaco.
H> eom effeito esta biographia nm docamento
que faz honra ao autor e ao paiz.
A divergencia de opiniAo poltica, a qtialtdade da
liberal nloimpe lio o Sr. I-'. U. Almeida a Araujo de
pagar a verdade e ao inforlouio o tributo devido.
O lampo, acalmando a irritado das paixas a a ci-
gueira dos partidos, deixou ja na uossa trra logar
para a imparcialidade, e do -eio dos proprios gre-
mios adversos sali o testemouho in-ii.pco a favor
de um prineipe, que a calumnia acciotosa procu-
roa desacreditar no lln.ni., e leve anda a covardia
de perseguir no exilio.
Fulgimos de registrar este seguros passosque va-
mos dando lis estrada da cviliac3o : e fulgamus
tanto maia quanlo uaquellas naces da queiu de-
veramos receber o exemplo. aindi agora, ao cabo
di tantos aonos e alheias como deveram ser as nos-
sis discordias cirls, ha pennis que sacrifleam a jus-
tiQa ao espirito panid.no, fazendo da historia um
acervo de falsldades rancorosas.
i.lu.ci ao mesruo lempo que em Lisboa um escrip-
lor coostilucional escrevia e publicava ama biogra-
phia do Sr. I). Miguel, perfumando-a de respeitos
para eom o illustre proscriplo, prestando liomena-
gem a elevaran r nohreza .le seu carcter, narran-
do os lacios sem os delurpar om mesquinlios odios
e respirando tolerancia, conciliar, >, < desejo de
verdade em todas as soas palavras, publicava em
l'.iru a Racista aos Dow Mundo* um arligo onde
aquello nosso principe he apreciado rom autiga
iiijiiiic.i e as vellkts aversdes de partido, que os
aonos e os successos ja deviain ler esclarecido e
Iraiisforniado.
A roais cabal resposta que podemos dar a femila
do* Dous Mandas lie apcnlar-He para as paginas
d> Retina Contempornea.
O escriplor fiancez, fazendo do liberalismo om
culto da raivas, insiste no romance cilumiiiosu, sem
se lambrar de que para Ihe ler lachado de suspcllo
bastara a ignorancia proverbial da ana nacAo a
respeito dos oulros reiooi ; o escriplor portuguez,
enoservando os principios da sua f poltica, prefere
a historia ao romance, e nao receta que a luz da
verdade Ihe exaoclore a penna, porque sabe que o
adversario imparcial e recto he 'nrabera o que in-
culca inaior forra a merec considerarao.
Uovia, sejn duvid- Araujo, autor da
biagtflpj'_"- que oc publicada ua
vil Hlai '.""oTIl ceisj>2r. en na
soa poticHO especial de liberal, mis para a simples
pusiro de contemporneo. O presente nao pode
ser o mellior historiador de si mesmo senao nos do-
cumetrlos que deixa, porq'te ejuizo desassombrado
perlcoce potteridade. No enianto, cumpre con-
fessa-lo, o aulcr da biographia, coldades se s ;uW%*Ai. menip. ~^^
Julgujyn n#r s- u?T" ^ios oa eo-.o- leitores percor-
rerdotode>aiiicll e;.*H'l, e ei qii.ulo o nio pos-
suem, avalii'iii-no desdeja pelos' seguidle* tre-
chos :
Triste effeilo das dissen(iies ci\is, desgranado
resallado das conflagradas paixOes lunnane': Trila
annos ja vao contados desde que essas discordias
rebeataram, e iiifelitmenl o odios Iraasmilliudo.
seda pas a Blhoa, am<-ac,am perpeluar-ie elapr-
zer affastar de nos os flagelios da no..a ira.
a O sopro do Omnipotente tambem passooJJor
sobre esle pobre lento. Uerribou os pudersWi,
exaltoa os hamililes : Qoem pode a levinhar fuiu-
ro 1, Os livroi onde os seus decretos estao meado
siojjq Jncomprchensiveis para o e.-pint *iumaoo
quo proiiundo he o myslrriu dos seus nieinos A'
uossa frgil liumaoidad'e so compela pnttauto o re-
sigiiar-sc. .-
< V. que sublime exemflaWde^aWgnacio este
meio seculn decurrii.. us Ba|fjgl apresenlado !
tora, despida dos inleresses dos caprichos e das Pa'_ ***?? ?' Mi^uel rte Bng/n&t regressou a l.is-
xes, porque nunca recelamos laucar man a e'',a,
vestidura- ridiculas com que o fanatismo dos P*
ira se escu-
illudido
fer-
e Ihe faziain
amigo.,
honras e
: do Ihro-
?tainlo na
ia a naci
i
tte ama coiKolant > parVc ^piriTIftio meio de lin-
ios males o recorda-lo. ^_t, este o Inbnto qoe bo-
je pagttemns a um tlloslre pr>. soto, que nasceu
principe, chegon ao maiur fastiv da grandeza, e
actualmente longe da patria se ili "' a alma
nas saudades desta, como aqnrlle qu rda a ca-
da momento lodas as leinbrancaa de 'osparo
pas-ado, e al mesmo iodos os infort. r.esse
lempo, saiililicailna pela religiao da Ierro iialal,"
adorados tambara pelo mysticismo d patria 1
o Nao tenanos descrever aqai essas dores lao
intinras e Uto agudas padecidas pelo corando do pros-
cripto ; porque ha dores qua si'i as iniagina-las u ho-
mem duvida pussam ser peoadA ; e, infelixmante
o coraeao humano as comporta, fazendo pasmar co-
mo possivel nao rebentar elle a intensidad* dellas !
Recordar os lagares do nascimento, e nao poder vi-
sita-Ios para ahi rrcolher vidamente aquellea Iitn-
ginqaos e aflastados sons que o embalaran} na mt.-,-
nice ; rememorar as mais pequenaA ei7eumlaneas
de ama inrincia descuidoaa e 1z, e nao poder tes-
lemonhar a essas aprazive;,, ,,(0, quauto a sua lem-
bransa ainda existe r.lfada saudoeamente na me-
7 iV Tdade mais adalta, enio ser pnssivcl por-se *m con-
lacto com as pevoas c as cousas a que essas lem-
brangas se preu lem ; iusejir, sob um eo estranlio
o formosisslmo co da patria : prantear com lagri-
mas de saudade, |yer1idas n'uiii solo eslrangeiro,
aqoelle benfico solo onde se nasceu, aquellea san-
dosos campos, aquellas ormisi-simas arvores.aquel-
OS CAS MENTUS DE PARS. 1
POH I-.DMUNDO ABOIT.
Oj/lXTO.
ti busto.
Nudia aeguihte eipsirava-se Mr. de tjueblau. Ma-
dama Micliaud eonluu an almoeo, que pass.ua a noi-
le ouviudo seu querida v.tisla, oqual c.ntava co-
mo urna sereia. Sna iiairac,ao (ez os prcien lentes
abrirem muilo os ulhos ; mas qoando aouberam que
Viclorina turnara narlenu pasieio, sua sorpreza con-
varteu-se em pasmo, e perguntaram a si meamos que
papel se lliei lazia representar. Nunca linham s\m-
pathiado com Mr. I:erl, porm comtcavam a lo-
inar-llie seria aversAo. ("erlamente, madama Mi-
cliaud linha o dueilo de encommendar ieu busto a
quein llie aprouvesse.maslevar de noilea sobrinhi a
dos a reveste, e rasga-las de alto a baixo r,ara a
deixar brilhar nas soas elegantes formas.
D. Miguel de Braganca he nao ai um v""
histrico do nono lempo; mal igualmen'" ul"a
grande licao de principes, um profundo esiJU "*
pocas. Nasrido nos calamitosos dias de,"""*
maiores revoluces que o mundo reenrda calen-
tado e educado no meio de grande lula d; an'IS"* *
novas ideas sociaes ; elevado ao supremo P*-7? '"'
encontr desordenado de desenfreadas pa,,oes 1,I
conspirando reciprocamente amas contra a< nutras,
se gladiavam de morle para obler a 5.Pre,nacia ;
obrigado forr;o"ameiile a svmbolisar urr prmcipio
de proposito encaruarim no principe p
darem com um norae lao prestigiadcr
sempre pelos deivairados conselhos de f'"n_e!,< '''r"
renhos na sua smliieao do poder ; enf"n" pr'*
falsa narr.ieao e inenluui apreeiai..i i q
dos acouteciraenlos ; alraicoado por f.
que se fingiam zelosos para medrarcm
poderes com os seus regios favores ;
no, que ephemeramenle oceupou,
sua queda umlerrivel cataclysmi qus
inteira, derroca no seu terremoto insiru"."us 'cu-
lares ; afoga no singue da guerras cit* milhares
de hroes de lealdadeque de nm e ouV lr", *
houve ; e deixa lao convulsa a patria qie "c,n ils
novas insliioe.6es, nem os novos homens.'" PIM'e-
ram, em trinla annos que vao ja dacorr'*os nem
cousolidar-se, nem entender-se !
Aos lj de ouluhro de IKO-J. pouro def?? las
leis horas da manhtta. sob us duirados lelos d' an~
ligo paln,i de Qiielaz. naseea o Sr. I). Migoe|Ma-
ria do Patrocinio Joi i Carlos Francisco de Assis a"
vier de Pauta Pedro de Alcntara Antonio Rapi,e,
Gabriel Joaquim Jo-e (ionzaga e r^varislu.
a As salvas da artilharia, os festejos de nm |ovo
ebrio de alegra por ver reprodozida em nova vr~
gonlea o troncal illuslre da real casa de Bragana-
saudaram o regio infante que a Providencia fa.l*
para 13o deseneoiilrados destinos ; mas que enl
anda se nopndinro descortinar nem naiiuelles v~
gidos de dor com que a triste lininanilade apella '
mundo iuteiro ao entrar na vida ; nem naqaell'1
sorrisos infanlis com que se acolhem no berro as ce-
ncas paternas e as gratas impressocs que us c "
"umdiys..-^*v^^,^ .
i Na vida dos hroes e dos marlyres sempre
tandas Jescobrem signaes precursores do futuro d
lino.
i Aqui nao sabemos mis se os houve : as leu
futuras o dirfte ; porque esses que ja vimos e-cr
los, ded izidos do seu nome e las duvidas
se eniroii para Ihe escolher om, sao allie
asiiimpio.
Desiinnu-... i, da 1 de nnvemliro per,, o
baplismo solemne, qoe se verifirou na real I
do mesmo palacio pelo eminenlissimo rard
lrii"'ha, sendo seus padrinhos o serenissinio
fa>te I. *e\jro Cartas, e madrinha a sere
.tihora princeca L>. Mari. Francisca BioedicU
au conde de Cavalleiros, ii.<...lomo-i,.i,: na prin-
ceza Carila Joaquina, foi queni condozio a ca-
pella o regio infante recernnasrido, sob um pallio,
em enjas varas pegaram oito grandes do reino ; le-
vando a vella o duque de Cadaval, a veste candida
o marquez de Valenra, e o massapao o marque/, es-
lrileiro-mir. .
boa. fa eiido a sua entrada solemne nesta cidade em
nm ver tadeirotriainphu, entre vivas e acclamaroes.
Devia ser ~
o He realmente um admiravel acto de heroicidade i represeniasse toda presidida. pelo seu reitor O gu-
a sna assignalura os esse de qne a princeza Adelaida dea teslemanho vernador civil de Leiria e autoridades dos districlu,
malvada impied.de ahrazariam a reinante casa de \ carll a7.sV,..'a.'r' KuVltaf e tan." -''Su iZ" Ef TVT^ *1 des'u,mbrilram wPl llr.ganca, depois de ouvidus sinceros e fiis porta- siasmo e dedicar?.? n ro-lrta 1 i? el&'n" "' res J'"de um ihrooo feliz, nem o diadema e o numero de pes.oas de distinceao.
o...7..\.ham.r.1.......> .....io ,..... "..."" *.* ae.c?'-"' l'roPria. ulrns disseram de-: sceplro de um monarclia atarlunado. Noaembe- O Exm. arcebispo hispo conde assislio de pontifical
os acoulecimeotos tai- eceram as v .zes de um povo inteiio acclamando o com o seu cabido nas exequias que fnram sotamui.si-
.leale- s re em transportes de alegra. Nao a deslum- mase apparalosis, e nao lazemos deltas aqni i
"f ^"l'" ",''""" -1"e'ci"'- P"a ''''']\ P* qe fi ie^n".r;''q;rio\,s"acoutec!mcotos fu-
delle Tazer iriumphar a obra comec,ada miili Inm. Irouserara D. Pedro
o de 1833, ja que o seu xito Dia hulla corres- | ram no campo das armas
- quc-lilo da lesilimi-
dade.
Estes fnram os que vendo Majorada o Iri-
umplio cni-tii iici.iii .1 pretendern segurar-senos
empregos, e medrar em influencia.
pondido a' expeclaeAo do vvenles.
ii Enviando el-rei a copia da proclamarlo, a-
ere-cenia va mais : (Jue esta o defendera deqoal-
quer falsa aecusacao, que de presente ou de futuro '
os malvados Ihe prelendessem argir.
a Termiuava pediudo a el-reique approvasie o o O partido monarchico qu de fende s direilos
seu nobra e real proeediment, concedendo-llie am l de I). Miguel, nem por ter o seu chefe lotate da
pa hceuca para resolver qualqoer impedimento que i patria, deixoo por is-o de trabalhar por manara
podesse sobrevir aquella einpreza. I perdida preponderanci-
r Na proel.mae.'to ao povo liam-se estas pala- '
vras :
o Juro de lodo meu coraeao qu minhas vistas nao
er recebido no sitio de Arrotos pela corpora- i sao ambiciosas ; que mea real deseio smenle he
cao da -amara, porem, ela nao poda all anegar par I Irilhar o caminho da virtude, aalvar o re. a
cau-a da a (fluencia do povo, ,'io-se abrigada a es-
perar i a S, oude S. M. se dirigi para aaristlr a um
T Dei 'ni.
As iropa- eslavain po-tadas na prarja do Roco e
rasadiarenles, leudo a' fente o lillio do mouarrha.
Sua Majeeslade regressou ao palacio da Bemposla,
acompajuliado sempre dos euthusiaslicos vivas da po-
pulac.io e da tropa.
o El-rei lego n'um dos primeira aclos determi-
nou por seu real decreta de -J de junho, que licas-
se sem eltailo o outro de i de dezembro relativa-
mente a rainh.i a seiihora t. Carila Joaquina, re-
integra tdu-a nos seus direilos civil e polticos inhe-
rente* anta qualidade de cidadAo poiluguez, co-
mo lignidade de rainba, indo necapar no paro
entre a real familia a taiir que digna e magestus-
inenle icrupava. O.Sr. Miguel de Braganra foi
encarregado de apresentar ranilla esle novo decre-
to, o q
quanto
inai.
o Po
datado
do seu
laguer,,
a o zeta
do c pi
le desempenhou com tanla maior satisfazlo,
he sabida a estima que cunsagrava ti' soa
nulro decreta do prometan do mesmo mez,
lo paro da Villa-Franca, havia el-rei nomea-
ilho ciiininanitanle em chefe do exerrito por-
(i em considerarlo dizia o mesmo decreta
que o infante I). Misuel, meu muilo ama-
ez.ido lilil, ltimamente iiiauieslou paro
suslenltr a digmdade da minlia coroa em lieuelirio
da naja porlugaeza.
o Eslk acoiiterimentus, nos quaes o Sr. II. Miguel
de Bragliiira loinou a mais aeliva parte, foram liem
acolhidijs pelas corles da Europa, e o> mini-lm- es-
tr.iigeirbs resllenles em Lisboa reeeberam orden
de Ihe Manifestar os matare lonvores, enlregando-
iit mi lo lo de seus soberanos varias cande-
ira premio daqoelle serviro failo a santa
Ihe por
corarei
allianra
a As
em q
as ao no.
" Terin.nadn oaclo. as salas do palacio foram
franqueados ndislinctamenle a todas as pessoasque
enlo iccudiram a Qoelaz.u
A a llalla familia real cnmprehcu lia bem a
inlensid.de do tormento desta necessaria epararao
e forrepondii com lagrimal, que rebentavam de
cor.roessautasos, as lagrimas affecloosas que ama
oaco inteira drrramava nesla affltatissima despe-
dida : e a innocencia infantil dos regios infantes,
na romprehendendo anda bem o immenso valor
ilaqneii i- lagrimas, tambem chorava, nicamente
porque va chorar an redor de si I E como, pasudos
anuos, os que enlao eslavam na infancia-liaviam,
peta Irislee agr asperiencia, exacerbada roais peta
raa o esclarecida de urna idide adulta, dar aquellas
~ ultras lagrimas ignaes, o seu verdadeiro peso
e af5*k-
P}r". abandonando o impeto qoe linlia for-
otado, e a qi.cm lano os Brasileiros deviam D. Mi-
guel. expalrianSP se de Portugal, onde deixa va ama
caroa, que Ihe haVa"1 cingido na fronte, ambos ver-
teram de cerjo nessi*>momentos ligrimas bem seme-
ntantes aquellas queN" "^al familia derramou no
dtaJW", i-; novembro '807 lacrim.,, que ,,au
ftshunran.. aera pv,.s*a> '-.^f^Tr-liatK os hroes
e os guerreros que as verlem, porque loman soa
origem na saudade, derramam-ss sobre a ingralidao
de muitos homens, e sobre a amizade de muitus
man, e sao a despedida alTecloosa da patria '. Po-
rem qoeexlraiiho destino este o da real casa de Bra-
ganca !
Em 1808 abracado, estas dous principe, confun-
den) mutuamente snas lagrimas, e buscam enlre si
recprocas consolac.Oes ; ero 183-2 reprezam no cora-
do essas lagrimas e esses altarlo, de raos, pan
arrancar de espadas, a cajo fio eulregim a resollido
6a peudencia que se trava enlre os partidos i frente
elcilroes corrern) enlao de todas as par-
le do n mo. s balalhoes das goardas naeunaea
foram di aolvidos. Em 9 do mesmo mez deierminou
el-rei acardeal palnarcha qoe se recclhesse a este
reino donde eslava expatriado. R"sli'uiram-se s
ordens bionaslicas as fruires e posse dos rer.di-
mentos a) bens qoe antes gozavam, n' leudo effeilo
' su npreisAo decretad-. Tambem' stes acoute-
'- V umo medalha deouro, para t-
ese reumram a elle naqoella villa,
idelidade aj rei e patria ; e outra
ira os olliciaea inferiore*1, cadetes e
entes orna e oulra de ama lila com
e duas escarales, que eram enlao a>
ac.ional. Tambem para os individuos
a divisan do conde de Amarante, que
_ .. .rilo ia o-.i. i, 11-,,;,-... >< provincia de
lonles. s martdou cunhar oulra inadallia
a le.-u la heralcm Helidade trantmnntaiM, da
lado, e no oulro a real efligie, peudeule de urna
a I ir, nca enlre duas verdes, sendo de ouro para
liclaei, e de piala para as praras de pret.
Irada do conde d" Amarante na capital
isa.la r un una parada. Esle oflirial ge-
beu tambem a (lulo de marque/, de Cha-
rcal familia, a narao, sustentar a santa re
'< lig>ao dos uassos maiores.* u
Terminava asaim :
i Ein, Portnguezes A estrada da honra est
franca, o segui-la he virtude, e o desviar delta
cahir em infamia. Vosso infante D. Miguel segui-
do do iinuiDri.ii eierctto purlngiiez, nao tornara'
o a erobanhar a espada, sem vos deixar em se
ii guraura ; c mli n em nnm, que eu me acha con-
vencido de vossa lealdade; sle tranquillos, dei-
.i valido operar aa aalondades cuustiluidas, como
o meio da mellior e mais ellt-az seguranra. Viva
o el rei o Sr. t. Joao VI ele.
o lano para nos, como para nimia gente he an-
da nm segre.lo a causal de todos aqui-lle. acoolecl-
menlse. Al mesmo se entra em duvida se bavia
causa efliciente para semelliaiite deinoiislraco de
loica publica eacio de violencia que as petacas io-
llucutes indu/.iram a por-se em.pratica. Kecordam
alguus que lodos estes successos foram eftaitos de
nina intriga hbilmente maneja la, afim de descon-
ceiluar o lufanle, e arrancar-lhe das n>3os o poder
que elle eniao coucenlrava.
i Os homens que cercavam o Sr. Miguel de
I Braganca, e sobre quein elle repousava crdulamen-
te na h lelo!,i la, liaoeran mullo a [liados e de lilla
peuulrarao para discriminar os verdadeiros dos fal-
sos Mus, e assim servir) pela creduliJade, de ins-
trumento aos manejos polticos. O fado tai que se
inventen um> ro, piraran para re-taurar a consti-
tuirAo de 18-211. allirroaodo-se que se Ir.mava nos
clubs a deposirao n'el-rei ; e que as pessoas inllu-
enles que o cercavam a acreditaran), dauda assim
urna apparencia de realidade a's supposii;oes que
inlSo Uieram propagar de que n i ii I a ule naque II
rennlao de (ropss s Uvera em vistas assumro po
der.
ei
tai sol'ni
neral r.'^l
ves.
po-
li Igualmente jurou I) Miguel a carta constitu-
cional, porcm o.ni reseiva de lodos os seas direi-
los.
a No en Trian i o as cortes haviam-se abarte em
Lisboa no da de Janeiro de 18-28. Todos espe-
ravama ncio-os a ebegada do regente, nessa nalur.il
espectaliva de couhecer o futuro que nos eslava re-
servado ; a cmara municipal de Lisboa havia pre-
parado no terreno do Paeo urna barraca de cam-
panha, esperando que subindo o Tejo all desembar-
caste para a ceremonia da entrega dos rliav*s da rl-
dade.
o No dia -22 de levereiro a artilharia das turres e
mais fortalezas deu llgnel de ser entrada a barra ; o
Tejo enciieu-e ae barcos que transjniuvam geule
anciosa por spudar > regenta. As sulioras luanlas
e a r.inl.o D. Cutite .1....., .,, ,m|, tc>in us es-
calerese levando direcctlo a' fra.-ataV7'-/-i/a. nelles
recolheram a bordo o tender t. Miguel. A regia co-
miliva drsembarcou no caes de Belem.
Inuuineravel mullidao de povo e grande con-
curso de Indas as classes, segote o presliln al ao pa-
lacio da Ajnda. Nesse largo se repetirn) consecuti-
raeute dia e noite euthusiaslicos vivas. Os depula-
dos a pares, todas as ~
grande riqueza do nmvo, vi vendo nos coro- ; narracao, porque ein nosso nnraerodVhoutam o fez
melhor d que nos o poderiamos fazer o nosso col-
lega o sr. Cuines de Abreu ua .oa correspon-
dencia.
Na manhaa do dia 10, depois de lavrido o cora-
;. -------------... plente auto, deu-se ruroeco i trasladado denois
decrelus da Providencia ; raconheceu-lhe a con-lan- dos suflragios do ritual, pegando nas argotas du rai-
cia nos per.gos, a dediec.ao na ventura, o valor nos x3o para o collocar no coche de jornada de um lado
transes provados, e prefenndo os dol, da alma e do Reamara municipal de Pombal
brou a
modos de urna vida famtuosa. Olhou para o pros-
criplo, commoveu-sc daquellas lagrimas saadosas
que Ihe vio derramar pela patria ; admirou-lhe a
nobre resiguacao com que bailn de om (brono, e
arredoo de si urna coroa, curvando-se humilde aos
corarAo as ephemeras grandezas da Ierra, c-lnuleii-
Ihe mSo de esposa, e consigroo-se a amenisar-lhe a
vida, dando-lhe assim um lenitivo s dores do cora-
jao, e um termo ao inforlonio |
o Estas palavras silo bastantes para descrever o ca-
rcter da nobre princeza, e revelaros .tales dessa
grande alma que a mao de Dos conduzio ao encon-
tr do proscripto.
" \ eneremos porlanto a magnanin.idada de urna,
respeilemos os provados inforlunios do oulro, e
recordemos sempre que D. Miguel de Bragauca. li-
Iho de reis portugnezes, lio de dlaslres monarchas
que hoje cingem a coroa, aparentado com as mais
antigs familiai reinantes da Europa, lem indispo-
tavel jus ao rrspeilo de todos os portuguezes que,
venerando o Himno co-nu um principio, loman) por
divisa da sua honra a idelidade ao re e i\ patria.
Eis ah certamente a que basta para se .quizar
do mrito da biographia dos augustos principes que
a Rmtta Contempornea acaba de dar a estampa.
H.'coiiimeu la-ia aos legilimisla portuguezes.sena
zem
sapaixonadu. e corlez com que a /retira Contem-
pornea delles se oceupou, honrando-se a si e ao
sea paiz,
< te quandu em quando lem dado no reino sig-
naes de vida e organisac,ao. A conspiraran das
.Mamolas, que Irouxe em resallado a pri-ao dos
seus dietas, la sendo fatal a estes ; porque senten-
ciados a pena ultima, somente deveram a salvarlo
dai snas caberas a una combinaran poltica, enao
necessaria, du partido eonsliiuciouol, que desejava
i consolidar-., por meio das eleicries, e que receiou
a aclitude do partido realista junto i orna. I ma
das mais illustres viclimas da lealdade ao principio
svmbolisado em I). Miguel de Braganca, e preso
mssa occasiao, Dionisio Caelano de Almeida e Sil-
va, ja banou ao sepulcro, pobre de bens de for-
tuna, mas honrado na sua tidelntade, nica conso-
lacao e nica heraiic.t que deixou a sua bem pobre
familia.
n A sua dedicijao aquella causa foi motivo de ser
preso amas puncas de vezes, apenas o governn libe-
ral presuma que o parlulo realista se agilava.
n Anda era 1816 a cadeia do Limoeiro o releve
entre eus ferros. Tambem no Algarve o capito-1 tazer-lhes urna injuria que'ees MM merecVm'
mor, Res (por alconlia o llcmexido soslenlou por
muilo lempo naquella serra com armas na mao,
bstanlo o pendan, que se devera enrolar na con-
venci de Evora Monta ; e ahi cancoa as Iropas
conslilocionies lancadas em sua perseguirlo al
que por lim, exhaurido de recursos, cabio nas maos
dos seu contrarios, desmenlindo nos ullimos mo-
meulos da vida, o valor proxado oaqaelle longo li-
rocinio de dedicario.
a Finalmente, em 1847, Macdamld veio tentar
fortuna nas provincias ao uorte do reino, desojando
aproveilar a revolla conjuntara em que esle se acha-
va, estando s fracres do partido liberal com armas
em punho n'uma lula encirnicad.i.
guio reunir a si ama tarca de tres mil homens ; m,n|e kj
porm,alraicoado e cnlregue.segando he vozpablica.
por umdos seus ajudantes, pagou com a vida o ar-
rojo da tenlaliva-
Nem he s com as armas que este partido tem
prvido a sua dedicacao. Tambero na imprensa
tem pugnado valent e corajosamente na deleza dos
seus principios : e anida hoje, entre mollas talhas
peridicas qoe leen) existido e existen), o jornal le
gitimista A Sarao sustenta cora vigor no campo da
ntelligencia e do raciocinio a cansa do principe
proscripta, edo partido que combatan com elle e
elle se sacrificou porManceboi, como sao os seus re-
dactores.e de generosas aapiracOes, avaacam eom o
secuta na via do progresso, condeu.nan.ta assim os
excessos ferrenlios desses' esturrados qae foram a
principal causa de lodos os desastres por que o par-
tido passou.
Puros desses excessos, buscam eucaminhar a po-
ltica da sua causa na marcha humanitaria de urna
alilada Ilustrarlo, e desaforados na conviccao de que
lomaram por norle o timbre e a honra da anltaa I
li Mi la le pcrlugueza, -a,.dan. da patria o proscrip- .
- e invernador civil,
. do ouiro os membros da familia, levando a chive
o Exm. marquez ; seguia-se ama carruagem com o
cnadjuclor da parochia de Pombal e mais a dos sa-
cerdotes, que acompanharam al Lisboa, alraz ama
escolla de cavallana de 20 cavaltas, seguia-se una
carruagem com o presidente da cmara de Pombal
e administrador do conselho, que assim qoizeram
mostrar o respailo do municipio e conselho por
aquellos restos por tantos annos entregues goaida
daquella villa ; logo o Exm. marquez e seas p-
renles, e o Sr. Francisco Correa das Naves, a qorru
o desempenho das exequias em Pombal tintas sido
incumbido.
Ogovernador civil de Leiria oesperar o aocni-
pauhameulo ao caminho.
A"s portas da cidade eslava esperando a cmara
municipal, e tanto esla como lodas as dos oolroa
conselhos e autoridades lories declararan! ier
quelles obsequios om tributo espontaneo dos povo
sem que para isso livesse havido o menor convite ou
insinuando.
A um -i-nal
.. dado na lofre da S e de iiileitxao
\ recommendaco esta nos reaes nomes que fa- convencionado. fecharam-se lods a. tajas da cidade
n objeelo ,1 aqurlle escripto, c nu modo grave, de- lodo o povo delta e nobreza vestidos de preta se
apinhava a entrada. A cmara desejou que aqoel-
Sebasliao Jos de Carvalho e Mello, marquez de
I omb.il, o ministro retarmador e inlelligente de el
rei I). Jos, que por sua sabia adminislracAo ,ouhe
illoslrar o seu nome e o daqnelta reino, elevando-se
ao par enlre os primeirc* dos maiores homens de
estado, fallecer na villa de Pombal no anno de
1/82. ., anuos depois de haver enlregado em oulras
m^xszi ^^::rZ^:^^n^^:^;
principio e auloridade mouarchica, desenvolvendo
o bem B inleresses dos povos, promovendo com re-
formas a instilnires o deseiivolvimenlo das scien-
cias e leltras, abrinilu ampias estradas ao commercio
e a industria, e fazendo considerar c respeilar a na-
ca porlaeueza enlre as potencias da F.urofV
Antes de fallecer no sea retiro, onde o seu anim"
e reriiil.ii dos seus actos o mustraram tao grande,
senao maior do que na lempo da ma prosperidade,
taz ennhecer a seus lilhos, que desejava Ibes Iransfe-
rissem seus ossos para o jazigo de seus anlepassadns
en Lisboa, e esla fui a raza porque o seu corpo
licou depositado em urna capella da igreja dos fra-
iles de S. Antonio de Pombal.
Diversos molivos coucorreram para qoe o seu
successor nao lizesse loso a su. Ira-ladarao, seguio-
se depois a repentina emigracao para o Brasil, nan-
ea fallecen, a um coujunclu de circumslancias fo-
ram retardando cumprimenln dquelle respeilavel
desejo, e pflr isso aquella allilnde que coiitinhi to
venerandos restos pareeia destina lo a finir alli em
lo em lleubach.e enviam-lhe iitc'essanlenMnle''os '''"",c"n- Hloslrando todava eom a; ana
votos do parlido que representan) .""' ""m,: 'l"e encerrava aquella villa
Exaarido de aacurso* e privado dos rendimenlos !,,.,, "U'' ^iLT" ~ ,c{a'\6,\ ,n;,,rT"" d I'"" I or.lens para une se Vizev
da sua casa em PorJgal. D. Miguel de Braganra b'1', '"' >u"c""r "presentante, dar um n.mpri. .
alguus anuos moitaslamenle viveu em Italia e d- mel" a"8 "'""'I1" do seu bisavii; iranstatindn os
pois em 1817 em Inglaterra, das penses qu'e Ihe Sf* re!l0,1Pr< a'S"ja de Nossa Seuhora das Mer-
davam us principes estraogeiros, e lambem do pro- i eml.isi.ua, que ale 1835 servia de parochia, c he
tas ossos enlrassem na cidade levados* mo, eei
deshlando em alas lodosos concurrentes, foi o caixao
levado peta cmara municipal, aovernador civil, ad-
ministrador do conselho e membros da familia ate..
igreja em qoe se depositan, passando pela freola de
racadores n. 8, que eslava formado em continencia,
mandando o eommandaiite urna guarda de honra
para a porla fia igreja durante a sua demora
Ein Aleobaca igualmente a camaia municipal com
as capas e varas e o a Iministrador e autoridades
esperaran) o fretro s porta, ra villa e pela mesma
tarn.i que em Leiria o leVaram i mao al a iareia
do anlign Moslciro. '
O mesmo aconlecea nas t
mar o administradur do liu
Tres leguas para aquem
Reventador civil de l.eirl
aquella, restas veneranda
seu di.liieln.
No dia 1:t fimo o acomptnhamenlo no Cereal, no
da Ii em Villa-Franca, e] no da 13 is nove horaa
Idas, reonindo-se ca-
pital.
as Caldas despedto-*e
i que quiz acompanhar
ale au ultimo limite do
docto das suhscripcs-s que no paiz para ese (n> se
abriram. Anda assim d'esta punco que linha o di-
vida pelos amigos fiis que o acoinpanhavain. e cm
o Sent s C) "-'dus a oulra poca.
Ao ai lanliecer jia 30 de abril de 18-21 se vio
reunida i a prarja do Raci'i una porreo de tropa de
linha da i uaruicao de La,'""* e Toram ilepois che-
gando all lodos oa oulros cornos, Unto de linha co-
mo de mi icias. Correu ao mestn-i lempo pela capi-
tal a ir.lina de se haver desTero urna trama con-
tra el-rei |: A certeza ir4]p*r poto a' fren-
te da Ir upa o seu commandanttfen chefe, o inclvlo
infante o Sr. D. Miguel, palavras da linzrl Offi-
cial e de Haver cun sua energa e cfit!l''j,^l
a lempo salvarao de Mo charos penhores a da pa-
tria, irauquillisou os nimos, e pur ande ipparecia
este lujo lu-llar dos portugnezes, resoavam os
vivas a' ana real pesua, a seus augustos pas, e '
nussa san .1 r. lisian.
E-pal loit-se urna proclamarn ; deu-se ordem
pora ningt em entrar un sitio da real residencia da
Beroposla,| onde se collocou Iropa commaodada por
ofll.-jaes dedicados ; procedeu-se prisa,i de mullos
individuosi que se consideravam iroplicadoa em prn-
jecloi hrsiis a' realeza. O senhor infante dirigi
orna caria a el-rei. A rainha a cuju conhecimenlo
chegoa a noticia daquelles acontecimanlos, dirigo-se
logo de ijueluz a' Bemposla, e reunida taita a familia
real couvucoa-se conselhu de estado.
a O conde de Snbserra, que era o ministro as-
si.lenta ao despacho, e da guerra e marinha, fui
procuralruhar" er preso, porm nao n; eucoinroa.
Nomeou-se iiov6*ii'.">'!d*J!e da polica, e finalmen-
te das duas para as Ires rrer^irlfiSiS, Wfijja\rY*
retiraran) ja qnartris.
Na proclainar.i i dizia o infanta, r.unmandanta
pares, todas as autoridades cvis, ecclesia.licas asmlas, qae duplicavam de valor pelas apuradas
e militares, o general t.lmlou e seu e.lado-maior i ciirumsianciasem que o principe licara, ailavel para
apresanlaram-se logo no palacio a preslar-lhe inasicoin lodosos portuguezes que no exilio encoiitrava,
homenageuse rspenos. O senhor I). Miguel de esqueci, as upinies publicas destes para smenta
Braganra acbava-se restituido a' patria, e investido lemurar a Ierra em que 11 lilla nascido, e recordar
na suprema direccfjo da governanra do astado. com elles, em intima e soave eonversacio, as coisas
' .'aJ..J. L' .' ,' V" ", ." \*len "alai, coja clicid.ide sao os seiit uuicos
nAchava-se a curte em beijamao no palacio da votos.
Ajada, em o dia de abril, annivenario natalicio I Estos couversacOes intimas, estaifranqneza, cap-
livara lodos aquellea que o Iralavam, e mais de
um alio empregado do goveruo coostilacional sabe-
mos nos. que encomiado com elle em Italia au In-
glaterra record sralo sua I llaneza, e altacluosas ex-
pressOes a respeito de Portugal.
Dedicado hoje aos cuidados de sua casa em Alle-
assim o pro- manha. tange do fausta das caries, passa os dias di
sua evislencia na dnce intimidad- de sua esposa e
lernas caricias de seus lilhus; e se nao foram as sau-
dades da leira ualal, e as recordarles de um esta-
do qu.. nobreme,ne inveja para os qoe Ihe devemo
ser, nao lastimara de cerlo a grandeza de um llirouo
moca e bonita como
com mais goslo!
Mr l.efebure.
Viclorina, Vmc. Irabalharia
dise Viclorina observando a
pbysionomia de Daniel, ci que alguern possa tor-
nar-se ania por amor'.'
Sem duvida, senbora, com orna so condirao
Qnai/*
Dez ou doze annos de Irabalho.
Vossa senhoria he hornea de prosa, n.lo er
oo poder do amor.
Se houvesse incrdulos, inlerrompiu galante-
mente Mr. de Mar.a I, a seuhora nao teria de pre-
gar muilo lempo para converl-los.
Capitn, se vossa senhoria diz-me fineza, per-
derei o Do domen raciocinio. Ondeaslavamos? Mi-
uh lia, conserve-se tranquilla. Eu diziaqueo amor
poda tazer milagreo. Exemplo : Sou a princeza.....
qoal princeza ? a princeza Atalanta, filha do rei,
nao sei de qual paiz. Paaseio em ama srCa paxada
por qualro cavallos ; nao, por quatro unicornios
braneos ; he cousa mais rara e mais bella. L m pas-
tar, que goardava ovelhas, v-me passar na eslrada,
enamura-se de mim, e no dia seguinle envia-me
um soneto.
Porque meio?
Por meio de ama pomba mansa ; issod-ie lo-
dos os dias. Ora, o soneto he admiravel ; logo a
passeio com am hoinem de irinla anuos ao mailo,
isso iiltrepassava os limitas do gracejo. Esse escalp- amor taz nm poeta.
tor nao era de primeira ordem, Irabalhava desde ** aind.i mais, senbora, replicou .Mr. Letabo-
quiuze dias em um miseravel buslo tem poder esbu- i r* ; ensinoo a prosodia, a orlngraphia e a escripia
ra-ta. Soa conversacao era airdt-iita. elle fallava pou- | um homem que lmente sabia apascenlar ovelhas,
co, e o espirito nao o soflocava. Madama Micbaud l"'1" '"" IMn om dia nao fallando das regras par-
davia acantelar-se de toas predilecc/ies de urna ho-
ra. Expunha os mais serios inleresses de sua fami-
lia sobre o lapeta/verde do paradoxo e do capricho :
em urna palavni, convioha que o marquez vollasse
ao castalio.
Todava, lodos reunirn) e hora marcada no sa-
li. Daniel, suilrivelnv-nie desalentado, levantou pe-
la dcima-quinta vez" as taalhas hmidas, que co-
briam u buslo laforHMvd< madama Michand. Mr.
Letaburo e Mr. de MarVal "coiitempl ivam-no com
ardepiedade culadaua eanalevula. Victorina um
tanto perlubada pelo peiiiVoieulu da volla do pal,
pergunlava a si mesma com .mViisIi.i, como sabina o
pobre rapaz da dilliculdaiie, eirtViue se metiera, lic-
preliendia a lia, cbamava a a ca tude. mas linha o cuidado de nao Wixa-la abi mul-
lo lempo. ^L
Senle-se buje diaposto'.' pergnnloo madama
Micliaud a Daniel. As huras se succedatt. mas nao
se assemelham. Iloulem imite Vn.c. (bniava, e
mili o me aprazia ouvi-lo ; agora trabalhe
Senlira, respoudeu Daniel, conheco h\m seo
semblante, romero a sab-lo de cor. e parece-rbe que
adianlaria muilo a obra, e vossa excellancia coirier-
vasaa nm ponen a allilinte. \
Poi bem. nao fallo mai, nao conheco mais
.inenien,! disse ello ;nsenlaii.ln-se d nm sallo e fa-
trada urna das caretas mais ariginaes. E rogo a a.
leri.i qae observe a tai do silencio. Ah se eu fOM,
{") Vida Diario o. 1J7
ticulares do soneto, que segoudo todos aflirmaro, -o
assis cnmplicadai. Li ltimamente om pequeo poe-
ma redigido por um dentista...
Pois bem, abandono a poesa. Mas a pintura !
Ima joven italiana est nas maos de om barbacas,
que pretende casar com ella contra soa mu I ule. j m
bello mancebo da cidade vizioha introduz-se uo cas-
talio di-arrailo rom o nome a o trage de um pintor
famoso ; elle* nunca mauejou o pincel ; mas o amor
dirige Ihe mao : dir o senhor anulo que islo nun-
ca -e vio'.'
Nao, senbora, mas euqui/ea velo. O deseuho
be urna ortocrapbia que nao se eusina em triuta
lices, e quai lo ao colorido Ismus alguns membros
do Instlale, que nunca o poderam aprender.
He verdade, Mr. Fert ?
Sim, senbora.
Mas, Vine, qoe he escoltar \ai lambem por a
e-ciiipiura conlra mim? Conceda-me ao menos que
um homem bem nascido, que nunca manejou seos
instrumentas, pode a tarca de amor fazer... um bas-
to para approximar-se daqaella a quem ama !
Na verdade. aechara, he orna cuusa que eu ta-
rja jiitaado impos-vel, lia seis mezes.
E agora I
Agora sou de sua npiniao : creio nos milagres
lo amor.
Viclorina sentio-se empalliderer ; parara Ihe qlie
da imperatriz rainha a nabor I). Carila Joaqui-
na, qoando tartas magotes de puvo comeraram a
percurrer as mas dando os vivas : D. Miguel ab-
loluto-D. Miguela invadindoas salas du senado ahi
pedirn) soa publica acclamaro ; e lomando os ve-
nadores o eslaudarle real, dasjanellas da cmara
qti^ejiarajiara o lerreiro dn Par;
clamaran) cora a formula usada.
o Era meio dia quando unta depulac.au do senado
parti para a Ajada a dar parle do acontecido na
cidade. Euiao expedio-te urna decreto que dizia
assim. *-%
ii Sendo-me rresente a representarn que em da-
o la de boje fez subir a minha augusta presenca o
i senado de Lisboa, como representante desta nobra
a e sempre le-1 cidole : sao servido reipunder-lhe.
i< qae exigilo a miiha propria dignidade e a honra
a da nacau porlugaeza, que nbjectostao graves como
n o que fa/. assampto la referida represenlacan, se-
a jam Iratados petas mes ta _,aue eslabelcem as
tais fundaineulacs i*Zn,rthia, Tnlin*7eTa T>J
neira tumultuosa o.,le infelizmente leve lugar no
,i inuo de 1820 '^Sia pur certa que o senada e
cr os honradW..abilanles d'esta cidade, depois da
o haverem represen!,ido nos termos que sotaenle
Ibes cumpria, darAo ao mundo e a' posleridade
cntle qae naquelle da tazia Iriumphar a o mais nina prova de sna fidelidad* esperando Iran-
grande obra come;ada em 7 de iitam do anno an-
tecedente,, dando-lhe segura estabilidadr. esmagau-
do de orna vez a pestilente cfila dos pedreirr li-
stes, que aleivosamenta projeclava alear a mortife-
ra foice prt'a icabar e de todo extiuguir a reiuinle
cisa de V ', tft,
o Na i a el-rei seu pai, dizia : Que eslre-
Na .ai (ongsi, e posso conla-la.
M'daiii. Micbaod conservava-se tranquilla por
acaso ; Daniel adiaulou prump uneiile a obra conti-
nuando ao mesmo lempo sua narrar.io mu lenta-
mente.
Ha seis mezes, disse elle, que eu lerminava
um ampo para o emhaixadur de despalilla, r ando
recehi a visita de um homem de iinuli.i idade, meu
collega de escola, chamado Cair.bier. Viera a Pars
para eserever, mas escrevia pouco ou mal. Kedigia
um periodiro inliluladu Ijx h'euille de rose, l.'lm-
partial de tu parfamrrii-, nao sel mais juitamenle
qual era. O cerlo he que elle careca muilas vezex
de cem suidos. Trazia no mez de Janeiro urna jaque-
la de la e de algodan da telle Jardiniere, com chi-
quillos em snas casas as ulleriores. medidas que si
a a mim perleuce dar.o -~-
n Esle decreto mostrava ae-nlencnes de serenar
os nimos exaltados, e tazer entrar no caminho
da Icgalidade aquella a-fiamrau, de que se divia
desviar lodo e qualquer prelextO lamulluario.
o Nal salis do senado pozeram-se patentas ca-
ero o brilhaulisimo de urna earoa quo por cinco
anuos dulorosainenle o pungirn..
Os tillaos do Sr. I). Miguel de Braganca. havi-
dos do seu cjisorcio. sao D. Mara das Neves, que
nasceu a de gusta de 1852 ; D. Miguel Maria,
que nasceu a 19 de selembro de 1853 ; e D. Maria
Ihrreza, que .sj-eu no auno de 1855.
i Pas
.-.indo de I^a1V.ioi7r*-le,n*nr,a- ''- faou
! ,.alacio de lleubach com a princM.J*;Adelade
.sophia, da casa soberana de l.owenstetn-'vv,,
Esta princeza nasceu a 3 de abril da 1831, e he do-
I jada rte grande tarmosura, e sublimes espirlos.
Lina phra-e sua na uccasia em que receben as ho-
ineuagens dos porim-uezes, Bcoa impressa na me-
moria desle parlido como o acto solemne da soa
aduprao na narao a que seu esposo perlence por
nasciinenlo.,i Je clainou a princeza uessa sotamnidadeb fa nac'ou
>-e/-u /ere de la couipter au nombre de tes enfantsn
responde o partido,que a allianra desla heroica orn
cera vio um penhor de perpetuidad! as soas eren
ras polticas.
a i-apella da rabera do margado que o grande mar-
quez recebera de seus aviis, leudo elle mesmo sido
b ipli-ado na pa desta igreja.
Ao primeiro apparecimenlo desta re. duran a c-
mara municipal de Lisboa moslroo desejo de ser o
municipio desla cidade, quem lizesse a Irailadaro
e Ihe levanla.se am monumento, lrocsndo-se mes-
mo a esle respeito ilgomai correspondencias hon-
rosas a memoria daquella homem de estada, e llson-
geiras ao seu successor e familia, reservando com-
ludo o Sr. marquez o cumprimento do dever de re-
colher aquellea ossos.
O dia 9 desta crrente mez da junho de-lino) o
Sr. marquez para urnas solemnes exequial na igrej
dos Tridas de Santa Antonio na villa da Pombal,
aonda os restos morlaes ss achivam depositado..
Como porem elles se aebiasem oo districlo de
Coimbra, cuja universidade eila lio estieitanieuta
ligada cum a adminislrar-ao desla homem da estado,
julgoo o Sr. marquez do seo dever participar ao
reitor da oviversidade a IrasladaeJIo, e coovida-ta
para as exequias, as-im como ao Exm. hispo, como
prelado, cuja licenca era Indispensavel impetrar co-
mo p.T ser o succissor de om dos maiores amigos do
seu bisavd. o Exm. D. Francisco deLemoi. hispo de
Coimbra e reformador di Universidade, e ao gover-
nador civil de disliiete.
l-oram estes os untaos convites, qoasi olliciaes, qae
se assenlou fazer, sendo espontaneo,, e por isso de
mailo matar valia, o qualifieado concuo que de
distancia de mullas leguas affluio para prestar um
Iributo de venerarlo memoria daquelle respeilavel
no me.
No da 8 chegoa o actual marquez de Pombal,
ompanhado do sen ennhado D. Antonio Manoel
de ViMil?.- seua primos Antonio de Cirvalho, pri-
mogeno do Exm. eoi^* Padinha*e D. Antonio
de Almeida e Silva, lodos biiurU.do marquez,
achando-se lambem alli ja o conde de Rio"f.tor
------, ._. ... ma n.it nuie,
da noile chegon a igieja dls Freirs de Arroios jun-
io as porla. da capital, mis fura dellas, anude es-
peravam nuiles dos seitS numerosa descendentes
que a Dos rogavem pelo descaoco eleriu. da alma
daquefle seu grande pmgnitor cm presenca daquel-
les le.pe 11,, veis ossos.
A cmara municipal dJ Lisboa, cujo reedficador
ora, havia combii+do com o chefe da familia
cidade fosee no dia lh as
edilal que pnblicen, par-
forma porque havia de re-
aes em lestematiho de gra-
s actos e virtadev.
s deram as coropeleiiles
m na sua entrada ai Ikmi-
rag devidas a alta cnthedona que linha e vercid,. em
vida, e aos cminenta. setvicoi qua esle reino Ihe
devia.
l'oinbal. que a entrada
'i hoias da tanta, c por o
leripuu a*> miiniripiu a
reber aquellea restas nu
tliblu e admiraran por
As nubilidades milila
A Eima. cmara ilir
ridades ccclesiaslica,
e conselho de estado,
roes de jornaes e lodos
o conviles a lodas as aolo-
tvis e militares, rninnlerw
cmaras legislativas, redec-
iiiembros da familia Pom-
bal para os ufllcios na nxrja da casa de Sanio An-
tanio da S, dcsiguand a hora em qae o acompa-
nhamenlu entrara na ci lade.
A' hora designada aci iodo-s a tropa da gnarni-
cao po-lada des-^e a gr ja de Santo Anlnni,,, e Inda
a cavallana ein Arroi s ; reunido grande numero
^IIT!"'. IB""d"u Pa' ic'Par a cmara mamcipal,
fretro jauto a barreira
uae se acluva esperand,
da cidade.
Sendo nnroero^issim,
que haviam de segoi
como a cavallana que
coche, a devendo islo
ebegada da igreja, a
o numero das rirraagen-
no arompanhamanla, assim
devia seguir logo depois
usar una grande demora a
iilou-'e qae o aeompanha-
_ ---------- T -ne|iwIIIH-
menlo fosse na ordem ii lena do qoe se costuma fa-
zer, indo as carruage do acompanhamrnln .
rreote.
A's 4 horas e meia (n
despojos morlaes do
o caixao. qoe condola aa
apanda Pombal lirado da era
em qua eslava na ig sja daa Freir*, e rsltacasia
represntame da familia
denlru du coche pela!
delle.
Os destinados para pesar nas areolas laram a* Sr.
conde da Hedniha. conde de Sampam. |>. t.hristovAo
Manoel de Vilhena, ronde de Kio Matar, a ilenn-
que de Mello e Povn-s, por >erem estes cines as re-
presentantes dos cinco lilhos do grande marque/.
abrangeudo assim a representacao de todos ss seasi
descendeiiles : O duque de Sildanha e o conde dr
Azinhaga como seus neto* e representando a mulke-
do marquez pela casa de Daun ; a o viscoode de
Sonto de El-rei pela parta materna do grande Pesa-
bal. Estes pegavam nas oito arga. O Exm. mar
quez como chele oe familia levava a chave.
Varias corporaees de cidadios e depularoes de
filho. e seu irroao com D. Jorge Manoel de Vilhena0"1"? apresentarem naquelle local a prestar a
conde da Ponte igualmente bia-
! fjtro sem falsa modestia, que darla de boa
vontade quanlo tenho taita, e quanto bei de fazer
por aquello buslo de Coraba. Era nina obra ingenua,
sabia, vigorosa e apaixonada, que assenielbava-se a
certas pintaras de llolbein. a certa desenhs de Al-
bert Durer, nu a algumas das bellas esculpluras da
media idade. Eu disse ao artilla ludo o que vta-
me a rabera a-lava mais con I en le do que aquellea
que descobrem urna mina d'ouro. Ellengradecia-me,
abraca va-ni.', eslava louco de alegra : via ja o dia
ero que Coraba viria sua oflicina. Boguei-lhe que
me esperasse no dia seguiule s (res horas, e vollei
com Mr. David, Mr. Bude e Mr. Dumoml. Os mes-
Ires aperlaram-lhe a mao. e disseram-lhe que era
grande artilla. Declararan! lodos que coiiviuha rool-
po de fellroeinzsnlo. Euconlroo na minha ollici- Idear esse bosta e pii-lo na expeaico. Eu Ibes fiz ob-
na urna Judia chamada Coraba, que serve de modo- I servar com um lance de vista a pobreza da habila-
oo langue allluia-lhe an coraeao.
t- He urna historia'.' perguntnn el
.1 com voz tre-
ta para cahrc.a e mos, lie verdaderamente bella, e
porla-se houestameole ; mora com a tia ua ra
Moullelard.
O pobre Cambier cnntemplon-a diiraule meia ho-
ra como paimado, e quando ella sabio taz-ma mil
perguotas a seu respeilo. Nanea vira lana belleza,
era a mulber que elle sonhra, havia dez annos que
a eaperava! Pergunlou-me seu nome e sua residen-
cia ; qaeria lomar a v-la a todo o cusi. Era ca-
paz de pedi-la em casamenta, e de confundir duas
miserias era urna. Adverti-o de que seria pruvavel-
menta mal recebido, porque a lia vivia da subriiiha,
e nao cuidaya em casa-la. Enlo elle supplicnu me
qoe a l./e.-e vir i minha casa' ainda mesmo que eu
nao precisasse de modelu : o desgranado oltaiecia pa-
gar-lhe o Irabalho. Nao dei alten,.a i as loucuras que
elle disse-me ; porque parecia-me um doudo. Nos
dias segninles ausentei-me regularmente; Irabalha-
va em urna casa particular. Quando vollei oflicina
vi seu nome escripia dez ou doze vezes sobre a por-
la. He de notar que moro no Enclos des Ternes, e
elle na ra de l'Arbre Sec. Erofim, acbou-me. Ti-
ha ido ver Coralia, a qual feclmra-lhe a porta ca-
ra. Betarindo sua visita, elle chorava dizendo : i He
pena que eu nao seja esculplnr Ella vina a minha
casa, eeu|H)driacoutempla-lai vrnlade. Pedi-
me que Ihe emprestasse alguns insliumeotos velhus,
dei-Ihe om punhado.
I.m mez depuis no miado de fevereiro elle val-
loo. Pareeia oulro bninem ; cu nao recunbecia-o
mais. Tinha olhos vivos, semblanle animada, e ca-
minhava ufano : com pooco mais teria cantado. O
qoe nao mudara tara sua jaqueta e sen Chap. Tur-
nou a fallar-me de Coraba ; eslava mais enamora-
do que nunca, e esperiva ser amado. Para comecar
quizera fazer seu buslo de memoria, e cria tar con-
seguido. Aaojdeixoii-me drscanser emquaulo nao vi
sua obra, lloro oo mao grado forroso tai acompauha-
In. O mnibus do Koule transporloii-nns quina da
ra Sainl llnnare da ra de l'Arbre Sec ; era ahi
que elle manir aleen da tonta. Na ronlei os anda-
res ; mas hav a seis ou ele. O buslo eslava cnllnra-
do sobre una meiinha. Nansa lempo eu nao cria nos
milagres do ahior, e era 13o sceplico comn Mr. I.e-
tabnre ;j>oii minha. primeira- palavras, quando elle
levantan a cobertura, foram : Nao fosie lu que fizei-
r.io, na qual nao havia trinla francos para o molda-
dor. Meu igual loi to beta comprehendido que
quando retirmo-nos Cambier achuu mais de cinco
luizes sobre a commoda.
Incline a cabera um pouco a esquerda, senhor*.
E qae he taita dessa ohra primorosa ? per-
guiiliiu Mr. l.efebure. O publico nao a vio; os cr-
ticos da arta nada rtisseraiu a seu respailo !
Ah! o amor fez como os tigres, que devoran)
* vezes os filhos. Oito dias depois dessa visita toruei
a ir ver Cambier. Arhei-o em p diante de sua ca-
sa, lendo us ps na nev denelida, fumanto o ca-
chimbo com ar sombro, e contamplaiidu atonte e
os aguadeiroi. So reconbaceu me quamln bati-lhe no
hombro. Pergunlei-lhe que fazia ahi. Ktle respon-
deu-roe : Bem o vs, divirlo-me.E leu amor '.'
Ah! he verdade. Fui visitar Coralia, levando o
meu busto debaixo do braco, Foi ella que abrio-me
a.porta. Contei-Ibe o que fuera por sen amor, o que
lodos me tiuham dito, e que eu seria artista, e qoe
ella me servira de modelo. Ella responden-me que
zornbava de mim, que eu enfsdava-a, e que poda
reconduzir meu lorrao de ealiea. Nao levei-o mu
tange, qnebrei o sobre a calcada.
E Coralia casou .' pergunloii mademoiselta *de
tiueblan.
Sim, senhura, cum um amol.idur.
Ires francos pur dia.
.^ue felicnladc exclaniou inad.ima Micliaud.
Cumu '.' perguntaram lodos os assislenles.
Qne taliridade meu busto! sou eu Esle ir.ui
parecido Ah meu chato artista, quero sallar-lhe
ao pescoco '
E abracijo a Daniel, que tal cousa nao esperava.
O busto nao eslava acabado ; porm fizera mais
progressos em duas horas do que em loda a quinze-
na. Madama Micliaud nuvindo a historia de Daniel,
conservara a attitode conveniente por pura dislrac-
cao. O artista aproveilar. rapidumenle a oreasin,
e sua obra, alias improvisada, nao eslava in. loln-
cnii onlaraui uissn, al Viclorina, a qual nao poda
erar o que via. F.m ma perlurhar.ni ella disse 1 l).i
niel :
Aftl senhnr, Vmc. provou bem, qne o amor
faz milagres!
Daniel peosoa que ella illuda Instara de Ur.
Cambier. Eslava de bracos cruzados diante de seu
busto, e dizia comsigo :
Eis um esboco bem taita ; resta acaba-lo sem
de-lrtn-lo. Hoje he o primeiro de junho, tenho lam-
po aioda. Se esses senhores qmzessem deixar-me
tranquillo, o gesso seria reparado em qaiuze dins.'e
eu p iderii pedir mil e qainhcnlos francos adiaii-
lados.
Qae ha de erdaitairo nessa historia! dizia
comsigo Viclorina. O embaixador de Hespanha.....
urna rapariga que mora aqui com a lia... um man-
cebo de saa idade.... urna obra primorosa taita por
amor... Quem he que rasa com om amolador T E
porque sortilegio esse torrBo de barro tomn o sem-
blante de madama Michaad '
O marquez aonuncira que voltaria oo I. de ju-
nho s lloras do janlar. e com quanlo nao tivesie es-
criplo desde qoatro dias, en tao couhecida sua exac-
tdao mlhemalica, que seu aposento estava promp-
to, e sea tilher sobre a mesa.
Depois da occasiao feliz, em qae o bailo tara es-
bocado por milagre, Daniel radiando de alegra cor-
ren a encher a charuleira. O relogio de Don Juan
marcava seishoras e dez minlos : linha elle pois an-
tes de veslir-se meia hora de reereio.
Para vollar da uta de reereio ao jardim era pre-
ciso atraveeaar a sala de armas. Ella que era vasta
e quadrada coolioha.armas da toda a sorta. Ahi va-
se espadas de combale amoladas e lustrosas, espadas
sem pona, eoferrojadas ao contacto das maos, e co-
bertas de denles qoe Ihe faziam os golpes aparados.
Mr. de tiueblan nao costas,i dai espadas pretas. ai
quaes sendo lvese flejtiveisturnan) a mao preguicosa
Daniel passava cantando em voz baixa : vio a Mr.
I.efebore contemplando ama armadura. O advoga-
(lo mo digerir nem a felicidade do reeem ehegaJu,
nem a celebre sereoata. nem o abraco qae Mm. Mi-
chaad dru tilo generosamente ao leu esculplor. Ac-
erera que desde 15 dias nao lizera nenhum exerci-
cta. O sangue aturmentava-o ; elle seotia cocegas
nas maos, eslava como Mercurio, quando enoontrou
Sosio. Pedia ao eo um hornero, um s homem, a
quera podesse quebrar os ossos. Nessas disposienes
que ganluj philanlrapicas afacava com a isla s espadas sem
pona, e as laminas taries, cajo boiao deixa urna
mancha rxa no corpo. Daniel appareceu-lhe como
urna victima enviada peta Providencia: quanlo se-
ra deleitavcl marcar com rigorosos golpes um peilo
tao laigo e appeliloso I A vctima nao era dovidosd :
quinte annos da exercico e forra rsconhecida Mr.
I.etahure repela de boasrootade com orgalhosa mo-
destia :
J.i enrnnlrei Ires jogadores mais fortes do qae
eu, lord Sevinour, Mr. O'Coiinell. e o marquez de
Cneidan.
E dizer assaz eleganlemenle :
Nao taino a iiinguem excepta os Ires pfiroeiros
jugadores de eapadl de Paris.
s-enlia* grande desejo de dar lrao de esgrima a
Mr. Fert. He semp>e i l,vl nw.n......iUpe-
r mi ao homem qae nao se ama ; mas he dohrado
prazer a drinon-.ir.ir.ia pode ser taii.t em urna sala
de armas.
e um filho
netos.
O. cabido da cathedral de Coimbra, nao obslau-
le a disttucii de 7 leguas, resolveu ir ledo aqoelle
acta.
A I. ni ver si. lade nuuieuu lambem ama commissao,
que em norae das scienctas naloraes e positivas a
suaObsequiadora homenagem e passaram dalli pa-
ra a rJ,eJ de Santo Antonio a esperar o aleude ca-
uto sao "-lepotacao da aswciarao dos professora-
com o sea vci^^*n< Vw^%.f,1iercTnlil
com o seu presidente o ci.se..i*iiu t depilad* Joa-
quim Honorato Ferreira ; associaco doa artrataa
lisbonenses; associaco promotora das jalareasti das
O joven a el isla' nao linha nada conlra Mr. l.efe-
bure. Nao acbava-o bello, a nao teria tailo sea re-
trato nem por ouro nem por prata : achara-e im-
portojio dorante quinze das de dais horas at as
seis ; mas nao Ihe qaeria mal por isso. Parou can-
versando com elle, esaroioou as armas, aeeiloa urna
lava, ama espada e ama mascara com a candor de
uro cordeiro preparado para o sacrificio. O hellicn-
so advogado lancou-ie sobre elle sem gritar : acaa-
le-se e deu-lhe (viole estocadas em menos lempo
do que levo em retari-lo. Dando cada golpe, elle
murmura interiormente :
. Toma toma eis ahi pela tua esculpa -a !
eis ahi pala (ua msica eis ahi pira ensillarle voar
como om besooro no meio de mtas amores e de
roaos negocios !
Daoiel recebia os guipes com paciencia, e de cada
vez que era locado dizii conforme as regras do joco- I
Tota I loca toca !
Depois de cinco minutos dassa lula Mr. Lebeture
parou afim de respirar, e de ilimpar o snor da fron-
te. Daniel nao tinha mais calor nem mais fri do
qoe no momento em que cruzara a espada. Contem-
plou o rosto vermelho de sen adversario momurando
inlerinrroenle :
Agora sei leu jogo ; nao roe tocars mais !
De cerlo esse homem sanguneo jogava muilo mal.
Soa furia franeeza poda desconcertar ufti novato, e
saa mito era assaz ligeira para sorprender a quem mo
eilivesse bem destro ; mu elle descobria-se a cada
inalante, atacan furiosamente responda antes de
aparar, deslumbrava-se a si mesmo, parta como ce-
g, e nao via nem o seu ferro, nem o do adver-
sario.
A meu lurno, disse o arlista.
Sustentan a pe firme segoudo a-silto mais furioio
qoe o primeiro, aparan, responden, fez cada coma
em seo lempo, nao rereheu um a golpe, a pasca
com usura os que Ihe linham sido dadoi, Mr. Le-
rebure nao quiz concordar nisie. I>a esgrima, co-
mo em lodos os jogos, ha bous e mos jogadores : el-
le era jogador delcstivel. En vez de gritar Te-
ea qoando era locado, dizia respondendo :
Foi no b
fot no braco no pescoco na perna o tar- '-_ ienha i
roresvalou. mao golpe falhOu Nao cnntaremu --.<.- espada,
este A seo turno Eis ahi o que se chama lo- Mr. I -atabal
Apre exelamoo Mr. l.efebure laucando a as-
pada sobre ama banqueta. Creio, senhor, qae somos
inai taries.
Oh replicou o artilla com bella franqueza
en cria l-lo batido.
Cerno como ganhei a primeira partida, a
segunda he milla e a terceira he saa.
Perdoe-roe, en nao sabia que a segunda tasas
nolla.
Null.1, i-to he goal. Vmc. dea-rae daas m
tres eslora las e lisongeio-me de te-laa paga.
Pois bem disse Daoiel exasperado. Ouer le-
gar urna ullima partida 1
Tciemns lempo ?
A porla da sala de biliar estava iberia. Mr. le
tabure entrn nrlla, consulloa a relogio e vultou di -
ztndo :
I'allam vinta minutas.
Durante sua ausencia Daniel tirou urna espade de
combata portaitamenle amolada, e a poi ne tacar u^
de Mr. l.efebure dizendo com sigo :
Veremos agora I
E accresceniou em voz alia
Basta um Instante ; a uliim. tm um golpe, lo-
que quem tocar, ta. senhor, icaule-la-se !
Mr. I.elebure lancoa m'o do ferro, e carrea sabr
o anula, o qoal consetvava.se severamente na de-
leiniva. Daniel den successivimente dous ou tres
golpes, o ultimo dos qu.es acautae tartamente o an-
ta-nra(o do adversario. O advogado ahaixsa loca a
ponte da eipada, e pergunloo com polidez :
Nao_ toquei-o *
Creio qua nao, senhor.
F.o cria eslar bem cerlo date.
Vesia senhoria enginou-se.
He orna eslranha illusao, senher ; aa
apostado que liuha-ihe locado no meio do peilo.
--Se vossa senhotia este eerl...
Perfciamenle cerlo, senhnr.
- Enlio ce Jo estou aioda vivo?
-- -\ao coas rehendn, senhor.
bondide de nlhar paia i ramta de
cado
Perdoe-me. senhoi, loruou Daniel lirando a
mascara ; parece-me que se sua espada livcsse
ponte aguda, eu nao teria recebido urna arrauha-
dura.
Nem mesmo da primeira vez '.' pergnnlon Mr.
l.efebure em tom jovial. Todava sejamos juste :
a seguuda era um lano mellior. Itccomerareroos
brevemenle. Deixe-me respirar.
Daniel eslava descontenta. Basa m fe de uro ho-
rnero, sisudu punha-n tara de si. Elle desojara um i
galera. Eslava angustiado pnr ler razan.
Becomecenins, ,lise elle.
Animou-.a? da lal -orle no ovjo, que \|r. I Hf.-I.urr
lirn dislami.rado, Daoiel pagon-lhe na mesma nme
da, e os golpes partiram lao galhard.irnrnle, que pa-
reeia fogo de artificio.
liare scntio-sa." varillar.
-- Nao jugaremos mais, neutros, dsntai elle lo-'u
\ me. fez um gracejo temvel ; e-.|K>z-me ama
lata.
En linha certeza de que o senhor u.io me ta-
cara.
\ iclorina, a tia. Mr. de Marsal, a o marquez de
(,nublan linham rhegado a porla da sala de arma-,
c sua entrada impedio a di.ru--.lo je degenerar em
brice.
-- Qoe homem dizia Viclorina rom sigo : he
um ruvalleirn escapado de algum romance anlign.
Depms que Daniel tai apresenlado ao marquez e-tla
rliei'un-se ao rli.la, e ,li,e-|i,, 3 oavido.
Senhor Daniel, prohibo Ihaarriscat saa sida.
Este mu. a ,,,c tucin, mormuroa a e rulptnr
iuleriormenle.
iCon/ianar-ar-aa.,
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTTC7a5D"


classes laboriosa ; depulacoes dos artistas dos thra-
Iros il i capital, el..
0 acouipanhamento li pela seguate ordeni :
Um.i carrii.mem do marquez de Pomhal cun o di-
rector do aroiiipanhammlo ah m o ri>rlej seguiam lodM as mais carruageus ; airaz deslas ia
por assim me-niu Ihe ser destinado a rarroagem que
lev ev, o presidente da cmara de l'umbal e a.lini-
nistrador ..aquella con.clin. ; seguia-se a tata a do
Exm. marquez de Pumbal, a esta a da eoroa, logo
uin cocho da c>sa real a seis com oa padrea, e em
eguida o atarjde em u:n cocha da casa, a oilo, com
criados lambam da casa aos lados com locha. Im-
mediato aos coches o duque de Saldanh, nelo do
marqiiei de Porabal, commandanu? em chefe do ei-
ercilo. a vallo com unilorme e hasto de mare-
cnal e seguido do seo otado maior, loinava o coni-
maodu da lroeie,*anguiudo-8e qualro esquadrr.es de
cavallana, que fcliavam o acompanhan.enlo.
1 odas as ras do tramito estavam clieias de povo
e as janellaa de senhora, mollas portas das ruasprin-
cipaes por onde passou o prew0 se fecharan).
Ao chegar o coche com o caixlo barreeira .1. ci-
liado apresenlou-se a cmara municipal, e apendo-
le o Exm. marquez de PoiiiIibI depois de urna troca
de breves cumprimenlos relativos a' memoria daquel-
e mostr estadista, o Sr. marquez offereceo ao pre-
sidente da cmara a chave d.. caixlo que este accei-
luu e meltendo-se todos os memhros da cmara em
uas respectivas carroageus lomaram lugar oo pros-
Ero Santo Antonio da S pegou na- argotos do
cai\ao a cmara municipal, levando a chava o pre-'
Pres'dente 'amo a' entada como a' sabida da igreja.
Ah achva-se reunida urna maior nuantidadede
convidados pela cmara muoicipal eulr este alguns
nembros das cmaras legislativas, conselheirus de
estado e lodos os ineinlu... do ministerio.
O Sr. D. Podro, a quem o pre-idente da cmara
tora participar o que deliberara fazer, lambem foi
hourar as cimas daqntlle grande mimslro, honran Jo
lidias igualmente as do.seu grande av, porque a
gloria do reinado de un he inseparavel da gloria da
adminislraclo do oulro.
Esta distinrr,., ao mrito, porque os descendentes
do marquez nao podem deiiar de se peuhorar, he
sem duvida om acto diguo de elogio no joven des-
cendente de el-rei I). Jos.
Ao entrar na igreja o caixao, a cleresia rompen o
silencio enloando a anliphona ; l-.t exullabuut osa
lnimiliala, licaudo todo oulra vez em silencio espe-
r.iudo pela ccntimiarAo do coro.
Apesar desla lithurgia sercommum em todo os en-
terro, nao deiiou do produzrnaquella nefasta* nm
desusado elleilo pelas ideas que despertis com re-
ferencia a'quellcs ossos.
Llepois de nm /.ibera mi cxeculado por grande
instrumental seguio o cortejo pela mesma forma ale
a' igreja de Nossa Senhora das Mercs seda aquelles
restos morlaes licam Iranslaadadus.
A' porta da igreja eslava um corpo de infanlaria
para dar as descargas, e na prac. pQkiimada Patriar-
chai Qoeimada qma brigada do artilhana para o mes-
ino cITeilo.
Chegaudo a' porta o presidente da cmara muni-
cipal, restitoio a chave do csix.lo ao Sr. marquez
*m presenta da cmara, e os mismos representantes
da familia que pegaram em Arroios levaram o cai-
xlo para a era que eslava armada na igreja.
Nojiegoinie da 17, fechou o Sr. niara ez a tras-
ladaran com urnas solemnes exequias para que con
viih.u alem da familia todos os que tinham sido con-
vidados pela eamara municipal.
A igreja anda que nao grande, eslava ricamente
armada, e milito bem aproveilada.
Na capella rniir havia 4 tribunas destinadas, urna
para o Sr. Pairiarcha, que se dignoii ir aasislir, nu-
tra para os Srs. bispos em que e-tavam o Sr. arce-
bispo de Evora, e Sr. bispos de llraganca, e d'An-
gola ; oolra para a cmara municipal,e a quarla pa-
ra o ministerio, no corpo da igreja havia oulra tri-
buna manir para o corpo diplomtico, e no coro de
cima ..rciipando toda a largura do templo estavam
tedas as senhoras da familia Pomhal.
Junio as grades da capella-mr Mtavam Ires ca-
rleira, urna para o marerhal tiuque de Saldauha.ou-
Ira para o governador civil, e oulra para o general
das armas.
Junto a alea em lugar separado e dislinclo eslavam
duas cadeiras para o presidente da cmara de Pom-
bal e Administrador do cnuselho, que al Lisboa vie-
ram aenmpaiihar odeposito qae por lanos annos ha-
via sido confiado aquelle municipio.
Seguia se as bancadas para os convidades e no
centro levanlava-se a er;a em que o fretro repou-
sava.
Ofliciou de pontifical o Exm. hispo do Algarve.
A msica doolllcio eieculada por un eicelleute ins-
tromenlal e grande numero de vozes dos melhores
artistas da capital, era de David Peres, a inissa de
Mu/arl e a das cinco absolviees de Leal.
Keciloo a orarlo fnebre o Sr. conego da Se Pa-
Iriarchal Ferrlo.
O ollicio romecou logo depois de 10 horas o acaba-
ran) as absolvieses depois das '> da larde.
O jazigo que eucerra os ossos de Sebaslio Jos de
Carvalho e Mello, I. marquez de Pomhal, I. conde
de Oeiras, 1, ministro e secretario deEstado de el-rei
I). Jos e seu lugar lenle na reforma da univer-
sidad e estudos do reino, he na capella mor do lado
do Evangelho sobro dous depilantes de marmore.
l*'o em ludo urna fuucclo realmente completa,des-
de as exequias em Pomhal at as exequias cm Lis-
boa, e folgomos de ver que o seu representante nio
se poupou a cousa alguma para hourar dignamente
es einzas daquelle grande humem.cujo nome o enc-
orece ; c o testemunho publico que os povos derlm
por lo.ro o transito sao prova de que as grandes ac-
edes n.io morrem, mas vivem sempre para elernisar
os grandes genios ; e que aquelle jazigo ehcerrn os
restos de om grande homem, di-lo o fri julgamenlo
las ge Mce- que Ihe succederam, depois de passados
3 quarlos de seclo como,iudiciosamente nota na sua
correspondencia o nosso collega A. J. II. Gomes de
Abreo.
--------------!
Saperia)! as despeza* imite!, o laso immoJe-
rado : dai a rada ur.io que irania a juslica.
>. He preciso que as leis, diz Tritn* II, soja i jos-
las e religiosantenle observadas, pai noe os povos
so nao metaos em asaumploa pul.lies, c todos -e stib-
meltam ao enverno.
. Um rei, linalmoiile. diz o endidad, fui croa-
do para ser o protector de lodas a. cUsse* c de lo.la
as ordeus. o
Ja e'lou fatigado, t v- lambem, de lano ex-
tracto.
Mas he corlo queot soberanos den.un ler atienta-
nieiile us livrus chinas e aprender os exemplos
dos Chaos), Ven-ti, Yao, Vou-li, e Yuen-li : que
chamasfem para o seu lado, como elle, os Kao-vao,
I.on Tub, Uan-boi, Tcho-tsoi etc....
E chamam barbaros .ios chiuezes !.,.
Mas vamos a ollima untiria.
La' appareceu mais urna fabrica de moda falsa ao
pe te Villa Real.
A regenera^ai. eslende-se por toda a parle.
B que me dizeis aos pares V. de C. S. e C. de
l'az rir lano cinismo e miseria, guando pensou
aquelle pobre bacalhoeiro e este simples lauueiro
checar ao gran de par do reino.
Proh pudor !
!.< Sarao.)
OURiO DE PESNAIBUCO SACADO i DE AGOSTO itt IK6
mais completa, i inai horrivel miseria. E wnira-sreceido das imputarles O acolliiment mais
lu lll'-nl. li*i ihle luu,' ifmiit a oiJ.i.Iii .ii 11111II..U., *
poi detoladoi qu i ncrtforriam
rom iiiim siiia ut
-i'IMVl'l O T3
iiiuas, i* nflo li iliam atMnIulanienie neiifio indraJM
roni ipie *l- ruli.ir.:iii a'prssa no
aluda aioHiadiH
intimen.,. Je fue
Ao caho ilepois 0,1 relir.id i
incidas Je m.i.i
pas, quchraos,
tan I
'rr^nt^aS;^ *"*"*' ^ vnrdajeiras fes.as ,le f^mi
r.
un .lias da uno eilenslo eterna,
i das agUS, as roas estavam gual-
es de ni..veis, de ulensis e de roii-
.ujos e roto, que o infeliz! babi-
Untea arrancavaia da* ruinas ana fragmentos c far-
rapos, p na os por a enlosar. Elles meamos se collo-
eavaA nn meio )l seus elTeitos, fdzeudo cu/.iuliar
algiin aliiueiilns sobre fogOcs improvisados eir ple-
ple
e .lormiii o sobro mesas, bancos pallias hu-
Algona esinerilliavain com energia o ch.ios
i lora, i d.dles ; oolrosparecan desmora-
>u olii.ivam liainenle com olhos
is.
va em Li.ni, pa*sa\a-e em urna
em lodo o curso do Rhodano ale
parle se regislravam ess.is
ni um poueo,depois de lan-
uda a parte hroes ilesconhecntos
;oes i ii. aos centenarios salvaros
com o penga da pmpria vida, e
obnua.h.s a arrancar a' forca os
lEOlifladOS na unirle. As rnininnni-
Lemos em Aas Corle* de II do crrenle:
Em secuiraeiuo damos a relacao t.llicial A^i ce-
remonia com que o Sr. conde Waldkireh f..i pedir
a infanta de Uespanh.i II. Amalia Kllippa Pilar,
futura esposa du principe Adaberlo de lUviera.
a lluulem pelas I horas da lar le. hura marcada
por S. M. a raiaha, qae Dos goarde, se verifleoo,
no real pai^o, o aclode pedir o Sr. conde Waldktrcji
euviado em mivAo extraordinaria de S. ,M. el-rei
de Baviera, a mi da sereoiMima senhora infanta I'.
Amalia Filippa Pilar, lilh.i de S. A. K. o infante I).
Fraucisco de Paula Anlooii, para S. A. R. o prin-
cipe Adalberto.
o Segondoo disposlo por S. M. dirgio-se um co-
che, em grande sala, residencia do enviado hava-
ro, e o conduzio ao paro, acompsnhado Se. iu-
Iroduclor de emhaixadores, anude se achavam SS.
MM. a r.iiuha, el-rei. S. A. R. o infante I), fran-
cisco de Paula, e dmala ptataat, pelo seauinie modo:
A direila 'lo llirono eslava o couselho dos Srs.
ministros, e api'.s e.les os genlis-homens grandes de
llespanha; a esqnerda a cainareira-nr e as damas
de S. M. por delraz da real cadeira os nlliciaes-
mres do paro, e cinlrenle do Ihroi.onscamarislas
de semana e ofticiaessuperiores do corpo de labara]
deiro*. t>s genlis-homens occiipavam o lugar qne
llies compelia.l-'eitas as ceremonias doeslilo, e
havendo o introductor de emhaixadores annuneiado
a ebegada do Sr. enviado, este se aproxunou ao
Ihrono. fazendo as tres venias do estilo; e ao entre-
gar a S. M. a rainha orna caria de S. A. R. o prin-
cipe Adalberto, prunnnciou o seg.iiule discurso :
Sennora por eeiloda extrema boudade e be-
nevolencia com que V. M. se dignou rec-ber-me, as
negociaroes reliuiin.ires para a feliz raalisaeo do
enlscedeS. A. R., o principe Alalbeilo le Baviera,
com S. A. R. a luanla de llespanha, II. Amalia,
terminaran) a inleiro aprasimenlo das altas parles I
contratantes, e de modo correspondente aos muloos
inleresses do V. M. e el-rei meo augo-lo soberano. '
l'"oi-me, pois determinado que S- M. el-rei Ma-
ximiliano -. de llavier;*, meu soberano, como cabe-
ra da casa real de Baviera de. em seu nome, pe-
dir a mao jde S. A. It. a infanla de llespanha t-
Amalia, lilha de S. A. R. o infante da llespanha I).
Francisca ue Paula, para S. A. It. o principe Adal-
berto de lavierj.
S. ,M. a rainha responden nos spiiiiIcs termos:
Sr. enviadoSiulo lerrta.tciro jubilo em ver
salisfalnnamente terminadas, e mediaate a V0fl*a
cooperario, as iieociaces do tratado matrimonial
da mirilla riuitn querida prima, e irmita, a infanta
I). Amalia Filippa I' I..r. Iba de S. A. R. o infante
II. Francisco de Paula, meu querido lio. com S. A.
R. o principe (iuilhernie Jorge Luiz Adalberto, ir-
m.lo de >. JJ. *lrei de Baviera.
Assignado ja o coulralo que, sem detenga, teu-
ciono ratificar, e autorfsado pelas cortes conslituin-
les o projectado enlace, por extremo me he crato
acceder, como cabera da mtnha real familia, oos de-
sejus .lo vosso soberano, e aos qne me manifesta, na
caria que me acabis ele entregar, seu irmilo, o prin-
cipe Adalberto, a quem, gostosa, concedo a niAo da
mulla minio querida prima e Irmaa, .1 infanta II.
Amalia, o
Fiada esla ceremonia oDicial SS. MM. o serenissi-
mo sciihor iufanle I). Praaeisco oe Pnala, os senbo-
res enviados e iulroluclor de einhaiiailores e o ba-
o ai,
mirla..
orneado e
lisa los, choravain
estpidos e eniiit
II que se pass
Iminensa estens
I'
bellas acc/ics q
tos desastres; em
de ludas as cou.li
seas seinelhaules
minias ve/es eran
imprudentes mu
cac.es se achala
'en- as catasirophes de 1848, u lmelos remedios IM9,ubras as laealidadei a que se referiram. O Sr., contrario a astembla geral decidir que deve eoali-
a to-1 lu lle ** Wtou por parle da cominitsao, nio-- nuar, enlao o socio gerente fara reeolher o roanle
enira/es para o conseguir ser, nao submetler a po-, ,,,,, ,,,, ,, irriirdo o S)iver..... ^^ ^ rto M|.....em j,,,,,,, |>reJ,.coe de M por ceal. pa-
la Coiislanliliopla tilica estratiueira as discussoes da canuta nos com- I vista atteoder aos inleresses do p.m, propondo meios ra com elle construir mau das ditas machinas Im-
muns.l'ara seuliter este resultado nao ha oulro meio
ili/ /'os, senao ronliai u governo .lo pai/. a indos
\igorusas e habis, nianifesiando quaes sao os sen-
linienios .la Inglaterra nesto assumpio e declaiando
que o paiz appoiaria oNgoverno sempre quo ip'uw
Iminensa extensc, em lo
l'rovsnce, e cm lo la a
bellas aecfies que eonsolar
Cotiiitiuaiii lambeta a nhir
tropas o maleriacsde guerra.
>o ilia li de jiillin estava quasi eompletamenle
vaccinada a Crimea.
' imperador recusou, por una caria .l< mais
delicadamente redimidas, a ofTerla do um casiello
volado ao principe imperial pelo consellio miinici- eses em favor da nacao italiana,
pal de Nenies. As mais rcenles iioliciaf*r Jtglia, repiesonlam
O duque e a duqueza de Bassano estao especial-1 o rei de aples cada vea mais exasperado contra
menteencarregados de S. A. I. a potencias occideniaes e conira todas as propostas
O clianeeller-iiiiir nao deT.8 o passo de Saint de reformas. Parece que dissera .[ue niiigitem linlia
Cloud desde que o imperador est ausente. \ dircitode se ntromeUer com sua poitica interna.
Parece que o principe da Prussia,irraao do rei e Cada ve/, est menos commttniratiro ; apazar das
herdeire presumptivo, vai Inglaterra, alim de repetidas reprosenlaces do cardeal Ri.irio. arce-
onvidar rainha Victoria a irassisiif cm Berln hispo de .aples, a (avnr dos presos poi'ilico?. ne-
caees se achavaot uitercepl nas cm todos as partes,
e mais ao sul, o Isjere, o Uaronna, o llmance, de-
vastavam lodoso* pnizasrbeiriohos emlim na hacia
do l.oire s mesn
repro.luzi.im em
laucia mais alllicti
des, em consequei
e deviam julgar u
Porlo, l: de junho.
Ha urna complela carencia de noticia'. Por mais
que se busque, ainda que se revolva o Porlo ioleiro,
nada, a nao ser a parte da poliria, indicar haver
folgo vivo na Cinta l'iryinis. Tal he o socego e a
tranqoillidads publica.
Algons centenares de fogueles e pecas de logo
preso, deram, apenas, honlem um momento as tur-
bas para eipanso de alcgtia. Era a festejar o San-
lo Antonio. Ue rara a loja de negociante, barbeiro,
tendeiro etc., qne nio tem o seu Sanio Anlooiobo
armado. O que nao he verdade he, como disse o
sVocionoi, qoe a noite do thaomaturgo purtuguez se-
ja a das alcochofras, dos bilheles prophelicos, e das
sorles: essa noite he a de S. Joo, noite classica de de m crdito pira reparar os males causados pelas
scenas de .lor e devaslacao se
ilro Ihe tro, mas cun a circums-
i, lalvez, .le que e.s.is I .calilla-
ra da sua posiraj geographica.
s abrigadas, do que os riheiri-
ulios .leste rio can aloso, que se chama o Rhodano.
>a mesma noite te :ll o l.oire com os seus aflluen-
tes eunros'ava desdje o c ulro al o oeste da Franca,
corlava os caminhop de ferro e lodas as estradas! e
durante sgaos das, espeiavam-se na inquietarlo
mais passiva e mait impotenle noticias desla infeli-
zes regios, especmlnienic de Toara, submergida
pelas aguas reunida do l.oire e do Cher : ah, assiin
como na* cidades do Meio-Dia, ludo dcsapparecia
sh as ondas, que se estendiam sempre, sempre, em
una exlensAo que] a vista poda aleaoear; Bloia,
Saiimer, o Ufaos, Anzers e lodas as cidades circom-
vizinhas SvOriam o horroroso destino de Lyou e das
recies meridiouaes.
Azora, arpielles que rom um generoso e admira-
vel enlliusiasmo corrern) para proteger os iufelizes
contra .. perigo do momenlj, continuam a sua obra,
protgese oe contraa miseria do dia seguuile, ea
caridade se mainfesja rlchaixo re mil formas c. essas nohres sympalaias, que '.'\allam ao mesmo lem-
po aquelle que dial e aquelles que recebein. O de-
ver de todos nesla cjrcumslancia se realisoo adiuir.i-
* lmenle, lodos os |'rancezes concorreram para esla
obra rom o mesm ardor, os Fraucezes do exilio,
sssim emo os da pntria, os principes laaCados nos
caininhus do eslranzeiro, assim como aquelles que
recobraran) a roroa," os bomens do futuro, assim co-
mo os do passado ; elmllin lodos os partidos.
Se alguma cousa podia consolar as cruels prova-
coas que Ueos se dicnou enviar ao pai/., he certa-
mente o a.tmiravel espectculo dessa comunhao das
almas e dos coraers communhao, em que cada um
deposita o seu tributo, um as suas dores, o oulro a
sua dedicacAo.
A Providencia qu midades publicas sejan para <> povos horas da gran-
de reconciliable, quiz que o infortunio fosse o lugar
misterioso deslinado| muiLis vezes a approximar hu-
meus mu distantes, linda ha pouco mui divididos,
e cajas estralas e mitos vem enconlrar-se us mos
daquelles que 'offrem.
.NAo vollaremos soore alzumas palavras qoe ja dis-
temos acerca das adroiraveis viagens do imperador
aos paizes desolados, I mas quanlo as W.OOU familias
franeezas, oppriimdat pelo flagello, nao he smenle
a Franca inteira que ke lem comovido, he o eslran-
geiro; e desla fonU a erande naci recolhe de to-
das as parles os testemuuhos das rlenles sympalhias
que ella inspira.
A fralernidade dos povos nAo he orna palavra vA,
na Inglaterra, na Prn i>ia,,u'Auslria, na Blgica, na
talla, na Turquia, o
soclarnm esponlanearente
abriram ; mas cima
pailicular, o governo
soberanos e os povos se asso-
subscripces, que se
penas todos os miiiosL conseguirAo elles enrher
del'uit causado pelo flagello '.' (Juanlos anuos za-la-
riam para sabir da miseria, os pobres cultivadores
que perdern) alo so is suas colheitas, mas anda os
sen gados e inslrumentos re Irabalho / Os crditos
abertos pelo governo |
de cena medida to lop
presente e do ful uro.
ti prembulo .la le
milhoes de franco, r
ques polem causar a
odein apenas remediar dentro
estes males iucalculaveis do
ile todos os ellriios da caridade
com a cf.iracia dos seos meios
lem a suprema iniciativa, a randade particular, de
qualqucr forma qu* se multiplique he impotente
para reparar semelhanles desastres.
.10 estado se acha reservada a grande missAo de
apagar lautos males, elle so pode faze-lo com o con-
curso dos c.inlrihuintes ou dos capitalistas, que Ibes
rao Malsen, secretario do enviado dpste olliino por ; nao fallara', e nunca) os grandes principios da soli-
dislincrAo especia] concedida por S. M passaiam .larieilade foram applicados mais a proposito, pois
real haliitaco anude se achava S. A. R. a ser- : que entre os inuurl.idn, ha diversa cathegona, e se
ntssima senhora infanla I) Amada,acompanbada de aquelles que gozsm .le urna abaslancia mais que or
sua irinA, a iiil'aiita I). Christina, e ra ala re ambas diara, podem occorrjer as primeiras necessida.tes,
U ronde Waldkireh I ve enllo a honra de --r apre- assim como aquelles,| cujas rendas se equilbrala a-
senla.lr. por S. M. a S. A. R. p le-lho olf-recer os
seus respeilos, cm breves, mas seixiveis expre As duas horas da larde Uvera o conde a honra de
ser recebido no paca de S. Jo:i>>, pelo serenissimo
senhor infanle II. Franeisc. .de Paula, a quem igual-
mente antregOU una carta de S. M. el-rei de Ba-
viera, o oulra .le S. A. K. o principe Adalberto.
Depois de haver camprido com estas formalida-
des, e sendo recelado em taes acl s com as mais ex-
pressivas demonstrar-es do aprisco pnr pirle de SS.
MM. AA. e III!.. rclirou-so n enviado Bavaro a
sua residencia com o n>esmo ceremonial coni que se
liuha dirizido ao .i.; .. o
(Diario tlu gocerno ile Lisboa.
um
CORRESPONDENCIAS DO MARIO UEI PER
NAMBTJCO-
PARS
i. dejulho.
A sciencia que tem ulcado o mundo com cami-
nhos de ferro, com lelegraphos elctricos, que lem
constituid. o poder da industria, approximado os
continentes por meio do vapor, a sciencia he chama-
da a concebir, applicar um sistema de direccAo das
aguas pluviaes e das agoas crrenles lal.que o relro-
cesso de um desasir seroeihanle ao qoe desolln a
Franca, ja nao seja possivel. Ei-la boje definitiva-
mente tratando de resolver ama dessas quesloes que
se acham mais na altura da sua sublime missAo ; nAo
pride ser vencida c estril ; e devo proporcionara'
humanidade o segredo de ama prolecr,Ao que recla-
matn o seos inleresses mais urgentes e mais sagra-
dos, emllm procurar a soluto leste problema das
iuundacOes tantas vezes estodado desde meio se-
cuto.
O governo francez acaba de apresenlar ao corpo
legislativo um projeclu de le, propoudo a abertura
em trrenles devastad
No meio de lodos os
sienes apreseuladas lio
folguedos e misterios. Promelto-vos para enlao
um estodo das craneal, superslicn-s e poesa dessa
noite.
Aqu nao se falla senAn no ministerio actual c uo
passado. Eu lias minlias horas vagas goslo de ler o
meo bocado; mas ler, nAo estes livros chocos de hi-
lera! ira halla, que enlbusiasma os rapazas, inat as
obras da antizuidade, que, sejam da i eligan e paiz
que lorein, sao abundantes em bous preceilos de
moral e ricas em cnnceilo |iroveilosos.
A miiilia inania favorita he a leilura de livros do
Oriente : a Biblia, os Rings, us \edas, o Koran, o
/.eod-Avesla, e em verdade vus digo quo nAo pode^
haver melln leilura, l,embra-me dizer-vos al^ffl
ma cousa ro que aconselhnu Confucio aos imperado-
res, e do que, depoisdelle,lizeram os jrjjjjlrt-'.liniiaMis
r a Oiniiu. f- **[
All o objecto pinicririir'iTJrirrfa a allencau, e que
entra mesmo nos principios da educarlo, e para o
qoe se dnigem toda a sciencia e lodo cuidado, he a
arte do bem governar.
Sobre ella se leem escriplo centenales de volumes;
ejulgo propria a occasiao para tirar do que tenho
lido algons aponlamentos. O vox populi, vox l)ei,
aclia-se formulado desla maueira uo cap. Kaoyao-
inu. do Chu-King, g : o O que o co v e entede,
he o qoe eutende e v o povo. O que o povo juica
dlguo de recompensa e de castigo, he o que o co
quer punir e recompensar.
>.. lahio, cap. X, i) 5 le-se lambem :
o Obtem a atleicAc do povo, e lu nbleras o impe-
rio ; perde a alleicAii do povo, e lu lerderas o im-
peli.
Coinmenlando esla passagem, l-se no llokiang:
A fortuna do principe depende do co, e a voli-
tada do co existe no povo. Se o principe obtem a
adeirAo e o amor du povo, o todo poderoso o othara'
com complacencia e sezarara' o seu Ihrono; mas se
elle perde a affeirjAo e o amor do povo, o Todo
Poderoso o olhara, com colera, e perder' o sau
remo.
Eis ubi a soberana nacional : o ministerio cabio,
portante, por vnnlade do co.
i Ven ll pedio que Ihe procurassem homens de
mrito e recudi a toda a prova,e impnz-lhes por o-
bngai;lo o darem-lhe -ma memoria das suas fallas
diarias e deleito pessoaes ; dos dereilos do governo
prsenle ; das injuslirai dos magistrados, e das ne-
cesidades dos povos,
" Kiay disse-lhe que os seus ministros roubavam
os povos para se euriquetercm ; que andavam co
herios de ouro, em quantu que elle imperador traja-
va um vestido grosseirq; que nao zpI.iv.iiii os dirci-
tos dos povos, e que efevia expulsadlos.
v Quaog-kong dise lambem ao ImperadorYeo ti,
qoe a corle era commummenle a regra de conducta
da um Estado ; e que o desinleresse, o pu.hu e a
temper.-inc,a eram muilo raras na corle.
i yoe os seus ministros s Iralavam de se enri-
quecer ; e qae tal he o principe e a corle, taes 3o
os povos. a
Assim faziam os iliuslres regeneradme?.
Agora veremos o que sahem esle,
o O rei.di* o legislador Mani, de\i csrolher con-
selheiros ntegros, instruidos, assi.lirai, experientes
cm materias de flnaucas e de urna virlurle pro-
vada. i.
Toui quang disse ao imperador Suen-vouli :
a NAo deixeis aproximar de vos senAo haineus es-
clarecido e sinceros. Affaslai de vos lodos os lison-
geirns. S eolAo o leoo ler^' felicidade. a
Tehing-vang diz lambem aos seus ministros:
i. Ira boin governo he o elTeilo da prudencia dos
bons ministros.
Acontecer' assim '.'
Veremos.
u A felicidade do Estado, disse o manilarim i.aT,
he fundada no respeilo do soberano pelas leis.
v He delle, diz o Chu-king, qne depende ,i espe-
ranca de om povo inleiro.
rr'l'm bom soberano, diz Confucio, nao se adlize
por ler poueos subditos alllge-se se senAo faz exac-
tn jostica a todos.
ir Nao se magoa com a pobreza dos seas Estados:
mas se ahi olo ve paz e concordia.
declive, uo eslabelec
das gargantas.
A especularlo lem
matos, desde a rovlo
com o principe
ao casamento da princoza Lui?a
regente de Badn,
O casamento do lillio do principe da Priissia
com a princoza real de Inglaterra, est definitiva-
mente decidido, mas adiado por ligua lempo.
Chegou lambem a Londres n rei da Blgica, a
princeza Carlotae O conde re l'landres. A acre-
litarmos os jornaes in^lezes.he a.pialla viagem fei-
ta com intcnrr>es polticas. Uizem que lem cm
nlnini tem sido o resultado.
i/. urna caria de (iarin do dia i, qu'e a ttpi-
no peral de Milo al l'arma, de Flore oca aU
Roma be decididamente contra quaesquer movi-
menios revolucionarios ; deposila-se eontianea no
l'iemonie, e todos esperam paiionteincnte : be nm
faeto novo na moderna hisloria da liaba.
(1 principe da Prussia deve chegar I Inglaterra
por lodo este mee, antes do dia 16, provavelmente
para as enradas mais necessaras, e **.enin^sio iu ^pe'rfes.
-.ir rasar com .mce-^ja*. 'i lugar em Indo ; s |.o Esta" oci77!de uatf. o nj>c pswque n
a paiz para da. ulbalho aos l",vo'- privilegio exclusivo fui concedido asocio dein!T?*. I
O governo decidi faz*r paai na cmara dos pa- e no lim del le sera lodo o material vendido em
leu accor'd 0 conselbo de sau.le indico a mar municipal I partido pelos socios mmman.liiario* na ra/iode saas
a necessidade de determinar lre portas por onde respectivas conlribuires. A socie.ijde m&tt* lim
so possater entrarla a carne n ""' P3ra que si ja bem -er dissoluda antes dis-o. seos ocios eos t-
examinada por facullalive non arios o pagos pela sembla geial assim o determinaren].
cmara. He de esperar que esta' "ao deue de pres- ARTIt) il.
lar-se a eoneorrel pai a medita ta. > til e de absulu- q0 ,ori0de indutlnm.
la uecessidade. v S I." O socio de industria Jote da Mva cede asa
l.iinh-iu consta queja esta nnmea ,0 "m (acull- favor da ocierfade o privilegio exclusivo, que para
livo para a liscalisacAo do peixe na J*"?* < dilss machinas Imperitos o governo lite canca.len
mercado, feila na maro de manhaa e njioa iir,|e. ptn aae & tHt possa levantar em lodos o lu .ue.
Ainda nAo chegou o vapor I). Mar,* 'I, qre eenlraes da provincia de l'ernamhuco qoe Ihe aproa-
larzou di villa de Sau-\ cenle para |l.i.ho>V" d.a ver, as machina, Imperiaes de descarorar alzla..
17 de julhn. Pessoas experientes asezura\ que comanlo que nAo tej em menor distancia de dez
anda nao ha motivo para receios, porque VhXfcJP a leguas da beira-mar.
vella, poucas milh.is po le lazer por dia. ^r' .\RTIGO III.
Adiase em Lisboa Mr. Balhl.il. dislinclo redacliT Do tocio gerente,
da Recula ./o. Dout Miu,it I de visitar os princip.ies monumentos da Penin- 0 ."Aereases da soeirdade em geral, nmnear ataanta
ula. ^ l.ntt'.is para se enrarregarem da administrars! das
Parti de l.ish.ia pira 11 -; ?ii.i. o joroalisla lies-, machi as mais pessoal que rir necesurio, trbi-
visia determinar em proveito da dinasta belga a por ser este o dia destinado para o partida da rai-
queslo de successo coroa da (Irecia. tilia.
O actual rei nao teta herdeiro directo, e sen O ministro de instiucco publica da Trussia ci-
irmao acba-se possuido de randa repugnancia em cluio os esludanles israelitas da parliripaco que
abracar a religiao Kiega, condi^o sne rjua non linlmm nos fundos pblicos de socoorros para es-
para obter o direilo a successao. Ter-se-liia peu- ldanles pobres. sta medida pro.luzio grande
do no conde de Flaudres, ilho segundo do rei da sensaco e proleslaram conira ella alguns profes-
Belgica, para qualquer evetitualidade. sores.
o dia 7 do correlo deu o almirante Napier lle grande o moviniento de sympalhil c enibu-
um jamar na sua residencia do Albermale-Slreet, siasmo que vai pela Russia, influido pela proxi-
para o qual foram convidados os lords Panmure, tnidade dos grandes festejos que Wro lugar no
Clarendon, Dtmdonal, Derby, o ministro austria- lim do prximo agosto.
panhol I). Jos I'errer de CootO
15
Tres por cenlo.
Assentamento. .
t'.oupons. .
Ihvi.la deferida.
Ac
He Portagal. .
Do Porlo. .
lie Lisboa. .
13 :i|it
.... i.l l|i--U '.
. >1 ii Ir
"es do llanro.
." ..IHI3:*ts
. --IK;-21:15
Notas do Raneo.
. ?7!I0;7!t:.
co, o conde do l.avradio, ministro de Portugal, e
militas outras personagens.
A respeilo da queslao que aqui se tem agitado
A ceremonia ser verificada no dia 31, segundo
se diz.
O imperador Alevatidre II passar rom 15 das
las penses.eis o que ha por ultimo, que mais dig- j de anlecipai;ao ar.tiga .idade dos czares.
no seja de mencionar-se.
Ha algum lempo que se dizia que os berdeiros
do defuncto rei Luiz Filippe. nao queriam aceitar
a penso de 200,000 francos que o nosso gover- i
no deslinava a cada um delles. Tamliem se ha-
via fallado n'uma carta que o conde de Pars di- ,
rigi a urna personasen!. Nesla caria o ronde de
."'' a Russia se dispe manifestar a sua adhesao ao
joven autcrata, todas as narres cmlisadas se pre-
paran! a dar aquelle soberano nm leslemunlio da
sua simpalhia, fazendo-se represenlar ua sua corua-
co com extraordinario espen lor. Iliz-se que .Mr.
Jos Ribeiro da Silva, ene.rregado de negocios do
llrasil, vai por essa occasiao ser elevado ao grao de
enviado exlraordiuario junto aquella corle. O con-
de de Mornv embaiiador da Flanea e o principe de
Paris reprova a rcunio dos dous ramos de Bour- Esterttazi, .ia Austria, 1A0 apresentar-se rom incr-
bon e doOrleans, para o que se haviam ja dado al- i vcl magnificencia. Lord Woodbousc. emhaiador
lassos. O protesto dos principes da casa de l"-1',1' .S "".?' '}e\)" levar pa,l'nl. "'"|ue'-
la solemuidade. M. de llrai represenlara o re da
Uniera, lanora-se ainda quem serao os enviados
das nutras potencias.
Parece que esta' prxima a abertura ras conferen-
cias que .leveni decidir da snrle dos principados.
Allirma-se que o gabinete de Vienua esla' seizuro
deque bao .te passar us seu projecl.x. Verilica-se
estar o gobiueie francez de acenrdo com o de Vieu-
na nesla queslao. Assim, he certa a materia, pela
concordancia da Porta, Austria e Franca. Os mem-
br.is o coneresso reunir-se-hAo a i.'i do correnle em
Bochares!, c hrevemenle partirla para C.onstanlino-
pla onde terao lugar"Jas coufercncijs propriamenle
ditas.
Acba-se o juvenil, austraco firmemente resollido
a delcnder os diredos dos paizes alleinAcs que per-
I teucem a cora dinamarquesa, e ana ola enviada
que abre ara crdito de 10
|!caiiliece*os perigo que os di-
propriedades ribeiriulias: ha
minio lempo que ubi cscriplor obscuro emiltio a
opiniAo de que o dc-innroiiamenlo das inontanha
devia dar como resultado couverter o curso da agua
iras
astados, de toda as propo-
e, os sabios, adoptando esla
ideia, parecem concoidar, para um novo sislema
de defeza, bascado sibre o drsmoronameulo das
montanbas, na abertura de fossos horisonlaes sbreos
ment de portagoes alravez
guns passos. (J protesto
Orleans be o seguinte :
Eis o ronlheudo da carta de conde de Paris
que foi publicida na Elo felge :
Meu charo Mr. I'oger o meu desterro te-
nho i'nlo sempre os olhos voliados para a Franca.
Se fosse possivel esqueccr-me dos nomes das pes-
soas que tem conservado affecto nossa familia,
minha mai nao m'o consentira. Kutrais no nu-
mero das pessoas cuja eslima me ensinaram a de-
sojar e a conservar. Muilo folgo de ler esla oc-
casiao de vos expressar os mcits senlimenlos de ex-
tremado affecto. Nao seioque o futuro me ro-
serva ; mas esperarei o meu destino, prompio
sempre a sacrificar-me pela Franca, logo que ella I "ll'inamenie a' corle da Dinamarca dalarntinav
do mim careca,
,Ha algum tempo que se acham reunidos al-
gnns membros dos dous ramos da nossa familia.
Urna visita que fe/ a meu av meu primo, o con-
de de Chambord, causou grande sensaeJrO. At
se disse que se havia enlao fallado em abandonar
a bandeira tricolor, que representa os principios
de 1789 e traz memoria as nossas mais glorio-
sas recordaijes. Llevo dizer-vos quo minha mi,
meu irmo e en fomos estro olios a ludo que diz
respeilo a este assutupto. lie Franca que per-
lence decidir os seus negocios. No da que ella qui-
zer resolver acerca da forma do seu governo e ins-
lituicos, ha de fazo-lo, sem que ninguem Ihe possa
omiliara verdade. A naci s tem a consultar a sua
affeirjao o inleresses, a respeilo dos quaes a devein
ler esclarecido 70annos de experiencias polticas.
Pela minha parle, julgo que nao est longo a po-
ca em que terei o direilo de fa/.er conhecer os meus
principios e de exprimir o meu pensamento. F.n-
irelanio, de meu dever creio fazer sciente a al-
Huns de meus eaes amisos. como vos sois, de que
s fui infoiife 'o do que se passou onlro a nossa
familia, por meu lio, o duque de Nemours; e
que se agora nao declaro a minha resoluto a lal
respeilo, a razo disso he, nao permiuir a minha
idade envolver-me cm taes assumptos, ficando
completamente sem ingerencia sobre elles. S te-
nho om vista nm objecto, que he lornar-me digno
de um futuro que he possivel ; e para o conseguir
HESPANHA.
I'emos folhas do rcino-vizinho ale II.
,1'inha chcgsdn de Castella a velha, o ministro do
reino I). Patricio Escr.ssura. tomn novaineuie con- j
la da pasta. .NAo pedio, como se dizia. om COUse-
Iho. que fossem exouerados algum ou alsuus n
zene raes, que bujeos exercem; pelo contrario rs
seus amigos certifican) que veiu de animo mu con-
ciliador e deejoso de que liiumpheaos principios
de v erdadeiro eoverno.
Jtilga-se que seriara submeltidns ao eiame do con-
olhc' de ministros, Ires decretos importantes ; que
dous se referem a assnmplos da imprensa e certas
assoc aees religiosas.
lis rumores que rorreram em Valencia a respeilo
de des ordeus graies em Atcira e Jatia.nAo se con-
lirman ., porq.ian lo all so houve alguns pequeos e
insiuni 'icanles disturbios.
Iiiul. oe t por cenlo consolidados preco publi-
cailo, :ttt.
dem .le :l por cento deferido, preco nao publi-
cado, 1,1 c. d.
Acones 'o Banco de 121, le llespanha.
L.
n
exigido os cimos coherlos de
Ao de 178'J, qae elevou a di-
visAo da propriedade ao eilremo pela venda das flo-
restas procuradas dos lonveulns e dos fi.lalsos ; eslas
lloreslas lodos os anus retardara a evaca..o das
aguas lluviaes nos vale?, e as retem o maior" tempo
possivel sobre as emi
descula urna innrcli
iei.ri.i-. davam a respectiva
nais regular, mas lema, que,
em vez de ser um peri u incessanle, Inmava-se en-
lAo um verda leru b melicio. Nao quer islo dizer
que os rios nao Irausb rdam, masque ..iuundacOes,
inundacOes, e responder ao immenso grito de dor
que se levanta ueste momento do seio dos mais bel-
los departamentos.
As aguas dos ros e ribeiros Irasbordados, ao reti-
rarse, descobriram anda mais ruinas do que se es-
prala, em lodas as parageus cumpre demolir ou
escorar as casas cuja solidez ficou >rrevogavelroenle
compromeltida ; ja se comeca a reedificar as cons-
Irue.les destruidas, e a reparar aquellas qoe ficarr
arrumadas ; de quando em qoaudj_sBjravr tirando
ileli.no das ruinas aii_J,, (ii.iicos que ailtdii exis-
lem, aqui CjWrTiViscadaveres de alguns infelizes, e
lod'ie., os das vAo apparecendo novas particularida-
des (obre as perdas causadas pelo dagello e sol en
numero das victimas.
A exlensao do mal he immensa, o numero das
pessoas que peiecerum ja se eleva a om algarismo
espantoso,-e o complexo das noticias da' a estas ca-
lamidades que acabam de opprimir varios departa-
mentos, um alcance quasi incalculavel.
90 um grande povo nAo lem sabido ale o presen-
te indicar o seos rise ribeiros, cumpre qiie a sua
culpa da vespera seja para todos a adverleucia do
dia seguinle, cumpre que a liclo aproveite a lodos ;
aqu os homens !o todos solidarios, desde o mais e-
levado al o mais inlimo, ja nAo devem snmeule re-
parar os malas sotTridos, devein lambem prevenir os
males fotoros : assim, lancemos os olhos sobre este
doloroso passado, que impoe ao paiz esta duplice t-
rela.
Foi a 30 de maio que em I.yon.o Rhodano come-
cou a occupar certas partes da cidade : crescendo
com rapidez, tranpoz em breve os diques levanta-
dos pela devolacAo dos soldados dlspomveis, pelo co-
rajoso ardor das populacoes inquietas, o Saonc de-
vstala os campos vizinlios eameacaia juntar-se com
elle no centro da propria cidade de LiAo, e islo a
despeilo de esforcos heroicos; o rio "ia crescendo
'empre, e o dia seguinte foi o dia mus fatal desse
lempo de desolscao.
>esledia, por volla das duas horas, os bairros
mais popnlosos oflcreciam um especlacolo de febril
oimaeo, que nunca esquecerao aquelles que foram
leslcmunhas : de lodas as pobres babila^es voladas
a urna desIruicAo cena, va se fugir para os lugares
das ponies, nicos pontos de abrigo contra a iuun-
dacAo, una populadlo ja de vinle mil homens as-
sii-i.. Ins. terrilicados pelas aguas que se elevavam
com lamanha rapidez.cnndozindo lodos algnma parte
da sua inoUilia, ou os viveres mais iodispensaveis, ao
paso que rcnlenas'de balis eunduzidos sobre carre-
tas e varias especies de carros, correodo de lodos es
lados para operar a salvacAo das casas qoe desaba-' "
vam, se cruzaram com centena de outros vehculos
empregados nesla dolorosa larefa.
Era lal a prompli>IAo,a violencia da euchenle qoe
Bjoasi por toda a parte, as mulheres sorprendidas pe-
la inuudacAo eram obrigadaa a se salvaren) n p coro
agua al acim* dos joelhos, e grande qnantidade de
gado foi abandonada.
A's seis horas o progresso do mal anda augmen-
lava, as casas desabavam aus grupos com um estre-
pito cavo, lomado familiar i populado; os gados,
os movis, os ulensis. os dcslrocos boiavam aqu e
all sobre a loali.a nqui.l.. que ia sempre se ele-
vando.
O palacio episcopal, as solidas casas das commoni-
dadas religiosas, os quarteis, as casas dos particulares
submellidas a disposicAo dos infelizes sem asilo eram
insuficiente e a noite sobrevinha, e eulAojias re-
gies al cnlAo respeiladas pelas agua, eram habi-
tantes sorprendidos no somno, velho-, molheres,
meninos, lancados as incertezas de urna salvacAo a
que todas as dedieacries mo podiam satisfazer, os
raarinbeiros, os militares, os bombeirns, os padres,
lodos emlim lutavam com coragem e ardor; quaulas
victimas au arrancaram elles a urna morle certa ?
eram ohrisadosa impedir que a molheres se staH
sem e queconduzissem alguma cousa, e apenas trans-
punliam n limiar ou as mais ras vezes as janellas,
as hbil icnes desabavam. Imngiuara-se diflicilmenle
a quanlidade de madeira, da malcra, de muvei-
de qualquer especie que caivVajava, nlo tanto rio,
ainda c.rreudo em seu leito, como .i corrate trans-
bordada qoe ebria nm espaco tilo largo.
(utnio a quasi todo os habitantes existe a ruina
longe de se apressarem
smenle de quando em
observacAo, e estudo
Na hora, em- que e
parecen o bom lempo,
trar em seus ledos,
zonas devastadas apparl
prnmessas de fecundid
toda a riqueza a obra
a hora de coadjuva-lo,
frem, tranquillisando
i volla dessa* g'aiid.
e ;. "'ociVrfiumpha
.. opproveilc a lado i.
peridicamente, seproduzem
quando. 'lodos os homens de
Ao de accordu a este respeilo.
(revelln, eslas lindas, reap-
os rios irritarlos turnara a en-
cjs campos dos arradores das
ecem esplemlidos e cheios de
de : a naloreza cometa com
a i op.iar.io para o homem
consolando anuelles que sof-
aqulles -^ue' pi'.iam temer
calamidades ; se a cidade
em, Ueos peniiilia que a'i-
r.iin a maior clareza us ponlos sobre que red,ira,iva
a sua allencAo.
AiUrma.ee nos circolo mais bem informados que
o conde Bii.il declarara ao gabinete de Copenhague,
que a Austria tao longe como se achava de udr.imet-
ler-se nos nesooos inferiores dos outros paizes, co-
ntienda perlilameiite os seus deveres como potencia
federal allemaa. bservava lamben) a Dinamarca,
que linha interesse em u.lo augmentar as anlipalhias
.| ie iiuli i provocado na questAo da passagem do
Sund.
As manileslares feitas ao conde liuol pelo bario
Talleyrand. represntame da Franca oa commissAo
da organisacAo dos principados as conferencias que
vAo celehrar-se em Vienua, salislizeram o gabinete
austraco ; i 'ida qoe por urna parte se musir que a
Franca nAo -irononcia em favor da separpcAo, por
nutra nAo da de importai 4a arvaoi*" --
cipados. s*
fechar.iii.-sp as cmaras; foi l
lo, em nome do rei quem verilicoi.
No discurso se sanecionavam lod.
durante a legislatura e se acceilava
proposlas. A proposito da le di
que :
a No c ..o cm que as receilas previ
lizem, e em quo resolte um dficit pa.
do Estado, reservamos o dlreito de recorro.
previstos pela constituidlo.
.. Temos visto com magoa que a cmara dos i.
dos na > approvou as verbas pedidas para o exei
elTeclivo, e que a .los senadores linlia recoi.h
como indispensaveis.
a Ordenaremos que o minislro da guerra faca as
economas desejaveis, mas declaramos, sem e nbargo,
que, lie! aos uossos deveres de goveruau' -s, lemus
decidida vonlade de suslentar o eiercito, romo urna
iustiluicAo conforme a duuiidade da ne ;.a cora, a
PAGIN* AVULSA.
i iii'r na cidade da Babia a cmara moni
cipal p/. arremalaQAn o lno das roas, praras e
beccos, i e iiueri- o arrematasse : andava eotAu
o tal encar. ado com urna sucia de negros com ps
e vassoaras alimpa)ulo as ras, apanhando o lixo, e
depositaud- u em urna carrera ad hoc : as ras, as
pracas e < beccos permaneciam sempre lmpos ; ao
depois, i'orno todas as cousas entre mis, acabou-se
e.se bom eostume, e os liscaes encarregaram-se por
um ni'iiul itam municipal de subslituirem o arrema-
tantes I,' liso, e ludo licou na mesma. Aqu, per-
ianto, tilo seria desarrimad... qoea illnstris.ima c-
mara i luitasse essa enliga determinaran de soa rio/te-
jo .1 a I! .lila, e posese em arrematarlo as lamas das
ra- -, as iminudicias das bordas das praias, os lago
lod. cenlos dos beccos, ele, porqoe tem-se visto, que
nAo he possivel coosegair-se limpeza em nossa cilla-
de. que sendo edilicada sobre lAo apropriado terre-
no para (ornar-se liudissima, Inrna-se as vezes in-
ca ,iaz de ser transitada, ainda mesmo ca vallo. >e-
nl mm luaar tem mais praias e caes do que o Rio de
J ineiro, mas iiineuem vera fazer-se o despejo pa'di-
c i nessas praias e junio esses caes ; mas por que 1
N o dir alsuem : porque os liscaes sao bem rernu-
lerados ; logo, responderemos,aqui o dever esta em
i elacAo ao or learlo. Se se passeiar pela lina-Vista,
I
Irandn-Ihe salaries ou rammi-s.'. romo mais pro''
coo jalgar para os interesse da ociedade, p...l-i..|..
m.'-innis snn jnlgar mai vantajvm, arrendar di-
tas marhina depois de levantadas a preco ir-
lo e pclr lempo marcado, comas iieccssarias tegu-
ran;as.|
S i.' Ao socio rente compete itaalraenle etin-
v o ar a assemble., geral do socio ala so no lim de
cada an. para se proceder ao divdeos*, como em
qualque 'ra occasuu, qUe cireanwtaneiaa parti-
culares irem em beneticio da asaciar|o.
S .1.' >.: ;io gerente lera' como honorario pr
seu trahalhu nma commissirvde dez por ceuio et-
rahida dos Iuctjm liquid^Ore negocia aw Cm da
cada anno houver dtadn.
ARTIGO i.
Dot dicidtndot.
: I." No lim de cada anno linauceiro da soaedade.
que sera' peloeereole marcado, leudo aleconvoca4o
a assvmblea seral dos socios, Iheapresentara' un.
relalorio e o balando demonstran o do estada da -
ciedade ; e os lacros liquido qae hoaver serlo divi-
didos em duas parles icuaes, das qaaes ansa sera'
enlreguc ao socie d'iodaslria, e outra snra' repar-
tida pelos socios cominan i.i.irios na prop>c .te
suas respectivas contribuir,,c-.
ARTItiO :..
Pispofiraes gtraet.
I." Resol vendo a asscmhla geral dos sacio o
augmento do capital da socieriade, sara" **** ana-
mento distribuido de preferencia pelos socios eoor-
iii.ni iilario-, na prnporcAo de sua respectivas en-
trada.
S i. Todas as deliherarocs da tssambla zeral se-
rlo tomadas a' maior ia de votos, represeni: da pelo
capital, correspondendo cada voto a Mr-om rs. de
entrada.
5 3. A assembla geral, regularmente convocada,
se considerara' competente para lomar qualquer ra-
S0I115A0, sempr.e que reunir memhrosem acatara saf-
liciente, rajas contrlbaifes sejam igoaes a in qu.i -
lo do capital.
$ 4. A assembla geral dos socio elecera' um
presidente e om secretario em cada reaasle, que
presidirao a' sesslo, e ambos juntos com o seren
assiguarao a respectiva acta, qae sera' lavrada em
livrn competente, e lieai .1' archivada ao ascriptori*
da soci.il ole.
5. O socio enraman di Uno qoe deixar de entrar
no devido lem o com a sua respectiva preatar*.
perder' o direilo a' parte eom que ja' liver coac rulo, e cessara' de ser considerado ocio.
- U. A sociedade finalmente pode em aeml.l- .
geral, resolver a adepelo de qualquer medida qae
possa coneorrer para o augmento das sea tolere -
ses; porem, islo sempre dt forma, qae nao prejn-
dique os inleresses 011 direilo do socio do iadastria
no presente contrato consigna 1...
Pernambiirn 2\ de julhode lsV..
Jotio Jone de r.'-.u. ein.
N. It. As pessjas que qoizercm lomar parle nes-
la socie 1,1 e. na qualidade de socios eesaataadila-
rio>, se servirlo .lirigir-se a' casa dos Srs. Gaavoia
rv Leite, em cuja mos sa acham as listas para a>
suhicripcoes.
*
HAPPA dos doentf tfiludo' 110 ho~pil.il tr-
gimenlal de Pirmtmbueo no mei de >a<*a
de 1836.
or um becc.o dos Ferreiros, por nma Trempe. [>or
'ia Poule X'elha, por uns Gielhos, por urna Sole-
'^. eit^elcj._tle.J_elc wSUU-oT^^^-StC-.>\'f*
., etc., elc...ticar-se-ha a/endo a idea .1 mais Iri
.10 nosso aceio publico e de nossa liscalisacAo.
Por pessoa habilitadasnubemos, que he ineac-
a morte do l)r. Bemjamin ; seu proprio mano, o
/. acadmico Deoliudo, como nos, havia sido i lu
.ido, e j 1r.1j.1va prelo. porem. por urna comb na-
.0 de dalas, em virlude de urna ultima carta rece-
' v*nficou-se ser (felizmente] inexacta t.1o triste
1 1 I i.l > 1 '' 1 i '. r 1 i 1 1, i 1 11.1 1 i 1' 1 1 .ifU 1 vi 1
im, ajunta-se una sucia de chijfri-Tls^qiW
riuci|>almcnlef fazem m;ih b'^azarra dos di-
l'ARIS
lll dejulho.
Foi boje sanecionada a lei que approvaram
rede pirenaica de caminos
sobre
cmaras
ferro.
O imperador dos irance/es chegou no dia 5 do
crreme aosbanhosdi J'lombieres.
Cada vez toma ma js consistencia a nolicia da sua
prxima entrevista lom o imperador d'Austria,
ainda qne tamliem nio falta quem desminla eslas
i'o/.es. O mundo polli
co discute as probabilidades
e cosequencias hypjiheticas deste acontecimenio
emoxpeclativa. Qinrem ver nelle, nao sem fun-
a da completa conformida-
dous soberanos acerca da
Je Cavour devem coraecar a
damenio, nova pro
de de menges dos
Italia.
As illuses de M.
desvanecer-se .
Convencida pela su 1 parle a Italia de que ainda
nao soou a hora da ua regenerando, tratar de
abrandar a agitacu 1 ue a vai arraslando c que Ihe
pode cavar ocos abismos.
0 governo francez recebeu a nolicia de que dif-
ferenics sociedades ser reas haviam premeditado um
novo alten lado contra a vida do imperador.
1 em-se procebido a inuitas prisoes as ierras
mais prximas de Lyi n.
Partio^muilo pi ssa de Sables-d'Olonne urna
forra doexercilo para Napoleon-Vende.
Por ordem do preft no da Vende se fizeram nes-
le arreilondamento mbias buscas em casas parti
cubres.
oixa que tem
nenbuina causa politi
do o numerario do "
eos.
O cardeal Palrizi, le1
do assistir ao baplis
entregaras. M. a iiU
summo poniifice Ihe
2 para liorna.
Foi approvada a lef sobre a regencia,
licalmcnle, poucas
vos: ao passo que os
Recebei, meu querido Mr. Roger, a certeza
da particular eslima que vos consagraF. Filip-
pe d'Orleans.
Clermont, 25 dejunbo. Saliendo nos ha al
gum tempo, que so preparava um projecto de lei
destinado a modificar os decretos de confiscarlo de
22 de Janeiro de 1856 ; em consequencia limita -
monos s a pedir a nossos amigos -rcruzassem
absoluta nenie a qualquer accordo tendente a fa-
zer-nos participar daquella repararao inefiieaz. Mo-
tivos da delicadeza e de alfecto para cora os princi-
pes estrangeiros, ligados com a n ossa familia, ex-
igiram quo nao fizessemos ma'is por esta occasiao.
Porem, lendo a exposico 1 las bases do projecto
de lei. que acabam de aprese ntar-nos, encontra-
mos nella urna palavra que o respeilo memoria de
nosso pai e o senliinenlo r?.a nossa propria digni-
dadi\, nao nos ^iermitfv.',iar sem rcsposla. Usa
palavra lie fieneDocncta.
A benevolencia pode dispenar_sv! a quem nio
posstte o direilo. mas nao a ns, quirilnToTonos-
so direilo fundado na auloridade da lei, c que a
juslir/a do paiz consagrou na mesma occasiao cm
|ue ella leve de inclinar-sc ante a forca. A bone-
volenciaque nega'o direito be pois nm novo ataque
a memoria de nosso pai, e por isso devenios resoi-
la-la.
Km 1852, urna poltica acostumada a consi-
derar o dinbeiro como um instrumento de revolu-
to, quiz precaver-se contra lle, confiscando o pa-
trimonio da nossa familia, e esl'oreou-se om dar
raz.io justicia e violencia do seu proceder, por
meio de considerandos, que indignaram a cons-
ciencia publica, e conira os quaes enlao mis pro-
testamos.
A palavra benevolencia,' applieada ao acto que
se nos prope, envolveo mesmo pensamento desses
considerandos, e por esta razio renovamos agora
c nosso protesto.
iTalvez fossemos obricados
o excesso de despeza. 1
A Oazete ii Augubou rgo acha infundadas a pro-
babilidades do urna travista entre a imperador
Francisco Jos e-Ti^erador Napolelo. Pelocon-
trario, diz o cila do peridico, o imperador mo lem
tenejo de lahir^. do-Loxemburgo, onde se demorar
a imfieiii.iTi at terminado o parlo, e a 1 .mina
imperial nao saldr dalli nos meces de julho e a-
go Lalla-seem csrtn numero de cond^coracoe que o
imperador d'Austr.a vai conceder aos subditos ita-
lianos, que tem permanecido fiis em circaraafancias
dilliceis.
Entregaran: os blgaros urna p-iicao ao Sollao,
pedindo a realisa;lo do hali-humayoan. Nella se
di/ser a evpressao dos desejos de ti, 100:000 bl-
garos, l-'ormulain-se uos II pontos qi.e seguem.
1.' A naci blgara deve ler o direito de eleger
om do< seos para dignatario supremo da soa igreja.
2.- Deve a naci poder eleger governador a um
por um scnlimenio
O boceo do Marisco parece um deposito de ba-
e hacornles, hais e 111 imanles. AJ.i ra
pri
s: ejao aabomos que unan lem a lama para o*
odres-amhulanles"!!
Consla-nos, qoe do norte veio um negro cho-
lenco, que calmnio lerido do mal, ao avistar a nos-
sa (erra, depois de fondeado o vapor, ji esteva sem
falla : talvez fosse alguma clica proveniente da
muita atoa, que havia no couvz do vapor, onde
uoile .ierran o prelo.
Ora, que a irraandadedr-s Marlvrios, ainda nio
podesse comprar aleun ceios de lijlos, que man-
dasse concertar a calcada da sua igreja Poisolhem,
nao he por falla de lijlos ...
Tem sobeja razio o Sr. Hoilit immode*tiarum:
nos lambem nio appl.udlmos a conbocta da.a.. v.- demia, qae lnl.s""de*o' "
Iba-nos l)eos Ulbem que nem sempre as rota Mor-
as lo das peiores ; emlim, i/u | pofe.st rapere,
capia!; se continuar, nos man.ieid dizer, por ora,
digamo como o Deoau.z passe 1 -i
Bom modo de se fazer observar as postaras da
eamara U fiscal hem cala.linho... (mas, que fiscal'.'
O fiscal...) den o proprielariu fazer o predio coa-
Ira o determinado as postaras a respeilo da edifica-
(lo, e depois que pilha ludo feito, lome malta.
A casa destinada pela cambra para acoague, r
freguezia da Boa-Vista, deve sur de-tinada par>- nu-
tro mistar publico, pela sua exleuslo, solveda cous-
IrucQlo e necessidade que ha de edificic puMieos ;
porquanto, apenas all eslo seis l,.i nos, c todos os
mais tm maior numero se acham r ullocados em li-
u l s


V
^ I- .e
Ti 1 9 u
: "H M
Obtercarti.
lio fallecidos t foi de pulmonite asuda, t da va-
rila conflueiiles, I de lultereulos-pulmonare..
Dr. I'ra.redet Lome' de So,i:a filn- .
Io ciriirgi.1.1 encarregado.
esparto 0t yttnambuto.
Recebemos noticias da comarca da Boa-Vista rom
da(J ('e IW mel prewrno paado, das qaaes cans-
I-, ue appareceu urna enfermidade aa Urna rio
Cabro '"' 'l"e ma,ava dentro de 24 e li horai, e aa
vezeen,n,cnos "mP- _. .
Posto q ue os ''b',l,n|*s do lagar parecarsy^bsti-
nar-se en! "a qa*rer considerar o mal como ebn-
lera-aaorbus; eomlodo
cararlerisam, ""^j5a
plomas qae
ida qae a epi-
caasada em lado
Si e enTc? %- \ legado do termo J.ahomat Ant.nesda Akreu.
medico em ce '* B"" eTm^SL.
Planas e h '- **H *?'.'* '""**'"
mete .orobo o acadmico Jaiaaa tiosaas Ko-
binso
j.^raca
prvido.
A popularan sa achava bastante animada, verda-
de he qne ella nao qaaria erar oa existencia de cho-
lera.
blgaro. Este governador lera'o direito de escolhtr nnl' lu-;ir que he o trans'.o publico ..para o
n pa./ o- luu-ciou.nn. e de apresenla-los ao Sol-
uto. O idioma ollicial, ser o blgaro. Ninguem se
poder inlrometler nos negocios da naci fecigariT
a nao sera.Sublime Porta, jior itermelio do go-
vernador da mesma narJaV
S." Ucuffoe iiislrueruo publica devem ser con-
fiados ao chefe em cunlormidade com as leis da
sullao. I
M Os Turcos residentes na Bulgaria taris as soas
autoridades e os seus chefes proprios e iilu poderlo
intrometter-sc nos assumptos dos Blgaros.
."i." As conteslaces eulre Burgaros e Turcos deve-
rlo ser decididas por tribunaes mixtos,em conformi-
dade com as leis imperiaes.
ti." Todos senio obrigadet a prestar 'arices a
juslica : o que as prestaren) falsas, > punidos
como criminosos.
7. Cada autaridade nacional lera Os is agentes
armados para a manulenc'o da ordem punlica.
H." Toda auloridade lei direilo de fazer julgar
qoalquer delioquente ua localidade em que for cap-
turado, seja quil for a nacionali.la.le a que pertcn-
ea segundo as leis dictadas po sultn. S o tribu-
nal que devera aggregar a si pessoas da religiao
do cnminso, ao casu da uao perleucer este reli-
glo do paiz.
'.1." Se o sollao pedir au< llulzaros que suhininis-
trem soldados, serlo organisa.los os regiment hur-
garos separa lamente dos Turco; lodosos olliciaas
serlo blgaros Blgaro o idioma do servio e ca-
.orobo o acadmico Jaiaaa Ga
se achava em cemmissae aa
levando eomsiro ama ambulancia bata
na .. H-
As nstieias de Caraar com dala de JS do pawado
sio salisfatorias ; a tranqaillidade publica alo tiaha
solfrido alteradlo alguma, e a uoic novillada que
occorrra foi a abertura da sesso do jorv.
aeoogoe, e cada om quarto le" .1 em soa frente um
ta.io, de sorle que sendo .-rematados pelo preco de
mil res m'Jisaes, eslo c om dojt? Tueh '" au
srrematame .VSi'-i r r%<)0 menes, no que he leza-1
da a cmara, pagando o povo esse lezo, pelo preco
eom que paga a carne, alem das chapas, ossos o ea- <
rucos, contidos no novo methodo das batanea, : se-
ra possivel, que o Sr. fiscal nao saiba disso, "nao le- 1 bo" com ***ela por Madeira
nha vislo Pode ser, multas cousas escapara, o I fe- recebemos as cartas Irn,
principalmente a quem nio lem genio de fazer 1 'e*?e D*ar''>. as quaes acha ra
do a Rolsa nao procede de
pa. mas de se ler diminui-
nco em 5-1 milhoes do fran-
jado do papa Pi, linha vio-
no do principe imperial, c
peratriz a rosa d'ottro, que o
llestinara, sabio daqui no dia
gocios
pestres ou na varicdaij
de todo o anno, se
vez mais raras e de
dadas.
M. Haroche, presi
noticias tenho para enviar-
soberanos e os politicos.pe-
los dilTerenles paizes ola Europa, se vao afTaslando
por algum lempo do c ntro do governo e dos ne-
para repous-em as amenidades cara-
das exrursiJes das fadigas
vao lambem lomando cad.1
pidas de interesse as novi-
io da America
de exagerada susceplibilidade, a-cumprir esta nossa i a rngleaenlo ter o seu capetio.
_a,i. c -i.-j___ i,.- Alsumas palavras sobre a quesli
resoluto. Se considerarmos os beneficios que o Cllr\_ H
governo de nosso pai fez ti Franca, quem misar j Perguntou na cmara do commuos um dos seus
dizer, que elle reinon por effeito de inleresses mes- membros se Mr. Dallas estava revestido de plenos
luinhos de familia. Ellc.quc foi um Francez sempre' no''"*'l"J ultimar a questa,. da America central.
'..,. ,. 1 Hesponleu-llic lord Palmerstuu afhrraativamenle.
consagrado ao bem da sua patria, e queem 1792 lo muilo conlradiclurias a vagas as noticias re-
combaleucomo soldado conira a invasao eslrangei- cebidas a S do passado de Panam', sobre os acon-
ta; elle, o rei que por espado de 18 annos son-' lecimenlos de Niearagoa.
be apresenlar a Franca livre e prospera, e-tuc : 'loqueio do Greylown pela fragata ..Euridice...
, K conhima-se.
a riotou com es.^exercilo, cuja heroictdade a acaba | Alrma-se qoe Walker eslava com 700 homens
de cobrir desloria nossa bandeira, que novaglo- em llahia-Virgeu prximo a invadir Cosla-Ricea ;
ria aguarda. | que em Granada linha 20(1 homens e SO" em oulros
tni_ pontos, mas que .reinava o maior descoiiteotameuto
tlle.o re, que eslava sempre sobranceiro aos naqueila forras,
insultos da calumnia. P. de Orleans (duque de! Uzia-e lambem que finalmente se havia formado
Nemours):F- de Oileatis (duque de Joinville.___ a coalisslo de lodos o estados da America central
N de Orleans filiimiiMl,. Anmolal ron,ra """"** "'busleiro ; que em S. Salvador se
ix. ae vrieans|Uuqu..UL Autnale,. estavam armando2,000 humen, 3.000em liuatema.
Appareceu ultmente no MorningPotl um art. la, e I,Otto em Hondura, lle cena a perda de Wal-
-'.1- 1* t 1. .. r 'i v iril'nvimm.bii san 11
ente do conselbo, loma iute-
rinamenicconia da pasta dos negocios estrangei-
ros. na ausencia de A deWalewski.
Conlinuam as ovaefies oferecidas aos nossos bra-
vos da Crimea, melidaque vera entrando em
Franca.
0 28. em Limoges, o 19." em oulouse, es
aruiheiros em Calais,|os zuavos em Argel, leem
muilo frisante A esrassez de noticias me obriga
a preenrber esta lacuna, respigando alguns docu-
mentos curiosos que lem viudo superficie da im-
prensa peridica. Diz o art. rilado, que .1 In- '
glaterra tem devores graves a cumpririquc nin-
guem acreditara se se dissesse quo depois da gnerra
devia a Inglaterra attender a si mesma, sem cui-
dar das naces eslrauseiras. Segundo Pott,
Inglaterra cumpre cuidar que nao soja derribada a ;
motiarclna como a Turquia pelo seu poderoso vizi- '.
nho, e salvar o reino da Grecia da destruicfio que
pode ser a consequencia da incap.icidadc dos lio-
nena que a governam, o por fim, inlerpor-se,
quando seja necessario, enlre os infelizes Italianos
e os govercos que os perseguem, e animar a Sar-
denha na sua vigorosa poltica. Depois de ex por1
ker, a verificarem-se eslas ultimas noticias.
Bolsos.
Pars 10 dejulho.
Kundos pblicos.3 por 100, Tl|50.
dem.i \\i por 100,91.
Consolidados.'J j|8 a 95 3|l.
Amsterdam 5 re julho.
Dilferida.H lid diuheiro.
Interior, in :l|lii.
Ilruxellas :, de julho.
Dilferida.J II|I6 papel.
Londres ."> dejolho.
Ilifferida."i.
Exterior.iti 3|l.
Certifleados.1; 5f8,
Passiva.7 |S.
LISBOA.
IG de jolho.
mal....
\>esce lo los os das o numero dos acougues;
as nbeiras, ra do Kangel, Parazo, ele, e o pre
ea da carne a dez e orne patacas! Que fitica-
ria...
Antes de honlem instalou-se 11111,1 sociedade po-
ltica ua un. Direila n. .>, rienominadLi Democra-
tfcm-Social-Peruambtieanm.Os seds estatutos fo-
ram hoiilein aprrsenlados ao I lim. Sr. Or. chefe de
polica, lle .. -ua direce.io composlaldos Srs. :
lloraos da Fonseea, presi.tente honorario.
Coronel Manoel Pereira de Moraes, dilo elieclivo.
Dr. francisco Pinto Pasada, vce-pce*deulc.
Ilr. Jos Leandro (iodov Vascoucelfos, 1. secre-
tario.
Luiz Cyriaco da SJva, i." dilo.
Jos Francisco Carneiro, Ihesoureiro.
ijuandu em uina das nossas ulliraa l'arinas
dissemus.que aguardavamos ver o joven PEKrVAH-
III CA.N 1) esecular os niHiceis passos de eleva.-ao e
saltos, nio esperavamus que isso tao depreasa so
realizasse. Hoja a compaohia Kobert e lleveaiix da
a sua seluna recila.e au bom gosto e diversidade pre-
sidirlo a esculla ; e para que mais completa fosse
delerminaram ler logar nella esses passos o sillos.
Ainda urna vez convidamos ao publico pernainbu-
cauo, que tanlos applausos ha dado, que va apre-
ciar esse aborto do tlenlo.
Consta-no que Mr. Rohcrl,breve'spresentar-
se-ha em scena e juntamente a sua lilha a joven
FLLMINEKSE, desde ja convidamos os apreciado-
res do iiie.riin que irlo cobrir de louros a Al'UOKA
DO JOVEN TALENTO.
At am.mli'ia.
- ^-tMIMIMH-
Pelo vapor/, ^^^SRt'
aas
os leitores
em .iulrc ^Saj^k
eiloras asna *e**aajV
asales ateern- ^sk
a viera a vapar ^ta*
lac|o minuciosa de lodos os aconleciaL
rlos no velho mondo, depois q ue de la
Jamar, que ol i mmenla 11. i visitara.
Alem dessas cartas receben)., lambem varias ga-
zetas porlagoezas, qaealcam.am a 16 do mea pas-
sado, mas que nada conten que p osaerao* aerreseea-
tar ao qoe nos eommouicain has 'jarlas acaasa men-
cionadas.
Tods a Europa hcira em paz e hem sjae esa al-
guns paizes della reine eonsidevavel agitacla, lada-
vit cre-se que os espirites em breve se acala
\
*gubltCaCOe?* Iap(ra>t4>4l.
Coplas dos trechos de un 1 oOJcio datado de a de
elemhro de 18V>, dirigido 110 r.imm.ndo da esta.....
naval desla provincia, e da nfirmaclo em resaludo
da vosloria a qoe refere-se le mesmo alacia.
Treel m
lllusliis-imn e eicelleni n.imo enlior. Ante
de fazerem-se o< reparas p recitas na vergas do tro-
quele e revadeira do brigu e ..Capibaribe.. leve lu-
gar orna veslona para ver iticai-se o estada deste-
objeeio. poderla admilli- lo..
A verga do troquela foi joleada pela alarmaliva.
11.10 obstante se visse lar ratas no lerjo, pas anan-
to a islo oppinaramos perito queja a linda oan-
do nova, e nio conserva ria depon conveniealamealr,
e assim nnlenon-e qu* tmtm reparada casa raa pm-
videncia po.lia ficar em ?slado de servir por mais al-
gum lem. o.
O segundo objecto, a verga da cevadeira, ole leve
a seo favor igoal juizo. | or podre 00 terco, a ealo
Toi de misler suhshtu la com oolra do l>ricaeeceaa
11 fecal idade... era per fe .lo estado de terrea lia. a
despeilo mesmo de ler m enns palha, visto ala mllor
islo para o contrario, pe rque a forra ..t linha era
suiTlcieiite aa funccOes a prwacher. seaao bal
mais procedente a ervenlftj, assim quanlo tamliem
resullava urna economa, etol{anda ut amera das
a la repar-
Snciedade de capital e industria em coinmandila,
eslahelecida em Peruarabuco para a conslrucc.13 de
machinas da descarocar algodso, denominadas Im-
periaes, inven1.!.la. por Jn> da lava.
Capital original aO:OUU9(KIU rs.
Socio gerente responsavel.o coronel Jo.io Jos deH re.-ommendada pelo goveruo ini'ir^ri'd
Gnuveia, socio de industria Jos da Mava. lirio.
Socios commandilarios 0$ qoe quizeren lomar in- Pelo que deixo declarado, quanito a verga de 1ra-
quete, comprovado com a copia, junta de resaltad.,
da vesloria, permilla-me V. fas. duer-lhe ajta\faa>.
(eresses nella.
ARTIGO I.
Da sociedade seu objertot duraro. 1 nao me parece bavsf razio a .goma para ter'ias'nb-
S I. A Urina desla sociedade sera l.ouvcia cv llaida, e conseguiiiemeote lesneeessarU asaa re-
Companhia, e en unu-n objecto o de fazer construir messa a esta repartirlo
no* I.....lo* da provincia de Pernambuco que o socio rteesafata .la ve-lmi,
gerente adiar mais cniveiiieiile, machinas de desea-I lllm. Sr.Em virtu--c da ordem do da anaVa
rocar algo lio, denominadas Imperiaes, de nvenclo 338, dalada da ti de s> .emlir.. do crrenle ...., i,
do soco de industria Jos da Mava. ,,ho a declarar qoe vera, de cevadeira d. br,".,.
4 2." O capital com que ella encelara a suas ope- Capiliaribe se I-odre, e em seu losar Baassa .
racoe. .era de ll:0.HWH) r., que sera preenchido servir a verga r a que M d. l.r.aoe amaaZ ^-
por socio, commanditano, coocorrendo cada um l.dadeo, nao oh .ante ser esta aluum tanto mais ta
rom a quanlia que quizer, na sendo menor de
303000.
S :i. Subscripto o capital cima o socio gerente
fara por meio de annunrios as folhas publicas, re-
eolher 0 por cento delle, e rom esla qoanlia fara
Couslruir uina das ditas machias*, das proporees
i; ni ron honlem em discussu na cmara dos de- I que Ihe parecer conveniente, em algum
na sua palha ,
A vergajVdraquele icm urna raxa no terco, roa
urigem ria da -ua factura, e que po f.illa* 4e cui-
da lo rlqiesoa enrairesada do exame da ma.irca-
1,10-e .'.m.eivava sera lo.,..,, .m i.ulio rd.jerlo qoe
evit.r se a inlrodurrlo da sua ; asora pode ser rtin-
cerjada para dorar dous a tres metes mais ;

Jof Joiquim
rmenla, cnnslraclor naval.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO Tlegvel



01*1.0 I PEaW.ll Cl S .-ADO i R AGOSTO ti I8S6
>
<
Copia de um ofllcio do constructor da corle Napo-
leao loan Baptita Level, confirmando qaanlo ezpoe
as pecas odiciaes supra.
officio.
Illm. Sr.Km rculladu da wlurN que or or-
deru verbal fui por V. S. incumbido de lser na
verga do (raqqele do bnitoe Capibaribe, lenho a
declarar que, examinando a dita varga, achei-a re-
tbread cun urna telha em meladede sua exlencao ;
lelha que so te poria no_cmo que eslivesse a' Ierra
paite da grossura armiada; porem pelo eiarae que
tizpareceu-roepoder-seler dispensado easa obra.vislo
o pequeo mal ser provomenle de aljamas rachas
lnngiiu.linaesocrasiou.id.ia pela evposi580 o lempo,
e em algn lugares con principio de detnoraca > ;
o que podia-se ler lacilmcnle reparado, limpando-
se e enchendu-se com mas-a 00 .-nesmo com laliscas
de piuho ; a verga assim reprala poderia em mi-
nlia opiniAo servir anda pur muilo lempo aera risco
de se partir.
Dos guarde a V. S. Bjrdo da fragata a vapor
Inrr.i a it surla no porto de Pernamliuco, i.\ de 011-
lubro de 18V>.Iltra. Sr. Eliziario Antonio dos
Santos, e .pililo de Trgate e inspector do arsenal de
mirinlia de l'eruambuco.Napolen 1 Jo3o 11 jplista
Level, primeiro constructor.
AVISO N.o 236 DB15NOVEMBKO DE 1852.
Declara que a preferencia para o aforumento a fu-
ror dos que se adiaren af poste, pacifica de mu-
rinhas na supposico ala ver propriedade particu-
lar: he exleimm quelletquejas ticerem ar
rendado a oulrot.
Illm. e Kmii. Sr.At duvidas qoe V. c. propoe
una ku. olliios ns. 2U, 39 e 40 de -JJ de jonho, 20
e 1M) de julho do correle anno, sobre aforamenlo de
terrenos de man nlu pac lira ni en le possuidos ou
transferido* pelos particulares que o> lein considera-
dos como ao prupnedade, poslo o nao apresen-
lera liiulos que Hi'oa CoolVrissem, furam resolvi-
loa pelo aviso de 31 de rnaio do an 10 passado, pelo
qual a pieOrenriu favor dos que se ncliarem de
posae pacifica do terreno na supposirAu de ser pro-
priedade particular, he extensiva quelles que os.li-
verem arrendado 00 aforado para serem preferido!
ao arreo Jalario-,ou foreiros, ainda que estes teuham
edificad* 00 de qualquer maneira approveitado os
meamos terrenos.
Quarilo porem a cmara de Olinda, enmpre res
peitar-ie a doaro feilo no Foral de 15117 pela regia
provisio de 14 de julho de 1678, lloaran que he sus-
tentada pela disposirao do art. ,"il II da lei de 15
de novembro de 18:11, q ic admita a- concernes fei-
las de roarinhag puras e isantas da obrigaego do foro,
como o foi a de que se trata, apreseuta la pela me-
ma cmara.
eoa guarde a V. Eic. Palacio do Rio de Janei-
ro em I.) de nc-vembro de 1852 Joaquim Jos Ito-
driguos Torret. Sr. presidente da provincia de
Pernamliuco.
ac do recipe i.- DE AGOSTO AS 3
HORAS DATARDE.
Cuian.es ofllciaes. '
Aasurar lira.....baixo33850 por arroba.
Assucar mascavado270 a 2J800 por arroba.
freierico fobitliard, presidente.
P. Horges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por !j>.
k Pars, 360 rs. por I",
" Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1|2 a 1 por 0|(> a 15 e :I0 dias.
Arenes do Banco, 35 0|O de premio.
Actes da cuinpanliia de Beberibe. 548000
Arenes da companhia Pemnmbucana ao par.
a Utilidade Pblica, 30 pur ceuto da premio,
s Iodemnisadora.52 por de premio.,
a ci da estrada de ferro 50 por 0|0 de premio
tabre a entrada.
Disconlo de ledras, de 7 a 9 por 0|fj.
METAES.
juro.Cucas hespanholas. 28)) a 2885(10
Moedaa de 68100 velhas .... 16BIKI0
63100 novas .... IbXXJp
i) 40000.......95000
Prata.Palacdes brasileiros......28000
Pesos columnari s......29000
meiicanos...... I580O
Al.l'ANDKliA.
Reudiineiiln do da 1......I7:875{506
Detcarrega hoje 2 de agosto.
Barca americanaC. U.Faycarros, farinha e bo-
Idchinha. '"
IMPORTACAO .
Hiale nacional Boni Jess, viodo do Rio Gran-
da do Sul, cunsiguado a Aotuuio Pedro das Nevos,
inaiiifeslcu o aeguinte :
6,620 arrobas charque, 27 cuuros vaceura ; ao
consignatario.
JiJNSl'IAOO '\ERAL
llendiMientu'UffAk-.l. *"" lv*1r!Te*em? rafoVINCIAS.
Hea.Mneliln do d8T|f_^ 338MM
DESPACHOS DE EXPWrAtAo PULA MES\
1)0 CONSULADO DESTA CIDADE iNO DA
I.- DE AGNSTO DE 185ti.
Lisboa Brigue portugus Laia 11, Candido Al-
berto Sodre da Malta, 29 barricas com tapioca.
LisboaBrigue portnguez Laia II, Luiz Jos de
Sa Araujo, 20 ,couroe salgados.
LisboaBrigue? porlugoez Laia Un, Francisco Se-
veriano Rabello & Filho, IV.) cooros salgados.
Buenos-AyresBrigue b_ra*ileiro Hercules, Viuva
Ainorim 4 Filho, 10 pipas agurdenle.
Buauo*-Avrc*Barca brasileira Flor de OliYeira,
Novaes & Companhia, 100 meias barricas e 300
ditas inteiras assacar brauco.
PortoBrigue porluguez Trovador, Barroca 81
Castro', 16 barris mal.
LiverpoolBarca iogteza Miranda, Roslron Ron-
t-ei & Compauhia, 7i9 saceos aasucar mascavado.
dencia e do imperio do Brasil. Eu Floriano Cor-
rea de Brilo.escrivUo. o fiz escrever e sobscrevo.
Abllio Jos Tacares da Silca.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazen-
da desla provincia, mauda fazer publico.que perante
a in '-tu 1 Ihesouraria no da 5 de agosto protimu a 1
har da tarde se ha de arrematar a quem maior pre-
co oileiecer, 37 cavallos que por seu estado n,1n po-
dem continuar a servir na companhia de cavallana.
Os pretendentes devenlo comparecer na casa da refe-
rida reparlicao'no da e hora marcado, podendo diri-
| gir-e ao quartel da mema companhia os que dese-
jarem eiaiimiar anles os ravallo* niencionadoa, que
uo dia da arreui.it -rao Miarla no largo do Collegio.
Societaria da Iheaooraria d fatenda de Pernatnbu
co em :10 de julho de 1856.O oflicial maior, Emi-
lio Xavier Sobreira de Mello.
-- O Illm. Sr. inspector da lhesnurria de fazeu-
da manda fazer publico, que no dia 5 de acoslo pr-
ximo f i!ii 11 ao meio dia, perante esla Ihesouraria
ir a prara pela ultima vez, para ser arrematado por
venda o sitio da Ibiira. que perlenceu ao liacharel
Pedro (audiauu Ralis e Suva, e fui atljudicado a
laz.-nda nacional no valor de seis ceios mil reis.
Thesonraria de fazenda de Pernambuco 30 de julho
de i85(>.O oflicial maior. Emilio \avier Sobreira
de Mello,
Ueordem de S. Exc. o Eun. Sr. barao de Ca-
maiacibe, director da Faenldada de Direilo desta ci-
dade, faju publico que lica marcado o prazo de seis
uiezes, contados do dia de hoje, para o concurso ao
lugar vago de lente substituto da mesraa, o qual, 1 I.UTIVAS c
visto como se linda durante as ferias, se eatender '
al o terceiro dia til de fevereiro, as duas horas da
larde.
Pelo que lodos os prctendenles ao dito lagar se
poderao apresentar desde ja na secretaria desla Ka-
culdade para inscrevercm seus nomes no livro com-
petente ; o que Ites he permitlido fazer por procu-
rador, se esliverem a mala de vinte leguaB desla ci-
dade, ou nao o poderem execular pessoalmenle por
justo impedimento. Sao obrigados, porm, a aprc-
senlar documentos que moslrem sua qualidade de
n t el.1 1 brasileiro, e de que eslao no gzo de seus
direilos civis e polticos, ccrlidao de baplismo, folha
corrida do luuar de seus domicilios, e diploma de
doutor por una das Facultades do Direilo do impe-
rio, ou publica forma dcsle, justificando a impossi-
bilidade da apresentarao do original, c na mesma
occasiilo poderAo entregar quaesquer dncumeuloa
que julgsrem convenientes ou como ttulos de habi-
litaran, ou como prova de serviros prestados ao es-
do, a huin.inidade, ou a sciencia, dos uuaes se Ibes
dar recibo : ludo de ronformidade com os arligos
36 e 37 rio decreto numero I. I>n 185i, elllesegg. do de numero 1568 de 21 de
Teverciro de 1855.
E para que chesue ao conhecimunto de todos,
mandoo o mesmo E\m. Sr. allivar o presente, que
ser publicado pelas fallas desta cidade e da carie,
e repelido por oilo dias a lindar-s o prazo.
Secretaria da Faculdadc de Direilo do Recife, 30
de julho de 1856.
O secretario,
I'r. Joaquim Antonio Carneim da lamba Miranda.
SEGUNDA PARTE.
Grande
DiWa I MIDA
teza, pelo joven-
PRNMBUC
e sua ditcipula de 8 anuos, a joven
intmente em massiis, tres moleuues eiinii O Sr- M. M. S. C. venha quanlo anie- pagar
mulatinhode8a 12 anuos, um nreto pe- ",'|ueru,,,,l*"ver1 "," 'le'"[ E^^'
a |'ni ("- i charutos deMinoel Jote de Axevedo, ilo cuiilranu
rito cozmlieiro ; todos estes escravoi (So| ytn'o seu nome por extenso mate Diario,
los,
que eieetilara' varios e elegantes exerririns niui dif-
ticeis, lenninindi' por nma baile conuco.
O joven PERNAMBUCNO se distinguir' so-
bre a corda por valias damas a eonclW, passnsgro-
lesros, passus de rletacSo, saltos da erada, etc.,
etc., lindando com exercicios por demais dificulto-
sos -ein maremba.
Amonio Jos de Oliveira Fraeala, major reformado
do exercilo e do 3." halalhao da guarda nacional
do municipio do Recife, cavalleiro da ordem mi-
litar de S. liento de Amz. enndecorado com a ine-
dalha da campanha da Bahia. e presideule do
conseibo de qualilicaco da guarda nacional da
fregueza da Boa-Vista, por S. II, o Imperador,
ele. etc.
Faco saber a quem interessar possa que da dala
presente qtiiuze das tora o conselho de qualilica-
ro da freguezia da Boa-Vista de fazer a sua secun-
da reunio, devendu ser entregues os requerimeolos
de recurso das parles iulercssadas, no primeiro dia
da mesma reunan, nu antes au presidente ou ao se-
cretario, como he expresso nn artigo 20 do decrelu
n. 1130 de 12 de marro de 185:1.
(lulro siin, t.,.jn saber mais, rjue as listas do servi-
eo aclivo, c da reserva da guarda nacional, se achain
pregaoas no inleiior do edificio matriz da mesma
freuuezia, como pur tei he determinado.
Sala das sesses do conselho de qualilicaco 31 de
julho de 1856.Antonio Jot de Olice'ra Fragola
0 Illm Sr. inspeclor da Ihesouraria provincial
manda fazer publico, que do dia 2 do correte em
diante se pagain os ordenados e mais desperas pro-
vinciaes vencida* ale o ullimo de julho proximu fin-
do. Secretaria da the-ouraria provincial de Per-
n ni bur |." de agosto de 1856.O secretario,
Antonio Ferreira d'AnDunciai'au.
TERCEIRA PARTE.
Novas e soberbas
VISTAS ISSOLIJTIVVS,
QUARTA PARTE.
OS
CAMALEO E3 ELCTRICOS.
Mrs. Ruberl e Deveaux lein o prazer de annun-
riar an rcspeilavel publico de-la cidade, que para
dar um maior hiilhu ao eapectaenlo. hlo l'elio Bran-
de augmento e inodan a lanimias VISTAS DISSO
mu noa CAHALEO'ES ELCTRICOS
que eslao cerlus aiiradanlo -iimiiiameiile por sua di-
versidade e boa eeeolhe.
Cnmerara as 8 horas e ',
I". Representartio i benelicioda
artista lyrica
AN.NA GIRARDOT.
Quinta feira 7 de agosto de 1856.
PROGRAMM.V.
Logo que a Orehestra houvcr exerulado urna bella
ouverlura, dar-se-ha romero no espectculo com a
Scena e cavatina da operaTrovador,do ma-
estra Verdi, cantada pela beneficiada.
Scena e cavatina da operaLe Chalet, do maestro
Ado, pelo Sr. V. Girardol.
Srena c cavatina da operaBirheiru de Sevilha,
de Itossini, pela beneficiada.
SEGUNDA PARTE.
< inteirtunente iimpos e sainos, para o que
Igarante-se a laude de qualquer um lei: lera" lugar o leiloas II horas em
; pontii, do dia (abluido ~1 do coi rente.
t) agente Vieira da Silva fora' leilao.
| ici-en-leii'ii 5 do corrente, as Itl horas da
manhaa, eiu*sen 8rmazem, roa da Ma-
I ilie de Dos n. ~>2, de diversas oliras de
marcineria novas e usadas, iliUoreiiles
obras de ouro e piala, relogios, varios
objectos de miudezas, lapis, pos para den-
tes, letjues, pineeis, lil de linlio e outros
minios objectos, pie ludo sera' vendido a
vontade ilos rom prado res.
O agente Oliveira fara' leilae de urna porfi
de mobllia, consialindo. em ofas, mesa redonda.
consolos, eadeiras, ditas italianas, ditas de balancn,
para diversos OSOS, banquinhas para
bancas c obesas
LOTERA da provincl.
Hoje, a s '.1 botas, corre a quinta parte
da primeira lotera do Carino. P. J.
La\ ne.
PUJW.ICACA'O COROGRAPIHCA.
Vende-sc a obraBreve Noticia Coro-
graphica do Imperio do Brasil em I8i-,
adoptada no Collegio das Arles: as to-
jas de livros do arco de Sanio Antonio,
Livro azul e deencadernaeao da roa das
Trinelieiras ti 2$000 rs. cada exemplar.
O BACHAREL WITRUVIO tendo
commimicat'o de tpie o Illm. Si. Eduar-
do Leger LobSo, era portador das caitas
que Uie sao dirigidas do Maranhao, e ;-
I'. me lia em I arlo
!: I! 11 > ,\ i, h
N S.
-ra.
II. Hila,
o Jesnina,
A beneficiada.
Sr. Sania Rosa.
a
Lima.
Joa Alves.
II '/"i I lo.
linilherme.
(irardot.
do maeslro
ti&tCiftf
Saunders Rrols ref sjm.
Car masca vado.
O .'
"lenciao, de 9i lo-
fardos e 6 cai-
LiverpoolBrigue uigli
0, l-oinpanbia, 1,6
Exool
Bahia, sumaca brasileira "
neladas, condoli o aeguinte
*a (atendus. 1 pacata e 2 caiioes mcdieamenlos,
M barricas farinha de trigo, 11)0 calxas .-jbao. 130
saccas arroz, 8 cascos azeile de mamona, saacos
cera de carnauba, 86f> dilus milho. ^
RECEUKUOR1A DE RENDAS INTERNAS E-
RAES1JE PBRNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 .' 1:0951)681
CONSULADO PROVINCIAL
Hen lmenlo do dia 1...... 2:3899667
Moviutmp ao potto.
y ovios entrados no dia 1.
Araran,2:1 dias, patacho brasileiro oEmulacaoi,,
de l:i lonaUdas, rapilao Antonio (ioiies l'ereira,
equi|,ai'm 12, carga,sola e mais seeros, e mais
35 toneladas de rea ; a Manuel (onralvcs da
Silva. Perlence tao porto doCeara'. I'assagei-
ro. Antonio Resino do Amaral, Jos Clemenlino
do Monte, Jos Thomc da Silva, Jlo Baplisla
da Osla.
l.t-lua e porlns intermedios--16 dias, vapor portu-
cuez rD. Pedro II, commaudaiiie o I.'lenle
Joaquim Viesas do O'. Passageiroa para esla
provincia, Manuel llumiugues Capelle nio Marques da Silva e Almeida e 1 filho menor,
Antonio Baptisia, Manoel Joaquim Nones Beirao,
. Antonio N mes Beirao, coronel Joo Francisco de
Chaby e sua senhnra, Dr. Manoel Mandes da Cu-
nha Aievedo, Antonio Jus dos Reis, D. Kafina
de Oliveira Dos, Emilia Candida de Muraea, An-
tonio Martina Daorte, Amonio l'ereira Mandes.
Antonio Machado dos Sanios dietario de Rrilo.
Manoel Caelano de Carvallo,, Manoel Anlnnio de
Amorim, Dominsus Francisco da Cruz, Jos dos
Sanios Nones de Oliveira e 1 filho, Joaqaim Maia,
JoAo Feliv de Mello, Jos iDiaa, Joto Francisco
Seinond, Cuilherme Eduardo Collar, Adriano
Jos do Reg.
i*acio tullido no mesmo dia.
I'nahiha--Barc. nnruegoeose Esks, capillo J. O.
Logenes, em lastro.
"COKREIO GERAL.
A mala que lem de con lu/ir a sumaca bra^
aNova Minerva rom destino a cidade da I
fecha-se boje 2 ao meiii di.
As malas que tem de coadnzir o vapor [
sat/. D. Pedro II para os parios du sul, X
se buje (J) as II horas da manh.la.
O seuundu halalhao de infanlaria precisa
tratar, para o hospital rcgimeulal a' seu ra- a
appiiraco d sangnaaaagai ; para cujo fiml
leaupreaenlar-se-hio na secrelaiia do re
dia 1 de agoslo *to corrente auno, com as '
poslas. Recife, 31 do jullio de 1856. Ju o
Marlius N. alete- ajudanlc.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de comprar o ie-
guiuie :
Para o i." halalhao de arlilharia a pe.
I.iviosem branrnde200 fulhas, i ; ditos pautados
da 200 ditas, 2.
Para o S halalhao de inlaularia.
Sapalos, parea 272.
Para o 2." halalhao de iufantaria.
Sapatos, parea 417.
Para o 10. bjlalb.ie.
Sapatos, pares :i.i.
Para o 9." halalhao.
Grvalas de sola de lustre, 100 ; sapalos
.Mananta, mai de. .
Enfraila.......
Luiza, irmaa de.....
Jortte, mando tle Eulrazia.
Tihurcn, amante de Luiza.
Souza, irmflo das Almas. .
Felisberlo.......
l'ui irm.'iD das almas. .
I in cabo de permanentes.
Quatro soldados.
TERCEIIU PARTE.
Duelo c scena da opera.Norma,
Bellini, pela beneficiada e seu marido.
Scena e cavatina da opera Ernn!, dn maeslro
Verdi, pela beneficiada.
TERCEIRO ACTO
ha opera ne touc1iez pas
a lareim:.
Pela beneficiada e seo marido.
A beneficiada ron liada n-i extrema bondade do
publico pernainhucano e em sua reconhecida bos-
pitalidadc, espera toda srolecrAo de <|ue necessila
urna rdala, que anleripacLiinenle prolesla seu reco-
nhecimenlo.e Iiem assun nMereccsua sraliilanaosseu
disuos collegai artistas, qoe seuerosanieule su pres-
tatti a O'.sequia-la cm seu beneficio.
As pessoas que encommendaram bilheles de ca-
marotes hajam de os mandar buscar ale segunda
feira, em c-sa de sua rtsidcncia, do hotel Fran-
cisco, e desde ja se acba o resto a venda em casa
da beneficiada.
A beneficiada para rujis asradar an respeilavel
luz, guarda roopas, suarda louras, guarda livros, i florando onde resida o mesmo Sr., p ioa^'em'n^t"'"'"0 ""' l^TT, HETT* T"~!,he '1'^ "s ma..,!, tultvarna Camboado
toado em prala. comiuodas, lavatorios, louradores, c "
um rico capclho com commral.i de inosno, quadm-, Carino 11. 19, Segundo andar.
relogiode pare-le, leilos de ferro ede madeira, mar-1 eaa^ ._
que/.as, apparelhos de purcell.na domada para me-i ESTRAD ?J1 FERRsJ
sh, sobre mesa e para cha'. Irasqueira, pnrta lieor \ aSaOfltaf
de mclal, compoleiras, garrafas para vinho, ropos! //> it'Clf'/' !n !*l C"'iV HfSPtt
dtlo para aKua, lanlernas. I.isl.e de bron/.e, cau- IW '*
deciros de tlobo para mesa, americanos, inglezes e
froncezes, espingarda de dous ramos. Dacia grande
de rame, Iiem de cozinhn e muilusOtilios objecln',
ealsooscscravos: segnnda-feira \ de agosto as lo
horas da manhaa no escriptorio do referido agente,
ra da Cadeia do Recife.
O agente Oliveira far leil.lo da ptima casa
de dous andares e sotilu. sila em chaos proprios na
rua des Crozes u. 22 rio I,euro de S. Antonio desla
cidade, cum frente para o nasceiile. quintal murado
e rom porto para a IrRvessa que deila para o largo
do Paraizo '. quarlaefeira 6 de asusto prximo, ao
meio dia em ponto, no seu escriptorio. la da Ca-
deia do Recife.

_ O agente Oliveira fsru leilO por mandado do respectivos, nos livros da ronip.nhi
Evm. Sr. Ur. juiz de direilo especial do cominercin, Ferro, al o da 6 do meamo.
. .. ,
O abaixo assignailn az saber que, depnis do dia
II do eorrcnle me/, pagara no seu esrriplorio aos
i Srs. accionistas, juros na ra/o de 7 por rento ao
anno, sobre as arenes registradas nos seus nomes
ia da Estrada de
a requeriuiento de Jo.lo Carlos Valladares e nulros,
das dividas activas da massa fallida de l.aopoldo
Jos da Coala Araujo, na importancia de 73:1169860
rs. era conla de livro inclusive inultas documentadas
segundo a respectiva retaran dallas, podando esta
ser examinad, com auteciparao pelos prrtemientes.
para o que de bom grado se prestar dito agente :
quarta-feira, (i de agoslo prounu, as 11 horas da
manhaa em ponto, em seu escriptorio, na la da
Cedeia o Recife.
0 C\l\LE\0 ELCTRICO.
Adiase venda na lypographia UniSo, rua da
Aurora n. 32, e no pateu du Terco li. 19, a 120 r.
por numero.
Pede-se aoSr. Verissimo Anlnnio da Crut Soa-
res, e Joo Paulo, ineslre carupina do arsenal de
niariuha, que venban an annaiem de madeiras na
ma do Sol n. 25, concluir o negocio que nao igno-
-.t.aaS'-al-'JB-i:
1)0
P K .-V
pnblico. aceilou o papel
IRMA'OS DAS ALMAS
rao perdoadas as fallas qi
- oj,l.!.^y>riiiiuiic a port
julga i.rirrinrbililada.
O espectacuU principi
Coiiipauhjii
le Luiza na comedia,
confiada em que llie se-
e comnieller, e principal-
ii;uc/.a, para a qual uo
ara' a's S horas.
tOlMv -w'V;t.v3.
rraiico-
'. :sit'-
viudo do Rio de Janeirc,
i vre com escala par Tee iff,' Madeira c Lisboa : pa-
pa-
ra Ir.'le e passageiros, n
rou f C., rua da Cruz i:
i vapores
eezes.
Espera-
se no dia
1S docur-
realeo
vapor
lia n c e z
l.ijonnais,
c a p 11 a o
De vaulx,
sesutra' para o Ma-
que
casa
20.
de L. Lecutute le-
Para y Cmri
ahe com brovidade o Imite Novo Olihdae, mestre
Custodio Jos \ianna : aj (ralar com u.mesmo, ou
com o seu cunsigualario Tasso Irmaos.
Baha.
Mi DE JNEIRi).
Aos 0:000,000, 10:000, e i:000,0f)0.
A'a prar*a da Independencia loja n. 40,
de Antonio Jos Rodrigues.de Souza J-
nior, acham-se a venda liilhetes inleiros,
meios e quartos, da lotera 22- da casa
de correceo, aos presos ahaixo, cujas
lixtas esperamos lioje, pelo patpiete Pa-
ran' : os premios at 1:000;>0l)0, scriio
pagos avista, e os maiores conforme se
convencional-.
Bilhcte inteiro 2.s000
Heiobilhete 12.V00O
Quaito (i.sOOO
Perdeu-se o bilhete inlairo n. 388 da loltria
que corre hoje, o qual pertenao a Jos l'ereira da
Costa. Joo Ptepomuceno e oalro%cuja nonio nao
lemhra. eslaniio todos escriptos no verso : quem o
aehou leve a rua Direita, pasarla u. K ; e previue-
se ao Sr. Ihesour^iro ou cautelistar, que o nao pa-
guein senao nos annunci.inles.
Em razio de roncerlus n.io Jiavera' sorveles
esles dias no aterro da Boa-VMa n.V.
Precisa-se de um amassador ; na padaria da
rua llireila u. 82.
ESCOLA PELO MEIIIOIIO CASTIL1IO, (v()
ATERRO DA ROA-VISTA ,N. 18.
Dia segunda-feira i de agoslo.
Antonio lsnacio da Silva, professor de inslrucrao
primaria da fresuezia do Recife, Iransfere a sua "es-
cnla da rua da Cruz para o aterro da Boa-Vista n.
18, onde inslallar a mesma escola pelo raelhodo
Caslilho, segundo o procramma do Evm. aulor, o
qaaleiigea praaenca das autoridades a mais caval-
letros e senboras, msica, puesia e llures : pcrlanlu
convida aos Illm-, paia dos seus alumnos a suas
llltii.,-. familias, e a todas as mais pessoas de sua
amizade, para que se dignem honrar este acto, que
principiar as 11 horas em ponto do referido dia.
.V'iihum auto de transferencia podci ser regis-
Irailo de a II do corrente moz.
Os senhores que mo tiverem assignado o contrato
da companhia, dever.lo laze-ln por si ou por sena
bastantes procuradores, anles de rereherem oa ju-
ros devidos.Por orilein des directores, S. P. VE-
Kl'.Kl'.ll. Ihesoureiro.
Recife 1 de aguslu ,ie ls",(i.
AVISO.
Salustlano c\ Aquino Ferreira, cidadSo
brasileiro, retira-se para a Europa no
dia 10 ou 20 do corrente me/., no vapor
ingle/. TAMAR, licando na administra-
eao dos sei.s negocios como seus bastan-
tes procuradores, os Srs. negociantes Tilo-
ma/, de Aquino Fonseca & Filho, Joo
Matlicus Austin rim. Pernambtico 2de agosto de IS(>.
. Salustianode Aquino Ferreira.
(I
kC
rvetcs
O fc
c-
Con
Na aterre
Roa-Vista lera' bulos i.s ilin>dalia
batho avcellentes sarv les, fura os di.ss At chusa.
Precisa-se de una ama de Icilr -mi lili,o j.,;
gasa bem : na rua no PasseMy loja n. I.
H
con vento h
tura d< ->'.'nio.
Aos 5 000 e 2 000 000.
re iiultibilavelmentc sabbaao 2 de
s agosto de 1 S."i.
Salnsaao de Aquiuo Ferreira t)m "T"" um JKatjro ^ v''*"
, i i i: i lliequeira llar urna Itella erica "ainla,
avisa ao respeilavel publico quy vnidcu m;,,i "
..,-, i ', milito goslo eperl.-itaenleeiiveriiisa
os seguales piernios da segunda parte da 1 a:-:: -. iT ..
- i .' .- i n i i dinja-se a rua estrella do Rosario n.
primeira lotera do Senbor Bom (sus da i .
ngularidaiic.
."iiir, 9O0.S000
759 iOO.sOOll
(ii)7 200-sOUO
2512 200.SOOO
l r.iio (l,Sl)0li
'j o.soon
'itl '
11 4. J4E. DFATIST.1. I
1 coDlioa a residir iiaruH.V.--.;! u. 19, priniei- <$
1 & ro andar. 0
| -.. ,.C VU V A*s#-aW..
l'reeisa-se de um caiteiro para tabern,,
'. lenha iralica : as Cinco Puntas n. '.1:1.
lenlo J > Airr-sa cleivnu de aar caitoiro do
fr. Jo' Vieira ilus SalilaMdaaatr o dia X do crrri,
le me/., ,1c sua taberna sila na rua estrella de Rosa-
rio n. lC
Knherl.Mc. Calaaonl, llnsh Me. Cj'monl. Wil-
lian), i. Newall e Charles T. Poinzdeslrr, .m-im
an publico que relirain-ae da lirma social de Mr.
I Calmonl & C, que i:)rava ne>la prara a qual patMi
otis premios grandes cima re-la ser sabslilaida pela daSauniera rtrathera r\ C,
a rojo careo lica Indo o activo e passiva daquella
lirma, da qual paaiaw para a nova us socio* Charlea
Sanuders c Krederirk Saunders.
Aloga-se o sobrado da roa Imperial n. I \1 de
dous andares novos.acabados a moderna mullo aran-
dea, cada om audar cmn aeis qnarlos, unas salaa, ler-
racn. cuzinba fora. ludo em ponto vraude, | eln di-
n,iii!o |,r-r,. de -Jil-sii:il men.aes porcada asm an-
dar : a peana* que pretender dirija-av a rua Impe-
rial a. jnnto a matriz nova, qoe achara coaa ajana
tratar.
Precisa se I > urna ama para caca de um vio-
vn. de piuca familia, que s sujeile ao servico de
rasa e de rua : na rua do Sebo o. 8.
Preciaa-se arrendar urna enasta qoe lenha bom
barrairv, presrinna aa a liver sitio : na raa do
Kaugel ii. 77 primeiro andar ou annuurie.
Rui. (ia ruj ti. II
Joan Praeger avisa ao publico, qu ligad com
seu amiazein u'e inolhadoa.se achara disptsiran do
publico ama sala decente para lunchars, onde llave-
ro o mais esrnlhido aorlimcnlo de confuas de diver-
sas qualidades.
Para o meio halalhao da Parahiba.
Sapalos, pares 198.
Provimenlo doa armazens.
Pedrq pomes, libras 21) ; couros de cabra curia-
do-, :>. \
Huei quiter veuder estes objectos aprsenle as
suasproposlas ern caria fechada na secretaria rio coi*
aelho as 10 lloras do dia i, do prximo mes ue
agosto.
Sala das sesses dn conselho adminislrativopara f,ir-
necimenlo do arsenal de uuerra 31 de jnlbode 18-36.
--Hentn Jote'amenha Lins, coronel presideule
Bernardo Pereira do Carino fuaior, vogal e secre-
tario.
'Axsociagao Commerci 1
Beiitiiciiite de Per-
naw/.iij-o.
Por delilierar.i.i da direcei da Associacao Ci
mercial Deneliceute, sao convocados os senhor,
cios da mesma, para, em assemhlea iieral, se prece-
der ao disposto nos arlisos 2t) e -2 dos estatutos, no
da ."> ile hkosIo prximo, pelas II huras da manhaa
en, poni. Sala das se-ses da direcrn da Asso-
cmcao Commercial Reneficeiilc dePeruarnbuco :lll de
juila j de I8M).O leerelarlo,
A. de A. Rodrigues Isaac.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de faeuda
estaudv aulor,-ado pela ordem do tribunal do Ihe-
souro nacional u. 65 dn 25 dajnuho prximo passa-
do, para coiilratar o corte e couduccau para esla ci-
dde, at Ires mil (|uiulaes de pao brasil, manda cou-
vt lar aos proprietarios das Ierras e mats em que
exista semelhante madeira, a anre-enlaremsuas pin- DE NA VE(i.\(l.\'() A VAPOR LLSO
postas al odia 15 de agosto prximo futuro, ad- Itl'xVSIl 1*1 It V
ventindo que o pao ilever ser de boa qualidade, e .vaiL.i-iii.v.
se pagar pelo de primeira qualidade 8-0O|Sj pelo ," vapor 0. Pedro II, cummand-iule Viejas do
de aeeunda i.-'mh e pelo de lercerra -49000 rs., por segu boje > de agosto para a Baha e Rio de
cada quintal. Secretaria da Ihesouraria de fazenda Janeiro, a recebe as malas do corris as !l I\l horas
Segu em po icos dias o patacho nacio-
nal ^NFIA.NtjA, por ter parle do seu
eiiii-grinleiilo picmpto: para o resto,
trata-se cornos consignatarios NovaesA
C, na rua do Trapiche n. 5i.
Para a Bar a
segu Imprelerivelmcute no dia 5 de asoalo a veleira
sumaca brasileira Nova Minerva, por ler a maior
parle de seu rarregameuto promptn, c para o resto
trala-se com seu eooaigiialario Domingos Alves Ma-
llieos, na rua de Apollo n. 1\.
RIO DE JANEIRO
Segu com mulla hrevidade por ler paite da car-
Ra, o palacho nliom Jess ; para o malo, paaaagei- qein qnizer diriia-se a rua do Cresuo
ros e esrraviM :, ,.,la i,.i-,.a. -..... /* i...... i-. ,;,.-.. '..... pu,
Salustiano de Aquino Ferreira, cida-
dSo Brasileiro, relira-se para a Europa
no vapor inglcz TAMAR, no dia 19 ou
20 do corrente mez, fcand na agencia
dos negocios das loteras desta provincia,
os Sis. Jos Fortunato dos Sanios Porto,
com loja de miudezas na rua da Cadeia do
Recife n. 15 ; Antonio Augusto dos San-
tos Porto, com loja de calendo na prara
da Indepnndeiicia ns. T>7 e .">!), e a Sra.
viuva liastos, com loja de hilhetes na mes-
ma prara, n. i. Pernambuca 2 de agos-
to de ISli.Salnsliano de Aipiino Fer-
reira.
O Ihesoureiro do patrimonio do orphns, lectili-
canda a conta. que apreaenlou no Diario de quaila
feira. .VI do mea prximo lindo, do que arrecadou
na representaran Ihealral e:n henclirm dos orphos,
i|i," lizera o cholera, declara qoe huuvcram entre os
r -matul da Ja, ordem, quatro de prern de (i-jOOO
reis, e 10 de 8-010 reis, cada um leudo sido 8 d'es-
te vendidos na toja 1o Sr. Antonio .lose de Siquci-
ra e n.io 1-2 de lisOOO reis. e -J de 83000 res, e en-
tre as eadeiras, bnuve urna de II^IMIO reis, ein lugar
de.")> l:Vte-iO reis, c nao 1:43006*20 reis.
A amena que annonctoa pelo Diaria jaerar
comprar um predio, que ron Ja anualmente tiOOj,
queira aniiunciar sua morada para ser procu-
rada.
PERDEi;-SE.
No dia .'II de julho quiuta-feira, perdeu-sc da rua
da Cruz do Recife a rua do Cie 100300(1 rs. em !> scdulas do sJOtrjOUO rs. ca.la urna ;
roja-se pnrlanlu a quem as achou de levar a rua da
do Oueimado luja n. 17, que teceber'do aballo as-
sienado metade desea quantia, e Ihe ficar eterna-
mente agradecido.
Francisco Leandro do Reg.
(I abaixo assicna'Jn, exauslo de paciencia, por
se ver fora ha mais de 16 mezes do dominio de tiro
sen esrravo, faz o presente, declarando o occorrido
Via-Sacra.
I (piarlo
.Vicio blhe'.e
1 epiarto
I bilhete
I dito
Meio dito
Omesino tem e\pf)stoa venda seus mili-
to lelizes hilhetes, meios e quarlos, da
tpimla parle da primeira lotera do con-
vento de Nossa Senhora do Carmo, as hi-
jas ja' condecidas do respeilavel pu-
blico.
Os 1
l'cridos nao eslao snjeitos 10 descont
dos S por cenlo ilo imposto rjeral, e cil-
io disconlo sera' pago logo uuesaa a lis-
ia, sendo os piceos de seus bilhetes os se-
minles.
Blbetes .s'SOO recebe por inteiro ">:()00. Meios sOOO :509|
Quartos 1*500 l:S30|
Pernamliiico S de julho de 1856.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
A mesa regedura r*;, irmandale de N. S. dn
Amparo da ci lade de Olinda, leudo feilo trasladar
na crise epidmica do ctiolera-iiiorbus a in,aiiem de
sua padrocira para a lureja matriz de S. Pedro A-
pnstolo, em a^to penitencial, lem resalvidn fazer re-
gressar a' ^a iureja a mesma Senhora, no dia :l de
acostolproaimo, pelas 3 horas da larde, em sulemue
procisso. a nal tem de transitar asaeiitiiii'es roas :
Malhias l'erreira,-Qualro Cantos, Cixu, Rica fie -,
Pedro. Varadouro, S. Rento, ladeira de S. Pedro
Marlxr, Amparo, a racoHier-se ; para o (ue convi-
va a mesa a todos as seus Iranios a comparecera/m
uo referido da as 9 horas da manhaa, para assisli-
lem a missa cantada, e as 2 horas da larde para
acompauharem a procisso. Oulro siraapede a mes-
ma mesa nos moradores das ras par nudo lem de
transitar a dita prociaslo, a ornarem as portas e va-
randas dn suas casas cun colchas para mala hrilhan-
lismb as frentes do suas ca-as as nuiles dos das -2 e 3 do
referido mez. A mcsi lambem convida e Indis us
devnlns de sua exc-l-a padrocira a as-islir ao Te-
llenni l.audamus, que se lein de entoar a' ine-ina
Senhora por una ler salvado de 1,1o arande raseo,
no qual sera' orador o Rvm. Sr. padre mclro Kr.
Joaquim do espirito Santo, pregador da capaila ,:e
sua mageslade imperial.
-- A pessoa que nannil? de 31 dejiilho apanliOu
um maraco na taberna do Sr. Jos da Cusa Cnivalho
(iiiimaraes, no palco do Terco n. 1, queira reslitui-
lo na rua estreit i do Rosario n. 16, a Manuel Jos
da Silva l'imenlel, que sera generosamente aralili-
cado.
Continua a estar fgido o nesm Amzelo, re-
prsenla ler lOannoa, baiso c groes, rusto compra-
do, olbns grandes e afognnadoa, puva pur una
perua, be natural da Rabia e esleve preso na cadeia
de Serinhaem : quin o pegar leve-n a rua do Uuei-
madu luja n. 1(1 que sera' recompensado.
Prccisa-se alujar una casa terrea u sobrado,
ou mesmo aluum solau cum punen-, cuuuuodus para
um ra|ia/. sollcirn e um criadu : quem liver anuuti-
cic com hrevidade.
-- Na blica da rua do Raugel n. ti',, precisa-se
de um oflicial de ph.irmacia.
Marlinho Jos de Souza Reg dcrlaia.qu' leu-
do arrematado a rasa de obrado da rua do Pharol
n. 8, e nao saliendo se o chao be forciro ou proprio,
fas o prsenle annunrio para quem se juagar cum di
relio ao landeroio e furo, entenderse cuir. o Sr.
I'rederico Chaves no aterro da Roa-Vista n. 17.
.. .. ...
y ^y >
^ i) couselbo diicctt
m.
IfMtfteo
ma e escravos a frele. Irala-M cum Caelano Cxriaco
da C. M., ao lado do Corpo Santo n. 2">.
CARACO'.
Segu uestes diaa o palhahole Sobralense, rece-
be carga e passa^oiros : a (ralar com Caelano Cx-
riaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio ti. 25.
Coiiipaiilua
Atteugo.
I.embra-se ao Sr. capadocio.que se intitula acad-
mico de todas as aulas de que se cnmpe a acade-
mia, que diz ser natural do Mamullan, que ji he
lempo de se cohibir de seus mios coslumes, visto ser
bem renhecido nesla capital, e existe em muilo boa Pr orientar a quem queira o apprebender. Em 9
suarda al2umas carias em que sua merco pede nina '
ajuda (sem ser de i renla' para sua intitulada for-
matura, a qual Ihe ia cuslando um paascia a' casa
nova.O quero casar.
Joaquim Arscnio Cintra da Silva, inveiilarian-
le do casal de seus fallecidos pais, avisa aos credores
ate mesmo casal, que jusliliquein aa suas dividas para
serem atleudirias na formacao das parlilhas. Recife
30 de julho de 18.V. ~^
Precisa-sc de u.n Irabaihador de masseira : na
padaria da rua do Colovellu n. 31.
I)-ie 5009 a juros a um por cenlo au mez,
sob penhores de ouro ou prala : quem precisar an-
nunrip.
Precisa-se alucar urna rasa (errea mo muilo
grande, uo lugar do Montciro mi Casa Forte : quem
tiver annnnrie pnr esta folha para ser procurado.
Prcctsa-se de urna ensaboadeira de roupa :
luja n. 3,
" r. Abibo Jos lavaros da Silva, 'juiz de or-
phiia e ausentes desta cidade do Recife da Per-
nainhuro.e seu termo, por S. M. I. e C. qoe leos
guarde etc.
Ka(o saber cm r uno I). Candida Rosa Mara De-
riscolt da Costa, me dirigi apetirAu do Ibeor se-
gninie :
Illm. Sr. doulnr juiz-l nrphSos.Diz I). Candi-
da Rosa .Mara Dcnscol la Coala, qne tendo re-
querido n V. S. para sJUadmitlida a justificar seu
crdito sobre o casal de'Jb. Henriqueta Emilia da
Silva Manta, laconle.ee que nao possa proseguir em
ana jiislificarao, porque, devtitjjo ser citados os in-
teressados no mesmo casal, nSoe pode ser o de no-
me Augusto Feroandes da Silva Manta.pnr se adiar
ausente cm parle inceria, como te v de um dos
documentos juntos. Nestas circumslancias a sup-
plicanle. para nao ser prejudicada em sea direilo
vem requerer a V. S. baja de providenciar acerca
desaa oceurencia, mandando cilar o herdeiro alsen-
le por carias de ediios, ou uumeando-lhc um cura-
dor.
Pede a V. S. Illm. Sr. Dr. juiz de orphfios e au-
sentes assim Ihe delira.E. R. SI.
Antonio Augusto dos Santos Portoprocurador.
Em visla desa petcUo que me fui aptcscnlada
dei o despacho do theor segointe :
Sejacilado por edilal. Recife I de julho de
18.">6Tavares da Silva.
de Periiambuco, 15 de julho de 1856.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello,~"~
O administrador do consolado provincial, cm
virlude do dispuslo no art. 3. do regulamemo de 17
lejulho de 185, faz publico que se acham depust-
lados mais 4 cavallo reniellidos pela subdelegacia
dn frogueiia dos Afogados em dala de 18 do corren-
te, os quaea san considerados bens do evento, por se
desconhecer seus dunos, e para que seja cumprinV) o
quecoulem o sobredilo artigo maudou publicar pela
imprensa, para, no prazo de l"> dias, comparecer
quem aos ditos cavallus lenha lireilo, lindos us quaes
se proceder a arremataran pela furnia determinada
uo art. i do citado resulaincnln, e para que rbcgiie
a noticia mandn fazer o presente edilal aos 19 de
julho de !85(.Antonio Cameiro Machado Rios.
da maniota,
ifl:
THEATRO
Sci^ue no dia 7 do] mez corrente o hiale Ser-i-
pano; para oralo db carga, trata-e CORl Caelano
Lxriaco da L. M., ao lado dn Corpo Sanloln, >.
AfACATy.
ltale Exalaco segu com brevidadi-; fren-
ar cum Caelano Cyriaco dn (;.
Sanio II. 25.
he passageiros : a Ira
M., ao lado do Corpo
.
prxima ao arco de Santo Antonio.
l-'ugio ,dn engenho Relia-Rosa da freguezia da
Lu o negro Angola, de nome Eduardo, baixo. sec-
eo, olbos peipienos, sem barba, talla alrapaihada :
quem a apprehender leve-n ao dilo engeuhu. ou no
Recife ao ageule Oliveua, que recebera' il)>!IIIO de
gralilicacao.
Arrenda-se um grande e excelleute sillo rnuilo
perlo da cidade, por ser logo no principio da estrada
de Joiin de llarrn-, denominado sitio da Capella da
Cnnceirao, conleiido todas as pruporres para ha-
bilar um negociante brasileiro ou cs'rangeiro, por
ler excelleute casa nova e grand, nma extensa bai-
xa de capim plantado, um grande viveiro de bom
peixe, inultos arvoredos e enqueiroa de prodocro,
estribara e eomniodos para2eavtllos, capella prm-
pta para celebrar-se missa ele. : a quem convier,
compareca a qualquer hura do dia, mediante certa
condiroas.
Na loja de madama Roulier, rua Nova n. 58,
se acham chapeos de seda para senhoraa, ditos de
palba para meninas, saias de dina muilo modernas,
lilas de Iludo prcto de lodas as quididades, enfotles
ile cabera, lu.ns do casamento, capelina de flores de
laranja, Manas brancas, l-qur-, e linio mais neeea-
sario para casamento, veos de lil lexrado para cha-
peos de lulo, cullarnbos e manguitos para tbeatru,
hicos de linlio prclo.
DE
Santa Isabel.
STIMA REI'RKSENTACO
DOSGBANDESEBBILHANTESSOIKES
da companhia
ROBERTO E DEVEAIX.
Sabbado 2 de agosto de 1856
Mrs. Roberto e Deveaux impellidoi pela benevo-
lencia eam que o roapeilavel publico pcriiamhucann
ha acnlhtilu seus trabaius, lispuz para u da iodi-
Nada mais se coolinha em dita peiir.lo aqu trans-' eado a l,rese"le repranenlaajio.
O agente Borja. de ord< ir do Exm.
Sr. Dr. jin/.esjiirial do commercio, a re.
querimenlo dos bi-edorei de Joo Alexan-
dre Vieira. Ikralleilio da armaro e la-
na loja sila ii i ma doPaf
penboradas a' acuelle
:ni;rio dos meimOS credo- i ""Pe"", Rvms. pa.lre mestre J
zendasevixtentc
seio Pnlilii'ii ii.
senhor, por c\
res: segunda-taBr
Ilotas da manlidii.
lo frrenle,
Ltllao de escravos sen
lmite.
O agenfc
cripta, e meu desplichn, e pnr la) do escrivao que
oeranteinim serve, o qual crlilico-u que o suppliea-
o, Augusto pernandes da Silva Mana se acha su-
ile ; mando e ordeno a lodas as pesaos de seu
ca>niecimenlo, parrles e amigos o previnam de
1'.pnr este jutr.o ap vo dar lealemunbas, alim de
I"6Jfcsnpplicante prove a veracidade deseu debito.
U r ,,"'la Pin ''mpo algum razio para ignorar o
c'iFo'"rto na petiru supra.
/t'le aera aduad i no lugar maia publico desla c-
/rtade, e publicado pela Imprensa. e.'por mim assig-
nado eaolVadn rm o sello desle juiz'o, no talha 9rn
f anT'"' CMad* d0 Rpc,f' de Pernambuco,
Jiidejulhode Wt, trigsimo quinto da indepen-
mazem, na rnrl
veisos i'scruvos
eiante portugl
Europa, a sabdr
PRIMEIRA PARTE. nos, op.ima cqsturt-ira,
I ma hora de mgicas, prodigios, stihtilezas e me- [jjrin. Drcta de
omniadeira
tniuurphoses, por
MR. DEVEAUX.
I. O Densamente forrado.
y. A ax billa mgica. *
3. <> rbapeleiru improtitailo.
. A forra interrumpida,
o. txercicios de ligeirezaa pelo aldeaooriol.
^Rrin',e l)H,w", d birlas, peca mecbanica
mis trmente nota
llot'ja fara' leilao ero seu ar-
do Collegio ii. 15, de di.
|K.*rtencentei a umnego-
ez, que se retira para a
ninn mulata de 18 an-
de bonita figura,
i.O/.inlieira, en-
4 costureira, uma dita com
idades, nina negrnlia de
Bonita figura, em pnnt-ipio
de costura, tuna mulatinha .|t II anuos,
lambem com 'principio de costura, uma
preta de 28 annos, com urna cria, de 3
i aonos,
as mesmns ha
I Ti anuos < I*
O abaixo istJcnad l, Mrrivao interino da irmamla-
; de do Senhor llntn Jess das llores em S. I,un,-,lo,
participa an respeilavel publico, que domingo :! do
mrenle, se fara a lesla do mesmo Senhor, da ma-
neira seguate: no da > aomeio dia.depois de subir
as girndulas de fogodo ar, locar' diversas e moder-
nas peras a banda de musir do 1.- balalhilo de
guarda nacional deste municipio, dirigida pelo in-
signe artista Pedro llespanhol, qual tocara' lam-
bem a noite ante-das ve.nerns, na testa c Te-Deom,
e sern oradores os dislinclos pregadures da catiella
nao Capislraiin de
. Mandones e Ir. Lino da Monte Carmelbi, este da
11 reala e aquelle do Te-Ueum a oreheilra dirigida
I pelo Sr. JoSo Marcelino Itiheiro, pora' em exerurao
| a missa de l.iina-grande. rom mnderttisaimaa varia-
rles etecutadas na flauta miles do sermao da fesla,
pelo bem conhecldo artista brasileiro Oueiroga. c a
noite oslara' a frente da igreja romanescamente il-
luminiula. Jos Lucas Rodrigues Machado.
t) leslamenlciro invenlarianle dos bejis deixa-
dos pelo fallecido Manuel de Sm/.a tutimares, esta
proceden lo Inventario dos mesmos bens, pelo ioiso
de nrplulos d-sla cidade : rosa a quem
ere lnr dn mesmo taller,dn, baja de aprese
cuntas mi prazo de s das, para serem allendldaa
cm dilu inventario : na rua do l.ivramcnto n. 10-
O abaixo tsaignado fa/ scienlc ao respeilavel
O tonel de RarVho, ou o segredo do contra- annos- qual cose milito bem. engomma
bando, (a mtiilos pedidos.) |solfi ivelmentif e cozinha, rlrabalha opti-
de abril do auno passadu procure comprar o esrravo
Thomnz.do SK Antonio Carlos l'ereira deBurgos l.on-
ce de Len ; mis rectlso de elfecluar a compra por
medizerqueesse escravoera casado cum urna mucama
de sua senhora,e (ue hulla urna filha,fui vencido uao
s pelo Sr. B irg s c->mo por sua familia me aflan-
Car, que o Sr. comineiidauor Anlnnio de Siqueira
Cavalcanli, em cuja companhia linha sua filha, se-
nhora do Sr. llurgos. nada mais poderia fazer, do
que comprar n referido escravo, se quizesse pos-
sui-lo. Cumprci, e uinandei para o lueaaeiigeiibn
mas depois de nlguns dias e-se escravn pedio-a,e li-
cenja para ir ao engentin Marlapagipe a ver sua
mtilber e filha ea conced; e quandu eslava a partir
m* den disto parte. N terreno dia me anpareceu
o Sr. Francisco Lourenrn Garlos, com urna Carla
em que su rila va aaaaignalara da Exm. Sra. t. The-
reza, mulher do Sr. Burgos, pedindo-me rom ins-
tancia que eu desficase a compra do escravo Tho-
maz, pota que o seu marido nao poda veude-lo. Eu
que linln perfilo ronliectmenlo da piobidade do
Sr. Burgos, e sabia que elle nao seria capaz de ven-
der aquillo que n.'t, podi fazer, respond'ueste sen-
lindo dizendo que mo ronrui i.uia em sua preten-
cilo. E ao Sr. Francisco Carlos diste, que estara
pro millo a vender o esrravo, ou que comprara a
inulherfe filha se a iss cuncordaasem, ao que respon-
deu-me que uo se comprarla o escravo por om tus-
19a, c iiem ae vendera a iiiullier pur um milb.lo. O
caso he qoe desdo que esse mea escravo retirndo-
se daqui para Marlapagipe, deixando dinheiro e toda
a sua roana al e.ilc momento estou sem elle. H.
esle escravo muito bem prucedido.e nunca fagio; mas
diiem por palle de Marlapagipe que o escravo la
nao esla'! Elle lem os signan aegainles : idadaj
\ aonos, altura regular, rnuulu, carreiro, bem
feilo de carpo, sem barba, roalo redondo, ,-lhos
grandes, denles perfeilns e limados : quem o appre-
hender lera' lOOrUOII de gratilicasflo, irazcudo a esle
engenho ou levando-o ao Recife aos Srs. Crrela e
Irmaos. Protesto proceder criminalmente contra
quem o liver acontado, e haver lodos nsjdias de ser-
vico. Engenho Cachueirinha S8dejnlbo de 18jC,
Joaquim Manoel da Silva.
-- i'crdeu-se bonleiu :ll dejulbo, das :l para i
horas da larde, desde a rua do Crespo al u rua da
Cruz, duasse lulas de SUtsf cada nina : quem as li-
ver adiado e quizer re-tiluir, dirija-se n rua do
(.luetnado, loja u. 17, anude se darao o* signaes cer-
los, e ae gratificar g-neosamente, alm de c ficar
agradecido.
-- Oaem liver um predio Iiem construido, que
renda animalmente !axi.-> eo queira vender, anuun-
cie |>ara se tratar, que paga-sc hein
Prccisa-se de uma peseoa que cnlenda -le plan
lares para tratar de um sino, nao se repara dar
bom ordenado: a tratar na rua de Aguas Verdes
n. 18.
Dase dinheiro a juros em pequeas qrnnliaa
sob penhores de ouro e prala : quem quizer an-
nutuie.
Adiando se recolhida rasa ilc delenran a pre-
til crinla, de nome Jaeinlha, a qual fui presa i
freguezia da Vanen pelo subdi locado da mesma, e
como tem de procurar o sen direilo, pnr isso previne
e pede as autoridades nada delibrelo della sem
se justificar,
-- Precisa-sa de um bom coziiiheiro, e que teja
aceiado, para urna casa eslrangeira : quera quizer
pode diiijir se a' rua da Cruz n. 16.
Precisa-
e com urgencia alagar nm primeiro
Ws-,.s ...'.;;.;. ...... ... .^.. ...... ,-.,...
la le Im-rao pobli 'a .
& u cooseitio diieclor da iii-lruci;ao publica '-
".. acaba de adoptar pafa a leilura das escolas .'T
') de primeiras letras de ambos os sexos,o '<.'"
.ii opsculoRtdeoes sobre a educ.ic.lu phv- '.
'.:' si("a e mural da infanciapublicado pela lir. '
"ii? ein medicina. Ignacio "iriuo Xavier. -'.'_':
.Ni rua dn Aragao n. i!, prccisa-se de iima pre-
ta para vender doce, c que as horas vagas se oceupa
em algum wrviea do mesmo trafico : a quem con-
vier dirija-sea mesma casa, ouanuuucie.
$p Deposito de vinho de cbampag- 1".
@ ne Chateau-Ay.\, primeira i|oa- {
vj lidade, de propriedade do conde j
Fj deMareuil,ruadaCruzdoRecfe*n. ^
-V 20: este vinbo.omelbor detodaa
@ Champagne, vende-se a .s cada ag
:% cai\a ; acha-e nicamente em ca- @
@ sa de L. Lconte Feron & C. N. f-
%$ B.As cai\as sao marcadas a o- (Q
^ joConde de Mareuile os rotn- t
^ los las garrafas sao azues. S
Precisa-se de um Rvd. sacerdote de boa mora
para capcllo de um engenho na freguezia da Esca -
da, eque igualmente -e queira encarregar desdar II-
resa Ues mcnin.s,filhas do Sr. do engenho, e ae Ihe
l'ara' bom ordenado, e mais ajgumas vanlagens : a-
itueffe a quem couvier dirija-se ao paleo da matriz
de Santo Antonio, casa de um andar u. I, que acha-
la com quem tratar.
.. O ab.iixr assignado faz seb ule a quem compe-
tir, que desta data ein diantu,e desonrra da liquida-
rao do casal de seu finado pai, o coronel Antonio
Marques da Cosa Soares, pelo qnal motivo deua e
lex.,ia' de envolver-se nos negocios do mesmo ca-
sal, por assim exigirem os seus intere-ses ; igual-
mente declara que vai apresentar as ronlas da sua
administraran peraule o juizo dos orpliAos, do mes-
mo modo que tez em 1812, quando lindou a pri-
meira administraran de que fui encairaeadu : por
I un adverte qne leudo elle abaixo assignado, orde-
na Jo de Lisboa ao sen procurador nesle cidade, que
em seu nume requeiesse o Ira d'aceilac,ao de he-
raura a beneficio de inventario, o mesmo foi eflec-
luadu eui rnaio de 1838, como consta do re-pecliv,,
termo tibaito ; o que ludo anouncia para cuubeci-
menlo do respeilavel publico. Recife 2*1 de julho
de ls".i,.
J- M- Marques da Costa Soares.
Certifico que vendo os respectivos autos, uelles
se acha o requerimenlo com desp-icho, termo de
accitaeo de heranca a berelicio de inveulariu, e
senteura do theor seguidle :
Diz Jos Marques da Costa Soares, negociante es-
(abelecido na cidade de Lisboa, por seu bastante
procurador, que leudo (.Herido nesta cidade do Re-
rile seu pai, Anlnnio Malques da Custa .Soares, ne-
gociante de grandes fuudus, deixara o aclivo > pas-
sivo de sua casa cumpltcadu, e dependente oeliqui-
dares: c cuino em laes circumslsucias, e asiente
o supplicanlc, a heranra que ein legitima Ihe deve
competir esta anda incerla, ca decis.li. la 1 vez sede-
more, sendo de mala o supplicanle credor de mais de
sessenla contos de reis, morda forte de Lisboa, a-
ceita o supplicanle a heranra sumeule a beneficia de
inventario, e requera V. S. qu Ihe mande lo-
mar disto termo alim de que cm nenhum lempo, o
pur nenhum modo possa ser obligado ulla tires /-
reditarias, aproveltandn-lhe tudas as vanlagens des-
ta dertarnrao cooseqeutes, na couforniidade de dt-
rriln! poclaulo pedet V. S. mande lomar-lhc u ter-
mo da aceitaru de heranra na forma (eqnerida, e
ajuiilar aos autos para constar. E recrber. ineiri-,
Sim em termos. Recle 7 de maio de IK8..Na-
varro.Termo de aceitarilo de heranra a beneficio
de inventario. Aos 7 de maio de I s:ls nesla cida le
do-.Kerile perante mun c teslemuuhas abaiso assig-
nadaa, disse o supplicanle Jos Marques da Costa
Soares por seu bstanle procurador Jeito Joaj da
Cruz, que acei'.ava a heranca oe seu fallecido pai
Antonio Marques da Cusa Soares, tilo son ente a be-
neficio de i ivenlario, na forma espressada em sea
requurimeiilu retro, de que fiz esle termo em que
assignnu romas lealemunbasi-rancise J,aqunn
l'ereira de t; irvalho o iscrevi.- Joao Jo= da Cruz,
Antonio Joaquim Roliignaa. Francisco Joaquim i'e-
reira de Caivalho JtiniolSaraTdiIcu o term
Biietes rnteiros
Meios bilheles
Quartos
se julgar andar na rmguezia de S. Jus nu iirimcdiares, pre-
ntar suas| ferindn-se u mais central; da-se fiador "e paga-se
bem
fallar na rua do Crespo n. II, leja de li-
Para fcilor de um engenho na fregiie/ia da Bala
publ.ee que tendo contraa lo, llvre e deaembara- cada, preci.a-se de ... bnmem nacional ou e tran-
cada, a taberna perlenccnle o .Nr. Jo-e Antonio da "
Caoba, sita no pateo de San-Pedro n. I, por is 0
nesmo abaixo a-signadu n.lo 'e respnnsabilisa pnr
divida, algoma, que o dHo Sr. Caoba lenha cenlra-
bido para com dita taberna. Recite, I de agosto de
IKJ6.Viclunuode Almeida Rabello.
Oa herdeiros de Agostinhu Vieira Coelho quei-
rsrm se entender com quem no ignnram, sobre o ar-
rendamento da casa da rua do Crespo n. 6, viste Se-
ba i-. i Vieira Coelho e Azoslinho Vieira Coelho ja
nao evislirem nesla Ierra bemfazeja aos,...
gelro, mas qne bCja de boas costumes, png,i-sc bem .
quem quizer dinja-K ao largo da matriz de Sanio
Antonio casa ,(c um andar u. ->. que alai achara'
com quem tratar.
Os Sis. devedore* da casi feljid-a do
Sr. JouoMoreira Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
te, na na do Oueimadon. 10, nfim de
amigavelmente saldarcm seus dbitos.
pnr sen-
lenra ecu.las. Recife 14 de maiu de ISuXJu<.
Joeojoim t.eimniano de Motees Navarro. KJo se con-1
Imita mais em dilo requerimenln com despacho, ter-!
tno dcaceilarao de heranra a beneficio de invena-1
riae senteura que o julgnu, que eu dito esrmao no
principio desla declarado, c no lim da mesma as-
signadn bem e fielmente fiz copiar dos propri-n au-
loa, a que ma reporto, e dos quaes liz paasar a pre- i
sent cerlirJAo que vai na ver.I, le un consa quel
duvida faja, conferida e concerl da na furnia do rs-
l)llo e por mim subscripta e asignada ne-t.: ,|i|a ru-
inaren de S. Anlnnio da cid ule do erife o seu te. '
roo, provincia de Pernnmhuro, ios t, das do lll7 ,;> i
julho du auno do naseiineutu de ISn-so Senbni leaos
Quieto de ISi, vigsimo primeiro da independen-I
cia e do imperio do Brasil, l-'iz escrever aiguei.
Francisco Joai|uiui l'ereira deCarvsllao.
Precisa-se de nma criada para o servico inter-
no de uma casa de familia, da-se bom ordenado
agradando o en servico : a tratar no obrado junio
ao quartel do Hospicio, rasa do l'r. Mendes di
; Cunta.
Antonio llai I i-a de Rarros faz seienla ao rcspeit <-
vel pnblico, que mndnn a ana sala de curiar cabello
e fazer barba da rasa n. ( da rua da Croa para a
de n. .">! da mesma rua, que ae acha promnto a
bem servir a lodas as pessoas que o procuraron, em
tudo que diz respeilo a sua arle, sendo o precia
mesmo que as lujas. Na mesraa sala vendero-e e
alogam-se bichas de liamburgo mais barate qoe em
nutra parte.
-- alluga-se pel fesla oa por auno o sitio do fal-
lecido Ignacio Firmo Xavier eniie a duas poni
da Magdalena, e lambem se vende o anasrao sali.
. "m,-:-,- lodo o negocio com o alugador oa eaatn-
prador, que a visla do prern rnnheeera' a vantagrm
le possuir nma lal propriedade em local ISo prexi-
111 a cidade, onde ja' nao ha terrenos devalaste, a
por islo esle ere-ceta com o lempo em eslima, c va-
lor cada vez mais pelo -lugu.enlo da riqueza da
prrnxincia, gosto do bello, e necessidade de paasar a
vente (ora da cidade. e mais anda pela estrada de
ferro projeclada por esse lugar au Cacbanga' ; e Imi
o mesmo sitio casa para duas familias, hanho perl.
e nutrs cominodidadcs, que por teevidade se
omilleiu.
Acba-se dcsocctipada a luja da rua da Cadeia
dn Recife n. .V). e arrenda-se paia qnalqner clahe-
lacinienlu ; oa jirel ndenles ui.lender-M-bao caan
Joo Jus de I .ai \.,liia Muraes.
O Sr. Cypftene Luiz da Paz, na rua do Calle
gin, e o Sr. Jlo Ferreira da l.az. uo aterro da Haaa-
Visla, na padaria do Sr. Beirir. dirao quem da di
nheiro ein quautias de :tll03, Wl?, ."1IIO5 e WIBasiivi.
com h> i'olhera eni rasas terreas.
Do-te 500|0 Iv po;;rapliiasedia'iiucni da'.
lotera da mnmk.
Aos 5:000-, e 2:OOOsOOO.
abaixo assignado faz a ente ao res
peilavel publico, i|ue tem exposlo a ven-
da os leus billietes. inleiros, meios n mbi -
tos, aos piceos abai odaclarados, isqnai >
estao rnbrieados com seu nome, < se olu i-
gaa pa,r;aro5 8|>orcentodu le, as m i
grandes, da quinta parte da primeira lo-
tera, a beuelicio do ixmvenlo de Notst
Senliora do Carmo, cujosbilLetesseadiam
a venda as lujas da na do (.iuciiuado n.
lil. do Sr.Silvestre da Silva (.nitiiai.n
n. 2o, do Sr. Joaquim Monteiro daCrur.;
rua Nova, doSr. Tinoco roa do Livr.i-
uiento n.O.doSr. Cunlia ; n. 5, doSr.
Novaes e ruado Rosario larca, labr'ca do
Sr.Rei*.
">SH00 recelie .):(VMs.
"isOO S:.->004\
ISOO lltMg.
Recife "28 de julho de 185<. Mapoel
Martins Fin/.a.
Offerece-se para loja de faxeadaa, miudezas. ou
lerraeens um menino porluantz do 1.1 para 11 an -
noa de idade, sabeudo ler bem. escrever e cantar, c
lie ha.'ante esperto, alianca-se a boa conducta dn
raesuiu : quem o pretender compareca aa roa do
Cabarga n. :l, loja de salleiro que adiara com quem
tratar.
Seita feira I de agnsto. Anda audiencia ale Sr.
Dr. juiz municipal da 1.a vara ser, arrematada em
prara publica a renda annual dos alaguen- da casa
terrea 11. 7 da estrada de Jo.io de Barros, qoe vai
para Ilekm, por etecur.10 de Jos Alves Os Silva
(uimaraes contra Francisco (ieraldo Moreira Tem-
poral e sua mulher ; lie a ultima prara.
Precisa-se comprar lO travs de ."><
palmos com 8 (Kilegadas de grossura e (i
de lace ; S travs de N) palmos, com 13
I. grossura JfO de face c enxames de
louro de 22 a 2 palmos, de G polca-
das: na Ii va ria 115. (>e 8, da pnica!.(
Independencia.
Juan Praeger participa aos seus amigas e .10 pu-
blico em geral, que do 1. de agoslo en) diante talara
aberlo o seu bem surtido armazem d maatimenn -
para uavios; mulla,los e generas de estiva ; debis
da lirma de J. Praeger Companhia, na rua da
Croa n. 11, e espera que merecer a meante coo-
lianra que al hoje ganbou.
Jos Joaquim da (lliveira lionralves, participa
an publico e au respeilavel corpo de*commercio que
leudo-ae despedido da casa dos Srs. i -reman ,,
Lasnc buje lie qoe se rcaliaa sua sabida. Nao i-.d-
deiiar de teslemonhar a maior gralidao pe|u bom
tratauento que sempre recebeu e alta rouiianra qne
uelle depusilaram, tanto o Sr. Frederieo lrcm-1.1
como seus auiecessorcs, d-ranlr sote annos e ciar,,
mezes, que esleve empregadu na dita casa, ia rw,-,
simples caneiro, ja como gerente della por desasea,
ve/es. Ollerece ao Sr. F. Farmunl, ora pre.enie.M-u-
liinit.i.los sei viro em qualquer parle onde o deMion
0 leve ; assim com fallara a omdaver aaufadose-
nao nauirrsiii.se as cus compauheires una viv
sauda .e c pedmdn ii so a estes come aus primen,..
desculpa de algumas fallas,a qoe toda a creatina esla
suila. O mesmo se enlcnde com algana amtgir- < -
Iraobos, que sempre .oliritos em coadjavar-l......,
lempos ,1c aa a '.iuiiuslra(ju jamis datura de ~i
grato para rom ellcs. Uecife MI de julho de IK>V
Ileseja-so Miar com Itrisido Jos Jaree, lili,,,
do Ju'Luiz Jorge, natural da Caaatalu, reii.....-
1 uruigal, a pedido de sua familia. Se algorn lam-
ber da residencia, ou noticia daquella pes-ua. Ih- a-
vor declarar na rua do Trapiche n. .
Lava-se e engomma ae com a maior 1^1 l.-n.- .
aceto, pnr narato prrro ; quem quizer dirija-sr .1
rua do -.osario larga taberna 11. jet, qne achara' i>m
quem tralar.
laia ta Cruz n. 11.
No armazem de J. Praeger A Companhia ha pa
ra ventor presuntos novo, camenas, rnnsisn,, :,.
carnea, penes, lefomes. frurlas. malho e *-
vilhas eras un gainifes, arfaiiliineiilus para navi.,.
ambos dn orlo, Madeira, Jlhern e Klir-n". ele, ate
opimns lieorea de di\er-as|ualidadcs, re, vea, eoc
nar e pal If andv da un li.j- qualidade, a~.ina mnei
lodas a-heidas e-pinluu,a, e charolo* do llavaua.
Linli-is '('. o imibiss.
Claii'.in jolwusroL-a aoaenli.Mr,
aaaiunanuM dos mnibus quriraan
parliripsr | ,.r rarripto, f,lf.i.
peaaaalmente no respoctivo eanriplnia, quando .,
Ibes oanvaana mai a -signatura, valo que o., ros,
trarin ver-se-ba n abaiso aignado ni obrigacm de
ronlar-lhcs a s>i la declararan, o mesmo aoraveHa a ucra.'ia,, i, ..
leinl.rar a alguna senhore. assignantea qua.ei.a-a
meiilu he adianladu, mesmo paia evitar dati.ai.
Claudio Otee**.
Precisa aa de mn pretu que si-ja fiel. '|ra -r,-
vteai .le urna rasa ealranaalin, para tratar de un ra
vallo equalqnor manla-ln a rua : qoein ln |-Je
dtrijir-se rua do Trapiclir n. 40, primeiro indar.
Ouem prcriaar de orna ama para coti.ihar en
gnmmar de portas ;, dentro, dirija se au aterro da
Boa-Vista n. 17
MUTILADO MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


*> *^ < *? :*S W) '> f i? r. .* r. v ,. ,i -. ,v.\,
GMMI MUTA
9g)
Antonio Jone de Cslro avisa aos seos freguezes
que Idii diversas qualidades de plvora das marcas
mais acreditadas que lera viudo a esle mercado, e
que ai vende por menos do que venderem os novos
vendedores desle enero ; para varen, as amostras,
dirijam-se a roa do Vigario n. 31.
O abaiso itgignado tema honra de participar
Ma senhore Regraciantes e mais pessoas desla e de
qualquer provincia, as quaes inleressar possa, que se
acha eslalielecido com escriplorio de advocada na ci-
dade de Macei, capital da provincia de Alaaoas, i
ra do l.ivrainenlo n. 24, e senlTerece a tratar all
ou em qualquer pont da mesma provincia da ro-
branca de dividas e de todos os negocios de sua pro-
hssilo peranle'os tribuuaes, juizes e reparlires pu-
blicas, ou exlrajudicialmenle, por conservar'as mais
extensas relacoe em luda a provincia, como natural
delta, e haver ejercido durante 8 anuos os cargos de
promotor publico, ejuiz municipal e de orphos em
iillerentes comarcas, lendo sido alcm disto honrado
curo o mandato provincial por Istmias vezes : as
pessoas qua se dieuarein de conliar a abaito assig-
nado snas commisses, podem dirigir-se directamente
neita praca ao Sr. Jos (oncalvcs de Albuqiierque,
asente procurador da provincia, que se encarregarn
da remessa prompla e segura da correspondencia,
papis e documentos. Cidade do Kecife 19 dejulho
Je 1856.I.ourenco Accioli Wanderley Canavarro.
Alogam-se carrosas para cnnduzir trastes oa
inaleriaes.por preco commodn: oa ra da Alegra da
Boa-Vista n. 42.
, 7-O Sr. Frederico Jacques ijueira cli-
ngir-sea liviana ns. ( e 8 da praca da
Independencia, a negocio de sen inte-
rene.
Curros fnebres
Agr administrador.
Km un armazem pertencente ao convento de San
francisco, conrronte a secretaria de poliria, esta elle
eslabelecimenlq munido de carros tanto para anjos
como adultos ; de todas as ordens qae marca o reen-
lamenln do cemilerio, a satisfazer a expectativa dos
pretendentes, e por precos que convencionarem e
encarregando-se de todo mais pertencente a um en-
terro iem o menor incommodo das parles inleres-
sadas, para tralar no mesmo armazem ou na roa do
l.lueimado n. I. e na da Cadeia de Santo Antonio n.
:t. Tem igualmente um rico canaoque aluga.
zes, de i palmos de largura a 240 o covado, chales
de relroz prelos milito finos, proprins para luto a
103 cada um, e mudas oulras fazendas por barato
preco.
SEDA ES<0CEZ\ PARA
vestidos desenhora a I$200 rs. ocvada.
Na ra do Queimado, loja n. 17 ao pe da botica
ha para vender as mais modernas sedas escocez.is de
quadros, vindas pelo ultimo navio do Havre, pelo
barato preco de 1j2<>0 cada covado.
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA
PARA SENHORA.
Os mais modernos, lisos. adamascados, e de qua-
dros, chesadus pelo ultimo navio, de novos dse- 1)01"
nhos e cores milito delicadas, por preces commodcs *
na roa do Quemado, luje n. 17 ao pe da botica.
NO I'asseio Publico, loja 11. II, de Ferreira ..v,
Croz. exislc urna cranile porcao de caf do Rio de Coniinua-se a pender nesta loja o resto das fetn
Janeiro de primeira qualidade. que se vende por oas a Iojh da ra do Cre-pe, que foram arrematadas
preco ruznavfl para liquidar. No mesmo estabeleci- se veillle"' |>elus seguinles precos :
nenio se acha um completo sorlimenlo de fazenda. i Madapolao enlrelino a 2;S00, 3"e
que se vendem por precos commo.los, em razo de """ "'""" '"'" ""*"
trrem compradas a nmeda.
Veniem-se qneijo do reino muilo
= farinha
de Mamanuuape em tarcas do dous alqueires da me-
dida nova : na ri da Cadeia do Recite n. 12, es-
criplorio de Hallar Oliveira.
I Fazendas por
muilo menos do
seo valor, ni loja de 4
ras, na ra do Queima-
do n. 10.
casa de
Cadeia
Na loja das seis
porlas
frente do L vi amento
Em

va
dinheiro
para acabar.
C^Em Trente do becco da Congregarlo, pas-
sando a bnlic.i. a segunda loja de f.i/.en las u. O.
Chales de merino bordados a velludo, a 18)000.
Hilos de marin bordados a matiz em 2 ponas, a
118000. P
Hilos de dito dito bordado a matiz em urna punta,
a 88000. v
Ditos de dito com listra e franja de seda, a 69300
Diloa de dito com barra matizados, grandes, a
aooo.
Ditos de dito muito fino com irania de seda, a
450.
Ditos de l.i.i grandes de todas as cores, a SfeMO
".orles de vestidos de seda de quadros, a 2000X10
Lindas sedas de corea para vestidos, covado 15000
Chaly de quadros de lindas cures, covado a 800
Sedas asselinadas de quadros de novo costo, covado
a 800.
I.a de quadros com 3 palmos de largura, covado
a 540.
Corles de vestidos de seda para menina.
Sarja prela lavrada para vestido, cuvado a 2*100
iros d naplea prelo encorpado, covado a l.-^HO
Sarja preta muilo boa, covado, a IstiUO
Velludo prelu heaipanhol, covado a i -i mu
Selim prelo verdndeiro Macao, covado a :lgl)0O
Selim branca Macao para vestidos, covado, a IbOO
Panno prelo inglez, prova de limao, covado a :i-NKKi
Ditos de cores dito dito, covado, a -ikki
Chitas fcancezas largas muilo finas, a 280
t^assas franetzas de cores claras, a SCO
Riscados francezes com ."i polmos de largura, cova-
do a oto
'aupa liza_e de quadros, covado a 280
'ama Je alpaca prela lina, a i-?l)0
Curtes de easemira de cores finas, a nhki
Hitos de dita preta linas, a l-i;nii
trelo preto par panno de prelas, covado a 3*600
lurtes de casaa trauceza de cores, a 2^000
Cuvas de seda brancas e cor de palia, a l-50tK)
Omitas francezas brancas, urna a ftiOOO
l'eitos pira camisas de cor c brancas, a 320
I Ailarinlius broncos teilcis, a 200
l.'nijos de seda de cor grandes, a lVKK)
Lencos de seda para grvala, a
Cobertores de algodo grandes, a
Ditos de Ida hespaefies, a
Komeiras de'relrs matizadas, a
Maulas de blond pretas brancas, a
I ..'neos muilo linos bordados, para senhora, a -vtHI
.Madapoln lino com j palmos de largura, a 38700
l.e!;os brancos para cabera de senhora,' a 300
Corle de beleza fazenda iiileiramenle nova ueste
inen-aiio. toda de seda t de lindo gosto, a 12XHI0
700
38O0U
108000
105000
---. k. ^-mjv uw irmw 111111:11 lt.i\ii 1*
IJ280 rs. ca^p um, carne do Berilo a 280 rs. a li-
bra, linziiicas de carne de pnreo a OOjra.i haiiha de
porco a 360: na taberna da ra de Hurlas n. 4.
Vende-sc urna morada de casa de sobrado de
dous andares, sila na roa da Cabieireiru da (regue-
zia de S. Jos, e bem assim duas pequeas c.-inhas
dentro do quintal, duas casas terreas oa ra da l'raia
do Caldeireiro e urna ccheira, as qoaes licam nos
fundos do mesmo sobrado : [rala-s na rna de Dor-
ias n. 140,011 no escriplorio, na ra do Colleaio
n. 17.
Vende-e a armacao da taberna qae foi Ele-
phanle dOur.., na ra do Hospicio, em cojo lugar
anda se acha : quem a pretender enlenda se com
Joaquim I ilippe da Cosa, que Tara' lodo negocio,
na roa da Madre de leos n. 22.
No aterro da Boa-Vists n. 29, na casa de
modas, (jue foi de madama Scasso.
Vendem se por menos prega do seu valor (para
liquidan lodos os objeclos para adornos de senboras
e meninas, como sejam : chapeos de seda com eu-
feiles, ditos de palba, vestidos de seda do dTerentes
cores, chales de tnuquim e de lodas as qualidades,
bordados e lisos, lencos de lodas as qualidade, ricos
lurbaiues de relroz-bordados a ouro para c.ibeca de 1
senboras, llores de todas as qualidades, ditas brancas I
para iioiva, diversos objeclos de ouro, litas de seda
de lodas as qualidades, e ludo o mais que he proprio
para eufeile .le seuhoras e meninas, que nao se men-
cionan! para nao enfadar ; ludo se vende por menor
preco que em qualquer parle.
\ ende-se urna prela boa engommadeira e do-
ceira, com oulras habilidades, e que lambem lem
leite : a tralar na ra do Aragiio u. 31.
& vende-so urna taberna de poucos fondos, &
2 na rua l">perial n. 220, na trente da ma- "*
V lanja nova. .;.';
;:";;'; '' '--'S ^^S''-i?* 'i.. '-.'.i';^
uy x*r - ^y u? ^, ,-j ^^ ^^ uy Dito muilo lino 1
Dilo muito largo
Aluodnoziuho de
Hilo bom ameri
Cliiias de cores, )on< padrAes a .V, .VmOO e
Corles de calca
le easemira preta a .'OoOO e
Ditos de collele e selim prelo superior
llrim de linho di
Dito trancado, a
Pannos prelos e
Chita larga fran
Hilas estrellas di
quadros,ocovado
vara
ile cores a 38 e
eza, o covado
cores, o covado
Algodao azul m aelado e de lislras, o cuvado
Corles de etesa 1 hila
Ditos de cliia la ca
A 16
O deposito dai
do Kosario n. II
bichas de Hamb
passnu para o su
e jarda
e muilo fino com X> jaras
20 jardas
ano
3S.VJ0
ilSOO!
l:t?ooo
nioo!
ifOOll1
lilMMIO
(iNKHI
39OOO
200
Perlimaras de
I bom gosto.
Na loja da boa fama encontra se sempre am rico
i sorlimenlo de perfumaras de lodas as qualidade,
P.eco de 1,200. 1*300, 28 e 28300, jarros de porcel- X J? BJfe"** a ba"" <" vado, cambra.a de seda, superior qua'iidade ,%
1 lana delicado e de modernos goslos cem banlia fran-
ceza mnilu lina a 28, frascos com esseencia de rosa a
320, paos de pomada franceza muito boa a 100 rs.,
rrasros pequeos c grandes da verdadcira 3211a de
Colonia do l'iver a KO e l000, sabonetrs finos e de
diversas quali ladw,poi paradenleso melhnr que po-
de haver, e oulras militas perfumaras, que se ven-
dem muilo barato: na roa do Queimado, na bem co-
ndecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Uelogios de patente
I ingleses de ouro, desabnete e de vid. o
vendem-se a preco razoavel, em
A injusto C. de Alneu, na rua da
do Recite, armazem n. G.
Cal de Li.shoa.
Vende-se orna porciio de Larris com cal de Lisboa,
Alpaca de algodao de quadros, de duas larga-
ras, bonitos goslos, para vestidos a pataca o co-
A3$5
Meias de laia pa-
ra padres.
\eudem-se superiores meias prelas de laia para
600 padrea,pelo baralissimo preco He 1*800 O par: na
los modernos a dez lusloes 0 covado, chalv de
quadros e liso, filo liso e bordado, lencos "para
meninos brinrarem, com varia a violen o In-
ro, um complelo sorlimenlo de fazendas de lo-
.. ...,." ,la* as oaldddes, em p;oa e a relalbo, que se
vendc-sccaldel.isboaullimamenuclieRada.a- querem redozir a sedulas, por menos preco do que
simcomopotassadaltussiaverdadsira: uaprara do em oulra qualquer loja, sendo dinheiro visb-
C'rpo Santo n.11.
Salitre superior.
Vende-sVe muilo barato, na loja de ferrasen da
rua do Qaaimado n. 35, em porcSe e a relalbo.
l'm completo sorlimenlo de bordados como se-! VBtDB MUITO BARATO, COMO TODOS
jam, camisetas rom mangas, collarinho, peililhos.! ... SABE.M.
Vendem-se libras de linhas de boa qaalidade n.
30, 00 e 70 a 1*100, ditas muilo linas de n. UN) e
em oulra qnalquer loja, sendo dinheiro i visb-.
i A boa lama
3*300
2IHI
100
100
IstHI
18920
040
200
; Grvalas de sedi de cores
Lentos degangf e de chita, linos
Superiores veliis de carnauba
\ endem-se pe r preco commodo: na rua da Cadeia
do Kecife n. 2i, primeiro andar
0
IIB
m
AJIBIKGO
000 rs ncento
romeiras, camisus, coifinhas e pelerinas ; lambem
lem um complelo sortimenlu de ricas llores, enlejes
para cabera, lilas e os verdadeiros e moderno bies
de linho: na rua da Cadeia- Vcllia n o
indar.
1!
Kesfriadfeiras.
No deposito de bichas, raa esiraila do Horario a
II, vendem-a* resfriadeirai da barro meito lina *i-
da de llamburgo. s.aioi como q.eijo parnu^Hi.
viudo de l.eiiova. esleirs da Aafaia, e mu.Us o-
tras coosas.

BICHAS DE HilBBGO.
>o deposito das bicha, roa estrella do
II. tornoo-ae a receber nova remes-a da
bichas de Hamburgo por esla ullim vi
.. lmar, que passoo para o sul no renle, e vendem-se por menos de 16*0011 o
IO'am-se minio em cuola.
Vende-se um relogio de ooro palele inelez,
novo, confronte ao Kusario em Sanio Aitoeit u.
da
r
n. 2i, primeiru
ss-.s pretas paro luto.
N eii.lcm-se cassas prelas muilo linas proprias para
lulo, pelo baralissimo piero de 180 a vara : na rua
do l.loeimado, nos qualto calilos, loja de lateadas da
bo.i fo 11. 22, defronle da loja de miudezas da boa
lama.
Superior familia de mandioca cni
saccas.
\ ende-se qualquer prela de moilo
de mandioca, chegada ha ponto de
boa Liiinlia
S. Mallieus, a
bichas de llamburgo, rua eslreila
tornou a icceber nova remessa de 1
irgo pelo vapor ioslez Avoim, que
vendem-se a l68ocento, e *lu-
gam-se a 320 as brandes, e 200 rs. a menores'.
iogQzes de pa-
tente,
01E1JOS 00 SERTAO'
>.i( <'li'-.\i i"~ 11- iiu'ihu: os |u<;'j(i- do orlflo, ese
venden unto ; na roa do nneiin I luja n. |'(.
Calcado muito
barato.
Vende-sena loja que foi de Joaqnim
Milito do Amara, todos os olijefJtos alli
existentes, constando de spatos de varias
qualidades, couro de lustre, marroquim,
hezerro, etc., tudose vende liara lo por li-
quidacaoa que estao procedendo oscredo-
resdo dito estahelecimento.
os melhores fabiicadns em Ifiglale
rua da Cadeia do
seda muilo boas
las e brancas
, ..... .....* ,-*V" f.i-T'ryt v j.ar : na
rna co Oueimailn, na bem couliecida loja de miude-
zas da boa lama n. 33.
CARTAS FIMSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-se superiores carias francezas para volla-
rele pelo baralissimo preco de 300 rs. o baralho ,
na roa do Queimado. na bem couliecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Bonecas france-
zas.
Vendem-se muilo boallai bonecas france/.a, pelo
barai.ss.mo prefo de Iriso e |.N10 : na rua do
Diieimado, na bem cenhecida loia de miudezas da
boa fama 11. 33.
Loja da boa f.
I Vende-se clial_v.de quadros de bonilos padre a
100 rs. o covado, diloa lisos de bonilas cores a 720,
< hales de merino Usos com franjas de retro* .le l,o-
mas cores a .*, diios com lislras de seda a 7.-: na ,
'dasda0birrnad'-;-10Lqr0a,, TTT'J'&T t<* C1^"'^ cfoleado. : na rua di
, .i na Doa lo n. U, defronle da loia de miudezas da r-wlo.i Ar, uQ..: 1 u
boa fama. Caea do Kccite n. 18, na mesma casa
hatambem meios clnonometios.
Pires junio a .-aiva d'agaa.
W. tlSSMXSSZuu"ar" -os c-um w-2rampas *d"- boa <,,""""de
Refina ra do
No deposito da rua da
Ihan. lili, vende-seasstica
superior qualidade, de arroba para cima.
Monteiio.
Senzala-Ve-
relinado de
elogios.
\ ciiclcin-se relogiot suisSos" de
qualidades, tanto deouroccnodi
lodas
prat,
.sianq,. -^. ^ i na tamijem meios clnonometis.
-AVISTAAS BOASQIIALI- Lencos de cam-
HORAS. ^S^'k;".= l*aia de linho
Heury tiibson
LVAS Pi
Vendem-se superiores luvas de pellica muilo novas
para homem e lenhora a 182S0 rcis o par, ditas de
le sem defeilo algum amarellas, pre
pira homem e senhora a I5OOO rail
sx^ivxsS&SSSSS^SsSS^tesii
ile E*cocia brancas e de cores para
lininem e senhira a 400. 500 e 600 reis o par, .lilas
dilas para meni
de .seda ricas
guarnirlo, par;
e oulras mais
du Queimado na bem conhecida loja de miudezas de
ba fama u. 33.
\ ende-se pai-i de peso e almaco o melhor q
pode haver^, e g-nero a 3, i, e I8O0O a resma
papel paquete muilo lino e de muilo boa qualidade-
propriamenle para se escrever por vapores para a
r.uropn em consequencia de nao se pagar grandes
portes de carias, em resmas, meias reamas, qoarlos
1 aiesmo em quadernos a 80 rs., papel de
AVISO AOS FABRICANTES E VELAS.
\ ende-se lio de algodflo da Bhia para velas, em
pequeas porces e por preijo commodo : na rua do
Vigario n. 27.
No jardirn publico, rua da Soledade n. 70,
vendem-se ps de parreira de dilferenles qualidades,
sapolis, frucla-pio, aoiabeiras, e muilo grande va-
rieJsde de llores vindas lodos os anuos de ''"ranea.
rio a 8 rs. a resma, verdadiras "peiinas^de" acode
-osiiS^mX9S:i^\i^JSSi^J!!S T?"'ores qoe'!,aa
epieros, Una ii^leza muilo boa c barata: na rua
do Queimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
holoes de louca pintados para camisas a 2i0, pecas
i de lita decs de lodas as larguras a 210 e 320, linhas
I brancas de carreleiscom 100 jardas do auior Alejan-
dre a 10 rs. o carretel, linhas prelas de meadiuhas.
fe'da jiJBl-hoa-8Qjs,_i meadinha, carias de
da melhor qualidade que lia e com 20 pen-
150, penles aberlos de balea para alar cabello,
ida muilo liua a 28000 a duzia, meias de lio da
cia para meniuos, brancas e de cores a -JtO e 320
, grozas de fivelas para sapalos a OO, caiiinhas
misadas com palitos de fogo de velinhasde boa
idade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de
qualidade a 20 rs., canas com 60 caiiinhas de
1.horas propriamente para charutos a 320,
j. muilo booilos para bengala a 40 r., sa-
lle 13a para ctiancas a 300 rs. o par,
s prelos para relogios, fazenda muito
1. .'-. 111 nlia- muilo boas 1 na denles a
Alm de lodas eslas miudezas vendem-se
jo muilssimas, que vista de sua linas qua-
I li. e baratos presos lem eausadn admirarilo
aos proprios compradores : na roa do Queima-
du, na bem cuuhecida loja de miudezas da boa
1 Tama n. 33.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia. .------------ -.- .........
teude-se baodejas'grandes e muito lina pelo ba-
; ralissimo preco de 33000, t|000 e isOOO reis. ocu-
losde-armaao de aro de lodas as graduaces a
_ Vende-se orna prela da Costa : m raa
Senzala Nova 11. 40, primeiro andar.
Vende-se um silio na Torre, i beira da
com bom ai vuredo, murado, casa de sobrado,
la, eslribaria, ruebeira, rasa para feitor. lamnici
-.-----..... ~ -... ..n,0,Pi,r4' boulio e para rega, cacimba con bomba do
120 a 19600, duzia de lesouras muilo boas para eos- Pndula, da-ae por preco moilo commodo e a pran-
lura a t, dilas muito lioase grandes a 18200 a du- "'oa da l'ires joolo a caita d'agoa.
zia, pecnihas de l.ico estrello a 560, carnudas com -_ --- um .:. A ._____
aaulhas francezas muilo finas a 100, cauinha, com ^iJ^SrT-^g'lL'*? *!.* ""lf<
ltinovello.de l.nhas de marca moilissimu linas a '-- *" "' bml" : Btnt to
2S0, braceletes encarnados muito bonitos para meni-
nas e senhoras a -JOO rs., 111-1 .- brancas muilo linas
para senboras a 210 e 300 rs. o par, meadas de li-
nhas muilissimo linas para bordar a IUU e ItiO, bo-
I6es demadreperola muilo finos para camisas atiOO rs.
a grasa, botoes muilo finos de ajo para calcas a 2801a
irosa, fivelas douradas muilo linas para calcas e col- '.
leles a 120 cada urna, pentes de balea inuilu linos i
para alisar 11 300 rs., pecas de fila de hubo com (i1
varas e meia a SO rs., caivinhas com eokeles frauce-
tea a 60 rt., cairelis de linhas de 200 jardas del
, gou ltimamente ..
*) rs., pares de suspensorios a rs., torcidas para de Sedas com lindissimos desenhos e de
caodieiros a 80 rs. a duzia, carleiras de marroquim i milito rvo.-In^ VA A 1 u
para algibeira com molas douradas a 600 rs., cane- t0 ""P61 ,or pialldade, pelo Ikii atlSSl-
las para peonas de aro a 20 e 40 rs., meias brancas I mo pieco de 1 "SOOO rs. O COrte, ditas
e cruas, fazenda muir '
rs. o par, Iraucinhas >,= .. .. ,.c uuamr, .- uc iuua
cores a ItM rs. a perioha, penles de chifre para ali- I
l../eiida muito boa a 800 rs. a duzia, grozas de ,
Atlencao!!!
A'loja de i postas da
rua da Cadeia do Ke-
cien VS.dc Naivzo
Mai-ia Carneiro, dir-
im glande sorlimenlo
aro a 20 e 40 rs., meias brancas I mO preco de .{..strOOrs. O corte, ditas
rioha, penles de chifre para alt- | 0,,tr:is multas tazendas juc si 1 avista do
A 320, 400, 500, e 640
cada un.
NA LOJA DA BOA FAMA.
Poassa e cal.
Vende-se potassa da Hnssia e
na, chegadi nestes dias de
fjiialidade e -al de Lislioa da mais nova
america-
superior
que lia no mercado: no nico deposito di
rua de Apollo n. SB.
Lindeza para vestidos
Vende-se a verda.leira graiva insleza n. 07, do V?'d,e*V* ri<"a u?,nAa '" ">w'i chegada nllimo
fabricante Da\ and Mirlen, em barricas de 13 du- "" ,' Ef'r pel" Mall**ta" PrCO de 19000 a
zias de potes, em casa de James Crablree .V Comua- C0V fi,!te,,,li, ,,e de para 19a seda, e os
ulna, rua da Cruz n. i2. i seu padme sa,a os mais bonilo qoe al o prsenle
tem apparecido no mercado : na rua do Queimado
oo qualroantis, luja de fazendas da boa f n. 22
xovo sortimento de calca
Com toque de
avaria.
dos francezes.
I'rocam-se poi sedulas retina um novo e complelo
sorlimenlo de calcados de todas as qualidades tanto
l'ecs de madapolao a osVWI ih. ..... ; I'"'''">mem coi io para senho.as. meninos emeuiuas
litma? na m^iTj ** e .1-20O : ven- e por preco muilo commodo, atim de se apurar di-
pSra a rna da Cadeia P Ja tS<[a"" qae volla \ ""Tj" : D0 da -v'' fronte da boneca
\ ou le so orna cabelleira

" cre*pa de nacenra.
em muilo bom eslado. e om cresceae de cabello cs
lanho, muilo grande e muilo embola : no caes do
Hamos, (alierna do Retiro n. 2(i.
noTn,!.8 K conl'ecio* 'ja qu na do becco da Congregara,, n. vend.m-.e por
Daralo prtco as seguinle. azendas :
Casemira muilo fina, bonitos padroes, o corle
Chapeos de masa muilo finos
aetim maco, o cuvado
00 c"?,r,e" .... Ililnc Ha r.icl.i, ..... o
19300
,>><")
riKi
25-'i(IO
(9000
>Ol>
39000
ompta&.
2*800
I-Jt00
100
ato
io
19300
30
linos de rasMa muilo fios, booilos padr-.es
Mantas de seda de boro goslo
Chales de easemira bordados de seda
Dito de dila lisos
"'"nos* t*mbrtt e seda bordados, muilo
Dilos de loa e seda, lindos padrOes
Hilos de laa muilo linos
Corles de cambraia com 3 barras, muilo boa
Tazenda
Ditos de dila com urna barra
feSLi? be(la.com s'*i Pa senhora,
fazenda supe inr
Compra-se um negr velho pira Iralar de om i Dilos de cambraia e seda bonitos
i avallo : oa rol da Cadeia n. i, pnmciro andar. ; Dilos de dila de linho m'uilu linos
Compra-se efectivamente, lalao, b.'pnze ecubre j!0S i" dil? muil'' finos e modernas
velho : no deposito da fundi,;,lu da Auror, na ru- *je sed* oara ?faala, muito bom godo
do Brom, logo na entrada n. :>8,c na mesma fund- r, canil)rilla c Rrade muito finos
cao, em Santo Amaro. I ..', .,.de riPe "IU|1 r'os e bons goslos
( l-ilo iso de linho fiuo, a vara
Compra-se toda e qualquer porcSo S!""? nb imm 8s|o e moilo lina, a vara
de prata velha de lei sem felto: quin in!!!.,,"",'?!? muj1ia toa- "vdo
. -. ." "iscados diloa limos oadres. rnvada
liver para vender, duija-se a rua do Col-! I.ovas de pellica riorttboas, 'o par
lejjio n. l, agencia de Iei1r.es.
Compra-se urna cadeira de rebuco, da llahia,
que seja quasi uova, e esleja em bom eslado : quem
tiver au.iunri.'.
Compra se orna nearinha ou mulalinha de 6 a
7 annos de idade, pooco mais ou menos : na rua da
Cacimba, loja de bahuleiro.
Compra-se o Diario de hontem ; na livraria
n. c 8 da praca da Independencia.
Compr-se orna casa que tenba ido bem con-
Iruida. que esleja em bom eslado, e que di a randa
'moni de .Va-1- a (i>n-i>iKi : a tratar nh Ln tra-
mes Perneta no Mondejo, ou com Jpionio; de d
Moraes l,oines rerr.ira na obra qoe se esla fatendo i preco de I8> cada crie
na rua de 8. Francisco, j do faj^ |0/'e
Compra.se um lirado com halauca c os seos x ..
competentes |iesos, para_esar assucar ; quem o li- ." ,'' rlla "" L'eH>n- loja n. 10, conlinuain a
ver annuncie para ser prTcurado. f,ar a venrta a* ,'"<"* superiores loall.as de poro
| linho, que (em vindo ao mercado.
VELAS DE CAHNAIBA REFINADA.
ulcal
praca do
tara vendero
i'ao c pxe
Ka loja das seis
portas.
compradores pudr ao avaliai os seuspre-
<;os pelas Mas hoas qualidades.
Bul casa de^N. O. &e~
ber& C^daCViia
n. 4, vende-se
Algodao para saceos de assucar.
Dito trancado para dito*, a iinitai-ao do
da Babia.
Lonas. / 9*
Brinziio.
Ferro da Snec,"^
Arcano para purificar o assu.ai d iii-
venro do r. Stolle, ..om o methodo cm
agua portuguesa.
IECHAH1SI0 P.ARA ElfiE
IHO.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENG-
NHEIRO DAVID W. BOWMAl. \7a
RUA DO BRLM, PASSANDO O oHA
FAUIZ,
Alpaca i
oslo
va esle i
vtlO re, lunetas com armai;o duurada a 1-8000 rei, i
dilas cera armario de larlaruga a 1-3000 reis, dilas'
com armado de bfalo a 300 reis, oculuscom arma- i,., c..^
cao de melal braoco a 00 reis o par, lunetas com l'.? ""i l?raDdeor"e>lo dos segoioles <*
_ armac.10 de larlaruga com 2 vidrus a :>80U rei n- ,J, "'"ejhaoi.mos proprios para enhenos, a sa-
Ml/tn tremi ##/ I /..,...,.//, I?0' '''"les para cavallo de homem e senhura pelo I !^ ,m,e,"la" ". malas moesTda da mais meaJema
-t>' /IIIIH. (10 JLtVtY/rtC//10. (baralissimo preco de 800 reis rada um, grvala,'de co"iru":i,l> laixafcde ferro f.ndid. e Ulsifad
seda moilo bonilas a 18000 reis, bomlos atacadores i HUP?SiUt au,lldal,**>. <* 'ios o UmaaeWa : rdae
de corualina para casaca pelo barilissimo pre. o de -''""V V'x'f-u or>Hlniaes, *- -*>r n uiaan
a uesie mercado, con. duas larguras, que f.z mais 30O,re'9' '"'Peosorios linos de borracha a iO'reis, I J""; "'m* T ** for"l''a. regUIrw de k^
a i de qualro palmos de largura a pataca o covado, cas- P*n.ls raailissimo ftupspara su.ssa a|300 reis.escovas ,'," ,**,> '"'Prfuso. eeavilha,.
i saslranceza.de padrOes modernos e muilo finV o """H'mas para cabello a lito rets, caparte pill(a. "'
corle Ires mil rei, e lambem veude alguns curies d-s ">'nl).rldo, redondos a 700 e laOOO reis. bo-
ecm barras muilo esquesitas e linas a tres mil reis. loes 'miss.mos demadreperola para camisas a 15200
t>ta loja sacnlica as faaeiid'as por precos que ni- a cr0Ia e '*' a duzia,ricas canelas para peuui
mam, porque espeta" sorlimenlo novo para a aprecia- de.a a "" ncos Porla-relogios a IJHOU re.,
vel /esla do Nalal. Da-se de lodas ai fazenda. ca,M* de nielal mu"0 r"las Para rsll ">"0 o WKt
amostras medianU um penhor que equivalha o valor re!*' esco,a9 hnissima para uuhaa a 320, 300 e Wi
das fazenda ou amostras qoe os portadores Irazem !e,s' e810" P"ra ropa cabello.o melhor que pode
ordem de levar. Ilav a 1.3000, 18200, 18300 e 28 reis, pineeis linos
para barba a 200 reis, dnzias de facas e garfos linos
* 38000_ reis, dilas de cabo de balauco muitissima
Sapatos de feltroe de
H(fa.
Sito ehegados ns muilo deseja.los sapalos de fellro
de liga, tanto rara homem como para senhora, e
meninos, muilo proprios para nreservar as liuinida-
des na elacao psenle: no alerto da Boa-Vila de-
fronte da boneca n. 11.
Vendem-sej vellas de carnauba de composicAo,
iilacjiodds e!las estearinas, pavio americano, da
qualidade possivel, bem como de earnaoba
simples, por precos commodos, arroz pilado muilo ;
bom e ja' mu.td conbecido por crescer sale tan. o
do .M.iranli.ii, em anol.aaL'-. em saccas a I8SIS), I
arroz de casca em suecas grandes a 38300, e em al- '
liiOOO 1ueil;c medid* vajll.a a 33300, ludo muilo bdm : na
3V.o(l rua do v icario i .>.
tOOO COBTES DE RISCADO ESCOCEZ A 28300
a *n^mFg s&r,z%? I 'ro se',a **"w-;:
isiioo '*"r-----------''-------'"
Em casa de M. Galmont & C,
CorpoSanto n. 11, ha
seguinte:
Taboado de pinito,
Suecia.
Alcatraode carv&o.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas desuperior qualidade.
Cahosde linlioedeManillia.
Tudo muito commodo.
Attenco
lacado escuro e muilo largo, proprio para roupa
| de escravos a 100 o covado, colchas brancas adam.'s-
. cadas demu.to bomgo.io a 5, aloalhado adamasca-
.l J .raK <,'larsu'8 a ism> a vara. '"albas
Idepannodelinhoalcoxoadas e lisas parroslo. .
mis superiores que lem viudo ao mercado, dilas
para mesa, suardauapos adamascados e oulras muia
tas azendas por preco commodo : vendem-se na rua
: do Crespo, l.n.i da esquina
Cadeia.
Moinhos de vento
com bombas de repuio para regar horlasebai-1 AVISO OM l";| (IIIIMtl '.l7.n'
ideca.pim:na lundicande I). W. Buwman v a ''1Z(11-.
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10. j ede-se assucar branco proprio para doce, em
TAtvac .... r..- PaBOenaa a grandes DorcoM, por preco commodo :
1AIXAS PARA ENGEXHO. "u Na fundifo de ferro de D. W. Bowmann ua Cal vir?em < Lisboa, rhegadi no brigue
rua do Brum, passando o chafariz, contina ha "Conslanle., : eos armaxam de Fontaca, Medeirus &
ver um completo sorlimen.o de taixes de ferro fun ("mi""]""- rua du '"P'"-
que volla para l rua da desde diffeTeules
Vende-se
cemenlo muilo novo, chegado em 14 de salta prxi-
mo passado de llamburgo, por preco u.u.lu em eon-
la i tMi da qualidade, lano em porrao como em
barricas e linas : no armazem de mariaes oa rua
da Cadeia de Sanio Antonio o. 17.
Attenco.
No aterro da Boa-Vista n. 22. loja de chapeos da
sol, he chegado do Para um lindo sorlimenlo de re-
cores e aoslos, iiiualmeule lem
varii ...1.1 S '""meuie lem mo preco de .300. 700 e 18tHW rei. Tinissimas e ri-
mJ lo em ciiaa C >;"I0S ,am)u""s- e vende-te cas ca.xas par. rap a 28500 e 38000 reis, papel de
linas a 68000 a duzia, dilas linissimas de cabo.ie
loailim o mellior que pude haver a 138000 reis a
duzhuxaroisasde meta muilo linas a I 'Miii reis, ri-
Msaajfcaduras de madreperula e melal para col-
lele eT&liliis pelo barato preto de 300 e 000 reis,
finissimas navalhas para barba em eslojo. de urna e
Mas navalhas pelo baralissimo preco de 2?000o es-
tojo, condieiros americanos muilo bonilo. pruprios
para esludaules ou mesmo para qualquer platele
Cimento, pela boa luz que da a commodidade!
de se poder pemlurar ou p.ir-se pmeima de qualquer!
...esa, pelo barato preco de 35(1110 res, pastas para i
guardar papis a KOO reis, espelhos para parede com |
renaci degrada e sem ser deurada pelo baralissi-
mo preco de 300, 700 e 18000 rei, finissimas e ri-
coies de folhas neqnenas em qoarto de resma pelo
barato pre;o de 720 reis, e oulras muilissimas eou.
a, que ludo se vende mais barato do que em oulra
qualquer loja : na roa do Queimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
..... .,..,... nl. ,,
dido e bando de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes'
acham-se a venda, por preco commodo e com
prompndao: embarcam-se oucarregam-se emacr-
iVa iqy t das seis portas e.n
frente do Livraniciito,
vt. ndein-so :
CIIBTES DE SEDA \tt^SS5&&S*SSi^5&
Uitas de seda p.r, homem e senhora
Jilas para homem, de algodao, moilo linas
lillas mais ordinarias
Jilas prelas abenas para seuhora, fazenda boa
I'eilos de camisa muilo linos
Ditos mais ^ro.sos
900
18*0
3K0
MO
800
320
240
E mailas oolra fazendas de bom goslo, que se ven-
.'TnTT ."!" q"e era 00,ra qlqoer parle, dilo-
se amoslras deisando penhores.
VESTIDOS DE BOA SEDA POR POUCO
,.. DINHEIKI).
Cries de vestido de seda escocesa com IScova-
ei.dodc..ovose:muderiios goslos. pelo barato
na loja de f porlas na rua
WenHZ.
LISOS E COM QUADROS ASSETIXADOS.
Vendem-se na rua do Queimado 11. 21 A, cortes
mu; se'!a llS0l* e de quadros aselinados, gosto novo,
I8000lcn.,"d"s Peloullimo navio francez, chales de meri-
-.MI 10 bordados a mal.z com velludo, e oulras mullas
96o 'azeiJas, que se veudem em coala.
2"' .cumis BE
NOVO COSTO A 38O0O.
Nendem-se na rua du Queimado n. 21 A, corles
de chita franceza de novo goslo ; mandam-se os cor-
les e moslras.
miJlgszs'z&r"r,no e ordinario
CflU\ |>E IJIADROS
ASSETWABO COM MAIS DE VARA DE | VR-
OCRA A 13100 o CUVADO.
\ ende-se chalv de quadros asselina.los, de lindos
goslos: na rua do Queimado n. 21 V : dao-se is
amostras com penhor.
iWoend.is superiore.
Na ltindirfiod.'C. Slarr&C, em San-
to Amaro, achn-sc para tender moi-ndas
ro, de 11111 modelo c
a S o cov.i.lo, proprio para p
muilo L'.-io.
eit
MSIIO
\a ." Tv ','" '?""*' *" "t-ci.vHiia. 1 >u muui'u, acna-sc pai
POR MENOS DE SED llUL\tt&&s*r&mttsz conslr,,c,; -*^ri
:1o Oncimiido, loja 11. 17. !SS? '"" "le"u* preo do que em qualquer oulra
parle.
Na rua do (Jiicimano, loja n.
Os donos do ealabeleriinenln qiieren.to liqnidar .1
venjade certa, fazendas, van vender por preco! Vende-se ,, |,oa |vlaa)raMil com lodWOS
rl aTon7. Z'>T o '?"'''"' r,n" de scus P"<""- con, ompe.en.es pedras, e
ore. Otas a 200 r. e 210 o evade, a muilo lina, a junlamenle coi o, seu, prepares para ns raliall os
.120 chita, francezas fina, a de co.es lisas a a0o da mesma, ludo por preco ?omm..do a pes a uu'
covado, riscados francezes tinos de quadros escoce- I a pretender, dirija-so tmiTu^n %
^jipatos do Aracaty.
Grande orti.nenlo de apalos do Araealv de ore-
llia pan hornera, em grandes e pequeuas porc&, ,
. 1" <,'f',rna"ba I"""' nr^ '-"mmodo : 'no aterro
da l.oa-Vitla tm frente da boneca ioja n. 11.
Vendem-se penetras de rame : no largo do
Carmo, qulu, da rua de Hurlas n. 2.)
IV desde pliia,
Para.
Cadeia do Recit loja de i
liliis e sobrreasacas de co'lerlore* I e de algodito de dous pellos, muilo grandes, a qualiu
1 palacas, dinheiro a visla, para acabar.
VINI 10 DO PORTO.
\ ende-se vinho do Porto d>s qualidades mais su-
periores que ha, ato as resulares, em barr- de quar-
lo e de oitavo, por precos commodos : na rua de
Apollo 11. 8, armazem de assucar.
J\a loja das seis
PORTAS EM FRENTE DO LI-
VIMENTO
Riscados de algodao de lislras eom tres palmos de
.. chapeo, de castor brnco'france- I"?"'8'f,"nd propria p'" X**1'' "avu. por ser
fio da vela, chumbo de munico arreics nara c,r **i d.""" ""' r" p^e,u, ,le seJa a *"* "* '"'mas L.1?im P' ''," cox,o\ chi,as e,CBri!s 1ue nao
JO, lonas inglezas. mU"'ta0> arre,os Para c"- moderna, panno fino mesclado de dillerent.s cores 2522!^?!* PA'3!'!' e de. """.? *?'* y'.nl""-
Sabio preto.
n,^emi,^e'iSl,MPrel" "n'le-se Smenle na ar-
mazem de Joilo Martina de Barros.
Kelogios
^;t:;^!:;^:rd-r;!-d=
canle de l.i,e.pl, vis pe| ,, |Mqc,e .
doe'iorr,"sT!se S""'a" SK'llr lV '"mpaiil.,., ,,,a
Cobei( nlies muito encorpa-
dos e grandes.
_..jioes
los de mandioca, etc. ale
NA MESMA FUNDICA'O.
e eulam lodas as encanmenda. cor, a sama,
mod ? 'X conhecidi eeo" <"a preslet.1^.
modidade era preco. ^^
Em casa de n. O. Bicber
C'., na da Cruz n. 4,
'eude-se
Cemento romano.
Fardo.
Vinlio deMadeira e ultramar.
Em casa de n. O. Biel.cr
$ c ., n < a Cruz n.
4, vende-se
Pianos l'ortes das melhoi-es labrit da
Allemanlia ede moderna comtriiao.
POTASSA E CAL YIR6EE
Ao anugo eja bem conhecido deposito da rn. d.
Udeta do Recife, escriplorio n. 12, ba para ven-
der mu.io superior potassa da Russia, diu do Ra
i de Janeiro e cal virgen de Lisboa em pedra. lad.
i-, a precos muilo favoraveis, eom os quMB torio
dos comadores satisfeilos.
Na rna
' porlas n.
ra os na inora-
dos.
8, vendera-se as rele idas re-
des (oni cores e qualidades inteiramente
espiculundrificas.
Casemiras finas.
Naloja da Kslrefla. rua doOueimado n. 7, ven-
dem te casemiras fiancezas linas de lindos goslo
pelo baralissimo precede llalli o corle de raba e
chapeos francezes da ultima moda a 69300. '
Vende-se cera de carnauba, dila auiarclla e
telas de carnauba, por menos do que em oulra iiual-
(|t.er parte : na rua da Cruz n. :. prime.ru andar.
Quem venha comprar
Pianos,
, YARANDAS E GRADES.
undicao da Aurora, em .Sanio Am.ro,. ep^-
lo da ra a. na rua du Brum. p
MMto IH> PORTO GENI IM).
s ende-,e ptimo viulto do Porlo em ba*rts da
qtiailo c oilavo, por prr. razoavel: a. r.a da Ca-
deia do Rec.fe n. 13, eacriplorio de Bailar 4 m-
XAROPE
BOSQUE
Vendem-sepianotverlicaesinglezes, de elegantes^
modellos e escelleules vozes, fabricados porum dos \ "' ""n.ferido o deposito desle r,s, n.ra a bo-
ma..acreditados aulores, premiado na exposicao de I" Jos da Cruz Santos, na ru/Vova n 5
,;0nnr.iae,nr,Ic^Hml"n, "t? I""r" ookar Com-:'"{ 5M0O. e meia, 35000, aVS falso Mo
panh.a, praca do Corpo Santo. aquelle que nao for vendido neste deposito, i
AGENCIA
Da ftindio Low-Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesteeslabelecimeutoconiina ahaver om com-
pelo sorlimenlo de moendas e meias moendas
para en;;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os lmannos para
dito. v
Vende-se. urna muala de bonila figura, de >\
anuos de idade. perila engommadeira, coslureira e
cozuha o diario de urna caa ; urna negriuba de 7
' e um molcque de3, da lindas lisuras, os quaes
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIBLICO.
Para cura de phlysica em lodo os seos difleren-
iV graos, quer motivada |>or constiparoes, lose,
asthnia, pjenriz. escarro dc saugue, dor de r,
adose peilo. palpilarSo no coraej.., coquelarhe,
l'i ..ni hile, d.ir na gareaula, e lodas laaMlesIm-
, dosorglos pulmonares.
ma$o% fgidos
lulo lem vicio nem molestia de qualidade
o que se afianca
.. -.-- '">.M.rt '-iinriii-.r |H,r sen sennor ler de
v enaem-se velas de carnauba refinada, da mellior '""'-e pare fra da provincia : na rua du Creno
qualidade que lem apparecido por erem muilo al- '" vas e lerem boa consistencia para aturar n io tajo.. v. i
-..r, .,...........P,,,;:,;s;;?;,=.TS,^.;^.r=^.';?
Conliniia aeslar fgido do abis, assignado o
,-----------. alguma, I esrravo Uemenle. crioulo, de datura recolar a',
vendem-se por sen senhor ter de gum lauto cheio do corpo, ui.adn, rom algans tv.n-
nos no roslo. lem os dedos dos pea feridos de era ves
deve andar por l'o d'Alho, lena* do engenho 'km-
l'Alina, uppe-e, donde he lilho, ou no KrnM
quem delle (.ver noticia qneira participar. ,' lp."
prehender. que ser.. aenero..-ime.ile i*enmt>ru**(l
ni lila do i aliona. "
Jos Al vas da Silva (,aim.-,raes.
ILEG
PBBN'JTYP. DB M. F. PB PAR* |h..o
VIUTIUA
MELHOR EXEMPLAR =?. DO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EL8VVUWTK_5LTTW0 INGEST_TIME 2013-04-24T17:53:01Z PACKAGE AA00011611_07451
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES