Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07450


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Full Text
v<

ANNO XXXU N. 18.
Por 3 mezes adiantados *$000.
Por 7t mezes vencidos MitOO.
KNCARREGADOS DA
Farshiba, o Sr. Ge rvnio >
quim 1. Pereira Jnior ; A
Ceir, Sr. 1. Jote do Olivsir
Juea Rodriguei; Piauhj,
rsosta; Piri, oSr. Juitin
ymo di Cou.
PABTI
MINISTERIO DOS NE'
Convtnruo com r**
Decreto n.
PARTIIAft>S.CORREIOS.
OUaria : todal o* diu, i > m.-n hofU d
IgWWUA, i;...inn.i lMi.tliik-i : IM -.^ufil.i- ^-tVir.n.
!t. Ama., InuiTua, BoakojUanMni, Vlinili <*" mu, ? W!1
S. Luiircm;i, l'n-.-.l \lti... .Yi/.m-tli. l.imo.'in>, Hffl
ln'irt, Flor, VilU-lU-lla, l..a-\ r 4a, Otiri. un r hvt
Cabo, l|iojac.i, NTUii>m, llin-r,.nmij, Lili. !
imenti.if.iji < .Natal : <|utit.
(TuJ.i i cum-iuri ptltri
-(H
".'ir..*, A
t ln tior.n ita manila
PIAL
RANGE1ROS-
raguat/ acerca
o de Iftjo.
i ajaste- de limi-
i a repblica do
l'rnmulqa a com
les entre o imp
Paraguay.
I 'en.Jo-se co'l"'do ne,la curte, aos
__ .j jo presente anno ^convcn^do rela-
tiva i, jr,e de limites enlrr j irmJMio o a rep-
blica do r'B"> ; e chaudo-se este^ arlo mutua-
mente ratificado, e trocadas as ralilicaroes em 13
de junlio pi"oximo passado ; hei por bcrrtVprdejiar que
a lita eonvenrao ^i* observada ecuniprTTS tat in-
teiraraente eorno ella e coulm.
Jos MsfJ* '' Silva Paranhus, do meo conscllio,
ministro e Ifccret.-irio de estado dos negocios eslran-
geiro, o te "na assim entendido e expera para este lim
o, despach!0 necessarios. Palacio di> rito de Janeiro,
aos lL^Ti!s do me/ de julho de I85G, trgetimu-
quinto daVidepeiidencia e do imperio.Com a ru-
brica de S. Jbs Imperador. Jote Marta da Silca
Paran'. \
Conoencao rclatha ao ajuste de limites celebrado
iiitre'o Brasil e a repblica do Paraguay, a gue
se refere odecr-to supra.

SEXTA FEIRA I DE AMISTO DE .856.
Por anno adjuntado 1J000.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
AUDIENCIAS DOS TR BfJNABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quari > nbbadoi.
Relaco : lercai-feiras eubbad is.
Faienda : quariai a i.ihbadoi ai 10 horai.
Juio do commercio : legunda ai 10 hora e quintal ao meio-du.
Juio de orphoi: legundu a quintal ai 10 hur i.
Primeira rara do citrlI: segunda! aeitai ao meio-dia.
I funda Tara do eivel: quartai a labbadoi ao meio-dia.
i.imi i \u niiii;s ni i mi / di: agosto
'.i Qoarto crcenle a 1 bora 47 minuto e -Sseguudoi da m.
lij La eheia as 4 horas, 20 minutos 48 segundos da manha-
12 Quarlominguanls as 0 horas,48 minutse 48 legundosda 1
30 La ora as 8 horas, 4*i mioutol, 48 segundos da minhaa.
i'iir.wi vi ni, iiii.iK.
I Primeira as 5 horas a 18 minutos da tarde.
Segunda as 5 boros a 42 minutos dimanhaa.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Innocencio p- Ss. Nazirio : Celco sim.
28 Terca. S. Martha ,.; Ss. Beatriz e Flora Mm.
30 Quarta. S. Donatilla : S. Rutino ni. ; S. Julia.
31 Quinta. S. Ignacio de Loyolla fundador dos Jesutas.
1 Sella. S. As cadeias de S* Pedro apostlo.
2 Sabbado N. Senhora dos Anjos ; s. Estevao p. m.
3 Domingo. Invenro do carpo de S. Estrvo prolomartjr.
i:\< viireg ados da sciiscripcah no MI,
Alagoai.o Sr. Claudios Falcas Da* ; Babia* Sr. D. Dapri1
Rio dsJaoeirs,sSr. Joso Pereira Minios.
KM PEH \ AMUI (.< >.
O proprietirio do LHiBIOMinoel Figueiroa Firu. aa '!<
lirrana, pnca da Indepeadneeia ni. I 8.
Dilat Ao consol dos Esladoi-l'iiidos nesla '._ Vieenle Ferreira Lopes.--Fieram-s as necessa-
pital, enviando por copia o ofllcio do eltefe de >|. rias cbminunicao6es.
ca acerca da barca oldrn (iale, que incen<" i-se DitjiConcedendo ao len""* do III balalliau de
noaneoradouro do lameirSo. inlanlaria JoAo Antonio Le .1 metes >le liriwa
Dito Ao eomroaadante superior da Ijuai na- coro kencimanto para trali 'ua j""le.
cional do muoieipio do Kecife, recommendand que | pedirpm-se as necessarias c oro
mande dispensar donervijo da memna suarda n ein-
nal emquanto esliverexerreniln o locar 'de in>| cinr
de qnarteirio na fregoezia de S. Jos, o suarda lo 2.
batalho de iolantaria Looren^o alunes Capir lo.
Ditj Ao asente da com Haata dat^.- le va-
por, ecuroineiidando que n lande dar arta ttw
de e*:ado para as Alacoas. i vaPf que se i'ra
do n irte a Joaquim Vctor) ano Coellio. <
IIITJ. e Em. Sr.Li c om n">'Or satisfajao
o ofl|cio que V. Ee. me dirigi em dala de IS do
correnle ; porque responi lendo-o enconlro a occa-
siSo Inai- pporliiiia de fa '" cliesar a V. Ene. om
relatbrio liet do empreso 1a 'orCa de iii.ii comman-
de nssse espai.-o de lempo marcado por
das i ansas qu motivaran A nu0 test*, icia de um
cons
Ti es s3o os pontos sobre l1 V
cum
Ec.
1.
ante cnueiro.
v. Eie.,a
Commanicon-se no chele de policia.
Dito Ao inspector do arsenal de mar a, di-
zendo fcar ioteirado dos motivos porque uda se
njo fomeceu ao vapor Beberibe o cobre e pi sadura
de que trata o aviso da inarioba de "i do cor enle, e
bem asaim de estar S. me. a espea de cobre que
encommendna para a provincia da Babia, afim de
po ler satisfazer e disposto no citado aviso. Cum-
municou-fe ao eommandante da i'-l.ir.v- naval.
Dito Ao presidente intprino da commissao de
liysiene publica, ci>minum.-an lo que sesuudo cous-
la de oflicio do cnsul seral do Bra o couselbo de saude publica daqualle reino, derla-
ron suspeilos osporlosde Lisboa e villa Real de S*n-
lo Anlonin, por ler reapparecido o cholera naqoelle*
lusares.-- Isual ao provedor da saude.
Dito Ao bacliarel Marcos Corrva Tamarindo,
declarando que por decreto de 10 do corrente, se- -
gundo ronslou de participar;3oda secretariado minis- I Cearjene. lotados em -."' prai;as, lei*lo no aiu
Esc.
lanciada informarAo e V**o a .at)sfa/er
os collorou.
cir-
i V.
pela ordem em que
(jiiaes loram as for navaes ao
manto nela estajo. des'de o 1 de julhn
pas ciaej, marujos e prarai mililare :
Viesa poca, roixtava esliinlo de I es navios,
brigbe barca Itamarac" lirigoe^ nCapiharibe e
meu corri-
do auno
como nili-
como recomroendou i presidencia em ollicio reser- juito de V. Exc. se forme bem fundado sobre qnal-
vado de 26 do mesmo inez. quer punto do servico publico ; como por ser dever
Tenho agora que tonar ao briqna barca ullama- meu ler bem patente todos os meus actos, mormente
raca'.ii que sesundo eipuz, eulrou em lins de julho quandu repousa tranquilla a minha consciencia.
neste porto. Ero 5 de eterabro communicou-me ] lieos guarde a'V. Etc. Bordo do brisae u Capi-
a mesma presldencift que o inspector do arsenal de barihe surto no Mosqoeiro de Peroambuco, em 22
marinha Ihe participara So dia anterior, que se i de julho de l8-">t>. lllm. e E*m. Sr. conselheiro
achavam foit* s os reparos^oiie secundo o meu ofli- | Sergio Tei\oiiadc Macedo, presidente desla provin-
ci de 3(1 de juulio necessilava-giielle brigue barca:' cia. Joio Mara It'andenkolk, chefe de divi-fio,
deslinei-o, puis para ir i PararHDk receber o cr.inde comniaudaule da eslarjo naval.
* umero de criminosos, que exisliam .ccoroulados:
hfiadea da capital daquflla provincia, para tran- 'I1"1- Eim. Sr. Participo a V. Exc. que em
porTiPs a Fernando de Noronlia, e cruzar na vol- i fW** P"!'" desla freguezia a epidemia tero infe-
la Efu,nrr""':l0 era motivada por instintes re-1 l'znenlc pmgredido.
clamices'bPre*,d*ncia da Paradina a desla pro-i Cbmmunicando o subdelegado do sesundo dislric-
viucia au ubrf"* vio-me, como se depre-1lo fre "" "rredores dos aMMIMM S. Paulo, Ueni-
heinln'rio nirin .. ;l do 29 de agosto, que Ihe ende- I PaP e Sebiro do Civalcanli. era oolavel o numero
recei das pessuas atacadas, immediatamenle p.irti para es-
Tedo nortanlo re'1'''" manlimento* lulo ses ponlos. distantes da povoacio de Ipojnca qoatro
auaiilo necessilava ni'l,lci dia II de selembro I c,,lc0 leua. alii chegando, observe! que imS.
tiara u sabida e' asada P*'tocl|iei em oflicio n. '"'o especialmente crassava com intensidade a epi-
tii de '.'doditmet N d,a marcado de o brigue barca, e espe,va ,,ura ,la m" V"a I ml":"lle- ,ralel de medicar o doerslea, dos quaes
dar a
A oflicialidade dos corpos da guarni^ao p^ssou, se-
gundo se ni s disse, a noite nos quarteis.
Em Valencia tambem se renovou a agilarae po-
pular : mas a allilude respeilavel das autoridades e
das (ropas pdde conle-la.
A correspondencia da Badajoz traz os seguinles
promenores sobre o alboroto que occorreu uaquella
cidade.
No dia 21, com motivo da festividade de S. Joao,
celehrou se urna corrida de touros, havendo om lou- 1e constantemente o Dba oceupade em obc.s do
C uno por encanto desapparereram os grupos d<
amoliuadus, procur.ndo subtrahir-aa a an,.iM .1. -
tropas e rrsUbeleceu-se completamente a Iranqol-
lidade.
Eutao romeraram as priates entre as qoaense aa-
ta a de uir cnrpiuleiro. miliciano narioaal, que em
Iraje de paisano, arrombou o mire da Sr. Scaapriiii
com um machado, e mai larde se apreseulnu rom
uniforme a oll'erecer os seus serviro* ao roabail*'.
Nos o Imperador constitucional e defensor perpe-
tuo do Brasil, ele- '< tasemos saber a todos os que a
presente carta de infirmacao, approvac.ao e ratifi-
carlo virem, que ao* seis dia* dome/ de abril do
corrente aonn se conc'"'0 e assignuii nesta rerle do
Rio do Janeiro,entro < presidente da repbli-
ca doParagoav, pelos re^P"*"0' plenipotenciarios,
munidos dos plenos podere- un>a convencao filan-
do o prazo e a forma em qui ue 'er "gr aJ"sl
delinilivn de limiles entre os.'loi paizes, cujo tbeor
he o seguinte : v
hmnome da Sanlissima e iidr*'"'' Trindade.
Comiderando S. M. o Iinparadof do Braiil e S.
Ec. oSr. presidente da repblica do Paraguay, que
n.11 he actualmenle po-ivel am*r concluir um
tratado definitivo sobre o re<"hecmeuto de suas
respectivas frouteiras, esmo lanl desejam e nteres-
sa a ambos os paizes; e enerando que as novas e
mais eslreitas e amigaveis felasoas em que vao en-
trar as duas na{es e.....stoveriioa. pela tratado de
amizade, navegado e eortiicrc, c'e'>r<'0 ne"> da-
la, removerao as dillicoldadf* toe ora obstam ao dl-
acedrdo; coumrdaram emV"'"*'0 Par* um' *D0"
,maia opportuna, por meio conventaa ero
. se lixem o prazo e os ler0* deaae adiamenlo.
1 pj(r a esseflm os seus respect'0" plenipotenciarios,
' "por'i )ar,e de s- M- In>Peradt,r do S.
K n Sr. Dr. Jos Mana da Silva Paraohos, do
coHs'elho "a S.Mjtlv -**. co.nm.nd.dr da
imperial oN^firTTosa, i,ul"]T,ri.
lado nos negocios ealranc inw" ternario ut .
E por parte de S. Exc >J,'
ca do Paraguay, S. Exc. o tr. presidente da republi-
i.iiii nos artigos seguiotes >r. Joi Berges, coavie-
Arl. !. S. M. o Impcr
Sr. presidente da republ dor do Brasil S. Esc. o
a nomear logo que as cii do Paraguay ae obrigsm
dentro do prazo de seis a nstancias o permillam, e
la convenro, seus plenip s, contados di dala des-
narem de "novo e julrei ciarios, ftm de exami
divisoria dus dous paizes. liintivamenle a luihd
Arl. 2.- t>'iiji^Mi|'n.lido i
Ichra o aee'jriii jitivo d,
cdanle, as duas alla*"|W*f.
rao a farao respeilar reriproci^onlialaoles rnpeil
tidetu actual. aiente o seo uti po<-
Arl. 3." A troc dasf*1fica
se fara na Assamptao dentro Sos desla convenci
cantados da sua data, ou anleio prazo de 8U dias,
Em leslemunbo do que, no je Mr prxsivel.
ibaixo assiguadns, em virlude os plenipotenciario
4eres, assicnamos a presente Ce nossos plenos pe
mos por o sello de nossas armasayeu VeiU na cidade do Rio de Jane
mee de abril do anuo do Sasr' Ir v-*s
nhor Jesus-Christo de IR"0
ria da Silva Paranhos.
E seudo-nos preae
llieor fica >-:
exarntriai
approvamoi.,
do como em ca.
pela prsenle a d
duzr o seu'oavii.
lavra imperial obs^
mente, e faze-la cuoii
mel que possa ser.
Em leslemuulio e firme,
a preseule carta por tus igna.i^
sello grande das armas imperio, e
pelo noseo mini-tro e seere0 ()e e^.io au,
estraugeirosabaixq aaalgaaj
Dada no palacio do Rio jane| 0i vp^g dis ,.
mez de abril do anno do scj,Ilenl ifL,0 Se.iril
nhor Jesus-Chrislo de IHt, ^* I rnni
URO, lmpera,(coln gaiTa). Jo-I da con I,
Dito,.
j{rmt'> ?.inu> vj-
.ic traa o artigo anle-
U'fi i da jo-lira da me^un dala, fora S. me. remo-
vido do lugar de juiz municipal do termo de Taca-
ratu' para igual lugar no Passn de Camaragibe e
Porto oe Pedras na, Alagoas.-- Fizeram-se as uulras
commuiiicac.oes.
Dito Ao hacharel Joao Francisco da Silva Rra-
ca, conimuuicaudo que por decreto de l do corren-
te fora S, me. nomeadu para o cargo de juiz munici-
pal e de orpli.os iio termo de Agua Prela, e rerom-
mendando-lhe que enlre quanto antes em exercicio.
Fizerain-M uesle sentido as oulras cmninuiiica-
{es.
Dilo A Manoel Antonio Martins Pereira, com-
munirando que, segundo conslou de parliciparao da
secretaria do ministerio.' da jaslira, datada d 8 do
corrente, fora S. me, nomeado por decreto de 5
'leste mez para o lugir de oflicial .csrripluraho do
Irihunal do commercio nesia provincia. Esped-
ram-se as uecessarial cammunicai;oes.
Dilo A rsmar.j municipal de Garanhuus, ac-
cusaudo recebidas as copias das acias das eleires de
eleitores a que se procedeu na freguezia de Gara-
iilioii-, nos annos dje IM- tsi i.
Dilo A junl.t de qualicacao da fregnezin do
Ido Formoso.Devolvendo a copia da lista dos ci-
dadaos qualilicadva volaules uaquella fregoetia, as-
sim como a da reispccliva acta, alim de que aquella
junta assignea acta e todas as tullas da lisia ; de-
volvendo ludo no mais curio esparo de lempo que
for possivel.
Portara Ao agente da companhia das barcas
a vapor, recoinnfendando que mande dar passagem
para a corte por. conla do goveino, no vapor que se
espera do norte, aFrancilina Maria do '_.menlo,
molher do ex soCdado Joaqunn Pereira dos Santos.
decouf'irmidade com a pro-
i( ueroitlindo, ., '* Hollanda
posta do chefe de policia, a Antonio o. *ado
Cavaleanli do logar de 3.' lapplenle do subdele, 'U-
da freguezia do lluique. Coroniaiiicou-se ao i
pradilo chefe.
28
OflicioAo Exm. marechal eommandante
alma-, reeommendando que mande
servir.ii do aqnarlcllamenlo <
halalhan n. I de arlilhar'
to.Diunicipin Anlouii'
coisi'erado pelo coi
de pai itar para a hsl,
0"* r
se Maria da Silva ParanH
aOVERNO DA BOVIICIA.
Epeatonte agg d. ]tho
Dllcio Ao Exm. marr,, co,,!,,,,,,,,;,,,^ ,, ,
irmas, Iransmilliimu por co, BVi, ,|e H do cor- '<>Coinmonicqii-se ,-**jeurar*i de fazenda.
Ihesou.
o, transmillndo para o fim con-
ecta do cooselho admini.tralvo,
arrale.
mo, reslilnindo o requerimenlo e
vieram annexos ao seo oflicio n.
cGoncalves Curado, pede se Ihe
amento de orna parte que compra-
marmlia n. 2(J7 A, na na do Al-
roceder a respcilo dessa prelemao
le com o final do citido ofcio.
resllenle do tribunal do commercio,
dizendo que pl"le Sl s- ordenar ao oflicial es-^
rrplurario norS?'10 fW* ;1 setrelaria daquelle tri-
bunal Manoel Ar1"0 Martins Pereira. qu* entre
io exercicie do seuNCP"*'1 mder)aav>nte de litu-
estado effectivo apenas ""o Hicii.es de plente, iu-
cluslve os commandanles- 0'10 ofticiaes das clase>
aun ex as, 1211 praCa marinliacem e eeipo d im-
pertes mannheir'i- '" soldados do lialalhao na-
val, ofliciaes marinh '<>* arlifices e crikdos, pre-
fazehdo. trli pravas, i I"* devia "inda le luzir-se
doz* praras, termo i odio, incn-aluiiMiio doentes
na enfermara de njairinha, o que ino-Ni um des-
MqMede7:l praca,i equivaleule a guirnuAo do
maibr dos brigues qup linha sob minhis orden.
Esli diminuta forra. "> material, nnanio em
pe^oal linha por hei'lro de mas operar,0es a costa
coniprehendida enlre f"* do ilo de S. Francisco
e o Cabo de S. Roqo*. "I" he, o lilloral de quatro
provincias.
Uoncedendo mesm1; 1"e ella se acbasse sempre
prninpla. que o niiv'"" "lo exigissem reparos, qne
Irarjalhasse reunida, ,cr';l i"superavel, ja nao digo
allejnder a todas as aS'8"* do servicie das obri-
garries que Ihe eonlPetom, mas vigiar eHVrliva
i'llira/.menle una zona '* extensa como e-sa.
A vista dsso, lom,nd" commando da eslarao,
nosj mapp.n do estad0 de'.'a requisitava Indos os me-
zeslao governo geral n,il's navios e especialmente
um vapor, e o pesso' "ecessario, a risco de tornar-
me importuno ; porlue conliecia lambein os emba-
rados com que luclaa mesmo goVcrno para ac-
qutsicao de mariiihr?em- e Para salsfazer lodo o
ser\ ro com o pequino numero de navios que temos
armados.
2. Qoe movi*0'0 'iveram esses navio, por
ordem de qoem proposito de que.D
n. bo do ministerio da marinha
8j3, devia um das navios con-
i no porto da capital Ha proviu-
as immediatas ordens da pre-
.rl.nto, em 2K dejunho o bri-
i all, e i vollou a esle porto
osando pela costa. Keslavain
o 1\ de julho alen dito dia 3
.linha di-pn.ir-lci.
Coi ,ren.,ar-e que o Exm. antecessor de V.
.* exiga nrdinariamenle a presenca de um vaso
.e guerra nesie porto ; asimpojs, arj poda csie com-
majndo empregar um navio de cada ve/, para cru-
zan em urna exleoaio de 235 milhas, que lano vai
do Cabo de S. Roqoe ao limite sul desla pro-
vincia.
m oflicio reservado de de jalho a presidenci
eromri ii.lou que .
i'o para o lado do Ri
vela- anie* ni.r.i, ri palacio, e eutao dis- ai"da *silem bastantes, e alguns em perigo, cslan-
S sr- oi de.. P"SU lc q d,ou,ro, Ja r,"1",os-
MsstoU da Parahiba II, v'as,e 0 dia q" *1*5 iSf' 25? ***"-
Cunform' o
dejaaTTe mar
servar-se esl
ciai daa Al*
siilenria.
gU 'iC*'
e'
se-me
a prc-nl....
all devi (dar o navio para n* ".P'*.
Al 13 de outuliro nenliuin *"0 ''.'f- ',el 1"e
pergunlei oflicialmcnle a S. Esc:"fl,clu -'"'"
o brigue barca poda seguir para oe* 5P ""
que responden-me por oflicio de igu' dala, o mes-
mo que verbalmenle me havia diKem de *'"
lemliro. e cima refiro.
Ao brigue Cearcmc, que como ja',' lamben) regressado a esle porto no dia .'ld* !t,em"
Iro, logo qoe concluiu pequeos reparos, el oracm
em 12 para reeeb-r 13 das de mantiin l' cruzar ; e como S. Exc. o Sr. ministro f
me determinara por inlermedio ilo qua
ein oflicio n. S de 28 de agostu, reca
setemhro, que lizesse examinar a han
goal da Alagoas, e Indicaste a* obras
para melhora-la, inloriuando sobre o p
liara esse fim exmia, e que me remellen,
ceu nAo dever demorar es,a commissao by<
ca, e disse a presidencia, que linha resolv
naquclle brigue para cuinpri la. Kespni,
ella, que nem mi nao rnnviuha quceu fize.
commissao eolia, cuino al que era nnrnaurli
deixar sabir nenliuin vaso da eslajilo, porque q
ria ler loda a rercj reunida nele porlu, vi-lon '
receio dedesenvolvimento da cholera Beata provincia
o que levei ao couliecimenlo de S. Esc. o Sr. mini-ln
general
a 13 de
S. i-
lir
-me
--a
ao
que aqui cheguei, alm de oulrai lana-, autei da
minha partida dessa capital.
Na poYoarao de Nossa Senhora do O' succombi-
rain ulliinamenle tres individuos, sendo um fulmi-
nante.
He quanto me compre levar por agora ao ennhe-
cimento de V. Exc, a qoem, serei sollicitocm com-
uimurar o qoe for occorrttido, relativamente' mar-
cha aa epidemia nesla freguezia.
Dos guarde a V. Esr. Freguezia de ipojuca 21
do julho de IHJIi.lllm. e Esc. Sr. conselneiro Dr.
Sergio Teiseira de Macedo, presidente da provincia.
Dr. Josr Muniz Cordeiro tiitahy, medico em
i'oinnii- i, na mesma fregoezia.
Sr. Jos da Maia. Acradero muilo Vine, o
ler chamado minha allenran par a exploraban da
lilira da folha da palmcira, chamada Macahiba. Ella
com effeilo me parece poder fazer as fabricas da
Eoropa. urna fcil roucurreucia ao canhamn e as
linho. Talve lambein ella possa dar esse siiImIu-
lo que se procura ao trapo na lubricaran do papel,
siili-liluin, por ruja descoberta o Time' offerece om
premio de vinie mil libras esterlinas, se bem me
lembru. A espionlo dessa libra pode ofTerecer em-
prego a urna grande quanlidade de bracos innleis,
e ser de grande recurso para a gente pobre, incapaz
le servidos mais pesadns. A amostra, porcm, qoe
ttiTt 1?1'Z T "" i "'" ""-'' !ri->V,"C- a entregou he em quanlidade Uo pequea,
gido ao quarlel general, por copia juula n. I', e
<|ud se procrala all
Ne^sa occasiao e-lava o
ceben manlimenlos e s
naq'uella paragem, o que
n. li da mesma dala :
leiljlo O roinin in lano
peilas, havendo rummi
mili ir ni. e com o con
mandar ; o que levei
presidencia em oflicio
ile jolln a presidencia
S a lU'flplB rtH "frif-
moso por conslar-lhe
ar ntn desembarqae.
oe barra prompto, re-
10 no .lia !l pira cruzar
uminuniquei em oflicio
lia 27 regressnii, nada
Irado que rauas o com a barra de Be-
nito da fortaleza de Ta-
.. .nhecimenlo da mesma
n. rente, no qunl o Esm. Sr. ajlro (|a Kuerr1 ,,,.
clara que nao compete ao !,,, d ,. i,.,^,^ rtt
iiifanlaria Jos Antonio de I, a juda de caj|(),,,
que pedio pasameiilo nor.lerWl.|wdo ^ ,erfjl ,
lasso da viola no Pir.hv r* p,ri) a cjdi|1,e rte
Pellas no Rio raude d.< c.b,ur ser 0 ',.efcri,|0
passo perlencenle aquella prov.H.
Dito Aoineamo, dizendo,'pg^ |eilur4 do
aviso que remelle por copia, fie 5. Exc. ioteira-
do de que por decreto de II detMt sB coucedi,
passagem para a 8. comp.iilnej ,() i.at.Hu ,|e
infant ra, ao capillo do 13. pesma arma Anto-
nio Jos dos l'assos, que s^,, ,la provincia do
Rio Grande do Sal.Gomojj,d.M a thesoura-
ria de fazenda.
Dilo Ao ssesato, eln.|0 ,,,. copia ,viso do
las'-acem ni'r. V-.' $? l'"'^ co,,re '"lo Pila" Moal de Campo, |.eiM Pented
u ,1.1 ui di. h. ,nranll",a ao "* i Par" substituir ao capiUo Jos
wae iu. oa ,nj atlllai Unreaii,, Caetano Soe- | Silva.Fizeram-se as necessarias
lu v -""
1 "7 A0.manilanle da estacj|o naval, para
iiiaudar deseinl.r oom ;,a os recra(as <)e marj.
iba Joao Gualb ue Oarvuiho ellerculano de
l.arvalho.--Loin,iCJj_i au t.|,e de plicia.
g. D^'iio iiispectnrTT ific-'l'vnfile de fazenda,
esmmunicando que o Dr. Joao J" In.ii'Mceiicio Pog-
gi entrn honteui no cxerckirl do lugsir j,. pr0^.r
dor inlerinu da saude do porto. .
DitoAo ti'iirnie rorone'nc**efiado das obras
mililarrs, para mandar fazer co1. urgencia os con-
certos de que necessitarein o poro* logan da co-
zinha doipiarli'l da Soledade. i'.nrill""*""-"* ao
marechal conimandaiile das armas.
Portaraftomeando ile conformidade comV'O'
nosla d > ohere de policia, para o cargo de dfr
gado do termo de Iguarassu' ao capitn Domingos de
Luna Yeig.i.--rizeram-se as necessarias communi-
eacoeet
Hila--lomeando na me o carao de delegado do termo de Serinbaem, o ca-
pillo Fraurisco Antonio de Carvalho.Expedi-
ram-se as precisas communicace.
Dila.Demitiiudn, na mesma confnrmdade, do
cargo de delegado do termo da Boa-V'i-- ao ca-
0SCAS1MEN0SDEP4RI.S.
fo* KdmuIndo About.
UL'fNTO.
O busto.
'.l.onlinoacao
Neasa noite Daniel achoo so-
seus movis menos elegaules,
modo, do qoe julgira a prime
lava vasia. O lumem he assin
roes.
DilaExonerando na mesma conformidade, do
lugar de subdeltgado do lugar de* subdelegado do
lerceiro dMriclo de S. Henlo, ao major Benlo Jos
A Ivs de Olireira, e Horneando para o substituir ao
alteres Antonio Jo. Ribeiro.Fizeram-se as ne-
ce-sarias rnmmunicariies,
11 u -Man lando ailTiillir-^' rVico do rxercilo
como voluntario ror lempo de seis anuos o paisano
Kao pode esse navi o ser logo empregodo oulra vez
porflue leve de mud a' parle do apparelho de labo-
rarl que eslava rr uioado ; aasim como concertar o
poliame, o que se m perda de lempo reqnisilei; nem
poden C 1 piliar 11 >e substitui-lo em acrao contina-
porqu eslava acabando de apparelbar.'
Prompto. por m esle, em 11 de agosto sal jo com
recomoiendari"o especial de observar o p mo sus-
neii concl uio essa commuso em 3 de selembro
,- me-'-.o command-mle, menciooa"-
"'"-rem-se as versas do
va-se a necess.dade de esa...... .das, e bem aim
Iraquete e ceiadeira. por arro.n.. -.tamenle n-
a borda do castello, que eslava compu calafeto
ore, precisando alm diso recorrer iodo o -dame'
concertar ale un- paMes, parlado veame c pv ia'
um ejcaler e fazer ootros reparoi de menor moi.
dooMT diareq0!si,ei'' l,resi,le,lca aexpedit'ao
de ordens .0 arsenal de marinha, para que se fiz,s-
aSei!r.,,'V,am! C""Cer," <'">>' ""> toda
a brevidade; seodo-rne commoaicado 110 diaicuin
nanls"6,""'" d0 sa,|-fe'la minha reoahacto.
(lando a verga ds traquelo volloo p.ra bordo'em
I desetembro, reconheceu o eommandante, que
ella nao linha a,do concertada, havendo se apenas
apado ai leuda, e seu delerioramenlo comma-sa o.
dalll?.'(ryw,e"l0":e- "nir o. eomm'aii-
lantei de. lodos os navios da eslarao os Carpiolei-
ros. eellei opinara que ella nao eslava segura e
que pren.ava ser fortalecida ; o que reeonheci ju-
lo para na., compromettero navio, ea vida de .1
S?1M.E3^' a""". ''""""""K"* ao inspector
e reZ" "T'n0 ''" 8"lici,"nd" q" mandas-
le reparar devnlamente. T,ve em resposta que era
ecessaria nova a.....riiarao da presidencia. que
risnu dir.gir-lhe o oflicio n. 7Dde 23 de
se. mnei lamentando que em um lao
insigi. c" consumi.scm tantos dias inu-
lilmenle. delongas e dilliculdades,
com o que .
Al o I. de iada resolvcu a respaile
o q.ie me aulorisot, r-lhe denovo nesse dia
oflicio n. 73 reclaman,, 'esposlaan de 2.1 de se-
lembrn, e a representar %e PraJoilO que cautiva
o serviro uao estarem s nsvio promplos, como
conviiiha, e eia do me esforjar-nie esa coo-
serva-los.
Apenas em 12 nbi* repsla de que nessa da.
na quarta ohservarilo do inappa da forra, datado de
2 de outubro.
No dia 3 de oulubroapparipceu no lameiao o pa-
tacho nacional 0001 Jrtns, procedente do Rio de
Janeiro, infectado do cholera, e nesse mesmo dia re-
cebi recoroiiieiidaro da presidencia para fazer se-
guir iiniuediatameiile um vaso de guerra a ilha de
Fernando, comboiando o dilo patacho al a mesma
ilha, e obriganda s,ua lripola(o a fazer quareuleua
na ilha Rala.
Saino no dia seguinte o brigue (.'crense para
es mez.
Em 1(1 de outubro son chamado larde a pala-
cio, e declarou-me S. Esr.. que se linha feito um
apprehnnsao de Africano! bujaes em Serinhaem, e
que prensara de uin navio de gurrra para ir all re-
cebe-los quanlo antes.
Disse-lhe que eslava prompto o brigue barca /ta-
marac, mas que a inar >pertDtila sabida na ma-
asll seguinte.
Eolio paleutcei-be. a resolur,'; 1 de ir no mesmo
navio, o que mereceu approvae ; sendo que, em
"eiada <*e nio declarar o ofcj |,:e me diiigio a
respeilo, a cir>-umslancia de 1.. me ler offerecidn
para essa comnii.s.in, reclainei -in oflicio 83 de
29 de oolubro. isto he, log> que r '.reaiei della, leu-
do S. Exr. a boudadv de uai-m la evplicarao em
oflicio de 31 do mesmo me/..
'.lun 1,1 no dia 21 dei'fundo 'c pnrto, de vol-
la, expuz presidencia sbajah ia ia feito em ofli-
cio n. 79, que julgo desnecessario .)ui reprodutir,
porquanto V. Exc. o encoulrar ein cu archivo.
Em oflicio n. 1CI de 26 communiquei as mesmas
oceurreocias ao quarlel general.
Porlanlo, no I. dcjulho al 31 de outubro dis-
puuha este commando de tres vasos, que foram em-
pregados do seguinte modo : () Cearense at 3 de
setemhro no servico da provincia das Alagoas, por
determinarlo imperial ; o llamnrac no cruzeiro
da coila desde 9 al ^7 de lUllio, para observar o
lilloral do Rio Formoso; o Capibaribe de 11 de
agosto at 3 de selembro 111 continuarao desla com-
missao.
Desse dia al :l de outubro lodos tres ueste por-
to : o Itamarar a espera do avio da Parahiba, pa-
ra sabir ; o Cearense
e promplo a sa
Capibaribe iiupossiniinaiio de ser emprega/'"" r'
depender da verga do Iraquete. em cum ,''
houve grande demoia, proveniente de i" 8'1. .'""'
pensavel o arsenal nova aulorisarao .;' Pres"",nc,a:
noe foi duas vezes por mim soli, "dda e oMm" m'
:s de 23 .lias. ,
UeK mesmo quando lodos se aci'a^m promp-
E Sium. .. .. einprega-l..- -asi ; Pur fura da
los, nao podia eu ioi "**! "nie
requisicao da presidencia qoe a loe 'T^l\,
porto ; o que .oltreu excepto pela V,','"'? '
Iraordinaria e especial de comboiar o ,:
a Fernando de Nomnlia o pa.acho infecl-u
lera, at que em Iti de outubro espalhea-e,
porto a nolicia da tentativa de eoalrabaodo de .
canos em Seriubaem e sua appreliein.au ; n que oc-
casionou a sabida don llnroaraca' 110 dia 17.
3. Finalmente. ,1 l.luaes os ofliciaes incumbido,
d.n dillerenles commi.Mie, e no caso da -lleraroes
de commando ou conunandns especiaes, quaes as'ra-
zoes 1 expon la-a- om separado e em oflicio reserva-
ra dessa ordem, que para isso houvc e por
le nao pode prestar-ie as experiencias
oaudar fazer ua Franca, na Blgica 1
>ra.
que nesejo
na Ingla-
,.. a csiiri* un mYPm oa raramoa, pa-
Ceareuse precisando pequeos reparo^
sahir depois do dia 12; Hnalmen'*'
impossil.ililado de ser empresa-*' P?
"^ouvm. pois, qoe Vmc. Icnha a bondade de roe
^curar pelo meuos urna arroba dessa fibra. E co-
mo cu,"pre desde j esludar o prero qoe pode vir a
c lr ea.la arroba, dan lo um jornal de seisrenlos
I 'por da a cada mulher empregada nesse tra-
balhi'' ^'mc- mp d'ra Pds Por s' f,ier e,sa ou"
._ rilo, ou se convir por 4 sua diiposi^o allomas
mull es dai l|1"' M acnam reeulbidas na casa de
daiajPt**! dentro de cojo edificio podem ser empre-
. s debaixo de suas vistas on ilirerr.lo.
la claro que serao embolsadas a Vmc. as despe-
ue lizer com elle objectu.
1 com disiinrta eslima de Vmc. ltenlo vene-
. .' e criadoSrrgio 'Itixeira de Macedo.
r.,r. 28 de julho de 1H6.
jiOMMANDO DAS ARMAS.
a I Kener*' d coa-manda das armas de
rabuco na cld.ids do Reclfe eos 31 de
f*r"a 1856
J""" oirmnr au*
.al de campo, cominandaule da< armas,
,|, """^ que na manhaa do .lia 1.-de agosto e
' ernl,"''''a de moslra aas Corpoi do exercilo aqui
proa revi, ,|a oarda nacional em desta.-ameiilo,
'""viihias lixas, pela ordem seguinte : s ti
e as cumpa ,|MM|,ja ,,a r,nce ; s (i ao dcimo
Krafr ^' culi ao segundo ; e as 7 '.,, ao nono, lo-
oaiainao ; as ri, as H .? ., rnmpan|lla nu rte ca.
dos de infaiiia qoartotatolhto de arlilbana a p ;
vanara ; as .1, ao lmo balalhao dearlilharia da guar-
"" '9 '''rielada,
da nacional aqo ,0, Joaquiin Coelhn_
ro de morir, e a rifa de urna egoa para coroar a
festa : mas como nao estamos em tempes oormaes,
a fesla foi coreada com o motim e incendio.
A fu ni rao era ero lienecio da segunda compa-
nhia da milicia nacioual, da qual he capiiao o con-
feileiro da rus de S. Joao.
Presidia ao espectculo o administrador D. Pedro
Rio, e os lidadores eram artistas rio povo, milicia-
' nos naci naes todos elies ou a roaior parle.
Para a conservaran das ordens havia urna guarda
de nacionaea commandada pelo capito da compa-
nhia beneficiada.
A concorrcucia era muila e o calor insupor-
lavel.
Sahe o priinciro luuro e mala o cavallo do nico
cavalleiro que ae atreveu a pr-lhe urna vara.
A bravura do touro linha infondido pavor no
animo dos loureiros, ate ao ponto de nao haver um
s capiuha que se alrevesse a metler-lhe una
farpa.
Isto servio de preleslo para alcar-se una infernal
gritara e para r.iliir sobre os individuos que lourea-
vam urna chuva de insultos.
O presidente vendo que os capinhas nao faziam,
ero podiam fazer o seu oflicio, e que n lampo se
passava, deu ordem para se malar o touro.
Aqoi cahio Trina.
Empenhado o povo em que se baudarilhasae o
touro, e empenhada a -uloridaoe ero que se ma-
lasse, annuuciou-se um motim de funestas cunse-
quencias.
A algazarra rnniernn a lomar corpo, e coroe^aram
a proferir-se os mais escandalosos dicterios contra
os tooreiros, contra oserapreiarios, e, o qoe be prior
aioda, contra a aotoridade.
Rouco o povo da gritara e de proferir luja-
ras, deivou quieta a lingna e comerou a mover as
roaos.
lima chuva de pedras cabio sobre a prara e sobre
o camarote da auloridade.
Em seguida lanraram-se todos phrenelicos ao
destroco e madeiros, taboas, esleirs e qaantos mo-
vis e combuiliveis encontraran!, os arrancaran, os
quebraran! e os arrojaran! no meio da prara.
Em allilude ja lao formidavel os amotinados vrem
que a aotoridade e a guarda fogem amediontadns,
abandouaudo-lhss o campo, lanrsin logo aos muiloa
cnmhostiveis que tiuham amontoado, e a redoudeza
se converte em orna immensa foguelra.
A atmosphera que pouro olea rezoava com gri-
tos de alegra, s redeca os choi lerriveis da deso-
lacSa.
Pouco mais tarde a prara de loaros arda por to-
das as parles, dando om resplendor sinilro aos sem-
blante! dos incendiarios, e Iluminando fatdicamen-
te a formoso capital da Estremadora, que comegava
a commover-se aos primeiros signaei do alborolo.
Assim que a prara de louroi lieoo convertida em
um modiao de ruinas, e em urna immensa fogueira,
a popolara corren com Tachos incendiarios a pegar
fogo nojarriim dos engeuheiros, do qual parece que
ardeu grande parle.
A tropa linha sido encerrada nos seus quarteis.
Eis, pois, uina breve rescnlia da sedirilo oe Ba-
dajoz.
Agora vou resumir os prinripaes acoiilecinientos,
que liveram logar na iisiirreigo de Castilla a Ve-
S^TBRIO.
Termino-
Tri-
queiq ordenadas.
Ds. ofliciaes iiiciimbidns das dill'erenles
I se em todos
pcrunC I-
Ifallain.
as ii
cova menos lielh,
j leito menos com-
visla.Sua bolsa es-
taiilo tondo dinheiro,
nao tero illusoe.. Eis porque < 'obres & meuos e.
Iizes qoe os ricos. | '
fio da seguinte elle levan!, (U_je fa oi, |l0ra>. ,
volloo 11 Pars com seo rcloguj e sua correnle. Sio
qu.z ir d.zer a mai que jogar wllljl 1(xra .
tal confl.sao.rnenle It.e feria! grallgPado seve.a re-
prehensao. Prefeno dir.g.r-se m comrn.tlo do
monte de pied-dc, o qual ei loa.Ult m) U;m.
cossemexplicacoes. sem ce ora e c01lse|hs.
Deina.s, de qoe servia om r. 01 j(| de Clie. 1
lilau, onde novia riocneula ;
Dava meio-dia quand
Os convidados da vspero i'inha
lavam Mmenle oa hospedes do
preleiidenles e Daniel. Mr. I,
rhavena de cha. Mr. de Urai
a0al).we"i? ae!!'a"^ JJ J h'esse na verga dn
""elos coinrn'and'anreVrios navios -la'"''0 i"1'"-
>enavel, e e em 22 de oolubro he qoefirou
da e foi recebida do arsenal de marinha. Em
27 sabio esse navio pira coarijovar a dihgencia que
o Dr. chefe de policia ia fazer em o Rio I ..ni.......
um pronuuci
Eis-aqui o
Pairar 20-
v- enmmis- presenciar g
miroram-o capilao de frasala Pedro Ignacio Mo. I Seriain c<
rouT-: coiinnandanle do hricue a Cearense ; o I se ciirh.u 1
lenle Ludgero de Salla* Dliveira, eommandante
n essa poca do brigue .. Capibaribe ; e o !. len-
le Pedro ibom de Castre Araojo, eomatandao1 <
brigue barca llamaraca' .mandos
.\eiihoma alterariio de commando. 011 eparca olla-1 P
especiaos houve ; apenas segui no brigue bJus molivos
maraca' na oommis*ao a' Serinhaem prreriar.lo de
qoe no reservado jauto eobmelto a" apiv
V. txc. .rtgida per V.
,c concluido esta infurinacao'a dn lempo que
t. la-me padir-Uieio lalvcz a' minuciosidades
'he deTiram necessarias para mrlhor ori-
erlar-se V.iExc. sobre oobjerlo que'por ventura le-
vuii V. Esc, a quer-la ; continuando eu promplo a'
oulras que,V. Exc. jolsue precisa, c com que sem-
pre exullarei; nao t por concn er cu para que o
e a mesa do almoco.
lll-se retirado, e res-
raslcllo, islo he, os
efebure lomou urna
*OJ roineu una posta
d. s.lmao, \ ictorina eipieaeoa f,,,, to de te'rr.^
o arlista 0 0 modelo eahiram rT..r,illrfrneille JUrf
un paslelao. Madama Michaud declaVou a Daniel
qn liaban) rln-gado seus inslrumersT|0s rom Ulna
borrivt ceiba eheia de arila, e que \[ fdra ar-
ruinado no lug.r rouveiiienie. Os doaeV rixaes e.la-
vam mui desejosos de vigiar a Daniel paVra naosa-
() Vida Diario n. 175,
crificarem seorprazeres qdolidianos. De ordinario o
capil.io prsrava .1 linha, e o advogado jogava a es-
pada com Mr, de Gueblao, ou eulrelinha-se ero ma-
tar pegas.
Deu-se um passeio peto parque antes de .oncear
o Irballio dn busto. Madama Michaud referi a Mr.
Lefeluirc o sallo memoravel de Daniel. Mr. de Mar-
sal giacejoo muflo sobre essa maneira de entrar sem
er annonciado.
Ocio, disse elle, que Mr. Lefebure achou seu
meslre.
Nao przo-me de sallar fossos, ro-pon l.u o ad-
vogado. Por mais hbil que sejamos nesse genero de
exercicio, ha sempre um aniiialzinho que nos ex-
cede.
Como se chama'.' pergontoa Madama Mi-
chaud.
Canguro. Hei de moslrar-lhe um no jardim
botnico.
Nao o fiz por gloria, disse Daniel ingenua-
mente ; mas porqoe nao acenava com a porta.
Joga'a espada, senhor?
- Sim, e vossa sonhoria /
Ua quinze annos em casa dos Loz.
Eu na minha ollicina com um antigo preboste
de Galechair. Nao somos da mesma escola.
Qu Vmc. joga espada'. dase Viclorina.
Meu pai o amara;.
Voltando ao castello. madama Michaud disse a
Daniel :
Nao incommoda a Vmc. que cu tenha convida-
do esses senhoics para assistir .1 execucao do meu
boato'!
N3n, eulinra', rom lano que elles nao a impe-
cii 1 de ler a allilude ronvenienle. Pela uiiiiha par-
fe IraboHiaria aoeslrohdo do cuihao.
Nao tenha receio. eu me rnuservarei Irauquil-
la, como um anabaptista. Obse ve bem e-ses dous
amantes : sao deleilaveis como uu.a comedia. Como
arda o advogado'.'
Gurdo.
t'.oilado! faz quanln pide para emmagrerer,
menos beber mia-.-re. K o rnpllao '
Delgado, mu delgado.
Sim, peigunlo sempre a roini memn, como
nao tom Sido arrebatado pelo furaefies. Sem duvi-
I1ESPAN1IA.
Madrid 28 de jonho.
a insurreirao na t.astella Velha, mas
ao fica comprimida em urna provincia,
na lien uta em uulra, c o espirito revoluciona-
ran.lo re ,ein desenvolvido, gratas i falla de accao
SS.Pr?, iva e a propaganda das ideas democrticas
socialista, manifesta-se em luda a parte.
Ua lambem uina oulra causa nao menos forte, he
esla o concurso das calamidades publicas, que pe-
sam sobre as populace desde os dias da revo-
luto.
Assim anda bem nao est comprimida a revela.
cao na Casiella, ja circula a noticia de que houve-
rain graves desordens em Badajoz com arompanha-
mento de nceudius : rumores ds um prouuncia-
meuto ein Barcelona, onde a demagogia e o sede-
Usara curo ..mi alimenla a mal encuberto vulrao que
ardeperpeluameule uaquella capital.
Os faliricaules de ligedlo acabam de dar a luz
um inanifeslo revolucionario, no qual ss preveem
espinlnsas Hesgraras. pois qoe aqucllesjornaleiros
slam os leus rancores conlra os denos das
como euriquecidos cusa do suor do
m.
fahrio.
povo. .tuno esteve a ponto de haver
No dia 19 d 'm Palma de Majorca.
. nos escrevem daquella Iba :
-llonlem a noite eslivemos a ponto de
raves desordens.
>usa de 8 horas e meia da noile, quando
le genle a pa... do Corl, manifestaodo-
0 desgosto que Ihes causava, o nao se ler
desembarcar o trigo estringeiro, de qua
numero de honlem.
1 os nacionaes, e pozeram-se senlinellas
dai mas, que a iiioguem permilliam
mandaram-se accender alguna rogos nos
largos menos'- Aluminados, onde se linha reunido
algum povo. a jracas a esla medida, deshilaran!
muilas pesioas. MarS-jr",,l.lO horas a auloridade
mandou despejar e enlao houver^ m corridas e con-
ru-ao.
Grupos, ao parecer de descontentes, ein jlavam
pelas r ua.nu ;a que em allilude pacifica e as, p.lrullias
sxravam lambem por toda a cidade ale/altas lloras.
o. serenos sihiram urna hora anteado cosanse.
Sem embargo as 12 horas da noite] ja eslava ludo
tranquillo.
eu cilicio.
Na casa desle preso foram encomiados mil doro-.
As vozes dos amotinados eram as de Viva a li-
herdade morrain os ladroes Pode dar-se aiaivr es-
carneo nem mais cxnismo'.'
Em quinto estes successos se verilicavim dentro
ila cidade. na* suas mnnediare-, seja por parle genle frosleira qiie aecudio, ou por also-s srupiis do
cidade, que se destacaaiero, se adverlio om incen-
dio de cou-i.lt rara o para o caoal, ao qoal nao fui da-
o aecodir instantneamente, pelo ciado da cidade
e pela necessidade de salva-la do saque e do inceudni
como porque a comniunicacao eslava inleri-uipida.
por ler pegado fogo ua porta, e o mande numen, aa
revoltosos que oceupava a ponle do Pisoerga.
As 12 horas do da, a capilo general, deixando
segundo commaudanle A frente das tropas, que I-
nham lomado posi(6es na cidade, marrhou pi 1 n
canal afim de salvar os edificios e iiilercsses, na -na
lotalidade ameacados. \
i) incendio linha devorado tres fabricas de farinha
e varios barcos de transporte, e as turnias desenfrra-
das ameacavam com igual surte loaos o* edilicn m-
duslraes das.immediacdes, que so deveram a sua
lal varau i lurra, que accadio t prolrje-lr.
Mas a ronllaaraco se fui eslendenle, os incen-
dios se gencralisaram em loda a linha do canal ilr
Cnisiii.
A's nove horas e meia da noile de 22, i.-mr- sre-
nas liveram logar em Medina de Riosero, sevn qoe
as autoridades podessem dnmiuar o tumulto;as casas
dos commissarios de trigo foram apedrejada, e in-
cendiadas ai fabrica eslabelecidas no canal : aseim
romo i.-horros que se acbavam lias aman acor s do,
caes.
11, amuliiiados prinripiaram por pegar foso a mu
tos armazeas qoe, como as fabricas; sao propriedade
da empresa do canal, ma os rogos de alguns ln.nra
dos habitantes alcalizaran! fazer desistir os revoltosos
dus seus destructores intentos e evitar os desastres.
A guarda civil foi apedrejada, e venderse em au-
xilio nem ordem das autoridades leve qoe retirai pa
ra Valladolid.
Diz-e que houve algons assassioalof, e qne a Si-
lln do administrador fci arrojada da janella abaiv.
Mas osaconlecimeut-is mais lerriveis foram a* de
1'alenria, onde foram rcduzidas a cnzas as fabricas
le Cuelara, O ti/. Ros c Iztaerla. II priroriro, une
he o juiz de Paletina, fui feririo.
Os sediciosos qoeriam conlinuar as aas emprcr,
vandlicas; mas au chegar a, fabricas dos Srs. >.
Iv "nio e l'ajanes, as enconlraram defendidas pelos
seos dono e criados.
Sem embargo (ralaram de arremedar, mas leudo
sido recebidos com urna descarga da qual resaltaran
um morlo e dous feridns, retrocedern! espantad,
s nao ibes ficou vonlade de voltar.
Em oulras parles,os barbaros devastadores liveram
a crueldade de obrigar os seus proprietarios a pegar
fugo aos seus edificios pelas sua propras naos.
Parece qoe houve alguns assainalo*.
O juiz de Dunas, villa intermedia uo caminho ds
Val nlolnl a Palmea, foi unirlo a punhaladas, e aa
rinos da labrira de farinha sloada uaqoelle poni
liveiam que defender-se a tiros.
Em II Lvenlo os lacios nao passaram de nina osa-
nifesl-rao popular qoe pode conler-se araras e-er-
lesaslrosa de quanlas lem occurriilo de,- -ia itcenxolvida ir s primeirus inoincnlo pela aul-
! rijlade.-----------------------------
Tilo prompto como foi possivel, a auloridade mi-
litar inau'iou forrar os punios insuremollado e des-
de o da -! 1 ficou reslabelecida a Irauqoillidade em
tuda provincia, e os Iribunaes ocropam-se com os
procesaos dos ineendiarios. dos quses (re- ja loram
ue o movimentn principioo as sele horas
da manhaa dn dia 22, por um alboroto de muiheres
em urna fabrica de pao, por causa da subida do pre-
50 dele.
Reunio-se logo all gentes, e de enlre esla eahi-
ram os primen gritos demorram os ricos e as
suas casas !
Diz-se que o ligoal para rebcnlarem as desordens
liiths sido levado de Madrid por agentes secreto*, os
quies nnriaram entre as turmas, excitando ao Incoa-
dlo pilhagem.
A's 01I0 horas da manhaa grupos numeroso se
apresentaram diante das casas consitoriaes em V.-I-
lariohd, apedrejando-as, mallralando a autoridade
local, forjando a guarda da milicia nacional, e pe-
netrando no edificio coro o preteslo da caresta de
vveres.
Os grupo tomaram um incremento nolavel, e s-
palharam-se por varias ras, incendiando, taquean-
do as casas abastadas e commettendo loda a rlasse
de escessos, at ao ponto, segundo se diz, de forra-
rem nfgumas rionzellas, que se acbavam as casas
que roubavam.
A's oilo horas e mia da noile o governador ins-
(allou-se na cmara municipal, cojo ponto linhym
abandonado todos os conselheiros.
O governador vendo-se sai, sabio com direccao a
om quarlel para diclar as suas dispoiices a|imado
na lurca ; mas foi infeliz na leulaliva. porque ca-
hindo em poder de urna turma de mulheres, rapazes
e poucos humen, sollreu o mais atfronloso marl)-
rio, enlre pedradas insultos e duas estocadas, das
qnaes uina -en lo bastante grava Ihe fez perder o
sentidos.
Nesta -iiuac.i. foi cooduzido a uina casa particu-
lar e collocario ein urna cama, da qual nao sabe
quando poder levanlar-se.
Assim Inumphou a iu-urrei. .10 por esparo de 1
fuziladus no da 2t em Valladolid.
lia um numero cousideravel de preso, e paren-
que os mais complicados seras Iralados com o 11II n. .
rigor.
Asesura-le que as perdas nao baisam de Ir mi-
li 1.'ie- de duros.
A fabrica do Sr. Soires Ceoti, orna das qoe foi
queimada em Valladolid. valia, contando com as ex-
istencias de trigo e farinha qoe havia nrlia, soare
Ires milhes de reales.
Calcula-se que no mande armaiem que a esnprr-
za do caoal linha em Vallodoiid, kaviaro irmatraa-
das ornas cem mil tangas do trigo.
0 edificio e o qoe neile se eaeerrava lado ficoo re-
duzido a runa.
Ja se venlilou na> 1 nle a qoostio da indesnn
cao as victimas desses incendios, e n go'*"s^sJoltt
promelleu-se a apreseolar um pvjecio de"1ei sobro
ese objeclo.
Na qearta feira a' noile1 iwatio para Valladolid ..
mimslro do reino, o Sr. fcscjataora, delegi, a|.
conselho para averiguar a or,8 1 eme-se que a eleicao im0 tenlia sido das mais
prodeules. f
Por em quanlo os orgaoy oltraliberaes, ja vem el-
tnl.uindo a insurreirao u pjirlido car lisia e ao oam
e a s intrigas do polacos u moderarlo. Parem anr
mais que le empenhem em ,(rarra-lo, o ota ca-
rcter foi puramente socialista cosi o provam os
farlos.
I'm orgai minisliriai reclifica boje em parto esta
iiisiiiiiHr.i,. no leriiiH segnintes :
A OfseaUtoN anr^,ica |,,j,, que m iureodiano,
duas huras, incendiando e.rouhaudu o insurreccm- de Valladolid e raleona se bao reooidoem partida
ue Ihes dava goslo. facciosas ao grito 'apil.dislas Sempruu e Izluela lira- 1 das se acliam capitaneadas por ei-claostrado.
evasladas. llo he um leddo de inesactides qoe caaem pr-
Jaidbem soOreu prejuizos la sua base, pin, a Castella a Velha esta' Imie com-
plelamense Irtnqoilla
1*
con
C
e c>
zes ,
ferid
sa, dispostn
Os amotinados
se alreveram pas..
A casa do Sr. Orll
a cavallo, frente da sua caa,
man. accornmelleo por tres ve-
igaudo-as a retroceder, al que
-.lur.io de rncerrar-se na sua ca-
er hem cara a existencia.
queimaam-lhe a porla, mas nao
radiaule.
z Vega, sloada ua ra da Cons-
lelegraphn com os breaos, e halendo o eompaaso rom
os ps. Por sso ficou extenuada depois de nina hura
desse exercicio, foro..,o foi suspender o trahallio.
Daniel de-eiivolvra mais paciencia em sessenla mi-
nutos do que ora aaolflo cui sessenla anuos ; o busto
nao eslava esbozado.
Eu bem o predi,-e, mormuroo Virtonna com-
sigo.
Ab! disse madama Michaud. com mais onze
dias ludo lie .ia promplo.
Daniel nao alreveii-se a dizer-lhe, qne e lodos os
dias fossem como o piimeiro, seriam precisos mais
de cem.
Ese singular trabadlo durou at o fim dejunho :
o busto nao linha ainda figura humana. Madama Mi-
chaud suspeilou au cabo de algum lempo qoe a compa-
nhia incommoriava lalvez o aillsla. Communicoa suas
reflexOes a Viclnrina ; ma esta nao quiz dar-lhe at-
lencao. Eslava cerla de que o bello desrouhecido
ara iuleiramenle eslranho esculptura, e ajudava-o
quanto podia a nccultar sua ignorancia, o Que ser
de nos, se elle fr nbrigado a eonfessar a verdade '.' u
Ella tomava a peilo rii-lrahir a lia, inierromper a
Daniel, e abreviar o lempo do Irabalbu. O pobre ar-
tista cuidava rom terror un prazo de quinze de ja-
lho, e m.Mi/i. cordialmenle de todos os importu-
no* sem exceptuar a Vrtnrina.
O que e-Ir..nliava mu pouco a Incnmparavel At-
bala era o silencio obstinado de seu amante.
A/i! di/.ia comsigo. de que servirlo lodo os
seus ardis e o, meu. se elle nao dcri.tir-se a derla-
rar-rae seu amor'.' Teme abrirse comiso? Eu guar-
dara i.lo bem seu segredn !
AI-11 ni t- vezo, para inrilar-lhe o /co, alleela-
va tratar ruin aga.lo a Mr. I.'fehure, ou a Mr. de
Mar,al : loruavi-se casquilha pelo seu amor! hs-es
caprichos de don/ella rau-axaui grandes revolurne
no castello. Mr. de Mar-al escrevi.i carias Iriuin-
ria traz pedras nos bolsos, quando esta a bordo.
Oual delles escolheria Vmc. se fosse mulher!'
Creio qoe pedira alguns annos para rcllerlir.
Oh! nao diga lal eousa a Viclorina ; ha mais
de seis mezes que ella reflecte. Vmc. dexe adiar um
lano singular que leiihamns aceitado dou preteu-
denles ao mesmo lempo ; foi una idea minha. Mou
irmao aferrava-se ao seo advogado,' e como eu nao
qoeria deixar o meu (Halgo, disse : Pois bem, con-
videmos um e oulro ; Viclorina escolhcra. Nao sei
se ella lem prelerencias ; em todo o caso oceulta-as
muilo. Se Vmc. tornar-se seu amigo, fac,a por ar-
ranrar-lhe n segrrdo. He devoradra de livros, c
escruiiiba.li'.i.i de cariemos ; l todos os dias, cscre-
ve todas as nuiles. Se cu losse papel, saberia logo o
que ella peusa.
Todos aquelles que tcem sido retratado sahem
que o primeirn dia he quai -empre gasln em esco-
Iher a allilude, em proporcionar a luz, e em prepa-
rar o trahalhu dos dias seguinles. O toncada de ma-
dama Michaud nao levou menos de duas hora*. El-
la sonhra uro busto com 1 meado Pompadour. Da-
niel deixou a camarista extenuar-se em fazer edes-
fazer um edificio impossvel. sobre o qual cada um
dava sua opiniao. Depois pedio a permissao de ex-
perimentar a seo turno, arregaou as mangas, e fez
ao modelo om loocado admravel sem muilo traba-
dlo. A camarista deixou cahir os l.n.ro em signal
de estupefacrn ; madama Michaud conlemplava-se
ao espelho sem rcconheccr-se. e afllrmava que Ihe
fura posta oulra cabera, como a urna boneca. Os
prclendenles murmuravam em voz batel n nnme de
arlisla capillar, c Viclorina di/.ia CMIMiaa :
De cerlo he bom cahcllcreiro ; mas i|uanli! a
csrulplura...
Daniel enmerou a cbocar scii busto, e foi entao
que n trabadlo Inriinu se dillicil. Nos dias do mez
ile abril, em que o venlo salla cada instante de la-
le a oeste, de mirle ao sul, o calavciilo nao L-xram
ruin lana rapidez, como a cabera de madama MI-1 pateases familia t Mr. Lefebure rniriava amarro-
rhand. n Vnlnvel como onda a alo palavra que | mar suas malas madama Micband romnrava nina
pinlariam imperfeilameule .1 rniitiniia ,gilar:lo de [ calera nova em igual de .ile;ria ; ,n ll.inii I lian par-
toda a ma passoa. Lila sriiava qne j era minio ti-1 cebia nada.
car asaaalada, e ronsolav.i-se dessa iromohilidade i No dia seguidle a roda havia desandadn : Mr.de
parcial fallando para lodos os lado, a loilo e a di- Marsal eslava triste, Mr. Lefebure exullava ; randa-
ralle, inlerpellando aos que a rodeavarn, imitando o I ma Michaud eslava mais inquieta dn que nunca, e
Daniel va sorgirem cadeias de moiilanha enlre elle
e seus mil e qiiinhentos francos.
Oue espera elle para/declarar-se .' dizia com-
sigu \ iclorina.
'linha u cuidad
que Ihe Irazia o
ilespeito depois
nham bilhele
especlahve
se vi-
bos
um;
veas
frnetc
menor e
Daniel.
Pelas onze hora-
nuvio una voz mag
jardim. A distanci,
palavra; mas a mus
receo-lhe extraordina.
lica. Ella applicava a
aros os ramalhetes,
marrutava-os rom
deque Bao cunli-
mras jinclla na
gndola tives-
'ello, se ella
ma gaita e
amado ti-
'acao de
a caosario
.odgioso de
noile del liar, ella
nlava as rnas dn
..ermidia distinguir as
j ella nao conliecia, p-
ente pensativa e melaoco-
eotamenle o nuvidn, (quan-
do Madama Michamb,'enlrou-lhe na alcova.
Daniel bem comrencido de que ludo dorma no
castello passeayai fumando um charuto, e canlandn
enlre calla bafirada orna copiadas Praga*do Baya-
lo. He um endeixa assaz conhecida as oflicina
de Paris. *
Sur des rivages humille
Et peuplcs .lo crocodil-.
Le juils gemisaienl, el ils
Biliasaienl dos pyraroidcs,
Saos oolre consolatioa
One de msi ger des oignous.
F.m hmidas margen
r.ixuadas do crocodilo.
t>mi:im o Judeos,
Kdiflrando pxrainules,
Sn. oulra coiisolacao
iiur Viclnrioi tmenteoiivira rtesls copla um sota va-
go edelicioso.
lituicao, era urna da. aadjejjaMdas pelos incendiarios ;
mas eslava all alojada a mai>>ja do regiment de'
Bourbon e lendo-se eollocado alg^Najargenlos por-
la com as suas aunas, mas sem demoulaSMcao hostil,
ninguem se atreveu a aproximar-se del. xaficou
preservada de lodo o damno.
Entrstanio a autoridad" militar tnmava as iu
dii;osicoes patVriv -'lar a insurrei
Eram onze horr
a le marcial.
Publicado o b
quarlei, ao ma
forcas puzeram-
0 quarlel general as es,
1 ,, .... 1..... -,
rreirau. _/o/"
"lilicnu
pialni
lar, as
eudo-se
Sache! que les crocodilos
Soul de feroces lezards,
Plus grands qne le pont des Arl.
'.lu de maogeaieot tes Juifs par m^ille ;
Les oigoou dans cea malheurs
Lenr tiraieut cncor des pleur.
\
Lile
as porque
; Sabei que os crocodilos
Sao feroze legarlos,
Miiores que 3 poni das Arles,
i.iuc ronu.iin Judeos aos inilharcs
As ceblas em laes drsgraras
Juda Ihesarrancavam lagrimas.
Agora oovi bem murmuren Vicio
diese : Desgracas e lagrimas, r.mlim !
conserva-se l.lo longe '.'
Foi nesle momento que Madama JBlichaod cntrou
na alcova. A rapariga poz-se a conversar em voz
alia com a (a para impedi-la d-e ouvir a sernala.
Smenle o echo aproveilou 0' versos seguinles :
Ce peuple reini e audace
Mas n'aimanl p, mourir,
Aurait voulu dseguerpir
Poor aller viyrre en Alsace ;
Mais pour 4n aller d'abord
II fallai' .11 passe porl.
I'n ir iarque legitime
Mai .Icio de perverul
I fr relenait lenr papiers :
1 nana pas noirc estime,
, Si vnu ne save/ son nom,
Celad le ro Pharaon,
i Ksso jiovo ebeio de audacia,
E n n dipos(o a mnrrer,
Itcm quizera relirar-se
Para ir vivar na Abacia ;
Mas para assim aoseular-se
Precisara un passaporle.
lu ninnarclia legilimo,
Mea rindo da perversidade.
ihe retinha os papis 1
Nao ki llossa estime,
Se nao sabis sen mime
Era n re Phlra.
0 f-cciusosque al agora e lem livrado da acra,,
da autoridad-eslao escondidos.
Em \ alljdii.|, l'elenr 1.1 e Itiojcio lera-se fcilo
numerosas prisoes, e os castigos seras too esempta
'"-> o exige a vindicta poblica e a sociedado
1 preses nesla corte dous italiano,
nha noticia qoe linhain viada
Seguvia um fraurez qoe le-
>apeia que revclavim ama
castro, resi late em Sao
na deosas disprnirnes qoe
lempos do proaresso. .Sem
rielaran, a sea Casa fot airo -
s revistadme a soa pessoa p*-
. eongrasso ecliptou-se rnmplr
es arnnlcciineiilo. Diz-se qoe esta'
tan. ieo,
enfermo.
No meio da agitar* -eral qoe cansa nos animo-
o lerrivel levanlamen.' incendiario, nao crsaam 1
Madama Michaud que e -Uva com alguma
queca, diise a sobrona : ^
Ja que nao dorme, vem "' jardim ; e ar livre
me alliviara.
Viclorina recusou obsliuadanieui e ; todava de
ceu bem decidida a levar a lia para a, rea do pai
que, aonde somentc e novia os lou.'noe-. luir
hzmenle a brisa Irouxe alguroas notes 1 -erdMia aos
uuvidos de Madama Michaud.
Ol disse ella, urna serenata. \
Nao ouvi nada, miaba ta. v
VI
Ab
Ilar-se-h.i que zuuam-me os novillos
bem te dizia eu !
Vmc. eogaua-se, minha lia ; he sui
queca.
Nao ; he... sim he a endeixa de Fualdes.
Keliremo-nos daqui, minha ta ; leoho medo.
Tens merio de Mr. lerl | Ellecaula bel lamen
le, embora nao trabadle do mesmo modo. Espera !
Vem por aqoi, vamos sorprende-lo.
Viclorina trema como folha de salgoeirs. A lia
rmidn/iii-a por caminhos innosos a quarenta naxw
io cantor. |A rapariga lossio para advertir a Da -
alai.
Silencio diise Madama Michaud ; esclenla-.
Daniel tranquillo como um rico de II
entona a vigsima sesla copla :
Moise rendil visite
Au roi qui mourait de faim .
II faisait 011 riiner fin
Avcc qoatre pomme cuite,
San avoir rome rm mise
Rabie de livre en civel.
Moiss foi a pre,enra
Do re que moma a fonie :
.l.in(a\a rielicadamenle
Onalro hlalas ccridas,
Sem ler ao mino una
Miseras el lehre lajeada.
tem ves qas lie a eudeiv.i
rlamoii Madama Mi cha o.l
11 .- 1-1. 1 :r .1-c \ iri.ii.u oom-ir.s,
i.-.e o iinn de r.indar de raajfSe :
Coafi/'nT-c-*a.
\
de I ualdes ex
elle
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTICSDD"


B'AIIO 5 PSS^SIM SEXTAA FWM I Si AGOSTO (I I8bb
\
so loso que huuve rerlc/a 'la* inlences pacificas da
governo iuulez.
.Nos vinluis e nu laranjas nao lia mu lama.
Utilitaria do
//.<,
i i mures ile crise miui.(erial, e cr-se, uto so que
lie inevllavel, mas iimnineale e reeolvida.
As cdrtes oiTereceram governo alo se Mpara-
rem em quanlo esle nece.siUr o seu apelo. Mas co-
mo parece queja Hinn circunstancias ein que
mntivaram o seu patritico ollererimcnlo, lie prova-
vel que nln se demorona muilo cm levar a reito a
(arelas logo que vol le sobre depulat,es.
I.uiii o mulla iU rcenle enreimiilade de S. M. a
ramlia, da qual se enconlra completamente restaba-
Ici ida, diz se se traa que tome os haulius de mar, e
al se lein indicado algumas das puvoac,os das nos-
sas provincias do norte, como a designada pela au-
gasta -euliura para a sua eslauda na temporada dus
honlios.
Diz uin peridico que saliio de I'aris o duquo div ............ _...... ,..........,..
Valenta, aeorr.pauhedo de seu irmao, de seu uilaff iues--de medidas consliiucionaes bastante lentes pa-
FRANCA.
tnalito ita eentttnsconsulto,
u regencia da imperio.
A eonsllloifao do '""a monarehia rumiada sobre
o principio ile heredilarieria.le, mi po.le tw cousule-
rada como comiilela quaiuio leni um bem ur-aiisa-
do svslema d regencia ; no caso de se dar a menor-
idade do soberano.
o do coronel Henriqoes, com o objecto de lomar as
aunas de Vichv.
I". D. Por despacho lelegraphico liJo boje as
cortes, coulinuava a Irauquillidade ua Castella, e
luliain sido luiilados oito insurgentes.
( A A'ofio. )
Londres -ti de junho.
Sou abrigado a tornar a fallar sobre a singular
incoherencia dos protestantes inglesas, que pregan)
a tolerancia por todo o mondo, qoamlo se tenha de
laxar admillir as suas biblias, e que dentro do
reino se moslram os maiores intolerantes com as
rdigioes rivaes.
Ha pouco acibaro de dar un exemplo os desgra-
vados judens, que ba 9 aonos eslo us portas da c-
mara dos comrauoi, sem nellapoilerem entrar, sein
que Ihes sacceda islo era cousequencia de uina pres-
criprjao absoluta da lei, a qual nem aequer se lem-
bra debes, 'maijpor causa de um incidente, que
iutroduzo no juramento de admisio seis ou seta pa-
lavras contraras s creocaa israelitas.
.Nao loa muilo apaixonado |pelos (ilhos de Is-
rael, mas pondo de parte a grande quesillo da li-
berdade de religiao, nao vejo grande inleresse em
terein o direilo de serem representados na cma-
ra dos communs os 10 ou 50,000 judeus de Ingla-
terra,
Consagrado, porm, o direito de admi-ao.,ireio
que os eleilores britnicos pouco o fariam delle,
poique alm do baia de Kolscliild, e talvez do
ilorm,ni, boje lurd inaire Salomons, esta persuadido
que a cmara britnica havia de litar urna assembla
i n I e ir a me nii-Jclirisl.nl.
Mas onde esta a roesquinhez e miseria desle ca-
so, he porque quereni corlar urna qoesiao de
principios, e i,lo grave, por meio de urna evasiva.
Se querem excluir os judeus do parlamento, he
melhor dize-lo com franqueza, e fazer para islo urna
lei especial ; mas nao seja esla exelusao o eireilo de
um accaso ou de um accidente.
Alm dislo deve dizer-se que os pares que lia no-
ve aunos rejrilam a proposta da cmara dos com-
muns para a adinis-an dos judeus na cmara baila,
fazem esta resistencia por que sabera que ella nao
arresta cumsigu perigu algom.
Definitivamente he uina questao que iuleressa
poucas pessoas.
I.ni mas ou (res grandes cidades de Inglaterra,
compreheudendo Londres, poderia debater- ardor esla questao e as prximas elcicjes poderia
a melropole eleger sete ou oito representantes da
religiao israelita, iilo para fazer uina manifes-
taran.
Liverpool, Birmghan e Manchesler l.unbem pu-
deiiam enviar cmara alguus judeus, mas a raaio-
ria do paiz pouco se oceupa com islo, e apeuas sabe
oque he um judeu.
Os pare, porlanto, n.1o receiam agilacao alguma
por causa disto, e he a razao porque fazem (,1o lei-
inosa resistencia.
l'orlarain-se de ootra maneira, quando se Iralou
da emancpaoslo dos calholicos, da reforma parla-
mentar e da abolirao da lei dos cereaes, porque
nrsies casos havia prigo real de ama lula decla-
rada.
Os argumentos outr'ora desenvolvidos costra es-
las tres qoesloes, nao tinham de cerlo mais peso do
quo aqnellea que hoje apraseutam contra a ad-
miisiio dos judeus, e todava aliual foram anan-
douados pela m noria dos lords, que se conven-
cern^ seno pelo raciocinio, ao menos pelo re-
cein,
Sa a cmara dos communs aproveitou a qaesiao
dos judeus pela parle religiosa, nAojulgueis que o
fez por amor liber.la lo religiosa.
Os senhores da cmara dos commuus pouco inle-
resse tomain por esla questAo, a que Ihes da cuidado
he a dos seminarios calholicos irlandezen de Hay-
novlh, e Deesa \ eris que a cmara dos communs em
nada cede a cmara alia.
Ja ha quasi meio seclo que os ovemos que leem
dirigido os negocios de Inglaterra rcconliccerain a
ulilidade de pagar as despezas do semiuario cathu-
lico, donde devem sahir os iniiiislros da religiao ca-
Iholica na Irlanda. E islo be claro: ou devem sus-
tentrosle eslabclecimcnlo com diiibciros poblicos,
ou eolao leem de consentir que os mancebos, que
se dodicsm a vida ecclcsiaslica, v,io estudat no con-
tinunte, cm I r-.nc.a, llespanba, Portugal ou na Aus-
tria.
Noste ultimo caso, nao lem o gnverno Ingle* a
menor inlerveneao uesles esludo-.o pode receiar que
elles sejam acnmnanlisrios iaor lnrinxViiiisxni.'.ario
a rnustiluicao britnica.
Todava esla allncuraoera objecto de um voln que
devia renovar-se todos os anuos, e como todos os
lias era acompanhada de debales irritantes, julgou
Sir Kohert Peel que devia fazer cessar elas discus
soe*,prnpondo e fazendo adoptar, em 1815, uina lei,
que com me id.i aos fundos consolidados a despeza da
educarao do clero.
Sir lloliin I Peel julgou ler corlado o uu gordio :
vaa esperanra !
Logo que desappareceo o perigo, que asneacava
a Irlanda, comerou a maior guerra contra a s'llo-
cot^ao.
As inoenes hostis succediam-se. e nao foi possivel
escapar a esla lula peridica.
Todava ate aqu a cmara liona se conservado fi-
el i lgica a prudencia : cada ataque foi socce*-
sivamenle repellido. Agora, purera, esl chegado o
ni menlo das eleicoes. Segundo todas as probabili-
dades, esta sessao pode ser a oltima do actual parla-
rlo, e os srs. representantes j pensam no mo-
1 em 'eem de apparecer i presenra dos
s de Inglaterra, e principalmen-
lo cuidadu esla allocurau |feila
'declnenlo destinado' a edu-
lezes.
o o represenloo M. Spooncr,
nal.
sentantes as mais slriclas
er cessar esle escndalo
prximas eleices, afinal
' mais singular, he que
ador se absleem geral-
ida, ou volam roolra
oho Pakinglon, um
desle pailido, de-
'oposla de M. Spo-
eSo.
o partido na ca-
absleve houtem
sla questao se
servador sa-
, ser-lhes-
sie pon-
!'
aenle c ao legeiile*
Arl. 10. As funri-c-da ImperalrU regente ou de
regente eomecam no momento cm que deixa de vi-
ver o imperadur.
Arl. II. Se o imperadur menor morrer, deixandu
, um Irmfto hcrdeiro do llirono, a regeneia da iuifie-
Abislona eiisiiia-nosquaiilasdilliculdades.quan-iralrizou do regenle conliniu stm alguma nova or-
los perigus niesmo podeni resollar da ausencia de I mal lade.
urna legislasao precisa aobre um ponto 13o grave, e Arl. 12. A regencia da imperalriz cessa, so a or-
quanlo cunvein que no meio dos cmbarac.s de uina deiu de beredilarieilade chamar ao II,ron um prin-
gue ridide, a marcha do governo seja firmada por cepe que nao seja eu tilla.
He prvido, uesle cato, na regencia em confarmi
dade cora o artigo i ou 5 do presente senalo,-con-
sullo.
Arl. I.'l. So o imperador menor morrer, deixanlo
a coroa a um imperador menor de um oulro ramo, o
regente fica funccioiaiidu al a maior idade do novo
imperador.
Arl. 15. O principe frauoez, que se arliar iuliabi-
ralriz rtenle ou o recente eaerce pelo imperador A epidemia naquelle
menor, ,, autoridad' imperial rm Inda sua plenilude,' complolaiuenle ; eiilielanlo no lermo de Ingatetra
salvo os dircilos allilbuiJos ao couselho de regen-1 aioda fuzia estragos e em S. Jos, perlencenle es>
vltr\ se leimo, se eslava deseuvulvendo com grande fu-
lo,las as disposices legislativas qae prolegem a I ror. No ultimo ponto aOeelado, nlo so havia falla
pe-soa ilo impera,lor sai applitaveis a imperalriz re- | de pessoas liabililadaa ou iiniosas que se empregas-
ra iluminar loda as paixSes e lodos us inleresse-.
A Providencia, dando um filbo au imperadur, e
concedendo etla alegra ao seu corele, impoz-lhe
o dev^er de eurher a lacona que anda exisle, ein
relaja,) a' regencia, lias u.sliluires orgnicas do
imperio. Foi para este lim que se preparuu sua or-
dem um pnjeclu que vimos propor a' vossa allcuro
esperando rmeraenle cuinvoscu, senhores senado- ; litado, por falla de Idade, ou por outra qualquer
ros, que a applicaeao de nussas preVisOM sera regis- eau-a, deixar a regencia no mmenlo em que falle-
Irada para o fuluio anida o mais remoto. cer o imperador, uao pode, cessando esse impedi-
lliversos sysleiuas lein sido seguidos ou proposl >s menln, ser chamado a regencia.
para a escolha dos depositario* do mandato lio Im- O rcgciilcem exercicio conserva-a ale a maiorid.i-
porlaiite, (.lo dillicil e 1,1o augusto da regencia. de du imperador.
A regencia durante a menoridade de um soliera- I Arl. 15. A regencia, a nao ser a da imperalriz,
no, pode ser dada pela lei, a celtas pessoas designa- j u.io cunfere direilus alguus sobre a pessoa do impe-
das por ella, ou ler sido deferida pelo m marcli. i rador menor.
A guarda do imperador menor, a inspecoao de sua
casa, a direccao da sua eduencao sao coufiadas a sua
mai.
Na falla da mai ou de urna pesoa designada pelo
sido multas vezes poslo em presenca do das impera-
irizes ou das rsiubas-inais.
Se se consollarein os precedentes da uussa histo-
ria nacional, v-se que, por un nsu ,Uo autigo co-
mo ,i uossa monarehia, a regencia lem sido ua maior
parle dos casos, deferida as ranillas inOis, e lie j-
lo acresceular que atgumaa deslas regencias nao
lem deixado da ser para o pai gloriosai e uleis.
He e'.la forma da regencia. Combina la com a res-
Iricc.io provenieule da esculla paternal, e com o
principio pja propria eleicao, em urna livpolhese
subsidiaria, que o governo do imperador tea a hon-
ra de propor a' vossa adopc.1o.
A regencia da imperalriz mili para a qual seria-
mos boje levados por um SeuliinenU profundo e res-
peitoso, rene alera dislu, a noceos olhos, a garan-
ta lo poderosa dos senlimeiilc-s da nalureza, a
grande inaioria dos precedentes historeos, e final-
mente ImdrgoM da dwiaslia imperial, coiisagnidas
por um senalos-cousulto, adoplado pela sabedona
de voseos predecessores eiu 5 de fevereiro de 181:1,
depois de ter sido preparado tub as inspirajes pes-
soaes do pro tirio imperador Napelelo.
Todava os direilos da DsHl, que mesmo as lulel-
las ordinarias, pudem solTrer alguims modificares
pela vonlade do pai, devem ser, cora muilo maiur
razao, subordinadas a apreciacao desta vonlade so-
berana e lluslrada, quandu ja nao se Iralar de iu-
leresses parliculares, mas de inleresses pblicos,
ligados pelo propiio principio da rnouaichia aos da
dMiaslia.
i O uiateratM do tttado, dizia o conde fegnattl-
le de Saint-lean-d'.lngela, por occasiau de apre-
senlar o leado o projeclo do seiialus-cousullo
de 1813, ejige lamhem qat o imperaior em cir-
cumstancia* que as t-ia/ui geraes da le nao podera
nem dtfinir nem prever, fotta, segundo a experi-
encia das acontecmcmlos, a situardo dos negocios^
o conhecimento das pessoas, emprgar a regra com-
mum da modificaron dictadas ptli saOedoria,
inspiradas pela inleresse de seas taccetsores e de
seas pocos. Os iwsm reis, acrescentavn nc mes-
rao seulido o sabio relator do senado, conde de Pas-
lorel, th-iram sempre j direito de dispar da Re-
gencia ou por testamento ou por cartas \ialenles.i)
Todava o exercicio desle direito reservado ao im-
perador, he submellido a uina eondieio pelo pro-
jeclo de senalus-cnnsuli.i, que nos leraos a honra
de vos apreseutar. Pareceu conveniente que. aquel-
la que, principe ou cnlaiao, podesse merecer urna
confianza bstanle excepcional e assis grande pa-
ra substituir pela esculla do soberano, a regente,
chamada pelo voto da lei, fosse investida d'algu-
ina maneira aos olhos da naoito, desse m,malo au-
gusto, por um acto do imperadur publicado aules
da sua morle.
II" nec.--.ario alem dislo que nao se pena sus-
citar algumas duvidas sobre a vonlade do soberano,
e que em um caso 13o grave, cada ora sai lia d'auie
inao ein que m. >s o governo deve ir parar.
Ma falla da imperalriz mai ou de um regente
Humeado pelo imperadur, n projeclo do senalus-cou-
sullo chama rngencia o primeiro dos principal
liaiii'o/es pela nrdein dos herdeirns a' coroa.
Sealgiiiu principe (ranee! nao fr hbil por
na idade para exercer a regencia, he chamado o
senado pelo artigo 5 do projeclo a deferir subsidia-
riamenlc o mndalo da regencia.
Asaim todas as eventualidades, mesmo as mais
remotas, adiar-sc-hao regula las d'ai.le-m.lo pela
forma que merecerlo a vossa approv ,i;io.
A regencia termina com a maioridade do sobe-
-CaOj guejuixos. jUr^amuiH-JfVia 4i.Sf*S--U* -J^ilKl-
ja consagrada pelos diverso aelos legislativos que
lem, no iiosso seclo e no noaso paiz, regalado este
imporlanle poni do uosso direilo publico, islo he
aos diizuitn .no ,s.
A regencia nunca fui cunfuudida cun a guarda
du iiinii.iri-li.i menur.
Esla lutclla interior esl* regulada no artigo 15 do
projeclo do senalus-consullo, e he naluralmeiile -t-
Inbuida a' mai do imperador menor.
Vos encontrareis, Srs. senadores, na formula da
juramento proposlo pelo depositario da regencia.
lugar liulia desapparecido lia muflo lempo que linha ou suspeilas deque o
Sr. Manuel Elias de Moui.i fos-e o aulur da inarbi-
oa^oes desairlas, que linham por fin lirar-me oa
meus direilos de liomoni houeslo, porque aquella
sanlia so poderia vir do algnm inimigo encaruicado
e raiicoro-ii.e oulro mo poda eu encontrar em
coiidicdea, se nao o Sr. 'I m i ; mas c.istumando mi-
vir a' esse mou amigo, que lamben o he delle, ami-
go verdadeiro, e nao deaaea que acuiam paixes a
lilulo de amisade, e que su dizem laes pan fazer de
uniros iii-lrumeiilos de seus clculos, esse amigo me
respundeu sempre : o N;1o ; isso sao desconfianzas
as, sao intrigas e culos de alguem, que -e apraz
em cevar odiosie ,ingaucas, nao de ouvidos a' laes
cousas.
>iO Sr. M. un sel Elias de Moura he incapaz de urna
aeclo pouco generosa, e quo Ihe Irana una qualili-
c. con que eu ulu posso admillir.o
Au publirar-se a correspondencia de 1'i,vullei ao
vcnlicado a n licia i a inore do llr. Ileiiiainun l.uiz 1% t 11 .__. .
...... ... .' : meu amigo e do Sr, Mnur, expuz-lhe que me cous-
sados pe-
I 1 Sr. acadmico Deoluido lleudes da Silva Moura,
irmao do Sr. II iij.imiin. a declarar que a noticia he
fal-a : pelo contrario, acliava-se multo melhor do ac-
cessn cerebral 1I2 que sullna, e livre de lodo o peri-
go provenieule do golpe que em si dera.
sem no lialamenlu dos accommellidos, seita<> lain-
bem de remedios pioprios para coinbaler o nial. A'
visla dislo, ojala luuuieipal coioprou remedios a sua
cusa, e applirou-os com as proprias nulos, legonda
diz a cada que temos deliaivo dos olhos.
Os vigarn s de lugazeira e de Villa-Bella bao sido
iucansaveis ein socorrer os afilelos.
A rollicita lem sido abundante, e us preces mui
razoaveis.
A' visla das saletas que recebemos pelo ul'inio
paqoele do norte, dissemoi honlem, que se linha
do decadencia. I.'ui corlo indferentiamo por parle
de grande numero de minios, e o completa abando-
no de algnm, cojo nnor e Mo a linham elevadu a
tan .to gr.10 de pro *pendade. foram os pruneiros
vmplomas, foram a causa primordial do seu aba-
s. tmenlo.
Em vio a mesa rese,|ora, como para Ihes desper-
tar o zelo que oulr'ot.a lano os distinguir, fez cele-
brar com nina pumpa,"'10 vulgar, nao suas fe-las do
iiisao Padmeiro, mis',; "* atKj da Semana Sania,
e a devorao do Me- M'riaono ; ludo foi baldado.
Seria porque nao efe aquelle o lugar pelo Allissimo
da Silva Moura ; oulretanlo, estamos aulorisados ne- ; ,
1. e. -...-_,-.. .. .. .. ... ... .. 1 lava ser aquillo madiinaoao do meu inimigo ranco-
roao, e anda esse amigo, aempre iuahalavel cm seu
juizo acerca da moralidad* e qualidados duSr. Mou-
ra, me respondeu : a lie impossivel ; e se o se-
nlior quer una pruva eu Ib'a vou dar. a
E iinmedialanieule pegaudu da penua, elaboroii
essa pequea correspondencia que fez publicar g>
Lilierul da 10 de jolho.
Kealisoo-se o que eu suppuuha, e foi
&0mmnnk*b0.
precedente, ou ser em fira subordinada a uina ele- :
S3o por formas e candinos diffrrenles.
A regencia, deferida d'anle-inilo ptlu legislador, i
pode ser regeilada segundo diferentes principios, e
o direito dos herdeiros presumplivos du llirono lein imperador, a guarda du imperadur menor he confia-
da a pessoa Horneada pelo couselho de regencia.
Na"j poden! ser nomeados uu desiguadus nem o re-
gente nem os seus descendentes.
Arl. 10. Se a iniperalriz regente ou o regeute nao
leem prestado o juramento para o exercicio de re-
gencia, presla-ln-hao subre o Evangeiho, ao impera-
dor menor sentado sobren throuu, assi-lidu dus prin-
cipes francezes, do* mcinbrus do cunsclbo da regen-
cia, dos minislros, dos grandes ollciaes da corTia, e
dos graos cruzes da legiao de honra, em presenca do
senado, do curpo legislativo e do couselho de Es-
lado.
O juramento pode tambem ser prestado ao impe-
rador menor em presenca dos roembros do couselho
de regencia e du ministros,
Neste caso, o acto de praslar juramento lorna-se
publico por urna proclamarlo da imperalriz regente
uu du regente.
Art. 17. O juramento prestado pela iinperatrz
regente ou pelo regente be concebido uestes ter-
mos :
Juro delida le ao imperador; juro governar
em conforuiidade com a cnnsliluicao, com es Se-
< natos-Cunsullos, c com as leis do imperio ;'joro
inanler na sua lulegndade os direilos da inioao e
os da digni,lade imperial, inlo consullar, noem-
.1 pre^ode nnnli.i auloridade se nao a miuha dedica-
cao pelo imperadur e pela Franca, e entregar li-
li denle ao imperador, no momeuto de sua maiu-
1 ridade, o poder cujo exercicio me foi confiado,
O processo veibd desle juramento heredigido pa-
lo ministro de E-lado.
O adobe assinado pela imperalriz regente ou pe-
lo regente, pelos principes da familia imperial, pe-
los meinbru du conselho de regencia e pelus minis-
tros.
TITILO >.
to conselho de regencia.
Arl. 18. L'm conselho de regencia he annsliluido
por ludo o lempo em que durar a menoridade do
imperador.
Compe-se :
1. Dus principes francezes ;
2. Das pesso.is que o imperadur designar por aclo
publico ou secrelo.
Se o imperador 11 o liver designado pessoa alguma,
o -en 1 'o nomeia 5 pessoas para fazerem parle do
conselho de regencia.
Arl. 19. Nenhum membro do couselho de regen-_
cia pode ser tirado de suas fuucces pela imperalr *
regente ou pelo regente.
Art. -JO. O conselho de regencia he convocado
presidido pela imperalriz regente ou pelo regeute '
A imperalriz regente ou o resenle podem deb;'
para pro-iduom em sen lugar, umdos principes '.Jr
mo, a.. ... a.... .1.. .~..-.iKn Ai. ....... irn-
O Diario de l'ernimbueo n...., de segunda lei-
ra ~2\ do correle me/., em um cominuuicado, nos
da n noticia de que o Sr. Itr. Jernimo Vilella de
Castro Tavarat.lente da l-aculladede Direilo desta
cidade. e um dos advogados mais conceiluados rio
nosso foro, se aprsenla cundiriato depulacao ge-
ral pelo circulo do lonilo.
Nao sabemos se essa noticia foi um pouco preci-
pitada, visto nao constar aioda, ao menos pelos
lomaos, qnaes us circuios deiloraes da provincia, e
se o Bonito formar ou nu um dellcs ; ma*, conce-
dendo a necessaria de' ulpa ao communicador, que
talvez icnlia ra/.es e motivos para saber, que a
comarca do I:,mil > formar um circulo eleitora1
aproveilamos o peniameiito para lamhem dizer ..'
gurua cousa sobre o candidato, que se prese1''.
Nos eremos, que a poca actual nao he ''.l?"
oonvul-ao e de partidos eiicamicados e '."J .
as paixes polilicas, que lano m.-' :,,'*'"*,
bella patria,mrmenle nos annos ."' ,,
que leve lugar a revoluc.lo praf" l<,8 e w>J<*m
de que nao ha exemplo na Ith&I'l!!?*!'
que vi o amigo meu e do Sr. Moura Ju|uj.i,imeule
convencido de que o Sr. Moura hr-'n|co perse~uj.
dor, perseguidor pouco generoso sclldo meu
inimigo capital nao pode ser ;. ,|ei,uncianle, nem
quanlo mais B^ de||e ,aj flha.
iestinado a esla Cll^pV^' siveis sao os juizos deV"*"?'' '
.No enlrelaulo.eslas flj"" vierarn aggravar cada
vez innis o estado iniliflproso da irmaudade ; ii.la
comporlando os seus leopes rendimeutos, despezas
ron lmenla das "uli-eripcues acenciadn
biirroi desta cidade. estas solscripc6
da por cobrar avulladas qoaulias, qae ,
poderla ser recnllndas e applici las a .e
laclo da empreilada do esloqoe. En
charos irmAna, ainda que mal Ira-ada 1
princlpaes fictos occorridos do eladi
nova ailminislrac.lo vai lomar conia 4
da irinaiidade ; Dio sei^Bas** sera
qu.iulo suppunlieis;
se fez mais do que e;
iao avulladas. re-ullou um pscii, l">r_ causa do qual | Tamben
com a valiosa coad
rioi, os quaes cor
ervicos, e sobr
Espirllo Sanio,
a elle rendo inC
meus mais e
negocios
mi lio lisungairn
e declaro qae
que ..
em joi/.o
bliras.
O simples faci de
ra meu inimigo ca
Ihe n.1o desse res a|||o mu qMI1(0 Sr- -.
ra nao aninj^ rte,,ruir documentos com que
iiulri inlia correspondencia no Diario dePer-
a de 17 de julho andante. Eutretanlu seja-
" crniillido aventurar algumas palavras.
., 1 les de ludo, que 11 Sr. Manuel Elias de Moura
he meu inimigo capital, *ahe-o to.lo o Beberibe,
s.die-o loria esla cidade. O Sr. Moura lera a sua
propriedade couligua a' niiuha. e apozar de meus
esfurcos e bous deseos le cunciliar-iDC com o Sr.
Moura, ainda com algum sacr'cio de meus direilus,
lulo lenbo podido consegiii-|o, porque o Sr. Moura
lisura em sua imaginaca possuir lana Ierra, que
lli
r o Sr. Manuel Elias de Mou-
I, sena sullicieiile para que lio
jo
le
lee
r,",l
a admioiairacao clesta em mijo de l&i. recaaaa lo-
mar posse, o a rtaclar deesa pera ludo foi desorden)
ConlUiO a abandono ; lempo houveem qoe o irni;i
andador a seu arbitrio resolva os negocios da iruj
dade. ^"""^h^^
Mas esla irmandjuje nao poda perecer, es
signada pt.'a Bina alia missao e havia de con
Aljiuiis irmio) verladeirameole dedicados, e
.mente devotos do nosso Padroeiro, cundo
um estado lao lamenlavel, tralaram de proel
meios de obstar ao tolal aiiniqoillamenlo de
,'onfrnna, que aiuda lia pouco rivalisava com as .... de-p/. 1-,
I em regidas desla cidade : reronbeceram que 111 t cancar liceuc.a
,leio.lo de irmos zelosns consista a salvacao delta. ; lenas qoe a as
jepois de diversas combinafSes assenlaram em fazer. der-nos, o qui
gl*gera mesa que lomou posse em junho de 1854. >qoizer allende
4 tiz parle desla a iminislracAo na qualidarie d! pilcado as ohi
. e confeasn
do "> irmlos me-a-
...oBa >e prelavam a lodos os
com a proleccJo do Di.,,,,,
a realisar lao crandes fousa,
:racai, e aquelle. -ovio ,
agectuosos agradecimciii,,..
immamenle grato para roui
urso de meu jaizado se dig-
m tea* servio s, rom ofler-
I e-mulas. para as obra, da
e-a hoj, ooso contar cooi a
. e nem ddla carefo me-
r: as obras do oir, palpi-
n-ir, cojos riscos ae esla
e bem .i-im a acquisirdo
ir, pois. emprgar toda a
Iquirir o numerario para
viria qoe procarassa al-
aefjfa a una das cinco lo-
viiici.d acaba dt looce
'licil -e o Eim. coverno
producto lem de ser ap-
mios dar per prorapla-
ouformidide do coalralo
verno.
sano reco i-mendar vos
-lorque de alguus de
lo amor qae roo-
'llroS Cun eli-i |g
as em informa-
se echan hoje arrefecdas e """ cuuleraporauea
cor.ia ja pronunciaram os ""adas. O pan e a
sobre todos os comprme," J'"-<"r""" ***<"*
polillo,, lilhos do en.h- ,,"l' n'"e' "V'men.o,
dos, c de um infeliz re- '?,la*m"' ***? KHt
lavares eseus digno, jl""io ? Sr-. "taSH;
Ja roram julgados -ompauheiros de infortunio
Jm^mt'plm^ *'*%% 3Uand i16^'-
lerpe, process.,1 "ojado abordo da corveta /.-
sidio de Fernn ,- Wn,,,,l"LV cor"lul"l a0 *+
nrislo onde "la* ,a'"0 honrosamente de sua
iiresenlou urna conduela exemplar,
l lalvez loria a minba propriedade nao Ihe seria de rea "" f'1e,os 9M ,i,nla ll0"ril "' filM!n-
ureiro : coufrtssn que tem lomar sobre meos > daqoi a trinl
ros la,1 pesado encargo ; maa coutiado na coad- celebra 10 de meus rompaiihciroi e sobre ludo na pro- j Concloindo,
10 divina, resolvi acceitar. assidoidade, d
com effeilo, meus chacos 1 raos, su com a pro- < vos lenlm j. in
3o divina podaramos ver os nossos eslnrcos co- sagris agesta i
os de Ido bri'li me resullado. No decorso des- rn-i> lisongeiras
mniislraca,,. livemos o prazer de -ver renascer o t c^Oes de lodo o c
amo ido zelo de alguus irraaos ; conseguimos I Queira o Divio
amoi ir ldas as dividas auligas na iraportaricia de ', communs estoico
->-ti.. .07 rs., zemos sulTragar os irm.i s fallecidos, 1 Recife 29 de ji
couse amos o patrimonio.compramos algomas alfais.
lizem a ''sla e Prnr's'a do nosso padroeiro com
mais decencia, c a irmandade licou desenipeuhada '. V,, ,.',,,,,,!''' .
SK P-1e o digno Char. daquell. me-a deixou | ^^.^^j^^Ve^!'8 'j1'"11" Ut
comar us nosvis
tntonio /taino
IA IHM.WDAI.

lepnis de Ires '
cunliuo an"0' "* soltrnnenlos e de raarlvrios,
r a occopar o lugar de lente do curso
pan
jurdico d'O'. .
cife e nue "nda.lioje raculdade de Direito do Re-
imperial "* (,'2lli"ne",e desempenha. O governo
rejo MI- 'ao 'allt"u sobre o Sr. r. Vilella Tata-
seu con ,nSmi'' e a reprovaeflo : amnistiado com
a c -anhoiros por S. H, o Imperador, o mrito
Vilella foi aproveilado. Nao lia moho
fui elevadu a calhegoria de lenle rallie-
em duvi.la a brilhanle discuss.1o.que levo
11. arcebispo da Babia, discussAo, que u
la mais cnuhecidu no pai/, e recomend-
is tlenlos e illustraoo, fez cum que o
overnn a removesse da cadeira de direilo !
e Ihe havia dado, para a de direilo ecclc-i-
pie boje lo com applaosos na l-aculdade de
lempo
j'ralicr
t
as.
lli
cezes ou um dos membros do conselho de rege
liria.
Arl. 21. U conselho de regencia delibera ue
riaineole. e por m.iioria absufula de volos:
1. Sobre o ca-ainenlo do imperador.
'2.. Sobre as declarar-es de guerra, a assign
dos tratados de paz, de all'anca uu de crame
3, breos projectei do S-nalus-Cousullo el
atura
co ;
1UI-
r.lo
Em caso de empale, o voto da imperalriz n
ou do regeute lie preponderaule. Se a presi
lor exercida por delegaffo, a imperalriz reg, f" "
o regente decidera. /' uu
Art. O couselho de regencia tem son' ,., _
lo cousullivo em todas as oulras queslOes q ,. ( ,.
rom subuiellidas pela imperalriz regente 0,,?eDei"'' r!!]
gente.
TTULOS.
Dtorjosicflead i yjjuatai.
Durante a regencia, a adinin
istracao da
Arl. ->.\.
dolaegu da conia, continua segunde as re :ras eslabc-
lecidas. A appiicacau das retidas he d terminada
pelas turmas do cos une soh a .uilori la ,. ,ja impe-
ralriz recenta ou do regente.
Arl. -2'. As despezas pes.uaes da tr,peralr|z Ie-
geule ou do regente e a sustentadlo da sua cafa fa.
zem parle do orc.ameulo da coroa.
A sua soraraa esla' fizada pelo concilio da resn-
ela.
Arl. 25. No casa da ausencia 1 \0 rcenle ..'u co-
01 elementos priucipaes daqnella que foi redigida no I meen de urna menoridade, e sem queV i'mperador
lempo do imperio de Napoleaa I e insera 00 seua- anlos da sua morle lenlia prvido, n. nitaorda do
tos-consullo de I81.I. Estado sSo dirigidos, at a chocada ,|0 regente, ira
Orailiimos apenas ansia formula ludo o que se re- I confurraidade com as disposices d 0 u||imo para-
feria a preoecupaees Iransilorias ou a poolos qoe grapho do artigo quinto do presen Scualus-Con-
orrer dos lempos poz fura da .liscus-ao e qoe o I sollo.
, es fados moslram que o Sr. Dr. Jernimo Vi-
r a de Caslro Tavares Dio he um poltico odiado e
,o merec man lo seja depreciado. Ora,lralando-se
gura re eleicOes, quando o gsbiuele proclama a
poltica de paz e de conciliac.ao, quando apregoa,
que nao quer o extermino, da opinnio liberal, ser
fr.i de lempo a candidatura do Sr. Dr. Vilella Ta-
vares, ser mesmo joslo, que o governo por qualquer
meio, procure guerrear essa pretencao *!
Ainda mai- : o Sr. Dr. Vilella desde 185:1,
sullicieule. Poderia ainda o Sr. .Moma recorrer aos
meios jodieiarios, pedilo a nlerposioao da aulori-
dade competente para una deniarcar;au, 011 mesmo
propon la-ine urna reivimlicao.lo. Mas paiece que
o Sr.Moura nao lem muiln coulianoa em seus litlos,
e as cousas conlinuam no mesmo estado, pruferiudo
elle o emprego de oolros meios.
Na impossibilidade lalvez de derrotar-roa, em
vista ria Justina que me assislo, o Sr. Manuel Elias
de Moura assenluo de me si iscilar duvidas por cousas
pequeas, e convergir suas sUeuc/Jes para una es-
trada particular que poitem ,-iulo a mniha proprie-
dade, esta' contigua aos lirailes desta com a proprie-
dade rio Sr. Moura, e requei ftu ,a cmara municipal
de Olinda para aforar esse reno, a' pretexto de
constituir servidao pohlica, 1 is prejudicial do que
til.
Sabendo eu dessa prelenca .requer a cmaia mu-
nicipal, ruoslrei o direilo que linha aquella estrada,
que era particular a' nnnha (ToprieJade : a cmara
uumeou urra commissao dos I liras. Sr. camaristas,
capillo Viraos c lenle M011 leiro, os quaes por ex-
a::,o ocular, e ein face de raeus ttulos reconhece-
ram que a estrada me perlera: ia ; ueste sentido de-
ram o seu parecer,e a camaia deferio favoravelmen-
le a 11 mli.1 pelioao.
Nao sali'feilo o Sr. Moura en lercssou ha pouco
secundo requerimeulo a' inesma cmara, era o
qual ale' se offerece a' soilei.ta r a' sua cusa a ques-
tao era favor da ca nafa '
A'visla dislo veja o publico, qual nao deve ser
contra mim o ranenr do Sr. M anoel Elias de Moura,
sendo que outros faclus exilie ra ainda mais graves e
milito graves, deque por era nao Iralarei por con-
|, in 1 laca,1 a' pessoa, que sendo amigo do Sr. Moura,
tambem me merece muilo res| eilo.
De-se no dia ti de Janeiro o (erimeulo ua pessoa
de Sohasliao de (al, sabe todo 11 mundog que iieuho-
ma parle uve em semelbanle trime, e as asserroes
dos Srs. Cosa Reg Monleiro, 11 I ir. Abilio sao sutil
HP^,.,ierada assim a irmautade. por coja existen-
cia aind'1 ,,a l'ouco, lano se receiav>,em breve reap-
paroccii '''e'' d"e procurar adquerir a pusse da igreja
,lo Collar)'0 ''e'"t resultado de nosso Ir.iii.illi ) des-
le mu 1 jinlia gerado a convicolo de que com o au -
xj|0 divii'o. nao lia einpreza impossivel ao hoinem,
emriora par0Ca superior as laaa forcas, e entao a to-
dos ulgavari1 iacM v acquisicao .ios meios neo-.sa-
rios para a gra
1855 A J9 DE JUNHO DE 1856. i
Reeeitm. f
Diuheiro recebido do ei-thesoareiro 1
Aulonio Ramos .......I
Joias da mesa........I
Importancia recebida......fj .,
:**U
man
nos nao engaamos, como que se ach retirado da b d qual(J(ler rapu.
publica, e lodo Peruanibuco sabe os motivos desse
retiro, em que lem vivido, nutrindo e couservando
cora a diguidade, que llie he propria, suas ennvic-
eflo liberaes, seus principios polticos : agora apre-
senla-se candidato depulacdu geral, conliaudo
nicamente em seus esfurcos e no de seus amigos
devolados, que o animara e encorajara nessa empre-
ndo sera essa apiesenlaolo um meio que lem o
Sr. Dr. Vilella decunhecer se ainda conserva a mes-
illa vmpalhia e cousideraoio, quo linha antes do
seu retiro ; se o paiz approva ou nlo sue condue-
la, que alias he igual de seus \cilios corapa-
larVi. Entretanto tenho ao pi de mim um inimi-
t;o, que nlo dorrne, ioiraigo, q
1 miso, que nlo perdoa, inimigo
, jo de vingar-ie, e inimigo qo
flclo falal p-ra o aiplorar, e 1
, Manoei Elias de Moura E e
,Inda a parle, e procura,j pora
' peranle o publico, desraoralrsai
como un aisaitino, como um
perverso !
Aules que esla ma la la I 1 quesi
1 soscilasse, o Sr. Moura nao se intp
n'^vV.'.6 t81""1"1 ? f. T CS'e T,0 S.r-I fo^e'i.r.nern'de "7r'eprovados cosluraes.
r. Vilella lavares um Tacto, bem significativo da '
coulianoa que lli
cnnsellieiro Sergio, crendo que S. Exc. nlo violen-
nao rieseanca. ini-
oloperde ense-
eu esse cuu-
uigu he o Sr.
1 lirada em
iridadea,|a
oando-me
im
Va,
ude obra que exigia ura templo inlei-
ramenle delgua"101'00 asMS deteriorado.
Pela minha plir'c'' sein desennhecer as enormes
dillicnl la,les que loriamos de vencer, arda em de-
seios de ver o euil1'6"111 ''' ,l>"1 Divino Padroeiro
enllocado em um t,""P'" de sua invocacao, onde a
nessa irmandade r,'ccioni>se sem outra dependen-
ca alera da du ordin?"- c '">nsdo pelo eulhusi-
mo que a lal respell' manifestava em nossos ir-
aos. tralei de indacar serena possivel oble-lo : co-n
ellVlo, em -20 de innb <'> ,K* "ve," atisrac.lo ce
saber por intermedio do Sr. padre mestre I-re
Caelano de Menina Secllia""- ,lll!"0 Prereilo dos
Rvms. padres missionari"* capuchinhos Habanos do
hospicio de Nooaa Senho* ua *'" 1ue Pre'-
dente da provincia nao duvidana entregarlos a
icreja dos eilinrlos Jesuil'S. oh certas condicues ;
mas estando a expirar o ai1"0 oe exercicio da mesa
regedora, forea Pii que ella Leiase sua successora
o cuidado de progredir em |.l negocio.
Eleilo e empossadn em -29 '' Jall!, d .,8*-"
honrado cargo de juiz desla j,na de logo lodos os meu- cuidado* a este imporlanlissi-
mo assuraplo. e auturisadu por mesa.conjunrla,
consegu do governo da provincla P088 n> obre-
dila igreja, soba coudicr-lu de preparar a irmanda le
de a sua cuita o segundo andar ,1J aouga cadete, para
onde devia ser transferido o tribi"'1 dil relacao, que
fonecionava nesle consistorio ; i1 P'epjrar a igreja
com (odas as decorar-Oes necessani" i de presla-la,
bem como todas as alfaias para as 'esla' oacionaos,
e finalmente, de fazer celebrar iinia m os das sanllicados ao meio dia em ponto.
Pesa lissimas eram j estas coi1'1'?0" Para orna
corporarlo que balda de meios, apenas possuia os
bnni desejos, e a coaflinea em l)en, j m** ""'*
nutra circuraslancia os vinlia sobre modo aggravar.
Pelo contrato celebrado cora a irroandade de gasea
Ser.l.ara da Conceicio dos MJ.Viial eVWrJ^fe HMm+ ^*A*S?!
BTera ntriiostn a multa de doos conlos
is,
y
Reodimenlo do palnmouio
Entrada de irmlui. .
Esraolas receblas para as obras da
coramisslo .
Grande do Recife
dem da commissao pequeua do V ...
cfe.........
dem da coniini-ai, de Sanlo-Au lana!
dem da commissao de S. Jos
dem da cuinn--a,, ,ln Boa-Vista
dem da commisslo da Capnnga.
Esmolas da mesa regedora pa a,
obra........"
dem recebidas de diversos )
dem dem da caixiuha, salv a bolsa.
Sobra do diadema .
MfM
. vmtm
\ 4:7U<*Hi
I: Mis 1111
ummm
2I390MI
5i!.-ssll
:t7ss>i
ll.UISKIH
T.HvSHjn
77 J)7*t
M
Rs. mmum
. I icpt: a.
Ao juizo de capellas j, approvar as
cuotas ...
Despees com o cipe,|au tUtislii e ei'-
saraenlo. ,
Cum as alfaias prjl-0 a||-0 ltoo; '
Com a cera de lodo aono
CUdac,arCOnS'I"Ca ''*' '*"'* e',r"u'-
Com ai decimas dasca *
Com foros das ditas.
Com 15 ferias
caladores .
Com 15 ditas a carpina-
Com6ditis a lervenl rs
Com a cal. ]
Com as tsboas .
Com as travs a ench Irncs',
Com os calino- ,
Com ferrageos .
De-pe/as geraei rom a ', aagaj
Com a primeira
a pedre jro, canlos e
,10
as pi
1 las de inialii casa se ahriam frequenlea vezes n
ira a administr.cao da Sr. | recebe.,0i maSi dep8 de,5a dcrnarcaca. as cousas
, se tcudrirmn. e lu.io o pe^o ca aiii[ni(J\ers.lo.nut)l,< i
laraa ele.c.lo, e sera incapaz de .lescer an ponto de d b ntMt\ Baixo inleresse como
S n',0lpuw-1f"ev.,V,P", "'"-I-. ^Javillasasalraas! Como sacrilic- corac.1 ; (que
O mue rio M Dr. Vilella favares, que ja boje 1 dj ceneru(0 n aras de llm calcol uEfaE, )
perlence a Insto pernamhocana, au liesein.su:- i).,-.,!..--.,,., ____; .. .,-, --, _____I
nilicacao, e sii.i ididalura be obiecio que nlo pi-T"'*. ,
de passar decapen eludo. Nao be por cerlo o inte- Sr' Mourd dcM"
c,e"l;is, se 'sem coiKlraugimenlo quizessemes sahir
llrt-nos^iasi impossivel salsfazer tal encargo,
,r cousequencia livemo, de recorrer a uenevoleu-
daqoella irmandade, e nao o filemos de ba de,
1 que ella felicitando-nos pelo fauslissimo moiivo
-r a aosaa sabida, generosamente nos
ni
>lc,e'luqne.
cadcTl pajajan
1 >u -..< u V =< 1 1 n .-.., i.- I VIIU X lili' ,-
resse quem moli a a pretencao do Sr. Dr. Vilella a";, u P""1"
ia dignidade de In,,,
como lodos es que anana
inclusive as copias au-
s, pelas quaes
1 culto as igi
-biv -", "
11 tribuoxl da i-
Com concert das caaas. J |
Avulsas ......"_'_*
Com os nossos irmlos 1 obres para
enterro-...... ,
Ciim a secretaria.
Com a trasladaclo de
Com a fesla do nnssi
eiro.....
Com a procissio de
Soledade .
.- -.. 11
Jcronymo .
vino l'.ulro-
a Senhora da
eeadvogado, com o crdito da
merecidamente, tem uina pusi-
ntajosa. Essa pretendi se fon-
dosejoque lem o candidato de
.'.'.joi-ainenle concorrer para
de 5
res
izer.
os-
r. pro-
dos
iiliem quiz
olicos irlandezes.
cmara linha pouco
i o esperava, para di-
rainha pediudo-lhe que
.cacao na Irlanda.
..liste em separar complela-
.ligioso do elemenlo de educa-
.alo subsidiadas pelo Estado. Em
maioria se compe de calholicos,
. de se considerar como muilo bos-
cao.
,s calholieos adoplaram-o volnulariamen-
mais porque 11,',, procurara fozer prosrlv-
onlrario dos auglicanos, que por toda a par-
. lodo o custo querem arranjar adeptos, al.
alpole pedio que fowe permillido s escolas pro-
islaoles subsidiadal fazeicm da religiao urna parle
da educarlo.
Se fosie adoptada esla medida, podia ser o signal
para orna revolucao na Irlanda ; mas o que leem
com islo os senhores anglicanos
l'ouco lempo depois fui apfestnUda urna propos-
(a com o lim de fazer com que ,1 oiuiai-a recunside-
rasse sobre esle vol, que foi arranca,!!?" sua boa f,
ni aniel ao seu soiiino, he cousa siug>xbir'. M.
Walpole que muilo bem sabia, que nada liiilbM "es-
perar desla viclona.deu-se pressa em apoiar a ii>vji
proposla, jurando aos seus deoses, que nunca tivera
inleiicao de ferir os calholicos.
Depois da minha ullima caria nao lem avanrado
a que-iao com os Estades-I nidos.
Todava deu-se honlem um pequeo incidente o
qual lalvez que seja aproveilado pelo gabinete de
v\ ashinflon.
L'maggregado aembaixada america
seutimento publico se admirarla de ver mencionar
eapecialmenle, quando eslao profundaiiieiile consa-
grados pelos coslumes e pela consciencia publica.
Ora, admiltindo que a regencia leva couiaigo a
plenilude do exercicio da auloridade imperial, pa-
receu convenienle que rertos actos do governo de
urna gravidad excepcionil fossem submetlidos '
rieliberacao do conselho da regencia.
As queslOes relativas ao casamento do imperador,
os senalui-comollos orgnicos, os tratados de paz,
de allianca ou da commercio pareccram merecer es-
ta garanta particular.
A i-,mpo.ieio do conselho de regencia foi posta,
pelo art. 18 do prujecto, em harmona com os prin-
cipios que dirigirarn a desiguarlo do proprio re-
gente.
Os principes francezes o um pequeo numero de
personagens, escolhi los pelo imperador ou pelo se-
nado, rurmarau esle conselho que nlo podera ser
convocido e presidido senao pela imperalriz regente,
pelo regente uu seus delegados.
Taes sao, Srs. senadores, es Iraros priucipaes da
legislarao orgnica, que mis submelleiuu'
me do goveruo, a vossa deliberaco
Abi rcconhecerels, Sr-. s- w
ponlos riesemelhancs coi;
de fevereiro de 1813.
Os principios sao os mcsim
deviara pois parecer-se ; mas aj.
aprouve a' Providencia que as
em para a felicidade do impera
fundamente dillerenles.
Nao he na veipcra de una MU suprema, na
qua o genio do soberano e a Franca e.golaria am
combater a fortuna contraria pr |,rulco's r,,,,,,"
que o augusto represeniaule !la dvnal,a in,peia
l aiZT" '.*** "*a dstinari,P, as-
mTwmmTS^SSSm e,e,"Ui"ldade Man do
eu 111110 e do u paiz.
I He I' depois de urna paz gloriosa para a Fran-
-a e para seus alliados, no meio de um paiz pros-
ro, apezar de mui penosas provas, he ciii.io que
u miperador nlo se oceupa scrj>^"a>"aaannur
is.., 'o destruidor, e *"e combater ura
s da beneficencia e
rela como do re-
nte as circums-
'ieri(lo reflecli-
iperadnr appella
r-uia a vossa alta missao,
.ni poni lao importante, a
1 imperial.
-Jas vos-as deliberar;i>es sera' diguo
do assumplo, digno do paiz, cujo fu-
ira digno emfim da uoire assembla
que o approvar cora o- seus volos.
O presdeme do conselho de Estado J Barorhe
O vice-presidente do conselho de Estado E. de
ranen.O conselheiro de estado E. le Rover
1 rojecto de Senalus consulto organiado sobre "
a regencia.
TULLO I.
Ua regencia.
Ar. 1. O imperador he menor al a id.,,le de 18
anuos cmplelos. f~^
Art. >. Se a imperador menor subir ao llirono
sem que o imperador, seu pai, leliha disposio, por
um aclo publico, antes da sua mor.e. da regencia do
imperio, a imperalriz mai he reeenle e a guarda do
seu ti Im menor. /
Arl. 3, A Imperalriz regeute na
segundas nupcias, ,
Arl. '1. iNa falla da eralriz. a regencia, seo
imperador nao liver feii Iguma disposiclo era con-
trario, publica ou secreta, perlence.10 prnneiro prin-
cipe francez, e ua sua falla, a um dus uulros princi-
pes rrancezes pela nrdem dos 'erdeiros a coroa.
Arl. o. Se nao exislir algum rcipe francez h-
bil para exercer a regencia, o sel. 'o, convocado pe-
lo conselho de regencia, e sob prop. 'a desle, nomeia
o regente.
O presidente do conselho de Esla
J
r.
E.
'Is roche.
e Carien.
' i amo.)
PAGIN AVULSA
Temos quinla-feira especlaculo lyriro-drama-
lico a ura beudicio, frocl.i que na muilo nao ve-
mos.
A orcheslra, 00 quera a dirige, nlo devia ser
ua quarla-feira lao pertinaz, em nlo salisfazer o pe-
dido da platea ; polca custava locar o cha-forte, e
evitara a grita horrivel que huuve ; o que nos ad-
mira, porm. he. que baja quera prefira clui-forte
a quadrilbas do Trocador !
Passavamos pela ra Velha, quando J*
Sr. Francisco Jos 1 ioines de Sania fan ***i*ii*n-
diTc^JiiTijiiTpFuiiTrvjJ^ de "'"". que faz
quina para o becu dTj^cTpl e lou-nos quedo exarae, soube-s,
lava desaprumada um palmo fura .
dos oiloes, e que haviam mais dociioa., .tjl,,""""os
ii..^.j.c. ..., ,-t-. ,ieiro cordea-
a' polica :
1 moradores
se eslar.
do lm-
inos ao
'lavares, qoe le
que goza, alias
cao social ja be
da sem duvida
mais directa
bem do nossu laiz, turnando parle as discusses da
cmara, e aprrsenlaudo soas ideas ; c eremos que
neste empeulio dovemas ajuda-lo, porque esse desejo
o honra, sua conduela o justifica, o seus conheci-
menlos e Ilustradlo o habililam para preencher o
lugar, a que aspira.
A opimlo saquarema nao se deve revollar contra
a candidatura do Sr. Dr. Vilella Tavares, e os li-
beraes lem obrigac.ao de apoia-la, sob pena de se
Ihes laucar em rosto a mais negra perfidia e ingra-
tidlo .' Os homens honestos de todos os lados po-
lilicos assim o pen-lo : o paiz ganliar tendooSr.
Dr. Jernimo Vilella no numero dus seus represen-
tantes, e o circulo, que o eleger, um amigo intdli-
genle e devolado, e um propugnador de seus inte
'ses legilimos.
s.-ji oslas as rellexes, qoe iizemos, ao lerraos o
Diario. de Pcrnambuco, cima referido, e qoe com
Ihaneza e -smcendaile levamos a imprensa.
J. M.
Recife, ldt.JU|h0 de 185G.
(Jue o Sr. Moura Ion
scieucia certa de ser eu
podendo jurar de vista, 1
documento irrefragavel
o seu procedimento;
Recife, do Recife para
outros, prevenindo coi
a opinio publica po
annimas, e agora assign.
todo esse calor por ler
mandan!" daquelle crime.
tanda em seu poder uin
ida poderia supportar-se
andar de Olinda para o
ia, fallando a ons e i
ira as autori 1.1 ios, e al
id de correspondencias
as,como se fora o pai de
* para, asli-
. -. ...
a "lucios pelos ir-
.....
naodade. .
211 ...SI
7I5V.IS
iMlirjn}..
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de junho de TT (hjSanall Am
o intonio Hamos, jara.
Sebaslilo. ou seu padriuho, ou cousa que o vallia,
he na verdade, Sr. Moura, parlido, que eu nunca
lomara e que o publico avahar como Ihe aprouver.
Pois nlo foi vi'ta a mai do desvalido Sebaslilo
ao ver seo filho esfaqueado e quasi morlo, afllicla
pedir vioganca ao co >> Bem se v, que esse
quadro pungente e doloroso olo poderia deixar de
coromover ao Sr. Manoel i;iias de Moura, que tan-
to se compeneirou dos pa locimonius do povo de Be-
beribe nesaassceuas de epidemia, v ehe que ora-
la (t nlo ler visto e nem sajjejr, -W^pj^-n^.
e brbaro mndalo, w jira pelas lagrimas da mli
desolada', vingar baslilo derramado por minha ordem!.'!
A11! Sr. Manoel Elias de Moura, nao he assim que
procede om hornea justo, reflectido, e qoe quer
mortcer o bom conceilo das pesioas com quem
vive. E como se pode qoalificar om lal procedi-
mento !
Pode o Sr. Moura ergoer coolra mim lodo o seu
poder, eu nada snu, nada posso; mas eslou tranquil-
lo em minha consciencia. e espero impassivel a ac-
olo da Justina, qoe espero em Dos nao se deixara
arraslar pelos gritos de om inimigo capital, que nao
mede a sua propria dignidade. E pode ainda o Sr.
eto.
i dita casa es-
nivel em ura
ile ura,
ennh-
lamia
da e pi
para o
para co
obra da
O re-
da gran
uro ga amira
pode passar 1
No caso em qoe o conselho de regciu nao lenha
cana apresentoo- sido Horneado pelo iinuerador, a convoca. 100 -. i,r
s pela raanhaa a ra.nha, de casaca prela e collele peala sao fei.as pelos mTnisIro* formadoVeVcoraZ
amarettn, u mcs.rc de ceremomas recsou-lhc a en- Iho. pelos presidente, em eiercicio du sead
m i\ ti" .. corPO legislativo e conselho do Estado.
-ti. Dallas, pela sua p.nle.disseque lamben) se ra-
tirava, visto nao ser admillido o seu erapregado. '., negocios du estado do dirigidos pelos 1 nimslrn
O que respondera o presdeme da Lo.du se ll.e funcoionam. e que so fornio era cun-ell.u
ciigmem que rosas Pandada relirar M. Dalla pur rara por malaria de volas.
Id viuladu as leisda civihdadc britnica '.'
Bullelim commerciil.
I) banca djminala hoje meio pur cenlo no pre-
a alieno in do Sr. fiscal e do Sr. eugenl
dor, e ai cautelam fazemus um areuu
se ntlo esl desaprumada, eulao algn*
que eslo ti alando de raudar-se deixem-'r.f
Dizem que na roa Direila ha um s
bom bem aeouiado da vida, e logo que
cerlo vollareraos.
Consla-nos que n'uma das provioci .
raba de riar-se urna lamenlavel occorr "" sul a"
dous militares, cujas familias aqui re'.., enc,a e.nlre
do lalvez a ambos ura fira desgracilli''de''\ fus,a"-
Dizem que u.n^tro :, ^"'-
se cha no de.laci--^* ~ alteres vai lender o que
se<<"l'*.teg,mtMo vo|an(e ,,e aranhullI> '
i^ sr. subdelegado da Boa-Vista, indo ha dous
dias ex Ulular o repeso o achou alian lomillo, e sem
os pesosijtoineia libra,, quarta, e rada quarla, pelo
que leveraoVnte eslranliou, e reprehenden o guarda
municipal (bmea direilo). O Sr. fiscal de alguma
orle he o resphMavel por esses dcldxos, por que
pouco Ihe cu.lava\vizitjr de vez em quandu esse re-
peso, para asura o pobre do siiih-aqnelte nao pas-
sar pur essa E o mais he que, consla-nus ler ido
alguem a casa do Sr. II oln pedir-lhe explicares ;
e que elle eoube com energia repeli-lo '......
Cm casamento. Jendi sido raptada na Boa-
Visla uina mor-a, o ladriinzinko do raptor mo qoiz
guardar para s "obieeto reatada, nlo quiz
rasar ; mas saben,. 0 Relegado o procorava,
nlo se fez c-perar e ,e na0 qouido appresenla-
se para casar, Ion padrinbw o Sr. Rufino
e sua senhora. '""u r
Foi pro-so oa Baa-Viu, om carpi ,,or oons.
l.iii-.....ni- alnnpar as ralea em -uj Eva.'
Prepara-se orna fesla arrojadissima para o dia
I) de agosto, a .-enhora do Frontispicio do ('.armo,
por occ-Niao da qu.l lem de subir um talto corno
ainda nlu vislo ; falla-se em qualro ou cinco resmas
de papel pj'r.i a faclura du hallo.
N'um dos beceus mais iminunrios desla cidade
I de uina das mai) nfimas lascas, onde morara furia-
e megeras, serpes, e lagartas, sabia n'um desees das
um joven calcando fresquissraas luvas de Jouvin,
mas ao Iranspor o lin.iar, virou-se para denlro e
di-se :
" e vir......liga-ibe que eu conlo com o vol
delle para rleur.
E alguem respondeu-llie : V
Marche, va" socegadi|i|,oS.
Conle ja co'o seu volinho..A
leve ante-honlem lugar a ti represenlac.iu
da cuinpanhia Roberl, e como seinprc^orreu e'lla
briihinle e sublime.
Srs, redacto:''*Na"o < uno escrupuloso o seu
correspooden'i' da Parahiba ; e se nlo he calum-
niador, he e-iillo ieviano.
Na mu- warin, de bajo, menciona ella o fado da
faga iU~ m preso, e irapiila-o ao carcereiro, e logo j Moura descancar, que, a despeilo de sua persegui-
VBi o a drscobrir-lbe proleclorrs. cao, nao abrirei mo de um l palmo das miuhas
ISeui o preso fugio da cuarda du carcereiro, nem Ierras senlo em combale judicial, seguido com leal-
este adiara prolectores, quando eslive-se criminoso, dade. e no qual os nossos direilos serlo devidamenle
quer no chefe de polica, quer no joiz de direito ; apreciados.
inda quando o promotor o quizesse proteger. Eis, Sr. Manoel Elias de Moura, o que lenlm .
Sendo, como he, arredilado o promotor,pelo seu responder sobre a sua correspondencia de 95 dejulho
correspon lenle, be obvio, qne nlu leudo elle denun- o publico decida entre mim e o Sr.
ciado, romo Ihe cumpria, beque nao julgou culpado i Eulrelanto, queiram, Srs. redactores, dar pobli-
u carcereiro. cidade a eslas linhas, pelas quaes Ihe ficarei rau
lia um oulro fado digno de reparo. O seu cor- i agradecido.
respndeme, o promolor, ele, ele, perlencein ao
mesquinho circulo da lipoca, que quer s para si o
monopolio dasdescomposluras ; entretanlo.sem cons-
ciencia do que fazem, v.lo atropellaiiio ao admi-
nistrador na t> potra pin. do Coiiimtrciat, o Sr. Jos
Jo- uim da Silva Braga, que por torca querem que
aq ''lor, nlo obstante ser eslrangeiro. Eis por
seja eu. importancia a fados iiisigojfieanles, e en-
ana din 1 columnas com louvorej uns aos ou-
Fdem suas '
tros. orm, que es-a inqua-ajerseguic.ioao Sr.
Espero, p -bcapoio nem no Sr. Dr. juiz 1"
Braga,uo a.... ioleira nrobidade, nem n
magistrado de u-rM0
juiz de direilo, muito cou..v .
deni-ia e elevado carcter.
.ir.
nen-
Recife 30 de julho de 1836.
Jaciullm
-sem lio pouco me esquecer
vossa gratidlo o mencionado h
do hospicio de "I. S. da Penha,
servicoi nos presin, j empen
xito da nosiaprelenclo, j esciar
eos prudentes e luminosos conseli
(e excitando o povo a concorrer
para as obras desta igreja.
Concluidas as obras e roncerlos ii
ra a celebradlo dos offlcios divinos,
ejecutadas com maior presteza, con
sos irmlos e mil ras pessoas com seus
los, mareou-se odia 8 de selerobro d
reconciliadlo do templo, e esle di
ps-
. for.ua
.ido divor.-
lons gratoi-
18-j., para a
o um da defes-
0 ib t).
publicar
Charssimos irmlos:-- 2 que facl ,la minha
reeleiolo de miis oulro """"""rio. combinado
cem a circumslanria de se ff!"al me,a rompo; '
em soa melade de dignos {mao,> Que comiao s,
virara na admioislrarau lra'."c Par".'a dispen-
iar-me do cumprimenlo do dposl. "" "'l- arl. 26
do compromisso, todava, de au,a rna?nilode slo
os successos occorridos nesta iraj", ''' "nda
que nlo fusse_^^ "' ,a que, -nlos
Jelles aos ir
ia.i!he''H")0|P8x:ra loda.e,"lcdy' eeremoni, foi
celebrada pelo Exm. 1 upo djejaiVaai. com aaalaUwT
de grande numero de evero secular e regolar daa
Exrns. presidente da provincia, oommandante das
armas, commamux.i.e daj forca. navaes, de nMtaa
oulras aulondaics, pewoa, gradase numeravel con-
'a
s res
generado assim esle lem-
Prnmpla nos focara .nerecida" .,, SSj^T^ *
Mate. Dos, de Sania Ignacio, de slo A
croes
mmm
aUliard, rwesideats.
f. Borgts, secretan.
mas.
Mj,
d. p
. por f) 1 por O) a 1 j a KJ das,
por 101 Premio.
Janeiro, || Beberibe. 5a^aaj0n
meo, :r> tiii^.ambucana as aar.
da compaohia f. W pur cenlo ds preis!
da companhia ppor de premio.
L lilidade P.birro M per Onj de prem,
Indcrniiisador.'.
d estrada da 9 por Om.
sobre a entraTAKS.
Diseonto de lellrat, dolas. .
MdO vrlhas .
DuroOncas hespsrOO novas .
Moeda de G00. .
a (3 leiro-. .
4arias. .
Prala.Palaces brunos. .
Pesos colum--------------
' miur-AMlKliA.
1 a .tu. .
2JO.-28a.il..
. teatro
. Itaaan
. S3001I
i5?i
. astro
i^ai
Reudimenlo do dem do dia di.
mmmu
H:5II7IW
l:i:871fiHI
veniente inslru...
Como correcoaoao sea correspondente, dignem-s I u'niiidrjres novos, eu os relatara para segur;
publicar o que ahi fica por rrerc au seu ,na', eate documento a Iransmisslo da sua In
Aulonio Oorges da Fonseca. pusleridade.
Recre:ll de jolho de 1856. Permilli, pois, meus charos irmlos, que remnn-
------------ lando a pocas longinquai eu va lomir o lio (testes
.S'r.s. redaefoTM.Tenrlo litio em sea Diario de 15 | successos em sua origem ; mas antes que vos dig-
-.ailrie
do correle, um annunoiu publicado pelos Srs. Fa-
brciu Comes de Andrade Lima, Jos Mara Cardo-
su, Jos Jeronvmo Pacheco de Albuquerqoe Mara-
uh.io e Jos Ignacio de Andrade Lima, em o qual os
mesmus senhores se mostrara (desejosos de saber de
mim, porque meiu ou artificio oblive, ou chegou is
miuhas mos, uina caria pur elles firmada, dirijo me
as columnas do seo jornal, para responder-Ibes, ac-
qoiescendo aos seus desejos, que a caria, a' que elles
parecem alludir.foi entregue a miuha familia,em dias
dumez de junho prximo passsdo, em occisilo em
que eu me achava nessa cidade, tratando de
algan negocios meus, e que recebendo-a ao ollar
ao meu engenta, julguei con veniente iiIj resundo-
ncis preslar-me vossas a I ton cues, rendei cumigo Bra-
cas ao nosso excelso padroeiro, por se haver dignado
incumbir aos seus mais humildes e indignos servos
a restaurarlo de um templo magnfico e grandioso,
edificado para honra e gloria do Senhor, profana-
do pela mais barbara e atroz impiedade.
Esla irmandade do Divino Espritu Santo, ins-
tilada em 17:t, no convento dusreligiosus de Sanio
Antonio desta cidade, lendo pastado pur difTereutes
phases prosperas 00 adversas lesundu o zelo das
diferentes mesas que a reseram al 18:10, enmessou
nesse anuo urna poca brilhanle, c per tal forma
ascendente, qoe era 1851 linha chegado ao apogeo
de grandeza a que poda aspirar urna corporaclo e-
la, ncn prestar Ihe alleucao 11enhu.ua, nlo "smenle | rcr,alem lemplo alheio.
porque as ideas nella comidas se arhavam era per- I Nesse anno, poira, cedas desiutelligencias occor-
fello desaccordocom o meu modo de pensar sobre a ridas enlre a mesa regedora c o commonidade rdi-
marelia, que lem seguido o nosso governo, como | gio-a. motivaran) a resoluclo de abandonar u con-
purque enlendi, que o endereco de semelbanle car- I vento c procurar nutro abrigo.
la a' mira apenas poleria ser devido a algum en-1 Se me rosse permillido inler
gano de seus igualaras, que bem deviam c, -
nhecer quaes as minhas ideas polilicas. Ja' veem.
pois, 01 roesmoi leahores, por que raeiu chegou a's
minhas mansa cari por ellos assigu.ida, assim como
que nenhum artificio erapreguei para a conseguir,
como, ao que parece, ja' mu de pruposilo dei
xam do entrever em seu aununcio, ao que eu jamis
Ansiosos aguardamos o da era
pelo bprt se ha de apresenlar c^im o s-u
quo
sacci
.......^rtssjas d,inHca *
co do sen descont, que actualmente esla a qualro
e meio.
Os fundos inglezes leem-se conservado firmes ha
oito dias, e 01 consolidados fediaram buje a 'Ji 5 oi-
' mis a ''< quarlos.
Os negocios coromrrciacs reas-utnirjio u se'eur-
Entrn para o i)__,
c debe- Joaquim Vieira para lazo
' brevindo-lhe porm as
Art. 6. O regente a os membros da conselho da \ de morlo foi extrahid a
regencia devem ser rrancezes o ter ^1 anuos cumple- l.,vas
tos.
Arl. 7. O aclu publico pela qual o imperador dis-I
pOe di ronencia, be dirigido ao senado e deposto nos
eus archivos,
Arl. S. lodos us actos da regencia slo em u nue
do imperadur raeour.
Arl. '). Alo a raaioridade do imperador, a impe-
la!
sera levado, murmenle quando neuhuma importan-
cia poderia ligar .10 contexto da inesma caria.
Malemba 22 de julho de 1S5G.
f.uiz de Allnu/uen/uc Maraiihiia,
Mr. Uu- j ni asna -
mgico "; Senhores redactores. Acabo
do Commerclo de 3 desta me/, do jolho,
permillido interpretar os altos ein-
comprehensiveis designios da Providencia divina, eu
dira com um respeilavel orador evanglico, que
esla resoluclo fui o primeiro passo para a resbelda-
cao da igreja dos exmelos Jesuilas, ja a esle lempo
decretada pelo Allissimo, e para cuja conserncan era
designada a nema irmandade. E lano assim', que
aos mesarios desse lempo occorreu de promplo a
idea de a pedirem au governo ; calcularan! porm,
issuas forcas e julgando-as muilo inferiores a gran-
ecolhida, om cas, de pessoa, mnmff.
as acollamos om fervor, a colloca
.us aliares ahi foram reverenciad?! n ,
nsleriormenle nos fni r.
gem
Iri
com a
ti-
tamhem urna pe.,...
ledade, com que nos bnnriou o : Sr- I os Cae-
lano Vieira di Silva. Adiando-* a lrm dade ies-
previnida de alfaias para a :dT .?. dos ollicios
divinos na impossibilidade de aprovermos do
promplo de lorias as precisas, iimilamo-nos as mais
ndispensaveis, comprando doos calix, um turibulo
com uarela, om misal, urna loalha, de aliar rica,
qualro ornamentos, doos frontaei, qualro alvai. um
roquete, urna capa d'asperge, trila e dous caslirars.
qualro banqoelal prateadas e nuiros objeclos de'me-
nor importancia.
Descorre
m hoje I. de agoto.
-ferro e carvio.
ealealrao.
Patacho'ingle. Brigue *"litam"ua II.
HE.NDIME.VTO IM)
Kcudmioiilo tolal.....
Rcsliliiiccs .
ll.-W--iie
M. ile anto A ninnia. ..'onde .raslaTm':^ "^
-.^raa^emnidade IrasladamiJ
e.....'.:"na "*L?- f-A'JTor
... Imporlarii
------ 1 ni 111,,, deconsu"^.
pro- I Ditos de I p<^ ceoto"
ara_ps>vorlo* estra : ". .
Diloa de" Por renlii porlarSM
para os porlos do in. .....
Ex|knIoiiP de .5 gor estrangeiros navegados por cabeta-
gera ...............
Dilo de If por c. 1,., ajetftOS d" |>ai/.
Hilo do I \ |HH- r. ilns t-SK-ros HorU,
Arinazenalcra das 111.-1, .ido 1 o-.....
Dilada poVora.............
Promio del| |airionio i|>s 1ii-na.lie.
Mullas calilladas ihk dissiachies. .
Interior.
Alom disto, ohlivemos mais por olleras do diver- Sollo livo...............
sos irmlos.resplandnres de piala para Sanio Ignacio Feitio de ti'los dus de-p,,, liante., dos
e Sanio Antonio, curda e bandeira lamhem depral.i raiieiros -pachanlos, etc.
rorlids"-. .
' ilraordinaria.
vi la de 11 ni cscaler
para o Menino Dos, diadema para N. S. da Soleda- Emoluaaun
de, urna peuna para S. Jeronvmo, doze escabellos, o
mais outros objeclos de pouen valor, todos menciona-
dos as respectivas acias, e esperamos receber em
breve urna eleganlc custodia o um rico reposleiro. Pmdurlu
que dous dignos irrnaos mandaram vir do estrangei- 1 usado. .
ro, e me consta terera chegado.
Alera das pomtinsas festas da reconciliaran o Ira-,
lad cao, que j menciouei fizomus celebrar 110 cor- ^"-' ermt,
renle anno diversos aclos da semana sania, inclusi- Dnlioin. .,
veas procises de enterro e ressurreiclo ; ea festi AiMgriadua
do nosso Divino Padroeiro, senlo com "a magnificen-
cia de nuiros aunos, ao menos com a decencia ne-1 Otmmih*.
cessaria. Mandaram-se sulfragar us irraaos fallec- i Entrados no rormrte aec
doi e celebrou-se o olllcio auniver-ano. Os devotos Sabidos........ .
de N. S. do Cenculo, mandaram a eipeosas suas,
cantar urna missa em honra da me-ma Senhora no
dia .11 de raaio prexirao passado, e fizeram urna elei-
cao, que eu approvei, para continuar no anno vn-
7la>7!..
K58.-5-.-7
l:Wti.-IT
i-J6>.ri:
3.LMM57
9rasiw
tfjtgm
-i7-*ll
II.I.WMK
1 rtperirt.
. ifKattt-Mi
. |i;5:ii7'.r-7.VI
diosa obra, que qiieriara empreliender. abandona- .
ram a idea sera se lerahrareni que o Divino Espirito i dou'ro o sanio exercicio do Mez Mariauno, interrom-
, Sanio faz dusfracos orles a poderosos ,quando se era- pido no prsenle, pela, obras da igreja.
x no .'01 nal preuara ein seu sanio servioo.
subslllll-
Em m-c .
\as srijuiit.
Diiiboro. .V
Loira-
-im-' ir-.
107-100
. :1:IIb
Estas obras achara-se ein conliniiarao, Iralaudo-se
julho.-77 doonus. do/fcfco/Vztambneono.'nma co.r^pndenc'^lde la'cldadi^C^xT^c^SL^V^ *?"J actualmente de lurra-la de esluque, leudo j u
carld.de An,,o-,do Sr. Manuel Elias da Moura. en, mm\Zmm*ml\TSl2&^
a operaco da talha, su- M confessa aulur de nutra correspondencia publica- I preferida a de \. S da
-exigas, falleccu : depois' da no mesmo Jornal de I i do corronle mez, aceros- --..".-:. ."..- -,\. U""'c-'" "?' MilKares, coja
Bondiiiioul
Albndcs
( oiitrilmi-.iii dr candad'.
, nesle nez -
: de l'oriianibuo. ."1
.l:!IHi-.i.1.
JW.-7JII
MaMR
j'..:- I11
pedra que pesou nove ui-
At amanhia.
-^att p tyvxmmbmo.
Recebemos communicares de Villa-Bella com da-
la de O do passado.
eentando haver Conservado o anunymo por coihI-
deraroes de milindre e delicadeza para cum uina
pessoa de quera he amigo inlimn, e que igualmen-
te enlreteni relc-s da amisade estrella comigu. 11
E no passu que cunfessa ser o aulnr dessa correspon-
dencia aarigaadl cora o pseudnimo o morador
de Beberibe. nog ser autor do oulra qoe 110
mesmo sentido foi publicada em o d. 5 do Kcho Per-
nambucano desle anuo.
coufraria linha sido a primeira de entre '.odas'a
l'r.niqiieai -nos o seu (emplo.
Trasladada para elle o emblema do nosso Divino
Padroeiro cora a pompa e magnificencia correspon-
dentes ao e-lado prospero, a que linha chgadu a
irmandade. luda indozia a cre-, que em seu novo
asylo ella conlinnaria a gozar do mesmo grao de ex-
plendor ; mas infelizmente, contra todiis as previ-
sOes, sem que se podesse drsoobrr um mulivo plao-
sivel, bem de preisi se couhtcerim ooiaveii indicios
lo julho do Mus.
U o"-n>a...
faiaifit a '"' da* anaasas.
(UKajLAIMJ i.hiiM..
J9:IH>Vs.">
-r.nir:
ul-i de rea da primeira
presiaolo em conl'ormidade do contralo que 00111 el-
le celebramos Com o que ha feito, com o concer-
lu da anima cadeia e du patrimonio da irmandade,
com as altanas, festividades, goizamenlos, despezas Reudimenlo Ja dia',1 a :
do secretaria e ordenados d0 capelllo e sacrslao.te- dem do dia -I .
mus nslo conforme a conla do livro de receila e .
despoza, cujo aboco ataiso vos u(Tereco, ris.... m:jia.-lj
It523ttj9. Esla qiiaoli.i e o saldo de duzenlos e DIVERSAS PROVINCIAS.
tantos mil res que fica a favor da irmanlale, pro- Rendimerilo do dia 1 1 30 l;V>73a
Tel".: J2!" 'di mesa 2999)00, esmuias da, me-.. Idem de dil T.l........ laamo
mi 1: ;i I-"i" !. rendimenlos ,1,, palrimonin O-floo i t.
18.5 nlrada ds irraaos 4:739000, a u rstame do I tOK$Wi
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
.
MUTICVDD"
.


I
01'iO DE PEnMIBUCO SEXTA F M I DE AGOSTO Si IS56
\
1
s
I
s
7

I
J
'5
RESDIMESrO DA MES* DO CONSULADO DK
PEKNAMBIJCO NO HEZ DE JUCHO DE
1856.
Consolado de por cenlo. 26:9009212
Ancoraqein........
Direito de 15 por centollas
embarcarles eslranieiraa
que passim a iiacinnacs.
Ditos de 5 por cento na
compra e venda das ni-
barcajes r
Expediente da capatazia.
Mulla. .....
Sollo liio e proporcional, i
Emolumento,, ue rertides.
I:27tfa00
I135J
:)5.vi
8109175
327#500
8S5
7J610
26:900*232
3:3659IO
Picerta* provincias
Omino do .M-ml.io e outroi
eneros do Kio Orando ut
Norte......
Dito dito dito dito da
Inli-i,.....J
Dito do assucar, o '
eros da dita.
Dito dilo do Rio Ora
Norte.....
Dilo dito das Alaga-
SO:26ttl43
7j>90
107
,999
----- 1:5699308
31:8353190
IKipotilos sabidos
Ditos eligientes .
253S8
510
Mesa do consulado
de 1856.O escrivao,
machi de Mello.
DESPACHOS 111-1 1
DO-^SWSlfUDl
31 DE JITLIID
Buenos-A yj-rsr
Ainorim 4 Fi
Buenos-A j res L
mohn lim.m.
dente.
LisboaBrisue pa
Jo* b'erreira (ii
mandioca.
LisboaBrisue purl joei ni.ai II, Francisco Se-
veriano Kabello i Filho, 200 saceos faiiuha de
mandioca.
LiverpoolBrigue inalez Emmaii, Augusto Macha-
do, i00 arrobas de ossos.
xuortacao .
PhilarJclphia, patacho norte-americano nLevant,
de I7H toneladas, cnndutio o seguiule : 500 sac-
eos coio 2,500 arroba de aasucar, 5,506 couros sal-
gados coni 153,003 librj-,.
rtKCKBKIIOKIA B HENDAS INTERNAS tiE-
KAKS DE PEHNAMBUCO.
co 31 de julho
do Marta Lu-
. PULA MESA
.DAJJE NO DA
Hercules, Viuva
sucar branco.
Iguacilav, A-
.., 10 pipas aguar-
Conslanleu, Domingos
<'>, 172 saccob familia de
selho s 10 horas do dia 6 do prximo mez de
agosto.
Sala das seseos do conselho administrativopara for-
necimento do arsenal de uerra 31 de julho de 1856.
liento Jose'tLamenha
llernirdo Pereira do Ca
la rio.
Associagao
Bendicen
e
wam
Ken.lmenlo do dia I
dem do /.lia 31. .
30.
30:7995334
5179105
RESDIMENTO DA
DAS INTERNAS
REC.EBEDORU
GERAES DE
da
31:316*139
DE REN
I'ERN'AM-
III i.i) DO ME/. DE JULHO CRRENTE, A
SABER :
lleuda dos proprios nacionaes. .
Euros de terrenos de raarinh. .
Laodi'inios.........
Siga d Dcima nldicional das corporares
de iniliMiiorta. ^......
TWTos novse velle /.sliuncel-
laria.......;_ ,
Dito de pairles dos ofliciaes
guarda nacional.....
Mieiina de chancellara ....'.
Molla por infracto do regulamento.
Sello lito e proporcional ....
Premio dos depsitos pblicos .
Impoilo de correctores.....
Emolumentos........
Imposto sobre lujas, e casas de des-
cont* .... ...
Dito sobre casas de movis, roupasj
ele,, .....
Dito sobre barcos du iuterior .
laxa de escravo.......
i.olir.Mn;.! da divida activa. .
I ri I 11 ,!>.., _-,- -........
Keccita eventual .*
Legilimare.....
3:1119250
749297
459000
4:6099l:{8
909045
.5593007
9k
424-
1093.
:29295
4:943
1400000b
1303640
7:7029150
1209000
489000
7349000
799HM
pernas arqueadas, avahado na quantia de 1503, pelo
qoe por e-te edital chama-se a ledas as pessoas que
liverem direito ao referido e-cr.ivo, para que dentro
de 60 dias contados ta dala desle, apreseutem nesla
collecloria loa juslilica^oes e dominio, as quaes se-
rao produzidas peranlc o r. juiz municipil desle
termo, e Bndo o prazo mencionado sera' arremalado
eni hasta publica a porta do respectivo Sr. cnlleclor,
preredendo-se annoucio do da e hora em que hou-
ver de ter lugar-dita arrematarn, publicando-fe es-
te edital pela imprensa e onde mais coavier. Collec-
loria provincial do municipio de Goiaaoi 15 de jo-
lito de 1856.O escrivao da collecloria Luiz deAI-
huqoerque Lins dos Guimaraes l'eisolo.
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, !juiz de or-
phJot e ausentes desta cidade do Recife de Per-
uambuco.e seu termo,pur S. M. I. e C. que Dos
guarde etc.
ac,o sal t rm curan D. Candi la Rosa Mara De-
risifcil da Cosa, me dirigi apelillo do theor se-
guinle :
I Hu. Sr. ilnil >r juiz de orphilos.Diz I). Candi-
da Rosa Mana OcrucoK da Cosa, que leudo re-
querido a V. S. i ir-i sur admitliila a justificar seu
crdito sobre o casal de I). deorqoeU Emilia da
Silva M>nta, Ucontece que mo possa proseguir em
sua justificar,**, porque, devendo ser citados os iu-
lercssados no inesmo casal, nAo o pode ser o de no-
me Augusto Kcrnandes da Silva .Manta,per se adiar I julho de 1856.O secrdaiio,
ausente em parle acera, como se v de om dos '
documentos juntos. Nestas circomslancias a sup-
plicante, para nao ser prejudicada em seo direito
vem requerer a X. S. haja de providenciar acerca
dessn oceureucia, man Jando citar o herdeiro au-eu -
le por cartas de editos, ou nomeando-lhe utn cura-
dor.
Pede a V. S. I Un. Sr. Dr. juiz de orphaos e au -
Mnle assim Ihe delira.E. K. H.
Antonio Auguslo dos Santos Portoprocurador.
Em vista desa peliclo qoe me foi apresenlada
dei o despacho do theor seguinle :
Seja citado por edital. Recile -Zi de julho de
1856Tavares da Silva.
Nada mais seconlinha em dita peiicAo aqui trans-
cripta, c meu despacho, e por Te do escrivao que
peranle mim serve, o qual crlilicnu que o supplica-
do, Augusto l'ernanilrs da Silva Mana se MI au-
sente ; mando e onleuo a lo4aa as pesuas de seo
conhectmenlo, prenles e amiuos o previnam de
que, por este jui/o se vilo dar lesiemunlias, alim de
que a suppllcaulc prove a verocidade deseu debito,
c n:lo teuha em lempo algum ralla para ignorar o
conlendo na pelillo supra.
Esle >--ji allliado no loaar mais publico desta ci-
dade, e p'uhlicado pela imprenta, e.^por mim assig-
nado e sellado enm o sello desle juizo, ou valha jem
elle es-causa. Cidade do Recife de Pernambuco,
29 de julho de 1856, Irisesimo quinto da indepen-
dencia e do imperio do Brasil, Eu Floriauo Cor-
ra de Brilo,escrivao, o fiz escrever e sobscrevo.
./' .'.*'. Jos lavares da Silca.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria de fazen-
da desla provincia, manda fazer publico.quc peraule
a mesma lliesoorana uo dia 5 da agosto prximo a I
hora da larde se ha de arrematar a quem maior tri-
co oflerecer, 37 cavados que pr seu estado nao po-
den) continuar a servir na companhia de cavallana.
Os pretenden les deverao comparecer na casa da refe-
rida reparlicao no dia e hora marcado, poJendo diri-
gir-se ao quarlei da mesma rnmpanhia os qoe dese-
jarem examinar anles os cavallos mencionados, que
oo dia da arrematarlo Miarlo no largo du Collegio.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernambu
co em 30 de julho ne 1856.( ollicial maior, Emi-
lio Xavier Sobreira de Mello,
Para o mein balalh.loda Parahiha. | ___Oa Sapalus, pares 198. c '.". ij I* bllhelan. 1766, da quarla parle da primeira lole-
Provimcnlo dos arinazens. I *' Dr. JUIZ especial UO COinmciVIO, 1 IV- i rla <)e j,_ ,| Carino, perteiireulc ao Sr. Joaqulm
Pedra pomes, libias 20 ; couros de cabra corli- (liteiiineiilo dos iteduiVS deJoO Ale\au_ Ferrelrada Silva Jnior.
los. 500.
(juem quizer vender esles olijeclus aprsenle as
mas proposlas em caria fechada oaaecreeria do coi.-7l-,||dise\isteiilesii.i ioja Uta n;
uuer
| dreVieira. rara leilio da ariuaeao e ta-
na do l'as-
Uttf, coronel prcsidpnte
'tno lunior, vocal e secre-
Commercial
(le P-
'II-
bueo.
Kio Pulilit-i) ii. I~), phoradasa'aquelle
senliof, por e\eciieao dos mesmos credo-
res : negunda-leira do crrenle, as 11
horas da manhfia.
Leilo de eseravos seiu
limite.
O ajenie Horja fara' leilao em seu ar-
niazein, na ra do Collegio n. 15, de d-
escravos pertenceotes
vei sos
ciante portugus,
Europa, a saber
Por 1cliberac;ao da diferflo da As-ociarao Com-
mercial Benelicenle, sao convocados os senhores su-
cios da mesma, para, em auetoulea geral. se prece-
iler ao disposlu nos artigas 20 e 22 dos estatuios, no j nos, ptima eosturcira, de bonita tgi
dia 5 de agosto pruxuno1 pelas 11 horas na manhaa
em ponto. Sala das Hitooada direccao da Asso-
eiaelo Commercial Benelicenle de Pernambuco 30 de
a un neg- j
que se retira para a
nina mulata de 18 an-
ta, i
A. Ide A. Rodrigues Isaac.
O Illm. Sr. insperlsr da thesouraria de fazenda
estando aulorisado pela| ordem do tribunal do Ihe-
souro nacional n. 65 de 25 de junho prximo pasta-
do, para contratar o cor le e condurcao para esta ci-
dnde, al tres mil qniules de pao brasil, manda con-
1 vidar aos propriclariosl das Ierras e maUl em que
exista semelhanle inadeira, a apresenlarem suas pro-
postas al o dia 15 de auosto prximo ftiluro, ad-
veiiliudo qoe u pao dever ser de boa qualidade, e
se pagar pelo de primeira qualidade K~(HI0rs., pelo
de secunda 69000 e pelo de terceira tsooo rs., por
cada qoiulal. Secr?laria da Hwaoararia de fazenda
de Pernambuco, 15 ile julho de 1856.O oflicial
maior, Emilio Xavier sjobreira de Mello.
0 adrainisirador do consulado provincial, em
virtud* do disposlo no rl. 3." do reculamente de 17
le julho de 1852, faz pi blico que se acham deposi-
tados mais \ cavallos i emeltidos pela *ubdelegacia
da frecuezia dos Afocar os em data de 18 do corre-
le, os qnaea sao considerados hens do evento, por se
e para que seja rumprido o
artigo mandou publicar pela
imprensa, para, no plazo de 15 dias, comparecer
quem aos ditos cavallos lenha direilo, lindos os quaes
se proceder a arrematadlo pela forma determinada
no art. 4 do citado recuiameulo, e para que chegue
a milicia mandou fazer o presente edilal aos 19 de
julho de 1856.Antonio Carnciro .Machado Rios.
O Illm. Sr.^aspector da thesouraria de fazeu-
da manda fazer publico, que no dia 5 de agosto pr-
ximo fuluro ao meio dia, peranle esta thesouraria
ir* i prara pela ultima vez, para ser arremalado por
venda o sitio da Unir, qoe pertenceu ao bacharel
Pedro i ,.,ii ii.inu Ralis e Silva, e foi adjudicado a
"anal no valor de seis centos mil reis.
zenda de Pernambuco 30 de julho
al maior, Kunlin \avier Sobreira
n.
mei
lugai
visto i
t o U
tarde.
Pelo
Exc. o Eim. Sr. barao de Ca-
i l-'acoldade de Direito desla ci-
que lica marcado o prazo de seis
a da de boje, para o concurso ao
ile subslilulo da mesma, o qual,
la dorante as ferias, se eilendera
a ulil de fevereiro, s duas horas da
'. jico: de julho de 1836.
R'cebedona de Pernaml
O escrivao,
Manuel Antonio Siu,
et do Amaral.
RENDIMEMO DA MESA
PROVINCIAL NO MEZ DE J
Uireilos de .'S^-or cento do
exportado ^J^L a^,
Dito de :i por ceWaVtai^ _jia/T. .
Dilo le o por cenlo de rafs gneros
Dito de 112 por cento do caf. .
Capatazia de 160 rs. por sacca de
algodao ,.....
Dcima urbana.......
Sello de heraucas e legados .
Meia siza dos escravos.....
2003 por escravos despachados .
Imposto de 4 por eenlo.....
Idein de 3 pur ceolo. .....
Novos e velltos direitos.....
Milu ul,i.. ,.......
Emolumentos de polica ....
Tata de laatraefio poblica .
Mullas,..........
Ditas por iiili.n-r.ie--......
Beus doev- .......
I'" usas. .....',
aros ... .
O CONSULADO
CLIIO DE 1856.
1 l;utib|Mi
1:9383202
7:734^)72
63967
2923800
25^J.V53:t82
6539430
2:9983780
l.:s M7 ,ii
3713892
9U9510
3169361
03000
109200
69400
25098:19
43221
213120
443a.V>3
19036
59:0129441
Mesa do
IS-ili.
cousolado
PiJVI.
O
Lux. de A
31 de julho de
'iptorano
'Souza.
M0*tmmt0 00 p0>.
los os prclendenles ao dilo logar se
otar desde ja na secretaria desla Fa-
oscreverem seos nemes no vro com-
le Res h Dcrmiltido fazer por|procu-
,ais de vinte legoas d >(a ci-
em executar pessoalme
oocui .. v Sao obrigados, porm,
cidauao brasilei'ro,' 1ue """'r"0 a qoa""
direilos civis e polii e ae Ia" e,la \"
corrida do lugar de lco'' eerlidio de h
doulor por una das I*6"
rio, oo publica form
bilidade da apres
deseoniecer seus donos
que ronlm oanlirediln
THEATRO
:ue
uta Isa I
tuna preta de 22 minos, co/.inlieira, en-
gommadeira ccost'jyeira, urna ditacoin|
as niesinas habilidades, urna negrinlia del
-- l'rerisa-se de um lioin rozinheiro, e que soja j
aceiado, para urna casa cslranseira : quem qnizer
pii.le dirijir se a' ra da Cruz n. 16.
Precisa-se rom urgencia alocar um priineiro
amlar na frecuezia do S.Jos ou iionieiliac^es, pre-
ferindo-se o mais central ; dase Bador paga-se
lieni : a fallar na ra doCreipon. II, leja de Ii- i
vros.
Aloca se una escrava parda, que sabe lavar,
eucemmar, coser ecozinhar o diarin .le urna casa,
vestir una enlmi.i. e he minio liel : na ra Direi-
la n. 32.
Iloje as tt horas da manhaa, se lilo daarra-
malar em prara rio Dr. jola da orpliios, u:na por-
r.lu de joias de miro.
Para feilor de um encenho na frecuezia da Es-
cada, |ire:-i-a-se de um hornera nacional 00 eslran-
ceiro, mas que se| i de bous coslumi-s, paga-aa hem :
quem quizer dirqa-se ao largo da maliil de Santo
Antonio casa da um andar n. 2, que alli achara'
com quem tratar.
A. peaaoa qoe nanoile de 31 de julho apanlutu
um macaco na taberna do Sr. Jor da Coala Caivalho
Cuimaracs, no paleo di Terco u. queira rcsliiui-
10 na roa rslreil i d<> Kosarii u. 16, a Manoi'l Jos
. da Silva Pimenlcl, que ser.i cenen sanenle crafili-
l-i .unios de honiia bgura, em principioiCado.
Cnulinua a eslar fncido o ne-ro Alselo, re-
prsenla ter 40 anuos, bailo e grosso, rosto cumpri-
do, olhos gran les e afocueados, pnxa por urna
perna, he natural da Babia e esleve preso na cadei
de Serinlilem : quem O pegar leve-o a roa do Ouei-
mado Ioja n. 10 que sera' recomprnsadu.
-- Pelo juizo da primeira vara do civel lem ci ar-
rematar se um terreno sem benifeiloria algiima, sito
na Soledade, roa deJo.io Fernandos Vieira, foreiro
a irmandade de Noon Senhora da Soledade, ava-
hado em 6II.3 por execur-so ile Sevenuo Jos ineida Leal, emita Manuel Ferreira de Araujo Cas-
tro, cuja^j .malario lera' lugar as salas das au-
di.uicins. L..ta-feira I de acost ao meio-dia depois
da audiencia.
O acrnivi asicn ido passaceiro do v:ipor fran-
cez ul.vonoaiso, na sua ultima viaceni de Lisboa a
esle norlo, agradece an Sr. coinmsu-laiite Devaulx e
seus ofliciaes o bom Iratameoto que rccfbeu.
Salduulia.
Precisa-se alagar un ea*a terrea 011 sobrado,
011 mesmo alcuin solio com poucos commoilos para
om rapaz solteiro e um criado : quem tiver anuun-
Cie com brevidade.
FRElilE/.IA DA BOA-VISTA.
fcicola filial dn Mcthotlo ('ntlilho.
O. illm. Sr. major Aulonio Ignacio da Silva ha-
vendo madoramenle medilndo as veulaceiis ,1o me-
Ihodu norluguez sobre todos os outros al hoje co-
nliecid.is, vanlageiu demoiislradas as provincias da
Babia, Alagoas e nesla capital de Pernaniliuco. e des-
la para oulras provincias ao norte, resnlveu-se a es-
Se-
de costura, tima mulatinlia de i I anuos.
tamben] com principio de costura, urna
preta de 28 anuos, comvuma cria de o
anuos, a qual cose mu'lo betu, engonima
solliivelnu'nte ecozi da, ctraliallia pti-
mamente em massas, tres moleques eum
muiatinhode 8 a 12 aonos, un preto pe-
rito cozinheiro : todos estes ese.-avos sao
nteiramente limpos. e sadios, para o que
;arante-se a saude de qualquer um del-
les : lera' lugar o leilao as 11 horas etn
poni, do dia sabliado 2 do corrente.
U agente Oliveir fara' leilao de urna poreao
de riinhilia, roiisisliiiilo em ufas, mesa redonda,
ronsolos, cadenas, ditas italianas, ditas de balanco,
bancas e mesas para diversos usos hauqiiinhas para
luz, guarda roupas, guarda loocat, guarda hvros,
piano, um baul/.inho de larl.iruga ricamente eneas-
toado em prala, cnmmojiiawlavalorios, loucadores,
um rico espelho com commod.i de inogno, quadios,
relogio de parede, leilos de ferro e de madeira, mar-
que/.as, apparelhos de porcelUna doorada para me-
sa, sobre mesa e para cha', frasqoeira, porta licor
de metal, compoteiras, garrafas para vinho, copos
dilo e para agua, lanlernas, luslre de bronze, can-
deciros de globo para mesa, americanos, inglezes e
froncezes, espingarda de rame, Irein de coznha e muilosoulriis objeclos, tud.ir, e a praUcar o excelleule melliodo do ensinn
Lotera
^s i
ora (U> C iruto.
Aos 5:000* e 2 000 000
Corte ioduUilavelmenli wMimi 2 agosto de 18.il.
Salustiano de Aqoino Ferreira
avisa ao rsped.ivel pulilico qiio %-!<
os stfjuinte premios da segunda BM h "
primeira lotera do Scnliui Bom J.usd.i
Via-Sacra.
1 quarto n. 3013 '.IIMI.SI 1011
Meio bilhete ;.v. illll.sllill
1 rpiarto iii7 MgMM
1 MI lete 2I2 tMfOMJ
1 dito ' I3M 3t|0it
.Meio dito ' r.V.I .MtsOoii
'.icaldades
varios entrado no dia 31.
Kichmond 41 dias, barca americaua Itoebuck
de 45-5 toneladas, capilfto A. Chase, equipagem
1.1, carca 3.864 barrica com lariohi de trigo e
mais 10 toneladas de pedra ; a Roslron Booker &
Companhia. Perlence ao porto de New-York
Bio Uraude do Sal16 das, brigue brasileiro Bom
Jeaus, de 127 toneladas, capillo Jos Ferreira
Pinto, equipagem 9. carga 6.620 arrobas de car-
ne secca : a Antonio Pedro das lleves. Passigei-
ra, Antonio C ir los i de Mallos Sobrinho. Per-
lence ao lorio de Pernambuco.
Philadelphia-38 dias, barcaa merirana C. E. Taya
de ItH toneladas, capilao William T. Clark, eqoi-
pagem 9, carga 1,525 barrica com farinha de tri-
go ; a Mat'ieus Austin tSi Companhia. Perlence
0 porto de Pluladelpliia.
Kio ne Janeiro 8 dias, brigue brasileiro Sagila-
rioi), de 266 toneladas, capilao Maocel Jos Ri-
lieirn, equipagem 1.1, carca caf e mais generus ;
a Manoel Francisco da Silva Carrito. Passagei-
ros, Joaqulm Rolrigues de Albuqnerque, sua se-
nhora e I lilha.
Nuc l tahidotno menino dia.
I'hiladelphiaI lacha aineriraim Levanln, capiho
Samoel M. W sh. carca assucar e couros.
Kio de Janeiro porlos intermedios Vapor brasi-
leiro "Imperadora, commaudnnte o !. lente
Torrczo. I'assageiros desla provincia, Jo Car-
los Manco da Co la Rios | (SCrav0, joao |,rail,
cisco da Cunha Albuquerque, Dr. Joao rulo
Monteiro, sua aonhora, I filbo e arr.s. criado e
1 escravos, Joaq
-thmdino de.Mat.-,
guel Arrhanjo de .\
na/ H. Espin loli.
Peres de Albuquer.
nago, negros livre-
querque. Manoel J
do, I desertor, Joi
senhora, Kpiphan
criado. Juo l^ssc
M.illiililes, Joao P
Piulo Mouleiro d
Xavier dos Ke!<
cioli, Manoel F
Pereira do Car.
Antonio da Silv,
Crrela. Jos Ign
Pedro Alberto de .
Fonseca Villanova,
Jos Aulonio Ribei
Victorino toellio, Francisco
l Fernaudes Eiras, Mi-
a senhora. Dr. Tho-
jr e 3 eacravot, Jos
uim da Costa e Mana
Fraociico de Albu-
i Silva LeSo e 1 cria-
ira do Sanios e sua
e Suuza Pitanga e 1
za Machado, Maris
no da Silva, Joao
oior, Dr. F'rancisco
.donio de Mello Ac-
c Aguiar, Dr. Bernardo
ior, 2 escravoa a entregar,
i e 3 escravos, Mauoel Jos
'" Carvalho 1 escravo,
'raiicisco da
Huballar,
m
O capilao Miguel f
cial do '
Faz publico qi
denla a 60 dias a
representa ter .10 an
la escrava por Beraai
v.i de Jos o Francisco
Alliuho d-sle (ermo.vi
do evento por ler sido i,,
e nao se saber a quem pan
r" que se lem felo.
E para que cheguem ao co.
mandou o mesmo collector pan
lectora provincial do muniript
inlho de 1856 Fu Amonio josc .
i rn -ni o escrevi.Miguel Ferreira
r proviu-
da dala
ra,que
e di-
Ulll-
1 foi
o ber
anuos
mdaga-
enVl,
Rmo
qoe julgaren
li(,i'\ii.. ou romo prova .le servidos j.
do, a liiim.-iiiidii i,-, ou a scieucia, dos (.,
dar recibo : ludo de conformidade Com
;l6_e 37 do decreto numero 1,386 de 28 u
1851, elll e-gc. do de numero 1568
fevereiro de 1855.
E para que chegue ao couliccime
mandou o mesmo Exm. Sr. alllxar o |
ser publicado pelas folhns desta cida' ie.
e repelido por uilo dias a lindar-se c p-
Secretaria da Facoldade de DireiD de julho de 1856.
O secelario,
Dr. Joaqoim Aulonio Carneiro a ''.unh.i Miranda.
O Dr. Abilio Jos Tavares da Sil- juiz de orplios
o ausentes nesla cidade do Re e de Pernambu-
co e seu termo por S. M. I. o qoe Dos guar-
de ele.
Faro saber aos que o prsenle editar virem, qoe
lindos os dias da le, ir a' prac,a por vend om sitio
na Pasiagem da Magdalena, perlencenle a Manoel
Joaquim Ramos e Silva, cojo sitio vai ser arremata-
do por e\"--o.-o i do procurador fiscal da fazenda pro-
vincial, e o respectivo escriplo se acha em poder do
porleiro desle juizo.
E para constar mandei pascir o prsenle, qoe seri
aflixado no lugar do cosluux: e publicado pela rn
prensa.
Dado e passalo sob o sello e sigoal desle joizo, ou
'ha s<-m sello ex-causa, esla cidade do Recife de
co aos 21 de jol'.io de 1856. Eu aldioo
Tht les I;,ilir.il de Vasconrcllos o suliscrevi.
- Abilio Jos Tavares da Silva.
Antonio Jo .|e OHveira Fragata, major reformado
do eierciu. 3.0 D,i lalliao da guarda nacional
do municipio JUaila cavalleiro da ordem mi-
litar de S. 11-iito .ie- iz, condecorado com a me-
dalha da campauha b Babia, e presidente do
o/.isclho de qualilicacao (a guarda nacional da
frecueza da Boa-Visla, por M. o Imperador,
ele. ele. >>.
Faco aher a quem Inleretaar possa Unm da dala
presente quinze d>as lera o conselho de qualihca-
CSo da freguezia da Boa-Vista de fazer a sua sesuB-
da reunan, devendo ser entregues os requerimeotos
de recurso das parles inlercssadas, no primeiro dia
da mesma reouiao, ou antes ao presidente ou ao se-
cretario, como he expresa no artigo 20 do decreto
n. 1130 de 12 de marro de 18 VI.
Oulro sim, fajo saber mais, qUe as listas do servi-
eo activo, e da reserva da guarda nacional, se aeham
pregarlas no interior do edificio matriz da mesma
fregoezia, como por lei he determinado.
Sala das sessoes do conselho de nualifirar-in 'n de I
julho de 1856.Antonio Jos de Olict'ra WS^IHf mm^*f}vrt'i..
1) Dr. Silvino Cavalranli de Alhiiquerque. juiz mu-
nicipal da primeira vara neslJa..>iWiIe do Recite
de Ferunffl!cV-s>juiaj--!rh-T7e C, qoe lieos
guarde, ele.
Faro saber aos que o prsenle edital virem. que
se ach vago o oflicio de escrivao do ciel desla ci-
dade do K'cife, em razao le Inver fallecido o ser
venloario Franci'co Joi do llego; e convidam-e
os prelendenles apresenlarem seos requerimentos
STIMA REPRESENTA". O
DOSGBANDESEBRILH ANTES SOI BEES
da companhia
ROBERTO l l,EYEAl\.
Sabbado 2 de agosto de 1856-
Mrs. Roberto e Deveaux impellidus pela benevo-
lencia com que o re-|irii,ivrl publico pernambocano
ha acolhido seus Irahallios, dspoz para o dia indi-
cado a prsenle represeularo.
PRIMEIRA PARTE.
L'ma hora de mgicas, projigios, sublilezas e roe-
tamorphoses, por
MR. DEVEAUX.
1.(1 pensamenlo forrado.
2. A > billa maajea."
3. O chapelciro imprnvisailo.
1. A forra inlerrompida.
5. Exercicios de ligeirezas pelo Clorrnonol.
6. O grande passeio das carias, perj niechaiiira
iuteiramenle nova.
7. 0 tonel de Baccho, ou o (agredo do contra -
baudu, ia muilns pedidos.)
SEGUIDA PAUTE.
(rande
a, pelo'joveu-
PRNJaMBUC.i\Na
e sua discipula de 8 anuos, a joven
-^- -^9k. m ^ki Sa ,33
que execulara' varios e elegantes exercicios mu i diifc
liceis, lerminnnilo por nuil baile cmico.
O joven PERNAHBUCANO se distinguir' so-|
hrjLa^aai'da i or varias d.....as i carcter, passoa sJ
aaJHi, passos de elevaro. saltos da e,cada, ele,
etc., hadando cora exercicios pur demais didicullo-
sos sem iiui HU..I.
TERCEIRA P.RTE. '
Novas e soberbas
VISTAS DISSOLUTIYAS,
QARTA PARTE.
OS
CAMALEO ES ELCTRICOS.
Mrs. Roberl e Deveaux lem o prazer de aooun-
ciar ao respeilavel publico de-la cidade, quo para
dar om maior brilhu ao espectculo. Ii.lo feiio gran-
de auzmeuto e mudanza tanto na VISTAS DISSO
LUTIVAS como uos CAMALEO'ES ELCTRICOS
que eslocerlos agradarao summameote por sua di-
e alguns escravos : segunda-feira 4 de acost as 10
horas da manhaa no escriplorio do referido agente,
ra da Cadea do Recife.
Ileury l'nrsler & Companhia larao leilao, por
inlervenrao do agenle Oliveir, de cerca de mil bar-
ricas de farinha de Irico, recenlemente rhegadas de
I'hiladelphia, erri lotes a veiilade dos compradores :
sexta-feira, 1.a deNocoslo, a's 10 horas da manhaa,
no seu armazem, Caes do Hamos.
-- O acenle Oliveir far leilao da ptima casa
de dous andares e aolao, a I ern chaos proprios na
na des Crosefl n. 22 do haiuo de S. Aulonio desla
cidade, com freule para o nasccule, e com norlae |iara a trevessa que deita para o Urco
do Paraizo -. ijuarla-feira 6 de acost prximo, ao
meio dia em ponto, no seu escriplorio. ra da C-
dela do Recife.
O acenle Oliveir fara leihln por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commcrcio,
a reqiienmenlo de Joao Carlos Valladares e mili os,
das dividas aclivas da maesa fallida de Leopoldo
Jos ila Coila Araujo, na importancia de 73:1163860
rs. em conts de livro inclusive umitas documeutadas
segn lo a respectiva relaro dellas, podeudo esta
ser examinad-i com antecipacao pelos preleudenles,
para o que de bom erado se prestar dito agente :
qoarla-feira, 6 de agosto prximo, as 11 horas da
-nanha.i em ponto, em seu escriplorio, na in.i da
Cedeia o Recife.
2
versidade e boa esculla.
Coinerar.i as 8 horas e '(
9MM t&atitm0&.
Coi ii j>a 11 i i ia Fra neo- a me-
ricana de Vapores
Fr.ificezes.
p
vindo do Rio de Janeiro, que sccuir.i
vre rom escala por Teneriff, Madeira e Lisboa
ra frele e passaeeiros. na casa de L.
ron c\ C., ra da Crui n. 20.
Para o Cear
abe covji brevidade o hiale Novo Olinda, meslre
Custodio Jos Vianna: a tratar com o mesmo, ou
com o seu consignatario Tasso Irmao.
iliia.
L
**.o patacJaj niico-
nnl CONFIaNi.a, por tibiarte do sen
carregamento prompto: para o resto,
trata-te com os contignatarios Novaes &
C, na ra do Trapiche n. .">i.
Para
a
Cal
DO
Ut BE JANEIRO.
Aos 0:000,000, 10:000, e 4:000,000.
Na |)t';i(-.i da cpendeiicia Ioja n. .10,
de Antonio lote Rodrigues Souza Ju-
nior, acliam-se a vend. I>il es inte
netos e iiuartos, da loterii ii- d
e correceao, aos pi-ei^i^ilialTO.^CTnas
listas esperamos hoje, pelo paijuete Pa-
ran' : os premios ate I.OOO.sOOO, sarao
pagos avista, e os maioies conform se
convencional-.
Bilhete inleiro sUjjOOO
Meio bilhete 12.S000
Quaito O.S'000
T-- Pcrdeu-se honlem 31 de julio, das.') ara
horas da larde, desde a ra do Crespo al a ra da
Cruz, duassedulas de 2i)05S cada urna : quem las ti-
ver adiado e qoizer restituir, dirijase a ra do
Oueimado, Ioja n. 17, aonde se darao os signaes cer-
lo, e se gratificar generosamente, almde|se ficar
agradecido.
Qaem tiver um predio hem construido, que
renda anaualmenle 600? eo queira vender, aniiuii-
cie para se tratar, que paga-se bem
O abaixo assignado, summamente pdnhorado
pelas maneiras ailenciosas e delicadas com] qoe foi
tratado pelos Illm-. Srs. lenr-nle-cnronel ojomman-
larite do corpo de polica .Sebasliilo Lopes uima-
raes, capitacs A. de Barros de Lacerda, iCarneiro
Monteiro, Teixeira e liarretn, dorante o lempo em
qoe esteve recolhido ao estado maior do quarlei do
mesmo corpo de polica, prevalece-se daste meio
para dar aos ditos senhores om publico la-lernuiilio
do seo profundo reconhecimenlo e eterna, gralidao
por um procedimento qoe tanto lem d houro*o,
quanlo de merecedor dos rnais serios elogios. E o
mesmo faz a respailo do sen dislincto amigo o Sr.
lenle Sebashao Alfonso do Rezo Darroaicojo zello
e solicilude em concorrer para o liveamen o do abai-
xo assignado, offerecendu-lhe urna prova i ao eqoivo-
ca de sua sincera amizade, coiistituem-ua devedor
de urna divida, que jamis poder ser paga comple-
tamente. Recife 21) de julho de IS.">6.
Francisco Lins C Idas.
Pergonta-te an Sr.Canaria. Sem M la qual ns
l'cconte 'e- su's 'ransacr;Ge commerciaes que lem tiesta praca
para annunciar sua partida para fura dellaO porto
do M.ir.n, i io.
Precisa-se de una peaaoa que entenjda da plau
taces para tratar de um sitio, nao s* repara da
bom ordenadi,: a (ralar na ra de Ac las Verdes
o. 18.
Oa so diuheirn a juros en enhs quantia
sob penhores de ourn c pr.it
aneje.
Adiando se recolhida cas ..<
(a ciioii" nomo Jacinlhr, a qual 1 u presa n
Irecuei -i.Varzc.i pelo subdelecado di mesma,
como tc',^iOvVirorurar o seu direilo, por sso previne
e pede ar autoridades nada delibcrem della sem
se justificar.
A mesa regedora da irmandade le N. S. do
Amparo da ciclada de Olinda, leudo tei o trasladar
na crise epidmica do cholera-morbus a imageni.de
sua padroeira para a icreja matriz de Pedro A-
pelo amor, e vi instalar a Boa-Visla n. IX. O Illm. Sr. Antonio i.,.. -
una hrithanto arquisirao para o inethodo pnrlucue/.,
estimado dos seus runcidadaos, dolado de excelleules
qualidade, de orna moral a loda a prova, e exem-
plur pai de familia, professor ha bastantes anuos na
'. I freguezia de S. Pedro Gonc^lves, prompto em lodos
os preparalorios, excelienle calycrapho, e senhor
das bellas arles da mollea e desenlio, e.la na cir-
cumst?ncias de apreseul.tr rnui hons disci|iulos, como
al agora ; mas em multo menos lempo pela ellica-
cia do ii etln. lo. e o Exm. Sr. ronselheiro Dr. Cas-
tilho, Iranshordar.i de jubilo quaudn cu Ihe der
a feliz noticia desle novo adeplo. E porque este
divino melliodn como Ihe chama o illuslre .ireclor
geral dos esludos da Babia) mo he fundado no vil
inleresse, mas sim no bem da infancia, tanto Inte-
lectual, como corporal, por isso rogo, imploro e ob-
servo a loilos os senhores s quem mais particular-
mente vou dirigir-me por rartas) se dignem perroit-
tir que os seus estimaveis meninos, que moram na
freguezia da Boa-Vista, passem para a referida es-
cola, cujas vanlagens Ibes illanco, mormenle porque
o seu illuslre professor, com quanln me exceda em
saber, he com ludo 13o despidu do egosmo, que ee
digna permitr queeo visite lodos os sahbados a soa
escola, alim de nella se conservar em toda a sua pu-
reza o excedente Melhodo Caslilho.Francisco de
Freitas Camboa, pruiessor da escnla cenlr.il, aulo-
risado pelo govemo.
>.i botica da roa do Rangcl n. 61, precisa-se
de um oflicial de phnrmacia.
Marlinho Jos ile Suuza Reg declara,que ten-
do arrematado a casa de sobrado da ra du Pharol
ii. S, e nao saliendo se o chao he foieiro ou proprio,
faz u presente annuncin para quem se julgar com di
reito ao laudemio e foro, enlender-se corr. o Sr.
Fred*Teo Chaves no aterro da Roa-Visla n. 17.
Offerece-se para luja de fazendas, mi u-i.-.- -, ou
(erracens um menino portogoei de 13 para Ii an-
uos de idade. sahemlo ler hem, escrever e contar, c
he basi.nnte esperto, aliancaaa boa conduela do
inesmo : quem u pretender compareca na ra do
Cahug n. 3, leja de selleiro que achara com quem
tralar.
feira
o sobrado da ra Imperial n. 112 le
,iovo,acabados a moderna muilo gran*
ili ., ni la.- com seis (piarlos, i u.i- s.tl.i-, ler-
raco, cozmlia fora, tuto em ponto Brande, pe i di-
minuto proco de 209000 uiensaes por cada um an-
dar : a pe-soa que pretender dirija-sc a ra [nape- .
rial li. .i piulo a matriz nova, que achara com quem I
tralar.
Joao Autonio Con a lean ti de A.
Precisa-se de urna ama para casa de um vio-
vu, de pujra familia, que se sojeite ao ser viro le
casa e de roa ; na ra do Sebo o. K.
Precisase arrendar urna olaria que lenha bom
harreiro, preferindo-se se liver sitio: na roa do
Itangel o. 77 primeiro audar ou auuunrie. -v
Ra da Cnr/ u. 11
Jo.lo Praeger avisa ao publico, que lica la com
seu armazem de moldados,se achara a' disposirAo do
publico urna sil.i decente paia lunchos, onde llave-
ra o mais eacolhido sorlimenlo de comidas de diver-
sas qualidades.
MLVUJV.
Aulonio Barbosa de Barros fai seienle ao refocila-
vel publico, que mu luu a sua sala de cortar cabello
e fazer barba da casa n. 62 da ra da Cruz para a
de u. il da mesma roa, e que te acha prompto a
bem ervir a loda as pcctoaa que o procuraren). ?m
ludo qpe diz respeilo a sua arte, seudo o prer-> o
mesmo que as Ioja. Na mesma sala ven lern-se e
alugam-se bicha de llambuico mais barato que em
milra parle.
Troca-se por diuheirn uina imagem do Senhor
da Caima Verde alado a columna, obra nova c mul-
to bem feila : di-se mais em coma em razao da pes-
saa ler duas icuaes do mesmo ltalo : no aterro da
Boa-Vista, Ioja de sapalus, n. Ii.
Quem annunriou precisar de 1:0003000 rs. a
premio de um por rento sobre bv pudiera em urna
casa terrea, procure na praca da lloa-Visla n. 112,
que achara' com quem tratar.
Arrenda-se un sitio na Itoa-Viaccm, com ex-
cedente casa de mirilla, de pedra e cal. e casa par
lazer farinha, bastantes ps de coqueiros e liana
para plantaroes de raplm, com Ierras para plana
tares, e terrenos sullicieule para paslorar seis a uilo
vaccas de leile : quem o pretender dinja-se ao
mesmo, que achara com quem tralar no sitio per-
lencenle a Francisco Antonio dcFigueredo.
-- Aluga-se pala fesla ou por auno o sitio do fal-
lecido Ignacio Firmo Xavier enlie a duas pomes
da Magdalena, e tambem se vende o mesmo sitio,
fazendo-se lodo o negocio com o alugador uo rem-
prador, que a vista do preco conhecera' a vaulaceiu
de possuir urna lal propriedade em local lao prxi-
mo a cidade, onde ja' nao ha terrenos devellos, e
por islo esle cre-cer.i com o lempo em entina, e va-
lor cada vez mais, pelo aogmento da rique/a da
I rr 'vincia, costo do bello, e neceisidade de pas-.ir o
fura da cidade, e mais anda pela estrada de
la por esse lucar ao CacnaenjV ; e lem
casa para duas familias, baulio perlo,
modidades, que por brevidade sr
onnii..... -
Eu aballo assignado fajo -uldiciv" leado-J "-'"te pagos es premios. e\cepto pon-ir- M
me o Sr. Antonio da Silva im-m p.i-.i lo em IK.) J
um valle da quantia de 1:1.19-3334, declarando no
mesmo valle o meu iinme a qoern pecara, e procu-
rando o dilo valle para ajuste de cuntas, uu me fui
possivel acha-lu, e como a pessna iieuliuma poca
servir, declaro qoe desde j lica de iienhuin elleilo
a lodo o lempo que possa apparecer, vi-to ler rece
bidu soa importancia do dilo paseador, como ronsla
do recibo que llie passei com dala de 5 du curre i le.
Recife 28 de julho de 1856.
Joo Evangelista da Costa e Silva.
Acha-se desoecupada a Ioja da ra da Cadera
do Recife n. 55. e arrenda-se para qualquer i-slahe-
lecimrnto ; os prelendenles enlender-se-hao rom
Joo Jos e Carvalho Moraes.
Arrenda-se um peqoeno silio com casa de so-
brado, esiribaiia e cocheira, no lugar da Pas-a.,, ;
quem o pretender, entenda-se com Luiz Josc Perei-
ra Siines na ra du Livrarnenlo n. ii.
Precisa-se de urna senhoia que qoeira ir en
sinar a ler e coser, sendo prefenvel aquella que suu-
ber lambem msica : quem esliver neslas cncums-
tancias anuuncie ou falle nesla lypographia.
Aluca-se urna mull i para ama de rasa de
pouca familia : a pessna que precisar, dirija-se a
Ponle Velha, cas n. 31, que achara cun quem
tratar.
A pessoa que aununciou querer 1:0009 a juvs
de um por cenlo sob hypolbeca em urna casa, decla-
re a sua morada para ser prucurado. Tamht-m au-
nuncia-se 1:0009000 a juros de um e meio par eenlo
ao mez sob hv pudiera ou boas firmas : a quem con-
vier dilo negocio baja de declarar sua inorada.
Oabaixo aaignndoscienlifica a quem
Oinesnio tem e\|Misloa venda si-us mili-
to feliz.es bilhetes, ineios c oiurlos. da
(punta parle d.i primeira lotera doix>n-
vento de Nossa Senhora do Carznn, m li-
jas ja' conliecidas do res|ieitavcl pu-
lilico.
Os dous premios grandes cima re-
feridos nao eslao sujeitos ao SJMBDBloj
dos 8 por cenlo do imposto geral, cu-
jo disoonto sera' pago logo iiucs.im a lis-
ia, sendo os piceos de seus hillieU-s o* c-
guintes.
IJillietes .'t.s'SOO rccelw por inleiro ."i:tMMs
Meios .sOOO .< i. i-SiMx
Quartos I.S'300 a .. I^M|
l'ernamliueo 28 de julho de I8">(i.Si>-
lustiano de .Vquino Feri-eira.
LOTERAS DAPROVIHCI.
U Sr. tliesoitreiro manda la/.er pulih
co, quecstao expostos a' venda na thesou-
raria das loterias na ra ii.i Aurora n.
26, das 0 a's 3 horas. bilh-I*. meins e
quartoi da quista parle da ruimciralo-
terii do convenio de Nossa .Vnliora do
Carmo, cujas ixnlas audain. .Tin'iirelerivel-
mente no dia 2 de agosto, e que*r,jir?rm
sejam d-sUibrfrdas" as listas, sero incouli-
duas torta grandes, que so pagas me-
mo no salao da extraccao, logo que sejam
publicados seus respectivos premios. The-
souraria das loteras i!ti de julho de IK.">I.
O primeiro confeii-nle servindo de et-
crivtto, Jos Januario Alvesda Mata.
jj O cunellio director ia in-lriirr/io |>tjV''Hca **
fictba de ado|>Ur p4ra a leiluru .:.i* *3rola* Ul
de priiiM-ir.T; Ii Ii,t* de amb*H o w\ik, Vv
;?.% opusculKefle&6eobre a edueacAo pb\- n^
"^ sica e mura, da infanciapublirada pelo lr. ^J
B em ,n<'dic.na, Isnario i imn. Xavier. v.*'
.--^r-.;*A-,%*^v-..^'V-v--:'-T-"'':r^"*"-
wm.''' iiy'y iy .* <4V\.i? t.* *y ">< \*
>a ra do Arabio u. i, preci*a-e de urna prr
la para vender doce, e que na< liora vacan ao occojm
em ,il-imi servio du mp-ni Irafco : a quem r>n-
ver dirija-se a mrsma c**xt ouaonuncie.
s
srvetcs
No alerro lia I.uv \"i-!i lera' lodos o dios de lu
li.iliu) e\f. lenle-, -urv U>, lira os das de clima.
LOTfiU DA PROVIHCI,.
Segunda parte da primeira loleria do Se-
ntar Kom Jess da Via-Sacra.
O abai'.o assignado venden da Morsa
cima as seguilites sortes, porlanto convi-
interessar possa, que tcnilo feito em ii da aos possuidores de ditos numeros a \>-
de maio prximo pastado, remetta de di- l]*!m receber em seu esrriptorin na ruadi
Espera-
se no dia
IS docor-
r e n le o
vapor
franeex
.yonnais,
c a p 11 1 o
II i- vaulx,
psr.-i o I l.i-
pa-
Sexia feira 1 de oalo, dula iu liencia da Sr. \ersos objectos na im[ioitancia de S'.sOOO Cadeia do Recite oprcmioqucohlivcr.ini
I U ,i\kaja.ajaj^^
it.ir.-i pul,lie: a renda annual dos alooerYJJ ''a CA':]
terrea n. 7 la estrada de loan de Horros, que vai
para Belm, por execucAo de Jos Alves Oa Silva
(iiiiiiior.i contra Francisco terahlo .Moris 1 en*
poral e sua mnllter ; lio a ultima prai;a.
Precisa-se comprar i 20 travs de -"0
palmos com S polega'das
de lace ; S travs de -0
(I. gretsurae 10 de face c
: a escuna braaileir cillorlcncia pretende sabir com
no prazo de ses.enla dias, devendo ser ditos reque- '""''a brevidade por ler proniplo dous trros do seo
rmenlos aanisjnedae pelos prelendenles du seu pro-
curador, icoinpanhados de folha corrida, certidao
de idade, de exame de sulTicienria, e de mais docu-
mentos, qoe entenderem convenientes, sendo lodos
deviJamente sellados, (egun.lo o disposto no arts.
11 e 14 do req. n. 817 de 30 de agosto de 1851.
E para que cheaue a noticia de todosmamlei pas-
sr o preseule.e nutro qu s(.r,,) allixados nos lugares
pblicos de cada orna ,|a, quatra IreEoetias, sala
das audiencias, c publicado pelo jornal' por e.-jiaco
de cinco ili.i- surcessivos.
Dada e passada no-la cidade do Kecife, aos :!0 de
jolho de 18li.
Eu, l'edro Tertuliano da Cunha, escrivao es-
crevi.
Silvino Cavalcanli de Albuquerque.
lodos
Col-
II de
, es-
O Sr. collector das rendas provi.
nii-ipio da cidade de (ioianna faz saber ia
deshoje Ihe foi entregue pelo delegado do
esle, em o da 2. de levertiro ilo auno anda o
subdelegado do termo, e a esle cm o dia <. re-
rciro do anno andante, pelo subdelexado deTii so-
baja escravo fula de noiue Simeo, natural do c. "-
nlin Sin Srbaslio desla comarca, de 53 auno i
id*de, estatura regular, roslo om pouco redondo,
cabello corrillos e branco, olhos pequeos e fuma-1
ceolo, narii chato, bocea reun.ir, pnuc* barba e ja
hrnc, aehndo no lugar denominlo Tiuma daqael-
I labdelegacia de Timbnaba por Jow Aulonio; lem
falla d denles e alguns quebrados, bem como as | res
COKREIO GEKAL.
A mala que lem de ser eonduzda pela sumaca
nacional nllorlencia, com deslino a provincia da
llil.i.i, lorli.--e hoje I, as i hora da larde.
CORKfilO GERAL.
Oeixou do seguir seu destino urna caria para o
Illm. Sr. Dr. Jisii Antonio Lopes, por nao estar com
o porte pago.
O segundo balalhao de infantaria precisa con-
tratar, para o hospital regenla! a' seu cargo, a
applicaro de sanguesugas ; par* cujo fim o licilan-
les apresenlar-se-liAo na secretaria do mesmo, no
dio i de agosto da corrente auno, rom as suas pro-
postas. Recife, 31 rto jalao de 1856. -Joao Paajlo
.M-iriin- .V alteres ijudanle.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O consellio adruiuislralivo tem de comprar
jnie :
Jlarao h.il.illi.'io dearlll1
l.ivros em braino-o .'-luo folli-
de IO ditas, i. *
Para o s haUlh.io de nfant.i.
Sapalos, pare "7J.
Para o -2.bitalliio de infantaria.
Spalos, pares 417.
Para o 10." balalhae.
Sapalos, pares 3oi.
Para o 9." halslho.
iralas de sola de lastre, 100 ; sapslo-, pa
rarregamento : para o resto os prelendenles enlen-
dam-e com o seu consignatario Antonio l.uiz de
Oliveir A/cvedo, ra da Cruz n. I.
Para a Ballet
A f-aropeira brasileira ul.ivraraun pretende seguir
para a Babia com Molla brevidade ; lem o son car-
regameuto quasi prompio : trala-se com o sen con-
signatario Antonio l.uiz de Ohveira Azevedo, ra
da Cruz n. I.
O brigue "Hercules, prompto a seguir viagem,
precisa de um piluto de caria e uiariulieiros nacio-
naes : quem atliver habilila.lo poje dirigir-se a bor-
do do mesmo, ou ao consignatario di ra de Apollo
n. 6.
Para a Baha
segu imprcterivelmeuto no dia 5 de a-oslo a veleira
sumaca brasileira trNova .Minerva, por ler a maior
parle de seu carrrgnmcnlo prompto, e para o resto
Irata-se com seu consignatario Domingos .Vives Ma-
Iheos, na roa de Apollo o. J.\.
RIO DE JAMIBO
Segu com muila brevidade por ler parle da car-
ga, o patacho Bom Jess ; para o resto, passagei-
ros e escravos a frele. trala-se com Caelano Cyriaco
da C. M., ao lado do Corpo Santo n. -Jj.
ACARACO".
Segu nesles dia o palliaholc aSobrilense, rece-
be carga e pass.igeiros : a tralar com Caetano Cy-
riaco da C. .M., aodado do Corpo Santo u. i.
tiot.
G.
o*'"."'
, sexta-feira
ila manhaa, ei
Madre de lieos
e obras de nv ,
multo? object
e ludo sera" v
pradot rs
Vieira da Silva, fara' lei-
I- dcagoslo, a's 10 horas
n sen armazem, na da
a. ~>i. de diversos objectos
ircineria novas c usadas, e
osquese acbarSo patentes,
endido vontade dos com-
quizer an-: i^,.,,,^,^ a pjdijo'je sua familia.' s^alRuein sou- i dar, para usoJiese
M u Jire 'l,er 'lil residcnc'',s o" noticia daquells .pessoa, he fa- !um d-" "*^p"Jot
'.'i [,r^a^''^W^1,^----H^,'ri,Picl,e 4V ysr^fp*' -os. dirija-
postlo, em acto penitencial, tem resolv lo fazer re-
gressar a' sua groja a mesma Senhora, no dia :1 de
agosto prximo, pelas 3 boras da larde, em solemne
procissiio, a qual tem de transitar a* seui inles roa :
Matilias Ferreira, Qoatra Cantos, Ci'm liica de S,
de grossura e (i
tilmos, com 12
encames de
lomo de ii a i~> palmos, de 0 polega-
das : na livraria m, (i e 8, d praca da
Independencia.
JonJPraeger participa aos seus anillos e no pu-
blico em geral, que do I. de asoslo em aule estar
aherloo sen bem surtido armazem de lanlimentos
para navios; molhados e genero de esliva ; debaixo
da firma de J. Praeger & Companhia, na ra da
Croz n. II, e espera que ineiecer a mesmo con-
fianra que ale hoje ganhou.
Alugi-s um sobrado na ra Imperial n. 112.
o qual lem muilos commodos para grande familia ou
al para algum eslabelecimenlo pul ic por preco
muilo commo.ii) a' sitia das casas: a Iralar na ra
Imperial n. 5 junto a matriz nova.
Jos Joaquim da Oliveir Gonralv**, participa
an publico e ao respeilavel corpo de commercio.que
lendo-se despedido, da casa dos Srs. Fremont &
l.asne hoje he qoe se realis sua sabida. Niln pode
deixar de lestcinuuliar a maior gratid.lo pelo bom
IralameuU que semprerecebeu ealla condenes qoe
nelle depositaram, tanto o Sr. Frederico Fremont
como seus aniecessores, iluranle sete aniSOi e cin;u
inezes, que esleve empregadu na dila casa, ja como
simples eaiielro, ja como gerente della |'or diversas
vezes. Ofloreea ao Sr. !'. Fermoat, ora presenle.seos
limitados servicos em qualquer parle omle o desiinu
o leve ; assim como faltarla a um dever. sagrado se-
nl i manifestasse a >s seos compauhf"Tos urna v>.ve
saiirla e e pedindu nlo s a esles conio ao primeiros
desculpa de algumas tallas, que loria a crelura esta
sugeita. O mesmo se enlcude com ajcuns amigos es-
traulios, que seinpre solicitos em roadjuvar-lo nos
lempos do sua a Imioistraclo jamis- deinra de ser
-ralo para rom ellos. Kecife lu de .julho de 1856.
Ilesi'ja-se fallar com Brisido Jos Jorge, filho
de Jos l.uiz Jorge, natural de CamViha, reino de
l'edro, Varadoaro, S. Beulo, ladeira
Marlvr, Amparo, a rocolher-se ; para o
va a mesa a todos ss seus irmos a co
no referido dia as 9 horas da manilla,
reni a mina cantada, o aa 3 horas da]
icornpanharem a procissao. Outrosirn
ma mea aos moradores das runs por
transitar a dila proclstiw, a ornarem as
le S. Pedro
que convi-
nparecerem
I ara issish-
lardo para
tiede a mrs-
nde (em de
lorias e va-
randas de suas casas com colchas pira n ais brilhan-
lismo do acto ; igualmente pede m.iudei i
as frentes d suas casas as nuiles dos d
referido mez. A mes tambem coiivid
devotos de sua excrlsa padroeira a as. slir ao Te-
Deurn Laudamus, que se lem de ent( nr a' mesma
Senhora por nos ler salvado de Mo ara
no qual sera' orador o Rvm. Sr. padre
Joaquim do Espirito Santo, pregador d
sua mageslade imperial.
O abaixo assignado, leudo no o)
atabaco! um .innuncio da Sr;i. II. Cali
de Jess, cm que diz ler elle condolido
mul.-iliuho do nome Aulonio, perlenceut
seu linado sogro Aulonio Jos Pessoa d(
pelo presente responder a Sra. D, Cathl rina. Qoan-
ilo no ilia ->\ do correle o ahaivn assi
procedeu, levando para sua compaa
mulatinho, o que uilo fe nccullamcnl^,
foi presenciado o laclo em pleno dia |
pessoas que se arbav .m presentes nesla
para que esle uilo livesse o mesmo des
ver.im 10 escravos qos fioarjin em pod(
Catharina, perlencenle ao ca-al de seu
e dos quaes se acha rte potM a mesma se ihora ha
I.ava-se e engomma-se com a maior perTcicao e
aceto, por barato proco ; quem quizer dinj-se a
ra do Rosario larga taberna n. 52, que achara' com
quem Iralar.
Rii da Cruz
I!
11
ca, residente em Cedras de Fogo, c desla
quanlia preenchi urna letra a prazo de
seis inezes, para o mesmo Sr. se servir
aceitar, 3 que assim fez; e acontecendo o
portador que a conduzia para me ser en-
tregue, ussiin como outros documentos e
dinbeiro; declaron este ter-se-llie desen-
caminhado de seu podei, e avista do ex-
posto novamente enviei urna lettra da
mesma quantia e data, para seiservir acei-
tar, o que puntualmente cumprio, fican-
dosem vigor a ant 'rior, tendopara firma-
tiva a posterioro sello propiorcional n.
1.19.Recile 29 de julho de 18. Tho-
iiii/ I'\tiiiules da Cunha.
Aluga-se um grande sitio em Parna-
meiriin, com grande casa de vivenda, com
cocheiraeuniobradinlio por cima, com
urna sala e dous quartos, estribara para
seis cavallos, quartos para escravos e fei-
tor. urna grande cacimba coih dous tan-
quei e coberta de quatro aguas, visto nao
se ter realtsado a venda do mesmo sitio que
seachava all'ecto ao Sr. Francisco (ornes
de Oliveir : quem pretender alugar di-
rija-sea Boa-Vista, travessa do;Verasn. 15.
Ferradieatnl.
(ls prelendenles qnc viram, ou oiulros que quei-
r.ini ultimar a rampra da dila Ierran enla de rarapi-
iii e banco, dirijam-se a ra da Praia, armazem
i. a.
O Sr. Cypriano l.uiz da Paz, na ra do Colle-
gio, e o Sr. Joao Ferreira da l.uz. 00 alerro da Bua-
Visla. na padana do Sr. Keiriz, dirn qoem da di-
uheiro em quanlias de 3005, '((Wj), 5005 e liOJJOOO.
com hypoA'ieca em casas lerreas.
Tendo orna pessoa de relirir-sje para fra do
imperio, vende dous lindos cavallos, fiordos, com an-
selim e carro, com cspecialidade
os andares preciaos : quem
e '^m' ?. ''i-
Dao-se OOSOOO .1 pW"
t vpogranhia se dir' quem da'.
LOTERA da provincia,
Aos 5:000o e 2:000s000.
Oabaixo assignado faz sciente ao
29.ii ."i:lM0s0("t
|3 -2:(IOO< 3013 OOOslMH'
75 MMMO
(07 ioii.sitim
20711 HIO.SlKHI
28I INfMfl
3791 ."O4IK111
10 I59 .'O.SOll
-^
Btlhde inteiro n.
.Meio bilhete n.
Dous piarlos ns.
Meio bilhete n.
Dous (piarlos ns.
llhele inleiro 11.
Dous meios ns.
Ililbete inteiro 11-
Meio bilhete n.
L'iton.
P. J. Invine.
Precisa-scfde uin.i ama de leile sm filho pa-
ga se bem : na ra do l'a'seio, Loa n. 9.
Alu-Min-sc rarroca para eondoiir tr.i-lrs m
malerites.puriprero coinmodo: na roa da Alczria da
Uoa-Viila n. M.
O Sr. Frederico Jaeipies ipieira Hi-
rigir-sea livraria ns. Ii e 8 da praca da
Independencia, a negocio de seu inle-
resse.
Oabaiio wicnado lema honra de participar
ao senhore negociante o mais pessoa rtesta e dr
qualquer provincia, a qoae iulerenar possa, qoe >
acha estabelecido rom escriplorio de advocara na ci-
dade de Macei, capilal da provincia de Macea-, .1
ra do l.ivramenlo n. i, e seooTereee a tratar all
00 em qualquer ponto da mesma provincia la ro-
braoca de dividaa e de lodos os negocios de va pro-
li-.i 1 peranle os Inhumes, jjiizes e repartiros pa-
bliras, ou evlrajudici.ilmenle, por conservar a mais
etlensas ralace em loda a provincia, coma natural
della, e haver exercido dorante 8 annos o careo de
promotor publico, e jui/. municipal e de orpliao- em
dilTerenles remarcas, leudo sido atcm disln honrado
com o mandlo provincial por alsumat vete* : m
pessoas que se diviiarem de confiar a* ahaiso aaw:-
11.ido nesla praca ao Sr. Josc laonealves de Alliuqurrque,
ageule procurador di provincia, que se enrarrrxar.i
da remess prumpta e se-ura ila rnrrespoadenrM,
papis e dacumentns. Cidade do itecife t'.i de jniho
de I85li.I.ooreoro Accioli Wandcrlev Canavario.
LOTEKIA DO KIO DE JA.NIUO.__ __.
O abaixo assignado aiba jjl^fcTr^^
pelo paquete ingle/. "Avon,. ^ hi|,K .
^prtos
res-
No armazem de J. Praeaer A Companhia ha pa-
ra vender presuulos novos, conseivas, consistindo
em carnes, peixes, lecomea, inicio-, nullios e er-
vilhas seccas em aarrafOe, manUaneatoa para navios, { Reitavel publico, rpie tf m e\|posto a ven-
vinhosdo lorio, Jladora, Slierrv c Itheno, etc., ue 1 da OS seus bilhetes inleiros, nic-ios e dual-
lodas as bebidas espiriluosas, e charutos ile llavana. | eISo rubricados com seu iiomc, e se obri-
I)eseja-se fallar com o l!lm. Sr. agrimensor
Joaquim da Fonseca Soares de Flgoeiredo alim de
ir demarcar um encenho ; roaa-se au njesmo Sr. a
bondade de apparecer na ra Direila 11. 98, que
achara com quem Iralar, ou sanando a saa morada
para icr procurado.
L.nh iN de mnibus.
Claudio Di. iiniv rosa aos senhores
assisnaules dos mnibus queiram
participar por esrnptu, ou fae-lu
liessoalmeiite no respectivo escriplorio, quando nao
Ihe convelida mais a nsigaalors, visto que du con-
trario ver-se-hi o abaixo assianado na obrioocao de
coutar-lhes a as-ii;natura de novo, al quo f. r.ii tdi.
la ileclaraco. t) mesmo aproveila a occasiao para
lemhrar a alauns senhores assiiiaiiles que o paua-
menlu he adiauljdo, mesmo para evitar du.1l.1-.
Claudio Dubeit.r.
Preeisa-se de um preloque seja fiel, pira ser-
vico do una casa eslran^eira, para Iralar de um ca-
juado assim vallo e qualquer mandado 1 ra : quem livor pido
o referido dirijir-sc i roa do Trapiche n. 10, primeiro andar.
gaa pagar os S por cento da li, as sortes
grandes, da quinfa parte daj primeira lo-
tera, a benelicio do converjto de >ossa
Senhora do Carino, cujos bill.fetes se ac'iam
a venda as lojasda ra do Oueimado n. LL<-'Iavol publ:*", q
illiiminar
is > e :t do i
1 e todos o-
idc caslieo,
meslro F'r.
capella de
trio i!e Per-
srina Maria
1' torc um
ao casal de
Mi'iln, vein
01. do Sr. Silvestre da Si Iva [Guiara raes:
n. 2.'), Jo Sr. Joai|uim Montijiro da Cruz. :
ra Nova, do Sr. Tinoco; riua do Livra-
mento n. 30,do>Sr. Cunha ; !n. ."i, do Sr.
Novaes e ra do Rosario larga, (abi'ca do
Sr. Res.
-"i.s'SOO re be 5:0009.
3^000 2:500|.
I.S'iOO l:250|.
julho de I8B0.Manoel
pois que
diversas
oceasiio, foi
que li-
r da Sra. 11.
iuado sosio.
Bilhetes inleiros
Meios bilhetes
Quartos
Recife 28 de '
Martins Fiu/.a.
tes inteiros, meios bilhe5 ,
lotera 22 obrasjj^.^ dc ^TCC,.;H
?"? 21 011 22 do ptWnlc
iiiiv. : T. iductor das listas o paquelc
brasileira j&duve partir daquella cida-
de no dia -i.oedeve aqui ebegarem I de
agosto prvimo, os quaes bilhetes se csl.io
legalisando, alim de secvporem a venda.
As pessoas que antecedentemente ipii/--,
rem fazer eiteommendas dc alguns bilhe-
tes, meios 011 (piarlos, 011 cscolhci
ros. dirijam-se a sua Ioja da praca da lu- -'
dependencia 11. \ Antonio jse lt<-
drigttes de Sou/.a uiior.
O abaixo asa ido."
lcde\ou de seenvolv.-t
azMiente ao 1. -'
'"' desla dala ajoj .li,,,,.
.ilhel
es
lolt
'cm iicgrxios rla
le 'oleras da p,-ovia, a ,H
tsso n.,o !"- 'ompcle nias p.r,m,.,
dos I. i I !,,? premiados ,1,, ni^ai lo(
ras. fc,ie 1 de
.i
tonio Jo
*e itouri
Precisa-se de urna criada pira o servico ii ,ier-
110 de una casa de familia, da-si| bom oniiaado
agradando o seu servijo : a Iralar lio Mbnv 10 jnnlr
r *
anuos, lucrando o pro lucio e servico elles, com
prejuizo dos mais herdeirns, deivamlo al m disso em
esquecimentu 1:8009, que existe no en enho Ara-
auaha, o nao c lembrandn quo era sen lever Uitt
nartilha, e entresar a rada um a parle |uc Ihe per-
lenccr, nto obstante o lempo decorrido. E. dizendo
mais a Sra. II. Catharina em seu anno icio, que u
aiinuiicianle jv se acha haslanle adiantad I na her.m-
r;a que Ihe pude locar do dilo ca-al, a poni dc j
repr lalvez, prevenindo por essa razfio ao publico
para que iogoem fa;a Iransaccao con o referido
mulalinho ; o abano assignado respoodi a Sra. I>.
Catharina, qne em lampo opportono e nt juizo com-
pelente mostrar 1 fai'idad de seu dilo 1 om 09 pre-
cisos .lornmenln-. uncir 31 dc julho di 1856.
joao Rodrigues Calnpello.
ao quarlei do
Cunta.
Hospicio, casa do
Or. Mjni los da
- Quem precisar de urna ama para cozinh.ir e en-
-ommar de portas 1 dentro, dirija-se ao aterro da
Boa-Vista n. 17
- Precisa-sede um caUeiro para taberna, qoe LOtERIA DA PROTfClA
tenba pralica : as Cinco Poutas n. 9:1. mmwmmmwm awaa tUJlflluia,
- Benlo Jos Airosa deivoo de ser caiieirodol Acliam-Se a venda os bil
Sr. Jos \ ieira dos Saniosdeede o dia S do corren- quartOS, da quinta parle di
i..'n':'i(!!eS"1";','ernasila"a ""eslrci,,1 ICajmo, os preros sao os sep^ltples.
ismas loU
ic I8.". sjf
c .Souza J'ignTV^,
< raspaasa-w
'lu inia de mais rje
! anto Estevao, da
em lugar muilo
pascar a cstr'
cidade poucr ,
guas, pr. pon!,. ,1^ Crvalhos. cu-/
ja hv poli eesr^j.,,
aosenho
der, al
lem breen uum poinecarir. piem tS negocio annurcic 011 arm-ae
w Inpothcoi^'.i.',
J,;l,0,' no^,.IllM1
" lllfluiii.
9 Mr onde drve
distante drsl.i
- leri-o
iS ou
zer
c tira o iireitlh
'.o predio de poder vcp-
anvndar o mesmo 1 ivjenho
do h\ polhecarir.
,-t's, meios e
primeira lo-l^?*" :,s' ,; c s la P'<' da In.lepen-
Senliora do IS*"' ','"' sc" tlua' *l"'"> '" 'ste e-
-- Mara da Conccicao de Abren lrimladc, ieli-
ra-se para l.iiboa.
Roberl. Me. Calmont, Hogh Me. Ca'monl, Wil-
ham I. .Nev.,|| e Charle, r. Poinadealre, avisam
ao publico que rohram-se da lirma social de Me.
Calmont A (,., l|Ue syrava ne a ser sobsliluid pela deSauuder bVolher *C,
a cujo carao fica torio o activo e passivo daquella
firma, da qual passam para nnva n ,neios Charles
Maunders e Frederirk Saunder^.
Conlral.i-se um amassador i na roa Hireila n-
w, on fio Monteiro, padarit do Brito.
Bilhetes 5s800 recebe
Meios jOOfl "
Ouarlos l.flOO
P. J.
Os Srs. llovedores da casa lallu do
Sr. Joao Moreira Lopes sao conv.adosa
dirigirem-se a' ioja de Maiioel oso' Les-
te, na ra do Queimado^.O, ,fim amigavelmei.s'salda,un se., dbitos.
."i^QIMIiii
1:250x000
l.a\ ne.
,11
5CIO.
Os billirlis rom a
assignado, sao pasme
praca da Independencia
1 ubrii a do ahai.xti
nconleneiili, n.i
10, al.
de OO.vffOO. Mrcarpsi Jo...
premio
Laj ne.
..7", A"''!'"0 lo* de Castro avissaos eus treaueze
man .acreditada que lem vindo a ele mercado, o
que as vende por menos dn qoe venderem os novo,
v ende.lores deste peero para v.rem as
dirijam-se a ra do Yigario o. 31.
mosira-,
-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


DE
i*., i
11 i *i-
es
g c 3 ;:s c: t? ^ i* c c% r u> g> 6 c 3
fiHAlM MUTA
DE SQL,
\y *^W*if \*$> /. V ; i/, to 5t '/fr. yr
'

O abaixo!.ssigia,do, participa i scus numerosos IVeguezes, e ao respeitavel publico desta capital, que
. 4, casa nova ,io p (lo arco de Santo Antonio, onde contina a ter sempre tiin completo sortimento de c
i ande sortiinent de roupa feite, perfumaras, rticos para viagetti, e otitros mu i tos obiectos das primeiras
8
Cobre-see con certa-se toda e qualquer qnalidade de chapoi de sol coin niuito asseio e promptidao. T
menos precoque eiu ontr qualquer parte, sendo um s preco pira todos. Recife 7 de juliio de 1856
Massa adaman-
tina.
Vendem-se as tabernas ao l.idu da igreja da
Soltdade, esquina de Juila de Barros ns. 18 20, ge-I
eros muilo hons, saccas com farinha e millio, e lii-'
Hieles de lotera, ludo por mdico prego.
OtEUAS DO simo
M Sao chepado9os melhores queijos do serliio, ese
vendem barato ; na ra do Queimado, loj n. l.
Vende-se urna canoa de rarreira em muilo
bom estado, urna grande porrn de ps de caf e nu-
tra de lenha propria para nlarias ou padarias : no!
silio que fica defronle do sobrado do Sr. Viesas, na
estrada do Cachanga, ou na ra du Queimado u. 17,
se dirra' com quem se deve tralar.
Vende M no escriplorio de Manoel Joaquim
llamos e Silva, ra da Cadeia do Kecife a. 38: 1 !
piano novo, elegante e de exeellenles vuze<, burras
_ de ferro prova de fugo, patente ligedu de Lisboa,
como adultos ; de todas as ordens que marca o regu- vinho do l'orlo o mais superior, em barris de 5.a, i
lamento .lo cemilcrio, a satistazer a eipeclaliva dos *" 10.-, absynlliio e vDagre|framb >ise em ciias |
pretendenlc, c por pregos que canvencionirem e duzias, ludo pelos mais commndos precos i
eiicarreganilfcgei e ludo mais perlenceute a um en- fechar cotilas.
Queimado 1 e na daladeta deSanto Antonio n. Z E&SZ "* ""'
.11. Tero igualmente um rico cauilo que alus?, f'unlia.
I- t-.iii -i-<-. Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applica ventosas pela
alracgo oo ar : pode sor procurado confronte ao
Kosa ni de Santo Antonio n. 2.
Carros fnebres
Ara adiiiinistrador.
Em um arma-mu prrlencrnte ao convento de San
Francisco, confronte a secretaria de polica, est este
cslabelectment.i munido de carros lauto para anjos
FAKI.MIA DE MANDIOCA.
Vende-se por moderado prero excedente farinlia i
de Mamanguape em llccn ile dous alqueires da rae- I
dida nova : na ra di Cdela do Kecife n. 1:2, es-:
criptono de Hallar & (iliveira.
Fazenidas por
Perfumaras de
hora gosto.
na loja da boa fama encontra-se sempre um rico I
isorliineulo de perfumaras de todas as qualidades,
||() 111 (MI O** ?rlQ !^?.ena",,"""r'el,'orque ha em Pars, riquissi-
seu valor, ni |,.jn de4
portas, un -ua do QiieiiiM-
do n. 10.
cifV". $8)
jes da
@0mp?&9.
\ .'o.i.- -- un mulato hnliciro: na ra da praia
de Sania Rita n. 3.
Compra-se umjie-zro velho para tratar de um j C^SO^GC:- 7;- wSOvVSv
-.-;
$
:;:-
cavallo : na roa da Cadeia n. 16, primeiro andar.
Compra-se toda e qualquer poiviio
deprata velha dele! sem le to: quem
(iver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leiloes.
Compram-se envames de 22 a 25
palmos, travs de 50 e assoallio de louro
emprancha de 25 a 5(1 palmos de coma
prido : na livraria ns. 6 e 8, da prara da
Independencia.
Compra-se urna casa que tenha sido bem cons-
Iruida, que esleja >m bom Miedo, e que d a renda
annnal de 5509 a fjOOSOl): a Iralar com l.uiz (lo-
mes I orre n no Moudego,
.Murap- Gomes Fcrreira na obra que se esta fazendo i Jj venciio, a i
na ra de S. Francisco. j Vendem
11& relia d. t, de Antonio Fraucisco Pereira. $<$
.'/.-''". ;'.--'-."''; '- --- '- -. --- -- -- -'- >
Compra-se um braro com
competentes pesos, para pesar assucar
ver aonuncie para ser procurado.
vj'j Chcgaram ltimamente de Pars, o
*3 segtiinte.
gJJ Casacas de panno lino prelo frailee/, e so-
*' ^recasacas, ludo de panno e forrado de se-
*< da, do ultimo goslo, a .'H'Jfia. SS*
*y l'alils de panno prelo e de cores, de ca- ^
?> einira mezclada, lauto saceos como a so- ,--
Jr' brecasacad.u, a 185 e OjOO. ';:f
S5y Caljas do casemira de cores com lislra %$
Jj bordada, de pura lila, a SOOO. '
^ Colletes de casemira mesclada de core, V;r
*} de selim e gorgurAo, prelo e de cores, a ft). &'.
g* Palitos sobrecasacados de sarja prela de r^
'Y Pda, lodos forrados da mesma fazenda, ?>'
M 2feO00. 2|
..., Ditos de seda de cores forrados de seda, W
W a lijoso. ".,:
com Amonio: de i {3 Seroulas de murim francez, de nova in-
roa do Crespo, loja ama
halanca c os
qoem
saos
o l-
tefifeai?.
POR HENOS DE SE VALOR.
Na ra do Qtieimado, loja n. 17.
venda de certas fazendas, vo vender por precos
r.inito baixos como sejam, castas francezas linas e'de
cores lixas a 200 ra. e 210 o covado, e muilo finas a
~'A", chitas francezas Boaf e de cores Ii\asa2f0o
< Caleado muilo
barato.
N eude-se na loja que foi de Joat|nim
.Mlilao do Atnaial, todos o olijectos all
exislentcs, constando de sapatosde varas
qualidades, couro de lustre, mantx|uim^|
iiuio ftt. cuv naiuiu in
po* barato preeo, e reiaJho a 39 o barril t na ra da
Calleia do Kecife n. 50.
Conlinua-se a vend r nesla loja o resto das fazen-
das da loja da roa do Cie-po, que foraiu arrematadas,
e se vendem pelos sei uinles precos :
Madapolao enirermo $800, 3e
o milito linii de jar Ja^^__^
"f I ^iktg^fflfil liooOJn 35 varas
.uaaozinlioae 20 j irila
Iiiin bom ainercauo
Cllilat de cures, boni padroes a 5a, 5500 o
Corlee de caifa de cairroira prela a 53500 e
Dilos de tollelc de se im preto superior
liiim de linho de qaiiros, o covado
Dito trancado, a vara
Pannos pretos e de cires a :t3 e
Chita larga franreza, o covado
Ditas estrellas de cores, o covado
Algodilo azul mesciaio e de Mitras, o covado
Cnr le- de cassa cliiU|
Ditos de chila larca
tiravalas de seda de dores
Lentos de ganga e de chita, finos
Oca m
39300
*T0J
13, WO
'28000
a-jejo
i;>n)
0SKH)
38000
200
)H)0
35500
20!)
160
160
1?0J
18920
6W
200
mos frascos de estrados muilissimo finos, pelo barato
preco de 19200, 19500, 2 e9300, jarros de porc 1-
lana delicados e de mo^-.^uos goslos com banha fran-
reta mailo lina a 28, fraseos com escencia de rosa a
320, paos de pomada franceza muilo boa a 100 rs.,
irascos pequeos e grandes da verdideira agua de
Colonia do Piver n 180 e 1>n)00, sabonet.s linos e de
diversas quali lades.ps paradenteso melbor que po-
de liaver, e ogtrai minias perfumaras, que se veu- simt'.omnpolassadaKussiaverdad
dem muito baralo: na ra doQueimado. na bem co- Corpo Sanio n.ll
nhecida loja de miudezas da boa fama u. 33.
inudou oseu estabeleeiinenlo da na do Collesio
|l!aposde sol de todas as <| ta I id a des, tanto para
casas de Pars.
rdososobjectosque se aellareiu ueste novo estaheleet
.?. Falque.
lielo^ioti de patente
gle/.esdeotiro, desabnete edevdro :
ndem-se a prero ra/.oavel, em casa de
ugiisloC.de Abren, na ra da Cadeia
Recife, armazem n. 50.
Ua I de Lai.sl)Oa. Alpica de aig0()ao de quadros dc ,|UM iar!0.
i'cn.le-se urna porcao de barris com cal de Lisboa, ras, bonitos aostos, para vestidos a pataca o 0-1
II. h, para
Iioiiic.ii con
.
irtcrW
do
Creg|M)
senliora,
IVa loja das seis
portas
Elai fente do Livratnent
Resl
No deposito de
II, vendem-e re
da de Ilimburgo, .
viudo de tjenova. esle
Iras cousas.
i id idos por
".iras.
.la do Rosario u.
ro rnoitp fino, >in-
qoeijo parmaisou,
gola, e mullas ou-
vado, cambraia de seda, superior qualidade e Ros-
tos modernos a dez tustoes o covado, chaly de
quadros e liso, filo liso e burdado, leDc.os "para
meninos briucarem, com avaria a vinlem o Un-
co, om completo sortimento de fazendas de to-
das as qualidades, em ptc,as e a ret.ilho, que se
Meias de laia pa->a IoJa das syis
A3$500
enttcliecada as- ira- naprar do em oulra 1";'11uc,, '"i"' sendo dinbeiro i vist?.
A boa fama
Vefido-secalileLisboaiiltimamer
leao elec-
t^co#
Achu-se i venda na (ypographia L'niao, ra da
ArJYora n. 32, a 120: rs. por numero.
Superiorek velas de carnauba.
Vendem-se por prfeco comraodo: na rna da Cadeia
do Kecife n. 24, primeiro andar
BICHAS HE HAPIRGO
A 16,000 rs. ocento
portas
[m Trente do Livramento.
Orles de casa prela com flor miuda o lisas a dous
mil res o corle, com sete varas, chitas trncelas lar-
cas, e nao desholam a doze vinlens .. covado, lencos
.la cassa brincos e de quadros de cor, grandes, pala
ra padres.
Vendem->e superiores meias pelas de laia para
padres, pejo baralissimo prero de I.3HOO o par : na
rna do Queima.lo. na bem cuuhecida loja dc miude-
zas da ba fama 11. 33.
CARTAS F1MSS1MAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-se superiores carias francezas para volla-
rcle pelo baralissimo proco He 500 rs. o haralho ,
na ra do Queimado, na bem conhecida loja dc miu-
dezas da ba rama n. 33. """|ira putera uc muiio noa lanni lmr ..,, ,, _
'dc mandioca, chepada ha pomo de S. Malheus, a i^lfS-' 1>"-a,.de f e
H aia i,,.,.,;i.____j v'"-" "'". varas e meia a-iO rs,, caivnhas co.
R' fl Mil ri-i krt >0 rs., pares de suspensorios ^
CUIHina UO lTlOllie.lO. cnodieiros O rs. a duzia.car.
1 No deposito da ra da Senzala-Ve-' *"' algil,,ir' com mo,a!' dou,i"
BICHAS DE H MBDEGO.
No deposito das bichas, roa Ur.ia do Rosario n
ll.lornoo-e a receber nova rtoiessa das melhores
bichas de Hamburgo por este llim- vapor inglez
.. lmar 11, que passou para o sol do dia 28 do cr-
reme, e vendem-se por menos de 168000 0 cenlo, e
alu-am-se muilo era coula. ._
Vende-se
ivo,
39 A.
um rHogo de ooro plenle inglez.
novo, confronte ao Hosario em Santo Antonio 11.
Ka: na ra da
I
VENDE Ml'ITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Yeiidem-sc libras de linhas de boa qnalidade o.
">0. (iOe 70 a I5IOO, ditas muito tinas den. 100 e
120 a -M'i>, duzia de lesouras moto boas para cos-
tura a 1->, dilas muilo (ioase grandes a 1(200 a du-
zia, prcuihas de hico eslreito a 560, caiiiubas com
agolhat francezas muilu linas a 160, caisnhas com
ltinovello.de buhas de marca muilissimo linas a
2N0, braceletes encarnados muito bouitos para meni-
Irazer por rasa nos hombros e para a cabera a pala- "ils e aenhoras a 200 rs., meias brancas muilo linas
lee cada om, peras de alcodaozuho com* pequen para senhoras a 240 e 300 rs. oar, meadas dc li-
lorjue dt avaria 1 dous mil reis a pera. nn"s ni.ileln>o linas para bordTr a 100 e 160, bo-
u i loes dema.lreperola muito finos para camisasatjOO rs.
superior tannlia de mandioca em a grasa, botoes muilo finos de ac,o para caifas a 2S0|a |
SaCC'tS urusa, livelas douradas muilo linas para calesas e col-
Vende-,, qualquer porrao'dc muilo boa fariobaM"* ^"*M" peBtei de MA maila '""'
dc mandioca, rbesada ha ponto de S. Malheu
Vende-se orna prela da Costa
Senzala Nova n. 40, primeiro andar.
Vende-se om silio na Torre, he ra do rio
com bom arvoredo, murado, casa de sobrado, senza
la, estribara, eoeheira, casa pira feilor. lauqoes
para banho e para rega, cacimba com bomba de
pndula, dase por preco muilo commodo e a prazo"
na roa dos Pire jonloaraM d'asua.
-- Vende-se om piano inglez de boa cons(rucru,
ptimo para aprendiz por ser baralo : na roa 'dos
Pires juoto a caita d'agua.
s brancas muilo linas Jft M_M '"**' fl I
*2M.fc; A tiencao!!!
zas.
Vendem-so muilo bonitas lioneras frnec/as, pelo
baralissimo preco de 1*280 e !>S0O : na ma do
Oueimudo, na bem cenhecida loja de miudezas da
boa fama 11. 33.
II
tas para penuas de aro a 20 e 40 1
tan. lili, vende-se assucar retinado de e cruas, azenda muito boa, para h
superior qualidade, de arroba para cima. "" P*F '""enhas de laa de cara
Loja alie-
ancas
le
.odas as
para ali-
:i"/'- de
O deposito das bichas de Hamburgo, ra eslreila Vender chalv de quadros de bonilos padroes i
doKosarion.il, i bichas de liamburzo pelo vapo inelez lAvon, guc chales de merino lisos com franjas de relro? de bo-
1 ntas cores a'>$, ditos com lislras de seda a 7?: na
passou para o sul ; iendem-se a Hif) o cenlo, e lu-
gam-se a 320 as grandes, e 2IX r. a menores.
10) rada 11111, c mudas oulras fazendas por baralo I l'esdo ,'1, eslalieleciincnto.
piero.
SEDAS ESTEZAS PARA
vestidos desenlila a lx&(W n. OCOVadu.
Na ra do (.locimado, loja n. 17 ao p da botica
ha para vender as mais modernas sedas oscorezas dc
quadros, viudas pelo ultimo navio do Havre, pelo
baralo preco de l?>200 cada covado.
CORTES DE VESTIDOS DK SEDA
PARA SEMIORA.
Is mais modernos, lisos, adamascados, e de qoa-
dros, checadus pelo ultimo navio, de novo dese-
nhos e cores muilo deliradas, por preros rommodos :
na ra doOueimado, loj: 11. 17 ao pe da botica.
-- Vende-se una cabellcira crespa de naseenej.
em moilo bom eslado, e um crescenle de rabello cas-
lanho, muilo grande e muilo em conla : 110 caes do
liamos, taberna do Retiro n. 26.
Na bem ronhecida loja da roa do Queimado,
Vende-se urna negrinha de S anuos de i.lade,
muilo linda, propria para dar-sc de mimo por ser'
muilo bonila c esperta : na ra lar^a do Hosario u.,
22, segundo andar.
- Vende-se urna bonila escrava crioula, muilo:
mora, rom urna linda cria e eirellenle conducta, i
e com habilidades : quem pretender diriia-se
ra Angosta n. 3.
Vende->e uro excellenle escravo laxeiro, assm
como urna carlera grande com muilos escauinhos
na ra Nova n. I i, seguudo andar.
AVISO AOS FABRICANTES DE VELAS.
Vende-se lio de aigodao da Baha para velas, em
pcqiiruas porrdes e por prejo commodo : na roa do
Vigario n.27.
Vende-se urna escrava aindg mora com alau-
mas habilidades, sem vicios nem achaques : vende-
se nicamente para comprar urna negrinha de oito
llglOS
ii.ge/es de pa-
tente,
ra do Queimado, nos qualro cantos, loja de fazen-
das da boa f n. 22, defronle loja de miudezas da
boa fama.
Vendem-se relo^ios suissis.de t ..
qualilfides, lano deouroctaVnodi' pra
dilos rjalvanisados efoleados': na ra da
C deia do Recite n. IS, na mesma casa
liatnmbem meios clironomelros. .
MISTA JAS BIIASLALI-xeneos de cam-
braia de lindo
dad
*......., 1 anuos, ou permula-se, vollando-ie aquillo que
2"!.aA0.!,eCC0: l8^"?'0:'^0 ." I vendem-se por convenciouar : na roa das Cruzes, laberna n. 20.
i
barato prero as seguiolet fazendas :
(.asemira muito fina, bonitos padroes, o corte
I.liapeos de maa muilo finos
Selim maco, o covado
('.mies de collele de gorgor.l e seda
Hilos de fuslao muilo linos, bonilos padroes
Mantas de seda de bom gosto
Chales de casemira bordados de seda
Hitos de dita lisos
Dilos de cambraia e seda bordados, muito
linos
Hilos de l.l.i e seda, lindos padrees
Ditos de laa muito finos
Corles de cambraia com 3 barras, muito boa
fazenda
Hitos de l.enros de seda com franja para senliora,
fazenda superior
Hilos de cambraia c seda, bonilos
Hilos de dita de linho muito finos
Hitos de dila muito linos e modernos
Ditos de seda para gra.ata, muilo bom goslo
Ditos de cambraia de grade muilo finos
'- .llilosde rap muilo finse bons gostos
Fil liso -4 linli.1 lino, a vara
Cambraia de r "n_goslo c muilo fina, a vara
(.hila franrp.- juno boa, o covado
Kiscados di lindos padres, o covado
l.ovas de pernea muilo .*j-, o par
Hitas de seda pira horaem eSaaat'i'
Hitas para homem, de algodao, n
Ditas mais ordinarias
lilas pretas aberlas para seuhora, I.
I eilos de camisa muilo finos .
Ditos mais grossos
E mutas nutra fazendas de bom gosto
dem mais baralo que em ootra qualque "*"' "" en"
sj amostras deiando penhores. r Par,e- da-
' VESTIDOS DE BOA SEDA POR P(H.r_ _
DIMIEIRO. K pOLCO a
Cortes de vestido de seda escoce'
dos, sendo de novos e'modernos y com ISeova-
prero de 18.? cada crie : na loi is,Mi pelo baralo
lo Oueimadu n. 10. a dc 4 ponas na ra
-- fia na do Crespo, I
r a' ven.ia :e '" *' "' c,on,,nil|n'
mi.... que lem vndo aJ "tes ,oalhas de Pr
VELAS HE C4RNAUBA WwiWAI).
Na rna Direita n. 68, vendem se STS >arna.i-
a refinada, imitando espermacete \ .? !r- ?
rn de 4t>0 libra, -"---' Pe, minuto
iho;.issim como'ci
"ho. por menos preco do queden, ^Z^l
- Vende-,e ol lylographta co-m todo, o,
Mipie^ pedras, e
os para ns Jrnhalhos
um.. lo : a pessoa) que
dss Larangeiras n.N29.
de
195 1
(>>> >
WIJ
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15200
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5C30
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720
260
240
900
18/10
o0
4CD
S>3
320
2'.)
que se ven-
es lUiauito barato.
Vcnde-sc papal dc peso c almaro o melbor q
pule liaver neslc g.'nero a 3, 4, .' e 63000 a resm
papel paquete mullo lino e Je muilo boa qualidade:
propriamente para se escrever por vapores para a
l'.urnpa em consequpiiria de nao se pagar grandes
portes de cartas, em resmas, mcias resmas, quarlos
rlc resma, ou roeeme em quadernosa 80 rs., papel de
linho verdadeiranienlo almaro e proprio para cario- ,
rio a 49 rs. a resma, verdadeira penuas dc aro de *"a "<' rna da Cadeia.
hico de laura condecidas pelas melhores qoe "ha ,
Is200 a caixioha com 12 iluzias, ditas sem ser de bi- .
co de hinca, mas lambem moto boas a 640 a eaili- .
Vendem-se superiores lo a- de pellica muilo novas' "''* com 12dozias, duzia de Upia muilissimo linaso
para homem e senhora a 18280 rcis o par, dilas de ;'^"' *00 e 300 rs., dilos para desenlio a 800 rs. a
seda muito hipas e sem defeilo alguna amarellas, prc-1 ''uzia. caivetes muito linos e de todas as qualidades
las e branca,* pan houiem e senhora a I-ni 111 reis e pieros, tinta ingleza muito boa c barata: na ra
-- do Queimado, loja de miudezas da boa fama D. 33.
e
os ineldores f^bric^doa em IngUlerm: un casa d*
Henry (jihson : tu. da Cadeia do ReciTen. 5'2.
LVS PM HOMENS E SE-1
NHORAS.
A 520, 400, SOO,
cadA 11 ni.
1..
Vendem-se na rna do Crespo, loja da esquina que :
i cores a 100 rs. a perinha, penles de
. ser, fazenda muilo boa a 800 rs. a
tiotes de leu.va piulados para cami>
de fila de ros de todas as larguras a 2
: lii.mr, de cairelis rom IO jardas do
! die a 0 is. o carretel, lini *..
a muito boa a 20 rs. a
es da melhor qualidade 1
(0, penles aberlos de balea **to
nuilo boa a 23600 a duz a' ,,,cla '' "a
I meninos, braucas e de core, a210 e 320
livelas para sap al '60, camnhas
nalitos de fo 8o de veluilia.de boa
com pililos de fogu de
s com .">0 caiiiiihas de
iruuss s 320,
i 40 r.t "sa-
.. 1...... uiatteaui a .ma> rs. o par,
pretos para relogios, fazenda muilo
, e-covii.has multo boas para denles a
Alin de tudas estas miudezas ven.lem-se
iiiilissimas, que a visla de sujs hoas qua-
e baratos precos lem causado admirando
compradores : na ra do IJueinia-
conhecida loja de miudezas da boa
A' loj a de \ po r tas da
ra da Cadeia do Ke-
cien- V8,de Naru'.zo
Mara Carneiro, clie-
jou ltimamente um grande sortimento
de sedas com lindissimos desenlies e de
.n muito superior i|tialidade, pelo baratissi-
mo prero de 1)$000 rs- o corte, ditas
'^!com gostos chine7.es a JOOO rs. o covado,
e outras militas fazendas que s avista dos
compradores podero avallar os seus pre-
ros nelas snas boas (|ualidades.
* escrava crioula que eugomma
:..: ua ra Augusli casa da
0V1 defronle da taberna.
co rio
DE HOLLOWA.Y
Na roa do Collego n. 3, vende-se doce de
gniaba mteiio, em barris.
Re alerro da Boa-Vis(a n. 80, vende-se man-
leiga ingleza a 640 e franceza a 480, chocolate, ma- j que oelle se acliam, seudo as Ierras do referido silio
carrt* e talharim a 400 rs., grao de bico a 80 rs.. proprias : q uem b preleuder procure em casa de Sa-
caf de primeira qualidade do Kio de Janeiro a 2CJ muel P. Jol insloi i Companhia, ra da Senzala >o-
0 par, dilas prelas de lorral muilo hoas a 800 reis o
par. dilas dei lio di Escocia brancas c da cores para
homem e sejnhor^ a 400. > 1 e '.mi reis o par, ditas
ditas para inleuinus emenina, a iki rcis o par, luvas
de seda ricas da j todas as cores e bordadas, com
guarnirn, para s.nhora a :;-1M111 c l-".ii reis o para
e oulras ma.is qualidades de luvas, ludo na ra
do ijueima.i.i na liem conhecida loja de miudezas de
boa fama n 33.
Vende -se o silio com casa de sobrado do falle
cido George Kenworlhy, nolusar de S. Jos do Man-
guiuho, com arvqredoi de frurlo e mais bemfeitorias
1 boa
rs. e 180.
No jardn] publico, ra da Soledade n. 70,
vendem-se ps de parreira de difieren [es qaalidades,
sapotis, Trucia-pao, goiabeiras, e muitu grande va-
rieJade de flores viudas lodos os anuos de frange.
Vende-se a verdadeira graixa inglez.) n. 97, do
fabrcame Day and Mirlen, em barricas de 15 du-
zias de potes, em casa de James Crabtree nhia, ra da Cruz n. 42.
Mdeudas superiore.
Na lundic/iodeC. Starr&C, em San-
to Amaro, acha-se para vender inocndas
de canna todas de Ierro, de um modeloe
construccao muito superiores.
Publicacao ,:'.,
_ iterara,
Canlos e I r
aeha- "tos, poesas de J. D. R. da Cunta,
- venda o reato dos ejemplares, na loja do
or. J. Nogueira de Souza, joolo ao arco de Santo
Atouio.
Zapatos do Aracaty.
Grande sorlimenlodesipalos do Ancaty de ore-
Iha para homem, em grandes c pequeas porgues, e
velis de carnauba por prego commodo : no aterro
da l.oa-\ ista em frente da boneca loja n. 14.
Com toque de
avaria.
l'eras de madapolao a 23300, 33 e 3$200 : ven-
dem-se na ra do Crespo, loja da esquina qoe vnlla
para a ra da Cadeia.
Veudem-se peueiras de arime : no largo do
va n. 42.
Potassa e cal.
Vende-se j otassa da Russia e america-
na, clie'dda nestes dias < de superior
([iialidadei e .al de Lisboa da mais nova
que lia noSmircado : no muco deposito da
rita de ApolM> n. 2B.
Attencao.
Vende-se mu itega ingleza muilo boa a 80 efilo
:|\a loja das seis
portas.
.as." Je Rabe Scbmettau i C., ra
o~, vende-se :
sortimento de vidros de :s-
pillllO, alcallao e pi\e la de 1ualro palmos de largura a pataca o covado, cai-
sas Iraoce/aa .1^ .arr.,.. mniim, m.iiin fm... a
Em casa dc M. Calinoit A C, piara do
CorpoSanto n. II, lia para vendero
seguinle:
Taboado de
Suecia.
Alcatraodc carvao.
Lonas le algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade
Cabos de linho ede.Manilha.
Tudo muito commodo.
Ei
da Cadeia 11
L'm grande
pe lio.
ReTogios fino de patente inglez.
Dilos ditos de patente suisso.
Couros de gra xa
/. IjUUI u.-t Ul
rente do Ltvraniento. Ereiibasseccas em garraocs.
Alpaca de algodao de quadios grandes e pequeos, Vial 111 do Rhei,0 superior,
ao goslo dos compradores, fazenda inteiraioenle no- C0QSe,.vas a|ientarias dc boas
va ueste mercado, com duas larguras, que faz mais
cad
'I
es.
sas liancezas de padroes modernos e muilo finas, o Tudo por preco
i|ommodo.
(U L0J\yM BOA FVIA.
Vende-se baodejas'g/an(le, e niuito linas pelo ba-
l'azeudas ratissimn prego de 3o0r^> 'y0"
.".^OtHI r-is
Er-'
a libra, dila Ira
harrs, duzia d
fliceza a 480 "diO, e com abale em
abneles a 180, cali linos para vi-
nho a 3J> a .luz 11, vinho do Porto engarrafado sope-
rior a 19280, rn
en...
liberna do Maia
(as-
as
Attencao
Kiscado escuro e mnlo lar|o, proprio para roupa
de escravos a llitl o covado, colchas brancas adamas-
cadas dc muilo bom golo a s, atoalhado adamasca-
do rom 7 palmos de largura a 18000 a vara, loalhas
de panno de linho alcoxoadas e lisas para rosto, as
mais superiores que lem viudo ao mercado, ditas
para mesa, auar'Hiiapos adamascados e nutras mua
corte lies mil reis, e lambem veude alguna corles
com barras muilo esquesilas e finas a tres mil reis.
r.sla loja sacrifica as fazendas por pregos que ani-
mara, porque espera sortimento novo para aaprecia-
vel fesla do Natal. Da-se de Mas as lazeudas
amostras mediante um penhor que equivalha o valor los de armagao de .go 1f_%'"uli,H
eis,
-di, .litas
com armagao de bfalo a 00 res, oc ,% com arma-
gao de metal braceo a ii'*' rt,t o lunetas com
armagao de tartaruga coi ?< a 39000 reis, ri-
cos chicles para cavallus ..uitiem esouhora peto
das fazendas ou amostras qoe os portadores Irazera 800 res, tunelas com armeglo dourada a
ordem de levar. ditas com armagao de lar*aruRa a 1S0I>
Vend
e-se
1 remenlo muito novo, chegado em 1 dc maio prnxi-
I rao passado de Hamburgo, por prego muilo era con-
la 1 vista da qualidade, lano em porgan como em
li.ii ri'v. e tinas: 110 armazem de malerues na ra
;da Cadeia do Sanio Antonio o. 17.
isratel de Selubal a 13, dilo fianccz
a',720, e mais u na infinida.le de gneros que erll
' donho m eneiona-lns : no'"- ... ,
. amia o. ua-\ isla, 1
n. 42.
las fazendas pi-
do Crespo, lo1
Cadeia.
ro rommodo : vendem-se na ra
quina que volla para a ra da
Attencao.
Alporcas.
Cimbras.
Cilios.
Canceres.
Corladuras.
llores de cabera.
das cosas.
dos meoibros.
Enfennidides da
em geral.
culis
tatos de vento
nara.
pretas para luto.
com bombas de repu..:.-' -arenar
zaderapim: na fundigaode 1).
na ra do Bru ns. 6, 8 e 10.
is ha-
ttowman, '
Vendem-se ca nas prelas muilo finas proprias para
lulo, pelo baratsimo prego de 480 vira : na ra
do Queimado, n is qualio cantos, luja de fazeudas da
le miudezas da boa
boa le o. 22, .le ron le da loja
fam
Pianos,
Vendem-sepi inosvcrlicaesnclezes, de elegantes'
^m os sens
JOoszjor prer,
carnaTihT0'? "S faz '- I Carm0> "!'" de UorU. o. 2.
Dura ii'.. i..h... i._ I
Vcude-se urna armagao que foi de loja de fa-
zendas, na ra da Praia 11. 38 : a Iralar na roa do
(Jucimado 11. 40.
CORTES DE RISCAD ESCOCE/. A 29300.
Na ra do Queimado n. 21 A, veodem-se corles
dt riscado escocez a is-Hm, de padroes modernos.
casias francezas linas a .'iliO a vara, chitas francezas
Snas a 200 o covado ; do-se as amostras com pe-
nhor.
para qn
"''-se assur.ir
\e..... .
1 pequeas e gra :s porgo
no deposito de assucar da ra do v'igar'io n. 27.
I Cal virgem de Lisboa, rhegadi. no brigue
ua .Constante : nos armazens de Tonseca, Mediirus &
ra do ISrum, passando o ohalariz, contina ha- Companhia. ra do Trapiche.
TAI XAS PAMA ENGEXHO.
Na fundicao de ferro de D. W. Bowmann
ver um completo sortimento de laixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: embarcarn-se ou carregam-se em ser-
r sem despea ao comprador.
baralissimo prego de 800 -is cada um, grvalas de
seda muilo bonitas a l**nJ0 reis, bonilos alacadore
de cornalina para 4a*ca pelo liar jlissiinn prego de
300 reis, losjiiyns". 1 ios finos de borracha a 400 rea,
penles miii/rissimo finos para suissa a|300 reis.escovas
minio linos para cabello a 040 reis, capachos pinta-
da ri.inpn.ln> e redondos a 700 e 1r fe fii.,imos de n.adrepero.a para rarai.as a 1,200' |J^**,-
rs. a erota e 120 rs. a doza.ricas canelas para peona -
N.,eirodaBon-Vi,,an.22 laja P^&SXZSZ&SZFlS*: ^'Z,
varias pelles de onga de vario, laisr" os, vende-se | T^^i^^&Sf'&SXISZ
para barba a 200 res, iluzias de facas e garfos linos
a 37000 reis, dilas de cabo de balaugo muilissima
linas a l'.-'iiiu a duzia, dilas fiuissimas de cabo de
mar.-, 0 melhor que pude liaver a 181000 reis a
...... imisas de meia muilo finas a 1 -mu reis, ri-
r 1 en. commodo : duzia, c. .duras de madrepernla e nodal para coi-
cas abolu lo baralo prego de 500 e 000 rtis,
lele e palitos p. ',h de urna e
liuisaimas navalhas para L___a em estojo
duas navallias pelo baralissimo prego de 2.--000 o es- '""cao em portusuez para explicar o modo de
tojo, enndieiros imeriranos muilo bonitos nronrios L"*"~ ""* unjuenlo.
aier uso ut.n,
t) deposito gera'. be
miccutico, na ras d
boro
muilo em conla.
Aviso
iclee,
. d<-
Lepra.
Mates daspernas.
dospeiti.
de olhos.
Mordeduras dereptis.
Picadura de musqulus.
PulmOes.
Queiniadelas.
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tibha, em qualquer par-
le que seja.
Tremor de nervus.
Cceras na hocen.
do ligado.
_ datarliculagves
Veas torcidas, ou nida-
das nas peritas.
Va loj 1 das seis portas em
frente ilo Livraineiuo,
vendem-se:
Camisas
<)
ealcjv,
,nu|jperlences, e com
a prelende.'- ,,irija
kovo '0"tir?a
dos ira 1 ^es.
I rocam-se por sedo1" TCihi n0vo c completo
Srtmenlo de calgados todas ahdades tanto
ra homem como para aei'.horas, ,. meninas
R'jior prego milito rommooH1. lin apurar di-
nlnjir9 : 00 alerro da Boa-VisVtdel la boneca.
CORTES DE SEDA
USOS E COM QUADROS ASSET1NADOS.
Vendem-se na ra do Queimado n. 21 A, curies
de seda lisos e de quadros asietinados, goslo novo,
chegado pelo ultimo navio fraocez, chales de tneri-
uo bordados a matiz com velludo, e ootra* muilas
lazcndas, (|,|C se veudem em conla.
?
Ib
DE CHIfA
i. ii
Sapatos de feltro c vle
V US.
Sao chegados os muilo desojados sapatos ileVeliro
de liga, lauto para li.vnirn como para senhnilyi. e
inetnno-, muilo poprios\para preservar as liana
les na listaran prsenle: 110. alerro da Itoa-Visla
fronte da betaeca n. II.
Vcndcin-se vcllas de raiiidiiba de composigao,
a unil.irao das velas rslearinas, pavio americano, da
mellipr qualidade possivrl, bom ramo .le rarnaulia
simples, por preros comraodos, arroz pilado muilo ,
l.om e ja' muil conhecidn por crescer mala que o I ASSbTJNAl)0 COM MAIS DE VAHA |)F, LAR-
N, prnpnos
para esludantes ou mesmo para qualquer estabele-
rimento, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pendurar ou pr-se ero rima de qualquer
n,esa, pelo barato prego de 59000 res, pastas para
guardar papis a 800 reis, espedios para parede com
armagao dourada e sem ser dourada pelo baratissi-
Vende-se om Ao. enoe se em casa de !>. V. Johnston & t., doze annos para mais, de esgoiio, a dez tosISes e.da ras caixas par. rape a 2*300 e 3M00 reis, nanel da
modelloseexcelcnlesvozes, fabricados por um dos 1 na da Senzala-.\0va n. 4 2, sellins inglezes, chi- !"'. Ir-'-"* dc cambraia brancos para mao e algi- r,es de folb.s nrqnenas em qoarlo de resma
mais acreditado autores, precitado na esposieo de1 -
Londres: noarnazem de Rnslron Rooker& Com-
panhia, praga d > Corpu Sanio.
AGENCIA
Da fundicao ^ow-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Ne-le estabelerimentocontina a liaver um com- \
pelo sortimento de moendas e meias moendas!
para en/;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coado de todos os tamaitos nara i
dito. P
Vende-se urna mulata de bonita figura, de 21 '
annos de idade, perita engomma Icira, coslureira e
eozinha o diario de nina rasa ; una negrinha de 7
nnos e um moleque de 3, de lindas figuras, os quaes
nao (em vicio nem molestia de qualidade alguma.
o que se aGangai : veodem-se por sen senhor ler de
relirar-se |iare fra da provincia : na ra do Crespo
n. 10, segundo andar.
fi de vela, chumbo de munigao, arreios para car- H moderna, panno fine mesclado dediiTernlH cores
JO, lonas inglezas. '' '" cov;,d0' proprio para palitos e sobrecasacas de
Saliti
re superior.
Ul
NOvo (iOSK) A 39II0O.
Vcndeinse iu.:u do-Queimado 11. 21 A, corles
maudara-seos cur-
do dula franceza
tese ruoslias.
Venden
e novo gosto
se cap-is de pai
W JtMTSeniiado 11. -Jl A.
no lino c oidiuario
(\\\\\ DE (IIADROS
do Maranho, em arroba a :;>, em sarcas a 1 800,
arroz de casca em sacras grandes a 3-VitlO, e em al-
queirc medida velha a 39500, ludo muito bdm : ua
ra do Vigario n. 5.
Vende-i
goslos: na
amostra: com
uadros asselina.lns
ueimado p. 21 A :
de lindos
d.io-se as
Vende-se e muilo barato, ua loja de ferragens da
ra do Queimado n. 33, em porgues e a re la I lio.
l'm completo sortimento do bordados comose-
jam. camisetas com inanias, collarinhos, peiltlhos,
romeiras. camislis, roilinhas e pelerinas ; lambem
lem um completo sortimenlo d* ricas ores, enfciles
para cabera, filase nsverdadeiros e modernos lucos
de linho: na ra da Cadeia-Vrlha n. 21, primeiro
andar.
Lindeza para vestidos
Veada-M a riea fazfnda lindeza, eheeada nllima
mente de Franca, pelo baralissimo preg de J9OOO o
covado. Esta fazeud.i he de pura 1,1a t seda, e os
seus padroes sao os mais bonilos qoe ale o prsenle
lem appirecido no mercado na ra doQueimado
nos qualro cantos, loj de fazendas da boa l n. 22
'
na bao preto.
Ja veio o salan prelo, c vende-se smenle na ar-
mazem de Joao Marlins de liarros.
Relogios
coberlose deicoberlos, pequeos e grandes, de miro
e praia, plenle Inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/: entra-,1 de Soulhall Mellor jj Companhia, na
do l'orros n. 38.
Cobeitorcs de laa liespa*
nhes muito eucorpa-;
dos e grandes.
Veudem-se na ra do Crespo.loja .la esquina que
voha para a ra da Cadeia.
1 muilo goslo.
Rt desde pallia, eitasno
Para.
Na ra la Cadeia poi'tas 11. S, vendem-se as referidas re-
des com cores e qualidades nteiramente
1 espiculiindriiicas.
Casemiras finas.
istulis no abdomrii.
Frialdade ou falla de ca-
lor nas extremidades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
IuchagOes.
Inflainmagao do ligado.
_ da besiga.
Vende-se este onguento'no esl belecimenlo sera
de l.oudres.ii. 244, A7ran<,e na oja de lodos os bo-
ticarios, droguistas e oulras pesso.is encarregadasda
sua venda em toda a America Jo Sul, Havana c
Hespanhi.
Vende-se a 800 ris cada bo etinha.conlem una
. phar-
22, em I'eiuan.-
S ebastopol
Fazenda int-ir.niieiilc nova, de padroes nunca I 'I111' se faz
vistos, e ptimos goslos, cada corte com 18 a 20 co- .,,,,
vados : na loja n. 1l> da ra do Crespo, quina da ra | ||| || |!
XA
BG
l'oi Ir.111.Olido odeposli
I ca de Josc da Cruz Santi
garrafas 55.IOO '
aquello q
das Cruzes.
Dianas.
Lindissimos corles de vestidos, fazenda que sop-
prc muilo bem a seda, cuslando muilo menos pre-
da ra
Pira c
es graos
slnoia,
ladose
brorich
dosor
'UE
xarope para a bn-
ra Nova 11. .VI'
10, sendo falso lodo
ueste deposito, pelo
4 0 PUBLICO.
'o.) ns os seus difleren-
conslipagoes, losse,
'gue, ddr decos-
rAo, coqueluche,
das asmolestias
^aloja da Kstrclla. ra doQueimado n. 7, ven-
dem-se casemiras franceas linas de lindos goslos,: : "a '">a ,ua do Crespo, quii
pelo baralissimo prego de i^iCO o corte de calta, e das Cruzes. j--------
rhapens francezes da ultima moda a Ug.i00. VIMIO 1)0 PORTO.
- Vende-se cera de carnauba, dila amaro..,. ., ..y^^/."-.J "'o."as qaalidades mato su- Mello.'
de carnauba, dila amarclla
nenos do qt
i quer parle : na ra da Cruz n. 31, primeiro andar
iba. por menos do que em oulra qua|! P*2 Tt^ "'"^'^'"i ^ ^'Z '"
1 > 10 eiicoii.uo, por pregos commodos : na ra dc pon
Quem diivida
Para os nainora-ivenlia co.
dos.
Apollo 11. H, armazem de assucar.
|\a loja das seis
puntes
Zlllllll I
/.er qi
uu er
que
Vendem-se folhasde papel mallo hnnin, proprio
para rnrro'pot..luira .1- namorados, pelo baralo
prego de 40, 60, SU e 100 r.. na ra to Queimado,
ua bem conhecida loja de miudezas da boa fama
u. 33.
\rndem-se velas de carnauba
qualidade que lem appareti.lo p
vas e terem boa consistencia par.
do remolla nem muran como
aalrai qualidades de velas do c,
loinain-se preferiveis a quaesquei
nulo prego de KO a libra, e nao
lidade a quem comprar lorna-se a
da-se o diuheiro : 110 paleo do ib
refinada, .1.
or seren mu.
1 aturar, nao faze.
coslumam fazer as
iriiauba, a por issn
oulra,pelo dimi-
aiiradiudo a qua-
receber as velas e
reo 11.1.
rMFREHTE nn
. iM.uiini
IXll
>. de algodSo de lislras com Ires palmos .le
lamina, Iszenda propria para vestir erravos po
lorie a meia pataca o covado, dulas escuras qui
desholam a meia palaca, e decores a aetovinleii '
roherlores tle Ma, grandes, a dous mil reis cada u*, I
e de algod.lo de dous pellos, muilo grandes, a quyro |
, dc Aulonio Joaquim de
nnme Antonio, ja de da-
r feilor do silio entre as duas
, e tem sido encontrado condu-
a como caiador, coslumundodi-
roga-so as autoridades policiaes
.ipo a apprehcnsao do dito escravo
.pensados.
a a estar fgido do abaito assiguado
tule, crioulo, de estatura regular, l-
> chelo do corpo, suissado, com algons Dn-
oslo, lem os dedos dos ps fendos de travs,
,tdar |ior Pao d'Alho, lenas do engenhoSau-
,a. uppSe-se, donde he filho, ou no Arraial :
icia queira participar, ou ap-
enerosamenle recompensado
ns '" ry * ""'/. 1 rna do Cahug..
Jos Atoes ta Silva CuimarSes.
[alara-, dinbeiro avista, para acabar.
l'F.HV TVP. DB M. F. DB FARU IB6


UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuosde todas as nagoes poden
leslemunhara vinudesdesleremedio incomparavel
e.provarem caso nercssario,que, pelo uso que delle
interarn. lem seu corpo e membroc inleirameiile
saos, depuis deliaver empregadoinulilmenle oulros
ira lamentos. Cada pessoa poder-se-ha convencer
eeasas curasmaravilhosaipelaleilurados peridicos
que ib as relatara lodos os dias ha muilos annos; e
maior parlo tlellas sao lito sorprendentes que admi-
rara os mdicos mais celebres. Qumil.is pessoas re-
conraram rom este soberano remedio o owxte seus
Dragos e perua, depois de ler permanafldo tungo
'Tf ""'""P". de dev ,m ,1eVa ampula-
g.loI Uella. ba muilas, que adeiadoesses
avos de paderimeiilo, par submellerem a
essa operaran doloroii. curadas eornplela-
meule, mediante o uso precioso remedio. Al-
guiitasdaslacspessr eluso de seu reronliei 1-
mento.declarara' .lea resullidos benficos dianle
do lord corre- e outras magistrados, aflm de
mais auten' a ,ua affirmaliva.
Riiigu- esperarla do estado de sua sande es-
livess' ^nle conliinga para eusaiareste remedio
.emente, secuiudo algum lempo u trala-
jque necessilasse a nalurrza do nial, cujo re-
ado seria pruvar iuconsleslavelmeule : Que tu-
a!
O ungento he til tnatparlicularmeulc
seguintes cato*.
matriz.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO ILEGIVEL


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