Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07448


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Full Text
AUNO XXXII fc-m
Por 3 mezes adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencido 4i500.


01 ARTA FEIRA 7.0 DE .IILIIO DE i 856.
Por auno achantado iStfVOO.
Porte flanco para o subscriptor.
fcNCAUREt.ADOS A SL'BSCUPCAO' NO NORTE.
Parshiba, o 8r. Gervaiio Y. da Nltiiidade ; Natal, o 8r. Joa
quim 1. Pernea Jnior; Araeatv. Sr. A. da Lemo Braa
(>eri, o 0r. J. Jos* de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
que* Rodrigues; Piauhj, o Sr. Domingos Hereulaoo A. Pnsoa
Caraos**; Para, o8r. JualinianoJ. Kamoi; Amazonas, o Sr. Jero-
ajmo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olimh : todas
da, i- U c m in liura* to (Ha.
.i Paralaba ; naa -.ni-11- esli
h. Aman, llr/.-n.... liiiiilii.C..riidtu, AIIiiiIii, .- Gal ana
S. I.uiiri'iini, l'no-O'All.,, .Va/.ir,-o., LilUOi-iTO, Bn-jo
aira, Florea, \ill..-ll.i:.,. Boe-YL*u, Ouricarf r r.\n :
(labo, Ipojaca, SeriahAVo, Kio-Fonn....., fnn. Biri
Ptamlrii r .Naial : 'iiiiiii.i--li-ir.i-.
(Todo* v rorreioa pan........ ni bares ila mnnh. -(.ir..-.
.,. tu i.-rca-r.-ira
IV-.....ni. i-..-
i.i- iiuatla- n-ii.i.
ir..-, A.-ua-l'r.la
VJU DI GNU AS DOS TiuitLXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlas a sabbadoi.
Relaco lercas-feiras e aabbadus.
Fazenda : quarlaa aiabbadoi aa 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia*
Juizo de orphaos .- segundas quintas as 10 horaa.
Primeira Tara do civel I segundas a seitas ao meio-dia.
Seguida rara do civel: queras a aabbadoa ao meio-dii.
EP1IEHER1DES DOMEZDE .11 I.lio
1 La nova as 7 horas. 11 minutos. 48 segundos da mantisa.
10 yuarlo crescenie ai 7 lluras 2 minutos e48*eguudui da m.
17 Lua'cheia as 2 horas, 12 minutos e 48 segundos da tarde.
34 Quartoraiuguaote aos 42 minutse 48 segundos da tarde.
PARAMAR DE IHi.II..
Primeira as 3 horas 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas e minutos damanhoa.
DAS da semana.
28 Segunda. N. Inuoccncio p. Ss. Xazsrio : Oleo un.
2 Terca. S. Hartlia v.: Ss. BeatfhFlora Un.
30 (Juana. S. Iloii.mlla : S. Hulino ni. S. Julia.
31 Quinta. S. Ignacio de Lnyolla huidadnr dus Jesutas.
1 Sexta. S. As cadeias de S- Pedro apostlo.
I Sabbado V Senhora dos Alijos ; s. Kstmao p. m.
3 Domingo, Invcuee do cor|io de S. Bunio prolomarlsr.
K.\<:\UltEGADOS DA M KSCHIP* AO \(i M |..
Alagoas.o Sr. I.laudino Filcso Das Babia o 8r. D. Duos-n
Bio de J inriro.oSr. Joio Pereira Martina.
IM l'I.HX \.M
HtCl
O proprietario do IIIARIOMsnoel Flgoeiroi de Taha, rs sua
livraria, praca da Independoeria ns. Be 8.
PAH f FiCIAt
I lin*. sellas, lombilhos e qualquer cnusa pedenceii-I O* democralasimpnnham como condr-lo dosseusj O* discursos pronunciado nesla occasio (orofl-.
le a;arnia de cavallnria ; S.\ loda a qualidade de votos a ruptura corn Inglaterra ; pur isso a JX de ram-se nolaveis.
maio. 1 dias antes da reuonlo da commisilo anear-J O* Iu&lezes muilo bem saem, disse nm ora-
regada de noinear o candidato para presidente, re-' dor. que os asna visinho* e alijados sao assaz. ricos'
ceben Mr. Crampn os seus passapnde*. e os 3 para repararen! os seus desastres ; nao he porin de
cnsules de Pliiladelplia, Cincinali c .New-York, fo- urna queslao de diiiheiro que se (rala nesla mani-
rn! privados do seu exequtur. fe.130,00. tr.ila-se deprovar niais unta vez. aos Fren*
Comludo, apezar de recorrer a e iuslrumenlos de ferro, ac, tao e de quaesquer ou-
Iros matedles manufacturados, preparados ou for-
MINIaTERIO DOS NEGOCIOS ESTRA.NGEI ROS
Tratado de amitade, commercio e nacegaeo com \"a',0> ".'res-amonte parauso de guerra por mar
a confederarlo argentina. ',,/"; a
r. ... ..... ,t j ti-L- Arl. Iz. .Juanilo alauma djs alias partes conlra-
Decreto ii. 1781 de ti de jubilo de ib.*. ( Un|M e iromulga o halado de amuatle. Commercio 0 na- c irgurao entre o imperio du Vra 5rio orjenzna. -,,.,, <'"," u l"l"slw daqnella, sob pena de ser tralado por
endo-se concluido o assijjnado na cidadedo Pa-
ran', aos sele dias do mA de marc.0 do presente au-
no, um tratado de amisade, commercio a navegaban
entre o imperio c a confedera^ao arseotiua ; e -
rhaudo-se este acto mutuamente raclilicado, e tru- '
cada* as racliticacocs em >Je juilio prximo passa-
do; be por bem que o dito tratado seja observado
e cumprido ISo inleirameute como uelle se coulin.
Jos Mara da Silva Paraulios, do meu consellio, mi-
nistro e secretorio de estado dos negocios astrau^ei-
res, o teulia assiro entendido e espera para este liio
os despachos necessarios. Palacio do Kio de Janeiro,
aos I i dias do ih-/ de jullio de 1836, trigesimo-
quiuto da independencia e do imperio.Com a ru-
brica de S. M.'o imperador. Jo. Paranhof.
Tratado de amisaic, commercio t nacegarao entre
o Bnull e a confederaco argentina, a que se re-
fert o decreto tupra.
Nos 0 imperador constitucional e defensor perpe-
tuo do Brasil, etc.; fazemos saber a lodos os que a
presente carta de cnnfinnac.a'o, approvacHo e ralili-
rai\io Tircm, que aos 7 das do raez de inar^o do
correte auno de 1Kv> se coucliiio e assignou na ci-
dadedo Paran', capilal da i-iiiife-lerai;.in arsenliua.
pelos respectivos plenipotenciarios que se achavain
muuidos dos competentes poderea, un tralado de
atnisade, commercio e navesaejo entre o imperio do
Urasil e aquella confedererao, cojo theor e forma lie
como se segu : *
Bmntme da Sarilissimn e inditicel Trtutlade.
Sua Mageslade o imperador do Uraail e o presideo-
le da confederar > argentina, deaejamlo lirmar em
bases solidas e duradoqras as rela^es de paz e ami-
sadeqUe aalMislein entre as daas naques, e promover
os inlereaaes commutis do seu commercio e navega-
ro por meio de um tratado que regale as ditas re-
lares e mleresses sobre as bases eslabelecidas ua
i-iiiivencao preliminar de paz de 27 de agosto de
1828, e nos convenios de 29 de maio c ->t de no-
vambro de 1851, nomeararn para esse fim por seus
plenipotenciarios, a saber :
S. M. o Imperador do Brasil ao Illm. e Kxm. Sr.
viscende de Alsele, do seu coiiselhu e do de estado,
seulil hoiiiem da sua imperial cmara, senador to
imperio, dignatario da oritem imperial do Cruzeiro
e grau-cruz das ordena de Chrislo do Brasil e de
Noesa Senbora da ConceicSo de Villa-Vicosa de Por-
lug E o presidenle da confeleratSo argcnlin.i ao Illm.
o Exm. Sr. Dr. D. Joo Maria Gutieirez, ministro a
secretario de e'tado do governo da confederarlo na
repartido de relaies exteriores : os quaes, ilepois
de terem trocado os seus pierios poderes respectivos,
que foram adiados em boa e devida furnia, couvie-
ram noa arligos segaioles:
Art. 1.- llavera' perfeila paz i linne e sincera a-
misade enlre S. M. o Imperado! Ii Brasil e seos suc-
cessores e subditos e a confederacao argentina e eus
cidados em tudas as suas daesess&ea e territorios
respeclivos.
Art. 2. Caa urna das alias parles conlralanles se
comprometa a n^o apoiar directa nem indirecta-
mente a segrvaacao de porco algurna do< territorios
da ootra, nem a creac.Vi nelles de goyernos in Jepeii'
denles e n lUnctBjBki'iinr. i'-' da auloridade soberana
e legitima respastivy,
Art. 3.' A- duas altas parles conlralanles cnnfir-
roam e ractifleam a declaradlo comida no arlig > I da
convenr^flo preliminar de paz celebrada enlre o Bra-
sil e a repblica argentina sos27 dias do me/, de a-
goslo de 1828, asim como confrmam e raclilirain a
obrigarjo de defender a in dependencia e integrida-
de da repablica orienl.il do CrosurWTde ennformi-
dade com o ail. 3 du mesma comaciicao preliminar,
e segundo eslipularrm uHcrlorin u'.e com o guverno
da dita repblica.
Arl. 4.- Considerar se-ha alareda a independen-
cia e integridade do estado oriental do Uruguay, nos
casoa que ulteriormente se accordarem em concur-
rencia com o seu governo, e desde logo e desiguada-
meole, no caso de conquista declarada, e quando
alguma me .i' estrangeira pretender mudar n forma
do sen governo ou designar, on impor a pessoa ou
pessoas que bajam de gnverua-lo.
Art. .">. As .loas alias partea contraanles conlir-
mam e ralilicam a derlaraqiti e reconbeciineiito da
independencia da repblica do Paraguay, nos (ermos
em que- o (izerain o en-an > j j|o das relaces exle-
riores, a director provisorio da coiire-irai;Ao argen-
tina, por meio do seo eucarregado de neaovio* ,.ni
mi-.'io especial jouto ao governo do Paracuay, aoa
17 de julho de 1832, e S. M. o Imperador do Brasil,
por aclo de 14 de selembro de 181 i, feito e assigna-
ifn pelo eucarregado de negocios imperial junio ao
governo daquella republica.
Arl. 6.- As duas altas parles contraanles, dese-
jando por o commercio e navegacSo de seos respec -
livoe paizes sobre a base de urna perfeila isualdadc
benvola reciprocidade, convem mutuamente em
que os agonas diplomticos e consulares, os subditos
e cidadilos de carta.ujpa dellas, seus navios e os pro-
ducios iialuraes ou muuficiorados dos dous eslados,
-ozem reciprocamente no outro dos raesmos direitos,
franquezas e immonidades ja concedidas, i>a qoe fo-
mi! un futuro concedidas a'na(;1o mais favorecida ;
gratuitamente, se a concessilo em favor da onlra na
Silo fdr gratuita, e com a mesma compensaco, sea
concessao fiir coodicional.
Arl. 7. Para melhor nilelligeiicia do arlisn prece-
dente, convem ambas as altas parles conlralanles
em considerar como navios brasileiroa ou argentinos
aqoelles qoe forem possuidos, tripolados e navega-
dos segundo asleis dos respectivos paizes.
Art. 8. Os Brasileirus eslabelecidos ou residentes
no territorio argenliuo, e reciprocamente os argen-
tinos eslabelecidos oo residenles no territorio brasi-
leiro, eslarao isenlos de lodo o servico militar obri-
gatorio de qa preiluno forjado, imposto ou requisir^o militar.
.TT^a^ejjij^aiini i das altas parles contratantes se
obriga i iiiiiI.....Ili'^aimw ux I" 'cicnle c volunta-
riamente oos seus estados, e a rfiro aisneerar eui scr-
Mcn seu, aos ridados subdilos da outra que live-
rem desertado do servico militar de mar oo de Ierra,
levando er appreliendido- e devolvidos os soldados i
e inai nilieirns de guerra desertores, se forem recla-
mados pelos cnsules ou vice-consules respeclivos.
Arl. 10. Se succeder que urna das altas parles
contraanles esleja em guerra com urna terceira, oes
se caso observarlo ambas enlre si os seguinles prin-
cipios :
I." Qoe a bmdeira neutra cobre o navio e as pes-
soas, co*n exrepcAo dos olliciaes e soldados em seivi-
ro elTeclivo do inimigo
2.- Que a bandeira neutra cobre a carga, com ex-
ceprao dos artigos de contiabando de goerra.
I ic.i entendido e ajoslado que este principio nao
sera applicavel m potencias que a nao reconbece-
rem e observaren!, e conseqoenlemente que a pro-
priedade de inimigos que pertencam a esses gover-
no* nao ser livre pela bandeira daqnella das duas
alias parles conlralanles, que se conservar neutra.
3.a Que a bandeira i......ui faz inimiga a carga
do neutro, a menos que leoha sido embarcada n-
les da declararlo da guerra, ou anles que se livesse
noticia da declaracao no poila'donde sarpou o navio.
Kir.i entendido igualmente que tra nao proteger a propriedade do inimigo, p r a-
ambis como pirata.
Arl. 13. V'n'imi i das alias parles contraanles
admillir em seu< porto* piratas ou ladres de mar,
oliriganilo-se a persegui los por lodos os meio* a seu
alcance e com todo o rigor da* leis, assim como tain-
bein aos cmplices do mesmo crime e a lodos aqnel-
les que ucrullarem os beus assim roubados. e a de-
volver navios e carzas a seus donos legtimos, cida-
dos de qoalquer das alia* parle* contraanle*, ou a
seus procuradores, e, em falla desles, aos seus res-
peclivos agentes consulares.
Art. 14. As e ni barca ee. brasilciras e argentinas,
tanto nieroan!-, como de suerra, pdenlo navegar
os ros Paran, l'ruguay e Parauuay, na parle em
que estes ri >s perjancem ao Brasil e coiitederae,3o
argentina, com sueicfi > unicaineule aos regulamen-
to* li*caes e de polica, nos quaes ambas as altas par-
les conlralanles *e obrigam a adoptar como bases a-
quellas disposii;s que maisellicazmenle coiilribuam
para o desenvolvimento da navesacilo em favor da
qual se estabelecem os Hitos regulamcnlos.
Arl. 13. Gmsequentenicitle as ditas embarcaees
poiero culrar, fiarinanecer, carregar e descarresar
nos logare* e porlos do Brasil e da confederaran ar-
gentina que paia esse iim forem habilitados nos so-
bredilos ros.
Arl. Ili. Ambas as alias parles contraanles, de-
sejando proporcionar lodo o genero de facilidades a
navegacao lluvial coinmum. conipromellera-se reci-
procamente a collocar e manler as bausas c signaes
que forem precisos para essa mesma navegacao ua
parte que a cada urna corresponder.
Arl. 17. Estabclecer-se-ha nos sobredito* rios,
lauto por parte do Brasil, como da coufederaco ar-
gentina, um syslcma uniforme de arrecadaeilo do*
respeclivos direilos de alfaiidega, porto, pilotagem,
policia e plurol.
Art. 18. Kecotiliecendo as altas partes contraan-
le* que a illia de Marlim (jarcia pode por sua posi-
So mbaraj.ir e impedir a livre navegacao dos alll-
enlas do Rio da Praia, em que sao inleressados lo-
dos os rib-irinlios, e os signatarios dos tratados de
10 de fultio ile 1S"3, recoiiliercm isualmenle a con-
veniencia da neulralidade da meDcionada tilia em
lempo de guerra, quer enlre os eslados do l'rala,
quer enlre um desles e qualquer oulr.i potencia, em
utilidad commum. e como garanlia da iiavegacao
dos mesmos rios, e pnrlanlo concordan!
lisia dos
ves que auuuncinu a lord Clarcudou a resoluco que nomes mais nolaveis da cidade, com urna semina
liavia tomado ; uo despacho relalivo a este a*suinp- que anda por 123.1KN) libra*.
lo, e que fui entregue na lerra-feira pastada pur Kallei-vos ha lempos n'oin muilo grave crime de
Mr. llallas a lord I. arendon, diz-se que pareceom enveueiiainenlo: um tal Palmer era acensado de ler
ni r-11 ii salisfatorias as explicaces do galiiuele tirita- envenenado sua mulber. seu irmo e minios dos
uico, mas que Mr. Crainptuii, nao he possivel nem seus amigos.
aceilavel como representante da GrAa-Brelanha nos I Os dous primeiros crime* cominelten-os para rea-
Eslados-Luidos, em cousequeucia da maneira por- lisar sommas consideraveis. pois (inha segurado as
que se comprometido no negocio ,1o* eiigajainentos, duas victimas em quanti* exorbitante* ; em quan-
e que a mesma impossibilidade se dava com os Ires [ lo ao enveneiiamento dos seos amigo*.o Iim com que
coi .ule- cima desigoados. jo fez foi lirnr-lhes o dinheiro, e livrar-se de divi
lu" i*lo porm foi acompanliado do* mais ami- das que comelles linha conlrahido.
cavis protestos, e ve-se que apezar de lomar urna
lalitude ener&ica para salisfazer a* exisencias dus
seus partidarios, Mr. Pierce quiz modificare dulcifi-
car a soa resoloruoi.
Deve todava confessar-se que Mr. Pierce andou
com milita sagacida
pela ; nao se satis
pacifico*, poi* sab
le para evilar urna ruptura enm-
ez com protestos amigaveis e
ii lo que a queslao da Ame-
rica Central impoi a minio Inglaterra, deu om
passo para facililai urna soIucd pacilica e ami-
gavel.
Al este momento linha reeo*ado lodo e qual-
quer arbitrio; agora porem declara queesl i romp-
i a siibmellcr-se a elle, e ale diz que au ve mo-
tivo para esta ditli-uldade nao ser resolvida por meio
de urna negociac,ao directa, linalmenlc d para islo
plenos poderes a .Mr. Dallas.
Segundo o* usos inglezes. usos que acbo e\- olien-
te-, nao quizeram reunir eslas dilferentes accu*a-
enes. e e*colheram o ultimo crime para formarem
um aclo de accu*aeiies contra Palmer.
He lal a reserva nesle paiz, que duraole os de-
bales nem se quer omaso vez se fez allusdo aos mi-
tro- eiivenenamrnlns imputa lo* ao accosado.
.loaqoim Antonio da Silveira.
Joto I.U'Z terrena Kiheiro.
lenlo l'Omandes do l'asso.
Jos Pinto de Macalhes.
Sua Mageslade. depnis de lomar ronlieciniento
de um nagocia tilo ori|0 H0 S(M1 bondoso amulo,
dignoa-se manileslar ao Sr. Ilr. Ilasl s quanln Ibe
era satisfactorio o empeiihn benelico e humanitario
dos fundadores e auxiliare* do novo hospital porlo-
soez, instituto que nao poda deixar de merecer sua
real ronsideraeao, bem como Ihe eram mui gratas as
manifestantes de altelo e lealdade dos seus subdi-
to* residenles em Peruamhuco.
lliunou-se lambern el-rei lagar algumas persunlas
sobre o numero e cominerriacao dos Porlusuezes all
eslabelecidos no que bem mostrea o iiileres-c qoe
Ihe merecem os seus subditos, em qualquer parle
que eslejam, e milito mais ausentes da patria.
Os nossos concidadaos, fundan lo um instituto
de caridade, com os -cu- doualivos c com os dos
llrasileiros que sempre etntamos hoiirosamenle em
em arenes de beneficencia, associaulo-o era da
exaltarlo do soberano que lodos amamos cnrdeal-
meule, sulicilam a soa augusta proleccao, porque
sabem que os monarchas porluguezes sempre a con-
cedern* as misericordias, bospilaes e contraria* de
caridade, que por juizes e proleclores prepeluos
contra una longa serie de reis de Portugal.
Sua Maseslade fazendo isual merco ao hos-
Nao he um dos lacios o menos fecunda do qae
a acr.io commum da (ranea, ila Au*lna e da Gra.i-
liretanlia sobre um terreno onde os seos iatereaats
parliculare* pareciam dever anles dividi-lo* ou pelo
menos separara Austria da poltica das poteociasoc-
Nlo llie escapou o reparo de al^uus, que uolam
as riquezas do marqnez no lempo de seu falleci-
ine uto : demonstrou que orna parle dessas ri-
quezas foram herdadas*pelo ministro, e'Viuetodavii
a casa ca'ra empenliada em ceios de mil cruzados,
em quaiito o llie*uurn publico trasbordava de ouro. i cidenlaes.
DeiHoiistron anda que a outra parle das riqueza* I a Na imnlii ultima caria de 7 da maio ollimo.
devera-a* o marqnex a' sua economa e a" muuili- I fallei da inlencao de doas grandes potencias calkali-
cencia real. ] cas de dirigir a Sania Sede eorwelhrM urenle ara a
lltzia o uo**o Bernardas, citando Yieira, que aos' execucao de reformas que, cnn*olidando a ordetn
minislrosde\i,i o principe tnmar-lheji medida pela I interior, fizrssem superfina < occaparao trancen.i
cintura, porque se o zata 01 comease a elle*, acha- dos eslados da isreja.
los-bia o principe consumido c fallo* de honras ; I A reforma que. para esle etTeilo, leria curres-
mas se elles comessem dtelo, acha-los-hia gordo.' poadido melhor as cnnsideracea devsaVaa aa Santo
Ora foi o que fez el-rei I). Jos ao marque/, de) Padre como soberano iadepeiidenle a vigario da
Pomh.il : lomoii-lhe medida pela cintura, e em vez Chrislo. era incoiite*ta\almenle aquella d'Hsa raetn-
Esle porm foi declarado culpado e acaba de ser pilal porluguez de Pernamliuco, dar mainr re-
execolado. : alce a sua piedde, e concorrer assim para a
Durante as Ir* semanas que decorreram enlre a I eslabilidade desla fondacAo, e para qoe nutras seme-
sentenca e a execucao, os seus amigos nao poupa- litantes se criein as dentis proviucias do Brasil.
rain esforcos e diligencia* para oblerem coinmuta- .
(ao da pena. Isloal deu molivo a que um memhro i Sobre as exequias, que em Pomhal se literato ao
de gordo arhou-o consuniido, porque o ministra
nao comia do zelo, mas o zelo comia delle.
O re que vio a medida da medida dacinlura 13o
estrella, foi, como devia, e podia se-lo, generoso.
Oala' que a* delapidaciies daquella apoca fossem
imitadas boje ; e qoe os reis medissem os miuislros
pela cinlnre. nao so para darem de comer a'quelles
a quem o zelo devorou a substancia, se uao para
rilan tarem meller na prensa os que comeram du
zelo e beberam do sangue do poro.
Mas o marquez leve grandes defeilos ; rnmmelleu
Ciros, e erros sravissimos.
Pensis que o orador devora passar por sobre
esses e-pinhos *cm dar sigrlal de dor ?
ran Iiiiii que, por cau*a do sea carcter confidencial.
exclue virtualmenle a idea de intervengo ollicial. c
nao admille mais qae a significarlo de orna coa da*--
la puramente amigavel.
a A Sania Se leudo presentido urna lal;rnndei -
ta. qoiz, com urna franqueza qoe do om elevado
leslamunho de suas en clientes ditp< sicoes, praca-
der as represenlaci'ies que as cortes de Viaia e das
l'cilerias se disponliam a fazer-lhe sobra a urzeuria
de realisar as reformas de qoe aa lala.
O governo papal, em desconfiar em su instante
dos verdadeiro* motivos qae guiaos aa daos araade*.
potencias catholiras nesla rirrumslaneis, antea pelo
conlrario apreciando no -en justo valor a iaterrua
Algoem era desse velo, e agora mesmo arabu de que produzem an repooso e a prosperidade dos E
ler um joVnal,. hbilmente redigido .o Leiriense un-1 ledos da isreja, applicou-se a eslaheleeer a presa
do parlamento aprosenlassse una propoata conlia
pena de morle, proposla que foi rrjeilada por gran-
de maioria.
Pelo resumo das essoes do parlamento veris que
Eslou persuadido de que e gabiuele inzlez se ha j a cmara dos coniinuns adoplou um projeclo de lei
piimeiro ministro do Sr. re II. Jos no aclo da
Iraslad.icno das suas cinzas para Lisboa, escreve-nus
o no'So collesa e amigo (ornes d'.lhreu a seguiule
caria :
Amigos c collega* :Nfo sei. se os egipcios fa-
e ver tentado a aproveitar e-la circunstancia pa- | para abolir n juramento anligo, pelo qual a faini-1 cubar com urna queslo, a qual nao deill de I lie
acarrelar embaraces.
lera de sacrificar Mr. Cramplon
Para islo, porm
e os ires cnsules.
Ora, se esles ull
1." Em oppor-se por Iodo* os meios a que a posse queslao.nflo se deve sacrificar um diplmala que uao
da Iba de Marlim liarcia deixe de porteucar a om
lo* estados do Piala inleressados na sua livre nave-
gacao.
2.' Em pricurar obler daquellc a qoem podenca
a |ios*e da mencionada illia, que se obngue a nao
servir-se della para impedir a livre .uavegac^lo dos
or i* ribeirinhus e signatarios dos tralado* de III
de jultiu .;.- S^reNaBaciinsiula nane^.l^lllidade'd
mesma i I lia em lempos de gupsu ; assim como* en
que se formen) os eslabelecimentos necessarios para
sesuranc;a da navegado interior de lodos os eslai' >s
rilieiriniio* e das naques corapreheiididas nos Ire.a-
dos de 10 de julho de 1833.
Arl. I'.l. Se soccedesse .o qoo lieos nlo permi S'
que a guerra rebenlasee enlre qualquer dos estados
do Rio da l'rala, ou dos seus confluentes, as Auas
alias parles conlralanles obrigam-se a manter livre
a navegacao dos rios Paran, l'rumiay e Paraga ^',
na parle que Ibes perlence, afta po leudo huvernioy
tra excep^:!-! a esie |irincipio senilo a respeito idos
artigos de Contrabando de guerra, e dos porlos lu-
sares dos mesin is rios, que lorein bloqueados con-
forme os principios do direilo das senles ; lie ndo
sempre salvo e livre o transito geral rom asrfjucao
o regolamentos de que falla o aniso 14.
Arl. 211. Ainlaa* as allis parles conlralanles se o-
brigam a convidar, e a emprecar lodos os meios a
seu alcance para que a repblica do Paraguay edhi-
ra s estipalafoea que precedem, concernenle* a li-
vre navesaedo lluvial, de conformidade com o arligo
addiccinnal A cmivencao preliminar de paz de 27 de
agosto de 1828, e com o arligo 14 Co convenio de
21 de novembro de 1831, celebrado entre o Brasil e
os sovernos de Entre-Hios e Corrientes.
Arl. 21. A troca das ralilicacOes do prsenle tra-
tado sera feita na cidade do Paran dentro do pra-
zo de seis mezes cantados da sua dala, ou antes se
for possivel.
Em (esteiminho do que, mis abaixo Basigaados,
plenipotenciarios de S. M. o Imperador do Brasil, e
do presidente da confederaban argenlina, em virio-
de do* nosso* plenos poderes, assignamos o prsenle
tratado com os nossos punlin-, e Ihe lizemus piir o
sello da* agsaiii arma*.
Pello na cidade o Paran, aos 7 dias do mez de
marco do anuo do nasciroem.. do Nosso Sentn Je-
su* Chrislo de 1856. Visconde de Abacia. ;| S.)
Juan Maria Gulierrez. <.L. S.i
E sendo-nos pre enle o mesmo Iralado, cujo theor
fica cima inserido, ebem vislo, considerado e exa-
minado por mis ludo o que n -lie tte corttm, o ap-
provamos, ratificamos e confirmamos, assim no lodo
como em dada um de seus arlisos e eslipuUces, e
pela presente o damos por firme e valioso para llo-
ver de produzr o seo'devido efieilo, prometiendo
em f e palavra imperial observa-lo e cumpri-lo iu-
violavelmenle, e laze-lo cumprir e observar por
qualquer modo que possa ser.
Em leslemunho e firmeza do que, fizemos passar
a presente carta por nos assignada, passada com o
seilo grande das armas do imperio, e referen lada
pelo nosso inun-iro e secretario de estado abaixo as-
signa lo.
Dada nc palacio do Rio de Janeiro, aos 29 dias do
mez de abril do anno do Nascimenlo de Nosso Se-
nhor Jesm-Chrislo de 1856.
(I. S. PEDRO, Imperador ;com guarda}. Jo-
sc Maria da Silra Pnranhot.
QOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta d> da > o Julho
Circular. As cmaras municipoes da provin-
cia. -- Remello a Vinrs. para seo conheciinenln e
exegifViiu. a itrpftna aapia da circular qrc em dala
de 30 do mez prximo liinfo'ihH?! a>s 1ulz.es de paz
de diversav paroehiaa, provideirciando para que, na
conformidade da lei resulamenlar de 19 de agosto
de 18111, sV procela ao* Irabalhos da rpialilicarao
que'por qualquer motivo extraordinario se acharen
suspensos, ou n.lo (iverem aindi coineeado.
Por esta occasio rerommeudo a Vmcs. que de soa
parle deem loda* a* providencias que forem tenden-
tes ao fiel cumplimento da mencionada circu-
lar-
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do coosmando das araus de
Pernambaco na cidade do Reclfe eos 211 da
Jolho da 1856
(lltl)EM Di) DA N. IOS.
desmereceu de seu
Mr. .i iiii|i!iui ton
mos nao ullrapassaram as ins-
troccaes que linhai i recebido, como lord Clarendon
al boje lem suste itado, seria urna especie de iiu-
quidvde desnegar-i e no ultimo momento.
Os parlidarios de paz por lodo o proco,principal-
mente os homeiis d i Manchester, nao se estiueceram
de eiamiuar escrupulosamente a conducta de Mr.
Cramplon, e com lana miuuciosidade o Durara,
que o ai li iran em falta e chegaram a cunclusao que
liesejavam.
No eulenler del es, Mr. Cramplon ullrapassou os
poderes que linha. e considrala um aclo de juslica
ol'erece lo em hobcauslo ao* desejos de paz. Ver
dade he que so pela *fa idea de simplificar orna
governo ; se porem be cerlo que
uu i sua siluacau ollicial impos-
sirel em Washington, por cauna da sua conducta
desliloida de conveniencia e discrioao, nesle caso be
le.luiente o ficto, do que arris-
car t.io teMan.iinei e una ruptura diplomtica eulre
os dous paize
,__no ingle eomo veris pela declarac/io de
lord Clarendon e di! lord Palinerslon, anda nao lo-
mou urna resnlue,lo. Ksla deliberando : o que quer
dizer qae a siluagjo nao Ihe parece lao seria qoe
se jalgue obrigado a respouder instantneamente
.1 despedida de Mr, Cranipton, com u de Mr. Dal-
las.
Porliinio he possivel que o governo insto/, nao re-
corra a semellianlecxtremidade, e se assim succe-
der nao se ari!se:n as luluras ralaooet dos dous
paizes.
%\ porm. me I e nermillido emillir a minha opi-
ni.lo em urna circumsianeia i.io grave, direi que es-
lou persuadido rea) Mr. Dalllas ha de receber os
seu* passaportes, issnu como Mr. Cramplon rece-
beu os seu*.
Ajunlarei mesm) que eslou convencido de que o
gabinete inglez loinou esla resoiucao lugo que rece-
lieu os ltimos de pachos du gabinete de Washin-
gton.
Se diz que esti deliberando, he porqae ii.le quer
seraecusado de le lomadok pressa uiua decisio, cm
um ,1'sumpto lao nnpoilaiile, como o da ruptura das
relaciies diplomal Cas com a republica dos Eslados-
Luidos.
Parece-me, poilcm, impossivel que o governo dei-
le de pagara all'onta, que recebeu ua pessoa do
seu represen I a ni e
A imprensa amiricana eslava persuadida de que
Mr. Cramplon facilmeule seria sacrificado pelo seu
governo, e que .Y r. Dallas coiiliuuaria em Lon-
dres, nao ob.laote a de-pe lid,i do rupreseulaole in-
glez.
Osjornaes al avaneavam mais, julgani que lo-
do o povo inglez ie levantara em inas*a para derri-
bar lord Palmerskon, se elle lomasse alguma medida
hostil conlia os l-lados-L'nido*.
Islo, porm. dj-monstra que os Americanos igno-
ran) oque se |',i-iciii Inglaterra e qual he o Oslado
do opiniao publi:
Nao julgo loda lia que as cuusas passem de orna
simples ruptura ig relaioes diplomticas.
Quando em I8ib, Mr lleuriquc Bulwer. embaixa-
dor da rainha de Inglaterra ua corle de Madrid, re-
cebeu os seus pat asparles, e que se lomeu a mesilla
medida a respe
rainha de llespa
a paz enlre o ilcus puiea.
Pode al dizer
dos Eslados-L'ui
proseiitanles res
do momio s te
diplomalicas.
Seja como for
lualidades, faz o
vrs martimos, ri
Noria e das Ai
gens as suas
lia dos Sluarls era excluida do llirouo da Iraa liie-
lanlia.
O verdadeiro fim deste projeclo he fazer desappa-
rerer do juramento as palavras a pela verdadeiro te
de eln i-i.i i .. as quaes exciiiem de una maneira a ta
directa os judeus do parlanienlo.
llonve quem dissesse, e parece-me que com ra-
cederem ou neg.irem honras fnebres. Creio que
na* cinza* quenle* nao assenlam bem a* Ultras da
final MOtenea, qual a mao fra da historia a deve
decrever em seu livro ; parece-me que durain pou-
co, e uiuila.* ve/.e* se apasam loso de lodo, os crac-
leies Iraeado* na nioil.illia hmida.
Mas qunl'i tre* quarlo* de secuto ror,arum sobre
zAo : a Se queris excluir M judeus do parlamento, j as cinzas de um unirlo,e mais di orna geracao respei-
seja francameule por meio de urna disposicao espe- la os resto* qoe escaparan) aos ver mesado sepulcro, de
cial.
cerlo esse unirlo fura homem e huiiieiu morrra
que dus ouiros podemos dizer. repeliudo a seutenca
do Espirito Santo pela bucea de Isaas : nier cenluin
He porm vergonha empregar um snliterfiisio pa-
ra alcancar este tim. Este raciocinio que lautas ve-
zes lem abalado a cantara dos communs, operara a- I unnorum morietur.
caso sobre a cmara dos lords".' Iim ido muilo. Os) Dilala-se o coracao op|irimido neslas e-lreilezas
judeus haviam de ler mai* influencia se reprsenlas- do presente, quando vemos prestar liomcnagem, a'>
sem um numero imporlanle de membros ua cmara grandezas do pa*ssdo, A llor da es|ieranca nao ve-
de se lisenla esla opiniao. Nao posso concordar
com o illostre "sciiplor.
Itien est lieau que le crai.
Os proprios adversarios dos jesutas condemnain
minios aclos da adminislraeao Puinbal, menos a
exlinccao daquella ordem religiosa, que lanos ser-
vicos lez a' igreja e ao oslado, t) orador nao foi da
opiniao dos inimisos dosiesaitaa : louvoa o qoe era
para lomar ; lastimou, nao censurou, 'o que era
digno de lastima,
Querlam o silencio '.' Para que '.' Tres quarlos de
seclo, llorante os qoaes tantas vulcoe* se apagaran!
c lautos de novo sursiram, nao baslaram para es-
triar o calor das paixes .' Qiiereriain que a cadei-
ra da verdade se iransformasse em Ihrono da menti-
ra parante o desensao t\o tmulo t
O orador linha largo caminho para chegar desde
o herco al ao sepulcro do marque/,. EnlAo que se
desviasse d';s espiuhos marchando cauteloso pela par-
le que achasse alcalifida de rosas, lie o conselho de
minio*.
Pois se o orador procedes-e assim. accusa-lo-liia
leu de covarde. EaUa alli (apinhoai Pois bem a-
| palpemo-lns ; vejamos se sao lao penetrantes e ve-
de que as principar* ditliculdades qoe se nppera
piompta i eoh-ac.io dos sea* volas eftlflo fura da al-
cance da vontade do soberano Pontfice. Para a
vencer, a Santa S, n lo deseja mitra casasa oais qua
aceitar o concurso das duas grandes poteocias calha-
lica*. desejand1. sinceramcule ser auxilia.la pelo-
seus conselheiros e cercada pela* saa lotea.
As grandes reforma* nao sao poxsiveis e dura-
veis sendo quando se Iraduzeas pela aeran crrela!i
va de todos us orgiH do governo. Sob esta pooln
de > isla, a adminislraeao do Estado da igreja offe-
rece imperfeices laes, que seria neceasario, prisoei-
roque lulo, comer.r pororganisar cnmplctameula
a adiuinistracao poblica.
Islo que em Franca ou em Inglaterra parecera
muilo fcil, he qoa.i impossivel nos Eslados da igra-
ja, onde faMain completamente lameos capare* de
ajudar as generosas a-pirace- de Pi 9.- eea aoc-
rr arrojar o soverno na vereda perigo*a onda ioo-
vadores lao imprcvidenles como temerarios lesa qua
si condozido A sua ruina.
I r ,i la ndo do projerln apresenlado, no sei i do con
greaao de Pan-, acerca da seculari*ai;,io do governo
papal, o cardeal Anlonelli doroinenlaudo a referan.
lo de Mr. Islurilz embaixador da
iba na corte de Loudres, conlinoou
-se que a* relacoes de Inglaterra e.
los bao de galibar em n;lo terem ro-
leclivns. Por consequeuria, a paz
a que sentir a ruptura das relacoes
e para fazor face a todas as even-
soverno inglez grandes preparali-
i o ; i as guarni(oes da America do
lillias, c envia para esla* para-
liui l.ardeir.i* prova de bala, que
linha mandado manjar para Sweaborg e Crous-
ladl.
Ilo nao be um symplorr.a de guerra ; nada mais
he de que urna medula de precaac.m. Com elTeito,
quem condece a
de prever o que
excesso de ex.111
Pessoas que di-ntro do senado disculcm as hen-
galadas, podem
iiiscilar urna guerra c.trangeira, no
ndole do povo americano, nSo po-
podera ucceder em um primeiro
cao.
linimento em naj olla seja menos esperada.
Os navio* agines de gaerr] recebaran)ordem pa-
r se upporein a) desembarque de qualquer reforc,
que soja enviada a Walher, nu Nicarasua ; e.sla me-
dida pode dar u -casino a um conflicto enlre as duas
iiaces martima i, ora, seas coosas loma em e*ta
direcelo, e se niscer a guerra de um.icontecimeulo
ineaperedo, os inglezes querem estar promplos i
darem om grau e golpe, pois nto desejam que as
hostilidades durini muilo. Qoereui, e creio que com
razan, obrigar us Eslailus-L'nidos a pedir a paz
depois de urna lainpauha ; pois a protonsaeao d
goarraseriaa r una de dous ou tres coudados de
Inglaterra.
Da-sa) agora nina queslao accidonlal: o que lara a
Franca se se roinperem as hostilidades enlre a lu-
lalerra e os .Estado*-Lnidos :' Ja vos disse na mi-
qo o commercio frau.ez sollreria mui-
O marchil de campo couimaulanta das arma*, I sitia anterior q
faz publico para scienria da goaiuicao, e devido et- to com a guerra, he paranlo impossivei que islo
de dar silios cuidados ao soverno fraiicez/ o
podevir a| sollrer sranles einbaraeos internos).
felo. as sesiiinles delibcraces da presidencia :
' Primeira que em portara de 21 deste mez de-
medio do carso de delegado do termo de Seri-
nliaeni o Sr. capilao do'J.u balallnlo de infamara
Jos dos Sanios Nunes Lima, e por podara de 28
uomeou para servir o dito carso o Sr. capilao do de-
ch.ir-se e*le comprehendido na clausula do principio eimo Kranci.co Antonio de Carvalho, ficando eio-
segundo, serao livres os gneros oo mereadorias do n-rado de servir o que cxercia no lermo de Uara-
.,,,,,1,. n ii.livninm aink.ri,nlni atn n-.ivin .13 li.ii. "'
neutro qae estiverem embarcado* em navio da ban-
deira daqnelle inimigo, com exceptan do conlraban-
dode guerra.
4." Qde o* eidadSo* do paiz neutro podem nave-
gar livremente com sen* navios, shindo de qual-
quer porto para oolro pertcncenle ao inimigo, de
urna ou de oulra parte, licando eipressameute pro-
hibido molestados de qualquer modo nessa nave-
ga,.';lu-
.'.* Que qualquer navio de urna da* ultas parles
contraanles, que e encontr navegando para um
porln btoqgeado pela oulra nao sera delido nem con-
li-cado senao depois de nolilicaciio especial do bln-
qoeio, intimada e registrada pelo chele das forras
bloqueadoras, ou por algum ollicial sob o seis ciun-
inando, no passaporle du dito navio.
ti.- Que nem urna nert) oulra das partes conlra-
lanles prrmiliir.i que pennanecam ou se vendam em
seas porlos a* presaa martimas feilas ;i oulra por al-
gum eslado com quem iaaliver em guerra.
Arl. ti. Para nao Aaver duvida sobre qoaes sc-
|*m o* objeclos ou a\^gos cha-nados de conlraliando
de guerra, se declrala romo laes: 1.-, a arlilhari i,
morleiros, obuzes, pedreiros, musqueles, relies, ha-
camaris*, carabinas, espingardas, pistolas, pique*,
espada-, sihre, limis, venabnln*. alabarda*, gru-
ida*. I" -iieie- incendiarios, bomba*, plvora, me-
cha*, bala* e loda* ms demai* consa* perlenceule* ao
uso desla* arma. ; 2.-, escudo*, capacetes, paitos de
ac, sai.i- de malhi boldrs, uniformes eroupa mi-
litar feita ; V, boldr* de cavallaria e cavallos, sel-
Segundo que por portara de igual dala dispensoii
do cargo de delegado do lermo do Boa-Vista o Sr.
capilao do segando de infantaria, Manoel de Campos
Leije Ponteado, e nomeou para o substituir em dito
cargo o Sr. capilao do dcimo Jos Francisco da Silva.
Terceiroque por purlaria, lamhem daUda de 28,
nomeou para os cargos de delegado do lermo de
Garanhuna ao Sr. capilao Francisco Antonio de Son-
za Camisao, e do lermo de'lguarass o Sr. capilao
Domingos de Lima Veiga ; e para de subdelegado
da fregoezia deS. lenlo do lermo de Caranhuns.
o Sr. alfere* Antonio Jo- Ribeiro esle do dcimo
e aquelles do 0.- de iufanlaria.
/oc Joaquim Coellm.
sxTsaiaa.
.CORRESPONDENCIA PARTICULAR DAeNA-
COii.)
Londres ll> de juuho.
J estilo acabadas as duvidas a raspeito das rcla-
coe* entre a Inglaterra e os Kslados-L'uidos.
O gahinele de Washington aperlado pila exigen-
cia da eleicao do sen presidenle, :i qual em breve se
al proceder, leve de apreajar n de-lecho da nnaa-
lao por lauto lempo retardado.
Mais alguns da- ia proceder-se escolha do can-
didato para i presidencia, porlaolo nao liavia que
hesitar.
deixe
qual
Se viesse a parajr o commercio de Muliinuse e de
Lvon, o govornh ver-se-hia obrigado o sustentar
milharos de operarios, que agn esl.lo tranquillos
porque ganham com que passar a vida abundante-
mente.
O reprsenla le francoz em Washington fez lodo
o possivel para evilar una ruptura entre os dous
paizes, e o gabinete de Paris ha de ollerecer a sua
mediarao para os reconciliar. Mas e por infeliei-
dade rbenla* a guerra, o que farii '.' Cedo* jomaos
coiitam cora o occoiro material da Franca ; dizem
que a Planea ela Inglaterra unidas pnlem e devem
imporosna vokitadc ao l'niverso, e nunca pode-
riam exercer este poder com maior juslica e oppor-
tunidade do qae com a republica do* Estados-Uni-
dos.
Conlonlo-me em cstabelecer a queslao sem i re-
solver, porque taando *(' Irata da poltica do l.uiz
Na|iuleilo, he muilo dillicil emillir urna opiniao se-
gura.
A proposito d.i relacoes da I ranea e da Ingla-
teria acaba deidar-se um lacio, que prova o multo
desojo, que os Inglezes teem de cultivar a suas
relure* de amizade cun ns visinhos d'alem da
Mancha.
Sahei* as perda* enormes que as inundaeoes leem
jiro lu/idn em Franca.
Ahrem-se no me*mo inslanle em Inglaterra *ub<-
cripees, nao para reparar as perdas, porque sao ir-
reparavei*, ina^s jiara aliviar o* seiTriiiieiitus das vic-
timas.
\ subscrip a* Vio da mesma orle abrir-se em
loda a lio lile re. I "i a cidade do I ondre- quem
comer;ou na quarla-feira pastada ,u ., e nm mee-
ling no palacio de lord meire. e sob a sua presi-
dencia, para se nomear urna commissao encarragada
das iubscripeSes.
dos coiiiinuu* ; as-iui linliain peso e os lords seriara
abrigados a ceder. Mas no oslado actual das colisas,
a lula hade prolongar-te por muilo lempo, e sem
resoltado.
Recebemos de Vienna una nolicia de grande im-
portancia : o* plenipotenciarios russos linliam pro-
testado contra a presenta de Moiiklis-Pacha ^anliso
valachio. conhecidopelo mime de principe Siourdza
na commissao encarregada de livor os limites da
Bessarahia. O soverno mostrnu firmeza, apezar de
os plenipotenciarios russos declararem que se abste-
riain de assislir ns conferencias se a ollas assislisse o
principe siourdza. Dea-se parle disto para S. Pe-
tersburgo, c parece que o Cz*r cedou nesle poni,o
qual na verdade nao he de importancia.
Do continente nada ha le uovu, a nao eerem as
esplendidas festaa do baplismo do principe impe-
rial. A islo nao se pode chamar noticia, porque pa-
rece que os regosijos pblicos s.lo a regra do povo
parisiense.
P. S.17 de maio.Lord John lliisscll insisti
com lord-Palmerslon para que o governo desse ex-
plicacoes sobre a marcha que se propoe seguir ua
qiie-i.io americana.
[(./ Nafao.) .
No dia I!) do corrcnle, leve o Sr. Dr. Lima Bas-
tos a honra .de ser apresenlado a S. M. no paco das
Nocessidades, pelo presidenle do conselho, o Sr.
marquez de Loule.
O Sr. Dr. llaslos expoz a el-rei a sua meosagem
nos -eguinle termos :
Senhor!Eucarregado pelos Purlusuoze* domi-
ciliados em Pernambuco de apreseiilar a V. M. o
manifest da installacao do u|IIospilal Porluguez de
Beneficencia, naqueila cidade, no dia 16 de s?-
lembro do anuo prximo passado em memoria e em
-igual de regocijo pela feliz elevacao de V. M. ao
Ihrono de Portugal, compro boje essa mia>ao hon-
rosa depusilando na* regias maos de V. M. os do-
cumentos e uiiprobalivos da fundacau desle novo
lustiliilo de caridade, cujos servico. prestados a' in-
digencia podugueta*daquella cidade, duraole a lo-
tela crise epidmica por que acabamos de passar,
conslitoem ja urna das mais honrosas paginas da sua
historia.
a velar pelo augmento o progresso desse pi elabe-
iecimento. Em nome porem de seus pos fundado-
re*, venho eoiior.i-lo soh o augusto patrocinio de V.
M., e em nome delle* t.unli ni teoho a honra de
supplicar a V. M. se digne declarar-se protector
perpetuo deste novu hospital, que laes sao x>* votos
e aspiraces de lodos* os Portoguezes residentes na-
queila provincia, a
Cnncluindo, depoz as reacs maos o nianile-to d i
installacao e outro* documenlos annexos, entre el-
le o le*temunlio aolhenlico do reverendo hispo da
diocese, do benomorilp presidenle e nutras autori-
dades de Pernambico, alterando o auxilio que o
hospital portusuoz prestara -o* pobre*, nao sai da sua
iiacao, mas tambeiii aos do imperio qoe alli foram
tratados, durante a invaso do cholera-morbu'.
Eis-aqui o Iheor ra mensagem :
o Senhor! No ci* .sempre memoravel 16 de se-
lembro de 18.33, qiando a naca portugneza ves-
tida do gala saudav jubilosa a ascensao de V. M. ao
Ihrono dos monarclias podusuezes. tarabem a quasi
duas mil legua da patria, em trra de eslrauhos,
um festim popular reuni em torno da bandeira na-
cional urna porcao de subditos fiis de V. M., pri-
vado* pola surte o pela forea de urna distancia im-
mensa de lomar pide directa ua* galas da palria ;
mas nem por isso menos conlenles da saa gloria e
hielo porvir. que le ante-mao Ibes promellia o es-
perancoso reinado de V. M., e a sombra desse pa-
ilhlo e-treme, i lo. c como em hoinenagem a 1.1o
bella ancora, ergaaram-sa uesse dia sii.lenlados por
bracos porlu^uezes, nao arcos Irinmphaes, e.taloas
ou columna* majestosa*, mas um monamcnlo de
pie da te ehrblla, um hospital de caridade .leslir.ado j Ionio de Sonta Doria, (nofessor de hi-tuna e geogra-
ao Iralamenlo dossiibdilos poduguez.es ferido* da phia. o* |ii*e* embira eslive'Sem juntos da com-
de*dila longe de Ierras porluguezas, deprenles e missao, creio que nao se -considerav.tn addidos al-
amigos. la, porque f niaram assenlo abaixo do secrel.no.
o Assim, senhor, no mesmo dia em qoe o nome il- Oulra* minia* pessoas de distingo lano de Pom-
luslre de V. M. era no meio das heneaos do povo bal, como de Coimbra, Leiria, Redinha e Soure fo-
inscripto na lista dos reis de Portugal, a indiligencia rain honrar aquelU acto.
ce|a no po da deecrenca ; cresce c abre-se aoa ven-
ios, orvalhada com lagrimas de sauda le.
Espranos*, pois, de um melhor fuluro lindemos
anda te-las quando vemos honrada a sopallura dus
homens que n in h,mu ,i Ierra della. E um de laes
homens, Im, seindiuid.i, o grande mmislro de el-
rei I). Jos, cujos ossos vilo agora pur essas Ierras
fura levados ale a' capital no meio das demoiislra-
ees dos povos que Ihe licam no Iransilo.
So dia '.I docorrenle foram as exequias que Ihe
lizeram em Pombal.
Era bello o espectculo que nos oll'ereria aquelle
povo e o da* cercana*, junlaudo-se desde a raspa-
ra, em rolla da igreja, onde se guardavam os
restos apena* do que U>ra homem, porm homem
cuja faina sera' sempre respeilada ere quanln a
philosophia e a historia for alsuma cousa, como bem
disse u hahil orador eucarregado do elogio fnebre.
Ao nosso amigo Francisco Maria Crrela das Ne-
ves liavia sido confiada a direcc.io deludo quanlo
drasaase reapoito a's exequias e trasladadlo alo Lis-
lioa. Pelo que vi em Pombal, e pelo qoe me cons-
i,i que teui acoiilecido alo Aleobaca, po*so allinnar,
que niiigiiein leria deseinpeuhado molhor, e lauto a
conteni de lodos, e*la bem difril laref.i.
.Na boa vontade, porm, e na diligencia dus pom-
balense achon elle |ire*lanle* auxilios par.i melhor
sabir da empresa*
A philarmoniea da Ierra a que uo dia da* exequias
se associaram disliuclos cantores de Couubra e 1 ho-
mar, havia-seaesmerado, para que a excelleme n>u-
sici da missa e responsoros composla especialrneu-
(o e viuda dahi para e-ie Iim, fj-se execulada coln
primor, digoo do assumpto.
No meio do templo elevava-se orna eca mageslosa,
que sena vista com agrado e de boa vonladc imita-
da ah mesmo nessa capilal. t) templo eslava deco-
rado com esmero, jcomo ninguem esperava acha-lo
em Pombal, Ierra pequea e falla de recursos para
lauto. E todava a obra primorosa era apenas o pri-
meiro ensaio de um curioso de Pombal, o Sr. Bal-
Ihazar de Novaes Pereira c Sa' !
Pouco espaeoso he o lemplo : houve porm a feliz
lembranca de construir duas extensas tribuna* o
fundo de duas rapellas Uteraes, urna das quaes se
aproveilou para rureln da msica, e oulra para lo-
gar destinado a'* senhoras, o que deixuu na igreja
ampia espaco para lodos assislircm a osle aclo lito
solemne ; lodos sem exceprflo de classes ; mas tod s
em logares laes, que de neuti iin.i maneira podesse
perturbar se a ordem e regolaridade duiaule os olli
|ioi.
E era bem q-ie lodos pagassem o seu trbulo ao
homem grande, a quem Porlogal deve servidos, que
jamis poderao ser esquecijos sem iograUdo.
Foi numerosis.iin > o coocorso rio clero, laeito do
concelho de l'ombtl, como da Kodiuha, Soure, e
OOlrai Ierras viziuhas, qlie viera assislir a esle aclo.
De Cuimbra foi o Eim. arcebispo-bispo-conde,
que chtgou na vesnera de larde e foi recebido ao
meio de um iiunterosissimo concurso de povo de
lodas as classes. O Cabido de Coimbra era reprc-
seuliiilii pelo veneravel anciao, e oulr'ora Icnle de
Iheologia. o Sr. chantre Arantes, e pelos Srs. Mi-
guel Kiheiro de Alenla e Vascoocelloi, arcediagos
xnluniu llernardino de Manetea e Joaquim Alves
Pereira, esle arcediago de Coimbra, aquelle de Pe-
ol la, e pelo Sr. conego Mallos. O Sr. conego Lupo
Correia lambern acompanhou S. Exc.' o prelado
da diocese, que de capa magna assislio a' missa c of-
licios debaixo de um magnifico docel.
Olliciou o Sr. chantre do cabido de Coimbra.
A universidado foi representada por urna commis-
sao composla de quatro pessoas, a saber ; o Sr. Jds
Ernesto de Carvalho e Reg, vice-reitor, o Sr. 6a-
rrw iie Santiago de Uordello, lente de direilo, o
Sr. Francisco de Castro Freir, lente de malhema-
tica e o Sr. Vicente Jos de Yasconcellos e Silva,
secretario da universidado.
_ Assistiram lambern o* Srs. iloutorc* Francisco
Ferreira de Carvalho, lente de direilo. e Joio Al-
enosos, como pareccm suppo-lo os qoe nos mandara lauto quanlo ella e pode conciliar com os ioalilnto*
portoguaza va lamhem surgir em Pernambuco um
instituto humanitario sob a denominaban de // -
pilal Portuqner de BeneficeHCi de-de logo con-
sagrado a V. M. pof seus fundadores, uao s en.
llir-vos-hei de paetagern que o partido legilimista
leve nesle brilhaiile conriirae iiumerosissimos e il-
liistrcs representantes. Nao nearnoi em mimora ;
recordo-n rom sincero prazor, quando me lemliro
comniemoraeao de ISn alio favor do ceo, como om de que lodo e*lecoucur*o, osle Irbulo a menora
leslomunlio da mais all'ecliiosa veneracao pela sa-Ido marquez de Pombal, nasreu espontneamente
grada pessoa de V. M. I dossenlirnentos e *xrupalhiai individuaos.
o Moje, senhor, depois de nina quadra por exlre- Di oraeio fanebre eur,irregara-se o nos-o amigos
mo calamitosa, que mal dava tempu,ao cumprimonlo dooler Antonia llernardino de Meuez.es. Jo vede,
dos deveres de relignVj e liunianidddc, a junta ad- que o retrato do marquez uilo podia deixar do ser
Tugir delles.
Eis u que disse e fez o orador.
U marquez de Pombal foi um gran le homem : fji
j superior a maior parle dos prejuizos da poca, por
i que era grande ; mas nao o foi a lodo* porque eia
j homem. Disse o orador, e di*se a verdade.
Era o genio dea reformas pairando nesla nossa
i trra ; mide encnulrava obstculos a sua carreira
derrabava-oi : onde encoutrava plantas damniuhas,
arraneara-a*.
Alguma* vezes com o joio sacudi aos ares a raz
do liuiii trigo, algumas vezes u golpe que deccpa'a
a cabera do criminoso, resvalava sobre a do inno-
cente.
Ilavemo* de-occultar e-te. erros '.' Nao ; he bem
que sirvarn de oxemplo a todos, para que se veja
que nem os grandes homens sao isenlos de pagar i
nalureza o pe.ado tributo do homem decahidoda in-
luicncia do Edn '.'
Que fez o mais sabio dos homens depois de (aota
gloria com que deslumhren o Oriente'.'O lilho de
David e lle.lliesabei.1 cabio : quem ousara elevar-se
cima de Salamao
A historia do marquez de Pombal heainda mal co-
ntiendo. Se o roste melhor, ninguem diria boje que
o mai- illuslre de seus artos fura a exlincgao dos je-
sutas. Naquella historia ha paginas de (abeja para
resgatarem esta. No explendor daquella gloria lia
luz bastante pira alminar essas sombras.
Eu que teiiho lido alguns documentos inditos da
vida do marquez de P.unbal, que pens como o ora-
dor, que lamento e lameuiarei sempre a exlioecao
dos jesuilas, como oulros actos da administradlo do
grande ministro ; digo, sem receio de ser desment
do, que basta ler o que elle escreveu em sua defeza
depoi- que, octogenario j, se resignara ao seu des-
terro de Pombal, para se cuiihecer que aquella ca-
bera podia erguer-se altiva enlre as cabecas dos pri-
meiros e-taoislas da Europa.
Concluo, pois, que bem baja o orador em ser ver-
dadeiro e juslo avaliador do grande Pombal ; e que
aiparle do seu discurso em-que latiraou os erros do
ministro, e pedio caridade para o homem, mo he
nieno* disua de elosio, do que aquella em que elo
qiioulemenle descrevou as eminente* qoalidades du
estad isle.
.0 actual marquez de Pombal, bi*nelo do primei-
ro ministro d'el-rei D. Jos, linha viudo de Lisboa
para a*i*lir aquella aclo e acompanhar al capi-
tal as cinza* do seu illuslre bisavil. A honra qae Ihe
cabe por pagar esle tributo a memoria do grande
homem. ha de medi-la elle pela satislacao que Ihe
leria causado as espontaneas inanifeslar,es popula-
res. Os louvores que merece nao Ih'os dareieu, jor-
que, nao suube nunca, nem quero, aliar a penua,
com que se escrevem panegvricos do* vivos.
Em companhia do mesmo Exm. marquez veram
os nossos amigos D. Antonio de Vilhena, Antonio de
Carvalho, primognito do Extn. conde da Rediulia e
D. Antonio do Santisslmo Sacramento Thomaz de
Almei ia, lilho do Exm. cunie de Obveira. -De Co-
imbra foram os BlnM. I). Jorge de Vilhena,*o conde
de Rio Maior Antonio com un) sen nm.i >. c um pri-
mo lilho do Exm. conde da Ponte : lodos descenden-
tes do illuslre estadUU.
Depois das exequias houve um explendido jautar,
a que assistiram, alm dos membros da familia, o
Exm. arcehispo-bispo-cende, e os representantes do
cabido de Coimbra com o orador, a deputacao da
universidade.o gorernador civil de Lciria,antoridaries
da Ierra, os nossos amigos Mellos de Soure cojn ou-
Iras pessoas distinclas, que seria longo enumerar.
No outro dia de minti i, lavrado o competente
aolo, sabio o acompanhameiilo, sendo o caixo leva-
do siman. Pesaram aos cordes os membros prsen-
les da lamilia c autoridades da Ierra. O aclual mar-
quez levara a chave.
F^m Leiria, o corlejo funebro passou por enlre ala*
do halalhao de caradores n. S, leudo sido esjierado
pelas auloridailcs, clero, nobreza e puvo.
Em Aleobaca, aconleceu o mesrno, achando-se a
cmara incurporada.
Em ambas as Ierras o caixo foi condozido a m.lu
ale ao templo, onde se canlaram os responsoros.
Deslas duas Ierras o que digo he por informar-as
lidedisnas.
Em I',mili il, so lamhem devia ser representada a
nossa red.iccao, em cojos membros contamos om dis-
tincto hisiielo do giande estadista, l assislio aquelle
aclo solemne o mais obscuro raembro della, mas vos-
so sincero amigo e collega
A. J. II. Goma d'.tbrcu.
Coimbra, 11 de junho de I83H.
O Conftititlionncl publica urna caria do respondeute de Vicua sobre os negocios de llalia,
a qual reproduzimus na sua integra
organicodo governo papal, observoa qui\a reforma ja
recebeu sobo reinado dosolierauo Pontfice aclual a
mais lata appllcacao, poi* que sobre seis mil o lano
funccioi.arios seculares, apena* hoje se caralasa s-
lenla que perlenreiu a ordci.i ecclesiaslica.
A Santa S sempre conslanle na sua firme reso-
lueoo de pro>cr aos meios de melhorar aa mollas da
admiiiislrarao da* potencias ratholicas sobre a no-
cessidadc de fortificar a auloridade do governo po-
pal, ajudanJo-o a oiganisar o aea exereiln, o qual
uas triste* circuinslancias, em qoe actualmente ss-
acha, muilo carece de ser recrulada oos paizes es-
Irausoiro.
o Qualquer reforma, mesmo pela raas de ata-
car abusos, eucontra sempre opposicio aberta nu
oceulta dos iuteresses, em que loca. He portan!*
indispensavel pr o governo papal em estado do fa-
zer respoilar sua vontade. alias a* 'efarraas pro-
jecladas li.-.u.io sendo ama letra mora.
o A linsuagein con que a Santa S expoz as m
numeral o* dillirul lade* da saa -iluaeJo ioteraa.
lem lal ciinlio de lealdade e da franquota. que ate
impressionou favoravelmcule o governo ingles.
a O governo britnico, a qoem a cunslilarria do
paiz piohibo ler om representante oflirial na Sania
S, ten todava em liona, na pes-n.i de Mr. Lyotts.
lilho d almirante que commandava a eaajoadra dn
Mar Negro,'dorante a suerra contra a Roana, ama
especie de encarregaU de negocian, coja modera-
cao e habilidade jamis serao assat loavadas.
" Apezar de nao estar revestido de carscterfeBi-
cial, e de nao estar acreditado pesaoalateole r nm n
cardeal Anlonelli, eutrelem com u secretario de lia-
lado relacoes directas c seguidas, assim coma os re-
presentantes da Austria o da Franca o leona eeastao-
lemeuie ao fado da* nogociaces entaboladas cosa a
Santa S, para acabar o mais depressa possivel coa
a necupacao militar dos eslado da igreja.
o Desla maneira tarabem o gabinela inglez loma
parle na ueguciacao, para melhor estabelerer a ac-
edo commum dos alliados de 2 de dezembro esa lo-
do o que diz respeilo siluaco poltica da llalia.
a Os ceiios desla aerao, em cada dia se tetriam
mais raanifestos.
As lies potencias recoohecem unnimemente qoa
se deve tratar quanlo aulas de organisar ,e|coaiplelar
|,o eiercicio do soberano Pontfice.
Para conseguir este Iim, a Austria a a Franca eeo-
pregarrao toda a sua influencia uo* canino* calholi
eos da Suissa para facilitaren! n recralamenlo que
governo papal val abrir uo territorio da Confedera-
can helvtica.
Assim que for recratando c reforcando o exercii.i
papal, a Austria e a Franca evacuaran o edoctivo
das suas torcas, at que possam evacuar sienalienca-
menle as Eslado* da igreja.
Os alliados de 2 de dezembro allendendo $ dilli-
culd.i es iolernas na Santa Se, innerentaa i silaa-
e mi do paiz, estao na firme resolocao de se abslarea
de qualquer passo, que podesse lirar i* reformas ci-
teriores do governo papal o mrito da espontanei la-
de; n,lo pralicam, porem, o mesmo com a corta de
aples, a qual dirigiram serias advertencias, para
a obrigarem a inlroduzir no cdigo penal do reioo
das Duas Sicilia* melhoramenlos, deslinada* a dar a
liberdade pessoal garantas, que esli ha moilo lem
po sanecionadas pelos cdigos de todas as ase,eos
civilisadas.
lima ola idntica acaba de ser romellida ao go-
verno napolitano, por air Jorge Temple e o bario de
Brenier, em nome dos gabinetes de Londres e do
Pariz,
A nota anglo-franceza motiva os methoraaseolus
reclamados, lauto pelo interensc da segoraoca inie-
rior do reino das Dnas Sicilia-, como petas justa-
apprehcnse* qae a agilacilo incessanle deste reino
inspira aos oulros Eslados, allimenlando a eBervea-
cencia poltica em loda a qoasi ilha dos Apeaninor.
Os termos uo quae* (oram a presentada* as de-
inon-ii ae.'.es da Franca e da Inglaterra, seo* sarcos
commiiiatorias, sao firmes e enrgicos.
As potencias occidentaes nao amearem, coma do-
cl.u ,n;ao de guerra, a corle de aples, se nao an-
ime immedialameulc aos seus joslos desejos; aaaa
reservara para si a faculdade de empregar os roces
proprios para garantir ellicazmeote a pat de mon-
do e a Iranqaillidadde geral da Europa, dentado
claramente entender qoe te a soa nota idntica -
car sem resultado alisfaijBjo, seguir-se-hia orna re-
serva uolavcl na* relaceammigavois que lem en-ti
ilo al aqu entre as potencias occideotaee e o so-
verno de aples.
A corle de Vienna, por cansa do seo eslreilo pa
reolesco com o rei de aples sondo obligada a
maiores considerarse* nao apresentoo par soa con
la ama nota idntica aqaellasda Franca a da logia
Ierra, mas declarou puvitivamente ao gabinete oa-
miaislraliva do mesmo hospital cumprindo um de-
tver de honra, e urna promesa* sagrarla fela po-
rania a naciuualMude podugueza domiciliada om
^Pernambuco, e reunida no recinlo do bospiul em
aseml>a geral un dia 8 do correnle, apressase
em collocar em seu nome aos ps de V. M. de en-
volla com os seus votos de adhosao c afiecto ao seu
augusto mouarclii a ua ollera de amor svmlmlsa-
da nesse instituto de religi.lo e piedade, e onde de
ora avante deve a indigencia podugueza em Per-
nambuco'encontrar o i.m necessario refrigerio ao
seo soffrer.
O ceo proleja, senhor, a augusta pessoa de V. M.,
e abeucoe um reinado ta,, neo de-e*prancas, o qae
parece ler sido por elle designado para restituir a
Portogal a sua anliga gloria, e firmar a felicidade
e a ventura do povo pndugiiez.
Hospital poi luguez de beneliccncia, era Pernam-
buco, em sessao de II de maio de 1835.
Bernardlno tromes de Carvalho,
Provedor iuleriiio.
Manoel Ferreira de Sonta Bubosa.
Secrelario.
Mordomo*.
Manoel Francisco da Silva Garrir.
Jos Moreira Lope*.
Manoel Ferreira da Silva 1 arrejo.
Jos da Silva Lovo.
Francisco lavares Corr-a.
Manuel dos Sanios Piulo.
Jos Poros da Cruz.
Manuel Pereira de Fn;uere.lo lomlella.
Aiilonin Anlilur-s Lubu.
Iinniiugn- Jo Ferreira l.uiut.irje-.
loo loaquim i im* Bairo.
Jos Joronymo da Silva.
Manoel Anlono dos Sanlrii PoDlCf.
Manuel Jos GueJes de Magaltiaes.
parecido, sahindn de lilohoas maos.
O discurso nao foi breve : se nisso ha defeilo,
compre cunfessar que peccun o desenlio om n3o ser
de pincel moi avesado as miniaturas.
Todos os qoe escularam o orador e o comprehen-
deram. (iverain a altencilo suspensa desde o prin-
cipio al o Iim.
O vulto gigante mal podia tirar airoso e natural
em quadro e*lreiln : quem Ihe pedi**e qoe o fizesse,
careca de eusinar primeiro ao mundo o segredo de
accommodar o ocano dentro da roncha.
A oracSo leve a primeira c principal de toda* as
belleza* : foi verdadeiro. Demonsirou-se nella que
o ministro de el-rei I). Jos fra o primeiro esta-
diza portuugez, porque tora o primeiro poltico, o
primeiro economista, e o primeiro legislador. As
grandes glorias l de fura nao vejo cu que exredam
ueste ponto aquella nossa grande gloria nacional.
O orador vingou de muilas calumnias a memoria
do marquez. Podia-o fazer, porque leve na m.io os
, doeumeulos.
j vos qae o censurara de impa" reapohdeu com In-
I nuineraves arlos de religiio, Mumiss ) an* pastorea
i sagrado*, obra- de caridade, e zelo do culto, pralica
dos pp|o marquez.
Aost|uc o argoiam de havor adminitlra lo mal os
dinheiros publico*, chamou-os o orador para junio
dos cofre* do erario, que Ibes mostr* vatios quan-
do o marquez enlrava uo niinisleri i, e conten lo de-
poi* mtlhoei de cruzados, quanlo o ni irqu-z se
relirara da admloistraraa. Eludo isto depoi*do
rc--u.ciiada a marlnha, n-ssuscilada asail.iaboa; cu-
ino phenit i|uo renaire .las ciaras; depoi* te-, h
poileiilo*a* obiat, une romo bam dIMo ooradoi em
sublime asirlo ,ie deelamacro aagradn, oram p i-mo
da gerafao pastada, sao admlracjw da no**a, r. se-
rao espanto das luluras quer entre nos, quer eulre
eilraulios.
o Sim. aquelles qu > lem ronhecimento da* nogo- polilano que approvava intciramenle o cnnleodo da
ciaees que deram lugar ao prolocollo de K.de abril ola anglo l'ranceza qoe se a*aociava virtoalnseate a*
n n | i lem deixar de felicitarc de ver qoe e a po- | reolucries das potencia* orcideolaes das quae aoa-
lilica das grandes potencias catholica* manifestada no i tentara os esforcos com lodo o seu crdito a toda a
dilo prolocollo. enntribuio para dissipar muilas I-
losoes perigii-as, o fin pralico a que se dirige en-
cerra ao mesmo lempo a garanta do seu proprio
locceaio.
Tolo o soverno que possae o cnlimeulo de saa
missao deve evitar cuidado'ameiile rmprrshrnder re-
formas na* nares vizinha*, soprando as cinzas queli-
te* da* dUrordias civis, porque jamai* nenhum es-
sua iiilluencia.
Da Serio.
couiu;spt)Xi)KV:i\ ik> diario de n
NAMM'OO-
PARIS.
i de julho.
I) discorso do imperador I). Pedro II na aberlu-
(aJo lem brincado impunemente com as in i- pai- n da se*ao legislativa das corles brasileiras, che
x5es populares.
ir Por oolro lado nao ha um ad homem de eladc,
digno deste nome, que nao estoja penetrado da ur-
gencia de applicar remedios ellicazos aos males que
i desolam a quasi ilha dos Apenntnos.
ir Quando se examina a condirao aclual da llalia,
j nao alravez do prisma das paixdes, mas com o soco-
: go c a in lera -n de iirn observador irnparcial, nao
! *c i le deixar de coiifessar i|ue ao* tonho* doorado*
de i ni!i7,i e de independencia, soh o impulso dos
qu i;. *e empreheu-et prosada de IMS. *uccedc-
rain. alm dus Alpe-, um* confusao de idea-, mu
critia-t" de leii'li-ucias, um choque de partido-, em
urna palavra um cahos polliro cem vezes mais le-
pIoraM-l que o jugo uh*oluli-la por qual o* patriotas
italianos linliam querido liherlar-se.
ir lie osle o le-ulla to da ri-Miiuco. e que exfdea
demasiadas porque urna poltica saina e previdcnle
nao piido nem deve seguir o me-mo raminlin, se bem
que busque nos limite* do possivel o mesmo Iim.
o Parecen-in indispon****! Iricsr eia linha de
demar.-nc ,u enlie .i e'lor,.o* qoe, como nmio if-r,
empreara hoja o* alliado* de 2 de desamoro, *eja
em Roma, neja em Napoie*. e att utopia* d nm codo
gando at aqu, produzo urna viva sensar-io : esta
palavra lilo eminentemente repaasada de prudencia
e grandeza, manifestacao poderosa do estado pros-
pero e eln ni de futuro do novo imperio, encontrn
eclios iiiiiu-rn-ii- e syrnpallucns ; ah aioda o vellm
continente europeu senlio que os lagares qoe podem
ligar os;desliuos]dos povos ja nao conhecem distan-
cias, c he anda sob a iinpre**,io dc-te entiaoenlo
que Ihe vou dar a noticias dn mea passado.
< > berr-e que be boje a mais chara rsperanra d*
Napoleao III, a.-alii i'c ser iolloeado -ed a egi-lc da
religUo. Todas as pompa-da igreja, lodos o* r-
pleiulores do callo unido* a-mageslade das maierc
eoDBOl da Ierra acollier'rn c consagraram o iofanle
nascido paia consolidar urna dvmnaslia. \ isreja a-
cala de farr lo rhrislo, a de cliamar obre elle lu-
das a* benre* drqcolle qae protege e dirige o* re*.
Fin vivo senilmente de gratido para com I pinici
jo- que rom urna iniciativa lao tiobre acabala de
occorrer e ronnolar lao adir ir ivelineiite o* males
e.iu-.idu ao pn pelo hornxrl llap.ellu da* inunda
{no, iizera de.li testa do baplr-oio ms iskI *-..-
nal, uma manileMac.-.o univer-al.
A Ii de jnnho, logo pela manilaa o canlio d.e*
partido, que nada lem aprendido e Dada e-quecid > Invlidos nnnunriou a olomnidade do dia i qnal
desde 188. nm concurso inmenso s asvoeioa ; a bol*:*, Iri-
MUTILADO


OMHO DE PEUNAiBUCO QU;-T< FtjM 30 DE JULHO M I56
hnnaes, ts adroinislrnrps publicas e pnrlirul^re* es-1 seus primeroa iota ios contra .1 concurrencia 1I0 es-, Pernanihuro,
lvertu de feriat ; os eamiuhns de ierro pela ma-1 trangeiro; mas roinmunirando desparto a razo de Exm. Sr. Jo
liria Irunxciaui a capital ra grande numero de va-ser do tystemn protector se Indica o alvo a qae elle
janie, vnoos dos pona niail renndos para assistir leude, e as cireunitlaiicias ern qie evo ler lim. pur
n reremonia.
Toda. as raas situadas sobre oiliiirrario indicado
par a paasagem do cortejo estavim rteeoradm, de-
bati ale cm rima, de fctet de bandrir, de escu-
do-. ,- de divisas ; a jmilas e os trillados legorgi-
lavm de esjwcl adoros, esperando cora vida curio-
-idade o c|>erlaculo Venerel que la ilcsdnhr.ir-si'
aas sena nlhos. Por toda a parle, anda nos biir-
ros mato remotos, a eidade ludia 11111 ar de f"sla ;
todos os ofllcinas eslavam lechadas, c os habitantes
se dirigiam brro vestidos pa.i o artlin d.,sTui!cri-
as, Holel-de-Ville e >otre Dame, tina itupla fi-
la formada pela guarda nacional a direita, pela.
guarda imperial a esquerda obre ludo o esparo fai '
tropas de ravallaria e de lintia que nao faziam por-
te do corteja, eslavam apiihorailas sobic a prara
da concordia sob as orden das Icueiiles coronis. O
Holcl-d-Ville eslava esplndidamente decorado, a
practi ollcreria realmente un aspecto grandioso
e de um aspecto sedurlnr.
I'm mmense arco de Iriuuipho conslroido no ar-
co da porta de llenrique IV h_ a ,i os duu lados da
avenida Victoria e assignalava os cslaleiros de cons-
Irucco situados por Iva/, lima aguia Cnlussnl de
azis desdobradas domiaava o ruine do edilirin e li-
nha as estufas um absndereill.i sobre a quul se lia
a divisa seguirte : l'thrat uec mnertur. As armas
co principal brithava a cifra imperial a avenida vic-
toria guarnecida de mastros veuezinuos coruados de
bandearas tinha sido roelamorphuzeada em jardiin,
decorada ruin fontes mouomeulacs c grupos allego-
ricos. A decoraco exterior da igreja de Nutre
Dame consista em um prtico de esiylo severo a-
companhado de doas azss em forma de tenda, or-
nada de grinalJis de folhagens e llores. No paleo
arcado e coberto com urna juncada de flores e de
Mingeos, elivavaro-te doos mastros de baodeiras
com armas do imperio. No vrtice das torres duas
grandes baodeiras com cores oacionaes eutregavam
aos valos, as flammolas ornadas com borllas d'ou-
ro.
O interior da calhedral ipresenlava um espect-
culo dos meas veneraveis. No centro do crozeiro
levanta ra-se om estrado cercado de urna balaustrada
e aberto do lado da nave ; sobre este estrado, esla-
vam collocados o altar elevado por tres degios a en-
trada do sancluarie ; o Ihroue do imperador e da
imperalriz com um genullexorio elevado subre tres
degraos, defronle do aliar, a pa culturada sobre um
degrao entre o altar e o thrimo ; u ibruno do cer-
dead legado a latere sobre dous degrao* a entrada
do sancluario defronle do altar e ilo tlirono. No
meio do sancluario por traz do Ihroun ,ji> cardial le-
gado, assentos para os arccbtspos c bispos.
A' esquerda da epstola sobre o estrado linlin-so
disposlo urna pollroua elevada para o arcibispu ile
Pars e lamhoreles para os m> mbrns titulares do ca-
pitulo metropolitano. A vellia calliedrst,perdora
como por encanto, e em poucus das, todo o cunho
das modicarika e degradacues luceessivil que os
serillos llie liuliam deixado ; tornarao una esplen-
dida igreja dos secuto XIII e XIV. Os.pilares es-
tavam pintados das core mais harmonios;!, as abo-
bodas eram de azul com estrellas d'ouro sem nu-
mero, as vidracas alravez dos prismas das suas tt-
ancas lito brilhaples s deixouam r*l**g*r nave es-
sa luz tan suave e iju recolhida dos autigos lempos,
s ogivas linham sido desembarazadas das decora-
riiea que o mo goslo tinha acrespentado uecessiva-
inente, e deuavam an olho de todas as parles pre-
peclivas infinitas. Em lim, salvo as l.ipecanas des-
tacadamente iuilispeusaveis para a Veicronnia do
dia, julgara-se ver urna baslica christa abrir-se
pela primeira vez depois de seis seculns.
S. S. Po IX be, como se sabe, o p.idrinlio do
novo lilho de Franca 1 nao he esta a primeira vez
que o soberano pontfice serve de padrinbo aos in-
fantes reaes. (.loando Carlos Maguo eslava em lio-
rna, o seu lilho Pepino ah foi baptizado pelo papa
Adriano V. O delphim de Franca, lilho de Francis-
co 1 leve por padrinho o papa Lelo X, que se fez
representar pelo sobrinho l.ourenoo de Medices du-
que d't'rbino.
O delphim, lilho de llenrique IV, leve por pa-
drinho o papa Paulo V, que foi representado p-I
cardeal honorario. O delphim, lbo de l.uiz XIV
leve tambero por padrinho o soberano poutilice. O
lilho de "iapoleo III lem por padrinho o papa Pi
I\, representado pelo cardeal Constantino Palrizzi,
qne inrlependente das uas atlas fu nenies na corle de
(toma, he neto do princi|ie Xavier ue Saxonia, rei
ila Polonia, e irmao ua grande delphim, m.ii de
l.uiz XVI, c sogra da raiulia Mara Aolonielte, ar-
rhiduqaeza da Aoslria; prrtence as familias mais
elevadas da Italia, da Atlenianha e da Fraura, c Na-
|>olco III araba de confiar Ihe ncgocioces romo
lim de ohter do soberano pontfice a sagraco pelas
suas pro|.ii.i- in,.,. noannovindouro.
I'ela vollailas i horas da larde o cortejo deixou as
fulleras, composlo de 3earrusgens da corle, as duas
primeiras eram tiradas i seis cavados na primeira
eslava enllocada a cruz pontificia, ua segunda o rha
peo do cardeal, a terecira era lirada por s navallos
rondiizidos a man por criados a pe : ,1 canleal leas-
da, sosinho nesla carruaaem, rece-heu cm lodo o ca-
lumbo dos pastos Imperiaes a metro/iole os signar-
las mais respeitosas svmpnthias.
Foi as 5 horas mea que o imperador, .1 aspe
ralriz, o principe imperial, parlii.tm das Tuilenas :
P imperador Irajava o uniforme da aciier.il de divi-
so, de calejo e meias de seda, a imperalriz vestid;!
de branco, levava sobre a rabeen un: diadema %
brilbantos, o infante condnzido pela Caja, levava o
rordao groiso da legioii de honra, e um maulo Ir
lado de arminho.
O corlejo se compunha da ni me ira srguinle : va-
rios esqnaores de cavallaria, a carruacein da priu-
ceza Malhilde, a do principe Napoleto, a do princi-
pe Jeronymo, seis carruagens a seiscavallos, couten-
do as dsmas d'honor e os grandes alucines dn paca,
urna stima carrugaem a seis cavalosconteudn a prin-
cesa Malhilde, a duquesa Mana llamillou, urna 01-
tava continha a gra-duqueza de Badoy que repre-
seutava a rainha da Soecia, madrinha da criaoca,
i> principe Napoleao, o principe Osear da Suecia ;' a
rarruagem da imperalriz edoduzia o principe impe-
rial, a yaya do lilho de Franja, a ama, com os mare-
chaes Csnrober! e Bosquet as portinholas, a carrua-
gem a 8 cavallos em que se achavam o imperador en
imperalriz, cercados dos marechnee Bartguey d'llil-
liera e de Caslellooe, ele. ; emlim, ama grande
quaulidade de tropas de cava Maris.
Depois da rereprao as portas da calhedral, lodo o
cortejo imperial entrara solemnemente, e se guipara
no transeplo em qe se achara elevado o estrado se-
gundo um oso anligo e consagrado. Ah, tendo o
legado por detrs de si oilenla bispos de capa e mi-
tra, lodoscobertos de pedraria, d'ouro e de rendas,
e teda o alto clero, se achara, posto que padrinho,
proroplos ofllciar, segundo o rilo da igreja primiti-
va, com o rosto vallado para os liis. Depois de um
momento de recolbimnto a ceremonia do baplismo
oomecen : as formulas pronunciadas em Islim e
enrgicamente acentuadas italiana, pelo prelado
eram oavidas de qnaai todas as partes da igreja, ca-
da dama do paco eotresava as honras que trouccra, a
vela, o vaso do santo oleo, oaleiro, o j>ro, a loa-
Ihs. O vaso do baplismo era de cubre embutido a
ouro e esculpido seguudo o mais bello eslvlo persa
do fim do seculo XII, urna Iradiiflo piedosameule
-conservada,pretende que S.l.uiz o Irouxera das Cru-
zadas, e que os filhos do sanio re ah for-m baptisa-
dos.
Depoi-das ceremonias acabadas, o imperador lo-
man o menino nos bracee e de pe o apresenlon aos
assiitentcs : orna inmensa aeclasna^ao fez reunir
eolao as abobadas de Notre-llouie.
Depois da beneo ponlilical, o imperador e a im-
peralriz se reliraram para assislir ao banquete offe-
recido no Hotel de Ville pela eidade de Paris : e-te
banquete leve logar as 8 horas na grande sala das
ferias admiravelmeote disposta para esta solemnida-
de. Nada pode dar ama idea da magnificencia desla
sala, decorada com todo quanto o loso e o gosto po-
dem reunir de mais esplendido. A' uoite a eidade
inleira se illuraiiiou em lodos os pontos, as lanlernas
venrsianas, os lsuipeOes, os vdros de cor1 e o gaz,
dcseuhavam graciosos arabescos de logo.
No dia segulnle ama fesla publica foi dada, espec-
tculos gratuitos em lod os os Ihealroe ; eipeclaculo
em pleno ar, e divert montos de todas as sspecies.
lina consa foi especialmente applaudida : o laucado
de orna mullidao innuajeravel de bales qne de'rra-
mavam em todas as pssAot confeiloi do baplismo.
Emfim, as illominaeoes Tl> eidade romocaram com
doos magnficos fogos de artltcio.
As cmaras legislativas liveram de oceupar-se com
a le de regencia, receberam eommunieacilo de un
projecto preparado por orden do imperador, depois
do nascimento do principe imperial : a menoridade
do imperador ser Ciada aos 18anuos ; na fallado
imperador seu pai ler disposto, antes d. sua morle
da regencia por acto publico, he a imperalriz mai
que he regente e lem a guarda do menino. a fal-
la da imperalriz he o primeiro principe franrez
na falla do principe francs he a pessoa designada
pelo senado sobre a convocado do consclho de re-
gencii.
Se a imperalriz regente, 011 o resent, nao live-
rtro prestado juramento ao imperador menor, du-
rante a vida do imperador seu pai,para o eiercicio da
regcncia,-e prestam sobre o evangelho em presenea
de lodos os principes franceses, nfemhros do roose-
Iho de regencia, ministros,siaudes olliciaes da corda,
gr.io-cruzes da LesUo du Honra, sensdo, corpo le-
gislalivo, e conselbo de estado,
O conselbo de regencia, designado pelo imperador,
ou ua sua falta pelo senado, delibera sol a presiden-
cia do regeute, pruno, sobre o casamento do impe-
rador, secundo, sobre as declararnos de guerra, as-
signaturas de tratados de paz, de alluuira ou de
commercio.
A economa desta lei, tal como acaba de ser livada
pelo imperador, se apota ao mesmii lempo sobre 4
garanta dos sentimenlos da nalureza, sobre a aran-
do inaioria dos precdanlos histricas, e sobre a
IradicrAo-napolinmiio, consagrada alias pelo sealo,.
consulto de .". de fevereiro de 1810, Wfc as modili-
i.ocs quo re-1,1111,1111 as circumslancias acluaes.
A Franca vai pdr termo an velbo svslema dassuas
proluhiroes, suuslilue-,1 |mr um eqiUtirio de tari-
las que .leve progrcwivainenle um di. Jcabar na ab-
soluta liberdad* do ..commercio. Im araode povo
se deve esercilar em lodos ... ramos da aelivnlade
huniaua. sem outro limite mai~ do que aqeell* que
llie nnpoe a oalarexa ata sea solo < das suas produe-
roes. Ja nao he esta nina queslo puramente ecouo-
inica, he ums quesUo de dignidad, de grandeza e
de independencia ; ninguem contesta que .i maior
parle das indaslrias raannfacloreiras se possam es-
tabelecer sem nma prolecc,ao tutelar que abrigue 0j
i 1
illeuuacoe. sur.....suas Este alvo, alvo li ni|
talvex, lie a liberdade, be a emancipacao, quand .
industria nacional saluda das snas fachas, se sent
h--t.ii i. forte p.uj luiar, pela qualidade c baraleza
dosseus productos, conlra a industria dos oolros
pavos.
lie imiita evidente que este inonienta nao I.....coa
serd emesmo para lude* os ramos .....rabalho na-
cional, e que .1 liberdade, qoe poile convir boje a
um. n.n. s^ra Conveniente pora o oulrn se....., sma-
nlia.i ; lia 1-I0 o que d as thaonas absolutas, tan
vas e l.u puuco applieavci-.
Penetrado deslas verdades, o jovrrno lianrez, no] muil quati io queri.-.in invectivar o goverha
oez pnssBilo, submetleu ao corpo legislativa um pro-1 depois de rnulieridu os coropromellidos
jeeta de lei qne alMile ladaa as prohibiers em ma-
teria de alfandeaa-. c as hubslilue mr direitos
que v.i.iam, segundo as materias, e segn lo o estado
de* diversas industrias.
t. 'ni elfeilo, a prubibiro aprsenla algama cuu-n
de barbara que chama as represalias; .1 prulecu le-
gilima nao pod-ria clieaar al e-le ponto, pois que
a priflercrto deve ler pdr limite o interesse do consum-
midoi, e esle interesse s inelten lose a induilria nacional ao contra-peso da
producre estranaeira, c-tim ilando-a pelo aguilbJtu
do commercio. A prohibirn qupmipprime'pura e
simplesiiirnte, nao so qualquei- eoiicurrencia, mas
ale qoalquer evenlualidade de concurrencia, eslan-
de dczcn.liro de 1855. Iilm. e
l'homaz Naburo de Araujo, miuislra
e scerelario de estado dos negocios da jusliea.Jote
tc/itmta Ciiiihu t Figueiredo,*
is~a<|ui qual era a ma' rouladeqne liulia ao Sr.
Druminond. Era eu o culpadu de nao ler etl -
portado corno desejavainos .' i) chefede polica con-
I rlue o procesan, e pronuncia aqestes qoe emenden
que esUvam comproinelttdos, entre elle) o lilho
do coronel Druuimoud, rujo pai apparece ua capi-
1 lal. nao para vir explicar a sua conduela, nHopara
I apreseatar-ce a> preidnle mas para entender-ao
rom o cnsul iugl'i ro n quem posteava multa orino.
i Eul.i 1 as lolhas chaniaii.is da opposir.io j., n.10 gri-
tav. ni, iienVetcprobravam os africauialas ou os com-
l promeltidof porque eram ja condecidos ; -o fallavam
us
11*1 fal-
lavam mala em contrabando, alapardavam-se, cum
dos redactores da IJberat tomoa o papel de advoca-
do do Sr. Drummond, e smenle vociferava contra
o presidente, a quem diriga lod 1. as arrusarOes,
vioei 1, de maneira que o mesmo delegado que entilo
se achara orcupadu na cominis-ao que all 0 levara,
em logar de continuar nella. toruou-se o araude en-
ferineire do hospital que all se levanluu, e onde
fez mu bous serviros.
A provincia se arliava invadida pela epidemia em
lodos os spiis ngulos ; eu nao ehegava para accailir -
1 laidas calamidades... Era o contrabando de Afri-
canos, o cholera-morbos, os Druinmonds risadas ,!
alguna mdicos descari sosos___
11 Sr. 1'aui'i Caiidid'i: V. exigentes...
(I Sr. (mli t'igueiredo : .... er.un os especu- ]
Indnres ilo todo l..tp___ F^ra um inferno... ou 'pelo ;
menos ntu purgaloriu SensacAo. .No enlrelanlo '
a lelh.i chamada da oppoSr,AO di/ia que o presiden-
le e-oegoic.iva-se nos seos colclies de pennae..
ili/mii Urt. Diputados: laso he o que aempre
dizein...
O Sr. i'iiuha Pigueiredo: linze quem qnier
as delicias do poder, eu 11.10 lenho adiado senu es-
pillliose amarguras...
OfSr. Paula Candido: prazer de servir!
lie inuilo apprrriadu pelos eorarea !
jos, lula em vao em discriminar as nolirias falsas pinico vacilante, mas a final sabio ilizendo que nao
spslha las adrede das que tejan verdadeiras, pro
curando, como para assim dizer, nina agolha u'um
palheiro As prnmess,s de gralifleacnea s ppssoas
que denuiieieui os culpados e Africanos, uu os apre-
senlnn .1 autoridade, nao lem aproveiladu senao em
escala milito Inferi) ; e pelo que diz respcilo so-
menle aos Africanos, islo mesmo com tantas caute-
I is, moro-idade, elido sei mais o que da parle do*
aprespnlaules, que em verdade a autoridade enjoa-
se de ^compauhar laes tratantes sem o que, em
abono da verdade, neda consegoe-se e seu proce-
dimento sajeita-se a elimnenlosc interpreb-ees me-
nos airosas. Os aprevenanles de Africanos, quando
repreaenlam o papel de denuoeantes, nunca com-
promellem os illlgitimos possoideres, de quem por
minias razes sao dependente, e nein deixam ves-
tinios por ou te a auloridade os procure, parecenilo-
lerii remedio senao elogiar a Drummond.
Islo mesmo eommnniqnei an mu digno succesor
o Sr. Sergio leixeira ,le Macado, disse-lhe lambem
que se >. BlC, acliassp conveniente haver urna con-
ferencia enlre mim.o ev-chefe de polica Paiva Tes-
xeira, e o cnsul inglez Cov/per, eu demora 1 ia a mi-
aba viagem para a corle tanto lempo quanto foste
necessario ; poisdcspjiva ipie e||e licasse bem infor-
mado de todo.
O Sr. Seren nilo julaou itso prerisn. O que limi-
to eslimei. porque desejava relir.u-rne, e so a ques-
illo do palhahote me poderla prender; eslava solieao
por deitar presidencia ; nunca ambieional presi-
dencias, conservei-me uellas lauto lempo por obede-
cer ao governe imperial cem allenco aos meen m-
aos polticos ; mas nilo me era possivel mais conti-
nuar, eslava doenle, eslava caneado; alndnoeatoa.
A discussJo lica adiada pela hora, levanli-se a
sessiio.
piisjasco.
meque, se os Irazetn, he porque, em I10111 porlu- nein sei mesmo como poMO estar fallando. Emre-
gih'Z, us possuidores os vender, sendo que os Afr- lano, pelo motiva do palhnbote, deixar-me-lna |.
canos por brutos nAn se prestam a escUraeimeutos I car por mato qualro dia* al acabar aa diligencias, >e
cans lcrai.lo-o ,.u- connivente; guardavam poiem ( bemao pai/
decoro ao chele de polica, porque era ojuiz da cao- nohre-.
; mas hojeo ai.s-dham, porque elle ulo pode O Sr. Cmiha Figaeiredo: Nioobstante andar
fa/er-lhes bem n.rn mal ; era eu no sentir do*I aturdido com a epidemia, continu! a reiterar m-
os opposiriomsias um grande per-egui- uhas orden, e em 1,1111110 caso, po le o coronel Por-
mal
lee*
dur, etc.; mas eu continuei no meu posto, rdore-
cuei diante desse titulo de perseguidor, continu! a
fazer o meu dever, e diaac ao rhefe de polica que
nada eslava feilo, que emquanlo nolc-se bem nao
cslivcsspin raplnrados lodos os cnmpromeUidos, c
ca a lonledos Irocos, conslilue um monopolio em appreheudido o ultimo Africano Untado, nada esta-
la vor das indaslrias qne proleje. e entrega os con- '
summi lores sem defesa a ludas as exigencias do in-
inlcres.se previleaiado ; emlim a prohibirlo lio urna
e indevisivel, desprovida de elaslicidadp, pois que
ninguem a pode modificar,sem que a fome des.ippa-
rer.
A matar parle, para nao dizer a lotalidade dosdi-
reiios, ile que Irata o projerlo, sao bstanle elevadas
e por tote nao se pode considera-tos como quasi pro-
hibitivos. Assim he -lmenle urna queslau ceral que
se eslabelece ; mas he precisamente porque se traa
de urna queslo geral, que o projeclo asila urna dis-
cossao profunda, e lalvez apaixonada. O debate,
que se vai abrir, ministra as dlTerentes tbeunas eco-
nmicas urna occasiftu de se expor, que nao linham I fem viso
desde limito lempo. Com ludo, nao se deve ver no
projeclo de lei. a que nao eitole, nem oulra coosa
que nao eucerra, ser lalvez combatido por alguna
partidarios do regimem protector, e com ludo nao
implica abandono alaum da proteceflo devida ao Ira-
balho nacional ; ser sem davida deflendido pelos
partidarios de livre troca, c com ludo uo implica
adhe-ao algama a sua donlrina ahanlnla.
Como quer que aeja. parees corlo que, com a ta-
rifa propeslapeiogovtrn, a industria franeeza Oca
slidamente protegida. Todo ha sida calculado, pa-
ra que as manufactaras e al lainicas nao toflraro
com esta Iransir.lo enlre um regiinen relrngado d'o-
ra em vante tornado impnssivel, e o rgimen de li-
berdade restringida qu e far entrar a Franca no
concertn industrial das naedes.
A suppress.lo da prohihico arruta a auppressAo du
direilo de pro-ura no interior tao fecundo em con-
sequencias funestas p desmoralisadora*.' A di-russao
desle projeclo de lei foi adiada para a prxima ss-
so, atcamarat encerraram oe seus tranalboa Icgis-
lalivns 11 -J. de julhn.
(i imperaoor no |. dejalho, sabio de Pars para
lomar banboe em Plom eres: seaundo cartas de Vieu-
N toril lucar nina entrevista cutre elle e Francis-
co Jote em lraaeuz. sobre o laao Constanca, nes-
tes dous mezes ; os rria de llanera e de Wurlem-
berg. assim como o principe rdenle de Hade, que
ltimamente estove em Paris, ah lambem se achara
na mesina poca.
O principe Napoleao esl viaja-do no norte da Eu-
ropa, Bcha-tt na Escocia, e vai a Islandia ; he acorn-
p.anhadode una socledade de labio.
Os prncipes exilados da ea nuam a lixar a allenco: M Drleatiislas, depatode
algum lempo, se leem vivamente neeup.ido com um
manifest do conde de Pan, por oreasen la ua
proxim m.ioridade. Este principe, herdeiro do
duque de Orlenns, lilho maisvelhi ilo rei l.uiz l'i-
lippe, protesla enrgicamente conlra a fasto lentldl
por alauns membm da familia com o conde de
Chambnrd, e termina derlarando, quo lomara aem-
pre por poni de partida da sua politiza, o lestameii-
10 de sen pai.
<;. .17.
HIO DE JANEIRO.
riAIAlUneSSRS.DrTUTADHS.
SESSAO DO DIA II DEJUIJIO DE 18.16.
l'i<' o .Se. Citnh'i /r'iosnTiretfo conclniulo.
Quahto ao louvar a aleases, o cpic dtose ao che-
le de pulicia foi o seguuilo :
(i lloje recelo a sua c irla sem dala em resposll
as irinhas ilo'J c '1 ilo correle.
o Sinlo. mullo que linda non tonlia eolhido ns
ruclos das suas diligencias ; nem por isso llevemos
desanimar ; prosiga cem Vigor.
a O governo mandn Inuvar etn nome do impe-
rador ao coronel Uenezea a capitn du destacamen-
to volante. A respcilo deste ja eomprl coap o aviso
pur iniermediu do commandanle das armas, fjoau-
10 ,10 coronel Uenezes, vou lambem comprt-lo por
intermedio de V. S-, que, a visla do qoe vai oc-
eorrandb, far o quejulger eonvenienle.
o Antes de reeeber a ana carta, qoe respondo,
ja havia i'ado ordem reservada .-10 capitn do piulo
para prender o capataz, que ale agora por c.i nao
appsrceeu. Vou lambem encarroar ao mesmo ca-
pitn do porto das inqoirtcnes acerca do capitn do
palhahote.
11 llem que mcoaheca que V. S. esta fsztado
falta para o Interrogatorio do Hellarminn, nao me
atrevo ruintudo a apressar s sua volfa, porque as
diliacncas em que se acha cn.penhado sao de
maior valor ; o que pode fazer he adianta-las
naale fot possivel.
11 Continu a gozar laude. c 1 dispor. etc. o
Kespoodi ao chefe pela maneira seguinle
fcito ; que devia elle vollai ao Rio Formo
concluir as .tas diliaencia-, romo a cmara vera'
do ollieio reservado que exped iminelialamcnle ao
mesmo chefe de pudra :
a lllrn. Sr.Alenidoqueluihn verbalmeule pon-
derado a V. S., e das diligencias que temes Combi-
nado para o fim de apprehendermos o reslo dos Afri-
canos lirados do palhahote em Seriuhaem.julgo eon-
venienle, em presenta do que me acaba de commu-
nicar o Sr. ministro da jusliea cm data de 8 de de-
zemhro, recommendar ao seu zelo e patriotismo o
egninto:
I .Redobrar os varejos em lodos os engenhos un-
pellos, e apprehendcr todos us Alrtcanos que tive-
de huraes, ficandn livre aos que se con-
sideraren! -eos dono* provtrein que o nao sao pe-
rante es trihunaes competentes.
o Olferecer premios mais axulladosdo que ns qoe
ja se lem ollereridn, as pessoas que denuuriarem ou
apreseutarem us Africanos buraes.
A|i)irehender mesmo um ou 111.lis escravos ladinos
dos engenhos suspeilos, para serrn interrogados a
respehodos lugares,para onde lorain levados os
Africanos hures, onde estove, e por onde se esca-
pou a Iripularaodo palliabile.
o Emprear de novo os mems suasorios e de eaac-
cao indispen-aveis, afim de que os moradores da
narra venllim a depor sobre o desembarque dos
Africanos.
o l'ro-Liiir as indagiroe" sobre ser ou nlo o
coronel Joan Alaooel o quede curnliinacao com Juan
Jos de Parias promnveo a viuda dos Africanos.
o No caso de qualquer indicio de alguns dos
Africanos 011 gente de Iripolaco terem-se passado
para a provincia das AlaRoas, requitilar ao chee
de polica dalli Indas as diliieneie* necessarins para
a apprehen-ao ou prisa* aleles onde lorem adia-
dos.
o Instaurar novo proeesso conlra ns ngocompre
hendidos no arlnal, se pelas novas diligencia* e ave-
riguaces uutrai pessoas forem indiciadas nessp
crim.
Renovar as ordens de priso dos erirniootoa, e
principalmeule dos pronunciados mais pnderosos,
empregau 01 para i-so Indos os meios al chegar ao<
mais fortes.
Proceder a novo interrogatorio por meio de
interpretes)em ligaos dos Africanos mais ladinos
que se achiinappreheii lidus, alim de revelaren! o
que snuherem, e mesmo indicaren! os seus rompa-
uheirns de infortunio ; e servirn lambem para al-
testarcm a denudado da pessoa dos que forem ap-
prehendidoi.
lodos essasdiliaencias convem que sejam exe-
euladat por V. S. em pessoa, com o maior escrpu-
lo, f fliocia c dedicaro com que V. S. cosluma
obrar, nao desprezando meio algum, por mais forle
que soja, rndenlo que se consiga o lim que temos
em vista, c que he instantemente recommendado
pelo goveruo, licaudn cerlo de que eslou prumplo a
satisfazer todas as requisices que V. S. me lizer.n
Ma* 0 chefe de pnhcia enlendeu quo a sua volia.
ao Rio Formoto nao adianlari.i resultado mais favo-
ravel ; que elle lana grande lalla na Captol, que os
neaocios da polica licariam atrasados; observon
mesmo que u cholera eslava a haler-n-s porta, e
eonviria nodeixar a capital cm circum-lancia,s lid
criticas; sendo mais proficuo enviar para all um
nlilar qne armado icrgicis provideupias, obter mclliores pro-
inn
tella haver por m-io dos premios mais dnze Africa-
nos bucaes ; pedio-me que o exuiierassc, vislo julasr'
nada mais poder alcanzar. Vollei-me oulra vez \<-\
ra o chefe de polica, e ordenei de novo a sua par- i
lida para Serinheiii, aiio de cumprir as ordens do :
aoverno, como-se collige seguinle ollieio:
* lllm. Sr. Havendo cm dala de 7 de dezem- 1
hro prximo passado submellido ao ci-nheciineolo
do Sr. ministro da Justina o reservado por cupia )
que V. S. me dirigi em dala de .1 do dito mez, em |
que me consulta**, sobre a demto*ao e responsabili-
dade do euto delegado de Seriuhaem coronel tas-
par Uenezea Vasconcelos de Drummond, live em
respusla o que V. S. vera do aviso reservado de :il
de dezembro, por copia n. I, no qual S. M. o Im-
perador houve por bem ordenar nAo s a demisso
do dilo delegado, como lambem a sua prisao e res-
pectivo proeesso. E como ja esleja salisfeila a pri-
meira diligencio, cumpre que V. S. proceda s ou-
tras sem perda de lempo.
o Oulrosim, havendo lambem levado eu conlicci-
meulo do mesmo Exm. ministro, cm ollieio de 4 do
referido mez, a exposicnn circumslauriada do laclo
da apprpheusUo do palaeho com Africanos na barra
de Serinhem, e das avenguaroes e diligencias a que
V. S. proceden, e do proeesso que tuslauruu p ir es-
vas c
vas, 1 ic
Resolvi-mp, pois, a nianriar para Serinhaem im-
mediataniPiilu nm militar de quem tinha lulo mili-
tas provaa de envidado e bam cnmportainenlo ; de-
illi o Coronel Drummond do cargo de delegado, e
lancei mo do lenle coronel Portilla; dei-lhe a
portara da nomeacao de delecado, e eomrnuuiqtiei-
Ihe M iiifoiinac-s que *u tinha al cu tao ^obre ns
negocio*lledenles aojpalhabote, e disse-lhe na
presenea do chefe de polica : ,. Va V. S, para o Rio
Formoso, ptilenda-se rom o juiz de direilo e como
jniz municipal, e explore o terreno ; se puder logo
alcane.ir vantaecns, ajpprcbendcndo o reslo dos
Africano*, por meio da forea, prupreaando a me-
dida des varejos, fara-d; se porm ruiivenrcr-se de
que issn sera inluclirdro, recorra en lio ao ineo de
propor premios, c usando das medidas que o chele
de polica julgar cnnvenienle. ,
O Sr. Pililo de Caiipns : Mas o que descobrio
a respcilo dn Sr. Juo Manuel'.' Sebe innocente,
lie preciso suspender sobre elle qualquer perse-
guirn.
O Sr. Cunta Figut re-ln ; |.* ebegirei.,.. Dis-
s eu an deleaadu qu s no caso de usar da prninessa
de premios nao lizeate eomnroinissos com possoa al-
goma : que adquirisse os Africanos medanle os pre-
mios n quem os apresent i-s-, e colligisae as provas
que pudessp ; mas que quando livesse >pprehendido
n ultimo Africano, ou livesse desesperado de o eon-
ii Recelu a sua carta sem dala, no dia 13 dn I seguir, desembainhassi a espada e fizesse a devida
correnle. Me bstanle trisle queseache V. S. qua- ijnslia contra quem qierque fosse
si em arvure secca, e que o coronel Drummond, I Foi o lenenle-coronelPrtella pira o Rio Formoso
que tanlo o poderia ajudsr, eleja pelo contrario | mas. nao obstante a cnnlanca que me elle mereca'
inspirando-Ule desconfianra ; mas eu creio que no rnmludo. recebendo novas ordens do Sr. ministro da
estado em que se arbam as comas, convir que an-
tes de V. S.jogar com elle a ultima caria. Ine falle
elaro, diiendo que elle assim vai destruir orna obra
de que llie deveria resallar muila aloria ; que nao
he possivel deixar-se de appreiiender os Africanos
roobadoi; e que fora nielhor que islo se fizess do
modo renos estrepitoso e vilenlo ; o. que sem du-
vid.i socctdrra' te elle quizer dar a V. S. a chave
do enigma qoe se vai derilrando de ama maneira
terrivel para elle. Senbor dnutnr, he necessario
arrancar os Africanos donde elles csliverem ; para
isso peca V. S. s providencias que quizer, que ah
rhegarao inmediatamente. Esta' me parecendo que
com o meios ordinarios nadase conseguir'. Co-
nheeo,conio V. S., que a medida dos editaes polle-
ra' abajar e excitar intrigas : mas pens que pro-
dn/ira' resallado, podeudo-se dislinguir bem es
Africanosbacaeido*eserato* ladino*,* rousequei,.
lem-':.le nao desisto da idea, cnmqiianlo a -uhmella
aempre a sua priuleucia e criterio. Diz V. S. mu
bem, que todos eslSo rom os albos filos na po-
lica.*
A enmara lera' calculado o grao de dillcoldades
cm qqe o corone! Drummond collocou as diligencia*
polieiee* ; por um lado quizer* eu que elle, como
auloridade. nao licasse desairado ; e por oulro lado
era elle o maior obstculo que tinha a polica, mo
qi/erendo dcscobrir as circnmslancial mais recou-
dilas do delirio.
O clitfe Je polica aliual desespero*), e eonhecen-
do que o coronel Drummond de uada llie servira,
o abandonou, u procedeu a virejo em algnnsdns en-
genhos da comarca, inslallou o proceso, e fez ap-
prebensao de nove Africanos hucaes cnconlrados
as mallas de Serinhaem, a vollou para a capital.
Foi enl3o que eu pude dar ao governo imperial
jusliea, li/. ver ao chee de polica a necesidad de
ir elle ao Rio Formoso. O chefe de polica insisti
em dizer que esiada de Sr. leen te-coronel Por-
lella como delegado de polica all era rr.uito prpvei-
losa, e que enlrelanlo elle nao deixana de ir ao Rjo
Formoso no momento em que oateoeute-coronel
Porlella julgasse necessari a sua p'resenca ;e pou-
derou o qoe so v do ollieio qne me dirigi :
Itlm. e Exm. Sr. Acrusando o recebimenlo
da carta confidencial de V. Exc.v com dala de l!l do
correnle, ern qoe, ernjpresenca di cemmunicaeo do
Esm. Sr. rrnalro da jusliea em dala de 8 do mesmo
correnle. recummeiid^-me a execur.o cm pessoa de
certas diligencias acerca do contrabando Africano
na barra da Serinhaem. cumpre-me responder o se-
guinle :
ci Suppnsloque larsjdiljgenrias nao sejam senao
a renovacao do que peoa|mente fu no Rio Fonno-
-0 e SerinhSem, quando all eslive por lempo quasi
de um niez, e do que lenho feilo nesla eidade. antes
de para all seguir, e depois que dalli regresse, com
ludo para Serinhaem de novo seguirei, e alli e em
qualquer oulro lermol aonservar-me-hei o lempo
precisn. si V. Exe. assim o entender e ordenar-me
upressamente.
No enlietanlo, pedmilla-me V. Exc. qoe chame
sua allenco par o iu Iralamuse comliinainos acer-
ca da appreliens.lo do testo dos Alrcanos lirados do
palhahote em Sei inhiieni, captura das pessoas da tri-
polato do navio negre 10, e descobrimenlo de ou-
Irns culpados que anda no sejam cutiliecidos,' em
cuja occasio julgou se eonvenienle a ida do len-
te-coronel Porlella pana Serinlijcm como delegado
de polica,valoqae este, sendo autoridade local, com
carcter de perinanencla alli, e reuoindo as habilita-
ris precisas para o doiern, enlio da commi
pelo ministerio da jusliea, una conla circumilan- bom xito depende de lempo e vagar, nl
ciada do cuso ; pois que eu ale enlao nao quena ce; tos inconvenientes q le se darain com a salud 1
aventurar oflicialmenle informacesaem dados mu
positivos, e antes que o chefe os colhesse no thealro
do aronlecimeiilo. I.erei pois una parle da iiifor-
chefe de polica, ja em
pruvavelinente por
da polica a seu ca
macaooflicialquedeaoSr. ministro da ju-tija em mpreasno que ordinari .nenie produz a presenea de
dala ilp V. le 1 i'Kimnia ....... ..,...:.. ..i_____ : c
dala de i de dezembro
o Do que venho de narrar creio que resulla : 1,
que se lio uve preciso accordo enlre algum ou alauns
proprielnrios de Serinhaem e o lal Joilo Jos de Pa-
ria, ai providencias que liveram la ir em cuns-
qaencia ilo meu oflicio de 5 de jolho ao chefe de
polica, e o desle as autoridades locaes, descuncer-
laram o commandanle do palhabole de lal sorle,
que o obrigou a eslar perto de tres das junto a ilba
de Sanio Aleixo, sem ler quem o acolbesse
se faci e pronuncia proferida contra os impurtado
res dos ditos Africanos, cmplices do extravio de
17 lelles, tive lambeni em rasporta oolro aviso re-
servado da mesma dala de :U de dezembro, e que
remello por copia n. -2, M qual S. M. o Imperador
houve por bem ordenar que se faca punir e respuu-
aabilisar, como for de direito, o referido delegado,
e repilircom assisleneia.de V. S ou de oulra aulo-
ridade de ronlianra, a- buscas uo> lugares aospeilos,
afim de seren apprehendidna os Africanos roubados,
e proceder a novas diligencias e averiguares para
prisflo dos deliuqiienles pronunciado', e proeessos de
outros.qac por xenlurn forem conhecidus em virlude
das pravas que de novo se colligirem. O qae com-
manico a \ S. para sua intelligencia e para promp-
tueliel cumprimenlo, oque bei por muilo e muilo
recommendado. devendo V. S. ler tempra em visla
o que S. Al. o Imperador laualinentc delerrnina no
aviso reservado lambem de til de dezembro, que re-
meta por copia sob n. II, acerca do que N deve
proceder no curso ra* diligencias, que mailo confio
do sea zelo, actividad* e houradez. .1
O chefe de polica, anda depois desle ollieio que
acabo de ler, julga que nao eia lempo de seguir pa-
ra o Itio Forman. Ollieiei coulidtncialmeule o
delegado leneule-cornuel Porlella para que me dilles
se se inlo era possivel, ou por meio da loica, ou por
meio dos premios, conseguir desrobrireui-se os Afri-
canos que fallavam, se ja eslavatn no lodo csgola-
das as uas es| erancas, ele, ele. Tive a seguinle res-
posta :
lllm. e Exm. conselbciru Jos Rento da Cunha e
f iguoiredo. Respeilnsamenle nano a responder
a carta confidencial com que V. Exc. bonrou-ineda-
tada de (ido enrenle : principiando pelo primeiro
pouloemqueV Exc. quer saber se uo conservo
alguina esprranca de, ou por meio dos premios ufle-
reridos pelo edilal do Dr. chefe de polica, ou por
meio da broa empreada em grande escala, realisar
a npprehensaodo esto dos Africanos buc.aes furia-
dos ua barra de Seriuhaem, ilire que tendo Iraba-
Ihado para conseguir a apprehenso dos Africanos
em que-lo, segundo o premio uirerecido no edilal
do rhefe di polica, s pude conseguir ale agora a
apprehensdu dos li qae remelli, porque laes lem si-
do as evasivas, contrariedades e mesmo reccio das
ness-'as que dislose lem eucarregado, qoe nao con-
servo esperance de ohter maior numero senao com
arando morosidide, e islo mesmo nao sei se se leali-
sara. Empegando a forcg em grande escala, creio
que nada se conseguir, porque, assim que elli mo-
vur-se, alaum Africano trbido que anda existir em
qualquer fabrica sera logo posto fura della e a bom
recalo as mallas, ou no interior da proviucia.
a Jo odo o Dr. chefe de polica andou aqu dili-
genciando a apprehenso de laes Africanos por meio
da forea, claramente dcixou demonstrado que da-
qucita maneira nada coiueotula, e para daqui levar
os nove foi preciso osar de brandara ; be verdade
qne se me lem dado nolicias de existencia de Afri-
canos nos mangues, como, por exemplo, na Caldeira
de Mellar, na ilh.i ; porem mandando examinar,
mandando verificar, nada lem sido encontrado, nada
fui visto, e se se Tosse o mover tropa por qoalquer
milicia talvez dada de proposito para engaar, seria
um nunca acabar, e chamara a irrisao sobre quem
ordenasse tacsmovimentos ; de ludo islo convenci-
do, ped a V. Exc. qae maudasse-me retirar, por-
que a minha demora neste lugar daria causa a nao
seguir com brevidade a man deslino, como tao alin-
e.idamente quer o governo imperial, e mesmo por-
que sendo eu exonerado do commando do corpo de
pnlicii c exi-tindo em meu poder urna das chaves do
cofre, eu almejo entregar, e 09 dinhairos nelle reco-
Ibidos com todas as formalidades, antes que a per-
versida.de invente por abi algama hislnria.
Qoanto ao segundo, em qne V. Exe. deseja sa-
ber a razio porque nao teem aido presas as pessoas
pronunciadas nesseenme, respondo que Francisco
de Paula Cavalcanti Wanderley Lins, condecido por
Chico Calador, apresentou-se-me houtem pela ma-
nha, e esta recolbido a radeia desta villa; Jos
Francisco Accioli Lina ulo he morador nesle termo;
e o capataz Manuel Elias Salgado, por mais que te-
nha procurado saber onde eiisle paracaptura-lo, nao
me lem sido possivel saber o logar onde existe oc-
eullo, por isso ja nao se acha preso.
ir Qoanto ao terceiro, em que V. Exc. exige saber
a maneira porque foram apprehendidos os dous lti-
mos Africanos, e finalmente qae provas lenho colin-
do aceita desse fado de contrabando, campre-me
dizer que, andando Joaquina Jos dos Aojos, mora-
dor do eugenhu Ubaca, procurando um terreno apro-
prado.pnra fazer urna planlsrilo de rocas nal maltas
do dilo eiiaeiihu, encoiilrnu um uiucmbo com os
referidos Africanos, e indo inmediatamente denun-
ciar do adiado ao inspector rjo IV> quarleirao Ma-
noel Rodrigues Pereira, foram os referidos Africanos
assim apprehendidos: de lado foramlavridoa os com-
pelentes termos, que foram coiiios mesmos Africa-
nos remellidns ao Dr. rhefe de pulicia. Finalmente
dire que provas mais neuhiiinas lenho eolhido acer-
ca dcse fado do contrabando, i|em daquellas que
reservadamente me foram dadas pelo Dr. chefe de
policia, quando dessa capital se:ui para esto termo.
Desta maneira pilan ler salisfeiti-o que V. Exc.de-
lerminou em sua dita caria cunidencial, restndo-
me pedir desculpa das omissocs e mrsmo erros que
na presente encontrar.
\ollei-me anda para o rhefe le policia, mostran-
do a necessidade de seguir para o Rio formoso.
rez-me considerarnos laes que... Eu as lerei.
o lllm. e Exm. Sr.Em rososla ao ollieio re-
servado de V. Exc. com dala de l> do carrele, cm
que, julgando urgente que eu nao demore mais
minha partida para Serinhaem, afim de alli sltala-
zcr o que me ordeuou na confidencial de l'J de de-
zembro ultimo, em referencia s ordens do Exm.
Sr. ministro da jusliea. recuminrnda-me que siga
i-ao cajo I para aquello lugar a dar esecacao a laes ordens,
Mlerecia I suu a dizer que eslnu prompto a partir e cumprir
quanlo se me be detenninaju, e para e*se lim
qne a auloridade exija, porque elles sao conservados
as mallas, lora do cuiumercio dos eseravus ladino*
ou pessoas que os podessem limar depois de sua im-
poilacao em trra de broncos. A prisao de escravos
ladino* de quem por afagoi, promessas ou rigor se
con.eauissem conltomei e deolaraces cuutrarias a
seus seuhures, he mais experimentada e recouhe-
ci.ia pur improlicua, vistu que os culpado* se leem
acautelado, occullanilo s suas fabricas os Africanos
bucaes, c nem o numero desles que foram lunados
em a barra de Serinhaem, e desde logo gubdividi-
dos por muilo*, he tal que embancaste su ocenlti-
co a quem cnnviesse fazc-lo ; accresccudo que,
alem de nado que ordinariamente tem o escravo de
couipromeller aeu senliur, suas deelaraees is dadas e
exturquidas pelo rigor ou violencia, resnlir-se-hiam,
Ceno provas, da fraqueza a importancia da sua
origem.
o t.ioanlo ii prisAo do corunel Joo Manoel. de
que agora igualmente deve Iralar o chefe de policia
em Seriuhaem, pens qoe nao lera oulra significa-
ciio, sem resultado proveitoso, que nao seja urna vio-
lencia nao justificada no proeesso alli Instaurado,
em que leudo sido alauns individuos, em visla dos
autos, pronunciados como autores uu cmplices de
contrabat lo de Serinhaem, nao o foi Joao Manoel,
e nem se espera ju'lilicacao no novo proceso ; por-
que, legando me consta de pessoas nao suspeilas do
loaar, pur nuluridades daquella comarca, e sou in-
forma 10 pelo enrgico e zeloso delegado tenetile-
corouel Porlella, neuhumss provas conlra elle ap-
parecem, e nem piider-se-lin obter o punco que en
onsegui alli nos autos por occasio das prnneiras
diligencias ; lano assim qoe nlaumas das testemu-
nliu que enlao juraran), boje relralam-se e se de-
rtizein, 011 porque na verdade Joo .Manoel seja 111-
uoceiile. ou porque, romquauto complicado na carga
do navio, nao comparecesse no lugar do desembar-
que.nem de sua casa se iiiuvesse ou Iralasse acera
do roulrabaudo, segundo dizem. 00 porque perleiia
a urna familia poderosa do lugar ; o que lie cerlo
he. que sua prisao agora sera explicada como urna
perseauicao da policia. que lalvez seja aecusada de
ir buscar seu principio 011 fundamento em um l-
tigo proeesso de contrallando em que uulr'ora
Joo Manoel foi pronunciado e nunca coudem-
uado.
o nanlo ao coronel Menezes referindo-me aos
antea em que nao foi elle pronuuciade, e ao qne con-
fidencial e auricalsrmeuie se me disse em Srn-
uhaemi ja declarei a V. Exc. que seu procedimento
Irona e negligente ao principio, e posteriormente
da tu.1 f cura o fim de proteger seu lilho, quando
o vio complicado no furlo de Africanos, he rrimino-
10 ; porem uaquella occasiu nao tonda sido elle
pronunciado, islo pelas razes que euto potiderei,
e ievai.ii, talvez o aovernn a decretar sua exonera-
Sao de delegado, buje lambem dilleilimo ser co-
llierse novas ou muras provas no proeesso que alli
inslaurar-se-lhe, as quaesjusliliquem sua prisao pru
va ou anlcriur a uinn pronuncia ; pois he certo de
que com o lempo decorndu us complicados no enn-
ti.ibund.i leem coucertailo no rneius de defeza, e
tratado de nuHUsar as fonle de sua aecasaclo, in-
conveniente este que en receiava, e por isso Iralava
de apressar o andamento do proeesso pruferindo a
senlciic;a de pronuncia, e querendo entrar desde lo-
go no seu julgainenlo. Nao tari lora de proposito
anda aqu acerca de Menezes ponderar que seu pro-
cedimenlo criminoso no npgociu africano leudo sido
sempre em qualidade de delegado de polica de Se-
rinhaem, ou se diga que foi frouxo, negllgtate, con-
nivenle, nao cumprulor de seus deveres, deixaudo
de prender o cipilo negreirn, pessoa da lnpol*;ao,
ou mesmo prevaricador, seria regular fallando res-
peilosamenle) que Menezes como empregadn nio
privileaiado fosse responsabilisado em joizo proprio,
onde igualmente julgam-sc o criraes counexoi, ser-
vindo em lal caso de base ao proeesso ns pecas a Me
nezes relativas, que do sommario instanrado cm
rinhaem fossem exlraliidas, indo-se assim de
o aovernu advinhasse a minha inlenco, e me dis-
ses-e que a minha re irada devia ser quando se con- ,
cluissp o npgociu negreiro.
Isto disse-o eu em Pernainboro ao nobre depatado ,
meu amigo apontondo para o Sr. Paea Brrelo', em
confidencia ; mas nao o din* a neiihum membro do '
gabinete, porque nao quera qoe nein por sombra se j
pensis* que eu desejava esteuder mais a minha pre-'
sidencia ; o que eu Ihesdizia era que me dessem car-
ta de alloma.
Do que venho de narrar a cmara, e que nao le-
nho recan da que aeja desmentido, te pode concluir
com seauranra :
es q le se daran com a saluda do o quaulo se me be determnalo, e para e-se lim
i em relacga ao abandono em que requisito a V. Exr. suas ordens para que estriara
Ptoni 1. lempo hcariau. os negocio, minhl disposiro nesses prximos das, em que vou
;"... ... ?' Ja ei" relacI a ,ne i,cliar cm Serinhaem, quareula pracas cumne-
uma auloridade sii|ieri r no lugar onde s inspeitoi
e interessados no crinn} uu fados a aveiiauar arau-
Iclam-se e previnem-si pelos meios possiveis. leu-
do pois seguido ja para >eriiih.uini> leu "lite-coronel
Porlella, levando o Iransumplo das diligencies qu.
quareula pracas compe-
tentemente municiadas, visto que|no ralo corn a
aoarda nacional do lugar, c nem esta est armada.
Se em dezembro nao segui para Seriuhaem, como
eslava disposlo a faze-lo, foi porque euto o rho-
lera invada com iulensidade os municipios do in-
V Re "11 la em la n. ZZ2*"Z* ''"' i i"'or ^ Provinria, e a passus larsos se apprnxima-
.11 .., "U ct">'"'eoGlal, ahm de v.. capital, onde acompauhado da fum lem feilo
eminunc.r ,, nT RT* mmm*'& 0'' ^sapiedados es.raaos, em cojo estado ^SaanO
rorr le" ,f 'V*" VT! "9ff '"' "*' me fi '""sivl fM,i' '"<> Proposito
correndo. de sorle que para all siga o chefe'de poli- ve.o V. Exc, e itseotou-se
ale esta hura sennquiz aproveilar para si ; mas
que deiundo-ae guiar pelo seu lilho, esleocom-
pmmetieu bulante, pelo menos em avisar a quem
desviaste do palhabole alauns dos Africanosanlea da I em dala de :l de janei
cnegada do commandanle do dealaeamento, e que '
lomando o novo delgalo possp da ejercicio, e
acbando-se ja dcmilldi o cornnpl Drummond, pro-
guio elle as suas diligencia*, como me ptrtieipoo
se onavis.-se inmediatamente as nutras auturidades,
e momo ao delegado uppleule Jos Wenceslao l{\'-
aueira, que. posto que doenle, ealava em eiercicio
como ja disse, lalvez a diligencia livesse aido fela
mai; perfeilamenle, e le Rigueira. rumo era natural
chamaste o commandanii do destacamento i em-
lim, que se o commandanle do destacamento nao
acuds** tao depressa, c lalvez iuesperadamenle
era provavel que osAfrici.....a fossem lodos roubados
a formiga, porque Ditolegado, cm ve/ de seguir lo-
go paiaa barra de Serinhaem e fazer por timesmu
a apprelieuao, deiiou se ficir em sen enaenbo
so eouipamceu no luaar da apprehen-o as 1 hora
da larde ilo uta seguinle. A esta eirrumslancia dc-
ve-se lomludo dar o desriiuloda hahilual fleuama
do snpraditodelegado, para que se llie uao atlri-
huam iulenr;6es siaistrac, e se llie negu a parte
honrosa qae elle leve em temelhanle negorio, e qae
eu nao despj.ira rernsar-llip.
1 Dos suardi a
mendaees dn Exm. Sr. ministro da jusliea, n* for-
ma do aviso reservado de 31 de dezembro ultimo,
permillam que laes diligencias fossem repelida* com
assislencia do chefe de pulicia, ou de oulra autorida-
de de conlianea.
icompromelidos coma nen- I liaoca, e>tou convenei la de que asbaacii
tem, aperan aivantegeni afferaeida no jos nos engenhos c mattai n.so batanles, esim
improlicuas, para a apprehenso dos Africanos bn-
edilal dn Dr. rhefe del pulicia
i Comas neeesiariM cautelas mande! dous espibes
ao engenlio Sebir, os quaes vollaram sem resalla-
do ; fui ern pettoa a Rio Formoso enlenJer-me
roni os Dra.joiz d direilo o municipal, com,O lim
de 'me par ao faelo de todo o occerrido, e pnaao
fllrmar a V, Exe. que nao ,-ulle mais adtautedo:
.. Vi que 11.1 1 era luvenienle lirar dalli o destaca-
mento diminuido como esla' de lll pracas que
. V'".....' s." "I1"1"!" a ,c,,loiil. ,|e lurrim, pode ser bracos para a sgricullura, ruja rabsliluicio no'leni
h 1 dispensado vislo nao haver forra na capital para des-; podido s,.r conseguida rom a presteza 'que fora de
larar para aqu, e ser l>cil requisita-la a Rio Formo- 1 desejar. Quando aconlcca que os Pulpados, nreve-
so quanto neeessaria. ; Mo, da estada ilo chefe de. pobcia o lugar, desde
55SJ?"lrf* '"' ou;ll'|Ucr considerarn, eu logo nu se ocultein OH lUteeUm-ie, por va de-
caes c pri-o dos culpados, os quaes. prevenidos da
estada do chefe de polica no lugar, sem o carcter
de permanencia cuino autoridade local, ocrullam-
| se e esconden! os Africanos, quaiidu anula os le-
1 uliam, e nao 19 internen) peto terlSo da provincia,
cojos lavradores 011 fazendeiros por va de regra
uo consi leram erime o laclo *e postair Africanos
aqu \ por contrabando, islo lalvez porque slnlain falla ue
cordu rom o determinado no aviso cirrular da jus-
liea de Z de agoslo de 1833, e cora o final do aviso
reservado do mesmo ministerio de :)l de dezembro
ultimo, que V. Exc
us mos com
deste anno.
* Finalmente, varejados de novo os engenhos
c matl-s de Serinhaem, presos os coronis Joau Ma-
noel e Menezes, alguns escravos ladinos, de quem se
e-perem revelares, e feilnsuutras diligencias rei.nn-
mondadas, quure'ulladu vantajoso lirat-se-ha'.' Aina-
da mais na aclualidade em que a provincia tem pas-
tado eesl pastando por una calamidadeespautosade
pesie e fome ? 't'aes diligencias, quando lodo* saf-
frem e gemem, u3o aggravam aoics os rales da-
quella comarca '.' Submeltendo ao justo e prudente
peotar de V. Exc. o que levo dilo, cooeluo dizendo
que, nao obstante, eslou prompto a seguir, e segui-
rei uestes [tet dias para Seriohaem-a cumprir fiel-
mente o que e me ordeoa. a
E. vla dislo o qoe deveria mais fazer, Sr. pre-
sidente Eu eslava com a minha exonciacio de-
cretada, esperava pelo meu successor; principiar
diligencias de oulra ordem, era crear embsracos pa-
ra quem me succedesse, sem cerlcza algum.1 de re-
sultado ; -cria fazer eu espalbafatos, e deiiar pea-
dos encargos ao meu successor, sojeitando-o a sc-
gnir ou a reprovar que eu livesse comecado por
novas vas. Suspender o chefe de policia '.' p'ara que
uaquella occasio f Alem de que havendo elle ser-
vido comigo por lano tempn em boa paz, e fallan-
do-me em nome de suas conviccoes... Nao prose-
gu... e parlicipei ao governo o que havia occorrido,
esperando as suas ulteriores deliberaces ; mas con-
clu a minha cooimunicacao, dizendo que emquanlo
eu esliveis* na presidencia me achava prompto a
exeeular fielmenle as ordens do governo.
Fiz portanlo, Sr. presidente, ludo quanto era hu-y
nanamente possivel; lancei mo de todos os re-
cursos ; vili-me mesmo, depois dessa minha pirli-
ciparo ao governo, de anr'tos prestantes para ver
se anda poda conseguir alguma cousa ; mandii
chamar o coronel Jos Pedro Velloso, e o enca.-re-
guei da tarefa de apprender um marinhtiro e dous
Africanos que me dieram estarem na fregaezia da
Encada ; cliamei a capital o leneole-coronel llenri-
que Marques l.inshpnra, como delegado da Escuda,
recommendar-lhe que lizesse todas a pesquizas ;
rhegucl mesmo, Sr. presidente, al aaervir-medo
ministerio do cnsul inglez ; e quem o dira '.'! I
Pois cont cerno aim acontecen.
i.i'i linio Mr. t: n.per se conveuceu de que nao me
ludia tratado como eu llie mereca, pmcurou ler
eemigo urna confereucia. Depois de algamas pa-
lavras de cnmprimeutoilisse-me que para moslrar as
boas inlenroes em que se aclnva a meu respeilo
vinha comniunirar-mc o seguinle : que tinha rere-
bido do seu ministru ein l.oinlres urdern para dar
um elogio ou agradecimeulo ao coronel Drummond
pela apprehenso do upgreiro. Eu aaradeci muilo
ao cnsul a prova de benevolencia que me acabava
de dar, e retribu-lhe com a mesma franqueza, di-
zendn-lhe que eu lambem tinha-me euthusiasmado
pelo coronel Druminuud, e o louvado ollicialmeu-
le ; e que o goveruo imperial em razo de minha
communicaco o havia mandado laiubein louvar ;
ma que an depoit da* averiguicOet e diligencias
posteriores a respeilo do palhahote, havia elle cabi-
do no meu desagaado en o do governo, e tomaio-
se suspeito ; e paranlo me pareciaque S. S. obra-
ra corn mais pro lencia, se esperaste que e'-e nego-
cio amadurecesse mais. O cnsul nada observou,
e relirou-se. Prncuron-me segunda vez, e depois de
faliar-ine em oulros negocios consulares, Iruuxe de
novo collacro a queslo do oiiror ou agraden.
menlj, dizeudo-me queeitavs resolvido a da-la lo-
go ; respond-lhe quo eii raldicava o queja I he ha-
via dito, isto he, que Drummond eslava dchaixo
' de suspeila ; fui mais adiante, disse-lhe : o Sr.
Drummond be culpado no negocio da apprehenso,
porque deixou escapar o commandanle do palhaliole,
porque nao apresionou a Iripnlaco ; nao andou
bem, nao cumprio cora n seu deve'r. tem monopo-
lisado o que sabe 1 respcilo desle fado ; boje nao
me merece confimea alauma.
0 consol romo que se dcixou locar disto, e nao
me contesten o lacio, antes o cunlirmou de ter o
coronel dado escpula >o capillo, porm observuu-
me que anda assim Druminoiid era digno de luda
a cniiemplacn. porque tinha aprisionado lli Afri-
cano, e que o coronel Joo Maooel era o verdadei-
ro culpado. Entu llie disse que o curuuel Joo
Manoel lambem eslavaisuspeilo. e que eu ja havia
man lado proceder conlra elle ; que as 1111 ola- or-
dens lulo o lilil poupado, mas que o que eu lite as-
seaurava era qae a respeilo delle havia apparecido
a menor somma de prova ou quasi nenhiiina vista
do procesan ; o que nao iconlecil pra com o coro-
nel Druuimund ; e pur lano eu estimara que elle
se iiisiifieasse aprcseulandn a currespoiidencia do
palhabole, denunciando de 111 lo que soubesse, que
eu Ihe promelda fazer todo o possivel para resti-
luir-lhe o crdito, e que mandara prender quem
'luer que fo-se o verdadeiro culpado, a' vista de
mais pequea prova que se me apresenlasse. Di-
se-ine oconsnl : Pois bem. se V. Exc. quer vou
ao Rio torruosoenlejider-me com o coronel Drum-
mond a ver se elle me revela alguma cousa. ><
Com efleto parti o causal, bospedou-se em casa
de Drommond, c vuliuu -em mulla demora diiendo
que uada tinha conseguido delle. que nao dizia se-
nao ler aprisionado tlo Africanos ; masque dara
nnmes de peasoa!
!>uc fiz o maia qoe poda fazer para cumprir com
o meu dever apoiadot, pondo em ac{o lodnt os que
[lodiam ter parle uo crime de contrabando de qae se
traa.
Qnt o governo de sua parle foi solicito cm satisfa-
zer seu compromisso de honra, dando asrdeos mais
terminante ; assim como foi justo no modo porque
apreriou as informadles do seu delegado na provin-
cia de Peruambuco.
Que o consol inglez foi percipiladoem suas recla-
macet parante mira, e uas informarles que dera ao
ministro ingles aqu residente, deixaudo.se Maquear
por falsas e insidiosas denuncia-, e por irllaos
de peridicos, que nao llie deveriam merecer cr-
dito.
I m Sr. Diputado :(Jue folbas !
O Sr. Cunha pigueiredo :Ku tallo das de Per-
nambuco, emesmnde llgumaa d'aqui; dizem que ha
una que grita muilo. Risadas. Eu pois me lion-
geio de ter-me o governo feilo a devida jusliea, es-
perialmcnte o Sr. ministro dos llegelos estrageiros
a quem rendo os mous agradecimeulos pela maneira
honrosa com que me mencionou as suas notas em
resposta s do ministro inglez, resenhando os lacios
de couformidade com as nlormarOes que com to-
da a lealdade, propria do meu carcter, dej ao go-
verno.
IJue o ministro inglez fui p.ioco acautelado, e me-
nos justo no modo como recebeu estas iuforinaces
do cnsul, e fazendo ru deltas para aflinnar que a
anloridades do Pernambuco nao linham rumprido
con. o seu dever ; e para como que anieacar o go-
verno do Boato paiz.sem lembrar-se de quehe fra-
queza enlre ovelhasser leo.
Eu .tcompauho ao nobre depulado por Pernambu-
co, a quem respondo, quando considera Inmuta* es-
tas nulas do Sr. ministro inglez. Apoiados.) Do que
disse lambem se ennelup. Sr. presidente, que esse
elogio dado sem iiitervencirdo governo a um em-
preado brasileo que te acha suspeilo e responsa-
bilisado. he urna especie de acinle. Apoiados.)
O Sr. liego Barros:Quem se importa com esse
elogio! lie como um particular quando escreve urna
carta de amores. Apoiados c risadas.)
O Sr.l'into de Campo :E esso elogio mesmo
caraclerisa a parcialidade das informaroes do cn-
sul.
O Sr. Cunha Figueiredo :E porque razo, Sr.
presidente, o gabinete inglez nao elogiou o presdan-
le das Alagoas quando em IS'.i, com suat proprias
m.los, e ajudadopor um barco de guerra brasileo, o
Campo, appreheudcu ao norte da provincia das A-
lagoas, no morro de Camaragihe, um contrabando
de setenta e lanlosAfriranos.eo paladn que os con-
dozia, seguindo esse presidente por ierra e pela praia
e o brigue costeando al se eucoulrarem a forea do
mar com a de ierra, 110 lugar oude se eslava escon-
dendo o contrabando '.'
O Sr. Pinto de Campo<:Porque nao era seu
amigo particular.
O Sr. Jamen dn Paro :O presidente das Ala-
goas era o nobre depulado...
O **r. Cunha Figueiredo :Por que razo o mi-
nistro inglez nao elogien ao presidente das Alagoas
quando em 1850 mandou aprisionar as agoas do rio
de S. Francisco, defronle do Penedo, um excellente
eiLgU-Tiflua escuna negreiro '. Porque o nao el
ic- 1 bem
em quando nes?e mesme simerW 1850, persegua
'1111 contrabando de 500 a 00 Africanos, que viudo
<(in utna famosa embarcaco, e ja alan /,ido pela fo-
me, varou a barra de Piluba e all descarregou estes
*";,. V"' c'',,'i, em "' Pitsoo-me.' A Vicanot, que mmedtalameule se inleruaram pelas
seu ollieio reservado de 2 de jaaeiro tfttas das Alagoas, sendo logo cercados, em lempo
di' rigoroso invern, por loda a forea de policL. .
do a sua trente u rhefe de policia llar, ulano Pereira
da unh.i, que depois de grandes irabalhos vollou
dr ule, e loda a tropa, sem poder conseguir a appre-
I iso, porque os Africanos penelraram o coracao
da maltas, onde pereceram quasi lodos, por nao lia-
ve quera dese noticia do Irilbo por oude entraran!;
e s se soube do lugar em que se achavam, depois
qil se den com 1 ossada dos que morreram, ele
esi -gando doste contrabando smente 2~> ou dO Afr
canos que foram appreliemlidos ein Per nainhuco pa-
lo presdeme de enlo, o Sr. Soaia Ramos? Odete
de policia e a Iropa meras*, doenlissimos. Porque
nao elogiou enlao o ministro tnglef esles aelos, Sr.
presidente 1 Porque o presdanle das Alagoas cum-
pr indo ten dever, sem palaquada, mas somonte por
amor do seu mesmo dever, nao foi inculcar serviros
nem pedir recompensas ao clrangeirn, avillaodo a
sua autoridad? e o seu paiz. Mullos apoiados.) Nao
se Iralava eolo de fazer un achile... Minio- a-
poiados.)
Sr. presidente, vamo-nus resignando com Masa
fraqueza, prosiga o governo no sen iulento generoso
de acabar como trafico de Africanos, ajudemo-lo
nos lodos uee empenho, porque lie do nossu inle-
rese (apoiados), lacamos isso por amor do nosso paiz
e do nosso dever, e vamos dissimulando os insultos
qne nos fuerera.
t) Sr. Pinto de Campo :E repcllir lambem.
O Sr. Cunha Figueiredo:Vamos dtotimuiando
at que um dia o nosso gigante que "'- no berco er-
g-se forle, e postamos eo''o repellir a forja com a
forja, ja que = lazao e a juslija nao be forra, e nem
he apreciada neste seculo dat lnzet, qae eu chamarei
o scalo monetario. 1 Apoiadot.)
Sr. presidente, nao deiiarei de tirar mais nma
conclusao, e be que pelo que he! dito te conhece
perfeilamenle que todat etsas insinuacoes prfidas
qae tem apparecido em urna 00 duas folbas chama-
das da npposico, e qae me iverbam de suspeito, ou
connivente nao lem senao urna fon le: os Druin-
raondt em Pernambuco, representados alli por 2
horneas chamados, um l.oyolla, e o outro Feilosa.
Esleshomens sao raeus desaeclos ; este porque dis-
te que en Ihe deilei um Rquando foi meu alum-
no, R, queso eu Me livesse deilado nao furia iajut-
lira alguma; e aqoelle por motivo 1,10 vergonboso,
que nao me alrevo a dize-lo a cmara, nem com el-
les oceuparei a allenco de V. Exc. ; enlregu-osa
si mesmos; todos em Pernambuco ssbem que elles
fazem hoje da prustiluiro da impren-a o seu modo
pralico de vida.
.llgnnt Sr*. Deputailos:- -lie ama especularla
dcploravcl. e a que desgracadamenla he preciso res-
ponder...
O Sr. Cunha Figueiredo >o pnsso, fazer po-
rem o mesmo a respeilo,do coronel Drummond, por
que elle agora apretciila-te auignando com o seu
proprio nome doas correspondencias no Liberal l'er-
nambur.ano ns. 11 Ule 10%.
Mesas correspondencias, alem de algumas phrases
insnltuosas, rolliem-se -uniente ti ideas, com que el-
le julga cuitlo! que me desacredita ; islo he, diz
elle em primeiro lugar que cu fallei a verdade ao
governo, informando que a apprehensaiTtinha aido
de 150 Africano, qoando fura de llj ; que eu 'di-
minu o numero porque linha-lhe mandado propor
pelo chefe de pulira, quando foi ao Rio Formo*, a
troca do seu famoso ollieio da acephalia, com o fim
lambem de esconder rircumslancia do extravio.
F.i o que di/ o Sr. Drummond re-pon -leudo a parte
de um discurso do Sr. marquez de Paran no sena-
do- Dire a isso que a enmara ouvio que o Home-
ro de Africanos apprehendidos, dado no meu pri-
meiro oflirio, foi do 162, e qae seo Sr. Paran fa)-
lou 150, nao seria tengo por equivoco, ou houve er-
ro de impreusa. Ftca pois com esla nica reflexi
destruida a base da calumnia miseravel. Mas direi
anda que nao pedia eu mandar propor a'truca do
ollieio da acephalia, porque no mesmo dia em que o
recebi mandei-o por copia ao chefe de polica, e foi
pala os aulos ; e quando o chefe de policia se diri-
ga para o Rio Formoso eu reraellia lambem o ofll-
cio, por copia, ao Sr. ministro dos negocios eslrau-
geirus. lApoiados. E para que quererla t;d ollieio.
que mal me fazia elle ? .Muilos apoiados.
Disse mais o Sr. Drummond qoe en lirei de suas
mos as diligencias para incumbir deltas a oulras
pessots, com o lim de desacredila-lo, e de proteger
a oalra familia que se sabe desforrar. A cmara
ja vio que o Sr. Drummond eslava dando prova de
co-rco, e como poda eu confiar-me nelle '.'
A familia a que parece alludir o Sr. Drummqn I,
li* a familia du Sr. coronel Joo Manoel, familia
que nao me deve o menor acto de condescendencia
00 equidule qne eu pralirasse em seu favor acerca
do assampto ; familia de quem cotillero apenas um
membro, e esle to honrada e cavallpiro, e esl to
cerlo do meas senliraentos, que nunca exigira de
mim nina indignidade. (Apoiados. Nem elle me
I pedira urna infamia, nein eu o servira... Apoia-
io*;
lie verdade, senhores, que nao me sorprende le-
das estas armadilhas com que o Sr. Drummond se
quer juslilicar ; linha ja escripia ao Sr. ministro da
jusliea, que en e o chefe de policia, 110 lim de lu-
do, seriamos os reos, u contrabandistas. (Riso.: Sr.
presidente, o hornero de honra que servir o governo
numesde pessoas apuntada por Drummond, qae po- | devi ler a coragera de tragar o calix de amargura
,rr; !''"'"^e"-rn Irazeres nenies para por amor do paiz, se nao qnier pactuar con, os
cu,'inand.i-los para
, Exc. ro o ,0 do vi".eruo de
a amillona ; mas d ah a dous I tratantes, ou entregar o piiz a' petulante corrupro
dizer-m quenS* poda cumprir o delles. Apoiados. ,H
vao com-
proseguiret ein tolas as pesquizas ale me por em seus amigos, prenles, prolectores ou espines sabem
estauo oe poder obrar com loda a prohabilidade de Idos inoviinentos do ebefe e prara que se destinara
Ma o eLu,. .k k 1 es' oa aquella diligencia, "o enlao zombam da
as o enotera-morbo-. lambem qnll embaracar- I ineflicacia dos meio?, islo rom qnehra da forra me-
na* n diligencias laradmdo todos ot pontos da pro-1 ral da autoridade, qae, apnttl aos oceultos raule-
que havia prnmellido. porque todos linham medo da
Taca de ponto. Oh!! Enlao, Sr. cousul, ja sabe a-
aora \ S., pralicaroenle quaes sao as dillicul ladc
com que lalao aa autoridades na represso de crtmes
desla ordem ; ja v com seus proprios olhos que ha
injuslica da parte daquelles que auppoem que o ao-
verno instanlaneamenle pode dar ronta de lodos os
contrabandistas, dos traficantes, n'am sbrir e ferhar
de oil.o.- VI... tero o menor iraUlbo : > ficou um
O Sr. Vaula Caudillo : Pelo menos
prar a titulo de harn lora do paiz.
O Sr. Cunha Figueiredo : Sr. presidente, eu
poderia apretenlar mu- oulros documentos ; porem
Me esperara fallar hoje ; tiuha linda que dizer,
mas findare aqu o meu desenliado discurso gra-
derendn a' cmara a benevolencia rom qne me "en-
vo tas perlo de 5 horas da tarde.
Voztt: Mnito bem, maito bem.

-
MUTTDaCT
PAGINA AVULSA.
Pois anda nao ha quem te encasquete, que
ladrio so he aquelle, que vive de panhal rala
ronbando na estrada '.' Ora. que simplicidad* da
gente, que simplicidade lloje em dia at k* mais
ama cspeeialidade bem 1 ur osa, que quem maia e-
to*o se loma menos imputarn merece, o ponto es-
la que saiba carrrgar cerlo ir de gravidad* ; corai
muilo quando fallar ein honra... blasonar, e mentir,
que ludo ir bem : vem o appello ludo por nos sana-
lar, que cartel .noco. lem o louvavel costme de m
lie. rom cora encumrnciidas da uulras pessoas, que
por engao sao pe.rcuiil.ulas em sua caa por las
nioradias : anda hi bem poucotdiit licarim-se rem
un prsenle, que nu Ibes perlencia|:nra. digtm-not
lelo amor de Dos, nao ter* islo om roubo manifes-
t '. n., >er., rar rtho ,.,IHlra a fume ,
uu don,, 1 Dirao : qu* he urna peca ama
orpreza etc. mas pecas com objectot de valor...
pode ser ; porem nos a quilificariinot em perfeila
tadroeira, reila enl.1o por nm outro svslema mais
fcil, menos pengo-o, e mais lucrativo
Pedimos a Cer| bem determinado cominha,
um detses peluiirmhas. qae por ah an-lam, como
caraugueijos ao atar, que se cohiba de dirigir ate-
jos, e pilhenas a ett tamil,,, ,,ue (Be ^
nem importancia, nein confianras : olh* qae pi.le
adiar algom Caim, que o faca sem querer ealrar
uas vas..... da huma : veja nem !
lie para lamentar, que certas tenhoret la-
danlcs do Lolleziq das Artes nao te portea cana
aquella gravidade titudez, qu* requer cada an,
que presa, an menos quando sabe a ra ; *a geral
san morigerados ; mas algunt ha tao criincnlat, qoe
na rua fazem lodo posuvel por te confundir asan
os ps rapados. Pela roa do Hospicio, enlao.... nao
se falla ; nem retpeilim a maiortadotaea* e**a**at,
nem a si, nem a pessoa algama, cootanto qae nao
deixero de dar sempre urna trisle demonstrarn do
poaco zelo, que leem ao nome de estudile. As *m-
>as reflexea nao se eutendem coa aqaeltos, qne tea
consciencia de seus actos.
O moco, ou velbo, que horas certat destilbi
cerlo ranlinbo de lelhtdo e.... i.... o.... Un
"llie bem que algum galiaho
Nao Ihe faca mikk
.inachronitmo.Cerlos pait pirecem que e*-
lo regos.' Como he possivel querere qae na fi-
Ibo familia rccolha-te cedo para cata no lempo das
raridades '.' Actualmente ludo der* ir asna attat ;
-en 10 houvessem ot buhares, os beuco du paules,
os caes, certas ras, e certas casas onde hi dentro
um divertinirnto, em virtade do qual tomara corto
nome 'parecido cora bobagem ... se poas rulo
hoovessem todas essas dislracoes. bom sen* qua Car-
los meninas se rerulhessem mais cedo, afia da aa*
soflrerem tantas pancadat todas at nuiles, quita
-olire um pobrczinho na roa de liarlas, parque quer
demonstrar a m que :
Espiono que tem d* picar
De pequeo traz a pona.
. Temos visto alguns moleqaes com beles
uos de 0.1 v ,1 llun.i, e alguns se bem qoe ja velbo, en-
tendamos que se o dono nao o quizess* usar, e qai-
zesse da-lo deveria lirar 11 insignias, que o guarne-
cen!, pur quaulo parece mallo ridicalo una bonete
era certat cabecas, qu* nao sejam para taw aatori-
sadat.
lll dais semanas, qae anda por algamat rois des-
ta eidade um meoino vendeodn reupat por mena* da
melada do valor, qoe justamente pode ter : bem
bom ; ou velo da California, ou he aatignanla das
vistas dissolulirat... polica nelle.
Vende-se uas Ciaco-Ponlat, em urna padaria,
de mistura corn matta*,eicellnttt dilogos obetemos
palavres de recheiu.e maguificat insolencias a quem
pasta, e nao quer mercar... uao esta mi*, fazaa
muilo bem, assim dure.
O Sr. capilo do nano batalho de iofantorta,
Jos dos Sanios Nunes Lima, foi dispensado do car-
ao de delegado de Seriuhaem, o em tea lagar fea
nomeado o Sr. capillo Francisco Anlooio de Carva-
llo-, qu* se achava em Igual cargo, em Garaahaas.
O Sr. c.pilan do segundo de infantarii Manat de
Campos Leile Penteado, delegado do lera* da B01-
Vitla, foi substituido pelo Sr. apila* do dada*,
Joi Francis-o da Silva. O Sr. capilla Francisco
Amonio de Sooza ''.aniTsas, foi nomeado delegada
.lo 1 Tin 1 de tiirai lut, e o Sr. capillo Domiagn*
de I.ma Veiga, pr tubdelegado de Iguarassii ; e
para subdelegado d iregnezia de S. Beato da tia-
ranhuus, fui nomeado o Sr. alferet Anlooio Jet* Rt-
beiro.
Me amjHhia.
COMARCA DE ROMTO
13 te jolho.
Fazem hoje :l aunus qae pnnr;oi*i. esrrever mi-
nh is pobres carias que rossi'.ijnori 1 ,*a tinta bondade
le 1 publicado no seu Oan >, estemos prtanlo
no ailniversario de nos-as carrespandencias, por
qo (o 1 real mente no dia tilde juila de 1S.VI qoe
encelei es
eslrea coro noticias bem desagradareis, conforme ma
exprim naqnella poca, nenhuma occasio era pon.*
mais asaijfipara em urna vi-I* relrospectiva aot-
irir-lhe o ctlMha dele lermo hoje em relacao a* di
qaelles tempn,po. m nao gosto d* revolver at dazas
do passado, moj-u#"quahao com juila nzo w me
pe le a ver ha r .le i- pe lo. sibe porque o digo, por
isla limitir-me-bei com estas poucas palana, sao-
dar o meu :|. inllio.
O estillo he o homem, diz Bufan, oa segando a
pvprps-o de CH-hin nao se pinta com core*, mas
pinta-se -ua alma : se quasi sempre pelos awan-
cripto me manifest lot qae comigo irilim dexta
mu:io,nu poucas vetes me mostr rarregadode na*
pequeos pesares he realmente oh esta apresas*
que em algumas oceasioet Ihe escrevo ; nao sao por
tanta frases estadadis, pslavr esrolbidat da qne
me sirvo,enlao tao realmwiesenlimeula de corarao.
e de um coradlo mn-oadn em maia de urna ferina. O
estado soc<-*' ne o estado natural do homem, porem
eni miniare de circumstanciat parece preferir! e
maito preferrvela maia completa solido.e alrbeg a
crer que alguma rizan leve o celebre 2*ne,quaolo
111 In ve-it.r nu Maranho aquella aldea de Indias a*
deixou la ficar levandosua rxcentriridade. a pool*da
nao querer da sociedad* civilisada.nem at ronpat qaa
Irocou pela dut caboclos com quem foi vivar. !
Sun, meu amigo, he precito resignara* e aras pi-
cieocia de Job para se agoentar este mando *n-
ginos, Iraicnete refalha........
Oh pan que conliotrsr em terrona lio penen
en -i ven jen le ? 'I'alvet qu* ainda algum dia Ib* paa-
a fallar com maia liberdad* de lodo o qne pan.it a
tinlo.......
X'anioi em paz. e fado algum se ha dado do te-
lar depois da ultima, as buigatqo* pin nana lo-
mar alguma forra, ja eslao quiti cxtinclM, aptas*
me consta haver no- arredores da villa ant d*a* pata
e lavarem, todava cm quinto uo pissarem l.i diat
de provanca nao posso tirar qua-i.
Anda a lempos mandei dizer que eaa peda esla-
va, podia-se flizer acabada, na minha ullieaa epi--
lola Ihe ileclarei qoe ot negocios a es.e respeilo nao
iam bem, cm ama oulra occasio fallei-lh* a ver-
dade. Os candidatos sonham enm os circatot, e ns
que acreditam n'nm dstrielo eleiloral nesla caaarea
o qae me parece crivel -e esto ja sntrripooda
Ja eomoc.im. r.her ami
Os pratoslM di afeic.p
Mas acabada a elcir.iu
C ralis.
Pobre matulos, de quem 10 ICmbram-se ero lem-
pos de eleiro, nu le deixet seduzir por palavrieaas
de mel, fazos de corvo da tabula, queso era liado
em quanlo tinha no bico o famnzn queijo que *pa-
n 10:1 a sagaz rapaza, e depnis oh depois toas pas-
sado por mais de urna experiencia.......,
Aquella amisade (irme.
Esta grande sympalhia
Que ante* di cleico lnvia
Fuisse.
I.embra-le dos preceilos do velha mercader da.
feiras, o discreto Simio de Nantaa. o pait ja al*'
can;ado de poesas, precisa de realidades. |or r
falla-se em 4 candidalot, alguns delle pode *er,
que uao eonsigam nem mesmo urna tnpplencia aa
outrus julgo uo so possivel, como ale nrovavet
urna eleiro. '
Misero iloniln, de ti ninguem se lembra na at-
sembla nenhiiin depulado se erga* em ten favor.
>o leus radeia, la matriz esl em mo estado
pela ecca oflres sede, e ninguem procuro* ame-
fici irle, e hoje 1 Oh hoje nao lia de fallar qoea
nao la queira presentar na geral e provincial. Na
Inglaterra parece-meque algum assim -itam cot
tumam ot canJidatns a appreseular seas program-
mat de mundo e /unios, isto he, dizem : se ve* me
elegerdes, faro .Sera e Afe*, islo, aqulllo. aqojllo
mitro, ele, etc.. se me nao engino, no velbo reino
Inido, n.lo se paga ant representantes do nova ; *
que se nao deveria fazer aqoi onde alem di bella po-
sirao, e perechem os -Jil diarios mais proa, o que
toldo junto e apurado nao forma la pe.tuna man-
i I-. I
Recommenlemcaovellio^migode Pajeit M. | .,
ao I), de liaranhun. e ao C do Piauhx. Esquecia-
me dizer-lhe que me eslou hacend corn Ierra de ir
para o anuo a corle a cotia da mili p-.tna, ainda qaa
como aupplenle ; quero ler o ansia de me tentar
naquelles baoquiulm, tmenos por doutdias, quan-
to mais que um supplenle dos qosdrados he quando
nadi em um quarto depulado...! I E adeus qne ja
me vou adiantando muilo.
Sou. etc., .-111 'elournrr.
Carla particular 1.
COMAKCA I)E1,V,AMIINS.
Relarao de alguns crimines s recolhido* a cadew
desla villa por ordem diste juizo, a .untar do da
tldeoolubro do anno fassajo a de julhn Vi
crrenle, em referencia a rrftfaT impretti em ..
Ofarts de Pcruitmbueo de :t drsip mez.
Joaqum Ferrein P.et. pronunciado por ale miz*
por rrime de morle; fo-lhe intimada a pronun-
Io5o Barbera Mariel, dim, dem.
1 ntirenro, escravo, dem, dem.
Joao de. Birrus Cortsia. prooenciado por este ju-
f





o'iio i nmmm ou*ts feim om julho db iss6
'o, por aso de armas defezas ; foi-lha intimada a
pronuncia.
Romualdo Carlos da Almci la, dem, poBjoffen-
sas physicas, fol-lhe inlimada a pronuncia.
Uidoro escravo, idcm, por tentativa da raorle,
foi-lha inlimada a pronuncia.
Antonio Martina Chavea, idem, por crime de mor-
te. roi-lhe intimada a pronuncia.
Manoel Martina Chayes, idem, dem, idem.
Bazio escravo : vem na relac.au : sem declarar
o motivo, do theor da ordem de prisau que junta
se v, el declarado o motivo.
Francisco Manoel dos Santos Csvaco ; requesita-
do por tale juio, e nlo denuudadu : o motivo ja
foi declarado na refecho a qua esta se refere.
I'edro Jos Goimaraes ; a reqoisic.ao deslejuizo,
por Indiciado em erlme de mnrte no Rrejo.
Villa de (aranhut 16 de julho de 1856.Ojuiz
municipal, J.>so Francisco Huirle Jnior.
Jus Ignacio de Souia, earcerelm interino da cadeia
desla villa de (jerauliuus. provincia de Pernom-
h.ico, nomeado competentemente na lorma da
lei etc. etc.
Tenho de certificar que o escravo Bazilio foi pre-
zo a ordem do Dr. joiz municipal desle termo, coni
o theor tfguinte : o earcereiro da cadeia desla villa
recolha a meama, o preto escravo Bazilin, escravo
do capillo Thentonin da Sania Cruz e Oliveira, por
correcto, a disposieao deslejuizo.
(araoBuns 6 de uovrmhro de IR'i5.E mais na-
da tenho de certificar.
Esla patso em f do cargo que nccupo.
Villa de (iaranuaut; lf> de julho de 1856.Jos
Iguaeio de Souza, earcereiro interino.
PATRIMONIO DOS OKPHOS.
Conla do que ae arrecadou e dlspeudeu na represcn-
laro ihriiir.il de I9 do enrrente, ea> beneficio dos
orphdos que fizera o cholera.
ReoHla. I
O Eira. Sr. c&nseltieiro presidente
da provincia........ 5U8O0O
Camarotes da primeira ordem.
O Illa. Sr. administrador do thea-
Iro........... lliJOOO
O Ulan. Sr. i os Francisco Csrnero IJ-ikhi
O Iltai. Sr. Francisco Filippe de
Barros......... tOjOOO
O Illm. Sr. padre Antonio da Couha
FigaeitMo...... IttjOOO
O Illm. Sr. Antonio Jos deSiquei-
ra............ lOSOllO
O Illm. Sr. Tasao & Irmaos afcOOO
O Illm. Sr. Jos Alves da Silva Goi-
maraes ......, MfOM
O Illm. Sr. Jos dos Saulus Neves tSUIHI
O Illm. Sr. Joao Fernandes Parete
Vianoa......... 168000
O Illm. Sr. Jos Pedro Velloso da
Sitveira Jouior....... 88000
O Illm. Sr. Joaquim Jos Pereira
da Silva......... i MfOOO
O Illm. Sr. Dr. Prxedes Gomes de
Snaza -Pilonga....... lOJOOO
O Illm. Sr. Antonio Joaqnim Vidal. IbjOOO
O Illm. Sr. Francisco \avier d.i
Fon O Illm. Sr. Joto Baptista Fragozo 13)000
O Illm. Sr. Dr. Jos Mamede Alves
Ferreira......... 0S000
O Illm. Sr. Bernardmo de Seana
Puntual......... I35OOO
O Illm. Sr. Thomaz Fernandes da
Cunta......... ii',--'hmi
O Illm. Sr. Dr. Rofioa Augusto de
Almeida. ........ 1-28000
Camarotes d.i segunda uniera.
irecrito do Ihealro......
O Illm. Sr. Steplt.......
O Illm. Sr. Franeiaco de Paula Pe-
reira..........
O Illm. Sr. Sebastiao Jos da Silva.
O Illm. Sr. Dr. Manoel Joaqnim
Caroairo da Cuota .
O Illm. Sr. Dr. Joaquim Jos de Mo-
raea Sarment 1......
O Illm. Sr. Jos Velloso Soare*. .
O Illm. Sr. commeodador Luiz Go-
mes Ferreira.......
O Illm. Sr. commeodador Jlo Pin-
to de Leaos.....* .
O Illm. Sr. euramendador Manoel
1 "ncalves da Silva.....
O Mm. Sr. Bento Jos Fernandes
Barroi.........
O litro. Sr. Manoel Buarque de
Macedo.........
O Illm. Sr. Dr. Joaquim Jos da
Komeca.........
O Illm. Sr. Jos Antonio de Anmj.
O Illm. Sr. Dr. Jos Bernardo Gal-
vao Alcofnrado.......
O lira, e Exm. Sr. mnreehal de
campar Jos Joaquim Cuelho .
O Illm. Sr. DrvGabriel Impuso da"
Cmara .'wn*. .
O Illm. Sr. creme! t^anoel JoV t ~.
Costa
-.
265O0O
20?000
I69OOO
2OJO00
-208000
ftOOO
'.208000
I60OOO
so/oot
108000
508000
08000
I9000
HV5000
:10500o
105000
208000
:08OO0
3-28000
llijOtlII
Goncalves de
Camarotes da lerceira ordem.
A Mil.o........; .
Idem...........
dem.......: .
dem...........
dem.......'-....
O Illm. Sr. Dr. Vicente Pereira do
Reg......... .
Avulso..........
O Illm. Sr. Manoel
Oliveira .
Avnlso...........
O Illm. Sr. IloruJKido Nascimemn
Feitosn ...>....
O Illm. Sr. Manoel da Silva. Anto-
nes .......'..".
O Illm. Sr. Jos Gomes de*Santos
Pereira de Bastos......
O Illm. Sr. Manoel Antonio Viegas
Jaoior.........
O Illm. Sr. Manoel Antonio Viegas.
Oconselhn adminstralo o do patri-
monio dos oaahaos.....
Avulso..........
dem. .,.......]
dem...........
O Illm. Sr. Jos Rodrigues da Aran-
jo Porto.........
O Illm. Sr. Manoel Marques de Gou-
veia......'. .
O IHnj. Sr. Chrislovao Starr. .
Camarotes da qua,vla ordem.
Numero* 1 a lOvendid >s a diversos
a 43 ra......... .
Cadenas.
O Illm. Sr. Dr. Abilio Jpts lavares
da Silva
8800
RjOOn
, 7JI000
6i000
65000
108000
65OO
8j(HI0
68(KX)
6S00O
68O00
aojooo
88000
"8000
208000
63C')
68000
68000
108000
(8000
98000
qoii. ter un l.yceo. os lentes foram daqoi ; tm re-
sumo hasta dizer-lhes que dalli se vera aprender a-
qui alo primeiras letlras.
Pretendamos no prestar considerarlo alguma a
essa asserc>, que so poderia ser produzida em urna
hora de loucura, mas esislindo homeua, rujo pensar
diurno pouco delfero desse, e que tem o arrojo de
leva-lo ao conheciraenlo publico, resolvemos comtu-
do dar urna imperta cabal a urna saiiictaraanha
porem nao seguiremos a senda por elle eucelada e
buscaremos urna oulra que mais nos honre.
Se o Sr. bahiana degenerado anida se nao arlia
arrependido de sua nojenta aeaergto, e tem os pre-
ciso dados para sustenta-la. dcsapegue-se dessa co-
lumna do Liberal Pernamhucano, rompa essa mas-
cara, de que tAo vilmente ae serve para dar capn-
ate a seu genio ferino, e campo a* suas niesquiuhas
e desordenadas paixes, e appareca a frente sem
PadrinKagem algama, que por ata forma em nada
nos arreeeiamo- te entrar em urna discussao franca
a leal sobre aa aoaa absurdas e apaisonada prop.i-
aiees ; porque temos consciencia de que ser.i mi-
seravelmeule ttpichado. E-tamos convencido deque
os proprio* climiirovincianos desse allocinado cor-
retpondente reprovarito o seu proceder, proprio de
orna alma baixa e negra. Seremos mudo e sobran-
cero a todo e qualquer in-ullo, que nos for dirigi-
do, principalmente nao rindo responsabilizado com
a lirina de seu aulor, e cuino seja esla a armao a-
nonxmoque melhur abe manejar o cobarde, ape-
nas por curoraiseracao dar-die-hemos um riso da
desprezo.
Sentimos sor obrigado a usar de algumas eipre---
sues fortes, posto que anida licamos em divida para
com esse Sr. bahiano ; porem no.sajo.ta indigna-
Co nos fez sabir de uossa Oeu^ma, e ao publico sen-
sato, para quemsomente apellamos, pedimos des-
eupa. r
Basta. Se dignamente tormo provocado, volta-
remos.
Recife 26 de julho de I8.6.
J. Fiel de J. Leite.
o o 2.^ i
mase.........
bar. e sac. hranro. ...
n n masravado.....
refinado ..........
Algodao em pluma de 1." qualidade

2."
:i.i

em enroco......... a
Espirito de agurdenle......caada
Agurdenle cachara........ ,.
de caima.........
rcslilada..........1
do reiuo........ p
Genebra.............caada
.............: botija
Uca...............ranada
" ............... garrara
Arroz pilado duas arroba um alqocire
em casca...........
WnbcacGt) a pthft.
\' EXH.a SR.- D. M......
(Na partida de hnnlem.)
Ciume .' nao me alormeoles...
v}ne me importa o seu amor '.'
Ao rude toque do insecto,
Na linda baste morra a llir !
Flor do co, sorriso d'anjo,
Qoeui le adora como eu -!
Aura impura le b.ifeja,
Vem morar no puto meu !
Meu amor, porqu le esquivas
, Fazes bem, nao ic amarei :
Ab nao... perola mimosa,
Fido amor eu e jure.
Jurei ''.... nao ; jure-o quem goza
De leus ollios doce lume :
Ollios crois .... que me ddo '.'
O marlyrio do ciume !
Ciume, nao me atormentes...
, S feliz em (eu amor,
Bello anjo de innocencia ;
Unllia. goza, vive, flor !
21 de julho.
Por l'm dos antenlo.
(&&mmcttio.
. ., CAMBIOS,
aabre Londres, 27 d. por Jji.
a Pars, litio rs. por f.
o Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, ir* a 1 por On a 15 e 30 das.
Acc.ies do Raneo, 115 0|0 de premio.
Acedes da cumpaiihia de Beberibe. 8000
Aceics da companhia Perpambncana ao par.
b a L'lilidade Publica, 30 por ceuto da premio.
a a Indemnisailora. 52 por % de premio.
da estrada de ferro 00 por Ojo de premio
sobre a entrada.
Uiseonto de letlras, de 7 a !l por 0|0.
META ES.
(ion). (m;a-. hespanholas. ,
Moedas de 68400 velhas
i) 68100 novas
i> 48000. .
Prata.Patacocs brasileiros. .
Pesos columnarios. .
a mexicanos. ,
ALFANOBGA.
Kendimcnlo dr> Jia.1 a 2S. .
dem do dia 29......'
28 a 2rS}500
. IO9OOO
. 161000
. yaooo
. 290(10
1 29000
l-M.M
. I6:0aii7:i
ranada
a
urna
mu
a
. ccnlo
:7:698J07I
1 a" proco de 108. .,
I") ditas de 5. ,7
11 ditas de 49.
1 ditas de 2J500
30 ditas de 28 .
i:> ditas de 38. .

..ic 1 .1 / tM' *eral-
6 lulhelesa pjfeco de 18 rs. .
n .- i" Torrinlias.
o de 610 rs.
para o beneficio sem (omarein bi-
208000
110 ditos a.pn
Concorreral
Hieles : /
Vi-'HIU.'TO/ao de Capibaribe com
lim anonyino que |>edio umisrao do
nome..........
I m aiiuiixiiio, dem......
Deiptza.
(.om a orclieslra .......
Com os empregniliis da casa .
Com a importancia dos objerlos pe-
didos por Madaine Roberl .
Com ama arroba de slearina. .
Com aze|ie a|I0dao ......
Gralilicacto ao'Sr. Wanderlev por
seu irabalho....... .
Dita ao Sr. Conlia Guimaraes (m-
bem por seu Irabalho.....
Impressao dos hilheles, publicacao
da preseute cunta, e cartazos .* .
Liquido producto.
1719000
KMMMO
208000
I03OIK:
759000
118000
IO9OOO
60-000
117.J0O0
:i69lKI0
2169OOO
70MQ0
ne'carrcgam haje 30 de jnlhn.
Escuna hrasileiray.elozadiversos gneros.
Ilrisue liainhiirnu/.i/tiintmercadorias.
Patacho ingleCurwenferro e carvao.
Barca inglezaMirandabacalho. y f
Brigue ioglezk'mmabacalhao.
IMPORTACAO
Polaca nacional /.elosa, d vinda do Rio de la
neiro, consignada a Isaac, Curio A C. manifeslou
seguine :
3 caixas rap ; a Seve & C. s
I dd dilo ; a J. J. B. da Caslro^^a*""* '*^
396 barj-ia vasios, i "' r.ryr^..:. rabrej cj
dilas rapo. V>0 lIMAt,, n Volumes cli, I raiiole
mercadorias, T> latas fumo. 100 saceos caf, 85 cai-
xas vtnbu ; a ordem.
Vapor frailee/. Lyonnais, 1 vindo da Earopa,
consignado a L. Leconte Feron i C, manifeslou o
seguinie:
1 caixa amoslras ; a Delnuche.
Jdilasdilaa ;a KellerAC.
2 ditas dilas ; a Timtn Morasen & Vinana.
I dita ditas; a Chnsliani A; Irmao.
I dita dita-; a madama Burssard Millncheau.
Vaiior inglcz a Thamar, a vtndo de Soulhamptoii,
consignado a agencia, manifeslou o seguinle :
I caia joias ; a J. Soares ,\ C.
3 dita* ditas, I embrulho amoslras ; a J. P. Adour
t Compaohia.
1 dita rotogios; a Rabe Schamellau A Compa-
nhia. r
1 dita sanRuestrgaa, i mbrulho papis, 1 dilo
amo-iras ; a C. J.Aatley Jj C.
I embrulho amostras ; a II. Gibson.
1 dilo e 1 caixa dilai; a H. Bruno.
1 enilirnlho ditas ; a R. Ronker.
1 dilo dilas ; a James Ryder.
1 dito dilas : a O. Bieber.
1 dito ditas ; a mulhall Mellors A. C.
3 dilos ditas ; a Me. Calmont \ C.
1 dilo ditas ; a F. G. de Oliveira.
1 dito e I caixa dilas ; ,1 J. Keller 4 C.
1 embrulho livros ; a associaeao commereial.
1 dilo impressos ; a Adamson Uowie & Compa-
nhia. '"*^^*^-^
1 dilo peridicos ;' rt\ Atkwiugb.L^
1 caixa amoslras ; a^Chaprau^'fieTIrVttTj^^
Azeite de maniona ....
n i> mcndobini. .
a de peixc'. ....
Cacan...........
Aves araras.....
papagaios.....
Bolachas..........
Biscoilos..........
Caf bom..........
" resstolho........
a om casca...... ,
muido i.......
Carne secca ........
Cocos com casca......
Charutos bons.......
ordinarios........
regala e primor .... u
Cera de carnauba........' a
0 em velas........... ,,
Cobre novo mo d'nbra ".... n
Couros de liei salgares.......
" verdes.............,
espixados......... o
o de onea...........,
a cabra corllos.....
Caaebimbo.......,.....milhciro
Esleirs de preperi.........una
Doce de raid;............ ,,
> goiaba..........
)) sricn..............
jalea ..........
Estopa nacional.......... n
eslrangcira, 111,10 d'obra w
Espanadores grande*........um
pequeos.......
1 annii.1 de mandioca .
milho.....
a aramia ....
Fi-ijio...........
Fumo hnm .......
ordinario.....
11 era fbllia bom........ u
a ordinario .........
i) reslolbo........
Ipccaruaaiha............
iminm.i..............a|q.
Gengilire............. gi
l.ciih.i de achas grandes...... cenlo
a pequeuus.....
liiros....... i,
Prauchas de amarello de 2 costados urna
> luuro......... i,
Cosladq de amarello ile .!."i a-illp. de
c e 2 % a 3 de I.....
de dilo usuaes....... i>
Cosladiuho de dilo........
Soalho de dito........... *
Forro de dito........... B
Costado de louro........
^inlTXe dilo........ D
soalho de dilo...........
r >rrn de dilo...........
cedro.......... ,,
oros de tatajuha.....,. quintal
Varas de parreira......... duzia
i) aguilhadas........ ,
o quiris.......... n
Enjn;liids rodos de sicupira para c. par
1 eixos o u una
alqueirc
@
>i
alqueire
. a
8
S
39800
29700
19180
Halo0
69000
."i-iiu"
I9IH1
9750
9500
9750
9SO
9600
9580
8210
9580
9240
59OOO
19600
9800
19280
19600
59OOO
IO9OOO
39000
59120
89960
59000
39500
l#0
103000
.5-9500
2-000
19700
8700
295OO
IO9OOO
I29OOO
9I6O
9200
9100
9220
159000
8360
I9OOO
9200
9210
9200
>S00
9KKI
19600
19000
29000
I9OOO
1960,,
29500
(c-ooo
H91HH1
1O9OOO
69OOO
8S000
69OOO
53OOO
32J i K)
39000
I9OOO
-28000
9900
119000
249OOO
I69OOJ
contar do 1" de julho prximo vindoui'o ;
2H fevereiro do teguinte anno de 18.">",
declatando ao inestno letniK) que, lin-
do ene prazo. soiTrerSo o disconto1
de ID por cenlo do sen valor em cada,
me/, de demora na apresentacSo, na for-1
111.1 da lei de (i le otitnbro de 18.15, ate I
(icarerrj em valor algum. Secretaria da
tliesouraria de fa/.enda de Pernambuco,
o de jimlio de lS.'iti. o oflicial-maior, I
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O Illm. Sr. inspector di thesouraria de fazenda
estando aulornadu pelo ordem do tribunal do the-
souro nacional n. 65 de 25 de jiinlio prximo passa-
do, para contratar o corle e couduecao para esta ci-
d.ale, ale Ires mil quiulaes de pao brasil, manda con-
vidar aos proprielarios das terr.is e ntalal em que
exisla semelhante madeira, a aprcsenlareni suas pro-
postas at odia 15 de agosto prximo futuro, ad-
ventindo que o pao devari ser de boa qualidade, e
se pagar pelo de primeira qualidade 8f(KI0|rs., pelo
de segunda tierno e pelo de lerceira 18000 rs., por
cada quinl.il. Secretaria da thesouraria de Calenda
de Pernambuco, 15 de julho de 1856.O oflicial -7", ''","
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello. I :'V* Z ."c"
CONSELBO DE REVISTA.
Pelo prsenle sAo convidados a comparecerem po-
ranle o conselho de revista, na casa da cmara mu-
nicipal, no dia 28 do crtente, as 10 horas da ma-
ntisa, os guardas naciouaes do batalbaode Sanio An-
tonio seguinles :
Manoel Thomaz de I-arias,
langero Francisco de Assis.
Jos Soares da Costa.
Jos Joaquim Lopes Pereira Goimaraes.
Miguel Jos de Moura.
Alexandredos Santos da Silva Cavalcanli.
Joaquim Jos Pereira.
teta, pelo joven
PERN MBUG*N
e sua di TERCEIRA PARTE.
I ma Vrolliida colleerao de soherbas
VISTAS IHSSOLITIYAS,
novas c de um etleito eananloao .
OLARTA PARTE.
Darilo tim a reirp>'iif.'r.in i apreciavei*
CAMAXEO ES ELCTRICOS.
Comerara as s horas e ',.
IRIASDAOE DES. JOS J>4
6II.
Novaes e uta do Rosario larga, Uan do
5r. Rei*.
IJillieles utoiroi
Meiot billietei
Otl.ii-lus
5x800 recebe :Mtf.
"'.sOtKl S:5Mf.
$500 litotf.
Par), o CVar
alie rom hreyidade hiale u.Novo Oliuda, meslre
Custodio Jos Viauna : a tratar com o inesmo, ou
com o seu consignatario Taaao Irmaos.
Para o Porto seguir ilirerlaineute e com bre-
Troiadoro ; para carga ou pa-sa-
aeiros. Irala-ae rom Barroca & Castro, ou com o ca-
pii.i i na praca.
Baha.
Segu em poneos das o patacho nacio-
nal CONFIANZA, por ter paite do sen
carregamento prompto: pata o resto,
trata-se com os contignatarioc Novaes&
C, na na lo Trapiche n. Ti.
Para a Babia
a esriina hrasileira ullorlenria pretende sahir com
T "Uaislraaor do tconiolado pravincial, em I multa brevidade por ler prompto dous tercos do seu
carregamento : para n resto os pretrndentes enlcn-
dam-se com o seu consignatario Antonio Luiz de-
Oliveira AzeveJo, ra da Cruz n. I.
Sala dassessfles do conselho de revista 26 de jul
de 18.56.Firmiuo Jos de Oliveira, secretario.
109000
19000
349000
1:657.9 00
60#000
459000
2.59060
289160
239-560
83OOO
7.9OOO
:M)9000
2265780
1:4309620
riiwouraria do conselho admiuislralivo'do patri-
monio doa orphaos, 28 de julho de 1856.
O Ihesoureiro,
______ Joaquim Fraajaisco Duarte.
(^omittiuttca&o.
A PROVINCIA UE SEKCIPE.
Oiiando empunhamos peona
1 dita dilas
1 dita dilas ;
I ilita ditas
1 dita dilas;
2 dilas dilas
I dita dilas ;
I-'. Oonbii.
a madama Hohn.
a A. Slahl.
a Demessp l.cclerc.
a J. K. Coelho.
a Souza (\ Machatlo*.
Ma-
1 dila ditas ; a .Schafeillin ,\ C.
2 ditas diversos objectos ; a I). Londer.
2 tinas sanguesugas: a Domiugos Alves
Iheus.
I embrulho peridicos ; a Soares.
1 caixa amostras ; a I. A. Siqueira.
1 embrulho papis ; a lalos (V Lemos.
litigue ingle/. Miranda, u vitdo de Terra Nova,
consisnado a James Crablree i C, manifeslou o
seguinle :
1,051 barricas bacalhao ; ao consignatario. .
CONSULADO i.KltAI..
Kendimanlo do da I a 28
Idem do dia 29 .
27:1499867
1:56-9200
2*7*59867
IMVEK5AS
Rendiinento do dia I a
Idem do dia 20. .
PROVINCIAS.
28 .
1:4359578
919150
1:5269728
DESPACHOS DE EXPORTACAn PniaA MESA
DO CONSULADO OBSTA CIDADE NO DA
29 DE Jl'LIIO DE 1856.
LisboaBrigue porlugaez uConslante, Ihomaz de
Aqoino Fonscca & Filho, 226 saceos assucar
masravado,
LisboaBrigue partuguez uConslanteo, diversos car-
regadores, :t barris mel.
LisboaBriuue porluguez ul.aia II, Antonio Jos
Das, i barrica assucar mascavado
LisboaBrigue purluguez oConslanle, Thomaz de
Aquinu Fonseca Si Filho, 100 saceos farinha de
mandioca.
Buenos-AyresBarca hrasileira Flor de Oliveiran,
Novaes & Companhia, 700 barricas assucar bran-
co e mascavado.
Buenos-AvresEscuna hrasileira /.elosa, Isaac,
Curio i\ Companhia, 27.5 barricas assucar brnco.
Buenos-A)res Polaca hespauhola Ignacila. A-
muriin Irmaos jj Companhia, 20 pipas agur-
denle.
Buenos-AyresBrigue hrasilciro Hercules, Vinva
Amorim ,\ Filho, 325 barricas assucar branco c
mascavado.
yuan.io empuniiamos a peona para occaoar nos """cuhou.
com os iiegocii'S dessa provincia, de que leinos or- ''h'1'"!''!''"" Patacho americano Levanta, Ros
que temos or-
mino de ser lillio, nos possoimos de um prazer tal
que nos colloca cima 4e nos mesmo, a hoje sobe
1 eje nos
i inio
He de ponl^jiuioe^ 1 altana de repellir nena a-
rronta mjarrsH. que uVnnemrale Ihnqoer arrogar
um eeleber/mo baMam, autor de urna oorrespon-
rtencia. remellid# fa Babia, e insera 00 ioerol
Pernnmoncano de 9 do orrenle.
Esse bahiano, dApnis de censurar o procedimenlo
de um nosao cuqhprovineiano, afasla-ae de todo de
urna qaestao paumenle liiujraria, e com a ana inau-
dita insolencia di/.. Jleus charos senhores nada
"a quemis r%-olic do quo a ingratidao Os Sor-
gipauos aao-uosaos colonos, porque Sergipe, alem
de ser menor do que moit,, de no 1 \Z. 3' 3"." ",a"'11- 1ur mlmente fal-
iS.nS11"'.''"'-.-')*'*"11' -laBahia vio para
! ?-i*.men ,ll,,fi"!*-lhes as necassidade. ; se
SrJSt 1lKa"a '.''""Cao sem eoi.Us.tacjo,
Iron Kookere\- Companhia, 1,000 couros.
KECEBBDOKIA HE RENDAS INTERNAS GE-
RAES lE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 28. S:u)-:',',t
dem do dia 29...... 1:0699699
29:2739040
C(l|siiLADO PROVINCIAL.
Heniimenlo rio dia I a 28.....55:343*535
ldradodia29....... 1:7599603
Mclaeo......
Milho......
Pedra de amolar
lilirar.
relilo-
Ponas de boi .
Piassava.....
Sola ou vaqueta .
Sebo-ein rama .
Pelles de cameiro
Salsa parrilba .
Tapioca.....
rnlia-de boi .
Sabao ......
Vinagre pipa .
. caada
. alqueiro
. urna
a
'
. cent*.
. molho
'. iiiei-i
.
. nina
@

. canto
:Iiwkki
I49OOO
99000
79000
igOOO
89000
6s 1-900(1
29000
29500
19280
l|600
19920
19280
2I91XK1
20-9000
9280
23OOO
9640
69OOO
9800
49200
9320
39500
6000
3240
1690CJ
33.50"
9300
9120
3O9OOO
ZUoMMmtc 00 p0tt.
SacUu entrado' no dia 20.
Rinda Janeiro11 das, hriaue brasileiro sPlaa, de
158 toneladas, capitn Silverio Antonio da Silva,
eqoipagem 12, carga 8,182 arrobas de carne secca ;
a Manoel Alves Guerra. Perleoce ao porto do
"Jude Janeiro.
'd^Sr"9 *' '"'S"8 porluguez Esperancau, de
220 toneladas, Canillo Joaquim da Silva Reine,
equipagem II. carga 170 toneladas de pedra ; a
Amorim Irmaos. Pertcnce ao porto de Lisboa.
Sat>t lahidotno mesmo dia.
Suspenden do lameiraoBrigue escuna de gnerra
inglezuSp;. Ignora-se o seu destino.
BahaBarca iogleza Spiril 0/ (he Times, com a
mesina carga que trouxe. Suspenden do la-
meirao.
Barcelloiia--Sumara hespanhola k\ alenlim, capi-
lo Joao (ares, cari-a algodao e rouro-.
Rio de Janeirol'al.clio americano alzadora", ca-
pilao Jotm C. Doleh, carga parle da que Irooxe.
mm*
O capilao Micnel Ferreira Velloso, cnllector provin-
cial do municipio de Caruani, ele.
Far publico que leudo de ser arrematada da dala
desla a 60 dias a escrava crioula de nome .Mara,que
representa ler 30 anoos de idade, sendo entregue di-
la escrava por BerpaY.li Mara do Sacramento, vul-
va de Joao Francisco da Silva, morador que foi no
Allinho desle termo,visto ser considerada como bem
do evento por ler sido furlada, a mais de 20 anuos,
e nao se saber a qnem perteuea, segundo as indaga-
c/ies que se lem felo. s
E para que cheguenr ao cnnhecimenlo de lodos
man lou o inesmo collertor pallar o presente. Col-
lectora provincial do municipio da Caruani 11 de
julho de 1856 V,a Anlonii Jos Nunea do Vale, es-
crivao o escrevi.Miguel Ferreira Veloao.
O Sr. rollector das rendas provinciaesdo mu-
nicipio daciilade de Goianna faz saber que em o dia
de boje llie foi entregue pelo delegado do lermo, e a
este, cm o dia 25 de levereiro do anuo andante, pelo
sobdelegado do lermo. e a este cm o dia 25 de leve-
reiro do anuo andante, pelo subdelegado deTiiuUau-
ba o escravo lula de nome Simeao, natural do enge-
nlin San Sebastiao desla comarca, de 55 aunos d>-
idade, estatura regular, roslo um poueo redondo,
cabellos corridios e brincos, olhos pequeos e fuma-
cantas, nariz chalo, bocea regalar, pouca barba eja
branca, adiado no lugar denominado I mina daqoel-
la subdelegada deTimbauba por Joso Antooio; tom
falla de denles e alguns quebrados, bem como as
pernas arqueadas, avaliado na quanlia de 1503, pelo
que por este edital chama-se a todas as pesseas que
liverem direito ao referido escravo, para que dentro
de 60 dias contados da data desle, aprsentelo Basta
collecloria suas juslilicaeoes c dominio, as qnaes se-
rn produzidas peranle o Dr. juiz municipal deste
lermo. e lindo o prazo mencionado sera' arrematado
cm hasta publica a porta do respectivo Sr. cnlleclor,
precedendo-se annuiicin do da e hora em que bou-
ver de ler lugar dila arremataran, publicndole es-
te edital pela imprensa c onde mais convier. Collec-
loria provincial do municipio de Goianna 15 de ju-
lho de 1856.( escriv.lo da collecloria Luiz de Al-
buquerque Lins dos Guimaraes Peixolo.
'^ttWi&yKb.
57:1038138
PAUTA
das prero* correnles do attucar, algodao, e mais
gmerat do paiz, que te detpacham na mena do
eonmladn de Pemamhuro. na trmana de 28
de julho a 2 av agotto ir 1856.
a noaa tsartjSo, iwis se allise* AssucarPIurai^asbraBcol.| qualidade 1 9
Devendo em cumplimento da or-
dem do tribunal do thesouro nacional.de
i. de Janeiro do coi rente anno, sabir da
circulacao as olas de 30.S, de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella esis-
lem, sendo Substituidas por notas dos
mesmos 011 de menores valores, ra caixa
lilial do Banco do Brasil, cstabelecida
nesta provincia o Illm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os possuidores das ditas
notas de 50#000, para as apresentarem
n.\ mesma tbesouraria, afim re serem
Meadas dentro do pia/d|d>- oilo me/f1., u
virtude do disposlo no art. 3." do resnlamenio de 17
le julho de 1852, faz publico que se acliam depnsi-
lados mais 1 cavallos remetlidos pela subdelegara
da freguezia dos Alagados em dala de 18 do correu-
te, os quaet sao cousiderados hen- do evento, por se
dcsconliecer seus dimos, c para que seja cumprido o
qucc.ontm o sobredito artigo mandn publicar pela
imprensa, para, no prazo do 15 dias, comparecer
quem aos dilos cavallos tenha direilo, lindos os quaes
se proceder a arrematadlo pela forma determinada
uo art. 1 do citado resulamento, e para que chegue
a noticia maudoii fazer o presente edital aos l'.lile
julho de 4856.Antonio Cameiro Machado Rios.
A direcrao do extiheto banco de
Pernambuco, avisa aos Si-s. accionistas
do inesmo banco, que se acba autorisado
an-
a pagar o
P,
ira a
Bal
a
A paropeir.i hr.i-ilcira a l.ivrarao pretendo seguir
para a Babia Com mulla brevidade ; lem o regamento qua-i prompto : Irala-se com o sen enn-
Mgnalano Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra
da Cruz 11. 1.
( brigue ollerculcs, prompto a so-;lir viageni,
precisa de um pillo de carta e marinheiras nacio-
naes : quem esliver hahililado pode dirisir-se a bar.
do do mesmo, 011 ao 1 onsignatario na ra de Apollo
o Sr. tlicsonreiro da
co do Brasil nesta provincia
oilavo dividendo de .SliOO rs. |r ac-
cao, vencido dos me/^'s de Janeiro a
mato ultimo. Recite 3 de julho de I8.">G.
Assignado.Joa Ignacio de Medeiros
Reg.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
() conselho administrativo, cin cumprimenlo do
art. 22 do regulamenln de I i de dezembro de 1852,
faz publico, que foram aceitas as [n-opostas de An-
touio francisco Correa Cantoso iV Mesqoita Jnior,
Francisco Jo-t- Mnreira, Rodrisues c Ribeiro, Joo
Fernandes Prenle Viauna, Ricardo de Freilas A; C.,
Joao Pereira da Silva, Gnilhernic da Silva Guima-
Par;.
a
! n. 6.
Baha
dia 5 de acost veleira
iimaca hrasileira (Nova Minerva, por ler a maior
parle de seu earrrajnuflnto promplo, c para o ros|0
Irala-se com seu ronsignalario Dominaat Alves Ma-
llieos, na ra de Apollo u. 2:1.
ilial do ban- "egne mprettiveliiienle n
por
O i.', 1.1.1/ varas de bnm, a 395 rs.
0 8.", 1.336 dilas de dilo, a 395 r. ; 987 dit
dito, a 307; 3,100 ditas de dilo fino, a Ut
1,573 dilas de nlgodosinho para ramisas, a 19(
r3es, Siqueira Pereira, Jos l-'raocisco Lavra, Luiz
Antonio de Siqueir, Jos Feliciano Machado, Fran-
cisco Jos Corr-a Guimaraes, Antonio de Souza Mal-
tos, Jos Antonio de Araoja, loaquim Lopes de Al-
meida, Domingos Francisco Rain illm, Jus Baplisla
Braga, Antonio Pereira de Oliveira Ramos, F'ran-
cisco Jos Moreira, e Domingos Jos Ferreira Gui-
maraes, para forneccrem:
O I.", 0resmas de papel de peso bom, a 19500 rs.;
tO duzias de lacas e garfas linos, a 692OO re.; 2 ar
robas de rame de lalao liuo, a libra 000 rs.; 6 cai-
ias com folhas de I- landres, 2L.0O0 rs.
0 2.". 10 resmas de papel de peso, a 39000 rs. ; 6
garrafas de Mota pela, a O.
O 3.", 2 resmas de pipcl almaeo. a 39209 rs.; 49
grotas de boles braucosde osso pequeos, a 2ill rs.;
:t baadeijaa grandes, por 109.500 rs. ; 50 envadas cal-
Cadas de ac, a !KK) rs. ; 50 ps de ferro, a 19280
rs. ; 2 arrobas de ac.o Ion dilo quadrado de 5|i da
crossura, a libra 29700 rs. ; lo quinlaes de ferro
snecoem barras de 2 a 3 polegadas rs. ; i arrobas de rame de ferro, a libra 200
reis.
<) ., \i resmas de papal almac.0, a 29760 rs. ; 2
caivetes sendo 1 do 3 lobas e o uulro de 2, por
2?280 rs. ; 400 pares de clcheles grandes, a 10
reis.
O 3.". 2 caizas de penoas do ac, a 19600 rs. ; 12
majos de obreias, n 60 ra. ; 200"punas de canco,
por 19920 rs. v
O 6., I barril com- varniz de alcabao,
20-9000 rs.
O 7., 1337 varas de brim, a 395 ra.
tas de
10 rs.
_ 190 rs.
100 cavados de casemira encarnada, a 137C0 rs.
600 dilos de b dlan.la, a llil rs.
O 9.o, 1,200 varas de hrim liuo, a 400 rs. ; 168
covadoi de pao pelo, a \t~(Y) rs.
O 10.", 227 varas de brlm fino, a 460 rs. ; 200 di-
tas de aninbagem, a 355 rs. ; 2,000 covados do pao
verde, a 29600 rs. ; 52 ditos de ganga encamada
para enhenas, a 275 rs. '
OII., 300 esleirs de palha de carnauba grandes,
a 320 rs.
012.", 360 dilas dilas, a 300 r.. ; 21 copos de v-
dro, a 680 rs. ; 21 chicaras da loma, a 80 ra. ; 21
pires de dita, a 80 rs.
O 13.o, ahrir o emblema j-m conho de ferro para
as chapas dos correams da artilharia, 609300 ra.
O 1 l.o, 20 toneladas de carvo de pedra a 189000
reis.
O 15.", 20 arrobas de cobre vclho, a 320 rs.
O I6.0 400 bonetes para o 9." balalhao da infanta-
ra com o respectivo numero de metal, a 13)100
reis.
O 17.o, 6 arrobas de zinco em barras, a libra a
110 rs.; 20 cadinhos do or le de n, 10, cada nu-
mero a 200 rs.
O I8.0, 5,600 boloes convexos de metal bronzeado
como n. 9 de metal amarello, a 110; 1,000 dilos pe-
queoos. a 130 rs.
O lO.o. 60 grnzasde botes grandes brancos de
osso. a 260 rs. ; 76 ditos ditos pretos, a 260 rs. ; I
arroba de lio de rea, a libra a 620 rs.
O 20.", 10 duzias de colberes de metal do princi-
pe para sopa, a 59200 is. ; 2 ditas de dilas para cha,
a 29100 rs.
E avisa aos supradilrs vendedores -pie dovela re
collier os referidos objectos ao arsenal de guerra 110
da 30 do corienlc mez.
Secretaria do conselho administrativo para fnrne-
cimento do arsenal de guerra 28 de ulli.i da 1856.--
femardo l'creira d Carino Jnior, vogal c secre-
tario.
Directora gerai da instru-
<;fo publica.
Pela rospecliva secrelaria se faz publico, que o
etamc das concurrentes Inscriptas a cadeira de ins-
Iruceo elementar do Curato da Se de Oliuda, lera
principio .n dia 31 do crreme. Secretaria da di-
rectora geral 28 de julho de 1856.O secretario,
Francisco Pereira Freir.
Corriiio geral.
Helacao das carias seguras disientes na adminis-
tradlo do correio desla cidade para os senhores
abaiio declralos.
Antonio (.a-emirn de Gouveia.
Antonio Firmino Pereira Barroso.
Antonio Goncalves l-erreira.
Denlo Jos Beruardes.
Braz Jos dos Re-.
Caelano de Castro.
Ju-tiiia Lins .Machado.
Joo Antonio da Piedade.
Josepha Joaquina de Vasconcelos.
Joso Corroa dos Sanios.
Jos de Sa Cavalcanli Lins.
.Mara da Ass.umprao.
Manuel Joiio Cavalcanli Wanderlev.
Manuel Jos Ribeiro Cavalcanli Lima.
Manoel Thomaz dos Santos.
Vicuule Aleudes Wanderlev.
A mesa roeodora da 11 mandado de S. Jos- da
Attooia, ereeia no convenio de Nossa Seuliora lo
Carnao, agradece eordealmenlc as corporanie- rali-
Losas qoo ?c dignaran! aiuiuir ao seu convite, aeoin-
panhandoi procissdo de seu Palrisrchi na lar le do
dia 27 do enrrenl* : e no ine-uio tempe pede descnl-
pa do oreorriiio, pois que certa esla a nr'-ma uio-a.
le que e.i.irao capacitadas, que partealgoma lo
eni selhanie snccoaso. Apro?eita mesma occaailo
"ara scienliliear ao respeilnvel puhlieo une demou
le pasar rom a proeiss.io pelas ras annnnriadas, em
r.r/ao primeiiaiiieiile da rhuva, e em segundo lugar
por(|iie o Rvm. provincial do mesmo convento, de
maneira algnma quiz que ella percnrreBse as ditas rn-
asbresollando pasear melado pela ra eslreila do Ros,.
rio, e nilale pela Iravetaa de S. Potro, a que baa
(aula seulio por nao fioder satisfazer ao que liulia
proniellido.
-- AIii2a-se pe.- fesla ou por mino o sitio do fal-
lecido Ignacio Firmo Xavier entre as duas punios
da Magdalena, e lamhem se vende o mesmo silio,
lazendo-sse lodo o negocio rom o alugador on com-
prador, que vista do prero conhecera' a vanlai:ein (
de possuir urna lal propriedade em local ta"o proti-' 'juartos, da (|Utnta parte da pi iineir.i lo-
mo a cidade, onde ja' nao ha terrenos devolulos, e
pordsto esle crrsscer.i com o lempo em estima, e va-
Keeife 2S de julho de IStj..Manoel
Al.irtiiis Fin/a.
-- Piecisa-se de ofliaiaes de clujroleiro : na fa-
ll ica do bercodo Abreu n. i.
^iiiagularclade.
Quem tiver um pussj.ro Uiequeira dar urnabeHa eriea^aiola, de
milito gosto prileitamenteenvernisada :
clii-ija-se a' rua extreita do Rosario n. 15,
so I ira do.
LOTERA Di PROVINCIA.
Acham-sea venda os bilhetes, meiot e
&eiikft.

THEATRO
DE
Santa Isabel.
SEXTA REPRESEN! Al.:.\0
DOSGRANDESEBRILHANTESSOIRES
da companhia
ROBERTO E DEVEVLA.
Quarta-fetra 30 de julho de 1856.
Mrs. Roberto e Deveauv desejando dar as mais
evpre-sivas pravas de seu reconhacimento ao res-
peilavel publico desla cidade. prepararan para este
dia nina primorosa represeulaeao, que se cumplir'
da m.neira seguin.e :
Ia)go que a orchestra houver execulado uina lin-
da a nova svmphonia, Mr. Devcaus dar' priucipio
ao espectculo.
t'RIMEHU PARTE.
I. A licao de esgrima.
2 As joias encantadas.
.1. 1) tonel de Baccho.
i. A garrafa mgica.
.">. O Orial do circo Napoleoniuo.
(i. A roda das carias.
7. A dansa magntica.
K. O n.iscer das llores.
SEGUNDA PARTE.
Crandr
~+ aJ*0 '" '"' Icila ""ou armazn na
rua do Collegio n. |s, de nm grande e variado sor-
limenlo ae obras de marcinciria. novas e usadas,
inclusive urna rica mobilia de amarello de raiz, a
Luiz XV, dous ricos planos de Jacaranda, moder-
nos, ouras de miro c prala. rologtos para alsiiNjirt
c cmiih de mesa, vasos, ealungaa o mais enfeites de
porcelana para sala, candelabros, lanteruaa de vi-
tro. candieiros fraiiceies c inalezes, diversas quin-
qoelharias trancezas, Ion,;., o vidre para lervio de
mesa e oulros muilus objectos, qne lora enfadonho
mencionar, os quaes se acharo patentes no refe-
rido armazem, Iqainla-feira M as II horas da ina-
uhaa.
O asente Oliveira fara'; leilao de lodas as divi-
das nelrvra da loja de Antonio de Mello Rodrigues
Loureiro, tila qolr'ora na rua do gucimado, como
da respectiva relaeao dolas exlrahida de seus lanea-
mentos na importancia de .ULlgOTO rs., qua'rla
leira, ,10 ,|u corrcnlc. ao meto dia em ponto, no
seu escriplorio, roa da Cadeia do Rcdle.
Sem limite.
Ri
ostrn llooker &C, tarSo leilSo, por
inlervem^rio do agente Koheils, eporeon-
nsto de quem pertenec, de 1500
ta e
bameps com farinha le trigo Pearl milis
e 500 ditas Je Now-Orleans, em lotes a
compradores, e pelos mais
vontade dos
altos preeos oJFerecidos, boje, (iuaita-ei-
ra 7,0 de julho, a's 11 horas da manliaa,
110 seu armazem, no becco do Goncalves.
O agente Vteira da Silva, fara' lei-
lao, sevta-leira I de agosto, as 10 horas
da rnanhSa, em seu arma/.em, rua da
Madre de Dos n. 52, de diversos ohjectos
eobras de inarcineria novas e usadas, e
mmlns objectos que se aebanio patentes,
e ttido sera' vendido a vontade dos com-
pradores.
agente Oliveira fara' leilao de una porco
de mobilia, consistindo em sofs, mesa redonda,
consol, cadeiras, dilas italianas, dilas de balanrn,
bancas e mesas pura diversos usos, banquinhas pa'ra
luz, guarda ronpas, guarda loucas, guarda livros,
piano, um bauUiuho de tarlarua ricainenle eneas-
loado em prala, commodas, lavatorios, loucadores,
um rico espelho coa) cooimoda de mogno. quadros,
relogio de parede, leilos de ferro e de madeira, mar-
quezas,apparelhos de porcell.ua dourada para me-
sa, sobre mesa e para cha', frasqueira, porta licor
de metal, compoteiras, garraTas para vinho, copos
dilo e para agua, lanteruas, lustre de bronze, can-
deciros de globo para mesa, americanos, inglezes e
froncezes, csplnnarda de dooscannus, Dacia grande
de rame, Irem de cozinlia e moilosoutros objectos.
e alguns escravos: segunda-fera i de agosto as 10
horas da manhaa no escriplorio do reen.lo agente
rua da Cadeia do Recife.
Henry Forsler & Companhia fario leilao, por
nitervenejao do agenle Oliveira, de cerca de mil bar-
ricas de rarinha de trigo, rccenlemenle eheaadas de
Philadelphia, em lotes a vontade dos compradores :
sexta-faira, l.-de aaoslo, a's 10 horas da manhaa,
no seu armazem, Caes do Ramos.
Precisa-se comprar 120 travs de 50
palmus com S polcj'adas de grossura c (i
H travs de iO palmos, com 12
ensarnes le
de (i polega-
praca
de lao
dt gronura e 10 de lace (
lomo de 22 a 27, palmos,
das: n,i livr.uia ns. fie 8,
Independencia.
ANDA O CAO'E O DONO.
Admira o de Ires anuos vive uui animal gritando "o las as nuiles,
abusaiido-se da honda.le dus ouvinles, e'aimlase
pergunta que incommodo causa a visiuhane. o |a.
lir de um ci foro de horas he muito harmonioso,
causa somno e nao o lira, por cuja razo o dono se
aleara c continua 1 divertir os oulros. Na praca as
casas sao guardadas pela p .licia Sttoriornwnteoiin-
teriormente pelas poetos que nellas habitan e pela
seauranea das portas. No malo he que se faz preciso
cachorros. 1) Sr. dono do cao bem sabe- alisto, porm
como nSo quer dormir na taberna, c nerj) o seu eai-
veiro por sei tnlvoz muilo fra. Pouco se importa
rom os sollriinenlos da vi-inh mea. O bom ou mo
jiilgadnr por si so julgi. Ouem ha capaz de fazer
gracas de-conli 1 de lo los, c muilo mais dos que ino-
rara ao pede si. Se ha quem -.dundo a' rua innuii-
moda. oulros dentro de caa se inconimo lam mais
com a (ire-enea dos aju lanles de ordena dos gene-
raes Irapieheirns nos Mbbados pela manhaa, e min-
io principalmente com o ajadaote do genera! sardo.
Coiilrala-se um amassador : na rua Dircila 11.
lili, ou 1.0 Monlciro, pa loria do lirilo.
Quem annunciou preri-iir de I:00!.?OIW) rs. a
premio de um por cents sobra hypotheca em urna
casa terrea, procure na praea da Roa-Vista n. .12
que achara'com quem tratar.
Trora-se por dioheiro uim im.igem do Senhqr
da Canna Verle alado a columna, obra nova c mul-
lo bem eila : d-se mais cm coma em razao da pes-
saa ler duas iuuacs do mesmo titulo: no aterro da
Roa-Visla. loja de sapalos, 11. l.
Anda esl.i fgido, de Antonio Joaquim de
Mello, o prelo Angico de nome Antonio, ja de ida-
de, mas forle,o qual era fcilor do sitio antro as duas
ponles da Magdalena, e lem sido encontrado enndu-
zindo bois, e uuti'ort como caiador, coslmaiiilodi-
zer que he forro : roga-se as autoridades policiaes
ou capilaes de campo n apprahensao do dito escravo
que serao recompensados.
No dia I.-de agosto lem de ir a praca, por
venda, c depoia i"c linda a audiencia do llro. Sr.
Dr.juiz niiiiiicipal da prnniia vara do civel, que
lera logar na sala dos auditorios : um siiio, deno-
minado Esleir de Baccho, sito uo logar da Inora,
por evcnie/o d D. Anua Joaquim do N'asrimeolo
contra Mgoel Rodrigues da Silva Cabial : quem
pretender dirija-aa ao lugar cima indicado,
o escriplo que acha-sc em poder
juizo.
lor cada vez mais, pelo auumenlo da liqueza da
prrovinca, gnslo do bello, e necessidade de passar o
Verle fra da cidade, e mais linda pela e.irada de
ferro projeclada pur esse locar ao Cachanga' ; e lem I
o mesmo silio casa para duas familias, baiiho parlo, |
e onlras comino.lidades, que por brevidade se
omiltem.
]\a loja das seis
PORTAS EM FREHTE D3 LI-
VUMENTO
Riscados de algodao de lislras com Ires palmos de
largura, fizenda prnpria para vestir c-cravee por ser
forte a meia polaca ocovado, chitas escuras que nao
dcsbolam.a meia pataca, e decores a seis vinleu-,
cobertores de laa, grandes, a dous mil res cada un ,
e-de algodao de dous pellos, muilo grandes, a qualro
patacas, diiiheiro a vista, pura acabar.
Eu aballo assignado faco publicn.vpie leud-
me o Sr. Antonio da Silva liOWnfto passado em iK'i
um valle da quanlia do 1:1399-134, declarando no
mesmo valle o meu nome a quem pagara, e procu-
rando o dilo vallo para ajuste de canias, uo me fui
possivcl rha-lo, e como a pessoa nenhuma poeta
servir, declaro que desde j tica de nenhiim ell'eil.
a todo o lempo que pnssa appareer, vi'to ter rece-
trido sna importancia do dilo passador, como ronsta
do recilio que llie passei com dala de .*> do correulc.
Recife 2S de julho de llii.
Joo Evaugeh-la da Cn-la c Silva.
tjuem precisar de um caiveiro hahililado para
qualquer estahelecimenlo, menos hiberna, dirija-se
ao largo do Pilar, casa n. I'l, que adiar com qnin
Iralar. 011 na rua Nova, loja de madama Rosa llardv.
Adverle-se a certa impostor que se anda in-
culcando de acadmico, o qoal pretende em casa-
mento urna prela liberta, deiio-sa do andar botando
cartas anonymas por Inivn da porta de psasoasquo
nao condece ; fique certa que por suas gentilezas be
Vme. bem conhecidn.O porto do Para. .
A pessoa que precisar de urna ama de multo
bom leite, sendo esla escrava, dirija-so ao silio Ta-
caruna, a fallar com Rento Brzorra.
Acha-se dcsoecupa.la a loja da roa da Cadeia
do Recife n. 55, c arrenda-se para qualquer estahe-
lecimenlo ; os preleudentes cnlcnder-se-hao com
Joo Jos, de Carvalho Moraes.
I.m irm.i 1 mesario do S. Jos d'Asonia rng,
ao Illm. Sr. provedor para domingo, pelas 10 horas
do dia, mandar fazer mesa, porque elle e mais al-
guna un1- irios lem de Iralar peranle esla mesa ne-
gocio de nimia urgencia.
Arrenda-se um pocjMCO 'ilo com casa de so-
brado, eslribaria e cocheira, no lugar da Passagem ;
qaem o preteuder, enlenda-sc com I.uiz Jos Perei-
ra Simoes iiaj rna do l.ivramenlo n. ;l.
Preeisa-se de umasenhoia que qoeira ir en-
sillar a ler o coser, sendo preferivel aquella que sou-
ber lambem msica : quem esliver uestas circoms-
laucias anuiiucie ou falle nesta Iv pographia.
-- Alu:a-se orna mnlher para ama de casa de
pouca familia : pessoa que precisar, dirija-aa1 a
Ponl Velha, casa n. :ll, que achara com quem
iralar.
AO COMMUNICANTE DO DIARIO DE 2,
DE JII.IIO.
Comorespeilo que devenios ao publico, proprio
de nossa educarlo, pedimos com cisriUdado no Otario
de 20 do correle ao communicante a quem nos re-
lerimns, que assiana-se suas dcclamaeftes, c declara- |
se quem eram os eleilos mesarios d irmandade de
S. Jos d'Asonia, que o nao deveriam >e-Io, feiln o
que tambem assisnariamos nosaos nomos, a prova
riamos que elle rummunicanle eslava em erro ele. ;
mas esse cominiiuicaiile naonndnao ao nosso p-dido
todo juslo e honesto, e c-qiieren tn-se que e-cri-via
para o puhlieo, e lalvez pensando que eslava om al-
guma taberna......ni quie, em algum anlrjto lupa-
nar da rua da Madrasa, d'on.lc lalvez proceda,
responde-nos em phrase prnpria de arrie-ros, c por
fim ou"erecc-iios sua caheea para pendente a Iraaor-
mos como tarja, qnando lalvez ella ficaria inelhor-
menle rollocada cm algum po-le publico. Ncsse
terreno s proprio do Sr. cominunicanle. nao salle-
mos, e nem queremos marchar pelas considcraees
que ficam expendidas. Se porm o Sr. mmmiini-
caole se enrrigir (se de correccao for arcessivel), c
llie for^possivel coinpn hender-nos, e comprehender
o respelo e decencia que deve ao publico, v.illeque
nos encontrar ,- no entretanto he forcoso que d'ora
om diante nem mais una palavra lie) demos, e o
inisio silencio,lilho do nosso juslo|desprezn,que desde
ja' Ihe MiUmo-, sera nossa respo O eleilo legal mente em 17 da julho de ISfi.
teria do convento de Nossa Senhora do
Ci.tmo. os piceos sao os seguinles.
Bilbetes .sSOO recebe 5:000,s'lMMI
Meiot ."000
Quartos 11300
LI0ES
p. j.
2:500<(O00
1:2OK La v ne.
DE IMAM!.
n. 22.
.I.ercinna se piano por om methodo lacil o
no por prero commodo : na rna do Vitara
onde ha piano para eatudar a qualqaor hora
os discpulos que o nao liverem.
Lotera
(lo convento do >mh: Se-
'.ora do Crirmo.
Aos 5000s e 2:000,-000.
Corre iidiibilavclmenlc sabli,i>lo 2 agosto de !8."i(i. ,
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao icsp-riiavel |iublico |tic v-nd:u
os stijtlintcs premios da segunda patlcd.i
primeira lotera d<> Senhor Bom Jes* la
Va-Sacra.
1 quarto 11. 3013 OO.sIMMI
iMcio uilheie " 159 VOOsIMrO
1 quarto t07 OO.sIMM
1 l.ilhele 17,12 OOsIVHI
1 dito " 1390 ."lO.S'IHIO
Meio ditn " 139 ."iO.sfMMI
A pessoa que annunciou querer 1:0005 a juros
de um por cenlo sob hypotheca em orna casa, decla-
re a sua morada para ser prururado. Tambem an-
nnncia-se 1:0009000 a joros de um e meio por cenlo
ao mez sob hj polheca ou boas firmas : a quem con-
vier dito negocio baja de declarar soa morada.
i\a loja das seis
portas.
Em frente do Livramenlo.
Alpaca de algodao de quadros grandes e pequeos,
ao goslu dos compradores, fazenda inleiramenle no-
va ueste mercado, com duas larguras, que faz mais
de qualre palmos de largura a palaca o covado, cas-
sas Irancezas de padnles modernos a muito finas, o
corle tres mil reis, e lambem vende alguns corles
com barras muilo esquesitas c linas a lies mil res.
Esta loja sacrifica as la/.endas por precia que ani-
mam, porque espera sorlimenlo novo para a apnna-
ve! (esla do Natal. Da-se de (odas as lazemlas
amostras medanle um peuhor que equivalha o valor
das fazeudas ou amostras que os portadores Irazein
ordem de levar.
Oabaixo assignado scienlilica anuem
interessar possa, que leudo fcito em 22
de maio prximo passado, remena de di-
versos objectos na importancia de 87000
r..., ao Sr. .Manoel Joaquim le Mcndon-
ca, residente cm Pedias de Forjo, e desla
<|uai.tia precncl.i urna letra a pra/.o de
seis me/.es, para o mesmo Sr. se servir cui.slruidas 110 dilu seu esUMccimentu.
aceitar, o qucassun ez; c aconleccndo o
portador que a conduzia para me ser en-
tregue, assiin como oulros documentos e
0mesmo tem csposloa venda seus ram-
io lcliy.es bilhetes, motos e piarlos, da
quinta parte da primeira lolcria do con-
vento de Nossa Senhora 1I0 C.,ii-,-:iii. lias lu-
jas ja' conhecidas do respeitavcl pu-
blico.
Os dous premios laudes cima rc-
feridos nao estto sujeitos ao lescontu
dos 8 por cenlo do imposto geral, e cu-
to disconto sera' pago logo qucsaia.a la-
la, sendo os precos de seus bilhetes oc sr-
guinles.
lillictcs .").s800 rccclx; por inteiro ":000>;
Meios n.s-000 .< 2:lHlg
Quartos I$500 hi.Mi.s
Pernambuco 28 de julho de I80O.Sa-
lusb'ano de caquino Ferreira.
I) abaiso assisnado lem a honra de parln-ipai
ao re-pcilavel publico, que nesta oala coiisUtain |nm
sen bstanle procurador ao Sr. .Mrnoel Serapiae de
Almeida l-'orle como consta de una prornracao ba>-
lante passsda pelo UbelliAo publico desta cidade
francisco Itaptisla (le Almeida, rom lodos os poda-
res para reerber a quanlia de 10:7:1^:176 m letlraa,
valles e pouras conlas de livro, que me sao devedn-
res alguna senhores agricultores, desde Irwjuca al
a fregu.zi.i de l'orln do Olivo, lenle 2 rte jollm
de ISti.Joaquim Anlouio de Sauliago lapssa.
Prociaa-so de urna ama para eaa de piuca fa-
milia, que saih.r cn/inhar c engominar, e que fara
compra- im-lhor ser 011 algoma escrava : na na
Dircila o. 01, prmeiro andar.
I'rerisa-se de am forneiro qae seja hora a qae
eiileuiia de lulo servco, paea-se bom ordenado : na
rua da Seuzala .Nova, padaria n. .10.
I'ierisa-se de urna criada para o servco inter-
no de urna casa de familia, da-*e bom ordenada
agradando o seu servco : a Iralar no sobrado junio
ao quarlel do Hospicio, casa do Dr. Menees do
Cuuha.
O secretario da veneravel ordem torreara de
S. Francisco da cidada de Olinda convida aos aoaa
el 1111-uno- irmaos para comparocorem no dio 3 do
ago-lo protimo, as -2 horas da tarde, paramentadas
com seus hbitos, afim de acompanharem a proas-
sao de N. S. de Amparo, por assim o ter delibora-
do .' meia regadora.Jos Irioeo da Silva Saetas.
I). Mara Helena Pessoa de Mello, administra-
dora do vinculo do Monleiro, parlicipa a hateo oa
seus devedores, qoe lea constituido ton bastante
procurador a seo genro o Sr. Antonio Jos Geoaoa
do Correio para receber 1 importancia qoe catrvo-
rem a dever das rondas do mesmo vinculo, o sania
chamar a juizo a todos aquello*, que por laanm
nao queiram papar amigavelmente. Moa leira B de
julho da 1856.
O Sr. Cypriaoo I.uiz da Pao, aa roa daCotat-
gio, co Sr. Joao Ferreira da l.o*. ao aterro da ieo-
Visla, oa padaria do Sr. Beirit, dirao ojejota dka aV
nlieiro em qoaolias de HtKrj, lOfl, .sOOS a Gtt$tH.
com hypol beca om casas terreas.
Teodo dma pessoa de retirar-so para (ora da
imperio, vende dous lindos cavallos, gordos, cota an-
dar., para uso de seliaa e carro, com eain iIlHIaae
um delles por ter lodos os andares predas :
prelende-los, dirija-*e a rua Imperial n. I.
Aloga-so o Icrceie andar o solaa na trav
do Oueunadu u. I : a fallar na laberaa da me
casa.
I'recisa-se de urna ama para casa de postea fa-
milia, de portas dentro : na rna da Cadera do .">*-
tu Antonio, laberua 11. lili.
C. STAtlt 4 COMPANHIA.
lie.1 ieilosan eule aununciam que ao saa citaste
cslabelecimenlo em Santo Amaro, cantinea a fabri-
car, cun a maior perfeicao e promptidae, leda a
qualidade de roarhinismo para o n-o d'acriealtara,
uavegacao e manulaclura, a qu* para maior cooa-
nnoio de seus numerosos freguezas e da pablco coa
Ecral, lem .iberio cm om dos grandes arraatcnt do
Sr. Mosquita na rua da Brum, atrai da arsoaul do
marinha, um
^
All acharSo os compradores um completo sarli-
meiilo de moeudasde canna, com lodos os aaethoca-
meulos alguna delles no\o- e originaos) qne a ca-
pot ieucia de mallos anuos lem mostrado
dinheiro ; declaiouestc ter-se-lhe desen- d,de- Machinas da vapor de baila a alta p
taix. da lodo tainaaho, tanto li.itnl.. coma laaOi-
das, carro de mo, ediUtj para condnzir lorma
caininhado de seu podet, e avista do ex-
posto niamente envici urna lettra da
mesma riuantia e data, parase servir acei-
tar, o dosem vigor a ant-irior, tendo para lirnta-
Itva a posterioro sello proporcional 11.
I.-.9.Rccie 2! de julho de 185(1. Tho-
maz Fernandes da Cunha.
Alufja-seiim grande sitio cm Parna-
meirm, com grande casa de vivenda, com
cocheira c um sobradinho por cima, com
urna sala e dous quartos, eslribaria papa
Sen cavallos, quartos para escravos efei-
ilaa par.
X
d'atsucar, machinas paraflSar raaixlioca, prensas
para dilo, tornos de Torro aTMo para laaba, ara- '
dus de ferro da mais nafa-ovada cunstrucro, lon.l,..
para alambiques, crivoa e portas para luraalba, e
urna inliiiidade d'brae de Ierro, qaa aera enfadonba
enumerar. No mesmo deposito existe ama pessoa
iulelligento a babililada para receber ledas as aatca-
110 ndas, etc. ele, qne os anonadantes caatoada
com a capacidade rte saas otVriaas o m ichiaiaiaa, a
pericia de seus oflciaes, se comprometan a saaor
eiecui.ir, 111111 a mcior presteza, e perfeifao, o acta
conformidade com os niodelUs, ou dcunhos, a ras-
truernes que Ihe forem fornecidas.
Kua Nova n. 18 loja do M. A. Caja v\ C. cot-
liniia semprc a ler um grande -orlimeola da
obras feilas de alfaiale, tjxto superior, camn mais
nterior. camisas francezas,
trt, ... ~ 'J mioiiui, 1 dinisas iianrezas, i-ancas e d cores. CTa-
toi.uma grande cacimba com dous tan- Iv atas, coUriohos, chapea, firfnn, tstawdoHa/da
rpics-e coberla de liuatro agitas, visto naoise^ae|anuii>hu,suspensoricrtdebo-ielt,2>eiapara
se ter realisado a vcnrla do mesmo sitioCiue i ^l""' ^T' me""m' /"os para f.zar-a
^.k.- ir c 1- .. 'l'iali|u-robradecncomiiicn.la rom a maior profe-
r.inrtsco domes \ za e bou rteseuipeubo ; emliin qualquer pessoa qae
vier a esla loja, lirara um falo completo e par prc-
r 1 mais commodo do queem oulra qulquer parle.
lava all'ecto ao S
de Oliveira : quem pretender alugar di-
rija-sea Boa-Vista, travessado Veras. 15.
LOTERA DA aOYINCIA,
Aos 5:000, o 2:000,030.
Oabaiso assignado faz Scicntc ao res-
do wteSTO*Bo|Peitevel l,"l.,,i<''>- 'l"e lem e\posto a ren-
da os seus bilhetes inteiros, meios e i|uar-
Joaquim Antonio da Silva I'orlo, faz ver ao ,os- aos |'ecos abai\od(!clarados, osrpiacs
publico que retira-se para o interior da frovn-MNstr.o rubricados com sen nome. e Se obti-
. g a pagaros S porcentoda le, as sorlcs
Arrenda-se um sitio na Uoa-Vasem, com ev-.^..!lJ .! J
cellenlecas, de morada, de pedra e cal. e casa para ; 5ra.nd' ,l.,,,.",al r** da P''tne.ra lo-
fazer farinha, bstanles pes de roqueiros e baixa* i l(?t'l;l. beneficio do convento de Nossa
J. JA, DENTISTA.
no- s>
para planlaeoes de capim, com trras para plan-
laeoes, e terrenos sullicicnle para paslorar seis a oilo
vaccas de le le: quem o pretender dirija-se ao
mesmo, que adiar com quem Iralar no silio per-
tencenle a Francisco Antonio de Fmurredo.
Na rua dos Pires u. :t, alue,a-se urna niulher
branca ,em lilho e ferenleiuenle parida, para ama
de lene.
Senhora do Carino, cujosbill.etes se acliam
a venda as lojasda rua do Quemado n.
61. do Sr. Silvestre da Silva Guimaraes:
n.2.">, vloSr. loaquim Monteiro da Cruz ;
rua Nova, doSr. Tinoco: rua rio Livra-
0 contina a resido aaraaNeva n. I<), primei-
1 ra andar.
'J .-;902SSC #
Mas** adaman-
lina.
I i.iucisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
ladeira uussa adamantina o applica ventosa, pela
ilraccao da ar : pode sor procurado eonfroalo ar.
ttosarin do Sanio Antonio n. >.
l'almeira & Bellrao, com armazem no larze do
Corpa .santo n. 6, acabara da receber bolachinha de
llaintiurgo ; as pesseas qoe leero encommenrtada
deta bolachinha, mandein buscar, porque he ajsne-
rn que de promplo e vende : os momos rnnlina
MUTILADO
mentn.30,doSr. Cunha n.3*,doSr. U?* ''**""'* **,m'*'"'""



til- O fe|r.|BCO Q'AtiA Fill O JJLHO f I86
r
I DESTROCA.
O senhor que por cubano levou ora chapeo do sol
re seda azul, e deiiim um verde, rio gabinete por-
toguez il- It'itnr.i. mi iii.i 2"i rio renle, India a
booilarie ile mandar a ru.i I inania n. e |iara tlesfa-
/.er n engao ; na padaria ou lerreiro andar.
lima familia estrangeira quer atusar una n-
crava prela, -juo stja limpa e bel : no aterro da Boa-
Visla n. 'J.
i >s Srs. credores ria inassa fallida rie Manuel
Joaqoim Alves l'ilomlio iineir m apresentar ale o
da :ll do trrenle Mas cuntas a cuniiiissan eurnr-
fesada da veriticacao rio crditos, ios Srs. Franr s-
... Ijuede* de Araujo ou Candido Alberto So.lrc da
Molla.
Preei.a-sc de um raisciro para nina hija de la-
zenria qne leja hum nal.-m, e aliaiicando suacon-
ilucta : na ra Nova ti. 4.
S isr vetes
No aterro ha Boa-Vista lera'lodos os dio* de Irs-
liailio eseellenle srveles, fon o dita de luna.
Carros
Agr HduiinistrHcior.
Em un armazem perleneeiile ao .-ouveuto de San
francisco, coulronle a secretaria do polica, esta este
cslabelecimento munido de carros lauto pura mijos
Como adultos ; de lodas as ordena que marra n regu
lamento do cemilerio, a salisfazee a expectativa dos
prelendcules, e por preros que cnnvencion.irem
encarregaudo-sc rie ludo mais pcrtenceiile a um en-
terro sem o menor inrommorio das p ,rl-- inters*
-arias, para tratar no mesmo armazem ou na ra do
.-ueiiuariu n. I. c na da Caricia de Santo Amonio n.
:t. Tem igualmente um rico caixAo que aluga.
-- Fica de uenliiira elTeito a procuraran qe pa*.
sei ao Sr. Miguel l'ereira rie Carvalho. Curcuranas
SI de jullio de is'if,.
Loureuco l'ereira de Carvallio.
I'rccisa-se de urna ama rie leite : ua ra rie
Santa Tliereza u. 7 ; pags-se bem.
O abaiso assignado declara que deixon de ser
caiveiro de Jos Mana GoncaJve Vieira liuimaracs
boje (28, de julho de ISoli.
t l.ui? Vieira de -"redas.
OcirurgiAo Francisco Mariano de Araujo Li-
ma di ciii.uli.is tudos os dial das S as lo horas da
manha, ua ra da Gloria n. 71, juulo a igreja do
luesuio nume.
Osabaim aisignarios fazem verao respeilavel
publico,que a taberna tila na ribeira I Boa-Vista ns.
."i e 6, desde o |. de julho Bcar cvranrio debaiioda
lirma de Barbosa & Coellio.
LOTERAS DA PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro manda litzer puhli-
eo, qiieestaoexpostosa' venda njrthesoii-
raria das loteras na ra na Aurora n.
21'. das .9 as 5 horas, billietes, meios e
i|uartos da quinta parte da piimeiralo-
tera do convento de Nona Senhora do
Carino, cuja rodas andam impreterivei-
.2954 5:000*000
1933 2:OOO.sOOO
.1015 900*000
759 VOOsOOO
(07 200.S000
2976 100*000
2831 1 OO.s-000
375I 50.S000
1063 50*000
159 O.s'OOO
P. J. bvrae.
mente no da 2 de agosto, e que logo que! '"do para augmentar o bom conceilo que al I
.sejam distribuidas as listas, seo inconti- "
Dente pagos os premios, excepto porein as
duas sortes grandes, que sao pagas mes-
mo no salao d.t extraern, logo que sejam
publicados seus respectivos premios. The-
souraria das loteras 2 dejullio de 18.")(i.
O primeiro confereote servindo de es-
crivao, Jos Januario Alves da Maa.
Coellio & Almeda avsam aos sen
credores, devedores efreguezesquemiida-
ram oseustabelecttnento de fazeodas, que
linhain na esquinada ra do l'.angel, pa-
ra a ra do Livramento loja n. 8.
LOTERA DA PROVINCIA.
Segunda parte da pruueira lotera do Se-
nbor Bom Jess da Via-Sacra.
O abaixo assignado venden da lotera
cima asseguintessorles, portanto convi-
da aos possuidores de ditos nmeros a vi-
rem receber em sen escriptoi io na ra da
Cadeia do Recif o premio que ohliveram,
logo eme saia a lista geral:
Bhele inteiro n.
5Ieio bilbete n.
Dous quartos ns.
Meio bilhete n.
Dous (((tartos ns.
Billiele inlejro n.
Dous meios ns.
Bilhete iiitgiro n.
Meiobilhete n.
ito n.
Alnga-se o s^iAn do sobrado de um andar, silo
na travessa ria Concordia : quem o pretender dirja-
se ao meiino, que adiara com queni tratar.
O procurador do Sr. I)r. Pedro Bcllr.ln est
morando na travessa da Concordia sobrado n. 5.
Alugam-se carrosas para ronriozir trastes ou
maleri.es.por pree-ajeommoilo: na ra da Alegra da
Boa-Vala o. 4-2.
Precisa-se de 1.-0008000 rs. a premio de I por
i:nlo sobre liypolheca em orna casa terrea : quein
quizer dar anuuncie.
l.luarl.i- l'iin, 30 do crreme, depois da au-
diencia do Sr. I)r. juiz rio? feitos da, fazend.i, na sala
das audiencias, se hilo de arrematar a quein mais
der por ser a ultima praca, os bens se^uinles, pe-
nhorados por execpco ri Tazenda nacional, contra
scus devedres: urna! casa terrea na ra ria Man-
guera do baijro ria Boa-Vista n. 1, com :I0 palmos
de trente e 65 de tundo, cozinba fura, quintal mura-
do e cacimba, avallada em 3:000, penhorada a Ma-
noel JosTavlres da Silva ; um pequeuo sobrado
de um andar ua ra do Pharol o. S, com 20 palmos
de frente e40 de rundo, por 550, da irmandade rie
Santiago da igreja do l'ilar ; um dito de um andar
na ra Angosta n. 12, com US palmos de frente e 72
de Tundo, roziiiha fra, quintal morado e cacimba,
por 5:0005, de Jos Mari Placido de MagalhSes;
urna casa terrea na ra d'AsiumprSo n. (i(i, com 22
palmos de frente e (5 de fundo, loUo, cozinha furo,
quintal murado e cacimba meeira, por 500, da ir-
mandade do Senhor Bom Jess dos Marlvnos ; me-
lado de um sitio na ra do Calur do'bairro dos
Afosados, cura pequea casa'de morada, chflo de
foro, 40ps decoqueiros, e mais arvores de fruclo,
por300S, de Antonio Caelano lavares; um sitio
em chao proprio na travessa do Arraial para .Casa
Forte, com pequea casa de inorada e algumai ar-
vores de fructo, por 200S, de Jos (omalvcs Bodri-
gues Franca ; urna csa lerrea na roa de S. Podro
em Olinda n. 18, com 20 palmo, de frente e 50 de
fundo, por 200, rie Apolinario Francisco Furlado
1 cadeiras, I jogo rie bancas e I sota, lado rie ma-
rieira de Jacaranda, obra rica e gusto moderno, p()r
l>2t>5, da viuva e herdeiros de Caldino de Oliveira
Jacome ; urna commoria e ti cadeira* americanas
lodo por 16?, de Antonio Joaquim do Espirito San-
io ; urna canoa com 30 palmos de contprido e 3 lr>
de largo, arruinada, por K>, de Jo3o Huniz torios
os polea de loora, vidros com alguna neriicainentos
0 mais uteucilios que rompunbain a botica de llen-
wJmO, df, .C,'Vd.1"" al"ro <>a Boa-Visla, por
-!!.EKM>; I2eadeiras, 1 camap, i jogo de bancas
rie uiadeira jacarauda, por 110?, e 1 relogio de cima
de mesa por 50, de Joaqojm Francisco ile Paula
Esleves Clemenle ; 12 cadeira, I sof com assr-nlp
de palUa e I mesa de mi-iu de sala, ludo por 75,
de Jos Caelano Vieira da Silva ; urna canoa coin
.10 palmos de comprido e 4 de largo, em mo esta-
do, por 6J, de Jo.lo l.utf.de Medeircs ; 12 cadeiras,
1 mesa de meio de ala de madeira Jacaranda e "
cspelho prandea, ludo per "e, de Mudme Mau
vernav & Companbia ; urna armaeSode loja midei-
ra de pinho com caixiihos eovidracados, baldo e
., i ~
Preets un-se dedons .i tres meninosee-
gos de nasermento ou de pequea idade,
para serena educados a expensas |>uhuras:
a follar na livraria ns li e 8, (la piara da
Independencia.
r Precisa-se rie una ama de leile *eni filho na-
ga se bem : na ra rio l'nsseio, 1 ija n. >.
Contina a estar Cogido rio aballo HHi&nado o
escravo Clemente, eiioulo, rie eslalora regular, al-
gum lano ebeiodo eorpo, raMado, com algan pan-
nos no roslo, lem os dedos dos pus feudos de eraves,
deveandar por Pao d Albo, lenas do engenhoSaii-
l'Aiina, uppe-se, donde lio lillio. ou no Arraial :
quein delle livor noticia queira participar, uu ap-
prelienrier, que sera generosaOMUle reroropeusailo
na ra do Cal.ngs.
Jos Alves da Silva Cuimarcs.
Na rOS Nova o. 0, preein-M alonar urna pre-
la cscrava que sirva para comprar e vender na ra.
JoSo Correa de Carvalho, com loja
de all'aiate na na da Madre de Dos n
-)l, primeiro andar, precisa de ollieiaes,
tanlo de obra grande cerco miuda.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. JoaoMoreira Lopes sao convidados a
dirigirem-se a" loja de ftlanocl Jos* Lei-
te, na na do Oueirr.adoii. 10, alimde
ainigavcl mente saldarem scus dbitos.
O Sr. Ffederico Jacques queira di-
rigir-sea livraria ns. (i e 8 da praca da
Independencia, a negocio de seu inle-
resse.
MU ESTABELECI1EM0 DE
RLLOJOLIBO, NO ATERRO DA BOA-
VISTA N. Ti, de Carlos Walter.
O pruprielario deste eslahelcciineuto cima men-
cionado, Svisa ao respeilavel publico e em particular
aos seus patricios, amigos e freguezes, que se aahf
liahiliia.li. para bem operar qualquer concert de re-
logio que ,lor confiado ao seu cuidado, de manei-
ra que delta ao potMidor plcuaineiile salis'eilo,
garanlinrio o mesmo cuncerlo, pois elle araba de re-
celu-r ullimamenle um Jirilhanle sorlinieulo de pecas
a instrumentos inleiramenle novoi necessano para
o ini.-uic fim : porlanlo o mesmo cima msa ao
re-pciuvel publico, patricios, amigos e fieguezes
pela sua mui valiosa pri>leccoi, e protesta que tara
ludo pira augmentar o bom conceilo que at boje
lem gozado, e Ibes sera eternamente grato.
Troca-se por dnhero urna magem
do Senhor dos Passos, e nao se olha a
presse formuitoperfeita e nao muito
pequea : na piara di Independencia
ns. (i e 8, se dir* quera quer.
Oabaiso Miaado lema honra de participar
aos senbores negociantes e mais ptssoas desla e de
qualquer provincia, as quaes inlarewar possa, que se
acba eslabelecido com esenptorio de advocacia na ci-
dade de Xlacei, capital da provincia de Alagoas, a
ra do l.ivrauenbi n. I, e seofferece a tratar alli
ou em qualquer ponto da menina provincia da eo-
branca de divida-- e rie torios os negocios de sua pro-
lissilo peraule os Iriliuoaes, juizes e rcparlicoes pu-
blicas, ou exlrajudicialinoule, por conservaras mais
extensas relaces em toda a provincia, como nalural
della, e haver txerriilo durante S annos os cargos de
promotor publico, e juiz municipal e de orphaos em
dilTerenles comarcas, leudo sido ilm listo honrado
com o mndalo provincial por algumas vezes: as
peisoas que se dignaren) de confiar ao abaixo assig-
nado suas commis.ues podem dir>gir-sc directamente
nesta praca ao Sr. Jo- Goaearws de Albuqiierque,
agente procurator da provincia, que so cncarregar
da remessa prompta e segura da correspondencia,
papis e documento. Cidarie do Kecife 1'J de julho
de 1856. l.oureiico Accioli Wanderlcv Canavarro.
Os bilheres com a rubrica do abao
assignado, silo pagos incontenente, na
praca da Independencia n. 40, at o
premio de OOgOOO. Polycarpo Jos
Layne.
Antonio Jos de Lastro avisa aos seos freguezes
que tem diveraas quali lades de polv.ra das marcas
mais'arrediladas que lem viudo a este mercado, e
que as vende por menos .lo que ven.lerera os novos
vendedores deste genero ; para verem as amostras,
dirijam-se a ra do Vigario n. 31.
;3 Deposito de vinho de cbampag- "
@ ne Cliateau-Ayx, piimeira qoa- ^
J'} lidade, de piopr'edade do conde S
iTj de Mareuil,nuida Cruz do Becil'en. Q
O 20: este vinho, o nielbor de toda a $fc
v'5.Champagne, vende-se a ~ v5 caixa ; acha-se nicamente em ca- &
$ sa de L. Leconte Feron C. N. @
O B As caixas sao marcadas a l*o- Q
^5 Conde de Mareuile OS roto- i%
@ los las garrafas sao a/.ues. :.
tai&!"'..-'.. .'-.. ".. _--. ...-..-'..'! ->,<*> os
:j>-.- ... -.- .-..-... ... .-...,..-...-..;-...-...-...
Prerisa-sc de um livri. sacerdote de boa mora
par capcllao de um eugenlio na freguc/.ia da Esca-
da, eque iguarmentese queira encarreaar de|iiar ti-
tiles a Ires meniu",titilas jo Sr. do ei.genho, e se lhe
fara' bom ordenado, e man, al juin.i- vaolar^ens : a-
qaellc a quem convier dirija-sc ao pateo ria matriz
de Sanio Antonio, casa de um.andar n. I, que acha-
r com quem trata/.
nstruerjao moral e reii-
fr\< SU.
Esla compendio de historia sagrada, qne oi ap-
provado para nslrucrao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvacao a lGt) rs., passa a ser
vendido a 15000: na livraria ns. 6 e S, da praca
'da Independencia.
Traspassa-se tuna Inpotheca da
quantia de mais de 20:0*00$ no engenho
Santo Estevao, da liegtte/.ia de Nuribeca,
em lugar muito prximo por onde deve
pastar a estrada de Ierro, distante desta
cidade pouco mais ou menos quatro le-
guas, prximo a ponte dos Carvalhos, cu-
ja hx pollieca be especial, e tira o direito
ao senhor do dito predio de poder ven-
der, aforar c arrendar o mesmo engenho
sem licenca do hypothecario: quem qui-
zer esle negocio aniuuicie ou dirija-se a
livraria ns. (i c S da piara da Indepen-
dencia, que se dir' pietn la/, este ne-
gocio.
0 rbaixo assignado fazseienle ao res-
peilavel publico, pie desla data em dian-
te deixou de se envolver em negocios de
bilhetes de loteras da provincia, e por
isso nao lhe compete mais o pagamento
dos bilhetes premiados das nesmas lote-
ras. Becilc dejulho os socios subsciiptores para a unriacao da fa-
brica de liar e lecer alaodlo, organliaida por F. Ma-
na Huprat.-.lo ri.nvi.la los a realisar de 15 do tr-
renle al 15 daagoato prximo futuro, na caixa da
sorieriarie, provisoriamenle no esrriptorio do Sr.
Manuel Alves Cucrra, na ra rio trapiche n. I i.
Indos os das uleis, das 10 horas da in.iiihaa i da
larde, a primeiri prestarlo rie 5 por cenln sobre o
capital siibsciipin. Pernambuco lj i,, utho rie
1856.--Os socios gerentei, Antonio Margue Je
Mmorm, Jutlino l'ereira ilc Farias, ManoH .Uves
f.'.fC/TH.
" '. -. &%$,$,
Compra-se un negro velho para Ira'ar rie um
cavallo : na ra ria Cadeia li, 16, primeiro andar.
Compram-ea para nina eocommenda duas ne-
grinbas ou molalinbas de idade de 12 a 16 anuos,
paga-se bein : na iu Nova loja n. i.
Conipr.im-se apolieesda divida provincial : na
ra das Flores n. 37, primeiro andar.
Compra-se toda e qualquer pon/.'io
de prata velha de lei sem feitio: quem
Itver para vender, dirija-sc a ra do Gol-
legio n. 15, agencia de leiloes. I
Compram-se enxames de 22 ai 25
palmos, travs de."i0e assoalho de (otiro
em prancha prido : na livraria ns. (i eS, da praca da
Independencia.
Compram-se botija vasias a 7;O00o celtio : na
distilac.lo alraz Ja igreja rie Sania Hila.
Compra-se orna rasa que tetilla sido bem cons-
truida, que estoja em nota estado, c que di- a leuda
aanoal de5309 a enagOOO! a tratar com fl.ui/. Co-
mes Feneia no Montfego, ou com Anoni..; de
Maraes Gomes Ferreira na obra que se esta lasendo
na ra de S. Franciscu.
;:v}.
POR MENOS E SEU VALOK.
Na ra do Queimado, loja ii. 17.
Os donos do eslabelecimenlo querendo liquidar a
venda de cerlas Calendas, van vendefr por precos
moito baixos como sejam, cassas francesa* finas e'rie
cores Osas a 900 r.. e 20 o aovada, e minio linas a
:20, chitas fraileras finas e rie cores finesa240o
covadq, riscados li.uo-e/.ei linos rie quadros escoce-
es, rie i palmos de largura a 210 o cpvado, chales
rie retroz prelos muito finos, proprira para lulo a
I0> cada um, e muitas oulras faiendas por barato
preco.
SEDAS E5WBA8 PARA
vestidos desenliora a l.s'200 li. ocovadn.
.Xa tua rio (.Inclina.lo, loja n. 17 ao pe da bulica
ha para vender s mais modernas sedas escocezas de
quadros, viudas pelo ultimo navio dp Havre, pelo
barato preco rie 18200 cada covado.i
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA
PARA SENIIOR.
Os iii.ii- modernota liaov, adaiiii-iiJos, e de qua-
dro, chesadiH |>clo i.ltiuto navio,/rie novos dese-
nios e core* muito delicadas, por pregos cominodos :
na ra doOueiniailn, Iuji: n. 17 au/pc da IioIicj.
QUIJOS DO SEKTVO
Sao clip: ariosos melliores qucijiis rio serbio, e se
venden! baretu ; na ra do IJiieiiuailo, loja n. 11.
\'enrie-se urna prela criuula/ de idade 18 a 20
anuos, rom um uiiilaiinho rie lijinezes, inulto boa
euinheira e eugommarieira, e sem achaques; ven-
de-se por certos molivos parlicoilares : na ra Im-
perial o. 33,
Veade-se nmi escrava por preco coinniodo : a
Iralar na ra rio MeodefO n. -J.
Vende -su una cauta de/ carreira em minio
bom aslado, uiiiii grande porril* de pes de caf e uu-
tra rie Irnha propria para olaijas ou pallaras : no
-iliu que lira defionlc do sobra/do rio Sr. Viegas, na
estrada do Cachaug, ou na ra do Queimado u. 17,
le riirra' com quem se deve tratar.
\ ende-se no escriplorni de Manoel Joai|uiin
Kamose Silva, ra da Cadeii do Kecife n. 38: I
piano novo, elegante e de endientes VOies, burras
de ferro prova rie foso, palete lagcrio de Lisboa,
vinho do Porto o mais supetior, em barril de 5.%
8." e 10.-, absyolbie e vinagrc|framb^isce em caixas
de duzias, ludo pelos mais commodos piVcos para
fechar emitas.
Vende-se cola da Hbil de primeira qualiriade,
por prec.o commodo : OJ.Ioji de ferragens u. i i, na
ra da Cadeia do lle.-ife, de Tbomaz Fernaudcs da
Cunha.
\ende-se um mualo bolieiro: na ra da praia
de Sania Rila n. 3.
5 Chegaram ltimamente de Paris, o ^
segnifate. ;;.
^ Casacas de panno l'uJo prelo francez e so- "i
.-, Iirecasaras, ludo de pa ino e torrado de su- i
*..? da, do ultimo ROllO, a SOJJOOO, S^
$4^ Palitos de panno prslo e de cores, de ca- $
gg semira mesclaria. lauta saceos como a so-
;..; brecasacailns, a IS; e iOjOOO.
Caifas de easeinira de cores com lislra ^.i
bordada, de pura lia, a 3)000. *
-s Coiieics de easemir meadada de cores, ",;?
J de selim e gorgurio, | rclo e de cores, a t>9. fci
t'alilos sobrecasac idos de sarja prela de -i
O
i -i 2WW0.
seda, todos forrados t
--
a mrsma lazeuda, a
Ditos de seda de cores forrados de seda, ':"
V a 123000. -;-
|* Scroulas de murim fraucez, de nova in- ."'i
_-. venc.lo, a 29000.
5? Vendern se na ru;
V? relia n. 1, rie Auto
;;.-:;hk>v"-.>x
lo Crespo, loja ama- *?
Francisco l'ereira. $J
Jaleadlo muito
barato.
Vende-sena loja que foi de. Joaqnim
.Mililao do AinaralJ todos os olijeeios alli
exislenles, constando de sa patos de varias
(|ualidades, eouro de lustre, inarrn<|um,
Ixv.erro, etc., ldase vende barato por l-
quidaeitoa que esli procedendo os credo-
res do dilo eslalii W-eimento.
iloi neceo ria Congreracao, pas-
sesiinda '
rilado a matiz cm urna pona,
-- Vende-se nina neuriulia de X anuos de idade,
muilo linda, |irnpna para dar-.se rie mimo por ser
muito bonita e esperta : na ra larga Jo Kosario ll.
12, segundo andar.
\ ende-se urna honila escrava rrioiila. muilo
moca, enm una linda cria e eveelleii'e conducta,
o eoni habilidades : quein a pretender dirija-se
ra AnuuMa n. 3.
Ven le-s.. um excellcnlo escravo laxeim, assini
romo una cailcira grauriecom muilos escamudos :
na ra Nova n. II, secunda andar.
AVISO \(is FABRICANTES DE VELAS.
\ ende-se lio de algodlo da II.Iiia para vela-, em
pequTnas porw.cs e por preco coinuiodo : na na do
Vinario n. *j7.
\ i nde-se urna escrava ainda moca com afu-
mas habilidades, em virios ncn ai baque : venrie-
'' unir..un nie para comprar una neaViiilia de olla
anuos, un peniiula-se, miIiiiiiIo-c iqoillo que s(.
roiivincioiiar ; na roa das Cru/e-, taberna n. 20,
.Na ra rio Collegio n. 3. venrie-se doce de
guiaba illleiro, em Larris. aag
Fio Ierro da Bo.'i-Visla n.SII, vende-se iiTa-
leica insleu a dille trance/a a so. rhocolale. ma-
cauao e lalharim a 4011 r-., grito de bico a 80 rs..
cale de piimeira qualidaric rio Itio rie Janeiro a 'IHI
rs. e 180.
No j irdiin publico, ra ria Soleriade n. 70,
venriein-se ps rie parreira de dillerenles qualidades,
sapolis, frucia-piio, goiabeiras, e muilo grande va-
riedade de llores viudas lodos os anuos de Franca.
Venrie-se o dominio e posse de um teneiioem
frente a igreja de N. S. da Saude do Poco da l'a-
nella, e bem assim urna casa velha mi mesmo Ierre-
no, como laiuhem diversos inale ues que ero para
reedificaran da mesma ca-a em dito lugar : os pre-
lendenies riinjam-se a Casa Korle, defronle da pa-
llara, can de Custodio da Luz, que lodo negocio se
fara.
Vende-se a verdadeira graixa ingiera n. !IT, lo
rabrieanle ax and Mirlen, un barricas de l.'idu-
zia* de pelea, "em casa de James Crablree A; Compa-
ubia, ra da Cruz n. 12.
Ven le-se um silio com boa casa de vivenria.
estribara para (i estallos, cacimba de boa agua, no
lugar ria povoac.lo rio Cequia ao lado riireilo. logo
ao passar ria ponte, com varios ps rie coqueiros e
diversa- frurteiras. conlendo dous viveiros, nm prom-
plo e em bom estado, e outrn ainda para acabar :
quera o preteniler, dirija-se a ra das Flores, sobra-
do n. I, que ah echara com quem contratar.
Maeiidas superiores.
Na inidieao de C. Starr&C, em San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de canna lodas de Ierro, de um modeloe
constnicr Puhlicarao litteraria.
Cautos e Prontos, poesias de J. I). K. da Cunha,
acha-se ii venda o resto dos exeuiplares, ua luja do
sr. J. Nogueirade Souza, junto ao arco de Santo
Antonio.
>" a patos dr> Ararat
Grande sarliinenlode sapttos do Araealx de ore-
llia par i lioniem, em grandes e pequeas p'iirciiis, e
velas rie carnauba por preco commodo : no aterro
da Hoa-V. isla em frente da boneca loja n. I .
-- Vende-se na ra Nova, loja n. S, urna rabel-1
leira em muilo bom uso. e com dna ordens de ca-
chos, por preco commodo.
-- Vende-se a taberna da ra da Madre de Dos
n. .IB, cun pouc'os fundos c bem afreguezada para o
mallo : a tratar na mesmi.
Vendem-se penetral de rame : no largo do
t.arino, qnina da rila rie Murtas n. 2.
- 7 a *,n,,em"*a "' tabernas ao Indo da igreja da
foledade, esquina de Joao de Barros ns. IS e 20, g-
neros muilo bous, sacca- com farinhn c milho. e bi-'
Hieles de lotera, ludo por mdico preco.
Vende-se bom milho a 38 a sacca : no raes da
alfaiidega, armazem do Mello.
Kua do Oueimado n. T)S, em lente do
boceo la Congregacao junto a botica.
I'ccis de brelanlia iiniilo lina para peilo de ca-
misas a 59300, palitos de alpaca lina a 1Vi00, alpa-
ca prela lina a lino rs., chita franceza a 2t0, dita su-
perior a 280, curies de casemira prela Ra 43500,
rhalv lisn a 720, madapolSo lino, a pec,a 33S00, cas-
sas de haharins, a peca I-U2H. chales de merino de
lorias as quali l.nles.
mito do I orto.
Ven.le-se. .le minio boa -pi.-iliri.irie. em barris de
quarln e quinto : na ra da Madre rie leos n. 3i,
laja.
Benld s 4* hieos
Vende-se urna armadlo que foi de loja .le fa-
zenitas, na ra da Praia u. 38 : a Iralar na ra rio
Oueimado n. 10.
Vende-se um cavallo alasao, novo e sem Reba-
quea, coin andares, por preco commodo : na cochei-
ra da roa da linda, de Paula n Irmao.
-- Vende-se urna prela rie nacao, de idade de 23
anuos, rom algomas habilidades : na ra Nova n. .
Com toque de
a varia.
Pecas de madapoblo a 23300, 3j> e 39900 : ven-
dem-se na ra do Crespo, loja da esquina que volta
per* a roa da Cadeia.
xovo sortinnento de cajea-
dos franrezes.
Trnram-se por sedlas velhas nm novo c romplelo
sorlimn(o rie calcados de Indas as qualidades tanto
para li mam como para senhoia. meninos e meninas
e por preco muito commodo, alim de se apurar di-
nheiro : no alerro da Boa-Visla defronle da boneca,
n. 1.
Zapatos de fe I tro e de
fc viait.a.
Veodem-se por preco commodo: na roa da Ma-
dre de lieos, luja n. 34.
'Carnauba.
Vende-se na ra da Madre de Dos, lo|a n. 31.
Quem (iuviclar
venlia comprar
Ven lem-se velas de carnauba retinada, da melbor ;
quali.lade que tem apparecnlo por seren muilo al-
vas e lereni boa c uisislencia para aturar, nio laren-
do remella nein niurrao rnmi costumam fa/.er as!
oulras quailades de velas rie carnauba, e por kua
lonijin-se preferiveis a quaesquer nutras,pelo dimi-
nuto preco de i so a libra, e n.io agradando a qaa-
lldade a quein comprar lorna-se a receber as velas o
da-se odinliciro : no paleo do Terco n. i.
\ ende-se una prola moca que ssibe engom-
mar, coser, a eoainha o diario de una casa : na ra
da Cruz n. -."S, segundo andar.
Vende-se
cemento mullo novo, ehegado em l de maio prxi-
mo nassado de Uamhorgo, por preco muilo em can-
ia U villa ta qualidade, tanto em pnrcao como em
barricas e tinas : no armazem rie malriaes na ra
df Caricia de Sanio Antonio n. 17.
Na ra da l'raia n. 27, vende-se arroz com
casca, por menos nue em oulra parle.
ttenco.
No alerro da Boa-Vista n. 22, loja de chapeos da '
sol, he cliegadn do l'ar.i um lindo sor li ment de re-1
rics rie riilT*rciiles crese gaste*, analmente lem:
varias pellcs rie tica rie varios lmannos, e vende-se I
muilo em conla.
Aviso par-, quem fnzcloeej
\enrie-se assurar branen proprio para dore, em
pequeas e gr.....les porees. por preco commodo : I
no dcposild de assurar da ra do Vigario n. 27.
Na ra do Cal>u;;a" luja de miiide/.as
n. vemle-se babado de panno de lindo
tanto em pera eotnoeui varas, e mais ba-
rato do dueem outra qualquer paite.
t;,ri firgeai de Lisboa, rhegad no brigue
Comanle : nos armazem de Foaseea, Hedairvs A
Companhia, ra do Trapiche.
Va Soya das seis portas em
fente do Livraniento,
vendem-se :
1
iga.
nina mesa da mesma madeira, ludo por 125, de Jlo """
l.burcioda Silva CoimarSe. ; urna escrava crionia I lOII' JSe Rodr,,ue de So"',-a Jnior.
fe nome Cypriaus, com 40 anuos de idade, pouco
man nu menos, por :IOO?, ,ie Joao Bernardlnode
vasconcellos ; a renda animal ria caa terrea n ->l
da ra dos Acouguinh . dos herdeiros lie
Jullao Anlunes ; duas caixas com lolhas de llan-
rires iingelas, por 209, rie Manoel Ignacio .las Can-
delas ; 12 cadeiras e I par de consolos de madeira
d aleo, por I?, de Marn-Hino Jos Rodrigues Colla-
eo ; t20 garrafas com lici-es, por 199200 e bar-
ra com vinho, porSOrj, de JoSo Francisco de Sana:
ir."ras. 2 bancaa-de pos rie madeira il'oleo e
1 twieira de armtfello, ludo por 299200, rie Bernar-
do Joso Lopes ; 00 barricas vasias por 309, de Joo
da Costa Lima ; um carro fnebre em bom estado,
por Mfj de Francisco Lucas Ferreira : quem taes
heos quizer arremalar, compareca as 10 horas do .lia
indicado, no lugar do roslume. Recife 2(i de jolho
de IKjb.Joaquim Theodoro Alves, solicitador dos
fetlosdafazeuda.
Alogs-se o conhecido sitio do Arraial, penen-
cute ao casal ria viuva do Burgos por negocio tal,
nue nao dena de convir ao prctendentc ; Irala se na
roa Direila a. 92, com Antonio Carlos l'ereira de
Burgos l'once de Len.
.""J!i"*> ^*'. *r>. jS*i '. X'l .Ti .*- .-* .. .-*. i- ,L _
'-y.?'i>:.?v:;/;...- \ : ,--. '-. '..; .:"*,.-,.S
J II conselbo director da in>truceao publica .-.
A araba de adoptar para a leitur.i das escolas <
*f de primeiras letras de ambos os sesos,o W
;Vi opsculo Hclleiessnlne a oducacao phv- <>.
O Sr. Joaquim Amonio llenriqe da Silva re-
tal concluir o negocio na roa do Ciespo n. 15.
Ni ra do Aragao n. 3, precisa-se de urna pre-
la para veuder doce, e que as huras vagas se oceupa
ero algun servico do mesmo irafico : a quem con-
vier dirija-se a mesma sa, ouannuncie.
FIACO E TEGIDO DE
ALGODAO.
SOCIEDADE EM COMMANDITA.
Firma social : Amorim, Faria, (uerra cv C.
LOTERA DORIO DE JANEIRO,
? O aliaixo assignado acaba de receber
pelo pa<|ttete ingle/. Avon os seus liillie-
Ics inteiros, meios hilhetcs c quartos da
lotera 22 das oln as da casa de correnlo,
iptcdevia correr a 21 ou 22 do presente
me/.; sera'conductor das listas o paquete
brasileiro, que deve partir dauueila cida-
de no dia 2~>, < deve aqu chegarem I de
agosto prximo, os quaes billietes se estao
legalisaddo, alim de seexporem a venda.
As pessoas (jue antecedentemente qui/.e-
rem lazer eneommendas de alguns billie-
les, meiosonquartos, ou escolher nme-
ros, dinjam-sea sua loja da pra<;a da In-
dependencia n. Antonio Jos lto-
dngues deSoitxa Jnior.
V*r-m fren U
uinlo a bolica. a secunda loja de fazendas n. 50. r^
Chales de merino b r.la tus a velludo, a |K M)0. i
lliliis de merino bordados a matiz em nimias. ,
149300.
Hilos rio dilu dilo I:
i 83000.
Ililus de .lito com luir e Iranja de seda, a l>->.VlA
Dilu le ditn com barra matizado!, grandes, a
Dilu de dito mu o lino
com fianja de seda, a
Dilns de Ua grande
Cmles de vestidos i
Lindas seda- de con I
Chali de qoadros tic I
Sedas asselinadas de quadros de novo gosl
a son.
Lila de quadros ron .'> palmos de largura, covado
a tlii.
Cortil ne v slidoi de
Sarja prela lavradi, ,
Cfts de imples prel
Sarja prela muilo hu
\ elluiio ptelo liespa i
Selim prelo ver lade
Selim branrl Macan
Panno prelo inglez,
liiiu- rie cores dilo i
Chitas fraurezai Inri
2;: 100
I -si ii;
lliiin i
i -II III .
3NI!KJ '
.cria para menina.
lara vestid.., covado a
enenrpado, covado a
i. cova lo, a
bol. covado a
ro Macao, covado a
para vestidos, covado, a L-iHl
prova de lunao, evado a 3900b
ilo. covado, a i-r-OOO
.asmuilo linas, a 280
Cassas Irancezas de cores claras, a 200
aneados franeezea cun ."> palmt s de largura, cova-
210
Iros, covado a 280
a lina, a
Carnizas francesas I
Peilos pira camisas
Colarinhos brancas .
Lencos de seda de o
Lencos d e.la para
Cobertores de ilgodli grandes, a
Hilos ,te l.'ia hespanl
Itonieiras de'relr.
n i


le lorias as cores, a
leda rie quadros, a
para vestidos, covado
indas cores, covado a
2-siio
21W100
15000
S.VI
covado
Silo ehegado.- os muilo desejados sapatos de fcllro
de liga, tanto para hornera como para senhora, e
meninos, muilo proprlos para preservar >s liomida-
des na estacan presente: no aterro da Boa-Visla de-
fronle da boneca n. 14.
Veudem-se vcllas de carnauba de composicTio,
a imiliirao das velas estearinas, pavio americano, da
melbor quali lade possivel, bem como de carnauba
simples, por pregos commodo-, arre/, pilado muilo
buii e ja' ruuilo conhecido por erescer mais que o
I. \1 ii.uili .o, em arroba a 29, era saccas a i00,
arroz rie catea em sacras grandes a 3>>00, e em al-
queirc medida velha a 39500, ludo muilo brini : na
ra do \ igario n. ."i.
Ma loja das seis
portas
t?tn frente do Livraiiieuui.
Tecas de algodnozinlio variadas t dez lasISes,
quatro patacas, cinco e seis, lentos de cassa linos,
inolhados de agua doce a dous mil rei a duzia, no-
vos mauguilos de camiiraia muilo linos e bordados
com recortes a dez lusles o par, corles te riscado
preto para lulo a cinco patacas, chales brencos de
cassa para uso d rasa a cinco lusloes cada um ; i'e
ludo se da' amostra, levando peuhor que equival,
ao valor do que mandar pedir, das (i huras da ma-
nliaa as 9 da mul.
Vende-se superior caf em meias saccas, pro-
prio dar* casas particulares : no arma/.cm do C.izu-
i:< no caes da allaudegj.
CURIES DE RISCADO ESCOCE/ A 2*500.
Na ra do Oiifima.lo n. l A, vendem-se enres
de ri-cado escoces a 2300, de parirnos modernos,
cassas francesas finas a liO a vara, chilas'fraucezas
finas a 200 o covado ; dao-se as amostras com pe-
uhor.
CORTES DE SEDA
LISOS E COM QUADBOS ASSETINADOS.
Veinlein-se na ra rio Oueimado n. 21 A, curies
de seda lisos e rie quadros a-selinados, eosto novo,
chegadoa pelo ultimo navio fraurez, chales rie inen-
un burilados a matiz com velludo, e oulras mullas
(alendas, que se veudein em coula.
CORTES BE CHITA
NOTO COSTO A 33000.
Vendem-se na ra do Oneiinado n. 21 A, corles
de dula franceza rie nove goslo; mandam-seos cr-
ies e moslias.
Veodem-se capas de panno Tino c ordinario
na ra do Oueimado n. 21 A.
CUAL. DE QUADROS
ASSETINAIK) COM MAIS DE VAHA DE LAR-
GURA A l-ioo (i COVADO.
Vende-se chalv de quadios asselinados, de lindos
lisios; na ra do nueanado n. 21 A ; d.io-se as
amostras com peilbor.
Camisas inriispensaveis para bomem e moros de
doze annos paramis, rie esguiaa, a dez lusles'cada
urna, lencos de rainhraia braucos para inilo e algi-
heirn a do/e vinleus, brim de aloodSo nroprio para
qualquer obra de casa a doce vileos a vara, e mui-
lo largo a cruzado, chapos rie castor hranco france-
zes a oilo mil rei e pretos de se.la a sele. ue formas
a moderna, panno tino mese lado dedillea^ileicoji
a 19 o covado, proprio para palitos e sonrecasar-^^
muilo soslo.
Rtdesde pallia, eitasno
P#c.
Na ra da Cadeia do Recife loja de V
portas n. 8, vendem-se as referidas re-
des com cores e qualidades inteiranwnte
espiculundrilieas.
FARIMIA DE MANDIOCA.
Vende-se por moderado preco esrellente farinlia
de Mdinauguape em saccas de dous alqueires da me-
dida nova : na ra da Cadeia do Recite u. 12, es-
cripiono de Bailar & Oliveira.
Fa/endas por iiiui'O me-
nos (losen valor, im loja
dt* 4 portas a ra do
ojiciiu d> ii. 10.
Existen, nesla loja as far.endas da loja di ra do
Crespo, que foram arrematadas, e se veudein por
muilo menos do sed valor, comoseja :
Madapoblo entre-lino, peca 29800 e ..'ItOOO
Dilu linii de jarda l-StM)
Dito muilo lino com .1.) varas 1:1-000
Esguia de linho muilo lino rom 10 ', varas l.'lsOOO
Planilla rie lintio superior de 2 varas LI.-OOO
Algod.l.i de 20 jardas 19920
Dito bom americano llsOOO
Cbjitis ordinarias, peca 1900o
Ditas de cores ixas slM) e (i.-llo >
Cambraiafina Isoo
Oila muilo superior .iSltM)
Corles de cali-a rie casemira de corea 39500 4uou
Ditos rie riila prela S9S0D e 30IHI
("."Heles de selim prelo maeo 2-ViO e :)gOilO
llrun linho, de quadrinhos. covado 200
Dilo de dito de cores, trancado, vara 010
Panno prel u de cores, o co'vado 39000 e 3S500
Maros -ie meias cruas para bomem 1092
Hilos de .litas boas .i-uim
Ditos de ditas superiores i.'rOOO
Corles de vestido de seda 169000a 205000
Chitas de cores, sorlirias, rovarios 100
Chales de merino de cores lisos e cem baira laOOO
Corles rie casis chita i -. ,.u
Ditos de rhila lama franceza, 2-000
Cila franceza, larga, covado 200
Meias linas para senhora, duzia T-OO
tiravalas decoies para bomem <0
Alaodio trancado azul, o covado |0
Dilo ali-lado. covado r,n
Lencos linos de chila e ganga 2(SI
E oulras mallas fazendas por baralissimo proco : sen-
do com dinheiro i visla.
Casemiras finas.
Na loja da Estrella, ra rio Mueimadn n. 7, ven-
dem-se casemiras francesas linas de lindos yoslos,
pelo baralissimo preco de i.-*00 o enre de calca, e
chapeos,france/.es da ultima moda a 69300.
V ende-se cera de carnauba, dila atasrella e
velas Je carnauba, por menos do que em oulra qual-
quer parle : na ra da Cruz n. 31, primeiro andar.
Vende-se i nadara das Ciaco-Poolai n. 106,
rom lodos os sens utensis e fumo : quem a preten-
der, riirja-se a' mesma, que arhara' com quem
Iralar. .
Superiores velas de ca rumba.
Vendem-se por preco cominedo: na ra ria Cadeia
rio Recife u. 2, primeiro andar
Vende-se o itio com casa de sobrado do falle-
cido Geera* Kenwerlby, un lunar de S.Jos do Man-
-.....'"' r"' arvnrerios rie fructo e mais beiufril.irias
que nelle se aeliam, sendo as ierras .lo referido silio
proprias : quem o pretender procure em raa de Sa-
muel P. Johnsloii \ Companhia, ra da Senzala No-
va ii. 12.
Tofassa e ca!.
Vende-se potassa .la Russia e america-
na, chegada nestes das e de superior
<|tialidade e cal de Lislwa da mais nova
que lia un mercado: no nico deposito da
ra de Apollo n. iB.
Atteiico.
\>ndp-*e iii;ii.'i'!j i iiijIi'.m muilo hn.i .i hii pi;(I
i libra, dita Iriiceza a K> e ViO, e rom abale pin
barr*, rJuzin ile sltemeles i W, calis fi-ioapara vi-
nho a fc> a 'lozia, vinho du l'irtn ens^rraUd supe-
rior a loH0, inorate| ile Sel a bal a 1^, dilo franect
a 7'2<>, e mais tima inliiii CDfadoohu menciona-lns : no a le i o da Boa-Visla,
taberna lo Maia n. 'vi.
< as-as prelas para luto.
Vendem-se cassas prelsi mulle linas proprias para
lulo, pelo baralissiiiin preco de isil avara: na ra
do i.tiieunario, nos qualio cantos, loja de fa/emlas da
boa t u. 22, rietrontc da loja de miuriezas da boa
fama.
Pianos,
\ enriero-sepiaiiosverlicaesinglezes, deeleganles
modellos e exrellenles vo/es, fabricados porumdos
mais acreditados autores, preir.iado na esposiraode
Londres: uoarma/.em de Hoslron Hookiro\ Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
l\a loja das seis
portas
Em fente d Livramento
Kiscados francezes .le quarirns grandes com quatro
palmos de largura a dote viulenso eovado, eambraia
\\'A para vestidos a palaca a vara, cassa piulada a
meia pal ca o covado, o lodas as mais fazendas por
precos meiiores rio que em oolra qualquer loja ; e
para is-,o esla aherta dasli horas da manhaa al 9 as
da noile.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ra daSenzala-No-
va a. 42.
Nesieesiabelecimentoconiinfia a haver nm eom-
pleio sonimenio de moendas e meias moendas
para engenho, machinas Ac, vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dilo.
Vendem-se toneis, pipas e guarilas
para disiil.H ao, as quaes lurain de a/eile de peixe e
depois, de aguada, arqueadas de bous arcos de fer-
ro, proprias para depsitos, e oaraoai de dislilara..:
arralar com Joaquim Copes de .Mnenla, ou com
-*"'....." de Almcida Comes, ra rio Trapiche n. Ib
segundo andar.
salitre superior.
Vende-see muilo barato, na loja de ferragens da
ra do i) i-i ni nli. n. 35, em porees e a relalbo.
Um completo sorlimenlo de bordados como se-
jam, camiielas rom mangas, collarinhos, peilillnx,
lomeiras, camisiis, coifinhas e pelerinas ; tambero
lem um cmplelo sorlimenl.i de ricas llores, enfeilet
para beca, litase os verdadeiros e modernos bico
de linho : na ra da Cadeia-Velha n. 2, primeiro
indar.
Lindeza para vestidos
Vcnrie-e a rica fazenda lindeaa, chegada ullima-
inenlede I-rama, pelo baralissimo prtjo de IjOOO o
eovado. Esta lazenda he de pora laa e sed, e os
seus padres silo os mais bonitos qoe al prsenle
\ sadeaaea madipoles finos e de onlroi. rom
loqueno toque dr avari, |por presos mailo bara-
tos : na ra da Cadeia-V.lha n. 24, primero andar.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Rs fundicao de ferro de D. W. Bowmsnn u,
ra di Brasa, passando o ehsfariz, contina ha-
ver umcpmpleto sortimentode uixis de ferro fun-
Jido e batid., de 3 a t palmos de horca, as quaes
acham-se a venda, por prero commodo e com
promptidao: embaream-se ou carregam-se em ae-
ro sem despeza ao comprador.
V ende-se em casa de S. P. Johnstnn & C,
ra di Senzsla-.Nova n. Ai, sallins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, eandieiros easlicaes
bronzsados, relogios patente ingles, barril de ura-
\ n. 97, vinho Checrj em barra, camas de ferro,
lio da vela, chumbo da municao, arreios para car-
io, lonas inglezas.
Ha bao preto.
Ja veio o -ih.io prelo, vende-te souicule na ar
m.i/eii. de Joo Mailuis rie Barros.
Kelog*
ios
coberlosa descoberlos, pequea* e grandes, riroum
e praia, patente ii.giea, de osa dos mellraros f.b.,
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paqoele in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & Companhia, rae
do Tortol n. 38.
Cobeiteres de Ifta hrspa-
nhes muito eiicorpa-
dose ra ndes.
Veudem-se narua do Crespo,loja da ewinina une
volta para a roa da Cadeia.
Para os na mora-
dos.
,iS
IE IMIB'KGO
A 16,000 rs oeeiito
O rieposilodas bichas de llamburgo. ra rslreita
doltosarion.il, tornnii a receber oova remessa de
bichas rie llamburgo pelo vapo' inele/. n.Vvon, i|Ue
passou para o sul ; ven.lem-se a 168 o cenia, e lu-
gam-se a 320 as grandes, e 300 r. a menorc.
rio a
Ganaa li/a e de quai
l'aliloi rie alpaca pre L ..
Corles .te casemira ds cores finas, a
Hilos de dila prela linas, a
trelo preto para pal no ile pelas, covado a
Cortes da cassa frameza da corea, a
Lusas rie seda bras ase cor de palha, a
ancas, mna
lecr e brancas, a
I lilas, a
iir grcinles, a
grvala, a
es, a
matizadas
'i-s'KHI
SfS)
l'lillll
3s800
BOBO
idilio
2sO0O
3-JO
200
I ".'10
i. i
700
3SO00
lllsOOO
1IISHHI
Mantas de bloni pre las e brancas, a
Lencos muito finos I ornados, para senhora, a 19000
Midapolio fino rom ."> palmoa de largura, a 3;TtSi
Lencos lirancos pira cabeca d senhora, a 300
Cortes rie bele/.a fas inda inleiramenle nova ncsie
mercado, toda de leda s de lindo goslo, a 129000
basiopol
I a/.enhi inltiramenlc nova, de padroes nunca
vislos. e ptimos goslos, caria crie rom Is a 211 co-
vados: na loja n. 1<; ria ra do Crespo, quina da ra
das Crazcs.
Ilsamis.
Lindistimos nicles de ve>tidos. faiends que inp-
pre muito bem a seda, custaado muilo menos pre-
to : ua loja n. 12 da ra do Crespo, quina da ra
das Cruzes.
MOLDURAS DOI hadas.
Vendem-se molduras donradas para quadros, em
lirasdesaais de 10 palmos rie comprmanlo : em
casa rie Feidel Pinto ,\ Companhia, ra da Cru/,
armazem n. til.
vinho no PORTO.
Vende-se vinho rio Porto das qualidades mais su-
perioreiuoe ha, alo as reculares, em barris de quar-
to e deoilavo, por precos commodos : na ra de
Apollo ii. ti, arma/cni de sssucar.
iugezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglalerra: m rasa rie'
llcnrv UibsOB : ruada Caricia do Recifen. 2.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
NflORAS.
\emlcm-se snpenoresluva.de pellica muilo nuvas,
para bomem e senhora a 19280 reis o par, .lilas rie j
seda muilo bu* e sem deleito algum amarella-, pro-
las e brancas para bomem e senhora a 1.-OIH1 res!
o par, ditas prelas de lorcal muilo boas a MKI reis o I
par. .lilas rie lio de Eicoeia brancas e .le cores para
bomem e senhora a iM). ."ilKI e litio reis o par, riilas
riita- para meninos eineninas a IIKI reis o par. Inrsi
rie seria ricas de lorias as cores e buriladas, com
Kuarnicao, para senhora a 39000a 39J00 re o para
e oulras mais qualidades de luvas, ludo na ra
do Oueimado na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
..iiiroes sao os mais bonitos qoe al presenl
lem apparecioo uo mercado : na ra do Oueimado
uos quatro caulos, loja de fazendas da boa f u. 22.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja ria boa fima eneontrs-se sempre um rico
mmenlo de perfumaras de lodas as qualidades,
do seu autor o melbor que ha em Pari,, riqoissi-
ics frascos rio extractos muilissimo finos, pelo barato
.eco de I9200. IsOO, -9 e 2j00, jarros de porcel-
111a delicados e de modernos gustos com banha iran-
ia muilo lina a 2, fraieos com esseencia de rosa a
'II, paos de pomada franceza mullo boa a 100 rs.,
IrNjJo'ineqiienos e urande* da verdadeira agua de
I Innln do Wiver a NII e 1/000. sabonetes linos e de
diversas qualidades^ios para denleso melhor qne pi.
de haver, e oulras mullas perfumadas, que se veu-
riem muilo barato: na roa do Oueimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Meias de laia pa-
ra padres.
Veudem-se superiores meias pela- rie laia para
padres, pelo baralissimo preco de 15KO0 o par : na
roa rio Oueimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
CARTAS FIMSSniAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-sc sr?riores enras (Vance/as pai.i vnlU-
rel i'- Daraliaaimo prero de 500 rs. o barallo .
ua ra do Quennadu. n bem conliecida loja de tniu-
il /;!> dH bud 1,1111,1 II. 33.
Bonecas france-
sas.
\ eudem-se muilo bonitas bonecas fr.meczas, pelo
baratiiiima preco d 19280 e LtHOO : na roa do
Oueimado, na bem renhecida loj de miudezas da
boa fama n. 33.
Loja da boa f.
Vende-se chai) rie quadros de bonitos padroes a
!I(H) rs. o covado, dilos lisos de bonita- cores a 720,
chales de merino lisos coro franjas de retroz de bo-
nilas cores a ,">5, ditos rom lislras ,de seda a Ti: na
ra do Oueimado, nos qaatro cantos, loja de fizen-
das da boa fe n. 22, defronle da loja de miudezas ria
boa fama.
AVISTA
ilddes he muito barato.
Vende-se papel de peso e alinaro o melhor que
pode haver nesle genero a :i. ,.". e 09000 a resma,
papel paquete minio lino e Je muilo boa qualidade:
propriamente para se escrever por vapores para a
Europa ein consequencia rie nao se pagar grandes
portes de carias, em resmas, meias romas, quartos
de resma, ou mesmo em quademosa XO rs., papel de
liuhoverdadeirameiile dimaro e proprio para carlo-
rio a 19 rs. a resma, verdadeiras peiinas de ac de
bico de tanca conheeidas pelas melhores que 'ha a
ISOO a raix n|ia com 12 duzias, dilas sem ser de bi-
en de laura.-mas Uinbeni muilo boas a 640 a ram-
ulla com ISdazias, duzia de ISpis muilissimo lioaio
320, SIMI e jllO rs.. dilos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes mullo linos de lodas a, qualidades
e precos, tima nelexa muito ho c barata : na ra
do Oueimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
Ementa de M.Cnlinunt & C, piiri do
Corpo Santo n. II, ha para venden
sctjiiinlt;:
Tu hondo de pinho, alcalro e pixe da
Suecia.
Alfiti-no de carvo.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
I iiit.-is em latas.
Esponjas desuperiorqualidade.
Cabos le linho edeMnilha.
Tttdo inuilocoinmodo.
Veudem-se bribas de papel mnil. bonito, proprio
paia rorrespoudencia da namorados. pelo asalo
preco de 40. GO. 80 e 100 r..: na roa do Oaeimado.
na bem conhecida loja de miudetat da boa fama
ii. 33.
Relogios de patente
njjlifzesdeouro, desabnete edevidio :
vendem-st! a preco ray.oavel, em casa rU-
Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia
do Recife, armazem n. ."(i.
C il de Lisboa.
Vcnde-sc urna porcao de barris com cal de Lisboa
por barato preco, e relalbo a 39 o barril t ua ru da
Cedria do tvecife o. 50.
A3S500
Vende-seca I de I.i sima ul I mamen (rehogada, as-
lim como potassa da Kussiaverdadlira: oapraci do
Corpo Sanio n.l I.
^lUenco!
No deposito de piano
da ra Nova n. 27.esqui-
na da Camboa do (jitmo
enconiram-se os mil ri-
cos e melhores piano*
que tem apparecido ueste mercado.de forma deas-
maro, de vozes superiores, construcc^lo solida, e de
g'i- os mais modernos possiveis, os uos aa ven-
den! por muito em conla ; o proprieiari. d. eala-
hrlecinienio tendode concertar nrga.lili a casa,
e de fazer urna viagem a Enropa, assim aa naden-
do conservir em rea o* instramealos por man
lempo. O eslabelecimenlo est iberio aM s* 8 bo-
ros da noite, para a romnwdidade dai familia* aoja
quizerem ver e experimentar oa mnmii: mu
mo lem algoui pianos em segunda mo e por pre-
co muito em coula.
>a loja das seis
portis
Em frente do Lvraiiiento.
Corles de cassa prela com flor miada e lisas a dous
reis o ciirle, com sele vara, chita* ranrez-s lar-
. e nio de.-bulain a dote vinlens o covado, lencos
da cana brincos e de quadros de alra grande*, par
Irazer por casi nos hombros e para a rebeca a pala -
e cada uro, pecas de algndiloiinho com peeueu
toque di avaria (a dous mil reis a peca.
Superior farinha de mandioca em
saccas.
Vende-ie qualquer porcSo de moflo boa familia
de mandioca, chegada ha ponco J* S. Mitheus, a
pi eco muilo commodo por cada aaeea : a* escrpto-
rio da roa da Cruz n. 49, pn.neiro andar, n a. ar-
mazem do Sr. Pacheco "> caes do Ramos.
lie (i na ra do 3lontero.
No deposito da ra da Senxala-Vc-
llia n. 1 I ti, v ende-se isMicar refinado de
superior rpuilidadc, de arroba para cima.
i\a loja da!k seis
portas
Em frente do Livraniento.
Altenco
Kiscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
de escraros a Ititl o covado, colchas brancas adamas-
cadas rie muilo bom gusto a ."i?, aloalbado adamasca-
o com 7 palmos de largara a lyHH) a vara, loaihas
de panno rie linho alcoxoadas e lisas para roslo, m
mais superiores que tem viudo ao mercado, ditas
paramen, guardauapos adamascailos e oulras mua
Us fizendas por prei;o commodo : veiiriem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volta para n ra da
t.adeia.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regar horlas e bat-
a de capim : na fundicao de W. Bowman,
na roa do Brom os. 6, Sa 10.
Curies de cambiaia lisa rom 8 varas e roca par*
vestidos rie 2 e 3 ba.bados a Ires mil n. o corte, dito
de cassa pintada de feudos goslos esas 7 varas ein
ro patacas, dilos de vestido de eambraia com berra a
lous mil rs., camisiulus de eambraia borda* para
senhora a cinco lusloes. vullarinhos de lindo* garios
para senhora a pataca : os preco* convidan, a
dono da loja quer Iroca-lo-.. por dinheiro.
Relot^ios.
Vendem-se relo{pos su.'ssos de todas as
qualidades, tanto dcouro como de prata,
ditos {jiilvanisiidos e lnle.ici, is : na ru da
Cadeia do Recife n. 18, mi mesma casa
Itatambem meios chronoauf i-
Lencos de
hraia ele linho
A 5O, 400, 500, < 640
cada um. .
Vendem-ss na rata do Crespo, loja da esquina nue
volta para a roa da Cadeia. '
VINHO IH> POMO GEMINO.
\ ende-se oplimo vinho rio Porto em harria do
q'iartoe oilavn. por prero raioavel: na ra d. Ca-
deia do Recife n. 1:1, escriptorio de Hallar & Oli-
XAROPE
DO
BOSQUE
I oi transferid-i o deposito desle iarope para a bo-
tica de Josc di Crui Sanios, na ra Nova n.
aarraras .,;:.00, mea, :te000, .ende falsa lado
aquello que nao fnr VP,td>Jo nesle deposito, pelo
que -c faz o prsenle avbjo.
iMroiTAnTE pah\ o rnur.0.
Para curada pl.ivsica em lodos os seai difleren-
es graos, quer motivada por constipar*;,, Inane,
a-lliina, pleuri/. esc.ir**.- > t sanaue, dr decs
tado e peilo, palpitaran n corarlo, coquelu> be.
bronchile, dorna garganta, e lodas asmoleslia-
doiorgos pulmonares. t
Navtslh-is a conteito.
Conlinua-se a vendes aSsOOO o par pre. o Tila a
ja bem conheeidas navalba* de barba.feilas ) rio h-
bil fabricante qoe ha sido premiado em divenas e\
pnsicAes: v*ndein-se rom a cnn.licSo de nao api a-
dindo poder o comprador devolvc-las al .'MI ri ,a<
depois da compra. restiluin ca* de Ancuslo C. de Abren, na ra da Cadei?, ,t
Kecife n. 31..
pPERN' TVP. DB M. F. DI FARlA 1 M
MUTTSDtT
I


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