Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07442


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Full Text
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\NNO \\\1! [f. IT3
Por 3 meses adiantado 4o000.
Por 7 mezcs vencidos 4$500.
&UM FEIRA -25 DE JILIll) K IIM,
Poi anno .tdianlado 15^004*.
Porte liamo para o siibscrploi
liA'GAKRBG.VUOS DA SUBSCIUPC.YO' NO NORTE
Parahiba, o Sr. Germio T. da Natitidada ; Natal, o Sr. Joa
quim 1. Parara Jnior ; Aracatj. o Sr. A. da Lemoa Braga ;
Ceara, o Sr>. J. Jos da Oliveira; Maranhao, o 6r. Joaquim Mar-
quaa Kodriguaa ; Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A. P*oa
Cssreose; Para, o8r. JuitinanoJ. Hamos; Amaionaa.oSr. Jaro
ojmo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
fllinila : todo, os iiia>, as 0 e mcia hora, .lo din.
Iiaiara.su, (.uianria c l"arnhitui : rus ..'guma* c aeilas-rpira*.
s. .lilao. Bcicm. Konilo,i:.,riiarii, Vlnnl... c Garantala : na lorca-r-ira
S,. I^ar-nto, l'.o-ri Alho, NaureU., Limocico, lln-j.i. Pesnucira, /.
tetra..Flore,. Vllla-BHIa. Boa-\i.u, Oariearj -Kan: as nanaWnra.
lah,i.l|.,ca, Sanqhin., ll.-Fora,u. Una. lUrrairo, .gua-Preta
Pitiicnlura, e .V.I..I : aalwil lijiaa
.1 oo* na aatiafall parten ia lu !,ori. Ha raanha.,
AUDIENCIAS DOS TBIBUXAES DA CAPITAL.
Tn tunal do commercio quarlaa a aabbadoi.
Re c.o : tercas-feirai e aabbadoi.
Faz inda: quarlaa a labbadoa aa 10 horaa.
Jui o do commercio: segundas aa 10 horaa e quintal ao meto-da.
Jui o de orpboa .- aegundaa a quinlaa aa 10 horaa.
Pri neira Tara do cirel : aegundaa a aextai ao meio-dia.
Seg mda Tara do cTel: quarlaa a aabbadoa ao meio-dia.
PART OPPIOIAL
MINISTERIO DA IUSTICA.
Decreto n. 1765 de 3i de iimin de IR'*.
Da nova organiac,o ai guardas nacionaes dos mu-
nicipiua de Sobral, Lame, Poreiro e Mara Pe-
rcirt, da provincia Atleudcndo proposla do presidente da provincia
do (.ear, hei por bem decretar o scguiute:
Art. I. Fica creado no municipio do Sobral da
provincia do Ceara, um balalhao de infamara do
servicia activo de guarda nacional n. >' de 8 com-
panhias, e ama companhi do servirjo de reserva,su-
bordinado coinmando aosupenor do dilo municipio.
Art. Fica creado no municipio de Lavras I ba-
l.ilhio da referida guarda.de S compaginas, com o n.
28 do serjrifo activo, e ama seceso de batalhao n. R
de 2 companhias do servido de reserva, subordinados
ao commandanle superior do Ico.
Art. 3. Fica creado no municipio de l'ereiro um
balalhao da dita guarda de 6 companhias, com o a.
-9 do serviru activo, e urna seccjo de couipanliia do
servicoda reserva n. 6, que tirarn sujeilus ao dilo
coinmando superior.
Arl. i. Fica creada na freguezia de Mirla Perei-
ra urna se.:.;3o de batalhao u. > de doa- companhias
do servir activo, e ulna seera., de compauliia n. 7
do -enini da reserva, as quaes (carao sajeilas ao
commaudantc superior de Ijueixeramubim e S. Joao
do Principe.
Art. 5. Os b.ilalhoes, secr/ies ile batalhoes e .le
companbias da dila guarda, por este decreto cralos,
terSo suas paradas nos lugares que Ihes forem mar-
cados pelo presidente da provincia, na conformi.la-
de da lei.
Jos Thomaz Nabnco de Araujn, do meo eonselbo,
mililitro e secretario de estado dos uegorios da jus-
in.-i. aoiin o lenha entendido e tarja expcolar.
Palacio do Rio de Janeiro.em :ll de un..,le 18.56,
3." da indepedcncia e do imperio. Com a rubri-
ca deS.M. o Imperador. --Jos Jhoma: Saturo
de traujo.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Eipedienle do dia 23 de junbo.
Circular.O marque/, de Paran, presidente do
tribunal di. tlipsouro nacional, tendo attenco a que
ao conselheiro pr
Dito-- Ao roeanj
esgolado o .V. ere
ment das despe
mandar despende
presidencia a qu
KPIIEMERIDES DO HEZ DE .MIMO
1 La nova aa 7 horas, 11 minutos,48 icgi ndoida maosa.
lio Quario creieente aa 7 aeras 1 mlnutoa t 48srguudus da ni.
117 Luacheiaas 2 borai, 12 minutos e 18afDados da larde.
131 Quartomiuguanteaoi 42 minutle 48 aeguodoi da larde.
I PREAMAR lil. III..11..
IPnmeira a> 10 horas a ti minino da manhaa.
[Segunda as 10 horas a -JO mDUlos daiarde.
das da semana.
-I Segunda. S.Prxedes v. ; S. Daniel prolela S. Jiiriindinu m.
-- Terca. S. alaria jlagdalcua ( a pecr-adnra do eaaaaelbu )
it Quana. S. Appolliuario b. m. ; S. Liborio b.
~1 Quinta. S. Cristina \.; >. Francisco solano.
-i Sexta. S. I ii.- ap. S. Chriatovo ni. ; S. Valentina v.
26 Sabbado. Ss. S>mlronio, c OUnipioMm.
-7 Domingo. S. Amia Mi de i.eus. S. Paulaleao medico m.
KNCAUREGJUKK DA SLBSCHIPt AO No M I..
Ai. .., sr. i imdiM Fjela Das ; Babia o sr. !>. Ihjrra
Bio deJaoeiro.oSr. Joao Pereira Marlias.
I M PERNAMBI CO.
O proprieurio do DIABlOMaaotl Figueiroa da Faria. aa m
lirraria, prafa da Indepudoecia n. t a 8.
ra sejam substituidos nos seu impedimentos pelos
de marinlia. e estes por aquellas nos mesmos casos.
O marqueideCaxias.de meu con, ministro e
secretario de eslado dos negocios da guerra, o lenha
asiiiD entendido e expela os despachos necesarios.
Palacio do Rio de Janeiro ero 2 de jullio de IR"*,
Irigesimo-quiulo da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Mari/uei I cao de taes desp
de Carias. | |)i_. Ao .lirc
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer- memlaudn que co
ra, eiu 4 de judio de IR'ili.
Estando prescripto no S 2. do arl. 12 do regula-
menlo da escola de applicac.o do exercilo da interi-
na directo de V. S., que o vice-direeler dalla seja
o mesmoodicial que commandar o batalhao de en-
genliein e lendo sido por decreto de 7 de abril do
correnlc anno nomendo instructor da 1.a classe da
mesma escola o lenle-coronel do curpo de euge-
iiii.'n... Antonio Pedro de Alencastro, ao passo qu
aquelle coinmando e a vice-directoria esto a cargo
do majnr do l. balalhao de arlilharia a p Herme-
negildo de Albuquerqne Porlocarreiro.para prevenir
condiclos a qoe possa dar lugar na actualidade a or-
dem jerarrhica doa posUi. rJesteadooa lonccionarios,
o enverno imperial determina que einqur.nlo se nao
li\ar definitivamente as atlribuicoes que a cada om Dilo Ao insr
devem competir, eierra a. funcees de vice-direc- clarando em 1.
lor o mais graduado dclles, liniitaiuto-se o nutro ao paral> coinmando do balalhao de engenheiros Mmente. em 2.- logar qoe)
Dos guarde a V. S..Mari/ae: tle Cl.riat.Sr. fazenda a-pag
PoKdnro da Fonccca Ouiulauillia Jordn. soas empregada
dia o seu quadriei nio.--Igual cnroinunicarao se fez
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente de da IJdejalho.
f)llicioAo E\m. uiarechal comrnau lante das
armas, rogando-llie que se sirva de agradecer em
nome do governo ao cnmmandaiile do 10. balalhao,
a proiiiptirin e zelo com que salislizera a requisi-
cAo do Dr. chofe de paiteia, euviando utn piquete
das praejas ob seu caminando, para leadir ao desas-
ir occaaonado pelo desmorunainento de um sobra-
do, que se achava em concert na na de Rangel :
e recoinrr,eii.laiido-lhe que na pnmeira occaaito ex-
poxesae i referidu pravas a satisfacan, que merece-
ram do governo. a boa vonlaie e diligencia com que
se poflaniB iiHi|uella triste conjunctura.
DitoAo inspector da IbtMourarla de faaenda,
silente da relajan
o, dizendo que visto ja se achar
lito de V'oiis aberlo para paga-
as com a epidemia, o autorisa a
mais sol. a rc.poiisabilidade da
rinlia de 20:0009 com a contiuua-
a
lor do ir-cn .| de guerra, reco*n-
In urgencia I ...-a apromplar os 198
pares ila sapalos que de coiifnrmiJade com a orden
imperial de 2:1 de junh ultimo se tem de foruecer
ao mcio balalhao Ja provincia da Parahibi.
DiloAoeernm ladenle superior da gaardi nacio-
nal do lionito, aci asando reeebido o nllicio em que S
S. d ns motivos lorque se nao pode ainda elecluar
na freguezia ,|p ( ariiar a nrganiaco do couselho
qua lein de rever as listas dos citadans qualilicadoa
para o servicn ac ivo e de reserva da guarda nacio-
nal, declarando em re dir novas ordens para queqianto antes se proceda
aos IraUlhos da i eviao de conformilade com oque
se acha diaposto I o til. I.cap, I das in>tnicc,es de 25
de oulubro del '0, combinado com o capitulo i.-
do decreto numei o 11:10 de 12 de margo de 1B.VI.
eclor do arsenal de marinha, de-
ugar, que nao convrin que liquen,
obras un novo lazareto do Pina, e
acaba de autorisar a thesouraria de
|i folhas do* operarios e mais pes-
no referido lazareto.--Ulliciou-se
em .ligninas mesas do consulado se tem dado o faci i Iransmlllind.i copia do aviso de 2<> de juihu ulli-
de nao aerein incluidas no manifeslo dos navios de mo- "" qu^il o Evni. Sr. ninialro da guerra com-
cabotagem mercadorias eslraozeiras ja elleclivamen
le despacha.las par pxportaao, e einhan-adas de
poi> de haverem pago os direiloade coiisinnrnn, e i
iniiuir i ler expedido oidein para ser suspensa con-
signaraode 15^ meiuaes, que deixara da seu sold
na corle o alfares Antonio Dionisio de Snuto (oti-
lo pela omissau de remetieren! os onirnandaiiles dos j "1, e mandando que se satisfar a este o que se
ditos navios lis inesa os despachos origiaaes, em
vista dos quaes tem ellas de orgsuisar os manifestns
segundo o di-po-ln uo artigo 23 do decreto numero
,1:1R5 de 2' de abril de IR">7, e cnuviudo por termo
reproduc." de seinelhantes omissoes, ordena ana
senhures inspeclores das lhe que n i organisacao dos manifestos facam Inervar
reslriclainenle o que a' mesa do cumulado da corle
lora determinado ua ordem n. 143 de'.) de juulio de
1852, e verificar pela duplcalas dos despachos se os
originaes apresenlados ,is motas corresponden) ao nu-
rrero daquellas, e coinpretiendem a UMalldede das
mercadorias despachadss e embarcadas ; e se deate
exame se coohecer que falla alguin despacio origi-
nal, uao di'veru proseguir no proMraudo in'antf-s
lo, emquan'.o o coinmandaule da embarcac/io -mo
luflilicar, a juizo dos respectivos administradores, ou
qoe as mercadorias a que a duplicla se refere nao che-
garam a embarcar por qualquer incidente, ou i|ue
perdeu se o original dep.ns ilu embarque, manien-
do-se ueste iilliino caso
Ihe esliver deveudo de dila consignaran, que s pa-
go al dezembro do anno prximo passado.
DijoAo mesmo, para mandar pagar a Jos Peres
de Santa Anua mais a gratificado de 2tllr> corres-
pondenle a deas mezes, que servio como rufermei-
ro du.hmpilal dos cholencos de .Serinhacm.
DitoAo mesmo, dizendo que en) oulro ollicio
dirigido a S. S., ja Ii.im.i providenciado acerca do
piloto da armada Francisco Jos de Araujo Vianna
e Almei la, que se arda embarcado na escuna Un-
doy a.
Dlto-I-An mesmo. mandando pagar ao Dr. Jos
Joaquim Firmino ( dias de servais mdicos, que
presMra na cida le de lioiauna, em coramissao do
"verno, a ruAo de369 rtlerw*.
DiloAo mesinn, mandando pagar a quan
2i)l)S a Bslbiuo Joso de Andrade, pela caiac.
pintara da parte do convento do '.armo, em qu
leve o hospital dos cholencos.
DiloAo Dr. chele do polica, para que prop
nlia os cidado. rpc jiiliar i.lonco-., ,,luu o? sr coi
ueste sentido a r leticionada thesouraria.
Dilo yocaptAo do porto, jeeornmendandn que
faca embarcar p ra a villa de -Serinhaem na prima-
ra opportunidal i, i di*posirao do respectivo delega-
do, as duas aacci sde arroz e barrica de bolachas
que para esse li n Ihe seria onlrestws pelo inspec-
tor da iemara a de fazenla. Oflicioa-se a osle
para mandar enl regar os geueros de que se traa.
municipal da 1.a vara, inteirando-
Ignado p.ra servir no conselhu de
|i nacional desle monicipio, o qual
na 3.' dotninga doenrrente IMI.
ao respectivo commandaule supe-
pxIr.ihrVujiH certldo da ru-
pia para enmK* proceder o felor a uma nova con- I l'lelsr o iiuinern .lo- sapotalas do de.egadn do I
ferencis a bordo. ( na de Sanio Amito. *
A' thesouraria do Piauhy, declarando que,: "lio" SOhiHWBilOjS S'i'iiiji a Z'W'1'
nao lendo silo extraalas a lotera provincial de que I C,UI,I,I do Bonixo, dizendo que a prnvideuciaTque
SO pagou respectivo sallo, na imporl.iucia de li(KI| reclamara pela (alta de olliciae-, de que se resseu-
rs., deve restituii aos cofres respetivos a dita qoan- i,cm eorpos da guarda nacional de sou coinmando.
lis, visto como a esta hypolliese he appliravel a doa-
trina da ordcni n. lisile 13 de jniilio de 1853, que
doclsrs ser o imposln de sello deviqp pela elleclivi-
dade da Irausaccilo que o titulo representa, e nao'
pelo designio del I i.
Ao ministerio da jaattes, corrmunicandn, alim de
dar as providencias que julgar acertudas.quao com-
Hienda.lu do convenio de IVoa Senlior.i das Mor-
eoS, da provincia do Maranhao, Fr. Manoel Pereira
da Encarnarn, segundo informa a thesouraria da
mesma pruvincia, combinado rom sopposlos credo-
es, tentara urna execuco contra o convento, exe-
curao qoe a lhe (rala de emharacar pelos
Melos a seu alcance coran prejudicial aos ltercsses
da fazenda ; preveniudo o de que se tem recommeu-
dado a' Ihesourana toda a activada.le e diligencia
em proseguir nos termos ilos pnteessos intentados.
Expediu-se a uecessaiia urdem a' thesouraria do
Marautao.
A' thesouraria de Pemamhuco, auloriau liara conlralar o corte de pan-brasil na provincia al
3.0IX> quinlaes,com a- cundidnos estabelecidas lias or-
dens a esle reapeiln, principalmenle pelo que per-
tence ss qualidades e procos, para oque (i-a aberlo,
no exercicio de IK5H a IR57. o crdito de 20:lXMr(KI0
n. ; devendo, logo que liver promplos para embar-
que al 1,000 quinlaes, participa-lo ao Ihasooro
para providenciar sobre a rerntssa para a Europa.
A' da Bahii, declarando, em respO'la ao|nlli-
cio com que transmittio copia do termo de liancj
prestada |.erante a cmara municipal da Caravclla'a,
para Reginaldo Jo* de .le-us Melgaro poder exer-
cer o locar de administrador da mes* de rendas da*
quella cidade, que a ordem de IS de dezembrode
1852, mandan 1o apenas considerar obaistentss as
lianzas prestadas parante as cmaras municipaese
juizes de paz das respectivas freguezias, eomo era
pratica pin algtins lugare, eiiiquaulo oSo rosos de
eslao dependentes da inlonnar.ue;, que ex.gio o go-
verno na circu," de 9 do cotreule.
Dilo--Ao 'lo Rio Fonnnsi), dizemlo que em visla
da dncisko do governo imperial consiente do aviso
de ti de malo de IS'ii, e de que Ihe remelle copia,
nao podem os moradores do distrieln da colonia mi-
litar de Pimculciras ser chamados para o servir da
guarda nacional, porque, sendo considerados colo-
nos de terceira classe, eslao sujeilosas dispustres do
regulamenlii daquelle eslabelecnneuto.
DitoAo mesmo, declarando que pela disposirSo
do arl. 2fi do decreto n. I35i de li de abril de I85},
esla .Sinc. autinHail.iadar (olasas providencias, alim'
dequ* aniiualmeule se proceda a rovis das lisias do
servir." e da reserva activo da guarda nacional sob seu
eliminando superior, ebemassun, que matan 1o ja
O batalblo n. 2 le arlilharia des-a comarca. 23 offi-
ciaes coni patentes, nao deve ser excluido de tomar
parle nos Iraballios da revisto das ditas listas em o
presente sano, conforme dispeem as iuslruc;es de
25 de oulubro de IR50 e o decreto u. H30de 12 de
marea de IR53.
Dilo--Ao director do arsenal de guerra, recom-
mendando que na primeira oceesiao expresse a cora-
panbia de arlifices a Hlisfaijio e agradecimeiilo que
mereceu a mc-ma do governo, quaudo se apresen-
tou para acudir ao desastre occasionado pelo des-
inoriinamenlo de um edificio da rus do Rangel, pe-
la boa vniiidde. zelo e ntelligencia com que Iralia-
aihou em (ao trate conjunctura.
DiloAo inspector da thesouraria provincial, pa-
ra que a vista da sua informarAo dada sobre u que
requereu Antonio da Silva Guarnan, actual arre-
matante da illuminarao publica desla cidaue, man-
de elecluar. medanle as cautelas e (auras exigidas
no art. ti. da lei do orraraentu vigente,' o adiaula-
meulo de W:000^ sem juros, de que Irala a mama
'*' .
Dilo--.\ojuiz municipal de [gaarassii, conceden-
misler raliliea-las por qaalquer motivo alien livel, I alta das de licenca para a servirn publico vir
nao aulurn.iii a continuaran de semelhanle pralica, I* eopilal.Fioram-sa as necessarias cnmiiMini-
pori|uanlo ua ennformidade das diiposieSes em vi- 1 caee.
Bar, as Cianeas dos reiponsaveis a fazenda devem -er
pres(adas lias Ihesourarias ; cumprindo, por couse-
guiule, que se proceda ulleriurmenle, na forma in-
dicada, a respailo di caurAo do responsavel de que
se Irala.
ai-
Circular. O marquez de Paran', presidente do.
DiloAo director das obras publicas, approvan-
do o contracto celebrado com .loan llvpolilojde Mein
Lima, para execuco dos repiros Je que precisa a
bomba sobre o nacho Mangar, us estrada da Es-
ca la.
DiloAo mesmo, 16uvani!o-o pelo procedimento,
que com ."Wl operarios de sua repartirn. Uvera no
tribuual do llie-uuro nacional, para obviar a dillicul- trsbalho qoe fizera com zelo e promptidao, cum-
dade que n> encerramenlo dos exercicios eucontra parecendu na ra do Rangel na occasio do d'esaba-
o mesmo thesouro no jogn de ruovimento de fundos,
ja porqap as Ihesourarias quaudo fazem remessas a
nutras ou ao thesouro, omitiera, quasi sempre em
ment de um sobrado da mesma ra, e '"commen-
dando-lhe que bes conhecer aos referido, operarlos
qoe a boa voutade e dilisencia com que se presta-
seus oflicios. o exercicio onde as escripluraram, r ja rarr, merecern) a Mtisfafao e agradecimento do eo-
|ur observarcm poucas vezes a ola nona do modelo 1 vcitio,
dos iialauro- a II. 52, dando esla falla origem a ap- DiloAo Dr. Felippe Lopes Netto. Constando-
parecer em movimento de fundas remessas de urnas I me que por occaailo do desabameulo do edificio da
s outras Ihesourarias provenientes de ordenados de 1 rus do Rangel, os trabalhadores do eslaleiro p-
empreados pagos por aquellas, quando em reeoits 'ente, de qoe V. S. he proprrelario, occorreram rom
destat nao consta semelhanle operario, ordena aos : louvavel prnmplido ao lugar do desastre para pres-
senhores inspeclores das Ihesourarias de fazenda : I- larem os seivico* de momento, nao posso deixar de
que na oreasii de etrecluarem taes remessas. derla- pedir a V. S. qoe se digne de manif.slar-lhes a mi-
ren) sempre o exercicio em que aslivcrein escriptu- nha satiafarao e agradecimento pela aolicilode e di-
rado; 2-, quedeixem de considerar como movim-n-, ligencia.que mostraran) em semelhanle conjunctura.
to de fundos, e lancen) em despeza elTecliva, no mi- DitoAo Dr. Ignacio Firmo Xavier, dizendo qu
nisterio e verba competentes, o pagamento de orde- fica inteirado da entrega queSinc. fez da rcparlicSo
nados de empregados de outras provincias, e ren.es- da vaccina ao ommissario vaccinador Dr. Joaqun)
s.i de vveres para saeeorrer as que forem atacadas de AquinoFonceca.que se Ihe apresenlara para entrar
de epidemia, secci ou qualquer oulro llagel'.o. em exercicio. e agradecendo-lhe o desinteressa que
27 nioslroo Smc. renunciando a grslilirarao que vencen
Circular. O marquez de Paran', presidente do durante o lempo que esteve exercendo o menciona-
Iribunal du lliesouro nacional, para obviar o inron- ''" lu?"r-
venienli! que da pralica de apresenlarem-se recursos DitoA cmara municipal de lgoarasu, appro-
no mesmo tribunal, independentemente de informa- va"do a arremalacao por um Irienuio de varios im-
ro das Ihesourarias de fazenda. resulta nao saber-; 1""'* perlenceiii.es a mesma, cmara e que esta
se qual u mol vn da decisn, c sempre a delonga pro- i comm'inica ler fcilo.
veniente da exigencia de cclarecimenlos s tliesou- Dito-\o joiz e mais mesarios da irmandade do
rarias e eslares fiscaes subordinadas, declara aos se- I Santsimo Sacramento de Santo Antonio, dizendo
nliores inspectores das referidas thesouraria<. que un 'I"-" havendo o coinmissario vaccinador provincial
tribunal do thesouro nao se tomara' coiiliecinieutn Ponderado sobre a conveniencia de ser removida a
dos recursos das decioes das Ihesourarias sem que 'Poali'oa reparlico do bairro do Recife para o de
por estas repartires, a queui as parts iuleressadas Santo Antonio, Smc. declaren) se podem ceder
os devaro entregar, sejam transmitidos ollicialmeu- orna das salas da matriz da mesma freguezia ; ob-
^le ao thesouro, acn-^aunados das petn;r. c doca- *ervaiido-lhes que aquella reparlirao funeciona s-
riieiilosrelativos a' quslao, alcm das indispensaveis ""'n,e uma vez por semana.
iiilalrinares liscaes; eordenalhes que dm a esta PortarlaNumeaudo.de ronnrmidade com a pro-
prottjidencia s precisa publicidade. .posta do director das obras puliliras a Jenuino da
Csrcular. O marquez de Paran', presidente iln '""u Albuquerqne Mello para o lugar vano de
Iri! fanal do Uiesouru nacional, leudo observado em ] adunnistrailnr .la nhra da rasa de delenrjo.
vanos recursos iipreseutados no tbotoaro, que as Ihe-' Dila--Numeado a .Manuel Jos de Alenla Soam
saarariiss de fazenda e eslar-s fiscaes entregan) as I P,,rl. ,u-'ir **'-" ''* Suarda do consulado,
parles o requeriinenloae rcclamarsd.pnis de prn- "llAo agenle da cmnpanhia de paquetes de
ferirem os seus despaches ou decis..es, ,. porque he vapor, para dar uassagem para a corle no vapor que
maliile.Lmenlo preiuicial ao servirn publico aron-
linaaro de semelhanle sysloma, ordena aos aenbo-
res inapeclores das ditas Ihesourarias que nao entro*
guem la i parles iuleressadas ns requermentos e rc-
rlamardes em que se liverum lanCado as informaraei
on protari lo despachos 011 ilecises, deveudo todava
se rapara, no caso de haverem lagares vsga para
|,i- igaeiroi "1c estado, rio norle, a Mana liomes
lln'itinlio do Amoral e seu lilbo menor Ihnmazde
.\q"
linio Coiilinho do Amoral.
-II. -
(Hlicin-- Ao iii-peclor ila Ihnsnur.iria de fa/enda.
passar-,e cerl.dao do taes requerimentoa quaudo a, .,...,.,, qile mildl, ,a,.,r ,. d)*
saessoMoaries as aolicilsrem para docu neniaras soas I reclor na colonia militar de Pmonleirai
reelamacitas, queixas ou recur-os aT-
superiores ; e nutro si'a qoe 11 ruesrnn
estafeea aseaos abordinadas.
autoridades
ordenen! a's
a quant'a
le 3:IOOq rs., sendo 2:(Kljrs. para pagamento dos
preladas pronas da mesma colonia, e 7(Kf* rs. para
oerorre .1- dospexasqaa < leeni .le fazer rom aquel-
I eslaheleriinenlu por cunta do ministerio do im-
perio.--C nuinuiiiroii-se ao referido director.
luto- \.. inesrao, inteiiandn-u de hiver ohacha-
rel Francisco dr AsaiadeOlireirn Maciel passado no
diiH do correle o exercicio da 2'vara municipal
i por bero determinar que os auditores de ;ueH ao respectivo suppleule, por ler expirado uaquelle
MINISTI'.ltlo DA t'.UEKRA.
Decreto 11. ITTti de 2 de JK/i de IK-tti.
Determina qua os auditores de guerra emaiinlia se
suh.iiluam muluament.
Dito-- Ao jui;
o de o haver de
revista da guard
lera da reunir-si
Commuiiicuu-se
nor.
Dilo-- Ao diiectnr das obras publicas, aulorisan-
do-o uao s a mceher provisoriamenle as obras do
acode do l.imot iro, mas lamben) a passar o enmpe-
leute cerlilicH'la alim de que o respectivo arrema-
tante possa hav;r da thesouraria provincial, a qual
ficain expedidas as convenientes ordens, a imporlau-
cia da prestarn a que tem direito; e inteirandu-o
de haver recommendado .1 cmara municipal daquel.
la villa que lorise a seu cargo a conervacao do refe-
rido acode.-Fek-se o necessario expediente.
Dilo-- Ao corainandante do corpa de polica, pa-
ra informar se a creacao de um hospital naquelle
corpo nao he pteterivcl a serem as respectivas pra-
vas, quaudo enfermas, tratadas no hospital.
Dilo Ao mesmo, au(orisando-o a mandar for-
necer aos professores de iuslruec.lu primaria das fre-
guezias do Poco da Pauella e Bom jardim os movis
constantes da relajo que Smc. remelleu, apresen-
lando depois a competente couta para ser satis-
feita.
Dito A cmara municipal do Recife, dizendo
que visto ler se verificado a utilidade que ha na dos-
appropiairao da parle da casa de tres andares per-
'ct're.ie aJosc trtarticiseo Pereira, pror-tdam Smcs.
le respeilo de coiiformjdade com o capitulo i.-
artigo 15 da lei proviucial n. 129 de 2 de raaio
181.
Olio A admiiiislraro risas establecimeolos de
caridade, para que ouvindo o director do respectivo
hospital, informe a'cerca do faci de se dar alta no
mesmo hospital ao sargento do corpo de polica
Francisco Evaristo Velloso da SilveKs, que para all
emruu enfermo m I i de maio ultimo, e sabio sera
^Te eslivesse roatabeleeido, nrrn ao menos melhor,
confnrme iledarnu o rirarcio-uir do referido cor-
eo ; dando ao mesnro lempo as nercssnrias provi-
dencias para que fados semelhanles seno reprodu-
unj.
Portara Conccdendn a passagem que pedio o
lenle do ter:eiro balalhao de infanlaria da guanta
nacional do municipio .( Kecifc, Decio de Aquino
Fonseca, da quarla pora a primeira compatible do
mesmo batalhao Coininunicou-se ao respectivo
comaiaodanle superior.
17
(lllicio Ao chefe de polica, inleiraudo-o de
haver expedido ordem ao director do arsenal de
guerra para mandar entregar a t*. S. dez aneas ro-
ladas, e vinle masaos de carluxos embalados, e de-
rlarando que deixain de er fornecidas as espadas e
pistolas de que S. S. Irata por n.i. haver mais n
mesinn arsenal.Ollicioa-se ueste sentido ao men-
cionado director.
Dilo Ao coniiii unanle da eslaro naval, de-
clarando que ja estn ultimados os reparos de que ne-
cesilava o bligae de guerra (apibaribe.
Dito Ao inspector da thesouraria de fazenda,
Iraixrailliiido, para os convenientes exames, copia
la acta do eonselhe administrativo daiada de 27 de
juoh.i ultimo.
Dilo Ao mesmo, communicando qua o com-
maudanle do presidio de Fernando participara que
nos dinheiros ltimamente remedidos par aqarlle
presidio mi foi incluida a moeda de Cobre que elle
requisilou para trucos ; e recnmmendan.io que as
futuras remessas de numerario para o mesmo presi-
dio faga incluir sempre alguma qnantia em cobre.
Dito Ao mesmo, inleirando-o de haver o juiz
muuicipal do tormo do Rio Formoso. bochare! Thc-
nd >ro Machado Freir l'ereira de Silva, participado
que no dia 7 do correnlc assumira o exereico da
vara de direito daquclla comarca no impedimento
do respectivo propietario.Igual communicaco se
fezao consellieiro presidente da relaco.
Dito Ao presidente do eoOMlhe adminislrati-
vo. recimmeu lando que prouiova a compra das fa-
zendas e mais ol>jectos ineurionados uasrelares que
remele, ns quaes 9o necesssrins ao arsenal de
guerra e an expedieula da diiecluria i\o colonia mi-
lilar de l'imenteiras. l'izeram-se as necessarias
communicaees
Dilo Ao rommandaule superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, declarando que au-
lorisara o inspector da lliesouraria dar pagar os vencimenlos doa olliciaes, tambores,
ciarlos e cornetas constantes da folha e prels que S.
S. remellen.
Dito Aocapilo do porto, rerommendando que
mande activar o balsmenlo dos porloa la escala
que lein de percorrer os vapores da compauhia Per-
namhuraoa, VtSto que brevemenle lera ella de re-
comerar as sua viagam rcgulsre.
Dilo Ao presidente da rnmmiss.lo do bvgiene
publica, para mandar apromplar uma ambulancia,
nliin de ser remedida ao delegado do termo da Boa-
Vista, devendo ella contar medicamentos nao s pa-
ra o cholera, mas tambera para as febres intermit-
ientes.
Dilo Ao director geral da nslnicco publica,
dizendo que pode pr a concurso a cadeira do ensi-
llo primario do colegio dos orpbaos de Olinda.
Dito Ao presidente do couselho administrati-
vo do patrimonio dos urphaos, para informar acerca
do eslado actual do cofre daquelle patrimonio com
declarado da semina total de sua receita e despeza,
relativas 00 cprrente exercicio, asim como do sal-
do oo dficit ipic resultar da confronlaco de ambas.
Dito Ao inspector da thesouraria provincial,
para que a' vista das razes apresenladas pelo direc-
tor das obras publieas na informacto que remelle
por copie, mande Smc'. efiectaar o pagamento da
prestarlo que dve reeeber o arrematante dos rn-
cenos da ponte de Iguarassii, Severmo (iaudencio
Portado.
Dito Ao delegado do Bonito, dizendo que pro-
cedeu muilo bem, nao ronsenlindo que o cadver
da mulher, aj qoe Smc. se refere, fosse inhmalo na
igreja matriz daquella fregoezia, cumprindo que
persista nessi deciso nos casos idenlicos que se de-
rcra no ternjo de sua jurisdiccao.
Portara -(- Mandando admittir ao servido do ei-
ercito comoi voluqtarin por lempo de seis annos, os
paisanos (ierpaski Jos de Lima e Pedro Chrisologo
de Lima. r'izeram-se as necessarias communica-
rflCS.
I -18-
Olicio J Ao Exm. marechal commandsote das
armas, recrjmmeudaiido que, se for poasivel, desig-
ne um dosjcirargiSes 00 corpo de saade para seguir
com breviojade para a comarcaa de Flores e Boa-
X isla, aiirq de coadjuvar o Dr. Thomaz Antonio de
Abren, qu all se aclis em commisslo do governo,
prestando servidos mdicos s pessoas pobres ac-
commettidas do cholera.
Dilo JAo aesmo, remetiendo para ler o ronve-
nienle destino a fde ollicio do lenle do 10 bala-
lhao de iiiTanlaria. Alexandre Miguel.Telles e cer-
lido dosissenlamenlos do caho.de equadra, Joao
Baplista de Moura, que leve passagem para o mes-
mo balalljao.
Dilo -4 Ao ni..-m '. aiit.iri-,ni !..-.. em vista de
sua infurjn.'irao, a mandar passar escusa so mostr
de 3.1 claase do 9. balalhao de infanlaria, Joo l'ran-
cira;o delMiiura, areilaudo para completar o lempo
da servi.;., qoe Ihe falla o rabo de esquadn por el-
le oflereido, Theodosio Jos da Silva.
Dito Ao mesmo, Irausmilliodo para lertin o
conveoieute destino aa ralaooos das alterares occor-
ridas no mez de anril ullimo, acerca dns lenles
Camillo Xavier de Mello e Domingos Eustaquio ila
Cunta, bem eomo de varias praras de prel que per-
lencen lo a al.'un- dos corpo em suarnicao nesla
provincia, acham-te aclaalmenle addidoa a oulros
na provincia do Rio (irande do Sul.--Parlicipiu-se
ao Exm. presidente daquella provincia.
Dito An memo, aulorisaudo-o em vista de sua
infarmarao a mandar passar escusa ao recruta Pedro
Barbosa Cordeiro. Tambein mandou-se passar es-
casa ao recruta Miguel Ferreira, qoe apresenlou
isencao legal, cuminunicou-se ao directur da colo-
nia militar de Pimeuteirai.
Dito Ao chefe de policia, otirando-o de ha-
ver tranamiltido a' thesouraria provincial para sar
paga, estando nos termos legaei, a conla que S. S.
remelleu das despezas feitas no mez de junho ulli-
mo com o sustento dos presos pobres da cadeia de
Garanhuns.
Dilo Ao juiz relator da junta de joslija, irans-
mittindo para ser relatado em sessao da mesma jun-
ta, o processo verbal do soldado Manoel Raj mundo
da Silva, pertencenla ao R. batalhao de Infamara.
Partiripou-sc aoExm. presideote das Alagoas.
Dito Ao commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, recummendando a
expedirlo de suas ordens para que marche para a
frente da izreja de Sossa Senbora do Cnrmo, no dia
2(1 do correute, as duas horas da tarde, uma guarda
di- honra lirada de ura dos eorpos da mesma guarda
nacional, afim de acotnpaohar a prociiso da mes-
toa Seuhora.
Dito Ao comni nidanie superior da guarda na-
cional do municipio de (iaranhun, dizendo que de-
ve S. S. expedir suas ordens para que quautu antes
se orgamsem os conselhos de qualilicarao da mesma
guarda naciunal, se por veulura nao se reunirn)
no lempo designado na segunda parle do arl.!. do
decreto n. 11:111 de 12 de marro de 1853, e que
quauto ao balalhao 11. 31 da freguezia de Aguas-Bel-
las, rumpre que se proceda aos Irabalhns da quali-
licarao, uma vez que se possa organisar o respectivo
cnnselho de cnufnrmdade com o disposlu nos ard.
2e i do decreto n. 722 de 25 de oulubro de IR50,
combinados com os artigos :! eli do decreto n. 1130
de IR de marro de 1853.
DitoAo inspector do araenal de marinha, inlei-
rando-o de haver expedido ordem ao provedur da
saude, para mandar remover quautu antes para 11
novo lazareto do Piua os movis e utensilios exis-
tentes na casa que at agora servia de lazareto ua
dita 1II11 ; e recuiDmeudando que exija do mesmo
provedur as chaves da dila casa e fac.a entrega
dellas ao respectivo dono ; prevenindo-o ao mesmo
lempo de que ces-ain os alugueis.Odiciou-se neste
sentido ao referido provedur.
DiloAo mesmo, declarando haver aulonsado o
inspector da thesouraria de fazenda, a mandar in-
demnisar o repartidlo da m 'nha, da importancia
despendida com o iralanient das pracas da escuna
I. 111.tnia "
DitoAo mesmo, para mandar entregar ao cirur-
gi.io Jo> Antonio Marques, o menor Antonio Fer-
reira Marques.
DiloAo presidenlc interino da commissao de
hygiene publica, recommen.lando que mande a-
prumptsr com urgencia os medicamentos e mais ob-
jeclos consumes da copia que remelle, alim de se-
rem enviados aodoutor Thomaz Antones de Abreu,
que se acha encarregado do servido de saude as co-
marcas de Flores e Boa-Vista.Tambem olliriou-e
a Ihesouraria "le fazenda, para mandar apromptar
para o mesmo lint uma carga 'le assucar retinado
e qualro ditas de buladlas uovas e de boa quali-
dade.
DitoAo juiz de direito .o Itrcjo, declarando qun
deve Smc. conservar cm seu poder por al^um lempo
debaixo de boa guarda e bem conservados os medi-
camentos que subraram dos aoccorroa aliviados por
osle governo, visto que pode reapparecer all a epi-
demia.
DiloAn juiz de direito de tiaranliiiti'. dizendo,
que so cliegarain a esla capital qualro dos reerolas
que Smc. remcltao, por se lerevadidolnn Allinbo o
de nome Joaquim Jos de Abreu. e inleiraudo-o de
haver aatorisadn o inspector da tliesouraria d la-
zeuda, a mandar pagar, nao su os vencimenlos a que
liverem direito os paisanos que escollaran! os dilos
recrutas, mas tambem a impurtancia das diaria que
mandn abonar a estes.Fez-se o uece-ariu expe-
diente.
DitoAo juiz municipal da primeira vara, para
remeder com a pussivel brevidade. alim de serrn
enviadas ao cninmandanle do presidio de Fernando,
as guias dos seuteuciadus Joe Joaquim de Santa
Auna, Thomaz da Aquino Vianna. Josc Garca
Fialho, que furaui para u mesinu presidio seio
ellas.
DiloAo commissario vaccinador provincial, rc-
coinraeudando qoe indique um facultativo para ir
freguezia de S. Lourenco da Malla, onde appare-
ceu a variula, vaceinar as pelanas que anda nao fo-
r.iin accommellidas de semelhante mal.
DiloAo director das obras publicas, dizendo que
expedio ordem a thesouraria provincial, para pagar
a vista do competente certificado, a importancia da
primeira preta^o a' que lein direito o arrematante
do I i." lauro da estrada dosul.
DitoA iniiiiiii--,in central de beneficencia. Aco-
tando reeebido o ollicio de 17 do correte em que
Vs. Kvr-. me apresentam aconta corrente das quau-
tias recebida e distribuidas aos necessiladus duran-
te a terrivel epidemia que ltimamente llagellou es-
la provincia. n.lo posso deixar 'le agradecer e lnuv.tr
o zelo e philautropia com qoe Vv. Excs. procuraron)
minorar os snllriuieutos da bumamdade desva-
lida.
Acabo de nlftciar aos uzes de direito de Gara-
olmas e. Goisaaa, recommendando-lhes de novo
qoe mandem rereher dessa commissao as quautias
que este governo deslinoii para soccorros cencia naip.eil.n comarca.Fez-me o expediente de
qae se Irala.
DiloAo agenle da compauhia das barca a vapor,
dizendo ficar inleirado de haver sido transferida para
domingo 20 doenrrente as i horas da larde a saluda
do vapor .S. Salvador, em consequeuca de 11.10 e
ter podido concluir para amanhaa o concert de
uma peca da machina do mesmo vapor___Comnrc-
uicou-se ao administrador do correio.
PortaraAo mesmo, man lando dar CassaMlQ
para a Parahiba. por conla do governo no vapor pro-
cedente do sul, ao soldade desertor do meo balalhao
daquella provincia, Victorino (jomes da Costa.__pgr-
lu-ipni-se an marechal commandanle das armas.
DilaAo meanio, para mandar dar passagem para
a ciirle, por conla do govaroo, no vapor que se espe-
ra do norle a Joaquim Pereira dosSaulos, que leve
baixa dn servicn do exercilo.
DilaProrozando por t) dia a licenca registrada
com queso acha 110 serto o cadete di 2. balalhao
de infanlaria Joo Rufino da Silva Ramos.Parti-
cipou-se ao marechal commandanle das armas.
DilaProrogando por seis mezes de licenra com
que se acha cm Macelo o lenle do 9." balalhao de
infanlaria da guarda nacional dos municipios de
Oliuda e Igoarass, Antonio Jos Alees de Brite.__
Cnmmunicou.se ao respectivo cuiumandanle supe-
rior.
EsVo
um governo Lio retrogrado, com v\<
mu-'.. -111,un tinen(e meliudroso e grave. A rao-. venir toda a coima de parcialidade, a moro do Sr. loar no E:
r;o do Sr. Palomeque ja uao he boje a opinio iso- I Palomeqoe oppuzemos o artigo que a respeilo delta pressor.
lada de um individuo. [ escreveo o redactor da .Vacfon, alo o porque nao A singularidad porem mais nolavel quo apie-
A cmara delrpresealantes do Estado -Oriental I poda esse jorualisla ser lachado de suspeito. como santa oeslranho locamcolo de que nos occopamo-.
he a de lecouherWM nelle, que a cmara a au
cSo, nao pVlende, nao qoer fazer |
adoptou coran -ua a idea cnlitilla nessa morao, c I mesmo porque pareceu-uus haver perfeitamente en-
apprnvnn unnimemente o parecer sobre ella laurado carado a qnesiao, collocando-a no sen verdsdeiro
pur urna commisslo de Qualquer que seja. pois a sulurjo definitiva que
por ventura de o poder everutivo da repblica ao
objecto deque traamos, fcil he prever as compl-
\ carnes c perigos qoe delle podem resultar, nao s
porque he una das condiroes do nosso programma
I de correspondente do Jornal do Commercio, como
1 tambem, e principalmente, porque nao desejamos
de modo algum, contribuir para despertar siiscep-
| libildades, pois que de cor.n.lo entendemos que o
1 que uiiica enie convem ao imperio e a repblica
1 he a manlenra de lioas rrlares de iiitelligeucia e
1 de ,111111a I : procuraremos fallar nesle assumpto
I com toda a moderac,o e crilerio, deixando mesmo
ponto de vista.
Agora poi, e por idnticas razes entendemos de-
ver tambem oprxir minuta de comunicacin dos
Srs. Palomeqoe el'., asjudiciotas reflexes que ella
desperloo aqaelle escriptor.
Posto que muilo extenso, vamos pois Iraduzir e
aqoi transcrevar o artigo a qoe nos referimos, por-
que, permilta-se-nus ainda dize-lo, a questao he
gravissima, e convem que seja deudamenie escla-
recida.
A Sacion, chamando ao parecer da eommi-
documento extravagante e questao inopportuna,
diz a respeilo delle o egoiule :
\ minuta de communicarAo qoe a commisslo
de altender, al cerlo ponto,aos reclames do patrio-! ea|ienal nomeada para dar parecer sobre a ridicol
tismo, e aioda a uussas afleices individuaes. | mor,i do Sr. Palomeqoe, de que ja nos oceupamos
Antes de proseguir, devemoa porem dar conheci- ] am oulra ccasio, he um daquelles documentos ra-
tem a inlenrto, nao pweoae, nao qoer lazer |>f*ar
cargo ,1 L-iirn sobre o actual governo ; porque cu -
nhece, que este nio deve ler mais mais rospoosa-
bilidade que a que alcance ,10 I. de marro du cr-
renle anno, >. que os autores da nota desiguam
com a pbrase diplomtica do statu quo do I. do
marco.
" Perdoaodo-lbes esla impertinencia, e cente de
qae recunhecem nao ser o governo responsavel por
esses actos anteriores, nao atinamos com o tira das
esplicacet que solicitan) de um governo, ao qual
alias declarara como exonerado da responsabilidad)
desses actos. Nesle caso, pois, o governo uto pe-
der dizer-lhes nutra coosa. seno qoe a quenas he
inopporluna, e de um tardo zelo pela honra nacio-
nal. tin.it,do aulas da existencia do actual governo
podiam te-la promovido durante a presidencia do
Sr. Buatamante ou do Sr. Pli, aos quaes viram pro-
roenlo aos leilores do parecer da coiumis-o espe- ros, que pela eslranheza de soa forrea anli-parla- ceder em sentido contrario, -em qoe Ibes fizessem
cial, de que fui nomea.lo membro o propno Sr. Pa- mentar, pelo bombstico de suas assercoes e pela
lomeque, apresenlado a cmara na sess.lo de U du inuppurlunidade de objecto, rene todas as osada-
mez lindo. 1 res necessarias para figurar como uma originalida-
Es-aqui fielmente Iraduzido esse parecer, que de extravagante e sin' oeneri.s.
na pia bap i-m .1 recebcu o nome de ArinNIfl de i Qoando se inicioo a rnncao do Sr. Palomeque,
Comtaesracion : ja previamos poaeo mais ou meaos isso mesmo, mo-
r A cmara dos representantes, que nao poje por j livo porque dissemos enlo alguma atusa em lom se-
falta de lemp necupar-se com a demora que de- I riu. demnnstrandn a inconveniencia de semelhanle
sejara na conlestaro a inensagem do poder execu-1 moco, e as mesquinlias tendencias que revelava o
livo na paite coucerneute as rela^otts exteriores, e pensamenln do Sr. Palomeque. Agora porem que o
; com especi thdade das que mantera a repblica com vemos desenvolvido, com parases retumbantes de
i o imperio vizinho do Brasil, compre boje com um /mtriotismo, boma nacional, e circomloquios l.io
1 dos mais honrosos deveres que Ihe impe o cdigo obscuros como pomposos, como sao os de rudes aron
j fuiilanienlal do eslado, chamaoilo mu particular- tecUtumlo$,CiiHsercar uma reHaccio de sentimenlos
I mente a alteOco do poder exerulivo para o inciden 1 respeitosos, que contrasttm terdeiraiwnte com as
te que motiva a presente coraiuuuicaro. i r7e a mot'caii', etc., e outras phrases dignas do eru-
" A cmara dos representantes v como una de dito I). Ilerinocenes da Moraiim ; esse ducumenlo.
suas priraeiras altribuices e prerngalivas a suslen- resposla a inensagem por segunda va, ou como
1 laro do decoro e dignidade da na^o, cuja aulori- jqoeiram chamas-llie, nos pmduzio una tremenda
I dada augusta se acha consagrada na caria eoast- votila.le de rir, de que sem duvida (ero participado
! lucional. I Indos que o leram. i\'a realidade be dilliril enrun-
1 F.m tal cenceito. e afora o decidido iiilcrese | Irar us odasoa fastos parlamentares uma prndurrao
manifestado por S. M. Imperial pela conservaro mais original, nem mais exlravaganle palo ronjue-
das boas relares entre o seu governo e o da rep-
blica, a cmara dos representantes nao p le nem
deve consentir em um faci que. pesando sobre aua
responsahilidade, mancha dolorosa e cruelmente a
dignidade e a boura da repblica.
it A cmara dos representantes, que ve ollendda
a honra nacional com um successo mili digno de re-
veiar-sc a seus concidados, cumpre cura o dever
que sua augusta missau Ihe impe, dcnuuriaudo-o
solemnemente ante o poder execulivo, como utn
meio que garante 0salva a sua responsahilidade pe-
ranle os povos da uacu. Sob esla convcrao, ani-
mada a cmara dos representantes da jastlej que
dirige Indis os seus actos deliberalivos, nao trepida
em declarar ao poder execulivo, de uma muneira
mal explcita, que v com o mais profundo pezar a
representadlo do governu de S. M. I. na repblica
na passoa do seu ministro pleuipulenciario o Exm.
Sr. Dr. I). Joso Mara do Amaral.
n Semellianle aconlecinienlo, cmquanlo a camar.1
to de deias rontradiclorias, e pelo modo e lingua-
gem em que eslan expressadas.
11 Sem embargo, e posto que para a magnaoimi-
dade humana nao baja nada mais agradavel do qae
rir-se .1 expensas da extravagancias ridiculas do
prximo, nao podemos deixar de conTessar, que a
iinpic-- to de hilaridado que noscausou essa rara pro-
ducto foi modificada por um seulimentu de oulra
cla-se. que nao pudeinos (Inmutar.
Ao rtrmos as garbillada da chiiiiiiiiiich; m de
que tralamus, veio-uos .1 idea, que esse documento
era 0111 aclo ollicial de uma das nossas cmaras, e
que coiiheeidu pela publicaro uosapaizes visinhs,
e nos mais longinquos, la dar lugar a que ah es-
carnecessera de nosso alrazo, julgaudo, como be de
costme, de todo o paz e da civilisarilo dos seus
natiiraes pelas prodcenos dessa especie.
" Assim be, que esla consideraran nos produzio
um seulimi.'iitn de 111-ju.i, porque desgosla-uos, que
no exterior se forme do nos-o paiz orna iila desfa- I Ihe preste cooperarn,
I dos repr-aenlaiiles nao conhecer as legitimas cao- voravel, quando na raalidada dever. formar-e ou-' paz interna e lerna, oo que nao pode o governo
sas que o lein motivado, nfio deiiar de deplorar o Ira diversa, se 0s homena htbililados que cotila o imperial deixar de interessar-se.
menor objecro.
lia porem alguma rousa aioda de mais no-
lavel no procedimento de algom dos consignata-
rios dessa minuta .le communicaco. II Sr. Lavan-
dera, por exemplo, apenas cahio o governo do ge-
neral Flores, escreveu e publicou no Comercio del
Plato varios artigos defendendo a inlervenro bra-
sileira, que havia abandonado o mao gaveroo. qoe
iesapparecea em agolo ; c que nada fez e nem de-
via fazer para sustentar essa aotoridade, repellida
por .lodo o paiz.
'< 1 >! juizo pois podera formar a naco de um
represenlanle qua honlem disse urna coosa o boje
oulra, debaixo do vea firma '.' (.toe houlem susten-
tou os actos da passada inlerveii{ao e boje pretende
condeiiiiia-los, fazendo alarde de palriotiamo, honra
nacional, ele, etc. 1 Islo he ja ahuma ronsa mais
do ejue ridiculo, e pode dar lagar a que se forme am
juizo mais severo sobre procedimento (o coolradic-
turio.
a De resto acreditamos qae a maioria sensata das
cmara nao deixara' de rouherer a inopporlaoidade
e a iuelliracia da rninmseieacao que o Sr. Palome-
que e collegas Ihe apresenlara'm para rrsuscitar una
quelo de mero nteres peosoal, o que ja cadocoa
no terreno dos factos c no terreno do direito, por
actos de governosianteriores, aos quaes nao ha pos-
sivel volta*- sem romper as boas relares que evt-icm
entre o governo imperial o o da repblica.
" 1.1 un em isto o Sr. Palomeqoe e seos amigos '.'
Pois bem : falltm com franqueza, e deixem esse
machiavelislho de phrases oinlelligiveis.
u O paiz gaoharia muilo com issu, porque conbe-
ceria assim, que s se procara nesass qooatoos aeeios
de agiiaro para atisfarer aotipalhias poassaea a in-
leresses mesquinhos, que nao podem por maoeira
diversa allrahir a atteuro.
n Por nutra parle o governo tambem ganbrria
muilo Isso. pois que renellioso essas mesquinhi-
quesles de resulla.io negativo, moslraria ao galnn-
le imperial, qae om governo qae procede desse os-
lo tem il 1 re to a merecer assuassvmpalhias, e a qoe
sos e-1,1 ulularle a bem da
j laclo, c de mosirar-se zelosa pela dignidade nacional paiz em lodos os ramos, nao houvessem sido atira-
qoe considera atacada c altamente Hendida. Para dns para loase de seus respectivo! deslinos, e inde-
sermos em tinto liis, conservamos ale a propria vidamenlc postee a margen) por meiod que repro-
coi^lrucco da pbrase. 'iiibora nos parees contraria \ van) Indos aqoelles, que amam o progrotSO do paiz
aos praeeilos da grainmalica. | de preferencia ao. mete-- pessoaes.
" l.'inge, muilo tongada cauara dos representan- O fado he. purera, qu- nao podemos evitar
les, mu distan te da mente dos depulados qae a com- esse juizo desfuvoravel, que hilo ds fazer do nosso
pein, todo 0 e.pinln "le IJ.ardo. todo oacatimeulo | paiz ; e nesle ca-o o inelbnr h> pruvent-lo por meio
de o lio e de vinganr.i, lo,^ aerao que posea de-I da censara, para quedes-e unido -e veja. que. se
gradaron oilender ao I aposentante le S. M. I. lie incoare em erroseem procedmenlososlravagan-llindess
xislo s aspira a nobre pretenro de salvar a patria | tes, nao he tal o nosso alrazo. qoe aoa nao pormll- I "le Dossi
da uota ignominiosa que pudera faze-la rlesmerecer I ta uola-l..s. NeslJs vistas lareinos ahornas nb-er-
da consideraran que deve inspirar as narnes culla e vatjfies so estanho doni.......lo de 'pie nos occepa-
a iiarries vindouras : m qacrj salvar a honra di pa-1 mos, e que para melhor ser apreciado publicamos
Ira gravemente comproinetlnla por acnnlccimeutus
cuja soliirlo ollicial lie ainda um mvsleno para to-
das as elogios do Eslado.
ir A cmara dos representantes, que lauto tem de
que lastimar-se nesja questao de honra, nao deseja
nem pode por isso mesmo permanecer suida e Ira
I espectadora antea resuluro do poder exerulivo d.-
I teda de 2 de agosto tic 1833, pela qual se orde-
nou ao mililitro oriental na corle do Kio de Janeiro
declarasae ao governo de S. M. I. a ceasarao da iu-
lerveni;o armada, e pedisse, como comequeiicia, a
retirada e a subsliluiro de S. Exc. o Sr. ministro
. Amaral, contra qoem o poder eiectttlvo liuha lao
jusluscomo duplicados motivos ile queixa.
" Esla 'ielerminaro do porler execulivo, que nao
pode ent|a deixar de ser allendivel pelo governo
de S. M. I. o adiado d Repblica Oriental veiu
a rul.oslecer-se rom lano mais juslicj quautu que I de se observan)
oasaccaasoa rtulilicos >|ue e desenvolveram por meio faz uma rompida
de 111111
cm nutro lugar.
o O que de mais chocante aprsenla o projeets
da commissao especial, beque a sua minuta 00 com-
municaco vem a ser nina aeemda resposla a inen-
sagem to poder execulivo, procedimento que he
contrario ao eslvlos parlamentares, poraoa em par-
le alguma se vio, que as cmaras re-pondam por
duplcala mensagem. ou que essa re-po.1.1 se boj
p.r parles, 00 em pe'laro-, -uppriudoesqucciinen-
tos que seriam sempre inde-culiiavei. nos eorpos re-
prasnlalivas, O que daran, urna lusle idea ta rapa-
cidadc tos seus incmhros.
- Nao potle pois drscolpar-se a prclcnrao da rom-
inissao especial de qucr^i que a cmara "los reii
So ueste ponto de Vtsla consideramos proveitnsa
.1 morao 1I0 Sr. Palomeque. porque pode alta servir
de dado seguro pata que o e-(adislas do imperio vi-
sinho completen) o seo juizo acerca de cario- h-
mens de nosso paiz.
< Ja o di.-eiiios: oceupamo nn- da iniiiula rio
r tfuimiuK'.tc 10, ii.i porque careccsc de uma rp|n-
(acn, que alias haviatno (ello, desde qoe lm o pen-
sanienltt iniciado, mas poique uos d,e que dnrumeit
especie TOO oo exterior dar uma Inste idea
rapacidades pal lamentares.
a Sentimos laosbem que o nosso. reruPseutanle-,
parran um lempo urorioao em ssMal oajootles la.,
improprias e que nenhum n-snlladn praliro apre-en
t.nn ; quando he cerlo que, aproveilando melhor es-
se lempo, pn lenam auxiliar a marcha do gnvrrnu
prestar-I he a devida coadyuvaran para me I llorar a St-
tuacao 1I0 pan, a que o poder eve. 11 livo tem consa
grado luda a sua attenrao. Nao queremos ditei ruin
islo, que a maioria da cmara nao participe de-.se-
bous desejos. senao que taes dvscjos se eslrriliwim
pela pretaac-ae de u.>. ua oaans dapalado, que em
Htisfafao de autip tibias pes-oae se prestara a pro-
mover quesl'ies que, romo a du Sr. Palorneqoe, na
ira/..un nutro resultado que o da perda de lempo.
V nosso ver i ni sota mxima parte sao ure-|iou.li-
veis os aiguniPiilos produzidos ueslp artigo contra a
iinpporluuidade e incouvenipncia ds nior.io do Sr.
sculaules aprsenle ao podei eiecutivo uma segunda I presdeme da cmara dos represeotanles do F.slad
nota de resposla i mensagem deate. .Nem he islo I "'lenl.d. E-s.i morao, perem. uo he -.. itii.,,(..
regular, nem cosluina laaer-se em parte alguma, 011- | lun.i e lucouveuieule, ella lie alera di-o irreflectHla
Ix lo parlamentares, e se nao e in-nlili ; contraria a raijo e ao Ihuii -en-o 1..1..
irritante coufuso, cosao ae (era tuidameiilu algum solido e justo em qoe so
revolurao prouunciada em 28 do mesmo I acontecer entre oca quando bumens iiioranles teem apoic ; c, qoocdo livesse, o modo' como Im'aai-
agnslo collccaram o poder execulivo no caso 1 a presumpen de saber ludo, e nem srquei acalam sumplu tratado, moslia evidentemente, qoe o que .
quiz foi levantar um escndalo publico para salis-
tle protestar no -I do eguinle mez de seletnbro os usos a.loplido nessas materias.
o contra a coudocla iuerle e parcial do ministro un
penal Dr. Amaral. e por coosequencia su-peuder as
suas relaees aleobter uma satisfazlo digno do seu
governo pela lofracco da boa f Com que o da re-
publica aceitou os tratados ds slliaoca cora o de S.
M. I. cojo prulesio e suas coiisequeucias f.iram op-
-V anomala que resulta do procedimento a que
se quer levar a cmara, he uma deseas extravagan-
cia-, que nao tem precedente algum, e de que nao
pode ritar-sa nm exemplo idntico as legislaturas
que precedern) a actual.
Islo pelo que respaila forma desse documento
t.tc.to de antigo 1 ceimientos pessoaes -ullo" ad -.
E seno veamos.
O general Flores ua presidencia da repblica esa
- de agosto de I* ... por motivos que nao vem ago-
ra e pello sxaiiiiuai, expedio ordem ao seu ministro
no Rio de Janeiro para qoe declaraste ao governu
"le S. M. I acssaro da inlerveorao armada, e pe-
porlunamente cninmunicados por meio de uma rir- I singular. Pel que lora a-i sen mrito da opiwrtu-
cular aos agentes estrangeiros dev idamente acredi- nidade, an objecto a que se dirige, da lugar a con- i disse como coosequencia a retirada e a subst.lui'ra.i
lati, junto da repblica. I siderare, que niio podem ser contestada. 'de S. Ru.fi Sr. ministro Amaral, contra quemo
" Entretanto, e o que mais atormenta a cmara o Em substancia esse boinba.lico documento re- I poder execolivn luiha lio justos, como duplicados
dos represntame, he notar que longe da explicar- duz-se a manifestar pur meio de rodeius que o sea motivos de aueix.
se a nacao, e aos estrangeiros que nos observara, os objecto he pedir ao actual governo explicacoes sobre
iieos convenientes empregados para solver a ques-
tao internacional que resulta da deliberace re 21
de agosto e du I de novembro, o Sr. Amaral he re-
eebido era sua qualidade de ministro plenipotencia-
rio do imperio do Brasil em 22 de novembro do
mesmo anno, com o mais bumilbanle e completo
Das apestas depois da expedirn desla orden, n-
a permanencia do Evra. ministro Ho Brasil, o Dr. I >o he, quando ollas nao haviam talver chegado sin-
Amaral, quando o governo do general Flores, aoles da ao seo desMoe, a auloi idaile dn general Flores l-
ele sua queda pela lamosa revulacao de agosto, ha- i ola desappaiVariaVaxuma revnluc.io popular o coin-
via pedido a retirada do ministro imperial, porque ; pellira a abandonar a cadeira da presidencia do es-
ja o governo imperial nn Ihe "lava dinbeiro, nem lado !
e prestava a apoiar com a sua inlervenro as ar-
olvitludos antecedentes que manchara as gloriosas bilraricdades do governo, que fez desapparerer da
core da palria.
" Ante lodos os factos enanciados como notorios e
indobitaveis, he lambem fura de duvida a presamp-
ro de um -egreiln de eslado que pelo menos auto-
risa a suspeita de que a Repblica Oriental nao le-
srena a revuluclu popular tle agosto
" Mas n que tem que ver cun islo a administra-
cau arlual. I.toe explicaces pode dar obre arlo
que liveram lugar, quando nn era ainda posivel
existencia do actual governo ? O dirigir-e a e*le
nlis ido sali-feita em sua houra e' dignidade, e nos | com semelhanle impertinencia nao he o mais com-
lenno em que fui solicitarlo pelo poder execulivo, pelo desatino'.'
'os representantes nao hesita em pedir ao
EXTERIOR.
MONTEVIDEO.
i de juiho.
S milenios com pezar qoe a fragata e o briaue de
guerra dos Estados-Cnido Satiinanah o ar-
bidge, despeindo-se de Montevideo a franceza,
islo he, sem dizer agua-vai, lizeram-se de vela para
esse porto, aquella Do dia 20, e este 110 dia 27 do
passado. Peza-nos, repelimos, nao ler lido previo
conliecimento da sabida desses navios, sobretodo da
trgala, porque provavelmenle ah chegar, e sem
letras nossas, antes do purlador desla. Estamospoi
no caso em que uo adiamos ha tres mezes por oc-
casio da partida da fragala franceza Poursuivante
Como enlo, 11 mal boje he sem remedio; e por
Isso anda una vez invocamos a indulgencia dos le-
lores, lauto mais roiiliadamenle quanlo a falta nao
nos pode ser cora juslira aliribuida.
* correspondencia nao observaremos o me-
thodo chronologco que temos seguido 11.1- anlerin-
res ; nao seremos mesmo, eomo coslumamo. lo
minucioso na exposu-So "las milicias e dos tactos.
' '*' major cessnl minor : e um nssumplo ha
caja imme.tiala rolarn com o imperio reclama de
preferencia todo o nosso inleresse e attenrao. II-
ferimo-no a moran apresenlada na cmara dns de-
pulados pelo sen respectivo presidente o Sr. Palo-,
meque acerca da permanencia .lo Sr. cmiselheiro
Josc Maria du Amaral coran ministro de S. M. n'
Imperador nesla repblica, moran de que ja demos
conla ao leilores na caria IDtecedeate.
Cora effeilo, quando mais de eapaco relleclmos,
tanto mais nos Impresaiona e sorprende esse fado
extraordinario para o qual nao desrohrim.is, expli-
car.! ahuma ra/navel ou ptaaaivel, que pon m
lo torra be qualilioer de original 0 de evlratagante
asse\erando que, pelo menos i,a forma, nn enroo-
tra areilo uos fastos da diplomacia !
Cumpre eulrelauto reconhecer que ouegocio tor-
a cmara
poder execulivo que a inslroa mu delalhada e cr-
cumstanriadameiile das oceurrencias ulteriores a que
nece-. ariamente den un dar lugar as citadas deli-
berace de 2S de agosto e de 1 de setembro.
" Des-as ignoradas orcorrencias 11 i-cetn as duvi-
da que '--,.111.111. mu ni.In a nac.v.i, e que a cuna-
ra, 110 vivo interesse de sua honra, quer e deseja
ver desvenecidas na fiel apreciacao das explcardes
que pene 00 poder execativo, e qae aegaado er,
nao deixar.i de ser salisfeila devidamenle no ialeres-
se que a anima pelo crdito e bom nome da patria.
'. A cmara doa representantes nao tem a intn-
talo, nao pretende, nao quer l.io pouco fazer pesar
nenbuma responsahilidade sobre o poder execulivo.
Ella bem cnnliece que na actualidade, e no prsen-
le casn, o poder execulivo nao pode nem deve ler
mais responsahilidade alcanra pelo in statu quo do I.- de marro do cr-
reme anno.
u Referindo-sc a cmara dos representantes aos
faci-, e principalmente as reaolures do poder exe-
rulivo, procurou conservar uma redan.io de senti-
menlos respeitosos, que contrasten) verdaderamen-
te com as cauaas que a motivam. As intimas reve-
ladles, e os pormenores claros que assignoladamente
se expressam, explican) muilas o misteriosas cir-
cuinslancias, ao que parece mal examinadas pelo
governo imperial, cujos motivos, ao juizo da cma-
ra, descobrem o fundo dos fados, e a vtrdade da
ru.les aroutecimenluc.
o (Jbrigada a cmara dos represenlanle* a cum-
plir relii;ios;imenle com o mandato que receben
do povos, (em feilo quauto Ihe foi poss)vel para mo-
dificar Indo o seu rigor em circumslancias em que
Ibe nao he dado, nem quasi permitlido, suspender
011 deler a acro de sua autondade. Esta pruden-
cia pois, impie a cmara dos representantes reser-
var para rpiando for opportuno ludo o que tem de
sjrave e de importante este negocio, limilando-se
por agora a reiterar ao poder execativo a urgencia
das explica" r.es pedidas na presente communicaco,
que be a obra do seu poder, e o elTeito dos eus ju-
ramentos.
a Dos goar.le ao poder evecu livo muitos annns.
Montevideo, 9 de juutio de 18.%.-Jos Palome-
que.Joan Jos F. Aguiar. Juan A. L,aban-
dera.
Terminan lo a Ir.nlurro deala peja, ainda uma
vez doclararciiija que para guardar a mais esrrupu-
losa ldelidaile, conservamos a con-lriicco da para- I venro 1......on-eulio nn que fez em ago!o, ou dee-
sa qual esta' 110 original, sem embargo "los clamores xou de fazer para impedir a queda do governo rue-
da grammalica, e anda da coaviccSo que temos de | laloral que pesara sobre o paiz ; mas sim, p irqoe
que aos leilores sucediera' o me-m 1 que a nos; 15I.1 ; no dpsprnppntio de sua miss.o o> garantas e ile ha-
" Arresce, porem, que anda qoando boje se po-
dessem invocar as gesles dn radaco governo do ge-
neral Flores obre a residencia do Sr. Amaral, e se
quizesse volver .1 prelenro daquelle gnvernaute na
ola de 2i de agosto de* 1833 e na do 1. de setem-
bro desse mesmo anno, ob-lariain sempre eme-
Ihanles reclamace* os ados consummados pelo go-
verno que substituto o do general Flores. O Sr.
Baslamaute foi o primeiro que aceitn, em seu ca-
rcter de ministro plenipotenciario, aeSr. Dr. Ama-
ral, e por esc fado veio a destruir a ullerinridade
das reclamace, que havia deduzido o general Flo-
res ante de ler sido obrigado a abandonar o go-
verno.
o Coii'equenlemenle depois desse fado coosam-
raado pelo governo aulerior. nao est o adual go-
verno habilitado para fazer reviver pretenees que
o seu antecessor abandnnnu, e a que renancou por
um modo expresso ; sendo purlanto tambera rerlo,
que nao pode o objecto ler oulra conveniencia, que
o de uma questao pessoal, alheia no lodo an inle-
resse publico.
R He bem singular qae agora, e depois de
haver passado aopporlunidade, concebesse o Sr. Pa-
lomeque a idea de promover essa questao, quando
ja nn he pn-sivel sustenta-la, e quando ella nao re-
presenta oulra cousa mais que o resenlimentu pes-
soal de um individuo, que em seo mesquinhos cl-
culos polticos entenda,' que a inlerveoeio devia ser
um instrumento para firmar o aeu dominio pessoal,
e para suhmeller a maioria ila naci vonlade de
um governo individual, que desconhecia suas garan-
das cnnslitiicionaes, que adminislrava o thesouro
publico sem conla nem rado, e qoe por ultimo
levava a sua franqueza ao ponto de declarar, que a
sua vonlade individual era a lei do paiz. pala-
vras qoe pela primeira vez echoaram no Rio da
Prata.
" Sentimos dizer isto, porque, allieios de loda a
haiideira pessoal, deaagrada-nos despertar recorda-
No queremos, tornamos a dize-lo, nem mesio
vera so nuil, eaaminar agora quaes os|fandamoalos
que leve o general Flores para mandar pedir aa go-
verno imperial a retirada do Sr. Amaral ; se esse pe-
dido foi ou nao acolhido, e em que termos roncebi-
da a promesa que ae diz haver sido feita ao mini.in.
oriental na corle do Rio de Janeiro ; nem lao pou-
co julg.tmos a proposito averiguar nesle mntenlo se
a intervengo devia ou nio obstar a revolaran.
O que esla bem averiguado e fora de Inda a dovi-
da be qae o general Flores cabio p to etTtilo dea
revolarn, na qual nao (oniou parte alguma a forra
lirasileira eniauaqui existente.
O fado demonstra que o modo de governar do ge-
neral lnha desagradado a seus concidados, qoe ci-
to perder o prestigio de qae necessilava, qoe, em
uma palavra, a maioria da naci Ib* havia retirado
a confianra, julgaudo preciso recorrer a's armas pa-
ra apea-lo do poder.
O proprio general como que den pravas de estar
convencido disso, porque foi promplo em resigna-lo.
O que he tambem cerlo be qae. chamada pela
constituidlo da repblica a presiilpncia o presidente
do senado o Sr. D. Manuel Bazilio Kustamaote, n.m
besiteo este em reconhecer e tratar o Sr. eooelheira
Amaral como ministro do Brasil, desde o momelo
era qne assuraio o governo .lo estado ; islo nao ajbs-
taule|o procedimento offirial do seu antecessor o res-
peilo do dilo ministro, que nao po.iia s-r ignorado
por S. Exc.
Informado o governo imperial de que o novo pre-
sdeme havia espontneamente renovado as rela-
C'ies cora osen ministro, mandn logo a este aovas
credenciae, que (orara aceitas ; seodo o Sr. Amaral
solemoemenle recudiendo como ministril de Soa
Mageslade o Imperador por am decreto do poder
execativo da repblica, segoado os rslxlos do paiz.
O Sr. IBoslamaule e-teve na presidencia de-le
agosto de 1835 al tj de revereiro do corrale anno:
durante esse espaco de lempo nunca foi semelhan-
le questao aventada, qaer pela serie de ministerios
que S. Exc. tere, quer pela imprensa, qoer pela
commissao permanente da cmara dos represenlan-
le, que como se sabe, mesmo no inlervalto da nao
-ies funeciona, e tem direito a fazer interpellar.ie*
ao poder execulivo.
Anda mais, o Sr. vi-conde de Abacio (o enviado
a esta repblica ei> uu-.i,. especial. Como hoje ho
cinhecido, um dos principad objerlos dessa Bala
fii tratar da retirada da divislo imperial aniiliadora.
ees amargas, ainda que perlencam ao dominio do I Pois bem: S. Exc. aqu esleve reres de seis mere-, e
publico ; c so procedemos assim por nm dever im- | nao consta que jaman emelh ,nte qoesto Ihe soasa
pre-ciudivel, porque vemo-, que se quer buscar '
nese mesmo passado qoeildes, que mais honra (a-
ria a leas autoras nao promove-las.
' Sendo esses fados do dominio do publico, e -eli-
do bem publicas nossas opioines, nue sempre sus-
tentamos com nunca desment la roherencia, nao
hesitamos cm dizer. que o mo prnre.ler da ioter-
he, nn muitos pontos, liraro por aier o verde-
deirn prii-.iuirnln da rumuiisso.
Meniin aim, ctrtntin nt/jrerru/m, o parerer I..i
umtiiiiiiciWHlr appl.nado pela e .... 1 ua ses.a.i da
nule de 18, santa hoja convertido em ama /./cr
peliicun c/f.riat de ora dos tamos do poder legisla-
tivo do E-tado, dirigida ao poder execulivo !
Na correspoudeucia aulerior, lendo etu vista pre
hitos rnnstiiiicioiae, nao roaleve, coatedavia aoa-
ler, oa desmandes des-e governo, atim .le i|ue n..o
levae o paiz a desa-lro-a -iiua.-io em que -e aeha -
va cuilocido, quanlo tese tu tu .1 proniiaeiamonio
de Ooslo. II- ama verdo.le p.|,, ,,., e,i, reco-
ol.ecnia por lodu o pas, e a prava dola be 1
i frialdade rom que o senlimenln publico acollie as
1 quena- dos muilo poucos a quera couviuha pe pe-
direcia ou indirectamente propnsla, estando alias I
iniii: .irni'ii'e ligada com aquella.
Por ultimo a cmara dns representante se rene
e elege presidenta o Sr. D. GaafW Antonio Pereira.
ti KOVOrao imperial."egoin'lo os oo. internacionaes
mandn nova, credenciae- .10 u mini-to. O po-
der execulivo da rrpohli-.i. que JS "ih lalmuile -a
havia dingidn ao Sr. Amoral, expedio no,ai dcrrelo
recunhecendo-u ministro lo Brasil.
Aa cmara- liiiirrinnaram nese momento : ni" -o
fez pulan a menor idi-ervarvo. nem urna palavia -e-
qutu fot iiuvida ; sen,lu rerln. romo indicio- .locni,-
pon lea o redactor la Xiiemn 11,1 artigo que aman
tic 1 tlali-i'liplo, que ) 1 linhalu dPlx.ul" p---u o en
'p|0 1...... pi."prio para lano) de SOOMOS! ">'tp "Iv '
o da roiilest,,. o a Beeasogeoj da Haasdaaaia
Como, poi-, em vi-ia do cp .- ... 1 1. ha -.
sera contrariar lorio* ns precedo da razan e a Iwir,
sent, exigir a retirada do actual ministro do tira-n.
MUTlLSDvT


prelexlau.io para taso os acunlFciinciilis ile agosto '.'
Como .Imar .le vor neso xlem.orauaa mura u de-
do cln Capricho e i ..unir -proprt oilcndut. e por
centegointa orna grava olTesa a'diguidnde do go-
vcinu imporUI, que u.'io pe.le, uem deve e-lar .1
RMrcedosd da vinganca e dos rasenlimenlot
pettoaet do quero quer qne < ja '!
Dissimosque a laclo, ao meos aa forma, niiu U-
nlii aretta nos anoiis d diplomacia ; e diatemoi
111,1.s qua a qna nnleaineule se lava cu, vuU loi le-
vantar uia escndalo publico.
Com efleilo. !! que pan ,:,, mund > *e iialoa ia-
maisde fax r teir um ministro ettrangeiro poi ,e-
meHianti meio ? De cerlo quo ulo mu aponlarlo
um-equer! Necios laea-tempre >e lialaram de
rao governo, e erradamente, roamn qu.ii
toasen, ... cusa que os molivassem.
(^eremos, pon m, por ura motnralo admiitlr qua
a .-amara, itnpellida pela conteieaya do aeu diver,
julg.e indi(|iaOMrl lomar ,, iniciativa na malaria.
Anda assim ella poderla (atei gurdando ai eoii-
aaleneiat eattenciirs rcribtaatem ludas es paites
civlltaadoa, principalmente qu,.ndo entre elle exis-
ii'in riue.de* de amiiaifee boa Inlelltgtori.
Poderla, lim, e deveria disentir e resolver sobre o
assamplo em asaste seciea, respcuaodo-se aieim .1
d propria, eao Imperio vitral, eu alllado, que lo
franca e uenerosamenla Inn reestado a' repblica o
na eoadjuv.irau ; eoadjovacao da quid colbeii a ines-
ni., rapabliea mi posea provtii, como lalver. anda
iiemou.irartinos.
(> proersso porlanlo de que se servio a caa-iinra, so-
bre ser iiiupporlupo e inconveniente, li/iiisn'ilo e
irrelleciido, e por (tenais injuriosainer/ provocador
para o governo imperial, que acabad .lar solemne
publica approvjrao a' conduela do seu ministro,
mesnio rom referencia aos succe'cos de agosto.
O que lia porem de mais cuy-Tu-u em ludo Uto he,
i|uc ao pasto qne a cama/' erige lio tormidavel
quanlo escandaloso caste^'u, o peridico Tribuno,
alias orean tambem dogSoeral Plore, nena a' qoes-
laoa imporlanria inlernacienal que aquella Ihe da,
e a considera como om imples pleito, que deve ser
disputado enlre a repblica e o Sr. consclheiro
Amaral, cuja presenta 00 Eslado Oriental, dit o
l'rihuno, lie perigosa a" paz publica e a' indepen-
dencia da afio !....
Cora dala de 21 do mez lindo dirigi o poder ei-
eculivo a' cmara o dei|iacho qoe vamos iraduiir a
IranaacTer, edo qual s leve o publicotwuhecimen-
lo un dia 1 do crrante. Nes*e despacho, abando-
nando o Enverno o ohjecto principal, oceupa-se ape-
nas de umu queslao de formula ; e portento nao po-
de ser encarado senlo como um adi.imct.lu.
O governo diz a' cmara u seguinte ."
O poder eveculivu r.cebeu a communicariln da
I honrada ramaia dos representantes, datada de' 1:1 do
prsenle me/, na qual so Ihe manifest, que nao lia-
vendo podido, por fall ile lempo, ocrupar.-se cun a
demura que desejava na coulesiaca a' niensagem do
poder cxeeulivu na parle concerneule as reanles
exteriores, e com etpecial$dadc ajs que manteiu ara*
publica com o imperio vizml.u do Brasil, cumpre
lioje com um doamaia honrosos deveres que Ihe im-
pla ocodii;o fundamental do eslado, cbaniando mui
particularmente a alienraudu podei eieculivo sobra
o incidente que motiva a dita cumoiunicara,). Ella
importa pois un adilaniento a' cooteslacjio da men-
sa^ein, 011 urna couleslatio em duplcala. Como po-
rem, em qualquer destaa casua^e um acto uo corpo
leaislalivo, e Hilo de urna s(i Mthunradas enmaras,
nao havendo coucorrido o hoofldo senado a' sanc-
r.indesse addilarrcnlo, 011 nova conleslar-io, o poder
vxeculivo nilosc julga na oFiriaarao de alomar em
considerado, pois que, conslilucioualmciili, apoda-
da, ewa emenda nao hesenao o prjeclo de uiua sii
cmara.
Segundo a consliloicao da repuhlica, lodo o
prjeclo iuiciado cm urna cmara, quand approva-
00 nesla deve passar a' oulra, para que ahi discutido
seja approvado, reformado ou augmentado, e uesla
ultima hvputhese devolvido a' cmara que o re-
melteu.
a a minuta da contesUr,ao a' mensagem do poder
eieculivo foi tanecionada pelo senado eremellida a'
honrada cmara dos representantes.
. Esla honrada cmara enfeuden dever addicioaa-
la na parle indicada, e se a bita da lempo nao a
houveue obrigado a separar o addilamenlo, aquella
minuta com o referido addilameulo leria voltado ao
honrado senado, para que esle, considerando unica-
mnle o addilameulo, Ihe desse ou nao a aua aunro-
vajao.
Se porem pelo fado de haver separado o ad-
dilameulo se pretende nao consi-lera-Io Ul o se en-
trada ser um prjeclo diverso, ou urna minuta dis-
liucla da anterior, devendo pa>sar lambrm pelas
duas cmaras por aer aclo, legislalivoegue-aeque es
se addilamento, 011 nova minula ^c romninnicaroo,
indispensavelmiile deve ser sulimellirlo a' delfne-
i.i.;.im do seoa.to. *
' Esla terminante e decisiva oliservcao bateada na
le fnndampulal c na pralka parlamentar, obriga o
prewdenle da repblica, no uso 1. -mis allribuiroes
c.n-lilncionaes, a devolver- honrada cmara dos
icpiesenlanlesa referida conimiiinr,ieao, ara qua se
sirva iiar-lhe o curso respectivo.
\ i'se pois qne seniellianle solucao de govarno|
iwslo que hbil e fondada, importa apenas, romo
ilissenios, n'uin eaddiamriilo da queslao principal ;
acere*ctndo que fta preciso desconhecer comple-
lameule as disposicnes da Cmara, as do proprio se-
nado, e sobretodo a da influencia .n,- poi anim
dier as .liriae, para acreditar que o negocio lica-se
nislo.
A coiniiiissau esp-rial aulora da primeira minuta
de comunicacin a'qual fui allecla a resposla que
cima dciiamo* Irantcr pin, ja nn li- :i!l do pasaado
apre'enloii tn tuce .1 r.spccliva cmara um novo p,i-
recer.'im qual, contrariando as raides producidas
pelo governo e procurando demonstrar que aquella
mirilla nao he um addiamenln ou emenda a' cenes
lacao da meBeagem, mas pura e simplesniciile a eii-
Educa de urna infoimaco. para o que cada urna
das cmaras em separado uem pleno direilu, coiicke
1 .ou as segundes palavras :
o A cmara dos representantes se persuade de
que, prqcedeudo o poder ejeculivu com a lealdaiie
que deve. dalle esperar- sena iulcrprclacao das dis-
po-icnes conslitnciiinaes, e leudo em vis a indecli-
navel abngaeda-qoe Ihe assisie de contribuir para
o nielhor areno das rieliberares Ce cada orna das
cmaras por meio ds informanies que estas houve-
rein a beia exigir doa seus ininisi/o., coninreheude-
ra' que, seja qual or o mudo pelo qual cmara
rioa represntame* Ib'as peca, esla nu dever consli-
lucional .le dar-lh'as.
Esla miuula pruvavel he que seja lainbem unni-
memente appruvada.
Repetiremos porlanlo : nao sabemos qual a solu-
cao dtdiniliva qoe dar' o poder rsecuiivo da repu-
hlica a' inler..ellac5ii da enmara ; uem precisamos
ronhcee-la. seja qual lur, para deseobrir e avahar
o perigoso alcance que pode (er semelhanle uceur-
reucia, qoe pelo que respeita a's relacOes dos dous
estados, quer pelo que loca a' siluacao mienta
desie.
O que sabemos apenas, e temos por conveniente
aqui consignar, he que o presidente da repnhlica,
depnis da ludo islo, fez ha poucqs das lima visita,
com ludas as apparenrias de illlcial, ao Sr. conse-
Iheiro Amaral ; visita a que parecen querer dar a
'aior publicidade possivel, purqoanle S. Etc., sa-
bindo da casa do overno aejupanhado dos seus
aldanles de ordenanras, para dirigir-se a' residen-
cia do nosso ministro na ra na /avala, deivou o ca-
minho mais curto,- e lomou as principaes runs do
commercio desla cidade, as de > de maio a de Mis-
siones ; despertando assnn a curiosidade publica,
que procurou logo verificar, como venlicon, o des-
tino de S. Exc.
Ilavemos diio qanluo nos parece suflicienlc a re-
peilo desla materia. Comprehenda-se-nua bem : nao
pendemos para nenhuma das parcialidades polilicas
detc paiz ; nao temos relacde- de especia alffoma
com as su.is Qotabilidades e influencias, a inaior
parle das quaes nem sequer de Isla conberemos.
Se, por excepelo, nos desviamos da rrgra que have-
mos observado nesias correspondencias, de nao emil-
lir juizo proprio sobre os fados que registramos, lie
porque o de que se trata allecla directamente o DOMO
paiz, e faltaramos a voz de uossa consciencia e aos
reclamos da verdade se nos rallas.enios.
Passaremos agora a percorrer rpidamente os a-
poiilameutos que lindamos lomado para a chronica
deste mez, occupaiido-nes apenas em resumo de um
ou oulro, que por ventura nos pairea mais interea-
sanle, e digno da allencao dos leiio'res ; se he que
algum pode haver depuis do importante e melindro-
sa assuniplo de que acabamos de tratar.
O movimento revolucionario de Tacuaremb ler-
mioou, como o disemos na correspondencia anterior,
srj 580 do general bratileiro Nelto, e do coronel Res.
Ouaudo all ehegon a forra coiiimandada pelo gene-
ral Freir, achavam-se pois em Ireguas os bellige-
rantes. Reslava porlanlo dar cumprimenlo as ordens
do governo na parle relaliva captura dos revolto-
sos, e a confiscaco dos seus bens.
Parece que na exeeucao detsas ordens o Sr. Chu-
carro, chefe pnlilico du deparlainenlo, conlra quem,
segundo diziain, exclusivamenlc se iiuliam pronun-
ciado os revoltosos, pralirnn irregularidades e ex-
cessos, com abuso da- aulondade deque so achava
revestido. l'lo menos o governo ajajfa o deivou en-
tren er nos despachos que expedio aquelle chefe a se-
mrihanle reepeJto. Nu dia 15, ao meio-dia, etn-ga-
ram os presos a forlale/.a do Cerro desla capital, de
onde foram pasaadea para a ilhi da l.iberdade na
imite do iiiesmo dia. All se arliani. aguardando o
resollado linal do proeaasa que s0 Ihes inaiiduu ins-
laurar.
Tetan sido innmeras as pnbiicaeBei f?iias pr e
cuiiira os aeonleciroenlos do departamento em ques-
lao : mas, ajen) de fallar-nos lea pe para dellas nos
iccupaimi.s. nao Bspiram curratidade ou in'.eresse
que vaina a pena, ti que a nosentMf se deve infe-
rir de ludo quanlo lem s ouvido e lido robre esse
fado, lo-que, perinili.i-snos usar do aunexim po-
Rniar, fai cabra mandadb. Por qum, e para o que,
mais dia menos da se sabara
I) gen-ral Flores clipgou a esla capital de volla d
sua parigrinacAo 1,0 mlerisr 110 dia 3 a larde. No dia
I publicon openodico Ihhmi'i amacarla.deS. Ele.,
que alucm denominoii linpressoes de viagem.
QComertia del ftotu. declarandonoeeneontrou
nrsa r ,.! 1 parases <\: dillinl inlclligeiicia, Iranscre-
ve o seguinta periodo della :
.< Meu an.igo lia o Sr. general fallando do de-
parlamenlo d.i Colonia:, esle di parlamento, pelo
poueo que eonversei rom ot mena amigos, en o en-
ronlro bem dispoalo a sulenlnr a paz publica, e a-
poiar u uoverno, desde que a aulondade marrhe no
caminlio da jo-dicri e ila cqnilade. n
E accreseenla n jodicioso puhlicisla qne, secundo
ihe parece, a neohura dos deparlamenlos compele o
diwilo d reiisten-ia on de rebelliro, teja qual f*.r o
' juizo que forme dir a uiarcba do geverno. Asje-
rarehlaa aoriaes leam eslabelccido a escala daa res-
ponsabilidades, a -o a ellas cabe o diriiln que eqili-
| voradanieiite e atlriboe ao departamento. ,\ ciusli-
luir.io do estado marcee qual a respoosabilidade do
governo qun nJo isa pelo eamioho dajusiiea eda
jequidade, e nao aiilorisa a iieiihuin ilepartameoto,
'como a nenniiin individuo, a apuiar ou resistir .1 scii
lalanlr a marrba da autoridade.
lio-tuno- daaphraaaa elaraa,diz anda ojornaliala
porque a- ambiguas determinam ideas obacuras;
nu qua loca .1 ordom social he ni is|.....avel ser cla-
ro e explirdn ao ulliino poni.
Aqu eniiou no ma ."i, proeedeiile desse porlo o
I vapor de guerra ingtez /l'/lnmi'. Nelle segnion Sr
Cbrishe. miiii.lio ,ia lir.'.a lrelanha, para o Paran'
mide, segundo se ! ee/, alim de enlabelarem negoi Lices relaiivas a. re-
pblicas do Plata, lieos os lade bem.
No da 13 dirigi o enverno a-honradas cmaras
una eommonicarao solicitando a prorugarflo de -as
sestees, para qoe os honrados legisladores pode-sen.
lomar em cunsi.leracao a lei do urcamenlo. ; com-
municir.n l'.i lavoravclmenlc rolnida, e as cma-
ras declararam-sq prologadas ale li do correle
No domingo, lodo pastado, verificou-se a solem-
ne abertura da escola de beneBcencia publica, na
commoda locahdade que Ihe foi destinada noeditl-
co do hospital da candada desia capital. Foram con-
vidados para o acto a governo supiemo, e instillo
de insliuccAo publica, a jimia econmica adininislra-
liva. a comniisso de caiidade e os collegius da ca-
pital.
t) distinclo profesaor de calligraphia, t. Juan Ma-
nuel Bemes de Irigoyen, receheu a nomeaco de
inspector e director da escola, t) hospital foi" Mase
da flanqueado ao publico, assim como o salo da
escola, primeira ueste geuero que se eslabtlece no
raz.
Fazemrs votos pele dcseDvolvimeulo e progressn
desla ulil nisiitinrio, tanto mais uecessana e apre-
ciavel, quant'o he realmeule sensivel a ausencia da
educacao primaria nesla capital, sobreludo para os
meninos pobres ; sendo doloroso e afflictivo obser-
var que a mocidade, vagando constantemente pelas
roes, perde o seu lempo precioso ; e, a par des ter-
riveis hbiles da ooiosidade, conlrahe todos os vicios
que Ihe sao inherentes.
O commercio da capital fez subir presenca do
poder execulivo urna represenlacao, na qual chaman-
do 1 allnirao do governo sobre a exorbilaucia dos
direitos da alfandega eslabelecidns pela tarifa vigen-
te, e sobre as peas que a respectiva lei poe ao des-
pacho dos arligos de reexportarlo, pede que. alen-
las tae circomslancias, e os prejuizos que deltas re-
sultan), quer para as casas introductoras, quer para
a massa ger.il dos consumidores, e aioda para o pro-
prio fisco, se sirva o governo determinar. 011 prupor
as cantatas unri mo.1ilicac.1o na le da alfaude-a
qu, concillando lodos os iMerestes, cstabeleca frau-
quezas tiherae-, e dimioOJ a paula .ios direitos, ac-
tualmente em vigor.
Pouero ser fundadas em boas ralbes as queixas e
as clamores do commercio de Montevideo ; be bem
possivel que a' apoiein os priiu ipi.sda -ciencia eco-
nomira ; mas asta nos pareceudoque o governo, ani-
da mesmo convencido disto, nao poder dar-lhea pnr
agoia defeiimeulo f.voiavel. Os apuros linanceiros
da acluali.lade, os compromissos peruiiiaiiua do es-
lado, prolcslam allamenle conlra e-sas desojadas
franquezas libertes,cuja resultado infallivel, ao me-
nos nos piunciros lempos, seria lomar anda mais
dillicil e complicada aja batanle Inste sittiacV dos
corre* pblicos!... A milicia oflici.il que Ir'ouxe o
Camilla da raliQcacBO do tratado de paz celebrado
em Pars, pondo termo a guerra com a Kn-sia, foi
festejada na firma do eeijlo Uto he, as emharca-
ces de guerra das potencias alliadaa surlas no porto
embaodeiraram e talvaram com -21 liros,e os agen-
tes diploiualicos e cn-ulares em lena ijaram lam-
ben, os seus respectivos pavilhes. "
A divisao naval brasileira aqui estacionada acom-
pauliou os vasos de guerra das potencias libadasees-
sa deinonstracao ; o que especificadamenle declara-
mos para rectificar o engallo em que cabio o e"o-
..rr/o /..'/ /'/.i/u a un unca 11.lo i|u os navios brasi-
leiros liuhain joUiniiisado ue-s. dia ; |il do passadoj
o anniveraario da roroacao de S.-M. o Imperador!
Posto que geralinente se taina que nao loi em io-
nho, mas em jullio que leve lugar a coroacaodo Im-
perador, julgamos romludo rouvenienlc fzer a rec-
tificarao para prevenir os commenlarios maliciosos
dos que anda enleiidem que a diplomacia consiste
ua intriga e no mexerico.
N'o us devemos esquecer de registrar urna re-
solucilo do governo. sem duvida de nleresse para o
commercio marilimo. Por decreto de l'.l do pastado
maudou-sa dissolver a sociedades de pralieoa dcste
aos diversos portas do K10 d.i Prala, cralas pela de-
creto de 27 de marro de ISi. Alaqoi, por ellei-
lo 10 ullimo nliilii decreto, as embaicar.es eram
olu|gadas a receber o pralico que Ihe enviavam as
referidas sociedades, as qaaesgozavam de una espe-
cie da privilegio exclusivo. U'ora em diaole, porem.
segundo a inivi-shua resolucn, he livre ao consigna-
tario ou eapiao a etcolba, entre os compelcnleincn-
te habilitadas, da pratieo que mas eeofluee loe ma-
pire para guiar o seu navio.
i presidente da repblica acaba de usar de urna
de -uas alias prerogalivat praticaodo um aclo de cle-
mencia. Eslava niudeninailo morle pelo respecti-
vo Iribunal um capuio de nome Saboredo, que para
cumprimento da senlenea devia entrar pira o oralo-
rio no dia lil do pastado. Na vspero, porem, urna
commiatlo da icnhoraa, enlre as quaes liguravam as
ios prioeipaea empregtdot do paiz, e mrsmo alguna
detlee, pedia 1 S. Exc. que, usando das allriboicpes
qu- a lei Ihe oulorgava, se dignataa perdoar ao reo.
A npplica do bello sexo foi allendida, e a pena ca-
pital do capiUo Saboredo cutnmulada nos anuos de
prisao marcados pola le.
No da XI liveram lugar na igreja matriz desla ci-
dade os fneeraet do (nado general argentino H. Je-
rnimo Co-u, victima, como ja nulicianios aos lei
lur-s, das dissanset civis desies paizes.
Segiicdo nos informam, us luueraes foram tellaa
com toda a prompa, leudo sido numerosa a coiicur-
renria, pois qoe a linado conlava aqu muilos a-
migos.
.Isjornaes dodia-J partleiparam ao commercio
deala capital que o nosso incansavrl e illuslre conci-
dadao o Sr. harao de Man mandava aqui fundar
lainbcn um banco, cujas 0|ierace dcveiiam come-
car no |. do eorrenle. Segundo o annuuciu publica-
do nos metmot jomaes, o eslabeleciiuenlo se oceu-
par de descontos, far avancos sobre valores cou-
vencionaes depositados, c abrn conlas correnles
com as casas que com elle quciram unlabolar rela-
ees, conveuciuiiados previamente os inlercsscs a de-
bito e crdito. Socar sobre o K10 de Jaueiro. Lon-
dres e Paris aos cambios correnles, e aos prazos do
eslylo, e etnilliri bilheles de crculai;,l.i. O capital
do banco he de .OO.OOO palacOet, que equivalem a
cerra de 1.000 conloa da nossa moeda.
Or. harao nomeou enrarregado gerente do esla-
belecimeiilii rom lodus os precisos poderes, ao Sr.
Dionisio R. (ionzalez em primciro lugar, c em se-
gundo ao Sr. Francisco Luiz da Cosa Cunnaiaes.
O Sr. Dionisio (ionzalez he um r.avalleiro eslima-
vel, que, as necessarias habililavAes para o encargo
de que foi revestido, rene urna repularao ilhbada e
a inleira conliaiic,a do cuminercio desla" prara.
Como era de esperar, a fundado du eslaheleri-
mento de crdito de que (raamos, saranlido por
um nome lao condecido e respcilado, foi geralmciile
acolhida como um imprtenle incentivo para o des
riivolvimenlo e progressn do commercio de Monte-
video. Assnn o dedarou unnimemente a imprenta,
e, segundo us consta, toda a praca.
Entretanto, aprzar do lisongeiro aeolhimenlo pu-
blico que leve, e das condio.es claras e explcita do
programma de sua existencia, tempre houve quem
se lembrstse de oppdr embargos ii fundaiao do novo
banco, o Sr. senador Manoz apretenton ua cmara
a que perlenrc una mocan, para que se pergunlasse
ao governo com rfue tnlorisac,aa ia o Sr. harao de
Man.1 eslabelecer um banco nesla capital.
Uix o jornalitta qua nioeomprehenda que carac-
ler reprsenla o Sr. fiscal gerul nesle negocio, que
a'-cao gublica pode dedozir, qne iefraeceo de lei
pnderia dilatar ; nem que competencia se'arrocoo o
Sr. ministro .10 govern pora mandar 'suspender as
opi ra;-s de ulna casa de commercio, sem o juizo
previ anea leis preceiluam. Segundo nos consla
de boa fonle. a oidem do governo he -1. relaliva i
miatao de bilheteaon vales do banco, e nao i.s de-
mais opera^ies do etlabelecimento.
Por nossa parle, observando apenas que mais re-
gular e conveniente nos parece, tena sido que o go-
verno, a jnlgar precisa temelbante deliberacao, a
hooveste tomado logo que, pilos avisos pblicos, -ou-
he da fundaran do banco, e nao depois que esle cu-
merou a funecionar, aguardaremos o desfecho da
queslao para, em lempo, coinmuuica-lo aos leilores.
O vapor de guerra hrasileiru Ypiranga, proreden-
I? do Paran, que enlrou ueste porio no da -> do
eorrenle. trouxe jurnaes da confederaran ale 25 do
paatado.
Dclles consla que naquelle dia leve lugar, ao meio-
dia, a trocadas ralificaces dotralado celebrado com
o imperio em 7 de marro do eorrenle anuo.
O Sr. commeudador Joaquim Thomaz do Amaral,
encarregadn da negocios de S. M. o Imperador, foi
mlroduzdo com as formalidades do eslvlo ao salao
principal do palacio, onde o esperara "o presdeme
da ronfederasao, reveslidodas insignias da ordem do
Cruzeiro, e acompanhado dos ministros de otado,
dos leadores e depuladoe, e dos principis empre-
ados da adminislrac.au federal.
^Segundo a epiniao dos individuos, a mnr.io do Sr.
Muoz he desliluida de fundamento, e 'nao pode
nem de leve tmburacar a existencia do aslaheleci-
mcnlo de que nns occopemoa, poii que o novo ban-
co nao isla no ca-o dos qm, conforme a legisltcdo
do paiz. carcccm de previa aulorisacrto do governo
para fooccioriar. lato mesmo inimedialamento toi
dito por qoasi iodos otjornaes, havendo o Comer-
rio rl Plata lomado ndianleira na queslao, de-
montlrando que o esiabeleeimenlo que mandara fun-
dar o sr. bario de Mana', bastado em um capital
determinado, em seu crdito proprio. e-ta' em cir-
cnnMlanciai idnticas a's de urna casa qualquer de
conimissocs, de cunsignarea. de compras n ven-
idas, que decerlo para eslabe!ecer-se nao precita pe-
dir lirenra ao g.verno.
Neslei lermos, e nao leudo havido ordem em con-
Itranoda aoloridade, o banco rflectivimenlc inslal-
lou-se no da I desle mez, como o annnuciaia o seu
resprclho gerente, e comecou a funecionar.
No Comtreio 'l l'aia de hoja .vcin. s porem
que, a" requisicao do ministerio fiscal, se expedio
ordem peto e*rn\ao do governo ao gerente do banco
para que uapenda uasoperacfS.
A solemoida le foi saudada com urna salva de i\
liros ; e urna guarda di infamara de liona, com a
banda de msica dt capital, fe- todas *> demais
honr.-n dn cosime
t Vbmoa cora a malor s.-ufac.io .j, 0 Ao-ional
.Iri/en'iiio. que lemos a- vhia, ebegada a seu lernK
negiciacao com S. M. Imperial, que aprenamos
como
a.Iluil:
um dos fartos mais vanlajosos e honrosos
traran aclual
No aesmo nnmera du Saeitnal a que uoj referi-
acha publicada a le do soberano congresso
prova o tratado, a qual he concebida nos se
termos :
aado e a cmara dos deputados da Cenfe-
Argentioa reunidos cm cougntio sauceie-
111 rorea do lei :
I licam approvados os viole e u
consta o Halado de amigada
rao celebrado Desla capital
siao pe
confed
aqu i
And
oiauio m renmim ouasta Fttu 3 01 jlho ot 18S6
ma penitencia, ou a fume o devorara Na praca mesmos apregoado fazenda-sa a chamada das par-
pas-eiam garantidos pelas palmillas, e no malo nao i les e (estemunhas.
da
mos s
que a (I
! guinle
ll
dei ac.i,
nam r
A
de quej
naveg.
de n
i no da
I llrasil
! lela
iinenlu
i guay
com rrkerva do de imite
publie em rrlaro rom
anda i aoforam delermiuaio:
A11. i Communiqi.e-se. ele
ni.ii- cuininilaute
escapam das nnhas dos tii'iiirt
caterva de eabresleiroa !
Musen. -- i; v i-i i- em cerla ra da .... urna pe-
quena casa, ou ii.. ia agua, que hem se pode chamar
um museo : nella inoi,un.segundo consla,vinle pea-
Mi de diversa-cores, (ainaulins, profissOea, e indus-
tria : enlre ellas se nula com especialidade um 1110-
leque, que leudo .'lli pollegada de altura poder..
I contar 2B annos de i a le, e oulro, que lendo seis
| palmo* e niel
ni ailgi s beca Ires palio
lie istu una mera formalida.le. principalmenle
quinto a estas ; logo taremos oci asio de dizer al-
guie eousa a este espeilo.
II
Nu dia .1 abri a marcha llcnjamim l'alacolo da
Suva, pardo que declamo ler viule anuos, i nxaia
pareca perlenr-i a fainilu do, OraHfoUntgo* do
que a raja humana. Ilavia sele mei.es que Pille-
lo achando-se crecido da chelpa, ttsentoo de ad-
. rnmmercio
Paran' no dia
o de pomas apenas lem de corpo e ca- ,quiri-la a ru-iadc um tal BrandoComloia desanatos
ios; rile enie alravetea de urna calce- no pateo do Terco; irrebalando-lhe tres pares de sa-
l ler o incominodo de dar mais do que
u. Exi-le mais urna mulher, que soffreo-
,; I.' "'.'"^ e ^'', :'"re -""'- d" d" "i,r" "" "- ""Hla qoas, lodos os da, .por
uul.derarao e o do & II. o Impera..... do monumu,,., trepar em cima do entre alguna
peto lermedio de seus respectivos plenipo- meninos, alim de ver se he molestia, nu vento ; esta
l Vt ""ICI",lf^-,' I'"- reconheei- experiencia lie lena con. tal grlaf,que faz horror, e
la independencia da repblica do Para-
njn ralilicacao se eslabelece pelo arl. li he
lerrloriaes daquella re-
* da Confederaran, que
No il ia II chchn o f.flemun a' capital da conle-
om o Sr. Clirislie, ministro pleni polen-
la Graa Bretaoha. '
. aidimcia publica da recepcfiooffielaldS. Exc.
i leve lugar no dia 35, pela urna luna da
rom todas as solemnidades do costme.
endo-nos de inleres.e para n imperio o rn-
liscursos pronunciados lies-a neca-
o ministro da Inglaterra e pelo presdeme da
- dmonos ao Irahalho de Iraduz-lus e
de
riano
A
lam
larde,
Pan
nhecim ,'iio di
iracao
transcrevemos
j-posilar suas credenciaes as maos do gene-
ral l rr, ui/a, disse oSr. ChritUe i
Se hor.-Ao entregar a V. Exc. a carta pela
uha mu bondosa soberana me acredita m-
malo ilenipotenciario junio da Confederaran #.r-
ten.it. a honra de assegurar-vos qn'e o ge-
qual m
genliut
verno e S. M. lem
guas su
uaces
O
deucias
polilica
Franca
por um
ao prin
vossa ai
grande
firme
n
lie
Iro du ir
en no I
pera ule
inoslrc i
euipre
O gen
iras qu
o He
essa po
A Ingl
indepe
para o u
ci. N
nu ii.pni
por mei
perio fr
idade
i vivo iuletesse na prusperidat
h?",' J T,nc,"s- V' Ejc- <*< '"-roso motilo de
naver r, , lenores da confederacao ao commercio das
slraiigeira.
overno de S. M. ve com loleressa as len-
acluaes para o desenvnlvtueiilo fuluro da
iniciada pelos voseos tratados de 18.53 com a
i a Inglaterra, o governo de S. II., eslou
eerto, sihera cm a mais intima salisfacao que vot-
r/."e'e, ,.'e-",,|Ces cm o Brasil lerminaram
- tratado que d. mator exlensao e nova torca
ipi da l.vre navegaCao lluvial e cousolida
Inda rom um vizinho podeoso. Sem ce-
der ao i npulso de nenhum senluneiilo egoisticu es-
peramu. no intercose da civilisacau e da humanida-
de, ver os estados lnnilroplie. do Prala, e de seus
";:ir;*liW' ''"O' iodo por ,ma amz'd.
nao, e unidos na emprez, de abrir estes ii.ag,fico,
os ao ia proprio commercio e a,, do mundo
iBeitO do acaso o haver precedido o minis-
iperador da I ranea, que breve estara' como
irana ,paia Inhular suas honras em nome do
seu gev.rnoao chefe da Confederacao Argn ma a
piramaiifesur-lhe, coraigo. n des'ejo commum '
- vernos peto proares-o do vosso paiz em ludo
slilue a riqueza, torca e honra
ineammoda es vizinho
--'lemos excelleules noticias da ribeira de S.
Jos ; breve la Mfaremot; por ota damos quarrnle-
ua. lano mu. ijuaulo foi um marcador de lano
crdito romo um lio de prala da barba tonga de 1).
Joan de (.astro ... Con. ludo nona um.s tarrOHt,
Convam
paira melle-os dentro da camisa e doila a correr.mas
o eflendido grila.o no-so larapio he perseguido,e im-
medialamante preso com o furia as maos. Assnn
o delicio e a cireomslaneia do flagrante tchavam-te
sobejamenlt prov idr-s ; e porque o crime fora com-
mcllnio a nolle, a ju-tlra pedia para o tal araan-
tana" i anuos de sotla, gta'o mximo do arl. "iT
do cod. penal.
Palacolo apresenln-sa sorn palreno : os poneos
hachareis presente! recusam-se a dcrende-lo ; a fi-
nal umdos juradof.o l>r. Coala Ribeiro.a convite do
Dr. juiz de direiln. encarreg-se da defeza.
I.al.e aqu nina observaran. Se
O ar. que o hnmem respira,evapora-se, o alimento
qoe loma mais o arruina, a Ierra, que o sustenta ex-
ha'a de si hediondos,e pettlferot vapores, que o des-
liuem gradualmente, o homem em lim vive em
conlit.ua aguara.., em incrs-aule lidar, le que exle-
lenuado fenece, acaba, expira, e morre.
As idadet diversas sao coma eras, successoesde dif-
ferenles idades, e cada instante leva comsigo uiua
pule de sua duiarao, e vltalioodo.
E na verdade, senb es, senda o homem um ag-
gregade oe barro petos mistos, de que se compoe,
airuinailo quefcteja nm o orgao, dismantella-se
machina, ludo se dissolve e torna-seno ni
de que eniao era.
No-sos anuos nao sao mais do que um sonbu da
nuile, dizia um celebre, piadoso,sabio e illuttra his-
po. --Sonliais, que leudes vividoaqu esla ludo u
que VOS resta :ludo esle iilcrvalln. que lindes pas-
udo desde o vosso n .-rmenlo al lioje au be mais
demia receben pleuamanle o grao de bachairl
da >> de oulubru de 1850.
A fama de sua inlelligeuria, -u..s maneiras r .
diracSo para ai lellrat fizaram, qua .ma aaatffjna
de Iliteratos daquella provincia Ihe cufenase o di
ploma de sncio effcclivo da a.oeiarao-Enaio Pin
Idsophieo Paulialano.Aunoso in-r vir dep,,-
lo uros de sua* fadigaa escolares na mina de .,.
pingcnitores e osela las com u respeilo de um lili.,
obediente, ale e demoia se quer um ao montalo
em para sua provincia, em cuja capital cierre cora'
muda honra e dignidade o cargo de presnetor pu
Cinti 11.1 co por .-|nr.i de i annos.
Enl.i.i como palrnuu da juslira, na deitiu .1,
persegeiro erime, nao se valia dr mesquiuhaa m
Ingas, e dirigia-te sempre com iuleireza e carcter
Vagando o lugar de juiz innni ipal e urpb.li>, da
cidade do Penedu. e rec.nlier-ndo o governo [-
vincial sua dedicaca pela
mas eslar de accordo rom o que a juslica parece re-
(.mi-la-nos, em cerla matriz osces vao entran- clamar, o confiar a defeza as vezes dei causas im-
oo sem a menor ceremonia pelas portas, patseiam, c portantes a mocos novos, ioex|ierieolet. que deleu-
quandn mullo Ibes parece, sahem ; e se enconlram dem quasi tempre de improviso, sem o lempo devi-
a poila o sacnslao, e.le Ibes d .aslaulnla, festeja- do para relleclirem, para ouvrem o aecusado
ot. e llixa-lnea at cabeeat: islo he, porque sactisiao. e procuraren! iodos os meio que Doderam anra-
"'" "V;''"",3 Tk**T*'K \ ,",:'r ".'"" PreM-"' 1 menos que
nao sabemos qual seja o guarda do fiscal que se nesconheca essa prelenrao, essa garanta qoe
nussos g
que c
liaran,
o II
para reriresenla-to
de urna
ando sido escolhida peto governo da s. M,
ir. Ex
ser orgau de seus seiilpienlos
espero que, por deficiente que me
ouiros espeiios, V. Ec. me oncJolr.
spirando a., de.envolvimeiilo dos -bundau-
le, e enJenlos que esle paiz conlm, c a' com nu" -
lirelanb ea Confederarao Argentina.
ral (Jrqiii/ajrcpondeu :
miiiisjro plenipotenciario. As oobres pala-
acabada proounclar conbrmam
i publica qze segu u meu go-
mis juizo, e nao injuria urna corporae.au lao digna
como a de urna cmara municipal.
Dizem que um cavalleiro. na entrada do Man-
Buinho, pisia urna pobre velha, e na mesraa oc-
ca-i,iu um carro ia mais adiaule pisando um me-
nino.
-- llonlem dous cavalleiros a par cornram a toda
brida pelo aterro da Boa-Villa, passando precipila-
oamenle por enlre o novo. Senhores fiscaes, consi-
deren! a ordem do digno senhor Dr. chefe de po-
lica. '
Convcm que os senhores inspectores zelem o
mais possivel o decoro publico, nao permiltindo que
retas niulberes zombem do bnm senso, laorando
urnas s uutras palavrasobscenas.
He ehegado da Parahiba do norte, a Iralar negocios
...........1ao
iln proprio ciimiiioso a peua maior du que a fuete-
ada.
A promotoria, dipois de prcen-hidas as forma-
lidades do esllo, sosleulou o lihello accusalorio rom
os auto que provavam o articulado no hbello
em todas as soa* parles.
A defeza lamtntou que se soobesse o lempo pre-
cio. do tribunal com um fado lo insignificante: al-
legou que sele nuzes de priego era lempo mais que
snflicieiile para fazer espiar o rrime ; nolou al-
gunias irregularidades do proeasao, como por exem-
plo,o fado de se nao dar ao processado um curador,
derlarandu elle que era menor; disse que esla fal-
la substancial aunull.ua o proresso, c loniava como
e nao exislisse a provt em que a aecusacao se hasea-
ronlesluu a aegravanle da noile. |.or quanlo
V. Ex
opporlu lamente
verno
para inim da mais alia salisfacao ver que
ira en, a svmpa.lua de S. M. a rainba.
irr.itoi sempre, desde os primeros dias da
nv".l i"'". "."" Um ,,-e'"e f""lcriu
amvol.imentoda dvilisatao e do eommer-
sle seulido a nacao que V. Exc. vem dig-
reprtaenlar, lem duplicado os seus esforcos
' da allianea amigavel conlrahida com o iin-
lorio's; 'mm,,TS UC,0, "" tortto "leos
rohujdaT "" S"erra tA f"1,"Deule (er-
ada
o Os
seao ei
enerosns desejos manifeslados por V. Exc
acra '..V S'"!sfe,,us 1'to lca a eslreitar ,a,
n lac de amigada que uue.u a astado! do Prala
lie e.le o meu mais ardenle anhelo <>......'.- -
felici
Ouetu hasear
aie da miiiha palna sobre a juslira, sobre a
n.,;' i' r"|u"a ,mbu"- A "ntelhanle li.
'.hvTm'rl.cl'e?H|rSe"Au,f-Hl"f,"r""10 d c --
itvam-n(.relaro.s com o exterior, c especial-
menle m os ciados vitinliot. \. Exc. enhce
d" i;: TES "e ,rveu^i""' S52
lira al. E.le e a Confedcr.rau Argenlin. sau
ra que
.us puros amigos, cem lodo o sentido da palavra
commr.e V"""IS "" l'",*'e'* "* "Hvegaiaoedo
commei co do nosso immcuso litoral.
.....menso litoral.
I. -me lisongei.a a esperanca de ver muilu hre-
el capital a repf enlanle do augusto alliado
duas'e l,t ,a*"- V.-^""."'" "e .migado das
uuos gr in.le, potencia
eticle sobre
do
salemnnho
-Of anche de prazer pela hoii-
mulla patria, e porque pro-
sd a'nn'.V'T ": "'eU B"Ver" legltim s reprsenla,, es, e a mais alia expre-so.
u .V "r' n"u'*"". eiicomrara'
melliur i disposiroes para ajud
di poltica du governo de S. M
reitar cada vez mai, as amigaveis e e.xccllenles e
larucs ene ligan, a (ir5a-Brelaha eom a Confede a
cao e c m s seus coacidadaos. Pelo que loca V
onsidero-odig.,i,si,odaiiiissaoqoe Ihe esta
em inim as
as vistas elevadis
a rainha, c para cs-
Eic.
r,.i.i: ., -ii i ..........."4i me esta
cuida, a, e Ihe oesem luda a lelicidade duranle sua
residei n, Mb o cL-u argentino.
O .\k*onat, depois de iranscrevcr estes discur-
o H -,T V re,erencia "es feita aos Iraladoscom
nartn\Te S" Uda C0"' *0,e' ** *
parle ciinressainos que notamos tambero com aprero
essa referencia, sobreludo no discurso duimnis.ro da
Inglaterra, que nio cosluma prodigalisar desses ta-
rares ao nosso paiz. '
ri^atTaatSK "a lrouve pi'anga nnlras noti-
cias da, contederacao que merecam ser moi.c.onadas.
Do ueuus Avres. cujas dalas alcauram a .Ido
correle, o que na nicamente de importancia he a
impressao que havia causado no espirito publicu a
nolice, all levada pelo vapor Assnncion di Paran."
d. adop,;aoemgeral do prjeclo que se discuta na
camar- dus deputados da cui.rederac.ao, eslaheleceu-
do o pagamento de diieilus de impor.acao .,ara as
mercadonas europeas procedentes de Buenos-Avre-
Anda ate esle roomeulo Dato regressou do Para*
gnaj ti Sr. Borgas com a ralilicacao dos tralad-as.
laomoJ poiem, ja expirou o prazo fixado para onre-
eiichitheiilo daquella lurmalidaue, he pro*avel que
*e nao faca esperar moilo. '
esnedir-not-hemos por hoje dos leilores commu.
nic-udo- hes urna noticia que acabamos de ver no
Nac/ojiof desla taide. Segundo elle, esla'conrluido e
lirmado o Iralado queo ministro das relares exteri-
ores fin aulorisado a celebrar com o enca'rrcgado de
negnefos da Prussia. o cavalheiro Von ulich.
(Jornal da Commercio do Rio.}
P4GINd AVULSA.
- Nos jornaes" que nns chegaram da corte impa-
li inglez, e a que nos referimos em o numeio de
qticl
hont m.'acharoet mais algoma cousa quVoos mdlea
que ia ses,ao po dia 11 do eorrenle. na cmara dos
depilados, houve u que quer que seja. que lalvez
pos.; esclarecer cabalmeule o negocio dos Africanos
cm eriiihaem.
Si gando o Corris Mercan! de \>, fallando o
Sr. lindan acerca do famigeiado couliahando
quai do se discuta o re dono do ministro da jusli-
ca,i Sr. Jo-e Benlo aproveilou-se da occasiao, jus-
Ulici u o seu procedimento a este espcilo, rpresen-
lain o lodos os documentos relativos, e fazendo a
lusiiria minuciosa de lodo o occorrido.
E n nenhum du jornaes que recebe'mos, os quaes
cheam a 15, encomiamos a scssSo do dia II To-
dos e referem muitu perfuiicluramenlc sbreos de-
hale i desle da. Entretanto, dh-em que appareceram
laes revelacoes, que causarain iudisivel sorpreza
.Naoisabeinusdeque netnreza foram nstaa revelacoes,
maslcomo o vapor trance/, deve chegar hoje, he'mui
proJavel que jinauha o espiilo de curiusidade eia
saliafeilo.
- O vapor S. Sahador annimciou nn tabbado que
no < omingu liratia as malas, e com elleilo assim o
fet; entrclanto s honlem lerca-feira toi,que seguip
a su i derrola para o norte. Ora esle piucedimeulo
heum pooco desagradavcl, e al cerlo ponto preju-
dci I aus inleresses do commercio e de (oda a genlc;
pois que, como ninguem conlava cum esla segundi
ocio, nao M pode aproveilar dos dous dias qua
dectrreram depois do anuuncio da partida al de
real
seja
pap
lerr
n
>, Sal
qu
e e<(
toi
ras
lli.i
da
visi
-..'n ',i
negocios seus, o Sr. advocado Antonio Borges da dixendo sicomas leslemunlias qne O crine fora com-
n'.-, i a -.,., melldo as 7 horas, entre nos naquella eslicaa
U. i,P ""la"* 20 de julho 72 doen- | :mez de noveinbro' as 7 horas da larde anda ha res-
- Ula 21 ,1. ^ (o, de luz, e se nao pode dizer que baja mulo no
At am.inhaa. aigor da exprsala temo parece ser necessario pa-
it uvivi'ncni t- qlu lenhl l08" fl 8n,WBt : (malmenlc dis>e
Jl Itt un HhUIL. que Ihe pareca, queo aecusado mo devia sollrer
16 de jolfco. ] com a pnnifio, por eslar Comprebondido no 1 do
Presidencia do $r. Dr. .tlexandre llernardmodos ["* l do Cui1- n-ll> <\"e lie n.uilo gennico q'uando
llets e SUra. ,,n loncos de todo o genero e o accuas.ulo mos-
Promolor poblico, o Sr. Ilr. Antonio I uiz Caval- '"," aia'-'< ''" 'l"e a defeza apre-
canl de Alhuquerque. tentara como prova os ditos de duas ou Ires lesle-
Escriviio, oSr. Joaquim Francisco de Paula Ele-! l!"".'l'a8-'!o lr<"'cwo> c,"n "s 1** combinavn a
ves Clemenle. declarac,ao que um medico e jurado prsenle, o Dr.
Advogado, n Sr. l)r. Gemiiiiano Aulonin Vital da Ko'e,"'0> f"'a P"''s aecusadu mirara na tala.
Oliveira. Promuluna lomou o negocio a serio, e re-
pella a chamada s III horas da insulina acharam- q"preu 1ue I"0** ouvido, del.aixo d< juramento, o
se prsenles li senhores jurado. iiie-mo medico que declamo nao poder fazer
iilinin i as-fvc r.ic.lo ,i tal respeiio, visto como de
mandava 'so um exame mais serio, masque pela
coiignracao da cabera e oulros indicios o reo mos-
l'orain mullados em mais 20j rs. os senhores ju-
rados ja molledos nos anteriora das de ses*,1o
Aherla a listan pelo toque de campanha, foi con- ,,
duzido barra do tribunal do jurv, para ser iulca- I ler perfrilas as faculdades snperiores.e a-
do, o ro preso Alexandre Jola, que disse cha- i 'ir"""-> "'"''o do idiolsmo, se nao era idiota
mar-se Alexandre Jos Francisco, aecusado por cri-1 ** i'i- .
me de ferimentos, graves feilos na pessoa de seu ir-' e,p. / "eP1.1" consisliami na retolacao e
nao Antonio Francisco, no dia 8 de agosto do anuo '""eMM:-<" das consideraces ja tollas, oceupando-
pa-sado, leudo o mesmo reo por seu defensor e cu- Pmolona especialmente em fazer sentir qoe a
rador au Sr. Dr. cima referido
Foram sorteados para cumpor o ronselho du jury
de senleiira, os seguiules senderes:
Joslino Pereira de unas.
Fraucsco Aulunes Fcrreira.
Jo.lo Francisco Regs Quinlella.
Jisc Filippe Nery da Silva.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
.I"-, i .auma/ de Campos Qoaresma.
Flix da Cunha Tcixeira.
Maximano Francisco Huarle Rcgueira.
Jos Esleves Viaiuia.
Porfirio da Caoba Mureira Alves.
Anlonio lionralves Pereira l.ima.
Hr.Clenicnle.li.se Ferreira da Coala.
Os quaes piestaram n juramento em vuz alia so-
bre o livro dos Sanios Evaugelhos, e tomarainasseii-
lo nos seus respectivos lugares, separados du pu-
blico.
Depois ilc prestado dito juramento, foi o reo in-
terrogado, e em sen interrogatorio disse, qoe estan-
do no dia H de agosto dn auno passado na ribeira.
um rapaz, que elle uao conoecia, nisse-lhe qua em
casa de sen iranio linha havido om barnlbo, elle pa-
ra la se dirigir, e llegando no portan da casa de seu
|| ni.ia ah encontrara sua cunhada, que Ihe dissera
(osse chamar sua mili, e que nao vira seu irmao le-
udo, e nem no dito dia 8 de agosto livera allcrca-
cao alguma com elle.
Fez-se a leitura de lodo o proeessu, e depois della,
o Sr. Dr. juiz de direiln dco a palavra ao Sr. pru-
motor publico para fazer a acensaran, e este a fez,
dizendo ler sido o reo o autor dos ferimenlos feitos
em seu iranio Anlonio r'rancisco, que p crime esla-
va provado, e o reo incurso as penas do artigo 205
do cdigo criminal, e pedio a condemnaedu domes-
mu no grao mximo do dilo arligo, por se darem as
rirrumsianciasaggravaules dos $$ b e l.'t do arligo
prisiio preventiva nao poda ser lida como pena, e
quenjuiy nao podia rerouheccr a justificativa, por
nao estar sufllrieolemenle prvida, pois o reo dera
prevas do contrario respondeudo ao interrogatorio
na presenta do jury.
Fosse ou nao loase idiota, o Dr. juiz de direito fez
umquisiloaojury sobre essa queslao, e respondeu-
do o mesmo afirmativamente, rieixou meslre Pala-
colo de chochar aquillu a que suas boas obras d-
vam-lhe oireilo. Nao censuraremos a decis.ln do
tribunal, ainda que nos paraca que Palacolo nao era
iwrreilamenle lonco ou idiota, masemlim o negocio
foi nsiguilicantissimo, e e sete mezes de prisao n.lo
corrigiram o tal larapio mais um mez ou dous pou-
eo adianlava, cumpre porem que l*c .- .ni,.r que
aquella deci-.'m nao Ihe d.i dreilo a alirarars .>
carreira do crme, pois Se dpssa vez por doado
para a rus, de oulra podem mauda-lo curar-s
loucura, l em Fernando.
que om rpido Uro, que apena, ouv.sles' ,,,o madudade'u .''n,'0'''.'*'" ""*" Z!Z2 ""
loiv-e muiiu ( proiudade, i. nomea lempi.rarianienli para dil* ht-
lle forros morrer O grande, n pequeo.,. re. < ^anero'oM v'l'''' C,""*Ue '^ o pobre, o polenlado .lalerra, o hitmildyda rboupa. Saintoson,., .i,r i .,.. i. -a
na, o que vesle a toga, o que no campo marcial em- ron.1^!- seu. queridos |>at, pede
punha a espada, lodos na verdadetao rapeiUdos p", v, |, ,,f," ""i TP" ~"t-T ^T" nm^fm "'
o- seus tilolos, e b.a/oes ; a morte porim, ene .., p^} deTrelo de e S M 'i orto P^*'-
exlerminador dos vvenles, armado do tortuoso fer- [, \XfJ'JjrVj, f* "" 'V '*"*'-
ro, nenhuma vassalagem. nenhuma deiTcrencit ll.es accomiitiii. *T2KLT!. %..TT^ ^ndo enls"
presta : hoja esse hroe lao afamado por sua elevada
policio recebe do subdito humilde honras, e homena-
gens de respeito, que Ihe s3o dev ida. ; no mesmo
inslaiile elle as vai render mais solcmnemenle ao
principe du sepulcroa morle.Se agora elle Im
toe, ,', i cur,r-" e onsegair sen restabe
leciinenio. e j ,, d w w ^^
do. (.radualm.me to, p.rde..d .. HiriV^S Q e
houve a U,v,n, Providencia por bem eV.etV. ,?,
cnnselhos termina
pera, osto,,,,Un m^ST^^S. tSS TeZ'^ ^SmZ^m^^mTmTl S \t
. -,-> C'l Pe'toas da diverso, municipios a enllocaran
n por J zes na rep,eent.ro provincial, lua.r oM,
r- o illuslre finado exercia rom dr.iolerewo o mJic,
ii-i.Nada poapava. ludo quanln era hoeeslo itninfav
A gloria, e magnificencia, que nellesresombravain
seu ii.nur respeiloso, suas aeroes heroicas, que reper
coliain de um aoulru polo,ludo desapparece,ilermi
na para sempre ; deludo nao resta mais qua o raes- I pa'rV egran'e. cT an provi,
ino
linio dos hornens
*mpr*?>-
|ue e*m nduido. o LV. .Nudo.; maiS"i- ] *$$l&SZSS&Z<"" "'"' '
*rmft$, pa, eutstj, e nada.
Os principes, e grandes d. Ierra so sao grandes, sii' Era querido"
e distinguere em quanlo tem velalidade. para !.>do i
E na verdade, senhores, onde esl essa cohorte de Viveiulo'ui
persuada
Illm. Sr.Era resposla ao ollicin que V. S. se
dignon de dirigir-me em dala de 23 do iiiczju.d.,.
em que me pede que inlorme a V. S. a respcito
qiieeusuuber a cerca da paternidad! d. enferma
Mana d Assumprao que se achava reculhida, e fal-
lecer nu bospilal dus Lazaros, sendo considerada
como lilha de Jo3o Evangelista da Cosa n Silv.
passo a satisfaz, r a V. S.. Tendo eu ido por moi-
las vezes ao hospital do.i Lazaros, como presidente
do exmelo conselho geral de salnhridade ( uhlica,
e da commissan de hygienne publicare n- lie haveu-
do tentado experiencias com o guano e assac sob
diversos doenles, entre esles ligorou a infeliz de que
V. S. Irata, seudo-me apreseulada como lilha nalu-
ral do dilo Juao Evaogelisla da Cosa c Silva, o que
_ ella me repelut.e repela pcranle iodos,lendo-o anda
lli do mesmo cdigo, islo he, do ^ li pnr haver supe- i frito em presentado Extn. desembargado! Antonio da
mu dade em armas e torcas e de S 15 por ler sido
o crime commellido de sorpreza. Disse raals queso
havia dado supenohdade em armas, porque o reo
eslava armado de uiua faca, e seu irmao sem arma
algoma.
Fnila a acru-arao, o Sr. Dr. juiz de direilo deu a
palavra aoSr. advogado para fazer a defeza do reo,
e esle a deduzindo disse, que estando provado o cr-
eosla Pinto, eniao presdeme de.la provincia, quau-
do comigo vsiilou aquello eslal.elrr'imeiii.,; e lanlu
eu eslava persuadid!, que islo era exacto, que na
nol 8.i de minha > mora a cerca da lepra nella
fallei, omitlindo todava o seo nome, e o da pessoa
de quem illa se dizallha. im atlenrao ao mismo
Costa e Silva; comprimi me acresceiar que me
record de ter-me dilo essa enferma, o que confir-
me, e dndose a favor dn reo as circunstancias at- i mar o regente que all se achava. islo he. que nos
lenuanles do 14 do arligo 18 do cdigo criminal, | primeiros lempos seu pai Ihe mandava 33000 rs. em
slo he, per ser menor de 21 annos, conclua pe-
diiidn a condemnacao do mesran no grao mnimo.
Finitos os dbales, depois de replica e (replica, o
Sr Dr. juiz de direito perguntou ao jury de senlen-
ea se eslava olllcienlenieute esclarecido para ju'gar
a cansa, e como se decidisse pela aflirmativa, o mes-
mo Sr. juiz de direilo, depois de resumir a materia
da aecu-ac ni e da deteza, propoz ao jury as quesles
de fado, e sendo estas intrigues eom o processo ao
mesmo jury, foi ele cotidozido i sala secreta das
conferencias I 'i hora da larde, donde voltou as
e l|i com suasrespostss, que foram lulas em voz alia
pelo presidente do jury de -eiiicnca, em villa de cu-
cada mez, e alguna veslidos ja uzados, e que depois
do que succedera, e se ada meiicionadu ua nota ci-
tada, nada mais recebera.
Il-ir: im1" a V. S. o que acabo de expor, nao
faro mais do que dizer a verdade, e dizindo-a pude
V. S. servr-se de minha resposla como julgar cou-
veniente.
Dos goarde a V. S. Itecfe 3 de junho de 18">ti.
Illm. Sr. commendador Jos Pires Ferreira, ibe-
soureiro dos eslabelecimeotos de caridade.Dr.
Joaquim d'Aquino Foncem.
_ Illm. 8 Exm. Sr.Em resposla ao cilicio de V.
Exc. datado de 5 de junho, nnho a dizer que nao
jt decisao, o Sr. Dr. juiz de direilo, presdeme do exisle eln nieu poder papel algum daquelle lempo, e
iribunal do jury, publicu sua senlenea, condem-
nando o reo a pena de '.I annos e 5 mezes de prisau,
grao mximo do arligo 205 do cdigo criminal, de
combinaran com o arligo 19 do mesmo cdigo, e
mulla correspondenle a l annos e 8 mezes de prisao,
e as cusas, e levanlou asess,1o, adiando-a para o
dia seguinte, as 10 horas da manh.ia.
0mmuni REVISTA JLDICIAKIA.
Janj da llecife.
I
No di i '-' de julho rorrenle, leve lugar a abertura
da segu ida se-sa.i deste auno. Felizmente desla vez
ja se nio eipirimeiilou como de nutras grande diffi-
culilade em reunir numero -utllcei.tr de jurados
para consluir o Iribunal : ou isto se deva a espon-
laneidade dos eidadaea que lerSo lalvez rellecido
subte a necessidade de preslarem-se de melhor von-
ladc ao encargo de jurado, eslabelccido para inleres-
se romiiMiin, ou ao emprego dos meos coercitivos
que a le pretcreva conlra os preguii;osos e os tlm-
iiiisso. em deveres para que devena bastar o unir,,
estimulo do patriotismo, o cerlo he que aquella cir-
comslancii iraz uiidadc a administradlo da juslira,
d-nola melhor comprehensao e everuc.,,, de devores.
Fazemos votos para que nao mais se observe enlre
mis o deplor.ivi I farlo de faz.eroin-se seis e selt sor-
Icios, de notificaren! se muilo mais de cem joradus,
atim de se poder reunir o numero legal.
Havendo a sessilo sido convocada para o dia 30 do
mez prximo passado, nesse dia apenas comparece-
rain l'.l jurados, sendo dispensados .'t por motivo de
moleslia, 1 pnr achar-se no exercicio de joiz de paz,
e lendo llenado de ser notificados .'I, de sorle que os
demais 21 foram multado-. No dia seguinte por
dous diixou de haver casa ; fui dispenso I por a-
char seem Irahalhos de qualilicaeilo da guarda na-
cional ; retevou-se a multa imposta a i qne prova-
ram moleslia, assim como a oulros dous que compa-
recern) e ppresentaram escusa legitima de nao Ic-
rem comparecido no dia anlecedente : e tor-.m mal.
Sr"tl) 7dal T.,?6 t""" """ *,18 d0 COrren,C ,lu ,a'l0, mais ,:1- dii' ^r.earam-s'e ma I, q"e
1 Ta i' i l" i"" "I"""8 : tontos eram os que fallavam para coronl! ar o nu-
co r I ii?.' ,0 m,""'e"r dl di '- ',0 '" '! W. tita como na vesper, sTlavau, ,r-
rorr -le.aqni cheguei sem maior novdade.e arhei a le.nlo >)
Ingiezia afeclada em difireme localidades, romo
a respeilo do asiento da rabada da enferma Mara
d'Assumpco, era c .slume meu n,1o o Tazer sem in-
terrogar ao enfermo entrado, a nalurali.l-dr, eslado,
idade, ele. he esla a raza., porque existe o assenlo
como esl, pnr ella mesmo dizer-me ser lilha de Joao
Evangelista da Cosa e Silva, e ler sido cunduzida a
Maelie hospital pelo mesmo Joiio Evangelisla da
Cosa e Silva.
Em quanio a ordem do memhro de semana, que
au inris..u-me a entrada da mencionada enferma, nao
lenho certeza qual foi o presidente, se 0 Illm. Sr.
majur Manoil do Nasrimeiito da Cosa Monleiro
ni o Illm. Sr. Joao Baptista Pereira Lobo. He, qu
tenho a declarar
Dos guarde a V. Evc. Kerile I de julho de 1856.
Illm. e Exm. Sr. Jos Pires Ferreira, Ihesourei-
to dos esl.iheleciiiienlos de caridade.Frislo Fran-
cisco Torres.
ORAGA O FNEBRE
i # i I Que MOCllti que parle locararUn. eii do aennmi.
que usexequias do finado Dr. Rodrigo j 3a Peiosiienc,o da dor. u ,c,a
Aqui, Sr:
o mais a dor,
cnsules romanos, capillas famoso?, que desde o Ca-
pitolio inandavam. e impiinliam urgulhosos leis ao
mundo inleiro, e parliciparam de tanta gloria?
Queris saber o lim de lodos ellos ? Enlrai no cc-
miterio, nese sitio sombro, e opaco, passai respeiln-
sos por essas imagens de lulo, alravessai por debati
desses emblemas de dr, e melancola, dessas arvo-
res lgubres; abr a pedra sepulcral, levaulai a
lous: fra, que cobre esses aposentos mortuaros !
Ah e o que vedes '.' Crneos hediondos, reliquias
ptridas da msera hunianidade, ridos ossoi. cor-
rupias carnes! he ju-laineule o qne resta dessas per-
sonagens, ludo emfim esta cnvollo as negras som-
bras do p... donde sahira : inpulcerem rtcerleri'.
O sepulcro loma em pu lodos os esladns, (odas a.
eminencias. N'oha singularidade edislincc.lo enlre
as einzas do rico, e do pobre, do uobre, e do plebeu
dorei. e dovassallo. do general, e do soldado, todas
alfim estn contundidas, e promiscuamente deposi-
tadas nesso ceiiulapliio pavurosn !
A nossa vida, diz o labio, e immorlal Vieira, nao
he mais q>ie um circulo, que lazemos do pu ao po
que llevemos de ser. Ijns fazen. o crculo maior,
uniros menor.
Sao puncos, e caneados os dias do homem, diz o
pacienle Job. elles pawam como a sombra, que nun-
ca para: semeliiam a iiiivim, que foge, e d~appa-
rece, a homem assnn de-ce ao sepulcro, e nio vol-
la mais a casa onde morava, nem torna mais a ver
os lugares, que u dcleilavam, e os amigos que nre-
sava .
Abrem-se as portas ua morte, e o homem entra na
morada da deslruic.au. a nina elernidade he todu o
nico bm, que lem de fruir, e gozar! Infeliz tran-
sicao! midonho pas-amenlo .'
Quizera, Sis., queoulro fosse o ohjer'o que nos
disperlase estas ideas Ouizcra....
Mas oh respeilemos os altos Decretos da Provi-
dencia!
Se rae fosse possivel ahrir-vos nesle momento o
meu peito, vertis, que n corarao Ireme, e treme de
pezar.... Verieis.-E .. Sra.,ter possivel, que cu.
u mait indigno des ministres de Jeaos Cl.ri-io, iao
pobre de eloquencia, poste pnencher o lim que hu.e
vos lodos drsejais 1 Possa descrever com linas cores
nsenlimenlodeqiieesiais inleiramenle pussuidos !
.Yin.... que qu nulo o eraran padece, os labios ge-
lam-se. e o espirito emmuilece... Nio!!
Mas, Sra., dizei, explicae deserevei essas sensac/'.es
amarguradas, que provacam esse proTundo sanli-
menlo. essas lagrimas que por vossas faces se desh-
sam V Ah deixai, que ellas corram, n.lo as en-
chugneis, qne seria torear a emmodeeer a voz da a
mi-.ule, que seria impor dora, e tremenda lei a
nalureza '.
E quandn se nslenla ella mais solemnemente nos
no.sos coraees se nao no passamento de um amigo!
sera.rxinie, r.et a lularao verter, derramar -opi -
'agrimas sobre as Irlas cintas daquelle quedei-
i um vacuo no grande Ihealro desle mundo ? !
ao. A relgiio de Jess Cbrislo nunc levon a mal
lagrimas, que venemos sobre o fretro daquelles
uc nos si o charos; porque seu passaminlo sempn
a una grande desgraca.
Deixai pois expaodir-se a dor nos vossos coraees.
Mas que Eu vos vejo como que desejosos de
je .JMl ^?m vos a|.Iitfaac que *vDla.
"ai hem. Ponda a mo sobre o vosso corarao,
camprimio-o e esculalai...... E o que he u que 'ou-
vai ... Gemidos tardo*, lamentos dolorosos, uma
agjnia insuporlavel, rpidos laeraores... a no meio
do lodos esles svmplomas u que mais senlisV A Vo
du corarilo que vos diz
Rodrigo !
Vencesle oh I morle o esplendor do solio emba-
ra dianle do lu/idio gume da la touce ; o diade-
ma nao pode parar leu golpe e o leu p Irill.a com
igual passo os degraos do Ihrouo, eos estrados da
rabana a la mi enconlra a mesma resslencia
quaudo rasga a purpura, e quando rompe o borl, e
lano Ir rusta despedajar o escudo do re, como o
Cajado do pastor,
Emfim venresll. E vens com orgulhoso accinle
oilenlar aos noss s maguados ulhosos negros indici-
os do Un Inumpho. Balando os falaes azas vens
dcseurolar nesle lemplo o leu medonho eslandarle, i
com mida i dolorosa tloquenria gravada nos tristes I iv mori
Sanio Dcos A!ios s3oos vossos designios A vos
Senhor, compre marcar no infallivel relogo da Pro-
videncia o termo dn nossa existencia, e a mis curvar-
nos tremendo aos vossos altos decretos !
He o painel ta nalureza.
Sim,_senhores, rasignemo-oos. lie preciso mor-
rer Era lempo, tinha soado a hora de voar a man-
ca,, celeste aquella espirito benfico, e esclarecido,
eo anjn da morle obedecendo a om acceno do Se-
nbur Dos dos eiercilos vibrou saa fooce Fatal, fi-
no aquelle cmelo generoso, e tumbn sobre o
mausoleo urna existencia bem apreciavel !.. .'
E depois, Srs. quem neste momento solemne sera
indiilerente lio sensivel perda ?
Com elleilo, o qoe significan) esla dor, esles ami-
gos reunidos esle soberho mausoleo, esles fnebres
ranlirnsx OS mmi.lros dosanloarlo de tolo a Igre.a
Ksposa d Jisus Ctirisio trajando negras vesies, este
mudu silencie, sanio qoe jamis sen exlincla a lem-
branea daquelle que vimos rogar a Dos por sua al-
ma.
Imaginai Sr., urna respeilavel, e virluosamalro-
na, (rajando negro crep, com o semblante, onde
esla pintada a cruel amargura, com sous ollius in-
citados de chorar, com orr.rar.io arfando re aguda
dor, romprimindo-o com suas maos, para nio par-
lir-lhe o pello.... trmula.... convulsa e de joellios
adianto de tuna imagen, de Jesns Chrislu crucifica-
do...rodeada do esposo, exttico, sem.'poder pronun-
ciar se quer uma su palavra, e de soas duas Binas,
qne como ella padeccm, choram, lanienlarn-se...
Cubramos, senhores, cubramos, com um denso, e es-
pesso veo um lao lastimoso qoadro !
Sm, Srs., nio ha linguagem mais persnasiva do
viam para esgolar e eotizicar os cofres' eja af7 !
e amado de seus amigos, era atlavel
todos tratara com urbanidad!.
ma vidi di illu-es espertaras nio ti
qui lio cedo pagana o tributo nditfwn
savil humanidad!. ""
com elleilo. senhores, uao ha quera neste mea-
do nao tcoh.i anas illosoes um as tem ^jj, ^l
Ihanles conforme o circulo d'uuro em qoe girara mi-
Iros menos, tudas asoaaae lisooceiras, e al a mrsma
desgraca as lem na morle
Assim. o homem de milhes. quando pe.xa n,
morle turba e, c desejaria obter para si cora ten
joro um privilegio para nao pagar esse trinte m-
fallivcl. Emoeral, lodos se alimentim ea done e.
peranras. que as vio embalando, ale qne a pndo-
la falal vibre o lgubre sin do lerrivel pomotenlo
r.nlau o h unem que lula o.in de.grar;. ergae seos
olboa ao co, romo que dizendoMeu Deo, lio co-
ito o de milhoes tambem os ergue e ixclama--
Meu Dos de que me serve <> ouro era qoe mal.
He eniau.aeulior.s. que apparece a realiladi, a pre-
sera da devastadora parca, que forca. a cnahorer
que para a bumanidnde s ha um appell
urna vida eterna de penas ou da recompensas .
E. pois. quandn o illuslre finado se considerara
mais chuo de vida, quaudo urna esperance raaaotra
uma dlusAo assomava em seo rosto, he venado so-
bre o leilo da dor, e em II mris de soffriroenlM
de dores, nao csl'ri.na em suas illusnes, em isas e^
pirancas. ,
I'i ompios snrrorros. cuidado* materauaes, wlli-
ciludes ,te amigos, ludo, senhores, lado foi baldado.
Eis qua de repente, nm ponto negro se divalga mi
hohsonle...... era a estrella do seu destino, qne s-
bila do seu liito para vir pnsidir a hora do seo pas-
samento '. Elle a enrara, elle a reconhace... boln
perdidas todas as suas esperanrat, olha pora ma
querida e exlremosa mii, que nunca o desampara
va. abraca.a e enlre rec.prora, lagrimas e molaos
soluros, balbuca eslas expressivaa. locantes e sea-
limentaes palavras Minha mai, eis encalado
it mnmeiiio da minha alma deixar a> pnaaes quc a
" sos cuidados, qoe Ihi liuho causado En viv
ueslc miindn de miserias e de engaos para Iba
dar desgnslos e sempre ochava em Vme. a nvesnia
o mulher, a ine-ma mii! To moco, m.nha mii, no
verdor dos rorus auno.... lauto- -arrilicios.... tu-
do cumign vai se envolver na sepultura, qoe ja ae
abre as minina vistas.Perdoe-me,miaba querida
mii ; deixeqne pela ultima vez eo mele estas
n henificas mios, que sempre me guiaram par* o
n caminlio da vitluie, e eu..... Por Dos qsi om
n ouv!. e qoe breva tem de julgar-roe. pees pardo*
a aquellos qoe. por nimbas puerilidades c iadrs-
.< erices olTeudi. perdo-o igualinenie de toda o
meu corarao a aqorlles que me olTenderini I Em
a suas oracin, minha disvelada e querida rali, qoe
muilo devun valir peranie o Ente Supremo, nao
i se i sii-.eca de encommeotar alma de seu infe-
n liz, quio .ic- id ...i tilb i i) lodo ruinosa tuto
ser! surdo a seus rogos, a seus ardidtt
quadro palinuro, senhores Nao abrasa
profundemos mais a firda que atormenta, dila-
cera e tortura o corarao da extremosa e desvetada
md i.
Ella pide e insla'fwr om sacerdote, que ouvin.to
a sua ultima cunlissan, a cerlo do seu arropeiidimeo
to, Ihe abra as perlas du ceo. Nio so perde Im.p
He hamaslu o respeilavel. digno pastor dosla Ire-
guezia. qu-, lao veloz como a faio. checa a casa do
padceme, e apenas oh dor pode-lbe oovir olas
palavra- enlrerorladas.e balbucanles. Qnero om eea-
ressar, e logu Tazendo o sisnal da eroa, o diicu.to
o-iu percador ale o meio.nada mais pranoocia e dci-
xando calnr o sru dbil corpo sobre o leilo, enlre a
placidamenle sua alma as mos do Omnipotente.no
ma Jtl de maio do eorrenle aonn, lendo percorrid*
n esle mundo de engaos, e de mizinis 27 toaos I,
mezet eO dias!!
Assffn acaba, asim morre o Sr,
1o Firmiaiin de Moriet 111
Elle morrea, senhores, licou porem gravada em
nossos coraees a sua memoria.
Morreu A sociedade perdeu um dos seos orna-
mentos, a mazislrilura um lieni im,, aatjajs amigos
um rnrarau sincero a generoso !!
Todo liuou-s! cuma um sonri, lado pasara ta.
sombra, evaporou-se como o po!
I\ mnrln *- i "> < na>il>.^.-
Que
nam
Dr. Rodriga Ntt-
Ns Sei.iora do fl" ,oral",J?c<-(.orao | O "toiot havido, nes.es don, dias, rl.igou-
-ado S laulo SUdrSv "S"'1'0^"'- h. *" "'O'"0 naoo, a. lauo, sibirn, Crauasau, em cujas tnlmnal.
is (em aduecido algn moradores; iii iei.hu per-
curt Ida alguns desses lugares, alim de medicar st
por ventora preci-am dos succorros do governo,
animar ociado sanilario desses dillerenles pon-
ler.u.iuiPiui mito an mesmo lempo as necessarias
pre aures hvgienicas. lufelizmenle lodosos luga-
gans alindados sao oulros tantos tocos de infeccao
pehexi-leucia da moleslia,) dos quaes o cholera'te
pml; irradiar para as oulras localidades da fregue-
zia. Eml'irmrUo lamhem tem havido seus casos.
Aniinhaalll vou au lugar denominado Snledadc,
'and i me cominuuica o subdelegado ter havido al-
gn enles: he o limito desla freguezia coma
Ese 4a, de cuja povoarao'apenas disla meia lgua.
F. mlim envidarci todas as minh.is forras para dcs-
en.|inhar a minha minti...
-Consla-nns.que alguns conservadores fin estrada
de i lolociitomhii em vez de lirarem Ierra das barrei-
nnra suprir a q.ic por meio da eslrala heespa-
a e eitraviada, liram dos lados da mesma e-Ira
.No da da abertura forera dispensos Sempngados
publico-.a riquilitla de seus respectivos chefes ; ain-
dapor molciia relevou-se a malla a 3, bem cuno
a .".que deram parte de promplos apresemando e
cusa legitima de sua faltas nos dias antecedente. ;
verificou-se que deiiaram de ser notificados -J I
moslrou ser clrangeiro ; e finalmente foram tiiiil-
lados mais .. alm dos ja multados auleriurmenlc.
Consla-nos que gnitas dispensas foram rcquisla-
das a pretexto de trrico publico. Bem andn o
Dr. juiz de direilo roncedendo-as com parcimoiiia,
e so depois de conseguir gcnle sullicienle para o Iri-
hiinal funecionar. Cumpre que os senhures cheles
de repartirles romprelieiidam que o fado de -er
empregldo poblico nio da direilo a urna itisptusi.
e dcxem-se .le requsila-la para quanlo empregado
he notificado, emhora de calhegona muitu subalter-
na, cuja falla na reparlirao pode fcilmente ter 30-
prida por outrem. Nao cessaremos de nolar qne a fal-
la dos emprog.i.los pblicos, mesmos dos chefes, he
Neto Pirmiano de Moraet, recitou ro
Botario de Macei, o padre Antonio de
Mello e Albuqueri|ue, a pedido do pai
do (nado o Sr. Kodrigo Antonio B.
MaceiI sr>t, Macei.
De Dos ludo depende: joslo, e pi,
Clemenle, e generoso
A virlude premia: o virio pune
Paraph. do padre Caldas
ao Psalmo de David.Yone Dco etc.
..... leu braco descrnalo
Pode o corpo ferir, mais pirmanenlc
He mim lica a porcio mais nohre, e bella
.dem.
Dics mei tran.'ierunt, cogilaliotus meuc dessipat'C
sun, ton/uentes cor metan.
(>ob.)
Morrer, deixar o mundo, he o limite da vida hu-
mana ; morrer honrado he o dever do boro chns-
llo.
De encontr a fra pedra, que cobre a sepultara)
se de-pedaram os glorias mundanas, e de qualquer
ii...n.-ira ella apenas cohrir um pouco de materia
e p.dridao.
O Aoli'.iador Cali,.
So tirro da T.lcrnidadt
devia terminar mnhaoracjio, e deixar
i nalureza Mas o meu sanio minis-
terio me uhriga a coulinuar,
Permilli pois anda, que na vossa presenca, por
momentos, e sobre a lousa daquelle que hoj lanos
amigos sinceramente carpem seu prematuro passa-
menlo, eu vos record os pontos mais capilaes da
sua vida.
E poderei pronunciar o seu nome Poderei en-
SOpl
a sempre dccepcis !
O hnmem nao he mais, que uma sombra fuzat
qoe passa rpida como o prnsamenlo, netle vale di
mizerias, que chamamos mondo !
Quaudo ae suppe mais chein de vida,he qaande a
morle se fillr nu seu curara., i >Uando peaaa a ase
viv, nao passa de om cadver !... Se lem ostia es-
peranra de vida, lem orna elernidade de rjianici
monto.
lodos os dias, todas as horas, lodos ot instantes
ouve-se un lmenlo de agona, um orad, doloroso i
lleellt .... be a morte. que feroz, c ilr mailialu ea-
ladura invade o .Inorado palacio do ptenlaOo, e a
humilde chnupana do desvalido.
nrluna-,hia/.n(-, -ciencia, ludo, lodo desapparec
po um golpe do seu ferro fatal E o qoe resta m-
llo??! I ni iinine, mi maurhado de criines, oa cw-
bei l de heneaos.
Paremos aqui, senhores. lia uma oulra vida.
Feliz o na di i.
i V Dios! Dos de clemencia. Dos de misericor-
dia >i nossas preces podem ser oovidas par vos. I.,
nrsse radiinte Ibronn. uudereve.lidi.de magesladr
julzas da sorle dos humanos, te noosas lagrimas iw
dein ommover-vos ;Compaitio, Senhor. m.seti-
cordia para o vosso servo!
Se elle Uve mperfeicftes an vnssot olhos,'qaa
descobril maculas nos proprios aojos, esli sem dn-
vnla apagadas por lanas preces e wflriaios, qaa alo
subido a vossa presenta. Compaixjo, Senhor. miee-
nc irdia. Agora, senhore-, resta que uiundo os aoa-
sos vnlos M lugiilu es renles, e supplicas da Igreja.
imploremos da Divina Clemencia, qoe Ihe cTbnrerf
o eterno descanco, e que uma loz inoxtinanivol e.
Ilumine por toda 'lemyUar.HirauMm-rteriHim
daa e Domine, el lu perpetua luceatei.
SOMTO
A morle do meu prente e amigo Dr. Jote par,, -
(O de Maraes .tlliaquerqae Maramhia, nlfrrr-
i ido a seus saiidov Bae, pelo estaamte e la-
tim, l.uiz Carlas de Iraja Pereira.
Rosa, rosa, di imor purpurea, e bella
Qncm dentro os goivos le eslulhoa da rampa \
carar os ministros de Dos vivo iraiando neres ves-1 Uirnrfa n, tlmtiia Carme
tos. sem.quisim. no fundo tfrt-S-V.&T^dCL^
Poderei'ver-vos aind, ensopando vossos lenco, sZLm^LoT^'e^^STi
nessas lagrimas Vilh.s de urna lio cruel, quam de- Saccu"""0-'"'< '>e nada, be cinta f,.
muradoura saudade
Fi Indo esle fuuehrr corlejo nao dir ludo? .Nao
dir que he fallecido alguein que fazia a ventura, e
desveles de seus pas .'.. Seus pais... sua exlremosa
mai, que se acha .-Instilada na mais profunda dor !
Sm ludo nos recorda, que o dia il do amhntelmez
im lalal .' dia ero que perdesle para sempre cari- E tiesta mundo si'.zinho me de'ixa'-li
nhosa, c extremosa rn.1i, quem queras ter sempre | Con ese golpe cruel, tora Iraica,,
juntu a li. Srvate anda que, por momentos, de > A Pacheco semiente na., inato.i.
lenitivo a sua dor. a la puugenlcisaudadc a breve. Mataste tambem meu cora....
porem honrosa biographiaide leu querido
Tci ra plaa d'e-p'ranras de alegra,
A mor: te levou oh que feru '
Os m. igos dons que deu-lc a nalanza.
Para sempre murrhou-lc a parca impa.
Morte que torta p'n que mudaste
De minha vida a luz, ra Malaria,
. ,--------; ------' -> ..vi-,..,. c-..a- i4 oi,s emprcL'a.ins DUOIICOS, mesmos dos rlirfee he.
taraba1 fl'rT 'an* la8Um e5'rada ""' fatilme"l -P-'a I"-""., se dtaralotm 2,%
lmente tunua. mi.ler, excepto servir como iuiz de bada
..m'vU,'''nyrfa01Un','n'''(>J--DFoia,,ie,del,on- mesmo di. foram apresenlad, 17 u o'cesso,
h.XrlP. il! Pe ,U,r, d" Bo>-VM> f no, qne i achava. preparado", sendo 13 m) tSlSm
b.n lama, um qu.rlao rasen : es.aria raziado algu-ljz de roo, ,fianslos, e na forma i\ U teZ
Ixa.ia impune hade iscapar nesse da dirradeiro.
Da padre Evlhichio,
/'ulris es, el in pulieran recerleris.
. Da Ig.
Com estas tristes e fnebres palavras prominciou
lieos a senleiiQa irrevogtvel contra o pritne.ro homem ,
desebedienli, e Iransgressor do prereito divineoira res por falla de meatre, que
' .. ',V-,J" pas, telosoa da ina edneaio. o i
d~n iT a"- h0ma" ,a,CC e l0S a,,e dade ,la "'" '' arredi adociei.f,,'"
desprende os olhos depara com o brilhanle man,, todo, os prepralo,i, preciso, para malr cu e
do firmamento encanlador : o objectos que ve. em uma das 'academias do Brasil. md,r,c"''"-"
e infeliz.
lilil.
O Sr. Dr. Kodrign Sella l-'irmiann de Harasja, li-
Ihn ligilimo dn Sr. Rodriga Anlomn Braaileiro Ma-
reo. e de sua consone a Exma. Sra. I). Antonia
Mana de .Moracs. nasceu nesla capital em .11 de
ouluhro de IS-JS.
Desde seus mais (euros annos, que soa inlclli-
gllicii toi cuidadosamenle cultivada por seu pais, e
precef.lores de lima educaran, que nada ilc-men-
lia a eivillnijSo e religao de que s.iu liis scc-
tarins.
Em ISll deu elie principio a seu estndn prima-
rios, destnvolvindo-ae sempre como um dos prime-
rus alumnos de sua aula, merecen.lo repelidos e jus-
los elogios dos que lecciooavam-oe.
.Nao podenilo nela cidade eslader as.iulas inaio-
eniao soliviamos, seus
p.u-, nietos de sua educacao, o iiiaudain para
fu
a-ilar.
as ligeras que descobre, ludo que condece, s.1o indi
calivos cerlo, e infallveis do que tem de passar, e
sollrer : sao figuras precursoras da -ua ruina, disso-
lor.io e morle: o primeiro passo, qoi da na vida, he
tambem o primeiro, que o leva ao sepulcro, disse
-Massilon.)
O Santo Job assevera, qne a vida do homem he
uma continuada guirra sobre a Ierra, mi/i/a es/
tifa haminii super terram.
lendo rr.uila inclinaran pora ai teiencias jurdicas
e sociaes. passa-se a cidade de Oliuda, em cuja acal
dema malricula-se no principio do anno de i s ,1.
dando nao equivocas provas de sua inlelli..curia e
constante applicarao. lindo o sen quarto anno
sempre com approvaroea p|enas e desejaodo percor-
rer abromas das bellas provincias do nosso llrasil,
por consenso de seu- --:----------

MUTICSDCJ
por cooseiiso de seui pas vai ttrmintr seus traba-' Nio buscas-de a muilo. que conhecn
Ibo, cnlnstico, o. edade .le S. Paulo, em cuja ac- No -icio, a M*EmTm\Zmmn*mTl
poesa.
As UHidittimai la-rie- da- ittmUre* rutad
gura mrsma sr re/ere. I'ferrada a meu mtrm-
ter amiga. Ja., lanada de i'frade l.ima, anarl
ii-ta de direilo, e n sua Kram. mii p%i
Cam|.a '. rampa qui terror me inc or.
Quanlo es-e i-usilincio me horroriza '
Antonia l.auralre Dias.Prim. (Jni.
Motle morle tenis ele Ivranna
Austera, feruz, crua. a desalmada.
Porque razio ta es lao deshumana
Tai impa, cruel, e malTadada !
Motle morle cruel, porque snblil '
Invades o recinto mais sagrado ;
Porque cun Ina fonea au.lanosa
Nao respeilaa o homem saino, honrado !
Porque oh motle alTaulo assim vos fallo
Sen lu como os demais mu peccador
Porque oh morle ostias ni o honrado
Nao ceifas-le a todo o matado,
Se caso oh morle I,,' do liange vinda
Castigo aos homens s, enmu eu o creio.
Parque oh I parca airan.i., leo rolelto
Nao posesle ao rime um duro freio ?
Porque em Nazarelh, larra, broza,
Su hu-ra-ie malar hroes queridos




OMRiO DE PERMIBUCO OUiRTA FIIIR 22 DEN 1H3 ss iseb
Porque ae coronel, e grao Prolirio
A tenebrosa campa o arrojaste .'
Cerque Pacheco heroico, gentil, joven
\ vida de esperances Ib* corlaste '.'
'orqoe M mnel Pecano tan vlenla
lao cedo o enviaste a elernidade.
Hroe mais qae hroe, joven briosa,
Qoe a vida expoe em prol da liberdade '.'
lim Mandil, militar heroico e bravo.
Que a familia, e a patria veio ver ?
Porque quizaste ob D*os. que o cholera,
Fizese-o na campa ir jaierV
l'm Gervasio, que nao obstante
Eslrangeiro, ao Brasil era fiel,
Que a nossa liberdade lano ama va,
Poique ferido foi elle, e lao cruel '.'
tro. bravo eapillo, Leandro Cesar.
Em tres rnvoleces experimentado
Porque ol leo Senhor do Universo
Na fra campa toi elle eucerrado ".'
Um Ilustre Duarte, e fervoroso
Liberal denodado e unante excelso
Da palria briosaPeruamboco,
Poique ile rojo a campa foi imracrso .'
En nio possn lamben) rinai hrilhanles
Elislencias deixar de lamentar,
Que Talla fazem ellas a Coiauua,
Palria iniulia e de henies, de hroes sata par '.'
Sim, Miaoel Bcrnardino, respeitavtl
Auciau mui honrado e mui amante
Da palria sua querida e sublimada
Bailn de rojo a campa vacilante !
O heroico brilhaule Aucelmo Ilustre,
Que patria enm ardor sabia amar
Ja n.Ui vive ; do Ganges o phaolasma
Inda mais esta vida ousou ceifar !
Sun ja ponsa os uinbraes da elernidade
l)e Pernamliucn hroes serapre iinmorlaet,
Vio mais li.it de em prol da palria tua
Bradar morte aoi lyrauoos crus, eervaes !
Lancemos, pnis o veo do equecimenlo
Sobre esse quadm lgubre, terrivel
Pecamos a Dos que esse do Gauges
Filho, no volle maia 13o fero, horrivrl!
Si ni de Sue viajante >Jl p'ra as margen,
Do Gaera raudaloso, palria la,
Vai la deitruir crueiGangaridas
Nao venhas mais ceifai-uos basta !... recua !...
leo qusdro mortuario lao horrivel
No Brasil ja mais nanea o executes,]
Helira-le p'ra sempre dessas plaga
Onde lano pavor e medo inculcs!
Cerremos por um pouco os nossos labioc
Sobre as campas que encerram tantas vidas,
Lancemos sobre ellas ureas fl ires
Esperemos por eras mais floridas.
Esprenlo sim, lieos ludo sabe,
Talvez teohamos inda melhor sorte.
Inda pndem surgir fui uros lempos
Que nao spj.iiu de dor, de lueto e morto.
Lu: Carlos de Araujo Pereira.
Agua-azul 18 de julhn de 1836.
ah|.
ceulo
tStatmeftto*
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1j.
Pars, 361) rs. por f,
a Lisboa, 100 por 100.
Rio do Janeiro, 1|2 a 1 porllpjalje ;WI das.
Acones do Banco, .'15 0|0 de premio.
Acy/ies da compauliia de Hrberibe. ."i .-hiki
Accoes da compaohia Peruambucana ao par.
u Utilidade Publica, 30 por ceulo da premio.
o loderanisadora. 52 por % de premio.
da estrada He ferro 50 por 0|nde premio
sobre a entrada.
Uiscoolo de lettras, de 7 a 9 por lliri-
METAES.
ouro.Onc,as hespanhulas. 28a 389300
Hoeda de (i;(ii> velhas .... hjoiki
69100 novas .... I65OOO
o 45000.......98000
Prata.Palaces brgsileiros......29000
Pesos columnarios......29000
mexicanos...... 1jG0
Couros de boi salgados......
o verdes.............
o espixados ........ ,
ii de onca.........
, cabra corlidos ....
Caachimbo........
Esleirs de preperi.......
Dore de calda...........
ii goiaba.........,
o secco .........
jalea ........
Estopa nacional..........
eslrangeira, m.io d'olua .
Espanadores grandes........
pequeos.......
Fai iuha de mandioca.......
ii ii mrllio.........
a ararula ........
Feijo...............
Fumo, lio^i ...........
u ordinario..... .
a em folha liom........
ordinario .......
restolho........
Ipecacuaobi...........
tiomma.............
Celigibre.............
I.euha de achas grandes......
ii u puqueuas.....
ii t u loros.......
I Prauclias de ainarello de 2 costados
ii louro.........
Costado de ainarello de35 a 40p, de
C. c 2 Ha 3 de I.....
ii da dito usuaes.......
Cosladiuho de dilo........
Soalho de dilo...........
Forro de dito........ .
Costado de louro........
Costadinlio de dilo........
Soalho de dito...........
Porro de dilo.........
>i cedro..........
Toros de lalajuba.........
Varas de parreira.........
aguilhadas........
quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c. par
ii eixos ii ii
Mclaco..........
Milho..........
Peilra de amolar ....
filtrar......
i o roblos ....
Ponas de boi.......
Piassava..........
Sola ou vaqueta......
Sebo em rama......
Pelles de carueiro ....
Salsa parrilba.......
Tapioca.........
Unhas de boi......,
Sabio ..........
Vinagre pipa......
9-tHI
9100
9220
r.-.nKi
9210
icono
5200
Mesa do consulado provinrial.
1856.
1 de julho de
, Antonio Carr.eiro Marhado Rios.
TI. .erran.palacio do governo de Pernambuco,
3 lie julho de 1S.J6.
alqneire
@
i
alqueire
.@
l.fAMilil.A.
Keudimenlo do dia 1 a 21. .
Idaro do dia 22......
266:511|294
17.-982*315
284:4931688
Dticarregam hoje 23 de julho.
Brigua porlugoezConstantecantara a lagedo.
lirigue porluguez--/.i/a //sal.
Patacho americanoIzadorafarinha de trigo.
Patacho ingtoiCarmenmercadorias.
Brigue hamburgueztlemsedem.
iAUNSULAPO GKAL.
Ilendimeni.-.'dn ri.a I a Jl t8:23304{
dem do dia 22....... 1:4769141
quintal
ilii/u
t o
. caada
. alqueire
. urna
. i>
.
. rcnlo
. molhii
. meto
. ,a>
. urna
' 'SI
. ii
cenlo
. %
9200
8800
Sl(H)
I9S00
19000
89000
19000
1960o
29500
69000
68000
IO9OOO
69000
8s0K)
WOUO
.V5OOO
389000
3900
19500
29OOO
5900
119000
249000
169000
305000
149000
99OOO
75OOO
43000
85OOO
69000
I9OOO
29000
23-500
19280
1980o
19920
19280,
213000
2O9OOO
3280
I3WIO
BfO
69OOO
9800
45200
9320
39500
OiOOO
9240
169000
3950
3300
9120
3O9OOO
O prndenla da provincia querendo evitar as frau-
inilheiro I3000 **

uma 5200 lles ,le l""", ,. Nli clas- ordeoa que laes bilbetes e suas frarroes nao
* semm aqu exporto! a venda sem eslarem rubricado.
pe o admiuittraVdor do consolado provincial e Ihe-
soi rero da loteras desla provincia.
'ara esle lim deveni os blbeles vr Komnanhadoi
e urna lista anianada pelo thpsoureiro ile lotera
da corle, ou da respectiva provincia : e smenla ita-
pou de confrontados os sens uumeros eom ea lisia
serSo eonveiiienlemenle rubricados por aquellos dous
fuijccionarios.
sendo a venda dos bilhetea sujeta a um importo
prdvincial.nao;poderaoser exportoa venda fora das
easlis que o liverem paso.--Sercio Tcixeira de Ma-
"*>i.oiifurtiie, Antonio l.eite de Pinlio.Con-
or ne.--() serrelaio, Amonio l'orreira da A11111111-
ciatao.
-J- Aiilonio Kodrigues de Alluiquerque. escriplu-
rarlo do consulado provincial, la/ sciente aos seuho-
rwlproprieUrioidoa predios urbanos da fregoezia le
Saijlo-Anlonio, que principia a faier o laiiijnmento
da jlecima, como tambrm dos cardo da reparlco, do anuo nanceiio de 1856 a
I'". r ^ .,- .,. i_ 1,
ora a II1 o
cao do agento Oliveira, de um lindo sorlmenlo de Joao .lose da Silva, morador em Beberibe de, Uiguel Fernandas l-,r-i 7, n, !.
fanidu propnas do mercado, recenlemenle im- baix... avi-a a quem convier. que em se,, poder exis- do Janeiro! d"5
portadas e despachadas: quarla fera 23 do corren- le urna por, de roupa que f..ra enlresne a lava- ,, ,
, as 10 horas d.manhaa, no seo arina?em. ra da! deiraJose,,!,, Mara, e como esta estoja morta, os Sr- "" rl"" KomandM de Castro Madei-
No ...esmn mis. ,.r, r.. _ak. dllos della pnilein ,,jril,ir..e Mido a,lllllnria,ito, | ''* Jul' '"""">p,i da cidade de Casias, lembre-te de
pagar o que deve de toas leltrns vencidas ha um an- 1
Troca-te
1851
9tovtmtnto 00 pn>.
19:7109488
Hendimeulp do da
dem do di 22.
1MVKR8AS PROVINCIAS.
1 a 21
1:1319591
119090
1:1459611
DESPACHOS DE EXPORTACAo PULA MESA
DO CONSUUDO DESTA CIDADE NO DIA
22 DE JCLHO DE 1856.
ItarcellonaSumaca hespanhola uValenlinaii, Ara-
naga i\ Brvan, 268 saccas algodao.
Liverpool Brisue ingle/ aJoshua Maryn, James
Crabtree & Companlua, 100 saccas algodao.
Boenos-Ayres Barca portuguesa irSaula Cruzo,
Isaac, Curu & Companbia, 456 barricas assucar
branco.
I'isneiralliale portugus Voador do Mondego,
Pranciaco Severiauo Rabello & Filho, 6 cascos
mel.
Exoortacao .
Baha, hi.de brasileiro Castro, de 50 toneladas,
couduzio o sesuiite : 10 fardos peca de ninla-
|iiil.in, 8 ditos mantas ds algodao, 3 caixas resmas de
papel de peso, 20 saceos cera de carnauba, 49 ditos
arrot, 7 pipas, i meias ditas, 13 barris de 5." e 7
quartolas azeite de carrapalo, 152 rolos de sala,
1,000 caixas sabao.
Para, rom escala por Maranho, brigue escuna bra-
sileiro Laura, couduzio u seguiute : 415 saccas
cale pilado. I 5 barris e 325 nieios uitos n auleisa,
75 qoarlos, 591 meias barricas e 22 barricas assucar,
7 caixas fazeudas. 5 ditas vinhos e licores, .'() barri-
cas e 50 frasqueiras geoebra, i caixaa papel, 1 em-
brulho saceos, 16 caixas licores, i dilas senehra, I
dita chapeos de senhora, 1 picote linos, .50 rulo fu-
mo. 6 caixas cha. I caixao arreios para carro, 3 si-
nos, 2 rodas de ferro para engenho. 2 caixoes doce
de goiaba, 10 caixas rape, 2 canias de vento, 1 tam-
bor velho cnn aguilhao e carreta, i laixas de ferro,
I caixao pilulas, 3 pipas, 10 harria e 50garrafes es-
pirito, 5 pipas asuardeole, "0 lalas assucar, 50 can-
lis, 1 barrica arca, 50 garrafes genebra.
KECEBEDURIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 21 .... 21:547*090
dem do dia 23........ 9329130
22.4T9320
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudiineuto do dia I a 21 1:222,-IM
dem do dia 22....... 1:7323630
14:9559091
PAUTA
rfos preros crrenles rio assucar, algodao, e mais
fueros do paiz, que se despadiatn na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 21
a-Xi de julho 1856.
Assucar cm caixas branco 1." qualidade a >
ii ii ii 2.'' 9
i mase......... ii 9
n bar. e sac. branco...... 39700
ii mascavado ..... 29600
ii refinado.......... Algodao em pluma de 1.a qualidade 4S480 63100
li 2.a ii ii 6900o
ii 3." o 59600
u em caroco......... a Espirito de agurdenle......caada 19600 9750
Agurdenle cachaca........ n 9300
ii de cannie....... o 97.50
restilada......... n 9So
do reino........ o 5 Gencbra.............ranada 9380
..............i botija Licor...............caada 9210 9-580
............... garrafa Arroz pilado duas arrobas um alqueire i> em casca........... n A/.ciie de mamona .....caada i' mcnduhim........., ii de pcixc......... 9240 59000 I9600 S800 19280 18600
Cacan............... a_. 5900O
Aves araras .........urna 109000
ii papagaios.........um Bolachas.............. ;i Biscoilos i.............. 3.3000 59760 89960
Cafe liom.............. 5;ooo
resslnlbo........... 39500
a om casca........... 19500
ii muido............. o Carne ateca............ u 595OO
Cocos coni casca..........rcnlo Charutos lions........... a 29000 19700
ordinarios........ regala e primor .... Cera de carnauba......... ai i em vela............ Colire novo mao d'obra...... s 9700 29.500 109000 12JO0O 9160
Savlo entrado no dia 22.
Babia 7 das, garopeira hrasileira Lrracsoa,
de 10 toneladas, musir Jos Joaquim Silveri dus
Santos, equiprelo. 5, carga 2125 arrobas de carue
secca ; a Antonio Luir, de Oliveira'Azevedo.
Sari' sahiaosno mesmo dia.
Bahiahiato hrasilei^ciCastro, meslre Antonio Ig-
nacio da Rocha, carsa sabao e mais gneros.
Parahihahiato brasileiro CooeeicSo de Mara,
meslre Severiauo da Cosa e Silva," carga fazen las
e mais generas.
Riode Janeiropatacho brasilero Valeole, mes-
lre Joaqun) Antonio Gouc.alves dos Sanios, carga
arroz e milho. Passaseiros, Jos Igoacio da Silva
Jnior euin, escravo a entregar.
Pira' e portos intermediosvapor brasileiro San-
Salvador, comroandante oprimeiro (eoente San-
ta Barbara. Pasfageirus desla proviocia, Beui
lo de Freitas Cu maraes, S. D-mel, Jnslinia?
no Alvfs Quintal, D. Isabel F. M. Quintal, seu
sohnnbo menor de 3 annos de idade, e a escrava
de nome Heiruia, Dr. C moto Jos Velloso da
vera. Jeto Kwlolplio Gomes, Dr. Ilernan
Duarte Brandas Jnior e seu escravo Jacob, .
Ionio Sonsa Carvalho e sea criado Rayan
1-orliiii.ii,, Perreira da Silva Campos, Severi
Bandeira de Mello. Manee! Marques Cama
Sluslina Carueiro da Cuoha. D. Carolina
pidia da Costa, Quitea Mara do Carmo,
Senhorinha da Conceic^lo e o saldado deserl
meio balalhao da Paralaba Victorino Gomes da
Costa.
Barcelona polaca hespanhola Lesmeso, capilao
Joao Arlan, carga algodao e couros.
lo
a
dia
M.i
no dia 21 d
e julho trrenle.
Caxa filial.
- -A directora sacia sobre Londres, pe-
)i-o\imo vapor inglez ou lianciv., ate
s omina de t 20,00(1, ao prazo de 00
Peipainlitico IS de julho de I8.')(i.
O secretario da directora, Antonio
ques de Amorim.
--] O adminisirador do consulado provincial, cm
viril de do disposto no arl. 3." do reglamento de 17
dejilho de 1852, faz publico que se acliam deposi-
tado mais 4 cavallos remetlidos ptla subdelesacia
da rteguezia dos Afosados em dala de 18 do corre-
le, o i quaes sao consi leradoa bens do evento, por se
desc, nhecer seus donos, e para que sep, cumprido o
que 1 onlm o sobredilo artigo mandou publicar pela
imprina, para, no prazo de 15 das, comparecer
quen aos ditos cavallos telilla direito, lindos os quaes
se pr ceder a arrematarlo pela fornia determinada
no ai 1. i do rilado resulainetiln, e para que chesue
a 110 ola mando,, la/.er o presento edilal aos tilde
julbi de 1856.Antonio Carueiro Machado Rios.
A direccao do extincto banco de
Per 1 ambuco, avisa aos Srs. accionistas
donestno banco, que se ada autorisado
o Sr. tliesot,retro da caixa lili ,1 do ban-
co co Brasil nesta previneia, a pagar o
oitavjo dividendo de O.S'OO rs. por ao-
co, vencido nos mezes de Janeiro a
majo uliiino. Recite 3 de julho de 1856.
Assij t:ado.Joao Ignacio de Uedeiros
Crn do Recito. No mesmo Icilao sera fela a Vn
da, por ordem do llliu. Sr. cnsul de Franca, p em
presenra de seu chancelle,, do espolio da Imada sub-
dita franreza Rose Auloiuelle Blanc, cousistindo em
orna cala conleiido roupa, chapeo para senhora,
uin RUarda sol. e um par do brincos.
O agente Borja far.i leila,...... sen|armazem na
roa do Collegio n. 15, n diversos escravot de am-
bos os sexos, mocos e de meia idade, como bem :
duas ptimas escravos cosinheiras, unu dita exfol-
ente costorrira e engonamadelra, jama necrinba de
N anona con, principio de costura, don preos de
meia idade para servijo de ra, doos luoleques. nm
eom principio de carpinteiro e oolro proprio para
lodo o servido, 11111 innlalinho de tres anuos e ou-
Iros iiiuiio ic, os quaes se acliarao patentes no dia
do leilan sella fcira 25 do correnle as 11 horas era
poni da nianhda.
O agento borja far Icilao em ra do Collegio n. 15, de om grande e eomplalo
sorliniento de obra de niareinciia noval e nudas de
dilTerenles qualidade, muitos ubjerlus de ouio e
piala,relogins para atoibeirra.ricos qnadros dourados
a l.uiz W con, lindas estampas,inclui\e a de S. M.
Napolean III, quinqnelliarias fraueeza. vario livros
,mpresos. urna caixa eom cortes ilc seda de padrOes'
iiioderniiirnis para vestidos, uin.i porcao de chic-
les paia carro, 22 caixas eom superior abein.be, i
caixas eom conservas de carne, frurlas e horlelices j
mallo novas, e outros muio artlgos ele, que
&Mt*&.
O cidadao Manuel Ferrelra Accioly, juis de par ao
quarloaiiiio dtta fregoezia des. Jos do Recito,
mu virtudc da le, ele.
Pa<;o saber aos que a presente carta virem, em co-
mo l'reileriro de Souza Gomes, me fez a pelirao do
Ibaor seguinle :
Diz I redero > de Souza Gomes, que lando de cha-
mar a esle julio a soa devedora Tbeodora Maria da
(;oeeieao, viuva de Theudoro Gomes da Silva, e co-
mo nao 11 pode fazer por ler a supplicada se mudado
desla praea para o mato, em lugar nao sabido, por
isso requer o supplicaule a V. S. se digne adnullir
a juslilicar a incerteza do lugar da morada da sup-
plicada para que,provado quanlo basle o deduzido,
seja julgada a mesma por seoteni-a, e para o lim de
sa passar a competente carta de ditos para ser afil-
iada no lu. ir do cottuioc por triiita das, lidos os
quaes se proceder a conciliario na qual, quer o
supplicaule pedir a supplicada a quaulia de sessenla
mil ris, cnn, pena de revelta no caso de seu nao
1S0 comparecimenlo : por lana pede a V.S. I lim,
Sr. juis de paz da fresuezia de S. Jos do Recite
seja servido assim o deferir.E II. M.O procura-
dor. Hiendo,o de Alma-na Costa.
E mais senao coutiiina em dita pelicao, na qual
dei o despacho seguinte :
Jusliliqur.I resuena deS. Jos do Recito, 9 de
julho de 1856.Acciolx.
. K mais se. uao cutilina em dilo despacho aqu co-
piado,em virlude do qual produzio o juslilicanle suas
lesteniiinbas, c subindo-ine os autos couclusus dei
a sentenca do Iheor seguinle :
Julgo provado o deduzido na pelicao de fallas 2,
axista do depoimento das tostemuuhas de folha e fo-
lha, e mando que se pas9e caria de editoscoiu o pra-
zo de Irinta dias, pagas pelo joslificaule as cusas.
Preguezia de S. Jos do Recito, i de julho de
1836.Acciolx.
E mais se nao coiiliiiha em dila sentenca aqui co-
piada em viilude da qual o esenvao que esta subscre-
veu pastan a presento caria de edilos eom o prazo
de Innia oias,pela <|ual e seu llieor se chama e cita a
supplicada Theodora Maria da Cooceicao, para lodo
o lim cima declarado, para que rindo o dilo prazo
compare,;., por -i ou por seu bastante procurador a
primeira audiencia deste juizo.depois de lindo o dito
prazo para reconciliar-se eom o juslilicanle a respeito
do pedido cm sa |,etu..iu, dliin de que nao lique in-
defeza.
Pelo que toda e qualquer pessoa,prenles e conde-
cidos da pi-iiltcaua a poderAo fazei scienjedo que .,-
cima lica eiposto.
E o porleiro do juizo alliani e publicara a pre-
sunto nos lugares do coslume e ser publicado pela
imprensa.
Dada e passada nesta fresuezia de S. Jos do Re-
cito, aos 1 de julho de 1856.
Eu Jos Gouealves de Sa, escrivao o escrevi.
Manuel Perreira Acciol).
Corre o geral.
Helaran da's carias seguras ciislcntes na adminis-
trarn do cilicio desla citlade para os senbores
abaixo declaradus.
Aiiluuio Carlos Pereira de Burdos Poucede Len.
Antonio pirniiuo Pereira Barroco.
Antonio Gnnealve. Perreira.
Balito Jos Ilernardes.
Caetano de Castro.
Justina Lilis Machado.
Joaquim Cavalcanli de Albuqucrqite.
Joaquun francisco de Alireu. ,
Joao Antonio da Piedade.
Joao Jos de Gouveia.
Joaepba Joaquina de Vasroncellos.
Jos Correia dos Santos.
Alaria de Asumpc,ao.
Maria Domingas da Conceirao Martins.
Manuel Joao Cavalcanti Wanderlex.
Manuel Jos Ribeiru Cavalcanli Lima.
Manoel 'l'homaz dos Santos.
Manuel Mandes Wanderlex.
CONSELIIO DE REVISTA.
Pelo preseole sao convidados para comparecerem
llego.
l)s Irabalhadores livres no escravo, que se
quizerpui sujeilar ao servios de conducir mercadorias
oa porjta da alfandega para dinerenle* parles, serAo
obrigatlos a cuinprir licimeuto o regulamento pasa-
do em 16 de setembro de IS52 pelo lllm. Sr. subde-
legado Jos Joaquim de Oliveira, do contrario Be-
nlinin sera admillido, seno debaiso das eondices
nomeadas em dito regolamenlo, sendo Indo anii-
uislrado pelo capataz Antonio Campus.
Acba-se depositado pela suhdelesacia da fre-
guezia da Boa-Vista um cavallo de cor castanbo, o
qual fui apprehendido a um prelo por se suppnr
furlado : quem for seu dono, cumparera peranle a
mesma subdelegaba eom a competente juslilicaeao
de seu dominio.
I cielo esla reparlifAo necessidade de comprar
duzeulas folhas de cobre eom a competente pretia-
dura, de 21 a 26 olidas, manda o lllm. Sr. inspector
convidar aos que, leudo esle objeeto e o queiram ven-
der, a aprescnlareni-se-lhe cun as necessarias pro-
poslas em cartas fechada* e amostras, o mais breve
paasivel, visto ser a dita compra eom urgencia.
Secretaria da inspecc.lo do arsenal de marinha de
Pernambuco, 21 dejiilho de IS56. O secretario,
Alesandre Kodrigues do Aajos.
Pela rerebedoria de reinlas internas aeraes se
fas publico, que as pessoaa que eslao a dever a ron-
durao dos cadveres cbolericos das freguezias desla
cidade e dos Afosados, que foram enterrados 00 ce-
miterio publico, devem vir pasar a respectiva im-
portancia durante o crrente mez, lindo o qual te-
-\i de pagar a mulla de 3 por cenlo em favor dos
hradores.
Keeebeduria de Pernambuco, 21 de julho de 1856.
- II administrador, Manuel Carneiro de Jiusa La-
cerda. *
vvi$3$ *t(katitm0&.
Otiipuilia Manco-Anie-
ricanu de valores r;..u-
ce/e.s
Espera-sc no
da 23 do cor-
renle mez viu-
do do Rio de
Janeiro, o va-
por Cdiz, ca-
pillo Berin-
doaaue, que
segu para o
, II avie,eom es-
cala por lenenfe e Lisboa ; para fre:e e passageiros
em casa de L. Lecomie Pern A. C, ra da Cruz
Espera-sc da Europa no dia Sardo
orrente o vapor L\onnais, commandaji-
le Jeanue, oqual seguir' para o loeBa-
bia, depois da demora docostume: para
passageiros entcr-dain-se cotn L. Lecomte
FerontC. ra da Cruz.
Balita.
Segu eom brevidade o patacho nacio-
nalConiianca ; tem pai te da carga
prompta : para o resto trala-se comoscoi'i-
sijjnatarios Novaei & C, ra do Trapiche
n. 7,1. '
Par;
a
o Cear
abe eom brevidade o ljale Novo Olindaa, meslre
Custodio Jos Viaona : a tratar rom o mesmo, ou
eom o seu consignatario Taaso lnnao.
9
Segu eom brevidade o lliale Sergipanon para o
resto da carga e passageiros, Irala- > con, Caetano
Cxriaru da C. M., ao lado ilo Corp San,u n. 25.
Para Lisboa sabe con Inda a brevidade por
ler a manir parle da raraa prompta, o brigue porlu-
guez ul.aia II, de qoe lie capillo Caetano da Costa
Mariin : para o reato, lrala-u rom |un .Se-
veriauo Rabello A. I'ilbu.
P-
ara,
em direilura, o palbabota aVenos* segae coo bre-
vidade par ler parle da carga : para o reato e passa-
geiros, IraU-se coro Caelauo Cvriaco da C. M ao
lado do Corpo Santo 11. 2.5.
de Janeiro.
Segu eom toda a brevidade o brigue
nacional HlilCULES : para carga, pas-
sageiros e escravos a retc, ln,ta-.se eom o
consignatario Augusto Duarte He Monta,
na rita de Apollo n. (i, 011 eom ocapitao a
bordo.
PARA A BAHA
scaue impreterivrlineute u bem conhecido e velciro
hiato brasileiro Caslroii ; ainda recebe Carga iniuda:
a tratar eom seu conaianatario Dominaos Alves Ma-
Iheus, na ra de Apollo n. 2:1.
RIO E JANEIRO
Scaue eom brevidade, por j ter parle da carza
prompta. o palacho xBoin Jesusn; para o resto, pas-
saaekos e escravos a frete, trata-ae cnn Caelana Cv-
riaco da C. M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
Aracalv.
/
seaue eom brevidade, por ter parto da carza
prompta o patacho Santa Croza ; para o reslanto e
pasngerns, trata-so eom Caetano Cyriaco da C. ti.,
ao lado do Corpo Sanio n. 25.
Para Lisboa pretende sabir eom moiU brevi-
dade o brisue porluguez nConstanteu, de que he ca-
lui'i.i o Sr. Silterio Manuel dos Re: para caraa e
peranle o ron-e,lm ,Ie revista da suarda nacional. 11,1: passaseiros, aos quaes olTerece os melhores commo-
casa da cmara municipal, as 10 horas do dia 21 do dos. Irala-se rom os consignatarios Thomaz de Aqui-
corretile, os gualdas nactonaes do balalhao de arli- I no Fonseca V Filho : na roa do Vicario n. I'J ou
"laria que inlerpozeram recurso para o referido con- eom o mesmo capillo na praca.
seibo. Sala das scsses da cmara municipal 22 de
julho de 1856.*0 secretorio,
l'irmitto Jos de Oliveira.
II administrador da mesa do consulado pro-
vincial, manda tiaiiscrcver para o conbecimeulo de
quem inleressar, a copia da norlaria do Eim. Sr.
presidente da provincia, de 3 do correnle, na qual
o mesmo Bina. Sr. du inslruccdes para a venda de
bilbetes de lolerias da corle, e' de oulras provincias,
mandada cumprir por portara do Sr. inspector da
Ihtsouraria provincial de 4 do correule.
J>.
'ara a Bulla
A sunrtica nacional Ilorlencia prelenJe sabir rom
muila brevidade por ter o seu carregamenln quasi
promplo : para o resto trata-,, eom o seu con-nanala-
rio Antonio l.uiz de Olixcira Azevcdo.ruada Cruz
11. I.
tttSk.
Piemool & Lasne larao letlao, por inlecven-

achiran ex pontos no dia do leilao : quinta fcira 21
do correnle as 11 huras da inaiiliaa.
-- Estando a familia do Sr. P. Robilliarr', a re-
tirar-se para Inglaterra pelo vapor de 21 do correnle.
far esle leilao, por iulervineao do agento Oliveira,
da mebilia d- casa de sua morada no campo,
consistindo em um piano de encllenles vnzes e em
perfeilo estado, sofa's, cadeiras usuaes de bracos e
de halan,..,, mesa de jantar clstica para 1x pesadas,
dilas redondas para sala, consolos, bancas para jo-
bo, secretoria, auarda-roupa, suarda-vestidos, guar-
da-louea, aparadur, cummodas, urn superior leilo
de ferro leilo de, encommenda para casal, ditos de
Jacaranda' e de oulras madeiras, podra para filtrar
agua, jugo de corrida de cavalhnhoi, lavatorios, lou-
radores, laiilernas, eaadieirof, relogie, aparelbo*
de louca para mesa, sobremesa, almoro e para cha,
aarrafas, inclusive as para clarete, copos de varias
qualidades, urna varea de leile em abundancia e eom
becerro, um carro para 6 pessoas, para um ou dous
cavallos e eom arreios dobrados c singelloa, um ra-
briolel, novamenle concertado e pinladu, orna car-
roca, dita de mao, esradas, banbeirus, e outros oh-
jeclos : sexta fera (dia santo supprimido, e por isso
dia de poucos afazeres}, 25 do correnle, as 10 horas
da inanbaa no sitio no camiiibo dos Auliclos.outr'ora
perlencenle ao linade lavares, e actualmente ao
lllm. Sr. P. de C. Paes de Avidrade, prximo ao
Manguind : adveriuijo-seaoscoucurreules, que all
serao servidos d'apelecivel Loncha para recreaeio.
Le lao.
O asente \ eir di Silva faz leilao,quinto fera 2i
do correnle ao meio da, de 511 saceos eom cevada de
boa qualidade em lotos a vontade dos compradores,
por cunta e rico de quem perlencer : defronlc da
alfaadesa no armazem do Sr. Antonio Aune.
O asente Vieira da Silva faz leilao. scxla feira
-> do cu icnle a, lojhoras da nianbaa. em sen arma-
zem na fu da Madre de Dos n. 32. de diversas
obras de marcineria aovas e usada, tuna rica
mobilia toda cmplela, e mullas obras de ouro e
prata, reoslo, correnle, niiudezas e mais objec'os
que se acham paleles no armazem, que ludo sera
vendido a contento dos fresaezes,
Leiles.
que dando os lignaea cerloa Ihe sera enliecue.
0 abano assiauado fas xer ao rcspeilavel pu-
1 blico, que libje 2! do correule abre sua nova casa
j de paslo na ra do Codornil 11. 3, e ollerere a quem
i se quizer ulilisar. comedorias mensalnieole. aliaii-
cando que queni dislo se quizor nlilisar, ser servido
|coin toda decencia e ponlualidade: para lal lim,
trata-ae na mesma casa eom o ubaixe aaaignado,
Joaquim Jos Loiz da Abreo.
(I secretario da irmandadc de S. Jos d'Aan-
nia, erecta ni convente de N. S. do Carino, convida
a seus cbaros irmaos para comparecerem no dia
quinto- toira. 21 do enrente mez, 110 consistorio da
Iroiandade, pela:; horas da tarde, aura doaeeleger
a proveilora e vice-provedora por eleicao. visto que
por motivos dcisou-ie de fazer no diada eleican.
Precisa-se de um luuneir. para amassador de.
pa lana : a tratar na tua eslieita du Rosariu, depo-
sito 11. 2.
Conslando-me que miaba mili D Ignez Felicia
da Cimba inlenla veuder o escravo de nome Rufino,
declaro une pessoa alsama laca lal negocio, nena
compre eousa alannia que pectenfa a e-la senhora.
visto estar fin completo demencia, e ser n annon-
nanleo nico berdeiro. Rento 23 de julho de I85I.
Js liori.ino da Cunba Caxalcanb.
Alusa-e osobradu n. I nos Arrumbados em
Olinda, eom commodm para grande familia, e eom
se 1 arando quintal para plantacio : a tratar na ra de
no.aoslogistai Ricardo de Frailas A Companhia, ra
no Collegio n. 20, e a Jos Moreira da Silva, ra es-
treita do Rosario 11. 31, p,j 0 f,a am,s c.io^.mie
ate lioje nfto tem poili 1,, p.=. ,, ^ s s ,. I|0
ignora que aquelle sen amigo, alm de pobre, he de
mais a m.i- -,.|,rec ,rre.,,|...... 7 H|B0, orillaos:
pnanlo por ah vera S. S. que multo n. lardara
que nao Ihe chegue urna cilacito
quanlia, c a um juiz !
pot (.111I11 n o um.i nn.igeni
do Snior dos l'ass,,. ,,-, 0p,ia ;I
preeosc formuitoperfeita < nao milito
pequea: na rtrara di Imlependeii. ia
ns. li e S, se dir' quem Ilesej:,-e alocar uina escrava para a servieo
da urna casa de mui p-quena l.uni.i : na raa da
Madre de !> as, primeira andar do sobrado por rima
la agencia de Icile.
araass.i lure 1
I recisa-se de um ou d.<.....
leodam perfeilamenle de masseira e tendedera na-
saudo-se um lima ordenado conjorue
nenio a vista do eu servirn.
Alus 1- cuma rasa torrea eom muito bous com-
c eul.i, parque ; molo, r,.. quuil.,1. porlao. e mullo Ircsci. |.pria
I para grande familia, H iu.i de Krom, pasnande
1 chafan/., lado esquerdo, a secunda casa : a tratar na
mesma
1 saa merec-
Apollo n. 30, armazem do Sr. A. A. Barboza, e
fallar rom J. Aniones Gormarle*.
V. Desenlia embarca para a Europa.
Licdes >- ie piano.
Lcrriona-se piano por mclhodo facilimo e muilo
em conla : na na do \ isano u. 22, haveudo piano
para estudar quem o nao lixer.
Precisa-se de uiu pequeo de idade de 8 a 12
anuos, brasileiro ou porluguez. para caixtiro de urna
taberna : a tratar na ruado Qnetmado n. 63. loja
de miudezas. *
Aloza->c nina ala eom alenva, muilo Imipa-
propria para nm lioniem honesto, eom entrada inde-
[leiidcuto : Irala-se na Iravessa da Madre de Heos
n. 10.
A mollier de hom cumporlament'>, que se of-
erece para o servieo interno de urna casa de fami-
lia, dirija-se a' na Dircila n. 66.
A pessoa que annunciou querer comprar um
balean, dirija-se a' na do l'rapiclie-Nox'o, armazem
11. 20.
No dia |S do correnle, ausenloo-sa da casada
sen seiihor a escrava Deiuna, de naeau, de mais de
30 annos. alto e sem dente ; lera o tcrreiro nedo de
cada um dos pos mus pequeo do que os outros e
ambilados para cuna ; levou vestido de melnn prr-
to ja usado ; perleneeii, nesta cidade, ao Sr. Manuel
Ignacio de Uliveirii Lobo, e ltimamenteaeSr. Kva-
risto Mandes da Canha o Azevedo, inorad ir no Ma-
roim : quem a apprebeuder elevar ao aterro da Boa-
Vista n. 52, sera senerosamente recompensado.
O aballo assigoado faz publico, que no dia !.
do corrento mez dissolveu amizavelnimlc a soeie-
da.ie que ti o ha cm una toja do Tajen! j. sita na ra
do Commercio desla cidade, eom o Sr. Manoel Pe-
reira Res, tob a linna social liuimiries v Res
.oque na liiiuidaco a que e proceden, licuu
perloncendo (oda a inassa da jociedade dlssolvida ao
mesmo sbaixoassigoado, por conveiicau havida entre
elle a sen e\-socio referido Sr. Res, Beaoda este
sem rrsponsabilidade algoma relativa a sociedade
diasolvida ; continuando, paranlo, a casa olahelc-
cida no mesmo gyro comroercial, sob a firma do an-
iiiio, lanle, desde a data da referida dissolurao em
liante. Macelo, 16 de julho de 18.51.
Jon Antonia iie AlmeUa GuimarSes.
lotera nomo dejaneiko,
O abaixo assignado acaba de recebr
pelo paquete ingle/. Avon os sens billie-
les inlciros, meios bilhetea e quartot da
lotera 1 das obras da casa de correccao,
quedevia borrer a I ou 2 do presente
me/.; sera'conductor das lisias o paipiele
Vista, brasileiro, pie deve partir daquella eida-
Sopa- de no dia 25, e deve aqui ebeearem 1 de
ra a ra da Lonce.eao, eom exceUontes Lgorto prximo, os quaes billieles se eslao
commodos. bello lerraeo.eem todoapre- legalisando, alira de seexporem a vend
ciavel para morada e estabeleamentode
qualquer negocio em ponto grande ; o
qual pode ser examinado eom anteci|ia-
rao pelos pretendentes, aquem se convida
recorram an Si. propriet-rioda botica all
existente, eem pdenle quem existen! as
chaves : sabbado ili to torrente, a's 11
botas da manliaa, noprinieico andar do
indicado predio.
LBILOBS.
O aaente Vieira da Silva faz leilan quarta-feira
23 do corrente ao meio dia emponln da taberna de-
nominada Kl.-phanle de ouro no Hospicio junto no
quartel por baiio do sobrado, onde mora o Sr. Sil-
veira, cora lodos os perlences ou so dos seeros da
u,anuir que melhoi eonvier ans compradores.
OU AIMIEIAO.
alara' leilao, por ordem
A l'RA/.O
OagenleOliveii
e em pivsenea do lllm. Sr. cnsul da Fran-
ca nesta cidade, do sumpluoso e elegante
predio novo edilicado a' moderna, perlen-
cente a..., epara liquidadlo (\,i inassa do
linado Gadault, silo no largo da Boa-Vista,
eom frente para o mesmo, e pelo oit
da Conceirao,
2f*H$i> ^trCTdp0s.
eoioos
cegos.
Pi-ecisam-se de dous a tres meninos ce-
gos de nascimcnlo ou de pequea idade,
para serein educados a expensas publicas :
a Tallar na livraria ns ( c S, da praca da
Independencia.
Precisa-so de uina casa terrea no Montciro a*
beira do CapluarUte, por I ou 2 aapa, e leudo com-
modos para grande familia, paga-sa bem.
OlTerece se una mullier para lavar c ensom-
mar : quem precisar ,l,rija-se a ra du Cano n. 12.
Precisa-se alosar anuualineule nm pequeo
sitio eom casa, |ioloque nosraude, porem decante,
ou memo orna casa eom quintal espacosn que per-
raitta ter-ee um jardn para rerelo, nao paseando
da Soledade, Maiisuinho ou Capanga : quem u li-
verannunre para ser procurado.
Preci*a-se de urna ama para lomur conla de
meninos e para algum servieo de casa : paga-se bem
o seu servi,;u na ra da Auroia n. 30, casa astran-
aeira.
Noatoiro da Boa-Vista loja n. Il.drseja-se
fallar rom o Sr. Manoel M une,te na Silva Caval-
canli, a negocio.
Tendo visto no Diario de I'J do corrento an-
uunciar-se o engenho Moribcquinbd por venda,
pelos berdeiro do fallecido commendador Jos
Paulino de Alhuquerque Sarment, cumpre-me de-
clarar aos preleudcnlcs que o dito ens'ii'io Icm um
Muelo, que perleuce-ine e a mais brribiros do li-
nado Paulo Leilao de Alhuquerque, assim como una
propriednde que cumpreiaos berdeiros de Malinas
Antonio Filgueira de Menea, e roai una parto no]
a.
As pessoas que antecedentemente quize-
rem fazer encommendas de alguns bilbe-
tes, nieios on (piarlos, ou escollier Hume-
ros, dirijam-sea sua loja da praca da In-
dependencia n. M). Antonio Jos Ilo-
drigues de Souza Jnior.
-v ...V.. <^. .......-,r? 3$ :.-......-...'-<-^...--...^
S Maia i\ Irmaos eom estabeteriinenlo de .-'.
y., chapeos ua ra do Crespo, recebramos^
jg nuil dcejados chapeos lioKsimos do Chile. -Vj?
':."; totolo um sran le sorluneiito, de 251MMI al *",
. i 2009. Kec-berain Igoalmeole nuil lindos :'.
";' Indiapenaaveis rom Jogo de costura, pro- ;'
'.,: prios para meninas de escola. -"'-
-. ,.. .-.:...J \- .^..,-.. -..-..,'..;-..
Precisa-.* ito una ama de leite qiie o lenha
em abundancia, |iaaa-se bem : a tratar no Recito,
ruada Seniala Ve!lin n. 131, segundo andar.
O abaixo assignado lendo de fazer urna curia
Maseru n mallo, deixa cnearregado de lodos os seus
nesocios ao Sr. Mu-uel Ju Rodrigues da Costo.
Joso Joaquim Gomes de Abre,,.
Precisi-se de um administrador |iaia um sitio,
dando-so bom ordenado : na ra da Cadcia do Re-
cito n. 16, primeira andar.
Precna-se de um Irabalhador : na padarij da
ra Direila u. 21.
O abaixu assignado tem a honra ,to participar
aos aanbores negociantes e mais pessuas desla c de
qualquer provincia, as quaes inleressar possa, que se
acha eslabelecido eom escnplorio de advocada ua ci-
dade de Macein, capital da provincia de Alagoas, i
ra do l.ivramenlo n, 21, e se olTerece a tratar all
oa em qualquer ponto da mesma provincia da co-
branza da dividas e de todos os negocins de sua pro-
lissao peranle os inbunaes, juizes e reparlices pu-
blicas, ou exlrajudicialmcule, por conservar as maia
eileusas relaees em toda a proviucia, como natural
delta, e haver exercido durante H annos-os cargos de
promotor publico, e juiz municipal e de orphSos em
dill,-, euie- comarcas, lendo sido alem disto honrado
coin o mandato provincial por alsumas vezes : as
pessoas que se disnareui de confiar ao abaixo assig-
nado soas coiniiiissues podem dirigir-se directamente
nesla praca ao Sr. Jou (joncalves de Albuqurrque,
agente procurador da provincia, que se eiicarregara
da remessa prompla e segura da correapundenria,
papisi e dncumeiitm. Cidade do Recito III de julho
de 1856.l.oiirenco Accioli Wanderlex Caavereo.
Alusa-se um sitio eom casa dusahrado, novo,
eom muilo commodos, cocheira para carro, estriba-
rla para 6 ou mais cavallus, quarlus para fcitores.
escravos, etc., etc., srande jardim c boa bolla, lem
capim para
O aballo assignado faz *cioiuWio respeitavel
publico, que ninaaem toca nesoeio .iilaVn om a ca-
sa terrea n. 102, sita na ra das Cinco\nti desla
cidade, da qual lie propietaria II. TheresVde lesos
li Silva, po.qoe a dita casa se acha hx uolb>isi la -u,
abaixu ass'snado desde o dia Pido correnle mez,
como consta de nma eseriplura publica para que no
luluro lempo ningnem se chame a ignorancia. Re-
cito 21 de julho da 1836.
Manoel Ribeiro Fernandas.
Perieu-se du aterrn da lloa-Visla au lim da
ra da Gloria, uina grade de recorte para lenco, jun-
io eom urna ainustra de labyrinlho lirada em l'al i-
garca : quem a achou e qu'izcr restituir, dirjase a
ra larga do Rosario n.36, que sera generosamente
recompensado.
-- Manoel Ignacio da Silva Teixeira participa a
seus freguezes, que a sua padaria, sendo o torno no
mesmo lugar que sempre foi, a loja de vender he
junto ao mesmo torno do lado do norte, principio da
ruado Rosa io, na casa n .Vi. e nao mais de baixo
do sobrado, eiquin.y.da roa Velha : assim como ad-
verte a seus freguezes que continua lamento fabri-
cam o exeelleole pao da todas as qoalida'des, redon-
do amigo, provenca, erioolo, e juntamente bolacha
lavada de lodos os lamanhos, al de 50 em libra, toda
muito bem torrada e propria para qualquer doente,
por nao conter seno boa farinha, acua e sal ; os
precos silo mais moderados seznndo o estado do mer-
cado ; o bom torrado da sua li ducha mo Ihe per-
mute que o seo prero seja igual ao seial neste ge-
nero, porem um pouco mais em equilibrio as que-
liras : na mesma vende-se caf cm grao, cha c assu-
car refinado,
No becco do Abrea n. I, no Recito, continua-
se a fazer marcas para buladla, dilas para cisarroi,
e siteles para marcar roupa : quem ainda precisar
pode dirigir suas encommendas ale o dia 13 de agos-
to ; lainbein lem alpbabelo e iiumeracu..
LOTERA DA PROVINCIA
Quarta pane u prii.it'ira
lotera do c.uiiveiito le
Nossa Senhora du uio.
O abaixo nsxign i, I.
sortt s:
.\. S
' I0I1S
* r.
" JOl
" 221
" '.m
2810
' 2058
I19S
o-
u as.scjTuinles
. -ni
-I"
liilliclr
'l-'-'n
IsaTtOj,
2 ditos.
2 ditos.
2 ditos.
2 meios.
2 quartot.
bilhete iuleiio.
quarlos.
2 ditos.
I dito
:,:00sll!)(l
2:0'liu,sn,:i
OO.sIlOD
'lllll.SlHMI
2,')0.slll)t>
I00.S000
IOOsOOO
5OS000
50^001)
5O.S0O0
Ml.SlIOO
e alguna de SOfOOO
Os bilheti, meios equartos rom a ru-
brica do abaixo Bsiiirrjado no sofli'em o
lescotilo dos 8 por cento do imposto ge-
al, cscrtio vendidos pelos menores preros
que oulroqualquer seuhor garantidoros
expuzer a' venda.
p. .. Layme.
Lotera
do
jc or
ii
ai e-fi- ila
Via-Sncrada Sania Cruz.
Aos 5:000s e 2:OOO.sOOO.
Corre iiidiiliitavelinente sabbado20 de
jullio de 1S."iI>.
ia'ustiano de Aquino Ferreira
avisa que venden es seguinte premios da
quarta parte di primeira lotera lo ion-
vento de Nossa Srnltora do Carino, exlra-
liida a l!l de julho.
I
I
filiarlo n. 1 (MIS 2:000j000
dilo '" 234 9005000
dito " 2089 V00$000
dilo '" 1309 200SOOO
dito " 290 100.S000
bilhete " !)S7 lOd.siiim
ciuarto 2*19 IIIII.SOO
dito 22 50$000
dilo " 1198 0.S000
dilo "' 2058 OSOIKI
Anula ce acha auseirte a asilaH llusaliua, de
n.icao Angola, alia do eatpa, tgrossa. eom dente-,
quebra l"^ na frente, lem 111 pedo esquerdo nma
marca redonda de urna empin^em. tem no braco -
pierdo dua lettrasI' e K-- : foi escrava de'l.ui/
Pires Ferreira quem a apprebeuder tem de erati-
cacao 10-^XKl, levaudo uu atorro da Boa-Vialu
". :i, primeiro andar.
lotera da provincia.
Vi Sr. thsaenresre das loteras manda faaer publico
qucVcsto exposlos .1 venda na thesouraria das loto-
nas,\ia ra da Aurora ik 6, das !l horas as :i da
lar.lc. Ndhetr, rafia e quarlaa da secunda parle da
primeira ifejtna a Ucnelicio da irmandade de Senhoi
Bom Jess da Via asara, cujas rodas andam impre-
torivelmenle no da iii, do correnle, e que loso que
sejam extraa.las a listas sema incontinente patas os
premios, excepto porra as deas sacies grandes que
silo pagas mesmo no salgo da trcelo, lo que et-
jam publicados seus respectivos premios. I hooura
ha das lolerias 19 de julho de 1836.__O |. canfe-
reote, servindo de etcnxao,
Jos Jauuario Alves da Maia.
I'recisa-se de urna escrava para e servir da
casa : quem liver dlrija-se a raa do Destina,* de-
limite do hospital regimenlal.
BILHETES DA LOTEilA DO
RIf BE JANEIRO.
JoseEu/.cl,odaSilva, competentemenle
habilitado, tem exposto a' venda otsens
bilbetes da derima lotera dotheatro de
S. Pedro de Alcntara, ruja lista espera
recebar pelo vapor 1'rancezGidiz,por
islo convida aos senbores que se dig-
naram fazer encommendas destes billic-
l'S (pteiram ter a bomladc de oa mandar
buscar na ra do Crespo n. -1, loja do Si.
Uathias d.- A/.->vedo Viliarouco. Recife2l
dejulbodc IS5(.Jos,- Eu/.el.io Alves da
Silva.
nu.ula-feira, ido correnle, luida a audiencia
lo .-, .11. |uu masan 11' ii da -onda vara, aera ar-
remata.,;, a rendar-animal do armaiein 11. 9 da Ira-
vessa da 1 ua da Madie de lieos, ocriva Mella, a
requerimenlo dos eonsenhoras Guimaraes A Vil-
lenle.
Prerixa-M de nm Uvd. .iccrdule de boa moial
para rapellao de um engenho na (rezurca da Usara
da, c que igualmente se quena rucarrgac dc]4ar li-
C*eaa lies ineninaa,t|ihas do Sr. do engenho, e te Hie
faia' bom ordenado, o mais alvurna xanlagens : a-
quelleaquem convicr dirija-se an pateo da matrir
ra eom quem tral ir.
I
I
lem exposto a venda seus muito lijliy.es
bilbetes, meios e quartos da segunda
parte da primeira lotera do Senhor Bom
Jess da Va-Sacra da Santa Ciuz, as lo-
jasseguintes: ruadaCadeia dollecil'e n.
V-"), loja de miudezas de Jos rorlunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. ~ e 39, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Sanios Porto, na
mesma praca loja de bilbetes 11. \, da
viuraBatios, no aterro da Boa-Vistan.
72A, loj.i de bilbetes de Antonio Ma-
noel Cardo/o, e as dentis lojas ja' co-
nhecidas do respcitavl publico.
Os dous premios grandes cima re-
feridos nao eslao suji-ilos ao descont
oc:edade"Recreo
1 auiarineira.
Teuild siilu inrriielferosos*iilT6rentet ai
iiiiiii i-i- |
Atfencao.
No aterro da l!oa-\ isla n. Ski, loja de chapeos tle ,
sol, ha.che::ad.j do Para' mu lindo siriinxnlo de ro- \
llereole cores c gasloe, igualmente lem xa-
do!
.les di-
luido de
"erreira.
1:2.">(>.S
18.")(i.Sa-
ta lem leilo para reunir os menibrus desla socteda- I "'',",'"'."" "Je *""' llc "<" lamanhos ; o dono
de, o abaixo assigoado na falla do Sr. director a ^"''"'nlo cima appraveila a occasiao, pedm-
ausencia do Sr. viee-direelor, -cundo-e do direila | a alsumas pessoas que Ihe lem dado ha muilo lein-
qoe Ihe ronlere o 10 do arl. 16 dos eslalulus. IP? ^Vf.V COMerlar, de os mandar buscar no
convoca os Srs.
r.i losar no
lloras da tarde, na casa da ra da Cadeia de Sanio I Irmandade d
de tomar-se
mais que o
Antonio, aeaundo andar n. JJ, alim
urna resnlucao deliniliva : advarta*sa
socio que liar comparecer lera de sujcitai-so a re-
-nluc.lo dos que runcorrerem. t) secretario inle-
rino, J. M. s. Iguiar.
l'erdeo-e urna ledra da qumlia de .".:IO?l,l:,
Quartos l.sVdfl
Pernambuco 21 di
lustiano de Aquino
I'recisii-sc de ofliciaes de lainaniiuei-
ro: na oiiicina da ra larga do Rosario
11. l.
i branca.
,\s pessoas que >.- acham devendo tontas ,ie boh
ca l''raiicclinu l;eneua l>c.pu, liajaui de vir pasai
i no paleo da IVnlia 11. -J, pois ah se ai-ha pessoa au-
Per dclibei.ic 10 da mesa regedora convido a lodos 'orisada para esla robr.inc.i, ,lu 110 prase de quiiu.
os irmaos desla irmandade, para na quarta-feira, %\ aias-
( Alaga-se as leiaa do sobrado da ra das Cinc"
l'.'iilis 11. 1,2, r.iin boa armado loda de louro, pT"
liria para qualquer eslabelerimento, ou veude ae a
armaran, para arrancar : a Iralar na traveaaa da rea
1.1 i.oncordia, penMlima eaaa autos dechegar a casa
le detenca-o, do lado do norte.
I'recisa-se atalajar urna prata que saina con-
II-,..1. eagommar e ensaboar. para o seivtro ale asna
ca-a de poura lamilla ; e tamhem um prelo aera a
servieo de nulas k tara: quem liver para alagar,
dirjate a la Direila n. 91, primeira andar.
Ouem precisar de um caveiro babili-
lado para qualquer cstabelecimento, an-
nos taberna : dirija-se a na da Cru n.
lo, ou anniiiicie para ser procurado.
Os bilbetes coin a rubrica do abiivi
assignado, sio pagos incontinente, na
praca da Indcpeodea n. -id, ate 9
premio de iHl.sdl). l'olvcarpo Jo.sc
I-i \ne. %
, l ina uiiillier de bom rom|orlaiiu-ii-
lo, olleiece-se |>ara o scrVieo interno ( me-
nos lavaron engommar | de tuna casa de
lamilla : quem precisar pude annuuciai
por esle joi nal para ser procurado.
- / 11 rnn-en,. director da inlrncra publica y-
...^ acaba de adoptar para a leilora das escotas .?.'
"j" de primearas letra de ambos os aesos,o f
_ 5 opri'ciilo -Kellesoes sollre a Inracao phy- 'k
':' sica e moraljila infanciapublicad pelo l'r. -
... em medicina, lunario Kirmn Xavier. -"'*
:.r.: :-.:-;>::::;:-;>
I're.ia-se de prelas para venderem nieile de
carrapalo asanles, pasando-se a vendasen : quem
os liver dirija-se a ra do Hmm passando a ehafa-
nz primeira eaaa que lem um sotan encarnado pela
retaguarda, para se Iralar do ajuste.
Na ra do Aragito n. .'I, precisa-se de urna pee-
la para vender doce, e que as horas vagas se arrape
em aljiiii, servieo do mesma trafico : a quen' eon-
vier dirtja-sea mesma casa, ouannuncie.
Antonio Jos de Castro avisa aos seos fresarse'
que lim diversas qualidades de plvora das marcas
mais acreditadas que lem vindo a este mareado, a
que as vende por menos do qoe venderem oa novos
vendedores deste genero ; para vorem as amostras,
dirijam-se a ra do Vigario o. 31.
Francisco Josc Augusto Ferreira, lendo da ir
a Lisboa tratar de sua saude, e nio podeod* des-
pedir-se de seus amizes e conhecido, pessoalmeaale,
servc-ie deste meio para o faier : oflereceado-lhes
ao inesniu lempo seu diminuto prestiiuo aujqaella
cidade.
Aluga-se om escellenle sitio, eom boa casa de
viven.la, bulante terreno, militas arvores a> frncto,
por preco raioavel. o qual ser a qualquer hora
franco aos prelendeules : a Iralar na Estrada dos
Afllirtos, na Malariiicira, confronto ae sitio da Sra.
I). Marcoliua.
ARRENDAMIENTO.
A luja e armazem da casa n. 50 da roa da Cadeia
po llccife junto ao arco da ConceicSo, acha-se deaoe-
rupada.e arrenda-se para qualquer eslalasluasanila
em ponto erande. para o qoal lem commodos sotli-
cienle : o* pretendentes enteuder-se-Mo con Joao
Ncpomuceuo Harro.o, 110 segundo andar da casa n.
i7, na mesma ra.
Jos Joaquim dome dn Abren, leudo arrema-
l.i.ln as dividas da fallida Madama Scasso, convida as
prsoas que saa devedora, que quanlo antes vao rea-
lisar o pasaineiiln de stus dehitus no ateno da Roa-
\ isla n. i J, taberna da quina do becco dos I er-
reiros.
FiACiO E 7ECID0 DE
ALGODJ.
re o 11 110 an. id nos elaiu[.., | .' ------..a, c ..> ,u .,, ..,1 a -l-,, i.u
rs. socios para a reunilo geral, que to ; '"""" ''' V' "'" ,ao col"rano se vendero para pa-
dia 07 Jo corrente mez de julho, a's :, | amento do sua fazenda e Iral.alho.
as almas da matriz do Cor-
po Srnto.
larde, 110 consistorio da mesma irmandade, alim de
reunidos ci.i mesa geral deliberaren! sobre neeocio
aceita em :-.'! de junhu do correnle anuo, pela [llana. 1,1- ,.,.
Sra. I). Lauriana de Meneaos da Vacoucellos rom-1 ',e """ P" a """- '"""""''o. escr.vo,
moiid Brrelo, a vencer e.n :ll do malo de 1838, Joao l.tcio Marques,
cuja Icllra ainda tinha em branco o legar daaasig- I'ede-se por favor a um senhor morador na
natura do saccador, mas pcrlencia a Ema. Sra. I a"** < Rangel maode entregar umgnlu que nllou
iiiarqueza do Recito : quem a adiar e quizer en- "o seu qutnlal, pois nao ignora quem be o dono ia
lrega-la ao abaixo assignadV), dirija-c a ra do Col- le**? do qutnlal d'inde saltou o dito, ou indagarse
regio n. S, cerlo de qneessa leltra de nada mais I seria algum (amulo, e o senhor uao ser sabedor : is-
serve, xisto como a mesma (Uma. Sra. O. Lauriana I'" Pde um que precisa que se Ihe entregue o que
esta' sciente em como .-. nao deve pasar, c ja' pessoa l,c nutra em substiiuicAo na dala de 21 do correnle. I nH casa l,ur cima de um acougue, lugo pastando o
Recito >i de julho de 1836. Manoel Ribeiro uecco 1ue vai para o Trem, nulo para a praca do
peixe.
Sor vetes
Hoje haver sorvetes no atorro da Boa-X isla n. I,
as (i horas e meia.
Precisa-ie de uma ama de leile : quem estivor
nestascircumslanelas, dirija-se a ra daiiuia 11. 10,
que achara emu quem Iratar.
\m LSTABELECI31EM0 DE
KELOJOEIBO, \i> ATERKO DA BOA-
VISTA N. 27. de Carlos Walter.
O proprielariodesla eslabelecimenlo raima men-
cionado, avisa ao rcspeilavel publico o cm particular
aoa seus patricios, amigos e (reaueses, que e acha
habilitlo par b 1,1 operar qualquer concert de re- i \!! '--,,'."."
lusiu jue or confia, uao seu cudalo, de mansi-1
ra que deix.i no possuidur pleiiamenlc satis'etto.
AULA E riJOLO.
lolam-sc para qualquer obra arca, riurr por ca-
noa quei por earrocas, lijlo de Indas as quali ladea e
telh.11. 1 1.1,1 posto nos losares que e marcar, par
preco commodo, o biexi la.le : a tratar na eocJieira
confronte ao telheiro dos ranoeiros ua 1 ua Nova.
Bastos.
A mulher que annunciou prestrar-sa 10 servieo
interno de urna casa de familia, appareea na ra
do Collegio n. 0.
Aviae aos rrerlorea do linado Antonio de
Molienda Cavalcanli de Anotada, que leve esiabrlc-
cimento de moHtades na cidade da Victoria, que leu-
do o juiz de arpllios daquella cidade mandada pro-
ceder arrematadlo em ns seeros que existan] no
dito eslabelerimeulo, e lento de fiixar-n raleio, pe-
de-se aos credores, que quizerein cnlrarno mes-
mo, queiram apreenlar as roas lellras naqoelle jui-
zo no prazo de X dina. Victoria -J-> de julho de I83G
Alesandre Jos da llollanda Cavalcanli.
-- Na audiencia do Sr. joil de pas da freguezia
de S. Jos, no da 1'tla-leira, 'i do correte mez.
as '- horas da manliaa em ponto, tem de ir praca
para serera arrematados uns trastea penhoradee a]
Andr Avelino da Costa, por escancio coulra elle'
movida.
O aluno assignado, esrriv.iu Interino da ir-
mandade du SenliOI Rom Jess das Dores, em S. |
t.oncalo, por deliberacSo da mesa, convida a lodos garanlindo o mesmo concert, pois elle acaba ,to 1,
rj.C"Vr,|"''"S '"'" "" aJ7 '0 '"""^ P"1" ceber ultiinaiiieul. umbrilbanle-orlmieiilodepeca
ora- no na comparecerem 111 cousisiono da mesana e instrumentos inleiramenle nevos i.ecearios or.
n.Th ?'', "",t'e?C,r aelei,-;""la n,es- ,np que ha de reger no prximo luluro anuo re.peilavcl publico, patricios, amigos e riegueres
>.. 1 .Jo,SI!l-"c;,'i Rodrigues Machado. pela sua mi., valiosa proleccao, e protesta qoe tora
_ rxa ra do Senhor Bom Jeus das Cituulas n. ludo para augmentar o bom c.nceilo que al
Ib, Isva-se e engomma-sc eom todo o aceto | lem gozado, e Ibes sera elernameule grato.
"MUTILADO
Alugam-se crnicas pau ronduzir trastos u
quaesquur outros ohjcclo,quer para dentro, ipier pa-
ra lora da cidade, por preco inulto commodo : a
Iralar na cocheira confronto ao telheiro dos canoairos
na ra -Viva.
Os Srs. devedores da casa taluda do
Sr. Jo,o Moreia Lopes sao convidados a
diri{jirem-se a" loja de Manoel .lose' Le-
te, na ra do Queimadon. 10, alim de
amigavelmentesaldarcm seus dbitos.
O Sr. Frederico Jaci|ues nucir di-
rigr-sea livraria ns. li S da pr.ua da
Independencia, a negocio de leu
resse.
SOCIEUAIIE LM COMMAMHIA.
11 tu 1 social: Amorim, Tana, Guana \ l..
()< socios suhscriptoses para a fundara da la-
hric.i de liar e lecer algo.1.10, ng.ima.ia pr I lia
na Duprat, sao convidados a realtaar ale I" d aoi-
renle at | de agosta prosiaao lulur, na caisa da
aociedade, provisoriamente no e.cnpino do Sr.
Manoel Alves Coerra, na ra do trapiche o. 11.
lodos o das otis, das Itl hora* da manhaa a I da
larde, a primeira prestadlasjs 5 paja cenlo obre o
cat.it.il subscripto. I'ernaiiiburo lu d- pillo, da
ls.>ti.--d socios gerentes, IhIohio Marque* 4e
Amorim, Justino Pereira de Parias, Manat '.!"<
Hueri a.
I'l III [CACAO' I.ITTKRARIA.
Acabada sabir a luz a primeira parle do l/aimif
r/o rmi Hwreiante t <> ariingado rtn rnmmerrt. ron
Iciul'i o cdigo roinmercial rio Imperio do Hra-il.
ai.....lado rom as letorcnnas do. dncro. artigie. do
uiesuin cdigo e dos repretixo< regula,nenio, catre
ule- ''' a-s,1,1 como coin os decreto e axios cs|,c.lid,>
ate o presente explicando 011 -il.tiaiido alsoana do
-n.s d:poic ,e.; e aeeoi lo los regolamenlo. 7.17
lambem au-
iterra-sc por empleilada, quer ram|area, quer L: .' ,N -"" "''\'",' 'r" '" fj^-S**
alica anenlnllio, qualquer lerreno alagado, >07 -eco razoavel: a Irator na cocheira confronto ao!. ""r"""* i1"1''-. 1' -' <" '"' P''"- '"
rom
por
telheiro dos canoeiros na ra
om
appeodiee, qoe e mleea a integra ue todas as le,
decretos c rigulaineiilo publicados ale boje, e ne-
Hrroiano Jos Rnltigues Ferreira 6 liento Al-. cessanos & boa asersele da rcterid, ccaliao, como
ve da l-iuz av.sain ao rurpo .le coiumercio e no [,u- por asasaplole da reforma do Irihunaes do com-
blico, qoe ellea fiseram sociedade eni nm r-tabele-, merrio rom rcsneclixo tesulamenlo : os regola-
cimento de fazendassito no Pi ..-,:.. Publico o, l. nienlos .1.. corr ctor-s. agentes ala leiloe etc., ele.
cuja firma social heFerreira v l>u/, pela qual el-'
aveis. Bata eslateleeimento vaioffe-
recer vanlagens aos lannorea compradoras por seren
fetas luasjcomnras a dinheiro.
Jos Joaquim Alvc-, ten :,i ai remala.la j di-
vidas da cas-, fallida do Sr. Manoel Joaquim Alves
l'iloinln, convida aos senbores drvrdores da meases
a dtrigiiem-se a rua-Nov.i n. 71, alim de ainigavel-
niente saldar sua> cenias.
boje
I'recisa-se de nm criado moro, que -.nh
ar : ua rus do Collegio u. Jj I.- audar.
liole-
A xenda na livraria de J. Nogurira de Son/a,
junio ae arco de Saolo Antonio, onde lambem se
rerebem assignaivras, l'rero > em lirovura.
Precisa.e de ollieiaes de s.ip.il'-ii',
na oiiicina da rna l.n;;a dollosario n. I l.
t'iecisa-se de uma una de leile, c que eja
bom. e suflicientc quanlo chegue para nutrir lora
1 uma crianca, paga-se lem. e gratifica se a quem ilcr
; ueiiria 0,1 tov.ndo-a no palco dn I eren, ol>rada> do
I linado Olixeira, coulrvnle duas padaria-, na da
I o. i'.1.

-,;


IIMIO l FIIIMNCO 50IRH F1IM 23 JULHO II II
I (RAMir. SIIRTUHTO
DK
VI rrj.)ti;- N' \m\i.acih.
V.nv. i. '"(? ^?':;>.'/.?.'<'?.'V'.'.v.'^.'V,.-j;: J ,
CIDADE
.


Cobre-sec-concerta-se toda e qualquer qualidade de cha los de sol com muito nsseio e promptido.
menos prego que cin outra qualquer parte, sendo un s preco para todos. Recife 7 de jullio de 1850.
: jTme, dentista, :
o) continua a residir ua ra.Nova h. 19, primei- 9
:ro andar.- M m
ao publico.
J. Iluoder com loja de alfaiate na ra Nova n.
52, recommenda-*e aos aenhores que quizerem pos-
suir obras, como calcas, colleles, casacas, ele, feilas
rom perfeirild. Neste eslabelecimenlo nao se encon-
trar* obra de fabrica, smenle obra feila por encom-
menda, de baixo de toda a garanta, com toda a per-
leicao possivel, e sempre do goslo e da allima moda
ila Europa. Ser igualmente muito conveniente e
reenroroendavcl aquellas pessoas que morara ti'algu-
ni.i diitaucia desta cidade, c que querem sues obras
feilas com brevidade, c no prazo marcado. Tamben
i'iiconlra-se coutiouadamenle no mesmo eslabeleci-
menlo panno e fazendas para qoalquer obra.
MI IONSILTuRl HOMO g
PATHIG; i
Ra das Cruz es n 28
Contioua-se a vender os mais acreditados fp)
medicamentos dos Sr-. Caslellan e W'eber, A
em liuluras e em (lbulos, carleiras de lo- j5
dos-os tamaitos rnuilo em eoula. fu
Tobos avulsos a juu, 800 e 1)11(1(1. /,*.
1 once de Untura......-JNMMI V>
Tubos e frascos vazios, roldas de corlica A
para tubos, e ludo quanlo he necessario pa- a,
Fra o aso da honvejipalriia- *?
Vendem-setres moleques, Dar ra : quero pre-
tender dirija-se a ra Augusta o. 3.
Na ra da Cadeia do Recife 11. II vende-se
i orna escrava com idade de 16 aooos.
/Va lo/ 1 das seis portas em
frente do Livrainc.ito,
vendem-se:
Camisas jodispensaveis para liomem e moros de
doze aonos para mais, de esguia, a dez lusloes cada
urna, lencos de cambraia urlicos para mao e algi-
beira a doze fintee*, briin de algodao proprio para
qualquer obra de casa a doze vileos a vara, e mul-
lo largo a cruzado, chapos de caslor branco france-
zes a i'U'i mil ris e pretal ile seda a sele, de formas
a moderna, panno lino mesclado dedillerenlH cores
a 9 o covado, proprio para palitos e sobrecasacas de
ICIIIll 1 goslo.
VARETAS.
Charolo* do fabricante Brandas, calimbas de .XI
a '293(10 : na ra da Cadeia do lenle 11. 15, lojd do
Bourgare.
Vende-se lima negrinha de K aoocs. muilo lin-
da, propria para dar-ee mimo, por 1er muito bo-
lilla e esperta : oa roa do Itosario larga o. 22, e-
Sunilo audar.
PARS,
nii
l'/ *.'' v* *' '' V* *i fe *. J '' < >> > v*>X >***!
*.;
rua do Crespo
O abaixoassignado, participa a seus numerosos fregus es, e ao respehavel publico desta capital, que muclou osen estabelecimento da rua do Collegio n. 4, para
n. 4 casa nova ao pedo arco de Santo Antonio, onde contina a ter sempre un completo sortiniento de chapeos de sol de todas as qualidades, tanto para hornern como para senlioa
grande sortimento de roupafeita. perfumaras, artigos para viageiu, e outros muitos objectos das primei ras casas de Pars. i ?
Todos osobjectos que se acharen, ueste novo estabelecimento sero vendidos por
.1. Falque.
J\a loja das seis
portas
Fin frejite do Livrameuiu.
Cassasescoc jas a doze vileos o covado, e piola-
das a meia pall ca, riscado monstro a dous luslcso
covado, cassas mrdadas para cortinados e habados a
pataca a vara, corles decassa com defeito do cupiui,
leudo II covadas o curie por dez lusloes, leen, de
lia para pescoc > deseohoras e meninas a pataca cada
mu. leucus bon ados a novo gusto para roo de se-
oliuras a dez lii sidos cada ura, maias (loas para me-
oioas a doze vi ilcns. Esl a loja aherla das K horas
da raaoha al as 0 da ooile.
i\a loja das seis
portas.
Ma loja das seis
portas
Em frente do Livra ment
Alpaca de algodao de qoadros, de duas largo-
ras, bonitos goslos, para vestidos a pataca o co-
vado, cambraia de seda, superior qualidade e goi-
los modernos a dez lusldes o covado, chai} de
quadros e liso, Dio liso e bordado, leocos "para
menltnis hrincarem, com averia a viole'm o leo-
co, oni completo sorlimeolo de fa7.eodas d to-
das as qoalidades, em pecas e a relalho, que se
querrin reduzir a sedulai, por meos preco do que
em oulra qualquer loja, sendo dinheiro visl;-.
m iiAPUu;o
Para as
ras
que
ostam do
barato.
senho-
bom e
\ eodem-se ricos peoles de tartaruga para alar ca-
bello a 49300, meias de seda de cores inuilis-imo lin-
del para crianras de um mez a un anuo, pelo barato
preco de IjXIM) o par, leociuhos de relroz de todas as
cores para stulmras e meninas a K-, toncas do laa
para seuhoras e nieiiinas a "iO rs., camisas de meia
para crianzas ale a idade de um anuo a 500 rs.,
meias brancas de algodao para senhora muili-siroo
linas a SOO-t*., dilas brancas e prcta de seda o mc-
llior que se pi'ide encontrar a -J5e 25500 o par, rica>
caixas para guardar joi.is a 800 rs. e 18, canas mui-
lo ricas com reperlineolotoniearoeute proprini para
coslnras, pelo liarali-simii preco ilc S-'iOO, 9000 e
Vendera-se i eseratt, sendo 3 negrinhas de
idade de 13 a IS annot, crioulas, e I e nila figura, eiambem I prela de idade: na rua Di-
rcil.i n. 3.
Vendi-se um relilo grande de amolar ferra-
menla de carapiua, assira como urna lerrainenta de
.carpinleiro : na bravease do l'eiiolo as (joco Pon-
as n. 13.
A 10,000 rs ocento I
,.,.,.,,, i P'uluras liuissimasa-J>, penles de bofalo muilo lios
( .leposilo das bichas de llamburgo, rua eslreila para ,lrar p|hos a .-, lesouras i.iisimas e de
i /. _. ,' osario .i. II, lornou a receber nova remesa de lodas as qualidaOes, ricas trancas de seda de ludas as
Mtll Il'enle tW fAnranUUllO.Ig*"*""""rgtpete vape-leleAven,(|>e|coreeeletaerw. ricefilede eeda liiee e lavradas
peaeM para o ral ; vendem-sc a l(i> cenlo, e alu- ,)o ,odas !, e ,-orc4 bieM ,|e i,|l0 BBbeimw
gaOMC a 320 as grandes, e 200 re. a menor
Aenco
a)
Itiscado escuro e muilo largo, proprio para roupe
de e-craros a ICO o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bomgoMo a aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a IjCOO a vara, loalbas
de panno de linho alcotoada e lisas para rosto, as
mais superiores que lera viodo ao mercado, ditas
para mesa, uuardauapos adamascado! e oulras muia
las fazendas por preee commodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volta para a rua da
adeia.
Veodem-se madapoles linos e de oulros, com
pequeo loque de avaria, por presos moilo bara-;
jos: oa raa da Cadeia-Velna u. 24, primeiro andar.
Moinhosde vento
com bombas derepaiopara regar borlas e bai-
wmao,
*m\;IIiis a comento.
Conliooa-se a vender a 89OOO o parprero Ate) as
j I i'in coohecidas navelhea de barba,feila [ele h-
bil fabrcame que ha sido premiado en divenee ci
posices: vendem-se com a eondc.*u de nao egra-
dando poder o comprador devolve-lei al 30 dui
depois da compra, resliluindo-se a importaecie :em
casa de Auvuslo C. de Abren, na roa da Cadeia de
Hecifen. 3b.
.-VIO. travessas de \erdadeiro hualo para prender a de capim : na (undicode I. W. Bo
cabellos, pelo haralissimo preco de I?, dilas de larI na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
tnica a 3>,"i0/l, ricos lenues com plumas eespelhos e
NofM riscad
pataca o covadcl
palacas o envad
s francezes de lindos padres a meia
paiipolma de laa iMiissima a duas
\ laas de quadros de goslo novo a
Algodao da Babia.
Verdadetra
amantes.
ag
1a dos
Vende Aulooio Cuiz de Oliven a Azevedo, uoseu
escriplorio, rua da Cruz n. 1.
O sbaixo assignado fazscienlc ao res- 1
peitavel publico, que desta dala em (lian-
te deixou de se envolver Um negocios de
hilhetes de loteras da provincia, e por No escriplorio de Antonio Luiz de Oliveira A/e-
isso niio Ihe compete mais o pafjamenlo ve*0 "dc-e a verdadeira agua dos amantes a 25
1 l-il j j 1 cada garrafa.
ras. Recife 5 de jtilho de 1856.An-I *arilllia de mandioca.
Ionio Jos Rodrigues de Souza Jnior- Sacras cora alqucire velhe.
amtt &&:*>-& *S4RdSSafHfc*m N <'"lj,! A"1"""-1 lu" de Oveira Azevedo, do seu
W*>S5^3tf> ^>~&*r3&&3!19>v) escriplorio. ruada Croi 11. I.
^ A HOIEOPATHI\ E 0 i, ^TZLT,u rua,, *+
( lilil i I* 1 W V ende-se um cai\ao de casa, que se pode fa-
t llIlVlUIlIlil. A zer 3 andares, nos Coellios, rua do J-sraim iquilla':
f UniCO tratameoto preservativo e ^g^a tratar no aterro da Koa-Visla n. 18, loja.
W Curativo do cholera-morbus, "" ?ahlre ">}""*<> de primeira qualidade a 8S00
f PELO DUUTOK ^ l% ^'a Bsr,holu,neo Pw-
Cf*Sabino Oleeai ioLudero Pinho. *t ."...
SL_*. I_5- Wf\ Na rua da Cadeia do Recife
uas palacas a i ovado, chilas escurasde tintas sega-
ras a meia paiai
leus, lila prela
invado : vende
certas fazendas
e de diflerenles cores a seis un-
para saias e mantos a dous luslcs o
se b3ralo por querer acabar com
Vende-se
de, tadio, robu
pina, em cuja a
cure-se na rua d
rio de Bailar ,\
VINIld
I Vende-se or
; quarlo e oilavn,
; deia do Recife i
| vcira.
1AR NIIA
Vende-se por
de Maroangoapc
dida nova : na
criptoriode Ral
Na rua do
um lindo crioulo de 21 annos de ida-
lo e sem vicios, he oilicial de cara-
lc desenvolve rara hahilidade : pro-
a Cadeia do Recife n. 12, escriplo-
(Ihveira.
Calcado muito
barato.
I de lindos padres e todas as larguras ticas franjas de
' algodao brancas e de cores pruprias para cortinados,
I e oulras muitissiinas cousas, qne ludo se vende por
lo barato preco que aos proprios compradores eer>
vira tic admiracAo : na rua do (Jueimado, na bem
coubecida loja de miudezas da boa fama 33.
.1.
'!'
H PORTO GEN LINO.
inio vinho rio I'orlo em barris de
por preco razoavel: na rua da Ca-
13, escriplorio de Bailar & Oli-
l>E MANDIOCA,
noderado preco eicellenle fariuha
em saccas de dous alqueires da me-
na da Cadeia do Recife n. 12, es-
ar & Oliveira.
Vigario n. 19, primeiro andar, ha
n. Ib Ir,arl ven(1er sperior cal virgem de Lisboa, desem-
barcada lime Hn irigue Conslanle.
barcada boje do
9 t'ali
s3
s e Camisas @
O
O
tf
i
I
Segunda edicro.
A. benevolencia coreme foi acollada pe-
lo publico primeira edicto desle ops-
culo, e-col,i,la no curio espaco de dous me-
te* nos ioduzio a reimpressan'
Cuito da cada ejemplar......1301)0
Carleiras completas para o Irata-
mentodo cholera e de raoilas ou-
lras molestias, a..........30*000
Meias carleiras..........ii.nhhi
Os medicamentos sao os melhores possiveis.
Consultorio central homcopatbico, rua
de Santo Amaro (Mundo-Novo) n. (i.
n. 37, vendem-se at
o:&?
o.ro.d.Cadeiaddo!Rec^an.^!f fe.
^
Massa adaman-
tina.
' vraroenlo, no segundo andar.
Na rua das Cruzes n. 22, vende-se urna escrava
crioula.que engomma, cozinha, cose chao e lava de
sabao.
- __ Vende-se urna prela, que faz lodo o servico
Franciico Piolo Ozono chumba denles com a ver- de casa : na rua Uireita n. ai, nadarla.
dadeira massa adamantina e applica ventosas.pela
alraccao do ar : pode sor procurado confronte ao. ". Vende-se a padana das Cinco-Ponas
Rosario de Santo Antonio n. 2.
ancezas.
Vendem-se palitos e sobre-casacas de
bnm de linhli a 33000. dilos de alpaca a ~3 '^
83000, ditds de panno fino prelo e de co- S^
! j. re, forrados Ide seda e da ultima moda, a .!.
100, camisas francezes brancas e pinta- fe?
duzia, colarinhos de ti- ;-'^
uuzia : oa rua Nova, loja 9
annos de idade, o qual lie estivailor e remador de WS1 n. i. (p
anchas : em Fura de Portas, rua do IMar u. ll"i. 2-iK'Sv^vS ^^S&ife rv:>-?.!V'f>:t
Superiores velas de ca nauba. Vende-se inberiorigomma de artrula a 1-200
\ endem-se por preco commodo : ua rua da Cadeia a arroba, e saccasf com feijao mulalinho a 81: no
do Recife n. 2, primeiro andar armaiem do Cazuza no caes da elfandega o. 7.'
Vende-se meia legua de Ierra junto as trras
do patrimonio da cmara de Santo Aniao : qoem i
pretender, dirija-se ao sobrado u. 22 da roa do L-
atelas de carnauba pura, em caix.is, mais barato d
que em outra qualquer parle. '
II Vendem-se saceos com cera
] PrcSo commodo : oa ro. d, Cade.. uu ... ., de ft a
Vende-se um e.cravo de nacao Rebollo, de :10 S* uho a 2S000 k duz
Vende-se ce^a de carnauba, dila amarella e
Vende-se na luja que Ibi de
Militando Amara!, lodos os objectos" alli
existentes, constando de sapatos de varias
qualidade, como de lustre, marroquim,
bezerro, ele, ludo se vende barato por
liquidacao a que estiio ni ocedendo os ere-
dores dodito estabelecimento.
Relogios
iug ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em lnglalrrra: im casa de
Henry Gibson : rua da Cadeia do Reciten. 52.
LVAS PARA HOMENS SE-
NHORAS.
Vendem-se superiores luvas de pellica muilo novas
para hnmem e senhora a 1280 res o par, ditas de
eda muilo boas e sem defeilo alcum amarella", pre-
tas e brancas para hornero e senhora a 13000 reis
o par, ditas pretas de torcal muito boas a 800 reis o
par, ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
bomem e senhora a 100. 500 e 600 reis o par, dilas
dilas para meninos emeninas a 100 reis o par, luvas
de eda ricas de lodas as core e bordadas, com
'-'larnicao. para senhora a 3*000 e .'13500 reis o para
e oulras mais qoalidades de luvas, todo na rua
Lindeza para
vestidos
velas de carnauba, por menos do que em oulra qual- | c'u tueimado na bem conhecida loja de miudezas d
qoer parle : na rua da Cruz u. 31, primeiro andar. ua lema n. 33.
_. 100,
com lodos os seus uteusis e Corno : qoem a preten-
, : "'"" dirija-se a' mesma, que achara" com quem
81 raspassa-se [urna bypotntca da iratar. .
quantia de mais de 20:000$ no engenho Vende-se viuho de Bordeanv. em quarlola. e
Santo Estevao, da freguezia de Muribeca, em caila ae a"i de fiarrafas, azeite-doce, arenques
em lugar muito prximo por onde deve; *****MgUTZ*4' *""*" ""
rassar a estrada de ferro, distante desta i v,.,.
r-. vende-se urna escrava moca : quero a preten-
cidade pouco mais OU menos quatro le-1 der, dirija-se a' rua das Aguas-Verde., no primeiro
guas, prximo a ponte dos Carvallios, cu- audar do shr"K defronie da casa u. 37.
ja bypotlieca lie especial, e tira o direitoi I j
aosenhor do dito predio de poder ven- Ffl 101 a lilvS SCIS
der. aforare arrendar o mesmo engenho
sem licencia do bypothecario : quem qui-
zer este negocio annuncie ou dirija-se a
livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-i C, <..* i
denca, que se dir' quem faz este ne-i l3',11 tren^ O LiyranieiltO.
(jocio.
ATERRO DA BOV-VISTV If. 16.
portas
Vendem-sc quecos de K a 12 libras cada om,
es mais soperiores que lem vindo a esle mercado por
serem muilo novos, chegados ullimameule do Ceri,
pelo vapor olmperalri'z. : na rua da Cruz n. 36
casa de Mendes & Braga.
Lencos de cam-
braia de linho
A 320, 400, 500, e 640
cada um.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Fazendas por muito me-
nos do seu valor, na loja
de 4 portas na rua do
Queimado n. 10.
Corles decassa prela com flor miuda e lisas a dous
i mil reis o corte, com sele varas, chilas francezas lar-
j gas, e neo desbotam a doze vileos o covado, lencos
t; da cassa braucos e de quadros de cor. grandes, para I Madaoolao entre-Ona era -hiwi'p
'ommatneautema hon- p* nos hombros ijMtSiMfflolWKfii .w
ra de avisar ao publico, qoa elle acaba de receber f* cadaum- pecas de algodaozinho com pequeoo Dito muilo lino com 35 varas
uro sorlimeolo de espiugardas de caca de um e de que avarla Ia dous mil res a peca. ; Esguio de linho muilo fino coro 10 varas
dous cenos, por preco moilo commodo, e aproveila Vende-te O enr'enlio Miiriberiuinlia i ''lal'".'a situado a tres leguas desta oraca. moente Dito bon americano
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas de laia para
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultima-
mente de Franca, pelo haralissimo preso de 13000 o
covado. Esla fazenda he de pora laa a seda, e o
seus padres siio os mais bonitos qoe ate o prsenle
lem apparecido no mercado : na rua do Oucimado,
nos quatro cautus, loja de [aseadas da ba lo n. 22.
Perfumaras- de
bom gosto.
Na loja da boa fama encontra-se sempre um rico
Isorlimento de perfumera* de todas a qualidades,
jseudo seu aulnro roclnor que lia em J'aris, riquissi-
i mos frascos de Mirado* muitissimo linos, pelo baralo
piero de Iri(H), lySOO, 2? e 23500, jarros de poreel-
lana delicados c de modernos sollos com banha fran-
ceza muilo lina a 2>, frascos com eesceocie de recae
320, paos de pomada Irance/.a muilo bon a 100 rs.,
Irascos pequeos c Brandes da verdadeira agua '
Colonia do l'iver a KO e 1/000, sahoneles linos e
diversasquali'ladei,pos paradeuleso melbor que ,
de haver^ oulras minias perfumaras, que se ve,,
dem muito baralo: na roa do tueimado, na bum co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vende-se, o milito superior baca-
lha'ode escama a l.S'000 i\s. por barri-
ca : no cics'da Alfandejja n ina/.em de
l'aula Lo[ies.
Pianos,
Vendem-sepianosvcrlicaesinslezes, de elefantes
mndellos e eicelleoles vozes, fabricados porumdos
mais acreditados autores, prorciado na exposicaode
| Londres: noarmazem de Kostron Kooktrc^Com-
j panhia, praca. do Carpo Santo.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daSonzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiina ahaver um com-
pleto sortimenio de moendas e meias moendas
vapor e taixas de
os tamanhos para
XAROPE
. DO
BOSQUE
SI ni transferido o deposito desle xerope pela a bo-
tica de Jos da Cruz Sanios, na rua Nova n. 53,
zarrafai 5-Vm. e meias :lcO00. sendo fal-o lodo
aquelle qoe n.io for vendido nesle deposito, polo
que se faz o prsenle aviso.
nii'oiiTWF pm o riBLico.
Pira cura de phlysica em lodosossensdillerea-
res eraos, quer motivada por coiisliparoes, lr.r,
asllioia, pleuriz. escarros de sausur, diii de eoe-~
lados e peito, palpilaraone coracao, coqueluche,
hronchite, dor na sarenla, e lodas asnioleslias
dosorgos pulmonares.
Vendem-se dous pianos (orles de Jacaranda,
construcr,o vertical ecom lodos o melboramentos
cotes de carro e de montana, candieiros e casucaes I mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
bronzeados, rclog.os patente inglez, barris de gra- Hamburgo: na rua da Cadeia armaiem a. 8.
xa n. 9-, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
Bode vela, chumbo de munico, arreios par. car-1 POTASSA E CAL TIRGEfl.
jo, lonas malezas. \ ^** .*r, *" T^T *f* ."^,
i>o antigo c ja bem conhecido deposito da roa da
\ 1 A I i IIH DA lC (IIIII 1. 19adeia do ***^"P10''0 ,a- P" **-
AI liM\ Dilj DU13 y LALI lder mu,f '"i*"" fiS*At Rnssi*>ditodoRio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, Unto
com os quaes ficarao
TAIXAS PARA ENT.ENHO.
Na fundifao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sortimcnlode taixes de ferro fun-
dido c balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por proco commodo e com
promptido: embarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston& C,
rua da Senzala-Nova n. -12, sellins inglezes, chi-
dades ne muito barato.
N ende-se papel de peso e, almaco o melhor que
pode haver nesle genero a 3, *, 5 e 60000 a resma,
papel paquete muilo fino e de muilo boa qualidade: ,
prnpriamenle para se escrever por vapores para a (
Europa em cousequencia de oo se pagar grandes ; W
portes de Carlas, em resmas, meias raimas, quarin- (3)
de resma, ou mesmo em quadtrnvi a 80 rs., pipel de I ZL
linho verdadeiramenle almaco e proprio para carto- ^P
rio a c rs. a reMna, verdadeiraa pennas de ac de ^
bico de laura couhecidas pelas melbore* q "ha a T5
19200 a caixmha com 12 duziai, ditas sem ser de bi-l ftjp
v de !aiuv, ma- lamben) liiuilo boas (iO a e.iisi % A
nha ruin 12duzias, duzia de lapis muilissimo linas o
320, i-i e 500 rs., dilos para desenlio a 800 rs. a
duna, caivetes muito finos e de lodas as qualidades
esos, linla ingleza muilo boa e barata : na roa
Queimado, loja de miudezas da boa fama o. 33.
a precos muito favoraveis,
dos contadores salisfeilos.
Para
i ovas.
na para engenho, machinas de
Antonio de Almeida l mine
segundo andar.
praca,
e correte, que foi do uado xm. com-
inendador Jos Paulino de Alliuque
ique
Sarment: qurju o pretender, assimeo- Ua muilo superior
.gli.lmooscredores do mesmo (Liado, diri-IS^AS'f.^.'SSK'*********(*
esta occasiao para prexeuir as pcisoas que enlrega-
ram ohjeclos p.ra concerlar, de os mandar buscar
no espaso de um mes, porque elle pode rclirar-se
de um momeulo para oulro. Ncsta mesma casa ha
fraude sorlimeolo de cachimbos, e objectoi para
piaruicncs de carros, ele, etc.
instruccao uioral e
4 "jam-se a rua da Cadeia
glOSa jnio n. 22, onde mora o
Esla compendio de historia sagrada, qne foi ap- Barata,
provado para instruccao primaria, tendo-se vend- wj .
ilo antes da approvacao a I JliOO rs., passa a ser Cll(l6-S8,
vendido a 13000: na livraria ns. C e 8, da praca Anda existe urna porcao de caixas com
da Independencia. e\cellenlcs velas de carnauba puta de (i
^ -----~-------------: |c8por libra, Cbegadas ultiinamenledo
't&'OWptfiv* Aracalv, por preroseommodus, assim co- i
Chiras ordinarias, peca
Hilas decores lisas 5500 c
Cambraia fina
de Santo Anto-
lenente-coronel
Compra-se toda c
de prata velha de lei sem lcitio:
liver para vender, dirija-se a rua doCol-
lc;io n. 15, agencia de leiles.
Compram-se enxames de 22 a 2o
palmos, travs de30 e assoalho de louro
empranclia de 25 a ">() palmos de cora-
prido : na livraria ns. 0 e 8, da praca da
I ndependeiicia.
Compra-se c cdigo universitaria por Mr. Hen-'
ilu : n.i rua do Collegio n. 25 I.- andar.
-- Compra-se um halrao envernisado, estando eml
l.nm uso : quem liver aniiiincie por esta folba para
ser procurado.
-- Na roa larga do Itosario n. 6, compram-se
garrafas e bolija, vasias a 7sUUO o cenlo.
Compram-se os livros seguinles : Poesas de
rhiladelplio Auguslo l-'erreira l.ima, Dores e I-lo-
res, poesias de A. E. Zalear, o volunte de poesas do!
Dr. Jeronymo Villela de Castro 'lavares, e os mime-:
ros dos periudlcos tirito Nacional e Beija Flora que
Irazem o relrato do immortal hroe Nunes Alacha-
do : qoem liver aonuncie ou dirija-se a ruada
Praia n. 9.
Compra-se um prelo vellm para tratar de um
mo lamhein se vende por preco commodo
quakjuer porcao I uma pequea porcao de cooros de cabra :
quem | a traba*na rua da Cadeia do Recife n. 7,
loja de miudezas de Antonio Lopes Perei-
ra de .Mello & C.
AUeocao!
Eiisleru neila loja as fazendas da loja da rua do
Crespo, que foram arrematadas, e se vendem por
muilo meuos do seo valor, comoseja :
39000
1*800
133000
139000
139000
19920
39000
I9OO0
OgOOt
19300
39000
9000
69000
39000
200
(i 10
39300
ia2
39000
19000
9O9OOO
100
49000
1jMi(H)
asooo
aoo
39500
610
160
150
200
goslos mais modernos possiveis, os quaes se ven-
dem por muilo e-i. conla ; o proprielario do esla-
heleriniento leudo de concertar e organizara casa,
e de fazer orna viagem a Europa, assim nao poden-
do conservar em casa os instromeDtos por mais
lempo. 0 eslabelecimenlo esla iberio al as 8 bo-
ros da noile, para a romnvididade das familias que
quizerem ver c experimentar os iiiesmos : omes-
mo lem aleuus pianos em segunda mao c por pro-
co muilo em conla.
cavallo : na rua da Cadeia do Recife, n. 1(i, primei- *^@@O^OO V \':X%*?;?
10 andar. x*^ innnflnnii n.in,,.'.. ..
Compra-se uma escrava de meia idade, |que ^
saiba cozinhar o diario de uma casa: oa rua ,|.. v'r
Encantamento n. 3, armazem. I **5
Dilos de''lila prela 39300 e
Colleles de selim prelo inaco 29500 e
Bnm linho, de quadriuhos, covado
liilu dedilo de cores, trancado, vara
Panno preto e de cores, o covado 3,-<00U e
Macos de meias croas para bomeiu
Ditos de ditas boas
Dilos de dilas superiores
Corles de vestido de seda 169000 a
Chilas de cores, sorlidas, cuvados
Chales de mermo de cores lisoie cem bjira
Cortes de cassa chili *
i Ditos de chita larga innova.
Cila franceza, larga, covado
Meias linas para senhora, duzia
Grvalas de coi es para bomem
Algodao (raneado azul, o covado
Dilo alistado, covado
l.encos finos de chita e ganga
E oulras mu la- fazendas por baralissimo prego : seu-
[do com dioheiro vista.
Na loja de |madame Ro'ier, roa Novan. 5K,
se achara chapeos de seda para senhoras, dilos de
o pallia para meninas, bicos de lioho, saias de clina
No deposito de pianos i mu,,,0a moderl'as- >"? ueL velluao "r<" ''e 'odas as
da rua Nova n. 7,eiqui- 10i,ldauf enfeiles de cabrea, luvas de casameulo,
na da Gamboa do Garmo napclli,s *fcw,t* la^'",Ji,. ,n',nla' ,,rans. Ic1"e*.
encoulrain-se os mais ri-' 5ft "" "e"5sano )'"? 'aineolo. veos
eos e melhores pianos hl" !1avra'10 "'f fMf 'If lulo, collarinhos e
que lem apparecido nesle mercado.de forma de ar- m',nS'"'<'s V UMalIO, b'cos de linho prelo.
maro, de vozes superiores, oin-lrucoio aolida, e de
*Scn)ac.
INDUSTRIA PERNAM-
BGANA.
FABRICA A VAPOR.
Na rua da Praia n. 27, vende-se arroz com
casca por menos que em oolra parle.
Vende se'uma escrava com habilidades: na
rua da Cacimba, no Becife, loja de balnis.
Cal virgem de Lisboa, chegada no brigue 1
Comanle : nos armazeus de Fuiera, Mediirus & '
Companhia, roa do Trapiche.

.--
9
i. iiih t i \ i iwid ;;
A
Velas e saba o. 3i
g K I A D O B R I," M. ^f
Vf J eude-se nesla fabrica sabao branco da "
. -i melhurqnalidade a l(>0 rs. a libra, em cai- f
lorio da mesma fabrica, rua do Trapiche d. w
V? 40, primeiro andar. eJ
=QOO^OQ-:j^m
Loja da pobreza.
Na rua ilo Passeio, loja n. !l, vemleni-sv corles de
calcas esiuras e muilo encorpados a ljOOO, dilos de
brim de linho escuros a SOO rs., dilbs de brim branco
a 800 rs., corles de colleles de fuslo de cores a 700
rs., dilos de cambraia branca e de cores a 39300, di-
los de cassa chita lios a 2?, chales braucos a 610,
dilos de laa eseda a 3?500, chapeos de sol a l.jVlOe
25, pecas de madapolao a 3^, 3500, 4p, is.'oo e 59,
chilas linas a 200 rs. e 220 o covado, nlgodo aziil
grosso a 220 o covado, e oulras muilas fazendas, que
nao se pode mencionar por falla de lempo.
Casemiras finas.
Ka loja da Estrella, rua do (Queimado n. 7, ven-
dem-se casemiras liancezas linas de lindos goslos,
pelo baralissimo preco de 4>(i00 o erle de calca, e
chapeos francezes da ultima moda a 69500.
Vende-se om sobrado de (res aodares e solao,
com cozinha fra no primeiro e segundo andares,
livre e desembarcado de qualquer obs, silo na rua
da i .um n. 53 : os prelendentes dirijam-se ao largo
de S. Pedro, casa u. 10, seguudo audar, ou na rua r
da Cadeia de Sanio Amonio n. SI, primeiro audar. reulina.
zas da boa fama n. 33. 'lerro MUdo o coado de todos
dito.
CARTAS FIMSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
V endem-se superiores cartas francezas pai a volta-
rele pelo baralissimo preco de 500 rs. o baralhu ,
na rua do Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Bonecas france-
zas.
\ endem-se muilo bouilas bonecas franeezas, pelo
baralissimo prejo de I9S80 e l?SO0 na rua do
Queimado, na bem ccohecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Loja da boa f.
9oor^.ts.iTsp. &assK1
chales de merino lisus com fraiijas de relro de bo-
nitas cores a ,>8, ditos com lisiras de seda a 79: na
roa do Queimado, nos qualro canlos, luja de fazen-
das da boa fe n. 22, defroulc da loja de miudezas da
boa laiii.i.
endem-se ricos corle de seda branca proprios
,ia, esuuTrj 3e TiOTvaa, pelo baralisMiiio preco de
fU" na rua do Queimado, nos qualro canlos, loja
de azendas da boa fe n. 22, defroote da loja de miu-
dezas da boa faina.
Sabao preto.
Ja veio o sabao preto, e vende-se smcnle na ar-
mazem de JoSo Marlins de Barros.
NA LOJA DA ROA FAMA.
\ eude-se haodejasfgraodes e muilo linas pelo ba-
ralissimo preco de 33000, 43000 e SfOOO reis, ocu-
los de armacao -de ac de (odas as sraduac~.es a
800 re, lunetai com armacao doorada a IjOO reis,
dilas com armasao de larlaruga a 1>000 reis, dilas.
com ermaeao de bfalo a 500 reis, oculos com arma- v,nn,.,.
(ao de metal braceo a 400 rei. o par. Inneus com :
armacao de "trlaruga com 2 vidros a 3^000 rei, n-
coi chicles para cavall.is de bomem e senhora pelo
baralissimo preo,o de 00 reis cada om, grvalas de
seda muito bouilas a 19000 res, bonilos atacadores
de cornalina para casaca pelo baritissimo preco de
:KJ0 reii, i.spensorios finos de borracha a ioo'reis,
penles maitissimo linos para suissa a|5O0 reii.escoxas
VIIIUAMI E CASTRO
RLA DO CRESPO LOJA DE KA-
$ 7.KM UN. 16.
K? Vendrm-se chale* de merino bnr-
dados de maOz. a 99, ditos ditos bordados
ff^ eioduas ponas a I".-, diloi.de chalv horda-
/A v-~. diloi de merino com lista* e
W franja de seda a 6"">, dito Ihos cana franja
(k de seda a 59, camisas insleza. com penhos,
8abeilura e collarinhos de linho a 329 a du-
zia. dilas de murim* francei a tBs, 2(19,
22? e 219 a duzia, corle* de csea* presa* a
29, cobertores Ajt algodao a 640 ra.. dito*
superiores a l?2H0 rs., dito de la* encor-
(A nados a 25800, meias croa* aa duzia,
7 r iscailos (raucezes esta 4 palmos de largura
UB aasemados em ias-a a 200 rs. o covado,
ZL corles de casa com barra a 2?, e ..Ira*
Wn.iiil.K fazendas de lei mais baratas qoe 1
Mn oulra qualquer parle.
e99$9-*-s-ei
Vendem-se raias de vela* de cera de cainau-
ba pora e conftcciouada, brancas, sendo na canas
de uma arroba, e de 50 libra*. Lavando d ee> li-
bra o de 8 para quem Ihe convier, be da melbor aaw-
lidade qne vero neste mercado : aa loja de facosles
de Francisco Ignacio l-'erreira Da* a. o, rua 4o
Queimado.
VINHO DO PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Km caixas de .loas duzia. e em barris rtc eitivo,
recentemeole chegado pelo bricue Trovada*,
armaiem de Barraca &
Vendem-se toneis, pipas < riuartolas
para distilacao, as qoaes foram de azeile de peiie e ,
depon, de aguada, arqueadas de bons arcos de fer- "ulll ,,na* Para cabello a 6M) res, capachos pinta
ro, proprias para depsitos, e garapas de dislilacao: [ ?.0i c.omP.r'<,0, e redondos a 700 e 18000 reis, bo-
ajtratar com Joaquim Lopes de Almeida, ou com
rua do Trapiche u. 11;
\ endec o silio comcasade sobrado do falle-
cido George Kenworlbv, no logar de S.Jos do Man-
suinho, com arvoredosde froclo e mais bemfeilorias
que nelle se acham, seudo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
muel P. Johoaton \ Companhia, rua da Senzala No-
va n. ij.
Chegou alinal??
Corles de cassa franceza linas pelas,
pelo baratissimo piero de l.sSOD tuda
corte: na rua 'o.assa e "',
Ca i.
balitre superior.
Vende-se e muilo baralo, na loja de ferragens da
ru do Queimado n. 35, em porcoes e a relalho.
Um completo sorlimenlo de bordados romose-
jara, camisetas com mangas, collarinhos, peitilhos,
romeiras, camisiis, coifinhas e pelerinas ; (ambem
lem um completo sortinienlo de ricas llores, enfeile
para caliera, litase os verdadeiros e modernos bicos
de linho : na rua da Cadeia-Velha n. 94, primeiro
indar.
Em casa de .M. Calmoit A C, praca do
CorpoSanio n. II, ha para vender
seguinl
alcatrao e ]>i\e da
Suecta.
Alcatrao de carvo.
Lonas Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponja* desoperior qualidade.
Canos de linho e deManilha.
Tndo niiiiloi oinmodo.
Para os namora-
dos.
\ endem-se folhas de papel muilo bonito, proprio
para correspondencia de minorad..-, pelo barato
v 1 Pre!:o 'le 10. 60, 80 c 100 rs. : na rua do Queimado,
Venf-sepotaSSaecal da Kussia 'aroe-na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
i-icana, chegada nestes diasede superior n" '""
qualidade e cal de Lisboa da mais nftVf
que ha 110 mercado: notinicu deposito da
rua de Apollo n. 2B.
Attciitrt).
Relog-ios
loes finitsimos de madreperola para camin 19200
rs. a oroza e 120 ra. a duzia.ricas canelas para peona
de ac a I20reir, rico* porla-relogio* a I98OO reis,
caias de melal muilo finas para rap a 500 o 600
reis, escovas finissimas para uuhat a 320, 500 e 640
reis, escovas para roupa e cabello o melhor que poda
haver a I9OOO, 19200. 19300 e 29 reis, pinceis linos
para barba a 200 reis, dntias de facas e garfa* linos
a1 35OOO re', duas .le rabo de balauco muiliisima 1 I,"...
linas a 6.^000 a dozia, dilas finissimas de cabo de | auloP
mai hm o melhor que pode haver a 15?O00 reis a
duzia, camisas de meia un lo linas a 1^000 reis, ri-
casaboluadoras de madrepTa e melal para eo-
liie e palitos pelo baralo preco de 500 e 600 reis,
linisiimas navalhas para barba'em estojo de uma e
duas navalhas pelo baralissimo preco de 25000 o es-
(ojo, candieiros americanos muilo bonitos proprios
para dudantes 011 mesmo para qualqoer esiahele^da Bahia.
Castro na roa da Cadeia do Hecif* a. I.
I\a loja das seis
portas
Em frente d > Livra me uto
Kiscados francezes de quadros grandes cota qaalro
palmos de largura a doze vintenio covado, cambraia
lisa para vestidos a pataca a vara, eaasa pintado a
meia ptica o covado. c toda* as mais fazendas par
preco* menores do qoe em oolra quilqeer loja ; e
para 1-0 cil aberta das 6 hora* da maabaa ale a* 9
da mnie.
casa de N. O. Bie-
ber & C, rua da Cru
11. 4, vende-se
iVIgodo para saceos de assuear.
Dito trancado para ditos, a imitaco rio
barr
coherlos e descobcrlos, pequeos e grandes, deooro
J 1 cantes de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete iu-
ihi de^metesT^a.,: *? v" | ^Z?" SU""" Me"r Ct"n"aaU"'' ru
N ende-sc manleiga ngleza muilo boa a iSO e6IO
a lil.ra.atti '
rnfti
uho a 39 du/ia, vinho do Porto eugarraladn supe-
rior a 1.12S0, muscaicl de Seluhal a l>, dilo (rancez
a)720, e mais tuna iufiuidade de gneros quo sena
en:,!.lunh.i mcnciona-lns : noateiro da lloa-Visla,
taberna do Maia 11. i2.
Cascas pretas para luto.
Vendem-se cassas prelas muilo linas proprias para
lato, pelo haralissimo preco de SSO vara : na rua
do Qoeimado, nos qoalio cantos, loja de fazendas da
boa f n. 22, defroule da loja de miudezas da boa
fama.
Alyoiio monstro.
Vende-se algodao com qoasi 2 varas de largura,
proprio para leocoes e, loalhas, pelo baralissimo
qrero de 600 rs. a vara : oa rua do Queimado, nos
pualro cantos, loja de fazendas da boa fe o, 22.
Vende-se azeile decarrapalo a 292fO a caada
c a garrafa a 320 r.: na raa do Brum passando o por barato preco, e relalho a : o barril
chafariz primeira casa que lem so'.flo encarnado pela adeia do
cimento, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pendurar ou pr-se emeirna deqoalquer
mesa, pelo barato pree. de 55OOO res, paslas para
guardar papis a KOO reis. espelhos para parede com
armacao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 500. 700 e I9OOO rei, finissimas eri-
cas caitas para rape a 2500 e 35000 reis, papel de
cores de fallas peqnenas em qoarlo de resma pelo
baralo preco de 720 reis, e oolrasmuilissimas cou-
sas, que ludo se veude mai> baralo do que em outra
qualquer loja : na roa do Queimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama o. 33.
Loja da pobreza
roa do Palseio n. 0, veudem-se para acabar, chilas
lidas, 1 ailn.es escuros a 140 e 160 o covado, brins
de linho escuros a 200 rs., panno lino azul grosso a
25 o covado.
Superior farinh de mandioca em
saccas.
Vende-ic qualqoer porcao de moilo boa farinha i
de mandioca, chegada ha ponen de S. Malheus, a (
preco muilo commodo por cada sacca : no escriplo-i
rio da roa da Cruz n. 9, primeiro andar, ou no ar-
mazem do Sr. Pacheco no caes do Ramos.
Vende-se uma mulata de 30 anuos de idade,
cozinha bem o diario de uma casa, e lava de sabao :
na roa do Mondego o. 44. *
Refina ra do Monteiro.
No deposito da rua da Senzala-Ve-
Iba n. lili, vende-ce assuear retinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
relaguarda.
I'.rflio do Lisboa muilo superior, saccas gran-
de) : na rua do Trapiche, armazem de Feciciano
Jos Comes 11. 7.
Vende-se uma carraca para 2 bois, usada, por
prec.0 moilo commodo ua cuchen,1 da rua da l'lo-
Cobitoree de laa liespa*
nhts muito eneorpa-
lof-i e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo,loja da esquina qne
volta para a rua da Cadeia.
Helogios de patente
ingleses de orno, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Ahreu, na rua da Cadeia
do Recife, iirma/.em 11. 3(i.
Cal de Lijboa.
Vende-sc orna porcao de barris com cal de Lisboa,
' prejo, e relall
lenle n. 50.
3$500
Vende-seca! de l.ishoaullimamenieehegada,as-
simcomopolassa daltussiaverdadiira: o a praca do
Corpo Santo u.ll.
Lonas.
Brinzao.
Fe 1 ro da Snecia.
Arcano para purificar o asstu .11 d m-
vencao do Dr. Stolle, com o met iodo etn
I i ugua porltigueza.
Em casa de n. O. Bicher
C, rua da Cruz n. h,
\ende-se
Cemento romano.
Prelo.
Vinho deMadcira e ultramar.
Em casa de n. U. Bicher
% C, rua da Cruz n.
4, vende-se
Pianos lories das melhores fabricas da
Allemanha e de moderna consli 110 5o.
IECH1IISI0 PARA EI
no.
NA FUNDICAO DE FERRO DO EM.E-
NHE1RO DAVID W. BOWMAN. rtA
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA
FARIZ.
ha sempre um grande soriiaaenlo do* secaiales b-
j-ctos de mechanmos proprios para en-.eid.o-. a -a-
her : moendase meias moeudaa da mais moderna
1 i-Irueeo ; laiaa de ferro rendido e batida, da
superior qualidade e de lodosos tamaito ; rodas
dentadas para agua ou animacs, de lodas as prepr-
eles; crivos e boceas de fornalhae registros de bo-
eico, agiiilliiies.hron/e-.paraliisos e c.imIIii e-.ii ri-
. ?"'--,ra!-, ',sa com 8 vari,s e meia P* "<-> vestidos de 2 ed habados a Ires mil rs. o corle, dilos
de cassa piulada de lindos gostoi com 7 varas a cin- NA MESMA FUNDICA'O.
en palacas, dilos de vestido de cunbiaia eom barra a'te eiecntam todas as encommendas coa. amperio
dous mil rs., camisiuhasde cambraia bordadas para ridade ja couhecida eeom a devida piesleae cen
modidade em preco.
S ende -le sal do Ai-u' a borda do hrigoa "Ne-
rn : a tratar na rua do Vigario a. t, primei'o
andar.
Moendas superiores.
Xa fundicao de C Starr A C, i-m San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de canna lodas de ierro, de um modelo ,
conslruccio rnuilo superiores.
i\a loja das seis
portas
Em frente do Livraine
to.
MUTIUSDfT
seobora a cinco lusloes, collarinhos de lindo goslos
para senhora a pataca : os presos convidam, *o
dono da loja quer Iroca-los por dinheiro.
Relogios.
Vendem-se relogios suissos de todas as
jualidades, lano ileourocoinodc piala,
ditos galvanisados efoleados : na rua la
Cadeia do Recite n. 18, na mesma casa
hatambem ineios chtonometros.
l'ERN'TYP. DB M. F. DI FAHU tu.


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