Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07439


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Full Text
f
v\:.o \\\ii r. no
Por 3 meses adiantadoi 4$0U0.
Por 3 mezes vencidos 4J.500.

mm i!i t juno de \%u.
Por anno adiantado lsOOO.
Porte franco para o subscriptor.
ARIO DE
KNCARREGADOS DA SIJItSC.RlPCAO* NO NORTK
Parihiba, o Sr. Gervaiio T. da -Nilindade; Natal, o 8r. Jtu-
quio I. Pereira Jnior ; Aracatv. o Sr. A. da Lanos Braga ;l
Oir, or. J. Joee di Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-I
quaa Rodrruii ; Piauhy, o Sr. Domingoi Herculaao A. Pesar!
CatraaM ; Para, o Sr. JuatinianoJ. Ramos; Amaxooaa.oSr. Jero-|
armo di Coat.
PARTIDA DOS CORREIOS.
hora-
Olm.li : .los os .11.--. i.5c m,.., _._,,, ,|0 d1_
l S. Ama... Beurroa, Builo,Caru.ru, Allmli.. e Ueraab.ua : na .crra-fr.
" jo, l'i-qucira, /n. i
Ji. Loarafo, l'...,-.rtli,. Nazarea. Uamira, II:
irirajFlora., VU.a-Uell., ll.w-\,., oi,., ,. Klu-: ul,u,.f,
..Si"'. l|>. II. 1. S,(,..!,.i, "
l'in.ci.Lira* r N
"I ..Jo
Kio-Formoso, Cna, Uarreiroa, aYtM-Pn
||U.||N-I,i,..
os cucr.ioi parl.n j, lo Uoraa Ja manilla.)
PABT1 QFWfllAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
. Expediente do di a 9 de junho de 1856.
A prudencia de Pernambuco, commuiiicando a
demsso concedida a Aeoslinho Jos de Oliveira du
logar de praticaole da lliesouraria da provincia.
A' roesma, commuoicando que foi approvudo
o acto da presidencia que aulorisou a despea de
mais 00:0009 com a salubridad* publica.
A' mesma, prevenin.1o-a de que a presidencia
Toi aulorisada para mandar pagar a corapaohia Per-
nambucana aquantia de 6:0">le67i,importaucia n,io
so das despea feiUs por um vapor da mesma com-
panlua durante o lempo em que esteve empregado
"as Alagoas.como tambero de i toneladas e 3t ar-
robas de carvo que a mesma companhia emprestou
pan o vapor Conliuguiba, que eslava em o dilo
servico.
11
A' do Para', mandando proceder, pelo juizo dos
feiio, a desapropriasao do edificio em que est es-
tabelecido o collegio de S. Lu.- l.unzaaa, na cidade
de Obido, e pagar o seu valor, depnis da avalia-
{8o, a quem a elle tiver dreilo.vislo nao convir que
exista denlro das linhasdaa fortilines quealli se es-
tao conslraiudo editlcio algum particular que ob.le
a defeza elUcaz das mesmas forlilicaroes.
A' de Pernambaco cnramunicaiirio a remorao
do lente substituto da Faculdade de Direilo do Ke-
cife l)r._Joao Dabney deAveUr lindero para o mes
mo lugar na Faculdade de Direilo de S. Paulo
17
A' directora geral das rendas.Em soluco as
duvidas propostas pelo collector das rendas geraes
do municipio de Nilheroby, em seu otlicio de 20 de
miio ultimo :
l.a Seeepolem considerar legaes os papis de
vend de escravos escriptos em papel sellado,da la-
xa correspondente ao valor dos mesmos escravos,
visto que. i-egundo o disposto na segunda parte do
arl. 1 do regulamento de :ll de dnembro de 1851,
laes papis continuara a ser sellados por meio da
verba ; sendo certo que a admillir-se semelliante
loleraucia, jamis tara lugar a revalidanao a que
estao sugeilos, quaodo nao aprsemelos ao sello no
peaio dfl 30 das, pela facilidade com que podem
sabtrehr-se a ess pena,suu.tituin.lo-os por utios.
2.a Se deva sellar um livroda irrmudaiie do Divi-
no Espirito Santo, que Ibe foi apreseotado com os
termos impressos para a admissao dos armaos, e ape-
nas com os claros precisas para se escreveiem os no-
mes destea, entrando em duvida a Ul reapeilo funda-
do ni ultima parle do arl. 37 do regulamento de 10
de jnlhu de 1850.
Declaro a V. S., para o fazar constar ao referido
collector :
Quinto a primeira :que, coinquauto nao seja ex-
presa! as tabellas A B, annexa ao regolamenlo
de 31 de deiembro de 1831, a especie de que se traa
eoratudo nSo pode invalidar o acto de venda de um
ascravo o simples facto de ler sido lavrado o in-lro-
iieulo em papel sellado, aluna quando a tata do
sello scja inferiora divida, porgue eiu tal caso .> que
cumpre he exigir revalidanao ; uc >ror.,lm n,
nlijeccao do uiesmo collerior a admis>ao do papel sel-
lado em laes Iransacoes, pela facilidade que propor-
cionara a subtracrAo da pena ria'revalida^ao do
sello, pois que a me-ina facilidade su da com o pa-
pel nao sellado, sempre que o vendedor du ascravo
ie prestar 1 reforma da escriplara de venia.
Pelo qd* respettaaestjnrt. que fmr demnsia -
do escrpulo da parte do collector deitando de sellar
o livro em quesiap, someale por ler os termos im-
pressos, nao eilandi rubricado pela autoridad omi-
petente.nem ccunsada a esrriplurarao pelo assenla-
mcnlo da entrada de algum irmao, casos nicos em
que poderia exigir-se a revalidsc-lo, na forma da ja
citada ollima parle do arl. 37 do regulamento de 10
de julho de 1850.
A' presidencia- do Maranhao.Illm. e Exm.
Sr.Em rasosla ao nflicio n. 7 dS6 de dezembro
do anno pagado, no qoal V. Ete. da cnnla, nao s
do modo jorque resoiveu a duvida suscitada na the-
sourariai respailo dos veucimentos do inspector ge-
ral da-owl'*0 ias ter publicas, como lambemda
delib'8(;ao que tomoo por esaa inesnia occasio de
maadar adiantar ao dito inspector geral os venci-
m'iiins do referido mez de dezembro ; devo ubser-
ar-llie, quanlo a primeira quesiaoj que nesla data
sujeilo-a ao conliecimento do ministerio do imperio.
j quera compete resolve-la. aguardando a sua deli-
beracopara communicar a V. Etc. opportunarreule
e quanlo a segunda, que em face da termiuanle dis-
ponerlo do arl. 71 do decreto h. 73b de -JO de novem-
l>ro de 1850, he iusustenlavel a opioiao de V. Etc.
acerca de senielbante objerto, e ale contraria ao arl.
171 do cdigo criminal, que pune o acto de manda-
rem-ie fazer pagamentos anles do lempo du veuci-
meulo, sem aulorisa^ao legal, como ja fui explicado
ni ordem n. 32 del i de abril do anno passado, jau-
ta por copia ; nao podeudo porlaulo merecer appro-
vacao o arbitrio que V. Exc.lomou de mandar faztr
o adiamntenlo de que se trata.
A' de S. Pedro, declarando, em solurao a con-
sulla se deve restituir a fazenda provincial ou liqui-
dar como divida de itercicios lindos, a qoaolia ar-
recadada pela collectona de Pellas do imposto sobn
segei, depoi. da lei de 17 da setembro de IkI, qoc
nao sendo I divid de que se lala das que se liqui-
dara por etercicios lindos, e sim das que devem ser
paras pelo-S ti do arl. 7 di lei dArrameoto vigente
Rea a thesouraiia aulorisada para restituir a referi-
da quantia logo que or requisilada pela idminislra-
imii das rendas provincia.
-19 --
A' llieaouraria da Babia, declarandu qie o arl. 15
da lai o. 719 de 28 de setembro de 185,1, fazendu
extensiva a todos os porlof martimo*, em beneficio
de seos hospilaes de caridade, a cuotribuicao de 1;
por pipa e 5 reis por duzia ele garrafas de liquido-,
qoe s era obrigaloiia para MfoellM porlos onde es-
lava ja em uso cobrar-ae a ni* dii poblicac^o do re-
gulameolo de 22 de junho de 1836, em nada allerou
o diaposto nos arts. 89 e 90 do de 30 de roaio du ms-
rou aono.a respeito da contribuico sobre as embar-
i-aces, a qoal deve continuar a arrecadar-se como
al iqui, iiidependentemei.le da oulra, cujas latas
sao i* mesmas marcadas no art. 104 do citado regu-
lamento de 22 de junho de 183o.
20
A" de Pernambuco, communicando que S. M. o
Imperador houve por bem declarar, por sua imme-
diata resolucao de 28 do ton passado, que deve ser
abonado ao* Icoles jubilados da Faculdade de Direilo
do Hecil'e l)rs. Francisco Joaquim das ('.hgase Filip-
pe Jausen de Castro e Albuquerque, o vencimenlo
proporcional ao lempo de servico com que foram
jubilados, e ao prazode 25 annos marcado uoa eala-
lutos vigentes para a jubilaran na razao d*2:0005
annuaes.
<-
MINISTERIO l)A (.1 F.HIIA.
I Ai n. 821 de 1 i de julho de 1KV5.
Fita as forjas de Ierra para o anno linanceiro
de I8SS1857.
0. Pedro II, por grara de Oeos e unauime accla-
riarandos povo .imperador conslilucional e defensor
(rpeluo du Brasil. F'azemos saber a lodos os nos-
sos subditos que a assemblca geral decretou e nos
queremos a lei seguinte :
Arl. |. a forras de Ierra para o anno financeiro
de 1856 a 1857 conslarao
e 18 de agosto de 1852 aos ofticiaes da primeira clas-
se do exereito e armada, ser computado para os
vencmentos de reforma, pensoes de meio sold e do
monle-pio, ficando par este efleito revocida a
clausula final dos artigo* cinco e oze das referidas
leis.
He extensivo ios olTiciaei da segunda classe do
exereito e armada a mencionada disposicao, a qual
todava n.lo podera a. roxeitar aos ofliciaes que fo-
rem reformados por irregularidade de couducla, ou
fallas graves, contrarias a disciplina militar, na con-
fnrmidade do 2 dos arts. I e9 das leis de 31 de ju-
lho e 18 de agosto de 1852.
As disposires desle artigo lerSo vigor desde a pu-
l>licac.lo Arl. 8. Ficito revogadas as diiposteliai em con-
trario.
Man lano' |orlanlna lodas as auluridadesa quem
o conliecimento e etecurao da referida lei perleneer,
que a eumprara e farao cumprir e guardar iao Inle-
ramenle como oella se eonlm. O secretario de es-
lado dos negocios da guerra a faja imprimir, publi-
car e correr.
Dada no palacio do Rio de Janeiro aos I dias do
mez de julho de 1815, Irigesirr i quarto da indepeu-
dencia ilo imperio.IMPERADOR com rubrica c
guarda.Maiquez de Catias.Eslava o sello pen-
dente das armas do imperio.
Carli de lei pela qual vossa magestada imperial,
manda etecular o decreto da assembla geral, que
liouve por bem sanecionar, filando as fon-as de Ier-
ra para o aune financeiro de 1856 a 1857.Para
vossa magealade imperial ver.Carlos Antonio Pe-
Ira de Ba/rosa tez.Jos Thomsz Nabuco de Arau-
jo.Sellada na chancellara do imperio em 19 de ju-
lho de 1855.Josiuo do Nascimenlo Silva.Regii-
trada.
Foi publicada a prsenle lei na secretaria de esta-
do dos negocios da guerra em 20 de julho de 1855.
l.ihanio Auzuslo da Cuaba Mallos.
IITERIDR.
RIO DE JANEIRO.
1. de julho.
Entrando hnntero cm 3.a discusao no senado a
proposta do governo, convertida eiu prnjerio de lei
pela cmara dos deputados creando um ronselho na-
val, apresenlou o Sr. ministro da marinha nina e-
menda substitutiva, e requereu o adiiiuenlo da
naiona ale que e*sa emenda fo'se impresa. Esie
requerimento foi approvtdo sem debate.
Seguio-se a 3.a discusiao da fixarao de forras do
mar, qoe licou adiada pela hora, depon |de fal irein
os Srs. visconde de Jequitiulionha. Piinmta Bueno
ministro da marinha o barao de Pindarc.
do as soas v
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quartaa iibbadoi.
Relafo : tercai-eiras e sabbados.
Fazeoda : quarlai labbadoi 10 horn.
Juio do eommercio: seguoda ai 10 borne quiutai ao maio-dia.
Juizo di orphaoi.- aeguoda quintil 10 honi.
Primeira tata do civil .' legundn Mxtll 10 meio-dia .
segunda van do cnel: quirtii i labbidoi lo meio-dil.
EPIIEMERIDES DO MEZ DE JIMIO
3 Lu ooiaai 7 horas. 11 minutoi,48 icguodoidi nianhia.
10 Quarto crcente n 7 boris2 mloutos e 48seguudoi da m.
17 La cbtii aa 2 Mora-, 12 mnalo! e 48 segundos da tarde.
1 Quartamioguinteoi 12 roioutoie 48 leguudoi di tarde.
_. I'REAMAK DEIIOJb.
Primeirias 6 horas I ,51 minuloi da manhai.
Segunda as 7 horas i 18 mioutoi ditaidc.
DAS DA SEMANA.
t4 Segunda. S. Uoavenlura b. rard. dout. seraliro.
15 Terca. S. Camillo de l cllis fundador : S. Henrique imperador.
IB Quarti. Nossa SeDhora do Carmo. Triunipbo da S. Cruz.
17 Quinta. S. Marinha i.; S. Aleiio.; Ss. Victoriano, Latancio.
18 Sota. S Mutilo b. : Ss. 1 redero o. Materno, e Arnullo Bb.
19 Babbado. S. Vicente de Paula lundador das 1. da C. col.
-ti Domingo. S. Jernimo Emiliano : S. Elias profell.
ENCAHREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO BOU
Alagoai,o Sr. Cliudino Filcao Din ; Baha o Sr. D. Dupra'
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereiri Mirtim.
EM PEKNAMBLCO-
0 propriituio do DUBIO Manoel Figueiroi di Fina, oa sua
livrarn, iraca da Independencia di. 6i 8.
- Nem a honstituic.lo do imperio no arl. 18, nem I de mar, rom as emendas que pasiaram em segunda
a lei de 15 < e oulubro de 1827, nem o art 170. do discussao.
codico do piocesso criminal, nem o decreto de 14 de i Occupou-se em seguida com a fixa^ao de torcas
junho de 18 3, estipularan! i commi--,lo aecusadora de Ierra para o foturo anuo financeiro. A proposla
da cmara i ds deputados, ou em seu lugar t fazen-
zes ao procurador da corita e soberana
nacional, piazo algoin para dentro delle apresenta-
rem os libel os accusalurios nos casos em que a cada
um destes fi uccionarios compele formula-tos para o
julgameolo las causis crimes pelo tribunal d sena-
do ; nem pi r isla legislarlo foi aulorisado o presi-
dente desle tribunal para eslabelecer semelhante*
prazos ou oulra- quaesquer clausulas, coarclando as-
sim o arbitrio que acoiisliluic.oe as leis citadas cou-
ferem a con imssao aecusadora da cmara dos depu-
seu lagar ao procurador da cora e so-
ional, confiando nicamente na sua hi-
tados, e cm
berama nai)
lelligencia i zelo.
Nao rec
laro ou pr
nhejo porlanto como legal e valida a li-
to expressado no despacho recto do pre<
sidenle do t 'ihunal, anles o tenho por irrito, uulloe
de m-nliiini eDeito, protestando conlra tal proced-
meuto p.ira que cm lempo nenhum possa servir de
ejemplo, aieslo, ou pralica fniidamentada.
a V'ai o I helio em urna fulha de papel coocluido
nesla data.
a iiio de
de Campo
Janeiro 28 de junho de 1856.t. (.".
passou sem debate a segunda dsrissao na qual eu-
trou logo o arl. 1.- Fallaran) os Srs. Ferraz, minis-
tro da guerra, visconde de Albuquerque, birdo da
Boa-Vista, D. Manoel, e Souza Franco, e lUou a dis-
cassao adiada por nao haver casi.
A cmara dos deputados artoptoa honlem o pro-
jeclo que manda passar caria de iaturalisar,ao a Jos
Maria Peslaua, Manoel Caelano da Cunha, Domn-
zos Lzaro de Barros, Jos Maril Cardoso e Mara
iioncalvrs. com as emendas fazendo extensivo o
mesmo favor a Carolus Komis do Tolvarad, Joao
Liceo Rarralho, Jos de Amorim Vianua, Domin-
gos Calcagno.e Jos Coulinbo de Azevcdo Vascon-
eellos.
Cintinuou a primeira discossao do projecto que
autorisa o governo a pagar a Manoel Jos l'eixeira
Barbosa a quanlia de 150:7329150. importancia da
entenca que obteve conlra a fazenda publica ;
orou o Sr. Piusa.
Por liui continou a segunda discussao do ornamen-
to do ministerio do imperio para a exercicin de 1857
a 1858 ; tomaram parle no dbale os Srs. Dulra Ro-
cha e I). Francisco, liculo adiauo pela hora.
Houtem ba cmara dos deputados, entrando em
discussao, antes da ordem do dia, o parecer da com-
missfiu de 1 izenda sobre a preleuc,ao do bacharel
Francisco .ni.......Pereira Rocha, pedindo isenro
dos direilo. de importaran de lodo o machioismii e
maisobjecl s precitos para a obra que conlra Ion rom
o governo de orna ente hulrr, e em qoe julga a
mesma ccmmiss.io.que seja ouvido n governo, pelo
minislerio (la fazenda, apresenlou o Sr. Dulra Rocha
urna emena para que fique sobre a mesa o requeri-
mento do I acharel Pereira Rocha, afim de ser to-
mado em i ousiderac,ao no ornamento. Depoil de al-
iiieracoes dos Srs. Dulra Rocha e Henri-
approvada a emenda e rejeilado o pa-
a appmvou em seguida om parecer da
gumas oo
ques, foi
recer.
A cama
mesa mam ando abonar ao continuo Jos Carlos l'm-
Conlinaou honlem ua camau dos deputados a
primeira discussao do projecto que aolorisa o go-
verno a pagar a Manoel Jos leneira Barbosa a
quanlia de l">n:732&'(50, importancia da senlenra
que obteve conlra a fazenda publica. Orou o Sr.
Saraiva.
Butrn depoi* em segunda discassao a proposla
,! -(iverno litaudo a despezado imperi aax>D.
no linanceiro de 1857 a 1858.
IV iiratii a palavra os rs. :
Contra ; Zacaras, Eduardo Franca, SavVl I.
halo, Figueira de Mello, I). Francisco. Biheiro
.tu Irada. Barbosa da Cunha, Brandao e Leilo
t.iinha.
A farnr : paula lia pus;., Catea Siqu0,,.
qoes, Dulra Rocha, Candlo tiendes, Paula <' .-
dido, Carneiro de Campo-, Fiua, Fauslo ile Al ar,
Ferreira de Aguiar. Pereira da Silva. Candido or-
ues, Paranasoa. Wilkeni de Maltos, Paula Fonse-
ca. Cunha Flgoerredo, e Barbosa.
Oraram os Srs. Zacaras miuistro do imperio e
licou a discussao adiada pela hora.
\s rninmis-or-s de c-iusliluicao o cmaras moni-
cpaes apresenlaram hniilem o seu parecer e vol em
separado do Sr. I igueira de Mello, sobre o projecln
do Sr. Candido Borges, relativo reforma das cama-
ras nionicipaes.
Publicamo-lo em logar compleme.
Numeares.Por decretos de 28 do crtenle fo-
ram pompado. :
Chcfe de. sercao da Ihesnuraria do Para o 1." es-
criptursrio Joao Carlos Damasceno.
1.a escriplurariu o 2.- dito Pedro Augusto lioncal-
ves Campos.
1. dilo da do Espirilo Sanio, o 2.- dilo Joi Joa-
tiuim Carlos de Oveira.
2." dito da do Paraua", o pralicante da do Mara-
nhao Rogero Aogusto Pereira.
Ollicial da secretaria do Amazonas o 2.- escriplu-
rariu I- ronn-ro da Paula Bello.
2.-s escriplorarios da mesma os i.-s dilos da do
Para'Nicolao Jos de Castro e Cosa, e Vicente da
i.uoaia Leal.
3
Depuis de lido o cipedicute na sessao de houtem
no senado, fez o Sr. presidente urna breve espo'irao
sobre o andamento que lem tido o processo crime
do Sr. deputado Manoel Joaquim Piulo Pacca, pro-
cesso que, corno sabem os leilorcs, se acha affecln -
quelle corpo desde meiados do mez passado.
Declarou S. Exc. que, recebido o processo, o man-
dara auliiar e remeller no dia 1t> ao Srs. consclheiro
procurador da eora e soberana nacional para que
esle fiiiiceionario formulasse o respectivo libello na
forma da lei: expoz os motivos porque tomara nua
deliberai.-So sem que precedesse urna volacao.do sa-
nado, e deu as razoes em que se fundou pa'ra marcar
no seU despacho o prazo de oito dias para ser apre-
seotado aquello libello.
I mormou depois ao senado que tendo mandado
cobrar os autos passado esse prazo. oSr. procurador
da corda responder a urna caria muilo nllenciosa
escripia pelo Sr. nllical-maior da secretaria, que na
recnnhecia no presidenle do senado auloridade li-
gnina para marcar-lite aquelle nu qoalquer oulro
prazo ; e nao contente com isso, no dia em qoe apre-
senlou o libello, lancea nos lotos um* cota que se
reduz a um protesto nos termos os mais desabridos
descomedidos e dearespeitosoa.
Enteadendo que nao he licito a um procurador de
jtlsticj empregar icmelhanle lingaagem dirigindo se
ao presidente deqnalquer tribunal,declarou S. Etc.
qoe eslava reolvido a mandar cancellar semelhan-
te protestse o senado suslentasse o sen procedimien-
to ; mas que antes disso dara a palavra a qoalquer
senhor senador que quzesse suggerir alguma idea
para melhor decitllode urna quesiao que considera-
va importante.
Tomou enlSo palavra o Sr. Ferraz para reque-
rer qoe fosse ouvida a commiss.io de legislaran.
Este requerimento foi rejeilado, e o Sr. presidenle
declarou novameule que ia mandar cancellar o pro-
testo se o senado n.lo resolvesse o contrario.
Foi enlao otterecida pelos Srs. Ferraz e Pipenla
to Flumin -use a quanlia de 2009 aunaaes, como
gratificaba > pelo etercicio do cargo em que se acha
do porleir > do aalSo.
Enlrou lem primeira discussao o projecto qoe man-
da passar birla de naliiralisacao aos subditus porln-
guezes .loso Maria Pestaa, Manoel Caetino da Cu-
nha. DornWos Lzaro de Barros. Jos Maria Car-
doso, e Ventura Goncalves. Sendo concedido a pe-
dido do sr. Ferreira de Aguiar que esle projecto le-
nha ama a discossao, foi apresentada urna emenda
para que Vi mesmo favor se oslen li ao sub-hungaro
Carolos k irnis re Tul vara.I., e licoo a discussao adia-
da para si passar a segunda parle da ordem do dia,
leudo entrado nesle dbale os Srs. D. Francisco e
F'igueiraale Mello.
Conlinuou por lim a segunda discusso do orea-
meato dol imperio para o exercicio de 1857 a I85\8,
oren pan, o o resto da seisao o senhor Saj-So Lo-
bato.
Suicidio. Suicidou-se eita noile o subdito
porloguez Antonio Dominaues Pereira. natural do
todos os MM movis, e iininoveis, direilos c aci;es,
presentes ou futuros.
a i. Os bens do devedor sau a garaulia com
mum de lodos as credores, e seu preco sera' por
ellos raleiado, a menos que nao hajam causas legi
timas de preferencia.
o 5. As causas legitimas de preferencia san :
a As hypotheras.
Os privilegios.
TULLO II.
Dat liypothecas.
ZCDda publicai, ... cscr.ptos. a.aignados e letlras da I a S 2. A omissao se da se a inscr.p.-ao nao for
' alfindcga, as letlras provenientes de moratorias con- fela dous mezo, depoil da data do acto qoe deve er
- cedidas pelo thesouro. joscnplo. s
.. N. 9. Tem tambem privilegio geral sobre os I a $ 25. A pessoa do povo que reqoer a inscrip-
inoveis : as hypolhecas legaes, com eiceprao da do 510 lindo o prazo do artigo antecedente, lem direilo
5 "".;. ... Ia0 Prein' que os regulameolos lixarem, o qual ae-
.5 2. lem pr.v.legio es,cial restricto ao* ob- ] ri cobrado executieamenlo, e pago pela peaioa que
jeclos respectivos somente : I devia requerer a inscripcao! V H
.. >. 1. Os que prestaram d.nheiro, trabalho ou a g 26. O prazo eslabelecid 00 S24 nao inhibe
materia1 prima para acqu.sic.ao, cooservario ou sal- de poder registrar a hypolheca depois delle, roas a
vacao da cousa, sobre o valor della. hvpotheca fica datada do aclo de egialro e nao do
N. -2. O co-herdeiro, no caso do art. t, 5 8.
Arl. 2. A hypolheca he regulada smenle pela
le civil, anida que algum ou lodos os credores se-! a N. 3. O locador do predio fructfero, e o'seiiho-
jam coinmerciaules. rio do prazo pela r.nda ou foros llevlos, nos fruc-
a Firam derogadas as disposicoes do cu ligo do tus do mesmo predio, pendentes ou recolhidos.
comiucrcio relativas a hypolhecas de bens de raz. N. O locador de casas pelo alugucl sobre o
a 1. So podem ser objeelo de hxpothecas. valor doslrasles que nellas se acharem, e o eslalaja-
Os immoveis. deiro pelos gastos da hospedagem no valor dos ob-
o Os accessorios dos immoxeis com os inesmus jectos recolhidos i eslalagem.
immoveis. .1 ti. 5. O credor do penhor sobre o valor do ob-
.1 Os escravos e ai.iuiaes adhereutes a's proprie- jeclo penhorado.
dades agrieolis. N ti. O depositario sobre o valor do objeelo de- oaes e das legaes especiilisadas deve conter":
.. O dominio directo dos ben. e.iiphx teulicos. pos.lado. a O nome, domicilio e nrolisiao do credor.
.< u dominio imi dos mesmos bens independente- | a s .1. Os movis passam para o poder de lerceirc
nenie da liceofa do senhono. sem onus algum.
a S *30 accessorios dos immoxeis para o lim! Etcepluam-se os laccessorioi dos immoveis, os
do paragr.ipho antecedente : Os instrumentos da escuvos e auiinaes com cllei 'lypolhecarios (arl. 2,
agricultura e os utensilios das labricas adliereule i I.
ao solo. a i$ 4. As disposiees desle artigo sao commuus a
acto em que foi constituida.
a S 27. Se a hypolheca legal for registrada 110
prazo estabelecido no 24, a sua priorjdade regala-
se pela dala do aclo, e 080 a prejodicam as outras int-
criptas Miles della.
" 28. A insenprao de lodas a* hj polloico- espi-
cialisadassen' feila em om meamo livro, roas a ins-
enpeau das hypolhecas legaes nao especialisadas le-
ra livro proprio.
.. S 3. I) preco que no caso de sinislro he devido
Porto, solteiro, rom 30 annos penco maisou menos,; pelo segurador ao segurado tica subrogado no lugar
"rain uoineados, por decreto de 28 de junho de
al. pa a a contadona da ruarinl.a :
Cheles de >erc.ao.
Js pri ueiros ofliciaes Augusto Cezar de Castro Me-
nezes. Li iz Autoi.in de Freilas, e Antonio Domin-
goes te ia.
11 aegt ndo ollicial Domingos Antonio Macha lo.
Frimeirus csnipioiarlos.
Os eg indos ofliciaes Autouio Louren^o Pereira
de Carv lio, e Jos Dias da "Costa.
O ler. eiro ollicial Miguel Joaquim Ribeiru de
Cai-valh..
Segunlus cscriptnrarios.
0< ten ciroi ofliciaes Jos Goncalves deBarros, Da-
niel Mana Culmina, Antonio Augusto t'.ezar, e Jos
Keruardfs de Franca.
O esc iv.io da primeira aestata do aluioiarit'ad') da
raarinhi da c.irle Joaquim Ferreira Pimeuta
Lael.
O esc iva., da pagadoria da marinha da corle An-
dr Coatot Braudo.
terrenos escripturarios.
O tei ;eiro ofllcial Aletandre Jos Fortuna.
Os ni anoenses Louren^o Bibiano de Castro, Au-
Eoslo Citar da Costa Nello, Pedro Celestino Oarru-
cho. He irique Eduardo Nascentes Pinto e Cuilodio
.Norheri Cabral de Menezis.
Os pr licanles do numero Manoel dos Sanios Car-
neiro P mpi, e Jos Amonio Pereira Leal.
(.lorio, escriplorarios.
Os pr ilicantes do numero Jos Maria da Cosa
Maltos, Agostinho Pereira da Cunha Jnnior.Caniillo
Caeta de Campos, Francisco Antonio de Lima,
Joao Gomes da Fouseca e Cunha c Jos Candido d
Lima.
alicante etlranumerarin Ernesto Augusto
na praia de Santa Luza, com um tiro de pistola no
ouvido direilo. Uizem-nos que o desgranado Pe-
reira linha duas .-asas de negocio na ra do Bom-
Jardim. Achou-sa no bolso das calcas duas inoedas
de ooro de O?, urna ola do 2?, duas moedas de 1>
c 1G0 reis em cobie.
O senado conlinuou boje n disrulir a proposla do
governo que fita ai forjas da trra. Orou o Sr. Mi-
randa, e est esm a pilavra o Sr. Ferriz.
Moje, na cmara dos deputado. o Sr. Mello Fran-
co fundameitou e apresenlou um requerimento pe-
dindo aa secoinles inlormacoes :
al.- Copia 'io decreto imperial apresentando o
padre Jo- de Souza e Silva Ronssim.
u 2.* Copia do proce Caraca o, provincia de Minas Geraes, conlra o rs-
ped 1.0 jui/. municipal.
a 3.' Copia das commanicir-es a respeito do que
uliima.nente occorreu na villa Januaria. di provin-
cia de Minas, rom o respectivo joiz municipal. 1,
Sendo salisfeilo pelo Sr. ministro da juslici, pe-
din para retirar o requerimento, no que a cmara
consentio.
En seguida o mesmo senhor pedio urgencia para
apresenlar um projecto creando urna nova provin-
cia com a denominarlo deprovincia do Rio de S.
Francisco.
O Sr. Antonio Carlos mandos tambem om reqae-
1 im.-ni 1 pedindo ao governo informar-oes sobre o
numero de recrulas que deu a provincia da Parahi-
ba no rorrelo anno, e a opaca em que elles vieran)
para a corle.
Pas.ando-se n ordem do dia, conlinuou a segunda
discussao do ornamento do minislerio dn imperio
para o exercicio de 1857 a 1858 ; est com a palavra
o Sr. Candido Men.li>.
ti
Continuando liontem no senado a discussao da
proposla do governo que lixa as foreras dn Ierra, ap-
ptuTnraim-ee IdWoe os artigas depois de orarrem os
Srs. Ferraz, ministro da guerra e baro da Hoa -Visla.
Seguio-se a discussao do artigo addilivo da emenda
da oulra i-amara, e licou adiada por nio liaver casa,
tendo orado o Sr. Souza Franco.
do immnvel destruido, e o pagamento sera* feito
aoi .-redores segundo a classe ou grao em que esli-
verem. Esta disposicao he tambem aplicavel a' de-
sapinpriacao dos immoveis por ulilida.le publica.
S 4. So pode h> pul hora r quem pode alie-
nar.
Os immovelslque nao podera ser alheiados nao po-
dem ser hx polhecados.
.r $ 5. Ficam em seu vigor as disposices dos
arls. 26 e seguinles do cdigo cnmmercial sobre a
capacidade dos menores e moflieres casada* commer-
cianles para hypolhecar os immoveis.
0 S 6. O dominio superveniente revalida a hy-
polheca desde o aclo da acqaiiicao.
S 7. Nao s o fiador, porom lambemo'3.,
podem hypolhecar os aeui bens pela obrigarao
alheia.
8. A hypotheca ha :
(i Legal.
1 Convencional.
.< S S" A hypolhecas legae* e cunvenciunaes re-
gullam-se pela prioririade (arl. 10)
11 S 10. A' excepc.ln das hxpolhecas legaes arl.
que pao forera especialisadas, nenliuraa hypo-
lheca go,a de preferencia senu quanlo aos bens a
que ella se refere, existentes
a i II. SO nuil as as
i" das precedentes ao 1,
a Art. 3. Esla lei nao reconhece hxpolhecas pri-
vilegiada* ou com preferencia a's aule. lores.
SI. Os direilos por titulo de dominio, ou pro-
veoienles de alieoaniies coi.dirionaes, nao consli-
luem hxpothera, mas somenle dao logar a's ac5f.es
competentes para resliluic,ao do immovel, ou do
seu equivalente.
S 2. Os credores da heranra 011 legatarios leem
o direilo de requerer a separac-ao dos immoveis con-
fundidos Com o patrimonio do devedor.
i. CAPITULO I.
n Da bi/par/irca te/jal.
.. Arl. i. Esta hypolheca compele:
A molher casada sobre os immoveis do ma-
rido.
todo- os juizos em os quaes se tratar de preferencias, movel hypohecado.
O nome, domicilio a profissSo do devedor.
o A data e natureza do ltalo.
O valor do crdito e a sua e*tima$ao ajoslada
pelas parles.
a A poca do vencimenlo.
a A situaran, deonminacJo e caractersticos do ioi-
5. Fica em vigor o cdigo commercial sorr.en-
tc quauto a hypolheca tacita especial eslabelecida
pelo arl. 877 $5 5, 0, 7. 8, e 9, a qual se denomina-
rPrivilegio especial do eommercio.
11 S t. -Na concurrencia de privilegios preferem ;
I. O geraes designado* em os ns. I e 2 do
1 aos especiaes.
a N. 2. Os especiaes aos oulro* geraes.
<. TITULO IV.
a Do* onut reae*.
Arl. 7. Somente se considerara onus reaes;
a A --r\ 1,1,1 1.
O uso.
.. A hahilacao.
A anlirhresp.
O usufructo.
S" 1. Osoulros onu* que os proprielario. impu-
zerem aos seus predios se haverao como pessoaes, e
n.o podem preju.licar os credores hypothecarios.
o ; i. Os referidos onus reaes nao podem ser op-
poslos aos credores bypolhecarios, se os titulo* res-
pectivos nao liverem sido transcriptos antes das hx-
polhecas.
o S 3. Os onus reaes passam com o immovel para
o dominio do comprador nu successor.
8 Ficam salvos, independenlemenle de lians-
a O credor, alm do* domicilio proprio, podera
designar oulra onde seja notificado.
jj 30. A in-cripcao das hx polhecas Jegaes nao
especialisadas deve conler :
O nome, domicilio e prolissao do* responsaveis.
a O nome e domicilio rio orphSo, do fillio, da mu-
Ihere do criminoso.
O emprego, titulo ou razao da responsabilidad!
e a data respectiva.
31. Os livros da inscripcao serao divididos era
tantas columnas quanlos sao os requisito* dcada
urna das in-cri, res, tendo alem disto unta margein
em branco iao larga como a escripia para nella se
lnicarem as cesses, remisses e quaesquer oceur-
renciai.
S 32. Alm dos livros da inscripcao edaquelle*
que os regulamenlos determinarero, ha vera' doos
grandes livros alphabelicos, que serao indicadoras.
nos oulros, sendo um delles destinado pera ai pei-
soas e oulro para 01 immoveis referidos as inserip-
ces.
S 33. O governo determinara' as formalidades da
inscripr-ao, conforme as bases desle artigo.
TITULO VI.
1"
O
Ferrei
O am nuense da alfaudega da provincia di S Pe-
dro do lio Grande do Sul Joie lieruardes da Cu-
nh
Carlorario.
11 car orario da conladoria geral .loaquim Manuel
da Cual
O p
Coelho.
Porp
Porleiro.
leiro da mesma contadoria Carlos Jos
O pr
Rocha.
Os pra
de Mel
quim
Luz.
O pra
F'ayao.
Xoaqu
licanles eitrauomirarios Leonardo Pinheiro
I Carrao, Francisco Jos Ferreira, Joa-
Iguacio Jnior, e Antonio Maria da
cante da alfandega da c.irle Jos de Mello
m Uenrique Chaves Mallos.
Ajudanle docarloiio
Mauoi 1 Theodoro Xavier.
Ajudanle do porleiro.
O con inuo Femando Jos de Anuje Pallas.
' Continuos.
O con inno Joao Francisco l.uiz de Azevedo.
lanle dos continuos Domingos Jos Fer
O aju
reir.
Secrel
30 de ji
lempo.
Baeno
urna proposicao para que o Sr. presidenle H-
casse aulorisado para proceder como julgasse conve-
niente acerca do incidente em qoestao.
O Sr. miuisiroda macinhu requereu o adiamcnlo
da discussao .le a., dia que o Sr. presidente marras-
se para o senado funccionar como tribunal de ius-
Irja. '
Depois de urna discu.saoauimada em que tomaram
parle os Srs. Ferraz. Si.vein aMolla. barao de Mu-
rilitia. I). Manoel, Piment Bueno, marquez de Olin-
i da, visconde de Jequ.linhoiiha, visconde de Marea-
si I IX ai ,------------------ I -->. .,..........o,, .ou.1, .oofi.iic ur ..rai.iu-
S 1. uos olllciaes dos corpa* movis e de guarn- I guape e ministro de n.ar.idia, foi rejeilado o adia-
{, dos quadros da repartirn ecclesiaslica, corpo de
saude, e*lado raaior de primeira e segunda classes,
engeiiheiroa e eslado rriaior general.
S 2- De dezoilo mil pr.-ir.as de prel de linha em
circumataiicias otd,i,larias, e de vinle eseis mil em
cireumstaocias exlraordinarias.
S 3. De mil e quarenla pracas de prel em compa-
nhias d pedestres.
Arl. 2. As forras lixadas uo artigo precedente eom-
pleiar-se-hao pelo eiigijlmenlo voluulario; e, na
nisnlliciencia desle meio, pelo recrulamento, emeon-
i.irruida te das disposices em vigor, sendo elevada
a OOOSOOO a quanlia que exime o r.cruladu dn ser-
xico.
Os que m alislarcm volunlariamenle servirn por
seis annos, e ns recolados nove annos.
Os voluntario- percebcrAn ama sratilicacau, que
nao exceda a quanlia de i' ir- ; e concluido eu lem-
po de servico lerao ama data de Ierras de22,MHI bra-
cas qoadradas.
Arl. 3. O contingente necessaro para eompletar
as ditas lona- xer distribuido, eu. circunstan-
cias ordinarias, pela capital do imperio e provin-
cias.
Arl. 4. O governo fica aulorisado para destacar
al4,000 pracas da guarda nacional em circunstan-
cias extraordinarias.
Arl. 5. Fica tambem o governo aulorisado para
conceder as provincias o numero de rerrutas para
preanchimentn dos corpos de pulira, u.lu sendo esle
meio excluido pelas respectivas leis provincia.", que
.SKiilarom a nr-am-ar.w de laesro.po.
\rt. ti. Ficj o govarna mi m i.. 1,. ., .,, f-
fer-livainenie o corpoa proviioria de gairoicao,que
renn as provincias da Parahiba .- arana.
Arl. 7. O augmento da quinta parto do sold run-
ceriido itlas leis oumerns tito e.tltS de 31 de julho
menlo e approvado o requerimenlo.
As peras lulas na mesa, e sobre'as qoacs versou o
debate, sao as seguinles :
o lllm. e Exm. Sr.O Sr. presidenle do senado,
.. quem dei a resposla verbal de V. Etc., que s 110
sabbado poda remeller os aulos, disse-me que fizes-
se constar a V. Etc. a orgenria que ha no
andamento da causa, ralim de V. Exc. mandar, se
for possivel, anles'de sabbado, os referidos autos, o
qoe participo a V. Etc.
.1 Dos guarde a V. fcltc. Secretaria d senado em
25 de jonlio de I86.--IIIB. e Exm Sr. procura-
dor da cora, fazenda e soberana nacional.Heral-
do Leile Bastos, oflicial-maior da secretaria do se-
nado.)
o lllm. Sr.Nao ha lei algama que declare urgen-
le este prorc-sosobre cincoenla e lanos crimes eci-
veis, e de vital interes.c. e da fazenda. qoe actual-
nienle nnerain o procurador da cora, alm de mi-
litares de negocios da primeira importancia. Nem
le alunma aoloiiil o Sr. presidente do senado para
marcar pra/n commis.eo da cmara dos deputados,
ou.em sen lugar, ao procurador da enra, para apre-
senlar o libello arcusalono, leudo e-sa larefa sido
confiada a urna e oulro, segundo o zelo e prudencia
que um aml. 1- he de presumir, como melhor hei de
declarar nos proprios aoloi ad perpetuam rei me-
moriam.
.. Fique perianto S. Etc. na inteligencia de que
hei de mandar os autos e o libello logo que'depois
de beta examina-loa tiver concluido o meu Irahallm,
para a qnal nao preciso ser advertido.
a Per I.... 1 -.p 01 ler llio nesla sua caria, Indo por
pura l.revidade, pois fltame o lempo al.- para os
arlos ndispensaveis existencia.
.. Seu amigo fiel reverenlv.F. (.. de Campos.
Em 25 de iuoho.
que ia
fosse ma
lo do Sr
OSr.
sidenle a
das leis
Nao pd
o dia 21,
de forjas
dos Srs.
Depois
naraenlo
de 1857
Figueira
hola.
* 7
Por decrelns de 3 de julho corrale :
Teve merc da serventa llalla dos affiejea de
contador c distribuidor do juizo do termo dn Sobral
de 1 no Ceari, Joiu Jos I erren a.
Foi designado para exercer o poslo .le majar da
guarda nacional da resera do mnuicipio|de lKuas-
su', da provincia do Rio de Janeiro, u capilao
Joaquim Ignacio do Nascimenlo Firia.
Foram uomeados :
lente curonel commandinle do t batalllo da
guarda nacional da capital da Babia, o capitn
Fructuoso Gomes Mnncorvo.
Capil.io cirurgiau-mnrdn colunia ndo superior da
suarda nacional do municipio da Jacobina da dita
provincia, Constantino Jos Cavalcaoti.
Teoenle-corouel-commaudanlc do balalhao 11. 22
da guarda nacional da provincia do Maranhao, l.uiz
Vieira da Silva.
Por decrelos de 5 do mesmo mez :
Foi perdoado a Bento Augusto Vaz, soldado do
corpo lito da S. Paulo, o reslo do lempo que Ihe
falla para cumprir a pena de dez annos e meio de
prisao e multa a que foi rondemnado pelo jorv de
Lorena.
Foi noineado Manoel Antonio- Matlins Pereira
para o lugar de ollicial escriplurarioda secretaria do
' tribunal do cuiiiuiercio d provincia de l'eruam-
bueo.
o Dos effeiloi das hypolhecas e ma remissao.
: Art. II. A hypolheca he iodivisivel, iflecla o
ules ao lenizo do contrato, criprao e inscripsa.., e considerados como onus reaes immovel ou immoveis respectivos, integralmente oa
hxpolhecas contrahidas nos a dcima e oulros iapoatoa respectivos aos immoveis,! em cada urna das suas parles, qualqner que 1
allimento. T1TLI.0 V. peisoa em cuin nnder aa aeh.r.m
a Do registro geral.
" Arl. S. O registro geral romprehende :
n A lraiiscnpca.0 dos tilulns de lr..ii-ini-s ,u dos
iinniuveis.
A inscnpr"io das hypolhecas.
11 S 1. A tranicripnao e inscripcao devem ser fei-
las no conservatorio das hypolheca* di comarca'00
comarcas onde frem os bens siluadis.
n 2. As despez^s da Iranscripnao incumbero 10
adquirente.
" As despezas da inscripra.i tumpeleni ao de-
vedor.
CAPITULO I.
< Da transcriprao.
Arl. 9. A transcriprao entre vivos por tilulo
o Aosvmenores t> pessoas semelhantps sobre ns im- oneroso ou gratuito dos ben. susceptivo.*- de bypo-
nioveis dos liilores, curadores, e da mai lutora, Iheea arl.2 I assim como a m-iiuic.lo dos onus
nu casada Mgonda vez, endo her lado bous dos li- | raes (art.7 nao operara seus arteiliis a respeilo doi
lio- do pruneiro nialrimomo.
a Aos lili, is sobre os immoveis do pai que admi-
nislrou os bens maternos jii advenlicius dus mesmos
lilhos.
.' A fazenda publica geral, provincial, munici-
pal, sobre os immoveis dos seus ihesoureiros, col
lectores, adminislrador*cs, recebe Ion-, exactores,
prepostos, renririros, cnntraladores e fiadores.
As igrejas, mosleiros, misericordias e corpo-
nnoes de mao-morta, sobre os immoveis dos seus
Ibesooreiros, prepostos. procuradores ou sxudicos.
" Ao estado, e ao* olfendidos ou sen- herdeiros, {
sobre os immoveis do criminoso.
S 1. A molher casada tem hxpolhcca egal :
Pelo dote.
lerceiros nnaopea lranscri/r>oe desdi a data della.
S I. A Iran-'-riprao sera [>or extracto.
" S 2. A transmissao dos immoveis solera logar
por e'criplura publica, sol. pena de nullidade.
a S .'!. Esla ascriplura s.i pode ser feila por ta-
belliao. pena de nullidade.
o si (Juando as parle quizerem transcriprao
dos seus lilulos de rerbo ad ctrlimn, esta se fir em
livros irjiiliare*, aos quaes sera remissivo o do* ex-
tractos, porem nesle e nao naquelles he que se apon-
anlo as cessoes e quaesquer ioscripces e uceur-
renrias.
i S 5. A IranscriprAo nao iuduz a prova do do-
minio, que fica sal.o a quem fr.
li. (.loando os contratos de transmissao de mi-
rlara da mesma data :
Fraileantes
tcenle do numero Paolo
Jos Marlins
ria de estado dos negocios de marinha em
nho de 1850'. Francisco Xavier Bom-
Na sei sao de
lonlem no senado
upre-enlou o Sr.
Miran.]., um requerimenlo pedindo 'informarnos ao
governo lobre as eiploracues mandadas fazer pelo
Sr. liara, de Aotonina era varios rios da provincia
de Matli -Grosso.
Appro rado sera debate este requerimento, que foi
justificado pelo seu autor, declarou o Sr presidenle
consultar o senado se consenta em que
cadoo dia 17 do correle para njulgamen-
deputado Pinto Pacca.
'erraz propz qoe esse julgamento ficassi
para deioisde voladas as leis apunas, e depois mo-
dificou lia proposla 00 sentido de deitar o Sr. pre-
' consulla para depoi* de linda a discussao
e litanao de forras de mar e Ierra.
ssan .0 esla ide.a, de- goou o Sr. presidente
no qoc o senado couveio.
Ao del ate sobre esla materia tomaram parte os
Srs. Fenaz, ministro da marinha,e D. Manoel.
Proaeg lio depois a lerceira discussao da fitacao
de mar, qoe anda ficou adiada, tendo ora-
ministro de marinha e Ferraz.
da eleirao da mesa conlinuou honlem
lloje na cmara dos depulados louiou assenlu o
Sr. l.uiz Antonio Barbosa de Almei.la, deputado sup
penle pela provincia da Babia, e o Sr. Prales fun-
damentou e inandou a mesa um requerimenlo, que
foi approvado, pedindo informaci.es ao governo so-
bre quaes as providencias tomadas para o melbora -
menlo da barra da provincia de S. Pedro do Ro
Grande do Sul. e qaaes as medidas adoptadas a bem
do Passaurio-se a ordem do dia, conlinaon a segunda
discutsau doon.-amenlo do minislerio do imperio :
est com a palavra o Sr. Carneiro de Campos.
8
S. M. o Imperador raandnu eulrigir ao Sr. Mr-
quez de Paran', pruvedor da Santa casa da mise-
ricordia a quanlia de tiOtri para fazer distribuir em
Manolas aos .tenles pubraa, recoronendan.lo parti-
cularmente ao enfermo Manoel Joiqunn Ferreira
Braga, da enfermara du Sr. Dr. Borap.-mi, que per-
deu ambos os bracos junio a' articulado.
Depois do Sr. Carneiro de Campos, orou hou-
tem na cmara dos depulados o Sr. mioislro do im-
perio na discussao do ornamento relativo a' sua re-
partirlo, ficando o debate adiado pela hora.
9
O Sr. barao de A moni na juslilicou e offereceo
honlem a' considerara.! do senado ora requerimen-
lo pan que s pecini ao governo varias informares
sobre a navegaro para a provincia de Matto-Grosso
pelo rio Ivahy, na provincia do Paran'. Ficou 1-
diado por pedir a palavra o Sr. Miranda.
Continuando depois a 2." discusao da Asacan de
forcas de Ierra, orou o Sr. Ferraz, e licou a raale-
ra adiada por nao haver casa.
na camal a das depulados, a segunda discussao do or-
lo ministerio do imperio para o etercicio
1858: oraram os Sn. Gois Siqucira, e
de Mello, ficando o dbale adiado pela
Por dejerelus de 30 de junho ultimo.
Foi apresenlado o padre Caelano dos Sanios
Lima, na freguezia de Sanio Antonio da Jacobina
xelha.do ircehispado da Babia;
1 ni Horneado o juiz de direilo l.uiz Carlos de Pai-
va Ieixelra para a comarca de Sanios, da provincia
de S. Paulo ;
Foi reconduzi.ln o bacharel Bernardo Avelino
liavi,io Paitlo, no lugar de juiz municipal e de
.opimos dos termos reunidos de Sanlos.c S. Vicente,
ia dita provincia;
Tiveram merc da servcutla vlialicia dos ollicios
de lahelia* do judieial e uolas e escriv.io do civel e
da provedoria de capellas e residuos da nova villa
da Alagoioha, da provincia da Babia, Francisco Si-
queira Sanios;
Escrivo dos orph.los e ausentes da mesma villa,
Antonio Vicente de Paula ;
Fui aoaija a desisleulencia. que fez Jos.. Joaquim
Maia do ollirio de eirriva.i dos orphasM do lermo da
Atjala, na provincia das Alagoan,
O senaJu appro,nu honlem em ollilM discussao,
depois de orarem os Srs. Souza Franco e ministro da
marinha, a proposla do governo finndo as fornai
Na cmara dos depulados nao honve sessao por
falla de numero legal.
O senado appmvou boje o requerimenlo doSr.
bara.i de Anlonina em que se pedem informadnos ,10
governo sobre a navegarao para 1 provinia de Mal-
lo-Grosso pelo rio Ival.x com um adilameolo du Sr.
Miranda.
Coiiliuuiiii depois a discutir o artigo addilivo a'
proposla para a fixarao de forcas de Ierra, sobre o
qual esia com a palavra o Sr. visconde de Albuquer-
que.
A cmara dos depulados approvou hnje em se-
gnuda discussao, depois de orar o Sr. Zacaras,
lomando a palavra para responder o orcamcnlo do
ministerio do imperio para o etercicio" de 1857 a
18- j8.
Depois do discurso do Sr. visconde de Albuquer-
que sobre a Oxaf/Jo de tornas de Ierra, orou honlem
uo senado o Sr. Silveira da Molla. A discossao li-
cou adiada por nao haver casa.
Depois da diacussao do ornamento, entrn honlem
em segunda diicussao na enmare dos deputados o
projecto de reforma hypolhecara, cujo debate ficou
adiado por oito dia a'requerinienlo do Sr. rciuisiro
da Justina, que otlereceu n seguinte substitutivo :
c A assembla geral legislativa decreta :
a TITULO I.
a Di/posiroes geraes.
11 Arl. 1. N.lo ha oulra* hypolheca ou privile-
gios senao aquelles que esta le. eslabelece.
a 1. O privilegio dos navios regula-se pelo c-
digo commercial.
1 2. NJo estao compreheodidos as disposires
desla lei os immoveis cujo valor Dio, execeder' do
5009, os quaes se rousi.lerar.lo equiparados aos rno-
veis, e serao regidos pelat mesmas leis.
n Todava pode o proprielario .11111"-ir .1.......a
mais rinmoveis de menor valor que o lixado ueste
paragrapbo, com lamo que -.-,!,. siluado na mag-
ma cmara.
3. A obrigac3o pcuoal sojeita ao contrato
<* Peina cootratos anlenup iaes.cxclu'ivos da cora- i movis queforem Iranscriplos dependerein de cou-
munbao. dn n [Pelos bens provenientes de heranra, legado, 0111 vjdas para com os lerceiros se uao conitarem do rc-
doapjio que Ihe acuuteram na constancia do inalri- giUro o implemento ou nao implemeuto dellas por
meio de declarara dos interessados, fundada em
documento legal ou com uotili'- nao da parte.
CAPITULO II.
i Das inscripriies das hyputheca'.
11 Arl. II). A hxpothecas legaes especialisadas u
nao especialisidis, assim como as conxaiiciooaes,
smenle valein conlra os lerceiros desde a dala da
inser ira.1. salva a disposicao de $ 27.
' S I. Sao subsistentes entre os contrllenles quaes-
quer hxpolhecas nao inscriptas.
- 2. A 1 n-rrip. .i", salvo a di.p.i-ic.o do art. 13
valera' por 311 anuos, e s depende da renovara., lin-
do esse prazo.
'< ; 3. \ inserprau da hv puiheci do orphao e da
mulher rasada lica sem efleito um anno depois di
eessacao da luidla e da morle ou separarlo da mu-
lher ; salvo haveu.lo questes pendentes.
a $ t. As in-e. ipe.o'- serao feitas pela or.lem em
que torera requeridas.
a Esla ordem he desigoada por nmeros.
' O uuinor 1 determina a priuridade.
" S 5. Ouandu duasou mais pessoas concorrerem
ao mesmo lempo, as inscripces serao feilas sob o
mesmo numero.
n O mesin.i lempo quer dizerda manhaa das ti
horas ale as 12ou de larde das 12 at 6 horas. .
* -i ti. Nao se da' prioridade entre as insenpeoes
do mesmo numero.
>i 7. A inscripc-jo da hypolheca convencional
compele aos interessados.
" S S. A iuscripca.. da hxpolheca legal compele
aos interessados, e incumbe aos empregadus pblicos
abaito designados.
I 5 !. A inscripcao da hypolheca legal da raii-
Iher deve ser requerida.
Pilo marido.
Pelo pai.
" ; 10. Pode ser requerida uao so pela mulher e
pelo rioador, como por
ir '.iiialquer prenla della.
" II. Incumbe
i. Ao tabcllio.
II Ao lestamenleiro.
11 Ao juiz da provedoria.
Aojuiz de direilo eu. rorreirau.
i S 12. A inscripcao da luidla ou curalella deve
ser requerida
.1 Pelo tutor ou carador.
o Pelo lestamenleiro.
'. s 13. Pude ser requerida.
Por qualquer prenle do orpli.io.
Por qualquer pessoa do povo.
n 14. Incumbe
AO l.l'elll.li.
o Aoescrivao de orphaos ou da provedoria.
1 Ao curador-geral.
1. Aojuiz de orphaos ou da provedoria.
o Aojuiz de direilo cm corre.Cao,
" 15. A inscripnao da hxpolheca do criminoso
pode ser requerida pelo ..Hendido, e incumbe
Ao promotor publico.
" Ao cscrivao.
Ao joiz do processo e da execuco.
o Ao juiz de dircito em eorren o.
o S 16. A inscripcao di hypolheca das corpora-
res deve ser requerida por aquelles que as admi-
ui-lraro, e incumbe
1 Ao escrivo da provedoria.
11 Ao promotor de capellas.
" Aojuiz de capella*.
' Ao joiz de direilo em corretean.
|| S 17 Pude ser requerida por qualquer do povo.
S 18. A inscripnao da hxpolheca do pai deve ser
requerida polo pai.
' S 10. Pude ser requerida por qualquer prenle
dn Gibe.
i 20 Idcornhc
rnonlo se esses bens forera deixados, ou .loados com
a clausula denao communhao.
11 R 2. Os dotes nao valem para com os lerceiros:
11 hem escriplara publica.
Sem eipressa etclusan da communhao.
'i Sem eslimaco.
1. Sem insinuar-Jo.
n Sem inscrip.;ao.
.. S 3. Os contratos anlenupciaes, exclusivos da
communhao, nao constante- deescriplura publica,
nao etpressos sobre a respousabilidade do marido e
sem inscripcao, nao prejudicaro ios lerceiros, e o
casamento se considerara' celebrado conforme o re-
gimen da communhao.
1 t. Timhem nao lcr;io efleilo para cora os ler-
ceiros as !.'.ii_i.es entre vivos, as horane... c lega-
dos, que com a clausula denao communicacao__
a mulher adquirir, se nao forem inscriptos.
" S 5. As hx polhecas legaes sao geraes, comi.re-
hensivas dus immoveis prsenles ou fuluros, a me-
nos que nao sejam especialisadas, delerminando-se
o valor da respousabilidade, e immoveis a ella su-
jeiln.
o Os regulamentos eslabelecerao a forma deslas
esperialisanes.
.1 ? 0. Nao se roosidera derngado por esla lei o
direilo que ao exequenle compele de proseguir a
etecucAn do jiilgado conlra os adqnirenles de bens
dos coudemnados, contarme esla estabelecido pela
legislarlo, mas para ser opposto a lerceiros, confor-
me valer, depende de iu.rrip._,io arl. 10.)
5 7. Tambera se considera hypolheca legal a
do herdeiro pela garanta do seu qunhao ou reposi-
cao, mas eala hypolheca aflecta s.i e proporcional-
inenle o immovel adjudicado ao herdeiro reponcnle
e depende de inscripnao, que ss regular pela mes-
ma forma que a das hx polhecas convencionaes.
1. CAPITULO II.
ii Das hgpothecas convencionaes.
i. Arl. 5. A hx polheca convencional deve ser es-
pecial, com qoantia determinada, e sobre bens pre-
sentes.
11 Ficam prohibidas e de nenhara elTeito as hypo-
lhecas geraes e sobre beos fuluros.
a 1. A hxpolheca convencional dive nominati-
vamente indicar o immovel ou immoveis em osqoaes
ella consiste, assim como a sua situacao e caracte-
rstico*. 1
"- A hvpotheca convencional comprcheude
todas as bml'eilorias que accrescerera ao immovel
hxpothecajln.
4 3. No caso de que o immovel ou imraoves
hv polhecados perenam ou sollram delerioranao que
os torne insullicientes para seguranra da divida, po-
de o credor demandar loco a mesma divida ou exi-
gir relDrco da hypotheca.
a S '< C 1 emiratos celebrados em pan es-
trangeiro n n prod.i/.em hj-palheea sobre os bens si-
tuados no 1 iasi|, salvos os'tratados.
a S >. yi ando o credilo fr indeterminado, .1 ins-
cripcao s (. i>der;i ler lugar c m o valor estimativo
que o credr. r e devedor ajuslarem etpressamente.
a S *> A escriptura he da substancia da hxpolhe-
ca convenc mal, anda que privilegiadas sejam as
pessoas que 9 constiluem.
1 TITULO III.
u Dos privilegios.
f Arl. (i. Os privilegios referem-sc :
o Aos mo eis.
i. Aos ira novis nao h\ polhecados.
a Ao preiu dos immoveis hvpotliecados depois de
pasas as dlv das hxpolhecarias.
.1 S 1. Te n privilegio geral na forma, desle arti-
go, cum pre creocia regulada pela graduacao se-
guinte -
despezas judicaes do processo da exe-
admiuislrarao das casas commerciaes
cora a devida aulorisara) arls. s,')3 e
1 do COInili' rain.
despezas funerarias nao excedentes
respectivos ao
o Nesle 1 11
da gente do 11
codito do con
11 N. 5. O
radar e sua fa
a N. S. lis
Vos ao nieiiun
.. N. ;. as
mesmo lempo.
W. 8. Os
despezas da ultima molestia do de-
slanos dos ni.reros, teilores, -oanla-
N. I. A
curao e as da
latilas, fe.:.
8,1 du codig
-Y 2. Ai
do 3 da 3.-
' N. 3. A
vedor.
N. I. Ot
livros, caixeir.s, agentes c domsticos do devedor.
ultimo semestre,
p.legio se romprehendem as soldadas
ar 0,10 pro-, ripia' arl. 149, n. Id
merciol.
rneriuienl para subsistencia do .la-
mba durante os ltimos seis mezes.
honorarios de* profesores, respe*)..
lampo,
>enid* dos eolUgioa raspaclivas .10
Ao esenvaodo iovMlirio, ou da provedoria.
Ao tabelliao.
o Ao juiz de orphaos. ou da provedoria.
Aojuiz dedil'lio em correirao.
' i 21 A inscripcao das hx polhecas dos respmisi-
veis da fazenda publica incumbe aos empregados que
forem designados polo minislerio da fazenda, e deve
lambem ser requerida pelos mesmos responsaveis.
1 5 -- lodos os empregados aos quaes incumbem
as referidas ioirripres, ficam sujeilos pela omissao
Bao su a responsabibdade criminal e civil, como ns
penas disciplinares impostas nos regulamentos.
i 2.1. O lestamenleiro perder' a beneficio dos
pessoas lesadas a vinlena que deveria perceber; e
>. man I .. S 9, o lulnr e curador, S H, aquelles que
administrara as cnrpoiar-f.es de mao-morta, jS Ib, o
pai, ., 18, OS responsav.-i* da fazenda publica, :_ 1H,
ficam suje.tos a'. penas de e-lellionalo pela omissao
irapofloi, tasas e rendas devidas.. la-1 de inscripcao.
MUTILADU
stja a
peisoa em cujo poder se acharem!
t. Ale a' Iranscripnao do litlo da transmis-
sao todas as aceos sao competente* e valida* conlra
o proprielario primitivo, exequiveii conlra quem
quer que for o delentor.
S 2. Ficam derogada*:
11 A excepnao de eaecncao arl. 18 S 4..
1 A faculdade da largar a hypolheca.
o : 3. Se nos 30 dias depois da Iranscripnao o ad-
qoirenle nao notificar ios credores hvpplliocarios pa-
la a remissao da hypolheca, fica .dirigido :
o A's acc.es qoe conlra elle propozeram os credo-
ros bypolhecarios para indemnisacao de perda e
daino..
.1 A's castas e despezas judiciaes :
11 A' dilTerenna do preo da avallado e adjudiea-
rao se esta tiMver I u ga r.
.1 O immovel sera penhorado e vendido por conla
do adquirenle. anda que elle queira pagar oa de-
positar o preo da venda ou avaliarao. salvo :
Se o credor consentir.
11 Se o preo da venda ou avallarlo bastar para
pagamento da hypotheca.
Se o adquirenle pagar a hypolheca.
" A avaliarao nunca ser manor qoe o preco da
venda.
S 4. Se o adquirenle quizer garanlir-se contra o
fffciio di eteennao da hypotheca, notificara' judicial-
mente dentro dos 30 dias aos credores bypolhecarios
o seq emirato, declarando o prr_o da alienacau, 00
oolro maior pata ler lugar a remissao.
. A nolilirarao sera feila uo domicilio inscripto,
on por edictos, se a credor ubi se nao adiar.
S 5. O credor notificado pode reqnarer. no pra-
zo assignado para oppo-ira.. que o immovel sea li-
citado. ;
i. ti. Sao admiltiilos a licuar :
O- c redore- hv pul decanos,
o Os fiadores.
a 0 inesrau adquirenle.
.1 S 7. Nao sendo requerida a Iicilarjo. o preco
.'.a alieuacao ou aquelle que o adquirenle propuzer
se haver por definitivamente lixado pan remissao
do immovel, que ficara' livre de hx polhecas, pago
ou depositado o dilo preo.
0 !, 8. O adquirenle que lollrer a desapropriarao
do immovel 00 pela penhora ou pela licilarao ; que
pagar a hypotheca ; que pag-la por maior preco
que oda alienarao pnr causa da adjudicarlo ou da
licitar,..., que siipporlar cusas e despezas jodiciaes,
lem acnao regressiva contra o vendedor.
S 9. A licilarao nao pode exceder ao dcimo da
avaliajao.
: 10. A remiisao da hypotheca tem lugar ainda
n lo sendo vencida a divida.
II. A< hypolhecas legaes nao especialisadas
n.lo sao remiveis, salvo mediante lianra.
> A hypolheca legal especial 1 -a.l,1 he remvel na
forma desle tilulo, figurando pelas pessoas a que
ellas perlencem aquellas que pela legislacao em vi-
gor forem competente*.
TITULO VII.
o Da extincco dat hypolhecas.
11 Arl. 13. A hypotheca se etliugoa :
SI. Pola exl inri;.... da obnga can principal.
.- 2. Pela dnlruinao di causa hvpolhecada, sal-
va a disposicao do art. 2 S 3.
S -L Pela renuncia do credor.
.' S Pela remo-01.
1 A presenpr .o da hv polheca au poda ser iude-
pendenle a diversa da. prescriprau da obrigacao
principal.
i TITULO VIII.
" Da cancellacao dat transcripcoes e imcripcoei.
0 Arl. 14.- A ca.icellanao lem lagar _x>r conven-
nao das parles e -enlencas dos joze* e dos Iribunaes.
a TITULO IX.
11 Da publicidade das hypolhecas.
' Arl. 15. A publicidade consiste :
1 Na Iraiiscripcao dos litlos de Iransmi-sao dos
immoveis susceptiveis de hypolheca.
, Na inscripcao das hypolhecas.
i. as certidoes de Iranscripnao e in-rripr.-lo qnc o
conservador deve dar s pessoas inleressadas, sendo
essas cerlides por Iheor oa etlracto como alies qui-
zerem.
TITULO X.
Dos conservadores.
" Arl. 10 O registro das dx polheca, fica encarre-
gado a um empiegado qoe o governo Tmperial no-
mcar.-i, com a deuomioacao de conservador,
a S I." O governo determinar a forma da respou-
sabili.lade civil e eriminal deatea empregados, >s
penas disciplinares em que incorrem ; e orgaoiiar
a tabella dos emolumentos que Ihes compelem.
o S 2." O conservador sera' uomeado por tilulo
vitalicio.
n S 3." O conservadores, alm do registro geral
que fica a seu cargo, serao os escriv.'.es privativo*
das hypolheca.
.i : '.." Os conservadores podem ler a sua dispo-
sin-io os esc. exentes juramentados qae a afllueoeia
do lral.alhr.se xigir.
a Esles escreveutes sao habilitado* sob a mesma
r.'-pnp-.hilnl ule dn conservador para lodo* o* actos
do conservatorio, com lano qae sejam subscriptos e
assigoados pelo dito conservador.
TITILO XI.
o Das cetsiies ou subrogar-oes.
o Arl. 17. O eessiomrio do credilo hy potbecario,
oa a pessoa validamente subrogada no oito credilo,
exeicerao sobre o immovel ns mesmos direilo que
compelem ao rdenle eu subrogante,e tem o direito
de farer insrrever a margem da inscripnao principal
a cessao ou tuhrosanao.
..TITULO \II.
.1 Das iimies liypotherarias.
o Arl. 18. O governo di terminara ,1 forma e
processo das acc'.es hvpolhecarias sobre as seguin-
les bases;
i S la* A concilacao sera' posterior.
.< ._ 2." A acno serl eteculiva, dirigida conlra o
devedor ou adquirenle i.arl. Il| e conlra o herdei-
ro que estiver na posse do immovel sem dependen-
cia de hahililacao.
.. j 3.1 A etecunao sera na forma do processo
cum.nerrial (decreto n. 737 de 25 de novembro de
1X50), em ludo que for applicavel,
J 4." O bens especialmente hxpolhecados s.
podem ser execnlados pelos 1 clore- de hypolher.is
geraes '.arl. 4, ; ti, 1 depois di Ptacurfm dea oulros
bens dn devedor enmmum.
TITULO XIU.
n Disposices diversas.
1 Arl. 19. governo dilerminara' a forma oa




DUiO DE PERRMBUCD S-B*. 19 DE JUHO H 1856
prazo neutro do qual, sob a pena de nu valercm
contra o> terceiros. deven) as partes :
a l.o Inscrever e especialisar as hypolhecas geraes
C inbre lien futuros.
2. Inscrever as hypolliecaa privilegiadas pela
lcgisla^ao acloal, a qaes nao obstante esla lei l-
caro em vigor.
i Arl. 20. O governo he autorisado para impo
dos reglame utos que fuer a prisao al dous mezes
e a molla al 2009000.
' Arl. 21. Flcam Jerrogadas, ele.
u Rio de Janeiro, julho de 1856.Jos' Thomaz
sabuco de Arauio.
A cmara approvou depois em lereeira discusso
o projeclo que marca o subsidio dos depulados a
assemblea geral.
Em seguida, entrando em secunda dscuss3o o
projeclo relalivo|aos auditores de guerra, foi appro-
vado o seguinte artigo substitutivo, licaudo prejudi-
cado o do projeclo, assim como arias emendaa a
lie apresentadas:
Arl. 2.oJOs que servirem oa liverem servido de
auditores de guerra e marinha sem (erem a calegoria
de juiz de direilo, ticarjo habituados para seren
nomeados para o dilo cargo Da provincia de que
trata a primeira parte do artigo antecedente.--D.
T. de Mac?do. t>
Por lim cootinuou a primeira discussuo do projec
to que aulortsa o governo a pagar a Manuel Jos
Teiieira Barbosa a importancia da sentenca que
obleve contra a fazenda publica, a qual ficu en-
cerrada, nao se follando por n.io haver casa.
S. PEDRO DO SOL.
Cidade de Rio tirande 24 de junho.
O estima,el general CaldweU, que por seo genio
especial e summamente modesto oosaTez commetter
mais de ama ineaclidao em nonas anteriores carias
sobre sua partida, per lim, anda esquivndole ties-
ta cidade, como na capital, a toda e qualquer de-
muoslracJo publica, nato eonceilo e alta considera-
cao que sempre gozoi/na provincia nos elevados car-
gos que nella eierceii, seguio do patacho Improviso,
que ja deve ter chegado a essa corle.
O acluaL/presideute tero astado enfermo, e,
segundo cous, S. Exc. nutre a iulencio de pedir
ao governo/ imperial a sua exonerarlo no caso de
seus padecimenlos clirouieos te aggravarem em pre-
seuca do clima da pravincia ; entretanto,Relindo-
se, segundo as ultimas noticias, quasi reslabelecido
de utua forte cooslipacao que o levara cama em
principios dase mea, anda assim se nao tem poopa-
do era promover medidas, que inulto abooam os
seus talentos admiDistrativos.
Nomeou una coininissae composta dos engenhei-
ros Jos Mara Pereira de Lampo e seo lilho Jero-
uymo Francisco Cocino Jnior, que aqu chegaram
do dia ti do corrate so vapor de goerra Amelia, e
que, reunidos ao coronel Sepulveda, parliram para
a cidade de Jaguara.i, sendo o seu priocipal lim tra-
tar dos meios de fortificar, tanto aquella fronleira
como a de Chuhy, mareando os lugares mais con-
venientes para a e lificacio de quarteis em urna e
outra frontvira, e, tefundo uos consta, designar o
aiseuto de una aova freguezia, em qae o marechal
barao de Caja pava muito se empeuha erigir na fron-
teira de Chuhy.
S. Exc. acaba de mandar continuar a importan-
tsima obra, qoe dera cometo o ex-presidenle ltr.
Sloimb, como a desobstroccao e uavegabilidade
do rio Vacacshy, empreando nesse grandioso e ulil
trabalho 50 pravas do primeiro regimenlo de caval-
laria, e oulras tantas do 6. batalliao de iofantaria,
sob o commando de um oOicial de arlilharia e di-
recto do incausavel capitao Manoel Rodrigues Bal-
thar, qoe ae tem prestado, de ba muito, para tornar
navegavel esse rio al a villa de S. Gabriel.
Consta qoe S. Exc. projecta e ja tem providencia-
do para eslabeleeer croa liuha de postas e estalagens
diseminadas desde as praias da Laguna al a ca-
pital desta provincia, que, facilitando o trajelo
desses logares deferios a grandes comitivas, eslabe-
leca seguranza e commodidades para ama eOectiva
eoTiimuoicaco eolre as duas provincias.
Qoaolo a nos, esta idea de S. Exc. tem um al-
cance que muilo abona sea grande tino administra-
tivo, e encaramos estas medidas como os primeiros
alicorees para no futuro assentar-se urna estrada de
ferro, que communiqoe com mais seguranza esta
provincia com o exterior, alientos os pongos que
ouerece o ingresso da barra.
(luirs medidas administrativas de menor al-
cance oceupam a allencao de S. Exc, e seria para
a provincia um mal a sua retirada, posto que o go-
verno do Imperador tem presentemente uro grande
numero de Brasileim, verdadeiras capacidades ad-
ministrativas, onde powa eseolher e dotar a provin-
cia com um hbil administrador como oSr. conc-
iben q Coelbo.
Ha muito que Ihe nao dou noticias da nossa
caixa filial do Banco do Brasil. As umita* restric-
.;oes, aleen de todas as seguranzas e garantas eala-
helecidas pela lei de sua creacfto e regiment* iuler-
nos, como que nullilicam o crdito publico, senao
que oQendem o decoro do negociante que, leudo de
recorrer ao auxilio da caixa, se exp5e a orna recu-a
cm dezar de sua reputadlo.
Taes silo os defeitos que encontramos em urna ins-
tiluirao to benfica qu3o Valiosa para o deaenvol-
vimento da riqueza e progresso material do paiz,
coja industria sem o auxilio ampio do crdito pu-
blico e particular, jamis lera o desenvolviinento,
que lie soscep'vel em um paiz lito fecundo e novo.
11a piucos das a directora desla caixa resolveu
nao admitlir em suas transacr-oes titulo algom, qne
nao contenlia a declararlo expressa de pagavel em
moeda legal.
Esla medida caosoa a mais desagradare I sensacao
na praca, e fez qae se lembrassem alguus negocian-
tes de eslabeleeer urna caixa particular de descont,
principalmente para as contas aseignadas, qoe nesla
cidade inonlam annualmente as somma avultadas.
Eotreganto esla medida, que altera someule em sua
forma as lransacr.it com a caixa filial do Banco do
Brasil, necessariamenle devia encontrar alguma op-
unsicao nos sectarios do actual sjstema monetario
da praca, que eslabeleceu um valor lixo nominal
smoedas estrangeiras do nosso mercado ; maa, em-
liora em principio reduza muilo a cifra das Irau-
sacroes caucionadas com essas contas, nos parece
muito conveniente a medida para'acabar com esse
mao sjstema, couvergindo com todas as oulras que
e tem lomado para a consumarlo desse desider-
tum do goveruo.
Qual a reforma que nao encentra reluctancia por
parte dos prejuizos da velha rotina'.' A emissao das
olas da caixa, potlo que lenha encontrado a repul-
sa da parle da.populac.ao menos instruida, progride
destruindo as ideas errneas que sobre o systema
monetario se achava imbuida, e correal essas uotas.
coja emissao excede a 500,000, gyram pela campa-
nha, inda que com carcter de um curso forrado,
e nesla praca au ha na circularlo um lerco dessa
somma ; entretanto, que o agio da moeda nacional
pela sua escassez tem subido a 12 por cento, sobre
a moeda eslrangeira. Terminaremos este periodo
fazendo votos para que a directora geral do Banco
do Brasil resuma quanlo for poseivel cm bem do
segredo das operares do Banco com relacao ao
crdito e reputaran dos particulares a acc.'to delibe-
rativa da direcra i da caixa filial desta cidade, ou
quaodo menos reduza1 prudentemente as reslricces
e seguranras que por ampias difficullam, se i. >
deslroem, a benfica instituirlo do crdito.
Ainda qoe com repuguancta e fura do uosso
proposito, Ihe vamos fallar em negocios udoaiieiros,
pois que somos Toreados a iss pela falta de succes-
aos dignos de noticiar le. As alfaodegas desla ci-
dade e de S. Jos do Norte renderam ooa cinco me-
zes de jaueiro a maio ultimo 02:681s3o:l, do Rio
Cr-ude 444:c)O#t>42, e do Norte 157:87.~Q4r2, a
saber :
Rio Grande
61:8411654
u6:ljM
90:6565714
93:9530841
132:2049758
-- Os mos exertiploa nao deixam nunca de pro-
duzir os seus pessimos effeilos. Os manoheiros do
escaler da alfandega desla cidade, enm o mesmo di-
reilo qoe os patrilas humanitario* que se reuni-
rn] em II de dezembro do anuo passado, para coa-
Kir as aaloridades a fazer a madanca do cemilerio,
.ipresantaram-se ao Inspector da alfandega exigiudo
ou maiores salarios ou as suas guias para so retira-
ren) do servico.
S. S. maudu incootineole chamar dous soldados
da goarda e recolher, a ordem do delegado de po-
lica, cadeia dous d'entre ellrs, que haviam toma-
do a palavra/e se fizeram oradores do motim, nao
mandando a todos, porque precisava de gente para o
servido do escaler, e, anda foi. como sempre, mo-
derado e cheio de bonhomia, porque autorisado pe-
lo decreto de 6 do marru de 187 poda te-Ios man-
dado trancaliar (os caberas do porao da barca de
vi;;ia com um par de machos aosps ; pois consta,
que S. S. ja havia, horas anles, rcpellido aos aics-
uios marinlieiros, qu cm pretenca do escrvilo da
descarga, servin lo de guarda-mur, e do general
Caldwell. qoe por acaso enlau se achava na poute da
allaiide-a, Ihe haviam feito a mesiua exigencia, de-
ciarando-lhes que ja nata represculado Iheaora-
ria, c que l'ussera irabalhar, e nao vollassein por e-
inclhanle modo a fazer um rcilamacoes, pori|iic o
mandara lodos para a cadeia ; nao obstante volta-
rain depoi, e foram os oradores, como cima disse-
iii"-, recolhdos a ella.
A Ihesourana de faze::da conlirmou em todas
as suas parles a riecsao da inspecioria da altan ti
desla cidade, que su julcoo procedente a apprehcn-
sao da polaca hepanhol.i Mara /.hieras, o dos I ollici.il,
I ,:i0U conros c f:t arrobas de garras que condu/ia que pen
Mezes
Janeiro .
Fevereiro.
Marco. .
Abril-. .
Maio .
Norte
37:5tQ>654
25:41ls652
39:0765009
36:8495901
19:0279446
Aqui inesmo nesla ci lade suiciilou-se rom um
golpe de caivete na arlara jugular, que inslanla-
iiiMiiienle ileu-lhe S morir, um prclo, escravo do
xarqueaJur Mala, de Pelotas, que o forrara ao 1ra-
bulhti romo mariuliriro de uin seu hule, quando el-
le inslava para qoe licasse no serviro da xarqueada.
Hontem foi assissinado cm nina das ras desla
cidade o Argentino Frederico oncalvrs por sea pa-
tricio Boaate Martias. a dele^acia de polieia, que
para lias m.losdo cidadao Antonio Bouone Marlius
Viauna, com a actividade e iutelligencnque Ihe he
reconherida, procedeu logo a coipo de delicio e as
mais essmciaes indaeaces. conseguindo alero disto
a plisando assassino.
Recebando o presidente da provincia denuncia
de que urna quadrilha de malfailores, composla de
qunlroou cinco individuos perversos, passara ao Es-
tado Oiieutal raptando os filhos de urna pobre mu-
llier, por noine Adela Oliveira, na Costa de Ol-
mar, den 6. Exc. as providencias que lAo grave al-
lantado urga ; e o digno delegado de polica, em
quem arima fallamos, tao certeiro e hbilmente te
houve ueste negocio, que dos quatro lilho raptados
a Adela Oliveira, um ou dous ja foram resgalidos
e entregues, segundo nos consta, ao cnsul orien-
tal ; os raptores ja eslao todos ilescoberlos, e se pro-
inove sua priao e competente processo.
Bem se diz qne estamos uo secuto das luzes ;
pois se se pode aquilatar o grao de civilisarilo de um
povo pelo numero dos eslabelecimeulos typugraphi-
cos, por ceilo se nao negara ao desta cidade os foros
do mais civilisatlo e illoslrado, naodirei do imperio,
mas dos oulros pontos da proviuria.
Consta esla cidade de cinco rslabelecitnenlos Ivpo-
graphicos o eulras lautas poblirares peridicas ou
diarias. A que prima na arte lypograplilca, onde
o a>seio, nitidez, exaclidilo c bum goslo se eucou-
Iran, he a Ivpograplna [roparcal, em qus se im-
prime em das indeterminados o peridico intitu-
lado Imprensa. As saas ideas sao ordeiras,
leuden, antes para os objectos de interesse Iliterario
c commercial do qae para as quesles polticas; es-
tando ao qae parece suspensa a publicaran do peri-
dico, sem que possamos consignar as razues pre-
existente*.
A lyposraphia do Diario ao /lio Grande, que
presentemente imprime o jornal desle uome, o mais
interessante e cuidadoso quanlo a' parte commercial
coja revisla aprsenla com a evaclidilo possivel to-
das as quesles que iuteress.ini era Keral ao corii-
mercio interno eexterno, tambeni milita nos prin-
cipios de ordem, e mo tem deixado iulerver cor ou
predilrcc.ii dos parlidos polticos.
A tv pographia do fto-GranJen^e. onde se im-
prime o jornal desle mime, o iterarlo do jornalisino
desla cidade, lalvrz curvado ao peso dos annos, va
em tal decadencia que se o uosso amigo, seu pro-
pietario, nao tratar de urna reforma uo material e
conservar sob soa immediata odministrarao, acabar
quanto antes sua longa carreira. Tao errados, to
sem nexo e desenidadosamente impressos sao os es-
cupios que se publicam por este jornal, que pouco
ou nada lera' que fazer para uccorrer a's despezas do
e-tahelccimcnln. As ideas polticas do jornal pro-
pendem para o partido da maioria, em opposi^ao uo
da driunta liga; oa actualmente da minora.
O Correio da Tarde, cujo estabelecimeulo
lypographico, qne, por mal informados, em nossa
penltima carta; attribuiiios aos meios de urna par-
cialidadc poltica, he um eslabelecimento promovi-
do por dous jovens operarios, que, accumulaodo al-
gom dioheiro, se propozeram a esle meio honesto
de trabalho, especulando com urna interessante pu-
blica cao.
Al hoje seu hbil redactor dirige a empreza com
criterio, e. por seus aflreos, visto qoe nao dispe de
nuitos meios, lem lomado ulil, unliciosa e puntual a
publicarlo desle diario. Nao lem cor polidca.
A typographia do Pavo. E-ses pelos vellios, ad-
quiridos por meia duzia de mocos inexperientes, sob
a direccilo de um liberalismo exaltado, e administra-
dos por um desses patrilas esturrados, produz esse
papelucho, que he nesla cidade publicado com o lim
patente de oceupar-se e deprimir o prasidonle da
cmara municipal, o lenenle-corouel chele do esta-
domaior da guarda nacional, e o inspector da alfau-
dega. I'ublin-i' as sexlas-feiras em mao tvpoe
peior papel. \ sua idea poltica sao as cleiroes e
ama candidatura excntrica do bora seuso, da digni-
dade e illuslrarao do imporlaule circulo do Rio
Grande.
Acabadas as eleiroes luiidir-se-hao os tvpos, e
loiub i.i o prlonriuho cm que san zurzidos sem pie-
dade os tres individuos que occupain os caraos que
cima aponlei.
Carla particular.)
Porlo-.VIeare, 2:1 de junho.
A pus tao copiosas chuyas e desabridos lemporaes
que, seguidos loan de um fri cruel, como ha muilo
lempo o.lo nos perseguirn.! durante 09 dous ine/es ltimos e o
principio dcste, gozamos ha das di mais agradavel
temperatura, do mais lindo verinirn de maio que
ele anuo, conioem alguus oulros por eveeprao, veio
em juiliu.
Assim ,|, mesma belleza, da mesina suavidade, e
com o semblante tao nsaiilio, lossem os lacios que
leem de fazer parle desla niiulia musiva, que, co-
mo todas oulras, iitm ao menos po lera ser desla vez
compensada pclolirill.ainisino do eslvlo e belleza da
forma.
Appareceu a final, depois da longa e anciosa
espera de um mez da retirada do Sr. barao de Mu-
ritiba, o reatorio com que fez entrega da provincia
ao actual presidcute. He peca dijjna de ser lida, e
por isso de ser transcripta em vossas acieditadas co-
lumnas. He em geral o juizo mais exacto e mais
desapaixonadoque se podia fazer do eslido .e das
coasas da provincia, se bem que nao tao minucioso
quanto seria mi-lci pira fazer bem patente os meios
suhlraliid i- aos respectivos direilo. com applicar'n
da mulla do arl. 177 do cdigo criminal. Este pro-
cesso corre o seu curso legal, e, secundo consta-
nos, -ejun com recurso para o presidente da nro-
viucia.
Tem liavido diversos suicidios e aisassinalos
na provincia. Em Porto-A legre, Ricardo de Oli-
veira Ranios.'rdnjoeiro, capitao oulr'ora do balalhao
e que se linham servido alguns prvdecessores pata
preparar o campo para as eleicoes no sentido da opi-
nian da parcialidade que capitaueavaro.
lima louvavcl deferencia para com elle impedio-
o de ser tao explcito, se beiu que do seguinte t-
pico alsuma cousa se posta colligr : a... lima det-
las parcialidades preponderava por sua posicao olli-
cial, equilibrada al certo pona pela maioria do
corpo legislativo provincial, que pertenca ao lado
opposlo, e pela ueulralidade do governo... u Como
esle ha muitos oulros tpicos que na lrauscripc,ao
que lizerdes do reta lorio podereis ir escolhendo, e
assim avaliar a imparcialidade e iuleireza do |uizo
que faz da prutincia.
Com o rigor da establo invernosa alguma cousa
lem sollrido de seas aoligos niruinuiodo- o presiden-
te, que por isso privado de sahir a' ra nao tem
cunllnuadu com alguus trabalhos sobre melhoramen-
los que ja linda encelado.
O mesmo motivo (em coolribuido para qne o bai-
le que Ihe eslava preparado tenlia sido adiado para
o da 28 do crrenle, vespera do dia de S. Pedro.
O collcsio de Sania Thereza que por derreln
imperial de 15 deselembio lido linha sido entre-
gue a' nova directora, que, solicita no cumprinicn-
lo dos deveres que Ihe imponha (do ardua cnmmis-
sAo, ja linda roroerado a procurar receber as aastg-
naluras dos que para elle linham subscripto, e a pr
cobro nos disper.licios e falla- de abundantes mate-
riaes que all eslavain depositados para a continua-
do da obra, uomeaudojuiii adiniiisirailor ou guar-
da de conlianra, parece que vai ter destino diverso
daquelle que Ihe preparuu o augusto prolector que
rnandou lanzar os primeiros fundamentos, pois ja o
diario oflcial annuuciou que a presidencia o linha
mandado exanmiar para all eslabeleeer o deposito
da plvora, que esta' n'oma das libas fronleiras. O
administrador que all eslava parece que ja foi des-
pedido, e em eu logar etiao um soldada e um
cabido corpo de invlidos, a quera licuu incumbi-
da aguarda da chcara e edificio. Assim o bello e
caridoto pensameolo do monarcha (cara' destruido
em um momento, e a orphandade desvalida nao le-
ra' mais a esperanra de um asvloque a "ampare !
lima obra de uraode importancia o descor-
tino do rio Vaccacahv e que eslava paralysada
por diversas causas que apreciareis uo seguinle t-
pico do relatorto do illustrado ex-presidenle : o Fo-
ram poslos em contribuir i para a abertura do Vac-
cacahv o rofre geral e o provincial, dttpendendu-se
cerca de 21:0009 nesle seiviro, sem que se oblives-
se resultado satisfactorio.
0 eucarregado da obra capitao M. Ribeiro Bal-
Ihar, depois de emprogar ah um grande numero de
pravas de primeira liuha cm tutu o verao de IH51 a
1855, consrguio fazer chegar a S. Gabrtal 3 laurhes
com a prolongada viagem de mais de 40 das, sem
mesmu resolver a queslo da navegando frauca du-
rante o invern, pulque apenas corlou a ramagem
das arvores que obslruem o rio. alm de obler a Das-
sacein daquillas embarcaces.
No fin dessa viagem informou a' presidencia que
sao necessarios mais 80 a 100:000?, e a iulervencao
dos soldados de l.a linha. para que se elleclue a
abeilura do canal ; mas nao dedarou quaes os meios
que devein ser po-los eui pralica para arrancar as
grandes arvores que em lodo elle se euconlrain, ueni
os fundamentos do seu novo orranienlo, rujo execs-
so, sobre o queosanisaiam o major Jos M. Perei-
ra de Campos e o capilo-lenente F. C. de Casln
Ueneus, he vesdadeiramente exlraordinario, c pro
va brina iircessidadc de nova cxpluraroes c recn-
nliecim-nlos que devein ter eitos por engenheiro
hydraolicn, que por seos conherimentus praticos,
asaegorem o rasulUdo da obra, e o dispendio, pelo
menos provavel, que com ella -e tem de fazer.
a Nao po leudo mandar proceder a esses esludos
liilguei prudente Mo aagmental a cifra da crieida
deapeza qoe ja seli/era. u
Vai de novo cninecar, segundo nnliciou o jornal
ni.inania cu sej.i do numero Jos inuilos
que seinelitante obra nunca Irar o re-
lima demonstrarlo prepara iqoi ao general I,.
Alan.id de Lima a ofOcialidade da guarda nacional
desla comarca, const. ella de urna espada de ouro
que Ihe "Ib-i rea., alsuu ofiiciaes como penlmr de
reeonliecimanio qoe Ibes devem romo cuinman,an-
te superior. He digna por ceitu ama aemelbanle
lenibranca. pois a guarda nacional s lem encon-
trado no illuslrc general um pai desvelado em lu-
gar de un eommandanle severo. Quando demons-
tra > drssa ordem se lazem a una neasea romo 0
Sr. general l.una, lulo ba quem nao a aprecie : a
espunlaneidade da ulleiU Iraz o cuuho do mereci-
mento de quem a recebe,
O Mercantil de 16 publicou una correspon-
dencia assignadat) crh, ,/o. Porttiguezeeem qne
se pretenda contestar alguna cousa que o corres-
pondente do Diario Desta corle linha dilo sobre
urna especit de asfalto que deu o majar Helio, aju-
dado de dos saldados de seu corpo, |a chcara do
barao de Gravaiahv. alim deespanca a um pobre
Porluguez que all era bter. O conleudo detsafcor-
rr.pon lenn.i. que lie IHo inexacto quanto he
verdadeiro o que nolicin nquellr correspondente,
provocou una declarac^u no Mercantil de 17, da
um individuo, l.uiz Candido Gomes, que ronfirme
como lesteniuuha o fado que foi narrado, e nilao
nao appareceu mais cnnleslBcao.
A lano se expozerarn e-ses Pnrtuguezes da ror-
respendencia. que, segondo seralmenle se diz, fo-
ram os amolinadores de que fallamos, o que nao
podemos deixar de crer, valo que minio combinarn
cedas palavras da correspondencia com as que na
oceasiio do harullto se deram. Apezar de algumas
indirectas que se laucaram nesta correspondencia
contra.o lio iligno quilo honrado cnsul, elle, cullo-
rando-se na po-irao que tem e que Ihe compete,
ndo respondeu, e leve raz.'io, porque nao devia des-
cera responder necedades, e descohrir os individuos
a quem foi prenso sua intervengan para que se
nao desse um coufliclo que imprudentemente pro-
vnravam.
A Uruguay ana araba de ser o ilieatro de nao
pequeas arbitrariedades. Por oreasiio de um pas-
seio que fez o l)r. Val de Algrele aquella villa, u
juiz municipal supplentc o preudeu. a pretexto de
certas qoesles em que era parir o mesmo doulor,
porque o verdadeiro molivo sao, segundo se aflirma,
Vingancas polticas engendradas no lempo de admi-
nislraroes patsadas.
I a ni be m foi preso na me>ma occasiao, e pe-
lo mesmo juiz, o vareador Nolasco Peres, por mi
querer entregar unta das chaves do cufre que guar-
dava.
Grande balhiinla lainbeni houve agora na Ca-
cboeia, por causa das autoridades.
linha urna escrava do Sr. lonloura. que he all
quem dirige ludo, introducido urna nole, ua casa
do mesmo, um dos soldados de polica, tainbein prc-
lo, que era o seu Adonis e qoe aodava roudainlo ;
eiicnnian lo-o o Si. Fonloura, prende-e e man-
dou-n ao. cnniniandaule, que he o valenl- capilao
ltaphael Godinho Vellez, um dos mais dislinrtos
olliciaes do uosso corpo policial, com a competente
parle, que determinoo o castigo do soldado. Nao
contente ainda com islo, o Sr. Fonloura exigi do
delegado que subtliluisse daln em dianle a ronda da
polica por guardas nacionaes, o que se fez, lendo
para isso urdein por escupi a capitao cornmaudau-
le do destacamento.
No da seguinte, andando a passear dous soldadus
da polica, urna patrulha. intimando-lhcs que se
recolhessem ao quartel, tois mo permilliriam que
elle passeassem, os soldados que viram que seme-
ntante intimaran era um absurdo, nao a atlenJe-
r.im. e < i>n11iiii.iran seu cainiuliu ; a palmilla os
accommelle, eelles defendem-se, ni mesiua occa-
siao em que dous oulros soldados que viuham de
fora da villa, eque de nada do que se linha pas-
sado antes sabiam, se nvolveram na questao, em
qoe foram feridos, e da qual tiveram de retirar-se
fugiiidn para a casa do capilao at aonde couli-
nuararn a ser perseguidos. Os soldados, sendo acos-
tados pela patrulha que se Itavia engrossado bastan-
te, enveredaran! pela porta da casa do capilao, que
alu nao se ochava, mas para oude veio logo que
SOube do ocrorrido.
Alai liuha chegado. que he desfeiloado pela pa-
Irullia, dirigida por duas influencias polticas que ja
antes linham cobardeiueule desaltendido familia
que Ihes prohibir o ingresso em sua rasa al a che-
cada de sen marido, a quem foi intimada a ordem
de prisilo. e a quem e imiil.ni, segundo corre, re-
tirar da Gachoeiaa.
Ele que, pura quem nao sabe dos antecedentes,
nao passa de um Inste negocio de prelas e soldados,
para nos lem unta explicarlo muilo simples, que
he a vmitadc que linham as laet influencias de fa
zer retirar dulli o capil.lo Vellez, que al agora
mo se linha querido prestar as perscguires polti-
cas de que sao hroes esle dous seiihorcs. Ksle
nao lien primeiro fado que se da na Cacboeira por
causa da imprudencia e abuso das aoloridadus, e se
acaso se lor deivando as couses assim,nao sei auude
pararemos.
Irruniiiru anles de lioulem o leil.lo que se rnan-
dou fazer tic fardamenlos ionlilisados no arsenal de
guerra, ohlendo os ulllinos toles, pois eratn qua-
renl:. mais de cenio por cent > sobre os pnmeiros.
Se seiiiellianle reforma, com que comeQo' o presi-
denle, era de neres-idade, pelo menos para deaeti-
tulhar os armazens, a oulra, a nome.irau de mais
dous olliciaes superiores, que lambem i foi ell'ec-
luada, bem poda ser dispensada, se acaso, como he
opinaode muitos, eslivesse o esubelecimenlo pr-
vido tle um bom diiecloV.
Falia-se pela bocea pequea em fados havidos
por occasiao da compra do .cedas materias primas,
que ltimamente se deu, que alguma cousa pode
comprometler o eslabelecimento. Procuro informar-
me convenientemente para vos dar urna noticia de-
lalhada.
trian.)
provisorio daquella capital, onde era proprielarin Ida agua
sollado que dril.i se espera, a navegacao franca do
Vaccaeahy, pense que he louvavcl a itenrao do no-
vo presidente, depois que se liverem feitu"os ettudo*
indUpeniaeeit, para que nao tocceda o que at ago-
ra acontecen, que 21:0009 foram despendidos inu-
lilmenle, e tao inulilinenle quantn est hoje o des-
cortine mais ditlicil do que anles, pela anebenU-
n das arvores que apenas foram colladas ao nivel
haslanle abaslarto, padeca, ha annos, enfermidades J,, Toi capturado, /icio- tsforcoi da lamilla \e
nervosas; illudindo a vigilancia de algumas ttessoas a-sassino do infeliz lenle A. II. rueira I eans o
a*'"? "".'''*,*a""J?; dc',0,u".M a afogar, lanran- se ach, recolhido uo ladrea desta cidade. lie
una talislaro'par a sociedade quanlo ella po-
de desaggravar-se com a puninlo nnuiediala du
do-se da ponte do riacho, e foi enconlrado seu ra
daver vestido c ssnt ferida algoina.
A autopsia a que procedern) os facultativos em
presenta da autoridades polteiaas mosirou que elle
-Fomos no dia 15 leilemnnbas de um facto qae
%!nha o ligado multo volumoso.e urna h*palileschrti- cncheu a todos de consternaban
uicj, que se upp.)e le sido uiigero da livpocontlria i O cidadao llicardo de tllveira Ramos, com nfii-
que a levou a .lar.se a morlc Ricardo de Oliveira | cia de reljoe,ro na ra da Praia, que solida l.a 3
Ramos eonlava.,i annos deidade ; deixou orna lor- para 4 annos de urna moleslia amina, suicidou-e
luna qae se calcula em oitenla cnios; fez lesta- i deitndo-se a afaear no riacho, oude se o enronlroit
manto, e deixa, egtindo consta, dueo legado, no dia immedtalo. eiva apenas umn mulher e urna
t.hylaolrop.cos, kij ea easndo in Lilao-. jnr.-.r. Mr M ,.'i. fi.ii ,7. i-..:.,. ,i trahalho aKidn i..., ,is bu .,lile,,,
S. PALLO
29 de junho de ia.fi.
Cometain os polticos da Ierra a fallar sobre a elei-
c3o senatorial : fazeni grande esforro para ohter que
o publico se mleresse nesle pleito ; mas, por ora,
observa-se a maior tibieza, e, excepcao dos inte-
ressadns, parece qne ninguem repara que nao esta
muito I unge o da 27 de julho, que foi designado pa-
ra a Hrirau. u ,,irna!iinii, porm, que n8o pude ac-
commodar-se cora esle iudlffereolismo, ja vai dando
signal ilc vida. A f .'iiio dos circuios, orgo da fiac-
rao dos genuinos ou ullra-saquarcroas, exprime-se
por ora svbilliuamenle, iudicando, porm, m von-
tade contra os Srs Carneiro de Campos e l'eruandes
Pacheco Jordio. O Correio l'anlittano advoga de-
cididamente a candidatura do Sr. Carneiro. A lic-
esta Commercial de Saulos que alias lem pones
circularlo as poaoaces de sorra cima) apiegu as
prelenrAes do Sr.^iel.ia-, deseompondo aos membros
do miuislerio, ao Sr. Carneiro, c de euvolla com el-
rs aos Srs. Monte-Alegre, Pinienla, e lodos os que
se loppCem q*e recoinineudain ao Sr. Carneiro. O
vellto Ypiranga comenta osles detaecordos ; deplo-
ra que a eleiro nao foste adiada para ser feita de
accordo com a nova lei ; c pergunla se ser possivel
que os amigos do Sr. senador Fonsera e do governo
se conservera inactivos, e nmsirein a uiesma frieza e
indeci-ao que manifeslarain na cleirflo provincial,
ttuanloa ineu humilde pensar, anda insisto em que,
chegado o dia da eleicao, n corpo eleiloral prescindi-
r das intrigas, e votar naquelics que uo parla-
mento leem mostrado que -ervem para o parlamen-
to, e que podem desempenhar o mndalo que se Ihes
cotilia.
Achando-sc paralysada e quasi mora a socie-
dade Sde de Selembro, que fra randada em I85
sob a protecr-ao e presidencia du Sr. Saratva, e que
se propunha a creare manler um asylo para a infan-
cia desvalida do sexo feminino, lornava-se urgente
dar um destino ao dioheiro que se havia obli lo das
joias e mensalidadea dos socio--. Para isso foram con-
vocados os membros da snciedade, c runiram-se em
assemblea geral na da J-i do cnrrenlc, em una das
talas do palacio do governo, e sob a presidencia do
Exm. Sr. Vascoucellos. Kecouhecendo-se que os re-
curstis da sociedadc sao pur ora muilo exiguos para
se manler um asylo. visto que apenas ha o undu de
3:7009. resolveu-se que por ora se desse applicarao
a esse dnheiro coadjuvando o actual seminario de
educandas desla cidade, mandando vir irmaas de ca-
rnlade, para que esla?, com as virtudes e zelo de
que teem dado provas em nutras provincias, regene-
ren! aquelle eslabelecimento. Eslava ja nos primiti-
vos planos da sociedade Sete de Selembro, e era um
dos seus rompromissos. fazer acqusirao dessas subli-
mes mulltercs para dingireo o futuro asvlo; mas,
adiada a ineoguraeto desle, parece que moilo acer-
tada foi a resoluriio que se tomn do manda-las vir
para quaesquer eslabelecimeutos pios, mxime para
dirigireut a caa de educarao que ahi j existe a ex-
pensas da pruvincia, cun a denominarn de Semi-
nario de Educandas.
Em coiiforniidaile cum lal resoluriio a sociedade
oflicinu ao Enverno provincial, pondo a sua ditposi-
Ctlo as quaiitias existentes em seus cofres, como um
auxilio para a imporlaro e acqui-irao de irmaas de
candarle.
guando islo foi deliberado j.t nao era segredo que
o Exm. Sr. \ aseoneellos abragava rom fervor a idea.
e que anles itiesmn de saber da existencia de lal so-
ciedade, procarava obler para esla provincia as mes-
mas vanlageais que obievea de Minas Geraes rom a
irm.i is d caridade. Com .Ifeilo, he geraltnr-nte di-
to pelos Mineiroa que o seminario ou instilla dessa
senherasslabelecido na cidade de Marianna, lem
dado resollados que tnaravillium, pndendn-se lalvez
allirmar que lie .. nico lugar ueste imperio em qur
urna senhora possa obler orna e lucaeio completa em
lodos o- rrspeit ,s. j quanlo a in.lrurr.io, prendas e
niurab.lade. Importadas em Minas, cnsta da C ixa
l'ia. e grecas aos esforcos do digno hispo daquella
iliure.', as irinaas de carulade boje all siibsi-leui
sem o menor soecorro dos cafres provineiaet, dedi-
cando-se ao ensino com taes resultados, que leem
excitado pnanatiirao pelo sen instituto.
lli/em que o Sr. Vascoucellos procurnu nqui iule-
ressar o uosso diocesana para que coadjuvasse esle
seu plan., ou designio, mas que o no-so hispo recu-
sou definitiva., ente, j DO! lian approvar iuteia-
men a i.lra, ej porque quanlo a appruvas.c se-
ria ,.,.ta tranaporlai a irmaas para lili, e nunca |.a-
ra esla capital. Se islo he verdade, perden S. Exc.
Runa, unta riqui-ima occasiao qoe leve para fa/er
esquecer certas inditposirdes que lem contra si
abracando a idea do Sr. Vasconcellos, S. Exc. Rvma.
Icria excitado eolhosiasmo cm muitos que nao sao
seus irreconciliavels iitimicos.
lios das depois da reunio que mencionamos
da sociedade Sele de Selembro, reuni se lambem a
irmandade de Nossa Senhora da Consolaran e S. Joo
Baptisla, rerenleinenle fundada, e esperialmenle de-
dicada a nrcorre e mt-lhnrar a orle ans la/aros
ndif-enie [aselngai x eleic'o.h ,na ,,endnre
,: I 1 i" ... ib ...i .r;:.-in ,in, uentil
as alteracBes. Terminada a eleiflo leve lugar fes-
lividade religiosa, orando ao Evugelliu o llr Ilde-
fonso Xavier Ferreira, que, dizem-ine, em lingua-
gem sublime fallou da mais sublime das virtudes
christaas, a caridade. O templo .le Nossa Senhora da
t.onsniar.io, que anles moalrava um aspecto Irislissi-
mo, acha-se hoje roiisideravelrnente inelborado, de
modo que hoje he urna raprlla decente oude se podem
celebrar convenientemente lodososmysteriosdo cul-
to. Aos esforros, zelo a dedicacSo lo digno ir-
mao provedur, o barao deTiel, se deve a perma-
nencia e progressos desta irmandade, bem como os
iru,-i.i- que ja vai dando.
Foi assassiuado na cidade de Snrncaba, na noi-
te de 15 do crrenle, um escravo do commendador
Lopes de Oliveira. Appareccndo o cadver no quin-
tal de urna casa onde existe una escrava com quem
o assassiuado entrelinha relaees illicias, perecea
opporluno ao Sr, Lopes reqoerer a pristo desla es-
crava, paia averigoaeoet. [Nao houve juiz que des-
pachaste esta pelirao! Todos os -upplenles du juiz
municipal, a quem foi apresenlado o requerimeuto,
derlararam-se suspeilos.
I ni ir ii 11 escripia de Sorocaba, relatando este
fado singular, censura ao llr. Joao Feliciano da
Cosa Ferreira por nao ir lomar poste do lugar de
juiz municipal, para o qual foi despachado ha me-
zes. Conviria qui se soubesse que c> l)r. Joao Feli-
ciano at esta tlalt anda nao (em a sua caila, nem !
pode seguir |.aia o seu destn.; porque efectiva-
mente moslra-se |ue foi despachadj um llr. Jnao|
Luciano da Cosa, que u.lo existe. Ja se dco pelo en-
gao, e nenhuinaduvida ha de que quem foi des-
pachado fui na verdade coro noine Irocado o l)r.
Jn.1o Feliciano da Costa Ferreira ; mas esle equivo-
co lem Ira/ido urna demora inconcebivel na eipedi-
rn da caria. ,
Existe um rtrlo numero de Africanos e Afri-
canas livres que, cm viitndede concessao do gover-
no, se empresa nai obras lre esla cidade e a de Sanios. ltimamente leem ap-
parecido gravesquaixas por parle dos Africanos con-
tra o administrador da estrada e o feilor. Ilonlem,
28, apresenlaram-ie uo palacio do governo 33 des-
ses Africanos, que vieran) em inassa queixar-se ao
presidente da provincia do m.u.s tritios que toBVera
de dito administrador e do feilor. Intimados us pre-
los para que vollasient para o seu trabalho, e achan-
do-se no largo de palacio, em grandes alaridos la-
tneiilavain-se de sua posicao, asaeverando <|ue os
matavam fem e a pancadas; qoe aos seus lilhos
menores nao se d a alimeiilaro precisa, e que ain-
da em cima sao ca,ligados com brulalidade quando
choram, ele, ele. Consta que S. Exc. deo as pre-
cisas providencias para que taes fados nao se repro-
du/ain, e fez vollir os pr. los para a mesiua estrada.
Na u 11 mi .i sessilo a asseii.bla provincial j e ha-
via oceupado o Sr, Oueiruz Telles com esle assump-
to, mostrando a inconveniencia de permanecer essa
colonia de Africanos uos Irahalhos do Cubatao.
tirande folia e feslanra andou por aqui em S.
Joao. Sabido he que as feslas de S. Joao sao uesla
provincia as mais estrepitosas e. animadas : no cor-
rente anuo foram ainda mais blleosla do que nun-
ca. Ceias, bailes na roca, foguearas, buscaps, ma-
chines, enlhusiasmus barchicus, nada fallou. Cousla
por ora i pona de dous desaslres occoindos na festa.
O Sr. Romano do Cauto, recol!iendo-se de urna
chcara, alta noite, deixou incendiar urnas duziasde
buscaps qoe Irazia nos bolsos, resultando dahi que
licou gravemente nll'endido, e consrva-se em risco
de vida.
Oulro individuo, depois de copiosas libares, nao
estando na plena posse de suas faculdadea'iutellec-
luaes, deitoo-se a dormir, ou deixou-se cahir ao ro-
lenlo, em urna das ras da freguezia it Santa Ipln-
genia; um carro que viuha a toda brida rodou
por cima do corpo desse infeliz, que ficau bem mal-
tratado, nao podando nem levantar- fio lugar. O
cocheiro passou adame, e nem se deu ao trabalho de
avisar a uioguem qoe ah licav.. um homm nesse
misero estado : lambem na noite de S. Joo nada es-
panta.
Estando em mares de fasta, convm accresientar
que o imperador do Espirito Santo desla fregLezia
da S, o labellio Emilio Jos Alvares, faz hoje a tua
festa, esmerando-se para que seja com desusada graa-
deza. Ressascilaram-sc mullas sanesj dos velhos
lempos, e ludo faz crer que a festa ser como era de
esperar de um imperador lao bisarro. Hontem nos
feslejos da vespera foram proscriptos os buscaps, e
reinou a melhor ordem no imperio, na igreja, larflo
adjacenle, ele. O imperador nao se esqueceu que
tambein era homem .le jnslioa ; como escrivao nao
degosta-se de polica, e por isso prevaieceu-se del-
la para corlar cerlas folias periaosas ou inconveni-
enles. Rctnou a onlem ; o imperad.tr nao gosls das
velhas lil.erda.les da Ma.
Tem- blicos da cida ie um individuo excessivamente curio-
soenotavel. He um homem aleijado, inteiramente
privado de bracos, e que com os ps execula varios
trabalhos. Eolia urna agulha, costura, prepara um
cigarro, execula outios trabalhos nicamente com os
pes.
A nossa companbia dramtica, que liuha ido a So-
rocaba aproveitar a roncurrencta do povo aue nrn-
duz a feira, acha-se de regresso. Em sua ausencia
deu seus espectculos no Ilieatro o mgico e presti-
giador Agosliiiho Atbela, que Irahalha com batan-
le b il Hlale. E lambem ahi lemus companbia de
cavallinhos. (dem.)
[Jornal do Commereio.)
BAHA.
5 de julho.
O dia Dous de Julho.Foi soleinnisado com toda
a pompa e regozqo do cosame o anuiversario do fer-
io, sempre memoravel, que tanta iullaio para a in-
dependencia do Brasil.
lies le a nole do I ,a populadlo cornejou a demons-
trar o seu jubilo conduzindo em bullante prestito
us carros triumphues da praca da Piedade para a da
Lapinha. Nessa numerosa reunan de pessoas de
lodos os gerarchias e idades reinou a maior ordem
a par das m,i- vivas demonstrac,es de enlhusi-
asmo.
Em quasi todas as ras, por onde passou o pa-
tritico prestito, recitaratn-se poesas anlogas ao ob-
jeclo.
No dia dous fez-se a entrada do eslylo, sendo os
carros acompnnhados de tropa de l.a liuha r guarda
uacional, que se formaran! em grande parada uo ler-
reiru de Jess.
Seguio-se o Te-Denm cantado ua cathedral. A'
noile houve espectculo uo Ilieatro. sendo precedido
do liymno nacional peranle a efligie ueS. M. o Im-
jierndor.
No Terroiro d Jess houve Iluminaran assuz es-
plendida, assim como na praca de Palacio, continua-
da no triduo consagrado aos 'festejos do dia lios de
Julho.
A companbia .lo f.)ueimado, como ja pralicou no
auno prximo passado, concurren com o seu contin-
gente para a te-lvida ie. O forraos.) chafariz do
l'crreiro adornado de fesioes de verdura, jurroo as
suas aguas desde a nole do I de julho, au rlarao de
bullanles luminarias.
A sociedade das Bellas Arles, recentemenle insta-
lada, nllercceu aos curiosos o amigos da pintura,
unta linda galera de qnadros. Com quanlo ainda
nao seja tao vasta, quanto fura para descj.i-lo, com
ludo he aquelle um principio assaz suimador, que
muito promet i para u futuro.
Ilnnie.ni (1^ leve lugar no sallo da escolla de me-
dicina a grande academia musical, que a mesiua so-
ciedade prouuei a. para solemnisar por este modo
o famoso anuiversauo bahianu.
Foi urna feslj pomposa, a que.....corren a melhor
sociedade desla capital, sohresahindo nm numero a-
vullado de senlioras.
< prograroma, eslampado nos peridicos, foi de-
sempeuhado caalineute, mcrecendo os anisl.t, que
execularam as suas diversas paites, enthusiaslicos
applausosdu aadiloriu.
Honra a sociedade das bellas-arle, que lau boas
moslras dii de st Honra a sua directora, que lao
bem sabe rnrrespouder a coulianra, que iuspirou aos
que a uomearsm !
Por essa occasiao o Sr. Joo Gualberlo de Passos,
iiuprovisou um eicellenle souelo e urna bella cl-
chela, produecoes, que mereceram a honra do ' Ollerecemo-las acs Icitores.
SONETO.
As arles abracadas ueste da
(I feslim liberal mais nr amen i,un
A' par de nlhos gems, que anda accresceulam
Desla espliera n fulgor, a poesia.
Eulre ai ondas suaves da harmona.
Oue a pellos abatido' avivenlam.
Lores, turmas e Iracas representara
A rullura. o progresso da Babia.
Dobelloos horisontes dilatados.
Nesla quadra lerrenba c positiva
Clareen) da Babia os negros fados:
E,qual fago de VeslaI rbamma activa
De amar dos patrios lellos decantados
Dentro d'alina do povn--elernoviva.
DEPOIS DO IIVMNO.
Com l> ramio- nao combiuam
Brasileiroa cerafoes.
Nesle i'ovn predominara
Seutimenlos liberaos ;
-\ le jurada leaos,
Com lyrsnnos nao combiuam.
Do tul de julho lulminam
Vivos raios a mandoes,
Depedaraios grilhoei
Soldaronlra vezquem hade?:
Sao templos di liber.lade
Brasileiroa cnrari.es.
Em summa, licaram desmentidos os buatos.que de
industria espalbaram os inieressados em desorden.
aquelle?, que as desejo para ligurarem de hroe.
de maiilenedures de ordem, de domadores de revol-
las. o povo bahiano se moslrou digno da grandes
i recordaroes, qc evocou solemnisando .. dia de suas
clonas.
{Diario da /lahm.
inhibas epstolas, e
escreve-lus, na duvi
reui para o nioiilo
em qualqiterranto
Nessa ditvida, a i:
capaz de soffocar qu
qoe seja, lunilo-nie
palavras, ale que n
desengao.
Por aqui os negucid
tem dado muilo que
pulga llrai da orelli
Ins arligos deNi
dala, o post-circulare
I lia, e j discutida, te
principalmente aquel

un qnisi que desanimo de
a de serem ellas uro dia con-
demnadas a snlem le aulo Je /e na reparlirao do
correio, depois de bem lidinhas, ou enlo concorre-
i e papis sujos, que deve existir
eu escriplorio.
is atroz para o esrriplor e mais
Foi um dia de MtillmeOlo geral para esta cidade
pela partida de lao conspicuos cidadaos. I "los a por-
ha queriam dar-Ibes os mais vivos leslemuuhosde a-
mizade, eseotimenlo pela partida. I ,n concurso
de pedo de crin eavallelros os acompanhoo de-de
o sabir da cidade at a distatiri .le meia legua:
muitos os seguirn! at urna legua ; e uniros roui-
'-----------------"** '"- ..' w -^B""'-......" "'"' a*.'M ; t.....Un mill-
Iquer estru, por nimio robu'lo; los anda os acrompanliaraui qmo/e legua- fura des-
pur eta vez a mullo poucas
primeiro vapor me d inleiro
s vao calmos ; mas os crculos
ensar, eanda muita gente de
va Era--por serem de recente
, mas que contera materia ve-
n frito seu baiulho, porque
es que nao conlam com a pro-
lecro goverualiva, et tendan) os pretndanles que
o governo denaria cotrer as eleires com a mxima
liberdade possivel, scllicel, deixana que quem pu-
desse deturpusse. falsicasse e impozesse livremente
as eleiroes, sem qoe |inlerviesse lambem com um
lauto ou quanlo de aliisu cm prl de cerlos cama-
radas.
A Xoca Bra nao qner assim, entende que o go-
verno esta no mais sadra.lo de seus direilo, quando
concorre com a pan-a guantitas de que dispoe para
a grande obra da farsilcacao do systema grande
eleiloral.
O conselheiroZacaras, panindo do principio de
que o Jornal do Comn^ercin, onde apparecem aquel-
las brilhaluras de crol noca, he simi-official, iuler-
pellou ao ministerio do imperio, acerca da inlerven-
caoque pretende ler ni lula futura; mas o Exm.
Pedreira. disse. que o governo mo combina cotr. lu-
do, e pela forma enunciada na Xova /ira.
O coiiselheiro Zacari is cunlenloii-se, porque en-
tendeu, r rreia que Itei meneulicaineute, que o go-
verno ..ao inlerviria mseleicses; mas algica do
Exm. I). Francisco vis) ia as palavras do ministro
urna cousequencia ron raria. islo he, que elle nao
concorda em ludo com a -Vora /ira, mas em parle, c
que nessa parte est c. utida interven(ao eleiloral,
que lambem nao combina na forma, porque quena
que isso fosse dito de urna maneira a nao asseitlir.
como se linham expreslo alguus amigos do minis-
terio, scilicel, que etsa iulervencao seria pelos meios
legtimos, poucu mais ou menos pelo penstmento do
Exm. Nahiiro.
A lugica do Exm. D. Francisco he rouilo rigoro-
sa, e cu, felizmente, crea que nao he a mesma do
governo. ,
Seja c;.mo fnr.o lempo justificara a quem (iver ra-
zio, sendo, porm, fura de davina qqo do discur-
so do ministro do imperto, enlende-se claramente
que n governo nao ulervira.
O mesmo Exm. D. Branctaep passou em sabbati-
na os vico-presidentes do Amazonas e Para', aquel-
le porque, diz elle, crin pintos, e este porque he
a iiii moma.
Camben) arrumou-seno presideule do Kiu-Crau-
do do Norte, de quem, entre o mais, disse, que n,1o
era la muito forte na drtugraphia.
Dizem os entendidos, que nao he comlirao presi-
dencial o conhecimeiitio da ortographia. Ea lam-
bem peuso assim, porque de .. minimis non cural
pra?lor. ..
Foi hoje, quer sim, quer nao, votado o orra-
ineolo do imperio, lendo sido anles pregada a rolha
pelo Exm. Ilorla, queja eslava enfadado das estra-
das de ferro do Exm. Sayao, da colonisar-ao do Em.
/.acarias.da unp.irlar i dos escravos do norte doExm.
D. Francisco, do circulo do Exm. Frauca, dos apar-
tes do Exm. Dulra, da independencia do Exm.
Marlim l-'raucisco. e dos profundos coultecimenL.,
do Exm. Pereira da Silva. Ao menos o nosso Horla
lem a propriedade de livrar aos Exms. das raassa-
das dos collegas, no que Dos o ajude.
lanho notado qoe os .--rulhadores sao exacta me n-
te os que tem averso oratoria ; no que nao com-
bina o barao do Gurupy.
Nu senado, diz a Semana, que ainda nao perden
a jocosidade, quasi ha ebulicao, por causa de urna
quola nos aolot ciimes do Pacca, laucada pelo pre-
curador da coroa, coaura o presdeme do senado,
que leve a oasada de marcar-Ihe ara prazo falal
para apresenlar seu libellu.
Li importantissimos discursos sobre essa intrin-
cada quesillo de -olas, que quera quizer podera
compulsar. A questao lornou-secomplicadissima pe-
los incidentes, que se aprcsonlaram, e os velhos lo-
maran a si o desenvolver lodas as finuras de barga-
dos clu-anislas.
So nao lolerei que alguns chaiuassem ao procura-
dor da coro, anturlaf, porque nao vou para alu,
sob pena de seren autoridades lodos os fuucciona-
rios pblicos, ouod neg.
Ainda n;1o vi a decisao linitl. e nao sei se o presi-
dente do senado sec' alttaiisaJo a rliancelli>.? ">
la que declara un,., irrito o seu prof> *, .
cando-lhe o lal prazo bem fatal ao proff ''""
coroa, que, segundo a ojiiniao geral, espe #""*
mo nm rallo. *
Os oreamenlns vto sendo bem debatidos no na-
do, e os Exms. D Mapoel que esla' cum <* arca
Krr.i? vio H-.n(|,i (a ida.le, ale a comarca prxima
Ero provas de amizade e dedicaro que se da-
vala a taes cavalleiros ; o, dando'eu noticia de
laes fados, escusadu he dizer qualquer cnua cer-
ca desses senhores, pois que essas detnoiislrares fjl-
ljm mait alio, que as miuhas pobre palavras.
Adeus! !
i
PAGINA AVULSA.
iS3S^_' H3)3Iia,S
Como por encanto evaporou-se a maldita com-
panhia do.iro, ou est descanrando. rereiosa de sof-
rer o que uestes ltimos dia's tem solfrido ; temos
razfles para dizer, que o Sr. Dr. chefe de polica, lo-
raaudo em considerarlo os brados incessanlet da
imprensa, tem podido conseguir por meios, que sua
energa e linu Ihe dictara, senao acabar totalmente
com esses ousados bandidos, ao menos faze-los rev-
enar da seuda, que Uo despejadamente iam Irilhau lo.
Lora efleilo, a polica tem-se portado mu bem,
e oulra cousa nao era de esperar, quando le-
mas a freute dos negocios da provincia, um delegado
do Imperador como o Exm. Sr. Sergio, e um chefe
de polica como o Sr. Dr. I.eao. que pJe conseguir
acabar em Caitas com o dominio do puuhal e b.cu-
raarle. S. Exc. o Sr. conselheiro, nenliuma dilli-
culaade ha encontrado era administrar esla provin-
cia, porque seuliur independeule de seus actos,
em compromissos, sem iuteresses, se nao aquelle,
que tem de concorrer para o l,..m dos seus ptestdi-
dos ; lem ale hoje, merc de Deo, Irilhado um ca-
lumbo honrosis-iuio, que a persistir, como temo f,
alenlos os precedentes de S. Exc, esla proviocia
inu.lo lera que dever (Mostrelo e liooalministra-
tivo do >r. conselheiro Sergio.
Anda por esta cidade ha muilos das Antouio
Arcioh, rouhecido por Antonio doudo, i procura de
advocados, que o aconselhem como poder elle ir
aosul, haver de corto A... a C. un. escravns seus
si.negados, e anda u pobre homem, que merece com-
panao e proleccao ; he brra.
Aulesde hontem o genr.i do Sr. Frederico Cha-
ves, deu um bello copo d'agua aos seus amigos, cm
anuiversario do seu casamento ; hoaveran densas e
msica, tignal de que ainda nao se recuilteu a la
de mel
Ha poucos diasia havendo nm incendio na ca-
sa da residencia do Sr. Jos Alves Barbosa, na praca
do Corpo Santo, occasionado,a>eguudo dizem, pea
fabrica de luuileiro : ainda a matriz clwgon dar
sigoal ; mas felizmente em lempo soccorreu-se e ex-
(luguio-se o fogo.
Dizem qae raorrcri no Hecife um celebre gato
cmzento, denominado Jos/hz-tudo, o qual,
o dono nao o veudia por -.IHljOOO rs. ; grande
galo
Contina a venda de bilheles do thoalro por
ara proco exhorbilante.
Fazemos votos para que o infeliz Marcolino,
que se ada preso, tendo lao onerosa familia de mil
e manas, possa com a verdade, justificare, que nao
foi elle quem perpetrou o crune de que he acensa-
se, bem como fazemos iguaea votos, para que a es-
pada da juslica, caia inexoravelmcnle sobre quem a
merecer.
l>ucixa-se alsueiu de Santo Amarinho. que as
palrulliasleeiu ordenado, que as tabernas se f-chem
as 8 horas; nao nos parece muilo curial una tal me-
dida por muitos tnolm..
-- Consta-nos. que alguns moradores de Santo
Amarinho andam armados constantemente : ha de
ser cora rado.pois, meus eaaeoradinhas, nem se falla
mais em companbia do Uro, e nem o Xitci lem es-
peranzas de ra, porque o negorio uao he como mul-
la gente pensava !... ca para me, guerra de exter-
minio ladrdes por laes conhecidos, e i ladres, que
resta conhcc-los...
Coiilinuam as curreiras n eavallo por dentro da
cidade, cuo pode haver um maior petigo. Srs. fis-
ee... coiisiderem as ordena do Sr. Dr. chefe de po-
fovse
novo collega, o tninislr da marinha, que
parle nao se deixa apanUr evanglicamente.
Eis o que tem liavido le mais importaote.
Quanto ao futuro nada transpira, -uniente que o
Pacca sera' condeeioaaol mas ou por perjun ou
por falsidade, n.lo aduiiltindo o -cnado a lal juris-
prudencia de uccumulardes, com que se prelendeu
juular os dous crimes, como Ihe disse em mutila ul-
tima.
Os l'uticcoiiarios inconipativeis eslao pediotlo a
demTssIlo ; e ja o fez o sqcrelarin do goverun da P.i-
rahiba, Dr. Liudolplio Jote Corroa das Neves, que
nao quer mais incompatibilidades, e o de Amazo-
nas. \\ ilken de Mallos. *
ludo o mais vi bem, excepto as dispo>ic,es usur-
padoras, que vai deteovo|vendo a America lugleza,
que nao quer desmentir a sua m.ii, embora esla
nao va goslando do resu
deu.
Ellas la se enlendcm, c
lado das lcea que Ihe
nos nao temos nada cum
Saude e quanto he borr Ihe desejo, assim como
queme mande seu Diarif, para que saiba o que
vai por esse ntuudo.
MINAS GERAES.
Conceicao ti de maio.
Carta primeira.
Charo patricio.Hoje [rincipioa rainha arenga, | de guarda municipal ? Dos o sabe e nos o vemos Tu
numerando esla caria ; pirque ja nao sei que nu- I lizura nao he mais do que a rompanhia do iro ac
tero dellas se lem extraviado ; e, assim, para que berlada rom a farda do guarda
liciu
Anles de hontem urna prela velha, sem a me-
nor ceremonia, utiltsou-se de urna das calcadas da
ra Nova, para osar o .rudrez.
Amigamente havia um cuidado immenso em
pussmr-se um ciio bravo ; ou linhi-se-o n'.im sitio
J^ .. ou trun],i rnrrente tlsnlru da rila.Ir ;
ago.. .......i an !am sollos, e at por balxodos
las. Consta nos, qae I um desse* caes na oseada
u arlual gualda da matriz de Sanio Antonio : ua-
i melhor para deixar-se em sania paz o dono da
Apezar do (erhavida o (crrivel frarasso da ra
Ranajel, nem por isso ha ap-|.arc-cido mais vigilan-
c liemos ja ollertcido a alleurau dos liis diversas
ca p.-.re les, muros, elr., que'se achain em eslado
de sobar a rada tnoipcni: e M baje nennnnti' <'<
providencia ha sido dada. Parece q'ue estes senbo-
rrs quercui mesmn ver calastrepbes laes. para que
disso ibes resulte ura bem o elogio publico,
um sobrado existe no paleo do P..raizo, que aroeara
instantneo desabamenlo, porque alm de serem suas
paredes mettras de um lijlo ou simples, tem do-
mis j* contar de existencia (I ou annos. Se
u.na casa feita com solidez e regolaridade desala,
achando.se em certas condroes. romo he que se con-
serva anda em p lal monde' ? eni porque teu pro-
pietario com a sua brochada possa ferir aquelle que
Ihe for desmanchar o iiinho'.'J ha mais de dous
annos que esta casa nao encentra inquiliiio, ,'a nao
ser seu proprietario que ahi vive porque ella por si
se desmorona, e qoaiidn apparece lufao de vento el-
la se balanr.t, como se fra um copudo p de raan-
gueira. Nem tanto dormir, para que ao depois nao
digam-- nos nao sainamos !...
Cedo guarda de certo fiscal fez um ganheinho
nao pequeo ; iiiamaii de um pobre malulo a dimi-
nua quantia de 73000 rs., tlizendo ser mulla, por
elle nao trazer licenra, pesaada pelo subdelegado do
lugar de sua residencia.para vender azeilcdecarrapa-
to. tlue roubo (.loe miseria I BeonUnoar.i o Sr. fiscal,
consentir qaeseinelhanle homem ainda traga a farda
fique eu e Vine, sabendo as que Ihe sao eulregues,
contiuuarei de hoje em va ite a numera-las ordinal,
e consecutivamente.
Islo posto, dir ib.- hei, que a ordem do dia quasi
em (oda a provincia he a divisan dos circuios : que
seja pur aqui, que seja | i all, he o que querein
uns, he n que querein oitros: pelo que parece-
ine que n-nhuma divisan contentar a todos, e que
muitos serao o prejudica. os.
llo de circuios, meu chiro, nao he para inin, que
ainda nao naveguei nos ei capelladas mares de urna
eleirau ; c que porisso le lo naufragar, se acaso me
resolver a querer singrar; ur mure- por tnim nui'-a
dantes navegados. Conlido, conforme a quadra-
turaot circuios bem p lem ser qnadrndos qnlci
lento ver se passo alem di i Taprobana.
A divido dos circ-Klo.s, rltaro patricio, he talvez
um prohlttua tilo difiicil d i resolver, segundo as re-
gias da malliematica polti \ca, como a quadralura
dos mesinos o lie, stgund i >s regras da verdadeira
sciencia.
Esperemos ver a resolur lo de lal problema ; re-
--dueo, que ha de levanta bem altos clamores, mas
que a final vigorar, e < epois seguindo a marcha
surcessiva da- coasas ficar no olvido.
Acha-se Irabalhando a a sembles legislativa pro-
vincial, cuja abertura h. uve lugar no dia Si de
rrTarca, dia sempre ineinoi tvel.
ti presi ienl-, o couselh.iro Penna, apie-etilou o
sen reatorio, que dizem ici iiitcressanle, principal-
mente ua parle rm que lala das empreza da pro-
vincia.
Do dilo relatorto con-tt que o Dr. Yascoucelios
Cuiml.r.i, juiz municipal de orphaos do lenno de
.laiiurii. oulr'ora Sa gad > as margens da rio S.
Francisco, fi baleado, > it. sao sabidos por ora os I
autores de lao grande alt nladu. De urna escolta,
que de la veio, c por ar ui passou, soube. que o
mesmo Dr. ja e achata ip-labelecidn, quasi com-
pletamente. A bala emp egou-se era um dos hom-
bros, e atravessou o oulro lado.
A assemblea provincial lem eslado tempestuosa,
e alguns ueptilados indi v menlos em suas accusit-
res ao ex-presidente e a tlguns magislradus.
Detconlentamealos, rix s lucaes. e oulros quejan-
dos motivos, sao us que le am os dignissimos a pro-
rederem de lal fuma.
Os depulapos entre si I mbem ja se (em maltra-
tado rom algn, insaltes, tfnmo leuho visto nos seus
li-cursos. Kinf'tiii creio isoe alies se eaUo despedin-
lo, com todas as v.irasJ da soberania provincial
municipal. C'est
i uiduMrie eleve'e a le plus kattl degre'e Olhcm
bem para SOailO Antonio '. ,'.'
Hospital de caridade 17 julho 71 docn-
le-
-f'r amanha.
otario vt %<* znambmo.
O vapor S. Saloador que Uo ronceiro ha tempre
sido, felizmenle desta vez so sele das trnuxe da ca-
pilal do imperio. Os ornees por elle Irazidos al-
ranraro os do Rio a 10, da Babia a 15 e de Macei.i
a 17 do crreme.
Foi runcedido o foro de moco fidalgo da casa im-
perial aos Srs. Rodrigo Antonio Monteiro de Bar-
ros. Autonio Augusto Monteiro de Barros, Carlos
Augusto Monteiro d* Barros, Eloy Vctor Monteiro
do Barros e Ignacio Monteiro de Barros, 'lilhos le-
Eitiraos do fallecido desembargador Rodrigo Autonio
Monteiro de Barros.
O Sr. Joao Feliciano Das da Coila foi nomeado
liel da segunda pagsdora do Ihesouro nacional.
I.-se no Correio Mercantil:
Temos n" vista am qaadro .lemontlrativo ofli-
cial ) dat reodas geraes arrecadadas not nove pr-
tnciros mezes do anuo fiuanceiro qoe findou a UI
do mez passado, cuja noticia consta ja' uo Ihesouro.
Anda uao he lempo de se completar osse trabalho
com as rendas do trimestre ultimo, nem com a re-
coila das mesas de rendas e collectorias.
.. Naqnelles nove mezes.arrecadeu-se a quantia de
2i,6.>9:88ngr)l5, islo he, rnais 1,433:179(i8 do que
no prazo correspondente do exercieio anterior.
o Aquella quantia foi arrecadad.i assim as qoa-
Iro verbas geraes do anuo de 18311833:
.. Imporlaro 17,621:4781272
a Despacho martimo. Ii:-J 1-ll t
" Exporlarilo..... 3,2>t:83t9289
" Interior eextraordinaria 2,18o:t5liSKK0
E no annn de 18351836 :
Importacao..... 18,(id-j:7do,-asi
a Desparti martimo. I~."i:62f$380
a Exporlaro \ :i,5lll:lisii- e.ll
Interior e extraordinaria. 2,315:4^39839
Da renda arrccalada 13,518:5809128 o foram
na alfandega da corla e na mesa do consulado, c re-
cebedoria desle municipio ; e 11.111:3069487 o fo-
r.tm lias alfandegas, consulados e recchedoras das
restantes provincias.
Fui ii larmadi por drcrelo de
I do ccrrenle, na
para" piderem fazer juz a Veprcsc'ntario" d'a' sobera- If"""" '''' '." nor ''""' I'1"1''10 lenenle-ror. ..e
oa oircnlar. (docorpo do cslado-maor .le 2.-' cla*se. Alexandre
Entrn a secca ; c por' eonsegainte cslou rom e
Irin as cosas: digo qu e-ioo. porque nao leuho
costella, senSo oulros gallas me cantaran).
As estaoSea nesla provincia e na de S. Paulo, nao
corresponden! a- das de mais oolras.eslando ellas de-
baixo dome-npi hemispherio, c quasi da mesma zo-
na : agora > ehnva -u--n i.-u asomas goliat, u o sol
eslenla-se ludio, quando nao esl envolvido em nu-
vensdensas de nvoa, e corruliiunu nvoa densa
que Iraz fro : entretanto qu ah comern] agora
a diuva. (I porque assim he, jolgoprovir da e'e-
var.io dcsia proviucia : porque no. lugares elevados
ha sempre ums temperatura fresra ; os raios do sol
canean obliqoamente -. e sendo esla provincia tola
nioulanliosa. e as monlanbaa mu elevadas, nesle
lempo, em que o I fica mais dillante do hemisph
uso.
Mara de t.'arvalho fe Oliveira; e demillilo por de-
cielo de igual data .. '-ilit.il da secretaria do conse-
Iho--upremo militar, Joao Martina de Sooia Caldas,
lambem a rrquerimenlo sen.
A nio 3 de crreme, diz: .. Reina aqui nina epidemia
muilo semelhanle 8o din|ra. Tem feilo poucas vic-
limas. lie demorada a cora, e ueiva nina fro.iii-
ilSode ervos semelhanle paralxiia. Nao ha des-
animo porque o Dr. J. Corro, oceulla .. nome da
molestia.
Na Baha encerren-se no da I do rnrrente a
sessa.. da assemblea legislativa provincial.
De Maaeid nada ha digno le meocjlo.
Haviam chesadn, procedentes dest'r porto:
Ao Km, o hiigne brasileiroA'd^ifano com Is das
<.i)llltl>|Mi\in;\(:i\s no ihaiiio iik
rF.IIVAMIILCO.
RIO.
') de julho.
Anda cslou em claro acorra do seo Diario,
que me nao tciu sido entregue, sem duvda por-
que Vmc. enlendeu que cu nada inleresso, oceupa-
do com as dislracces da rrle, ou abvsmado na pas-
in.i ce ira das suas niara vilha; se assim he engaa-
se redondamente, porque nada ha qae me fa{a es-
querer o meu torrao, nem o d.i profundo de Tant-
btstHk, e nem aRarnnta anrea da t>,i;i; na falla
i to -011 piarla Ivnorr, rimpteitunenlg .. itoalino Je
rio du sul, cahiiido in seus ralos obliquainenle, nao | v,i,?elD- ea "arca anierirauj l-.uMem cum 12
lem n necessano calor para promover a evaporara.) i
das aguas, a condensara., dos vapores, que creara
as nuvens, e asna .issolnrao, quando esliverm
baslaiilemenlc nejadas ; e por is-o a temperatura
fresca augmi na o sen vigor, toras-se fria, c laz ge- I
lar as vetes.
Fi-ahi oque be fallar e.r calhedra. sem entender- ;
se da malcra ; mas isso nao he de admirar, porque i
boje quasi iodo a mundo assim procede, e Vmc.
bem, e melhor do que eu, o sabe
da
A'Babia, no di. 11 do correle altaica ngleza
trNil Disparndoos. rom 11 das de viagem, e no dia i
12 a barca franceza Gustare rom .", dia, o brigue
dr guerra inglez .Noy e .. bule brasileirO Amelia
rom 11 das ambos.
Aeham-se .. rarga para rle porto.
De arl cm dianle publicara e-te Diario,
que rhegar o vapor do sul
entprc
MiM'CIOSIDADES DA CORTE.
1)0 26 dejuuhoade julho.
fene/nencia. Acha-se organisada urna sorie-
dadu de 1 eiiehcen. ia, composla unicamenle de se-
ohoras, cum o Ululo de -- IrinauJade de Nossa Se-
nhora da l'iedade. Faz dclla parle S. M. a Im-
peratriz cunto proleclora^
Ja se pioredeu a eleir.'.o para us cargos respecti-
vos, e loram eleitas zeladori, tltesoureira, secreta-
rias, dama do cullo, esmoleres, ele, -euhotas qua-
lificadas.
S. M. o Jmperadoi manduu niregar ao mar-
que/ de Paran, mor.iumo da Sania Casa da Miseri-
cordia, um.. quaulia para ser distribuida pelos en-
fermos pobres que se acham naquelle eslabeleci-
mento.
--ti mesmo augusto senhnr, niandou tnnibem
dar do seu bnlsinho urna pen-au inensal para a edu-
carao dos filhos do velho soldado Manoel Antonio
l.eii.io Bandoira, que foi um dos prologonislas ua
independencia do Brasil. II registro dos actos be-
nelicentes do Sr. D. Pedru II nao passa entre no
como urna nsleutarao, porque he sabido que S. M.
nao fa/. timbre em alardear urna virlude innata no
seu corar.io ; o porlaulo, sera m li-rnr.io dar-lhe
oulro incentivo que nao fosse sua ndole cari-
dosa.
Sania Casa da Misericordia. No dia 2 do
crreme esteva franco, a concurrencia publica, esse
eslabelecimento, por motivo da festividade de Sania
Isabel, a que a.sisliram SS. MM. agrande numero
de lidalgos e pees. l|e um edificio soropluoso, c
regido de modo que deixou a expectat-ao poblira
sommamente satisfeia.
empresas. Organlsou-se nesla praca urna com-
panlna sob a denominara de Empreza Mineira
-- com o fim de promover a venda de gado para
cousiimino desla corte.
O eapital da companbia be de mil eonlos de ri
divididos em duzeutas acroes de quinhenlos mil res!
devenda o fornecimenlo ser feito pelas provincias de
Alinas e Mu-I'aiiio. U espirito de assoriarao genoi-
na ueste loco de riqueza, e sen dmenlo poderoso
se ronhece na marcha do progresso. As alies, a in-
dustria, e u coinmerrio colltein lodos os das os bc-
f.elcios desle svsleina.
He por inein desla forte alavanca, que pretendem
reedificar a ra do Cano ; construir asas proprias
para a pobreta, e dar impulso muildr oulros me-
lliorauentns.
Oajando estas ideas penetraren) no seio de lodo ..
Brasil, sua face radiosa se mostrara' ao mundo como
um paiz, que pela ordem natural das coosas, conser-
vou em einl.ri.io sen bvro de ouro.
Macaco de fogo. No .lia 28 du passado princi-
piou a Irabalhar um apparelho a' vapor das obras do
caes d'alfandega. He um macaco que por minat.t
d.' sessenta pancadase linca nesse lempo urna esla-
ca de quarenla palmus de comprimento. Que ma-
caco d.imna l i !.....Se fosse ura elephanle ou
ligre cava va o mundo inleiro em duas horas.
Arles. lu lloii-la Itespanhol, apresentnu um
leilao um quadra rom um graude ramo de flor de
rera, o qual foi avahado em um cont de ris. Mais
de qiiiuhenlas pessoas assistirarn ao letlo, porm u
prego n.lo foi batido, e o ramo acha-se i venda
n'oma loja da ra do Ouvidor. He ora primor d'ar-
te, uin bouquel bullanle, que devia desaliar o bom
geste dos bardes, condes, marqueses, ele. ; mas que
foi o I: i.i.l _. nao como urna afronta feita a natnreza
pela arle, mas como urna roa nascida ao accaso no
campo.
OSr. Willlam J. Lois, fabrcame de essencias
exlrahidas de llores do nosso paiz, leve a idea um
pouco lisongeira de dar as snas essencias nome de
senlioras da uossa sociedade. Escolheu o nome de
S. M. a Imper.itn/ para a essencia da llor de laran-
geira.
Isso nao bode muito bom goslo, pois qae o nome
da llores sao us mais proprios |*ira se designar as
suas essencias. .Nesle caso baja imparcialidde, e se
de um lugar ao oulro sexo, que tambero gasta essen-
cias.
/leprcsentuci-ies epielences. O Sr. depulado
Mello I- rauco apresentou uin projeclo creando urna
provincia, foamada de terrenos de Minas e Goyaz.
com a denominadlo de S. Francisco.
A cmara municipal de Campos de Goytaeazes
pedio lambem a cmara dos senhores depulados que
fosse elevada catbegoria de proviocia aquella co-
marca.
Se se fizerem estas coucessr.es ficara' o numero das
provincias elevado a 21, noves fora 3, que sao Ro
de Janeiro, Baha e l'ernainbuco.
Trinta e lanos inqoillioos, e donos das caas
edificadas em terrenos perlencenles an convento d
- ..i-lienb. se reunirn) para elegerem urna commis-
3o de ti es membros, alim .le pedirem ao governo
nu a directora una ni lenini-ae.o pelos prejuizo
queierc de ...lliei com a passagem da via farrea.
Oh '. que via frrea diablica, qoe tem provocado o
clamar de lanos fiis !
liritn le numero Je caixeiros e operarios diri-
gir.iui um requerimeuto a mesma cmara, pedndo I
suppress-lo dos trabalhos externos nos domingos e
da santos.
Como sa vai desenvolveudo o goslo pela nenia t
ti raisetro trabalhador, o arMsto que procora o pao
com osuor, nao pcdiriam l.i .para radiar: islo
he idea da qbm quer vadiar e.r. regra e com a-
r a II' 19 Se
.\omen(e<. Foi nomeado presidento da Ba-
bia o Sr. Canssnslo !. S.nimh, em sobstiluirao ao
r. Moncorvo, que pedio demissilo. coro o firo de se
apresenlar randidaln na futura legislatura
Foi nomeado juiz de direiv. de Sanios, era S.
aulo o ex-cltefe de polica des* rrovincia, Dr.
l.uiz Cirios de l'jiva Teiieira.
Foi nomeado Manoel Antonio Marios Pereira
cscripturario do tribunal do commereio o.isl Drn
vieta. ^
llouveram de 2(1 do passado at hontem ajajHasj
oulras nomeaees.
MesaSo de circuios. O Jorna\ do Commer.-ig
pnhlicou a divisao dos circuios do Rio de Janeir.
qae foi reconhecida pelos oatros joroaes fora das re-
gras geomtricas.
Dividendo do /tanca do /Irasil. No primeiro
semestre desle anno foi de 7:620 rs. !
Suicidios. Tenlou suicidar-se, no dia 28 do
passado, com um golpe no pescoro, o subdito por-
lugez Antonio Jos da Silva.
An a ni.m be.-er do din 4 do correte, suicidou-
se com um tiro de pistola o portugnez Jos Domin-
gues, eslabelecido nesla prara.
L'm alumnu do primeiro anno da escola de ap-
plirnro, tenlou suicilar-se por ter sido reprovado
duas vezes em exame One man eco fraco I...
Lns por amores, oulros por dnheiro, o oulros por
vadlos van dando cabo da pella, sem mais nem
mais.
Garrelr. A Pedro Jaime, residenle nesla cor-
le, foi pas.ada sentenca de habilit.-tcao para oaar do
appellidode Almeida Garrell, vislo ler provado ser
lilho do dislindo poeta porlogoez com Madama Vl-
luii.
Dizem qoe as sombras do sepulcro occullam mui-
tos fados; roas lambem se deve concordar qoe el-
las revelara o que a laz da vida encabria.
I'rocctto Pacoa. O processo do depulado Pac-
ca lem motivado zangas e arrufo, no senado.
Consta qoe uo dia 21 desle, lera' de ser jalgado o
mesmo depulado, e qoe o seu defensor no o Sr.
Franca Leile.
ntrala de taportt. 0 Tocanlins furrdeou
no porto a ama hora da tarde do dia 2K. No dia 211
a mesma hora ainda se nao davam as carta qne elle
linha trazidn. Islo he que he correio !...
O vapor nPiralininga, vindo de Londres com
escala por essa provincia, aqui chegoa no dia 4 do
correnle.
O aAvon entrn no dia 7.
Estras.A' 28 do passado csleou o tenor Tain-
berlik na dpera Olhello o a 4 deste Mme.
Dejean,no> Marlyres. Tamb.rlik.teve a infelicida-
dc de cantar em um dia em qae o campo de Santa
Anua era um ocano de tan a ; n'oma opere que
nao permitlio que elle revelas* sea nome primei-
ro tenor do mando ; e portento o sea debut foi
um pouco fro, pela falla de ama endiente a que
obslou o lempo chuvoso ; pelo carcter do papel,
que apezar de ser o prologooisla da opera, he ullus-
cado pelo de Desdamonn, por rerlo mais imporlau-
le. Accrescc a is comraovido. segundo dedarou.
Miidetnuiselle La (irua tornou-se divina no pa-
pel de Desdamona. e Tamberlik dissera qne era a
primeira vez que Ihe (remera a mao n'um sacrificio
de De-damona.
O povo do Itio de Janeiro, parece que despeilado,
concorreu para a estrs de madama Dejean com fu-
ror. Nao tic po-sivel fazer-se urna descriprao milis
completa desse c'peclaculo, seuao se dize'n-io que
depois do |.e acto, os agiotas recebiam 109000 rs.
pelas geraes e Sil? pelas cadeiras alguns camarotes
foram cedidos pelos assigneates pelo prona de 100 e
tantos mil ris p..r essa noile.
O sal,i. inferior licou pojado de pe-oassem bilhe-
les, eo lliealro eslava ct.ni a proa nteltida.
Tamberlik esl.. cottlrala.lo porltimil francos incn-
saes e obrlgode a cantar 8 veze., viudo a tirar cada
recia lamberlikana por 2.000 francos. Hoje 11..
commereio urna ola desle valor tema denominadlo
de nota de lamberlik. 4
Sonedades de Onile-.-Exislcm no Bio de Janeiro
8 sociedade. r.uiicipaes de bailes, chamada : Cam-
pestre, l.lub-l-,umineiise. Cassino Fluminense, Con-
gre-.o. Camine Militar e Minerva.
7/.eafro..-:)e2i do mez pasaadeate ante-l.....ie,,
se deram 11 espectculos ; sendo : 5 Uncos, 1.1 dru-
m.liros, 9 oqu,..|r e -j |i;li|e. m.israr"ados.
O'ii'/nio.l'allecerain durante o periodo arirna
I2dias 2 o pcssn.i-,
'"'r'"'l,s de iint-io.Enlram 110 mesmo tein|.n
I Ui navios de porlos do impero, e ctrangeiro.
Sanidas de naci. Sahiram 110 He tempn k\
nivi s idein.
Moiimenlo da popiiiic'm m-le /emji.Enlraram
1,148 pesoas, c sahiram 337, exclusive alguns es-
Prites p,iUcwe-.\ oram prcas
dilo lempo 118 pessoos.
I'o.oi. das cama, as.Niio honVO seseas) 3 dia no
samado c I na cantara, no 12 das nienri-inadn-.
Parte o & .s'jl.-orfor amanhia s8 llores do ,\\a
segundo esl > aiiiiiinciado. '
Rio 11 de julhu de 1856.
e ser mais
Aquelle vai para a comarca de Ilspienni, na Ba- |so refer -las resumidainenl-,
I hia : o Dr. SeMOS para .. rr.iimnpin ds llapemirim, lauto, na leitura, du qne a de ex.....ana arlies Co-
PMRSjplrHo Santo |r. N erninio para s c'.rle.I mo por noticiar farlot .1 qn rrto un ,n,'... moamoa
, Indos 'lev >.i -..'i ...ni ,nrn ,e
pela polica no
MUTILADO"
TBBATRO DE SANTA ISABEL.
Segundo um cilicio do governo da provine,, 10
presidente do conselho admiiii.lralivo do palmo-
til., dos orphaas, publicado com ., expediente al
do rorrele, sonhem.- que M. M RnherT e le
.Mi., mvece,,,, ,4 1,.......,,,. ,'


beneficio dos orphos, que enlre ni litera o cho-
lera. ^v
He in.ii- mu motivo de -audio da nossa parle
liara com M. Koberl, que Dito salisfeilo com ler
dado educado e meio* seguros e honestos de sub-
sistencia l dous'Brasileiros, i una l'lurnineose e a
uro I'ernambucauo, qaer aiuda por este meio mos-
trar o srau de sympalhii, qua consagra aos Per-
nambacanos, CoDcorreDdo com os recursos da sua
arte em favor de ama porcao desvalida dos lillios
desta provincia.
Consta-nos que o especlaculo tera' lugar no dia
19 do correte. Nao duvidamos da proleccAo do
publico em favor dos nossos infclizes compatriotas ;
ras todavia tomamos a liberdade selho administrativo do palrimouio dosorphaos, que
seria de alsuma conveniencia uomear urna coniis-
sSo imposta de senhoras para receber as espoi tolas
da primeira, segunda e terceira ordem de camaro-
tes. Saggirindo esta lembram.a, apenas queremos
que entra nos se admittara os usos e costumcs hones-
tos o civi'isados que se acham adoptados nos princi-
pan paites da Europa, e ate na capital do imperio
da Santa Cruz.
Com efleilo, quando, o anno pastado, todos os
theatros de Pars deram beneficios em favor do ejer-
cito do Oriente, as primnras Jamas da corte he que
foram aos camarotes receber o respectivo pagamen-
to. Isto mesmo se pratica em Pars, em Londres,
quando algum pregador distincla, como o padre La-
cordaire ,, Boa Ventura e oolros, annonciam que
vilo pregar em favor da pobreza ; a consta-nos que
00 Rio de Janeiro, em urna occasiao seuiclhante,
varias senhoras, inclusive a viscoodera de Monl'A-
legre, foram as laicas pessoas enca'rregadas de ir
aos camarotes receber o pagamento.
A" vista pois destes exempios, temos para nos
que o conselho administrativo n,1o despresara' o nos-
10 alvitre, e que nao llavera' senliora pernambnca-
ua que se recuse a esta bella tarefa de carnlade c
philanlropia.
DU*- SI Kl%UMM SiBA-0 19 I JULHO M
185b
&&mmeto*
CAMBIOS.
SObre Londres, 27 d. por 15.
Pnris, 36 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
Uto de Jaueiro, 1|2 a 1 por Ouj a 15 e :i() diai.
AecrJes do Banco, 3 0|0 de premio.
Acedes da companhia de Beberibe. -~>SgOO0
Acedes da companhia Peroambucana ao par.
11 lllilidade Publica, 30 por ceulo de premio.
a Indemuisadora. 52 por % de premio.
(i da estrada de ferro .)0 por 0|o de premio
sobre a entrada.
Ilisconto de tetlras, de 7 1 !l por 0|0-
METAES.
11 uto.< incas hespanholas. 285 :2HS.>tHI
Mued,a de fiJsOO vellias .... IGjotx]
b 63100 nov3s .... 161000
. 49000.......93000
Prata.Patacoes brasileiros......28000
Peso columnarius......29UOO
mexicanos....... I986O
ALFANDKl.A.
Iteudiraenlo do dia 1 a 17. .
dem do dia 18......
395!776#5M
9:70l;4*l
233:i78SOO
Descarregam no/e 19 de julho.
Brigue inglez/os/iua Manjlaixas de ferro.
Brigua porlusoezComanlediversos gneros.
Ilrigue portuaiiez~/.a/(i //idem.
IMPORTACAO
Hiate nacional* a Cspibaribe, a vindo do Aracaly
consignado a Luiz Borges de Siqueira, inauifeslou o
seguale :
48 caixas velas de carnauba, 1,250 rnurinhns de
cabra, 55 meios do sola, lili couros saldados ; ao
consignatario.
71 caitas velas de carnauba. 1,000 couriuhos de
cabra, 71 coaros salgados, 1 eaiiflo, 2 saccas e 2 bar-
rii cera de abelhai; a Cuuha & Filho.
_ 7 caias velas decarnauba, 710 esleirs de palha,
7T meios desoa, 1,380 courinhos de cabra ; a Anto-
nio Jo'aquim de Souza Ribeiro.
90 meios de soja, 142 coaros salgados ; a 1). H.
Andrade..
29 meios de sola, 175 esleirs, 1 barrica calcado ;
a Narciso Jos Netlo.
71 calas velas de carnauba ; a Joao FemaudM
Prente Vianot.
50 ditas ditas de dita ; a Manoel Antonio da Sil-
va Anta oes.
576 chapeos de palha, 325 esleirs, 00 coiirinhr-,
de cabra ; a Antonio Jos Rosas.
S saccas cera, 6 meios de sola, I par-oto penn,-s
ii>"> courinhos de cabra, 9li couros sainados, 275 es'.
leiras, I,ICO emires de boi ; a ordem.
CONSULADO ikiiai
Rendimenlo dn clia I a 17 .
dem do dia 18.......
horas, vapor hrasileiro iS. Salvador, comman-1
daulc o 1.- lente Antonio Joaquim de Santa
Barbara. Passaaeiros, Anlonio da Silveira Ma- j
ciel, coronel bVnto Lamenh.i Lina, sua senliora c!
I eserava, os alferes Antonio Jos Ribeiro e An-
tonio Manoel Barbosa, Pedro Alberto de Carvalho,
Jos Ignacio do Carvalho e 1 aeeravo, Manoel Ar-
chanjo de Mello, Jos Paulino de Albuquerque,
Dr. I.ouronro Accioli Wanderlev Canavarro, Au-
(onio de Sjuza Reg, Jos Pedro Ribeiro, Jos
Baptista relie, Manoel Joaqaim lelles da Silva
Lean, Joo Vasco Cabial filho, Jos Jacome de
Araujo, I). I'ilipp Camilla de Mello e 1 eserava.
I). 1. i 1I1111 Ern.elildes d'Assumpcao Carlas de
Mornay e 1 escravo, Sebaaliad Lopes Cuimaraes
Jnior, Espendiilo Barbosa da Silva, Joao Mar-
lins Barbosa, Olavo Crespo, soa malher a 1 cria-
rlo, Joao Alve de Carvalho, Manoel Jos Martins
da Silva, Jos Pedro da Silva Castro, John Roi-
tron c sua senhora, Joao Manoel Gonc,alves, JoSo
Mari da Silva, I desertor e 2 soldados que eseol-
tain 3 presos. Seguem para o mirle, o commen-
da.lor Honorato Alves de Souza, capitao Jos Si-
tornirio (iaspar, Jos Luiz Yiaiin .. Jos da Silva
Res, cadete Pedro Joaquim Monleiro, 4 prajas do
cxercilo.
Colinguiba3 dias, dale brasileiro oSercipanon, de
51 toneladas, meslre Henrique Jos Vieira da Sil-
va, eqaipagem 6, carga assucar ; a Basto & Le-
inos. Passageiros, Francisco de Paula e Silva, Ma-
nuel do Nascimento Ribeiro, Miguel da Silva
Uallro menor.
Rio Crande do Sal17 dias, brigue brasileiro ciMa-
rianna, de 238 toneladas, capilao Jos da Cu tilia
Jnior, equipagem 14, carga 11,000 arrobas de
carne secca ; a Manoel AJves Guerra. Passagei-
ros, Pedro Rodrigar; Barrellos. Anloni> Cecilio
'erreira Veracruz, Lucia Emilia Veracruz e 1 fi-
lil menor.
PRNM|)UCaNQ.
TERCEIRA PARfE.
Peia segunda vez as li idas c bellas vistas disso-
lulivas.
1. Ru.i .lili.101.
2. A torre de porcela
3. Ascenso de um balito.
i. O cemilerio de Moiiparnasse.
5. Villa de campo na suissa, cubera de ueve.
li. O SANTO SEPULCRO em Jerusalem.
7. O incendio da torre de Londres.
8. A pona dos Suspirils em Vneta.
9. t) cemilerio do padte Lachis* em Pars.
10. A caja dos LeOes.
Il.11 palacio de Alhambra.
12. Intifiior de S. Paolo em Roma.
13. Abbadia de Cjstro em llespanlia.
14. Apparirao de Jess Clirislu.
15. Urna cacada de ur.ii-.
1C. O vi'io da aguia.
17. Cnpella de S. Severiuo em Pars.
18. A mista de um minuln.
epois das quaes, em temiinaco do espectculo,
seguir-se-hao os
CAMALEO ES ELCTRICOS,
novas e diversas especie-, que lanos applausos me-
receu na primeira vez que foram apreseutados.
Comee ir.1 s 8 horas.
2*i*0$ 2l*itixim0&.
miut$,
Pela inspecrao da alfamlega se faz publico,
que no din 19 do crrante, denota de meio da, se
liao de arrematar em hasta publica, i porta da mes-
ma reparlieao, sendo a arremataran liara de direitos
ao arrematante, 820 paroleiras com aseiiooae, no va-
lor cada urna de 15200, total 983O0O, viudas de Lis-
hoa no tirigae porluguez aConslanleo, e abandona-
das aos direitos por Silverio Manoel dos Keis. Al-
fandega de Pernamnoco 17 ,ie julh.i de 1856. O
inspector, Benlo Jos Fernandos Barros.
_ O administrador da mrsa do consalado provin-
cial faz publico que no dia 23 do correnle lerao ar-
rematados em hasta publica, a' porta do mesmo con-
sulado, qustro cavados (beus de evento) no valor de
459, visto o mu estado a que se acharo reduzidoi de
magreza, e nao poderem continuar no deposito como
fui 11111111nr1.nl.. por erlital de I i desle mez, e para
que cliegue n noticia de lodos mandn laxar o pre-
sente edital. Mesa do consulado provincial 18 de
jullio de 1856,Antonio Carneiro Machado Rios.
ftcdarad><&.
I&469j|7
>g/T5
MVERSAS
Uendimenlo do dia 1 a
dem do dia 18. .
PROVINCIAS,
17 ... .
' i*Go
~*r-------
9385112
938J1I2
DESPACHOS DE EXPRTALA!) PULA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
18 de;juluo DE l&5ti.
BarcellonaPolaca hespanhola iiLeanesn, \. 11, |iic-
ber & Companhia, 131 saccas algodao, 00 couros
espinado*.
Buenoa-Ayres Barca porlugueza Sani. Cruz,
Isaac, Corlo c Companhia, 50 pipis aguaroema.
FigneimHiato portuguex Vnadnr do Mondego,
Jos dos Santoi Pereira Jardim, 51 cascos rnel.
HECBBEDOKIA DE RENDAS IMEK.NAS liE-
UAES DE PKHNAMBUCO.
Rendimanlo do dia 1 a 17 18:0731647
dem do dia 18........1:39.15782
19.467529
CONSULADO PROVINCIAL.
KeniHmanto dodia 1 a 17 :|6:55Is739
dem da dia 18....... 2:5165511
39:098:280
RIO DE JANEIRO 9 DE JULHO.
Cutaeoe* officiaei da una do correctores.
Cambio.Londre: 27 d. a 60 e 90 di., 27 1(8 a 90
dia.
Hambnrgo : lii'Jl houlem, 658 c 60 boje.
Marselha : 3 8 rs. a 90 ds.
Descontoi:81|2. 8 3| o 9 1|2 0uj.
Frele.Canal: 50| hontem.
Cafe. I.*-boa......\
I. ordinaria .(_lni,
2.' boa.....\Wm-
2." ordinaria .)
George lludion, presidente.
./oao Secertno da Mica, secretario.
Al Iraiuaccnes em cambios sobre as praeai de Lon-
dres, Hambnrgo e Marselha foram de importancia
as colaces.
Ai tendal de caf foram menos que regulares,
cerca de 3,500 uceas.
O brigue de guerra norte-americano Ba'mbridge
trono carias de Montevideo com data de 26 de junho.
Eis o que colhemos de ama deesas cartas:
Farinha. Venderam-se 6,000 barricas a 8 12,50
a bordo, 900 ditai a 5 12,25 dito (a cliegar), e 1,000
lina- inferior a 9 12.
V. vlslencia em toda as maos 5,000 barricas. Valor
actaal 9 12.
Cambios.Sobre Londres 40 5(8.
Bueims A y res 65|.
CAMBIOS.
Londres 27 l|i a 27 d. a 60 e 90 ds.
Paris 350 rii a 90 dias.
Hamburgo 658 rs. 90dias.
Lisboa 100 a 101 01o nominal.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
METAKS. Oncea da patria. 295000
a b hespanholas 29-5000 a 29/200
> Per,as de 65OO vclhas. I65OOO
Moedas de 4$.
Soberanos.....
Pesos hespanhes .
0 11 ra patria .
" Pataces.....
A plices de 6 ,........
provinciaes......
99OOO
85900 o
19920
I99OO a
19920
IOS .
102 l|2 a 103
I|2 '..
99OOO
25000
15920
1 ".mo
fuetes.
Antuerpia 55 s.
Canal.....55,, a (i(jS-
Estadus-Lnido- 'ti c a 125 c
Hamburgo SO a .vfs
Havre 60 f.
Liverpool 15 a .50 s.
I mi.Ir- 15 s. a 50| s.
Marselha 55|.
Mediterrneo 55 s a 70 s.
'Trieste 55|.
Jornal do Commercio do Rio.
BAHA r.ViEj'iLllt).
Caateioi.
Londres a 60 dias de filia. 27li27li2d.
345 a 350 o fr.
650 a 660 m. b.
'.'S a I(K por Opl.
289 n> 1 29#000
zBfBOO o 299000
165OOO
Pari
Hamburgo a .
Lisboa n ,
Dbles hespanhes .
> da palna ....
Pecas de 65IOO velhas. .
de 49......
Soberanos.....
Pataces brasileiros. .
Hespanhes .
Mexicanos .
tabre....., .
Frctt*.
Caual a ord. para o Remo luido 50 1. nnm.
Unir Havre e Hamburgo 55s. nvm.
vallico 55 s. a 60 s. nom.
Liverpool 30 s. assucar nom.
" 1)2 por libra algodao.
Londres 40 s. a 151. nom.
. Ilamliurgo ou llremcn 50 s. a 52 G d
J'riesla .55 s. 60.
Havre na Manelha 80 frs.
_________ {Diario 1 Baha.)
Correio <>erj|.
Itel.i._.i 1 da cartas segaras viudas do sal pelo vapor
nlmperalriz, para os senhores abaiio dclara-
dos :
Antonio Casemiro de Gonveia.
II ir. -i de Camamgibe.
Basilio Baptisla Furl.nlo.
Epiphanio Jos da Rocha i.
Izidora Senliuriulia Lopes 1 .
Joaquim rcenlo Cintra da Silva.
Jns lleunques da Silve.
J. de Oliveira Sooza.
J. Feliciano Porlella.
J. Joaquim Jorge.
J. Pereira da Canha.
I. 'urtii.j.j Correia de S.
Maria Caroliua de Albuqurrque llloen i2 .
M. Domingas da Conreicao Martina.
Melquades Aasutln 1I0 Araujo Pedra.
Manoel P'ixoln de Laceria Werenek.
I'olcarpo Jos de Campos.
Saloalino Ephigeuio Carneiro da Cunha.
Vicente Mendes Waudcrlej.
O vapor 11S. Salvadora recebe a- malas para o
norte amntala (20) ao meio dia : as corresponden-
cias sern recebi las com o porte simples al as II
l|2 horas, c depois al a entrega rom o duplo, e os
jornaes devcro ser entregues tres horas antes.
A escuna Lindaa recebe a mala para o Rio de
Janeiro amaubaa (20] as 11 horas dn da.
o ?at\;mo vuleme -
i
Rcai toiii|;;,|iiliia de o iq ue-
tes inirleaes a vapor
^o dia
21 desle
niez es-
pe ra-se
do sul o
vapor A-
1011 rom-
maullan-
te Ri-
chard Rivetl, o qual de ios da demora do coslume
seguir para South,mpi m, tocando us porlos de
San-Vicente, Tenerifle, Madeira e Lisboa : para
passagem, ele, Iralo-ae rom os agentes Adamson
llowie & C., ra do Trapiche-Novo n. 42.
N- U.Os enibrulhn- qoe preleiidareiii mandar
para Soutbamplon devirao estar na agencia doas
horas antes de se fechan 111 as malas, e depois desla
hora nao se recebera vo ame algum.
Vende-se o patacho nacional Conli-
anca, de lote do 10: tonelladas, conttruo-
cao de Carvalho, e >rnmpto de um tudo
para navegar par; qualquer parle: os
pretendentes o pocem examinar, tpie se
acha fundeado em 'tente do trapiche do
algodao, e para tratar, com os consigna-
tarios Novaes & C, ra do Trapiche n.
54, primeiro andat.
LEILOEs.
O agente Vieira da Silva faz Icilao quarla-feira
23 do concille ao meio da em poni da Liberna de-
nominada Elepbanle de ooro no Hospicio junto ao
quarlel por h.iio do sobrado, onde mora o Sr. Sil-
veira, com lodos os pertenec ou dos gneros da
"i uieir.i que mellior convier aos compradnre'.
0 agente Vieira da Silva trars/erio o leilio da
ra dos Tanoeiros u. I,ja annunciado por deas ve/es
para ubbndo, 19 do correnle; lera nriocipiu ao meio
da em ponto, de tudo quanto se adiar dentro do ar-
ma zcm.
O agente Vieira da Silva (ara leilSo, lerca-fei-
ia, 22 do correte, as | horas da manliaa, em seu
armazem, na ra da .Madre de Dos u. 32, iie di-
versas nbras de marcenara noval e usadas, mobiliai
novas c usadas, obras de 011ro e prata, grande quan-
-- tt abalin assignado resllenle na cidade de Ma-
reio, provincia das Alagoas, faz publico que no dia
I" do correnle niez dissolveii amigavelmenle 10-
eiedade que 11 nli.t em urna luja de fazendas, sil na
ra do Commereio da mesma cidade, com Jo Sr. Ro-
drigo Anlonio Brasileiro Maceio, snb a firma social
Rodrigo A. Ciiimaraes. e que na liquidacao a que se
prncedeu ticou perlenreudo toda a mnssa da socie-
dale dis-olvida au mesmo abaixo a-signado,por con-
vencau bavida entre elle e seu es-aoeio, o referido
Sr. Rodrigo, lic.mdo etle sem reepouiabilidade alga-
uta relaliva a relerida aociedada dissolvida, conli-
iiuaiido porlanlo acasa etabeiecida no mesmo giro
commerelal, snb a firma do aunuiieiaule, desde a
dota da referida diasolufAo em dianle!Macrio 5
de julhode 18.56.--Manuel Joaquim Duarle dui-
maraes.
Desappareceu hontem 17 do correnle da casa
lid.ilede miudezai e maig objerlos, que estarn pa- <'c sua lia Alejandrina, un menino de idade de 13
lentes aos coiicurrenles. j anuos, pur uoine Henrique, pardo,indo vendei urnas
O agente Vieira da Silva fara' venia cm le- i e.creptas de um primo na rasa de urna mnllier A mesa rege lora da ir mandada do Divino Es-
pililo Sanio ciinv ida a lodos os seui irmaos para
compareerrem 110 lomingo, 20 do correnle, a< 2 ho-
jxtracciio, lofjo que sejam publicados
seus repecti vos premios. Thesoui-aria du
loteras I i de julhode I 856.0 primei- | ,.s da larde, alimde encorporadoi,I acJmpanharem a
10 tonleienlc Sei'Vindo de eSCrivdO, Jos f^^** d* V.S. da Carino : os irmaos qua nao
poderem coin|>arecer dignem-se de mandar a> capas
que liverem em seu poder.
A ii ma mi.i e
Januario Alves do Mam.
Preciaa-H de urna ama de leite, sendo sem fi-
Ihn mellior : na ra Bella u 90,
Alnga-se o ai;
n. 2ii: a tratar por
ao mesmo no I
lao, lerca-fer-, J2 do ntrente, de um escravo par-
do, de :MI anuos, perfciloarpia e de bonita figu-
ra : os prelendentes pdenlo comparecer no mencio-
nado da, a's lo horas da manida.
m
y
m
Meninos
nnnie Ignacia, no paleo de S. Pedro ; o menino foi
de carniza e calcas de ganga nmarela e lem urna
marca de landras no peacoco, sua~tia inora no pateo
do l.ivramenlo sobrado de um andar o. 39 : roga-
se as auloridades daqu como as do centro, que o
mande levar, dcscnnlia-se ler sido furlado por nao
ler coslume de fogir e como baja muil.i geule do
TIAO pude ser que o enganassem.
Os religiosos Carnielilas desla cida-
de, tein tle patentear a veneraro dos liis
a imagem de sita Mii Santinima, cm so-
s a tres meninos ce- |em
?5 &.*%$&*.
cegu8.
Precisam-se de don
jos de naseimenlo ou de pequea idade, je"
(ard
para serum educados a e\petars publicas :
a fallar na livraria ns ti e S, da piara di
Independencia.
da (irara da
-- Perden-se uo dia 16 do crrente da igreja do
Carmo ao paleo de San Pedro, um hracelele de ouro,
obra moderna e de ronchas lavradas a boril: quem o
arhou querendn rpsliluir sera' recompensado no pa- ireita, peleo do ler
leo do Terco n. 19. I n t\
., ', r ... ,. a iecolliei-se. Os mesmos religiosos ir>-
yuarla-feira, ->.', do correnle, fiuda a audiencia ,>...____i i *?
do Sr. Dr.joiz municipal da segunda vara, sera ar-1 5a" '"ls motaUOICS da sulll'cdllas Illas
rematada a renda annual ilo armazem u. 9
ne prociSaaot pelas ." horas da lardt
omtngoOdo coi rente, percorren-
do as segu u tes ras: no sabir, sepuira'
pela Camboa do Carmo, ra das llores.
Nova, Cabuga' Cruzes, travessa do Ouvi-
dor, ra de S. Francisco, ra < pateo do
Collegio, ra do Queimado, Livramento,
ra de Hortas,
li
em direilura, o palhabot|
vidade por ler parte da
geiros. trata-se com Ca
lado do Corpo Sanio u.
O PATACHO
precisa de mariuheiros
'ao Marauhao.
Coiiip.uihia
ricura d
Para,
al!
cezes
cala por Tenerife e Lid
en casa
n. 80. -
a Venus segu com hre-
srg.-i ; p>ra o reslo e passa-
ano Cyriaco da C. M no
16.
N.iCIONAL ATHtNAS
acionaes para a sua viagem
Franco'Aue-
vajioro.s fraii-
Espera-seuo
dia 2;( do cor-
rele mez viu-
do do Kio de
Janeiro, o va-
por Cailrz, ca-
pitao Berta-
doague, que
egua pira o
11 \ ... com es-
a frete a passageiros
pa
de L. Leconne Feron & t;., ra da Cruz
lecha | mala para o Kin de Janeiro amaubaa as 10
horas dn dia.
Pela subdelegara da freguc/ia dos Afogados
se faz publico, que fji preso e se acha rceolhido .i
casa de iielencao u pelo de naeao Angula, que diz
chamar-se Iticardo, eairavo do seuhor do cngeul
Cancella, Joaquim do Reco Barros Pe-soa : quem Segu etn |)OUCOS (. .
jolgar r3m direiio/ao mesm6, apresenlando seujaj j tc do cairefamenti)
guetta dos Afogados 18 de jnlhn de 18jti.
Frane-co Carneiro Junicr.
Arhando-se vago o oflicio de escrivao do i-
me,
Papa o Rio de
iat o inais possivel as fren-
'v"vii'! 'Vs ll,sl,lis hahtlarr.es, para mellior lian-
| zito e decencia de sua procissao.
ser
la ira- liajam de
ves*a da roa da Madre de lieos cscrivii Molla,
requerimenlo dos coii'enhores Cuimaraes
lenie.
Joaquim Marinho Cavalcanli de Albuquerque Precisa-se de urna criada para casa de poue>
l"m a honra de ollerecer a sin can na na do (Juei- familia : a iralar no largo da Assembloa n. 10, pri-
mado n. 8. primeiro andar, aos ^euhnres que a pre- meiro andar.
leuderem honrar com visitas, conversaees e neg- Precis. cios, visto como, no escriplnri-, da companhia da es- dariil de Um rrlieir: "" U're.la, pa-
irada de ferro an.lbe convem neenpar-se dos respec-
tivos Irabalhns. ,
I I'recisa-se de urna ama de leite, e que seja
Precisa-se alugar urna prela para o servico n-. hom, e soincienle quanto cliegue para nutrir bem
lerno o eviern.i re urna casa de pnura familia," e na I """ crianca, paga-se bem, e gralifica se a quem dr
falla urna ama : a tratar na ra da Madre de lieos, i noticia ou levando-a nn paleo do Terco, sobrado do
loja e laamticn n. ."i, s dir quem precisa. '"nado Oliveira, ronfronle duas padarias, na de
No dia 21 do coi rente mez, pelas 10 horas da so-
mauhaa, depois de finda a audiencia do Sr. Dr I x ja, i-. a .
joiz municipal da primeira vara, lera1 lugar a d'a '3 d correnle '" osentou-ie do si-
remaiac.io de um sitio no lugar dennminado
Irada de Joan Fernandes. com bastantes
dos de fructos, cercado lodo de limoeiros, c:\cim-ln
ha da boa agua, casa de taipa : adjudicado or ?^ii preto com abas aslre.tai: quem o pe-
Pr gar leve-o eo referido sitio a sea seanor Manoel An-
tonio de Oliveira, que ser recompensado.
. .... i>o da Id do correnle mez eusentou-se do si-
ar a ar-, |j0 proiimo ao cemilerio publico, o accravo Antonio,
io -sa. conhecido pelo appellido de Ccele, alto, lev ou calca
2m' de nscad0 al"' j "'ha, e muito justa ao corpo, cha-
ojtaneiro
pe, civel e tabetiao de notas do lermo do Bonito,
>. Ec. o Sr. ronselheiro preiidentC da provincia,
assiin o manda fazer publico para confiecimeulo dai
partes inleressadas, e afim de que ns prelendentes ao
dito oflicio se babililem na forma do decrelo n. 817
de 30 de agosto de I8il, e apreseiib-m os seus re-
qiicrimenlus aojis municipal do mesmo termo, no
prazo de 60 das, que coinecou a correr do dia .'10 de
junho ullimu em dame. |iara seguirem-se os trami-
tes marcados nos arligus 12 e 13 do citado decalo.
Secretaria do governo de Pernambuco 10 de julhc
(5e..'?''''-J"* Benlo da Cunbu c Figueredo Jnior,
ollirial -iiiainr sen indo de secretario.
DIRECTORA C.ERAL DA INSTRUCCO
PUBLICA.
Pela respectiva secretaria e Taz publico queo eia-
me dos concurreules inscriptos as cadeiras vagas de
ensino primario do teso masc-liuo ji annunciadas,
lera principio no dia lere.i-reia 22 do correnle na
ala em que uneciona a directora, pelas 10 horas
2 ^ecrelara la direcleria geial 18 de julhn de
t8 >e.O secretario, Francisco Pereira Freir.
A pessoa que na qualidale de procurador bas-
tante ,|e II. Auna Joaquina do Amor Divino, filha
do fallecido purteiro do arsenal de guerra desla pro-
vincia Jos da Silva Uendanha, requereu peranle a
Ihesnuraria de hiaod* n pagamento dos ordenados
que ao dito Mendanha licin devendo a fazen la na-
cional ; comparaba na secretaria da uie-ma thesnu-
reria, afim do dar reno* eselarecimenlos, que se fa-
zem precisos para se poder liquidar definiti-
vamente a parte daquella divida que-por ler cabido
em ejercicios lindos nao piide ser paga.
Secretaria da Uiesonraria de fazenda de Pernam-
buco 18 de julho de I86. () ollcial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Anlouo Rodrigues de Albuquerque, eicnplo-
rario do consolado provincial, faz sciente aos aenho-
res prupri 'lirioidos predios urbanos da beguezia de
Saulo-Anlonio, qoe principia a faier o lancamenln
da dcima, como lambein dos de mais impollos a
cargo da reparlieao, do anno financeiro de 1856 a
1857, no dia 21 de julho crrante.
Caixa filial.
Adireccao da caixa filial do Banco do
Brasil em Pernambuco faz publico, que
se acha desonerado do lugar que tem oo
cupadode cobrador, desdea instituicao do
extinto Banco de Pernambuco. ate'o dia
15 do crrante, por assiin o haver pedido
a esta oiraccao, o Sr. Francisco Jos Sil-
veira : 0 qual por este motivo oi substi-
tuido pelo Sr. Jos Luiz. Innocencio Pog-
g. O secretario da directora, Antonio
Marques de Amorim.
A directora saeta sobre Londres, pe-
lo prximo vapor inglez ou francez, at
a sommii de C 20,000, ,0 prazo de 00
dias. Pe i'umbiieo IS de julho de 1 S.'ili.
O secretario <|a directora, Amonio
Marques de Amorim.
Adirectoria faz publico que lem mar-
cado a laxa de 7 por cenlo ao auno, para
o discontodat letras que se apresrntarem
alesegunda-leira l do crtente. Per-
nambuco 1 i de julho de 185(. Anto-
nio Marques de Amorim, leertario da
directora. .
Racional ZELOSA,
carga ou escravos
os consignatarios,
da Gruzn. V'.i.
as por ler grandepar-
prompto, a t-scitna
capitao Pmlio : para
a (rete, trata-se com
io escrptoro da ra
de Jaueiro.
Segu com toda a brevidade o brigue
nacional HRCULES : para carga, pas-
sageiros c escravos rete, trata-se com o
consignatario Augu itb Ouarte de .Moura,
na ra de Apolle n. 0, ou com o capitao a
bordo.
rio m
PVA
it
\l
141
JANEI 0
Segu nu dia -JOdo mz corre.ie o patacho nV'a-
leiile.i. cnpiloJoaquim Anloniu tnncalves Santos '
anda recebe carga, pasiagciros e iravos a Irele
a Iralar cum Oaelann t;>riaco da t".. .\i, ao lado do
Corpo Santo n. 25.
ira
ce !ru
segu inipreterivelineult a bem condecida escuna
brasileira ul.inda no da 2(1 dn correnle: paia o res-
to da carga e escravos alfreie trata-se ruin o pinnric-
tarn na ra da t'.adeia n. lili, o na ra du Vrtario
n. .">.
PARA O MAKAMlt
U paUcho nacional |l(//eiia, perlende seguir ai
MaranhAu al o da ll do crrenle : lem a bordo 1
tercos de seu carregarncoto, para o resto a p.issagi-i-
ros, para o quaes lejn cxcell'tiles ruinoni los : Ira-
ta-ie com o seu consignatario Anloniu luiz de Oli-
veira Azevedo, ra da]Cruz n. I.
t'ara o Porto setuira directamente e cun bre
vidade o brigue aTrofadoru ; uara carga ou passa-
geiros, Irata-se com Barroca & Castro, ou cun o ca-
pillo na praca.
PARX A BAHA
segu imprelerivelmelute o bem conhecido e veleiro
luili' brasileiro uCaslooD ; anda recabe carga iniuda:
a Iralar com leu conlgnalario Doniiugos Alves Hl-
tlieus, na rna de Apello n. !\.
RIO m JANEIRO-
Segu rom lirevi ale, por ja ler parle da carga
prompla. o paladn i II un Jesu.n ; para o resln, pas-
sageiros a escravos a 'rel, trala-se com Csetane Cy-
riaco da C. M., ao lado do Corpo Satilo u. >.
ara
Segu com breijidade, por ler parle da carga
prompla o patacho iSanta Cruza; para o reslaule e
passageiros. Iralaselcuin Caelano Cyriaco dn C. Al.,
ao lado do Corpo Sanio n. '.
Para Lisboa pjreleinte sabir com milita brevi-
dade o brigue pnrluLuez Conslante, de que he ca-
pillo o Sr. Silverio Manoel dos Res: para carga e
passageiros, aos qojaes oderece osmll.ores ci.mmo-
dos, trala-se com
no Fonseca e l'i
com o mesmo capitao na praca.
m odconsignatarioa 'l'bomaz de Anui-
no Fonseca c< I illie : na roa do Vigario n. 19, ou
W!3e*.
ftHO I a
VHO a
I9!tll a
faU a
desc.
9)000
ftjOOO
Isj9t0
IS040
isswt
^tODimeitio &o pvtio.
iVflMlM rntraan* ni din 18.
Km. de Inneiro h porto, intermailin^-7 ji:1. ,. )s r,:lrta, no lia de larri
THEATRO
DE
Santa Isabel.
CCMPAHHIA DF. EXERCICIOS DE
EUUILIURIOS DE FORgAS.
Espectculo extraordinario em benelicio
dos orphos desvalidos pela epidemia.
Sabbado 19 de julho de 1856.
I.ogo que a orcheslra livr locado urna bella c
nova lymphonia, Mr. Dcveaui dar' comeco ao es-
pertaculo, pela
PRIMEIRA PART..
I mi hura de mgica, proiligins e illu-oes.
I. A viagem do papa lapiu (coelhe).
i. A carta phanlHStira.
3. lis canarios encantados.
i. As piinii.i, ,)e Morinon.
5. A consulta das cartas.
ti. O pensamenln das senhoras.
7. O espelho das srienciai.
H. A marmita do diado.
SEGUNDA PARTE.
I ma vaiirdade de bellas a dilliceis pnsicps ere-
ai,une pelo joven
Leuden.
OagentcOlitleirafara' leilao, por ordem
eempreseneado lllm.Sr.cnsul da Fran-
ca nesta cidade, do sumptuoso t.- elegante
predio novo edificado a' moderna, perten-
cente a..., epara liquidacao da massa ilo
, sito no largo da Boa-Vista,
a o mesmo, e pelo oitao p,i-
onceieao, com excellentes
lo terraco.eem tudoapre-
para morada e estabelecimen'o de
jpcio etn potito gratule ; o
(pial pode ser examinado com dntecipa- r'ns1 rte pooea bmlH' na ra'da Cadeia iie Santo"
cSo pelos pretendentes. a quem se convida.; --"w."*.2!).!,, Mbd|0americana, val a In.ia-
recorram ao Sr. propriet.'.rio da botica alli '
existente, eem poder de quem existem
chaves : sabbado (i do correntt
horas da manhaa
indicado predio.
Sabbadn. m dn corrale, ao meio-dia em pon-
i, o egenle Dliveira fara' leilao. por ordem do Illm.
Sr. codsuI de tranca, e no respectivo consolado,
ra do Trapiche-JN'ovo, do espolio da linada subdita
franceza Roze Antoinette Blanr. consislindo em una
cana omiten.lo ijoupa, chapeo para senhora. um
guarda-sol r um Ipai de briucns.
tinado Gadaul
com lente pa
ra a ra da 0
commodos.Jie
nave'
qualqu
ItbUOsOOO rs., para execucSo de Clnnudo Ferreira
Clao, coiflr.i Manuel Celar do Espirito Santo.
.Nao be eriine um caveiro abusar da conOanra
de sen patrio!!!! gastando em sen proveitoos d'i-
oheiros apurados no eslibeleeiroenlo. por eiemplo,
comprarporen de bilheles das loteras da corte e
da provincia, emprestar diuheiro as saas.....pagar
passageos de seus prenles, dar dinlieim a juros,
calumniar seu pairan ele, etc., ele, pode reiluai-lo
a tirar esmolas, ou a ir para a cadeia pelo mais leve
indicio!! porque no resto se dirnao est prova-
dopodia adquirir lucros com o dinhciros quu em-
preslou !!.'!!!!!:! mo esta pruvadn? bem ; mas que
proya ha em lav r do deliiiquenle?? a eicepcio das
razes de seu advocado*! nenhnma, absolutamente
nenhuma ; bem fez o Sr. Ferrn, que nlo qoiz pro-
ceder contra o eaixeiro que Ihe eslava mudando a
loja para bordo das barracas, porque no lim anda
pagava ;is cusas do processo; de-la maneira ira' a
nobre classe dos caiveros calando em descrdito,
por causa de nao serem reprimidos e castigados os
qoe concorrem para seu descrdito, pois se eleve at-
iende? qoe ne desla nobre class que uascem os tne-
Ihores nogocianles do commercio em geral.
O nexperienle.
Atteiitja,".
:l. annuncio. O Sr. Anlouiu Joaquim Ribeiro
queira annuiuiar a sua morada para dar cerlos es-
rlarecimenles sobre o vale .'que Ihe paseoo Joan
Antonio tioncalvos, veja que bu minios meios Ue o
descobrir, depois nao diga que o diabo o enganou.
t) rapaz ne\(ierieule.
Preeia-se de um Rvd. sacerdote .le boa moral
Para capellSo de um engeuho na frexoriia da Esca-
da, eque igualmente s; queira.encarregar dejdar li-
ces a tres menina-,(Ibas do Sr. do engnho, c se Ihe
fara'hom ordenado, e mais algumas v-iulageui: a-
quellc a quem convier dirija se ao pnleo da matriz
de Sanio Antonio, casa de um andar n. I, que acha-
ra com qu'-in tratar.
I). Antonia Francisca de Oliveira. por si o co-
mo totora de seus fillio fa publico, que tend) Boa-
venlura de Mello Caslello llranro finio CeesSii ao
majar Ignacio de Barros Wan lerley do debilu que o
seu rasal por fallecimenlo de seu marido Manoel
Alexandre de Souza. Ihe ficou a dever pela compra
do engenho L'baquinlia desle lermo de Serinhaem,
e como baje a mesma senhora tem saldado este debi-
to do *eu casal para com o mesmo cessiuuano Igna-
cio de Barros Wanderlev, c recebidu do mesmo ces-
sonario lodos os seus documentos relativamente ao
negocio do mesmo eugenha llhaquinha, cun escep-
Cio de urna latir* de :IKIII5, vencida em 14 de main
de 1SI8, por ler sido extraviada na rcvolla de 48
para 19, quando a casa do mesmo Caslello Urano, foi
invadida, e mais duas letlrae, cad,1 urna du valor de
1:0009, sendo urna vencida em li de maio de ISl
e oulra em I de maio de 1850, por nao se acha-
ren] em poder do cessionaro 'e neni em meu poder
como declarou o cedenle : portento a mesma senho-
ra hl publico, que iiejj> ella, nem os herdeiros do
me-mo seu fallecido marido s3o icsponsaveis por es-
las ledras, embora se achem acedas pelo mesmo seu
fallecido marido, visto que o seu casal ji as pacou
como consta da escriplura de permuta dos eiigenlius
Cachoeira e l'baquiuha, celebrada no carlorio do
ssrivio Kigueira : porlanlo a mesma senhora julga
de lea dever fazer publico pelo prsenla annuncio,
que iiinguem negocie eslas lellras pur ellas j.. se
aeharem pagas, c lodo o debilo do seu casal saldado
relativamente a compra dodilo eugeuhn l.'haquinh.i
por issu que vigor algum lera lignina das supradilas
letlra--, se por acaso algoem as tiver. Engenho
I baqaiuha s de jaldo de 1856.
I'.iin.tanln qoe se n I.....nesta capital escravus
neiieiiceiiics a execa{ao feita pelo annunciante. dos
qaaes ha depositario .. Dr. Joo Antonio Ca*aleaoli
que dalles anignoo deposito.eootarvando-oi em po-
der dos execulalos Manoel Floienliuo de Miranda e
Albuquerque e Francisco Joto do |>iiar ; o auoun-
fiinlc avisa ao respeitavel publico, que naj faca
eoncalo de natnreta alguma cim ns exceulados su.
bre di-, bem ; por qnanla alen de perteucerein ao
casal do tinada Fiancisr. Joan su Pilar, e ello. ,,
leiem ctruviarju grande parle, i annuncinte alcaO-
cou por accoiito darelacau coulrmacjlo da seiilenca
que jiilgmi millo o inventario dw bem deixnlos pa
fallecida Jeronyma Maria da Coiceican, e no libello
propnalo pela lillia do tallecido 1). I.'rsula Francisca
Madeira, pediudu a sua legilniu de que a querem
eshulhar, aleancoa sealen(i i 'avor : e para que o
publico nilo seja Iludido pelos eiecatados, la/-s 0
presente annuncio. cujas veoda vio evidentemente
nullas. Kecife IHdejnlbo de 1856
Francisco Tlroduro de Micelio.
t.loein por engana lirau i.) correio urna carta
n. .>l viuda de Portugal em marco prximo pam-
do, para Manoel Mala da Sil'a, querendn farer o
especial favor de restituida aseu dono, p le dir-
gir-se a ra da Vigario n. 13. segundo andar.
4luga-se a lojai do sobado da ra das Cinco
I untas n. ty, rom boa armac. lila de huiro, Bro-
pria pina qualqacr eslabelcciirenlo, na vende se a
armacau, para arrancar : a triar na Iravessa da ra
da Concordia, penltima casi altes de cliegar a casa
de deteiic.io, do lado do norlc.
Precisa-se alagar urna pela que saiba co/i-
nhar, rugommar e cn-aliiai. para u servico de umi
ca-a de nunca familia ; e laiiibeu um relo pita o
servil; da portas Tora : quem tivet para alugar
dirija se a ra UireiU n/91, prineiro andar.
rrontispicio dn Cirmo.
Em conseqnencia de ser donmgo a reala do glo-
rioso Sanio Elias, nao pote ler ligar a da Senbura
do Carmo do Franlispiein, codo tem sido ultima-
mente cosime ; avisa s- porlinto ao respeiUvel
publico e aos devotos da inesnia Senhora, que ein
um dos d.as do mez prximo fuurn agallo sera an-
nuociada a fealivi lade. Appronila-se esta occasiao
Sra rogar a lodos os devoto*, pie enneorram rom
as esmolas.para o brilhaiilianH da le-limla le.
I'recisi-se de um rapaz pnlugucz, de liiali '
annns. para caiieiro de urna taberna, o qual euleu- :%
da da mesma e de fiador a sua conduela : un Uncu- ';'
Largo dn Kecife n. ti. -: i
ii i
i recita-te da urna eserava para engoromar o
faier o serviro interna de orna eisa de pooea fami- '
lia : na ra das Cruzes n, 'l'.l.
I'rerisa-se de urna ama : i.i ma do Mora-nu-
men. 1.18.
-- Precisa-as d una ama boa eoziobeira : na
ra do Cnboga' n. !l, trreeiro anear.
-- A fabrica de velas e ahilo a vapor, sita na roa
do Bruna, recebe ervenles forros ou captivos a tilo
rs. diarios as peMoaa que pretenderem, pmiem eu-
lender-se com o administrador da mesma, Cimillo
AOgu.ln Ferreira da Silva.
Precisa-se de nota ama para o servico de urna
Aluga-se ama loja com boa armaro para loja
de faieudas, ferragens oo miadezai: na ra do Quei-
mado, a Iralar com Victorino de Caslro Moura.
Jos Joaquim Comes de Abreu, tendo arrema-
tado as dividas da fallida Madama Scasso, convida as
pessoas que sao devedoras, que quanlo antes vAo rea-
lisar o pagamento de seus dbitos no aterro da Boa-
Viela n. 42, taberna da quina do becco dos Fer-
rme.
Precisa-se de urna ama que saiba fazer o ser-
vico de una casa de familia, e que tenha ba con-
ducta : quem esliver neslss circumslancias, dirija-se
a livraria universal, na esquina do Collegio n. -JO, a
qualquer hora do dia. Na mesma casa precisa-se
por aluguel mensa! de um prelo,embora j. de idade,
para fazer as compras e o despejo, c mais sen ico de
urna casa de familia.
Avisa-se a quem Ihe convier, que a casa n. 1(1
da roa Uo Padre Flnriano, perteucenle ao casal do
Sr. Jos l.'iui .|,._ i! i,! ... .i.nuil..: .i.i no nUiaron
n. Kil de 12do crrenle, usa contratada, e seal-
gueaa se jul,;ar com direltn a ni.sina propriedade,
queira apreaenlar eeos ttulos no espai;o de lidias,
contados da dala deste.lindos os qua-s se julgara de-
sembiracada. Kecire 17 de julho de 1856.
Attencao!
primeiro andar.
s Srs. devedores da^casa fallida do
Sr. Joao Moreira Lopes sSoNaJonvidadosa
dirigirem-se a' loja de dlanoeKJose" Lei-
te, na rita do ueiir.adon. 10\alimde
amigavelinente sadarem seus debitas,
O Sr. Frederico Jacques riueira rigirxea livraria ns. ii e S da praca da
Independencia, a negocio de seu inte-
i e.NSC.
. Je V S. da Soledade da Boa-
Viita convida a todos ossenhore mesarios para rom-
i ta i ua da Cru/. Parecerem no coutislorio da mesma irmandade no
da M do correnle. as 10 horas da manhaa, para ne-
gocio de muila importancia da irmandade.
Foi hontem lomado a um prelo que andava
ofTerecendo para vender, um Digeslo Porluguez por
Correia lelles : quem lor seu dono, dando os sigiiae
cerlos Ihe sera entregue : ua praca da Independen-
cia, livraria ns. ti e 8.
Osbilhetes com a rubrica
I.ava-se e ei.junm.i--e rom toda perlcicao e
a-eio : na ra da Huda, no -olio do sobrado de
fronte da cuchen a.
. Bogo ao Sr. do engeuho de Cajabooeu, que
| Taca o f.vor mandar o seu escravo Jerooymo, ou
I Januario, desmanchar um engao que houve em I*
cargas de agurdenle, que elle vendeu na ra da
: l'raia de SdUta Hita n. 17,
. hoja lii do crranla
do abaiXO e^r "'<"-" portador cerlo para ae eacre-
assignado, s.o pagos i,lente, 2T2^il*l*^*" *ifi .*'I*'-
praca da
pagos inconteiientc, na
Independencia n. O, ate o
de 500S000. l'olx carpo Jos
premio
Layne.
Precisa-sc de urna ama secca, que saiba bem
Iralar de urna crianca. preteriodo-se choula ; ua
ra da Cadeia do Kecife n. .".I, sugundu andar.
Lotera
do CO.'ixento (le Nossa Se-
nliora do Carino.
Aos 5:OOO.s e 2 000s000.
Corre indubitavelmente sabbado 19 de
julho de 1856.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa que venden os stguintes premios da
terceira parle da primeira lotera a be-
nelicio do convento de Nossa Senliora do
Carmo, estrahida a 12 de julho.
>le annuocjo. Francisco Malinas Pereira
em fazer
da Costa.
Precisa-se alagar um escravo para servira de
casa : quem tiver lirija-fje a ra da Madre de laeos
lirja
1 piarlo n. 3190 5:000x000
I meio bilbetc " 2111 2:000,S()0
1 (juarto " 88 fOOsOOO
2 ditos " 1680 200J000
t dito " 3258 100.SO00
1 dito 452 5OJ00O
1 btlhete " 2510 500000
1 quarto 80 oOsOOO
Salustirno de Aquino Ferreira lem re-
solvtdo a abaixar os procos de seus bilbe-
tes. comoabaixo vai declarado, c os Srs.
jugadores devem preferir os seus billte-
tes, em yirlude de poupar 00 res em
bilheles inteiros, em meios 120 e nos
quartos 60 res,.(seos outros garanti-
dores pagarem mais do que a sorte de
"):OOO.sOOO,vendendo por .'),s800 bilbetes
inteiros, meios por o.sOOO a quartos por
I $500, de que se segu que os Si s. jugado-
res lie,un prejudicados em seus interesses.
Bilheles .-sfiOO Itecebe por nleiro .i:00O500tl
Meios -25880 I o300|000
Quartos Ig-ifl 1:V).*00
Salustiano d<- Aquiio Ferreira.
Precisa-sc de bllu-iaes de tamantptei-
ro: na ollicina da ra larga do Rosario
n. 1 .
Precisa-se de oficiaes de sapateiro:
naotlicina danta larga doUosario n. I i
AVISO.
O novocobradot da poni do Mtc-
lomb, nos Afogados, la/, publico que nao
llie hepeimilliilo fiar deiiingueinquena
mesma passc: por isso pede a todos que
vao previnidos para o devido pagamento,
afim de nao soJTrerem algum embaraco.
* mesa regadora da irmandade ilo
Senhor Bom-Jeus dos Passos, da matriz
do Cotpo-Sanlo, couvidam aos* seus ir-
maos para comparecerem domingo -20
do correnle, afim de encorporados acom-
panliarem a procissao de Nossa Senhora
do Carino, a's -"i boras da larde.-O es-
crivao, Domingos Jos da Costa Guima-
raes.
LOTERA PROVINCIAL.
.?.>:.;!<> jy ,1 -f corren-
t;;, he ;t extraerylo 'la quar-
ta ;);rf .-a priiiicira lote-
ra it cuiivento de Nossa
Senliora do Carino.
P, J. Layne.
Ouem precisar de um caveiro babili-
lado para qual<|uer estabelecimento, me-
nos taberna : dirija-se a ra da Cruz n.
>, ni annunce para ser procurado.
I ma mulher de bom comporlamen-
lo, olierece-scpara o sen i>;o interno (me-
ivar ou engommar de nina rasa de
quem precisar podeannuncia
jni nal para Ser procurado.
Tem exposto a venda seus milito i'elizes
bilbetes, meios e quartos da quarta
parle da primeira loteria do convento de
Nossa Senl.ora do Carmo, as lojas se-
guntes: ra da Cadeia do Kecil'e n.
to, loja de miudezas de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. 37 e 39, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
mesma praca loja de bilhetes n. 4, da
viuva Bastos, no aterro da Boa-Vista n.
"2A, loja de bilbetes de Antonio Ma-
noel Cardo/.o, e as demais lojas ja' co-
nbecidas do respeitavel publico.
Os dous premios glandes cima re-
feridos nao estao su jeitos ao descont
dos S por cenlo to imposto geral.
Sseresponsabilisa a pagar os S por
cento nos dous premios cima mencio-
nados.
Bilbetes .sliOO recebe por inteiro ."):000A
Meios 2.s8S0 o ., 2:500.s
Quartos IsWO < .i I:2."i0.s
Pernambuco 15 dcjulbo ile IS.'ili.Sa-
lustiano de Atptino Ferreira.
l'rccisa-se de un caisoiro com pratica de ta-
berna : nn ra eslreila ilo Rosario n. Iti.
l'recisa-sp de orna ama .le leilc : quem rsliver
neslascircumslancids, dirjase a roa daliuia ti.ht),
que achara cun quem Iralar.
-- Aluaa-se o primeiro indar ilo lobrado n. fida
pr^ra da Boa-Vista : a tratar na ra Ja Pal, .-nliiM
ra dn Cano n. .18.
Ou.mii precisar de una criada li\re, que sabe
ensommar e far todo o mais servir interno de
nina casa com roulo aceio, dirija-se a rna do Trapi-
che Novo n. G, sesundo andar, para obler informa-
res da mesma, prefere-se casa eslrant;eira oo de
bomem solteiro.
1'eHe-se ao fomeire da parlara da roa larga do
Bosario, que quando acabar de janlar descance um
pouco o calor para nao causar incommoilo as fami-
lias visinhaa, assim como hontem que> qnasi malava
nina crianca enm um Irtmendo pomho sem a/as, que
fe delle rebolo para um janete de um sulnadn visi-
nho, e por ser rfpelliilo aiuda sollou diversos in-ul.
tos, nao respailando as familias.
Antonio Jos de Catiro avisa aos seus fresuezei
que lem diversas qualldades de plvora das marcas
mais acreditadas que lem vindo a este mercado, e
que as vende por menos do que vemlerem os novos
vendedores desle genero ; para varuin as amostras,
dinjam-se a roa do Vigario o. 31.
IBMAKIUDE DAS ALMAS UA MATRIZ DE
SANTO ANTOMf).
i'-iiilo osla irmandade recebido convite dos Rna*.
padres meslres provincial e prior do convento de N.
S. do Carmo para acompanhar a proci'sAo da meima
Senhora no dia tl do correnle. as 2 1| horas .la lar-
de, pelo prrsenlc convida a lodos n. nossns irm
para comparecerem no mencionado dia e hora
armazem n. \1.
O ahalvo assignadoasodon a .ua reaideacta im
ra a ra da Cadeia do bairro do Keeife n. 3b.
OcUviane de Soez* Franca.
-.Na loja de calcado confronte ao oitao do Corpo
>anto;o. 29, precisa-se de olciac, de sapateiro pa-
sa se basa,
I-rancisco Jos Aagnslo Ferreira, leudo de ir
a Lisboa tratar de la laude, e nao podende de>-
|iedir-se de seus amigaa e coohecidoa, peaaoalaaenle
serve-se desle meio para o fazer : offerecenda-lhrs
ao mesmo lempo -eu dicaiMta presUoao naauella
cidade.
Na ra Velha n. 66, eit, ama .entura hones-
ta, que engomma com toda rerfeicao, e Usabem
manda lavar com lodo o aaaeio reoae de ajualqurr
senhor que se queira utitttar desle servico, prece-
dendo urna entrevista.
Aluga-se otn einsUsaali sitio, cea Ua cas* de
vtvenda, bailante ierren*, muataa arvo** fraclu.
por proco razoavel, o ajea I aera a ajaaiajwr bori
franco aoi pretendeolta: a (Miar aa latreda dee
AlOictos, na Malariueira, confronte ao lili* di ira.
D. Mareoliua.
Troca-se por dinheiro urna imagem
do Snior dos Passos, e nao se ollia a
preco se for muito perfeita e nao muito
pequea : na praca da Independeucia
ns. 6 e 8, se dira' quem quer.
Irir.audade do S iitissiino
> a era me n lo, d triz Un Boa-Vista.
Por ordem da mesa rfgedora convido
a totlos os irmaos desta irmandade para
se leuniem em mesa geral, no domingo
20 de julho do correte anno, pelas 9 ho-
ras da manhaa, afim de tratar-se de ne-
gocios de muita urgencia e interesse para
a irmandade, c por isso espera a mesa
regedoraque os nostos irmaos nao deivem
de comparecer.O escrivao, Jos Joa-
quim da Silva titiimaraes.
Quem precisar da quanlia de Of ajara* sol
penhores de ouro ou prata, dirija-** a na da Peora
n. l'i. primeiro andar.
ti secrelario da irmandade do Divino Espirito
Saulo.erecta uo convenio de S. Franriarn,convida .i
seus irmaos para qo* no dia -JO do correnle ai 3 ho-
ra* da larde, comparrrain no consistorio do' meinm
convento, afim de encorporados acompanharaai a
imagem de N. S. do Carmo, que lem de aahir em
l'toei-s.io de sen convento.
1'reciia-se dt :00tJ9com o premio de I por
cenlo dando-se por araolia um bom predio : quem
quizer fazer esta transac^ao queira anuunciar para
ser procurado.
Preciu-ie altigar um silin com bailantes amo-
res de meto, baita larra tiara planlarAes. pnlo
para ; a i vaccas de leite, sendo coas preferencia
uestes lagares : Cruz d'Almat, Altlielos, Parnamei-
run, Sanl'Auua. a em outros : quem tiver e qaiier
alugar annoneie por esta loiha para ser procurado.
A pc.soa que se joloar habilitada para ensianr
Baota, dirija-ae a prar;a da Boa-Vista o. 5, aegnndo
andar, dai 2 as ti horas da (ardo, qoe achar com
quem tratar.
Jos Jnaqoim Alves, (endo arrematado aa di-
da da casa fallida do Sr. Manoel Joaquim Altea
l'ilombi, convida aos senhores devedorea da mewu
i|dlriRlrem-e a ra Nova Sv.71, afim de amigavcl-
meute saldar sua* conlas.
Precisa-se de um criado moco, qoe (saiba bals-
ar : na ra do Collegio n. -2"> 1.- andar.
AKHBNDAMENTO.
A loja e armazem da caaa n. V, da roa da Cadei.'
po Kecil'e junto ao arro da Concrir;So, acha-Mi daa*c-
cupada.earrcuda-se para qoalquer eaUh*lecinnal*
em pouto zraude. para qual lem commodos eofri-
cicnles: os prelendentes rnlender-se-hle rom J**o
Ni [iiiiiiucpnn Barrno, no segundo andar da SMS n.
37, ua mesma ra.
/ompraft.
Coinpra-se urna casa terrea na* fr*c*ezi*s de
S. Joscou Santo Antonio, qoe nao escoda de lsW|:
quem tiver e quizer vender annuncio p*V cale j*raa<
para ser procorado.
Coinpra-se toda c qualquer porrao
de prata velha de lei sem fetio: quem
tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
"*"_' | legio n. 13, agencia de leiles.
-- Compram-s* para umi encominenda eaeraw
de ambos os i*ia)iu da t'.adeia do Recife.ar-
mazem n. 36, oo na roa do Uueimado a. SR, secar
do andar.
Compram-se enxames de 22 a 25
palmos, travs de 50 c assoalbo de lourn
l'rccisa-sede urna mulher branca que em. P'ancha de 25 a 50 palmos de coto-
seja ja' idosa e de muito boa conducta, | pr'do : na livraria ns, e8, da praca da
para fazer companhia a tuna senliora: Independencia.
Compra-** *m par dr eaiticaei de prata staa
felio, de costo moderno e em bom aliada, ni* m
duviJando dar mais alguma roma: aa raa No-
va n. 53.
Compra-se o codig *yiiv*rilario p*r Mr. Rea-
da : na roa do Collrgio n.i 1.- andar.
Compram-se pes de frocla-pSo prapriue
embarque : na ra do Vigario n. 33,
dar.
na ileterminado.f) thesoureiro,
llemelerio Maciel ila Silva,
Aviso.
a/.er
quem a tiver tiestas circumstancias an-
nuncie por esle jornal, ou dirija-se a ra
nos
, lamilla
>or esd
Meio
Olla rio
SntDa0.
- -j;, *. /
-"i
la para vender doce, e qu as huras vagas se necupa
em alsoni serv 50 dolmesmn trafico : a quem con-
vier dirija-as .1 mesma cusa, 1.11 annunrie.
da Cadeia do Kecil'e n. 7, loja.
loteras da provincia.
ni'stiano de Aquiio
erreira avisi (jue seus
bilheles sao .elididos semr
< disconto de 8 por -enlo
do iuipoalo pVferal, ias lo-
j?is j (*onliec!(las do ret'.
peitavel publico, pelos pre-
sos al) ixo declarados,
ilhete inteiro 5i}600 recebe 5:000/^000
bilbete 2$880 2:500,^000
-sill .. 1:2.")().s()00
eruaiiiDiieo 17 de ji
i i? o de iJo(> Salustiano
(t /iquino Ferreira.
Joao Praeger taz publico, que noar-l
ina/.ein sito na ra da Cru/ n. II, que
comprott .10 Sr. I'edro Muller, n.o existe
mais bilhar desde O dia 30 de unbo. ftal ,,a .la Batan*, ra do l.iue.mad,. n. 7, ven-
Francisco Botelha do Andrade pelo prsenle I tem-ae e*n-niiri franeeras linas de lindos sols,
previne a toda e qoalquer pessoa qu t retendercom- Pel" barlii"no prec ..le lafiOO .. nial* de 1.1I.-.1 e
prar a viova de Pnrtooalo t:..rreia de atenaces um ehapeos rranrezri da ultiaaa moda a BtiM
terreno que a moma pouoe ua rna da Aurora, que Yen.ie-se o en-e.,li MiinlK-innnln
nao facam tran..cclo alaumn com a meneionada e- ,|> i *"""< quimi.i,
nliora acerca do referida ler/eno, visl.. romo o abai- *ll,,auoa '""* '-'guas ilesta praca, moinle
io assisnado prolesta Iranstornar qoalqoer ncuoc e eorrenle, que foi do finado K\m. i-oin-
oimendador Jos P..lio .Je All.tiquervpic
Sarment: tpiem o pretender, assim co-
mo os (redores do inesnin tinado, diri-c
jam-se a ra da Cadeia de Santo Anti>-
mo d. 22, onde mora p leneiiti-coriiiiH
Barata.
::. :.:.-'.
,J ... ..-..-.,. ... .-.,;-.,-;
t> cooselhodirector .la inalruc^So publica :',
acaba de a.lii|.lar para a leilora "das pwolai ;'
de primeiras letra* de ambos m levos,--o '
opuscoloReflnOessobic a edueacSo phj- .!.
" '' '......l|ila mi -liria publicado'pelo lr. r'*
iin medicina, Ignacin ln.i.i. Xavier. '';
!'rr,-i i-se de pretas para venderem uzeile de
rarrn;.i-i. asanle", pa^ando-se a vendasrm : quem
os tiver dirija-se a rpa do Brom passamlo .. chafa-
riz primeira .asa qu ion. um snta.> encarnado pela
reUsoarda, para -e tratar do apiste. ,.- N ier en quemo nao lor decidida urna queslan I mend
na ou AragSo n. 3, precisa-se de nma pre- 1ul! ,l1"""1 'nove contra essa senhora. Renfe \:,
Firrllo de Lisboa muito superior, saccas raa
dei: na ra dn Trapiche, armazem de Feciriasra
Jos lime- n. 7.
\a loja das seis
portas
Em (reate do hivra tiento.
Corles de cassa prela rom llor miada clisas* do**
mil res o corle, com sele varas, chitas franeexas lu-
ja, e nao ile-bolaui a den vinlens .> .-ovado, lenros
.la eaaaa braaeaa e dr ajajadraa de ear, srande*, para
Irazer por ras, us honibr*- e pata a caneca a Data-
ra cada um, peras |C al-...l..i.iinho rom
loque d**tv*ria a doai mil rei a pera.
pequeo
Casemiras finas.
de julho de 1836.Francisco lloielho de Andrade.
Bailo
au(-a casaBecrcio
as
a's II
andar do
MUTILADfT
Ierra, levando em sua companhia um lilhu e iim.i li-
Iba, r deixa por seus procuradores baslintes os Srs.
II. For'ier s Companhia.
.Na ruado Cabosa' n. 7. Icrccrn ailar, preci-
SS-ie de urna ama boa c< /iuheira.
l'crdeu-se da rna de Hurlas al rhcar aos Mar-
lyrios um allnele de peilo de senhora: quni o
aclinne qui/er reslitoir o leve a ra do Jardim n.
.X, que sera' rerompansado scnerosamenle.
Na ra b'ireila. rasa de pasto u. III, da-se a
urna pessoa almoc,o e janlar por 1i;.-)(HII> menaaei, di-
versas romidu e com muila limpeza ; e no cao qne
a pessoa ni) lenha quem venha buscar a comida, se
mandar l'var a lempo e a hura.
5 masque
LOTERA da provincia.
O Illm. Sr. thesoureiro manda (a/.er
publico, que estpo exnostos a venda, na
Ibesouraria' dlS loteras, na da Alllora
... 26, das 9 a's horas da tarde, bilbe- ;,e pnr 7" Mta |,ar;' "* .
tes, meios < quairtos da quai-ta parte da '"''lCa ilUH eS(|UeCld08.
primeira loteria do convento de Nossa d?no da lo|a lle c,,arulos da ra lar^a do Kosa-
tanku. Jnr.____J. i i j rio n. :i-_',pelo prc-ente aniiiinrin ri.a a nenoai qni
Senliora do Carmo desta Cidade, Cijas ro- leu, contas atrasadas ,, so., loja, qu, haTam d.ir ,arlaroE,.aber.o,.',.,mlWmdVm.V;f.;;V,.-,.^
(las andatn imptetctivelmente no da 19 sasfaser, poisqMolemp.....bstanle, e nao tem
do correntt e qije loi'o que seiatn distri- c,'",.ro I"" 3S *''> *** fwtnn
-, ,' r. V stj.imuiMii ; o obr jarana usar de meici qoe nao dAa. n
nuui.i-.is listas sesnto incontinente pagos os meo>* pedo cerlo moco, quena
Sabbado 19 do rorrele,
Militarna Boa-Vista.
Precna-M de um pequeo portocaes, de 10 ou
11 anuos, para caiieiro de taberna, rom pratica ou
sem rila : quem estver [testa* rirruin-laucias auuuu-
Vende** *a velas de cera de carnauba pora da
Ararilv, as miis ahas e liem feitas qoe lem indo ;
Batan romo chaiieos de palha e esleir-, lodo per
prerosri.inmi.ilos. e a rrl-lln. : a Iralar a* ra do
\ ario n. I.I, segundo andar.
Vrndr-ae urna eria\a de toda sriviro. c lem
alaomai habilidide* : na roa Valh* n. 71."
\>ndem-e pautes .la ullima moda.viradas. de
premios, e\cept
rrra lides (jue sao
porein as duas sortes
ragas mesmo no salaoda
iannra, que h.iji
de ir sati-farer o restanle de um vale da quanlia de
639.790 is. que passnu-lhe ha mais de um anuo, e ati
esta data n.io lem dado rumpriineiito.
atacadores para cabello de menina, e conrertam-s*
quaesquer obras de.ie ceueru : na loja de lariaru-
soeiro no paleo do Carmo, loja do sobrad* da es-
quina que volta para a ra da' TrinrheirM n. 2.
Vende aa una rarrora para 2 bot, asada, por
' prreo muito conunodo : na r... heira da rna da Flo-
1 rentina.
'


|ig-gfvr.,^^X^/'>^^r.:.r.f;./^ ;<>. >{ '.
GRiOT FARHI5A |
DE *<
CHAPEOS SE SOL,
CURIO V'IR'MB LO S8 0 9 JULHO .8i6

LIO.
A CIDADE DE PARS,
soimiiim
DE
M>>
b<
%irt.
9m

'lilJtlIfiUllll'iiv

O abaixoassi^nado, participa u seus numerosos legut'zes, e a o res pe ha ve l publico tiesta capital, que inudot o seu estabeleci ment da ra do Collegio n. h, rara ,!(>
u. 4, casa nova o p do arco de Santo Antonio, onde contintj a tersempre un completo sortimento de chapeos de sol de todas as qualidades, tanto para homem como nan 2SH
grande aortimprfto de roupa feta, perfumaras, rticos ara vigeai, e o u tros mu i tos objectos (ias primeiras casas de Paria. ennora,
Cobre-s/erconcerta-se toda e quaiquer qualidade de chapeos de sol com milito asseio e promptido. Todos osobiectoa uue se achareui ueste novo estnhe.ec
inenospreyo que cm outra qualquer parte, sendo un: so proco para todos. Recite 7 de jullio de 1836. .'. Falque.
cimento sero vendidos por
Vende-se lAom e moilo acredilado rape Joao DAfn... .., A,. XI,,. i..,.
Paulo Cordei^. da fabrica do Kio de Janeiro, rap! tVCniIft 1 Id UO illO II K.ll O .
este liem aceito pela ana boa composisao, e HH- i w Jpnoj,;,,, J ra ,1., &>itIn.V<>
raelhar-seao de Lisboa, pelo seu aroma agradavel ; no aeP0*,t,, tla 'ua <" seiizala-Vi-
vende-se de 25 libras para cima no deposito da ra ; "'a n. lio, vende-scassucar refinado de
da Croi do Recite, casa n.17 ;eemretalho as li- superior qualidade, de arroba para cima,
brai, nts loj.is seguinles : bairro do Recite, roa da ;
Croz, Fortaiialo Cardeso deouveia, ra da Cada, I
Jos Gomes Leal Janiur, Jos Fcrtunato da Silva
Porto, Thomuz Feraandes da Cunta ; becco da Ca-
ciba, Antonio Ramos ; Santo Antonio, ra do Quei-
mado, Manoel Jesquim Candido Teixeira ; ra lar-
ga do Rosario, Manoel Jos Lopes, Manoel tioncal-
ves Barros ; pateo do Carino, Jos Joaquim Ferrei-
ra de Sonta, Joaquim Manoel Ferreira de Souza ; Riii (VciltP \i\ I I v psi muiit/i
San Jos, roa Direila, Bemjamin Franklim da Cu- *-"" 111*3 UO UlYai UO.
nlia-. Ba-Vista, aterro, Joaquim Jos' Dias Pereira.
i\a loja das seis
portas
Bom e barato.
Corles de cambraia lisa com 8 varas e mei.i para
vestidos de 2 e3 babados a tres mil n. o curte, ditos
de cassa pintada de lindos goslos com 7 varas a ciu-
co patacas, ditos de vesudo de cambraia com barra a
dous mil rs., camisiiihasdc cambraia bordadas para
senbora a cinco lusloes, collariohos de lindos gostos
para senhnra a pataca : os presos convidam, e o
dono da luja quer Iroca-los por diuheiro.
Coolinua-se vender manteisa ii.gteza a 800
960, abajada noultimo navio de Inglaterra, ese
vende por este preco por ser comprada ao inesmo
consignatario ; assim como omina de encommar a
!-? a arroba, e em (ibra a UO, cal de carur,o t 180:
na taberna da ra Hetforlas n. i.
3abao preto
ab.- '
3o
Loja ida boa te.
Ja veio o sabiln preto, c vende-se sBMDle ua ar-
mazcm de Jo2o Mirlins de Barros.
Ao lado da igreja da Soledade, esquina de Jolo de
Barros, taberna, vendem-se gneros muito bons e
baratos, como sej.m : lincuii;a do scrlao e do rci-
uo, que:]os os m.is novosdo mercado, manteiga io- i .- ,, r
glezJd.WOalsldO, dit.franceza a 500 rs. e 640, >'> da Cru/. n. 20. pr.metro an- ,'_tadi. faze
banb.Me porcoalva a tiill, vinho de mesa. Lisboa a dar, vende-se
560 e UO, dito Cele a 560, Figoeira a 640, Porto gardas de Hous
\ ende-se panno preto e a/.ul, lino, fazenda muito
superior, prova de limo, pelo baralissimo prero de
:t>>00 o covado, a paca prela muilo filia a 640 e co-
yado^inerinselin fazenda superior para palil" a
nl3o prelo muito lino propno para
ado, -i'iim ptelo inacao, fa/.enda
covado, grosdeuaples preto muito
-~ o covado, superior sarja preta
0 o covado, | tmre/,i preta muilo
lado, corles de cohetes de gortu-
-^^- .. mu n \j cin- i ~ 'vm iii'iii'iii iiiiiiiK iiii i
cha' preto, Absinthe, espi-, T\At b,u".,ospTdVt.m' '
1 ... r" Ide purohnho a lbel!S440a v
lUS Lanos, espartlliHM paradecoredemuitcTboniios padnu
! t-5600o covado, c
vestidos a la o coi
I superior a 23000 c
I lino para vestido i
' hespanhola a 9:
J fina a 800 i, oe
da miiilu boa a 2j, cortes de fos-
ln un trancado branco
v.ra. Iirins lrani;.dos
800 rs. 18000. cha bvsson a 9800.2*500 e 28000,, ~" "" ,'-----" -"""'" ?T' ""u" f""'" i 'iR" ae mu"a. D0Jnl,0S Pllr"e "e puro linbo a
dito preto e herva malte, pansas, bolacl.inba iogleza |ieservar do cholera ; ludo por preeo | W* a ,ara- <*ilj ditos lambein de bolillos padroes
de ararota, doce, e biscoitinhos, massa*. etporiHKe-, com modo. \ rr r,?^' vara' ,rnC-do pardo tambera de li-
te, charutos nnos a :. 25500 c 2s a caKa, bilheles! nho a 00 rs. a v ira, dito liso largo a 80, gangas
de loleria muito baratos, emuilos ganeros bons por I I A!ft -Ifc -^.^-1______________I *^*!j!'m aqoadros. fazenda muito superior
f lilll.l llrl lllllll */l a^ne3bt covado, ditas de cores escuras de qui-
I*"*,!** "" !'"* ^*J<* I dros elistras.de muilo bonitos padrOes para calcase
',, j.n ,.j.. ... Pa|i'"S a 600 rs. i covado, cortes de calcas de bonitas
ra do ras^eio n. ;i, veudeni-se para acabar, cintas
1 lindas, padroes escuro* a MI) e 160 o covado, bnns
de liolio cscuros a 200 rs., panno lino azul grosso a
28 o covado.
barato preco.
j\a loja das seis
portas
Em frente do Livrainento
Kiscados francezes de quadros grandes com quatru
palmos de largura a doze violen o covado, cambraia
lisa para vestidos, a pataca a vara, cassa pintada a
niela jialiicd o covado, e todas as mais fazendas por
precos menores do que em ootra quaiquer loja; e
para isso est aberla das 6 horas da rnanha at ai '.1
da pf ite.
Fe i/a o inulatinlio e bran-
co de Lisboa.
\ ende-se 110 armazem da travessa da Madre de
Dos o. 15.
Rclogos.
Vendem-se relogios suisso ab todas as
(|ualidades, tanto de ourp como de prata.
ditos galvanisados eoleado : na na da
Cadeia do Kecite n. 18, na mesma casa
liatambem meios chronometros.
Vende-se.
Anda existe urna porcodecaixas com
excellentes velas de carnauba pura de U
c8 por libra, ciiegadas ltimamente do
Aracaty, por precoscommodos, assim co-
mo tambem se vende por prero commodo
urna pequea porrfiode cornos de cabra :
a tratar na ra da Cadeia do Reci n. 7,
casemiras de alsc dao, pelo barato prero de 19120,
nrirozitihos de quadros de puro hubo a 240 o covado,
panno de linho riuito fino a 6i0 a vara, peitos mni-
lo linos p.ra car lisa brancos e de cores a 400 e 500
rs., camisas de rj eia milito finas a 18 e 18120, luv.s
prelas de torjal mra seiihnra, fazenda aullo supe-
rior a 800 rs., d tas de sed-a de todas as cores para
1, pelo baralissimo preco de 1a200 o
le Escocia para meninos e meninas
ios de filel muilo bonitos a 18, ricas
prelas e de cores a 18, meios lencos
homem e senhor
par, ditas de lio
a 00 rs., lencin
grvalas da neda
de seda para grvalas a 600 rs., ditos pretos multo
bons a I -, peras
de cambraias de salpica* com 8 va-
i\a loja das seis
portas
i'm frente do Livraiuento.
Cassas escocezas a doze vntens o covado, e pinta-
das a meia pataca, risca.lo inonslro a dous lusteso
covado, cassas bordadas para cortinados e babados a i
pataca a vara, corles de cassa com deteilo do cupim, | PT"0 ?
lendoll covados o corle por dez lusloes. lencos de ".TP
laa para pcscocodeseiihorase meninas a pataca cada 1 ^r;,"re''s ""l"bol"il 400 rs., chales de
un, lencos bordados a novo porto pm u,a^,.!W",0****** 'de"" Pdrte 800r., nsca-
nlioras a dez tusloos cada um, mtias linas para me- ""lus !""'lu '" S e de mu" bolillos padroes a 160
ninas a doze vinleni. ElU a loja aberla das (i horas "f"*.' ."' '' l'.".t! "* mu'1" linn '"'" v,rai
da manha at as '.I muito boas para
lo'lina rom um
prero de 560 a i|
raucos e
Loja oa pobreza.
Na ra do Passeio. loja 11. 9, vendem-se corles de
calca-escuras e minio encornados IOOO, dilo* de
brim de linho escuros a 800 rs.. ditos de brini branco
a 800 rs., corles de colleles de fuslio de cores a 700
M., ditos de cambraia branca o de cores a fSOO, di-
tos de cassa chita linos a 2-, diales brancos a 640,
ditos de laa e seda a 39500, chapeos de sol a 14500 e
2?. peras de madapolilo a :t?, :ls500, 4s, .>500 e 58,
chitas linas a 200 rs. c 220 o covado. algodo azul
urosso a 220 o covado. e oolras muilas fazendas, que
nilo se pode mencionar por falla de lempo.
., M H'iHK Klil)
A 16,000 rs oeento
01 deposito das bichas de Haiuburgo, ra estrella
do Rosario 11. II, lurnou a rccetier nova remessa de
bicha de llaubur^o pelo rapo' intlc/. kAvod, que
passou para o sul ; vendem-.-e a 1 1 o cenlo, e lu-
gam-se a 320 as grandes, e 200 r. a menores.
Calcado muilo
barato. .
Vende-sena loja que roi.de Joaquim
Mijitodo A mu ral. todos os ob cotos all
existentes, constando de sapatos qualidades, courode lustre, ma
-- Vende-sp a/.eilc dec C a sarrafa d ...Mr-. : na ra dn Brutn passando o
cliaariz primeira casa que tein soMo cucaruad pela
retaguarda.
Para
ras que
as
"Ostain do
barato.
senho-
boi e
Relog'ios
coberlose descoberlos, pequeuose grandes, deouro
e prata. patente inslez. de um dos melhures fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
slez: em casa de Sonlhall MellorA Companhia, ra
do lorros 11. 38.
Cobei tores de laa hespa
nht s muito encorna-
dos e grandes.
Vendem-se na ra do Crespo.loja da esqoiua que
\ .na para a ra da Cadeia.
Heloios de patente
iii;lezesdeouro. desabnete edevidro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
na ra da Gadeia
36.
be/.
iii'oquiin
/.erro, ele, ludo se vende burato por, con,,ecida ,ojil de roidezas da boa fama n. 33.
iiquidacao que estio piocedendo o*ere- g .
doresdo dito estabelecimonlo. Lindeza para Vest idos
ras e meia a SU 10, e S(0 a vara, .lilas adamascadas
Vendem-se ricos pentes de tartaruga para alar ca-
bello a (9300, meias de seda de cores muilisimo lin-
das para crianras de um mez a um anuo, pelobaralo
preco de I^SOO o par, lencinlios de relio/ de todas as
cores para senhoras c meninas a 1?, loucas dfe laa
para senhoras e meninas a 500 rs.. camisas de meia
para enancas al a idade de um armo a 500 rs.,
meias branessde algodo para senbora muitissimo
linas a ."illil rs., .lilas brancas e prelas de seda o rae-
llior que se pode encontrar a 2se 23500 o par, ricas
caixas para guardar jolas a 800 rs. e 13, caitas mui-
lo riras com repm lmenlos nicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo prero de 2s50". 35000 e AllgUStoC de Abren
,18500, iravessas de verdadeiro bfalo para prender f bh,j' Rmlanm.
cabellos, pelo baralissimo preco de 1, ditas de lar- 1L> '"
lamia a 39500, ricos fiques com plumas eespelhos e
piolaras linisrimai a 2.3, pentes de bfalo muilo linos
para tirar piolhos a 500 rs., lesouras finitsimas c de
lorias as qualidadrs, riras trancas de seda de todas as
cores e larguras, ricas filas de seda lisas e lavradas
de todas as larguras e cores, bicos de linho fioissimos
de lindos padroes e todas as larguras, ticas franjas de, K,SCiUJ0 furo e minio larso. proprio para roupa Aft j
aleodo brancas e de cores proprias para cortinados, rte escr""s a 160 o covado, colchas brancas adamas- 2
e oulras muilissiinas coasas, qne ludo se vende por ""asoejnuilo bom g.i-lo a .>, alnalhadn adamasca- Vi"
rio com palmos de largura a IS600 a vara, toalbas V.
de panno de linho alcoxoada e lisas para rosto, as j*
mais superiores que lem viudo ao mercado, ditas 1 5'
para mesa, suardauapos adamascados e oulras mua S',3
las fazendas por prero commodo : vendem-se na ra 1 i-'*
j do Crespo, loja da esquina que volta para a ra da
Attenco
quali-
qne ludo se vende p
to baralo preco que sos propnus compradores ser-
'; vir de admirafao : oa ra do Queimado, na bem
Em casa de Ralx'Sclimettau A C, ru
da Cadeia n. 37, veode-si':
l m grande sortimento de vidroe de cs-
pellio.
Relogioi linos de patente ingle/..
Ditos rlitos de patente suiso.
Con ros de graxa.
Ervillias seccas em garra(i>es.
Vinho do Kheno superior.
Conservas alimentarias de boas
dades.
1 udo por [ireco commodo.
-Metal ainarello para lorro.
Cabos da Rumia e de Manilha.
Lonas, brin/o e biim de vela.
Pixeda Suectt.
Cemento amai ello.
Vinho de Champagne e do Rheno. S-
Aguardente de Franca. -
Pianos de armario de modelo* no- *
vos. ^
@ Armamento de todas as.qualida S

oca c tintas

.*-
v
%
Al
Je lir
cortinados a 123. cambraia lisa mui-
vara de largura, pelo baralissimo
ara, leucos de cambraia muilo linos
com barras de cores a 300 rs., lencos
Ya loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
Noves riscados francezes de lindos padroes a meia
pataca o covado, paupolina de la finissima a duas
patacas o covado, l,i,i. de quadros de ansio novo a
duas patacas o covado, dulas escuras de tintas sese-
ras a meia pataca, e de diflcreutes cores a seis vi-
leos, lila prela para saias e mantos a dous lusles o
covado : vemte-se barato por querer acabar com
certas fazendas.
Superior farinlia de mandioca em
saccas.
Vende-se quaiquer porreo de muilo boa farinha
de mandioca, chegada ha ponco de S. Malheus, a
ing ezes de pa-
tente, j
os melhores I ihricados em lnglaterr.?: tm casa de i
Hcnry Gibson : roa da Cadeia do Rerilen. 52.
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultima- Cadeia.
mente de Franca, pelo baralissimo preco de IjOOO o __ \ enileiu-se
va lude lino esa po,
ein oleo.
Pedias de inarmore para
consolas.
Pajiel de peso ingle/..
mesax e
J Clucotes para ca ros.
covado. Esta lazenria he de pura la sede,
seus padroes sao os mais bonitos que al o prsenle
tem apparecido no mercado : na ra do Queimado,
nos quatro cantos, loja de fasendas da boa f 11. 22
caixascnm vidros para vidracas v!
Jilo de flore, a $280, meias prelas de seda para se-
nbora. raieoda uuito superior a sopar, Jilas bran-
cas mudo linas 1 :1o o par. ditas brancas de also lo
muito lina a 2J0 e 320 o par, ditas brancas muilo
finas para meni ios e meninas a 2i0 o par, e abni de
ludo isio nutras moilissimas fazenda. que a viall de
siins boasqualii .des e baratos proeje, lie qna h s^
nbores fieguezi s, amigos do bon>e baralo, couheess
rilo o que he pe chincha : na ra do ttueimado, uo- I
qoalro calilos, la loja de fazendas da "boa f n. 22,
defronle da loj de miudezas da boa fama.
Lencos de cam-j
braia de linho
A 520,
icca : 00 escripto- I ta Para a r"
400, 500,
Cada um.
e 640
loj.de111iuden.cJe Antonio Lopes tm+WttJttKS&iiS: Z3Z\ FazeildUs
ra de Mello & C. | maiem Jo Sr. Pacheco 110 caes do Hamos.
Vendem-se 1 a ra do Crespo, loja da esqoiua que
Na
n.
>V

if&i
Vende-se por atacado urna porra o de', ^*
esteirasgrandes de Angola,;* 1$80 cada S
urna, e pal I ia de Angola a 1S0OO o cen-1^
to: no aten-oda Boa-Vista, taberna n. 80 g Palitos, s pao fino preto, forrados de
ua do Crespo loja amarella Ai
\, de Antonio Francisco Pe- JJ I
reir, vende-se '.-
da Cadeia.
pur
nos db seu va
de 4 portas
Queimado n.
ROS!
J.-V ^.r^ ..>.....,. A sed.a C0lnSollade velludo, aOjOOO.
?iir""> '.(^ '.>"<....*".'".. ;' ."sobresacas de panno fino preto, o
Vendem-*e @ : :' bem acabado possivel, 309000.
piUrinas de filo e cambraia berda- .;.. i& Casacas de panno fiuo prelo. a :M)5(KKI.
.; Colleles de setim e gorgurSo preto e de co-
?SP fes. a GfOOO cada um.
^ Paliicis Je sarja prela de seda, a 23000.
Ditos de seda Je cores, a 129000.
Ditos Je bramanie branco de linho, a
*:, da para hombros de senbora, cada orna pila-
S* ria tem om par de manguitos de uovogos- "^?
g to, a 108000 cada orna. H
t'.ollinh. s de cambraia da India bordada .'. ^
para senhoras e meninas, a 1- e 23000 ca-
da urna.
Saias bordadas com tres babados, de mu-
rim francez, a 33500 cada orna.
Komeiras de reros de diversas cores, pa-
ra senbora, a 5,3000 cada una.
Sedas lizas e de quadros e lislras, a
fiiO rs. cada covado.
:
-.
, ti^rOO.
tj,\ Dito de ditos pardo de linho, a 5}000.
3t Ditos de melim com lislras de cores, a
fef S500.
5 Duxias de carnizas com peito de linho. a
15.3000.
.-.
::
*
-:::
--.
mu
lor,
na ra
10.
10 me-
na loja
do
Esislem nes a loja as 1,1/enda- da loja da ra do
Crespo, que fr ram arrematadas, e se vendem por
muilo menos d i seu valor, comoseja
Madapoln enlr e-lino, pe^a 23800 e
Dito lino de jar la
Dito muilo "tiii. com 35 varas
Bagaite le linlt > moilo lino com 10 ', \ar
l'lalillia de linh 1 superior de 25 varas
Algodo de 20jlardas
Dito bom amer cauo
Chit.s orilii.anas, per;a
, Dilas de cores fuas.595OO e
.' Cambraia fina
Dita muilo sup irior
Na loja da boa faina eiicoutra-se seinpre um rico
sortimento ov perfomtriaa de indas as quadadcs,
sendr. seu autor o melhor que ha cm Paria,' riqrji, '
mo frascos de extractos muitissimo linos, pelo ba-
preco de I200, IJ.500, 2a e 2-3500, jarros de por
lapa delicados e de modernos aosios com baoha fi ~
reza moilo lina a 23, frascos cum esscencia de r< "
320. paos de pomada trance/a muilo boa a 100
frascos pequeos e grandes da verdadeira i:u
Colonia do Piver a iSO e I^IKM), sabonetes finos e 01
diversas quali lades.ps para denleso melhor que P'i-
bomeiii e senbora a (X). 500 e, 000 reis o par, ditas de baver, e oulras militas perfumaras, que se ree-
ditas para meninos emeninas a 100 reis o par. lavas ^em muito barato: na roa dot.tueitnado, na bem >'n
de seda ricas de lodas as cores e bordadas, com ahecida luja de aniudezas da boa fama n. 33.
guarnirao, para senbora 3)000e39500 reis o para 1 ___ Vende-BU
e nutras mais qualidades de luvas, ludo na ra! 11 '
do Queimado ua bem conhecida loja de miudezas de "
boa fama o, 33.
LUVaS par homens e se-
/NHORAS.
\ eudein-se iperiores lovas de pellica muilo novas
para homem C senbora a 19280 reis o par, dilas de
-oda moilo boas e sin dtfeilo algum amaiellas. pre-
las""? brancas para lioiuem e seiuiora a I3OOO reis
o par. ditas pulas de torcal n, .111. boas a 800 reis o
par. dilas de fio le Escocia brancas e de cores psra
Ferroen barra, verguinha ecliaiw.;
Lomos de lustre.
Vendan-te "o ummm de C. J. &
Asllev iVC. 1
Venaero-M madapoloes finse de oulros. rom ,;.r, .,..., -. ^ (
^ldunKillB fk U illa PeqUeno '"'l-e .1- a^nr.n jpor grefos moiti bara- 1 &tt-&XZrj\.::':-&-g!&&%!&&e
i ei 111 ni a ras (icinS:l,.rM:b(,,dt,1.\,ih.M,,ii,|IIimiiI0inJ,,1., --
ni ea.sa de ft. Q. Bie-
f>er & C, ra da Crna
n. 4, vende-se
Vlgodiio para saceos de asauca.
Dito trancado para ditos, a imitai^o do
Ja Baha. *
IOID
agOStO
vidrosue bocea larga com rolhas do inesmo, o maior i
sortimeiiin possivel: em casa de llariholomeu Fran- ;
cisco de >uu/,i. ra larga do Kosario 11. 3li.
prn
Moinhos de vento
com bombas de reputo para reaar borlas e bai -
xa de capim : na lundicande D. W. Bowman.
. na ra do lir m os. 6, 8 e 10.
Gal de Li.vl>oa.
Vende-se orna porcao de 1
por baralo preco
rclaV.,o
arrisiunicaldc Lisboa,
3> o barril 1 na roa da
500
Meias de laia pa-
ra padres.
rna do Queimado, na bem conhecida loia de miude-
zas da boa fama ir. 33.
CARTAS FimsiMAS PAR YOL-
C. : no caes da
Paula LopesJ
AJfandega
Vendc-secal de Lisboaultimamenleebegada,as-
-ncoinopolassadaRossiaverrladsira: Dapra<;a do
-n Sanio o.11 -
TAIXAS PARaTeXGEMIO.
o muito superior baca- Ra fundipao de ferro de D. W. Bowmann .
IS.SOOO rs. por barti-, ra doBrum, passando o ohafariz, contina ha-
arma/.em de ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e batido de 2 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por preco commodo e com
promptido: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C
Vendera-sei>ianosvcncaesingle/.es, de elegantes: W. da Senzala^ova n. 42, sellins inriezes. chi-
\endem-se superiores meias prelas de la.a para modellos e eicellenles vozes, fabricados por um do. cotes de carro e da montara candi.ires c.v,s
padrea, pelo baralissimo preco de 1)600 o par: na mais acreditados autores, preciado naexposica.de henn,.!^ i V ^ ^
r. ^n....m^ .... onJres. noarmam devRlls(roll KookP K.Com_ ;bronzeados, relogios paiente mglez, barra de gra-
, xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
jfio de vela, chumbo de munieao, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
Pianos.
Corles de calcha
Hilos rlerdila pij
de casemira de cores 39300 e
ela 393OO e
5* ""'" ,le. """_'"> francez. a 228 e 303000. $ Colleles de selii 1 prelo maceo 9*500 e
ride naples lizo Torta-cores, com pe- "' ^ ,JSm* d p6'l0S de lin,", para camiz,s' -?S I
iannl',^1,. ,lam,r i ,, ,i 1.1 -----1 n...^n .'. 113KH1.
queno toque de mofo, a I-3O0 cada covado.
Chales de seda de cores com as ponas .
bordados, a 88 e IO3OOO cada um. %J
Lencas de sarja de sedada India, a ISOOO ,';
cada nm. S
Uuzas de lencos de cambraia de linho. a **
53*000, servem para senbora e para homem. \\';
Alnaca liza e de quadros de algodo e \\
seda, a 500 e 320 cada covado. "; ;
Na ra do Crespo loja amarella 11. 1. <$
i 4*-.;;...'. ..
o i
liXO^f
Atleoco!
>o deposito de pianos
d ru.i Nova o. '/.esqui-
na da Cambuj do Cetrino
encontiMUi-tt*? Da mais ri-
co* e melliorvs piano
que (em apparecido ueste inercadode (orina du ai -
maro, de vo/>^ superiores, conslrucro nolida, e de
gustos mais modcrnu> potveK, os qu.ies se ven-
dem por muito em conla ; o propnelario do esta-
helecimeoto leudo de concertar e organizar a casa,
e de fazer urna via^em a Europa, assim nao poden-
do conservar em casa <> iuslrumentos |ior mais
lempo. O estabctecimenlo esla aheito at *s K do-
ro da noite, para a commdidadc das l,imil!-- (pje
tuieiem ver c ciperimeutar o iu
ino ii'in alBUUi pianos ein segunda mai
'.* muito em cunta.
BDKrarPHIjS-1
BCANA.
FABRIC4 A VAHHt.
Velas e snba o.
Calcas de casemira bordada, ultima roo- *
grg da, ciiegadas nu ullimo navio de Parir, a -*'.-
#a x-jooo. ;;
X E oulras mullas fazendas de linho e seda jP
ir todas ile gnslo e por barato prero. 98
Vende-se um lindo crinlo de 21 annos de iila-
de, sadio. rnbuln e sem vicios, he ollicial de cara-
pina, cm cuja arle desenvolve rara habilidade: pro-
cura-s na ra da Cadeia do Kecife u. 12, escriplo-
rio de Bailar t, Dbveira.
VINHO IK) PORTO GENLINO.
\ ende-se ptimo vinho de Porlo ein harria de
quarlo e oilavo, por preco razoave: na ra da Ca-
deia do Recite n. 13, escriplorio de Bailar \ Oli-
veira.
I ARI.MIA DE MANDIOCA.
\ ende-se por moderado preco encllente farinha
de Mamanuuape em sacras do dous alqueires da me-
dida nova : na ra da Cadeia do Recite 11. 12, es-
criplorio de lialtar & Oliveira.
Vende-se una escrava da Costa le lodo o ser-
vido, assim como a taberna da ponte do HanguiollO :
a tratar no caes do Ramos, taberna do Retiro.
Na rua do Vigario n. 1!t. primeira andar, ha
para vender saperior cal virgern de Lisboa, desem-
liarcada boje do bri-ue aConslenieu.
s lamilla, que ;-;;'-.-;;,.-v^.-!.> _.-., ^^.j,... ... ... ^ _
sinos : ornes- S- ''. 7tr Wv.j .t"..;-.,;v";3
oeporprc- J'hc'h V. C Mllss
fran
quadriuhos. cov.do
cores, trancado, vara
! cores, o covado .,-mi e
croas para bomeiii
I ir i 111 linho, d
Dito dedilo de
l'annn prer. ed
Maros le meias
DilOS da ditas b ia-
Ditos de dilas iperiores
Ciirles de vestid o de seda 169000 e
Chitas de cores sorlidas, invado
Chales de mu i de cores lisos e i'ciu baila
Cortea d
Dito de chila
Cila frauceza,
L-biU
ari'a franre/a.
ara, covado
Meias linas pan senbora, duzia
(iravatas de coi
Alcodao tranca
Dito alistado, c<
Lencos linos de
do com diohe
3-sOOO
49K00
I39OOO
138000
I3>000
151120
.I7OIH)
ISIO,,
69OOH
'l.VrUO!
38000
-sioo
69000
3-3000
200'
6101
385001
i5'."2:
Vendem-se superiores carfH l'rancezas para volla-
rete pelo baralissimo preco de 500 rs. o baralho .
na rua do Queimado. na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama 11. 33.
Bonecas irance-
zas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas francezas, pelo
baralissimo preco le. I3J8O e l>H00 : na roa do
Oueimado, na bem renhecida l)ja de miudezas da I
boa fama 11. 33.
de
pinina, praca do Corpu Santo.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, rudaSenzala-No-
va n. ^2.
Nesieeslabelecimenlo-onlina a ha ver um com
Vende-se cimento muilo novo chegado emll
_ I de maio p. p. de llamborgo, por pre<;o muilo em
conla, a visla da qualidade ; lauto em porco como
pelo sorlimento de iioendas e meias moendas' em barricas
para enpenho, maolmas de vapor e taixas de
ferro batido e coa>o de todos os tamanhos para
dito.
Vendcn-se ttineis, pipas e miarlolai
para dislilarfo, as quaes foram de azeile de peixe e
depois, de atoad, arqueadas de bens arcos de fer-
ro, proprias para deposilos, e garapas de dislilacao :
a tralar rom Joaquim Lopes de Almeida, 011 com
Antonio de Almeida (ornes, rua do Tranicbe n 10 Vendem-se libias de linhas de boa qualidade n.
_____... ....a.._ ",ll l,,l "--i a I.-1UI lilas muiln fi,,s. Aa .. liui.
mas : no srmazem de materiaei _
ruada Cadeia de Sanio Antonio n. 17.
A boa fama
VENDE MtlTO BARATO. COMO TODOS
SABEM.
Vende-se
s para lioinein
lo azul, o covado
vado
chila e ganga
.NKHI
2O3OOO
100
TOtKl
196OO
2-NKIO
200
3850(1
6W
160
jfj
. chalv di quadros de bonilos padr-ie
"' !KXI r. o covado, dils lisos de "
chales de merino lis
Bitas cores a
roa do QaMniido, ais quatro ramos, loja de laxen
ilas da boa fe n. 22, defronle da loja de miudezas da
boa lama.
scguni^r andar.
_ t'111 completo sortimento de bordados enmose-
jam. camisetas e im mansas, collariohos, peililho*.
msieiras. camisi s, coifnhas e pelerinas ; i.rnlrem
l.-m um complet isorliineni^o de ricas llores, enhiles
para checa, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
de linho: na rua| da Cadeia- Velha 11. 21, primeiro
indar.
Loja da boa fe.
cl>al\ di quadros de bonilos ps>dp)ef
ado, dil)S lisos de bonias core-1 a 720a .,
nu,, liss com franja- ,le retro/ de bo- "-. 'n;Se "'' ruPe"'"l1a do Rozarlo n. 11, no de-I loesdemadreperol
59. dito, rom lislras ,le serta a 75 : na Pl""' ''' *a"="fsu-"; hamhurguezas, os objectos I a grosa. bolOcs muil
nado, ms quairo cantos |ia le fazen- 'VI ,"ova"":n'c chegados : 2rosa, livelw doura<
l'or intnns; do que em nulra quaiquer parte
\ ende-se o sito rom casa de obrado do falle-
cido George Keowor.h). no locar de S.JosedoMan-
guiuho, com arvorecosde fruclo e mais bemfeilorias
que uelle -i acbam, leudo as Ierras do referido silio
proprias: quem o pretender procure em casa de Sa
E oulras umita fazendas por baralissimo preco : sen- *a '! 2.
200 ; muel P. Johnston i Companhia, rua da Scnzala No-
ra visla.
m
/- melhor qnalidade a 100 rs. a libra, ein ca- !
R D A DO B R i
Vende-se nesla fabrica sabao
M.
branco

la

lili ANDE PEC1IINCIIA.
aCemi.es.
tirando sortiriienle, e por preco baralissimo a 158,
20-". 2-2 e 218 a duzia, dilas de hubo a 321000, meias
de algodo erm s a duzia 33. ricos corles de escoce/
de seda a 129, cassas pintadas linas a 320 o covado.
lindas casas e i hilas prelas. e oulras mullas la/en,las
que se veudeiu por hartos presos : na loja n. 16 da
rua do Crespo, ilc Adriano ('v Castro.
-- Vende-se urna das melliores casas terreas da
roa Aogusla: ia rua dos.Pires |unlo a eaiva d'agoa.
l>a loja de Imadame Rotr. rua Novao. 5H,
se arhain cha pus de seda para senhoras, .tilos de
palba para mei mas, bicos de linbo, saja- le dina
muilo Moderis, lilas le velludo prelo de Indas a<
Chc'O'.i afina
199
Cortes 4e casta franceza linas pelas,
pelo baralissimo prei;o de l.sKOO cada
corle: :ia rua da Cadeia do Itec'e n. iS.
'otassa e
\endi-se potasa e ral

ce/as. :-.\
\ ciidcui-se palilos e obre-casacas de '.''.
^ brim de linho a 38000. ditos de alpaca a 7. ;.f
7? e 89000, dilos de panno lino prelo c le co- $\'i
A es. fon.idos de seda e da ultima moda, a ,'..
W? 2^ f "la., a 2.8, 2H3 e 32J000 a duzia, aberturas '"'
!; de linboa li-IHIO a duzia, colarinhos de li- ;''
n "'"',a 28000 a duzia : na rua Nova, loja
X&XO.[} 0:~KQOQ*00 "'Sania
C xas. As' amostras cnco.rauHse no esciip- l\.Zjr1?2Zr?fmS'*!22* L*8"0 U!* j" ''
W lorio da roesma fabrica, roa do Trapiche ... V ,,', .,' do(l%. Ja' T,"" ",,,u ^ : frentt! d l
10. primeiro andar. ""'"tm 0 Cal,"a fs da UfaBdagl n. I.
ftX$vXQ%Q -3 OOOKOZ* IcT- ^.T 0.m.sili0 na.T'"- *" a pon-
qualidade-, en e.tes de cabera, luvas de csame
expelas da flor
llores, e ludo n
de lili, lavra
mangudos para|
-- Vende-ai
do : a fallar n.i|
Karin
\ ende-se
com Nov
raes
de I cboa, bastante grande, que lem dous mil pal-
Na ma do Collegio, loja de la/en-!mn".,-'po,.":0.?,ais,",n"'no' de frcnle, a marsem do
das
lislra
roupa
rs,
a 800 rs., dita de brim a 000 rs., camisas de lgodao
le lislra a 800 rs., alpaca de quadros propria para I Vendem se hlalas muito novas, ciiegadas pe-
vestidos d prela a 200 rs. o covado, chila a lo,''" ullimo navio da Europa : no armazem de l'aula
IW), 180, 200 e 220 rs., e oulras fazendas por preco fit Sanios, rua do Amorim n. 18.
Vendem-se
commodo.
jKni casa de n
CM rua da
vende-se
Cemento romano.
Farelo.
Vinho de Madeira c
. O. Bieber
Cruz u. 4,
sacras com farinha de boa quali-
dade e m..c!icns pre;os : na rua da Cadeia do Recite,
loja de ferragens ... 56.
\ ende-se cera de carnauba,
Bolaebinha de s
Dtla de Lisboa
Dila hamburguelta, lata grande
Dita de ararula dita
(ueijo londriuo a libra
Presunto para hambre
Toucinbo ingles
Amendoas conftiladas efranceza- a libra
Pccegos, Peras,' Damasco eUinjalata
Biscoilo ingle/, tala sorlida
Frascos com conserva dedillerenlcs quali-
dades
Passas novas a libra
Ameivas a libra
Batata a libra
Vinho eneres ganara
Dito Itordeaut linio garrafa
Dilo dilo branco
Doce lino de aojaba caixo
Mermelada,lala He 3 libra
Boies com doce da Europa de itinerante-
qualidades
A/eite doce francez frasco
que bu no mrcalo: no nico deposito da Uaateiasingleili
9.500!
1560
8-8000 |
2-lilKl
8"2f);
>i;,o
180
18600,
cal.
lu Russia e ame-
ricana, ebegada testes dias c de superior1
ijiialiilade e cal le Lisboa da mais nova,
rua de Apollo n 2B.
ni.i.
de laranja, inania, brancas, leque-,
ais necessario para casamento, veos
ara chapeos de lulo, collariohos e
ihealro, bicos de linho preto.
milbo e farinha por preco cammu-
Irapirhe do Pellourinho. "
a de man tinca.
superior farinha de roandio-
CatharinaLg^a Imrdo da barca
n-, de Oliveira, tundeada em
piche do algodo, oui tratar
\C, rua do Trapiche n. 5,
uontinuani'sc ti
11 ll:i s I, rtnivt til.
veiitlcr .i< melhiiros
II,
uperior > lilua
Vinho de l.islma o melhor que he possivel
E oulras militas cousas, que -erie nunca
fesso mencionar.
toalbas de puro tnio por pi ero (pie agra-
da ao compra dot: na rua do Crespo, loja
Iti.
tre superior.
nilo barato, na luja .le ferragen, da
Atte
tu
primeiro ai dar.
\a loja cas seis
portas
Km lYeim?- do Livr tinento
\ ende-se inanleizi it.glcza muilo bou .1 180 clO
a libra, dila frauceri a M) e 360, e com abale em I
barris. du/i.i de tabtnetesa 180, calis liu.is para vi-
nho a 39a duzia, vilbo do Porto .-n^arrala-l.. supe-
rior a 19300, uiiisrai-l de Selob.il a I, dilo francs
a 720, e mais urna iilir.iila.le le gneros pie -eria
enfadonho menrinni-los : 110 aterro da Boa-Villa,
taberna do Maia 11. 2.
Vende-e supirior manleiua in^leza a 560,
720. 8IKI e 960, dita francesa a 60. qoeijos do reino
moilo superiores a 19800, azeitc doce .le I.i-boa a
"diO. toucii.ho dito ino rs. : na rua laraa 1I0 Ro-
sario, esquina defronle da botica do Sr. I'arllio-
lomeo.
Caf
puro a 2ifla libra :
e-lreila do Rosario n. 21.
muido
leposilo de assucar la rua
Alpaca de
ras, bonito- gi|
vado, rambrai
tos modernos
lila amarella e | quadros e lisoL
lili
rama 1.
quer parle: na rua da Cruz 11. 31. primeiro andar.
\ eii.lem-si queijos de 8 a 12 libras cada um,
es mais superiores que lem viudo a esle mercado por
serem muito novo, chegados ltimamente do Cer,
pelo vapor Imperatriz : na rua da Cruz o. 36
casa de Meodes & Braga.
das a qualida. es. em peeaa ,. a relalho,' que e
menos prero lio que
querem reduzir
em oulra qnalqner loja, sendo dinheiru i visla.
Vende-se

vas-ns pretas pnra luto.
sodo de quailrn5, de duas largu-
slos, para vestidos a pataca o ce-1 Vendem-se cassas pretas muilo linas proprias para
de seda, superior qualidade e eos- lulo, pelo baralissimo preco de 180 .-. tara : na rua
des lusloes o covado, chalv de do (jueimado, nos qual.o cantos, loja de fazendas da
.elas de carnauba, por menos i^lmm'^ \ m^n^ \JSUS Z? J^^ vnuToZl to "" ,,Cfrn'e ^ "* ""UAf"" *"
om cnmpl do sortimento de fazendas de to-
a se tu! 1.. por
oa rua das Ci'u o Ponas a. !:).
una escrava crioola de meia idade :
Alijo lao monstro.
Vende-sealiodflo com qoasi2vaiis
proprio para leucoes e, loall.as, p -I
ai
Venda-sea .
.na do Oaeiinado 11. 35, em p.irroes e a rea
Em casa le M. Galinont & C., praca do
CorpoSanto n. II, ha para vendero
seguinte:
pinlio, alcalrao e pixe da
Tabo.ido di
Suecia.
Alcalrao de
Lonas de al
Dilas de lili
Tintas em I:
Esponjas de
Cabos de Indio e de .Manilha
ludo muilo
50, 60 70 a I9IOO, dilas muito finas den. 100 e
120 tl.00, duzia de lesouras muito boas para cos-
tura a l, dilas muito linas e grandes a 15200 a du-
zia, peciolns de bico estreilo a 560, caixinhas com
agulhas francezas muilo finas a 160, caixinhas com
16 novellode linhas de marca muitissimo tinas a
280, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
nas e senhoras a 200 rs., meias brancas muilo linas
para senhoras a 240 e 300 rs. o par, meadaslide li-
nhas muiissimo Dnas para bordar a 100 e 160,1 bo-
muilo finos para camisas a600 r>.
muilo finos de ac para cairas a 280|a
miradas muito finas para cairas e col-
leles a 120 rada urna, Denles de balea moilo finos
para al.-ar a 300 rs., peras de fila de linho com 6
varas e meia a 50 rs., caixinhas com colxetes france-
zes a 60 r., carretela de -Indias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de todos os nmeros a 80 rs.,
matos com SO grampas de muito boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a 40 rs., torcidas para
candieiros a 80 rs. a dozi, carleiras de marroquim
15000 i para alsiheira com molas douradas a 600 rs., cane-
2>OO tas para peonas de ajo a 20 e 40 rs., meias brancas
: e cruas, fazenda muito boa, para homem a 160 e 200
-900 rs. o par, Irai.cnhas de laa de caraces e de lodas as
9500 cores a 100 rs. a pecioha, pentes de cintre para eli-
>180 sar. fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia. srozas de
>20 boles de loui.a pintados para camisas a 210, pec,a
23OOO i de lila llecos de lodas as larguras a 210 e 320. linhas
23000 brancas de carreteiscom 100 jardas do aolor Alexan-
196001dre a 10 rs. n carretel, linhas prelas de meadinhas.
2HK10 1 fazenda muilo boa a 20 rs. a meadinha, carias de
2"XHMI' allineles da melhor qualidade que ha e com 95 pen-
tes a 110, penles abertos de balea para atar cabello,
fazenda muilo boa a 29600 a duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas a>de core a210 e 320
o par, gro/as de fivelas para sapalos a 560. calilnhas
envero.-ada- com palilos de fogo de velinba- de boa |
700 qualidade a 121), dilas de pan com palilos de foso de
acabar se boa qualidade a 20 rs., ca.vas com 50camuha le
' phospliorns propriamenle para charutos a 320,
I casles mullo bonitos para bengala a 40 rs., sa-
. palinbos de laa para c.iangas a 300 rs. o par,
tranceln- preles para relogios, fazenda minio
boa a 110, escovii.l.as muito boas para deoles a
100 rs. Alen, de lodas estas miudezas vendem-se
oulras muiliasapss, que .. visla de suai tinas qua-
lidade' e baratos presos tem causado adinirai;ao
aos prnprios compradores: na rua do Qoeinia-
do, na bem conhecida loja de miudczas'da boa
lama n. 33.
(a
O. Bieher
Cruz 11.
Lonas.
BrituaJo.
Feroda Suecia.
ircanopara pinilieai o assu,ar d Ma.
rengw do Dr. Stolle. com o methodo em
li-gua portugueza.
Em casa de N.
$* rila
4, vende-se
l'ianos ftrta das melhores fabricas da
Allemanlia e de moderna construcrao.
v 2 LOJA DA BOA FAIA
d-ta, co .rmaco ZZZ7 'rTT'
com armacao de bfalo a .500 fei- S ''" '""
co de metal branco loo nSvZTtSl "*"
armacao de lart.rug. com 2 "nr ^tiSL?-- ""
co. Cucles para c.,.U.d.'ES!*-*****-
baralirsimo preco u 800 reis rada ^J^
aUcadores
ec.de
seda muilo bonitas a lauoo re.s. bo,^ *
'- para e.sac. pelo laataSS
pensnos linos de borrad* a 400 rei.
penles muiissimo finos para antaaa a
inui.o lina, para cabe|,P. Z!T!* ++*m*m
caixas de metal muilo fiV.s p, Kr',~ JR '!;
reir, escova, finissi... p.ra unha.Tsi ?
re.s, escovas para reaspa e c.belk. o aSaTSkt 1
have a I9OOO, latOu taaaa l_2r^S 1"P><>
par. barba OTei.' ulTa. df r '""T r,00f
a 39000 res, d^s'de' ttfiSZ S '"
linas. 69000. duxia, Me, fi""m2 Z
marlim o melhor que pode baver
sima
cabo oe
duzia. camisas de 1
159000 re-
meta muilo linar a 13O00 reis. ri-
"' ""'""ur.s oe roadreperula e metal nar. ala.
lele epal.lo, p.l baralo Wo de mMmZt
bn.ssimas navalhas para barba fB LtX d^I"''1
duas nsvalhas H ^^ZJXmmTlZ
tojo, ond.eiros .menc.no, muito ^-^'^
adrar zarznrEi S
de se |x,derpendurxr olfJiZ L m'7"'0a\*""
sa, pelo barato prece te7V*"T
cardar papei, a 800 tt^fZ.'2
rmacao deurada e sem ser douradrpie^btrll^-
mo preco de .500. 700 e I9OOO re.s taSmZ,^1
eo e.1',."? LV' rap* i9500 3aW r.Ts~ pe* oe
core, .te folh.. peqnena. em qn.rlo de resraa relo
barato preco de 720 rel, e e^Ua, mui.ie.S ce."
a que ludo se vende mais barai. do que cea oulra
quaiquer loja : na roa do Ow.mado el bMeSa-
cd. loj. d. miudezas da biVf.m, .,3 ^
'."".
*%Q&&
29000
9610
19000
15120
K ua do Quei-
mado n. 19,

oja de Santos 'oellio.Q.
i
lem para vender em completo e riiiasaat
..; ..... sorlimento de chales de merino lenta _
-cj bordados emo lizos. de lodas ., core,, cora i
... Irania de relr, e muilo mais baratos do '
- que en. oulra quaiquer parle, dilos ceta rt-
V..- cas e.i., a, e muito roodernai. rjelonr.ro C'A
.;,;-. decorad, om; reda.de inalSS -
S 7'.""lr ,,"'"los W" l-TOOOo covado *'
..v cimas frauceza. de pedr.ies miudinhos, pelo 9
. ;. baiatis-imo preco de 210 o covado ; .berla- L
' X. JS^f!* '"""'. a4MI00ado- V.
corles de casemira de cor mu.m fln.. ?
:s'; da bonitos
corle : as.im
padroes. a i
ror mullo finas
* .V carvao.
,odao.
lio.
las.
lupcrior t|ualidadc
\\U\ AS IMIAS AU-
dades be muito barato.
commotlo.
Kob l.'Aflerteur, \er.nifugo iuglcz, salsa de
llri-tul. pilulas veselaes, salsa de Senda : vendem-
se estes-remedios \erdadeirns cm casa de Karlholo-
meo Francisco de Souza, na rua larga do Kosario
n. 36.
Para os na mora-
dos.
propriamenle para *e escrever por vapores para
Kuropa em couseqoeucia de nao se pauar grandes
portes de cartas, em resmas, meias resmas, quarlos
de resma, ou inesmo em quademosa 80 rs., papel de
linbo venladeiraineiile almaro e proprio para carto-
r.o a '.a rs. a resma, verdadeiras per.ua de aro de
bico de laiii.a conhecidas pelas melhores qoe 'ha a
19200 a c.ixinha con. 12 du/ias, ditas sen. ser de bi-
en de lanca, mas lamhem muiln boas a 610 a eaixi-
ulia com I2da/.as, dnzia de lapis muiissimo finos .
320. 100 e 500 rs., dilos para desenlio a 800 rs. a
duxia, ranivtles muilo linos e de todas as qualidades
e p.eros, tinta ingle/a muilo boa e barata : na rua
do Queimado, loja de miude/as da boa fama n. 33.
'aia noivas.
Vendem-se frilhas.le papel innio bonio, proprio \ endeiu se rico- cries de-eda l.raura proprios
para correspondencia de Demorados, pelo baralo I para vestidos de noivas, peto baralissimo prece de
precode il), liOjSOe lODrs. na .ua do Qaeimado, 40 : na rua do Queimado, nos quatro raalos. Iota
pre..o de 600 rs a vara,: na rua do y,*uado, dos ua bem conhecida loja de miadeza- da boa fama de fa/endas da boa f n. 22,dcfr.,te da loia de miu-
qualro cauto-, lo;a de lazendas da boa R n. 22. I o. 33. I pesas da boa fama. .ueironie na io,a ue miu
Salitre refinado de primeira quelidade a M
! *.a"n|" : *e..de-sc na botic.de K.nholomet. Fraa-
\ eode-se papel de peso e almaro o melhor que "asa de Saoaa.
pode baver Beato geueru a :t, i. 5 e 69000 a resma,
papel paquete moilo fino e de muilo boa qualidade: nde-se tal du Asso' bordo do brigoe oNe-
r.i : a Iralar na
andar.
rua do Vigario n. I!1, primeiro
le largara,
baralissimo
*3cr*0g fu.**!.
Anda contina a ciar fusida desde o da 17
de fevere.ro do auno corren!, a necr. do aboixo an-
tiguado, de nome Joaquina, de i.ar.lo. .dad. 411 an-
uos, pouco m.is ou mein*. alta, ecca, peroas ar-
queadas, (em falla de denles n. frente, o* tesar-re
de um rarbin.ho : a qoal necra fogio em companhia
de om roldado doilerimo baialh.1.1 de infanl.ri. de
neBM Manoel Joaquim da Suva, o qoal e arha de-
sertor : porlanlo roga-se-a< auloridadrs policiaca, e
rapiles de campo a Appr-he..s.in de I.la e-r..,\,,
que .. pelo aha.xo .vsiunailn recnmpensadi., ',
rua da Gloria da Boa \ 1-1,., atea ... ?.
M.i.uel ierreira ( '. .1-.
MUTILADCT
IERN. TYP. Dftef. F. DI FARU- ttU..


i


Full Text
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