Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07438


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Full Text
1
ANNO XXXII R. m
Por 3 mczcs adiantados IfOOO.
Por 3 mczcs vencidos 4i'500.
s
SEXTA FURA 18 DE JLLIIO LIE 18S(.
Por anno adlanlado lsOOO.
Porte franco para o subscriptor.

BUCO
ENCAHREGADOS D\ SUBSCIUPCAO' NO NORTE-
Pinhiba, o 8r. Qtratio T. da Natividad* ; au!, o 8r. Joa-
qun I. Pereira Jnior ; raeaty. o Sr. A. da Lemos Braga :
Cetra, oSr. J. ioae de Oliveira ; Maranho o 8r. Joaquim Mar-
* Rodrigue; Piauhy, o Sr. Domingoa Herculano A. Pewoa
renat; Ptri.oSr. JuitinianoJ. Ramos; elmazonai.oSr.Jero-
oyroo da Coata.
PARTIDA DOS CORREIOS.
OHod : irnio*
Iffunu, Goi
8. Aalfto, Be
*. I.iiiireoru, l',n>-it'Allio. Vi
Htmt Kioto., >.ii.i-itvii.,, lt.>.i-\<.u.Ou
'''*. Ipojae, SvrlaUkM, Rio-Funm
du, ,i O c moi.i hora- dn rliu.
m Parahibt mu wgndat > Mitas-leirefi
..l!0!,il"'.':',ru,,r"' AWbIhi < GaraflhwM : na lcrftfle
lh, l,imo.'irn, llrij.., I'c-iiih-ii i. /fi_-.i-
v Kmi : nn <|narus-:< ii
L'n.i, l irreiros, Agua-I'tt
I ...|.i
>)iiint.i>-|.'
ormoa parte
> 10 dorad Ja manhi
AUDIENCIAS DOS TRIIIUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai labbadoi.
Relaceo : lercai-feirai a labbado*.
Fazenda : quarUi a aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : tegunda ai 10 horas e quintal ao meio-dia.
Juizo da orpbaoi.- tegunda quintal ai 10 borai.
Primeira Tara do eivel .- legundn Mitai ao mrio-dia.
segunda tara do eivel: quartai tabbadoi ao meio-dla.
epiiemerides no hez di; .ni.no
2 La noiaai 7 horas. 11 mioutoi.4K leiundoida man lia.
10 Quarto crcenle ai 7 horas 2 mlnutoa e 48ieguudoi da m.
17 Lu cheia ai 2 horas, 12 mtnuloi e 48 teaundoi da tarde.
I* Quarto miuguanta aoi 12 minutte 4* secundo!da larde.
l'IU:.Y..IAH li i: II i..li..
primeira as 6 horas d minutoi da manhaa.
Segunda as 6 horas e 3il minuto! ditarde.
das da semana.
4 Segunda. S. Ilnaventura i>. raid. doul. seraliro.
15 Terca. S. Gamillo de Lellis lundador : S. Henrique mi|ierador.
1(1 (Juana. Nussa Senhora do Carino. Triumplio da 6. Cruz.
17 Quinta. B. Marinha v. : S. Aleixo.; Ss. Victoriano. Lalancio.
18 Sesla. S Ruliln b. ; Ss. Frederico, Materno, e Arnullo Bb.
10 Babbado. S. Vicente de Paula lundador das I. da C. enl.
2)1 Domingo. S. Jernimo Kniiliano : S. Elias profeta.
PART QFFICIAL
MINISTERIO DA FAZBNDA.
RELATORIO
apresentado a' assembla {jeral legislativa
na quarta sessao da nona legislatura,
pelo mi nitro e secretario de estado dos
negocios da fazenda, marque/, de Pa-
ran*.
Augustos e dignisiimo Srs. representantes da na-
ci.No relalorio do negocios da repartirn a mea
cargo, que ora leoho a honra de lubmetter ao vosso
exame, comrrarci por expor-vos os dados em que
me baseei para computar em :i5,4*50:0009 os recur-
sos ordinarios, de que o thesooro poder,i disptir no
futuro exercicio de 18571858.
O estado da reodas publicas continua a ser li-
sougeiro, leodo-w resinado as prevnea, que no
precedente relalorio enunciei sobre a sua tendencia
ascendente. A renda ordinaria de 18541855 com-
parada com a do anterior eiercicio aprsenla o
acrescimo rte 1,600,0158091, que venlicou-se do mo-
do segointe:
Importarn.....118.636*>669
Despacho inaritimo 38,3869859
Exportacito.....624.0859160
Illor......788,8369103
O lotal da* rendas arrecadadas nos primeiros me-
/.es do anuo crrente, e de que havia informarlo no
Ihesonro al data do quadro n. i, eleva-se a
22,134,4809576.
O calculo de proporc.i di para lodo a exercicio a
somma de 37,001,19|L54 sem os depsitos ; a qual
representa o excesso de rendimenln de I ,5t)B,289j>696
sobre o anno, que prximamente findou.
Em presen.; i deste progres-o da receila publica,
nao duvidei orejar as rendas do fulnro eiercicio na
quanlu cima referida, que he om tanto menor que
o termo-medio da arrera.lacAo eir-rlua la nos (res
ltimos annos, como se v das segninles comparares,
em que oAo foram comprehendidos os depositos'e as
renda! sem elassilicacno :
1852185.1. 18331851. 18341855.
36,382,9179818 34,499,6126831 35.595.90l5l.58
Termo-medio 35,492,8109702
Tendo sido .-un oreada a receila era 35,4"i0,0009
e adeapeza em quaulia igual, cumpre-me entrelau-
to prevenir-vos de que em breve era publicada a
nova tanfa, cuja execucAo vira naturalmente alterar
as previsoes ordioarias d> orcamenl, Irazen.lo a
principio urna diminuirAo mais ou menos consi.ir-
ravel nos recursos provenientes dos direitos de im-
portaco.
Em relacSo a alguns dos principaes seeros e mer-
cadorias de primeira neces.jdade, sobre que se ope-
rara as mais nolaveis redocee-. lae como fariuha
de trigo, carne de charque, hacalho, sal, ferragens,
ferro em barra, cobre em chipa, o decrescimento da
receila calculado jobre a diflerenra entre as laxas
acluaes e as da reforma importara' em cerca de
900,000. Nos artigos manufactura.los de todas as
materias a tarifa foi mitigada de um modo menos
importante, mas sendo grande o numero dos com-
prehendidos na re.lurr;H, provir d'ahi um desfal-
que na importancia dos respectivos rendimenlos,
qae sopponho montara a 700,000a, prefazendo com
a primeira somma o total de 1,61)0.0009.
Sem duvida o grao de influencia, qae reformas
desta natoreza coslumam ejercer sobre as receila*
do EsUdo, nao deve -er medido e apreciado pela
simples roniparac/io arilhmetica das laxas de daas
tarifas. He preciso lamhein conlar eom os efTcitu.
economices, que nunca deixam de prndozir, quan-
do corresponden-i a necesidades renes, e Silo cir-
cumscriptat em razoaveis limites ; efleilos, que con-
sisten! em excitar e augmentar o ronsumo pela hai-
xa dos precos, e compensar, senao ultrapass.r pela
maior qoanlidade dai importarles, o que a renda
publica poilena soffrer pelo allivio dos direilos.,
Mas estes resultados lisongeiros nfln silo em regra
geral inmediatos, e antes que o progresso gradual
do consumo cliegue a restabelecer o rendimenlos
ilHimporlarAu no ponto, em que anlesexisliam, o
Ihesouro lera de achar-se a descoberlo e exposlo
todas as eonsrqoenrias de um dficit, le o nAo ha-
bilitardes com os meioi tendentes a prevenir esta
occorrencia.
Compelindo-vns, seobores, proxidenriar sobre tal
materia, limitar-me-hei a indienr-vos alguns dos
impostos, que em minha opiniao sao os mais pro-
prios a fornecer o supplemenlo de receila, cuja ne-
cessidade acabo de ponderar-ves.
Parece-me em primeiro lugar, que os 2 por cen-
lo, de qae foram diminuidos os direilos de exporta-
cao em virtude do decreto n. 113.1 de 21 de marco
de 1853, poderiam ier temporariamente restabel-
cidos, visto que os fados commerriaes desde enlao
occorridos mostraran!, que n'eiihuma parle de in-
fluencia leve lal reduccAo nem ncrg\precos dos prm-
ripaes artigos da lavoura naciunal, tem na sua pro-
cura para a exportaran.
As circumslaucias em que se acliam os paizes
productores de geoeros similares dos nossos, c a ex-
teusAo que toma em toda a parte o seu cousumo,
me la/em crer. qae os direilos de 7 por cenlu pode-
riam ser integralmente mantidos anda por alnum
lempo sem aflectar os inleressfs da lavuura, sobre
quero alias rtto pesa imposic^o alguma directa, e
in cujo beneficio redondaria de nma maneira mais
positiva o acrescimo assim ollid dos recursas do
Estado para a realisarao dos tan le melhoramen-
los, de que ella carece. O augmento animal qae a
revoe.rao do supracilado decreto traria a esta classe
de rendas, elevar-se-hia a 1,783,0119068.
O imposto sobre lujas, limitado como se acha pe-
la legislaran em vigor a urna qaola proporcional ao
valor locativo mis capitaes de ^itro provincias do
imperio e as cidades e nttas a urna patente, cujo
mximo he de 409, Um de ser nimiamente def-. ,
tuoso e incompleto na base pela injusta desiga' /-
dade de sua repartirn entre as dillereules classesfle
ne-ocios ou prolissiee, como ja (ve occasiao de ob-
servar-vos m mu precedente relalorio, nAo rende
ao Estado o que lora possivel render iem vexame,
se fosse organisado sobre o plano, que se encontra
rstaheleeido as naroes mais adiauladaa oa sciencia
da administraban.
O .mais superficial exame da eslalistica geral das
lojas do imperio, que pela primeira vez mandei
organisar do thesonro, que est annexa a este re-
lalorio, bastar para convencer-vo*, de que a maior
parle das prolissoes commerciaes exercidas com
grandes capitaes deixam de pagar o que deveriam
em rclar.io i importancia de seus rditos. Segara-
mente neiilium sxstema serio e plaosivel de contri-
l.iiu;ei directas pode admltlir como meios de des-
cubrir os valores produzidns pelas prolissoes iudus-
triaes, aobre qae recahem, senAo os iignaes exterio-
res e de fcil apreciaro.
Mas he tambem verdade, que o aluguel do local
em que se exerce urna industria, nao he s por si
indicador suflicienle da quanlidade do* capitaes que
faz valer, nem da exlenso de auas operacoes e de
seus beneficios. A quola proporcional lie apenas
um elemento de conlribuif Ao, qae precisa ser remu-
da a um imposto lixo de ciasse ou de prafissio, pa-
ra que possa toruar-se igual em seus efleilos, e eili-
caz relativamente ao lim para que foi cstaheleeido.
0 termo medio da arrecadarao deste imposto uos
tres ltimos anuos fui de rs". H05,27l9(87 ; e ea
calculo, que se fosse substituido pelo de patente,' qae cstAo encarregadus.
4. Por quaesquer outros pagamentos efl'ecluados
eveepran daquelles, aobre que liver sido paga mi-
tra cominissAo.
5. Pelo dinheiro etnpregado na compra de apoli-
ces de qoalquer empreslimo para amortisara*o, ou
deposito, exclusive a correlagem.
contraladores para pagamento de dividendos, de
addicio;:ando-se um direito fixo ao proporcional, se-
ria fcilmente elevado a 900,0009.
A tata dus escravos n t* cidades e villas, cuja ar-
recada^an inedia dos tres annos importa em
16l,739--stll, esta tambem lias condic,oes de ser ele-
vada ao duplo.
N'An lerminarei esta primeira parle da minha ex-
psito, sem chamar vossa altenrao sobre os crdi-
tos votados em diversos exercicios, e ainda em vi-
gor para continuac.Ao de despezas, que nAo eslAo
contempladas em leis dn orramento. Na propo do orramenln que apresentei-vos para o auno fu-
turo, a receila he igual i despeza, e portento na
falla de um saldo previsto, laes crditos nAo pode-
rao ser altendidos. .
Diviiae.rlernn.
As tabellas ns. 7 e 8 mostram qual o estado da
divida externa no fim de dezembro de 1855, e qaal
a amorlisarAo ellectuada ate aquella poca.
Em dezembro de 1851 elevava-se esta divida a
5.821,200, e em 31 de dezembro do anno pas-ado
licou reduzida a 5,613,900, por se terem amorli-
sado em apolices dos empreslimos coiitrahidos em
1821. 1829, 1839, 1813 e 1852 a somma de
188,300, que, calcula las an cambio de 27 ds. por
19. importam em 1,673,777.9777.
A nmorlisaco operou-ae aobre os empreslimos
designados, na segu ule prnporrau :
Empreslimo de 1821
de 1829
Em apolices do.
de 1839
de 1813
de 1852
103 700
27.500
11,700
18,100
21,000
188.300
Das referidas tabellas consta, que algumas amor-
lisai.Oes foram consideradas como realisadas pelo va-
lor nominal das apolices, por no se terem at agora
recebido no Ihesouro nacional as conlas, que as de-
vem contemplar pelos seus reaes valores.
Os fundos remedidos para Londres desde o l-.
de abril de 1855 al 31 de marro deste anno. im-
portan- em 1:9:28,5803824, como consta da tabella
n. 9, sendo as remessas efTecluadas em letras no
valor de 556.107,180, que aos cambios de 27 1|
a 29 ds por I5OOO correspon lein a 1:865,3139018 ;
e em pao-brasil 10,577 qq. 1 arroba e 12 libras, no
valor de 63:2673776.
As remessas foram fullas pelas repartieses se-
guales :
Ihesouro nacional. .
Thesourana da Bahia.
Dita de Pernambuco.
Dita do Para. .
Dita das Alagoas.
Dita da Parahiba.
3:630,679a047
379:7959697
800:2i7r>2O:i
85:7119281
21:6839820
7:160*771
1:928.580982'.
OS CASAMERTOS DE PARS.
P0 F.DMl'NDO ABOUT.
QUINTO.
O busto.
I
Se o leilor (em boas pernas, e se nao teme as via-
geus longioqaas, iremos p 0 c istello do mir-
quez de (joehlan. Elle fica a mais de seis kilmetros
de Torloni, mais longo do que a ra Moufletard,
maia longo que os Gobelins, e a feira dos cavallos,
as rtgies fabris por onde corre o Bievre. Todava
elle est no recinto da cidade, eovinho que ah se
bebe, pagou direilos de entrada, lie um palacio con-
temporneo do primeiro imperio construido por Kon-
laine 00 eslxlo grego, c rodeado da columnata in-
dispensavel. Seu primeiro emprego lu servir de do-
micilio a um homem enriquecido po fornecimenlo
do exercito ; cbamavam-no enlo 1'olie Sirgue!.
Foi inaugurado em I80S pela belli Thereu (.,1-
harrus, a qual nAo era ainda condessa de Caraman,
" nao era mais madama Tallien. Em 1856 a Kolie
Sirgaet he urna das mais bellas quintas que e en-
contra no interior de Pars. Seu jardim he om par-
que de vinte reirs, onde cara-se coelhos, faises e
al algomas vezes cabritos monte/es. Sea viveiro
enntm toda a lorie de peixes da Europa. A pesca
e a caca que mais se pode despjar'! NAo he em
dnas palavras o campo em Pars ? O interior do cas-
lello be grandioso, segundo o goslo anligo, e elegan-
te conforme a preferencia moderna.
O luto de 1856 o.toiita-se com esplendor nos sa-
|nP4 de l8Dt, Soineiito vi a sala de recps-Ao, islo
li-, a .ala aferior. e sslii maravilhadn. De mu lado
.la sala de 11111 r. torrada de earvalho vellio jirel. e
() Vid Memo n. 167.
A_ despera, que se lem de fazer un exercicio de
18,71858 com os juros e amorlisarAo da divida,
lie oreada, rumo -e v* da respectiva tabella, em
126,051, ou ru 3:787,1209 ao cambio .le 27 ds. por
!f : perlencendn aos juros 326,787. 011 ris.....
2:904,7739331 ; a arou S.">0:6Si.3i'ii. ea coramissts c curr-lesbo
u res 31:6629222. -
O merecido croditn, de que tcigoza
dos brasileirus na prara de Londres, anda no m o
das circumslaucias anormaes da Europa, fortifica-s?
cada vez mais; e segondo as altiraas informaees
elles eram coladus a 102.
Cabe aqu annunriar-vos, qoe foi mudada a nos-
sa agencia fiuancial m Londres cargo da casa
rninnu'rri.ii de (joldsmid, Thompson e King, pas-
saodo para a de Kotscliilds n Filhos por um novo
coulrato celebrado em 20 de junlio do amio pasa-
do. Apezar da clareza desuas estipulaces, o con-
trato de 7 de junbo de 1852, pelo modo porque foi
entendido pelos ex-agenles, dra algumas vezes lu-
gar, com sorpreza minha, a prelenres infundadas
e lesivas, como a de perceberem commis-ra du-
plas por urna nica operarn de pagamento de nos-
sos dividendos, e a de debilarein o Ihesouro por
quantiasdestinadas a amortisar,o de apolices,Imuito
antes de realisada a sua compra, e ellectuada a res-
pectiva de-peza.
A exisiencia deslas praticas contrarias em miuha
opima o aos eslj los commerciaes, e ao que fora rnn-
vcnciuuado ; a necessidade de previnir duvidas fu-
turas e aeautelar os iuleresses do Ihesouro ; e por
oulro lado o intuito de obter de qualquer outra agen-
cia condiroes mais favoraveis e correspondentes a
presente prospendade de nossas tinauras ao in-
cremento progresivo do crdito publico no perio-
do decorrido desde 1852, levaram-me a fazer ter-
minar o -n|,rdito cntralo, alias o melhor prova-
velmeute que na poca dn sua relebrarAo poda er
feilo.
Com estas vistas exped ao ministro em Londres
ordem para uolilicar ans agentes a ce...ir.m do con-
trato e as convenientes instrurc,es para efl'ectuar
oolrn, convidando para esse lim alguns eslabeleci-
mentus de crdito, e casas commerciaes mais salidas
e que mellmres cendic,6es oOerecesiem.
b'enlr* as proposlas que subiram a presenta do |
11 por eento.Pelo pagamento dos dividendos
dos empreslimos, de qut nao sAo contraladores.
I por cenlo.Sobre o valor de efleilos, navios, e
outrus artigos comprados, nu vendidos, nAo incluin-
do a correlagem; e ficando em nosio beoeficio as
bonilicares asoaes concedidas pelos manufacturei-
ros, ou negociantes, nos pagamentos a dinheiro.
Nada se Ihes arbitrou : 1. Pelo pagamento dos
dividendos dn* empreslimo*. de que sao contratado-
res, continuando a receber nicamente a commissAo
estipulada pelos respectivos contratos.
2. Pelo acto de segurar.
3. Pelo recebimento de diDheiros, c cobrau;a de
letras.
Foi tambem convencionado, que em sua conia cor-
renle com o governo carregarAo 01 oovos agentes
juros recprocos ; pagando-os o thesooro na razao de
I por ceulo cima da laxa mnima do descont no
Banco de Inglaterra ; e recebendo-os na de 1|2 por
cento abaixo da dita laxa ; assim como que nos
adiantariam qualquer somma, que nAo exceda a
100,000, obrigando-se o governo a sadsfazer na ter-
minarn do contrato qualquer quantia proveniente
des-e adianlamenlo.
A roodicidade dos juros estipulados, o servico gra-
tuito pelo acto de segurar, e pelo recebimenlo de
dinheiro* de qualquer parle, e da importancia da
letras, e o adiantainenlo de 100,000 sem caucan,
juslilicam a solidez de nosso crdito as circums-
lancias excepcionaes, em que o contrato foi reali-
sadn.
Bem descrimnadas, como esli, a< commisso>s
ajusladas, e correspondentes as dillrentes funrrnrs,
e serviros dos nnvos agentes, reconhecereis que o
novo conlrato.reduzndo os nossosencargo,e excluin-
do pela sua precisAo e clareza exigencia menos
plausiveis e gravosas, nos he duplicad amento vao-
tajoso.
Dirida patra interna.
O quadro n. 10 demonstra o estado da divida in-
terna fundada al 31 de dezembro de 1855, a qaal
se computa em 57:739,2009000, e he representada
por apolices da divida publica de 6, 5 e i por % na
seguinte relarao.
-ip i'Ts' da dirida publica.
6 por cento. 55:795,6009000
5 I.-824 (MO9OOO
i 119:6009000
57:739,2009000
A ditlerenra para menos, que esle anno se obser-
va 110 algarismo das apolices de 5 por cento, com-
parado com o do anno anterior, procede de se 1er no
quadro do primeiro considerado romo emittidaspela
thrsouraria de Pernambuco mais 1:8009 em apolices
do qae na reahdade tinham sido, o que se reconhe-
ceu pelas pariicipaces ltimamente recebidas no
thesoorn
O roe- ns. II e 11 A mostram o estado de
.ivida anterior a 1827 ja cscrpturada no
.ivro d Ihesouro nacional, e nos seus auxilia-
das Ihesooraras de fazenda, ou somenle nesles,
em anula nAo convertida em apolices da divida
alien na (urina piescripta pela lei de 15 de 110-
nhro de 1827. Esin divida. 110 ultimo de dezem-
bro del854, raontnva a 45l:002s229 ; ina. em 31 de
de/embro de IR55. fimo reduzida a 143:8589120 ;
leudo a importancia das inscriptas no grande livro
193:3519310, e a das inscriptas nos auxiliares....
250:5019080. A diminuicAo que se observa nesles
algarismos procede das allerares especificadas nos
rcspectivoi quadros. lloove o {augmento dns i:809
valor que, como cima disse, se tinha ennsiderado
inexactamente pago em apolices pela thesouraria de
l'ernamboco ; mas por oulro lado deu-se um abali-
menlo de 1129139809, que procede do pagamento de
I1:l1l9209eflecluado pelas provincias das Alagoas.
e Santa Cathanna, sem que o livessem commoni-
cado ao thesooro ; e do de 8299600, que leve 1 ug
no mesmo thesouro, valor de duas inscripres feitas
no auxiliar da provincia de b. Pedro.
A importancia da divida de exercicios lindos li-
quidada no thesouro nacional al II de dezembro
de 1855, e bem assim a da que eslava por liquidar
summum em rs. 535:735-5868 (quadros ns. 12 e 13.;
Desta quanlia foram liquidadas no correr do anno
de 1855. diversas dividas no valor de 430:8839911;
eslAo a espera de esclarecimentns e subirnos nutras
na importancia de 51:9819189, e conlinuam em li-
i|u i uir.io varios procesaos computados em 49:7779166.
Foram autorisados diversos pagamentos de exerci-
cios lindos no valor de 237:8539471 ; e desles se
realisaram pelo thesouro 175:2899192 ; pelas pro-
vincias 18:697r%6 ; sendo por crdito especial
13:8669016.
Os processos liquidados, na importancia de........
130:9739914, se dislribuem pelos sezointes ministe-
rios:
Imperio. .
Jaslica .
Eslrangeiros
Mam ha. .
Ijaeri a .
Fazei da. .
11:0529-517
105:8279650
903990
9:3969100
71:2809366
202:5139291
As tabellas qtie arompanham estes quadros, alm
governu foi a final preferida a de Kuchilds'e F- rie *" cirenflistancados esrlarecimentos sobre es-
Ihos ; com os quaes, em virlude de plena aulori.- '* especie de divida, especifican) a importancia das
cAo minha, realisou o dito ministro o novo contra
lo, que comecou a vigorar do 1-. de julho do auno
prximo passado ; e que, me he bemlisougeiro com-
muiiicar-os, correspondeu inteiramente ao pensa-
menlo do zoverno imperial,
""-ior elle se comprometleram os novos agentes:
1. A -eceber todos e quaesquer fundos, que em
letras de*, bin, ouro em p ou em barra, diamau-
les. dinheiPos, ou quaesquer outros productos le-
nham de ser remelllos pir ptgamenln de dividen-
do!, ordenados, e oulrai quaesqier despezas :
2. A ellecluar em Inglaterra lodas as compras, e
ordenar todas as encommendas feitas pelo uoverno
imperial, a eirepcAo das qoe forem confiadas ao seo
ministro naquella corle, a algum o\ seus cnsules
e vice-consutes. ou algum empregadt e-ara esse fim
especialmente commissionado. """*
3. A pagar os dividendos da parte da di. a bra-
ileira conlrahida, ou por conlrahir em Londres,
cujo pagamento no eita, ou oAo teja confiado a
outros por contrato, ou do oulro modo.
Ero retribuirlo de seu trebalho Ihes foram esla-
belecidas as segninles eommisioes :
1|4 pur cento.. Pela vemla dn ouro em p, ou
em barra, inclusive a correlagem ; e pela venda de
diamantes, sem a corretagem.-
2. Pelo aceeile e pagamento de letras.
3. Pela importan-ia do pagamenio do seguro.
quanlias despendidas em virtude da lei de 11 d
setembro de 1852, por conla dos diversos crditos
saldo
envernizado, fica a sala de bilhar, a sala de armas e
a sala de recreiq, do oulro lado urna hiena de saines
mu ricos o do melhor gosto. Si um conservou aua
decorado primitiva, as poltronas com caberas de es-
phinge, e as cadeiras em turma de Ivra : esta situa-
do entre o camarim Pompaduur, e um salAo chi-
ne/, cuja mutulla veio inteiramente de Macno, To-
dos os forros de ledo sAo pintados a fresco ou felos
com alralivas antigs. O s.lAo rilssn guarnecido de
movis commndos he. alm disto, adornado por urna
hera, que enrolase em torno dos espelhos, e d aos
quadros seznndo caixilho de fnlhagem. Kepousei com
delicia em urna bella sala ladrilhada de mosaico,
pintada de alto a bailo por llamn, e mohiliada se-
gundo o gosto elegante das cazinhas de Pompeia.
Qualquer pessoa julgaria estar ao p do Veiuvio, se
11A0 avistasse na sala vizinha una enorme armarn
corvada por um grupo de Pollet.
Essa habitaco liospilaleira abre-se i arte de todas
as nernes e de todos os seclos : acolhe igualmente a
pintura de Rnhens, e as poticas meditaroes de Ary
Schefter. Ah v se urna paizagem de tjuslave Dore
a quatro pasos de om quadro de marinha de Lor-
rai ; as nvmplias alegres de Clndion parecem sor-
rir aos les de llirye, e o Don Juan rniufraqado de
Daniel Fert agarra-se ao rochado liumido sem ser
vislo ila Penetope de Cavelier.
O primeiro andar romprehende o domicilio do
marque/, da irmaa e da lilha, e nAo sei quantns alo-
jamentos para amigos. O castello he lAo longo de lu-
do, que quasi ninguein jauta ahi sem passar tambem
a noile, posto que Mr. de GuebUin leuha comprado
dous mnibus para reconduzir seus convidados a
Paris.
Mr. de tiiieblan he um fidalgo como, desde cem
annos, nAo se via, como ha poucos mesmo nos nos-
sos das. Declaro loo que sua nobre/a he real, e
qoe seus ltalos nie -i.....1 de ama das ofllcinas sub-
terrneas, que sao menos raras do qoe se peusa. II1
milita genle que se eunobrece especulando rom a lo-
lice e I vai taile dos sen* contemporneos ; mas os
fiuelilalis nada lem ,le roinmum fino .1 industria
desses seiihore- dalla de San-Lat, lomaran! par-
le as duas ultimas cruzadas ; militaram al I revo-
luro, e lian emigraram. o que eu louvo.
concedido*, e
dilos.
Os pagamento
seguinte- :
18521853.
18V 1851.
185 1855.
A tabella n. 2
de 1855 .1 divid
nacional sabia a
conta das rendas
I.l)26:qp09,
510:0009. Esla
ilas leltras qae i
favor dos meimos cre-
foram efleetnados nos exercicios
101:2969780
153:7639299
287:783l31
845.1531610
demonstra que em 31 de marro
flocioanle em letlras do (hesoaro
1,.566:0009; sendo emissi'o por
do exercicio de 1853.51 de
perlcnrenle ao de 185455 de
lvida foi extocta pelo pagamento
reprsenlavam, menos 6:0009, que
passaram rio exercicio de 185351 para o de 1854
-1855.
Do I/ de abril de 1855 at 31 de marco do cor-
111= anno, varias emisses de lettras do thesouro
tiver,.-ai lugar ;Ji saber- por Conla das rendas do
exercicio de 18111KV> "m-liram 4.720:0009, e
pela das de 18"
aos 6:000.? qoe
prel i/.ein o lol
ja se tem -og
,856, 5.060:0909, que reunodos
passaram do exercicio de 18535i,
J (*?u?An;!'7Si>e>
Por om aeas de que a historia Qieseola poucoi
e vem plus, o sai gue dessa familia 11A0 Kwieruu, e o
ultimo do* (jui blaos poHera medir-se ein*campo
cerrado com seus antepassados. lie alo e vigoroso ;
maneja a espat como um mosqueleiro, monta a ea-
vallo como um retre, f* come como um lans/uine-
te, ,*) e bebe r uno Mr. de Bassompierre. Seus cin.
renla annos nAo Ihe pesam mais do que urna peo-
na. Alias honra seu mime ; le com gosto a historia
de l-'ranr.i. e ioe parte lodos os litro* que fallan)
de sua familia; he recto, sabe dar, emprestar e per-
der dinheiro sem urna palavra, lem corarn nobre.
Se o leilor acnar dez homens mais aristcratas do
que elle enlre o caes de Orar} e a na de Vaugi-
rard, lera non* olhos.
Mas, que dira 1,nublan, primeiro eseudeiro da
rainha Branca, se pndesse sessuscilar do cabiuete de
seu segundoi sobrnho ? Exclamara, estregando os
olhos: Oh'! oh! meu charo marquez, na verda-
de parece-me que ganhas dinheiro I
Com efleile, o marquez ganha milito dinheiro. Di-
rige elle mesmo seus negocios, nAo lem administra-
dor, e trabalha como proletario para duplicar sua
renda. Ecomo'.' Mui honradamente.
I'assou dous annos na escola l'olvterlinica, Ires an-
nos na escola das ponles e calcadas, tomn lires de
agricultura de lirignun, e vai muitas vezes ovir os
piole-ores das artes e dos oflirios. Segu passo a
passo os proaressos da scieocia, e dahi lira proveilo.
Tanto se leriam envergoiihado seus antepassados de
saber, quanloo hiimilharia quem o apanhasse em fla-
grante delicio de ignorancia. Foi elle quem primei-
ro applicou a draiuageem campo na ormandia, e
Iriplicuu o valor de uas trras. Eslabeleceu a vin-
te kilmetros de Lisieux una fabrica de tubos de
drainage, que ven I aos vizinhos com setenta e cin-
co por cenlo de lucro. Comprou urna das primeiras
i:m \hi.i.. \imis da IIIIMCIHft no mx.
Alagoas,o Sr. i.liudino Falco Dial ; Baha o Sr. D.
Rio di Janeiro,oSr. Joo Pereira Martini.
EM PERNAMDI'CO.
O propnetsrio do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, M mm
livraria, praca da Independencia ni. 6 8.
mele na circularan 3,596:ii009, qae pertencem, | 'governo en 2i de fevereirn a sua
6:0009 emissAo de 18531851, e 3,590:0003 do iimilarao de lempo,
exercicio de 18551856.
O qaariro n. 22 musir o estado da conla de bens
de defuntose ausentes relativa ao municipio da cor-
le, e provincia do Km de Janeiro, rujo saldo em 31
0 algarismo da emissao subia nessa dala a res
20.870:121*3000, e o do fundo disponivel a ris.......
9.492.0439131, venGcando-ee por consequencia um
excesso de notas circulantes de reis 1,886:023^1:18,
rontinuacAo sem palavra para oftrecer ronsiderarAo da casa algu- pi sido o presidente daquella cmara previnido para
flexoes sobre a materia qm oiscussiio, nAo he dar para ordem do da o projecto do eonselho naval,
quanrio circomslancai bem ronhecidas de todos fi-
de dezembro de 1851, era de 1,802:7679118 ; e por ; em relarao ao limite dos estat
meu intento atacar o projecto em suas bases, nem
lAo pouco quebrar laucas para mostrar que elle he
urna obra perfeila.
Nao alaco o projecto em sota bases, senhores, por- L
I si .iiiiIiih I l_ 1 1 1 .-.. 11.- iiiLne.....aiiU iim-I.i... 1. aa^a
/eram retirar-se do poder o gabinete a qae ea par-
tencia, sem ir avante o meu intento,
'todava, mesmo em setembro daquella anno, logo
que no correr do anno de 1855 entraram diversas
paicelias para este cofre no valor de 134:078-3112, e
sahiram nutra*, que foram reclamadas e entregues,
na importancia de 201:1979210, licou eiisliudo em
cofre, no ultimo de dezembro de 1855, o saldo de
1,735:3189290.
O movimento operado no cofre de depsitos p-
blicos, segundo os ltimos balances das provincias
recebidns no Ihesouro, se ve do quadro 11. 23. assim
como doliese reconhece .1 existencia de um saldo de
82i:4189327, o qual se compe dos valores segua-
les :
Dinheiro......539:2289200
Ouro, prata e diamantes 71:2689781
Papis de crdito. I67:180:S2
Nos cofr* lliaes 13:1103962
824:4189327
cicultura quailriiplicou o produelo de seos viveiros
do deparlamento de Ain ; suas viudas de Langres,
que davam sempre mediocre safra, lornecem agora
vinho de Champagne muito estima fodepoi* das mar-
Cas de madama Cliqnot, c dos irmns Ruinar!. Ven-
de por anno quatro mil francos de ananaie*. as so-
bras de sua mesa K*e lidalgn lmr.;ae/. mui sober-
bo e muilo espirituosamente bursu-z, nao deixa de
marcar com suas armas o trigo que vende e o vinho
qae fabrica. Se seus avs o censurnssem, elle Ibes
respondera: o Estamos no seculo \IX, vida he
chara, e lem-se descoberlo minas de ouro ; o qae
cuslava cem francos no vosso lempo, val baje mil ;
as manir* riquezas se desfazem em cincuenta an-
nos ; o direito de prinjoaenilura estn abolido, e pa-
ra que meus netoi teoham algum dinheiro he preci-
so que eu nanlie inuil. Poderia arcrescenlar que
a Frajtca agradece-llic tanto suas conquistas pacifi-
cas como vinte laucadas recebidas ern batalhn ; por-
qounto elle he olllrial da LegiAo de I loura sem ter
gantio a menor dracona.
Seus antepassados nAo (cariara .Ttediorremenle
sorpre/os leu.lo os livros qile elle lem assiguado. O
ultimo|com data de Paris 1854 na Im aa de Den-
lo) lem por titulo : Tratado sobre ii eriacn dos
coelhos russns e das gatinhas da Coiiiinrliinn. E
porque nAo'.' (I velho Calilo deixou ao lilho e a pos-
teridade una receila para fazer sopa de coves O
marque/ de tiueblan, que escreve bem o trance/, he
membrn da sociedade dos homens de le liras. Os es-
criptores e os artistas sempre acharan) nelleum pro-
tector sem orgulho, e um credor sem memoria. Klle
ira la-os rom bondade. Eu poderia cilai um pintor,
que elle lirou lilleralmeule do Sena, e 1 lous roman-
ces que jmala leriam si 10 publicados se m sua influ-
encia. Que bello pintar oflereceu-nos n<> fim de de-
zembro Dispense-nos o leilor de descreve-lo eir-
marlunas de debulhar, que venderam-se em l'ranea, cumstunciadamente.
Vnli-n eavilleiro .ll.man j una rapariga imbre, que deixou-o viuvo rom Je/
) AMlgO eavalleiro .llemao. Ini, -,., ,,. ,,,,_ llma R|ha ( fjar y,f[j
Anlign soldado de infamara allemo. me-ana poca a irriaa casou com um are asador de
MTTCS
lie verdade que o fundo disponivel tinha de ser
brevemente accrescentado com a somma de 2,000
contos em melaes comprados aqu e mandados vir
de Inglaterra, de modo que a directora esperavaeni
2 de abril, prazo marcado pelo decreto, poder res-
que emlim di-posices inteiramente anlogas na qoe rqoe subi o gabinete anual, II no jornal ato rot-
elle conten, regen) as pmmoroes do exercito brasi- inercia qoe eslava dado para ordem do di* do sena-
leiro ; sao urna le do pai/. desvie H de setembro de do o menrionado projecto, e nisso tirn. I'assou o
830. i anno de 1831, e o projecto do cooiclho naval nao
NAo me proponho mostrar que he urna obra per- se discuti, vein o de 1X35, e o mesmo surceden.
feile, porque nao so os membros da commissAo de Nao querera' o nobre ministro da marinha a glo-
taurar a reilacAo normal entre a circularn e o fundo I marinha e guerra que as*ignram o anuo passado o ra de fazer passar o eonselho naval Acha qae,
disponivel I projerlo o declarain. como lamhein o nobre ministro I na ordem das instituic/es e melboramentoi mor.es
F.ra porom fcil de antever que esse equilibrio : da marinha o reconhece no seu relalogo. E com de sua reparlirAo, 1 aiguma idea leve vanlagem .1
momentneamente reslahelecido. seria outra ve/.' efl'cilo basla fa/.er-se do projecto ama rpida leilura ; tieeiBn desse eonselho t
perturbado pela extraordinaria demanda do troco do I para se conhecer que elle he copia feita com descui- j Di'r-se-me-ha : E por que nAo fez pastar qoan-
papel bancario, ero quanlo nao principiassem a fuoc-1 dos, da lei que ja nao temos para ns promoees do do esteve na pasta "
rionar as caixas filiaes. A deficiencia do meio cir-1 exercito e da lei que rege na Franca as promees na
rulante as provincias. Tacto qae tero sua explica- armada.
rAo natural uo encarecinenlo de lodos os objectos, e < honrado deputado pela provincia de S. Paulo,
Na importancia do saldo em dinheiro esta roni-
prebendida a quantia de 299:0009 entregues a caixa
de araortisacAu para ser applicada .1 compra ae apo-
lices da divida publica.
O quadro n. 17 demonstra finalmente, que a som-
ma dos crditos votados desde 1813 al 1832 he de
4,765:9199275, e como por conla dos referaos cr-
ditos se tem despendido a somma de 3,317:3:119139,
resulla qoe em 31 de dezembro de 1855 o saldo
existente a favor dos referidos crditos era de
M 18:3889136.
Divida actira.
A divida acliva liquidada, e de que havia couhe-
cimento no thesouro nacional em 31 de dezembro
de 1831 era 1,;i5:29899l7. (Tabella n. 25.
Do 1.a de Janeiro ao lim de dezembro re 1855
alern M a quantia de 1,790:2769789. .Tabella n.
26.:
Da romparar.lo destas daas somrnas resulla o aug-
mento de 221:9779872, e esle nao pode ser allri-
buido sean s liquidantes feitas no correr do anno
lindo, sendo certo que maior se tomara o algarismo
da divida, de qae se trata, quando ae completaren]
lodas as liquidarles desta especie pelas diversas llie-
sourarias de fazenda. -.
O numero dos desodores contiendo* sobe a 62,875
e a divida liquidada pode ser classificada, em rela-
rao an exilo provavel de sua cobrao<-a, da maneira
seguinte :
Cobravel. 1.023:9799748
Dovidosa 332:2253259
Inaoluvel 131:0719782
A divida activa relativa ao municipio da corle, li-
quidada pela terceira conladoria do thesouro nacio-
nal al o fim de dezembro de 1855, importa em
9:18:8119976, e desta quantia cobrou-se ainigavel e
ladicialinenle .519:0249808. Tabella u. 27..
l)o quadro 11. 29 se v qual a importancia da li-
qoidacAo, e da divida pertencentc : provincia do
Kio de Janeiro, c qual a da sua cnbranca.
Banco do Brasil, e cai.ras filiaes.
Cumpre-me dar-vos conla de varias providencias,
que posteriormente a apresentar.Ao do meo ultimo
rotatorio, me foram requisiladas pela d-recloria do
Banco do Brasil, e a que julguei dever annuir com o
lim de facilitar a marcha deste importante eslabele-
cimenlu. removeiido alguns embarazo* ,,ue Dio ha-
rtan sido previstos.
Os eslalulos da caixa filial, em que tinha de con-
verler-se o estabrleciinenlo de crdito existen!, na
provincia do Kio Uran4e do Sul, limitavam dci-
ma parle dn seu fundo capital a faculdade de des-
contar lettras com urna firma residente 110 lugar'e
oulra fora. Ponderaran) puicm os seus directores,
que semelhante re-lncco, sem duvida livre de in-
convenientes lias unirs provincias martimas do im-
perio, onde o commercio acha-se fagclomerario em
grandes reiros, afleutaria profundamente o daquel-
la, em que a mosma centralisarA-.i nao existe, pn-
vaolo-odos servicos indispensaveis do crdito, que
Ihe eostumava prestar a .miga caixa, e que nAo po-
eriam ser continuados pela nova caixa, cujas
operacoes ficariam assim extremamente reduzidas ;
puis que a mxima parle dus ttulos at- enlAo Irazi-
dos a descont nAo estaran) na cnndii-an de ser por
ella icceiios.
Dando a devida utencao especialdade das cir-
cumstancasdo commercio dissemiuado do Kio (jran
de do Sul, nAo dovidou o governu autorisar por de-
creto de 22 de dezembro do anno passado a altera-
rn de S I do art. 3 dos estatuios da caixa filial de
que se trata, para que nos descontos das letr.s eou-
tros ltalos commerciaes garantidos por duas assig-
naturas de pessoai notoriamente abonadas pudesse
ser nina residente no lugar do descinto, e oulra na
cidade de Pellas 00 de S. Jos do Norte, subsisti-
do todavia a restricrAo couda 00 citado artigo a
respeito daquelles ttulos, do* quaes um dos assinna-
larios nAo perlencesse nem ao lugar do descont,
nem s cidades cima mencionada-. Foi determi-
nado tambem no mesmo decreto que o prazo dos
dr-c untos nao excedera de quatro me-e-, excepto
nos quatro primeiros anuos, em que poderia ser am-
pliado al seis me/es, com lauto que a importancia
das lettras assim descontadas nAo ullrapassasse o terco
do valor do fundo efleclivu da caixa, mximo este
que ira gradualmente diminuindo na razan de 20
por cento ao anno, a contar do comeen de suas ope-
racoes.
Em Janeiro deste anuo drigio-se a directora do
Banco ao covernn, por intermedio do sea presiden-
te, pediudo que lzesse sabilituir o papel que lem de
ser retirado da circularan, nos termos das leis de 6
de oulubrode 1835, e II de outubro de 1817. por
notas do Banco de valor correspondente fornecidaa
por elle i caixa de amnrlisacaio, e as Ihesourarias
pelas suas filiaes ; e que a somma do papel, assim
substituido e inuttlisadu, fosse trocada, a proporrAo
que a operaco ae realisasse. por igual valor do que
existe oa caixa de amorlisacAo, e eulreaue ao Ban-
co, para facilitar a formacAo do ieu fundo disponi-
vel. Esta medida tendete a diminuir as difflculda-
des ile converler o seu capital em fundo disponivel,
dfliculdades a que se tero visto exposto aquello es-
labelecmenlo pela excessiva e inesperada affluencia
de notas cpresenladas ao troco, afim de se effectua-
rem remessas para as outras provincias do imperio,
foi por mim concedida, expedindo-se as nrriens nes-
se sentido em data de 2 de Janeiro a' caixa de amor-
lisacAo e as Ihosourarias das provincial.
A faculdade riada temporariamente ao Banco.pelo
decreto n. 1581 do anno passado, de elevar a emis-
sao 10 triplo do seu fundo disponivel, linha de ces-
sar em 2 de abril ultimo. Mas a ana direrloria, re-
celando vir a achar-se de uovo na impossibilidade
de manler a enn-, o dentro do limite IraraJo no S
I.- do art. 13 dos estatutos, pois (ue persisliam em
plena aclividarie as me.mas causas, que molivram
a providencia do mencionado decreto, solicitou do
lalvez no desenvolvimenlo progressivo da popula-
rAo, da riqueza publica e particular, e das transac-
c/ies commerriaes, continuara a desviar da circula-
rn da corle e da caixa rio banco as notas do thesou-
ro e as moedas metallicas, e a frustrar todas as me-
didas de pre-iiirn, que elle elleclivamente tomara
para conservar o sen fondo disponivel na n edida
pro-nipta e indispensavel ao mechaiiismo de suas 0-
peraroes.
Nestas circumstancias o expediente ordinario que
se apresenlava ao banco seria o de conlrahir seus
desceios ; mas considerando quef urna presso mo-
nelaria e graves solTrimenlns do commercio dalli so
breviriam provavelmente ; e attendendo a que a
medida reclamada fun lavae menos no projecto de
dar maior latitute s operares do estabelecimento
do que 11.1 imperiosa necessidade de precaver con-
tingencias, que o collocassem em urna situarao Ile-
gal ou paralisassem os seus movimenlos, o governo
aotorisou por decreto de 5 de fevereiro ullimo a di-
rectora a eslender a emissAo do banco e caixas fi-
liaes al o triplo do fondu disponivel, nao compre-
henriida a emissAu addicional, de que trata o ni. 18
dos estatutos.
Pelo Tif-iiio decreto inconlestavel vanlagem foram feitas nos estatutos do
banco e nos de suas caixas filiaes, sendo urna desti-
nada a concorrer para n elleilo da conserv.icAo do
fundo disponivel, e oulra a dar maior seguranca e
garanta a alguns depsitos. Consisti a primeira
em permittir-se que o fundo do banco pnssa ser re- I 'le enromando de forra naval.
Dire franramenle qoe em 1852, tendo entrado
para a repartirn da marinha, qae era bsolotaraen-
te esiranha aos meas estados, nAo me era dado (ca-
tar a i'lupru do projecto do eonselho naval ; e qoe
no anno seguinte. bavendo apparecido urna opnoai-
;3o forte as cmaras, o lempo foi consumido em
lula* esteris, e o meu boro deaejn malogrado.
Eis a minha descolpa, o que me tranquillisa a
consrienria. Mas n nobre ministro qae desculpa lera
se este anno ata fizar passar o projerto ? Qae *>-
pusic.iu tem as cmaras t E quando navera' na sa-
nado maior numero de votos de aceorde cem o paa-
sameuto do governo '.'
Prevaleca-se. pm tanto, a aobre ministro da appar-
tunidade, e faca sahir das pastas do senada pro-
jecto, traga o r mi as emendas precisa* a cantara, e
cont desdeja rom a minha plena adhesao e apoia
ao s seas esforros.
Assim concorrera o nobre ministro para qoe a aa>-
rinha leuha instituirlo de que mai< carece, e tara'
lecendo regras para as promoees na armada, rea- exultar ainda mais, nos fastos do parlamento e ac-
tivamente ao lempo de paz c de guerra, e a circums-; minislracao do paix, o mue desee homem riistinctu
launas extraordinarias, determina no art. I. tg 3,1 que tem assignalario constantemente a sua earreira
4, c 5, o mnimo de serviro, ou o menor periodo de com actos de grande ihlelligrncia, e he o autor do
lempo que deve o oflcial servir 110 posto inferior I projecto do eonselho naval boje existente no aeaadsi:
.tquelle a que tem de ser elevado, marcando o es-I fallo de nobre visconde deltaborabx.
taro de tres annos ; mas accrescenta, quanlo aos I Dir' o nobre ministro : Prometi ditcatir es-
primeiros lenles e capiles-tenentes, esta clama- j le anno o projecto no nado, e farei todo esforrn
la a bordo de navios de guerra ; quanlo ausl para quepasse. a Creio na palavra do honrado nii-
capilaes de fragata e capitAes de mar -e guerra, a I nistro, porque Jo con heco de ha muilo lempo, aaes-
i'lausula seirdo dous anuos de commaodo e na- mo desde essa idade leliz, e que o homem, nao ten-
vjo de guerra. e com relarao aos chefes de dxi- i do anda aprendido diplomalina, mostra-te lal qaal
siio ou de esquadra, exige que dos tres anuos um seja he aos seus amigos de estados: creie qae lem desig-
que hontein estreou a discussAo, cabio na inconveni-
encia de, estando snmente em discussAo o primeiro
artigo do projecto, envolver-se ua discussao de todo
o projecto, perdendo assim o direito a ser acompa-
nhado em seu discurso por quem houvesse de res-
ponder-llie.
Por oulro lado as rellexes que o nobre deputadu
espcndeu.iiAu me .parecern) inteiramente razuaveis,
porque descobrio inconvenientes onde realmente os
nAo havia, llenando entretanto de prestar-nos o va-
lente apoio do seu esclarecido juizo no descortinar
defeitos que o projecto por ventura encerr, e pcaj-
sam ser remediados na discussAo.
Peco, pois, leme! cmara para, reslringindo-
me materia do primeiro artigo, considera-lo de-
baixo de um aspecto que nAo foi aitendidu hoiiteiu.
(I projecto que se discute, Sr. presidente, estabe-
presenlado at a dcima parle de sua imporlancia
embarras de prata de II dinheiro* na relarAo de
1:15 5|8 com o ouru de 22 quilates.
Em virtude da segunda lirou o estabelecimento
central com o poder de guardar em sua caixa ma-
Iril a parle da moeda da eminAo addicinnal feita
pelas lliaes, e que nAo for necessaria para minler
sempre a troco das notas das mesmas caixas.
A imlallacAo das caixas tiliaes, cujos estatutos fo-
ram approvados pelos decretos nmeros 1190 de 20
dedezemhro de 1851, e 1580 de 21 de marco de
1855, como vos annunciei em mea relalorio ante-
rior, fui retardada por falta de papel, qne leve de
ser preparado quast todo em Londres ; e por isso so
eomecaram a funeciouar al agora as de Minas, S.
Paulo e Kio Crande de S. Pedro do Sol ; a saber :
as duas primeiras no I.- de Janeiro e a tercena no
1.* de marco deste anno.
Pelo qae loca M da Babia, Pernambuco, Mara-
nho i Para, deven) Indas entrar em exercicio no
1.- do prximo mez de juiho.
Em quanlo an mais, o alto e merecido crdito, de
que goza o novo estabelecimento dirigido com a
maior prudencia e circumspeccAo, deixa esperar que
minio mais valiosos serviros meataH anda ao com-
mercio quando de lodo desapoarererem os tropecos,
que em roda de si encontrn, e rhegar ao desenvol-
vimenlo de que he susceptivel.
Cabe aqu referir-vos que urna sociedade anonvma
eslabeleceo-se na cidade da Haba,sem estatutos ap-
provados pelo governo. como exige o art. 295 do c-
digo commercial. Esta sociedade irregular fez pre-
parar notas ou vales de ,509000 rs., pagaveis a vista
e ao portador, eeomecnu a emilli-los na circulacAo
em marro do corrente anno ; obrando com a fran-
queza de quem usava de um direito proprio e incon-
leslado.
Para embararar esta illegal emissao, o chefe de
polica, de ordem do presidente da provincia, pro-
cedeu apprehensAo de todos os vales que haviam
sidn estampados.
Esle laclo vem tornar mais saliente a necessidade
da providencia, que solicilei em meu relalorio do
anno passado, quando vos ponderei a conveniencia
de fixar-se a verdadeira indiligencia do arl. 426 do
cdigo commercial.
i,Continuar-se-ka. I
IITERIQR.
qae tem desig-
nio de fazer discutir-se e passar o projecto da ce
abuso proveniente du arbitrio a que alludo, de al- ra a reparlirAo qoe S. Exc. dirige, de qne iqaedi
gum mndo se pretina. NAo pode diz-lo, porque a qae vai, por assim dizer, levar aos olhos do taini.tro
legislarn realmente pre.la-* a esse arbitrio. ; a luz de que precisa, e sua voolad. a dirercAo
O ministro da marinha nao esta' habilitado a re- i m."'' conforme aos iniercsses e conveniencias da ser-
illo DE JANEIRO.
CAJURADOSSRS.DEPITADOS.
SESSAO DO DA28 DE MAIO DE 1856.
Presidencia do Sr. visconde de Baependy.
Le-*e e approva-se a acta antecedente. O Sr.
primeiro secretario da conta dn segainic expediente:
Um offlcio do Sr. ministro do imperio, datado de
21 de maio do corrente anno, remetiendo o reqoe-
rimento de Jos do O' de Almeida, pedindo o em-
preslimo de 50:0009 para promover a colonisacAo
as Ierras que posiue na ilha das (loras, provincia do
Para. A'commissao de commercio, industria e
arles.
dem do vire-presidente do Par, datado de 28de
de agoslo de 1855, enviando dous exemplares d re-
latarlo com que seu predeceisor passou a adminis-
IrafAo daquella provincia. Fica a cmara inteira-
da, e vai arebivar-se.
dem do Iprrsi.lente do Rio Grande do Sul, da-
lado le 23 de marco do crrenle anno, enviando co-
pia dos actos legislativos daquella provincia. A'
commissAo de assembleas proviociaes.
L'in requeriineuto de Luiz de Souza Maia, pedin-
do o logar de guarda riai galeras da cmara. A'
mesa.
dem de Domingos Lzaro de Barros, pedindo
auluri'aco para ser naluralisado cidadAo brasileiro.
Af commis*Vi de constituic,o e poderes.
Ia-.se e approva-se sem discussAo o parecer da
commissAo de marinha e guerra, enviando ao minis-
terio da guerra o requeriinento de J0A0 Fernando*
Lopes para deleri-lo como entender justo, visto nAo
er da sllriboico desla cmara a iniciativa da graca
qoe implora o suplicante.
O Sr. Magalhaes Castro participa nao comparecer
sessAo por lente.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DA.
Promoees dos officiaes da armada.
Continua a segunda discussAo do projecto n. 70 de
18,35, regulando as promoc.es dos ofliciaes da ar-
ma la.
O Si: Zacaras : Sr. presidente, pedindo a
eastellos, cuja piolissAoera derribar os carvalhos pa-
ra fazer fogueirss, e arrotear os parques para plan-
tar 1 o-.uin --. Es*e homem morrou doos aunos riepois
de madama deGueblan. A viuva rica c sem filhos
ronli ni lodos os seus negocios ao marqoez dizendo-
Ihe: o Administra meus bens. educarei la lilha;
lu me servirs de administradlo*, eu le aervire! de
aia. F'eilo o ausleeslabeleceram-se no caslello que
Mr. Michaud nao tivera lempo de demolir. Traba-
Ihando para a irmaa Mr. liueblan cuidava na lilha,
pois Viclonna era a unir herdeira de madama Mi-
chaud.
He exrellenle mulher essa madama Michand, mas
original! (tuem a cdlocasse em um museu, de cer-
to Ihe faria juslira. lie quasi to alia e viuorosa co-
mo o irmAo, e lem mAos e pos lerriveis : trille de
V-te que o projerlo faz depender a condirAo do | Iho naval,
lempo para a promoro, nao do serviro em geral j Alas, pergunlo-lbe : tem certeza de que as eaaa
proprio da patente, mas de um servido especial, ou esperanzas ie realisem, de qoe os seos deseje* *a
seja de embarque, ou de cummando de navio ou de I cumpram NAo pode ter. Depoiita, por reatara,
forras navaes, o qual, por certo, nao resume em si! mui robusta fe na vitalidade do gabinete a qae per-
todo o servico professional que pode prestar um ofli- i tenca ? Se por ahi vai, oio ai bem. Entra na*
cial de marinha. os gabinetes nem sempre cabero por falta de vigor e
Oa, a cmara sabe que o embarque uos navios | de torca : 'elle*, assim como os individuos, nao e-*IA.
do estado, que o rorr.manrio rie um vaso nacional ou 1 eiposlus a morte somenle por molestia* que ficam
de urna forra da marinha dependen) da vontade du delinhar. mal por ataque* repentino* e parecendo
ministro, e prtanlo dahi pode vir um abuso, dan- | estar no gozo da melhur saode. As can**, coasli-
do-sc o caso de que o ollicial que nAu liver as boas 1 tuciouaes proprias do rgimen rrpresentadv*, au
gracisdo governo para ter embarques ou alcanrar ; explican) e juslilicam a retirada dos gibneles, ea
o rommando de om navio ou de urna forra naval i podem fazer prevista do* anligo* e dn* adx erurin
qualquer, fique sem direito 10 mnimo do servico pa- do governo, que investigan) a solnc** provavel de
ra a -ua promoco. I certas eventualidades e ocrorreneias, emai, paracas
Esse abuso nao prevalecera. nAo leria logar, se j vezes acluam na di- duran dos nossos gabinete*, vic-
por ventura o arlo do ministro relativamente .0 em- ; limas ordinariamente de di**en<-e* intettina* e la
liarque ou ao coinmando fosse sujeilo a certas re- eveesso de vida.
gras. se nAo dependesse somenle do alvedrio do che- j Sendo islo aisim, perganto anda ao nobre minis-
fe da reparlirAo. Mas he o que nao succede. O pro- | Iro : Tem rerleza de qne durante o seu ministerio
jerlu que se discute nao cu lem una s proviAo
lendenle a murciar essa lalilude imineusa que o go-
verno tem, nem o seu autor pode esperar que no re-
giil,miento que se expedir para evecuro di |ej pro-
videncias se tomem para acaudal o ,,..,,.., .,.. .,1
bel de indicar, por que o regulamenln, circoinscrip-
to ao modo de ser'execatada a le relativa a promo
pana o projecto Taolo mai* quanlo, seto ter ea*
vista opposis-Ao poltica, podem no senado appare-
car adversario! temiveis ao eonselho naval, na* ja
elle leve nu finado senador Vasconrello*. Qoena **-
>o ... nesa materia estranba a part Sos, ueste campo
onde podem encontrar-se sem naco lu/ias a *aaae-
remas, conciliadores e nao conciliadores, ala te Ira-
cues da armada, qoe discute, n8o tem que entender t vara' do senadu ama lata mais prolongada do qae
com a forma por que o ministro determina os em- talvez se supponba "'
barques e concede os coromandos. Dada mesmo a rerleza da pastagem do prejedo.
Cootinuara'. pois, como at agora, e talvez em j resta ainda saher se antes de ie ter conhacianeato
maior grao, o arbitrio, deponiendo a surte do ofli- i da nmanisacAo qoe vai receber o eonselho naval e
cial da armada, no que loca a promores, inteira-1 das allribuice* qoe Ihe licaro cotapeliodo
mente da vontade do soverno, porque este nao
pode |dar maior numero de patente* por esculla
e merecimepto, roas pode infloir oa rundirn do
lempo de servico, fazenrin oa nAo, embarcar o ofl-
cial, dando-lhe ou deixando de dr-lhe coromando
de torca naval oa de navio de guerra.
Senhores, se a le em durus-o nAo acautela o
abuso, tambem nao podera' o honrado ministro da
marinha dizer qoe lias disposic.es hoje em vigor, o
lacio ao ministro, he ruzoaxel votar lei* de certa ar-
den), qoe podem compromeiler llmenle a arte
dos ofliciae* da armada e mesmo da marinha ntilrlar.
Decrete-*e primeiro a organisacio do eonselho naval,
e depois lero lusar nutras medida*.
O nobre ministro ha de recouheeer catara qae,
por muilo consideravel qne seja a ninitaHaalu de
urna lei de promoees, a reforma dos artigo* degeer-
ra, etc., oenhuma providencia he mai* argente pa-
ger a su) reparlirAo convenientemente, alomar as
mclhores providencias, nem a dar as urden, mais
adequadas. a E quem isto diz-nos ha aquello qae
hoje dirige a reparticAo, na primeira pagina do aeo
alias luminoso relalorio.
c Ministro da marinha, diz S.*Exe., he o funecio-
muin rcsponsavel peranle a le por erro* que nao
pede evitar ; que deixa de emprehender melhora-
menlos que devra tentar, ou o* empreen de preci-
pitadamente, por falla de um auxiliar qae au espi-
rito de razoavel progresio junte o da conservarn
das tradiedes a.lmioislralivas. a De surte que em
quanlo conlinoar a senlir-se esta falla, o chefe su-
premo da reparticAo (era de andar s apalparielas,
011 nAo fazendn o que deve, ou fazendo sem a pre-
cisa circomspeccao.
Fique auxiliar he esse, senhores, cuja falla lamen-
ta o relalorio "f
He u eonselho naval.
Logo o eonselho naval, (So necessario para desviar
o ministro de erros que hoje commelte sem poder
evitar, para habilila-lo a bem haver-se em ludo, he
a insliluic.lo de maior urgencia para a marinha, e
por ella devora comei'ar o honrado ministro.
A qiiestAodn rouselliJ naval he para a marinha
nina queslAo vital. Dahi se espera a luz que dissipe
os erro-,a norma eu impulse de lodosos melhoramen
los da armada.
Ahi conseguinteincnte devem de ser elaborados
rom perfeito conhecimento de ranea projectos de
instituirnos constitutivas da marinha militar, romo
seja urna lei de promo;es, a reforma do* artigo* de
guerra, etc. Entretanto nao posso dexar de notar
que moslra-se pressa em discutir a lei de promoees
la armada, ja se reformou o arligos sem se tratar
vico.
Fazendo estas observares nAo quero dizer e*ae a
projecto em discussao nAo he neeearie ; alunan at-
inente que na ordem das medidas qae reclama a
rotrinhs, e das inslitoiees de que precisa, ea ama
lgicamente preliminar, a do eonselho navel, a qaal
he de esperar que o nobre ministro ligue a su* at-
tencAo, e toda a energa de sua vontade.
Tornando da diresao. a qaal fui levada par tal-
lar no eonselho naval, dire qae o abuso figarade
por mim nao he prevenido em ditposicao nenhaau
do projecto. pois a comroisaao de promoees, de qaa
elle trata no fim, nao faz mais do qae rnabar *
informantes que Ihe forem transmillidat, caordeaa-
las para facilitar o Irabalho da promoro, alem ee
ser meramente provisoria, e por isso sem nenhanva
torca, porque a nAo pode ter, urna entidada, da qae,
na phrate do projecto, se lanca m.io, eroquaolo eae
bou ver eonselho ou tribunal pe manele qae *e in-
cumba da mesma trela.
Na disposir-Ao do art. 1. qae ';nlio reoiarede,
faz-se a injustica de excloir-te do mnimo da *ervi-
eo, de que depende o acenso do oflieial. o lempa
que o oflieial passa prestando serviro activo da *aa
profissAo, porque, como cima disse, nao he e **-
barrando e commandando navio de guerra oa (arca
naval que o ollirial de marinha desempenha a ana
inissAo. O oflieial. por exemplo. que etl emprea-
do uo balalho naval e no eorpo de imp*riae* nvari-
nbeiros. nAo presla um servido qa* ae deve reputar
serviro activo de sua profisso ? Na enlento e se-
gundo oa o primeiro teoenle qa* ahi eetlvtr, por
ordem do ministro, (re* 011 mais anno, nie adqai-
re direito ao accelso.
No exercito, a lei de 6 de setembro de 18W, asa-
os membros do ministerio de que fazia parte ; liuha
mais lundamentaes da orlhographia, como tambem
pronuncia mal Indas as palavras. He aro defeito
que o marido nunca percebeu. c coro ra/ao ; o ir-
mo esta lAo habituado que nao repara mais nisso.
Felizmente ella falla lao rpidamente, que raras ve-
zes se pode dar pela falla. Conla vinte coosas ao
mesmo lempo sem nexo, sem ordem, sem IransicAo ;
quasi sempre nao sabe o qae diz, nem o que "faz,
nem o que quer -, alias lie boa mulher, e se teria
arruinado vinte vezes, se nAo fora a aoloridade do
irmAo. Ora lie prodiga, ora ovronla, hlfa paga sem
regatear, amanliAa regatea sem pagar ; accende urna
nota .le cem francos para apandar um sold, e ra-
lba com a casa tola por um njmphoro, recusa dar
p.lo a um pobre, porque a raendicidade be prohibi-
da, c abra um luiz ao cao faminto que procura um
quem recebessedclla urna bofetada E quando mor- ossl" respeita o irmAo, e procara todas as occasies
de encolerisa-ln ; he apaixonadamenle dedirada
sobrinha, e anriosa por desfazer-se riella por meio
de um casamento : tal era no mez de junbo a irmaa
de Mr. tiueblan e a lia Viclonna.
O leilor eslembara talvez que om homem inlelli-
genle como Mr. de tiueblan leuha runflado a educa-
rlo de sua lilha a tima mulher lao insensata ; porcm
do eonselho naval. Se na praliea ludo se pode ir Ta- i belecendo condieoes de qae para o acecen da* efli-
zendnatm auxilio do eonselho naval, deque servir' I cae, marca o periodo de don* anno* para ama da
elle? Sera' s para enlodar o! relalorio!, comparavel 'res annos para oolrus ofliciae*, mas nAo npecifir*
a's ameudoas, de que h.i pouco fallou om espirituo-1 servido conleutando-se com serviro aclivo, qoalqeer
so orgAo da imprensa '.' 'Il,e elle seja, correspondente ao posto do oflieial.
Existe, como sabe-se, 110 senado, um projecto so- Porque razAo nAo seguir no projecto qne a diana
bre o eonselho naval, enviado desla cmara em '" mesma regra, exigindo-se dorante certo perie-
18:18, que por sua antiguidade nao pode ja passar do ertico aelivo professional, sem mincieoar carta
sem alguns retoques. a delerminada qaalidade delle 1
Em 1853 eu dispunba-me a ir apresenlur no se- A disposirao do projecto, que me paree* poder
nado emendas que havia preparado de accordo com occasiouar abaso, aprsenla o carcter desta* idea*
viciosas que, apezar d* diligencia* em centrarle, asta
rer serao precisos qualro humens para deila-la no
fretro. Tem ronstituic;Ao solida como uro drama de
Frederico Souli, e sua Cabera nao he feia. Tem
nariz aquilino, bocea altiva e denles alvos. Seus ca-
bellos sAo quasi brancos, embora tenha apenas qua-
renta annos ; mas essa rr assnla-lhe. e ella exa-
gera-a asando de polvilhos. Seu coln he daquelles ;
que podem-se mostrar ; assim. ella apresenla-se rie- I ** nreupares (| marque/ nao Ihe permiltiam me-
cotada desde as qualro horas da larde ; nao porque dit.tr no tratado de Kcnelon sobre a educacr d itnae-
queira agradar a uinsoem : enfeita-se paia si mes- ninas. Alm disto deve-se ter aiguma conde.rcn-
ma, e isso fcilmente se ronhece. A upinio de nu- deneia rom una prenla que personifica em si uns
trein Ihe he 1A0 indillerente. que faz ludo segundo ,''" milbes. Erofim Mr. .le Cuehlan prsuadio-se
entenile, e vesle-se sempre a sua moda. Corla seus j fOm ou sm ra/ao de que o melhor professorde uro*
vestidos ella mesma, e paga dobrado i rostureira mulher he seo marido. Sabe que Vietoriaa nAo a-
para Iriajar 4 su phanlasia. Quando madama t le I prendera no caslello todoo que deve saber ; mas esta
traz-lhe um chapeo novo, seu primeiro cuidado he I certo de que nAo saliera nada do que deve ignorar,
desfa/-lo para adopla-loaoscugosto.Quando recebe 1 --"n e"-a conliauca dorme Iranquillamenle.
visitas lie com vestuarins inexplicaveis, que o pro- 1 De Tacto madama M.cli -u 1 so dea 1 sobrinha mes-
pno Champollion nAo decifraria. Vi-a una vez coro I Ires de sessenla anuos, sem exceptuar o da dansa.
louca de crep da China, adornada de flores nalu- De lodo* os autores que Ihe penuitlio o mais perico-
raes e de rendas de toda a especie. Seus armarios |so he sr Waller Scott, tradu/.ido por Defauconprel.
sao um cabos rie relalhos magnifica*, que nenluima | Ajuiitmi-llie rViMM Powpilius, e as obras completas
rainansla piule jamis por em ordem. e sen eapiri- de 1 tunan, a Chnupana do pai Thnmazn algumas
lo a-emelha-se mu ponen aos sens armarlos. A cul- obras pequeas e primorosas de Dirkena, rien nu
pa he sem duvida da familia dos l.ueblins. a qo.il 1-eis voliinie-do madama l'.olliu, nina esculla de
pensara qae om homeui nunca sabe dem a-uil nuon I rumanres de ravallaria que deleilaraui a infancia de
(e ; mas que urna mulher sempre labe quanlo basla. 1 madama .Michaud, e que Dan enlristecem I jnveulu-
Nao smneute madama Michaud he rebilde as leis I de de Viclorina.
A bella herdeira lem dezeseis anno* ao muilo.
He alia, esvella, c graciosa. Contesto quesoas face*
sAo om tanto coradas de mais : seo rosto anemelha-
se a um peceso em lal.ida. As mAossAo inteiramen-
te vermelhas. o que na minha opiniAo nao conven)
s macas. Tem denles mu pequeos : oulro gene-
ro de l'ei.jila l" que eu apreciara muilo. San baeca
he meio carne, meio penda, ama mistara de polpa
transparente e de ncar : eostaet de remis ? Seas
ps sAo pequeos ; mas ama Chine/a nao os quererla
ter. e os mandarn* illostrado* nAo eompori.m ver-
sos em eu louvor. Todavia -o elegante*. NAo te
rereie que Viclorina alcanse algum dia as proporres
colossaes da da ; ella herdou a ronstilaicAo da aiai,
a qual era boira, e debe-da, e morreu phtvsica.
Quem quizer saber quanlo durar a formmara de
urna rapariga olhe para o retrato da roi.
Essa rapariga de apparencia tio seductora lem
urna alma inexplicavtl. Falla rara* veze*. talvez
porque minea he interrogada. Seu pai nAo ten
lempo de conversar cem ella, e madama Mirhaad,
qoe comera rom todos, faz sempre a partilha do
le "-o. Os homens que veem ao castello Uo mailo de
seu secuto para se enlrclerem em decifrar o espirito
le urna mneinha. Emfim, ella nao tem amiga* da
collegio, porque nunca la esteve. Julgam-na tola,
porque conlr.ihio o habito do silencio : mat *ea co -
racAo canta dentro. L'ma dnnialla que se cala ha
como om viveiro de pasaarinhot, ruja- porta* clao
ferhadas. Se alguem approiima-*e, nao ouve nada ;
se applira o muido a porta, nrnhum murmario.
Abrin In-.i eleva-se um concert de gorgeiosalegres
e onoros que enche os ares, esobe ateo eo. Quan-
do Viclorina ia ao parque com um litro na mAo.
escollada pela camarista, e pelo velho Perrorhon
madama Michaud dizia *eguindo-a com a vhta :
Cniadinha 11A0 diz nada, e de eerlo nAo pensa em
causa1 alzuma.11 Madama Michaud nao raspeitava
que a sobrinha ler nos livros e em si mesma sebs-
liluia as heronas rie todos os vos romanres, e enr-
rera ji mais ..ventura* un qne a liella Anglica mi
madama de I i.noeville.
.Confintiar-'c-mi.,

. ;


se podern conciliar, e por ero li.nuonia com um pen-
samaoto sao e de equidade, era que roucorrcm. Ea
me eiphco.
Km ama de toat djjposijr.es ulteriores o projeclo
determina que se conle para os accessos o lempo ps-
ado pelo orBcial em missoet diplomticas, ministe-
rios, presidencias, comraissoet militares e oulros ser-
vl.oa, epezar da regra que exelae dessa conta o lem-
po pinado em servio eslranho a reparlieAo da ma-
rinha.
e que ierre purera mandar que se cont esse
lempo, ,. por oolro lado pretaode-se que o mnimo
do servico para pnmeiroi leDcnles e capil.et-leoen-
lesseja de tres anuos de embarque, para os capUges
ae rragata e mar e guerra seja de irea anuos de ser-
viso, sendo doos coromandsndo navio, e para os
cheles de divido e de esquadra tres anuos de ,ervi-
co, dous dos quaes commandando tarca naval ?
O oo I," tentle qoe ealiver oas commissOes a
que me reren, G annos, por etemplo, oao lera' di-
etlo 10 accesso por Ihe fallar o mnimo de servico,
no de oao ler embarcado tres aunos, e os oulros oili-
ciaes, por mullo que te demorem e bem sirvan, as
mesraas commi-soes, deixaro igualmente de ler di-
reito ao aocesso >e Ihee rallarem os dous aonoa de
ooromaodo, visto que o lempo passado oas commis-
soes so Ins pode, ser levado em coola como um an-
uo do periodo marcado oo artigo que se esta' dis-
cotindo.
Os olliciaes de qoem se exigera tres annos de em-
barque do assim raait prejudicados do que os ou-
lros ; mas estes tambero nao deiiara de se-lo. Um
2. lenle ou um 1. leoeole qoe aceitar commissoes
de tal iirdem (cario com a sna carreara interrompi-
da, senio cortada.
Talvex se diga : em patele dessa ordem nao he
natural leuh.o de recahir commissOes como as de
que se (em fallado. Mas cu pondero que o tlenlo e
o genio oao leni idade, e que por eoosequeocia rooi-
lai vezes o governo empregar com inaior provea
do servico do Estado em commissoes competentes
um >. ou um 1. teoeole, do que um oflicial de pa-
tente mais elevada, e que aatim he injuslo negai-se
* estes ofTiciaes o mnimo do servico para o accesso,
anda que, por oolro lado, leuhamservido largutan-
nos no desempenho de taes tomroisaes.
Mo estas ai reflexes que me occorre acerca do
pr.raeiro artigo do projeclo. Na discuisao dos segra-
les pedire a palavra, se me for possivel, paraexpeu-
er o qoe pens de soas disposicoes, declarando-me
uesde ja favoravel as emendas qoe sobre esses arligos
esiao preparadas de accordo com o ministra da repar-
tido a que du respailo o projeclo, e quevolarei por
qnae.q_er outras que aperta.coero o projeclo, cujas
priucipaes disposic<_es ja urna xez disse, oao me pro-
ponlio combaler em sua ewencia.
Nao presiei o aono passado a miuha asiigoalura o
parecer da commisdode mariolia e guerra retava-
meote a este projeclo, e occopei agora a atiene o da
cmara por alguns momentos com o fim priocipal de,
em occasiio tao opporluoa, como me parace esta pe-
dir ao pobre ministro que trale do consolho naval
pnmeiro que da lei das promoi.nes, primeiro que de
qualquer oulra iosliluicijo. E orna ver que S. Exc.
reconhece que nao pdkevilar errus oa gerencia dos
uegocios a seu cargo, r falla de um conselho que
ao espirito do progresso junle o da conserva-
jao das lradir.es administrativas, comece a orgaoi-
sacao da marraha pela creac,o desse eonselho, qae
-sao ser verdadeirameole comecar pelo priiieP-
OSr. Wanierley (mluitlro da marinha): Nao
i f*j Pre*'deute, se o honrado depotado qoe aca-
ba de fallar coleada qoe se deva adiar a discussao
deste projeclo at que se tome-urna deliberar > qual-
qoer sobre a creado do conselho naval, ou conti-
nuar oesla ditcusdo oto ebtUole a falta deasa insti-
lis*, a qoe o honrado depotado lita temanha im-
portancia.
./n?"ho naval, senhoret, he tem duvida orna
loililuicao esseocial ao bom andamento dos negocios
da marinha. Eu o reconheci no mea relatorio, e o
honrado depulado tambem o reronheceo naquelles
qoe como ministro da marioha apresentoo s cama-
ras legislativas, e acaba de o reconhecer oo discurso
que vem de proferir ; mas emendo igualmente que
a taita dessa rattiluico nao pode demorar, e muilo
menos conlrariar a adopco de urna lei de promo-
O Sr. Pereira ia Silva : Apoiado.
O Sr. Ministro da Marinha : O conselho na-
val pode ler lotervencao as promor,oe, quanio i
apreciacao do mrito relativo dos officiaes de mari-
nha ; mas nao tere de modo algum de influir para
que se adoptara antas eslas do que aquellas condiroes
para a promorao de-ses oliciae-,
O Sr. Zaaarias : Porque nto. Na diseossto
6 vera.
...-,f> Minittroda Marinha : Nos ja temos orna
le sobre promnri.es, e eslas faiem-se tem dependen-
__! eon,e"M,;o principios regaladores da mate-
ria nao sao novos, ou i.io e.lrauhos aos nossos co-
uhecimeoto* que om oiinislro e a cmara nao pos-
sam por si discutir as bases desta proposta.
Quererla o honrado depulado que se creasse pri-
meiro o conselho naval para depois de ealabelecidu
ser esta le sojeila ao seu eiame e podermos eolao
discoti-la Creio qoe nao ha uecessidade alguma
Pode o conselho naval, como eo disse, ler grande
lunnancia sobre a maneira porqoe se lino de Ut-r as
promosoes : mas para adopeao das bases que devem
em aeral reger as promoCoes, he absolutamente es-
cosaca a soa creado anterior.
Nao sei tambem se o hoorado depotado, referiodo
pelo modo por qoe referi aa exptessdes de qoe usei
no relatorio quanlo a necessidadedo conselho naval,
empregou urna lioguagem irnica, oo se concordou
com as ideas qae eu shi emilti.
O Sr. Zacaras:Concordo.
OSr. Ministro da Marinha:Se o Ilustre de-
putado concorda com essas ideas, pens qae Ma pos-
so ser censuravel quando lando de manifeslar as c-
maras as necessidades da reparlitao a meu cargo,
soa franco anda mesmo naquillo que pode parecer
ouensivo ao meu amor proprio.
Eu declaro, seoliores, como o hoorado depulado
declarou, qae entrando pira a repartido da mariuha
hospede oas materias que consliluem as altribuicfies
dessa minisleno, senli immedialameiile a necessida-
ae disse auxiliar indispensavel, e que oolras narOes
raart adianladas do qae a nossa possuem para co'ad-
juvar os ministros de marinha. reonindo as Iradic-
{oes administrativas a um espirito de razeavel pro-
gresso. K
Keeonlieci lambem que esle oconvenieule nao pro-
vinha tmenle do individuo que se achava a tesla
da reparti da marinha, porque csse mal, se se de-
ve considerar como la I, de enlrarem para a reparti-
.ao da marinha individuos que nao perlencem a clas-
se, he um mal como qoe loliereule ao nosso sxsie-
ma poltico. Sao s temos lido, como anda h'ave-
mos de ler mullos ministros de marinha que nao fa-
ram parle da classe de marinha, e he preciso que no
nosso ssstema, eonde a poltica lem grande influen-
cia na nomeac..le dos miuislros, os habililemos para
que potsam servir convenienlemeule, dolando as re-
partifOes de amillares, para que nao acontara, que
os ministros andem as cgis, qoe potsam emprehn-
der melhoramentos precipitadamenle, ou empre-
hendam os menos oten com prelerlraode oulros mais
Ha possivel que apparc lodos esses auxiliares ; mas na marcha ordinaria da
vida, devenios sempre contar, u.r,u com os genio e
e sim com as mediocridades. Islo ao menos parece-
rae urna regra de prudencia, poisqoe os genios sao
exceproes ua natureza.
" !n' fonnecBdo v* uecessidade, a ndis-
lensabilldade mesmo da creado de um conselho ne-
var; em vez de promoverdes a discussao desse pro-
lecto modes em pnmeiro logar provocar o das pro-
Ih a queira aipmbrar, urna ronlrailicco em que ra-
bio, lachando de inconveniente o discurso de um ou-
Iro honrado deputado que hoii(em encelara a dis-
cussao...
1 Sr. Ilibeiro de .linlrmla :Apoiado.
O Sr. Ministro da Marinha :E'lrauliou o I-
lustre deputado que. estando em disrosso o primei-
ro ai ligo, do piojeclo, o honrado depulado por S.
Paulo se oceupasse dos oulros arligoa que ain la li-
nham de entrar em discussao: enlrelauto o illustre
depulado, depois de discutir o arl. I., passou a con-
siderar a materia do 3. i. ">, e chegou at o 7. A-
puiado.'

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-------- r- -------.------- r"'" nmair.
nienle esse svslema, que he, como ja hoiilcm disse,
adoptado pelo regimunlo da cmara, porque he o
majo legular de bem avaliarem-se as diversas dis-
posijoes de qualquer projeclo, as suas relaces e al-
cance, e a sua ulilidade, principalmente quaudo nao
lem |.a discosso... (Apoiado.)
O Sr. fibeiro de Andrada :Al mesmo para
econoinisar-se o lempo.
O Sr. Ministro da Marinha :He ver.lade ;
porque certas davidas apresentadas em princi-
pio e logo resolvidas facilitara a discusdo. A-
poiado
mente -e tem repro'luzido no fim de rerto lempo,
desde a Kussa al a Europa Occidental, no nter-
vallo de 1X30 e 1832, poc.s em que foram Invadi-
das diflereules capilaes da Buropa, al 1X.">, lodl
as c.ipilaes, l'elcrsliurqo. Berlim, Vienna. Landres,
Paris, o coolirmain : todas lem sido por tres a qua-
tro vezeslde novo aroimnettidas, e rom ellas as res-
pectivas nares.
Ora, nao lie pelo menos de somma prudencia sup-
por que ida n,lo estaremos ao abrigo de urna repro-
dcelo i esle mal'.' Parece-inc innegavel. Espero
cumtud que tejamos preservados ; mas o preceilo
. ,ue nos inairls lazar da nnssa parle aquillo
que pvdrmot, nao nos inhibe, antes nos impOeo de-
ver de timar todas as prerau(,oes necenariai ; esse
preceilo pude ser definido como ja' fol por una
grande cppacidade, da maneira segainle : .< CouGai
na Provi lela, mas proceelendo como se dalla nada
esperassi i. u
Entre lauto coulio, Sr, presidente, que serci Caa-
taodra ; espero que o meu paiz sera' pois preser-
vado, co ii o auxilio da Divina Providencia, da re-
produce^ o do mal.
Sei qu i.o Sr. ministro do imperio trata de lomar
medidas para fazer face a eaet possivel emergencia
-^
"----------..-,. ........ u ,. v. cuniiuuu que teamos preservados; maso
fcu, Sr. pirMdenle, nao reputo inronve- divino, <]ue nos niands fazer da nossa parte
svslema, uue he. como ia lumiitm ti,... n,, n...i.......... ..a.. .., :..kii. ....____ '
, ... meaiuai para lazer lace a esta pustivel amar
Acompanhare pon o illustre depulado au terreno S. E. i e lem m. sruo dignado algumas vezes n
em que elle se culloeou. ,r-,e i ;erca de laes medidas; mas julgo do meu
do sB?.mr.Z, d,Pu""lolaue a!L '- "^n-1'""'. 1" lugar em que me sebo, dizer ao meu paiz
oo-se um cerlo lempo de embarque e de commando, as minh s opinies, c marcar o campo em une nos
segundo os dillerentes postos para que as promores devemo- Collorar para esperar por essa triste even-
poisam ler lugar, e deuaudo-se ao governo o arhi- lualidad
TaJOZSEH "U-dei"r de l\'me!" |,ara eml)araue K" e> v........ .., ,.......p.M.cpaus .dio,
ecommai.d.,sosofliciaeSquelheapro0ver, nasmos breque devem versar as medidas preventivas
do governo esta promov- los ou deixar de promov-- medidas *le -- -
los, facillaudo-lhesaou difliciillando-llies os erabar- porlos do i
qurs e commandos. .,...., ..
Anles de ludo, Sr. presidente, eu desejara que o
guatea da marinha apresentasse um suhstilu- Lma grande par, tent a lolalidade dessas me-
um meio qualquer que sdrvis.c ,1. bate regu- didas, ec|So aiuda por se crear : nos porlos precisa-
das oroinoi'ues. Ouer n i h,ir> 4imniHi .... n, .1,1.,.____.,.i- _______.._. .' '
ntoa de casas onde .
eulnra tlieguin alfectado
"" 'i piwrueine, eu uesejara que o que o ni I apparera, c
honrado memhro, dolado de tantas lozes c pratica alimenta u a epidemia
dos neijocioa da mariiilia apresentasse um substitu- ------*- -
lvo, um meio qualquer que servisse de base regu-
ladora das promueves, yuer o illu>lre deputado ou
deia de querer que o embarque seja con,lirio es-
aeucial para as promores dos officiaes da armada '.'
Suppouho que o honrado depulado nao pretender
que as pmnioriaes dos olliciaes de marinha nao le-
nharo por base o lempo de embarque a bordo dos
navios de guerra. Senhores, a palavra o asi i di-
zendo; olliciaes de marinha nao sao olliciaes de Ier-
ra. (Apoiados.) lia orna propensan natural acoroco-
ada por outras causas conhecidas do illustre depula-
do, qoe leva o oflicial de marinha a procurar de
preferencia as commissoes em Ierra, fugindo as com-
missoes do mar por serem mais pesadas e iiirommu-
das. Qeal o meio que devenios adoptar para con-
tralialan,ai esse pendor natural do hornera ao seu
commodo, e animar aqoelles que cusa de perigos
e sarrilieios se queiram dedica a vida para a qual o
Estado os destina e psga '.'
O meio he conceder raaores vanlagens aquelles
qae mais sacrificios fazein, que embarcam, e desar
os que procuram suas commodidades, qoe procurara
empregos cin Ierra, em psito de nao coiupelirem
com os primeiros nos accesios a que s estes por seus
ronlinoados servidos e sacrificios lem indisputavel
direilo. (Apoiados.) Se assim he, e se esse principio
nao me pode ser couteslado pelo honrado depulado,
como mn contesta as di9posroes do artigo 1.-do
projeclo na parle em que enge que um oflicial para
ter promovido dever ler cero numero de anuos de
embarque 1 A queslao parece-me que deveria ir ter
a ootro terreno; a queslao seria se cuuvinha mais ou
menos lempo de embarque ou commando; mas nun-
ca se o embarque he ou nao base esseocial como o
projeclo eiige.
Diz o illustre depulado: O projeclo deiza ludo
at atlrihuices do governo, este podera', sesundu
Ihe aprouver, nomear oa deizar de nomesr ofliriaet
pira o embarque, dar ou deizar de dar commandos,
ouelle nao se previnem esses abusos possiveis ou
provaveis do ministerio. i> Senhores, ja honlem live
occasiao de responder a esta objeegfta apresenlada
palo honrado deputadupor S. Paiilo". Eo naosuppo-
nho provaveis semelhanles abusos, mas em todo o
caso a minba opini&o he que o regulamenlo para ei-
ecucao desla lei dever prevenir abusos possiveis.
Enlendo que as commissOes de embarque ralo de-
vem exceder do praw marrado para que as promo-
oes possam ter lugar: assim, por exemplo, se para
passar-e deom posloa oolro sao exigido* 3 annos
de embarque, as commiaes n3o devem ir alm des-
se lempo: se furem exigidos 2 anuos de commando,
completado o prazo d-se luaara oulro; estamos noca-
so em que se cosiomadizer. se he l> m loque, a|lodos
he mao seja lambem dividido por lodos. Apoiados.
Trala-se de habihlar os olliciaes para o serviro do
mar, e enlSo o interesse principal da admim ser que lodos salisfaram as condires da lei e pos-
sam preencher sens deveres. lApoi'ados.)
Senhores, (eolio para mira que esse principio da
afilhadanem e patronato nao pode existir no groem
que se quer figurar, porque isso he contrario ao in-
leresse publico (apoiados1: nao possocrer que ba-
ja un ministro que s levado pelo espirito de pro-
lecro a dous ou a Ires ludividuos assim prejodique
os niteresses do servico; ese por acaso isso arente-
cer, Tsenhores, para que eslais v; nesla ca-a ".' O
qae vos impedir de censurar, de responsabilisar es-
se ministro prevaricador".' (Apoiados.)
Sr. presidente, he um principio 13o vulgar quanlo
verdadeiro, que o aboso possivel nao he um aran-
mcuto '..Mii,i a ulilidade das liistltuicijes; nada nes-
le mundo pdj deixar de ser tujsilo a abusos, e se
nos Tormos a olhar smenle para-as soas consequen-
cias, nln sei a que eslao chegaremos; privar-nos
------------------- ,----- i !, u pc.iu, iirtt- peu,dieill(
para nao abalar o cerebro, emfim ficaremus redozi
dos a perfeit.is estatuas. (Apoiados.)
ouiem se colloca na junta de livgiene.auer logo met- ni
rece que a lodos he natural a ndole de exercer au
loridate. ll que aroulere he, que o empiegtdo da
junla de hygiena que fizar consistir o seu dever em
inspeccionar, em mandar eslabelecer quarenlena.s, oulros, morren.lo muilos medico, na provincia da
em mandar ,l,,r, em mandar sobre ludo, nao cum- Babia, em Serjrfpe, e em oulras morrendo muilos
pre a disposieau essencial da le. porque a lei incura- alamnot.
be mu esperialinenle ii junla de apuntar ao guver- O Sr. Dulm Rocha :-Os academicot porlaram-
i o medidas necestarai ; lod M esses oulros episo- se melhor do que us mdicos. Apoiados e vivas re-
dios sao verdadeiros epigrammas: o lira da le he clamaces.
incumbir a junla de esludos prolssionaes. Pela mi-1 lm Sr. Deputado : Alguns acadmicos porta-
franramenle que heco.no a en-, ram-se melhor que alguns mdicos, oalrosporlanm-
Icndo
E. Sr. presidente, ja bstanles dissabores leem
havnlo por causa de laes latitudes dadas s commis-
ss de hygiena : ja ri---.ill.iu enlender-se que pelo
laclo de fulano de lal curar sem ler diploma, esla
olleudida a dignidade da junla ou Ja commissao de
bvgiene. ,\ dlgnidade da junla e das commissOes
esta, pens eu, em indagar rom esmero as causas do
mal e leva-las ao ronheciiiiento do soveruo, para re-
move-las, e nao em que (ulano cure ou mate sera
diploma.
No Para, em Pemambuco, no iiio Grande dojjSiil,
ple deixar de reruuliocer que muilos oulros. respndenos vul-ares nrUaaim. n,,,.n,.n^i. .. i_____u. ,
icos nao t prestara,,!-se cora o' raaior desinleres- que nm*m!I*ZmFZmZE23!l P r q"e C<"n0 ,,"'' "0 d''0 "nado' dc
iba- quem fura eaixeira, com elle viv*ra Ireze anuos e
i-m perfeila harmona com os queixosos. Nao poda
.'osepha e nem devia consentir que o seu possoido
gurasse na parlilha, a qoe se proredia pormorte de
Maiioel Flix, o que accarrelou-lhe os incommodos
que lem supporlado.
O lerreiro supplente do jniz municipal, Francisco
Antonio da Silva, qoe c, iilinuou nos termos do pro-
cesso, jolguu improcedente a queiis despronunrian-
"lo aos indiciados por falla de provas, pralicando um
lo de loda a juslica. He um dos mais bellos ca-
ladores detle termo. Os qorixotos recorreram.
Por causa de scmelhanle processo, livemos a for-
tuna de ver entre nos o l)r. Joan Francisco Teixeira,
lomera se colloca n. imita,le liygiene^uer logo met-, nao ple deixar de reconhecer que muilos oulros, respndenos vul".ires orlassico-Dens Jra rnm
,/ss do r,fWa a1aue"',.cur'-' |pr rt1"'1">^ 1*1 medico, nao s prestara,,!-se con, i raaior desinleres- que nm*ESmFt?2E2SZE
patudo pea esrola medica, quer mandar citar tu Jo, se. como al sarrifiearam->e apoiadot), o .re mui- ttue ella por- apr ei' a orcliaT Z,l re u.
|.e ludo |h. obedeca, que uing.iera exerra imlus-' los eu rilare.....orne do lr. C>pristi 11, os, Be- m.us et c,flera...B av"ado S-T. o Rrad. Ti*
ira sem sen beneplacilo, quer.... Misericordia Pa-, lami. "S. nlnmiri-i inri. ,Z,""laaoe,"'a o Brasil H^a di-
rere que a todo, he natural a ndole le exercer U ,,,/sr. Depulado :- E^bem doWor A.- nos Tvn "^ '" ^ C'""" : "-'
ond.T.e. que aroulere he, que .> empiegtdo da'zonas. *s. e J, .., Mimi,|na. a i
l'm Sr. Deputado : E tambem o doulor Ama- ios livre
""a\,. owi. r*..i* xi I S."* ,abjin,idai, < "r o qae nlo he, dizer
: lambem, e muilos | aquillo que nao pensa. deven rasil >er arru-ado .le
conlimiar o trafico.... o, nao na um s Bratilelre
que nao lenha no intimo do sen rorarao a coi.vic-
rao de que o trafico esla merlo e irrevogavelmeala
morlo para o imperio! Ainguem dgvrda dalo. Corno
pois poderiam informaroes da.pii p,|.d,., ada por
em duvida urna verdade que Chanjarel nanoiial \
ronrlusao he que sSo tnblimiiladei diplomalicat per
se muilo peior
O Sr. I'mto de Campos : Entre os poneos m-
dicos que milito sa distinguirn] occiiparam o pri-
meiro limar o Ur. Sarment, e o seu lilho acadmi-
co, que na Babia e em Pemambuco presin relevan-
te- serviros sm recebar um real.
O Sr. I'aes Brrelo : lloave esludanle do se-
gundo anuo que pedio 1006000 por da
,i t- A ~~,~,---"""", i'"' "" ""! ue iiipiomaia. us enredes dos ganiiieles o
(i Sr. Paula (andido : -- se o nobre depulado inhibem, mas deiiou-nos a etperanca de que a par
pen no geral, na provincia do Para, os mdicos, afia
(|1,^^-'". Grand* "0|S"1. I* rovenrer que M mJiio VnjSlT Ve'rd^ e ST^^SSSZTTSSJZ \X m Vl?%Z*'Mn> '"'d' ^-eTnap^ove.:
r ZZ.Z^JSSZSZX**: *SSi*!* ^'ei 'e ...screpaucia sobre as ,zes,a civi.isarao da Z StWJSST ^, '^1.^." .""!," -* ^ *
nl'i. I .' q e a cl:",""ssao lla Sr. Paula Candido :Aqu no Rio de Janci-
e recebara os doenle7 ue or r.n i % ,>r"am.DUCU f .provincia ro dous medico, do hospital martimo de Santa 1.a-
que con'em em beneficio .ios navios Us laheleri 1, 7 malaxe. Sem duvida ella Sooza prestaram-se rom lana dedicacao que anega-
memo, que leen, o orne de ""C"Ts M^l^^^i^^Z?* "'" """"*' "" ""^ ."","" Se ^'^ ""
na,-.U. i .....ao- i. > ,, piuvar commissao tuina cumnnd.i o sen dever, deixasse o
'" ''"""<' -le semelbanles eslabele- mal, por conta da aulorid.de. Mas, a cmara sane
!""^H ba,,a dlfer V"51Ue "a ?."* ao lia P'- rommissao de hvgieo. den-se por .Hendida e re.!:
pnamenle sena dous l.ur.to., u se multiplica.,, rou-se I E o a Manoel ganhou 6:IM)IhS r,* fo -
lododoo porlos, porque a deapeza he enorme ; o rou ,e. e mala nao sei o qae...
O Sr. Mella Franco : O escndalo maior foi
que all se faz lia ler urna e-pecie de sucursaes 'era
lodos os bortoa, as quaes se iniiiislram os soccorros consenlir-se
(llllllll lili. I WL, l.'-..-.,ll ... >.!>. K._. .. ...
cmquanU se traiisportam os navios para os dous pon
los principars. Enlrelauto enlendo qoe no Brasil,
era alsuns porlos; como no Para, era Pemambuco,
na Babia, na Kiu de Janeiro, c lalvez em alsum ou-
lro porli^doSul. se devem crear esles eslabelerimeu
ic ..-L .--------------........ 'u- que con.ia seme han e Iraqueza havia represeulado *
i,_____z i *------- governo ua provincia con ira aquella miseria o ao.
le preciso, senh.res, que mu; nos convencamos e vemo da provincia nHo esleve por islo, c. n^ o que
innosco se cooveuram os par Ii danos das nnareiil.- r. .- M.i...i.................... .'"eniio que
colimse^ se cooveuram os partidarios das quarenle-
nas, que aquelles que sujetamos a essas quarenle-
aaa lam em ao homens. tamhem sao chrittaos como
nos ; n3i devemos sacrificar os miseraveis que che-
gam den andando us nosaot porlos aneciados da mo-
letlia, s pelo egAsinn de nao a solTrermos lambem:
um lal s minenlo nao he digno de chnslos. Eude-
sejaria v t mullos que clamam pelo rigor das qua-
reuleuas em um navio sem poder vir para (erra, com
grande iiortalii.il- a brrdo, e inultas vezes sof-
frendofeme: esses seriam en.au os primeiros lal-
vez a clamar contra as quarenlenas.
-Mas. vira mi,i tulla sobre esle doloroso assamplo,
direi que as quarenlenas como vulgarmente se en-
feude, ce mo base de s\-lema, sao complelametile
inuleis. ao he por meio dellas que preservaremos
os porlos de seren alfeclados, mas por om svalema,
que elid arei de desinfecro, du qual limitadas qua-
renlenas I sao meros arcessorios. He, segundo este
principio, qoe eo desejaria ver desenvolvidas as me-
didas que tem de constituir o regimea sauitario dos
nossos porlos.
A provjedoria do, portos do imperio acha-se orga-
nisada pur urna lei. que nao sei se de lei lem mais
do que o iiome : he urna balburdia, l.e um cmhro-
glio tal, que em algons porlos recusam algumas em-
barcarocS receber carias de saude da provedoria, pe-
las quaes se paga um lauto ao provedor, a quera a
lei nao inaica ordenado algm : nao sei .le que en
lendeu a lei dever viver o provedor por oulro la-
do a incoherencia he de se forjar o navio que lom
de deixar os nossos porlos com destino aos de seu
paiz, onde a rarla de saude nao he necessari, he
um veame intil ao curamercio ; mnguem acredita
nessas cartas ; se ellas de nada sei v em fra do im-
perio... para que forrar esses navios a recebe-las J
Que us navios nao se possam apreseular em qualquer
pono do imperio sem caria do porto doude proce-
dem, adi lgico e juslu ; mas uhrigarmos um ho-
rnera a receber um documeolo que nao lem de ser-
vir us porlos a que se destina, bu na verdade um
contrasetiso, he um vexame intil !
Sem duvida, no projeclo que tem de transformar-
se em lei ou regulamenlo. S. bxc. o Sr. ministro do
imperio espero que nao deixar de por em ordem
lodos esses elementos desenronlrados.
O sysrema at boje seguido para soccorrer os lu-
gares flagelados pelo cholera tambem uao me agra-
da ; eonheco que a auloridade lem sido tao solicita
nomo era possivel ser ulaomas Tallas que leem lla-
vido em diflereules lugares nao podem correr por
conla da auloridade. Sao males inherentes a seme-
lhanles crises.
Mas, rerauhecenilo eu a solicitada que tanta hon-
!.... a"-"""""" -- "o, privar-nos- Mas, recauliecendo eu a solicilude que lana hon-
KEL E,D! ,ercmo'.rece'0 '' cahir, au ra faz ao governo do Imperador, seu lio iouvavel es-
na afL CTar Pr"V n* nensarcms "" *'<" lo-oa os pontos do imperio, me
para nao abalar o cerebro, emfim ficaremus rednzi- nanea rnmi.,,1., ..... aa-aa --,.0 ._______::.... '"
--------- ---------... -. .,--.= va i'ii,,,-- ,n, impel.., me
- parece comludo que cora mais Iranquillidade uo in-
VaXZ ""'" '*""*" i'PiaUUs., lerregno do predomioio epidmico se pode svlema-
A objeceao a respailo dos commandos lem por Usar a, medidas, de maneira que cora menor Inba-
SL f KrS" d2-Ue a flttmX'a respeil d0 : ,h0 e me,,ur d5P" ob""a iwoltadTdVaoc-
Sn ?.""i *""" re1C0l,l,e 9ue "<*>* P"e o i ~" m maior numero com mais presleza, e de
illaslre depulado argomenla com vigor; poim, Sr. um modo mais pruficuo
presidente, peco i cmara que atienda a todas as
disposie,esdo projeclo, as quaes formara um sjsle- d
e te encadeiam urnas s oalras, de modo que, a "qoe- ferm
Li.conlr;,r,ar Dma destacadamente, fac sera' en- chando-se prestes o disseminadas por diflereutes'lu
rontrar erro, que desapparecem sa se prestar alien- g.r.s, eons.iluem, em meu entender, o mais ade
".,?'. quado txstema de medidas, porquanto pde-se desl
Ale. que posto, senhores, exige o projeclo que pa- surte proniplameole levar ao domicilio dos enler
'',*! P" ad1u'r,r d,fe"" Pfomosao deva se ms os soccorros. o que he no cholera de uiapreci
de rommand -.T', en,bara"e- om 'P0 vel vantagem. porquanlo nao se trata de urna rao
de commando .' Note a cmara que nao he nos pos- le.tia para a qual seja indilTerenle urna pequea de
los inferiores: para se ser -2.- lenle, para se ser I. ""'----------'-----------=- -
lenle, para te ser capitao-lenle n,lu he misler
i---------- ...... J ""-"""o ao nu rnisier lmeme acudir ao eoienuo, se o caso he -rave a-
^tSSSbS^AfS tK^JSSSb ,adoPzeV|0oaSe1aC:r,S """"> S~ ** '"> **
o^alumW^ "-'--en.P0d.mb2r. ZSSZSZlZS VaSg'^ tUtJTS PaT "*'' "'" "Ue *U"a "
que algam lempo de commando: e porque Poraue imoorlaiile servico. huT^.i. ,,... ,i. T'.:! e ,?.: .._,...
que alsum lempo de commando: e porque Porque
sao olliciaes superiores desuados principalmente a
lar. E officiaes dos quaes se devem tirar
_,-------rciru mgar provocar o das pro- """" u l",' ue torca naval para os olliciae
inoenes, qoe devia ser urna consequencia da crearao' l (lc V' a' poslos de ofliciaes-generaes
. Podereis afiancar-nos que vive- A raao l,c clarissima; o oflicial-gerieral que lem de
mialaa-ua Mmm commaodar mais do que um navio (leve ler habilila-
r6es muilo ir.aiores do que o official que tem de
commandar um unir., vaso; era poli mister que a
le lambem exigisse que elle livcssc um cerlo lem-
po de commando de forea naval.
Porrn dir-se-ha; nos n3o lemos muitas divisdes
e nem meios para aogmenla-las, afim de que essas
lianililacuFs sejam adquiridas, o Respondo qoe o
projeclo, em falla dos commandos de torra naval
manda contarse Ihe ronla um rerlo praz de lem-
po uo poslo n'uma certa proporrao o lempo pas-
sado em commandos anteriores, de maneira que um
ollicial, por exemplo, capitao de mar e guerra, que
liver cominaiidado qoalro annos, islo he, mais que o
lempo exigido no projerlo, tendo de patear a chele
de divisao, nesle segundo poslo os commandos dos
navios, alem disto o projeclo tambera manda con-
tar anterior.
Nao sealtende assim as garanliasque devem ler os
oriinaes as -ua- promoces? Creio qnesim, salvo e
se quer adoptar o principio da anlisuidadc absoluta
porqoe nesle caso cessa loda a queslao. Croio po-
rom que o honrado depulado que impugnou as dis-
pusiroes do projeclo, nao ser por cerlo parlidariu
desle principio.
Sr. presidente, eu tinha anda a dzer alsuma coli-
sa rm resposla as oh-ervaroes feilas ao artigo 3.-
mas como sejam de menor importancia, e a hora ile'
entrar em discussao oulra materia ja esleja dada, re-
servo-me para a occasiao em que esse arlieo le-
;, de ser disentido.
A disrussao ica adiada pela hora.
SEGUNDA PAUTE DA ORDEM DO DA.
fespnsta falla do thrano.
Continua a discussao do projeclo de resposta a' fal-
la iln Ihiono, cnnjunclamenle rom a emenda sobs
ti I ni iva ao 3."
' O Sr. Paula Candido : |>e,|, a palavra. Sr.
P.'f.'llf."'': "- ,n,u,l de ollerecer a' cmara algom
-------------.... ...anear-nos q
res lempo bastante no minislenoxara que possais
lazer passar essa le do cooselho naval >. Nao, por-
que/ua ministerios entre nos nao morrem somenle
deiuanicao, morrem lambem de congeslao
.^a>Mnte,ea nao posso aliancar ao illaslre
mS~. i *.* """""""otleria ama indiscrrau
g*gfg*fl aue r"ei Par o projeclo que se'a-
cha no senado creando um cunselhu naval, e muitu
menos que a iniutia vida nunisierial chegar al la ;
o que posa assegoraf be que empregarei lodos os
meas aforeos para que elle entre em discussao e se-
ta adoptado: ja pedias cmaras em meu relatorio
que o approvessem. A iuvocacao pois do illaslre
depolado deveria dlrigr-se >s camera, e nao ao mi-
urstro da mannha. Se acontecer que o ministro da
marmiaou o ministerio veoha a relirar-se do poder
este e oulros obj-clos semelhaules que coosliluem a
sua lieranea abi ficio, independeutemenle de verba
lestaojnlaria, aquelle que Itver direilo a ella, qoe
promota a passagem dessa lei. Devoremos acaso
suppor que so este ministerio est habilitado para
fazer pa.sar medidas que sejao de vital oleres-a e
col"[eDjentei ao melhoramenlo dos negocios pbli-
cos l O illustre depulado, ou qualquer oulro que nos
suceeoe, lomara a peilo esle uegocio, como nos lo-
mamos oa qoe nosfuram deixados: preate-lhe o de-
vido cuidado, assim romo prestamos aos que o illus-
tre depulado legoo-nos por lalta de lempo oo emba-
races da situacao.
Nlopromovi, Sr. presidente, em primeiro lo2ar a
discussao do projeclo du conselho naval por algumas
razoet de economa de lempo e no interesse da pas-
sagem dessa meima lei: V. Exc. sabe qoe o prec-
io do conselho naval acha-se no senado em 3. dis-
cusdo ; leudo ja passado por todas a- discusses nes-
la-casa, sera pois fcil, no caso de o st-ado adoptar
as ideas do mm.tlro da marinha, que essa lei passe
com rapidez; ese voliar com algumas emendas a
esta cmara-, sollrtra orna s disrnssao, o que pooca ~",""^i uiro ue ouererer a cmara algo
ra. Aeonleceria o mesmo rom a lei de "''"fmares que por ventura podasserjl ser pedidas
foi discolida em nenhum "* discussao do voto de graea acerca de um obieclo
ivo. ma .nnln. :a-~ ~. (le sunn.ni ;a en mcrocori:. um. .......i. j:_____._ .
commandar E officiaes dos qoaes se devem lirar rias. O governo SZSTttT^bSSSL d. W onde'a Tl2SI" i ,TWd"'-e q"e Ve'
osfu.urosofnriaes-generaetdaarmad,. Iee.m de ir um auxiliar poderosissimo. ApuiadosT ,"S"""'-Jo Z*ZL^2tZ*2S^!i2i ""'
exrellenicoflicia, de mar, e ser! ^Z^ot^rZ^ SJlt &ySS&tt*SStt
"_' a aos ""'5 ft as .<''d* l'.vgieuica., qoe nem nenhum oulro fo, aneciado deuois. e JrT.u '
goerra.' Pode-seser exrellenleoflicial de mar, e ser
epessimo commandande.
J.?** !en/' -'overno, que seaundo as dis- preservara s' pp'uleVda p's's.ni'n.de de^rcebe!
pos, oes lo projeclo deve tirar por escoll.....ndepen- rem o incendio epidmico, que des.roem u ariaoi
denle da anliguid.de. os olliciaes que tem de passar U- n< .i.m.i.K,u .. i......... .""L""""01
aos postos superiores ao de capilo-tenenle, para
aquilatar o merecimeiilo desses olliciaes ? Sem du-
vida obrigando-os a um cerlo tempo de commando;
unde elles dem provas de si.
Mas o governo pude deixar de dar esses comman-
dos.-- Aqni vallamos ao argumento do abuso. Pois
te o governo he o mais interessado em onhecer
quaes os melhores olliciaes. romo cicr-se qoe elle
donar de dar commando sem que os experimente *
Eo cao soppoiiho que o Tara J.. ponderei que no
regolamento se devem limitar as commissoes; nao
mantc-las indefinidamente romo he pratica.
Assim tambem, Sr. presidente, exige-se como con-
.dirao o commando de (orea naval para os officiaes
IILo lilil l.i >.-..- aa_a__.1. a n>
pTnor,.,es qae anda nao ..
dos ramos do poder legislativo, que conlm iriat no-
vas eonlra a quaes era provavel qae apparecesem
objecres como a cmara v que esla' surcedendo
----.-,- ......... ur .un iMHBt l
que soppunha eu merecera urna grande diKutdO
quero fallaY da epidemia, q;ie felizmente se acha
terminada. Tenrionava em forma de improviso vi
irim como a cmara v que esla surcedendo'.' 'erminaaa. lennonava em lorma de improviso vir
l.reio que prndentemenle obrei fazendo com que "erccer a esle projeclo entraase aqoi prirneiramenle emdi-ieJ"' esliidada, oorque emfim a lra debaixo da
riwao, e qoando elle passar em segunda poderei pro-! n"al se apresentam as ideas Ibes da' multas vezes
, -#------- dx|ui |.|iiir.i.riniiMf |*|I| rua-So, e qoando elle passar em segunda poderei pro
mover no senado a patsagem em terceira discos.ao
uo projeclo que la te acha, em occasiSo em que o se-
nado lem menos de que se occope. e depois da dis-
eado dos ornamentos traz-lo a ala cmara.
Explicado assim o men procediraento poderei me-
recer, nao as censuras, porque nao as lomo romo
Oa, mas os reparos que o .Ilustre depulado fez,
por nao ler eu promovido prirneiramenle a discut-
sflo do projeclo do conselho naval ? A cmara o
01 Til .
Deixando de parle esle assumplo, sobre o qua!
mais largameote discorreu o illustre deputado pas-
sarei- responder as objecciJes que elle apresentou
con ra alBumat dnposicoes do projerlo. Permitlira'
o niustre depulado que eu note, tem que por isso
qual se apre
maior tceilarao ; e o improviso da' sempre" mallo
bnlho. Entretanto nesle assumplo nao fui pouro
feliz em miaba prevMeuria ; porquanlo muilo limi-
tadas observarles leem sido feilas, e mui poucas as
inrormacoea pedidas : ajiroveilarei lodavia a oppor
lunidade para sohmetlcr ao jaizo da cmara alga
mas consideraroet a respeilu da epidemia, porque
jolgo esle objeele de grande importancia para o
paiz. r
He desgraradamenle cerlo, Sr. presdeme, que
anda na houve exemplo de paiz algom da Euro-
pa em que apresenlando-se o cholera pela primeira
vez ii.lo se reproduzisse no fim de periodos vailarris,
mas limitado'. Se o rholnn reate evrever om offi-
rio em forma de diplomara. Iloha muil arerlada
occasiao de dizer-lhe : a leileru, etr. f.onstanle-
E para nao calar o que eu pens nesla materia
lire que commissoes composlas de mdicos e en
fermeiros, rauuidas de lodo o material oecessario a
chando-se prestes o disseminadas por diflereutes'lu
garas, conslilaem, em meu entender, o mais ade
quado svslema de medidas, porquanlo pde-se desl
-------------------- n------------ ......^....a n i.tvu .i.j.ii ueSS
importante servico, que a sania casi da Miseriror
dia preslou com o estabelecimento das suas enferma
r i. I l ......... 1 ____-IV.r.
......------ -----"--------------. .| |...^M. |.t ll-lll lili ,- CU.
pregados das respectivas commis-es que elles erara
rebalsados, porque um prelo mi oulro incapaz do
___ renana.ios, porque um prelo oo oulro inc
ZrJZ2m fH'>aV*" T'0' S- **l'* MMM exerecia esla proOaMo
devem versar as medidas nrevenlivas as i ..,. ___i_________.._ .
a natureza da molestia que se denominou cholera,
sobre a- f illdieai caldciras, e comidas salgadas, ele
ndo que dous sao os principos pontos So- et ^7de 'n, L^mZ I'''"1 sobre as f.tidicas caldciras. e comidas salgadas, elc, boj. marcharen! qualquer ramo de industria, sei- .dTd^aaZi,"TlZ "T- agricollura **
levein versar as medidas preventivas, as V cmara creio^ nnrh di h.?i,, rl. ,'. "s me heos se entregaran) a laes discussi.es ; mas enca, etc. tem encontrar prove do quanlo deve a elementos ,.,,,/ q P00Pando muilos
e prudencia: I.-, resimeu sanitarios Mai.oed. Co,t pTefo q e i r em Per liu' ^t ^V ^'T\,"S", Tnfmm ***' 1^2* a ,54a *"%-. Edad uestes ^SS^tTJSJJTSL do "'"-'
a^parera.^ para remover a, causas que JttttttZXrJ. 2*t*2S "e isso o que con,- ^ ^11=i^^VolS^
A commitdo de hv ciee suppoz-se cora islo of-
fendidaein sua dignidade, e dahi resulloii una tus
'e eniremezada. Ora. o que boba a commissao de
invern da provincia nao quiz altender a stu ; a
commissao linha cumprido o sen dever, deixasse o
que esse prelo pralicasse no hos-
pital.
O Sr. Paula Candido : Sha, senhores, e esse
ficto be boje notorio ; mas, peigunto eu, havia por
ventura ah aluuin dcar a roramissau de hvsiene.
que conda semelhanle Iraqueza havia representado '.'
--------.. r.u....... ......a....- p.a i-i -. L..n-1-iuiu i(u
o par Manoel andasse curandu ; a commitdo de hv
giene cumprio o seu dever. para que dcmi'l-
lir-se'.'
O Sr. Pinto iic Campos : Apoiado : a cora-
miedo fez muilo mal abandonar a sua posirao ero
momentos Uto crilicos ; que se limitaste a prolestar
eonlra o escndalo que .laxa um prelo bocal, arvo-
rado em medico, bem ; mas relirar-se !
O Sr. Paula Candido : A causa de ludo islo
provm dse ler delegado a homens, que se defin
oceupar smenle com at foncres medicas, quesles
puramente de sciencias, o etercicio de aulori-
dade.
E para nao calar nada a'esle respeilo, permuta a
earaara que eu diga que o regularaento da junta de
hygieue he exequivel smenle aqoi na corle e as
capilaes das provincias ; mas no interior '.'... Nao he
possivel: como conseguir qoe nao posta prestar soc-
corros mdicos quem nao liver Ululo legal passado
pelas escolas medicas oudo nenhum oulro recurso
acha o povo desses lugares He preciso nao ler sa-
bido fra dos muros das cidades do Brasil, para nao
saber da falla que ha desses recursos e que cada la-
zendeiro he um medico ; al as seiihora, dos la/en -
deiros do refinadas Hipcrates. (Kisadaa.)
E ai dos escravos se assim au fosse. Cumpre
mesmo conlessa-lo publicamente ; em geral os nos-
sos razendeiros apresentam um corarao muilo hu-
mano para com os seus escravos enfermos ; se he
por interesse proprio, ou por espirito religioso, he ,.
queslao em que nao quero entrar o aclo he, que um pedido para que lance
v-------------------- ^_w -... f .. .,.,,.., ? v 1,1 iii ii*^ tjtie
o escravo enfermo oo llrasil he muilo bem Irala-
,ln ,x.;.a. y--- "=, .,u.a- oujecio ue grande alcance, lie o que se deprrhende
do (Apoiado.. Pela mioha parle, como sou e ,em- do numero de homens e muflieres que exislem nesla
aZ r.i," T5 JGri"'0 d0 '"fame lfaflco da escravi- "dado. Senhores. nos lemos nesla capilal lt',0 lio-
dao, fallo asim sem o menor receio
cravo,
mui los
leatiaa na Europa (Apoiados.)
Sr. presidente, um objeclo como este, ha de sem
duvida merecer loda a solicilude do governo impe-
rial, e eu peco por ronseuinnte perdao a cmara,
de haver oceupadoa sua alien.,,!., com estas ideas
O Sr. Il'ilkentie Mallos
titue a sua gloria.
O Sr. Paula Candido :Aqni no Rio de Janci-
r^ ---- ....., ~...~....... ... .,-. .......
queriam.que serviam ao seu paiz,que uada queiiain
.Bravo.
Aqui no Kio de Janeiro como estes dous mdicos
muilos oulros apparereram ; estas exigencias fabu-
losas e mui leprehentiveil nao apparecerara iista
corle ; eu nao quero defender aquelles que abosa-
ran] da sua posirao para locuplelar-se cusa da hu-
raanidaile alllirla, nem aquelles que desconheceram
a -.i.,lm i I,, te da sua inissaa apoiados mas o desojo he retirar de sobre aquelles que, comprehen-
dend i lodo o valor, loda a importancia de sin mis-
sao sobre a Ierra, preslaram-se com verdadeira soli-
cilude a alliviar a dor. (Apoiados.)
Eu, senlior presidente, proinovendo urna modili-
r u.a-i. um inelhoramento nos regulameulos da junta
de b)giene. nao quero de lorie alguma que se eo-
lenda resultar para raim algum inleresse pessoal ; he
obrigac.au do deputado inuslrar que elle, oas medidas
que propc. nao he levado pur interesse pessoal, e
--unente o dinge o nlercsse publico. Eu vinha pois
pedir ao honrado Sr. ministro do imperio que quan-
do jolgar que runvein ao servico pubbco oulru indi-
viduo que nao eu para adireccao da junta de hx-
giene...
O Sr. Pedreira ministro do imperio : Eslou
muilo salisfeito.
O Sr. Paula Candido : .....Sem lardar me ta-
ta sub-liluir por oulro ; Dos me livre, senhores,
que eu procure por u menor embarazo a S. Exc, ou
excitar cm meu favor a sua natural oraplacencia.
Declaro porm, com a voz da couscieucia, que lenho
feilo lodo n que eslava a meu alcance ; mas pode
haver quera preste melhores servicos ; nao ha ho-
memalgumque laea ralla, lodo, podan ser substi-
tuidos : nu Brasil ido vejo alm do Sr. I). Pedro II,
oiitro hornera necessario, saolodos como as folhas das
arvures, que cahem no invern e sao por melhores
substituidas na primavera.
Senhor presidente, esta queslao de salubridade im-
porta tanto ao Bra-il. que julgo dever merecer da
parte do governo e das cmaras a maior solicitude ;
de grande vantagem seria a declararlo de nosso es-
lado prospero de salubridade.
Nao se pense que um paiz maisou menos salubre,
mais ou menos saudavel, seja indiflerenle a coloin-
-ae.ui. I'a u_-en--i.il mente aeslelopicn dirijo a V. Exc.
a sua alten,;.!,, para um
he o que se deprrhende
objeclo de grande alcance
. nos temos nesla capital KiO ho-
T u"""\ *"" me"r I'0 ; C0Dl,e- mens para cada 100 mulhcrcs (riso) ; esla verdade
rio Brasil que no mais bem tratados do que nao pode ser contestada, resulta ella de urna eslalis-
homens, .iv res que VI lralados>n suas mo- lica morlu.ria que ollerece, quando exacta, a melhor
base de urna estatifica.
No .lu de Janeiro durante o anoo'prximo paaaa-
du murrerain 'i.'Ml homens, e _!,TOI muflieres; ora,
a cmara ..leve tobar que a prepor^o nV "aliiti-
de da com moila exactidao a proporr
... ....... .-i-. aiieucao com esias ideas ; de da com moila exactidao a pioporc:-
mas ella ve que eu de alguma maneira achava-me he, como jn disse, a melhor base paia se c
na obngarao de dizer alguma cousa a esl res- ,-i_ii_i.-, a ,,m n.-, ...,.,-., ...k. .
oo obrigaeau de dizer alguma
peilo.
Nao possa porm salisfazer a algumas informaroes
i|ue poderiam algunsjnobres deputados relativamen-
te a' marcha do cholera ; assim um nobre depula-
do ..er_in.ii.il ; u por que mulivo u cholera vai-se
tornando cada vez mais grave a' medida que se afas-
ia do -ni para o nurle ?
Por que molivo, qual he a causa que laz o cho-
leraderramar mais os seos estragos por urna cidade
do que por oulra '.'
O que se tem feilo para que na capital do imperio
raorresse menos gente do que em outras provincias
Ora, senhores, quanlo a laes pergunlat devo corae-
rar por dizer ao nobre deputado pelo Ceara', rela-
tivamente^ ida do cholera do sul para o nurle : S
Exc. esla' euganado ; o primeiro caso de cholera
dado no Kio de Janeiro foi viudo do t'.eara'....
O Sr. Silva Cuintaraes :-No Ceara' aiuda nao
houve cholera.
OSr. Paula Candido: Nem o disse tambem, o
i- que eu disse he que o primeiro caso de cholera
i- aqni bavido foi em um individuo (chamado Cuslo-
- dio) embarcado no Ceara', o qual aqui chegado foi
la para a casa o. 81 da ra do Hospicio.ahi adoeceu de
- cholera, e levado ao buspilal e ao lazarelo de Ma
cvia- rica reslabeleceu-se : um sea oarreirn norm rtne
el vantagem. porquanlo.nao se traa de ama mo- morava oo mesmo quarlo que efle ^aUc'aik, e
est.a para a qual seja ind.lTerenle mu. pequea de morreo, leudo depois dessa puca se"esnalhado a
mora.o enfermo ; nao, se o medico nao vai promp- epd-ma na cid-de....E. Toue e qo?zXo cm
lamente acudir ao enfermo, se o caso l.e grave, a- as minhas palavr.ts. q '
- as minhas palavras.
Cm Sr. Deputado :Porque foi esse pardo que
.un Ii n i.V.. -T _____ a _.
O Sr. Paula Candido :O paquete S. Salvador,
i- a cujo bordo veio esse pardo, he verdade que veio
., .1,1 l'',r- i,i. i. n...t_^.l_ .!_ A-1_______
---------------- ------..... .. ...._..., .,,.11,1.,,. i... i nuiei a ,
nem nenhum oulro foi alleclado depoil, entretanto
que es.se humera aqui cheaando fui a la cario.
A' visla desle e oulros fados que escurecem a
marcha da epidemia, grande he meu embararo
para dizer qual lo i o foco ; em tal materia esiu
quasi uo caso em qno me achana se me persunlasse
qual axislio primeiro : foi o ovo ou a galliuha ? lu-
tadas.) Se o ovo lo i que existi primeiro, quem foi
qoe o....'.' se foi a galliuha, de onde sahio ella
Agora, quanto a dizer o nohrc depolado que a
devasla.ao do cholera vai crescendo a' propor.ao
que se approxima do uorle. eu respondrrei ao o
tira 11.-1\ iv I -i I i l mu -ili A.ii.ii, .... c .. i_________
ole ser exacto cs e seo dito, porque ,i proviucia
da Baha se acha re ais ao sul do que oulras jirovin-
------------ t--------------...... .._. nu
laaa os elementos de que se servira a epidemia.
E a este respeilo permita a cmara que cu cite
rclalivameiileao Rio de Janeiro, um melhoramenlo
que, comquanlo nao perfeuo, e ande muilo acuitado
pelos oruaas, lem produzido salisfaclorios resolla-
dos ; he l rana-eje qae se faz du lixo das rasas da
cidade.
Esla medida lem coasidrravelmcnle melhorado a
sua salubridade, he verdade que com esla lambem
outras medidas se lem lomado. Tenho para provar
esle beneficio o algarismo da mortalidade em con-
stqueocia das mole-lias ordinarias, exceptuados os
morios pela febre amarella e pelo eholera-nwrboi
desde IS..I al 1853 nesla cidade, pelo qaal se v
que rm ISl livemos 8,33. morios de molestias or-
dinarias em 1852 livemos 7,78 ; ja' enlao se come-
.;ou a cuidar da limpeza da cidade ; em 1853 live-
moa7,7_t_ morios ; em 1854 livemos 7.4SO; e em
1855, quando esse serviro principiou a ser feilo com
.I-nina tegolaridade, livemos 7,tK) morios.
Ora, en sei que ha ainda muilos abade, e qae
muilos ridadaos rlamain com moila juslira contra
algumas faltas ; emitlindo eslas idea, lenho por Bao
persuadir, se me lie possivel, a' popularao, das van-
lagens, mas nao da perfelclo desle serviro para que
se n.o esrie na ronliiniarao delle. Assim como o
da limpeza das pruna, das ras e das praras do Iiio
de Janeiro, os melhorameiitos aqui realiaados de-
vem -ervir como espelh... para que depois desle
ensaios adoplem as provincia, idnticas medida--.
A limpeza das cidades he ora objeclo clamorosa-
mente pedido pela civili-arao artu.il ; esle objeclo he
imperiosamente i en.minen.lado a quem deseiar re-
mover ou diminuir a possibiltdadc da imporlarao de
molestias contagiosas.
Nesle ponto njo posso deixar do lambem agrade-
cer ao nobre ministro do imperio, a honra que me
fez, de alten.ler aos meus reiterados pedidos, as ve-
zes mesmo lalvez iinperlineiiles. paia dirigir suas
visiis protectoras aos terrenos so|iranceiros as aguas
que vem para esla ridade.
Senhores, quando o governo do Imperador collo-
cnu-me uo lugar em que me achu de presidente da
junla de hxgiene, pergnnlei a mim mesmo porque
motivo ha muilos annos se nao lem rellectiiio, que a
grandeza futura do Bio de Janeiro depeude remo
de urna da, condires essenciaes da eeDservarSo das
suas asnas, as qu.es por sua vez denendem da con-
servarao das suas florestas as serras que nos ru-
deam Porque, senliurcs, o que ser desla rapilal
se deixarmos extinguiros onicos mananciaes que Ira-
zem agua a esl lugar Podera o Bio de Janeiro ter I 7 .""""
fabricas e grande popularan tem eaoa Mo or- i i f deve estar boje arrepenfldo de
que o homem nao vive lem agua- nao noraue a in ; lanrado oro pesado e nao mercrido episiamma
du-lna uau i-.iJe.lella prescindir COBIra oa med eos, quando disse que o rholera foi o
llaveraalgumme.odemanterasagoasdo Riede!S'"1:1'i",!IP tl",,ri",U,' lanlu maor l,a dc ser "
Janeiro, sen ser oda ronservarao de florestas em I arrcl'",dlnie" '" "" "'"' depulado quanlu elle mais
crandissima escala ras serras que eos cirrnmdam .'' *P-"."1 "' '"'"! !*! depulado s.l.e que
Nao, a .Ciencia nos moatra que, deicorlinando.se a's
a i-iaii-ii, .i de um paiz, ou pan saber-se com i
lidao a sua populaca.i : assim, para esla cidad
Rio de Janeiro apresenlar um nmrtalida.le de
30,3, e multiplicando-seo numero de morios po
;. acha-se o nurn.ro deseus habitantes : ota, dad
essa base infallivel, obleremns 100 homens para UK
muflieres... A, ronsequeucia, destas despropor~c;es a
camaia as tirar, mas parmilta-me apresenlar uina
-------------------,,_. .... _..... --iHumaiicas per- luna de '
due-me a cantata a expressuo vu.gar he ..ma n.i-..i_ (...... -.------------------..
dipluroatica que fez es .irrar o acTual mnXto or i X_^-_S-_SS__MH co1n,"c"n'n,os ** P"=.a
que ella nfc'era nem pedia ser priSff.'gS e?- I commu.uc" em "" aqUt"eS ,Ue l'em <1"a Je
leu.. |,,i fnrle, mas nobre ministro, que neslas di- I I emla n ;_.__... .a.
plomat.cas malicias he muilo versado ,is, dse l di-!. r.H ? a'"e Jrnal' df que m Vracs- mui
go contigo : nao ; isso nAo he o que te pensa, alai nc.aman es", ""22* _.!! d<" "'"*
ha cousa. S. Exc. nao nos disse tao elaramenle Zo, de ue u Fxm Z "nP',"n,e ,e "'Hw "'i'ia
jeoLxm. presidente pretende cuidar na col-
- -_-^---- a^. __->_--> unu aav._- laaaBB iriv ini un .ii i-, luir iin i..- ,. !,,,_- __ ^
ue assim pensando nao devia dizer aa Ma ,- SJSh df TLJTfZS' '.
dada de diplmala. Os tegrede. dos gabinetes o 5M!_aaiaff_!l? '?' D0 pode m
. .as deixou-nos a esperanr de que a paz I ,P\T0*\1"? .'lndo fiffdo om r;"",e nu-
a concordia se reslabelccerau. %L diriSTL K '"""". rovi"cia-
Senhoret, sou daquellcs Brasileiros que retpailam lratM|a,di^Jrt^i^LiV^2*^mUrMim
que muilo raeonl.erim.Dlo e admiraJo tribi.lam los. SUS. J"'-"-"_':o,?rno PProvella-
- ^m- ......v ..vvim..iiiuuu; f dtlllllldl'lll II llHil,III
as lozes, a civilisarao da nacao ingleza ; reconheco, peeaaa idone, conse'"mdn"*.._i,'n 7-,' "ES? ne
. com admirara respeilo, e digo que nao se p*de concorrer,",'oar. arrr.. n "J-S b^ V"
ioje marcharen, qualquer ramo de industria, sei- ido de oee. Je ocia Zal .7- a,!r,collura d "
nci, ele. .sera encontrar pro. as do quanlo deve a elementos di_,,...,l .q_ P00Pando muilos
-----------,. ------------, i' -.......-...- ...iu .neieeia- .va le ao orramenln nrnvinai.,1 ..m_____
moa. \ a ha-no, porem, a diplomacia; lalvez que luda. I, ce-las i^ri^^'J^^u,'^'n-
islo qoe foi dito nao seja o que lem de ser verdade. reflexes q M 'arei u,ev aM--.** Am. aoqua, ^SSfv^^*jassrr.
O Sr. BranJ.ro : Pero a palavra para respou- : Aos nromolores iisraes fm !,!._"j .,
t-onsultada a cmara, vola pelo enrerramenlo. No dia 21 leremo, de aolstir ____-_ j.
-auss.srsa*^
sao conjunclaraenle con, o projeclo de reiposla a lal- I.V). que pub icou a lei n W- 1 "ranle, n.
I. do Ihronue convencido deque realrnen.e erf. tOffi"m^ui S_L !gSI2.
mamfeslarao da gratidao.nacional deve anles fazer la loa^MMH"^rls IZZ ^L*!?fl*"1-
parle de urna meiisagem, e ale .la re-posta a .al- excepces w bJ m~n .nTL Pcat e honrosas
la do Ihrono, que he un, insirumenlo poltico, pe- i "'nhde'Tol i0 P *> cump-
coa \. Exc. que con-iilte a ramara se cousenle Era -urna lacuua a falla ,i. .i r.. .
ua retirada desla minh., emenda. prxima, ele roes Vs K- qa,,l!caCao' P" a*
OSr. Presidente: Segundo o regiment. ^\wSSX^SSk\T\^SSJ^SSSS^
pode agora ler lugar o pedido do nobre depulado, I fecluada," procei1er n0, luSares <*' "o foram ef-
vislo eslar encerrada a discussao. |'or rallar sm .lr.-... -. .
Peal, a votos he appruvadu o projeclo de W-\b5S1\Z to^VfS&SIS?*0
a fallado Ihrono. e reiei.ad, a eme.....: re- circulo, ne, panado "'a'se'^ r^n'.aTo
qualro prelendenles, do, quaes apena, um tem pro-
babill !ade dei leliz resollado, se apreseotar-se pes-
soalraente defendendo a sua candidatura, porque he
-orinecido uo p,iz pela Notlracao e servitos qoe ha
prestado.
Le bon frere.
{Carla particular.)
JURY DO RECIFE.
12 de julio,.
Presidencia do Sr. Dr. Mexandre Bernardina dos
R'it e Silva.
I romolor publico, o Sr. l)r. Antonio Loiz Caval-
canluleAlbaquerque.
vefcTeraeole Sf' Joaqoim Fr;,ncisco deVaalaEsle-
i-Ad_V?gad-' .5r-.Krancisco Ferreira Correia, eslu-
da ue.ia laculdade de Direilo desla cidade
lena a charriada s 10 horas da mauhaa, acharam-
-----. _.. .( t....,,. ),..,..., _c .ca-
pola a rallado Ihrono, e rrjeilada a emenda; re-
metle-se mesma commissao.
Volla se a I. parle da ordem do dia. Con-
lioua a 2.-' discussao do projeclo n. 70 do aono
passado. Trala-se do arl. I."
O Sr. Pibeirode \,lndrada, fez alguma, reflexes
sobre a maleria, c o Sr. presidente, julgau.lo a ques
iao discutida, submclle-a a vula.au ; mas verilica-se
nao haver casa ; enlo |o Sr presdenle|declara|en-
cerrada a diicussao |lo arfa I." do projeclo, manda
proceder a chamada e levanta a setdo.
PAGINA VULSA.
il.5-.a_i -SH.
He chegado de Fernando o Sr. nadre llamnil
Thoraaz, tendo feilo urna viagem pernosim. ar- Jl\ acha'nada|a' "'>oras d
nbando ao Ccarn, depois de passar por sobresanos sc.^enle' ''5e"hores J-"ado..
inauditos ; a falla que S. Kvm. lez ao pretidio he ,adiT "" a em mais20a "' seDhor
inclculaval, mat linha expirado o prazo do seu VJ. mullad.os "3 ""'eriores das de sesdo
Aberla a se.sao pelo toque de campainha. cornoa-
rereu o Sr. Dr. Franrisco Bernardo de Carvalho
|au municipal sopplente da segunda vara e prepa-
inc.lculavel, ma, linha expirado o prazo do seu
2?**_f_! era mis,er "gressar. O Sr. padre
Manoel 1 homar chegando a Femando encontrn a -........
minga e os odios plantado, no centro da melhor su- '" ,?? 'P L ,0'>P'M,I d ""la vara e prepa-
c.c lade d'aquelle deslerro.e cm poucos lempos leva .' Pruc,8af do JorJ. e apresentoo Ires pro-
a dita de pela palavra suave do Evangelhu cuncliar n nr.-.,!,' % PreP,rado"- Para julgados
esses animo, levados a uru poni ind.sivel dc de- na P."f "e 8M-1u. Q^es sao os teguinles :
_a.ana.a_.
espero
Oh que lem sido a raaior das imprudencias,
querer-s anda passar a carro pela ponte do Recita'
.\ um desses dias quando passavain dou, o aovo
apressou l_..i0 os passos -iu- parecia correr, poniu-
o tremor ri geral. ese iStobouver una providen-
na enrgica, lalvez leiihamo: de lamentar alguir. si-
ni-lro. Alguns caibros alravessado, as embocadu-
ras da ponte esla ludo direilinho.
~ Oulra imprudencia.Oora o publico e consi-
dere, ".ao lemos prelenrAes de valicinao-or, mas a
"" "z..o raz-nos rom que ainda por momentos se-
-raphelas. Ja urna ver tallamos na casa da
aimel, que faz quina para o becco que sahe
- I'raia.-ju i,i vis-a vis da que ha poucos da-
batau lanas vidimas; pois bem.saiba o publico que
dellas. e he que. ao menos, nao pederemos esperar ..., "n". .*'^"ma*LP"'s "-m..aib.i o publico que
o aogmenlo da popolacao como tL igual fosse o na- "lormarao de que essa rasa eslava de-
mero de habi.an.es de .n e de oulro sexo. i ," rfe en,' ti," """^ comP'r,l* e foram
acordes em dizer que a casaistava muilo desa-
i.riini ..la I .. -. _____ __ at_a- *__
Senhores, esse negocio lem alguma cousa de joco-
serio, ou lalvez de malicioso, mas a cmara v que
fundo a queslao he gravissima.ella envolve a idea no
de promover o augmento da popularlo.
Iluntem. qoando orava uesla casa um nobre depu-
tado pela provincia do Rio de Janeiro, que encelou
a discns'fio do vulo de .raras, se bem enleud seus
argumentos, me parece que u nobre ministro da ma-
rinha nao os entenden como eu. Dizia esse nobre
deputado que he necessario qoe ot tazendeirossou-
bessem debaixo de que leis .cavara viven,lo. vista
das difliculdades de oblcr brai-os para o trabalho ;
aponlou o nobre depotado os inconvenientes dos
Chins, ot embarazos, a coloni'ar^ao europea, elr.,
para que os .azen.leiros escolhessem qual o svslema
que mais Ihes convinha, se mesmo, por exemplo,
vender suas Ierras, maudar vir colonos a sua cusa,
ou adoptar oulro tyslema ; o nobre depulado pre-
ferira, nao aconselhou sv-lema, fez veros emhararos
iuherenles a qualquer...
f.'ni Sr. Depulado da um aparta.
O Sr. Paula Qandido :Se enganei-me, o nobre
depulado me perdoe, mas julgo que o fundo do seu
pensamenlo foi saber debaixo de que lei deviam vi-
ver nossos fazendeiros. Ora, be exactamente o que
eu tambera pens ; be preciso que o paiz saiha quaes
sao as condifc, quaes as difliculdades de chamar
lmeos, e resolva contarme julgar conveniente ; rou-
vem ennhecer as difliculdades para melhor couhe-
ce-las.
Se os colono, devem-se procurar na China, na
Allemanha, ou na Circassia, islo perlenrc s alias
inlelligeucias.
Sr. pre-ideule, fallando da escas*ez de popolacao
e da fraca proporrao das muflieres para os homens,
nao calarei as vanlagens que resultariam para o en-
'sino primario, se elle tasse exriusivameolu cominel-
lido ao sexo feminino ; humen- en-ina- u ainfan-
ria a ler. escrever.ronlar e a doulrina au he natural,
j,..=..P1,. ,.,. _,,,,-. _u respouciere aono- robusto e alhlela, se possa resignar ao pacifico mi-
bre d.putadu que ah estao os fados, que moslram nislerio dr entinar meninos de qualro o. cinco an-
nae ser exacto cs e seo dito, porque ,i urovinria nn, I l. ...... ,-.,...-, o ,.....,......
.... ....... .. ....,- ,_ .- -, u ,)UL. ,IUIIar, provm- tu, que mais por esle lado julao que o paiz lem
cas do imperio, c.itrelanto que o nobre depolado uecessidade de mufliere,, in-istirei sempre para que
nao pone esquecer-se da grande calamnlade nue snf- ._ ,,,._ ..... ----_---------- ., a..i.i____1. ....____._-
------------,---------, ............ .,_.. ..... ..i, i, | ni.i i,,
nao pode esquecer-se da grande calamidade que sof-
freram as duas cidades da Cachoeira e de Sanio A-
maro apoiados] ; ve. pois. o nobre depulado que
nao he exacto esse asterln com duus .-- {riso de que
a epidemia vai crt en I em estragos cora .. appru-
xiin.tr.io do nurle.
Ora, he possivel, senhores, que das raargens du
riu San-Francisco, onde muilos cadveres loram
l..n,.-a Ir-, na pro--incia rieScrgipe, c no interior da
provincia dc Per nanbuco, parlisse o chota:a pata
invadir depois as comarcas mais pruximaa d% beira-
mar ; na- islo lie orna Inpolhese com que i.3o de-
sejo eulreler ao nobre deputado; mesinu o lugar
nao he proprio pura laes dissrrlaces, e pono a' c-
mara desculpa se maltas vezes me dei.xo levar por
um objeclo que au taz parle do plano piincipal de
meu discurso : se algnma vez isso me acoolece, nao
lenho o intuito", .le abusar de sua paciencia. En-
tretanto confiero que a pergunla do nobre deputado
tem um grande alcance, e tambera reconheco que
so quando tivermus conhecimeiilos exactos da ma-
neira de se prof agar una epidemia, estaremos ha-
bilitados para e vitar suas masuts, lie esla ama
grande queslao cuidadosamente est.udada na Euro-
pa : e se he poimvel as grandes cousas juularem-se
a's pequeas, eu lambem procorei contribuir para
seo esclarerimenlo : em meu relalorio oceupei-me
seriamente dest, i qoestao, e me persuado que se uu
sao milito exactos os enunciados que ahi tiaoscrevo,
au meaos me pa rece que nao me afasto modo de
poni, que me parerem ser a verdade. Mas islo sao
comas que nao lem neste lugar cabimento, he uina
vasta maleria sobre a qo -I grandes opinies lulam,
o Dr. Snovv, (. Dr. Muller e oulros mdicos emi-
nentes da Ingl aterra, da Franca, da Allemanha,
etr.; he pois maleria _!n n.lo resolvi.la aquella
dc qae o nobre depulado quer ser esclarecido, e por
i isso mo pusso respoiider-lhe como qoizera
-, _-------------------- .-......-_ .,----. -,. -, .. ii,: ii-,. ..-i- .,
serras, desiruim'o-se as norestes, a, aguas desappa-
recem : e eolao porque molivo nao se mirou aira-
vez do prisma das ques!'-es polticas que o futuro do
Bio de Janeiro dependa lambem cssencialmenle da
Conservacao das suas aguas f
1-all nido deslas medidas nao po-o lambem deixar
de pedir a S. Ble. que, quando liunver de ref- rmar
o regulamenlo da junla de h)giene, lire de sobre os
,_ mediros incumbidos pela lei da crear.lo deva junla,
_ de promover a, rirciimslancas sanitarias do paiz o
i- peso da anloiidade
le todas as el aes da suciedade aunde o rholera s-
lenla com m. is funr a sua dcvaslacao, he na classe
pobre, na de desvalidos -. e sendo essa classe a qoe
menos vanla: cns pecuniarias pode ollerecer aoi me
diros, quan. o com a qual, pelo contrario, ante
ilespcndem. como vem o nobre deputado allirmai
que os meili, os muilo lurraram '.' Se n nobre ile .
Ktili-, eme; mol, 2 e :i:(HMk- de ordenado mcnsal
alm de oul- ras rousas
------"-----, --.-----.,,.! 11,111,11 I,,,.
plumada.Como quer que disto lavrou-se um ler
mo e o pioprielario (se nao nos engaamos) foi mul-
tado, uairan.lo-se-lli.- um prazo para a lemnlnao da
caa, lindo o qual pediu e obleve da Illin. cmara
prurogaro, a qual lindando se reqoereu contra a
cmara um exame judicial em sua prnpriedade, o
que n3use Ihe podia negar, e cora eltailo elle leve
lugar na presenta do juiz, dedoni perilos e nm de-
sempatadoi : tai decidido por um dos examinadores
por par le ,1a cmara que a casa eslava dcsaprumada,
o oulru disse que nao. e o detempatador disse.....
amen ; a queslao portanlo tornou-te nao de fado,
nao havia um premio, nao haviam olhos, e nao pre-
valereu t opimao de Ir, coulra dous. A cmara
paranlo a respeilo dessa rasa esla' de raaos alada,,
o lical cumprio rom o sen dever, e a casa la esla
qual urna pthvticaque o menor soprn, oo rajada de
venlo a proslrara' para sempre, e ao depois la vem
para balha o infallivel san-soubera, o ultimo dos be-
maveiitorados que proleje o incanlo fx'ao podera
5. Exc. oSr. contelheiro ou o Sr. Dr. dieta de poli-
ca fazer alsum milagre, nbslando que essa casa por
si nao se desmorone ?
l\o dia 16 o dislinrlo segundo hatalhao de in-
fanlaria arramou n'um dos esparosos pateos do quar-
lel do Hospicio, para a revista"em ordem de mir-
cha; observamos o garbo e limpeza desse curpo,lauto
em sua luzida oilirialidade, eomo em todas as [iraca-,
graga, ao honrado Sr. coronel rommandanle e ao
mui disliuclu Sr. major Fernaudo, ambos queridos e
respeilados pelo, seus subalternos. A marica dorau-
le a inspecc/io preencheu bem 1.1o massanle exame
de vrelas, caplelas, canus, cabellos emuxilas.
A pnnripiu jtilgamos que o Sr. murcia Mar-
ques no Recita era quem n.altralavaom seosnbrinho,
especie dc ganneta dos Mvslerios de Caris, mat boje
estamos perfectamente convencidos de que esse me-
nino lem-se constituido um acabado reo de polica,
he urna lui.crao que a natureza rleslinou para as 1|f,Si_-5_f'~-_ '*" '""'00 par8n"- Kecoll,ido
raulheres; .,. se, romo hornera, muitas vezes ""S5'" ep"" a """"ha, esse rpasela lalvez
que anida veoha a ser muilo til (-e bem qoe com
iimsoolho)a sua patria. Nelson,ainda torio tai rjuem
tai ; mas he preciso que nao deixem elle pt/seguir,
desrespeilar e insultar a seu luJ^erlrol_l se lize-
rem assim ser amNetsaa. -tr^o^rrmsrio ser om
famoso Corso. ^~*_%/'
Teve anle-hontem binar o lerreiro e.peclacQ-
lo da companhia Robert, Aida esla vez s loma-
ram parle nelle Mr. Deveaux e o joven PEKNA.M-
BUCANO ; o primeiro. seguindu o impulso do sen
genio, colheu victoriosos louros pelas ,nversas li.ci-
rezas que f- 'e presleza em fazer passar oa objeclo!
de unr oulrus lugares com a rapidez do raio.
O sta^-amba moslrou pela lerreira vez o qoanto ha
|,ara -.- admirar em pos.re, ua corda baroba,execu-
la.lr. por ora simples boneco, que a nadafte acha a-
pegado.
O joven Pernambacanocon.iiiao.i com sensexer
lili, ll II lino lli S_.a_Iu Ja. _"__.________l
no" he orna ca')-- que repugna.
Eu, tpi ma|i por ( -1 l' I i J" julso --_i..._*--.-_ --^ -. i < i ..,-,-111-1 -tll.|i-_ (..!..! IIUIT
ja lome om ronsiderarao esle destalque da parle mais
nobre e mala seu'ivel da soci.dade !
Senhores, a religlo, os sentimenlos qoe sao be-
bidos nos primeiros anuos da vida Iran-tarmam-se
em surco, em augur, nao se leparan mais do in-
dividuo; esses senlimenlo, s as mis, s a, pessoas
qae criam os meninos Ih'os inspirara. Queris sa-
ber em geral seos (I los sao moraes'.' Consultis
moral de sua, mais, vede qoe essa mai inspira aseo
filil, sentiinentos indeleveis para loda a vida.
Se nos queremo, popularao moral, se queremos
que por loda a parle onde o'seiilimeutu nehumani-
dade lr redamado apparera elle sem excitadlo no-
bre da amizade, sem eSsa torpe excilac,ao perimiana.
dirijamos nesle sen'.idn a e.ura;ao do paiz, demos
aos meninos mulleres li.-luii.jiia- para os educar.
O clero, que recebe mais facilmeiile esses sentimen-
los de hiimanj.lade pila educara, que recebe, mos-
Iroii-o, na ceie.. ,
O Sr. Piulo dc Com/i/v-: Apoiado ; diversos
parnrhus inorrerarr no seuollicio, e os Carmelitas de
Pemambuco loriaran, se dignamente.
O Sr. Paula Candido- O clero em Pemam-
buco, no Par, na Babia, no Rio de Janeiro, por
loda a parle donde tenho conhecimenlo, comporlnu-
"_ evanglica mente. Apoiados. Aqui puucaslegoas
dislanle da cidade fui ver o desgrarado parodio de
Jararepagua m."lu no cumprimenlo* do seu serviro,
o do Pilar morrea victima do mesmo dever san-
io !.... Em Prrnaniburo e em oulras parles derarn-
se farlo, bem honrosos para o clero ; ora nao he
islo a consequenria dc um senlimenlo innata, mas
vigorado pela eduearao Me parece que sim.
lie necessario que a cmara re. .niheca, que o go-
verno lome por norma impresrhplivel de soas ar-
res, que|n primeira dever he favorecer a morali-
dade publica apoiado, e a mnralidade publica n"
se pode bem er"
versidade das cores e o Iiiii goslo da, villas lorna
ram esla parle por demais aprcciavel. Se Mr. De-
veaux pelas suasligeirezas ha sempre sido vicloria-
do, man ainda o tai ao desdoblar do veo do seu
magnifico gabinete re chimir?. Aguardamos o se
guiute espectculo.
.//' amaniata
COMARCA 1)0 lOMTO
C.iruarii I i d" jullio de IS"i(i.
---*.-------. w_ -muir.- ;
^* a J1'-. 'eopr*o Manoel Ignacio Pe-
reira da Silva, coohecido por Manoel Cpim.
1 Autora a juslicia reo preso Jos Paes
3.- Autora a otlica, reos presos Cassiano" Rodri-
gues de Andrade, Jos Joaqoim Nogueira e Joaauin
Ai.tomo da Silveira.
l)o, quaes se procedeu a respecliva chamada.
Mepo.s de apresentado, os procet.o. tal conduzidn
abarradolribunaldo jury, para serjulg.do, oreo
preso Anlon.o Francisco de Souza. acensado por ch-
ine de furto de um cavallo d'on. almocreve, tendo o
ma^moreoPrse|detan,or ao Sr. esludanle cima
loram sorleados para compor o conselho do iurv
de senipiica, os seguales senhoret: '
Amonio iionraives Pereira Lima.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
JosThomaz de Campos Qaaresma.
Manuel Jos Lopes Braga.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
rhomai de Carvalho Paes de Andrade.
Joaquim Flix Machado.
Jesuino Ferreira da Silva.
Florencio Domingues da Silva.
Felil nn Cunha Teixeira.
Jos Filippe Nerv da Silva.
Amonio Manoel Pereira Viaona.
Os quaes preslaram ojoramenlo era voz alia so-
bre o livro dos Sanios Evlngelhot, e lomaramassen-
bl Se"S respeclivo' '"ares, separados do pa-
Depois de prestado dita juramenta, tai o reo io-
lenogado, e em sea inlerrogatorio disse, qoe era ac-
cusado por furto de om cavallo, que quando te dera
o rr.rrie elle se achava no Coxal do Bom Jardim,
qun foi preso na Eslrad. fietiva, e qoe qoando fra
preo nao linha cavallo ak-um e,m sea poder
lez-se a leilura de Urdo o procetto, e depois delta.
OS-. Dr.jon de dirallo deo a palavra o Sr. pro-
molor publico para-fazer a arcusarSo, e esle a le
duendo ler sido o reo o autor do'furto do cavallo'
que eslava proado dos autos e o reo acorto as
penas do artigo J7 do cdigo criminal, e pedio a
con lemnajau do mesmo no grao mximo do dito ar-
tigo, pur se darem as circumslanciat aggravanles dos
SS I e 10 d metmo cdigo, i-io he, no lj 1 por ler
sido o enme comroettido noile, e no 10 por ler si-
do o mesmo crime commellido com aboso dc con-
fiarla.
linda a accoiarao, o Sr. Dr. juii de direilo deu a
palavra aoSr. advogado para fazer a defea do reo,
e tete a dedo-indo disse, que o reo nao linha tido o
anlor do Torio, e condujo pedindo a absolvirflo do
""-tito reo.
lindos os debates, depoi, de replica c Ireplica, o
sr. Dr. jaiz de direilo perganloa ao jorv de senten-
Ca se eslava sullicientamenle etclarecido'para julgar
a caosa, e como s decidisse peta aflirmaliva, o mes-
mo Sr. juiz de dir o, depois de r.samir a malcra
da accosarao e da detaza. propoz ao jury as qoetles
c laclo, e at leu em voz alia, e sendo eslas entre-
nes rom o processo ao mesmo jury, tai e-te co-ido-
ziJn i sala secreta das rontarencis 1 horada tar-
de, donde vollou as 2 com suas repostas, que taram
..das em voz alia pelo presidenta do jary desenleo-
,;a. em vula de coja deriio. o Sr. Dr. juiz de di-
reilo, presidenta do tribunal do jurv, poblicou soa
senlenca. aandemoando o reo a qualro annos eoito
roezes de ifJvsao, e na mulla de vinte por eente do
valor lunado, grao mximo doarliao257 do cdigo
criminal, combinado com o artigo 49 do mesmo c-
digo, e as cusas, e levantou a sessao, adiando-a
para odia I* do corrente, t 10horas da manhaa.
^tftft $* pcttiumbuco.
cien de equilibrio, de tarras, cada vez lomndose a c^^^en,' ""'"ram-se diversos cida
mai, digno do acolhiinenlo publico. A ultima par- rm casa do_Sr. commendador Mantel Goncal",
le perlenceu eulusvamente a Mr. Deveaux \ di- <6'1 Silva, alim de tratarem da organisara,,' ,]'
versidade das cores e o boni goslo da, vistas Torna- "ma ""P""1"" P";l e*cucao de orna estrada d*
panbia para a execocao _,._.uil
ferro que, parlmdo deala cidade siga pelo tarlll e
populoso vale do Capibaribe, paitando ao metniu
lempo pelos mol aprativeis e habitados arrabaldet
deala cidade, indo terminar presentemente no lugar
dcnominaduCachang.consUtuindo desl'arlc a primei-
ra scelo de urna segunda via fetrea em nota provin-
cia. Depois de vanas obie.vacc.f_,coneordou-se em a
n-meacloda urna directao provisoria para promo-
veros meios nereisarios a esta imprtame erroreza
sendo nomeados. presidenta o Exm. Sr. baraode
f.amaragibe. e agente, os Sr, Jao Cardoio Ayres,
Joto Ignacio da Mcdeirot Reg, Manoel oncalves
Dr. Manoel Cavalcanli de
Joan lunario de Mefleirr
Ap reciando os servicos que ha prestado ao termo I a, rii ii, ,-,, ,
do Bonito, pur meio la imprensa, o eormpoadeate AI__Ii_!r^-^*__?_i ?*n?el c,"l<'""' <
de dilu lugar, e querendo ronrorrer rom o meu fraco ,. iir ? M s/t^S? 0,ha Alcanfora
do, Dr. Jos Mamede Alves Ferreira, e David W.
liuuman.
Desejam.s que e-la empreza poa ser levada a ef-
felo. abra le que cm breve possamo. gozar de urna
lariiniaJe de transporte as proximidades da nossa
o. ni i .i i.
O BENEFICIO DOS ORPIlAOS.
---......, |._. -._.- .... ....,..,.-,, v i i i -|,,,iiur.. le
de dilo lugar, e querendo conrorrer rom o meu fraco
contingente, para que possa esle termo approveilar
alguma cous, rogo a Vms. deem a' publicidade os
meu, pobres escriplos, que tarto por norle a verda-
de e nada mai,.
Em o mez passado, no dia 2, o prelo Qoirino, es- j eanltaj
cravo He Jos Francisco Florencio Jnior, na Ma-
.....minbar s nao cuidarmo,"em"ns- I !!'*d? ^.^JiS"^^, "'"* f""''1a ,eu Pr0',riu
pir'ar a infanna desde o, .,, mais tenro, anuo, o. &! ''"na,, se a'neo': M S'h 1' I-,'
entimen.os que Deo, planto,, no corar.,,, de todos *SR 0\ ^S^ot Puerto u^d*
os homens. Ouando os pa ralos, os emnen ios ______ -. '"'-"i"-. |.or rtrm que oei-
princip.lnxe.ta injusii as relativas doZam ai M^ZEX ZZ FlfttJl 222^1
dnala! UoTtae o b^ toZnte de 7 f A' 'ia *""""' f dc P'''*' eav-lleiritmo
A -aomlld.de he o nriraeiro protector do la.eo.o JZ.'rL ^JXKkl^t^I^Jgl v"' V TZ ."T ES?. ITZ "C-i"'
,Ido merecnienlo. Me prenso que o hnraem de rilo por Josepha t.uilherraina da Silva',-o,, cVdi- EfltaSfS ZZSl* *"* 'B,B"
mencmenlo, o homem que preslou serviros, co- do peta illu.irado e ju.liceiro Dr. juiz de direilo Joa- Mr_ .? h',.i i. r
nlieca que elle lem en. sas proprias arres um Ii- qu.m Goocalves Liria. i_ a Ko1"' H>eveaux direrloret cl.efesd. c.npa-
MUTICSr^T





OUR|0 DE PERMIBUCO SEXTA FIIM 18 DE JUHO m ibb
i*, s
*
.. '*-

t
verdadeiro ehrislao, he o homem seguiodo o impul-
so 'i.i religiao.
Qoem denara' de abracar e affagar semelh.inle
idea ? Por culo que ninguem : a nao ser alguno des-
nlmado, cojo curaran ce ache impederni lo por lal
forma que o lome allieio aos males dos oulroi.
At agora quasi nada se ha fcito em favor desses
desval lo-, a o,lo ser o governo e um estranfreiro
que, por Pernamhuco e seos filhos, nutre urna fre-
natica paixiio, estos, diremos, lie que vem animar,
he que cora afn cdTerece-se para encelar tilo honro-
sa idea, que al hoja nao liavia anda (Aliado no
corceo dos pai Ir e-alare.
JetusC'iristo recebendo a mola da pobre viuva,
dis-e : lie a ttrdadeira esmola a qac acaba de dar
esta mulher, porque ella lira da ai para soccorrer
aquelles que mais uece-sitam do que ella que anda
se cha em estado de ganhar novo ilinheiro.
Kem com a pobre viuva, Mr-, H >bcri c Deveaux
que, apenas possuem o fructo dos seas trabalhos,
assiflftaesmfi ,iram uma Par,e Para dala quelles
"qu boje se vpein a bracos com.-. miseria e a prosti-
tuidlo se m ao. l>"in i i/'j i-, ajunJando a presiden-
cia, nao vierern empenhar-se no sagrado deverde
arranca-Ios desse pelago.
Um s brado al hoje nao se arpen, um s bolo,
se quer, nao foi depositado as raaos do goveruo,
para soecorro desses infelizes ; sera porque em I'er-
namboco nao vi-tara almas caridotas, "corares en-
ternecidos ? Nao o eremos ; ms como que Uso d-
/.en lo parece insinuar-se em nosso espirito un pern-
eo de duvida, yulo como se estas almas csridosas c
bemfaij,is eiistem, porque razio anda nao deram
Obrado de uniao para soccorrer estes infelizes".'
Crer3o que nao he dever soccorrer aos necessiladns 'I
Nao, por cerlo, porque ninguem deiln de saber
que Jesns Chrito diste : Feliz d'aquelle que soccor-
re aos desvalidos e pobres, porqae u reino do co he
tea.
Nao heao goveruo s que incumbe salvar das jar-
ras da perdido e dar edncarSo a esses pobres desva-
lidos, nao por cerlo ; he tambem dever imperioso
dictado pela razio daqoelles que, tendo o uiro em
afcrrollta los corres, nem ao menos Ihe permillem
ver a luz do d de caridade de que, depois do cholera, lano neces-
sitam esses infelizes.
Mrs. Robcrt e evau\ bao marcado para sabba-
do i8do correle, esle espectculo ; a diversidade.
o liom gosio presidir a elle, e n;lo pauparao esfor-
i;o-, estamos bem cortos, para que seja elle o mais
completo possivel.
Praza aot-cosque o brado de caridade e amor do
prximo |dado por Mrs. Bobert e Deveaux va fazer
echo no con rio dos Pernambucanos, aos quaes sup-
pomns, jamis deixam de embalar as boas ideas.
Nio foi pelo prazer de elogiar esses honrados ar-
tistas, que lomamos a penna, uno ; foi para chamar-
mos a alinelo dos Pernambucanns, lirn de nio ver-
mos morrer estril uma tal accao. Pedimos liual-
mente, nos nossos comprovincianos, que abtacemde
coraran tal causa, como se fura sua propria, porque
dia vira lalvez em que, nos, que hoje pedimos o soe-
corro para un, pecamos para esses que concorrem
para oalliviodos males desses infelizes orphos.
F. t'ilho.
(Sottt&ponbtnciix.
Srs. redactores.Em uma caria anonvma diri-
gida desta comarca redacrao do fjberal, e publi-
cada em o nomero desle jornal, de 7 do mez pasta-
do, lemos que : i. J"por aqai corra que o comman-
danle superior de Garanhuns, vender por sua cun-
ta garrafas das ambulaucias do governo.tou con-
sa semelliartle. Proieslamot com loda energa con-
tra semelhanle aleive, e para nao nos tornar cu-
fsdonhus, desde aqu solemnemente desafiamos o
proprio leslemunho do actual delgalo de polica
desle termo, o Sr. Camello, para que, preferindo
como Ihe esl bem, a verdade dos Tactos e sua pro-
pria dignidade a quaesquer clenlos ou combinarles
mesquinhas, porvenlura inspiradas pe desaffeicAo
pessoal que vola ao digno commandanle saporior,
declare pela imprensa, so essa ambulancia, a que se
allude, chegara ou nao intacta so seu paof.
O commandanle superior de GaralUC nunca
precisou de ambulancias de governo, nem tal cousa
em lempo algum aqu se disse : teve com prufuso
em sua casa remedios seus, que dislribuio gratis
por mais de 60 enfermos, moradures em seu si lio e
circumvizinhanca: forja he, porm, confessar que
fazeuda de mor valia, possue em verdade em torno
de si o digno Garaohunzense, e vem a ser uma ca-
terva de vis desafleicoados que e ralam de inveja e
despeilo pela brilhante posic, que em sua Ierra
conserva o commandanle superior, e pela confanca
que ha merecido a governu imperial e aos seas
dignos delegados uesla provincia. *N
Buique 2 de juuho de I86. "* -<
O. O. I-:, fl.
^o>^mttti&.
gi. 0 secretario da direceao, Anlonio
Marques de Amorim.
O lltm.Sr. Dr.chefa de polica interino, emeiim-
primenlo do que Ihe foi recommendado pelo E\m.
Sr. conselhciro presidente da provincia, manda pu-
blicar a relacio dos nomes das aulordades e mais
pessoas que foram solicitas em acudir e preslar
relevantes servirn a prol da humandade, por
occasiao do tiniilro do sobrado da ra do Ran-
gel na manliAa do dia 10 do correnle.
Secretarla de polica de l'eruamhujo Iti de julho
de I8."i(i o primeiro amanuense, Jos Xavier
haustino Ramos.
REI.ACO.
Os senhores : Dr. Francisco Bernardo de Carvalho
delegado do |. discriclo deslo lermo, Dr. Jos da
Cosa Honrado subdcleaadn da frecuezia de S. Anlo-
nio, Ur. Pedro de Alahyde l.obo Moscoso, Ur. Pr-
xedes Gomes de Souzl'itangn. Dr. Jos Augusto de
Soma I'ilanga, Dr.Trajanode Sonza Vellio, Dr. Joflo
Ferreira da Silva, Dr. Ignacio Nery da Fonceca,
Dr. Manoel Duarle de Farias. Dr. Bolino Augusto
de Almeida, o acadmico Americo Nello de Men-
donca. o direclor das obras publicas Francisco Ra-
phael de Mello Reg, o director lo arsenal de guer-
ra Alexandrc Manuel Albino de Carvalho, o lia-
danle du mesiuo.o capillo Jos l.uiz Pereira Juniur,
o alferes Anlonio da Veiga Cahral de Moraes Mes-
qnita l'im niel, o adminislrador da poule provisoria
Candido Emigdin Pereira l.oho, o boticario Anto-
nio Joaquim Dias Medrnnho. os impudores de qtiar-
lerio Manoel Rudrigues Monte Lima, Ursiliano
Clinio Torres Galindo, Julio Cezar Pereira da Ro-
cha, e Manoel de Almeida Lima, os cidadaos Emi-
lio Americano doResoCasumbe Jo3o Pinto de Ve-
ras, o mestre depedreiru Francisco Valerio dos San-
tos, e finalmente s pracas da companhia de arl fi-
ces, e de infamara e o IrabalhadWes do eslaleiro
patente e ponle provisoria.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COMPANHIA DE KXEIICICIOS DE
EQUILIBRIOS DE FORQAS.
Espectculo extraordinario em beneficio
dos orphaos desvalidos pela epidemia.
Sabbado 19 de julho de 1856.
Logo que a orchestra tiver tocado orna bella e
nova svinphona, Mr. Dcveaux dar' comeco ao es-
pectculo, pela
PRIMEIRA PARTE.
lima hora I. A viagem do papa lapin (eoellw).
t. A enra plianlaslra.
I. O canarios encaulailos.
1. As piladas de Morsson.
5. A consulta das carias.
i. O pensamento das senhoras.
7. O espelho das seiencias.
H. A marmita do dialio.
SEGUNDA PARTE,
tina variedad* de bellas difficeis posircs exe-
culadas no fio de ferro rame) pelo joven
PERNAMBUCANO.
TERCEIRA PARTE.
Peia segunda vez as lindas e bellas vistas disso-
lutivas.
I. Roa pitloresra.
2. A torre de porcelana.
3. Ascenrao de um hallo,
i. O cemiterio de Momparnasse.
."). Vista de campo na Snissa, coberta de nevo.
6. O SANTO SEPULCRO em Jerusalem.
7. O incendio da turre de Londres.
8. A punte dos Suspiros em Veneza.
!l. O cemiterio do pa Ir Lachaise em Paris.
10. A caca dos Ladea.
11.0 palacio de Alhambra.
12. Interior de S. Paulo em Roma.
18. Abbadia de Caslro em despalilla.
14. Apparicao de Jess Cliristo.
15. lima ccala de uredos.
It. O vno da aguia.
17. Capella deS. Severino em Pars.
|K. A missa de um minuto.
Depois das quacs, em terminaran do espectculo,
-CL'nir-c-h.in os ^,
CAMALEO ES EECTatCOS,
no-'as e diversa* especies, que lanos applausos na
recto na primeira vez que foram apresentados.
' nejara is 8 hora.
PARA O MARAMIAO
O patacho nacional .tlhena*, perlcnde seguir ao
Maraiihao al o dia *-O du correule ; lem a burdo
Ierro de seu carregamento. para o reslu a passagei-
rns. para o quaes lem excellenlescuinoin ln: Ira-
la-se cun u seu consignatario Antonio l.ui/, de Ol-! Sr Jos Loaronro Baila
vejra AwvcdO, ra da Cruz n. I. j n. Kii de l-J do 'correnle.
Campanilla
paquetes
biaatileira
-i vapo .
Ouem annunciou precisar de um caixeiro para
toja de fazendas, dirjase a ra do Cie;po n. I ao p
do arco de Simio Anlonio.
Avisa-se I queni Ihe eonvier, que a casa n. III
da ra do Padre l'loiiano, perlenrenie ao casal do
annanciada no Dirrion
esl conlralada, e seal-
L'-mhrnri aos rsniecidos i pcbucacao*uttebaria.
,I-"'U^'1 U8< Acaba de ,,l,ir a luz a primera,, arle du Mamiul
do commercianle t do ahogado to commercio, con-
Eiperane
du sul i ni
'211 du cor-
renle o va-
por S.Sal-
-ador,cora-
in.in l,i n t e
Sania Br-
bara,o qoal
depois da
precisa de-
mora se-
guir para
os pnrlos do
norte, nio se admitir" cousa alguma depois da ho-
ra marcada : na agencia, rna do Trapiche n. 10,
egando andar.
Para o Porlo seguir directamente e com tire-
vidade o brigne o Trovador ; para carga ou passa-
geiros, Irala-se com Barroca Caslro, ou com o ca-
pilio na i i ,nj i.
e5e.
O agente Vieira da Silva hz leilao,
sexta-feira IS do corrate, as 10 horas
da inanliaa, em seu arma/.em, na ra da
.Madre de Dcos n. T>-, ,\e diversas obras
de rnarcineiria novas e usadas, mobilias
novase usadas, diversas miudezas edill'e-
reutes obras de o uro e piala, e mais ol>-
jectos fiuese acham patentes noarmazem,
e ludo sera' vendido a contento dos rc-
guezes.
Leudes.
Oagcntc Oliveira l'ara' leilo, por ordein
eempresencado lllm. Sr. cnsul da Fran-
ca nesta cidade, do sumptuoso e elegante
predio novo edilicado a' moderna, pe'rlen-
cente a..., epara liquidac&o da massa do
linado (iadault, silo no largo da Boa-Vista,
com frente para o m<-smo, e pelo oitQo pa-
ra a cua da Couceicuo, com evcellcnles
commodos. bello terraco, e em tudo apre-
ciavel para morada e estabel<:eimentode
qualquer negocio em ponto grande ; o
qual pode ser examinado com antecipa-
cao pelos pretendentes, auuem se convida
recorram ao Sr. proprielf-rioda botica all
existente, eem poder de quem existem as
chaves : sabbado 2 horas da inanhaa, no primeiro andar do
indicado predio.
Sabbado, 19 do correnle. ao meio-dia em pon-
to, o agente Oliveira Tara' leilau, por ordera do lllm.
Sr. cnsul de Franca, e no respectivo consulado.
ra do Trapiche-Novo, do espolio da finada subdita
frauceza lloze Anloinetle Blanc, consislindn em uma
caixa cometido roupa, chapeo para senhora, um
guarda-sel c um par de brincos.
I.EILO'F-s.
O agente Vieira da Silva faz leiiao quarla-fera
2-i do correnle ao meio dia em ponto da labcrna de-
nominada Elephanle de ouro no Hospicio junio ao
quartel por baile do sobrado, unde inora n Sr. Sil-
veira, eem lodos os perlences on s dos seeros da
maneira que mellior eonvier aos compradorc-.
O senle Vieira da Silva Iranslenn o ledio da
ra dos Tanneiros n. I,ja aiinunciailo por duas vezes
para sabbado, l!l do correnle; lera principio ao meio
dia em poni, de ludo quaulo se adiar dentro do ar-
ma zem.
WUtA 1)0 RECIFt17DEJL"I.IIOAS3
UORAS DATARE.
Cotat&es olliciaes.
Cambio sobre Landre21 t|i a tiO d|v.
frettrico fobitliard, presidente.
P. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. pnr I -.
Paris, 360 rs. por f.
Lisboa, 100 por 100.
a Rio de Janeiro, 1 \2 a I por 0|o a l.i e mi dias.
Ac;oes do Banco, 35 0(0 de premio.
Acces da companhia de Beberibe. .", ;ihhi
Actes da companhia Per.ambucana ao par.
o Ulilidade Publica, :10 purceuto de premio.
Indemosadora. 2 por % de premio.
a da estrada de ferro SO por 0|() de premio
sobre a entrada.
Discouto de ledras, de 7 a '.) por Opj.
METAES.
duro.Onc.as hespanhulas. 28S a 28(500
Moedas de 6->i00 velhas .... ln.NMri
i> > 6300 novas .... IBsOOli
> 48000.......9JO0I)
Prata.Palaces brasileiro...... -j-oini
Pesos columnarios......lInkiii |
> mexicanos....... i-m;h
Me
unios
W&&03 :, mti JZ,
cegos,
arti
<: Cotillea llllia tir |,
los i>L/iV/.es ri, van
I- -
ALI ANHELA.
Reudimento do dia 1 a 16. .
dem do dia 17......
. 30*432*245
. .^21:344*295
S:776{
Descarregam hoje 18 de julho.
Brigue ingiezJo'hua Marytaixas e rmendas.
Brigue portuguezConstantediversos gneros.
Hialc brasileiroCapibaribegneros do paiz.
CONSULADO i.UKxl.
Kendimenlo do da 1 a 16 129199735
dem do dia 17....... .V,'.i-nL'
No dia
21 desle
tuez es-
per a-sc
do sul o
vapor A-
con corn-
mandan-
le Ri-
chard Rivelt, o qual depois da demora do coslume
seguir.i par Sonlh-mplon. tocando nos porlos de
San-Vicente, Teuerffe, Madeira e Lisboa : para
passagem, tic, Irala-se com us agentes Adamsoo
Howie A' C, rua do Trapclie-.Novo u. \2.
N. !'..' -O- emlirullios que preteuderem mandar
para Sou'.hamplon deverao eslar na ageicia duas
itarn w!es de e fccliaiem as malas, c depois desla
hora nan se receber vulume algum.
Vende-se o patacho nacional Cunli-
anca, de lote do 107 tonelladas, construc-
ro de Carvalho, e prompto de um ludo
para navegar para qualquer parte: os
pretendentes o podem examinar, t|ue se
acha tundeado em frente Ho trapiche do
algodao, e ira tratar, com os consigna-
tarios Nova, \ C., rua do Trapiche n.
ndar.
recompensado no pa-
guen) se julgar com direilo a mesma propriedade,
queira apresenlar seus litle) no esparo de lidias,
contados da dala desto.fiidoa os quari se julgara de-
scmbsraead.i. Recife 17 de jolho de 1856.
Attcncao!
&
Salustiruo de Aquino Ferreira lem re-
solvido a abaixar os precos de seus billie-
tes, comoabatxo vi declarado, c osSrs.
jogadores devem preferir os seus bilhe-
tes, em virludc dr poupar 00 ris em
bilheles inteiros, em meios 120 e nos
quartos 60 reis, s se os ouiros garant-
dores pagarem mais do que a lorte de
5:000x000, \endeudo por .sSOO bilheles
inteiros, meios por .sOOO o quartos por
I.S'iOO, de que se segu queosSrs. jogado-
res (icain prejudicados em seus interesses. c
Bilheles 596OO Recebe pur inlero 6KW0KW0
Meios -i8N0 i> .1 i) :jO0OtH)
Quartos 1-.',4n I:i0g000
Salustianode Aquino Ferreira.
O dono da loja do chai "tos da rua larga do Rosa-
rio n. 32tpele prsenle aniiunciu ruca as pessoas que
lem rnnlas alra-adas em sua leja, que bajatn de 11
salisfazer, puis que 11 lempo he liaslanle. e nao lem
caixeiro para a ir cobrar, e se assim o n.iu fizercni
o obligaran a uar de meios que nao deseja. I)
mrsinu pedo a cerlo moro
de ir salisfazer o restante 1
(i.l-VIII rs. que pnssou-lhe lia mais de um aun
esla dala 11.10 lem dado cumpnmcnlu.
Icndo o cdigo roininercial do Imperio do Brasil,
niinoiado rom as referencias do diverso' aniso du
meslo rodigoe dos respectivos regolaroentos eelre
i. aun como com os decretes e avisus expedidos
aleo prsenle explicando ou ,1,1,liando aluumas de
que nao ignora, que baja | su"* disposicise -. c seguin dos rfgalaiMBtoa n. 7:17
I um vale da quauln de j e n- 7> .le "1 .le nuvembro de 1850, tambem an-
ale i notado, pelo Dr. /(. F. Ilenru/ue< i'.t Sonta.
A segunda parle, que se acha no prelo, he um
appeodire, que ronlem a inlesra de lodas as leis,
-- A mesa reg.dora da irmandade do IMvMlofo- ,lecre.os e regel.mentos publicados ale boje, e ne^
pinto Sanio convida a lodos os seus irmao parj cessarios a boa
comparecerem no domingo, -JO do correnle, as 2 ho-
ras da larde, aiinnle emurporadus, acumpanharem a
prorissao de N. S. do t^.armu : o* irmaos 'pie nao
poderein comparecer disnem-se da mandar os capas
que liverem em seu poder.
Na rua da Mancuera n. 7. precisa-se de nina
innllier de bro para o ser viro de pouca familia.
A irmandade do IV. S. da Solcdade da Boar
Visla convida a lodos r -enliores mesarios para com-
parecerem no ronsisloriu da mesina irmandade no
dia 2Q do correnle, as 10 huras da manhaa, para ne-
gocio de muila importancia da irmandade.
-- Ollerece-se para ama de casa de pouca fami-
lia, uma innlher de bons custumes e excellenle
coznheira : a tratar na rua do Padre Florianno nu-
mero 15.
FIAQAO E TEGIDO DE
ALGODAO.
si honlem lomado .1 um prelo que aoilava
ollerecendo para vender, um Digeslo Porloguez por
Corroa Tclles: quem lor seu dono, dando os siguaes
certos Ihe sera entregue na praca da Independen-
cia, livraria ns. ti e K.
Lava-sc e engomma^e com toda perfeitao o
I recisi-sc de ollli'iaes de tamanquei- asseio : na rua da Hoda, no sulu du snbrado dc-
ro: na officina da rua larga do Rosario:fron,e da coche'"-
I
13:5695217
MVERAS PROMNCIAS.
Kendimenlo do da 1 t Ib' .
dem do dia 17.........
.138? 11J
938jtl
DESPACHOS DE EXPORTACAo PlA MESA
DO CONSUL\DO DESTA CIDADE NO DIA
17 DE JULHO DE 185G.
Bueuos-Ayres Barca porlagoeza Santa Croz,
Isaac, Curio 61 Companhia, 3i_barrcas ass'ucar
braoco e mascavado.
Porlo Brigue porluguez Trovador. Barroca A;
Caslru, 3,000 ponas ite boi. 1 cseos mel.
FEtieiraRate portuguez Vosdor do Mondegon,
Francisco Sevorianu Rabello A Filho, 10 pipas
mel.
RECKBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBCCO.
Rendimenlo do dia 1 l 16.8831894
dem do dia 17........1:19U|353
")i, primeir
Para,
IK:073cfii"
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudimento do dia 1 a Iti
dem do dia 17
35:178C4l
1:373*3*4
36:5.'.I;7TO
JB>0fcl>.?tttO %# *0ltO.
/Vatios tahidos no dia 17.
AracalyMulo brasileitn nAorora, meslre Joa-
qoiro Jos da Silveira, carga fazendas e mais ge-
nero, l'a-.aaeirns Joan Rodrigues Pinheirn, Se-
oartUo Rodrizoes Pinbeiro, Manoel Rodricues
I inheiro, Joan Mano?) de Cnsmo, Manoel Pe-
reira dos Santos Caminha. Lniz Anlonio Pinto,
Manoel Mnreira de Campos.
Rio Orando do SulUaie brasileiro Tigre, mes-
lre Leopoldo Benlo Vianna, carga assucnr.
~Se;#Tttieof4e
ESTABELECIMEMOS DE CARIDADE.
A botica do grande hospital de caridade precisa de
\2 garrafas de sirope de imbail.a romposlo : quem
ttver o reerido tarop, e u queira vender, emenda-
se com o respectivo Iheaooreiru Jos Pires Ferreira.
Administraran getal dos eslabeleciinenlos de canda-
de 17 de julho de 18J6.
Pela Mbdileneia da fregaezia do Afogados se
faz publico, que foram apprebendidus li eavalles por
sesupporem Torladus : que 11 se jolg.r com direilo
aos inesmos, justilicando Ibes serflo entregees. Sub-
delegara da fresu'zia dos Afosados 17 de julho de
1856.Francisco Carneiro Juoor.
Caixa filial.
A direceao da caixa filial do Banco do
Brasil em Pernamhuco faz publico, que
se acha desonerada do lugar que tem oc-
cupado de cobrador, desde a instituicSo do
extinto Banco de Pernamhuco, ale o dia
15 do corrente, por assim o haver pedido
a esta direceao, o Sr. Francisco Jos Sil-
veira : o qual por este motivo foi substi-
tuido peloSr. lote Lus Innocencio Pog-
em direitura, o palhalmle uVenu> sesne com bre-
vdade pur ler parlan twsT; p.ra o resto c passa-
geiros, Irata-se cem Caelanu Cvriaco da C. M ao
lado do Corpo Santo u. 25.
O PATACHO NACIONAL ATIIr.NAS
piensa de marinlieros nacionaes para a sua viagem
ao Maranbao.
o-Mj).unir Fianco-Ame-
ica (lev.ipoies fran-
Espera-se no
dia 23 do cor-
renle mez viu-
do do Rio de
Janeiro, o va-
por C'adi;, ca-
l-ii.io Berin-
doague, que
segu para o
Havre, comes-
cala por Tenerife e Lisboa ; para frele e passageiros
em casa de L. Lecomte Feron iV C, rua da Croz
n. 20.
Para o i*o de
Janeiro
sejjiie em poucos dias por ler grande par-
te do carregamento prompto, a escuna
nacional ZELOSA, capito Pinho : para
carga ou escravos a f'rete, trata-se coth
os consignatarios, no escriptorio da rua
da Cru/. n. 49.
PARA LISBOA E PORTO
sahir com brevidade o brigue Trovador > para
carga e passageiros. Irala-se com Barroca Caslro,
na rua da Cadeia do Recife n. i, ou com <> eapilSo
na praee.
de Janeiro.
Segu com loda a brevidade o brigne
nacional UERCL'LKS : para carga, pas-
sageiros c. escravos a frele, Irata-se com o
consignatario Augusto Duarte de Moura,
na rua de Apollo n. (i, ou cum ocapitSo a
bordo.
RIO BE JANEI 0
Segu no dia :20do mez correnle o patacho Va-
lenle, eapilSo Joaquim Antonio lionralves, Santos ;
aindn recebe caria, passageiros e escravos a frele :
a tratar cora Caelano Cyriaeo da C M.i ao lado do
Corpo Santo 11. -2".
Precisa 111-se dedous a iros meninos ce-
gos de nascimenlo ou de pequea idade,
para serem educados a expensas publicas :
a fallar na livraria ns (i e 8, da praca da
Independencia.
-- l'er leu se no dia Iti ilp corrente da igreja do
Carino ao paleo de San Pedro am bracelete de onro.
obra moilerna e de conchas lavradas a boril : quem o
achou querendu restituir sera
leo do Terco D. 19.
Tem de ser arremtalos tlous terrenos no
losar de Santo Amaro, um com 100 palmos de
frente, e perlo de 2,0011 del fundo, oulro cem 118
palmos de frenle e 221 de fundo, aquelle por
8008000 rs., c esle por I6M000, nerlencenles aos
hens do finado JuAo Antonio da Veiga. a qualar
reiu-taro lera' lusar pelo juizode orphaos na au-
diencia do dia 22 do crrante, ou na prxima, ce
no dito da nao houver.Etsrivao Facundo.
Kica em poder de Amonio dos Sanios Viei-
ra o bilhele 11. bli-i, da miarla parLfl da primeira
lotera de INossa Senhora du Carino, perleneenle ao
Sr. Joiquim Ferreira da Silva Jnior.
t.iuarla-feira, :t do correnle, linda a audiencia
do Sr. Dr. juiz municipal m segunda vara, sera ar-
rematada a renda annual do ann vessa da rua da Madre dje Dos, schvo Molla, a
reqtterimenlo dos coii lenle.
Joaquim Marinliu Ca|valcauli de Albnquerqne
lem a honra de oflerecer ai sua casa na rua do Quei-
mado n. 8. piimeiro andar, aos seuboresque a pre-
teuderem honrar rom visitas, conversaeoes nego-
cios, visto como, no esrripieri > da companhia ta es-
Irada de ferroso Ihe convem oceupar-se dos respec-
tivos Irabalhos.
Precisa-se altmar nina prela para o servico in-
lerno e etlerno de urna casa de pituca familia,* e na
falla uma ama : a iratar na rua da M de de Dos,
loja de taamnen n. 5, se dir qoem precisa.
Prensa-se de uma criada para casa de pouca
familia : a tratar ni largo da Asseiablua n. 10, pri-
meiro andar.
Precia-se de um forneiro: na rua Direila, pa-
daria u. :>.
Atcnc '.
i
O Sr. Anlonio .Io.iiimhu Kilicirri jneii.i >.n obse-
quin declarar a sua mnra>la pnr este jornal, qur se
Ihe deseja fnllar suhre Ju.'io A. In>iit;;il\c-, poit esUi milito r^lvo. e ndo *er
ve para o lim que Ihe foi passado. Islo Ibe i.
O ine\perien!e.
Anda conlina a p-i ir fgida desde o dia 17
de fevereirn do anno coriteule a nesra do abmo as-
tignado. He nome Jo.iqaina, nos, pouco mais ou meniiL -illa, erra, periiH* ar-
queadas, lem f.illa de denle* na frenle, u*a *empn
de um cachimbo ; a quailDcira fui;io em compantiia
de um soldado do decimolbalalhfla de Infamara de
nome Manoel Joaquim di Suva, o qual -> acha de-
sertor : portnnto roca-*e las aulori l;ides pnliciaes o
capitaes de campo a ppi-li*nsao de dila ncrava,
que ser pelo Mbaixo a*sidnado recompensado, ero a
Precisa-se do olliciaes de Sapaleiro.
uaoOicna da rua larga doRosai'io n. I i.
Aviso.
O novocoliradoi da ponle do Mto-
lomho, nos Alocados, (az j)ul)lico<|iteiuio
Ihe lie permiltito liar deninrrucinqnena
incsma passe: por" isso pede a todos que
vito previnidos para o devido pagamento,
afim de nao sonrerem algum embararo.
A mesa regednra da irmandade do
Senlior Bom-Je*ut dos Passos, da matriz
do Corpo-Santo, convidarr aos seus ir-
maos para comparecerem domingo 20
do corrente, alim de encorporados acom-
panliarem a procissao de Nona Senhora
do Carmo, as ~> horas ta larde.O es-
crivao, Domingos Jos da Costa luima-
raes.
LOTERA PROVINGIL.
S5-bailo 19 do corren-
te, he a extraeco da quar-
tn parte la primeira lote-
ra do euiivento de Nossa
Senhora do Carino.
P, el. Layne.
Ouem precisar de um caxeiro habili-
tado para qualquer estabelecimento, me-
nos taberna : rlirija-se a rua ra Cruz n.
15, ou annuneie para ser procurado.
Uma mulher de bom comporlamen-
lo, olirece-se para o servico interno (me-
nos lavaron engommar ) de tuna casa de
ramilia : quem precisar.pode aonunciar
|K>r esle onial para ser procurado.
A ti rnnspllio direclor da in|rtin;Ao |>utilira
. acaba de aitoptar p;irn a leituia diw escolas ,;"
.v de primeiras letras de ambo oa sexos,o W
;-\ opusroloReflaxoes snlne a educacao phy- *
'.; sica e moraQda iiir.niria--puMirado pelo Dr. Jj^
'ff em medicina. Isnacio Firmo Xavier.
P-.v -,.? -i ...-..- -..c..,r -.<.,?.,* 7.'. .;- ..,--,.'
Na rua Direila. casa ne p.isto n. III, d.i-se a
uma pcsoa altnnro ejanlar por I(i-I100 mctisaes, di-
versas romiilas c com muila limpe/a ; c no caso que
a pessoa nao Icnlia quem venda bosear a comida, se
mandar, levar a lempo e a hora.
IRMANDADE DAS ALMAS DA MATRIZ DE
SANTO AMONIO.
T-ndii esla rrnnodade reeebidb convite dos Kvms.
padres meslres provincial e prior do convento de N.
S. do Carmo para acompauliar a proci-sao da mestna
Senhora no dia 2i) do correnle, as 2 \\2 horas da tar-
de, pelo presente convida a lodos ns nossos irmaos
para cnmpsrecerctn no mencionado dia e hora ;ici-
iii i determinado.O thcsourero,
Emelerio Maciel da Silva.
l'recisa-se
berna : na rua ealreita do Rosario n. Ili.
l'recisa-se de uma aoja de leilc : quem estiver
Realas circunstancias, dirija-se a rua dauia ti. 'i,
qup adiar cura quem Iratar.
Alusa-se o primeiro andar do sobrado n. li d<<
[rara da Roa-Vista : a Iralar n i m., Ja Paz, anlisa
rua to Cano n. .'18.
O dono ou correspondente do sobrado na So-
ledade n. ti, indo pe, Trempe, queira ler a bonda-
dc de declarar por esla folha sua moruda, para Ira-
Isr-sa de um neeocio a seu inleresse.
Quem precisar dp una criada l\re, que sabe
ensommar e fazer lodo o mais servir interno de
tima casa com muilo aceio, dirija-se a rua do Trapi-
che Novo n. li, secundo andar, para cbter informa-
coes da mesma, prefere-se casa eslraugeira ou de
liomem sollelro.
Pede-SO ao forueire da padaria da roa lar^a do
Rosario, que quaudo acabar de jantar descance ura
pouco o calor para nflo causar incommodo as faroi-
lias visinlias, nssiiti como honlem que quai inatava
uma crianra com um Iremeudo pomho sem a/.as, que
fez drllc rebolo pata um janele de um sobiado vis
nho, e por ser rep-llido anda sollou diversos insul-
lo, nao respt-il?ndo as familHS.
Antonio Jos de Caslro avisa aos seus fresuezes
que lem diversas qualldades de polvera das lusicas
mais acreditadas que lem vindo a este mercado, e
que as vende por menos do ijue venterem os novo
Veoddtere leste genero ; para v.rcm as amostras,
dirijam-se a rua do Visarlo n. iti.
Aviso.
(piarlo
meio bilhele
quarto
ditos
dito
dito
bilhele
quarto
88
I80
.">2.)8
'i.j
2510
80
1001000
OOsOOO
100.S00
0.S00
50.S000
50X000
Tem exposto a venda seus milito elizcs
bilhetes, meios e quartos da quarta
Rogo ao Sr. do eusenlin de Cajabossu, que
! fara o fjvor mandar o seu esrravo Jeronymo, ou
| Januario, desmanchar um engao que houve em '.*
cargas de agurdenle, que elle vendeu na rua da
Prata de Saula Rita u. 17, boje Ili do correule
mez ; e por nao ler-se portador certo para se escre-
ver ao dito Sr. de engeulio, por isso me descul para
em fazer esle annunriu. francisco Malinas Pereira
da Costa.
Precisa-se alagar umeteravo para servico de
casa :quem liver dirija-te a rua da Madre de Dos
armazcm n. \2.
O abaivn assisnadn mudot a su.i residencia pa-
ra a rua da Cadeia do bairro do Recife n. lili.
Oclaviauo de Souza Flanea.
Prccisa-ie alugar um prelo ou una prela qtie
sirva para andar vendando fazendas com outia pes-
soa : quem a islo se qnizer prestar dirija-se a rua do
Hospicio n. ili, que achara com quem Iralar.
Na loja de calcado confronte ao oililn du Corpo
Sanlo.n. 9, precisa-se de nlliciaes de sapaleiro pa-
ga-se bem.
Precisa-so de uma ama livre, parda ou prela,
'|ue saiba engommar e fozer o servico nomeslico
de uma casa de familia ; a que se adiar habilitado
para isso, pode apparecrr na rua do Apollo, arma-
zetn n. 0 A, das 7 horas da mauhaa al atada
larde.
Francisco Jos Aoguslo Ferreira, lendo de ir
a Lisboa tratar de sua saude, e nao podendo des-
pedr-se de seus amiges e condecidos, pessoalmenle,
serve-se desle meio para o fazer : oderecendo lhes
ao mesrao lempo seu diminuto prestalo uaquela
cidade.
Precisa-se de orna ama para casa de pouca
familia, na rua Nova n. ."> segundo andar ; na mes-
ma se da 9001000 a premio com piubores : ou a fal-
lar no escriptorio do laheliao S, na rua eslreila do
Rosario n. :i.
Na loja de modas de madama MillochauBoessard
acham-se vestidos de blund, maulas de dilo, llore-e
ludo mais necessaro para casamenlos, vestidos, en-
eles, capellas, luvas, colariohoa e mauguilos para
thealro, por pre^o moilo em cotila.Madama Mtllo-
chon faz conslanteinenle veslidos de casamenlos,
bailes e lliealros, eufeiles de lodas as qualidades,
chapeos, ele, com goslo roconhecido e exaclidao.
Anlonio Feij de Mello manda para Portugal
seu lilho "menor Laurino Olimpio Feij de Mello.
Na rua Velha n. titi. exisle orna senhora hones-
ta, que cugonima com lo.la perfeiefio, e tambem
manda lavar com lodo o asseio mapa de qualquer
senhur tuc so qoeira nliliar desle servico, prece-
dendo uma enlrevisla.
Aloga-se om eiccllente sitio, com boa casa de
viveuda, bastante lerreuo. malla* arvores de fruclo,
por proc,o ra'iiavel, o i|ual sera a qualquer hora i .
irelcndciilc : a tratar na Estrada dos ".'""S"'.'"- rua>ova ti. ,1. alim de aun
execu^io ln referida codito, como
por esemplolei di reforo dos Iribunaes do com- !
memo com e respectivo re;, "-ameiilo ; os regula-
memos dos corredores, senles de leiles ele, ele.
A.venda na liviana de J. Nogueira de Souza,
(linio ao arco de Sanio Anlonio, onde Umbera se
recebem assignaluras. I'reco ."> em broxura.
. Precisa-se alugar um tillo eem batanles arvo-
res de fructo, bana e tena para plantari.es, paslo
para .1 a i vaccasde leilc, sendo cum preferencia
SOC1EDAOE EM COMMANU11A.
I irma social : Amorim, Paria, Guerra & C.
I)s socios suhscriplores para a fundarlo da fa-
brica de liar e lecer algodao, orgaoisada por F. Ma-
na Dupral, ao convidados a realisar de 13 do cor-
renle ale |."> de agosto protimo futuro, na caita da
sociedade. provisoriamente no escriptorio do Sr.
Manoel Alves Guerra, na rua do Trapiche u. 14,
ledos os dias ules, das 10 hora da manhaa as 4 da
Lotera
uestes losares : Cruz d'Almas. Alfliclos, Parnamei- ,,rde, a primeira preslacjo de por cenlo sobro o
riin. Sani'Anna, c em oulros : quem liver e quizer c*?'lal subscripto. Peruambuco \- de julho do
alugar annuneie por esla lolba para ser procurado, i '*<'>>--O socios gerentes, Antonio Marques de
j Amorim, Justino Pereira de Farias, Manoel Alte)
l (.'i/erra.
O abaxo assignado fazsciente ao res-
Ipeitavel publico, que desta dala em dian-
te dei\ou de se envolver em negocios de
bilhetes de loteras da provincia, e por
isso nao Ihe compete mais o pagamento
dos bilhetes premiados das mesmas lote-
ras. Recite .') de julho de 1850.Aii
Ionio Jos Rodrigues de Souza Jnior"
do
Nossa
Se-
cn vento de
nliora do Carino.
Aos 5:000.s e 2 000 000
Corre indiibitavelmenlc sabbado l!l de
julho de 1856.
Salustano de Aquino Ferreira
avisa que vendeu os stguintes premios da
terceira parle da primeira lotera a be-
nelicio do convento de Nossa Senhora do
Carmo, extraliida a 12 de julho.
d. 3190 5:000,s000
" 2111 2:000a-00
J. P. Vngeley lem a honra de avisar ao retpeila-
vel publico, que no seu estabelecimento na roa No-
va n. 27, esquina da l'.ambna do Carmo, enconlram-
se os mais ricos e melhores pianos que tem appare-
cido nesle mercado, de forma de armario, de tope-
riores vozes, coniniccau solida, do goslo mais mo-
derno possivel, sendo ellas lodos faltos por encom-
parte aa primeira lotera do convento tle menda, e nao vindos eejjcommissao, e assim apro-
Nossa Senhora do Carmo, as loias se- : Piados par este clima, dos mais acreditado, fabri-
,,,.......i f j i t> -r cantes de Europa, os quaes elle vende garantidos.
guiles: rua da Cadeia do Reciten, o eslabelecimenlo e.l aberlo al as 8 horas da n.i-
v.>, loja de miudezas de Josa Fortunato le para a commodidade das familias que quizerem
dos Santos Porto, na praca da lndepen- | ver e ePrimcntar os instrementos.
Jardim publico em Per-
lien lineo, roa du Sole-
dad e ii. 70.
dencia ns. 37 e 59, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos. Porto, na
mesma, praca loja de bilhetes n. I, da
viuva Bastos, no aterro da Boa-Vista n.
"'2A, loja de bilhetes de Antonio Ma-
noel Cardo/.o, e as demais lojas ja' co-
nlieeidas do respeitavel publico.
Os dous premios grandes cima re-
feridos nao estao sujeitos a descont
dos 8 por cento do imposto geral.
Ssirresponsabtlisa a pagar os S por
cento nos doqs piemios cima mencio-
nados.
Bilhetes 5$000 recebe por inteiro iOOO.S
Meios 2$880 < 2:500j
Quartos IsHO .. l:250Jj
Peruambuco I ."> de julho de 18">(.Sa-
lustiaoo de Aquino Ferreira.
A pessoa que se juluar fiabililada para ensinar
flauta, dirija-se a praca da Boa-VMa n, ">, segundo
andar, das 2 as li horas da larde, que achara com
quem Iratar.
Jos Joaqoim Alves, leudo arrematado as di-
vidas ta casa fallida do Sr. Manoel Joaquim Alves
IMIombs. convida ao senhores devedotcs da mesilla
fesle grande eslabelecimento acharao o senho-
res amadores dat flores 500 qualidades de rotas 300
de dalias de mailo bellas cores, chegadat lodos ot
annos de Franca e de outroa paizet; assim tambem
grande variedade de flores inleiramente novas nesta
(raneo km
AUliclos, o.
Malarineita, conlionle ao sitio da Sra.
j mente saldar -u* cuidas.
D. Maicnili 1.
Em ctsade llenrv (iibsou. Ponte de Ccltoa
precisa-se de om fetl-ir, preftre-sc catado, a- m co-
mo de trabijlhadores.
Preciia-se de uma moja honesta, que saiba
bem coser chao, para licar morando na rua Nova n.
iif, casa da modista brasileira.
-- Anda em prar. para lem arremaladus, lindos
os das da I :i, e igualinenie sera aniiuuciado u dia
que liver lugar a arremataran de dous sobrados silos
na rua Augosla desla cidade, por eiecucjo de An-
lonio Joaquim de Sou
Placido de Magalbes e sua mulher, pela primeira
vara civel, escrivio Sanlon.
Precisa-se de uma ama que eaiba cozinhar e
faier lodo 0 mais servico de casa : na roa Direila n.
86, segundo andar.
Os Sr. Marcoliuo Jos da Cosa e Antonio
de um_ cueiro com praiiea de la- j Joaquim de l'igueiredo leem carias oa rua do Cres-
po n. 10, viudas do norlc.
ATERRO D4 BOHISTV \ U.
Poius.i-iiiiL ,u lem a hon-
ra de avisar ao publico, qua elle acaba de receber
um surlimenlo de espiugardas de caca de um e de
dous camos, por precu muilu commodo, e aproveila
esla occasiao para prevenir as pessoas que entrega-
ran! oi'jeclos p.ra concertar, de os mandar buscar
no esparo de um me/, porque elle pode relirar-se
de um momento para oulro. Ncsla mesma casa ha
graode sorlimeulu de cachimbos, c objectos para
guaroices de carros, ele, ce.
Precisa-se de um criado moro, que sailu bole-
ar : na rua do Colleio n. 2> I.' andar.
Precisa-se de prelas para venderem ixeite de
arrpalo ..- tarde, pagando-te a veudagrin ': quem
os tiver dirija-se u rua ao llium passainlu o chafa-
ri/. primeira cata que lem um solao encarnado pela
retaguarda, para se Iralar do ajuste.
Na rua do Aragao n. II, precisa-se de uma pre-
- Precisa-se logar um escravo que sirva para la ps,a vender doce, e que as horas vagas se oceupa
em algum servico do niesino trafico : a quem eon-
vier dinja-se a mesma casa, ou annuneie.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesourciro manda fazer
publico, que eslo e\postos a venda, na
thesonraria das loteras, rua da Aurora
n. 20, das9 as r> horas da tarde, bilhe-
tes, meios e quartos da quarta parte da
primeira lotera do convento de Nossa
Senhora do Carmo desla cidade, cujas ro-
das andain irapreterivelmenle no dia l!l
do corrent<, e tpic logo que sejain distri-
buidas as listas serio incontinente pagos os
premios, eveepto pore'm as duas serles
gratules que sao pagas mesmono salaoda
evtraccao, logo que sejam publicados
seus.respectivos premios. Thesouraria das
rovincia, e oulras plantas de fruclo, sendo 16qua-
dades de ligos e 57 de ovas, e uta espim etc. ele.;
apromptam-seencommetidas, tanto para dentro des-
ta provincia como tambem para as' provincias do sul
e norte al o Par3.
O 99U9: a
S J. JANE, DENTISTA, S
ff contina a residir naruaNova n. 19, primei- 0
Sro andar. y
ao publico.
J. IInndei rom loja de alfaiale na rua Nova u.
'_'. rfcnmnicnd.-se aos senhores que quizerem pos-
-u ir obras, como calcas, rolle, e. casacas, etc., feilas
com peileieao. Nesle estahelecimenlo nlo se encon-
trar obra de fabrica, smenle obra feilt por eocom-
- | menda, de haivo de luda a garanta, com loda a per-
i fei<*ao possivel, 'e sempie to sosto e da ultima moda
! da Europa. Ser igualmente muilo conveniente e
' recommendavel aquellas pessoas que mnram n'algu-
na dislaucia desla cidade, c que querem toas obtas
feilas rom brevidade, c no praio marcado. Tambem
eticonlra-se coulinuailainenle no mesmo eslabeleci-
menlo panno e (aieudas para qnalquer obra.
rua da liloria da Boa-Vis
Ma
esa n. !l.
oel ferreira Chavee.
Avi cabellriras para todos os riracleres, para nina imite
de baile, pelo preco de 1?
cardo Coelho, roa fova ti
Precisa-se de uma
bom, e solliciente quanto
um. crianca, paga-se herr
indicia ou levando-a no paleo do Terco, sobrado do
finado Oliveira, confrot
n. ili.
No dia III do corren
tio prximo ao cemiterio |
conhecido pelo apprllid
de nscadoa/.ul j velha, *
peo de massa prelo rom a
sar leve-o eo referido silid
i e duas padarias,
Ionio IRMANDADE
IX) SEN
Dt)
de do Senlior 4S.....Jess
Aluya-se urna loja
de fazeudas, Icrrazeus ou
NH): em casa de .lose Iti
39.
ima de leile, e que sej*
checue para nutrir bt>m
,e gratifica se l quem dr
l'iccisa-sede uma mulher branca pie
seja ja' idosa e de limito boa conduela,
para fzer companhia a uma senhora:
quem a liver tiestas circumstancias an-
nuneie por esle jornal, ou dirija-se a rua
ta Cadeia do Kecife n. 7, loja.
loteras da provincia.
alustiauo tle Aniio
orreiri avis i
bilhetes silo ;. en
'
(jne
lidos
de I
; mez usenlou-se do sj-
ubliro. o eecravo Antonio,
re Ccele, alio, leveu calca
mulo jusla ao corpo, ch-
tlreitat : qnem o pe-
a seu senlior Manoel An-
li i K
ES.
BOM JESS DAS
O abaiio assisiiarin, e-rt van inlerino da irmaudn-
as Dore, em S. tionealo.
por deliberarjo da mesa c uivnla a. si}us irmaos pa-
ra comparecerem no consi dorio da mesma irmanda-
de, no dia II do correnle,
de encorporados. tcompa
S. do Carino, ero, virltide
vincial e prior do eonvenl
la cidade. Tambem ruga
! seu poder capa da unan
seus
se 111
por cento
^v...... as lo-
j;js j roiihec!:!;is do res-
peitavel publico, pelos pre-
,*>s tb.-ixri declaradoss,
o disc rito de 8
do impasto eral
Bilhele inteiro
.Meio billiele
Otia rio
SOO
2S880
l.si'.n
ecebe
5:000.r000
2:500000l
l:25OSOO0l
servico de uma casa, nao se exige que eja ruo-jo
praea da Independencia n. 37 e 39.
Joaquim Morena da Cmara relira-sc para o
Itin de Janeiro.
O baivo assignado faz scienle ao respeilavel
poblico, quo deivou de ser .-aiveirn do Sr. Ilenriques
da Silva Moreira desde o da 15 de julho do ren-
le, e agradece ao mesmo senlior o bom Iralaiiienlo
durante a lempo que esleve em sua casa. Recife I.
de julho de IS.>6.
Mauoel Jos d. Silva I'imenlel.
Jos (jalli vai a Europa.
Koga-se aos Srs. Antonio Jotquim da Silva e
Francisco Jos de Agolar, o favor de se dirigirem ao
aterro da Uoa-Visla, loja n. ti, afim de receberem
amas carias vindat de fura.
Troca-se por dinbeiro urna imageni
do Senl'Or dos Passos, e nao se ollia a
preco se for muito parfeita e nao mhito
pequea : na praca dn Independencia
ns. G e 8, se dir' quem quer.
assa adaman-
tina
Kraucisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applira ventosas pela
atrcelo do ar: pode sor procurado confronte ao
Rosario tle Sanio Anlonio n. 2.
riiaixladt; do Smtissimo
^atrament, d ma-
triz da Bo.- fst;.
Por ordem da mesa regedora convido
a todos os irmaos desta irmandade para
se teuniem em mesa {eral, no domingo
20 de julliodo corrente anno, pelas 9 ho-
ras da manluia, alim de tratar-se de ne-
gocios de milita urgencia e nteresse para
a irmandade, e por isso espera a mesa
regedora que os nossos irmaos nao tleixem
de comparecer.O escrivSo, Jos Joa-
qum da Svatinimaiaes.
-- l'recisa-se de uma ama para cozinhar e en-
gommar para pequene familia : na rua da Cruz
u. .11.
4--on
Compra-se urna casa terrea nat fregu.zia du
S. Jos ou Sanio Anlonio, que nao exceda de t:D0u> :
quem tiver e quizer vender annuneie por esle jornal
para ser procorado. '
Compram-se pes do orate de denle, chamado
da India : na livraria n. 6 e 8 da praea da Iadepen-
dencia.
Compra-se toda c qualquer porcao
*de prata velha de lei setn Celtio: quetn
tiver para vender, dirija-se a rua do Col-
legio n. 15, agencia de leiloes.
Corapram-se para uma encommenda escravos
de ambos os setos o rua da Cadeia do Recife, ai -
mazein n. .lii, ou na rua do Queimado n. 'S, sogoc'
do andar.
Compram-se enxames de 22 a 25
palmos, travs de 50 e assoalho de lomo
em prancba de 2-"> a 10 palmos de com-
prido : na livrajia ns. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Compra-se um par de ca-ticacs de prata snu
felio, de goslo moderno o em bom oslado, nao se
duvijando dar mais alguma cousa : na rua No-
va n. :t.
Comprase effeclivamente,latan, brome ecobre
velho : no deposito da fundido da Aurora, na ru-
iln Rruin. logo na entrada n. 2S,e na mesma fundi-
rlo, em Sanio Amaro.
Compra-se o cdigo universitario por Mr. Ren-
da : na rua do ColUgio B,S5 i.' andar.
Compram-se ps de frucla-po proprios para
primeiro ao-
knbt.
-< t\ embarque : na rua do Yjgario n. 23,
loteras I 2 de julho de 18)0.O primei-|dar.
ro conferenle servindo de escrivao, Jos
Januario Alves da Maia.
Aluga-se urna excediente casa de um
andar e sotio, com commodos para nu-
merosa familia, com quintal, caciojiM e
coebeira ; na rua do Se\e do bairra da
Boa-Vista, junto a casa em que mora o
lllm. Sr. coronel Muniz ; para tratar na
ruada Cadeia do Kecile n. 55, segur-do
andar.
as 2 lloras da larde,
harem a procilfjlo de N.
o convite dos Rvmt. pro-
> da ine-ma Senhora nes-
aos irmaos qn- lem em
ade hajam de as entronar.
eriiaaibtico 17
Uuem precisar da quanlia de 500 a juros sob
penh-.res de ouro ou prala, dinja-se a rua da I'elia
n. i"). primeiro andar.
heca ta
I'recisa-se de uma ama de leile, sendo sem fi-
Iho mellior : na roa Bella D,2D.
*i-,'-if*i-;s'-^Xb .''>,< '" %
it''* W-^ *'-r '* '*'' ";;" -' "v''
J? Deposito de vinbo de champag- %$
^ ne Cbateati-Ay\, primeira <|ua- f
( lidade, de propriedade do conde ^
?^J de Alareuil.rtia da Cruz do Recife n. @
^ 20: este vnho, o mellior de toda a @
B Champagne, vende-se a ."ili.S cada ^
*$ caixa ; acha-se nicamente em ca- ^
@ sa de L. Leconte Feron & C. N. S
i^3 B As c.nxas sito marcadas a fo- A
-!? TConde de Mareuileosrotu-
yiS los las garrafas sio a/.ues. n
Aluga-se o armazcm da rita da Cruz
D. 26: a tratar por cima to memo no
primeiro antier.
Os Srs. devedores da casa la
ida tio
i
(it jll Traspassa-se uma hxpol
Ul tle 5.Jt5> --..Srt/.V.St?V i I Santo Kslev.'to, da fregut.v.ia de Miiribecu,
a qifiiit
f.
Jos I. i i- itodri^ues Marhado.
mais bilhar desde o lia 30 I
Kio
Par i o itio de sineiro
segu imprelf nvelmenle a bem couhecida escuna
braileira si.indaonn dia 0do correnle: para ret-
o da carga e escravos a frele irata-se com o pmprie-
lario na rna da Cadeia n. fifi, on na rna do Visorio
n. -'.
un boa armae.io para loja
niudera- : na rua do lluei-
mado, a Iralar com Vietol no de Caslro Moni a.
- loso Joaquim o.eltde Abr,, i.do ,rrema- .. Vnndtea Bolelli
lado as dividas da lalhda lladalna SeatW, convida as
pessoas que sao devedorat que qiianlo antes vio rea-
rreira.
.loan Praeyer faz publico, que noar-
ma/.em silo na rua da Cruz u. II, r|ue
comprou ao Sr. Pedro Muller, nao
unln
<:ni tugar muito prximo por onde
passar a estrada de ferro, distante
liar o pasamento de seus
Vista u. i-', taberna di
reros.
t'azain se bolina'
com loda a perfeiro : n.
Precisa-se de uma i
vico de urna caa de lam
dbitos no aleo la Bol-
ania do becco dos l'er-
skmarrat, capas e barretes
roa Volita 11. Si.
ma que saiba fazer o ser-
ia, e que ten lia lina con-
duela : quemestiter nestiscircumslanrias, dirijase
quina do Colleeio n. *20, a
Sa mesma casa precisa-se
prcto.embora j de idade,
despejo, c mais servido do
a livraria uuiversa!, na e
qualquer hora do dia.
par aluguel mensa! de unf
para fazer as compras e o
uma casa de familia.
A pessoa que annujiciou precisar de 5:0U05 a
om por cenlo ao mez, dando pur poronlia um bom
predio, dinja-s a rua da Cro- n. 97, sesnndo an-
dar.
(leve
desla
, idade pouco mais ou ments quatro le-
exislc l,as' pro^ioiO a ponte dos Carvallios, cu-
ja hxpoihcca he especial, etira o direilo
ao senlior do dilo predio tic pntler sci'-
dev, aforar e ai rendar o mesmoen
sem liceucu do h> pothet'
zcr este negocio annuneie ou tluii
livraria ns. Re S da praca da
denea, que se tina' quem faz este ne-
dirigirem-se a" loja de Manoel .lose' Lei-
le, na rua 'lo Queimadou. 10, alim de
amiga velmtinte saldarcm seus dbitos;
O Sr. Frederico Ji
sr. rredenco Jactpies
rigir-sea livraria ns. li e S ta
Na taberna das cinco portas, sita na
rua. Augusta, n. 1 to Larangeira vende-
se caf de primeira qualidade, a 180 rs. ;
3ueijos me se rcsponsabilisam pela quali-
e, al GOrs. ; doce fino, a 800 rs.


Palitos e CnnSsis
tranceZriS.
Vendem-se palitos e tobre-easaeas de
lirim de linbo a :i~ntl. dilot de alpaca a 7-
e 80000, ditos de patino lino prelo e de co
.]. res. forrados de seda e da ultima moda, a l,
r 208000, ramisas lianre/a brancas e piola- uf
J;- das, a 24*, -js.- e 329000 a dutia, aberturas -;;;
_- de linhoa tisOOO a duzia, enlarinhos de li- -'-
^r nho a 25000 a duzia : na rua Nova, bija *?
@n. i.
;;cnlio
Indepen-
de Andrade pelo pretoote
prexin Inda e qualquer neatoa que prclendcr com-
prar a xiuva de lorltinalo Crrela de Mene/.c nm
lerreuo que aamenia po-rie na roa da Aurora, que
nao faeam Iransacrao alguma com a nieiicionada se-
nhora acerca do referido lerreuo, vislo como o abal-
lo as-ignado protesta translorti.tr qualquer negocio
que se lizer em qnanlo nao for decidida uma qtieslAo i ,ro.,
que o mesmo move contra essa senhora. Recife II! *'
de julho de IK'di.--Francisco Uolelho de Andrade. O secretario da irmandade do Divino Kspirlo ~" ,'lc
Sanlo.ererla no convenio de S. Francisco,convida a '",.,?
| stus irmaos para que no dia 20 do correnle as 3 ho-
ras da larde, comparecen) no consistorio do mesmo
convento, alim de encorporados acumpanharem a
imagem de N. S. do Carmo. que lem de sahir cni
prociss.lo de seu convenio.
i'reei-a-se de 5:000? rom o premio de I por
cenlo dan lo-" | vi -.ir-mil, om i mi predio : quen
qo.-er fazer esta Iranwcii'o queira anminciar para
ser pmentado.
Baile .jasqu.
Sabbado I!) do correnle, na auliga casaReereio
Militar- -o-, llia-Visla.
Precisa-se de um pequeo porlugoer, de 10 ou
\h anuos, para caixeiro de taberna, com pralica ou
sem ella : quem eiliver nesl-.s circumstancias annun-
eie pnr esla folha para ser procurado.
Vende-se superior gomma de aramia a 3020O
a arroba, e saccas com feijilo mulalinho a 8 : no
armarena do Cazuza no caes da alfandega o. 7.
Vende-se um sitio na Torre, defronte da pon-
le de I choa, bnslanle crande, que lem dous mil pal-
mus, pouco mais oo menos, de frente, a margem do
no Capibaribe, rom plantario de rapim, boa cata de
vivenda, que accnmnmda grande familia, e roais ar-
ranjos : quem o pretender ditija-se a rua da Cadeia
do Recife n. 13. ou na ponle de l'choa, no sitio de
Manuel l.uiz lionralves.
Vendem-se hlala- muilo novas, chegadat pe-
lo ollimo navio da Europa : no armazem de Paula
c\ Sanios, rua do Amorim n. 18.
Venilemse suecas com familia de boa quali-
dade e mdicos preeos na rua da Cadeia do Recife,
loja de lerragens n. .'iti.
\ eldese cera de carnauba, dila amarella e
lltlCira tli- **'ada carnauba, por menos do que emoulra qual-
., i quer palle: na rua da Cruz. n. Si, primeiro andar.
.piara aa Vendeu qato eacravt erioula de meia idade :
i liegOCH) dC seu inle- iua tu\ das Cinco l'onia n. !U.
Vende-se um lindo crioate de 21 anuos de ida-
i de, sadio, robu-lo e sem vicios, he ollicial de cata-
do aliaixo fina, om cuja arle desenxolve tara habilidade: pro-
crense na rua da Cadeia do Rrcile u. 12, etciiplo-
rio de Bailar Oleir.
\I.MK lltl PORTO IjEMINO.
Vcude-se ptimo \ nho do l'orlo em barris da
quarto c oilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Recife n. 13, escriptorio de Bailar \ Oli-
I'iecisa-se de urna ama serca, que saiba bem >e"J'
Independencia, i negocio de
resM'.
Os bilhetes com a rubrica
ano : i nem tim- ii-
_,, 'i lasstgnatlo. san pasos iiiiouleiieiili
ne ou tli 11 ia-se a i
na
praca ta Independencia n. iO, al o
premio de 500$000. l'olx carpo Jos
Lavne.
MUTIlJDtT
uma criaoca, prefenndo-se erioula ; na
rua d Cadeia do Recife n. 51, seuundo andar.
ARRENDAMENTO.
A loja e armazem da casa n. K da rua da Cadeia
po Recife junio ao arco da Conceieo, ada-se detoe-
cupada, e arrenda-se para qoalqurr tslabelecimriilo
em ponto erande. para o qoal lem commodos snlil-
ricnles : os pretendentes entender-se-hSo com loto
pomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma roa.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se por moderado preco etcellente ftrinlia
de Mamaogoape em saccas de dous alqueiret da me-
dida nova : oa rua da Cadeia do Hecife n. 12, es-
criptorio de Baltar & Oliveira.
A ende-se orna e-crava da Cosa de todo o ser-
t;o, assim como a taberna d ponte do .Mangointu:
a Iratar no caes dn Ramos, taberna do Reliro.
Na ma do '.'mano n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior cal vitgem de Lisboa, dr-tem-
barcada hoje do brigue Constante.
ILEGIVEL


\
. r. ,s '. ,<-V. ,> r.- a r. v. ,-s, .5 r. a r. v. (r. .5, c.: ,-sYr. ,->, r. ^ -,
GRAME FABMOA
!>K

\,rcii|;i>v di' iuiU'hi.

/

I GRANDE S0RTIH1T0
Canil *;* .>-< .; .. 4 -. .>' *..*><' ** -* *** -> *>
A CIDADE

:
DE
PARS,
ROSPA PEITA.
ftn,

II
O abaixoassignado, participa a stus numerosos fregueses, e ao respeitavel publico fiesta capital, que mudou osen estabeleci
, casa novaao p do arco de Santo Antonio, onde contina a tersctnpreum completo sor ti ment de chapeos de sol de todas f
eoutros muitosobjectos das primeiras casas de Pars.
grande sortimeuto de roupafeita, perfumaras, artgos para viagein,
Cobre-see concerta-se toda e qualquer qualidade de chapeos de so] corn mnito asseio e promptido. Todos osobjectoaque se acharen ueste novo estabeleci-ento serao veudid,
menos preco que em outra qualquer parte, sendo um so preco para todos. Recife 7 dejullio de 1886. .. Falque.
Vende-se o bom e moilu acreditado rape .loan Dafinanii
l'aulo Cordciro, da fabrica do Kio de Janeiro, rape 1VCI
este bem aceito pela sea boa enraposirao, e asse-
melhar-se ao da Lisboa, pelo sea roma agradavel ;
vende-sa de 25 libras para cima oo deposito da roa
do Monteiro.
No deposito da rita da Senzala-Vc-
Iha n. lili, vende-seassucar retinado de
da Ctw do Recite, caa o. 17 ; eem relalho as l- superior qualidade, de arrolla para cima,
bras, ins loja. seguinles : bairro do Recite, roa da .-J T -J a _
Cruz, Fortnalo Carrioso de liouveia, rua da Cadea, i IW laTkl'k 41'akJ s-'a".!^.'
Joe Gomei Leal Joniur, Jos Fcrlunato da Silva | L% 1U I el lll> >t l!>
Porto, Thomaz Feruandes da Cunta ; becco da Ca-
ciba, Antonio Ramos ; Santo Antonio, roa do Quei-
mado, Manoel Joaquim Candido Teiieira ; roa lar-1
Ka do Rosario, Manoel Jos Lopes, Manoel (joncal-
ves Barros ; pateo do Carino, Jos Joaquim Ferrei-
ra de Soma, Joaquim Manoel Ferreira de Souza ;
Sao Jote, roa Direila, Bemjamm 1-ianklun da Cu-
nda; Boa-Vista, aterro, Joaquim Jos' Dias Pereira.
Bom e barato.
portas
Em frente do Livrament.
Orles de cambraia lisa com 8 varas e meia para
vestidos de 2 e II babados a tres mil rs. o corle, ditos
de cassa pintada de lindos soslos com 7 varas a cin-
co patacas, ditos de vestido de cambraia com barra a
ilous mil rs., camisinliasde cambraia bordadas para
senhora n cinco tustoes, collarinhos de lindos goslos
para senhora a pataca: o- precos convidam, eo
CoDtiioa-se a vender
e 960, chogaria no ultimo na
vende por esle preco por sed
consignatario : asslm como ; omma de ensommar a
18 a arroba, e em libra a lll|
na taberna da ra de Uorlas
5ab&o p
Ja veio o sabiln preto, c v
mazcm de Joao Martina de 11 irro
Loja da
Veude-se panno prelo e ai ni, fino, fazenda mnilo
o baratsimo preco de
muito fina a 010 h co*
O
-
ment da ra do Colle^io n. h, para a ra (
as qnadades, tanto para liomeui como para
o Crespo
senlioia,.
nanteisa incleza a SIHI
io ile Inglaterra, e se
comprada ao mesmo
cale de carolo a 180:
. i.
eto.
mde-se smenle na ar-
boa le.
Ao lado da igreja da Soledade, esquina de Joito de
Barros, taberoa, vendem-M gneros muito boas e
baratos, como aejam : linaoTcJ. do serUo e do rei-; lloo '"ja quer Iroca-los por dinheiro.
no, queijo os mais novosdo mercado, manteiga in- ( A VISTA FAZ FE',
gleu de 40 a 1I20, dita franceza a 300 rs. e 610,, Vendem-se velas de carnauba 'refinada a mais
nanita'de porcoalva a 460, vinho de mesa, Lisboa a
superior, prova de liman, pe
:I>">IH) o covaiio, alpaca preti
vado, mermo seinn, fazenda uperior para palitos a
19600 o cuvado, cantao preto muito lino prupno para
vestidos a t.>ocovado, seliih pelo mac.io, fazenda
superior a 29600 o covado, ctosdenaples preto minio
fino para vestido a 5 o covapo, superior sarja prela
hespanhola a 23210 ocovad, pinten prela muito
fina a 800 rs. o covado, corles de colleles de gorgu-
rflo de "eda, fazenda muito ]ioa a 2s, corles de fus-
loes de bonitos padres a 610, bnm trancado branco
,,,, raprjssiele.moilo superior em qualidade por ler de puro linbo a 19 e 1410 i vaia, brins" trancados
m) Laln cl b^'n Vwm Jm, ^SSfi ? Prnrled'de de d,r UI 'K"1 "Pmacle, e nao de core, de muito bonitos pJdres e de poro linbo a
W) rs. e mm, cha I >sson a 29SOO. WV e_29000, fazer murrflo no pavio e nem l'azer remella, e por ||M0 a vari, ditos ditos laJnbem de DonitM MdrSe
dito preto e herva malte passas, bolacli.nl.a ingleza s,0 se ,orn, preferivel a qualquer oolra, e pelopreco a 800 rs. .1 vara, d.lo tranJdo pardo lamben, d, li-
fe 'SELJEZ t t,C '0^^T*"' VPYTZ~ "" m '""I' e tea0 m "^** ,e ** ^ h rs. vara, dUo %> largo a 80, Kang,s
e'.S^^raliffmuiio: ',% 5S ***' *" d ^ "^ !K*tf- e *.^4 *^ mm'JffC
barato prejo. Na ra da Cruz 11. 26, primeiro an-
dar, vende-se cha' preto, Absinthe, espin-
gardas de dous canos, esnartilhos
preservar do cholera ; tudo por
commodo.
Gliegaram no Ultimo vapor do KiO; Vende-se azeite decarrapaloa 9210 a caada
de Janeiro, alffunexemDlares dosSeere-KC*h-* ^"': "a '"* rt" ,,r,"n iia9,i,ndo
j,i r 11- "i- ,' ', ;cliataru pnmeira casai|ue lem so'.So encarnado pela
rjosda Galligraphia, pelo professor mglez retaguarda.
WilliamScullv, unieoinventor da letra O^^_##v
corridaconunercial, segunda ediegoaug-
mentada : vende-se por 69OOO, rom li-
dissiina encadernaro, em casa dos Sis.
Antonio Lopes Pereira de Mello & C. ra
da Cadeia do Recifen. ".
as
ras
que
"O.stain do
barato.
senho-
bom o
Loja
Na ra do Passeio. loja n. 0. vendem-e corles de
calcas escurase muilo eneorpadog > IfJOOO, ditos de
brim de hnho escuros a 8()0 rs., ditoi de brim branco
a BOOM., enes e c||eles rtp rl|4,ilo ,,,, ,.nrps a -f^
r., ditos de cambraia branca ede cores a 39300,di-
tos de cassa cliila finos a >, diales brancos a 610,
"tos de laa e seda a 38500, chapeo de sol a laSOO e
29. \ I\a loja das seis
portas
Em frente do Livrainento
Kiicadus francezes de quadros grandes com quatro
palmos de largura a doze viotens o covado, cambraia
para
prero
Loja da pobreza
roa do Passeio n. 1), vendein-se para acabar, chitas
lindas, padres esruros a 140 e HiO o covado, brins
lisa para vestidos a pataca a vara, cassa pintada a de linho escuros a 200 rs., panno Ano azul gromo a
meia pataca u covado, c todas as mais fazendas por o covado.
presos menores do que em oolra qualquer loja ; e
para isso est aberla das6 horas da manhaa al asi)
da noile.
Fei/fto mttlatinbo e bran-
co. de Lisboa.
no ar.na/e... di travesa da Madre de | fm |,cil!e I\a loja das seis
portas
Vende-se
Heos o. 15,
Relog'ios.
a *12 e 360 o covado, ditas le cores oscuras de qua-
dros e listras, de muiin bou tos padroes para eal;as e
palitos a 600 rs, o covado, c irles de calcas de bonitas
casemirasde al&odno, pelo barato preo de 1$I20,
brimziiilins de quadros de 1 uro linho a 210 o covado,
panno de linho muito lino 1 640 a vara, peilos moi-
lo finos para camisa brandos de core a 100 e 500
rs., camisas de meia miiilil finas a I; e 19120, luvae
pretas de torral pura senhora, fazenda muito supe-
rior a 800 rs., dilas de edli de ludas as cores para
hoinem e senhora, pelo bai atissimo prec,o de 19200 o
par, dilas de lio de Escocia para meninos e meninas
a 100 rs., lencinhos de file muito bonitos a I9, ricas
grvalas de seda prelas e t a cores a t, meios lencos j
de seda para grvalas a 60 I r., ditos pretos muito I
bous a I9, pecas de cambr lias de salpicos com 8 va- |
ras e meia a 39200, e l O I vara, ditas adamascadas
muilo boas para corlinado a 129. cambraia lisa inui-
lo'liua com urna vara de ardura, pelo baratsimo
prec.0 de 60 a vara, leucui de cambraia mullo linos
lodos brancos e com barris decores a 300 rs., 1........
de chita francezes muito ioiis a 400 rs., chales de
llgoddo de cores de bonili s padroes a 800 rs., risca-
dinhos muilo linos e de m lito bonitos padroes a ICO
covndo, tilo de linho lis muilo lino ,1 960 a vara, I
as prelas de seda para se- <
*. Pecas de madapoln a 3 fcVIll. b. t.V e 9. ZTJZZ d
arosso a J.1I o covado, e oulras minias azendas,
o se pode mencin,ir por falta de lempo.
menc.oinir por falla de lempo, 3a3m< ^y^.^ ,|c verdadeiro hualo para prend
Reino os
coberlo e dcscobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de om dos melhores fahri-
eantea de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: emeasa de Soulhall Mellor Companhia, ra
do Forros 11. 38.
I Co bel torea de lita hespa
nbes muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na ra do Crespo,loja da esquina que
volta para a roa da Cadeia.
4e.oio8 de palate
ingleses de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a prero ra/.oavel.em asa de
Cassa escocezas a doze vintena n covailo, e piula- I dito de llores a Ij280, me
; das a meia pataca, risrado monslro a dous lusldcso I nhoia, lazenda muito supnor a 2> o par, dils tiran*
covado, cassas bordadas para corlinados e l.abados a
palaca a vara, enres deeaeta com defeilo do cupini,
tendo 11 covados o corle por dez lusloes. lencos de
laa para pescoro desenhoras e meninas a pataca cada
Vendern-e relogios SUISSOS de todas as um, lencos bordados a novo soslo para mito de se-
lualidades, tanto de ouro como de prata.' n!'"" a,de* ""l"0* 'i-'^."'": ""T lina,''"" me_
J:* 1. -i ri j Ia ,' i ninas a doze vintn. Lsla a loja aberla das li horas
anos galvanisaaos e loteados : na ra da da manha al as 0 da nmle.
Cadeia do Reiste rf. 18, na mesma
lia tambem meios chronom'etros.
cas mu l'i linas a .'l? o par
muilo linas a 210 e 320 o
linas para meninos e men
Veude-se.
Ainda existe urna porcaodecaixas com
i:\cellentes velas de carnauba pura de
cSpor libra, ebegadas ltimamente do
Aracaty, por precos commodos, assim co-
mo tambem se vende por preco commodo
nitores freguezes, amigos
rao o que he pcchiiicha :
qoatro cautos, na loja de
defronle da loja de iniudd
Lencos
i\a loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
Novo riscados francezes de lindos padres a meia :
palaca o covado, paupolina de lila finissima a duas
urna pequea porcaode couros de cabra :; C.CMt..'.'" de1*'a"dros d!1'"1"01.n0.Vo0a l
. j A j j > -r m 'aaAi patacaso cuvado, dulas escuras de Imhs segu-
a n-atar qa ra da tadea do Kecife n. 7, ras a meia palaca, e de dillcrentes eores a seis vin-
loja de miudezas de Antonio Lopes l'eref- ,ens' '''" pre,a Para aiils e mantos a dous lusies o I ""'
ra de M4II0 & C. cer.aa,Ufazenoas."Se bara' *"" **"" "**" ^ | FaZeIIdAS
r-Vende-se por atacado tima porco de'. Superior farinlia de mandioca em
esteirasgrandes de Angola, a I$280 cada saccas.
urna, e pal ha de Angola a IjjOOO o cen- Vende-ie qualquer porco de mnilo boa utrinnl
de mandioca, ehegadl ha ponco de S. Malheus,
loja nova ao pe do arco de Sanio Antonio, alen de
muilissimas e boas fazendas baratas, vendem-se cor-
les de cima franceza do 10 covados a 29000 rs. e em
covados a 200 rs. muito larga, muilo boa para co-
berlas, cortinados e ve.tidos, sao de cores claras,
alegras c bonilas.
BICHAN SE IHlIB'8r.O
A 16,000 rs ocento
O deposiln das bichas de llamhurgn, ra eslreila
doKosarion.il, lornou a receber nova remessa de
bicha de Hamburgo pelo vapo- inslei "Avon, iane
passoo para o sul ; vendem-se a 169 o cciilo, e alu-
aam-se a :)20 as grandes, e 300 r>. a menores.
Calcado muilo
barato.
Vendem-se ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a 1-VKl. meias de seda de cortemniHuInlo lin-
das para crianras le um mez a mn anuo, pelo barato
preco de 1*>K00 o par, lencinhos de relroz de todas as
cores para snihoras r meninas a 1.;, toncas dt ISa
para senhoras e meninas a .VX) rs., camisas de meia
para enancas al a idade de um anuo a 500 rs.,
meias brancas de algodo para senhora mnilissimo
linas a 500 r.. dilas brancas e prela de seda o me-
Ihor que se piule encontrar a 2? e >">0O o par, ricas
'ar joias a KtKI rs. e 1?, eaisas mui-
limenlos unicamenle proprias para
e Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia
cabellos, pelo haratissimo preco de 1s, ditas PdeTr- i cl Kecle> inmazem 11. 36.
laruaa a 39500i ricos li ques com plumas eespelhns e
pinturas finissimas a 2?, penles de bfalo muito finos
para tirar pinlhos a .">0O rs., lesouras fiuitsimas e de
lodas as qualulades, ricas (raneas de seda de todas as
cores e larsuras, ricas filas de seda litas e lavradas
de todas as laraura e cores, bicos de linho finissimns
de lindos padroes e lodas as larguras, ricas franjas de i Riscado escuro e mnilo largo, proprio para roop'
alzodao brancas e de core* nropriaa para cortinados, escrotos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
e outras muitissimas cous.. que ludo se vende por cadasde^muilo bom goslo a i;, aloalhado adamasea-
to baralo preco que aos propnos compradores ser- "a coln P'mos de largura a IStiOO a vara, toalhas
vira da admirac/io : na ra do Oueimado, na bem de P^nno de linho alcovoadas e lisas parroslo, as
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33. ; mais superiores que tem viudo ao mercado, ditas
. : para mesa, guardauapos adamascados e oulras rouia
LilUeZtl l)ara VeStldOS -tas fazendas por prego commodo: vendem-se na ra
' I do Crespo, loja da esquina que volta para a roa da
\ ende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultima* Cadeia.
mente de Franca, pelu haratissimo praco de I9OOO o
covado. Esta fazenda he de pora lila seda, e
Attenco
seus padroes sao os mais bonito qoe al o prsenle
tem apparecidn no mercado : na roa doQueimado,
nos qualro cantos, loja de fazendas da boa f n. 22
.Perfumaras de
ditas branca, de alaoriao i
par, ditas brancas muilo :
as a 210 o par, e alm de !
Vende-sena Inja que foi de Joaquim
HiiitSo do Amara!, lodosos ob eclos alli
udo isio oulras maiiissimlis fazenda, qu tbta de i existt'ntes, constando de sapatos de varias
sua boas qualidades e liamos prer;os, he que os se- j <|ualidades, courode lustre, mairoiinin,
bezerro, etc., ludo se vende baralo por
l(|uidario a (pie es tito Di ocedendo os cre-
doresdo dito estabelecimenlo.
do bnm e baralo, condeces !
na ra do (Jueimadu, un- :
azendas da boa fe n. 22,
zas da boa fama.
de cam-
braia de linho
A 520, 400 500, e 040
um.
Vendem-se na ra do >etpp, loja da esquina que
volta para a ra da Cade a.
to: noaterroda Boa-Vista, tabernan. 80
i,- Vendem-e 5
f*5 Ricas pilarinas de fil e cambraia borda- '
^j. da para hombros de senhora, cada urna pila- S
!3' riua tem um par de mangoilosde novogos- S?
j lo, a 103000 cada orna. 4
J fiolliiilus de cambraia da India bordada ri
J para senhoras e meninas, a la e J9000 ca- '*
V5? da urna. ; ;.
no
mazem
50 muito commodo por cada sacca : no cscriplo-
da ra da Cruz n. 19, primeiro andar, ou no ar- fc
tem do Sr. Pacheco no caes do Ramos. '-re!
Na loja das seis
por nimio me-
nos do sen valor, na loja
de 4 portas na ra do
Qileimado n. 10.
poneo de S. Malheus, a
presa muito commodo por cada sacca : ...
\isieiii iicsia loja asi fazendas da loja da ra do
respo, que loram arrematadas, e se venden) por
i mnilo menos to seo valar, comoseja
Madapolao enlre-fiuo, peVa 29H0O e
1 Hilo lino de jarda
o- .
jg'OStO,
Na loja da boa faina enconlra-se sempre um rico
sorlimeiiln de perfumaras de lodas as qualidades,
sendo sen autor o melinir que ha em Paria, riqifci-
mos fraseos de extractos inuilissiiiio finos, pelo baT\>
preeo de l$200, 1?.'>00, 2! e 29500, jarros de porcet-
luna delicados e de modernos ftotloi com banda fran-
ceza muilo lio.i a **, frascos em esseencia de r;-,
320, paos de pomada francesa muito boa a 100 rs.,
frascus pequeos e uraudes da verdadeira agua de
Colonia do l'iver a SO e 1*1X10, saboneles finse de ,
diversas quali.tades,ps para denteso melhnr que po-
de baver, e oulras militas perfumara*, que se ven-
dem muilo baralo : na roa do Oueimado, na bem co- '
nhecida loja Je miudezas da boa fama n. 33.
endem-se velas de carnauba hem| acabadas'
sapalos c esteiras, chegados recenlemcnle do Araca-
t>, por menos do que em oulra qualquer parle : ua
ra da Cruz n. 31, primeiro andar.
\ endem-se caivasenm vidros paravidracas
vidrnsde horca larga rom rolhas do mesmo, o maior
sin lmenlo pussivel: e:n casa de llarlholome Fran-
cisco de Souza, ra larga do Rosario n. 36.
\ endem-se madapoles finos c de outros. com
pequeo loque .le avaria, jpor precos muilo bara-
tos : na ra da Cadeia-Velha u. 21, primeiro andar.
Moinhos de vento
rom bombas de reputo para reear horlas e bai-
'.*o-*"pim : na londicao de I. W. Bowman,
r'..'. Kr un n. fi, s- I ii. ('
Gil de Lisboa.
Vende-se orna porc.ln debarriscom cal de l.i|boa,
r barato preco, e retalho a 33 o barril I na roa da
deia do Recife n. 30.
A3$500
IECH1HISM0 PABa 6E
RIO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, HA
RA DO BRL'M, PASSANDO O oHA
FARIZ,"
ha se in pro um grande soriimenlo dos seguinles ob-
jeclos de mechanismos proprios para enuenhos, a sa-
ber : moendas e meias tnoendas da mais moderna
conslrurc^o ; taitas deferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas paraagua ou animaes, de lodas as propor-
efies; crivos e boceas de foroalhae registros de bo-
eiro, aguilh6es,bronzes,parafuiosecavilh6es,moi-
uhos de mandioca, etc. etc
NA MESMA FUNDIQA'O.
le eteculam lodas asencommendas con' a suprrio
ridade ja conhecida ecom a devida pieslczne rom
mndidade em prero.
avalhus a contento.
Conliiiua-se a vender a 88000 o par(preco fijo} as
ja bem conhecirias navalhas de barba,feila's |.ehi h-
bil fahriranle que ha sido premiaoo em diversas et
posires: vendem-se com a cndilo de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las al 30 diaa
depois da compra, restiluindo-se a imporlaucia :em
casa de Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia do
Recife n. 36.
XAROPE
DO
BOSQUE
Ven
Pianos,
portas
R) Saias bordadas com Ires habados, de mu- ;' Kll
i* rim raucez, a 3o.">00 cada urna. S
2 Romeiras de reros de divenas cores, pa- W Alpaca
listras,
@
ra senhora, a 531X10 cada urna.
Sedas lizas e de quadros e
640 rs. cada covado. *
drn.de naples lizo forta-rores, com pe- {3
queno loque de mofo, a I5WX) cada covado. ,
Chales de seda de cores com as ponas *
bordados, a 8 e 10)090 cada um. m
Uilo muito lino com 3S
Esguio delinhu muilo f
l'laiilha de linho superio'
Algodode 20 jardas
-, Oito bom americano
in frente do Livrintento (,;l'',"ordi,",ria''Pe
i Ihtas de cores fitas 'i8.itX
de algodao de quadros, de duas largo- Cambraia Hnn
ras, bonito goslos, para vestido a palaca o co- I Hila muilo superior
vado, cambraia de seda, superior qualidade e gos- | Cortes de calca de casem
modernos a dez lustes o covado, chaly de i "tus dil.la'prela .is.O(]
bordado, lencos para
varas
no com 10 ', varas
de 25 varas
ra de cores 3?.'XXIe
e
quadros e liso, fil liso e bordado, lencos "para I (blleles de selim prelo u aco 2?">00
meninos briocarem, com avari.i a vinlem o leu-1 Bnm liaba, de quadriul
co, om completo soriimenlo de fazendas de lo- Dil| de dito de cores. Ir
percas e a relalho, que se
das as qualidades, em pecas e a relalho, que se I Panno preto e de cores, oj
Lencos de sarja de seda da ludia, a 1>000 frl, q"cm reduzir a sedlas, por menos prero do que Majos de meias croas na
^ I em outra qnalqucr loja, sendo dinheiro i vist;-. I Ditos de dilashoas
os, cov.do
njarto, vara
covado :INMIII e
a hoinem
g "as de lencos de cambraia de linho. a .
yg .igOOO, scrv'ein para senhora e para homem. tj.'f
^ Alpaca liza e de quadros de aleodao e i
g seda, a ,00 e 320 cada covado. ^
say Na roa do Crespo loja amarella n. i. S?
Loja de calcado.
Vende-se tima loja de calcado na na i
Oiteita n. 45 tem poneos fundos e vende- i
e com armacao : na mesma se trata.

Atlencao!
No deposito de pianos
da ra Nova n. 27,esqui-
na da Camboa do Carmo
encontram-se o mais ri-
cos e melhores pianos
que tem apparecidn ueste mercado.de forma de ar-
inaro, de vozes superiores, construceflo olida, e de
gustos mais modernos possiveis, os qnaes se ven-
den) por muilo ao conla ; o proprietario do esla-
helecimento tendo de concertar e orsamzar a casa,
c de fazer urna viagem a Europa, assim nio poden-
do conservar em casa os instrumento por mais
lempo. O estahelecimenlo esl aherto t s S ho-
ro. da noile, para a commodiitade das familias que
quizerem ver o etpcrimentar os meamos : nmes-
mo tem alsout piano em segunda mao e por pre-
co muilo em routa.
-.i? Na ra do Crespo loja amarella .;;;.
n. i, de Antonio Francisco Pe- -;'_;
. ivir, vende-te ;'>
l'aliliis de panno fino prelo, forrados de -',
eda com sola de velludo, a 20:000. S
Sobresacas de panno fino prelo, o mais V
bem acabado possivel, a .'lUjIXXI. A
Casacas de panno fino preto. ,i .ln-smii. ;::
Colleles de selim e gorgurao prelo e de co- "*>'
P res, a 65OOO cada um. $$
Palils de sarja prela de seda-a 21.-SXXX1. fl>>
Ditos de seda de cores, a 123000. W
Ditos de bramanie branco de linho, a *S
:.i,;n 7 t.
1 %} 6S01X).
;;. Ditos de ditos pardo de linho, a 5g000.
;;; Hilos de metim com listras de cores,
o

Duzias de carnizas com peito Je linho. a A
li>IXXl. ,..
Dita de murim francez, a 22| c 30|000.
Durias de peitos de linho para carnizas, a ;'.
I49OOO. ';;
Calcas de rasemira liordada. ultima mo- '"".'
da, ebegadas no ultimo navio de Paris. a S5
KJOIX). gT
E oolras multas fjizendas de linho e seda *'
lodas de sslo e por baralo preco. ':
Dito de tillas superiores
Oirles de vestido de sedi
(lula* de cores, sorlidas,
Chale de merino de cora1
Cortes de cassa chita
Dilos de chita larga frai
Cila franceza, larga, cov
Meias finas para senhora,
jravatas deroies para h
Alsodo trancado azul, o
Dito alistado,"covad
Lencos finos de chila e g,
E oulras muilas fazendas
do com dinheiro vista
Vendem-se cassas prela
do Oueimado, nos quatio
boa f 11. 22, defronle d
fama.
%5S
i
o
o
o
o
s0^oo:y:.
INDUSTRIA PERNAM-
BCANA.
FABRICA A VAPOR.
Velas e saba'o.
R i: A DO BKI M.
Veude-se nesta fabrica sabilo branco da
iru.'lliur qualidade a 160 rs. a libra, em cui-
ta. As amostras enrontram-se no esenp-
,'"s
i

o
:'.;
FarinliM de mandioca.
Vende-se superior l'arinhade mandio-
ca de Santa Catbarna : a bordo da barca
brasilea Flor de Oliveira, lundeada em
frente do trapiche, do ajlgodao, ou a tratar i u'ana' C,'IJ
com Xovaes&C, ra do Trapiche n. Tii. "
primeiro andar.
A'^o ao
Vende-se algodSO com
1proprio para lencoes e
pre^o de 000 rs. a'vara :
quatro cautos, loja de Taz
Vendem-se tret
Ouro, bastante ricas
[quer Sr. figario de
;n. 24.
'oiassla
Vende-se potassa
39000
loSlSJ
138000
138000
13)000
18920
:fcjO(X)
48O0Q
ti.-tbi
i-3'>00
.V*KMI
4M0O]
68000
390U0
LtHI
640
39300 i
3'.I2
38000
48000
205000 I
too
19000
I9600
-MSM
2(X>,
39300
640
160
150
aoo
or baralissimo preco : sen-
OS
ing eies de pa-
tente,
os melhores fabricados em Instalen: em easa de
lleurv 11 ilisnii : ra da Cadeia do Renten. 52.
LUVAS PARA HOMENS SE-
NHORAS.
Vendem-se superiores lo\ asile pellica muilo novas
para homem c senhora a 15280 rcis o par, dilas de
seda muilo boas e sein defeilo algiim amaiellas, pre-
las e brancas para homem e senhora a I5OOD reis
o par, dilas prelas de torzal muilo boas a mu reis o
par. dilas de fio de Escocia brancas e de cores para
lioinem e senhora a 400. 500 e 600 reis o par, ditas
dilas para meninos emeninas a 100 reis o par, lavas
de seda ricas de lodas as cores e bordadas, com
S'iarnic.lo, para senhora a 39000 e 39500 reis o para
oulras mais qualidades de luvas, ludo na ra
do i.iiieimado na bem conhecida loja de miudezas de Vendem-se toneis, pipas < juarlo las
boa fama n. 33. j para dislilacSo. as quaes foram rie a/.eile de peive e
mar' lie ''lepon, de asuada, arqueadas de hon arcos de ter-
slkl*lW II4> 1*11*1 ll'J- '"' Prol,risnardePsilos,eBarpadedillBi-lo:
*-*.-' CI i5 \IV> lilil !"* s.lfalar com Joaquim Lopes de Almeida, ou com
Antonio de Almeida Gomes, ra du Trapiche n. 16
Ve .vic-secal de l.ishoaullimamentechegada.ai-
iile-SC O milito superior baca- simcomopotassaiJaRussiaverdOdsira: napraca do
I bao de escama a 13^000 rs. por barri- CorP Sai" n.11.
ca : no caes da Alfandcga atma/.em de TAIXAS
Paula Lories.
PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brura, passando o ohafariz, contina ha-
; ver um completo soriimenlo de taixiis de ferro fun-
; dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
Vendem-sepianosvcrlicaesinslezes, rieelezanles promptido: embarcam-se oucarregam-se emacr-
modellos e etcelleules vozes, fabricados por um dos ro sem despeza ao comprador.
mais acreditados autores, precitado na etposicode I v
Londres: no armazem de Rostron Kooker Ov Com- ende-se em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins na
chi-
s
ra padres.
panhia, praca do Corpo Sanio.
AGENCIA coles de Mrro e de monuria, candieiros e casticaes
Da fundirn Low-Moor, ra daSenzala-No- \T^S^TS^'^^^:
va ^q La Uierry em barris, camas de ferro,
Neste est.belecim.nto continua a haver um com- ZXS^SS! raUn0' arr8S P8r8 ""
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para engenho, machinas de vapor e laixas de H Vende., cimenio muilo novo chegado em 11
ferro batido e coado de lodos os tamanhns nara de """ P-P-e lll,mborgo. por prero muilo em
dl0- r conla. a_ vista da qualidade ; lauto em porcao como
em barricas e linas : 110 srmazem de materiae na
ru da Cadeia de Santo Anlouio 1 I 7.
a boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SAliEM.
Vendem-se libias de lioh s de boa qualidade n.
50, 60e 70 a I9IOO, dilas muilo linas de n. 100 e
segando andar.
Um completosoilmenlo de bordados romose-
jam, ramiselas rom mansas, coifarinhos, peililhos,
romeiras, cXmia, eoilinJUM e pelerinas ; lamben!
laia para ""*. canniie, coiiinna e pelerinas ; tambem 50, 60e 70 a 1#100, ditas muilo finas de n. 100 e
o par : na "m om completo soriimenlo de ricas llores, enfeite I a lfXX), dozia de lesouras muito boas para eos-
de minde- '',".'' '"" hla e os verdadeiros e modernos lucos lura a Is, dilas muilo tinas e grandes a 1:>200 a du-
aeliniw: na ra da Cadea-Wlha n. 21, primeiro zia, pecmlus de uico estreito a 560, caiunhas com
HiNHKIe
Covados
1 lisos e cem haira
cera.
Ido
duzia
iniem
:ovado
tu
CARTAS FINISSIMAS PARA VOL-
TARETE.
indar.
Vendem-se superiores meias pelas de laia
padres, pelo baralissimo preco He 1-NOO o
na do Queimado. na bem conhecida loja
zas da boa fama n. 33.
agulhas fraucezas muitu finas a I lio. caitiohas com
Herrante da nllram aoina, _. Kinovellosde buhas de marca moilissimo linas a
litio en rene Ve de ,",^ dfl. L..,* ?* 2S0, ""ele.ene.rn.do. me.lo bonitos para meni-
co boa ca de vi,ia T rZJ^ Me, I "" e e"h"" > brancas muilo fioas
r,ila e ll.ri. n r, ,!.!,1 moda ?"" Sran,1e P" nhoras a 210 e 300 r. o par. meada, de h-
V.ndem-se superiores cartas francezas para volla- ''",* '"'(,',SJJ'J coche, ra para car- ; |1!19 niuiissimo finas para bordar a 100 e 160,1 bo-
rde pelo baralissimo preco de 300 rs. baralho JX* nara 12[a^'hIV:, .."."a rte/edra ,e lOcs de madreperola mullo finos para camisas a 600 rs.
na ra do Queimado, na bem conhecida loja de miu- n ""^', 1^ c, eas /o. cellenle a g,oa. botaes muito finos de arjo para calSas a 28o|a
dezas da boa fama 11. 33,
(as-as preti.s jura hito.
muilo finas proprias para
Bonecas france-
zas.
\ endem-se muilo bonilas bonecas fraaeeza, pelo
haratissimo prero de I-2S0 e l>S0O : na rna do
luir, pelu baralissimo pre ;o de 80 vara : na ra Oueimado. na bem renheeida loja de miudezas da
ilii I Ultimado nn,; nit. n --...i...- .1-, rf. f,......l... j, ,.__ _. .... ....wv..oo
aiiliis, loja de tazeudasda
loja de miudezas da boa
boa fama n. 33,
J
rderZVnir PTV'0 P"* -rosa- "veli" douradi" mui, na. par. ca cas e c^-
edoi^ o.hhLh. .a'', bas'anles arvo-i'tes a 120 cada orna, penle.de balea muilo finos
mesmo st.io3 |,r"eD'len,es "j.m-.e ao | par. alisar a 300. r.., pecas de Ota de linho com 6
varas e meia a 50 rs., caisinhas com colxele. france-
l-'oi transferido o deposito desle tarop para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na ra fiova n. 53,
aarrafas 58500, e meias 33000, sendo falso lodo
aquello qae mo for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO..
Para cura de phtysica le graos, quer motivada por eonslipacies, to.se,
dslhma, pleuriz. eecarros de sansue, dar de cos-
tados e peito, pal|iilacao no coradlo, coqueluche,
bronchiie, dr na' garxanta, e todas {asmolestias
dosorga^s pctnioAares.
W LOJA DA BOA FAMA.
Veude-se baodejarfsrandes e muito finas pelo ba-
ralissimo preco de 38000, 4O00 e 58000 reis. ocu-
los de armacao de co oe lodas as eraduemes a
800 res, luneta com armacao dourada a IjOO reis,
dilas com armacao de tartaruga a 1&000 reis, dilas
coro a r mar.-,,, de bfalo a 500 rei., oculos eem ar ma-
can de metal branco a 400 rei. o par, lunetas com
armario de tartaruga vjom 2 vidros a 300O rei, ri-
cos chicotesparacavallo.de homem e senhora pelo
baralissimo preco de 800 reis cada um, grvala, de
seda muilo bonita, a 1JO00 re., bonito, atacadores
de cornalina para casaca pelo bar jlissimo preco de
:X) reis, lospensorios finos de borracha a 400 reis,
penlr. muilissimn linos para suissa a500 reis,escolas
muito linas para cabello a 640 reis, capachos pinta-
dos comprido. c redondos a 700. e IsOOO reis, bo-
tes finissimos de madreperola para camisas a 18200
rs. a croza e 120 rs. aduzia.ricas canela, para peona
de ac a 120 rei, rico, norla-relogio. a 18800 reis,
caias de metal muilo finas para r.p a 500 o 600
reis, escovas finissimas para uuha a 320, 500 e 640
reis, escovas para roupa e cabello o melhor qnepode
haver a IjOOO, 18200,18500 e 2 reis, pinceis fino,
para barba a 200 rei, dozias de facas e garfos finos
a 38000 reis, dita, de cabo de balando muilissima
finas a 68000 a duzia, dilas finissimas de cabo de
marlim o melhor que pode haver a 158000 reis a
duzia, camisas de meia mnito finas a 18000 reis, ri-
cas aboluaduras de madreperola e metal para col-
lele e palitos pelo baralo preco de 500 e 600 reb,
finisiimas navalhas para barba em estojo de orna e
duas navalha. pelo baralissimo preco de 2&000 o es-
lojo, candieiros aorericanos muilo bonito, proprio.
para eldanles ou mesmo para qualqoer albele-
cimento, pete ;lma luz que da a eomnedidede
de se poder pendorar ou prir-M em cima deqoalqoer
mesa, pelo barsto preso de 58000 reis, pailas para
guardar papis a 800 reis, tspelhos para parede com
armario dourada e sem ser dourada pelo baratisai-
mo prejn de .500. 700 e 18000 rei', finissim.. e ri-
cas caixas para rap a 28500 e 3;00O reis, papel de
cores de folhas peqnena em qoarlo de resma pelu
baralo prer;o de 7J8) reis, c oolrasmullhaima cen-
sas, que ludo se vende mais barato do qae em ontra
qualqoer Inja : Da roa do Qoeimado na bem conhe-
cida loja da miudezas da boa fama n. 33.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
consiruccao vertical e com lodos o melhoramentos
mais modernos, tendo vndo no ultimo navio de
Hamburgo: pa ra d. Cadeia armszem n. 8.
POTASSA E CAL YIRGEI.
No anugo e j benreonhecido deposito da ra da
Cadeia do Recife, escriplorki n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
apresos muito favoraveis, com os quaes fiearo
dos Domadores satisfeitos.
Por menos do que em oulra qualquer parle ze 60 r rarreleis de ludias de 200 jardas de
vendem-se na ra eslreila do Rozario n. II, no de- | rnoilo boa qualidade e de lodos o. numero, a 80 rs.,
psito de sanguesuaas hamhurgueza, os objectos masos com 10 srampas e de mnilo boa qualidade a
analto e novamenle chegados : 50 r.., pares de suspensorios a 10 r>., torcida, para
Bolachinha de toda
Hila de Lisboa
Dita liamborgueza, lata srande
Dita de aramia dita
(^iieijn londriiin a libra
aro noivas.
Presunto para fiambre
Toucinho inalez
! 'iisil i n !.... .:.. ... Amenduas cmifeilailas o francezas- a libra
IIIUIISMO. Wndem-se neos enres de seda branca proprios Peeegoe, Peras, Harna.cn e l,ua lal
quasi2varas de larsura, f| ?f noivas. pele naratisaimo preco de Risco,,,, inclez. laia sorlid
pelo I.Hra.,,sim,;l^^;;:airb^!l",^.-nol('u",r" "'"'* **
do Oueimado, nos'(1PS(hlliaUma_
2?6(XI
8720
9640;
3480
isoo
w
TS ,n" Ja mesma fabrica, ra do Trapiche n.
...' 10, primeiro andar.
Na rita do Colle;io, loja dv l'a/.en-
ills ii. 3. para liquidar, venden,-" curtes de brim de
listras a 18120, dilos de castor a t-\ dilos a 18120,
roupa (Ala, calcas de brim a I>I20, dila a 18 e.800
rs., jaqoeta branca a 720, dila de alpara de quadros ,.
a 801 r., dila de brim a txxi rs., camisa de algo<1iio ;le"' e
de lislra a 800 rs., alpaca de quadros prnpria para *
vestidos de prela a 2 160, 180, 200 e 890 rs., e oulras tazendas por preco
commodo.
GRANDE PECHINCIIA.
Cami Grande soriimenlo, e por preco baralissimo a 158,
20>. -21 e J> a duzia, dilas de linho a 328000, meias
de algodao rruas a duzia 3>. ricos corles de escoce/
de seda a l-5, cassas piuladas finas a 320 o covado,
lindas cassas e chitas prelas, c outras muilas fazendas
queseveudem por ba i sos precos : na loja n. 16 da
ra do Gespo, de Ariii.no \ Castro.
-- Vndese urna das melhnies casas terreas da
ra Augusta: na ra dos Pires junio a caiva d'aaaa.
jada netfet
qualidade e cal de
que ha no mercado
ualha
a ru,
ndas da boa le n. -2>i
estollas boi-dadas a
propria. para qdaU
gosto: u ra .\'o\;i
- Irascos com conseiva dedillerenles quali-
la boa fe n. l->. derronle da Inja de mu- dadts
e cal.
cal tlu Russia
dias c il
rita
de Ap
011(1
liltlt) nc
n. 2J-B.
e ame-
superior
Lisboa da mais nova
no nico deposito da
Con 11 n ua m-se
loa llias i Ir puro lin
da ao comprador
n. I (i.
vender as mclhoros
io por pi eeo rjue aera-
na rua lo Crespo, loja
AtUMuao.
\ Hniir r minlariga
a libra, dita fraoMM
biirris. iIm/i.
figle/a muito bo.. ,\ ,Ki) ni.0
K0e56., f ruin .ih.il,- rm
Loja da boa f.
Vende.e chaly de quadros de bonitos padres a
1MX1 rs. o covado, dilos lisos de bolillas cores a 720,
chales de merino lisos cun franjas ,le retro/de bo-
nitas cores a ,">8, dilos com listras rua do 1.1'ieimado, nos qualro cantos, |j3 ,|,, fa/en-
das da boa f n. 22, derronle da loja de miudezas da
boa fama.
Para os iiamora-
dos.
Vendem-se folhas de papel muilo horiilo, proprio
para correspondencia d* Damorados, pelo baralo
preco de 10, 60, 811 e-lllil rs. na rua do Ooeimado,!
na bem conhecida loja de iniude/a- da boa fama I
n. 33.
Vende-se O litio com easa de sobrado do falle-
cido Geni se Kenworlhv no losar de S. Jos do .\lao-
-!I00
8500
9180
82*0
28000
Passas novas a libra
Amelia, a libra
Hlala a libra
V'inho cherez snala
Hilo llonleaiii linio arrala
Dito do branco
Doce lino de solaba caisao
Marmelada.lala de 3 libra
lloioe com doce da Europa de dillerenlcs
qualidade
Azeilc doce francez frasco
Vinagre nrrala
Manleigainnleza superior libra
V'inho de Lisboa o melhor que he possivel
l oulras militas cousas, que serie nunca acabar se
fesso mencionar.
bal11re superior.
Vende-see muiln baralo, na loja de ferrasen da
",00 candieiros a 80 rs. a duzi, carleira. de marroquim
,-,i;u para alsibeira com molas dourada. a 600 rs., cane-
8>0(K):,as Par'' peonas de ac a 20 e 10 rs.. meias brancas
e cruas, lazenda muito boa, para homem a 160 e 200
rs. o par. Iraucuihas de la de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a pecioha, penles de chifre para ali-
sar, fazenda multo boa a 800 rs. a duzia, srozaa de
boles de loura piulados para camisas a 210, pec,ai
ijoo '.lc 'i'" ,lec6'' ,,e ,od,s '"fRurasa 210 e 320, hullas
2--00 ,,ri""'i,s de carreteiscom ItXl jardas do aolor Alejan-
dre a 10 rs. o carretel, linhas prelas de meadinhas.
razenda muilo boa a 20 rs. a meadinha, carias rie
lllinetes da melhor qualidade que ha e com 23 pea-
les a 140, penles aberlos de balea para atar cabello,
razenda muiln boa a 28600 a duzia, meias de 6u da
Escocia para meninos, brancas e da core a 240 e 320
28000 I ,Mr' P">'* de livcla para sapalos a 560, caisinhas
1 jliOO cvernisades com palitos de logo de velinhasde boa
2-MKIO qualidade a 120, dilas de pan com palitos de loso de
-2-000 ; ',ua qualidade a 20 rs., caixas com 50 carnudas de
phosphuros propriamenlc para charutos a 3211,
casies muilo bonitos para bengala a 10 rs., sa-
palinhos de laa para enancas a 300 rs. o par,
Irancelms pretos para relugios, razenda muilo
boa a 110, escavinhas muilo boas para denles
100 rs. Alm de lodas estas miudezas vendein-,
oulras muitissiims, que i visla de suas t,na q
lirtades e haralos precos lem causado admiracAo
aos proprios compradores : na rua do Quina-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Kua do Quei-
mado ii. 19,
28000
9610
18000
18120
8700
8
f
Sioja (l<; Santos (N'eIIio.||
",;' Tem para vender om completo e riquiwi- J
ffi mu soriimenlo de chale, de merio lauto J
;,j bordados como lizos, de todas a. eores, com 4ft
.''.". franja de reros, e muilo mais baralo. do 3j
vgt que em oulra qualquer parte, dilos com ri- fcV
{' ras estampas emuilo moderna, pelo preco ^4
ev, de 5e>
^' e muiln bonitos padroes a IsOOO o covado ; w
', dulas Irancezas de padroes nuudinhos, pelo S$S
sj baralissimo preco de 210 o covado ; aberlu- gis
.:; ras de (Sgotao para ramius, a 48000 a du- ^
> zia; corles de casemira de cor muito lina w
@ e de bonitos padres, a U 5000 cada c'J
;- corle : assim como om completo sorlimen- g lo de madapolao, que a dinheiro, se vende ^
V..' muilo baralo. ti.''
i-se Salilre refinade de primeira qualidade a 8*500
ua- a arroba : veude-se na bolica de Barlholomeo Fran-
Vendem-sc queijos de 8 a 12 libras cada um.
es mai superiores que lem viudo a esie mercado por
serem muiln novos. rhegadoa nltnnameiile ,t Rea,!
pelo v^jKir ulmperalriz- ni m, ra lia n W;
rasa rie Memles cV Braga.

e recehem encommenrias
m>s.
.Na loja de |madame Ro'ier, rua .Novan. 58,
se arham chapeos de seda para senhora, dilos de
pallia para meninas^ bicos de linho, saia de cliua
muilo modernas, filas de velludo prelo de lodas as
qoalidades, enredes de cabera, luvas de casamento,
c.pellas de llores de larnnja, inanias branca, leques,
lloie, e ludo mais neces^irin para rasaiuenlo. ven
de id lavradn para chapeos ,ie lulo, ..i,n ni, e
mannitea para ihealro,.bicos de linho prelo.

_ Vende-ie superior manleisa inglez a 560,
720, 800 e 060, dila I ancc/.a a tiO, queijos do reino
muilo superiores a tjlsIXl, azeile doce de Lisboa a
560, toucinho dito a MO rs. : na rua larga do Ko- I pelo haratissin
sano, esquina defroijle da botica do Sr. I'.arlho-
lomeu.
puro a s\h a libra
eslreila do Kosano n.
Cheo-ou afinril??
Cortes de cassa franceza linas pelas,
prero de l.s'SOtl cada
forte: na ruada Cadein do Recife ti. IS.
nioido
leiisii
le l.
\ ende-se nina casi terrea sita na rua dos Mar-
Hrios, chjos propii.u, com ;ilas, ', quarlo.. eeffl-
r di mi i,lia lora, quintal e cacimba a tratar na rua Nova,
loja n. 21, e se dar os esclarerimentns necesarins.
pinito, ali iliao c pi\c d
calao.
rua do Oueimado n. 35, em porffiei e a relalho.
Em cesa de M.Galmoit dt C, piara do
Corpo Santo n. II, ha para vendero
seguinlc :
Taboado de
Sucia.
rVIcatrao dt
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Calios de linho e de Mandila.
Tudo iiinitocoiiimodo. .
Kob 1,'AITecteur, Vermifnzn ioglex, salsa de
Brisinl, plalas veselae. salsa rie Sands : vendem-
se esles'ieiiieiluis \erda.leiro. em raca de ll.irlholu-
mea Franelaeu de Soo/a, na rna lama do hosario
i. 36.
AVISTA HAS BOAS AU-
da des he muito barato.
\ code-sc papel de peso e almaco o melhor que
pode haver nesle genero a 3, l, "i e 6-tOOII a resma,
papel paquete muito lino e de muilo boa qualidade:
pmpriameiile para se escrever por vapores para a
Europa em consequeucia de nao se payar grande
portes de cartas, em resmas, meias resmas, quarlos
do resma, ou mismo em quadernos a 80 rs., papel de
linho verdarieiramente almacn e proprio para carlo-
rio a 8 rs. a resma, verdadeiras penuas de arode
bico de lanc,a conhecidas pelas melhores que ha a
18200 a eaiiiaha com 12 duzias, dilas sem ser de hi-
cisco de Souza.
Vende-ie sal do Assu' a bordo do brigue e-
ro : a Iralar na rua do Vigario n. 19,
andar.
primeiro
tucio do engenho Mussurepe, Severino, cabra
com os stgnaea seuuinles : altura regular, puura
barba, beicudu, com o dedo indicador da mao es-
|nerda om ponco envergado para d'entro por ter
lirio urna ferida, pernas finas e arqueadas, cabel-
los carapiohes, rele redondo riewaruado, levon
consigo um cavado castauho escoro, a qual lem so-
bre o eepinhaco urna barroca' proveuieute de urna
elocada, c com marcas de peitoraes por ler sido de
roda ; roga-se por lano a lodas as autoridades e ra-
pices de campo que o pegarem o levem a villa de Pao
',.W .<.,.,,,.....lili I _>HH01-, li.lil- cni --* I I1C III ,, ----------^J---------------------** .-
codelaoca. mas lambem muiln boas a 610 a eaixi- d Albo, aoseu selhor, o capilAo Manoel Thom az de
i,lia com 12dozias. du/.ia de lpi muilissimo Pinos a
320, 100 e 500 rs., ditos para desenlio a 800 rs. a
duzia, raniveles muiln linos e de lodas as qualidades
e preco, tinta ingiera muilo bo> e barala : na rna
du Uiieiinailo. Inja de mindrzas da boa faina n. 33.
-- \ende-se milhn e larinha por preco commo-
do : a fallar no trapiche do l'ellnuriuhu.'
Albuquerque Maranhan, que comprou dilTerenle
liarle do mesmo escravo aos herdeiros rie Alina Ma-
na Tavares de l.ira, qae ei.1o cenervamente re-
compensarios.
MUTCSDTT

PRRN. TVP. I)R M. K. 08 FARU 1856.
-


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