Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07437


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Full Text

ANNO XXXII N. .8
Por 3 mezes adiantudos 400().
Por o mezes vencidos 4g500.
MIXTA FEIRA 17 DE JtLHO OE 1856.
Por armo adiantado 150OO.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAHREGADOS DA SUI1SCR1PCAO' NO NORTE
Panhiba, o Sr. Gervanio T. da Natividadt; Natal, o 8r. Joa
Cura, oSr. J. Josa) deOliveira ,- Maranhao, o Br. Joaquim Mar-
Rodriguei; PUahj, o Sr. Domingo! Hereulaoo A. Paaoa
ranaa; Par, o8r. JuilinianoJ. Bjmoi; Amaionai.oSr. Jero
ojmo da Coila.
PARTIDA DOS CORHEIOS.
Miada :
latiaranai'
S. Anii.,.
S. I.mir,..
>-i>, Hon
0,1o .ha-. n c r. hon. do .ha.
,I...I.IIMU rnwa : ,,. mi,ui......niinn.foiri.
I../.-,-..-. Hnnflo.<^ruarii, Aliml.....(laraiilum. : u.i i.:rr-r.-ira
Ho, hn-d-Alh*. Nuareth, I.,, Rr...... lv.,uci,.,T /
., VlHa-Rolli, Roa-Vi.ta. O.in. ui v .Km: na. qu.rt.sL ir.
Ipujacu, aaffinhlaB, lli<'-r.>rm,,.., lu,,, llalioiroa, Axiai-I'
Pimtciruc N.Ul : i|uiiil.i.-l..i..,..
(I do. o. nirreiiia parlen! il U liora. il.i manila., i
AUDIENCIAS DOS TRIHUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai aabbadoi.
Relac-ao : terfai-feirai e aabbadoi.
Fazeoda : quartaa e aabbadoa ai 10 borai.
Jui7o do commercio : aegundas aa 10 boraa fl quintal ao meio-dia.
Juio da orpbaoi.- teaunda quintal aa 10 boraa.
Primeira Tarado cita! aeguoda a aaitai ao meio-dia.
Segunda >ara do cirel i quartai tabbadoi ao meio-dil.
EPHEMERIDES DO HEZ DE JULHO
2 La nova ai 7 horas, 11 minuto, 4S aeguodoida manhaa.
10 Quarto creicente ai 7 boraa 2 mlnuloa e 48aet;uudoi da m.
17 La cheia ai 2 horas, 12 minmoi e 48 legundoi da tarde.
24 Quartomiuguanteaoi 42 mioutoae 48 tegundoida tarde.
_. .. PREAMAR.DE HOJfc.
Primeira as o horas a 18 minutoi da manhaa.
(Segunda as 3 horas a i minutoi daiarde.
DAS DA SEMANA.
t4 Segunda. S. Iloavenlura b. card. doul. scralifo.
15 Terca. S. Catnillo de i.ellis tundadnr : S. Henrique imperador.
10 (Juana. Nossa Scnhera do Carina. Tnumpho da S. Cruz.
17 Quinta. S. Marinha v. : S. Aleixo.; Ss. Victoriano. Latancio.
18 Sesta. S Rublo b. : Ss. Frederico. Materno, e Arnulfo Bb.
l'.i Babbado. S. Vicente de Paula fundador das I. da C. euf.
20 Domingo. S. Jernimo F.miliano : S. Elias profeta.
EXCAIlliKGADOS DA SLUSCIUPCAO NO SLX.
Alagoai.o Sr. Claudino Falceo Diai ; Babia o Sr. D. Dupra'-
Bio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EX l'ERNAMBIXO.
O profrietiro do DIARIO Manoel Figueiroa di Jara, Di SUI
lvraria, praia da independencia na. 6 e 8.
PAJIT1 QFPICIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expedanla di Ha 10 de lulho.
nilidoAo Exm. biipo diocesano, inleiremlo-o de
haver reeomraendado a camaramuinrip.il de Olinda,
que de ao respeclivo cemilerio publico a decenria
que elige a religiesidade do aclos, que nelle se lem
oe celebrar, e rosando a S. Etc., que por sua parle
se digne de facilitara everucao de ama medida, que
n.'io i he til pelo lado da salabridade publica, co-
mo necessaria ao decoro do templos e eiplendor da
religio.Neste senlido ofliciou-se a cmara.
DitoAo Exm. marechal commaodanle das ar-
mas, recommendando que designe nm dos mdicos
do corpo de saude. para ir a fregaezia de Ipojuca,
onde reapparecau o cholera, afim de prestar servi-
dos mdicos aos aecommettidos da epidemia.
DitoAo inspector da theionraria de fazenda,
transroiltindo para o ti ni conveniente, o aviso de lel-
tra na importancia de 1:6613180 rs., sacada pela the-
souraria de fazenda da provincia do Rio Grande do
Norte, sobre a desla, e a favor de Jos Joaquira de
l.ima.Varliclpou-se ao presidente daquella pro-
vincia.
DitoAo masmo, inteirando-o de haver manda-
do em 23 de junho altiino, que o presidente da com-
missao do hygiene examinasse, .fin de serem re-
parado!, os estragos que sofTren o edificio da ra da
Aurora, com o servico do hospital dos cholericos, e
procedesse na desinlecru do mesmo edificio, c para
isao se recommendou a S. S., qoe Ihe uzease entre-
ga das chave* que estavam em sen poder.
DitoAo eommandante da estarlo naval, recom-
mendaudo que faca desembarcar com guia, visto ler
apreaentado i-enrAo legal, a Claudino Romualdo
Martina das Neves, que foi preso par recrota de ma-
rinha, mandaudo-o presentar ao chele de polica
para dar-llie o conveniente deslino.Commnuicou-
se a este. ,
DitoAo mesmo, mandando que ponha o brigue
escuna de guerra lilo a disposieao do inspector do
arsenal de marinha, afim de serem feitosos reparos
de que elle necessita na forma das orden- imperiaes.
Commauicou-se ao supradito inspector.
. DitoAo mesmo, recommendando a expedido de
suas ordens, no sentido de serem feilas em ama das
salsa do arsenal de marinha, as reunies do conselho
de guerra, para jolgamento do guarda marinha Ma-
noel Lopes de Sania Rosa, visto que ojuiz auditor de
guerra n3o pode a-si-tir a laes reunidos sendo feilas
a bordo de algurn dos navios da armada em razao de
ser sojeilo aenjo.Deram-se nesle senlido as con-
venientes ordens.
DitoAo inspector do arsenal de marinha e ca-
p.i i do porlo, rom mullicando, afim deque presleos
necetsarios soccorros, que na praia de Pao Amarello,
enceldara o brigue escuna llenry Cuneen, proceden-
te de Liverpool.
DitoAo lenle coronel encarregado das obras
militares,recommendando, que mande fazer do quar-
tel do hospicio os reparos por Smc. indicados, remet-
iendo com brevidade nm orcamenlail.-i reedificado,
que julga conveniente fazer-se uo mesmo hospital
para ler elle as condice de seguranza e asseio eli-
gidas pelo coronel commaodanle do 2o batalhlo de
ni Paulara.Parlicipou-se ao marechal commttvdaole
das armas.
DitoAo eommandante do corpo de polica, para
mandar apresenlar com urgencia aWnspeclor da al-
fandega, nma Ierra de .10 praras n urn ollicial sabal-
lernodaquelle enrpo, afim do coadjuvar os empresa-
doa da mesmi alfandega na arrecadarfto dos salvado-
do brigae escuna llenry Curwen, que encalhou na
praia de Peo Amarello.Coinmuuicou-se ao mencio-
nado inspector, e ao cnsul inglez.
DitoAo l)r. Ignacio Firmo Xavier, dizendo ficar
nilcirado de haver Sme. cnlrado no e\erciciode pre-
sidente da commissao dehyeienne pablica, no impe-
dimento do Dr. Cosme de S Pereira.Comrauni-
cou-se a thesouraria de fazenda.
DitoAo presidente da rominisso de g\siene
publica, recommendando, que I'ir a entrega ao Dr.
Joaqaisn de AquinoFonseca.de todos os objeclns per-
lencentes a repartirlo da vaccina, visto ter elle de
entrar no ejercicio de romini--saini vaccinador pro-
vincial.Fizeram-se as necessarias communicares.
DitoAo inspector da thesouraria provincial, re-
commendando que faca suspender prara da obra do
13 lanco da tslrada do Sul, e remella o respectivo
orcamenlo ao director das obras publicas, para ser
reconsiderado, e entilo posta a obra novameule em
prara.Cnmmnnicou-se ao referido director.
DitoAo juiz municipal, de Garanhuns, remel-
lando, afim de que proceda na forma da le, copia
do oflleio em que o con
    quisita providencias sobre a arreeadar.ao dos beus
    deisados pelo subdito portugaez Laiz de tal Ramos,
    qoe fallecer abintestado naqnelte lermo.
    DitoAo conselho de administrarlo uaval, dizen-
    do, que a rieciso sobre os conlratos celebrados em
    :t do correle para fornecimenlo de vveres, farda-
    mento medicamentos, e para os servicos de barbeiro
    necessarios aos navios da armada, arsenal de mari-
    nha etc., est dependente das informaees eligidas
    do mesmo cun-elho.
    DitoA administraran dos estabelecimentos de ca
    ridade, para declarar se sera possivel accommodar-
    se a repartirn da vacnnu em aljama das salas da
    casa dos eiposlos, visto ser couvenieole remove-la
    do barro do Recife para o de Santo Antonio.lam-
    ben] otliciou-se ao vigario de Sanio Antonio, para
    declarar se a mesma repartirn pude ser accommo-
    dada em ama das salas ou corredores laleraes da ma-
    triz.
    DiloA directora do Ihealro de Santa Isabel.
    Em M.la da informadlo do administrador do Iheatro
    de Santa Isabel, dada acerca do requerimento de
    Joaqutm Jos de Paiva, e a que se refere a deisa di-
    rectora de 8 do correnle, lenho a dizer em prime-
    r.i lagar, que o sopplicanle, em quauto bem salisfi-
    zer as condicoes a que estiver sujetto, deve continuar
    a ler o uso da saleta a esquerda d. entrada do Ihea-
    tro daranle o tempo das represenl^^Oes, s\ispeti quaes devera entrenar a chave ao administrador,
    que sendo respnnsavel por ludo que se acha no Ihea-
    tro, nao pode conceder os meios de se poder ama ou-
    tra pessoa iolroduzir a sen bel prater, sem motivo
    ou necessidade publica, para deulro do edificio.
    Em segundo logar, que o respeclivo aluguel deve
    ser pago somenle durante o lempo em que trabalhar
    o Iheatro, e elle estiver de posse da chave, e rece-
    bido pela directora, afim de ser entregue ao admi-
    nistrador a parle do seo producto, que for necessa-
    ria as despezas de que trata o referido administra-
    dor. .
    Em lerceiro ligar, que durante o tempo em que
    as represenlaces eslverem suspensas, o administra-
    dor deve com as necessanas cautelas proporcionar
    ao dilo Paiva, os meios de tratar da conseivar.ao, re-
    paros, remocho ou auimenlo dos objeclos, que lite
    pertencem e que se acham guardados na slela em
    questao.
    Portara.Concedendo 15 das de licenra com or-
    denado ao primeiro escriplurario da conladoria da
    thesouraria provincial Joaquim Pedro Brrelo de
    Mello Reg.Communicou-se ao mspeclor da men-
    cionada thesouraria.
    Dos uarde a V. Etc. Garanhnns 7 de julho de
    18.>b.Illm. e Exm. Sr. conselhriro Sergio Teiieira
    de Macedo, presidente da provineia.Ojuiz muni-
    pal de Garanhuns, /oo Francitco Daarle Juntar.
    TRIBUNAL DO COMMERCIO.
    SeiMojudiciariaem 16 de julho d> Icoli.
    Presidencia do E\m. Sr. dessmbargador Souza.
    Esliveram prsenles os memhros do Iribiinal.
    Julgamenlos.
    Appellaule, Caelano Silverio da Silva ;
    Appellado, Felll Venancio de Canlalicio.
    Foi confirmada em parle e em parle reformada a
    senlenea appellada.
    Appellaule, Manoel Alves l'errcira ;
    Appellada, a viuva Pereira da Cunba.
    I'ni confirmada a senlenea.
    O Sr. presidente negoo provimento aos aggravos
    ilo jui/.ii especial em que sAo :
    Aggravanles, Francisco Jos Resalo Braga de um,
    e Manoel ton^alves Ferreira e Silva de oulro.
    5ITBRQB.,
    Illm. eEim. Sr.Tenlio a honra de acensar o
    racebimento do oflci datada de 23 do mez ultimo,
    que esse Eitn. itoverno dirigi a esle juizo, e compe-
    netrado de que se acha S. Ec. possuidu dos nobres
    sanlmenlos de humanidade c prolec<;,1o pela sorle
    de innmeras enancas que a epidemia linrnu no
    desemparoe orphandade, para as quaes recommenda
    V. E*c. loda a mirrha solicitude, e bem assim para
    os bens e propriedades que tarjaran abandonados,
    cumpre-medesteja astegurar a V. Eic. que, levado
    de iguies Sfnlimenlosque coslituem um dever sa-
    grado para lodos e principalmente para as autorida-
    des em presenra de lao grande calamidade, no so-
    mente dorante a quadra epidmica se nao lambem
    anda hoje, eaindapor muilo lempo no futuro,
    quer seja autoridade qoer romo particular, nuuca
    seiei iudifiereote ou insensivel a' sorle dessas victi-
    ma do deslino qoe lao profundamente a todos inte-
    leressam.
    No eollesio de Papacara tem sido recolhiilas cerca
    de 60 orphas desvalidas, de condicr.io livre, inclu-
    sive algumas meninas de cr. l.liimnmenle inaudei
    recolher a' referida casa cinco oulias orpbaas do dis-
    Irirlo de S. Benlo, que haviam perdido no vrtice
    da epidemia os pais ; morreriam le fome e de fri
    (pode V. Esc. crer-ine'. c anlcs de as mandar remo-
    ver para o eollesio, nao lvessem sido loccorridas
    pela cariiladede um ou oulro morador da povoafla
    de S. Beoto. A qoanlos meninos, cujo desvalimcnio
    e abandono lem chesado ao mea conhecimenlo, hei
    dado tutores, escolhendo-os d'entre alsumas pessnas
    do meu conhecimenlo c preenchidasas condiees de
    responsabilidade que a le determina em semelhan-
    tes providencias.
    Dando d'ora avanle maiores prnporcts i esle meu
    empenho, em satisfarn ao que V. Er. lano me
    reeommenda, vou dirigir-me a tolos os subdelega-
    dos dnsdous lermossob miaba jurisdicrao, etigindo
    kjm urgencia as man seguras cetarias informaees
    sobre esle objeclo, afim de que possam ter a mas
    satisfactoria e cabal eiecoeao as providencias recom-
    . raendadas por V. Ene. em'o sea citado oflicio.
    PARS
    13 de maio.
    Vudanra de liturgia.
    O Sr. arcebispo de Pars, segoindu o ezemplo i;i
    dado por um grande numero de seus collesas do
    episcopado francez, acaba de restabelecer a liiurgi
    romana na diocese desla capital. Un urna mndan-
    ra que nao produzir grande impressao na maioria
    dos Francezes, porquaulo se questf.en do dogma fo-
    ram ullimameule decididas sem inquietar de nenhu-
    ma sorle os espiritos, com mais furle razao o sera
    simples queslOes de disciplina. Todnvia, como ha
    neis quelomam anda inleresse em assumplos deste
    genero, acreditamos dever reproduzir aqu algumas
    passagens da pastoral do Sr. arcebispo.
    Cliegamos a esta diocese intmame ole convenci-
    dos da necessidade dessa mndanra, .i qual resulta
    para nos desse trabalho incessanle d'e unidade.que se
    faz uo mundo, debati da inspeccjlo e da accao da
    Providencia e pela disposieo geral dos esprilos.Co-
    nheciamos lambem os votos da Sania Si! a esle res-
    peilo, e achavamos em nosso corarlo lodos os seoti-
    mentosque deviam levar-nos acolhe-los benisna-
    manle.
    A Sania S, fiel i suas Iradiees, renovara nesle
    seculo, no meio de circumslancias favoraveis, oses-
    Toreos que fizera em outros, para apagar s varieda-
    des de forma entre a igreja mili e as igrrajM parli-
    culares, e para crear em lodo urna perfei la harmo-
    na. Os lempos favoreciam esla aerlo, dirigida com
    lana sabedoria e moderarlo quanla pef-eveian;a e
    firmeza. Os preconceitos enfraqneciam-se, as opi-
    nioes hoslis eslavam desarmadas, as propias desgra-
    nas da Sania Se' tinham felizinenle lev;ido lodos os
    ceirares ao centro da mudarte, poi he cousa unla-
    vel e bem vzvelmanle providencial, le- sidj para o
    papado a era das provarOes, lambem n era da volla
    das sympalhias, e ler dado o amor a fraqueza dos
    chefes da igreja, mudo mais poder do que clles pos-
    sniam uo tempo de sua grandeza. (J~ sovernos
    mostravam-se indillerentts ou amrrm: nao se teeia
    lalvez achado nm Carlos Magno para a pedida dos
    pontfices, faier por si mesmo urna revoluto lilur-
    gica em sens estados; mas ninguem lambem pensa-
    va em embaraca-lo. Em urna palavra o movimen-
    lo parlicular na lilargia fazia p.rle de um movimen-
    lo cern que vioha de alto, que tlnha para ai a opt-
    uiao publica, eqo- alsumas resistencias individuae.,
    anda mesmo apoiadas em razes plausivcis, nao p .
    diam eslorvar. ,
    Era ese o nosso modo de ver, e nSo havia" m '..
    mss- para mis, senao urna queslAn de prudencia e de
    opp .unidade.
    O Sr. arcebispo expe depois as rata que o for-
    earam a um adiameuto.c entre esas razes colloca a
    linguagem vilenla e injuriosa de um partido que
    prclendia impnr-lhe essa raudaora de llurgia. Cre-
    mos que os espiritos exaltados, ausquaesseu primei-
    ro pastor dirje essa repreheusao, recebe-U-hao com
    a inaor compungi e resignado, considerando que
    nem por isso deixaram de conseguir os seas lins.
    He preciso ou que esses calholieos apaixooados e
    sem moderarao lenham alguma razaoj ou que le-
    nhaiu credilo em alguma parle, pois que o Sr. ar-
    cebispo de Pars, inflinsiudo-lhe regularmente a sua
    ceixnra. acaba sempre lambem regularmenle por
    azer ludo oqueelles querem. Emlim, isso he urna
    queseo de nlerior.
    O Sr. arcebispo de Paria, na vagem que fez a'
    Roma, levou suas disposiees aos p do Santo Pa-
    dre, e deiiou-o juiz supremo da questao :
    n O Papa, diz elle, depois do nossa exposieao, na-
    da decidi, nada nos ordenou com aolondade, con-
    tenlou-se com exprimir-nos o seu desejo e confiara
    o cumpnmenlo do mesmo a' nossa prudencia e af-
    feijao a' Sania S ; mas fcil nos fora ver que essa
    admiravel reserva do pai, nada tirava a' vivacidade
    dos volos do ponlifire, e que a nossa isreja, onvin-
    do-os encheria de alegra o seu corarlo. Para di-
    minuir os desjostos e vencer as repugnancias, elle
    mnslrara-se disposto a' fazer-nosdiversas cooceesoM,
    que sobretodo aos olhos dos fiis deviam nllenuaro
    que a passagem de um rilo para oulro poda ler de
    repeolino e de contrario a' costme- louvaveis. As-
    sim anligoa usos.proprios da igreja de Pars, que sua
    antiguidade tornava sagrados, deviam ser cuidadosa-
    mente conservados, como por exeroplo, em materia
    de ceremonias e de cantos litrgicos, o que linha pe-
    nelrado profundamente nos coslumes e hbitos dos
    pnvos.
    a Fallamos com nma estima sentida de nossa litur-
    gia, veneravel no fundo pur sua anliguidade, e loda
    cheia da F.scriplura e dos Padres, dessa liturgia que
    dra sua forma a urna piedade sincera e esclarecida,
    onde ludo esla' Uo bem combinado, lio elesanle-
    menle exprimido, qoe encanta o coraran sem oflen-
    der em nada o bom golo ; finalmeuie que be como
    urna heranra preciosa de nossos pais na fe, banhada
    e consagralla por seu sangue.
    Apar destas considerares misamos fazer sobre-
    sahir alguns dos deleito- que as reformas preceden-
    tes deivaram subsistir no breviario romano, nma
    repartirlo incomplela de psallerio, hyronos de poe-
    sa mu defeluosa, algumas legendas apocriphas e
    cujas parlicalaridades no tempo prsenle em que aa
    almas teem lao penca simpliciriade.arriseam ollendar
    em vez de nutrir a piedade. Enjillimos en tan ovlo
    de ama reforma mais completa, e parecea-uos que
    seria isso urna obra mui til e que faria a medida
    lilorgica faria dar um passo decisivo ao abrigo de
    lodos os pezares e de (oda a volla.
    Tivemos nesse momento a consolarilo de saber
    da propria bocea de Pi IX.. que essa reforma era o
    objeclo de suas preocupaeoes, e qoe poacos das
    anles havia dado ordens para que 1 lie apresenl.isscm
    os inanuscriplos depositados no Vaticano onde acha-
    vam-se Irabalhos litrgicos preciosos. Ha la, se-
    gundo asseguram, urna obra comecada e mui adi-
    anlada por um sabio Papa no senlido de que falla-
    moi.e podemos esperar agora que o zelo lo fervoro-
    so e tao esclarecido de P.o IX saliera' dar um da
    vida a osles elementos informes, e dolara' o mundo
    calhnlire com ess obra iuesliinavel.
    . Mas a queslAo de unidade sendo sempre domi-
    nante apagava todas as quesioes secundarias de for-
    ma e de arle, e he evidonle que so ella fazia urna
    jusla e decisiva impressao sobre Pi I\,assim como
    sobre mis.
    He com elfeilo mui duce para os qne sao da mesma
    igreja, e da mesma familia, para os que reconhe-
    cera irmos pur loda a parte, debaixo de lodos os
    climas, poderem repetir com urna liogua universal,
    as formulas da oraeo, que ditas em eommum, liram
    da propria universalidadade lao grande poder He
    mui doce ajoelharem lodos dianle dos meamos aliares,
    contaren! os das pelas mesmas feslas, pelas mesmas
    impressoes piedosas He esla urna da* maiores ron-
    solar.es do calholicismo, e ella nao he completa
    senao pela unidade litrgica, pois so enlao a alma
    exalla-se aos mesmns cautos ; so Mito ouvem os
    liis as mesmas harmonas e assislem as mesmas ce-
    remonias sanias ; em urna palavra so eulo os co-
    raees, tanto qnanlo he possivel vibram unso-
    nos
    Valanlo a' I-ranea, n Sr. arcebispo consullou o
    captulo de Nossa Senhora, o qual lomou urna re -
    solueao cujo resultado he o seguiute:
    i Considerando que sem dar neuhuma ordem so-
    bre esle ponto, a Sania S, pela expressan reitera-
    da de seus desejos, da' baslante a comprehender
    que considera a unida te de liturgia come cousa de
    alia impnrlauria para o bem geral da igreja.
    Considerando que tiesta circiimstaneia snlcmne
    e eui presenra de uro vol formal expresso pelo pai
    eniniiiuro dos fiis, convum que a igreja de Pars
    d una prova nova de sua sobmi-s-ao filial a .Santa
    Se. fazenda para atisfazer os votos do soberano
    ponlifice u sacrificio de sua liturgia parlicular. qaaei
    quer que sejain a aflWfJo e respeto que a essa li-
    turgia lenho conservado ale boje, a' Villa do rhefe
    *,'lPr,*r"" J": igre,a, romo um depoaUo precioso, que
    Ihe legaram a piedade e a srienria de sens ponlili-
    Cs e que durante um grande numero de geraees
    lem feilo a edificaran do clero e dos fiis.
    o Considerando que so o Sr. arcebispo pode a-
    preciar em sea lodo ai difllculdades que se encon-
    i
    Iram na exeruro de urna madanta 13o importante,
    ejulgar com pleno conhecimenlo de cansa das con-
    cessoes aue se deverao sollicitar no tempo da re.ili-
    aar.io dussa medida
    lnvocido o Sanio Nome de lieos :
    << Deilara que considera como lei o voto expresso
    pelo -iib Tann pontfice e que Ihe foi notificado pelo
    Sr. arc bispo ; conseguintemenle, he desparecer
    que se d ive .adoptar a liturgia romana na igreja e
    diocese de Pars, referiudo-se de modo absoluto
    I rudenc ,i de S. bic. relativamente ao lempo e
    modo d i fazer essa mudanca.
    O Sr. arcebispo termina por esle hvmno a ou-
    dade :
    Vamos para onde nos impee o sopro de Deo.
    Ha urna lei divina das cousas, que as leva a' uni-
    dade. Obedecemos ao principio sempre aclivo da
    nossa fe A igreia vive pela unidade e pela ordem.
    e a unidade repousam sobre as sanias re-
    erarcha. He por isso que a igreja he a
    A ordem!
    gras da
    hra liar nnnin-a. segundo a palavra de Saulo Igna-
    cio, cuj
    que pon
    os volos
    a voz de
    prxima
    s accordos sao perfeitos. Nao he possivel
    'es do rahanlio repillam por muilo tempo
    arman; do primeiro pastor, recusen] ouvir
    seu corarao, espacem incessantemente ap-
    'es, que elle deseja.
    No mundo das almas o amor he a principal ala-
    vanea. O amor obedece de melhor grado a desejos
    do qoe i ordens. Coro que direilo fallaramos de
    obediem ia filial aos nos*os sacerdotes, e aos nossos
    liis, se primeiro nJo obedecessemos, como lilhn
    (erno e i edicado^ao pai eommum dos liis e dos sa-
    cerdotes indo ao encontr de seus volos '.'
    Ha ledamente urna unidade qoe deve abracar
    o univer k> inleiro das diversidades prometlidas e
    mesmo i ecessarias. He um dos caracteres da igreja
    adroillr em seu seio, sem perder nada de sua forija
    e de sua belleza, todas as variedades de forma, que
    revesle < espirito humano alravez do espaco e do
    lempo, i rcumdata varllale. Ha mesmo difieren-
    ras de h bito e de carcter, que em povos colloca-
    dos debiixo de outros ceos e em outros climas exi-
    gero lal rez algnmas diversidades de rilo. Assim
    (em alg m fundamento as liturgias orienlaes. Os
    soberao, s pontfices proclamam altamente ana legi-
    timidad! e fura urna falla nao respeila-las.
    Mas nao aconteceo|mesmo|no mundo latino,mais
    prximo ao centro da Igreja, a sugeito a' sua aeran
    inimedia a. Qualquer diversidade, sendo mui sen-
    sivel.tor la-se repugnante,e lende por si mesma ades-
    vanecer- se. E se esle grande movimento das cnu-
    sas da igeja nao livesse seu principio em Dos, po-
    der-se-li
    que pela
    a dizer agora que he urna lei da ualureza,
    approximaco das distancias, pela rapidez
    prodigio: a das communicares, pela continua troca
    das ideia i, dos hbitos, e dos coslumes Irabalha de
    combina jt com os principios de nossa fe para apar-
    lar entre os homens os lacos da unidade
    Esta n andamento conclue-se por mulos arligos.
    A lilurg a romana he adoptada como principio ;
    urna con missao ser nnmeada para preparar a mu-
    danca. i em lim nm decreto marcara' o momento,
    liturgia romana se lomara' nbrigaloria na
    emque
    diocese de Pars.
    Journal de* Dehats.)
    IITERIQR.
    I.cera-
    -.23, 2i e
    seguinle
    RIO DE JANEIRO.
    fiMAR V DOS SRS. DEPLTADOS.
    SESjSAO O III A J- DE MAIO DE IS.iti.
    l'rcsidwia rfn .Sr. ii-conde de Kaepcnitj.
    e approvam-se as acias antecedentes de
    6. O Sr. primeiro secrelario da conla do
    expediente :
    Um oijirio do primeiro secrelario do senado, com-
    mnnicanlo que S. II. I. Cuusente na resolueao que
    approva a contrato celebrado pelo governo imperial
    com o gerente da companhia Brasileira de Paquetes
    i Vapor,F'ica a cmara nleirada.
    lo primeiro secretario da as-embla pro-
    de S. Paulo, cuhrindo urna represenlar;ao,
    a eucorporarao da comarca de Sapucahy
    ca de S. Paulo. A' coromsssao de esta-
    Idem
    vnral
    pedindo
    provi
    (islica.
    dem
    dua- co
    provinci
    semhlai provinciaes.
    dem
    do secrelario da bhliolheca fluminense, en-
    viando ilifTcrentes papis remellidos por Joao Dio-
    go Slurz cnsul geral do imperio em Dresde.A
    archivar se.
    Um requerimento de Mara Candida de Avlex.
    pedindo a concessao do meio sold que Ihe
    como filha do fallecido brigadeiro Jos
    da lanilla.A' commissao de penses e ur-
    Moreira
    compele
    Perreira
    denados
    dem
    de Pedro Jos de Araujo Pamplona Corle
    Real, ildante do segando anno pharmaceuticu,
    dem
    Souza i
    o lugar
    Le-se
    imprim
    recer d
    vando
    do uosse
    vores e
    las, para
    do vice-presidenle de S. Paulo, enviando
    lecQes de actos legislativos da assembla
    d dessa provincia.A' commissao de as-
    pedindo
    no, e
    ser app
    Mict.
    dem
    ra, ped ido augmento de ordenado.A' mesa.
    cnnri'.-au para fazer exame do mesmo n-
    sar matricula tu no lerceiro, no caso de
    ovado.A' commissao de inslruccao pu-
    le Jos Manoel Madeira, correin da cama-
    de Jo Deolindo Pyrrho, Jos Joaqaim de
    de Kuino Jos de Oliveira Rosa, pedindo
    de continuo da cmara.A' meia.
    lie julgado objeclo de deliberarn e va i a
    para entrar na ordem dos trabadlos, o pa-
    commissao de pensoes e ordenados, appro-
    i decreto, que concede a D. Mara dos San-
    tos Lois urna pens.in anuual correspondente ao
    meio sold de seu fallecido marido o lenle do ex-
    erclo Ignacio Marinho da Silva, sem prejaizo do
    que por '
    OSr.
    orgenci
    Sr. presidente.
    le Ihe competir.
    [Brondo:Peto a palavra para reqaer urna
    o anno passado tive a honra de
    submell r ao criterio e consideracao desla cmara
    co, que era o resultado das ideas que des-
    lenho sustentado ueste augusto recinto ;
    quero fajllar do projeclo tendente a nacionalisao
    commercio a retalho mediante cerloi *fa-
    garanlias concedidos aos nossos compatrio-
    poderem arrostrar a concurrencia estran-
    geira e applicar-ie com vanlagem a essa importante
    industria. Suceedeu, perem, que elle nao podesse
    ser discatido em razao da exiguidade do lempo de
    sessao que restava ; e por isso recorro agora a be-
    nignidade e patriolisroo dos meas honradoi collegas,
    afim de que consnlaro, que esse projeclo seja trazi-
    do a disrussao.
    Nao tfio queslao, meas senhores, sobre dalalhes ;
    admillo e recebo loda e qualquer idea que cooduza
    ao lim a que me proponhu e melhore a cundirn dos
    nossos cunridailiis; e peosandu assim. me pare-
    ce, que devo merecer a atlem o desta honrada c-
    mara.
    Aquello projeclo, oO ao menos o pensamenlo ca-
    pital que o domina, he sem contra.lic;n importan-
    ii.-im j e verdaderamente nacional.
    O Sr.ifibeiro de .ladrada :r-.\poiado.
    O Sr Brandao :E, pois, convem, que nao fi-
    que em iilvido, convem que antes de lindare a ac-
    tual legidalura elle seja considerado, para ler a so-
    luro que o paiz reclama.
    E tanto mais, Sr. presidente, considero islo como
    urna necessidade indeclinavel, quauto vejo, que ao
    norte e, sul do imperio, e ale mesmo nesta cor-
    le, a i lea do projeclo lera ganlio um terreno im-
    menso.
    O Sr. flitieiro de .Indrada :Ja a cmara muni-
    cipal da corle represenlou a favor dola.
    V Sr. Ilrandau :Por conseguate, contando
    como devo contar com o patriolisroo da cmara dos
    Srs. depolados, vou apreseutar um requerimeuto de
    urgencia, para que seja incluido na ordem dos Ira-
    balhos c venda a discussao esse projeclo, alim de
    que a nossa popularan se convenga de que, quando
    se (rala de objeclos lao importantes para ella, os
    seus representantes nao se lornam iodifferenles.
    " Sr. Presidente :Para a urgencia uo he ne-
    cessario requerimento por escripto ; mas observarei,
    que se he para o projeclo ser contemplado na or-
    dem do dia, nao se torna preciso que baja volarlo
    da cmara.
    O Sr. Brandao :He s para isso, afim de cn-
    Irar em di.cus.au amanhaa ou depois.
    O Sr. Presidente :Em.'io nao ha necessidade de
    volacao da cmara, porque tomarei em considera-
    ran o requerimento do nobre dcpulado.
    O Sr. Ilrando :Pois bem, basla-me essa de-
    clarac.lo de V. Etc.
    I'ico salisfeilo com ella ; o que quero, he que o
    projeclo nao fique esquecido.
    i'HIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
    I'romoi-es dos o/fi-iaes da armada.
    Boira em segunda discu-so o projeclo n. 70 de
    1855, regulando as promores dos olliciaes da ar-
    mada.
    O Sr. Ilibriro de Andrada :Trala-se, Sr. pre-
    sdeme, un prsenle prnjecln de loruar mais ur i
    a sorle da nossa otlicialidade >le marinha, eslaheltt-
    cendo urna recn cerla, para que se veiiliqnem as
    promores na armada nacional.
    Sem que me laca cargo de impugnar todas as dis-
    posiees do prsenle projeclo, entre as quaes en-
    contr por sem duvida muilas dignas de merece-
    rem o men voto, e declarando niu mesmo, queacho
    o projeclo muilo arlslicamenle elaborado, comludo
    tomarei a liberdade de discordar de algumas ideas
    nelle exaradas.
    As di.posio'ips eonlida nesle projeclo tcem Ires
    bases fundamentis : a base da anliguidade, a base
    do mrito e urna oulra base espacial para eslahele-
    cer a possibilidade da proroocao pelo servico etiec-
    tivo nos navios da armada, e que em alguns casos
    mesmo exige, para que se reaiise a proroocao, o
    comroando de navios durante cerlo lempo.
    Senhores, se a anliguidade conlada como base
    onica para a proinocao pode auarrelar comsigoo in-
    conveuienle de que seconle o tempo, mas nao os
    servicos eOeclivos e reaei, he cerlo tambero, que a
    ampia aulorisarao dada ao governo para promover
    qualquer ollicial. allendeodo ao mrito, pode dar
    lugar a abusos ; e muilas vezes, quando inesmo nao
    exisla realmente no ollicial de marinha astas liabi-
    litarue-, pode, uo por espirito de afildadagem e pa-
    tronato, ou mesmo porque o goveruo esleja mu.-
    ciencosamenle persuadido, que qualquer ollicial
    lem as liabililaces precisas, e de fado elle as nao
    lenha, pode-se dar a prorooro, sem que morera
    ler accesso o official promovido.
    Nao faco applcacao desla Iheoria ao ministerio
    actual e ao passado ; mas direi, que como inun-
    de volar estas disposics para permanecerem por
    longo lempo como lei do paiz, devenios encaradas
    em retarin a lodosos ministerios que o paiz possa
    ter, abslradindo completamente de qualquer appli-
    cacSo qoe se queira fazer i aclualidade dos incon-
    venientes qoe aponlo.
    Nao deixo lambem de recondecer, senhores, que
    seria conveniente adoptarmos o ecleclismo mistu-
    rando a base da anliguidade com a do mrito ; po-
    rem julgo, que a aulorisarao ampia dada ao governo
    para em cerlos casos attender ao mrito sapposto do
    individuo, nao deviajexistir no projeclo, porque o
    inconveniente de atlender-se s anliguidade ja es
    U prevenido no mesmo projeclo, quando eslabeleee
    como enmuran para a proroocao o servico em na-
    vios de guerra nacionaes, e em eerlos casos o rom-
    marido de navios da armada durante cerlo lempo.
    Ora, he cerlo, senhores, que o prazo de dous an-
    no-, por exemplo, exigido de commando de navios
    para que o capitn de fragata ou de mar e guerra
    seja promovido a nm posto superior, he urna boa
    di-posirao, queja implica o reconhecimenlo do m-
    rito do oflieial a quem se confia esse commando,
    porque ojo he possivel, qoe o governo confie, do-
    rante um prazo lao longo, o commando de um na-
    vio aquelle oflieial que nao leuha ashabililaces
    precisas.
    Assim, se o governo, lendo confiado o comman-
    do de um navio a um oflieial, depois entender que
    esse oflieial nao tem o mrito preciso para um lal
    servico, tirar-lhe-ha o commando em qoeslao, e
    ueste caso o accesso desle oflieial se tornar impos-
    sivel.
    Logo, a base do mrito ja est prevenida na dis-
    pn-iran do projeclo qoe acobo de cilar, pela qual
    se exige, para que se reaiise o acceiso do ollicial,
    em cerlos casos o servico em navios de guerra du-
    rante Ires anuos, e n'oulros (para o accesso nos pos-
    to- superiores, que alm desle requisito lenham o
    de haver rommandado navios pelo menos durante
    dous annos ; para qoe, pois, as disposiees quc'se
    seguem dar aulorisacao ampia ao governo em cer-
    los casos para promover os olliciaes melade por an-
    liguidade e a oulra melade por merilo. e em outros
    Ires quarlus por anliguidade e nm por mrito, c em
    outros finalmente um quarlo por anliguidade c Ires
    por merilo '.'
    Noto lambem inconvenientes na disposeao do ?j
    l.dnarl.J. Diz esle paragrapho :
    a Os goardas-marinhaa passarilo a segundos-te-
    nentes, logo que lenham preeuchido as condiees
    eslabeleeidas no arl. I., S 1.
    Ser dimit do o que nao preencher estas con-
    dicoes dentro do mximo do lempo.qne lor marcado
    nos regolamenlos do governo, ou merece-lo por seu
    mo comporlainento.
    As condicoes eslabeleeidas no arl. 1. do I. sao :
    ler o curso completo de marinha, e alm dislo ler
    servido dous annos a bordo dos navios de guerra
    com boa, informarnos dos respectivoscommandan-
    (es. Mas, pergunlo en, se o governo nao quizer
    embarcar durante dous anuos um guarda-marinha
    a bordo dos navios de gaerra, po lera esse guarda-
    marinlia ser admiltdo '.' Pela disposeao do artigo
    parece qoe sim, e nesle caso ser dmiltido por um
    acto da sua vonlade. Aasim ficar ao talante do
    governo demittir ao guarda-marinha que Ibe pa
    recer, nao o fazendo embarcar par doas annos em
    navio de gaerra. Eis o que aa nSo julgo con-
    venanle.
    Se por vonlade propria o guarda-marinha nao li-
    vor completado o corso, o o se ae liver recalado a
    embarcar em algum navio de gaerra, acho justo
    que o governo o demilla ; mas do caso de que isto
    nu parla da >ua voolade, e sim da do governo, de
    ver elle r demilldo ".' Repilo, acho islo nma in-
    jnstica, e he o que o projeclo nao previne.
    Vejo, porem, urna disposeao no projeclo para que
    o governo possa. allendeodo nicamente ao mrito
    do individno, promove-lo.
    Enlendo que se deve fazer islo, e he quando o olli-
    cial pralica actos de coragem em combate, que sao
    relatados em ordem do dia ; o ollicial -o nesle caso,
    em minha opioiSo, dever ser promovido fora das
    condiees anteriormente eslabeleeidas.
    Estranhei tambero, Sr. pjesidenle,a disposeao do
    arl. .1 do projeclo. Vi o anuo passado que todas as
    tendencias do espirito publico eram para se estabe-
    lecera Iheoria das incompatibilidades e realisa-la aa
    pratica ; veju que diversas disposicSes da nossa le-
    sislacao, lendem a chamar os funecionarios pbli-
    cos ao exercicio dos cargos que Ihe foram confe-
    ridos. Assim, recordo-me que ha urna lei de 1850
    que manda descontar na anliguidade dos juizes de
    direilo o lempo que elle- se acham oceupados no
    desempenho de funcroes legislativas'; vejo mesmo
    que quanlo aos lentes das Faculdadrs de Direilo do
    imperio ha urna disposieao declarando que lindo o
    prazo da prsenle legislatura seja descornado na an-
    liguidade dos lentes para a sna jubilaeao aquelle
    lempo que elles passarem no exercicio de funcres
    legislativas ou de outras commissSes de qoe os en-
    carregue o governo ; e quando isso se lem deter-
    minado, venho encontrar nesle projeclo dispoiicoes
    em contrario dessas delerminaces, pois que nelle se
    manda contar lempo para anliguidade quando os
    ofliciaes eslejam diilrahidos em commissoes de que
    os incumba o governo, ou no exercicio do mandato
    popular ; e porque razao se ha de conceder esse
    privilegio a elles e nao aos outros a quem nao se
    cenia o lampo para anliguidade durante o exerci-
    cio das commissoes do governo ou das funcres le-
    gislativas ?!
    lie pnssivel, senhores, que o oflieial de marinha
    a quem for encarregada urna missao diplomtica
    qualquer, se torne om hbil diplmala ; nao se tor-
    nan porm mais hbil oflieial de marinha.
    Sao eslas as observables que me occorrerom rela-
    tivamente ao projeclo, concordando completamente
    em volar por todas as nutra- suas disposiees, que
    julgo ule<.
    OSr. Il'anierleij ministro da marinha.:Sr.
    presidente, se bem comprehendi as objecces apre-
    sentadas pelo honrado depulado contra varias dis-
    po.roe- do projeclo que se acha em discussao, pro-
    nuncia-se elle principalmente contra aquella que
    eslabeleee o merecimenlo como urna das bases para
    a prninorni dos odiracsdn armada.
    No entender do Ilustre depotado as condiees
    exigidas para o embarque, e o lempo que os ofliciaes
    devem permanecer em cada um dos poslos, sao ga-
    raulias sullicienles pera urna boa escolha ; divirjo
    completamente do illu.tre depulado : nem o lempo
    que cada ollicial deve permanecer nos poslos e nem
    0 lempo do commando marcados no projeclo sao ga-
    rantas sullicienles para que a premura a recaa so-
    bre o mais habilita In.
    Em nenhum.i marinha que en me record admil-
    le-ie o principio da anliguidade absolula como re-
    gulador das proraoces, senlo na marinha norte-
    americana, e esse priucipio he anles cousequencia
    de eslvloa do que do espirito de sua legislarn.
    Osmiuislros da marinha daquelle paiz recommeo-
    dain sempre ao congresso urna le de proraoces em
    que se combine o principio do merecimenlo com o
    principio da anliguidade. Se recorrermos a legiala-
    CSo insleza, ah veremos que nos poslos infeiiore-
    nn predomino o principio da anliguidade, e sim o
    ile livre escolha. Ero Franca as disposiees de cuja
    lei de promoees mais se appruximam as Jo projec-
    lo que se discute, conserva-se a anliguidade com-
    binada com o merecimenlo nos poslos inferiores ,
    capitn de frasala, e nos superiores abre-se campo
    somenle ao merecimenlo sem allenrao a anliguidade.
    Como eslas, poderia eu citar oulras disposiees das
    legislacoes de pai/.es aonde a marinha se acha mais
    adianlada qoe a nossa.
    Oillnsire depulado mesmo parece querer ir de
    encontr ao que de tonga dala acha -e entre nos es -
    1 il.l.-r, lo pol i ie-.,luc ... de 'il do .ululu. |79G,
    que re&ula a piomor..u uo? pollos -.upenorr. i ea
    pil de fragata, n principio rio merecimenlo he ex-
    clusivamente admillido ; a anliguidade nu da o
    menor direilo para os acce-sos ; e pelo derrelo de l.'l
    de novembro de 18110 se determina que as promo- i
    cuas do posto de capiao de lia-ata para bjivo -.;; m
    feilas. um quarto por merecimenlo, e tres quarlns! lira deque oexercilo, que he o mesmo, coma df- i juizes municipaes ; e por ventara nao foi durante a
    por anliguidade. Ser til, sera conveniente
    disposieao de nossas leis ? Cerlamente.
    benhores, le ha profissao em que se deva deixar
    largas ao merecimenlo, he a profissao do homeru de
    mar ; ahi nao se pode bem avahar o merecimenlo
    fereaca de ser um de mar e oulro de Ierra, lenha j admais(rac,flu actual que se ,-iugmeolou o ordenado
    las disposiees contrarias ; para uns o lempo dolos jaizes municipaes*'
    servic,j passado as cmaras, as presidencias e uo
    ministerio conla-se, para oulros au.'
    Creo que desla disposieao nao vem penga algum;
    de cada individuo senao segundo os servicos que : or'o lema o illustre depulado que ofliciaes de mari-
    preila no mar e as'liabililaees demonstradas as liba invadam o ministerio, as cmaras, as misses
    commissoes para que for Horneado ; se despre/.armo. I diplomticas, etc.
    esse principio para seguirmos o da anliguidadeab- \ O Sr. llieiro de .indrada : --Nao, nao receio
    soluta, taremos deenclter o quadro da armada nos', islo.
    postos superiores, que sao de maior importancia, de OSr. Ministro ila Marinha: -- Limilo-me a es-
    homens anligos sim, mas potico habilitados para as i las ubservare-, acompaiihaudo ao illustre depulado.
    dilliceis funcciies de commando. deixando de parle
    aquello- que, dolados de grandes merecimenlus, nuu-
    co ou larde chegarao aos altos postos, porque a an-
    tiguidade cega (ranca-lhes a porta aos accessus.
    Stippe-se, Sr. presidente, que a alilbadagem do-
    minara sempre nessas nomeaees...
    OSr. Riheiro de .ladrada:N,1o pode predo-
    minar?
    Se nutras forcm olerecida-, lerei a honra de rc.-pon-
    der-lhe como me fr possivel.
    A discussao lica adiada pela hora.
    O Sr. Prannos ( mimslro dus eslrangcros res-
    pondendo ao discurso do Sr. Brandao proferido na
    ses-ao de -i relalivamenle a repress.'io do trafico, se
    exprime na maneira seguinle :
    A importancia do assumpo que serve de baso
    OSr. Ministro da Marinha:Nao creo. Sr., presente discussao, e o re-peito que tributo aos no-
    presidente, que haja governo que se guie por se-[ hres deputados que drigiram censuras e observacoes
    mullanle priocipio ; pele acontecer, nao he raro
    mesmo acontecer, que em urna ou outra nomeaeao
    possa predominar esse principio de que o Mustie de-
    pulado se arreceia ; mas cnlre os dous principios, uro
    de deixar ludo cegueira da anliguidade. e oulro ao
    merecimenlo combinado com a adtiguidade, embo-
    ra um ou outroabuso possa ser commellido, qual
    deveremos preferir '.'
    Disse o illustre depulado que dos commandos e no
    lempo de servico a bordo a que a lei obriga os ofli-
    ciaes pode-se bem avahar de seu merecimenlo, e que
    as roaos do governo esta deixar de dar esses com-
    mandos aquelles que julgar menos apios, privandi-os
    assim de poderem ser promovidos.
    Senhores, quando he que o govcrnu conhecera do
    merecimenlo ou nao merecimenlo de um ollicial ".'
    Depois que elle livesse sidu empregado nesse- com-
    niandos ou commissoes, e por consesuinle depois de
    haver elle adquirido o direilo para ser promovido, e
    conseguintemenle pelo principio de anliguidade nao
    poda deixar de ser elevado aos poslos superiores.
    Demais, Sr. presidente, esse arbitrio que o illus-
    tre depulado quer dar ao governo he mais pariioso
    a meu ver do que o oulro. Pelo principio do illus-
    tre depulado o governo podia deixar de fazer em-
    barcar os olliciaes que quizesse, e preferira aquel-
    lo- a qnem por patronato ou por mili o qualquer mo-
    tivo quizesse promover, prelerindo a oulros. que se
    fossem embarcados'lalvez mostrassem couhecimen-
    los superiores a esses protegidos. 'Feriamos alero de
    ludo rtnas classes de olliciaes, urna dos embarcados,
    oulra dos que nunca embarcariain.
    Eu n.lo lemo, Sr. presidente, que essas promo-
    C&ea pelo principio do merecimenlo aejam feilas a
    e-mo, como o illustre depulado suppe ; no projeclo
    acham-se lomadas Indas as cautelas para que seja de-
    vidamente aquilatado o merecimenlo relativo de ca-
    da um ollicial. Nenhuma pnunor in podera ser feila
    sem que seja ouvida ama commissao de ofliciaes ge-
    neraes da armada, ou o comedio naval quando for
    creado. Essa commissao ou tribunal ter prsenles
    Indas as informaees sobre o eslado dos servicos dos
    dilloi ente- ofliciaes ; fundara nellas as suas informa-
    ees, c nao he de crer que o governo as despreze.
    0 mrito o os servicos prestados nao he cousa que
    se oceulte aos olhos, e aquelle* mesmos que mais
    hradam conlra elles, allribuindo-os ao patronato,
    recnnliecem-os em uns consciencas.
    Passou depois o honrado depulado a impugnar o ^
    1 do arl. *J na paito em que dispe que o eaarda-
    marinha que nSo preencher as condi-joes que forero
    marradas para o accesso deulro do prazo mximo de-
    signado nos regolamenlos, ou liver man coroporla-
    menln, pa-- -ei lemiii lo. Teme o Ilustre depula-
    do que u enverno de caso pensado laca com qoe om
    guarda-marinha nao embarque para ler depoii o di-
    reilo de demitti-|o.
    He ama hypothese gratuita, e drei mesmo om m-
    possivel moral. Com que fim eommelleiia o gover-
    no -einellianie abuso ? O nomero de aspirantes a
    guardas-roarinhas he lixado pelo governo na razao
    dai necessidades do preenchimento do quadro dos
    officiats da armada ; esse numero actualmente he in-
    ferior as vagas que d3o-se por morle e inhabilita-
    rlo ; a qaando haja grande concurrencia, as roaos
    do governo esla' o restriugi-lo. Como portaolo sup-
    por-ie que o governo sustentara' um moco durante
    Ires anuos s para ler o prazer de demitli-lo, quan-
    do elle nem ao menos embarcou na qaalidade de
    guarda-marinha ?
    O honrado depulado parece crer que as nicas
    condiees exigidas para qne os guardas-marinliai
    possam ser promovidos a segundos-hentes san os
    do lempo de embarque. He um eogaoo. Alm do
    lempo devem elles preencher oulras condiees mar-
    cadas no decreto de 10 de dezembro de 1851, como
    exame pratico de manobras, de arlilharia, ele. Sao
    a essas condicoes eslabeleeidas, ou que se estabele-
    cerem, que se refere a disposieao do arl. Sg 1. Que-
    rerla o illuslre depulado que dellas se prescindiese
    e padessem ser promovidos os gaardas-marinhas que
    rooilrassem inaplidao para a vida domar, ou qoe
    pelo sea man comporlameoto deshonrassem a classe
    a que perlenren.'.'.. Quererla peijar assim o quadro
    da armada de ofliciaes incapazes ?
    O Sr. R7,f ir de Andrada :Nao.sem duvida.
    O Sr. Minitlro da Marinha :Logo, achamo-oos
    de accordo qoanto a esle ponto, pois que o receio
    qoe mostra u illustre depulado de que o governo
    deixe de embarcar guardas-marinhas he um receio
    infundado...
    O Sr. Ribeiro de Andrada :He diflicl, mas islo
    se pode realisar.
    O Sr. .lii/ii./r.) da Marinha:fiSo, senhor.he im-
    possivel; digo que nao s he dillieil.coroo qne he im-
    possivel, pois que al os reguiamenlos determinan!
    mullo positivamente que os guardas-marinha- scr.lo
    inmediatamente embarcados.
    Urna oulra disposieao qoe mereceu reparos ao il-
    luslre depulado foi a do arl. :l, que maoda compu-
    tar como tempo de servico o passado em misses di-
    plomticas, presidencias de provincias, ministerio e
    corpo legislativo ; acha o Ilustre depulado que por
    amor da coherencia deveramos tambem eslabelecer
    que os olliciaes de marinha perdessem o lempo ero
    que fossem empregado. nessas commissoes, como em
    servico eslranho a sua profissao.
    Sr. presidente, eu nao lei qual seria o mnlivo
    real pelo qual o corpo legislativo vnlou que nao se
    contasse aos magistrados o lempo de servico passado
    em certas commisses ; se me uSo engao parece-me
    que o fim principal foi arredar esses empregados
    lano quanlo fosse possivel da carreira poltica": ao
    meaos foi esle o fim confessado na discussao. Dia-
    se-se queos magistrados empregavam-se era grande
    numero em commissoes eslranhas ao servico da ju-
    dicatura, deixando seus lugares entregues a homens
    leigos, com grave prejuizo da juslica : que era esle
    um mal que convinda remediar.
    Ora, a reipeilo dos ofliciaes de marindadar-se-ha
    o mesmo perigo '.' Ter o illuslre depulado receio de
    que sejam muilos os ofliciaes demarinha quejpnssam
    ser empregados no corpo legislativo, em misses di-
    plnmaiica-, jnas presidencias das provincias'.'
    O Sr. Pilieiro de Andrada : Nao, cerlamenle;
    nem por esle lado cmbalo a disposieao.
    O Sr. Ministro da Marinha: Cuido que se da-
    r isto por evreprao. e excepeo muilo hini'ada, e
    enlao deveremos privar o estado do servico desses
    ofliciaes de marinha nessa excepcao muilo limitada.
    quando a conveniencia publica assim o exija '.' E
    pergunlarei mais : deveremos tornar anda mais dif-
    cullosa a entrada desla classe no seio do corpo le-
    gislativo '.' Ao contraria eu emendo que a causa pu-
    blica ganharia se o corpo legislativo conlivesse em
    seu seio alguna olliciaes de marinha....
    O Sr. It'heiro de Andrada:Ninguem diz o con-
    Irario.
    O Sr. Ministro da Marinha : Se ninguem diz
    o contrario, se o illuslre depulado concorda na con-
    veniencia...
    O Sr. Illheiro de Indrada : Mas nao posso
    concordar na excepcao relalivamenle a urna classe.
    O Sr. Ministro da Marinha : ... porque que-
    rem supprimir esla disposieao, que oflerece um
    meio remoto desalisfazer esse desidertum do illus-
    lre depulado '.' |
    O Sr. mimiro de Andrada : Nao ha de ser po-
    lo receio de perder a anliguidade que elles nao qucl-
    ram vir para aqui.
    O Sr. Mililitro da Marinha : He possive| qoe
    na magstratm.i c oulras rlasses acontera que a po-
    lilira absorva j desejo da progredr na propria clas-
    se ; mas na cls.e militar nao succede a-sim ; nesla
    classe a anliguidade ou o lempo de servico be mui-
    lo ou ha ludo...
    O Sr. Ribeiro de Andrada : Ha
    por merilo para fazer -ubir.
    overno, me impellem a solicitar a alienlo da
    cmara pur alguns momentos, posto que a defeza do
    minisleriu esleja completa nos bull.ule- discursos
    que pml -ruaiu o noble depulado pela provincia de
    S. Paulo e um dos illuslres membros da commissao
    de resposl falla do tlirono.
    Os illuslres opposiconistas comprehonderam era
    suas censuras e observaees aMia) os actos de adini-
    nialrnrao interna como os negocios exteriores. No
    que loca a administraran interna, suas censuras mo
    sao nuvas, sao as mesmas que elles enunciaram na
    essao passada, c foram, a meu ver, cabalmente res-
    pondidas pelo ministerio e por seus generosos ami-
    gos ; peco por isso lirenea aos nobres depulados pa-
    ra, as poucas observaees que me proponho diri-
    gir-Ibes, dar preferencia aos assumplos que dizem
    particularmente respeilo ao ministerio cuja direccao
    lao immerecidamenle me esta coufiada..... Nao
    apiado* .
    O nobre depulado pela provincia de Pernanibnco,
    COOsideraodo a nota de 7 de marro da legaga? bri-
    tnica, relativa a repressao do Iralico de escravos no
    imperio, e a re-posta do goveruo imperial, eulendea
    que o,governo imperial nao foi em sua respo-la 1,1o
    enrgica como canvinha a dlgnidade nacional. Des-
    le juizo do nohre depulado por Pemambuco diver-
    gi completamente o nohre depulado pela provincia
    de Minas Ceraes, cujo parecer he lao honroso para
    o ministerio, quanlo realca, pela franqueza e gene-
    rosidade com que foi enunciado, o cavatleirismo da-
    quelle que assim procede para com ministros que
    u.lo Ihe merecen] seno urna confianca condicional
    ou de expectaliva.
    Esta' longe do meu pen-amenlo censurar o calor
    com que os nobres depulados, no exercicio do seu di-
    leilo de represenlanles da nacao, exprmiram o sen-
    liroenlo de in'l'gu.'.eei que Ihes causoo a ola da le-
    gacao britnica : mas eu n" posso acompanhar ai
    nnlires depulados ne-sa expmsao do seu patriotismo,
    nao s lamben] porque nao dou a' ola brtannica o mes-
    mo carcter que pareccm dar-lhe os nobres depu-
    lados.
    O governo imperial esta' obrigado, por urna cou-
    veneao celebrada enlre elle e o goveruo britnico,
    a' repressao do Iralico de escravos no imperio. O
    govern britnico entendeu. em virlnde de informa-
    Ces inexaclas|qne receben de seu agente consular em
    Hernambuco, que na punicao do laclo de Scrinhaam
    as autoridades brasileiras nao luihain procedido
    com a necessara vigilancia e celo, e que a accao do
    governo imperial nao foi aaiai enrgica p-ra cora-
    pellir essas autoridades ao curoprimenlo de seos de-
    veres.
    Neste falso presupposl7 jolgoa o governo brilaa-
    nicn que doria declarar ao governo imperial
    qoe as occarrenrias de Srinh8em Ihe raziara re-
    eeiar a rerproducao do trafico deeicravofe no impe-
    rio, e qoe, seas.im aconlecesse, elle porfa mais urna
    vez em eiecucao o seu bil de 8 de agosto de 1S5,
    i-lo he, renovara as hostilidades que oulr'ora nos
    fez, quando mo lindamos anda conseguido (ornar a
    repressao do trafico t,1o ellcaz quanlo he hoje.
    Esta declarar,, do governo britnico he de cerlo
    intempestiva ( apoiados }, de lodo infundada (apoia-
    dos '; offende profundamente a lealdade do governo
    imperial ( apoiados ; mas eu Dio creo qoe o gover-
    no britnico livesse em vista dirigir-nos um insulto
    ou urna provocaran humilhanle.
    OSr. Rrandtio : He o que resulta da ola do
    sen encarregado de negocios ; nao Ihe posso dar ou-
    lro senlido ; cousiderei-a sempre como umi ola in-
    slenle.
    O Sr. Ministro dos Xegoclo* Uslrangeiros:
    Creio que essa ola deve-se considerar antes como
    urna amoara de recurso a' forca, pois a execucalo do
    bil Aberdeen n.lo he outra cousa que nm principio
    de guerra, por urna ile.rnnanea inteiramente in-
    fundada de qoe a repressao do trafico podesse lor-
    nar-se menos effieaz do que (em sido, do qoe sem-
    pre sera', como o asseguram a deciso do governo
    imperial he a opiniao publica do Brasil.
    Assim considerada a ola do governo brilannico,
    eu creio que a resposl do governo imperial foi a
    mais consenlanea com a sua ditnidade e com a con-
    servarlo da paz e das boas relares entre os dous
    paizes.
    O governo imperial enlendeu que nao devia op-
    pnr a offensa, oppor a' .mirara intempestiva e infun-
    dada urna provocar io irritante. Conscio de sua dig-
    nidade e da inleireza de seus actos, o governo im-
    perial enlendeu que devia usar de loda modera-
    cao.que devia procurar convencer o governo brilan-
    nico de que o -ou procedmenln era violento e in-
    justo; convence-lo ahle sua propria consciencia, con-
    vence lo ame a opiniao Ilustrada da Inglaterra, an-
    te a nnimao Ilustrada do mundo civilisado.
    O Sr. Ilrandao : Ha muilo lempo que se pro-
    cura convencer, e ainda nao se convencen.
    O Sr. Ministro do Segados Estrangeiros :
    Eis pos o motivo por qne a re-posta do governo im-
    perial nem foi 1,1o lacnica, ero lao enrgica, nem
    lio altiva como alguns parecem entender que ella
    devera ser.
    Eu declaro mesmo ao nobie depulado que, se ac-
    caso o Brasil fosse hoje urna oacSo lao forte como a
    <. r. a a -11 r e I iiiha, julgaria essa linguagem moderada
    como a mais canvenenlc, porque a moderacao e a
    juslica, a meu ver, sobresaliem|moilo mais nos actos
    de urna narao forte.
    O Sr. Brandao: Moderacao sim, mas mode-
    racao enrgica.
    Depois responde as censuras feitas ao governo
    por alguna depulados em consequeuria da poltica
    seguida pelo ministerio a respeilo das nossas relaces
    exteriores com o Eslado Oriental do Uruguay, e
    conrlne defendendo o governo das acr.usaces relati-
    va^ a' falla de economa :
    O Sr. Ministro dos Segnos Uslrangeiros :
    " O ministerio nao lem sido econmico, a minslc-
    rio lem sido muilo desigual na ili-iribuirao das ren-
    das publicas. > E quaes foram os fundamentos des-
    las graves aecusaeeslaucadas pelo nobre depulado
    ao ministerio'.'
    Elle disse-nos que o ministerio lem concedido
    gratilicaces, e nao acabou ainda com as accumula-
    res que percebem cerlos funecionarios pblicos, ao
    mesmo lempo que muilas classes de servidores do
    eslado nao lem vencroenlos que Ihe haslem para
    urna subsistencia decenle.
    Eu re un fie i; i com o nobre depulado que em ge-
    ral os nossos empregados pblicos nao tem venci-
    menlos -ulli-iente- para a sua subsistencia, e lalvez
    mesmo seja um deleito de nossa organsacao admi-
    nistrativa esse grande numero de empregados.
    Sympathise muilo com o svslema inglez, qoe he
    de poucos empregaios e lodos bem pagos. Apoia-
    dos.
    Mas esle systema esla nos nossos hbitos, esla as
    condiees acttlaes da nossa sociedade'.' Pode-se fa-
    zer ao ministerio urna aecusacao porque elle nao
    empreheudeu essa reforma 1 Se o ministerio, sendo
    lao parco em reforma, ja mereceu o epilhelo de
    reformador, o que nao seria se elle eroprehendessea
    reforma de todo quanlo carece de melhoraroculo no
    paiz .' :
    Mas este estado de coosas, esla insullicienria dos
    ordenados das dilTerenlcs classes dos funecionarios
    pblicos seria por ventura reme lula se o ministe-
    rio deixasse de fazer o que tem feilo os ministerios
    pasudos, e n que tara aquelle em que entrar o no-
    bre depulado'.' islo he, se nao conredesse algumas
    gratilicaees em recompensa dos servicos especiaes
    que a .ulminislrarln publica minias vezes exige, e
    se, ao passo que se recouhecc que os ordenados -n
    em geral mesquinho-, acabae rom asacrumulares
    a promocao i que percebem alguns alio- runcciooarioa '.' Cr o no
    bre depalado que esta economa clieaaria para sup-
    l nobre depulado me ha de do-culpar, ea o creo
    muilo apaixonado ue juizo que forma a respeilo do
    minislerio actual.
    O ministerie actual nao se crf- impeccavel, ter
    commellido erros, podera ainda coromelle-los, mas
    de cerlo n.lo Ihe cabem as censuras gravitsmas que
    Ihe dirige o nobre depalado.
    Ilouve grandes diaperdicios, disse o nobre depula-
    do. por occasian do flagelln que invadi a maor
    parle das provincias do imperio, e o nobre de-
    pulado por Pernambuco apoion muilo eita cen-
    sura,
    O minislerio nao pretende conleslar qoe houves-
    sem disperdieos ; condece pelo contrario que era
    inevilavel algum excesso as despezas dos soccorros
    prestados as popularles accommeltidas por to terri-
    vel tlagello.
    O terror qoe se apoderou da populacao, o recla-
    mos que parlum ao mesme tempo de dilferenles
    ponina, devia nore.- in imenie occasiouar alguns dis-
    perdicos ; ui quer o nobre depulado laucar em
    conla ao governo aquillo que Ihe nao ere dado evi-
    tar, a juillo qne nem mesmo os seas delegados po-
    diam evilar, porque era effeito de um acooleeimen-
    (o triste que a (odos domioava ?
    Se o minislerio actual e os seos delegados, por
    amor de economa, deixassera de acudir com promp-
    lidao ao reclamo dis popularnos flagelladas, o qoa
    se nao dira contra o ministerio "! Pois bem, o mi-
    nislerio prefere a aecusacao que hoje se Ihe faz da
    disperdicios, que se Ihe poderia fazer enlao de
    inercia e deshumanidade. Mailus apoiados.
    O Sr. Brandao : Quanlo a mim, nao o can-
    -ur i pelo (liiiHero qoe gastou, lastimo a ma ap-
    plicaco que deu a esse dioheiro em cerlos la-
    gares.
    O Sr. Ministro dis Segodos Estrangeiros :
    O i lira depulado disse : I OSr. presdeme do eoa-
    selho aceilou a reforma eieiloral por incidente, e
    te-la aqui passar com violencia. Note a cmara
    que o nobre depulado, que aecusa o minislerio por
    nao ler muilo poltico, por nao reanimar os parti-
    dos, he o inesmo que se mostra muilo desgoeloso da
    que o minislerio actual promovesse a adopcao da
    lei eieiloral, medida poltica, cojos fins eviden-
    temente ala dar maiores garantas liberda-
    de do vol, e obler urna rapre-eiitaran nacional mais
    perfeila (apoiadosi, de todas as idea- e interesses que
    predomnam na sociedade. ,
    O nobre depulado disse que o Sr. presidente dd
    conselho baria declarado que esia reforma nao era
    essencial ; se. porem, o nobre depotado consaltar o
    programma em que o Sr. presidente do cousellio
    formulou a poltica do roinislnrio, encontrar ahi o
    que o Sr. presidente do cooselho disse : a Qne nao
    considerava o anligo rgimen eieiloral como perlti-
    lo, e nao duvidaria adherir sua reforma, se ama
    opiniao respeilavel se pronuncias-e no paiz para es-
    se Uro. a Essa opiniao se maoifeslou, e o oobre pre-
    sidente do conselho leve a fortuna de dar prova de
    ama coherencia mnilo honrusa ao homem poltico.
    EMe leve occasiao de realisar como ministro em
    1839 as deas que como opposiciooisla havia apre-
    senlado em I8t8.
    Longe, pnis, de haver incohereneia. longe de ha-
    ver irreflexao no procedlmaolo do nobre presidente
    dn conselho, nao ha senao ama coherencia qoe faz
    muila honra sua previdema e boa f como ho-
    mem de Eslado,
    Nao se pode dizer qoe a approvacao dessa reforma
    fosse ublida com violencia nesla cmara. Nao he
    violencia nem coaccao dizer o minislerio qoe faz
    Hieslau de gabinete desta ou daquella medida. Esla
    franqueza he conforme aos estv los parlamentares,
    *axaMa disna da cmara e do governo. A cmara li-
    rmWataiile coragem e independencia para segoir
    O Sr. Ministro da Marinha : Se Ihes tirar o | prir a lodas as oulras classes de empregadus '.' Nao
    lempo do sern em que forem empregados ero
    certas commisles, elles cerlamenle as recusarao. O
    principio do rherilo nae dispensa o lempo de servi-
    CO ; deseonlat'-se. pois, o lempo que passarem na
    releridascomiiii.ue-., sera equivalente a priva-loa de
    lo n neeeaaa, nis.rau p..r anliguidade ;|he diflieol
    lar-lhes a relornn para o que a- offleiaes olham
    com muilo cuidado e inleresse.
    A disposiejjo desle arligo lie a mo-ma que j exis-
    te para os militares do exercito de Ierra, e nao po-
    derla eu coiienrda nem a cmara adrailliria l injus-
    seria urna economa mesquinha ?
    Como, pois, diz o nobre depalado que o minisle-
    rio caneada gratilicaees e runsente nessas aecuroo-
    lace-, entretanto que i maior parle dos funecioua-
    iio pblicos e-t.io -em lueio't-ullirieoles de-ule la
    lenca '
    Esla .iccu-ae'.u. que ei>i infasla para com oalroa
    ministerio^, rotulo mais o he para com esle, dorante
    cuja linini-irai.'n leero sido elevados os ordenados
    de varias classes de empregados pblicos. O nobre
    depulado falln, por exemplo, nos vencroenlos do-.
    a opiniao do nobre depulado, se a jalgasse mais coa-
    forme aos interesses pblicos.
    i.O Sr. presdeme lorna a occopar a cadeira da
    presidencia.
    A medula indicada pelo nobre depulado por Mi-
    nas tiera. como podendo conduzir a ama melhor
    execuejo da reforma eieiloral, e evilar as descon-
    lianeis que. segundo elle, nulrem alguns espiritos
    a esse respeilo, creio que seria iroprofieaa, que
    nao daria o resallado que o nobre depulado pre-
    soppe.
    A nomeaeao de tantos commssarios nao servirla
    senao para complicar a everuro da lei com nma
    mulliplicidade de projeclos ero qoe cada qual que-
    rera ser mais hbil geomelra eieiloral.
    O governo, a quem compele a eiecoeao da lei, a
    seus delegados, podiam colher por si, e por iulerme-
    dio das pessoas quo Ihe merecem confianca, lodos os
    esclarecimenlos possiveit para essa execurtao. Nao
    havia, porlanlo, necessidacle das commissoes indica-
    das pelo nohre depalado.
    Asseguro au nobre depntado qoe o governo im-
    perial procede na execurin dessa lei com o maior
    criterio, que o eu desejo he realisar fielmente o
    pensamenlo da lei, n.i i Iracar a divisao dos circuios
    -gurdo os inleresse- desle 00 daquelle individuo,
    desla ou daquella parcialidade. Podera nao ser feliz
    no sea empenho, mas as suas inleiires, aaseguro au
    nobre depulado, s O nobre depotado pela provincia de Pernambuco
    he esla a uuica observaro que me reala a fazer)
    disseque o minislerio em 1s">,i-ln he, quando
    conlava com uro apoio roaii decidido da parle do
    nobre depulado, linha suas tendencias para o arre-
    cho, e que o anno passado se apresenlou como mui-
    lo liberal.
    O Sr. Brandao : Nao anoiei lauto assim ;
    al combat a famosa lei do casamento dos mili-
    lares.
    O Sr. Presidente do Conselho: He urna dispo-
    sieao de disciplina exeelleote.
    O Sr. Brandao : Conibali-a segando a minha
    inteligencia.
    O Sr. Ministro dos Segocios Mtrangeiro* :
    Em Is'ii o minislerio foi mullas vezes honrado com
    o vol do nobre depulado ; ea me record ainda
    coro prazer dessas volaees do nobre depalado. Ora,
    se o minislerio enlao pedia para o arrocho, a eonse-
    quencia lgica em que o nobre depalado tambem li-
    nha nesses lempos alguma s> mpalhia pelo arrocho.
    Risadas.)
    O Sr. Brandiio : Islo nSohe maoeira da argu-
    mentar : era precito que o nobre ministro raostrasse
    que eu apoie o minislerio em 1854. Recorra ao
    Jornal do Commercio, nelle estao Iraascriptot o
    meui discursos.
    O Sr. Mimslro dos Segociot EsVnngeirot:
    Perde-me o nobre depalado, eu eilive prsenle
    sessao de 1851. Vejo que o nobre depalado se in-
    commoda com a minha ob-ervarn....
    O Sr. Brandao : =- Nao, senhor, nao me incom-
    roodo.
    O Sr. Minitlro dos Segadas Eitrangtiroe :
    O nohre depulado acrusa o ministerio de tendencias
    para o arrocho, depois diz que o ministerio hoje
    quer ser muilo liberal ; o ministerio oove eslas ae-
    cusaees silenciosamente, e o nobre depalado oas-
    pera-.e com a defeza !
    O Sr. Braudao: Es(a euganado ; s digo qOa
    recorra aos meus di-cursos de 1851, iropressos no
    Jornal do Commercio.
    O Sr. Ministro dos Segocios E :
    Ponhamos esle incidente de parle.
    Disse o nobre depalado que o anno passado o mi-
    nisterio se apresenlou como liberal, e qoe em 1861 o
    nao era. Quaes -ao as provas t Sao qne o ministerio
    em I85 apresenlou urna reforma judiciaria, a ea
    1855 urna reforma eieiloral.
    A reforma judiciaria he a marca do anti-liheralis-
    mo do minislerio, segundo a epioiiu do nobre de-
    pulado.
    O Sr. Brandao : -- No meo entender era refor-
    ma de arrocho.
    O Sr. Ministro dos Segados l.ilrongriroi:
    O pensamenlo que inspirla essa retornas nao foi aa-
    li-liberal ; u nobre ministro da |u-tira qoando for-
    mulou esse projeclo nao leve por fim dar forca ao
    governo conlra a uppn-iein ; ao contrario, o seo
    pon.aun nlo fui a-segurar puniro dos crime* a
    pojados), garantir mais eflicazinenle a segaranca in-
    dividual e de propriedade apoiados tornar a recia
    a liniinslraeo da juslica a coherlo das \u n-ilnie- da
    poltica. Apoiados.
    O Sr. lir-n/iilo : Admira muilo que o governo
    nao lenha Irabalhado pela passagem dessa lei no se-
    nado !
    OSr. Ministro dis Segado* Eslrangeiros : O
    notire niini.lro da juslica nao pode por e.se projeclo
    ser acoimado de aoli-liberal, e ninguem qoa colabo-
    ra os seus senlimenlos conslUocionaes Ihe fara lio
    grande injuslira.
    Peco pois ao nobre depulado qoe. oo reennhera
    que foi comnosco inclinado ao arrocho em 18M, na
    i li.i.tt i que sejanmt hon- I io|liiM>rae- ciioisi elle he.
    Apnirao-. Hiaadai.
    O Sr. HraudSii N'.o e .tese ji .ui.iei.lii de t\
    maneira ; recorra ao< meu* discursos.
    A discussao Rea adiada pea hora, e le.anta-sa a
    aaaao depois de '! doras da larde.
    MUTTL7H5CT


    PAGINA iiVULSA
    No da de honlem no auno de 1668 foi funda -
    (la a Congregarlo do Oratorio ; como Indo o mais
    avaparou-se. Iluje. porcm, no anno :1S7 antes de
    Jess Christo, lu Koma assaltada e lomada pelos
    (allos, talvaodo-se o Capilnlio pelo alarido dos gan-
    'ni. He, que naquelle lempo qnem era vleme era
    valenle, o anda alo se conhecia o refugium cocar-
    dorum.
    Ora temos ein nosso tribunal uma quesillo
    pendente de alta transcendencia ; nao queremos
    definitivamente julsu-la, sein que previamente ou-
    caroos a upiniao da algucm. Ileide, sean nos en-
    .: mantos, |K1| que nAo se pude lbilmente pnssuir
    africano!, sob peoa de se comer :
    Km casa gratula
    De barbas eucliutas
    Saborosas Irutas.
    E como he que n'um cerlo rio, sem ser o jor-
    dilo foram baplisados dous ufricauos '.' He que
    lalvez se qn.< a/ricanus rcailus fucrit ex ai/ua
    fluminis libertas eril. Se eram livres aSo
    podiam Icr scuhorio, e se eram escravns deviam ser
    libertos, e em ludo o.ho quem linha direccao sobre
    lies era o juiz compleme.
    Agora be misler que alguem nos decida se pelo
    faci do baplismo dcixariam elles de ser liber-
    tos ?
    A questao lie melindrosa, e nfiu he porcinptoria-
    nienie. que se poder ex calhera decidir.
    He incontcstavelmente o collegio para edca-
    la de meninas, denominado de Nossa Senhora
    da Conceicao o que mais Inicios toro lirado do
    seu bom rgimen, distribuyan de estudos, e regular
    economa. Situado distante das distraerles da ci-
    dade, no sitio da Piedade.em Cruz de Almas, lendo
    a sua frente uma honestissim regedora, a Sra.
    Menna viuva Costa, e dirigido ignalmentc por
    mui habis professoras, o collegio da Conreicilo lem
    merecido grande acceiacao do publico, e nelle ja se
    acha un nao pequeno numero de alumnas, alias sa-
    lisfeitissimas, nAo so pelo amor que Ibes consagrara
    regedora e professoras, como pelo augmento real
    que v3o lendo em sua educacilo moral e inslrocliva.
    Recommendamos ao publico a leitora dos estatutos
    desse collegio.
    Tendorazoes para conhecermosde perln o estado
    do hospital militar, diremos que depois de concluido
    ficar um edificio verdaderamente respeitavel : o
    que nos mala a paciencia he ver o numero prodigio-
    so de doentes tuberculosos ; pode-se dizer, que ra-
    ro he aquelle doenle que nao roorre de tubrculos
    . pulmonares. Seria ramio para desjar que o gover-
    no geral creasse noceutro da provincia uma enfer-
    mara para onde fossem removidos seroelhantes do-
    entes que piecisassem de mudanra de clima e iito
    nao so nesla provincia, como em todas mais, onde
    houvessem hospttae militares, e com tal indemia
    de tubrculos. Talvez nos digam que os cofres nao
    podein, estilo phlvsicos, mas a ito poderiamos cun
    debita tenia espouder que mais phlysicos se a-
    cham os soldados, e em remissao, o que nao succe-
    de aos cofres que urna camrilmicaoznha muila vez
    fa-los hydropicos. A idea de enfermaras no sertao
    para os soldados doentes ja lem sido apresenlada pe-
    lo Sr. Dr. Prxedes Pilanga, cirni'siso-mr do hos-
    pital resiiiipiii.il.
    Senhores redactores. Soubemos qae nm
    inspector de quarteirao na Boa-Visla chibatara
    n'um.i dessas noiles a um pretiuho forro, que eslava
    ussenfado junio ao chafan/ da prara. e como repel-
    lira lo grande afronta, fora preso ; pois, senhores
    redactores, a polica de hoje nao saoecioua laes des-
    acatos feitos liberdade !

    Desejaramos nunca receber semelhanles avi-
    sos, porque seria um signal de que os empregados
    subalternos da polica serian) mais prudentes no cm-
    prego de suas attribuicoes ; por litlo algom deve
    um homem livre ser desfeileado, Unto mais quanto
    essa desfeila parle de quem deve reprimir taes vio-
    lencias.
    Recebemos orna oulra carta na qual se refere
    que os senhores acadmicos do primeiro anuo inva-
    dirn) o collegio das arles para palearein ocstudanle
    O. Pestaa. He embirranca deixem o moco es-
    crever a sua vontade ; pois acham pouca habilidade
    e meditacao n'um tal peridico t E de mais, se no
    nosso peiz ha completa liberdade de imprensa, o >r.
    O. Pestaa a comprehende magnficamente.
    Temos mais um consolo corporal ; Mr. ilues-
    sard abri uma casa de gello artificial, no alerro da
    Boa-Visla, onde eicelleules sorvetes sao ministra-
    dos aos menles e calmosos freguezes. Divisamos
    muitoaceio e profusao.
    Esteve soberba a fesla de Nossa Senhora do
    Carmo, como seropre : o- religiosos sao caprichosos
    no desempenho dos seos deveret, principalmente
    quaodo tratam do cullo publico.
    Consta-nos que em certa ra, um dos seus mo-
    radores pretende levantar as vistas......pon
    olhe, amigo, bea vista gorda, porque essa casa non
    est hoc mundo.....
    Esteve excedente o espectculo de hoMero ;
    coulinue a companha a nos dar essas horas de rego-
    sijo.
    Hospital decaridadedejolho II7fi doentes.
    Jolito 15-- 75
    Julho 1675 '
    At amanhaa.
    JUKY DA CIDADE D NA7.ARETH. ,
    Sob a presidencia do Sr. Dr. Joaquim Manuel
    Vieira de Mello, juiz de direilo da comarca (je a-
    zareth. abri- ea primeira setsao do jury lala ci-
    dade, no da 7 do inez actual : Ireze processos foram
    entregues ao mesmo joiz. para serem opporluna-
    incnle submetlidos a julgamenlo, destes o tribunal
    lem tomado conbecimeuto. ate boje dos seguintes,
    pela ordem em que vilo desrripti.
    Da 7.
    Ro.-'-Oaofre Militan, soldado do segundo balalbao
    de infamara, acensado de 1er feito cuuiusftes em
    uma mulher : absolvido.
    lico.Malinas Nanea h a segunda vez que res-
    ponde ao jur>) arcusado do crime de lermenlos
    sraves : absolvido.
    !>
    Reo.Joaquim Jos Pant-leiro he a segunda vez
    que responde ao jury arcusado do crime de ho-
    micidio u.i pessoa de Patricio de lal: esgolou-se
    a urna, sein que se podesse completar a conse-
    Iho do seutenct ; he a lerceira vez que isso llie
    succede.
    10 --
    Reo.---Joaquim Joso de Sania Anna, acensado do
    crime de dous homicidios, e varios ferimentos
    graves : condemuado a gales perpetuas.
    Reos.Francisco de Sabr e Andrade e D. Joanna
    alaria da Cum-eican, acensado, do crime de ho-
    micidio na pessoa do porluguez Joo Borges : ab-
    solvidos.
    12
    Reo.O prelo Juiio, escravo de Francisco de Siebra,
    aecusado como cmplice ou mandatario de ho-
    micidio na pessoa do mtsmo porloguez JuSo
    Borges: absolvido.
    Para crdito dos juizes que absolveram aos Ires
    ltimos acensados 'do horricidio de .loio llorn-,
    deve dizer-se que do processo. apezar fl> estar ins-
    truido com'8 leslemnnhas, nao se podia concluir
    que os aecusados fossem os autores do crime, laulo
    que o Dr. juiz de direilo, que en. materia de julga-
    menlo he escrupuloso, nlo appellou da senlenca :
    nSo obstante, porcm, foram os reos pronunciados (o
    que se da de barato, e, o qoe mais he, contra a ter-
    minante disposi^Ao do aviso de 15 de marro deste
    anno, compellidos por meio de executivo ao paga-
    mento das cusas do processo, as quaes monlaram a
    mais de 1003000 r., e isso na cenen do julgamen-
    lo, e qnaiulo o procedo achava-se no joizo de di-
    reilo !...
    Nazarelh 1S de julho de 18,");.
    CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
    .SESSAO1 ORDINARIA DE 20 DE JUNHO DE
    iSoti.
    Presidencia do Sr. barn d,; Capibartbe.
    Presentes os Srs. Vianna, Reg, Barata, Gameiro,
    e Mello, abno-se a sessfio, e foi lida e approvada a
    acia da antecedente.
    I.eu-se um ollicio assiguado pelos quatro fiscaes
    da cidade, communicandn o mo estado em que te
    acham us caes, ralas, e onlros logares, accumula-
    dos de lixo, e sem nenhuma limpeza, por ler a com-
    panha respectiva deixado de a fazer desde o da H
    do curren e. Mandou-se responder que fizesseni,
    como d'anles, a limpeza da cidade.
    Foi approvado um parecer da commissao de edifi-
    cacao, di/, ii i,, qoe o cidadao Vicente Ferreira Go-
    mes tinha direilo inconleslavel i indeinusac.ao da
    porcao do alerramento feilo no seu terreno atrai
    da ra do Caldeireiro, destinado para serventa pu-
    blica, devendo ser avalido por peritos amigavel ou
    judicialmente.A cmara encarregou aosliicaes de-
    la fresuczia ede S. Jos, de tralarem com o peticio-
    nario sobre o valor dos alema, aulorisaudo-iis a cha-
    mar peritos, visto ter u procurador pedido dispeusa
    de seniellianlc ohrigacao, pelo parentesco que ha en-
    tre elle e o dilo F'erreira Gomes.
    Resolven-se se oflicissse ao Exm. presidenlc da
    provincia, solicitando a decisaeao dooflicin que a c-
    mara dirigi a presidencia em l de Janeiro dcsle
    anuo, respeilo da alienajSo do terreno perteucenle
    municipatidade, annexo ao sitio do cirurgiao Tei-
    xeira.
    Mandou-se qoe o fiscal de S. Jos desmanchasse a
    casa de pa!ha, existente no maisdouro, approveitan-
    do delta a que for aproveitavel.
    Despacharam-se as pelicf.es de Antonio Loiz I.a-
    marinho. de Jos de Freilas Barbosa, de Mara da
    tonceicilo, de SebastiAo i.-.pes Goimares ; e levan-
    oo-se a sessan.
    Eu. Manoel Ferreira Accioli, secretarios sobsrre-
    vi.Sanio de Captbaribe. presidente.liannu.
    t.ameiro.Barata d' Aimeida.Mello. lleno
    I-ranea.llego e AUmqerque.Olircha.
    SESSAO' EXTRAORDINAMA DE -JH DE JD-
    MIO DE ISiG.
    Presidencia do Sr. bar o de f api bar i be.
    Prsenle, os Srs. Reg e Albuquerque, Vianna
    Baga, Oliveira, Barata. Gamerra, Mello e Franca
    abno-se a sesso c foi lida e approvada a acia d'an-
    tecedenle.
    i o i. t o iei EXPEDIENTE.
    Dm ollicio du Exm. presidente i pro\incia au-
    lorando a camaia a firmar o contrato do arrenua-
    menln de acougues requerido por Francolino Ame-
    rico de Albuquerqiie Mello. llesolveu-se que so
    lavrasse o termo de conlrato e a reqnerimento do
    Sr. Reg e Albnquerque, aisenloo-se que se Claras-
    te no mesmo contrato a rondieao de sua reKisSo,
    quando durante o lempo do a'rrendainenlo lenlia n
    cmara de precisar dos at;ougu.>s para satisfazer a al-
    gdina necesMdade publica, como aquella que den
    logara laheler-e-los, ou oulr.i qualquer que Unha
    a benelieio do publico abalendo-se nesse caso da
    qiianlia do arrendamento a rnrrespoiiilenle ao lempo
    da rescisao ; licando itlo estabeleeido como recra DI
    ludas as arreinilariics de rendas de acooguei da tnu-
    nicipalidadeque clora ern dianle so houver de
    Tazer.
    (,ulr" do mesmo, respondeodo ao desla cmara de
    2b de abril ultimo n. i.">, que quanto a primeira
    parle nao Ihc parecendo apropriado para o lim
    que a cmara soleilon, o terreno de marinha ao tul
    do thealro de Santa Isabel, dctejav conferenciar i
    respeilo de semelhanle projeclo com o presidente da
    mesma cmara, c eslava prnmpto a rccebe-lo un dia
    30 de enrente, aeiimpaiihailn de qualquer pessoa
    entendida na materia, e quanto a segunda que op-
    porltinamenle daria soliicao relativa a alienacao que
    se pretende fazer de parte do terreno desaprpria lo
    do cidadao Manuel Pereira l'eixeira no lugar do
    Manguiili.i.Iuleirada.
    Oulrn do Dr. chefe de policia, solicitando provi-
    dencias no sentido de serem os liscacs da cidade ac-
    livados nn ciimprimento das posturas sobre pettoas
    que Iran-ilum a cavallo pelas ruase sobre os que
    proeurain hanhar-se em lugares pblicos a raargem
    do rio, que circula a cidade.Qoe se olliciasse ues-
    te sentido aos liscaes e se reepondetee ao I ir. chefe
    de polica, pedindnlhe des>e su.is ordens para que
    sejain aquellos empregados coadjuvados pela polica
    na execucao de taes posturas e de oulras para cuja
    observancia se faca preciso um lal auxilio ; visto c-
    mo nao dispondo cada um dos fi-cas se n.lo de dous
    gurdas-,qae se dislrahem em dilferentes temeos da
    nsealiaacgo nao podatn achar-st ao mesmo lempo em
    todos os pontos onde se faz necessaria a sua pre-
    senca.
    Oulro do director interino das obras publicas, res-
    ponderlo ao que Ihe dirigi a cmara em 18 do cor-
    rele que nao arhava inconveniente em conceder-te
    a reforma do alinhaincnto da exlremidade da ra
    de S. Francisco requerida pelo Dr. Jn'c Joaquim de
    Morac- Sarment, que pretende converler em um
    eleganle predio sua casa de um andar all sita,
    visto que lica anda esparn suflicicnle entre a face
    do referido projccladn e o prolongamenlo da linha.
    que deve determinar o ralramenlo da ra em sesui-
    mento da ponte como eslava representado na plan-
    ta que em i ,va ; com tanto que se nao concedesse
    mais de !> palmos no fundo do mesmo edificio, se-
    gundo indica a linha puntuada na referida plaa.
    Deferio-se ao peticionario no sentido de se Ihe dar a
    cordeacan de conformidade com a planta remeltida
    por aquella repartirlo.
    Oolro do bacharel Abilio Jos Tavarcs da Silva,
    communicaudo que no da >i do correle, reassu-
    mira o exercicio do lugur de juiz de orphaos e au-
    senles ilesla cidade e tea lermo. por se ler encerra-
    do no dia antecedeute a assemblca provincial.In-
    leirada.
    Oulro do lercero snpplente do mesmo juizo, ba-
    charel Joaquim Francisco Duarle, participando ler
    no dia ->i oeixado o exercicio do dito cargo.In-
    teirada.
    Ouiro do procurador, dizendo que a importancia
    de i:8).'>5 das felfeas que s tem de tirar do cofre.
    no ultimo do crreme nao'chega para psgamenlo das
    despezas, cujas conlas lein-lhe sido aposentadas e
    das oolras que se eslo fazendo e que assim houvesse
    a cmara de aotorisa-lo a pagar aquellas conlas cu-
    jos credores nao possam esperar demorando as dos
    outros que nao cstejam neste caso.--Mandou-se res-
    ponder qoe pagaste as contas para que dessem as
    letras, e communicasse as que nao podessem ser
    pagas.
    Oulro do contador, para serem liradas do cofre
    as mencionadas letras. Que se liraem no ultimo
    do corren le.
    Oulro de Francisco de Paula Csvelcanli da Silvei-
    ra, communicando que por Ihe ter cabido um pao
    sobre o braco direilo, e estar soflrendo desse soc-
    cesso, nao podia comparecer a prestar juramento
    do cargo de juiz de paz supplente do I. ilislriclo
    de San-I.ouieuc,) da Malta.Que se chmame o im-
    mediato.
    Oulro do ensenheiro confiador, um pouco exten-
    so, defeuilendo-se das aecusacoes fulminadas no
    parecer da corumissao de polica, lido na sesso de
    1:1 do correle, s.-bre o qual o mandou acamara
    responder ; baseando a sua defeza, nao s as ra-
    zes expendidas no mesmo ollicio como princi-
    palmente nos cinco documentos, que exhibi, dee-
    truindo a prova que podenao fazer os Ires apresen-
    lados pela comroissao.
    Poslo em discusso, o Sr. Oliveira loma a pala-
    vra, e discursa bastante sobre a materia, susten-
    ando com as provas produsidas pelo cordiador, que
    este nao devia solfrer a pena de demissao, pedida
    pela commissao, pon que seria ella injusta, e os
    faelos apretenladoa pela eommittSo, alm de esla-
    rem destruidos pela defeza, nao drnuuciavam prc-
    varicacao coutra os inleresses do municipio, nem
    omisso do empregado no cumprimeuto dos seos
    rieveres ; e que, quaodo minio podia a cmara
    fazcr-lhe a advertencia do arl. :i:)9 do cdigo do
    procesto.
    O Sr. Barala pede lambem a palavra. e abonda
    no pensamento do que o precedeo, demorando--e
    mais que aquelle na aoalyse e compararlo das ba-
    ses iU arru-aca com as da defeza, e enneluindo de
    ludo que o empregtdo nao lioha commeltido fallas
    d ordem daquellas que poderiam motivar-lbe a de-
    miss,1n.
    Obteve em lercciro lagar a palavra o Sr. Mello,
    memoro relator da commissao, e tales de entrar na
    materia, deelara-sc em duvida sobre catar legaimcn-
    le -composta a casa com a estadt de um splente,
    que completa o nomero de nove veretdores, sendo
    elle menos volado que outros ^mbora nao eslives-
    >em estes presentes ; e consultada a casa i este
    respeilo, decide onaminente pela aflirmativa. O
    orador tusleola o acto da commissao, e insiste em
    pedir a exonerarlo do empregado,apre;mais
    um docnmenlo, que por consideraces pessoa que
    o forneccu, deltara de unir aos outros, e tratando
    Oais de faelos pralicados pelo cordeadnr, de que
    tem envido fallar, mas que Ihe nao foi ponivel
    alcanrtr provas, pela diflicoldade de oble-las oes-
    tes osos.
    OSr. Barala examina esse documento, e o repu-
    ta com laoto ou menos valor que os primeirot, ar-
    gumentando que boatos vagos nanea ifueram prova.
    Falla em allimo lugar o Sr. Reg e Albuqaer-
    que, e diz qae, com quanto julgue quedos sbuzos,
    indicados no parecer e documentos da commi-.5n.nan
    decorra criminalidade,que,uos termos da lei,abrigue
    t demiss,1o do acensado, sendo que por isso nao
    volava por ella, ludavia enlendia que o seu proce-
    dimento n3o eslava tao escoimadn como elle o sup-
    pe, e era de parecer que a cmara o admoes-
    lasset
    Disentida assim a materia, e nao havendn quem
    mais sobre ella falasse, he posta a votos, e a cma-
    ra resolvea que o cordeadnr tinha-se justificado, vo-
    lando contra os Srs. presidente, Mello e Gameiro.
    Os Srs. Barala, Reg e Franca declarare que nao
    liaban] volado pela demissao requerida pela com-
    missao, pernio acharen) prova para esta pena.
    A requerimento do Sr. Oliveira, resolveo-se qoe
    se olliciasse ao engenheiro coinmuuicando-lhe o re-
    sultado da queslfio e rcrommendaiido-lhe que d'ora
    em dianle se purtassc de manera lal no cnmpri-
    uiento de suas obrigaees, que nao desse mais lo-
    gar a apparecerem faelos semelhanles, nem de maior
    imp rtancia.
    O rendeiro dos acougues, de que se faz mensao
    apresenlou para seu fiador a Manoel Joaqoim Fer-
    reira Esleves, e a cmara arceilou. aulorisando ao
    procurador a receber do mesmo rendeiro a quantia
    del:l70,-SI87, que secompromelleu a puaar, impor-
    tancia das despezas que tez a commissao cin.arre-
    gada do ro.necimcnio de carnes para ahasfecimcnlo
    da cidade, com a couslraccao dos acougues, e a en-
    Irega-la a mesma commissao, que lm de dar con-
    las a Ihesooraria de fazenda. A cmara aeceiloa o
    ollerecimento que Ihc fez o cidadao Antonio Jos de
    Msgalhies Bastos, de 60SO0O pelos milenaes da
    casa que Ihe toi desapiopriada.
    Dcsparbaram-se as pelicOes de Bernardo Roque,
    de Domingos Jo- .Machado, de loto Pedro da Ro-
    cha Pereira, de Joao Jos do Reg, de Jlo Simes
    d'Almeid.i, do Dr. Jo' Joaquim de Moraes Sr-
    meulo, de Joaquim Jos d'Amorim, de Jos Joa-
    quim da Silva Maia, de Jos Antonio de Souza
    Magalbaes, de Paulino dis Sanios Cirvalho e le-
    vantou-se a sesso.
    En Manuel Ferreira Accioli," secretario a sobs-
    "evi, Uar.lo de Capibarihe, presidente, Vianna
    Gameiro, Barala d'Almeida, Oliveira, Franca.
    Balanro ta rece!la e despe/.a da cmara
    municipal doRecife, nomez de ianciio
    do 18.">i.
    Ilcceila.
    Saldo em :il de de/.embro prximo p.is-
    a lo............
    Exercicio deis;,:, a ikili.
    Imposto de eordiajet, 86 a 107. .
    loroselaudemiot, I. ,
    Multas pelos liscacs do Recite, -i a"aT7!
    " Santo Antonio, 21.
    " S. Jos, 18 a 9. .
    " Boa \ isla. II a il.
    " Poco, !l a ~,. .
    Praca da Independencia. I a Jl. .
    Imposto sobre foao artificial jila i>'
    dem sobre ettabclecimeulot freuue-
    zia do Recife, I.......
    dem carros de pattejo, 17i. .
    dem carrocas, !-.......
    dem outros vehculos, Y.\.....
    Mullas de 50 por cenlo, >.....
    Exercicio de 1854 a 1855.
    Mullas pelo |jca| da Irecuezia de San-
    io Antonio, 1:>G a I"i8.....
    dem pelo scal da freguezia da Boa-
    Vista, (i..........
    Imposto de eslabelerimenlos rregnetia
    de S. Jos 1-_>.......
    dem de estabelecimeiilo da fregoetia
    da Boa Vista, 17 ......
    Mnllaa do rrgulameiiln de ^(i do a-os-
    lo de I8.">, III a \h>. 7 .
    Exercicio de 1833 1854.
    Imposto de eslahelerimenlos fregue-
    zia de
    Mulls p
    gosto

    0UB|0 DE PERIUMBIICO QttiNT-. FilM M HE JUH-j a (SS6
    S. Jos ,154......
    feto remilamenlo do >li de -
    le ls:., lisil......
    Exareiciode 1852 a 1853.
    Imposto de esiaheleciinenlos Ireguezii
    Mullas i alo renulaincnln de Lli de a-
    gosto de I85, 803......;
    Exercicio de 1851 a 185
    imposto il eetanelerimenloi fregu-
    mi do S. Jos. 1(111. ",
    Mullas p||o reculameiiin de 2i'< dea-
    gesta le I8j, 517. .
    19000
    8-HKK)
    i-lllll
    85000
    13000
    88000
    9:3059381
    ..-il
    I:3i9659
    963001
    \:l\\\~l^
    3681JO
    1799280
    389-9170
    1:1219821
    1:4259860
    .....o o
    mvi ic janciro prximo passadu, 0069479
    Despez.
    rom o expeilicnlc, li." ...
    l-ollia di ordenado relativa ao mci
    ira prximo pateado, 7 a
    eicoes, t -e 9, ,
    riininaes, I a 10. .
    a as priscs, 7. .' ,
    c calcamenlo das
    deten
    Jury e <:
    Cu-las
    Laxes pa
    1 Limpeza
    19.
    Negnos] forenses, I,
    Evenlnales, i a ii.
    Matadouro publico, 19 a 56.
    Supprin enlo ao eemilern em
    ras, -_'S
    todo
    31 ue Janeiro de 1836.
    7^759676
    1:4299711
    !l::lirv|s:
    municipal do Recife, 13 de levercirode
    unidor, Jorge I'iVfor Ferreira Lopes.
    JURY DO RECIFE.
    II de judie.
    ia do sr. Dr. Alejandre Bernardina dos
    liis e Silva.
    or publico, o Sr. Dr. Antonio l.uiz Caval-
    Saldo cu
    Camal 1
    1856.
    (I proej
    'residen
    Proino
    canli de Albuquerque.
    Escriv, o, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
    ves l.li-in nil-.
    Advogudo, Sr. Joaquim da Cosa Barradas J-
    nior, esli .lautedo quinlo auno da Faculdade de Di-
    reilo des a cidade.
    Fcita s chamada s lll horas da mauhaa, acharam-
    sc presen es :l!l senhores jurados.
    Foram dispensados da sesso os seguintes se-
    nhores :
    Por ter sido emarregado pelo Exm. Sr. presiden-
    te da1 provincia para ir em commissao para a villa da
    tscada, d Sr. Dr. Rosendo Aprigio Pereira Gui-
    maraes.
    Por ler upresenlado alleslado de molestia, o Sr.
    Antonio guaci da Silva.
    Foram nullados em mais 209 rs. os senhores ju-
    rados ja r mllados nos anteriores dias de sesso
    Aberla a setsao pelo loque de campainha, foi con-
    dazidoa arra do tribunal do jury, para serjulga-
    do, o reo jreso Joao Anlooio Correia, aecusado por
    crime de lomicidio, perpetrado na 'pessoa de Joilo
    Baplista < os Sanios, lendo o mesmo leo por seu de-
    fensor e c iraiter ao Sr. esludsnte cima referido.
    Foram torteados para cumpor o conselho do jurv
    de senien ;a, os sesuioles senhores:
    Francisco lanacio Ferreira Dias.
    Dr. Antoi io Jos da Costa Hibeiro.
    Joao lien iqoes da Silva.
    Manoel Gimes Viegas.
    Joao Frai cisco Regs Ouinlella.
    Joaquim '"elix Machado.
    Bernardo la Cunha l'eixeira.
    Dr. Anlot io Jos Alves Ferreira.
    Antonio ( onralves Pereira Lima.
    Ludgero'l'eixeira Lopes,
    l'homaz Antonio Maciel Monleiro.
    Janoaro 1 :onstaucio Monleiro de Andrade.
    11-ipi o-presta ram ojurameulo em voz alia so-
    bre o llvr 1 dosSanlos Evangelhos, e lomaramassen-
    o nos seu i respectivos lugares,-separados do pu-
    blico.
    Depois le preslado dilo juramento, foi o reo in-
    terrogado, e em seu interrogatorio disse, que mo sa-
    bia quem ora o autor da morle de Joo Baplisla dos
    S.iulos, e 1 em se Icmbrava do dia que Jale Baplisla
    rnorrera.
    Disse qi e na manl.aa do dia 7 de julho do anuo
    passado 11 era uma altercado com o dito Joao Bap-
    lisla ; nm que, acabada ella, se retirara, sendo que
    ua prisAo laviam cinco presos desafeiceados a liap-
    lisla ; diss: lambem, por ter sido per'gantado, que
    Baplisla fij -a ftridn de manlifia, as horas do almoco,
    e morrera ao mein-dia, e que ouvira dizer ter sido
    assassintdi pelos presos seus inimigus.
    Fez-te 1 leitura de lodo o processo, e depois della,
    o Sr. Dr. juiz de direilo deu a palavra ao Sr. pro-
    motor pub ico para tazer i arcusacao, e esto a fez,
    dizendo te r sido o reo o autor da niorte de Joao Bap-
    lisla ; diss i estar o mesmo reo incurso lias penas do
    artigo 103 do cdigo criminal, c pedio a condemna-
    qSo do me rao no grao mximo, por se darem as cir-
    cumslanci a aggravanlcs dos t, 6 e 15do artigo 16
    do inencio lado cdigo, isto be. por ler sido o deln-
    queme im leliido por um motivo frivolo do 6 ; ha-
    ver do del nquenfe superioridade em armas*, de ma-
    ueira que lolTendido nio podesse defender-se com
    probabilid ide de repellir a ollensa, e do J 15 por ler
    sido o crime commeltido desorprezu. Dse que a
    circumstai cia de superioridade cm armas se deu, pois
    que o reo ,'siava com ama faca, e o offendido sem
    tripa alguna, e ler commettirio o crime por uma
    pequea altercado, e de sorpreza, quando o offen-
    dido nao tsperava.
    Finda al iccoiacao, o Sr. Dr. juiz de direilo dea a
    palavra aeSr. advogado para fazer a defeza do roo,
    e eslc dduziudo disse, que o reo nao era crimi-
    noso, e ai ida quaodo fesse, exista a seu favor a cir-
    cumslanc a dos ^ 9 e 10 do artigo 188 do cdigo
    criminal, isto he, por ler o delnqueme commeltido
    o crime n estado de embriaguez, e ser meuor de 21
    annos, e 1 oncluio pedindo a absolvilo du roo.
    Findos os debates, depois de replica e Ireplica, o
    Sr. Dr. ji iz dedireito pergootou ao jury de senlen-
    ca se esta a saflicientcmente esclarecidojjara julgar
    a causa, 1 como se decidiste pela allirmatu a, o mes-
    mo Sr. ja zde direto, depois de resumir a materia
    da accosa ;,)o e da defeza, propoz ao jury as questdes,
    e as leu em voz alta, e sendo estas entregues ao mes-
    mo jury,
    ferencis
    ,'i com s
    "o este condozido 4 sala secreta das ce-
    s 2 ', horas da larde, donde-voltou s 3
    as respostas, que fortm lidas em vot alia
    pelo pres dente do jury desenteoca, em villa de cu-
    ja deci-ai
    tribunal (o jury, poblicou toa taatesea, coudem-
    o a tete auootde priso, grao mnimo do
    do cdigo criminal, de combinacao com o
    do mesmo cdigo, e uas cosita. "
    naodo o
    rligo 193j
    artigo 49
    tomar po
    Secretari
    nesla rep
    oceurren
    Foram
    to deste I
    Pela sil
    Joaquim
    o Sr. Dr. juiz de direilo, presidente do
    O Sr. 1 romolor publico, pedindo a palavra, disse
    que tppe lava da acnleoca para o superior tribunal
    da relacab, e o Sr. joiz de direilo deferindo, mandou
    lermo di ia appallafao, e levantoa a tessao,
    adiando- para odia segninle is fO horas da manbaa.
    ni 3PABTICAO DA POLICA
    da polica de Pernamboco 16 de jiillio
    de 1856.
    Illm. i Exm.SrLevo ao conlierimeiiln de V.
    Exc.,que das dilTerenlet participacoes hoje recebidas
    irlicao, consta que se deram as seguintes
    as:
    presos : pela delegacia do segando distrc-
    'rino, Manoel Gomes Barbosa, por lenta-
    Uva de norte na pessoa de Manoel Augusto.
    Iidelegacia da freguezia do Recife, Ismael
    Ferreira, por desobediencia.
    Pelasulxlefegaciada freguezia deS. Jos, Domin-
    gos Figo iredo da Cruz, eJose Lino Ferrtira, por
    desordeii os.
    Pela si bdclegacia da freguezia dos Afogados, An-
    lonio Joie do Carmo, por furto de cavallos.
    Pela s bdclegacia da freguezia da Vareen, Jos
    Fehciam Barbosa, para recrula, e Severno Gomes
    da Silva por furto de cavallos.
    E pe! delegacia do termo de Garanhoni Joao Das
    Camello Manoel lloherlo de Oliveira, Manoel Ig-
    nacio de Moora. para recrulas, Francisco Teixeira,
    e Franci co Alves da Silva, por serem desertores dn
    exereilo, l.uiz Joto de Souza, pronunciado em cri-
    ne de r.i ibo, Francisco Jos da Silva Prequele e
    l-.pipban o Lupes de Audr.nfe.pur briga, Manoel .lo-
    so Meiul -s Ha-tos. para cumpnr sen enea. Joaquim
    de Lima,por espancamento, Joaquim Fran-
    Souza, por Turto de cavallos, Antonio Go-
    mdrade, por crime de estupro, Joao Fran-
    lello Caringa, pronunciado em crime de
    provincia das Alagoas. Marlinho Jos da
    ancisco l.eite da Silva, e Joaquim Pinto
    odos por enme de morle, e Manoel Joa-
    Nascimento. por insultos,
    uarde .1 V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
    Seruio l'eixeira de Macedo, presidente da
    .O chefe depoliciainterino, Dr. f'oWcar-
    ie /.cao.
    7:28lJ8
    150-I10
    19790
    1513000
    59O0O
    7SJIKMI
    r. -.-'nm
    Kl-'.IKI
    1:2399675
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    12-sOOO
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    4^)011
    129000
    Ferreira
    ri mes de A
    cisco de
    mnrle n
    Silva, F
    Villela,
    qu 111) d
    Dos i
    selheiro
    provinci *
    po Lope
    i
    V- i.
    S. Evb. o Sr. presidente da provincia visilou hon-
    leiu ine: pcradameiile o edificio do laiarelo eas obras
    do mol trmenlo do porto a cargo do Si. inspector
    e inari iba, e arhou-as na melbor ordetn e reuna-
    ridade ; oulro lano eiiconlrou na casa de deleucao,
    arsenal fe cnerra. dito de marinha, e Ibetoorari
    eral, q te foram visitadas na semana antecedente.
    Honl m recebemos carias de Mimiinguapa, nu
    provine ida Parahiba ; Naxarelta e Victoria deala,
    as quan sao salislaclorias
    S
    o. .") do
    cado en
    hiiinem
    manda
    tal no d
    deoom
    procure
    le com
    vindo-<
    .-nenie
    amiBos
    la rom
    echo [1
    ju-lica
    li.l-ll.1n,
    minh.i
    rc-po-i
    Hoje

    fytmnmbwo.
    lottcjponotncia
    en/c re
    redactores. No Beho l'e<-nambucann
    correte auno, foi publicado nm cominuni-
    que era ou aprrsenladn 00 poltico romo um
    coberle de enmes, e prim-ipalinejile como
    1 e de mis ferimentos qui- snllreu Seba-liai re
    a (i de Janeiro deste mesmo auno no lusar
    ado Porto da Madeir.i em Beberibe :
    esse peridico e elleclvameiile deparei nel-
    1 mencionado commumeado, cujo autor, ser-
    do annimo, nao se peijou de faltar tnrpe-
    verdade. (Juiz responder, mas diversos
    me observaran! que nao devia entrar emlu-
    m inimiso occolto, cujss palavra- nenliuin
    deriain merecer na opiniao publica ; qu a
    ornara couheciineulo dos ferimeulos de Se-
    e eu deveria fictr tranquillo no repouso da
    -oiisrieuria. Aceitei o cnnselho, e nSo dei
    por. ir,, a-, enanas mudam de ngara, e en ma
    considero obriuado a Irazer ao publico 11 conhec-
    meulo desse facto. visto como na Pagino Acuita do
    presidente la proviucia contra o actual delegado do
    ermo doOiirnurv, o Sr. teneute-corouel Alvaro
    Diario de l'ernambuco, se nolielava a miaba pritUo Erueslo de Carvalno Granja, amignada polo Sr. Joa-
    e que lora eu poslo a disposicao dn delegado de Oliu- quim da Cotia Agr.
    da. lie verda.le que sollri essa pritflo no da l!l do p. I Conheeedor do carcter do digno delenado .lo Ou-
    passado inez dejuuho.e que nesse mesmo dia fui pos-1 reurv, e do espirito que o domina, pedimos venia
    fe udisposicao do delegado de Olinda; mas lambem I ao aulhoi le urna semelhanle represenlarau pura
    hacerlo qae no da 22 fui posto em liberdade, porque I da vidar Idos faelos que nella se attribuem 'aquelle.
    meoniieceu qoe nenhnin motivo exista que auto- Niogaen) ha qae ignore que intriga. uestes centros, ou antes em quasi lodos os bisares
    fura desta capital, lillia- quasi todas de rivalidades
    de familias, mais ou menos pronunciadas, (ornau-
    do-se quasi sempre o alvo dos detabafos aquelle que
    lem a infclicidade de servir ao paiz, oceupando car-
    gos bem petados ediOlceil do ilesempenharem-se,
    sein oulrn inleresse alm do servico que presta, e
    que ven) todo em prnveiln nicamente do mesmo
    paiz, sendo militas vezes instado ate para acceitar
    lili cargos, porque nelle deposita o governo con-
    liaura. Noslo caso esla' sein duvida o Sr. lente-
    risae seniellianle prisilo.
    Agora, porque raxio fui eu preso .' Eis o que pasto
    a explicar.
    No din ti de Janeiro do correntn anuo fui honrada
    em mmha c,,-a em Beberibo pelos Illmi. Srs. Dr.
    Ahibo .loso lavares da Silva. Dr. Joso l.ourenro
    Meira de Vasconcellos, major Salvador Henriqne do
    Albuquerque, e lenenleJose Eustaquio Maciel Mon-
    leiro ; o ultimo dignoo-se de almocnr eomlgo, depois
    do que relironse ; aos que Dearam reuni..o () Illm
    Sr. Anlnnio da Costa Reg Monle.ro demorando-te ...
    aie ni ora- u urde. Janlaram os mais comigot I coronel Alvaro Ernesto de Carvalho Granja,
    queiui igualmente honrado roma vixila de asai Desdel ja sseveramos, ante s. ExcoSr. presi-
    doM amigos, os Sis. Manoel Pereira Brandao e Jos. j denle da provincia e o publico, que o caraeler c o
    i.eraiuo de Luna, que passara.n o din inleiro. Esta espiritoso aecusado nissa repre-enlncao repuguatn
    Ir"'li"-*"' m.-?*' "?? >,e'"1" l'rplrieaila(la- "0 i rl"n M If^l'is, que conslilucm a aecsaean ; c por
    rque quasi1 todos | isto agoardsndo os devidos esclarcciincnos e necet-
    sarias informates, Ibes pedimos que sii-penjam o
    sen juizo a respailo ate que ludo teja davidameole
    apreciado de modo a poder-so julgar.
    ltenla a distancia em que not achimot do Ouri-
    corv nao sera' possvel satisfazer ao que nos com-
    promellemos, com muila hrevida.le : asseguramos
    porm que u.io perderemos lempo para que o mais
    breve possvel sugeilemos ao juizo da presidencia
    do publico aa prcria;ao ;dcvnla da accosajao, a
    era todava nenhurna novidade,
    os domingos sou vizilado por nmigos'qaa'ae dignain
    de jantar coinigo, como poderao alletlar os meusvi-
    zinhos.
    Pelas quatro horas e meia da lardo, e qoando nos
    aebavainos jantando. toobemof que na distancia de
    mil passos de minha casa, ponen mais ou menos, se
    liavia dado um conllicto cutre dous homens, do qual
    havia resultado o lerunenlo de um delles. Seme-
    nhante noticia sorprendeu-nos de algunia forma,
    minio principalmente porque algi|.m mo procurava
    imputar, mas a certeza de que em lempo se lluvia
    evitado consequencia mais lnle de semelhanle con-
    niclo. porque o Illm. Sr. Felitbino de Carvalho Ra-
    poso havia concurrido para que o olfensor deixnsse o
    offendido, sendo este entregue logo aos cuidados do
    inspeclor de quarteirao, o Sr. Manoel Pinto, vcril-
    eaado-aa que o ferimenln nao havia sido grave, e
    ennhecida a causa do conflicto, tranqnillisou-nos. c,
    sem que reatemos inteirompidos por nenhuma oulra
    rirciimslancia mais, concluimos o jantar, retirndo-
    se os meus Ilustres hospedes pelas 5 horas e meia da
    mesma larde.
    No dia seguinte.eslando eu com o Illm.Sr. Felisbi-
    no de Carvalho Raposo.me referioesle lodo o occor-
    rido sobre o mesmo mullido.e foi ento que eu sou-
    be que Sebastiao de lal, encunlrando-se com Marli-
    nho, o agredir armado de um rmpalo, provocan-
    do-o por lal modo que sobre elle te lancen) Marli-
    nho com uma faca, e o ferira. pondo-sclgo em fu-
    ga ; e accrescentnn o mesmo Sr. Felisbitio, que lu-
    do isto presenciara.
    Ko linha eu razio para temer consa algoma, e,
    tranquillo em minha consciencia, aunui ao couselho
    dos meus amigos e deixei de dar resposla 11 esse cor-
    respondente do Beho, que. tan acodada e descome-
    didamente se atirava a minha reputarlo, como um
    homem que e aproveitara do ensejo para tirar de
    mim alguma premeditada vinganca. As autorida-
    des policiaes de Olnda, informadas do aconlecimen-
    10, trataran! de organisar o processo, mas deixaram-
    me livre no meu socego ; ninguem melhor do que
    ellas deve saber que nao sou capaz de commelter
    fueros daquella ordem, e que pelo contrario busco
    sempre pautar o mev comportamenlo pela lei.
    Sao ja passados seis mezet, e nao obstante vr eu
    mulas vezes ao Recife, nunca soffri o menor inconi-
    modo ; mas no dia 19 do prximo passado mez de
    junho, achando-mc na encruzilhadii do Rosario, na
    porla de um deposito de p3es, apptrecea Candido
    de lal, irmao do referido Sebastian, e dirigio-me
    diversos insultos em dresenca do Sr. Flavio Ferreira
    Calilo, que comigo ah seachava e de unir- diversas
    pessoas, lendo o arrojo de dizer que eu Ihe havia
    mandado matar o irmao !
    Diriai-me entao ao Sr. subdelegado, Dr. Dourado,
    afim de me qoeixar desse procedimenlo, mas acom-
    panhando-me ah o mesmo Candido, repeli as mes-
    mas injurias e a calumnia de que havia eu sido o
    mandante de uma tentativa de morle contra seo ir-
    mao. O Sr. Dr. subdelegodo declarou nao poder
    decidir esse negocio por s, e levou-me presenta
    do Sr. Dr. chefe de pulira, qae i vista do occorrido,
    ordenou que eu fosse preso c poslo ordem do Sr.
    Dr. delegado de Olinda, para onde part immedia-
    tamente sob a guarda do Sr. inspector Torres.
    Logo que cheguei Olinda, informado o Sr. Dr.
    delegado do que dera motivo minha prsSo, mao-
    dou-me soltar.
    Da exposeao que acabo de fazer, pode ver o pu-
    blico que nao commelli crime ou acto algom que
    que desse lugar 011 motivo a semelhanle prsao, e
    que aquella declararan da Pagina Aculsa em nada
    pode fazer com que eu desmerece na opiniSo e esti-
    ma das pessoas que me .honram com sua amzade.
    !',. 1. .. 1 1 ._____ .
    que nos
    Com
    referimos.
    a insercao deslas linhas minio obrigarao,
    Srs. redactores, o seo constante leilor.
    Recife, 16 de julho 18-56.
    /;.
    14$ttMkacKiJ aptbfov.
    UM Vino iif GRATIDO.
    Os abaixos astignados, nao podendo ser indillercn-
    les aos e-niiiei.ii- servicos prcslados aos malagran-
    denses, pelo muito digno Sr. promotor publico desta
    comarca, o Dr. Jo3o Franciscu Paes Bar-elo, duran-
    te a ralamilnsa quadra, vem poi meio da imprenta
    tributar u esse digno Pernambucano um voto de
    agradeeimenlo. jaque oulro qualquer encomio n.ao
    poden tnliular-llie.
    Esse dliiii em pregada achoo-se na villa de Pilo
    de Assucar na i-poca em que fui ella invadida pela
    epidemia reinante com lodo furor ja sabido, e all
    preslou lodosos servicosqueesliveram a seu alcance,
    a' que sendo lambem accummeltido do mal, cahio
    no ledo cholenco ; a Providencia velou sobre seus
    dias que 0 reslabeleceu, e logo que o seu estado de
    saude pcinnllio, dirigio-se para esla villa ipor estar
    o mal extlncto naquella ) donde era membr da enm-
    miss.lo de soccorros pblicos, e aqui chegendo na
    poca mais alllicliva, tornou-se um gigante contra
    osassaltosdo Oagelanle hospede, porque, qualoaujo
    bemfazejo, he euconlrado esse humano e caridoso
    cidadao, ja cm casa do rico consolandn-o para com
    resignarlo soffrer os decretos supremos, ja em casa
    do pobre e desvalido aonde levava os sorcorros, e
    admioislrando-os com suas proprias maos serva-
    nles de eiifiTineirn, salvando assim das garras da
    morle aqunlle que deixaria orphaos desvalidos, fa-
    zendo decrescer o namero das viuvas e orpliandade,
    ja inslaii.ln com os inspectores de quarteirao para
    fazer procurar remedios para quem quer que fosse
    atleetado do mal, ja iuslando com os faz^iideims para
    mandarem vender carne 110 a;ougue afim de que a
    fome nio desse guarida a' peste, e ja instando com o
    povo em geral para que fossem logo sepulta los os
    cadveres anles de cairem em putrefacto, alem d'ou-
    tros mudos beDelicios de que cuidara.
    Assim pois. lodu e qualquer elogio que dar po-
    dessem a e-se illustiado Pernambucano clieio de vir-
    tudes, ahnegacAo e cridarte seria fraco ; fique 00-
    rem seu noble e virtudes regislrados nos coracoes
    dos alagoanos e com especialidade dos habilantes da
    comarca ra Malla Gran le, que iiiccssanlemeole pe-
    dirn) ao Creador Supremo conserve a preciosa sau-
    de de tao eximio varSo, assim como conceda uma
    longa vida a quem della tanto se sabe utilitar em
    beneficio do seu* mnaos brasileiros. Malta Grande
    20 de marco de 1856.
    Manoel Caelano de Aginar Brandao, Flix More-
    no Brandao, Agoslinho Jos de Nevlle Brandao, Joi
    Vieira Jnior, Joaquim da Nalivdade Braodo, Boa-
    ventura Jos Vieira, Adelo de Jetos Maria Bran-
    dao, Mathias Jos .le Saut'Anna Brandao. Francis-
    co Uonriqucs brandao, Antonio Manoel de Caslilho
    Brandao, Jos Antonio Ribeiro. Pedro Correa Dan-
    las. Francisco Amonio de Oliveira Veralus, Gustavo
    Adolpho de Agniar Oliveira, Antonio Manoel de Je-
    r.ntrctanto. para que se nao diga que eu conloo sus lfrand.10. Claildino Das de Campos e Manoe1
    fado a men sabor, olloreco ao publico os documentos Antonio dos Alijos,
    abaixo, que a--.
    explicam o aconlccimenlo e deter-
    minan) a minha innocencia.
    Beberibe 8 de julho de 1856.
    Jaeintho Affonso Hotellio.
    Illm. Sr. Dr. Abilio Jos lavares da Silva. Ro-
    go a V. S. o obsequio de responder-roa ao p desla
    se no dia (1 do Janeiro do coirenlc anuo fe?-mt V.
    S. a boina de jantar comigo em nossa casa de Bebe-
    ribe ; se quando eslavamos a' juntar sobreveio a oc-
    cureucia de uns ferimentos na estrada, feitos por
    Marlinho de tal em Sebastiao de tal, e se a V. S.
    conslou que cu livesse parte em scmelhante nenia-
    dlo, dignando-se de einitlir o seu juizo acerca de meu
    comportamenlo civil e moral. Com a resposla de V.
    S. e permissao para della usar como me convier,
    muito agradecido icara' o de V. S. atiento venera-
    dor a creado.Jaeintho Anonas Bolelho.
    Beberibe 7 de julho de 1856.
    Illm.Sr. Jaeintho AOonso Bolelho. --He verdade
    qoe no dia 6 de Janeiro do correle anuo, pelas qua-
    tro horas e meia da larde, achsiido-ine eu, o Sr.
    Dr. Jos l.ourenro Meira de Vasconcellos, proessor
    Salvador llenrique de Albuquerque e nutras pessoas
    a' mesa do jantar, em sua casa, no sitio da Sapoeaia
    em Beberibe, onde ludamos ido passar o dia. ahi
    pparecera om Sr. Melquades, que viudo da povoa-
    ejo ihsse-nos ler-se dado na estrada um ronllicto,
    de que resultara o ferimenln de om homem. qoe se
    achava embriagado, por imprudencias e provoca-
    rles desle, iirereseentaii'lo que a mai do oflendido
    diza oesta occasio ler sido V. S. o mandante de
    tal crime.
    As circumstancias do faci, do modo porque nos
    era referido, como filho das imprudencias de um
    ebrio, no nos fez recejar cousa afeuma por V. S.,
    que mo obstante logo nes'.a occasio appellou para o
    nosso teslemunha, visto acharmo-nos em sua com-
    panha, desde pela mauhaa, dizendo mais que ludo
    islo era de proposito tramado por seus gratuitos ini-
    migos, mas qae cinfirn ficava tranquillo em sua
    consciencia.
    Ao escurecer rrtiramo-nos para Olinda, e passan
    do pelo Porto da Madfea, ouvimos em um grnpo
    de pessoas, que ahi se achavsm reunidas conlar-se o
    facto do modo, pouco mais ou menos, porque nos
    referir o mencionado Melquaides. Sobre a conduc-
    ta civil e moral de V. S., sei, por conhece-lo e ha
    muito, qae he cidadilo pacifico, laborioso, honesto,
    e incapaz de pratfear fados de semelhanle initure/.a.
    Pode fazer desta minha resposla o u-o, que Ihe ap-
    prouver.
    De V. S., atiento venerador c creado. Abilio
    Jos Tvaret da Silva.
    Recife 15 de julho de 1856.
    Illm." Sr. Antonio da Costa llego Monleiro.
    Rogo V. S. o obsequio de respooder-mc ao p
    desta, se, no dia 0 de Janeiro du corrale anuo lz-
    me \. S. a honra de estar comido em nuasa casa de
    Beberibe al as 3 horas da larde; se depost disto c
    nesla mesma tarde, deu-se a oceurrencia de mis fe-
    rimentos na estrada, feitos por M.irlinho de Tal, em
    Sebastiao de tal, e se a V. S. con-iou que eu lives-
    se parle, cm semelhanle altenlado, dignando-se de
    emillir o seu joizo acerca do meu comportamenlo
    civil e moral.
    . Com a resposla de V. S. e permissao para della
    usar como me convier muito agradecido licara o de
    V. S. atiento venerador e criado.
    Jaeintho Allonso l'.olelho.
    Beberibe 7 de julho de Irjli.
    Illm.- Sr. Em conformidade com o que de mim
    exige em soa caria supra, sou contente em afirmar,
    que exactamente estive em sua casa no dia li de Ja-
    neiro do crrenle iifio desde as 11 horas do dia ate-
    as 3 da larde, em que me retirt-i para o meu sitio,
    qoe tica em frente do seu, adiando* em sua casa os
    lllin-, Srs. lli-. Abilio, e Meira, e major Salvador,
    e tambem os Srs. Brandan, e lente Lima, conser-
    vaudo-uos todos em continuada conversacao.
    Affinnu tambem, que leudo saliidu do meu sitio
    pelas quatro e meia ai'5 huras da larde para o sitiu
    do nosso visinho o Sr. capitn Paula Martina, e es-
    tando con) elle ouvimos yates de urna velba preta,
    que bradava por soecorro, di/endo ler sido mono
    seu filhu Sebastiao por Marlinho, e sal.indo eu e
    aquelle capilao para a estrada, tumos informados do
    occorrido, e especialmenle pelo Sr. Felisbino de
    Carvalho Raposo, casado com iniuha cnteada D
    Constancia, que vindo com ella pan minha casa, vi-
    ra a ambos, e. ouvira palavras deallcrcacao c dispu-
    ta enlre riles, miando o Seliasli.lo rom um compas-
    so, com que arcommettera ao Marlinlin, que o re-
    pellio, e ferira no braca com uin instilmenlo curto,
    que llie parecer faca, nao protegofndo, e rearndo-
    se pro'nptameute i sua admue-laeao, indo o Sebas-
    liao para a casa do inspector a Indar-se, levado pur
    algumas pessoas, que apparcccraui nesse conflicto,
    mo apparcroudu mus nenbuin disturbio oa atsua-
    da, dizendo-nos o Sr. Felisbino ler percebido da
    disputa, que o SebaslUo havia procurado aoferior-
    inenlc .10 Marlinho em -ua casa, oque se conlor-
    mava com o que me havia dilo rafes aquello Mar-
    linho, do que era provocado pelo Sebastiao, com
    quem quena evitar contado, e para isso me pedir
    um lerreno, ou sitio, que feuho no titear denomina-
    doAgnaxinha para nelle murar.
    Eis em turoma o oeeorrnio. lando siunonlp a ic-
    ,/)' Tempo de Macei.
    ICACIIOEIRA.
    leve lucar no domingo S, do crrente na mal
    desta cidade, uma mi-sa solemne que suas cxpciu
    sas mandou c-lebrar o Sr. Dr. Joaquim Antonio de
    Oliveira Bolelho em acco de gracas ao Todo Pode-
    roso, por se ter extinguido desta cidade e seu termo
    essa devastadora epidemia que tanto nos perseguio.
    Foi na verdade um acto esse bem concomito, nao
    so de mulas pessoas gradas de diversos limares do
    termo, como de um inmenso povo qae agglomcra-
    do se achava no templo. A commissao, pois, ap-
    proveilaodo o ensejn, depositara em uma banca al-
    coxoada, por sobre uma salva de prata a medalha
    que se Unha de offerecer-llie (segando a nos-a noti-
    cia de redacoao publica 1a cm nosso n. 93 : finda que
    fosse a missa. um dos menibros da commissao o Sr.
    'Felicissimo Moreira Merlins, que se adiando jun-
    to a seus dous collegas os senhores Joso Alves dos
    Sanios Souza e Geminiano Ferraz Moreira, passou
    a recitar um eloquente discurso em nome de todos
    os Cachneiranns, o qual loi da mesma forma cor-
    re-p jiidi lo pelo Sr. Dr. Bofelho, por um oulro em
    agradecimento. Finalmente concluida essa ceremo-
    nia, receheu o Sr. Dr. Bolelho a medalha, a qual
    passou a mostrar aos expeetadores, que lodos ale-
    gres c contentes admiravam o gusto c perfeii-ao da
    nhra, no queliiialsoo-se recebeudo o Sr. Dr. Bole-
    lho innmeros abracos de seus amigos e de muilas
    pessoas que Ihe tributando homenagem e respeilo
    all allluiram.
    Abaixo enconlrarao os leitores ns dous discursos
    proferidos por essa occasio.
    Ei-los.
    Illm. Sr. Dr. J. A. de Oliveira liolelhu. Agora
    que a heroica cidade da Cicboeira renasce, depois
    de ter sido o Iheatro de atenta horriveis de lucio,
    trazidas pelo llagello mais devastador o chufara
    morbus, boje que a vida e a populado dizimada
    pela morte, que com igual despeito pi-ou os palacios
    e as cabanas, serian) os Cachoeiranos sem corado,
    mereceran) o labo de ingratos, se reconhecidos'nao
    alcasse;)) sua voz, para proclamar-vos aulor, depois
    da Providencia,! du beneficio que presentemente go-
    /.sm e mo vos dessem uma prova doradoura de sua
    eterna gralidan.
    Como orgSos, pois, dos senlimenlosdos Cachoeira-
    nos, temos a honra de offerecer-vos da parte delles
    esla medalha de dislinccilo. serial evidente de seu
    inexlinguivei reconhecimenlo.
    Acciai a ollera, porm, como urna evpress.lo de
    seo agradeciinento. e jamis como paga de vossos
    immensos e valiosas aervieos, para os quaes nao ha
    ca na Ierra recompensas humanas, alem da demons-
    tradlo franca e incera que agora vos da' e.fe povo,
    que nao ce-sar de vos a lorar.
    lie pois scrii duvida a' vos, mu digno e illaslre
    medico, qu,. a infeliz cidade du Cachoeira deve sut
    reacnerar.to; he a vos, medico perito e corajoso,
    ivpo de cndale rhrislaa que os Cachoeiranos to
    devedores de vercm trocidas tao de promplo as sce-
    nas de murte pelj prazor da vida.
    Ouanla rnrasem, quanla humanidade sempre ma-
    nifcstasles no meio da destrulcao da morle, vos, dis-
    linclo medico, e-peranra do paiz.'!....
    Ooanta abneaacaode rosta preciosa vida constan -
    lemenlo moslrasles, joven caridoso, ao p do kilo do
    individuo men Comprcbendesles de sobra os sublimes precedes
    do vasta honrosa divina profissao; e impvido
    dianle das calamidades, sempre hroe, lornaste-vos
    credor das minores recompensas, tanto mais quando
    iipnhiim inleresM pecuniario, e sim vosso cor*rao
    chnsiiio foi nico e principal motor qae vos guiou,
    inspirado por Dos, a' soccorrer esta malfadada tr-
    ra, preza cnlaudos mainres infortunios.
    Os llacboeiranoseaperam toda indulgencia de vos-
    so nobre c generoso c.iracao por tao pequea prova
    de sua gralid >: e aqu neste templo sagrado, onde
    reunidos se acham, rendendo gracas aoTodo Pode-
    roso, imploram para vos dilatados annos de vida pa-
    ra alivio .11 humanidade, gloria do paiz e honra de
    vossa ciaste medica.
    Cachoeira e ijreja matriz 25 de maio de 1856.
    Felicissimo Moreira Martina. Manoel Jos Alves
    dos Sanios Souza. (,minian,, Ierra/. Moreira.
    Reposta do Illm. Sr. Dr. .1. ,/. OUteira lioiell.a. I
    lllms.edtgnitsimosSrs. representantes do lieruico 1
    povo eachoeirano. Acabo de receber de vos, se- I
    nli ir,-, a mais valiosa, a mais nabre e a mais disline-
    la de todas as olleras, p.la medalha de di.linceo,'
    que symbolita para comigo a gralidao do Cacboei- i
    rano.'....
    Acceito-a, senhores, e promello preza-la mais do
    que u errante xiajir a cristalina "otta nos dcserlos, i
    mais que o nauta o seu phanal, o naufrago a lubna I
    le salvara, e talvez quasi tanto como Jess Christo !
    prezou a sua iicj*.
    lie verdade. enhores. que alguna, sacrificios Rz pe-'
    los Cachoeiranos, barateando pela delta muilas ve-1
    xa a minha existencia... m. ,e a' immuuida le do I
    medico n.lo ettlvMtem ligados deveres ios quaes re-
    sull.m est,- sacrificio- pranle o tribunal de sua
    consciencia a o Iribnn I divin 1, a medicina -r;a a ;
    mais poder,-, manivi-ila dos despolas e dos perversos !
    de sPr ,, .dencia divina, \-siin. pois
    re ede olhando para a2 ou como o avareiilo que se consom a' fome cercado
    de riquezas:...
    Aceito, senhores, e-ta medalha. que sera' sempre
    o melhor Ibesouro de m.....1 alma, o talismn que
    presidir todos ,,- meas actos futuros.... Se eu al-
    gum dia pur feitos valiosos poder clevar-me acuna
    do commum dos nomens, se anda chegar a alliugir
    u cumulo das leliei.la tes na trra... ludo deverei
    principalmente a vos... a est. medalha, que recorda
    um povo hroe, que anda hnnlem as bordas da se-
    pultura, unisono se levanta hoja para coroar aquello,
    que superan lo obstculos e arrollando alguna peri-
    cos, soube por elle pugnar.
    Vos, enhores da commissao, que tambem muito
    haveis prestado nesla boriivel crise aos vossos con
    lerraneot, (**) podis atseverar-lhet, que -eporoi-
    le- teiih-i muitas vaxes exposto minha vida, d'ora a
    vanle satisfeilo a Irnearei pela de cada um ; e que
    peraiite osle alldr sagrado protesto e juro-thes eier-
    110 reconlierimento e amisade. e oflerer;o-me para
    seus prazeres e seus inoitutiios igualineulc paili-
    Ihar !
    Contal comigo!...
    Jornal da Cachoeira da Itahia.'
    S pipas e2"i barns vinho. 10 ditos azeile. MI ditos
    tnucinho, 10 barricas alpina ; a Joao da Silva Re-
    gada*.
    1 gaiola passtros, 1 vaso llores ; a ordem
    \> barricas ocre, I eaiaa capsulas t cup.diih, -
    fardus plantas medicin.ies ; a Antonio Lu/ de Oli-
    ven a Azavcdo.
    UONSULARQ GERAL.
    Rendimenlo do da I a 13 .
    dem do dia lli......
    1|W,-;,.
    iMyftci
    ldi-r'-;;,
    IVEItSA PROVINCIA.-.
    Rendimenlo do da-1 a 15 .
    dem do dia lli........
    &9W! r .i*.
    .IACA DO RECIFE 16 DE JULHO AS3
    HORAS DA TARDE.
    Cotaci.es stliciaet.
    Cambio sobre Londres87 l|i a 60 d|v.
    frederico /luMlliard, presidente.
    .". Borne.', secretario.
    Rendimenlo dn dia 1 ajl.>
    Idem do dia 16.
    CAMBIOS.
    Sobre Londres,-i, d. por I?,
    ir Paria, 360 rs. por f.
    a Lisboa. 100 por IIHI.
    ic Rio de Janeiro, l|-J a I por 0l(t a 15 e :t(> dias.
    AccSes do Banco, 33 |" de pie mi.
    Accoes da corapanhia de Beberibe. .M.nhmi
    Aci;es da compaiihia Peroiimbucana ao par.
    11 11 L'lilidadc Publica, 30 por cenlo dt premio!
    a Indemnisadora.52 por de premio.
    11 k da estrada de ferro .",11 pur 0|0de premio Rnndimento do.
    sobre a entrada. dem do dia 16
    Discunlo de felfeas, de 7 a 0 por Omj.
    , META ES.
    ()uro. tincas hespanholas. -J8 a 285.500
    Moedas de I-5O11 vellnis .... lh-<)00
    65OO novas .... In-smii
    i^N'O.......OOIX)
    Prata.Palacoes brasileiros. .
    Pesos columnarics. .
    mexicanos. .
    ,. lALFANIlEGA.
    Rendimenlo do dia 1 a 15. .
    dem do din Iti. .
    judo
    iSHIO
    I-Mili
    1!l:J|2j>0
    I0:0|005
    20:.I2;25
    Descarregam hoje 17 de julho.
    Brizne inglezJothua Maryincrradorias.
    Ungue .|iurlugoezConstantediversos gneros.
    Patacho americanoLecanlbreo.
    IMPORTACAO
    Brmue porluguez a Conslaule, u vindo de Lisboa,
    consignado a Thomaz de Aquiuo Fonscca A; Filho,
    manifestou o seguintc :
    2 barricas drogas medicinaes ; a Marcoliuo Lud-
    gero da Foiiteca.
    30 pipas e 10 barris vinho, 23 ditos, 7 pipas e 20
    meias ditas vinagre, 1 pipa azeite de oliveira, 150
    snalf*' rar",na lle ,n'W. ditas c 1 caixa bolacha,
    102 barris cal, 25 barricas cera em grnme.O barris
    abatidos, 300 varas de iagedo ; a Thomaz de Aqui-
    no Fonstcad Filho.
    20 pedras de cantara, 5 caitotes com dilas ; aos
    membros encarregados da obra da matriz da Boa-
    V isla.
    215 moiuhos de pedra csalos ; a Jo3o lavares
    Cordeiro.
    820 paroleiras c 100 aucoretas azeilonas, 4 pipas
    oleo de liohaca, 10 barris loucinho, 10 ditos chouri-
    cas, S ditos bacalho, :10 ditos ueiie salgado, 10 di-
    tos e 21 garrafes azeite doce, 60 caixas ceblas, 13
    ditas velas de cera, 50 dilas e 20 canastros batatas, .1
    ditas alhos. 2 barricas cera era -ruine. i saccas ceva-
    da_; ao capilao.
    50 saceos larello ; a Guilherme Frederico de Sou-
    za Carvalho.
    10 barris vinho, 10 ditos loucinho, 10 meias pipas
    vinagre, 10 caixas batatas, !l ditas cebulas ; a Anlu-
    1110 Joaquim de Souza Ribeiro. '
    50 pipas e 25 barris vinho ; a Rabe Schmcllan &
    Companbia.
    i caixat vidrns vazios, 2 dilas drogas, I fardo pe-
    neuas, 1 alio ^tfe, barris drogas ; a Bravo & Com-
    panha.
    80 saceos larello ; a Feliciano Joso Gomes.
    I caixa potes de louca, :t dilas drogas medicinaes
    1 barril giz, 1 caixa vidros vazios ;
    i\- Companbia.
    i dilas agua medicinal, -> barril llores medicinaes
    Antonio Pedro das Neves.
    100 pipas abatidas ; a Antonio Fernandas
    ilva B.
    !" barris loucinho, 20 ditos vlnha, meias pipa
    > naare ; a Viuva Moreira A; Filho-,
    1 caixote rap em frascos ; a Jos Velloso Soa
    res.
    60 caixas cera em velas ; a Barroca i Ca
    tro.
    10 ditas btalas ; a GuimaraescV: Valenle.
    lli pipas vinho. I dita vinagre, I dila azeite de oli
    veira ; a Manoel do Natcimenlu Pereira.
    caixas rap ; a Amoriui Irm.los.
    S barris viaho. 1 ancorela azeilonas ; a V. A. d
    Souza Carvalho.
    2 canotes. snalos de traneinha ; a Joaquim Ro
    drigues Duarle
    da
    ea1c*757
    B93.V)
    D wf rnisr ,l"; g'QiOftTAC Vo Mi MESA
    DO CONSI |.\l)ti DESTA CIDADE Mt|il\
    16 DE JfLHO DE 1s,6.
    IlareellonaPolaca hespanhola sLaaawaa, N. (I. Bie-
    Der4 Companha, mlanetH aigodao.
    I orlo llrioiie pnrtuiue/ ,. trovadora, Barroca \
    Lastro, fi caixas assucar brauco e mtMavadn.
    xoortacao'.
    arahib, biale brasiletro Camoes... de .'II tone-
    lada, eonduno o seguais : lli mname geacr
    etirangeirot, o, llilos 3^ -TtT,^
    ic,.r,if ":". ?fHl r1" r1"'*br,iiuc rr'nr" *
    v Ji; 7 -T1"1'"- n.lozio o secainte:--
    8,000 ponut de hoi, :ij brrubas vilete, i acco. e
    oO barricas cera de c,r,.aMb.. 3JM couros. | .."ra
    lia barriguda, I, sacros smenle de algodlo, | c-
    volcdoce de colaba, 30 saccas algod.io, e parte da
    carga que Irooxe do Havre
    ilCKllEDORIA DE RJ|DAS INTERNAS GE-
    RAES DE PErNAMBLU).
    CONSULADO
    Rendimenlo do dia I a 1
    iPROVINCIAI
    I i:72Hiiai
    2:I.V..-I'ii
    tUMtftH
    M&ugm
    ta|>75
    lacnanllj
    *4>s>imti> ds> pono.
    Savio 'turado no dia 16.
    AracalxJajdias, hu,, brasifeiro Capibaribe, de
    l'.Monefadas. meslre 1 raja no A alunes da Costa.
    equi|,agem .1. car::a muro, e mais seero-; a l.uiz
    Itorges de Cerqueira. Passtgeirot Francisco
    Joilo de Azevedo. Vicente Ferreira dt Cotia, Joao
    I rautisru dos Santos Mndonea.
    .Vacie .'lAiun. no mesara din.
    ParahibaHi-itebratilairb nl>m>ti), mestre Ber
    nardinu Josc Bandeira, I carga farinht de triso e
    mais seeros. I .issaeriros, Francisco das lianas
    Bandeira e sua familia.
    Havre pala BahiaBriga franca aMnmj, cjpi-
    13o Leroux. carca parle di qoe troaxe e muro-.
    Riu da PrataBrigoe hespaolmi Migoel, capilao
    Antonio I onioiiflls, car assucar e agurdenle.
    LiverpoolBarca ingleza Princeof Ihe Sea, com
    a mesma carga que Irouxe. Suspenden do fa-
    meirao.
    i^clm'ac^e?.
    CORRER GERAL.
    Amala que tem de co iduzir o hiate brtsilrirn
    clnvencivaln, com desliad a cidade do Araeatv, fe-
    chi-se no da 18 do correle a 1 hora da lude.
    Caixa filial.
    Adirecrao da caixja filial do Banco do
    Brasil em Pernambco las publico, que
    seaclia desonerada do lugar <|ue tem oc-
    cupado de cobrador, desde a inslituioio do
    extinto Banco de Pei'nambuco. ate'o dia
    15 do correte, por assim o lia ver pedido
    esta direcrao, o SrL Fraoctsco Joae Sil-
    dos penetras de rame ; a Narciso Josc da Cosa Pe-
    reira.
    10 Durris loucinho, il) ditos chouricas ; a l.uiz Jo-
    s da Cost. Amorim.
    10 pipas vasias, 20 barris loucinho, 10 ditos e 2 an-
    coretas azeile de oliveira. :I0 ditas e I caixote vinho,
    100 saccas farello a Manoel Joaquim Ramos e
    Silva.
    1 caixote obras de lalao ; 1 Andrade A- Ir-
    mao.
    10 barris vinagre, i lardos ervas medicinaes; a
    Oomiogos Alves Malheus, ausente Antonio l.uiz de
    Oliveira Azevedo.
    2 1- imites irdmha- cm latas ; a ordem do carre-
    gadur.
    H fardos peoeiras surtidas, 1 dito luvas de Cairo, 2
    caixotes verrumas, 1 dilo fechaduras, 1 dilo perfu-
    madores, 1 dito mercurio, 1 dito candieiros de la-
    lao, perfumadores e peutes de mariim ; a Lino Fer-
    reira Piolo.
    1 barril vinho ; a Carvalho & Irmao.
    2 pipas vinho, 5 barris vinagie; a Palmcira &
    Beltro.
    1 caixa I.e-Rey, 1 dita oleo de alfazema, 1 dita di-
    lo de aniz. 1 dita dito de juniperu, 1 dita conservas,
    I lardo flores medicinaes, 1 dilo alfazema. 1 dilo
    raspas de veado, I barril linhara, 2 dilos moslarda ;
    a Joaquim de Aimeida Pinto.
    1 caixa vidros, 1 dita senne, 1 fardo sabugaciro,
    I barrica capa-rosa ; a Vicente Joilo de Brito.
    2 meias pipas c 10 barris vinagre ; a Antonio A.
    de Souza Aguiar.
    12 barricas carvao animal, 1 dila alvaide, I dita
    giz, I dita conserva. 1 dita vidros va'ios, I dila agu-
    ingleza, 1 dita incens, t fardo sumagre, 5 saccas
    ainenduas com casca ; a Moreira A; Fragiso.
    3 caixas brochas, I dila conservas ; a John Soum
    & Companhia. ,
    10 harneas cera em grume, 20 caitas cera em ve
    fas; a FortunatoCardnso da Gouveia.
    100 barris vinho ; a Jos Antonio da Costa & Com-
    panh'.i.
    10 dilos dito, 5 dilos c 2 pipas vinagre ; a Paula
    A; >,uiio..
    50 canatlrts batatas ; a Tasso Ir-nao.
    3caliles drogas mediciuaeps, 1 dilo papel e lava-
    torios de ferro, 2 ditos vidros vasios, I dito pebea
    em retalhos, (i barricas roxo-terra ; a B. F. de
    Souza.
    1 caixotinho lequos de charo ; ao capilao Antonio
    rraucisco Pereira.
    I eaixoic imagen] de madeira ; a Novaet & Com-
    panha.
    15 barris vinagre, 10 caixas ceblas ; a Augnslo
    Cesar de Abreu.
    25 barricas ere, 25 dilas salitre ; a Jos Caelano
    de Carvalho.
    3 fardos flores medicin es ; a Antonio l.uiz de
    Oliveira Azevedo.
    ) pipas e 'i barris vinho. -2"t ditos c ."> pipas vina-
    gre, 10 barris azeite doce. 50 ditos loucinho, 10 bar-
    ricas alpiste ; a Joao da Silva Regadas.
    lOO varas de Iagedo, I sacco dinheiro de ouro e
    prala, ilH) mullios de rebolas a granel, 50 cana.Iras
    hlalas, I caix.lo plantas, -j sitilas pasearos, > mo-
    Ihos de louro. I eopoeira con callinlias. I caixa li-
    vros, I surca colla, I calmo candieiros, 1 caixa li-
    vros, 1 dila chancos c livros, 5 saccs seineas, 1 cai-
    x.lo ignora-se ; accrescimo ao manifest.
    Bnsue porluguez l.aia II, vindo de Lisboa,
    consignado a Franciscu S. Babello A Filho, inani-
    feslou o sesuiute :
    |ii|ias e II barris vinho, 11 ditos e pipas vina-
    gre, 80 barris loucinho, 1:2 ditos chouricas, 25 pipas
    asas, :10 muios sal.2 barricas cera em grnme.96cal-
    las dita em vel.s, 10 rurroes tlpisla, li raixole- fras-
    qunihos de vidro, 10 saccas erva-loce. 215 caixas
    cenlas. I7li ditas hlalas, 211 canatlras Jilas, (, .ae
    veira : oijualpor este motivo foi subati-
    tittdo pelo Sr. Jos Luiz. Innocencio Pog-
    jji. O secretario aa dircc;ao, Antonio
    Marques de Amoriok.
    DIRECTORA DAS fJjUWI BLICAS l\
    PROVINCIA.
    ,sas medicinaes, "i"1 tompnmcnlo da or lem do Etm. Sr. presiden
    a Viuva Cunha le ''a l"ovieia, manda o! Illm. Sr. director ialen-
    110 das obras pnblicas, publicar para coolierimenln
    de quem possa intere-ar.u prosramma abaixo trans-
    cripto, ormolado pelo mesmo Exm. Sr..para ron-
    curso aos lugares de acidante de neroheiros datta
    rep.irlicao, que deve ler liK.r as lll horas de da t
    do prximo futuro mez dd jolln.
    "scoiicnireolesdeveraolcom >nliripacM de atta
    das, requer a in-rnpcao fe seus mimes no re-i
    tro desta secretaria, alim de ser orsanitada a
    respecliva.
    Secrclaiia da directora das obra- publica. 11 ,u
    junho de 1856.
    O secretario,
    ,n*ll"''u Franciico de Mello Santos.
    0 presidente da provincia, conformando-te rom a
    prupost.i do director das ohrtt publicas, resalve que
    d ora em diaute, os lugares de ajudaofes de encr-
    nheiros daquella repartir,** tejam preenchidet p..r
    ues liuarte. me,n de concurso, salvu se o pretndeme liver lita-
    barris azeite de oliveira. I pipa vinagre, (i far- |lo ""''nuco de curso reaular de mathernatiees an-
    peneiras de rame ; a Narciso Josc da Cosa Pe- P"cadas
    1 ara esse concurso se adoptara o segninle nro-
    gramma : '
    Os exames dos concurrente, aos lagares de ain-
    daiife de engenheiros. sera anuaaciados pelo n.a-
    rio de I ernambaco qutrejnla das antes e cousla-
    rao de duas partes.
    A primeira versara sobJe a pralira de detenho
    tincar c lliopocraphico, e >em assim a applica, 10
    dos instrumentos maia cominuns, taes como husw'la
    nivel, mira, trena.'plancheta, barumelre. lerm.-
    inetro, cxcrcinos de fevaiilamenlo de planta-, ni-
    velamenlu e orsanisarAo de orcimenlo.
    A seguoda versar sobrd toda a arithmetica, l-
    gehra fieman lar, eeometriaj at ot solides, Irignome-
    2 i "-'" rec,lli"M' elementos .1; architeclora e descrip-
    cao dos in-lrumenli- mencionados na primeira
    parte.
    Sero examinadores,o director das obras publicas I
    qoe presidir os exames, e dous ens-nheiros MSMai-
    dos pelo presidente da provincia.
    Depois de coohecidos ot exames, o director das
    obras publicas Cara urna akposirao ao presidente da
    provincia da habilitarn de caifa nm dos randidalto
    emittindo soa opiniao subte o. qaa Ihe parecerein
    mais apios a exercer taes bisare.
    Palacio do governo de Parnambuco 7 de junho de
    18.%.Sergio Teixeira de Macedo.
    1 .anlormeAntonio l.eit'- de Piohe.
    A direcrio doj evtinclo banco de
    Pernambuco, avisa \to* Srs. accionista!
    doincsmo banco, <|U ae acba autorisado
    Wi lilial do ln-
    lisla
    o Sr. lliesom-eiro da
    co do Brasil nesla p
    oilavo dividendo di
    cao, vencido nos .">
    maio iillmo. Recile
    ivincia, a ]>ar;ai- o
    .Sti(M) 11. por ac-
    e>us de Janeiro a
    de julho de I8."6'.
    Attigrado. Jofio llrnaro de Melenos
    Rega
    -Achando-sc vaso o nflirin de eterivao de rrime,
    eivej, e nulas do lermo du i.imoeiro. S. Exc o Sr.
    presidente dasproviucia,.....n o manda fazer pul,,
    lal-" para conhecimculo das parles .nlcrt-ada-, r
    alim de que os pretndeme-lao diti oflieio te habi-
    lii-m na forma do decreto ni KI7 de Mi de agesto de
    1851, i- aprsenle-, os seusl requeriinemet tu jai,
    municipal do mesmo termo, i 1 prazn de teenlad-
    as que roniecoii a correr do lia 1.- do crrenle em
    dianle, para suirm-c os iVainilcs marcados nos
    artigas 12 13 da ciado decreto. Secretaria de go-
    verno de Pernamboco 1 Ifeiilo da Conha e Figuriredu Jnior, vllicial-maiur
    servindu de secretario.
    O administrador da mesa do consolado pro-
    vincial, manda Iransrrever para o conliecimenlo de
    quem inlere-sar. a copit da norlaria du Exm. Sr
    presidente da proviona, de ddo correte, nagual
    o mesmo Exm. Sr. da inslrucroes pare a venda dr
    bilheles de Inferas da corte, e de nutras provincia-,
    mandada cumplir por portarla do Sr. inspector d
    Ihesooraria provincial de 1 dn crreme.
    Mesa du consulado provincial, ti de jalhn da
    Amonio Carneiro Machado Rio.
    Seccao.Paltcio do governo de Pemambore,
    3 dejullio de lR5ti.
    O presidente da provincia queitndo avilar as bmt-
    rle que se pacana dar e lem dado na venda de Li-
    lil les de Interna que vem da r.'irfe e de oulra. pao
    vincias, ordena que laes bilheles sua. fram'ies na
    sejam aqu exposto a venda -cm eslarem ranneado.
    petu administrador do consolado provincial e llie-
    Mureiro da- falerim desla provincia.
    Para asta I ni devem os bilheles vir arompanhado.
    eos albos, li caixas cha. I caixinha cap. I i I pesos f* "55!' ** i"'s'-"1"1-1 I*1" tlr-ourein. de blet,,,
    de cuiio porluguez ; Francisco S. a Rabellu.V Fi- ".'** "u 'lil respectiva provincia : e somrnle de-
    pois de confrontados o seo mimeri com ea li-i.,
    cii-i ser," sonvenientememerobrirados [wr aqoellesiioos
    ' faiircinnarios.
    loucinlio ; a Antonio d Aimeida lio-I S"n'lD f "** dos i"",e,r" "*"" a nm impu-lo
    I provincial,11.I0 pdenlo ser ex|n,to a venda fora das
    1 casas qu" o livereni paso.Scrtiu l'eixeira de Ma-
    ce lo.l.nnfnruie, Antonio Lene de Pinho.I on-
    foriue.--O -ecrefano, Antonio Ferreira da Anniui-
    cia^So.
    II administrador do consulado provincial, un
    Ibo.
    I'KJ petacas do clinmln bratilelro ; 1
    tilo.
    8 barr
    mes.
    1"> pipas vinho. '1, barris dito. 1 dilo presunto, 3 '
    dilo chouricas, 1 ,it vinagre, I dito a/eile .ioce ;
    a Amorim Irmaos.
    10 pipas vinagra ; a Thomaz de Anuinu Fonseca
    Cii Filho.
    1> dilas vasias ; ao carregador.
    JO canaslrai hlalas, lu barris chouricas ; a A I"
    ne Abreu.
    ti saceos cominhos; a Josc Baplisla da
    -era.
    Sra. redactores N Jornal ao 1 ommcreio de
    hoje vem publicada urna repreenlaeau ao Exm. Sr.
    m s.do orvalhadocom as lasrimas !
    do iruoriumo... c damait, senhores, o medico que
    se sacrifica pelo inlere-se, hecumo aquella que mor-
    () Jaro exercer s medicina com honra, pruden-
    cia e humtiiid.ulp
    1 caixa
    Briio.
    velas de cera
    a Joso Ribeiro de
    MUTtT-ADxJ
    -. ^Syy*** med'r"ntos de grana a para-
    , pre- lando ao ervico pohlicr, escravo"., animae,
    ---------........----- .--,........,*,, f[1
    virlU'fe do disposlo no artigo 1 do regaltmenin de I
    de julho de 1858, faz publico aue te irham daatmi-
    lada qoalro cavallu. apprehendulo. pela .obilrlria-
    cia da freguezia do. Afosados, os quaes sao cou.idc-
    F"- rados l;ns de evento ptaT aa dcronlierer nana dono,
    e para que seja rumpridu o qae cuiten) o >ohredii
    1 qae
    o- dilo.
    cavallos tenba direilu, lindo. ,.. qaaes ^ prncan.ra
    a irremalacio pela forma dele, minada at|,., i
    do citado reuulamentu.
    E para qoe chagua a atsiir.a de tatkn roauja-
    liier o prsenle edilal, so 17 de julho de IKit
    Antonio Oirneirn Machado Kios.
    8 barricas cera brinca ; a Alrxan e para que rja ruuipriau n qoe cunlem I
    Silva. ""-"n,,,e J"'1-' I arliso, inandoi) publicar pela impreusa.
    no prazo de qaiaaa dias emparren quem ana
    i
    i


    9Ci*0* mmitimo*.
    Reai companliiade paque-
    tes inglezes a vapor.
    Po dia
    91 deste
    mez es-
    pe ra-se
    do -ul u
    vapor ./-
    ron coiu-
    mandau-
    le Ri-
    chard Rivell, o qual depois da demora do costum*
    seguir para Soulhimnton. locando nos porlos de
    San-Vicente, Teuerifle, Madeira e Lisboa : para
    passagem, le, Irala-se cora os ageoles Adamso
    llowie & C-, ra do Trapiche-Novo n. i
    N. B.Os embrulhos que prelcnderem mandar
    para Soulhamplop deverao eslar na agencia doas
    horas anles de se fecharen) as malas, e depois desla
    hora nao se receber volume algum. \
    Vende-se o paiaclio nacional Conli
    aura, de lote do 107 tonelladag, constritc-
    cao de Carvalho, e prompto de um ludo
    para navegar para qualquer parle: os
    pretendentes o podem examinar, que se
    acha fundeado em frente do trapiche do
    algodao, e para tratar, com os consna-
    tenos Novaes & C, fu do Trapiche n.
    Ji, primeiro lindar.
    LBILO'Bs.
    O agente Vieira da Silva lar. leilao quarla-leira
    I do eorrcule ao meio dia empunto da taberna de-
    nominada Depilante de oum no Hospicio junto no
    quarlel por baivo do sobrado, onde mora o Sr. Sil-
    veira, com todos os perlenres ou 'o dos gneros da
    maneira que melhor convier aos compradores.
    3ft>$<> t>tr*00.
    Precisa-so de tuna lavadeira para
    lomar roupa de urna grande familia, que
    de dador a sua conducta: na liviana ns
    <> e 8 da praca da Independencia.
    Para,
    em direitura, o palhabnla Venus segu com bre-
    vidade porler parle da carga ; p.ra o'resto c passa-
    , J : ,!?,a-se com Caelano Cyriaco da C. M.. ao
    lado do Corpo Santo n. 25. '
    .0 PATACHO NACIONAL ATIUHAS
    precisa de roannhsiros naconaes para a sua viagem
    ao Maranhi>o.
    v.U.'!lj)tUla
    Tica na de
    cezes.
    ISO.
    riT!?E!deT- m.u,,,er ,,,i,nca q
    ja ja tdosaede mu.lo boa conducta,
    para lizer companhia a urna senhora:
    quima ttver nestasdrcumstanciai an-
    LOTERIAS DA PROVINCIA.
    alustiauo de Aquino
    eireira a vis; <,ue seus
    bilhetes sao vent
    o discuto do JJ
    e
    re
    dos bracosi
    cu rtas
    as
    idos sena
    por ce uto
    do imposto geral, as lo-
    Franco Ame-
    vapores fran-
    Espera-seno
    dia >:i do cor-
    rele mez viu-
    do do Kio de
    Janeiro, o va-
    por Cais, ca-
    pillo Herin -
    duague, que
    segu para o
    Para o Rio de
    Janeiro
    segu em poucos dias por ter grande par-
    te do carregamento prompto, a escuna
    nacional 7.EL0SA, capitao Pinho : para
    carga ou esclavos a tete, trata-se com
    os consignatarios, no escriptorio da ra
    da Cruz n. 49.
    PARA LISBOA E PORTO
    sah.ra com brevidade o brigue Trovador: para
    " carga e pawageiros. Ir,,-,, com Barroca & Castro
    -'. p"? d0 R*"e *ou cora' -El
    AO MI
    de Janeiro.
    Segu com toda a brevidade o brieue
    nacional HERCULES : para carga, pas-
    sageiros e ecravos a frete, trata-se com o
    consignatario Augusto Duarte de Aloura,i
    na ra de Apollo n. (i, ou com o capitao a
    bordo.
    RIO BEJANEHO
    Segu no dn 20 do mu crrenle o patacho Va-
    &^i<*i, lias
    jas ja conheeidas do.res-
    peitavel publico, pelos pre-
    sos abaixo declarados.
    Bilhete nteiro 5*000 recebe r.:0000U0
    Meio bilhele 2^880
    Quarto I si, o
    Pernambuco 17
    2:500^1000
    1:250000
    Lho de lSm.~Salmiiano
    de A quino Ferreira.
    loao l'raeger faz publico, que noar-
    ma/.em sito na ra da Cruz n. II, que
    comprou aoSr. Pedro Muller, nao existe
    mais bilbar desde o dia .10 de trabo
    6AIIMU POi TIGijEZ
    , JE UilIliBA.
    I or ordem do Illm Sr. presidente do consellio d-
    iinerativo, convoca-sc o mesmo conselho para o dia
    I-do crreme mez, as 6 horas da tarde, alim de
    proceder-s a continuado dos Irabalhosque liveram
    i"-ar em sessiin ordinaria do dia 15 do referido mez.
    Joaquim Ferreira lleudes Guimaraes.
    1. serrtario.
    At.RAUECIMENTO .
    i-raf.Z l',ranciscu < Silva Carneo cordealmenle
    Wedece aludas as autoridades e pessoas do povo,
    ?raha ,rPm me,"e Pres,aram acorrer es que
    raenm 1 '"' ",^S tumas- "*+** relo desaba-
    menio eventual ua mesma obra, no dia 10 do cr-
    reme, cconheeendo que a proroplidao dasproviden-
    saPrtC:ieS'eaPl,.'an'rOp,dC,''d0s-
    .7v .?" ,rCS- W "'e Se0Jo P"rm Ps-
    . um u '"!'-"" no," ' anoel.i mi ^1 tm, '^ S"menle t"*^*
    mn L- in ^"''oeKlus pelos seos ttulos, (aes c-
    maudam. l"S' SrS" t C'"fe de P0llcia- mai" -
    Z,.t ? 'ta fomPan'1"' de arllflcet, delegado, ,ub-
    ohrafnth.8 ""P"10^ ''= I I) asM "','" Ptanaaceulleo Antonio
    J. Uia,Modronho, que de boamenle Iranqueou o scu
    doe.H..eC""e," 'erae,1"S P" '"eto dos
    .lenles, sem contar que sena indemninado. .\ao
    menos penhorou o recouhecimenln do aobDCMate
    proced.menlo sempre louvavel do Sr. \e lo ?& '
    lustrador da obra do eslale.ro palenlc,' o'qual ,, -
    surosamenie se dMgio ao lugar do desasir" com'
    IraMhadores, prestando lodus ?bi servicos di
    ie i.nvor. Iiiialmenie agradece o annouciai
    odas as praras da referida companhia de ar r
    'le oulros cupos, que Iraballiarain n, co -
    feridos, j para a botica, ej para ouirr
    pede desculpa ao publico de nao ter li
    a I i
    pee i
    ser
    ao
    cid
    (.11
    mi
    lar
    Roi
    acl
    llKl
    feil
    Ibi-,
    dio
    bail
    c
    lia.l
    man
    senl
    D'iO 0E PmitilCl 0U!BTH ftm 17 DI
    JULHO DI I8S6
    - Denppareceu o preto de nacao, de nomo lote
    liecido por boianna, canoeiro be mais de:Ml an-
    nos porlos de Olinda e llecife, reprsenla 10
    enlosa 50 annos deidad, bastante alio, rorpo
    lar, pouco barbado, tem urna ciralii? em um
    que parece ler sido de foso, maos e ps
    I vista da altura ; suppe-se andar ganhando
    escondidas na mesma camia em que Irabalhava,
    em oulra qnalquer : quem o pepar leve-o
    rutada Aurora, D. 12, segundo andar, que recebara
    Na loj.i de mirado confrnnle ao oililo do Corpo
    Sailo n. 9, precisa-se de olliciacs de sapaleiro pa-
    ga se bem.
    - Precisa-se de urna ama para o serviro interno
    e i ilernn de urna casa : quem pretender dirija-se *
    a | rac,a da Independencia n. :i.
    - Precisa-se de una ama livre, parda ou prela,
    qo ( saiba enanmmar e f.izer o servico domestico
    le una casa de familia : a que se acb'ar habilitada
    pai a isso, pode apparecer na mi do Apollo, arma-
    zenn. ti A, das 7 lloras da manliaa al as "> da
    Im le.
    Pela subdelegada da fregnezil da Varzea, se
    faz publico, que foram apprelicndidas qualro caval-
    los por inapeita de seren lurtadus, sendo dous ala-
    ''". um russo pombo, e oulro pedrez : a pessoa
    qu se julgar com direilo a elles, compareja na mes-
    ma subdelegada munido de seos documento.
    * n:int\s
    . '- '
    . -^.n..
    PRECIOSAS. -
    g
    v Aderecns de brillianles. *'
    .' diamantes e perolaa,pal- t
    * reiras, alfinetes, brincos
    c rozelas, bolOM e inoeis
    . de ditTcrenles goslos e de
    * diversas pedias de valor. *
    * __
    Compram. vendem ou *
    Irocam prala, ouro, bri- J
    llianles.iliainanlese pero-
    .*S la, e outras quaesquer '
    f joiasde valor, a dinbeiro .
    * ou por obras.
    & odate.
    LOJA DS OLRiKS
    Ra do Gabuga' n. 7.
    Kecebem por
    dos os vapores (hi
    ropj :isobra>;domis
    moderno lo de Franc 1
    i
    t.o-
    Sii
    11-
    1
    OURO i: PRATA-
    4 I
    A'.erccos com lelos de -i
    ouro, mciosdilos. pulcci- '
    ras, alAnetes, brincos e -
    rozelas, conloes, trance- f
    luis, medallias,eerreules
    eenreilea para reoslo, e
    "oros mallos objcciosde '
    ouro.
    A iparelhoi completos, ?
    de prela, para cha, han- ^
    dejas, -alvas, casliiaes, "
    colheres desopa edecha,
    e mnilos oulms objecloi
    de rala.
    i f : .
    DEPOSITO DE ASSCiR RE-
    r.ii r ni Icitc.
    .Na ra estrella do Rosario u. 23, confronte a ra
    das l.arangeiras enconlrarao os rregaezes soperlor es-
    tacar retinado de todas as qualidadet, o qual be pre-
    lerivel aos oulros por ser refinada com loite ; oagra-! "'" "
    O ahaito Mrigaada participa ao respeitavel pu-
    blico que delute de -er ocio da casa da viava do
    lalleci.10 Jo.o l,onralves Ferreira e silva, e herdti-
    ros, desde o .lia s de julho, e como nada licasse a
    dever a dila sododade neni niiu algum. aproveila a
    : occasio para agradecer a mesma senhora. aaa her-
    d.-
    davel cfaeiro o cr o loma rerommpndavel. lamben,
    encontrar'" na mesilla casa enias de cintro para
    apresealar farinlia em me-a, as quaes sao mui ln'in
    lenas, e vendent-M pele baralissimw orco de isum
    cada uni.i.
    NOV/S C R^ NTES
    DE OURO PARA RBLOGIOS.
    >a loiado Serapliim & Irmao, na ra do Cahuga
    n. II, chegaram as mais novas rorreles rom podras
    ricos sineles para as niesmas, ditos para lita-, e ou-
    tras inuilas obras de costo.
    e ao Illm. v. Manuel Lata (ionralve* A; Ki-
    deliradeta com que tralnu "turante tres auno-.
    dous meze, r .-, dw,. (;ru/ fAkaM 17 de julio, de
    1856.Maneel Jos Mariio da eves.
    u db.nvo atsigna<|o pela segnoda vez ma ea-
    earecidameole ,1 iotas.,, ,,.-.,M. que ibes >.,0 deve-
    doras do anuo de 1853. 1H,| .- |s,,.bj,.m de ir ou
    mandar nas-u diles deailee no areae des dias, do
    contrario usar." "los mcios que a lei Ihe faculla.
    Nicolao Machado Kreir.
    rl
    de Lisboa, as quaes se vendem por
    preco commodo como costuiuam.Ii
    11bdelegara da freguezia da Varzea, 15 de julio
    de K>|, o subdelegado d
    de 'igueitdo Castro.
    abdelegado de polica.Francisco S.
    Oiiem precisar da quanlia de 50? a juros sob
    peuhores de ouro ou prala, dirija-se a ra da l'enha
    n >, primeiro andar.
    Antonia Carolina da ConeelcSo avisa as pessoas
    - i-rancisco Jos Augusto Ferreira, leudo de ir que (em peuhores em sua mo. Imam de vir lira-Ios
    boa tratar de sua saude. e nio podendo des- dentro em 15 dias. e se assim nao o fizerem sero
    r-se de seus amiges e condecidos, pessoalnienle, vendidos os ditos peuhores para sea pagamento. Re-
    e-se deste meio para o fazer : olierecendo- Ibes rife 15 de julho de 1856.
    mesmo lempo seu diminuto presumo naquclla : p _.,.,
    de. 1 ~ ru810 no O* i do corrente urna escrava crioula
    , de nome Anglica, idade para mais de 40 annos, al-
    ma para casa de pouca tura regular, malfeita do corpo, vestido de
    panno da Costa velho
    FIACiO E TECIDO DE
    ALGODAO.
    M <;0\SIL0R!0 HOMO &
    PATIIICO. i
    Sua das Cruzes n- 28. *^
    Conlinua-se a vender os mais acreditados (>/
    ?mxi&.
    \<$.
    $>
    $>
    - Precisa-se
    lia, na ra Nova 11. 5 segundo andar ; na'mes-
    >e da 2009000 a premio com pindores: ou a fal-
    te escripiurio do labeliao S, na ra estreila do
    jrio m :I5.
    - -Na loja de modasde madama Slillodiau llnessard
    m-se vestidos de blood, mantas de dito, fl.irese
    mais uccessario para casamenlos, vestidos, en-
    ', capellas, luvas, eolariohoa e manguilos psra
    Iro, por preco muito em conta.Madama Millo-
    faz constantemente vestidos do casamenlos.
    II e Ihcatros, enfeiles de lodas as qualidades',
    na| eos, ele, com gosto roconbecido e exaclidao.
    -_ Antonio Fcij de Mello manda
    para Portugal
    11,10 menor Laurino Olimpio Feijd de Mello.
    A penca que annundou precisar de um rapaz
    para caueiro. pode dingir-sc a' praca do Corpo San-
    io n i. ., e 7, que achara' um habilitado, e que da
    r a sua conduela.
    f] al>3i\n anignado laz scienle
    lale, capnoJoaquim Antonio (ionralves Sanios" Palenleild^ Rr2indw por
    :tllibl. raoakn ...-.. ________;_ I*_____ _^ <
    anda recebe carga, passageiros c escravos a Irelo .
    a tratar com (.aelauo Cyriaco du C. M., ao lado do
    Corpo Santo 11. 25.
    Par
    o iio de anei
    ro
    segu impreterivelmeule a bem condecida escuna
    brasileira aLinda 110 da JO do correle: para < res-
    to da carga e escravos a frete Irala-se com o proprie-
    lano na ra da Cadeia o. (G, 011 na ra do Vicario
    n. o.
    PARAOMARAM1O
    O patacho nacional Alhena, perleodo seguir ao
    Marauhao al o da 20 do crreme ; tem a bordo -'
    terco de seu carregamenlo, para o resto a passagei-
    ros, para os quaes tem encllenles comoni los : tra-
    ta-se com o seu consignatario Antonio l.uiz de Oli-
    veira Azevedo. ra da Cruz n. 1.
    Para o Kio de Janeiro segu com brevidade o
    patacho Rom Jess, recebe carga", passageiros c
    escravos a frete : a Iratar com Caelano Cvriaco da
    O. M., ao lado do Corpo Santo 11. 23.
    *rff?c&
    O agente Vieira da Silva Caz leilSo,
    sexta-eia 18 do corrente, a"s 10 horas
    da manhaa, em sen armazn, na ra da
    Madre de Dos 11. 32, de diversas obras
    de marcineiria novas e usadas, mohilias
    novase usadas, diversas mittdezas edille-
    rentes ohras de ouro e prata, e mais ol>-
    jectos que se achara patentes no armazn,
    e ludo sera" vendido a contento dos Ire-
    guezes.
    Leiles.
    Oagente Oliveira iara' leilao, poi ordem
    eem presenra do Illm. Sr. cnsul da Fran-
    ca nesta cidade, do sttmptuoso e elegante
    predio novo edificado a' moderna, perten-
    cente a..., epata liquidacao da massa do
    linado Gadauil, silo no largo da Boa-Vista,
    com frente para o mesmo, e pelo oitao pa-
    ra a ra da Conceicao, com excellcnles
    commodos. bello terracrj, e em tudo apre-
    ciavel para morada e cslabclecimcnto de
    jualquer negocio em ponto grande ; o
    qual pode ser examinado com antecipa-
    cao lelos pretendentes, a quem se convida
    recorram ao Sr. proprietario da botica all
    existente, eem poder de quem existen as
    chaves : labbado -iti do torrente, as I I
    horas da matlima, no primeiro andar do
    iudicado predio.
    Sabbado. I!J do correle, ao incio-dia em pon-
    to, o gente Oliveira fara' leilao. por ordem do Illm.
    Sr. cnsul da tranca, e 110 respectivo consulado,
    ra do Trapiche-Novo, do espolio da tinada subdita
    franceza Rozo Anloiuelle Rlanc, consishndo em urna
    caisa contendo roupa, chapeo para senhora, un
    guarda-sol e um par de brincos.
    O agente Borja fan leilao em scu armazem na
    roa do Collegio 11. 15, de urna ptima mobilia e di-
    versos movis e utencilius de casa de urna familia
    que relira-se para fura da provincia, assun tomo d
    oulros mullos objeclos, romo bem : grande quanli-
    dade de obras de marcineria novas c usadas. U ricos
    pianos de jcara mi. modernissimos, varias obras de
    ouro e prala, relogios de diversas qualidades para
    algibeira, ditos para cima de mes e parada, varias
    quinquilbarias trncelas, 1 caia com 50 corles d
    seda de lindos padroes para vestido, O casacas fran-
    cezas da ultima moda, 4 caixas com ptimas con-
    servas de carne e de fruclas, etc., etc., e alguns es-
    cravos de ambos os sexos, inclusive una necrinda de
    K anuos de idade, um niulequinlio de :l, c oulro de
    7 annos, os quaes se echarlo ao meio dia em ionio
    no referido armazem : quinla-lein, 17 du correte
    l.EILO'ES.
    _0 igente Vieira da Silva fura leilao quinta-feira
    17 do crreme as 10 horas da manhaa, em presenra
    do Illm. Sr. cnsul da Dinamarca a autorisarao do
    Illm. Sr. juiz de orphos, dos otjeclns abSiso'men-
    ciona.ios de fornecimento de navios Sbip cliandlers
    da viuva Fischer na roa dos Tanoeiros n. j., ,lor
    nao se ler concluido 110 piimeiro leilo : armacio
    com lodos os perteners e liteiros, raivo, batean e
    darris, 2 barricas, 52 caitas de charutos vasias, !l
    latas de roldas, :t garrafos, 10 latas de tinta va-ias
    i aiicorelas, :17 botija, de senelira de llollanda
    cdeas, 4 espanadores e urna grande porcia decai-
    xOes vasios. "
    Jos Joaquim Oias Fernandes fara'
    leilao. por ntervencao do agente Vieira
    da Silva, de una porcSode pipas, meias
    pipase barril de vinagre, por conta de
    quon pcrlenter, na|K>rta da Jfandeoa :
    hoya U do corrente, a'n II herM da
    maniaa.
    o ler lia
    ni aebr
    e
    illis
    s. e
    uipo
    -10 Ir ian,.
    pelo p.cseute
    I Francisco liolelho de Andrade
    previne a toda c qualquer pessoa qu.- pretendercoin-
    prar a v.uva de Fortunato Crrela de Mener.es um
    terreno que a mesma pos.ue na na da Aurora, que
    tm racam lrana.cc|o algum com a mencionada 'e-
    nlmra acerca do referido terreno, visto como o abai-
    o astignade protesta transtornar qualquer neocio
    que se Hzer em quanlo nao for deciilida urna que-llo
    que o mesmo move contra essa senhora. Recife 15
    de julho de 1856.Francisco Boleldo deAndrade
    ,""a IM1'"'58 'l0 al"r0 *" BM-Vla ao fim da
    ru da Clona urna grade de recorte para lenco, com
    urna amoslra de ladyriutdo : quemaachou e quizer
    restituir, dinja-se a ra laraa do Kosario 11. :t(i
    sera generosamente recompensado.
    Baile masqu.
    que
    Sabbado lil do correnle, na
    Militarna Boa-Vista.
    auliga casaRecreio
    L "braca aos esqujelos.
    O dono da loja de charulos da ra larga do Rosa-
    no 11. ,1-J.pelo presente annuucio roa a> pessoas qoc
    tem conta, atrasadas em sua loja, que hajam de ir
    saiisfazer, poisqoe o lempo be bastante, e nao tem
    caivciro para as ir cobrar, e se assim o nao fizerem
    oomigaraoa usar de meios que nao deseia. O
    mesmo pedo a certo moco, que nao ignora, que haja
    d ir sat.sfazer o restante de um vale da quanlia de
    t>.*m rs. que passou-lhe ha mais de um anno, e at
    esta dala nao tem dado curoprimento.
    Ao Sr- enfurqui-
    lhado.
    l'ede-se ao Sr. descubridor de murrao, remeilo, e
    ludo quanto acaba em o, que seja mais moderado
    a respailo das velas aununciadas no pateo do Terco
    n. i, porque o aonuuciaulc esu prompto a mostrar-
    me o coiiliario, lauto a vista da fazenda que anuuu-
    cia, como petas veudas que tem ledo a pessoas que
    ja experimentara, e por isso latidos de cao pouco
    podem augmentar o murrao e reniellao das velas do
    alj.iivo assignado.
    Jos da Costa Carvalbo tiuimaraes.
    Precia-so de um pequeo porluguez, de 10 ou
    I anuos, para Caiieiro de taberna, com pralica ou
    sem ella : quem esliver neslas circumsUncias aunun-
    eie por esta lolha para ser procurado.
    A mesa regadora da innaudade do llivinoEs-
    puilo Saulo convida a lodos os seus irmaos para
    comparecerem no domingo, -20 do corrente, as -J ho-
    ras da larde, alim de eocorporados, acompanliarem a
    procissao de N. S. do Carmo : o, irmaos que nao
    poderem comparecer dignem-se de mandar as capas
    que liverem em seu poder.
    ,"7 NW? -da Mau8ueira n. 7, precisa-se de uina
    muitier de bro para o serviro de pouca familia.
    Sorvetes
    Hojeas ti 112 horas baver
    Bae-\ isla 11. 3.
    V irmandade de
    Na ra Vclha n. 66, existe urna senhora hones-
    ta, oue ciignmma com toda perfeicSo, c lambem
    la lavar com todo o asseio roopa de qualquer
    >r que -e qoeira ulilisar deste servico, prece-
    den! o urna entrevista.
    - Aloga-se nm eicellenle silio, com boa casa de
    iveda, bastante terreno, militas arvores de fructo,
    por lprec.0 razoavel, o qual ser a qualquer hora
    t "" pretendeules: a tratar na Estrada dos
    Alelos, na Matarincira, confronte ao silio da Sra.
    I). Marcelina.
    |Em casa de llenry Cibson, Ponte de Uchoa,
    preciba-se de um feitor, nreftre-se casado, assim co-
    mo dE tralialhadores.
    [Precisa-se de urna moca honesta, que saiba
    liem Joser chao, para (icar inorando na ra Nova n.
    3*i casa da modista brasileira.
    --|.\nda en: praca paraserem arrematados, (indos
    os das da le. c igualmente ser annunciado n dia
    que liver lui;ar a arreraalasSo de dous sobrados sitos
    na ru Augusta desla cidade, por execucao de An-
    loni lloaquim de Souza Ribeiro contra Jos Maria
    I lacnio de Magalhaes e sua mulher, pela primeira
    vara atvel, escribo Sanios.
    l'redisa-se de orna ama que saiba cozinhar e
    fazer lodo o mais servico de cas : na ra Direila n.
    86, setundo andar.
    1 ~ fS f""- M"colino J,,< da Costa o Antonio
    Joaquim de rigueirerfu teein cartas na ra do Cres-
    po n. 10, vindas do norle.
    precisa-se alugar um esrravo
    servicoi
    praca 1
    3
    Riod
    puldic
    de urna casa. n9c
    que sirva para
    se e\i2e qae seja mogo : na
    a Independencia n. :17 e :t'.i.
    laqiiim Moreir da Cmara re(ira-sc para o
    Janeiro.
    an rcsprilavol
    Sr. Ilenriiiues
    |oe leixou de ser -aiveiro di
    da Silva aloreira desde o dia 15 de julho ,1o corren-
    te, e agradece ao mesmo senhor o bom (ratamenln
    durante, o lempo que esleve em sua casa. Itecife 15
    dejulhi dc 1856.
    Manoel Jos da Silva Pimenlcl.
    Jcbo i;alli vai a Europa.
    K
    Francisco Jos
    aterro d
    unas c
    1
    do Se 1
    1: aos Srs. Antonio Joaquim da Silva e
    "I" Aguiar, o favor de se dirisirein ao
    Boa-\ isla, lojj n. I alim de rereberem
    ras viudas de l'nra.
    corpo, vestido de chita,
    qnem a apprebender leve a
    ra das Urangeiras a stu senhor Antonio Maia Cor-
    les, que recompensar.
    Lotera
    do convento de Nossa Se-
    nhora do Carino.
    Aos 5:000.s e 2000,000.
    Corre induhitavelmenle sabbado 1!) de
    jullio de 18.j(j.
    Salustiano de Aquino Ferreira
    avisa que vendeu osstguintes premios da
    terceira parte da primeira lotera a be-
    neficio do convento de Nossa Senbora do
    Carmo, extrahida a 12 de julho.
    quarto n
    meio bilhete "
    quarto
    ditos
    dito
    dito
    bilhete
    I quarto
    l'em exposto a venda seus milito fetzes
    bilhetes, meios e quartos da quarta
    parte da primeira lotera do convento le
    Nossa Senhora do Carmo, tas lojas se-
    guintes: ra da Cadeia do Recife n.
    5, loja de miitdezas de Jos Fortunato
    dos Santos Porto, na praca da Indepen-
    dencians. 37 c 9, loja de calcado de
    Antonio Augusto dos Santos Porto, na
    mesma praca loja de bilhetes n. 4, da
    viuva Bastos, no aterro da Boa-Vista n.
    ~r*A, loj.i de bilhetes de Antonio Ma-
    .11!>0 5:000.s0()0
    2111 2:0O0$000
    88 iOO.sOlUI
    1680 200.S-000
    .1258 1 OO.sOOO
    V52 50.S000
    2510 50.S0OO
    80 50)000
    SOCIEDADE E.M COMMANDITA.
    Firma social: Amorim, Faria, Guerra & C.
    Os socios auhscriploies pan a fundarao da fa-
    brica de fiar e lecer algodao, organisada por I. Ma-
    na lhnal, silo convidados re..lisar de 15 do cor-
    renlelac 15 de agosto prximo futuro, na caixa da
    sociedade, provisoriamente no escriptorio do Sr.
    Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche n. II.
    lodos os dias uleis, das 1(1 horas da manhaa s 1 da
    larde, a primeira prestar5o dc 5 por cenlo sobre o
    k-i- .,aD,criP|0- Pernambuco !: de julho de
    !.,(,._.i), aoejas gerentes, Antonio Marque de
    Amorim, Justino l'ereira de Faria, Manoel Alees
    Guerra.
    Os Srs. devedores da casa fallida do
    Sr. Joao.Moreira Lopes sao convidados a
    dingirem-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
    te, na ra do Oueiir.adon. 10. alim de
    araigavelinente laldarem seus dbitos.
    . O Sr. Fredenco Jaeques queira di-
    rigir-sea Itvraria ns. (i e 8 da praca da
    Independencia, a negocio de scu inte-
    resse.
    -Osbilhetes com a rubrica do abaixo
    assignado, sao pagos i nen leen te, na
    praca da Independencia n. 40, at o
    premio de 500)000. Polycarpo Jos
    Layne.
    M>sbaxo assignado fazscicnle ao res-
    peitayel publico, que desta dala em dian-
    te deixou ile se envolver em negocios de
    bilhetes de loteras
    isso nao
    dos bilhetes premiados das mestas lote-
    ras. Recite 5 de julho de 1856.An-
    tonio Jos Rodrigues dc Souza Jnior.
    medicamentos dos Srs. Castellan e Weber,
    em Itnlorai e em glbulos, rarleiras dlo- *f
    dos os lmannos muito em muta. (ft
    I ubos avulsos a 500, nm) e imhh. ^%
    I onca dc Untura......J-tHIO w)
    tubos c Irascos vazioa, rolhas de cortiji *.
    para lulios. e ludo quanlo be necessario pa-'X
    "a honxeopalhia. tfv
    Aluga-se o armazem da ra da Cruz.
    i)-2l: a tratar |M>rcima
    I piimeiro antli-r..
    Compra-sc urna ca.i terrea as recaetias de
    S. Jos ou Sanio Antonio, que nao exceda de 1:lWt:
    quem lixer c qui/cr vender annuncie por este loraai
    para ser procurado.
    Compram-se pi de cravo de denle, chamado
    da India : na livrana 11. tieSda praca da ledenen-
    denria. "
    Com
    toda
    lian-
    do mesmo iv

    -">.-'-.:-._,-kl.., .... ,,. .', ... ,-... ... ,;,, ...
    .- .- -.- -^- ..,1^, ..f:j?'i.:-..::i}\.:-.;-.:
    Ucposilo de vtnlio de el
    em negocios
    da provincia, e por
    Ihe compele mais o pagamente
    ecnampug- -^
    ne Clialeait-.\v\, primeira uua- ,';
    ',J lidade, de propriedade do conde v;
    -.; Q 20: este vinho,o melhor de toda a @
    ;.'3 Champagne, vende-se a 56/J cada -
    :3 (iii\:i ; acha-se nicamente em ca- ^
    O sa de L. Leconte Feron & C. N. ^
    O l$As caixas sao marcadas a fe- %
    \.l JioConde de Maieuileos rottt- ^
    :' los las garrafas sao a/.ues. t'-.
    1 raspassa-se urna Inpolheca da
    quantia de mais de 20:000.s no engenho
    S.uito Eslevao, da freguezia dc Munbeca,
    cm lugar muito prximo por onde deve
    passar a estrada de Ierro, distante desla
    cidade pouco mais ou menos qualro le-
    guas, prximo a ponte dos Carvalbos, cu-
    ja Inpolheca he especial, e tira o direilo
    ao senhor do dito predio de poder ven-
    der, alorare arrendar o mesmo engenho
    sera liceiicn do bvpothecario: quem qui-
    zer este negocio annuncie ou di
    livraria ns. li e S da
    dencia, que se dir
    -- I recisa-sc do urna ama secca, que saiba bem
    tratar de urna enanca, proferindo-se crioula ; na
    ra da Cadeia do Kecife n. 51, segundo andar.
    Jioe. Cardozo, c as demais lojas ja "co- ^^X^-^^Z^^
    nliecidas do rcspeitavel publico. Campia Orando, provincia da Parahiba do Morlc,
    Os dous premios /randes cima re- ,ll,ec,d-0' .Sn?'" <,e,edor de ios letras na
    i;,,;,iftt ,-' ,.- ,'"c .cima re imporlancia 013550 rs. vencidas urna em 6 dr c-
    1.1 idos, nao eslao sujeitOS ao descont lembro dc 18.V, e outra en. 7 de Janeiro da,850.
    dos S por cotilo do impostn feral. proveniente de fazendas que Ihe comprou, econs-
    laiido-lhe mais que os ben, deixados pelo finado lea
    sido vendidos clnndeslmamentc ; o abaixo
    rijaJSe a
    praca da Indepcn-
    sc dua rpiem la/, este ne-
    gocio.
    f A H0NE0PATH1.4 E 0
    | CHOLERA.
    *^ nico (ratamente preservativo c
    curativo do cholera-morbus,
    PELO iilll'TOR
    i
    _.) Sabino Olegario Ludgero Pinhc- ^
    .'\ Segunda ediero, .^f
    lV a hannv.l.ii.iii .*.... .. .. i'.: _^_n >.:^l
    pra-s.- toda c qualijuer |.on.. i
    de prata veiha de lei sem fetio: qtiein
    tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
    legio n. I"), agencia de leiloes.
    (.ompram-se para urna encommenda escravos
    de ambos os sexos ;. rua ,|., (jdeia do Recife.ar-
    mazem n. :l, nu-na rua do i.lueimado n. *, sega'
    do andar.
    Compram-se enxames de 22 a 25
    palmos, llaves de5(1 e assoallio de lomo
    emprancliade25a 30 palmos de com-
    prido : na livraria ns. ti e 8, <|a praca da
    Independencia.
    Compra-se um par de cailifaes de prala >eni
    reilio. de go|o moderno e em l.om estado, nio se
    duvrJainlo dar mais alguma cousa : na roa .No-
    va n. 5:1.
    Compra-se ilh'clivameiile,latan, brome ecobre
    voltio : no deposito da fundi^ao da Aurora, na ru-
    do Bru, logo na entrada n. -JH,c na mesma fun.ii-
    cilo, em Santo Amaro.
    Compra-se o cdigo aaiaiaHun Pr Mr. Re.
    du : na rua do CoUefja u. > I.- andar.
    ^itt^ttS.
    lia taberna das cinco portas, sita na
    rua Augusta, i,. I do l.atangeira vende-
    primeira qualidade.a 180 r. ;
    piali-
    no, a XOI i>.
    se cafe de
    queijos tpie se rcsponsabilisam pela
    de, a 1x700 rs. doce lino, a 8(H)
    iiiipost;i geial
    a pagar os S
    2:500.'*
    l:250j
    Ai.
    lia a
    roca-se por Ginlieiro urna tmagein
    or dos Passos, e nao se ol
    preco se for muito perfeita e nao
    praca di Independ
    ti
    pequepa : na
    ns. (i8, se dir' quem quer.
    leve a rua
    Aluga-se um perito mualo para criado de al-
    gum liomem solleiro ou casado, muito diligente e
    liel quem o pretender dirija-se a rua dos Prazere
    do bairro da lloa-Visla, casa pintada de cinzenlo,
    que tem dous ledes no porlAo.
    - A pessoa que se jolgar habilitada para ensin.ir
    quem tratar.
    sorvetes no aterro da
    MUTILADO
    N- S. da Solcdade da Boa-
    v isla convida a lodos o< senhores mesarioa para com-
    paiecerem uo consistorio da mesma rmaudade no
    da M do correnle, s II) horas da manhaa, para ne-
    gocio de mulla importancia da Irmandade.
    Oflerece-se pura ama de casa de pouca fami-
    lia, una mulher de bons costumes e escollante
    cozmheira : a traOr na rua do P.-dre l'lorianno nu-
    mero 15.
    Foi bontem tomado a um preto que andan
    olTerecendo para veuder. um Uigeslo Porlugue/ por
    Corroa Telles : quem lor seu douo, d.lndo os Signaos
    certos Ihe sera entregue na praca da Indepciidtu-
    cia, livraria ns. lie K.
    O sr. que anuuiiciou precisar de um caiieiro
    para loja de mandas, pode procurar na rua das Cru-
    zes n. Jl.
    I.ava-se e enguinma-sc com toda perfeieSo e
    asseio : na la da Roda, no solao do sobrado de-
    Ironle da cocheira.
    Rogo ao Sr. do engenho dc Cajabossu, que
    rca o favor mandar o seu escrava Jeronymo, ou
    Janoario, desmancbat un engao que bouve em ;i
    cargas de agurdenle, que elle vendeu ua rua da
    Praia -le Sania Bita n. 17, boje Ib do crrente
    mez ; e por nao ler-sc portador crilo para .se escre-
    vcraodiloSr. de engenho, por isso me desculpar
    em fazer e-ie annuncio. Francisco Alalinas l'ereira
    da Costa.
    O hachare! /efciiuo de Almeida Pinto, relira-
    si' para a provincia das Alagoaso nao pudendo des-
    pCilir-se "ie todas as pessoa do sua amisade em con-
    sequencia da brevidade de sua viagem, o faz pelo !
    presente pediudo desculpa desla falla involuntaria, e
    olferirce os seus limitados prestimos naquelle lugar.
    Precisa-se alugar um escravo para servlca de
    casa :quein livor dirija-se a rua da Madre de Daos
    armazem n. \->.
    O abano assignado iniidou a sua residencia pa-
    ra a rua da Cadeia do bairro do Recife u. .t.
    Oclavianode Souza Flanea.
    Preriaa-ie alugar um pre(o ou urna prela qoe
    sirva para andar vendeodo fazendas com nutra pes-
    soa : quem a lo se quizer prostar dirijaaaf a rua do
    1 Hospicio n. 14, que achara com quem IrWar.
    ;odfti
    I curia
    a quem quer.
    Ufassa adaman-
    tina.
    Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
    dadera massa adamantina e apphca ventosas pela
    airaccao do ar: nde sur procurado confronlc ao
    Kosario de Sanio Antonio u. >.
    Aluga-se urna escrava para o serviro interno
    de urna casa : no Paleo do Terco n. <1, I.'andar
    ~ Charles Owcl subdito fra'ncez vai para Eu-
    ropa.
    Alusam-se doas casas na povoac.lo do Monleiro
    com quintal murado, e tem sahida para o no- |,Uas
    para passar a festa; n rua do Oueimado n. -ji. lo-
    ja de ferrageus. '
    -- O secretario da irnldade de S. Jos d' Ago-
    na erecta no convenio do Carmo, convida aos seus
    irmaos para quinla-reira. 17 do crreme as:! horas
    da larde comparecern no consistorio da mesma ir-
    mandade para reunidos em mesa geral, se proceder
    a eleicao da nova mesa que tem dereger a irmanda-
    de de 18.>(i a 1857.
    Precisa-.e de urna ama forra para o servico de
    casa de um homem solleiro: a Iratar na rua do Vi-
    gario n. 13, segundo andar.
    Alii_M--e un homem honesto, dando-sc o
    Iratainenlo nocessalio alado em conta, ama linda
    salinha com varando de ferro e alcova, ludo piulado
    de novo : na Iravessa da Madre deslieos n. lo. pri-
    meiro andar.
    Lices dr pian.
    Leccinna-se piano por methodo muito fcil e pre-
    co em conta, haveudo piano para eslu.lar, nueni o
    nao liver : na rua do Vinario n. d-_'.
    Teodoa ab.iixo assignada anuunciado nos jor-
    naes de Pernambuco, entre elles os de IS, 9, ,. m de
    agosto de 1854, um roobo feito em sua casa em tli
    de junho do dito anuo, consistlndo em vanas obras
    de prala, daquelle moho a abaixo assignada vein re-
    ceber, por occasi.lo de hoscas dadas pe' delegara
    em diversas casas, algunas das obras annnnciadaa,
    porem, faltando ainda dea colheres de sopa, novas,
    e oilo garfos ; csLas obras com a marra pela parl
    dedetraz nos cabos F\\. orna colher grande de ti-
    rar sopa, urna dita de lirar arroz, nina dita de tirar
    assucar, ulna colherzinlia de espumar, nina dila de
    cha, seis pares de fivela raiulcs anligas. urna por-
    50 de prata qoe foi de espadn!, seis rabos de Tarcas
    de prata lavrada, c mais um dito de gomos, iodos
    sem as folhas, tres facas com cabos de prata pesa-
    dos e bordados, um maraca com selle cascareis de
    prala, um par de brincos de pedias compridoi com
    caiu, um reoslo com caixa de prala, pPllU, f Na rua d Aragao n. .1, preci-a-se de urna nre-
    LiiV.' re",,ad. u s-n' Anl.....o com l Par vender dore, e que as horas vagas se occuoa
    altura de um palmo reforrado. e oulros objeclos d- e' algum servico du mes.nu Irafico
    cenlo nos
    nados.
    Bilhetes 5.SO0O recebe
    Meios sSSO ..
    ."'Mirtos l.s't-'iO .<
    Periiamliuco 15 dcjt.lliode 1850.Sa-
    lustiano de Aquino Kerreira.
    Precisa-sede umeaixeiro para loja de fazen-
    'las. de 1^ a 14 annos : quem esliver nestas circuns-
    tancias annuncie por esta folha para ser procurado.
    -- Precisa-se de urna ama forra ou captiva para o
    servico domestico : a Iratar uo pateo do Carmo, so-
    brado n. /, primeiro andar.
    Precisa-se de urna ama secca para casa de pou-
    ca familia : na roa da Praia n. 49, primeiro andar.
    Desappareceu no domingo. 13 do correnle,
    urna escrava de nome Calharina, de naci Angola,
    de idade 3U anoos, estatura alta ; foi escrava do le-
    nenle-coronel Leal, sahio a venHer nos frangos em
    i balaio desses do Porto : quem a apprehender,
    da Roda n. 52.
    assigna
    Su se i'i'sponsaliilisa
    dous premios cima mencio-i do protesta contra quaquer venda que se leuda fei"
    lo,assim como contra qualquer pessoa que se ache de
    por nteiro 5:000$
    psse de semelhanles ben*, sem previa licenca da pes
    soaque par lei competir. RerifeRde julho'de 1856.
    Miguel Jos flarbnsa Uuimaries.
    ARRENDAMENTO.
    A loja e ermazem da casa n. 55 da rua da Cadeia
    po Recife junio ao arco da Concejero, acha-se desoo-
    cupada, e arrenda-se para qualquer eslat.eleciinenlo
    em ponto grande, para o qual tem commodo ufli-
    cientes : os pretendentes enlender-se-hao rom JoSo
    N>pomuceno Barroso, no seguudo andar da casa n.
    > na mesma roa.
    DE
    llama, dirija-se a prarja da Boa-Vista"n.r5regund
    lar, da > as (i horas da larde, qoe achar com |fjd "s'e mercado, de forma de armario, de sup--
    J. P. Vogeley lem a honra de avisar ao respeita-
    vel publico, que no seu estabelecimeoto na roa No-
    va o. 27, esquina da Camboa do Carmo, encontram-
    se os mais ricos e melhores pianos que lem appare-

    A benevolencia com ; ie foi aeolhida pe- ^
    lo publico a primeira ediccSo deste apa*- /f
    culo, escolada no cirio espado de dous me- 5
    zes nos imliizin a reunpressSo' j3
    Cusi .le rada exemplar......1-^KKI 2
    Cartoiraa completas para o irata- W
    mani do cholera e le moilas ou- ft)
    tras molestias, a..........:M*0IXI 7a
    Heas carteiras..........lo-imu Vf;
    yg Os inedirainciilosso osinelliores pcssiveis. -;
    , Consultorio central horacopalhieo, rua V
    Jjf de Sanio Amaro Mundo-Nove 0.6. '&
    l*iel."K t> tvj>t/S.
    Esta hrpograjiSia tem cxcelentes pe-
    los de Ierro para vender, e seu propric-
    tarioseencarre(fa de ananjar pripienas
    vpographias promptas para Itabalhar,
    por preco commodo.
    O

    %
    ores votes, constrorcao solida, do costo mais mo-
    derno possivel, sendo elles lodos feitos por encom-
    menda, e nao vindos em commis.no, e assim apro-
    priados para este clima, dos mais acreditados fabri-
    Jos Joaquim Alves, lendo arrematado as di-
    vidas da casa fallida do Sr. Manoel Joaquim Alves
    I iiomhi, convida aos senhores devedores da mesma e.i
    a dirigirem-se a rua .Nova n. 71 afim de ami-avel- n i, Vur0Pa' <".*<">" elle vende garantidos.
    !'- O eslabelecimenlo est eberlo at as 8 horas da noi-
    le para a commodidade das familias que quizerem
    mente saldar suas conlas.
    Deseja-se urna ama secca para diapro servico
    interno dc uina casa de mui pequea familia : na
    na da Madre de Dos por cima da agencia do lei-
    lao, primi'iro indar.
    Na rua da Madre de Dos, no primeiro andar
    do sobrado que Oca por cima da agencia de leilao,
    dSo-se iices de msica vocal e instrumental, alu on
    cm casas particulares.
    ATERRO DA B0HIST1 M. ,.
    oiimiMtheauteina hon-
    ra de avisar an publico, qua elle acaba de receber
    um -.orlimeuln do espingardas de caca de um e de
    don- cuinos, por prejo muito commodo, e aproveila !al
    esta occasnio para prevenir as pe-soas que entrega-I'
    jerlos |iara concertar, dc os mandar buscar
    pode rclirar-se
    mesma casa ha
    e objeclos para
    1 no espato 'le um mez, porque elle
    i de um momento para oulro. Nesta
    j grande sortimentn de cachimbos,
    ytiar'iiriies.de carros, etc., etc.
    Precisa-se de nm criado moro, que saiba bole-
    ar : na rua do Collegio n. 25 1.- andar.
    V,. I.impam-see concerlam->c relugius com s^j
    ;, loia a perleicio, pi>udo- JJ pnrvenlura fallarem : na rua da Madre de *
    *.,. lieos, por
    "-'-
    cima.da
    primeiro andar.
    agencia de leiles, no
    ' -.*' '^-"l*". -'' *'' "' y" ''.f.xn.ei.in.Jio,
    - V.> -...,...-- -.- -...-...-...-...-...",.,-...
    Preetat-ae de prelas para vruderem .nene de
    | carrapaln as lardes, paaindo-se a vendasen) : quem
    ; os liver dirija-se a rua do llium passahdo o ebafa-
    ii/ primeira casa qdV lem um sotao encarnado pela
    i retaguarda, para se tralar do ajusle.
    ver e experimentar os instrumentos.
    Jardim piibiicu ei? Ver-
    nambuco. roa da Sole-
    dad -; i. 70.
    Nesle grande cstabelecimento aeharno os senho-
    res amadores das flores .500 qualidades dc rosas e :M)
    de dalias de muito bellas cores, chesadas todos os
    annos de tranca e de oulros paizes ; assim lambem
    grande vanedade de llores inleiramente novas nesla
    provincia, e oulras plantas de fructo, endo 16 qua-
    lidades de ligos e 57 de uvas, e uva espim ele. ele.
    promplam-seencommeiidas, tanto para dentro des-
    i provincia comotambem para as provincias do sul
    e norlc ate o Para.
    COMPANHIA DE BEBSRIBE.
    O escripturario da Companhia de
    Beberibe Marcolino Jote Pupu, cncarre-
    ga-se dc comprar e v nder accr,(-s da ires-
    macompanhia: as pessoas
    comprar ou vender, din'
    torio da mesma, na rua Nova n 7.
    S horas a's 5 da tarde.
    da mesma rdr e
    !3 que quizerem
    ijam-sc ao cscrip-
    n
    Chales de merino bordados a seda
    a matiz, pelo barato preco de
    Chales de merino fino com barras mauladas, a
    Dilos de dilo prelos com franjas de seda, a 7.3000
    Ditos de dito de cores com defeilo na franja. 4.-400
    Dilos de laa grandes de tedas as cores, a jsiK
    ticos vestidos de seda com toque de mofo, a OgllOO
    Lindas sedas dc cores de novos padres, a laOtl
    o covado. ^^
    l.haly de qnadros de lindas cores, a 900 rs. o covado.
    tolar de seila com quadzos asselinados, a 800 rs.o
    covado.
    U* de quadros com 5 palmos de largura, a 660 rs
    o covado.
    Sarja preta lavrada para veslidos, a i(H> rs. o co-
    vado.
    (irosdenaples prelo c
    ^-KI o covado.
    Sarja prela verdadeira
    covado.
    Komeiras de relri mal izadas, a lgOOO.
    Maulas dc blond pelas o branca*, a I0SKKI.
    Panno prelo e de cores, pruv de limao. de 3XKM
    a 4^000.
    Selim prelo macano inelhur pottivel, a :iN|im ,, ,.
    vado,
    t.a-sas Iranceza* de core linas, a Jlil o covado.
    Calas rrancezas largas muito linas, a sil o covado.
    Ili-'M lo Iraucez rom 5 palmos dc largura a lll rs.
    o covado.
    Millo* de alpaca prela lina, a l.-KKI
    (.orles dc casemira de cores inuilo linas, a ixioo
    Dllo de dila prela lina, a :i500
    Corles de collele de selim prelo bonlados. a }-iK)0
    ""> I citos para camisas braneos e de cor, a (00 rs.
    Collarinho* feitos e cami/
    Relogios.
    Vendem-se relogios suissos de I oda., a,
    qualidades, lano de ouro como dc prala.
    ditos gdlvanisados elolcado. : na rua da
    Cadeia doBece n. IS, na mesma cas^i
    hatambem meios chronometi-o..
    Vendew
    Ainda existe urna |>orcaodecdi\as com
    e\cellcntes velas de carnauba pura de (i
    eSpor libra, clicgadas ltimamente d<>
    Aracalv j>or precoscomracidos, assim co-
    mo t a n 111, ni se v ende por pi-ero commodo
    nina pequea poieaode couis decah ; :
    a tratar na rita da .Cadeia do Recite n. 7.
    loja de miudezas de Antonio Lopes Pe ei-
    r de Mello & C.
    -Vende-se por alacado nina norcao di
    esteit as grandes de Angola, a IfMtada
    juma, epallm de Angola a IMH o cen-
    to: noalciroilalloa-Vista, (aliernan. 8
    ;.".. ... .-._....;....-.,...,.
    .... ... -.V.J..O? .
    \endem-sc C-.
    Rias pilariaaa de fil e rambraia horda-',-'-
    da para hombro, d(Sf-nbura, cada urna pila- J:'
    ria l=m um par de manguitosde novo sos- -.-*
    r.,; tu, a lUaOOOeada nma.
    (iolliiihasdecambraia da India bordada -
    ". para sen horas e meninas, a |sie 2S0OO ca- *.
    %.* fia nina.
    -; balas bordadas coro Irrs habaiius. de iau-
    -'-. lim francez. a 3|B0O caJa nina. JE
    V- Hnncioi. .|t '"s de divenas cores, pa- "
    ra senhora, .1 ."cOOO rada urna. m
    Q mEf*1 ''"* e de fl<"<" e lislras, a S
    ~ l>)0 rs. cada covado. -s>*
    fl ro.cienapleslizoforla-cores.com ir- '
    ;'.;- a",e." ,("l......emafo. a iMUMleada covado. j
    Chales de >eda de cores com as ponas V
    W bordados. k> o niNmn cada um. ^3
    3 Lencos dc sarja de seda da India, a laOOO ?*
    ^a cada um. ;
    J linzias do lencos de rambraia de linhn. a V
    f| acOO, scrveoJ>ara senhora e para homem. flt
    # f***^ llM quadros de algodao o ?4
    " sed*, a ..(Wl e fio rada covado.
    ->' roa .lo Crespo loja amarella n. I. $
    S.q/a dr cacado.
    Vende-se urna loja de calcado na rua
    Direita n. ..", lem poucos fundoe vende-
    te com armacao: na mesma se (rata.
    rttteneo!
    --
    m i palmos de largara, a
    hespanhola, a 1 -k 1 1-. ,,
    menos valor, pelo que a abaixo aasianada ralifiea
    aquelles seusannuncios, prolrslando llave-Ios c pro-
    ceder contra quem os liver em seu poder : rua .los
    Pires n. >.'..
    pa
    a quem con-
    ou anuuucie.
    Precisa-s
    na 1 na lar
    Mari* Joaquina de lloara.
    le _a do Rosai io n. I .
    Precisa-se dc olliciacs dc sapalciio:
    na rua larga do Rosario n. I .
    !n
    vier dlrija-Se a mesma ca.,
    LOTERA da provincia.
    O Illm. Sr. lliesoureirii manda fazer
    publico, que estao evpostos a venda, na
    thesouraria dns loteras, rua da Aurora
    i>- 26, das!) as :. horas da tarde, bilhe-
    tes, meios e quartos da (piarla parte da
    primeira lotera do convento de Nosss
    ........ francesas.
    Carntziilis e meias de laa braliras e prela-.
    J-'--V%'l&lbt'b : '''icos de seda, de peso, grandes, a I3SOO.
    JANE H'MKT t 1 .'";S ,1e *"" de f"r "*". a em '*.
    in, ,.?i- "l' ''' *' i '"l,er'->res de algodao grandes, a 7110.
    continua a residir na ru, .-,>,, 19, primei- CybarWes de lia bespanbcs. a :wtm,.
    m
    r
    da '":'
    9 ro andar.
    [iistruo^an
    ff'
    s;t.
    9
    ral e
    t\
    I:
    i.'
    Este compendio re historia sagrada, que foi ap-
    provado para instrucao primaria, lemlu-se vendi-
    do antes da approvasaoa 19600 rs., passa a ser
    vendido a 1*000: na livraria ns. 6 e s, da praca
    da Independencia.
    pasfaud.
    AO
    ib
    (.hales aje merino bancado, unos, liordados em doas
    ponas, urna a malizouira i\a mesma cor. a I IcOOO
    11.10, de merino trancado franja de seda, a 19800
    Madapolao muito lino de ^i jardas, a l.0|i
    Dito rm| p.,Imos de largura lino, a -i)u00
    (.orles dnatla dranea Unac 2?(KIOO
    Em frente do berco da (^ongre^aci
    botica, a segunda lujado fazendas.
    PII.ICAf.Vii LITTERARIA.
    Acabado salara lu/ > primeira pane iln Manual
    rf.i commereianle 1 / drogado itn eommereto, con-
    lendo o coligo commercial "o Imperio do 11:.-i|
    nnnolado com as referencyi >s diversos arligos d
    mesmo cdigo e dos respectivos rrgulamenlos entre
    1. assun como com 01 decreto* o aviso* expedidos
    ,.io o presente explicando ou a Idiando algomas de
    uas disposiroes ; o seguido ,)- regulamenle-- -
    No deposilo de pianos
    da rua Nova n. J7.esqui-
    na da Camboa do Carmo
    enronlram-ee mala ri-
    cos e melhores pianos
    qoe lem apparecido ueste nirrcado.de forma de ar-
    maro, de vozes superiores, ronsIrur^So solida, do
    goslos mais modernos posiveis. o* quaes so vea-
    "lem por muito em roula ; o proprietario do esta-
    beleriincnlo lendo ne cuncerlar e nrgaoizar a casa,
    e de fazer una Viagem a Europa, assim nao poden-
    do conservir em casa os instrumentos por mais
    lempo. O eslabelecimenlo esta aherlo at as 8 bo-
    ros da nojte, para a commodidade das familias qae
    quizerem ver c experimentar os im-mos : orne--
    1110 lem alu-uiM pianos em segunda mao c por pre-
    cii luuilo em conla.
    vOvO-.:-: O-.^Ki^OQ^OO
    t INDUSTRIA PERHAI-
    % BUCARA.
    S FABRICA A VAPH.
    Velas e naba o.
    .-: I! I A I) O B I I M.
    *.- Vende-se nesta fabrica sabao braoco
    :.\'; melhor qualida le a IKll is. a libra, eaarai- Pfc
    -. \a'. As amnslrasenroiitraiii-se noescrip- ',;.
    '- tono da mesma tabr ra. rua do Trapiche n. '
    :,? 40, piimeiro andar. ][
    ;,::,.-:::-:-:'::;;-:;::;.;;;- ;;--;^SC:'K?
    fia rua do Colle;io, loja dc la/, n-
    das n. 3, para liquidar, vrndem-sr rolles de brim de
    liaras a ($120, dilos de ca-lor a i.?, dilos a l-l_ii,
    lulipa feila, calcas .: Iirim a 1-131, dila a 19 e WO
    rs., jaqoela branca a 7-11 dila de alpaca de quadros
    a 800 rs., dila de brini !HH) rs., camisas de algodao
    de lislra a 800 rs.. alpaca dr quadros propria para
    vestidos d* pretas a JIHI is. nevado, cbila a IIO
    ISO, 180, .(00 c ifll r-.. e ontr.is fazendas por pro.;.
    commodo.
    :':::lt- e Ciiillis-.i.s O
    iriiifiz- s.
    Vendeo.-'e pali'i c sobre ra-aeas de :T
    brini "lo linho a :.^'. ditos de alpaca a 7? ';*
    e s-fi ,|||, ,.,. j, ,,, |-|llu |ir| p ,|r n ; _i
    re-, farra o- d.....di e da ultima moda, a '-.
    :. -aw;. ramisis Irancezas brancas e piola- 4"
    la a i?, < ::- d- liiiboa l;!KXi a duza, colaiinbo- dc li- *
    nii.i a jNNKia "lu/ia : na la Nava, loia "
    5

    ..
    Por
    a tod
    se re
    20 di
    ras 11
    gocios
    a iriii,,u.ui:-, i- por ijfgg espea a mesa
    regedoraque os nossos irmaosno dei\em
    de comparecer. escrivSo, Jos' Joa-
    quim da Silva Guimares.
    Precisa-.e alugar prelo* forros 08 captivos,
    para srvenles, (rala-se com o abaixo assignado : na
    rua do Itrum fabrica de reliase sabao a vapor.
    Cimillo Angosto Ferreira da Silva.
    -- Predsa-e de urna ama para rn/inhar
    gornmar para peqnene familia nj rn da
    Alug;i-se itm'i evceuente casa de
    andar e sotao, com lominodos para
    merosa familia, v>m quintal, cacimba e
    cocheira ; ua rua do Se\e do hairro da
    Da-Vista, junio a casa em que mora o
    ftfuniz : para tratar na
    n. 53, segiu-do
    .11.
    on-
    l'ruz
    lllni. Sr. coronel
    ruada Cadeia do Recife
    andar.
    Prerisa-at de orna ama de ledo.
    1 lho melhor. na rua Relia n a).
    endo sem li-

    pela \iu\a de Joo Francisco Paes Barrc-
    nn- l0 P8 ''q.u'dr tocias as dividas do sen
    casal, convida aos credores do mesmo ca-
    sal, tenham .- hondade de, no prazo de
    oitodiasapresentarera em sua casa, rua
    de San-Francisco, todas as suas contas
    competentemente organisadas, alim de
    se poder realisar a referida liduidaciio.
    Recife 10 de julho delS.id
    K- J. Batata de Aimeida
    rii.iniiM-
    qui/er
    lestes lugares : Cruz d'Almas, Allliclus, I
    nm, Sant'Anna, e em oulms qoem l:ver
    alugar annuncie por esla folha para ser procura .
    O secretario da irmandade do Divino Espirito
    Sanio.erecta no convento de S. Francisco convola a
    sins irmaos para que no di* -Jt do corrente as .T ho-
    ras da larde, compare", im 110 consistorio do mesmo
    convenio, alim de enrorporados acompsohareni a
    imagem de N. S. do (.armo, que lem dc sabir em
    procissao de scu cnnveole.
    -- Prcia-se Ar .V-000? com o premio de 1 por
    cenlo dando-se por caranda um bom predio qnem
    quizer l.izer e.la Iransarcn queira annundar para
    ser procurado
    pelo vapor ulmpeatriz
    casa de Memles c\ llr".ga.
    \ loja de mdame Bailar, rua Nova o. ."iK,
    se acham chapeos de seda para senhora., dilos de
    paiha para meninas. Mees de linho, sai*, de dina
    muito modernas, lilas dc velludo prelo de toda, as
    quilidadea. enfeiles de cajera, luvas de casamento,
    capaila* de llores de laranja, manta* tiranc i", b-ques.
    Ha-e. e ludo mais necessario para casamento, veos
    'le lilo lavrado para chapees de- lulo, cullannhos ,.
    mangudo, para ihealro. lurus de lioh < prela.
    - \ entero se tlalas nuil." no\ 1.. rliegada. pe
    lo ultimo na\oi 1 v\ Santos, rua do Amorim o. 18.



    PIMWO MHBKj jgjTI PP* 11 JULHO i 1856

    '%
    GIAWE FABRICA
    ..."
    DE
    >-



    ^
    GRANDE SORTIMSTO
    DE
    S! ------------ --------------
    A CIDADE DE PAUIS,

    mt

    ttmtfuhtws >c *|?ar.0. |g
    /
    O almixo assiguado, participa a seus numerosos fregueses, c ao respeitavel publicodesta capital, que mudou o seu estabelecimeiito da ra do Collegio u. 4, para a ra do Crespo
    ii. 4, casa nova ao p I arco de Santo Antonio, onde contina a terscmpre mu'completo sorlimentode chapaos de sol de todas as qualidades, tanto para homem como para senhora
    grande sorti ment de roupafeita, perfumaras, artigos para viagem, e o otros muitos objectos das primeiras casas de Paris.
    Cobre-see concerta-se toda e qualquer qualidade de chapeos de sol com multo assei'o e promptidfto. Todos osobjectos que se acbarem ueste novo estaheleci^ento serao vendidos por
    menos preco que cmontra qualquer parte, sendo uin s pceo para todos. Recife 7 de julho de 18.16. .i. Falque.
    do
    Monteiro.
    .da
    Vende-se o hom e muilo acreditado rape Joao I Dpf! na i..
    I'aulo Cordeiro, da fabricado Kio de Janeiro, rap i lVCilim "
    este bem aceito pela sua boa composicao, c .i asse- No deposito da rita da Senzala-Ye-
    melhar-se ao de Lisboa, pelo seu aroma agradavel ; ,. .. ,
    vende-se de 25 libras para cima no deposito da ra '"a II. li, vende-seassucar rehilado de
    da Cruz do Recife, casa n. 17 ; e em relalho as j superior qualidade, de arroba para cima.
    bras, nis tojas seguirles : bairrn do Recite, roa da
    Cruz, Fortunato Cardoso de (iouveia, ra da Cartea,'
    Jos lime Leal Jnior, Jos Fcrluualo da Silva
    Porto, Thomaz Fernandes Ja Cunha ; becco da Ca- '
    ciba, Antonio Ramos ; Santo Antonio, ra do Qnei-1
    mado, Manoel Joaquim Candido Teiteira ; roa lar-1
    ga do Rosario, Manoel Jos Lopes, Manoel Gonc-al-
    ves Barros ; paleo do Carmo, Jos Joaquim Ferrei-
    ra do Soma, Joaquim Manoel Ferreira de Soozm ; Rm IVMltp lf l .' Y I ;! I1H1 II t l
    San Jote, roa Direila, Bemjamin Franklim da Cu-1 "_,M 1,c,,lr; "u lJllrlllIv-llHJ.
    iba; Boa-Vista, aterro, Joaquim Jos* Das Pereira.
    i\a loja das seis
    portas
    Corles de cambraia lisa com 8 varas e meia para
    vestidos de 2 o II babados a tres mil rs. o curie, ditos
    de cassa pintada de lindos soslos com 7 varas a cin-
    co patacas, dilos de vestido de cimbraia com barra a
    dous mil rs., camisinhas de cambraia bordadas para
    senhora a cinco tusles
    para senhora a pataca
    dono da loja quer Iroca-los por
    A VISTA FAZ FE'.
    Conliuua-se a vender manteisa ingleza a 800
    e (Mili, chesada no ultimo navio de Inglaterra, ese
    vende por este prero por ser comprada ao inesmo
    consignatario ; asstm como somma de ensommar a
    i3 a arroba, c em libra a 150, cale de caro n 180:
    na taberna da ra de Horlas n. i.
    Sabo preto.
    Ja veio o sahflo preto, e vende-se smenle na ar-
    mazcm de Joao Marlins de Barros.
    Loja da boa f.
    Vende-se panno prclo e azul, lino, fazenda imito
    superior, prova de limao, pelo buratitsimo prero de
    3)500 covado, alpaca prcia muilo fina a 60 co-
    vado, merino selim, fazenda superior para palitos a
    I.niiiii o covado, caniao preto muito lino propno para
    vestidos a l; o covado, se:un pelo inac.io, faieuda
    muito
    a prela
    i muilo
    lina a 800 rs. o covado, curtes de colletes de gorgu-
    r,lo de seda, fazenda muilo boa a 29, corles de fus-
    is de cambraia bordadas para '"r V 32ffTZ,^am ara0',la
    , cllariohos de lindos gostos .uPer,cr a ^ c1ovado- S"denaples prelo
    :a: o. pteM convidam, 0 : ^oo para vestido a 2b o covado, superior sarja
    a-Ios por dinheiro. > %*"** a a ^240 co,8do' Fm-reza preta i
    Bom e barato.
    Ao lado da igreja da Soledule, esquina de Joo de
    Barros, taberna, vendem-se genero* muilo bons e
    baratos, como lejam : lingoicas do sertao e do rei-
    no, queijos os mais novosdo mercado, manleiga in-
    gleza de 640 a 19120, dita fraoceza a 500 rs. e 610,
    banhi|dc porcoalva a 160, vinho de mesa. Lisboa a
    560 e 640, dilo Cele a 560, Figoeira a 640, l'orlu a
    800 ra. e 18000, cha hysson a 28800, *5 e 2000,1 fawrmurrao no pavio e nem fazer remella, e por I l() a vara, ditos dilos tambera de bonitos padroes
    ano preto enerva malte, panas, bolacliinha logleza [ s,0 M torna preferivel a qualquer oulra, e pelo prero i 800 rs. a vara, dito trancado pardo lambem de 1-
    oe araruta, doce, e biscoitiuhos, massas.eipermace-
    te, charutos linos a 3."}, 2-500 e 2f a caia, bilhelea
    de lotera muito baratos, e muitos ganeros bons por
    barato preco. .
    Vendem-se velas de carnauba retinada a mais! loes de bonitos padroes a 610, brim tranrado bramo
    alva possivel e muilo superior eiu qualidade por ler de puro linho a le 15440 a vara, hrins trau^ados
    a propriedade de dar luz igual a espermacele, e nao | de cores de muilo bonitos padres e de puro linho a
    Cliegaram no ultimo vapor do BOi Yende-aa aielle decarrapato a 28240 a caada
    de Janeiro iil i j ^ i!' S nsexempuics dOSS.r;ie- chafaril primeira casa(,ue (era so.ao (11Carnad pela
    dos da Qaillgrapina, pelo prolessor ingle/, retaguarda.
    Para as senho-
    corrida commercial, segunda edicSoaug-l
    mentada: vende-se por Cs'OOO, com lin-
    dissima encademaco, em casa dos Srs.
    Antonio Lopes Pereira de Mello & C, ra
    da Cadeia do Recifen. 7.
    Loja da pobreza.
    Na ra do Passeio, loja n. 9, vendem-se corles de
    calcas escuras e muilo encorpados a lflOOO, dilos de
    brim de linho escuros a 800 rs.. dilos de brim branco
    a 800 rs., corles de colletes de fuslio de cores a 700
    rs., dilos de cambraia branca ede cores a :lo500, di-
    ras que gostain do
    barato.
    Vendem-se ricos penles de tartaruga para atar ca-
    bello a 49300, meias de seda de cores muilissimo lin-
    das para enancas de uin me?, a um anno, pelo barato
    preco de I38OO o par, lenriiih'os de relroz de lodas as
    cores para seuhoras c meninas a 1c, toucas de lAa
    para senhoras e meninas a 500 rs., camisas de meia
    para enancas ale a idade de um anuo a 500 rs.,
    meias brancas de algodAo para senhora niuitssimo
    Rclogios
    Cobcrlose descobertos, pequeos e grandes, deonro
    e prala. patente inglez, de um dos melhores fabri-
    cantes de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
    bom C f[lez: em casa de Southall Mellor & Companhia, ra
    ! do Torrus n. 118.
    Cobeitores de lfta hespa>
    nhes muito en corpa*
    SVSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
    dos e grandes.
    Veudem-se na ra do Crespo.loja da
    volta para a ra da Cadeia.
    esquina que
    de 80 a libra, e sendo em porc,i)o se far um agra-
    dihhn : no pateo do Terco n. 4.
    Na ra da Cruz n. 2(i, pi imeiro an-
    dar, vende-se cha' preto, Absinthe, espin-
    gardas de dous canos, espartillios pan
    preservar do
    commodo.
    lo cholera ; tildo por preep
    Caf moido
    puro a 240 a libra : no deposito de asscar da ra
    eslreila do Rosario n. 23.
    Vendem-se 8 escravos, sendo 2 ptimas negri-
    nlias de boa coudocla, dilas de meia idade, 2 mo-
    lecolesde idade de 18 a 20 annos e 2 prelo de lodo
    o servic/>|:^ni ra Direila u. 3.
    Vende-fe a taberna da ra Direila n. 27, a
    qoal esli muilo afreguezada para o mato e para a ..
    Ierra, e sendo,que o comprador Ihe convenha nuo'1'"^ Paor cscros ,*> e IbO o covado, brim
    car com lodo* os gneros, se Ihe lirara alguns, pois .*!"l,uho 09Curos a -(K) rs-' l"""10 fi" a
    agradando e faz lodo o negocio ; na mesma se ven- *" '**"
    le doce le goiaba cm caiiOes de 12 e II libras
    1-200 e 18, favfs viudas da llha de S. Miguel a 360
    1 cuia, peixe cliernus a 200 rs. a libra, manleiga
    ingleza a 800 rs., dila a 640, farinha em saccas gran-
    des a 8, 78 e 6?, alpina a 200 rs., e tambem se
    vende om relogio patente suisso.
    Vende-se superior manteiga ingleza a 560,
    7-1), 800 e 060, dita franceza a 610, queijos do reino
    muilo superiores a 18800, azeile doce de Lisboa a
    560, loucinho dilo a 100 rs. : na ra larga do Ro-
    sario, esquina defronle da botica do Sr. Ilarlho-
    lomeo.
    Loja da pobreza
    roa do Passaio n. '., vendem-se para acabar, chitas
    Na' loja das seis
    portas
    Na loja das seis
    portas
    Em frente do Livramonto
    Fm frente do Livraniento.
    Cassas escueczas a dozr vinlens o covado, e pinla-
    , das a meia palaca, rucarlo ministro a dous tusles o
    ! covado, cassas bordadas para cortinados e babados a
    i palaca a vara, curtes de cassa com defeilo do cupim,
    11 lendo II covadoso corle por dez lustes, lenco- de
    i ha para pescoro desenhoras e menines a palaca cada
    I um, lenc.os bordados a novo gnslo para nido de se-
    ! ohoras a dez tuslos rada um, mtias linas para me-
    I ninas a doze vinlens. Est a loja aherla das 6 horas
    da inanhaa al as 0 da noite.
    la Califor.
    4eloios de patente
    Ihor que se pode encontrar a e ^500 o par. ricas i,;|ezes dcour, de Jabonete e de vidro :
    canas para guardarjoias a 800 rs. e I.-;, canas mu- ". ivj*c cuc tiuiw.
    to ricas com partimentos nicamente proprias para vendem-se a preco razoavel, em casa de
    costuras, pelo baralissimo preco de 2J500, 3)000 e Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia
    :IS500. traves.as de verd.deiro bfalo para prender J0 Recife. irmaxem II. 56.
    dSouSJS I0.f-aU7,C,hl'"S ^ranf," (*0': 5n aw r... dilaa branea o prelas de seda o me-
    ollos de lila e seda a 31500, chapeos de sol a 18500 e |
    2s. pecas de madapolao a 38, 39500, 4;. l->500 e 5,
    chitas linas a 200 rs. e 220 o covado, algodio azul
    Srosso a 220 o covado, e oulra. muitas fazendas, que
    nao se pode mencionar por falla de lempo.
    Riscados Irancezes de quadros grandes com qualro
    palmos de largura a doze vinlens o eovado, cambraia
    lisa para vestidos a palaca a vara, cassa pintada a
    meia palaca o covado, e lodas as mais fazendas por
    precos menores do que em ootra qualquer loja ; e
    para i-o est aberla das 6 horas da manha ale as !l |
    da ooite.
    Na loja das seis
    portas.
    ! Em frente do Livramenlo.
    : Notos riscados fraocezes de lindos padroes a meia
    ' I palaca o covado, paupolina da laa fioissima a duas
    I patacas o covado, I3as de quadros de goslo novo a
    . duas patacas o eovado, chitas escuras de linlas sego-
    \ ende-se no armazem da Iraveasa da Madre de as a ,.n,eia p"aca' e ue fferenles cores a seis vin-
    l'eo n. 15. "la Pre'a para saias e mantos a dous tusles o
    ,ts cov*do : vende-se barato por querer acabar com
    Fei/fto intilatinlitt.c bran-
    co de Lisboa.
    nlio 1 600 rs. n vara, dilo liso largo a 480, gangas
    amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
    a 32o e 360 o covado, dilas de cores escuras de qua-
    dros e iislras, de muilo bonilos padroes para calcas e
    palitos a 600 rs. o covado, corles de calcas de boilas
    casemiras de algodAo, pelo barato preco de 1&I2,
    hriiuzinhos de quadros de puro linho a 210 o cowdo,
    panno de linho muito lino a 640 a vara, peilos mui-
    lo linos para camisa brincos e de cores a 100 e 500
    rs., camisas de meia milito lina, a ls e 18120, luvas
    prelas de lorcal para senhora, fazenda mulo supe-
    rior a 800 rs., ditas de seda de lodas as cores para
    homem e senhora. pelo ibaralissimo preco de 1,-2'Hi o
    par, dilas de lio de Escocia para meninos e meninas
    a 400 rs., lencinhos de (let muilo bonitos a 18, ricas
    grvalas de seda prelaslc de cores a 18, mcios lencos
    de seda para grvalas a|600 rs.. dilos pretos muito
    bous a l>, pecas de cambraias de salpicos com 8 va-
    ras e meia a 3;200, e 440 a vara, dilas adamascadas
    muilo boas para cortinados a 12?, cambraia lisa mui-
    lo'lioa com urna vara oe largura, pelo baralissimo
    preco de 560 a vara, 1,-nco. de cambraia muilo finos
    lodos braucos e com barra de cores a .100 rs., Ienc.01
    de chita francezes muri bons a 400 rs., chales de
    algodao de cores de bonitos padrdes a 800 rs., nsca-
    dinhus milito linos e de muilo bonitos padroes a 1111
    o covado, lil de linhojliso muilo lino a 060 a vara,
    diin de llores a 13280, meias prelas de seda para se-'
    nlona. fazenda muito sjuperior a 2*3 o par, ditas bran-
    cas mudo linas a 38 par, dilas hraucas de algodo
    muilo linas a 240 e 32f) o par, dilas brancas muilo
    finas para meninos e meninas a 210 o par, e alm de
    ludo isto outras muitissimus fazendas, que a vista de
    suas boas qualidades e baratos presos, he que os se-
    nhores freguezes, amigos do bom e barato, couliecas
    rao o que he pichincha : na ra do Queimado, uo-
    qualro calilos, na luja de fazendas da boa fn.22,
    defronle da loja de miudezas da boa fama.
    Lencos de cam-
    braia de linho
    e 640
    9
    loja nova ao p do arco de Sanio Antonio, alem de
    mtiilissimase boas fazendas baratas, vendem-se cor-
    les de hila franceza de 10 covados a 28000 rs. e em
    covados a 200 rs. muilo larga, muito boa para co-
    bertas, cortinados e vestidos, silo de cores claras,
    alegres e bonitas.
    J E IIAHB" BGO
    A 10,000 rs. ocento
    0 deposito das bichas de llamburgo, ra eslreila
    do Rosario n. 11, lornou a receber nova remessa de
    bichas de Hamburgo pelo vapor iDelez Avon, que
    passou para o sul ; vendem-se a I65 o cenlo, e alu-
    gam-se a 320 as grandes, e 200 rs. a menores.
    Calcado muito
    cabellos, pelo haralissimo preco de 1?, ditas de tar-
    taruga a 3.55OO, ricos leques com plumas eespelhos e
    P'nluras finissimasa 28, penles\le bfalo muito finos
    para tirar piolhos a 500 rs., lesnuras finisimas e de
    lodas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
    cores e largoras, ricas lilas de seda lisas e lavradas
    de todas as larguras e cores, bicos de linho finissimos j
    de lindos padroes e lodas as larguras, ricas franjas de
    algodo brancas e de coi'-- proprias para cortinados,
    e outras moitissimas cousas, qne ludo se vende por
    lo barato preco que aos propnos compradores ser-
    vir de admirarlo : na ra do Queimado, na bem
    conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
    Attenco
    Lindeza para vestidos
    9
    i &&&@cer.a, hiendas.
    Ra do Quei-
    imadon. 19,
    I loja de Santos Celho.
    Tem para vender om completo e riquissi-
    v rao lorlimenlo de chales de merino tanto
    c^ bordados como lizos, de todas as cores, com
    ,., franja de reros, e muito mais baratos do
    Superior farinha de mandioca em
    JKI saccas.
    W? \ ende-e ualquer pon-A o de muilo boa farinha
    ^ de mandioca, dictada ha pouco de S. Malheus, a
    fi 1 prego muilo commodo por cada sacca : no escriplo-
    <* I no da roa da Cruz u. 49, primeiro andar, uu no ar-
    %f i mazera Jo Sr. Pacheco no caes do Ramos.
    '
    -
    Algodo trancado da fa-
    brica da Babia.
    Vende-se no escriplorio de Antonio Luiz de Oli-
    Azevedo, roa d Cruz n. 1.
    que em oulra qualquer parte, ditos com ri- *
    -.! cas eslampas e muito modernas, pelo preco ^ veira
    (!% de 58O00 cada um ; sedas de todas as cores 2y> T
    3i? e muilo bonitos padres a laOOO o covado : 'f ^1* I r\ u rk Inn rtftn
    chitas francezas de padroes miudinhos, pelo i IH d IU1 a U3S SClS
    portas
    Em frente do Livrainento
    baratissimo preco de 210 o covado ; liberto- fi
    ras de esguiito para camisas, a igOOO a du- jj?
    zia; cortes de casemira de cor muilo finas $2?
    e de bonitos padroes, a to e .58000 cada S
    corle : assim como um completo sorlimen- si
    lo de madapoln, que a dinheiro, se vende ^*T
    muilo barato. $$
    Vendem-se tres
    estollas bordadas
    --<
    Alpaca de algodo de quadros, de duas larg-
    las, bonitos gostos, para vestidos a pataca o co-
    : vado, cambraia de seda, superior qualidade e gos-
    ii,-., k,i ~llos mouprnos a dez lustoes o covado, chaly de
    oiiio, bastante ricas, proprias para (|ital-quadros e liso, fil liso e bordado, lencos para
    brincaren!, com avari.i a virilem o len-
    completo sortiinento de fazendas de lo-
    das as qoalidades, em pecas e a relalho, que se-
    quercm reduzir a aedulas, por menos prego do que
    em oulra qnalqucr loja, sendo dinheiro valo.
    l Na i ua do Crespo loja amarella B
    n. \, de Antonio Francisco Pe- |J
    reir, vende-se S
    Palitos de panno fino preto, forrados de fin
    a de velludo, a 20s000
    Sobresacas de panno lino prelo,
    " possivel, a 308000. Efe
    panno fino prelo, a 30)000. .
    selim e gorgurilo prelo e deco- 9
    res. a 6S0OO cada nm.
    lMiliis do sarja prela de seda, a 21-8000.
    " cores, a 128000.
    me branco de linho,
    nm c
    m I
    m -
    |tier Sr. vicario de costo : na ra Nova i nil!lllnos
    n. 24. l0.:u.m.
    Hofassa e cal.
    Vende-se potassae cal da Russia e ame-
    ricana, ebegada netes dias e de superior
    qualidade e cal de Lisboa da mais nova
    que ha no mercado: no unico deposito da
    ra de Apollo n."2B.
    r___,- S seda com gol la de velludo, a 20000.
    Oonttnuam-se a vender as melhoras | w Soi.resacas de panno lino prelo, o mais 6
    toalhasde puro linho por pieco que a{p-a-i be.m ^"lo
    da ao comprador: na ra do Crespo, loja' &* CEde* i
    n. I (J. res. a liaOOO i
    *$&$-&@3 9, 1''!os'ded0seSd,Jd.r
    Metal amarello para lorro. i; )<\ ,-r^00s de brama
    j9
    i
    A 320, 400, SOO,
    cada um.
    Vendem-se na ra do Crespo, loja da esqaiDa que
    volta para a ra da Cadeia.
    Fazendas por muito me-
    nosdoseu valor, na loja
    de 4 portas na ra do
    Queiiuado n. 10.
    Esisieiu nesta loja as fazenda- da loja da ra do
    Crespo, que foram arremaladas, e so vendem por
    muilo menos do se valor, eomoseja :
    Madapolao entre-fiuo, peca 28800 e 3*000
    Dito fino de jarda 4800
    ilo muilo tino com 35 varas 138000
    Esguio de linho muito lino cora 10 >, varas 138000
    l'lalilha de linho superior de 25 varas 138000
    Algodo de 20 jardas
    ilo bom americano
    Chitas ordinarias, pera
    Dilas decores fias 55
    Cambraia fina
    Hila muilo superior
    Corles de calca de casemira de cores 38500 e
    Hilos iIp dita prela 58500 e
    Cuteles de selim prelo inaco 28500 e
    Rnm linho, de quadrinlhos, covado
    Dilo de dilo decores, l amado, vara
    l'anno prelo e de cores, > covado 33O00 e
    Maco- de meias croas p ra homem
    Dilos de ditas boas
    Ditos de dilas superiore
    Corlea de vestido de sed i 169000 e
    Chitas de cores, sorlida, covados
    Chales de merino de cores lisose cem baira
    (.-ri.-. de cassa chiU
    Ditos de chita larga n iceza,
    Cita franceza, larga, co- ado
    Meias linas para senhora duzia
    l ravalas de coi es para I omem
    Algodo trancado azul, c covado
    Dilo alistado, covado
    Lenco- finos de chita e : anga
    E oulra. muitas fazenda: por haralissimo preco
    do com oinheiro i visl .
    ,,., US BOAS (IIALI-
    dades lie
    barato.
    Vende-se ua loja que foi d>
    Mitao do Amaral, lodosos obectos aili
    existentes, constando de sapatos de varias
    qualidades, conrode lustre, marroquim,
    bezerro, etc., tudo se vende barato por
    IN1111 dar. ni a que estao pi ocedendo os cre-
    doresdo dito cstabelecimenlo.
    ag ezes de pa-
    tente,
    os melhores fabricados em Inglaterra: m casada
    llenrv Gibson :rua da Cadeia do Recifen. 52.
    LUVAS PARA HOMENS SE-
    NHORAS.
    Vendem-se superiores lavas de pellica muilo novas
    para homem c senhora a 18280 rcis o par, dilas de
    seda muito boas e sem defeito algum amarellas, pre-
    las e brancas para houiem e senhora a 18000 reis
    o par, dilas prelas de lorcal muilo boas a S00 reis o
    par. dilas de lio de Escocia brancas e de cores para
    Minein e senhora a 100. 500 e 000 reis o par, dilas
    dilas para meninos emeninas a 400 reis o par, luvas
    de .seda ricas de lodas os cores e bordadas, com
    guarnicao, para senhora 35000e 38500 res o para
    e oulra- mais qualidades de luvas, ludo na ra
    do Queimado na bem conhecida loja de miudezas de
    boa fama u. 33.
    Meias de laia pa-
    ra padres.
    Vendem-se saperiores meias pretas de laia para
    padres, pelo haralissimo preco de I.-miii o par : na
    raa do Queimad., na bem conhecida loja de miude-
    zas da boa fama n. 33.
    CARTAS FNISSMAS PARA VOL-
    TARETE.
    Vendem-se superiores cartas francezas para volla-
    2*0001 rel pelo baialiasimo prero de 500 rs. o baralho ,
    200 i ua ra do Queimado, na bem conhecida loja de miu-
    Riscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
    de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
    cadas de muilo bom gusto a 58i aloalhado adamasca-
    do com 7 palmos de largura a IbCOO a vara, loalhas
    de panno de linho alcoioadas e lisas para roslo, as
    maissuper iores que tem viudo ao mercado, ditas
    para mesa, guardauapos adamascados e oulra- muia
    las fazendas por precij commodo : vendem-se na ra
    do Crespo, loja da esquina que volta para .i ra da
    Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultima* Cadeia.
    .nV.dVu a&'Jlh'T'*m'' L"0 de, 100 ; Vendem-se velas de carnauba bem] acabadas,
    T'th -. he de pura lita e sed, e os api,oscwli ras, cl osrcce,emenle d o Araea-
    lm n,r!. -? m 2 ^ h'",, K2S? f* nos do que em oulra qualquer parte : na
    tem apparec.de- oo mercado : na ra do Qoeimido Crai .y? jmejr0 *
    nos qualro cantos, loja de fazendas da boa fe n. 22 << v
    *; Vendem-se caitas com vidros para vidrajas
    Jl/j..,!'., v ( all o a I a : vidrosde bocea larga com rollias do mesmo, o maior
    ir CI llllllcll ItlS I.IC sorlimenio possivel : em casa de llarlholomeu Fran-
    cisco de Souza, rua larga do Rosario n. 36.
    \ endem-se madapolps linos e de oulros, com
    pequeo loque de atarla, por presos muito bara-
    tos: ni rua da Cadeia-Velhn u.2i, primeiro andar.
    Moinhos de vento
    ades, | com bombas de repuxo para regar horlas e bai -
    uissi-, i- OfcdMiu : n,i tundicaode D. W. Row man,
    rua do Rrum ns. 6, 8 e 10.
    Gal de Lisboa.
    'ende-sc ama por rao deharrisrom cal de Lisboa,
    har lo pre-n, c relalho a 38 o barril t na roa da
    -I' Recifen. 50.
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Milharesde individoosde todas as nar,6es podeaa
    leslemunharas vinudesdesleremedio incomparavel
    eiprovarem casonecessario,qiie, pelo uso que delta
    lizeram, lem seu corpu e membros inleiramciita
    saos, depois de haver|eropregado intilmente onlrM
    tralameiilos. Cada petsoa poder-se-ha convenear
    dessas curasmaravilhosas pela leiturados periodiro-
    que Ih'as relalam todos os dias ha muitos anuos; e
    maior parte deltas sao lao sorprendentes que admi-
    ran! us mdicos mais celebre. Quanlas pessoas re-
    cobraran! com este soberano remedio n uso de seos
    bracos e pernas, depois de ler permanecido longo
    lempo nos hospilaes, onde deviam soflrer a ampula-
    rao : 1 >eilas ha muitas, que havendodeixadoeuee
    asjlus de padecimenlo, para se nao submetlerem a
    essa operario dolorosa, foram caradas cnmplela-
    menle, medianle o uso desse precioso remedio. Al-
    gumas daslaes pessoas, na efuso de seu reconheci-
    menlo, lerlraram estes resultados benficos dianle
    do lord corregedor, e outros magistrados, alim de
    maisaulenlicarem sua aOlrmaliva.
    Kinguem desesperara do estado da sua saode ae-
    livesse bastante confianza para ensatar este remed.
    constantemente, teguindo algum lempo o Irala-
    menloque necessilasse a oalureza do mal, injo re-
    sullado seria provar inconatestavelmenle : Que la-
    cura!
    O ungento he til mat particularmente'.
    seguintci catot.
    matriz.
    bom gosto
    Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
    sorlinienlo de perfuioarlai de todas as qualidades,
    : sendo seu auliipo mcliior que ha cm l'aris, riq
    .111 n ji n m inos frasco- de eslraclos muitissiinn linos, pelo barato
    pceo de 13200, 19500, 2B e 2>VMI, jarros de porcel-
    lana delicados e de modernos gustos com banha fran-
    ceza muito (na a 2?, frascos cum esseencia de .nit
    320, paos de pomada Iranceza muito boa a 100 rs.,
    frascos pequeo, e grandes da verdadeira anua de
    Colonia do l'iver a 1HO e 1/1100, sabonetes fiuos e de
    diversas qualidade.<,ps para denleso melhor que po-
    de haver, e outras muitas perfumarias, que se ven-
    dem muito barato: na roa do Queimado, ua bem rn-
    nliciida loja iic mimle/.a- a hua Tama n. 33.
    Vende-se o muito superior baea-
    llia'o de escama a J .s'000 rs. por barri-
    ca : no caes da Aliandega armazem de
    Paula Lopes.
    Alporcas.
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Corladuras. /
    Dores de cabera.
    das cosas.
    dos membros.
    Enfermidades da culis
    em geral.
    Enfermidades do anus.
    Erupcoes escorbticas,
    l-'istulas no abdomen.
    I-11.ilil,ole ou falla de ca-
    lor as extremidades.
    1-rieiras.
    Gcngivas escaldadas.
    Incli.i.-ocs.
    Inllan inacao do ligado.
    da hcMLia.
    18920
    :t-*ooo
    OOOo
    6->00ii
    0500
    55000
    45000
    65000
    350U0
    200
    610
    39500
    192
    33000
    15OO0
    205000
    160
    5000
    18600
    33500
    610
    160
    150
    200
    sen-
    t
    Vende-se papel de pe
    pode haver nesle genero
    papel paquete muilo tind
    W Cabos da Rusta e de Manillia.
    < Lonas, brinzao <. brim de vela.
    |2 Pixeda Suecia.
    W Cemento amarello.
    ? Vinhode Clianipagne e do Klieno.
    -^ Agurdente de Franca.
    Sy Pianos de armario de modelos no-
    w vos.
    Armamen lo de lodas as' qualida
    des.
    Alvaiadelino em po, oca e tintas
    5$ em oleo.
    ^ Pedias de murmure para mesase
    , ?> consolos.
    y.; Papel de peso ingle/..
    S Chicotes para carros.
    f} Ferro embarra, verguinli
    ifp Couros de lustre.
    ,."' Vendem-se no armazem de C.
    ^3 Astley C.
    uito barato.
    o e almaro o melhor que
    a 3, i, 5 e 6.5OOO a resma,
    e de muilo boa qualidade:
    dezas da boa fama o. 33.
    Bonecas france-
    zas.
    Vendem-se muilo bonitas bonecas franceza, pelo
    baralisiimo prcro'de 19380 e 1>800 : na roa do
    (.lueimudo, na bem cenhecida loja de miudezas da
    boa fama n. 33.
    {
    'aru noivas.
    .;; ?. sa.
    r<3 fl uzia
    SfS Y. 155O0O.
    Hitos de dilos pardo de linho, I 55000.
    Ditos de melim com listras de core-, 1

    ;
    s de carnizas com peilo de liul o. a
    55OOO.
    -..; Dilas de murim rranees, a 225 e 3-lgOOO.
    ' Ouzias de peilos de ludio para camina, a
    Ja. 143000.
    Calais de casemira bordada, ultima mo- ^
    %) propriamenle para se escrever por vapores para a Vendem-se
    :: onM^'af ? C, "5eq"e"C deni S8 paCar ?rai"les P"ra vestidos de noi%as. pelo haralissimo preco de
    de fazendas da boa fe n. 22, defronle da loja de miu-

    8 i'-u1.68"'""0 ullimo navi> de Pari- a 3,*b6.30 ., ditbs para desenlio a 800 rs. a
    9 k i. ... ?'-3 Jutla-canlve,es muilo I nos ede lodas as qualidades
    1 ifj 1 a 1 ",ulllh- 'rendas de linho e seda Jg e precos, Una ingle/a n uito boa c barata : na rua
    ".i?.1, S? 1P5 barat0 l'rc- '<' do Queimado. loja de n iudezas da boa fama o. 33.
    V 8'rl.S 1)1 V
    Farinha
    de resma, ou mesmo em quadernosa 80 rs., papel de
    linho verdaderamente I Imaco e proprio para carto-
    rio a la rs. a resma, ve dadeiras pennas de ai;o de
    bico de lauca conhecida) pelas melhores que "ha a
    I92OO a raivjnha com 1: duzias, dilas sem ser de bi-
    co de lanca, mas lambe n muito boas a 610 a caixi-
    nha com 12duzias, duz a de Lipis muilissimo linos a
    pezas da boa fama.
    apa.-;;-
    i
    J- i
    e
    Vende-se superior' farinha de mandio-L
    . 1 ^ ', aoyueimadii, nos qual
    ;-r. .' af"tB uunarina : a bordo da barca > boa fe o. 22, defronle
    ;-: brasileira Flor de Oliveira, tundeada emlfum"-
    lenle do trapiche do algodio, ou 1 tratar
    com NovaesiV C, rua do Trapiche n. "
    as para luto.
    Vendem-se cassas pr< las muilo linas proprias para
    lulo, pelo haralissimo f reco deiSOavara: na rua
    o cautus, loja de fazcudasda
    da loja de miudezas da boa
    primeiro andar.
    rapu
    >*.
    Attenco.
    GRANDE i'ECilINCIIA.
    Camisas.
    Grande snrlimenlo, e por pre;o haralissimo a 15$,
    <0>. 22e 21-5 a duzia, ditas de linho a 328000, meias
    de algodo rruas a duzia 38, ricos cortes de escoce/,
    de seda a 125, cassas pintadas linas a 320 o covado.
    a I bra d?l, USSS ."Sl2" BS" b'' SSi640 i "* ca,sa9 e *"tW*l. ""s muitas fazenda
    barrii dui. de ,^"^^ .e cr',m aba,e em qe vendem por baixos precos : ua loja n. 16 da
    Darns. nuz.i de sabonetes a 180, cahx finos para vi- rua ,i0 Ccsno de Adriano \ lastro
    uho a 38 duzia, vinho do I-orlo engarrafado sope- ^' &
    rior a 1j280, mu.calel de Setubal a 13, dilo francez Vende-se urna das melhores casas terrea da
    j a
    Loja da boa ft
    Vende-se chaly de quadros de bonilos padres 1
    000 rs. o covado, dilos lisos de bonitas cores a 720,
    chales de merino lisos coro franjea de relroz de bo-! Marm'i'.da
    nitas cores a 55, dilos com Iislras de seda a 7.5: na oio
    rua do Oueimado. nos qualro cam
    - 13$500
    Ven'dc-secal de Lisboa ul (imamen uchegada ,as-
    aimcomopotassadaKussiaverdadaira: uaprara do
    Corpo Santo n.tl.
    TAIXAS PARA ENGENIIO.
    Wa fundifo de ferro de D. W. Bowmann ua
    I rua do Brum, passando o ohafariz, coniin ha-
    : ver um completo sorlimento de taixes de ferro fun-
    dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
    I acham-se a venda, por prer;o commodo e com
    Veiidm-sepianosverlicaesinalczes, de elegantes | Pr0IDPl'da0: embarcam-se oucarregam-se emacr-
    modellos e encllenles vozes, fabricados por um dos' r<> sem despeza ao comprador.
    Vende-se em casa de S. P. Johnston & C
    rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
    cotes de carro e de monlaria, candieires e casticaes
    bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
    xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
    fio da vela, chumbo de raunirjo, arraios para car-
    io, lonasinglezas.
    Vende-se cimento muito novo chegado em11
    de maio p. p. de llamburgo, por preco muilo em
    conla, a vista da qualidade ; lano em porcao como
    em barricas a linas : 110 srmazem de materiaes na
    rua da Cadeia da Santo Antonio n. 17.
    Fio de algodo da Baha.
    Vndese em saceos de 50 e 100 libras, por com-
    modo preco: na rua da Cruz, armazem de couros e
    sola o. 15.
    a boa fama
    VENDE MUITO BAKATO, COMO TODOS
    SABEM.
    Vendem-se libras de linhas de boa qualidade n.
    50, (Oe 70 a I5IOO, dilas muito linas de n. 100 e
    120 a 1 -ihii. duzia de lesouras muilo boas para cos-
    tura a 1;, ditas-muilo finase grandes a 1-;200a du-
    zia, pecinhas de bico eslreilo a 560, caixinhas com
    _ agulhas Trancezas muito linas a 160, caixinhas com
    coherto, para mais de 20 cahecas de gado, excellente '6novellode linhas de marca muilissimo finase
    pasto para dito, immensu terreno de pantano para -*"< bracelete encarnado muilo lio ni lo para meni-
    ptanlaco de capim e mais lavoiuas, bastantes arvo- na e senhora a 200 rs., meias brancas muito linas
    redos de o til idade ; us praleodenles diriiain-se ao P,ra enhoras a 210 e 300 rs. o par, meadas i[de II-
    mesmo sitio. 1 oh.is moitissimo finas para bordar a 100 e 160,| bo-
    (Ses demadreperola muilo finos para camisasaOOO rs.
    a grosa, botoes muilo finos de ae.o para caica a 280|a
    grosa, livelas douradas muilo finas para caicas e col-
    lele a 120 cada orna, penles de balea muilo finos
    par. alisar a 300 rs., pegas de fila de linho com 6
    varas e meia a 50 rs., caixinhas com colxeles france-
    zes a 60 W., carreteis de linhas de 200 jardas de
    muilo boa qualidade e de lodos os numero a 80 rs.,
    256OO i macos com 10 grampas e de muilo boa qualidade a
    5<20 150 rs., pares de suspensorios a 40 n., torcidas para
    0 caodieiros a 80 rs. a duzia, carteiras de marroquim
    para algibeira com molas dooradas a 600 rs., cane-
    las para pennas de ac a 20 e 10 rs., meias brancas
    e cruas, fazenda muilo boa, para homem a 160 e 200
    rs. o par, (rancnihas de la de caraces e de lodas as
    cores a 100 rs. a pecinha, penles de chifre para ali-
    sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, grozas de
    boles de louca pintados para camisas a 2S0, pecas
    de lita ele cs de todas as larguras a 210 e 320, linhas
    brancas decarreleiscom 100 jardas do autor Alexan-
    , dre a 10 rs. 0 carretel, linhas prelas de meadinhas.
    fazenda muilo boa a 20 rs. a meadinha, carias de
    Pianos.
    mais acreditado* autores, prersiado na exposicaode
    Londres: no armazem de Itnstron Kooker& Com-
    panhia, praca do Corpo Sanio.
    AGENCIA
    Da fundieao Low-Moor, rua daSenzala-No-
    va n. 42.
    Nesle eslabelecimento contina a haver um com-
    pleto sortimemo de moendas e meias moendas
    para engeaho, machinas de vapor e taixas de
    ferro balido e coado de todos os tamanhos para
    dito.
    Vendem-sc loneis, pipas e quartolas
    para dislilorao, as quaes foram de azeile de peixe e
    depois, de aguada, arqueadas de bons arcos de fer-
    ro, proprias para deposilos, e garapas de dislilacao :
    arralar com Joaquim Lopes de Almeida, ou com
    Antonio de Almeida Gomes, rua doTrapiehe n. 16
    segundo andar.
    Cm completo sorlimento de bordados comose-
    jam, camisetas com mansas, collarinhos, peililhos,
    romeiras, CamUe, coilinhas e pelerinas ; tambem
    tem um completo sorlimenlo de ricas dores, enfeiles
    para checa, Utas e os verdadeiros e modernos bicos
    de linho: na roa da Cadeia- Velha n. 21, primeiro
    indar.
    Defronle da piiaageiu de Olinda. passando o
    sitio em frente, vende-se o silio chamado do Meto,
    rom boa casa de vivenda e cummodos para: grande
    familia, estribara para 6 cavallos. cocheira para car-
    ro, casa para fcilnr c prelos, corral de pedra e cal
    5-500
    560
    8*000
    l'or menos do que em oulra qualquer parle
    vendem-se na rua eslreila du Kozario n. 11, no de-
    posito de sanguesogas hamburguezas, os objeclos
    bailo e novamenlc chegados :
    Bolacliinha de suda
    Dila de Lisboa
    Dita hamburguesa, lata grande
    Dita de araruta dila
    Onoijo loudrino a libra
    Presunto para fiambre .
    Toucinho inglez
    Ameudoas conl'eiladas e francezas a libra
    es de seda branca propnos I Pccegos, Peras, Damasco e C-inja lata
    Biscoilo inglez. lata sorlida
    1-rascos com conserva dediflercnles quali-
    dades
    Passas novas a libra
    Ameixas a libra
    Hlala a libra
    Vinho cherez garrafa
    Dilo Bordeaos tinto carrafa
    Dito dito branco j>
    Doce fino de gaubscaiiSo
    Ai><> lao iiionstro.
    Il5 O,l
    a 720, e mais urna iolioiitade de gneros que seria rDa Augusta: ua rua des Pires junto a caiva d'agoa. ment de polvor da mellior qualidade
    enfadonho meneioua-los : no aterro da Boa-Visla, Iva ruadaPraia. armazem n. 99 vende-se .r- e.a vendem pornienos do que os antifOS
    taberna do Maia n. .12. ...,..., ^..^. .. ..--o., i_....:__
    -- Vende-se inilho e farinha por
    do : a fallar no trapiche do Pelluor
    , roz com casca 1 35500 o alqueire.
    aja de fazen-
    das da boa f n. 22, defronle da loja de miudezas da
    boa fama.
    Para os na mora-
    dos.
    \ endem-se fnlhas de papel muilo bonito, proprio
    para correspondencia ds namorados, ppjn Ion,to
    preco de 40, 60, 80 c 100 rs. : na rua do Oueimado,
    ua hom conhecida loja de miudezas da boa fama
    n. 33.
    Vende-se o silio com casa de sobrado do falle-
    cido George Kcnworthv, no locar de S. Jos do Mao-
    goioho, com arvoredosde fruclo e mais hemfeilurias
    que nelle se acham, sendo as Ierras do referilo silio
    proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
    muel P. Johnston \ Companhia, rua da Senzala No-
    va n. 12.
    Chegou afinal??
    vendedores deste genero; para veremas Cortes de cassa franceza linas pretas,
    \ende-spalgodSo can
    proprio para lencoes e
    pre^o de 600 rs. a vara :
    qualro cantos, loja de azendas da boa fe
    Vende-se urna p irejio de madeiras,
    vessasi de qualidade, le 32 a 50 palmos
    com Francisco t.uslod o de Sampaio, rua
    deia do llecife, loja c e ferraseus n. 56.
    Jos Antonio Moreira Dias & C, l'a-
    zem sciente aos se js freguezes, <|ue aca-
    lla m de receber ce Liverpool um sorti-
    quasi 2 varas de largura,
    loalhas, pelo haralissimo
    na rua do (Jueimado, nos
    22.
    mo Ira-
    a tratar
    da Ca-
    coin doce da Europa de ditlerenlcs
    quididades
    Azeile doce francez frasco
    Vinagre 11 garrafa
    Mauteica incle/ii superior a libra
    Vinho de Lisboa n melhor que he possivel
    580
    1*600
    I9OOO
    2*400
    9900
    5500
    5180
    5210
    25000
    29OOO
    l-^tilK) alliueles da melhor qualidade que ha e com 25 pen-
    j-ikio ((es |.joi penles aberlos de bal-a para alar cabello,
    0 i fazenda muilo boa a 25600 a duzia, meias de lio da
    1 Escocia para meninos, brancas e de corea a 210 e 320
    o par, grozas de livelas para sapalos a 560, caixinhas
    E nutras muitas Colisa
    fesso mencionar.
    que serie nunca acabar se
    25000
    560 envernisadas com palitos de logo de veliuhas de boa
    0 qualidade a 12(1, dilas de pao com palitos de foco de
    boa qualidade 11 20 rs., caixas com 50 caixinhas de
    pliosphorns propriamenle para charutos a 320,
    casles muilo bonilos para bengala a 10 rs., aa-
    palmlio- de laa para enancas a .'100 rs. o par,
    15120
    5700'
    Lepra.
    Males despernar.
    dospeilos.
    de olhos.
    Mordeduras dereplia.
    Picadura de mosquitos.
    l'iilmoc.
    Oueimadcla-,
    Sarna.
    Supurac.oes ptridas.
    11 liha, em qualquer par-
    le que neja.
    Tremor de ervos.
    I leers na bocea.
    do ligado.
    dasarliculaciie-
    Veas torcidas, ou 11 da-
    das as pernav.
    Vende-se este ungentlo cstabelecimenlo cera
    de Londres,11. 24i, '(rana1,e na loja de lodes osbo-
    lirarios, droguistase outras pessoas encarrecad.s da
    sua venda em (oda a America do Sol, liai 10a e
    ilespauha.
    Vende-se a 800 riscada hocelinha,conten urna
    instrucr,ao em portuguez para explicar o modo de
    l.i/cr oso desle uiiiuenlo.
    U deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar-
    maceulico, na rol da Croa n. 22, em Pernam-
    buco.
    JABUDAS E GRADES.
    I n lindo e variado sorlimento de modellospara
    varandas e gradaras de goslo modernsimo : na
    fundifo da Aurora, em Sanio Amaro,e no deposi-
    to da m a. ua ruado Brum.
    Em casa de n. O. Bicber
    C, rua da Cruz n. 4,
    vende-se
    Cemento romano.
    Farelo.
    Vinhode Madcira c.ultramar.
    Ei casa .de N. O. Bie-
    ber & C, rua da Cruz
    n. 4, vende-se '
    Algodo para saceos de assucar.
    Dito trancado para ditos, a mitaraodo
    da li.iliia.
    Lonas. ,
    Brinziio.
    Ferro da Suecia.
    Arcano para purilicar o assucar d in-
    venco do Dr. Stolle, lingua portugueza.
    Em casa de N.
    % C, riiH <1
    4, vende-se
    Pianos (brtes das melhores fabricas da
    A Nema ii ha ede moderna construcrao.
    EmcasadeRabeSchmettauA C, rua
    da Cadeia n. 37, vende-se :
    Um grande sorlimento de vidros de es-
    peiho.
    Relogios finos de patente inglez.
    Ditos ditos de patente suisso.
    Couros de graxa.
    Ervilhax seccas em garral Vinho do Bheno superior.
    Conservas alimentarias de boas quali-
    dades.
    Tudo por prero commodo.
    - Vende-ie sal do Asso' a bordo do brigue Nt-
    a tratar na rua do Vigario n. 19, primeiro
    O. Bicber
    la Cruz ii.
    ro
    andar.
    @$er*t>03 fgidos.
    Saitre superior.
    Vende-so e muito barato, na loj^ de ferragens da
    rua du Queimado n. 35, em poreese a relalho.
    Em casa de M. Calmont i\ C, praca
    Corpo Sanio n. 11, ha paravendero
    seguate:
    Vendem-se bons chapeos brauce
    Guilherme lell uo Hospicio.
    i prei;o commn-j Vendem-se lindos e claros vidros de lodos os qualidades ercoittrarao as amostras em''1''''0 batatissimo preco de IJ800 cada
    n'lu- tamanhos para quadros e espelhos, assim como ricas .___. r-ni-lo >.. ...... ,1.. r,L^.. ,l lf,.;f,, ., ', v
    .os oalliriC(1(Ie! molduras dourada, para os mesuio,: na rua Novan. ^11 escriptono, Ua l lia das Larange.ra, .(01 te "' 'a Cadeia do Kc< lie n. IS.
    I a"l2?" J2" aELSSL^fSea* l-.,_. _.-.,. ,. -............. V"- .IU na rua dos Mar-
    Vende-se urna (casa terrea sita ua rus lin- ; les, e M recebeiu eucommeudus de cortinados
    perial o. 200 : a (talar ua mesma rua u. Vi. amas.
    goslo, taulo para casas particulares como para bai-
    para
    Mimes
    Salitre refinado de primeira qualidade a 895001 Ivrios, chaos proprius, com 2 talas, :i quartos. cozi-
    a arroba : vende-se na botica de Parlholomeo I-'ran- i nha fra, quintal e cacimba : a tratarlna rua Nova,
    cisco deSoua. 'loja u. 21, esc dar os esclarecimenlos necessarios.
    pinho, alr.atrao c pi.\c da
    Taboado ae
    Suecia.
    Alcatraode carvo.
    Lonas ele algodo.
    Ditas de linho.
    Tintas em latas.
    Esponjas de superior qualidade.
    Cabos df linho e de Manilha.
    ludo inuitocommodo.
    Ilob l.'Alleelc'jr, Vermfugo inglez, salsa de
    Bristol, pilulas vegelaes, salsa de Saada : vendem-
    se estes-remedios verdadeirns em casa de Barlholo-
    meu l-rauciicu de Sou/a, na rua larga do Rosario
    n. 30.
    Desappareceu no da 10 do crreme om eacra-
    vo, cnoulo, de nome l.ucto, com odicio de sapaklro,
    muilo rmlisadn, olhos grande, rotlo redondo, bem
    barbado apesar de ler honlem corlado com ihesoui.i.
    baivn do curpo, e bastante groseo, quebrado a roea
    o testculos volmosos, com um. cicalri oo peila
    lunlua garganla de om cau.tico qoe levoe ha oaa
    mez, tanto que esta com a marca prela Jioilo vi.i-
    vel, levno chapeo prelo e fino e roupa de sobrwo-
    lenle.julga-se ler sabido para fura da prace.ein raio
    Irancelins preles para relogios fazenda muilo i de l>",1 rte a<"" mMes ler chegado de ama fogida
    boa a 1*0, escovinhas muilo boas para denles j JW ,z em novembro do anno p. p., estando em Se-
    10(1 rs. Alm de todas estas miudezas vendem-se J,em "oc"'4nho Sania Clara, junio ao encenho
    oulras muitissim.s, que vista de suas boa* qua- I AraD|angy, sendo proprielario daquelle lioimaram :
    llidades e baratos preeaa lem causado admiradlo r08a-se autoridades oo qoalquer paesoa qorovi-
    0 aos proprios compradores: na ruado (Jueima- 'r,m ''v'm "a senhor Domingo* Aniones Villa-
    do, na bem conhecida loja de miudezas da boa | *" f0il Nov* K~> quesera bem recompensado,
    fama n. 'X\.
    ABADOS DE FERRO.
    >a fundieao de C. Starr & C., em Santo
    Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu-
    perior qualidade.
    Moendas superiores.
    Na fundieao de C. Starr&C, em San-
    io Amaro, acha-se para vender moendas
    de carura todas de ferro, de um modeloe
    construccao muito superiores.
    VINHO uo PORTO SUPBRIOI CHAMICO.
    Em caixas de doas duzias e em barris de oilavo,
    recenlemente chegado pelo brigue Trovador, o
    vende-se anicnmenle no armazem de Barroca &
    Castro na rua da Cadeia do Kecife n. i.

    Foaio do engenho Mossorepe, Severino, cabra
    com os signaes secuioles : aliara regular, pouca
    hnrha, lieicudo, com o dedo indicador da aiaa *-
    pierda uiri pouco envergado para d'entro por ler
    lido urna ferida, pernas finas e arqueadas, cabel-
    los carapinhes, roslo redondo descarnado, leven
    consigo um cavallo caslanho escoro, n qual leaa so-
    breo espiihaco orna barroca proveniente de orna
    eslocada, e eom marcas de peitoraes per ler ido de
    roda ; roga-se por lano a todas a autoridades e ra-
    pi.-.p- de campoqoeopegaremolevema villa de P..o
    d'Albo, ao seu selhor, o capilio Manoel Tbom ai do
    Albuqaerque Marinhan, qoe eomproo dirTtrenles
    parles do mesmo escravo aoc herdeiros de Anoa Ma-
    ra Tavares de l.ta, qu* ser.in aeneroaaaMnl* re
    compensados.
    I'E KNTYP. DB M, F. DB FKU |8jb.

    .


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