Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07435


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Full Text
ANNO XWII R. m
v
Por "> mces atalantados V.sOOO.
Por T> mezes vencidos 4<500.
DIARIO DE
IHU MRA 15 DE JIMIO DE 1856.
Por atino adianlado 15x000.
Porte rranco para o subscripta
F.NCARREtiADOS DA SITBSCRIPCAO' NO NORTE
Parahiba, o Sr. Servarlo T. da Natiridade ; Natal, o 8r. Joa-
quim 1. Pereira Jnior; Araeatj. o Sr. A. da Lemos Braga ;
Csar, o8r. J. Jote de Oliveira; Maraohao, o Sr. Joaqun. Mar-
Sm Rodrigue; Piauhj, o Sr. Domingos Htrculano Pesioa
reos*; Para, oSr. JuilinianoJ. lasaos; Amaionai.o Sr. Jero-
u jmo da Coila.
PARTIDA DOS i.olf UKHis.
Ollada :
IgMarau
S. \l|l...
unto* o- dias,
H. 1........... v.
, Httrrn, K.hi
>' I.....r.-i..;.., l'ao-d'AHv
Bita, Flore, Viiia-lidi*. n..a-Xi.i.,. Oui
taabu, Ipujaca, Nrratt...... Ilio-Form...,
Piuii-niru... ,. Natal : ntrinlira-iri.....
,* B e mria aorM ,|(1 ,1,.,.
rahfba : na -.-_-i.ii.i.......-tas-frira*.
i.i:.icii.iiu, .Vhiulii. ,. Gansean : na |cii-a-f.-ira.
Xa/.m-lh. I.iinoe.r.i. I'.r..,,,. IV>,|ue<
n v En
tu... i:,
.|u*r(
, .,
, ;ii.-..-
-l-r-laj
T.i

I hora* .la manira.'
No dia 15 do correla linda o prazo do pigamenlo
do quarlel tiesta Diario a *000 rs., depois desse
dia somente ie receber a 48MW, como esl eslipula-
do. Nao sendo powivel encontrar em casa a todo
os lubscriptore, roga-se-lhes qucqaeiram deixar or-
dem para o pagamento, ou nidotarem no respec-
tiva otlictna.
PART OFFICIAL
COaVBtUUfOO DAS ARMAS.
Qaartal general do soaonaacdo alas >rnn da
Feemanebaeo sa cidade 4* Recito ca | da
lulho de 1856.
ORDEM DO DtA N. -299.
O raarechal da campo commandante da armas,
dando .ciencia a gnarnicao do que se conten no
olllcio abaixo transcripto, julgn ter cabalmente
desempenhado a grata missae de que o enearregon o
Eim, Sr. coosetheiro presidente da provincia.
Cilicio.
i." seccao,Palacio do govemo de Pernambnco,
12 de julho de 1856.Illm. e Eim.Sr.Chegando
a meu eonhecimenlo a promptid.lo com que o cum-
maudante do dcimobatalhao de infanlaria satislize-
ra a reqnisirau do Dr. chele de polica, enviando nm
piquete das pracas do batalhao de seu commando
para acudir ao desastre occaaionado pelo desmoro-
namento de um sobrado qoe ge achava em concert
na ru do Kangel, rogo a V. ic. se sirva de, em
meu mime, agradecer ao mencionado con.man unte
o telo com que elle se prestara a esta obra de huma-
nidade.e recommeudar-lhe qoe ua primeira occasio
Tac* sentir as referida-, pracas a satisfago qu mere-
cern, decte goveruo, a boa volitada a diligencia com
que e portar*m naqueila triste cnnjonctura. Dos
guarde a V. ExcSergio Teixeira de Macedo.--
Illm. e Exrn. Sr. raarechal commaudaula das ar-
ma.
los Joaqun Coelho.W
IITER1QR.
lentes das Facilidades de Medicina c direito, os che-
fes de polica, e os cheles de oulras repartin.es e
seus soballtiinis, quando emfitn todos os funcciuna-
rius pblicos tem ttdo augmento de ordenado, he nistro
urna auuinalia que se conservero no mesmo p os rigi ,
venciinenlos daquelles qoe de tao tonga e atreves de [ ruaase
perito* e com tncommodos nao pequeos vem annual- siva. el
mente prestar seus servicos em lugar onde, ausentes I suslen
de anal familias c residencias habiluaes lem de sof- lodos
AUDIENCIAS DOS TRIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartas a sabbadoa.
""laceo : ifrcsi-feiraj e labbsdoi.
zrii.li : quarlaa e labbados as 10 horas.
Juio do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juio de orphaos .- segundas a quintas as 10 boraa.
Pnmeira rara do erre).- segundas a Mitas ao meio-dia.
Segunda ara do cirel: quartas a sabbados ao meio-dia.
EPIIEMER1DES DO HEZ DE JIMIO
3 La nova as 7 horas. 11 minutos.4K seguodosda manhoa.
10 Qua.nocrcente as 7 boras2 minutos e48seguudos da m.
17 La cheia as 2 horas, 12 minutos e tS segundos da tarde.
14 Quartominguanteaos 2 minutse 4s seguodosda tarde.
PREAMAR DE MOJE.
Primeira as 3 horas a 42 minutos da urda.
Srgunda as 4 dorase ti minutos da machos.
DAS DA SEMANA.
14 Segunda. S. Reaventara b. <-rd. duut. seralico.
15 Terca. S. Gamillo de Lcllis lundador : S. Ilenrique imperador.
Iti yuarta. .\ussa Senhcra do Carnio. Triumpho da S. Cru/.
17 Uuinta. S. Marinha ^ : S. Al.no. ; Ss. Virtoriano. LaUucio.
1H Scsta. S Rutilo b. ; Ss. Frederico, Materno, e Aruulfo Bb.
l'.i Sabbado. S. Vicente de Paula fundador das I. da C. enl.
20 Domingo. S. Jrronimo Emiliano ; S. Elias profeta.
ENCARREGADOS DA si itv.liii'. a vi su..
Alagpas.o Sr. t i.udino Falcao Das ; Baha o Sr. D.
Bio deJaneiro,oSr. Joao Pereira Martina.
EM PEHNAMUI'CO.
Oproprietano do DIARIO Manoel Figuetroi da Farta
vraria, praca da lndependercia ni. < c 8.
O S-.l't/io rfe Campos : Ande la', a resposla ,
do nos
lima ros :Qoe influencia .
muuslro nao desmerece a nula. O Sr. Bruan :A influencia que a le publica
.?-Sr.' Br"'d!o : ~ Eu1uizera "('"e o nohre mi-idasnaces, e a ordeni natural das couias, conce-
lem aos palias grandes e solidamenle constituidos,
Continuemos :
Veio o anno ,le 1833, e de repente surge urna
qaeaUki qne sorprendeu a lodos, fui a do Paragua,.
L'm argumento naval ordenado pelo ministrin he
preparado, e sob os auspicios os mal inetiin segu
los negocios estranaeiros. na resposla que di*
uola da legacao ngleu a que me refiro, ,
de uma lingaagem niais euergtca, mais deci-
poaso afiaucar-tlie que no terreno da honra e '
a;o dos brios nacionaes, elle adiara reunidos i
s Itrasileiros. Muilus apuiadus.
BIO DE JANEIRO.
CAMAR. DIIS SRS.IIKI'l lAIIIIS.
SESSAO DO DU-23 DE MAIO DE IK.-*.
Presidencia 4o Sr. tiscotW de Baependy.
Hepois de lida e ipprovada acta da sessao ante-
i eileute, o Sr. primeiro secretario d conla do se-
guinle expedanle :
L'm ofllciodo primeiro secretario do senado, da-
lado de IB do crrenle, communicando que o se-
nado adoplou e vai dirigir a saucedo imperial a re-
solurao que declara eslarem habilitados para a ma-
tricula do segundo anuo medico, >e forem appro-
vados, os esludautes que se haviant malricalado no
curso pnarmaceulico antas de publicados os presen-
tes estatuios da Faculdade Medir...Fica a cmara
iuleirada.
dem do mesmo secretario, dando conla a cma-
ra que o senado ...lolo, e lambem vai dirigir a
saoceo imperial, as resoluces que aolorisam o co-
veruo a cooceder cartas de naiuralisarao de cida-
dos brasileiros a Joao Claudio Mauvernay, a Joa-
quim Gianioi, a Francisco Long, a Joao Jos tiomes
Leal, a Raphael Ariani, a l.ui/. Manoel Bosanu, e a
Job Galis.Fica a cmara inteirad.i.
i'na repiesenl*c.lo da aasesftbla provincial da
l'sralnba, padindo nanean dorrrrulamenlo e do ser-
vqo da guarda, nacional para os que Iraualharcni
nos engenhos de assucar e mais fihrieat ngricolas.
A' commitsao de coromeTo *> industai*.
Um reqnerimenlo docomeuladu de Joao Fernan-
das Lopes pedindo ser Horneado lente oo capito
sem vencimenlos, ou urna remunerarlo pelos servi-
ros que allega. A' comraissio guerra.
dem da Carlos Domingos de Snota Caldas, pe-
.iii n ser nomeado coulinuo des la cmara.A'
mesa.
dem de (itiillierme Thompson Viegaa Toarioho,
pedindo licenca para retirar o requerimeulo que
li.ii i., apresend, soltcilaodo o logar de continuo,
A' mesa.
O Sr. Mello Franco ohlendo a patarra pela or-
deiii tanda a mesa uma representacan da cmara
municipal de Barbacana pedindo a coheessao de
qttatro loteras para auxiliar as despejas necessaras
com encauamenlo do agua pulavel indlspensavel a'
populacao daquella Cldade.
Diz qoe a rppre-enfac.i.i fumla-sc em oulra da so-
ciedad* Promotora dos Melhorameiitosdaqoelle mu-
nicipio, a qoal mandou examinar o Irabalho p apre-
senlou o orcamenlo promelte finalmente dar quaes-
quer informa(Oes a commissn, a quetn pede que
turne em coosideracao o pedido do orgAo de tao im-
prtame municipio.
Depois de lida a represenlacau. lie remedida a
comroissao de fazenda.
Estando sobre a mesa o parecer da rommissilo de
marinha e guerra, eooverlendo em projeelo de le a
proposla do governo, lie lido e vai a imprimir para
entrar ua orderr do< Irabalhos.
Lij-se o parecer da commisao de pensoes e or-
denados, concedendo a liceuca pedida pelojoiz de
direilo (Carlos Antonio de BulliOes Ribeiro.He
julgado objeclo de delibera(ao e vai a imprimir, j
l*-se lambem a relacao Jo projerto que approva
o privilegio exrlosivu concedido por decreto de 3
de fevereiro.de IH.V, sob o. lli", a Francisco An-
tonio Pereira Rocha para eslahelecer no porto da
capital da Baha una cale haler riebaixo das con-
dicijes que acompanhain o referido decreto.He
approvaila.
Le-ie mais o segoinle projeelo :
A assenrbla geral legislativa resolve :
Arligo nico. He concedida a santa casa da
Misericordia da cidade de Ilabira, na provincia de
Minas Geraes, uma lotera, que ser exlrnhida oes-
la Curte, segando o plano das concedidas a sania
casi de Misericordia da inesma corle.
Paco da camata dos deputados, j:l de maio de
1856.P. de Paula Santos.
He julgado objeclo de deliberacao, e vai a impri-
mir para entrar na ordem dos Irabalhos.
O Sr. Sj'/ca Guimaraes :Sr. presidente, Irinla e
Ires annos viveu o corpo legislativo hrasileiro per-
cebendo, em virtude do art. 39 da constituica do
imperio, durante a suas sessoes annuaes, o subsidio
que primeiro Ibe fura marcado pelo decreto de 2b'
de marro de Itfcit; esse subsidio, segundo ess,e de-
creto, capitulo 9, $ 2, para os deputados foi de ti.OUO
cruzados, e para us senadores, de conformidadecom
o art. 61 da mesma constituirn de imperio, loi de
9,000 cruzados, tanto e mais melade do que perce-
btam os deputados.
Desee lempo para c lem decorrido o periodo de
urna gerarao, islo he, o lerc,o de um seculu, e lan-
as a tao exlraordiuarias mudanca lem havido no
modo da existencia social, que nao serei lachado de
hyperbulico dizeudo que qnalquer hoinrm que enUo
vivessee viva ainda faz lioje despeza dupla ou tripla
para ler os mesmos meios de subsistencia quanto ao
vesloario, alimento e habiilacao ; islo poslo. pare-
c* I"? lempo de fazer-se alguma allerarAo no
subsidio que percebem os represenlantes da acao,
como este be o ultimo anuo da nona legislatura,
pur ser o ultimo anno da legislatura o competente
liara ss legislar a espeilo, lenlio a franqueza de olU-
recer a coosideracao deta augusta cmara o projee-
lo que mandarei mesa.
E nrm he, Sr. presidente, inopporlur.a a epoca da
apresenla<-ao de om lal projeelo, quer se cnnsideie
pelo lado financeiro. quer pellco. Pelo lado linan-
ceiro julgo-o tnoi adoplavel. porquanlo jurando as
palavras do nobre ministro da fazenda, presidente
do conselho, vejo que enana eslado flnanceiru mo
he assustador, lie lisongeiro...
tima voz :Eulrelaiito pede mais impostos.
*'ocs:Oh oh !
OSr. Silca tuioiiiraej :...|IC ta0 risonho em
prosperidades o nosso futuro 'oh '. oh que ne-
nhum pendor devem fazer na balanza da despeza 1-
gunsconlos de rcis que se Ihe addicionaincom o tiro-
jeclo.
Kiil.io quau.lo se marrn pela primeira vez o sub-
sidio dos drpulados a reeeita geral do Eslado era de
X,000:000!, e hoja acha-se ella elevada h :ts.O0t):fMM)^.
Pelo lado pul i tico a aeeasilo lie a mais azada que
pode dar-se.
A cmara pasea a ser eleila de urna maneira di-
versa da que lem sido, e isto ron-lilue uma nova era
para o paz ; se pois lie novo o s\ sienta eleitoral. no-
va a vida legislativa que vamos ler, novo deve ser
o subsidio dos esculhidos do povo. lie mais vanla-
j.i-.i a -na misso porque passam a ser subsidiados
com o accrescimo de dous tercos do que aclualmen-
o ministro de estado, o presidente de provincia, o
diplmala, etc., eiitrelsnloelles (iveram, e foi justo
que se Inaa desea quautia para tralarem-se com dig-
uidade, e n.lo dcslustrassem u cargo que uceupam.
(Apoiado.'
Sr. presiden le. apre-enlando este projeelo lalvez
digam de mim o que o Manluano disse das ovelhas:
SU cus non oobis xr.lere ferlis mtt* ; paciencia,
cumpro com um dever de minha cunsciencia.
Le-se, mas nao he julgado objeclo de deliberacao
o -fiiii. te projeelo :
o A assembla geral legislativa decreta :
ir Art. 1. Os depulados assembla geral legisla-
tiva veucerao na decima legislatura o subsidio de
5:0003 pagos niensalmeole, e os senadores o de
ti.OOS pagos pela mesma maneira, durante as ses-
soes oe cada anno.
i Art. 2. Alen do subsidio, us deputados percehe-
r3o por viagem uma quanlia para ajada de custo
(ir vinda e volta, e ser a que ora esta marcada pa-
ra cada provincia, revogadas as disposices em con-
trario,
.' Pago da cmara dos depulados, em I de maio
de 1836,Silva li'inn-r.ie-. -
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
\ Dispensa de lels de amorlisarSo.
Entra em segunda discossao, e he approvado sem
debate, o projecto n. 79 do anno passado, que dis-
pensa as Iris de amurlisac.i .. com algumas condi-
'S, irmandadas de Noisa Senhora da Concei-
ca.i do Porto das Caixas, da provincia do Rio de Ja-
neiro, do Sanlisaimo Sacramendo da cidade do Pe-
nedo, da provincia das Alagoas ; do Saulissimo Sa-
cramento da freguezia de Santo Antonio da capital
da provincia da Babia, Ordem Terceira de S. Fran-
cisco da Penitencia da cidade .ie Santos, da proviu-
cia de S. Paulo; s cnrporarcs dr Hasta Sinhora
da Conceirao do Ouleiro da Praiuha, da capital do
Cear ; a do Santissimo Sacraineulu da cidade de
Coriliha, da provincia dn Paran ; ao recolhimento
dos l'erdes da capital da provincia da Bahia ; a ca-
pella de Nona Senhnra da Lapa da villa do Cunha,
d provincia de S. Paulo.
lambem sem debate sao approvados em pt iir.wirn
discussao us dous seguinles projeclus :
I.0 N. 52 rio anno passado, autorisando a irtnan-
jdade de Nossa Senhora do Rosario da villa de Sania
Luzia, da provincia de Goyaz, a conaervar os nens
de raz qne tero e a adquirir uulros al o valor de
iMaVJeV
-2." N. a do anno passado, autorisando a confa-
ra ele Nossa Senhora do Amparo da cidade da Ca-
choeira, da Droyinria da Bahi, para adquirir bens
'> a i ..i. iir.io de
la
morada com
peluda.
Enlen.lu, [poi
dar-lhe terreno, e desla maneira ensaiar a eeloni-
safSo nacional ; mas que O ministerio mo lem
lempo para tratar dantas cousas ; oulros cuida 1 so
occupain ; a divis.lo dos circuios absorve toda a sua
atteiic.an '
frer privaedos, e fazer despezas alm do cnnimum.. Pen o mesmo que fra mellior devolver essa nota pelas a-ua's do Praia swmndo
Sera por amor da gloria que se exige delles esse, insole
sacrificios? Enian tanto senflo mais gloria deve ter a dize
He ao encarregadn de negocios da Inglaterra,
-Ihe que o governo do Brasil, fortalecido pe-
iciencia de sua digoidade, nao se rebaixava a
dar-lhe resposla. Se assim houvesse procedido, o
iiobre|iiiinislro lena obrado como os amigos Brasi-
certeza de nao ser violentamente e\-, Ao concluir csla, leuho a relal.r-lbe o bom Irala-
inenlo que o governador de Nauta vai dando aos
qoe sena vaiilajoso convida-la, nossos palricios. como vera' do n. 117 da lislrella do
,lmi:onas de 7 do corrale, que croeilu para licar
bein .nt.-irado do occorridu : he o pago que nos da o
agente cliam no nosso paiz os seus conterrneos; e por
seniora leremos nos de ver com lodo o sangue fro c
iiiaccao laes procediineolos' ah nao. Me prova-
vel que o no-so governo procure dasafraatar a na-
i-ioualidade olfeudida.
po.
me/es a
E J.i que fallo sobre esta materia, permilla-me o
nformaedes que nolrre ministro do imperio, que ihe perpunte :
wi.L',il!l!,'.b,er' Saslaraln-se "melle mais di que razio leudo sido promulgada ha nove
li,UU:0(Xr-0U0, e supposto.que eu Bao possa garantir i lei dos circuios, al
a verandade desla cifra, porque otara* ministros I ro\sleriosa divislo '*
Srguio, como dizia, a nossa esquadra para o Po-
de raz at o valor de 2il:iKl7,
cooverle-f.s em apoliecs da d' -blica "dentro
do prazo que o governo MIY
le lim as leis da amortizacao
Lei provincial de A/o
Entra em segunda discussao, c
prov.do. o pi.qeclo n. 116 de IK.V), q,.
inri.iislilurinn.il ;, |e| n. 1 de S de agosl.....
assembla provincial da Ualto-Urosso, pela qu a
mesma assembla fez extensivos aos seus memoro*
asdisposicesdosarls. 27 e SB da consliluirio. do
imperio. ^ M
'\X*'$d <> ft. C#Va,fra le Campo* : Pero ra ler casa o .. projeelo de lei -.bre materia, acerca
d* qual Coiivcm que quanto antes o poder leuisla-
livo eslabeleca regros claras e precisas, porque be
materia que inleressa a imluslria e linanras do paiz
as suas retacees com eslabelecimenlos de'credito ou
iusliluicoes bancaes, ele.
Tero lia vi i o.l mi la acerrada ii.lelligencia que a le-
gislarao actual deve ter relalivaniculc a laes eslabe-
lecimenlos, e parlicularmeete acerca das suciedades
commandilarias, nao s simples, romo lomando a
si operarnos bauraes. A arrao do governo a resneilo
dessas suciedades lambem nao se" acha claramente
eslabelecida, oa antes be enlendida por uns clienar
a um limite que oulros Ihe nao conceden, ou nao
recoiiheccm. e no enlanto diversas iustiluices des-
tas vao-se creando, nao su na capital do imperio,
como as provincias.
Uma legislacao que regule claramente, nao s o
que eslas empresas commerciaes leem direilo a fa-
zer, como a liscilisarao que ao governo deve com-
petir a semelhante respeilo, he couveniente e ur-
gente na artuahdade, e por isso pero a V. Exc. que
consulte a cmara se concede urgencia para se ler
este projecto.
A urgencia lie approvada, e o seguinte projecto li-
do e julgado objeclo de deliberara... vai a imprimir
para entrar na ordem dos Irabalhos.
" A assembla geral legislativa decreta :
Arl. I. O capital das sociedades em com man-
dila que nao for menor de 100:0009, poder a ser di-
vidido em acroes, estas puie.ni nao serla Ir.nsleri-
veis sem que estoja realisado melade do seu valor
nominal.
< Art. >. Hilando laes sociedades tiverem por
objeclo operaeoes nanearas, so poderao dividir o
seu fundo capital em acroes depois de integral-
mente realtsadu, e com previa aulorisarao do go-
verno.
Arl. 3. licain revogadas as -leis em contrario.
Paca da cmara dos deputados, 23 de malo de
1856.i. .rio- C*rii*irn de Campos, a
SEGT.NDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
/lesposla a /alia do f Areno.
Mal iMi.ltm, senhores, eslou bem eonveucido de
que ojmundo civilisado e a razao esclarecida das
grandes ua^es da Europa nos bao de l'azer juslica.
Tenliii toda a certeza de que sonde imperar orna po-
lilicallioiiesla, e nao fundada em um insolente or-
gullide lio aelvagem abuso da larca material, se ha
de tes como uma verdade que o goveruo do Brasil,
no empeubo da exlinccao do trafico, seja qual for o
credo| poltico a que os gabinetes perlencam, lem
li.ii.ro.an.....le preencludo o seus deveres. ( Nume-
rosos apoiados.
Aula se ha de reconheccr que nessa larefa de
honrj e de civilisare o mesmo guverno km encon-
trado o apolo sincero da na;o inleira, de todas as
opim.es polticas, de todos os Brasileiros em suas
dillerenles rundires. Numerosos apoiados. )
OJA'r. Pinto de Campos:Mal iriaooegocio
da eitiiiccao do trafico, a nao ser a resoluc,ao do
nossej governo e o concurso leal de todos o Brasi-
leiros. .Apoiados.'
OJA'r. J. J. da Rocha :A nacao brasileira nes-
ta qesiao lem sido heroica, aceitando todas as do-
res Un expiaefo pelo crime dos ceculos. (Apoia-
dos.y
O Sr. Brandan:Sim, man senhores, be ge-
ralmenle sabido, e s o g'.verno mglez lioge ig-
noraV, que os nossos grandes proprietarios se lem
porlkdo a respeilo da exlinc;ao do trafico com a
roaii heroica e Inuvavel abnegarlo ; porem nem ao
menos isto nos lem salvado das calumuias e aleivo-
siaslde um lal Sr. Cowper, que be cnsul da Ingla-
terra em minha provincia, o qual ainda lia pnucu
tombo informara ao seu soverno, de que em Per-
nai iluiru se queimavain escravos vivo'. He assim
que .os agente* de Inglaterra nos calumnian] He
assim que o Sr. Jeruinghain leve ,i audacia de ames-
jar com a sua ola a independencia e soberana do
nosso paiz Mas prosiga e governo na obra santa,
qu lem de honrar > nossa rmlisarao, sustente com
lii me/. a diguidade nacional, porque laes calu -
niailures, esmag.idos pela evideucia nos fados, ver-
-.-l.ao obrigailos a recouliecer o mo papel que re-
pri-enlam. Mullo- apoiadus.>
<' .Sr. Pinto de Campos Esse Sr. Cowper pas-
por horneen mu leviauo. La mesmo na Ingla-
terra nao goza do crdito de empregado zeloso : no
cnianio desgra;adamente he acreditado quando ca-
lo.n.na as nossas in'.enc6es.
U Sr. Brandao :Eu desejava continuar no dcs-
envolvimeiili desla materia, poique ella de alguma
frfma toca a minha provincia em razao da oceur-
reucia que se dera no termo de Serinhaem. mas
asuardar-me-hei para os orrameulos, por ser esse o
c|mpo o mais prnprio para uma discussao delalha-
dp. Passarei perianto a examinar o projeelo de res-
I rla falla do lliri.no. que ora occopa a allem-ao
'lli cmara.
Meas srnhures, c intradlcrao, e expr-me as bem merecidas cenaii-
ri dos meus eoncidadaos, eu nao poderla votar pe-
l.l apprnvaran iles.se projeelo de resposla
I iromiqiie nos foi apresentado pela rsped
i naris.
falla do
va com-
I Eu, (enhorca, que lenho feito o acta
lis decisiva, [.. .o... decente oppsir,ao
ate i a a'
individua
lear, ma
nlender
tlilude de nppo-icionisla, naopu
uaes, como os nuhres ministros pod
mas pela roiiscieucia de meus deve
que assun presto um valioso s rvi^o
gabinete
que lo-
moiivos
m lesti-
es, e por
oje ren-
ron-ci enna o considera (deles-
obres
meu paiz, cobrir-me-lua re npprobrio, se
esse humenagem e sunscrevesse aus elogioslque Bes-
' projecto se prcdigalisam ao mesmo Oabinete.
Islo seria para mira uma grande desgraca, dfapnis da
lual eu nao quereria >iver.
O meu carcter repelle um semelhante
nenio, a minli
p.vel.
I Sim, meas senhores. se eu lenho feilo aos
ministros da cora opposicao leal e franca, e e essa
opposirao lem sido de tribuna e au de corredores,
Ihe bem visto, que nao posso concorrer com a meu
voto para a approvarao de urna peca que consagra
iCoiiio idea fundamental o applauso dessa adntims-
Irarao, que eu tetiho conslantemente profligadu, e
Ique prometle da parle da cmara n mais deciido
apoiu a uma polilira, cujos errus e aberraces\ior
mais de orna vez lenho demonstrado.
Acredito que os npbres ministros, cavalheiVos
como sao, nao quereriam por ceno queum adversa-
rio leal e franco como lenho sido.se porlassejde oulra
maneira ; faro lhs mesmu a juslica de pen-ar qde
elles sarao os primeirosa elogiarem o meu proced
meato quando procuro manter a firmeza do mea
rader, a sustentar, ainda com ncu dos meus fulnro.
destinos, a coherencia que todo homem de bem na
pude deixar de apreciar.
Mas islo s nao he bastante ; conven, senhores,
que eu aprsenle os erros do ministerio, convem que
faca a sua liiayraphia. e que musir o estad > em
que elle receben o paiz, e o em que esto aclualmen-
le se acha, para poder entao concluir que os elogios
que Ihe sao tecidos nao lem fundamento algum, e
que purconseguiule nao mereccra vol consciencloso.
Depois da crise revolucionaria de IS18 e' da glo-
riosa poca de 1850, em que o noaso paiz obleve l
- -------W wwa.- ttti Itrirtiiot D III'iBimiuvilna ^ iit_-
M percebem Anda bem ; he um legado de jus- | nidade da nacao braileira. ( Numerosos apoiados.)
Pm.ll. i. j .-------,---- --------. '----- .--'v, *: ,|Ut O I/US5.I O.irt 1101.. V.. Ill-
t.uiiiinu.i a discussao desle projecto, com a rien- uniphos no solo estrangeiro, os recursos nacionaes
iia i' ri? r 11111 .i.
O Sr. Brandao : Em oulro lempo, Sr. pres-
deme, quando se discuta a resposla a [alia do Ihro-
uo, vozes el. quente. de oradores dislinrlus se fa-
ziam ouvir ueste ^reculo, qoe auiuiavam o enlame
po.liliro e excilavain o mais vivo interesse da parte
da cmara e da populara., ; ncsla sessao porem, que
he a ultima da legislatura que vai lindar, parece
que o negocio curre por difireme forma' Nao vejo a
quelle eulhusiasmo, aquella sofreguidAo que obseiva
quando nos tres anuos anteriores t,e tralava de um
i.io impuitanle assompto, e ale notei que quando
V. Exc. piiz em discussao o actual projeelo de res-
posla, como que se derramou urna certa frieza em
lodosos espritus, ama aloma que muilo me conlns-
(ou. Apenas ouvi um ou oulro orador de sua ca-
aeira pedir lnguidamente a patarra, lalvez para
que se naudesse o triste espectculo de passar aquel-
la peca no meio do silencio o mais desacreditador.
He isto por cerlo nina felcdade para o ministerio,
porem slo-ha lambem para a na.;.o.".'
Mas. seiihnrcs. alguem me pt-rgunlar : o Por qoe
motivo ansas t afironlar esla situaran e expr-le
a sustentar a allilule em que le colliicasle, quaudu
ve* o esmorcciiuenlo e atona desenliados nos sem-
bi..ules i|ue ta rodeiam '.'.. E eu responder! que
o face porque muilo aprecio a coherencia na minha
vida poltica, porque nao quero viver seuo ale
aquello dia em que liunruaamenle pu ler manter a
religio do dever, porque allanienle rsspetu a gra-
ve res(ionsabilidade que assumi <|uando aceile os
volos dos meus compatriotas. >
lie pois por estes motivos. Sr. presidente, que ar-
riscando-me a todas as consequencias, eu tumo a
palavra para explicar o vol que vuu dar contra a
resposla a falla do Ihronn que se acha em discoatao,
Anles porem de entrar no exime dessa malcra, e
de passar em revista os aclos do governo, he do meo
dever. romo Brasilero que *ou, fazer um enrgico
protesto contra essa atrevida ola que se acha junla
ao relatorio do nobre ministro dos eslrangeiros, e
que Ihe foi dirigida pelo encarregado de negocios
ilit nacao ingleta.
Sr. presi.ienle, convencido eslou de que um su
homem nao haver em lodo este paiz,|que ao ler a-
quella ola dexe de sentir a mais profunda iadig-
a^o pelo in-olenle desabrimenlo com que ella se
acha escripia, pela allrmila c ..meara que faz a in-
dependencia c dignidade da narao brasileira. "Nu-
merosos apoiados.
Eu, poi*, romo representante que sou dclla, pro-
tosio olemiumiente contra esse aclo auilactoso do
iiiuiisliu da Inglaterra, cculra a olleusnque rito fez
an pundonor c honra de minha palna. Mallos B-
poiados |, sou upposiciooisla. meus senhores, e
muilo me honro de niaiiler-me ueste poslo : mas
quando se trata do d-coro e diguidade du iiicii paiz,
nao perguulu quem est* no governo; assoriar-me-
heisempre a elle paraapoia-lo contra a iujusta ag-
-."--a.i de qualquer governo eslrangeiro que por
ventura deixe de repellar a independencia e dig-
pi inripiaram a desenvolver-se de um modo verda-
ileirainent lisongeiro. Nao ludamos guerra no e\-
leri.r, a]pat reioava no interior; o trafico havia
des*pparecido, e em ronseqoeucia os capitaes abun-
davam em uussas pr ira- e procuravatn emprego ;
era. pois, chegada occasio em que um governo
inteligente, sinceramente inleressado na prosperi-
dadeda nacao, faria convergir Inda a sua sollicilude
para os meios de animar e desenvolver os agenles
productores, que em ini paiz novo como o nosso
nao podem prescindir da influencia benelics da pu-
blica administrarlo ; porem infelizmente o ministe-
rio que eiihlo exista nao cumprehenJeu bem os seos
deveres, e por isso leve de lularem 1833 com urna
vigorosa opposicao, uascida no meio desla cmara, e
da qual live a honra de fazer parle.
Cabio esse mini-leriu, e fui a direcr.m dos negocios
pblicos confiada ao actual ; recommendou-se-lhe
economa nos dinheiros do Eslado ; pedio-s-llia
protecr.io a lavoura. que he a nica fonle de riqueza
qae a nacao posue, e elle ludo prometleu; fez mais
anda ; espreilando a Irndenria dos espirilos, esere-
veu em seu prugramma a palavra lonciliarao. qae
era abracada e sinceramente (tosejada por todos os
coracoes patriticos. Porem qual foi o primeiro aclo
que pralirou '! Os docamenius da poca o dizsm.
Propoz ao corpo legislativo um empreslimo a rep-
blica do Uruguay, e assim dislrahio dos nossos cofres
mais de mil eolitos de re*, que podiam ser applica-
dos em bem da nossa agricultura. Ora. perguutarei
aos nobres ministros u que conseguisles, senhores,
com aquellc empreslimo ? Oue vistas vos delermina-
ram ;\ solicita-lo, ua occasio cm que a lavouta do
VOSM e dn meu paiz principiava a sentir falla de bra-
cos, e reclamava promplos e ellicazesauxilios? .Nada
ublvrslesmais do qoe desfalcar us recursus du nosso
Ihesouro e compromeller o futuro da nacao, e os
lacios pe.t,-r p.res vo-lo tein provadn. Mandastes,
alem do dinbeiro, uma torca para Montevideo ; li-
zesles enormes desperas, e depois !.. fosles obrigado
a mandar retirar essa torca*, para o que ainda lizes
(es nao pequena despeza com a enviatura de um di-
plmala, e o homem que queneis sustentar no man-
do torno.i-ie vosso iiiimigo, e do Brasil, cujo duihei-
ro e armas Ihe liaviam servido por vosso intermedio.
Com petar o digo, que a vussa ru poltica fez
com que mul<. per.-essemos na torca moral em Mon-
tevideo, e em todo Rio da Piala, e preparsemos o
terreno para ser explorado pela luclalerra. Sim,
meus senhores, em quanto o actual ministerio gas-
lava grande parto das nossas rendas nessa decanla-
| da repblica do I ruguav em quanto os nossos suida- Apenas vejo, que a falla
dos eram para all mandados para su-lenlarem a pre- j ta necessidade...
lica que os qoe nao forem reeleilos la/.ein aos lulu-
ru. legisladores, he urna rompcnsac,ao reclamada pe-
las cirrumstanrias dn lempo em que existimo*, he
urna necessidade imposta pela proeminenria do lu-
gar que oceupam esses cidadaos. E na verdade. se-
nhores. quando os ministros de esta lo. os do su-
premo tribunal de juslica, os cotiaelheirSs de eslado
os desembar-alores, os presidentes de pSwviocia, os
OSr. Pinto da Campos: Desse governo que
nos qu, dar IteOea de pMlaatropta. !
OSr. brandan : -- ||e rerlamente, ?r. presiden-
te, para naanar-BM, que sen lo nos a naao da A-
merira mendiunal qae offerree a' industria tintan
nica u mellior e manir mercado para os seus pro-
ducios, estojamos constantemente a lecel.er insultos
do seu governo!
raguav, e vnltou depois de algum lempo, na opi-
nin de mailos, caberla nao de louros porm de
dezar ; o dinheirn gastou-se em grande escala, e
qual foi o resultado que o ministerio colheu em be-
neficio e honra da naca '.' Ate boje eslou por saber.
Allegar lalvez elle que ha dous mezes obleve o
rulo daquella expedirao, conseguindo um tratado
de cummercto e navegacao fluvial com o Paraguay ;
mas para islo nao era mt-ler lano e a iolervenriio da nossa esquadra com as euurmes
despezas que este incidente occasionuii, porque o
nosso direito era liquido em visto do tratado de i8p0.
E a quesiao de limites, que he o thema sempre in-
vocado pelo Sr. Lopes ? sobre esta nada loi resolvi-
do, de maneira que se fez a despeza, e licou sub-
sistiudo a causa permanente das desavengas que de
ceno lempo a esla parle exislem entre o imperio e
aquella repblica.
Assim pois g.stoo-se l>,00ll:00i).-fl00 arrancados o
nossa lavoura, e o resaltado foi nenhom. b possa
eu consciencioiamente elogiar e prestar o meu apoio
a nm ministerio que assim desbarata a forluna pu-
blica, sem o menor proveito para a paiz '.' Certa-
mente que Ma.
Se dos negocios externos eu passo para os inler-
no, vejo a mesma cuusa.
iju.iI he, meus senhores, o peusameuto dominador
qae dirige o gabinete '.' Ninguem me poden' res-
ponder, porque os seus aclos so Iranspiram conlra-
di{*o ; em 1H3 sua poltica era a exageradlo do
principio de euloridade, ou por oulra, n absolutis-
mo ; eolito os magia Irados, a quem elle pareca
Idolatrar, eram revestidos de allribuices exlraor-
diuarias. podiam jolgar lodos os cuines, a' excep-
tu de om pequeo numero de hypulheses ; a re-
loraj jodiciaria us revesta de um poder tal que so
no tempo da Ontonacfio do livro V elles poderiam
ler ; mas ja em 1833 oulra he a face que aprsenla
aquella poltica : o gabinele procura obler entao as
honras da populandade, porem assim mesmo ful-
mina como sedicioso um aclo permiltido prla cons-
liluicao, um direilo por ella reennhecnto: fallo
tlessrt rcpresenlacao qoe cidadaos importantes diri-
girn, ao senado contra a relorma judiciaria, sendo
que, (|u*ii.to uesta casa se tratan de semelliaule ma-
teria, eu live o desgoslo de ouvir a alguus dos no-
bres ministro- dizerem que o exerciciu do direito
de Delicio nao era permiltido pela consliluicao!
I'or conseguate tilo sei qual he a pnlitica* du ga-
binele, ou, para dizer a verdade. pens que se
elle a lera lie de lal nalnreza.que diversifica segun-
do as ocrasies e conforme os individuos que elle
quer proleaer ; o que vejo he que os rjlnhelroa pu-
blicos lem sido 'asios sem provello conhecido : qoe
as sobras da recolta manifestadas no bataneo do anno
passado nao exislem ; que ten lo-sc abert em 1831
1853 rincoenla crditos stipplementares na im-
porlancia de i,t)00:()0000(), oulros foram aberlos
este auno no valor de nove mil e tantos contos; he
uto o que eu vejo, e qoando observo que o nobre
ministro da fazenda nos pede nesla sessaa a elevarlo
de alguns imposto*) e a creacao de oulros, nao pos-
so deixar de eslrunacar, a rio l-liriUr-tne pela op-
fiosic.i.i que lenho feito e continuo a fazer o gabi-
nete.
l'ma en; :linde ela' slo '.'
OSr. Brandan:l,ia o relatorio do Sr. minis-
tro da fazenda, e uelie vera' que S. Exc. pede a ele-
rafia dos impostos dr exportarlo e da laxa dos es-
cravos, bem como a creaeao de um novo imposto
sobre as tojas, e isto sem embargo dehaver a nossa
reeeita augmentado no ultimo quioqneiiuio na razao
ocedi-;de36 por cenlo Ora, meus senhores, me parece
que estes motivos sao de muito valor para eu nao
poder elogiar o ministerio como iusina o projeelo
de resposla a' falla do Ihroito. Se o lize'se, mor-
menle na occasio cm que elle pretende com novos
encargos flagellar uma populacao dizimada pela pes-
ie, e exttnuaaa pela foms, t j'ruar-me-hia seo cm-
plice, e he islnjuslamenlo oque eu nao quero ser.
Mas, senhores, como he que se nao hao de exigir
novos sacrificios de uma populaban que lula com a
miseria, e da nossa azriciillura, que marcha para
asna ruina, sesecream empregus para aren mu-
lar no mesmo individuo, e assim dar-se-lhe gor-
dos e a\ ultados ordenados ? Foi-mo ha poneos
das confiada uma lista de pessoas que nesla curie
exercem cinco e seis empregos, percebendo de suas
acrumulaces JO e 23 conlus de res I .
' i Sr. Depulado :E entretanto os suardas da
alfandega lem .00.?!
O Xr. Brandao :... he por sso, e pelo mais
que lenho referido, que nao ha dinbeiro qyeche-
gae ; he por isso que nesla horrivel quadra, que
ameaca a mor parte das furtunas agricul-s, se jatea
necessario elevar os direilos de exportacao dos uca-
fo productos! E*to mundo, Sr. pre'sidenle, he
dos tolizes, que desfruclam as doruras dos orca-
mentns !
O Sr. Silra (luimarae*:--() mundo he dos bar-
rigudos. ;Risadas.
O Sr. Brandao:Aqui, Sr. presidenle, nter-
ro pendo o meu discurso, farei uma peiguiita.au
i nobre ministro dn imperio, ja que nao live anda a
; forluna de ver o seu relatorio...
OSr. Tai/ues :--Ja rsl distribuido.
ti Sr. Brandao :Sn se foi boje.
O Sr. Tai/ucs :Sim
OSr. Brandao:Lamento isto, porque S. Exc.
sabe que a sua reparlit-au he lio importante, que
si o seu relatorio deve ocenpar a altenco por mui-
tos dias de uro homem que qaer estudar as cousas
publicas. Mas na falla dos dados que me pode-
n.im ser torneados por essa peca, perguutarei a S.
Exc. quanto gailoo com os soccorros prestados a
populara atacada pelo cholera ?
O Sr. Ministro do Imperio :Nao sei an la.
O Sr. Brandao :Nao fa^o esla pergunla intil-
mente, ella he feita em consequeneia do interesse
qoe devo lomar peto povo desvalido do meu paiz ;
porem, visto que o nobre ministro nao me pode dar
uma mformacao exacla, aguarda-me-hei para ou-
lra occasio ; entretanto posso desde ja allirmar-lhe,
que em muites lugares do imjierio os sacrificios do
Ihesouro nao foram proficuos, nao chegaram a tem-
po, e o popular.i.. morreu desgra^adamenle sen,soc-
corro algam...
l'm Sr: Depulado : Foi um EI-DoraJo para a
medicina.
O Sr. Brandan :Fac.o juslica aos senlimentos
de humanidade de S. Exc. acredito que expedio
as .ir.leus as mais francas para que os infelizes n.i.i
aterreasen) o desamparo...
" Sr. Cansansao de Sininihii' : Fez lauto
quanto e*te\e da sua parte, e foi o mais franco e
prorapto possivel na expedirao das ordens que deu
a esle rrspeito.
O Sr. Brandao :... porcra com a mais pro-
funda dar Ihe declaro, que em alguns lugares os
desgaseados morrerara de miseria, surcumbiram
fume, evpiraram sem ter socrorro algum. Apoia-
dos. Qoendo ea liver occasio de desenliar esle
quadru, S. Exc. ss lia de necessariamenle cun-
triatar.
. a colsnisco, Sr. ministro, o que be feito del-
la ? S. lxc. desde Ires ou quatro anuos que se acha
habilitado cora os fundos necessarios para promove-
la ; o que pois lem feilo '.' Era que eslado se acha
essa decantada divisao de Ierras, qae ha de ler a
mesma sorte, que leve, I que foi mandada fazer pe-
lo soverno porlusuez em 179.",'.'
Urna voz :Isto he la para as calendas grecas.
O Sr. Brandao :--Mas cmfim, pcrguulo .linda.
o que lera o gabinele tollo em prol da roloni-acao,
qae he boje um assumplo de vida e mofle para o
paiz "
do throiio reconhece es-
...----*. --.......1 t---- .t"- "-"s.c.n a cm mes easos po-
estrantios se lem divulgado sobre essa divisflo, e o de raui bem concitar os novos delestavel nen, de
que mais deve admirar he que elles (enham sabido |Talilo.
les, vendidas a diversas pessoas pelo dito aloclo an-
dador. Entretanto esle eleve poneos das en S.
Josc, e a pumo,., desle nefando crime, nao sei por-
que, licou rm morlorio.
O vapor Toranlins ao sahir pela nossa barra aa
sua ultima viagem, abalroou uma cana, qua Irszia
cinco pessoas. e fe-la sossobrar immedialamenle,
i...o rendo duas das cinco pessoas qne vinbam aella.
Nao he a primeira >-ez que islo acontece, entretanto
os commandantes dos vapores nao lomam aquella
cuidado, qae devem, para evilarem estse oulros
sinislros.
Hoje, -T. de junho, faz ma anno qoe esla pro-
vincia -oilren o profundo golpe de se ver para seni-
pre privada do seu benemrito filho-o Dr. Angelo
"m anno ainda nSo foi saflicien-
da bocea .le pessoas que se iiiculcam confidentes d
nobre minislr >. S. F:xc. deve tomar cui.ljdo, porque
alse diz que ja luiuv-ram brisas por causa da dis-
Irii.uir.io das candidaturas e desigoacao dos respec- '
livos circuios.
Islo he bem deploravel, e a poca lalvez se apro-
xime em que a cmara dos Srs. depulados e o paiz
inleiro veiihara a couliecer o verdadeiro pensamen-
In do governo quindo se euipenliou em fazer passar
a nova lei eleitoral.
Termino fazendo votos ao ecu, para que essa pro-
vincia seja Itere do flageUu que lauto a lem perse-
guido, e o Todo Poderoso se amercie de n*, dan-
du-nus dias tolizes, paz e ludo quanto he iieccssaru
para vivermus tranquillo.
r.
uova especie, perm perlencendo ao genero das cuas
anteriores. No principio desle mez dea-se pata
lalta d um collar de diamantes, qne estsva no pes-
coo da imagem da Sanhora do Carme; as saspeila*
logo recahiramlem om charissimu irmau'iarceuo da-
quella ordem, queja ama vez fui indigilado como
leudo feilo uulra graca semelhante o qual Unta de-
votao linha, e I3u grande inleressa tomara pelas
cousas de sua ordem, que servia gaatoilaiaenle de
lu andador. As suspeilas forera (ontirmada pelas
" .Sr. Ministro do Imperio :--Esta engaado.
O Sr. Brandao :Pode ser ; se S. Exc. nao lem
deixado transpirarcousa alguma.a esle re*pcilo,eulau
lenha muito cuidado, purque ha al^uein que o es-
preila e proeora compr.unetle-lo ; e s Ihe alianeo
que o nao pialendo invectivar. Desrjo apenas qu '
divisao appareca em quanlo as cmaras esliverem -". jogando-lhe algumas punlialadas, sendo era uma
aberlas, para lar a satisfarn da pedir algumas ex- j dellas levemente locado e-le.Accudem soldados,
plicaces a S. Exc, se for verdade o que se lem af- be preso Tapajoz, e arrasla.lo al o quarlel, onde
firmado.... I depois de haver sido em raniiiiho espancado pelos
O Sr. sayao Abala :Isso he negocio reservado [vldados, e esboleleado pelolilho do governador D.
Francisco Alvarado Orliz, he mellido rm um qua-
7 de junho.
Enlrou no dia du crrenle procedente de Nauta ,.
al. Apoiados. Espero pela divisao, vapor Tahatinga, com >i dias de viagem redonda.! fciastndia rilrrei r
que au .e. se apparecera era quanlo as cunara* es-1 )le rheio da maior indignacao que paseamos a re- il ... "limin,, r'".. ~, ,
liverem reunidas, para moratisa-b. lano quanlo pu- lerir aus sos leilores os ultrajo.' violencias de aJpuir^'t-i^Jn^tt 1 ""
der se bem que muita gente ha ahi'que di, ler della '. que ullimamenle lem sido victima, alguns palricios corace, a.nd LSe.. EZ em S
eolticamente, e que ale designa os circuios que ja no*u. oaqaelle porto. "1ra1oe, anda sangra como no momento em qoe toi
eslo reservados para alguns dus nobres ministro* e francisco de Souza Tapajoz, subdito hrasileiro. es- M^m^^l. r,di,Jede C'.j "?-
mos parar desle modo... Devo porem dizer-lhe. qoe
no intimo das familias, nem ns vida narheular, nao
sao os polticos que (em enlrado, drsles apena* Ires
rrianrol..- do Mario do Commercio lem insultado
ao Sr. Dr. Castro, mas em abono da verdade, repi-
to lem respeitado a sua familia.
11 Kxin. sr. Beaorepajre vai cada vez mais ganhan-
s afleiees c syrnpalhias dos Paraenses, pela
so paraos minislros, a cmara he suspeila nessa ma
tena.
O Sr. Fiqueira de Mello :Se to- publicada du-
rante a sessao da cmara, esta deve lomar cmmeci-
mento desse negocio, porque o poder legislativo lem
o direilo de fiscalisar os aclos do poder adminis-
trativo.
O Sr. Brandao :... eslou liem certo que u no-
bre ministro au ha de querer privar-me desle
prazer.
O Sr. tayao Lobato :--F>sa divisan deve appa-
recer no innivenariuda samcao da le dos circu
.Irado e se Ihe applicara as nadegas, aosom de ru-
fos de tambor, cenlo c tantos acuiles -- E, como
nao baslassem lautos ultrajes e in.ullos,raire.ain->e
no de ferros e remrllem-nu ueste eslado, por uma
escolla, ate a nossa fronteira de Tahatinga, onde be
enlregue ao respectivo mmmamlanto com guia de
deportado por or.lem do governador geral da provin-
cia lilor.il de Lorelo A simples exposicao conv-rirtle
da estupidez a brotalidsde qoecaraetertsa o major
Solisbaiigo, por ordem de quem, na ausencia do g -
. vernador geral em Tarapulo. se diz que fra surrado
O Sr. Brandao :sr. presidenle, eu desejava oe-1 e menoscabado o nosso patricio. Nao pretendemos
rupar-ine ainda de diversus oulrus puntos, mas loto- conleslar que cuinmellessc elle um crime, temando
li/.mente o nao possu fazer, porflue, segundo,
ainda nao recebi os lela torios dos ministerios ..o im-
perio e da juslica, que, como V. Exc. sabe, sao im-
purtatitissimos pela natureza dus servidos que currern
|wrr*ssa> duas reparlicoes : por isso concluirri di-
zaadq que.se urna poltica do erros, de disperdicios
e aberrarftes merece elogios, se um governo que lem
esbanjadn os recursos da naci, sera cuidar seria-
iiienle do* seu* melhora>nenlos, merece apoio, eu sou
bem infeliz [..ir sentir uma repugnancia invencivel
em preslar'o meu voto ao projecto de resposla a falla
do ttjrono que se disrule, o qual nada manos he no '
qae m h)mnu que se Ihe quer dirigir. Se porem he
couliario. islo lip, se applau. ce aqulle ministerio que economisaudn os di-
os pblicos os applica eni proveito da nacao. e
ompreiiendendo bem os seus deveres nao vive
vida de estrategias e de falsa pulitica, eu u
lito..),porque maniendo auniformidadc do meo
diinotilo, rerus.i-mea acnmpanli.ir o carro' do
seu I iumpho. (.poiaros. i SulTra porlanlo emli r.
os el pitos de auas iras [apoiados ; voto contra o pru-
- de resnosla que o elogia. ./,ir),a,.
pelo
mere
uhei
que
uma
bem
proc
contra a vida de Nicolao Jara.em pre-enca e na
propria rasa da aoloridade eucarregada da polica da
povoacao ; mas corno eslrauseiro, e inuilo princi-
palmente como subdito du Brasil, a quem os Perua-
nos devem muilus favores e corlezias. nao se Ihe po-
da inflingir pena alguma leaal sem processo regu-
lar, e previa condemna;ao de auturidade ou tribu-
nal competente, quanlo mais aroiles a mero capri-
chu de um \nsoleiite e desalmado. Sa beatos qut
Naula he ;iara assim dizer uma aldeola deludios;
muilo distante da capital da Repblica do Per, e
onde quasi qu n.ln ha civili-aea i algumi. porm.
leudo si lo declarado pnrlo frailea de commercio.
onde regu|.rm.'iile Incain ns vapores da sesunda li-
nlia da companhin Naveaarilo c launmercio du Ama-
zonas, em virtude do traalo relea...lo com o Bra-
sil, nao pode o governo da Repblica deixar de
responder lelos aclos dos agenles a delegados que
para all manda..
Cousla-iius que S. Exc. o presidente da provincia
.iiandareiino.cdialarreenle.no me.mu dia i do cor-
rete, que o Dr. chafe de|pnlicia iuqueriase sobre o
laclo os paasageiroa vindos de Nauta, aliin de solici-
Srs. laques e .Helio Franco laiiin'em oia,.m | tardo novernu imperial as providencias precisas, pa-
S'',!'.'.0, Pr.'.,ne,r" "*or *l projeelo da res- W seja repa.ado o laetu frito a' nos*, naciona-
a falla do Himno, e o segando contra.
Hiscussao lica adiada pela ura. I.evanla-se
i.
jeclo
Os
neal
posti
A
ses*a
Mol dia i'i e ti nao houve sessao.
t:ORRESI*OXDE\t;i.\S IM> DIARIO DE
IPEBKAMBUCO*
AMAZONAS.
Barra 13 de juuho.
Ha muilo lempo qpe aqu me acho sera ler enm-
muuicadu a Vine, a raiuha cliegada, o que agora fa-
Co : os baos afazeres me privaram desla ohrigacao;
porem lioje mais affeilo a elles pos rouhar-lbes al-
guns iiwn.it..- para dar-lhe noticias minha- e do que
se passa por ca.
Chegus a' esta cidade no comeen desle anno, e
puslo que goslassa mullo da sua siluacao, que na
verdade he encautadora, comludo alo rae del bem
pela falla que havia de vveres, e live de soflrer co-
mo lodos quanlos para aqu vinbam, grande allera-
c,3o ua -au I. ; mas boje nao leuliu invrja dos hus
mercado!, pois esl remediada esla falta cora a car-
ne diaria e o maito peixe.
O Eira. Sr. Dr. Das Veira parece destinado pe-
la Provideucia Divina para felicitar esla pruvmcia :
penetrante e adiarlo, como he, na administrara:> danto militar* puslo que o nao resgoard'asse islo de
della, lem-ie tornado incaiisavel em melhnra-l'a a -ollrer logo depois o insulto de urna busca a' bordo,
Indos os respeilos: quando elle aqui cbegoii havia "?o obslanle a sua calbrgoria de odicial da marinha
lidade, e dcvidamente inileinnisado o ollendidu da
injuria que sofireu ; e mudo confiamos que S. Exc.
e n governo imperial se eolloquem na altura que. em
relacao ao respeilo e decoro que Ihe devem guardar
as demais naces, cabe ao Brasil, comu primeira po-
tencia da America do Sal.
Os desatinos e bernardices do major Solisbango,
na se limitaran) i ao facto que acabamos de rele-
rr. Pur desaveocas com soldado, da guarnirn de
"aula, lase achara igualmente por mero arbitrio do
governador. feriopeado, e nos Irabalhos pblicos
dous brasileiros perlencvnles a cnmpanha de| uma
embarrarao enviada curo mercaduras pelo capilao
II ilalh i residente na nossa cidade de Teff.
O comm,iidante do vapor Tahatinga, porque re
cusara aceitar em pasamento de fretes, oocaa pelo
preces correte do Per, mas que no nosso mercado
nao lem o mesmo valor, foi bruscamente inlimadu
de uma ordem verbal du major Solisbango, probibin-
do a saluda do paquete, e rondeiuuando ao mesmo
cominaiidanle na mulla de cem pesos. Esto para
evilar conflictos e prejuizos a' rompanbia, protestan-
do contra o acto illegal e inslito, sujeila-se a rece-
ber as oucas pelo prec,nque quizeram, e siiassini es-
capou a'justira selvauein do nosso major commau-
gran le e*cacez dos gneros de primeira necessidade ;
pouce era o peixe que apparecia, a carne raras ve-
zes se vetulia e em algamas dellas se distribua par-
ticularmente |ielas amizades; a tartaruga era rum-
prada pelo prece de 2-s e as escondidas, p irque uma
lei provincial inunda multar os que as venderem por
m.is de 15280, e agora uma corapanhi* de pescado-
res composla de mai* de 10 liomens, chegando re-
vesadamente ahaslecem o mercado; oa vaporea "via-
das do Para' Irazem-nus bois, que sao morios diaria-
mente para todos sem disluti-r/to ; as tartarugas ja
cuslam i;:!80, c ao xposlas a' venda sem -alerc.lo
de pe...... poi. era uecessano umitas ^etp* um en
peiili.i/inho para conseguir alguma.
Consta que S. Exc. ja ajtislou u
para o consumo da capital al detembro desle anno,'
e lem ollerecimeulo de too rezes para o anno vin-
duuro. assim a solicilude de ura bum governo faz a
felicidade dos seus subordinados.
Nlo he com menos diligencia que o mesmo Sr. se
dedica ao material da capital: lo toa olham com sa-
islaau para os Irabalhos de orna ponte, que une o
bairro da ci.lade ao do Espirito Santo, os quaes a
ito-peiin de mil obstculos cura que lem,lutado, e
que lem sabido superar com a sua constancia, mani-
brasileira, o de gozaren! os paquetes da compauhia
das honras e prerogalivas dos navios de guerra. Te-
ve de prolcslar novamenle por este faclu, e coosla-
nns que preleude pedir reparacao da injuria.
ImhIiiii. oa invernadores e mandiles de Naula, nao
coiihecein lei alguma, ainda as da mera civilidade.
l'udo fazera a' arbitrio e a' medida dos seus interes-
ses pessoaes e mesquinhas paixes. Os negociantes
naluraes do paiz, os estrangeiro', e com especialila-
de os Hrasileiro- sao all ir,lados brutalmente. He
misler, pots, que quanto ante, o nosso goveruo tra-
to de pjr' cobro a' lanos desmandos e desvarios,
alim de que a nossa populacao justamente irritada,
, nao rompa tambera era excessos contra os Peroa-
que s. Exc. ja ajtislou o gadu necessario nos que pisaremo soto hrasileiro, lazendu assim as-
lira por suas proprias raaos.
PARA'.
Beleni 33 de junho.
I.m novo modo de vida Irm-se ullimamenle
aqui post.. em pralira. a qual na he do. peiore.,
pois da' bastante lucro, nao sendo preciso empre-
gar como capital senao um pouco de habilidadc, e
talla de consciencia. .. Como v, a transacro he
sempre boa quanlo ao. prmeiros resollado., porem
excedente e imparcial adinimslracao, que lem 'fei-
lo, e pelo interesse que lem mostrado pelo eogran-
|.rmenlo tiesta provincia. Os a (Militiciies das du-
zas i.....rncenio. an lado esqoerdo, >. ja esto om
ponen desconsolados e desanimados, por verem que
o Sr. Beaurepaire nao be o homem que ellos pen-
savam. Para elles s serve um presidenle romo o
Morae.. que nem na maior forra da epidemia da
cholera deixou de lomar vinganras mesquinhas das
seus adversarios poltico. ; mas como do Sr. Beau-
repaire ao Dr. Moraes vai uma distancia nironi-
mcnsuravel, nao podem os laes politkoes ealar
rontei.les com elle.
tm dia desle. desappareceu um sogeilo, qae se
diz, entrara em uma casa, onde moravaru ootros
tres, para fazer uma visita, levando comsigo nasa
porcao de diobatra. A polica tendo noticia do
faci, logo fez prender os tres visitadas, a est as
man rigorosas indagar** para descubrir esta mvs-
lerio.
S. Esc. o Sr. Beaurepaire visitou hontem a colo-
nia do Jos do O', mas nao sei que idea ficon for-
mando della.
30
O Sr. Dr. Caslrivicah., de receber a grata noticia
"e ler sido admillido socio corrcspondenls oesta pro-
vincia do Instituto lli-i.uro e Gc.raphico do Bra-
sil, lie mais uma recompensa feila ans serviros por
elle prestados na calamitosa epoca da epidemia ; ha
mais om reeonheciinentn ao *eti ment ; he emiim
mais om espiono, que agoilhoa aos saos gratuitos
e invejosoa mimigos. q.e n.lo pudendo alcanra-lo
na altura em que se arha elle collncado, prelendem,
mas em van, derriba-lu.
No Crrelo ...rcantil do Rio le-se orna dosa-
baloria mesira do Sr. Reao Barros, dada pela gente
do lado enquerdo, >. oa qual dizem al que ella
nao lem illuslraro. Nao admira, qoe assim fites-
sem, porque mais de una ve/ lenho Ihe dito, qoe
se elles beijavam o Sr. Kego Barros, qnaado presi-
denle desla provincia, lie porque nao o podiam mor-
der ; admira, porem, a falla de ruraeem dessa gen-
te guardando a desahaloria para qoando o Sr. Reg
Barros ja tves*e deixado o governo desla provin-
cia, admira tamben) a contradicrAo. e,o qoe cahem.
pois logo co principio da adminislracalo do Sr.
Kego Barros, enchiam-no de elogios al os olhos ;
enlao era illuslrado, recto, bom administrador.
etc. etc., o e por lim era iutoiramente o contrario
dalo.
Disse-lhe, qne admirava aquella conlradieco, re-
trato me. porque o qae he osado nao he esranha-
do, esle be o procedimento delles ; sempre qoe
um presideulechega, rodeam-no, presenlram-aoelo-
giam-no, etc.masquando aquelle nao se torna parcial
laucan lo-se em seus bracos, ei-los de eandaias aa
avessas. Esla rajada, qae levoa o Sr. Reg Barros,
serve para o desengaar do que sa os homens da
esqoerda.
Adro*. Ato para o ootro vapor, se Dos nao roau-
dar oconlrario.
lestam sobejamenle o quanlo se inleressa pelos seus I muilo arriscada quanlo ao ltimos, que sem mais
meltinramenlus: trahalham continuamente cerca de
i pessoas. inclusive eslrangeiros engajados, aos
quaes lem prestado todo o apoio qae se ple espe-
rar de um governo creador, e bem compenetrado das
neressidadrs do paiz.
Em virtude de um seu ofticio recommeu.lando
polica a vigilancia necessaria sobre' os ociosos e va-
dlos na contormidaile da lei, as autoridades respec-
tivas fornereram um ptimo conliogente de Iraba-
Ihadores de arabos os sexos, que desempenhavam
medanle o competente salario as suas funcees com
goslo ; ainda que a' principio Ihes pareceu mero ar-
bitrio, o qoe s era effeito de medidas policiaes, co-
ma cima nbservei: creio que as raulheras acharara
oulro meio de vida condigno com a moralida te pu-
blica, e consuguiram ser despensadas, porque ja
nao as vejo all (rabalbar. Emfira ja *e ouve nesla
capital o reboliro de um povo, que vive satisfeitn e
contente por cltegar a lodos o dinbeiro, que d'anles
jazia sepultad., nas arcas com a irremi'sivel seotenca
de nao ver a luz do di*, ou quando muilo de pagar
uma pasaagem para ir arejar na praca do Para ; ago-
ra vejo varejar pelas maos de todos o cobre, a prala
eo ourn bem limpinhos, e muilas notas bem sujas
o que be a mais valento prova da aclividade e pro-
grrsso em que as eoosas vao.
I in oulro objeclo lem oceupado a allencao do nos-
so presidente, o qual he a olaria fundada pelo Sr,
Peiina : uma casa que all existe principiad desde
o auno atrazadu, acha-se prompta. Consto que he
"em menos podem tazer u sujeilq ir dar com os os-
sos em S. Jos, onde ja se acham dous dos que lem
especulado com o tal modo de vida, que nada me-
nos he do que tfalsificasao de firmas e latirs, co-
mo passo a expor-lhc.
Um dos especuladores he om estrangeiro rhama-
do Christiano BAendall, u qual imitando as lirmas
de Augusto Tapembek A; G.'|e de Sparauck, duus
abastados eacredilados negociantes desla praca, pas-
sou Ires ledras de Ir. cotilos de |ris cada uma em
Romes daquelles a' favor de um supposlo Joan Bap-
lisla da Costa, e por esle endossada ao falsificador
da* lirmas, qu" as foi descontar a' Joaqun) da Sil-
va Arantes : esle confiado no crdito de Tapembek
iS Sparauck. c vendo as suas lirmas bem;imiladas,
as descontou.
Mas, ou porque lendo de rclirar-se para tora do
imperio Christiano Bokendall, ou doessem os cabel-
los a' Arantes, ou purque se raneaste uma das lat-
irs, o caso he que Arantes vai ruin ellas a Tapem-
bek c\ Sparaurk, e fui eolio que se dsu na alhada.
A polica informada desla ladroeira, inmediatamen-
te fez prender o traanle, e o trancafiou na cadeis,
onde creio que morara' por algum lempo, pois que
a opinilo geral he conlra elle, enlo he de suppo-
qur o jury, que liver dejulga-lo, nao Ihe perdoara'
.. esprtela. Assim he necessario pira evilar-se a
a repelido de laes (ralicaucias. Entretanto Aran-
tes licou no de.emli l*n de nove contos de rcis.
O oulro, que lambem fez uma graqa do mesmo
siilencia du raodilho Flores, esle la/.ia despertar us
amigos precouceilos do leu paiz cunta o Brasil, e
eslabelecia conflictos com a legacao do imperio
ainda mais ; sobreveio uma revoluWio, e nes arran-
jos que precedern) a conclu-ao della, tiveram influ-
encia as legaces da Franca, Inglaterra, Estados-
ruidos e Despalilla, menos a do Brasil ; liualineule,
para dizer ludo, domina boje a siloacao nu Uruguay
o maior inimien que o Brasil lem naquellas para-
sen, o Sr. Oribe, conlra quem livemns occasio de
einpiinbar as nossas armas.
Ora, pode inererer elogio, ura ministerio que em
*aa poltica exterior obtem resaltados tao deplora-
veis ? Pode ser applaudido om gabinele que sacri-
ficando nossos recursos, nos lem collncado na posi-
cao de perdermos a influencia que devemos exercer
na America Meridional ?

O Sr.Suraica:He uma qtteslao que demanda
muito taluda e experiencia.
O Sr. Brandao:... e invoca o concurso dos
nossos proprielarios ruraes ; mas sera isto bastante?
Tari pur esta forma o governo dado uma prova do
seu zelo a respeilo de um objeclo tao importante e
urgente '! Me parece qfe nao ; e tal lem sido a sua
inercia, que nem ao menos se lem prevalecido de
um elemento que existe dentro do paiz, e que bem
aproveilado seria do mais alto interesse para a nos-
sa agricultura ; quero fallar das colonias, qne po-
deriam ser ratahrlrridas com os .......... nacio-
naes.
Ha, senhores, muita gente na* cidades que ala
pode nellas morar, e que enlrelanlo ahi resi te, por-
que n.lo lem nutro remedio, porque n.io possue tima
pollegada de Ierra, onde possa eilabelscer a sua
destinada para recolherem-se meninos e tormar-se genero, porem de especie difierente, toi um fulanu
om elles um aprendizadu de artes, creando-se as of- de lal Vasqoes, procurador de cansas :
Reinas necesarias, o que lavando-sa a eltoiln sera Eia o caso :
muito proveitoso, pois temos quasi absoluta tolla de ; Ajuslando um sujeilo do inlerior desla provincia
meslres de lodos os oflirins. | pagar-llv quinze mil rtiis, se elle reerbesse uma lel-
fcu nao dezejava ser mais extenso ; |Hin'-m ha laes (ra nesta cidade. enlregoii-lhe a letlra, e passuu-lhe
coasas qae tambera n;1o se podem deixar de dizer, u a obrisar.l.i dos quinze mil rcis : mas nao leudo
pur isso coulinuo esperando desculpa. Estao aqui; aquelle ctleciualo o recebiinenlo da letlra, < dooo
tolos oceupa los com as Ierras: uma determinarn ii-tiiou-se uu lim de cerlo lempo, nao innlili-aiido a
da presidencia que marca n prazo de oilo mezes p*- obrigacto dos quinze mil roa, nem lio pouco pa-
ra a revalidado dellas. lem feilo esfriar os pobres ro- gando esta quanlia, porque a rondirao era se a let-
lra toase recebi da.
eeiros: esla dispotiello da lei he inexequivel aqui,
sendo as mediees fetlaa pelos particulares; porq.ie
toda a populacao he pobre e por ronseguinle nau
tem-dinheiro para laze-las: os sinos quasi lodos se
rompo- de uma paiho;a. uma rocinlia de manivas e
algumas fruleiras ; poucos sao os que se achara bem
Eis senao quando apparece Vasques com a obriga-
ro chamando u sujeilo a juizo para pigar-lhe, nau
qoinze, mas sim quiiihentns mil rtiis. o humem poz
as mos na cabera chamou a allencao das autorida-
des policiaes sobre aquelle escndalo; enlao toilas
regularisados, e.ioa mesmos nao valem -JOS, e co- I a precisas invesligafies, reconboceii-se dan os alga-
mo de-peii.Ur rom elles para mais de H00.y.' He rrr-' risinns l.\->000 haviam sido emendados e transfrma-
lo qoe se ,. governo de S. M. nao alleuder a r-la ex- I dos rm ."rlKisIlOO salido a emenda roolirmada, para
cepcional provinna. mandando pr em execucSn o assim dizer, pelo sello proporcional que era dr 160
direilo de rada um tirar com|o seu uti proisidrli', r- corrrspondenle a quinte mil re, e nao .V qui-
sera sem controversia senliur da provincia do Ama- ahenlrn. Ahi temos, pois, o di.'n rujo em 6. Jos
zouas, e para onde irao tantas pessoas roc.ar e piar- fazendo corapahia a Bokendall
lar para viver | Aija voa retorir-lhe uma c
oulra l.riii. adi-ira, de
MUTItADCT
M ARANHAO'.
S. I.uiz i de julho.
< lia mais de i annos que too seu correspoadento,
e)felizmenle, lenho sido Uto puntual qae at ja ma
CaUSa admirar 1...
II- verdade que ja nao lenho o enligo vigor de ou-
tr'ura, porem como para manrjar-se orna peona nao
he necessario muila torra, eu vou aqai do meo ga-
binete e-covando um ou oulro hroe, e dando-1 lio
apees* bem merecidas.
Anles de principiar a castigar es-es reos de poli-
ca, que por aqui andam perturbando o soreg dos
seus cmcida.t.ni-, e procurando iuotilisar o syslema
da conciliacao, tao recommendado peto governo cen-
tral, c aqui poslo em pralica com tanto zelo e inlel-
ligencia pelo acloal administrador da provincia, per-
mita-me que Ihe falto em cousas mais olis.
Como ja deve saber, no dia 10 do passado S. Eic.
abri a assembla provincial, com om relatorio de
500 paginas.
lie om bello volme, escriptocom primor, cheio
de muito boas ideas, e Dos permuta qoe ellas sejsm
posta, em pralica para felicidade do MarsnhAo.
Admira-me como S. Exc, rodeado sempre do
muilos amigos, aireiroadus, prelendenles, e massan-
tos Anaporos em to pouco lempo pode appre-
sentar um relatorio tao extenso como vasto nas bri-
lhanles ideas que ahi abundam, escriplo com som-
ma lluidez, rstxlo primoroso, eloqoencia ootavel,
torca de argumentarlo, rigor histrico e pureza de
lingaagem.
O relatorio de S. Fie. o primeiro sem davida
nesle genero, que aqui tem apparecido, pode nao s
servir de modelu, como lambem ha de ajodar mai -
lo ao homem, que para o futuro se quizer dedicar a
escrever a historia da nossa provincia.
Depois de publicado esle intersssanle tribal hn eu
apresenlarei entao em resumo as medidas por elle
lembradas para felicitar esla provincia, que com lau-
to acert foi confiada aos seus cuidados.
N'esse mesmo dia o Sr. Ramonda mandan ornar
de cortinas dous camarotes do thealro, e oRereceu
aos Ilustres membros da assembla provincial.
O Emilio Rour deiloa por moito lempo o seu
binculo, e depois de haver comlemplado os Anapu-
rus, disse cheio .le enlhusiasmn. o Oh o Mra-
id.... estar moilo rica de Anapurus : logo en dar
passaporlc a ludo islo para vai exposicao sa Sr.
ehefe de polica quer. i>
O Dr. Sehasliao Braga ja parti para a sua comar-
ca : agora quero ver se a Kttrella ainda pensara'
que tem sido elle o seu correspondente.
Quando esse magistrado esleve no Amazonas con-
linuou o seu jornal a publicar correspondencias da-
q li hoje que elle esta no Tury ellas continuara.
A nao ler o Dr. Braga o dm da obiquidade, pa-
ra estar aqui, no Tury, e em toda a parle, possue
elle entao "ma varinha de condo. qae o traz en-
cantado do Tury para aqui, afim de escrever eslas
crrreepondrncias.
Agora creio que a IMrelH se desengaara".
O presidente da provincia gaiado peto amor du.
interesse) e mclhoramentos maleriaes fez ama reu-
nan eni palacio de lodos os engenheiros, existentes
na provinna, e depoistfe disculirem largamente, e
iinaniimiiii'i.le annrovarcm o plano apresentado pelo
visroiide de Saint'Amand epara abertura de um ca-
nal de I !n l.r.ira- de riirriprimentu. c 70 palmos de
largura com o lim de evilar a l.age i .rinde no rio
Mearim, e tornar este rio navegavel por vapores de
torra dr .10 a 35 cavados e para embarcaees de
maior lote, approvnu o dito plano, mandn dar prin-
cipio a referida emnreza, e incumbi de sua direc-
r.io o engenheiru qae organisou o plano.
Se daqui em diante S. Exc. n.lo caidasse maia da
presidencia, esta nolavrl e gganlrscn obra seria nas.
tante para farer muilo lembrado e rom saudades
nomo de S. Exc, porque sao in.-alcul > -.* as vanla-
ceus, que desle canal lem de resultar para a lavou
ra da provincia porque facilito aos la ,iadore- da-
quellas importante- paralen-, com modo e prorapto
transporte de teas elleos.p.ira o.mercado da capital.



DM.< PJ*-B I TtC* F*& l 01 JLH t I8b6
Breve ptrlem para all na canria do meo amiqo
Joaqun) Cantanhede, o tngenheiro e a rhn-ma de
tr.ili.ilh.iili.n-. que vSo Un.;.ir por trra eaa I. tai .
que li'in sido utn obstculo paro a prosperidade do
jieanni.
Julgo couvenienle dizer-lhe, e al para (lona do
engenhero Saini'Araaud.que Mr.Oxidede feftesleve
em.palacio e discutio lambem o plano, no qaal ou-
Ir'ora so achoo poosin -fin proveito aliiuui real, po-
rm laes foram o argumento do engeoairo explo-
rador, que Mr. Oaidt de fer, doutor quand meme o
approvou tambem.
feu creio que o homem. opezar de entender utn
pooco do riscado, pensara que alie era as colum-
na de Hercules, onde est escriplo,Vm plus ul-
tra.
Pois se issim pensou, enginou-se redondamente, e
va levando desla pelas bilaculas.
Cliegando aos ouvidos do presidente mullas quei-
\as contra o engenhelru I. MendM,que abri a es-
trada, que une Cixia a Therezina, parque lornou-i
'i leguas mais comptidu do que a estrada vellia. S.
Kxc. incumbi o r. Joao Nune de Campos, enge-
nheiro civil, de ir examinar a estrada, boje conver-
tida em pomo de discordia.
Detla vez oso foram perdidos os dioheiroi da na-
co, porque nem o Altino se metteu nisto, e tiem a
junta de bygiene dirigi, romo da nutra vez, esla
obra.
Nao te admire de eu fallar assim da junta, de
quemsemprc Tai e son amiso, pnrm o que lie ver-
dad* dcee dizer-se, porqac-rmlcus Plato, sed ma-
yisamira rerilas.
) notaos pan da patria pouco ou Dada lem feilo.
a nica coiisa capaz ou digna de mencau, que el-
los lizeram. fui a approvac.no do contrato da cm-
pren de Ail, com o lim de abaslecer d'agua excel-
lente luda esta capital.
D lernorancas ao sen correspondente da Para-
hiba, hoja no Kio, rrquerendo sera duvida o lu-
gar de etcrivao, qoe Ibe foi negado oo anno pat-
uda.
Nao se ctqueca de dizar ao seu correspondente de
Macis, que no- somos muilo ronhecidos. o queja
nos encontramos em urna poca bem feliz da uossa
vida.
> ni- u casa o Ignacio Varella muilo zangado porque
o Itamonda mo quer consentir que o Kebussini fa-
ja seu lifnelirm agora, porque teme que, dr-
pois della recheiada de cobres, bata a linda pluma-
gem, feo.u ot ares, e va gargantear em oulros bos-
que.
ras bem, Sr. emprezario, segure o passaro, por-
que depois delle fugir o Ignacio nao lite garnn-
le os prejuizos, a s ditaem mulher nao ha que
liar !
Adtos.
Exporlaco para fura do imperio nos valores
otliriacs.
.........34:0029360
Algodao .
Assucar
Agurdenle
Cabellos .
(".lufres. .
Couros.
I :l>f.V>iO(>
908000'
349300
.n-IKIII
JO: KltjtOO
tS:7069560
Kendnm uto do niel de jtmlio.
Importado.........19:4068597
Exporlaco
Iuleiior
1:7II3095
1:5468869
5-2:6948360
Expurlacao para fiira do imperio.
AI|Bdao..........31:573*100
Conrns........... X:IH|JJ30
'lajuba.......... ilUO^lUO
34:85487^0
Codo 18 de junlm. "
Promelli uovamenle occupar as columnas do seu
lido jornal, e quasi que nao realiso o prometlido.por
ter sido atacado das fehres reinantes, que a muilo
custo foram peludas pelo Dr. Quiuino, mas que
Itimosas, vnltaram a carga urna- poucas de vezes, a
ultima della! com o sequilo de diarrheas de sangue,
que por pooco me enviaui para a contra cosa.
.\june Vmc. o estado em que eu Icaria, ja alque .
brado dos auno, e i.inda mais por dotes destas, sem !
terem liomeopathicas ; ma felizmente se bcm que
em estado decadente e um pouco opilado, o sus-
to de dar copia de mim, ludo faz superar, e excita i
dirigir-lheeslas linhas : qu.l soldado intrpido, que
inda nao curadas as fendas da ultima peleja, ao
ouvir Iroar a arlilharia, abandona enfermeiros e hos-
pital, atia-se com denudo no meio do com-
bate.
O exemplo dado de auxiliar ogoverno nos soccor-
ros a pobreza, pelo commendador l.uiz Jos llenri-
ques, e capitao Francisco Marque Kudrigues, foi se-
guido pelo commaudanle superior Judo Severiano
Itaima e Dr. R. I). Salai.r, fazendo cada um o do-
nativo de gOSOOO rs. quanto sao dignos de enco-
mios ettes presientes cidadans, quanto censomeis
se toruna o demaia, que podendo, lem visto impas-
siveis o decorrer de 13o calamitosa crise para esta
localidade.
A peste infelizmente se nao pode dizer exlincla ;
pois continua a fazer victimas, e a augmentar de
inlensidnde pelos ceulros, tanto que o Dr. Leal que
dcvia ter ido em coramissao medica i villa do Coca-
le, ua pasaagem em tai fazenda leve de acudir a
una sita irmaa qoe se achara a bracos com a epide-
mia, a que leve de succumbir, apezar dos lions es-
forr.s dos que a rodeavam.
0 commendador Luiz Jos Uenriques lem perdi-
ilo mais de 20 escravo", dous colonos, e a familia de
urna sna sobrinha, composta della e tres filbos est
toda sepultada.
A colonia Petrcpolis lamben me consta ter sof-
frrdo graves perdas em seu pesso.il, bcm como tojos
os fazenrieiros geralmente.
N3o lie por certo ri-ouho o quadro qde vos traro,
mas be o da realidade, e mais medouho se nos an-
nlhj o fuluro com a secca que extemporneamente
nos appareceu em abril e no. deixou sem colheiu de
arroz, principal alimento da nova populado Se i
colheila do algodao acontecer nutro tanto ste anuo,
adeos lavourat dealgodao do Marahu, que os bra-
cos qne nella Irahalham lomarao neceisariamente
cm inaior escala o r iiuinlio do tal, a troco de cobres,
de que tanto necessilam os seus possuidores, prlo*
aralos lutado-.
As ultimas recommendacoes do nosso administra-
lor dos crrelos, denotam bous ottejos da sua parle
de ni el llorar a marcha dos coneioa; receba por isso
os utios emboras S. S. e creia que seremos os prl-
meiros a leorlhe encomios, loruande-te della- cre-
dor. S. S. lem qtie lular cum mullas diflieulda-
des, a mu vonlade e pessimo pesioal dos estafetas; a
i alta de cumprimento as suas ordens das diversas
agencias, que fecharan os olhos ao mao proceder dos
estafetas; plirein nao te aparle S. S. da senda que
nos .parece eneelou, cuide em acabar com os abu-
so que pouco a pouco os extinguir.
Lumbra-no que da quatro linhas mensaes esta-
btlecidat, as doas que lem de parlir sem males do
tul .levlam os estafetas ser obrigados a fazer o tra-
jelo por trra, por ser mais rpido ; qoanto as ou-
tras doas portadoras das malas do tul deveriam ter
um pestoal maior, ou ordem para se lites fornecer
dous remeirns no Kosario, para andarem com mais
rapidez. Desla forma nunca as malas deveriam le-
var mais.de S a Hldias a chegar do Maranhu a Ca-
sias, com o que minio lucrarla o publico, e o go-
veruo. pgfc
CEAKA-.
l'orlaleza 1) de julho.
.Nao permillindo o meu eslado de saude que eu
Ihe faca desla ve/, urna estirada missiva, limitar-
me-liei as cousas mais iinparlantes.que lemorcorrido
dur.iule a quinzena ; e principiara congralulan-
do-me com os meus conlerraneo pelobom estado de
anude em que se ada esla capilal;equira (oda a pro-
vincia. Basta ser que conlinoamos a nutrir bem
fondadas esperancas, de que o cholera nao nos ha
de ii.....nimio lar. puis todas as noticias espalhadas de
que elle se achara ja denlro da provincia pelo lado
do centro, nao se lera realisado. Desde que elle
loi morlo e sepultado as areias das praias da Mu-
lamba, da comarca do Araca|>, onde afrmam al-
gn facultativos qoe elle esleve de (acto, que coine-
camos uulrir esperances de qde elle oao ha da res-
tuscilar.
No dia i do correnle mez abri o Exm. Sr Dr
llerculauo Antonio Pereua da Cunha a aemblca
provincial, leudo peranlc a mesma um extenso, e
bcm elaborado relatorio. Alguns depuladns te a-
rham animados de principios e ideias palriolicas
e de melhorameulo. como sejam as de colonisacao,
de-casa para edocandos, c oulra. De.so illumme
liara que em retullado nao tendamos urna sesao
estril, como al-urnas oulrs em que o lempo pre-
cioso se lem gasto em discusses inuleis, e alheia
ao nem da provincia.
l"oi nomeado pretidenle da assembla o Dr. Ma-
nocl tranco Nrnandes Vieira, I. secretario, Jos
Maximiaiio Barrozo, e 2- diloLuiz Antonio da Silva
Viaona Jnior, e vice-pretidenle, padre Antonio
\avier de Catiro Silva.
Nut diaa 2* e 2U do mez passado livemos bailes de
mascaras, o pnmclro esleve pouco concorrido, po-
rem u segundo reuni um etlraordinario concurso
to bello sexo, onde brilhatem todos os encanto, e
adornos curo que as amaveiaedelicBdatcearenses ta-
bea dar maior latir aos teut lalhes eleganles.e fazem
sobresahir, a par da modestia, a formosura e garbo.
O dercrlimenlo esleve roilo animado, e os mas-
caras em geral e&lavam veslidos com goslo, e exqui-
\s lransai;5es cemmerciaes anda correm pouco a-
i.imada-, lalvez em razio de eslarem ot lavradores
oceupado anda em suat colheilas, em razao de ler
sido o invern um pouco longo.
A excepeao da carne, os oulros genero alimenti-
cios anda se conservam na mesma caresta, runc-
riouoa o jury da cmara do Ip, e muitos crimi-
nosos, que all respondern!, linham sido condemn-
.03 a pena de galles perpeluas, inclusixe o Alexan-
re Moorao.eoulros parenles.que all foram respon-
der por enmes de homicidio. Um Sobral a fehre
iinareHacontiuuava a fater victima, eo Dr. Cas-
siano. que para la o.a mandado pelo overno, ti-
nha sido ollmanienle accouimellido do mal : po-
CT a '5 *""* ''"". qe lamben
linlu sido inaudatlo em cummitsa para e-se lu"ar
H linlia clegado, e cecupava-se zelosamenle do "cu-
ltivo riot mdigenles. lem sido sobre modo infe-
li/. aquel), cidade. ha seis anno, que he perseguida
>or esie Icrr.vel flngello. ora mais. ora menos in-
irufOa
Isl pesio, nao disse bem qnando no principio Ihe
a'iunenrr bom o telado de saude desla capital e
taivc/. o de toda a provincia ; a qoe se deve euten-
"ei com a unir excepcao do Sobral.
Uj(o que se lor puhlicaudii o relalorio do Exm. Sr.
1 r. Herculano. de qu ajada nao posso dar nolicia,
porque, em izao di meo eneornmodo.de sadc n3o
pude assitlir ao aclo .abertura, Iho irei commu-
iiicanoo e lado mais i.lereante, principalmente no
que locar a coinmercio, indu-lna o dados estalj.-
ti. te.
Poi esqucdmeulo nao II,.. remelli pelo vapor pas-
ado o rend.manii da airandeBa do mez de maio, e
por too agora ii,, retalo o deste. e o do mez de iu-
nho ulliino. J
K.-n : iimmiI. d<> me U miio.
ot",nr.......... xienm
?4:IO.t:,
Cralo 25 de maio.
ra/.em boje oxaclamenle "> me/.es que Ibe dirig
nniih.i i.nm.'ir.i e iilliin.i missiva, e de enlo paraca
l.io poucas oceurrencias uolaveis lem havido nesla
comarca e sua vizinbanca, ou ante a vida social e
econmica da populacao desles c.mlornos se lem pas-
sado lao placida einalleravclmenle, que eu na qua-1
lidade de sen espontaneo correspondente lenho-me I
adiada baldo de comhuslivcl, com que alimenlc nos-
sa palestra.
V'erd.'ide he que existe enlre n.is militas quesloes de
admimslraco eorganisarau social, carecidas de ver-
dadeira solue.lo, as qine-. em falla de novidades,
bem pudem fornecer a sens correspondentes assump-
lo para muilas detlM nossas quasi olas diplnmali-
cas. que damos o modesto nome de cartas ; mas
para discutir materias laes, nao s me fallam as no- |
cessariashabililacet ( uiodesiit ou 'realidade pouco.
un pinta como Ihe devo confes-ar um pecca.lo, e lie ',
qoe se achando esla heroica cidade do Cralo, pooco !
mai longo capital desla provincia collncada ao norte a mais de ,
cem lesoas naqui, desanimo qoando querenpo es- i
crevever-lhe me occorre que minlia missiva eui mis- :
siva cm lugar de marchar logo para o Reeife, que
me llca ao Mil Dio a muilo mai* de cem leguaa da -,
qui, lem ao contrario de seguir para o lado
diimelraliiienle opposlo, al que chegandn ica-l
fital, lenlia eniao de dar uina viva-volla de du
realas legua por mar alo chegar ao seu desuno.
Ora, que as que as minhas puliros epstolas, com
cojo relardameulo ou rapidez na remess.i, nada 2a-
nha, nem perde o publico, p.issem por toda omm
viciciludes, pouco importa ; mas que as carta do
commerciu, que nesla comarca he feilo com o iteci-
fe quasi em sua lolalidade, que as reqnisic,esda po-
lica tiuham toda rapidez, enlendo ser de evidente
lilil 1. te publica : assim pot*. se o nosso governo
Iralasse d'estabelecer Ituhisde correi., que prn-
dese a cummunicacan de unas cun oulrs provin-
cias pelo interior, enteudo que fasta Jum grande
servico ao pair. : esta comarca, por exemplo, confi-
na com as comarcas de Pujen e Boa-Visla da provin-
cia de Pernamhuco, com a de Sou/.a da Parahiba, c
com a de Jaicoz no Piauhy, eutrelanlo evadindo-se
os criminosos dosgdiveraos (ermos desla comarca tos
daquellas, e vice-versa os de la para aqal, o queren-
dn a respeclitas autoridades requ sitar suas captu-
ras, devem dirigir seo ofiieius s capitacs, para de-
pos de viajarem centenas de leguas rhagarein ao seu
deslino, mollas vosea quando e-ss bdiedores de san-
aue humano ja leem mudado de residencia, ao passo
que se huuvesse correios regulares de uns para ou-
lros punios Lio prximos poderiam essas diligencias
ser coreadas dos melhores resultados, com -omina
vanla^em para repressao dos crimes t moralidade
publica.
Era seu Diario, que < de grande demora, o que allrihuo a falla do correio
do Cear, lenho lido a noticia dos estragos, que o
ctiolcra-morbu lem feilo nessa briosa provincia :
por sua lenra me lolo, enchido de admiracao e
enthu-iasmo pela coragem e resianacao das pop'ula-
ces de alguna pontos, e mais que todo pelo heros-
mo de alguns cidadSos de diversas classes, que se
leem distinguido no meio dessa quadra de dores, por
sua dedicaban ao bcm da huinanidade ; nao ficaudo
em esquecnnenlo um eslrangeiro. que ah lem ad-
quirido dlreilo as heneaos Ui publico por sua sene- '
rosidade em prol da pobreza, nao ti dessa, como de !
oulrs provincias; bem cerno nao posso deixur de i
lamenlar a fraqueza e mesquinheza de alguns, que |
por sua fortuna, prolissao, posii;ao oflicial se acabar- I
.1.ir un diante do pungente espectculo de populacdes
moribundas, deixando de prestar os servicos mais
que nunca reclamados daqucllcs, que occpam es-
sas posicSes! Ma mea lim nao he aqai elouiar.nem
censurar a ninguem : minha peona, escrevendo es-
la pal.ivras, nada mais faz do que obedecer aos sen-
lunenlns, de qoe nesle momento me acho dominado,
antes de cufiar ao termo, a que me dirijo, que he
coiupurlilhar as atlribulacoes, por que tem panado a
elstica provincia de Pernambuco, a que tanto devo
e que considero como minha segunda patria, por ler
aln feilo minha eduracAo.
Praza Dos, purera, que lodos esses momentos de
agonfa e-lojam passado., v que as diversas classes,
ja dtsotorabradas do llasello, vollem cheias de seiva !
as suas prolissue ordinarias, redobrando de esfurjo,
para qoe sendo promplamento reparados indos us r.
tragos, com qun o Infernal viajante asitico assigna-
la *un passasem, denlro em pouco, Pernambuco *
slenle ovante, mais rico e magesluso do que era
danles, como sao aconlecer depois das grandes ca-
lamidades, quando um novo se arha, como o Brasil,
no periodo de seu progresso a ateaaeSo, cheio de vi-
da e de oolires eslimulos de importancia nacional,
estmulos que as provincias ilevem lambeui nutrir
sempre para manlerem o augmentaren! cada ama
sua importancia provincial.
. Era quanto me eslou occopando com os elleilos .lo
chol.ra la' por oulrs provincias, qoem abe se em
breve nao trullo de te.lemunhar scenas iguaes nes-
la provincia V Pobre Ceara O iniraiso Ihe b.lc a
porta : lia mais de um mez que o cholera morbus
grassa na comarca de Pajeu' de Flores, que confina
com esla pelo lado de Pernambuco, e todos os das
nos ch.ua nolicia, que o mal se aproxima de-mis,
poalo qie lentamente ; mas mo obstante, a popula-
cho seacha animada, ou spja pela incredulidade, que
lem alguns de que o mal se desenvnlva aqui, oo seja
porque a prudencia e energa de nosso digno presi-
dente, o Sr. Paes Barreta, Ihe li/.eram lomar
com mulla antecedencia as providencias, que Ihe foi
possivel adoptar, nonieando cnmmissoe* sanitarias
para diversos pomos da comarca, aulorisando-as a
lomar luda as medidas necessarias con a prevencap,
exlincca da epidemia, e cura o soccorro da pobreza,
e mandando-Ibes ambulancias, que aqui cheuaraiil
no principio de marco ; o cario he, que o povo se
cha I.cra dfsposlo e cheio deconBaoca na nroleccao
da autoridad.- publica.
Ignoro o numero das victimas que a epidemia lem
feilo na comarca dr Pajeu', mas consla-mc que dr
la lem sido benigna em geral, mo ol.slaule ir diaria-
mente augmentando o circulo de sua aeego, ja para
o lado dela comarca, de cujas extremas esla ape-
nas disimile urnas ti ou S leguas, j> para o lado do
Ooriciir\ dessa mesma provincia, de sorle quo vi-
cario e delegado daquella \illa, vendo que o fado
de cstarem invadido da epidemia quasi lodos os
ponlns intermedios daquelle termo com 0 Kecifa.dr-
moraa a vinda de orna ambulancia, que Ihe cons-
tara linha para all sido remellida pelo prrsideule
Jtsd liento, requlsilaram aojis de pireilo desla co-
marca Dr.Jagoaribe, soccorresse aqnellc termo com
a remessa de alguns remedios das ambulancias aqui
exislenle ; em consequencia de que aquello soiihor
convocr.u a commissao sanitaria, de que he mem-
bro. e expnndo-lhe o objeclo de rrquisirao, resolveu
a mesma que foise o pedido taUsitito, e de fado
consta-me qoe o juiz de direlto man.lou-llisa por-
tan de remedio dos mais apropnados ao' curativo
do cholera' que um hornera a pe pode couduzir,
mandando-lhet alm disto alguns frasquiuhos de
lintum iiomeopalhica veralrum, arscnico. cuprum e
camphora'que comprou porconla do guverno pa-
ra esie lim, vislo que na ambulancia nao os ha-
ra.
Mas este soccorro esla' bem longe de ser sufii-
eionle para acudir urna populacao inleira ; alm de
que o. medicamentos mandados sao pouco, nao foi
possivel remeller baca, porque a que aqui lemos
recebidn doioverno nao chega nem para esle lermo.
Ouvi dizer quo a commissao sanitaria vai mandar ao
Cear Inda presta algomas calvagaduras, alm de
Irazerem mais remedios e porc.io de hacia, e se lu-
do vier a lempo, he de suppor que o Crato saiha
cumprir os deveres de visiuliani;a. reparlindn seus
soccorro com seus rmos do Ouricury, E\u' ele.
dessa provincia.
Narranilo-llie ledas esss dillcoldade., porqoe
pas-am todos escs pontos mai remolos das capilae
para i Llorera do governo quaesquer providencias re-
clamadas de pioraplo, sou naturalmente levado a
locar-lhe, aindaque de passagem, em nm objeclo de
que me oceupci em minha ullima missiva. na ucces-
tidade de cioar-se urna nova provincia aqui, onde
se reunem. como em uina pinha, as do Cear.i, Pa-
rahiba, Pernambuco c Piauliv, rujas capilaes lieam
a lao Unga distancia, alim de quo baja ca nesle lio
inlernado corceo do paiz um centro de accao admi-
nislralivi-, que proreudo de remedio a essas repenti-
nas uecessidades, sirva ao ine-ino lempo de nocleo a
lanas pnpulacues dessiminadas, qoe por sua ignoran.
cia pouco diflerem de verdadeiros parias, como ni-
co meio de promover-Ibes a inslruccao primaria e a
civil sarao, .le que necessilam, e de desenvolver as
forcea econmicas do paiz, que se acham dosapro-
veiladas.
Vou agora mudar de assumpl para dar a seus
leilore 'las noticias zoolgicas. |em ullimaineule
appareeido no riacho da Brizida.do lermo de Ouri-
rur> desa provincii, algn animaes, em pequeo
numero, deseo hecidos dos habilaulcs do paiz, do
quae- lando um ou oulro catador conseguido malar
algnin, se lera podido obseivar uas proporeftet. que
Ihe |>as a deicrever, segundo as inform.in.ps que
Uve e pude cu inesmo collgir da pelle de uta, que
fn reuielrida pira esla cidade: he inn quadrupede
da ramiha canina, grande c pellad... como he um
grande rao da Terra Nova,o seu pello heverroelho c
bstanle comprido, sendo o do cauda muilo maior ;
varia pareas de cor sobre o pescoroou cachabo, on-
da he prelo e um lano mait ereseido, formando
urna especia de crina ou juba, que termina entre as
ospaduas.
Moslreiessa pelle a algnmat pessnas, o enlre e-
lat orna qne tem viajado o cenlro do Mar mh lo dis-
e-me, que aquello animal era urna etpecie de lohn.
Condecid naquella provincia pelo nome de guar.;
e que lamben) existe enf algn poni do Pianhy, I
informandu-mc mais que elle be grandenienle vo-1
raz e capaz de malar ura homem, se for accommel- .
lido, porcm que he cobarde e incapaz de a.'giclir,.
e apena quando ludan em bandos, c sobreludo no
lempo do ci,procurara invoslir a gente. Como quer
qne seja, essa especie de eroigracao que nos esla'
viudo da provincias do norte; por mais que venha
segmentar-nos a variedade da notes historia na toral,
epossa contribuir para enriquecer o niuzeu do l.yra-
nasio do Sr. Jos Benln, nao he com ludo pre-enle
muilo apreciavel, e por iss. lenho estimado sa-
ber que os cacadores do Ouricury Ihes andam a"
piola,
Peior qoe aquella emigrarlo he oulra, vinda la
das parles do Norte, das (iuienas e do Para, e que
ja leudo incado as provincias intermedia, vai se
fazetulo visivel nesla comarca, e lalvez em alguma
oulra desla provincia, e comla-ote que tamhrm na
da lloa-VIsla, desa provincia, pelo lado do Ex :
quero fallar de nm volumoso insecto denominada
t\rann.i-hoia, e que sendo munido de um violen-
lissimo veneno, be chamado pelo povo cobra de li-
zas. Nao Ufe ainda occas,1o de rer o tal prsenle
do Oyapok. em cujas tnarsens e etn geral as Guie-
nas he que me conslava exislir esse insecto vene-
noto, mas infnrmam-me qoe be um grande insecto
cinsenlo com grandes atas, e a cabera semelhanle a
de cubra, leudo no peilo um espoao ou epinho
muilo agudo, que he onde lem o veneno. Quando
vos, levanta muito a cabeca e o esporao tornndo-
se mu saliente fere e mata Indo quanlo enconlra,
de maneira que he so voando que se loma nocivo,
mas mesmo assim tlizemme que lia muilo lacil de
evitar, porque sen voo forma um zuido muito agu-
do, que o loma muilo eonliecdo, e da lempo a li-
rrarino-uosde seu enconlro.
Ja encommendci que me Irouxessem um dos laes
insectos vivoou inorl.i.paramelhor idea formar delle
e depois que islo se realisar, se parecer-me que val
a pena Ihe darei urna descriprao mais minuciosa
desse malfico voador, Kmiando-fna por ora a di-
zer Ihe que entre as maravilha, que Ihe alnhuem,
dizem tambera que he ceso, o que per ora nao es-
lou diaposto a crer por ler lido em uro naturalista
de rail,lia preliieccao, que nao ha insectos cegos,
e qoe de Indas as clas.es de vvente he a do insec-
los a que he dotada de meltlor vista, cliegando nel-
la a perfeicaodos ontot virales a lal ponto, que a-
lm dos olhos propriamente ditos, muitos delle pos-
suem tres punios collorados em triangulo sobre I
cabera, qoe sao oolroi linios olhos desuados a rer
ao longe e ao perlo, e que Ibes ervem como de te-
lescopios, e microscopios : se islo he verdade ou
menlira, nao pos-o aflirmar, evai por conta do es-
criptor, a que me refiro, mas ao menos serve para
coavencer-me do quo, quando se diz que a natureza
foi tan prodiga para com os insectos, concedeudo-
Ihet 13o grande abundancia de olhos, nao he crivel
que so a lyranna-boia lenha negsdo ao menosalgum
dedillos aparellios da vista, de que dolou aos de
mais insertos.
Devo poror, "anles de terminar, dizer-lhe qoe
esle inserto, que s diz Lio venenoso, por ora nao
fez ainda por aqui nem um mal, mas dizem me que
para o Pia.ibv se lem tornado prejudicial a criaran
do gado fazendo morrer lodo aquella, com quemseu
ceg vo o faz. abalroar.
Ja que lenho fallado de lanos inimigns do ho-
rnera, todos viudos do mirlo, pois at o cholera nos
veio ,!>. norte; concluo aqui dizendo que nssim co-
mo a eivilisacao romana leve de ser obscurec la
pela inoasao do barbaros do norle, para depois
do cxce.so do mal surgiram os ben?, islo be, sur-
airein as nacional,dades muilo mais muralisada, que
sucederam a'dominaeao de Roma ; assim lambem
lodose-ses llagellos.que nos invadem,Vndalo de no-
va especie, que o norle nosenvia, vecm perturbar-
nos em nosso ocio, para nos l.irnarmos mais activos
e laboriosos, ale descubrimos o meio de neutralizar
0 effeito de lodas essas adversidades, do meio da
quaessurgir paran paiz, em compensado de lan-
o males ; prejuizos, alguma vaotagem de im-
portancia que por ora nSn pode ainda ser contie-
nda.
Adeos, saude e prosperidades Ihe deseja o
Phocinn.
P. >>. -- :M) de maio.
Chega a nolicia ollci! dada pelo delegado de Mi-
lagrea, termo desla comarca, que confina com a co-
marca de Sooza da provincia da Parahiba, de ler ha-
vido ru dila villa de.Milagre Ires casos de cholera-
niorbus c diversos de cholerina : cuino, porcm, all
nao exisla medico, que bem raraclerise a moles-
lia, pode muil. bcm >er que aquelle delegado se le
nha engaado em sua ipreeilCao. Enlretanlo cons-
ta que i commissao sanitariajvai mandar para all o
medico Dr. Marrocos.
PARAHIBA.
Id de julho.
Agora, meu amigo, depois da leiiipe-luo-a pro-
cella, que no accommelleu em mar desabrigado,
foreandu-uos a detarvurar o fraco baixel da vida,
no jolgando qua-i perdidos sem esperance de porto,
e que a barca da Profidenria nos veio salvar, agora
que ja principiamos a respirar nm pouco, mellos op-
primi.los porque ja senaoouvem os repelidotgemidos
das miseras victimas que uas vascas da morle, ainda
procuravaui repeliir o mouslro que Ibes coi lava o
doce fio da vida, e com elle ronbava lambem o rc-
pouso c[e una espesa, o fuluro dos teios filhinho.'
Ja se nao vem raen amie.- rmiiii..... iwrenlo h
lagrimas banhaw* ^uasi lodos os -..,i.l,ii,io !! E
que os semblantes como que ja se vao tornando ra-
dioso e o povo todo confiando da Infinita Miseri-
cordia Divina, supoem seus erros perdoidos ; agora
que s cuidan em mostrar por aclo de festividades
seu reconhecimento, agora be que lomare] de novo
meu poslo e dar-lhe-hci roola da din nica desla ci-
dade, seja pois indulgente para contigo, dispensando
minhas Talla, que eu sere lao ponlual como sua
entereza o exigir c eu poder.
Os negocios polilico-, por aqu correm como boje
em lodas as provincias: os dous partidos em que se
achara devidido o imperio se acham para assim di-
zer estrangulados ; a marcha administrativa do ga-
binete, sem urna cor lixa lem feilo cumque neuhom
dos partidos, poden.lo contar com seu apoio, Icnhara
quasi rasgado suas liandeiras ; e de ccrlo ja era lem-
po delles desappareccrem, porque ambos eslavan
gaslos e descridos no bom tenso ; nenhurn impar-
cialmeule fallando, linha um interesse real pelo bem
estar do paiz, ambos procuravam com mais ou
menos honeslinadegalgaras posicesolliciaes e quan-
do grimpados nellas os meios de goveroar atan quasi
os mismo : o lins cram idnticos, pouco interesse
pelo melhorameulo do paiz. O povo porem ainda que
pouco illusii.nl,, para bem conbecer os manejos des-
sesque os dirigen!, e que rom palavras assucaradat
procuran captar sua ennfianca alim de oblcr del-
le os ufiragios eleiloraes, e que ao depois os escon-
da pelas muilas repetirnos dessas scenas, permita-
me di/.er, de desconliecimeulo, apremleu depois de
uina tonga o dolaron experiencia, que os partidos
nada Significaran entre mis.eque por bao esses odios
pestoaea que por amor delles eslavam entregues os
indivi.lnos.eram por demais desarMeados e destitui-
dos de fuuuaiiiMilo. Foi um pouco tarde o desper-
tar do povo, mas anda pode aproveilar muilo.
Assim pois enlre uia nao ha boje partidos, apenas
um ou oulro emperrado nulre mesqunhos odios par-
liculare na esperance de uina vinganga futura ; lo-
davio exislem os ferrenhos esqueletos desles finados,
que firmes nos humbraes de suas campas pretenden
arregimentar seus desertores, isla be, conservan,
ainda ot don jomaos Kpoca e Commercii\, que a
bandeira despregadas se iaiem no cair.po das mais
mnitas descomposturas. Tambera lemo o l'ro-
melheu, lilho do Borges da Fonseca, que apezar de
ja dever eslar desengaado que a repblica no Bra-
sil he more que nao germina, atona leima em
proclmala, be minia que o domina e em quanlo
nada hoover de mais positivo, o que posto garantir,
deixtmosque cada om diga quanlo quizer, princi
plmenle quando estamos cerlos de que esses dilus
nao, otaran mona no animo do povo.
tu lambem sou um pouco leimoso em meus prin-
cipios, porem o Borges parece que excede ao mais
emperrado inglez ; pois bem poda ler conhecido,
quo essas ideas de melhorameulo- polticos que elle
endeo.a com sua decantada repblica, se livesse de
tazer proslitos ha muito que us leria feilo, porque
elle sn nao foi o predestinado cum esse excelso espi-
rito de liheid.nle e patriotismo, que os oulros desco-
ohecem, nao : ma he que o Brasil nao pode e nAo
quer ser republicano, e ludo o mais he utopia, que
a Tallar com loda a franqueza ja vai descouceiluaudo
seus autores.
Bate-nos a pbrla a lerrivel poca eleitoral e os
campero", se reparan para a sngrenla lula ; e eu
que nao lenho atpirares lenciono ver, se Dos me
permHlir vida, com toda a calma e sangue fri. Os
circulo creio que leem derrotado mullas importancias
improvisadas,paren creio que lambem crearan mui-
las iusuporlaveis ; o cerlo .orem.he que quanlo a li-
in.r.l.i.1" do vol e melhorauento ua esculla dos rc-
rjrosenlanles, nada idnotanos.
Continua heinu.i adiinuislr.ie.lo Ja provincia o Sr
Cosa Pinto, que corno cima i disse,reprsenla liel-
1 inenla a poltica ,|" gahiuele, de quem he delegado,
veremos porcm como se safar elle da quadra eleito-
ral, que he o V,.- tic dos presidentes.
Ba.la por agora.c prece-ine que estire, m.iis pnli-
| tico do que indicios > ; lenha paciencia, e cunte que
j agora de quando em vez me lera com essrs meus
pensaraentoi extico, mas que eu promelto os de-
senvolver salisfacloriameiilc.
Son ele., ele. o Puritano.
los sao os que o fazem sem se doren ao Irabalho de
verificar pelo seu qnarleirao a sua exaclidAo, a-
contecendo como a Alexan.lre Jos da Rosa, que ha
mais de I anuos inora na roa de Santa Rila fregue-
zia de S. Jo', e he anda qualilicado cuino moruiln-
dor ,1a ra do Amnrim. unde d'anles morava !...
Nao desejamos mai fallar em cerlas connivencias
criminosas de alguns inspectores, por que, comoal-
guus sao nicamente inspectores para se livrarem de
urna farda, bemveem. que pouco zelu podein ler pa-
ra com o servico publico, e... nao sejam guardas na-
cionaes.que o maisviva amor e chova arroz ; n cer-
lo be, que, salvo as honrosas excepces, os Inspec-
tores em vez de eercarein os sen subdelegados, nju-
darem, e partilharem dos seu, allazeres, pelo contra-
rio sao tropo,;,- taes, que mclhor seria que laes nao
houvesscm. Quando assm nos exprimimos, nao in-
cluimos os que leem ronsciencia de cumprir com
os seas deveres, e poderiamos nomea-los por seus
iiomes, mas... fiea para logo, se os marralheiros mi
mudarem ile rumo.
Um pequeo reparo.He moda um moco dar
o braco a unta senhora, e pastear com ella por um
saldode baile : he moda nao recusar; pois bem,ago-
ra mis enlendiamos que so quem poda fazer islo era
quem livesse relares de imitado na casi detsa se-
nhora, ou rom -na familia ; por quanlo he a maior
das imprudencias um menino afoilar-se a dirigir-se
mesmo particulares, pela confianza illimitada que Couius de bol salgados
sempre em mim depositou ; nao para todos os nego-
ciante dela|praca,que muilo conhecem e apreciam o
onmporian,.-i,:, do ."ir. i,crimino, o que por lano,
para logo ojdlgamoa incapaz de lal Iraficaucia ; mas
sim para con as autoridades que liveram de averi-
guar o fado, e para com todos aqnellc, que conhe-
cendo o Sr. Germano, poderiam vaeillar enlre a
verdade e a calumnia, enlre o innocente e o de-
Iralor,
Concluimos eslas linhas, felicitando aoSr. Germa-
no pelo Iriampho que leve a causa da innocencia, e
que, entregando ao detprezo o detractor annimo,
deite ao lempo o reparo da injuria.
Lmrennt Pereira da SHca Pimenltt.
Antonio Jos de Uliveira Fragala, raajor reformado
do eiercito e do lerceiro halalhao da guarda na-
cional do municipio dn llecile, rnmraandanle in-
lerino do mesmo balalh.lo, cavalleiro da ordem
militar de San-Benlo de Aviz, condecorado com a
mod.ilha da eainpanba da Baha, e presdeme do
coii.elliii de qualilicHcao da freguezia da Itoa-Vis-
la, por Sua Mageslade o Imperador que Dos
guarde, ele.
Faco saber a qoem inleressar possa, que da dala
a orna moca desconliecida, oflerecer-lhe o brac,o, e '
se soffre urna recusa julga-se lodo ofiendido Como prsenle a quinte dias.se reunir "o ronsefho de qua-
he, que qualquer mneinho empece em querer por I lificac.ao da freguezia da Boa-Visla, que em virlude
lorca dansarcom urna menina, que por qualquer in- das terminacoes dos decretos ns. 722 de 23 de oulu-
cummod quer recusar-se, e que diosa alinal cons- bro de Isill e 11:10 de 12 de marco de 1853, lem de
rangua Dirn, que taes cousas nao e dao, mas rever a qualificacao etilenle, tazer a eliminacao e
nos Ihes responderemos, que imprudencias maiore, as classificares d'a lisia do servico activo e da re-
temos ouvido contar, e que melhor sena, que cerlas | serva, ludo dt conformidade com os niesmos de-
coscas grossas, que nao podem avaliar o que seja e- | crelos.
liquela ele m baile, nao as julgasse como lali^- o i Qoirlel do commando interino do lerceiro lula-
dansar so, e o con certas seuhnras da illa plana^CS Ihao da guarda nacional do muuicipio do Recfe, 9
tor quanlo nao so as conslrange.como servem de pe- de julho de 1856.
I
lecas, para os que de parle lomam nulas.
No domingo os senhores acadmicos do Alheneo
assistiram a urna missr. pelo repnuso d'alma do seo
finado collega Joaquiro Franco de Sa : huuveram na
sociedade alguns discursos, e grande loi a concurren
cia, .,rilando-,e presente S. Exc. Rvm.- o Sr-
bipo.
Diz um adagio hrasileiro depois de roubado
he que lecha a porta. Ou assim ou assado. nos
vamos descarregar a nossa ronsciencia :
verdes.
espixados.......
ii de onca.......
o o cabra corlidus .
C.i.n liirnLo...........
Esleirs de preperi.......
Doce de calda .........
goiaha........
o seceo ..........
i jalea ,......
Eslpa nacional........
o osir.in-.eii.i, hijo d'obra
Espanadores grandes......
pequeos .....
Ftrinlia de mandioca.....
a i, nillio.......
) n aramia......
Feijan.............
Fumo
S2HII car aos lugares de ajud.inle de engenheiros desla
reparlico, que deve ler lugar as 10 horas do dia 21
do prximo fuluro mez de julho.
Os concurreoles devero rom aultcipario de oilo
dias, requer a nscripcao de seus uomtt no regis-
Iro desla secretaria, alim de ser urganisada a lisia
respecliva.
Secretaria da direcloria das obras publicas. II de
junan de 1H06.
O seciel.ii ni,
Joaquiui Fnncisco de Mello Sanios.
O presidenle da provincii, conformando-te com a
proposla do director das obrat publicas, re-olve que
d'ora en diaule, os lugares de ijudanlet do enge-
nheirot daquella reparlicAo sejam preenchidot por
meio de concurtu, talvo te o pretndanle Itver do-
lo acadmico de curso regular de milhemalicas ap-
plicadas.
Para esse concurto se adoptara o seguiule pro-
graman :
Osiximesdos conenrreolM tos lugares de aju-
h-ino danto de engenheiros, serlo inuuociadot pelo Dia-
F'azendo com que quem deve
De ludo lenha sciencia.....
A
casa onde mura o Sr. Dr. Halo na praca
da Boa-Visla, est desaprumadt, a parece, que ni-
camente a nstenla, o oitao da vsinha que be de pa-
rede dobrada, o que nao succede cora a da casa do
Sr. Dr. Pinto.
dem, arespeilo da casa qoe faz frente para a
roa do Qoeiraido, e esquinas para a do llangel e l.i-
vramento, que segundo ouvimos dizer, lambem se
acha \untados,-, de imilar a gracinha da sua vsinha :
naq be bom desprezar eslas nolicia.
Os maracatus. Ora, ora ronlinnam. e
lomarla a continuar; no becco do f.obalo consta-nos
baver um formal.
Rogamos a cerlo Sr. inspector que mora jooto
om siil.losinlio, no qual inanda-se correr, que
por bondade ouca essas carreiras, ouea como cor-
rem... parece que sao alma do oulro mundo, que
quer,on fazer medo a genle, como que o Sr. inspec-
tor rosee algum talamba... ora islo !
Anles de bontem um rahriolet ia esmagando
a roa Nova a om homem e ami senhora; s a Pro-
videncia foi quem pode salva-Ios, avista do perign
imminente.
He chegado o Sr. capilla Gome, director da
colonia militar de Pimenleiras : trataremos de obler
noticias desse lugar, para informarmns ao publico,
por isso que muilo nos devem Inleressar esses e ou-
lro elabelecimentos.
Hospital de candade 13 de alholli doeales.
Ate amanhaa.
Antonio Jos de Oliveira F'ragata,
Major | residente doeonselho.
&mmtxti0
O vapor iilmperalrizn, Irooxe-nos jornaes do A-
.nizonas al 25,e do Piauhv a 14do passado, do Pa-
ra' a I, do Maianhao a 2 e" do Ceara' a do cor-
renle.
Do Amazonas, Para', Maranliao, Ceara' e Parahi-
ba encontraran os leitores o que ha as cartas dos
oossos correspondentes.
O Piauhv eonliuoa ainda. graeas a' Providencia
livre do maldilo llagello ; enloqueceu na viagem da
capital para a cidade da Parnahiba.para onde ia oc-
cupar o lugar de juiz municipal; o Dr. Benjamn
l.uiz da Silva Moura. Cora pouco lempo de forma-
do e na flor da idade, perdeu a magistratura um
recto e digno juiz.
A respeilo da salulnidado detla provincia, cis o
que diz urna caria dalli :
A salubridad,, publica vai sem alleracao ; rei-
im somonio a* cmaras de sangue na cida-
de de G-xias e rio du llapicui ale Maranbao ;
tem feilo alguinas virtimas ; os mdicos apcllidam-
nas pur cholerina, porcm anles de vir para o Brasil
o cholera, ja at linhamus. (sao nos consta que os
nosso* vizinhos eslejam atacados da molrsla reintit-
lo. Os Piduhyonaei coiiiiniidin, mnrmenta no inte-
rior da provincia, ;.a desprezar os falsos boatot qoe
alguns individuos propalan de existir o cholera no
vrarac, Ico, Caxan, Codo, etc., poi* quo por mais
o* ama ve* se lem desmentido laes nolicias. I.an-
ce estas linhas aqui para que Vine, querendo as fa-
ca publicar no seu jurual. i
Arribou ao Ceara', de volia da lina de Fernando,
o brigae escuna de guerra l.egalidade. Depois de
soflrer grande lempo o capilao, obrigado pela muila
tgua que fazia, e pelos destroc, que baviam, vio-se
forrado a fazer lal arribada. Cremos, segundo nos
dizem d'alli, que jumis esso barco servir', a menos
que receba um concert equivalente a seu novo fa-
brico.
Por elle touhe-se que he destituida de fundamen-
to a nolicia aqui espalhada,de que o cholera a-.el iva
a Ma de Fernando.
No Rio Grande do Norle o cholera ronlinuav
i declinar.
'KACA DO RP.CIFKU DE JUI.HOAS3
HORAS DATARDE.
Cnlacf.es olliciaes.
Cambio sobre o Rio de Janeiro1|2 iaKdrv.
frederico fobtliard, presidenle.
/'. Horges, secretario.
Por engaito se meneionou o prero do assucar a
2520 devemlo ser 4?'XJO.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 18.
ir Varis, 360 rs. por f.
a Lisboa, IDO por 100.
a Rio de Janeiro, 1(3a 1 por 0|() a 1. e ;10 dias.
Arene do Banco, 85 0|0 de premio.
Acues da companhia de Beberibe. ."liSOOO
Aceoes da companhia Perrambucaua ao par.
,1 11 Ulilidale Publica, 30 por cenlo di premio,
o n Indemnisadora. 32 por g de premio.
a a da estrada ile ferro .".11 por o, de premio
sobre a entrada.
Disconto de lellras, de 7 a II por 0|Q.
META ES.
Ouro.Oncas bespaiibulas. 28 28*500
Moedat de 6900 velhas .... IfigOOO
> 63100 novas .... I65OOO
> 43000.......y>ooo
Prala.Palaces brasileiros......23000
Pesos coltimnarios......23000
a mexicanos...... IjHfiO
lil.FANDEGA.
Rendimenie do dia 1 a 12. .
dem, do da 1 i......
164:5431167
11 Uleros
I7.'i:6l>i332j
Descdhregam hofe 15 de julho.
Brigue ingle/.Jothua Marymercadorias.
Barca brasileiraFlor de Oliceirabarricas vasias
e fumo.
CONSULADO GERAL.
Kendimenlo do du 1 a 12 I0:9293>"<
dem do dia 14....... 9783001
lt:'.)073."7!!
ilVEKSAS
lien,lmenlo dn dia I
dem do dia 11, .
PROVINCIAS.
12 ... .
bom ...........
u ordinario..... .
cm falla bom........
a ordinario .......
o reslolh..........
1 [' .i.-ii.-i nli.i...........
Gomma ..............
Gcngibre.............
Lenha ile adas grandes......
11 pequea......
i 11 loros.......
Praucbas de amarello de 2 costados
louro.........
Costado de amarello de 35 a SO p. do
c. e 2 ,' a 3 de I.....
> de dilo usuaes.......
Cosladiuho de dilo........
Soalbo de dilo...........
Forro de dilo...........
Costado de louro......., ,
Cosladiuho de dilo........
Soalho de dilo...........
Forro de dilo...........
11 cedro..........
Tora* de lalajuba.........
Varas de parreira.........
> aguilhadas........
quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
1 eixos > u
Melaco...............
Milbu...............
Pcdra de amular.........
lillrar..........
n relilos.........
Ponas de boi...........
Piassava..............
Sola ou vaqueta..........
Sebo em rama....... .
Pclles de eumeno.........
Salsa parrilba...........
Tapioca..............
L'nhas de boi........ ,
Sahao ...............
Vinagre pipa ...........
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PAGINA dVULS.
IE3: >. ^!IJ&8
-- >- in-iieolorr.s de qnarleirao.He nina corpo-
rarao esla policial, que merece una reforma radical
de parle da autoridade compleme : declinando de
toda e qualquer censura ao. bous inspectores, dire-
mos que 1 in.iif.rii .les.es senhores nao corresponde
oo para que lorain eleilos. Veno, que -e n'uina fr*-
gneia lundain .! oh i, os dentis, ou por rbulas ou
por proteccau, nao eoinnarecem ao *er\icu. en mui-
tos qnarlciri.es dao-se fados vtraordinarios, que os
. inspeclorcs tao os ullimos, que rom aber, e minios
I ha, que s:.L,.in. e la/cm-... deseulendidos, ou por
i que lenham no/o da cara do um criminoso, ua por
que nao queuain compromeller-se. As diligencia
: unalde que sao os da cnnlisiica da auloridade. ao
II isso qoe oulros fiean em suas casa abanando o fn-
gor mas quando -e falla omsuarda nacional- mos-
Iram logo a espa. a einla, e a facha ao peilo 1 Qaen-
I dn se ir.iia do ai ol.iinenlo para joiies de faci, mui-
Srt. redactores :Em contequencia de urna de-
nuncia annima, dada ao Sr. Dr. ebefe de polica,
foram varejadas pelo Sr. Dr. subdelegado de S.
Aulonio, a casa de lunilla residencia, e a luja que
lenho na ra Nova desla cidade.
Nao me queito da auloridado. qoe procedeu ao
varejo, mas da que Ufo ordenou, iralando-se de um
ernne grave, quol a introdcelo de sdalas alsas.
Sinlo apenas que o meu disgoslo nao possa ser com-
pensado pela aiHsfacsao de coofundir em juize u ca-
lumniador infame,que prucurou assim chamar sobre
o meu i'-lalieleciiiienio as vistas da pulicia e desmo-
ralisar-mc peraule o paiz, que me acolheo hospil.i-
leiro, e cujas leis lenho sempre' respeilado como
dovo.
Na imposibilidade pois de solicitar o desagravo le-
gal, que o denuncame soube evitar, cobrindo-se
com o siso do annimo, rogo a Vmcs. o obsequio de
dar publicidade no sen Diario ao documento junio,
que moslrao resultado da diligencia ritnrlda, sOn
de que us meus amigos cnnhecam que a reoul irida-
de de meus coslumes, se menao livra de provaces
sementantes, .1 que alias lodos os Lmeos honesto
esto exposlo, ha de sempref a/er-me sabir dellas
bonradanienle.
Sou de Vmcs. tespeilador e criado.Francisco
Jote Cermann.
Kecife 14 de julho de 18ili.
Diz Francisco Jos Germann, Suisso de nario, c
eslabelecido com luja de rdnjoeiro ua ra Nova ds-
i la cidade, que lendo V. S. dado busca na dila luja
e examinado os livros, a esa d sua residencia e o
duiheiro em papel, nella esislenle. alim de venlicar
se o supplicanle possuia e eslava inlruduzindo ua
rircalacao seduias lalsa. como fors denunciado a
I V.S., segundo V. S. Hiiaordedarou, pretina, para
deleza de sua repulacao, prejudicada com esse laclo
e responsabilidad, de quem o raluinnioo peranle as
autoridades do paiz qoe V. S., por eu respetlavel
despacho declare quem foi o denunciante, que iuo-
lirotl a rolen i., busca, se V. S. acboii 110 eslabele-
cimenlo e casa do supplicanle o menor indicio de
ser fundada aquella denuncia : paranlo pede ao Sr.
Dr. subdelegado de Sanio Antonio soja servido de-
lenr-IL m, forma requerida.E R. M.Francis-
co Jos Germann.
Reeife 12 de julho de 1856.
Declaro em nel>rmenlo, qoe procedendo a busca
em casa e eslabeleclroento do suppliranle nao euroa-
trei. nem ao menos indicios da existencia de sedu-
ias falsas ; nao pudendo porm dizer quem fosse o
denuncame, por baver eo piocedido a diligencia
por ordem superior.
Subdelegada de Santo Antonio 12 de lulhti de
let.Vi.Donrado.
AO PUBLICO.
Acaba de ser o Sr. Francisco Joto Germano, com-
merciante eslrangeiro uesla cidade, vidima Ja
mais negra calumnia que se |>de imaginar, e-
Irelamo, romo a verdade nunca se envergonha de
apparecer, e anles la/ sua causa triumphar em
qualquer lempo, te\e Sr. Germano de triumphar
contra o cu vil delraclor, que Krviodo-M da capa
do annimo, pretenda leii-lo Iriicoeirimenle, e
de que meio de servir ? | Denunciar ao governo
da provincia, que o Sr. Germano havia recebido pe-
lo ultimo vapor ingles, chegado da Europa, um cai-
xao de obras de 01110, enlie a. quaes viera urna
grande porcao de nulas de IOsIKIO falsas, as quaes
eslava o Sr. Germano pistando na circulacao '.' !
Porem ea denuncia sob o annimo, autorisou
S. Exc, o Sr. presidenle da pruviucia ao Sr. Dr.
rhefe de polica immediala, inveliga;ao, e defeilo
no dia {> .i,, correnle, inesperadamente, prncedeu
a polica a unta minnrio-a busca ja no eslabelecimen-
lodeSr. Germano, eja em su., casa de viver.da, o
nada so cneonlroa que deixas-e u mais leve
indicio de Irauc.iucia no procedimcnln parlicu-
t lar, c coinmercial do Sr. Germano, c aulet hones-
lidade a loda nrovn '. '. Toda a correspondencia do
|3r. Germano rni aprescnlad e examinada publi-
| canienle, h nelll so n enouiron o prurediuieulo de
um boniem honeslo, o procedimenlo de um com-
merciaule puro em tua vida commereial V. des-
de logo foi conbecida a malvadeza desse negro denon-
cianle.riue com a capa do auonimo assim prucurou
manchar a repulacao de um homem que lalvez lenha
razao de sobra para so volar-lhe desprer.o. eso des-
pre/.o. Ornereeido conceilo de qoe goza oSr. Germano
00 enmm-rcio foi por lano re-lilm o.ii.oi para mim,
que lendo sido seu calxeiro por mais <\t cinco an-
nos, sempre senlior de lodos os sens negocios, anda
7038079
9f3#378
801J137
DESPACHOS DE EXPOIUAC.\() PULA MESA
DO CONSlHU! DESTA CIDADE NO DIA
14 DE JULHO DE 1836.
Biienos-Ayrcs llarca pmlugueza Sania Cruzo,
Isaac, Curio 6 Companhia, 30 pipas agurdenle
cocinea.
Porto Brigue porluguez 1 trovador,,. Cosme Jos
dos Sanios Callado, 23 eouros salgados.
BarcellonaPolaca hespanhola uLeanesii, N.O. Ilie-
ber tS Companhia, 54 saccas algodao.
HavreBrigue Irancez Beln, Lasserre & Com-
panhia, 1,100 romos salgados e seceos.
xoorlicao .
Ar pelo Itiu Grande do Norle, biate brasileiro
Anglica", do 82 toneladas, conduziu oseguinte :
1 volume cha, 1 dilo vinho, 1 dilo lonr^i, 1 dilo pi-
ntela, I dilo cera. 3 ditos ferragens, 1 dilo bacalh.o,
130 ditos farinha de mandioca, 8 dilos sabao, 2 dilo
caf, 1 dilo violas, 3 dilos rap, I dito clcheles, 1
dilo charutos, 13dilos assucar, 1 moenla, 1 caldeira.
Liverpool por Macei, barca nigleza Medora,
de 396 toneladas, conduzio o seguinle: 3,000pon-
las de boi. 100 arrobas de osaos, 3,300 cocos com
casca, 2,800 taceos assucar.
Kio de Janeiro, brigue brasileiro Elvira, de 181
toneladas, conduzio o seguiule : 1 caixao cachim-
bos, 29 duziasde pranchoes de pinho, 10 pipas espi-
rito, 33 ditas agurdenle, 30 barricas e 330 saceos
com ,883 arrobas c :10 libras de assucar, 300 saccas
arroz, 1,731 mdos de sola, 100 caixas velas de cir-
nauba, 11 barricas sebo, 30 saccas la barriguda.
Hlenos-.\\ res com escala por Montevideo, brigue
brasileiro el). Aflbntoe, de 212 lonelada, conduzio
o seguinle: 30 ipas agurdenle, 1,222 barricas
assucar, 1,300 cocos seceos.
Macei, hiale hrasileiro Narciso, de 93 tonela-
das, conduiio o seguinle : 133 voluntes mercado-
ras elrangeiras, 7 Uixas de Ierro fundido, 1 bom-
ba de cobre. 1 caixa calcado.
Buenos-A yres por Montevideo, brigue hespanhol
Miguel, de 312 toneladas, conduzio o seguinle :
1,062 barricas e 100 barriquinhas com 9.081 arrobas
e 1 libra de assucar, 100 pipas agurdenle.
Babia, palacbo brasileiro Esperanca, de 103 lo-
nelada, conduzio o seguinle : 3 fardos coberto-
res de Lia. I dilo panno da Cosa, li caixas pecas ele
biim, 1 dila ditas de lihi, 1 dila nieiat cruas de al-
godao, i quarlolas forradas de Oandres, 3 ditas com
lampos, 31 pipas abatidas, mollios de arcos de fer-
ro, 1 caixao presuntos, 2 caixote camphora, 30 cai-
xoes qneijos, 1 caixote drogas, I fardo galha, dilos
malvas, 20 [iipi, II meias dilas, 12 quarlola, 102
barril e2 toneletes licite de rarrapato, 90 saccas ar-
roz, 1 caixao e I embrulho dilo, I cima usada e I
caixa com-eos perlences, 30 saceos cera de carnauba,
7 dilos caan animal, 100 saccas milho.
BECBBBDOK1A DE RENDAS INTERNAS GE-
ItAES DE PEHNAMBLCO.
Kendimenlo do lia I a 12 IO:OS9-(,37
dem do .lia H........ 314*933
sacio* entrados no dia 11.
Para c porlos intermedio13 dias e 18 horas, pa-
quete a vapor Imperalrz, commandaule o I.
lenle A. C. de Brilo. Passageiros pan etli
provincia, Dr. Jos Libralo Barrlo, sua senhora
e 1 escrava, Dr. Jos Mara de Albuqaerque Mel-
lo, 1 criado e I escravo, Joaquim de Souza Ribii-
rp Jnior, Vicente Gurgel do Ara ,ral. Jote A. 8
Amaral, Joo dos Sanios Bonates, Anna C.
F. de Aran jo. Jos Francisco de Oliveira, Vicente
Tiburcio Cornelio |Fcrreira, Anlooio Nunes de
Oliveira, Bruno Cabral de Gouva. Jos Elias de
Albuquerque e I escravo, Paulino Benlo de Alna-
querque, Auna F. d" Nascimeuio, Duarle Jos
Kulino, ps.l" noel Tiloma/, da Silva, lenle
1 'aquir Sanios Araujn, ua senhora e I
rge Rod igoes Sidreira, sua
menores. Manoel Prreira de
senhora e 3 lilhos menores, Jos
-o Serodio, Manuel MarquesCamacha,
.man,, de Azevedo, Domingos Joso de
sida, padre Jo3o do Reg Moora e I criado,
. r. Antonio de Sania Rosa de Lima, Antonio
tlexandrino de Lima, Francisco Fcrnandrs de
iiiii, Antonio da Costa Kibeiro, Dr. Jos Paulino
-e Flgueiredo, Luiz de Franrja, Goneatves, Luiz
da Franca Mnntciro da Silva, Jo..- Barroteo Da..
Antonio Corroa da Silva, Joaquina Maria de S.
Jos, Basilio Jos da llora, Cnula Jos Velloso
da Silvcira, .Iodo Rodolphu Gomes, Joo Piolo
Muuteiro da Silva Jnior, Filippe S. di Rocha,
Dr. Jos Barbosa, Jos Antonio de F'arias Coalo,
Antonio Rodrigues Martina Ferreira, Guarlet Jos
Ribeiro, Victorino Jos Monteir.% l.uiz Anlonio
Uenriques. Arpbarad S. Rohcrl, Genaro Cuco
de Vineenzo, Genaro Millo de Mechaeli, Engril-
lar Parfail, Angusl Sunilr, 3 deserlores, 15 tea
leonados, 1 soldado, I escravo a entregar, Joa-
quim Victorino Coelho e sua senhora. Para Ma-
cei, Dr. Epipbanio Candido de Souza Pilanga e I
criado. Para a Babia, I). Emilia C. Francellna e
sua familia, Alexandre Aflonso, Domingos Jote
Gouralves, Jo* Maria, Luiz Paulo, Antonio Es-
leves Pinlo da Silva, sua senhora e I escrava.
Para o Rio de Janeiro, capilao Joaquim Berttardi-
110 de Magalhaes Garcez, I." tenante Jos Caelano
de Andrtde Camisao e sua familia, Jos Anlonio
Franco Lima, JosPcquemeo, Manoel Duarle Bor-
gia do Valle c I escravo, Mauoel Verederio Mar.
nho, Anlouio P Furtado de M-n lmica, Herme-
negildo Leopoldo Pereira. 23 recrulat para o ex-
ercilo, 22 dilos p.ra a marinha, e 69 escravos a
entregar.
Lisboa30 dias, brigue porluguez Laia II, de
203 loneladas. capilao Caelano da Cosa Martins,
equipagem I, carga vinho c mais gneros ; 1
Francisco Severiano Rabello & Filho.
Maulmiin(lidias, barca inglesa Prinre of Ihe
Sea, de .180 toneladas, capilao Geurge J. Dorx,
equipagem 15, carga arroz ; a Schramm Wbately
(S Companhia. Veio refrescar e segu para Li-
verpool.
Sacio *nhido no mesmo din.
MaceiHiale brasileiro Narciso, meslre Joso da
Penha Oliveira, carga varios gneros.
mit*&.
CONSULADO PROVINCIAL
Kendimenlo do dia 1 a 12 .
dem do da II...,.,
.II:25;K8I
l:77K;.Vil
33:02i;il2
PAITA
dos prern.: eorrenli generas do paiz, i/ite se despachan! na neta do
consulado de l'rrnambiico, na semana de 1
a 19 de julho 1856.
Assucar em caixas branco l. qualidailc ;
mase........,
bar. esac. branco......
n 11 masravado .....
retinado..........
Algodao cm pluma de I." qualidade
2
-. 1
o 8>
cm carneo. .
'Espirito de agurdente
Agurdenle cachaca .
i de canna .
ranada
Domingos All'onso Nerj Ferreira, commendador da
impeiial ordem da Rosa, coronel e commaudanle
superior interino da guarda nacional do municipio
do Reeife, e presidente do conselho de icvisla da
mesma guarda, por S. M. I. ele
Fajo saber que na terceira dominga do presente
mez, (20 do correnle; se reunir o conselho de re-
to. 1013.372 visla (lil guarda nacional, como determina a segunda
parte do arl. 23 do decreto 1130 de 12 de mate de
1853, na sala das sesses da cmara municipal desla
cidade, a 10 huras da mnela, na conformidade do
arl. 11 das lot|ruccBe* 1. 722 de 25 de oulubro de
1850, alim de lomar conherimento dos recursos que
versarem sobre os casos no arl. 33, e que lurem 111-
lerposlos pela maneira determinada nu arl. 38 das
dilas ir.slrucce.
E para constar a quem convier maudei publicar
r>ela imprcnsa.
Qoarlel do commando superior interino 12 de ju-
lho de 1856.
Domingos Alfonso Sery Ferreira.
As pessoas'qoc uprcsenlaram propostas paia
fornerimenlode viveral a guaruirao da escuna l.in-
doia sao convidadas a comparecer por si un sen
propo'los, boje as II horas da maiihaa nesla repar-
lic/io, alim de se elTecluar o contrato. Alfandeaa de
Pernambuco 12de julho de 18.56.O nspeclor.
Benlo Jos Kcrnande Barros.
_ O lllm. Sr. luspeclor da Ibesoiiraria provin-
cial em cumprimenln da resolucilo da junta da
fazenda, manda fa/.er publico, que vai uovamenle
a praea para ser trremitadl a quem por menos lizer
110 dia 21 do correnle. a obra dos reparos a fazer-.e
no laen do cmpedramenlo avahada em 1:1133100
rail.
r' para constar, -se m.-.ndou allixar o prsenle e
publicar pilo Diario, u
no de Pernambuco qaareola dias anlet e contla-
rao de duas partes.
Aprimeira versara sobre i pralica de desenlio
lineare Ihopographico, e bem assim a applicacio
not instrumeutos mait commiint, laet como butsola,
nivel, mira, irena. plnchela, barmetro, lermo-
meiro, exercicios de levaolameolo de plaas, ni-
velimenlo orginisac.ao de orcameulo.
A segunda versara sobre loda a anihmelica. sl-
gebra elementar, eomelria al os solidos, trigoome-
iria recliliiiea, elementoe do archilectara e deaenp-
nrle ei,,os '""eionidos 01 primeira
Sero cxaminadores.o director dit obras publicas,
qoe presidir os eiamet. e doot engenheiros Hornea-
dos pdo presidenle da provincia.
Depot de conhecido ,,. eximes, o director da.,
obrat publicas lam urna exposiejo io presidenle da
provincia da habilitado de cada nm dos candidatos,
ernilliiido soa opiuiao subre o que Ihe parecereiu
mais aptos a exercer tac logares.
Palacio do governo de Pernambuco 7 de iuobo de
1836.Sergio Teiieira de Maeedo.
ConformeAntonio Lette de Pinbo.
A direcrio do extincto banco de
Pei'iiainbuco, avisa aoi Sr*; accionistas,
do mesmo I muco, que se acha autorisado
o Sr. thesoureiro d-\ caixa lilial do ban-
co do Brasil nesta provincia, a pagar o
oitavo dividendo de tyGOO rs. por hc-
co, vencido nos ."> mezes de Janeiro a
majo ultimo. Kcciie 3 de julho de 1856.
Assi;r.ado.Joao Ignacio de Hedeiros
Reg.
Uvendo em cumplimento da or-
dem do tribunal do thesouro nacional, de
2 de Janeiro do corrente anno, sabir da
circularao as notas de 50$, de segunda es-
tampa, papel encarnado, cjue nella exis-
tem, sendo sulwtituidas por notas dos
mesmos ou de menores valores, da caixa
lilial do Banco do Brasil, esUbdecida
nesta provincia o lllm. Sr. inspector da
tliesuuraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os possuidores dss ditas
olas de 50#000, para as tlpresentai-em
na mesma thesouraria, alim de serem
trocadas dentro do prazo de oilo mtv.es. a
contardo 1- de julho prximo vindouro ;
28 <"vereiro do seguinte anno de 1857 ,
declarando ao jmesmo tempo que,' lin-
do esse prazo. sollrerao o disconto
de 10 por rento do seu valor em cada
mez de demora na apresentacao, na for-
ma da lei de 6 de outubro de 1835, ate
icarem sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de fazenda de Pernambuco,
o de junho de 18513. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela recebedoria de rendit internas serie* se
faz publico, que ss pessoai que estilo dever a con -
ducciin dos cadveres cholericos das freciitzits desla
cidade e dos Afogados, qoe foram enterrados no ce-
mterio publico, devem vir pagar a respectiva im-
por Uncia durante o correnle mez, lindo o qoal le-
ro de pagar a molla do tret por cenlo em favor dos
cobradoret. Recebedoria de Pernambuco V> di io-
lho de 18.56.-0 i.lmioiitridor.
Manoel Csmeiro ile Soozi l.aeorda.
Correo eral.
Kelaca.) da cartas segaras rindas do nerta pelo vapor
Iniperatrizt, para os ssohores abaiso decan-
dos:
Alexandre Americo Caldas BcandAo.
lo.-ii mi Jos de Parias Nevo.
Marcelino Al ves Cavalcanli Cunesundes
Julio da Coila Ribeiro.
Salusliano ferreira de Muraos Kego.
Relacao das carias teguns exitleoles na admiuts-
lraCao d. crrelo dttla cidade para os senhores
abauo declarados.
Anlonio Uoncalves Ferreira.
Benln Jos Uernardes.
Caelano de Catiro.
.1,isliiia Lins Machado.
Joaqoim Cavalcanli do Albuquerque.
Joao Anlonio di Piedide.
Joao Jos de Gouveia.
Josepha Joaquina de Vasconcello.
Jo Correia dos Sanios.
Jos de Sa Cvale.mi Lint.
Maria de Asampcil.>.
Manuel JoSo Cavalcanli Wanderley.
Manuel Jote Ribeiro Cavalcanli Liioi.
Manoel Thomaz dos Smlos.
O vapor Imperalrizi recebe ia malas para ns
porlos do tul Luje ao meio dia : ss correspondencias
deverao ser enlresuet eom o porte simple alea. 11
horas e meta, e com o duplo al o encerrameolo es
joruaes deverdo ser entregue. :l horas anles. '
O hiale Aorort recebe a mili pira o Ararilv
boje 115) as 3 horas da tarde. '
O hiale tCamoet) recebe a mili par i Pn-
htbi boje (15) as 3 horas da Urde.
Caixa filial.
A directora faz publico que lem mar-
cado a taxa de 7 por cento ao anno, para
o disconto das letras que se a presenta rcm
ate segunda-feira 21 do correte. Pcr-
natnbuco U de julho de 1856.Anto-
nio .Marques de Amorim, secretario da
directora.
resillada
do reino .
(jenebra
Licor .
caada
uina
um
........... caada
.....*......botija
........... caada
............... garrafa
Arre* pilado duas arrobas um alqueirc
em casca.............
A/eilc de mamona
> o mcndoliim.
de peive .
Cacan........
A\es arara. .
papagiios .
Bolachas.......
BlKnitos......
Caf bom.......
. resslollio '.
a om casca ....
i muido......
Carne secca ....
Cocos com casia ,
Chara Ins boa* ...
ordinarios
regala e
Cera de carnauba ,
*i em \ei:s.....
Cobre novo mao il'nnra
. cenlo
primor
5
3
9
W700
25600
l-s
fnfoo
ti-IIIM)
39600
13WKJ
WIO
S3O0
NKI
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9380
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9380
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IS6O0
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I 600
,'9000
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39000
59760
s-IMal
39300
19000
J9000
M^MHI
Y-.'XHI
300"
19700
9700
99300
tii-.i
1 .!.-. I
O admmislrador da mesa do consulado pro-
vincial, manda Iransrrever para o ronltcciraonto de
quem inleressar, i copia da norlaris do Etm. Sr.
presidente da provincia, de 3 do correnle, na qo.ii
o in,'-no, Exm. Sr. dd inslrucces para i venda de
tullidos de loteras da corle, e de oulrs provincias,
mandada cumprir por pnrlarii do Sr. inspector da
Ihrs.iuraria provincial de i du correnle.
Mesa do consulado provincial, li da julho de
Anlonio Caroeiro Machado Rios.
3.' Secco.Policio do governo de Pernamhuco
3 de julho de 18TG. '
O presidenle da provincia querendo evitar as frau-
des que te pddero dar e lem dado ns venda de bi-
Ihcles de lotera qoe vem da Orlo e de oulra pro-
vincias, ordena que laes hidrates e soas frieron nao
sejam aqoi exposios a venda sem estirem rohrteadn.
pelo admiuislrador do consulado provioeisl e the-
soureiro da loteras desla provincia.
Para esle lim deven os hill.eie rir icompanhadns
de urna listo asaianada pelo th.-oureiru da lolerias
di corte, oo di retpeclivi provincia : e tmenle de-
pois de confrontados o sens oumer, t eom e-sa liil.
terao eonvenienteroenlerobricados por aqoellesdou
fanccionartot.
Sendo a venda dos bilhelet sujeili a nm imposlo
provinnal.nan podero ser etposto vend fari das
casas que o liverem paao.ercio Teixein de Ml-
cedo.Conorme. Anlonio l.eile de Pinho___(no-
fornti".O tecrelario, Anlonio ferreira da Anin.n-
em
I
Secretaria da Ihesnuraria provincial da Pernsm- &T^meuM^'!^SLSSI *?** ^F*'
bue... 7 de julho do IK,6.-0 secrelsrio, A. I'. c, M 'P"T.!r! ne",,, rto' Ptl obdoleS.-
. | ca a lrenuexu do Afoliados, os qoie sao conside-
1 admiuislrador do cumulado provincial, err
Virlndo do disposlo no arliso 3 do reRulanrenw de 3
de julho de I8,t, faz poblicn que se irliam
.-------, qnse sao
la Ibesouraria. em mm.\7!S^ttrSJlZTlTSSTmm
piimenlo da ranino, da innl. da .azenda manda X" nindiu publ qU' e"ltm
lazer publico que no dia i do cnente vai nova- '
d'Anuunciacao.
lllm. Sr. inspector
menle a praca para ser arrematada a quem por me
nos luer, a obia dos reparos de qne prci.am a cadeia
e casa da cmara da ridade de Oliiida, avadada
em 6409000 rs.
K para cnntlar se mandou nllixnr o presante e pu-
blicar pele o Diario, i
Secrelaria da Ibesouraria provincial de Pernam-
buco, 7 de julho de 1856.O secretario, A. p. d'An-
nunciac-'o.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincia,
em cumprimenln da resulucAo da junta da facen.la,
manda fa/.er publico, qae no dia SI .1. correnle,
vai uovamenle a praca para ser arren alada a quem
por menos lizer a obra do cmpedrainenlo do alerro
dos Mo-.-.i I.,., avahada em J.'fclOllgOOO r. K para
constar >c mandou allixar o prsenle c publicar pelo
Diario, ii
Secretaria da Ibesouraria provincial de Pernambu-
ro, 7 de julho delS."(.--(l ecrelario, A.;K. d'Am-
atinrlMto.
o sobredil.i
pela imprenta, para que
no prazo de qntnzc dias comparera qoem aos dito
cavallos tenb.i dlreilo, lindos ot quaes te proceder..
a irrenalacao pela forma delermioadi no mico 1
dn citado resulamenlo.
E para que ehezue a nolicia de todos, mandn
rom o presente cdilal, aos 17 de julho de IKVi.
Antonio Cnrnriro Machado Riot.
&t MUTTCTDC7
DIHECTOKIA DAS OIIKAS Plill.ICVS I) V
PKOVI.NCIA.
Em ruuipriincnlo da ordem do Etm. Sr. presiden-
le .la provincia, manda o lllm. Sr. director interi-
no das obras pnbhcas, publicar para cnulwcmenlo
de quem posta interessar.o prnaramma abaixo Irant-
5iwi! cnpio, formulado pelo mesmn Kim. 8r.,pan o con-
THEATRO
DE
Santa Isabel.
CCMAJ'A.NHIA DE EXERCICIOS DE
EliLlMKRIOS DE FORgA.
Quarta-feira 16 de julho de 1856
Loga que a orcheslra tiver lucado ama bella aa>
pbonia ibrir-se-ha tceo.i com i terceira repeli-
c;."io dot *^
Hvsterios
e>
no
lins hora de maeiri e illus..e. por Mr. Hr ia
preijdKHlurde Parkv
i


V
PRIMEIRA. PARTE.
1. A bolas ileerysl.il.
!. Urna sorpreza.
'i. As pegas volaleis.
4. As pilulas de pene.
5. O cofre de cryutal.
6. O perito cegador.
Terminara ella parle pelo dewppsreeimeolo Ue
dfuis pcssoas da sociedade.
SEGUNDA PARTE.
Pelos muilos pedidos de diversas pessoas, anda
Irabalhar o
MjWj DE PERHAMBUCQ TgCI FIIM ib DE JUHO 1856
J ditas ns. 7j e u com frente para a ra dotliua- leudo a abalro asiicnada Snnunciado nos ior-
iarapes. ambas de morada; 1 dita de sobrado de nacs da Pernamboco, enlre elles os de 8 9 II de
um andar, roa do Areal n. .10 ; c uma pequea par-! agosto de 18, om moho feilo em sua casa em l(i
le no sobrado de dous andares, na ra do Kosario de junl.o do dito anno, consistindo em varias obras
n. Jo t sitio no lugar da forre rom erando casa de prala, daquelle ro.ibo a abaiso assignada veio re-
"ribari" ua" Ca'' *?" i0,a'..-.C,."l!a J"^.C*I i 'T' **' occaiio de busca dada pe'a delegacia
cacimba
. Palche
-- B. Uedier, socio gerente da casa de E. Uedier
& C., vai a' Franca, deisandn Souvage 8. ("... eocar- !
peitavel publico, que desta dala emdian-
O BDaixo assignado faz. sciente ao res-
quarlo para felor, galliuheiro murado, c em diversas casas, alguma das obras annunciada i Faul"le
ele., o qual he quasi conliano a.> do Sr. | porm, fallando anda dez colbere de sopa, nova., i ,."" I)i|-
etl ; oulro sitio enlenso no logar denomi- e oilo garba ; estas obras com a marca pela parte r,IJ"'i8 r
reliados da procuracilo da dilv casa/
Precisa-se de urna ama para u serv,
de uma casa de poaca familia : a Irala
Fagundes n. 18.
interno
na ra do
:T~T
ou
kdificada, murado na frente com > porISes, e an- i rar sopa, uma .lila de tirar arroz, uma" dita .le tirar
wo^eonMufon, qoarln para rcilor, aalliiihciro assocar, umacolheriinha de espumar, urna dita de
cha, seis pares de fivelas srandes antigs, urna por-
cao de prata |ue foi de espadim, seis cabos de faceai
de prala lavrada, e mais um d.lo de gomo, todo
sem as folhas, tres facas com cabos de prala pesa-
O menino do ar.
TERCEIRA PARTE.
Eiercicios extraordinarios e novos inteirameute
pelo
PERNAMBUC6NO.
QARTA PARTE. *
Pela primeira vez
AS VISTAS DISSOLITIVAS.
Terminara o espectculos pelo.
CAMAXEO ES ELCTRICOS,
de um effeito por dentisassombroso.
MRS. ROBERTO E OEVEALX
peder desculpa ao publico por anda deta vez nao
apresentarem a daosa de corda ; nao exislndo oulro
motivo inais do, que a molestia repentina de ma le-
moiselle Josephin ; mas asegura-IIie que em pou
co a terao.
Comerara as 8 horas.
2f i>i$t>S %l>xtltimo&.
Keal compiHiliiarie pique-
tes iglczes m vapor.
___, IVo da
Hfc 10 desle
,h mez es-
/ \\ pera-se
Lmu^W' "lo !u'
vapor af-
ro com-
mandan-
lo Ri-
chard Rivclt, o qual depois da demora do costume
seguir para SouthamptoH, tocando dos porlos de
San-Vicente,"TeneriOe, Madeira e Lisboa : para
passagem, etc., trala-e com os agentes Adarason
Hovrie & C, roa do Trapiche-Novo n. K->.
ti. B.Os embrullms qoe prelenderem m.ni lar
para Soulhanipton deverao estar na agencia doas
hora votes de se fecharem as malas, e depois desta
hora nao se recebera volme algom.
Para,
se a premio 1:6009000, qneni quiter, di-
, "i-- iua do f.ul es.o ii. Ill.seaondo andar, que se
nado larnameinm, com grande casa de vivendabem | de delraz nos cabos FV.. orna colher grande de li- dr" 1"em
Precisa-se de
de pedrn e cal, cochura e estribara, olas com so-
lio cinilen.lo sala e dous quarlos, grande cacimba
com J tanques c coln la, uma lalada de parreiras, c
plantarles numerosas de variados arvoredos dos
mais e-limados. Os prelendeoles podem ludo exa-
minar com aoteciparao, ou cnteuder-se com o re-
ferido agente al o da do leilao, que lera lugar,
juntamente com o d'alguns escravos, lerra-feira, 15
do correle, as II horas Li manhaa, no seu escrip-
lorio.
O'agente Vieira ta Silva Tara' leil
terra-eira 15 do crtente, as 10 horas
dancanh&a, no seu armazem na ra da
do e bordados, um marac rom selle rascaveis de
prala, um par de brincos de pedias compridos com
raiza, um relogio com raiza de prala, um penle de
tartaruga grande e rendado, um Saolo Antonio com
altura de um palmo reforjado, e outros objeclos de
menos valor, pelo que a ahaiv. assiguada ratilica
! aquelles sens anuuncios, prnleslando liave-lo< c pro-
, i ceder contra quein os liver em -eu poder : ra dos
Pires n. 23.
Alaria Joaquina de Moura.
Madre de Dcosn. 32, de diversas obras Iriaildad! do SiIltissiuiO
de marcinena novas e usadas, mobilias
Sacramty o,
tria clauao
(i
ma-
:sta.
Por ordem da mesa regedora convido
i lodos os raos desta umandade para
ingo
ho-
Precisa-sede ofTiciaes de tamaa:
na r|ia larga do Rosario n. I .
Precisa-se de olliciacs de sapaleiio :
na na larga do Rosario n. I V.
Lotera
(lo
So-
em direilura, o palhabote oVenus segu com iire-
vidade por ter parle da carga ; p.ra o resto e passa-
geiros, Irata-secom Cae tao Cyriacu da C. M., ao
lado do Corpo Santo n. 35.
O PATACHO NACIONAL ATHbNAS
prensa de raarioheiro nacionaes para a sua viagera
ao Maranhao.
Para Babia
egueem poucos das por ter paite do
cairegamentoprompto, o veleiro e bem
conhecidohiate nacional CASTRO: para
o resto trata-se com seu consignatario
Domingos Alves Matheus, na ra de Apol-
lo n. 2o.
( om panfila Franco- Ame*
rica i a de va poros fran-
cezes
Espera-seno
lia 1 do cr-
ranle mez viu-
do do Rio de
Janeiro, o va-
por Cadi:, ca-
pilo lieini-
doague, qoe
sepila psra o
. _. ..... Havre, com es-
cala porleoerite e Lisboa ; para frete passaceiros
cm casa de L. Locomte Feron & C, ra da Cruz
Para o Rio de
Janeiro
segu em poucos dias por ter grande par-
te do carregamento prompto, a escuna
nacional ZELOSA, capitao Pinlio : para
carga ou escravos a frete, trata-se com
os consignatarios, no cscriptorio da ra
da Cruz n. 4(h
Co ir, Maranhao e Para.
Segu oo lim da prsenle semana n brigna escuna
n Laura, anda pode admillir alguma carga : trata-
se com o consignatario na ra do Vigario n. 23
PABA 0 CEARA'.
U patacho Santa Croz recebe carga e passaeei-
r.0,,:. ,ra'"r com Caetann Cyriaco da C. M., ao lado
do Corpo Santo n. 25.
MARANHAO E PARA.
O palhabote Venus segu com brevi.la.le ; re-
cebe carga e passageiros : (rata-se com Caelano Cy-
riaco da C. M., ao lado do Corpo Santo n. -J.
PARA LISBOA E PORTO
satura coin brevidade o brigue Trovador p)ra
carga a pasugeiros. trata-se com Barroca ; Castro,
na ra da Cadeia do Recifc n. i, ou com o capilao
na pr.n-(\
PARA O MARANHAO'.
O muito veleiro patacho naemnal Alhenas, an-
da raesmoi sendo vendid., uesta pra.a segu viagem
ao Maranhao, c como pretende que sua demora seja
mullo corla ueste porto, recebe caiga a Trcle por
menos que qoaiquer oulro: os pfclendenles d.riiam-
M a. tea consignatario Antonio l.uiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruzo. 1.
. PARA A BAHA.
O veleiro patacl.o nacional Esperance, sabe im-
preterlveimenle ale o Om da prsenle semana, ape-
nas I he falla alguma carga muida : para a mean
uu passageiros, para o quaes lem excellenles com-
modos, tratase com o seu consignatario Antonio
Luiz de Ohveira Azevedo, ra da Cruz nu.ne-
ro|1.
de Janeiro.
novas e usadas, diversas miude/.ase obras
de ouro, relogios patentes, aderecos de
ouro, um rico escravo de idade de 10 an-
nos, bonita ligura e mais objectos que se
acliam intentes no mesmo armazem.
.,......... ,se ren.nncn em mesa geral, no domingo
utSTt^tS2ATiSJSr^ 20 f juU,ud0 C0,TC"l,eanno' ?**>
da em requerimenlo dos depositarios com annuencia i ras "a manhaa, alllii de tratar-te dt! ne-
?Z"ZT.ena **"," ** ,""'** ,,,""'i, ,le ;Maria '"'"-Tocios de milita urgencia e interesse para
rinda Scasso, das faiendas e arma.ao da lua, estira i j
como das divida activas da dita ma'ssa na importan- '"nanade, e por isso espera a mesa
cia de ra. 1:2155020, e algoma mobilia : quarla-fei- rcgedoraiiue os nossos irinaos nao deixem
ra, Ib do crrenle, as II hora, da manhaa em poni, de rnmruiww __n ,,.;.:, l^.; i..
na indicada loja, sita no aterro da Boa-Vislan. 2! 7'l"i M ,0B"
, .,, (iiiini da Silva liiiunarc*.
Anlouio de Almeiill Gomes por iutervenro
do agente Vieira da Silva, c no armazem desle'na
ra da Madre Dos n. 3> Ui venda pelo preco que
se offertar de uma porca de chapeos de fellro*. par-
do, prelos e de cores, oilo canaslras de alhos : c
diversas mindezas, como grampas, lapis, rselas don-
radas, meis compridas, ditas de algodo ele. etc. no
estado em que se acharcm.e por conta c risco de quem
perleucer na ter;a feira 15 do crreme pelas dez
horas da manhaa.
No leilao do agente Oliveira, annunciado para
lerra-fir.i, 15 do corrcnlc, sera mais vendido um
escravo mulato, perito oflicial carapina, e urna casa
de dous andares e soiao sita na ra do Burgos n. 7,
perlo da ra do Amorim, Forte do Mallos ; convi-
da-se porlauloo exarae anticipado dos preteudenlcs.
0 agente Borja far leilao em seu armazem na
ra do Collegio n. 15, de uma ptima mobilia e di-
versos movis e ulencilios de casa de uma familia,
que relira-se para fra da provincia, assim como de
oolros mullos objeclos, como bem : grande quanli-
dade de obras de marcineria novas e usadas 2 ricos
pianos de Jacaranda modernissimos, varias obras de
ouro e prala, relogios de diversas qualidades para
algibeira, ditos para cima de mesa n p.irede, varias
quinquilleras fraucezas, 1 caixa com 50 cicles de
seda de lindos padres para vestido. O casacas fran-
cezas da ultima moda, 4 caixas coin ptimas con-
serva de carne e de Inicias, etc., etc., e alguns es-
cravos de ambos os sexos, iuclusive urna negrinha de
anuos de idade, um molequiuho de :(, e oulro de
i annos, os quaes se acharao ao meio rita em ponto
no referido armazem : quinla-feir, 17 do correnle.
LEIUTBS.
O agente \ ieira da Silva tu leilao quinla-feira
17 do correnle as 10 horas da manhaa, em presenta
do Illm. Sr. cnsul da Dinamarca e aulorisarao do
IJIm. Sr. juiz de orphaos, dos otjeclos abaixo*men-
cionados de fornecimenlo i\H navios Ships chandlers
da viuva Kischer na ra dos Tanoeiros n. 1., por
au se ter concluido no priineiro leilao: armarao
eom lodos os perleuces c liteiros, eaixio, balco c
barris, 2 barricas, 32 caixas de charutos vasias, '.I
latas de folha, .1 garrarca, 10 latas de tinta vasias
2 ancorelas, .17 botija de genebra de llollanda
chtias, 4 espauadores e uma grande porreo de cai-
\6es vasios.
1-EII.O'F.S.
(> agente Vieira da Silv <*
23 do crrente ao meio dia
nominada Elephanle de o.
quartel por baixo do sobrado,
veira, com lodos os pcrlences .
maneira que melhor convier aos.
leilao quarta-feira
da taberna de-.
convento !o Nossa
nliora do Carino.
Aos 5:OOO.s e 2:000.s000.
Corre indubilavelmeiilc sabbado 19 de
julho de 18.")(.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ipie venden os seguintes premios da
terceira parle da primeira lotera a be-
neficio do convento de Nossa Senbtfra do
Carmo, extrahida a 12 de julho.
1 quarto n. 5190 5:000x000
I meio billiete
I tj uarto
i ditos
2111 2:000x000
I
1 I
dito
dito
>i Hiele
(piarlo
' T.I-.
88 VOO.sOOO
1680 200S000
0258 lOO.sOOO
?52 ' 50.SO0O
2510 ."iO.sOOO
80 50.SOOO
Precisa-se de uma lavadeira para
tomar roupa de uma grande iaroilta, efie
(le liador a sua conducta : na livraria ns
li e 8 da praea da Independencia.
Massa adaman-
. tina.
Seg
idade o brigue
uv. com toda a br
nacional HRCULES : para carga, pas-
sageiros e escravos a frete, I rata-se com o
consignatario Aujusl,o I marte de Moura,
na rua de Apollo n, 6, ou com o capitao a
bordo.
Vende-se
o muito veleiro patacho nacional i.Athenasn. de 206
toneladas, forrado de cobre e presado, lem duas an-
danas de panno, maslros, maslareot e vergas, ludo
de pinho de Flandres,, apparelhado de novo, com
muito boa lancha e bole : os prelendenles o pode-
rlo ezarnioar, e para Iralar com Aulonio l.uiz de
Oliveira Azevedo, no > n. 1.
Vende-se n patacho americano l.rrnntde lote de
1,)l toneladas inglezas : quem o pretender dirija-se
aos consignatarios, Koslron Kooker A C. ; prara
de Corpo Santo n. 4S.
RIO DE JAHE1 0
Segu no dia 20 do mu correnle o patacho Va-
lente, capilao Joaquim Antonio tionraives Sanios -
anda recebe carga, passageiros e escravSs a [rete :
a Iralar com Caelano Cyriaco da C. M., ao lado do
Corpo Santo n. 25,
Parir o Rio de fatieiro
segoe impreterivelmenle a bem condecida escuna
brasileira Lindan no dia 211 do correte: para o res-
to da carga e jeravos a frele trata-se com o proprie-
lano na rua da Cadeia n. 6ti, ou na rua do Vigario
n. o.
Francisco Pinto f )/.orio chumba denles com a ver-
dadera massa adamantina applica ventosas pela
alraccao do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Santo Antonio n. 2.
Aluga-se orna eterna para o ervico interoo
de uma casa : no Pateo do Terco n. 9, I.* andar.
-- Julio Cezar Piolo da Oliveira faz scienle ao
respeitavel publico, que oSr. Mauoel da Silva C-ui-
manes deixou de er seu eaixeiro desde o .lia 1:1 de
julho, puis que muito Ihe agradece o seu bom com
portamenlo que leve na sua casa.
Charles Owel subdito fraucez vai para Eu-
ropa.
Declara se em lempo que a rasa que lem anda-
do em praca pelo juiz de orphaos a requerimenlo
dos herdeiros da mesma, nao he a da rua do Amo-
rim n. 10 do bairro do Kicife, a qual he de um an-
dar, e sim he a casa da rua do Codorniz n. 10 de 2
andares, que por engao se lem anuuiiciado.
Alugam-se .loas casas na.povoa.;ao doMonleiro
com quintal murado, e lem sabida para o rio; boas
para passar a festa; na rua do Oueimado n. 28, lo-
ja de ferragens.
O secrolarjo da rmAndade de S. Jos Ago-
na ererla no convento do Crino, convida aos seus
irmos para quinla-feira. I" do correnle as :i horas
da larde comparecerem no consistorio da mesma ir-
mamlade para reumdus e.n mesa gem, se proceder
a elon;.i i dc de 1856 a 1857.
O secretorio da irniandaile de S. Jos d" Ago-
na erecta no convenio do Carino, convida aos sens
irmaos pira comparecerem no consistorio da mesma
innandade, no da 15 pel.s ti horas da larde, t no
dia 1(i pelas '.) horas da manhaa, e as II da larde
alim de assislirem as vesperas, festa Rateara e Te
Dean de N. ?. do Carino, para rujos actos Tomos
convidados pelo Kvm. prelado do mesmo convenio:
igual convite faz para o dia 20 do correnle.
I.OTEKIA DE N. S. 1)0 CARMO.
Antonio .la Silva Goimarle ven leu na sua loja
no aterro da Boa- Vista n. SS.jaalo ao s?l'eiro, osse-
guinlespreinios da .1 parle da i. <,lotera de N.S.do
Carino, os possuiio/es poilcm vir receber a garanta
de 8 por rento.
1 quarto n. 3ISO........VlWOStlOII
1 meio n. 2111........fcMOfOOO
I quarto n. 88........ 1000000
I bilhele inleiro n. 2919..... iOOljoo
i bilhele dilo n. 3816...... lOfrjOtjMI
I qnarlo n. 80......... 509000
1 quarto ii. 148........ 2UHO00
1 dito n. 3SG......... 21)40011
Estilo a venda os bilhele* da i..' parle da l.a lote-
ra do Carmo, a qual rorie no dia 10.
Precisa-se de urna ama forra para o serviro .le
casa de um homem solteiro : a tratar na rua d Vi-
gario n. 13, segundo andar.
Aluga-se a um hnmrm honesto, dando-sc o
Iralamcnlo neces'iio eludo cm cunta, urna linda
salinha com varnn.la de f.rr e alcova, ludo pintado
de novo : na Iravessa da Madre de Dos n. II), pri-
meiro andar.
lem exposlo a venda seus muito felizes
bilheles, meios e (|itartos da quarlu
parte da primeira lotera do convento de
Nossa Senl.ora do Carmo, as lojas se-
guintes: rua da Cadeia do Hecife n.
i), loja de iniudc/.as de .lose Fortunato
dos*Santos Porto, na praea da Indepen-
dencia ns. .77 e ")!(, loja de Calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
misma praea loja de bilhetes n. i, da
Vluva Bustos, no aterro da Boa-Vista n.
*A, loja de bilhetes de Antonio Ma-
uoel Cardozo, e as demais lojas ja' co-
nlieeidas do respeitavel publico.
Os d.ms premios graneles cima re-
feridos nao eslao sujeitos ao descomo
dos 8 por cenlo do imposto gerat.
S cento nos dous premios cima mencio-
nados.
Bilhetes o.sSOO recebe por inteiro ."):00!).'j
Meios 5SO00 .. 2:5()0,s'
Quartos l.sO .< .. l:250j
Pariiambiieo l-'i de julho de 18-l.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
n.iem precisar da quanlia de O a juros sob
penhires de ouro ou prala, dirija-se a rua da Penha
n. 25, primeiro andar.
Antonia Carolina da Cnnceic.ao avisa as pessoas
qoe tem penhores cm sua man, liajam de vir lira-Ios
dentro era 15 dias, e se assim nao o fizerera sero
vendidos os dilo penhores para seu pagamento. Re-
cite 15 de julho de I8V1.
Fugio no .lia ido correnle uma escrava crioula
de nome Anglica, idade para mais de O annns, al-
tura regular, malfeita do corpo, vestido de chita,
panno da Costa velho : quem a apprehender leve a
rua das l.arangeiras a seu seuhor Antonio Maia Cor-
les, que recompensar.
Precisa-se de um caiieiro para loja de fazen-
da, de 12 a I i annos : quem esliver no-la circuns-
tancia annunce por esla folha para ser procura lo.
-- Precisa-e de uma ama torra ou captiva para o
erviee domestico : a Iralar no palco do Carmo, so-
brado n. 7, primeiro andar.
I*recisa-e de uma ama secca para casa de pos-
ea familia : na rua d> t'raia o. i'), primeiro andar.
E'n ratpotla ao annunno de Mignel AUonso
. um poriuguez que anteada de
liona, para nl eogenho perlo da prara, eqtie d lia-
dor a sua conduela; para tratar soiire o ajuste, na
rua da Penba, com Jo.in Pinto Recude Souza.
1). Juliana Robilliard coin .1 lilhas e 2 lilhos re-
tiram-se para Inglaterra.
Perdeu-se no dia II do correnle, desde a rua
da rloreninia ale a rua das Cruzes. uma carleira
conlendo 3 conlas, I vallo de 35| e 2 meios bilheles
da lotera de N. S. do Carmo, e alguns cartes de
visitas : quem achou, querendn restituir poda levar
rua da Cruz n. id, ou annnnrie para ser protura-
do. Adverle-se que o aceitante do vale j.i esl avi-
sado, e aonde se comproii o bilhele lambem esta
avisado.
Aloga-se om perito mualo para criado de al-
gum homem solteiro ou casado, muito diligeule e
bel : quem o pretender dirija-se a rua dos i'razeres
do bairro da Boa-Visla, casa pintada de ciuzenlo,
que lem dous leoes no porliio.
A pessoa que so julgar habilitada para entinar
nauta, dirija-se a praca da Boa-Vista n. 5, segundo
andar, das 2 as (i horas da tarde, que achara com
quem Iralar.
Jos Joaquim Alves, lendo arrematado as di-
vidas da casa fallida do Sr. Manocl Joaquim Alves
l lloraba, convida aossenhorcsdevedo.es da mesma
a dirigirom-se a rua i\ova n. 71, afim de amigavel-
menle saldar sus conlas.
. Deseja-se uma ama secca nara diapdro servico
inlcrno deuma casa do mol pequen familia: na
na da Madre de Dos por cima da igeneta do lei-
lao, primeiro indar.
Na rua da Madre de Dos, no primeiro audar
do sobrado qne liea por cuna da agencia de leilao,
dao-se nenes de msica vocal e ioslriimenlal, ah ou
em casas particulares.
ATERRO DA B0W1STA R. II
Poniiuntheautema Hon-
ra de avisar ao publico, qu;, elle acaba de receber
jira sorlimeuto de espingardas de caca de um e de
dous camos, por preco muilo eomniu, e aproveila
esla occasiao para prevenir as pessoas que entrega-
ra m ohjectos p.ra concertar, de os mandar buscar
no espaco de um mez, porque elle pode relirar-se
de um momento para oulro. Ncsla mesma ca,a lia
grande sorlimento de cachimbos, e objeclos para
guaroices de carros, ele, ele.
Precisa-se de um criado moco, que taiba bole-
ar : na rua do Collegio n. 2.' i.; andar.
Arrendase a casa e siliudo falledido lpnacio
Viimo Xavier, entre a doas pmiles da Magdalena,
com commodos para duas familias,criados, escravos,
cavallos, ele. ; e faz-se todo o negocio com o arren-
datario, seja por auno, seja por menos lempo, lam-
ben! se vende a mesma propriedade, e fax-te todo
0 negocio com o comprador, que visla do preco,
oilo desconhecera' as vanlagcns de ter tal predio fao
preximo a cidade, por onde i i nao resta neiihom ter-
reno devolnlo, e por too aquelle ira sempro em aug-
mento de preco c esiima cum o andar do lempo, e
auxilenlo da riqueza, e bom goslo do paiz, e nao
menos pela crescenlc necessidade de recreio, e re-
fngerio no verao que ja fazem lo caras, e difli-
ceis habilac.es fora da ci.lade no breve lempo da
festa.
O Sr. Alexandre da Silveira Cima Veneno le-
uha a boudade appnecer na loja da rua doljoeima-
do n. 10.
Alugam-se rarrocas para comluzir trastes on
raaleriaes, por pre<;o coramodo : na rua da Alegra
da Boa-Vista u. 42.
FIACA E TECIDO DE
ALGDA.
SOCIEDADE EM COMMANDITA.
Firma social:Amorim, Faria, Guer
ra & C.
Oj socios suhscri|itores para a fundaciio da fa-
brica de liar e lecer algodao, organisada por I-'. 51a
ria Diipral, lo convidados a realisar de 15 do cor-
rele al l-> de agosto prximo futuro, na caixa da
sociedade, provisoriamente no escriplorio do Sr.
Manocl Alves Guerra, na rua do Trapiche n. la,
Todos ns das ules, das II) horas la manhita as t da
tarde, a primeira preslar.ro de .', por cenlo sobre
capital subscripto. Pernambuc 12 de julho de
1851.--Os socios gerentes. Antonio Morgues dt
Amorim, Justino l'ereira de furias, Manuel Alces
te deixou de se envolver em negocios de
hilhetcs de loteras da provincia, e por
isso nao Ihe compele mais o pagamento
dos bilhetes premiados das mesmas lote-
rias. Recife ") dejulbo de 1856.An-
tonio Jos Rodrigues de Sou/.a Jnior.
Precisa-se de urna am i secca, que saiba bem
Iralar de urna crianca, proferindo-se crioula ; na
rua da Cadeia do Kecite u. 51, segundo andar.
Constando ao abaixo assignailo que seu deve-
dor Jusc Antonio Rodrigues Cavalcanli, morador em
Campia Grande,'provincia da Paralaba do Norte,
he fallecido, sendo-lhe devedor de duas letras na
imporlaiicia iuijViii rs. vencidas uma em 6 de e-
tembro de 1K55. e oulra em 7 de Janeiro de 1850,
proveuieule de faztndas que Ihe.couiprou, econs-
lando-lhe mais que os bens deivados pelo Tinado lem
sido vendidos ilandesliDainenle ; o abaixo ai^.a-
do prolesla contra qualquer venda que se lenha fei-
to.assim como contra qualquer pessoa que se ache de
psse de semelhaules bens, sem previa liccui.a da pes-
soa que por le competir. Recife 8 de julho "de 185<.
Miguel Jos Barboso liuunaraes.
ARRBNOAalBNTO.
A loja e armazem da casa n. 55 da rua da Cadeia
po Hecife junio ao arco da ConceicAo, acha-se desoc-
eupada, e arrenda-se para qualquer eslal.eleciinenlo
em ponto grande, para o qual tem commodos sufli-
cienles : os prelendenles enlender-se-hio com Joo
Nepomuceno Barroso, no .segundo andar da casa n.
57, na mesma rua.
Troca-te por diulieiro uma nutgem
do Senl/or dos Passos, e nao se olha a
preco se or muito peiieita e nao muilo
pequea : na placa d i Independencia
ns. e 8, se dir' quem quer.
Precisa-se de prelas para vendercm afeite de
.-arrpalo asanles, pagando-se a vendagein : quem
os liverdirija-se a rua do Brum passaudu o chafa-
rte primeira casa que lem um solao encarnado pela
retaguarda, para se Iralar do ajaste.
Na rua do Aragao n. :t, precisa-se de uma pre-
til para vender doce, e que as huras vagas se oceupa
em algara serviro do mesmo Irafico : a quem con-
vier dirija-sea mesma casa, oiiannuucie.
Precisa-se de 8 onicia
bem : na rua Direila n.
es de charuleiro, paga-so
J. P. Vogelev tem a honra de avisar ao respeita-
vel publico, que no seu eslabelecimeuto na rua No-
va o. 27, esquina da Camboa do Carino, encontram-
se os mais ricos e melhores piauos que lem appare-
cido neste mercado;, de forma de armario, de supe-
riores vozes, constrocc.lo solida, rfo gosto mais mo-
derno possivel, sendo .siles lodos felos por encom-
menda, e nao vindos em commissao, c assim apro-
priados para esle clima, dos mais acreditados fabri-
cantes de Europa, os quaes elle vende garantidos.
O estaheleciraenio est aberto al as 8 horas da noi-
le para a commodidade das familias que quizerem
ver c experimentar os instrumentos.
*" '' Estrella, com loja de barbeiro na rua do
\ igario, oflereceseus prestimos ao respeitavel publi-
co, bem como as pessoas que quizerem justar ao
mez, anda para seren servidos em sua casa ; lain-
bero sangra, lira denles e chumba, bola venlusas,
vende e aluga bichas, ludo mais commndo que em
oulra qualquer parle : quem pretender dirija-se a
sobredita rna do Vigario n. 15. Na mesma loja se
precisa de um aprendiz.
Precisa-se de uma m.ilhcr henala pira coser
na casa da modista brasileira, na rua Nova n. :(1.
.....!:- em Per-
O secretario da v eneravel ordem terceira de
N. S. lo Carmo mnvida e roga ao irmaos da mesma
ord.m a com paree croea com seus hahilos aa igreja
de nossa ordem nos dia 15, 1(i e 21) do corren I..
seiulo no dia 15 a li hora da tarde, oo di 16 as 10
hor.s il.i manhaa e as li da larde, e no dia 30as2
bom da tarde, para a lim de assiilir a vespwa-,
festa, le-Deum e proeiss.o da Mai de Dos de Car-
mo, islo en) virlude do roovite do muilo rwrereado
padre mestre provincial Fr. Joo de Aerampra
Moura.Joaqom Manoel Ferreira de Souza.
-se .le um liorlehin para um eugeabo
Preeu
perlo da pi.ii;., : na rua .1 Cadeia n. 14, escriplorio
de Josc Peiena da Cunha.
l.niz Ihomc Conzaga Jnior vai a Enrona, a
como julgue nada dever a pessoa alloma, raga
quem se julgar seu eredor, de a presentar ua coala
ou litlo ale o dn 18 do rorrele, na rua Nova n.8.
Aluga-se o armazem da rua da Cruz
n.26: a tratar por cima do mesmo no
primeiro andnr.
Na rua do llendego n. !)7. precisa-se de dous
homens forros ou captivos, que saibam trabalhar com
canoas, paea-sc bem.
DEPOSITO DE ASSCAR BE-
finado c ?> !!.
Na rua eslrrila do Kosario n. 2:1, cintrme a rua
das l.arangeiras euconlrarAu os Ireguezes superior as-
sucar refuado de Indas as qualidades, o qual |,,. pre-
terivcl aos oulros portar relina o com leile ; oagra-
davel cherii e ciir o torna recommeodavel. Tambem
encontrarlo na me-ina casa cuias de chifre para
apresenlar farinha em mesa, as quaes srto mu bem
feil.is, e ven lem -u pelo baralissimo preco de IsOUI)
cada uma.
NOYAS C'UIB
DE OCHO PARA KELDtilOS.
Na loja do Seraph.m A Irmao, na rua do Cabugs c I la,;l Vl'",il ae le sera leitlO : quem
n. II, chegaram as mais novas crrenles com pedras, tiver para vender, dirija-se a rua doCol-
r.cos,neles para as mesmas, ditos para lilas, e ou legio n. 15 afencia de leiles
tras mui(a obras de fiotlo. ', -iul.ncia ae icuoes.
Precisa-se alugar uma ama de leile, paKa-sa I Coinpram-se ,,ara uma encommenda f-seravos
bem : na rua do Qaeimailo n. 7. tambem precisa- i de ambos os sesos rua da Cadeia do Recife,ar-
se de nina ama forra ou captiva para lodo o servico I maze.n n. 'Mi, ou na rua do Oueimado n *i ernr
de casa. doandar. ^
OO Q:y.\:Q:.V&<0\];QQ&$l ""fiT" ti ns de 2 a "
n De|K)Sito de vinlro de champag- % palmos, travs de 30 e assoalbo de lourn
%l ne Cnateait-Ayx, primeira q,ia- emprancha dei5 a n palmo de eoaa-
5 lidade, de propriedade do conde j prido na livraria ns. 6 eK, da praca da
(5 de.Mareiiil.rua da Cruz do Recife n. t* Independencia.
O -" : esle m'iiIio.o melhor detodaa ^
;;? Champagne, vende-se a ti.s- cada 5J
vmptt*.
Compra-se toda e qualquer porrao
caixa ; acha-se nicamente ein.ca- ^
sa de L. I.eeonte Feron & C. N.
lartiim puoiico
n;ml)uco, rad da :>;
ta i n. 70.
le-
Nata nade
enl.o-
Guerra.
r *JP ux *.k* tr
l
ocm:o^o
36 Limpam-sce concenam-se relogios com 5^
aw toda a peffeiojlo, pondoUse-llies peeaa que aik
J^ porveutura fallar.tu : iL rua da Madre de S
\ l)eos, por cima da agc\iria de leiles, no '3
{'.? primeiro andar.
;-'A.-7,;.?i
.>...-.--
9
00 <*
LOTERA DA TOOVINCIA.
O Illm. Sr. thesouraro manda fazer
publico, que eslo e\poBtos a venda, na
thesouraria das loteiiasl rita da Aurora
n. 2G, das 9 as Ti lioraslda tarde, bilhe-
tes, meios e quartos da quarta parte da
primeira lotera do convento de Nossa
Senhora do Carino desta cidade, cujas ro-
das anda m i mpreteri vel mente no dia 19
do corrente, eque logo que sejam distri-
buidas as listasknO incontinente pagos os
premios, excepto pore'm as duas sortes
grandes que siio pagas mesmo no salaoda
Ferreira, publicado 1.0 (.Diario do hojcTdecfara-lhe!evu"ac<;5'0' |50 |uc; S"j,m publicados
a abaixo >ignada,qoe requerru por cerdioo inier- i seus respectivos premios. Thesouraria das
Loteras 12 de julho de 1856,O primei-
ro conlercnle sei'vindo de escrivo, Jos
delegacia desle dislricto, o quar publicar por esle
..Diario.), pelo qual o publico ver que ha m-.is de (i
annos elle Ih'a l.avia subtrahido, is.o be que (leu
motivo a irritar a liilis de Miuel AtTftntO, o qual
smenle depois de 6 anuos do fallccimenlo do m.'U
mando Jos Alejandre ferreira ,e da apprchenio
da negra he qu se lembrou de ameaesr-inc de fi-
zer Inventario!'. Inventario de que illm. Sr. !....
nAo sabe Vmc. muilo bem que desist da bcraiiQa. e
que me'eaaei com escriplura de dol. e arrhas!! Se
meu fallecido marido postula fortuna, como Vmc.
Iiz, porque nunca o obrigou a fazei inventario pela
Januario Alves da Maia
eslabelecimeuto acharan
res amadores das llores (H) qualidades di rosas :MX)
de dallas de muilo bellas cores, chcgallas lodos ns
annos de Franca e de oulros paizes ; ass]m tambem
grande varedade de lores inteiramente liovas nesla
provincia, e oulras plantas de inicio, sendo 16 qua-
lidade de ligo e .">7 de uvas, e ova espiL ele. etc.;
apromplam-seencommendas. lanlopara Tlenlro des-
ta provincia emo tambem para as provincias do sul
e noi i. at o I'.ir.
(MPANHIA DE UMMl
O esenpturario da Comparihia de
Beberibe Marcolino Jos Pope, encarre-
ga-se de comprar e \ mder accocs }ja n-es-
-corapanhia: as pessoas que quizerem
prar ou vender, dirijam-se ao serm-
ma
com|rar ou venuer, ainj
torio da mesma, na rua Nova
8 horas as f> da tarde.
"TTTTUgtinnt taipanakii
senp
das

J.
DENTISTA,
fl) contina a residir na rua Nova n. 19, primei-
9 ro andar.
9
instruida >
nioi'ai f rol i-
ffliiHN.
Este compendio de historia sagrada, qne foi ap
provado para instrucciio primaria, lendo-se vendi-
do antes da approvac.io a IJ600 rs., passa a ser
vendido a 19000 : na livraria ns. 6 e 8, da prar;a
da Independencia.
Pede-se a quera un Alheen, no dia das elei-
cf.es levou um chapeo de sol vo, cabo de .anua,
seda prela e lisa, deis ando om muito velho c gran-
de, que va buscar na casa onde funeciuna o meui(,
Alheneu. o que legtimamente he seu, dcixaudo o
alheio. llora engao'.'. I.cvar-.e um novo por ub ve-
lho, nunca mais se procurar dettrorar. e ncm se ;,p-
pareccr com elle na Academia.
,!>
8 B As caixas sao marcadas a lo- S
O f,oConde de.Mareuleosrotu- -Vj
:; los las gnalas sao a/.ues. :--
J*..v.Vu'a--JWi..,o...-t,.'v.,--,,,-
Traspassa-se uma hvpotheca da
quantia de mais de 0:000.s no engenho
Santo Estevao, da freguezia de Muribeca,
em lugar minio prximo por onde deve
passar a estrada de Ierro, distante desta
cidad pouco mais ou menos quatro le-
guas, prximo a ponte dos Carvalhos, cu-
ja b\ pul beca he especial, e tira o direilo
ao senhor do dito predio de poder ven-
der, atorar c arrendar o mesmo engenho
sem licene.i do hj potliecario : .quem qui-
zer este negocio annunce ou dirija-se a
livraria ns. li c S da praca da Indepen-
dencia, que se dir' quem taz este ne-
gocio.
mmsmmm^-imimmtxsswm
AO PUBLICO.
j* No armazem de fazendas baratas, rua do jg
jg Collegio n. 2,
^ vende-se -m completo sortimento de fa- B
^ zendas finas e jrossas, por mais barato
p pre$os do que em outra qualquer parle, M
g tanto em porcoes como a relalho, alfian- g
Q cando-se aos compradores um s prego B
w| para lodos: este estabeleciment abrio-se S
|i de combinagao com a maior parte das ca- S
jf sas commcrciae; inglezas, francezas, alie- S
*- maos e suissas, para vender fazendas mais -^
]JS em eonta do que se lem vendido, e por isio |
M ollerecem elle maiores vanlagcns do que !S
'M ouiro qualquor; o proptielario deste im- g
portante estabelecimento convida todos
0. os seus patricios, e ao publico em geral,
j|i para que venham (a bem dos seus inte-
gfjg resses) comprar fazendas baratas: no ar-
jf mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
f ionio Luiz dos Santos & Rolim.
Niio leudo por duas vezes reiipido-se
numero suIHciente dos Srs. credoresdo fal-
lido iMathias de Azevedo Villarouco, o
E\m. Sr. Dr.juiz do commercio inarcou
nova reunan para (paartu-feira 1 (i do cor-
rente, a's .") horas da tarde, em ctijo dia
espera que os mesmos Srs. credore
comparecam.alim de poder ser dada ou
negada a concordata apreseutada pelo
fallido, terminando assim o processo.
Tercei^* prfe < priRi
r.i Ititeri do convento
de 'Voss;; tSenlioiM do
Car;.'o.
O abaixo nssignado venden os seguintes
premios, e convida os postuidores de di-
tos nmeros a virein receber o compe-
tente piemio. na piarada lndc|)eiiden-
cia n. 40, ate a quaotia de 5005000 rs.,
e os de manir valor em seu escriptorio,
no rua da Cadeia do Recife n. 50, pri-
meiro andar.
"190 5:000^000 em 2 quartos.
..iiiinra-e ouro de le., e paza-M melhor dsi
que em oulra parle ; ua rua larga do Kosario n. 17.
junio ao quartel.
Compra-ae om par de ratlii.-aes de prala in
felio. de oslo moderno e em bom estado, aao al
duvidando dar mais alsdma coosa : na roa Jlo-
.va n. 33.
Compra se cITeclivameule, lata... hronie a catira
velho : no doposilo da I un li.; i. da Aurora, oa ru-
do Brum. loso na entrada n. >n,e na mesma fundi-
ro, em Santo Amaro.
Comprase o codiso uiiivtrMtario por Mr. Km
du : na rua do Celltgit n.ii |. andar.
>a fabrica de espirito* de Josc Joaquim Lia-.
Ilir.i", rua Direila u. 17. compra-ie cuuslaulnaeii.e
arrafai e botijas vasias, sendo (arralas braacw qae
nao serv-sen. para oleo a 100r. cada uma.
I&dft.
AVISO.
(Hcredores de Rodrigo Pinto Moreira,
selleirocom loja na rua Nova n. 29, que
morle da primeira mulher que diz Vine era su nao assignaram a convencio eila no dia
*h. oVii?.rr.miei. ZJr 'Pu 's" 04'"":"';! ?ra i 2 de abril do corrente anno eom o dito
essa he salante, Illm. Sr.: tm conclusa., dir-lhe-lici
qoe a> duas inulal.s de que Ira!. ao tea anni.nrn,
eram de minli.i propriedade, como o he a cr..vn
apprclienli.la, o que provarci em ju'zo -e para ah
mc.quizer rond.i/.ir. c enlao datpmand anal iiisi-
nuaces. farei o .ue me cunvier; mu.tu me admiro
nilo ter locado no poni principal do meo a...,nuci
de If) do correnle. ttd he, sohn- sublraci.ao da ne-
Sra. Kenfc li dejolho de |s:h.
Joaquina la..acia Mavijner Ferreira.
O Sr. Anlonio Joaquim Kibeiro queira por ob-
sequio declarar a sua morada, qu- te Ihe deleja fal-
lar sobre nquelle vale que Ihe patata Joo A. tion-
raives, pois esl.. innili calvo, e n,lo serve para o lim
que Ihe fui paseado Islo Ihe pele
O inexperienle.
Anlouio Joaquim Salgado, vendo no ..Diario
de II) do enrenle um annancio diada irem a pr
i;a :t barricas coin farinha, que me foran, peuhoradas
ente
devedor. s.oconvidados a comparecer no
pra/.o de oilo dias, na loja de ferragens do
Sr. Srliastiao .lose da Silva, na rua Nova,
para veri liea r-se os seus ttulos e 8erem
contemplados no bal.meo definitivo do
referido Pinto Moreira. Recife 11 de ju-
lio de 186.
Aluga-se umi cxcellenle casa de um
andar e solao, coin coin modos para nu-
i, rom quintal, cacimba e
rua do Scve do bairro da
merosa famil
cocheira ; na
'IBoa-VlSta, junio a casa em que mora o
Illm. Sr.coronel Muir.; para tratar na
Roca;se ao Sr. que por entraos levou dos ban-
cos da academia uma capa de borracha, que mande
enlrezar asen legitimo dono, no sobrado da praea da
ltoa-\isla n. :>, acreditando que nem por sunho"sup-
pomosma' fe de sua parle.O desencapado.
Ouarla-feira Iti de julho llavera' nm mnibus do
Apipucos para o thealro, a partida as li hora* c meia
e volla qnandn acabar o thealro: a pessoas que qui-
zerem bilheles vilo ao escriplorio do prop ielario na
rua da ailea de Sanio Antonio n. 1:1, primeiro
andar.
Precisa-se atusar prelos rorro ou captivos,
para srvenles, trata-se com o aballo assignado : na
rua do Hrum fabrica de sellase labio a vapor.
Cimillo Augusto Ferreira da Silva.
-- Precisa-se de urna ama para rozii.har c en-
2oiiiin.il- para pequene familia : na rua da Cruz
n. .11.
Li.'sjoes de piano.
Lecciona-se piano por melho.lc muilo fcil e pre-
%o em coala, havendo piano para esludar, quem o
por ecucao de Pedro Fer. -ir dos Santos, declaro
que nunca li\ Iransarcoes de qualid.de llgama com
ese Sr. Sanios (i. da C. e era ao menos o conheco,
e que e*sa exeeoeSo foi promovida por Jos l'ereira
da Silva por :l:l-v, que vencen como vendedor de pao
de A.oir .N'au/.er. sootra quem .levia dirigir a sua
ejecuta... o qoe nao fe/ por Ihe 1er extraviado cenlo
e lautos mil res que nao den conlas por rujo direi-! le
lo e Ihe inove aerjJo sumaria pelo juizo do commer-
cio ; eis a raz.So porque fez eesso i anlo para ale
pagar o que devia ; breve ser putilico lo los os pro-
menores desla lidicula tan;, e dos ....mes que lisu-
raram nella.
Desapparcceu no domingo. 1:1 .lo correnle,
uma eterava de mime Calbarina, de nacSo Angola,
de idade :KJ anuos, catalura alia ; f.u atcrava do le
nenie-coronel Leal, tahis a vender uns Iranios em
53, segundo
um balaio deuea do Porto
l-jve a rua da Iluda n. 52,
quem a apprehender.
GAMITE PD TIJGliEZ
ruada Cadeia do Hecife n.
andar.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. Joo Moreira Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Manoel .lose' Le-
na rua do: Quemadon. 10, afim de
amiga velmenlesaldarcm seus dbitos.
I).i-se alinoco, janlar e ceia com aceio e prom-
plidilo, por pre^o commodu ; quem pretender diri-
ja-se aa paleo da Rjjbeira n. I",.
Na loja .lo sobrado n. !."> do ;-ateo da ribeira de
S. Jeso. lava-se o en2omina-se com miiila perfeiclo
e aceio, e com a maior brevidade p.ssivel.
O Sr. Fredenco Jacques queira di-
rig r-;e a livraria ns. ti e S .la praea da
negocio de sen inte-
88 VOO.sOOO 1 dilo.
11)80 200x000 1 ditos.
>7, 3258 1 OO.sOOO .( 1 (piarlo.
i.Vi 50|000 i. 1 dito
SO O.sOOO .. 1 ditos.
p. .1. I.avne.
.. MB. .- ,*. <*V ."V *> .'. ,;i. .-*,.-. V l.ar.'*
. -.-;..;w ..;..---...--...-...-..; $..-.,;,.---..-..--...-
? Consultorio central homeopalhico -'
Q do Dr. Sabino Olegario l.udgc- $t':
*'} ro Pinho, rua de Santo Amaro, '.',
i'': (Mundo-Novo n. li. -;;
-> Kvi-lc graade aortlraeato de crieiras \
''.* com medicamentos homeopatliicos, pelos S
'* l'recos ja cnihecidos. ',,."
.'..., .,.....,....,.. ,;.. .:. .,. ... ... .v,r ,-
Preis f rvotis.
Seja prudente, por-
que se um da loober se quem foi, l.olar-seha ne-
la folha o nome por eiteneo. I-Vamos a espera e
alerta.
Kua Nova n. 18 loja de M. A. Cujfl & C. con-
linua senipre a ler nm grande .orlimenlo da
obras feilas de alfaiale, tanto superior, como mais
inferior, camisa- francesa, brancas a de cores, gr-
vala, colaiihhos, chapeos franoetet, ditos de tl, de
seda e pannioho.sotpensorioi de be racha,mcias para
senhora, hornea, meninoa, raxendaa para faier-te
Mehm desenleT,'.^'-""""';''" "'", ,"i"or ,,res,e- Ksla > pograpHia tem e.xcellentes pre-
za e num desempenho ; cuitan qualquer pessoa que l J .-'"' .
vier a esta loja, tirara um ral,, completo e por pre- l0b.'lt; ",|T0 P1"''1 vender, c seu propnc-
,;u mais eoinmodo do que cm oulra qulquer paite. tarn se encarrega de airan jar pequeas
C. STARR & COM PAN I HA. Ivpographias prompl.as para liabalhar,
llespeilosamenlc annunnain que no -eu citenco Por P'eeD commodo.
eslabelccimenlu em Sanio Amaro, continua a fabri-
car, rom a m-.inr perfeicAo e prumptidilo, loda a
qualida.lc de macbnismo para o uso d'asricullura,
navegaejo e manufactura, e que nara maior rom- ,- .
modo de sens numerosos fregue'es J do mblicoTn,!' Pal'a ll(l.uldi"' tdas as dividas do Seu
ral. tem iberio em um dos grandes ai,na/e,, du casal, convida aOS crcdoi'CS do mesmo ca-
i, airas do arsenal do sal, tenham a bendade de, no niazo d
otodasai.resenlarem em
Na loja das seis
portas
lim frente de Livr.iiocnlo
Alpaca de algodo de quadr.is, .le duas larga-
ras, boi.ilos goalos, para vertido a palaea o ao-
vado, cambraia de seda, superior qoalidade e te-
los m lernn a dez losle o cavado, chais dr
quadros e liso, lilu liso e bordado, lencos para
meninos bnncarrm, eom averia a viniera o len-
to, um complelu sortimentu de fazendas de to-
das as qoalidade, em peca e a relalho, qoe k
querem reduzr a sedlas, por mena prefo m que
em ontra qnalqoer loja, sendo dinheirn a vute.
B Vendem-se Q
^ Ricas pilarinas de fil e cambraia borda-
',,' da para hombros de senhora, cada uma pila- X
vj3> rinn le... um par de manguitos de novo os- -V
g to, a lOaOtHlcada orna. J*
->. tiollinhas de ca.nl,ra,, da India bordada ',
w" pan senhoras e menina, a 18 -3000 ea- '*f
*, da urna. -' '-
;"j Saia brdalas com tres habados. de nao- *
2 r'm francez, a :t9.VKI cada orna.
'V Koir.eiras de r.-li.M de diversas cores, pa- 'V"
ra senhora, a .VHHK) cada ama. '. -
- SMas lizas e de quadro e Irelra, a Z
^ l>W' r. cada rovado.
@ I.ro.de tupies liro furia-core, com pe- O
. queno loque de moto, a l|0 cada covdo. j-.
<> t hales de seda de corea rom a ponlaa '*:'
bordado., a Sa e K13OOO cada um. ..-
S\ Lenco, de sarja de Ida da India, a laDIIO ."'.
SE cada 0111. ;'
lUizias de lencos de cambraia de linho, a V
^- VTtsji), lervem para senhora e para homem. 7*
-., Aloaca liza e de quadros de algodao e -x
g seda, a 500 e 320 cada cavado.
",t Na roa do Crespo loja amarada o. i.
Veade se .una escrava que eoiinha e eawr.-
nia : .11 rua da Prala n. 1, m dir' qoem veade,
Vi nde-e om palanquim om Uleiro de Ir fa-
ces coa. H a 10 palmos de altara, todo eaa bata ta-
lado por cotnmo preco: quera quier dirija-se a'
rua largo d.i Kosario n. 37, loja de fuaileiro qae
se dir quem be.
.Na rua do Cres|)0 loja ama re la g
11. V, de Antonio Francisco Pe- f.g
reir, vende-te J
I'aillos de p.ono lina preto, forrado* de r
y.\ seca coin olla de velludo, a OgUOO.
*iy Sooresaca de panno litio prela,
-^i be.n dcahadii possivel, a 3(151100.
fi Osaras de panno fino preio, a :*rxi.
;:;' Colleles de elim e nrgurao prela e de eo-
iSf res, a ti.>00l> cada uro.
gj .'aillos de sarja prela da seda, a dfcNKM.
j.j Hilos de aeda de core, a 123000.
-" Dilo de bramante branco de linho, a
O |U0D.
rft iMo> l, ui,* l',rd" da liado, a atinO.
J*^ Dilos de mcliui com lilra de core, a 3
B lajeo.
Du/.'.as de carnizas com peila de linho. a *k
Z i-VJKK).
Ditas de mtiiim franerz, a -J*< c 3090(10. s\i
! l.-i.i de pcitos de linho para carniza, a -"'.
i hh*). x
Ijalejat de rasemira no,dada, ultima mo- m
$ da. ehegada tu. ultimo navio de Par, a ";
a onoti.
X li nulras mullas faienda de linho e seda 'J
:-J lodas de Reato e por barato preco. "&r
&OOO OOO& & ->:?.i1CH
Veode-tc milho e farinha por prero coramo-
do : a fallar no trapiche da IVIlounuho.
Veadem-ae bons chapeos brancosda fabrica de
Ijutlherme Tell no Hospicio.
Vende-te urna c. perial 1 _'m> : a Iralar na me.na rua 11. 19.
^a rua da Fraia, armazem n. 2!) vcade-se r-
rnz cora csca a :i?j()0 o alqueire.
O
O
o
3
mais "".'"
O
Q
O abai\o assignado eucarregado
tela viuva de .loo Francisco Paes Barre-
marinlia, um
pretaSo,
como fund, -
cunduzir l.'ii 111 as
Independencia
resse.
Por ordem do II
IMUBA.
Scilocg.
iai7 ?. "genU 0liveira far leila- Pr ordem e c,,n-
i.i|'iedivers..s,ds predio seeninles: ni lo casas terrea
em rora de Portas, wdo -i ao pe da ireja do Pi-
lar, n. 1., 17,19 e 21. .las quaes 3 eif.tcm com la-
r^a,'" "<1 he de """"da, 2 dlas no btreo I areo
n. .X) 92,1 com taberna, e ontra de morada, e
havendo
nilo livor : na rua do Vigario a. 22.
SOCIEDADE ZOOLGICA.
Nao pn.leii.lt, ler lucir a sesso ordinaria domin-
eo provimo passado, ficou transferida para quinla-
feira 17 do corrente, Is dez hora em ponto.O pri-
meiro ecrelario, M. da Cunha e Figneiredo.
"~ Oa ahalio assignado, moradores da comarca
delsazarelh, desejam saber do Sr. l.uiz de Albu-
querque .Maranhilo, senhor do eogenho Malemba,
na mesma comarca, porque meio no artificio obteve
ou Ihe foi asmaos orna carta firmada pelo abano A pessoaque anuunciou querer comprar u ar-
assignados. A declarado do Sr. Maranfia mu,lo 1 rendar um slio que lenha abundancia de capia lodo
servir* para esclarecitnento de crios boalos.Jos | anB0, P",,e procurar na rua da Praa, serrara 55,
Ignacio de Andrade Lima.Jos .liara Cardozo. 1"p achara com quem iralar.
Fnbricio Come de Andrade i ma.-- los .iernnvmo ; Precisa-se de
"s Srs. C\priano l.uiz da Paz, ua rua lo Col-
legio, Joio Ferrtire da Luz no sierro da oa-Vsla,
na nadarla do Sr. Reiriz, dirlo quem d a quanlia
...m. Sr. presidente do eontcllio de 3009, OO3, :,(Me efiOOa mil res com bvpollieea
oeiiiicral.vo, convnca-se o lucmo consellto para a I em casas terreas,
ses.flo ordinaria do dia 15 do prsenle mez, pelas 61 D., J
horas da lardo. Hecife 13 ,e inllio de ljti Joa- cc-se por favor ao Illm. Sr. coronel mora-
[ dor... Sr, ,!e un
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dilo seu eslabclcriinenin.
All adiarlo os compradores um rompleio sorli-
inenlo de moendasde caima, com todos os methora-
,ne.....s .iun delles novos torlginaetj que t ej-
poiienca de mullos annos lem mostrado a necesi-
dade. Machinas de vapr de baila e all
lanas de lodo lamanhn. lano batid
das, carros de mSo, edites
d'assucar, machinas para moer mandioca, prensas
para dilo, for.ios de ferro batido para lannha. a.a-
irs de rrro para alambiques, crivos e porta para furnalh.,. e
urna iOfllUdaUe d'obra de fetr,,. que sera enfadonl... I <*,
enumerar. No mesmo depotilo estola una pessoa 9)
inMIlgente e habilitada para receber lodas as euro- A
menda. ele. ele, que ,, annunciatiles contando | Z.
com a capacidad* le su., ollicinas e macbnismo, e W
pericia ,1c eus oflleiaes, se cumpromellem a tazer |
eveciilar.com a meior presteza, e perfeicao, e e.vacla I W
conformidale rom os modellos, ou lUscnhos, e ins- ; fija
trucees que Ihe forem fomecidas. I ?Z
no pra/.o de
sua' casa, rua
de San-Francisco, todas as suas conlas
competentemente organis&das, alim de
se poder realisar a referida Ikiuidacao.
Recife 10 de julho de 1856.
R. .1. Baiala de Almeda.
i
rmr.
PO C0MLT0RI0 HOMO'
PATUCO. I
Kua das Cruzes n. 28. P
Continua-M a vender os mais acreditados <$
medicamentos dos Srs. Castellaa e Wcber, i/fi.
em linturas e em glbulo, carleiras de to- W
dos os lamanhos muilo em conla. t/
Tubos avulsos a :^M), 8(M) e IjiMH).
1 oura de Untura......5OCII w
Tubo e frascos vaiiof, rolliaa de corliee ?&
para tabo, e ludo qnanio he necessario p- .
> oso da honueopalbia.
> -jq 9 "ra o oso da homceopalba. fr-
Aj fin ti 1 ir^ ^s-:sss#
Ijr m.wA,m.U.vM.M.\.J*JPm r'ecua-te de ora feilor pare uro riiio awllaa-
j giiinho. pamada o sitio do Sr. Teiveira immedia-
... *" li, :. li .l,r ,11. ...um.. bIII J__I IO .1 ....
.1. Iluiiilcrcom l"ja .le alfaiale na rua Nova n.
52, recomnienda-se 105 seohorea que quizerem pot-
nr ubr^s, i-nuin calcas, colleie, casacas, ele. fcila
auioho, pamada o sitio do Sr. Teiveira o immedia
10 : a Iralar 110 inesun, aillo, 110 domingo 13 do cor-
renle, das ti) !ior,s do manhaa as li da larde.
Srs. redactles.CI,udiuo Romualdo Mar.ins
quini Ferreira Mendo liuimarfles, I.- secretario.
I -,,a rua do Rangel n. (i, precira-aa de um pra-
licante de pharmacia.
- .No dia 15 do corrente, as 11 horas, se ha de
arrematar em prega do juiz de orphao, uma porfo
1 de jolas de ouro, peni.oradas a Conslancio Ca.noziuo.
Uflerere-ae uma ama para rasa de homem sol-
Iciro, para lodo e qualquer lervicsde portas a den-
tro : qoem quizer dirija-se a roa das Trinrheiras
1 n. 7, que achara' com quem tratar.
rom perfeic... Ncsle eslahelecmenlo nao se meen- d!" ^eves, guarda nacional da segunda coli.piinhia
igeaho c tres mil paes por anno,',r:,ra '"a de fabrica, smenle obra feila p.,r encum- ^ lerceiro balalliilo de olantaria, vem por meio
: que .leve 110 janlirn publico V.b:lli() reis, desde abril menda, de baixo de Inda a aramia, com Inda a per- j deale agradecer aos Illm. e Exm. Sr. commendan.ir
de l'l ,, de llores que comprou, aade pagar esla
safra a ili qui.nlia. K..z-se este aviso, porque nilo
te. tem lgoado res|ion.ler a ti ou S carias, por ora
islo s sera bstanle ? veremos.
No jardn, publico precisa-se alugar dous pre-
tos que no sirvam para aervieoa pesados, podem
ser torios, ou aleijados e velhos."
Os liillietea com a rubrica do alai\o
assignado, sao pagos ineontenente, na
Independencia n. M, ate o
50DS000. Polycarpo Jote
acre
VaW
Pacheco de Arbuquerqoe Maranhao.
Imla : ua rua da Cruz n. 52,
ma ama para casa de pourg i,-
prai;a da
premio de
Layne.
Precsa-5a de urna ama .le leiie,
Iho melhor : na rua Bella 11. 90.
-eudo sem B-
MUTILADO
O abaito asisnado fa/. publicj
Chales le meriu., horda los a seda
a matiz, pelo barato pre?o de
Chales de merino fino ron. barras matizada, a "Vdat
Dilos de dilo prelos eom franjas de eda, a 7>M0O
Dilos de dilo de cores rom defeln na franja, i? 100
Dilos de lita craudes de 1. das cures, a 2gHMI
Ricos v *slidos de seda rom Icque de mofo, t JU^INKI
Liada Nata de core de nov.r? padrn, a 190D0
o covado.
Chaly de qu.idro de liud.s core, a 'MKI rs. a cavado.
Fular d> seda rom quadJ.-s astlinadn, H00 r..,
cova..,.
Lia do quadros coin .", p linos de largura, a aW r-.
o cavada.
Sarja pitia lavrada para vc-lido, a i-.til rs. n ca-
vado.
Iirosdenaples prrlo om > palmn, de iargara, a
i^il o cova.lo.
S.rja p i-la venl.ideir.1 liepa..hoIa, a DjaW s. o
cova.lo.
Romrias de rer,./ uialzada>. a IIIsKIO.
Maolat de blond pela c branca'-, a ilHWO.
Panno arelo c de cores, prov., de liniao, de :l-sl
a 4-SKKI.
Selini lelo macano u.ellior possivel, a :l.- vado.
Casta Irancezas de core: lina*, a 210 o covado.
dulas Irancezas lar-.-** mullo linas, a 2H0 o ovado.
Kiscad. fraucez cota 3 palmos de laruura a 2111 rs.
u eos eda.
Palitos de alpaca prrta una, a t.-ill
Corles ne caeeinira de core muilo fina, a *JI0
Dilo- di! .lila |-ela lin,,, .-i
Cortes e rllele ne selim preto bordados, a 150UO
Pedos 1 ira camisas lira,,,-.,-, e de cor. a *00 rj.
Collar.1 !,os feilus e eataaMS Ir.in-,-zas.
tamizlas e meia de i., j brancas e prela.
que eu enro Lenca de seda, de peto, malta, a isSIai.
reicr.o posrivel, e sempre do gosto e da ullima moda Domiimos Affonso Nery '-'erreira e andislneto ma-
da Enropa. Ser., igualmente mallo convenienle e jor comman.lanle nterin,. Antonio Jos de Oliveira
ifC.ii.in.Mi |.,\,.| aquellas pessoas que morara n'algu- i Pretal, c a todos os seus amigas a soperiores, que
ina distancia desla cidade, < que querem suas obras \ se einpeubaram para sua soltara de bordo do brigue
fe,la-en,11 hr, idade, c no prazo marcado. Tambem j Ctpibaribe.
enconlra-se ciulinuadamente no mesmo estabeleci- '
m'""UA^L'a fazeu,Ja Pi",.a.'nal1utr 0,," O Sr. Joao Soarcs la Rocha, morador 'actualmente : Lencos de wda'de'rV* para areta" a r-
Arrena;-se o grande .lio na cslrade de Joao ua villa de Serinliaem, ota pode ven ler as escrava i Cobertores de eluodu randa a 700
. ..71"; ,C"'", "a|>e ?""?* ,caM "0,'',' ""lo I Clara, de i anno, e Manoell de r\, com urna cria Cbarlores de lia besp......., .1 :WH||
ron I,'. "1 ,,.Ptra ll"E S !'" ^,im*' dc ,nncs' de "omc Ma""el- cri'""'- 1"e -hem I Chales de mer.i,., l.anc.a.l... linos. ,rdaoV em doas
da,le TSSt v ve! r, c n, ," ^5" q"""" "" "" P""er' ''"':"ccn'fs ca'al "' nunncianle, | ,onl... ma a mal.z ou.ra da u,em. tt> .. 11*.
aaMttflVaeh tSLSSLTl!! c.1ue,r" n',vos I"' "** "'.......,0 '"ventano qne lem de fazer i Dilos .).- meruu, trancada Iran.a de se.,.,
? u,??J l '"""*" l"<|rt" P- 1"" "'lcn: por mnrle de soa mulher. que deuan.lr, 5 lilhos lem Madapoln muilo li..., .1. -; ,m, a
la III cavallos pelo verao, e ulr. con,modo. que ,, por elles de ser parlilhado seus puucs ben ; pelo Dilo .001 i p .In.os de logara I..... ;.
lAn,?,'! L-m? nnce,.;.,n.,. que .ichar.i l.ir.appareca sobre dilos escravos. Recire '.T de, Em frente do bocee da Congregacio,
com quem Ir.dar. l Junho de 185b.-Mgntl Goncalves Pinto. | bolica. a segunda loja de fatenda.

lataa
-^ftlOB
pactando a



'fWQ -'BntO TE'C* F-! I :: JULHO
816
!l\IIE FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL
Vr-igo* fe biogem.
C IDADE

GRANDE SORTIMENTO
Se*
f)F.
PARISi
7m
ROUPA FETA.

O abaixo assignado, participa a seus numerosos fregueses, c ao respeitavelpublico desta capital, que mudou o sea estabeiecimeuto da ra do Collegio u. 4, para a ra do Crespo
u. 4, casa uova ao p do arco de Santo Antonio, ondecontina a ter scmpre umgcompleto sortimento de chapeos de sol de todas as qualidades, tanto para hornero como para senhora
grande sortimento de roupafeita, perfumaras, rticos jiara viagem, e outros muitos objectos das primeiras casas de Pars. *
Cobre-see concerta-se toda e qualquer qualidade de. chapeos de sol com muito asseio e promptido. Todos osobjectos que se acharem neste novo estabelecimento sero vendidos por
menos preco que em outra qualquer parte, sendo um s preco para todos. Uecife 7 de jullio de 1856. J. Falque.
POTASSA CAL IKGEi.
No anligo e j bera conhecido deposito da ra da |
Cadeia do Recife, escripiorio n. 12, ha para ven-.
der inuito superior potassa da Kussia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo i
a prejos muilo favoraveis, com os quaes ticaro I
dos minadores satisfeilos.
Veode-e ama prela criuula, de bonita figura,
eom 20 anuos de idade, teodo algumas habili qaem a pretender dirija-se a ra do Facuodes sobra-
do n. 18, que achara' com quero tratar.
Vende-se o bom e muilo acreditado rape Joao ,
l'aulo Cordeiro, da fabrica do Rio de Janeiro, rap
este liem aceito pela -u,i boa composir.a'o, c ase-
malhar-se aode Lisboa, pelo sen aroma agradavel ;
vende-s* de 25 libras para cima no deposito da ra
da Cruz do Recife, casa n. 17 ; eem retalho as li-
bre, lias lojaa seguintes : bairro do Recite, ra da :
Cruz, Fortunato CardosodeCouveia, ra da Cadca,
Jos Gomes Leal Jnior. Jos Fcrluualo da Silva i
Porto, Thomaz Kernaudes da Conha ; becco da Ca-
ciba, Antonio Ramos ; Santo Antonio, roa do Quei- ;
ntady, Manoel Joaqoim Candido Teixeira ; ra lar-1
lia do Rosario, Manoel Jote Lopes, Mannel (oocal- i
ves Barros ; paleo do ('.armo, Jet Joaqun) Ferrei
ra de Souza, Joaquim Manoel Ferreira de Souza ; I
San Jos, roa Direila, Bemjamiu Franklim da Cu- !
nha; Boa-Vista, aterro, Joaqoim Jos' Illas l'erefre.,
-- Vendem-se eicellentes cavallos de sella e para
cabriolis, na cocheira do largo do Arsenal ; as-
sim como na mesma se dir quem lem tres escravos
para se vender.
Vende-se ulna eseellenle escrava. parta, de
idade de -24 anuos, com elegante ligara, sem vicios
nem achaques, propria para mocurnba e engomma
bem: quem a pretender, dirija-se i ra larga do
Rosario n. 46.
Bom e barato.
Ao lado da igreja da Soled,.,le. esquina de Joao de
Barros, taberna, vemlem-se genero* muito bons e
baratos, como sej.m : lingoic.at do serlao c do rei-
no, queijos os mais novosdo mercado, DMOteiga in-
gleza de 640 a lol20, dita franceza a 500 rs. e CO.
banha de porcoalva a 460, vinho de mesa. Lisboa a
56 e 640, dito Cele a 560, Figueira a 64, l'orlo a
00 rs. e 1*000, .cbaJiyssoi. 1-31800, 23500 e 25000,
dito preto e herva nraVe. paisas, bolaclnnlia ingleza
de araruta, doce, e biscoitinhos, massas. espermace-
te, charutos liaos a :t>, 29500 e 2? a caixa, bilbeles
de lotera muilo baratos, e muitos ganeros bous por
barato prero.
Caf moido
puro a 21 a libra : no deposito de assucar da ra
estreita do Rosario n. 23.
camisas de linho.
Vendem-se camisas com aberturas, ponbos e col-
lariohosde linho a 305 a duzia : vendem-se lambem
cobertores de algodAo a 64 : na ra do Crespo, toja
da esquina que \oll.t para a ra das Cruzes n. 16.
Vendem-se 8 escravos, sendo 2 ptimas negri-
nliaa de boa conducta, ditas de meia idade, 2 mo-
lecotesde idade de 18 a 2 anuos e 2 pretos de ludo
0 servir-i :,na rna Direila n. 3.
Vende-se a taberna da ra Direita u. 27. a
qual estft muito afreguezada pata o mato e para a
trra, e sendo que o comprador Ihe convenha 0,1o
licar com todos os gneros, se Ihe tiram alguna, puis
agradando te faz todo o negocio ; na mesma se ven-
da doce de goiaba em caiies de Pie 11 libras a
15200 e 15, loas viodasda liba de S. Miguel a 560
a cuia, peno chernus a 200 rs. a libra, manteiga
ingleza a 800 rs., dila a 640, farinha em saccas grao-
des a 8, 78 65, alpislu a 200 rs., e lambem se
vende um relogio patele soisso.
Vende-se superior manteiga ingleza a 560,
720, 800 e 960, dila frauceza a 640. queijos do reino
muilo superiores a 15800, azeiic doce de Lisboa a
.560, loucinho dito a 40 rs. : na ra larga do Ro-
sario, esquina defronte da botica do Sr. Ilarlho-
1 orneo.
l\a loja das seis
portas
Em frente d i Livramenlo
Hiscadus francezes de quadrns grandes com qulro
palmos de largura a doze vintn* o rovadu, cambraia
lisa para vestidos a pataca a vara, Cana piulada a
meia pataca o eovado, c todas as may. fazendas pV
preros menores do que em outra qualquer loja ; e
para isso est aberta das 6 horas da raanha al M !l
da noite.
Fei/ao mu latn lio e blan-
co de Lisboa.
no armazem da travessa da Madre de
Vende-se muilo bom milito a 3$ a sacra: no
caes da alfaudega, armazem do .Mello.
Vende-se
lateo de superior tptalidade fabricado no
Rio de Janeiro, por commodo prero, para
lechar cotilas, acha-se alandegado: a
fallar com Antonio de Almeida Gomes, na
rita do Trapiche n. IG, segundo andar.
JIA DO QUEMADO R. 38.
Peras de brelauba linissima depuroliuho,
propria para caraiba 55500
Chitas francezas a 240 e 280
Alpaca preta milito lina 600
Chales de merino.bordadas 2 puntas I0*jU0
Ditos dito urna pona K--OO0
Em frente do becco da Congregai.au junto a botica.
Refinaria do Monteiro.
No deposito da ra da Si
Coujtioua-se a veiioer manteiga ingleza a SO
a960, clsala un ultimo navio de luglaterra, ese
veinte pul este preco por ser comprada ao mesmo
eonaienat irio ; assim como gemina de engouiuiar a
1? a arro la, e em libra a 140, caf de caroca, a 180:
na tahen a da ra de (lorias n. 4.
a bao preto.
Ja veic o sabilo prelo, c vende-se aumento na ar-
mazem di Joao Marlins de Barros.
ama
rimeira.
Josc Jhaquim (ionralves da Silva avisa ao respei-
lavcl publico, que sua casase acha sorlida dnsme-
Ihores gneros de molhados, e vende mais barato do
l/.ala-Ve- I<,ue enl P",ra parte, latas de biscoitos linos ac Indas
Iha d. 1 i (i, vende-seassucar retinado de
superior rpialidadc, de arroba para cima.
Vendem-se ditzias e meias dtizias de
cadeiras americanas : no armazem de
Henrv Forster & C, ra do Trapiche
n. 8.
i\a loja das seis
portas
Em frente do Li viamento.
Corles de cambraia lisa com 8 varas e meia para
vestidos de 2 e 3 babados a Ires mil rs. o corle, ditos
de cassa pintada de lindos goslos com 7 varas a cin-
co patacas, ditos de vestido de cambraia com barra a
dous mil rs., camisinlias de cambraia bordadas para
senhora a cinco tustoes, collarinhus de lindos gostos
para seubnra a pataca: os preros con\idam, eo
doDO da loja quer Iroca-los por dinlieiro.
Vende-se ou arrenda-se um graude sitio com
graude casa de venda de pedra e cal, leudo l,t0
cjquetros todos de troci, baixas para eapim, pasto
para animaes, cacimba e poco d'agua de beber, o
qual limita pelo lado do sul com n Passo da Barreta.
I aiiibcui se vende um. rasa de pedra e cal com pe-
queuo sitio, na estrada dos Aflliclos : a tratar na ra
da l'raia de Santa Rila u. 3, ou na ra das Trni-
ebeiras n. 19.
veiide-se urna grande casa terrea propria pa-
ra se edificar um sobrado, em boa ra, na fregarzia
de Sanio Antonio : quem a pretender dirija-se ra
do Livramenlo n. 14, que se dir quem vende.
A VISTA FAZ FE'.
\endein-se velas de caruauba retinada a mais
alva possivel e muilo superior em qualidade por ter
a prnpriedade de dar luz igual a espermacete, e nao
fazer rnurr.lo no patio e nem fazer remella, c por
isso se loma preferivel a qualquer oulra, e pelo prero
de 480 a libra, e seodo em porra se far um agra-
dir.hu : no pateo do Taifa n. 4.
H'lO I ~~ Vende-s.. azeile de ci rpalo a 2?2i a caada
.I.. L.n.urr. ..I,*,....... i o a garrafa a 32 r. : na ra do lruin passaudo o
"Iffunsexeiiiplare, dosSegra- chtf7rte priBlelM ca5aquc lems:.l0 tl,Carua,io pei.
Chc(;aram no ullimo vapor de
b Janeiro, algunsexeiiiplares dosScg
lsela Lalligrajiliia. pelo professor ingle/, retaguarda.
Wilham Scnllv, nico inventor da letra Q .
corridacommercial, segunda edicaoaug-j rdl ci
mentada: vende-se por (i.sO(M), com lin-
dissima encadernaro, em casa dos Sis.. ras Qll<: ".Sta III do
Antonio Lopes Pereira de Mello & C, rua i
as senho-
Relogios
da Cadeia do Recife n. 7.
Loja da pobre/a .
.Na rua do Passeiu, loja n. I. vendem-se corles de
calcas escuras e muilo encorpados a 1)000, ditos de
brim de linho escutos l 800 is./litos de l.nm branca
a 800 rs., corles de colletes rte fusiao de cores a 700
rs., ditos de cambraia branca e de cores a 39500, di-
tos de cassa cbila linos a-_>-, chales brancus a 610,
dilos de bla e seda a 3.;j00. rliaproa de sol a M500 e
23. peras de madapolao a :l?, :IV>0, 49, teSOO e 59,
chitas linas a 200 rs. e 1M o cavado, algodlo azul
grosso a 220 o cavado, e oulras minias fazendas, que
nao se pode mencionar por falla de lempo.
Ma Califor-
coberlose desrobcrlos, peqnenose grandes, de ouro
e prala, patente iuglez, de um dus melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
OOfl C Plez: eincasa deSouthallMcllorcj; l^mpauhia, rua
do Tortol n. 38.
Gobei torea de iaa hespa..
nbi s muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua doCras|io,loja da esquina que
vulta para a rua da Cadeia.
Vendem-e ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a i-viOO. meias de -eila de cores muilissimo lin-
das para crianras de um mci. a um anno, pelo barato
(mea de 198 o par, lencinhos de relroz de todas as
cores |iara senhoras e meninas a 1-;, touras de la
para senhoras e meninas a 50 rs., camisas de meia
para enancas al a idade de um anno a 500 rs.,
meias branca* de algodo para senhora muitissimo
linas a 500 rs., .tilas brancas e prclas de seda o me-
1ECHAIISI0 PAR E16E-
110.
NA FUNDICA0 DE FERRO DO ENf.E-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN *A
RUA DO BRM, PASSANDO O U1A
FARIZ,
lia sempre um grandesor.imenlo dos seguinte. ob-
jectos de mechanismos proprioa para entenhos a sa-
ber : moendas e meias moeodas da mais moderna
conslrucrao ; laiaa de ferro fundido a balido da
superior qualidade a de lodos os lmannos
elogios
s qoalillades a 2300, e porco de 10 lalas mais em
conla, bolachinha .le soda, presuntos ite liambre, di-
tos de llamcgo muito superior, vinhos engarrafados
de lodafe as qualidades, cha o melbor do mercado por
ser map.tado vir de conta, e muitos oulros gneros
que so,ti vista acharan verdade.
M LOJA DA BOA FAMA.
^'enMe-se baodejas'grandes e muilo linas pelo ba-
ralisjijmo uraco de 39000, fc)0t|0 e .>30 res, ocu-jmuilissimas e'boas fazendas barala,. vendein-se cor-
im.ir.o de *CO oe todas a graduaroes a | tes de chita frauceza da I covados a 23IKHI rs. e em
loja nova ao p do arco de Sanio Vnlonio, alem da
800 riis, luuetas com armado dourada a I9OOO res,
una- rom arraarao de tartaruga a I3OOO reis, dilas
com 1 ruiarao de bfalo a 50 reis, oculoscoiu arma-
5A0 1 e melal brauco a UM) re o par, lunetas com
arma ;ao de tartaruga com 2 vidros a 33000 reis, ri-
cos c acoles para cavados de homem e senhora pelo
baralissimo piero ele 800 res cada um, grvalas de
muilo bonitas a I30O res, bonitos atacadores
malina para casaca pelo bar-itissimo prero de
eis, suspensorios linos de borracha a 500 re,
muilissiino linos para suissa a;500 reis.escovas
de patente
Ihor que se pode encontrar a se 35tH) o par, .iras n.jlezes de Oltro, desabnete edcvidlO !
canas para guardar joias a 800 rs. e 13, canas mu- .1 -,-v" '"'
to ricas com reparlimento! nicamente propriM para venuem-se a preco ra/oavel, em casa de
cinturas, pelo baralissimo prero de 2950, SSjOOOe Augusto C. de Abren, na rua d
:i35, irave^as ile verdadeiro bfalo para prender t o,,,.:!',.....__,____ -
cabellos, neto baralissimo prero de 1?. ditas de lar- (l" -"-, .11 ma/Cm II. ob.
de
CadeH
covados a -200 rs. muilo larga, muilo
bertas, cortinados e ve-li.ln>, sAo d;
alegres v bonitas.
taraos a !$500i flcoi Uqoai com plumas eespellios e
piniaras liaissimas a 2>, penter- de bfalo muilo linos
para tirar piolfios a ">(X) rs., lesooras tiiiiimas e de
lodas .1- qualidarivs, ricas Iranias de seda de (odas as
cores e larsoras, ricas lilas de seda lias e lavradas
de todas as larsuias e cores, turo de linbn finssimof
de lindos padroes e todas as lar&urn, ricas franjas de
IgodSo brancas e v oulras r 111 j i t s 1111 ;i eoosas, que ludo se vende por
Cao barato preco que aos proprios compradores sar
boa para co- i vr* '1* admiracao : na rua do Queimado, na bem
cores clara*, [conhecda loja de miude/.as da boa fama n. 33a
A i I enea
dentadas para agua ou animaes, de todaa as prooar-
S&es; envote boceas de fornalbae registros de ba-
cn., agoilri6es,bronie,par.fu.os eeavilhoa,n,..i-
nhos de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICAO.
e execulam todas aseocommendas en. a faral)
ndadeja conhecda ecom a devida ptesterar rom
modnlade eio preco.
V
avalhasa contento.
(..oImua-~e a veoder a 89000 o par prero (no as
! Im conbecidas navalha de barba.fela's {.ala h-
bil labricanls qoe ha sido premiano em diverwa ai
posiroes: vandem-se com a condicao do nao apra-
i dando poder o comprador devolve-las ale 30 da.
a depois da compra, realiloiudo-ae a importancia era
.viseado escuro e muito largo, proprio para roana Re"?.'* T"" C" "* Abre* "" d* C,dei, *
de escravos a 160 o eovado, colchas brancas aiamas-
cadasde muilo bom go.tn a 53, aloalhado adamasca-
seda
de co!
300
peni
muilo linas para cabello a tilo res, capacho* piula- l"c,l" dos (rompridoi e redondos a 71X1 e 1000 res, lio- l",sso P" o sul ; vendem-se a lli> o ceulo, e all
IIHIIW i!E IIAUH:ill.0
: A 16,000 rs ocento
I) deposito das bichas de llamhurgn, ma estrella
do liosa rio n. II, loroou a receber nova remessa de nos quatro cantos, loja de faiendas da boa f n. 22
Perfumaras de
.lo com i palmos de largura a 13600 H vara, loalhas
de panno de linho alcurniada* e lisas para roslo, as
mais superiores que lem viudo ao mercado, ditas!
para ine-a, guardauapos adamascados e oulras mui ,
las fazendas por preco commodo : vendem-se na rua 1
: do Crespo, loja da esquina que volta para a rua da
Vende-se a rica fazenda lindeza, ebegada ullima*' Cadeia.
Lindeza para vestidos
mente de Franca, pelo baralissimo preco de ljs0 o
eovado. Esta fazenda he de pura Iaa seda, e os
s.'us padres silo os mais bonitos que ale o prsenle
tem apparecido un mercado : na rua do Uueimado,
menores.
gam-se a 32 as graoda*, e 200 r
Calcado muito
barato.
r
Vende-se na loja que foi 159000 re I juitao do Amaral, todos os obectos ;ili
laUO res, n-! .
letal para col-1 ententes, constando de sapatos de vanas
bom
loesllioissimos oe madrcperula para ramisas a I32IKI
rs. ajsroza u 120 rs. a dona,ricas canelas pura peniia
de Jco a I20reis, ricos |iorli,-relogios a 18800 res,
can is de metal muilo linas para rap a ."lOO o (00
reis, escova linissimas para uuha a 320, 500 e 00 I
reis escovas para roupa e cabello o melbor quepude
hav ir a 19000, l.>200, 19300 e 2 reis, pinceis lios
par barba a 200 reis, duzas de facas e garios linos I
3.34000 res, ditas de cabo de balance inuitissima
lin. a i.-iiiiii a ilu/.ia. ditas linissimas ile cabo He!
mai lim u mellior que piule baver a
duz a. camisas de meia muilo finas a
cas abotuaduras de madreperola e metal n___
lele e palitos pelo barato preco de 500 e 600 reis,. (jualiddcs, cotirode lustre, inarrociu'niu
finsimas navalhas para barba em estojo' de uina e hp/i'iio Ir tnrlr, p vpmli- Iviratn ivv?
di., s navalha, pelo baralissimo prer deHttOO- ^,"e/.U'O, Uc, tudo se vendt btalo JlOf ^um ^ _
tojn, candieiros americanos muilo bonitos proprios liquitlaCHO t(|tte estSO nt cedendo OS cre-i divergas qualidade
paia esludanles 011 uesino para qualquer embale- (loresdo dito estahelectrnrillo. I de haver, e oulras
gosto
VendeiD-ie velas de carnauba bem; acabadas-
sapalose e-leiras, chegados recenlemenle do Araca-
l>, per menos do que em oulra qualquer parte : na
rua da Cruz n. 3i, primeirn andar.
Vendem-se caitas com vidros para vidmeai
vidros de bocea larga com rolhas do mesmo, o roaior
sortimento possivel : em casa de llarlholomeu Fran-
cisco de Souza, rua larga do Rosario n. 30.
\ endein-se madapoles linos e de oulros. com
pequeo loque de avana, por preros muito bara-
tos: na rua da Cdala- Vaina u. 24, primeirn andar.
cin enlu, ala boa luz que da a cuinmoriidade
|ie poder ..-mli.i ,.r ou pr-se enrcima de qualquer 1-indO sortimento de Cilltat ro\as para lu- nhecida loja de miudezas da boa Tama
pele barato preco1 de 5*000 res, pastas para to, 110aterro la Boa-Vista n.'l ().
Na rua da Cru?. n. 21), primeiro an- f0'", D-S? 1 1 a bi,la|o preco de/20 res, e oulras intilsimas cou-
dar, vende-se cha' preto, Absiuthe, espin-jsas
gardas de dous canos, espartilltos para ^
preservar do cholera ; tudo por prero
commodo.
Vende-se
Dos n. 15.
.'''..-rAfr?*>.'i-r-
-..:-<
s Kua do Quei- S
fmadon. 10, |
9 loja de Santos Goeho; |
9 Tem para vender um completo e riquissi- *
>& mo sortimento de chales de merino tanto @
^ bordados como lizos, de lodaa as cores, com %
j. franja de reros, e muilo mais baratos do ??
? 1u a outra qualquer parle, dito com ri- %S
v;'- cas ealam, as e muito muderna*. pelo preco g?4
de 59000 cada um ; sedas de lodas as cores f;<
g e muito bcasilos padroes a 1S00O o eovado ; 'r'i9
T&- chiUs francezas de padres miudinhos, pelo v]
3* baralissimo prero de 210 o covato; aberto- -'1
Z ras deesguiao para camisas, a 3000 a du- ';'
^r zia; corles de casemira de cor minio Anas \if
* bonitos padroes, a i? e 3*000 cada g
fia corle : assim como um cavmplelo sortimen- ,
* lo de madapoln, que a diuheiro, se vende V-
W muilo barato. 5g
Vendetn-se tres estollas bordadas a
ouio, bastante ricas, proprias para (|ttal-
quec Sr. vicario de gosto : na rua Nova
n. 2*.
Potassa e ca!.
Vende-se potassa e cal da Kussia c ame-
ricana, chegada nestes das e de superior
qualidade e cal de Lisboa ta mais nova
que ha no mercado : no uni deposito da
rua de Apollo n. 2B.
Vende-se
lio de vella e porrele, loalhas de duima-
raesde svpersorqSalidade, lizaseadamas-
' idas, para mesa: a (rilar com Antonio
de Almeida Gomes, na rita do Trapiche n.
10, segundo andar.
Vende-se
lpica preta de superior qualidade <>m
pecas, archotcs do Porto, tudo por com-
modos preces: a fallar rom Antonio de
Almeida Gomes, na rua do Trapiche n.
It, segundo andar.
Continuam-se a vender as melhoros
loalhas de puro linho por pieco que agra-
da ao comprador: na rua do Crespo, loja
n. 10.
Loja da pobreza
rua do l'asseio n. !), vendem-se para acabar, chitas
] lidas, padroes escuros a 14 e l o eovado, brins
de linho escuros a 200 rs., panno lino azul grosso a
. 2? o eovado.
A a loja das seis
portas
?m lente do JLivratnento.
Cassas escocezas a doze vinteoso eovado, e pinla-
, das a meia pataca, riscado monslro a dods tustoes o
' eovado, cassas bordadas para cortinados e l.abadns a
pataca a vara, cortes ile cassa com deleito do capan,
| leudo 11 covados o corle por dez lusloes, lencos de
Iaa para pescorodeseuhora,s e meninas a pataca cada
um, lencos bordados a novo gusto para man de se-
nhoras a dez tusloos cada um, maias tinas para me-
ninas a doze vintens. Est a loja abarla das ti horas
da mauliaa at as 0 da imite.
\a loja das seis
poMas.
Em frente do Lia menlo.
Aovo riscados fraocezes de lindus padres a meia
ataca o eovado, paupuliua de la Gnissima a duas
n.l
rdar papis a fcdu reis. espelbos para parede com
da
IOf
RU
amaran dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo
rjs
CO
Na loja da boa faina enrunlra-se scmpre um rico
siirliinenln de perfumaria de todas as qualidades, I com bombas d
sendo >eu autor o mellior qoe lia em Taris, riquis-- '.-'
mo- liasen de evitados innilissimo linos, pelo barato
prero de IfttOO, 1*500, 2-3 c 2*500, jarros de pnrcel-
laua delicados e de modernos gustos com banha fran-
cesa muito lina a 23. frascos com esseencia de rosa a
320, paos de pomada Ir.nceza muilo boa a 100 rs.,
frascos pequeos c gr.udes da verdadcira agua de
Colonia do Piver a (HO e 1/000, saboneles Tinos e de
,ps para deuleso melbor que p-
muitas perfumaras, que se ven-
dem muilo baralo: na roa do Queimado, na bem co-
n. 33.
Moinhos de vento
ipara regar borlas e bai-
aiCaode I). W. Bowman,
O.KetO.
d- Lisboa.
e orna porcn debarriscom cal de Lisboa,
.rato preco, c retalho a :t& o barril t na roa da
... .in.i do Kecife n. 50.
31,300
prejo de .500. 700 e lOOOl) re', linissimas e ri-
cauas |iara rape a 23500 e 33000 reis, papel de
jes de fullus pequeas em quarlo,de resma pelo
que ludo se vende mais barato du que ei oulra
Iquer loja : na rua do Queimado na bem conhe-
i loja de miudezas da boa fama n. 33.
pa
patacas u eovado, las ilc quadrus de gosto novo a
duas patacas o eovado, chitas escuras de tintas segu-
ras a meia pataca, e de diOereules cures a seis vin-
lens, lila prela para saits e mantos a dous lusles o
eovado : vende-se barato por querer acabar com
certas lazendas.
Vende-se superior cera de carnauba em por-
6, na rua do Brum n. 22, e em retalho na rua da
l-ruz oo Kecire n. 3b, armazem de Mendes c Braga.
i?i~i Vcn(,e"se a labema do Hospicio, denominada
tiepliante de Ouro, muilo afregue/ada : quem a
pretender dirija-se a rua da Madre de Dos confron-
le a igreja, a fallar com Joaquim l-ilippe da Cosa.
Superior tarinha de mandioca em
Lencos de cam-
braia de lin lio
A 320, 400, 500, e 640
cuda um.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Fazendas por mimo me-
nos do seu valor, na loja
de 4 portas na rna
Qtit'iin id> n. 10.
Venden)-te rJitlai roas para lulo, padroes de cas-
sas, fie cures liva- a li.n o eovado, ditas muilo finas
com um loque de mofo a 100 <> cintilo, ditas de co-
res e-curas a lin, 100, 180 e 200 rs. o eovado, alpa-
cas de seda de lidos padroes a 720 e li o eovado,
chales prelos de Ida a I*, sarja de seda muito fina a
23 e l3(>00 o eovado, e nutras muita* fazendas para
acabar.
Vende-se o
Ihau de escama a
muito superior baca-
ITi.sOOO rs. por barri-
ca : no caes da Allandega armazem de
Paula Lopes.
Vi'iide-secal do Lisboa ultimamenirchegada .as-
sirc como potassa da Kussiaverdadsira: napraca do
Pianos,
do
iiijg' ezes de pa-
tente,
os melbores fabricados em Inglaterra: em easa de
llenry Gibson :rua da Cadeia do Becifen. 52.
LUYAS PARA HOMENS SE-
NHORAS.
Corpo Santo n.ll.
TAIXAS PARA ENGENHO.
i Na fundipio de ferro de D. W. Bowmann i
rua do Brum, passando o ohafariz, conlina ba-
ver um completo sorlimentode laixas de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
V'endem- | modellos e *xellenles vozes, fabricados por um dos ro S6nl despeza ao comprador.
: mais acreditados autores, preciado na eiposirode si
v ende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzala->ova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de monlaria, candieiros e castijaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munico, arreios para car-
io, lonas inglezas.
Vendem-se superiores lu\ a- de pellica muilo novas
para homem e senhora a 19280 reis o par, ditas de
-eda muito boas e sem deleito algum amarellas, pre-
las e brancas para hornera e senhora a I.nidii reis
O par, dilas |irelas de lorcal muilo boas a 800 reis o
Existen, nesta loja as fazendas da loja da rua do per, dilas de I de Escocia brancas e de cores para
Crespo, que foram arrematadas, e se vendem por bomein e senhora a 100. "i00 600 reis o par, ditas
'Londres: no armazem de Kostrou Hooker & Com-
paiilna. praca do Corpo Sanio.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesieesiabelecimeniocontinua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para enfjenho, machinas de vapor e laixas de j
ferro batido e coado de lodos os tamanhos
dito.
para
muilo menos do sen valor, comoseja
Madapolao etre-liiio, pera 2980U e
Dito lino de jarda
Dilo muilo lino com 35 varas
Bajjara deliehe muito liuocom lo ', varas
l'l,.iillia de linho superior de 2 varas
AlaodiO de 20 jardas
Dito bom ameiicano
Ulitis ordinarias, peca
Dilas decores tixas .fOO e
C.ambraiaHna
Dita nimio superior
Corles de calca de rasemira de cores :ta.'i<>0 e
Ditos de dita prela i-Mm i-
(Golletes de selim prelo marao S|500 e
Itrini linho, de quadriubos, envado
Dito de dito de cores, trancado, vara
l'ann preto e de cores, o cuvado 3)000 e
Macos ile meias croas para tioinein
Ditos de ditas boas
Ditos de dilas superiores
Curtes de vestido de seda H-ikki e
Chitas de cores, sorlidas, covados
Chales de merino de cores lisos e cem baira
Corles de cassa chita
Ditos de chita larga frauceza,
Cita frauceza, larga, eovado ,
Meias lina- para seuliora, duzia
I ,ra va las de coi os para homem
Algodo trancado azul, o eovado
Dito alistado, eovado
Lencos linos de chita e ganga
K oulras innilas fazendas |iur baralissimu prero : sen-
dn mu u iu lien o vista.
liUs para meninos emeuiuas a 'lOO reis o par, luvas
itSMMI de seda ricas de Indas as cores e bordadas, com
-il guarnirn, para senhora a .Ihkmi r :t.'.Miii re- u para
I i^iHMi o mili a> rajis qualidades de luvas, ludo na rua
1.(5000 du Oueimado ,, bem conhecida leja de miudezas de
boa fama n. Xi.
I:tg000
1.51120
:i>ooo
500
t.-rtioo
lysoo
39000
9000
0500
1-tMKi Vendem-se superiores meias pelas de laia para
200 padres, pelo baralissimo preco de I "-mi o par : ua
(ii| rua do Queimado, na bem conhecida loja de miude-
39500 zas da boa fama n. 33.
: CARTAS FIMSSIMVS PARA YOL-
Vendem-se toneis, pipas e quartolat
para distilarac, as quaes foram de azeile de peixe e
depois, de aguda, arqueadas de bons arcos de fer-
ro, proprias para deposilos, e garapas de dislilacao :
a tratar com Joaquim Lopea de Almeida, ou com
Antonio de Almeida Coins, rua do Trapiche n. lt>
segundo andar.
L'm completo sortimento de bordados como se-
jam, camisetas! com mangas, collarinhos peililhos,
romeiras, camxiis, coifinhas e pelerinas ; limbem
lem um completo sortimento de ricas llores, enfeilea
para ealjeca,, litas e os verdadeiros e modernos luces
de linho: ua rua da Cadeia- Velha n. 21, primeiru
andar.
\ ende-se cimento muito novo ebegado em 11
de maio p. p. de Hamburgo, por prero muilo em
cunta, a vista da qnalidade ; lauto em" porcao como
em barricas e tinas : no srmazem de materiaet
rua da Cadeia de Santo Antouio n. I 7.
Fio de algodo du Baha
Vende-e em sarcos de .% e 100 libras, por com-
modo prero : na rua da Crui, armazem de couros e
sola n. 15,
a boa fama
- Deroule
I silii em ir^iile.
Meias de laia pa
all I k ( B 1*4 l ; familia, estribara para 0 cavallos, corieira para car- pecinhas de luco estreito a 5l, calimbas com
I M. I lelil *Cv5 o \ ro, casa paia leitor e pretos. curral de pedra e cal | agulbas ^francezas^ muilo linas a 160, caixiuhas coro
la pssagem de Olinria. passando o
vende-se o sitio chamado do Mein,
com boa casa di vivenda e enmmodos para grande
VENDE ML'ITO BARATO, COMO TODOS
SAUE.M.
Vendem-se libras de linhas de boa qualidade n.
50, (Oe 70 a IgHK), ditas muilo linas de n. 10 e
li a l5tio. duzia de lesouras muilo boas para cos-
tura a 15. dilas muilo finas e grandes a 19200 a du-
15000
205000;
1601
19000
19000
25000
20tf
39500
fita
160
150
21 I
TRETE.
saccas.
\ende-sc qualquer |iorr,lo de muito boa larinha
de mandioca, chegada ha pouco de S. Mallieus, a1 .... m ..... .... ... ..,.., .
precomuiloeominodoporcada sacca: no escriplo-1 ,1 if'.l'l \\\\ IIIIIV i\\\\\ I-
""da_roa da Cruz n. ','.). primeiro andar, ou no ar-! l i \\ .J.1.J lll^VJ OLjALI
"acbeco 00 caes cfo Hamo-. i j 1 t
dades he amito barato.
Vcnde-se papel de peso e almaco o melbor que
pode haver ueste seero a 3, 1, ."> e (5000 a resma,
papel paquete multo lino e de iuiiiIo boa qualidade:
propriameule para se escrever por vaporea para a
Europa em consecuencia de nao se pagar grande*
portes de cartas, em resmas, meias resuids, quarlos'
de resma, ou mesmo em quadernosa 8 rs.. papel de ,
linho verd.deirameule almaco e,pruprio para cailo-
mazem do Sr.
-- Vende-te sal do Asta' a bordo do brigue Ka-
roa : a tratar na rua do Visarle n. I, primeiro
audar.
Jos Antonio Moieira Da* cv C, fa-
zem. sciente ios seus fregueses, que aca-
ham de receber de Liverpool um sorti-
mento de plvora da mellior qualidade,
Por mono
vendem
psito d
abaixo e novainenle chegadus
tiolacbinha de soda
Dila de Lisboa
Dita bamburgueza, lata grande
Dita de araruta dita
Queijo loudriiio a libra
resunlo para fiambre
Toucinliu ingle/.
I Amendoas cutifeiladas e fraucezas a libra
l'ecegos, l'eras, Damasco e (unja laia
; Biscoilo inglez, lata sorlida
i Krascos com conserva dedillerenles quali-
dades
Veudeiii-.-o muilo bolillas lioneras Ir.iurcza--. pelo i ** ll0va* a libra
baralissimo prero de 1528 e 1-800 : na roa do!mei"s ,IOr,
Oueimado, na bem conhecida loja de miudezas da "a
boa fama n. :t.'t.
Vendem-se superiores carias francezas para volte-
reta pelo baralissimo preco de 500 rs. o haralbo ,
na rua do Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Bonecas frailee-1
zas. .
coberto, para mais de 20 caberas de gado, excelleule I l novello-de linhas de marca muitissimo tinas a
pasto para dito, immeoso terreno de pantano para j "*i braceletes encamados muilo bonitos para meni-
plaularo de capim e mais lavomas, bastantes arvo- na5 e senhoras a 200 rs., meias brancas muilo finas
rcdos'de ulilidade ; os prelendeutes diiijam-se ao | P"" 'enhoras a 210 e .100 rs. o |iar, meadas^de li-
m.-mn sitio. i uhns muitissimo finas para bordar a 100 e IC0,| bo-
ISes de madreperola muilo finos para Camilas a 600 r.
(|0 nnp pm mitra nuil.nap ...i~ ____ ..._____i, ._
rmenos do que en. oulra qualquer parle a grosa, botOes muito linos de ai-o para calcas a 2801a
-se na rua eslreila do Kozario n. II. no de- gr05a, fivelas douradas muilo linas para calcas e coI-
?e..!^"?".e.S?f*9...L'-"?b"l;oe*s S objeclos leles a 120 cada urna, penles de balea muilo finos
. para alisar a IUKI rs., pecas de fita de linho com 6
-'.^O \ varas e meia a SO is., caixiuhas com colxetes trance
5560] zea a 60 r... carreleis de liuhas de 200 jardas de
8?0 ; multo boa qualidade e de todos os nmeros a 80 rs.
***||| i macos com 10 grampas de muilo boa qualidade a
O .V) r., pares de suspensorios a 40 r., torcidas para
| candieiros a 8 r. a duzia, carteiras de marroquim
vendem por menos do que "os antiros!['" *,s-" """^ rdedalra'a penoaa de ac de
i 1 u i uico de laura conbecidas
vendedores deste genero; para verem as
qualidades encontrarao is amostras em
seu escriptorio, na rua das Larangeiras
n. I l.
Sao chegados a rita do
"i, barris hidrulicos para
l'ezes : as pessoas que teem
dado, liajam de prot uta-Ios
ac bem.
Algodo trancado da fa-
brica da Ballia.
Vcude-se no escripiorio de Antonio i.uiz de tlli-
veira A evado, rua da Cruz n. I.
A taberna da quina da rua dos Marlvriosn.
.16, acba-se de novo sorlida de carne, qoeijos e lin-
pelas melhores que ha a
19200 a caixioha cora 12 du/.ias, ditas sem ser de b-
I co de tanca, mas t.imbem muito boas a r.'r 1 a c.ii\i-
| nha rom ldozils, duzia de Upu muilissimo finos a
I 32. 400 e 500 rs.. ditos para desenlio a 800 rs. a
duzia. caivetes milito linos e de toda
Kara :oiv.is.
Vendem-se ricos corles de seia branca proprios
para vestidos de noivas, pele baratsimo prero de
405 : na roa do Uueimado, nos qualro cantns, loja
de fazendas da boa fe n. 22, defronte da loja de miu
pezas da boa fama.
Loja da boa fe.
Trapiche 11.
deposito de
encotnmen-
aples que se
Vende-se cbalv de qualros de bonitos padroes a
11KMI rs."o eovado, ditos lisos de bonita-, cores a 720,
diales de merino lisas rom franjas de relroz de lio-
I nilas cores a .55, diios com lislras de -edaa7.->: na
e preros, linta ingleza muilo boa e barata" na'rua ?? '!" -'"""""l; ,"u'. 'IM|"" """, "p f:
do Oueimado, loja de miudezas da ba fama n. :i.J',a5'^ boa,t "' ""'J as as |>:otas para luto.
'" ba fama.
\ cndt'tn-se cassas pretas muilo finas proprias parai
lulo, pelo baralissimo prero de i80 vara : na rua'
do i.iueiinado. nos quatio cantos, loja le lazeudas da
boa n. 22, dcfronle da loja de miudezas da boa
fama.
r
/iig*Ot!&o nionstro.
Vcude-se algodo com qoasi 2 varas de largura,
ara os na mora-
dos.
propiio para lencoes e
prero de BOU rs. a vara
loalhas
ua roa
pelo
\ eiidem-ip folbas de papel muito bonita, proprio
- para correspondencia de namuradns, pelu baralo
baralissimo! P**?0 ,,e in;m- 8().e I"0."- "a rua do Ooeiinado,
giras, ludo dn sertao, que se vende por preco com- qnalro cados, loja de fazendas da boa f o. 22.
modo, queijn.s do reino milito novo* a 19800, lingoi-
Ca do reino a 560 a libra, passas a Vid, eaixes de
1 doce de goiaba de 4 libras a 880.
Vende-se um moleque, peta, ile idade 21 a 22
annos : a tratar na rua do Crespo, loja do Sr. Xislo
I Vieira Cuelho.
Vende-se urna pnrco de madura-,
venas! de qualidade, de 32 a 50 palmos : a Irala
com Francisco Custodio de Sampaio, rua da Ca-i
deia do Kecife, loja de ferrageos '. 56.
Vellas de carnauba simples de 8 e 10 em li-
bra, muilo boas: na roa da Vigario o. 5.
do Queimado, I10g:lla hni conbenda loja de miudezas da boa fama
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle~
imao tra-ifirtn fieorge kcnunrlhv, no legar de S.Jos do Man-
giiinhu, com arvoredoa de frurto e mais bemfeibirias
que nelle se ncham, sendo as trras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
muel I*. Juhoslon ^ Cutnpanhia, rua da Senzala No-
va n. 42.
Viabc eherez garrafa
Dilu liordeaus tinto gnala
Dito dito branrn n
Doce lino de goiaba callao
Marmelada.lala ile 3 libra
Boie com dore da Kuropa de dillerenlcs
quididades
Azeile doce francez frasco
Vinagre garrafa
Manteiga ingleza superior libra
\ tubo de Lisboa o mellior que be possivel
B oulras militas colisa-
es-o mencionar.
que serie nunca acabar se
5610
580 I para algibeira com molas dodradas a 600 rs., cane-
las para peonas de aro a 20 e 40 rs., meias brancas
e cruas, fazenda muito boa, para homem a 160 e 200
rs. o par, (ranclonas de Iaa de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a pecinba, penles de chifre para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a du/ia, grozas de
boloes de loura piulados para eamina a 20, peca
de lita decs de lodas as larguras a 210 e .12. linhas
5210 1 brancas de carreleiscom 100 jardas do autor A le va n-
29OOO dre a 40 rs. o carretel, linhas pretas de, meadinhas,
25OOO j ta/.enda multo boa a 20 rs. a meadinha, cartas de
l56(HI; allinetes da mellior qualidade que ha e com 25 pen-
2*000 tes a 140, penles abertos de balea para alar cabello,
25000 I fazenda mullo boa a 2-600 a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a210 e 320
23(100 o parj gI0zas de fivel.n para sapatos a 500, caixinhas
5610 enveruisarias com palitos de fogo de veliuhasde boa
1-3000 ; qualidade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de
19120 boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caixinhas de
3700 phusphori propmenle para charutos a :120,
151100
29*00
3!K)0 i
93001
-i MI
XABOPE
. D0
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste aarope para a b-
lica de Jos da Cruz Sanios, na roa Nava n V3,
garrafas 59500, e meias :9000, senda falsa ledo
aquelle qae 11S0 for vendido ueste deposito, pal
que se f.i o presente aviso.
IMPORTASTE PARA 0 PlIUCI.
Para curada phlysica em lodososteaa dhaertB-
es graos, quer motivada por conslipares, laae
a-lluna, pleur.z. escarros de sangue, dr de col-
lados epei lo, palpilacaono coraro, coqueluche
bronchile, dr na garaanla, e loda atmolesliaa
dosorgaos pulmonares.
Em casa de n. O. Bicbcr
C, rua da Cruz u. 4,
vende-se
Cemento romano.
Fai-elo.
Vinho de Madeira c ullramai.
Chegou ainal??
Corles de cassa francesa linas pelas,
pelo baratinimo prero de I 800 cada
: na rua da Cadeia do Kecife n. .8
O.
N.
Bioher
Cruz ii.
Eui casa de
<$ C., run iin
4, vende-se
Pianos fortes das melbores fabricas da
Allemanha e de moderna constrticrao.
En i casa de N.# O. Ble-
ber & C, rua da Cruz
n. 4, vcude-se
Algodo para saceos de assucar.
Dito trancado para ditos, a imitaro do
da Ballia.
Lonas.
Brinzao.
Ferro da Suecia.
Arcano para purificar o assucar d in-
vencao do Dr, Stolle, com o methodo em
lingtia portugueza.
N'endem-se sellins com periences,
patente inglez e da melbor qualida-
de que tem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson Howie
4 C., rua do Trapiche n. 42.
cfttcwsfuatfios.
pinito, ale,tlrao e pi\e dii
itiure superior.
Vende-se e muilo barato, na loja iln ferragens da
rtia do yaeimado n. 35, em porrees e a relalho.
Em casa de A.Calnio*A & C, praca do
Corpo Santo II, lia para vendero
egtiinle :
Taboado de
Suecia.
AlcatrSo de carvo.
Lonas de algodo.
Ditas il< linlio.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cubos de linlio e de Maniilia.
Tudo muito commodo.
Kob l.'Aflecleur, VermifOKo inglez, salsa de
Bristol, pilulas vegelae, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros em casa de Barlholo-
meu Francisco de Souza, na rua larga do Kosario
o. 116.
casloes muilo bonitos para bengala a 10 rs., sa-
I ,ilinl.os de la para enancas a .'100 rs. o par,
tranceln pretes para relogios, fazenda muito
boa a li, escovi
10 rs. Alem de lodas estas miudezas vendem-se
oulras muilissiin.s, que i visla de iaa* boas qua-
lidades e baratos preros lem causado ndmirarao
ao proprios compradores : na rua du Oueinia-
do, na bem ronbecida leja de miudczas'da boa
fama u. M.
AMADOS DE FERRO.
em
11'appareceu oo dia 10 do correte un escla-
vo, crioulo, de nome Lucio, com officio de lapaleiro,
muilo civilisado, olio- grandes, rosto redondo, bem
barbado apesar de ter honlem corlado com Ibesoera,
baixo do corpo, e bastante grosso, quebrado a roo
os testculos volumo-us, com orna cicatriz oo pello
junio a garganta de um cau.lico que levou ha om
mez, lauto que esla coro a marca prela Jioilo visi-
vel, levou chapeo prelo e fino e roupa de sobre.a-
leiilc.julga-ee ter sabido para fra da prara.em ratSo
de perlo de dous mezes (er chegado de ama fogida
que fez em novrmbrn do anno p. p estando em Se-
rinhaem uoengenho Saala Clara, junto ao engenho
Aranlangy, seudo proprielario daqoelle (uimarles :
roaa-se a. autoridades ou qualquer poMoa que o \i-
rem levem ao seu senlior Domingos Aniones Villa-
ea, roa Nova n. 67, quesera nem recompensado.
Fugio do engenho Moraorepr, Severino, cabra
com os signaes seguintes : aliara regular, punca
barba, beicudo, com o dedo indicador da mao as-
liierda um pouco envergado para d'eirtro por ter
lido urna ferida, pernas finas e arqueada, cabel-
los carapiohos, rosto redondo descarnado, levou
consigo urn ravallocaslariho escoro, o qual lem so-
bre o (-[.Miliar,, urna barroca proveniente de urna
eslocada, e com marcas de peiloraes por lr sido de
roda ; roga-se por laclo a lodas as autoridades eca-
pilaes de campoque o pegarem o levem a villa de Pao
d Alho, ao seu jelhor, o capitao Manoel Thom az de
Albuqueique Maranhao, que cmnprou difiVenles
parle, do mesmo escravo aos herdeiros de A una-ola-
na lavares de l.tra, que serao generosamente re-
cuiupeiisados.
Fogio no dia 24 de junho do curreute anno, o
| escravo crioulo de m,me Angelo, idade vO aanoi,
, bano e grosso, rosto comprtdo e olhos grandes, poja
por urna periiu quando anda, he natural da Baha e
uhas" SSUm-ZTtSZ,. 2S 5^"^ ".SerloMem ; ,nem o peger
is miudezas vendem-se I eSptliade! y-e"D-",- "" ,0' *T "'" "'
AlleDcao.
Fugio do engenho Mdnorepe.lermo e fregoezia de
I'", d'Albo, no dia VJ do correle, o escravo Severi-
no, cabra, idade 25 annos, pouco mais oo menos,
cabellos carapiuhos, barba rala, roslo descarnado,
Na fundido de C. Jlarr & C, em Santo espadando, lem para melbor signa I o dedo indei
Amaro, artiam-se para vender arados de ferro desa- da milo esqoerda aleijado na pona, pernas finas a
__;, ':jj uo u um lanln arqueadas, e ot pea regulares. Fogio rom
elle n cabriuha lenlo, de idade 12 annos, pouco mais
ou menos, lem o nariz chato, falla um pouco baia,
ruaca, fina e dcil. Fugiiam ambos em om quarlao
castnnbo, grande, com cii.galha, bem albardado.sen-
do o rabrinba e o cavado do Sr. Theodnro Pereira
da Silva, morador em Ierras do dilo engenho, e con-
senhor do dito cabra: roga-se as autoridades poli-
ca.- e rapilats de campo de dentro ou fra da pro-
vincia a captura dos meamos escravos ,> o cavalln
que sendo Indo entregue no erirrenhn Anlas, termo
de Pan d'Alho, fregarzia de N. S. da (loria do ,o-
t, promptamenle e graliricar,iconill50ij0.
perior qualidade.
Moendas superiores.
Na fundicao de C. StaniV C, em San-
to Amaro, acha-se para vender moendas
de canna todas de ferro, de um modelo e
construcrSo rntiito superiores.
VUIIIO DO PORTO SI PEKIOR CHAMICO.
Kmraiaasde doasdnzias eem barris de oilavo,
racenlemente chegado pelo brigue o Trovador,
vende-se nicamente no armazem de Barroca &
CasKo na roa da Cadeia do Kecife n. I.
MUTlUflXr
PBBR TYP. DB
M. F. DB FRA 185.

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