Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07434


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Full Text
ANNO XXXII N. m
Por 3 me/.es adiantdos IfOOO.'
Por 7> mezes vencidos 41,500.

SE(.l.\D\ FEIRV H DE JILHO DE 18S6.
Por anno adiantado 15^000.
Porle franco para o subscriptol.
Por o m'/.es adiantados -WiOOO. ff|l^r^irffKnV^WTiff* Por 'trina d' I- I 1"k00(I
Por mezes vencidos 4x5(1(1. ^.JmJMB^. 'wr\ Porl f I
DIARIO DE PERNAMBUCO
KNCAIIIIEGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
Parahiba, o Sr. Gerraiio T. da Natiridada; Natal, o 8r. Joa
quim I. Percha J uo ior; Ararat;. o Sr. A. da Lemoa Braga
Peaaoa
o-
rerrira auoior i t.racaij. o osa aa. u taemos orasa
ear, o ir. J. Jos da Ollreira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar
LNfl, o Dr. a. Bodrlcuu ; Piaabj, o Sr. Domlngoi Herealano A. Pesio
ranee ; Para, o8r. JuattoianoJ. Hamos; Amazonai.oSr. Jare
aya da reala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinil* : Indo os das, a. 1 o m.'ia hora do .lia.
Lpaarwai tJoiaaaai < PanMe* : na-. ..'amidas e imlaa ftiltaa.
s. AatEo, BriemM, Daailo.(Iaraari1 Aiinil... a fsiaatam : na larfa liaW
> I.....reiaeo. I'.i.-d All... Naaaradi, l.imo.-.ro, Ilr.'j.., rnaiiarli!. /iLa-
''. Ptana, V illa-llrlla, lloa-Vl.Ta. Ouri.otv o K : BU quarla.-l.-fa,
(jb.i. Ipujaca, >.-rinli.u-m. llin-t .irnu.o. Una, llarreiro!., tgua- I'n ..
l'iniei.i.-ir.i- r >..ial : |iiim..i.'ir.,-.
Todo, ., corrrlua prteai a, III horas la minhi.)
I'rvu
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio quarlai a aabbadoi.
Relacao : tercai-feirai e aabbadoi.
Fazeoda : quarlai a aabbadoi ai 10 horai.
Juno do eommereio: aegunda ai 10 horai e quintal ao meio-d i.
Juio de orpboi: segunda a quintal ai 10 horaa.
Prirneira Tara do eirel eegunda a Hitaa ao meio-dia.
Segunda Tari do cirel : quartai t aabbadoi ao meio-dii.
F.PIIKMF.ItlliKS IM> MI./. DE JIMIO
2 La cora ai 7 horas. 11 minuto!,48 segundo! da manbaa.
" horas2 mlnutoi a 48seguudoi da m.
110 Quarto creicenle ai
117 La eheia as 2 horas, 12 mnalo! e 48 itgundoi da tarde.
124 Quarto miuguanta aoi 42 minutle 48 legundoida larde.
L -. I'REAMAR DE HOJE.
IPrimeira as 1 horas a 54 minuto! da Urde.
{Segunda as 3 horas a 18 minuios da manhaa.
DAS da semana.
14 Segunda. S. Boavrnlura b. raid. dut. serfico.
15 Terca. S. Gauillo de Lellis fundador : S. Heurique im(ierador.
16 Quarta Nossa Seohora do Carmo. Triumpho da S. Cruz.
17 Quinta. S. Marinha v. ; S. Aleixo. ; Ss. Victoriano. Latanco.
18 Sesta. S Rutilo b. ; Ss. Frederico, Materno, e Arnulfo Bb.
11) Sabbido. 8. Vicente de Paula fundador das I. da 0. enf.
20 Domingo. S. Jernimo Finilionn S. Elias profeta.
No da I j du correule linda o prazo do pagamento
do quartel desle Diario a 44000 rs., depois desse
da smenle k reeeberi a 19*00, como est estipula-
do. Na* sendo possivel encontrar em caa a lodo
01 subscriptores, roga-se-lhes que qaciram deiiar or-
dem para o pagamento, ou mandarem-no i respec-
liTa oIIici iid.
PAKT1 OFFICIAL
MINISTERIO DA JUSTINA.
Relatorto da reparticao dos negocios da
Justina, apresentado a' assemnlea geral
legislativa na quarta sessao da nona le-
gislatura pelo respectivo ministro e se-
cretario de estado Jos Thomaz Nalmco
de Araujo.
Can el oslo.
Eitaliilica criminal.
ConliiniHrjAo do capitulo 8.1
Segando a qoalidaie comparecern!. '
Autores.......8,177
Cmplice....... h'.MI
Por tentativa...... ,38
Os cmplice estSu para os aolores na proporciio
' de 1:1-2, e os acensados por lentativa na razAo de
1:19.
As lentaliTas dos crimes devem ser em maior mi
mero ; entretanto alem de serem mais rtifliceia a
prora e noticia deitesciimes.por nlo haver faci ma-
terial, he corlo lamben* que os asentes da polica
nio estilo ao alcalice de apreciar e hem descriminar
as ctrcamslancias legaes qae os caracterisam. O mes-
lo e por ela segunda razio se pode dizer da com-
plicidade.
No seplennio foram julgadoa :
Crimn pblicos. .... 6%
u particulares. 8,133
paiiciaes..... 981
Todos commetlidos nesse me-ino periodo,
sendo a lolalidade dos crimes 9,810 estro 01 cri-
mes poblieus pai a ella ni razAo de 1:1 i e os crimes
policnes na de 1:10.
Nos crimea pblicos, comesempre, 1S0 em maior
numero os de lirada ou fuga de presos (251; da re-
sistencia fl53) e de falsidade (73).
Nos crimes particulares os commellido contra
pe-soa sobem a 6,610, islo he, 2|3 da lolalidade: os
crimes contra 1 propriedade monlam a 1,3>8ou qu.i-
s'i l|8.
Nos crimes contra a pessoa o mai< Traquele he o
defeiimenloe offensas pliysicas (3,314) que s3o lj
da lolalidade : segae-se-llie irmnedialamenle o de
homicidio (2,980, eomprehendida a cumplicidade e
a tontaina que esl pira a lolalidade do crimes na
razio de 1:3, 29.
Os homieidios no seplennio dividem-se pelas pro-
vincias da forma seguinle :
Minas Genes......i i;
S. Paulo.......310 '
Pernambaro......298
Cear........266
Baha.........260
Piauhy........229
Kio Urande do Sol. 206
Maranhao.......171
Parahyba..... 125
Kio d Janeiro.....116
Rio Urande do Norle. 82
Espirito Santo...... 76
Sergipe........7.'.
Alastras........71
tioyaa.. ....... 70
Corte. .-. 66
Sania Culmina. .... 43
Para.........31
Matlo-Grosso......29
' Paran........ 6
Amazonas....... 4
Nos criroea contra a propriedaite coroprehendem-
se 536 furtos, 473 ronbot, 176 bancas-rotas eslellio-
uatos etc., e 163 damnos.
O crirae de armas defezas he o que mais avalla
na classe doi polieiaes ; contam- gae-se-lhe o de ajanlamenlo illicilo (8IJ.
Foram as condemnacoes 4, tti-'i. das quaes se devem
sublrahir 893 mullas, ficando por lanto reduzidas a
3,572. As alaolvicOea por decisao do jorj foram
5,842 as quaes, para fazer o compalo de 6,043, de-
vem acresceular-se 36 por prscrip<;3o a 165 por pe-
rempfao.
Enlra as condtmnacTies e absolvieses por aclo do
jory ha a razAo de quasi 1:2.
proporr^o enlre as coudemna^es e o numero
de crimea he de 1:2.7, e para os criminosos de 1:2,
68 ; enlre as absolvieses, os crimes e os criminoso
a proporcAo be de 2|3, desprezanlo fraeces.
Anda encentramos aqoi a penas imposlas ni
mesma gradacAoprisAo simples, prisAo com trabn-
llio, gales e morle. As condemnacOes a pena cap
lal foram 383, (1:9) as de gales ehegaram a709 (1:5 .
Osjolzesde direito appellaram por forco da le,
ou por Ih'S parecer o jnlgamenlo contrario a prova
dos autos em 1,067, ; as appellai;des das parles foram
1.012 ; os protestos por novo jolgamenlo 335.
O qoadro ionio vos demonstrara mais circumslan-
ciadamente os julgamenlos do jurv nos 7 anno que
decorroin de 18.S a 18bi.
Chines de responsabilidade.
Foram sobmetlidos a julgamenlo dos ja'zes de di-
reilo, no seplennio, 278 prncessos de responsabilida-
de, comprehendendo 329 reos, dos qnaes eram 32i
horneas e 5 mulheres; 3t6 Brasileiro e 13 estran-
airo; 204 casados, (07 solleiros e 18 viuvos; de
21 a 40 anuos 176 e d'ah para cima 153.
Commelteram 315 crimes, palos quaes foram eon-
demuados 141 eahsolvidos 188.
Os crimes mais geralmente commeltidos foram :
Falta de encelo no cumplimento dos deveres (119),
prevaricaQo (8o),exeesio ou aboso de aoturidade 17,
fuga de presos 30.
Para honra dos empregados brasileiros, vc-se do
qnadro eslalislico relativo aos crimes de responsabi-
lidade, que as aecusacoes por suborno e peita no
seplennio montaram apenas a 12 e por pecolalo e
concostAo a 28.
.Em suas sentencias impozeram os juizes de direito
a pena de saspensao de emprego a 67 reo, de prisAo
simples a 20, de prisao com Irabalho a 17, de perda
do emprego a 18 e de inliabilidade para emprego
a 3.
Foram julsados improcedentes 16 processos.
Em 71 casos houve appellacAo.
Crime especiaes.
No seplennio a que me refiro commelleram-se 111
crimes, dos que por sua especlalidade eIAo sob a ju-
ritdic(Ao dos juizes de direito. Foram 130 os reos
em 101 processos.
Dos 130 reos eram 125 homens e 5 mulheres; 95
Brasileiros e 35 eslrangeiros; 77 -olimos. IK casados,
5 viavos.
Dos til crimes, 77 foram commetlidos contra a
essoa. prevalecendo o homicidio em numero de
67, e 31 contra a propriedade.
I'oram condemnados 80, e 50 absolvidos. Ape-
na de innrle loi imposta a 9, a de gales a 36 e a de
pri'Ao com Irabalho a 31.
Os homicidios reparlem-se pelas provincias do mo-
do seguinle:
Rio Grande do Sul.
Mrttto-'irosso. .
C\< AliliKt; \IM.s DA M lis. Itll'i ,\0 N SI E.
Alagoai,o Sr. Claudino Falcao Din Babia o Sr. D. Duprar
Rio de Janeiro, o8r. Joae Pereira Martina.
EM PERXAMBI'CO.
O proprietario do DIABIO Minoel Figaeiroa M Tana, ai sua
vrarii, praca da Independencia ai. 1 8.
Assim he que perdero as cmaras municipars as
mallas, sAb ama fonle das iuas rendas, e deveria
ser abudanlissima.
Monlaramas condemna;6es a 1963eomprehenden-
do 1,309 mallas, que agora se nAo devem deduzir
por serem em mailos eatos pena principal e nao ae-
cesioria, romo nos oulros crimes. A proporrao en-
tre aa condemna^iies e 01 crimes e criminosos he de
3|4.
Foram ai absolvaos* 779, que eslao para os cri-
mes e para os criminosos na razAo de l|3, e para
as condemnac/ies na mesma proporcAo.
Resamindo os qaalro mappas que form.im a es-
lalislica dos crimes commellldoi e jnlgados 00 sep-
tt'Hoio de 1818 a 1854, teremos qae nesse periodo
le commelteram
Crimes publico......696
a particulares 8.1.13
polieiaes.....981
de responsabilidade. 345
especiaes.....111
Pernambuco.
Amasouas.
Roubos.
Rio Grande doSul.
Baha.....
Matto-Grosso.. .
Paralaba. .
moeda falsa.
Corle.....
Amasoua. .
Halm.....
RioGrande doSul.
Mina, flirtea. .
Pernambuco. .
Rio de Janeiro. .
A resistencia.
Alano**. .
S. Paul.....
Rio de Janeiro.
A tirada de presos
Algate*. .
PernamlHico.
A bancarrota
Corle. .
Alag.ts. .
Amazooas. .
I11
17
3
87
deiufrac. de postaras ele. 2;454
12,720
I
t
6
8

3
15
O maior numero desses criminosos NT r fel
no periodo enlre21 e Vannos, 31 de 40 i.- 1.
K de 17a 21 el de 14 a 17. '
Infraccaies de posturas etc.Os crimes p, iaes
e infraccOcs formidade do arl. 205 do cod. do proc. crim., mon-
lam no seplennio a 2.454, commetlidos por 2,118
reos, que reiponderam em 2,231 processo.
Foram eles|comecados por 1,060 queitas, 558 de-
nuncias particulares, 32 do promotor e 551 e-of-
licio.
Dos criminosos eram homens 2,211 e 288 mulhe-
res; 1,568 Brasileiros e 931 eslranseiros, sendo a
proporcAo eulre os primeiros de 1 : 7, 7, e entre os
segundos de quasi 1 :2.
Nesle mappa ha a dislincrAo enlre lirres e escra-
vos: 2,418 livres e 81 escravos commelteram os
crimes pe qae Iralo. lia enlre os escravos e os li-
vres a proporcAo de quasi I : 30.
Muilo conviria adoptar essa dislincfao nos map-
pas estatislicos dos crimes jugados pelos jury, e bem
assim nos dos especiaes julgados pelos juizes do di-
reito em eonformidade da le n. 562 de julho de
1850. Pode-se lodavia dzer iroitamente que. gra-
tas .1 vigilancia e polica domeslica que os senhorea
eiercem sobre os escravos, nAo san estes os que fa-
zem o maior numero dos criminosos. Eliminndo-
se e fazendo a prnporcan enlre a pena de acoales, a
qae 1A0 ordinariamente condemnidos, com as oalras,
reeonhece-se a verdade do que aflirmei.
I.ivraram-e. olios 1,138, presos 266, alli.inc.ilo
78 e ausentes 106
Nesla classe o crime que mais avulta lie, o de in-
fnecao de postura; segundo o mappa monlam a
1,:l. slohe mais da melide dos crimes indicados,
segue-se-lhe o de calumnia e injuria, que sobe a
627, ou quasi um quarto da lotnlidade desles crimes.
Todas as informarte fazem acreditar que este
mappa nAo expe, nem approximadamenle, a ver-
dade. O crime de infracto de postaras municipaes
he lAo vulgar, qae bem se pode dizer qae nao ha
pessoa que nAo a infrinja ao menos ama vez por
anno. A razAo desle defeito he obvia e fcilmente
se enronlra na organisar;Aa das nossai municipalida-
des, j de si impotentes, e que conliam a guarda de
suas posturas aos lisraes. mais fracos do que ellas,
por que alem de lodo falla-llies a independencia.
FOLHBTia.
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
13 DKJTJLHO DE 1856.
Alfredo! Como lens passado'.' Ha que lempo
nAo le vejo, nem leudo noticias luis'.'
Oh I Tu aqoi, Rodolpho! Feliz e suspirado
encontr Dize-ine qae he feilo de ti. Como vas de
fortuna; ests empreado?...
Apeia-le, disse o oulro : vem descansar. Des-
de que nos formamos, he a prirneira vez que nos
adiamos reunidos.
Uest'arle secomprimenlavam reciprocamente dous
individuos linda moco, ao enconlrar-se em um dos
encantadores sitios dos arrabal-Jes desta cidade,
n'sma das nossas lardes mais poticas do mez de ju-
lho, qoando o eo he puro de navens, e reiua ama
branda viraco embalsamada do suave aroma, qae
se desprende das flores das iarangeiras. O lal Alfre-
do vinha em um curro, e o oulro pisseava ni calca-
da de urna casa elegante.
Segundo o grao de espanto que ambos manifesli-
nm, diasereia que ha longo lempo se achavam au-
sentes, a qae os laros de urna dore e sania amizide
o* ligava eslreilamenle.
Em consecuencia de algumas parlicnlaridades qne
deixaram escapar, en occullo, como Mephislopheles
do Fausto de Gu?lhe, pode comprehender que eram
lillios de oulra protincia. Alfredo liroa o relogio da
algibeira, observou as horas que linha, e fallou da
maneira segointe :
Pois bem, sao cinco horas ; podemos conver-
sar daqoi al s sel.;.
Eulu, disse Rodolpho, desle algum rendez-
voui para esta hora, lau he assim'.'
Nao ; pretendo ir ao espectculo da companhia
Roberl, qqe lenho oavido gabir mullo.
He verdade.
Ora, como tenho d partir para o sul no va-
por que breve se espera do norte, nao quero perder
a occasiAo de ver interiormente o edificio do tliea-
1ro, que me dizein ser perfeilo.
Nem por isso.
Mas, desejo sempre v-lo ; pois quan-lo daqui
sahi aindi nAo eslava concluido.
' Falla bom ; iremos ambos. Entretanto, conta-
me oque lens feilo ; eatM empregado".' Ja le ca-
saste?
NAo, eslou snlleiro, c creio que assim morre-
ri, respondeu Alfredo, com cerln f de melancola, i tualinente n principio proclamado por Helvecio, de
E enlato porque'.' pergunlou-lhe o unigo ; tu que lodos os meios sao bons rom lauto que se alran-
sempre goslaste das mulheres. cem os lilis, sacrliquei lodos os meus inslinclos de
Certamente, mas urna malou em mim este sen- nonra e de desinleresse.
lmenlo ; e por oulro lado ja nao estou na idade d-sl fc co""' perguntoa Rodolpho.
pilses. Amei urna mulher, que era mais bella que 1 En le digo : puz de parle todos os meus ei-
os anjos que cercam a loa de Ossiam. mais seducto-1 crupulos ; visilei a lodos os grandes a qnem antes ac-
ra que a mai do genero humano, oorom era mais am- cusava desapiedadamenle ; al ch.goci a adula-Ios ;
Ilicin que l.idy Macbelh. Oneria riqueza, quena | freq.ienlei o polacio do govrriio. e uiuilas vezes adu-
aniigos pergaminhos. embora lainl.em nanos lvesse.: |pi laml.ein ai presidentes : mas o meu rullo para
.orno sabes, na 1 possun nada disto. Bullo, deipre- { com e.e diversos dolo liaba orna durado ephe-
I mera ; defenda e arrusava a lodos, segundos meas
rocure esquecer-me della; depois de al. mu lem- j inleresses e as coiuenieucias do partido poltico, que
consegu curar-rae desla fraqaeza. e lancei-me no I eslava no poder. r H

Foram estes crimes commetlidos por
Homens.Malheres. Brasileiros.Estrangeiros.
11,679 831 10,3: 2,225
12,563 12,563
EIAo as malheres par os homens na razAo de
1:13 e os eatranceiros para os Brasileiros na de
1:4,6. Foram as condeinnares 5,736 c as absolvi-
eses 7,053.
EIAo, porlanto.as eondemnaces para as absoNire
na razAo de 1:0,8; para os crimes eslAo as coudem
nacoes na de 1:2 e as absolvices Da de 1:1,8 para
os criminosos as proporees podemdizer-se.a mesinas
! 1:2 e l:l,|78i.
TULLO IX.
Forra publica.
Guarda nacional.
N. 22. Com eveepcao da provincia do RioGran-
de do Sul, e poucos municipios de oalras, esUi em
todo o imperio organisada a guarda nacional.
No Rio Graade do Sol anda se rege a guarda
nacin?! pelo decreto 11. 670 de 22 de fevereiro de
1850. O esludo das circomstancias epeciaes dessa
provincia, a conveniencia de ouvir os pareceres de
diversos presidentes, que na admini(ra^Ao della se
lian succedido, lem demorado a publicarlo do re-
gulanienlo da guarda nacional das provincias fron-
leiras.
Cumpre reconhecer nesla occasiao os mailos e re-
levanles servidos prestados pela guarda uacion.il em
prol da nrdem publica, inlegridade do imperio e
seguranza individual.
He forca porem confessar, que o abuso da quali-
ficacAo ameaca de alisorver na guarda nacional luda
a populaban em prejuizo do ejercito, da industria e
da agricultura : o augmento animal das qualilica-
oes, ja tncessivas, alterara sem eessar a organisa-
cAo da guarda ii.icion.il se o governo 11A0 tivesse
por melhor aguardar a ueces*arias informai;oe, e
adiar essas alleraces para quando algum correcti-
vo se esjlabelera contra esses aogmentas, as vezes
calculado^ ou preparados para a creacAo de novo
batalhesf e poslos respectivos : a estbilidade da
organisaeAo he urna conveniencia do servirlo publi-
co- lAo evidente, que nao depende de demous-
t IragAo. !
Segundo i aclual organisaeAo, lem a guarda na-
cional di imperio :
168 caminando superior, composlos de
38 cornos......,
65 esquadres. .1
W companinas.... 1'
8 seccoesdecompanhias ;
8 hilalluie..... ^
4 sectftes de batalhoes. I
9 Compinhia }
1 seca-Ande companhia. )
523 ballboea.....\
22 serenes de bata Hies '
7 companhia .... I
3 seccoes de companhias J
50 balalhoes .... 1
97 secones de balalhoes
82 companhias .
cimpo da cspeculacAo poltica. Fni nomeadojuiz de
paz. camarista, depulado provincial, na ultima elei-
SAo de depulados geraes sahi primeiro sopplenle, l-
timamente son redactor de om jornal, e um dos ad-
vogados que mais ganham no lugar.
Oh! eiclamou Rodolpho com grande admira-
cao ; eslts muilo feliz ; mas, dize-me, como te ele-
vaste a semelhante posirao Fallemos claro : tomos
collegas desde preparatorios ale o ultimo da dos
noisos trabalho! ecclesiaslicoi, em que recebemos
ambos o grao de bacharel. Sempre fizesle guerra de
morle aos livros; eras do numero desses cstudanles
qae nem ao menos lem os compendios. NAo es estu-
pido, he verdade, mas nAo es aguia, e le formaste i
costa de carias de empenhos. Assim, nao sei como
lens consegoido ludo islo... Entretanto, peco-te que
me expliques esle prodigio de felicidades. Eilamos
sos, somos amigos, e nAo deves receiar que eu o com-
munique pessoa algoma.
Ao principio Alfredo hesilou. e quiz mudar de as-
sumplo, mas a instancias reiteradas do amigo nAo po-
de recuar-se.
Nada mis fcil, disse elle.
mais diflicil para mim, respondeu Ro-
dolpho.
Enganas-le.
Como'.'
En le moslro coto he fcil faiur-se urna bri-
Ihanle poico em o nosso pira, e como cheguei a
esla de que tanto le admiras, mas, permilte-me que
comecea minha historia de nm pinto mais alio. NAo
ululante as iniulias estravagancias de estallante, has
de lenibrar-le qoe sempre conservei um fundo de
honesiidadr, que era susceplivel deenlhusiasmo pelo
bello, pela verdade e pela virlude. Em poltica era
Jim republicano exaltado, e sempre deleslei aquel-
les dos nossos colleoa,, qe, conlra urna le da nal u-
reza humana. a senerosidade, a dedicacAo, usa-
cnlicio, o desnteresse, que sc o apanagio da javen-
lude se oslenhivam partidarios da ordem, da con-
servar;Ao, da prudencia...
Dize anles do calculo, do inleresse : accres-
eenlou Rodolpho.
Ora, quando deixei Olinda. c dclinilivamenle
vollei para casa de meus pas, cnntiuuou Alfredo,
embora levasse a rabeca vasia de ideas, tinha o co-
rar3n cheio dos senlimentos nobres e generosos, que
caracterisam ordinariamente a juvrnlude. Ao prin-
cipio quiz resistir trrenle da npiniAo pervertida
para salvar a puresi da minha alma ; mas alnal...
Cedesle como um simples mortal, nao he as-
sim '.'
De cavillaria.
Da irlilluria.
De iiii'aniaria activa.
Deinfanlaria dereserva
>7 sec
O dial d
mappa
assim :
">es de companhias
torca, com0 veris no respeclivo
he de 478,115 pracas, a qoal se divide
Esla
vos de
corpos
aos ca
aos co
alia da
Cavallaria.....27,480
Arlilharia..... 6,414
Infanlaria activa. 362,434
Infamara de reserva 70,511
I Guardas addidos. 11,246
Dos mappas annexos consta o armimento e cor-
rame, que se tem distribuido gnarda nacional.
O decreto n. 18,15 de 5 de abril do correte anuo
confeno as honras de major, durante o exercicio,
aos canilAes designados por decreto imperial para
mandantes ou majores interinos dos corpos que nao
iiv_esei 1 ofliciaes de linha.
providencia se lornoa necessaria por moli-
disciplina e ordem publica : alem diiso os
em geral uAo lem majores de linha, e pois
"iles que o subslilaem, podem subliluir
nmandantes em seus impedimentos, convi-
um,titulo de superiordade, urna diitoccAo
hooorilca.
Forra policial da> provincial.
N. 21. Das intorma;oes recebidas e colligidas em
um m.ppa. que vos he presente, coosla que em 15
provincias a torca polieial ("nada para 1856 monta a
3,903 pracas ; sendo porem a elTecliva, na dala das
informares de 3,150. Estes nmeros nAo carecem
de obsi rvaee-.
Occo rendo dnvidas sobre a legitimidade com que
as as-i rabluas provinciaes lem decretado penas e
creado jurisdicrOes para punir as pravas dos corpos
I islo nao le incommodava '.'
Jo principio ; mas depois era-me indift'erente
lonvar um presidente, guerrea-lo. ou Irahi-lo, re-
veland 1 os segredos da adminislraco aos chefes do
partid) contrario.
('h! islo heliorrivel, abominavel.
^ (ertamenle, disse Alfredo entretanto poneos
sao os |oe n.Ao se elevam desla maneira. Er'aquanto
trilhei 11 estrada opposla, vivi sempre na obscurda-
de; m s, quando compreheodi a verdade, islo he,
qoandi praliquei. como o geral dos meus compa-
triota- enlo couquislei fcilmente lodos Os cargos e
honras que actualmente desfructo.
"odavia, disse Rodolpho, prefiro permanecer
na mil ha obsenridade honesta, com tanto que lenha
a min la consciencia Iranquilla.
l'ois nunca sers nada.
'arirnna.
j torreras desconhecido.
] iAu importa... Mas, dize-me, leos esladado,
depois que le formaste'.'
-- linio ponen.
1'. como desempenhavas as funecoes inheren-
tes ao diversos cargos que leos occapado?
(amo desempenha loda a gente : jaiz de paz,
linha u como accessor um velho rbula, compadre
de me 1 pai, que me dava todos os despachos ; depu-
lado p ovincial, fallava a lorio a a direilo sobre as
questoisqueappareciam. e assim pralicam quaii to-
dos os depulados provinciaes da minha da Ierra, i
exces o de um ou oulro ; as funcc,G de camarista
sAo mi i facis, lodos podem excrce-las, pois que,
como abes, cunsislem em apurar chapas em occa-
siAo d : eleiedes, nomear os seus empragados, e fa-
zer ali ornas posturas que raras vezes se execatam,
ou qi e so se execolam conlra aquelles que nao
achara proteccjlo peraole os camaristas, ou nAo po-
dem ijeilar a maiuria.
ist.is engaado, disse Rodolpho ; as funcces
dos m rubros das municipalidades sAo mu impor-
tante mui graves ; e se queres oovir, lerei a este
respei o algumas passagens de urna obra que nos esta
aqu ouvindo.
Mide l, h>, respondeu Alfredo ; bem sabes
que simpre le respeilei e distingu enlre a turba dos
nosso collegas.
Enllo Adolpho abri um livro, cujo titulo era
Consliluirao do* poro Iteres por Sirmonde de Sis-
e lea o sesuinte :
inond
i
no de
-- He verdade
E dah/
ced
I ralei smente de clevar-me ; c seguindn pon-
eommuna, ou .1 municipalidade, ou o gover-
familia dos lugares em que o homem nasreu
he a 1 rimeira associarjao que se deve apreseniar i
nbsertarjifi e s affeir;oes darruelles em quem as ideas
sociaejj s germinam cora diillcald.il.
1 commanaa nao he om ente ideal ou phantas-
lico, le a verdadeira patria, aquella que remo, que
conhejeemos em todas as suas particularidades, aquel-
la qui cai drbaixo de lodos o nossos sentidos. A
comn una he povoada de lods as nossas recordarles
de in unca ; conten todos os objectos que nos sAo
charol, todos aquelles cujos inleresses rengem im-
inedi, lamente sobre nos.
ou-me...
Procure
po
das v
formn
mua
tres |i
rommiin 1 he a sociedade primitiva ; s mais
kzes he da agglomeracao'das communas que se
11 a nacAo. Assim, origiiuriamenle, a com-
reuiiia em i lodos u< direilns da soberana ; os
ideres legislativo, ejecutivo e judiciario,
qne anualmente se rollocain em opposicAo, e ej-
ercer m simultneamente em sen gremio.*
I [a mui grandes vaolagens ligadas existencia
das g andes naques. A independencia e o poder de
polieiaes, toi a esle respeilo consoltada a seccao
de juslica do conselho de estado, qoe negou s re-
feridas assembleas esse direito, Pende a consulta
do conselho de eslado pleno, ao qual se maudou
ouvir, colligda (oda a legislarlo provincial a res-
peilo.
Carpo municipal permanente.
N. 24. 0 mappa aonexo vos dentn.ira qual he
a forca elTecliva deite corpo.
A eitatistica criminal delle foi muilo favoravel
no anuo da 185 etn compararlo com a do .111-
lerior.
Em I85 foram submeltidos a julgamenlo 151
criminosos, no anno findo somente 80, a saber : 61
por ausencias mainres de tres da e menores de ol-
io ; 12 por primeiras deserc/jes simples; 4 por se-
gaudas lamltem simples ; 3 por primeiras desercoes
aggravadai.
Entre os corpos arregimentados oo sojeilos a dis-
ciplina militar urna eslalislica criminal como esta
seria tida como prova de muita raoralidade.
Tendo-se creado no rorpo orna escola de primei-
ras lellras, a expensas das suas ecuoonuas, algum
proveilo se ha lirado della lano quinto comportam
as circunstancias especiaes delle.
Com tanto acert foram tomadas as providencias
necessariaa para prevenir o cholera-morbos, lal foi
o lino e ardor com que se prestaram os cirurgies
do corpo e mais pessoas empregadas na enfer-
marla, que apenas duas praca teinsurciiinbido a
epidemia ; urna no anno passado e oulra esle anno.
O movimenlo do hospital de 1855 foi o mais sa-
tisfactorio possivel.
Aqu me refiro, senhores, ao relalorio do anuo
precedente, cujo trecho reproduzo :
" Em o relalorio do anuo prximo passado live a
honra de dizer-vos : O crscenle e rpido augmen-
to da populac.Au e a exIensAo da cidade evigem a
distribuido desle corpo por qoarleis situados em
lugares couvenienles e da modo que, com mais fa-
cilidaHe e promplidAo, sejam satisfeilas as urgen-
cias deservir de polica ; lagares ha distantes duas
leguas ou do quartel central, donde devendo haver
palmillas, lem estas de fazer mais dequatro leguas
de jomada de da e volta.
A necessidade desla providencia cada dia se
faz sentir mais, porem infelizmente ao pssso que a
popularan cresce, a torea do corpo dimiflue. e por
maiores que sejam os eforcos impregados, 11A0 he
possivel ,i|uo ella chigua ao seu eslado completo,
esla circumslancia embaraza e ada a realisar.au da
dila providencia que alias nAo he solada sean
parla de um svslema mais adequado a polica desta
cidade populosa e extensa. Ao passo que essa cor-
po se deve distribuir p ir quarleis siluados em lu-
gares cooveuienles, constituindo por toda a cidade
e arrabal -les centros de forrja publica para acudir
oceurrencias polieiaes dos respectivos dislriclos,
seria elle substituido no seivico das rondas por agen -
les polieiaes, leudo cada um seu dislricto pelo qual
fosse repjnsavel, devendo acudir aos oulros dis-
triclos visinhos, prximos ou remlos para onde fos-
se chamado, dada alguma oceurrencia extraordina-
ria. Eulretanlo ao.commandante do corpo de per-
manentes encarregaei de e-tudar a melhor diviso
dos districlos desses agente rondantes, lendo em
allencao o menor pessoal que seja possivel, e nutro
sim a distribuicio dos quarleis, ou ceutros de forja
de um modo conveniente e proporcional ao numero
das pracas do corpo. o
O governo imperial intenta realisar eslas ideas,
ajadado pela .lulorisucAo que de vos espera.
TITULO X.
Telegraphos.
X. 25. Os lelegrnphos de aignaea anda funecio-
nam pelo ivilema estabelecido. dependendo de re-
formas, que o governo imperial lem em visla, o so-
bra_ as quasi espera algaas elementos e informarOes.
Consiste a principal deesas reformas internadas
em substituir as linhas adunes por linliaa elctricas
sulnistindo someute o lelegraphoda aignaea do cas-
,e'to corno symbolce para Iransmillir ao publico
de dia se de noile as communicac.oes provindas das
linhas elctricas.
O teiegrapho eleclrico ainda nao esl eslabeleci-
do_conforme o syslema do aviso de 17 de Janeiro de
1851, inserto no relalorio desse anno, por que o l)r.
Capanama que, como vos disss no passado relato-
rio, foi encarregado de encomraendar na Europa
os (ios e os apparelhos necessarios para a fundacAo
das linhas respectivas, ha pouco lempo voltoa a es-
la capital.
Entre os annexos adiareis algumas d addilamenlo as inslruccrs provisorias de 17 de
marjo do anuo prximo passado relativas aos en-
genheros das ieec>es, e estacionarios do lelegrapho
elctrico.
TITULO XI.
Ilumina. 00 publica.
ti. 26. Esle ramo de erviro publico esta' regalar,
e vai cada dia melliorando a medida que si esleude
a illuminacAo a baz.
Al o fim do mfez de abril exisliam collocados 2,036
la m pees per trucante.- ao I. per i metro : e 379 ao 2
permetro. \
A despeza da iluminacAo a saz no mez 3e abril
toldareis 21:9,2*585
A unidade he alprimeira condic.m da administra-
SAo e da cvecurAoI: foi por esla razilo smenle que
o governo imperi.lt leve por melhor dispensar a
commissAo incumbida da fiscal"
da iiiuiniiiacAu, sendo nomead
cooselheiro Canddh Baplisla de'oiiveira qoe por
suas luzes e aclivid.de ollerece garantas de bom de-
sempenho.
Enlre os documentos annexos a esle relalorio en-
contrareis um oflidjio do minislro brasileiro em
Londres respeilo da illominacao a gaz e meios de
verificar-se a inlensibade da luz : todos o jornaes,
livro, instrumen(oi\que accompanhavam ao dito
ollicio foram remellidos ao inspector da Ilumina-, da capital, Oevrase Campo Maior olTerecem alga- 1 dral servir.do provisoriamente a isreja inrochi-l de
QAo, que assim habilitado poder informar ao gover-j ma seguranza ;" as da Parnahiba e Piracuraca eslo Nossa Senhnra da Madre de Dos que nao lesa os
mo eslado. Das de Barros, Jeromenha, Jai- I rommodos uecesurios para a* luncr/ie* episco-
pal'-.
provincia do Espirito Santo ha 9 cadeias, lo- Aguardo as informar..!.., e orcaioenlM respectivos
para execufAo da oloriaran qu'e conftrislea aoga-
. I --- > .........,..- I ni ......lll II .! pij
no sobre a evecurao das condiees do contrato.
No mez de abril exisliam 885 lampones de azeile, I cz o Parnagua nao ha informaroes.
e toi a despeza de ris 1:666-3335. Na provincia do Espirito Santo ha 9 1
de polica das em mea eslado.
Em vista .la represeulacAo do chefe
toraiU;supprinidos os
assim eoaae
adminisIracAo
correcrAo
meiosue lem a sua disposic.lo podara' dirigir me- capola para o preso que nesla entra. Comecou-se N. 31. O novo quadro, que ora voa anrese
Ihor etle serv.co a eonatraieelft Ja eadala. .m r^. IM.^^. a-_ 1---------------u^r^T^JT-----^tXjSIT
mVttttrsas:. p,enaraen,eib=.a"- *-- &*z~2Sfe&3
1ITULO XII. A provincia de Sania Catharina lem 7 cadeias, que nAo lem viudo lAo completas como tora para dese-
Prisoes. 'ao ionge de salisfazer as condiciies precisas, tan- jar : nAo desespero todava deleva-lo peeaival ner-
A experiencia da adminislraco confirma as lo Pel que respeila a segoranca, salubridade, e I Mfla sAo Irabalhos qoe exigera lempo a peneve-
opinies qae expend no passado relalorio sobre esle 1 accomodares, como a'classilitajAo e moralidade ranea,
artigo, um dos mais importantes do ministerio amen I(los P'esos.
cargo. Das cadeias da provincia de Minas Geraes, nio
A exposiejo qae adianto vos far;o do eslado das remelleu o chefe de polica intormacAo completa,
cadeias das provincias tora um incentivo para pro- Eslo em bom eslado as cadeiai da capital, de Bar-
bacena, de Kabira e de S. Joao de El-Re : he mais
011 menos desaeradavel o eslado das cadeias de Sa-
hara'. I'oinba, Patrocinio. Minas Novas, Formiga,
S. K..111,10, Oliveira e Grle Mogor.
Pelo relalorio do vice-presnlenle da provincia de
N. a'
para pro
par-vos desde j a medida que enlo aveutei de au-
xiliardes as pries centraos as provincias, se scir-
cumstancias do thesouro publico uAo livessem em-
peiorado por causa da epidemia que assolou o impe-
rio.
Se convenho no adamenlo dessa medida alias re- j Paulo asseinblca legislativa provincial no anno
clamada pela conslilnicp, pela humanidade, e pe-1 torrente, consta que o estado das cadeias neasa
la eguranca publica, 'nao posio deixar de insistir \ provincia he mi, e que pela mulliplicidada deltas
na necessidade da auloiisacao que vos ped para es- I "Ao ser 'fcil mandar fazer os rep iros de que ca-
;ao que vos pedi para es
abelecer c regular o svlema das prises em lodo o
imperio, dando-se assim direccAe e ajuda aos esl'or-
cos e bons dsejos das assembla provincias.
Casa de elencilo.
N. 28. A inlencfio du governo imperial a respeilo
da casa de detenerlo desta corle, manifestada no rela-
lorio precedente, esla em execucAo ; nao era possivel
diflerir para mais larde a subsliuirao da casa do al-
repirus de que
recem.
lem a provincia da liil.ia \ cadeias. e sobre
ellas, di/ o chefe'de polica : Alem de 2.1 munici-
pios em que ha cadeias, todos os mais nAo as tem,
e nellas servem de prisAo casa- insignificantes e que
nAo oltorecem a menor seguranza. Das 26 cadeias
punca- sao seguras e se achain em hom estado : a
mor parle precisa mais ou menos de reparos; em
jube. O exaines a que procedeu "o chela de podcia : ??ral Sil acanhada, pouco arejadas e ins.lunres.
As da capital olTerecem seguranca e eslo em bom
eslado, nAo sAo porem suflicieutemente arejadas:
a do Aljuhe, que esl no centro da cidade em pes-
sima lo.-ali la de. em breve ser exlincta ; para esle
fim voa passar" para um dos raios da prisao com
Irabalho. no sitio da Conceicito, os sentenciados
de-nonstravain quee-sa rasa uAo podiaconter ogrande
numero de presos que Ihe eram destinado, porque
nAo linha as condiedes de salnbrnlade e segurauga
que a humanidade e a Justina reclamam, e a cons-
liluicAn presrreve : erd coosequencia delerminou o
governo imperial a conslrucrAo do segundo raio da
casa penitenciaria, cujos a'liceres Ja eslo feilo,' 1e se cham na fortaleza do Barlolbc, e pelas pri-
aliru de servir o dito raio para casa de delencAo at Sl,es 'esla c as da oulra de Sinlo Antonio, onde
que dcl'uiiliv imeule sejam constru los para esse lim promov a reconslrucco de urna qne tem capaci-
ura ou mais edificios proprios.
Para que o rgimen penitenciarlo se nao confan-
disse e perliirbasse, mandaram-se cnnslruir muros de
separai.'Ao e porles privativos para roininutnc ir.10
da casa de delencAo,
Emquanlo porem se nao edificava esse raio nao
podiam os presos licar no aljuhe por falla de seguran-
ca csufliencia para conle-lo, e pois ordenou lem-
bem o govcino imperial a remncao delles pora o
pavimento lerreo e mansardas da caa da penitencia-
ria, aonde se achara coniiuodamento gnardadas as
conveniencias do rgimen da duas prises.
O numero dos presos do aljube orea enlre* 100 e
LIO; a nova prisAo provisoria lem os arranjos neces-
sarios para 118, c capacidade para o dobro se assim
for necessano.
O pl.no da divisao interior do uovo raio destinado
para caa de delencau est conforme as ideas que
consigpei no relalorio precedente, ao qual me reliro ;
dade, dilriliuirei os que oceupam o Aljube. Em
nenhuma porem dessas prises se pode fazer urna
classificac,Ao conveniente de ccordo com o recooi-
raeudado no arl. 148 do reglamento n. 120 de 31
de Janeiro de 1812.
Ha na provincia das Alaeoas 10 cadeias. estan-
do em hom eslado as de Macelo, Alaruas e Pene-
do, todas as oulra, diz o chele de polica, sao pes-
simas.
Das cadeias das oulra provincias nA.i vieram in-
form.ices, mas a presumpco lie que eslo no mes
mo, se 11A0 em peior estado.
/'risiie* penitenciarias.
y. 30. A de S. l'aiiiln. conforme o relalorio do
vice-presideule assembla provincial, esl hoje com ,.
dous raios acabados, nos qoaes eslAo cumprm. osen- Pe1u,,u" mnarios. eomo principal hakibta-
I r.ni iiuru o Bai-arHitai.,
ti reverendo niipo do Ro Graade dn Sul diz em
eu relalorio dalado de 19 de marro, qae ai igreias
parochiaes da diocese e especia I mente aa da campa
ulia eslao pela maior parle em evlrema necessidade
de paramentos a alfaias. assim como de reparos.
sendo ainda mais seniivelque em algumas frrgaezias
nao ha templos para celebra. Ao dos oflicios divinos.
Igual iniormarau recebi do biapado do Par, a re-
verendo bispo de Maranhao, tratando das malrizes
desla provincia, expoe por modo lal o ealada della,
qae nao pode deixar de contristar o corarlo meaos
christAo.
He esle o eslado pouco mais ou menos da luda oa
bispados, eslado que infallivelmeulc hade aggravar-
sc com as frequenies creacoe de nova* Tnaaiiin.
sem haverem igrejasproprias, sem alinele mi aneins
ind'pensaveis para manulenrao do coito e dn be-
neficios.
Dahi resulta, como fcilmente vos ocrorre, qae,
posta os poderes geraes remolieran, a eiiguniade das
congrnas, nao podem promover o sea engtenlo,
visto como no ha previsAo qae alcance a quantum
da despeza sempre crascenle em visla da tendencia
geral para crear fregueius.
Ainda mais, o beneficios sugeilos'i eaelingeacia
de frequenles divisoes, qoe os defraudam, Dia po-
dem assim e sem estabelidade chamar a oecarrao-
cia que convm para o aceito da escolha dea pa-
rodio.
I imbem me reliro aa providencial reclamadas a
anno prximo passado sobre esta artiga iaapw-
lanle.
Seminarios..
, N. 35. Finiendo, e pela terceira vez vea. dice,
que o maior beneficio que podis fazer aa racoea
fuluras he a educarlo do clero, mas esta 'ale he
possivel sen.lo por meio de -einioano. a astas iva*
consesuirAo seas lio senao com o iniesnalo o mais
rigoroic, para o qual a principal rondicae teja a
mais lenra idade. Sem esle intrnalo, sea te mo-
ro de bronze, que separe o clero actual do clero fu-
turo, a regenerarAo sera' urna idea va, a vocera*
do sacerdocio ro..lionera' a ser a hypocrisia, am cal-
culo, um meio de vida.
Desles refleies resulla a necessidade da crearan
I rao para o sacerdocio.
o edificio sera repartido em relila- com rapacidad'
para I e para 6 presos, sendo a separarn individual d* provincia. Ella
aexceprAoea agregario por clases regr.i geral, toma da l'en-ylvania mais fcil de *xecui;io, meno
-melando se qnanto ao" mais o avalen da Pensvl-1 di|iendioso, porque nao depende de ufliciua. e por
vania para o qual pude ser no futuro suplicado es-: onseqoencia mais apropriade circumslancia da-
lenca 80 re
A de Santa Catharina ainda nao comer.01 a ser! realisarao desta grande reforma qoe mareara
construida : a planta respectiva, da qual ves fallei I u.m" 'I'"" di'lincla no nono paii, depende esaen-
110 relalorio passado, ja foi remedida ao presdeme i cialnienle da direccAe: a quem deveretnos enearre-
'- provincia. Ella foi orgainsada conforme o svs '
mente he 180 e o minino 110.
Nessa casa se lem admillido o Irabalho, e o ad-
ministrador, o qual tno.ira aptido, informa que
tem conseguido qae un presos ensinem aos onlros
os otlirios qae lem.
Conlinaa a funecionar a casa de delencAo deNic-
theroy.
'adei'a..
K. 29. Xo ha que acrescenlar ao que se lem di-
to a esle respeslo.
Na provincia de Pernainhuco, excepcAo da ca-
sa de delencAo do Recito, nao ha orna s"prisAo qoe
mereja esse nome. Servem de prisAo, diz o chefe
de polica, casas particulares, e as que exislem sen-
do poica-, acham-se em lal eslado de ruina, qoe
li.ac7rdV'con^oa4DOUC U ada a'"eTem das referiuas Ci"a8 Par,ic"-
."^..^'^-^ ^gzzat: 'e"i,:o nao he fei.'com a preci-
Na provincia do Maranhao exislem 1 i cadeias, e
dellas s se acham em bom estado 3, que sao a da
capital, a de Cavias e a de Alcntara ; as oalraaato
pessimas e amcacam ruina. Algumas dellas nao
servem nem para .1 detenerlo temporaria dos reos
capturados anles de seren remellidos para a ca-
pital.
Ha na provincia do Piauhy 9 cadeias. As cadeias
queso acham.revestidas as suas relacescom os
oulros povos he a prirneira que se offerece imagi-
nae,Ao dos povot ; mas nAo he a nica. O poder he
igualmente necessario para as grandes emprecas des
tinadas a dominar as forras da nalureza. He smen-
le na grandes capiU.esque a inlelligencsa pode con-
centrar as suas forjas e adquerir lodo o desenvolv-
monto.
Entao, que te parece '.' peigootou Rodol-
pho.
JBscellente, respondeu Alfredo : continua.
Foi mister que a communa comprasse o seuqui-
nhAo nesle poder nacional pelo sacrificio ne graude
parle da sua soberana individual: eis ah oque
se chama centralizaran. Mas, s muilas vanlagens
io inherentes a accAo regular, uniforme, enrgica
do governo central, muitas oalras dependen, da ac-
cSo liare, espontanea patritica do governo muni-
cipal.
o .... (.toando o legislador permute ao povo tomar
parte nos negocios da communa, qaasi qae pode li-
tar eerlo de lixar a sai alinelo e faze-lo sahir do
egosmo para chamar os seas peosamentos em favor
da sociedade. Com eltoito, lodos os inleresses se
acham ah presen le, e ao raesrao lempo se acham
lAo approximados que em geral o homem menos
eclari.lo pode comprehende-los, e senlir 1 relarao
que existe entre elle e estes interenes.
A mor parle das antigs communas possoem bens
administrado. Por meio desles bens cada membro
da communa participa da dignidade, dos senlimentos
dos conhecimentos dos proprietarios de Ierra ;
aprende a 1er amor a esle syslema de proleccAo dos
bens da Ierra, em cojas desvantagens lalvez so leria
reparado em razao de ser individuo pobre e deser-
ilado.
11 As communas lem pobres manler. O prnprio
membro da communa que scnle que lambem p. lo-
ria ficar redo/ido a reclamar a aua proloccao, exalta
o sea carcter a participar desle beneficio social.
Conhece os limilesqueronvem prescrever i commu-
na, as regras que deve euir, a extensao do* fundos
de que he possivel dspor.
A communa lem obras publicas a etecutar ;
mercados, pootcs, chafarizes, diques, rarmnhos, cu-
ja ulilidade, convenienca e despeza aeris discutidas
nos seus consethos ; cada qual, tomando parle ties-
tas deliberaees, que alo as saas proprias vanla-
gens que o legislador leve em mira no seu eslabelc-
cimenlo, c se depois a communa (em laxas a ostahe-
lecer e repartir, cada quil v que he tambem pela
sua propna vanlagem que consagra urna parle da
sua renda em proveilo de lodos.
" Kmliin, s mais das vezs a communa lem a fa-
zer ou sanecionar eleiees ; nomea magistrados e
agentes, desde os seus camaristas ale o guarda cam-
pestre. He urna occasiao para o homem do povo.
para o homem de Irabalho, contemplar o- que eslAo
ccima delle, apreciar o talento e o carcter daquel-
les que gyrarfl n'oatra ephera, concader-llies um
favor em log,.r de l|i'os pedir incesan(eraento.
b .... A le he ama urna abilracju, poisque ella
considera as arenes a nao os homem. as regras o nae
do
le raio. J vos disse que para decedir entre os dous
>>-lemas he preciso ensaia-Ios, pratica-los e compa-
ra-tos: dependemos da propria experiencia neU ma-
teria, qae lento depende da phisiologia .las paixes,
temperamentos e hbitos, os quaes variara e se 1110-
'lilir.i j em cada povo.
A casa do aljube qu- servia de cadeia esl desti-
nada para as seaoesdo jury, para execiio da pena
de priso simples ; para'esse fim val ser ella-pre-
parada cora as accommodacoes e divisoes convenien-
tes.
Espero que estes actos do governo sejam por vos
approvados, como ja foram pelo vol publico desla
capital.
A casa de detengo do Recito comecou e funecio-
nar em 22 de agosto do anno prximo passado e des-
sa dati al 31 de dezembro tinham entrado para
ella 761 presos, dos quaes foram sollos 361, passa-
ram pura o anno correule 52 e tiveram diversos des-
linos 135 : morreram na enfermara 9 livres e 1 es- tondisoes de salubridade, saguranr,ae moralidade
cravo. O mximo dos presos qae enlram meosal- '"tos pela juslica1 social e pela humanidade. em
quella provincia, c roinpalivel com ili.nensocs
terreno destinado pela assembla provincial.
Casa da correi'riio.
N. 31. Peto relalorio do seu director, que encon-
trareis entre os auriexo. veris qial o* e-la lo de-se
importante pslabeletimenio. o qual, conforme o (es-
lemunho dos etranseirn que a lem visitado, riva-
lisa com os melhores da Europa e Amrica.
Aproveito esla occasiAo solemne para louvar o ze-
lo, aetivid ile e inlellgenea do actual director An-
tonino Jos de Miranda Paleto, a quem prinripal-
menle se deve o prospero eslado daquelle estabele-
cimenl".
Colonias penaes.
X.32. SAo as colonias penaes, laes como vos pro-
puz no precedente relalorio, urna das necrssi lades
mais orgeules da situacAo, em visla das Trequenles
evasoes dos presos, assim como o uuico refugio con-
tra estas prises que por lodo o imperio exislem sem
A participarAo nalegislacAohe o que melhor en-
silla na povo a descriminar o arbitrario da influen-
cia benfica do poder. Ao principio parece-lheque
lodo he fcil a quem ludo pode ordenar ; que se elle
niesinn governasse faril qaS>o indigente vivases na
abundancia, e curara lodos os males de qae s co-
uhece o soflrimenlo.
o He somente pela pralica que elle v que este
remedio nAo esl as mos do poder ; coircorrendo
para a deliberaran, he que ellerecoohece que cada
om procara realmente o bem de lodos eo 11A0 des-
cobre ; vendo nascer as difficaldades, he qae elle se
resigna a solTrer as imperfeicaes da ordem social, e
acaba por sentir amor palas inslittiires em qne lem
urna paite, em lugar de lhes obedecer somente por
lemor.
Nesle ponto Rodolpho ferliou o livro e disse :
Eis ah o papel da communa ou monicpali-
dade em quasi todos os paizes. Verdade he que esle
poder que a nossa conslitaicao devera collocar 110
mesmo nivel qoe o jndiciario, o legislativo e o mo-
derador, c que deve ser o complexo de todos, exis-
to entre nos em uome ; e as municipalidades hoje
quasi que servem someute para aparar as chapas dos
partidos polilicos.
Cerlamenle, respondeu Alfredo ; mas o que
lio cerlo he que esla iuslituicAo ou eta muilo res-
tringida. 011 precisa de urna reforma, que permita
colherdellao resultado desejadu ; e immediatameole
accrescenlou :
Agora dize-me o que lens feito ; eslas empre-
gado ? era que le oceupas '.'
-- NAo tenho feilo nada ; vivo em 1.111a ohscuri-
dade quasi impenetravcl.
-- Oh I deixa-le de exagerares : n.lo he lano
aisiin. Om elTeilo, quando pasei pela loa provin-
cia vi ama pnblic*c,o Iliteraria que me .lisseram ser
tua. Cerlamenle era digna do mea amigo e colle-
Ba. Na casa em que encoolrei o leu Irabalho, ouvi
um sugeilo fazer-lhe urna critica, mas islo 11A0 im-
porta.
l}ue titulo tinha esla pubcac.io ".' pergnntou
Rodolpho um pouco inquieto.
NAo me record, respondeu o amigo. Pareca-
me um romance. Lerabro-mc que a critica provi-
uha deiteres comerado o Irabalho immedialamente
pelo dialogo, sem urna especie de exerdio.
Esta bom ; nAo faz mal. Todava dir-le-hei
as quaes, com injuria da civilisaciio. eslAo confund
dos os sexos, os escravos, os menores e es perverso.
O numero dos condemnados gales e a pri;Ao com
Irabalho he avullado, e he preciso dar-lhes esse
destino, que os pode moralisar e aproximar pouco a
po o en d> sociedade : nAo ha qae fazer,oa resol-
ver o problema por meio das colonias penaes, ou
deixar cumo at boje que elle seja resolvido pela
vasas*.
TITULO XIII.
Segados ecdesiastic*s.
Rispados.
N. 33. Foi apresentado na diocese da Diamantina
o padre Marcos Cardoso de Paiva, uigario da fre-
guezia de Nossa Senhora da Gloria nests corle.
Ainda 11A0 foram prvidos os hispa.los de Gor.iz e
Ceara,
Sem repetir as observaran qne liz no precdeme
relalorio a respeilo dos Cabidos, do augmento de
couaruas, de aposenladorias dos empregados eccle-
siaslicos, confirmo-as todas.
Convm a imtiluico dos cabidos do Rio Grande
do Sul, e dos novos bispados conforme as bullas res-
pectivas, sendo esle aclo que de vi depende, urna
prova de harmona que deve reinar enlre o Eslado
e a isrrja.
A diocese do Rio Grande do Sul esl sem ealbe-
ca-la ? Acharemos enlre mis fundadores para esta
iustituir.it .' Cerln vos 0A0 cansara' eslranheta o ar-
bitrio de confiar e-sa direrco aos padrea lazarislas,
ou da inis.,10, os qua -, por sua pmlissao nesla ma-
teria especial, pe exemplo qae lem dado cea ou-
lros paizes, aonde esles seminarios ens peran), ?Ao dignos drla preferencia. Senlis como
eu sinlo que nenhuma injuria fazemea ao onaae rle-
I ro, quanio recuohecemus ama verdado qoe lanos
diaolc dos olhoi. Ha enlre nos clrigos qae seiiam.
por *na llostraro e -.miniado, eapatee desla mis
sAo gloriosa, mas esses. alem de no tareas os habi-
to e a pratica esaenciaes a essa direcc,** a entino,
sAo em pequeo numero, e destinados para oalras
toiiccoes sagradle importantes, improprias do es-
Irangeiro pelas relaces politices. Em toda a parle
o ensino e a predica foram sempre acreseivtis ao e-
Irangciro. porque o Eyangelho he universal, e a aa
diffuso nao deve encontrar limiles.ou restriciao esa
toda o orbe.
Lede as palavras do Ilustrado Metropolita :
Tendo-se demitlido o reitor do urande acmiaario
o onego Jo-e Mara l.ima, por caou da mole-.li.. o
mitras ra/esque a isso o movern, rabia-rae provee
esle imporlanle cargo, a nao seria diflicil achar en-
lre os ecclesiaslicos mais respeilavei* desla capital
quem o podesse servir; mas estes acham-ae ajaujai
to.hn occapadosem oulros emprrgns.senoabselota-
menle iocompaliveis, palo meaos improprios pora a-
quella assidua vigilancia e salicilu.1e.quc exige di-
rrcrao de um seminario ; alem de qoe a edoeari.
clerical, hoje mais qoe nunca reclamada pela re'li-
gio e a sociedade, he ama d.11 obras qoe demaeSaro
( habililacei especiaes, que s podara ser adqeirida
por om tirocinio apn.priado, e pralira do relimen
de laes cslabelecimento.
Ora eslas qoalidades, cerlamenle mol raras,
acham-se principalmente nos padres da mi-Ja, qua
professAo o admiravel inslilulo do immortal S. \ 1-
cente de Paulo que, como Y. Exc. sabe, anotada
do espirito qoe dilou as laminosas dlipialploi do
Sasrado Concilio Tridenliuo a esla respeilo, dedi-
cou-se especialmenle a reforma dos seminarios, co-
mo o meio mais poderoso e efflcaz para a regenera-
rn do clero, e com to feliz xito, qoe aaa eeanoa-
rios episcopio, confiados pelos bispea aos dratipele
c successures desse grande homem deve a Franca a
gloria de posuir o clero mais illoalrado, e o man
hem morigerado da Europa. Mailos hispas da Italia
seguiram esle exemplo com igual saeeesao, e entre
nns, ainda nao ha moilo, o virtuoso bispo de Man-
anta eolregno aos mencionados padres da 1
dida dar lodos os fruclos desejados,
ser directa.
eleirao deve
dos da prologo. Olha, Balsac, um dos principios da
litteratora moderna, comer um romanee perguu-
laudo : (Ju hora* sao ? Ma, mudemos le aesamp-
tn.------Coalas ser elcilo por algum circulo na loa pro-
vincia.
Ainda nAo sei, dise Alfredo ; com eltoito, he
coosa insular : quando as eleices eram por provin-
cia,quando um homem careca dos suffragios de urna
grandemaioria dos volantes era eleilo depulado pro-
vincial oa ceral rom muilo mais f.irilidade, duque
as cousas, fc.nlrel.intn. o poder de fazer leis prinn- hoja com o infernal vsl-uia nos circuios. Ma. a pro.
tivameuie devia perleurer as ranimunas, assim como posilo.qual be a tua opinio a esle respeilo, o que le
lodos na poderes atetar-, e boje mesmo ele poder parece a nova lei'.'
ainda entra mais aa menos as as atlribuic/ies. I Tenho para mim qu .la modificacau em o
yuasi que nao ha paiz tu que se II.e 11,10 lenha dei- nosso -,-leina eleiloral he j.i am passo para ,1 ver-
vado algum poder regulamenlar, e lora bem funes- dade do voto, para a independencia do eleilo un
lo que nao sconlecesse assim. 11,0 meu humilde parecer, emendo qoe, para' a rae-
Enlo queres o sulTragio universal?
Peto contrario. Desejo que a eleiro seja di-
recta, he verdade, mas quero que se restrinja o di-
reito de votar, islo he, que o numero dos volantes
seja limitado, que s vote quem esliver em condi-
ces de independencia, e quera gozar de cerla illus-
Irafn. Seguudo pens, tatas he qu so ai bases es-
-oi.cimcs para qoe ,1 vitirln seja urna realidade, e
ia urna chimera, um simulacro, como infelizmente
tem sido al hoje. Eslas duas condicf.es he que dan a
excellencia e supremaca do parlamento inglez, em
que lano se falla ; e he por isso que oa Inglaterra
empre a maioria do parlamento Iriumpha a deipei-
ln da vonlade e influencia do soverno.
Nesle caso, o direilo de volar que o povo lem
licaria completamente mutilado,
Qual direito de volar; o direilo deque o po-
vo goza actualmente he urna illusAo, e quasi que s
lem servido para engrandecer e elevar o demerito.
Por oulro lado, islo seria temporariamente ; pois
qo- 1 medida que o numero dos homens indepen-
ilei.ies e illuslrado se foise alargando, o syslema
lambem seria modificado, at que afiual compre-
hendesse lodos os membros de cada circulo ou o nu-
mero mais elevado possivel.
Bom, assim nAo tenho davida em admitlir a
la opiata*: mus emlim, as eleiees por circuios so
falaes a uiuila gente, e vieram desvanecer muilas
esperancas.
Ento reinou urna pausa de alzuns instante; mas
o nosso Hodolpho que he um fiel cumpridor das re-
eras da etiqueta, procumu iinmedialaineole alar o
lio quebrado da conversarlo, e pergunlou ao amigo :
Agora dize-me, como vio os partidos na tua
provincia"; O presidente sollre opposi(Ao?
Os partidos por ora eslao quietos, a lodos a-
poiain oo liugem apoiar a adminilraro. Verdade
he que al o momento em que parli para aqui o nos-
so presidente nAo linha dado motivos de queixa ; he
muilo accessivel a tolos, parece bastante intellien-
le e esclarecido, falla a qoalquer hora a quem o pro-
cura, lano .10 grande como ao pequeo ; nao de-
mora despacho, os seus actos sAo sempre marcados
com o carcter da jostica ; este procedimento tem
feilo que lodos os orgAos da impreusa, inclusive o da
opposicao constitucional, Ihe I1A0 lecido panegy-
ricos.
Dos queira que as cousas conlinuem sempre
que os romances com prembulo ou exordios, em 'assim, disse Roiolpho, pois que a 1.1. provincia pre-
qoc se da ao leilor o resumo da obra sAo de um gos- cisa de um homem enrgico que, dominando -Hia-
to recoc!, ante-deluviann ; e os Francezes charoam I Co, fazendo que cerlos potentados respeltem a lei,
bvn-hommc aos autores cujos romances sao preced- como-disse o actual minislro da juslica no di-curso
qoe Ihe abri as portas do poder, eleve a la rica
provincia ao rao de grandeza e esplendor que he
destinada. Veradade lie que as opposires, enlre
nos, aos presidentes dP provincias se criam, geral-
nenie de urna maneira caprichosa. Com efleito. um
individuo lera urna pre(enca> per.uile o overuo, se
nAo he satisfeila, comer a mormurar queixa con-
lra o governo; e, se o mesmo resultado acontece a
dez ou doze prelendenles, enlAo as murmaraees in-
dividuaes tornani-se clamores publico, e se ronli-
lii.'ui 11 ni ou Ir.1 de of.|K>sico, jusla nu injusta, que
s vezes faz o pobre homem uar angoe e agua e
deixar o cargo.
-- Assiui he, disse Alfredu ; ma ve queja Ao
seis hora- e meid. V ai-le velu- poi 1 irinna para o
thealro.
Ainda he esdo, respondeu Adolpho.
Ja viste trabalhar esla companhia f
too Alfredo.
Assisti a' prirneira representar;**.
E que le parecen
F.xcellenle no seu genero; mas a orchestra es-
teva detrslavel, e a illuminacAo Icrrrvel; a sala es-
lava quasi escora!
E a concurrencia \
Espantla ; disseram-me qne nanea re vio o
thealro lo cheio, nem por occasiao de companhias
dramticas, nem lv ricas.
Pois islo nAo acredita muilo o rosto da zenle
da (erra.
O que queres, na especie de espectacalns de-
pende qoaai exclusivamente dos olhos: a intelluen-
cia e o corarao le.n moito pouca parle oallai! A
multido gosla destas representarnos, porque cada
um -uppe explicar fcilmente o qoo Ihe cabe dobai-
xo dos sentidos. Enlrelaolo devo dizer-t* qoe o jo-
ven pernamboeano e Mr. Deveaai at* admrravei,
magnificoa em destreza e agilidade. O mrito da asa-
bas toi ananimeraenle proclamado, aast
exciloo am entbaslisrao delirante.
Porm, acreseeolou Alfredo, dizesn qoe ello
nAo he l'ernambucano, qoe he Franrez, a tamo qoe
foi tirado no ultimo sorleie qoa se priceoao en
Franca para servir no exereilo, e para esiroir-ae les-
te encargo, deu um homem por ai.
He verdade, responden Rodolpho, tambera ja
oovi fallar nislo ; mas, eu te explico o qoo ha a os-
le respeilo. O pai desle rapaz era um Franca/, qua
ja he morlo, a mAi he pemambeeana e elle nascidn
nesla cidade : romo he cosame enlre os estraogei-
ros, toi liaplisado como subdito francei. Assim. so
i..lili, menle elle he eslrangeiro, he Pernaaabacaao
pelo faci do nascimenlo.
E com elledo, lem talento dislincto I
Inconteslavelmenle. A lllmtrafo frmtrtza,
qae, como deves saber, he nm dos jornaes mai< arre-
dilado de Pars, orrupou-se com elle de um modo
mui lisongeiro, depois de om espeelarolo no Circo
\apo\eao, em que elle fguroo a par o* oulras cele-
lindades europeas. Em ama das estampas da llltu-
trarao vem elle pintado, coa* ama arvore apoiada
perpendirolarmente sobre o naris, lendo om cada
um dos saldo* um patsarinhn, ao iodo dote, qoo os
mala rom sellas vihradaa pelo impolso de ar. Eala
liomrnasen, he mil vezn magnifica, a oaa liioaapho
-pen ti.le alcanzado peto verdadeiro mrito.
E Mr. Iieveaux'.'
lambem he admiravel : elegancia, bom fu-Jo,
mim da le, maravilhoso, todas nas qoalidadn poaoue
em grao elevado. Dolado de ama acuidad* de dedos
moravilhosa, satisfaz a todos os gaslov Ao lado dn
maravilhoso que espanta os grande, n menino lam-
bem tem a sua parle. He de orna superioridad* 111-
conlestavel ao que lanho visto nexte genero. Oaeai
ealiinele ou repertorio, illominado e ornado coaa
muilo luso e elegancia, deleito graeiosaeeenle o
olhos. A ro sahe urna pamba balendo as azas, o roroslor mrAa-
ajaov, o f ampa dansaudo na corda bamba, sao cou-
sas prodigiosas. Kmlim, n.io la poo molar lodo u
que vi: vas ao thealro, e entilo b,- de ver rom os
leu proprios olhos o qae lo arabo de diror.
Dermis Rodolplm ves|io-se. mellen--e.....lo rom a
amini uo carro que .- e-perava a' poila, a piilii mi
pera o the.iro
I Abalt-ktlKraUl. ,
MUTTCSDtT


V


rgimen do teu seminario, e se moslia mu i satisfeilo
Entretanto que para creadlo desses pequeos se-
minarios em lodo o imperio te devem aguardar as
providencias indicadas no precedente Kelatorio, e
depeudenles da Saula Se, poder-se-hia faxer desde
logo o ns.'iio desla instituidlo, rumiandoe um pe-
queo seminario ceiili i nesla corle sub a inspeccan
do governo, e direec,ao do bispo, composlo de alum-
nos viudos de ludas as dioeeses por urna jusla distri-
buirlo eolre ellas, sendo elle suslenlado e manlido :
primeiro, por loteras ; segundo, pelas, penques ;
tereeiro, pela conlnliui._-.iu de urna quola das rendas
dos convento* desla diucese, e dis ordena lerceiras
do Carmo e S. Francisco desla corle ; quarlo, por
urna subvencao do lliesouru.
O edificio da igreja do Parlo, que deve ser resli-
tuido logo que'for desoccopada, pela remorao da
bibliolheca publica, a casa em que ella se acha, po-
derii ser applicada para etse pi e saulo deslino.
Alem do que vtnliu de expor-vos, convem habili-
tar o governo com as quanlias necessarias pata luu-
dai_ao dos seminarios episcopaes de dioeeses qoe .lin-
da os nao tem, e para as obras dos edificios dus ac-
luaes seminarios, os quses comecararo com a quan-
tw de 4O-.090S00O que pela le n". 781 de 10 de se-
lembro de 1851 foi consignada, e estilo paradas pela
insufliciencia dessa verba.
Logo que forem creados os cursos theologicns he
estencial a reorganizarlo du eosinn Dos grandes se-
minarios em harmona e combinaran com o eusino
desses corsos.
Concento/.
N. 36. O quadro das diversas ordensexisleoles no
imperio, por crlo mais aperfeiruado qoe o anuo
passado, toroa urgentes as providencias de que Ira-
tel no passado relalorio, nao s quanlo a sua refor-
ma e reorgauisacao, como lambem quanlo a applica-
rJJo do* beos daquelle* conventos que forem extinc-
los no interesse da educarlo do clero.
Em qosnto se nao rcorgaoisam os conventos de
um modo conveniente a religiao e ao estado, pare-
ceu ao governo imperial que a admissao de novaos
seria orna difficuldade de futuro para a reforma,
uni roais quaulo o noviciado, em a provanp e
>ludos que as respectivas constituidles prescrevem
de faci se nao pralicam na maior parle dos con-
venio*, he urna especulado, e nao vocacao e habi-
litaran para a vida monstica. Em cnsequencia
delarminou o governo aos prelados das ordeus que
iienhun uomco fosse admillido sem expressa licen-
Capel'.a imperial.
N, 37. A sua renda he de res 5::t583l50, insulli-
cieole por cnsequencia para as despezas da fabrica
qoe ainda depende do auxilio dos cofres pblicos.
Pela portara de 23 de dezembro de 1855 foi ap-
provado o alToramento dos lerreuos que o cabido da
dita capella possue na ra nova de S. Chri.lovao,
endo o resultado das .oas recebidas ptla preferen-
cia na quanlia de 20:8005: esle negocio porcro nao
esla' consumado, sean dependente da ac_,3o de ma-
nutenro que alguns rendeiros propuzeram, funda-
dos na preferencia quo por esta qualidade lites d.' o
aviso de 6 de novembro de 1819.; quando estes reu-
deirot reclamar.im coola a distribuidlo de terrenos
ja o aclo da alienado eslava perfeilo, os terceiros
haviam adquirido direilos, a quesiao por cnsequen-
cia nao era mais de natureza admiuislraliva, mas de
competencia judicial: apprevara o governo a distri-
buidlo feita pelo cabido porque nenhuma impug-
nara contra ella apparecera.
I.ouge estn do ineu auimo pronunciar urna opinian
a respeito de um negocio, que depende de deci-ao de
oolro poder, e sobre o qual alm disto espero iofor-
mares do cabido.
Miseionarioi capuchinhos.
N. 38. Depois do ultimo relalorio concedeu-se li-
ceosa a Fr. Paulo Antonio de Casas Novas par ir
a Italia.
Exiitem perianto actualmente .">0 missionario9,
qoe estao empregadns em diflerenles provincias por
conla e secundo as indica roes do ministerio do im-
perio.
A vanlagem da missOes apostlicas pralicadas
por esses vares piedosos esla' cada dia mais provada
por relos repelidos, sendo entre onlras os se-
guinles :
Refere o presidente de Pernambuco que por Fr.
Sebastiao de.Messina, um desses religiosos |que mais
servicos lem preslado, foi aberla ama no Rio For-
mse, pela qual como missao por milagre couseguio
elle eshrpor odios inveterados, que reinavam entre
algumas pessoas daquelle lugar, as quaes se corana
seram recobraram as antigs relaces.
O presidente de Malto Grosso louva o zelo com
que Fr. Marianno de Bagoaia dirige um aldearaen-
to de indios Kicinaos no dislriclo de Albuqoerque,
os quaesstu em numero de 00 a 700.
Infelizmente anida continua sem solucao a pen-
dencia entre o governo imperial e a -anla S a res-
peilo do decreto de 30 de jolho de 1844.
Facilidades theologicas.
i\. 39 Ainda nao eslo instituidos os dous cursos
(heologieo* creados pela lei n. 781 de 10 de setem-
bro de 1854, que para essa instiluie.ao apenas lixou
a quautia de 15:000?. A' primeira visla o'olhos es-
sa quanlia he in.ullicit ule para esse lim.
Nao he possivel, conforriie o conceilo das pessoas
competentes, consultadas i esle retpeitO, que o cur-
so ideolgico seja entinado em menos de Ires annos:
_ ptrecem-me necessarias, quando menos, as seis ca-
deiras seguiules :
1. Aonn.
1. Exegete da escriptura Santa.
2. Direilo publico eedciaslico.
2. Anuo.
1. Ceolinuacao de Eiegese.
i. Direilo ecclesiaslico privado, ou em relar.io ao
estado.
3. Anno.
1. Hermenutica jurdica e platica do processo
cannico.
2. Eloqueucia sagrada.
Com os seis lentts, 2 substituios, que sao indispen-
savei*. e empreados respectivos, a despeza de cada
curso he de 27:6009 rt., lendu os ditos leutes. subs-
litulos e empregados, os meamos vencimenlos fila-
dos para as escolas de direilo e medicina : a despe-
za de ambos os cursos seria de 55:2009 rs.
Era vista desla despeza as actuaes circunstancias
linaoeeiras foi adiada a croaran desles cursos.
Calamentosmtjlos e,catholicos.
.._N. 40. Conforme as idat emillidas no anno pas-
tado, organisei um projeelo regulando os casamen-
to! mixtos os da nutras religioes : para proceder
porem com o tent e prudencia que esla maleri
por sua gravidade exige, consollei sobre elle a sec-
io de Justina do conselho de Estado, sendo relator
o conselheiro Ensebio de Queiroz Coulinho Mallo-
so Cmara, cuju parecer profundo e lominoso est
pendente do conselho de estado. He possivel ainda
que no decurso da sessao, depois de ouvido esse cor-
eo Ilustrado e digno de lodot os resuellos e reco-
nhecimenln publico alguma medida vos seja pr-
senle sobre esle objerlo da mais alta importancia,
aliento o grande inleresse da colouisacaoeo princi-
pio conslilucioual da tolerancia religiosa.
CAPITULO XIV.
ConttibiUdatte.
Orcamento.
N. 41. As despesas do ministerio da juslica fo-
ram oreada para 18571858 em 3,061 :!)0%<2I2.
No unamente, que vos sera' presente, se dao as
raines do augmenlo.que he de 59:4 UO, comparado
o pedido com o volado para 18561857.
Crditos supplementares.
N. 42. Por conla do exercicio de 18541845
crearam-se, em coufonnidade da lei, sete crditos
upplemenlares na importancia de 128:7099818, e
por conta do exercicio de 18.551856 correle, o
credilo de 25:000.
Nos documentos que acunipauliam este relalorio,
encontrareis os respectivos decretos, e as demons-
trantes correspoodenlr, pelas quaes veris os fun-
damentos que juslilciioi laes creac.es.indispensavei*
para que o ser neo publico nao soflresse em sua mar-
cha regular.
Bataneo precisorio.
N. 13. Pelu bataneo provisorio que tenbo a honra
de apresentar-vos veris que no exercicio de 1854
18> foi a receia desle ministerio, comprehendidos
os credilos,creados de 2,837:33135%res, a despe-
za montn a ruis 2,721:8389155, haveudopor isso um
taldo da 112:4939441.
Comparado este saldo cem a importancia dos cre-
mos creados, que foi,como vos disse le 128:70119818
mulla que, segundo o balanco, esle ministerio s
excedeu em 16:2169407 o credilo qoe Ihe foi volado
devendo ter-se em altnoc,au, para juslificac.Ao desse
excesso, as despezas novas a que foi obrigado.
TITULO XV.
Secretaria te estado.
N. 44. O augmente de Irabalho, a necessidadt
de nao demorar o expedieole dos variados negocios
que cerrero por etsa repartirlo, e de lerseinpre em
da o sen registro, nao estando em relcelo com o
diminuto pessoal que lbe foi marcada ha doze ao-
iios, me obrigaram nao s a conservar os addidos e
pralicantes que foram chamados para coadjuvar os
empregados da secreta ria, como mesmo a augmen-
tar o seu numero.
Assim que existe heje, alm do pessoal marcado
no regulamcnlo respectivo, mais Ires addidos, e onze
praticanles, alguns dos quaes sem grstificarao alu-
ma. Por esle modo lera' o governo, quando lizer
a reforma, um pessoal experimentado d'onde pussa
lirar os novos empregados.
f chefe desla repatlic,ao continua a dar-me no-
vas piovas oe sua inlelligencia, dedicarlo e aclivi-
dide no' comprimenlo de seut deveres: os empre-
gados da secretaria da juslija sao dignos de elogio
por seu lelo, esforro e assiduidade.
A livraria da secretaria era da mais nolavcl po-
breza ; boje acha-se augmentada com acquisirao de
muilas obras de direilo.
A retn ni,i da secretaria he a primeira necessi-
dade da reparli^ao dos negocios du Justina.
Taes sao, augustos e dignissimos Srs. represen-
tantes da N,-.c,"io, as nii.iriiiacea que me pareceram
dever trazer au vosso conhecimenio. Com prazer e
promplidao Vos minislrarei quaesquer nutras de quo
necessileis para o bom desempenho de vossas obri-
gar/ies legislativas.
Kio de Janeiro, em 15 da maio de 1856.Jos
I liorna- Xabnco de Aran jo.
* '^ Mms-a>a.-rB>i
OOVEHNO SA PROVINCIA.
Expealenio da da S ato Julho,
Olliclo Ao Exm. conselheiro presidente da ri-
lara.!, inteirando-o de haver o bacharel Ai i-lule- da
Hocha Bastos, promotor publico da comarca do re-
jo, participada que, BOda 28 de juuho ultimo, eu-
Irra no exercicio do seo emprego. Fizeram-m- as
ouir.is' commuiiiciSii1.
Dilo Ao inspector da thesouraria de fazenda,
remetiendo copia, nao s do oflicin em que o Exm.
presidente da caixa filial do hanro Oo Brasil neslo
provincia participa que os rem coutos de res, que
era olas n.t rnesma raixa foram entregues a S. S.
para subtlituirao das sedulas de cincuenta mil ris.
estampa encarnada, nao se acham comprehendidos
nos mil < qualiocnlos rentos cuja euiissao ja se
commiiuicou, mas lambem da relarao a que elle se
refere, da qual se v por qoem tilo assieiiadas as
olas, que prefazem os mencionados cem eolito*.
Igual i thesouraria provincial, e communicou-se au
referido preaideule.
Hito Ao mesmo, inleiramla-o de haver appro-
vado a tabella, que S. S. envin, para regular o abo
no de elapes i iropa de primeira liuba em guarui-
cilo nesla provincia ; e remetiendo urna copiada re-
ferida tabella para que a fac,a por em execuco.
I'arlicipou-se ao marechal commandanlo das armas.
Dilo Ao chefe de polica, declarando haver
transmillido a Ibesooraria provincial para ser paga,
estando nos lermos legses, a coma que S. S. remel-
leo da despeza feita com o suslenlo dos presos po-
bres da cadeia do Cabo.
Dilo Ao commandanle da estaco naval, re-
commendando que mande desembarcar com guia o
recrula de mariuba Dionisio Jos dos Reis, alim de
ser julgado como guarda nacional do balallulo de ar-
tilhana do municipio do Recifc, pelo fado que deu
lugar a ser elle recrulado. Communicou-te ao
respectivo cumroandunle superior.
Dilo Ao commandanle do corpo de polica, man-
dando que nomeie um alferes daquelle corpo para,
acompanhtdo de quatro pracas de prel, escollar de
Iguarassi'i para a fortaleza do Brura o coUeclor das
rendas proviuciaes daquelle termo, Domingos Gon-
(alves Pereira Bastos, devendo o supradilo cilirial
ante de partir, eoteuder-se com o inspector da the-
souraria provincial. Communicou-se a esle, e o-
hciou-se ao marechal commandanle das armas no
senlido de ser o preso rerebidu na referida fortaleza.
Dilo Ao dneclor das obras publicas, declaran-
do que expedir ordem i thesouraria provincial pa-
ra pagar, em presenta do competente certificado, a
importancia da seguuda preslaeao que lem direi-
lo o arrematante do selimo lano da estrada da Es-
cada.
Dilo Aojait municipal preparador dos pro-
cessos. -- Haja Vate, de responder-me com urgen-
cia se foi presentado, na presente sessao do jury, o
proresso pur crime de furto, instaurado ha lempo*
coulra Fiancisco das Oiag.s Duarlc de Oliveira (co-
ntiendo por Chico-macho ou Chico-carleira), e pelo
qual est elle alianrado, e, no caso de negativa, qual
a razan.
Dilo Ao delegado de Sanlo-Antao, intciraiulo-o
de haver mandado que Francisco Josa Rodrigues en-
Iregoe a S. mr. os medicamentos que iicaram da
ambulancia, que levou para aquella cidade quando
em commissao do governo, durante a epidemia ; e
recominendando que receba os referidos medicamen-
tos, e conserve-os sob sua guarda para erem ulilisa-
do se infelizmente o cholera reappurecer all.
Dilo Ao subdelegado da freguezia dos Afosa-
dos, dizendo que recommendra i thesouraria de fa-
zenda para que. a vista da conla que S. me. reruet-
leu. pague a quanlia de II2> rs. que se dispendeu
com una carnada de cal e areia, que fui lanrada so-
bre o reiiiileriu daquella freguezia, e enterramentj
dos cadveres das pessoas pobres, que siiccumhirain
ltimamente do cholera.
Dilo Ao commandanle interino do batalhao de
guardas nacionues do municipio de Caruar, Anto-
nio \ ictor da Silva Vieira, inteirando-o de haver
expedido ordem i thesouraria provincial para pagar
a importancia do pret. que S. me. remelleu, das 31
pracas do mesmo batalhao, que vieram a esla capi-
tal para escoltaren) o presos que teem de ir respon-
der perante o jorj daquelle termo.
Portara --Mandando admiltir ao servici) do exer-
cilo, como voluntario, por lempo da seis annos, o
paisano Tilo de Souza Camisao, filho do capilao
Francisco Aolonio de Souza Camisao. Fizeram-se
a* necessarias communicaees.
Dila CoDcedendo um mez de licenca com orde-
nado aojuiz municipal e de orphaos do termo do
Bomlo, bacharel Dellino Augusto Cavalcanli de Al-
buquerque. Expediram-se a* necessarias commu-
nicaees.
i fortuiu
nenhum
1815.
Irn ra
ciscilude
estado dil
OWfi PEt-.ifcfl|f* SEGNlFilvt |4 fl JLH0 Qi |g56
as circu Idaneiaa polilicas e histrica*, que o ligan)
da Austria mais particularmente do que
dos ducados sobre que ella pesa lano desde
lido lance de visla sobre as numerosas vi-
sobrevindas nos destinos deste pequeo
le a queda do impeli do Ocridente, lor-
TRIBL'NAL DO COMMERCIO.
Sessao judiciariaem 12 de julho de 185.
Presidencia do Exm. Sr. desembargado! Souza.
Esliveram presenlet os membros do tribunal.
Julgamentos.
Appellanle, Manoel Gougalves Valcnle ;
Appellado, Antonio Ferraira dos Santos Cami-
nha.
Foi confirmada a sentencia.
Embargante, Kpbael Flix Jos Garca ;
Embargada, Maria Filippa Soulo.
Form recehidos os embargos.
Appellanles, os administradores da massa fallida
de Ricardo Koyle ;
Appellado, Frederico Coolou.
Despresaram-se os embargos.
Appellanle, Caelano Silverin da Silva ;
Appellado, Flix Venancio de Canlalicio.
Fallando um uiz na ansa, foi sorteado o Sr. de-
putado Basto.
Ficou adiado a pedido dos senliores depulados.
Passagsm.
O Sr. desembargador Gilirana passou ao Sr. de-
sembargador Villares a appellarSo em que sao :
Appellanle, Manoel Alves Ferreira ;
A |.pellada, a viuva Pereira da Cunha.
IITERiei
NEGOCIOS DE PARMA.
Importancia da queslao suscitada pela siluarao mo-
ral e poltica do eslado de Parma. Eslalislica
civil e admiuislraliva do docado. Nocoes his-
tricas. t.luesl.lo das reversoes nos pequeos
ducados da Dalia. Suas cumplicarOes por mui-
lo lempo inexlricaveis. Liqdida^a'n da primei-
ra revena depois da morle de Maria Luiza em
1817. Parma moilo lempo disputada pela Aus-
tria e pela liespanha, deve definitivamente ser
repartida pela Austria e a Sardenlia. Acoute-
cimenlos de 1848. Eventualidades amearado-
ras e immiiicnles, creadas pela siluacao interior
e exterior do ducado sua poaii_ao entre duas Do-
lencias que aguardan) ha mais do um seculo sua
divisao. Perigos para a Dalia epara a Europa.
Na Dalia, enjos negocios prcoecupam vivamente
Iodos os espirito* esclarecidos na Europa, a siluarao
do ducado de Parma, requer altenr,ao particular.* O
governo local ahi lula com difliruldades, qoe pare-
cem insuperuveis, porque revelam ao mesmo lempo
grande fraqueza no poder, e desesperada irritar ao
nos parlidoa que o combalrin.
Parece que toda a agilarao em qoe labora aclual-
mente a malfadada Italia, alnrmenla esle pequeo
e-lado cabido as nina, sem duvida bem intencio-
nadas, porem debis, de urna mulher e de um me-
nino, charos restos de dous ramos illuslres de nina
rara, que a fortuna abandona. O assassinalu pol-
tico que privou-o ha dous anuos de sen soberano,
parece amparar o destino de ludo n que tenia Ma-
lar ahi urna anloridade regular. O poder ilefende-
se |Hir medidas exlieinas e rigores que parecen)
exci -sivos, e ha pouco que se talln de urna inler-
veii(Aoda Austria, a qual ja senhnra de Placencii se-
cundo os termos dos tratados europeus, ocruparia
em virlude de. suas convenales rsperiaes com o du-
cado, loda a linha que o separa dos Estados Sardos,
d'onde suppe-se que vem a agitado dos espirito*.
lie e-i.i Minarlo interior du ducado de Parma, he
principalmente esta situadlo exterior, que inlro-
metle a Austria em seus negocios, qu nos parecem
uar especial gravidade a esta queslao entre lodas as
oulras quesles 1,1 o graves, que agora olTerece a Ita-
lia ; he esta ituai.ao que nos induz a e\p-la sem
entrar no exame de nenhuma das soluroes que lbe
podem ser dadas, mas para que se conhtea bem, nao
s o estado acerca de que he suscitada, e sua posi^ao
para com potencias mais forles qoe o rodeiam, como
lambem os perigos que podem resultar dessa silua-
rao para o futuro da lulia e o repouso do Occi-
denle.
Todos sabemquao pequeo lugar oceupa na car-
la da Europa este principado, o qual pelas suas aci-
lates interiore, pela sua pusic.au diplomtica entre
duas potencias superiores, pode suscitar, como mos-
traremos, grandissimos pericos.
Enlre a Sardenha, o reino l.ombardo-Veneziano,
0 docado de Mu tena, c os Apeniuos, que o separara
do ducado de Genova e da To-cana, o Estado de Par-
ma oceupa um territorio de pouco mais de 1l mi-
litas quadradas geographicas ou de 616.143 heclares.
Sua popularn era na poca do ultimo rcense.i-
mento em I85i de 508,784 h hitantes. Compreheo-
dia anula os tres ducados de Parma. Placencia e
Guaslaila ; porem segundos convenr;es de Floren-
ja, de que fallaremos, quaudo exp< zennos a queslao
das reversiies, perdeu desde 1817 por urna troca van-
lajosa com Modeua esle ultimo florao de sua coroa
trplice.
Parma he rica de lembran^as hisloricas e de pri-
morosas obras de arles; mas suas finanras, ine-nio
em lempo regular, san poucu prosperas." Seu orra-
menlo bem como o de lodos os governos italianos* a
excep.au da repblica de San Marinho, aprsenla
um delirit real ; lodavia em 1859 monlava a teceila I
a 8,833,000 liras ; a lira de Parma, inueda ducal, val
1 franco e a despeza a 8,8:12,000 liras. Sua divida
de loda a especie, incluido o empreslimo volunta- i
rio de 1(154. monlaa 11,800,000 francos ; mas o du- '
cado possue propriedades nacionaes de maior valor.
As (ropas de lodas as armas compe-se de 2,802 ho-
mens no pe de paz, e de 1,072 humen* no p de
guerra.
Ja se v que he l'arma com o ducado de Modena,
e depois do principado de Monaco e da repblica de
San Marinho, um dos menores eslados da Dalia.
Alem nislo he em lempo ordinario governado quasi
arbitran,miente pelos seus duques, e dividido no
POBlo de vista administrativo em nnco provincias :
l'.itma, Placencia, Borgo, San Donino, Lumigiana '
Val di Taro, adminislrades pi r goveruadores e pre- I
eitos. lem urna conladona, um supremo tribunal
de revisto, dous Iribunaes remo* em Parma e Pla-
cencia ; qualro ducados, em Parma, Placencia, Pon-
Iremoli e Karso San Donino ; cinco commandantes
da prarasfortes do durado, um estado maior militar
relativamente cnnsideravel. c ao menos antes das
alna* reforma* recenlemenle inlroduzidas pela du-
queza regente as despezas do sua casa, lodoi os
srandet cargos de curte usados lias casas reaes de pri-.
meira ordem.
Para apreciar plenamente o que agora se pasta,
e o que pode passar-*e amanhaa ueste pequeo ca-
lado, rujas desrdeos interiores allrahem ueste o~ i
ment a alteurau da Europa, convem saber niusn-
menle o lugar qne oceupa na Dalia, mas sobreludo |
ua-. cao actou I para com o Auslrui,
A l-rai i;a tem representado em diversas pocas
grande pipd em seusileslinos. Carlos Magno, Lora
XII, Fra icisco |, Napoleao Bunaparte, o iero aller-
nalivanH-nte oceupado e reunidopassageiraniente ao*
lerrilorio* de seu imperio ; purera elle fui mal) par-
licularmeula presa da liespanha e da Austria, que
o disputaran) por muilo lempo, e euiliin nu meado
do seculo passado repeliram entre si seu prsenle e
seu lulii ro.
Vamos locar aqui cm urna das quesles mais com-
plicadas que, apezar da pouca importanciaapparen-
le de seu objerlo, apresentara ao mesmo lempo a
historia diplomtica dos Balado* modernos, e as tran-
*ac(e* polilicas, sobre que repousara a actual orna-
uisarao da Europa, e a repartirlo dos poderes que
acumpoem ; na qacatta das rever-oes da auloridade
soberana sobre os pequeos ducados da Dalia. A
reverso, do direilo de successao ao Ibrono de um
Eslado, isln be, a reserva desse direilo em faver de
urna potencia que i lo esla actualmente na posse
do poder sobre o mesmo, para o caso de que a dym-
naslia reinante venha a exlinguir-se, ou a denar
por qualquer raz3o o lugar adquirido, be urna espe
ci de simples suberania eventual, rujo exercicio lem
siitcilado grandes dilliculdedes enlre u* Eslados. O
Eslado de Parma Ihe est duas vezet submetlido
desdo mais de um seculo. Cahindo na mao dos pa
pas quando os Francezes foram expulsos da Dalia no
seculo XVI. foi erigido em ducado a 26 de agoslo
de I55 pelo papa Paulo 111 a favor de seu filho
natural Pedro l.uiz Farnese, ruja casa etlinguio-te
na linha masculina em 17:11. Lma tobriuha do ul-
timo duque, esposa de Filippa V, levou o ducado
casa de liespanha, onde vcio a ser o panamo do
infante llom Carlos ale sua elevaro ao Ihiono das
Duas Secilias. Enfilo o Eslado d Parma passou pa-
ra a Auslria, e foi reun,in aos seus dominios(1735
1736; ; mas pela paz de Aix-la-Chapelle ele 18 de
ouluhro de 17'ifs I) a Austria cedeu-u novanienle
ao jurante Dom Filippa de liespanha eslipolando a
reversa* em seu favor no caso de extiiiccio da linha
masculina desse principe. Tal be a origen) da pri-
meira das duas reversiies, a que o Eslado de Parma
foi snbiiuliidn al estes ltimos tempus, reverso
mauda pelas Iransacres de 1815, c que ainda sub-
sisle. A segunda reverso he obra do nosso seculo,
foilrazida pelascouvenjes fettasdepois de 1815 para
a Dalia enlre as graudes potencias, e e\ecutou-se
como veiemos brevemente em nossos dias.
( ducado de l'arma foi um dos prlmeiros Mia-
dos cumprometlidosnasguerrns.quea rcvolurao fran-
ceza se vio obrigada no fim do seculo passado, a fa-
zer na Dalia. Sua rapilal foi orcupada em I7!l(i
pelo exercilo da repblica, e deveu o armisticio de
Placencia de !! de maio, e. o Iralado de Paris de 5
de novembro que o salvaram, inlcrvcncao da lies-
panha. Tudavia em virlude das convenees secre-
tas concluidas nu !.< ds outubro de 1800 enlre a
Franca e a liespanha, e do Iralado de Madrid de
21 de marfo de 1801, o ducado de Parma leve de
ser reunido Franca ; mas essa reuniao foi espada-
da ale a morle do duque Fernando ( 9 de ouluhro
de 1802; depois o ducado administrado como pos-
(cssao rranceza conforme o decreto imperial de 21
de julho de 1805 ficou em eslado incertu, guardado
para favorecer segundo as eventualidades inespera-
das os arraujot terriloriaes projeclados para a Da-
lia, e a reuniao aos dominios da Franca somenie se
realisou de urna maneira definitiva era virlude do
senalus-consullo de 30 de maio de 1808, o qual col-
locou-o, sob o nome de departamento do Taro, no
numero dos departamentos do imperio.
Mas os acontecimeutos e os aclo* de 18141815,
reslabeleceram logo para o ducado de Parma a an-
liga potigaolrespectiva das duas casasda Auslria o da
liespanha, e hzeram reviver as dispusicoes do Ira-
lado de Aiv-la-Chapelle. Primeiramenle o arligo 5
do Iralado de Paris de 11 de abril de 1814 deu-o a
ari-bi-duqu na Maria Luiza, ex-imperalriz dos Fran-
cezes. comu propriedade e soberania perpetua. De-
pois o cong-essode Vicua conlirmou esladisposi^lu
uo arligo 9! de seu acto geral, reservando usdireilos
dereversibilidade e>lipulados pelo Iralado de Aix-la-
I.I-apello. .rcu-se que o congresso de Vienua subs-
tituir por tima concessao vitalicia a concessao como
prupriedade e soberana heredilaria que o tratado
de 11 de atril eslabelecera em favor da archi-du-
qoeza Maria Luiza [2 ; he um erro que demonstran)
os proprios lermos do artigo 99 do acto final. O
congresso lunilou-se a estipular, que a reversibili-
dade seria determinada por um tralado posterior,
que se concluirla entre as arailes potencias, reser-
vando o* diieitos eslabelecidos em 1717 para a casa
de Austria e o rei da Sardenha. Foi o Iralado de
10 de jolho do 1817 que raudou a oalureza da con-
cessao fela a Maria Luiza. e crcou as cumplicarea
de que vralos fallar. A liespanha descrnenle" da
parte dada .i sua casa as Iransacres de 1815, re-
cusara acceder ao aclo geral de 9 de juuho, bem co-
mo aos tratados de 20 de novembro. Todava sua
a d be sao sendo julgada indispeusavel, para dar o as-
senlimenlo eral e a estabilidad* uecestaria nova
ordem de colisas eslahelecida na Europa, fez-se-lhe
nma grande concessao em 1817, a reverti un seu
favor do iludido de Parma foi restabe!ccida pelo Ira-
lado de 10 dp junho. Esle Iralado conservou o es-
lado de possissao eslabelecido pelo arligo 99 do aclo
final de Vienua as maos do arclii-duqueza Maria
Luiza ; m*s ampliando os termos do mesmo arligo
relativos reversibilidade eslabeleceu (arl. 3) que
depcis da morle da ex-iinperatriz os ducados per-
lenceriara mtanto de liespanha, ao seu filho Car-
los Luiz, a si a descendencia varonil em linha recia,
e qoe somenie no caso da exlincrao dessa linha sena
susleulada a trenlo a favor da Auslria e da Sarde-
nha, segundo os lermos do Iralado de Aix-la-Cha-
pelle de I7M, e do arliso separado do Iralado en-
tre a Auslria e a Sardenha de :>Q de maio de 1815.
Foi deslas iluas estipulares do tralado de 1817,
que nasceran as complicarfles, de que a principio
fallamos, c que faziam ha poucu da queslao das re-
versiies italianas urna das mais complicadas de lodas
as que lem resollado das Iransacres de 1815. O*
negociadores de 1817, misturando com as duas re-
versoes decre arlas para Parma, as que tinham sido
estipuladas pi los arligos 98 c 102 do aclo final a res-
peilo de Luir, da Toscana, e mesmo da Modena,
tinham feilo urna embrulhada, na qual sua imagi-
nacjto pareca ler-se excrcido com prazer em enredar
um negocio ror si mesmo ja 13o complicado. Lina
revoluciln no po ler em Palma, devia produzr oulra
enlre Lucra e a Toscana, e una tercena enlre a
Toscana Mcdena, e luda islo salvo* os direilos sem-
pre reservados da Austria e da Sardenha, ludo islu
ainda mais ci raplicado por falsas combinarocs, e er-
ros maleriaes commellidos na repartirn dos lerrilo-
rios sujeilos il essas reversos. A "commisau de
Francforl coi>saarando a 20 de junho de 18111, nos
arligos 14 e 17 de suas delibcrares geraes as dispo-
sic.s do aniso 09 do aclo lin'ale do tratado de 10
ile jul!io de 1817,nao esclarecer as difliculdades, as
quaes pcrmaieciamenmo urna das compliesres mais
inexlriraveis da organisaro aclual da Europa, para
aquella* que qurrem saber a siluarao potinca dos
eslados. Jla graras a Dos, a maior deslas dilli-
culdades desappareceu pelo aconlecimenlo que abri
a successao p.,titira da archiduqueza Maria Labia,
soberana vilaiiria do docado de Parma, e produziu a
liquidicu definitiva de lodas as reversiies sobrepos-
las pelo Iralado de 10 de juuho de 1817, que ain-
da subisle ha um secrjje a favor da Auslria e da Sar-
denha. A morle da ex-imperalriz dos Francezes a
17 de dezembrn de 1817, fez passar os ducados de
l'arma c de Placencia ao infante de Uespauha,
Carlos Luiz, cotilo duque.ds Lucca. I.ucea foi reu-
nida a Toscana, a qnal lambem Iransmillio i Mode-
na os districlos, que o congresso de Vicua Ibes re-
servara. He oulra parle urna convencao concluida
cm Florenra a 28 de novembro de 18ii, c conserva-
da secrela ale a morle da archiduqueza, regulara
anlecipadamenle entre Lucca, Toscana e Modena,
com a adheaaM da Auslria e da Sardenha, ludo quan-
lo se referia n Iransmissao dus territorio* sujeilos as
reversiies. A mesma convencao corrigira lodos os
errns commellidos em 1815 e 1817 acerca da reparli-
eao desses territorio* enlre os tres ducados por ees-
ses e reivindicacOe* de municipio., aldeas edistric-
ios mal distribuido* a prinripio. lma Iroca con-
cluida eotn o duque de Modena, u qual receben o
ducado de Guaslaila era compensadlo de cerlos dis-
Irictos de Toscana e de Lucca, que Ihe linham sido
marcado* pelo artigo 102 do aclo final de Vicua,
permii no que se fizesse desappareeer idos os arran-
jos incompleto* oo defeiluosos, e o concurso da Aus-
lria e da Sardenha accommodando seut proprios di-
reilos de reverso com esses novos arranjos, removeu
lodas as difliculdades.
Desde esse lempo a torle do Eslado de Parma fi-
cou, ou parecen ficar Usada sob a auloridade dos
infames de liespanha. O duque Carlos II, Luiz
de Bourbon. succedeu a 17 de dezembro de 1817
archiduqueza da Austria, Maria Luiza, at que, em
cnsequencia da exlincrao de sua descendencia va-
ronil em linha rerla, l'arma lornasse a passar da ca-
sa de lle-panha para a da Auslria. Grandes e pr-
ximas Irihulaces agoardavam em seu novo Ihrouo o
anliao duque de l.urea, o qual leve de lamentar
mais de urna vez em na elevaran precaria, seu pe-
queo principado lau pacifico 3,. A Tevolurao de
1818, e a guerra entre a Austria e a Sardenha, que
ah resoltan, orcasiunnram a occupac.?o de seu du-
cado, a lomada e a reiviudieacau de seus dominios
pelas tropas oppoias. A influencia revolucionaria
lomou parle no negocio. O duque Carlos II eslabe-
leceu a 20 de marro urna regencia, que fui substi-
tuida a 6 ilc abril por um governo provisorio. Car-
los Luiz deixou o paz, refugiou-se na Saionia, on-
de abdirou em favor de seu filho Carlos III. I'ma
lei sarda de -j7 de maio de IhiS, tmha nesse nter-
vallo reunido o ducado ao Piemonle. Mas emfim,
1 trida Wruck corp.jur. geitl. recent. lomo 2
p. 310. *
2 A redace.lo do arlio 99 do arle final Moilon
no cnngrcssn de Vienua as riJacomOe* mais animadas
entre a Austria e a liespanha. pe.' qual a Franca e
aples se decidirn*. A quesillo loi enviada a lima
eommissao. rujos Irabalho* o dia 20 de marro ioter-
rompeu ; mas su foi resolvida em 1817. Vida Scho-
ell. Historia dos tratados, iom. XI pag. 378 e 590.
(3) leve de lamentar sobreludo o rao exilo das
negociaroes secrelas que se abrirnm em ouluhio de
1819, sobre o projeelo de esl.ibelecer um Irono real
em seu favor as Provincias Unidas da America do
Sol. Podera-ae ler as ptjas desla curiosa negocia-
to, e nolavelmenle o memorndum 4o bario da
ttav neval nos Ar>D.i sipplrmentos da Colleccao irn
Tratados de Marlens, lotn. 3; paginas 129,151.
pplaroo-te a tempe.lude. Cario* III pode vollar
para Parma,'e lomar pur urna proclamarlo de 29 de
agosto de 1819, o poder que seu pai Ihe Iraosmillira
1852, que marra o subsidio dos depulados assem-
bla geral ;, leudo o Sr. F. Oclaviauo pedidu ur-
gencia para entrar iinmcdialamente em segunda
le Mello, Ribeiro de Andrada, llenrique*, Dulri
Bocha, c Paula Candido, e foi approvada para pas-
sar leriena.
Filtren dupois em primeira discu-so o prrjeclo
que aulunsao izoverno a pagar a Manoel Jos Tei-
xeira Barbosa a quantia de 15tl;732^>1.50. importan-
cia da senleni;a que obleve coulra a fazenda publi-
ca, e para o que poder emiltir apolices pelo prero
do mercado, caso nao baja no auno cm que fizer es-
te pagamento sobras da receila de nue posta lanzar
mao.
Aprcsenlou o Sr. Ilenriquet um requerimento de
adan.enin, ruja discussao licuu encerrada, nao se
volando por nao haver rasa.
i----- -"- --.-...... _.,,.,. i ,-uin riiii.lt Tullir, IhlUILTH O ei|| OHIIKHl
pea aniiiratao de 1. de marro piecedcnle. NIo discuss.ao, toniar.im parle no dbale os Srs. Figueira
cozon delle mullo lempo, e foi assassmado a 27 de '
nur(0 de 1851, deixando o poder a seu filho u du-
que aclual. Iloberl I. nascido a 9 de julho de 188,
duranle a regela da.duqueza Luiza Maria Tbere-
za de Bourbon, lilba do principe Carlot Fernando da
Arlois, de Iranra, duque de Bcriv, com quera ca-
sara a 10 de novembro de 1845.
Tal he pois a siluarao da polilica aclual do duca-
do de 1 arma e Placencia. Interiormente he gover-
nado pelo sen duque Koberl I, Carlos Luiz Mariade
Bourbon, Hitante de liespanha rom iuade de 7 an-
uos, pela regente Luiza Maria Ihcreza de Bombn
naseida a 21 de selerobru de 1819, com o auxilio de
um ministerio compelo de 5 titulares das renarlires
mimsleriaes dos negocios eslrangenos, da juslica.'dos
negocios milUares, da fazenda e do interior, e de
um conselho de eslado, ao qual ella preside. xle-
riormenle em virtude do tratado de Aixla Chapelle
de 18 de oulubro de 1718. do artigo 9 do aclo final
do rongresso de Vienua. do arligo secreto do Irala-
do de -JO de maio de I815, do arligo 7 do tratado de
10 de junhu de IS17, confirmado pelo arligo 17 das
deliberarles de Francforl, em virlude tamben) dos
arranjos fetos entre os pequeos ducados pela con-
vencao de Florenra de 28 de novembro de 1811 a
Auslria e a Sardenha leudo figurado nessa conven-
tao para ronsenlir em lodas as raodilicares, que ra-
zia na repartirn dos territorios; exleriormenle, di-
zemos o ducado depois da eilinccAo da linha varo-
nil dos Hilantes de liespanha, qne somenie repousa
agora sobre a cabeca de dous meninos, o ducado de
l'arma tem de ser repartido em virlude do direilo
publico cousenlido e
80
Por dii icios de 26 da juuho mrenle liveram
mcrc da seiveulia vitalicia dos ollicios de segundo
tabellan do judicial e uolas do termo de Mag, da
provincia do Rio de Janeiro. Nicolao Jos Soares ;
Escrivao de orphaos do termo da Cachoeira da
provincia da Itahia, ficando obrigado a prestar ao
servenluario vitalicio do mesmo aflicio, Silvestre
Jos de Almcida, a Ierra parle do respectivo ven-
i menlo. Antonio Francisco do Nascimeolo Vianna;
Segundo la bel ao escrivao dos orphaos do (ermo de
llabaiana, da provincia de Sergipe. Beulo Jos
Pinto Lobao ;
Segundo labelliao e escrivao dos orphaos do termo
de \ illa Nova, da mesma provincia, Antonio Alva-
res Gomes ;
Segundo labelliao e escrivao de orphaos do (ermo
cionario dos espritus no ducado"e a siluacao parti-
cular do poder que o governa (orna lo amearadora,
coucebemos que a opinilo eoropea se inquiete, l-'e-
cha-se um campo de halalha no Oriente, oolro esla-
ria lalvez para abrir-te na Dalia, se a sabedoria dos
governos que acabum de eslabelecer a paz nao esli-
vesse prompla para provee a isso. Parma pode lor-
nar-se de um mntenlo para outro o Ihealro, nao
mais de urna lula diplomtica enlre as duas casa* da
Austria c da liespanha, enlre os infantes e os archi-
duques; porem enlre a Austria e a Sardenha.
A Austria esla na posse da fortaleza de Placencia.
lem de conserva-la em virlude dos lraido i, al
Foi aceita a desisleucia que fez Amancio Gomes
Kamalho dos oflicits de segnndo labelliao c escri-
vao dos orphaos do lermo da Consliluieao, cm S.
Paulo.
Por decreto* de 27 do mesmo mesmo :
r-oi Humeado o desembargador Manoel Cerqucira
Pinto para o lusar de fiscal do tribunal do com-
iiierein da piovincia do Maranbao ;
foram aprescolados as fresuezias de :
Nossa Senhnra da Crnu-eirao da Tapera, do arce-
bispado da Babia, o padre Joao Rodrigues de Fi-
gueiredo Valladares ;
^oss.^ Senhora do l.oreto de Jacarepagu, do bia-
di Tu i a ,e\e''il e9llP"li,da e,n seu favor. Alem pado do Rio de Janeiro, o padre Guilherme de III-
uisto indcpendenlemenle da uniao do suas alfande- randa.
gaslormou por qualro anuos,contados do 1 de Janei-
ro de 1853,-eu tratado de allianra nffensiva e defen-
siva coucluida em Vienna, em dezembro de 1817, e
renovado em rommum com Parma e Modena em
fevereiro de 18*8 (5,.
De sua pae a Sardenha possue a opiniao e os vo-
los da* populare italianas, lem alem dislo o ler-
rivel apoio das paixes revolucionarias, as quaes
bem romo oulr'ora enlre mis, conrondem-se com o
odio da oeenpato eslrauaeira, e exallam-se por el-
la. Lma tuecessao aberla agora, ou nova revolocTio
interior em Parma occasionaria infallivelmenle una
inlervenrao reciproca, e lalvez um conflicto inevi-
tavel. Convem pois cuidar nisso. A Dalia inleira
e todos os Eslados, que a compoem, merecem nesle
momento loda a allencjio, loda a solliciludc das
grandes potencias, que acabam de restituir a paz a
Europa; mas uenhuma parle da Dalia, nenhuma
das quesles, que ah se propoem. requer essa allen-
plo de um modo mais urgente e especial. Em nen-
huma parle se v um poder lila Iraca e 13o anjean-
do, umaevenlualidade de perlurbaeao (3o prxima ;
mas tamhem em nenhuma parle'se olTerece urna
queslao de reverso, que pode rebenlar amanhaa,
que pode suscitar amanhaa enlre a Anstria e a Sar-
denha urna formidavel queslao de inlervencao e de
parlilha e qoe em lodo caso no meio da colera surda,
que a agita, nao pode deixar de abalar a Dalia al
aos luudamenlos.
J. B. Labiche.
(Presse.)
__JITMMR.
BIO DE JANEIRO.
28 dejunhu.
O senado approvou bonlem, sem dbale, em 1.a
discussao, o parecer da commissao de consliluieio,
indeferindo o requerimento de Domingos Calcag'no,
pedindo dispenca do lempo que Ihe falta para obter
carta de naturalisarao de cidad.lo brasileiro; e em
t.n discussao urna proposito da oulra cmara ap-
provaudo varias peusftss.
Occupou-se depois com a 3. disenasaa da pro-
posito que autonsa o governo a mandar matricular
n9 caclas maiores do imperio os alumnos, que por
motivos justificado* nao liveram comparecido em
lempo para as matriculas no prsenle auno lectivo.
<>s Srs. marquez de Paran e Baptisla de Oliveira
oflereceram emendas que foram approvadas, lendo
o Sr. marque/, de Olinda relirado a que apresentou
em 2. discussao. Fizeram ubservares sobre a
malcra os Srs. marquzvs de Paran "e de Olinda,
Stlveira da Molla e Baptisla de Oliveira.
Na hora competente foi apresenladn um projeelo
de resolucilo concedendo Irinlo loteras para o pa-
trimonio do hospicio de Pedro II, igual numero
para a obra e patrimonio do recolliimento de Sania
lliere/.a. e cem para a construccio de um Ihealro
lyrico nesla corle.
11 un te i o, na cmara dos depulados, depois de orar
o Sr. Macario, foi adoptada a proposta do governo
(liando as rorr_as de Ierra para o anno linanceiro de
18)7 a 1858, lendo sido previamente approvadas as
emendas do* Srs. Pereira da Silva c Seara, e rejei-
lada* as dos Srs. Mello Franco, Leitao da Cunha e
Kibeiro de Andrada, e prejudicada a subemeuda do
Sr. Paula Candido.
Approvoo em segunda discussao os arligos do se-
grate projeelo, para passar lerceira.
o Art. 1. O governo fica aulorisado a promover
a encorporarao de companhias para a pdsca, salga c
secca de peixe no litoral e ros do imperio, conce-
dendo as tres primeirat que se eslabelecerem regu-
larmente, sendo urna ao norle, oulra no centro e a
lerceira ao sul, lodos ou alguns dos segoiules favo-
res :
SI. Garanlia de joros al 5 por cenlo, e por
lempoona nao exceda a cinco anuos, dos capitaes
((lectivamente empregados na acqoisico das em-
barcacoes e aprestos necessarios para a pescara, e
no eslabelecimenlo de Miarlas para o tarrico da
salsa e secca, e abrigo do pessoal e materia*! da*
companhias.
S 2. Concessao de marinha e terrenos pblicos
nos libas e cosas de Ierra firme para rundacao das
dllas leib ras.
ii S 3- Isenrao por 10 al 20 annos: 1.- de direi-
los de imporlarao das materias indispensaveis para
o serviru pruprio das companhias, err.quaolu nao for
allerada a legislaran a favor das que te deslinam
para o consumo das fabricas nacionaes; 2.-, dos di-
reilos de exportaran e dos de consumo interior do
pene salgado ou secco que ror pescado e preparado
pelas companhias ; :!.- do rccrulamenlo para o ex-
ercilo e do servido da gnarda nacional o lodos c in-
dividuos ni lmenle empregados nos servidos das com-
panhias; 1 do recrutamenlo para a marinha em
lempo, ne paz aos ditos inJividuos, e ainda em lem-
po de guerra aos palrcs das embarrar/ies, aos mo-
cos ou aprendizes menores de 18 anuos, c aos mes-
tres ou directores dos Irabalhos das felorias.
Arl, 2. At companhias, n,1o empreganlo escravos
a bordo de seos barros de pesca nem nos de* seu*
Irafegos ; e o governo limitar o numero de eslran-
geiros que ellas podero emprear cuino pescadores
ou marinheirns a bordo de cada um dos dilos barcos.
Art. 3. O governo Doler sujeitar as compa-
nhias em compensaran dos referidos favores aos onus
que julgar conducentes para maior ramenlo da in-
dustria das pescaras, c augmenta da popularan ma-
rtima.
ii Oulrosim poder* o governo nos regulameulo*
que fizer, para evitar que se abuse dos meimoa fa-
vores, impor, alem da perda desle*, pena- de nri-
aao at ti mezes e mullas ale 1:000$.
Adopleu depois, leudo lomado parte no dbale os
Srs. Magalhaes Lastro, Candido Rorges, e Pinto de
Campos, o prjccto creando no mouicpio da corle
mais urna rreguezia com a denomnac.ao de Trege-
zia de S. Chri vez das palavrasde accordo com o hispo diocesano
se digaouvido o hispo diocesano.
Em seguida, continuando a segunda discussao do,
projeelo relativo aos auditores de suerra foi appro-
vadoo primeiro artigo, olferecido pelaaeommi**:
de marinha guerra e de ulira criminal, que diz-
licam reduzidos a um os lugares de auditores
de guerra do exercilo do Kio Grande do Sal licando
considerado lugar de juiz de direilo. como tao os
de auditores de guerra e marinha da corte. Toda-
- ia o governo poder nomear provisoriamenle em
Foi promovido ao posto de capilao eirargio-lDr
do commaudo superior da guarda uacional dos mu-
nicipios de Itaguah) e Maugaraliba o leneule ci-
rur.-lando corpo de ca allana, Dr. Rav mondo An-
tonio Teixeira.
Foram m mead.- :
Majores ajudanles de ordeus do caminando supe-
rior da guarda nacional dos municipios de Taman-
du, Foranga e Pinahy, da provincia de Mina* Ge-
raes, Custodio Jas Machado e Joao Lourenco de
Macedo ;
Capilao secretario geral do mesmo commaodo,
Joo Teixeira de Magalhaes l.eite ;
Capilao quarlel-roeslre dilo dilo, Manoel Teixei-
ra de Magalhaes l.eite ;
Capilao cirurgiao-mr dilo dilo, o Dr. Francisco
Cyrillo Ribeiro de Souza ;
lenenle-corouel commandanle do balalhao n. 9
da gurda nacional da provincia do Ceara, Mauoel
llerculino da Cunha.
Foram reformados :
0 eapitjo t.i l companhia do (i. batalhao da
reserva da guarda nacional da provincia do Rio de
Janeiro, Lucas Jos de Alvarenga no posto de
major ;
O major da anliga guarda nacional da cidade
de Cachoeira, na Babia, Florencio Manoel Ferreira
de Lata ;
O coronel commandanle superior da guarda na-
cional dos municipios de Valenca, Tapiro, Jequi-
ripi, Sunlarem, Nova Boipiba, a'a mesma provincia.
Isidru de Mima Madureira ;
O rrajor ajudante de ordeus do commando supe-
rior da gnarda nacional, dos municipios de Maceie
Sania Lozia, do norte da provincia das Alagoas,
Paulo Joaqun) Telles Jnior no posto de tenente
coronel.
Foi concedido melhoramenlo de reforma no pos-
to de coronel ao lenente-eoronel relormado da
guarda nacional da provincia de S. Paulo Luiz Al-
ves da Silva.
Foram concedidas ao ex-capilao da segunda com-
panhia do evlinclo 1. balalhao da guarda nacional
da cidade de Barbacena Anlunio Teixeira de Carva-
llio as honras do referirlo posto.
Por decreto de -Js do dito mez foi eammolada em
gales perpetuas a pena de morle imposta ao leo Ma-
noel Jos do Almeida. i
'Jornal do Coimnercio do Kio.)
o.e viajar lodos os. uestes ultimo* dias, aleom limlivo aos seut padec.-
S'ia -aude h0 eomprnmeltida, lio arrisca-
-se rean.mandu. Seo. sajaiaiaa e prenle vio
suma esperan..,, e parece qoe t Prov.den-
oraquer pouptr-nos alsuro golpe tune
equivalen a res raoiO, por m ", tUZlZ***. ""'s do tente, c
certamen.. umr.sul.ad,:,!,ar::n''" SLSSlS C* O^SZS d"" ~. le *
i.ri.iil tiui ta un- i til ;< r n T i- i '
incanraveis junio a cabereir* do enfermo e dismil,,
medico.
Hospital de raridada 12 de julho 71, dacolts.
''' "nuil,/,.-,,,.
Jl RV DO RECIFE.
9 de julhn.
Presidencia do Sr. Dr. AUxanirt Bernardina ata.
Keu e Silca.
I romolnr publico, o Sr. Ur. Aaloaia Laiz ( >a
trelaulo a caridade philanlropia publica lem dim- i c*"''lle Albuqoerque.
uuido a possibilidade da novns rriminoo<,abrigando I Btcrivio, o Sr. Joaquim Francisco d* Paula Fi,-
debaixo das suas azasjprolectoras esses filhos esparto* ,e' Clemeule.
daforluna.fjS. Exc. pela sua parte lambem vai con- Advogado. o Sr. Demingos Monteiro Peiioto e>-
correndo para esla obra generosa, e ullimamenle or- '"'Jante da Vacuidad de Direilo desla cidade '
denou, que o arsenal de marinha recebesse em sen r,!l, a chamada as 10 horas da manhaa acharo -
gremio lodos os orphaos capazet de efTecluar algum *c l;r*senlet 10 senhure* juradnt.
Irabalho, alim de aprenderem um uflicio, d'onde i ..___I. 1_____i- : tades ia iiuillail.iL .~l..:r_T S
proclama de urna maneira fabulosa o poder da
duslna e da riv ili-ac.in moderna.
S. tic. acaba de pralicar um arto que Ihe deve
crangear as benc.an* da patria aara.iecida. Niuguem
isnnra que a miseria he quasi senipre a origem de
lodos o* crines, e al cerlr/ ponto e,i.. resultado he
fatal e indepeudenl* da vunlade do hornero, ou da
mulher, quaudo le traa da prostituir,,. \ calami-
dade porque acabamos de passar collorou nimios m-
feh/es sob as eundire- de eventualidades sumirs
roubando-lhes, ao mesmo lempo, pai* e aalfa. En-
*/ain*iatflCQ,
UECFE 12DE JULHO DE 1856.
AS 6 HORAS DA TARDE.
.RETROSPECTO SEMANAL.
A provincia goza du socego, e reina a abundan-
cia em lodosos pontos. Eulretanlo no lermo da Et-
cada, e na freguezia de Ipojuca, appareceram al-
guns casos novos ,1a epidemia. S. Exc enviou in-
mediatamente medicse remedios para esses lugares.
Ida moilo que nao recebemos noticias das duas co-
marcas mais longinquas da provincia, mas tuppo-
mos que a de Yilja-Bclla j se etiar' livre do fia
geilo, pois que segundo as ultimas cummunicaees,
ja se achava bstanle aplacado; e, quanlo a da Boa-
visla, se o mal a livesse visitado, he muilo natural
que ja hovvessem pedido soccorros.
Cuino ja saberu os leitoret o tacto mais notavel,
que se deu durante a semana nesla cidade, foi o
desmornamelo da casa da roa do Rangel. Eulre-
tanlo, consta-nos que nessa mesma roa, assim como
em onlras dos diflerenles baiiro* ha algumas casas
que aun ,h...ni eminente ruina, as quaes, se nao fo-
rem reparadas quanlo anles, lalvez produzam o met-
mo resultado funesto, qoe produzio a casa do Sr.
Carrito. Assim lembramos a auloridade competen-
te, que mande examinar essas propriedades por pes-
soas habilitadas, e no caso de se verificar o que se
diz, cumpre que sejam demolidas despeilo dos in-
teresse* individuaes. Keslas condiees apuntara
nma casa de dous andares no principio da ra do
AragSo, ron limite a urna dat boticas da piara, e nu-
tra ao entrar da ra do Rangel em busca da Ribeira.
Aproveilamos a oceasiao para pedir aos senhoies fu-
caes qoe laram elleclivas a* posturas da ramaia mu-
nicipal, que vedam ao* ganhadores conduzirem pa-
lanqun*, liarriea* de familia de Irigo, e bacalho, e
i litio, ohjeclos, sobre os passeios, embargando des-
l'arle a transito publico, e sendo mnitas vezes causa
de successos desagradareis na* pessoas que andam
pelos memos passeios.
A velha ponte do Kecife se acha exccssivamenle
arruiuada, e senao se prohibir quauto antes, ao me-
nos o transito de carros, carroras, e cavallus sobre
ella, leremos de lamentar desaslrosos successos. A
ponte nova este concluida, e al olTerece mais com-
modo, do que a anliga; assim lembramos que se co-
luqurm dous senliuella* em um e outro extremo,
que para prohibir a commiiuicarao sobre esla rui-
na, c iudicar ao mesui. lempo o novo Iransilu.
Cremos que, depois de oilo, ou 15 dias desse Iraba-
lho, afinal o novo habito seria coulrahido, e a po-
pula.. i livre de algum sinislro.
Em i. nussa revista passada rererimo* um relo
acontecido na Babia, quanlo a falsificaran de um
bilhele de loleria do Kio de Janeiro. Esla denun-
cia da nossa parle, ou o pessoal conhecimcnlc do
relo pela presidencia, deu lugar a que o goveiuu
haixasse urna portara, ordenando que osbilheles de
loleriase as suas l'racres, viudo de oulras provin-
cias, nao sejam aqu expusloa a venda, sem eslarem
rubricados pelo admioislrador i- cnusulado pro-
vincial, c Ihesouraria das loteras desta provincia.
Com elleilo a a.I --pro i desla medida ha de coarlar
uecessarameiite muilas rundes, a que estao sujeilos
os amadores deste jogo.
S. Exc. continua as suas visitas s repartidles
publicas a p sem apralo algum ofiicial e inespera-
damente. 11 arante a semana visilou o arsenal de
guerra, a thesouraria geral, e o arsenal de marinha.
Sem que pretendamos olTender au* chefes e mais
empregados das diversa* repartirles publicas desta
cidade, entend mus que esle procedimenlo de S.
Elche mu providencial. () expediente lia de in-
dar regularmente, as parte* serio salisleitas em lem-
po, e te evitado alguns escndalos, que se lem dado
a respeilo de prelendenles destituidos di influencia
e importancia social.
Faltaramos ao dever de uslija, se uao consignas-
sernos aqu algumas ludias em favor da nossa policia,
que vai cumpriudo nobre e enrgicamente as suas
renles, sem atlender os precouceilos, que lao U-
lempo ae campauh.i, os audilores que julgar conve- laes bao ido cansa publica. Os criminosos de
menies, sem que esle* se consideren) juizes de direi-
lo, c na qualidade de addidos. a
Enlrou em discussao o segundo, do Iheor segoinfaja
o Os hachareis Jos Allonso p^eira e Ignacio Jo-
quimde Paiva lreirede Andrade lican, ronsidera-
dosjuiz* ded.re.lo, com o lempo de setv.ro que
preslaram romo auditores de guerra na provincia do
Km Grande do Sul. o
Fiero adiado por 18 horas a requerimento do Sr.
ferreira Je Agolar.
Esgolaoa a ordem do dia levanloo-se a sessao.
'29
Consta que o Sr. Dr. Alvaro Tiberio de Moncor-
vo e Lima, presidente da provinria da Bahia, pre-
qualquer calbehoria que sejam teem sido persegui-
dos, e relizmeiite ja hoje se talla mui pouro na ce-
lebre companhia doTiroque alias causava serias
preocupares. lle voz publica que os ladres e aa-
sassnos tem mallos proleclores. entretanto, visla
do louvavel procediinenlo da polica, esperamos que
ella dar' as providencias para que sejam desen-
hornadas essas rers, afim de receberem o castigo,
que a lei Ibes luOlage. Aproveilamos u cnseju pa-
ra annuuciar ao publico que araras as diligencias da
polica, descobriose que o autor do roub feilo na
cata do Sr. Porln he um seu proprio escravo, o
qual foi entregue a Justina publica para ser castigado
Visto eslanno* tratando desle asimplo, lembra-
. rao* ao Sr. chefe le polica a necessidade urcenle de
ler.deiido apreenlar-se candidato a.sembla geni, I organisar a sua irparlinlu de modo que baja um
pedir, a sua demissao, e que sendo-lbe esle cunee- perfef
dida, acha-se nomeado para suhslilui-lo o Sr. de-
pulailu (.aujiis.iu de Sinimbo'.
Ilonlem, na cunara dos depulados, depois de ler
o ;r. Marao orado sobre os negocios do Pirab
fui approvado em prm.eira discossao o projeelo que
manda continuar cm vieor na proxni. segrale le-
gislalura a le numero 172 de J3 de solemhro de
(4) Artiga .1 do tratado de 10 de junho, e 16 da*
deliberaron do 20 de julho de ISlil.
5] Vejam-se essas cnnvenrOes na
paran Tuturo possam lirar urna subsistencia honesta.
Mil louvores S. Exc. por esle importante servco
que presin a urna porcao de desvalida da familia
pernambucana.
Fallecern) duranle a semana 11 pessoas, sendo :
livres, 16 homens, 12 mulherese 12 parvolos ; es-
cravos, 2 homens, 1 mulher e 1 prvulo.
PAGIN* VULSA.
Em lempo prevenimos,' senliores fiscaes da
Boa-Visla, e engenheiro cordeador da cmara muni-
cipal, que nao nos parece mui seguros os restos da
csa do finado Gervasio m roa dos Pires ; paredes
isoladas e antigs, os lufes, os Iroves e os puchoes,
podem dar com ludu nu* railes, c ao depois andar o
nave aos emponOes, para lirar de dcnlrn os pobre-
loes. Anda bem que descarregamos nossa cons-
ciencia :
Fazendo com que quem deve
De ludo tenha scieucia.....
Nao precisa mais o Sr. inspector da ra do Li-
vramenlo rondar, a ra, dispen*.i-se raetmo loda e
qualquer polica, por que um moco ha, anda joven,
que nao he la qualquer feioso, que lem por devo-
rlo rondar a ra do l.ivramenlo : aribe, leilor, he
mesmo urna dedicaran.....um que chega a la-
zer agua na bocea, e o peior he, que essa seminen.i
,especie assim de vasa lunie, ou puilampo da mala,
que arrend aqui, acceude acola nao se afasia de
<"" ''.....ah he qoe defronle elle scisma
que alguem Ihe querrouhar ou a bolsa, ou o co.....
ra.....cao.
Pedimos pelo amor de Dos que leiam um pe-
ridico recreativo, cojo primeiru numero fui publl-
radn na quinla-feira 10 do correnle : chama-te *-
relia das Bellas, be escriplo pelo Sr. O'. Pestaa.
e venham-nos ra' dizer, que todo o he redondo
...... (pungente salvra"!...,
A viuva do compositor Malaquias, que foi en-
fermera do hospital do Carmo, morreu do cholera,
deixando Ires filhos ; urna moc. de qualorze annos,
e dous meninos ; depois da morle de sua m,1i foram
os Ires infelizes orphaos para a casa de urnas senlio-
res, moradoras na ra.....esliveram, segundo
consta, nessa casa al que o dioheiro fes vispo-
ras dinheiro ministrado pelo digno Sr. Dr. Fir-
mo Xavier, como paga de urna divida sagrada dos
bous servicos prestados no hospital pela finada mai
desses orphaos : dahi era dianle principiou para el-
les a poca das provanca*: furam para casa de urna
correctora de leilOes infames, segundo he voz geral
o man (ralo, a fome, a nudez, o -en u.o loucaram em
parlilha a esses desventurados. A avii afinal conse-
guio recolher os dous orphaos.
A misera mocinha. coilada, exposla as sedceles
dos malvolos conselhos da megera v-sa cercada de
um bando de abolres, cada qual raait etfaimado, ca-
da qual mais sequioso, e a iufernal coruja locople-
lando-se sombrajdo doloroso quadro da infelici-
dade.
Procoram nos, como advogado* dos que soffrem,
e poderiamos recusar a lao sania missao 1 E pois,
em nome da le, da honra e do decoro publico, roga-
mos s autoridades policiaes que salven) essa victima
volada ao desprezo dos homens, e se for larde pu-
nam a causadora de 13o nefando negocio. Bh) o que
a tal respeilo nos mandn dizer um.....invino, fina-
li-audu a sua narra(ai.,de cuja retponiabiidade des-
de ja declnamo!. *.....nao julgueis qoe o que
vn; acabo l narrar seja falso ; nCo ; he verdade e
ais que verdade, podis leva as columnas do veso
anial sem reccio ; cu sou morador da ra Augusta
ainda que novato, lenho sabido de coasas, como se
isse um morador anlgu....., ele. liepiii.ua-
>os svndior pessoatmenle desse fado, e nenhum
' habilitado pa>* o fazer do que o inspector da
.onlnue o mui probo correio geral, a no*
mi ,ear cora seus aponlamenlos ; nao i-.....rn;,i
qi Roma nao sp fz n'um, mas tm muilo* bous
dias ; continu, continu.
-- dem, ao amigo Potlilhao.
dem ao Mascara-negra : a este especialmente
airemos, qoe a polica do Sr. Dr. Lelo lem procu-
rado justamente fazer o que Vmc. aconselha que se
deva fazer, e lem colhido ncsles ltimos dias saso-
nodos trueles.
Cabo. Por ora nao ha all cousa que faca
suspeilar re-iuvasao do chqlera, noenlretauloalguns
senliores proprielaros se dispoem para debela-lo,
caso iraii-ponha as raas de Ipojuu ; enlre e*se
Sr. Vera-Cmz doengenho S. Braz, a mesmo que
duranle o lempo que n'aquellu localidtde reinou a
epidemia porlou-se com urna dedicado ezelo admi-
raveis para com os qne erain leudo do mal.
Consta-nos que he inuporlavel o procedimen
lo de cerlot sugeilos que morara nos aposento* infe-
riores de um sobrado da ra AugusU 'nao o ama-
relio delronle do palacete a poni deja leremjoga-
do n'um dia as focadas : descomposturas, grilo con-
tinuado, concilibulos turbulento* e conliuuada ri-
las ; de 6orle que as ramillas visinha* vivera em
completo desasocego.
Como era de esperar, o segondo espectculo da
companhia Roben fui o mais completo possivel.
Mais ama vez Mr. Deveaux e o joven Pernambuca-
no se lornaram dignos de louvores ; as bellas expe-
riencias de chirraca, de physicn e de ligeirezas ele-
rutadas pelo primeiro agradaran por eilenso.e roais
firmaran) o conceilo que delle baviamos feilo. O
joven Pernarabucano nao cessou de rulher louros,
um s minuto ; o publico arroubado cobria-o de en-
Ihusiasticos bravos e prolongada* palmas.le momen-
to a momelo. Felizmente um pooco de alienan
dada por alguem fez cora que nao houvesse grande
cambio; mas, se por esle lado ganhou-te, perdeu-*e
inte.i ament pelo oulro, vislo como immenso nume-
ro de pessoas havia pelas porla.i do* eorairoles, como
se rosse ainda o tempoem que uao se davam cidradas
geraes, A policia inlervindo ueste negncio.alliviar
acuelles que comprara iiilhetes dos filantes, que
por amirade, v3o terts porlas dos camarotes.
Quando nos achavamossem diverlimeulo* de
qualidade alguma, reuuiram-se diversas pessoas e
b rin.iram urna sociedade (ara daten, bailes mensaes
no tablo do theatro de Saula Isabel, visto como nao
havendo companhia que ahi lrahalhas*e se achava
elle desoecupado. Chegando Mr. Koberl e sua com-
panhia de exercicio* de equilibrios iiileiramenterau-
daiam-se as cousas, e em vez de ser meiaduzia de
chistosos pares que se di ver lem no pinolear da wal-
sa, scholish ou o quer que seja, so deve conceder ao
publico algumas horas de diverlimeulo ; mas se se
eonlinuareiira dar bailes no sabio nao be possivel
que no dia do baile haja espectculo ; eis o publico
esbulhado do nico enlreieuiinento. Esperamos,
em nome do publico, que os anearragadoa desses
bailes procorarem oulro lugar para dar jseus bai-
les, que nao etse sabio, lendo losar esta mudaui;,i
logo no que deve ser dado no nubada, 96 do cor-
renle.
Sff. redactores. Lendo a appreriavel /'a-J.
gina Arulia de boje, Bella deparei cora o aviso
teilo a cerlos moros, moradores na illia dos ani-
maes, de que gosiam os gatos, e sendo eu ura dos
moradores desla ilha, peco licenra para dizer algu-
ma couzaa respeito do relo,que Vmes. meucionam,
oque lalvez possa servir da esclarecimeulo o quem
competir. Nao sao os moradores desle lugar, os que
laes arres pralicam, mas sim um grupo de eslu-
danles, que lunge de frequcnlarem as aulas, en-
eamiuham-se, (juslamanle as horas marcada para
certa paHiora. abandonada pelo creteido numero dat
victima*, que n'ella o cholera fez, e dahi, nao con-
tentes de alguns aclos reprovados, patsam a invadir
o proiimo tilio, chegando mesmo a amearir a
cus moradores, quaud iirbantmeule Ibes maiidam
pedir, se ronlenham ; occasionandn por lauto a re-
clusiio da lamilla, que nao ob-laule saber despre-
i'i aos que por tal lorma se porlam, lodavia sem-
pre procura evitar a insolencia*, dos que descoohe-
rem as regras da boa eduracao.
Fazendo Vmcs. dar publicdade a presente declara-
c.ao, moilo reconbecido licarei a esse obsequio, visto
que nem eu, nem os meus visinhos somos os cul-
pados do que eslranhos fazem.
II de julho de I Mi;.
/ ni dos moradores.
I ma ancdota original Orlo moco com fu-
maras de 11 roraiu, espirituoso, ede mais a mai* na-
luoiaau, adamado, e de cabello ampiado, acbando-
se n'um cha de familia, foi-lhe nlferecida urna cha- '
vena, e como na mesa houvesse de duas qnalidades,
prelo e verde, a Sra. de petgunlou-lhe de que
qualidade quera.
O Sr. quer cha verde nu prelo ?
(I pohresinhn fez-se cor de cinza, e responden
gacuejando, como se si, senlisse entallado.
.Nao, miulia senhora... cu goslo do cha... sim,
do cha da India !...
A cata terrea, que se esta' reedificando na ra
orsj, multado, ^',5? **"
or cre^r^r^SS^
Clemente Jos d s-nl'An.?.'a ""** de
Silveno Joao Nepumoreno Hallo*
Joao Francisco Reg* Ouintella.
Ludgern Teixeira Lopes.
Joaquim Flix Machado.
Bernardo da Cunha Teixeira.
.Manoel umes Viega*.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Joao Ilanriques da Silva.
Joaquim Jos de Souza Serrano.
Luiz de Azevedo Soaza.
Coronel Trajano Cesar lluriamaque.
Francitco Ignaciu Ferreira Dias.
Os quaes prettaram o juramento eu voz alia as-
ara hvro do. Sanio, Evangelho*. e (ornaran, I
bl.c M S6US res|,","os lo'!rei Parad d. i
Depois de preslado dilo joratneolo, foi 0 reo in-
terrogado, e em seo interrogalorio di**e. nue era -
cusaaopor ter sido espancado por do. 3Sm ^a
cavallaria. alacando-o cora pal.'vra. iojorioM. e7-
bnr.h,audo-o com caceUda*. ,0. elle nao der. Z
pM** C*T,l""a C"Bn,e &
Fez-se a leitura de todo o proceaM. e. denoi* a,
!*'> '>; "" direilo, mSm do M
buoal do jury, deu a palavra ao Sr nrmnninr 1-
blico para fazer a accotaca.. fUSES* Zr
o reo ,nha sido o autor do. lenmeo.o,Yeito, no 2r.|-
dado; disseert.ro reo .ocurso na, pn., do nZ,
906 do cdigo cr.m.oal, e, finalmente, ped.o a cro"
demnarao do mesmo no graomaxiaio d. dilo arltM
E *.* circum""' ggrava.ledo I i.- do T-
tiso 16 no memo cdigo, vial. (er do o roo iranel-
lido por um mulivo frivolo. p*i-
ta-Sr ""*?**"'-' Sr* ioiI de a pa-
lavra au Sr. advogado para ler a defeza do reo
e esle a deduzo dizendo que r lillh, u:
vocado pelosMldado. ; qoe uo, aulo, n4o ZJE
prova* e pedio a absolvilo do mesmo reo "W'*m
Sr I) r,tbHte,,'"!p01 "--eplica e irepltca.
r. r. juiz de direilo pergunloa ao iarx de wnti,
i* se eslava .oflieienlemente Ti IT, *_T~
a cao.a, e como se decidisse pela atnrmav. o c-
mo Sr. .uizde direilo, depois de re*.mir a' wmmL
da aecusacao e d. defeza. propoz a. jurj .. qe.foes
?..di',de send10'"""""8--oeon.ho.roi X
S ? "-' "a. enferencia. i, a ..
horas da larde, donde voltou .. con ,u rnL*l
la,, que ror.m lidas ,m voz al., p,| pr^deatT
jury de senl.nca, em vi.l. de coj. decirio, o"r iT
juiz de direilo, pretidenle do tribunal do jurv nn-
bl.cou sua nntensa. absolvendo o reo e coidennaa-
do a municipalidi.de as cusas. "-
O Sr. promotor publico, pedindo a palavra. dista
que .ppellava d. nteoSa para o ..prior aratZal
da relaco e o Sr. joi, direilo defeVindo, LS
lomar por termo dii.app.il.ja., |.vlniou a m*mT
adiando-a para o da segaint. lo hora, da rttltlS:
REPABTigAO DA POLICA
Secretaria da policia de Pernamboco II de julho
pllm"f/I,?VS^-l-e",.0 ""'Hieimenlo de V.
Excque da* diflerenles participarse, hoje recebida*
0uarrreTi,,;?O'-COnS,a -*->- S5-55
to^eOe" UrT : P"a lili" d *""*" <*-"-
lo desle termo, o crioolo Pedro Cele*tin. de \rau
Ji'nPd0r*fVerif'r,,,> Prel U. escTav" de W
,1o -^ 1."':' e,p,,il0 ,0 1"> *ubdele8.-
do vja rreguezt. de Sanio Antonio nri-.rt..,%.
competen., corpo de delic.o 73l gg Z
Pela Dbdalfgacia da fragoeii. 4. aWif. ,
jo francea Varancourl, e o preto ecra MaLVio"
ambos por desorden). Macarte,
E pela subdelegada da freguezia d*S. Jo*., .
lUmemr;nV.r.ledr0' >*. ~ ""lte *A
Dos guarde a V. Exc. liten c. .
telheiro Sergio Ventad, S2 SiTl
tehonutrn^S"'!!". F,0r ** OHcrtr. -
Cominercra alo 30 do ..,; ^ ZJSSZS^
rg encontraraoo. lei.ora, o qoe ha digno de L
Achava-se a carga
//rqned.v,a ^r'^'fi"'
para
(SoKmtttUf.
'KACA IM) RKCIFB12DBJUI.HOAS1
DORAS DA TARDE. AS3
Cotafte, ofllciaes.
Cambio sobre o Kio de Janeiro1 tfi { da abale
Assucar maseavado2^.20 por arr.ba com eco
Cambio sobre Londres27 d. 90 d.v.
frederico Habilitar, presidente
_ CAMBIOS.
Sobre Londre, 27 d. por 1.
1 Paris, 360 r*. por f.
Lisboa, 100 por 100.
Kio de Janeiro, 1,2 a 1 por O a U a 30 da*
AcrSe* do Banco, 33 0|0 de premio.
Aeroes da companhia de Beberibe. -f>n
AccOc* da companhia Per-, amhucana aaa/
Llilidade Publica, 30 pur canto da premio"
ln.lcmnis.dora. -52 por ? da premio.
da estrada He rerro 50 por (i.,, da premio
sobre a entrada. ^
Disconto de lettras, de 7 a I por Om
, META ES.
(turo.lincas hespanliola. .
aloe la* de 6>100 velhas
65100 novas ,
49000. ,
Prala.Palacoe* brasileiro*. .
Peso* columnarios. ,
" mexicaoos. .
288 28}>.->ll
- ifiioon
I6--MNM1
95000
. 25000
- 39000
15860
.--I.FAMlEl.A.
Kendimenlo do dia 1 a II. ,
Idm do dia 12......
tWh6!r7S*fi|
. 21:8*570h
16l^i3||fi7
Octcarretam hoje 1 i de Julho.
liriue insteslo%hua Marymercadoria*
Hiato porloguez fondor do Mondtqo --ai,.
de vinho.
Patacho brateiroCon/ianca liverso genero.
IMPORTADO
Brigu. inglezi.Jeshua-Mary,vindode Liverpool
consignado a Me. Calmonl & C, manifeslou b.e^
guile : .
tO!l fardos e 35 canas fate.da.de algodv 20
caixas cha' 10 barr, nanleig.. SOgigo e I cesf.
looi.a. oO caitas q.ieijn, 52 barrica, adoela*. Mfd.
tas lampos, 40 feise* arco* d p,0, 30 loneUd..
crvao de pedra ; Me. CalaVoo ,'"
nina.
- ---------------_>-..... .... .-,.., ..-,.,, ni
geral dos tratados de Murhard, Ion. II. n Til e
lora. MI. p. TU. |>ur es* |,a|ados I-arma e Mo-
dena entrara na linha defensiva da Auslria, a qnal
poder orrupa- lo* militarmente 'rtico -> e Ibesi de-
vera arhgo 3, todos oaaarnrraa ntfflnrai nece-a-
nos contra as revolnrOes interiores.
perfeilo arolamenlo em todos os quarleiriies, seudo
os respectivos inspectores obrigado* a coinmunicar o
iiuiv niK-iiiu da> pessoas que cntram e sahem aos sub-
delegados dos distrirtns.e estes a reparteao renlral:
pois que desfarle a policia poderia conhecer fcil-i Imperial, jauto a ailiga fabrica de vinagra, paraca!
menle as pessoas su*peitas,que|irucuramsuh(rahir-se que *er construida a sua frente n.io como deler-
as pesquizas da lei. F:ie alvilre nao he urna ino-' niinam as posturas municipaes.
var.lo, acha se piescriplono nossocodigo.e he prali-I O Sr. Dr. Sabino O. I.. Pinho parle com sin
cado com mais ou raenoi diflerenc,a era Indos os I familia, no primeiro vapor, qoe passar do nnrl. na-
paizes civ.hsados. I ra a Bahia, lendo-e de demorar pouco naquclla ci-
MUTILADO
Emum jornal inslczenconlramos a eslalislica se-
grate sobre carainhos de ferro ; e, como boje esle
assumplo oceupa ura lugar eminente enlre a-diver-
sas preoccuparns dos nossos leilore*. nao ser fora
do proposito trasldala aqu : No anno que se 1er-
mlnoo a 31 de dezembrn de 1853 frequenlaram os
eamiohos d. ferro d. Inglaterra, 06,779,980 viajan-
tes, sendo 8,567.521 rl. primeira clatse, 21.975.U3
de egunda, :(fi,222,16:t de lerceira, e 1275 viajantes
dado, vislo ler de seguir ate Sergipe. Aullamos
ao mui distincto professor homeopalhico pro-pera
viairem, e que em breve te ache restituido aos seus
amigos de Pernambuco.
OSr. Dr. Cotmede S. Pereira lem nbiido
i'i Cremos qne u* individuo* -eslodanlea nao
devem *er aqoelles.cnj. linha de conducta nilo me-
rece ceusuras laa*. os it. R.
mpa-
11 eailM e 2 'ardo* 'azendas de algodao -, dts
Pafe'r .* c"1'0' "'" obJeclos'* "ptorio ; T
Solz'"1 CU'I,r"; a B,r,l''nu Franci*. de
8 fardos e 7 c... va la/cndas de alcciia* t far.l.
dilas de lia ; a Aoamsnn ||e A '
2 caitas ditas de laa ; a Brender a Brandis.
ti dilas liana*,., diu* chapeo de tai. -> du.,- :,
fardos fazenda, de Nata, 12 dilos 11 caita, dita.
de algodao i fardo* dila.de la, I barrica, ferta-
ttens ; a Patn Kanh \ C.
I cala livros ; a D. W. Bowman.
13 ditas razendas de algodao, 2 f.rdo. dilat de laa ;
I unm Morasen. & C.
25 gima louca, 7 lardos razendas de algadao a
Isaac, Cuno A. C.
8 caitas. lindas. 10 dilts e 27 r,irdos r.zendas de al-
goil.lo ; a llenrx Cvbson.
tibia. IilX" a' '"'" HU" Hf,g A **"\-
kmi"'' tmtmm' (1<<* rutilara : a E. H.
roiV'aV/Mamdavtc *" ,d'- ^'^
:i fardo* fio, 16 laan de ferro, .1 cvlindros, 2 re-
da e i calas; a S. P. Johnslon A, C.
2111 rolos chumbo cm leucol, \2 caia* fazenda*. da
algodao ; a Barroca A; tji.tro.
1 raixa chapeo de sol ; a Luiz Antonio de Si-
queira.
^1^ barricas. 46 gigo, e 1 raix. |0B. ; a FM !>.
2 caitas fazenda* de algodao. 1 dita fio de alaadftu
1 dita brinquedo ; Feidel Pinto A C 'r0".
a ^tttlS*** d'lm "* "*-
6 fardos fazenda. de laa, 31 dilo* a 4 najan ditas
de algodao ; James Cabtrte & C




ttO barriea ceneja. 200 barra plvora, 3 fardos
amostras; a diversos.
Sumaca hoipooliola Valentina, viuda de San-
lauder, comignada a Aranaga & llrvan, manileslou
o seguinle:
953 I arrien e 100 meias ditas farinlia de (riso ;
aos consignatarios.
Hiala porluguez Voador d Mondego, a, viudo
da Figueira, coosignado a F. S. Kabello & Filho,
manifestou o seguints :
1 pipa, 7 meias dilas e 30 barr vinho, 27 ota-
dos de pipas abatidas ; aos consignatarios.
2> Pipas vinho, I caile tonca ; a Manuel Joaquim
H. e Silva.
30 pipas. 4 meias dilas e 12 barris vinho, 4 ditos
vinagre, 2 caliles palilos ; a T. A. F. & Fi-
lho.
39 pipas, 9meias Jilas e 11 barris viDho, 8 emo-
les licores, 1 barrica linhaca. 1 sacco folbas de lou-
ro, I dilo eevada, I dilo macella e drogas ; a Jos
dos Sanios Pereira Jardim:
Patacho nacional Bom Jesos, d viudo da Rio de
Janeiro, consignado a Barlholomea l.oureneo, maoi-
feston o seguinle :
10 mecas canella ; a O. A. S. da Molla.
22 ltase 120 rolos Tumo, 56 barricas potassa, 200
caita sabao, 1 barrica gomraa, 8 caiies cha, 50 pi-
pas vazias, 80 frasqueiras genebra, 557 saccas caf,
jOO ditas fariuha e mandioca ; a ordem.
-JONSULADO I.KRAL.
Hendimtnto do da 1 a II .... 10:774335<
dem do dia 12....... 1555220
licu, alim de se effccluar o contrato. Alfandega de
I'ernambuco I2dejulhodo 18.JG.-_o inspector?
liento Jos Fernaiides Barros.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial em cumpnmentn da resolurao da junta da
fazenda, manda fazet poblico, que vai novamenlc
a praca para ser arrematada a quem por menos fizer
no da 2i do corrente, a obra dos reparos a fazer_sc
no lanco do empedramenlo avahada em {.-I15SI00
res.
F para conslar, se mandou aflUar o presente e
publicar pelo a Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial da Peruam-
boco, 7 dejnlho de 185b.O secretario, A. F.
d Annunciacao.
- lllm. Sr. inspector da Ihesouraria, em cum-
primenlo da resolurflo da junta da fazenda manda
fazer publico que no da do corrente vai nova-
tenle a prara para ser arrematada a quem por me-
nos Gzer, a obra dos reparos de qne prcidam a cadeia
e casa da cmara da cidade de Olind, avallada
em 2:6i0s000 rs.
E para conslar se mandou afliui o presante e pu-
blicar pele i Diario.
PlBiO DE PEBrUiBUCO sEGUW.Wftim r, e jumo \m
Secretaria clj Ihesouraria provincial de Pernam-
ico,7dejolho de 1856.O secretario, A. F. d'An-
buco
10:9295.576
i-IVKHSAS PKOVINOIAS.
Reudiiuenlo do dia 1 i 11 6938488
dem do dia 12........ 118591
7058079
DESPACHOS DE EXPORTACArj -'"-* MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
12 DE JULUO DE 1856.
LisboaBarca portugueza Ligeira. diversos carre-
gadores, 17 barris mal, 12saccas l.la barriguda.
PortoBrigue porluguez Trovadoru, Barroca iV
Castro, 10 pranchOes de amarello.
HECEBKOKIA DK HBNOAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 11 8:91:18676
dem do dia 12........1:1758961
thetouraria de fazenda delta provincia,
manda convidar ospostuidoce das ditas
olas do 50X000. para as apresentarem
na mestrii. lliesonraria, alim de serem
trocadas dentro do pra/.o de oito me/.es, a
contar do I de jullio prximo vindonro ; I r," g'
28 ievereiro do seguinte anno de 1857 ,;"" i,,d
declarando ao mesino lempo que, iin-'
do esse prazo. sollrerao o disconto
de 10 por cento do seti valor em cada
miv, du demora na apresentacao, na for-
ma da lei de 6 de outubro de' 1835, ate
Gcarem som valor alguna. Secretaria da
tliesouraria de fazenda de Pernambuco,
3 de junho de 1856. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobrea de Mello.
. ~ e-e'a deieg-cia do segundo dislriclo do termo
lo Kecifa, loram apprehenriidos no dia 9 do corren-
te i escravos, ser.d.. cabras e I negro, os quaes di-
zem perlencer ao senhor do eugenho Caluanila :
os nonos dos referidos escravos coroparecam nesta de-
legaca para Ibes serem entregues, vindo munidos de
documentos legaes.
pelegacia do segundo districto do lermo do Reci-
te 10 de julho de 1856.O delegado, Joao Francisco
jsenle Oliveira fara Icilo, por
do E-B. Sr. I)r. juiz especial du comino
T nlllnl I-tr.in
commercio, eiara-
da em requenmenlo dos depositarios com annuencia
dos curadores li-caes da ma-sa fallida de Mara Flo-
nnda Scasso, das fazendas e armarn da loja, assim
como das dividas activas da dila massa na impnrlan-
ia de rs. I:_f>-s0_0, e alsoma mobilia : quarla-lei-
do corrente, as 11 horas da mar.haa em poni,
ateada IOj>, sita no aterro da lioa-Visla ti. 29.
Le.l&o.
Antonio le Almelda Comes por inlervancAo
O ajenie \ieirada Silva, o no arina/.em deslc'na
ra da Madre Heos n. :I2 faz venda pelo preo que
se ollertar de una portan de chapeos de fellro". par-
dos, prelo. e de cores, oito canaslras de albos : e
diversas miii.le/.as. como grampas. lapis, rselas don.
radas, meias compridas, .lilas de algouao ele. ele. no
estado em que se acharem.e por cont e risco de nu'cm
lencer na terca feira 15 do crreme pela! del
lloras da manbaa.
FIAGAO E TECIDO DE
ALGODAO.
nunciac*o
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincia,
em cumpnmentn da resolurao da junta da fazenda,
manda fazer publico, qoe'oo dia 24 do corrente,
vai novamenle a praca para ser arren atada a quem
por menos lizer a obra do empedramenlo do aterro I Xavier Paes Brrelo,
dos Afogadoi, avaliada em 25:300000 rs. E para p.ia mJmiI. ,i
~ .-andn ,fli..r o presente e publicar peio faz JSfff&^JSZSJ^
' Secr.tariad. Ihesouraria provincial de Pernambu- cS:^C^IC0S d
co, 7 dejulho de1856.-0..ecrelario, A.|F. d'Am- milerio publico, devem v!r
II J ti CI 3G30
10:0890637
CONSULADO PROVINCIAL.
Keiidimento do dia 1 a 11
dem do dia 12
29:737j650
1503231
31:2458881
PRACA DO RECIFE 12 DE JULHO DE 1856,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Remita remanal.
Cambios----------Sacoo-se a 27 e algum a 27 1|8
d. por I -> a !in das sobre Londres,
de 98 a 100 por cento sobre Lis-
boa, e a 1 1|2 por cenlo de rebate
a 15 dias vista, sobie o Rio de Ja-
neiro.
Algodo --- Entraran! 486 saccas, e as vendas
variaram de 63200 a 6/300 e o su-
perior a 68400, e f.dlou-se no <>ll>-
recimenlo de 6)500 por ama par-
tida de Paje, mas nao ha certeza
de venda.
Aguardante--------Vendeo-se de 878 a 90 por pipa.
Assucar------------ A entrada foi mu diminua e orna
on outra pequea venda se fez,
sustentando os prer-os de 38500 a
43100 por arroba do branco, e de
28500 a 28850 por arroba do mas-
catado.
Couros-------------Regalaran] de 200 a 205 rs. por
libra dos seceos salgados.
Alca Ir o-----------Venden-sede 113 a I63 por barril.
Arroz ---------Continua a estar enjoado, e ape-
nas te lem relalhado algum de 28
a 2J600 por arroba.
Bacalhao-------< Tocou no porto om earregauento
qne seguio para o sul. Retalhoo-
se de 158500 a I63 por barrica, e
ha em ser 2,500 barricas.
Carne secca- Nao temos em primeira man, e es-
la' a terminar a pouca que temos
nos armazog.
Bolachina--------Vendeo-se de 58500 a 58600 por
harriquinha da Amerlcioa.
Cabos de cairo- dem de 228 a 258 por quintal.
Jf......- dem de 48500 a 58200 por arro-
ba.
Farinha de trigo- Tivemos tres carregamentos dos
qaaes um seguio para o sul e dous
descarregaram; sendo um de l'hi-
ladelphia com 900 barricas, e 'Mi-
tro de Hespanhade 1,000 ditas, e
com e-les o deposito monta a
7,600 barricas, sendo 2,400 de l'hi-
ladelphia, 600 de New Orleans,
600 de Riehmond, 1,000 de Geno-
vi, 800 de Hespanho, 500 de
Trieste e 1,700 de Fontana. Reta-
Ihoo-se a 248 da primeira e quin-
ta, 259 di srgunda, 268 da lercei-
ra, 238 da quarla e 290 da eeila e
stima.
Dila de maiiclioca-Conlinua pouco procurada pela
entrada da do paiz.
FeijSo-------- Vendeo-se de 148 e 168 por sacca.
Ceoebra A de Hollanda em botijas regnlon
. de 400 a 420 rs. por botija.
Manlcig.i Vendeo-se de 420 a 460rs. por li
bra da franeeza.
Massas--------------Rlatharam-se de 7> a 78500 por
arroba.
Pansas ----- dem de 78-500 a Hj por caita.
t'resunlos- Os do Porto obliveram de 118 a
113500 por arroba.
Queijos Kagolsram de 18400 a 18550 por
cada om.
Sabao- ----- Relalliou-se da 110 a 125 rs. por
libra do amarello.
Vinagre-----------dem de 1308 a 1353 por pipa do
de Lisboa.
Viuhos ----- O lioloa de PRR negocisram-se
do 3003 a 3208 por pipa; os braa-
cos do J. Brtto pelo meimo preco;
os da Figoeira de 2608 a 2808. e
oa de Celle branco de 2208 a 2308
e nao lia linio desle porto.
Velas- Ha falta das de espalmacete ;
vendtiram-se as do eomposinao de
680 a 700 rs. por libra.
Descont- O barco discontou a aete; eos par-
ticulares de 8 a 9 por cento ao
aneo.
Preles- Nada se lem feilo.
Tocaram no nosso porto e segoiram para os do
sul, 1 navio com farinha de trigo, e oulro om baca-
lhao.
Enlraram: 9 de cabolagem, 2 com farinha de tri-
go, 1 com viahiie da Figoeira e 1 com lazendas.
Sahiram: 5 defeabotagem, 3 com carregamenlo de
gneros do paiz para porto* estrangeiros, 1 em las-
tro, 1 para a Hahia corn parte da carga que cooda-
ziode tranca e 1 de guerra a cruzar.
jggHmrtrtg 0 pcttf>.
-vaotos enlraaos no dia 12.
Parahiba 8 dias, hiale brasileiro oConceino de
Mara, de 27 toneladas, meslrc Severiano da Cos-
ta e Silva, eqoipagem 4, carca loros de maugue ;
1 Paulo Jos Baptisla.
Rio de Janeiro 9 dias, barca brasilera Flor de
OliveiraB, de267 tcneladas, cepitao Jos de 011-
veira Leite, eqoipagem 13, carga farinha de man-
dioca e mais genero* ; a Novaes t Cumpanhia.
Passageiro, Manoel Feliz de Oliveira e Silva.
.\ar:f< sahidosno mermo dia.
LiverpoolBarca ingleza Medora, capilao l'rede-
r ich Scolt, carga aisucar e mais gneros.
Ceara com escala pelo Kio Grande do Norte e As-
an'Hiale brasileiro aAngelica, mestre Jos Joa-
qun) Alves da Silva, carga fazenda* e mais gene-
roe. Passageiros, Jos Vicente Loso, Joaquim
Augusto da Silva Grillo, Manoel de Moura Mo-
l ni, Antonio Jos Viiona e sua familia.
Samo entrado no dia 13.
Lisboa 29 dias, lirii e porluguez Constante, de
246 toneladas, capilao Silverio Manoel dos Res,
equipagem 30, carg vinho e mais gneros; a'
Thumi de Aquino tonseea & Fillm*. Passagei
ro, Gamillo tlul-reln.
fiatios taidos no mermo dia.
Bueuos_Ayres brigue brasileiro Dom AQonso,
capillo Laiirianuo Jacintho de Carvalbo, carga as-
sucar eagurdenle.
Babiapatacho brasileiro Esperauca, meslre Ma-
noel Jos da Rocha, carga azeile de carrapato e
mais gneros. Passageiros, Jo3o Matimiann de
Castro Bahia e Emilia Elleot e sua familia.
Rio de Janeiro brigue brasileiro Elvira", capi-
lao Belmiro Baptista de Souza, carga assucar e
mais gneros. Passageiros, Francco de Paula
Dias Fernandes e Leopoldo da Silva (Jueiro/,.
O Dr. Bernardo Machado da Costa Doria, juiz de
direiloda primeira vara do rrime, e substituto do
especial do commercio da cidade do Recife, pro-
vincia de Pernambuco, por S. M. o Imperador,
que Dos guarde, ele.
rano sabor cui cuino pelo juizo especial do com-
mercio pendem uns aulos de ezecu^ao de senlenna
enlre parles ; exequentes Barroca & Castro, e eje-
cutados a viuva Martins de Carvalbo por si e como
lulora de seus lilhos ; e prosesuindo-se nos termos
da exccunSo eflecluou-se peuh.ira em dinheiro na
quanlia de 4165256 rs.. que se uchavam em poder
dos negociantes Timm Momsen & Vinassa, em con-
sequencia do que se fez em audiencia o requermen-
lo do Iheur seguinle :
Aos 3 de jolito de 1856.....ta cidade do Recife
em audiencia publica, que aos feitos e partes dava o
doutor juiz de direilo do crime e substituto do espe-
cial do commercio Bernardo Machado da Cosa Do-
ria, nella pelo solicitador Manoel Jos Soares de A-
vellar, procurador dos exequentes, foi acensada a
penhora feila em dinheiro, requerendo que se pas-
sassem os editaes com o prazo de 10 dias na forma
da lei.
Oque oovidn pelo juiz, depois de apregoado na
forma do eslylo, houve o requermento por deferido
e eitrahi o prsenle do protocolo das audiencias,
juntando a estes autos a seguinle pellejo, mandado,
e termos de penhora e encampanan. Eu Francisco
Ignacio de Torres Baudeira. escnvSo o escrevi.
E mais se nao conlinhi em dilo reqnerimenlo aqu
copiado, em virlude do qual o escriv.lo que este
subscreveu mandou pasear o presente com o prazn
de dez dias, pelo qual se chama e cita aos credores
em eerlos dos referidos execulados para no dilo pra-
zo, allegarem o seti direito, e Gcarem scientes do
que cima Gca exposto.
E para qne chegue ao conhecimenlo de todos,
mandei passar editaes qoo serio aflixados nos luga
res do cosame, e publicado pela imprensa.
Dado e paseado nesta cidade do Recife, aos 5 de
julho de 1856.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira, escrivao
o Gz eacrever.
Bernardo Machado da Costa Doria.
O Dr. Anselmo Francisco Perclti, commendador da
imperial ordem da Rosa, ejuiz de direito expe-
cial do commercio nesla cidade do Recife e seu
lermo por S. M. Imperial e Constitucional ele.
etc.
Fajo saber aos que o presente edital virem, e
delle noticia tiverem, em como no dii 24 do cor-
rente mez de julho se hade arrematar por venda
segundo suas avalianfies, e a qoem mais der, o que
lera lugar na casa das audiencias desle jnizo es bens
seguinle : J_o8o. do genlin de Angola, de idade q-ie
representa 37 annos, sadio com principio de oflicio
de sapaleiro por 6008000 rs., Jo3o Paulo.crioulo, de
fre^uezias dcsla
foram enterrado* no ce-
pagar a respectiva m-
porlancia durante o correle mez, Gndo o qual le-
rao de pagar a mulla de Ires por ceuto em favor dos
cobradores. Recebedoria de Pernambuco 12 de ju-
lho de 1856.o administrador,
Manoel Carueiro de Souza Lcenla.
Para liahia
@&t.?..f$k
Domingos AU'onso Nery Ferreira, commendador da
imperial ordem d.i Rosa, coronel e commaiidanle
superior interino da suarda nacional do municipio
do Recife, e presidente do eonselho de revi*ta da
m.vina guarda, por S. M. I. ele
Fsco saber que na lerceira domingo, do presente
mez, 20 do corrente; se reunir o eonselho de re-
vista da suarda nacional, como determina a secunda
parle do arl. 25 do decreto 1130 de 12 de mar;,, ,ie
1853, na sala das sesses da cmara municipal desla
cidade, as 10 horas da manbaa. na conformidade do
arl. t dae ioslruccoes n. 722 de 25 e ootubro de
I81O. alim de tomar conhecimenlo dos recursos que
versare sobre os casos no arl. 33, e qoe forera in-
lerpostee pela mancha determinada 110 arl. 38 das
ditas instrucciies.
K para Constar a quem convier mandei publicar
ela imprensa.
,L ^?a,!i' do e-nrnaiido superior interino 12 de ju-
lho de 1856. .
Domingor Affonto Ntr$ ferreira.
As pessoM que apre-enlaram proposlas para
rornecimento de viveros a guarnirlo da eseqna l.io-
ioia aaa> convidariae a compareoar por si on seos
propostos, hoja es 11 horas da manbsi neta repar-
egue em poneos dias por ter parte do
carregamenlo prompto, o \eleiro e beni
conhecid.ihiate nacional CASTRO: para
o resto trala-se com seu consigna tai o
Domingos Alves Matheus, na ra de Apol-
lo n. -27).
Cofiipaiihia Franco-Ame-
rica: ;t de vapores fi'an-
eezes
Espera-seno
dra 2:1 do cor-
rele mez viu-
do do Rio de
Janeiro, o va-
por Cdiz, ca-
pilao Betin-
duasue, que
segu para o
Havre, com es-
cala por lener.fe e Lisboa ; para frele e passageiros
em^casa de L. Lccomte Feron v\ C, ra da Cruz
Para o Rio de
Janeiro
segu em poneos dias ix>r ter grande par-
te do carregamento prompto, a escuna
nacional ZELOSA, capitao Pinlio : para
carga ou escravos a frele, trata-te com
os consignatarios,
da Cruz n. i!>.
SOC1EDADE EM COMMANDITA.
Firma social: Amorim, Paria, Guer-
ra & C.
lis socios su 11,-r 1 plores para a fundacao da fa-
brica de liar e lecer algodlo, orsansada por F. Mas
I na llupral, s3o convidados a realisar de 15 do cor-
lorra ." t- a Miveira, ai.nuiii ia.ln para I renle at 15 de asoslo prximo futuro, na caixa da
!HV2.J:..'i ;' ''""''?,.'. ?*'' mals vendido um sociedade. provisoriamente no escriplorio do Sr.
iscravo mu alo, perito ollicial carapina. e urna casa Manoel Alves tiuerra, na ra .lo Trapiche n. li
de rjous andares e solio s.la na ra do Rurgos n. 7. lodos os dias uleis, das 10 horas da manlrta as 1 da
^! r'-a do Amorim. Forte do Mallos; convi- larde, a primeira prcslaco de 5 por cenlo sobre o
ua-se portento o exame anticipado do, pretendenles. 1 capital sub.criplo. Pernambuco 12
~. V,?,eu,.e ""'>* '"' le,n" em seu armazem na Is.i6.--Us soc
ra do Collegio 11. 15, de urna ptima mobilia e di-
versos movis e utencilios de casa de urna familia
que relira-se para fura da provincia, assim como de
oulro muitos objeclos. como beta: grande quanli-
dade de obras de marcincria novas e usadas 2 ricos
pianos dejacarand rnodernissimos, varias obras de
nuro e prala, relogios de diversas qualdades para
almbeira. ditos para cima de mesa e parede. varias
quinqoi haras francezas, 1 caixa com .50 corles de
seda de lindos padroes para vestido. 10 casacas fran-
cezas da ultima moda, i caixas com ptimas con-
servas de carne e de frnclas. etc., etc.. e alga! es
cravos de ambos os sexos, inclusive urna negrnha de
8 annos de idade, um molequinho de 3, e oulro de
7 annos, os quaes se acharao ao meio dia em ponto
no referido armazem : quinla-fcira, 17 do correle.
(I secretario da veneravel ordem lerceira re
>. >. do (.auno convida e ruga aos irmaos da mesnia
ordem a romparecercm rom seus hbitos na igre a
de nosa ordem no .lias |.,, |(, c 20 do carrale,
seudo no da 15 as li lluras da Urde, no dia 16 as lo
horas da manha, c as 6 a* iar,|e, e no dia 20 as 2
lluras da larde, para o um de assitlir as vespera,
tela, Ic-lleum e procitMo da HU de Dos doljr-
mo, i>io em virlude do convite ,1,, ,naiu. reverendo
padre meslre provincial Fr. J0..0 de A.sumpc.m
Moura.Joaquim Manoel Ferreira de Souia.
Aos senbores acadmicos e mais pessoas de
uom goslu se ouVrerem excelleules cahrmletes para
passeio. em muilo aceio e r.immodameule naco-
cheira .la ra da Cadeia n. 12.
Precisase de um horlelao para um eii-eulio
^"[t^J"'^ : ."arua. da Cadeia 11. l, eserptorio
TomprU.
&
HMS toitetM.
Prccisa-se de
e tima lavadeira para
tomar roupa de urna grande familia, que
de fiadora sua conducta : na livraria
(i e 8 da praca da Independencia.

ns
Mas.<
no eserptorio da ra
11/. n. *:.
Ccar, Mfjranhao e
Para.
idade qoe representa 25 Bnnus rendido de urna ve-
rilha, do.ervicode carreiro, por,MttOOO rs., Ca- i rJl" T P"?' "mi,i,a l,ri""e escana
tharina crioala, de idade. -vue represei/a 28 annos, "''""" ain,, P'1'. admitlir alsiiroa carga : Irala-
rendeira.engommac-eira a qual be ba*l da, por 250*000 rs., i2'j-ad.iras de angico de assen-f T i B a r\ flin i T\ a 1
los de palhinha, sendo alguuTiaslquebradas.por 36?00(> lAi>Ji U LifliiA
res I of de angico rom ansenlo rolode palhinha O patacho Sinls Cn,T ,Z.\Z 1 '
por8tMK)rs. 1 mesa redonda .le ancicn po'r 16,00- ro, :P3 SSSrSftSSlCnSZSFFSt:
ra.s, 2 banq.u.nhas de anSico ,, or 125000 rs. I se do Corpo Santo ,,. 45. ** '" "" lado
para o atraco interno
1a ra do
crelaria de ma.leira ,.le aniiieo c. ti
nrela, com tres caveles por .11 >ig
enmmoda de raadeira de fra con 0r
63000 rs., nma cama de .?n:i -o sern 10 ^ ,e-
brada a cabeceira por 8*100 r. 1 mesa de amarello
com Ires Haveta. por 88000 rs., 1 estante para livros
envidraeada de amarelln por i-29000 rs. urna mesa
redonda de ferro por SOfOOO.ts., 1 mesa de amarello
pa.-a erigommadn com urna gaveta por 79000 rs.,
1 cama de amarello sem armaras por lOsOOO rei,
1 piano forte velho e quebrado por tOafOOO rs. 2
pares de easliean de porcelanja por VjOlKlr-., I p7
de caslicaes de vidro com o bocaes quebrados por
25OOO rs., 1 locador de pinho fuliadu com espelho
por 9|000 rs.. ; qaues bens assim avahados foi pc-
nhorados ao Dr. Pedro Gaudiano Ralis e Silva, por
execucao de Elias Emiliano Hamos.
E para qne chegue a noticia de todos mandei pas-
aer editaes qoe sern aixadas no lagar do coslume
e publicado pela imprensa.
Dado e passadn nesta cidade do Recife aos 12
de julho de iva..
Eo Maximiano Francisco Uuarle, escrivao o sobs-
crevi.
Anselmo Francisco Perelti.
X>tdara.>c0.
PABj
O palhabole eVenos segu com brevidade : re-
cebe carga e passageiros : Irala-se com Caetano Ci-
raco da L. M., ao lado do Corpo Sanio 11. 25.
PARA LISBOA E PORTO
satura com brevidade o brigue, Trovador: para
carga e passageiros. lrata-se com-llarroca A Castro,
na na da Cadeia do Kecifc 11. i. 011 com o capilao
na praec, '
PARA O .MARA.MIAO'.
O muito veleiro patacho nacional Alhenas, an-
da mesmo sendo vendido nesta prara segu viagetB
ao Maraohao, e como pretende que sua demora teia
muilo curta i.csle porto, recebe car^a a frele por
menos que qoalquer oulro: os prelendentes diriam-
N ao seo consignatario Antonio I.niz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. I.
PARA A BAHA.
O veleiro patacho nacional Esperanca, sahe im-
prelerivelmenle al o Gm da presente semana, ape-
nas Ihe falla alsuma carga miuda : para a mesma
uu passageiros. para os quaes lem excellenles com-
modos, irala-se com o sen consignatario Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz
ro 1.
Dome-
ara o
.{o
Caixa filial.
A directora faz publico qne as letlras
3ueem sua apresentacao uto tiverem si-
o logo pagas ao cobrador da mesma cai-
xa, o poderao seratea's 2 horas da tarde,
no eserptorio do mismo estabelecmen-
--Antonio Marques de Amorim, se-
cretario.
DIRECTORA DAS OBRAS PUBLICAS DA
PROVINCIA.
Em comprimen lo da otdemdo Ezm. Sr. presiden-
te da provincia, manda o lllm. Sr. director interi-
no das obras publicas, publicar para conhecimenlo
de quem possa inleressar.u pro-i anima abaixo trans-
cripto, formulado pelo mesmo Exm. Sr.,para o con-
curso aos lugares de ajudante de engeiiheiros desla
reparlirao, que deve ter lugar as 10 horas do dia 21
do prximo futuro mez de julho.
Os concurreoles deverao com anljcipacao de oito
das, requer a inscripcao de seus nomes no regis-
Iro desla secretaria, alim de ser organisada a lisia
respectiva.
Secretaria da directora das obras publicas, II de
junho de 1856.
O secretario,
.loaquiai Francisco de Mello Santos.
O presidente da provincia, conformando-se com a
proposta do director das obras publicas, resolve que
dora em diaule, os lugares de ajudanles de enge-
nheiros daquella repartirlo sejam preenchidos por
meio de concurso, salvo se o prelendente liver titu-
lo acadmico de curso regular de nialliematicas ap-
plicadas.
Para esse concurso se adptala o scguiule pro-
gramma :
Os exames dos concurrentes aos Indares de aju-
dante de engenheiros, ser.lo anounciados pelo Dia-
rio de Pernambuco quarenla das aules e cousta-
rao de duas parles.
A primeira versar sobre a pralica de desenlio
linear c Ihopographico, e bem as,jm a applicarao
aos instrumentos mal commiins, t*es como bussu'la,
nivel, mira, trena, plancheta, barmetro, term-
metro, exercicios de levantamiento de plantas, ni-
velamenlo e organisajao de orraniciilo.
A segunda versara sobre luda a arilhmetica, tl-
gebra elementar, geometra al os solidos, trigoome-
tna rectilnea, elementos de archileclura c descrip-
ro dos iiistronicnlos mencionados na primeira
parte.
Serao examnadores.o director das obras publicas,
que presidir os exames, e dous engenheiros uomea-
dos pelo presidente da provincia.
Depois de coohecidos os exames, o director das
obras publicas faro urna exposirao ao presidente da
provincia da habilitarse de cada mu dos candidatos,
emillindo soa opiuiao sobrq os que lhe parecerem
mais aptos a exercer lars lugares.
Palacio do governo de Pernambuco
1856.Seraio Teixeira de Macedo.
Conforme-Antonio I.ele de Pinho.
A direceao do extincto banco de
Pernambuco, avisa aos Srs. accionistas
do mesmo banco, que se acha autorisado
oSr. tbesoureiro da caixa filial do ban-
co do brasil nesta provincia, a
oitavo dividendo de .l.stiUO rs.
co, vencido nos 5 mezes de Janeiro a
maioultimo. KecileSdejulbode IS.">(i.
Anignado.Joo Ignacio de Medeiros
liego.
Devendo em cumplimento da or-
dem do tribunal do thesouro nacional, de
de Janeiro do corrente anuo, sabir da
circulado as notas de 0.s\ de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella exs-
tem, sendo substituidas por no Lis dos
mesmos ou de menores valores, da caixa
filial do Banco do Brasil, cstabelerida nos, bonita tinira 1
nesta provincia o lllm. Sr. inspector da [acbam patentes no]
de junho .le
pagar o
por ac-
AO iftIO
de Jaueiro.
Segu com oda a brevidade o brigue
nacional HERCULES: para carga, pas-
sageiros e escravos a rete, trala-se com o
consignatario Augusto Duarte de Moura,
na ra de Apoll j n. (i, ou com o capitao .1
bordo.
Vendse
o muilo veleiro pala bu nacional ..Alhena', de 206
toueladas, torrado du cobre e pregado, lem duas an-
danas de panno, mastros, mastareos e vergas, ludo
de pinho de I lambe-,| apparelhado de novo, com
muilo boa lancha e bota : os pretendenles o pode-
ro examinar, e par1* tratar com Antonio l.aiz de
Oliveira Azevedo, no seu escriplorio, roa da Cruz
11. 1.
\ende-seo patacho americano l.rvanlde lote de
151 toneladas malezas : quem o pretender dirija-se
aos consignatario?, Roslron Rooker & C. ; prara
de Corpo Sanio 11. 18.
RIO S JANEIO
Segu no da 20 do mez crreme o patacho Va-
lenle, capitao Joaquim Antonio (ionctxlves Santos ;
ainda recebe carga, passageiros e escravos a Irele :
a Iralar com Caetano Cvriaco da C. M., ao lado do
Corpo Santo 11. 25.
de -iineiro
segu impreterivelmeule a bem conbecda escuna
hrasileira Lindasao .lia 20do corrente: para ora-
lo da carga e escravos a frete lrata-se com o proprie-
lario na ra da Cadeia n. 66, 011 na ra do Vigario
n. 5.
&riloe*.
O agente Oliveira fara" leil.lo, por ordem e con-
table diversos.dos predios sesuintes : oito casas terreas
em Fora de Portas, sei do ao pe da igreja do Pi-
das quaes 3 exislem com la-
ida, 2 ditas no hecco Largo
ns. 90 e 02, 1 com taberna, e onlra de morada, e
- dilas ns. 75 e 77 roni frente para a ra dostiua-
ada ; I dila de sobrado de
n. 30 ; c urna pequea par-
andares, na ra do Rosario
da Turre rom grande casa
nova de pedra eral, crin ,olao. enzinha fora, es-
Iribana. qoarlo para ffitor, gallinheiro murado, e
cacimba etc., o qual 14c quasi ronligno ao do Sr.
O. latchell ; oulro sitio extenso no tusar denomi-
lar, n. 15, 17, 19 c 21
bernas. e I he de mor
larapes, ambas de mo
um andar, ra do Areal
(c no sobrado de dous
n. 35 : 1 sitio no lugar
a de vivenda bem I **"* *'
yj. la.c.ieii ; otiiro sino extenso 11
nado Parnameirim, coin| grande cas
edificada, murado na lenle com 3 porlfles, ean-
nexo, cozuiha fora, qoa^ln para fritor, gallinheiro
de pedrae cal, cocheirale estribara, e.-ias 1-001 so-
llo conlendo sala e .loils quarios, grande carimba
com 2 tanques c robera, urna talada de parreiras, e
planlarfies numerosas ; de variados arvoredos dos
mais estimado?. Os prlendcnles podem ludo exa-
minar com anteriparao, ou euleudcr-sc com o re-
ferido agenle ale o dia do leililo, que ler lugar,
juntamente com o d'alguns escravos, terra-feira, 15
do crranle, as II horas da manlia, 110 seu escrip-
lorio.
O agente Vicii a da Silva fara' leil&O,
sa adaman-
tina.
Francisco Pinlo Ozorio chumba derrtesrom a ver-
dadera massa adamantina e applica ventosas pela
atracSo 00 ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Sanio Antonio n. 2.
GABiMIE PO TIGUEZ
l)E LEIflJBA.
Por ordem do lllm. Sr. presidente do eonselho
denigrativo, ronvnca-se o mesmo eonselho para a
es.ao ordinaria do dia 15 do presente mez, pelas 6
horas da larde. Recife 13 de julho de 1856.Joa-
quim Ferreira Mandes (taimara, 1.- secretario.
,. ,Na r,la ao Rancel n. O, precisa-se de um pra-
licante de iiharmacia.
No dia 15 do corrente, as II horas, se ha de
arrematar em prara do joiz de orphao, urna porcao
de joias de oaro, penhoradas a Constancio Caraozino.
-- Oflerere-se urna ama para casa de hornera sol-
leiro, para todo e qualquer servi..o de portas a den-
tro: quem quizer dirija-se a roa das Trinehcirss
n- .. que achura' com quem tralar.
A pessoaque annunciou querer comprar ou ar-
rendar um sitio que tenha abundancia de capim todo
o auno, pude procurar na ra da Praia, serraria 55,
que achara com quem iralar.
Prcisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na ra da Cruz 11. 52.
7." J*?1""' !">ci" Bero",e da rasa de E. Dedicr
cS -. vai a' Franca, deixando Souvage 81 C, encar-
rcaadns da procuraran da dita casa.
Precia-sedc urna ama para o serv,
de urna casa .le pouca familia : a tratar
Fagoodes n. 18.
I)-se a premio l:6tMHX)0, quem quizer, di-
rija-se a ra do Coliegio n. lO.segumlo andar, que se
dir quem da'. H
Precisase de um porlusuez que Blanda da
noria, para aro engenta pe lo da prara, eque d fia-
dor a sita conducta ; para tratar sn.re o ajuste, na
ra da Pcnha. som .logo Pinlo Remsde Souza.
Deseja-sc saber se ha algana obslarulu sobre a
venia da casa lerrea da ra dol-orle ou Bairroa Kai-
ioa 11 22, perlencente ana herdeiros de A:exandre
Jos Pereira, que se acha de prsenle em obra.
D. Juliana Robilliard com 3 lillias e 2 lilhos rc-
bram-se para Inglaterra.
O abaixo assienado. em resposla ao annnneio
de Joaquina lanacia Mavigner Ferreira, publicado
no ..Diariode 10 do corrente, offe.ece lhe smnenle
1 ronsirterarao os segninles traeos historeos : Jos
Alejandre Ferreira, rom quem segundo diz fra
casada, em primeiras nupcias desposara a I). Fran-
cisca Conecta Ferreira, em vida da qual ainda her-
1.011 elle para ,mais de V):000>fl00 de seus pas ;
mas laileeendn ela e deixando lilhos nao foi felo
inventario, por elle nada possuir, segundo declarou
no Ualamenlo O CamUlo oa-ceu na casa do refe-
Alex mdre, nunca conheceu a propriamen-
nada berdnii de seus pais, e nem cons-
ta que losse dolado pelo sosro ; donde provm es.,
rortuna para sustenta-la-; Uo lugar de solicitador
que exerce ha pouco mais de umanuo Que desti-
no liveram dillerenles escravos do casal, nomeada-
menle as mualas Umbelina e Milla t Podera provar
ella que lhe pertenciam, e as podia vender, como de
tacto loram vendidas, urna Sra. viuva de Joao Pi-
res Ferreira e oulra ao Sr. Jos Mendes de Freitas'
Lomo chama .1 nossa legislacao a estas sublracrOes '
Ouat he a criminalidadc dellas? D a sua denuncia,
qoe a acompanharei de perlo. Morlfica-a a citacao
para o inventario ? Nao lem a sua escriptura de dote
e arrhas ? Recife 11 de julho de 1856.
_ Miguel Alfonso Ferreira.
I erdeu-se no dia 11 do correnle, des le a ra
Florentina al a roa das Croma, urna carleira
MMdO 3 coritas, 1 valle de 35, e 2 meios b.lheles
da lotera de N. S. do Carino, e alcona carines da
visitas : quem aeliou, queendo restituir p.ide levar
ra da Cruz 11. 10, u annuncie para ser pro-nra-
sado. e aonde secomprou o bilbele tambem esta
IVIS H (10.
Aluga-te um perito mulato para criado de al-
jtutnliomem solleiro ou casado, muilo diligente e
bel quem o pretender dirija-se a ra dos Prazere.
dobairro,lalloa-\is(a, casa pintada de cuzenlo,
que lem dous le6es no porllo.
., ~T -\pessoa que se julunr habilitada para ensinar
llanta, dirija-se a prac. da Boa-Vala 11. 5, segundo
andar, das 2 as 6 horas da larde,
quem Iratar.
que achara com
Jos Joaquim Alves, lendo arrematado as di-
vidas da casa fallida do Sr. Manoel Joaquim Alves
momos, convida aos senhores devedores .la mesma
a dingirem-e a ra Nova n. 71. afun de amigavel-
menle saldar suas conlas.
- Deseja-se urna ama secca nara dispro serviro
in.erno de nina rasa de mu pequea familia : a
na da Madre de Dos por cima da agencia do Ici-
lao, pnmeiro andar.
Na roa da Madre de Dos, no primero andar
uo sotirado que Cica por rima da agencia de leil.io,
oao-se nrocs de msica vocal e instrumental, ah oo
em casas particulares.
O alfaiaie Lucio faz scicnle ao respeilavel po-
lilico, que de novo abri sen estabelecimento de al-
faiate na roa da Cadeia rtn hairro de Sanio Antonio
.10 nenie adiante um pouco do arco da Concei.-ao,
casa n ,.), pnmeiro andar, onde se acha habilitad,.
para e-empeuh.ir as funcres de sna prolis-ao a lodo
e qualquer senhor que de seu presumo se qoizer
otilisar, e promelte servir pontualmente em dia .
hora dcba.xo de modello e gosto O mesmo annun-
eante precisa de ollicaes de sua profHsao de Inda
rasquebemdeeempenhem, para melhor servir aos
seos rre.-ueze.. s qaues serio reslrictamenle pagos
como co.tuma. r-*"'
ATERRO DABOHISTA 1.11
^oidiDatheaotenia Iton-
ra de avisar ao publico, qoa elle acaba de receber
um sorlimento de espinadas de rara de n.n e de
uous cannos, por prero muil,, commodo, e aproveita
eslaocrasiao para prevenir as pc.soas que enlreira-
ram objeclos p.ra concertar, de os mandar buscar
no especo de um mez, porque elle pde re!ira.-.e
de um momento nara outro. Nesla mesma easa ha
grande orlimente de cachimbos, e ubiertos para
guaruir.ies de rarros, elr., etc.
A C .HAP1 LA ME PARA Ol KM LHE SERVE.
Rosa-sea cerlo individuo,que Um por alcuuha.o
qne Carador delta a plvora,morador na esquina .la
l.al.era re 1821, que >e deixe de andar fallan lo da
de iiitho de
ios gerentes. Antonio Marguer de
Amorim, Justino t'ereira de Faria; Manoel AUet
Guerra.
-.,. Limpam-see concerlam-se relogios com
^j (oda a perfeicao, poudo-se-lhes perjas que
,',. porventura fallarem : na ra da Madre de
:f Dos, por cima da agencia de leiles, no
.;>*; primero andar. s*
LOTERA DA PROVINCIA.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, que estao expostos a venda, na
tltesouraria das loteras, ra da Aurora
n. 26, das 9 a's T> horas da tarde, blde-
te, meios e (|uartos ta quarta parte da
primeira lotera do convento de Nossa
Senhora to Carino desla cidade, cujas ro-
das andatn impreterivelmente no dia 11)
do corrente, eque logo que sejam distri-
buidas as listas terSo incontinente pagos os
premios, excepto porem as duas sortes
grandegque sao pagas mesmo no talaoda
extracijao, logo que sejam publicados
seus respectivos (tremios. Thesouraria das
lotera* I i de julho de 183(i.O prime-
ro confeienle servindo de escrivao, Jos
lanuario Alves da Maia.
AVISO.
Os credores deltodrigo Pinto Morera,
selleirocom loja na ra Nova n. 29,que
nao assignaram a convenrao eita no dia
24 de abril do corrente anno com o dito
devedor, sao convidado a comparecer no
prazo de oito dias, na loja de ferrasen* do
Sr. Sebastiao Jos da Silva, na ra Nova,
para verilicar-se os seus tilulos e serem
contemplados no baitnco definitivo do
referido Pinto Morera. Recile II de ju-
lho de 1856.
Aluga-se urna excedente casa de um
andar e sotiio, com commodos para nu-
merosa familia, com quintal, cacimba e
rocheira ; na ra to Seve do bairro da
Boa-Vista, junto a casa em que mota o
lllm. Sr.coronel Mu/.; para tratar na
ruada Cadeia do Medie n. 55, segundo
andar.
N;io tendo por tinas ve/.es rcupido-se
numero suliiciente dos Srs. credores dtj fal-
lido Hathias de Axevedo Vllarouco, n
E\m. Sr. Ur.jiii/. do commercio marcou
nova reoniao pata (|uarta-feira I (idocor-
rente, as 7) boras da tarde, em cujo dia
espera que os mesmo* Srs. credores
cotnpaiecam, alim de poder ser dada ou
negada a concordata apresentada pelo
fallido, terminando assim o processo.
::~:?.$.:;-o>.3$& o ocv^fti.
.% O Dr. Sabino Olegario Ludsero Piuho \li
^ lendo de ir al a Baha, e nao pudendo pes- '-"
g soabnente despedir-se de toda as peaaaM 9
-$ qoe o honram com a raa estima em razo
.... de seus iiicnmmodns de saiide, Ibes pede
*'. desculpa, e Ibes oll'erece seus prestimos na-
de Jos l'ereira da Cunha.
I.niz Ihomc Gonzaga Jnior vai a Enropa, c
como julsue nada dever a pessoa alRuma, roja a
quem se uluar seu eredur, de apresentar suas cunta,,
ou litlos aleo da IS do correnle, na ra Nova n.8.
Arrenda-se o arande sitio na eslrade de Jota
de Barros, com capella grande, casa uova, tendo
muilos commodos para familia, feila a moderna,
com bastantes arvoredos de fruclos de varias qual-
dades. grande viveiro, com mullos coqueiros novos
que diio (rucio, grandes baixas de eapim que ansen-
la 1(1 cavallos pelo vario, e outros commodos que su
vendo se avahara : quem o pretender, dirija-se ao
mesmo sitio denominado ..f.onceicao, que achar
com quem Iralar.
Na roa do Mondego n. i)7, precisa-se de dous
homens forros ou captivos, que saibam trabalhar com
canoas, paga-se bem.
DEPOSITO DE ASSUCAR RE-
liiiad.i Cftu leite.
Na raa eslrela do Kosario n.'->3, contronte a ra
das Larangeiras enrontraran os freguezes soperioras-
sncar reliua.lo de todas as qualidades, o qual he pre-
terivel ao, outros por ser refinado com leile ; oagra-
davel chciro e cr o torna recommendavel. Tambem
enronlrarflo na mesma casa cuias de clnlre pera
apresentar farinha em mesa, as qoaes s,lo mu i bem
relias, e vendem-se pelo baralissimu preco de 19000
cada urna. ^^
NOVAS Ci RECITES
E 01KO PAKA RELOGIOS.
Na loja de Seraphim & Irmao, na ra do Cabug
i- ll.rliegaraiiiayjmais nuvas correnles rom pedras,
neos metes para as mesmas, ditos para filas, e ou
tras monas obras de goslo.
Precisa-se alngaq urna ama de leile, pa2a-sa
bem : na ra do Oueima.lo u. 7. Tambem precisa-
se de nina ama forra ou caplixa para lodo o servico
Aluga-se o armazem da ra da Cruz
n.ti: a tratar por cima do
primero ander.
Coinpi a-se toda e qualquer poivito
depiata v.-lba de lei sem feitw: aaaajaaj
tiver para vender, dirija-so a ra do Col-
iegio ii. 15, agencia de ledoes.
Compram-se para urna rncomrneoda escri.o.
de ambos o sems i u ra da l.adeia do Recife, ai-
anea n. ,lti, ou na ra do Uuetmado n. JB, sesu-
do andar. ^
Compiam-se en\ame* de 53 a .">
palmos, travs de."i(le assoallio de lomo
em prancha de .'> a "0 palmo* de enm-
pritlo : na livraria ns. ti e 8. da praca da
Independencia.
Compra-se ouro de le, e paca-e roelhor do
que em oulra parle ; ua roa larga do Rosario o 17
jauto ao quartel.
-- Compram-se meias garrafas qne leahaaa aar-
-ido de champagne e seydlilz : na ra larga do Rosa-
" Compra-se una soleira de cordSe de 7 a s pal-
mos de comprido cada orna : a Iralar com Marcelino
Jos.; Lopes, na roa da Alegra.
Compra-se na travesea da Madre de Deas n.
J, para encommendi escravos e eseravas, o ano se
duvida pagar bem. sendo boas figoras. daa 9 horas
da manhaa ao meio dia.
-- Compra-se om par de ra.licae* de praU sem
fel.o, de costo moderno e em bom eetado. nao so
dovelando dar mais alguma eo
va n. SI,
na rna No-
-Na fabrica de espintos de Jos Joaquim Lima
Bairao, ra Direita n. 17, compra-se constantemente
sarraras e botijas \asia, sendo garrafa brancas ame
nao servissem para oleo a 100 rs. cada orna.
Comprase o cdigo universitario per Mr. Reu
du : na ra do Coliegio n. > 1.- andar.
brotas.
mesmo no
ame do Alheen l'ernambucauu le-
nho a honra de convidar a lodos os nossos col-
legas e aos amigos do liuado socio Aulnnio
Joaquim I-rauco da Si, para as.istirem mis-
sa que lera logar domingo 13 do correnle pe-
las 'J horas da nianhaa, na matriz da Ra-Vis-
ta, pelo repou.u da alma do nosso illustre
consocio.O primero secretario, Joaquim
lacio Altares deAzevedo._________
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr.Joo.Morena Lopes sao convidados a
dingirem-sc a' loja de Manoel Jos' Lei-
le, na rita to Otieiinadon. 10, alimde
amiga velmente saldaren] seus dbitos.
D-se alinocu, janlar e ceia com aee0 e prom-
plidilo, por preco commodo ; quem pretender diri-
ja-se aa pateo da Ribeira n. 15.
Na loja ilo sobrado u. 15 do paleo da ribeira de
*. Jos, lava-se e engomma-se com minia perfeicao
e aceio. e rom .Rotor brevidade possivtl.
O Sr. Fredei ico Jacques
ngir-sea livraria ns. (i c 8 d;
lndependencia, a negocio de
reste.
quena
i praca
di-
da
nle-
*Srs. <:>Priano l.ui/ da l'az. amado Col-
iegio, Joao Ferreira da Luz no atenida Hoa-Vi.la.
eJOO, 009, 3005 c bou, mil reiaeom l.Npotheea
em casas terrea?.
qoella cidade. onde pretende demorar-se ';
I8.
;:; apenas nm mez.
-." Kecilo i:i de julho de
lerceiri parte da priniei
ra lotera do cunvento
de Nossa Senhoia do
Carino.
O abaixo assignado venden os segninles
premios, e convida os possuidores de di-
tos nmeros a virem receber o compe-
tente piemio, na praca da Independen-
cia n. 40, ate' a quantia de OO.s'OOO rs.,
e os de maior valor em seu eserptorio,
no ra da Cadeia do Kecife n. 30, pi i-
meiro andar.
' ."illO 5:000.s000 em 2 quartos.
Pedc-se por favor
dor...
> lllm. Sr. coronel mora-
dor... Sr, de un engenhodc Ires mil pies por anno,
HUe(u-7' .""*"Um ,,ublico l9360 rei<- desde abril
de 1H.jl.de nores que eomprou. mande pagar esta
sara i dila apaolia. Faz-se ele aviso, porque nao
se lem dignado responder a li ou 8 cartas, por ora
tslo so sera bastante l veremos.
No jardim pnhlicn precisa oa alugar dous pre-
Ins q,ue mo sirvam para srrvieos pesados, podem
ser torios, ou alcijados e yclhos.
l'rerisa-se de orna ama secca, que saba bom
tratar de urna enanca, preferin.lo-se croula ; na
ra da Cadeia do Recie n. 5|, segundo andar.
-Osbilhetes com afnibrica do abaixo
assignado, sao pagos incontenente, na
Independencia n. 10, ate o
500.S000. Polvcarpo Jos
praca da
premio de
Layne.
88 iOO.s'000 1 dito.
H.80 200.S000 2 ditos.
2390 200.SOOO .< 1 meio.
5258 1 OO^rOOO ., 1 tpiarlo.
V.i2 50|000 n I dito
80 509000 . 5> ditos.
P. J. Lavne.
$
:&
K Consultorio central liomeopatbico A
:J'i do Dr. Sabino Olegario Ludge- $'.;
ro Pinito, rita de Santo Amaro, A
(Mundo-Novo n. 6. j'j
Existe -rainle sortimer.lo de carleiras com mcdicamenlos boineopalbicos, pelos J
precos j conhecidos. %ff
^^ : ..- ..> ..r y ->- \J "..".'.ap Klr-.^J-r
l'relcs e tvpos.
Esta typogtapia tem e\celleiites pe-
los de ferro para vender, t- seu proprie-
tai-iose encarrega de arranjar pt-tpienas
typograpbias promptas para ttaballiar,
por precD commodo.
O abaivo assignado encarregado
pela viuva de Joao Francisco Paes Brre-
lo para liquidar todas as dividas do seu
casal, convida aos credores do mesmo ca-
sal, tenliam a bondade de, no prazo de
oito dias apresentarem em sua casa, ra
de San-Francisco, todas as suas cantas
competentemente organisada, alim de
se poder realisai a referida liquidarlo.
Kecife 10 de julho de 1850.
K. J. Batata de Almeda.
Constando ao abaiio assienado qoe seu deve-
dor .].-, Antonio Rodrieues Cavalranti, morador em
Lampina Brande, provincia da Parahiba do Norte,
he Tallecido, sendo-lhe devedor de doa letras na
importancia 101*590 rs. vencidas orna em fi de e-
tembro de 18.V, e oulra em 7 de Janeiro de 1856.
proveniente de fazendas qoe lhe comprou, econs-
lando-lbe mais que os bens deitados pelo finado lem
sido vendidos clandestinamente ; o abaiso assigna-
do protesta contra qoalquer venda qoe se tenha fei-
to.assim como contra qualquer pessoa que se sche de
posse de semelhanles bens, sem previa licenca da pes-
soa que por lei competir. Recife H de julho'de 18.VL
Miguel Jos Barbosa GaimarSes.
ARRENDAMIENTO.
A loja e armazem da casa n. 50 da ra da Cadeia
po Recife junto ao arco da ConceieAo, acha-se desoc-
eupada.e arrenda-se para qualquer estabelecimento
em ponto grande, para o qual lem commodos ulti-
cienles : os pretendenles eiitender-se-hio com Joao
Nepomuceno Barroso, no ;segundo andar da casa n.
o, na mesma ra.
Aluga-se uro sitio perlo da prara. a quem vi-
ver de planu.-. e tenha pelo menos "duas pinada.
com a condireo de Iratar do arvoredo que tem e
plantar outros de novo, Iralar da cerra e fecha-la,
lando Mador para o ciimprimenlo do trato que se fi-
ler, que para isso se aluna por um aloguel mais
commodo du qne esta- ; quem o pretender falle na
pracii da Independencia |0ja de miudezas 0. .1. que
se air,.' quem o aluga.
\ende-ae orna prela crioula, de bonita ncora.
com SO annos de idade, lendo algumas habilidades
quem.a pretender dirija-se a rna do Kegund sebea-
do n. 18, que achara' com qoem Iralar.
ii ~i V* .!* l""n ""-'-0 cradilado rap Joao
l auto Cordeiro, da fabrica do Rio de Janeiro, rape
este bem aceito p.|a sua boa composicao, e a atae-
melhar-se aode Lisboa, pelo seo aroma agradavel ;
vndese de -, libras para cima oo deposito da roa
da Lroi do Recife, rasa n. 17 ; eem relalho ao li-
bras, nis bijas seguintes : bairro do Recite, roa da
Una, lortuoalo Cerdoso de C-ouveia, ruada Cao*
Jost- Onmes Leal Jpnior, Jos Fcrtuoalo da Silva
roclo, lliomaz t-ernandes Ja Caoba; beeeo da Ca-
ciha, Antonio Ramos ; Santo Antonio, roa doC-nei-
mado, Manoel Joaquim Candido Teiseira ; ron lar-
ga do Rosario, Manoel Jos Upes, Manoel (ioncal-
ves Barros ; paleo do < jrmo, Jos Joaquim Ferrei
ra de Souia, Joaqoim Manoel Ferreira de Santa-
san Jos, roa Direila, Bemjamin Frankliaa da Cn-
nha; Boa-\ ita, aterro, Joaquim Jote' Dias Pereira.
-- \ en.lem.se eicellentes cavallos de sella e para
cabriolis, na coeheira do largo do Arsenal ; aa-
sim como na mesma se dir quem lean tres escra.e-
para se vender.
Vndese urna encllenle eacrava, parda, da
idade de -21 annos, com elegante lgnr, sean vcm
nem achaques, propria para mocamba e entesante
bem: qoem a pretender, dirija-se i roa larca do
Rosirio n. iti. "
Bom e barato.
Ao lado da igreja da Soleda.le, ewioina de Joto de
Barros, taberna, vendem-se gtaeros muil. bono o
baratos, como sejam : linsoicii do seriao e do rei-
no, queijos os mais novos do mercado, maolei-a in-
gleza de tito a 1I20, du, franeeza a 500 rs. o MO,
JL'! ?J,;rcof,h* ,6- Yinh d l-*oa a
aflO e MO. dito Cele a .560. Figoeira a MO, Parto a
> rs. e 15000, cha h\sson a -gROO, 28500 e -iafjno,
dito prelo e lien a malte, passas. boleehioha ingleza
de ararola. doce, e biscoilinhos, maesas, uuommo
le, charutos linos a :is. 25500 e 2 a caixa. Mnelo-.
oe lotera muilo baratos, e muilos gneros bons ih
I ralo prero.
Caf nioiffo
puro a 210 a libra : no deposito de asmar da ra
estrella do Rosario n. 23.
camisas de linlio.
Veiidein-s- cami-as cora abertura, punlms e cal -
larinho- de linho > 3 cobertores de algodao a MO : na ra do Crespo, ba
da esquina que olla para a roa dasCroses n. Ifi.
Vende-se muilo bom milho a :l> sacca nn
ces da alfandega. armazem do Mello.
Vendem-se 8 escravos, sendo 2 ptimas negti
nhas de boa conduela, dilas de rois idade rw.-
lecolesde idade de 18 a 20 annos e 2 prelosde todo
u scrvic-, : na ra Direila o. 3.
\ende-se a laberoa da ra IlireiU o. -7 j
qual esl muilo alaecuezada para o meto e pana a
erra, e sendo qoe comprador lhe convonb. na.,
hcar cora todos os aeneros. se lhe Uram alguna, poi-
-redando c faz lodo o uegoeio ; na mesma se ven-
." i.ce .'" rM,;,l,a. em "' de 12 O II libras a
1-3/00 e 19, f.vas viudas da liba de S. Mignel a 5K0
a cuia. pene chernus a 200 rs. a libra, msateiga
ingleza a 800 rs.. dita a M, farinha eaa saccas eraa-
on.*' 7>.M5, 'P r... e lamben, so
vende om relogiu patente soisso.
-- Vende- .II. 800 e 060. dte trance 640. qoejes ooroino
muito superiores a IjrJOO, azeite doce do Lisboa a
mi. loucnu-o dilo a 400 rs. : oa raa larga do o-
sario, esquina defronte da botica do Sr. Kartbo-
lomeo.
J\a loja das seis
portas
Bm frente d Livraiuento
Rscados francezes de quadros arandes com qoalre
palmos de largura a doze vinlena o eovado, cambraia
lisa para vestidos a pataca a vara, caosa pealada a
oiea pal. ra o eovado, e todas as mais fazendas por
I re.;os menores do que em oolra qoalqoor loja ; e
para isso est iberia das K horas da manhaa al as 9
da noile.
Fej;'ao niiilatinho e bran-
co de Lisboa.
Vende-se no armazem da travesea da Madre de
lieos n. 15.
Troca-te por cmneiro urna imagem
do Senl-or dos Passos, e nao se ollia a
preco se foi- muito perfeta e nao muito
pequea : na piara d i Independencia
ns. (i e 8, se dir' quem quer.
Jos de Mello Cosa Oliveira faz scieole ao
publico, que comprou ao Sr. Antonio Jos de Aran-
tes a sua taberna n. 1. sita na ra Direila desla ci-
dade, hvre e desembarazada, na qual lem dado so-
ciedade a Francisco do Reg Pontea, fcando a mes-
na gyrando com a firma de Jos de Mello Costa
Oliveira & Companhia.
O nbaiio assianado venden a sua taberna, sita
na rna Direila n. i aos Srs. Jos de .Mello Costa de
Oliveira Companhia, livre e desembaracada.
Antonio Jos de Arantes.
Precisa-se de prelas para venderem azeile de
carrapato as tardes, pagandn-se a vendasem : quem
os liver dirija-se a rus do Brum passando o chafa-
riz primeira casa que lem um sotan encamado pela
retaguarda, para se Iratar do ajuste.
.Na ra do Aragao n. :, precisa-se de urna pre-
la para vender doce, e que as horas vagaaMe orcupa
em algum serviro dotriesmn trauco : a quem ron-
vicr dinja-sea mesma casa, ou anuuurie.
Precisa-se de 8 ollicaes de cbatuleiro, paga-aa
bem : na ra llireila n. 3.
Desappareeeu no dia 10 nm menino pardo es- ,. ...
i curo, de idade 12 anuos, a mandado de seu meslre "." a""l"""",a "" 'Iban..., de |0 .b. cor-
levou camisa de rixrado encarnado, calca de risco- rC"'C' 1uerer alosar uinitio, dirija-te a ra da Ca~
dinho branco, chape., de palha velbo, lem nanea neelfo n. i. que achara com quem Iralar
ca porque quem com mollas nedres josa al-
c de mais be melhor que
terra-feira 15 to
da manhaa, no sen
Madre de LVos n-
correnle, as 10 lloras
armazem na ra da
52, de diversas obras
novas e usadas, div
de ouro, relogios
suma lhe bale na lesla.
sna merr r.lhe para si.
!'recisa-se de um criado moro, que snib
ar : na rna do Coliegio n. 25 I. andar.
Arrendase a rasa e sitio do
Fimo Xavier, entre as doas
bole-
falledidn Ignacio
cambados
pes
qoem.o echar leve-., asen meslrc na ra
de S. Jos n. .I.i.a Baimuu.lo Alves l'eilosa ; assim
como prolesla-se com lodo a rigor da lei contra quem
o liver em sua enmpanhia.
-- l'rccisa-se de um Miar para um sitio no Man-
guinho, passando o sitio do Sr. Teixeira a immedia-
lo : a tratar no mesmo sitio, no domingo 13 do cor-
rele, das 10 horas da'manhAa as li da larde.
um com a*
proporroes que evise,
AtteiiCclOa
Apoll.. ii. 2B
V.-iide-se
salNiode superior <|uali ni i de Janeiro, por mnimodn pataje, pava
liles ., 'C'.l,:"' OWla, acha-ee .illande;;:ido: a
pertenderem, dirijam-se'a dila fabriea que o tabr-' fallar rom Antonio de Almeitla liomes. na
Na fabrica de palitos de logo da ra do Rosario
da Boa-Vista n. 56, vendean-se ..s mais auReriereapa-
lilos que lem apparecido nesla cidade lano no ta-
luanh.i dos ma.;>>. como na quali.la.le, pelo dimi
nulo prero de SO!) r.
Ra do Quei-
mado n. 19,
-. >
i
f* loja de Santos Coellio.I
? lem para vender nm completo e riquion- 1
".i." mo sorlimenlo de chales de merino lento 9
:.': 'lor,)ado. como lizos, de todas as cores, cora dk
11. franja de reros, e muilo mais baratea do 3
-. que em oulra qualquer parle, ditos com ri- -%T
ra eslam, as e muilo moderna,, pelo proco A
gs de .ValJOll cada om ; sextas de ledas as cores T
;t. e muilo Iwnilos padres a I9OOO o eovado ; *\*
':.- chitas francezas de padr.ies miudiohos, palo fjl
:J:'i baralissimu preeo de 2iO o eovado ; aberlo- (
. ra, de esgui^o para camisas, a LtOOO a da- 2
2' 'ia; corlea de casemira de cor moilo Roas W
^3 e de bonilu*. padroes, a .i" ?' 4 corte : asim camu om completo sorlimen- <\
3'. lo de madapolao, qoe a dinheiro, se rendo *|
"..* muilo barato. -';
\endem-*e trej eslollas bordadas, a
oiiixi, hastante i-icn. proprias para qual-
quer Sr. vigario de f^osto: na ra No*a
11. 21.
.'olassa cal.
Vende-ae notas, c ral la k.mx wmmt-
ruana, ebegada uestes dias e de tuneriui
qualidade e cal de Usboa da mais nova
que ha rto mercado, nounico depowlodd
Srs. redactles.--Claudino Romualdo Mariins
1 as .Neves, guarda nacional da egonda companhia
ponas da Magdalena, do lerreiro balal 1R0 de infamara v.m r,nr ..l.
aTaiT eie1-^ rs*??!!5 ""^ *'"""'' '!'>le **""""' V^tS^^LSSJSS
aiufr ""-"n" ,*" "r.rC"- l"""""'s All""^> >-.rcira e ao dirtincl. ma-
por anno, seja por menos lempo, larn-Mor commandaiile interino Antonio Jos de Oliveira
mesma propriedade, e faz-ae lodo Fragata, e a todos os seus amigo
scr\ir bem a lodos os -cus fregue-
dalari.
bem se vende
o negocio
'jnssffsausssfsat persas-1- -=*=*
prevnno a cidade. por mide a nao resta iienhum ter- I _
rPI.....evoloto, e por isso aquello ira sempre em ao-- I T abano assignado fa/. publica, qoe sen genro
inenlu depreco costea com o andar do (empoce *":J"Ao ^"a'ef la Rnclia, morador actualmente
augmento da nquetare bom go-lo do paiz, o n.io "",'ll',, menos pela crescenlc necessi.lade de reereio,
ersas mitide/.ase obras
patentes, aderecos de
ouro, um rico eteraro de idade de 10 an-
mais objectos que se
snesmo armazem.
frisend no vcrAo que ja fazem
labitaces for
fesla.
Clara, de 2i annos, r Manoella de 2:1, com urna cria
t.io caras, e dilli- I,,e ailnos. de noine Manoel, crioulo*. qoe se acha
de marcineria novias e usadas moliilias'els N'S(ooa fara da' cidade no breve lempo da em seu P"dcr- perlencenles ao casal do rannncioole.
I que est tratando do inventario
que lem de fazer
- <) Sr. Alejandre da Silveira Lima Veneno te-1 por morle lte "aa n'"lher, qoe deiandn." filhosleni
liba a Imndade apparecer na loja da ra do (Jueima-' por e"e'< ,,e "er parlilhados seus penco
bens ; pelo 1
que protesta annullar qualquer nesorio que por ven-
, tura appareca sobre ditos escravos. Recife "7 ria
."..i*!' am-se carroca, para conduz.r lra,le, ou junho de lak-Miauel Goncalvea Piol
por preco commodo na rna da Aleeria Na rna dn Raneel n. TTprim.iro ndnr, l.vn-
I se e engomma-ie |.or preco .ommodo.
ranle prrlende
zes.
-- Maia Irinaos. rom c'-laheleiimenlo de chapeos,
na roa JoCre.po esqnina da roa da Cadeia, parli-
licpai aos fuanles do bom nato, que rercheram
do Chih. lindas rbaruleiras de palha muilo linas,
que vendem por prero. rasoaveis,
0 baixo assignado faz. scien te ao res-
peilavel publico, que desta dala em dien-
te deixou de re envolver em negocio* de
billietes de loteras ta provincia, e por
isso nao lhe compete mai* o pagamento
dos bilheles premiados das mesmas lote-
ras. Recife "> dejulho de 18(i.__An-
tonio Jos Rodrigues de
lo Trapichi
I
lio di
II), se;;undo andm
t ;itle-Mi
vella e porrele, loalhas de (Ulula-
do n. 10.
*!
malerine
da Boa-\''ta o. 42.
Prensa-sede urna ama qne saiba bem cot-
nbar, e para fazer as compras na ra, endn fiel :
d.nja-se a roa do Queimedo ;(S_
ILEGIVEL
Precisa-se de nma ama de leite, sendo sem li-
Inn raelhor na na Bella n. 20.
rae*de superior rpiali cadas, pera meta: Ir-llar com Antonio
de AI incida (ornes, aa ra do Trapichen.
I', segundo andar.
\ endt'-s'.'
alpaca pela de superior <|uaiidadc em
pecas, ai-chotes do Porto, tudo Mr coro-
modos precos; i fallar com Antonio lio.-" fr* (mcs;ni' rua do ***** "
lo, segundo andar.
Contnuam-se vend.T .1* inelhoi-.ni
toalhas de puro linho por pree que agra-
da ao comprador: na rua do Creupo.loja
D. 18.



CURIO S PRIMMB1CO S GN'A H\H 14 JULHO 41 I8S6
RIA DO QlJEIHADd N. 38.
Peca de bretnnlia linisaima de puro liolio,
propria para camisa .33500
Chitas francezas a 210 e 280
Alpaca prela moilo Una 000
Chalet de roerinn.bordadas i puntas 109000
Ditos iiito ama pona 83OOO
Em (reule do becco da Congrcsaro junlu a botica.
Refina ra do
Monteiro.
No deposito da ra da Senzala-Yc-
Iha n. ll(, vende-seassucaf refinado de
superior quaiidade, de arroba para cima.
Vendem-se dti/.ias e meias du/.ias de
cadeiras americanas : no armazem de
Henrv Forster v. C, ra do Trapiche
11.8.
Xa lo ja das seis
portas
Ein frente do Livraniento.
Corlea de cambraia lisa com 8 varas e meia para
vestidos ile 2 e :i babados a tres mil rs. o corle, ditos
de cusa piolada de lindos goslos com 7 varas a cin-
co patacas, ditos de vestido de cambraia com barra a
dous mil rs., camisiolias de cambraia borladas para
sauhora a cinco tustOes, collarinhos de lindos goslos
para senhora a pataca : os prego* convidam, e o
dono da loja quer troca-los por dinheiro.
Vende-se oa arrenda-se um grande sitio com
grande casa de vivenda de pedra e cal, lendo 1,600
coqoeiros todos defnelo, bailas para capim, paslo
para animaes, cacimba e pojo d agua de beber, o
qnal limita pelo lado do sul cum n Passo da Barreta.
Tambein te vende un casa de pedra e cal com pe-
queo sitio, na estrada dos Aflctos: a tratar na ra
'la Praia de Sania Hita d. 3, ou oa ra das Trio-
cheiras n. 19.
1 consignatario ; as. m como gomma de engommar a
43 a arroba, e em libra a lio, cafe de caroso a480:
na liberna da la de Horlas 11. 4.
Vendc-se urna duzia (de cadeiras de palhinha<
tim par de ennslos, ludo de amarillo, c urna mesa
de janlar de looro, ludo ainda novo : 110 aterro dos
Afogado n. 137.
-- Vende-se um moleque, pesa, de idade I a 22
anuos : a tratar na ra do Crespo, loja do Sr. \isto
Vicira t.oelho.
.1.1 veio o salan prelo, e vendo -e smente na ar-
mazem de J010 Marlins de Narros.
Vellos de carnauba simples de 8 e 10 em li- 1 Venden.-o lingoiras do serlito muilo rresrae:
na taberna da qnin
bra, muilo boas: na la da Vigano n.
Chegaram no ultimo vapor do
Vende-se urna grande casa terrea propria pa-
ra se edificar um sobrado, em boa roa, na fregaezia
de Santo Antonio : qoem a pretender dirija-se a ra
do I,ii rmenlo n. 14, que se dir qiicm vende.
A VISTA FAZ FE".
Vendem-se velas de carnauba retinada a mais
alva possivel e muilo superior em quaiidade por ler
a propriedade de dar luz igual a espermacete, e nilo
l'a/.er murrio no pavio e nem fazer remella, e por
isso se toroa prcferivel a qualquer oulra, e pelo prero
de 180 a libra, e seodo em porgan se far um agra-
diidio : no pateo do Terco n. 4.
Na ruada Cruz n. 2(i, primeiro an
dar, vende-se cha'preto, Absinthe, espin-
gardas de dous canos, espartilhos para
preservar do cholera ; tudo por proco
commodo.
Loja da pobreza
roa do Passeio n. 9, vendem-se para acabar, chitas
lindas, padres escuro! a 140 e 160 o covado, bnns
de lioho escaros a 200 rs., panno lino azul grosso a
29 o covado.
Na loja das seis
portas
i m trente do Lmaiueut".
Cassas escoce/a- a doze vintens o covado, e piula-
das a meia pataca, riscado monstro a dous lustOeso
covado, cassas bordadas para cortinados e babados a
pataca a vara, curies deassa com deleito do cupiui,
teoil 3 11 covados o corle por dez lusles, lencos de
13a para pescoro desenlilas e meninas a pataca cada
um, lencos bordados a novo goslo para nulo de se-
nhoras a dez tustoos cada um, ineias linas para me-
ninas a doze vintens. Esl a loja aberla das ti horas
da manha at as 9 da nnite.
Na loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
N'ovos riscados fraocezet de lindos padroes a meia
pataca o covado, paupolina de lan firrissima a dua's
patacas o covado, Mas de quadros de gosto novo a
dnas patacas recovado, cintas escuras de tintas sega-
ras a meia petaca, e de difleretiles cores a seis vin-
leus, lila prela para saias e mantas a dous lusloes o
covado : vende-se batato por rreerer acabar com
certas (taradas.
Vende-se superior eera de carnauba em por-
gas, na roa do Bruta n. 22, e em relalho na roa da
Croa no Kecife o. Mi armazem de Mandes & Braga.
Vende-tea taberna do Hospicio, denominada
Elenhanle de Onro, moilo afregaezada : qoem a
pretender dirija-se a ra da Madre de Dos confroo.
le a igrtja, a (aliar com Joaaaim Filippe da-Costa.
Superior farinha de mandioca em
saccas.
Veade-se qualquer porreo de moito "lioa lariuha
de mandioca, chegada ha ponco de S. Malheus, a
preco muilo commodo por cada saeea : no escripto-
rio da roa da Cruz n. 49, primeiro andar, oa no ar-
1 "-abao preto.
lian prelo, e vende-e s.
I Marlins de Barros.
Fama
Primeva.
Jos Joaquim (oncalves da Silva avisa ao respei-
lavel publico, que sua casa se acha sorlida dosroe-
lliores gneros de molhados, e vende mais barato do
que em oulra parte, latas de biscoitos finos de todas
as qualidades a 29OOO, e porreo de 10 latas mais em
conta, bolachinba de soda, presuntos de fiambre, di-
tos de l.amego muilo superior, vinhos engarrafado*
de todas as qualidades, cha o melhor do mercado por
ser manjadn vir de ronla, e muitos nutros gneros
que s .1 vista acharan ferdade.
Rape e charu-
tos.
Na roa da Cadeia do Recife n. 13, loja de Bour-
gard, veudem-se superiores charutos da Bahia, ero
caitas, maro, e relalho para qoem se quizer conven-
cer que he bom e barato, e rap de Lisboa a 30 rs. a
"' NI LWA DA BOA FAMA.
Veude-se bandejas grandes e muilo linas pelo ba-
ratsimo preco de :t-5000, 49OOO e 59OOO reis, ocu-
los de jrm.ir :o de .50 de todas as graduales a
800 res, lelas com aunaran dourada a I9OOO reis,
ditas cora armara de larlaruga a I3OOO reis, ditas
com armario de hualo a 300 reis, oculoscom arma-
cao de melal braoco a 400 rtis atoar, lunetas com
arraao.to de tartaruga com 2 vidros a 33OOO reis. r-
eos cbicotes para cavallns de hornero c senhora pelo
baratissimo prero de 00 reis cada um, grvalas de
seda moilo bonitas a I9OO res, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo banlissimo prero de
:KX) reis, suspensorios linos de borracha a 400 Veis,
[lentes muilissimo linos para suissa a|500 reis,esro\as
_ muito linas para cabello a tio res, capachos piula-
dos compridos e redondos a 700 e laOOO reis, bo-
lees oissimos de madrepcrola para camisas a 19300
rs. a aroza e 120 rs. a duza,ricas canelas p.ra peona
de ajo a 120 reis, ricos porla-relogios a 15800 res,
caixas de metal muilo finas para rsp a 300 o 600
reis, escovas finissimas para uuhat a 320, 300 e 640
res, escovas para roupa e cabello o melhor quepode
haver a I3OO, 13200,13300 e 25 reis, pinceis liuos
para barba 1 200 reis, duzas de facas e garlos linos
a1 3-3000 reis. ditas de cubo rie bataneo muitissima
linas a 65000 a dalia, ditas finissimas de cabo de
marfim o melhor que pode haver a 155000 reis a
duzia, camisas de meia muito finas a 13000 reis, ri-
cas abnluaduras de madreperola e melal para col-
lele e palitos pelo barato preco de 300 e 600 reis,
finissimas navalhas para barba em estojo de urna e
duas navalhas pelo baratissimo prero de 2.3000 o es-
tojo, candieiros americanos muilo bonitos proprios
para estudantes ou mesmo para qualquer estabele-
cimenlo, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pendorar uu piir-se emrima de qualquer
mesa, |ielo barato prego de 33000 res, pastas para
guardar papis a 800 reis. espelhos para parede com
armacao dourada e sera ser dourada pelo baratissi-
mo preco de 300, TOO e 19000 reis finissimas e ri-
'.uaiii no uiiiiuo vapor mi lito
de Janeiro, algunaexemplares los Segre-
dosda Calligrapbia, pelo professor ingles I maula a
W 1II1.1111 Si itlK nico inventor da letra I*01"
a 1 ,. seus Dad
corriilarommetfial. Segunda edicaoaug- iem appi
mentada: vende-ae por lisnilo. com liii-,uusquai
disS'ina encadernactio, em casa dos Srs.
Antonio Lopes Pereira de Mello i\ C., ra '.
da Cadeia do Recife
iiileu,-
rha d
!-ll(lc/.;i
a da fu dos Martirios 11.,36.
redo> de ulilulade ; os prledenles dinjam-te ao I
mesmo sitio.
Por menos do que em oulra qualquer parle
vendem-se na ruaeslreila du Rozario 11. II, no de-
posito de taagotiegai hamburguezas, os objeclo
Loja ;la pobre/a.
Ka roa do Passeio, loja a. 9, vendem-se corles de
cairas escuras e muilo encorpados I3OOO, ditos le '. Na loj
brim de linho escures a 800 rs.. ditos de brim branco sorlimen
a MM) rs., crtes de eollrlra i!e l'usiao de cores a 700 sendo sei
rs.. ditos de cambraia branca e de cores a 39300, di- '"os lras( as de extractos m
de
para vestidos
\ euile-se a uca f i/.en l.i lindeza, chegada ullima-
enle de Prauoa, pelo har.ilissimo prr;o de 13000 o
covado. isla fazenda he de para lia atada, e os
oes Ma os mais lionilos que al o prsenle I abaixo e uovamenlc chegados :
recido no mercado : na ra doyueimado, Bolaetliobt de soda
o cantos, loja de [ateridas da boa ( 11. 22. una de Lisboa
luid hamburgueza, lala graode
Hita de araruta dita
(oeijo londrinn a libra
Presunto para lian loo
_ loucinho iiislez
\t -111 O' 1 k J \ Amendoas roiileiladas eranretas a libra
r\P9M.* j_^'7C-l.*' I'ecegos, Peras, llamase.) e I,inja lata
Discoilo inu.e/, lala sorlida
da boa (ama enconlra-sc sempre um rico l'rascos com conserva dedillerentes quali-
o de pertumariai de lodas as qualidades, dades
auloru melhor que ha em Paris, riquissi- Passas novas 1 libra
coberto. para mais de 20 caberas de gado, eicellente I Augusto C. de Abreu na ra da
pasto para dilo, iinmenso terreno de paniauo para o_:r, _
plantario de capim a mais lavouras, bstanles arvo- | au ncclu rna/.em n. .ib.
Attenco
Perfumaras del
tos de cassa dula finos a t, chales brancos a 640.
ditos de lia eseda a 39300, chapeos de sol lOOc
2-3, peras de madapoln a 39, 38500) S, 19500 e 59, 1 < mui
chitas linas a 200 rs. c J2II o ovado, algedo Kziil '20, paosl
(rseos
Colonia d
diversas
de haver
dem mu
nheridd
grosso a 220 o covado, e oulras muilas [azendas, que
nao se pode menciouar por [alta de lempo.
Ma Califor-
3.300
360
ttlOOO
3600
3720
960
siXO
13600
1-3000
2HO0
Cadeia | das, grandes, pequeras, razas efundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para earre-
gar canoas ou carros, livres de daspacas. O
: precos sao os mais commodos.
uno finos, pelo baralo Amei\i 3900
-300
3480
3240
2s00O
23000
13600
2*>on
2-3000
loja nova ao pe do arco de Santo Antonio, alenl de
muilissimas e boas [azendas baratas, vendem-se cor-
les de dula france/.a de 10 covados a 29000 rs. e em
covados a 200 rs. muilo larga, muilo boa para co-
berlas, cortinados e vestidos, sao de cores claras,
alegras e bonitas.
m UE ILMIRiRGO
A 16,000 rs o cento
O deposito das bichas de Hamburgo, ra eslreila
do Rotarlo 11.11, tornou a receber nova remessa de
bichas de llamburso pelo vapo- in Je/ Avon, que
passou pora o sul ; vendem-se a 163 o cento, e lu-
giim-se a 320 as grandes, e 200 rs. a menores.
Calcado muito
barato.
Vende-se na loja que foi de Joaquim
Miiitaodo Amara!, todos os obectos alli
existentes, constando de sapatos de varias
qualidadea, courde lustre, marroquim,
bezerro, etc., tudo se vende barato por
Ik|ukIui;.'io a que estao pi ocedendo os cre-
loretdo dito estabelecimenlo.
Vende-se urna porco de madeiras, (ma Ira-
vessas'' de quaiidade, de 32 a 30 palmos : a Ira lar
com Francisco Custodio de Sampaio, ra la Ca-
deia do Kecite, loja de (erraseos 11. S6.
Lindo sorlimento de chitas rxas para lu-
to, no aterro da Boa-Vista n. 10.
Vendem-se chitas roxas para luto, padresde cas-
sas, de cores (xas a 160 o covado, ditas muito linas
com um loque de molo a 160 o covtdo, dilas de co-
res escuras a 140,160, 180 e 200 r. o covado, alpa-
eas de seda de lindos padroes a 720 e 640 o covado,
chalesprelos de 13a a 13, sarja de seoa muito fina a
23 e 19600 o covado, e oolras umitas (azendas para
acabar.
19200. I{300,23 e 23>O0, jarros de porcel- Batata s libra
lana rleli ados e. de modernos avales com banha [rali- N'inho enere/, -jrrala
o lina a 23, (rateos ruin esseencia de rosa a Dilo Bordeaos linio arala
de pomada franceza muilo boa a 100 rs., Dilo dito branro
pequen... ear.ndes ,la >erdadeira agua de Dore tino de guiaba raisilo
o Piver a 480 e I^INKI, -abneles finos e de Marmelada.lala de 3 libra
ualidades.ps para den tea o melhor que p- Boioes com doce da Europa de dillerenles
e oulras muitas perfumadas, que se ven- qualidades 29000
o baralo: na ra doyudmado, na bem ro- Azeilc doce francez frasco 36O
ja de miudezas da boa (ama u. 33. Vinagre 11 garrafa 13000
.r 1 Manleisainglez.i superior libra 13120
vtnue-se o muito superior baca-I Vinbo de Lisboa 1. melhor que he possivel 9700
Iba o de escama a 15x000 rs. por barr- ; E oulras muitas eousas, que serie nunca acabar se
... r, ,.^. j ir 1 1 fesso mencionar.
ca no caes da Allandega armazem de
Paula Lopes.
Riscado escuro e muilo largo, proprio para roup
de escraros a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de moilo bom gosto a 33, aloalbado adamasca*
do com 7 palmos de largura a 19600 a vara, loalhas
de panno da linho alcovoadas e lisas para r'oslo as
mais superiores que lem viudo ao meraado, dilas
para mea, suardauapos adamascado, e oulras mui
@$cr*t><* fgido.
Desappareeeo no da 10 do crreme um escla-
vo, crioulo, de nome Lucio, com oftieio de tapalriro
rnuilj rmlisado, olhos grandes, roste redondo, l^n
barbado apesar de ler lionlem cortado com Ihesoera
baino do Corpa, e batanle grosso, quebr.do r rai
os testculos volrnosos, com orna riealrii ao ixuit
junio a garganta de um raiMliro qoe levo ha tm
lis (azendas por prejo commodo : vendem-se na ra i ""* '' I" **' coa a marra pre'ta nuil o ~
do Crespo, loja d esquina que volla para 1 ra da vel; iru chapeo prelo r fino rootM de sobrrsa-
Pianos,
V enderp-sepianos verticaes inglezes, de elegantes
mu del lo- |p encllenle
mais acre
Londres:
Salitre superior.
\ ende-se e muito barato, na loja de (errageus da
ra do Qoeimado n. 33, em porres e a relalho.
Em casa de |.M. Calmont & C., praca do
Corpo Santo n. 11, lia para vendero
segu nte:
ifeexcelleulesvozes, (abricados porum dos Taboudo de pinito, alCatro e l)i.\C da
editados autores, premiado na eiposico de Suecia
: no armazem de Rostron Rooktr&Com- .1 \ ,
panhia, para do Corpo Sanio. Alcatrao de t'arxao.
AGENCIA : L?nas t,e algodio.
Da funlico Low-Moor, ra daSenzala-No- 2?*? de li",-
va n 42 .Tintas em latas.
Nesieasiabelecimentoconlinaahaver uro com.!EsPonjasd;'Supcroi(|iialidadc.
pleto sorlimento de moendas e meias moendas i Galios de linho e de Manilha.
para enrjenho, machinas de vapor e taixas de 'Tudo muitocommodo.
ferro batido e coado de todos os tamaitos para
dito. ,
Veode-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido George Keuworlhy, 110 lagar de S. Jos do Man-
guind, com arvoredos de fruilo e mais hemfeitorias I
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Johnslou \ Companhia, ra da Senzala No- |
va 11. 42.
Vendem-se loneis, pipas e quartolaa
para dislilacao, as quaes (oram de azeile de peine e
depois, de aguada, arqueadas de bens arcos de fer-
ro, proprias para depsitos, e garapas de dislilacao :
atralar com joaquim Lopes de Almeida, ou com
Antonio de Aluieida Gomes, rna do Trapiche n. 16
segundo andar.
Um completo sorlimento de bordados romose-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peitilhos,
romeiras, camisas, coifinhas e pelerinas ; lambem
tem um completo sorlimento de ricas llores, enfeilet
para cabera, filase os verdadeiros e modernos bicos
de linho : na roa da Cadeia- Velha n. 2i, primeiro
vndar.
-- Deironte da passagem de Ulinda. passando o
silio em frenii'. vende-se o sitio chamado do Meio,
com boa casa de viveoda commodos para grande
familia, estribara para 6 cavallos, corheira para car-
ro, casa para feilor e prelos, corral de pedra e cal
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba hem| acabadas,
sapatos e esleirs, chegados rccenlemenle do Araca-
ly, por menos do que em oulra qualquer parle : na
ua da Cruz n. 31, primeiro andar.
Vendem-se caixas com vidros para vidr.ic.as
vidrosde bocea larga com roldas do mesmo, o maior
sorlimento possivel : em casa de Barlholomeu Fran-
cisco de Sooza, ra larga do Rosario n. 36.
Vendem-se madapoliles linos e de oulros, com
pequeo toque de atara, |por precos moilo bara-
tos: na ra da Cadeia-Vtlba 11. 24, primeiro andar.
Moinhos de vento
com bombas derepaiopara regar hortai e bai-
la de capim : na laadieio de 1). W. Bowman,
na ra do Bruro ns. 6, 8 e 10.
Cal de Lisboa.
Vende-se orna porfo de barris com cal de Lisboa,
por barato prero, e relalho a 39 o barril t na roa da
Cadeia do Recife n. 50.
A.JS500
Vende-secal de Lisboaullimamenlec bagada, at-
timeomopotassa daHutsiaverdadsira: na praca do
Corpo Santo n.11.
TAIXAS PAKA ENGENHO.
5a fundifo de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o ohafariz, contina ha-
ver um completo sorlimento de taixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promplido: embarcara-se oucarregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzala-iNova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montera, candieiros a casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fjo de vela, chumbo de munifao, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
Vende-se cimento muito novo chegado em H
de maio p. p. de Hamburgo, por prejo muilo em
conla, a vista da quaiidade ; tanto em perdi como
em barricas t linas : no srmazem de materiaet na
ra da Cadeia de Santo Amonio n. 17.
Fio de algodo da Bahia.
Vndese em saceos de 50 e 100 libras, por com-
modo prero: na ra da Cruz, trmazem de couros e
sola n. 15.
TAIXAS DE FERRO.
Nafundicao da Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinea, fa
sempre um grande sorlimento de taixas, tanto da
lenlr.iulga-s* ler saludo pan (ora do nrar.,em raiao
de perlo de dous mezes ler thrgado de orna lucida
que lez em novtmbro do annt p. p Miando em Se-
nnliaem no engento Santa Oart, junio ao engeolm
Aranlangv, sendo proprietario daqurlle GuimarSrs:
ro;a-te a. autoridades 00 qualquer pestoa qte o at-
rita levem ao stu senhor Domiogot Aniones Villa-
"J.^0"."' 6". quesera baaa recompensado.
- r.o da 1 do correle fugio do abano
ao, om 1"
Vaode-te tal do Atan' a bordo do brigue oNa-
rat: a tratar oa ra d Vigtrio n. I'.l, primeiro
anear.
Jote Antonio Moreira Das & C, fa-
/m sciente aos seus freguezes, (jue aca-
ba m de receber de Liverpool um sorti-
mento de plvora da melhor quaiidade,
e a vendem por menos do que osantigos
vendedores deste genero; para verem as
qualidades encontrarao as amostras em
seu escriptorio, na ra das Larangeiras
n. 14.
Sao chegados a ra do Trapiche n.
tt, barris hydraulieos para deposito de
fezea: as pessoas que teem encommen-
dado, hajam de procura-Ios antes que se
ac bem.
Algodo trancado da fa-
brica da Bahia.
Veode-se 110 escriptorio de Antonio i.ui/. de Oli-
veira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Vende-se um negro perito cozioheiro al de
Torno, urna negra de 20 annos tambero cozinheira,
crioula, e om moleque de 10 annos : na ra do Li-
vramento n. 4.
Vende-se um moleqne crioulo, perito pedrei-
ro, sem vicios, para qualquer cngeuho : a tratar oa
ra da Alegria com Marcelino Jos Lopes.
Veude-se a taberna da ra dn Hospicio n. 1,
bem alregoezada para a Ierra ; voode-se por seu do-
no ter de ir tratar de sua saude : a tratar na mesma.
No alerto da Boa-Vista a. 80, conlioua-se a
'vender latas com biscoitiohos tinos l'eitos em Lon-
dres, de diversas qualidades, o mais taperior possi-
vel a I98OO urna, chocolate, macarrao e talharim a
100 rs. u libra, sag' ecevadinha de Kranca a 320,
espermacete a 640, aieife de Lisboa a 560 a garrafa.
' A taberna da quina da ra dos Marl\riosn.
3li, arha-se de novo sorlida de carne, queijos e lin-
guiras, Indo do serlao, que se vende por preco com-
modo, queijos do reino muilo novos a I -' m. lingai-
ras do reino a 560 a libra, passas a 560, caivoes de
doce de goiaba de i libras a 88U.
CHALY DE SEDA.
\ ende-se chaly de seda le quadros e lislr.is, pelo
barato prero de 6s0 o covado : na ra Nova u. i.
Chapeos para senhoras.
Vendem-se chapeos le seda c blnnde com ricos
culeiles, para senhora a 16o : na roa Nova, loja u.4.
cas caixas para rape a 2>>0U e 39000 reis, papel de
cores le folh.s pequeas cin qoarlu de resma pelo
baralo preco de 7l>ii reis, e oulras muilissimas cou-
sas, que tudo se vende mais baralo do que em oulra
qualquer loja : na ra do Mueimado na bem conde-
cida loja de miadezas da boa [ama n. 33.
Em casa de Rabe$cbmeltau ..V C, rita
da Cadeia n. 7>~, vende-se :
L'm grande sorlimento de vidros de es-
pcflio.
Relogios linos de patente inglez.
Ditos ditos de patente suisso.
Couros de graxa.
Ervilhas seccas em garrafdes.
Vinho do Rheno superior.
Comei*vas alimentarias de btras quali-
dades.
Tudo por preco commodo.
Lencos de cam-
braia de linho
A 330, 400, SOO, e 640
cada um.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
No largo do Carmo, quina da roa de Horlas n.
2, continua-^ a vender manteiga ingleza a 480, 560,
640, 800 e 960, muilo Tina a 1^120, dita [raoceza a
640 e 720, banha bem alva a 500 rs., cal em caroco
a 200 rs., dilo moido poro a 320, cavarla a 100 rs.,
dita moida a 240, alpitta a 160, tapioca de MaranhAo
a 160, aletria a 400 rs., passas a 560, arroz do Ma-
ranhaoa 120, botachinhas de soda, ditas de araruta
400 rs., lisboenses a 320, (arinha de trigo a 140,
linguicas de porco do sertao a 320, toueinho de Lis-
boa a 400 rs., sebo de liollanda a 500 rs., sag' a
320, azeile doce a 600 rs., dilo de earrapato a 25240
a caada, e 320 a garrata, vinho de mata a 480, do
Porto 640 e 720, engarrando muilo fino a 18, quei-
jos, novos a 2;iatas de $raia a 120.
Fa/.enlias par muito me-
nosdoseu valor, na loja
tie 4 portas na ra do
QUeituiu. u. 10.
Ensieni nesta loja as [azendas da loja da ra do
Crespo, que [oram arrematadas, e se vendem por
muilo menos do sed valor, comoseja :
Madapolilo enlre-liuo, pera i^UfO e
Dito fino de jarda
muilo lino com 35 varas
.Te*
IOS
ing ezes de pa-
tente,
i
os melhore; abricadot em Inglaterra: tm easa de
Itenrv Gihson : ra da Cadeia do, liedlen. 52.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
NHORAS.
Vendem-se superiores lavas ile pellica moilo nova
para rnimem e srrtiort-aflftiSO reis o par, dilas d*'
eda moilo boas e sem deleito algum amatellas, pro-
las e brancas para hoaiem e senhora a 1-n.in reis
o par, dilas prelas de lorral moilo boas a 800 reis o
par. dilas de lio le Escocia brancas e de cores para
iioarem e senhora a 400. 500 e 600 reis o par, dilas
dilas para meninos emeninas a -100 reis o par, luvas
de seda ricas de todas ns cores e bordadas, coro
gnarnirito, para senhora a 33000 e :)9500 res o para
e nutras mais fqualidades de luvas, ludo na roa
du (Jueimado na bem conhecida loja de miudezas de
boa (ama n. 31.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendcm-.-e superiores meias prelas de laia para
padres, pelo bRratisnimo prero de 1$80U o par : oa
na do QueimaHo, na bem condecida loja de miude-
zas da boa faina n. '.til.
Relogios
coberlos e descohcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prata, patente inglez, de uro dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, ra
do Turros n. 38.
Rob LWderlcur, Vermfugo inglez, salsa de
Bristol, pilulas vegelaes, alsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeirns em casa de Barlholo-
meo Francisco de Souza, na ra larga do Kosario
n. 36.
Cobei tures de laa hespa>
uhes muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esqaiua que
volla para a ra, da Cadeia.
Helos ios ele patente
inglezea de orno, de nbonetfl e de vidro :
j i """f*s, uiu Kiaiiuc suniiuemu ae taixas. uni ae
vendem-se a prero razoavel.em casa de (fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
ggt**** dos pt algom tanto feridos, provt-
r,con,P,ns.do.-CrA7;e.,d: S SST
- lettppareee. dil 9 do WtL..
va crioula de nome F,liMr(Jl, de j,',^ "JJ-
com os tuzte, goinle. : c, ,, coipo;.U,Jrr!!
guiar, lem orna cicatriz ,, Ubr. eaVerJo
mente de g.lp, pe. .eos eom mmSm\
allribae-s. estar teduzda ptlo, p,i,,qoe JL1
vos do Sr. Pocas, que lem Ubtrn. ,' j"! Z^S..
Kosario, contra quenrte protestar te tivt* e^itJT
ciaem di..,ednao: a^em MmmimSS^
olieia. leve-a a roa Bella o. 15. "*" "
Fugio do eugenho Masstrepe, Severitjo. cabra
eom ossigoaes secoiotet: altura regular nX.
barba, beicudo, com o dedo indicador da aT^!
inerda oro pooco envergado paia d'aalro f^VZ
do urna ferida, pernas finas e araotodae, l
los carapinhos, rosto redoodo descamado. |.,o
consigo om ca vallo ca breoespinhaso um. barroca provenieote de utt.
eslocada, e com marcas de peiloraet por ler sido ala
roda ; roga-te por dolo a lodas as aolohdades eeT
pines de campo que o pegarem < levem a via da Ka
dAlhn, aoseuselhor, o r.p.lio klanoel Tbotaai^o
Albuqoerque Ntranhlo, que compro. dltetMi
parle, do mesmo ewravo ao. herdeiros de AumttlT-
- Fogio no dia 24 de jonho do corralo aoon
esrravo crioulo de nomo Angelo, idade 4o
nano e grosso, roslo comprido e olla
o
aaoos,
por urna porto quaodoada, he oalur,|Jda aaaava
estove preso oa cade.. deSeriohaem ; qoem TI*
leve-n a ra do Qoeimado, loja o. 10, qoo terre-
compeosado. I" tra r-
Attenc&o.
F u2o do engenho MdMorepe.termo o fregoena do
Pao d'Alho, no da 12 do crreme, o wcravo (overi-
no cabra, idade 25 tonos, pooco mais o. mnc.
cabello carapiuhos, barba rala, mo descamaoV
aspadado, tem para melhor sicoal o dedo rnde
o mAo qoerda aleijado na peala, pero*, finas *
orn tanto arqueadas, e os pt regtlares. Fado eotm
elle ocabrinha Benlo, da litado i* .- pomt* Z
ou menos, tem o narta chato. nO, 0B1 pooeTbalia.
rouc. hn e doc.l. Fagiraaa ambo, em o ooartao
ca.t.inho. sraude, cor* caagaiha. bem .lbardado,-
doocabr.nhaeocavallo da 8r. Theodoro Pereira
da Silva, morador em Ierras do dito engrano, e roo-
senhor do dilo cabra : rogo- ..toridad*, poH-
ciaes e capitn de campo do dentro oa tora da pro-
vincia a captura da* roesrons escravot o o eavalie
qut tendo todo eotregoe no engrano Antas, termo
de Pao d Alho. rregoezia de K. S. da Gloria do loi-
Id, promplameote se gratificara eon.tOOjOOO
Dos premios da terceira parte da primeira lotera a beneficio do Convento de Ifossa Senhora do Carmo
do
Recife, extrahida a 12 de JwJo de 18.
NS. PREMS.
F1MSSIMVS PARA VOL-
TARETE.
CARTAS
Vendem-s< superiores cartas francezas para volla-
rele pelo biralissimo prer^o de 500 rs. o baralho .
na ra do (Mtimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa I (ama n. 'I-I.
Boneeas france-
zas.
ilo
Esguio delinbo mullo lino com 10 varas
l'laiilba de linho superior de 25 varas
Algodo de 20 jardas
Dilo bom americano
Chitas ordinaria-, per.
lulas decores fizas 59500 e
Cambraia lina ,
Dita muito superior
Crtw de calca de casemira de coros 39500 e
Ditos de lila prela 53500 e
Colleles de selim preto maco 2&500 e
Brim linho, de quadrinhos, covado
Dilo de dilo de cores, (randado, vara
Panno prelo e de cores, o covado :WO00 e
Majos de meias cruas para bomem
Ditos de ditas boas
Ditos de dilas superiores
Cuites de vestido de seda 16)000 e
Chitas de cores, sorlidas, covados
Chales de merino de cores lisos e cem bair.i
Cortes de cassa chita
Ditos de chita larga [ranceza,
Cita franceza, larga, covado
Meias tinas para senbora, duzia
Grvalas de coi es para bomem
Alcodao Iranrado aiol, o covado
Dilo alistado, covado
Cenaos finos de chita e ganga
E oulra
do con
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1:15001
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15000
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:16500
tiit)
160
150
900
Vendem-t
hsrati-simo
Queimado,
boa (ama n.
AVISTA 1*
dades lie uiiuto
SEDAS.
Veudero-se corles de seda de goslos modernos a
:15300(), grosdeuaples prelo superior -) o covado,
selim de cores a HOO rs. o covado : na ra Nova, loja
11. .
MUITA ATTENCO.
Kua do Qoeimado 11. 38, em 1 rente do becco da
Congregarlo, junto a botica.
AJpara de seda, o covado
Fular de seda, o covado
tirosdenaple cir de cinza. liso
Orles de seda escoceza a 23 c
Cambraia (rauceza, vara
Cassa dita iniudiiiha, o covado
'.hita deuores a 1B0, l0 e.
Madapoln buin, a pe;a :is e
Dilo iiiperior 13500 e*
-AIlvDA MUA AllEftCAl).
Palitos ile alpaca lina
hitos do brim
I a-ennra prela lina, o col le
Dita de cores, o corla
Cazi netas, o corte
Curtes de brim de linho de cores
Na ra do Queimado 11. :is, em frente d
i'.uiigreuaraujunlu a botica.
Continoa-se a vender manleiga ingleza a SOO
e 9fi0, chegada no ultimo navio de loglalerra, e se
vende por este prero por ser comprada ao mesmo
filo
HOO
!>U1(I
283000
lilO
180
200
:I9500
59OOO
3000
:I90I10
MSOO
:I95U0
29500
13280
berco da
asynulas (azeudas por baralissimo praca : sen-
m imbeiro visla. *
BOAS IVALI-
barato.
Vende-sc papel de peso e almaro o melhor que
j pode haver nesle genero a 3, 4, 5 e (9000 a resma,
i papal paquete muilo fino e Je muito boa quaiidade:
prnpriamenle para se escrever por vapores para a
Europa em conseqoencia de nao se pagar grandes
portas de cartas, em resmas, meias resmas, quartos
de resma, ou mesmo em quadarnosa 80 rs., papel de
linho \ enidileiranienlo aliar e proprio para carlo-
rio a 9 rs. a resma, verdadeiras pennas de ac de
hico de tanca conhecidas pelas melhores que 'ha a
15200 a caiiinha com 12 duzias, ditas sem ser de hi-
co de tanca, mas tambero muilo boas a liiO a caizi-
nba com ISdaatoa, duzia de l.pis muilissimo fios a
320, 400 e 500 rs., titos para desenho a 800 rs. a
duzia, caivetes muito linos e de todas as qualidades
e pre<;os, tinta ingleza muito boa e barata : ua ra
do Hiionna.I.>. loja de miudezas da boa (ama n. 33.
Cascas pretas para hito.
Veadem-S* cassas prelas minio linas proprias para
luto, pelo baralissimo prero de SO 0 vara : na ra
do Queimado, nos quatio caulus, loja de (alendas da
ba fes n. 22, de(ronle da loja de iniudeas da boa
[ama.
Algodo monstro.
Vende-se algodo com qoasi 2 varas de largara,
proprio para leucoes e, lala, pelo barali.simo
prero de l00 rs. a vai a : na ra du Queimado, nos
qualro cantos, loja de [azendas da boa f n. 22.
Vendem-se cadeiras americanas com asseulo
de t> illia. de milito boa quaiidade, lano em duzias
como cm meias duzias ; na ra do Trapiche n. 8.
e moilo bonitas boneras francezas, pelo
prero de 19280 e 13800 : na roa do
ua bem ceoher.ida loia de miudezas da
33.
I3ara noivas.
\ endem-Se ricos cries de seda branca proprios
para \eslillas de aoivat, pelo baralissimo prero de
ii- : na ra dn Queimado, nos quatro caotos, loja
de (a/.en.las da boa f n. 22, defronle da loja de miu-
pezas da boa fama.
Loja da boa f.
Veode-se chaly de quadros de bonitos padroes a
000 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 720,
chiles de merino lisos com franjas de relroz de 00-
nilas cores a ->3. ditos -Om lislras de seda a 75: na
roa do Qoeimado, nos qualro cantos, loja de (azen-
das da boa f n. 22. defronle da laja de miudezas da
boa fama.
Para os na mora-
dos.
Vendem-se fftlhtt de papel moilo honilo, proprio
para rorrespoudeada dt oamorados, pelo baralo
prero de 40,60, 80 e 100 rs. : na roa do Qoeimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
11. 33.
Para
ras que
as senho-
gostam do bom c
barato.
Vendem-se ricos penlesde lartaragu para alar ca-
bello. 43500, meias de seda de 'IWaiuilissimo lin-
das para criansas de uro mez a ooaaapo, pelo barato
preco d> I98OO o par, lencinhos de retroz de todfs as
cores para senhoras e meninas a 13, toncas de laa
para senluiras e meninas a 500 rs., camisas de meia
para criansas al a idade de om anno a 500 rs..
meias brancas de algodo para senhora moilivsimo
linas a 500 rs., dilas brancas pretas de seda o me-
lhor que se pode encontrar a 23e 2*500 o par, ricas
canas para guardarjoias a 800 rs. e I3, canas mui-
to ricas com rparlimenlos nicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo preso le 29500, 390QO c
39500, iravessas de verdadeiro blalo para pre der
cabellos, pelo baralissimo prero de l>. ditas de ar-
laros, a 13500, ricos leqoes com plumas eespellios e
pinturas ioissimasa 23, peutes de blalo mnilo Irnos
liara lira piolhos a 500 rs., tesouias fiui'-mas A de
todas as qualidades, ricta Iraoras de stxia de ludas as
cores e largara*, ricas lilas de seda lias e lavraUas
de todas bs larguras v cores, bicos de buho fiuianiitios
de lindos padroes e ludas as larguras, ricas franjasidc
alsod.io brancas e de cores proprias para cortinados,
t oulras muilissimas coosas, que ludo se veude por
lo barat prero que aos proprios compradores ser-
vir le a dmirasao : oa ru. lo Queimado, na b'in
ronherica loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vende-te azeile de earrapato a 29210 a caada
e a garr fa a 320 r. : oa roa do Brum passando o
chafariz primeira casa que lera slito encarnado pela
relaguaida.
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