Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07432


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Full Text
\m \\\\\ n m
Por > mezes adiantatlos i.sOOO.
Poro meras vencidos 4 (500.
SEXTA MRA II llt H IIIm ot ||$f.
Por anuo adianlado 15*000.
Porte franco para o subccrplu.
DIARIO DE PERNAMBUCO
i \t:AlUlKliAU'S DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE-
Panhibi, o Sr. larvaiio V. da Natmdide; Natal, o 8r. Joi
Sm 1. Pereiri Jaulor; Aneatj. o Sr. A. di Lemoi Briyi
r, oSr. J. Jravde Oliveira ; Maranhao, o 8r. loaquim Mar-
M Rodriguea 'iauby, o Sr. Domingoa Herrulano i Peuu
OareroM; Para, til. Jusllniano i. Ramoi ; Amunnai.o Sr. Jero-
ajmo di Coila.
PARTIDA DOS CORKEIOS.
iiii.i., i
l|MI.....,.
s. Aaii ,.
s. Loaren
i'ira. Itor
,:....... 'I
I......
alai oa ilia-. o e meta horas do dia.
'.,'........ni.'' '""'a : n... -.-a.n.l.,, ,. ..il..-f,ir.-.
,'."",..'".....i'" '"""' "",h" at, |j.hI III.... *aiaretai, I.bo.-co. Km, Peaqaeira, /-
~, .tila-Relia, Koa.Vl.la, Ondear. F., : ,,, ,,uru_i,.,
.juca, arnata, liio-Foranao, Da., liai
. .Vil.I : aUMIaa-lrira*,
"""'"' l'-iil ...... III liorss da manilla.
.'iros, ,,gu AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai a aabbadoi.
Relactio : lervaa-fera a aabbadoa.
Fazenda : quarlaa a aabbadoi ai 10 borai.
Juizo do commercio : segundu ai 10 horai a quintal ao maio-dia.
Juizo da orphaoi.- leiundn quintil ai 10 born.
Primain ti do eiveT.- icgundi miii o mno-dn.
Segunda ara do cu -I: quartai a aabbadoi ao meio-dia.
EPIIEMERIDES DO MI / ni. .11 i III.
2 Lu ora ai 7 hor.i-. II minutoi.4s segundos da manha.
10 Quarto creicenie aa 7 horas 2 mlnutoi e ifiseguudoi da m.
17 La chaia aa 2 horas, 12 minutoi e 48 segundos da tarde.
Jl Quarto miuguanleaoi 2 minutle 48 leguodoida tarde.
'REAMAR DKIIOJL.
Primeira 0 a 30 minuto! da Urde.
Segunda H e 34 minutoa da roanhii.
DAS da semana.
7 Segunda. S. I'ulchcrla v. Imperatriz; Si. Claudio, Nicoilracto.
8 Torva. S-. ProaMDMM 1'riscitl.i Mm Ss. Cecilia e Auspicio Mm.
'.i Ruarla. S. Cvulo Bricia Hli. S. Auatholia. Apugeu.
10 Quinta. S. Silvano ni. _; S. Biannr m.; S. Rolino e Secunda Mm.
11 Sesla. S Sabino ni. S. Abundiu m. : S. Sindeo presb.
|2 Sabbado.S. Joao liualberto ab. ; S. Jason ; S. I'ateruiauno b.
13 Domingo. O Anjo rustodidio do imperio S. Anarlcto p. m.
KM.AHUECADOS DA SlBSCRIPl AO NO SEL.
Alagoai.o Sr. i laudmo Falcao Dial ; Babia o
Blo deJiD4ro,o8r. Joo Pereira Martina.
Sr. D. Dupra'
E\l pr.ll \ \MHI ( li.
Oproprielacio do DIARIO Manoel Figaeiroa di Tiria, na ui
ni, pnca da Independencia ni. 6 i 8.
Varia
No'dia U r p* uma descarga, da qual resultnu a morie de om in-
do qtiarlf I teste Diario a h**000 r., depois desse di, e o ferimeiilo grave de um soldada de primeira
tan^^Mr^baJr.(aOO.OHMe*t.U-1tlS^:ii2rJ^J'2-l?-l-t,*W:~1' *"' bm* ""
do. Nauieti lo possivel entonlrar ein caan a lodo. <> conunaiidanle de furle manduu enlao urna for-
o. aulHcrpIore.. roaa-e^lhe* que qoeiram deixar or- i ZSESEmA [0""te"a'' l^!","e, U""
' i | encontrados na tilia Uo Javary, e all licaram cinco
dem pan o pagameolu, ou maudarem-no respec- morios, r a ultimo eacapou-se. ^ao se pode pnrtao-
liva oficina lo saber a '"" ""*0 Pfleuciam esses inditiduoa,
era mesmu se eram dos que linham roubadu a casa
dosuverno de Teugo-Maria.
l.o!o que laes betel chegaram ao mea conheci-
meuto exped ordein ao presidente da provincia para
mandar o clieO de polica averigua-loa, alim de in-
formar ao gorerno cedimeiito d'etaa forja, cujo acto a pela eifrema tte-
ce^sidade de defegai pode ser juslilicado.
Souhese depois, por inform-roes do aobdelegado
legiaativa na quarta sessao da nona le- C''la'e 'lo'tta\*<" fu" ncJntrado em ama ca-
noa pequeaa, no logar denominado Pornany, um
PAAT1 QFFICiAL
MINISTERIO DA JESTICA.
Helatorio da reparticao dos negocios da
justira, apresentado a' assenihlea geral
gUlatura pelo respectivo ministro e se-
cretario de estado Jos Thomaz Nabuco
de Araujo.
.luguitoi e itijni'fimo* tenhora reprienlanles da
nacao.
Pela lerceira vez cane-me a honra de fazer o re-
lalorio doa negocios di jusiica e ecclesia.lieos.
TITULO I.
Tranquillidade publica.
N. I. A ardern publica n.in fui nllerada duranle o
inUrvjllii de voasas aessoes ; o cholera-morbus, cujas
eonsequencis anda deplnramus, fui a preocupacao
de todos os eapilitos, o al;oz de militares de vidas,
a rama dt agricultura, que por lougu lempo se re-
sentir da perda de lanos bra'coa que a nantioham.
As emprezaa tndnslriaes, a lendeucia para os ni-
Ihorameutos inalenaes e moraes do paz, coutitiuam
a dominar a siluajao, obtileraudo o espirito e oa ves-
ligios d'essas coiilendas polticas que laulas vezes
abal.iram a f de que dependen! as nossas inslilui-
i.'es polilicaa.
Como no relalorio precedente referir-vos-heioafte-
Un mais iroporUntes que vieram ao eonhecimenlo
do goveroo, e moiiientaueamanle motlificaram o es-
tado de Irauqnillidade doa lugares ein que occor-
i^am._
Em 5 de murro de I8-V> o coronel da guarda na-
cional Hilario Pereira Fortes, e en irmSo Pacifico
Pereira Fortes, opuozeram resisleucia armada a exe-
rurao de un mandado judicial, passado em favor
de Carlos Augusto Nogueira da llama, maltratando
ameacaudo os olliciaes de jusli colla de polica que auxiliava a diligencia. Esies fac-
i, oeeorraram em a villa da Cacltoeira, provincia
do Rio Grande do Sul.
Prateoderam algoiaas pewoas dar demasiada im-
portancia este iiiccesso, e nao falln quent eoxer-
gasae n'elle tramas occullos, e desejos de eansar.em
baracoa n adminislra(sIo proviueial, qaer ella man-
dasae Torca em auxilio do julz. cuja autoridade fura
menoscabada, quer aa conservasse inacltva sem desa-
frontar a JLSlica.
Para conciliar os interessea da juslii.a t da orden)
publica, deu o presidente da proviucia ordem an
chafe de polica que seguisse para o lagar do Icon-
Oaclo cotn U pracas do 5.' halalhao, e il-lerinmou ao
juiz municipal, cujo mandado lora desacatado, que
eslrangeiro qoe suppOe-seser o que eseapou no con-
lliclo da ilha de lavary.
O chefe de polica parti para Tabatinga em o !.
de Janeiro d'este anuo, e anda nao deu conta dessa
commiss.3o.
Em S. Paulo he espancadn de noile, ao recolher-
M> para casa, o juiz municipal de Sorocaba : anida
nao sabe o governo imperial o resultado do processo
que_ por ese alleiil.tdo foi instaurado.
Na presumpe da existencia de diamantes uo ri-
heirao .le Sania Barbara, comarca da Franca, con-
correram para all alguna garympeiros, contra suas
ordinarias devastarles eipedio a presidencia da pro-
vincia de S. Paulo as ordens convenientes, qoe fo-
r-in coin energa execuladas pelo juiz de dirailo da
romaica. Na madrugada de 11 de outobro foram
ti.pira lo. dous tifos conlr.i a casa da residencia
d'aquelle magislrado, (cando alravessadas pelas ba-
las a porla a a janella da mesma casa.
Na occasiao em que ia passar revista cadeia da
villa do Curvello, provincia de Minas, foi assassiuado
o primeiro subsliluio do juiz municipal e delegado
de polica. Antonio Jo* Soares, pelos presos, que
lograrain rvadir-se da pi is,lo. O principal aotor desle
homicidio foi capturado.
L'm dos supplenles do sabdeleaado de l'araeat,
que eslava em exercicio, foi victima de algumaa con-
tusries que lite fez um individuo descoulipcido com
urna'pistola, que destechada contra a victima, i|j
disparou. Este crime leva por ormem'a ponlualida-
de cum qae aquelle empregado cumpria seas de-
veres.
Ein Pernambuco he assassinaoo um inspector de
quarierao.
. N'ess. mesma provincia um srupo de faccitiorosns,
ciiuinainl ido. por Flix ltentevi, arrancaramdn po-
der da |u Peaaaa preso o seo chefe, vollaram de novo eses
facrinornaos e sollaram-o.
Na |nivo .cao de Barreiros, da -nesnt.i provincia,
foram capturados, a 15 de dezembro deas deserto-
res que se ach.ivam azilados no eugenho Pasiagem
*>/na,sob a prolecrao de Antonio Jaciolboda Silvei-
*** ^"T f'f "te de gente armada dirigio-sa i prisao,
e a' meia noile aoltou oa desertores a' viva fnrea,
sem que a gualda de paisanos, que guarneca a ca>a
que serve de cadeia, podesse oppirjumenor resi-
ll'ni'ia < ~ --^ss
lencia.
V,adn,nOU,"'e a"'e' da Che*"'a ** ags-, os presos da cadeia do Recife tentaram evadir
iaTL.. a- -J..-.___________-. e vendo malosrado a soa prelencao amotinaran)-
O chele de polica couseguio acalmar o nimos, -
do por 2 soldados, e depoia recolhendo-se a prisao i Tanlalivas de homicidio.
denominadaSeguro--onde se frehoa.
Au sangue fro e resoluto da senlinella se deve o
malogro deala tentativa : nao o demoveram do aeo
dever os' rogos do carcereiro, que, ameacado pelos
presos, pedia com instancia que abrase a porla.
O agente da colonia Mau, na provincia do Para,
levou ao eonhecimenlo do presidente que oaquellees-
tabelecimento appireciam alguna syinplomas de in-
subordinarlo, recusando-se os colonos aos Iraballios
qae Ihes eram destinado, allegando que o jornal que
se Ihes pagava era inferior ao estipulado em seus res-
pectivos contratos. Por ordem do presidente da pro-
vincia foi o chefe de poltcia a colonia, e oovindcj as
qbeixas, as quaes acrescenlavam oa colonos a de se-
ren mal alimentados, moslrou-lhes, pela leilura dos
contratos, que eram ellas infundadas, porque este- li-
nham sido religiosamente cumpridos ; a paz foi res-
labelecida.
Mata importantes por cerlo foram os aeontecimt ti-
los que ncrorreram na colonia da companhia i" o-
Be/afAo Cammerci do Amazona*.
Segundo as iuformacijes colindas pelo chefe de | o-
lela, que se tranaporlou Serpa por ordem do pie-
sidenle da provincia, os faetos passarm-sedo molo
seiimnle :
Tendose relachado aquelle eslabilecimenlo in-
duslrial, enlendeu a companhia que devia por termo
a esse eslado de cousas, e nomeou para dirigi-lo 'o
eogeuheiro mglez llelt. Tomou este conla do esta-
belecimeiilo e quiz dar ordem ao Irabaihu, eobrig,
cumprir seus deveres os colonos que al eolito Ir.
balhavam quando e como queriam. Asseolaram e-
741 Faria, o armador na costa d' frica e Augusto Ce- dssposicao coiislilucionai.alleiidendo-se'quenenhame
Ferimenlus gravea.......... .O | Zar de Mesquila, ocommandanla do palhabote, cn-
Kouboa.............fio ir.o autores, e como cmplices Antonio Elias Salga-
Kesistencias............:li, do, Manoel Fidelis do Nascimenlo, Anlonio da Sil-
Potlo que a represso seja cada da mais activa e >a Pareira. Ilr. Antonio de Menezes Vasconcellos de
enrgica, nao posso atinbuir-lhe esse resultado : e- Driiinmoud, Francisco de Paula Cava/cjnii Wau-
ria lemeridade aventurar quaUjuer conceilo haseado derley e Joao Francisco Arcioli l.ins, dosquaes so-
lios dados estilsticos de um so auno, e de um auno mente dous anda nio eslAo preso-.
como foi eata de 1855, extraordinario por causa da Seja qual for a ininha convic.Ao a respeifo desles
epidemia que infundio por toda a parle o terror, fados, que nato posso deixarde d'eplorar, aguardo as
destruio mullos algoze- e victimas, acrommetlcodo novas inves!iKaces;de que esta encarregada a polica
principalmenle a classe que furuece a' eslalislica cri- da provincia de Pernambuco e a decisao da jiislica.
minal o maior numero delles. As.enuro porem que o governo nao descama, e p'or
Fresciniliiido de referir algnns crimea que vieran)' lodos os meios ao seu alcance, promover''a pun-
ao couliecimenlo do govc.no. nolaveis pela perversi- co dos criminosos e seus cmplices,
darie de seus autores ourelacoes sagradas que elles ; Em 30 de Janeiro na barra de S. Malheus he ap-
quebr.ram, nao poaso todava deixar de mencionar prehendido pelo hrigue escuna (llinda u o hiale
um acto, qoe pelas circunstancias de que foi rev- Norte Americano Marv E Smilli com 350 afri-
^m&^JZ^SSS!!'?!! "'" "" .. i b""S l">rd0 : Pr"a'f0 '*Vid:' par" a "" da I l'""'r ><*a"e< he >..tprelare..-..
ima mend. a aleTcaf, *? i JJ"T 8" Sh "' ^S?" ,"',i,"'adoS pe' chefe de p- P^^R-irei porm sem d.zer-vos como enten-
tima. prendeu a allei cito de lodos aquelles para licia des-a provincia. Sabia o governo imperial a do e d.stiiieo essa 1 ternrelarao or vida d. .mor
quem a moralidade publ.cae o crdito do paz, sao destino illic.o desse l.i.le desde que sahio de Bos- Hade da qu-1 vos t, h,.Pfa a lo Lia inlernreara"
assamptos de grande mo.i.a Quero fallar do lesla- ton. em ->., de agoslo do anno passado, com deapa- nao he d" 'uiz. lo tambei'it i .'E, ou ,1
ment i.unciipalivo allribu.do fallecido Jos Ber- I cho para Monlevida ; e pos todas as providencias lei-islador : ntrprelacao d iuiz efe -s. s
2 '.*.'"""'<* que foro casado, que livera urna gum doa porto) do imperio. No da .') de Janeiro de une trato he ao contrario em forana oaarad .,?..
lito, ligihma e di.punha ao mesmo lempo da sua | demandon elle o porto da villa de Santa Cruz, na ?
iS" ,t provincia do Espirito Santo, para o qual (razia de<-
^o -atiaieiin. com as declarai-es do leslamenlo,' lino ; fuudeaiidn porem em grande ilislancia, ah
o autores desle plano lizeram no juiza ecclesiaslica se demorn rnenle qoalro lloras, porque foi avisa-
orna jii-lilirar.in com o fim de se mandar abrir nos do do perico que cortil a vista da vigilancia e ani-
livros reapeclivbs o asiento do casamento de fallec- i mo hostil das autoridades locaea.
"*r*' Eslao pronunciados por esie crime Manuel Bazilio
conilirao he mais essencial i evecucAo do que a uni-
forini lade.
Subrcleva que entre Roa, como consiiiuiioiiaes, frequenles veze.o poder legslali-
o delega ao execulivo a missao de desenvolvere
completar por meio de regulamenlos o penaameulo
do legislador.
Assiiu que urna grande parle da noasa legislado
consiste nesses regulamenlos,sendo entre elle os de
numero |-aj ijj at |8,n. H. 7:17 e 7:18 de I8.1O e
u. 1397 de Iri.).
Ora. neuhuma autoridade mais propria para in-
lerprelar o acto duviduso do que aquella que o fez
nao sera' mais exorbilaulc interprela-lo do que
faze-lo.
Sabis pela correlaro qoe ose- regulamenlos (em
com as leis das quaes ao> complemento, que inler-
lamenlar ; a iulerprelaco do juiz e a do govetao
lem decommum que urna e oulia he a inlerprel.i-
co lgica, dependenle das regras da hermenutica ;
a iulerprelaco do legislailor pelo contrario nao de-
pende das regras da hermenutica, mas lem
quando por va dessas regras nao
e maior calhegoria na gerarchia jadiriari., porque
reconheco os inconvenienles e o perigo de que eiso
direit.qoeao poder execulivo compelew esteoda
as leis judiciirias, as quaes dizam respeilo a pro-
pr.edade, l.berdade. honra e vida do cidadao, sendo
que desde que se Irala de qualquer desse. objeclos
sagrados, comer a compeleucia do poder indi-
ciarlo. '
Emquanlo. porm nao encarregais ...r dir i lo o
supremo tribunal de jusliCa, o governo uto pode
tteiLir de exerce-lo, porque, como ja vos dase, al-
guma autoridade o deve eiercer, porque nao he
possivel sacrificar a le a controversia, ao sophisma
e l anarcliia.
Presuppondo esse direilo, jalgou o governo impe-
rial conveniente lazer cessar o seu abuso, o qual
has uao dis.imulo poderia importar graviaaimos.
conllictos. provocando contra elle ama reaccao fu-
nesta e prejudicial a divisao e harmonia dos pode-
res pblicos. rm
Assira que pela circular que se segu provideuciou
o governo sobre esta matena, impoudo-se aa regras
que devena seguir no exercicio d'aquelle direilo
em quanto Ihe competir e nAo for allribuido, como
aliascohvem que seja, ao supremo tribunal.
Circular d 7 de fevereiro de 1856 aos presidentes
das provincias.
a S. M. o Imperador ha por bem, qoe d'ora em
(llanta \. Exr. nao faca subir a ana augusta presen-
ea qnaesquer represenlaces ou ofilcio.de chefe de
n logar polica, joizei de direilo, juires municipaes, delega-
ei allin- dos e subdelegado, dessa provincia, expondo as du-
e chamar a um accordo as parles contena loras. 'IV
do o termo da Cachoein. que se arhava alvino!.i I
loinou ao seu estado normal, e u desenlace Ir.iajn ,.
leda queslio foi geralinenle applaudido.
Esa agosto d-se om fado quasi igual no lermo do
Patrocinio, provincia de Minas Cerae*. Passando-se
mandado para ser removida do poder doa deposita-
rios Fraucisco Martina Mondm n de seu socio Jos
Pires de Lima a quantia de -2I:9IK>8(>00 res, impor-
tancia de um diamanto, cuja pc-priedade, sendo le-
ligiosa entre parliculare<, era reclamada pela dele-
gada da inspectora geral dos terrenos diamanlinos
como da f.zenda publica, oppozeram-ae os deposi-
tarios com armas eieru.o do inaudad t de remo-
i..io. resultan lo do cooflicto aUu.is ferimenlos.
Esta resistencia a juslica lorua-se mais nolavel
por aero depositario Mondim l.'supplenle do juiz
municipal.
O presidente da provincia provideuciou como Ihe
cumpria. Horneando novos senle- de polica, man-
dando aquelle logar orna fon; i respeilavel snb o
comm.uiilo de om otlicial de conlian^a, fazendo r-s-
ponsabilisar os criminosos e lomar eflecliva a exe-
cucao embaracuda pe' resistencia.
Em Camela', proaiacia do Para', houve desintel-
Iunina entre o aob lelegado do polica a commaii-
danle do destacamento, ua qual tomou parte a guar-
da nacional. eu causa a esta oceurreneia ler o car-
cereiro da cadeia acoimado a guarda de relachada
ou negligente.
O clrefa de policio foi ao lugar, e a demissao do
subdelegado.e reliada do commandanle do desta-
camento foram sullicientes para serenarem os espi-
rilos.
leudo o governador de Nauta requisilado do com-
mandanle do forte deTabalinga, proviucia do Ama-
zouas, a pri.au de nove Narf Americanos, que ha-
viam salteado a casa do govern de Teqgo-Maria. e
roubadu seis ceios pesos em dinheiro e diversos ob
jecloe, oa quaes, dizia elle, se haviam dirigido para
o imperio, aeonleceu que na madrugada de IH agosto pretender,im seis individuos passar por aquelle
ponto. Sabio urna palmilla do forle para intimar
meios enrgicos p
de Iguarass. da qua'
sendo nece-sario recorrer
cont los.
Foi arrumbada a pri.a
giram algiiiL^j JMMps
N madrugada de 12 de outubro evadiram*. da
cadeia da capital do Ceara', viole e qualro pr aos,
aaudo alguns d'elles reoa de crime graves. .
Ds presos da cadeia da ea.iilal do Maranhao. Lze-
rain alguns arrombamentos. mas nao conseguirn!
fugir.
Foi arrumbada a cadeia da cidade do Rio lirande,
na provincia de S. Pedro do Sul, e evadiram-se i
preso.
Da cadeia de Caldas, em Mlnas-Ceraes, fugiram 7
criminosos.
EvaJiram-se | presos da Cadeia da Villa do Dia-
maulino, em Mallo-Grossn.
Igual numero de presos c. seguio fugir da cadeia
da capital da Parahiba.
Os presos dessa mesma c* a tentaram esse anao
arromba-la e eva lir-se, r io o couseguiraro.
'tentaram nova evasito no >na 30 de marco, c desta
vez, como em :il de marca) do aono passado, quai
consegoiram seu intento. Indo i hora do costme o
carcereiro para mandar fj/er a limpeza da prisao,
abri o alcapan da eniovia e aobiram % presos para
aquelle Irabalho : os outros galgaram a escada coro
grandes yozerias, e auxiliados pelos que haviam su-
bido e nao deixavam focha, u aleapo, laiiraram-se,
em numero de O, sobre o carcereiro e soldados que
a acompanhavain, desarmaran) i doa soldados, e
iam a consumar o seu plano, quando o soldado que
eslava de -entnela conseguio fechar Ihes a porla. Eu-
Iretaulo acudi retorco codea ; minios cidadaos ar-
mados alh lambem roncorreram, mas nem por isao
desisliam os presos do -011 intento, mas esforcavam-
se cada vez mais para arrombar a porla : nfima I. s
para se recolherem i enxovia, sob ameafa de se fa-
zer fogo sobre elles, anda assim nao cederam, e for-
1a foi usar de.se remedio extremo, seudo que am
ronsequen.ia licou inorlo um dus presos, oulro feri-
do cravemeule e .'I lev emente.
O carcereru eseapou i mm te. a principio defend-
os cementos de pars.
Tot Fwhiuiiu About.
TERCEIIU).
O fio e o xobrinho.
II
1 1111 n 11 ,i ,. .
Mr. Morlol era o homem mais honeslu da roa de
Charonue, que he urna das mais tongas de Paris.
Fabricava movis auligos com talento commum, t
conaciencia extraordinaria. Nao venoia pereira de-
ueg ida por bano, uem babas de sua fabrica por
movis da media idade E alias sabia como qual-
quer oulro a arle de abrir gretas na roadeira nova
o da fingir os estragos do caruncho ; mas liaba por
principio e por le nao la/er mal a ningoem. Por es-
sa moderacao quasi absurda oas industrias de luxo,
limilava seu ganliu a cinco por ceuto alom das dea-
pezaa geraes de sos casa. Por iiso grangera mais es-
tima do que dinheiro. Qaandn lira va urna coala la-
ta a addicc.io (res vezes, lauto lemia'enganar-se em
aau provello.
Uepoia de trinla annos de commercio eslava quasi
tilo rico como qoando acabara de aprender ; ganhi-
ra a ida como o mais humilde de seas obreiros, e
pergantava a ai mesmo com certa mveja como pode-
ra Iliomaz ajunlar renda-. e sea cauhado coulem-
plava-o por cima do hombro com a vaidade dos ho-
rneas enriquecidos, elle cnnlernplava-o anda de mais
alio eom o orgalho de qoem nao qnii enriquecer.
Lfanava-sedesoa mediocridade, e diaia com entono
plebeo : Ao menos ealoa corlo de nao ter nada
de muguen). >
O bomem he um eatraoho animal : nao souo pri-
meiro que o diz. Box excellente Mr. Morlol. cuja
liooeslidade escrupulosa era admirada ero lodo o
bairro, sendo no tundo do eorarao cerla alegra,
quando leve noticia da doenra do aobrinho. Ouvio
ama voiinha insinuante diur-lhe ao oavido :
Se Francisco esl doado sers seu lulor.
A probidade responden lego :
laso nao me far mais rico.
Uue! lornou a voz ; a penaSo de um alienado
nunca foi Iriula mil francos por anno. Alem disto
leremos Irabalho, despretaremos nossos negocios
mereceremos urna (ompensa;ao sem fazermos mal a
ningoem.
-- Mal, replicn o desinleresse, cada qual deve
servir ralis a sua familia.
De vers! murmurou a voz. Enlao porque
nunca fez nosa familia nada por uos '.' Temos tasto
momentos de vexame, prazos diflices : oem o aabrl-
nlio Franci-co, nem seu finado pai jamis se lembra-
ram de nos.
Oral exclamen a hondada d alma, lalvez seja
pasaageiro ease arce.ao de loucora : Krauriaco licar
s.1o uo tiin de dous diaa.
Talvez lambem, redarguio a voz obstinada, se-
ia doeiuvi inorlal, e uesse caso herdaremos sem fa-
/er mal a uinguem. Temos Irahalhirlo Irinla anuos
sem lucro ; quem sabe se ama ininelada sobre a .-a
beca de um e.lnovado nao far a.....i firluoa t
O pobre homem lapou o ouvido ; mas esle era lao
() Vida Diario o. 162.
\
largo, lo nobremnila modelado por urna conidia
marnale, que a vnzubtil e perseverante penetrava
seinpre. A caaa da ra de Cliaronne fui confiada aos
cuidados de um couira-ineslre ; o lio tomou seas
quaaieis ile invern na bella habitado do sobrnho.
Dormio em bom leilo, e den-se Iwm. As.eiitou-se a
urna mesa excellente. e as conlraccoes ilnlorosaa do
eslomago, de que se qoeixava desde nimio- annos,
foram curadas como por encantamento. Foi servido,
pellica.lo e barbeado por Germano, a habiluou-se a
issu. I'ooco a pouco se consulon de ver o sobrnho
doenle, afez-se idea de que Francisco nao licaria
mais sao, e apenas repela d lempos em lempos pa-
ra desencargo .,e couscieiicia : Nao faco mal a
niuguein.
No fim de Ires mezs enfadou-se de ter um doudo
em >ua cuta. As perpetuas divagacoes de Francisco,
e sua mama de pedir Clara em casamento, parece-
ram-lhe um llagello inloleravel resolveu meller o
doenle uo hospital do doulor Auvrav fazendo esla ra-
llex.ui :
Meu sobrnho era melhor Iralado, e eu lica-
rei m.is tranquillo. A sciencia lem reconbecido qoe
convm enviar os doudos para oulro lugar, afim de
dislrabi-los : faco o meu dever.
Foi com laes peusameutos que elle adormecer,
quando Iraucisco embroa se de ligar-Ule a- mao..
doulor enlrou desealpando-se. Francisco levan-
lou-se, detxou o livro sobre a secretoria, e expoz o
negocio com extrema volubilidade passeando aprei-
sadamenle.
Senhor, itise elle, be meu lo que vendo con-
fiar aos seus cuidados, lie um homem de quareula e
cinco para cincuenta annos, habituado ao Irabalho ma-
nual e'as privares de urna vida laboriosa ; uascido
de pas sadios em urna familia em que nunca houve
caso de alienac.io mental. Voaaa seuhoria nao lera
pul-, de I otar com urna loaenra hereditaria. Sua do-
enca he urna das munomanias mai cariosas, ule pai-
sa com iucrivel rapidez da extrema alegra i extre-
ma Insleza ; he um i mistura singular de monoma-
na propriamenle dita, e de melancola.
Nao pe deu inleiramente a ra/a.i !
Nao, senhor, nao esl demente, su divaga so-
bre um ponto, e perlence bem eipecialidade de
vossa senhona.
Qual he o carcter de sua doeoca ?
Ali! o carcter de seu scalo : a cubica Elle
infeliz prenle he homem de seu lempo. Teudo Ira-
lialha l i desde a infancia acha-se anda pobre. Meu
pai, que pardo do mesmo ponto que elle, deixou-me
urna heraiira consideravel. Pnmeiramenle o charo
lio leW inveja. Depois relleclio que sendo meo ni-
co parele sena meu herdeiro no caso de mor le, e
meu tutor no caso de loucura ; e como um espirito
fraco er fcilmente aquillo que deieja, o de-grao.i-
do persaadio-e de qoe eu perder o juzo. Disse'is-
to a todos, ha de dizer lamben) a vossa senhoria. Na
rarrnagem, poeto que livesse as maos atada, pensa-
va que era elle que me Irazia.
-- A que poca remonto o primeiro accesso ?
A tre- mezea pouco mais ou menos. Elle des-
ceu ao aposento do meu porteiro. e disse-lhe enm ar
espantado : Air. Emmanuel, Vmc. lem urna -
llia... Deixe-a em seu quarto, e venba ajudar-me a
ligar meu sobrnho.
Julga bem de seu estado'.' sabe que est do-
enle .'
Nao, senhor, e ereio que he bom signal. Devo
lambem duer-lhe que lem desonlem nolavel as
fuuccoo. da vida de nulrir>i. Perdeu complelamen-
le o appelite, e be sujeilo a tongas iiisomnias.
-- lano melnor um alienado que dorme oque
come regularmeule he quasi incuravel. Permilla-rne
que o Itorde.
ram coagir o ger eu le a' conserva-lo, e nao sendo al-
lemlida essa exigencia armaram-se minio, e iam en-
trando pela povoiQao com extraordinaria gritara,
quando Ibes apparereu o agente, que prometiendo
arraojar o negocio da melhor forma, conseguio Case-
toa retirar. Nessa occasiao js' o altores Felinlo Eli
zio de Queiroz Coiilinho, bavia reunido o deslaca-
mento e sahia ao encontr dos amotinados. Assim
se conservaram as coa.as ale a rhegada do chefe de
polica, que in-laurou o conveniente processo e pro-
nunciou os autores e cmplices desla desordem.
as provincias do Maranhao, Paran', Rio Grande
do Sul e Ama/ona-, occorreram excursoes de Indio.,
qoe, de algum modo, aiteraram a paz das povoacoes
mole se deram.
No Alto Piidar, Maranhao, levanlaram-se os In-
dios a assassinaram o director da localidade. -ua mu-
iher, e um velho.
Em cansequeucia de algamas violencias pralicada
-- '"dina nos arredores de Guarapuavn, provincia
-#', o Cacique Very enlrou no seriao com
. mena forra de Indios mansos. Ochefede
, j.icia pedio ao presidente da provincia que flzesae
ragre.ssar a expeditao, por Ibe parecer mais pruden
te repellir os itugres quando accoinmetlesaem a po-
featoei. de que provoea-los e persegui-los no serla,
e roncluio indicando como medida vanlajosa a crea-
cao de nina colonia militar paro seguranca daquella
povna(ao.
Em aviso de-ti de agosloapprovou o governo as
ideas do chefe de polica.
Em selembro leve o governo noticia da Imver o
Cacique Very doslruido dous roldo., de indios, es-
capando apenas algumas mulheres cri,inca-, que fi-
caram prisnmeiras. O presidente da provincia, man-
dando lomar cania desses presos, eslava na nileu-
ro de dar-lhes algnns presentes e fazc-los retirar
para o serlo. |
No disiriclo do Rio Negro appareeeram alguns lu-
dios, mas, seguudo informou o delegado de polica
do lermo. nao mostraran) inleurdes hoslis.
Mo Rio Grande do Sul alguns Indius revollaram-
se. por n3o quererem sujeilar-se ao aldea monto, e
mataran) :l ludividuos.
Os ludios Mura's do Rio Madeira, provincia do
Aniazouas, lizeram ama excursao e commelleram
algumas morles e roubos. O presidente da provin-
cia fez sabir urna escolla para imada-loa. Seto fo-
ram encontrados em um lago, mas por lal modo e
lao pertinazmente se defendern), qae morreram lo-
dos seto batendo-se com a forra policial : exig ram-
se iuformardes sobre esle fado, as quaes anda nao
vieram.
TITULO II.
Seguranra individual.
N. O numero da crimes commellidos no anno
de 185.) he menor do que os do anno anterior, como
veris do segainle quadro :
t84.
Homicidios............73J
lenlalivasde homicidio.......
Ferimenlos graves........,
Roubos.............(jj
Resistencias............(jo
1835.
Homicidios............415
Ao minio digno juiz municipal da 1.a vara foi con-
fiada a formado da culpa : sabis, porque he publi-
co, a maneira honrosa porque esse magistrado in-
lelligenle cumprio eu meliudruso dever.
A* enlenra proferida pelo jorv da corle, no dia
Hiele abril, honra a esle tribunal e ricar corou urna
I15JJ0 de morahdade. umexemplode justica.
VTULO III.
Moeda jaita.
N. :t. Hallicado pelos respectivos governos. esla
boje em execurjo o Tratado enlre o Brasil e Por-
ugal, peto qual se adoplaram medidas severas e ef-
hcazes para a repressao do crime de moeda falsa.
Os empregados da alfaudega da corle descobriram
e apprehenderam urna porc.ao de notas falsas de va-
lor-re IOS rs.. na importancia de 1.1:990 ra. As
notas vinham em n fundo falso da urna caixa de fa-
zendas, enlre onlras importadas do Porto no navio
remira Borges, n e embarcada por I imolheo
Agostinlio tranco do S, contra quem todavii nao
se poode proceder conforme a convengo de qoe vos
fallei. porter sido cxmmellido o crnnt antes da sua
raltficardo.
Em Ila|iij, Rio Grande do SoL, foi freso um Or-
enlal como introductor de moeda falsa, por ser
adiado com una percato de pesos que linham o cu-
nto da provincia de Cordova, os quaes dillgenciava
trocar por eneas.
Doinquintoa que lem procedido esses ofiiciaes. ^00'^^ aS.^
edasinformacoesdos presidente, e ch.fes de rol-| misar a intelfigccia da le, .'-Oue enferisse Z,IT^SS^jS^tj^
sem vinculo de do e demorando a administraba da iasi'ica que ca-
eodera le por I be em sua autoridade. e privando assim aos Iribu-
que eiilen.leni esses decretos, ins- uaes superiores de decidirem em grao de recurso e
rucroe, e regula.....los, edesirui-los pela base que competentemente a, duvidas que occorrerem n
lie o senl.do on a mlelligenca da le, : apreciarao dos Tactos e applirarao das 1%
Referir ao poder legislativo todas as-duv,da. que 1 3. Oue V. Exc. faga sentir as dilai autoridades
o oa iiiiormaroesoo presidenta e Chetos de poli- I misar a inlelligcuria da le "Oue
ca. resulta que as autoridades locan estao advert- I allrlhuirao sem forra de autoridade,
das e vigilanres conlra o Iralico, cujas lenlalivas se obediencia, pudendo cada um enl
podem considerar temeraria e sem exilo favoravel. modo diverso do que enleiidem esse
Todava a pesie, qoe roubou innmeros bracee de
avoura, ppdea corornar os traficante, que, deslum-
hrados pelo lucros fabulosos que antolham, corre-
rn todos os perigos para consegu tos.
Adm'mistraeiio da ustica. Iam os militares de duvidas e decisoes que fazem
N. li. O decreto numero 1,569 de :l de margo do evullar as noasas coltocc/ies, e duplicaran) os seus
anno prximo passado, dando novo regiment de
costas em virlude da auiorisacsl conferida pela lei
numero (i de :l de julho de 18.1, esl em plena
execiigo sendo de fcil soluroos obstculos as du-
vidas que ha encontrado<
(.orno esse regiment esla' ainda pendente de
vos, approvarao, mamlei que vos fossem prsenles
volum.es e fossem todas colligidas.
O eorpo legislalivo nao pode decidir essas
innomeraveis porque na
cunas, que se encentran) na execujoo das ditas lei-
relalivas ao direilo civil ou penal e procesaos respec-
IV01, por quanto. se as suas decisoes versaren) so-
1! bre os casos individuaos e occurrenles, daram aso a
o lem lempo porque sua j conflictos e rolli.e como poder judiciaro, ao qeal
aneute senao peridica ; esencialmente compele por sua nalureza a acolica-
li"je de graca e aibilrio, quan-
Mente "dT^SZ "a CapI,"'' Pr "l"n d" Pr'- i ""i,,ie u* 'es-i'" a aposenladora d
ament da provincia, reconheceu-se que os pesos I do. a qual depende
nao eram falso., mas de rala de quilate inferior "'
que corre na provincia. Nada mais consia.
O governo imperial ainda maulero a couvicr.10 de
que asedulas falsas nlroduzidas na circulara'., nao
sao fabricadas no Imperio, se nao em Portugal, e
principalmente no Porto; e espera que. por meio
das di.-poairoes do referido tratado e pelos esfjrros e
vigilancia dos senles brasileiros naquelle reino.
. ,rn I t permanente senao peridica ;- ( essencialmenle compele por sua nalureza apphca-
porquo as suas decisoes alo por meio de leis, coja rao das sobredlas leise a apreciarao .los (!asos c.
formaran, ein razi d. naluro/.a ila deliberara,., esla crrenles. ? C"08 0C
-...... "'.ieila a tormulas lentos -porque sua interpreto-1 i. Oue em consequencia.e se nlguma anlorida
raa ,,T. i" aS PHK -VeT '",|,Wl*1 Sol,re e-,a V" S" heh,'ece8ar"' vntade nao po- I de. em vez de dec.di? os ca.o. que Ihe a0"S
Anida" '6 fh"" en,re ", *"""" I e s"1Si,b,d'- """"""e '"'me-eulica. ou quando quizer sob pretexto de duvda bmelte lo,
Anida esla vez chamo a vossa allencao sobre a ne- '"contra manileslamenlo com a utilidade publica I governo'imperial deve V iAr
qoe ella alias deve----------
, ------------------------aa v ..;.|w. ,, ..,.,:
cessara a fonle desle mal, que lauto ameara a for
luna das familias e da sociedade.
TITULO IV..
Trafico de africanos.
Esla providencia toi reclamada pelo digno pre-
sidente da relarao da corle, a visla da omissao do
N I PalUavdiXT "c 7*T3Z" regulameulo de .1 de Janeiro de 1833, quanto as at-
' !. .-.. _d0 !rar,co.d.e 'f"c.tt.* "lizia eu no 1 Inbii.raes dos promotore. da jnica da reladto:
conriuo-se dessa oini.-ao que as altribuir
lo alias deve ser om oirelo adquirido pelos servi-
dos, e he sem contestaran urna 11er.....1 la lo da ad-
mioistrarao da juslira.
Pelo decreto n. 17l se nrdenou que an desem-
bargadore promotores da justo;* em segunda ins- 1 jurisprudencia, e assiu
tancia se desse vista de todas as appellaroes crimea governo.
para arrasoarem, e conheciroeolo das decisoes dos Se anecian), se embararam a evecoi.r.o e prejudi-
ine.mns Iribunaes para nilerporem as revista quan-1 eam a causa publica, nao ae pode rasoa'velmenle dei-
do^coubessem. | xar de considerar legitima a iulerprelaco do gover-
no para unif'ormisar e regalar a execuc'ao.
exprimir.
O remedio sena deixar essa duvidas sem soluciu'.'
Esle arbitrio tora fcil se a controversia uo ollec-
lasse. como mulla vezes allecta, a "Mein publica e
os luleresaes colleclivo da sociedade.
Se nao aHVclaiu, fura iui|irudeticia nao
devora proceder
parar a
empreo
relalorio do anno passado: Nao he lidio porm con-
liar aa completo exliiii.au dese commercio brbaro
e repugnante com a civilisagao : ajumpre ao conlra-
no Prevenir a aventura de algum Iralicanle teme-
rario.
Appareeeram os avenlureiros realisaram-se as
previsdes do goveroo,
Cm palhabote eom 109 africanos foi aprehendido
na barra de Sernbaem em Pernambuco, uo dia 12
de oulubro do anno passado.
O capilao desse barco, Augusto Cezar de Mesqui-
la. vai por engao dar parte da chegada no navio
aa coronel Gaspar de Menezes Vasconcellos de
rummond, que elle suppanha ser o coronel Joo
Manoel de Barros Wanderley, 1 quem procurava.
O coronel Menezes, delegado do termo, resalo nao
eslivesse em exercicio, apprebendeuonavio. deixan-
|:17 do porem livre o dito eapilo. Enlre a apprehen-
118 I ao c a chegada do deslacamenlo, foge a tnpolacao
- desapparecem oa papis de bordo e ao roubados i7
arncanoa, doa quaes ja foram 21 restituido, a liber-
dade.
Esli por esle crime pronunciados Joao Joa de
Mr. Auvrav abalou braudameiite o hombro de Mr.
Morlol. a qual leauioo-se. Seu primeiro movimen-
lo foi esfregar os olhoa. Quando vio suas maos ala-
das, adevinhou a qoe se pastara duraute -au somuo,
e -uliuii eslrnndosa gargalhada.
Franesco chamou o dnoior i parle, e disse-lhe :
V.' Pois bem, daqui a cinco miuulos estara
furioso.
-- Sel como devo trata-lo, respondeu o medico.
Surrio ao doenle como a um menino que se quer
afagar, e disse-lhe :
Meu amigo, aeordcu moilo cedo ; leve bous
sonhos'.'
Eu n.iosonhei. D.i-nie vonlade de rir ver-
roe ligado assim. Uir se-hta que eu he que sou o
doudo.
Eis-ahi! exdamou I ranci-co.
Tenha a bondad* de deiiligar-me, doulor ; eu
me explicare melhor, quando caliver livre.
Meu lilho, vou desliga-lo ; mas promelle ser
moderado J
Ora, senhor, toma-me d boa f por doudo '.'
Nao, meu amigo mas Vmc. esla doenle. Ha-
remos de cura-lo. Eis-ahi, mas maos esiao livres,
nao abuse dola-.
Que pe ti-1 vossa senhoria que vou fazer" Eu
trazia-lhe meu sobrnho...
Bem! disse Mr. Auvrav, fallaremos diiso bre-
vemente. Acbe a Vmc. adormecido ; aconlece-lhe
muitas vezes dormir de dia'.'
Nunca '. foi aquelle livro...
Oh oh diase o doutor, o caso he rae. En-
lao er qoe seu sobrnho esl doudo'.'
Sim, senhor, e a prova he qoe fui obrieedo a
ligar-lbe asyan. eom esta corda.
Mas era Vmc. quem linha as maos ligadai.
Nao lembra-se de que ha pouco soltei-aa ?
Era eo, era elle ; deixe-me explicar-lbe todo
0 negocio I
~ Oh 1 meu amigo, nao se exalte ; Vmc. este
mu vermelbo ; nao quero que se tadigue. Coolen-
le-sa1 de responder a. mmhas pergunlas. Diz que sen
sobrnho esl doenle?
Doudo I doudo! doudo!
E Vmc. est satisfeito da v-Io doudo?
Eu!
-- Responda-me francamente. Nao deseja que el-
le fique mais 3o, nao he verdade ?
Porque?
1 ~T T" Mr Mu ,olor- aer *' rico "' Pesa-lhe
ler Irabalhado tanto lempo sem enriquecer? Pensa
que chegou emfim sua vez ?
Mr. Morlol nao responda. Tioha os olhos prege-
dos no chao. Pergunlava a si mesmo se era om so-
nho mao, e procurava discernir raque era real nessa
Misiona de maos aladas, ue.se interrogatorio e oas
pergunlas desse desconhecido, que lia claramente em
sua consciencia.
Elle ouve vozes 1 perganlou Mr. Auvrav.
O pobre Morlol senlio ampiaren) se-lbe os ca-
liellos na cabeca. Lembrouse da voz obstinada que
rallava-lhe ao ouvido, e respoodeu machnalmenle
A a vezes.
Ah esl lia 1111c 1 nad>.
Nao! nao eslou doenle '. Deixe-me sahir Ea
licaria doodo aqu. Pergunle a lodos 01 meus ami-
gos, elles Ihe dir que eslou no meo perfeilo juizo.
lome-me o pulso, vera que nao lenho febre.
Guiado disse Francisco, n3o sabe que a Ion-
cura fie mu delirio sem febre.
Senhor, acrrescenlou o medico, se podessemns
dar febre aos ateseos doenle.. lodos firariam os.
Mr. Morlol lanron-ae na sua poltrona. O loir-
uhoronlinuava a passear aprosadamente no gabi-
uele do doulor.
Seuhor, disse Franciico, alflige-me profaoda-
menl* a deseraca de meo lio mas lenho a consola-
cao de poder confia-lo a om homem como vossa le-
nlioria. Li seu admiravel livro da Monomanie rai-
tonnanle he a obra mais nolavel uesse genero de-
pois do Tratado das daturas mcnlae/ do grande Es-
quirol. Ha poucos dias que alaiocei na sala de Sal-
pelnere com oa interno., lenho l um amigo de col-
legio, que vo-sa senhoria lalvez conhece, Mr. Ra-
vien.
lenho ouvido fallar delle como de um joven
medico de grande fui uro.
~ Todos esses senhores nsseverarnm-me que se
meu lio podia ser curado era por vosia aenhoria.
Alem disto sei que o senhor Irala os seua doentes
com paternal solicilude, e seria intil recommendar-
IM Mr. Morlol. Quanto ao preco da penao confio
absolutamente em vossa senhoria.
Troo da carleira urna ola de mil francos, a qual
depoz rpidamente sobre a chamin, e accrescentou :
-- Terei a honra de apresentar-me aqu qualquer
da da semana vndoura. A que horas he permilli-
do visitar os doentes?
De meio-dia s duas horas. Pela minha parte
eslou sempre em casa. Adeos, senhor.
-- Prenda-o! griteo Mr. Morlol, u.1o o deixe sa-
bir Elle he que esta doudo: vou explicar-lhe sua
doudice.
Tranquillise-se, meu charo liu disse Francis-
co relirando-se. Denn-u couliado a Mr. Auvrav
elle o tratar bem. '
Mr. Morlol quiz correr apiis do lohrnhn ; mas o
doulor o releve.
. Que falalidade! grilava o pobre homem elle
nao dir urna lotice Se ao menos divagasse um
pouro, vosaa senhoria poderia ver que nao sou eu o
doodo.
Francisco abriaj a porta mas vollou como se
hoovesse esquecid alguraa cousa. dirigio-se ao dou-
tor, e disse-lhe :
Senhor, a doenra de meu lio nao he s o mo-
tivo qn aqoi me (Taz.
"Ah' ah! murmurou Mr. Morlol, o qual vio
lu/ir um raio.de eaperaoga.
Vosea sn.'iona lem orna lilha, prosrguio o
rapaz. S
Emfim griiwu o pobre lio. O senhor he les-
lernnnha de qoe eltsf disse : a Vossa senhoria lem
orna lilha ^s_.
Sim, senhor, responden-^? medico a Francisco.
Explique-mi;... .
Vosea senhoria lem urna lilha, ,'iiademoisella
Clara Auvrav.
Oh I oh ea bem Ih'o dissera.
Sim, -enluir, lornou o medico. .
Ella ealeve ha tres mezes ua cal la- de Ems
eom a mi.
Bravo bravo exclamou Mr. Morlol.
Sim. senhor, re.pondeu Mr. Auvrav.
Mr. Morlol corren ao doulor e ili.se-lhe :
Vmc. nao be o medico ; he um pensionario
da casa .
Meu amigo, respondeu o doulor, se uo quer
conter-se nos Ihe daremos urna embrocarao.
Mr. Morlol recuoo cora espanto, O so'briiiho pro
seguio :
Senhor. amo o seohnra sua filha, lenho algu-
ma esperanga de ser l.robero amado, e se seus enli-
meulos nao mudaram depuis do mez de selembro
lenho a honra de pedir vossa senhoria sua rqo.
He aoSr. Francisco Thomaz que lenho a hon-
ra de fallar .' perganlou o doulor.
Sim, senhor, e eu devia ler-lhe declarada pri-
men amento o meu nome.
Permilla-ine que Ibe diga, senhor, qoe fe-si
esperar muilo.
Nesse mmenlo a atleocao doulor foi allrahida por
.-...Oes de-les
promotores eram a. meamos dos amigos : assim que
e conforme a ord. lie. I. lil. 15 esses empregados
someute olliciavam nos processos que a retacan jul-
aava, nao bavia quem manifeslasseas revistas, cor-
ran) as appellacoes crimes a revelia, uao se dava
vista da appellagao nem aos promotores publico-,que
o fallavam na primeira in-lancia, seas partes ah
arrasoavam.
< remedio nao he satisfactorio, servir
i'inquaiito nao organisaes defin livamenle
lerio publico.
Nao he possivel em ama sociedade bem organisa-
da a auseucia desse direilo exercido por alguma au-
toridad* suprema e permanente, que occorra com
declarago prompla a ronlroversu. que pode lor-
nar-se funesto. Em Franga nao obslante as du-
vidas de ligilimidade e compeleueia, o con.clho de
estado exerceu esse direilo al qoe a lei do I, de
selembro de IKI7 o conferio ao Iribunal de Cas-
sacao.
Se esaa iulerprelaco que o governo lem exercido
por va de autoridade he, posto que dependenle da
qermeneulift, a roesroa iulerprelarao aulhenlica
que ao poder legislativo compele, a cunsequencia he
minis- q"e o mal quo lod deploramos, essas duvidas de
j lodos os das e sobre ludo, nao lem remedio por ser
A coustiluirao do imperio no arl. lli s. j con- preticameola Impossivel qae o poder legislativo as
somenla
ferio ao poder execulivo a allribnigao de expedir
derrelos.inslrucgues e regulamenlos adequados a boa
execugau das teis.
Por v ir ludo dessa disposigo o governo, sob o im-
perio successivu de todas as opinioes polticas, com
assenlimeulo dos demais poderes, lem exercido o
direilo de interpretar as leis por via de autori-
dade.
Corto, seiiliorea, esle farlo. qualquer que aeja a
sua censura, he urna conrlusao plausivel daquella
Mr.- Morlol, o qaal
furor.
esfregava as maos com cerlo
decida, e Mo laMonstilucioinil be qua a decisao com-
pila ao poder execulivo como a qualquer oulro po-
der, qae nato o legislalivo.
Seja como for, o governo lem exercido esse di-
reilo de inlerprelarao por meio de decretos, nislruc-
res, regolamenlos, al por avisos. O qoe vrnho de
dizer porm nao significa que enlendo que seja man-
lido esse direilo.
Na reforma judiriaria eu o allriboia o supremo
tribunal de jusliga, como centro da jurisprudencia
crosso que techa-se por delraz, e cujai mancas ao
condal na exlremida le : be que se chama camiso-
Que lem, meu amigo '.' |ierguntou-lhc elle com Gl esfermeiros iomaram-110 sua conta.
voz branda e paternal.
-- Nada, nada ; esfrego aa maos.
Por que ?
-- leudo urna cousa que me iiicuramvda.
Xloslre-a nao vejo nada.
Nao v Voqui, ntreos dedos. Bem a vejo !
Que v Vmc. ?
-- A finlina d meusobrinhn. Tire-adaqui, dou-
lor Sou homem hourado nao quero nada de mu-
guen).
Emquanlo o medico ouvia allentamenle aa primei-
ras divagacoes de Mr, Morlol, urna extraordinaria
revolugo operava-se na pessoa de Francisco. Elle
erapallidecia, linha fri, e lirilava com violencia.
Mr. Auvrav voltou-se para pergonlar-lbe o que
-eolia. '
Nada, respondeu o pobre rapaz ella vem.
Madama Auvrav e a lilha (ralaram a Francisco
amorosamente, embnra tal larefa uem sempre fo.se
agradavel. Porm o sexo mais delirado compraz-se
no heroismo. Dir alguem que essas dnas mulheres
viam no doenle om genro e um marido-, mas rreio
que se lives-e sido pe-sra e-lranha, nada teria per-
dido. San Vicente de Paulo s inventou um habilo ;
pois toda a mulher, seja qual for sua posigao e sua
lade he da mesma fazenda das irmies de cari-
dade.
Assenladas noile e dia nessa aleova eheia de febre,
a mai e a lilha,, empregavam os momentos de repou-
so em conversar sobre suas lembranras e aua espe-
ranras. Nao podiam comprehende'r nem o longo
silencio de Francisco, uem sua volla repentina, nem
a occasiao que o levara a avenida Montaigne. Se
., amava a Clara, porgue se lizera esperar Ir mezes ?
nuco-a ; he alegra... mas eslou oppnmido. A feli- i Preciaava da molestia do lio para entrar na casa de
ectdir os casos que Ihe sao sogeitos,
ubmelte-los ao
devolver-lhe as
represenlages r oflicios respectivos, para qoe el-
la jolaue conforme a lei e jurisprudencia, dando
os recursos qae couberem pa os Iribonaes su-
premo-. ,
Dimanam desla circular, combii.ada com os arls.
1'J.i, i.lii a l!l, do regolamenlo n. I0 de 31 de ia-
neiro de IS12, que 8e ella reterc, os seguinles priu-
opios '.
I. Nao basla. para que o governo d a sua decisau.
que ,e ibe aprsenle a duvida proposta por alguma
autoridade, lie preciso verilic.r a materia da duvida,
que alias bem pode ser a opimo singular deaae au-
toridade contra a jurisprudencia estabelecid, cuta
derogagao fra um abuso.
i. Para que u governo d a sua decisao, de-
vem preceder-lhe as informaces e pareceres do
presidente da relicto ou do tribunal do commercio.
do procurador da coroa, e de oulras pesaoas dou-
las e competentes a respeilo dos areslos e praxe ic-
guida.
3. A decisao nao he por meio de aviso, ae nao so-
nre consulta da secco de juslica ou do conseibo de
tlado, mellante a imperial resolocao. que lem tor-
ca de decreto, coja autoridade procede do arl, 10-'
% 12 da consliluigao.
i. As decisfies nao podem versir sobre casos indi-
viduaes. augeilos ou anelos ao poder jodieiario, ae-
uao sobre a rolleccflo de casoe qoe lenliamoccorrido
e por forma geral ou regulamenlar.
5. A decisoes uto devem Iraoapor as regras qae
a hermenutica lem eslabeleddo para conhecer a
vonlade do legislador, sendo que se devem referir ao
poder legislativo oa casos que dependem de provi-
dencias, 00 cuja decisao eslabelerena direilo noro,
i-tujic. conlra 011 alm da disposigo.
Esla materia, -enhorna,, he grave e digna de vossa
consideragao. Adoplai a respailo della urna provi-
dencia conseulanea com O principio constitucional da
cidade calie sobre mim como a nev. O invern sera
rigoroso para os amante. Doutor, veja o qoe lenho
na rabega.
Mr. Morlot rarjeu a elle gritando :
Basla I nao divagues mais Nao quero mais
que estejas doudo. Dir-ae-bia que furlei-le u juizo.
Soo homem honrado. Duulor, veja ininlia- maos,
corra-me os bolsos, v minha casa, ua ra de Clia-
ronne, bairro deSainl Antonio, abra todas as gave-
tas ; ver qoe nao lenho nlda de ningoem '.
O doulor aedava-se bem entrado enlre ess.s dous
doentes, quando abrio-se urna porla, e Clara veio
annuncisr ao pai que o almo;,, eslava sobre a mesa.
Francisco levanlouse como por urna mola mas
someute saja vonlade correu ao encontr de ruada-
moisella Auvrav. Seu corpn cabio na poltrona. Ape-
nas poude balhuciar esta- palavms ;
Cl8ra sou eu. Amo te. Queres... ?
Passou a mi pela fronte, e suas faces paludas li-
caram mu vermelhas. As frontes palpilavamlhe
com torra e elle senlia arima das sobranceldas vi-
lenla oppre-ao. Clara lomou-Ibe as mos : ua pal-
le eslava lao secca, e seu pulso to duro que a pobre
moga licou assuslada. Nao era assim qoe esperava
tornar a ve-lo. Em poucos minlos urna cor alaran-
jada espalhou-se-lhe em (orno do nariz depois vie-
ram as nauseas, e Mr. Auvrav reconbeceu lodo, os
syinplomas de urna febre biliosa.
He pena. disse>lle, que sen lio nao lenha
lambem essa lebre, ella o curara :
Tocou o campanilla para chamar 3 criada, e de-
pois desla veio madama Auvrav, a qual Franci-co
apenas recolbeu, 1,10 abatido eslava, r.ra mislerdei-
1 lar o doenle, e sem demora. Clara oHereceu sai al-
Icova e seu leilo. Era una graciosa camiiiha deeol-
I legio com cortinado branco ; urna aleova casia a
bella com torro cor de rosa, e adornada de urze em
jar.'o de porcelana azul. Via-se sobre a chamin
urna grande lara de agala : era o orneo presente
que C.'ara recebera do amante, ae liverdes febre
amigo reilor. Jesejo-vos semolhauto enlerroaria,
Einqu."'to prodigalisavam-.e cuidado a Francieo,
Mr. Morlov' exasperado agilava-e no quarto (telendo
ao doulor, a'brarando o doenle, aperlando a mao de
madama Am ra>. e gritando com toda a torra :
Salven, 1, o loco Nao quero que elfo morra
hei de oppor-iiie su
sou seu lio e seu' '"'or
se-ha que lu e(i que malei-o. Vossas
sao le.leinuil,.,. de que uo pego ua mcres-o.
Mr. Auvrav ? Se esquecra eu amor porque n3o
comluzira o lio a casa de oulro medico? Ha mulos
em Paris. Julgra sua paiUto curada al o momento
em que a presenga de Clara o desengaara ? Porm
nao, porque antes de te-la visto elle a pedir em ca-
samento.
A tollas essas perganlas foi Francisco que respon-
den delirando. Clara recolhia vidamente todas as
suas palma- commeula-as com a mai, e o doulor
em entrever a verdade. Para um humero exercilado
a discernir as ideas mais confusas, e a ler na alma
dos doudos como em um livro meio apagado, as di-
vagagoes de um febricitante sao linguasem intelli-
sivel, nenhum delirio deixa de ler luz. Soube se as-
sim que elle perder o juizo, e em qoe circumstau-
cias rompreheodeu-se mesmo romo fora causa in-
nocente da doenra do lio.
Eiuo come,;,,u para madamuisella Auvr.iv nova
serie de rereos. Franci-co entoulecera A crtse
ternvel qile ella provocara sem o saber curara o do-
enle ? O doulor aflirmava que a febra linha o pre-
vilegiu de terminar a loucura : todava n3o ha regra
sem excepgao, morroenle em medicina. Dado que
licasse sao, nao se devia temer as recadas ? Mr. Au-
vrav conaenteiia em dar sua filha a um de seas do-
enles ?
Pela minha parle, dizia Clara sorrindo triste-
mente, nao temo nada ; eu mo arriscara. Fui eu
que causei todos os seus males; nao devo consola-to?
Alm de qoe_ sua loucura consislia em pedir minha
mao; elle nao lera nada mais que pedir, quando eo
for sua mulher. logo nao devoremos receiar cousa
alguma. Cuitado, sua .locura era um excesso de
amor. Cure-o bem, meu charo pai; mas nao dema-
siadamente. Fique elle assaz lonco para amar-me
assim como o amo.'
- \ eremos, respondeu Mr. Anvray. Espera que
pas-e a tabre. Se elle ficar envergonhade ou'pesaro-
so de ter estado doenle, se eu o vir melanclico de-
pois da cora, nao responder, por nada. Se pelo con-
trario lemhrar-se de sua doenga sem pejo e sem pe-
sar, se fallar delta com resigoacaao, ae tornar a ver
sem renuauaneia as pessoa que o Iralaram, zomba-
rei das rKahidas !
Oh meu pai, porque se eovergonharia elle
de ter amado
com excesso !lle urna nobre e genero-
sua morle lenho esse direilo : sa loucura que jamis entrara na. almas mesqoiuhas.
elle nao ficar sao, dir- E como Ihe repuguaria tornar a ver aquelles que o
si'iihoris I lem tratado'.' Somos nos.'
Depoi- de es das de delirio um uor abundante
Don todos os eus be."* "^ labres. Im capo de agua ac.ibou a febre, e o doenle enlrou em runvalrsreu-
BOt favor para lavar 3'1 n'*'1
.sendo Irausporlado lMI hospital qu havia em
rasa, ah rontinuou a agilar-se por lal maueira que
foreoo foi mi'ite-lo i"u uma tonga luoica de linho
.i. tillando vin-se em uma aleova deseonheeida en-
tre madama e madamoiselle Anvrav sua primeira
idea foi que eslava no hotel das Qualro eslagea na
ra principal de Ero-, Sua fraqueza, sua magrem, e
MUTTtSLXT
a presenga do medico o ioduziram a oulros pensa-
menlos: elle lembrou-se, mas vagamente. O Dr
ajudou-o declarando-lbe a verdade com prudenda,
assim como se proporciona os alimentos a om corpo
debilitado pela diela. A principio Francisco ouvio
sua historia como om romance, em que nao fazia
nenhum papel era oulro homem, e sahia da febre
como de um I amulo. Poaco a pouco .se ene fiera m
as lacunas de saa memoria, e depois elle fieou seohor
de seo espirito, e lornoo a entrar na posse do passa-
do. Essa cura foi obra de sciencia, e ainda mais de
paciencia. Foram adrairaveis as allengoes paleroaes
de Mr. Anvray. Esse homem excellente linha o ge-
nio da brandara. A i de dezembro Fraocisco as-
enlado sobre o leilo e lendo tomado om caldo de
franco e mea gema de ovo, referi sem intorrupcao,
sem perturbaran, sem dvagacao, sem pejo, sem pe-
zar, e sem oulra emoc.ii rnais do que uma alegra
tranquilla,a historia dos Ires mezes que icabavam de
decorrer. Clara e madama Auviay choravam oovin-
do-o. O doutor pareca tomar notas ouescrever cou-
sas dictadas; mas nao era linla o que calua-lhe so-
bre o papel.
Finda a narragao o convalescenle accrescentou em
forma de conclu-,io :
Hoje 25 de dezembro, Ires horas depois de ler
accordadu, digo ao meu excellente medico, ao meu
charo pai, Mr. Auvrav, de cuja casa nao eaquecerei
mais a ra nem o oumero : O senhor lem uma filha,
madamoiselle Clara Auvrav; eu a vi este verSo nos
fiaolio. ile Eras com a mai; amo-a, ella provoo-me
que tambera amava-me. e se vossa senhoria nao re-
cis que ea recaa, lenho a honra de pedr-lhe sua
man.
O doutor aeennu bralulamente com a raberi; po-
rm Clara passou os bragos era torno do pescoco do
coovalescenle e beijou-lhe a fronte. Nao desojo 00-
Ira resposla, quando lizer semelhanle pedido.
No mesmo dia Mr. Morlol,,mais tranquillo e livre
da camisola, levaulou-se as oitj horas da manha.
Antes de calgar as chinelas viroo-aa, revrou-as, exa-
mioou-as cuidadosamente, e enteegou-as ao enler-
me.ro rogando-lhe que visse se nao cunlioham Irinla
mil libras de renda. Depois penteoo-se dorante meia
hora repelindo: a Nao quero qae se diga que a for-
tuna de meu sobrnho passou para a minha cabeca.
Sacudi toda a soa roupa depois de ler-lhe sondado
ale as menores dobras. Aeabando de vesllr-se pedio
um Inpii e eacreveu n.s paredes do quarto: Ao
comearas at cousas alheias.
Depois comegou a estregar as maos com inerivel
vivera, para cerlificar-se de que a fortuna de Fran-
cisco nao eslava ah agairada. Raspou os dedos com
o lapis, contando.os desde o primeiro al o dcimo,
lano tema eaquecer um. Mr. Auvrav fe-lhe soa
visita quoddiana : elle julgoo-se dianl de nm juiz
processante, e pedio com instancia qoe se Ihe correa-
se lodo o fado. O doulor tez por ser recouhecido, e
disse-lhe qoe Fraocisco ja eslava Mo. O pobre ho-
rnera pergunloo se o dinheiro fura adiado.
Visto qoe mea sobrnho vai sabir daqui, dizia
elle, precisa de aeu dinheiro: Onde esla ? Nao sei.
Salvo se esla' 00 meu leilo!
Revolveu o leilo lio rpidamente qae nao hoove
lempo de impedi-to.O doutor sahio aperlando-lhc a
mao, mas elle esfreRou-a escrupulosamente. Quand#
veiu-lhe o almor, examioou prmeiramenle o guar-
da rtlpo, o copp-'e a faca, repelindo que nao quera
comei a fori.ua do sobrnho, e depois lavou as m.1o.
Mr. Auvrav nao desespera de cura-lo mas ser
mster lempo. He principalmente iioveraoe no ou-
toiio que o mediros curam a loucura.
FIM.



harmona e divida dos poder polticos. As rearas | de nullid.de do favor concedido a remetler uro
que o coveruo se impoz mostrara de sobajo o respailo | exemplar dellas, ao secretario da dita Sagrada Con-
que elle coosagra a esse principio, e cerlo deitaria I gregario,
elle da eierrer como irai exercido o direito de inlrr-
prelar, se ha livesse a rponsbilidade de sacrifi-
car o imperio 4a le a subtilez.* do sophima, os
inleresse collertivos aos individuaes, a unidade da
execoclo a< duvidis de cade uin.
[Continua.'
GOVERNO DA PROVINCIA.
Especenla a U 4 f jaiba.
Ollicio Ao Exm. coinmandanle das armas, re-
roramcudando que designe un dos clrurgioos do
corpo de -auda do exercilo, para seguir quinto talas
para a villa da Escada a tratar das pessoas que fo-
rero aln arccmmel tolas do cholera.
Hilo Ao chefe de polica, inteirando-o de h-
xer recommendade thesouraria provincial, que
visla das coulaa e requerimentos qoe S. (i. rcmeiteu,
pague as despi-zas fetas no mez da junlio ullimo com
o sdenlo a dietas dos presos pobres da casa de ,le-
inir.io. e bem assim com a aluguel da cusa qoe serve
de qaartel ao destacamento da Capunga, vencido non
roezes da abril a junho desie aono.
Dilo Ao mrsmn, dizendo que pode mandar fa-
zcr pelo modo que S. S. indica noa-ln-l doseuolli-
rio 04, o fnruecimenlo de roupi precisa pata os
presos pobres da casa de deletelo, e declarando que
a que servio a cholencos nao deve ser inutilisada, e
sim desinfectada ; e por *o ruin, 1e que se faca a
dtsiofacrio se anula lor lempo.
Dito Ao mesmo, Iransmitlindo para o fin) con-
veniente o aviso de leira, na importancia de 1:0003
saccada pela Iheaooraria da fazenda da provincia do
Rio Grande do Norte sobre es*a, c u favor de Cum-
io Ildefonso Emaicreiiciano.--|>drticipou-se ao pre-
sidenta daquella pruviucia.
Uila Ao mesmo, para facultar ao presiden! da
commissAo de hvgieoe publica a chave da casa da
ra da Aurora em que estuve o hospital dos cholen-
cos da fregueza da Boa Vista.
Dito Ao mesmo, para que visla mi conlaque
remelle, man.ie pagar a quantiajde 995, quo o juiz
de direito do Pao d'Alho despendeu com a salubii-
dade publica daquella comarca.
ilo Ao director do arsenal re guerra, recom-
men.laiido que mande promplificar e collocar no
corpo da guarda da casa de detengan um lampea.p de
modo tal que vede aos *olUad<4 acenderern nelle ci-
garros e mudari'in-n.i de um para outro logar.__
Commnnicoiisr ao chile de polica.
Dito Ao presideute da commissAo encarregada
do eiame do arseual de guerra, dizendo que a com-
missao deve proseguir em seus traballn s com dili-
gencia, e se antes de conclui-los p..,der fornecer in-
fnrinacnes ou documeulos que sirtaui para o proces-
so a que devem ser sujeitos os empregados suspen-
sos, cumpie que os remella logo, afimdeieremo
con venientes ocslino.
Dilo Ao commandante superior da guarda na-
cional de Oliodae Iguarassu, recomineodando a ex-
pedidlo de suas ordeus, para que sejam dispensados
do servir; da mesina guarda nacional, emquauto es-
tiverea scrviodo de odiciaes de jutlica no termo de
Olinda, os guardas Francisco das Chagas landeira,
Benjamn, Marliniano dos Aojos, Jo.io Nepnmoce-
ue, Jeronymu Joaqun Barbosa eMendes Siine.
Communicoo-se ao juit municipal daquelle termo.
Dilo Ao commandaote superior da goarda na-
cooal de Santo Anido, mandando que se presle as
requisiror de forrea que I he foram feilas, a bem do
servicia publico, pelo delegado daquelle lermo.
Commuuicou-se ao chele de polica.
Uilo Ao inspector do arsenal de mariulia, re-
commeudando que faca lodos os esforros e arranjos
pussiveis, para que a provedoria da -and,; do porto
seja collonada no primeiro andar do lurreao ou ob-
servatorio daquelle arseual, visto ser acanteada e a-
char-se bstanle arruinada a parle do edificio em
que ella luncciona actualmente. Cominuuirou-se
au provedar da sitide.
Dilo Ao juiz de direitu do Bonito, loavando-o
pela providencia que tomou, de ufliciar a..s parodio*
daquella comarca para nomeareni em suas fre-ue-
zias eouiiniwoea de beneliceucia, em soccorro das
ptMtM aaavaajda duianle a epidemia.
|),lo Aojiiiz municipal de Cabrob. areu-an-
do recebido o ollicio, em que S. rnc. pede dous nie-
les de licp.iii.a com ordenado para ir a comarca de
Fiares visitar sua familia, e d>zendo em respaila,
eoe, como o llagello da epidemia lem pro.luzido a
necssidade de multas licenr., justamente no n,o-
lucnlo em que UM precisa lie a presenca dos magis-
trados no aeus logare*, e sendo a que'o. me. pede
Kuco urgente, em lempo deliberare a respeito del-
aproveilando a occasiAo para o louvar pelo-
principios e zelo man i restados no dito sen oflicio.
Dito Ao inspector da thesouraria provincial,
para que, a vista do pedido qoe remelle, mande a-
Oinnlar ao tliesoureiro pasador rta repartir,-,,, abras publicas a qoaulia do. 14:800 rs. para s obras
por admmistracSo ti cargo daquella reparlicao no
correte mez. Commuuicou-se ao respectivo Idi-
reclor.
Dito Ao director interino das obras publicas
' para mandar preceder, com toda a urgencia, aos re-
paroa da que oecessiiam os lampeOet que externa-
mente illuminarn a casa de detenclo, e melhorar o
-v.icma de coosiruccAu dos mesmos. Commoni-
cou--a ao chefe de polica.
DiloAo mesmo, ioleirando-o de haver recom-
nicudado Ihesouraiia provincial que a visla do
competente certificado, pagee ao arrematante do
reparos do JV lance da estrada de lpojuca a impor-
iancia da 2." prestado do seu contrato
l)ilo--Ao mesmo. autonsando-o nao s a lavrar o
lermo da recebimento deliuilivo da obra do 6.' lap-
pla estrada da Escada, anas tambem a passar o com-
pclenle certificado aliirl de qua o respectivo arre-
matante poss haver da thesouraria preyiucial, pa-
ra o qae licam expedidas as cunvenientea oc ens, a
importancia da ullima prestando do seu contrato.
DiloAo direcltr oo (iymuiitoProvinrial, re-
ineilendo um volume conlcndajHbns ejemplares
da urammXca grega quo se inela-ia imprimir em
Franca para uso daquelle eslabelecimento.
Hilo Ao Or. hraoclsco Joaqom das Chagas.
commuriieando que em aviso do ministerio do impe-
rio da 6 de junho Huno foi declarado que, vislo ter
S. ). atis da "20 annas de servio ao lempo de sua
jubilarlo, e estar lixrdo nos estatuios vigentes o pra-
m de ") anuos para a jubilacAo com o ordenado de
&0009 rs., auloiisandoalm disto os mesmo- elalo.
I"- .111 certo* cssos a jubilacao coaftAncimeiilo pro-
p S. o seu veiiciineuto tambem proporciuualmenle
aquelle com que he concedida a jubilacao aoi lenle<
calhedraticoi que leem ce ni nielado os referidos S
anuos.Igual ao Dr. Filippe Janeen de Castro e aT-
boquerqoe.
Dil A Jut da Mala, aecusando recebido o of-
licio em que S. me. renuncia, por ser preju lieial, o
favoi que a assembla legislativa provincial Ihc con-
cedeu relaiixamei.le as machinas desua invenc.o,
proprias para de-camear algodilo, e dizendo em res-
pola que deve S. me. declarar qual o auiilio que
por ultimo pede ao governo.
Dilo Aa Ihesoureiro das loteras da provincia,
inle>rando-o de haver approvado o novo plano qoe
S. me. reinctten paro as mesmas loteras, e enrian-
do urna copia nelle para que leunaa devida execu-
cu.Igual remessa se fez a iliesataria provincial.
, DiloAoj^uiz de paz da fregaran de S. Mana
da Boa-vista, aecusaudo recebida a copia aulhenli-
ca que S. me. remellen da acia dos Irabalhos da
jonla revisara da quaficacilo daquella freguezia.
Finalinenle para que seja mais fcil discernir
das indulgencia- xerpladeiras c aullienlicas as qoe
lo ral-as e pocrjplia. us ordinarios devem ter
sempro preenleao ejpirilo o que o mesmo pontfice
de feliz memoria Benedicto XIV ensilla com taola
saixdiiria sobre ese mesmo assumplo, em sua obra
ele Si/iiodn ioetmno. E se depois de todas as pre-
eaueiie. lomadas, restaren) anda duvjdas sobre a
aulhaatkrMada a verdad de algumas iudulaen-
CuNa deeerAo alies recorrer a Sagrada Congrega-
rlo para obter a soluto coiixenienle dessas du-
vidas.
o Dado em Roma na secretaria da Sagrada
Congregarn das indulgencias ans H de abril de
Ihj6. ,
a J. (ardeal Asquini, pref.
A. Colombo, secietario. w
i Journal de" Debis.''
I Plm&Wi SXTa. FLIRk II DE JULHO 01 1856
(I preaideule dos Estados Unidos publicou a -e-
gumle rneiisagciu -obre o negocios da America
Cetltral .
O ialhmoeslreilo que ligaos dous cunliuenle-
da America do Noria e do Sul, pelas vaalagem qai
ollcrece pura s liansilo fcil enlr,- o uceauo Atln-
tico e o ocano Pacifico, ten. fcilo dos palies da A-
nierica Central bjeclos de ranaidaraflo especial pa
ra lodas as naques commerciacs. O aterCfta publico
lem sido coii-Peravelineiile iQgffletllado nenies nl-
timos lempos em razio das miidancas produzida
as relaees cummerciaes pelo eni|irego eral do
tapar como torca ninlriz por Ierra o por mar.
l*.ira nos, em razao de sua posi{io ueosrapbira,
o i-lhrn'a In pie urna importancia particular, assini
coma o istbmo de Suez, o he pela niero+ razao para
as potencias cooirjlerrjiaeJ da Enrpppa ; mas sobie
ludo,a nicessida :e que tru os Estaos Unidos de
assegurarem pata si um livre iransilo alravez do
istbnio americano, -e lem tornado da mais alia sra-
vidad depuis lis arraujamenloo lerritoriaes de
Washington, e Orezou e da acquisicAo da Califor-
nia. Per es-us coiisideraces pas tem elles adoptado
com empeubo medidas pro|inas |iara assegurar-lhcs
os nios convenientes de tran-ilo por ranal, cami-
ulio de ferro ou ottlrii qualqaer via alravez do is-
Ihmo. p>
Depois de ter fallado do tratado celebrada com a
Nox.i Granada, a qaral assegara o direito de Iransil,
assim como dos vSos esforcos felos para obler do
Meiico c. diroilo de paasagefll na exlrenn dada aorta
do islhmo de Teliuantepee, o presidente insiste so-
bre a importancia do ponto mus estrello .lo islhmo
para o transito, e sobre o iul(re-e per mantillo que
lem os Estados Unidos de a-sestuar e proteger as
linhii- projecladas de vianem.
Bem que u g.ivernn americano tenha sido solicita-
do para estender seu poder protector c aproveilar-
se das malagana ligada- a tal protercAo. lem prefe-
rido permanecer fiel a urna igualdad de ju-li^a e ile
respeito para rom os direilos e interesses dos oulros,
e para com os seus relativamente aos dos Estado- da
America Central.
t'.lle na a lomada de pos- por parle ros lugle-
zes do porto de S. Juan del Norte, quasi imme-
diatamenle depois do tratada de liuadaloupe Hi-
dalgo e o elleilo prodozido em Nicaragua por esse
acto.
Falla do ettado precario das repblicas da Ame-
rica hespaiilwla. da solicitnde c dos pezares provo-
cados nos Befados Unidos por um tal etado de con-
sas. A* violencias revoluciona! ia- e aa arierras qo-e
continuamente tela asilado es-as repblicas as lem
lomado comparativamente impotentes ; ellas eslAo
lamhein fora de estarla de proteger os interesses es-
(Iranuerp'S sobre -cus territorios, ou de defender seu
solo contra > ."saressoes eslraniteiras ou Interiores.
Conseg'iinienicnle os encaraos desse estado de cou-
sas leu, rerahido sobre os E-lado- estrangeires, que
UNB c-i.-eilas rel.icoes de commercio com essas rep-
blicas.
Fallando do Mxico, oprcsidenlc eslabelece o fac-
i de que a Inglaterra ea Franca lem tido ambas
occasiao de rrconer o sua forra militar para faze-
rem valer e proleucrem osdireilos de seus nacionaes
contra Estados indepcir-leules da America hespa-
iihola. Bem que livesse ido fcil aos E-lados Uni-
dos ehserverem o novo territorio da America Cen-
tral, hem como o he para o E-tados eriropcus l'aze-
rrm-no na frica, o governo americano -e lem abs-
lido disso por consider.n;es de direito e de poli-
tica.
NAo faltei jamis, acresrenla n pre-idenle. a ne-
BIO VE JANEIRO.
SECADO.
SESSAO EM 23 DE MAJO UE I806.
O Sr. Varanhos (ministro dos negocios eslrangei-
rosi :O nnbre depulado por S. Paulo ala deslruio
a forja das considera^rs, que eu live a honra de
olFerecer-lhe, ua discussla de llnnlcm, rm apoiodo
projeclo i|ue elle impugna, t) nohre depulado ja
reconbeceo, que pelo projeclp o governo nAn lica
auiorisado a transferir para aa armas scienlira- of-
liciaes de oulraa armas, que nao tenham a- habili-
lacfies legaes ; observa potem o nohre depulado,
lecida no Uonteir
quaes foram
e que anida li
hoja Ba sabemos, ASSOCIAC.VO i;. .i\ii. ,;( ,, uixti,-,, ,.,..
s basas, quem o aulonsnu, e\ ni,,. r A d.. ',AL "ENtrCEME.
ra que nao seja le- | JEZ^ZZEZ* *>*0C"V? ">l he-
Pre'ilenria do Sr. Manat Ignad-i Caralcanli de que o governo poder Iran-ferir oflieiaea das armas
Laceria
A- lll :i|S horas da inanhAi. achandn
les -iOSrs. senadores, abrlo-se a sessao.
Foram lidas e a(provadas as arlas de 19, -JO e2l
do e. nenie.
O Sr. I. .icrct'li il.,' cnnla do
pedlellde :
Uro ollicio do Sr. ministro do imperio, enviando
o sulngrapho anexionado da resolucAo da a.-amlile
geral
-se presen-
seguinte e\-
scienlificas para a- arma- de cavallaria e infanlana,
e o nnbre depulado ve ni-lo um grande inconvenien-
te. Sciu diivnla que a auloriar;ap> piada ao soverno
11A0 conlem 11 resInrcAo, qua o nohre depulado jui-
ca convenienle, mas a cmara tara a juslica de acre-
ditar, que o governo n.io abusara nesle ponto da
autorisacao que Ihe he concedida. O pensamento
rio gppverno esla solemnemente aiiniinciado ao corpo
leai-lalivo.
lia falla de ofticiaes subalternos as armas scicn-
lilicas, e.-.iiel inin que os ha ..le sobra ruin as habi-
I.o..i!... llrandAo, Paula Fouseca. Amlii; Bastoa,
Mello Franco e Brotero ; e a favor, os Sr. Cameiro
de Campos, Taques, Paula Candido. Candido Bor-
aes, Saraiva, Barbosa, Candido Mendes, Figurira de sada.' '" ,""d v" ",0 S'J:I lc- I neficenle deslapraca ornando na" dexjda con.idera
Mello e Bandera de Mello. Porlanlo a ca-a ni deve -slrauhar o mcu excru- i f ** """eira "'""ctas com qoe V. S. sempre
O Sr. S111/10 Lobato pronuncia um lonao discurso. pulo, pelo CODIrario, ,lexe leconhecer uue c.nxm '"",rou Cu,P commi-cial de-la prara as mulla-
emque Taz ceu-uras ao governo em cotirequencia da j proceder rom bastante Uno, ,. seguranrai
falla de economa que lem havido na applicacan dos sas, que convem ser minucioso e etcrvul
pprovando (< conltalo celebrado a 2 de ja-
con a senado iteirado.e maudoo-se participar a' ca-
camara do- denotados.
Do Sr. |.e secretario da ruinara do- depulado.
participando que aquella cmara adoplon e dirigi
sanccAo imperial a resolocSo enviada pelo -criado,
lecl irnndo qoe s9o permanentes a- ritsposirrjei do
decreto n 7KI de S de abril ,le 1851, que delermi-
nm aa con.iicoes do- candidatos ao l.opoalo dos
eorpoa de -aude do etercito c armada.Firou ,1 se-
nado inleirado,
llequerimeiiio do comineniiador Jno Pareira de
Andrade.pedido urna medida leaislaliva que reco-
nheca o direito qoe lem Charles l.i-'le) a oulros a
importancia d- pre-as retontadaj por lies e cntre-
aue-ao goxrrno brasileiiu dorante a guerra do Rio
da l'rala.A's comimsses de maiinha e auerra e de
fazeud...
ParlicpacAo do Sr. renador viseondo de Sapura-
ny, re achar-se de uojo pelo fallecimeolo iie ama
ua cunhada. Fie o senado inleirado. e mandon-
se ilessiiojar o Sr. senador.
DO DA.
discii-sn o projeclo de
OKDEM
Enlrou em = e iillim
resposia a' falla 00 Ihrono,
l'irou adiada pela hor.
O Sr. irnidnile rleu para a ordem do plia a mes-
ma de boje, e levantou a sessao a's II horas da
larde.
'faegtaa,
CMARA DOS SRS. IMITADOS.
SESSAO to 1)1X41 DE M.VIl) DE 1856.
Preslentia de Sr. eitame de Harpe>, Depois de lida e approvada a acia da sessao ante-
cedente, o Sr. pnmciio societario da coula do se-
gunilc cxpeplieiite :
Um ollicio do ministro da auerra datada de 17 do
correnle, Iransmitlindo um rcquerimenlo doeomeir-
lado do alfere- do oslado maior de seguada ca--e
Sigismundo de Aginar, em que pede passaaem para
um do- I1.1I..II1... de iufanlaria du excnilo--\'
comniPSsAo de rliariuha e guerra.
Oulro do iinni.lro da fazenda, datado ,e |g do
correnle, cobriiido a coii-ulia da juina da ecc.lo de
fazenda 1I0 conselliu de estado, e mais papis que
aconipariham, relativos a iiirnnsliiucicnalidade da
le n. 514 de l9dejollK.de IS."!. pela qual a as-
sembla provincial da Baha lam.ou o imposto de
10 por cante sobre o rapo que n.....asma provincia
losse importado, lanl rio- paires estrangeiroa como
das nutras prinincia- do imperio.A' coinmi.ao de
asaambloaa provluetaos,
dem do 11,.-ni ministro
na e ravallaria. Este ofciaea, depois de lerem
cumpl I...I" o curso das -u.is arma-, eonlinuaiaiu
a eslud.,r. e hahihlaiam-se para as aunas -cient-
ficas.
tira, -e (emos de un lado superabumlanci.i ric
ofliciaes, e se por ouln. lado ha falla ilelles e o ser-
vpjo publico molla sollre, como recusarse ao go-
verno a aulcrisacrio de transferir o. offlciaai que so-
bran! ras arma- nao scientificas para aquellas armas
ecorpos onde elles fallam ?
Po'so asseverar a cmara, que 0 Sr. ministro da
guerra 11A0
dinheiros pblicos; impugna a poltico seguida ac-
(pialmente no paiz, e conclue assim :
o Sr. presideute, eu sinlo minhas forras exhan-
ridas. Conhego qoe a causa que defendo por si he
valio-i-siina ; lastimo nAo ler nielo-, nao ler recur-
sos para poder plefendc-la ; a roinaua dos meus
iiienis da a medida somenle da ininli.i inesquiuharia
t nao da falta de raioea, que muilas ezislem, eilgo
no animo, eslAo na conscicncia de quasi todos os
nobre- plepulados, e mesmo direi de alguns .los no-
bres mini-tros. Elles nAo podem deixar de reco-
nhrcer qoe essa relorma tal qual fui feila perden
Inda sus virtode, nAo pods prometlor um grande
resultado pira o paiz ; ella soinenlc serve para sig-
nificar que o governo toi infeliz em lodos os eiis
planos e feilo- de administraban e de poltica. E
pos que o nobre presidente doconselho esla lao se-
gurip dos seus malos, e se considera IAo forle que se
|olga realmente rom direito a'- honras desse malino
Iriumpho que a nohre commissAo de resposla a' falla
do Ihrono derrota no sen projeclo, eu, Sr. pre-i-
dente. ap> modo ilaquclle* que culi'ora erio encar-
regados de ilizer.a verdade apus do carro Irium-
phal para fazerem sentir aos liiumphantes a parte
fraail da humaiiidade, eu com loda a firmeza da
repetir que o co-
e vera na nece-sidade de completar minha eenscioneia conluiuarei
a ileliciaaicia de ofliciaes as armas scienlilicas com veruo lem mal admimslrado os dinheirus pblicos,
Ir.insfereii.ias forjadas : ha ofliciaes, que desejam i nAo se moslrando 1 ossuldo da necssidade de econo-
e solicitan! essas transferencias; t a camina lem mas qoe impoe a nos-a acanhada produccAo, eos
1 istouin prova nosrequerimenlo- que'he leem si-. uraodes encaraos lancados ao thesooro, du o go-
do direclaineiile apr.senlado-... ,, ,.riio desacrcdilou a adminisIrarAo dejuslira do paiz
O Si*. /'i nohre ministro a autorisafllo nao deve ser lempo- ; que leve por neos-anas e indispensaveis
'*.-? ,. j..... verleu os arailes instrumentos da fortuna pobiic,
o sr. Hintllro 4o Negocio hHrangeiro* iA as e-Iradas de ferro, por contratos onerosos e dea-
Olorisaeao deve -er tmpora, ia. porque rom con-, cenados, .le sorle qoe nAo so o llie-ouro loi arava-
vem conferir indefinidamente aste arbitrio ao go-1 do porelles, como natural e ioallivelmeate virao
xeruo, nem c-ll- o deseja : -a a neces-ida le que ora i laes empreza-a ser mallogradas em muito prejui-
c reproiluzr mais larde, a governo solici- | zo do pail -
assim faro, porque a experiencia que 1,....., ..,.,.
negocios me torca a ..-o, me ,em ,ornfl,, earti
vez mais severo, roca o governo o-contralo.com
vantagens para os contrata'ores, |lori., a ,
possivel queiram elle contratar .,, e||a, mas
garanla-se a fazenda publica, (atanlam-s os' inle-
resses da provincia, aaranlam-ee o prejoizos que
ella posa sollrer pelas fallase omissoesdi,- cgnlra-
dores, pela elleclividade das mullas a que licam el-
le- -ojenes ; emtim liajarn inleresses riciprocos
quer par os contratadores, quer para a p ovineia!
porqoe arhbos Ao conlialanles, e esla lie a vsrda-
deira isoa'dada.
Na minha opiniAo, senhores, oconlralo que se
discute, he leonino, porque lem vantagens co-
mo .id para os conlraladores. e como ." para' a pro-
vincia ; ou antes, os lucros e interes-es sao para a-
quelles, os prejoizos e sacrificios licam reservados
para esla.
Assim pois, Sr. pre-idenle. sanio passar o adia-
menlo, o que mallo recelo, para que possa mellior
esludar a queslao. e formar sobre ella um juizo
piis seguro, de.de ja vol conira o projeclo que ap-
prova esse contrato vergoahow, leonino, mouslruo-
so e escandaloso.
ic coinm !""":*" *"''" """""ciai aesla praea as muila-
esla, cou- UCCaS'UL'S Cm ?"* "" i"M"tt de ""or ** -
.1.., .L, "Ju lode nem deve passa- desap.rcebida a occasi;,.
PAGIU jVLSA
ara que S
seuta-lo
percebida a occasiao
M. o Imperalor houvo por bem apo-
. referido cari, sem prestar a V. S. a
mais sincera homenaeem r. respeito e coosiderarao
que por esle meio teslemodia a V. S., cm m.me* do
corpo rommerriel desla pr<-a.
Esta diraecaa aprovait t',i,|,ern a opporlunidade
para significar a V. S. os saj, melhores proleslos
de stima.
lieos guarde V. S. Sa. da a-s,.,,.. Cum-
','e",,l1Df,,eflc.enl'l''-Mbueo 7 de jnlho de
x>.iiim, Sr. commendaor Joao Coucalves da
S'.lv, mu digno tuapector daihesouraru eral.
ma 1',",W"' T,ice-PresiJ"*--Aorliano d'AI-
meida Rodrigues Isaac, secrelar>.
Os bailes.Estamos na poca diliraulc dos
bailes; alo os ccn-uranios sen.io qoaudo de um bsi-
que per-1 le querem tornar una occasiao de epeculac,oes, .1
qoe aluda felizmente 11A0 se dea entre nos. Os
Srs. acadmicos preparain--e para no lia do anm-
versano da lasUUaeSe .la Facullade darem um bai-
le esplendido, plo menos falla-.- em ,s.Snaluias
de vinle mil res ; o motivo be importante
fttattg 3e ^mameim-ft).
-.'"mJT P"3,*0" de M O' 'Tn^nha,"de"jr
PreTendrdVel ,*Sf^S '" 'oi "> *2
I relendendo o Sr. MaUoe F. da ||,. rarrrnroo
e i" SW5 f ,""8rrs ^ WS2TS
ti* da na le J/'""---*-"'1 IW. Uer.e* Z-
c,s leseas \.T '"' me' de ,us P".""'"
casas leirea. Nestas circomstancia- Pf.u nnnci-
pio a obra; enl,,i.,0 .,, ,., "^J IJ'
.Cima .Iludimos, .lesmoronaram-se as ,," lal"!
raes sobre as peasoaa empregadas no lra"lho e so-
bre urna das casas visml,,,, propriedadet. Sr boM-
eano Francisco Anlonio Jai Chaca-
O Sr. Ministro dos Segodos l.slrangeiros:O
nobre dcpuia. o parece, que nAo quer conceder o
ihilrio 111 mu 1,1,lo que oirerece no seo aparte, quer
sim recusar absolutamente a medida. Mas como
allender se as uecesodades publicas '.' como julga
que se deve prover a deficiencia de ofliciaes que ha
as armas scienlira. e 110 corpo rio eslado-maior de
com a inc-rna dala,
inlorinanoo

D. Aiilouia IticHaolla do liullanda
IAo Rexuarho tiaudencio de
mi
nada devidn a' poltica
quencia moilo nalural
islo, bem ao conlrano
le
viova do eapi-
Olixeira, pediuilo re-
0 do pagamento da quanlia de 1:1769665. em
que fieou alcanVado o .iuo capillo, como collecior
que loi da reajie/ia do Porto-A legre, na provin-
cia do liio l.rande do SulA' commissAo de a-
zenila.
Dous offlcios dos Srs. plepulados I erreira Soulo
e linio lacea, participando nao p.nlerem compare-
cer a sessoea desla cmara por -c arliarem doenles.
rica a cmara iNeiradn.
Oulro do picsiilenle da provincia de Goyai, en-
viando os acias lejgislalivos provineiaes de 1855.A'
commissAo de a-semideas prnxini laes.
dem rio presHenle do Par, robrindo drus exrm-
plares' da falla com que 110 da ti de ouluhro do
paiz que son
obligado a lazar ciecnlar, porque sAo contrarias a
polillca do governo,a porque permitti-las seria fal-
lar a ho (e para com as repblicas americanas,
oos-as amigas.
Entre as repblicas americanas aquella a que os
aeouieciir.i'uio modernos lem .lado maior impor-
tancia he a de Nicaragua, por causa do Iransilo e
de oulra- considerac/ics. Em suas desorileus e lulas,
nao sendo iienlinina das parles bastante forte para
Inumpliar da oulra, urna dellas reclamou a assis-
lencia ileum pequeo destacamento de cidadaos dos
Estados Luidos, cuja presenca poz. termo lula e
restvhelcreu a calma pondo a frente du eovernn um
hootem, dislinclo cidadao da repblica", o Sr. Pa-
tricio Rivas. com o Ululo de presidenle provi-
sorio.
Reconheceinos lodos os governo-, sem examinar
sua origen!, sua organisacAo, nem os meios pelos
quaes ubliversm o poder, com lano que naja um
governo de faci aceilo pelo pava. Nao esamina-
mo- de nenhuma sude as causas que podem ler pro-
duzido nina mu.tanca le governo. Pouco nos im-
porta que urna revoluro cornada de successo leuha
sido ajuoada 011 nao pela intervenido eslrangeira :
que a insii'rcicao leuha derribidn o governo exislen-
le," e que mitro tenha sido rslabelecido em seu lu-
gar, secundo lurma- preexisienles nn de urna manei-
ra appropriada aos inleresses daquelles que ardamos
de posse da auluridade. Todo isso he abandonado
ao poVO e as autoridades dos paiz.es respectivos. Do-
rante os (>7 auno- de noa existencia dehaixo do im
e resoluiaie- d.i assembla legislativa daquella pro-
vincia.A' r,.mi,ii..a de assemblsis provineiaes
dem do presidenle da inesina provincia, datado
de Ji ile agoslo do uno paseado, cobrindo urna
rollecrAodos actos da asscmldi-a buislalixa da mesrua
provincia, promulgarlus cm o uilo anuo, aro.npa-
rgiada dos rgulamentoa ii. :i, 33. ;ij. :tr,, ,( 37
expedido- por aquella presidencia.A' commissao
pie assemblcas provuciaes.
Uma renrcscnlacAo da lllma. cmara municipal
da corle, pedindo que esta aogosla cmara declare,
se perleuce dita cmara nionicipal a cnbranca dos
foro c ladennos. nAo so dos lerrenos de marinha
de que tala a le de 15 de novemliro de ls:il e ou-
Iras, como tambem rlc lodo o terreno que loi ac-
crescido, ou que cresce casual 011 artificialmente.__
A' coininis-o re cmaras inunicipaes.
Um requer 1 enlo da incsma cmara municipal,
pe.lindo que se promulgue uma le, que isenle 110
servico activo ila goarda nacional lodo o cidadao bra
silciro que se empregar na vida cummercial.__A
commissao pie cmaras muoieipaes
primera elasse'.' lie a cmara que ha ileconhecer de I anida se aoza no paiz.
rada urna das transferencias que se possam lazer
He a cmara que ha du administrar para a satisfa-
C*o desta necssidade do exrrcito !
En creio, que a necssidade da medida esla assaz
piernn-Irada, e que dalla nao podem provir es in-
convenientes qoe se aulolham ao nohre depulado.
O Sr. Ribeiro de .Indiada : lie das proprias
palavras do nobre ministro que oepreheudo nue a
medida que devera ler sido propa-la, por que" elle
ilevera empeuliar suas Im cas. nAo era cerlamcnle a
que consta do projeclo, mas sim um pedido .te auto-
ris*(ae para poder transferir para a anua de enge-
nhana aquellos olllciaes que, lendo-se conservado
em i.nirii- armas, livessem comludoadquiridu as ha-
bllilicoea necessjrias para poderem ser Iransfendos
para a arma de engeubaria, e nunca um arbitrio
moilo mais ampio, que importa .1 possibilidada de
poiler-se Iran-ferir olliciaes da arma de engeubaria
para nutras armas menos qualilicadas.
Dase S. Exc. que o inconveniente que ha a reme-
diar he que ha olliciaes na arma ilc artilharia que
ja adqoiriram as habililayoes precisas pora serem
transferidos para a arma de engeoharia, e que o go-
verno us quer apruveitar. Bem, comprehendo isto;
mas enlAo o que convem nao he a di-posuao do iiro-
jecto, he uma disposir;ao especial aulon-aiido o go-
vernoa Iransl'crir da arma de arlilh-ria aquellesof-
liciaes que liverempara islo adquiri.lo as habilila-
5es necessanas.
Ora, pela disposico da lei nao he uuicamenle is-
lo o que se quer, o eovernn lem aulorisar;ao mais
ampia, pode nao so transferir da arma de artilhaiia
para |engenhajia aquelles olli. laes que liverem as
habiliiaces precisas, como pode passa-loslda engen-
liana a para arlilharia, ravallaria e iufanlaria..
O Sr. Ministro dos negocios listrangeiros da
um aparte.
O Sr. Itilieiro de Andrada : Perdoe-me, e pro-
jeclo nAo diz isto, aatorisa o governoa passar os of-
liciaes de urnas para oulras armas, uma vez que te-
nham as babililafOc precisas.
Ora. perguulo eu : o individuo que est ua arma
de eugeuharia tem ou nao as habilitaces precisas
para peder Mrteacar arma de arlilharia '.' -em du-
vula que t<4n, porque esluduu tambem o curso de
arlilhari', Ale pois toi adianto e habililou-se na en-
genharia ; logo'elre esla na letra do decreto de:tl de
marro, isto be, lem as habiiitacoes na arma de arli-
lharia para poder ser transferido ,1a engenharia para
a arlilharia ; por oulra, lio possivel faze-lo passar
par orna srma menos qoalilicada.
Assim, se o nobre ministro se limilas-e a querer
urna autorisajao conveniente para poder o governo
passar da arma de arlilharia para engenharia aquel
les olllciaes que livessem as habilitare- precisos, en
volara pe le ; mas o nobre minisiro nAo s quer
islo, como pela diapoair^o da lei quer o inverso,
quer passar de uma arma mais qualihcada para urna
riii< menos qualicada...
V Sr. Ministro dos Segocios Eslraniiiiros :Se
o ollicial quizer.
cedente_ dode-acalo da cmara dos dapalao,^ ^^^^1^
peixersao do espirito publico a quem se ,ouba a fe qoo razia pasmar com no dillicei- e sublime xe!
na. n-t.uicoe-, -ubs.,lu,rfo-se por uma decepcAo cicos. O qblico o conl.noar. a apreciar. A prop -
que tond. a irausfurraar-seam desanimo em cao- \ : chamamos a atlencAo da pol'cia paa os'es,^-
. ijoinm.... a maior das in,,, slicas quem a um lal 2Z%g2>**Zl $??. g? ^
SZT ''. "010"" <>??>"*'" Pi,z ""-"':" 1"' quarla-feira at appareceram -plversos
.-.,.-,....... ^ ymm sann .,..r- quria-ieira Me appar
l>lo spcurjtmenie iiiu he cm Consta-nos que o Sr. .
i aoverno, i-lo er* come- a respeilo ; se o lizer (
ersus faKilicado!-.
iieleaa x.. culiibe urna.... innocencit.ijue
las urcumslancia. do paiz ; 5li co.luma pralicar quem lem alma de chicharro'
I.....<|d"L, publico, tendn ",IS ^[^^"Z:,^^'' X^ 2 """
tsrss wss ^a;::':^^
al foram 'le algum modo atacada-, e o foram aca-
lla Silveira, que leve alta do .hospital da cahdade,
chezou curado no da em qoe se recolben ao quar-
lel .'
Como hajam muitas tolariasa e algnmaa dellas
tenhamsoirrdo ceu-uras, conxeru salvar as que sao
uiculpaveis, pelo que declaramos que nAo se enteu-
da com o eailabelecimenlo do Sr. T. \. de V
lis-emos de certas tab-r
hre uma d
ia Fran
Apenas acouleceu o terrivel
Slip
** victime
Imaediala-
successo, o r \el,,i
com as pessoas mpregadas na obra do Pat.,.,
corren a., lugar, elratou desoccorre
que se aqbavam dnhalio da ruinas
nenie tambem o Sr. director do arsenal de '-m.
eavioa a companbia de arlilices -oh as orsaa^to
respectivo ajodante. qoe com O Irabalhadore mea
res e contra.neslres das obras publica,, dirigido n
lo Sr director p|as mesmas. ma.. 11 soldados do 10
balalhao de inlanlaria e I ollicar, os Srs. chefe !.
polica delegado, subdelegado do dislrirlo, que ce-
garan, logo depois da occorrancia, e coadjuvados u,r
monos parhculares, roulina.rsm a obr da san
ao. principiada pelo Sr. Nall, e todos a" porfa ri-
valisavam em estoicos de dedicacAo par soccorrer
tis infelizes victimas. "
A- 7 horas da larde lrminaram as indagar-oes,
i.lo-seil pessoas; uma e-lava morta, e as ou
r.11
fenda
11-
tras
n,t.. .-'. r. esiaoeiecimenio do Sr. I. \. do V. o que : *"'"' e nao m.uve chova nem lufao. Coro elTeilo as
sLi EfdirK: ,ll5somos 'leerlas (aberna- a re.-peilo da iocous- paredes foram pnmilivamente (Ao mal feilas. que
siilMituido pelo CICI1C1, que |,a nuS e ,,,,.,. os t,,los se separavam facilmenle da ar -amaca
ece dominar na. II cerlo moco qoe I-rn por louvavel cosame >'". dislo eram s.ngellas. ***&&, e
baudo-se com lodo o enthusiasmu poltico, e\tin-
guindo-se o espirito de parlido. cundicAo necessaria
do sxslema do governo representativo."
O Sr. Siqiura (Jneiroz :Apoiado.
i O Sr. Sayo Lobato :. ... emlim dan-
do-se azo a que esle espirito de partido, essa fe po-
ltica e crenea na- insliluiees
espirito decebios eaxi.lezque parece
je, 10 iic ^uai'in 'to llror o com ,0 ou |(f Us ro|u,as v,Jr b
1,-i ', "-ampos defeude a poli- e innocente, quem duvida mas parece que laes
fe ;S' a. ob.atv.ci.es do Sr. gracejos so der,m se, empregados em casas ce
,, Senhore ,0 """"i' : "Pa,es Pedimos P"s1" l"*en, qoe go.rde
le, ~l me, "irb,CT"'^ono',",''PBla,lo,*'i* 'oa-lreoa para mal l..go. "
lez. relativamente a direci'Ao nue n governo lem1 r. ..a_.. .
,'.!.- i bancosp l,rou I"1" seu par urna senhura, e como na
pouco
que
dar
das quaes urna a quem so corlou uma n
na, morreo |g0 llepoi,. En|re M feri(Joj h
caUeiros do don,, da casa, falleceodo um que se
aehava gravemenie enfermo.
Os feudos toram conduzdos a" botica do Sr. An-
in,,. Jo Das Medrool.o, que com o. senhor.s
f"nae,eS^,0S^r ****< Pl"S-s SOUZ.1 Velho,
Ignacio, Aerx, lana, e, oulros de cuios nomes nA.
um potemos recordar agora, de muito boa vont.de
mes prestaram os pnmeiros soccorros. O Sr. Carn-
eo recebeu em sua casa os ferido, a quem esta1 tra-
tando ; releva observar que .. meslre da obr. nAo
se cima presente occasiao do sinistro.
i.eralmente altril.uc se o desastre as ms condices
em que se .chava a obra, pois que a manhaa eslava
serena e 1.A0 houve chuva nem lufAu. Com elTeilo as
pblicos pelo actual gabinete: a paiz prosp.ra,
muilas iuslil ui;oes e eslabelecimento-bous se levan-
lain, e nada disso se faz sem coulianca no presente
e esperanca no futuro ; u gavera nao poda deixar
de ter uma boa parle de inlluencia ueste movimento
proaressivo. As narres alo prosperara Com gover-
uos que as conlrariem, vexem a arruinera. As aa-
cOes, disse um pensador profundo um estadista
nolavel, o.Sr. Rover t.olUrd, 0A0 tem. como os
alea hora presntese conserva na casa : ha porlan-
lo um pacto, que deve juridica c criminalmente ser
comprido segundo o que est- confirmado pelo direi-
to naturalle combinaban com ocivile em re-
ferencia aspandectasrevogadas cm parle, e cm
parte admlllidas pela legislacAo Vlgeale ; por quanlu
Exm." senhora, se bem que nao estejam mais em
vigor asir.len.in,., do l.iv. 5.abrogadas em
virtode da- olas de i.obao, P. J. de Mello, e oulros
1. Sao estas as eonsideraeoes nue eu tiuha a olle- \,.a_____,____; ..... ______ >.! mB lecl
onsi'icrar.'pe- qoe eu tiuha a olle
re,.1 a cmara.
A discussAo fica aoiada pela hur.
a sessao.
FiElAM!C,
LEGISI-ATIVA PROVINCIA!.
Meira Htnriqutt pronunciado
A ASSEMBLA
Discurso i!o Sr
na sessao de 10 de junli de 1851
O Sr. Meira lleiirii/iies : Sr. presidente,
juizo, que acabo de tetar tapidamente desleacon- vldAo
do obre depulado qoe f.ll. .1 j 2 Continuara alguns carros
p|p_UmoU> < awro para a presente quadrilha
Consta-nos que ul!,mmenle o citolera lem le-
nto alguns cscravos da rngenha S'lgado, e que at
Jo ser a proverbial activiilade po administrador,1
aior nomern de victimas tena havido.
Cons'a-nos que em carta ma da Bna-Visla ha
oflicial de linha, que pie seuhor lem-sc tornado
e, arriar* |lljsVrit-,Ji,,r ar_r- -Jbu:'^es e berlo-
qi ._roma escravinba qaeaiariameale ne civijiil#riTa
pe um .......amarada .,do ollicial e que a'visinhan-
i anslrange-se sommamentea vista ,t-' lana cruel-
a >, sem... mais humanidad para com os uossos
sen-elhaoles, V. S. que lie lao... IAo alease escra-
Ora, esle acculenle veio advenir a quem compete,
que se devem eligir biais algumas hab.lilacots pro-
liss.ouaes .s pessoas encarregada da direccao de
obras, as qoaes en, geM| ianoram os principios mais
simples das leis da mechante. Assim, tora cone^
"lente que, a semclll.nCa .loque a lal respeiloWe
pralica na Europ. e igualmente na capitel do Rio
de Janeiro, os meslres de oh,as pas-.ssem por um
exam,, em que -e raosiram competentemente habili-
lari.i-, pois que do conlrario 0A0 s se sscrificarAo a
si como a oulras pessoas. Tambem nao seiV tora de
propo.il reclamarmos que se racam elleclivas as pos-
turas da mumripalid-de. relativas edilicacAo da
culade. pois que I.Wez a violacao dellas, o funesto
(ystema das complacencias ea negligencia no cum-
plimento de deveres pblicos lenhara moilo coneor-
ndo para o sinistro que hunlem leve logar.
.NAo podemos negar que os Srs. lisc-es ordinaria-
mente embargara as obras que se execulam tora das
rearas prescripla?, e as maudam demulir ; mas eu-
lendemos que o sxslema seguido a este respeito nAn
he muito curial. Assim, tora convenienle qoe an-
tes de alguem dar principio a uma reedilicacAo.
apresenlasse autoridade competenlc o plano que
prelendeadoplai.com lodas as suas particularida-
des, para enlAo poder obler a respectiva llcenca,
ahin de que nAo acorUer;a o qoe se observa lodos os
das, com detrimento da edifieaejo publica e dos in-
teresses dos particulares.
Pondo de parle estas considerarles aeraos q
5KV ue<'e**0' '"aliwiejliips esl.s tntias
nos
reeom-
commissao oe cmaras munieipaes rte-IvTs d
Oulro de Luciano Alves da Silva, maior relorma 'Hoeiro de Andrada:Htm, mas he as pa- a
do-le I .a Haba do exerrilo, pedindo o pagamento 1 -"" e m,,,'"ro 1"e" cncoi.lra essa resine-1 p
da ..nana parle ,1a gralncacSo de instructor da S*' ""' ""}"' P<"(|Ue "la auloris "' nsfe- I r
uclor da
guarpia nacional oa corle, correspoiiplenle ao lempo
que servio.A' commis-Au ,ie fazenda.
SAo enviados n mesa .">:! requerimentos de irelen-
ileulcs aos lugares vagos de continuo- da ca-a, alem
de6ja existentes; e a Fortonato Rangel de Ma-
do, e ulos de Miranda, mandoo-ee requerer
Karagna
se apresenluu ha alguns meze- com a commis-Ao
do presidenle ltiva-, se os fados que aconlrccm hoje
livessem existido lena sido recebido. Diversas ob-
jeccoes Ihe foram feilas ; oulro 111:1,islro se aprese:i
O Diario de orna de -20 de maio publica o se-
gunde decreto :
Ten-te a cnusiHiiicAn In ipsis ponlilicatiif pri-
mordns, dada aos 10 de julhu de 1t>9 pelo papa
ClesBjenlc IX de santa memoria, reveslidu a Sagrada
CoigregarAo das indulgencias e das sanias reliquias
do peder de resolver asdifllculdades e duvidas con-
cernentes as reliquias dos sanios on s indulgencias,
asim como de eorricir e reformar o- abusos que por
veniura se inlroduzam ne-sas materias, de prohibir
queso Impnmam indulgencia- falaas, apocrxpha- c
abusivas, de verificar as que e-lAo impressas.'de exa-
mina-las e de regeila-las en, virtode da autoridade
.do poHtihre romano, depois de ler aprrsenlado ao
inesm um relatorio acerca dellas, lem-se denuii-
ciailo mollas veres a.dita Congregaijlu de ruHecijoes
de mdulgencias nnpre--,.- sem nenhuma uiitorisso,
(faer eom irateafto criminosa, quer por negligencia,
que espalham-se em diversos lugares, bem qu
sejam inleiramcnle Falsas, apoctFVpase abusivas, don-
de resulla o grave inronvenienle de serem os liis
11, In.'.,,ios un erro e lornarrm-se aspropria- indul-
gencia- objeclo de zoinlmia para os iiiimiaoa da
Sania Igreja.
Por essa razan a Serrada Congregar;ao reunida
ain assembla geral no palacio do Vaticano ao :i| de
marco prximo pastado, declarcu apoerVphas, nudas
t abusivas muras dessas indulgencias "dadas i im-
iressao e toi ,1c parecer que se recuinmenda-se aos
nrdiuarins pJas diaffsea ero que ellas eslAo espalha-
da, a asada observancia do decretes publicados
pete Sagrada Congsegaco relativamente a esle ob-
jerlo.
a Como alem disso nAo he possivel oblar todas a-
eolleccde., boros, faina*, ele. que conlem a indica-
too, e f,.i recebido, visto qu,-|parece di-nicnslrado que quaU.'o'g'v'e'rno au
reprsenla o aoverno de fado a em quanlo existe | ,e llalUra,-a, ao de
o governo de direito dessa repblica.
A mensagem acreseema que um commissario es-
pecial tora emia.lo a Panam para indagar dos l-
timos aconlerimenlo". Novas me lulas para a seso-
ranea e garanta do Iransilo deverlo ser a,(opiadas.
ese u poder cinstitucional aclual do presidente tor
n-iiflicenle. elle cominunicara' ao congresso as re-
commendacoT's que a urgencia dos negocios poder
tornar neces-arias.
A mensagem do presidente foi arompanhada de
um rclalnno do secrelario de eslado da marinha,
que comprelicnde diversas rdeas aos commandanles
da Susi/ucliaiina, Polonia:, huiln e Sanlu Murcia.
O secretario, dirige ao cominodoro Paulding a copia
da declara5.no do capilAo Tiukellpangh do Oiizaba
moslrando a necssidade que ha de que o pavilhAo
americano se mostr em S. Juan de Nicaragua ; pe-
lo que Ihe he ordenado dirieir-se para all com a
fr-gala Polomne. O secretario recommenda a lodos
os capillos de navios da esquadra interior que lo-
quera un Pananv.lem Spinveille c S Juan IAo fre-
qaentemenlc quanlo for coropalivei com os iotrres-
ses dos Eslados Unidos Deesas paragrns. A chalupa
Sania Mareta licara' em Panano em qoaulo sua
presenca ah l'orjulgada neressafia.
A mensagem relativa ,1 America central commu-
uicapla .to seaado, provoco,, nesse corpa vivos deba-
te*. O- Srs. 1.1 itien,i,.n, Masn e Weller lomaram
a palavra. I> capilao Sonds da marinha parti para
Nicaragua levando despachos impoit.lutes.
Moming Herald.
drigues de Ganralho e Silva, e a seus lili,o- reperti-
dainenle, a pei.-i, annnal de 1:0009, em remuiiera-
cAo de seus sen ico..lie julgadu objeelo dedeli-
beracao e vai a imprimir.
lie lilla e approvada a redarco da resolurao, pela
loriaado a mandar passar caria
cidadao brasileiro a Jlo Kbe-
lina, Uuillierme Ewaia, Pedro Guilherme Mexer,
Joaqun, Avilez. e l.uiz Anlonn. de Carvalho.
O Sr. Pre-idenie declara, qoe alo lenda ainda
comparecido o Sr. depulado Neblss, membro ,1a
soinmi-s.lo de redaefio, noineia. para servir em-
quanl ealiver anseule aqu lie teahor, ao Sr. Ilan-
iieir.i de Mello.
Iralo. e o dlscurs
em ,ip|,p,sii;,",o a elle, me levaran,
conira m
justificar
contrato, em visla da- poucas lates, que tenbo del-
le. Eu disse, Sr. presidenle, que uma das consi-
deracoes, que devia merecer lodo acolhimeiilo, era
a falta de esclarerimenlos exigidos .1 thesouraria
provincial, relativamente a cau^Au, e qoe me pa-
reca muilo convenienle, que e-le nroiecln nao as-
ene. quer o ollica queira, quer nao. Declaro que '. sa lacujuslie ao aeteal >r. m.nislru da guerra, leudo cimentes vie,-em a c.-a. A leilur., que arabo de
Sesemneidm Sc?!2 !2S! 'r" r"m'"",aldo "n \ ("et Ao cnn,ri""' me ^' a inda sobre es-
ftr. ? JU "" ;, r""'"' qUe "a ,b**rt Si* it>'- c"nlri"0 na 'io condioao, diz o -c-
desla medida ; m.s nao lenho lal cnlianca na per- guinte lo.
'^!!ZT'!.'lr/^ "" "u,' p ,|';e po**" co,,,ar Eu le"1'" "a ma o ullimo requerimenlo que
e cma aIri 1Z' SS S! *5 ,M ***.* I**! ** "" nel1"- Perio fSmVfSl
exeemar a le. Alem disto, poi maior que seja a salisfarao desla condiciln he liclicia, e prova-o no
confiansa que leuha em um mims.ro. alo posso vo-' raen entender s.iisfadori.menle. P
lar por uma le cuja pratica pode encontrar muilosl Diz elle o secuinte le).
iiicoiiveiiieiiles. Con-la pelo/z,ori. de hoja, qua au existe a cau-
Nada mais d.rei ; creio que lenho sido muilo hre-! cao de olotKI^KKI rs., ma un un, reciba que nao
i-X; CUS*''' ; "a ,P,,h" por f,ra prn,ellar a d0 i e1uivale ""* O". "" eontMiiZdeaS
cClr elle,'e"aS<,," "P""1" """ **" VOl r'lem' *" m da maior cosideracAo. deve er
Jatea!!' maiari aiaaniia. 1. exigida coma maior precaucao, a lianca necessaria'l
a votos e a.tli. ,,"CaM" P'"'"1? he P""o em ordam da garantir a fazenda um. somma nAo Z
a votos e adoptado para subir sanejau iraperi- quena, qual a de .V):00001IU rs.; como he poja-. qe
11.a. Ia assembla pode ler em menos prero. nrirnilta.ee-
En.r a T." ,rmdl'* da Co**ri*ri*. \ me a xpressAo urna considcraco de la S ,Z-
tnra em 5 (iiscus;1o, e he sem deliala iporoTi
a noiti? a rorlarero
",'nha mm*k7mTSSZ ^Hfm ?? P">-iP"'<"nenle, sendo as vetea os cavallos que se
a n,,? c5, ,.Pn l r8 C1"a' '*"* ** "o- qoe lraii,ila,n, pri.pcipalmenle na pon-
a opiio.ieao que por ora tuco ao mesmo : le ,|a Boa-Vista.
^endukdaa>wj^.deracAo Tral nietos aquelles que de-
-'", ,mrno.br"ne'ife o* seus esforr-os para soccorrer a
tantos infelizesje alem das pessoas que cima menc'o-
"a.1..... *-*'ceiiiaremos p, Srs. Dr. Rufino A. de
Almeida, Dr. |Jos Mamede Alva. Ferreira, Candido
l.oho cadete Cnzumba'.coronel l.obo, varios Dspec-
tores de quarleirao, e mullos oulros individuos, eu-
jos nomos nao nos occorrem presentemente, e que
grande parte lomaram nesta obra de dedicarAo e
candada.
Emlim, fallariamo- ao dever da joslic,, seno ro-
servassemos um voto de reconheemento poblico
companbia de arlilice*, aos Irsbalhadoies das obras
publicas, aos soldados do 10.- balalhao, e aos traba-
Uiadorcs do eslaleiro ualcnlc.
o Sr. presidente vizilou lionlem sem appa-
i onicial, e inesperadamente o arsenal de
S. Exc
rato algo
-- Acabamos de saber que Mr. Itobert udereceo
a S. Exc. o Sr. presidenle.um espectculo dado pela
companhia sobsua direre.':.,,en-, beneficio dosorphaos
desvalidos pela epidemia. As almas bem formadas
e piedosa jamis se esquocem plaquelles que j.zem
na extrema miseria. Mr. Roberl unto mais ao seu
nome um tropho de l.enrAos dos Pemambucaoos.
A cerlns mojos moradores na ilba dos animaos I i0'"x 'hesouraria geral ; o mes,,,o J linha feilo
de que goslam os gatos, avisamos que se cohibam i '"."'[' seunrti,-feira a respeito da casa de delencAo.
dosjogos prohibidns e depiavaces cm qoe passam e P'oceiimenlo e ooIros actos em qoe se revela
da e n ule. M.?.is um pouco de alinelo para com cJ'rT, JUS|'C de accocibilidad do Sr. Ma-
as famili.s all -.-esideiilcs, pul* que nada ha que os ce?' ""> "ao granar.doinuila sympalhia na opi-
isenle de guardarem o decoro devilo. Deixem-se "ia Publica.
de invadir es sitios alheios pera desinquielarem as -. > >,*; i,*L'~**w--
virgen* que por nhi exislem. n "*'T*^r*T"^
Acham-se entre mis os disliactos mdicos Srs. i ,orr!!^.em"S "" ,c,a"le >*"}' com data de 9 do
Dr, Oilicica, das Alago.,., e l'irmino, de Goianna. T^Vh.^fil". "",'""". aJ,er,.0fa "". *** '"''
do para passar a :1a,
senado, permillindo
o piojecio n. fde 1850do
irmandade do Sanlissimu a-
la pelo peliciouario, e que convem esclarecer, por
que be relativa a um ponto essessial ,|o contrato
Pois nAo sena conveniente, que a Cata ao menos -
As reformas nos estados pontificios.
O lini das reforma dizem .|ue he perm,|lir que a
Austria e a Franca retiren) -a tropas dos Eslados
Nao querem ver quejicnhuimi refoima u.
PHIME1RA PARTE DA OKDEM DO DA.
Transferencias de oflieiaeasuballemos.
Enlr.i em lerceira disco-sa o projecl.....> ,,e
1836 do taado, ntoriaaodo o aoverno. por lempo
de um auno, a Iraiisferir de uns para oulros enrpos
e armas do excrcilo os olliciaes subalternos, guarda-
das purcm as dispo-ices do regnlamenlo d* :|| de
marco ,ie l O Sr. lbetro de Andrada :Sr, presidente, de-
vo uma resposta ao nobre ministro de estrangeiroa,
qoe hontcm conlesloe algumas proposieoes queapre-
senlei da encoulro as disposirop-, do projeclo.
S. Exc. disse, que o decreto a. 772 ,le :ll de
niarj de IHol prevena complelamente lodo- aa in-
convenientes queeu havia euconIrado n projeclo,
porque IX ri do memo decreto se depiehendia, quri
os olliciaes nao pudiam ser paseados de urnas arma-
para oulras sem lerem a- lulnlilace, precisas para
se reali-aiein mesmas passaeeus. Mas se assim
he, eolio he evidente lambem, que era completa-
inenle destiecessaria, guardadas as prescripees la
lei, uma1 oulra qualquer legislacAo. alem donella
que ja exista ; poique, se pete decreto de .11 .le
marco ja o governo, uma vaz qua ayardasse o li-
mite das l.alnlilaris denle ou daquelle ollicial, se-
gundo o maior un menor lempo que linha esludado.
podia l.izer islas Iransfereairias, para qae npp\a le-
gislacAo para aulorisar aquill,. queja est aalonaa
do? Eo conlio moilo na inleiligemia do governo
lilo-lrarap,, para cppiuprebeuder que el!
Substituirn dos presidentes de provincias.
Enlra em di-cussa a preferencia e"lro os projec-
los n. -2 e I i de 1851, providenciando sobre a sul.s-
liluicAo dos presidentes de provincias quundo haja
lalla ou impedimento dos respectivos vice-|,residen-
tes ,e em seguida a primeira discossAn do que tor
preferido.
O Sr. Diai de Can albo pede e oblen permissA..
para relirar o seu projeclo, (cando s o seeointe, n.
II. da commissao de constituido e poderes, que en-
tra rm primeira discu*sAo:
" A assembla geral legislativa re-olve :
o Arl. I. Na falta on impediin'iilo dos vice-pre- uma vez
sidenlcs de provincia, por molestias ou por se acha-
ren distantes da capital, sera'chamado a exercer o
lugar da primeira aoloridade da mesma provincia :
I.". o presidenle da relelo do ditlricte onda o hou-
%er 2.-, o chefe de polica ; 3., o inspector da
respectivo thesouraria.
p< Art. 2. Fallando as referidas autoridades, orcu-
parei| presidencia o membro mais volado da as-
sembla legialaliva provincial, e, na falla ou impe- ..
dimenl- desle, o que s^ -egoir n. ordem da volelo I -I" em algim:
c que mais prompto eslxer. | ,iar quc ,
i Arl. :l. A autoridade ou membruda as .------necessaria qoau
do nosarligos 13,16 e21 do mesmo contrato, se
tornam os conlraladores reponsaveis por varias
n mis-oes na execucSo do r ntralo '.' Ora, se ha
essa res|vonsabilida.le. se ha e lia ohrigacao da parle
dos conlraladores, qual he a garanlia, que lem o
governo, qual be a garantir,, que tem a provincia?
1 ma garanta fiel,ca, uma garanta noli, uma ga-
ranta a que cliamare far,.(asraa. romo o nobre de-
pulado chaman ha pouco i is razoes aprsenla,la- em
i. m-la-no- que ua altura de Po-Amarello de-
r.i a cosa um navio; nao aliaiieamos, mas corre
por cerlo.
-- Hospital da earidade, :i de Jalao73 doenles.
Ale ainanliaa.
Jl HV DO KECIFE.
7 de, julho.
Alejandre llcrnardino dos
Tnh Diurnamente apparocdo a bstiga, i
com um caracler benigno. nanlo ao mais alo oc-
correra novidide alguma.
&0mmnnicbo&.
Presidencia do Sr. Dr.
liis r Silca
Promotor publico, o Sr. Dr. Antonio l.uiz Caval-
canl, de Albuquerqur.
Eserivlo, o Sr. Joaquim Francisco de Paula F:le- .
ves Clemente
Advogad
estillante
THEATKO DE SANTA ISABEL.
i ompaiihia de evt-rcieioH de eejniUbrisna
raadb .1 llric a de Mr. Iti.l.r ,| e ne_
leve lugar no dia O do correnle o primeiro esper-
tlo desla r,,i,manilla. K
lie. Anciosos esper.v.mo. ver o nono patricio, o joven
o, o Sr. Manoel Jos Marinho da Cunha, I Bl""lulv """ Poblico suas ligei.as evoloces e
.. doquarloanno :a Faculdade de Direito.! c10,lll)rios de furC ;e pfazer immen.o enllmos por
Feila a chamada as lll horas da manhaa, acharan,- i ,er'luc ess J0*'" >'e z hbil n.ssuas eecoc,t,.
prsenles senhores jurados. "e" <;Omeco ao espeetaculx as liaeirezas de mAos
Foram dispeiisdus da sessao. c relevados d.s mu- SruT ,,"zr",n'1m;,.', P" Mr. O-veaex.
Air. Koh-.l, de-eando vir Pernamboco. nroeo-
rou eonlralar um bem rhimico e pbxsico ; a, depoi.
las em que iucorreram nos dias anteriores, por le-
rem .presentado altela ios de molestia, os senhores
aguinles :
Major Filippe Uarle Pcreira.
ile Albuquerqtie.
opposp;Ao a., mesmo coi.tr ato. Ainda, Srs., he tora Joaquim Ma.inl.o Cavalcant
de dnvida, que a governo nAo pode por um contrato Jos Joaquim oe Miranda.
celebrado com parlicular,;, alterar disposic/ies legi'- Foram mltelos cm mais 203 rs. os teaboret Ju-
labxas, que clln eslahel ecidas nos estatuios de uma ; rados ja multados nos anteriores dias >le roslo
companhia approvado por elle mesmo, as quaes
re adoptadas n;",0 podem ser revogadas por
ia simples escriplu, de contrato ; na qual pe
le vencer muilas diflirul tades, algumas i arim.ir,
visla impottiveii, pode f.zer es-e contrato com Mr
Devcaux. un, dos primeiroschimiros de Pars e oro'
fessor de ehimica u'ora collegio des-a cidade.'
Applandi.lo em quasi todos os thealros d'alli elle
aaperava agradar ao poblico pernambucano e nA,.
contrario (eraos obri?,ar.i de vigiar pela o'b-ervan-
cia das |-s e ila- pli-,p,,5isr,es dos tnesm. oatatato,
em qoe -e prohibe ,n 4 Ir.nsaccots e Iransrereneia-
de I,tul, s pela ma noiru porque se elTccluiiu a cele-
bre canija exigid pC| ronlralo.
Entend, pois r,ue sendo por conseguinlc esla ga-
ranta nenhnm a. e nao .llerecendo seguranca
"V'or da provincia, a cara devia lomar
con-i .erarao, e pelo menos aguar-
mi-a,j. examinando a- allegacoes.
,,! Abarla a se*sao pelo loque de campaiuha, r,,i con- ''"" '""' rrl,,s ""'''dos, pois esse publico o vic-
ir plazido i barra d Iribonal do jurx. para ser julga.lo, I ,r'" ', """"e"1" a "'omento. Soas saaacidadas
o o reo preso Jos Francisco Klbeiro, acensado por rn- 1 ?i Ji\ .?. *'^*, m e'" elr'",no, e conqoislaram-
11 he Nora c gloria de que al hoje i,3o ha rindo a
Pernemboeo nenhnm oulro igual a elle em pericia
artstica.----------
me de homicidio perpetrado n
Arruda Cmara no auno de IS.",2, lando o mesmo
reo por seu defensor ao Sr. estodanle cima reta-
ndo.
Foram sorteados para COmpur o rou-clho do jurx
de senlenca, os seguir,le- -ni,oles:
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
l.uiz. de Franca da Cruz Ferreira.
Bernardo da Cunha Tcixciia.
SilverioJolo Nepomoceuo Basto
que, nal lermo. des artigo* anteceden:. oceupar a
presidencia, celera' Iramediatamenle o ,ogar ao vi-
ce-presidenle que se apretentlr, ou aquello a quem
pela ordem que a prsenle le esl.bcloce" primeiro
loque esse cargo, c para lal fin comparecer.
Ficam ravogada* a- di-posice, cm con-
seus K-latos Muo no dia c,n elle v" esla \Z.*Z 5iJU". novT *" ^'^ "' ^ i ^""
cAo da lei, que votos votar, e he a -eguinle Pr-la 7" ?-"r,'"'r"'* "' '""i Onconcelloi.l.uiz
le. lica governo autorisad. a passar. por axem- ""'w f'"""; JJ 'j "' ''"'''o. a
po, ofltreade eageaharia para arlilharia infanta-1 I" IWl"ro ,le "'diada : Parece-me que a
rio ou ra\aliara ; quando o governo julgar conxc- : ""'""'"' """? (io Pri,l<-'clo em disciisslo aprsenla
nUule. toma em offleial qoalquar deenoenbarraa ^,'2,,,,,en,en,e\*"0 fom" Pe' noiafMskr
passa-o para aililhaiia, para ravallaria ., para in- 22IS f '"'"," rf,"" ,*"al ?eJ>t conveniente c sem refoima de nenhuma especie. I r
torca armada sullicienlc he uma neressi- l. o....
em social. Digam-nos
,l,i : da or,t
Franca c ,1a Auslria se amanhAa
exercilos?
qne sena da i
licenciassem seus
icionario, con, referencia a ella, dis- Thoinaz dc Carvalho Pac- de Andrade
sipas-sec-ia dovida, este recei,, be,, ou mal funda-1 Antonio Manoel Pereua Vianna Jnior,
do, e emill i--e o sen parecer a lal respeito. I Joaquim Jo-e de Soo/a Serrano.
Senhore-,, jaque queremo- approvar oconlralo, aalJote l.oncalve- da Silva Ha-tos.
menos api aiovemolo com certeza de que elle ha de ser I (ienuino Jote lavares.
cumplido ,,lo be, coma rcalidade de lodas as con- Florencio Domingucs da Silva.
ler a torr^i armada necessaria, e em quanlo a nAo I.
ver, o dever das grandes nacfiet calholicas. assim da- ,
pois romo antes ,e lodas as reformas paaaiveb), era-.
fornrct-r-lh
pM da indulgencias .ha.iz.as, "fal-as e anocrxoh< KiS ''C ''"'* '"" l"e,""V,",lom "e se ,,evp
nm prohibir por um denoto especial cada umd;,: ^f'!11'.1"'1'1' qaelles qoe venham a apparecer. S. S. rosso aenhnr
o papa Po IX na audiencia de ii de abril de ftSn,
eouiirmaiido dc sua autoridade npotlolica o narecrr
preliminar dos cmitientissimos padres, desejanrto
alen dista, que lurte o que respeii so ineslimavel
tliesouro das inriulaeiicias seja lulo pa e siuila-
meiito e sem alteracAo, m,te,ion que pelo prsenle
decreto todos os ordinarios I .--em exhorlsdos na
medida da soliciludc de que devem otar iocess.nle-
manta p-ir o hem do lebanho do Senlior, a vigiar
no somenle para impedir quaiito for possivel a dif-
fiirio dessas Indulgencia- falsas e apocrypha'.e apar-
l.i-brs das Batea dos liis, ttate tambem ainda para
que se ob.ervem os ahilares derrelos da Sagrada
t.ougregarao, piiur,plmente aquelles qoe tem rela-
co cota a poMicacao e impr s-ao das ditas indul-
Essa nece-sidade nAo he por lano parlicular
Estelopontificio; oque Ihe i. particular, *m*\SS^SZZHmZ:'~~......" """" I P>vioeial maia votado, salv. ,
Ora. desla Iransfereueia feila pelo governo pn- : "-".Para o circulo que conliaer r
ara.es ileavantegene aos mes,,,,,, o'li- 'T l"""^'"'1 "r o s J
dencia da provincia, no caso ex
lem resultar
ca- : eni arlilharia. inleolaria c eavaUaria o nofca
asi
depulado
zer eslabele-
aipir numero da
hslituto a' presi-
diccoes e ugidaS para a sua eiecucao e elferlix i.la.le
mas nao o Tacamos sem que, ellas eslajHn satisfeilat,
ea pro vinciasiilcienlenianle garantida,p.ra que nao
sa_cced-.j achar-se completamente illndida por occa-
siao^de esigir os (i:0O(KO0l) no caso de inobservan-
cr da parle dos roulraladure*.
Elles podarn por si s offeraeer haslanle garan-
ta ; mas se nos contratos ealre'oa particulares, lodas
s caolelas ato parmillidas cm direilo, quanlo
mais naquelles em que o governo he um dos con- i lo senhor do enaeuhoT Aginar, de nome
posto no projeclo.
dbeuttlo pode-se ,
tenrias_ parlirutarmenle e .rerpeto de 19 de janet-
% de I"."*, approvado pelo papt Benedicto XIV de
sania memoria ao*2K d.> mesmo atte, o qual heAS-
>im eeircerbido :
o Molramlo a ex-pericnea de lodos os dias qoe
muilis cnncestOe genes de indulgencia- Au expe-
didas *m ciencia Saeradi, Congregar.-,.,, o que
lie nm tonta de numero;,,- abuoa a desorrtens de- vii'' Pre,,*xl" dehaixo do qual loriamos o direilo
poii de le maduraroecito dajiberado, declarou a '(1'" *"'*P,'l,r "'"ros projeclre,. 'l:n\rer<.'
,,-iesma qoe que para o luluro obtive-em same- i mn ,
thanltr conce?>"a)9 geraes toiera obrigados.sob pena i
Se esse meio he hoje impo-tixel de achar-se, lo-
me,,, c revoior.io e a hereda o seu partido, a Franca
a Aottria ficarAo em Roma, lie saneara ellas ao s-
meute um dever senAo ainda urna necssidade. De
uma parle, leda a revoluro no Eslado ponlilicio varia
retumbar entre ellas, e da nutra seus sudilos ... I holl-
eos nao Ihe perdoariam jamis o refusarem au i-
garin de Christo o apon, e proteccAo que Ihe devem os
chefe* das naiaics calholicas.
Domis nao he manifest que a Austria tem um
interesse direclo c inmediato em preservar os Esla-
dos romanos de nina revoluro que porta em foao
toda a Umbardia e loda a Italia? E deoulro lado que .,
pollina aron-elliari Franca a detVer Boma em anlorisacln
quanlo a Au-li ia oceupar a legaroes ? Astft a Pran- ," ,1HT\
>;a pe.manerei.i em Roma em quanlo a Austria Ii- ,;.,
veriimpo no Eslado ponlilicio; a A-lria ahi lica-I ..'i,
ra en, quanlo uma rexoliieao for para temer, e a
revoluro sera possivel e al prevavel em Roma
como por toda a parle cm sciuelhanlas. condices em
qua ti U."o governo pontificio nAo livor exercilo*. Re-
formas mais ou meuos liber.es nada mudariam a essa
situarle e allega-te para impor laes reformas seria
ro de officteea he molla meter r|U, en, engei.i'.aria ; I...',"'" ro:: ~Na '
tema-te um oOicial ,1c engenharia, eavia-ta-n p- ,'. ,
ra oulro corpa qualqaer, lira esle oflicial prejinhc.,- nr ,,'", "''"' ,'i'"e"1 '"-a a P->'avra. e posto o
do em sua anliguidade. I as o iiic.uveuieiilu da le !K "dis"u'i,,' -"-'''e :inl,rova'10 Par'' P"sar a' segun-
de marco, eis o qo
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Joaquim Feliz Machado.
Os quaes prestaram o armenlo em voz alia so-
bre o livro dos Sanlu- Fjvangelhos. e lomaram as-
enio nos seus respectivos lagares, reparados do po-
blico.
Depois de prestado .lito jaramente, fui o reo in-
terrogado, e etn seo interrogatorio dise, que anaco
de Arruda, elle ouvira diz-rler sidoassasi
O seu I ambo nn n m-nino do ar, agradoo moi-
Hssimo aos espectadores ; soas i .ellas e diversa po-
sicftes na corda, suas avolucoe e equilibrios nassa-
ram alem do que esperramos ; e esse noneco qoe
apresenloo desconcertou inleiramenle aquellas nue
tullo atlribuem a mesa, pois que se aehava s-W na
corda l.ainha. *
A desapparicio d.s do.vjovens, que J|r. Deveaux
encerrar, denlru do cesto, tnrnnu o pul Meo exlalico-
e anda mais qo.ndn pela detonarlo da pistola um
dellas reapparecau na pial, de peimeio com o es-
pedadore.. Cao-1., a-panlo e terror este eiercicio
nunca visto aln aqui entre mis.
A qoarla parte contou dc exercicios de forra.
de ligeirezas de accAo pelo nosso palricio o joven Bi
lqoi. Ooem se lembrasse da. enc.nladoa. noito.
que este joven nos proporcionou no Ihealro de San
francisco doeando na corda, ora lesa. nr ",
as mais d,ll,celspo.ic6es, na verdade que astenias
anl-mAo certo da bella cxecucAo por a|T,d,o,
parle que Ihe hoo.esse de c.bar'no espe^ u.l"
SEO I N
Enlr
que ulo se ochava no decreto
o nobre ministro por -cm duvida nAo poder.', de
monslrar, que aa ni', do.
O nobre minislio, por c.xnnpln, pode -segurar
pela coulianca que tem no- movis, que han de di-
rigir seus actos e de sen, coMeaas, que elles nlo ta-
nto latO, que nao osarn <
fleial algn, ; poreu, con, loda a -oliclude quo
ma a materia da cmara pela dunr.io do a
mini-lerio, nem'este nem a maioria da camar
dea aegurar c--a durara,,, a permanencia A C1" ''"' as providencias que a san,le publica reclama
DA P A HTE I JA 11H i IE M DO 111A.
Falla du Ihrono.
.. em disctalo o projeclo de reaposte a falla
uo enroo.
/l-c-se e apota -o a tegointeemenda substitutiva
. au ." paragrapliu :
etcesso de Ir ,./ :
pez que se lizer. qi
ment de so.i p-iric
que .anaci -_ j_. k.,,.. a. ,,u especlacoln. O
Sainado pa. C" "a '"' d>'areola,, ds praloj ; d, ,
FuAo de lal *TZE*^j!r\2m d? ** ob'iveram
provincia, I Ccenla, e que o execulor do assassinalo tora um Ul ,! n equilibrios da aspada ata
orna im- i Jos Francisco Itibeiro. e nlo elle anonado, por iss J. *ranl a"ln,r;ir publico ; m,s ,ind, pa.
los .V):0003. que rulo ha orna ai Mari, na Ierra ; date tambern ,tbC,v!1'1" o prazer de ver e-se joven
llar no ronque nlo condeca ao tal Jos Francisca Ribeiro, e *"*""".r *0,"e ''"te, e depcs em om dente, uma
gran.deira franceza de bstanle peso em perfeilo
equi.hrm. .Nunca se palenlc.ram ao nuble, n.
que administra, e quando ellos sao de
portaiicia superior : I por quanln alem dos
que os mesmos conlraladores devem itepr.
fre provincial, sao elles respornavei por lodo o nAo sabia de sua morada.
e ainda mesmo por loda de- Fiada a interrogatorio, fez-te a leiturade Iodo o '''I'"'"1""- ^nnca se iialenlcaram a poblico per
ando no caso do nAo cumpri-1 process, e, depoie da mesma, Je. Df, joiz de di- """'"r'"0 ejercicios desta ordem, novo* rnleira-
governo lixer de ronlinuar [ reilo, presidente do tribunal do jurx, dea a palavra "
ou
iin-
elna!
por si ss obras
quanli.s que di
desla omissAo,
dar-se ?
Alm disl,,, tem
faite. Srs en er
con ,
;quem garante ao governo a ao Sr. promotor pnlilir para facera acriKarfu, ees-
der ? aonde a a-irantia, no caso I lea fez. e moslrando a- provas dc- auto-, pI-sW e..
uern rlirn he mpossivel i o reo ncorso na penas do artigo l!l:> do cdigo rn-
minai, c pedio a condcmnacAo uo g,;,o medio do di-
para mim o contrato) maior da-
lendo, que qunndo o aoverno li-
atle, nunca se deve abrigar
o'll .
que
lite o Irnij.M cu
Ou.'in i.pp. diz, pota, .
a- mos de oulro miaba1
. mesmas ditpotifOss ,[<
inslro .la guerra, que rslou certa nA
ine.lida ? Enilini, senil .re-, o inl-
deve ser lormular a le de IhI mr
au me.nor numero possivel de aba* \
mosiia |M,-,bili,lade de abu
volar por ello.
Insisto porlanlo em volar ,
ella rnnfera ao onvernn o arb
ciaas d engenharia para a, _;.',
ranlter.*, nf prelaiflr.-lrr
meiino nrx Beni veocimenlo
lo esl
do mi
.cede esla ,
i aotorvaa
" No meio paren, desle doloro-o tentiineulo, a ca-1 eeT contrato
mera reeonheca com salisfarao .. zelo esclarecido i pe-* despezas. qule os conlraladores lizerem
co r, que o governo de V. M. I. se Iciu empeuliado | veni ""'es fazei-.e aquillo a que vulgainenl
que
e ao passo que considera com -ubi
apreeo a cora- I obrign a
gein e resignacAo de que cm geral deram provas as j re* com p,
povoacpies alocadas, a cmara se comprnz de a-sellar jeilar-te a
que nao es- t(,m 1aS|eniunlio do publico reconherirnenlo
,, to.ll rT. mi
i., arligo,
nada a acrusacao, o Sr. joiz de direilo deu a pa
lavra ao Sr. advogado para lazer a deleza do reo, |
ron- a e-le a deduzio. dizendo que u reo nao linha si.tu o
rl,- ( autor da inorle, que nos autos ntio existiam proxas,
se! e peoio a ..I.-alxirAo do mesmo roo.
la- lindos os deb-tes, o Sr Dr.juiz.de direilo pe,-
-ii- ; guotou ao jurx p|e senlcea se eslava luflirtentemea- '
atisTat i-las arbilno dede-. Por quanlo le esrl.recido pata julgar a cansa, v. como se dreidisse
o resoltado, he laati tempre prejadicial a pro- pela allirmativa, o Sr. juiz de diicilo, depois de resu-
mamos eropreiladi ; he me|l,r que o goveini
janliim fliado pelos cutral -
rrjirdo pelas despera, do que
o abosar desla
lio do legi-lador
do, qoe dc lugar
os; desde qne se
r da lei, nao devo
de consol.cAo e conforto
ir O elfeilo dc lal proccdimenlo, cultor, aln es-
pnlra esla lei, porque i (An para ju-lifu-ar a Justina rom que a historia tem
Irlo d paar os olli- de conis;nar o aiignsln nome de V. M. I. entre os
nfanlaria e I monarrhaa maia macuanimna do mondo. Paula
.ia nt intioAVoitide f \ r fe lem a palavra contra o projeclo os Scs. 5a "Jo
rair a materia d accusacAo e da dtela, propoz ao
mero-os actor de caridad e dedicara de que V. vincia. .......... .,,..., ua .ic/.. proiio, -.....- pav-
as. I. den o mais admiraveJ exempl... pcnelrando Diz-c. qae c. s.lisfa.;., .era resolvida por aibi- J"r> as " o all"ruCAo
as enferm.rlas con. risco da propria vida, aproxi- j tro-.mas l......s ,, sal.,nos, como essas cusa -o fa- C'mselho, toi este condatidn .^ serris ,ia con- lesa.avam......
mandd'-ee sem dislinccAo aos enfermos, c inspiran- zem.islo he.todos i, hemos que por m.i Ilion 20 con-1 'ciencias s 2 horas da tarde, donde voltea a- > ..
o-lhe a n-ressaia roragem com palernaes palavras | tos de reis.do- col res pblicos, arbitros naoq'ie-iio- com sita reapottet, que frm lidasem vz alia pelo
nam e procoram ordinariamente deempalar cm fa- P''s',irnle dojorj de enlenra, em vi-la da rnja de
vor da parles n,ie nelle se louvaram : esta lie
fado, em resultaste -,.|| ern os eoflrea publico*, por
amor dos nlerala p.rlicnlaraa. Sonliores, hre
conltalof, de4a rlrdem utou mu,t.. provenido ; ain
ila rrie lernl.r., i [aquelle qoe toi celebrado com os
MUT1ISD(J
proprielarioj da
machina de retinar ataacar, c-iate-
o. oSr. Dr. juiz da direilo, presdanle do Irib
nal do jury, publicou ua enlenra. absolvendo .. reo
e roiidemnanda a innnoip nidade i^is rnsla, e lo-
vanlou :i carrujo, adiando -a par:, di -a?oiiila a
10 hnra- da mnnhja.
.Nao toi so a vontade de dizer bem que noslevou a
laucar-mo da peana para iratar desla comp.n|a
ma s.m e nicamente p.gar a divida de r,ue he*
crednr e mrito. '
A;u.rdam-ns para o segundo cpoclaculo em
que leremos de apreciar o tlenlo inmenso da jx,
fluminense, que t.m brilhou enire oda no aneo ,1
1838 no Ihealro de San Francisco.
r". filis,
o JORNAL DE SRBGIPB.
nv,.ramos aos no*-.is compre vlncianos aqu
exsteiile- e Ibes apresen!-irnos a idea da crearan
re um jaro.I nenia cid.il.como erga,, de nosa pro
-.sa ocea.,,1,, oma allorucAo.
corm. desejavamos o nosso
peo-amento ma- sendo idea abracad, e hoie nu-
blie, maula .luda, no. compele desenvnlve-la eom
manir amplnlao, p.ra que evitemos as objecroes aoe
se nos no*s.m pro|,or. ^
A provincia da Sergip, posando s pronor-
c/,f de qae nozain mulla, o.tr... faaja rom Indo um
rommrein euunlaao com a Rabia, e j se te ,|i
lancando para com e'.ta prrtvin.i. Rk, fle Hnt.
rlev.do nmcemente a oa fertilidad
A soa priocipal riqueza coosisiia" a airicollora,
-


.
\
cuja eiporlac,an de assucar para eitas provincias era
consideravel, e nao erramos em dizer que. compa-
rados os recursos de que ella dlspunha com os das
de miis provincias, nenriiima Ihe era septrior oetse
ramo tilo importante.
Mas hoje o que arcontece? lie que, alm dos
grandes obstculos que privavaro a sua marcha na
carreira do progresso, se Ities janla o seu uoico ar-
rimo, qae ngauisanle Ihe apoola para o abvsmo.
Sea coromerctq sem vida, por que sua m.li de ha
inuiln irr.leceu o sea calor ; e lie assim o seu esta-
do actual, o quadro miis triste e medonho que se po-
de imaginar.
Convinha, portanln, I.incarmos nulo de un meio,
em que, pedindo ausilio, podessenos alcaucar o
necessario para ana snlvacao.
Neohum mals proficuo do que a impreosa ; nella
o* bradot, quando justo e repetidos, sao oovidot e
atlendidos.
Sergipe nao lem um jornal digno de i ; o nico
disiente, alrn do seu pequeo formal", npparece
duas vasas semanalrnenle. e occupandose com o ex-
pediente do goveruo e das de mais repartieres, para
maia uada resta.
A eiperieucia mesnio us lein moslrado que os
jornaes iiaqoella provincia pouco teem de vida, e
quando surge algum e conta algons clias de existen-
cia, he preciso que tenlia a protecc.a"o de um dos par-
tido poltico', e claro rata que, em vez de ser ap-
plicado a um justo lim, ja se tern compromellido a
sustentar at ideas daquclle lado, que seodo ioduhi-
lavalroente filhas da pauao, elle espira, loao que
ella se aclia acalmada.
Viuda mar> : a importancia de um jornal nesla
cidade, que se occupe dos negocios de Sergipe, e
por demais reconhecida.
Suas relanies para com a curte e para com as de
mais provincias sao assas demoradas, e assim com
mais promptido seu estado e ludo mais ser contie-
ndo e avalado *
Tambem he iunegavel que urna das causas maia
fortes do alrazo de Sergipe he a poltica, donde par-
tero as odiosidades ue seus lilhos, porque infelizmen-
te alero do mal que a >oliiica Iraz corosigo. iccresco
que naqoella proviucia serve ella para satisfacer os
caprichos de cada um ; portan lo, ha precisan de um
juizii recto e imparcial, que busque cen-urar os ac-
tos mos, indicar, louvar e defender os bons. N'esle
assumplo leamos rnuitn que nos iiemorar. porcm
aguardar-nos-hemos para quando podermns dispr
de mais alguraas columnas, que eniao pediremos aus
nossoa comprovincianos todo cuidado, lodo escrpu-
lo e toda imparcialidade para com a \indoura elei-
i;ao primaria, pois he della priucipalmcnle que ema-
na a felicidad das provincias, quaudo he feila com
independencia e justica.
, E sendo justamente o seu estado de miseria, como
acabamos de descrever, sendo t.iuil m a nossa pro-
vincia fertilissima, como os seos productos u altes-
tam, e estando liualmeiite privada dos recursos de
que deje precisa mais que nunca, poderiaracs, a nao
serios filho rebelde, que desconhecesse o sagrado
dever que para com ella cntrahimo< desde o instan-
guardas narionaes sao vadios, e que a sua insliluican
he meramente loioosa'! Nao fa/.em elles o serviro
da ronda .'(Juantos Uros por ventura nao teem elles
evitado .' Para que lana ingralidao, para que tanta
deshumamdade >!!! *
Tenham pois mais indulgencia para com os seus
caixeirqs guardas naclonaes, .lim de que nao deem
o exemplo di maior e di mais grave injuslica, que
e pode pralicar. E aes ineus comprovincianos que
pertencem a mesroa arma que eu, o que Ihes peco
he que conlinnem no mismo lelo, tenham a mesma
exaccao na observancia dos seus deveres qual ale ago-
ra se lem visto no en servico. Quanlo mais forem
speras as suas circouislancias, quaulo mais drOicil
f*r aquella trio e aquella dedicado e pontualidade
que devem ler como soldados da guarda nacional,
tanto mais valioso, eminente e nobre sera sea pro-
redimenlosobrrpassando ludo por amor da na-
tria. r
He urna animaban que Ihes dirige.
t'm of/icial da guarda nacional.
BREVE RSPOSTA A SRNHORjNBGOCIAMTE
Leudo o Liberal Pernaiiibunmo de 26 do cr-
renle me/., deparei com um arligu assigoado.I m
negociante ;quiz leso responder, o laucando Dala
da penna me dispuuha ocre ver algumas lionas
para este Diario, quando um momenio de rellexao
veto suspender a penna, e eu liesilei ao ponto de
desistir entilo da empreta.
Agora, pnrm, que sou instado por algumas pes-
soas interesadas pela conservado e prosperidade
do Maul fio Acadmico, recorro u imprensa, para
justificare pensamenlo dos que confeccionaram os
estatutos que o regem ; visto que dizem correr-mo
este dever como primen u secretario da commissao
directora.
l'ermiila-me o Sr. negociante que Ihe diga, quan-
lo sorprendeu-me a leitora do seu escripto ; nao
pelo eitylo que minio n,e agradou, e tanto qoe nao
posso duvi 1ar da illuslraco do Sr. negociante ; mu
somente porque cometa estranhaudo, que o Monte
Po seja urna sociedade composta nicamente pelos
eslu taules da Fuculdade de Direilo desta cidade,
segundo deprehejidc do capitulu primelro dos res-
pectivos estatutos.
D'aqui pois eollijo, qoe o Sr. negociante nflo quer
que um estiidanle que esleja as circumstancias Ou
capitolo secundo, art. 2, leona orulho ; esse amor
proprio inherente a natureza do hornera.
Acaso nao reconhece o Sr. no;ociaot< que a
Monte fio foi fundado por acadmicos, com o unico
lirn de sub-idiar os acadmicos que precisarem de
sua cuadjuvacao, ou poroutra dos lavte que libe
ralisa o art. .'!, do menino capitulo segando '! Nao
sabe o r. negociante, que o Monte Po lem atra-
vessado mais de um anuo de etistencia aempre com
vida, e que nao obstante soccorrer a qualro eslu-
dantes acliialmenle, anda lem um capital da re-
serva capaz de sosteota-lo por I do esle auno ".' Diz
loesmo o Sr. negociante, que leu os estatulcs de-
pois de os haver obtido com difllculdade ; eu creio
em suas palavras, pois que sao dianas de pleua f ;
mas nao acredito, qoe o Sr. negociante encontrasse
DURiO DE PEMAUBUCO SEXTA FUI .I D juho fl iKb
CONSOLADO PROVINCIAL.
Hendiinenlo dodia 1 a 9 ... 26:!.70.;K0:t
dem do di. 10....... 1:.mJ7l:t
:55tt5M
SRotoimettto %c pinto.
O hiale NARCISO chegado do llio-tirnndedo "" t)oem <* ttlfto da l do cor-
lorie, c entrado por franqua neste porto, tem de i ren|p'lu1r*loV > Mi*, dirija-se a ra da C--
'guir para llaeeio rom a m.nima brevidade. e no- e,a Kee,fe n' 1oe "'""" com tatm ,'-'u"
e po-
dera' recebrr alloma carga a" frele, e isso rnuvier .
qnem pretender rarresar poder*' eniender-se com
Aniorim Irmfuis jj C., ra da Cruz n. :I.
; um com as proporr navios mhidoi no di 10.
Em commissaoBrigue barca de guerra brasdeiro
Ilamaracao, commandantc o I. lente Pedro
Thom de Castro Arauj .
Riode JaneiroUrigue brasiteiro Mara I.uzia,
capitn Joa da Silva lloraet, carga agurdenle e
mais genejos.
Com
'oros fraii*
frt&fd.
a)W
cala por Tenerife o \i>\>>
ra da Cruz
Ionio Pedro das Ncves, on na ra do Via
ra o
"> ii..).
io de

aneiro
o presante e pu-; Msgue em poucos ilin.S por ter
('0111
le de nusso itucimenlo, uos conservar calado, dei-
\au lo assiro de ajunlar com os nossos innaus as nos-1 ~V, "V'*" *-"v"*-
sa. iraca, forc,,',, e reunido procurarme' rom- 2^SSSS&SSSZtZZE!*****
per esse negro veo que a cobre ? Por rio que ,""'" qUe a 1"'"rcm benfica.
no. i v i ui no que | Assim pois parece-me, que o Sr. negociante n.lo
Fallaremos agora sobre a sua realizo, visto qoe '"'- ?Jta r"io' ****** 1ue u '"<"" 'a
sobre a sua utilidade jamis pederemos ser co
lado. i)
Ue verdade qoe vacillamos em apresentar a idea
6m queslao, lemend > -menle nao alcanr-ar osmeios
para sua execuc.l.i. porm o nosso coraran nos pedia
que a manifeslaue, e qua conhecedor de seus n mos
uos afHancav.i reinar nelles o mesrno amor, a mes-
ma dor e o mesmo lulo pelo lugar que os vio uascer,
por isso cedemos aos seus rogos, e afoilameiite salis-
lizemos a sua vonlade.
-Ueunimo-uos, romo i dissemos. em i do pa-sa-
dFmet, com os nossos patricios, e reconhecemos lo-
A*t no* a utilidade ; porm ergiieudo-se duas opi-
nin em contrario sobre a sua realisacao, e nao po-
dendo ellas prevalecer, por quanto hvendo apenas
receio, nao ueviamos desanimar, sem procurarmos
os meios precisos, e enlalo deliberarnos em commum
eoinmnnicar e pedir o auxilio dos nossos comprovin-
cianos em Sergipe.
Digamos agora duas palavras aos nossos compro-
vincianos impela provincia.
Se se acha oeste p a crearlo do jornal nesla cidade
he de vos smente que depende a sua vida ; vossas
assignaluras e vossos oscriplos abriao a sua exis-
tencia, e cada om da della far diminuir e esque-
cer os ossos pranlos.
Assim, pois, prestai o vosso valioso auxilio, dando
as vossas assignatoras, escriptos, e lambem apouta-
nenlos.quando por algum inconveniente nao os pos-
seis desenvolver.
Nos parecu que nenhum de vos se negar a um
lo jailo e necessario pedido para proveilu de todos
s, mono rerommendamos os vossos escriptos,
porqae nos e nossos patricio, aqu existentes, deba
rnoilo dalii Ubkjai e nao podemos ler em lemhran-
S* as suas necessidades, principalmente locaes.
Aqurlle de vos que deixar de ler a parlicipaco
compelrnle. vi|(u ser-nos impossivel conhecer a io
do peder dar a sua asignatura e escriptos a
pessoa enearregada de a receber.qoe para esle lim le-
remns em cada poni da provincia, e em lempo an-
uuneUremos.
I'emos ainda de cscolher para o nosso Irabalho
ditas eoejinissOes, urna para incnmbir-seda redacto
r siulra da receila e iiespeza, rsla lie imporlantissi-
ma, lano qae liavenm- de coofia-la a Ires dislinclos
pairicios, aqu moradores.
Se vos aprovardes os nossos passes, e prestardes-
nos o vosso valioso conlingeole, proseguiremos, do
i-oiilrario desistiremos da emprtca ; e sendo pela
allirmaliva organisareroos um rgimen, pelo qual
nos deveremos guiar, e vos participaremos.
Em lempo vpporluiio tambem anuanciaremos a
pessoa aulons.da a receber ah o importe de vossas
assignaluras, para que reunidos venliam sem emba-
race parar nas maos da commissao.
No ultimo jornal de cada semestre ser publicada
i coula dada pela counnis.So .le recela e despeza,
se houver algum saldo a favor, pretendemos ap-
plica-lo aln a algum estabelecimenlo de can-
da-te.
Declaramos, em concla-o, que nenhum nteresse
nos vera disto, e sim traiaiho; porm para scrnelliaii-
le lim temos desmedido prazer e quizeramos, co-
mo nica recompensa, que dellc resaltasse algum
proyeile par* a nossa infeliz provincia,
lentos concluido.
Recife 8 de julho de I."i6.
J. Fiel de J. Uile.
redoxidu a urna aociedade inglesa, lulo ; o Sr. ne-
gocame para ser justo deve retirar a phraie, por
i"" que o .1/o/Ke Pi deseja viver com gloria, e nao
poda por limites a caridade.
Se o Sr. negocamedespreza o egosmo como con-
fessa; se palpita em sua alma um coraeflo generoso,
concorra para a sustenlacao do Mon'ie Vio cum o
sen valioso Contingente, qoe esluu cerlo de que a
commissao directora nao o ha de regeitar, e pela mi-
nha parle declaro aberlamenle, qoe o Sr. negocian-
te al receberia um voto solemne de gralidao e re-
conhecimenlo.
Pratiqua ama acrao generosa para como Mente
1 io Sr.necocianle, inleresir-se por elle, faja com
que o dislinclo corpode Coinmercio desla praca imi-
lf o sen exemplo, pois o meu desojo, o dtelo da
commissao directora, e daquclles que fundaran] o
Monte Po he ver esta sociedade chcia de vigor, e
amparada por fortes esteios. Lea o Sr. negociante
com alguma atlen{ao o relalorio apresrnlado em as-
semlilca geral pela rommiuao directora transada,
publicado no nUirii da I2do mez provimo passado
e conveneer-se-ha do seu humilde proceoiinenlo
tanto a respeilo da Sociedad* PhilotopUe, como
do Cabinele Porlugue: de /.'Hura. O Monte Po
Acadmico lem coberlo estas .las associaijes ,lc
louvoies pelas doares que mu espontneamente se
dignaran de fazer-lhe ; e ja ve pois o Sr. negocian-
fe, qoe o ,1/on/e Pi nao lem es-, orgulhi mal en-
tendido, qu- Ihe quvr imputar, s porque talvez n.1
romprehendesse bem o pensamenlo, que presid i aos
redactores dos estatutos.
Reconlieeeii que ha furiaifuf fumiaejo-d
provincia, a pagar o
de !>.stJOO -s. or ao-
, coci Brasil nesta
ciedade, reconhi-ceis mais que he reulradpelaf,- i^P'vo dividendo de
tni/./aa>, mas aflirmais que ha orjul/io na sua o cao, vencido POS .") m.-zes de .Um' .
ganisacao. Ora, pergunloeu, onde esl o orcuP I. i, V f ., Jauc,, a
de que fallaes ; sera na sua dei.oinipai.au de let m,'! """O- le<-|le 3 de jtlliio de IS.'i.
Sr. negociante, na., h Attignado. Joio Ignacio le Me
,^uiji e obra de acadmicos 1 o Hefto.
O lllm. Sr. iuspector da lliesouraria provn- I
cial em cumprimento da re-olucao da junta da I
azenda, manda fazer pablico, que vai -lovamenle
a prara para ser arrematada a qnem por menos li/.er
no dia '2S do crrante, a obra dos reparos a la/.er- no lauco do empedramenlo avahada em IHiStlOO
rci.
B para constar, se mandou aflltar o prsenle e
publicar ptlou Diaiio. u
Secretaria da llie-ouraria provincial rj Pernam-
buco. 7 de julho de 1836.O secretario, A. !'.
d Anuunciacao.
Illm. Sr. inspector da lliesouraria. em cuin-
pnmento da resoluc,ao da junta 1a fazenda m-nda
fazer publico que nndia jA do curenle vai nova-
mcnle a prara para ser arrematada a qnem por me-
nos fizer, a obra dos reparos de qne prri.ain a cadeia
6 "T.cL S?" rtil cuMfl d 0l...... "vallada
em 2:m08000 rs.
E para constar se mandou .ifUxar
blicar pele o Diario, o
Secretaria d> Ibesouraria provincial de Pernam-
buco, / de julho de 1856.O secretario. A. I". d'An-
nunciacao.
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria provincia,
ein rumpriincnlu da resoluca,. da jimia da faziida,
manda fazer publico, que no dia > do corrcnle
vai novamrnle a praca para ser arren alada a quer
por menos h/.er a nbr do enipe.lramenlo do alerro
dos Alogado., avaliada em 25:300f000 rs. E para
constar se mandou allixar o prsenle e publicar nelo
' Diario, o
Secreiari.ida Ibesouraria piovincial de l'ernambit-
co, de julho d1836.(I secretario, A. F. d'Am-
nanciacao.
O i)r. Anselmo francisco Perelli, roinmendador da
imperial oidein da Rosa e juiz de direilo especial
docoipmeicio ,lesla ctda.le dn Recife. por S. N
o_ Imperador ele. etc. ,!.,
FacosabM- aos que o presente edilalvirem, que
no da i'l do crreme mez se hade arrematar por
venda a quern in.is der, nepuia da audiencia .leste
juizo na >ala nas audiencias dezoilo cadeiras de r'"c0''^'. M., ao lado doCorpoSanto n. :>
jacarando, ,luas bancas de um peda mesma na- PAKA USBOA E PORTO*
deira, um sof dem, urna mesa para janlar de ama- *"'"* oom brevidade o brigue Trovadoru : para
reno, indo usado afoliado em noventa mil ra. cu-1 c*,rBa P"Mflroa. Irata-se com Barroca & Castro,
ios movis vao a praca por execucao de Fimiao i "* rua da ^-ideia do Recife n. ou com o canilao
Jos Rodrigues Ferreira coulra.Manoel Concalvesdos !,,a I"1".'6-
Sanios. 'I i" !-,. .
Eprquechegeano.iciade.dosmandeipa!-ll'<)'lli'",; i il Ni 11 | Ta (!('
saredilaesqucserao aflatados em lugar do coslu-
me e publicado pela imporlauria.
Dado e passao i.csla cidade do Recife aos 9 de
julho de 1836.
Eu Francisco Ignacio Tor
o liz escrever,
Anselmo Etandiee Perclli.
Desappareceu no lia 1(1 do corrcnle uro escra-
I vo, crioulo, de nome Lucio, com ollicio de sapaleirn,
! muilo civilisado, olhos grandes, rosto redondo, bem
.' iil I ICO- A 1110" barbado apesar de ler bontem corlado com Ihesoura,
baixn do curpo, e batanle groan, quebrado e com
o lesliculus volrnosos, com ama cicatriz no peilo
junio a garganta de um caustico que levou ha um
mez, tanto que esta com a marea prela e nuilo visi-
vel, levou chapeo prelo e lio e roupa de sobresa-
leiile,julaa->e ler sabido para fura da praca,em razao
de perto da uous mezes ter chegado de ma fagida
que lez em novembri. do anuo p. p,. es|ando em Se-
rinhaem no engenho Sania Clara, junio ao engenbo
.Vranlangy, sendo proprielano daquella liuimaraes :
roga-se a.autoiilaiilfs uu qualquer pessoa que o vi-
rem levem ao eu senhor Djmiugos Aulunes Villa-
ra, rea Nova i. (,7, que sera bem recompensado.
Atieneo. .
Na fabrica de palitos d fogo .la rua do Rosario
da lloa-Vi.la n. 56, ven lem se M mai. superiores pa-
| lilos que lom apparecido nesla cidade lano no la-
IVKA O RIO DE JANEIRO | manilo dos maco* como na qualidade, pelo dimi-
segueein poucos das a escuna br.sejra Linda.. "'"" !""?> de StKI r.. o cento ; todos aquellos que
quera nella quizer carregar on ir de pa-sa-em, en- P" enda-^e na rua da Cadeia do Recife o. b rnm A_ -anle pretende servir bem a lodos os seus freque-
F.spera-seno
dia l>.I do cor-
rele mez vin-
'" do Rio de
Janeiro, o va-
por Cdiz, ca-
pitto Berin-
doagaef que
sesue para ..
Havre, com es-
em casa de L.Umvm?f?%9'm*l,m
ii. tl.
Aluga-se o armazem dn na da Cruz| Precii.se de esa casa terrea ou sobrado com
(ommodos, nas seguintea rnai: Augusta, Cinco Pon-
las, I-lorenliiia, rua da Cruz larga, estreila. Cadeia
do rlecire. Madre de Dos : qaem liver e qoizer alo-
sar aniionrie por esla folba para ser procurado.
Precisa-e lomar a ai.antia de 1 :tmm> a pre-
mio por lempo e juros qe e convencionar, e d-se
por garanto casa ce grande valor em ras a escolher
nesla cidade : quem quizer dar este dinheiro pode
annunriar para ser procurado.
Francisco Joc Augusto Ferreira vai a Lisboa
tratar de sua san e. deianlo encarregados de seus
negocios es Sr*. Amonio Francisco Lisboa. Manoel
li.unes de Lima, Manoel Jos Carneiro e Jote Tho-
maz de frailas.
Pedro Jos da Cosa faz -cenle ao respeilavel
nobiici. que deixou.de -er -cu procurador o Sr.
Iheiidoro de Almeida t'.osla. i
Anda esla para se alugar urna caa na cidade
de Olinda, ua ladera da Misericordia n. |->, livrp ne_
epidemia, pois nao mu reu nella ninguem do chulera
mor lu-, c esla piulada de pouco : a fallar na rua do
Rattgel n.-JI, a qualquer hola.
-ssim como por haver
, oulru de igual nome se assignar rt'ora em dianle
Preei-a-se de urna ama para casa de duas pes- j ,'edr0 J" so.!-: na rua dasTriucheiras u. S. luja delarlaru-| Na fabrica de leilro. na rua do Desliuu.de-
-ae"u- fime do hospital regunental, precisa-se de offlciaes
- One... annunciou qnerer 1:0011? de a Jaros a''re,",izes "= <*>f^n-
sol hypotheea n'uma casi terrea, dirija-se a rua dos
Marlvrios n. i. primeirn andar.
Ira-
-- Maia Innaus, com estabelecimenlo de chapes,
na rua Jo Crespo esquina da rua da Cadeia, parli-
licipam aos fumantes do Ilom gosto, que recebeiam
do Chili, lindas charuleiras de palha muilo linas,
que vendeni por precos rasoaveis,
Na rua do Raugel n. 77 piimeiro andar, lava-
THEATRO DE POLLO.
se e engomma-ie por precaicommodo.
iiindi'nar- "" -No ,l'il d,"'0"-nie roglodoabaixo axigna-
te do CUiri'i'imii-i.ln nmmu" do, um seu e.ciavo de nome C'eincnle, estatura rc-
,V'"> l"0mI)l0' >< escuna guiar, cor fula, enm alsuns pannos .... rosio. assun-
nacional /LLOSA, cap,itao Pinho :
csrga ou cscravos a trefe,
Precisa-se de um oflicial de fonileiro :
lar na la largado Rosario n. dti.
Con-Undo ao abaixo assignadn qoe seu deve-
doi J,.sc Amonio Rodrigues Cavalcanli, morador eiu
h'r.n"" }""'"*' provincia da Parahlua do Norte,
sendo-ihe devedor de duas letras na
he fallecido
., ;sadn, e os dedos dos ps algum tinto flidos, proTe-
Irala-se rnm 'SJ*?_,I?7f, V.."? Ju!s":se. andar Pe.'" *
<< mmio-no r.ai"' "'Se"11" de S. Anua, Sipo de donde' lie l-
ObC0nMjJll.il.il IOS, D0 eSCriptoriO da rua >>: quera dejle suher ou liver noticia
da Cruz n. 49.
Cetra, M ranho < Para.
Segu no fun da piesentc semana o brigne escuna
Laura, anda pode admillir alguma carga : Irala-
se com o consignatario na rua do Vigario n. -> '
PAMA fl PPARA'
., i o ., WUail/Jl quem neslas crcumslaucias esliver, diria-se ao
) patacho Santa Cruzt. recebe carga e passaee-' da Peona, defronle da isreja n. 8, a (rolar
fnr o fara'
i vorde o aprcnder,|e leva-lo a rua do Cabnga' toja
I de miudezas de i perlas, que sera liPiierosamenlc
| recompensado.Jos Alves da Silva Guimarttes.
I'recisa-sede urna ama que saiba hem roz-
i nh.ir, e para fazer as compras na rua, sendo liel :
I dirija-se a roa do Qoeimado n. :I8.
Precisae de um prot.t ou pardo, captivo ou
forro, que -alba Irabalhar em sitio, de assislenria :
lar-
bondade d.- comparecer no salao do mesnio Iheolro,
pelas in horas da maohaa do dia H do rorrenle,
alim de oue reunidos em assembtea geral. se compra
aquella disposiCAo. *
Recife !l de julho de 1856.
Anioiiiii Alves Barbosa.
No dia II do correle as !l horas da manhaa.
te bao de arrematar na pona do juiz de paz de S.
Jos :t barris do familia dn Keioo, priineira sorle,
avaliada cada nina em oajOOOrs per execacan de
Pedro Ferreira dos Santos, contra An'.ouio Joaquim
Salgado.
r.- |.HvdaK.- ig ;L- t .... .<> ... o, .....ni COin
ros. a traiar com CaeUnnC} naco da C. M., ao lado i Jos Joaquim B-sto.
do Corpo Sanio n. ii. precisB-se de urna ama de leile, sendo sem fi-
lho mellior : na rua Relia 11. >>).
F. Estrella, com luja de barbeiro na rua do
O |ialhabole Venosa segu coui brevidade ; re- i '-iir'u' oll'erece seus prestimos ao respeilavel publ-
cela carga e passageiros : Irala-se cora Caelano C\- C0- ben' romo a" P'oas que quiztrem ajuslar ao
mez, anda para seren servidos em sua casa : lam-
bem sangra, lira dente* e chumba, bota ventosos,
vende e aln .a bichas, ludo mais coinmodo que em
MARANHA.V E PARA.
rres llandeira escrivao
eclarOsfpeil.
Caxa filial.
A directora Caz publico pie as letlras
quecm sua a presenta cao nio tiverem si-
llo logo pagas ao cobrador da mesma cai-
xa, o poderSo ser ate as 1 hora da tai re,
no escriptorio do mesmo estabelecimen-
to.Antonio Marque de Araorim, se-
cretario.
A direccSo do extincto banco de
Pernambuco, avisa aos Si-s. accionistas
do mesmo banco, que se aclia autorisado
oSr. thesoureiro da ca\a filial do ban-
emico '.' Mas di/ei-me.
Monte Pin in;ruj-jj,1jyfce obra de acadmicos 1
he^prolegido pele ^"V fralrnidade dos,te e-
micetrf
Nao subvenciona a acadmicos seus collegas, >nt
amigos ; E se assim he, qual deve ser o -en c^ac-
ter 7 Por cerlo que nao deve ser nutro ; ainda mes-
mo quando fossu beneficiado por eslrauhos qae eo-
Bo parecc-me ler provado, nao eslao excloidos de
o fazer, pelos estatuios, que sao muito claros.
FaUais Se negociante, em reforma destaja estatu-
tos, porem para o lim que a queris creio desne-
ces'aria, c ile nenhuina utilidade pelas razOes que
acabo de allegar.
Queris tambem que a commitso directora em
nome do Monte Pi Acadmico se dirija ao governo
peca a atsembla legislativa urna snhvencao ou au-
xilio ; pois bem o benemrito Monte Po o lar mais
para dianle se julgar conveniente, un de lodo in.lis-
pensavel, pur isso qoe concordo que o gnveroo apro-
vcila muilo com a illusiracilo dos eidedios, e a pa-
tria se regosija com a instruccSo delles.
A dedieacao e amor rjiie 'volis ao Monte Pij
Acadmico muilo me alegra. Sr. negociante, e peeo
licenca ao illostre presidente honurariu o Sr. |)r.
Loorenco Trigo de l.oureiro. aos ineus collegas da
commissao, ao mesmo ,1/o/tfr I'i.i Acadmico para
dingir-vos as minl.as rordiaes felicilaces. i
He quanto Iculio a dzer, e esp'ero nao mais
lomar.
. .. f7- Correa.
Jiinho :ltl do 1836.
eiteuos
paijuefes ;i v;! ior.
Espera-se
nos dias l_'
ou 13 do
rorrenle o
vapor im-
pera triz,
co m man-
dante o !
leiienleBri-
lo, dos por-
tes do nor-
le. o qul
depoit da
demora do
agencia rua do
4-l)evendo em cumplimento da o
deiii do tribunal do thesouro nacional.de
ide Janeiro do corren te anuo, sabir da
cirqulacao as olas de "is. de segunda es-
tadpa, papel encarnado, pie nella exis-
temj, sentlo substituidas por notas dos
mesmos ou de menores valores, da caixa
liliaj do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia o lllm. Sr. inspector da
tlieiouraria de azenda desta provincia,
marda convidar ospossuidores das ditas
notis de oOjOOO, para as apresenlarem
na mesma tbesotuaria, alim de seren
trocadas dentro do prazo de oito mezes, a
contar do 1 de jullio prximo vindouro ;
28 fevereiro do legmnte anno de 1857 ,
declarando ao mesmo tempo ue, lin-
do ,esse prazo. tolfrerBo o disconto
ocl
Gwct&po*btntla&.
&0mmttfii.
' e ;ll) das.
-.....5(1000
Accoes da rompanhia Peruambucana ao par.
o L'lilidade Publica, :MI pr cento de premio!
Indemnisadora. 5-2 por % de premio,
estrada de ferro .I por U|()da premio
.la
Srt. redactores:Se o amor da patria se deve con- CA3IBIOS.
siderar como a maior das virtudes cvicas do homem so,irc Londra, 27 d. por Irs.
social, por isso que nesse amor se resumem lodos os >'aris, 3(iO rs. por f,
deveres do cidadao J por ontro lado nao he para ver i ,-!80oa- 100 por 100.
mais intimo degro de baixeza e de cynismo, do que I "io e Janeiro, 1|2 a I por Om a 1
aqoelle em que cahe o egoisla, em renegando desse I AcC"es ''u Banco, li t)|U de premio.
seniimenln loo nobre que Dos inspiroa no coradlo Aci>e* da companhia de Beberibe.
de (oda a humanidad-', c qoe por meio de lacea os
mais doces e lernos prende-nos ao urt.io em que l-
M'iuos a dita de nascei.
Entretanto ha hnmeos para qaem a patria e os in-
leretset do estado sao cousas muilo ridiculas, que nao
vaiem o menor dos seus.inlcresses! Vivein n'uma
communhao poltica, gozam das commodidade^e dos
beneficios da vida social-, e,quando s trata de rece-
ber delles o eoutiugeiite qoo todo cidadao deve pies-
tar para a manutened.i da ordem e dos direilos indi-
viduales, encolherae mais que o niirico na concha,
e si se apena muilo com elles.deitain pela bocea fora
son iniependente !!'.
lambem esses nao s desronlierem o que he pa-
tria, seoilo lambem o que elles memos sao....
Mas a respeilo de quem pensa de oolro modo e
que se presa de ter ente racional, digo eu, que se o ALFANDEliA.
amor da patria he, sem coolestac^o, a mellior das I Rendiraenlo do .lia t a 9
0 por cento do sen valor em cada
lemora na apresentacao, na i'or-
ded
d.
m ma
lica
tliesouraria de lazenda de Pernambuco^
> de junbo de I83fi. 0 ollicial-maior,
tmilio Xavier Sobreira c Mello.
a leijde (i de ou'utbro de I8H5. ate
1303 sem valor algum. Secretaria da
sobre a entrada.
Diseonlo de ledras, de 7 a! por 0|n.
METAES.
linio.Oncas hespanholas. .'
Moedas de rSfMO vellias .
ii 6300 novas .
IstKH).....
Prata.Palacoes brasileiros. .
Pesos columnari s. .
mexicanos. ... .
virtudes cvicas do homem social, deve nao licar en-
cerrado dentro do peito, mas esleuder se a' ortica
Irariaxir-so nas accoes de cada um. conforme o cr-
culo respectivo das suas faculdades eivia e polticas.
E, fazeodo descer o raciocinio da allura dessa gene-
r.ilidade para o caso em que queremos fallar, que se
redonda no que perteucc a guarda nacional ilejla
provincia, devo advertir aos meus comprovincianos
se compenetren! da sua niis-ao, como guardas ua-
conaes, e consideren! que sob a rclac.au de sua pa-
Iria, sao como filhos a quem nunca jamis lie licito
dar cosas a toa mai.
Nao ha amor da pnlria sem obediencia as leis.qne
o iUos temos a ohrigacao de respeilar e cumprir as
lei, acresceque como cnar-lat naciouaesnao s temos de cumprir essas leis. como igualmente nos
rorre o dever de servir a ua inanulenc/iii e de asse-
gurar o seu comprimriito. A missao Hodoixa de ser
onerosa e diOicil quando eucoulra as occupacijes par-
ticulares do que ela revestido della, mas indubita-
velinrnle he a mais patritica e a demais alta rele-
vancia de todas, qae a sociedade nnp-. Consegoin-
temenle, nao devem eafrar nem arrefecer os ineus
comprovincianos no zelo com que al buje se teem
o o servico da suarda nacional, por isso, qae
verdadeiros fillms da patria, e lito dedirados a
sua mai commum, que al me quero persuadir que
prefeiem occorrer as necessidades della muilo antes
que as suat propria.
O qne, porem, he de lamenlar,e de lamentar mui-
lo, he, que algons individuos da ordem d/quelles
que desconhecem as maiores conveniencias puliliras
da sociedade em que vivem, lendo a tua soperin-
lendencia muitos micos dedicados e generosos da
gnarda nacional, fe endorecam poni de os priva-
rom de dar-se ao servico della, ecomo palrOes,
que sao, e elles caixeirosaineacaieni-nos com a
pena que sao capazrs de fazer cll-ciiv,-, de serem
despedidos d toa rata, se a despeito da sua desarra-
pada ordem lomarein a si o mesmo servico. Sim
he uina verdade, que costa a crer pelo que lem de
epngnanle!
Por mane ira esla que o* pobres caixejros naciouaes
se fogera do .SVylfade urna prisao legal pin [alta de
''imprmenlo ama revista, a orna guarda, ronda
'le., como soldados da guarda civica do paizcahem
110 horroroso- Carybjlcs de licarcm detempregado*,
lahrirando versos sem acharem cousoanles.
Atsim que necessario he mnilo palriolisnio, mul-
la de.licaca.i ao bem publico, minia generosidade de
animo para resolver esse problema em favor de ser-
vico publico.
Mas eu quizera que me respondessem esses pnlret
que assim procedem:nas cirtumslanoaas em que
se aeha eata cidade, coro 18o peqoena guarnicao de
linha I rom tilo pencas pracas poNriari hiliifade, nso he a auerdn nacional qnem lht ga-
ianln a toa propredade e farendi.e o que he mai-. a
sua seguranza iodividaal'.' Quem Ihes dina qoe os
(dein do dia 10.
tO ittSoOO
. 1ISKK)
lb>000
.IsOtK)
SfOOO
'3tKI0
ICsRlH
IOK:fi!lt:inii
I2ia033|
I-I):'j:td77
Descarregam Moje 11 de julho.
Brigne ingiezJo*hua Manjmercaduras.
Sumaca hespanholal'aleiitinafannha de tri"o.
Patacho americanoCeianti lem.
Iliate porlucuez loador do Monda/o pipas e
barris de vinlio.
Patacho brasdeiroCon/ianfufumo e toucinho.
JO.NSULADO (iKHAL.
Rendimenln do da t a !l .... dem do dia l......., I'2I8<|998
IO.336jy.50
il VERSAS PROVINCIAS.
Reniliniento do dia I a 1) ...
dem do da 10....... .
5389970
:i75Vs
satfaas
DESPACHOS DE EXPORTAC.VO Pti-X MESA
DO CONSDL400 DESTA CID/
10 DE jn.HO DE 18-Vi.
syin-
?I THE A TIIO
DE
Santa Isabel.
SECUNDA REPRESENTACAO
DOSGUANDESEBItlLHAM'HSSOIHI-liS
SOBA DIRECCAt) DE
OS. ROBERTO E DEVEAIA.
Sabba lo 12 de julho de 1856.
Logo que a orchestra ejecutar urna ni
phonia comecara o espectculo pelos
Mvsterios
1)0
)Oftr%.JlBNCj>.
PRIMEIRA PARTE.
I. O relogio cabalislico.
2. O Inucador de psrh.
3. A vonlade das senhoras.
4. A peca volante.
5. O milazre das rosas.
ti. O cofre da i. i. ico.
SEGUNDA PAUTE.
I. O cofre das jolas milagroso.
_. ,A costuleira hbil.
.'1. As cartas obedientes,
. Ima lico de esgrima.
5. 0 mgico da sociedade.
(i. A -nnal.I Micanlada.
TERCEIRA PARTE.
I c
coslume seguir para os do sul
Trapiche n. 10, segundo andar,
Para o Cetra e Rio tirande do Norte sahe im-
prelerivelmenle no dia l do correle o palhabole
brasileiro Augclicaii ; para passageiros nicamente
lrali-se com o consignatario LuiJos de S Araujo,
rua do Bru n. -J. Roga-se aos senhores carrega-
dores do mesmo a bondade de mandarem os conlieci-
menios com antecedencia.
Vende-e o veleiro e bem condecido patacho
brasileiro Alhenas, le M(i toneladas, forrado de
cobre, de huno daa condifoM cono ja' tem auuon-
ciado, chegado da Rabia a este porto no dia 7 do
emente : os prelendentes podem dirigir-se a bordo
a examina-lo, e a tratar na rua da Cruz n. 1, no es-
rriplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
PARA O MARANHAO1.
ti muito veleiro patacho nacional Aironas, ain-
da mesilla sendo vend.!., nesta praca aeg'oo vlegem
ao Maraubrio. c como pretende que sna .lemora taje IlatTlbuC TU
Quem aiiiiiiii.jnii precisar de 1:0001000 ca
com garanta em boa casa, em qualquer rua, com o
premio e lempo que se convencionar : pode piecu-
rar na rua do Ranjcl n. 1 que se dir quem da.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O escripturario da Companhia de
Beberibe Marcoliiio Jos Pupe, encarre-
ga-te de comprar e \ aider aceflet da n-es-
iDa -,11c CIII 1 I-
nutra qualquer parle : quem pretender dirija-se a -'oln|>'';|i' OH vender, diriium-si: ao escrm-
. I....... ,.... ... :____. .' 4. I.___ i J _. I
Na mesilla"leja se torio da mesma, na n
Hhoras a's r da tarde.
Nova n. 7, das
snliredila rua do Vigario
precisa de um aprendiz.
I). .I.i una Rodrigues da Silveira, viuva de
Joan BaplisLi Paula da Silveira. e boje casada com
Antonio do Espirito Sanio Seuna. renovando os an-
noncios por1 ella feilos no Diario de Pernambuco
ps. III, 12 e 13 de maio prximo (indo, addiriona-
Ibes qne os nbjeclos e ulenrilios do csiabelecimenlo
annonciadn foram por ella comprados a 2 e (i do
mesmo mea aos Srs. Jo C. mi cal ves Curado e Anto-
nio Luiz Machado, e por ella alugada a casa do dito
eslaltelecimento a 2 de abril e pago o aluguel, como
ludo consta dos respectivos recibos ; assim como,
que antes de receber-se em segundas nupcias fez
celebrar a 30 do referido mez de maio nas olas do
labelliAo S o parlo dos l.ens com que ella entraste
para o consorcio, o lucros, e os adquiridos nao fi-
carem sujeilos aos dbitos do dito eu uluro marido,
lauto os anteriores como os posteriores ao casamen-
to, cujos bens de um e de nutro se arlnm inscriptos avisa <
^^^o:^^:^z^rfn"\ rte pi;Tn' loteta br
das prelendem locupletar-se com os bens da annnn IM:I,U"> UO convento de .Nossa Senliora do
caule faz o prsenle em guarda do seu direilo. Re- i Girino, extraliida a do COITenta.
cire 8 de julho de I8.it>.
Precisa-s de uina mulher honesta para coser meios n !I8> OO.S'000
na rasa da modista brasiletra, na rua Nova n. 94,
Pede-se a quem no Alherieu, no dia das elei-
Lotera
do convento de Nosssa S<-
iihora Aos 5:000s e 2000s000
Corre indiibitavelmentc sabbado 12 de
julho de 185G.
Salustiano de Aquino Ferreira
venden o stguinte premio da
to.assun como contra qualquer pessoa que se ache de
poste de tetnelhantei bens, sem previa licenca da pes-
soa que por le competir. Recife.8 de Jnlho da I85>.
Miguel Jos llarbosa l.uimaraes.
O abaixo aatignado faz publico qoe tem con-
tratado a compra da casa n. U da rua d'Alegri;
qnem sejulgar com direilo a Impedir este nego-
cio baja deapparecor jo prazo de ditas, lido o
qual iieiilium dueilo poder allegar. Recife 8 de
julho de I8."t(i.Antonio loaquim Ferreira.
A OIEM CONV1ER.
Ale o da \2 espira-se urna cavallaria de cavallot
linos ; logo que becado- la i-se-lia um aviso da lu-
gar onde us prelendebli'i devem procurar.
Precisa-se de urna ama qoe saiba coziuhar e
lazer lodo o mais servico de casa : na roa Direila u.
8b segundo andar.
me
Os billietes com a rubrica do abaixo
assiguado, sao pagos ncontenente, na
praca da Independencia n. 40, at o
premio .de oOO.sOOO. Polycarpo Jos
La> ne.
Precisa-se de orna ama para o servico interuo
e externo de urna casa ; qoem pretender dirija-se a
praje da Independencia n. 3*.
O abaixo assignado faz publico, qu comprou
a labeina sila no Corredor do Bispo o. 2, ao Sr. An-
tonio Ribero I-cian.les. Ii\re e desembarcada de
qualquer iius: e pur isso quem sa julgar credor da
mesma,dirija-se ao dito vendedor, na rua da Seniala
Nova n. dO.
Ilernardirio Francisco de Azevedo Campos.
Alogaase a casa da roa Imperial n. 91,1 cora
muitos commodos para familia, e proprio para qual-
quer etlabelecimenlo ; quem a pretender dirija-se
aoseu proprielario, no paleo do Terco n. 16.
O ebaixo assignado tazsciente ao res-
peilavel publico, i|ue desta data em dian-
te deixou de se envolver em negocios de
bilhetes de loteras da provincia, e por
Ihe compete mais o pagamento
isso nao
muilo corlo ueste porto, recebo cacea a rele pr
lenos que qualquer oulro: os prelendentes dirijam-
se ao seu coiisiunalario Antonio
Azevedo, rua da Cruz n. t.
Luiz de Oliveira
PARA A BAHA.
O veleiro patacho nacional F.tperanca. sahe m-
prelerivi-lmente al o fimda presente semana, ape-
nas Ihe falla algnma carga muida : para a mesma
nu passageiros. para os qoaes lem excellenles com-
modos, (raase com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, rua da Cruz nume-
re 1.
de Janeir
Segu com toda a brevidade o brigne
nacional HERCULES: para carga, pas-
sageiros c cscravos a (rete, tratarte com o
consignatario Augusto Duarte de Moura,
na rua de Apollo n (i, ou com o capito a
bordo.
Vende-se
0 muito veleiro patacho nacional Atlienaa, de 2tM\
toneladas, forrado de cobre e pregado, tem duas an-
danas de panno, mastros, maslareos e vergas, ludo
de pinho de Fl..ndres,| apparelhado de novo, com
muito boa lancha e bole : os preleudenles o pde-
nlo examinar. 'pan traiar com Antonio l.aiz de
Oliveira Azevedo, no sen escrptoriu, rua da Croz
n. 1.
Vende-seo patacho amcricauo l.eranlde lote de
1 ">i toneladas inglezas : quem o pretender dirija-se
aos consignatarios, Hoslron Rooker A; C. ; praca
de Corpo Sanio n. 48.
t(u3.
DE NO DIA
Bueoos-AjresBrigue brasileiro versos carregadores, (10 barricas assucar branco,
t,.'i00 cocos seceos.
Liverpool Barca inglesa dora, Rnslrou t\,
Companhia, '.M7 necea atsucar matcava.lo.
I.iahnaliare i pnrlucueza iil.igeira. diveisos carre-
gadores, I il couros salgados, 30 saceos assucar
branco e mascavario.
HavreBrigue francez oBelem, l.asserre f Tistet-
l'reles, i ,395 couros salgados.
Exnortacao'.
Rio de Janeiro, brigue brasileiro Hari.i l.uzia,
de :U)3 toneladas, conduzio o sesuinlc : 3:) fardos
e R caix-is rateadas, (i ditas papel de copiar, (i barri-
cas amendoas, 12 fardos cravo girle, I -auao Mvraa
para machina de copiar, ,l resmas de papel de co-
piar e 5 duzias de papelao, 111 tarcas feij.-lo verme-
llio, :l caivas conservas fardos lio porrete,
:t9 gigos champagne, I embrulho balaiot peque-
os, 2 caixas rclroz, ti pipat, 10 barrite I quaitola
vinagre, 50 duziat He prancbes de pinho, l:M) re-
mos de faia, 50 barris e 50 meios dilos manteiga
franceza, 110 pipas agurdenle, 100 barricas a.sucar,
1,152 sacras arroz, 10 dilas cera de carnauba, d02
molhot couros de cabra, :15 caixas velas de carnauba,
>i8 meios de "sola, ,9i5 cocol eom casca, 2 barricas
e I eaitao barris de doce.
KECKBEDORIA "E KENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PF.KNAMBIT.O.
Hendimenlo dn .fia I a 9 ...
dem rio dia in......
O
menino doai\
QUARTA PARTE.
Terminar o espectculo com extraordinarios e ne-
vos ejercicios do celebre
PERNMBUC3N3.
PRECO DOS BILHETES.
Camaroles de priineira ordem. 80000
Hit... .1" segunda. ION KIII
Dilos de lerceira. tiWKHI
Dilna de quarla. . . , . -Kll
Cadeiras. . JNKHI
Plali..... . . ITIHI
i aiandas - 30(1
t.omecara as Shora
mito p-.-i *ts t i S0 a
O agenle Vieira da Silva faz leililo em sen
arm.izem, sesla-feira ti do correnle, as t() horas de
nianh'.a, de diversas obras de marcinenu novas e
usadas, mobilia e diversas obras deouro e prata. re-
Ingios, correles, e multas outras diversas miudezas,
lapis, pinceis, pos para denles, leqoes, e mais objec-
los que se acharem patentes, aeran vendidos a von-
lade dos eomprndores.
O agente Oliveira far leililo, por ordem e cnu-
ta.de .liversos.dos pred.osteoninlet: etilo casas terreas
em Fora de Portas, sendo 1 ao p da igreja do Pi-
lar, ns. 15, 17, !! e 31, das quacs 3 exislem com ta-
liernas, e I lie de morada, 2 dilas no beern Largo
ns. tKI e \\2, I com taberna, e oulra de inorada, e
2 dilas ns. 75 e 77 rom frente para a rua dos liua-
tarapes. ambas um andar, rua do Areal u. :MI ; e nina pequea par-
te in. sobrado de dou's andares, na rua do Rosario
n.:l5 : 1 sitio no lugar da Torre com grande casa
nova'le pedra ecal, com jollo, collona fora, es-
tribara, quarlo para feltor, gallinheiro murado, c
cacimba ele, o qual he quasi conliano ao do Sr.
G. Palrhaft ; nutio sim intenso no lugar denomi-
nado l'ainameirjin. com grande rasa de vivenda hem
edificad a, murad., na frente com 2 poiles, ean-
neo, rnzinlia fora. quarli para feltor, gallinheiro
de pedra e cal, coclieira e eslriharia, e-tas com s-
lito cnulendo sala e Cous quarl.is, grande cacimba
com 2 tanques e caberla, uina talada de pnrreiras, e
plantaces numerosas de vanados arvore.los dos
mais estimados. Os preteqdentH pnlein ludo ea-
iriiitar com amecipacao, ou enleudtrse como re-
ferido agenle al o dia do leililo, que lera lunar,
juntamente com o d'algum escravos, lerca-fetra, 15
do correnle, as 11 horas da mauliaa. no seu escrip-
lorio.
ees levou um chapeo de sul novo, cabo de canna,
seda prela c lisa, deisando nm muilo velho c gran-
de, que va buscar na cas onde fnneciona o memo
Alheneu, o,que legiluniimenle he seu. deixando o
alheio. Boni ensam. :\ Levara um novo por ure ve-
lho, nunca mai- se procurar destrocar, e nem se ap-
parecer com elle na Academia. Seja prudente, por-
que se um dia soober se quern fui, botar-se-ha nes-
la folha o nome por extenso. Ficamos
atera.
a espera e
JtU't:) pui;
C
da<\r n
dos
Sil
*
TOrts v
"i:V:.*^$.
I.ivadeti
ue
P
tomai
tadora sua conduca :
5pe
assa aclaman- i
Leo e ; er-
70.
Reato Moda eslaltelecimento acharan ns alio-
na amadores das Oores .500 qnalidades de rosas e :I00
de dalias de muito bellas cores, chegadas lodos os
anuos rte Franca e de nulros paizes ; assim l.inibem
grande yariod.ide de flores inleiramenle novas nesla
provincia, e outras plantas de fructo, sendo IGqoa-
lidades de ligos e 57 de uvas, e uva espim ele. ele.;
apromplam-ne encommendas, lano para dentro des-
ta provincia como lambem para as provincias do sul
e norlc ale o l'ar.
-- Precisa-se de 8 offlciaes de rharuleiro, pega-se
bem : na rua Direila n. .').
AOTERIA Di PROVINCIA.
Sabbado, 12 do con ente, pelas 9 ho-
ras da mabhSa.hea evtracqSo da terceira
parte da brimeira loteria a benelicio do
convento de .Nossa Senhora do Carino.
Osbilhetes.com a riihiica do abaixo as-
signado nao estao sngeitos ao disconto dos
oito por cento, e sao pagos em continente
apenas sahii- a lista geral: na piara da
I'dependencia n. iO, do premio de 5x000
ateOO.S ti.
P. J. l-avne.
Yrrspa.ssa-se uina bypotheca -da
quantia de mais de 20:000' no engenho
Santo Estenio, da liegue/.ia de Mtiribeca,
em lugar muilo prximo por onde deve
pastar a estrada de Ierro, distante desta
cidade pouco mais ou menos qutro le-
guas, provimo a ponte dos Carvalhos, cu-
ja hvpotheca he especial, etira o direito
ao senhor do dito predio de poder ven-
der, aforar e arrendar o mesnio engenho
sem hcenra do h\ pothecario: (nem iiiii-
zer este negocio anouncie ou dirija-se a
ivraria ns. Ii e da piara da ln.^epen-
dencia, que se dir' quem la/, este ne-
;ocio.
O abaixo assignado encarregado
pela viuva de Joao francisco Paes Brre-
lo para liquidar todas as dividas do seu
casal, convida aos crc.iores do mesmo ca-
sal, tenham a bondade de, no prazo de
oito diasap|resentarem-se em sua casa, rua
de San-Francisco, casa numero..., todas
as suas cjjktas competentemente organi-
stas, aliin; dse poder realisar a referi-
da quidartuo.
Recife U) de julho del85G.
R. J. Baiala II Sr. J.U. de B. e S., haja de pagar a ana-
lta que nao ignora, a esse qae sus merco di o titulo
de mneravel. .lo contrario vera' seu nome por ex-
leneo nesla f.pha.
Prccis;,-e de alugar um esrrave para o ser-
vico de casa : quem liver dirija-se a rua da .Ma-
dre de Dos, arma/.em u. 12.
Precisa-sel saber se eiislcm nesla cidade os Srt.,
I'rancisrn Jop Mandes e Manuel l'eraira de Car-
valbo, cheaadrlt aqui no vapor Tocantins, em de
marco d IS.5", viudos dn Kio de Janeiro : era casa
de .1. Keller t\ Companhia, rua da Crol n. 55.
1 uil.ir.ini dn caes da alfan.leaa no principio do
correte mez, 2 encerados de Ii na com marca dia- 'citas, e veudem--e pelo baralissiino preco d
maule M., qu? estavam cnbnndo uina porcao de ar- cada una.
cus de pao. Roga-ie a quem .los mesmos liver no-
liria o favor de participar a JoS.t Leile de jeve-
i\ Filho, ne larf,'o do Corpo Santo, que recoru-
dos bilhetes premiados das mesmas lole-
rias. Recife 5 de julho de 1856.An-
tonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
Tem exposto a venda seus muito felizes
bilhetes, meios e quartos da terceira
partrj da priineira loteria do convento de
Nossa Senl.ora do Canco, nas tojas se-
guintes: rua da Cadeia do Recite n.
>, loja de miudezas de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. 57 e 30, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Sanios Porto, na
mesma praca loja de bilhetes n. i, da
viuva Bastos, e nas demais ja' conbeddsraV1
do respeilavel publico.
Os dous premios grandes cima re-
dos nao estao sujeitos ao descont
S por cento do imposto geral.
iiseresponsabilisa a pagar os X por
cento nos dous piemios cima mencio-
nados.
Bilhetes 5|800 recebe por inteiro 5:0003
Meios 5.S000 ., 2:500,s
Ouartos l.s'500 .. .< l:250i
Pernambuco 7 de julho ile IS.'tti.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
A abaixo aasignada f.iz publico para cooheci-
mcnlo de quem r.uivier. que lein justo e contra-
tado a compra d. ca-a e.r.a n. ii na rua Imperial, ~1" ,
Na loja de calcado confronte ao oilao do Corpo
Sanio n. 23. precita-se de ofliciaes de apaleiro; pa-
ga-se brm.
ARREN DA MENT.
A loja e armazem da casa ns55 da ma da Cadeia
po Recife junio ao arco da Concento, aeha-se detoc-
cupada, e arreuda-se para qualqoer estahelecimenln
em ponto grande, para o qual tem commodos suOi-
cienlet : os prelendentes enlender-se-hSo com Joo
Nepomuceuo Barroso, no ^segundo andarla casa n.
57, na mesma roa.
Aluga-se um sitio perlo da praca. a quem vi-
ver de plantajes e lenha pelo menos "duas euxadas.
rom a condiccao de Iralar do arvoredo que tem e
plantar muros do novo. Iralar da cerca fecha-la,
dando Ha dor para ecnaaprimento do trato que se fi-
lar, qoe p,ira i-o aSj,*luga por nin aluguel mais
crimino.lo do qoe estr : quem o pretender falle na
praja da Independencia loja de miudezas n. 3. que
se dir' quem o aluga.
cmn a sua pruprieiaria (guacia Marta Fragoso t^ina-
lao. \tu>a dn finado Francisca Xavier das Chatas, e
querendo desviar duvula ou queslao que possa appa-
recer pata o futuro, joga p-lo preseule annuucioa
qualquer pessoa que se julgue com direito a dita
propriedado, apresentar seus titulas no prata de S
dias, rutilado, da dala do presente aiinuucio. Recife
de Pernambuco 7 de julho da 185IJ.
Josepha Leopoldina de Jess Piulo.
Os Sis. devedores da casa Taludado
Sr. JoaoMoreira Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Al.moel Jos' Lei-
le, na rua do (.)ueiii:adon. 10, alim de
amigavelinenlesaldaiem seus dbitos.
l MI DENTISTA, S
0 continua a residir ua rita Nova u. 19, prmei- m
!ro andar.
rss?'e'925.%*sija)ri*
[nstruc^a > mofal v. reit*
4'ifi.sa.
Esle compendio de historia sagrada, que foi ap
Troca-se por dinheiro urna imagem
do Snior dos Passos, e nao se olha a
preco se for muito perfeita e nao milito
pequea : na praca di Independeucia
ns. (i e 8, se dir' quem qner.
Na rua da Roda, cocheira de
Paula A Irrailo, existe para ven-
der-e um cabnolet novo, de gosto
moderno, muito leve u com mol-
las mui brandan: vende-se juntamente com o caval-
lo qonhe iiov,joilo grande e encllenle posador,
e seta sordo, i
oo de kfM Cosa Oliveira fai scieote ao
publico, que comprou ao Sr. Antonio Jos de Aran-
tes a sua taberna o. 4. sita na rua Direila desla ci-
dade. livre e .ie ciedade a r..nnsro do Reg Poules, (calido a mes-
ma -n raudo cora a firma da Jos de Mello Cosa
Oliveira 4 Companhia.
O abaixo astignado venden a sua taberna, sita
na rua DireiU n. 4 aotSis. Jos de Mello Costa de
Oliveira ov Coapanlna, livre e desembarazada.
Amonio Jos de Arantes.
Precisa-se, para a celebracao da missa em urna
capella particular, de nm eallx em meio nso com
patena e rollteriiiha : quem liver e quier Iroea-lo,
dirija-se ao largo da malrii de Santo-Antonio, so-
brado de um andar n. 2.
Precisa-se de prelas para venderem azeile de
i c.rrap.itn as tardes, pag.mdo-se a vendaeem : qaem
os liver dirija-se a rua do Brum paseando o chafa-
rus puniera casa que lem um sotao encarnado pela
retaguarda, para se Iralar do ajuste.
Na rua do Arago n. :, precisa-se de urna pre-
la para vruder doce, e que nas horas vagas sa oceapa
. fin al2um servico do mesmo Irafico -. a quem cou-
vier dirija-se a mesma rasa, ouannnncie.
MigueHesc da
a Motta, prolessor de
provado para instruecao primaria, tendo-se vendi- "'stritcro primaria, faz. saber aos Srs,
do antes da apnrovaco a I 600 rs., paasa a ser Pa'* de seus alumnos e a' quem mais'con-
vendido a lSJOUO : na lilraria tls. 6 e 8, da praca
da Independencia.
D-se almocn, janlar c ceia com areio e pi om- | sotao. rw 12, quasi deronte do beceo de
i'.lf,0,-,ior. Pr*5o.f.0.,n,n0do ;.3uem pretender diri-1 San-Pedro. Outrosim, que contina ad-
imittir pensionistas, semi-pensionistas e
externos, |K)r urna mensnlidade ra/.oavel.
vier. (pie a sua actual residencia he na
rua de Hortas, sobrado de um andar e
ja-se a pateo da Ribeira n. 15.
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de
S. Jete, iava-se e engomma-se com mulla pcrfeico
e oceio, e com a reaior brevidade possivel.
O Sr. Frederico Jacques qneira rigir-sca hvratia ns. ti e 8 da praca da
Independencia, a negocio de seu nte-
resse.
(Jaero liver algum sitio com proporres para
ler muilo rapin pelo inverna e vern, e qiieira ne-
gocia-lo ou arrenda-lo, annuncie para ser procu-
rado.
-- O secretario da irmamlade de S. Jos d'Ago-
nia. erecta no convento de N. S. do Carino, cou-
da a seus charos iruiAos para romparecerein no dia
1:! do rorrenle pelas !1 bnres da manliaa, afim dse
ebger a nova mesa que nu ha de reger no futuro
anuo de Is.m; a lXb~.
Keeile 2 d
i-F
i'ecisa-se de urna lavadetra paraje
roupa de urna grande familia, que!pcatar.t
na livrar.a lis. (IsSrt Cipriano l.uiz da Pa,, ama do Col-
li e da praca da lirleiieudencia. legm, Joilo I-
J. P. Voeelev lem a honra de avisar ao respeila-
vel publico, que no sen c-t bel aciment na roa o-
va n. 2". esquina da Cambna do Carino, encontram-
se os mais ricos e niel horas pianos que lem appare-
cidu ueste mercado, de forma de armario, de sope-
sucar refinado de todas as qualidades, o qual he pre- | rioret vo/es. coiivlrucc.lo solida, do costo mais mo-
ni !,, com lene ; o agr- j dame possivel, sendo elles todos feilos por encom-
menda, e no vkidos em cninmisilo, e assim apro-
priados para ette clima, dos mais acreditados fabri-
cantes de Europa, e* ajeara elle vende garantidos.
O esl.ihelecimenlo est abertn al as 8 horas da noi-
le para a eommodidade das familias qoe qoizerem
ver c evperiinenlar os instrumentos.
Deposito de assucar refinado cora leite- j
Na rua estreila do Rosario n. 23, confronte a rua
das l.nrangeiras encontrarlo u. fregtter.es soperior as-
a-. .'I rheiro c cr o loma reromniendavel. Tambera
encontrarlo na raetma casa cnias de chifre p.ra
a|irese,itar familia em me*n, as quaes sao mui bem
19000
l'erreira da l.uz no
na padaria do Sr. H-iiiz. dirlo qoem da aqu
de 10?, 1009, JOCh etawi^ mj'
ni catas ici^iM-,
alerro da lloa -Vista,
oanlia
rcis com hj polheca
lina.
Para Haba
I segu em poucos dias por ter parte do
lcarregamentoprompto, o veleiro e bem
cohecidohiate nacional CASTRO: para
o reato trata-se rom sen consignatario
Domingos Abes Nalbcus, na rua de A pol-
ln, -:,.
Francisco Piulo Olor'chamba denles com a ver-
dadeira matea adamantina e applira ventosas pula
aliac.an do ar : pode sor procurado coufronle ao
Kosario de Sanio Antonio n. 9,
-- Penlt-u-se n-t da 8 de correnle urna carta de
banca de Prancitco -lose Campos para o patrinouin
dos orphaos, c igiialmeole um reqneriiiienlo a favor
de Joto Machado de Mallos Oliveira ; quem oachnu
dirija-se a rua Imperial ao mesmu eslabelecimeiitc
que sera rrejimprflsado com i.-SKIO.
N8o lendo bavido audiencia do Sr. Ilr. juiz
municipal da segunda vara, na quarla-feira pastada,
oAoleve lugar a arremaUrilo do armazem n. !l da
bravean da rua da Madre de Dos, a reqoerimenlo
dos ronsenhores (uimaiAet \ Vllenle, a qual de-
vera ler lugar sabbado 12 do crrenle, na mesma
hora : he a nltima praea.
Jnr, d.i!'. Rrav.., ridadaa p.irlueiiej.v.ii : F.q.
ropa
Pede-te por favor ao lllm. Sr. coronel mora-
dor... Sr, de um engenho de tres mil paca por anuo,
que deve no jardim publico 99360 res, desde abril
de IH.il, de times que comprou, mande papar esla
afra a i"a qaoniia, Kaz-se este avise, poraae nao
se lem uigoado responder a K ou S carta
i>lo su sera bstanle'.' veremos.
por ora
O proprielario da fabrica de velli.s e sabao a
vapor, sita na roa do llrum, consiando-lhe que se
lera vendido aellas, dizendo-se seren da fabrica
declara que Ii lalso, pois anula nin e expore ain a
venda.
Precisa-sede 2 miillieres para o servico inter-
no de urna cata de familia, qoe ama saiba engom-
mar e onlra coser, prefere-se prenlas ou amigas
para melber bannonia. dando-M-lhea casa, cama,
mes. e urna paga raioavel : a Iralar na ina .Nova n.
o<), segundo andar.
ao publico.
J. Iluii ler com leja de alfaiale na rua Nov a
t, recnmineiida-se aos mir obras, como calcas, colleies, casacas, etc., feitas
com perfcicilo. Nesle estabelecimenlo nao se encon-
! (rara obra de fabrica, tmenle obra fcita por enrom-
Prceiaa-se de urna ama secca. que saiba bem manda, de baixo de leda a garanta, com loda a per-
Iralar de urna enanca, prcferin.io-ta rrioula ; na fecjlo pi.stivel, e aempre do gosto e da ollima moda
rua da Cadeia dn ftreife n. "ti, segundo andar. da nropa. Sera igiialmrnle muilo conveniente e
- (I abai vo assignado. com cocheira de carro, fu- recnmmena*' ^J* Pso* !"<< """ ''-
nebresnopalcdoParairon I... .leclara eu. vrt '"""' ''" c"""e- fe querem suas ob.as
- Nu jardim publico precisa-se alas .l, nre- !<<' "dena 'ecel.idas. qoe nao lar condoecae ir, re,,!,son, >'?'"_; [" arcado. Tambem
tos que nao sirvan, para SrticM ^OS^eS "'1 *> fi~~ WlieM.......lu.iera das ," I ",c sei loilos, .ni aleijado e velh.i-. horas da laidc as I, da manliaa, sem que Ihe seja'
apreaenlade allestado de laculiativo eom n visto .

! ment panno e la/eudas para qnalqner tbra.
a-------------l. di.n-"........ i" a.i.-iauu ue inclinativo rom o
I Ten. LP i ra";" l"'r'u-'"''> > de a..l.,r.dad policial, derla,,,.!,, esta se o I
rerraueni, d.r.ja-se a praca da Independencia ns. importaana .la conduce,,,., do Ihesonro, n.T
MUTb^DD"
1 recisa-se alagan orna ama de leile, pata-te
bem i na rua do tjueimado n. 7. Tambera precisa-
se de nina ama forra ou captiva para lodo o servico
de casa. -
I
-- Aluga-se o ..rnia/oui da ca*a n. :li da rua da
Praia ; os prelendenlea dirijam-te ao .irma/em dr
l uir v. une. delfunle da porta da alfandeis.

eculo j
vi cobrar
segun-
do em conlinenle da pessoa portadora do atiesta ion. |
Jos Piulo d; Magalhaes.
&0*upml
Compra-se toda e quaiquer jk>itio
de prata velba de lei se fetio: ouein
Precisa-se de uina prela para vender na rua e ,.,;.. j i- '/, ,
da-te bora ordenado: quem a liver dirija-se ao los- ,V<:' pa'_vendei', dirija-se a ma do Col-
picio, pastando o qoailel, segondo portad. I legio n. 15, agencia de leilies.
Nd pateo da Santa C.rur, taberna n. 2, ha sem-. Compram-te caives vatios qoe tenham sido de
pre nireejM para alagar : ns prelendentes podem-.a I vellas de carnauba, viudas dn Aracilv : na ma da
dirigir a menma Cadeia n '.;.

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E PARS,
H ^Immfacura^ be qtart.
menos preyo que em oatra qualquer parte, sendo um s preco para todos. Recife 7 'de julho de 1856.
.1. Falque.
Crespo
senhora,
vendidos por
Comprara se tunas andilha, usada ou mesmo
notas : ni Boa-Visla, roa Velha. sobrado defronte
ilo beeeo do Veras, onde mora o padre I loarle.
Compram-se para uma encommenda escravos
de ambos o* setos ur. ra da Cadeia do Hecife, ar-
mazem n. 36, ou na ra do Queimado o. 28, segun-
do andar.
Compram-se escravos de ambos os sexos, as9m
comorecebein-,e para >e vender de com mi-sao : na
roa Direila n. 3. *
Compra-se uma vacca de lelle que de pelo ma-
nos 3 garrafas de leile ; paga-se bem : qoem a liver
ditija->e a estrada dos AITIielos, casa cinzeula qoasi
l'rouleira a igreja.
Compra-se uma b,.larca decimal em bom es-
tado : na ra da Cruz n. 39, taberna.
Compra-se una casa terrea em bom ciado
ate 1:4009 rs. punco raais ou menos, que seja no
bairro de Saulo Antonio : na ra da Praia n. I. se
dir qoem pretende comprar.
Precisa-se comprar a collecrao de lois brasilei-
ras do anuos de 1830, 1831 e 1833 ; quem a possuij
e quizar vender anouocie.
Compra-te ouro de lei, e paga-,, melbnr do
que aui outra parle ; ua ra larga uo Kosariu u. 17,
junto aoquartel.
Compram-se meias garrafas que tenbam ser-
vido dt champagne e seydlilz : na ra larga do Rosa-
rio u. 12.
Compra-se uma soleira de cordao de 7 a K pal-
mos da oomprido cada urna : a Imi.ii com Maicelino
Jos Lopes, ua ra da Alegra.
Ja veio o nbto preto, c vende-se smenle na ar-
ina/cm de Joao Martin-, de Barros.
*kit>a.
Bixas de Ham-
burgo.
A l.'i.s'Diii) rs. o cento.
Na leja de barbeiro da ra estreita do Kosario n,
2, vende-se bizas de Hamburgo cliegadas pelo va-
por, a 150000 rs. cada ceulo e alugam-se por minio
barato preco.
Aigofailo trancado da fa-
brica da Baha.
Vende-so no escriplorio de Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, roa ef Cruz n. 1.
Vende-se um negro perito cozinlieiro al de
fomo, uma negra de -20 annus tare bem cozioheira,
cnoula, e um moleque de 10 anuos : na ru do l.i-
trameuta.il. 4.
Vende-se om preto, de boa figura e robusto
sem achaques, proprio para lodo o ervico, e uma
inulaU.de 21 annos,bonila figura, com algumas habi-
lidades : na ra da Camoda do Carino n. ti.
Vende-se um moleqne crioulo, perito
ro. sem vicios, para qualquaaaBagenho : a
ra da Alegra Can Marr.-li^^3 Lopes.
Vende-se om mor.daaWcasa na ra (TBTa-
dre Kluriauo n. 40, com 30 palmos de freule e 7
do fundo, 4 qaartos, sala adianle e alraz, cozinha
tura, quinte! morado e poro no meio : os preten-
den toa dinjam-se a mesma, que acharao com quem
tratar.
Vaodt-M a taberna da rtia do Hospicio n. 1,
bein afreguezada para a Ierra ; vonde-se por seu do-
no ler de ir tratar de snasaade : a tratar na mesma.
'No aterro da Boa-Vista n. 80, conlioua-se a
vendar latas com biscoitiunos finos feitos em Lan-
dres, de diversas qoalidades, o mais superior poasi-
vel a 19800 uma, chocolate, macarra e lalharim a
400 rs. a libia, saga' e cev.diuli de Franca a 320,
espermaceti a 64o, aieite de Lisboa a 560 a garrafa.
A taberna da quina da ra dos Martirios n.
36, acha-se de novo sorlida de canic,v querje. e lin-
-uira, todo do sertas, que se vende por preto com-
modo, queijos do reino muitu novo a 19800, liogui-
cas do reino a 560 a libra, pansa, a 560, candes de
doce de goiaba de 4 libras a 880.
CHALY DE SEDA.
Vende-ie chai) de seda de quadroi e lislras, pelo
barato preco de 640 o covado : na roa Nova o. 4.
Chapeo para sen horas.
Vendem-se chapeos de seda e bloode com ricos
enfeites, para senhora a 169 na ra Nova, lojt n.i.
Loja da pobreza
roa do Passeio n. !>, vendem -se para acabar, chitas
lindas, padres escuro a 14(1 e 160 u covado, brins
de liuhu e euros a -200 rs., panno fino azul arosso a
29 o cavado.
I\a loja das seis
portas
F-m Trente do Livratueiuo.
Cassas escocezas doze vinteus o covado, e pinta-
das a meia pataca, riscado ni.in.tr o a dous toslocso
covado, cassas bordadas para cortinados e baba-Ios a
pataca a >ara, curte, de cassa com defeilo do copim,
leudo 11 covados o corle por dez tustes, lencos de
bla para pescoeo desenhoras e meninas a pataca cada 'ser man.iailo vir de conla, e inuitos oulros gneros
um. lencos bordados a novo gusto para ni3o de se- 1ue s" *'isla acharao verdade.
udoras a dez lusloos cada um, majas finas para me- I
ninas a doze vintn. Est a loja abarla das (i horas. Vende-se uma porfo de modorras, [ma Ira-
da maullan al as ti da nnite. vessas) de qualidade, de 32 a 50 palmos : a tratar
! com Francisco Custodio de Sampaio, ra da Ca-
.d..a do Recife, lej, de ferris .. .
v NA LOJA DA B0\ F.UL4.
Veude-se baodejas grandes e muito linas pelo ba-
ralissim proco de 39000, 49000 e ijUOO reis. ocu-
los de armado de .c,o de todas as graduaees a
800 res, lonetas com armaeao dourada a IgOOO reis,
ditas com armaeao de tarlaruga a tiOOO rei, ditas
cum armaeao de bfalo a 500 reis, oculos cora arma-
au de metal braceo a 400 res o par, lunetas cum
armaeao de tartaruga com 2 vidros a 39000 reis, ri-
cos chicotes paia cavallos de horaem e senhora pelo
baratissimo preco de 800 res cada um, grvalas de
fitab&o preto.
b.ln preto, c vende-se si
j Martin de Barros. ,
Fama
Prmeira.
Jos Joaqiiim Concalve, da Silva avisa ao respei-
lavel publico, qne sua casa se acha sorlida dos me-
Ihores gneros de motilados, e vende mais barato do
que em outra parle, lata de luscoitos linos ue todas
as qualidade, a 23000, e porgan ,te 10 talas mais em
couta, bolachinba de soda, presuntos de Hambre, di-
tos de Laincgo rnuito superior, vinho engarrafados
de todas as qualidades, cha o melhor do mercado por
b ./.( iid^s po-
nos do sen va
de A portas
Queimidti ii.
Esislem ncsU loja as fazendas da loja da ra do!
t.respo, que forarn arrematadas, e se tendera por
mallo menos ,1o sen valor, craoseja :
Madapolilo entre-lino, pera 2--N00 e
Dito lino de jarda
iiiii.'Vf me-
lor, ua loj.i
na ra do
10.
Veiiderr.-'O lingoiras do aetiSn muito frescae:
na taberna da quina da rita do Marltrins n. 36.
% a loja das seis
portas.
Em frente, do Livramenlo.
Nevos riscados franeeze de lindos padroes a meia
pataca o covado, paupolina de lila finissima a duas
patacas o covado, laas de quadros de gosto novo a
duas patacas o covado, chitas escuras de tintas seso-
ras a meia pataca, e de differentes cores a seis tin-
lens, lila prela para saias e mantos a dous lustes o
covado : veude-se barato por querer acabar com
certas fazendas.
Vende-se superior cera de carnauba em por-
ao, na ra do Brum n. 22. e em retalho na roa da
Cruz no-Kecife n. 3 Vei|d-se a taberna do Hospicio, denominada
Llephaute de Ouro, muito afreguezada : quem a
pretender dirija-se a ra da Madre de Dos confron-
te a igreja, a fallar com Joaqoim Kilippe da Costa.
Chapeos para senhora
Superior farinha de mandioca em
1*000
209000
ttiO
0000
19600
29000
200
395OO
60
16(1
150
de''^mui,";lio,"lasa'i,(,0,re's. ^n,,ra^ao"Mfou*^
de cornalina para c.saca pelo barjlissimo prero de Ido com oinbeiro visla '
300 reis, uspeusorios linos de borracha a 100 Veis, .,
pentes muitissimo linospara MSMa500 reis.escovas | .'i ( H'11 (I ii S SU l'l ", < 1 .1 1
inulto finas para cabello tiiO res, capachos pinta- v I ,,"r-".
dos comprido e redondos a 700 e laOO reis, bo-1 "a undirao de C. SlaiTaS:C, em Sun-
tes linissimos o. madreperola para camisas a 19200.' to Amaro, acha-se para vender moc-ndas
rs. a sroza e i'^O rs a an/19 r<^., ^.i*..i. n-. ..-.......
de ac a 120
Jilo muito liuo com 35 varas
hsnuiaodelinho moilo fino com 1(1 U varas
I laiilba de lindo superior de 25 taras
Algodlade 20 jardas
Olio bom arnoricano
Chitas ordinaria, per
Oilas de cures finas 550n e
Laiiihraiahna
Oita muiiii superior
Corles de cale de casemira de cores 3*500 e
l'ltos de il.ta prela 59511(1 e
t-ollele de setiui prela inaco 2^500 e
Bnm lilil.., de q.ia.lriuhus. env.dil
llilo de ililu ile cores. Iranea.l.i, vara
Panno peto e de cores, o Covado 33000 e
Macos de meias rruas para humera
Oilos de ditas boas
Uitus de ditas superiores
Corles de vestido de teda 169000 e
t.hilas de cores, surtidas, cavados
Chales de merino de cores lisus e cera baira
Lurtes de cassa chita
Oilos de chita larga rauceza.
Cila franceza, laraa, covado
Meias linas para senhora, dozia
Grvalas de coi es para hornera
Alaodao (raneado azul, o cuvadn
Hito alistado, covado
Lmeos, linos de chita e ganaa
Re odos
ing ezes de pa-
tente,
o melhore-. fabricado, em In&lalerr,.: tm easa dt
Ilenr\ iitlt-on : ra da Cadeia do erifen "'
LYaS PARA HOMENS E SE-
NHURAS.
\ en.lem-se superiores luta de pellica muito novas
para ln.rn.-n. e senhora a 19280 reis o par, ditas de
soda muilo boa e sm defeilo alguin amarellas, pre-
tas e brancas para homem e senhora a I9OOO reis
o par, ditas prela* de lorcal muito boas a 800 reis o
par. dilas de lio .le Esn.cia brancas e de cores para
h.iiDem e senhora a 100. 500 e 00 res o par, dilas
.(.jil! ','l8, P'"'' meninos emenina a 100 reis o par, luvas
de seda ricas d ludas as rores e bordadas, cora
guarnieao. par., senhora ;. :l-*ltrt) e :fc>500 rei o para
e nutras raais qualidades de luvas, (udn ua ra
do Uiieima I-, na bem condecida luja demiudezasde
boa fama 11.33.
AGENCIA
Da fundirjo Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontina a haver um com-
pleto sortimenio de moendas e meias moendas
para enfjenho, machinas de vapor e taixas de 1
ferro batido e coado de todos os tamanhos para
Gal de laisl
)OH.
Vende-se orna porcito debirris com cal
por barato precio, e retalho a 39 o barril l *
Ladeia do Hecife n. 50.
na roa da
dito.
A3$500
31000
10800
13*000
139000
I3JO00
1*930
39000
tT00(i
6900U
5.500
:>S(KKI I
1*000
63000 i
iiiuO'
200
610
ite-'rtio
!?'."2
o com casa de sobrad, do falle- .imcomr,"rn?^^n'!!^!^!n,,cl'Mdi. ,..-
.^"^laRowliTerdadfira : napraca do
[XAS PARA ENGENHO.
emano ua
SEDAS.
\ enrleir,-se etlts de seda de gostos modernos a
35900o, grosdenaples prelo superior a 29 o rovado,
setim de cores a 800 rs. o covado : na ra Nova, loja
u. 4.
MUITA ATTKNCAO.
Kua do Queimado 11. 38, em fente do becco da
Congregado, junto a botica.
Alpaca de seda, o covado
l'ulir de seda, o covado
liiosdenapli! cor de onza, liso
Cortes de seda escoce/a a 249 e
Cambraia franceza, vara
Cassa dita miudiuha, o covado
Chita de cures a 160, 180 e
Madapolao bom, a peca 3* e
Dito superior 49500 e
AINOA MUITA AITENCAO.
Palitos de alpaca fina
Unos de brim
Csiednra prela fina, o curte
Hila da cores, o curte
(..izinctas. u corle
Cortes de brim de linho de cores
610
800
19400
28-9000
640
180
200
39500
59000
11*000
39000
i-"*
3.9500
23500
19280
Na ra du (Jueimado n. 38, era frente do becco da
Congragaso jumo botica.
Cooliuua-se i vender nianteiga ii.sleza a 800*
o 960, chegada no ultimo navio de Inglaterra, e se
veude por este prejo por ser comprada ao mesmo
eonsiguatario ; ass.aa como goaomn de encommar a
4* a arroba, e era liDra a 140, caf de caro .1 180:
na taberna da ra de Hartas n. t.
Vende-se uma duza ,de cade.ras de palhinha
om par de conslos, luii.rdaamarello, e uma mesa
de jautar de looro, ludo anda novo : no aterro do*
Afugado n. 127.
Vende-se um moleque, pcc, de idade 21 a 22
annus : a tratar na ra do Crespo, loja do Sr. Xislo
Vieira Coelhv.
Vends-se uma taberna afreguezada para a Ier-
ra, c.-ui cummodos para familia, armarn muito ba-
rata cum os fundos a vuutade do comprador, e o mo-
tivo da venda se dir ao comprador, na roa dos
Aeouguialios n. 211: a tratar ua mesma, ou na ra
de Santa Hila n. 07.
Vcn.le-se uma uegra d BHCto, que cozinha,
lava e faz lodo o serv de uma casa : quem a pre-
tender dirija-se a ra do Hospicio n. 34, qae achar
cora quem tratar.
Vende-se um escravo crioolo, moco e barato :
na ra da Cadeia do Recife n. 33, loja.
Vendem-se corles de chitas largas, sendo de 8
covados a 1*800,e de 11covados a 2*400, Tazenda
muilo superior.
Atle
caias de metal muilo finas para rsp a 500 o 600
res, escovas finissimas para uuhaa a 320, 500 e 00
reis, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
haver a 1^0(10, 13200, 1350(1 e 29 reis, pinceis linos
para barba a 20(1 rei, duzas de facas e garios lino
indo, de eneommeoda da c.dnde de Paria, e ven- a 3900(1 rei. dilas de cabo de bal-ucu muil.ssiraa
dem-seporpec-orazoav.l: o. roa do Crespo n.2l. fina, a 6*000 a duzia, dilas (in.ssimas de cabo de
inarlim o mellior que pude haver a 153000 res a
duzia. camisas de meia muilo linas a I.5OOO reis, r-
saecas. cas aboluaduras de madreperola e nielal para col-
\ende-ie qualquer porrSo de muilo boa farinhale,e e palils pelo barato preco de 500 e 600 reis,
de mandioca, chegada ha ponco de S. Malheus, a '
re muito commodo por cada sacca : no escripltt-
rua da Cruz 11. 40, primeiro andar, ou no ar-
do Sr. I'aclir-e uo caes do llamos.
Vende-ie sal do Assu' a bordo do brigue aNe-
ro : a tratar na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar.
s ue madreperola para camisas a I9200. to Amaro, acha-se Dar vender
12(1 rs. a duzia,ricas canelas para peona rio ,,.,.. I j
reis, rico* porla-relogios a I38OO res, C CaDna fodas 1X0, de lint
construceao muito superiores.
modelo t
Saceos ni mil lu
por prero commodo: vendem-se na loja
n. 20 da ra da Cadeia do Hecife, esqui-
na do Beccc-Largo-
Vendem-se dous missacs novos da
ultima edirio por preeo commodo : na
ra estreita do Rosario* loja de barbeiro
n. 2.
Jos Antonio Moreira Das & C., fa-
zem sciente aoc seus i'rcgue/.es, (|ue aca-
bam de receber de Liverpool um sorti-
mentode plvora da mellior qualidade,
e a vendem por menos do que os antigos
vendedores leste genero; para verem as
qualidades encontrara) as amostras em
seu escriptorio, na ra das Larangeiras
n. 14.
Sio chegados a ra do Trapiche n.
"H, be
fezes:
Emcisa de HenrVBrunn& C., na ra da
Cruz n. 111, ha para vender um grande sorlimen-
t deouro fio melhor fiosto, assim como relogios
de ouro patente.
AVimtAS BOAS' llALI-
(ladino muitu burato.
^jiel de peso e alma o mellior que
illa* *'aalprl'-iier.i i:l, i. -, c ti.-,!HHI .. resma
finissimas navalbas para barba em cstojos de uma e
duas iiavdll.a. pelo l.arali-.unu preco Oe 2*000 .. es-| "antarim1
lpjo,.CMidieiros ameno'.-.. r- ; .irr.. i... n. .- gj-JT iJt*.1"'
para estudantes ou mesmo para aaatqoer esiali.-'e-T! -....,.,., v ,., c...o,
cimentu. pela boa luz CTTCeilimawiZK iame.f.e^ra 7 """'" """ 1ual""le:
de se puder pendurar ou pr-se em cima de qualquer K 1, escr,e,er. or vaPr P"* *
mesa, pelo barato preco le 5*000 re,s, pastas para pr esd^ caS Z IZ,.'"*" "*" S'a,le>
guardar papis a 800 reis. espelhos para pa.ede con. a .!!.! _*: e_m ^eslnas ."'ela, """^ 1u"r,os
cido GeorgeKenworlhN.no losar de >. Jos do Man- Corpo Sanio o 1
guinho, com arvoredos de fruclo e mais bemfaitorias _
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido sitio
proprias : qoem o pretender procore em casa de Sa- la fj; ir ir.
muel P. Juhnsloo i Cumpanhia. ra da Senzala No- "! '^{0 de ferro de D. W. Bow.
va '- ,rua d0 Brum. passando o chttuiz, contini ha-
-Vendem-se tone, pipas e quartolail^S^ "rmenIlode "f1"5 d f f-
para d,s(il.,efl, a quae fram de azeile de peiie ei T Pilm0S de bocM. s quaes
depoi, de aguada, arqueadas de hons arcos > fer-1 acnam'se a ven('a POf preso Commodo e com
ro. proprias para depsitos, e garapas de distilacAo: promptido: embarcam-se ou carregam-se m er
a tratar com Joaqun, Lope, de Almeida, ou com 1 ro sem despeza ao comprador seem"-
Antonio de Almeida (,nmee, ra do Trapiche n. 16 lompraoor.
^""i"' ""*"] -Vende-se em casa de S. P. Johnston & C.,
11.1 completo -"Mmenlo de bordados romo se-. m da Senzala-Nova n. 42, sellins ineUras hi
jam, camisetas com mangas, enllarinhn. -.1.11..,. I j........ Iw> *>
romeiras, camiss, coifinhas
lem om completo sortimento de ricas llores, eufeiles
para cabeca, filas e os verdadeiros e modernos bicos
de linno : na ra da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
indar.
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xf*. 97, vmbo Cherry em barris, camas de ferro,
bo da vela, chumbo da mnni5o, arreios para ear-
jo, lonas inglezas.
Defronle da pissagem de Olinda, passando o
sitio em Treme, veude-se o sitio chamado do Mein,
rom boa casa de viveuda e comroodos para1, grande
familia, estribara para 6 cavallos, cocheira para car-
ro, casa para feilnr e prelos, corral de pedral e cal
coberto, para mais Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias pretas .le laia para
padres, pelo baratissimo preco de I98OO o par : na I rorn0i 'J^ negraTe "m'L
rus do Queimado. na bem condecida loja de mmde- ertoala, eum moleque de I
Vende-se azeile decarrapato a 2S240 a caada
eaga,r,faa320r..:na roa 'do Brum"2
eTa-nard""6'" r84'",ue lem ,ota '"'nado pela
\ ende-se cimento muito novo chegado em.1 i
pasto para dito, immenso terreno de panlauo para '.na, |)' D' de amborgo, por preco muilo Tm
rvo-l00"1"' a.v,s,a da qualidade ; tanto em porco c
planlaru de rapim e mais lavoiuas, bastantes arvo-
os prilendeutes dirijamse ao
I em barricas
porreo como
linas : no armazem de materia** na
zas da boa fama n. 33.
CAITAS HMSSIMVS PARA \0L-
TARETE.
Vendem-se superiores carta* francezas paia volta-
rete pelo baratissimo preco de 500 rs. o baralho ,
na ra do Queimado, na bem condecida loja de uitu-
dezas da boa fama 11. 33.
Bonecasj france-
zas.
de resma, ou mesmp era ejaadtrnoa a 8(1 rs., papel de
linho \er.laileirarnenlealinaioeproprio para carto-
rlo a 19 rs. a resma, verdadeira peunas de aro de
luco de lauca ruuhecidas pelas nielbores que ha a
.S200 a caixinha cora 12 duzias, dilas sera ser de bi-
en de laura, mas lambein inui
armaeao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 500, 700 e 19000 reis, finissimas e ri-
ces eaias para rap a 29500 e 39000 reis, papel de
coi es de follus pequeas em quarlo de resma, pelo
baralo preco de 720 reis, e oulrasmuilissimas cuu- .
-a, que ludo se vende mais baratu du que era nutra Z cura V-U? a ^ T!'" """.S ,ilU "'"""-
qualquer loja : na roa do Queimado na bem conlie- 320 tm l'l/,.' *' '"1"? "!""" a .
cid. loja ds miudezas da ba fama n. 33. I Sl*7J*B i.d'S pa" ,,ese"110 a 80 rs' I
duzia, canivles muito finus e de tudas as qualidades |
Vende-se arroz pilado da trra a 29 a arroba 1 PSS?' ,""a '"Z,cca maUo bo' ,! baraia : na ra
em sacca, dito de casca em sacca a is, a granel al- Rimado, loja de miudezas da boa tama n. 33.
queire velho a 49, millo, em saccas a 3J600, ludu -r Vellas de carnauba simples ,|e 8 10 em li
muito novo ; bem como velas do carnauba de com-. bra, muito boas: na roa da VCric ,, l
psito da meihor fabrica do Aracaly, oleo de rici- I vagaino ... .>.
17 libras a 400 rs. a libra : na ra do Chegaram no' ultimo vapor do Rio
.de Janeiro, algunsexemplares dosSegre-
idosda Cdligrapliia, pelo professor inglez
j William Scullv, unico inventor da letr
! corrida commercial, segunda ediraoaug-
jmentada: vende-se por (i.s'DIKI, com li-
dissimaencadernarao, em casa dos Si-s.
aliauo e
Bolachinba de tosa
Hila de l.i-lioa
Oita liainburgueza, lata grande
Dita de ararula dita
Queijo Ion,Ir 1 no a libra
Presunto para fiambre
Toucinho inglez
Amendoas confeiladas e francezas a libra
I"* *e*rrfera, Oamascn -e Gnja lata
*.! un., inglez, laia sorlida
a raseps com conserva de.li llrenles quali-
1 dadas
\ eudem-.e muilo l.onilas lioneras francezas, pelu-' isass novas a libra
lei\as a libra
lia a libra
vi ,r eherez garrafa
Di1 ) Bnnleaui tinto garrafa
Di dito branco
Ooc. fino de guiaba callao
Marmelada.lala de 3 libra
BoiCea com doce da Europa de differentes
qualidades
Azeile doce francez frasco
Vinagre ., garrafa
Manteiga ingle/a superior libra
Vinho de Lisboa o melhor que he possivel
redos de otihdade .
mesmo sitio. ra na Cadeia de Santo Antonio 11. 11,
- Vende-se um negro perito cozinheiro ate de p, (|p t\cri\rk .1.. I> l .
uos tambera cozoheir., '" que de 10 anuos : ua ra do l.i- Veude-se em saceos de 50 e 100 libras nr ...>,
vra,ne"," miodo r"C0 : na ra da Cruz, armazem VmuZi
I'or menos do que em outra qualquer parle
veudem-se ua ruaeslreita do Ho/ario n. ||, n,. de-
posito de auguesogas hamburgoezas, us ohjeclos
li. >ami.-llli; chegados
Vigario o..
baraliasimu preeu de 19280 e 19800 : na rata do
Queimado, na bem cenhecida loja de miudezas da
boa fama u. 33.
1
Par: novas.
Vendem-se ricos curtes de seda branca prnprios
para vestidos de aoivas, i.el.. haralissimo prerju de
t'-~ : na ra du Queimado, nos qualro cantos*, loja
de fazendas da boa fe n. 22, defronle da loja de miu
pozas da boa fama.
Loja da boa fe.
Vende-se chais/ de quadros de bonitos padrSes a
900 rs. o covado, ditos lisos de bonitas core a 720,
chales de merino Hsns cum franjas de rer../ de bo-
nitas cores a 59, ditos com lislras de seda a 79: na
roa do Queimado, nos qualro canto, l..ja de fazen-
Loja da boa f.
85000 3.5O00 covado, .|p,c prelB ,,, fi(lil
"vX l^niT/T,*""0'^1""1' *u',erior P" fattoa
f2 *r. ',d0 ca'"30 Prel mui'0 r'n" propno para
CWO vastado, a 19 o covado, setim pelo macio. fezenda
9180 superior a 29600 o covado. g.odenaples prelo mot'o
19600 hno para vestido a 29 o covado, superior naveta
2S100, boa a 800 ,*. o eovado, cortes de eolleteVde gorgu-
ro de seda, razenda mnilo boa a 2a, curtes fo.
J900 loes de boni.os padiO.. 0, brlTlra^tanr.
9.M), de puro lIDl.o 19 e 1440 a vara, briniTancldI
S.S ilua" de muJ', bo""~ I-'* poroTru, a
^ '^? '8r di,os di,oa """O"" d* boiMlos na 1 e
!3: v.ra, dito liso largo a -180,
nangas
a boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se libras de nius de boa qualidade n. Antonio Lopes Pereira de Mello & C, rita
50, 60 o 70 a 1I00, ditas muilo finas de 11. 100 e da Cadeia do Kecife n 7
120 a 19600, duzia de lesouras moilo boas para eos-I
H-, barris hydraulieos para depsito de luraal-,',l,a,n?u',on"ilse8"ndes a 19200 a du-
I zia, ptciuhas de meo eslreilo
Loja da pobre/u
as pessoas <|ue teem encommen-1 ag"^ha7"fr'ic*zaV muTofiisViai, "ntluL "ra
dado, najam de procura-Ios antes que se 16 novellosde linda de marca muitissimo linas a
acaben. 80> braceletes encarnados moilo bonitos para meni-
11- as e seohoras a 200 rs., meias brancas muilo lina.
Lindo sorlimento de chitas rxai para lu- para senhoras a 240 e 300 rs. o par, meadas de li-
to, no aterro d Boa-Vista n 10 Dhas ruoilissimo fiuas para bordar a lOOelrJO, bo-
Vendem-se chilas roa) para luto oadrf.esde cas- t0eS deniaJirAeuer<"a mru" fi'">s P"> cam.sas.600 rs., .
sas, de core, fisas a 160 o vado, dia, n uilo fina, Sr0Sa;- ^"^ """", fin04",-0 pafa Cal*;aS a 8U|a Pe,:s '' -.ad.polao a 8a 38500 is l*5ftjT. ^~
com um -oque de mofo a 160 a co>.do SSiiZ ffi '-IS'^.u m "pe.U s K cSl e,CU'- S5,,HS a ^""o^Z '
res coras a 110,160. 180 e 900 rs. o covado, alpa- 5* ",'" "' pera de fita de 1Z %. rTr 52T ^ Covarto- e '"ras "' lS que
chala, Pre^dX0: SflK ? o*' ZZV**'! v-ras^ raeia s) rs7, STohat co'ra ed^fS.6 "*" "e"" "Wei*"' >'"r f"'a no. "
acabar "" '""aas para mm[0 uuil qua|,dade e de todos os nmeros 80 rs.,
L-....... i majos com 10 grampas e de muilo boa qualidade a
ha de mandioca em saccas grau-1 SO rs., pares de suspensorios a 40 r., torcidas par.
oulros mullos mais ge-, candieiros a 80 rs. a duzia, carjeiras de marrouuim
lama Oireila n. 27. ; para algibeira com molas dourada.
des, por preros commodos,
eros, pois querem acabar : ua ra Uireita n. 27. para algibeira com molas douradas a 600 rs., cane-
Vendem-se 50 pipa, com muito boa asoarden- !If" Pa" Pennils de CO 20 e 40 rs., meia, braacai
te e ptima cascara, a prazo 00 a dinheiro : na ra e "*"" la""'la rau" l,oa. P"' doniein a 160 e 20(1
da praia de Sania Rila, armazem n. 17.
Na ra do Passeio, loja n. 9, vendem-se corles de
calca escora, e muilo encorpados I9OOO, ditos de
brim de linho atesarse a 800 rs.. ditos de brim branco
a 800 rs., curtes de colletes de resigo de cores a 700
ra., ditos de cambraia branca e de cores a 35500, di-
los de cassa chita finos a 29, chales brancos a 6*0,
os de laa e seda a 3*500, chapeos de sol a 19500 e
la Calilos'-
E nutra- minias eousas,
fesso mencionar.
que serie nunca acabar se
BlOOO i nho a 600 rs.
'.!\VsSt!l!!ml*L^*' ""M" ">o.op.r,or
2NH30 : a .120 e 360 a euvado, ditas de cures escura, de n,,u
29.KK.! dro, e lisjra,, de muilo bonito, padrea. p7 I, i
palitos a 600 rs. o eovado, corle, de calca de C.at
29000 casemiras de algodao, pelo barato pr.o de m*Jq
9610 hnmziuho. de quadros depuro l.nhS a 240 o cov^'
19000 panno de hoho muito fino 640 a vara7petM mni
19120 l Unos p.r. Cami.a branco. e de cora, a 400 e 5W
"TOO r" <-:i i.at,* ata -.-:-___:._ a
Salitre superior.
rs., cami.a, de meia mnilo finas ala, 11-)(i !,
pret. de lorcal para a.uh.ra, fazenda
nor a 800 r. dita, de seda de toda, a, core, nra
homem. senhora, pelo baratissimo pr.co de I92Q0"
flad as,de fi0 P fc.,c?,;," Para meZa,
da
mui-
bar.Hasiaoo
Vende-,e e muilo barato, na loja de ferrageus da lencinhos de file! muilo bonilMa' 1'",'ir!.
ia do goeimado n. 35. em porces e a retalho. aravata, de seda pretas e de core. 1 maioi'leBfi.
htd,t'-S d^'"=da'a'd-*udezas"d.i'Emcasa de M. Calmont C. prai?, do ^^^^^^X^^,^
Lorpo Santo n. II, ha para vendero "''mhe!a.* W200' *10 a va". dii. admascada
seguinte:
Taboado de pinlio, aleatrao e pi\e
Sttecia.
Aleatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Vendem-se flbas de papel muilo bonito, proprio aWaS de linho.
para correspondencia de namorados,* pelo baralo i Tintas em latas
preco de 40. 60, 80 e 100 r. : na roa do Qoeimado, I |T.. : j ,- .
fama t8P0,'Ja8superior qualidade.
j Cabos de linho edeManilha.
I Todo inuitocommodo.
Para os namora-
dos.
muito boa, para cortinado, a 12, cambraia lis.
to lina com orna v.ra de largara, pelo baratW...
preSo de 560 a vara, lenco, de cambraia mu"TfiTo,
("dos brancos e com barras de core. 308 ., lenco,
de chita francezas mnilo bou. a 400 rs., cbale. o>
algodao de rores de bonitos padroes a 800 1
na bem conhecida loja de miudezas da
u. 33.
boa
,i:it
eza para vestido
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ltima-
mente de Frauea, pelo haralissimo praco de 19000 o
covado. Eata fazenda he de pora 19a seda, e o
seus padre, sao us raais bolillos qoe at o prsenle
lem apparecido 110 mercado : na ra do (jueima.l.i,
no, qualro cautos, loja -le fazendas da boa f n. 22.
IVa loja das seis
Para
ras que
portas
Em fronte d Livi
muito lina. 240 3*1 o' 7**Z
lina, para meninos e meninas a 240 o par, e altn d.
lodo islo notr.s moili,ima. fazenda, qne a vida de
suaa boas qualidades e liara los precos, he qae os se-
nhores freguezes. amigos do bom e barato, conh.es
rao o que he peclunch. : n. roa do Oueimado, uo-
qoalro caolos, na loja de fazendas da boa f n '22
defronle da loja de miodezas da boa fama.
sr na mesma.
-- Vende-se uma taberna, aita na ra da Sole-
dad, n. II, vollandopara o camiulio novo: muito
fcfc L-nnlkik i ,. l" P"aP*' um pr.ncipi.nte: a tiat
1^ ^tllll''' laupelinade. ada e laa para ve.lidos, de lindo)
padroes a duas pataca, o covado, riscado monstro a
dous luslues o 'curvado, caasaa franceza, fiuas a doze
I)On O v.""e"* ""'ado, manguitos de cambraia para vest-'
te apar, seda, de lindo, gostns, lar-; l'm pr.lo de nom. Jos de nc,ao Angola com os
rO.slai.i do
barato.
a 160, alclria
apioca
400 rs.. passas a 560, arroz do Ma-
\ endem-ve ricos Denles de tarlaruga para alar ca-
bello a 49300a meias de seda de cora, muitissiino liu-
e Sanio Antonio, alem de I das para crianra, de um mez a om anno, pelo baralo
- enterase cor-1 preeu de 180(> o par, lencinhus de relroz de todas as
^MH) r,. e em cores para -enduras e meninas a 1s, toucas db laa
para senhoras e menina, a 500 rs., camisas d. meia
para crianra at a idade de um auno a 500 rs.,
meias brancas de algodao para seodura moitiseiu.0
ranhos 120. bolacbir.ba. de soda", 'ditas'de ararula flfine'Jf.,' ,n,elh" Sf** fi" h" e com pen-
a 400 r,., lisbuenses a 320. arinda de trigo a 140* '-"* \*' pe"'e-S abert-u?..de oal.('"rallar cabello,
linguicas de patea do sertao a 32(1, lourinho de Lia-
boa a 400 rs., sebo de llollauda a 500 rs., saao' a
320, azeite doce a 600 rs., .lito de carrapalo a 29240
caada, e 32o a garrafa, vinho de mesa a 480, do
Porto 640e 720, eotiarrafado moilo fino a I?, quei-
jos novo, a 2?, lalas de araxa a 120.
VINHO E LICORES.
\ eud.-se por preco commodo canas com superior
1 :.--rr> cordial, checado iillimamente a este mercado,
s .1101110 uulrns diversas licores ti uos ; .. eiellen-
le .udn .lo l'orlo tanto .111 pipa, como harria de 5,'
de 8.' na ra da Madre de lieos armazem de Kaslos c.
Silva.
fazeoda muilo boa a 29600 a duzia, s^fjbs de lio da '
Escocia para menino, brancas e de core a 240 e 320
o par, rozas de fi\ela. para -.ir.alo a .560. caiiiohaa S?
enveroiMda.com palitos de logo de veiinhasdwboa r'J
qualidade a 120, dila, de pao cora palitu, de fosu de -^
boa qualidade a 20 rs., canas com 50 carnudas de ?
phospboro, proprsmenle para charuto, a 320, @
csslrs muitu l.onilo para bengala a 40 rs., sa- ; .-'-.
palinbos de laa para enanca a 300 rs. o par 5P
irancehns prele, para relugios fazenda nimio" ^
l.na a 110, escovinhas mullo boa, para deules a
100 is. Alm de tuda, las miud.za, vendem-se
Relogios
o e dcscobcrlos, pequeos e grandes, di
...a, patente inglez, de um dos moldure tan
-"--"i.--Va: -r .^4 Pj-ft-'.'i.-i^.-.. I 'h,a* M) "', d"a* Drfnc** eJ,rel!*-j'e se(l* u me- ntes de Liverpool, viodos pelo nltimo paquete in-
:;- i, .'A %:?r-"7i"-;"'V'ty lhr qe Se pde.'">"l'r2>* -iW o par, ricas glez: em casa de South.ll Mellar & Companhia, .
'- .TK f '[XIK{< TDl. -"S cal"',Pari'S,,arda,:i0,a'ia800"-el9. eaisa, mui-.doTorro.n. 38. ^ *
oa para co-
ures clara,,
sct**ofutlbo&.
outra. moilissimas, que a visla de suas luas qua-
, 1 lid.des e baratos presos lem caosado admira. .10
Lmcasade KabeSchmetlainV C, ra aos proprios compradores: na ruado (Jueima-
&
@
\endem-se palitos francezes de brim de '-
linho a 39000, ditos de alpaca prelo, o de ".""
cores a 7 e 89, dllo de panno lino prelos ^
este cores a lli e 20-3, camias franceza,
brancas e piuladas a 2i, 28 e 323 a dozia, ft
aberturas de lindo 6.3 a duzia, colariulio,
de linho a 29 a du -,ia, sendo ludu da ultima fl
moda : na ra No\a loja n. 4. v.
> .-. ...... ... ^ ^ .. V
Ol
vnde-se :
sortimento de vidros de es-
da Cadeia 11
Um grande
pelho.
Relogios linos de patente inglez.
Ditos ditos de patente suiso.
Couros de sraxa.
Ervilltas- seccas em jarrales.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimentarias de boas quali-
dades.
do, na bem condecida
fama u. 33.
loja de miudczas'd* boa <|Unlidade, que
escriplorio da ra
i<;.o.
Vende-se uma famosa negra rrioula, de un aunos,
com algum principio de eugommad, ,.be coser e
lavar, com uma cria de dous anuos muila espeta,
indos pecas muito lindas, e propria para quem liv?r
v>:. '-> possuir o que he born : 1 ,,tHr n. ra dus i I udo por preiO commodo.
Marlvrlun. 14.
Vendem-se sa.rs de farinda da 'erra com om i
alqueire d. medida velha, per praco commodo : uo i
armazem de Lui Annes defronle da porta da alfru- '
deaa. No mesmo armazem lambem se vende arroz 1
pilado por barato prero.
Vende-se um bom rajajaja ele ouro, pateulc
suissu, b.un reguladur : as Cinco Puntas 11. 93.
Na ra da Cruz. n. 20, primeiro an-
dar, vende-se cha' prelo, Absinthe. espin-
gardas de dous canos, espartilho*
|itestrvar do cholera ; ludo
commodo.
Vende-se tima casa terrea sita 110 en-
genho Dous limaos, em Api pucos, no
lugar chamado Pedra-Molle, nova, com
mullos commodos, com sitio perlodoba-
'nho: a tratar na rita da Cadeia de Santo
Antonio, com Kodolplio Joio Barata de
Almeida.
I
Vendem-se cadeiras americanas cora asenlo
da p.illia, de muitu ba qualidade, lanlu em dozia.
como em meias duzias ; ua ra do Trapicbe o. 8.
Contiiiua-si' a vender a prero ra/.oa-
vel, porcinadti e em gnala :,a l'abri- qualidade a 9.
ca da ruarlos fiuaraiapes 11. SO, em Fo-
Vende-se salitre relinado da melhor
i-i, a .s a arroba : no
das Larangeiras n. I-i.
BUHAS M ...iMURGU
A 16,000 rs o cento
O deposito das biel-a de Hamburgo, ra estreita
do Itosario n. II, toroou a receber aova remessa de
bicha .le llambursn pelo vapo' ieele Avon, que
passou para o mi ; veedero-ae a I63 .. rento, e alo.
gnm-se a 32(1 as grandes, e -Jim r,. a menore..
gas a dou, mil rei, o covado, dinheiro i vi.ta para "Bae seguiute.: bem prelo, cheio do corpo bem
dcatla, barbado, bai\o, nariz chalo, o. denles da 'frente
limados, ombigudo, om taino de machado em uau
pe. evadu.-se, coto chapeo de coro omisa a calca de
lt;.dao da Ierra maniobra da couro, de ovellia, orna
ede ; suppoe-se trazer passaporte da cidade da Im-
peralriz : quem o dito prelo encontrar leve ua Ca-
punga, ru. da Ventura, car* de Jc* Rodngae. do
coberto, e dcscobcrlos, pequeos e grandes, de ouro -""cimento que receber generosamente a gratifica-
e prala, patente inglez, de um do, melhore, fabri- ao-
Ilesappareeeo no dia 9 do crranle orna sera-
va crioola de oome Kilisarda, de 20 auno. d. Idade,
rom os signaes segrales : secca do corpo, altara re-
gular, lera uma cicatriz no hombro esqaerdo prove-
niente de gol|ie, ps seceos, e com a. unhss rodas ;
Malura*, pelo baralisaimo prero de 2.3.VMI, 390011 e "0D l''-0ecleor, Vermfugo inglez, sal-a de
39VK). ravesas de verdadeiro bfalo para prender 1 Bri,,o|i P'lulas veaelaea, salsa de Sands : vendem-
cab.llos, lelo baratissimo preeo de I3, ditas de lar-! 9e esle* remedios verdadeiro, em casa de Bartliolo- MB-ae calar sedaida pelos pais, que sao escra-
larusa a :I9500, rico, leques cora plumas eespelhose! mn.''nci,co de Sooza, oa roa larga do Kosario J,0* do Sr. Poga, que lem taberna na roa estrella do
pintoras liou-iina a 29, pentes de bfalo moilo linos | "
para lirar piolhos a ."1OO r,., lesouras liiiitsimas e de
toda, as qoalidades, rica, tranca- de seda de lodas as
cores e largara,, ricas fila, de seda lisas e lavradas
de todas a, larguras e cores, bico, de buho liuissimos
de lindos padres e lodas a largaras, 'cas franjas de
ako.l.n. branca, e de cores propria. para cortinado,,
a outras muitissimas coosa, qne ludo se vende por
to baralo prefo que aos proprios compradores ser-
vir de admiraran : na rus do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
Perfumaras de
bom
gosto
ia de Portas.
Vendem-se camisas
por
para :
puro
Vendem-se os verdadeiros e superio-
res salames de IJpionha, assim como massa
de tomates e queijo parmeso : no largo
do Corpo Santo n. li, arma/.ernde Palmei-
ra & Beltrao.
Lencos de cam-
braia de ti nho
A 320, 400: 500, e 640
cada um.
V.nd.-iii-s. na ra do Crespo, loja da eaqaiaa que
sola para a ra da Cadeia.
Vende-se muilo boa manteiga maleza a 800 rs.
3 libra, dila franceza a 480 e 560, loue-nlio de San- Miiitao do Amaral, todos os obectos alli i,Kia l -- lefronle
tosmo.lonovo a 240 e 980. banha d. porro muilo ,,vtent^ m...=.n^n A. ....,..'^ .....:... : '"""
.Iva a 460, carne de loueiuho e i.relda a 160. arroz
do Maranhao a Um rs. p 120, vinhos agarrafado, a
800 rs. a garrafa, dito de pipa a 400, 480, ">60 o 640,
e ludo man moito barato : assim como milito e arroz
de casca a 160 a coia, farinha da Ierra a 180, 200 e
2v0 a cuia : na taberna da ra das Ouies n. 20.
Na loja de ferrageus da ra .Nova n.
"io vende-se salitre relinado di
i ola.
(;
pi inicua
SAS.
Neetna rom um puquenu
(oque ds mulo a 189 a d :/.ia, lambem venden-.e co-
bertores de aleadla a Hi;1 cada um : na rila do Crea-
pe ii. 16, luja .la .--(ni- que Milla para a ra tas
(.. j,?,
v hssin pre ih j).ra luto.
V-ndem-se cassas pr4 i mnilo lina, proprias para
lolo, pelo baratissimo |>r ;.. .le Sil vara : na ra
veiHii-se na loaaqueiOl ile Joai|inm do(,lueiinado, nnsquati cauto, leja de faz.uda,da
na loja de uiiudezas da boa
existentes, constando de sa patos de varias
qualidade, couro de lustre, marroquim,
Calcado miio
barolo.
un-
be/.erro, etc., ludo se vende baralo _
liquidacSo a que estao piocedendo os ere*
[doresdodito estabelecimento.
Alir)lao nioiiHtio.
Vende-se alendan com qo.si 2 varas de largara,
proprio para lancee, e loalba,, pelo baralhaJBM
pr.^o de 600 rs. a vara : na ra du Qoeimado, nos
qualro cuto,, lora de fa: andas da boa f n. 22.
Kosario, contra quem se protestar se liver conven-
ca em dita -.educan : quem a psger ou della der
noticia, leve-a a ra Bella n. 15.
Cobilores de laa htspa
nliOi'S IllUitO eilCOrim- Fuei0 d0 "*+* Mussorep., Severino, cabra
, com o, s.gnae, seauintes : altura regular, pouca
lIOSO STl IKleS. I,arba De,|",- comodedo indicador da mao es-
109 carapiohos, rolo redondo descarnado, levou
(it*IOa?IOH le Oateilte consigo omeavallocaslanlio escoro, o qual tetn so-
/^.u^ aje l'fflicilic breoe.piuh.so om. barroca provenieule dTuroa
inglese* de ouro, de sabonete e de vidro : "'0Ci"1'1' a c,l,n marcas de peiloraes por ler sido da
vendem^ a preeo ra.oavel, em casa de; ^^Z^S^t^T^
Augusto L. de Abren, na ra da Cadeia Alho, ao seu selhor, o capiUo Mauoel Tbomaz de
do Recife, arma/.em n. 36. All.uquerque Maranhao, que comprou dilfeientes
parles do mesmo escravo aos herdeiros de Auna Ma-
na lavares de l.ira, qoe serao senerosam.nl. aa. .
compensados. W
Fegfe no dia 24 de junho do correle anno. o
escravo crioulo de-nume Angelo, idade 40 aaaoi,
grosso, rosto comprido e odos grandes, pus.,
Attenco
daixo i
Kiscado escuro e muilo largo, proprio para roupa Porn" peroa quando anda, he natural da Badia a
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adama,- eMev* Pfeo oa
Colonia do Piver a 180 e 1/00(1, abnele, linos e de
diversas quali lades.ps para denleso melhor que po-
de haver, e outras militas perfumsriaa, que se ven-
dem muilo baralo: na roa do Queimado, na bem co-
nhecida loj. de miudezas da boa fama u. 33.
Vende-se
llia'o de escama
no caes da
o
r
Paula
muito superior haca-
i I -l.sOOn rs. por barn-
AUandetra armazem de
Lopes.
Pianos.
Vendem- mndellos eesrellenles ores, fabrica.Ins por unido
mais acreditados autores, prerr.iado na expsita., de
Londres: no armazem de Hostrou Kook.rOV Com-
panhia, prae.i do Corpo Sanio.
dn ',,,. ii, V Au*'n<-< ha 8 das da ca.a do .baiio a.sig-
.!?!,. do.im.eo malauhode nome H.vmondo, oOici.l
il.It '"airinale, de idade d. V, a 16 anno,, claro, alto"
e "voTta a a da SE!! du eorP- he ura ""lo cet,aio- ""
M volt, para a ra da la tcm falla de eiprewau c verbosidade : sera grali-
Na loja da boa fama enenntra-se sempre um rico
sorlimenlo de perfumara de todas as qoalidades,
sendo seu autor u melhor que ha em Par, riqusi-
mos fracos de extractos muitissimo linos, pelo baralo
fanTdelieadoi e de rnoderrrarao,"oJc cera muitu lina a 2. frascos com esseencia de rosa a ""^-T'i !T 8."0 ''5,.aJ?',ado i,na'"a'- ,Vmn.n. T y"e""ado' 'ia ,. 32.1. paos de pomada Iraneeza malla boa a 100 r,., T T" P, \ H ', '"^J-" l3f3 *" '?*lhM U"npen,ado-
frascos pequen,,, e grandes da n^^^^t^^^JST^^^J^g^ JZ******!** -f^.*l.fj*
liara mesa, guardauapo, adam..ca '
las fazendas por preco commod
do Crespo, loja da esquina que .... .,. 1Ua oa ,. Icm falta de e,preao e verbosidad. : sera gr.t,
hcada a penoa que o eondozir a casa a.... da ra da
Vendem-se velas de carnauba hem| acabadas, Cadeia do bairro d. Santo Antonio do Recife, dc-
sapalos e eleiras, chegados recenlemenle do Araca- "nle da igreja de S. Fraaeiseo.
I\, por menos de que era oulra qualquer parte: na Denlo Jos Fernandes Barros,
ra ila Cruz n. 3i, primeiro andar. i? ___, ...
' fcsla ausente n prelo Malh.D,, de uacao, idade
Veudem-se caitascom vidros para vidr.iras 'Melanios anuos, estatura regular, usava baritas
vidros de bocea laru. eom rulba, do mesmo, o maur grandes, mas eonsla te-la, deiladn a bailo, quando
sorliinento possivel: em casa de Barlholomeu Fran- aaJde puta por orna peroa por a ler maia grossa que
cisco de Sooza, rua laraa do Rosario n. .'16. a oulra, porem pouco, he bem condecido por ser em
..-y*?-."-rt fi"08ede0U,rM- &Ufi^oSZ2tt3te
pequ.no loque de a.aria por preco, moli har- qUei.. o apprehender qoeir. le*a-lo emboto Am.
tn,:n. rua,Ut,,de.a-\.lb.-. n.24. primeiro andar. ,',......eguTr da ,oa da .Vuro,.. c. dehZJlc.
Moinhos de vento lodie miejajBaarea, ou na pra^a do eaaaaMtaia a
com bombas de repuxo para regar borlas a bai- 1u,,l1uer ,lur''-
sa derapira : na Iuiidic5i.de II. W. Bowraao, -------------------------'-------------------------____________
na raa do Bromos. 6,8 e 10. | PERN TVr. DB M. F. DR PRU
1856.
MUTTCfiDiJ


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