Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07431


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Full Text
\
I

AUNO XXXII R. m
Por 5 luc/.es adiantadt 4.SU00.
Por 5 meses vencidos 4500.
OUMA FEIRA 10 DE .11110 E 1850.
Por auno adiantado 15f600.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE
:.\<: MiltKGADoS DA SUBSCKIPCAO' NO NORTB
Pinhiba, Sr. Gervizio T. da Natividad* ; Natal, o 8r. Joa-
S'm I. Partir* Jnior ; Araeity. o Sr. A. da Leman Braga ;
ri, or. J. Jote de Olireira ; Maranhao. o 6r. Joaquim Mar-
que* Hodrigutl i Piauhy, o Sr. Doiningoi Herculaoo A. Pessoa
tearente ; Para, oSr. Juitiniano J. Ramoi; Amizonii.oSr. Jero-
ovmo da Corta.
PARTIDA DOS CORREIOS.
ma
o .lia.....o c Ma haraa .1" da.
Umi -. '......> ParaMba : .,. .,-.....i ,. mu dim.
s. Viu, i, Retrrrua, l:..1..-...f:..,..aru, Miinl.....CaranhaM : na trrea-feira.
'".....':', l'ao-l'slli.. NalareUi, laam-ii". I1..JI, Pe-iucira, /nga-
1 ..-.. fan*, Valla-Helia, ii.m-Yi.i.,. Oarirut, bia : oas <|uartas-reiras.
tarto, I.iojiici, Seriaban., llin-FortMio, Coa, llirrciros, Agua-Prela,
l'iiii.-ni.-.r..- Natal : .|uiiit.il.-irim.
I udoa 1 I corretea |.,n 1.111 a- 10 horas da mantilla.)
AUDIENCIAS DOS TRIIIUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlaa aabbadoi.
Relago : tarcai-feiru e aabbadoa.
Pazenda : quarlaa a aabbadoa a 10 hora.
Juizo do commercio : aegundaa aa 10 horas a quintaa ao meio-dia.
Juizo da orphaoa .- segunda quintaa aa 10 horaa.
Primeira rara do eivel 1 aegundaa anua ao meio-dia.
Segunda Tira do civel: quarlaa a iibbadoi ao meio-dia.
i.|'|ii:mi iiidis do mi./, di: .mi.lio
2 La nota as 7 hora. II minuto!.4K segundusdt manba.
10 Quarlo crcente ai 7 horas 2 minutoa e 48se_iuudoi da 111.
17 La cheia as 2 huras, 12 minutos e 48 segundos da tarde.
14 Quartomiuguante aos 12 minutse 48 segundos da tarde.
. HRKAMAR DKIIOJb.
Primeira as 11 horas a 42 minutos da mantisa.
[Segunda as 12 boras a 0 minutos da tarde.
DAS da semana.
7 Segunda. S. Pulcherla v. Iniprralrii: Si. Claudio, Nicoslrirtn.
8 Terca. S-. Protsopioe Priaoilta Mio-Ss. Cecilia e Auspicio Mm.
U Ouarla. S>. Cvnlu e lindo lili. S. An.ilholi.i. Apugeu.
10 Ouinta. S. Silvano ni. : S. Itianor m.; Ss. Rutino c Secunda Mm.
11 Sesla. S Sabino m. : S. Abundio 01. ; S. Sindeo presb.
(2 Sabbado. S. Joao iiualberlo ab. I S. Jason : S. I'ateriiiaiiuo b.
13 Domingo. O Anju custodidio do imperio S. Anacido p. ni.
i;\<:\huk<;ados da si:bscrip.ao no sil.
Alagoas.o Sr. (.i.udino Falcao Diaa ; Baha o Sr. I. Dupra1
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtini.
1 i'i:r.\ \mi;i i:o.
O proprietario do DIABIO Manoel Figueiroa da Paria, tu su
vraria, pnca da Independencia ns. 6*8.
PARTS OFTICIL
aovasavo da provincia.
Exp*srH>n. 4 i. .1 a* jaiba.
Ollicio Ao Eira, presidente das .t!.i:iu.. ro-
gando a expedicAn iie suas ordens, para que as au-
londades daquella provinria nAo pnndam embara-
zo algum i conducho de cmcoenla prendido- de i-
cupira e cem de vinbalico, que sil 1 precisos aa arse-
nal de inarinlia daqiii, e cuja remessa Jos Joaquim
la Convela se obigou a fazer, Cummunieuu-se
ao mencionado inspector.
tlilo Ao Exm. marechal conimandanle das ar-
mas, para mandar dispensar doaquartelamento, con-
fiirme requisita a director da. obras publicas, o ca-
pilla do sello bal.illnlo de intentarla da guarda na-
cional desle municipio, Jos Marrellino Alves da
I mi-cci. Cummunicou-se ao respeclivo comman-
tlanle superior.
Dito Ao cliefe de polica, Ir.insinilliiido por co-
pia o aviso cttcular du miinslerio da juslica de 20 de
main tillimo, solvendo a duvida propoila pelo pres-
deme da rH.it;.10 da corle Si 11 in esrravo resllen-
le eui par csirang-iro pode entrar no imperio e ser,
nao so conservado em escravidan, mas alo mandado
entregar a seu senhor pelas ju-lioas do paiz, Igual
copia se rcuiL'lleu ao capilau da p rio.
Dilo Ao mesmo, inteirando-o de haver Iran--
miltido as Ihesourarias geral e provincial, para ae-
ras*, pagas estando nos lemos legaes, as conlas que
S. S. remellen dasdespeas fel.s com o turnerimeu-
lo de luzes au quarlel do destacameulo da comarca
de Nazarelli, e com a sustento dos presos pobres da
respectiva cadeia durante os mezes de abril e mam
desle anuo.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de lazenda,
mandando abonar ao lr. Ignacio Nery da Konseca a
i] 11 an 1 ia de l:5OS rs. pelos serviros mdicos presta-
dos em difl'erenles cominisses, ouranle a epidemia.
Dilo Ao inspector doaisenalde inarinlia, di-
zendo que pode mandar vir de Inglaterra a cal leira
de que uecessita a macliina da barca de escavacio,
visto que he encessivo o precio OJM exigcm os machi-
nlas desla provincia, Slarr f\- Companhia, para
mandar apromplar aqu a reterida cal leira.
Dito Ao mesmo, concedendo a xutorisaro que
pedio para tirar, dos objectos perlencentes aos e-
itnt'lj. hospilaes de cholencos, os que forem preci-
sos para o servro do arsenal oe marinha, com Un-
to que sejam dilua objectos bem leainfectados ; rc-
iiieliendo orna relarilo (los que forem escnlhidos pa-
ra esse flin, com os presos por qoe houverein tle ser
dtaliados.
Dilo Ao lente-coronel enoarregado das obras
militares, 1 eroinmcndand.i t|ne de4eni 11iQi.es man-
de caiar os quarleis dos carpos em guarnirn nesla
proviocia, e das companhias litas de cavallaria e
artfices. Fizeram-se as. necessarias cnmmiini-
car.oes.
Dito Ao inspector da Il1esourariaprovinci.1l, di-
7-endoque pode incumbir ao asente encarrecado da
i'oliraiiea do imposto de :i(l ris por canada de be-
bidas espirituosas, a arrecadar.io do imnoslo ullimi-
inenle creado, de 15 ris por canada de vi-nure.
^ Dilo Ao joiz de paz da freguezin de Barreiros,
di/.eii lo (pie a presidencia, na circular de :ii| de jn-
nlni ultimo, j providencio'! no un 1.1 de ser leva-
da a elleilu a qualifica^io dos cidadaos volantes 1,1-
quella freguezia.
Hilo A' directora do (hei-lro de Sania Isabel,
ili/endo que para poder resolver-aerra do sen olli-
cio de boje, faz-sc preciso que declare quel o mxi-
mo das quanlias que se letu de adiiular aos actores
eoiiiraiadiis ou assuciados as provincias do sul para
o muajc liieairo.
PorttHa Ao agente da couipmiliia das barraa
de vapor, para lazer transportar al as Alagdas no
vapor que se espera do norte, o criminoso Antonio
lerreira de Lira, e duas praras que o lem de esc li-
tar. Espediram-se nesle sentido as uecessarias
commonicares.
Dila Nomeando, de contonnidade com a pro-
posta do cliel* de polica, para o lugar vago de sub-
delegado da freguezia de Barreiros, ao alteres Anto-
nio dos Sanios Caria. -- Fizeram-se as neceasarias
commanicaees.
Dila U presidente da provincia querendo evitar
a's fraudes que se podrm dar, e lem-se dado na ven-
da de liilheles de loteras, que veem da corte e de
oulras provincial, ordena que. laes bilheles e soas
fraeces 11.10 sejam aqui eiposlos :i venda sem esla-
rein rubricados pelo administrador do consulado pro-
vincial e lhe ra este lim devem os bilheles vir acompanhados de
ama lista assignada pelo tlic^oureiro de loteras da
ou da respectiva provincia ; e smeole depois
de confrontados os seus numero* com essa lisia, se-
ro convenientemente rubricados pur aquello, dous
funcclouarios. Seudo a venda dos bilheles sujeila a
um imposto provincial, n,lu podiirilo ser etposlos i
venda fra das casas que o liverura pago.
Circular.2.a secc/io.Palacio do governo de
l'ernambuco em !l de ju|ho de 1850.
Illra. Sr.--Achando-se inda incompleto o qua-
dro dos odiciaes da guarda na :m;i,il de,se inunin-
pio, vislo que (alo tiraram suas patentes no devidn
lempo os individuos constantes dtrelarao inclusa,
assignada pelo secretario da provincia, c deven lo
osla presidencia, para poder le minar a organisaco
dos corpos, ler pleno conhecimenln dos motiviis por-
que laes individuo, deixaram de as solicitar deudo
do prazo mareado no arl. 77 do decreto n.722 de
i de mil obro de 1850, compre que V. S. inlorme
com urjencia, se laes fallas procederam de causas
ni lepen lenle- da voulade dos Horneados. Para is-
to recommendOa que V. S., ouvindo os respectivos
conimandaoles, me declare as ra/.rte i|ue houvvr a
lavor de cada um dos mencionados individuos, cu-
jos documentos e allegacoes senlo Ira/.id os ao ineu
conhecimenlo, para que a vista delles en mere-
olva a conceder urna prorogarA 1 razoavel do prazo
nos qoe o merecerem, e a considerar sem elleilu a
nmneai;,l 1 do. que por negligencia n;lo liverom cum-
prido o preceito do citado decrelo.
Ootro sim, convem que V. S. me remella com
a nossivel lirevidade orna relarilo dos olliciaes sol
seu commando superior, qoe anda se nao apre-
seularam fardados e promplos p-ra o erviro dentro
do prazo determinado no arl. -JO do decreto n. 1334
de (i de abril de 1851 ; especificando os motivos e
circumstancias que a semellinte respeilo occorre-
OS CSAMENTOS DE PARS.
Poi Kdmundo Aboiit.
TEBCEIRO.
1
najrnn 1
O lio e o sobrinho.
I
1 .iTlanienle, iniiilo* de nossos leilores tem pasta-
do vinle vezes dame da casa do Dr. Auvraj sem
adeviuhar que ahi s* fazem milagres.
He orna habitadlo modesta e retirada, sem fauslo
e sem imignia ; nem mesmo se 1 sobre a porla esla
inscripsilo trivial : Caa de mude. He situada na
extremidad* da avenida Monlaisne. entre o palacio
golhico do principe Sollikofl, e o gymnasio do gran-
de Trial. L'm porlilo de ferro d Mirada para um
jardim de lilazas e de roseiras. A eazinha do portei-
ro tico i esquerJa. o pavilhio da ilireila contm o
canillle do medico, e o aposento da mullier e da
lilha. O corpo do edificio he no fondo, da as cosas
a avenida, e abre lodas as suas janella* ao sudoeste,
com visla para um 'pequeo parque bem plantado
de castauheiros e de tilias. He ahi que o doulor
trata e cura os alienados.
Eu nao inlrodu/iria l os leilores, se corresse o
risco de encoulrar lodos os gneros de loucura ; mas
au temis, nao lereis o doloroso espectculo da im-
becilidade, da doudice paral)lica ou mesmo da de-
mencia.
Mr. Auvrav trata e.pecialmenlo da monomana.
He um liiiineiu e\cellenle, sabio o espirituoso, mcio
medico, meio plilosopho, discpulo de Esquirol e de
l.aromigoiere. Se o encontrarles c*m sua fronte cal-
va, suas barba' bem feilas, seu vestuario preto e soa
physionomia palerual, nao sabereis se lie medico,
prole-sor ou sacerdote. Quandoabre a bocea adevi-
nha-se que vai dhter : Meu filhn Seus olhos mo
si o feos para olhos flor do roslo, seu olhar he cla-
ro e seceno, e avisla-se no fundo um inundo inlei-
rn ile luios pensamenlos. A vocacan de Mr. Auvray
drcidio--e, qnando elle era anda alumno inleruo na
Salpelriore. Eslndou rom paixo a monomana, rasa
curiosa alleraciio das facilidades iIj espritu, que ra-
ras vezes se explica por urna causa phjsica, que nao
(*) Vida Diario n. lO.
rem, aliui de que o governo, apreciando-as, possa
deliberar como f r jalo.
lien guarde a V. S.Sergio Teixeira de Mu-
cedo.Sr. commandante superior da guarda ancio-
nal do municipio de...
Illm. e Exm. Sr. Tenho a salisfacao de levar
ao alio conhecimenlo de V. Exc. que o attadn sa-
nitario da freguezia dos Moga los he actualmente sa-
tisfactorio, vislo como depois do dia 'I do prximo
passado mez de jiinho iienhum cas do cholera asi-
tico lem apparecido, achaudo-se eeslabelecidos os
dous ltimos individuos accommellidos.
A soliciludc com que V. Exc. acudi aos pungen-
tes e alllictivos gemidos daquella pulir gente, pare-
ce-me a cansa mais poderosa para a tMincc,ao de
semelhaiile llagello.
Agradeeendo V. Exc. a hondade e promplido
Cora que mandn evecular urna lemliranea minha,
ledenle ao melliocameuto provisorio do cemilerio
daquella povoecAo, nflo pude deixar de conin-l-r-
iin lemlo no Diarto de boje um (inicio da conimis-
IfO'da h\iene publica, assignado |ielo seu digno
presidente inlerino, e dirigido V. Exc., no qoal,
tralamlo-inp de fabuloso e visionario, faz claramen-
te entrever falta de'sinceridade nos meus oflicios ; e
como urna quehra de dignidade mlica equivale a
nina 1 eiiiiva< ao social, eu fallara a um rigoroso do-
ver se nilo tratasse quauto anles de esclarecer -eme-
Ihanle quesillo a V. Exc. a quein peco iuenea pa-
ra la/e lo.
Tendo olliciado*' V. Eic. em dala de 21 de j-
nbo prximo passado, que se haviain dado no dia
anterior mais dous casos de cholera asitico na fre-
guezia dos Afogados, ilisse que linham sido lias prd-
\nnida(ies do cemilerin, cojo local hmido e ja cor-
rupto, dava lugar a eihalacoes cadavricas, e que
por lano pedia a V. Etc. se dignaste mandar co-
brir aquelle terreno com urna expessa carnada de
areia e cal, afim de neutralisar lao corruptores mi-
asmas.
Ora, sendo o meu oflirio datado de 24 de junho,
lempo em que bavia chuvido excessivamenle, e que
o terreno acbava-se alagado, noto que o presidente
da roinmis.o de hvgieue publica all so se apresen-
lou a :t do crrenle me/, das 1 para 5 horas da lar-
de de um bom da de verAo ; e dingindo-se a' quem
menos eslava habilitado para respouder-llie, u re-
sultado foi nao encontrar re'lamenle o qoe havia
cu dilo 110 meu ollicio ; lano mus achaudo-se ja
nivelado e cnberlo de aicia e cal dilo cemilerio ;
sendo sem duvida alguina esla a lazu porque o pre-
sidente da cninmis-o de hygieuo publica nao vio
teiidas. e nem moscas accumuladis e adejando.
Qoanto, porm, s exhala^escadavericas, de que
fallei, posta alllaucar a V. Exc. que nao fortn de-
vidas a um galo podre alirado a um dos ngulos do
cemilerio, cobedo da mallos. Como aflirma o digno
presidente da roinmisso de bygiene publica, por
informacAo do lodos os moradores da ra da Paz, e
im a corrupcoes cadavricas, levadas ao mais subido
poni, como live aceasifla de observar no momelo
em que se abra 11111,1 cova, e no em que entrando
UID cavallu em dilo cemilerio, ao retirar una das
riici. 01 lal o man cbeiro que exhalou, que oIitil'oii
aos eiilior*s-4ihdelede Jos Lucio Lins>rfe
se arhavaio, a se relirarem iminedialameule : o 1
cbeiro loi por leiun o n fado e nao um cont, eo
quiz o presdeme da commissao de bvgieiie 1
blica.
-Na ra da l'a/, a injis vi/inba do cemiieria
norte do ...... rp|.i .iv,/,', asmas d'aquelle, seus moradores sull'reram no po-
ueu tos entrramelas, e dos fallecidos do ello1 ?ra.
eiu uuurero nunca menor de qualro, e neslesi* |l 1
iftifaUn Tri|iT|tiHgw.]** ","u< *' '||-'T.
nina mullier. que 11 commissXi de liyi-iene publica,
sem duvnla por descuido omillio 110 seu ollicio.
Mandando V. Exc. Cobrir o terreno do cemilerio
de areia c ral, a' requisieao minha, diz commissilo
da bygiene representada por -cu mu digno presi-
dente, que temulltante medida mo satisfaz a verda-
dera razil.i da sciencia e nem h\o pouco preenche o
lim desejadn.
Eu julgava fura de duvida o emprego da cal co-
mo ueulralisador dos cidos carbnicos sulphydrico,
e priuripalinaule dos omauicos de ualureza ponen
conhecida ; e nem posto obil-r que, quem quer que
leja lurnando-se sceplico, duvide dos principios ele-
mentares ila sciencia, .lia'ieando a V. Exc. que ae
Dio lembrei o emprego do chloro e dos hypoclorlos
alcalinos, coiibecidos como os melhores desinfeclau-
lei e que decompondo as materias orgnicas se apo-
deran! doaseu hvdrogeneo, mo foi por iguorar o
que ensiiiam os meabas e demnnstram as experien-
cias ; ma- 11111, menle como nem mais fcil e me-
nos dispendioso e de que lanas vezes em casos an-
logo* lem laucado mao a Europa culla. No
caso verlente a primeira medida seria, alen do
que fica dilo, a crearan de um nnlru cemilerio rom
lodosos quesilos precisos para salislazer as uccessi-
lades da sciencia.e como na occasiao islo mo era pos-
sivel. lembrei a dila medula, qoe quanlo a miinsa-
tisfez a verdadeira razao da -ciencia, e preenche oo
lim ilos.jado.
^an he fura de propo.ilo declarar a V, Kxc. que o
terreno em que astenia e cemilerio dos Afogados,
tem por ana urna ex (edito de tlWII palmos qu.(Ira-
dos approMinad.mente, e que all foram sepultados
durante a epidemia que assid.111 a provincia perlo de
300 ra laven-, leguiidn infoimaeoe sinceras, que
receln do subdelgalo interino, e de oulras pes-
soas ai.lorisaoas para faze-l 1. Ora, devendo cada
scpiilliira ler de cxlenrau pouco mais oii|inenos 1:1 L
palmos, seaundo os Srs. A. lar.lien, e Michel Lew,
don hyaienislM akalisadu, lie obvio que aprove-
lada Inda a superficie do terreno nunca podei.i dar
mala de SI ; mas devendo exi.lir entre ellas um la-
lerv.illo equiv .lente a um palmo, duas pollegadat e
meta, aeaue-ae que silo precisos 107,'uS palmos para
Itolar ninas das oulras as sepultura- ; o que he i"ual
a um e-paCn ocrupadu por 8 sepulturas ; e por lano
abatido, os atar val loa -n leremos 75 pullur.n para
-100 cadveres, oque di urna para qualro.
Se paran) a romm sso de lij i-iene publica, figura-
da pelo sen prati lente interino, livesse relleclido 110
que acabo de expender, por cerlo ulo avanzara a
dizer o que li-.e no ollicio dirigido V. Exc,
porque be fora de duvida que um pequeo terreno
hmido, ronlendo em seu inlerioi MM) corpos era
putrefarrao, e lalvez mais no curio esparo de 70 a
80 dius.haveinlo al sepulluras que lev'aram (i, e
demais sugeilo a dupla tejan do calor e liumdade,
acceleraodo as'.decomposi;es e exbalando gazacido
carbnico e amoniaco, deixa sentir um cbeiro dcsa-
gradavel e nocivo em lodos os sentidos.
Ouanio disse a' V.Exe. do meu offlcio aolerior foi
nicamente a verdad*, lioguagem que aempre su-
bo fallar ; nao leudo jaman inlencAo de aterrar urna
popularan coberla de lulo, e abolida pelo sollrl-
menlo.
Eis aqui leal e sinceramente o que me compre di-
zer a' V. Exc, aguardando suas ordens do sentido
que se disnar dar-m'as.
Heos guarde a V. Exc. Recife 5 de jalho de 1856.
Illm. e Exm. Sr. conselheirn Seraio Teixeira de
Macado, pretideale da provincia.Dr. Jos augus-
to (/ Souza Pitanya, medico em commissao uos
Afogados.
Arcuso receblo o oflicio de 5 do correle, em
que \ me. justificando a idea que apresenloo a res-
peito do melhorameuto provisorio do cemilerio da
freguezia dos Afogados, julga-se menosprezado pelo
presidente interino da commisso de hvsiene publi-
ca em um ollicio iiue elle enderecou a esta presi len
ca, e que foi publicado no Diario de Verwtntbuco.
Louvando o zelo qoe Vmc. moslra no cumpri-
menlo dos seus deveres, cumpre-me fazer-lhe sentir
que quando mn empregado qualquer emitle em suas
comniiiiiicares olliciaes opinies coulrarias as de
oulro, nao se deve dabi deduzir que o queira de-
preciar ou Irazer sobre elle a descoiifiaura dos supe-
riores.
Espero, pois, que dos oflicios dirigidos presiden-
cia, e que alias sao publicados para Iranquillidade e
lalisfacao dos espirites, 11A11 se fra urna arena em
que se procure o triuinphn do amor proprio ; visto
qoe o bem geral, e s este,lie que o governo deseja
qoe lenham em mira os empregados, e as pessnas
rommilimadas por elle. Jolln !) de I85t>.Au Dr.
Jos Augusto de Souza Pilaoga.
Marrado o da de hoje para o julgameulo da ap-
pellarao do Aracatv, em que sao :
Appell|atile, Manoel Goucalvet \ .denle ;
Appelakdo, Amonio l'errcira dos Sanios (,',imi-
lllla.
Sorleajlns ns Srs. Reao e Siquera.
Firou adiado a pedido desles.
O Sr. ileiembarsador Giliraua passou ao Sr. d-
lo
BISPADO DE l'ERNAMHLCO.
ubordinidiis, pelo que Ibes di os merecidos agr-
decimenlos.
Jote Joaquim Coelho.
4 de jalho.
ORDEM DO DIA N. 293.
O mrcelo.! de campo commandante das armas,
em cumplimento deliberaran da presidencia com-
municada em ollicio dilado de honlem, deleruiina
que fique dispensado do aquarlelameolo o Sr. capi- sembarga^dor Villares o< embaraos em que
Iflo do li balalhao de infanlaria da guarda nacio-
nal do municipio do Recife, Jos Marcelino. Alves
da Fonceca, conforme reqoisitou o Sr. director
das obras publicas ; e faz cerlo para os lina c inve-
niente*, que a mesroa presideucia foi servida por
portara de 3 do crreme ..ornear para o logar de
subdelegado da freguezia de Uarreiros, ao Sr. atferes
do 9. batalhai} de infanlaria do exercito Antonio
doi Santos Cari*.
Faz cerlo ootro sim, que hoje ronlrahio novo en-
gajamenlo por mais seis anuos, nos termos do reg-
lamento de 1 i de dez'robrode 1852, precedendoins-
peccAo de sade, o Sr. primeiro cadete segunJo sar-
gento do 2. hala Ihao da referida arma Pedro de Al-
cntara Tiberio Capislrano, com o destino de ir ser*
vir no balalh.in do deposito na provincia -le Sania Ci-
Iharina perciben do alem dos veocimentos que
por le lhe compelirem, o premio de KKISOOO r-..
pago 11a forma do art. 3 do decrelo n. 1101 de 10
de pioln de 1851. e lindo o engajaiuenlo. nina data
de Ierras de 22, VK) bracas quadradas. Desertando,
incorrer na pena do perdimenlo das vautagens- do
premio, e d'aquellas a que tiver direito, sera (ido
cjmo se fosse recruladn, desconlando-se no lempo
doengajarneuln o de pnsao em virtud* de senleura,
averbando-se esle descont e a perda das vautagens
no respectivo Ululo, como lio por le determi-
nado.
Jos Joaqun* Coelho.
1
ORDEM DO DIA N. 39*.
, O marerlial de campo commandante das armas,
-! teffSlttS> SgZ
ra de 2.1 de junho ullimo, continua a estar em seivi-
M na provinria do Malto-ljrosso, o Sr. capilla do
j- balhao de arllaaria a p Francisco Luiz da
I fin la 1" e Souza, e au pudendo por isso ler losar
a ola de ausente que foi man lada averbar mis seu
asienlamenlos pela ordem do da 0 do dito mez
son < numere 273, como foi declarado em lal aviso,
ilelermiiia qoe ligue -em efleilo semellinte nota e
go reerante de Sanio Agosliuho, pela sm;, de
Dos c da Sania S Apostlica, biapo de Pernam-
buco, do couselho de S. M. I. e Constitucional.
A lodos os re verendsimos renos e sacerdotes
dest* bispado sade e paz em o Senhor.
Per suprema re-nlurao de Sua Magestade Impe-
rial de 4 de junho de 1820, foi servido o mesmo au-
gusto senhor confirmar o alvara das ultimas acal-
dadle concedidos quauto aos concursos e proposlas
dos beneficios vagos, c como presentemente eslejam
vasas as eadeiraf das dignidades de Ihesourciru-mor
e de arcediano, e urna prebenda inleira pela tnurle
dos respectivos proprictarios, e as resultas que hou-
verem. Pomos a concurso pelo presente edilal as re-
feridas dignidades, a prebenda inleira e a- resoltas,
em virlu le do decreto de 20 de selembro de 1850.
Todos os reverendsimos conejos e sacerdotes que
qui/.erem concorrer, aprcsentem-e denlro do prazo
de 30 dias, contados da xaco do presente edii.d,
com seus papis e requerimrntos inslruidos das lia-
bihlaces exigidas pelo referido alvara, e mais docu-
menlos que Ihes fizerem a bem, precedeudu lamliem
as nossas infurmaeoes particulares de vila el mori-
! ; e Irilo o concurso propneme-.1 S M. o Im-
perador Ires dos mais benemritos e dignos, confor-
me os sagrados diurno- e Couc. Trid.
Dado em Olindl sob nosso signal e sello, aos '.) de
jiilho de 1S.V!. F. eu, o padre Joaquim d'Assuinp-
Vao, eterivao da cmara episropal o ubscrevi.
Joao, hispo de Pernambuco.
Eslava o sello das armas episcopaes.
Atmmpro.
lidilal pelo qual manda Sua Exc. rtverenilissiina
por a concurso as cadenas vagas da calhedral de
Olinda.
Para V. Exc. revmendissima ataignar.
corresponde a nenbuina leda visivel do -\ -lema ner-
voso, e que cura-se por um Iralamenlo inoral.
Kei ajudado em suas observacoes por urna joven
zeladora la divisan Pinel, a'sis formosa e mu bem
educada, loniou-lhe amor, e logo que vio-se dou-
lor casou com ella. Era enlrar modeslamenle na
vida. Entretanto elle linda alguns bens, que em-
pregou em fundar o eslabelcciinenlo de que acaba-
mos de fallar.
Com um puuco de charlatanismo leria enriqueci-
do ; mas conlenlou se de viver honeslamenle Ei-
la o rumor, e quando faz algn cura maravilhosa,
nao poe-se a apregoa-la. Sua repularo formou-se
assim por si mesma, quasi sem seu conhecimenlo.
Queris una prov 1 O Iralado da .Uonomanie rai-
somianlc, que elle publicnu na llvraril de Itailliere
em 1812 esla na sexta edir;ao, sem que o autor lenha
enviado um s exemplar as gazelas. Cerlameule, a
modestia be boa em si ; mas uo convm abusar del-
I. Mademoisella Auvray Dio lem mais de vinle mil
francos de dol, e lera vinle e dous anuo- a 30 de
abril.
Ha 11 ns quinze das rreio que era quinla-feira, 13
de de/.embio urna carruagein de aluguel parou di-
anle da grade de ferro de Mr. Auvray. O cocheiro
b.ileu ao portao, e esle abrio-se. A cafruagem adi-
anloii-sr at o pavilho habitado pelo doulor, e dous
iiomeus enlraram vivamente no gabinete. A serva
rognu-lbes que se asscntassem, e es|ieraisem al o
lim da visita. Eratn del horas da mandila.
Lm era homem de rincoenla anuos, alto, moreno,
sanguneo, vermelho, solfrivelmenle feio e mal gei-
loso. Imiginai um obreiro calido com as roupas do
palrao : eis-ab Mr. Morlol.
Seu sobrinbo Francisco Tbomaz he mancebo de
vinle e tres anuos, diflicil de desrrever, porque as-
semelha-se a lodos. No he alto nem baixo, mo he
feia nem bonito, nao lem lallie de Hercules nem de
dandi/ ; porm be modesto dos pea i cabera, guan-
do entrou em casa de Mr. Auvrav, eslava muilo agi-
tado : passeava com urna especie de furia, olbava
para viole contal ao mesmo lempo, e leria locado
em ludo, se nao live-se ttdo as mtlos ligadas.
Tranquillisa-le, dixia-lbe o lio ; oque faco he
para o leu bem. Estars conteni aqui, e o doulor
le curar.
Nao eslou iloenle. Para que ligou-me?
Porque me lenas laucado pela portmlmla. Nao
estas em lea juizo, meu pobre Franrisro ; Mr. Au-
vrav le far.i rerobra-lo.
K.iciorino lao Peni romo Vine. meu liu, e
ao o emendo, leaho o etpirilu ao, u pensamenlo
oerlo e a memoria excdeme. Quer que lhe rerile
venus? Quer que lhe Iraduza lalim 1 cis-aqui jusla-
menle um laciloiiesla bibliolbeca... Se prefere nu-
tra experiencia, vou resolver um problema de arilh-
COBDSAMDO DAS ARMAS,
Qu.-irtei ceataal do eosamanda das armas de
Pernambuco na cldade da Recita em 28 de
Juaho da IS56.
ORDEM DO DIA X. 288.
O marerlial de campo, commandante das armas,
determina, em cumpriminto da ordem dp governo,
roiiiinunirad.i em aviso do ministerio dos negocios
da guerra de lli do expirante mez de junho, que
por copia lhe foi Iransmillido pela presidencia com
ollicio de honlem datado, qoe o Sr. teuenle-corone!
coniin.-iii lanie do dcimo balalhao de infanlaria fara
excluir do oslado eOectivo do mesmo com guias de
pas.agem pin o selimo balalhao da referida arma,
todas as pravas de pret em de- laca ment na provin-
cia da Babia, e para o meio balalhao da Paralnba as
que all se acham destacado!, cerlo de que os respec-
tivos oiliciaes desses destacamentos leein de regres-
iar an balalhao a que perlencem, de cooformidade
com a sobredila ordem do governo.
O mesmo Sr. lenenle-coronel commandante en-
viara ao quarlel-general urna relacao .nominal por
companhias dai pracas cima mencionadas, e com a
maior urgencia as guias que Ibes dizem respeito, a-
llm de lerem o devido destino.
Jos Joaquim Coelho.
ADDICCIONAI.ADEN. 288.
O marechal de campo, commandante das armas,
determina, que na manhaa dodia !. de julbo pr-
ximo vin louro se passe revista de moslra aos corpos
do exercilo existentes nesta proviocia, ao da guarda
nacional, as companhias fixu pela ordem aeguinte :
A's 6 lloras ao balalhao terceiro ila guarda nacio-
nal aquarlelado ; a's t '. a eompanhii de artfices;
's 7 ao balalhao derimo ; a'a 7 3|4 ao balalhao se-
sundo ; a's 8 >4 ao nono, lodos de infanlaria ; a'i
9 a compendia lxa de caval'aria ; e a's9 3|.ao quar-
lo balalhao de arlilharia a p.
Determina, oulrosim, que o lerceiro balalhao da
-unida nacional, depois da revista de moslra, se con-
sidere desaquarlelado, enlreeandc o quarlel e os
iilenss a'seu cargo ao Sr. commandante do balalhao
da mema guarda, que se apresenlar para o subs-
tituir.
Pede a juslica, que o marechal de campo, com-
mandante das aunas, prevalecendo-se da opporlu-
nidade, declare que o referido h.ilalho lerceiro, do
decurso de Ires mezes qu* fez com a tropa de lml.it a
guarnirn da prara, servio bem ecom ponlnalid.nle,
o que be devido ao inleresss e zelo qoe o sea com-
maule o Sr. lenente-curooel Jo Candido de Bar-
ros e a sua officialidade tomam no cumprimenlo de
suas obrigac&es. maa ainda a moralidad* dos seus
mlica ou de geometra... Nio quer ?... Enlao ou-
< o que fizemoi esla raanhia... Vmc. foi as oilo
hora', nao acordar-me, pois eo nao dorma : mas ti-
rar-me do leilo. Vesli-me sem ser ajudado por Ger-
mano ; Vmc. pedio me que o acnmpaiiliasse easa
do Dr. Auvray ; recu-ei; Vmc. iosialio ; eucoleri-
-ei-me. Germano ajodou-o a maoielar-me ; dei de
expelh-lo esla noile. Devo-lhe Ircze dias de salario,
islo he, treze francos, pois tomei-o i razia de Irinta
francos por mez. Vmc. deve-lhenma inrJemnisacao.
porque fai-lhe perder asfeslas. Nao raciocine! bem ".'
pretende anda fazer-me passar por doudo .'... Ab!
man charo lio, volte a melhores sentimentos!... Nao
lhe quero mal por isso, e ludo pode arranjar-se ami-
gavelmente... Vmc. lem urna filha, mademuiella
Clara Morlol...
Ah apanhei-le agora bem vs que nao eslis
em leu juizo !... Tenho urna lilha !... Mas, meu cha-
ro, son solteiro como lu.
Vmc. lem urna lilha. tomn Francisco machi-
nalmenle.
Meu pobre sobrinho !... Ouveme bem. Tens
alguma prima ?
Xeiihuiiia. nao lenho prima. Oh Vmc. nao
me apanda em falla. NAo lenho primos nem primas.
-- Son teu lio, nao he verdade ?
Sim, Vnic. he meu lio, embora tenha-se es-
quecido dio esla manhaa.
Se eu livesse alguma lilha. seria la prima ;
ora, nao leus prima, logo nao lenho lilha.
Tem razao... live a felicidade de v-la esle ve-
rao ns caldas de Ems com a in.ii. Amo-a, creio qu*
nao lhe sou indiferente, e lenho a honra de pedir-
me a sua mao.
A mao de quem '.'
A m3o de sua lilha.
Ah! disse romsigo o lio Morlol, Mr. Auvray
I ser* moilo hbil, se o curar! Pagarei seis mil fran-
cos de peii-o das rendas desse pobre Francisco.
.,>ucm de iriula paga seis reslam vinle e qualro. Es-
lou rico.
Assenlou-se, abri um livro 10 acaso, e disse ao
sobrinho:
-- Assenla-le all, vou ler-le alguma cousa. Ouve
.nclitamente, islo te Iraoquillisar.i.
Leu :
A monomana he a oli-Unaco de nina idea, o
imperio exclusivo de urna paixau. Sua sede he no co-
raran ; he ahi que se deve procura-la e cura-la. Tem
por causas o amor, o temor, a vaidade, a amhiro. o
1 em,. 1- .. Trahe-.o pelos me.ni,., syDiplomas que a
paixo, nra poli alegra, pela audacia e pelo rumor,
ora pela liinidtz, pela tristeza t pelo silencio, a
Durante MM leilura, Francisco parecen applacar-
se e adormecer : faza calor no gabinete do doulor.
~ Bravo! diise comsigo Mr. Morlol; eis-ab ja
de oenhum vigor a segunda parle da citada ordem
do dia, e edilal da mesma dada.
az ootro sim cerlo, (er-se expedido ordem a pa-
oria das tropas da corle, para que do I.* dnagoa-
liante cesse pnr all o pacameut 1 da cuusig-
narjio mental de attt00OM.< que deixava a seu pro-
idor o Sr. altere- do 9." belalhao de infanlaria
Galano Gerallo de Souza Magalhaes, abouando-
se-lbe o sold por inleiro nesla provincia, a contar
do referido dia, como foi rommuuicado em aviso da
repartirn da guerra de 23 de de junho.
los Joaquim, Coelho.
ORDEN DO DA N. 2!lfi.
O marerhal de rampo roinmaudanle das armas,
declara para os lins convenientes, que, segundo a
tabella abaixu transiTipla. approvada 'ida presiden-
cia, o valor da rarao le ctape para a tiu,pa de Imita
existente nesta provincia, he no crreme semestre
de 360 rs., o a do po para os duentes '. ii, 90
reis,
Declara, oulro sim, que hoje conlrnliio novo en-
gaja|nerilo para servir por mais seis anuos, nos ter-
mos :do regilameulo de I4.de dezembro de ISV2,
mece leu lo nsneceno de san le, o soldado d.i sexta
cmiipaoliia do segundo b.iialo.10 de infanlaria, F*ir-
miailo de lloara, o qual por sobre os veiirimenlos
que por lei lhe comp,elirem, perrebera o premio de
iOO^spaeo sesundo o .lisposlo no arligo3.* do derre-
lo 11. 1101 de 10 de junho de 1851, a lindo o ettga-
.jamenlo, nina dala de ierras de 22:500 bracas qua-
dradas : di-eri.i alo.....orrer.i 11.1 perda das vanla-
gens do premio, e daquellas a que liver d'reilo. se-
r considerado como se recrulado fosse, descontndo-
se no lempo do eugajairenlo o de prisilo em v 11 ludo
de senleura, averbando-se esle descont e a perda
das vantageus em o respeclivo Ululo, cainu esla por
lei determinado.
Tabella das elapes para a tropa de primeira linha
desja provincia no semestre do I' de julho a 31 de
dezembro de 185t, de couformidade com as carlar
de lei de 21 de selembro do 1828 e 21 de iiov.mh-
broide 1830, e ltimamente mandadas cumpris
por
aviso da guerra de 25 de oulubro de 1852.
8,' V r. a*
'.eneros. 2 fs, Quanlida-de. aa i-
3f600 \\q. liSO. 90 ^1
Fariub 1 de mam: oca. 90
Carne fresca . 3580 S> 1. 120
Dila se cea . . . 7W80 iv llS. 120
Arroz . . 5DI20 o 4 oncas. 40
Fejjo . . 128800 Ala, 1,160. 80
lOUCIII 1(1 Sal .T. . 129800 (iD 7 mira-. 1 olli'.i. SO d SO 5
I,"iih.i . 4 otu.,1-. ; :i5
340 :t80
1." especie. . 340
2. especie . 380 720
lenno medio. . an
para que elle acabe rom os concerlos que ao do- grupo compo-se de empregados pblicos, arademi-
mingo se celebrara em dillerentcs parques reaes da : eos, estudanles, raixeiros, etc., os que u compoe teem
melropole. uecessidade de. no oulro dia, i rem para seus aflate-
Parece que lord l'almeislon. o qual lie um espi- res, pelo que Ibes convm acordar redo, mas como
rilo forte, se rommoveu pouco rum as nistaucias; al 2 horas da ma minada se esta' acordado e se
que lhe foram feilas em nomc da religiao anglirana.' p-ie no outro dia cumprir exactamente com obriga-
Pozeram porem em pratica um meio, ae qual nao ri.es O que nos faz crr, qoe essesgriipos nem sAo
pode resi-lir. de empregados, nem de csludanles, acadmicos c
I m cerlo numero de represntenles liberaes qua- caiieiros, ou de uulras quiesquer pattoaa, que le-
sim de
Eniharlanle, o cnsul francez como adminislrador i s todos escos.ezes, derlararam-lhe que se uao |i- iiliam 110 oulro da obrigares a' cumprir e si
da surcetbAo de Frederco OmiIoii. I zesse lermo ao escndalo desles ronrerlos an do-| vadlos, de maldizenles, que de atalaia nesles o
Passuuhlo sr. desembargador \ illares ao Sr. de- mingo, voiariam dahi em dianta contra elle de i passum una boa parle da mite em jogr o
s onli o g.i.lor l.eo a appid.ai_.i-i em que sAo :
Appellnnles, Itapl'ael Flix Jos Garca e Joao
Au.;i-io Bandeira de Mello ;
Appellpda. Mana Filippa Soulo.
F'oi dirlribuida ao Sr. desembargador tiiliraua a
appellacab em que sAo :
Appell inle, Manuel i. ,.;..h l-'erreira ;
Appell ida. a viuva Pereira da Cunta.
E su i vi
o Albuquerque.
EXTERiSR
Londres lli de maio.
O parla nenio entrn em fenas por cansada fesla
de PenUcMte*.
A ultima sesso, a unir, que vos remello foi
preeiicbidL pelo cuinprimenln de um dever publico.
A rainh 1 ronce leu orna penso de 1IHHI libras ao
general Williams, e creou-o baronet, com o litlo de
sir Willia 11 Williams de Kars ; a parte fiuanceira
dcsta reco npens real carona porem da MnccSO do
parlatuenl 1, o qual lem em seu poder os cordos -a
bolsa, e po lia oppnr-se a munificencia da soberana,
se esla mu iilireocla fosse contraria as ideas do paiz.
Nesla eCafiae porem a medida era limito popu-
lar para 1 r mirar a menor conlradiccao, e ful por
unaniuiidale e quasi por acclamaco que fui vota-
da urna re posta a ranilla para lhe dizer que o pai-
lameni 1 a Madjuvaria na necuro da sua real h-
beralidade.
Deve eoiifessar-se que os loglezes s ibetn recom-
pensar aquel les que bem os setvem ou que dao glo-
ria ao nomo brilauico.
O general Williams nao commaudava nglezcs ;
eslava em Kars comn coinmissario do governo, e a
pusirAo qucidepois oceupou no exercilo lurco foi el-
le quem a lumou.
O nico rain de gloria que sabio da Asia fui de
Kars que parti, e o geueral Williams esla' indisso-
luvelmente igado a esla gloria ; e como o general
Willains be Inglez, a honra que elle adqoiriu re-
llecle em pa te sobre u seu paiz, o qual muito pou-
co ganhou na .ultima guerra para nao a proven ir
com avidez ( pouco que se aprsenla.
Em rocoiiijpensa, pois, da gloria que o genera
Williams den a' sua patria, ui-lo agora com nina
peusao de 1(100 libras esterlinas, com o direito de
usar um nenie, que recordar sempre os altos feilos
do ollicial a quem fui dado.
Poucos p. i.:es ha que recompensen! por esla forma
os seus servil ores.
De cerlo v is lembrais como foi recompensado
Wellington.
Es^e lentii lento de uslia be mulo honroso
para (pie pnssi deixar de ser mencionado.
Veris que h queslo da pena capital foi eslahcle-
lecda nesta maima se-sao na cmara dos lords.
Devo dtzei-los o que deu miilivo a propor-se tsla
queslao.
Ha cousa <|4 dous mezes que foi condemnado o
morle um liumein por ter assassinado sua mullier e
lies filhos. (Jijando c'negou a hora da execurilo, es-
le homem era lim canaver, e foi uecessario leva-lo
para o cmlalaUo em ama cadeira. Parece 'oe depoia
dislo a execueaj no fui man h. que una simples for-
malidade, pois ijue a sociedade ja eslava livie de mais
um acelerado, _iuau.li porm se al, u .0 o alrapAo
sobre que Mlatim a cadeira e o paciente, e que elle
foi laucado, coi 10 se diz, na ulermdade, esle cadver
rerobrou siibiliii nenie vida, e o desgrarado enfor-
c-ilo, cujas fon as ueste mu.nenio supremo tiuham
duplicado, deu im sallo e conseguiu por um dos ps
sobre a borda da plalaloruia. Os criados do algoz
corrern) a lira-lio d'alli, mas por Ires vezes elle
conseguio por os ps sobre a plataforma.
O horror dos fespecladores .1 visla desla espantosa
lula eslava no seu auge, o carrasco linna-M safado,
e cuslou muilo alcncoulra-lo. Appareceu atina I pal-
udo e trmulo ilobre o cadafalso, e pendurando-se
uos ps do enlomado, poz lim a esle h .1 inri espec-
tculo. Se o carrasco se nAo livesse retirado do ca-
bria passado parle da srena que a-
porque era seu dever conservar
oairao perpendicular,
safara-se porque linha recebido
que a ame.icavam uialarem-no
ando elle estivesse sobre ocada-
l'ao pira osdoenles do hospital \~im \j. s,90.
Conladoria da Ihesouraria de fazenda de Pernam-
buco 23 de junho de 1856. Serviudo de coiilador,
/oe' Ifenriquet Machado.
i.imien.Tretas.
Approvo. Palacio do governo de l'ernainboco S
de jalho de 1856.Seraio Teixeira de Maredo.
Jos' Joaquim Coelho.
TRIBUNAL DO COMMEKCiO.
Setsaojudiciaria em 9 de julho de 1856.
I'resn enca do Exm. Sr. detembargidor Souza.
Esliveram presentes os Miembros do tribunal.
1'assoi do Sr. desembargador l.eo ao Sr. desem-
bargado Gilirana a nppellac_3o em qoe sAo :
Appel ante, Caelano Silverio da Silva ;
Appellado, Flix Venancio de Cantalicio.
um proi igio da meilcioa. Adormenta a um homem
que nAo tem Tome nem somno.
Fraoc seo nao dorma ; mas finga o somno com al-
guma pi rfeieo. Ioclinava a cabera a enmpasso, e
regulavi melhodicamenle o rumor monolono da res-
pirarlo. O lio Morlol engodo a pilla : coiUinuou a
leilura 1 m voz baixa, depoia borejou, deixou de lr,
largou ( livro, fechou os olhos e adormecen de boa
fe, com grande salisfarSo do sobrinho, o qual es-
prelav -o maliciosamente.
Prima iramenle Francisco agiloa soa cadeira : o
lio Mor ol permaneciu immnvel. F'rancisco deu al-
guns pa 908 pelo gabinete ; Mr. Morlol poz-se a ron-
car. EtlAo o doudo ebegou ao escriplorio, achou
urna ra padera, impellio-a para um ngulo, apoou-
Ihesolii ament sobre o cabo, e corlou 'a corda que
alava-ll e os bracos. Vendo-e livre, releve um gri-
to de alegra, e vollou na pona dos ps para junto
do lio. Em dous minnlos .Mr. Morlot foi garroteado
slidamente, mas com lana delicadeza que seu som-
no nAo interrornpeu-se.
Frannisco admirou sua obra, eapanhou o livro que
cahra obre o assoalho. Era a ultima edie.i,, la .1/0-
nomanie raisonnante. Levou-o para um canlo, e
poz-se I ler mu seriamente aguardando a chegada
do doulor.
II
Releva i|ue eu vos conle, leilores, os atite.cedenles
de Francisco e de ssu lio.
I raiici-eo era o lilho mico de um marceneiro da
passagem de Saumon, chamado Tbomaz. A marcene-
ra he bom negocio nella ganba-se rcnln por cenlo
em quasi lodos os artigo*. Depois da morle do pai
F'rancisco goztva da abaslanra, que se chama hones-
ta, lalvez porque dispensa de faier baixezas. Seus
ROaltM eram mu simples, secundo creio ja ler dilo.
Elle linha una preferencia innata pelo que lijo bri-
Iha, e escofina naturalmente suas luvas, seus rlle-
les, seus palitos oa serie de core* silenciosa-, que
eslende-se entre o preto e o castando. Nao lembta-
va-se de ler sonhado com as cores alegres c vivas,
nem na sua mais lenra infancia, e ai Filas que mais
invejamos nunca perturbaram-lhe o somno. ISAo
Irazia oculos nem luneta, pela razAo, dizia elle, de
que linha bons olhos, nem alburie na grvala, por-
que ella segurava-ie por si s ; ma a verdade he
que elle leona ser notado. O lustro de suas bolas
deslumbrava-n. Tera ficado muilo aliliclo, e o a-
r.iso lhe bouvesse dado um nome di-linclo. Se |iara
araba-lo n padrindo o livesse rl1.1m.1do Aineiiro 011
Fernando, elle nunca ae liria aisicnadu em sua vi-
da. I elizmeule seu nomo era lao modesto, romo ,1
elle mesmo o livesse e-coln 1...
A timidez impedio-o de lomar urna carreira. Ten-
do passado o lumiar do bacbarelado eocoslou-se a
dafalso, nAo se I
cabo de descrever
o rnfore 1 lo em [
Calcrofl, poien
Carlas auouymas,
com um tiro qi
falso.
Os schenfs da didade de Londres a quem compele
dirigir as execueis, e que seriam obrigados a fazer
o olficio de carraJcn, se esle nao qoizesse execular,
declarar.un au gnVerno que 11A0 respondiam pelas
execuroes futuras se nao fosse uomeado oulro algoz.
lano islo be verdade que a ranilla acaba de per-
doar a dous cuudeinnados, que deviam agora ser ex-
ecntados em Lundiles.
Deve porm dizer-se que os enndemnados eram
duas mulheres, e 1 raiulia nAo quiz ajunlar au hor-
ror do espectculo o mteresse, que sempre inspira
o sexo fraco.
origem .1 proposta do bi'po de
nomo,... urna coininissao de in-
uma inaneira regular e svslcmalica.
Lord Palmrslon rcceion achar-sc em minora,
ceden por ciiusequeucia a estas ameara-.
Com ludo elle leria posto em grande euibararo ns
seus inlerocutorea, se livesse resislido, pois nao cus-
a derribar um gabinete, o caso esla em o subslitojr,
c 110 actual estada dos partidos he lord Palmerslon,
por assini dizer, o nico homem possivel.
Ein lodo o raso elle nao poderia ser substituido
seno por um humen! de um liberalismo anda mais
decidido, e que nao se deixaria intimidar pelas a-
mearas rio! puritanos.
Lord Palmerslon porem recuou diaule da luta.
Nao a ler- no parlamento, pode porem eslar cer-
lo de qne a lia de ler na ra.
De cerlo ainda vos nao esquece-tes das dosordens,
que no anuo passado se deram em Hijde Par, por
1 causa de um projerlo de lei. o qual se inlroinellia
na liberdade do pov/0 de Londres aos domingos.
?iao poderao agora dar-se as mesmas desorden! ?
Conhern que o povo de Lon ires be muilo parifi-
co e sujeilo .1 le ; lodavia ha cousas, com as quaes
he pongo.o brincar. Os pelotiqueiros bnuram com
um lelo ; deii-in-lbe a Comida ; liram-lhe, e al
lhe batem se elle se mostra irrilaule ; chega porm
uiii-iodlo itia, o animal 11A0 est de bom humor ;
readqmre o seiilimonrn da sua forca, e o sea senhor
de honlem lorna-se no seu almoco de boje Dezejo
anleiilemenle que nAo se reproduza aqui o desper-
tar do leo, mis quando peuso que anda vi no do-
mingo passado nos parques le Kensiiglnu, do Ite-
gonle e de Victoria, uns 250,0011 especladores, nio
poan deixar de dizer que he negocio de grande
perigu privar de una recrearan innocente una reas-
sa lAo cousideravel de povo, que uui lem como os
membrai do parlanieulo, o recurso de ir passar o
dia ao campo.
Coosa singular !
Desde lempos immenmri.'ies lia ans domingos, 110
parque da ramda em Windsor. concerlos igoaes, e
aquellos que foram Macaran] lord Palmerslon nAu
se atreveram a dirigir se a S. M. II.
lie mais mn exempln da de-igoablade, que rei-
na em Inglaterra. E ach-a-se ao menos noli 1 a h-
berlade '.' A resposla est dada no que cima ds-e.
lie ludo quanlo por agora lenho o draer-voi so-
bre a Inglalerra, que seja de algum inleresse. Agora
passemos ao exterior.
Ja sabis de cerlo o que se passou na cmara dos
representante- na Blgica, a proposito do vigsimo
segandojprolocolo.em (jue vos fallei na minha llima
caita. Dis-e-vos por engao que acamara dos repre-
sentantes belgas nao eslava aberia na aclualidade. O
senado beque eslava fechade, mas o rei Leopoldo
acaba de o convocar.
Na cmara baixa foi dirigida ao ministerio urna
nlcrpellii_Iio, alias marco moderada, por um repre-
sentante d esiiucrd.i. Mr. Vilain, ministro dos ue-
gocioi eslrangeiros, retpoudea, que ja tioha prepa-
rado urna resposla ao dilo protocolo, mas que o ga-
biuele jamis se prstlaria a mudanra alguma na
ronslituirAo.
As palavrai do minislro linham um corlo per-
fume patritico, que exaltou o enlhusiasmo da c-
mara ; olhando, porm. a cousa a fundo, ve-se
,;o.- n niiiuslrir s* o#_,o-.ii.mi rum a iulei irelavao.
Oque Luir. Napoleao evige da ilelcira, nao he
que mude a sua constituirn, mas -implesniciile que
fara na lei de imprensa modllicarops. as quaes per-
inillam fazer .....ideinnar lodos os jornali-las, qoe
se illrevem a desacreditar soa migesladi imperial.
Para se conseguir iilo. basta urna cousa multo pe-
quena: tirar ao jiir) o c u.!i- rnipmlo dos delirios por
abuso ile libordade deimpiensa.
lie verdade que islo era urna violaran da consti-
tuidlo belga, mas o ministra havia d?"olhar o meto
de pmvar o contrario.
Diz-se que u imperador da Rumia esl muilo des-
contente pelo tratado'de allianra olfcnsiva e defen-
siva assignado pela Franca, "inglalerra e Austria
para manteati a inlcgridade do lerrilorio ollo-
ra ,111o.
Assegara-ie que as trrande- demonslraroes de a-
mizade que o imperador Alexandre dava a Luiz Na-
poleo re limitara sbitamente em urna friera gla-
cial. Ajuulam mawio que o czar esl di-pusto. a pe-
dir explicaras a esle respeito aos gabinetes de Part
e Loodres. A
Al se aflirma que se o imperador livesse aoliria
desle projeclo do tratado particular, so leria recusa
do a assignar a paz. Seja como for, he cerlo que es-
le incidente o irrita muilo.
(A .Vacuo.
le Iralar a queslao da pena de
ta se nao -cria pos-ivel evitar as
quaes mo seivem Mira dar
1 vergo-
a-
Islo he que deu
Oxford para que se
querilo.
Ello mi preleu
morle, mas pergui
execugoes publicas,
exemplo, e s o"ao um Irtue expoi laculo
nlio-.i curiosidade da populaba.
Disculio-se, por tanto, a queslao da conveniencia
das eteciic.de* publicas, dizendo ans que eram 111-
dispeusaveis para garanlia do publico, declarando
ouiros que s ram uleis noi crimes polticos.
tjlou-se a esle respeito o exemplo dos Estados-1 -
nidos, onde as eiecuces sAo feilas 110 interior das
pnsoes e diaule de lestimundas para este elTeilo uo-
meadas.
I'ui.ilmeiilo decidio-ie que fosse nomeada urna
commi-ii para sobre islo dar parecer.
Em quanlo o parlamento descauca Iruball.im com
ardor os calurras auglicanos.
A associacao proleslaule e o arcebispo de Canllio-
erry fizeram um derradeiro esforco com o miuislerio
urna porla grande, que conduz a ludo, e lcou em
conlemplaeao dianlo das sote ou oilo estradas que
se lhe anlolhavam. O foro pareria-lhe mui ruidoso,
a medicina muilo inquieta, o entino mui magesloso.
o commercio mu complicado, a administraran mu
sujeila. Ouantn ao exercilo elle nAo cuidava' em lal
cousa, na* porque temesse-o, mas porque repugna-
va-lhe a idea do anlforme. Applicou-te, pois, a sua
primeira urcupacao. nAo como a mais fcil, porm
como a mais obscura : viveo de suas rendas.
Como nu linha gauhado elle mesmo seu dinheiro,
empreslava-o de boa vonlade. Em recompensa de
vrlude 1.1o rara o co lhe deu muitos amigos. Elle
amiva a lodos sinceramente, e fazia-lhes sempre as
vonlades. (.loando encontrava algum ao passeio, era
sempre elle quem deixava lomar-se pelo brac,o, fa-
zia meia volla sobre si mesmo, e caniiobava para
onde fosse conduzido. Convem uotar que uo era to-
lo nem ignorante. Sabia tres ou qualro linguaa vi-
vas, e lambem o lalim, o grego, emfim ludo o que
se aprende no collegio ; linda algumas nooCes de
commercio, de industria, de agricultura, e d lille-
ralura. e julgava rom acert de um livro novo, qu.ui-
do uinguem eslava ah para ouvi-lo.
Mas, era rom as mulheres que su fraqueza mos-
Irava-se em toda a forre. Amava sempre ama, e se
de manhaa estregando os olhos nao livesse vislo bn-
lliar algum amor no horisonle, ler-te-hil IcvanlDdo
com enfado, e leria infallivelmenle calrado as meiai
s avessas. Quando assistia a um concert muiico
ou a espectculo prucurava logo um semblante que
lhe aizrad.sse, e enamorava-sc delle |inr essa noila.
Se linha adiado, o espeelacolo era bello, o concert
delicioso ; -cuo todos fallavam mal ou cantavam
sem lom. Seu coraeo linda lal dorror ao vacuo que
dianlo de urna belleza mediocre esfoirva-se poi
acba-la perfeita. Os leilores adevinharao por si mes.
nos que essa ternura geral nao era dis-olurao ; porm
innocencia. Elle amava a lodas as mulheres sem
Ib'o dizer, p rque nanea se atrever a fallar a ne-
nlniii.i. Era o mais candido e o mais inollensivo dos
galans: Don Juan, se quizerem, mas antes de Dona
Julia.
Quando amava, redigia em pensamenlo declara-
cGes misadas que morriani-lhe regularmeule nos la-
bios : Galauleava sua dama, moslrava-lbe o fundo
P
PAQIN* VULSA
lli!l SHA. 3
As cicada,.Sos sitios dos arrabaldes desla eida-
de, em das santos, domingos e dias uleis, apparece
um enlame de iudividuos, de lodas as cores o cun-
dirse*, armados de espingarda-, e alguna ale de cla-
viuoles,que iolitulaudo-te caradores vao iu-
valiudo as propriedades alhetas, sem o menor es-
rrupulo e respeito aos seus dones ; os quaes se pre-
tenden*, obelar, que laespassalempos se deem
dentro dos seui sili-s, eipoem-se a oovir insultos,
e a ser desrespeilados dentro de suas proprieda-
dea. lendo-se por muilas vezes dado conlliclos bat-
anla desagradaveii e ^erigosos. Nao sera' muilo
cu-loso com taes disfarces commeller-se atlentados,
e depois quererse responsabilisar a polica pelos re-
sultado* instes de-ses conlliclos ; e assim pedimos
aos amigos destis diilracces, que respeitem a pro-
priedade albeia, e ulo pooh.im em colisOes seus ha-
bilantex.
Nao podemos decifrar o que quer dizer um
grupo de rapazes, assenlados alal'.a uoile, e islo
sempre, no ranto de um berco, as calradas das igre-
jas, quer em ooile de la, quer de escuro ; se esse
vonlade que dirige--.- an alvo alraves das sebes e dos
f ,ssos, das qoehraaas, e das montaohas, c o desejo
que tica assenlado em seu lugar, e grita com a vuz
mais branda :
.....Cocheiro, cocheiro, chega, seno morro!
Todava no mez de agoslo deste anuo (1855) qua-
lro mezes anles de ligar os br.i._..- do lio,- Francisco
alrevera-se a manifestar seu amor. r.nconlrara naa
caldas de Ems urna donzella quasi bravia como elle,
cuja lmelo/ dera-lhe coragem : era urna Parisien-
se delicada, e paluda romu fruclu amadurecido
sombra, e transparente como as bellas crianzas, cujo
sangue a/ul v-se correr debaixodo epiderme. Fa-
za companlm a raAi, a qual urna doeuca inveterada
1,urna larvngila chronica, se nAo me engao) condem-
uava as caldas. Sem duvida a mai e a lilha linham
vivido longe das reunies ; porque lauc.avam sobre
a mullidlo dos banhislas um ulhar de admirarlo.
Francisco Ibes foi apreseulado de improviso por'um
convalescenle seo amigo, que ia A Italia pela Alle-
uiaiili 1. Elle is vio assiduamenle durante um mez
e fot por assim dizer sua nica compauhia. Pira 11
almas delicadas a mull.I,1 he urna grandesolidAo,e
quanlo mai* rumor se faz em torno dallas, tanto
mais se retira** ao leu canlo para converasrem ao
ouvido. A juea Parisiema sua mli enlraram a
p emulo no coraran de Francisco, eahi acharam-so
bem. Descobriam lodos 01 dias novos lliesouroi ai-
sim como os primairos uavetanles que aporlaran- a
America ; passeiivam com delicias nessa Ierra ir-
gem e misteriosa. Nunca indaga ram se era ricoou
pobre : histava-lhe saber que era bom, e nenbu-
nia ,I --robera poda ser mais precisa qoe a dess eo-
r.icio de ouro. De sua parle Francisco licou admi-
rado de sua melaraorphose. Ja ouvisles coular. lei-
lores, como a primavera chega aosjardins da Rns-
ia .' Honlem a nev robria ludu ; hoje vem um
ram de sol que alugenla o invern. Ao meio dia as
arvorc- se afretara de llores, de larde cobrem-se de
folhas, na manhaa MgUinte i lem qua-i fruclos.
Assim floreteen e fruclilicnu o amor de Francisco.
Sua trien e seu aranbainenlo foram-sc como pedi-
os de gelo em urna descongelarAo ; o rapaz vergo-
iihoso e piisillaiiune vio-se homem em pouc.is sema-
nas. Nao sel quem pronunciou primeiramente a pa-
ponlos
jogar pulhas
aos que passam.e a Irocar pilavras obrenas entre
11. Ahi estilo os bancos da ponle da Boa-Visla, ahi
eslo os dos caes ; e nem he ner mittido depois do
agazalho geral |iermanecerem grupos, que pertorbem
o repooso publico ; eis porque a ociosidade lem
lana influencia.
Foi preso a ordem do illm. Sr. Dr. chefe do
polica um.individuo, por ler morlo um cao, pro-
priedade parcular : he lambem um a louvavel 11
coslume de corlos caradores, que sem a menor al-
tencao, vao matando o que por adi encnalram de
caos, porcos, gallindas, penis e genle, (le o,caso
exigir como acunleccu ao infeliz Manoel das Vir-
gens qoe Dos baja.)
No dia 7 as 5 torai da larde fallereu 1 prelo
Manoel daa Virgens 00 dospilal da caridade, eao dia
iniinedialo o Sr. subdelegado dirigindo-se ao uospi-
lal fez proceder a autopsia do cadver paradeltrmi-
nar a causa verdadeira da morle, que foi, segundo
declarar.ra os Srs. Drs Dornellai, Feruandes, adi-
Iba, e cirurgiao Pinto, proveniente dui ferimentos
do baixo yentre. que se complicaran! com a iufla-
macao. Eis as conseqoencias 4,ai cacadas querem
fazer crer, que o alirador fosse em cacjidor, mas
nunca vimos carar de noileleno na aeiperaa ) Con-
liamoi lauto na enrgica e activa polica. doSr. r.
l.eo, qoe dispensamos nesle caso qualquer rellexo.
Continan) os preparativos pan 01 uai.es pre-
sentes e futuros, e djzem-noi, qoe os estudanles de
preparatorios lambem querem dar seu, que ha de
ser muilo esplendido, no dia 16 de agoslo no pala-
cele da ra da Praia; porem nao rara ni la dcs-
sas escullas minucio ezlremo contrario. Ha familias, que embora nao
sejam de alta plana, com ludu sAo dignas de um
convite. As sdecces caprichosas redundara emes-
piehas de morle e paixo.
Pedimos encare.-Mmenle ao Sr. 'inspector da
ma da Roda, que lance soas vislas obre umi li-
berna daquella ra, onde se espci* um cavalleiro
de industria, continua.'menle com o fin de laucar:
Olhos morlaes
Ao compadre Morses;
l para cerlo eslabelecimenlu: ora weitre Andr,"por
quem he !....
Convem, que os Srs. inspectores de quarteirAo,
dos quaes alguns sAo jubilados nAo permiltam
que enxames de zangues se reuuam nessas tabernas,
que firam juntas a certas casas de familias, princi-
palmente a noile, quando principalmente chegam a
cncnslar-se as selosias, ohslruindo o transito.
Antes de honlem a noile um individuo no pa-
leo do 1:arniu pralicou publicamente, pelas 8 horas
da noile um acto, que qualquer cadcllo de mais ins-
liuclo nao platicara !.... oh cusa crer... que baja
lano deslavamoulo, logo qoe foi vislo, fo levado a
podras pelos moleques, e o que mais admira he, que
linha eqvernitada na cara o cor branca!
Birria no berco do Padre ama mullier em se-
gundo aran de elephanliasis ; lendo alguns lilho-.el-
la iienhom cuidado lem em se separar delles para
que nao sejam locados do mesmo mal. A'quell* au-
(oridade, quem compele vigiar obre a salobridade
publica,pedimos a faja ctpellir uo so do centro des-
sa familia como do desla popularan.
A--Ss.orteni que lurmos a um Sr. S. Jorge.
nicamente se deve enteuder San-.lorge. e nao Se-
ralun senna Jorge, como algnem tem querido crer.
He por demais indigno da sociedade aquella
(|iie procura meins de seduzir aa lilha-, que inexper-
tas, croem em suas fingidas palavras. Urna orphaa
donzella.qoe vive em tompinhia de urna pobre mu-
llier, he illudida por cerlo joven qoe a pretende de-
pois de salufazer seus malvados planos, entrgala
ao pelouriiibn da prosliluir;Ao, roubando-lhe os seus
poucos possuidus. NAo potemos, io onvir lal con-
fissAo da bocea daquelle qu? isso quer fazer, deixar
de nos irritar, mas disso m0 podemos passar por
que nao nos sellarnos revestios da autoridade para
punir e melbor lem essa vrgem. *
He preciso salvar essa pobreihha dai garras deste
abotre.
Honlem failamoa _no pouco aceio que te ola
no encerado do Ibealro de cerlo (ano para ea, e,
como lelvez nilo se eaiendesse precisameule o nosso'
breve reparo, diremos ainda esta vez mais alonmai
palavras a esle respeito. afim de banirtioi quilquer
duvida : em abono da verdad*, os ballet qae ho
lido lugar no -al.io do tbealrn alo battmte demo-
'ralicos ; dahi resulla certa falla de ceteHonia e de
fina delicadeza que devem caracterisar etm passa-
lempof : escarra-se, cospe-se e d-rrama-ie cli* o-
bre o encerado; cuino esle que na espera havia si-
do ensalmado aprsenla a inmundicia em qoe rai-
mo-. Assim, vose qoe ella falla so pode ser a.Im-
buida a cerlos convidados pouco escrupulosos e des-
abiisados, que alm de praficar es-as e oulrai pauli-
lezas, quebram as aldrabii que servem para aeiurar
as janeilai; pnr tanto a eitet e su a estes nos dirigi-
mo- honlem. e anda o fazemos hoje e u'uulnoeca-
siao se for possivel.
Desensao.Previne-te 10 freguiz que cos-
Iurna diamar as e-mola-que os devotos de Sanio
Antonio depositara dura ule odia oa caixmha dt ar-
co di paule,que escusa ler este Iribalhe, pois o res-
peclivo Ihesoureiro as far arrecadar tules do loqae
de re. ulher.
Hospital de caridade 5 de julho 7i doenles.
* Ale amanhaa.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
:i." SESSAO' ORDINARIA DE 16 DE JUNHO DE
18G6.
Presidencia do Sr. baro de Capibartbe.
Prsenles os Srs. Reg e Albuquerqoe, Rogo, .\H-
lo e Ijameiro, fallando sem causa participad! o*
mais seuhores, abrio-se a sestao, e foi lida e a/Pr-
vada a acia da anteceden le.
Foi lido o segunde
EXPEDIENTE.
Um oflicio do Exm. presidente da pro-mcia. cora-
do sua alma, linda com ella lonjas conversacoes, dia- ',avra 'nianlo ; mas que importa ella he sem-
MUTTD5xJ
logos excellenles, nos quaes fazia as pergnnlas e as
respostas. Arhava pilavras assaz enrgicas para on-
lamecer rorhedos, auai ardentos para desfazor o
gelo : mas ueuhuma iiiolhor Iba :i"radeoeu eas as-
|iirac.ies mola- be u,.-i- querer para sor amado,
lia grande diflereura enlre n desojo a .-. vonlade, o
desojo que voga brandamenlo sobre as nuvens, a
vonlada que corre a p sobre os leixos ; um que es-
pera ludo do acaso, oulro que s espera de si i a
l-re subentendida, quando dous corantes houcslos
fallam de amor.
Franrisro en do maior idadeo senhor ilo sua pes-
an.! ; porem aquella que elle amaa dependa de um
pai, raja oonsonlimenlo era mi.ler obler. Foi entln
que prevalecen a timidez do pobre rapas. De bal-
de Clara 11.e dizia : n Eicrava sem temor ; miu pai
esta advertido ; oss recebera seu coosenlimenlo i Slint Anloiue.
pela volla do correio. Elle fiz, e rompeu succim- i
menle rem cartas sem decidir-se rehiar nenhu-
ma. Entretanto a larefa era fcil, espirito mais
vulgar le-la-bia desemperihadoglorosamente. Fran-
cisco sabia o nome, a policio, a orluua e al o ge-
nio de seu futuro sogro. F'ora ,niciado em lodos os
legrados da familia ; era qua" de casa. Qae lhe
re-Uv.t fazer lodicar em >*ucas palavras quem
era, e o que linha ; a resella nao era duvidosa.
Klle hosilou tanto que nr '"" de um mez Clara e a
mili iram-se obrtgadas > dovidir de sem leolimen-
lus. Creio que tean lido ainda quinze dial de
paciencia ; porem a pudencia paterna nao Ib'o per-
miitio. SeaClart oava, se seo amante nlo deci-
dia-se a declarar nlicialmeole mas intencOet cum-
pria sem perda seguro, em Papl. Talvez entln Francisco Thomaz
se resolvera ?ir. pedi-la em casamento, : sabia on-
de havia do jcba-la.
Urna m-uha que F'rancisco ia buscar ossis MDho-
rai para o passeio o estalajadeiro .innoncioo-lhe que
Has I iibam volladn para Pars. Seu apo'enlo ja
esla recapedo por urna familia ingleza. l'o rudo
golre, cahindo de iinprotiso sobre ama cabeca lao
frica perlarbou-lhe a razfio. Elle aahio como dou-
do e poz-se a procurar Clara em todos os lagares,
aonde eoslumava conduzi-la. Vollou pera cata
com violenta euxaqueca, a qual tratou Dos sabe
como Sangrou-se, lomou bmhns de agu quenle,
applicon em si sinapismos ferozes viogando sobre
o sea corpo os loffrimeulos de su* alma. Quando
jolgou-se carado parti para a Franca bem decidi-
do a pedir a mo de Clara anles mesmo de mudar o
fato. Corre a Pirt, salta do waggvo, ttquece-se
de sua bagagem, tobe a umi carruagem de aluguel,
e grila ao cocheiro :
A' casa della e a galope!
-- A ui.le, -enhor .'
A' rasa de Mr... ra... Nanee!
lOsquccia-se do nome e da habitar 10 daquella
que amava.
Pois bem, a minha rasa, disse contigo, trna-
te! a adiar...
Esleiulot seu hilhele de visiti au cocheiro, o qual
couduzio-o ao seu domicilio. Seu porleiro era um
velbo sem filhos, chamado Emmanuel. Franrisro
saudou o profundamente, e diise-lhe :
O senhor lem urna filha, mademoisella Clara
l'.iiimaiinel. F.u quena r-ciever-lh* para pedir-lbe
sua 111.01 ; mas Dental que seria raeihnr vir pewoil-
menle.
O p n le.1.. recnnhtceii que elle eslava doudo, *
correu a chamar seu lio, Mr. Morlol, 110 bairrn de
tCOMinnar-sc-Ao,)






Dlllin fil PttMBH-f QU NT* FHM 10 M JULHO Df 1856
mullicando tirar inleirado do ronleudn no oUlcio
desli .-..mar... de 12 do correle, haver recomnien-
d.ido ao agentes da companhia da eslradi de ferro,
qoe se incumharo de obler urna rata para Itriso dos
mendigo, alim de Ihe poder ser entregue o edifi-
cio de qoe Iriia o rilado oflicio.lnteirada.
Oulro lo ctigenhe.ro cordeador, informando ser
da competencia dr-la enmara o aterramei.lo a fazer
na cnuimuaon da roa do Pires, em frente do hos-
pital relmenla).Fusto em discustio, o Sr. Gniei-
ro dime, que parle Jo aligado all evitlentt. e que
deve ser aterrado, fie em terreno perlenrenle ao
seminario de Ohjidi, roa vuiude do que retulveu a
cmara ofticiar a S. Etc. daodo-lhe -rionna disto,
asseveraudo-lhc ja nao (r mandado proceder ii-
lerramento da parte do alagado qoe lira no leilo da
mencionad! ru, por nao poder o estada actual do
cofre municipal comportar essa drspeza, mas que o
far logo que elle o permita.
(lutru do fiscal da Boa-Vista, informando que o
leiiente-ciironel Sebastian Lopes Cumiar.'ic- piule
construir no terreno em r, nlinuaoao da roa da Con-
eirao para i Soiedade, n oflicinas de erreiro e se-
geiro, de que faz mencAo em logar marrado para taea esUbelecimeulos.lnteira-
da e conceden--,.' lirenra.
Oulro do contador, dizendo que, da qnola volada
para negorins forenses s reslam I lOrK'lCl rs. que nao
chegam para pagamento dan cusas leqoerida pelo
bario de Cimbres, ia importancia de 181S870 rs. e
uiaudadJs pagar pela cmara.
A vista do que disse verbalrnenlo o procurador,
ietulveu-se que este iuformase se as mencionadas
castas ja foram pagas no todo oo em parle, e a
qoem.
Oulro do administrador do eemiterin, informando
acerca di peticau de Maneel Custodio Peixolo Soares
que, em 22 de fevereiro ultimo, foi alli sepultado o
escravo do peticionario com o nome de Feliciano,
segundo a guia da polica, e nao de Marciano.--D-
ferio-fe ao requerente no sentido de justificar pe-
ranle. qnem competir a fdeulidade do nome do >eu
escravo, visto dar-se seinelhanle engao. "
Oulro alo administrador da compauhia de Rib-iri-
nlios.de tt do crreme, dizendo que se enlenden-
d com o procarador para receber a despeza da se-
mana interior, na importancia de 2109600 rs., elle
Ihe declarara que s linba de resto 47afi'.lti r. que
Ihe deu por conla, lirando a dever-lhe 1939101 rs.,
e i >di gratilicaoio tfo mez de maio.Qoe se scli-
citiise do Etm. presidente da provincia a decisio
do oflicio que a ramara Ibe dirigi em 31 de maio,
visto que entenda a cmara que lendo sido ordena-
do pel governo da provincia o tervico da limpeza da
cidade, m por ordem do mesmo se devia desconli-
nor Ddle.
O Sr. Mello fez oseguinle .requetimento que (oi
approvado :
Bequeiro que o engenheiro cordeador appresen-
le com brevidide sua defeza.
Tato da cmara, 16 de junlio de 1856.Sira-
plicie Jos de Mello,
Dtspacharam-se as pe tienes de Manoel Coslodio
Penlo Soares, de Manoel Joaqoim de Miranda e
Suota, de Sebastian Lopes Guimaries, e levantou-se
ase'ifio.
Tiu. Manoeiytwreira Accioli, secretario a suhscre-
vi.Bario di Capibaribe, presidente. l'i'anu.
i ameno.Barata U'Almeida.Mello. liego.
franca.
18
Presntalos Srs. Vianna, txBOjK Franca, Barata,
Mello e Gajjbeiru, abrio-se a sestioe fni lida e ap-
provada a suda antecedente.
Fni lido sefuini
Expediente.
L'm oflicio do Em. Sr. presidente d proviocia,
ciunmonicaudo ler dado ciencia* lt /enda do conleudo no oflicio detta cmara de 13 do
coi rente, sob n. 56, relativo ao terreno, silo nos
fondos da greta de Santa Rita, designado para ser-
venta publi.lnteirada. .
Oulro do fiscal do Kecife, communicando que se
aclia deteriorada com urna grande escavacilo, a ram-
pa do caes df Alfaudega, lendo alm disso urna fen-
da un paredan, que a guarnece pelo lado do sul ; e
representando sobre a uecessidade de calamento no
largo da mesina Alfmdga, e no espaco entre ella e
o dilo caes.Que s represenlasse ao Eim. Sr. pre-
sidente da provincia, para providenciar.
Oulro co fiscal de S. Jos, participando ler proce-
dido a veslona na casa n. 95, da ra de Sania Rila,
sendo o resollado oque constava do respectivo ter-
mo, que remellia.Inl-irada.
Oulro do mesmo, participando que honlem consi-
derara inrorsos na mulla do irt. j. til. 11 das postu-
ras de 30 de junbode 1819, Jos Dias da Cosa
Cardeal, e na do arl. 8 do mesmo titulo, a Antonio
d_ Costa Carneiro, ichando-se esta preso por ler
reincidido na infrarcan. lnteirada.
Oulro do administrador do ceraiterio, repelindo o
pedido que fez em oflicio de "28 de maio Jullimo,
quanln a dispensa do servido da suarda nacional,
para o guarda daquelte eslabelecimento Jos Fran-
cisco da Cosa Lobo.-r-Que se responderse j se ter
Teito a reqoisirio ao governo da provincia desde 31
o dito rpez.
Oulro do administrador da compauhia de Ribeiri-
nlnis, dandi, parte do serviro feilo de 9 i 14 do cor-
rente.Que >e publicaste.
Os Srs Mello c Ganieiro fizeram o Sfirninle ratqjua-
rioienlo, que foi approvado, marcando a cmara,
lequerimenlo do Sr. Har.-I >, c prazo de 15 das,
contados de 13 do correte, para o engenheiro apre-
senlar a sua defeza :
e Havejidu dias de sobejo para o enaenl eiro co-
deador apresentar sua defeza, e nao tendo apresen-
lado-a al hoje, requeramos que se Ibc marque o
dia diimanhaa para faze-lo, impreterivelmeule, apre-
sentando o parecer da coirnucsao de polica, e es do-
cumentos que ti aeompanliaram.
Rcife 18 de jnnho de 1856. Sympliclo Jos
de Mello.Jos Mara freir Gameiru.
Foram approvados Jous pareceres da commisso
de edificaran: un a/espeilo da preleprilo de Jos
Lopes Carneiro da Cuarta, que requeren para fazer
8 obra, ji oreada. ie un cano de alvenaria, na e.--
Irada da Cruz de lna,com a rondirilo de ojreetber
o valor oreado a principio do anuo municipal fu-
turo ; olro inte 4o IV. Jos Joaqoim de Mo-
raesSarmeulo, que lerido da ce inuilcr en un ele-
gante predio a su rasa d (m andar, silo na rxlre-
imdade io lo Ao ni da roa da Cadein desle liair-
ro. requenAi reforma do alinbamenln respectivo,
alim de rar melbor o predio : i commisso con-
l'niinmi-*! cnni n requerido pi* peticionarios, en
Iriidend). qaanlo ao prrneiro, que devia ir a obra
em pra-;a, e quanto ao legaudo, que re ouvi-se a
ilirecdna das obras publicas, enjhor aclifsse toda
razoarel e concedivel a reforma pedida.
Ro lendo apparecdo llcilanles aos 16 acoocurs
roiniruidos allilnameote no qaarleirao da ribeira de
S. Joa, re-oheu a cmara levar ao aonhecimenlo do
governo da provincia a prozoala fela por Franceli-
no .Inieiirn de Aliiuqoerqoe c Mello, e Ce que faz
rnen;floa acia da -etso de 31 .ir maio prciimo lin-
do, aflm de, no ca-ode ser pelo governo approvada,
lec!uar-se o remralo rom as garantas legar-.
A' requerimenlo do Sr. Reg, resolveu-se que se
delrrmmasse ao liscal de Santo Antonio, fiesse so-
brestar na rnniiniiariio da obra que se esla' fazendi,
ni ra do Rangcl, al que a commisso de edifica-
ran a examinas-e e dsse sua opiniao a respeilo.
Despatliaram-se as peli{6es de Bernardo Roque,
de Domingos Jos Machado, de Francisco Jbaquim
de Lima, de Francisco Gonralvea de Moraes, de Jo-
s Lopes Carneiro da Cunha, de JarinlhoElesbao :
e levaplou se. i lessilo.
En Manoel Ferrra Accioli secretario a subscre-
i Born, du Capibarilie. presidente. Mello.
franca.l'ianna.liego.
19
Presidencia do Sr. bario de Copibarfae.
trencille os Srs. Itego, Vianna, Mello, Franca,
Kesi eJAlbuquerque, que limo relirou-se, abr1o-ea
aessfli. r foi lula e approvada a acta da antecedente.
Fot ido o seguale
EXPEDIENTE.
Lm ol,,, j0 p,,,.,! d, ",,,.,1;,, informando que
Bernardo l,qiie pojc eslabelecer paitara na roa da
Jisperanrji, jr e,|ar rsle |u;ilr ,jesjg01,do |llra f0|.
loeaup de lie eslaliclecimenlos pela postura ad.n-
nonalde Ij dj|ln|10 de 18V5.-C. ncedeu-se a li-
cenca com a clauca de ser eto o forno de confor-
midad! com o resvrc|ivo ,,|ano.
Oolrodo fiscal d.s. ]oi., tratando do servCo da
limpeza do cano do e?olo ,|P ,,, ,,0 ,,,,,,
dizelido ser elle pesad,, e ,lao |laver qUMn quejra
fazer. apezar de se dispb,der rom mesn)0 ^
nieiile 2J.Mandou-sc v.sponder que coalinaai>al
eocarregar-se de manda fazrr a limpeza com a
de -rulenca, oa seguales senhores :
Antonio Goor^alves Pereira Lima.
Porfirio da Cuaba Moreira Alvea.
Jos Esleves Vianna.
Manoel Jos l.oi;e Braga.
Manoel Goales Vieg.
Caelano Cyriaco da Coila Moreira.
Joo II-iii ique- da Silva.
Antonio Feliciano Rodrigues Selle.
Francisco l-i*|#cio Jerreua Das,
rancisco -Atlunei Ferreira.
Foram sorteados para romper o conselho do jorv Auna, branca, lilha de Joao BaoUala do* Sanio.
Li lio. 2 das.
Lnzia,crnula, sollera, 0 anuos.
Benlo Moreira da Silva, rriol, sollriro, f2 auno,
pobre.
Mara Joaquina Pacheco d'Olivrira, branca, viuva
10 anuos.
Jos, pardo, filho de Gabriel .Uranio Ramo., f
da.
Marliniana, parda, r\posl.! 1 anuo, pobre.
Auauslo, branro, lilbo do Jalo Antonio 'Martina
Brasa, .> horas.
Carolina Mana Elov de Ainar.il, branca, ca-ada,
2i KIIIIOS.
Gabriel Arclimjo Ramos, Jiardo. viuvo, .V4 .innoa.
lherrza dn Je.us Mana, paida, solleira. IM) anuos.
Mana Filomela de Valois Chave, branca, sollei-
ra, 29 anuo*.
Urna eipofli, pobre. I
Tiloma?, ciionlo, escravo /de Francisco Gomes de
Carvalho, 3 me/e-.
Antonio Vaina Fiuza, iJanrn, rasado, SO anoor.
Isabel Mana da Conceda, parda, solleira, 20
anuos.
Joaima Baplilla, parda, kolleira. .Vlannrn, pobre.
I linaria Mana da Conrfciro, branca, viuva, 70
annos.
\olonio da Coila Pana, branco, viuvo, 111 annos.
inno1.
Jfsoino Ferreira da Silva
.l,iiiii,:iiu Constancio Moiilciro de Andrade.
Os quaes preslaram u jurauenlo em voz alia so-
bre o I iu o dos Sanios Evanuelhos, e lomaram as-
senlo nos seus resperliros lugares, separados do pu-
blico.
Depois de prestado dilo juramento, foi o reo in-
terrogado, c em seu interrogatorio dina, que era ac-
iu- .ido ppr urna vinsanea ; que durante o lempo que
es|eve em rasa doSr. bario de Suassuna, nunca 00-
vira fallar que este fiira roubado, e -un lempos de-
pois que de la sahira ; e, finalmente, disse que se
Tonara nu auno de 1851, e dera um cont de ris,
-'n.io i-.-.i qnaniia oiiu.ia de seisrenios mil ris que
lomara a juros ao hriaadeiro Aleito, e o restante da
venda de um ravallo e >ioa glibos qoe oblivera de
earsuejar ; que nao s.bia, uem por ouvir dizer, que j Joan Miiniz de Souza, ibranc
o Sr. bario de Suassuna fosse roubado, e que elle'Mara, branca, e.poslai, 9 dias, pobre
reo roiigido pelo delegado de Olinda, declarara ler Joan, pardo, libcrio. 1 me/es
sido o aulor do roubo
pertinaz pretende fazer creslar a froi.....,a veselarao dores, nolando-se apenes qoanlo as alieiiiianles que
o estado, rosnando, da ulerja |a reapotti iflirmiliTi quinto ao que.ilo genrico
-se existem atlenuanles- nao deve ser escripia senao
depois que voiando-se sobre cada una das que a
lei niaie for reennherida a exislenria de alsoma.
em que circu sua seiva, a subslaiiria que consu-
lar a prodcelo iqaia convenienlg ao cresamenlo do
radiante imperio da Sania Cruz.
l'm eslado. dixia o Sr. de Hab) filiando das for-
mas de governo, mo se gonrerna com um ponhado de
liomeiisque vrnliam Iranslurnaranas leiuleurias na-
Ou.uilo ao formulario nao enronlramos nelle sen
a mesina doulnna que lira evposla ; o formulario al
cita os arligos mencionados ; e demais para me
- .------------- .... u., ...._- ILItlIU,.....Ti,-,. C Mllll.in LMI I 1I,IS
toraei, eauhverleroareui clmenlos de ordem, e de pooco importarla o formulario, quando tcate o
[Tli2ll'(i,('ll-I;i. fliruiii.liiuiiru,.,in.iilrmn. ^..1., .......s. ...... _. _. ^
que ii."..i esla' de accordo com a le.
Findo o interrogatorio, o Sr. I)r. jniz de du rilo.
presidente do tribunal dn jury, den a paiavra ao Sr.
promotor publico para fazer a aecusacao. e este a fez,
dizendo que o reo linha sido o aulor do roubo, que
com o dinheiro que roubra an Sr. harao de Suassu-
na, nao se forrara, romo que ale forrara a urna
sin innaa de nome Silvrria ; disse estar o reo incur-
so na. penas do arligo 269 do cdigo criminal, e pe-
dio a cuodemnar.ao do mesmo no grao mximo do di-
lo aniso, por se lerun dado as rirrnmslancia- ag-
gravanlet dos I, 8,10, 11 e 17 do artigo lf do
mesmo cdigo, islo he, por ler sido o crime eominel-
lido a nnile, ler havido premeditarAo, decorrendo
maisde2i horas, ter havido abuso de confianra e
ler batido entrada na cm do oll'endido rom inlen-
r6es de commeller o erime.
Finila a aecusrao, o Sr. juiz de direilo deu a pa-
iavra au Sr. advogado para lazer a defeza, e esle
principiou, dizendo que o reo nao linba sido o autor
do rrime ; e se o reo linhi confessado peranle o de-
legado do termo de Olinda, fui por haver o Sr. liaran
de Suassuna o mandado prender c espanca-lo.
D'sse na o Sr. advogado, que o reo eslava inno-
cente, que no prncesso nflo exi'liam provit ; e con-
cluio dizendo, que nao pedia ao jury que absolves-
se o reo, porem tira que fizetse juslica, em vista do
juramento prestado.
Findos os debales, depoi de replica e Ireplica, o
Sr. Dr. juiz de direilo pirguntou ao jurv de senlen-
ra se eslava ullirieulrinruie esclarecido' para jolgar
a raosa, e como se decidisse pela aflirmativa, o Sr.
juiz de direilo, depois de resumir a materia da aecu-
sacao e da defeza, escreveu as que*tes de fado, e
sendo estas entregues com n prncesso ao conselho,
foi osle conduzulo sala secreta das conferencias s
i 'i hora-da tarde, donde voltou as .5 e um quarlo
com suas resposlas, que foram lidasem voz alia pelo
presidente do jury de sentencia, em vi,ta de ruja de-
ciso. o Sr. I)r. juiz de direilo, presidente do tribu-
nal do jury, publicou sua senlcn^a, roudemnando o
reo a pena de 8 annos de gafes e na malla de vinle
por cento do valor roubado, grao mximo do arligo
269 do codiso criminal, e as cusas.
O Sr. advogado, pedindoa paiavra, disse queap-
pellava da -rulenca para o superior tribunal da re-
taran, e requeren que fosse lomada por termo sua
appellarilo, e tendo o'Sr. I)r. juiz de direilo deferi-
do, m.iiulou lomar por termo a appellarilo, e levan-
Ion a lento, adiando-a para o da 7 do corfenlc as
10 horas da manhaa.
Acostluho. africano, lihetl.
BEFABTIQAO DA POLICA.
Secretaria da polica de Pernambuco 8 de julho
de 1856.
Illm. e Exm.Sr.Levo ao cnnlierimento de V.
Km ..que das ditlrenlrs participares boje rerebidas
nesta i e(.,,riu_,l->, consta que se dram as seguinles
oceurrenrias :
Foram presos : pelo jiiizo especial do commercio,
o porluguez Manoel de Azevedo Canario, por este-
lionato.
Pilo juizo dos fcitos da fazenda, Anoa Faustina
dr Jess, por falla de cumpruneulo dos devres de
fiel deposilaria.
Pela delegacia do primeiro dislrirlo deste termo,
em flagrante o pardo Remito, escravo de Pedro Ter-
tuliano da Cu nba, por haver hulado um relogio de
onro com rorrele do mesmo metal, perlenrenle
Joaqoim Moreira de Mendonca, sendo logo aprehen-
di, s os objeclos furlados.
Pela subdelecaria da freguezia do Btelfr, o porlu-
guez Jos Lopes Leal, por insultos.
Pela suddrlcgacia da freguezia de Santo Antonio,
o preto Jos da Costa, por desobediencia.
Pelasobdetegacia da freguezia deS. Jos,,a parda
Senhorinlia Maria du Espirito Santo, para averigua-
res em nime de furto.
Pela subdelegada da fres'iezii da Bna-Visla, o
pj.r.l.- I.,*ix Ha Krnnrii, |>o, ebrio.
Refere un oflicio de 7 do correle o delegado do
segundo distrjelo desle termo, que no da anterior
fra enrnnlrado nr. lugar denominado Mangar, Ier-
ra do cnsenlio 1', Imeira do primeiro dislrirlo de Ja-
boalao, o cadver de un preto de nome l.uiz, es-
cravu da Manoel do Reg Barros, lendo sido achado
junto ao dilo cadver um quarlin rom carga de ca-
ro.is, fcm todava declarai o mesmo delegado qual
foi o resollado da vesloria a que procedeu ;.em con-
ssquencia do que lenho delle exigido mais ampias
informaroes sobre o tacto.
Em oflicio de 6 desle mez lamhem refere o dele-
gado do termo de Goianna, que na freguezia de Nos-
sa Senhora do O' do mesmo termo, pelas s horas da
ni ile lio dia :l [Vira .s-a-sinadu Jos da Cunha Bar-
ros, com um tiro dado de emboscada por um buraco
da jaurlt.i do quarlo rm que elle dorma, havendo
o reopetiiv subdelegado proceoido a iprisao de 3
escravo e 3 Irabalhadorcs do referido Cunha para
nielfiorvr2iiar-se qnal seja n verdadeiro autor de
temelhaiiie allenlado.
Das mencionadas parlicipacoes consta mangue se
apres. nlaram para o patrulha'menlo na freguezia do
Becifel prora da guarda nacional e na de S."Jo-
s 15.
/-0S guarde a V. Exc,Illm. e Sr. Exm. con-
elhrirn Sersio Telxeira de Maredo, presidente do
provincia.O diere de polica interino, Dr. Po/i-
carpo Lopes de Leo.
Ijbeil... solleiro, 70 anuos.
Jorge, rrioulo, escravo de Francisco Mariel de Son-
ta, 25 anuos.
Simplicio, o mulo, liberto, solleiro, Kll auno,
pobra.
Domingos, africano, escravo de Manoel Antonio de
Jesos, (ili annos.
Filippc, africano, escravo dr Antonio Alves de Mi-
randa Guiiii.inles, .vi anuos.
Amalia, branca, lilha de Alevandrr dos Santo Sil-
va Cavalcanli, > annks.
Damiiiua. parda, escrafva de Casimiro dos Reis Go-
mes e Silva, 311 anuos. *
Francisca Amalia Pereira Lobo, branca, solleira,
15 annos.
Manoel, pardo, eiposto, 8 ilias, pobre.
Miguel, pardo, cxposlo, I anuo, pobre.
Paulo, africano, escravo de Antonio de Sonta Leo,
30 ail..-.
Claudin, rrioulo, libejrlo. 5 mezrs.
AJexandriiia, rnoula.i escrjva, .le Joaquim Mari-
uno Cavilcanli ,|e Alljnquerque, 26 annos.
Cherubina, crioula, aplleira, 20 annos.
Iaulina, parda, lilha de Roza da Conceirao, 13
das.
Joao, brinco, Blbo de Joilo Miguel da Silva,
metes.
Manoel, brinco, lilli.
ci WandeilfV, I
Emetcrio, criooiu, i
Ferreira, 2(i annos
Gonralo, crioulu. eidravo de Miguel Arrhanjn de
que e precipi-
ineuor rajada de
de Miuoel Joaquim Mauri-
lanno.
cravo de derlruJcs Candida
Figu.eiredo, 1(1 annos
Valenlina, crioula,
Brilo, S mizo.
Innocencui Peregrino,
pobre.
Honorio, branro. lili
ti (lias.
Antonio ila Rocha
pobre.
I.uiz.i. parda exprnlaj, I mez. pobre.
Benedirta crioula, escrava da viuva detloio llenri-
ques ,ia Silva, 50Ulir.
Manoel Raymiindu dos Pra/eres, pardo, solleiro,
22 annos.
Manoel, pardo, filhp de Epifania Joaquina da
Conreiro. i; mezes, pobre.
tscrava de Floriano Correia de
pardo, solleiro, 21 anuos,
o de Caelano Piulo de Veras,
pardo solleiro (O annos,
progra*to,e nesta circaiatliaciat coaderamoa ns il0-
mens, e a* cousas que nos dizeui rr-prilo. O gover-
no republicano arcresrcnla elle, mi lie pruprio para o
reo ; o monarchico para o mundo ; e o desptico
para os infernos. Ora. se nilo podemos aspirar as
honras relales, e nrin lio pouco detejar o viver dos
infernos : he clam, que nos devenios conformar com
esa forma de governo que nos he propria, que nos
satisfaz.
Mas deixamn a debatida queslo de formas .le
governo, que seja bem Jolgadl pela opiniao esclare-
cida de nosso paiz. minio se lein dilo a respeilo, r
nao ser a nosti rude panna que ha de innovar bo-
lillo que fallem a conseiencia e ao coiaro. O lem-
po he ponto, e o |iapel esta se icilnndo.
Arredilamos nos rrnhmeniot de pitrialano ana
dominamao illusire cooleqiparineo do Brodo autor
do artigo cm queslao, mas nos ha de pennilllr que
Ihedigamos.quo suas idat de clemocraria iulopaain
'le fofus ceslellns levantados ao ir
lam e rahein ao detpregir-M a
vento.
Querer urna Iran.formacao gf ral em nossas coasas
no mundo poltico, sem que venlia urna nova gera-
nio substituir incontinente a chamada rara par-
sita de serillo, he cahirmos no nimul en'se et non
emir.
Muiln zangado se moslra o Musir contempor-
neo, ronlra as despeas e loifl da casa imperial. Nilo
lem razilo. Se nao he da essencia do governo mo-
narchiro represenlalivo a permissan de grandes ven-
imenlo- e luxo, compre que os poderes do estado
deem o remedio que convem.
0 noso moii r lia que parere dar mais do qoe aa-
nha, que alo deixa tena subditos geiner os gemidos
da desolaro e da miseria, qoe la.i grandM ofliciot
de caridade constantemente est prestando, deveria,
sendo-nos possivel, percber rom -ua imperial fami-
lia, mais ordenados do que nao deseja o contempo-
rneo do Bradn.
Falla dos 120 cont que a Si'. D. .fumaria per-
cebe, achando-se fora do Brasil, e este fado he jul-
sado inconstitucional pelo illusire contemporneo.
Perdao, illnstrado tenhor : a raz.io de tal concessau
helio coustilucional que qnalqucr a nao desm-
oliere.
Al rircamslandas do nosso pail, as conveniencias
publicas, fallam mais alio que rana injunla argui-
a'r.raCla ,''",e- I eom" ""'ros sao menos asrico'las,devia ler-se'ja'avan-
1 oleramos acompanhar as ren.uras do aulor do tajado na cirretn de seu progresso material, se mais
artigo de que se traa, mas be forta fazeimo pon- promplos e etlirazes fossem os meios de colonisario
t", denando ao juizo da opiniao tenala do paiz, o de que deveriamnt anear raiu
valordasacc..arcsroniqnecoiiduiooillu5lreren-| Mas, em qmlquer paizditem algn : deixa
sor ,1 monarcl.ia. o seu arligo. de haver or......|,le de emigrara,., por isso uno. no
Keseilimos prior, toda e qualquer discussao em meio das propnas popula, ,,rs e'vislem recursos
AIs;iim>:is |i.il:ivrntt .'ierren el rolonUa-
<: < -ni iiiis-.ii |>i)iz : n in.in.il'. por
<' li-mis ii riilrndrui : r o ntico
tiarii Ir in.il i'..;l..l..,ii ..... liiiuois-
i:iiii'i.'s < im que mis i)'liamos.
lleven ser operada a emisiacio no Brasil'.'
EOerlitarncple sera o governo obricido a promn-
e-la ? >er convenienteqnena particulares iraleni
j de por si fazer alsuma coma a respeilo '.'
Collorada nesle terreno a imporlautc qnesla i da
emigracao, cumple .pie tratemos separadamente de
cada nina das asserriies que se encerraiu ua presen-
te lliese.
Observaremos, pnrm, qoe, a applica^ao do pr-
senle artigo se refere imme.1ialamenle as ueresida-
drs de rol.inisacao de que lano se resenlun as pro-
vincias do norte.
A emigracao ronslitue-se elTedivamenle em ne-
cessidade lao palpilaale. que nao podern haver so-
phltla mais renuente que seriamenle posta dovidar
de semelhaiile verdade. Se a louvavel e humanita-
ria exlioccflo do Irafiro veio por sua parle dar um
garrote a uossa nascenle agricultura, nao be menos
cerlo, que, os estragos do cholera vleram croar a
obra anuiquiladora d'um dos elementos de maior
prosperidade das provincias do norte, para nao dizer
do paiz luleiro. K. te semelhanle desfalque lenda
a operar afinal decadencia da agricultura, porque
razo nao ha-emo- de dar for(a ao principio iiulu--
trioso, cojo deseavolvimenlo dimanar deve da
prompta lunigrariio nos povuades do norte.'?
A coionisacao por estas paragens da Ierra parahi-
liana se toma hoic de tanto maior importancia ene-
cessidade, quanln realmente se sabe que, marcha em
grande decadencia a agricultura, pela enorme falla
de bracos de que se ella resenle.
E esla uecessidade exliema, porque de ha moo
passa a classe agrcola dcsta provincia, reclama dos
podere* do etlljlo s mais serias-providencias pro-
videncias, que, de forma alguma devara ser descuu-
sideradas e pouco altendidas.
\erdade he que, geralmenle fallando, o priuripio
de colonisario le n recebido bnn pouco desenvolvi-
ineiilo enire nos, e de feilo, um paiz naturalmente
agrcola romo he o nosso, porrm, menos popol
Marina, (Tirana, es
Duarle, 30 auno
Theieza, afneana,
das Pieves, 70 anr|
Narciso, criuulo
Costa Menezes, 2
Ace.linn, criuulo,
S, 11 mezes.
Padre Leo
crava de Joaquina Rodrigues
Antonio Rodrigues
crava
ns.
irivo
ietet.,1
icravo de Antonio .la Cosa c
'
>S
Tivcmos otfeasiflo
liso i-!i.! i' no
pioxlaio Msrado,
do Itmsil.cxcioq-
alcuns leparot eui
cede rom juslini
ei.'icprh lauto em
A nileria he 4
apio par*. delucMi-
(udo oliriuado poi
se fU'-.'l.i iM'h lo i
le Jos Ka\ mundo di
ardo J/uio Greao, prusle.
nmTictt>oi5,
de ler acontinuario um ar-
'Irado do Poto de 21 de maio
uc leudo por IhemaA miseria
nos a ennosidade de fazer-lbc
ordem a nu slror, .pie nao po- | adiaular
que se nos qoeira envolver,mxime se tornan.lnodio-
sa e chela do capricho : alem de nossas uceupares
mis prohibirem islo, fui o nos-o lim no deixar
rorrer a revelia urna musa que .nos loca mudo de
perlo. Somos monarchiaia : porque enleudemns que
a munarchia be um.i rerdade : ea repblica he urna
mentira pratieamenU hilando. Temos dilo.
K.
---------ig.m],! -
REVISTA JUDIGIARIA.
Jury do Itecife.
XVI.
Orno os leiloros viram dos arligns anlecedcnlcs,
em tres das, deixou o tribunal de foncciontr : em
que
bem podein srr desenvolvidos debaixo dos auspicios
de leis sabias e justas.
Esta theoria, que ate. cerlo ponto poderiamosre-
ccbe-la romo exarla e verdadeira, nao pode por cer-
lu proreder entre mis, porque he sabido qoe a dimi
nula popularan do paiz, nao da lugar a que lee-
mos nena os rerursos necessanus a., grande desen-
volvinieulo da col.misarao de que justamente necea-
sitamo.
A Inglaterra, a Franca e a Russia, que contao em
seu solos p,.pulares avulladas, deveriam ter leis
juilas e sabias que fcilmente desenvolvcsseiii a co-
lonisario nacional em seus lerreoos, se de laclo ti-
vessem neressida te.
Mas, o Brasil nao se arha em i.leotiras circums-
taucias, o sua populacho de quai o milhes de hi-
para tanto, alrm do que ra-
don- pelo qoe occorreu relitivimenle ao proresso de
Kelarmmn A. de C. Ce,ar, e om oulro que loi da- bilanle, ni., rhe-ar
rls,1,Illnla0|rrPYeCCr ""'""".{'-'K '** ".'- de desconveniencias se apreseutam inre|-*ne
mo Znnrd iv l ,'' "' r "^ "mtn "'" "ue impossibililanam a efleclividade
Mbt;.Wrth.S? nT' ? ^ r",,ar,,"ls, '" > medidas, romo adianle leremos orcasiio de
tilicas de Iraballiar nos das sanio, so a respeilo do mostrar
ur\ heja cxreprip ; nao nos he eslranlio.a lei assim
ordena I
A emigrarao, dizem nutros, deve ser um fac-
Z .n r1 ';"'cf:"osf I" rr'"c'lamente hoje. | ,do c-.p,,laneu. e nao he julo que o governo a
noe I f*'ate.' "" r-",u,d"S 2 "" T i >'r"",0,a """reclmenle, por i. que, eco.rna
queno numero, aquella cxrepran lleva denar de '
sen Ilustre aulor. quaniio se
a iiuiuairhia brasilcira.
pinliosa, e sendo luis o menos
a convenientemente, somos COBa-
uin scnimeiilo e\[.onlaneo, que
timo do nno rorario, a fazer-
Ihe aquellas ol,-ei larvs que peimiltem as nossas
forras. ( a.la qual faz o que pude.
O illusire coat mpornieo. aulor do arligo ein
qoesiao. depois de ihanali.-ar esses principios gove -
nativos com que a pbreiielira Iheoril de ibriudos
corares coslumu boje lomai INuvem por Juno
debiirhuo rom sen lerrivel pincel as negras cures,
hediondo quadr,. llie perecen
des coiisliliiiionaes. que a razio
omprehendo c s lera recebido ;
fundamental it girante, e que a
f- progressisla do nosso p-iz, l.intu
existir; niu healililario de mais um .lia. qoe ira/,
grandes inruiuiiu dos aos senhores juizrs de fado ;
sendo de notar que os inleresses da juslira nada ga-
nhara rom no, porque de ordinario, em laes das
deixa funrrionar. e roulando-se r-sesdia nos qninze que
a lei marra, vrm a socceder que o serviro em vez de
Iraza-se
debalvo ie cojo
tremolar a vcrdl
quasi universal a
que o nos-o p.-irloj
opiniio lllustrada
as lem divinisado.
O Brasil nao
represenlalivo : di/
mos hberdide de
i neniar de m
lorvar por forma a1
ayalivel rom os no
mos neni por
raesma detpezi que ora se'u. al que se tornera
providencias a respeilo.
Oji.ro a,, roesipo, communir,(|o ler"feilo condo-
zir ero canoas pan o remileno 0s utensilios c al-
guns qialenaes. que Imam da nba, do matadouro,
,le-prniicn,i,i eom a cnudiircio a qumija de :l.53l20
is, e ir.rrescenlava que achara ditlere.r, ,, m_
nos. nos objeclos da retara,), que Ihe foi'enviada as-
sicnada pelo leilor, que foi daquella ir.ra n.,m
romo communicava que nu referido mata.i.orn ex-
iste ama casa de palha, perlenrenle esla mara.
onde eslavam os ni-smos utensilios e mateiiie-.
Rnsolveu-te que e aulorizasseio adtarnialiari.r ,i0
remilerioa empregar oit obras que alli mi eib1ofa.
/en.lo os mtenles, aflm dr se nao arruinaren] ruta
o lempo: e mandn se; pagar a despera fela pelo
fiscal eom a condacrjlo.
Despacharam-se as pelic/iet de Barlholomeo Fran-
cisco de Sooza. de Domingos Jos Machado, do le-
iienle-coronrl Hennqiie Maiqoea Lins, e levantou-
se a esso. En Manoel Ferreira Accioli. secrelarin
a suhacrevi.Baiao de Capiharibe presidenlr-Vian-
naMelleBarata de Aliuelda Garoeiio.
JURY DO BECIFE.
5 de julho. .
rr,;idrn.ta do .sr. Pr. Alea-giulre Htrnurdhm dos
liis i suca.
Prometa* poblic, o Sr. Ir. Antonio l.uiz Caval-
raiiti .le Atbuquerque
RELACAO' DOS BAPTISADOS 11ESTA FRE-
GIE/1A Dl. SAM'O ANTONIO Du RECIPE
DO MEZ DE JIMIO DE 185%
No |.Amalia, branca, nucida ha*i mezet.
dem.Maiia, branca, nasrid a 10 de maio do
corrriiteauno.
dem.Engracia, branca, nascida a Ili de abril
idrm.
dem.Redol dio. branro, nucida ha 4 mezes.
dem.Ignacio, ci ionio.nasculo ha 1 anansSaOlos
Oleo,
dem.Maria, parda, nascida ha i mezes.
Aos 5.Elizia, parda, mscida a I de oulobro do
aiinn prximo pausado.
Aos 6. l.ourenrn, branro, nascido ha 4 mezes.
Aos8.Antonio, rrioulo, nascido ha 10 annos.
As 12.Manoel, pudo, MXtldo a 12 de junho do
anuo prximo passado.
dem.Maria. pardo, nascida a 12 de junho do
anuo prximo passado. m
Aos 13.Olimlina, pardo, nascida ha 8 mezes.
deml.uiz, branco, m.-ridn a 20 de maio do cr-
reme inno.
Aos 15Candida, parda, esrrava, natrida a II de
masco dem.
demJoanna, parda, na-cida a 23 de abril idem.
demDouatilo, erioulo, fono por carta de liberda-
de, nascido a 30 de maio dem,
dem Jaciutha, branca, nascida, a.25 de Janeiro
idem. .j*
demJotiuo, preto, nascido a i de abril idem.
Aos IbMana, nucida ha 10 dias. .
Ao 21 Maria, enoiila, nascida ha K mezes.
Aos 22Joanna, parda, e-nava, nascida a S de
maio idem.
demCarmelila, branca, na idem. '
demMarianna, branca, nascida a 1 i de fevereiro
idem.
Aos 21Alevandiino, pardo, nascido ha sete annos
Santos leos.
Ideml'rsii|a. parda, nascida ha mezes.
Idemllrrmelindo, pardo, nascido ha I aiuo.
IdemGaudino, rrioulo, nascido a 1K de maio
idem.
IdemAntonio, branro, nasculo a 3 de novembro
do anuo prximo passado.
Aos 2liJ.ao, rriniilo, nascido lia "I dias.
Aos 2!tLmbelina, parda, nasrida i 10 de agosto
idem.
JdemFrancisco, erioulo. escravo, nascido a 20 de
- Janeiro dn cr.rrenle auno,
demMina, branca, nucida a 17 de novembro do
pode ser feliz, sendo inonarchico
illusire roiitemporauco do
Brado. >, Mas najo nos com elle.
Somos eflecliva icnle mouarcbsla, e porque te-
vnuiade de arrio, que nos iiniuz
irira, que nio se nos possa es-
Iguina, que nao sejajusli e corn-
os linos c digui.lade. n3o podc-
ibo admillir, que baja um Curado
mais dedicado e mais eiinobrecido pelo fogo do e"n-
lliusia-mo cm favur .1 Ierra hrasileira, do que us,
que nanriiiun< a deisaremoi de dlipaier o hn-
rete Ululo de ver l...leiro lir,asileiro, que lambern nos
compele.
Nao podemos |iir iso memo admiltir, que o prin-
cipio republicano, traga romsigo mais conveniencias
reaes au nosso paiz, que ali.s aui.u vive a vida ua
juvenlude, .lo que o principio nionarchico-repre-en-
talivo. que itwpVra e obedece ao mesmo lempo,
quando as su_sgeloes da razio, da juslica, e da
equiuade Iransfcreni o seu movinieiilo e exer-
cicio.
Nao devenios pois precipitar as lendencias natu-
raes de ora povu livre. que marchando na vansuar
da da eiviliMCjto e do nrosresso, icconliece que o
Brasil para chegar ao .-omplcmenlo de toa prospe-
ridade, so precisara;,que nao sejaii) aniquiladas as
verdades couslilucionaes eslabelecidas em nosfa.par
lo fundainenlal, porque s assini reviverio as vu-
lides hrasileira- aelaalmeute .leslliioiiisadas de seu
verdadeiro solio, e com ellas, a paz c a felicidadr
que justa e fervorotiinenle aspiramos.
Para que, pois, lio vagas derlaiiiarc em desfa-
vor de um svslema governalivo que lanos gneros
de conqoi-ias lem pn lido ganhar no meio das mais
enraniicada lulas oe republicanismo ?
Que nos de singue e milhes de lagrimas lem
feilo den amar o republicanismo lie-prnlu.| no
gremio dt um povo de bravo, qoe lem passado pe-
las vividludes mili bornveis, que pode proiozir
o pino ainguinolenlo de repiblicanisioo ".'! E po-
de haver quem almeje i felirida le republicana da
America llespanhola ? '.
Quintas "lorias mo leem sido olloscadas, e quan-
las repiil.u;ors Jiti. .arias nao leem sido aniquiladas
pelo iiiiquu proceder do fanatismo franrez'.'
Ahiestao-'oSr. Vielor Hugo eseus rompanlieiro de
infortunio tragando no exilio o calix leerbo da sor-
tc ementa, que os fez trocar os losares de di-linr-
rio, que os applausos da Franra Ibes oulorgavam
pelas consumidora horas de desesperarlo, em que
No primeiio dia. como dissemos. e lie de cstvlo,
fez-se apenas a chamada ; e porque no ultimo"en-
Irattem dona prnrrssos. o numero dos julga.lcs no
derursoda sessao velo a -er dozc.romprrhendcn.lo
II iros.
Enlrc eslfj comparecen apenas I rscravo c I mu-
llier, de sofle que 13 foi o numero dos reos do sexo
mascolino, assirn como dos oc condirio livre.
Dous aecusados allegaran! ser menores do 21 an-
nos. mas nenhum o provou nrm foi procetsado co-
mo lal : foram os reos de 21 a 30 anuos K, maiores
de 30 annos (i. e 2 maiores de 50.
Olanlo ao rrimrs, foram aecusados : 3 de homici-
dio. 2 de roubo, 2 de ferioienlos graves, e 7 de fe-
lirnenlos leves,roinprehcndidos uestes 1 IcnUtiva, e
I oDenia com o lim de injuriar.
.V 2 apenas foram arrusados de roubo, nao se
pense ]oe entre ruis ptopriedade e;a liu reaneiladi
quanln fora para detejir ; de lempos a lempos as
ratonices succedem-sc rom freqnencia, e presentc-
menle nao ha quem nao saiba de um farlosinlio fres-
co pralicado pela sucia do /rro'que dizem estar em
aclividade ; mas como esses miseraveis, que sii
querem gozar a cusa do alheio. nio bao de conli-
nu-r nesse modo de vida, se seuserimes anda quan-
do deaeobeiloa licam impone*? Nesla paileniu ha
que censurar as autoridades, porqoaolu em laei Cri-
mea cabe o proeedimenlo officinl se o drlinquenle
foi apanbado em flagranfe, o que raras vezes acon-
tece ; e o ollen.li.Ios niu esli para supporlarem,
alem do furto as despezes que um prncesso exige.
Seria, pois. muiln para desejar, e mesmo por
rrrlascirnimslanciasvailornar.se uecessidade abso-
luta, o permillir-ae nesses crime o proeedimenlo
oflicial mesmo independenle do flagrante. A ele
respeilo vamos linda mais longe: eiilen.lemosque an
orcao da juslica pnblici se devia inrumbirde promo-
ver a punirio de lodo e quilqoer delicio, saleo uni
camtule aquellesque.ou pelo melindre do ollcndido,
ou pelo deroro das familias devem depender sempre
da queixi da parte. fSo desesperamos de ver an-
da um dia reduzida a lei esta doulrina, lauto mais,
quanln em notad parlamento, j alsumas vezes a tero
sustentado.
Dos processos cima mencionados foram inten-
tado por queixa. sendo que s n'uin o ollcndido
conlinuou rio termos da aecusacao, e S tiveram lu-
gar por olucio das prnprias auloridsdes.
Dos 11 reos foram|condeniiiados4, e absolvidos
10 ; a mu cinco a h-11 vi roes parecer m-nos menos
conformes roln a justifa e severidade 13o necessirias
para a manuii neao di boa ordem na soriedide. pos-
to que em regra o absolvidos livcssem ji soflrido
pisio, piuio.. mais ou menos correspondente, ii pe-
na que mereciam. Nesle pcnlo notaremos que in-
cumbe primrirainenle au tari i.i des adianlar os pru-
cessos como a lei ordena, e promover o seu julga-
mentn ; em segundo lugar cumpr^que o seuliore.
jurados se .unpeiieireiii de qoe a priego preventiva
por i- enlrc os seus g iveruados bracos snllicientes que bei
podem ser aproveitado.
Mas, se no Bra-il, dizemoa nos, lia fall de bra-
cos, c quando mesmo nao houvesse, a occiosida.le .1
uossa populavo he um protesto lirmecontra lodo o
genero oe Irahallio : segue-se sesue-se que, a colo-
nisario entre nos nio poderia se tornar esponta-
nea, mxime as circunstancias cm que actualmen-
te nos adiamos. '
Paca qne pois a emigrario [se torne expontanea
rm nosso paiz, faz-te misler qo'. se facililem os meio
de preparadlo entre os habilantei do paiz. oo por
nutra, entre a classe de uossa popularlo, aljn- oe qui
se ron,pend, ni da nerrlllda.it* em qde esli, de sa-
ber que, s pelo Irabalho be que se poderin-mu da
alistar-.e no inappa das niret induilriosas do moli-
do civitisa.lo.
Emquaiit islo se nao fizer, promov o governo I
emigracao, promnvam Jos parlirulaies a sua cusa, e
daqui a pouco leremos rhesado ao nosso verdadei-
ro desidertum : e, se a oecessulade da emigrario
Do Brasil he .le prfaneira intuirao. que Importa que
seja promovida indirecta ou directamente, rom Unte
que se acuda de promplo a etas necessidades, c se
arranque a ms-a nasrenle agricultura dn abvsmn
em qoe se lem precipitado t
Assim pensamos ; poten, he foro. coneluirmos
aqui, devendo ronlinuar cm nossai bservarots no
seguinle iiumero.
Bananeiraa na Parahiba do Norle 20 de jnnho
de 1836.
A.
son, cm fae
cirrnmslanrias or. orrenlc. e do-se nn, emanando oulro
lsla deci.no do .llu.iiado ju.zo,; aos pea ,1 viandante orna columna d'agu. no ex-
mansa e sinoosamciile
peranle quem trato de prnvar a minha
Sou, Srs. redarlores. ,,. itlSl,,n|e e
Manoel Joaquin la SMta flbeiro.
Recile 8 de julho de IR3C.
def.za.
nbiigado.
.rs. redactores.Todas as vetea que o meu nome
.ipi.-u ee ne seu eonceiluado jornal, qurr como par-
licular, ou como fo||ccionario poblico, he rigor,.s-
menle do meu q>vir dar urna re.po^,, ,ej, ,,r uu
contra, para -ali-fai.ao do ((Ublicu e ,, aniornlades
superiores: Eis o ctso : deo em abono .1,. verdade
ronfe-sar que he elido n que ns Srs redactores da
l'agina -fruir couimunicaram lo publico n'om dos
seus arligo por este jornal numero 150, datad,, da
2li do mez lindo : islo lie relativamente au n.le ni{,
diz respeilo comosubdelegauo do Recife ; rom eflei-
to be faci positivo de se lerrm a mim dirigid
Iremo gran da calrico, reputando com violencia
p de altura -- mais adianto monalruoso raixao
em orna profunda cova de turma circular, exhalan-
do de continuo negro fumo, a debater-te em fervu-
ra espantosa, tentando Iranspr a- paredes ualuraes
qoe a cercam, sallando, ralundo e recahiudo sobre
i mesmo eom inexlingoivel furor ao lado medr-
nha caverna, ruja bocel borritona leu vomita com
eslrondosa impeluosidade hoiboloet d'agua lodosa e
larva, que espadaando as encoslas anfractuosas o
cor de chumba frrve'iite, volve ouln vti ao eeeoro
antro que a -uive, para de novo expedir com roucos
e confusos roneos, similhindo o fragor da ondas o
os bramidos da (emucstade, que te ouve ao longe,
juule-se a ludo tato um cerlo ruiido subterrneo,
que faz supp.'ir urna luimeiisa ma-sade malcra ignei
em cunlinua ehulj..io. e que n um momento.pode
marujosamericanas Geera, l.amli. evVilliam H. fazer voar o solo q)ie se pita, e que a imaginacio
ris, de que trata o referido artigo, perlencenlrs a ex-1 aturdida nos lisura varillante, e avalie-se dual sera
galera (loldem late, incendiada a l.aineirin. alim
de rogaren a minha prolecfao paia socrorre-los as
liisles circumslancia* cu que .lies se achavam col-
locados, visto que ludo islo Ihes linba sido negado
e atlas de urna man-ira bstanle despre/ivel pelo seu
respec'ivo cnsul : ein laes rasos eu Ibe respond
i/xt's-i-rriixcomn ja foi publicado peles Srs. redactores
oa Pagina .iculsa; e alem disso eu Ibes date que ns
poderia soccorrer rom una esmola. porem que seria
commetler urna grande indignidade para com os
subditos de urna nafta lio lloreseenle e liolreanelli-
vel: he lodoquanlo leulio a responder relalivamen-
le i vcrie.ldi.1e dula orenrrenria :pedinda des-
eulpa .ios Srs. redarlores da rai/ina steulsa o cu nio
ler sido miis ponluil com esla minha csponlanea
lerlarario, o que be iiniramenle devido a falla de
impressio que sp|e aquella, qne pela primeira
vez visita estes lugar, s.
Mu para admirar he lambern o roolrasle que aqui
aprsenla a iialurezao horroroso au lado do bello.
rm volia desle plano rido e nii, creilido por
urna alitiospliora abrasadora, se slenla e pailita a
mais rutete vegel.rSo; i poucos metros de distin-
cn se veem innocente ciianrinhas, fnlgindo des-
ruidosas junio da, pbres choras ; r alo o logar ce-
rupado por estas metqninhai 'habilacoes. se chama
\ alie di Aleara.
Outr'ora por aqu se esteniliam sombros bosques
de gigantescos pmlieiro, planudos pela n-godoi li-
llios .le l .molla.
Mai* proveilosa cultura os subsliluio, e a ahun-
nheira da Alegra leva hoje suas aguas por
lempo pelos meu mullos alaterna, de que constante- "lel ''"* campoarullido e verdejaiite.
mente esloo ehcarrega 1o. Mu poucos sioja boje.. etrangeiros que vi-ilam
Srs. redarlores, com a piiblirarao de-la ludias I ** Koma, em cunsequenria da falla de regulares
minio obsequiara,, o abailo i signado.Saluslia'i" fooimunicardes enlrajg. Misoel e o resto do mundo
de Aquina Ferreira, tnbdi legado supplentr.
Ilerife 7 "de julho.
4
ipubutacije? pt&too.
rvilitadn.
No enlantn, nos mezes de verio, concorrem moilos
insulanos, uns para recuperar i perdida saude as
aguas auenroada daquellas Mscenles, oulrot a po-
rurar asdistrares e gozot que oflerece aquella man-
.ao de delicias.
Diz Juo Baplisla Gurjin. que para bem de eu I ^os ollin'os direilo se Ibes faz preciso que V. S. Ihe atieste, se o aMl r"""11"* muila ramillas da ilha de S. Miguel,
supplicanle e,n lempo que era csrrivio da provedo- | e rt<" i,lailmas ^-s demais do arrhipelago o lempo
nanos beni, e fazendat de defnnlot, lzanles, r.- P,,s pellas, e re-iduos da enmarca do serlio de Priiam-; '"",0 Pirque do viscon le da l'raia, anude a
boco.dequeenlan era V. S. ouvi I.ir currecedore pro-1 ,^ra do frondosas arv..res abrigando dos
vedor da dita comarca, se o supplicanle en) tule i '""'' ,l,r,,eJ,les do ao*, azia esqiiccer as calmosas
lempo que servio cumpla eom sua ohi'gariu eue- I "r" ''n es,' l,e tarde ein passeos por o campo
ou a lagoa ion.le ligei os holeinhus, recebando as
gems paaaeantes, a levavam adivertida digretsio,
leu lend i, ora rpida, ora mansamente i superficie
das aguas.
Doces c harmonio*!! vozes enloavam enlioas bel-
las ranc/ies do mus popular dos nosso. poe'lis I..
A. Palrncirim.
E-lea sonsmelodioso Irazi.los na izas da viraban
ila lar.l, inflan haler suavemente nos ouvidos
qoe pas-cavam as margens.
Pousados teb a arvores'da encosla brincavam
lamente, ou se leve alguma nula, ou erro de oflicio;
por tanto.
Pede a V. S. Illm Sr. Dr. deeml.argador se
digne de Ihe alteslar como implorado lem, e recebera
merc.
0 supplicanle sempre se conduzin sem ola al-
guma ein o oBIcio referido : antes por o sen louva-
vel, o digno ronpurlainenlo. merecen estima mi-
nha. e mesmo eooreito publico. Recife (i de marro
de 1830.Maciel Monteiro
uinie : uu- i
Srs. redarlores :Por mais inrnnvenienle fjue
me parera prevenir o joizo dos iribuuae eom in-
tempestivas pulilicares sobre quesloesforenses, que
se agilam peranle elles", vejo-me na uecessidade de
dar alsuiu..- explirares, para restahelerer a verda-
de do helo que induzo os Srs. Ballhar ^ Oli-
veira.a cbamarem-me a juizo, na qualidade de fiscal
da freguezia de Sanio Antonio para indemnisa-losde
urna porrio ne carne tecca, corrupta, qoe liz laucar
ao mar por dever rigoroso do meu cargo, e no fiel
umprimenln das orden e reeoinmcndc,H>s da c-
mara municipal ; fado a que ja deu piblicidade a
Pagina .lr.ul.ia de 7 do rorrele.
Son forrado a dar esa explicafies pelos mesmoo
Srs. Ballhar & Oliveira. que prelendendo jnslili-
cjr-se no Diario daquella dala 7 piociinram ar-
redar de si e lanrar sobre mim lodo u odioso da
-ni causa.
Pela foima porque esla escripia a sua pretendi-
da justificaran, parece que eu ti/, lanrar ao mar to-
do o cu re -.amonio de carne secc, de" que e dizem
elles consignatarios, e que commelli urna arbilra-
riedadr para rom elles, segundo a sua expresio fi-
nal. Mas lal nio ha. Conlaiei poia o caso, como
o caso r,ii.
No dn II de fevereiro do crreme aono, da de
triste recordaran, por ter
Eslava o sello Imperial rom a verba segu.....
mero 296, pagou 10 res de ello. Recife 5 de junho mc|Pamenle namorado pire de alegres pasaannlm.
de 1833.Ferreira.Guimarie-. ; felejando juntos seusamore,ou.de.cendo em rpido
E mais se nio loolinha r,n du., pelicflo, altesla.ln, i v'"") I'1!" 'mbem jiintot se hanlurem
e sello.....lo aqui Iranscripl.. em publica forma da ""as vell.isdos barquinbos:
proprio original que me lu apretenlado, e por ., re- .',7, ".ve e conheeer verdadeiro de qu .ion f... a elle me repor-
to; e a prsenle esta na verdade sem coma que da-
Vldl, faca, conferida, e roncerlada na lumia do es-
tillo, sohrripta e weignnda cm publico e raso de
meussignaes seguinles. deque uso nesla cidad do
Recife de Pernambiiro. aos Mide ouluhro de I8i3.
vigsimo eegnndo da Independencia e do imperio do
Brasil. Fz eacrevii c asnlenei Em lealemunho de
verdade.O labclio publico. Manoel Anlortio Cue-
Ibo.te Olivcira. cumigo Francisco de Sallesda Coala
Monteiro.
Minha mu lio Dobrezinbe,
Coila.linha !
Nio lem nada p'ra me dar,
t'a.ta liora da-mi* um beijo
E depois lica a ch uar.
Minha mii deu-mc um lliesouro.
Nao de ..uro.
Que ella he pobre o na.la lem ;
Mas um ronselho materno
He um Ibeaooro lmbelo.
Escola lilha quen.la,
Minha vida .'
Cada dia ella me diz,
Ouve a lirio que |r esj
Que nio sera, lilftll/.
Da niulhcr Inda a ii.fur/j
lie a pin.>/a.
Oh lilha runfia rm Dcosjl
S casta c boa, que os anjoa
I lio de c'roar-te no. reos
No lem nada p'ra le .lar, ~-^^*~'
Dale a lirio da virio le,
Que le repele chorar.
IJUtr.
Antonio Jos de Oliveirt Fragata, majur reformado
do exerrilo o do lerceiro bilalh.io da guarda na-
cional do municipio do Recife, rommaiidanle in-
terino dn mesmo balalhao, civilleiro da ordem
militar de San-Benlo de Aviz. condecorado coma
med.ilha da camp inha da Babia, a presidente do
conselho de qualilicacio da freguezia da Boa-Vis-
ta, por Sua Mageslade o Imperador que Dos
guarde, etc.
Paja saber a quem interesar pona, qDo da data
presente a qninze dia,se reunir .. contelho de qua-
lifica?ao da freguezia da Boa-Vista, que em virtude
das terminaces dos decretos n<. 722 de 25 de oulu-
bro de IK."KI e 1130 de 12 de marro de 1833, tem de
rever a q.ialificario exislenle, fazer a eliminara,, e
as classificarcs das lisia do servir,, arlivo e da re
serva, ludo de confunnidade eom os meamos de-
cretos.
Quarlel do comniaud.i interino do lerceiro bala
Ihio da guarda nacional du municipio do Recife, !l
de julho de IK50.
Antonio Jsc de Oliveira Fragata, '
Major presidente dnronselho.
pido
destacando so-
primorosa visti
ilo lago.
A I.'uiiia- vezes o astro danoile elevndose de Iraz
das montauha sereno e puro, vinha anda allumiar
com sua luz palli.li e suave este espectculo de
inevpi-univel eucaiilo.
As noiles paivim-ae era alguma casas particu-
lares, ou na a-scinhlca que cutio se creou presidida
poro roinmendador I. J. Mchalo, ehefe de urna
das mais numeruias e respeiliveis familias de 8.
Miguel. ,
A mclhor direcc,io presidia a estas reonioes, em
que reimvaa maior vida eniiimac.ao. Aa bellas
qnadrillia do Rignlelu e do Trovador avivavam as
rrulrarlansas que amas a pos ouiras succediam aller-
nadaa, por cssa dinta que um poeta da Arradia di-
na inventada, por um cerlo dos pequemno e mu
poderoso quk> o amigos pinlaram nu-inho, vendado,
de sellas e aljava A sala do baile decotada cim-
pe-irem.'nlr, nrilhav com it luzes, e os seus singe-
los, mas vittosos ornatos faziain o inelhor effeiln.
As senhoras apiesenlavam-se com formosa grinal-
da< de flores do campo, colliid-as por as proprias
man nu pajtteia di larde, dislinguindo se as teutio-
ra- Machado pelo aprimorado gosto e elegancia de
seus loilleles.
Com saudosas recordaees sahiram do Valle (das
Fumas, aquello que tiveram a fortuna de all pas-
ac lio bollas dias ; e n que fomos dn nameru
delle eotfcluiremo ele artigo, fazendo urna ob-
servario que obvia e iiituitivamenie occorreao pen-
sainento, quando so visita o Valle das Fuma-
anude a natureza oi lio prodiga a arle mui pouco
uu qasi na la lera fcito.
O goveraos nao se lera dignado conceder alguns
pequeo melhoramcnlos de ulilidade e afonnnsea-
inentb, emprorcrama.fb, mas nanea lili 1. por
as autoridades supernos do dislricto.
Existe aqui um hospital, mas sem rendas propriat
o sustentado por as misericordias ; carece de nina
administraran regular, de ohjerloa indiinenaaveis
em cslabeleciinenlns .leda ordeio, c de um medico
que dirija o.lenles no uso dos hanhos, e no anda-
uienlo de suas dietas conforme com o progresso do
ruralivo.
S. g.
i Ilustrar, i> \, o\-&n*rttiQ*
CAMBIOS.
Sobre l.ondre, 27 d. por 1f>.
I uns, 360 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
.< Rio de Jineiro, 1,2 i I por 0|o a 15 e 30 dias
Af.;ocs do Raneo, 35 Oill de premio.
Acres da companliia de lteherlhe.
Arrfiei da rompanlua l'ec ombiieana
515000
ao par.
SaricdaDf.
o
ilha de
das qui
n m desses
VALLE DA FURNA.
ameno e rttoaho Valle jilas Fama na
S. Miguel, a maior e a mais furmosa
rompem o Arrbipelago Arorianl, he
siliot cncanladnres, em que li Provi-
dencia aprouve reunir Indas as gala, to :os os pri-
mores da natureza. M..i admirado o por veniura
melhur apreciad, por eslraiihos do que pur seus ih-
lurac, este logar espera alud por um daquell.s
honieus, que possuindn 0 mgico dona de vestir
pensainenlocom a rre sedurtura
tiende
lililidade Publica, IM) purcenlode |iremio.
Indcimiisadora. 52 por ; de premio.
.< d eslrida de ferro 50 por Oin. de premio
suhre a mirada.
Disronlo de lellras, de 7 a 9 por Or.
METfVES.
()uro.Onras hespinholas. 28 28300
Moedas de bSlOO velhas .... IHjjmio
baiOO novas .... 1h>iMMl
15000.......9)000
2*n qmo
Prala.I'ai.ices brasileiros.
Pesos r.i1.11 mnar 1 s.
o mex cenos. .
um daquelles em que o
cbolera-morlnis e elevou nesla cidade au maior au- I de um eslvlobri.....nle, r I
ge da sua inlnisulade, e em que derepou mais vic-
timas, das 5 para 6 horas da larde lve de acudir
an reclamo do professor publico, o Sr. Silvano Tho-
....,,..-------------.,..* p,e..ii.a maz de Souza Magalhies, e deontroi moradores da
d accua.lo,quitqn.er que ella tenha sido, nao osan- ra da Praia ; o quae e qaeixavam de auna
lorisaa.ibsulver. Era cerUsr.rcnroslancia, essa ra- i rampa do Caes do Ramos se eslava descarregando
''smPi a-sim temos opinado na apreciaraode algom jmoa- mente corrupl,-..
as eslabeleeer como regra gerale absoluta Apena Uve lal aviso, mande) o guarda munici-
pal poslar-se no lugar indicado, para obstar ao de-
sembarque, emduinlo eu iihia a procurar um fa-
''-'-----' "!';" 1 iei cullativo. como irucure ao Sr. Iranci-co Jo Cv-
,Z,.!ade,'m r,V0|, "i "' '" 'T^," "" """ -' em .a, casa para me arumpanhar, ,na
iniqnidide cm fazer sollrer tonga prisa., aquelle.qne : infelizmente nao o cncoiilrei
por sen crime, merecera apenas lima piUao ligd
la evpressin e
'- inspirare de
ALFANDEtiA.
Keu.lmenlo do dia I a 8 .
(dim do dia ...... ,
WA)
ea%7Mk}S38
l8:S29jri2H
108:699j:l(i
lirisue
Dttcarre/am hoje 10 de Julho.
poesa, que lao suavemente cuinrnunicam lo cora- I .","'7 in'*1Joha* ''""!/mercidoriis.
rio as scems arrebiladnra daquella variadas nal-' \*lacU" imencinoUraiUfannl,. e bolachinlias.
zager.s, fuesse urna de-rriprau digna daqualle pillo- d ",? '""Piuliolarofen/inafarlnha de trigo.
Palarliu brasilciro llheiioifunni 1 charutos.
IIiab- brasilciril-'enus mercadorias.
que 1 prisio preventiva .leve s?r considerada como
pena, lie o que nos p.irece urna infracc.lo da lei, um
poder de jolgar : ,levemos respeiler a lei
boto do
reaeo e romantieo valle
Para lodos os assuir.plos alli e preslant inecnlivos
e iii-pirarin.
Se por ventora rurlindo maguas de intente se de-
tej a solidan, all i margen]
o brando murmurio dea aguas
nhat e uave, infunde n'.lma a mais doce melan-
Colil, inellivel companheira' de-te doce pungir
de arerbo rspiiho a ladade Enli Ivra.lo
poeta rarpindo se sotiuha e triste, sola ... arrelos
naviusos r ntimos dm.eiilimeiilu que o fere; mal se
Indas ;
sernos
nogi.r.ns da I
nuiles no* momentos de -onlios, senao vil-
1 dehaudada em que lamhem marrham ns
nio modelo, que alias nio sio la dos
111, sendo seus exerssivos admira-
mais regulare), como suem aquelles dos nossos,
que se april
dores.
Ave Maria
Por oulro l ritos vnleiiiea
tcnliam feilo
aiJio prximo passado.
dem-Antonio, branro, 11,1-1 ido ,. J dxfcorrenle
demJoRo, pardo, nascido ha "2 tunoSanio
Oleot. B -
demSaturnino, pardo, nascido ha ti mezes.
IlemQoerim. parda, esrrava,'Mfctdg 1 do c-
renle.
IchmFelicia, pardi, r-crava,' nascrdi ha 5 nie-
les. V
IdemManoel, branen, nascido a 6 de jamuro dn
ainu prximo pa-sado Santos Oleot.
IdeieMaria, parda, esrrava. nascida a 3 de junho
idem.
Idean--Macara, crioula, nascida a t de abiitdoror-
rete auno.
IdemAnima, branca, iiascida ha i mezes.
IdemAmelia, branca, nascida a 22 de iiilbu de
IS.-..
dira de srara I...
I.,, qne nos minora a n
robusto, mat.rheoi de
palbar pelo nuindo
, queespi-
npertlicfto,
pieronisa-
ao mngi-lrados ser austeros
'juslica
rinlrlii
eiimpre
vigilen-
lea mesmo para inulilisarcm os planas que muil
vezes -c empregam conlra a boa adminislrarao
joslira
t
le persesuirio. eiteruinio emorle
is verdades rou-liiurionaes ha de rom-
es-e nevoeiro ennesrecido Ir raioa,
nblica dcapej sobre n seu rruri-
s.
I.1111 <>s rasgos .lo erndirrao rnin que
nlos da l.niin modelo nos Iran-inilieiii
pulend dus .losillas de repblica 1 E quando.
porem, vales em exmiplos laes. nio podrriamos por
ventura '
bono da qu
.. Le gm
hnmeni, est la /i/n util'e decoucert de t'esprtt hv-
. .lo ,e v pnrlanlo. que liavenro remo rrler-
111 n numero iminenaivimo ie esrrilnp-
que sii-lrnlalii a -ilprrioridade das ver
sellas republicanas.
m e-qiieciinrnin co-
nos permillido dizerdoas palavras'sobre as queixag
que nnt consta alsurm lizera ronlte mis, allribuui-
do nos o desojo de enorandeerr-nos a'eosla dorredi-
to de nossos rollesas. Recoiil.erendo o qoe produz
amor proprio 011 nma usreplibilfdadc demasiada,nflo
%TTj2Z^^!!!!;j^.r*t'&' "'.'"* ''" volr-' "-'""'O era que a Ierra em ron-
acudida por a in.io do tjei no,
erra, que eslava s-nilo desembarcada e c.iiiduzida
pira u seu armazem, pelu Sr. Jos Joaquim Gomes
Duarle, oqoal arhva-se presente, e lie geralmenle
D 1 r a 4 tbido have-la coinpradu. Tal era porm o estado
."-.;"^mr d:''l,',I,n'S"'i,r.0f'' ; "'fWJ- Ja referida carne, que cxhalava u.n ftido msup-
porlivcl
uisup-
Netlis circumslancias nio me rcslava uulro alvi-
Ire a seguir lenon proceder romo proced, lomando
por leslemunha as pets, as presentes, mandando
_ lavrar o respectivo termo d adiada, e inultlisar a
nos daremos pur ..Hendidos por lal impolaro, alias carne desembarrada, cuja putrefacto era .ensivel
imosaneollega, quese repo- eslava ao alcance de lodos, e dispnsivi qualquer
la olfeudidu por ns.qoe a parcialidad,! nexaclidAo
quando lratasemo- de costa pessoat em vez de
.-r.grandeeer-nos trarll a nostu descrdito ; e se
apicllarmos anda para o joizo dos leitores, que
certamente nio lerdo observado de noss^ parte dis-
pn-irftes para a criliea mordaz, toda a razio para
aquella queixis desapparecera Iranqnillos pin, cm
.,,.,1____. .. --------- I -!"' .-e.M,rn,i,.1:,n II.'IIUOUIOS p.
1......."es ,de btrnet adiniruv.is em i,osa conseiencia c.uiliniiaremos ndta niarch
queremos. liva lindo ele artigo, nu. um ranluiho
neinent reprrsenlalif, dr.. um gru.ide
F.scrivi.i, o Sr. Joaquim l-rainusco dal'.iula Este- IdemApiigi, pardo, nucido ha S mezes
ves I l.-inonie.
A.lvogadoo Sr. I)r. Manuel Joaquim de Miranda
lobo. 1
leila a chamada s 10 horas da manhia, adiar m-
se prsenle 12 senhores jurados.
I'orini mullidos cm mais 203 rs. os seohnres ju-
rados ja mullido nos anteriores dias de seso
Abcrla a sefsu peto toque de cainpaiubn, foi con-
duzido barra do tribunal do ory, para ler iplgado,
o n-.i preto Germano Lopes Frazio, irrusido por
rniie ib" ronho perpetrado un annn de 18V1 na risa
do Sr. n u ... do suaetnoi, lendi, o inesiiio r.
seu .|eftnsui o Sr- Ur. cima referido.
por
Ao lodo-- "I
l'rrsuezia de Sanio Anl.uiin do Ilerife. :n de ju-
nho de lK5t."-O c.inego viginn, fniaiuiti llenri-
i/ues de Ite'.niile.
RELACAO DAS PESSOAS FALLECIDAS NA
I REG1.F.ZI.V DE SAMO ANTONIO NOME/
UK JIMIO.
Joaquim tote de Sania Anna, pardo, solleiro, 10
Minea.
Ihom.i/. Crrela Peres, pardo, viuvo, b aunen,
iostpl.a Mtr.i da 1 ..r.r... ,.,, brtnra, VMVa, 4
anuos.
BIOM
livani. 11,0 I
res nolavoi,
dadts rnnsUliicionaes sobre
nio pn.lrnf iieni devrm lie.
ale
mu mu
la.
O prefin
razio pelo I
Con I
rrprrsrulal jvo
e que os el
repul!,o 110
limos a me
convenienl
convencer
no Brasil h
admenle qun.-ui
1 u-
inligont
oulro evan-.p sai.ilirio, urgindo alias .Ur-llie de
promplo um destino que prevenis'e o pengo immi-
nenlc quo das suas exhalacoe ptridas, resultava
para I ailiibri.ii.de publica, ja lio gravemente fe-
rida.
Desla simpbs narrativa ja se v, que nio liz lau-
car ao mar lodo o carregaincnlo consignarlo aos Sr.
Ballhar & Oliveira, que nem se quer os muiln
por ignorar enlan que linliam parle em Iflo boa
presa ; pois que apenas rnnsiderei como mrurso Iiatador por todo o valle
...nda
existe para responder ao Sr. V. do fim io rfe l'ir-
namlima ile quir.la feira 2li do panado. Pretende
este rr. qur leve parle directa im proeedimenlo do
ronsellin qne jiilg.1.1 u Belrhior dos Reis Cavalrnnli,
proeedimenlo qoe Iratimns de irregalir por se nao ..
!'"" i'"r.,. -.?!W0 .'!e v"'"s Pr*lue n r""*'"- "Pl"'11......",0- f 'minedialamenle'n.oliliado.
lie por igual evidente que nio fui, nem me n.m-
vulses me '.nba
irrancuu das eulranbas massas immensas, deixan.lo
ein seo lugar eue plano vatio, boje orcopadn p.,r as
pacificas aguas de um furmosa lago, que de sorpreza
se aprsenla ios olios ula-iado- du viajante.
Nada mait bello ,lo qor esle pequeuino Ocano
quando na mai completa immobilidide e placida
inansidio, espalha em -uas aguas lmpidas pura
as verdes roontauhas que 11 circundara : ou quando
leve topro da brisa, enrugandullie a lita (ice, ver
como a onda vem toda rnculhi.la heijir brandanienlc
praia, escoar-ae, vir nnlra vez rliesando-te como
tunaleira edevagannhu, qual man misada, qoe vai
locar vedado pomo...
Dorante um quarlo de hora, vai o viajante gozan-
do desla inleressaulr perspectiva, pela e-Irada que
costis a Lagoa pelo lido do tal, vollau.lo quasi no
seu extremo a .lumia para ilerr au valle ueste
sino, porem, se em vez .1 seguir estrada a baixo, se
sobe a pequea crista que separa a Lago da chaina-
da Srrca. disfiurla-se ttlao 11111 golpe de villa irte-
IMPORTACA.O .
Patacho nacional Alhena,., viudo da Babia
d :l?Z\tm*V*t A",uni0 'u"" Olivera, manifehm
,is-nsin ra se manir- 0 seguinle :
2 barricas vinlio ; 1 lliltal A; Oliveira.
I. barricas genebra ; a .Manoel 'lavares Cor-
deirn.
90 caixinh.is clnruloi ; ao ilontor Antonio da
Silva D.
7 ciixinhaicartas de jugar ; a Jle Fernindc* P,
\ anua.
10!) dita cb.irutoi ; a llnn ler i llr.in li..
ll) saceos cafe ; a Antonio l.uiz da Silva Aze-
vedo.
25 .tilos dilo, 1 dil-i colla, 2 ditos fio de algodin,
l dilos alfatema, I cax.o bolota, 6 ditos e 3,031
caiviiibas charuto, 210 fardos fumo em falla ; a
ordem.
Pala, ho americano Levanl 11 vindo de Plul.ulel-
phii, cunsignado a ltoslron Kooker A; C. Manifeslou
o seguinle ;
807 barricas farinhl de Irigo. 400 .lilis bnlacb-
nlia, 3H0 barris breu ; aos nu-inos.
Patacho nacional Cuulanra.o vindo do Kio do
Janeiro, consignado a Novaes & C, manifeslou e
seguinle :
b calvas cb ; ans incraos.
I cai\a,i cartas de jogar ; a J. Fernindes Prenle
\ lanna.
1 dito 1 pi.-inn.,, :in jacazct loncinho. ti |a|ea e
103 rollos fumo, I ciivgu merradnria. Ion uiat bn-
lacllil, 7 r.lxdes Cha, 357 lata, lima, (i metas bar
riras potas*, 10 pipas, 3 meias dilat c 32 buril vi-
nagre, 33 barris vinho, 176 saceos cafe ; a ordem.
Iliile nacional ,. Cam's. vindo da Parahiba,
ronsignadn a ordeni. manifealoii o segrale :
.50sarco* arroz, lili) dito firinlia de mandioca ; 1
ordem.
CONSULADO GKRAI..
Kendimenlo do .lia | ,, ,s .
dem do dia !>.,,
com reinrideneia uas mulla con minadas em iae<
casos pehis posturas munieipaes, ao Sr. Jote Joa-
quim Gomes Duarle. quese achava preteiilc no
tusar da apprehensao. romo dono que era dn genero
' o Sr. Ald.a.1<- Lleves, vallando a su.
rror .bis laclo- que Irslcmunhara. re- | I
ie a excrllcncia rio governo monarchtro
eia urna verdade cncuiiliislavrl;
nio- de ..rdem e de paz no governo
1 eram de possivel realidad. Admi-
mi Iheoril eom lodos os seus enflranos
e aduiillimo pnrque rhegamo a uos
que o governo ni.marchiro representativo
rapaz de promover nostj felicidide. he
capaz de guiaulir uossa liberdlde lesilinia. be rapaz
do fazer .le rucar lodo eme cortejo te horrores, rom

Iho reronherera ligarais lltenuanles, qne lal drrla-
rac.in niera ntcettaria nem se drvia la/ri rm vir-
tude da arl. 372 do reg. n. 1^ de 31 do Janeiro
de 1843, combinado eom oart. 37!); e para niu ca-
lino-em nutra rensora iiijiisi.i memo Sr. X.
pede que leiaMos o formulario impreso ni lypo-
graphia do Sr. It.de Freilaaa pagina I7!>. o' cll.
arl. 372 tratando da vnUrin sohre as allennintet,
diz que se a resposla fui aSrmilivi o presidente d
emiseliio niu a far esrrcver, mas ira pondo a vn- deira e ficott ar, liuda na* ponas, eom
taran rada niadas antrnu.iules m"iirioiiadas no
pna ira bordo do navio consignado aos Srs. Ballhar
i\- Olive.i-a. examinar o e-lado do ten ca rega-
iente e mullo menos qu- eu o iuulilisa-c. Mas, se
infelizmente para ns mearnos senhores, e para o sen
disnu r iiii-p.ui.'onlp que ha mullo especula ne
genero, r. mu ell 'I dizem. a rarnr corrupta qu
lilitei. era di la! que hnlm IMCoiUat ,1 munida
ro, vue oor 1 lao parliciptu da /rialdadr'ria
A verdura esmaltada dos campos, corlados por
urna extensa linha de |>it c.isinhas. r....,binad,
rom as da arvorea irresulanneiilr dkpersit pelas
cerca e .Icvezas, no agrupadas em pequooot ouici-
nnhns, mil ribeiros serpeando srariosamenle pelo
K:2uV23
0:ll7sfi22
i-'IVKUSAS PHOVINC
Kendimento do da I a S .
dem do dia !l .
A.>.
Wssrai
TtlsOlO
558?'.I70
que o car iiibali-mo republicano desoja levar por
diaule sua '
A miii
sai plantas
l.ra .: iniquidade
.liu poia be qu (? corlar pela rali, e',-
pnraaMta com que o republicanismo m;,
frlizmru- Para o lado do nateenle.
.., te paia mim ron rttam, sendo alias inroncebivilque cnlumii'S de fumo -..bu. |
cdigo, c qu. ndo s- decidir que eiMe alsn.n,. a fa- : 1 frialdad de ..teira se ermraunieasK s as pona i na.
liJ Ollpoe a resposla I rada das man., e a Yirropclo das etirrmid
esrrcver : e n arl
aun de< quintos on questes agnir-set 'a derlararai
dos votos vencedores.
Parecenot rlaro, romo a luz do di, que .la
cninliim. ... deileadi niitilloi nutra coat te nio po-
de ou, lim seiin que na resposli Inda e qualquer
qnesliio deve declarar-seo numero de votos vence- parle est ,i url
reinnilllitr.i.s.
spidn sulltidn
nenhuma mi
Pur ora .'.nile
i.l.., .Ii'un, ;
Te[!%T,"'''''aATZZm" "T"" fiU* "" P"'" '*-1 DES'AC.IIOS DE EXfORTACAn fcA MES\
laolL Vr ." Je '"r IC "I"''"---} "'- > CONSI I. VIM) OBSTA CIDADK N I Vil V
laoha- de u. verde eseuio anesa m. do pecio, > |)|.- ji 1 |in |)fc; js.-^; "IA
m,m'd,'.',ttrePr.S,rl" vi"\"",l'-'e ** era Birrf||.*,,--|N,lari hrp,,,ola ,-L-ncs.,. >. o. Rie-
e ZZ 2r l,LP^: !' l"""" """ "r''r C>le I hV & Compauhia. 1.308 cooro, ..Igadrs. '
tese quadro nuco, formam um lodo, ruja visla reprnli-1 HavreBiimo bra.ilrim O \irmn. 1
ules
MUTTO5tT
s Irourn das
! claras, ouii.is espesa
nio se silio alam.ido oa ral lena-
Irvanlain 1
i ares, um
escura. He
dd Souza Carvilhu. (311 taceos assucar bronco e
orinas mh-ravido.
liafa i HavreBrigoo frana-z nlMem. Lasscrre A Tiel-
frfres. 1.0OO muros salgado,. X
I. o
teutio mi diss,
ilir-me-hei com e-la iii.;el,i rtpo-
10 rriUria publleo avali.r de qne
Ir.ii iedade, ou odini.lade do m-
uio.i
inania-, nao | Cnmiobaada p..ra all... eheiro sulfuro
CMlamadM ampalacoei, | eme, infnncia a proximidad- dequrll
Imialorio da nllureaa, coja sernas ,.ai
de .iss.iiiihrn o r-peeiador alomln.
O terreno rnberto .1 |avi,i -xhal n-.> veleioirat
e stmeailo lodo de oihos ,1 agua a fervor reabsorven-
| HKtKBBHOHlA lK KKNDAS INTERNAS 1
I'"" "'ES l)K PEHNAMIli'CO.
lio la Hrndinirnlo dn .Ha 1 a S ... <
lielll Id- 11 do dl 9 '


r10MR
MMtteBa
-.nma
.
*,


CONSULADO PROVINCIA!-
Rendimenlo rio din I a 8 .... 2: 1839513
dem Ho din 9....... 2:4878:290
26:970*803
yaoio entrtoi no ota 9.
Kigneira 38 lian, hiale portosaez aVoarior 4o
Mondeao, da 82 tonelada, muir Anlonio de
Barran Vllenle, eqwpacem 9. caiga viuho e mait
lioneros a Francisco Si-veran Rabillo & Filho.
Passageiro, Joaquina Nello dos Junios ,"> Ribo,
Joaqoim Aranha de Sama, Joaquim SimAo dos
Sanio.
Paralaba I5dia, liiale hrasileirn Novo Kspcran-
<;ai>, de 31 tonelada', nieslre Tli.-m.iiio Joi da
Silva, equipag'cm 5, carga loro de mangue e fa-
farinna de mandioca ; ao meslre.
Itio de Janeiro18 das, patacho hrasileiro -Con-
faocaii, de 107 lanciada., capilo Emisriio Kibci-
ro da Silva, equipa ;oni 10, carga caf e mais ge.
ero ; a Novae Ov Companhia.
Jersey Harbnrttj das, hrigoe ingle/. Venus, de
183 louelad, eapilao Philip ruchy, equipa-jera
12, carga 2,050 barricas com haraih.io ; a Me.
Calmonl & Companhia. Svgaio par o Rio de
Janeiro.
.Vacio xahido no menmn dia,
Par.hibaHial brafietro Fiordo Brasil, meslre
JoSo Francisco Martina, ca>ga fd,anja, mais ge-
litro?. Conduz 1 escravo a entregar.
tem, sendo substituidas por notas los
mesmos ou de menores' valores, da caixa
filial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia olllm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os possuidores das ditas
notas de 50#000, para as apresentarem
na mesma thesouraria, aim de serem
i rocadas dentro do prazo de oito mezes, a
contar do t efe julho prximo vindouro ;
28 fevereiro do segmnte auno de 1857 ,
declarando ao mesino tempo que, lin-
do ene pra/.o. soll'rerao o disconto
de 10 por cento do seu valor em cada
mez de demora na apresentacao, na for-
ma da lei de (i de outubro de 1836, at
(carona sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de la/.eiula de Peinambuco,
." de jti.iho de I fe ti. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Administrarlo geral do eslabelerimentos de
JIMIO OE PEnNAWBUCO' QB'NTA FlIU 10 0JH0 M 1856
h de Oliveira Aievedo, ra da Cruz
StM.
O senle Borja far leilao em sen armazem na
ri a do Collegio n. 15, de um grande e completo or-
nelo de obras de marcineria novas e usadas, ri-
panos de Jacaranda modernissimns, diversas
o iras de ourn e prala, encftlabros, lanternas, relu-
8 os para algibeira, ditos para cima de me e par-
is'. objectos de vi.lro e porcellana para i-afeites da
* la, apparclhos de loura para mesa toados muitos
necios que se acharau exposloa no referido arma-
z mi. e bein assim um opllmo carro de i rodal:
qunla-feira 10 do corrale a. II horas da manha.
LEILAO
O agente Vieira da Silva fina'leilao,
mu i-feira 10 do coi rente, em presenta
o lllm. Sr. cnsul da Dinamarca e aitto-
isarao do llltn. Sr. juiz de orphaos, ilos
(eneros quecotnpeiu o estabelecimento
< e lornecimento de navios Sliipschandlers
THEATRO DE APOLLO.
Ausentoo-se da rasa do abaixo assiiznado, no
lia 2) de jiinho do rorrente anno, a sna escrava de
nniiie Maria, a qual tem os signaes segoinles : de
earidade, manda fazer publico, que no dia 10 do da viuva Fisclier, na ruados Ta
@iHKS.
O lllm. Sr. luspeclor da thesouraria provin-
cial em cumprimento da resolurdo da junta da
fazenda, manda fazer publico, que vai iiovaraenle
a praea para ser arremaUda a quem por menus lizei
no dia 2i do correnle, a ubra do reparos a (azer-se
no laoeo do empedrainenlo avahada em 4:l13sl00
reis.
F para constar, se mandou afllxar o prsenle e
publicar ptlo Diario, o
Secretarla da thesouraria provincial da Pernam-
hoco, 7 dejolhu de 1856.O secretario, A. F.
d'Annnnciaco.
lllm. Sr. inspector da thesouraria, em cum-
plimento da re-ului;> da junta Ja fazen la manila
fazer publico que no,dia2f do correnle vai nova-
uii'nle a prac para ser arrematada a quem por me-
nos fuer,, a obra dos reparos;de que prci.ara a cadeia
e casa da cmara da cidade de Oiind, avahada
em2:6i0S00O rs. .
E para constar se mandou alTixar o presante e pu -
blirar pele a Diario, u
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco,7de ulho de 1856.0 secretario, A. F. d'An-
nunciacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincia,
erneumprimenloda resolucao da unta aa fazenda,
manda fazer publico, que no dia 2i do correte,
vai uovaiuenie a praea para ser arreu alada a quem
por menos fizer obra do cmpedramenlo do aterro
dos Alocados avallada em 25:300o00 rs. E para
constar se maudou allixar o prsenlo e publicar pelo
^ Diario. i>
Secretaria da thesouraria provincial de Pernambu-
co, 7 de |ii.ho dc18C.--0 secretario, A. F. d^Vm-
nuuciacjlo.
$)t CORREIO l.KIIAI .
Rendimcnto apurado no me/, dujuuho
* J? '8^......... 3:40t|5
O administrador.
Amonio los (jumes do Correio.
CASA DE DETEKCAO.
O Sr. administrador da casa de deleitlo convida as
pessoas que quizerem vender briru de linho para 300
leocoe, 300 camisas .. 300 pare do calcas, para uso
dos presos pobres, queiram apresenlar'suas amos-
Iras com os competentes presos : na secreliria da
mesma casa ala delencao desde as 7 horas da nmuliaa
as i da tarde.
O aiudaue,
Joo Lacio da Co'ia Mmileiro.
DIRECTORA DAS OBRAS PUBLICAS DA
PROVINCIA.
Em camprimeolo da oidemdoEim. Sr. presiden-
te da provincia, manda o lllm. Sr. director inleri-
no das obras publicas, publicar para conhecimeuio
de quempossa iqteresnar.u programim abaito lians-
cripio, formulado pelo mesmoEim. Sr.,para o con-
curso aos lugares de ajudanle de rngeuheiros desta
repartidlo, que deve ter lugar as 10 horas do dia 21
do proinno futuro mez de jolln.
lis cuiirurreoles .le\er. o com anticiparn de oito
das, requer a insenprao de seus mimes no regis-
tro deala secretaria, afuu de ser organisada a lisia
respectiva.
Secretaria da directora Gas obras publicas, 11 de
juilu de 1856.
O secretario,
Joaqujiu Francisco de Mello Santos.
O presidente da provincia, coufiii mando-te com'a
propusta do director das obras pulilicis, resolve que
d'ora em diaute, us lugares de ajudanles de enge-
uheiros daquella reparlicjlo seiam preenchidos por
meio de coocurso, alvo se o pretndante liver titu-
lo acadmico de curso regular de niathemalicas ap-
plicadas.
Para esse roucurso se adoptar o segninle pro-
,ramma :
Os exames dos concurrentes aos logares de aju-
daute de engenheiros. serio auuunciados pelo Dia-
rio de Pernambucoii quarenta das antes e coma-
nlo de duas partes.
A priineira versar sobre a pralica de desenlio
lineare Ihopographico, e bem assnn a applicac,o
dos inslromcnlos mai> cominnus, Ises enmu bussola,
nivel, mira, trena, plnchela, barmetro, term-
metro, ejercicios de levanlamenlo de plantas, ni-
velamento e organisaca de orramenlo.
A segunda versar sobre luda a arillimetira, il-
gebra elementar, geometria at os solidos, Irignome-
Iria rectilnea, elementos de, archileclora e descrip-
cSo dos iii.-truiiieiilus mencioiisdos na primeira
parle.
Serio examinadores.o director das obras publicas,
"loe presidir os exames, o dous eiigenheirus Hornea-
dos pelo presidente da provincia.
Depois de coohecidos us exames, o diteclor das
obras publicas rara urna eiposirao ao presidente da
provincia da habilitaran do cada iim dos candidalos,
emilliudosua opiniAo subre os que Ihe parecerem
mais aptos a exercer laes lugares.
Palacio do goveruo de Peruaiubiico7 de junho de
18.*.Sergio Teiseira de Macedn.
ConformeAnlonio Leilc de Pinho.
Caixa filial.
A directora Caz publico (|ue at. lettras
t|ue em sua apresentacao nao tiverem si-
do loyo pagas ao cobrador da mesma cai-
xa, o pooerfio ser at a's i botas da tarde,
no escriptorio do raisrno estabelecimen-
t0-Antonio Marques de Amorira, se-
cretario.
A direcefio do extinelo banco de
Pernambuco, avisa aos Srs. accionistas
domesmo banco, que se ada autorisado
oSr. thesoureii-o la caixa filial do l
co do Brasil nesta provincia, a
oitavo dividendo de 98600 rs.
rao, vencido nos ,"> mezes de
inuio ultitno. Kecile 3 de jullio "de 1836.
Assignado.Joao Ignacio de Medeiros
Bego.
O lllm. Sr. inspector do arsenal de marinha ten-
do de contratar a compra de diversos objectos para o
rurnecimenlo do almoxarifado. manda fa/.er publi-
co que islo ter lugar nos das 8 e 10 do correnle
mes, a vista de propostas em cartas fechadas rece-
bulas |e ete dia e hora, sean que os mesmos
olijeclos deverSo >er da melhor iiualnlade, c o con-
trato eflcctuado com quem por menos vcnilc-los.
Comprados na dio 8.
Ahriiade, agulhas de lona e brim, ditas de paloin-
na, Iralrao, almagre, brim da Krussia.'hrru, liron-
es de ferro, hroxas surtidas, haudeiras iinpcriaes de
'""".paiinoj, ditas ditas de qualro ditos, ditas de
.nipc-, cabos (le.liuho de I lipolecadus, cairo ve-
Iho, cadarzo, colheres de ferro.*ter cin anhote,
dedaes de repxo, lilelli azul, lio de tala, lona lar-
ga inglesa, dita estrella dila. nierllm, machado,
marlelios da orelha, oculos de alcance, oleode li-
nhara, pedraid amolar, prego de cobre para cosla-
Uo, ditos ro de cobre velho, icmosde faia de 13 a 16 ps, ras-
paderras, "ol. sondareza, sebo em pilo, serrles de
mao, linta br.nca, dit ,,re,a, ,iiia verde, thesouras
le alfaiale, linleiros, ii,n|0 inglei.es, zarcilo.
Comprado, no ,/, i0.
Arcos de ferro sonidos, aro em verga, bracos de
balanra, rannelas para penns de ac. chumbo em
lenrol. cobre cin foltia de 18 a 22 oncas, chombo em
barra, carteado sonidos, clavo, j, rCIro |lliri, p,p,,i
rol da Bhia. er, dobradicas de Corro surtidas, es-
lanho, rechadiiras de camarote, .lius de porta, ditas
de savela e arniarin, lio de algodao, ferro m lenrol
lio, dito de 1 l| l||, gvaxa. linha de barra, dita
le rnse croa, lapis, limas surtidas, papel de peso,
lito alinaro, dilo onhnario, dito cartuxmlio, dito de
ixa, parafusos de ferro, piassara, pelmas de seo,
linas de pato, precns de (erro de ro-lailo de polle-
-adas, nitas lias de (1 polecad is, ditos dilos de 7
'lilus, ditos dttiisde 9 (Illas, dilos n|ii-e da Ierra, di-
(os de gusrnicAo grandes, ditos de robre para forro,
pus de ferro, saceos de enndocran, taixas de bomba
de ferro, (lilas do cobre de 3, 4, ."> e 6 e 1|l, tinta de
c Secretaria da iaspeccio do arsenal de marinha de
1 crunmbuco em 3 de julhu de 18V. O secrela-
"o, A. R. dos Anjos,
Devettdo em cumprimento da
dem do tribunal do tbesouro naeiona
2 de Janeiro do coi tente auno, sabir da
ciiciilacaoas notas deO, de secunda es-
lampa, papel encarnado, que nella exis-
Uan-
pagar o
por ac-
jaueiro a
or-
,de
rorrele pelas 4 hora da larde, na salla de suas
-es-ftes, no largo do Paraizo continua a arrrm.il-
jSo das rendas das casas abaixo declaradas, pelo lem-
po que decorre do I.- do correnle a 3<)de janho do
auno prximo foturo.
Bairrn do HeriTe.
Ra da Cadeia n. 30.
Dita da Senzalla n. 2, 5, 2(i e :M).
Dila da Lapa n. 5.
Bairro de Santo Animan.
Hua do Collegio n. 18.
Dila I llrelia o. j e 7.
Travessa do Carcereiro n. 11 e 13.
Dila do Padre Floriano o. 13.
Os prelendentesdirijam-se o lugar e hora apra-
sados. acompanhados do seus liadores, ou munidos
de cartas (leales ; adverlindo-se aos que estiverem
debitados que nao serio recebidos seus lauros sein
qu eslejam qoiles.
Adminislragao ceral do esUlieleciineulosjde carida-
de 2dejulho de 1836.
O escrivo.
Anlonio Jse Comes do Correio.
O conselho administrativo do patrimonio dos or-
pliios. tem marcado o dias8, <), c 10 do correnle,
para conclusAn d'arremataran da renda dos predios
liaiMi declarado, por lempo de um anno, contado
''o primeiro de julho crrenle, a 30 de jnnho de
1837, os quaes por vetes tem sido levados a hasla
publica, sem que tenham comparecido a ellas os ic-
luaes inquilinus, uu quaesquoi oulros licitantes.
I sala da cas doronselho, largo do Collegio n. I.
1 luja grande, dita dila, dem idein.
I ea lerrea, ra de S. (mralo n. 10.
1 dita de sobrado, ra da Cadeia do Recifc n. 16.
1 dila de cobrado n. 17.
I dita de sobrado n. 18.
1 dila lerrea, roa da Uadre de Dos n.:(;!.
I dila dila, rila rio Ainoiim n. VJ.
1 dila terrea n. 34.
1 dila ierre* n. 55.
1 dita de sobrado ra do Ailo de Peixe n. 63,
1 dila lerrea, ra da Cacimba n. 63.
1 dila dila, roa da Senzala Velha n. 81.
t dila dita, ra da Guia n. 83.
1 dila dita, Fora de Portas n. 91.
1 dila dita, idem dem n. *I7.
1 sitio, Forno da Cal n. 3.
Os licitantes dirijam-se a sala das leseos do mes-
mu consrlho, as II horas dos dias cima declarados,
acompanhados dos seus fiadores. Thesouraria di
consclho administrativo do palrimonio dos orphaos
5 de julho de 1856. O Ihesoureiro, Joaquim Fran-
cisco Duarle.
i noei ros n.
as 11 horas da manliaa ; tildo sera' ven-
ido sem limite e rni lotes, a vontade dos
impradores.
O a.-enle Vieira da Silva faz leilao em seu
l rmazem, exta-feira II do correnle, a- 10 horas da
laoli.a, de diversa obras de marcineria uova- e
isadas, mobilia e diversas obras de ouro e prnta re-
ogius, correntes.eniuilas nutras diversas miudeza,
pis, pinceis. pos para denles, leques, e maisobiec-
que se acharern patentes, serao vendidos a von-
ade dos compradores.
O agente Oliveira far leilao, por ordem o con-
a dediversos.dos predios tecuanes: oito casas terreas
m Fora de Portas, sendo /, ao pe da igreja do Pi-
ar, ns. 1j, I/, I!) e2l, das quaes :i exisiem cora la-
!rS?' J. ''.' 'Ie "'0",- 2 (lilas no barro Largo
is- .W e ,IJ,_1 cora taberna, e oulra de murada, e
..lilas ns. ,.i e 77 rom frente para a ra dos (iua-
arapes, ambas de inorada ; I dila de sobrado de
* m-- andar, ra do Areal n. :lo ; e uina pequea par-
e ni. sobrado de dous aiida.es, na ra do Rosario
!.)>: I sitio no lusar da Torre c.un erando casa
lavado podra acal, com sola.,, cozmlia fora.es-
ribana, quarlo para feitor, gailinheiro murado, c
Cimba ele, o qual he quasi couligno ao do Sr.
>.l atcnell ; oulro sitio exlenso no lugar rienomi-
iado Parnameirim, com grande casa de vivenda bem
(lineada, murado na frente com 2 porles, e an-
exo, cozmlia r.,ra, qoarln para felor, ullinhelro
le pedra e ral, cnclieira e estribara, e.las com so-
lo roiilendo sala e dous quartos, grande cacimba
om 2 tanques e cohcrla, orna talada de parreiras. e
Jlanlares numerosas de variados arvoredos das
ii-is estimado. Os pretndeme podeui ludo exa-
minar rom aniecipacao, ou enleuder-se coran re-
ferido agente al o dia do leilao, que lera lu=ar,
inntainenle cora o d'alguns escravos, lerca-fena, 15
do correnle, as II horas da inanhaa, no seu
torio.
Precisa de tuna anta que lenha bom
eite : na ra Nova n. loja
(j)s bilhetes com a rubrica do abaixo
parle da lote-' assignado, sao pagos incontenente, na
(iraca da Independencia n. iO, at o
premjo de OO.sOOo. Polycarpo Jos
Lawie.
i
I'erdeu-sona noile de domingo 6 do
correinle, um allinete de pi-ito de esmal-
te azul, de Fra de l*oi tas ao arco (la Con-
ceicao : quem o achou querendo restituir
pode leva-lo a ra la Palma, casa do
escrvSo Ferreira, que se gratificara'.
Jos Alvesda Silva (iitimaraes inga a
todos aquellas deudores que se acutil
atrazados com sitas conias, llie mandem
pagar no .razo de oilo dias, a contar da
data do presente anuuncio, do contrario
passara' afazerellectiva sua cobranca por
meio que a lei lite faculta, e para evitar
aviso. Becile 7
de julho de I8."i(i.
Vi>20 M Uttftfpi
esenp-
LEILAO IIOJE-
De ordem dos credores de Joaquim Mi-
litao do Amar.il, o agente Borja jara' lei-
lao boje ao meio dia em ponto, no seu ar-
mazem, na ra do Collegio n. 15. de urna
ptima neta co/.inlieira eileurn mulati-
nhodeidade deS anuos, pertencentes ao
dilo^r., os (juas seriio entregues sem re-
cusa" de preco maior ollerccido.
nmo*
t1W&o$.
Para .Babia
segu em poucos dias por ter parte do
carregamentoprompto, o veleiro e bem
conbecidobiate nacional CASTRO: para
o tiesto trata-ce com seu consignatario
Domingos Alves JJtjtheus, na ')<; Apol-
lo n. 23.
O hiale rtfflrr.isn ehi
Norte, c colrado por franqi
seaoir para Macen, ruin a ma
dera' recebfr at^uiua carga a'
quem pretender iaaaaVa*1 pn-.>ra' cmeado,-. ni
Ainorim lrm:1os & C, ra da Cruz n. 3.
Cou|n,.iii ^saiico-AnisVi
licat dr vajioit's liam-
cezes.
Espera-se no
lia 23 do cor-
renle mez viu-
do do Rio de
Janeiro, o va-
por Cdiz, ca
pitAo Berin-I
doagiie, quei
egue psra ij
Havre, com es-
cala por lenere e Lisboa ; para frele e passageiro
o casa de L. I.ccomle Feron & C, ra da CruJ
20.
Rio'de Jftin i; o.
Segu com hrevidade o patacho aValeole, capis)
t,lo Joaquim Antonio Conralves Santos ; rerehe cari
aa. passageiro e escravos a Trete : a tratar com Cao
lao Cyriaco da C. M. ao lado do Orpo Sanio n.2'.
PARA O RIO DE JANEIRO
sesue em poneos dias a escuna brasiieiia Linda.. I
quera nella quizer carregar ou ir de paSMMm, en- '
lenda-se u rila da Cadeia do Recife n. Iif.com An-
tonio Pedro das Neves, ou na ra do Vjgario n 5.
Para o io de
aneiro
segu em poneos dias por ter grande par*
te do carregamento prompto, a escuna
nacional ZELSA, capitao Pinho : part
carga pu escravos a l'rele, trata-se com
os consignatarios,
da Cruz n. *>9.
O -Sr- J- J- de B. c S., baja de pauar a mian-
li.-i que nao ignora, a e de iniscravel. do contrario vera' seu nome por ex-
tenco no.la f..|ha.
Prccica-M do alagar om escravo para o sor.
Tico de casa : quera liver dirija-fe a na da .Ma-
dre de Deis, armazem n. 12.
Prcisa-se saber se exi*lem nesla ridade os Srs.,
rraociKo Jo*c Men.iese M.uoei Pereira de Car-
valho. ehroerios aqu no vapor TocanUnt, em 1 de
marro de 185". vindos do Um de Jaueiro : em casa
de J. Kell-r Cnupanhia, ra da Cruz n. 55.
^J-.artnram dotea da alindola no principio do
correnle mez. 1 encerados de lona com marca dia-
nanie 11.. qu* cslivam eobrludo nina prelo de ar-
s de pao. Roia-se a que,,, dos in-smos liver no-
i.cia n favor de participar a JoSo l.rite de Axeve-
do (V lillio, no largo do Corpa Santo, oue recom-
pensar.a
Os Srs. Cvpriano l.uiz da Paz, na ra do Col-
legio, Joitu ter reir da Luz no aterrada lloa-Vi.la,
!" SI'!""? 'lSr- """'' ,lir 1cm d a quanlia
de .100?, ilKl?. 500* e 600)1 rail reis com livpolhcra
im ca-as Terreas.
Pcde-se por favor ao lllm. Sr. coronel mora-
dor... Sr. de mil eouenhodr Ires mil pacs por anno,
que deve rio jardi.n publico 'J^MiD reis, desde abril
He Irjji, de floree que ronipruii, mande papar esla
sarra a dila quaotia. la/.-s.. este aviso, porque nao
se tem manado responder a (i no 8 cartas, por ora
islo si. sera bastante'.'veremos.
No jardnr publico precita-* llagar dous pre-
los que nao sirvain para serviros pesados, podem
ser (orlos, ou alejados e velhos.
Quem preCM.r de om rapaz porloguezcvm 10 I
I Ijannua de idade para caixeiro de l/berna ou loja de
(erraaem, dlrija-so a prara da Independencia ns.
19 c 21.
l)eseja-se fallar rom o Sr. Jos (iallia egocte
de sua familia, que muilo o inleressa, e Ihe entre-
nar urna caria mida da Rabia, l'az-se o presente
anuuncio por se ignorar morad* de S. S. : ra Au-
gusta n.!.
Joao da C. Bravo, cidadiio porluguez.vai Eu-
ropa.
Joao da Silva Boa-Vista, taberneiro da roa do
Cor loniz bairro do Recife, enlendendo com siso o
pedido que faz a Vagina ,leuta na Diaria de l'er-
iiaml/iiro de 8 do crrente au Sr. subdelegado do
mesmo bairro. responde ao denunciante doctoreado,
que segunda vez assim procede caliinnin tem sua rniisriciicia muilo limp, e nao traficando c
simnegociando em ina taberna lisamente, nenhuin
receio tem que neda e em sua cas de taberna appa-
reeam as auior-dades policiaes. e fiscal da.bairro.pOT-
que esla muilo cerlo que ss:.s autrid.d'ts em sus
visiias inesperadas no e.lalielccimenlo do annunclan-
le su eiicoiilraran aquilln que he liritn, e assim mais
una vez c c mveneerto davileza c espirito calmn-
niador des-e denunciante.
Coiuprtfiii.a orasileirn
paquetes ;i vapor.
Ib-
de
cosame sesoir psra ns
Trapiche n. 40, segando
do .i.
andar.
Espera-s*
nos das I:
ou l:i d(
correnle
vapor //n4
pera l riz
co in inan-|
danto o I
lenle Bri
lo, do puf.
tos do nor-
l*l O (]II3
depois da
demora d
agencia ra di
i
no escriptorio da ra
Cear, Miirajiliao e ParJ
Segu no (im da presente semana o hrlgno esconi
Lauros, anda porte admiltifalsoaa carga : traa-
se com o consignalario na ruado Vicaria a 'I
PABi 0 CEARA'.
O patacho oSanta CrU7.i recebe carga e patsaroM
roa : a tratar rom Caelaoo Cyriaco da C. M., au fad
do Corpo Sanio n. Si.
MARANHA' E PARA.
O palhabole ((\enusi. segu com brevidade ; re
cebe carsa e passageiros : ira(a-se com Caetano J i bem : ni ra doyueiinado o. 7. Tambera
naro da L. .M., ao lado do Corpo Sanio u. 25.
fcni llame do Aiiieni'u PeruainboMO tu-
nho a honra de Convidar a lo los ..s oo*os rol-
legas o aos amiaos d.. finado socio Antonio
Joaquim Franco daS, para as.i-lirem i mis
sa que ler.i lagar domingo 13 do correnle
las !l horas da lunihaa, na matriz da Roa-Vis-
ta, pelo r-pou-o da alma do no-so Musir
consocio.-o primeira secretario, Joaquim
Ignacio Altaos de Aiecarto.
afim.lc a i reunidos em issembla geral, se cempra'
aquella dispoeico.
Recife !1 de jilho de 1856.
Aninnio Alves Barbosa.
Perlence o Wlbel da lerreira
riadoCar,,,,, ,o Hoeife n. 2615, M r. jMqaim
Jos da (.osla Lcile.de l.oianua, e tica.
-- Kilippe Nert Affoiuo Ferreira taz scienle ans
credores da casa de sen fatlecldu pai Damingea Al-
fonso Ferreira, qoo prolen k inndar a mi, ..esiden-
ea par a fregnezw d'Agaa Prem, unde *i 'cs.ie
ja dar com.n.aos seus Irabalho, mas qe licara
endo considerado como morador mi fr,-ne/.i.i de
Ipojuca, comarca lio Cabo, al que se liq'uidem as
dividas da casn de Engenho Sebir da Serra, 8 do julho de 1836.
-No dia II do correte as i horas da manhaa.
se bao de arrematar na pona do juiz de paz de S
Jos 3 barr de familia do Reino, primeira corte
ataluda cada una em 235000 rs., por execurao ele
Pedro Ferreira dos Santos, contra Antonio Joaquim
Salgado. '
Quem annuorinu precisar de l:(KXr()0 rs
com gaianlil em boa casa, em qnalquer ra, com o
premio e lempo que se conveneonar : pode procu-
rar na ra do Raneel n. 21 que se dir quem da.
Ooem precisar de 3 nu conloo de reis a premio
comhvpoleca em predios, ncia prara : dirij-se ao <|uei\as faz o present
armazem u. Li drfroiite da igreja do Corpo Santo
que l se Ihe dir quem da.
Fusio do engenho Mussurep. Sevcriuo cabra Pree,t-* de 0M aml V* ^"i interno
em o signaes seauinle-: altura regular nuca eex,er"" , barba, bezudo, com o dedo indicador diTmto ZJ"*^ *" Independencia ... :M.
querda uiui poueo envergado para il'enlro por ter O abaixo assisnalo faz publico, que coinprou
lulo urna frula, pernas finas e arqueadas, cabel- labeina sila no Corredor do Hispo n. 2, ao Sr. Ail-
los earaplnhcs, rnsln redondo descarnado, levou Ionio Ribeiro lernaudes, livre e desembaracada de
consigo ora ravallo ca.lanhu escuro, o qual tem so- qualquer ninis : o por loso quem te jalear credor da
pinliaco ama barroca proveniente de urna mesma,dirija-se ao dito tendedor, na ra d Senzala
J. P. Voselev l"in a i onra de avisar ao respeila-
vel publico, que no seu pslubeleelmenle na roa No-
va ii. 2", esquina da C.amboa do (Marino, enronlrani-
se ns mais ricos e melhores pianos que lera appare-
eido nesle meicado. de forma de armarla, de snpe-
riore vozes, consIrucrHo solida, do ao.lo mais mo-
derno ponirel, sendo elles iodos felos por enenm-
men la. e nSo viudos em rnmmi*co, e assim iprn-
pria los para ele clima, do. mais arredilados fabri-
rantec de Europa, os qnaea elle vende garantidos,
O eslabelecimenle esl aborto alo as 8 horas da noi-
vXeM.enr;:':;1;^,,^^^
Massa adaman-
tina.
Franeioeo Pima tizorio chomba denles com a *er-
nadeira massa adamantina e applica ventosas pela
atraccao do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Santo Antonio n. 2.
Preci-a-e, r,a eetebriela da missa em orna
eapeUn pariienUr, de om rana em mei oso com
paiena ocnlbeiinlu quem iiter e qoiter troca-le.
diiii-seao |rgd matrnt de Sanlo-Aalonio, so-
bradu de uin andar ti. >,
Preci.a-se de pret.s paia venilrretn azeile de
carrapatoa. tarde, pomda^e a vendacm : quem
os nver dirij.-se a ru d.. Bium pateando o ehaf.-
nz :.nineira .sa que lem um sotAn encarnado pela
retaguarda, para ~r Iratar do ajuste.
bfL'! ru '''*'*&" :'. precisa-se do orna pre-
M, a cnnt'l" I' '"" "" hor" "" "
en aium serviro do mesmo Irafico : a quem con-
hre o
estucad
una barroca
B cora marcas de poiloracs por ter sido de
roda ; ro)a-se por Unto a todas as autoridades cca-
pilaes de campe, que o pegarein o levem a villa de Pao
d Alho, aoseu selhor, o eapHao Manoel i'homaz de
Alhuquerque Maranhjlo, que comprou diffeientes
partes do mesmo escravo aos: herdeiros de Auna Ma-
ra Tavares de Lira, que serao generosamenle re-
compensado.
Nova ii. 20.
Reriiardii.o Francisco de A/etedoCampos.
-- Alog.nse a casa da roa Imperial n. *JI, com
muitos eommodos para familia, e proprio para qual-
quer estahelecimento : quem a pretender dirija-se
aoseu proprielario, no paleo do Terco n. 16.
PS9S-S-9ftS#99$
\ HOIEOPATHIA E 6
CHBIJRA.
nico li-alatncnlo preservativo
curativo do cliolera-morbus,
PELO DOUTOR
ao publico.
fl Hnnder com loja de alfaiale na roa Nov a
W uir obras, .nmocalcas, collei.., casaca, ele., kila
^ rom perfeicau. Nesle estahelecimenlo nao se eoroo-
O
ASabfno Olegario Lodeero Pinho. ?:!Ir"" "'"a oe 'i". om*iite obr feit
\ Seaumlo mtierSo. X ""i'1"' ''* bi," '"da "", con
^
l m prelo de nome Jos de narao Angola rom os
signaes seguinles : bem prelo. ckeio do coriio, bem
iiarbado, baiio, nariz chalo, os denles da frenle
lunados, umbigudo, um (albo de machado em um
pe, evadio-se, com chapeo de coro camisa e calca de ;
algodao .la tena ma.ilolao de couro, de ovelha, una .
rede; nippe-M Irazer passaporle da cidade da Im- t'* nilhetes premiados das '.CSmaS lote-
'Z^LTa"'* '',"" |,rel" J"c""lr;,r, leve "" Ce- ras. Recife :. de iullio de IS.JIi.An-
nunga, ra da Venliira, casa de Joao Rodrigues do i> j i
Nascimenlu que recebara gneros menle a gratifica-1 t0,,l j0S<' "Oarifjues de SOUZa Jnior-
O e liiii \o assignado faz scienle ao res-
peitavel publico, tjue desta dala em dian-
te deixou de se envolver em negocios de
bilhetes de loteras da provincia, e por
nao Ihe compele mais o pagamento
Segualo rurrriiii.
A benevolencia com que foi a'olhida pe- 59
(ffk publico primeira ediefto desle opus- /A
^ rulo, escotada n curio esiirode dous me- V
*4V 'es nos inrtuzio a reirapressao- (Q
'A. Coslp de rada ezemplar......IjOOO -A
*^ (.ar(eiras cmplelas para o trata- W
.ment do cholera e .: iiioilasuu- S)
tras molestias, a..........303000 S
\ st ? carleiras..........163000 >9n
j3 Os medicamentos sio os melhores pntsiveis. 'A
Z Consultorio renlral homeopalhico, roa 2
f de Sanio Amaro i.Muuilo-fiovo', 11. (i. ?
Aloaa-se o sitio ronhecido do Arraial. do casal
M viuva do Binaos: Irala-se com Antonio Carlos
I ereira de Burgos Punce de Len, na ra Uireila.
obrado n. '.)>. ,|e manhaa ate 0 horas do dia, e a
larde de 2 as 3 horas.
Ansenlnu-e ha S dias da casa do abaixo assig-
nado um sen malaiinho de nnme Ravmundo, oflirial
1 e alfaiale, de idade de 15 a lli annos, claro, alto e
delgado do corpo, he um l.-iuln cerrado, e quaivrio fal-
la Irm talla de expressao e verbnsidade : ser, grati-
ficada a pessoa que o rundu'.ir a casa n.... da ra da
Cadeia do bairro de Sanio Anlonio do Rccil, de-
fronlc da igreja de S. Francisco.
lenlo Jos Fernandes Rarros.
Alfciiy'.
Os mnliores correspondenles de engenhns, e mais
negocianivs que liverem dividas, mesmo de mos
pagadores, lauto desta prca, romo de aenhores de
eiigeniios, de serlanejo, fasendeiros, etc. etc., di-
njam-se ri ra das Cruzes n. 21, primeiro andar, que
acharan cora quera negocia-las, seja de quanlo for o ;a-se importe drill. o i
- Oserre.ario da irn.andade da S. Jo d-,A0- O0D,Panh,a! ? V*"0? <|"e quizerem
na, erecla nocouventn oc N. S. do Carino, conti- i comprar OU vender, dirijatn-se ao escrtp-
da a seus charos irmlos para comparecereiii no .lia toi'io d;

Santo
. ga-se bem.
---------, rom lodo a per-
feu.ao p ssivel, c sempre do Coso e da oltima mii.i
da Enrona. Ser igualmente muilo eoneoaieole c
recnmmendavel aquella pessoa qoe moeam n'alnu-
madi.lanc.a desta cidade, e qoe queresa ... ohnr.
teila* com brevidade. c no praxo marcado. Tamben,
encontra-se conlinuailainente no mesmo estabeleci-
mento panno e fazeudas para qnalqoer obra.
Miguel Jos da Motta, proiescor de
instruccao primal a, faz saber aos Srs,
pas de seus alumnos e a quem mais con-
vier, que a sua actual n-sidencia he na
ra de Ilot tas, sobrado de um andar e
sotao, n. 14, quasi del'ronte do becco de
San-Pedio, ntrosim, que contina ad-
mittir pensiouisla, semi-pensionistu c
externos, por urna mensalidade razoavei.
RiH-ie -2 de julho de IS."j6.
SVSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
ari
COMPANHIA DE BEBERIBE.|
O escripturario da Companhia de
Reberibc Marcolino .lose Pitpe, encarre- ^*>
i
pe, encarre-
nder acciies da tres-
Aluga-se o armazem da ra d
2(i:
do
mesmo no
n. 2ti : a tratar porcuna
primeiro andar.
I)esappare;eu da Soledadc um carneiro Capa-
do, frente pn-ta, de pe* e raaos calcados; quem o
levar a taberna da, travessa do Caminho .Novo n. II,
receber a met.ide do valor do inesini*.
- Precisa-se alugai nina ama de leila, paca-se
precisa-
se de nina ama Torra ou captiva para lodo o servido
de caa.
AO PUBLICO.
Constando a abaixo assignada que Miguel Aironso
13 do correnle pelas'J llores da inanhaa, alim dse
eleger a nova mesa que nos ha de reger 110 fuluro
anuo de 1836 I IKbT.
__ Fica m poder de Anlonio dos Ssnlos Vieira o
Dilbele n. JS'P da lerceira parle da primeira lote-
ra 1I11 Csroio. perleiirenleau Sr. Joaqoim Ferreira
da Silva Jnior.
DCMppcreocn no rlia l do correnle urna escra-
va ctioula de nome Filtsarda, de 21) auno .! idade,
con ns signj.s seguinles : secca do corpo. (liara re-
gular, tem nina cicatriz no hombro esquenlo prove-
niente de golpe, ps seceos, e cora as millas ruidas ;
allrihiie-se osir sedu/.i.la pelus pais, que sao escra-
tns do Sr. I'.cas, que lera taberna na ra eslreila do
Rosario, contra quem se protestar se' ver ronivcn-
Ciaem diUsedocSo: quem apeger. 1 delta der
milicia, leve a a ra Relia n. 15. ~.'
Deposito de assucar refinado com leile.
.Na roa eslreila do Rosario 11. 23, coufronic a ra
das l.arangeiras eucOnlruran os freguezes superior as-
sucar refinado de toda, as qnalidades, o qual he pre-
lerivel aos oulros por ser relina 10 com leite ; o agra-
davel cheiro e cr o loma recoraiuendavel Tambem
encnnlrarAo na me-ina casa cmas de rhifre para
apreseular farinha era mesa, as quaes silo mui hm
relias, e venJcm-se palo baralissimo preco de 1S000
rada urna. 4
O proprielario da fabrica de vellus e sahao a
vapor, sil na roa do Brum, ronsiando-lhe que se
lem vendido vellas, dlzendo-M seren da fabrica,
declara que he falso, pois ciada nao se expozerain
venda.
Precisa-se de 2 mulheres para o servico inler-
nodeumarasa de familia, que uina saiba'engom-
mar e onlra coser, pieferc-se prenlas ou amigas
para melh.ir h.irmnnia.;dando-sc-lhes casa, cama,
mes. e nm paga ratoavel a tratar na la Nova 11.
30, segundo andar.
Precisa-,e de urna ama serca, que seiba bem
Ir.ilar de nina crianc.i, iireferindo-se crioula ; na
ru 1 d.i Cadeia do Recife 11. Si, segundo andar.
I) abaixo assignado, cora enrheira de carros fu-
neb.es no paleo du Panizo o. II), declara era virtu
de de orden- recebidas, que nao lar conducrau para
n rcmileri.i de pessoas fallecidas do cholera das (i
horas da larde as Ii da manhaa, som que Ihe seja
apresentado alie-I. lo d facullalito cora ovisto__
de auloridade policial, declarando esta se o fallecido
he ou nao pobre, para poder no primeiro caso cobrar
a importancia da coQduccao do IbeConro, no segun-
do em continente da pessoa pnrtadora di atiesta Ion.
Jns Pinto de Magalhaes.
Precisa-se de urna casa lerrea un sobrado com
coinmodns, as segrate! mas: Angusta, Cinco Pon-
tas. Florentina, ra da Cruz larga, eslreila, Cadeia
do Recife, Madre de Heos : quem (ver e quizer alu-
gar annuncie por e-la folba para ser procurado.
Precisa-se lomar a quanlia de 1:0003000 a pre-
mio por tempo e juros que se convencionar, e d-e
por garante casa de grande valor em ras a escolher
nesla cidade : quem quizer dar rite diuheiro .pude
annunciar para ser prorursdn.
Precisa-se de urna prela para vender na rus e
da-se bom ordenado: quem a liver dirija-se ao llus-
picio, pausando o qoarlel, segunde porlao.
Francisco Jos Angosto Ferreira vai a Lisboa
Iratar de soa saosio, daixanda encarregadns de seus
negocios o Sis. Anlonio Francisco Lisboa. Manuel
Cines do Lima, Manoel Jos Carneiro e Jos Tilo-
ma/ de Frenas.
OfTerecee UM ama para casi de hnmem sol-
lein. oa de pouca familia : na travesa do Dinue
n. s. '
Precisa-se de urna .una crinla, que nao seja
moca : na ra de Dorias 11. 49.
Aluga-se n primeiro andar rin sobrado com
lampe.tu na ra da Pouha : a ira(ar no mesmo.
No pateo da Sania Cruz, taberna n. J. ha sem-
pre sarmeos para alagar : os pretendenles podrm-se
dirigir a mesma.
a mesma, na ra
8 boras a's ~t da tarde.
Nova ni 7, das
Lotera
do
Se-
cn veoto lie LNossa
11 hora tto Carino.
Aos 5:000s c 2 000 000
Corre indobitavelmente sabbado 12 de
jnlini de 1830.
3aiu- iano de Aquino Ferreira
avisa que venden o si quinte premio da
segunda parte da primeira rotera a be-
neficio do convento de Nossa Senltora do
Carino, extrahida a ") do correnle.
2 meios n !)8!l 00t000
Tem exposto a venda seus milito telizes
billietes, meios e quartos da terceira
parte da primeira lotera do convento de
Nossa Senl.ora do Carmo, as loj is se-
guintesi ra da Cadeia do Kecile n.
t, loja de miudezas de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praea da Indepen-
dencia ns. 57 e 59, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
mesma praea loja de bilhetes n. da
nava Bastos, e as demais ja' conhecidat
do respeitavel publico.
Os dous premios grandes cima re-
feridos nao estao su jeitos ao descont
dos 8 por cento do imposto geral.
SseresponsabHisa a pagar os 8 por
cento nos dous piemios cima mencio-
nados.
Bilbetes "i.s800 recebe por nteiro 5:00Qj
Meios o'OOU ii n k 2:500$
Quartos l.s'oo n
Pernambueo 7 de jplho de IS.'ili.Sa-
lUStiano PATHICO.
Ra das Cruzes n. 28.
i."iiiiniia-sp vender os mais acreriilados
medicamentos dos Srs. Caslellan e Welipr,
em Unturas e era ulobulo, carleiras de lo-
dos os lmannos nimio em cunta.
Tubos avulsos a olio, 800 e I5OOO.
lonja de tintura......3OO '
robos c frascos vanos, rolhas de corlira
para tubos, e tildo quanlo he necessario pi-
ra o om da hiimipopalhia.
AKKENDAMEMO.
A loja e arma7.en. da caer. n. da ra da Cadeia
po Kecife junio ao arro da Couceirao, acha-se desoc-
cupaila, e arrenda-sn para qualquer estanelecimenlo
em ponto Brando, pera o qual lem roinmodo rienles : os preleudonles eulender-se-bAo com JoSo
>epomuceno Barroso, no segondo andar da casa n.
.>., na mesma ra.
L'm engenheiro rebitecto ofterece-
se para e\ecucao de plantas e orcanjen-
tosde qualquer obra, e tambem paradi-
1 igir a e\ecueao das mesmas : quem pre-
a livr.iria
obtera'

ctsarde sen prest i mo dirija-se
dapiae.i da Independencia, rie
maior informaco.
'I'
\Sf n* Ao.

L.MiLENTO HOLLOWAY.
Jlilharesde individaosde indas a nacoes podem
lesleinuiihara virtodcsdesleremedio incompcrcvei
c provarem raso neressario,que, pelo uso que delle
li/eram. tem seu corpo e memhm inleir.mei.le
saos, depois de ha\er|empregadoinotilmen iratamenlos. Cada peoa poder-se-ha ronvencer
deseas curas niara \ illm-as pela leilura dos periodice
que ll, a relatara lorioe o da ha muilo anno; c
motor parte dola sao tilo sorprendentes que admi-
rara u mdicos mais celebre, guanta peeeoas re-
cooraram com ele snl.ri ano remedio o oso do sea
bracos e pernas, depois de ler permanecido longo
lempo nos hospilacs, onde deviam sotlrer a amputa-
do Helias ha muitas, que havendodeisado euca
asjlns dcpaderimenlo, para se nao submetterem a
essa operarno .Morosa, foram coradas compteta-
nienlc, mediante o uso desse precioto remedio. Al-
gumas das taes peoas, na efiio de ea reconbeci-
menlo, dcclararam eatee resultados benfico dianle
do lord corregerior, e oulros magistrados, alim de
mait autenticaren -u aflirmaliv.
> iiiuiiein desesperara do estado de sua taode e-
livntac bstanle confianca para enuiarole remedio
conttantemenle, tesoindn atgum lempo o trala-
meuioqoe uecessitasse a natiireza do mal. cuja ro-
uliado seria prova iuronsteslavelmeole : Que lu-
cura!
O ungento lie ulit ma> mrlientarmentc
segninles ca*oi.
matriz.
Para o Cejr.i e Rio Oande do Norte sah im-l
prrlerivelmente nu dia l do correnle o palhahol
brasileiro uAnselira ; para passaseiros uniramci.l
trati-so rom o consignalario l.uiz Jos* de S Araojo
ma do Brum n. >>. Rogase aos ser.hores carrega
dore de mesmo a bnndade de mnuilarem ns ennheci
ncalos cora antecedencia.
PARA LISBOA E PORTO
Inri com hrevidade o brigue Trovador : par*
carga e passageiro. Irala-se com Barroca & Castro
na na da Cadeia do Recife n. 4, ou cora n canilail
11a pra \ en.ln-sc o veleire e bem cnnlircidn palachit
irasileiro iiAthenas, >de Oti loniladas, hirradn di
cobre, de nano das romiicftes como ja' tem annun-
ciado. chegado da Bahia a e-te porto no dia 7 bV
coirene : ns pretendenles podern dirigir-ce a hord
a eiamina-lo, c a tratar na na da Cruz n. 1, no er-j
criplorio de Anlonio l.uiz de Oliveira Azevedo.
PARA O MABAXlUa.
O muilo veleiro patacho nacional Alhena.-, an-
da mesmo endo vendido nesla praea egue viacem
ao Maranjito, e como pretende qoe sua demora sej
mullo corta nesle porto, recebo carga a frele por]
menos que qualquer oulro : os pretendenles dirijam-
se ao eu consisnalario Anlonio l.uiz de Oliveira
Azevedo, rua da Cruz n. 1.
PARA A BAHA.
O veleiro potoco nacional oEsperanea, alie im-
preterivrlmciile at o limda prsenle semana, ape-
na Ihe falta alsnma c.irua mioda : para a neaau
nu pawageiro, para o quaes lepa eirellenlrs i-om-
inndii". Irala-se rom a sen eonsignatano Aiituuin
7 Precisa-se de nm olliciil.le funiloirn
(jW na rua larga do Rosario n. (i.
Const.indn ao abaixo assianado qne sen deve-
dnrcfc.se Anlonio Rodrlgiirs Cavaleauli, morador em
na (irande, provincia da Parahibl do iNorle,
tra-
Ca
Im.. fallecido,' semlo-lhe .Irinlnr .1" duas
im<.nilancia 40IJ350 rs. ven-idas nina er
Pedro Jo da (osla faz srienle ao respeitavel
publico, que deixou de ser sen
lheo loro de Almeiila Cosa, -.ssim como por haver
Ferreira pretende cita-la para inventari" dos""bes i,,"1ro '',' '""j11 nome ""rn u'ora em dianle
qne Ihe licaram pelo fallerimenlo de seu marido | edrd Jose da Ln',a ''""' Branca.
Jos Aleiaudre Fnreira, faz publico qoe casandn .-I- Na fabrica de Miro* na rua do Destino, do-
la por dote a arrha logo que fallrceu o dito sen ma- fronte do hospnal regiiuenlal, prciisa-se de ofli'ciaes
rido, desisti da heram; i por termoemjui/oj porque e aprendizes de rhapellcir
nada livesse e aculheu a case de Camillo Augoslu
Ferreira da Silva, com quera reside'por falla de
aario< de subsistencia. Niirjueoj) inellfor do que o
referido Miguel Aihinsu sabe de Inda eit.i circuiiis-
laneas, tendo por lim nicamente cora a factura do
ipvenlario mortificar a anuunciante para viu^ar-se
de a nao rieixsr possmr por mais lempo nico bem
qne Ihe re-la. que he uina escrava que o dito Mi-
guel Aflonsn a linha seduzdo ha G anuo., lendo-a
poblicameute em sua casa, a qual fui capturada pela
polica no dia :! do correnle, sendo dila escrava pro-
priedade da aiiniincianle quea-comprou em tnltei-
ra no anno de I8l, comn emula do papel de venda,
e casou-se no anni.de IS27, isto mesmo dir em
jnizo se for chamada a invenlario. tima vez que o
oilo Miguel Ajlonso pretende iucommudar a annun-
eianle no ulliinn quartel de sua vida. mesma lain-
bein pmtesta rbaina lo perante o lllm. Sr. I)r. chefC
de policia, afim de que prove porque meio legal le-
ve em seu poder a dita escrava mais de (i annos,
breve era levadoaocnlierimenlo do publico o inler-
rncalorio feilo a escrava pelo dignn Sr. Dr delegado,
abra de que n mesmo veja qoe em urna l^rra civ Ii-
sada anula se praticam casos Iflo escandalosos, mas lu,h" ',, "*><'Anlonio loaquim Ferreira.
felizmente a policia actual os sabe punir, pois niin
he a mesma de 1817 ; basta. Recife '.) de julho
de I8">6. I). Joaquina Ignscia Mavignier Fer-
reira.
Aluga-fc o arma.-cm d rasa n. ;ll d rua da
Praja ; os prelendciili' dirijam-se ao armazem de
l.uiz Aunes dcfronl
A abaixo assignada faz publico poro conheci- I tirosdeooploi prelo
ment de quem convier, que lem justo c contra- irdlSl ocovado.
lado a compra d casa Irrrea II, 11 na rua Imperial,
com a soa proprielaria Ignacio Mana Fragoso Carne
rao, viuva lo tinado Francisco \a.vier das Chacas, e
querendo desviar llovida nu qoejlao que poste appa-
reecr para o futuro, roga pelo prsenle annuiu iu a
qualquer pessoa' que se jnlgtta rom ilireito a dita
propriedade, apresenlar seus litlos no prazn de 8
dias, conferios da data do presente aomincio. Recife
de Pernamburo T de julho de 1856.
Josepha Leopoldina de Jess Pinto.
at." ,\ "' '"*'?'^~'I* ''"*-'- :-' '' '''' '
O Deposito de vinlio dechampag- %&
^ ne Cnateau-Aja, primeira rjua-
vi? lidade, de propriedade do conde yi
J deMarenil.ruadaCru/.doReci'en. @
20 : este vinho.o mellior de toda a -:-';
-.. Champagne, rende-ce a (i.s cada :.';
.': caixa
(.hales de merino bordados a seda da mesma core
a matiz, pelo baralo preco de 9)00
Chales de merino filio coTbarras mali/adis, a' 79.J00
Hilos de dito prelo* rom franjas de seria, a 78000
Hitos de dito de cores com rtefeto na franj, tKJ0
"'fosaejaa grandes de todas s cores, a :fi)0
lliecs tOHido. de soda cun loque de mofo, a 20000
Lindas sedas de cores de novo.- padres, a 11300
o covado.
ihaly do qaadros de lindas core, a 900 rs. e covado.
Fular de Cdaj com quadjos asselinado, a 800 rs. o
covado.
l:2O,S l.ila de qtSCdros com "> p..linos de largura, a 660 rs.
ocovado.
S.irji prela lavr.ida para vestidos, a as(H) rs. o co-
vado.
com 3 palmos de
srgnra,
terdadelra becpanbola, a Ij003 is.
..-
le iras na
em 6 de e-
tembro de 1855, e oulra em 7 de Janeiro de 1856.
proveniente de fjui.das que Ihe comprou, e cons-
(nndo-lhe mais que os bens deixados pelo finado lera
sido vendidos cl.indesliname ,1c ; o abaixo assigna-
do protesta centra qualquer venda qoe se tenha fei-
lo.as* ni como contra qnalquer pessoa que se arh de
psse de seinethanles bens, sem previa licenca .'..i pe-
soc-que por lei cmnpelir. Recife 8 de uiho'de 1856.
Misucl Jos .rhosa (mmaies.
eha-se nica mente em ca- gefe
^ sa del.. Leeonte Feron S <]. N. g
Cr? H As cautas sao marcadas a ib- ff&
9 ;Conde de Mareuile os rotn-
Q los las garrafas s'io azucs.
r "o"" &-&%&&&& fr%W.K>OOQO
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. Joao Momia Lopes sao convidados,!
dirigirem-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
te, na rua do Oueimadon. 10, afim de
amigavelmente saldarem seus dbitos.
><>##il#ocl:#cj)3CJdj>cj)ca9
i. JANE, DENTISTA. %
continua a residir na ras Nova n. 19, primei-
ro andar.
*?s;$oift;'a i>-*saiti-a>
liisirufca > uiorai e rdj-
birja prela
covado.
lomeiras de relrz matizadas, a lliNKK).
Maulas da hlond pretai e l.r..nc.i-, a HIjOtHl.
Panno prelo e de cores, pru\ de Imite, de jNNKI
a J-TfHIO.
Sclini prelo macan o melhor pussivel. i 39000 o co-
vado,
Cnssas franeczas de rore; lina, a id o colado.
Chitas francezas largas mullo linas, a 28.) u covado.
Hiscado fraucez rom 5 palmos de laruia a iJill i-.
o covado.
Palitos de alpaca prela lina, a ialflo
(.orles do casemira de core, muilo lilis*, a jflIKl
Ullns de dita prela fina, a 3>50(
Corles de rllele rie selim prrlo bordados, a IgOOO
I cijo para camisas brancos e de nir, KI rs.
Coilariiiho Teilos e carnizas francezas.
tamizlas o meias de laa brancas e prelas.
Lencos de seda, de peso, crandes, a I9S00.
Lencos de aeda de cor .ra uravaia. a tUJO rs.
Cobertores de elgodao grandes, a 700.
Coluriores de l.i besnanhdes, a 39000.
diales de merino i, anead... linos, lardados em i
Alporca.
Caiaabroo.
Callee.
Canceres.
Corladuras.
Dores de rabeca.
(las costas.
dos niembro's.
Enrermidadcs da culis
em aeral.
Eufnuidade- doanu.
Ki uiiecs escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialriade ou falla de ca- Tremor denenos.
lor lias extremidades. Iberas na bocea.
Fneiras.
Ccngivas escaldadas,
lucharnos.
lullaramacao do fizado.
da besiga.
Vende-seesleuiiauento no estabelecimento uei a
de Londres.u. >h s/rosK.o na loja do todo or*>-
lirarios, droguistas c oulras pesaeas eiicarrogadasda
sin venda em inda a America do Sol, Havana c
Hcspauha.
Veude-se asno 'iscoda bocetinbe.conlem urna
inslrnrrao em portuguez para explicar o modo de
fazer uso desle un (nenio.
M deposito acra Jai em case do Sr. Sena, pbar-
mncculicu. na ru da Crus n. -i, em l'ernaoji-
buen.
Lepra.
Malea dapernas.
despellos.
de olho.
Mordedura dereplis.
Picadura de moequito.
Pulmfie.
(lueimadelas.
Sarna.
.upurares polridas.
'linha. emqualqucr pai-
te que seja.
do figado.
datarliculacnes
Veas torcidas, on linda-
das nas pernas.
^S
-mmmm-i
ll.-SSNI
15800
OnOO
itdflOtl
:
O abaixo assignado f-/. publico que lom con-
trala.lo a compra .1 casa n. Ii na rua d'Ale;ris ;
qnrm sejiilftcr rom direito a impertir este n.-gn-
rio luja deappai.-cer no prazo de :; dilas, lindo o
qual iieuham direito poder allegar. Recife 8 de
t ngio no dia 2'i de junhn do correnle anuo, o
eseravo erioulo do nome Angelo, idade io anuos,
bailo c grgsso, rusto romprldo e oilu.s grandes, poxa
poi urna perna quando an la. he natural da Babia e
esieve presa na cade deSerinnaCm : quemo pegar
leve-., a' roa do iljeiinado, loja n. 10, que sera' re-
coiiipen-,ido.
Precisa-se de um cozinhsiro n
i;iiish.
Este compendio de historia sagrada, qne foi ap-
provado para inslrnojao primaria, tendu-se vendi-
do antes da approvaco a 1600 rs., passa a ser
vendido a lSoOO: na livraria ns. e 8, da praira
da Independencia.
D-se alnioro, janlar e rea com aceioe prom-
ptido, por preco comraodo ; .|uem pretender diri-
JC-CO aa pateo da Ribeira n. 15.
Nu loja do sobrado n. 15 do paleo >!a ribeira de
i S. Ju-e, lava-se e engomma-se com nimia perfeicao
! e aceio, e rom i ruaior brevidade possixel.
O Sr. Frederico Jaciptes queira d-
jrigir-sea livraria ns. Ii e 8 da praea da
. Independencia, a negocio de ten inte-
resse.
pona, urna a matiz mura da mesma rrtr
Ihlos de merino trancad,. Irania de seda,
.Madapoln muilo (nu de i\ ...idas, a
llilo con I palmos de largara lino, a
Curies de rass., franela linas c
fin (rente do hecro da Congregarte, passodo
botica, a Segonds foja de fazemlx.
Alnga-se om sitio bonito no caminho dos
Aflclc*. entre o Mangait)ho e a l.cra do Eapinhei-
ro, perlencenleao lllm. Sr. Francisco de Carviiiho
Paes de Andrade. e aonde inora n Sr. Fredericn Ro-
billiar.t, o sitio pns.ue militas e superiores larau-
ceia, mangneirae, eoqoeiro, upolteiroc, limoei-
n.s, llores verdoras, capia) para i rnvallos, r lem 1
cacimba com agua boa. A cu., lera l salas aramles.
10 qoart' s. cozinha, sei.7ala para ^0 pretos. estribo-
ra para 0 ravallns. lelhelru com maniodora para
11 yarras nu caval-os, coebefra para 1 ranos, re-
creio, :i quarlns para negro ele, A casa foi nov
MK Al PUBLIC.
g (No armazem de tazando! baratas, ma do
C.ollcgion. 2,
.. xcnrle-! nm complelo sortimeoto de fa-
Q zendas finas a roscas, jr mais berilo
| precos do qne em outratfualqaer parte,
I tanto em porcoes como a retalho, cman-
.* r.iniln-s.' ios compradores um so preoo
$* para lodos: este estabelecimento abrio-ae
j| do combinaran com a maior parle das ca-
gs sas commerciaes nglezas, frencazas, alle-
jj mos e suissas, para vender fezendas mais
JS em conta do qne se lem vendido, e por islo
S oerecero elle maiores vanlagens do que
W outro qualquer; o proprieurio dcste im-
g portnnte estabelecimento convida todo*
p os seus patricios, e ao publico em geral,
j Para .ue veoham (a bem dos seus inie-
jj( resses) comprar fozendas baratas: no ar-
g mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
J tonio l.uiz dos Santos & Rolim.
KtimmwammU
lECAIISIO PARA EI
ilHC.
NA FUNDICAO DE FKItKO DO KNGE-
NIIRIhO DAVID W. BOWMAN. ftA
HUA DO BRrM, PASSANOO O xMA
PARIZ,
ha sempre um Brande on.mente dos egninle* ob-
jectos de iiierlianismo proprioo para enhenbos, a sa-
ber : mociidas e meias mnendas da mais moderna
ennstroreo ; lanas de ferro fundido e balido, do
superior qualidarle e .1 lndon lamanho ; rada
tontadas para ama ou animaos, de Instas as propor-
[8; erivo c boceas de tomaina* registro de bo-
eiro, 0OlhoC,bronze,parafnm pcavillioes.n
" i nhos de mandioca, ele. ele
menle concertada.o pintada por o prsenle morador.
Na mesma nasa acha-'e muil.is irasies dos melhores
Costo, ora bom carro para uin ou > cavados, que le-
va Ii pessoas. um enroca, nina boa \acca rie leile
0 muitas oulra r..us:i. para vender, em romequen-
cia da proma retirada da familia que lili moro.
.Unee-sc um silio perlo da prara. a quem vi-
ver de planlacoes e lenha pelo mean'rias ensada,
com a ccndiCvao de Iratar do arvoredo que lem e
plantar oulros de novo, Iralar da cerca e fecha-la,
dando liador para o cumprimento d.. trato que se fi-
zer, qoe para o se aloca por um alozuel mais
rnmmodo do qoe osla' : quem .. pretender falle ne
pr c .a Independencia loja de miudezas n. 3. que
se .lira' quem o alus.
e da porta da tlfaurisa. .--,- ...,,----- .>-
Anda esta pra se alosar nina ca-a na cidade C'""l"'"''"lu- l0S(' AlVCS da SilVU liliimarie* pede
laffi"' 2 M<"" "* Mi'"r,irur:,in '- 1|"(' d freeaa-ae de um cozioh.iro ou uina escrava aquella senliores. .lite tem penlioiesem
na;tt purtarde-ponc: its stt! vint""e co,"|,re: :,,r" "a m*ir* Boa-Vis-: s- pd--lia ^ *-** s venh*
Kaniiel n. |, a qaalquer hora. tirar, do contrario passara a vende-los
Precisa-se de nina ama para casa de dua pe-: ~ credores de loto Cario Augusto da Silva
soa: na rua dasTnneheiras n. 8, loja de lartaru- 1""r,":i apresenlar suas conias lesalisadas no prazo
gueiro. | de 1 (lias, no escriptorio rie C. J. Aftlojr, para se
. _.. i proceder ao rsleio,;par.i o que -e arham a'ulorisados.
A peoa que anniincinu precisar de nm ron niFM rnwisrn
lo de res juros, dando por seiuranca predio al .,.; v
vonlade, dirija-se a Ir.ivesu da rua .la's Cruzes n. I finos 1
i A, luja de calcado que sr dir quem da. ...lr i
Quera annunciou querer l:ih)u> .le rs. a juros
oh h\polheea n'nma casa lenca, dfrija-t* a rua dos fa/er I...I.. un- seivicn de
Matt>rios o. 1, piimeirn andar. IHil otgaodo audar.
Al n di 12 espera e urna calillara rie cavallos
ogo que cheearius tir-e ha nm aviso rio I
CCr onde o pretendenles dovom proonrar.
Precisa-se de urna .lina que saiba coziuhar
casa : na un llireila n.
.Na roa de Joao Fernando Vieira, que vai da
para sen pagamento, visto Ser esie mcs-'Soll"l'"lr' PV Man=,,i"1'" ''. cnniinua-se
, c -. i I a enrar morphea radicalmente, anda estando un nl-
ino o trato le.to com os dones dos mesmos; timocr.io.ensipella, arMincperna tornada, plan.
e para rjue nao tenliam motivos de quei-
xa, taz o presente aviso. tLecife 7 de
" julho de I8.")fj.
()uem liver algOCB stlio com propnrrr.es para
e ler inuiiu rnpiui pelo imerun c veriin, e qneira ne-
gMio-lo on arrenda-lo, .iimunrie para SU procu-
rado.

,_
NA MESMA Fl NDICAO.
se esecnlam toda a cncumn.emla ron. a .uperin
ri.lade iconheciria eeem a devida presteza c com
modidade em preco.
C. STAim COMPANHIA.
Hes|ieilosamenle aunnncicm qoo noteoeitenro
eslibelecihiento em Sonto Amaro, continua a fabri-
car, com a maior perfeirilo e promptidao, toda a
qulidado i!e macliiuisn.o para o uta d'aaricallora.
navecaefn e minofaetora. o que para maior com-
modn rie en numeroso frosneze e rio poMko em
aeral. lem aberlo em om rio ..-sai, tos armazem do
Sr. Mcsquila na rua do lirum, atraz do arsenal de
marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estahelecimento.
Alli acharan o coroprannros om completo erli-
menln de moendasde rauna, com lodo os ni el bou
melos .Ijuns delle nnvos e orisinae one in-
pcneucia rie mnilie. annos lem mostrado a onjcoiomi
darte. Machinas de vapor de baita e all paoslo.
lais.'K de lodo tamanho, tanto batid* como fnndi-
das. carra* de milo, ediles para condal formas
d'assuear, machina para moer mandioca, prrno
para dito, forno de torro balido pra laaba, in-
dos de ferori uiai approva.ta condrocrAo, Cunde
para alambique, crivos e porta p*ra iomalha. o
un.-, infinidade d'ohras de ferro, qoo sera eofadnnho
enumerar, fin mesmo .leposiio eile uina peeaao
| intelligente o habilitada pare receber toda ao enro-
I aula A. Irm.1, existe para ven- mendas, etc. ele., qoe o annoocianle contando
rier-se um cahriolcl novo, rie cosi | com a cipaciriade de mus ollicina o niachioism.., o
moderno, muilo leve e rom mi./- pericia .le rus otlicin-. se enmprnmelleni a i ./er
exeenlar, rom a me.or pre.ier, e perfeicto, o exacto
Troca-se por c'inheiro urna imagem j
do Snior dos Passos, e nao se ollia a
preco se for milito perfeita e nao milito
piipien* na prae di Independencia
ns. ii c S, se dra' rtiem rue-.
Attficitf.
dulas ou alporcas, e dnres rhenraalica.
Na rua da Koda, eocMora
de
MIJnCSDtJ
.- .' -al
las mui brandas: vndese jnntamente cnnin raval-
lo que he novo, limito gnm'de r evrellenle pundor.
e eida' gordo.
eonformidade com os mndelUs
IrtseeSca que Ihe furem foroecidas




GIIA1IF. FARREA "
SJ:
DE
E SI

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?3';>-.s :;-wV.. .- 4>~ .--*i". ?4vy*'.>- <)rt


MMfQ E 'p^BH'O QUINTA FI'M 10 JULHO Al l6

Ed
A CID/1
>: (RIME SRIHIRTI
AKIS,
DE
ROPA FE1TA.
S
3
;
-uiHuniciinii^ ti- pars.
' -^ > ... ., .^ ^ ...--... -.-*.. a,lV


i*j>
O

O almixo assignarlo, participa a seos numerosos frrgiiee.es, e au respe,lavul publico tiesta capital, que iiiti u.4, asa noyaao p do arco de Santo Antonio, onde contina a terseinpreuin completo sortimeuto de chap, s de sol de todas as qua4wutes, tanto para liomeai como para senlioia
grande sort memo de roupafeita, perfumaras, rticos para viageiu, e uniros mu tos objectos das priuieiras casas de Paria.
Cobre-see con certa-se toda e quaiquer qualidade de chapeos de sol com multo asseiole promptido. Todos os objectos bue se achiren'-ueste novo estabeleci culo serfto vendidos por
ineiis preco que einontr qujjquer parte, sendo mu s preco para todos. Reeife 7 ne julho de 1850. .. Falque.
^0mpr5.
Compra-se toda e quaiquer porcao
de prata tema de lei sem feitio: quem
tiver panlvender, dirija-se a ra do Col-
lerjio n. lo, agencia de leiloes.
-- Compra-se um eseravo de meia idade para o
serviro do campo ; ra do Hospicio ti. -I.
Compram-se caixes vamos qoe lenhiim sido de
ellas de carnauba, vindas do Aracalv : na ra da
Cadeia n. 37. ,
Compra-se urna morada de casa terrea oa roas
seguales: Aguas-Verdes, Horlas, Dircila, Camboa
do Carino. Santa Thereza : quem a liver dirija-se a
ra de Aguas-Verdes n. 64. Adverte-se que seu
valor nao exceda de 1:0009000.
Coropram.se urnas aodilhas usada* ou toesmo
novas : oa Boa-Vista, ra Vellia, sobrado defronle
do becco do Veras, onde mora o padre Uarle,
urna encomuienda escravos
I da Cadeia do Recite, ar-
Compram-se para
de ambos os sexos i
in.zeui u. 36, ou
do andar.
ueimado n. '28, segn.
Compram-se escravos de atol"" os sexos, assini
i-omoreeebem-ae pora se veudeede cunini-sao : na
ra Uireila u. 3.
Compra-se urna vletfBWeile que d pelo me-
nos 3 garrafas do leile ; paga-se bem : quem a liver
dirija-* a estrada dos Allliclu-, casa cinzcula quasi
l'ronteira a igreja.
1 Compra-se uuia balanza decimal eiu bom es-
tado : na ra da Cruz n. 39, taberna.
Compra-se urna casa terrea em bom estado
ale 1:4009 rs. pooco mais ou menos, que seja no
bairro de Sanio Antonio : ua rna da l'raia u. I. se
dir quem pretende comprar.
Loja da pobreza I
roa do Ta^seio n. i), vendem-se para acabar, rilas
lindds, fia ..toes escuro* a 140 6 160 n covada, hnns
de linho cacuros a 900 rs., panno fino azul grosso a
2? b cbvado.
]\a loja das seis
portas
'oa l'reiite do Livraineuio*
l!iiS'tH ecpcezas a Ho2e vinlens o covadu, a piula
das a meta palaca. riscado monslro a dona luttOWO
covado, MW bordadas para cortiuados e dabado? *
palaca a vara, corles ttacMtt com defeilo do cupim,
leudo II covados o curie por de/ Uislcs, lencos de
l.'i.t para pescocode^culioras e meninas a palaca cada
um. lencos bordados a novo ^oslo para mao de se- '
nhoraa a de/, lusln i- cada uio, mcia ninas a do/e vinlens. K-l.'i a loja aberla das (\ horas
da manha at as 9 da uoite.
.\a loja das seis
portas.
abo preto.
Ja veio o sabao prelo, e vende-se siimenlc na
uiazein de Joao Marlins de Barros.
i0
Primeira.
'-.t/.Ci.d.iVs por
nosdoWeu va
(le 4 portas
Queimuio n. 10.
Kxisiem uesla Hija as fa/.endas da loja da ra do
Crespo, que lurainl arrematadas, e so veudem por
uiuilo menos do sei valot, comitseja :
Madapolao eulre-liiio, peca XS00 c
Hilo lino de jarda 1
i liii" inuilo liuo coni X> varas
Jos Joaqun C-ooralves da Silva avisa ao respei- | Sf**j* lle llu,1 mu|lo lino coiu 10 ', varas
lavel publico, que su'a casa se acha sorli.la dos me- rtarahi le linho superior de o vaias
Ibora gneros de mulliados, e vende mais baralo do ; -''("dao de ^0 jardas
que em oulra parle, latas de biscoilos linos r.c lodas I u,,u uul11 americauo
asqualliades a jOOO, e porrao de 10 lala* mais em
conla, bolachiulia .le soda, presimlos de fiambre, di-
tos de l.ainczn milito superior, vinho- engarralado;
de (odas as qualidades, cha o mellior do mercado por
ser inan.iado vir de conla, e mudos oulros gneros
qoe so a visU acbarao verdade.
Vende-se urna roulalinliadc idade
LViSPARAHOMENS SE-
NHORAS.
Cal niius : na ra le Asnas-verdes 11. Ili.
Vende-se una porreo de madeiras,
vessas". de qaalidade, de 32 a M palmos
com l'rancisro Custodio de Sainpaio, ra
dea do Recala, loja de ferraseM n. Mi.
j II .111-
hio Ira-
a Iralar
da Ca-
NA LOJA DA BOA FAMA.
Veuie-se bandejas fradese muilo linas pelu
tenan.
Vende-se urna duza pie ddoiras de pallunlia,
um par de consoles, tuno de amatello, e urna mesa
de jaolar de louro.^tudo anida novo : 110 aterro dos
A logado 11. 127.
Vellas do carnauba simples de 1S e 10 em li-
bra, muilo boas : na roa da Vigario n. 5.
Vende-se urna taberna, sila na ra da Sole-
.l.i.le n. 11, vohaiidn pira o caininlio novo: mullo
alregurzada para a Ierra, com poucos fundos, pro-
pria para um principiante : a balar na mesina.
-- Vende-se um moleque, |ieca, de idade 21 a 22
aniies : a Iralar na ra du Crespo, loja do Sr. \islo
Vieira' Coclho.
Vende-se urna laberua afresuezada para a Ier-
ra, cun uuininodns para familia, ..rinacao muito ba-
rala, com us fundos a vuutade do comprador, a o mo-
tivo da venda se dir ao comprador, ua ra dos
Acoogainlios 11. 20 : a tratar na mesma, ou ua ra
de Sania Hila o. 97.
Via/le-se urna negra de nnrao, que rozlnba,
lava e Tai ledo o servir de urna casa : quem a pre-
tender dirija-se a ra do Hospicio n. 3i, qoe adiara
com quem Iralar.
\ ende-se um eseravo crionl, moro e baralo :
na ma da Cadeia do Recife n. 33, loja.*
Veudein-se corles de chitas larga-, sendo de K
.ovado a 18N00, e le II cenado, a 29100, fazenda
muHo superior. .
Attei;d,o. t
Veinle-ie ama famosa negra crioula^de 30 annos,
com algum principio de engommado> sabe coser e
lavar, cun urna cria de .dous aauoe muilo perla,
ambos pecas muilo liadas, e propria para quem liver
go-lnOapoMiir o qoe he bom : a Iralar na ra dos
Martv rios n. 11.
Vendein-.se saetas de familia la Ierra com um
alquesra le medida velha. por preo eommodo : 1..,
arma/.ein .le l,uu Aunes defronle lia porta da a lan-
dega. >'o mesmo armazem tambem se vende arroz
ptlado por barato preco.
Venda-sa ,uma escra
latmbode 13: ua rular;i
meiro andar.
-- Vende-se um boa
suisso, bem regulador : u
' 16 anuos i-jiiio mu-
flosario 11. 20, pri-
logio de ouro, plenle
Cinco PeuUis 11. 13.
Leos de cam-
braia^it linho
A 5O, O, 5HO, v. MO
400, tiO,
Crida un.
'jttl fl'CIHC UO LtC/V/.meW/0.|losdearma.;a0 Ue ac nc ludas as graduarles a
, WH) res, lunetas com arma jo dourada a l-jooii res,
ri-iadosfranceze.de lindos padroes a inea Mm com arma(.,lu Ue ,ar,arUj,a a IHKW rei ,,,,,
evado, popelina de Ua fi.iissnna a duas com IIBa!i (|(J b||fa|o a -m ocaius am ^m<_
.le quadros de goslo novo a rAo de melal brauco a i(MI reis o par, InneUs com
armacao de larlaruga rom 2 vidrus a 39000 rei
Novo* r
palaca i>
pataca! o covado, laas de quadros de cosi novo a
duas patacas o covado, dulas escuras de lilas segu-
!L'iE"!^""^d,re,*",e* CurCS """i ?'"' c d.icoles paia cavallos de bomein esenliora pelo
leus, tila prela para talas e maulos a dous lusloes o |>ara|9jni0 [ire rte m) rols cai]il ,_ rax.llas' ,le
coa1o: vende-se baralo por querer acabar com | Mda lllui|0 bon|Us |#00f) ^ uollI,us aUcadoreJ
"""*> de cornalina para casaca pelo barilissimo preco de
Vende-se superior cera de carnauba em por-
Chil.s ordinarias, pera
Hilas decorea lixas 5M0 e
Cambraia lina
Uila minio superioi
Corles oe calca de 1 a-emn 1 uc corea 3SJ00 e
Ulloa de d.la prela .ij.VH) e
Colletes de seiui. prelo niacao 2a00 e
iiiii lilil.1, de quadriuhos, covado
Lliio de dito de corea, trancado, vara
1'auno pnlo o de cures, o covado $aUUU e
Ma^os le mtias cruas para uouiem
t Hilos e tillas c. ..-
. Dilus de ditas sups-noris
I Corles de vestido de seda lliNUKI e
( Cimas de corea, surtidas, cuva.ius
I Chales de merino de cures liso, e cen baira
! Corles de cassa chll.
; Hilos de cima lai.a friiceza.
Cila Irauceza, laiga, covado
i Melas linas para seuhura, uu/.ia
Cravalas di-coi ea para huiueiii
AllEoilo Irainja.lu atlll, o covado
Hilo alisla.10, cuvdy
"* Lencos linos de chita e gan^a
E oulras mullas lazenuas por baratsimo pceo
do com uioheiro a vista.
I1.1-
33000
4->sod
139U00
idoouo
1:150011
|.9! 1211
JpuOO
i~IKI,]
>llo.i
i-JOO
."I.3IRIO
49000
(>9000
:i9tnio
200!
Oul
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!3'.'2
:1000o
13000
205000
iO
I9OU
151 00
29000
200
39000
l>0
luO
l0
200
seu-
Vendem-se superioreslovas de pellica muito nova*
para hornean e scohora a I52SO rcis o par. lilas de
seda muilo boas e sem deleita alsuin ainarellas. prc
las e branca- para hoiuem e senhora a 1NMH1
o par, .lila* prelat de lorcal mallo boas a 800 reis
(iar. .lilas da lio de Escocia brancas e de cores pura
li.imem e senhora a 100. 500 >' 600 rali o par, ditas
VeadB-ta o sillo eoaa casa de sobrado do falle- ,
cido (coree keiiworlhv, no lusar de S.Josc .lo .Man- '
eaioho, com arvoredos le fruclo e mais hemltiloria* vr.
que nelle ,. acha,, sendo as Ierras do relerl s Uo n^.0 .r. fSBSSSl* Lfc*"'-
proprias: quem o pretender procure em casa de Sa- c.deia do Hec.l'e V "* "' '" *
muel P. Juhnslou \ Campanilla, ra da Senzala .No- eClfC ""
va n. 12.
reii Vepdem-se tunis, pipas e (guarilas
1,s pura disiUarao, as quaes fnrain de azeile de peixe e
........- -------- pe
lepois, dFr>8ua ro, proprlas para dposilos, e garapaa de dislilacao :
di... para meninas amaina) a 100 re,s o par, lavas .:,, cnn, j im x de A'lmeida ou vrom
de seda rio. de lodas mnm e bordadas, com A(onU, A|mej(|a <;m; rua do |>a ;t| ,(i
auarniciu, para tenli.ra 39000a 39300 res o para secundo andar, .. =1....... ...
e oulras mais piali ladt's de luvas, tudo na rua:
do Queimado na bem coiihcci.la loja Je muid.va- del. "" completo -m Mnenlo de bordados como se-
boa lama 11.33. jam, camiselas rom mangas, collarinhos, peilillio\ '
iiiineiras, camiss, coilinhas e pelerinas ; lambem
elogios
iiijg e/es
Metas de laia pa-
ra padres.
de pa-
tente,
rarheri!!r0rrl'rra,'^erCaSll0are5,enrle,,,!S ^nwas^l**.** em Incla.er,,:., ea-a da
-taS.% nLtoStXZ .mT^ Bl (Uta. : roa da Cadeia do BeCe .. ^
indar.
24, primeiro I
Cao. na rua do llruin 11. 22, e em relalho na rua la
Cruz no Recife o. 36, armasen)de Meudes & Braga.
.100 leis, n-pi'ii-ori'.i- linos de borracha a 100Veis,
lenles muilissuno linos para sui-sa a.)00 reis.escovas
.8>>vjiid;is ssupci lores.
Na iuudiro de C. Starr& C, em San-
Vende-se-a labeina do Hospicio, denominada
Elephanle le Ouro. muilo afreguezada : quem a
pretender dirija-se a rua da Madre de Dous confron- de ac a 120 reis, ricos porlarelogios
a igreja, a fallar can Joaqmm l-'dippe da Cosa.' canas de metal muilo linas para rap a
muito final para cabello'. 640 reis, capachos pinta- to Amaro, aclia-sc pala vender inoenclas
dos rouipridot e redondos a 700 e IjOOO res, ho-
li'ies lini-simos de madrepcrola para camisas a I52OU
rs. a grasa e 120 rs. a dosia,ricas canelas para penna
-- llefronle da passagem de Olinda, passando o
sido em lenle, ven le-se o sitio chamado do Meio,
com boa casa le vivenda e commodos para", crande
Vendeni-.-e suporiorp meias prelas de laia par* familia, eslrabaria para (i cavados, cocheira para car-
padres, peh; baraliuin) preco .le IstUN) o par : na ro, casa para felor e relos, curral de pedia e cal
em coiihecida loja de iniude- coberlo, para mais ,ic 20 ca becas de gado, excedente
paslo para dito, iiiimeusu terreno de pantano para ; i___
pUnUp de capun e mais lavou.as, baslames arvo-' ferru b,lldo e coado de
lo IJooiinadn, ua I
zas da boa lama 11. 33.
CARTAS HMSSMAS PARA V8L-
TAKETE.
Vendem-se -uperiorc
rel pelo bacalissiuio
na rua lo Queimado, nk I
dezas da boa fama n. d'l.
iodos de ulihdade : os prelendenles dirijam te ao d'10-
mesmo silio.
Vende-se um negro perito coziuheiro at de
forno, om. necra de 20 anuos lambem coziuheir.,
carias fraucezas para volU- alala, enm moleque de 10 anuos : na rua do l.i-
preca de WQ rs. o barallio .' vrameulo 11. 4,
bem coiihecida luja de uilu- I
I or mrijjs do que em nutra quaiquer parle timcomopotassadallussiaverdadiira
vendem-se lia rua eslreita d. Hozarlo u. 11, no de- Corpo Santo o. II.
psito le sanguesugas hamborguezas, us objectos!
absixo e novamenlc chegados :
llolachiiiha de sriila
AGENCIA
Da rundieao Low-Moor, rua da Scnzala-lfo-
va o. 42.
Nene esiabelecimenlo contina a haver na com-
pleto soriimentp de moendas e meias moendas
para endeudo, machinas de vapor e taixas ale
iodos os lmannos
para
A3$500
Veudc-si ca I d e Lisboa 111 limamen irchegada.a
uapracfdn
Bonecas l'ranee-
zas.
C'in
15H0O re
.'KKI o reis, etcovas finissimai para unba, a 320, .Ki e 640
reis. cscovas para roupa e cabello o mellior quepode
haver a 19000, 15200, 1*500 e <} res, pinceis liuos
liara barba .1 20o rcis, dozas de lacas a garfas linos
a 35000 reis, lilas le cabo de halam^o mnillbsima
liuas a 69OOU a duza, illas liui-siius le cali de
inarlim o n.elhor que pude haver a 1,'igOOI) rea a
duzia. camisas de meia muilo linas a I5OOO res, ri-
- cas aboluaduras de madreperola e melal para col-
de mandioca, chegada ha poneo de .s. Malbeus. a lele e palitos pelo paralo preco .fe 50Oe$DU ,.
prer,o muii.. commod,. r cada s.icca : n. esaseato- Bahaisnaa uavalhas para barba eea estojH de tuna
Z:L'T %Z!Z '' '"Tu"""' "U d0M w,",h ",pl" '-ra.issimo pre. o Z &).!
saazem do .v. Pacheco no cae. do Kamos. j ,jo, muiuir alIll..rlcJ(K llluiu> j,.,,,.,,^ |ir|,r,s
Vende-ie cal do Assu' abordo do hrisne arfa- P?n eslodaales ou ineamo para quaiquer usiabele-
ro. : Ir .lar na rua I Vig.rio n. 10, primeiro 1 cimento, pela bo luz que da a commodidade
andar. | de se poder peudurar ou pir-se em cima dcqualqucr
mesa, pelo barato preco de jgOUO res, pastas para
guardar papis a 800 reis, espedios para parole com
armac.io dourada c sem ser dourada pelo haroliSsi-
mu pre;o de :**). 700 e 13000 res, lioissimas ri-
cas caixas para rape a 2.>>00 e 3000 reis, papel le
upeo-s nafa Kennor.i
viudos de cucommeu.la la cidade de l'aris, e ven-
dem-se por prego razoavrl : na rua lo Crespo 11.21.
Superior rarinha de mandioca em
lacen.
Veude-ie quaiquer porcao de muilo boa ftriuha
de canna lodas de trro, de mu modeloe|^ran'ian."l.
COnstruccao muilo superiores.
Emcasa de Henry JJnmii S: C., na roa da
Crozn. 10, ha para vender um grande sorlinien-
to de ouro du mellior (josto, a.sim como relugios
de ouro patento.
Hila de 1.1-lma
Hila lianib'iigueza, laia grande
1 Hila le ar.mla lita
1 yueijo liin.lrinn a libra
Vendem-se muilo bonillas lioneras fra.irezas, pelo : 5,*,un, r"r" bambre
baralissimo preco de IhM) e I58OO : na roa do 'oucinho mulez
bem ccn|iccida loja de miudezas da Amendoas confeiadas e franrezas a libra
j l'ccegos, Peras, Hamascoae Giaja laia
lliscoito inelet, laia sorli.la
i'ai'a lOVaS Krsseas com conserva de diferentes quali-
dades .
Pastas novas a libra
Amaras a libra
Hlala a libra
Vendem-se ricos cnrl s le seda branca propHoa
para vestidos de noiva-, hielo baralissimo preco de
O5.: na rua lo (jueimadVi, nos quatru ranlns, hija
>" raxendaa da b..a le n. .2, defronle da loja de miu
pesas da boa Canil
Viuho cherez
&iC4jS eom fllilho
por preco commodo : vendem-se na loja
n. 2 da tua da Cadeia do Recite, esqui-
ta do Uecco-Largo-
-Vendem-se dous inissaes novos da
ultima edieao por pceo commodo : na
ruaestreita do Bosario, loja de liarlveiio
n. 2.
Jos Antonio .Moreira ias & C, fa-
zem scienfe ios seus freguezes, que ac- rf* *alam ** Botonha, ai&ncomo bSMm
bam de receber de Liverpool um sorti-1 j J,omate8 e queijo parmesao : no larijo
ment de plvora da mellior qualidade,!' Coi'p.0 San, n '* arma/.emdc l'almei-
e a vendem por menos do que os antigosi ra lc''Ui10-
vendedores deste {enero; para verem as Vendem-se 3 eseravo, sendo 1 oplimu mole-
qualidade, encomiaran f *mg^\T^^^*l^?~'
seu escriptoi-io, na ruadas Laranmras
nlo de chitas roxas para lu- """ "UIImi para quem se
. ,1 n \- ii eer que he bom c baralo, c rape de" l.i
no (la Boa-N isla n. 10. oilava.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia..
Vende-se muilo boa manleiga ingiera a S00 rs.
a libra, dila franceza a 480 e 560. touciuho de San-
ios muilo novo a M) e 280, banha de porro muilo
Ivaa 4b0, carne de touciuho e orelhas a 160, arroz
do Maranhao a fOO rs. e 120, vinhos engarrafados a
00 rs. agarrafa. Silo de pipa a 400. 480, bO e 640,
e tudo mais- moilo barato : aasim como milho e arroz
de casca a 160.1 cuia, brinha da Ierra ;. 180, 200 e
20 a cuta : ua taberna da roa das Cruzes 11. 20.
amada Cruzn. 26, primeiro a-
ilar vende-se cha' preto, Absmtbe, espin-
gardas de dous canos, cspartilhos para
preservar do cholera ; tudo por preco
commodo. -'
Emcusade KabeScbmettau !v C-, rua
da Cadeia n. 37, vende-se :
Um grande soi limenlo de vidi os de cs-
peibo.
Hclogios linos de palente ingle/..
Ditos ditos de patente stiiiso.
'ouros de grava.
Krvillias seccas em garralcs.
Vinhn do Rheno superior.
Conservas alimentarias de bo.is quali-
dades.
Tudo por preco commodo.
XAROPE
DO
l-'oi transferido o deposito deslc xarope para a bo-
tica de Joac da Cruz Sanios. 113 rua Suva n. "i.t.
garrafas 59300, e meias 3JO00, seiulo also lodo
aquelle que nao for vendido nrsle deposito, polo
que se faz o presente aviso.
-IMITANTE PARA 0 N1UG0.
Para cura de phlysica em lod isosseu-, diflcren-
les graos, quer motivada por c.inslipacoes, losse,
a-lhma, plenri/.etcarrns de sangue, dAr de col-
lados e paito, palpilacao no cor ario, coqueluche,
l.mnchiie, dr na gargaula, e ludas aimolesliat
dosorgos pulmonares.
Bixas de Haih-
burgo.
A lJOOO rs. o cento.
Na l.-.ja de barbeiro da rua tlreila do Katario n,
2, venda-se bitas da llamburgo chega.lai pelo va-
por, a 159000 rs. cada cenlo ealugam-se porjnuilo
baralo preco.
n. 14.
Sao chegados a rua do Trapiche n.
14, barris hydraulicos para deposito de
fezes: as pessoas que teem encommen-
dado, hajam de procura-Ios ante*que se
Bcabem.
Lindo sorti mi
(n, no ater'
Vendem-se rhilas rvas para lulo, padr.'ies de cas-
tas, de cores lisas a 160 o covado, dils muilo finas
com um loque de mofo a 100 o covado, ditas do co-
res escuras a I SO, ItO, 180 c 200 rs. o covado, alpa-
cas de sola de lindos pailrOes a 720 e MO o coado, '
diales prelos de la a lj, .arja de seda muilo lina a
28 e I96OO o covado, c oulras mullas fazeudas para I
acabar.
Vende-se farinha le mandioca em saccas grau-1
des, por preces commodos, e oulros muitos mais ge-
eros, puis querem acabar : ua rua Dir'eila 11. 27.
Vende-se urna nesrinha crioula, de 7 anuos de
idade, c um moleque de 3 annos. ambos de muilo
lindas tiguras, e muilo proprios para dar-se de mi-
ma : na rua do Crespo n. 10, segundo andar, das
10 do da .'ni dianle.
Vendem-se 4 Iraves de qualidade, de 10 palmos
cada uina : iniein as pretender procure na rua Direi-
la, sobrado de dous andares n. 137.
Vendem-se j pipas com muilo boa agurden-
le c ptima cascara, a prazo ou a dinheiro : ua rua
da praia de Sania Hila, armazem 11. 17.
Vende-se uina cabra boa de leite, com duas
crias eja a parir: na nu da Conceicao n. 46.
\end< m-se 2 pipas de agurdenle de cauna de
muito boa qualidade.'fior preco razoavel: na rua da
praia de Sania lilla 11. 17.
uaocs no uiuito a-nato
VendeaVe pa,--'''c peso e almaco o inclhor que
pude llave neslo gneai. a 3, i, .1 c 671)00 a resma,
papel paqo" fuwto fino e ue muilo boa qualidade:
propriameiPe para se escrever por vapores para a
l.uro, .1 o- consequ,-nci.i de nao se pasar grandes
porles de carias, ein resmas, meia- resinas, quarlos
de resma, >u mesan em quadrrnusa 80 rs., papel le
linho vcir^ileiiameiilc alinajo e proprio para earlo-
rio a 19 r. a resma, vcrdadeira- peonas de ac de
luco le lauca conbecidas pelas melhores que "ha a
15200 a cailinha. com 12 duzias, ditas sem ser de bi-
cores de roil... pequeas em quaMo de resma"peio H'DV,u?Jdn*" d,M T.T ^SAliS^
barato pre.o de 720 ,e,S outras mu.lissima, ^ou-1 35,^00 %& ^fOSfmZ 1
uito linos e de lodas as qualidades
eza muito boa e barala : na rua
de miu.lt/as da boa fama n. 33.
CHARUTOS VARETAS
em canas de 50 a 29000 : vende-se na rua do uei-
mado 11. '.i.
Chegaram no ultimo vapor do Kio
de Janeiro, algunsexemplares dos Segre-
dosda C.illrgrapliia, pelo profc-ssor^-jelez
WiUiamSoollv, nico inventor da letra
corrida commercial, segunda edica aug-
mentada : vende-se por 6.S000, com lin-
dissima encadernacap, em casa dos Srs.
Antonio Lopes Pereir* de Mello \ C, rua
da Cadeia dp Kecife n. 7.
mnM BOAcj'JALl- Loja da boa IVi,
(lilil N lia- '.Mii.'i. h.iiul,. '
sj \^Jl^'-
garrafa
'nlu liarrafa.
, que ludo se vende ...ais. baralo do que em oulra duzia, cauiv.lcs mi
|u-lquer loja : na rua do (Juennado na bem conhe-1 e nie.os Un. i, i,
,d. lo.a d. miudezas da boa fama u. 33. Z^mado! lofl
'I
cid
Vendem-se lingoicas do sertao nSuito frescaes:
na taberna da quina da rua dos Marljrius n. 36.
Vendem-se os verdndeiros e superio-
Rape e charu-
tos.
Luja
Na rua do Passei
da
:ob
!;
rcz.i
Na roa da Cadeia do Recife n. 15, loja le Bear- 1**2!*."-"5 e I"ul "encorpados
gard, vendem-se superiores charuto- da Haba, em ''
loja n. o, vendem-t* corlea de
o enrorpailos I9OOO, ditos ile
im de linho escuros a 800 rs.. ditos de brim liranro
a 800 r-., cortes de clleles de fu-lao de cores a 700
rs., dilos de rambraiaibranra e de cores a 39300, di-
tos le cassa chi(a lio.*, a 5. diales hranros a 640.
Iilos le Ua eseda a 3B500, chapeos lo sol a laJODe
-se arroz pilado da Ierra a 25 a arroba 29, pe;as de mad.pol.fo a 3, :J.V>00 la fcVi a 31
lo de casca em sacca a 5, e a granel al- chilas linas a 2IHI rs. \ 220 o cavado, algodao azul
W, milho em sacras a .I96OO. lodo srosso a 220 o covado, le oulras minias lateadas, qoe
nao se pide menciouaj por falla de lempo.
quizer muven-
.-isboa a 30 rs. a
oilava.
Vende-:
em sacca, til
queire velho
muilo novo ; bem como velas do carnauba de com-
Psie?o da meibn'r fabricado Aracal), uleo de rin-
n. em laia- de 37 libras a 400rs. a libra : na rua do
vigario n. 5.
a boa fama
loja non a. itoarc
muilissimaa e ru- ,s r,,/..
les de dula franceza de
covados a 200 rs. muilu
berlaa, cortinados e v
alegras c bonilas.
de Sanio Anlonio, alem de
idas baratas, vendem-se cor-
10 covados a 25000 rs. e em
larga, muilo boa para co-
eilidos, sao de cores claras,
ys-*. .'
No largo do Cavase, quina la rua de Horlas n.
-'. mliniu -e a vender manleiga ingleza a 180, 561)
610. 800 e 960, muilo lina a 19120, dita fr.nceza i
VENDE MtflTO BARATO, COMO TODOS
' SABEM.
Vendem-se libras de buhas de boa qualidade n.
.50, 60 e 70 a 11100, dilatniuiin liuas de n. 100 e
120 a l5b00, du/.ia de iiJtvnas inuilo baas uara 111ra a I-, li a- muilo '''"'etfeaMMKa^HilOajJn-
/.ia, pecmlias de bicu e-lrelloTj E^ajiirrnartoiu
agulhas fraucezas muilo liuat Jt&v caitinhas enm
Ibuovellosde hullas de marca moilissimo linas a
280, braceletes encarnados moilo bonitos para meni
lias e senhora- a 200 te., ulna, brancas muflo linas
para senhoras a 210 e 300 rs. o par, meadas de h-
nlias inuiiis-iuio finas para bordar a 100 c 160, bo-, .
loes de madreperola minio lino para cainrsasafiOO ..? ,,.,,.,, liJi, li .
a grosa, bolftes muito linos de ac para calca, a 2S0|a ^ ,, J??2l a" T ?" i'.'6"" efe S
L:rosa, .velas douradas muilo liuas para ca cas e wl- X T',''., ti e d" *' Pan" "r"> Pre,os 6f
leles a Id cada orna, pastes de balea muilo linos ^ h." "...ai??,1 .T'oL ''"T"* #
PALITOS I
Vende-te ehaly de qu;ldro de bonilos padriVes a
1)00 rs. o evado, ditos lisos de bolillas cores a 720,
chales de merino lis.s c.ijn franjas de reros de bo-
nilas cores a 35, liios com lislras de seda a 7-5: na
rua lo Oueiina.lo, nos qualio cantos, loja de fazeu-
das da boa fo n. 22, defroiile da luja de miudezas da
boa fama.
X
.ropa de dillernic-
J-IKIII
2S00O
I
21000
9610 I
190001
15120
5700 i
sas, que serie nunca acabar se I
MOleiga ingleza-tgpcrinr libra
Vi bo do l.i'lia'*mc|lioi que he pussivel
t. ilras mnit> fe._> mencionar.
ara os na mora-
dos.
Vendem-se flhas de papel muilo bouilo, proprio
para correspondencia de uaniorados, pelo baralo
preco de 40. 60, 80 e 100 rs. : na rua do (Jueimado,
ua bem coiihecida loja le miudezas da boa faina
11. 33.
Lindeza imra testid
chegada
sea, pelo haralissimu prtco de 19000 11 i p. """
rateada he de pora lila seda, e o- t:>Pnps di: superior rpialidadc
an os mais honilus que ale o presente Cabos de linho e de Manilha.
lo no mere '
nos quatro canlos, loja d
Para as
~>aiti"(; siiik rior.
Vende-se e rnuilo baralo, ua loja do rerragens da
ua do (Jueimado n. 33, em porces e a relalho.
'Emcasa de M. Calmont & C, piara
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
seguinte:
Taboado de pinito, alcatrao e pixe da
Suecia.
Alcatrao de carvr-v.
Lonas de alffoda -
|mra \estldos Dta,deiiS5
\ ende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultima- Tintas em latas.
TAIXAS PARA EXGENHO.
9560 Na fund'pao de ferro de D. W. Bowmann ua
83000 rus do Brum, passando o chafarix, contina ha-
256 ^| dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as qaaes
jjjq acham-se a venda, por preco commodo e eom
I5600 promptidao: embarcam-se ou carregam-se emaer-
I5O00 ro sem despeja ao comprador.
2&400 e
Veode-se em casa de S. P. Johnslon* C.,
g|S ru da Senzala-lVova n. 42, sellins inglesas, efci-
*?8ii coles de carro e de ronuria, candieiros e easticaes
5240 bronceados, relogios paicnie ingle, barris da gra-
non Xa "" 7' V'nh Cherrv em o"'. "* de ferro,
lamo fi d* Vela' chumbo de muirlo, arr.ios para ear-
, lonas inglezas.
IEU8 BE l\
Na rua da Cadeia di.frtvire n. .j, loja do Rotjr-
! gard. vendem-se meias de laa para homent, cho-
ras e nminos, e calda de lmales novissiraa a ai
i rs. a libra.
I Ven,I, -sr- azeile de ra.rpalo a 23210 a cacada
i e_a garrafa H3d0ra.: na rua do Brum patsand. o
icharariz pumeira casaqoe lern so'.ao encarnado pela
retaguarda.
Vende-se cimento muilo nevo hegado em 11
' de mam p. p. de llamburgo, por prero muilo esa
do conla. a vista da qualidade ; lauto eaa norteo com.
em barricas a linas : no srmazem de malcriara na
ru da Cadeia de Sanlu Aiilumo n. 17.
Fi de algodao da Buliia.
Vende se em saceos de 50 e 100 libras, par eaaa-
modo preco : ua rua da Cruz, rmaaas* de caairta a
sola 11. 15.
menle de Kran
covado. Esla
SeilS p limes s
lem apparecido no mercado : na rua doOneimado. TUdo Miuitocorrrnodo.
C l.li 11 lii- Or Dd 10 II. -.
vallina a contento.
Cunlinua.se a vender a 830OO o parlPrec .,. M
J.*.fm co,,h'das navalhas de barba,leil.s peda ba-
senho-l^a loja das seis"-
bil fabrcame que ha sido premiado em diver*
poaieAet: vendem-se com a candir., da nao acra
ando poder o comprador devolve-taa al 30 dia-
depoit da compra, restiloindo-te .
casa de Ansuslo C. de Abre
fe n. 36.
mpurla.na :etu
r.a da Caea do
ras
que
^OStan do
barato.
oom e
Vendem-se ricos penles de larlaruga para alar ca-
bello a 493OO, meias le seda de cores muitissimo lin-
das para enancas le um mez a nm anuo, pelo baralo
preso de I98IHI o par, leneinhos de relroz de lodas as
cores para senhoras c meninas .1 I5, tancas dG lila
para -cnboras e meninas 500 rs., camisas de meia
para rnauras al a idade de um anuo a .500 rs..
meias brancas.le algodn |.ara senhora mailiftiao
linas a 500 rs., .lilas brancas e prelas .le seda o me-
llior que se pode encontrar a 25 e 29500 o par. ricas
calas para guardar joias a 800 rs. e I-., caias mui-
lo riras com reparlimenlosiiniraincnle propri.s para
15000 e
portas
Em iVciite d Livrametilo
l'aupeliua le seda e laa para veslulos, de lindos
padroes a duas palacas o covado, ri-cado monslro a
dous lusloes o covado, casas fraucezas liuas a doie
vuileiis o covado, manguitos de cambraia para vesti-
dos a dez lusloes o par, sedas de Minios goslos, lar-
gas a dous mil res o cuvadn, dinheiro vista para
acabar.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
consiruccao venical e com todos o melhorarneoios
mais modernos, tendo vindo no uliimo navio d>
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. .
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao de C. Starr & C, esa Sanio
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su
perior qualidade.
VINIIO W) PORTO SUPERIOR CHAMICO.
l-.ni 1 .ux.is de do,.- ilu/ia- e em barr He oilavo.
recenlemeule chegado pelo brigoe Irovador,
vende-se omcamenle no armazem de Barroca A-
Ca-lro na rua da Calata do Recife n. I,
CAMISAS FRA-1
O
los 11 .meo/e de brim de r>.
brancas e pintadas a 21, 28 e :I25 a duzia,
bil) r 720, banha bem alva
nceza a
1OO rs., calo em carneo
a 200 rs., dito moldo pura a 320, cevada a 100 rs.
.tila muida a 240, alpisla a Hit), tapioca le Maranhao
a 160, ahina loo rs.. pastal a 560, arroz do Ma-
ranh.Toa 1211, bolachinhas de soda, ditas de araruta
a 400 rs., Iisboenscs a :I20, feriaba de trigo a 140
linguica '
para alisar a 300 rs., peps te Ota de linho com II S Z turas ,l I nhcfa" 1'
vaias e meia a 50 rs., caixiuhas com colieles Irauce a ',,,' .2 ''\ *}"">' ''"arnilio
IJ5JJ de linho a 25 a duzia, sendo ludo da ullim
a duzia, ndariohos
a 60 rs.. carreteis de linlias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e do lodos os nmeros a 80 rs.,
nacos com 40 grampas e de muilo boa qualidade a
50 ra., pares de suspensorios a 10 rs., torcidas para
caudieiros a 80 rs. a duzia, carleiras de marroquim
para algibeira com molas douradas a 600 rs., cane-
M moda : na rua Nova loja n. 4.
5i
^:hx;0':;o-:.-v^q^o^
de purco do serian a 320, loucinbu de'l.is- 'as para pennas de ac a 21) e 40 rs., meias brancas
Vende-te
qualidadt
salitre refinado da mellior
ha, a !l.sa arroba : no
V1NUO E LICORES.
\ eiiile-se por preco commodo canas oom superior
cherrv cordial, chegado ultimamenle a este mercado,
assim cjmo oolros diversas licores linos ; o exellen-
le vinho 1I0 Porto tanto em pipas como barris de 5.-
de 8.- ua rua da Madre de leos armazem de Bastos o
Silva.
Vende-se para f..ra da provincia urna nenra
crioula, de22 annos de plade, bonita figura e oplima
engymmadeiras a Mlai na raa da Gloria n. III.
- Veudeen-si1 3 paros de arandelas paaprias para
sala : a rua da l-oiwen-an n. 20.
Vestidos a a.v(Hi.
Vendem-se corles de vestido de chita arp fran-
ceza, pelo barato preco de 2)000 cada corle : ua loja
de i portas, ua roa do rjueirnado n. 10.
de lila leos de (odas as larguras a 210e 321), Habas
brancas de carreleiscom 100 jardas do aulor Alexan-
dre a 10 rs. o carretel, linlu- prelas de ineadinhas,
fazenda inuilu boa a 20 rs. a ineadinha, cartas do
allineles da inelhor qualidade que ha e com 25 peu-
les a 110, pentes ahertos de balea para alar cabello
fazenda mullo boa a 256OO a duzia, meias de lio da
Escocia para inen.no-. brancas ede cores a210 e 320
o par, gro/.as .e livelat para tpalos a 560, caitinhas
envejisaiias coin palitos du fogo de velipbas de boa
qualidade a 120, .lilas ne pao com palilus de fugo de
boa qualidade a 20 rs., calvas com 50 cauuihas de
phos[ihoros prop. lamente para charuto* a 320,1
caslots muilo bolillos para bengala a O rs., sa-!
paliuhos de la p ra cuaujas a :10U i-, u par,
traueelius prelos para relugios fazenda muilo
boa a lo, escovinhas mullo boas paca denles a
A 16,000 r.s o rento
(I deposito das bichade llamburgo. rua' eslreila
do Hosario n. II, lornou a receber nova reroessa de
bichas le llamburgo pelo vape* ndex Avunii, que
passnu para o tul ; vendem-sc a I65 o cen,,, e to-
garata a 320 a- grandes, e 200 rs. a meuores.
Xa loja de l'errajjens da rua
t5 vende-se salitre refinado de
iiualidade a 9.S
Nova 11.
irinie 1 a
Costuras, peio baralissimo pre^o de 29.500, 3501
391600, iravessas de verdadeiro bfalo para pen
cabellos, pelo baralissimo pre;o de I5, dilas de lar-
laruga a 35500, ricos leques eom plumas eespelhos e
pinturas linissimas a 2J>, penle- de bfalo muilo linos
para Orar piulhos a 50o ,<., tesnuras linisiinas c de
lodas as qualidades, nras trancas de scila de ludas as
cores e. larguras, ricas lilas le seda lisas e lavradas
de lodas as larguras e cores, bicos de linho tinissimos
de Minios padn'ies e lodas as larguras, ricas franjas de
algodao brancas e de cores proprias para cortinados,
oulras moilistimas cousas, que ludo se vende por
to baralo preco que aos proprios compradores ser-
vir le admirarlo : na rua du Queimado, 11,1 bem
condecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Perfumaras de
hom gosto.
Na lo, da boa fama enconlra-se scinpre um rico
sorlnnenlo de perfumarins de tudas as qualidades,
tendo sea autor o melhorque ha em l'aris, riquissi-
mos frascos lo curados muitissimo linos, pelo baralo
preco de 19200, l500, 2? e 23500, jarros de porcel-
lana delicados de unidor no. gusios com banha fran-
ceza muito lina a 29, fuscos com esseencia de rosa a
320, paos de pomada franceza muilo boa a 100 rs.,
fratios pequeas o grandes da verdadeira agua de
Colonia do Piver a 480 e 1/OO, sabonetas finos e de
diversas qualidadet.ps para denles o mellior que po-
de liaver, e oulras muilas perfumaras, que se veu-1
-_^ -_ ....-... na roa ira i.auea do llecile n. .
RelooiOS Loja da l,oa f.
r>
der, cribe rio- e desrobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e praia, palele inglez, le am dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimu paquete in-
v ende-se panno prelo e azul, lia*, fazrnd. non.,
superior, pruva de liman, pelo haralnsimu prero de
3-5500 u cova.lo, alpaca prela moilo lina a 640 i re-
gle/.: em casa de Soulhall MeYlor J Companhi"a7ru, *"'. me,"""eum, fazenda superior para paNti'it a
do Torras n. 38. 13WIO o covado, cantan prelo muilo fino propn. par.
,.,,, ,- ., eiidot a >9erova<*o, selim pelo marao, fazenda
Rob I. Arclcur, \ ermifugo inglez, salsa de superior a 2^a30 o covado, grosdeuapks prelo muilo
Bristol, pilulas vegelaes, salsa de Sands : vendem- lino para vesiido a 29 o covado, superior sarja prela
se estes remedios verdtdriros em casa de Barlholo- hespauhola a 29240 o covado, prinirxa prela muilo
meo francisco de Souza. na rua larga do Rosario lina a 800 is. o covado, ettaa de eollrles d. gorcu-
" "6. rilo de se.la, fazenda muito boa a 29. corlea de f.s-
Cnlli'l I ri-s Ulei I OreH lie Ida Il< Sp.l- |.un. Imlm Ijel.-lloa vara, brins iraoc-dos
ishA ,u ,,.t,. ..,/.-,,. i decore, de muilo bonitos padroes e de para Haba a
IlllO S milllO CtlCOrpa- \ I9440 a vara, ditos dilot lambem de bo.Hoa plr>s
(lfW I O-l-l Ita-lAW "i8"" '.Ur? '"" d" ,r,,t*, P" lambe de li-
II4N. gTUIHieS. 11I10 a 600 rs. a vara. dil. lis. largo
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que ""ardla' lisas e le quadros, farenda
volta para a rua da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa m jioiassa da
Russia.
a 180, Megas
muil. apenar
a 32n e 360 o covado, ditas decores escuras da aaa-
dros e lislras, de moilo bonito, padroe* para calcas a
! pal i |..s a 600 rs. o covado, corles de catea de bMilas
casemiras de algodao, pelo baralo prertj de 19120,
br im/iol... le quadros de par hubo a 210 cavado!
panno de linho muilo lino 640 a vara, prilts aaai-
' lu linos |iara camisa brancot a de cara* a 400 e 500
\ rs., camisas de meia muilo finas alce 19120, Invas
prelas de torral p.ra senhora, fazenda
. .......-.----------nuil snpe-
v ende-se na rua do trapiche n.'.) e 11, cal virgem i rior f>"0 rs., ditas de seda de lodas as cores (ara
de Lisboa, nova a 59000 o barril, velha a 500 rs. t! nomem e senhora, pelo baralissimo proco de Is2fli o
arroba, e polassa da Kussia a 300 rs. a libra. par, ditas de lio de Escoria para meninos e meninas
ttelogioH de patente !^^^^!TX\:
inglezes de ouro, de sabonete e de vidVo :! EnTa" ^^"^'XS.'ZL Svt
dem muilo baralo: na rua du yuehnad'o.'na bem co- vendem-se a preco razoavel, em casa de '" .* """* :WJ0, e 440 a vara, ditas adamascadas
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33. I Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia "" b0" ''*'* co^,i*.d" ,:^, esanbraia lita mal-
i\a loja das seis
portas
u tVciite io Livrameuto.
do Recite, armazem n. 56.
Attenco
a arrolla.
Chita larga a 200 is. o covado.
Chitas franrezas Isigas a 200 rs. o covado : ven-
dem-sc ua loja de 1 portas, na rua do Oueunadu
u. 10.
Continua-si; a vender a
CAMISAS.
Vendem-se camisas fraucezas com um pequeo1
loque de molo a 18j a duzia, lambem vendem-se o-
berlores de algodao a 610 cada um : na rua do Cres-
pa a. 16, luja da esquina que vadla para a rua las
Cruzes,
I 100 rs. Aluin do lodas esla- miude/as vendem-se
oulras muilissimas, que a vista de suat boas qua-
| lida.les e baratos |ire;os lem causado admira, ao
nos proprios compradores: na la lu Ijueina-
do, na be ni coiihecida loja de miudezas da boa
fama ii. 33.
Vemlc-sc nina casa terrea sita no en-
pre.;o.a/.oa-: ho |)ous |lm10$
vel, porcanada e em garrafa : m lahn- ar dlamado Pedra
ca da rua dos Guara rape. ,,. .,0. em Fo- & ,,,inindos, co...
ladePorlas. i .- ,1. ,
., nno: a tratar na rua a Cadeia de Sanio, vende-se algodao cara qaaai 2 varea de la
deM^rmu,..^ com Rodolpho Joao Barala +\tt&^^tt-ZJESF
como cm meias duzia, ; na rua do Trapiche n. 8. Al.ne.da. ^"^Ttiwto^tt^ ^
asas prelas p r,. luto.
\ endem-se cassas prelas muilo linas proprias para
lulo, pelo barali-simo preco de 180 s vara : na rua
do Queimado, uos qoatio canlus, leja le fazeudat da
loja le miude/as la boa
, ein Apipucos, no boa r leu-onle da
ii fama.
a-Molle, nova, com
I muitos commodos, com sitio periodo bu-1 A I;;'-') !iu UlOllStfO.
atar ua rua da Cadeia de Santo I Vendt-Malgodao eom
. com lio.I.il iiliii Joao liai-ata d> I P1"
i Al incida.
Corles de meia casemira prelas e decores a lea
.cas, l.i propria para palitos a Iros palacas u co-
n, corles de caira de brim escuro, de linho, enm
mofo a de/, lostdes,
proprio para casacas ou paliass a
J;
uno lino meicladu
quatro mil rea,
chapeos frauce/.es de castor In meo a oilo mil reis, o
de seda prela lambem franceses a sol mil reis, di-
uheiro a visla.,
Vende-se
llia'u de escama
Ca : no caes da
I'.illl.i I.n;,, ..
lo lina com urna vara de largara, palo baralissimo
preco de .>60 a vara, lencos de cambraia mallo nem
todos hraaces a com barras de corea a 300 rs.. leori.
dt chila franelas muilo boas a 400 r.. eriales da
algodn de cores de bonitos padroes a 800 r., ritca-
iinlio- muilo fios a de moilo bonilos padroes a liai
o rovadn, filo de linho lito moilo fin. a flfiO vara,
. ... '''I" de llores a 15280, meias prelas de .eda para se-
Kiscado escuro e moilo largo, proprio para roopa nhoia, fazenda mono superior a 25o par, diu. bran-
de escravos a 160 o cova.lo, colchas brancas adamas- cas mudo finas a 39 o par, dilas brancas le .la(ed
uitobomgosloa.i.9, atoalhado adamasca- moilo linas 240 e 320 o par, dilas brancas muilo
alraa da
. q.e a visla de
suas boas qualidades e bartlos precajs, ha que os as
aborta freguezes. amigos do l.-m e baralo, ..uhei t-
o muito Mi|)i:rMr baca-
a lsOOO rs. por barri-
Alandega armazem de
Pianos,
Vaiid.iu-sepiauu* verlicaes inule/rs, de elenaules
modellos e eicellemes v u/e-,, fabricados por um dos
mais acreditados autores, proraiadu ua exposico de
Londres: no armazem de Koslron Hooktr i\ Com-
panhia, prsca do Corpo Sanio.
rao o que he perhiueha : na rua do Hwinwih.. ,-
qoalro canlos, na loja de faxendas da bata fe n. 22,
dclronle da loja de miudezas da boa fama.
llar-is .. o T "" LTT '''i U'SU!.a l? '"" ,oal,,a' r""" t "'fn"'0* e meninas 'a 240 o par, e n|
v l""c s d? n^ le^b i esenr. e luh e m 'le '""""' l^ "lcu1t"1a" "Si" rosto, M ludo islu outr.s muili,..mas fazeudas, q.e a
vado, corles ce caira le nrun escuro, .le linho, com mus superiores que lem viudo an mercado, dilas
loque de mofo a de/, lostues, jiauno lino me.eladn i para mesa, guardauapos adamascado, e miras mua
las fazeudas por prego commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volla para a roa da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem| acabadas,
sapalose e'leiras, chegados recenlemeule do Araca-
l>, por menos do que em oulra quaiquer parte : na i
rua da Cruz u. 31, primeiro andar.
Vendem-se caixascom vidros para vidrac,as
vidrosde bicca larga com ralbas do mesmo, o maior
-"ilmenlo possivel: em casa de Bartholomeu Fran-
cisco de Sooza, rua larga do Rosario n. 36.
l*0tt**<* fttfttO*.
Vendem-se madapoloes finos e de oulros, rom
Esla tsenle o prelo Malheus. de nafa., idade
30 r lanos annos, estatura regular, nsava barbas
grandes, mas eonsla te-las deitado a baix., quaado
anda poza por orna perna por a ler mais atetan qnaj
a oulra, pon-m pooco, he btm conhecidojstr ser cas.
pregado em servico de rn.itnhn- e canoa*, eentla
MUTCSDCT
pequeiui in.pie de avaria, por precos moilo liara- a"<1ar P*' Magdalena. Olinda porln da Rna-Viola:
bis: u. raa ra Cadeia-Velha n. 24. primeiro andar. 1"em PP"6 aua-s t. -i ro no sepuir da loada Aurort. -.,-. d. M......si i ,,..
Mo.nho-.de vento lodio Penlo Soares, ou na praca .lo rai..me.cH. a
com bombas de repuio para retar borlas e Im- quaiquer hora.
xa decapim : na fundicao de W. Bowmsn,
na roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
I'ERN TVIM'K M. F. 1)B PKU- I8M.
(


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