Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07430


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Full Text
.'
\
ANNO Mil R. 114
Por mt7.es achantados 4(000.
Por "> inczes vencidos 4(500.
DIARIO
KNCARREGADOS DA SL'RSCRIPCAO' XO NORTE-
Parahiba, o Sr. Gerruio Y. da Natividad ; Natal, o 8r. Joa
quim t. Perora Jnior; Aracatv. o Sr. A. da Lemot Braca
Cetra, oSr. J. Jota de Oliveira; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar
quet Rodrigues; Pitnhj, r Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
CaarenM ; Pai, oSr. JutlioiiooJ. Saraos; Amaronil, o Sr. Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Miada : lodos os di.-. ... !) e [., |,or.n dn ,t,.
saarau, Unlawa Parahiba enndal irilae fllaaa
s. Aali .. lleufM, lloi,u-..r..iriiaru,.\llii 5. l-o-urcli.,-, I-......i All,.. .Y.,..r,-U,, |.,,,-,,. Ilrci,., l'cqupirt.
ir. Flan, viu-lh-lla. lt...,-\ lu, Oirirar] "
l...!..., Ij...juc.i, S-Tialrm, R.t-t,.raMo. ln
".......cia e -X-ul : .fiBtiit-.c--i: --._
Todos .. conrea, pana..,- lu berai -la anaHi ]
ee-fein
*-
tfu.rl s-f-ir.,
U,(reros. Ag i-l'r.
---
O Sr. Jaso Aftonio Monrorl achare enear- I ub,l'6" : > <" le de primeira necessidade
regado da acucia desle Diario ero Ipomea e p"ril e,ercil0 e P"ra !>" A constiluijao vos
a elle se podis dirigir os senhores qae quizaren. f?"rer, a ""' assignir ; ficauJo eerlo qua ramela sera' feiln ,. 1"**'"'" em vo"a abedoria as vaolacens qne maud da patear emalguns corpos,que muitas daquel
duas vetea por samaoa. asseaundas a quintas reirs) devem resultar, e o prejuizo que dimana de sua laa eesmoraiaseraro illicilamenle arrecndaclas.eque ae
e que nada lerSo os subscriptores a pasar alm de | """?Iil;, dolei* Pai* eom um" inliluijao, de cuja | iI.hi m.lverarlo na applicajo dellas, que nao re-
OIMMA FEIIA .1 E .111110 l)E 1856.
Por auno adiantado ISfMt.
Porte franco para o subscripto!.
MBUC0.
AUDIENCIAS DOS TRIBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio aoartei a aabbadoi.
Rrlacoo : iercai-feiras e sabbadus.
Faienda : quarua e sabbadoi al 10 horai.
Juizo do eommercio: segundas ai 10 horas e quintal ao meio-dia.
Juizo de orphaot.- learuadat e quintes ai 10 huras.
Primeira ara do cirel .- segundas i teztai ao meio-dia.
segunda Tira do cirel: quarui a wbbados to meio-dia.
EPHEHERIDES DOMEZDE .11 I.IIO
2 La ora as 7 horas, 11 minutos. 4N segundos da inanhaa.
10 Quirto ereMente ai 7 boras2 mioutos a 48scguudoi da ni.
17 La cheia ai J hora, 12 mnalos e 48 tegundos da tarde.
S' Quarto miuguante toa 42 minutte 48 segundos da larde.
_. I'IIKMI \\, III. lio,l|.
Primeirt ai lo horas e 54 minutos da manha.
segunda as 11 horas e 18 minuto! dt Urde.
DAS da semana.
S. Pulcberla v. Iinperatriz: Si. Claudio, Mcoslriclo.
Pfwetpsa PrbeHfa Mm.Se. Cecilia e Auspicio Mm.
7 Segunda
S Terca.
'.i Juan*.Si. CTrilo"e Brieio llb. S. Aiiatholia. Apogeu.
lu (Juin la. s. Silvano m. ; S. Uianor m.; sV Rufino e secunda Mm.
II Sesla. S Sabino m ; S. Abundio m. : S. Sindco presb.
j2 Sabbado. 8. .Joao l.ualberto ab. ; S. Jason S. Paleroiauno b. .
Id Domingo. O Anjo eustudidio do imperio S. Adelo p. m. arara, prtea da Indiptadaacia na a 8
ENCARRILADOS DA M RSCRIPI \ NO SIL-
Aligoet.o Sr. Uaudtae Ftleto Diai ; Btbiao sr. i).
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtim.
EM PERNAMBI'CO.
O proprieur o do DIABIO Maned Figueiroi de yerit, ni tasa
proTiiham de diversas objeclos inherenles a Geren-
cia ad rnilraliva dos mesinus corpos. l'm dos rneus
auteci ssore<, havendo recoiihecido por inspec(8o
iNim mil rt.- por quartel.
pabti ornciAL
BnNSTERIO DA GUERRA
i, i ,___ T i cual seneral, conde reii
Kelalorio apresentado a assemblea {jeraI, ha peno de um secoln,
Ugisliitiva na ((liarla sessno da nona Ic-
{istatura pelo ministro e secretario de
estada dos negocios da guerra .Man|iitv.
de Cas as.
(Cnneluso
Extrcilo.
O eiettito cunierva, em geral, a nrcanisarau que
llie foi dada pelo decreto n. 7&i de \9 de abril de
1851. eom as alteraces que prosleriorralnte autori-
sasles, e que rneus anleressnrea levaram a eflailo. O
ejercito comp5e-ie aclaalmeute dos cdVpoi movis e
de gaerni^ao comanles do mappa anneso, e tem a
forca especincada no rnesmo mappa. A organisar;ao
actual do nosso etercitu, no qne diz respeilo aos car-
pos movis, he, no auteuder- do goveruo, a que mais
eonvem, em relajo i exterrao do nosso territorio,
c a natnreta de nu&sas guerras provaveie ; porque
oflerece a vantagem de poder-se inobilisar com pm-
teza corpos integraos, constituidos segundo os prin-
cipios geraes de tctica ; o que he de summa ulili-
dade para disciplina e aaminislraro interna doe
ditos corpos. Diflerentemenle porem acontece quan-
lo aos enrpos .le guarnicAo. Estes curpos, pela irre-
guiaridade de sua organisaijao, pela especialidade
de seo deslino, acarretam iueootcslavelmente mais
ou menos irregularidade em sua i.-truccAo, em sua
disciplina, em sua administrado econmica. A eis-
leucra porem de taes corpos na actualidad? de nos-
as coasas he de orna necessidade indeclinavel. Os
pequeos corpos policiaea das provincias sao de for-
i;.i iiisutlii'ienle para inan.ileiiein do aoceso publico,
para a n-presvVi dos crimes. para a appreheiKo dos
criminlos ; e por cnuseguinle torna-se urce-sana
pata sso a cuadjuvar;ao da torca do exeicito. A nao
existirera no qoadro etses corpas de cuaruicfln, fora
necesiario para tal coadjuvac.ao destacar para as pro-
vincias forc, suilicienle dos corpos movis estacio-
nados as provincias prximas ; e portanto recahir-
se-hia nos inconvenientes apuntados, porem de n.itu-
iez< mai< prejudicial, porque se dariam em corpos,
cuja disciplina, cuja iustrocrAo imporla manler cons-
tantemente em toda integridade para as casualida-
des que esigirem o deeompenho de sua missau espe-
cial. Dos malas provenientes do iracciooamento dos
corpos novis reienlem-se inrelizinenle aquelles que
se acharo estacionados pelas provincias do norte.
Hetalhados em pequeuoa neslacamentos pelos sertrs,
conservando as capitaes apenas uina diminuta Tor-
ra, perdem seus olliciaes e praeaa os hbitos milita-
res adquiridos. atTrooxam-se os bscaa da disciplina,
licam em esquecimeDlo os principios da inslrurcao
regular, e fracciona-se a unida ;e administrativa ;
porque nao lie possivcl conservar a integridade de
taes elementos de ordem mililarem pequeos gru-
pos, enearrecarlos de servicoi que, pola nalureza de
sua especialidade, ailinamo camiulio para lodas
aquellas irrecularidades, atein de acarretarern estra-
go excestivo de lardamenlo, armamento e kaalpt.
memo, e por consegoiule desbarato dusdinhejres pu-
blico. Se pms se do estas palpaveis contrariedades,
anda irresmo com a existencia dos corpos de guar-
nico, o governo nao pode deixar de julgar lotera-
vais estes corpos aelualmeule, ao menos como urna
harreira contra o progressi das didiculdades apun-
tadas. o\ por estas considerac.es. que mais valiosas
se tornan) applicando-as as provincias longinquas e
frunteiras. onde, alem disso, lie necessario que os ho-
mens ampregados em sua deeza sejam nellas acli-
mados. que o governo julcou de instante uecessida-
de a creat^ao de um desses corpoi de goarnirao na
provincia do Amazonas ; e elaclivamenle o" crcou
prov.-soriamenle pelo decreto n. 1715 de l de Janei-
ro eele uno, co-n a forca e composirao ruexesii
da plano junto o mesmodecr>i>, .settdo a funja
se artilharia destinada a guarnecer os pontos forlili-
radosda fronleira daqoelle lado, e i de Infantaria,
para o seo ser vico especial de -uar nicao.e para coail-
juvar t policit nos mistares que esta tem u seu cargo.
I'ei;u-ve> pois que, atteudendo as raines que licatn
expostas, vos dignis approvar definitivamente a
creacao do dito corpo.
A divisflo militar auxiliadora que estacionava na
capital da Repblica do Uruguay foi mandada reti-
rar para o terri'ono do imperio, em couseqaencia da
requisito fela pelo governo daquelle Estado ao do
Brasil. Suromamente lisoogeiro me be o ter de de-
clarar-vos, fundado no lestemooho dos fados, e no
das commonicacbes olliciaes, que us uossos soldados,
durante sua estada no territorio daquilla Repblica,
e no seu trajelo para o aom paiz, tornarani-se dig-
nos dos elogios, liau so do goveruo imperial, que lli'os
dirigi como mereciam. mas lamben) dos do gover-
no da menina Repblica ; porque, honrando poi sua
irreprehensivei conducta a aac,ao a que perleoceni,
niantiveram illesa a reputac.io de nosso exercito,
lelo respeito que nunca deliarain de consagrar aos
preceitos disciplinares, que 18o dignamente llie sou-
be nnpor o zelo-o chafe que ns comnanil*. a. Essa
dtvisao, ebeganlo ai nosso territorio, foi dissolvida;
e os corpos que a couipunham, distribuidos pelos
pontos mais iroportautes da provincia do Rio Gran-
de do Sul.
O goveruo jalgou conveniente, e lev oss a elTeilo, a
transferencia do deposito de recrutas que se ochava
e'labelecido nesta corte, e aquartelado na fortaleza
da I'raia Vermelha, para a proviucia de Santa Oi-
tliaiina, por motivos de iocooteslavel ecuveniencia.
A maior forja do nosso exerrilo/achava-se estacio-
nada oa provincia do Rio Grande do Sul, e portanto
l>e para la que se destina a inaior parte dos recrutas
que se apuram. Esses recrutas, indo, como iam, di-
rectamente daqui para esta ultima provincia, muitas
vezas logo depois da chegarem das de sua naturali-
dade, estrauliam all u clima, a em geral antes que
eutreo para o serviro dos corpos, vSo povoar os lios-
pilaes, c muitos sao victimas daquella conlrariedaue.
<>i.i, sendo o clima da provincia de Santa Cathalina
vm parte semelhaute ao da do Rio (irande. os re-
crutas, tendo nell.i sua aprendizagem niilitsr, adqui-
rem tambem os alamenlus de fcil aclimato no Sul.
Alem de-la conveniencia que nao detxt de ser pon-
derosa, lia lamben) a de.poder ser o corpo de exer-
cito estacionado do Sol promptamente reforrado,
quando qualquei emergencia o lizer necessario. A
estas vantazens provenientes da transferencia .lo de-
posito, reunem-se outras da mero inleresse local, que
dcixo de mencionar por seren de simples intuicAo.
Como veris do mappa que vos aprsenlo, nao tem
ido pns.ivi'l levar os corpos de exercito ao seu es-
tado completo para circumslaucias ordinarias, ape-
zar das vanlagens garantidas pela lei aos individuos
que se oflereeerem voluntariamente para asseular
prarja, e aoa que, tendo servido os aunos da lei, se
quizercm engajar. Essa deficiencia de pessoal para
completar a forra decretada dimana de muitas cau-
sas : indiraV-vos-lici como prncipaes: I.", o svstema
defeiluoso do recrotameuto para o exercito, que se
funda em urna multiplicidade de instrueres, de por-
tarlas, de avisos, importando innumeraveis isenroes,
ipje, nao formando um corpo recular de doutrina,
muitas de suas..lisposires escapam ao conliecimenlo
falla tanto se resenle o nosso exercito. duuliw em proveilo d'o arra'njo particoiar dos cor
\ mi ainda rallar-voi, aenhore, de urna oulra oe- pos ; tirohibio a tolerancia dassas chamadas- caixas
cessidade que a admimstrac instantemente. O nosso systema de penalidade mili-
lar ( se douoininacao de sv.lema merece ) reduz-se
aos re^ulamentos militares organisados. pelo inare-
cli.il general, conde reioanteide Schaomburg l.ippe
e a varios ootroi actoi de
maii oo menos moderna dala, que. pela razao de
serem instituidos a proporcao que se davam circums-
laucias que os reclamavam, ou que se reconhecia
sua necessidade. nao formtm um corpo de doutrina
regular e melhodico, e por conseguiniedilliculta aoi
militares o conhacimento e aslodo dalles ; e esse co-
nliecimenlo. esse estudo sao de inleresse vita1, especi-
almente para os olliciaes, porque tero de applicar as
disposiroes de lees actos, como jaises, no foro cri-
minal militar, e na conecc.io das infraccnes dos pre-
ceitos disciplinares dos corpos do exercito. Alem
diso, dos actoi de tal legislarlo resalla a falla de
nexo pela analyse comparativa de suas disposi(oes e
carencia de proporcionalidade ntreos delicise
as penas ; proporcionalidade que he o principio ia-
lolar em que se funda a recudan da juslic.a punitiva.
Essa legislarlo qne se acha em formal Diagonismo
com as in-iiiuires que nos regem, e a cuja penali-
dade repugnam a razao, e o direito, reclama alt-
rnenle urna reforma, de que resulte lito completo
>|iianlo ha possivol um cdigo p-ual militar, que
abrauja em na anecao os crimes propriamente ini-
lil.ire-. o< crimes nao militaras rommetlidos por of-
liciaes a pracas do exercito, tanto em serviro como
fora delli ; e finalmente as infrarces das ragrai dis-
ciplinares do mesiuo exercito ; um cdigo em que
se romhiiiem os principios de humanidade e o rigor
salutar reclamarlo pela disciplina que eonvem i forja
armada regular: uro codigoi cmlim, cuja penalidade
nao laque o inexeqoivel por severa, nem anime s
reincidencias por soave. O governo reclama vossn
jodiciosa .-Mus i.-raciio sobie este objecto. c lisongcia-
sede que provereis de remedio ellicaz os males pro-
venientes da caiencia dessa oulra lei orgnica do
exercito, lao neressaria para sua completa discipli-
na, e moralidad. .
A experiencia tem mostrado, senhores, que da
concenlraran regular e mallindica das informaroas
parciaes relativas a qbalquer ramo do servico pu-
blico, de cuja coordinadlo seja encarregada uina au-
tondade especial que lenha inimediata intelligencia
eom o ministro respoiisivel ; resulta mais ga-
ranta de uniformidade na marcha do serviro. c justica, e rrgularidade nas delil.erac.ie- relativas. No
ministerio a meu cargo essa concenlracao tem pro-
dolido seus salutares ell'eitos no que d'iz respeilo a
tiicalisarao dos fundos, pela creacao da coutadoria
geralde guerra erelativamenlead material do exer-
cito,pela creacio da repartija..de quarlal mestre ge-
neral. Neste nii.iislerio, porem, mu dos ramos mal
importantes dos negocios de sua gerencia, ainda n.io
eata complelamente sob a iarraencia salular do mea-
mo systema a.lmH'stf3tie^---Ee tm&-1*t.4.>r
coinprcliende o pessoal do exercito.
A respeito de'tc pessoal o governo lie infurm
quitlo as habilitares. c ana dirVitfts adquirido .
accesso, pela comir.isi.lo encarregada dos Iraball
preparatorios das promores ; e quanto a discipli
e adminislraco(J..ae"r\javio corp-.*, ...^ *nr(rU./ o,
^CfCn telo commandanie das armas da c" te,
pelos daa provjncias.nor intermedio dos respectivos
presidente, e por estas directamente, onde no lia
.'"minando de armas. Alm dissu, os inspeclort-s de
districto* mililares informam o governo tambal
directamente sobre as irregularidades encontradas
na inslrii'ro, na disciplina e na adminislrajao in-
lema dos corpos estacionados nos respectivos "*-
trelos. Sendo porunrsete os con.manilos Jo armas,
Viola as presidenrias de provincia. se,s 3S inspec-
ees mililares, nao pode hava' unidade da pensa-
menli. uas iiiforniac1*"*116 cliegam ao conliccimeii-
In do ministro < om, por conseguiute a regulari-
diide r-.nienle naquelles pontos relalivos ao pes-
rual do exercito, ie nao houver um centro onde to-
das essas informacoes se refundan), se regularisam,
se amoldem ao uuico principio vigente da aJminis-
Iraeo militar.
I Ira,esse centro incontestavelmeutr nao pode ser a
secretaria de estddo.cojos empregados.alni de lerem
a cumprir muitos deveres especiaes do respectivo
expediente, nao estao, por falla de habililaces pro-
rissionaes, na altura de poderem informar "o minis-
ro da guerra, em verdadeiro conhecimenlo de cau-
sa, sobre os principios que inlereisam essentialmen-
le a admiDislrarao disciplinar do pessoal do exer-
cito. E se por veutura acontecer,pelas vicissilndes
e conveniencias .I. poltica do par/., qua o ministro
inio saja profissional. ou que sendo-o e-leja por qual-
quer motivo, e desde longo lempo distrahidn do tra-
quejo administrativo da forra armada, nao onhe-
cendo. por conseguinlr, em qualquer dos casos, sa-
lino talvez vagamente, o pessoal que tem de appli-
car em diversas circunstancias, algomasda quaes
de vital mteresse para o paiz : ver-W-ba, elle m-
nislro.privado de quem o eoadjove na reda direrrao
de suasluzes. e da sua ai-rao a iminislraliva, por en-
tre a multiplicidade de iiiformacesoccurreutes mui-
les vezas contradictorias, e incoherentes e que ten-
dema entrevar, e desuniformar o svstema da nd-
miiiislrajao do exercilu.
Por isso pois entend- o governo ser sle alta con-
vauienria para a gerencia dos negocios da guerra
que. supprimiiido-se a enmmissao encarregada dos
(nihallios preparatorios das promojes. e o com-
riiinli. das arma da corle, sejain coafladas as attn-
huie.ies daquella rommissao e as desle commando de
armas, relativas ao pessoal da respectiva guarnicao
a um ollicial general rcm a dignidade de ajudanle
general do exercito. junio ao ministro da guerra,
que tenl.a a seu cargo infirmar o in--mo ministr
sobre todo qnanio diasar respeilo ao movimenlo,
admiruslrafo, disciplina e inslnicran do pessoal do
exercito ; colligiudo para is, com a coadjuvajao
dos empregados militares uacessarios. todas as infor-
majes que dan sobre o mesmo objecto o presiden-
tes de provincia, commaudanlesde armas, de corpos
de exercito de operajes. inspectores de distridos
militares, etc. etc., anlogamente ao que se pralica
no ministerio da iiiarinha. cuju quartel general he,
junto ao ministro respectivo, o centro da adminis-
trajao de lodoo pessoal da armada.
As attrilruices desse afollante general se estende-
rao na corte a fnspacejio do hospital militar da
goarnirao, que sendo meramente, um quartel de
militares enfermos, nao pode continuar fora -ta ac-
can inimediata e ..brigativa da autoridada a quam
a inlejucJoque a sugerio : foi infelizmente impro-
fieual; e. longe de cohibir a distraeco dos dinhei-
ros eeonomisados, abri mais largo espaco a essa dis-
traerlo.
0*1 objactos da que dimanavain ai econornias li-
carain suhsistindo, por isso que esta., ligados a ad-
inii.itii ji, interna dos corpos ; e as ditas econo-
mas alguinas das quaes, a nSo dar-se censuravel
desperdicio, nao po.lem deixar de fazer-se, e s3o li-
cita! conlinuaram a ser arrecadadas, e assim lam-
bemjas fradolcntas e pouco escrupulosamente ex-
trah la-. Eutao, nao havendo urna tal ou qual es-
cripi uracao a contabilidade que podessem ser snb-
metlidas a inspeejao ; o ampreso do producto das
ecoromias lcou correndo sem ujeijao a responsa-
bilic a.la nenhuma.
0 abusus coDlinuaram em maior escala ; o era
uacissario impor-lhes um paradeiro pala exlrpajao
de s a fonte. O governo, ten lo islo mui'.o ero vista.e
alia idendo a que nao eonvem despiezar a arrecada-
jao le certas economas que licitamente se podem
faze nos corpos, das quaei nao resulta lesao as pra-
cas em a fazenda publica, e cujo produelo pode ser
app icado a objeclos para que a administra.;."", regi-
mei lal nSo tem consignajau especial ;creou por de-
creto n. 1619 de C de setembro de 1855, conselbos
ecoi omcos em lodos os corpos do exercito de duas
ou nais companbias, hem como, -o forem necessa-
rio nas companbias soladas e nos grandes desta-
can latos. A esses conselhos, em cujas attribuires
o g.verno encorporou as .los que existan) para a ge-
ren. a dos fundos de rancho, de forrageir. c de m-
sica que ficarain exlinclos, commelteu o mesmo go-
vari o o manejo, e liscalisacao de lodos o dinheiros
que os corpos rereberem para sua adniini-lrai ,i.. eco-
non ica, e ileii-ll.es o rrgulameulo que veris junto.
O g >ver. o esta convencido de qua aulorisando as
eco nimias licitas, a sojeilando o objecto de sua ori-
gen sua arrreadacao e applicajao a aejao Tiscal dos
ins| ectores, extirpara' os innumeraveis abusos e de-
prejlacoes que secommeltiam quando a liscalisacao
nao era aulorisada, nem pcssivel.
1 a tabella dos vencimentos militares que baixou
corr o decreto de -JM de mirjo 'de 1825. nnlain-se
anmiia has .jue rollor;:m suas disposijoes fora das re-
gra da cquidade e da juslira ramuneraliva. Ve-
ris abi que as gratificacoes ile commandos e exer-
cici is estao calculadas na razao dos postos dos nffi
ciis que exerrem aquellas commissoes, e nao nada
orlancia destas.
e assim que, estando um coronel ancarregado de
roa commissao, por exemplo de estado maior de
mi
I
ata
pri neira classe, tem por seu exercicio n gratificadlo
de !09,mensaas, ao passo que um capital),--------
ma
.le-
par
ser
G
do,
roe
-aqoneria, por decreto de 18 de agosto do anuo pas-
sado, den aos conselhos de inquirirlo o regularoen-
lo que veris anuexo, no qual o official aecusado
acha contra a prepotencia e a arbitrariedade aquel-
las garantas que p'.dem razoavelmrule casar-se
com os principios fundamentaos da disciplina mi-
litar ; a acharo tambero os julgadores invariavel-
m-e"!.e.!!,a.',a.a-'"''"!!' que d.Vem s7?."ir "" curso >>ilila. para um ll^ho,'de~qiie devm millar
apreciaveis vautagens para a inslruccao mihi.ir pra-
tlica do exercito.
mas. em quanto se uaoorgan.sa urna tctica alemen- ha de faier com a compra de materia prima para a I razio plausivel para desa-perar o -overno ealaade
lar pnvaltva.nenl.Mio.sa em arWu.a coro as c.r- manufacturarao do equipameuto que faltar para o que .leve irm.ntendoo TSSilSSZSSm
cum.lancasp, collares do nosso exercito, e com- completo do exercito ; despeza essa que sera com- meios de que para,-o podar di m
emprrza esta para cu- | pensada pelo alivio do peso c do iucoromodoque of-
bataraza de oooiai guerras
ja ell'ecluarao o uiesiod governo tende a envidar os I frem aoskn snidad.x comararga quelsuppodam
leus esforros, e espera consegui-la mediaute o con- | pela economa que se far.. nos fotdroT foniecme
curso valioso da iulelligeiicia oe olliciaes nossos, ha-
do proces,o. e os meios para tranquillisarem sua
consciencia pela acquisiraode provas sofliciente pa-
ra formarem seu juizo e volaren) deutsnmbrados.
Junto ao dito regulamento veris o formulario
para os termos do processo, que o governo fez ex-
pedir.
A proposito desla particularidade, devo informar-
vos, que o goveruo leudo m vista regolariiar cerlos
procesaos do foro crimiual militar, que ainda cor-
riam sem praxe cerla, com aberrarlo doi principios
de direito penal, e dando lugar ao falsea.nenio da
apphi-.icao da leis punitivas, expeda, por decreto
n. 1680 de de novembro do anuo passado, os for-
mularios organisados : ,
I. Para os cooselbos de invesligarao de actos cri-
minosos em garal.
-2. P.ra os de investigarlo de deserc.io dos olliciaes
de patente.
i. Para os de inquirirlo do mo comporlameolo
e iiil)abilidade dos offiriaes inferioras.
i. Para os de disciplina, que qualiliam a deserrao
da pracas de prel.
5. FiaalmeMe, para os de disciplina qoejulgam
as [iracas da. Acharis aneiio. esses formularios, e o de-
rroto que os approvoo, os quaes subinetto i vossa
ronsiderajao. e
O governo julgou larobem conveniente lixar deli-
uitivamente os affeitos necessarios das bcencas que
se concedessem ao olliciaes e prajas de prel do
exercito, sobre a antiguidade dos mesmos ; por isso
que esses effrilos nao tioham o cunho da equid.ide e
da juslira no el ido em que se achava a legislara.) a
esse respeito; e por isso, tomando por base o prin-
cipio de que o lempo de licenja de mero gozo, qual-
qur que seja a nalreza desla, nio deve, d.vinesmo
modo que o das registrada*, ser contado para aquel-
les Pos em que s exige como coodja lempo de
servico effaclivo ; expedio o decreto n. 16,18 de 19
a mes-
commis-ao, so percebe 10; lamben) por mez. A
gualdade l.e por demais evidente ; e a falta de
ju! ra de equid.de esta' em qne estas gratilicares
Jja> sao pira occorrer os mi-teres dessas fli-
commissoes idntica, e da mesma Impor-
purquant.....la importancia dimanada na-
/a da commissao. e n.io da eiarrhia do eomruis-
sioi a.lo. Vos sabis, e ja cima aponte!, que as
ira ilicaji.es de commandos e de everrcios uo sao
i unen los proprios do individuo: o destinada
e par assira dizer do
i a* despezas especiaes,
ro.
s venciniealfls proiicias do. iodivj.lim sSo o so|-
a gratinenjao addicieaal, e a etpe ; e estes, cu-
passutfOS que sao, como reinunerajMO pecuniaria
do .raijo, s."io proporcionar- a cathegoria da pessoa
vunio lie razoavrl, ajusto. E, pois, muilo necessa-
ria se torna urna currerjao iiaquella tabella para se
liai iiionisarein as graliliro..."ie- de commandos a ex-
rrncioscom a importancia militar de laes commis-
siiei. assim como para fazer se-lbes um rexoarei
0| ment ; porqoe sendo a dita tabella calculada ha
31 aunos, a depreciajn de uossa moeda e as ueces-
sid.das impostas aos olliciaes para o deserrpenho do
sei (ico de que sao eocarregados. tem tornado insuf-
licieniet as ineuciodadas gratificajue. Foco-vo,
poi tanto, que vos digneis aulorisnr o|goveroo para
faier as allerajoes indicadas.
O valor das lacoes para cavalgadoras dos of-
fic aes e prajas dos corpos montados, era, em vir-
tu< e da lei de 2i de novembro de 1830, laxada se-
mistralmente em cada provincia por autoridades
subalterna competentes, e approvado pelo governo
na|corte e pelos presidentes nal provincial, Esle
s> sisma nao deixava de ser razoavel, visto como ..s
geperos componeDles- de laes rajcVes ollerecem len-
ivjel dillerenja de prejo de urna localidade para
ou^ra. Entendeiles, porem, conveniente e decre-
taste*, qoe o valor da rajao de forragem fosse em
tolo o imperio, a ioalleravalmente de 580 ris dia-
Ee valor pude ser razoavel em algumas provio-
cii s, diminulo em oulra, e mesmo excesivo em
p< mas. Para prevenir, pois, que us fundos decre-
ta los para esle ramu deadmimstrajao lejam bara-
te idos em algumas localidades, entretanto qoe em
o tras luta-se com os embrajos provenientes de
sua insufikieiicia, be de eqi.lade que se reelabele-
j; o systema das avaliajoes semestraei, comosnece-
dt a respeilo das elapes.
O governo esper. que, i vista das eoniderajoes
expendidas, vos dignis revogar o systema vigente
1 avaliajao geral, e permanente da rajao de for-
ulando este objecto debaixo daquello poulo de
vista.
A ordenan.;, de 0 de abril de 1805, sobre os
desertores, eslabelerendo as circunstancias aggra-
vantes da ..laserjo, iocluio uellas o levamentu
de armas ou armamento : e porque nao estivesse
definido o que si.) armas ou armamento, succedia
que se considerava como taes nao s as armas pro-
piamente ditas, mas lamben) os seus accesorios,
ainda os mais insLiiilicanles ; e entao. se o .lesertor
desencaminhava um desles, sua deserjao era consi-
derada aggravada, e a pena correspondente era a mes-
illa que seria, se a aggravajAo proviesse do desea-
niinbo da peja mais ralioH, a espingarda, por exem-
plo ; porque, infelizmente, na orden.in a citada, a
pena .ios desertores nflo he proporcionada i im-
portancia do fado que aggrava a deserjo; be a
mesma invarnvi luiente, quae-quer quo sej.im as
circumslaucias aggravanles.
O governo, para obviar essa iniquidade, e por
considerar que os acceasorioa do crinan enlo sao pe-
ca meramente de equipanienlo ; delirtia pelo de-
creto n. IliTI de 7 .le novembro do aur.o passado,
que veris anuexo, que as armas ou armamento, cu-
jo levameulo aggrava a deserrao, devem ser smen-
la a espingarda, a pistola, a davina, a lanrn, a es-
pada e a baioneln ; e impoz a condico ao eserlo'
recoDduzid.i de ii.ii.-ar p..^ mcooioo oa qalata i.orlc
.le seu sold o equipainculo e fardameiito nao veu-
cidc, .|ue por ventura desencaminl.asse.
A instrueja.) pralica dos corpos arrogimenlados
lo mililares que por sua natureza o exigireni, ele.
; Vu'ma parle mu.lo\imporia7t7d,;:lca,'i A?od,,ta *"* ^V. ""
disciplina para o lloro desempenlio da sua uiissao.
Essa iuslrucjao pralica, que consta do peifeilo co-
nhecimento da lctica elementar, pequea lctica,
ou systema de manobras, deve conservar harmona
em todas as suas parles, presteza nos muvimeulos
individuaos e collectivos e conformidade com as ar-
mas am uso.
Ella
Idimuilracf] de saude do exercito.
Esta admiiiisirajaolesla couliada ao corpo de lau-
de do exercito, ao pessoal do hospital militar da
guarniro da corle, que iiAo pertence ao quadro da-
quelle corpo, e .. cirurgiea engajados na forma da
alutorisara-i que foi confer la ao governo. e da qual
elle se tem olilisado bara supprir a deficiencia do
mencionado corpo defsaude, que nao est completo
e mesiuo que .. estivosse, o sci pessoal mo se acha
em relajao com asntcessidades do servijo militar
de-,ule. Os i.niciaes c prajas qoe en le mam -So
datados, na cuite, n|> hospital militar da guarnijao,
.] ie tem seu regtilaiaenlo especial ; e nas provin-
cias, ero hospilaes regidos pelo regulamento dos ex-
linclos regiinenta-.-s, rom as raodilicajes que tem
sido julgadas convelientes para harmouisar sua ,ul-
minislrarao particular com as necessidades da forra
da guarnijao am q(ja elle existen), e coro o Home-
ro de corpos qu selacbam nessas guaruiroes: ou pr
coulralo em hoipitaes de cari.iade.
0 governo nao lijni entibiado oa soliciludede pro-
mover o mais cuidadoso trtame ni,, dos militaras en-
farinus ; facihlan lp para esse fua acquie)jau de
todos os recur-osl uecessat ios. comporlaveis pelos
meios de que alie ande di-por. Nessa solicilude o
govc.no I.in sido cui geral acoropanhado pelo pes
soal eileclivo do corpo de saude no exercicio de sua
proliss.io, e por aquelles cirurgiOes qoe alie tem con-
tratado para coadjbvar o dito pessoal ; especial-
mente na lastimosa provari., porque temos passado
.iffroiitaiidii a lerrjvel e mortfera epidemia qtein-
felizmeule tem grsiato no paiz.
I'tra prevenir tanto quanto be humanamente pos-
sivel os fataes effctlos de tal epidemia no. corpo do
exercito o governi tem hincado m8o de lodos os
possiveis recuisosl; tem engajado mdicos sob van-
hijo-as condijocs, (empregando-ns nos pontos orfde
.i*! doua.u"10 ffjf ,' 1" ""'',*Ia"1"- ,e", seus st"rvisos urgijm, e fazendo-os acompanltar de
ambulancia, roupa-, entermoros, boticarios, ele,
como ltimamente aconteceu por duas vezes a res-
peilo da provincial do Rio tirando do Sul; onde co-
mo sabis, se acha maior fnrtja do nosso exercito
que em geral,segundo as ultimas communicajSet,
(ero si lo felizmente paupada pelo lerrivel llag'ello.
verno pua enga
de militares, pira
implcito da insofl
da do exerrito pa
(aun etTeito des
sentido o serviro
preenebido ; e a
denlemente que i
aquem das necess
do exercito,
Pero-vos porta
A aui..rsaraoq,jte animalmente cancelis ao go-
i ar cirurgioes paisanos, na falla
o servija, he um recoiihecimenlo
cieocia|do quadro do corpo de lau-
i a esse sorviro
a insotliciecia se tem seinprc re-
roesmo quando n quadro eslava
aclualidade tem provado conclu-
pessoal do corpo de saude asta'
dades da adminislrarjo sanitaria
lo que autoriseis o governo a mo-
dificar o regiilambnto constitutivo do quadro da
quelle corpo, an
meiile de til", olrseiaes. com m
f.-r
umentaiit.) o seu pessoal. aclual-
|n dos postes in-
porqualeendu 'ii os c.rpns do exercito.
iv. is o de guarnijao, licam computados em geral
res rirurgies pira 0 corpo de forja in-vima, '
ara o de mediaj e um para o de mnima
rirurgiaoper !:! prajas do quadro do
\ssi.n podc-se Tv.ita. rom rirnrgi.'.o. '
mira seren empije):ados nos hosp.Iae., Mi forlale- i fcclViandi '",i,Vas que forem co!^eradas ,n.s ur-
nos gramlRs leslacanieulns, nos. eatabeleetaten-1 genle
di
rageii), e que retttluais ao seu ialeiro vigor as dis-
p. sienes da lei de 1830 relativa a etle objecto.
A respeilo das rajOes de alepe e de forrageo,
coi.si leraces de bem entendida eqoidade levam o
governo a expor-vos a oecessieade de ama modifi-
ca rao oo valor deltas, conforme forem individuaes
oc gerae. He de limpies intuirao que o valor or-
di lario da forragem para ama cavalgadura de pes-
io i. asa muilo quem do uecessario para manier-
es convenientemente tasa eavalgadura isoladameote ;
entretanto, que esta-toesmo valor, se for razoavel,
pude sustentar satisfactoriamente a cavalhada de
um corpo reunida, porque na dii'.ribuirao das ra-
jues em commaoidado ha urna compmajao qoe
facilita o sustento dos cavallos com a quatidade
de, gneros marcada na tabella respectiva ; com-
pe isajao que se nao da a respeito de um s caval-
lo para o qual a quanlidade marcada he multo in-
so licieule.
As considerates exposlas a respeilo dn valor da
ra to de forragem tem inteira applicarac acerca do
va or da rajao de elape. Esta rajSo he fornecida
pa a alimento dos olliciaes e das prajas; e nao he
compele velar na maniileujao da disciplina dos cor- '* e,r0,Co."?e inlelligencia para reconheeer que
pos da guarnijao. I m ragulamenlo especial mar- ?""
espec
cara todas as altribuices do ajudanle general do
exercito em harmona com ns ptincipios que ser-
ven) de base isii(i,-;i0, e regalara suas relecoes
com as roa)s repartiroes do ministerio da guerra, co-
mo for conveniente para o an lamento dos negocios
que Ibe forem commellidos. Fundado pois nas ex-
postas razoes de inconlestavel conveniencia, pejo-
vo que concedis ao governo a necessaria autorisa-
jao para levar a enalto, sobre os fundamentos pro-
poslos, a providencia iudicada ; da qual o momo
governo espera que deriven) Ventajosos resultados
para a economia, para a disciplina c para a iuslruc-
jao do exernlo.
A reparlijao eccle-iailica do exercito, organisada
pelo regolament.i que acoinpauho.i .. decreto o. 74
las autoridades recruladra ; e provem dabi a inef- .
licacia, e irregularidade do servir,-.; >.-, a nacessida- *, ,l<,/e"ll,r" 'c IKstl, estal.elaceu o numero
de que o governo lem. para suppnr a insulliciencia T""e T""1" apeltaes para a primeira classe, e
.la forra do exercito, de poupar do recrolamento for-1 Jecl"",n auc somente os corpos movis osdevem 1er
jado. Dio su os guardas nacionaes em desUcamenlo, l,,"^. f.!.?*r..e."!.l'.,.0,'.l'efe.>s.i,r!n'i. I'ara os c"rP"s de
mas tambero o das capilaes das provincia que fa-
zem uellas o serviro da guarnija ; e serem de pre-
ferencia os designados para taes mistares aquellas
ero quem geralmenle nao recahem as isenroes esla-
balecida. lato quanto ao recrutamento forjado. A
reluctancia para a concorrencia voluntaria no servi-
co dai armas lem sua eiplicajao natural no recejo
pnico desse servijo que, em garal, domina nas clas-
se inferiores da socie.lade ; e na exiguidade do sol-
0 ilo dos soldados, a par da facililla le que encout.a
qualquer individuo das ditas ehtBfe* em agenciar
meios de subsistencia, ganhando salarios iguaes, e
ainda superiores, ao decuplo daquelle sold, mesmo
no misler de simples srveme de obra
dessa el
guarnijao, forlelBUi e estabelccincnlos militares,
lirados da segunda e terreira classes.
Ora, a lerceira rlasse foiextinrla, e a segunda nao
os lem anualmente, porque elles s passam para
esta por motivos mencionados no dito regulamento
e que os privan) de podar prestar serviro, a oveep-
jao de um caso em que elles estao nas circuinstan-
aias de poder presla-lo moderado. Sendo pois tri-
la e oitn os rorpos movise de gu.trnirao do quadro
doexerrilo que devem ter capelina, e"havendo alm
diso fortaleza, haepilaese as fabricas de ferro e de
plvora que tambero delle prarisam para o exercicio
.los aclos de religiao, o peteoal decretado esta aquem
das neresfidades do servijo ; c o governo ve-so na
esma qoanlia designada individualmente para
-u tentar a masa pessoal de tiro corpo de tropa em
coi imunidade, nao he de modo ueiilium sufficiente
pa a alimentar um individuo isoladameote; e se el-
la lao preenche esae lim, ao menos com a razoavel
nn.iikm i,ole. rica falseado o principio decqaidade em
que foi baseada sua concessao.
Pouderando-vos estas parlirularidades, o governo
espera que, apreciando-as coro vosso escla.ecido
juizo, as lomis ara considerajao para habilila-lo a
fazbr a convenanle roodificajao no sentido etposto,
na s no valor das rajas de forragem para as ca-
valbadnras de pessoa. mas tambero no da racao de
etajie dos ofticiaes, segundo suas calhegonas, e" pro-
poicionalmenle ao numero dessas raj.'.es que elles
actualmente perceben. em virtude "das leis em
vigor.
Pelo S '1. do art. 3. da le o. tUl do I de dezemr
bro de I8I foi o govarno|autorisado a reformar qual-
quer ollicial por motivo de mao roinporlamcn'.o
nao deve licar estacionaria, porqu2 os aper-
feijoamen'os que se inlroduzero nas armas exigem
modificajes, que alianceni proficuos resultados no
jugo destas nas acres de guerra.
A lctica 'ementar de nosso exercito ainda laes
longe de reunir as iudicadas coodires de conve-
niencia militar ; ainda nSo esta a par dos coobeci-
inenins lcticos da actoalidade que [>o-suotn os exer-
eilos bem disciplinados.
ePur decreto n. 705 de 5 de oulubro de 1890 fo-
rero mandadas adoptar para a arma de artilbaria ai
inslrticci.ps orgauisadas pela eitincta coroinissao de
pralica desla arma para o serviro das difTereutes
boceas de fogo mouladas em raparo's a Ouufre ; re-
gulando para a artilhaiia a cavallo s instroejoes
que organisou o lente-general Joao Carlos Par-
tal, e para as manobras das bateras de campanha
as da guarda real franceza : para a cavallaria foi
adoptado o regolamenlo I., marechal-general lord
lleresfor.i, approvado em maio de 1816 para o exer-
cito portugus ; e para a infantaria, o systema de
insirucjao, composlo pelo oflicial doroesmo exercito
Bernardo Antonio Zagallo. Esta medida, porem,
ma parece qoe, conquanto eslabelecasse uro svstema
official de inslrOrc.au para a Ires armas, ua.i satis-
fez complelamente as necessidades acluae* dessa
inslrucjao, debaixo do poni de vi-la que mais con-
ven).
Olanlo artilbaria, pollo que se adophi-se um
systema de imtrucjao para cada especialidade da
arma, todava nao ha a necessaria liomogajneidade
de pausa ment nos Ires syslemas. em relaja" os
pontos coromons das tres especialidades, e porque os
olliciaes desta arma devam ser instruidos ero indos
os tres syslemas, por isso que elles nao sao cla--.li
odos por especialidades ; muilo eonvem que um
systema geral e uniforme, convenientemenie har-
monisado, abrauja o trea syslemas, meihodisados
coro regularidade e precalo para a inslrucjao geral
dos ofticiaes de arlilharia.
O eviterna estabelecido para a cavallaria, que be
o que eslava am pralica no exercito ioglaz ha mais
de u aunos, oflerece inconvenientes em trr adop-
tado absolutamente no noeso exercito. Para isso
fra necessario reverlo, iimplifica-lo e adopta-lq
nossa organisajio d'.inT.n de cavallaria, e ao nosso
systema de guerra.
O systema estabelecido para a cavallaria, ^je"iTi
o que eslava em pralica no exercicio ioglez ha mais
de quarenla annos, oflerece inconvenientes em ter
adoptado absolutamente no nosso exercito. Para
isso f.ira necessario rev-lu, simplifca-lo e adopta-lo
a nossa organisajao .t'ariiia de cavallaria, e ao mes-
mo systema de guerra.
Finalmente sobre a rofaolaria bast dizer que o
proprio exercito portogaez nunca adoptou em seus
corpos a ordeoanja de mauobras de um de seus ofli-
ciae; sem dnvida por se reconheeer all o complica-
do do mechauiroo,eosdefeito* do svstema; com-
pheajao, e defeilos qoe a pralica no nosso exercito
lem mostrado exuberante.
Por toda estas considerarr.es o governo lem muilo
em vala melhorar o systema de tctica elementar
do exercito, harmonisando-o tanto quanto for pos-
stvel coro os sv europeus hem disciplinados, e inlroduzindo um me-
llior imeuiii quenaodexa de ser de alta ennveni-
enria para aquella inslrucjao, qual he a uniformi-
I dade nas unidades lcticas das Iras armas, uas deuo-
| ininacf.es de suas subdivises, de seus movimenlos
elemenlare. e uas vozes geraes de rnminando. Com
asta alterajao o syslcma de instrurjao generalia-*e
entre toda a ollicialidade do exerci'to : e esla tica
I mi-
_ forneci me-
los, visto que os -vstamas miihurados tambem im-
portam vaulagem de orejo dos objeclos delles sofoc
o daquelles do svstemaanligo.
Para as desjpexal com e-les mellioramenlos, pede-
vos larobem o governo o derretajao de fundos sufll-
eienles.
Vorli/icarrt, ouarlih, obra militares em geral.
As uossas fortalezas e fortificarnos em garal prec-
salo de um ou ouiro concei lu mais ou manos im-
portante ; e o governo nao se lem descuidado de
acudir aos in.s urgentes, proporcionando para so
o* recursos de que est amori-ado a dispor. Entre
esse* roncerlos mandados effecluar se inclue o d
Na actoalidade nada tem all acorrido da mo-
mento que mereja manj.1.. especial.
Pror/rfaftrte* dtcarios.
O governo, tendo em vista corlar os abusas qae.
com dispendio da fazeoda publica, se praiicavatn na
concessao de traosporle a olliciaes e toas familia,de
ornas part outras provincias, saodo a asesor parle
das veze> a Irasferrocia am mero oterem do* mes-
mo- olliciaes, ordenou, poravi*o da II de jane.ro d>.
crranla anno, que o traosporle so teja concedido
por eonta do Estado aquelles que viajarem esa ser-
vijo, comprelieudendo-se nete numero o prima
mos de un- para uniros rorpos. e os transferidos
por conveniencia do mesmo servjo; mas nao os que
o forem a pedido seu.E pnrqoe a cooceeaaa de traas-
porle as familias desses olliciaes podetaa dar lazar a
c,.... i i ..... i'"" .-'.....a? ni-.se-s oiuciaes puaeM* aar lagar a
i especialmente a quau-
Norle, para o qual decrelasl
lia de 0:0003 r.
A respeilo dos nossos quarleis, como nenhuroa
alleraro nolavel lem orcorrido depois do ultimo re-
talorio de meu antecessor, mo pretendo orcupsr
vosa atlrojao rom a repetirn do estado dos mes-
mos quarleis : retiro-me inieiramenle ao dito rala-
lorio, acrescenlanlo somente que o governo lem pro-
videnciado convenientemente para se etrectuarein
alguns concertosjnlgalos mais urgentes e indispen-
saveis, tinto quanto o permillem os fon los que fo-
ram consignados.
A proposito de quarleis, devo dzer-vos, que bem
poocos amos a qne se posta dar eom propriedade e*-.
te noma.
Na provincia do Kio Grande do Sol. parada ne-
cessaria do maior forja do nessn exeicito, he onde a
falta de qoatteis he mais nolavel, e a neces-idade
dalles mais urgente. Os corpos que guarnereiii os
pontos importantes da provincia.sao forrados a acam-
par a margen, dos arroios em palh.oj.-s pelos solda-
ptrenles remotos, e mesmo pesoas estranbas: gt-
ver'i,, defini no mencionado aviso qoe por familia
do .flicial para n lim de ter irau-porte por coala da
naci, se deve emendar somaole aquellas poesoa i
que, nos lermos da lei de 6 de Dovembro da ISiT.
tem direito ao meio sold do oflicial quando fallecer,
slo he, a viuva sua m.u qoe for por elle alimenta,
da, a inullier. as lili.as Mlteins, e ai lilhos roenura-
da IS aooa.
Com o mesmo pen.amento de ecousxnisar ot di-
nlii iros poblicos, e de extirpar abusos que se davam
no ...rneciment'is das aju la- de coito para viagens
terrestres dos olliciaes qoe a fazem per mniiv ra
servijo, ..ni rom no aliono de oulros \encmenlas
dos mesmos olliciaes; o governo evphcou, par avsaa
de -2i de oulubro do auno panada, qoe a taes efl-
ciao, no raso supposlo, c de viajarem de ama para
oulra provincia, se alione pelo mnimo a ajada da
cusi marcada pelo decreto n. 392 de 3 de marco .le
18*9, gralilicajao addicional a alape; e forragem pa-
vtnlagens liygienicas, qoe an para dcsijar, muilo
prejudicam a saude dos mesmos toldados, especial-
mente nos lempos invernosos, e sob o clima daquella
provincia.
.No estado excepcional de guerra, em eampanha
aberla, essa conlrartedade acha desculpa, e oflerece
inioaMno idea da rasigoaeflo, nao iii na sua quali-
daie de transitoria, mas anda na de achar-se com-
prelieudida nascondijoes iudedioaveil reclamadas
pelas circumslaucias das operacSes.
No estado da paz, porem, em que essas ra/.ies des-
ippararcm, he de toda equidada que se cure do
bem-estar daquelles que, resignados, alfrontaram as
intemperies atm.xphencas, e cuja sorlc bem mere-
ce a sollicitiide do paiz.
O governo, perianto, appclla pan: o vosso rcro-
nliecido z-lo, e confia que o habilitareis a minorar
os inconvenienles que da carencia de quarleis apro-
piados resultara saude e vida dos nossos solda-
dos propcslos a defensa da importante fronleira
do sol.
A* obra* mililares que rorrem por conla do mi-
nisterio a meu caigo,tambem nfu. tem lido alletacjta
importante depois de vossa ultima reonUo. Conli-
nuaram aquellas que es'avaoj em andamento,e para
as quaes o goveruo esta' habilitado com os recursos
conveniente-.
A coaduno das obra eomecadas, os coocertot
aadicaes de que precisam as forlilicaj.'.es e quai le e
i a eonjlrocjo de oolroi que c ratera neres-arfos,
ou utas demandan) sera duvida o cuiprego de tomuiai ron-
exernl... sideraveis : o gevern nisaa^ a iii. o.. ^ sait
sis coro aqurlla que for rompalivel para se r ef
7 .., i.......""' ve ........iiii.l>u..auiuiiin mire tona a oiurialidade dn exercito: e esla tica
laDiiuat, ouvula pruneirn a opiniao de um conse-t conbecendo os principios cardinae da pequea lac-
illo de iiiquiri.;,.,., conjposi de olliciaes de patente lira da tres armas : do que resulta a conveniencia
."lial mi. ki.t.n, ii,i- a iir.....iil. ^......l... i .__.. A~ ....
tambem so )rc o numero e dencuiinajao das
calegonas inferioresde seus olliciaes, e sobre a dis-
Irihuijao dos paitos equivalentes. Essas calegurias
e postos equivale ules sao actualmente primearos ri-
rargibM capltiei e leneules. e segundos rirurgi
lenles e alferel,; o que na se harmoiiisa inteira-
mente com a uniera jrarchica dos postos dos oulros
olliciaes do exerc lio o pode dar lugar a conllicl s de
de auloridade eqlre as duas categoras de firimeirus
e segundos cinirCies lenentes, por causa de suas
anhguidade- rolajlivas. O governo eulende que licari-
om liarmonisadas com .os postos do exerciloas catego-
ras inferiores db corpo de suade dividindo-a< em
classes de primeiro. segundos e terreiros cirurgiea
curresp.indendo a estas classes re>peciivarneulc os
postos decapita laiiente e alteres. As categoras
superiores e seus puslos equivalentes coovem que li-
quen) como actualmente sa acham. .
O rrgiilaroriitu du curpo de saude do exercito
impoz romo coiilijao de adniis-ao aojirimeiro pos-
to do dito eorpol alem de boa conducta c robustez
physica do candidato, tres anuos de pratira, o grao
de Dr. ero medicina, e provanja dcaptidao em con-
curso. Coroquaijlo a vanl-geiisque enlao se conce-
de rain aos tlruriobs militares nao fossem pequeas,
todava a idea le que para oble- las era preciso la-
jeilar-se a am cbncurso especial o cidadao qoe hou-
vesse nblido arjprovaj.ies plenas em lodos os aunos
do curso de sua arla, que f"sse laureado com o su-
premo grao acadmico de uina das uosias ficoldadei
de medicina, a que live-e ja um tirocinij de tro*
annos de rmica!, ara mus que sufliciculc para que
os joven dootbres repellissem a ollera daquellat
vanlagens, cuja aceitara.), mediante laes condijdet,
abalara de cerlp mi reputar.lo medica, e ac na algum desar. a' importancia social de seu grao.
Por isso ninguem se olTereceu a' can lid i!un. do pri-
meiro posto do Corpo de aude; e sai depois que bai-
xou a decrtalo. 800 A de 30 de junte de 1851,
ni ni.laudo suspender a coii.li. .o do concurso, ale
que se oomplohi.se o quadro "do corpo, foi que ap-
parecern) pretendenles as vagas, e alias foran ellec-
livamenle preelichidas; passandn desde logo a vigo-
rar a mencionada condijao. O corpo, porm, j. iii-
siifliciente no sleu estado cnmplelo, tem sido desfal-
cado [i .r i*'nii*.< e morles, sem se poder preencher
ai vagai occorrjdas e que Torem occorreudoj por-
que anda predomina o pen-ain-nlo que repella as
condijoes impostas para a admissao. Portanto, se-
nhores. para obviar inteirameute essa contrariedade
prejodicial ao aervco-de saude do exercilo, o gover-
no vos sollicila.a derogacao das disposijoes do artigo
26 do regulameoto do corpo de saude de 22 de le-
vereiro de 1851. quanto ao concuo, e mesmo quan-
to aos tres anuos de pralica ; por iao qua os doulo-
****"* medicina, segundo os estatuios de uossas fa-
coldades. adqoirem dorante o estudo do curio a suf-
ficieole pralica1 oa dioica dos hoipitaes; pelo que,
-------- ra as cavalgadoras de pewoe e de beatas de tVaiaaeai
dos constroidas. as quaei nao iradan lo ollerere as que Ibes competirn) pela legiilacAo em vigor; pa-
gaudo-se-lhes etas ultimas wnlaceos peloi das ne-
ci'-an s para a. vi.igei.s, que ser ao marcados palo
governo na corle, e palos preside..le- na* provincias.
O governo, allendendo tamben) a qua na subotitu-
irao ,|,| |uz de nzeile pela de gar oo arsenal de
guerra, e nos quarleis dos corpo* da guarnijao, haa-
ve prodigalidade dispendiosa esla taz, qoeseoo seria
-o'ir lente a subsliluijo da* qae ha va, e qoe alao
marradas nas ordens em vigor, ordenou. por aviso
de 18 de jullio do auno passado qoe foseen* tapfiri-
nudas toda as luzca que excedeaseni aquella, beae
como as que rxistissem no* campar limanto particu-
larai do roeuoos quarleii a arsenal qoe pela uadii-
reza de sen dectioo especial nao devam *er foraeci-
dns de luz a cusa do Estado, em virlude dat cita-
das ordens.
Sendo merecedoras da toda a c.n-iderajao e da
equidade .10 governo as prajas de prct de exercilu
que. havendo concluido tait lempo deservir, nae
se qoerem engajar por motivo da conveniencias pea-
soae*. e nem podem ler haisa do mesmo servica par
nao lutver recrnla* que as sunulituam na* Stares;
cas.. ..p. em que atlas firavam am paior condtfao.
quanto a vanlagens pecuniarias, duque aquella qae
apenas entravam para o sorviro ramo volanlariaa,
ou loe estando em rircumstancias inferiere* t del-
tas, .. eng.ijavam para continuar a sarvir; o goverm.
ies..lveu, par decrete a. 1658 de IT de oulubro da
auno passado, que a' placas nas rircnilantii
mencionadas se fizesse extensiva .. gt-lifirarao dia-
ria igual a., sold de 1.a praca, a ,ne tt refere o
arl i.- a< lo. ... sus de 18 de agosto de 1852; a i-
o ale que ellas a na .Cr e-.,.-.... pesa cessajeo
Jo, motivos qae o impedem.
Augustos e dignissimn* senhoras iepresentante da
uai.ao, eoocloo aqu a* informajoes que leaha a dar-
vo a cerca do negocios da repartija., a mea* cargo:
e fi-o promplo para mini.lrar-vos aquellas ootr.is
que julgardas conveniente ma josU apreciara..
do estado deses negocios, c da ntressidade das me-
didas que enlenderdei srem precisai rara seo me-
Ihorameulo.
Rio de Janeiro, ja de maio de IrCili
Mrquez de fa.iim<.
lOVEKIVO DA PROVINCIA.
I lim. e Exm Sr. Tenho a honra de rerocller ..
- Exr. as inclusa* demonstraj-es do* saldos exis-
tente uas dill'erenl-s cana a cargo do theaooreiro
desla Ihesouraria no dia 5 do crranle.
Den guarde a V. Exc. Theaouraria provincial de
Prrnambuco 7 de jiilbo de 1856.lllm. e Eta. Sr.
consclheiro Sergio l'eixeira de Macado, presdanle
desla proviucia.O inspector, Jo' Pedro da SUcc.
Deinoiislracjao do saldo exisleole na caita e-pecial
de amurli-a.uo do capital e juros das apolice, que
r.irem emiltidas em 5 de julho de 18.56.
Saldo em 30 de jooho p.
(ind..........
Kereila do I a 5 do cor. .
por sua nalreza,
que as demandaren).
pelo destino do edificio
or;a decretada, roulinuarao a prevalerer contra os
neos que o governo tem a tea diposirao para io-
mn-lns, em quatilo o exercito nao lor dolado de
salei essencial, de sua principal lei orgnica, a lei
d. BFcrulameiilo. I ma lei do rerrnlainento em liar-
niuia cim o principios fundamentaos de uossas nis-
hliroes sociaes, c com os hbitos, usos, e cos times
de nata populajao ; qie forc a contiibuir para o
'.iiiriso, a indispensavel imposto .le -,.ngue Indos os
cida.ans apto para isan ; que isenle desse imposto
sanante aquellas que forem reclamados pelos prin-
ripiaada bem entendida eqnii.ide, e pelas inderli-
"*'.....uivenieiicias da lociedade ; que aroior.'.e a
dedicarlo volanlaria ao servijo das mu ; qiieani*
me os rngajamentos dos queja prestaran) seu con-
tingente de servijo ; e que facilite razoav tmeme as
sao as cirrumslancias mencionadas no arl. 166 do
cdigo | eii.il.ciiiiiii.ilII,.
Antes desla lei que defini oque se deve enten-
der pnr mo comporlameolo habitual, os olliciaes
erara procestadot por esse motivo pelo eonselho de
inquirijao, se rommelliam continuas faltas de ser-
virlo, ou aclos contrarios a dignidade da seu posto ;
< depois dalla, pelos mencionados no citado artigo
. do cdigo,
uecessi tajes ; o que nao eonvem a disemine do i .,_.,. j ...
e.ercito, a a!, mesmo servir,,. rn "l.ho "' 1"nco, porem, via-se na for-
, ... ; .0,d necessidade de seguir, na marcha dos lermos
A urgencia pois de nao deixar correr ero aban- substanciaes do processo, suas propiias iuspiraces
dono no* nossos corpos e eslabeleriraenlosmililares ou as da auloridade que o Horneara, vi-to nao liaver
a s.ti.rara.i dos devens da santa rcligiao que pro- om regulamento qoe prescreve'e as formulas ne-
leva a nedir-vos tutorisajao para ale- | cessartas e essenciaes desse proemio. Assim o olli-
Esles ambarajos. que eslorvam o r.implemento da j P'ecisao de eoiilr.itar clrigos para occorrer aquellas
fe
var a quarenla o pessoal do quadro da reparlijao
eerlesiastici......mero que ainda assim, nao he suili-
rienle, mas que p..de ser distribuido de modo que
t falla nao seja sensjvel.
Os rorpos arragimenlad.isdo everrilo.al.ni d > .-on-
sellii. legal .pie adminisliava os fundos de r.inrho,
da mu.ira de forragem liuliam oulio particular,
nao fundado am lei, para arreradar e applirar no
provimeuto de necessidade imprevista e occasio-
naes, os dinheiros resultantes de economias, que
ciaes
elle
em una
concluia-se em oulra.
O govarilo eiileii.len
piiissiano apresei.lou-no uina prova
disso nos corpos allcmaes que ltimamente estiva-
ram an nosso servir.., cuja rapidez e precisan de
mevimentos nas manobras deixavam muilo a qoem
as dos nossos rorpos.
Na Hetptohl o capilao general Mrquez do Dnus
ro insliluio ullima.nente urna lachea das ira arma-
.ue rene as rondijf.es convenientes para a genera-
hsacan e uniformidade da inslrucjao militar prali-
ca entre toda a ollicialidade do respectivo exercito.
Em Portugal tambera esle ramo de iii'lrueca,. min-
iar acha-se ja ap-rleiroaiin, e coordenado em rela-
jao ao mclhorameutos que a pralica Iam uneeiona-
do como vantojosos ; e cada uina das armas do seu
exercilo lem sua lctica especial, organisada por
eommisses de ofticiaes experimenlados e habis,
icui.ados nao Initiam ciencia de que contra otlicialroenlc adoptada para inslrocco dos respecti-
se proceda; nao linham r.iculdade de usar v o corpoi. E porque o sysleroa de pequea lacli-
10 de dereza ; e molla* vezes elles eslavain ; ca aclualroenle em pralica no exercito porluguez
irovinna, e o prnresso inslallava-se, e rena aos mellioramenti.s que rnnlein, a convenien-
I eia 'le lar o mesmo exercilo rom o DOMO pontos de
qua aemelhtnle svstema de contarlo em relarau ao idioma, a uigaiiisaro e a
nroers-o, que decida peremplori.uiieiile do futuro disciplina ; o governo, dasejando reclifirai ., defai-
de um ollicial ; svstema insidioso e que choca os: tuosu -Nslem de tctica adoptado entre n.e=, prelen-
pmieipios de direito natural, n.lo devia continuar de ro indar porem pralica provisoriamente
desde que c liles confere o grao, fcam aaiornadosi
sem restricjoesj, a' exercer a arle de corar.
armamento e equipamenlo.
O nosso e-tercilo acba-se ainda estaeioaario em
relajao aos prgresso que Iam feilo na Europa os
ivslemas de armamento e equipamenlo dos corpos
e se melhorameiilos ha a que devanaos com mais
sollicitude app|audir a adoptar, os desses systema*
nao podem detxar de figurar na dianleira, porque el-
les nao sao de mera oslenlajo d* loxo.mas importam
ventajosos resujllados pira o hidfviduo, para a iieca0
conectiva da forja armada not actos de guerra, e por
conseguale paira o paiz mesmo.
O exercilo rita aiuda armado com at petadas es-
pingardas de fuzil, ainda usa o neommodo e mo-
lesto corrame amigo e as mochilas descommunaes,
cujo systema de prises para facilitara conduce;-,,, in-
dividualmente, inlhe a bberdadd de movimenlo dos
brajos do saldado,rlhe comprime extraordinariamen-
te acaixa do poilo pelaacjaogravilanledo peso da mo-
chila carregada de sua roupa a maisperlenjas ordina-
rias. Aquellas espiugardas.alcm de altaren) ja repro-
vada no exercilo. europeos, precisam de urna snbt-
titoijao quaii geral, porqoe o uso constante as lem
damnificado, e os repetidos concert sao om palia-
tivo que nao pode alian jar seguran ja. Por isso o go-
verno, tendo ero vista acompanhar o movimenlo eu-
ropeo no melhorar o armamento do exercilo, encar- j
regoo a pesioa habilitada de examinar oa Europa
quae as espingardas que tero provado nas ultimas I
guerras maiores vanlagens de conducrao e de aejao;
e sob informajoes verdicas, ja encoromendou a ne-
cesarias para o armamento de parle do nosso exer-
cito, por ler reconheeido qu.ui convenientes ellas sao
S proporjei phvsicas de nonos soldados, e .-. natu-
reza de nossa guerras. A demora da viuda dessa-
espingardas dim.ua do estado de guerra provenien-
te da questao que se ventila pelas armas na Europa
oriental. Se essa questao locar a seu larmo, como
h'li/ineiite parece provavel, a* espingardas eiicoin-
mendadu nao se esperaran por muilo lempo.
I'ejo-vosqne babibleis o governo rom os fundos
necessarios para occorrer a este empenh.
A respeito du eqoipamrnlo, o governo lem lam-
!!f.T.i.0Ti!.,a0 pe' T",0rar 'ysltn,:l i,1C0,,ve- .'^nconveuiciilesparaatxpnrlarilodoirodcToraa
'.-!:.'. da em .Pral,c.no ss exercilo ; c com fabrica,Jeomo hele esperar, alienta a ulilidade e a
Fabrica de poli ora i-i /: Laboratorios.
A fabrica ,le plvora da Estrella he um daquelles
eetabelecfmenlm de nos-a odmlrla fabril, que nho
pode deixar ,le merecer grande aiiiioajao c auxilio :
e por isso o governo lem sido sollicilo em pro-
videnciar (ara que elle cada vez mais se apcrfe.r.ie,
ennaideraudo que a plvora he mu dos prncipaes e
iudjnpenwveis elemento* de deh-n-a do paiz ; e que
us riimpre te-la fabricada cutre nos, alim de que
em qualquer emergencia de guerra, nao estejamos
na dependencia do estrangeiro para a oblcnjao desle
artigo bellico; oblenjao com a qual nem senipic pe-
deremos contar com certeza.
Os mellioramenlos que foram inlroduzidos nete
estabelec ment pela construejao de uovas oflicinas,
applicajo de roachinismi.s aperfeijoado, e mais
couvenieiile systema de fabrico, leem prnduzido
mu proficuos resultados em relajao a'qualidade da
plvora fabricada, a qual tero sido da uielhor ero
cada uina das Ires especies de canhao, de fuzil e de !
caja.
A quanlila.le, porem, nao pode ainda correspon-
der i. necessidades do exercilo : para isio fra ne-
cessario ,lar maior deseuvolvimcnio ao e-labelecimen-
lo, e montar outras machine* ; o que o govern- ira'
eflecluando na proporcao dos meios que liver i la
disposijdo.
Para harmonisar o systema da administra jan do
eslabelecimento com os mellioramenlos que ueste
foram feitos ; e para dar mal largo descutolvimen-
to i ace.u. ailminislraiiva de srtas autoridades espe-
ciaes, alim de haver melhor iuspecc.io no evico e
mais prnficuidade na liscalisajalo dos objeclos com
que lem de jogar o pessoal da fabrica para o anda-
mento dos trabilhos respectivos, o governo jutgou
de loda a conveniencia reformar o regulamento do
esjabeleeimenlo, e rom efleilo o fez por decreto n.
1709 de 29 do dezembro do anno pastado, que com
o regulamento reformado veris anneo.
Ao rclatar-vos as parlirularidadet menciooadll,
sanie profundamente o governo ler tambem de com-
muuicar-vns que uina calaslrophe deploravel veio
de algum modo parausar, posto que por poneos dial,
os liabalhos do estabelecimenlo.
No dia 1 de fevereiro desle anno roanifeslou-se
uina explosao na oflicina de (rilurajao, mixlao, e
ccropressao : foraro vidiroas delta e fallecern) ins-
tantneamente n meslre encarregadu dos Irahalhos
de plvora, e 5 soldados do corpo de .utilice- que
all Iraballiavam ; e no dia immedialo, mais om sol-
dado do mesmo corpo, em conieqoeucia dos feri-
meutoi que recebera.
Se uo hoavesie a lamentar a morte desles sete
infelizes, os prejaizos que o explosao produzio nao
se poderiam lar por considaraveis, vislo qoe a repa-
rarlo dos damnos causados no edificio da oflicina e
no machinismo, foi orjada na peqoeua quautia de
7:0003 rt., pooco mais ou menos.
O laboratorio pyrolecbnieo estabelecido no Cam-
pioho vai funecionando satisfactoriamente. Tem-se
all fabricado eooslderavel porcao de espoletas para
a espingarda de percossao, e confeccionado carlu-
xame para ts carabina! de i'houvenin, volgarmenle
chamadas tige, para as espingardas prussianas de
agu ha, e para as de pederneira ; bem como algum
fugeles de guerra do svstema alternas).
Ouiro laboratorio exilie, em menor escala,adjunto
ao aneoal de goerra da edrte, c estabelecido oo
Morro do Caslello, no qnal sse coufecciooam aquel-
las munijes da guerra de oso mais geral oo exer-
cito actualmente.
Se vos digourdes ailoritar e habilitar o governo
para a const. uoc.io do arseaal de guerra eom at pro
pinjos conveniente-, na Estrella, he muilo provavel
que o mesmo govern.. refunda esees laboratorios em
umjs, anuexo a fabrica de plvora ; porqoe be es a
fabrica que deve foroecer o principal elemento mt-
leril de aeu trabalho, e o arsenal he o deposito ue-
cessario de seos productos : portanln resulla conve-
niencia para o servico, c mesmo economia, de soa
proximidade desles doui eslahelecimentos.
Fabrica dr /trro de S. Jnao de Y panana.
Este ettabeleciiueulo, que possue una das roai-
ricas minas de Ierro cotilleadas no paiz, poda ser
de summa ulilidade para o exercilo, c para nossa in-
dustria, se, infelizmente, os productos de soas elli-
cioas nao acliassem vigorosa competencia nos do im-
porlaj.lo eslrangeira. que, alm da maior perfeijdo
consequeute do prgresso da industria europea nos
trabalho* de-te metal, podem-se obter no mercado
por prejos muilo mais mdicos do qoe os da nossa
fabrica ; contrariedade esta devida a falta de vias
de cominunicajao do eslibelerimeiilo com os porto
lo liltoral da provincia de S. Paulo, que imposibi-
lita o transporte de grandes e pesados artefactos, e
Inini .....i dispendioso o dos pequeos, qne ha lodo
feilo as costas de testas ; pelo que lio elevado a
mu alto o |eii valor, e pin ronsegumte tero de
ceder o lugar a' concurrencia do estrangeiro. Se
dos ni II.linimentos malcraos do paiz. para cujo
deeeiivolvitaento felizmente se vai volandea alllu-
encia dos capilaes, reiullaiem vas de communica-
l:79ls9K8
MM
Despea Men
i
Saldo
.....wmttm
O Ihesnureir
Thomaz Jote da Silea (iuma
O asenvao da receila,
Antonio Cardoso de (Jne tietnuiisliarao do saldo existente na caita especial
dat apolices em 5 de jollio de 1856.
Saldo ero 30 de juubo p.
lindo.
Receila de I a
Despeza idero.
I.".:!::10-3000
5 do corr. y
I5sl:300tlil
I
S'ldo.....1.i3d00tlino
O Ihcsoureiro,
Thomaz Joi da Silca Cumio.
O escrivao da receila,
Palomo Cardozo de Qiieiro: Fumec:
Uemouslrajao do nido exilenle na caixa especial
das loterias em 5 de julho de I85C.
Saldo em 30 de joiibo p.
, "nu.......6797334
Receila de f a 5 do cefr.
Ib-peza idea. .
' Saldo.
Em cobre. .
Em oolas ,
53667
6:8*59000
6:83f)!*67
9
6:8303667
6:830s667
O lltesoureiro.
Thomaz Jote da Silca Gusmo.
Ocsirivao da receila,
.Intonin Cardozo de tjueiroz Fonseca.
I le i"., n-I rajan do saldo existente na caixa especial
da ponte do Rea le em 5 ,1c julho de 1856.
Saldo em 30 dejunho p.
lindo......9:0!7#98S
Id-i--i la de 1 a 5 do corr. 9
Despeza dem.........
Sald...........
Em cobre...... 106o986
"notas......8:91 IWWO
9:0179986

9:07998
esse lito ten, providenciado para que se reformen) as
pecas ainda aproveilaveis. aligeitaudo tanlo as mo-
dulas romo a corrame, alim da po-los em harmo-
na com os uleis nielliiiraineiitn- inlrodii7nl..s nos
exerrilos.qua razoavelmente podemos tomar pm nor-
ma em materia desta nrdani.
.Nem lodo o equipamenlo, pon-m, ei.. na. er-
que I cuinsiancias de solfrer ai mndificajes reennbacida-
-. OmM ...__-____ j -.-. I ~-..... r ,-"..v" ......i-..,,.,,1,,-ni,. ,, Hue .:.,.,is.ai.cias ne sonre as ntodihcaces reronhernl-.
a figurar na nossa jurisprudencia militar ; e em con-1 se acha em vtgar .uquellt exercito para as Ir, ar-1 mente proveilosas: e pnf isso lguma imfmaSS-
MUTILADO
necessidade de uro metal de lao geral applicacAo
como he o ferro ; enlfio o estalieleciiiieuto, inelbo-
rado e desenvolvido na razan das precisos ; e, pela
aiqnii.a,i de liabais operario, aperfeijoada all a
niel illiii ;i, do ferrn ai. par de KM prgresso no
paires em qne asta scienria he .ulv.nl. rom esme-
ro ; os seus prodartos poder.. roucorrer com os do
estrangeiro, e a fabrica prosperara'.
Oim tilas esperanjjs, de cuja realiJade uao lia
9:017,>986
O Ihesoureiro,
Tlwi/ia: Jote ila Silra dutmao'.
O escrivao da receila,
. tntonio Cardozo de Queiroz Fonseca.
Deniouslracao do saldo existente na raixa especial
do ealcamenlii das ras desta ridade em 3 de
julho de 1856.
Saldo em :10 de junio, p.
rindo.......
Receila de I a 5 di. corr.
.wim
aettao
Despeza Mam
Saldu.
Em cobre.
" notas.
191)9519
i:ti3iKl
:-!:> 19
9
I.-S19HI9
1:2129319
O Ihesoureiro,
Thomaz Jo*r da Silca tiutmao.
O escrivao da rereila.
Uiimiiii Cardozo de tjueiroz Fontecn.
Demonslracao do saldo existente na caia de dep-
sitos em 5.le julho de 1856.
Saldo em 30 de junho p.
"do....... 11:3088876
Heci'ila de 1 a 5 do corr. 3U:0WeO0tl
-------------- -i:5089876
Despea dem
Em cobre
nula-,
lelras
Saldo.
I
9
I
sonMpna
211:5089676
O Ihesoureiro,
Thomaz Josr da Silra (lusmao.
O eaerivae da receila,
Antonio Cardozo de tjiieiroz Fontera.
Demonslrajao do saldo existente na caixa do exerci-
co de 1855 11856 em 5 de julho de 1896.
Saldo en 30 de junho p.



OUHlOOE PERNAMBUCO QdilTI FlIM 9 DE JHj r iS56
lindo.......335:583I74
Receila de 1 a 5 do uirr. liTUtisOJI
Despeza dem.
Saldo.
Em robre.
i> uolas.
aBS&ttOSS
0:154^*6
88|S99
. I9&99000
I93.-0M8559
193:0T^i59
O Ihcsoureiro,
Thmnuz Josda Si Ira Gusmao'.
O escrivo da' receila,
Antonio Cardozo de Queiroz Fonseca.
Iirmoiiilracao do saldo existente na raiza do eierei-
cio de 1856 1857.
Receila do 1- t 5 do corrale. tSififiOslKl
Despeza idsm.........40:(K:(t(XH)
aldo
Em cobre.
u notas.
153
oiMUMOQ
.V.6IWI53
5:liti5l53
Urienlal. I'rla segunda ve/, no cumeco de 1851,
urna divisan imperi.l de .i.UO hmeos chegou a
Montevideo, por pedid" iu-laule do presidente e em
execuro de urna da clausulas do tratado que ohri-
gava o Brasil a prestar o seu apoio paro a manuten-
Sito do governo legal. Esta forra militar a-sislin
coin a arma ao braco a urna nova revoluru ; nao
podend" coadjuvar o presdeme Flores as Mas cm-
preza* abertamento ineonslituciouaes, limitou-se, no
majo dos conlliclos locae?. a inanter a seguranza pu-
blica. Assim que o negocio se arhou hem ou mal
rraiijdo, o governoimperial *giiilicou olllcialmcn-
le ao governo provisorio da repblica, que a ua in-
Kiir.iu furin.il era mandar retirar as suai Irnpai ; ni
I hora em que eicrevn, ja mo lia um soldado brasi-
leiro no estado de Montevideo, porque o movimen-
to de evacuaran devia e-Ir runcludo a 15 de de-
zembro.
Seguramente mo lie este n romportameiito de um
governo que uccullasse inleno.ies de invaso. N3o
allavam pretexto ao Brasil para continuar a tua
O theioureiro,
Ihomm ./-' da Sitia Gutmo.
O escn,"o da receila,
Antonio Cardozo de (Jueiraz Fornica.
E1TERIQR.
I m Sr. Depulado :Nao lie mo o que eu que-
ro ilizer, pergenio : quem lie o interprete da opnno
publica '.'...
O Sr. S. Olegario :O interprete da opiniao pu-
ruradurjque aceilasse essa clausula, tanto ronis quan-
lo para ..contratos do Kio le I,ineiro'e da Babia nao
se deram lAo pesada impotirao.
A' visla disto n ptorura.lor de Eslad'Ens pedio ao
, i -----i*" -- -- |- > ....... i-v laiiou i'vuiu au
mira lie cana um de nos. lie cada lioinciu de per governo um piazo raso-vel pira que pode*) conul-
II. somos lodos conjunclamciile. |ar 0 SPU coiutiluinte.
O Sr. filmen*; : As veles a opiuiao publica I O Sr. Barros te Lcenla : Eu posso allirmar
deciduo ilo primeiro mentir -
O Si
caur
0
que a
ro me
O Sr. S. Olegario :Nao ha tal, a epiniSo publi-
ca be qorni ioiaBIvel em suas senlenras, ella obra
sempre comauuilo criterio, ella empresa sempre a
verda le ; piando a calumnia e a mentira existen),
la esta a opiuiao publira para desmasrara-las...
Um Sr. Depurado:lluanlas veles a calumnia
toma o lugar a verdade ?
OSr.Saoino Olegario: UoiUl vezes peder* I
quer o nuhre depulado por torra que os ronlralado-
res n.iu Icnham de emprear uulro gaz se nao o hi-
drogeno cerporetado, quando em neulium artigo do
contrato >e falla no nome de n;ii algn.
OSr. ./(i/lo.Falla-seno gaz rccommendddo
pelo esle.lo actual da srienria.
OS1'. S. Olegario :--Mas nao salie o nobre de-
iiilerv 'enro com um earaeler mais lignifiralivo, pola calumnia lisuar a reputarn deste ou daquelle in-
que o Eiladu Oriental llie deve dous milhes de dividuo. mus a final a verdade se dcscobre. Ai ideas
piastras. Por outro lado nada llie era man fcil do seobores, lem u seu periodo de neobaeflO depois
que lomar partido as lulas Intestinas qoeaisistio, de passar e edesl'arte alrahir a si as sympalhias de urna porcSo no peuanifnlo dos homent por urna elaborarlo
da popularse He islo a que leria felo cerlamenle qualquer, germinam, progridem e tomam o seu ver-
a omnipotencia que quizera abrir par si a eslrada dadeiro carcter. Se tiverem sido diladas pela ma-
para um prximo dominio. U Brasil nao fe nada levoleucia. nao lardara a opiuiao publica em favor
O BRASIL.
Por Charles Reybaud.
A lista civil foi citabelecida por urna le de $ de
agoelo de isid. A dotarlo do imperador he fixada
em 800 coolot de tei 12:400.000 Ir. ) ; a dolacao
da imperatriz he de 9U conloa ,288,000 fr.J O prin-
cipe e priucezas da casa imperial receben) igual-
mente ou ilutaran ou peoses alimenticias, o orca-
lueolo faz lace asdeipeus de educarn das priuce-
us menores, flfbaa do Imperador. E-las diversa
parcellaa com i doa(3o de S. .M. a imperatriz viuva
de D. Pedro I, elevam o algansmo lolal da lisia ci-
vil a' omina de 1,083 coulos de reis ou 3:249,000 fr.
E-le algarisno he modesto ; mas, para honra do
joven imperador, se deve dizer quo ihe basta mi
so p..ra maoler o esplendor do seu Ihrono, mas ani-
da para fazer aben^oar-lhe o nome e o da iiupera-
Iriz por meio de urna iuexgolavel beneficencia.
O miniilerio do imperio, que encecra os captulos
relativo a' lisia civil, as duas cmaras, ao coutelho
de Estado, comprehende alm disto toda a despe-
z, que se referem ao ensiuo superior da fculda-
do e ao entino teroudario, as ioslituijdes litlera-
rus e scienlilicas, a'academia das boas arles, alij-
giene e saude poblicas, em fim a administre..!!, dos
correios, a admiuistrar.io das Ierras publicas e des-
petas parlicolares a' iipilal. Cabe a esta repartirlo
raiiiisterial. uo ornamento volado esle anuo a qdao-
lia de 15:937,617 franros. No ornamento de 1846
47, acerca do qual raciocina M. de Ponlho, a quan>
lia total das parce lia- do ministerio do imperio ele
va-se apenas a 8:828,970 fr.
A parcellas do ministerio da jastira, que com-
prehende o callo, a'polica, a guarda nacional, sao
calculada no uovo oirameiit... no algaiismo de
9:007,417 fr. O orcamenlo de tNlb47 conceda
tmenle a este ministerio a summa de 4:723,115 fr.
As parcellas do ministerio dos negocios eslrangei-
ro se elevam, em o novo orcamenlo a 1 :~w. 1 i.ii fr.
Aqni a despeza he menos variada e o orcamenlo de
181647 couctde 1:6(9,220 Ir.
Quinto ao ministerio da marinha, a diflerenca be
coosideravel : o algarismo do orramenlo volado esle
anuo bode 13:611,849 fr. O do'orcamenlo de 18'6
47 era sement de 10,336,189 fr.
O atgirismo das detpezas do ministerio da guerra
cretceu em pnfetCjoM ainda maiores. Eis-aqui a
respeilo de om e de nutro os dous orcameulot : or
Smenlos de 185657, 26,079,052 fr.
Em fim as despezas do ministerio da fazeuda se c-
levam. no orcamenlo actual, a' quanlia de
34:954,048 fr. ; eram, no orramenlo de M. de Poti-
Ihos de 29*13,687 fr.
Nao assigualarei circamstaociadameole as causas
doe augmeuto coosicieraveis que se observara uat
parcellas do mais recente orcamenlo e que te elevam
no lodr ao algansmo de mais de 29 milhes. S*r-
me-ha sofcienle dizer que esle acrescimo de par-
cellas, que se operou gradualmente, a' proporro
do acrescimo da renda publica, leve por alvo e por
ell'elo nao s melhorar a situaran dos funecionarios
de toda as clatses, mas anula a mor parle dos sei vi-
cos pblicos mu mediocremente dolad..?, e crear
novo serviros de urna ulilidade iocontslavel. As-
sim, ama somma de 1:900,000 fr. oi concedida a
nova adminislrar.in das Ierras publicas, que he cha-
mde por seus trabalhos a dar impulso a' obra capi-
tal da coloinsarao do imperio : assim, ainda as obras
publicas ",eraes. que i figaram no orramenlo de
184647 em urna somma de 336,000 fr. parlicipam
no novo orcamenlo de 1:200,000 fr. Nao pasta islo
de orna obra em estado de enibrv au, e que retebe-
r do lempo desenvolv)mento omsideraveis, pan-
qu ha grande numero de obras a eflcctuar, que lem
carcter da ulilidade geral e que se nao poden) a-
bandonar ii aerno dematiadameule especial can re-
curso mu restringidos das provinrias. Era fim ci-
Iire u r.j.iiu ses de guerra, rujo algBrismo se elevoo de 1:500,000
fr. a mai de 4 milhes e meio.
Com os recursos que acabamos de indicar, o Bratil
lem sobre o p o melhor exercito .: a roelhor esqoa-
dra de toda a America meridional e central. Elle ex-
ercito nao he numeroso; eleva-se pouco mais ou me-
nos a vinle mil horneo, sem fallar da guarda na-
cional que se acba regularmente organizada e se dio-
bilis fcilmente em cato de necesiidade. Mai se
o algarismo do eiercilo be restringido, he mu de-
nodado, mu disciplinado, mu hem tratado ; nao
se conhecem no Brasil os quadros monstruosos de
generae e de coronis, inuumeraveis qne devorara o
orramenlo das repblicas hispano-amerira as e nao
den,un urna piastra disponivel para pagar soldados.
O eslado-maior general do Brasil se reduz a qualro
tenenles-generaes, oito marecliaes" de campo, deze-
seis brigadeiros generaei' os ofliciaei superiores e
inferiores em proporro. Bem comrctudado por
chefes que conhece, o exercito he plenamente deve-
lado ao Ihrono e s in-iiluiroes, e fazem, em mi a
grande honra esta curiosa observarlo, de que no
meio das sedcc.0es e das renda que desolaram o
P.rasil durante vinle annos, a fidelidade das tropas
nao foi orna so vez, um s instante abalada : sem-
pre se congregaram sob a bandeira imperial.
A eaquadra de Brasil se divide em navios vela
e navios a vapor. Segundo o ultimo relalorio do mi-
nistro da marinha, le cnmposia da inaneira scguiu-
le : nariot a' ce/o, duas fragatas, 7 corvetas de ba-
lera descuberia, 8 brigues-barcase brigues, 17 bri-
gues escunas, escunas, patachos, ranli. ueiras e la-
le- : Marios a tapor, I vapor de 300 cavallos, 2 de
220, 2 de 150, 1 de 90, 2 de 70, 1 de 40, 2 de 25.
l'ara atrancar o qoadro normal Dudo por decre-
to de 26 de Janeiro de 1850, falla a' esqoadra ve|e
2 corvis de batera coberla, 1 corveta de teguuda
nrdem, 4 brigues e brigues-barcas, e na categora
dos navios a vapor, 3 fragatas de 300 cavallos, 4
corvetas de 220 e 2 vapor,-- de ultima classe. Ten,
Tora do qoadro normal doos pequeos navios a' vela,
don vapore, de lerceira ordem, I de lio cavallos, 2
de 23. .
A transformarlo do velho material occaaooa al-
gomas demoras, mas u impulso esta' dado e o qoa-
dro normal nao lardara' a ser precochido. O resul-
tado obtido ja he notavel : o Brasil, que aSo linha
ha seis annot mais do qne tres pequeos navio a va-
por, p6e em linha hoje dezeseit navios armado-
com este poderoso motor e que possuem urna forra de
2,000 cavallos. A Inglaterra ministro ,i urna parle
do novo material, e os arsenses do imperio ja co-
ineraram a completa-lo, sob a direceo de cngcuhei-
ros brasileiros-
Todo he relativo as cvusas humanas, e o esforro
he ridiculo quando se augmenta alem das propor-
rues do ob-taculo. Com os seus vinle mil homens
de tropas regulares e os -seus cincoenla navios de
uerra a vapor e i vela, o Brasil he rapaz de fazer
are a toda as eventualidades do exterior. Nao fal-
lo em probabilidad.' de urna guerra com a Inglater-
ra, Franca, ou mesmo com o Kalados luidos,
guerra que seria um absurdo, pois qne nao poderia
haver entre as grandes potencias martimas e o lira-
il inleresc alsom serio e contrario a debaier-sc.
por cousequencia nenliuma caosa plaoiivel de con-
llielo, e visto que o cummercio, este laro incon-
Irastavel dos povos, multiplica todos os das as re-
bienes e as'lrocas entre os grandes ceutros induslriaes
do norte e as ricas e fecondas regies da America .1.
Sul. Mas o imperio brasileiro lemvisiolios inquie-
tos, turbulentos, que para man de urna vez hilo pre-
tendido levar fura das suas fronteias a agilarao que
eiisle entre elles em permanencia. As foi fas res-
peitnveis de qoe o lirasil dispe, alem de qae sSo
uina garaulia de se?uranca inlerna, devem Icr por
elteilo conler e>sas ellervesrenrias e inipr s rep-
blicas hispano-amcricanas o respeilo dos direilos do
iinperio.Alguns exemplos rcenles provaram que,por
mai dearjoso que eja mauter a paz, o Brasil sabe
em calo de necessidade lesleinuiihar a -na forja,
que sabe fazer a gueirae a faz cabalmente. O qua-
dre limitado de-te eseriple nao me permuto entrar
nos promeui res da guerra contra Rosas, guerra tao
hbilmente feta qnau felizmente liao sido dirigidas
a- negociaries qoe eiiibarararu de anli-iiijo o direo-
tor aigeiitiuo em um lecido de inimigns, rolligando
contra elle o l.rngax, o l'araguav e os proprioa Ar-
gentinos reunidos sob a baudeira de l'rquiza.
Masa polilica do Brasil lie essenrialmente pacifi-
ca e rommerri.il. Aqtiles que a lem eslodado com
imparcialidade, fazem ao imperio esla ju-lir que,
ainda com adversarios mais Traeos, evila volunta-
riamente a perturbaran que grra a guerra, e que
neuhum peusameiiio de ambicio nao se e-ron.le de-
baiio dos seos aclo. Com ludo alguns agenles
polticos dos grandes estados europeos, prestaran) ao
Brasil ootros pemimenlos. Hesejoso. de provocar i
semelhanle, e be impo.ivel provar de urna forma
mais peremptona quinto o leu ilesintereise he sin-
cero.
Com ell'eilo, o Brasil lem oolras conquistas que fa-
zer, mais argntese mais fecundas do que as dos'
paizes que o circumvisinliam. Tein de arrancar a
esleriliriade o seu magnifico territorio; lem de eo-
cher com o estrepito dos maxados e com as vozes
varonis dos trahalhadoreso silencio das mas solidSes
tem de tornar vs seus rios. os mais bellos rio do
mondo, accessiveis a uavegarao e ao cororaercio ;
lem da abrir estradas alravez dos espatos incomen-
suraveis do imperio para cullocar o renlro em com-
muni. .-c.io com o litloral, para abrir ao mundo esle
livro fechado e eheio de mvslerio da America inte-
rior ; trm de fazer fulgurar a turba da rivilisarao
oai profunde/as espessas das suas lloreslas virgen ;
n'uma palavra lem urna ohra giuaulesea a realiiar,
obra que I -m emprenheu.lido com resoluran, mas
qoe > o Irabnlbo de om seculo poder levar aolim.
Quando esle seculo tiv-er espirado, quando liver Tea-
lisado a sua immensa taiefa, quando liver povoado
e fecundado o imperio, desde o I, grao de lalilude
norle al o 34 de lalilode sul. desde o 37 al 73 de
longitud' oeste, entilo sera' lempo, se os cenlo e cin-
coenla, ou du/.eulos milhes ce brasileiros, se aelia-
rein rnui aperlado nos sen- limites geographiros.
sera' lempo de rudar, que se poderia com rigor es-
leuder a in.ui al o Praia. Mas Ido nao se lefere,
nem a geranio presente, nem a que a seguir, e sem
se preocupar de um futuro que lian perlence a nin-
guem., o enverno do Brasil segoe alem da sua poli-
lica natural, volando-se exrlu-'ivamente as ubras da
paz. ,
Qual lie a pruneira e a mais importante deslas
obras, para qual devem convergir ledas as oulras'.'
He sem ronlestaran, a obra da rolomsarao. sempre
urgente, pois que o Brasil lem um territorio immen-
so a povoar, e a dar valor, mais urgenie hoje do qoe
nunca, pota que a supressao radical no trafico,, con-
sumila einbm pala eterna honra do imperador l>.
Pedro II, do seu governo, e de toda a nafao, .linea-
ra seriamente com ama prxima penuria de braros a
agricultura bi aileir.
He precisaiiiente porque a qoestao da eolonisarao
se eleva sobre (odas as oulia,que reservei fazer del-
la o objecto de um estudo especial. No ultimo ca-
pitulo desle livro, resumir! o que se lem feilo at
agora e o Irahalho de Teluro que prepara tao feliz-
mente a nova administracao das Ierras pblicos.
Mas, ainda que as letrasestivessem promplas pa-
ra receber os colonos, e estes iives-m compiehendi-
do todas as vaniagens de uina expatriarlo para o
Brasil, o mnvimeulo de emigiarao seria logo inler-
rompidu, se erlre i>s ceiros emque se devem cons-
tituir as colonia- e o lilloral do Atlntico nao hou-
vessem vas de communicafoe aberlas. Todos sa-
ben! que o Brasil nao lem eslradas para carros, e no
Brasil sabe-se dislo melhor do qoe em qoalquer pa-
ragrm, e esla dilliruldade dos transportes purali-a o
mesmo lempo a crearan de novas exploraces e o de-
senvolvimeulo das exploraces existentes.
E (er-se-ha feilo alguma coosa para obviar o mal'.'
Ter-se-hao lomado medidas para diminuir as di--
(ancias, abrindo-se estradas pralicaveis aira ve/ das
florestas profondas e das serras inaccessiyit? Sera'
possivel que em urna poca que nAo esta' moi dis-
tante se possa viajar, ao menos em urna parte iole-
rior do Brasil, de outra sorle que nao seja nat costas
de ravalies '.'
Com elTeiln, esla esperanra he permitlida: com
cbolo leme feilo no lirasil alguma rousa, c se pre.
paia aind.i mais de tal sorle, que se entreve em um
futuro bstanle prximo, o momento, em que a vida
remece a enrular no interior do imperio. Com c-
fralo, esla UansTormarao se esli preparando, he)a
mullo mais do que tima esperanra, comer entrar
em vil de realisarjo.
_Cm rw.... a.lranc ,;. q0p gS provincias
dispem, com a co.-idjuva^ao mu limiia'a.coniuo
Ihrsonro Ibes pode propoicionar, fura misler calcu-
lar as demoras desla Iransformacao, nao por anuos,
mas por seculos. Felizmente se o paiz e-i.t lirula-
do ao. seus recursos, a eua educaran finanreira e e-
conomica esla muilo adianlada. e a sue ndole com-
mernal Ihe sugerio os meios de levar a obra a ell'ei-
lo, usando intrpidamente do crdito que com mui-
la honra para si creou.
(Continuar-se ha.)
sem neulium re-
ser larde : mas
o ni no devera Ic-lo allendido ; mas assim nao
fez, e Iralou logo de assignar e-se contrato mons-
truoso, que lauto lem de pesar sobre o cofres p-
blicos. Se u governo quizesse seriamente a concur-
reuria, devera ler dado toda a publicidade a 19o gra-
ve negocio declarando ashasis sob qoe pretenda
fazer o contrato, afni de que podessem os pretenden
les formular as suas comlires, e nSo acontecer qen,
depois de apreseoladas as |.ropo-la-, ficassem os con-
currentes de fora da provincia em embararos por
cansa de urna mull lio consiileravel com que nao
ronlavam.
A propoiti de Eslad'Ens Inlou rom serio emba-
raros, sendo lem doviila o mais notavel a exigencia
de urna .-aura., de 50 conlos de reis na tbesouraria
provincial na occasiao da assigualura do contrato.
PSBmI JaSC.fi.
ASSEMBl.fiA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
Diieurto do A'r. Dr. Sabino, pronunciado na ses-
!o de 7 de Jim lio.
O Sr. Sabino Olegario :Sr. presidente, deseja-
\ a que a mesa me inlorroasse-se ju se acha na casa a
inl'oim-i.u. que exig da Ihesooraiia pruvincial re-
lalivament a natureza da cauran all depositada'pe-
los conlracladores da illuminaro a gaz.
OSr. Lutz Fitippe:fprimrro secretario.; Ain-
da nao chegou a secretaria.'
Cm Sr. Depulado:Pois tres das era bastante
lempo.
O Sr. Concahe* Cuimarc :Isso prova a
oa t.
Um Sr. Depulado:Isso be Torle de mais.
OSr. Florencio:-MJ\>! senboies'.... Como he,
que se apreseolam aqu asserroes de tal natureza f
Como he ,ue se allribue ma fe a una repartic^o pu-
blica sem prova .'
11'can,e ainda repelidos apartes.
O Sr. Sabino Olegario :Nao tendo ainda che-
gado essa informacao, parece-me que devo apresen-
lar un. requerimenln pediudo o adiamenlo da dis-
cussau ate que ella chegue.
' "i Sr. Depulado Ja fui vencido o contrariu.
O Sr. .S". Olegario:O que foi vencido foi em
referencia a primeira discu-sao, e os eitamos na
asuma.
On/roSr. Depulado:E o que nao veio ale a
segunda disco-sao, nao podera vir al a lerceira 1
O Sr. S. Olegario :Na primeira cliseus3o apel-
b.u-se para a segonda, agora appella-se para a ler-
ceira ; na primeira, em que se Iralava apeuss di
ulilidade do projeclo en me convenc da raz&es
apresenladn pelo Sr. Francisco Jo2o ; Iratava-tc
d.i ulilidade da illurainacac gaz, e eu nao podia
volar contra essa ulilidade, por isso volei pelo pro-
jeclo em primeira discuisao, independeme desea in-
formacao...
O Sr. B. de Larerda :Mas eu vi-o volar conlra.
O Sr. S. Olegario :Perdoe-me o nobre depu-
lado ; nao volei conlra, nem podia votar ; he ver-
dade, que me lulo levanlei, mas como lem sido cos-
tme nesla casa manifeslar-se o voto por acenoi
de cabera, en assim o manifeslei.
Cm Sr. Depulado :Isso lie*eoi quesles, que
nao sao importantes
O Sr. S. Olegario :Todei ellas sao importantes,
a casa nao se occopa de quesles que nao seiam im-
porlanle : islo porem nao vem ao caso ; o que pe-
ro be, que a di-russao se ade at que venharo esses
esrlarecimenlos, e por isso vou mandar mesa um
requerimento.
(O Sr. Presidente, depoi de apoiado o requeri-
menlo, o pe em discussao junlsmeute com o pro-
jeclo.
O Sr. S. Oles;arfo :Sr. presidente, Teliclo-me
por haver provocado, a discussao ueste projecto,
qne ia passando mansamente para o dominio dos
f-clos consumado.
/ m Sr. Diputado :Issn he que o nobre depu-
lado nao sabe.
Outro Sr. Depulado :E he forlissimo.
Oufro .Sr. Depulado :--Mas nao havia inconve-
niente, qoe assim passasse.
O Sr. s. Olegario :A nimba afoileza, Sr. pre-
sidente, proporcionen aos uobres depotados urna
bella cceaMo de olTerecerem aos nossos coocidados
urna brilhaule e\po-ic,io rie seos elevados talentos,
e urna prova evidente de que os deputados provin-
ciaes de l'ernambuco nao aspires! essa honra tao l-
mente para gozar em sanio ocio as regalas que Ihe
sao inherente-. Quem liver asiislido aos nossos Ira-
halho, quem tiver lid, as nossas discusses, nao
drixara de recoiihecer, que temos empregado o nos-
so lempo no esludo e ine.ti-.irao. afim de que possa-
mo> arn lar na conTeccAo das leu com que temos de
dolar a provincia.
O projeclo de lei que se acha submellido nosa
deliberaran, [o em primeira discussao brilhante-
menle Iralado, e em segunda a foi lamben) por
um dos aonos collegas, que merere e deve merecer
toda a consideraran da caf.i. Sr. presidente, lalvez
devesse, depois doquctuiho ouv
eu ii.i" devesse, oipius no que 11 uno ouvido, aven-
ios penetraran e psr moslrar-se importantes, ten-j turar mais alaumas raioca em favor de mlohas idea
laram que os seus governos mudaisem de ruino. Pa- em contrario ao parecer da nobro eommisslode
"Ceu-lhes pqr exeuiplo, que a ab video ariedondana perl'eitamenle o ler(ilorio do im- dos ja me armlumaram a cuutar sempre com a sua i del'lc
perio, dando-lhe a chave do magn.lieo mar inlerior j benevolencia, e |iorlanlo mais una vez espero, qoe! O Sr. S. Olleqario : -Y. que admira que
do Prala e virara a pobre repnblira do I riignaj l.io se submellcrao as con-equenria de ,ua maiman.mi- I (rangeiro. que por aqu passasse soubesse por
dilacerada e tao impotente que ralo duvidaram om dade. ilesse ne-orin '
ni- ti iiIa ama .. ..11_____-a I ___- i________a I I
daquelle que foi calumniado... h
lina toz :As vezes larde e
medio.
O Sr. S. Olegario :Poder
nunca sem remedio.
Sr. presidente, eu leio na lei que dan nascimenlo
a esle cootralo que o governo fira auloritado a
contratar com H. Gybiou, e Barros B-rrelo, ou com
quem melhures vaniagens ollerecer, a llliimiiiacau a
g.
Se o presidente da provincia livesse em visla 1,1o
son ule a letra da lei, relativamente aos individuos
com quem ella havia ordenado qoe a illiim)i>ar;fio se
cootr.it.isse, he claro, que elle jamis devera contra-
tar com outro qoalquer individuo, que n.'io fnssrm
os incluidos na lei, porque o que a lei quera era
que o contrato fosse celebrado com aquelle ; mas
haveudo o governo contratado com mais outro alem
daquelle, he evidente que o ex-presideule da pro-
vincia transgredi a lei, exorbilou de suas atlnliui-
res, econseguintemeule he millo o contrato, por-
que nelle figura urna pessoa que a lei n.lo designa.
O Sr. G. Gulmariei :Moilo bem.
O Sr. Slirfuo :Pero-lile que lea a segunda
parle do artigo.
O Sr. S. Olegario :l.a irti. Na segando parle
do ai ligo diz a lei, que o governo contrataste rom
uuem melhorn ranlageiis n/iereresse. He fora de
davida que esla dispo-icflu nao exrlue o individuos
designados na mesina lei, o nem e Dr. Nelto, que se
acha anigoado no contrato; mas como o governo
hoiive-c desprezado a segunda parle da lei para
(ingir-sr someiile a primeira. me parece iHroulesla-
vel que a admis-ao do Sr. Dr. Nelto, ueste ronlrato
he orna transaressao do pr-reilo citado, e uina exor-
bitancia da aulondade que o admillio de concomi-
tancia ciin oquelles.
lia mullos apartes )
Sentares, eu quizera somente urna demonsIrarSo
do defeilo lgico de minio, aigomenlaro ; mas em-
qoaulu nao m'a derem, permitlam que eu con-
tinu.
Cm Sr. Depulado :Continu que vai milito
bem.
O Sr. S. Olegario : Sr. presidente, dizia eo
que o governo havia despiezado a 2.. parle da lei
para cingir-se somenle a primeira.
Se aisiro nao fora, jamis seriara desprendas pro-
postas muito mais vanlajosas para se asslgnar o con-
trato em queslao, qne be evidentemente oMfeeiai-
roo aoscofres provincaes.
Sabrm os nobres depulados que a par da propos-
la dos Srs. Gvbson, Barros, e Nelto appareceu nutra,
sob condiriie muilo mais favoraveis, poupando a
piovineia no esparo de 30 anuos perlo de 700 con-
los de res.
Parece-me qoe esla propesli devera merecer da
parte do governo sera alteneao, porque de nada
menos se iralava do que de dotar esla capital com
um melhr ramenlu notavel, e ao mesmo lempo eco-
io mi-a r urna somma consideravel.
Se o governo quizesse em ludo cumprir as dispo-
sires da lei, islo be, se elle quizesse harmonisar a
primeira diposicao, que traa das pessoa com a se-
gunda qne lala das inelhores vaniagens, devera em
i.lenii l.nle de circumslancias preferir a proposla dos
Srs. Cybson, Barros e Nelle, e-al seria, na minha
opinilo, urna iniquidade se prncedesse de um modo
differenle; roa sendo essa proposl.i inleiramenle an-
tagonista da oulra, principalmente porque pesa mui-
lissimo sobre os cofres publico, be claro que o ex-
presidenle BSSigesndo o conlralu nAo quiz oslar pela
ultima parle da lei, e por runiequeiicia transgredi 1
exorbilando de suas allrihinces.
O Sr. U. Portilla: Nao apoiado.
O Sr. S. Olejorio : Ninguem negar urna pro-
posta muilo vanlajosa que |.ara a provincia foi dea-
prenda.
O Sr. Florencio: De que proposta falla '.'
> 8* .n lUeqnrio 1- ello da |irrtpo!a F.slort'E,?.
O Sr. Florencio : Oa...
O Sr. S. Olegario Ora '. .. Srs., eu ja disse ota
milhao de vezo qoe consagro muilo respeilo aos Srs.
uvbaon. Barros Brrelo e Sello, e que naoconhco
Eslad'Ens, nem sei quem elle seja. Pero-Ibes que
punha de parte os individuos, e tratemos das pro-
posla; n.lo se diga poisOra, porque esseOra
importa o dizer se que essa proposta tuto merece a
menor consideraran.
( Cruzam-se diversos apartes que robrem a voz do
orador e o interrompem. )
Sr. pre.i 'ente, pero a V. Exc. e aos nobre de-
i'Uiad. que me de-rulpem, le no correr da discus-
sao eu rnmmeller algum excessu ; sou om pouco ge-
nioso, e lalvez algum apaile vilenlo me obligue-a
trnnsviar-me da senda que al aqui lenho seguido.
Os nobres deputados lera visto que eu lenho labido
manter as discusses o respeilo que be devido a casa'
e o respeilo que devo a mim mesmo; submello-me
com minia docilidade as opinies dos nobres depu-
lados ; aceito qualquer correctivo >i inhibas ideas,
porque nao san do numero riaquelles que se moles-
tan) quando soffrem opposicao em soas opinie ; es-
timo que o- ine.i. pensamentos passem pelo crvsol
na anatvse, porque be esse o meio de corrigir os nie-
us erros e defeitos e emenda-Ios convenientemente.
O que eu nJo quero, e o que mo serve s3o opposi-
ces anulosas, porque dellas Srs., neulium bem po-
de re-iiliar, e s servem para lerir o nossolamor pro-
prio, e provocar orcurreucias desagiadaveii: (Nume-
rosos apoiado. <
Dizia eo, Sr. presidente, que haveudo uina segun-
da proposla moilo mais vanlajosa aos inleresses da
provincia, o presidente nao devera por modo alcum
aceitar oulr?, vislo que essa a que me retiro acollo-
mi-a\,i aos cofres pblicos urna quanlia enermissi-
ma, que pedia muilo bem servir para cutios me-
Ihoramenlos de que lano carecemos.
Sr. presidente, sempre qne se traa de negocios
rmelbanles, he obrigario do adminisliador da pro-
vincia annonciar as bases sobre que desoja fazer es-
ses rnnlralos. alim de que os concurrentes possam
em vista deisas bases apresenlar soas proposlas, isto
he,-devem sempie preceder a laes conlralu-, edilaes
e inriunrics, porque esses aniiuurios e edilaes
abrem as portas a concurrencia, e ninguem ignora
qne da rnnnii n nria resulla sempre vantagem:|mas o
presidente fez es-es annuncios nu caso verlcnle '.'
Eu de-ejava que o nobre depulado o Sr. Machado
Porlella, cx-serrelario da provincia, me dfssesse al-
guma cousa a esse respeilo...
O Sr, M. Porlella Houve loda a publicidade, mi
cune, nrii, quen. nao quiz. .
O Sr. S. Olegario : .Mas n3o houveram edilaes.
O Sr. .)/. Por'ella : Houve a publiclo da Isi.
O Sr. S. Oliejoio : -- Publicou-se a lei, be ver-
dad; mu isso nao era bastante para haver loda a
publicidade afim de chamar a concurrencia. Aqui
eslooeu, por exemplo, que n.lo live conbecimeuto
deque so preten.iia fazer tal contrato.
Um Sr. Deputaoo : Poique nao era empreilei-
ro
O tr. S. Ollegario :Mas lalvez o quizesse ser, e
nao me apresen lasse porque nao son lie que tal con-
tratse pretenda fazer: seria mai-. um coiirorreule
que contribuira para que o governo tizesse um ron-
trato vanlajoso. Eispois o inconveniente, que re-
sulla, de nao haver o presidente mandado publicar
pelo y rnaes que prelendia fazer semelhanle conlra-
to, e quaei as bases sobre que quera contratar...
f.'m Sr. Diputado i Qual be a lei, qur determi-
na, se publiquen) as bases '.'
O Sr. S. til l<",. orio : He a lei da equidade. he o
interesse qoe lem o individuo inromhi.to de f-zer
sementantes comalo, em alcanear as roaiores van-
iagens para a provincia: e assim prucedeu q presi-
dente do Para, o Srj Reg Barros, que, leudo de
por em exernran unja lei semelhanle, nao s man-
den annunciar nos jfrnaes do Para, como lamben)
nos de lodo o imperio, inclusive o Diarto de Per-
nambiuo.
Um Sr. Depuladd : A provincia do Par, nao
esla na mesiaa posifao da de Prrnambuco.
O Sr. S. I Ule gario : Mas o nobre depulado sa-
lle lambem, que a rovincia de Pernambuco Ido es-
la em posirJo i.. antojosa, que possa presrindir de
annuncioi alim de eflecluar com hom resultado em-
preus dessa ordemt lemos o exemplo do banco, que
foi levado a effeilo maii rom capilaes de fora do que
da provincia. Sem que precedan! annuncios jamis
a noticia chegar a-grande numero de pessoas.
f.'m Sr. Depulado: Proposlas houveram qualro.
O Sr. S. Ollegar.io : S lenho ronliecin-enlo de
3; orna do Sr. Bovftniu, a do Sr. tivbsnn, e a do Sr.
Eslad'Ens.
Ubi Sr. Depv.ltdo :O Sr. Cusmao lambem con-
rorreu.
0 Sr. S. Ollez/oro : Nao sei; -i qoe be certo be
que um _iainle segredo presidio a todo esle negocio.
1 m Sr. Depitludo : Tanto assim qoe um es-
rangeiru ebegada em um dia da Euru|.a logo soube
O Sr. Florencio :Mas anda esla em experien-
cias.
O Sr. S. Olegario :Ja lenho mostrado mais de
ama vez que as experiencias lem sido inleir.im.cnle
favoraveis, e u nobre depulado lera lido que em
mais de urna ridade da Europa he a Iluminar > fri-
ta por esse svstema. Nao queira o nobre depula.lo
fazer pasai os cinprezarios por lo innocentes, que
nao saibam e comprehrndam perfeilamenle qual
seja o esla.lo actual da iciencia. Antes diga que el-
les nao tem culpa de contrataren) com quem nao li-
nha as uccessarias habilttaces para isso.
Dm Sr, Diputado :Isso he muilo forte.
O Sr. S. Olegario:NSo vejo nesUs pal.ivras
injuria uenbuma ao ex-preiidenle da provincia, vis-
to que dellas apenas se depreheude que elle nao li-
nesla cidade, e muilo menos a um eslrangeiro, que
aqui nao lem reHres; por conseqoencia era neces-
sario que o governo allendesse a reclamado do pro-
curador de Estad'Eos em quaulu o consullava.
C Sr. Horcncio :Era perder lempo, e convi-
iilia que o c.ntralo fosse feilo quanlo antet.
O Sr. S. Olegario :Nao sena a demora de um
mez que prejodicaria a presteza com que se quera
fazer o contrato ; -e quando isso aconlecesse, en-
lendo que vala a pena lal demora, urna vez que
e-sa pruposla offerecia immensas vaniagens sobre a
oulra ; os hieree- da provincia ganhavam com a
demora, ale porque lalvez apparecessam novoscon-
rorrenles, que apresenlassem melhores condiroes.
A visla do que lenho expendido, Sr. presidente,
naturalmente se coueluo que o ex-presidente di
provincia obrou muito irregularmente em lodo esle
negocio.
Oi'r. Machado Porlella:Nao apoiado ; foi o
mais escrupuloso poi.'.vel.
O Sr. S. Olegario:Sr. presidente, outra consi-
derarn importante hi a natureza da caurao, que
se acha depositada na Ihesooraria iirovinciafem con-
sequencia de urna das eslipub.ri.es do conlralu. Sa-
hem os nobres deputados, que por essa estipularan
eram roniint.nl. i*e- obligados a depositara can-
cn de O conlos de reis .1 ou em diuheiro, ou em
apolires da divida publira, ou em acc,e decompa-
uliias acreditadas. Pois bem ; saiba-se ainda que
lendo os conlraladores dirigido-se Ihesourana
para assignarem o cootralo. Ibes foi por el'a apre-
senlado um ofiiciodo governo,determinando o depo-
sito da caurao antes da assignalura do o esmn con-
tralo ; o como quer que 11.I0 fosem preparados para
isso, -alno um delles, vollando pouco depois, nao
com O contos em diuheiro, nao com 50 conloi era
apoliecs, nao com 50 contos tn acues, mas com
um vale do director da rompanhiacosleira a va-
por, vale o qoe nada sisnificava, lauto porque
nao era isso o que exiga oarhgo do contrato, como
porque es estatutos da rompanhia nao permitiera o
Iraspasso das arres sem rertas e determinadas clau-
sulas, que foram inleiramenle polas de parle pela
Ibesouraria e pelo governo. Se o governo enleu-
dese que um a vale a dessa ordem poderia servir
de caurao.enlao devOra ler accrescenlado isso no con-
trato ; mas como assim o nao lizesse, he claro que
a receprao drsse vale a foi urna grave infracriio do
arligo do contrato, que o lorna nuil > desde a'sua as
signatura.
Cm Sr. Depulado: E so pode ler ess expli-
carao.
O Sr. Sabino Olegario :--Ao menos nao Ihe vejo
outra ; mas romo n.io ha proposirao que nao se su-
geile a explirares pni c conlra, pode muilo bem
ser que os nobres depulados, que se oppe s mi-
nhasfideias euconlrem razes para sustentar sua
opiniao ; sabe lodo mundo que nao bajabsurdo que
se nao sn-ienie. Eo, porm, que julgo que do mea
lado est a razilo, a jusliea, e a verdade, proruru
aquelles argumentos que me par. cen mais fortes
para convencer.
Sr. presidente, unta elau-ula ha acete contrato
que en julgo inconveuieiitissima, c que me parece
uan poder ser admillida de modo algum ; he a que
obriga a provinria a comprar 110 fim de 30 anuo os
apparelbos, malenaes, e obras, que os contratado-
res hooverem feilo ; essa despeza sem duvida lem
de ser muilu consideravel ; c hem poda nao existir
essa clausula no contrato, se o ex-presidenle livesse
aban lona.!.] o svslema do se redo, lives-e dado loda
a publicidade ao negocio, < d'e.t'arle abrisse com
lealdade a portas a conrorreiicia. ,
Um Sr. Depulado :Nao insista o nobre deputa-
neisa argumentarlo, porque.esta provado que hou-
ve loda a publicidade.
Outro Sr. Depulado :Nao apoiado ; nada e
lem provado.
O Sr. S. Ol.fnvio .Como quer o nobre depn-
lann qoe eo nao lusi.ta nesta ;ii.ini"i,._..... .; ,.,.
blicarao da lei feila ha um auno nao pode ae modo
algum justificar o prorediinenlo do ex-presidenle t
Um Sr. Depulado :He o que era bastante,mes-
mu quando uo sp franqueasse na secretaria do go-
verno os iieeessarin esclarrcimenlos.
OSr. Sabino Olegario :Ora ahi temos o que
eu disse lia pouco : uu ha absurdo'que se nao sus-
tente.
Cruzam-se muilos aparles.
Eslou persuadido, Sr. presidente, que se hou-
vcsSe a maior publicidade em tal negocio, esse onus
lerrivel nao cxislirn, vislo que d'eulre os muilos
concurrentes algum prescindiiia dessa clausula.
" Sr. Machado l'ortella : He clausula que
existe nos coutratos da Baha e do Rio de Janeiro.
O Sr. S. Olegario :E qoe tem isso ? O gover-
no, em lugar de olhar somenle ; ara os contralos do
Hin e da Baha, devra antes deludo consullar os
inleresses, e forras da provincia, ilim de verse com-
portavam semelhanle despeza, lauto mais quanto
dentro desses 30 annos tem a provincia de pagar um
juro, que monla a grande somma, juro contra o
qual (seja dito de passagem) alguem se tem pronun-
ciado, mas que eu nao paria a menor duvida em
conceder, porque entendo qoe para urna obra da
ulilidade da e-iia.la de ferro, que medeixa antever
um futuro brilhanlissimo para esta provincia, nao
he moilo que a a-semblen provincial addiccione ao
juro concedido e garantido pela asseroblea geral,mait
2 por reolo, visto qoe eise melhorameolo propor-
ciona resultados immensos a'agricultura, ao cora-
inercio, ele, etc., e conseguinlemente a' renda pu-
blira.
Sr. presidcnle.exi'le nocontrataouliaclausulaque
igualmente me parece desarrasoada ; be a que es-
tipula os pagamentos leilot pelo governo aos conlra-
ladores a razao de 45OOO rs. por oilava de ouro. Ora
nos sabemos qoe o cambio, premio, ou como me-
lhor nome leoha, d moeda augmenta entre nos
era urna razdo sempre progressiva, e por eomeguin-
le nao he de admirar que daqui a 8, 10 ou 12
anuo Ti enverno e a assemblra geral ae vejam na ne-
cetsidade de fazer com que a oilava de ouro, em
lugar de valer HHXi rs valha 5 00 69000 J. ;
ahi lemos um prejuizo do mai um quarlo, ou de
metade, que nao se dara, se por ventura os con-
lraladores fossem obrigados a receber a oilava de
ouro ao cambio porque estivesie na occasiao dos pa-
gamentos. Sei que ie pude dizer que assim como
os cofres provinriaes podem perder, lambem os em-
prezar.os podem ser perjudicado, se o preco da
moeda o. redundo a menor valor. He verdade isso;
mas os fados deinonslram qoe essa diminuirn he
improvavel, e que o augmento tem si.lmwinprein'-"
fallivel ; anda ha bem pouco teotpo a moeda de
360 rs. corria por 1920, e agora one por 2JW00 r. ;
asstn lem sempre acontecido, e ira' acontecendo ale
n^o tei quando.
(Ua moitoi ap .1 es, a que o orador responde
mas que nao pn.lemos tomar.)
O Sr. S.Olegario :Senhore, nao ignoro que o
nosso p.n/ enrora riqoissimas minas de ouro e pia-
la, e que nao he mpossivel a descoberla de uina
California, que produza ouro em lal qoanlidadeque
fara abaixar o preco da moeda ; mas tambem sel
que n3o pode isso ler lugar 13o cedo, talvez nem
d'aqui a 50 annos.
Um Sr. Diputado :E porque nao d'aqoi a 10
ou 15 anuos'.'
O Sr. S. Olegario :Porque ainda estamos mui-
lo atrazados; porque ainda nos fallara os meios, c o
goslo de explorarmos as minas.
(Ha muilos aparte-.
O Sr. ,V. Olegario ;Sr. presidente, nao sei se
acerca deste objecto me lenho exprimido bem, mas
o que sei be que fiz quanlo me foi possivel para bem
explirar-me e ser eulendido. A economa polilica,
bem como todas as seieucias, tem ana linguagem
propria que 11,10 pode ser bem empregada por aquel-
le que au a lvercni esludado.
'.me 10c :Tem ido muilo bem.
O Sr. S. Olegario :--A visla do que lenho dito
julgo, que o artigo referido be mais um peso que o
contrato Iraz ans cofres provinriaes,
Sr. prasidenle, mo me demorare na demonstra-
rlo de que o numero dos rombuslores marrado no
e-mol,!- para *eus enbores ; pouco no:
cora semelhaiiie c immoral industria, .,
mos, que a vida de-e miseravel curre eminente pe-
rigo de ser etnMgado. ou pe, rseos de algum ra-
nillo, ou pelai roda- de um rairo, nas... ganbe
elle, o maisDom'nut procidebit.
11 Sr. coronel Meneze Druromondia foi Inter-
rogado a respailo do ronlrabando de Africanos bo-
raes pelo Sr. Dr. chefe de polica.
Temos notado que a par que os boatos de la-
driei lem crescnlu, as casa de labolagem lera aug-
mentado, nao seremos mis quero (,,ne IH1| jjiijg.
-ao ptimos e mica ; nao podemos, porm, deixar de locar n'uma
que as Cinco Ponlai faz progresios, e onde se re-
ne gente a mais llmpa posiivel : se loo. de esperar
que or, Locei lome conla da empreza do iheairo...
mo ; querein ja antecipar-ie, que gente'. F. uma qu
ha na ra da Sania Cruz"!! E uma dos Coelhos':! E
uma? !... E oulra? E aquella ?! E esla Oh ,,,.
zumban.1; emfim ca' temos o rolzinho,ejlejam a ten
goslo e era seremos no qne os incommodem
lemos dilo de mais. e desde ja entregamos a' jusl
importara Ihealros.Mebano de loda as formas porque se pos-
:-1 san considerar. Aualvsar uro drama sii pelo lado
puramente material, romo produrro do eiigenbo,
romo parlo da imaginaran do ailisla. sem liga-loa
siliiaro e a vida inleira da lociedade que elle repre-
senta ; preciadir, na aveiiguarao de um enripio
dr-ta urdem, de todos 01 lar.n que 0 premlem, como
desenlio natural d? sociedade a que se enrorpora e
que pretende pintar, sena 0 mesmo qoe desronhe-
rer na sua especilidade a mi.-n da rrilica e lo-
dosos e.toreos da analyse decahiram.por falta de ba-
se,ante um rsrolhe invencivel.
As grandes paixrs que aguama hum.-inidade, o
mais ardenles seuliinenlos que a preoccopam, o
quadiocompleto dos vicios mais hediondo, commel-
tidos no correr de uma poca, ou o retrato enrgico
doi ridiculos e imprrfeices papulares, desenrolan-
do-.se era Inda a sua .-vienen., e com loda as couse-
quencia que Ihe sao proprias, o painel variado das
crues e dos faclos parlicolares que se vio prolongan-
do en) lodos m pontos da esphera social, no meio de
qualquer povo :
/
Sabem os noi res depulados que esta quanlia mo nba as uecessarias informares para fazer um con-
' *e. rt.n|er qualquer hornera eslabelecido 1 trato desso natureza.
O Sr. Macluido Vorlella :Teve tantas quanlas
foram neressarias.
O Sr. S. Olegario :Se as tivese procedera de
outro modo. t)i conlraladores estavam no -en di-
reilo nao declarando a natureza do gaz, que preleo-
dum empregar ; dessa eserva Ibes resoltara um
lucro muito vanlajoso empregaodo um gaz muito
mais fcil de obler, e muilo menos dispendioso.
O Sr. Sitrin; :E o nobre depulado quer sup-
por que elle lem mu le ?
O Sr. Olegaiio :*vo, senhor ; pelo contrario,
emendo queTelles cello 110 seu direilo, e que ao go-
verno he qoe corra a nbrigaraode informar--!' quaes
os progrestos, que a sernela tem feilo ; e isso seria
lacil se elle te leinbrasse de ouvir, por exemplo, ao
nosso ministro em Paris.
L'm Sr. Depulado :Est ludo prevenido no arl.
21 do contrato. '
O Sr. S. Olegario :(I art. 2i he lodo era favor
dos comala,b-ros ; nelle se dii: .> Os emprezarius
evlrabiro o gaz das substancias, que recommenda
o estado actual d sciencia, para se obler uma luz
lirilb.iuie, serena e inoffensiva ; e verilicando-se no
periodo da dnfseSo desle ronlrato aperfei^namenlo
ou descoberla scicnlilica de outro agente productor
de luz, de que pona resultar melboramento notavel
110 desempenho dele se-vi^o, po lero os empreza-
rios lanear mito delle, nblendo previo consenlimen
lo do governo.
Cm Sr. Depulado :Repare bem neslas ultimas
palavras.
OSr. S. Olegai 10 :-- Na 1 enchergo nellas as'iro
como em lodo u arligo, .-enao vaniagens para os em-
prezario, e neohiima para os cofres proviaciaes.
Segundo a disposicao .lesle arligo eiao os empreza-
riusem seu direilo seminlo-se logo do gaz hy Iro-
geno puro para a illuioiuarao, porque elle esla com-
prehendidu as palavras recommendado pelo es-
lado actual .la sciencia Dsendo o lucro que d'ahi
Ibes resulla 50 por cenlo mais do que oque podem
obler .injie.Mii,lo o gaz hvdrogeuo raiboretado.
Um Sr. Depulado: Que a illuminaco deve
ser por meio do gazhydrogeno car bordado esl sub-
entendido,
O Sr. Vertir de Brito Nio lia lal.
O Sr. S. Olegario : Neg; tanto por que nao
se .irlp isso determinado no contrato, como por que
o estado actual da sciencia comprehende o gaz l>\-
orogeuo puro.
O Sr. Pereirude Bn'/o: Apoiado.
O Sr. S. Olegario : as ultima palavras do
artigo apenas eucontio uma corlezia dos contratado'
res para cora o governo, e nao una aulori-ae.. ao
governo para obrigar-loa a adoptar us melhoramcu-
los que a -ciencia for demonstrando : se os contrata-
dores nunca quizenrm adoptar os aperfeictoamcutu
recommendados pela sciencia. jamai podera o go-
ueruo obriga-los a isso, e cousegninleinenle licai a
popularn condcinuada a solher por 30 anuos os ca-
puchos dos ditosemprezari.-. (Apoiados). O provdo
rnnsenlimeulo do governo, de que falla o artigo,
nao nflerere provincia a menor vanlagcm, quer
ludo isto que a inlelhgencia per -
lemos dito de mais. e: desde .a entregamos a MMiea cebe, como o resultado infallivel das Metal e do
publir.i as caas de taliolagem que senAo fos.em ,.- doiniuanle. passa irresislivelinenle do Ihea-
probib.das sena um diverlimenlo .....oceul.ssiino llrodesua maiiires'.arau especial para outra mais
A e-pei te/.i dos alravessadores de lamilla da visla e comprebeusivel.
He no dominio da scena que esse elemenlos ua-
luraes da marcha humau e do eaminhar da ocida-
de aspiram a desenvolvera com lodos o sen indii-
peasi ven efleiios.
Escolher, poi. do roeio de muilos faci, Iradic-
e.ies ou coslume de uma peca e de uma naro
ribeir.i ronlinua, c a gatumee de rerloscarniceiroi,
isso nao se falla ; nao ba quem repese as carnes,
aperar dos repesadores ahi estarem alguns em mas
ca- cantando o duelo do sine cura.
O Sr. Dr. Franca e l.eile praticou no dia 7 do
correle era uma mullier moiadora ua Soledade, a
operaran da ralaracta pela beral.ilomia superior, A
operaejao durou cinco minutos e foi presenciada le-
los Sr. Dr '
te o Velho
dade
5,10, e e
Hospital de cu id ole 5 dejulho
Julho 6 71
Jullio 7 73
//- amanh'ia
qualquer, aquelle qUB mai9 (eooM, preslar ;_
dn-roe e exigencia* de uma composicJo arlislica :
doeules.
Jos Augusto, Prxedes. Pitanga. Pon- ; elev'a-lo as suas prooorfoM naljaes, ao ponto de
A ilueole ale honlein |ia*sou sem nova-I grandeza que llie compele ; rode-|0 de bolas as
Aguardamos o resultado completo da opera- | circumslancias que melhor cnnlribuam para sua to'nl
mtao esclareceremos o publico a respeilo. representacao ; tornar os caracteres erdrlirn im
primir-lheso conho que Ibes cabe,, irtroduzMo",
na arcAo com loda a naluratidade. airn de que se
1 i-mi lieram neressarias a expreSS)o da ideia princi-
pal ; encadear na sua suces.ao legitiman difireme
pcnsamenlos subsidiarios,mas qnetarubun devem ser
apreciados nos seus pontos e lugares coiveoienles
arfaslar para longede si todo osquadros ceama ima-
giuarao desrejrada que possam ferir a pur.za c exac-
cla do verdadeiro ideal arli
diario i)e ytmambuco.
Recbenlo noticias do Bonito cora dala de i do
coi-rente. A' evrep.o das brxigas, que aiuda nao ti-
nhaiii desapparecido completainenle, nao havia ot-
corrido novidade alguma, e loda a comarca perma-
neca em completo socego; entrelanln, fra preso
ltimamente no lugar denominado Estrello ,
duas leguasilislante da villa. Antonio ioaquim da
Molla, ladro de cavallos e criminoso fie vanas mu.
les, sendo uma deltas commeltida em I.imoeiro.
)mmiimcai)iV'
instante que a alienen, do governo imperial na
fie rectificar a sua froutair, pondo ua primeira
occasiao, a mao sobre esla banda oriental que era
comuoseu limite do Hheno. Os acontec raentoi
provaram quanto esla per.piraeia pretendida era fal-
la, e quanlo eram mal fundadas asapprehensoes que
se pretendan) inspirar i Europa.
Pela primeira vez, em 1852, um exeirilo brasi-
leiro eulrou no territorio do Uruguay, arrancou a roe, 'e finalmente a opiuiao publira
desfallecida repblica aos apertos de Komi ; depois.' Cm Sr. Depulado :A opiniao publica
assim que o dictador foi derribado, lornou a seguir be qne o nobre depulado a avalla ?
paclllcsmente ocaminho do imperio, contagiando O Sr. S. Olegario- F.nian nSo respeila a opi-
por um novo Iralado a Independencia do Estado 1 oi.ln poblica '
Sr. piesidenle, o contrato celebrado pelo ex-prc-
sidente da provincia rnni os Srs. liib-011. Barros a
Netto. em minha cjniao, ni. pode ser *ppmvado
por esla sisembla, lera que nos cxponliamos. a gra-
ves rensiira- ludo se opnoe a approvaco desle
contrato ; a lei que deu o ser, as circumslacia que
precedern! a sua conferan, as ocrurrenrias que o
acompanbaram, a inconveniencia de suas ditpoii-
Como
Um Sr. Depulado : Prova que nao havia segre-
O Sr. S. Ollegurio : Nao poderia alguem que
.lo
em rela{,1oao aperfriroamenlu da illuminarao, quer
em relelo a diminuirn da despeza ; por que
aquella lirar.i sempre mesma, se iso convier aos
emprezarios, e esla nao suiTiern modifiea^ao ainda
que muilu dimiinam as depezascom a rau'.i.inr.i do
combuslivel. Senderes, o que eu vejo ueste conlra-
to he milita hahili.'ade de quem quer que o couce-
beu o formulou 01 inleiis-cs dos contral.idnirs fo-
ram lidosem mulla considerarlo....
' "' Sr. Depurado : E o da provin.
bem. (Apoiados).
O Sr. S. Olegario : ... as disposices de se.
arligo sao muilo bem combinada; n3o podiam
conlraladores procurar melhor advogado. A prpv" 1
ria porm era jninba opiuiao fui muilo mal repre-
sentada, seus v i-r.l.ol. no- ioteresses nao foram devi-
damenle ali-inlp'.-. (Apoiado'.
(Tiwvdiii-,. wmuUem |ierisi.)
Disse anida o nobre depulado, que o gaz emprega-
do na illumnia. a de Paris era o hvdrogeuo arliore-
lado. e para provar sua assercao leu' no jornal __
Preste, all publiclo, um annuncio da cumpa-
nina de gaz. paiiiensc ; o nobre depulado fez-me o
favor de emprestar esse jornal, e de tua Icilura col-
ligi qua u gaz aununciaio pela companhia nao pode
ser outro snao o hvdrogeuo paro, porque lie o ni-
co queda luz Usa, inodora, que nao ofTerece con-
diroes de insalubridade em conseqoeocia de sua ex-
trema leveza, e que se emprega para u aquecimen-
lo, emquanloque a ser o bydrogeno carbrela.lu, a
luz seria varillante, iisccpli'vel de ser apagada pelo
vento, exhalara cheiro desagradavel, o nao seria
empregada as corintias por commonicar s comi-
das mo goslo e mo cheiro. A luz fixa pro luzids
pelo gaz hidrogeno puro he depeudente da encais-
descencia da platina, que se adapta em forma de pa-
vio ou de rede as extremidades dos lobos, que con-
duzem o gaz.
Um Sr. Depulado :Enlao nao ha chamraa '.'
O Sr. /. de Barros:Ha chamma.
O Sr. S. Olegario :-N3o ha chamma que produza
loz como as vellas, porque a luz naquelle caso be
dependente da cucan lesrencia da platina.
(Trocam se diversos aparles.)
Senhore. deixemos de parle essa qoestao, porque
nio estamos aqui em uma aula de chiinira. e nem
viemos dar nem receber hees dessa sciencia. (Nu-
rosos apoiados).
O annnncio da compaabia de gaz parisiente nao
declara o nome do gaz que expe a venda ; mas ja'
vimos que n. pode ser outro seno o hidrogeno pu-
ro, mas da sqai nao ie conclua que seja esto o em-
pregado em ti da a il. ummacao publica de Taris, por
que principiando a companhia o seu contrato com o
governo franrez uo 1 de Janeiro desle anuo, talvez
nao lenha podido realisar o que be neeessarin para
esse fim; qoe dizem 01 jnrnae he qoe ja se lem da-
do, principio a execurjao deste iinportunlissimo rae-
Ihoramenlo, e que algumas cidades da Europa esiao
sendo Iluminadas pelo novo svslema.
Vou terminar, Sr. presidente, dizendo que a op-
pioiao publica he inleiramenle contraria a appro-
varu desle contrato. A rqaioria dos homens de to-
das ss gerarrhias, de todas as r ndirue- consideram-
no muilo leiivo aos coTr pblicos. A opiniao pu-
blica manifestada pela imprensa, e-la em maioria
conlra elle.
Um Sr. Depulado:Sise tem escripto rohtra,
lambem se lem escripto fnvui. '_
0 Sr. Olegario :~0 que se tem esrrplo a fa-
vor he um ou dous commuuicados publicado no
Diario de Pernambuco, em quanlo que a npposic.io
te lem manifestado pelo Diario, como pelos oulros
peridicos ; aqui ib v que na imprensa a opiniao
poblica esla em maioria conlra o conlralo. A opi-
niao pnblica manifestada nesla asiemblea he des-
favoravel ao conlralo, lal qual se arba, lano asiim
que ja Ihe vai fazendo ou propondo modificaces.
Um Sr. Depulado :Bem insignificanles.
OSr. S. Olegario :Tantas quanlas sao necesa-
rias para provar que elle eslava concebido em ter-
mos que nao podia ser adoptado em 10a integra.
(Cruzam-se varios aparlei.)
Sentares, esta queslao he tao vasta, desperla lan-
a considerarles, que se eu a quizesse prulelar nao
me seria diflicl fallar, nao uma hor, mas Ir
din.
O Sr. Florencio :Vamos a isso, pois gosto mui-
lo de ouvi-ln.
O Sr. S. Olegario :Nao poiso ; soffro do peilo,
c cstou caneado.
Sr. presdeme, eis aqui as razes, que por agora
julguei conveniente pro luz.ir em opposfcaJO ao con-
lralo ; quanlo mais esludo suas dispnsire, mais me
convenro de que ello nio deve ser adoptado. Si pnr
venlura me exced em alguma cousa perdo para
mira.
digan* $tnhoret:-Moilo bem.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
Companhia gimnstica.
Hoje lera lugar no iheatro de Santa Isabel o pri-
meiro espectculo da rompanhia gymnaslira, soba
direct-o de Mr. Roberto Devaux.
Nao cscrevemos estas lindas para chamar, como
ha costume.conrurrenna no thcatro,porque o nome
de Mr. Roben, uiianinmnientu conliecido enire
nos, he o penhor mais seguro que se poda ollere-
cer como o garante Ha bella execucao do espectculo
annunriailo.
Por outro lado repulamos um tributo a justica e
ao mrito elevado lembrar ao publico, que nesla so-
leiimidadc. artstica tem de tomar.parle o nosso dis-
lincto patricio, o joven Biloqui, cnjo raro tlenlo
conquislot explendidas palmas na capital da Fran-
ca, o mereceu nao vulgar menciio na llutlragao
de Paris, cujas columnas s.i registrara os nomes das
verdadeiras capacidades.
Mr. Devaux, professor de pdysica e um dos pn-
meiros chimicos de Paris, de o corapandeiro que,
juntamente com o joven pornambucano, no, precn-
cher esla noite. Nao conliecido nesla capital,
con liamos que se esforcar por merecer os applau-
sos do publico.
Na esterilidado de passa lempos em que nos adia-
mos, nao podemos deixar de agradecer a Mr. Ro-
ben os momentos de distraerjao que nos vai propor-
cionar boje ;i noite, fazemos votos para que esles
momentos nos sejam repetidos e recompensen) as
fadigas de loda a companhia, que com tanta predi-
lecc.30 escolhe sempre Pernambuco, como ponto de
""id" para suas excursoes aiMisticas no lirasil.
MNUA ATT1ESOLRAIUA PROVINCIAL.
rmo lenho visto no seu Diario muila coma com
-la rubrica, v mai ama para dentro della.
IJjz.em por^ahi que o m- rasar da tbesouraria pro-
1 ca!, de aulondade propria, arDiiiaVa e mand>=
m entregar a quanlia de liKCOl) reis connive**),
iue iiomeou para sindicar do estado da collecloria
ile fgoarassi.
_ A ser exacto, nao sei me-inn em que se elle ba-
senu para assim proceder l.lo|irregulannente dispoudo
de diuheiro- da fazenda.rom.i se fossem coos,. sua.
r ^ ar!' f- l0 d< Ihesourana l concede essa
*c**4aja ao presidente da provincia, e nem de leve
loca o ni-,.,. .|ur para la| M e5|e ,.lle (1|n ((ll)o
quer oslenlar j, dogmtico e linanceiro, nao
pereeu occasiao de rauuar.s,
Heverdade.queent-ndo de*"w.e llma griiificacao
commissao ; mas esla devera sei .-arcada pela
presidencia, e s paga com antecedencia con. ..in_
ris irn della.
Fez islo acaso '.'
isiico : eis a n.., v(r ,,
grande misao du ecriplor dramtico, especi4raente
quando elle se prople eslampar sob as formas arre-
batadoras e robuslas d'arte ura sentimento de ele-
vado alcance moral, ou paraasgeiares quoevunn
011 para aquellas que deverHo sobrevir no movinen-
to geral da futura sociedade.
ijuem. pois, em face deslas consi<-lerare que .1
propria natureza nos sugseie, poder descoulieceio
grandioso papel que leude a representar o drama
nao ja smente como Iradurrao material e -imple.-
menle Iliteraria da vida social,e coiuliero suflicienle
para avallado do movimenlo progressivo do espi-
rito humano, mas ja como reprodcelo fiel da exis-
tencia moral, cora Indas as suas pilases e niaaifeila-
res diversas *
Quem deixar de observar no engenhoso conlexlu
de urna coraposirjlo desla esperie, a exposisao lgica
e histrica da eventualidades do inundo moral, pro-
curando espelhar-se em lonas-a- desenpede d'arle
camo e fosse nos accidenles palpavei de saa mar-
cha puramente physica e exleriormente seosivel '.'
Qual ser o homem .e tenso e apurado criterio, que,
perteodeudo lamer vistas de S'gura observarn o-
bre qualqu-r drama, que ante os olbus se Ibe apr-
senle, possa prescindir de considera-lo romo a ima-
gem rer, specliva e evidente da bumanidade nos
sues graos desublimidade ou baixeza de mais ou me-
nos aperfeiroameulo. de pronuuci.da elevarn ou
decadencia completa '.' O iramu be, sem duvida, a
composie.Vi Iliteraria mais eslreilamente ligada com
os destinos d,i sociel.de ; era nenliuma outra appa-
recem (raros tao vivo, que tao claramente deoun- .
cieni a successivos desenvolvimenlo da inlelligenci.i
e das ideia-, das paixoes e do coraran em que ellas
botaiu: os lances da vida intima, asiim como os
rasgos de um existir publico e mais em contado
com as urandes evolures do mundo, nao appare-
ceni, talvez, com lana naloralidade, nao vem tao
sabidos e a propo-ito era qualquer oulro ramo das
loruhrares Iliterarias como naquelle, que pela for-
ma e pelo seu. especial penssmenlo, be a propria
historia viva dos fados e acoulecimeiilos suciaes. J
quando o maior en;enhoqoe illoslrou a Giecia cora
seus trabalhos emiuenleiaenle crticos e judiciosos,
Icilloa filar nos limites do bora senso e do goslo as
regra necesarias s obras d'arle e da lilteratura,
e-tabeleceiido-lbeem terreno que Ibe pareca seguro,
es-es principios de elevada philosopbia que mais tar-
de 1 1 mi discretamente modificado, segundo a va-
nedade das escolas e .. piogr;dir das luzes e da sci-
encia, era aquellas verdade geralmenle sentida e
apreciada ; pois ve-se que deu ao drama loda a im-
portancia, emanando-u como a mais ardua, seno a
mais sublime de ludas as producres uo extenso do-
minio das lellras, Aristteles nao errava quando ex-
prima, 110 desenvolver de -ua -loulriua, a mais es-
crupulosa atleucao e respeilo pira com essa especi-
lidade Iliteraria : era. sem uvida, o reconheci-
meulo di unta necessidade iiideclinavel que se Ihe
autel.'iava na apreciaran do genero dramtico ; ese
elle assim pensava e se exprima, devemos crer que
era, nao lano pelo lado material sob qoe lal cora-
pu-ic.ui Ihe po.le-e estar presente ao espirito, romo
dcbaixo da lelaco exrlutivamenle moral o social
que o impressionava.
Entrelanlo, a sociedade eslava no seu comeen ;
deiabrochavam.pnr assim dizer, no meio de uma po-
ptilacao c rscenle e alumiada pelo sul de primitiva
rn ili-,iclo, ,-s-is tendencias mabalaveis, e-es ins-
linrtos vigorosos e vivos que mais larde se desenlia-
vam em maior escala no seio de nares mais adan -
la.las e cultas ; e o paiz, nu qual deilava o philoso-
pl.o de Slagyra estas Urde soberanas de critica c de
goslo, sabia do embriau confuso dos primeims en-
'* iolellecluae no ramos dai lellras e do saber
humano, ir. jo aos olhos desse dislinclo eser'mir
0 drama ja se Ihe fiuarav, m toda a sua esena.
Nao aabeudo da eiacdo, lembrarei com ludo a
S. Exc, com a devida venia, que procure orientar- como elemento ooderoso ds rivilisarao e da moral -
se sobre essa emergencia, clin) de que Ihe do um cor-
rectivo, se por acaso leve el a logar tem previa
auluri-aco sua, dando deslino a essa praea 13o rizo-
sa e cheia de ridiculas vellcidades.
M.
O DRAMA
Tentativa de Crtica Litleratia.
Introduero a uma obra inedicla.)
I.
n.iandu a imaginaban do arlisla ou lo poeta procu-
ra d'eulre os dillereutes e mageslosos quadros que se
Ihe apre-eiila 111,aquelle que mais o impressiona e afra-
ile,e dispoudo detona aenergia que Ihe lio propria,
lentacommonicar-lhe vida.e sojeita-lo ao dominio da
arle,o pnmeiro esforrnde soapaile deve consistir em
ligar cora toda a habilidadee perfeic,aocsas forte im-
pressciesquese Ihe despertara,que a natureza Ihe ins-
pira coraos verda.leirat ruudices de urna completa
uiaiiife-lac.'ni exterior.a qual tenda a cullocar dtbaixu
de um aspecto elegante e comprehensivo|lodo o fado
com as suas feres cararlenslicas c peculiares. O
escriplor dramtico esla' por esse lado na mais me-
lindroia posirau : mais do .pie a neulium oulro Ihe
be preciso investigar em sua piopiia fonle os varios
objeclos e assumplos que naluralineule pedem um
desenvolvimenlo material sob as ieis c condiroes
que n espirito d'arle suggcre : sobre elle mais do
que sobre qualquer outro pesa a restricta obrigarao
de exsmiuar ruin aturada alleurao os quadros c pai-
neis que se Ihe oll'erecem, alim de que, sujeilando-
01 as formlas de uma verdadeir.. couiposirao dra-
malica,efazeudo-a sosceplivel de urna perfeita reali-
sa^ao,quando ella passe poi venlura,a ser representa-
da ubtenb.i nao toa concillarn tas ficres e da fbu-
la com a verusimilianra, na lamuera o piufundo
resudado moral que toda essas diversas prodceles
da intelligenria humana sao destinadas a manifes-
tar. Esle principio anida mais evidente se torna,
se rellecliniius que debaixu do ampio e compieben-
tivo imperio do drama se vem reunir e encadear lu-
das as cousas acerca das quaes a iniaginarao e o er-
genho podem estender-see dilalar-se al asmis ele-
vadas regie:|ludoesl sobmeltiilo aoaee dominio; e
quer allendamosao mais enrgicos seutimeuloi du
corarilo.as mais vehemenles e d. saslroas paixes.aos
crinies mai ternveis e abuininave. aos vicio mais
abjeclos, ans defeitos mais ridiculos o ignominiosos ;
quer lancemos os olhos para o espectculos mai
bullante e encantadores, para as siluare mais
bellas e raagestosai, para ludo quanto se nos descor-
tina com pumpa e furmn-ura. ou com apparaln de
tristeza e de luto, coin reeorda$3es dolorosas e amar-
gas, descobriremos ah era lodos esses ol-jerlos, 111a-
uanciaes de incxhaunvcl riqueza para um drama,
om vez que tile sepi cuurebide na signilKarao que
realmente Ihe cabe.
Na ralidade, o que he urn drama ? lie a en-
carnaran, por meio d'arle, de um peiisamenle m..-
dade publica : he que, ene rundo-o 00 sen comer .
ainda ao rasgar os borisonles para um faiuro mis
ampio e esperaarioso, ja elle ahi divissva o germen
de uma grande manifeslacSo para os destinos da so-
ciedade, e entenda que as variadas transformarles
do mundo, e as vicissiludes da existeucia humana
viriam a ler sempre nos recursos desse genero de
1 -ompo-iri., uma verdadeira e lolal re|.rodu-co. E
com etleiiu, quem esludar o movimeulu litlerario da
Grecia, quer ante, quer depois, desse periodo lamo
so pela apparijao do Ilustre critico, ha de recoiihe-
cer que os espirito eminentes que se eocarregsram
de Iracar em quadros dramticos a vida, o socces-
sos eac.nnteciinenlns mai importantes daquelle po-
vo, deixaram-not em suas obra 01 mais infslliveii
1 > po- do pensar e do sentir de enlao : ahi se acham
desnhadas agrandes traeos as feieoes csraclenslicas
ila engenlioia tirecia das ficroe homricas e da
idealidad- mylholngica ; ecivili-acjlo, coslumes, n-
dole propria, apurameulo ou dera leuria moral, lu-
doaki rellecle rumo em seu espoln, natural Ainda
buje que as modificaroes romnticas leen) mais ou
menos destruido aquelle fio snbliliisimo de regms e
preceilos da auliga escola ; ainda hoja que na
repblica das lellras se pronuncia uma quasi geral
inversan das Ieis nulr'ora formuladas e absolutamen-
te seguida* ; ainda boje qaa o drama passou, como
todas as oulra concepedes da lilleratura, por uma
grandissiina trin-l .rm o ,10, que claremos jonge de
censurar, pois o approxima, porvnlora, mas da
nalureza e da razilo ; ainda hoje lia fcil de ver
que o celebres monumentos do lliealrj grego, au
fazem mais do qu representar ao vivo, o que era
nessas pocas de movimenlo e de acrao a patria de
tantos homens Ilustres e incomparaveii. Qaando
mesmo qoizesscmos ir conlempla-lo no bercio, rom-
pendo apenas o envoltorio em que jazii confund.lo
rom oulras militas produrres Iliterarias, e com
oulros muilos gneros de alia e remontada poe-
sa, veri.imo que o huei., dos seos autores, ao
lenlarem aprcsenta-los ao mundo c lanri-lo pu-
blicidade da scena, outro Rio foi seuao deixar ahi
hem p .ionio.1 i,, o earaeler privativo daqaella socio-
dade com toda as mas coodiriei de fiel riesenvol-
rnento, e marrar, solio impulsa poderoso d'arle, a
lendencias, 01 hahilus, as paixes, os senlimeulos e
ale o inlimo pensar daquella so. ledade nascenle,
ms j grande pelo espleodor das lellras e pela vale-
rosa enetgia dos combates.
11 --.'ii o.no-. o-n.is da ule do olhos as iniperfere
da scena grega: naquellas eporas : vendan) agglome-
rar-e cm torno de nos aquelles rasgos drsmalicos da
imaainarao hellenica : sero esbor-j. he verdade.
nos trabalhos ru.lese infonnesde Thespis, na elabo-
rar.lo afa.ligosa e asrcndenle de Escbvlo ; as pro-
p irces acaobadas e liiniladissimas de um Ihealro
ainda nascenle. que surga indeciso ; mas ninguen)
deixara de ronfessar qoe ahi mesmo, nesses come-
to tmido e mal seguros d'arte diamalica, procura-
rain seo cullore c conseguiram implantar o
PAGIft* AVULSA
ral. que leude a mauisfeslar-se na sooedade sob I vulto completo daquelle viver particular da Grecia
loda as condieo-s de sua propria existencia, e pude j de enlao, eom toda as mas feiroe dislioctiva a es-


1




/
plo elemenio vivo da representaran producir sobre
o espirito humano consequencias'.lc mais uu menos
proficuo desenvolvimenlo.
ijuer mis o cansideremo, sahindo apena do
obscuros monumenlos de uma civiiisacao primitiva
o ainda infantil; quer o vamos observar no meio
de uma sociedade cresceule e progre'siva, ahi acha-
reinos eslampado o carador da vida propria das un
.,r,.qi 1 1 rum"",l"rcs 1"rra" Amda nao nes quiz deixar lolalmenle o che- I pressOe intimas da hamanidada ; e raro sera a lac-
d i 1 i u'f.J; ,t JSE .'|ueJ,C!"-* Trl"' ''r.;l lp,a i"'"5 ,le l,u,llem f'11'"" "* "''" ,0 oa cr'ar> eugenhosa reprodouda sol, a, eundices
HiJ Z'i1,l"la""; da c" a,IP,: ",a, ni ''""re' ,le do Hospicio. do drama, que nao marque no periodo a que mTZ
l^""^^^"J^?*..?^-.,,^.?^2.!2f,,: ~ Rogemo.. rio mancebos, que p..r di.lrac- Tere, e n. situarn que proe.r. das.nl.7f con, o
dide de augmentar o permetro da illuminarao,
por con-ecniule uiuinenlar borrivelmeolea despeza
provincial, a qual seria poupada, se livesse sido ac-
eeiln a proposla Eslad'Ens, ou se o negocio nao
fosse feilo rom lauta preripilarau e segredo. Nao
sei se me eraparia alguma clausula .1-. contrato so-
bre que : rele lo filiar.
{'ni Sr. Depulado :A *la perpeluidade...
O Sr. S. Olegario :--Essa est prosada ; um :*-
bre depulado ja a deraoiislrnn evidentemente.
Occiipar-me-bci agora segundo rae for lembrando,
d* algoinas proposirei emilli.las honlein pelo nobre
depulado o Sr. Abilio.
Ilis-e n nobre depulado que lendo os enntralado-
res de empregar na illuminarao u caz hvdrogeneo
caihorelado, 1 o pndum deixar de exigir a quanlia
de :HI rs. por bora per rada bico. Ale ahi estamos
concorde, porque como eu i dissena primeira dis-
. 1 .. ,mn!iiin-.| ,..., 1 ju.. v,.,,... ci i. tisse 11a II Ule la '1 s-
lambem por arasu snuhrsse. que se pretend azer flissa, J, evirahido do rarvao de padre nao pode
es,Z !"rTT"CJ' "*" #m c""v"sa^ ."te deixar de ser entre nos mais caro do que na Kuropa,
eslrangeiro .' Nao vejo que seja isso imposs.vel. |vi0 que despeza lena- com a compra e con-
que p
rao se asenlain em uma ralr.ila na ra de S. Hn-
ralo, que p uil.am cobro nessas soas conversarnos,
que mais propria* sao de lugares onde nao "baja
familias.
Oolrn lano, ao que p asenlam lias pedra da
ra da Msngueira, confronle ao convento da Gloria.
logenuidade evemplar.He o proprio Sr]
fisral sua fregnezia IrinU e cinco eslahelerimenlus degara-
pes Elles san tantns que por nveja nu ambiro
mutuamente se denuncian ; estamos losliflcado,
pois qae nanea a vaneamos dizer, que os garapoei
nao eram multados : mis elamamot conlra a evis
leneia delle, que rumpre f< zer de-apparecer : ma
eSr. fiscal tem para si, que ihe temo rrgerita, un
que ae engaa, pois oque desejamos he que so tra-
be esse iilleilo conimereio, Uo prejudicial au-
de publira. Coro a declaracAo ou rnnlisso do
Sr. fiscal da S Jos larjbem esta r improvada a cbi-
bantana do es-guarde.
Temos envido a diversa prxsna, nue o ence-
em ronrurrencia em ducran do carvao de pedra slo numerosas, alem da rado do salto de Sania l-ahe| e-l immuiul > e a-
con.equeiiriadeumanuliciacesual.proposlaascon-lperdade^tipor rento na produrro do ga, que o | tim nao seria mao qoe o* direrlores do bailes o
niroes, que llie ronvicram, e o governo Iralou de carvao snffre no Brasil. He claro que os contraa- mandaorm lavar para uan emporcalhar as barras
lepen- o da concurrencia im;>ondo como roudirao dore jamis dever-lo esquerer loda as rircumilau- do lelina e o rapnlinho das joven,
do eoiilraln a mulla de vinle ionios de ieis. cia. que previnisaem qualquer prejuizo e ao mesmo Ja por mai .le uma ver. temo fallado n'ura
hilad fcni por certo nao contando rom .smelhan- lempo aiiegnrassem-lheil.m lacro relativo aocapi- pobre homem. que na ru da Aurora anda de rastro
le obstculo n.,o poda ler determinado ao seu pro. I lal qoe lem de empreaar \ mas nao se; porque razao I por ama calcadas e dizem -er eterno, e ganb.ir de
que p
pinrel da aile, um punto digno de reparo e tena
contemplarn, llenis no correr successivo dos
arnnlecimenlns de uma epora, no eaminhar conti-
nuo das ideas e dos pensamenlo, seja qual for a in-
dividualidade eininenle ipie no ealalogo das na-
peemes. Se d'ahi, desse primeiros arrojos da im-
ginaejso e doengenho, passaUBul a observar o me-
Ihoramenlu .i.'arle, maaifestando-se um puuro mai
lorie as compnsiroes de Sopdocles e Eurinedea, ou.
nos gracejo* pulidos e de urande effeito dai comedias
de Aristophaues e Menandrn ; o qoadro ter oulro,
he verdade, mas o resultado d< obiervacilo viracon-
vencer-noialnd u.mi vez, de que ha em tudas essas
pru.lurroes lillcranai mais al.uni.i cousa ala^aeja***)
simple senlimciilu da creaco artistic : SsIra-
ballios sao por si oulros lanos irpreseiilanles da si-
loarn e da epnra em que sppnrecerartl. E que v*-
mos iras eiii'lodo esses rasgos sublimes da scena ere-
ge, que nos possa interesar, lano emo a pintara
.los co-lume-, das pani.es, da pr.uri civilisacao que
ale all dominava ? Abre-se nos um e-perla.-nio mo-
ral, mai? vasto para apreciar acuella suciedade. a
existencia daquelle povo, a ua bistur, u seu valoa>
res e dos povo e pretenda apre-eular pcli des-
rripr.lo dos seus coslume, illu-tiaco e ndole j poltico, as suas Iradire. c al ai mal creura e
propria, as romposirue dramalira se delin:iin I osanras religiosas, ils. que ese que no ollererem
a manifestar de mn modo entupirlo e-.es me
m.s proeamenlo e idea, e re parliculares liinile e dnnenroes o sentir exclusivo
dese povo ou dei-a naro dreiivol\iila pelos seus
arlo e e\rlusivo aconleciiiienlos. Nao be por ou-
lr. i razao que o grandes vultos da riviltarn grega
e romana, Irai.spareren lo alrave dos serillos, pos
reatos anide exi-lentes dos seus tbeatro, nn> iurul-
ram visivelinenle 0 grao de maior nu menor apura-
ni.iulo moral, a que cse povn auligos pnderain
chesar.
cm seus esrnplos ns diamalurgoi de enlao, proru-
rando reali-ar na soas obras os pensante uto mai
rommummenlc enraisailos no meio delles'.'
O drama, poi, ainda noi seus primeiros eniain,
ainda esto lado sob as primeira inspirares da lali-
rea infantil, por um povo que foi, lalvez, o mus
engenhoso e pulido denlre o anligos na Clime
no- anuos das leltras, be uma grande cnnripiau,
lendenle a por em relevo o homem e a socielale ;
ns alto e pequeos vulto; a paixoes deaslima*e
o vicios ridiculo ; os alfeclos desordenado! e as
Apresenlou-se o eslrangeiro
Nao he por oulro molivo que todo os Crticos jo- i imperfeiresinseparaveis de orna deficiente edocaca
dinosn e sinceres, ao tornar a dlfilcil tarefa de ana- piqiular.
Ivsar o progres.o movimenlo social de qualquer Se a jusliea brilha com (oda a ngeleza esiblimi-
desies paites, coja hiaoria vai longe envo|ver-se no dale nn incprehensivel proceder de um Arulides.
manto de ura periodo atestada .- marte para os nlhos | se a magn.iniiiii.lade se desenlia em traroi vivissi
do obiervador mais rcenle, e dan ao Irabalho de mos no feilos de nm Lenidas; se a hernirula! =uer
indicar rom a maior indivi lnaclo o estad* real de reir aformosa os litlo de glora compadoi m
na vida lilleraria, erolliendo romo directorio para campo laborioso dos rombales por Therabiorlc*
esse longo viajar da inleliigencia o eiame de seus|Cimon, mais der um nome respeilavel avalla a


DHWO CI PgMlgjj 9tm WH> 3 DI JLHO DE 1856
galera famosa do incancaveis batalhadorrs de Sala- I barque de um contrallando de africanas8.a nM,
mina e Piales ; nSo avullam menos lodo e'set n- /bi por intermedio dr I s. i/ue o Sr. Jote Benli
lmenlo-, nao e eslampam mano* lodo esset far- '
los, na r 111 esei.lacil i enrgica das sceuas dramti-
cas, em que fantasas ardenles procurarnm vasa-Ios
como uutros lautos monumentos quo fallassem do
pastado a's garages futuras.
Os espectculos, gregos, esses restos de eivilisa-
cao m iis atrasada que ranspareneiam lustrosos aira-
vez do brilhaole qaadro do um progresso mais adi-
mlado, at impresoes da educado, o grao de en-
grandecimenlo a qoe as leltra e as aciencias all
cliegaram. as revoluedes polticas e sociaes, as suas
causis, conaequeneias e retallados infalliveis. lodo,
em summa, reflecte, como o'um dilatado prisma,
oas celebre eoroposiedes dramticas daquelle povo,
cujo viver anda hoja se nos revela inleirameiilc no
vasto recinto do seo Ihealro. He que o drama, com-
posicuo mais de um lini moral do que m aerial.| ao
patso que serve para produzr aubre o coraco hu-
mano as paitoet qie desrreve e trartuz, concorre
lambern para descrever e Iradazir cm largos irans
o que lia de paramente social na vida dos' povos e
dai nacoes.
Confirmar-nos hiamot anda mais ueste peinar,se
natureza do nosso Irabalho nos permillsse eslender
nat longe, com o auiilio da bisloria, as nossas
consideraron sobre a necessana influencia moral
d'arte por esle lado
Basta que t>' lemelhanle respeilo Cacareos urna ob-
servacSo ; cheque, ou paremos na roiile.oplarAa
do Ihealro grego, ou nos abalance nos a encarar essa
arle sob as candiere de sua vida propria entre os
Humanos ; en oos empenhemos em examina-la no
seu estado da paraltacaio e atraso durante a poca de
immobiltdade, qoe fo coosequenria da introduc J.. ..,,,1. j_"L"
do elemento brbaro no centro das populadles euro- I at^a,I tu
... Bento
lmenlos, nao se eslampam menos iodos esses far-j/ere- nn dnmneia.Estas premissas servirno nao
para compromeller a V. S., e sim para esclarecer a
farra misteriosa, em que, nao grado meo, me ve-
jo envolvido.
Posso alllrmar anda a' V. S., que dcsla discus-
sSo nao podemos arreicear-nns nem eu, nem meu
lillio, naonhstanla cstarmos anda sob o peso de fu-
luras ilerisoes. Kecife, 7 de julho de 1856.
aspar de Meoezes Vasconcellos de Urummond.
Ao lllm. Sr. major Francisco Anlonio Pereira,
proprielario do enganho llapu, silo na provincia da
Parahiba. !
Nao podemos prescindir de dirigimos doas pala-
vras ao lllm. Sr. major Francisco Anlnnio Pereira,
como consolaba de lao enormes percas, que sofl're-
ra com o apparecimenlo do terrivel cholera em sua
propriedade, por qoanlu nSo s sentimos os nosios
solTrimentos.como os daqoellas pessoas a qaem vola-
mos sincera amisade e respeilo. Grandes foram os
seus de'goslos.porquc alm de lor perdido j flllios a
quem extremosamente estimava, vio fenecer sua fa-
brica, perdendo 20 dos seus melhnres escravos. Cum-
pre, pois, resignar-vos com a vonlade do Allissimo,
porquet elle lie quem pide mitigar as dores que
soflrermos, e n3o olvidar a protecrao de que care-
cem seus innocentinlios nelos.filhos"de sua finada fi-
Iha U. Anna Fr.ncisca Pereira, mulhrr do lllm. Sr.
Hilario de Athaide Vasconcellos.
fazer publico que no'dia i do correnle vai nova-
mente a Draga para ser arrematada a quem por me-
nos hzer, a obra dos reparos de qne prcsam a cadeia
IA "-idadedeO......., avallada
E liara constar be mandou alRuf o presante e im
blicar pele a Diaio.
Secretaria da l esouraria provincial de Pernam-
buco, i .le julho c e 1856.O secretario, A. F. d'An-
DunciarSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincia,
em cumprimeiilo da resoluto da junta .la fazcuda,
manda fazer putlico, que "no da 21 do correnle,
vai iiovamrnie a praca para ser arren alada a quem
por menos hzer i obra do eini.eramento do aterro
dos Afosado., a .aliada em 25:300|000 rs. F, para
constar se inandu u all'uar o presente e publicar pelo
' Diario, ii
Secretaria da 11 esouraria provincial de l'ernamhu-
eo, 7 de julho d 1836.O secretario, A. F. d'Ara-
nanetacfo.
toeclatatocs.
UMA LAGRIMA
E\m*. Sr*. D. Anna Francisca Perei-
ra, mtilher do lllm. Sr. Hilario de
Athayde de Vasconcellos, da provincia
peas, od vamos .ftidamente prescrular-lhe o movi-
menlo nos periodo* posteriores, quaodo ja mollifica-
(oes graves e ponderosas haviam-llie dado nova for-
ma, e assignado outra base diferente, ve-la-hemos
sempre detempeohando o menino papel, svmboli-
sando o mesmo pensamento, concorrendo para o
mesmo fim, produzindo os mesmissiinos resultados.
Que o diga essamesma renovarlo maravilho.a a'
cerlo respeilo, da escola que se denomina romntica.
O 'rama moderno, conceprao que derivou inldttcoabec^a^ta^uiaul^^rt^Z'o
liaDsrormacfiesdaanliga escola classica. sugeila. ao I ,eu bondoso coracSo sempre accessivel a arolber com
, liual.lade o (dalgo e o plebe... o rico e o pobre, e
v-la distribuir caridade ao pobre e desvalido,a que
da Parahiba.
Quem nao conhecera de perlo as boas qualidsdes,
qoe oravamo corar-Jo da e.crlleotitsima finada, por
cerlo que nao sentina profundamente sua infausta e
prematura morle ; nos, porem, qoe tlvemos a honra
cas do goslo, e as eiigencias da natureza, ah esla
para nos convencer de que essa composi^au, como
he hoje coinprehendida e apreciada, nada mais im-
porta que o completo deseiivolviment) da vida ex-
pansiva da. hiimani.la.le, procurando transparecer
nos vultos, as ficees e na creado loroinosa de bri-
Ihanles fanlasias dramalicas.
As in.piracoes soldimissimas de tjoeilhe, as enge-
nhosas produce/es da imaginario de Scl.iller, os
sonhos arrojados, mignifiros e as vezes irregulares
do geuio profundo de Shakespeare, as obras de-
masiado livres e eminentemente naturaes do celebre
poeta francez Vctor Hugo ; as manifestacoes frvi-
das, se bem que Mefo-roHiarifica.* e meio-classicas,
da escola de Casimir Uelavigne, marcam he ver-
dade, um periodo novo na historia e no v.ver da arle
dramtica e da dais que a produz ; mas ahi mesmo,
n'esses esforcos e resultados da mo liiuacjlo por que
(em passado o Ihealro ate hoje, nada se ve que nao
demonstre ser o drama a composlcao litteraria mais
iinine.lial.-iin.Mili' ligada com as iusliluicoes sociaes.
com a vida poliiica dos povos, com as formas pro-
gressivas da civilisarao, com os costomes e com as
tendencias naluraes dahumanidade.
Todo nos conduz a crer que os (rabalhos dram-
ticos, em qualquer poca e em qualquer paiz, que
no seja dado p-rcirrer n'uma rpida analyse criti-
ca sito o refleto dos milhares de ideias. de sen-
lmenlos, de leiidenrias, de irapresiSes irais ou me-
nos vivas, mais ou menos inabalaveis, que nem
esta no arbilrio do historiador consciencioso desco-
nhecer assoas esplauaroes,e fiis narrativas, nem
ao moralista ou ao poltico Jeixar passar desa|>erce-
bidos no variado e constante nioviineulo das idades e
das revolurfes.
Julgamos, entretanto, que, eiaminado o drama,
em geral, pelo lado e debati do aspecto por qoe o
havemos contemplado, ja como eipressao materia
dos santimenlos naluraes reves(ida dos caracteres
e rondiroes d'arle, ja como pintura cmplcta e re-
presenlaliva. da vida social, em todas as suas diver-
sissimas phsses, resalla primeira visla a summa
dilliculdade de sua execurAo.de laes composirAes.e a
necessid.ide orgeute de suggeila-la i certas "rearas,
soggeridas pelo bom goslo, mandilas e saneciooadas
pela razao, indispensaveis para o liom dcsempeirho
do fim a que se elle- dirige.
Sabido o que he drama, o que significa esta pala-
vra consagrada de ha muilo nos anuaevda litleralu-
ra e da civilisaco ; tinado o importantsimo papel
que elle tende a representar na grande scena do
mundo moral, e nos iufalllveis deslinos da humani-
dade ; encarados, emlii.i, sob a relacao purimenle
bmursl, os seas resultados ecaracleris'licos dislrinc-
iiviH.qunuin raattMCaioarlisiiea\,flraria elleiocom-
prelieoslv*!, se na manifeslacao de suas partes.
na ligarJio o* seus lemenlos, nao so procuraste esla-
belecer nm sj>tema regalar, propr.o a por em re-
levo a mnma ualureza que o prodozn.
A R. de Torres Bandeira.
(Contina)
procarava sua protecrao. sentimos amargurosamen-
le semelhanle perda: sim, a Exm". Sr. 1). Anna
Francisca Pereira, nao era .(aquellas senboras egos-
tas, que sordas aos clamores da misera indigencia
so curara de seus interesses particulares ; moilas ve-
zes a vimos eslender prodiga e bemfazeja mao em
soccorro daquelles, qoe procuravam seu valimento.
Boa consorte, ptima uiai de familia, na flor dos an-
uos foi a--altad pelo terrivel cholera, o reconhecen-
do, que mo escapava de ser victima .(elle, foi o seu
primen o cuidado pedir os s.icroraos espiriluaes.e nos
ultimo, instantes vitaos nao esqurria chamar pelo
charo e nconsolavel esposo, e lembrar-se de tres in-
ocenliuhos que ficavam na orphandade. O' morle,
orque nao respeilais a preciosa vida de sementan-
tes creaturas'.' Mas, como se ella nao he senAo a
consequencia de quem vio a luz do inmolo l)es-
canra, bemfazeja alma, na inancao dos justos, que
quaut.i a nos jamis nos desarra'gsr da memoria a
lembr.im,. de luis virtudes,
&0ttt&p0*&ttU\*.
S'r. redactores.Leudo por acaso o iaria de :i
do corrente, deparei com ama correspondencia do
delegado actual de (jaranhuns, Sr. cap!.... I''ranciscn
Antonio Carvalho, na qual dous pequeos bilheles
de juiz municipal do termo, I ir. Jo... Francisco U-
arle,estilo clavados comodocuaneolosdo que qoiz
privar em seu abono o mesmo Sr. capitn dele-
gado.
(diando da apreciarlo do qoe den motivo a lau
etquesitamente se justificar o Sr. capitao delegado
Carvalho, direi nicamente, Srs. redactores, que di-
visei ua aprsenla;^ .teses dous bilheles familia-
res, que um hornera de boa fe escreveu a outro, que
se dizia seu amigo, senao urna deslealdade descom-
muual, ao menos umadessas inepcias, filhas coinmu-
iiienle do atordoamento em que se v um aecusa-
do quando qaer a todo o transejustificarseus aclos.
E, ppis, Srs. redactores, nao sendo ettt dous bilhe-
les urna autoritario, estando qaem os escreveu
mullo ariras dessas mesqainhez debilhelinbos de
a.; msuede que 13o desasa lamente lancou mo o
Sr. capiliSo delegado, como chavao de sua primeira,
o cacheticajustificara., depois de repelidas censuras,
que a iraprensa Ihe lem fcitodeseas actos, que a
voz publica apuola-os nimiamente reprovados, afi-
anzo ao publico, que conheco perfeilamente o juiz
municipal deGaranliuns, qoe estes dous bilhelenhos,
comprivilegios de Hola de f de officio, nao poderAo
nanea fazer a menor rooasa em caracteres como o
do meo irmAo, e amigo Dr. Joao Francisco Uuarte.
por quem desde ja assevero, que o maior e mai-
soberano desnrezo ser a resposla a essa, e totas as
mais carcalnaidtu.lque por ventora appareram romo
qoe querendo-se fenr-lhe. com o capote da inno-
cencia.
Recireide julho de IS56.
O padre, Francisco 1'ei.rolo Du'arle.
1uMicacoc3 fljtei)i)0
OFFERECIDO
AO ILI.M. SR.
Manoel Coelho Cintra,
tor orcatiao da ausencia de ten mui presido /ilhu
MWOKI.COKI.IIO CINTRA Jl \HHl.
SOLETO,
Do lillio nao chores cnnlrisladn
O croel e taudoso aparlaraenlo,
yue vem U do elhereo firmamento
O augusto decreto mais sagrado !. ...
Na chores terno pai tfo desvellado...
Ueste vida tapporlao soirrimenlo...
Que lio pen>r mais (risle e mais menlo
Cambera padece o filho inconsotado!
Provra Juslirosa Uivindade
Qu'eu o visse mais eonlenle respirando,
Ja salvo da medonha enfermidade.....
Ue praieresme viras trasbordando...
E to'alma oAosenlindo atroz saudade
-Pastara doces mimos le-lru. lando.
Kecife :t de jolho de 185K.
lllm. Sr. coronel Jlo .Manoel de Bu ros .\au-loile>.
Acalio .le lr no Diario de Pernamhuro de
boje ama caria por V. S. raim dirigida, em i/ue
desde ja me empraza para discutir mos essa farra
a depois da minlia absolvicao u, e issu ao passo que
me censura por haver asse'verado em minha corres,
poudencia de 21 do passado publicada no Liberal
Prcnamburann, que o capilao do palhabole .Negrti-
ro me diesen ser V. S. o coosignatario do mesmo. c
do seu carregacaemo, sendo que depois de morder
soprei a fend. accresremando nao saber, nem po-
der affirmar, que de leilo fosse V. S.
Grata, que uAo lem V. S. rara i de qoeia contra
mim, por haver sido forrado a dizer o que ouvi do
apita.i do palhabote, e deveria notar o mesmo de-
clarara ante Manoel Fidelles do Nascimenlo, decla-
raram oul.-as leslemunbas do processo, e asseverou
anda no relatorio da |ustica o Sr. Dr. Jos l'homaz
-Nal.uro de Araujo.
Na verdade, se V. S.era ou nao de leilo o consig-
natario desse palhabole, nAo posso eo aflirmar, por
qoe enlre o dito do capilaAo do palhabole, e a vera-
ri.iade desse dilo vai uina di-tancia lidinila.__En-
Irel-nto o que he cerlo he que havendo no
processo depoimenlot contra V. S., embnra se 00-
desserr, chamar de nucida caga, nao foi V. S. pro-
nunciado, ao passo que o foi meu filho o hachare.
Antonio de Vasconcellos Meuezes de Urummond,
a dcspeito de ser tambem de nuti'la limito tata i
sup|Mia prora do proeeo, e de Iwver sido um dos
l"" maisamilio prestaram na appreliensau do pa-
lhabole, c do seu earregameiilo.Esta circiim-lan-
na me parece muilo forte para provar que te neste
processo ha protecco herto a V. S.
Compre-me, pois, declarar i V, S. qoe eslou
prouipio a entrar em discussao com V S., e acceilo
a e emprazamenlo, que me dirige.Tranquillo em
mi .lia consciencia, de nada me arreceio, mas per-
miua-rn- V. s. que antas de eulrar otssa discussAo
pnncipie registrando atseguinlts asserroM de V S
..aquella toa cari..- I ^e V. S. em "o anuo pW
do lo. convidado para raceba, facilitar u Jetara-
$mmui0,
. CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1j.
Pars, 360 rs. por f.
" Lisboa, 100 por 100.
Kio de Janeiro, 1|2 a 1 por Opj a l. e .10 das.
Acoses do Banco, 35 0)0 de premio.
Acc.es da companha de Ueberibe. l^tHKl
Actes da companha Peraambucana ao par.
ci Ulihdade Publica, 30 por cenlo da premio.
o o Indemnisadora. 52 por | de premio.
,r da eslrada de ferro O por 0|0 de premio
sobre a entrada.
Disconlo de ledras, de 7 a !) por 0|0.
METAES.
(juro.Opeas hespanholas. .
Moedat de 6SUH) velhat
u 6ot00 novas
a 4H00O. .
Prala.l'alaces brasileiros. .
Pesos coltiiDOarus. .
i> inexicauos. ,
280 285O0
. I63OOO
. 1630:)
. 95000
. 29000
. 25000
15860
Al.KANIIEllA.
Keodiinenlo do da I a 7 .
dem do dia K, .' .
73:2621632
DIRECTORA. OAS OBRAS PUBLICAS OA
PROVINCIA.
Em comprime alo da ordemdoExm. Sr. presiden-
ta da provincia,! manda o lllm. Sr. director interi-
no das obrat publicas, publicar para conhecmenlo
de quem possa ir|teretsar,o programma abano trans-
cripto, formulad pelo mesmoEim. Sr.,para o ron-
corso aot tugare 1 de ajudnnte de engenheiros desta
reparticAo, que i eve ter lugar as 10 horas do dia 21
do prximo fule ro mez de jolho.
Os concurrentes deverao com anticiparan de oito
das, reqoer a i iscriprao de seus nomes no regis-
tro detla secreta ia, afim de ser orgaoisada a lisia
respectiva.
Secretaria da (irecloiia das obras publicas, II de
junho de 1856.
O seerelario,
Joaq.uiui Francisco de Mello Santos.
O presidente ( a provincia, conformando-se com a
propotta do director das obras publicas, resolve que
d'ora em diaule, os lugares de ajudanles de enge-
nheiros daquelta repartirlo sejam preenchidot for
meio de concursi, salvo se o pretendente liver titu-
lo acadmico de curso regular de malhematicas ap-
plicadas.
Para esse com urso se adoptara o seguinte pro-
gramma :
Os exames dos. concurrentes aos lugares de aju-
danle de engenlJeiros, serAo anuuuciadbs pelo Dia-
rio de Peruambbco quarenta dias anles e consla-
r 10 de duas parles.
A primeira vfrsara. sobre a pralica de desenlio
hneare Ihopogj-aphico, e bem atsim a applicarao
dos instrumento^ mais commiins, laes como busso'la.
nivel, mira, (ria, plnchela, barmetro, term-
metro, exercicids de levanlamento de plantas, n-
velamenlo e orgimsa^So de ..remenlo.
A segunda versara subre toda a arilhmetica, sl-
gebra elemenlai, geometrii al os solidos, trigoome-
iria rerlilinea, elemento, de archilectura e descrip-
tao dot iutlramenl.'s mencionados ua primeira
parle.
Serao examir idores.o director das obras publicas,
qoe presidir o examet, e doUt engenheiros n.linea-
dos pelo presid ule da provincia.
Depois de co hecidos os exames, o director das
obras publicas fara urna exposieAo ao presidente da
provincia da hibililacao de cada nm dos candidatos,
emttindo saa < piniAo sobre os qoe Ihe parecerem
mais apios a e .ercer laes lugares.
Palacio do gjverno de Per:iambuco7 de junho de
18.*.Sergio fl'eixeira de Macedo.
ConformeAmonio Leile de Pioho.
Ca xa filial.
A directria faz publico que as leliras
(|ueem sua apretentacSo nao tiverein si-
do logo pa .jas ao cobrador da tnesmacai-
xa, o pode rao ser atoas 2 hora da larde,
no escripterio do mesmo estabelecimen-
to.Antoi io .Marques de Amorim, se-
cretario.
A d
Pernainlnt
do mesmo
oSr. theM
co do Brasil nesta
recrao do extinelo banco de
po, avisa aos Srs. accionistat
Hinco, <|ue se ada autoritario
ureiroda caixa filial do ban-
provincta, a pagar o
oitavo dividendo de 5),s60 rs. por ao-
venciulo pos
cao,
89:7605 maLoltiuJ0.
Descarregam hoje 9 de julho.
Barca inglezaJiuttnae Mari/plvora.
Hiale hrasileiro- fTraaasstseamos fin pait. -"a^
H.ale- hrasileiro.oco 01 indoidem.
IMPORTACAO
Hiate nacional ai Catiro, vindo da Baha, con-.
signado a Domingos Alves Matheus, manifestou o
segsiinle : .
.(ti saccas cafe em casca; a Dominaos Ferreira
Maia.
1 c.ivoie com 'Mi ciixinlias de charutos ; a Isaac,
Curio C.
20 sacnt pimenla da India, l.'ivolumes bengalas,
eslampas, birlas ceographicas e dr.'gas, vulumes
doce de jacobina, i barril azeite de palma, 1 rana .
imagens, I dito e m fardos fumo, 1 caixa quarii-
nhas, 1 barrica farmha de mandioca, 1 pacole vas-
soura de piassava, 1 dito, 17 caixotes e 3,086
caixinhas charutos ; a nrdera.
Hiale nacional 11 Venus, o vindo de MaranhAu,
consignado a C. C. da Costa Moreira, manifestou
o seguinte :
(i caisat escarradeiras, torneiras, calix e lam-
peoes de vidro ; a L. L. Feron C.
I caixa ganga amarella ; a Josa' M. de S.
Aauiar.
. 68 taccat carrapalo ; a E. Chantre.
ditas familia de mandioca ; a Antonio Con-
nives da Cosa.
1,000 paneiros de sal a .Meurott & C.
1 can.... doce ; a F. A. Crrela Cardoso.
i (uncirs de familia re tapioca, 1 ".urupena ;
ao_Or. Sabino Olegario L. P.
"1 barricas tapioca do Para', ">80 saccas arroz ; a
ordem.
CONSULADO t.KUAi..
Rndimenlo dn da 1 a 7 .... 7:7S314
dem do dia 8....... 46tl!l0
S:206s2:ii
IM VERSAS PROVINCIAS.
Keudii.ienlo do .lia I 7 .
dem do di. s........
387*130
10I8L-.I
4889921
DESPACHOS OE E\PORIAC.\() PHlA MESA
DO CONSULADO DESIV CIDADE NO DIA
8 OE JII.HO DE IRib.
Liverpool Barca ingleza iiiledorai), J0A0 Carroll,
2,.'i0 cocos com casca.
LisboaBarca porltigueza Ligcira, Vicente Alves
de Souza Carvalho, 60 saceos aasucar branco.
Buettos-AyresBriguc bratileiro O. Affoosoii, A
morim Irn.Ans A Companha, lili barricas atsucar
branco.
HavreBrigue francez (Balan, Latserre A Com-
panha, 8,001) pontea de boi, 300 arrobat de pao
vilete, .MO couros salgados, e 50 barricas con ce-
ra de carnauba.
xportacao'.
Aracaly, hiale bratileiro Duvidoso... de 43 tone-
ladas, conduzio o seguinte : 1,058 voluntes Bae-
ros eslraugeircs, 4 barricas assu;ar, I caixa rap,5
barris mel, 180 caijas charata*. 26 ditas doce.
Parahiba, hiate brasileo Flor do Brasilu, de 28
toneladas, conlazio o seguinte : 1,050 voluntes
gneros estrangeiros, 12 caitas velas.
KKCISBKOOIUA DE HENDA INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBITCO.
Rndimenlo do .lia I 1" 6:144*4)69
dem do dia 8........ :di63:i
6:7100(0:1
CONSULADO PltOVi.Nt.iAI..
Rndimenlo do da la7
dem do dia 8 .
fornecimeulo
cu que isto t<
mez, 1 vista
bidas ate e>(-
por
> mezes de Janeiro a
ReciteS de julho de I8.1G.
jnacio ile
le Me.
Snigrtado. Joio
TRego
O lllm. Sr. inspector do arsenal de marinba leo-
do de couirai r a compra de diversos-objectos para'o
do almyxaiifado, manda fazer publi-
co lugar nos das 8 e 10 do correnle
Je propostn.s em cartas fechadas rece-
dia e hora, aenla que os mesmos
objectos deve Ao ser da nielhor nualirlade.
trato efleclu, "
do com quem por menos voude-los.
Comprados no dia 8.
guillas de lona e bi nn, ditas de palom-
. ilmagre, brim da Krussia, hreu, lirn-
es de ferro, roas surtidas, bandeirns impenaes de
cinco pannos, ditas ditas de qualro ditos, ditas de
grupos, cabos de liuho de 1 a 5 polegadas, cairo ve-
llio, cadarcuj colberes de ierro, cera era ardile,
dedaes da rer uxo, lilelli azul, lo de vela.lona lar-
ga ingleza, illa estrrita dita, merlim, machados,
relha, uculos de alcance, oleo de li-
de amolar, pregos de cobre para cosla-
a 8 pollegadas, ditos de dito para for-
Alvaiade, 1
ba, alcalrAo,
niailellos de
nhaca, pedra
do, ditos de i
ro de cobre v dho, remo, de fia de 13 a 16 pet, "ras-
padeiras, tola, suodareza, sebo e.u pAo, serrotes de
mAo, 111.14 branca, dita preta, dita verde, thesouras
de alfaiate, I nleiroa, lijlos inglezes, zurci.
Comprados no da 10.
Arcos de f rro sortidos, ajo em verga, bracos de
balauca, caot eUs para pennas de ac, chumbo em
leucol, cobre em folha de 18 a 22 oucat, chumbo em
barra, cadea. os sonidos, cravus de ferro para pipas,
cola da Baln, er, .lobradicas de ferro surtidas, es-
tanto, (echaduras de camarote, dilas de porta, ditas
de gaveta a armario, fio de algodio, ferro em leucol
fino, dito del l|2 1|16, graxa, lioha de barca, dita
de coser ern;, lapis, limas surtidas, papal de peto,
dito almaco, dito ordinario, dito cartuxii.bo, dito de
lisa,' parafoiot de ferro, piassava, peanas de ac,
(Has de palo, pregos de ferro de cotlado de 4 polle-
gadas, ditas .utas de 6 polegadas, ditos ditos de7
ditas, ditos d ltot|de 9 ditas, ditos ripaes da Ierra, di-
tot de guaro cAo grandes, ditos de cobre para forro,
pas de ferro, saceos de conducho, taias de bomba
de ferro, dit s de cobre de 3, i, 5 e 6 e 1|*, linta d
escrever, vis as de osto.
. 21:943*683
339)630
_____ _____ 2i:18.1?.-.l:i
i&totmtttto 09 porto,
-vados entrados no dia 8.
Parahiba12 dias, hiate bratileiro Cantes, de II
luneladas, meslre Bernardino Jos Bandeira, equi-
pagein carga farinha de mandioca e arroz a
Crancisco Badich, Passaaeiro, Malinas lavares
de Almeida.
Santander.11 dias, sumaca hespanhola ..Vtleuli.i
na, de lili toneladas, capitao Juan Cires, cqui- i ""* la '
pagem II, c-irsa 1,003 barricas com farinha de JJjladaSejM
Oigo ; a Araan* A; Brvan.
Xacii* tbidos no mesmo dia.
AracalyHiale brasileo Duvidoton, meslre Esla-
cio Mendes da Silva, carga hiendas e mais sene-
1 ros. Passageiros, Vicente Ferreira l.oines", sua
lilha, 2 criadas e I eterav...
La PooleBarca ingleza eEliza, capitao Pilippe
.Ncci.ll, em lastro. '
Rio de Janeiro Brigue hetpanhol Soberano, com
a mesma carga qae Irouxe. Suspendeu do la-
ineirao.
mitaca
O lllm. Sr. inspector da Iheseurarle provin-| O co
cial em cumprimenln da resolnrao da junta da
1 ./i-lid 1. manda fazer poblicn, qo'c vai tiovamenle
a prara para ser arrematada a quem por menos fizer
no .li -j A,, correnle, a obra dos reparos a fazer-se
no lauco do empedramenlo avahada em 4:1155100
F para ronstar, se mandou adixar o prsenle e
publicar pilo,, Diario, a
Secretaria da thetouraria provincial da Pernam,
buco, 7 de julho de 1856.O ecrelario. A. F
d Aonunciario.
-- IUm. Sr. IpIHHai da Ihe-ouraiia em eom-
pnmento da re^oliic:o da ,u,ila da a-euda manda
Secretaria da inspeccao do arsenal de marinha de
I ernainbneo em 3 de jolho de I8.r.6. O secreta-
rio, A. R. di Anjos,
Deve ado em cumpriiueuto] da or-
dem do t ibunal do thesouro nacional, de
2 de jane ro do corrente anno, sabir da
circulara > as notas de 50(f, de segunda es-
tampa, pipel encarnado, rjue nella exis-
ten!, sendo substituidas por notas dos
mesmo ju de menores valores, da'caixa
lilial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia o lllm. Sr. jnspector da
thesorai ia dTa^ecta desta provincia,
manda convidar ospossuidores dts ditas
notas de 50;$000, para as apresentarem
na mesma tbesouraria, afim de serem
trocadas dentro do prazo de oito mezes, a
contarde 1-de jullioproMmo vindouro ;
28 feven tiro do seguinte anno de t ,
declaran lo ao mesmo tempo que, lin-
do esse prazo. soll'rerao o disconto
de 10 pircento do seu valor em cada
mez de demora na apresentacao, na for-
ma da I. i de (5 de outubro de' 1855, at
ficurem em valor .ilgum. Secretaria da
tbesouraria de fazenda de Pernambueo,
> de jnAlio de 1856. o ollicial-maior,
Emilio BTter Sobreira de Mello.
Adm nislracao ceral do eslahelecimentos de
caridade, 1 tanda fazer publico, que no dia 10 do
correnle p das i horas da larde, ua salla de suas
sesifles, no larao do Paraizo continua a arrerrtl-
cao das re idos das casas abai\o declaradas, pelo lem-
po que de arre do |. do corrente a 30de jinilio do
anno pro mo futuro.
Bairro do Kecife.
Ra da C deia n. 110.
i/alla .1. 5, 20 c 30.
pa n. 5.
Bairru de Sanio Anlonio.
!!(_-!. 11. 1K.
a n.5 e 7.
Travessa r o Carcereiro n. 11 e 1:1.
Dita do Pidre Moran., n. 13.
Os prel mdenles dirijam-se .. logar e hora apra-
sados. aro npanhados do seus fiadores, ou munidos
de carias letles : adverliudo-se aos que esliverem
debitados |ue nao terao recebidot eus laucos sean
que esleja 11 qoiles.
A.lmini Irarao seral do eslabclecimenlos de carida-
de 2 de jubo de IH5ti.
0 esrrivao.
Anlonio Jos (jomes do Correio.
tellioadministralivodo patrimonio dos or-
I dita terrea, roa da Madre de Dos D.33.
I dila diM. ra do Amorim n. ','.>.
I dita lerrea n. 54.
I dila lerrea 11. 55.
I dita d" sobrado na do Azcile de Paisa 11. (>.'l,
I dila (errea, na da Cacimba n. 65.
1 dila dita, roa da Seuzala Vellia n. 81.
I dila dila, ra da Guia n. s ;.
I dita dita, Fora de Portas n. 01.
I dila dila, idem dem n. 07.
I sitio, Forno da Cal n. 5.
Os licitantes dirijam-se sala das sesses do mea-
ra conselho, as II horas dos dias cima declarados
acompanha.los.dos seus fiadores. Thesouraria do
conselho administrativo do patrimonio dos orphaos
5 de julho de 1856. O Ihesoureirn, Joaquim fran-
cisco lluarle.
Pelo prsenle se avisa a quem inleressar, que
a secretaria da directora geral da inslrurro publica
se acl.a Irnnsferidd para o edificio do collegio, na sala
atn que esleve oulr'ora a secretaria do commando das
armas, e onde o lllm. Sr. director geral contina a
dar o expediente, e de parho dos requerimenlos de
parles. E pata constar se mandou publicar este pe-
la imprenta. .Secretaria da directora geral 8 de
julho de 1856.o secretario,
Francitco Pereira Freir.
CORRKIO GERAL.
O hiale Anglicas recebe as malas para o Rio
Grande do Norte e Cear amanhaa (10) as 8 horas da
dia. ,
THEATRO
Santa Isabel.
SOB A DIHECCAO DE
MRS. ROBERTO E DEVEAIA.
PRIMEIRA REPRESENTACO.
Quarta-feira 9 de julho de 1856
Depois de urna belia symphonia asecalada pela
orcheslra, dar principio com
Os mvsterios
IK
1
grande e brilhante iepresenta(3o de mgica. ph\-
sica, predeslinacao. ele., por
MR. DEVEAUX, PHYSICO E PARS.
Mr. Ileveauv espera melhor do que seos compa-
nheiros, contentar cooscienciosamenteo pablico per-
nambucann, por ser elle o fornece.lor dos ootros
mgicos; reservn para si urna e-rol lia de novas li-
ge-.reas e de peras mechanicas de um effeilo ma-
ravilhoso, por demais sorprendedoras, c que jamis
foram vistas no Brasil.
PRIMEIRA PARTE.
Io Lina sorpreza.
li" As bolas de cryslal.
3" O chapeo encantado.
V O segre.lo do iiicoinbnslivel.
> O arlequim 00 o cofre rovslerioso.
6 A larangeira plianlaslica.
SEGUNDA PARTE.
1" Lencodas snrprezas.
2 A penoa mgica.
3" A pndula aria.
4" O A cornucopia da abundancia.
5 O eseolainenlo cabalstico.
6" A melempsycose.
TERCEIRA PARTE.
7AUEA
ou
O menino do ar.
QUARTA PARTE.
lerminar o especlaculo pelos eilraor.liuaiias
ejercicios do clebie.
PERNAMBUCANO
9
anuo,
que laulu-. eipplriuso* r-cet.fu duratiU um
Circo i>.i|iilpoiiii o, em r.in-,
PKECO DOS BILHETES.
Cainaroles de primeira ordem..... 83OOO
Ditos de seau ma......... IO50O
Dilus de lerceira......... HOOO
Dilos il guara......... ijrxio
Cadeiras............ yvMI
Platea............ 13oiK)
torrinhas. ........ (f(|
Comecara is 8 horas.
Mrtndttf etttti.tiia.tiii*.
Para Babia
legue em [ioiicos d;is por ter parte do
carregamento ptompto, o veleiio e bem
COohecidohiate nacional CASTRO: para
o re*to trata-ce com sea consignatario
Domingos Alves Matheus, na ra de Apol-
lo 11. 2T.
O hiale NARCISO chagado do Rio-randedo
Norte, e entrado por franqua nesle porlo, tem de
seguir para Macen, com a mxima brevidade, e co-
dera' receber alguma carga a' frele, te isso convier :
quem pretender carregar podera' entender-se com
Amorim IrroSot 4 C, ra da Cruz n. 3.
Compaiihia Fraaco-Aiwe-
riemm de vapores IVait-
eezes.
Espera-se no
dia 'Z do cor-
rente*mez vin-
do do Rio de
Janeiro, o va-
|Mr Cdiz, ca-
pilo Bel III-
doagae, que
segu para o
Havre, rom es-
cala por Tenerife e Lisboa ; para frele a passageiros
- L. Leeomte l'eron A. c., ra da Cruz
em casa
u. 20.
da
Rio!de Janeiro.
Segu com brevidade o patacho Valeote, capi-
tao Joaquim Anlonio t.on.alve. Saniosl, recebe car-
ga, passageiros eescravot a frele : a tratar com Cae-
lao Cynaccda C M. ao lado do Corpo Sanio n.5
PARA O RIO DE JANEIRO .
segu ero pencos dias a escuna brasileira ..Linda..
quem nella qoizer carregar ou ir de passauem, en-
tenda se na rna da Cadeia do Kecife n. 66 com so-
lomo Pedro daa Neves, ou na rus do Visarla n. 5.
Para o Kio de
Janeiro
segu em poucos dias por ter grande par-
te do carregamento ptompto, a escuna
nacional ZELOSA, capit.o Pinho : para
carga ou escravos a fete, trate-ce com
os consignatarios, no esciiptoiio da rna
da Cruz n. 411.
Cear, Maranh'o c Para.
Segu 00 fim Ua presente semana n hrigne escolia
..Laura.., aiuda pi.ie adinillir algaava carga lr',|H.
e cun o consignatario na ra do Vigario 11. >l
I lico' o briguc nacional MARA LUZIA :
los si'iilioics que tcnliain a embarcar es-
{cravosa fele, sirvanc-se faz--loboje (9),
as (i horas da tarde, mandando i he*
ras antes Os respectivo, conbecimenlos,
ao Consignatario Anlonio de Almeida
(ornes, na ruado Trapiche n. I (i, segun-
do andar.
Para o Cetra e Rio brande do Norte sabe m-
prelerivelinenle lio da 12 do correle o palhabole
brasileiro iiAugelicai. ; para passaueiros nicamente
Irata-ee rom o consignatario Luiz Jos de S Araujo,
ra do Bruro o. >. Roga-se aos seflhores carrega-
dores do mesmo a bondade de mandarem os conheci-
mentos com antecedencia.
PARA LISBOA E PORTO
salara com brevidade o brigue ..Trovador: para
carga e passageiros. Irala-se rom Barroca Castro,
na ra da Cadeia do Recifc 11. i, 011 com o capitao
na prace.
Vcndc-se o velciro e l.cm ronhecidn patacho
bratileiro .'Alhenas, de -206 toneladas, forrado de
cobre, de ha.to das con li51.es como ja' tem annnn-
ciado, chega lo da Bahia a esle pono 110 dia 7 .o
correnle : os prelendenles poden) diriuir-se a bordo
a e\ .nm na -1.1. e a tratar na ra da Cruz n. I. no cs-
criplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
PARA O MARAMIACf.
O muito veleiro patacho nacional ..Alhenas, an-
da mesmo sendo vendido nesta praca segu viagem
ao Maraiilia... e como pretende que sua demora teja
muilo corla ueste porlo, recebe car;;a a frele per
menos que qualquer outro: os prelendenles dirijam-
se ao seu rousignalaro Antonio l.uiz de Oliveira
Azevedo, rita da Cruz n. I.
PARA A BAI1IA.
O veleiro patacho nacional Esperanca, sahe ira-
prelerivelmenle al o lim da presente sematia, ape-
nas Ihe falla alguma carga miuda : (.ara a metu.a
uu passageiros, para os quaes lem etcellenlet com-
modos, lrata.ee com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Aaevedo, rna da Cruz nume-
ro 1.
fctifeS.
O ageste Itorja far leilo em seo armazem na
ra do Collegio 11. 15, de um grande e completo sor-
lmenlo de obras de marcincria novas e usadas, 4 ri-
cos pianos de Jacaranda modernissimot, diversas
obras de ouro e prala, candelabros, Linternas, relo-
gios para algibeira, dilos para cima de mesa e pare-
de, objeclns de vidro e porcellana para mfeilaa de
sala, apparelhos de loura para mesa euulros muilos
ohjcclos que se acttarlo ct|Hislos no referido arma-
zem, e bem assiin um oplimo carro de 4 rodas :
quinta-feira 10 do corrale as II horas da manbaY
Francisco Severiauo Rahello & l'ilho faro lei-
lo, por iniers.M.,;.in do agente Oliveira, de cerca de
5 pipas de vinagre de Lisboa muilo superior, sen-
do parle ero barris de quinto : qunrta-fera 9 do
correte, at 10 horas da raauhaa, no armazem do Sr.
Annes Jacome, defronle da arcada da alfaudeza.
LEILVO
O agente Vieira da Silva lara' leilto,
i|iiinti-feira 10 docotren'e, em presenca
do lllm. Si cnsul da Dinamarca e uto-
risai-ao do lllm. Sr. juiz de orphaos, dos
gneros que compeni o estabelecimento
de lortteciment de navios Shipscha'ndlers
da viuva Fiscber, na ruados Tanoeiros n.
I, as 11 horas da manliaa; ludo sera' ven-
dido sem limite e 1 m lotes, a vonlade dos
compradores.
O agente Vieira da Silva faz leilao em seu
annazem, sesla-feira II do correnle, as 10 horas da
uiaula. de diversas obras de marcineria novas e
usadas, inobilia e diversas obras de ouro e prala, re-
logios, correles, e niiiiUs outrasdiversas iniudezat,
lapis, pinceis. pos para denles, leqoes, c mais objec-
los que se acharem p lenles, serao vendidos 1 von-
lade dos compradores.
O agente Oliveira far leilAo, por ordem e con-
la dedvcrsos.dos pred.mse'cuinles:oilo casas terreas
em Fora de Portas, sendo 4 ao pe da igreja do Pi-
lar, ut. 15, 17, 10 c 21, das quaes :! exislem com la-
bernas, e I he de inorada, 2 dilas no hecco Largo
na. 90 e 02, i com taberna* e oulra de morada, e
2 ditas ns. 75 e 77 coas-frente para a ra dos Cua-
rarapes. ambas de morada ; I dita de sobrado de
um andar.'ra do Areal 11. :|0 ; e urna pequeua par-
te no sobrade de dous andares, na ra do Rosario
II. 35 : I silio no lu^ar da Torre com erando casa
nova de pedra e cal, com solao, cozniha fora, es-
tribara, quarlo para feilor, galliiiheiro murado, c
cacimba etc., o qaal he quasi conligno ao do Sr.
C. Patchell : oulro sitio etlenso no lugar denomi-
nado Parnameirim, com grande casa de vivenda bem
edificada, murado na frenlo com 2 portSes, e an-
neto, cozinha lora, qaarlo para, feilor, gallinheiro
de pe,Ir.1 e cal, cocheira e estribara, estas com so-
lAo .uniendo sala e dous quarlos, grande cacimba
com 2 tanques e robera, uina lalada de parreiras, e
plai.tares naiaerosas de variados arvaredos de.
mala estimados.! Os prelendenles podem ludo exa-
minar com aotecipaco, ou euleuder-se com o re-
lerido agente ale o di do leilAo, que lera lujar,
juntamente ruin o d'alguns escravos, ierra-feira. 15
do correnle, as II horas da manliaa, no s'eu escrip-
lorio.
Wbto*. a&tocrdo*.
0 CEAR".
O patacho .'Santa t:ruj
Amanhaa, 10 do rorreule.vai sahir a' luz a Es.
Irella dat Bellas, peridico recreativo ; asignaturas
25OOO por Irim.lslre, pagos ao .eceber o primeiro nu-
mero: \en,lee no aten,, da Roa-Vista 11. 58, ra
do Crespo, em asa do Sr. Antonio Uamiogues, no
arco de Santo Anlonio, em casa do Sr. >'ngueira. a
vulso 160,'rs. '
Ealii ausente o prelo Alallieus, de najao, iJa.le
30 e lanos annos, eslalura regular, usava barbas
grandes, mas mista te-las deilado a baixo, quando
anda puta por urna perna por a ter mais grossa que
a oulra, porem porteo, bebemcoiihecido por ser em-
pregado em servico de narinhaa e canoas, consta
andar pela Magdalena, (Huida e porto da Boa-Vista:
quem o apprebender queira leva-lo em Sanio Ama-
ro 110 sesair da .ua da Aurora, casa de Manoel Cus-
todio Peiiolo Soares, ou na praca do commercio a
qualquer hora.
O abait.. assignado, com cocheira de carros f-
nebres no paleo do Paraizo 1. HI, derlara em virtu-
de de ordent recebidas, que i.io fari condcelo para
o cemilerio de petsoas fallecidas do cholera das 6
horas da tarde as 6 da ru.inh.ia, tem que Ihe seja
apresenlado altettado de facultativo com ovalo__
de autoridade policial, declarando esta se o fallecido
be 011 no pobre, para poder no primeiro casu cobrar
a importancia da conduccao do lliesonro, no segun-
do em o.iilini me da pessoa portadora da guia.
Jos Piulo de Magalbiee,
I'ro, i-a-.e de urna casa leriea ou sobrado com
. ,1111111,,dos. as seguinles ras: Augusta, Ciuco Pon-
las, Florentina, roa da Cruz laraa, eslreiia, Cadeia
do Recjfe, Madre de Uo> : quem llver e quizer alo-
sar annoncie por e-la folha para ser procurado.
Precisa-te tomar aquanlia de l:0(JO8O0Oa pre-
mio por lempo e juros que se convencioosr, d-te
por garante casa oe grande valor em ras a escolher
nesta cidade : qoem quizer dar esle diuheiro pude
annunciar para ser procurado.
Precisa-Be de urna prela para vender na ra e
da-se bom ordenado: quera a liver dinja-se ao Hos-
picio, pasaiiilo o qosilel, segundo pollito.
I- rancis Jos Aueutlo Ferreira vai a Lisboa
tratar ile saa saude, deixando enrarregados de seus
negocios os S.s. Antonio l-.ann.ro Lisboa, Manoel
Comes de Lima, Manoel Jos Caroeiro e -Jos Tilo-
ma* de '-'reilas.
OITerece-se urna ama para casa de homem sol-
leiro ou de puuca familia : na Iravcssa do Dique
n. o.
Precisa-se de urna ama crioola,
moga : ua ra de Uortas n. 49.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado com
lampeao na roa da Penha : a tratar nn mesmo.
No pateo da Santa Croz, taberna ... 2, ha sem-
pre erro,;. 1- para aluear : os prelendenles podein-se
dirigir a mesma.
Pedro Jos da Coala faz scienle ao respeilavel
pablico. que deiiou de ser seu procurador o Sr.
fheodoro de Almeida Costa, -sim como por haver
oulro de uu.,1 norne se aiatflm 11 d'ora
Pedro Jos da Cosa Castello Branco.
Na abrica de fellro, na ra do Destino, de-
fronle do hospital regimenlal, precisa-se de ofliciaes
e aprendizes de chapelleiru.
que nAo seja
P'
em
ver
di.ii.le>
.*,.. 'rec'''-e de um ollcial de funiieiro :
lao CuiTco da t' M.1 ao fado !'" "" H 'lo KoMrio =-'6-
a Ira-
----------------------- ----*** j-., 1 i 111 >t 1 1 1-.- iri
pitaos, ten marcado 01 dias 8, 9, c 10 do correnle.
para conc
ahaito de
do priinei
1857, ot rj
usio d'arremalarAo da renda dot prediot
larados, por lempo de um anno, contado
o de jolho correnle. I .10 de jnnho de
uaes por vezes lem sido levados a hasta
publica, 1 em que lenl.au, comparecido a ellas os ac-
ilinos, ou quaesqner oulros licuantes,
a cata do routellio, larco do Collegio n. I.
1 loja s -ande, dila dita, idem idem.
1 cata errea, ra de S. Concalo 11. 10.
1 dita de sobrado, ra da Cadeia de Rerifr n
I dila f sobrado n. 17.
1 diln i a obrado 11. V.
11,
do Corpo Sanio
MARANHAO' E PARA.
O palhabole "Venus, seuoe com brevidade; re-
cebe carsa e passageiros : Irala-se com Caetano Cv-
ri.co da t M., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
Cunpanlia brasileira
paijuetes a vapor.
depoi
demora
cnslumc ecoirn para os do sol : agencia ra
Trapiche n. 10, sesondo andar,
1......tan lo ao abai\o awigaado qoe seu deve-
dn. Ji.sc Anlonio Rodrigues Cavalc.inl., morador em
Campia Uralnde, provincia da Parahiba do Norte,
he fallecido, sendo-lbe dewedor de duas letras na
iiiiporlanci.i 1013550 rs. vencidas urna em 6 de-e-
(embro de 1X55, e oulra em 7 de Janeiro de 1856.
1 proveniente de fazeinlat que Ihe.'cemprou, e cons-
. j tando-lhe inait que os bens deivados pelo finado lem
j do protesta conlra qualquer venda que se lenha fe-
I lo.assim como entra qualquer pessoa que se ache de
pos-e de -i-nic llianies bens, sem previa licenra da pes-
F.spera-se toa que por le competir. RecifeX de julho'de 1856
nos das 12 Miguel Jos Barbosa (iiiimares.
rnrr.! d" "" *ha,* 'nado f,z pnhlico que lem ron-
va. / ,lra,,do a "nipra da casa n. 14 da rna d'.VIe'ris;
apor /Hi-,qnem sejolzar com direilo a impedir este ne^o-
"r**!*g' I ** "] de apiiarecer itn prazo de :l dilas, lindo o
1 o m man-1 qUa| nenhunr direilo poder alleaar. Kecife 8 de
le.. 1 u 'Julh" rt<' ls"' iiienieBri. 1 Preci-a-te de orna ama que saiba coziuhar e
o. oos por- faer lodo o mais servico de casa : na rna Dircila 11.
os du or- 86 segando andar.
Precisa-se de nina ama para o serviro" interno
eevlerno de lima casa ; quem prelender 'dirija-se a
prar;a da Independencia n. :li.
O
muilos rouinio,. MV.Uim'ial'c'prnprio'para'.laal- COMPANHA DE BEBERIBE,
quer eslabelecimenlo : quem a prelender dinja-.e a#aaaai*a,a*#*it
aosen pruprielario, no pateo do Ter^o n. 16.
Futiio 110 da :'i de Jnnho do correnle auno, o
escravo rnouln de nome Angelo, idai.e i a:.nos,
haioe ^rosso, rosto comprido e olhos grandes, puso
por uina perno quando anda, he nalural da Babia e
O estt iplurario da Compunhia de
Bcljprihe Marcolino J01 'upe, encarre-
;a-si- de comprar e vendan acees daires-
macompanhia: as pessoas que quizerem
esleve preso na cadeia deSerinliAem ; quemo pegar I comprar ou vender, iln ijam-M' ao escrip-
ia.10, loja n. 10, que sera' re-1 torio da mesma, na ra Jova n. 7, das
eacrava 8 nora* r> -a tarde.
compensad...
l'recisa-se de um inzinheiro ou uina
que cozinhee ,-oinpre : atrai da malriz da Boa-Vis-
la n. 16.
O Sr. Domingos Jos dos Reis (em urna caria
na ruado Livramenlo, loja n. :I8.
Os credores de Joiio Carlos Augusto da Silva I
queiram apresentar suas ronlas legalisadas no prazo
de i dias, no escnplerio de C. J. A'llej, para se
proceder ao raleio.jpara o que se acham aulorisados.
Aluga-se una escrava de meia idade para lodo
o servido de rasa, ou vender na ra : quem prelen-
der dirija-se a ra da Cadeia de Sanio Anlonio, so-
brado de utn andar n. 12.
A (JLEM CONUER.
Ale o dia 12 espera-se urna cavallaria de cavallos
linos ; logo que chegados far-se-ha um aviso do lu-
gar onde os prelendenles devem procurar.
Ausenlou-se da casa do abata) assignado, no
dia 21 de junho do crreme anno, a sua escrava da
nome Mara, a qual lem os sisuaes seguinles : de
na^cio, idade 40 annos, pouco oais ou menos, levou
vestido de algodAozioho azol e panno da Costa ja
usado, em ambos os hombros lem urna cicatriz, pos-
suindo um s uente ua fenle na gengiva superior, e
0 dedo pollegar da mao direila aleijado : quem a
apprehendor e leva-la a ra da Camboa do Carmo u.
.' *".? ,""n rcc"'npeusado |ior Manoel Joaquim da
S'lva Brasileiro.
1 ~J yuarf,l:feira 16 do corrente. linda a audiencia
oo t rematado em haela publica o sobrado de 3 andares
n. H da ra do Crespo, avahado em 7:0003. por exe-
i Pereira de Miranda, conlra
Lotera
iMir.io de Anlonio Jos ..
Filippe Bello Maciel do Olioda e sua inulher : he a
ultima praja.
Quarta-feira 9 do correule, depois de linda a
audiencia do Sr. Ilr. juiz manicipal da segunda va-
ra, sera arrematada a renda animal do aimazem da
Iravessa da Madre de Dos n. 9, avallado em 60O,
a requerimenlo dos ronsenhores linimaraes & Vl-
lenle ; he a ullima prara.
Ateiu o.
Os senhores correspondenlcs de engenhos c mait
negocianles que liverem divid, mesmo de mos
paaidores, (and. desla praca romo de senhor de en-
genho, de serlanejos, fazeodeiros, ele. et., dirijam-
se a na das Cruzes n. 21, primeiro andar, que acha-
ra., com qnem uesucia-las, seja de qaanlo (or o im-
pone dellas.
Precisa de nina ama (|ue lenha liom
leite : na ra Nova n. i, loja
Osbillietes com a rubrica do abaixo
assignado, sio pagos incontenente, na
prara da Independencia- n. i(), at o
premio de oOOtfOOO. Polvcarpo Jos
Layne.
Perdeu-sena noile de domingo 4 do
corrente, um allinete de peito de esmal-
te azul, de Fra de Portas ao arco da Con-
ceicao : quem o aclioit quereudo restituir
pode leva-lo a ra da Palma, casa do
escrivao Ferreira, que se gratilicara'. '
Jote Alves da Silva (uimaraes roga a
todos atpielles devedores que si; acham
trazados com- suas contas, Ihe mandem
pagar no prazo de oito dias, a contar da
datado presenteanituncio, do contrario
passara' alazereliectiva suacobranca por
meio que a le Ihe faculta, e para 'evitar
quei\as faz o presente aviso. Recie 7
de julho de 1856. *
Jos Alves da Silva Citiimartes pede
aquellos senhores. que tem penhoresem
sen poder, ha muilo vencidos, os venhan
tirar, do contrario passara' a vende-lc-s
para seu pagamento, visto ser este mes-
mo o trato Icito com os dimos dos mesmos;
e para que nao tenham motivos de quei-
\a,. faz o prsenle aviso, ntectfc 7 de
julho de I8.I.
O abaixo assignado fazsciente ao res-
peilavel publico, (|tK; desla data em dian-
te deixou de se envolver em negocios de
btlhetes de loteras da provincia, e por
isso nao Ihe compele mais o pagamento
dos bilheles premiados das mesmas lote-
ras. Recie :. de julho de 185o.-An-
tonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
-- Esta justa e contratada a compra de um terre-
no na ra da Esperanca na Soledade. perlenceolo
aos herdeiros de Ignez Mara .1, Cmiceira.., que e
luVa comPrado ao fallecido Nicolao Gadaull ira
1819 : quem se julgar com direilo ao mesmo queira
derlarar por esla folha no prazo de tres dias.
LOTERA Di PROVINCIA.
O lllm. Sr. Ihesoureiro manda Iranscrever a
portara do Esm. Sr. conselhelro presidcnle da pro-
vincia, para que as pessoat que veuderem bilheles
de oulras provincias nao o far;am sem o fiel cumpli-
mento do disposto na dila portara. Thesouraria da)
loteras 5 de julho de IcCb.O cscrivSo, Antonio
Jos lluarle.
3. Scela. Palacio do sovarno de Pernambuco 3
de jolho de 1856.--0 presidenle da provincia que-
reudo evi(ar as fraude., que se podem dar e (era da-
do na veuda datbilheles de loleriat, qoe vem da
corte e de outras provincias, ordena que laes bilhe-
les e suas fraecoes mo sejam aqu espotloa a venda
sem oslaron! rubricados pelo administrador do con-
sulado provincial e Ihesoureiro dat loleriat desla
provincia. Para ette lim devem os bilheles vir acom-
panhados de urna Hsla assigoada pelo tliesnureira dat
loteras da corle ou da respectiva proviocia e tmen-
le depois de confrontado! seut uumerus com eat-
lisla, sero convenientemente rubricados por aqoela
les dous fiinrcionarios. Sendo a venda dos bilheles
sojeita a om imposto provincial nAo pdenlo ser ea-
poslot venda fora das casas que o tiverem pago.
Sergio Teixeira de Maceda.
Cuuformr.Aiilon.u Leile de Pinho.
O lllm. Sr. Ihesoureiroamanda fazer publico
que eslao eipostot a venda ot bilheles, m'eios, qoar-
lot da 3.' parle da 1.a lotera do convenio de Nossa
Senhora do Carmo, na thesouraria das loteras roa
da Aurora n. 26 dat 9 horas da maulnia as 3 da tar-
de, cojas rodat andam imprelerivelmenle oo da 12
do correnle mez, como tambero manda declarar qoe
ot dias fisos para pagamentos das trles serao o im-
mediato ao que se ultimar a extraerlo, dat !) horat
as 3 da tarde : onlro tim manda publicar o plano
abaiso transcripto pela qual serao exlrahidos as lo-
teras d'ora em vanle, inclusive a presente exposla a
venda. Thesouraria das loteras de julho de I8."6.
O escrivao Anlonio Jos Duarte.
PLANO
para a eilracco das loleriat da provincia :
4.000 bilheles a 58O0O. .
Beneficio e sello de 20 por cenlo.
I Premio. ,
(I
(I
Se-
1 Oito. .
1 Dito.
1 II,l.
2 Dilos. .
3 Dilos. .
Dilos. .
lo unos. .
10 Dilos. .
1300 Dilos. .
--------atesta
1333 Premios.
2bu7 Brancos.
. 20:000^)00
r cenlo. . . i:0003(Klil
. 5:0009001)
. . . 2:000900(1
. . 900)000
. . H0OOU
2005OOO UOjOOO
I0*XI0 :100.100o
.VkJOOO 2003000
-'O.-OOO lll-.mil 2OO3OOO 1010000
ssoou fc.iOOSXIO
a;
do 1
do 1
4000
Thetouraria dat loteras 27 de jimh,. de IS5I>.
Osdout primeiros premios eslao oeitotao descanto
dos 8 por cenlo.O Ihesoureiro, Francisco Anlonio
de Oliveira.
Approvo.Palacio do coverno de Pernambuco 1
de julho delStli Teiteira de Maredo.
ConlorineAnlonio Leile de Pinho,
@
O
Em (ranqui.
A ecii i.-unht
rito de
MUTTtfiDlT
ahaito assignado faz publico, que comprou
, a (..nema sita no Corredor do llispo n. 2, ao Sr. An-
lonio Ribein. Fernandes, livre e desembarrada de
qualquer ou*.: e por o quem se julgar rrador da I segunda casa depnit da fabrica de sabio
inetma,dirija-> ai. dilo lendedoi. na uu ds Senrala
. ^ova a. 30.
I1-! Pern
Au ic^pcit.Tvel pn-
blfco. %
Jo Adelo bem conherido denltla e &
MUgrador, roniiuua 110 evercicio de sangrar I
W c tirar bem denles por preros a voularte, a '3
tg quem Ihe der a preferencia, chumba den- ?$
;:-i les, separa perfeilau.ciite os deoles da freu- Z
S le. applica ventosas: pode ser procurado a 5
u. qualquer hora do dia, na Camboa do Car- B
q$ mn n. 20, loja de barbeiro.
A viuva de francisco Jos da Cosa Campello,
aulonsada pelo lllm. Sr. Dr. juiz de orphflot, vende
para pagamento dos credores de seo fallecido mari-
do, o. bens seguinles : um sitio na rna Imperiar
l^i). urna esa lerrea 11. 98 lamben, na me.ina'rua.
um (enroo conliguo a me>ma casa com 5.)1|2 pal-
mos, e urna casa lerrea n. 26 na ra do Koinlim em
la : os prelendenles dirijam-se a ra Imperial,
irdi.io Fnor.sc. de Ai-evado Campas,
--Na I01.1 de raleado i'onlrnnle ao nitla do Corpo
s-ii.lo .-, -. precitv-e de oiirlie-. 1->T ta...
convento ilo Nossh
nhora to Carino.
Aos 5:000 e 2 OOOsOOO
Corre indubitavelmente sabbado 12 de
jullio de 1856. .
SalustUno de Aquino Ferreira
avisa que vendett o seguinte premio da
segunda parte da primeira lotera a be-
neficio do convento de Nossa Sentara do
Carmo, extraliida a do corrente.
2 meios n 1)89 MQfOOO
Tem exposto a venda seus muito lezes
billietes, njeins e quartos da terceira
parte da primeira loteria do convento de
-Nossa Senl.ora do Carmo, as lo jas se-
guintes: ra da Cadeia do Kecife n-
K>, loja de tniudezas de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. .".7 e 39, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
mesma piara loja de 4iilhetes n. *, da
viuva Bastos, e as demais ja' conhecidas
do respeitavel publico.
Os dous premios grandes cima re-
feridos nao estao sujeitos ao descont
dos 8 por cento do imposto geral.
Sseresponsabilisa a pagar os 8 por
cento nos dous premios cima mencio-
nados.
Bilbetes 5$800 recebe por inteiro 5:000
Meios .sOOO .. < 2:500
Quartos 1 $500 1:250
Pernambuco 7 de julho de r856.-Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Jos Joaquim Alves, leudo arrematado as divi-
das da casa fallida do Sr. Manoel Joaquim Alves Pi-
lomba, convida aos senhores devedores da mesma a
dingirem-se a ra Nova n. 71, afim de amigavel-
mente saldar soat coulas.
Qurln feira 9 do correnle, depois da audien-
cia do lllm. Sr. Dr, juiz dos feitos da fazenda, que
ser ai ln horas do dia, se ho de arrematar ate <
ullima os beus seguinles :
L'ma rasa de pedra e cal na ra do Motocolomb
n. (i!l. com 20 palmos de frente e 10 de fondo, 2 sal-
las e 2 quarlos por 185JO00, penhorada pela thesou-
raria provincial i Manoel Gongalves servira pelos
orphaos de Joo Lopes de Souza. *
L"ma casa lerrea na ra Imperial n. 20K com 12.'
palmos de frente, e 17 de fondo, cosinha fora, quin-
til em alieno, e em hijo estado, por 6O9O00, penho-
rada a Manoel Alvet dos Santos Julio.
I,ma casa lerrea meia agua com porta de cochei-
ra na Iravessa da Campia, freguezla da Boa-Vista
n. 7, con. 'JO palmos de frente e 29 de funda, sendo
enlaipada, e sem repartimenlo por lSAgOOO. penho-
rada a llubourcq por Joo Francisco de Almeida.
Urna rasa lerrea na roa Imperial n. 200 com 18
palmos de freole e 4 de fundo', cosinha denlro,
quinlal em aberlo por 2003000, penhorada a viuva
de Euzebio Lopes.
Urna casa lerrea de laip.i no neceo do timaba, fre-
suezia dos Alegados n. 70, com 21 palmo* de fren-
le,e 120 de fundo, cosioha dentro, quinlal em aberlo
com rarimbameeira por 80r)0t)0, penhorada a Jos
de Freilas.
I ni i casa le. rea na ra do Motocolomb n. 4t>,
com 17 palmos de frente e ifi de fundo, cosinha
dentro, quintal em aberlo, laudo o lado do oilo do
sul chirlo, por SOaltOO, penhorada a Hosa Mara de
Jess iNa-iiuienlo.
L'ma cata terrea de laipa, na ra dos Pocos n. 8,
rom 22 palrhot de Trente e 100 de (undo, cosioha
denlro, quinlal em aberlo, por .VfcOOO, penhorada
Joanna Maria dos Prazeres.
1'o.a casa lerrea ua ra de S. Miguel n. 05, eom
20 palmos de frente eOtS feudo, cozinha dentro,
quinlal em aberlo, por 2000000, penhorada Jaein-
tha liosa.
L'ma casa lerrea na ra dos Pocos n. 22 de porla
a lanella, com e 5 polegadat de largura,48a 6po-
legadat de cumprimeulo com 2 talas, 2 quarlos, co-
sinha d. nn,,, quinlal em aberlo. baos foreiros, e
em muilo mao etlado, por S0S000: oulra dila na
metrna tua n. 21, com 22 p.linos e j polegadas de
largura e IS dilos e 1 polegadas de compriraenlo, 2
quartos, 2 talas, cosinha deulro, qnintal em aberlo,
com doas portas de frenle por. I3OOO. ambas pc-
uhoradas a Migael Loorencp Lopes.
L'ma casa le rea de taipa ua ra dos Pocoa a. 10.
de porta e jauella. com 13 palmos de frente, e 20
de ln..do, 2 salat, I quarlo, quintal em aberlo, chao.
furcirnt, e em mao etlado por 209000, penhorada *
Itota Maria da Conceirao.
l'ma casa lerrea de laipa na roa de S. Miguel 11.
O, com lo palmo de frente e 35 de comprimenlo,
com porla ejanella, por 4OJO00, penhorada a Pau-
lino Herculano de Figueiredo.
I ni a rasa lerrea na roa do Bomgoilo d. 21 da porta
ejanella, eom 18 palmos de largura e 36 de com-
primenlo, lendo a frente e retaguarda de pedra cal
e mies de taipa, quintal em aberlo, e eaa meo as-
lado por 309OOO.
l'ma casa lerrea ua ra Real o. 37 em chaos pro-
prios, com porla e jauella, em idracada, 2 salas, cor-
redor separado, -2 qaarlos, cosinha fora, qointal
morado, cacimba s, e em bom estado por LiJOO^XMi
reis, penhorada a Jos 1 ...mes Moreira.
L'ma caaa lerrea de pedra e cal, na travesea da
ra Bella h. 10, com 2 portas e jauella, lendo 30
palmos e 2 polegadas de Irente. e 63 de fundo, eom
3 quarlos, 2 salat, cosinha fora, qointal murado,
cacimba meeira, chaos foreiros por KO0X.000, penho-
rada 'Joanna Maria do Rosario.
lima casa lerrea ua ra de S. Migael n. 46, con
15 palmos de fraute, e Ji de fnudo, cosinha deulro,
quinlal err aberlo e cacimba por I6O9OOO, penho-
rada a Maria Rosa de Jess.
L'ma casa lerrea de laipa na Iravessa do Freilas
n. 1 (i, com 26 palmos da frente e 41 de fondo, co-
sinha ilentro, auinltl em aberlo, avahada em 805
penhorada i JW de Freilas.
| Lni. cata lerrea de laipa na ra do Ouiabn n.
3R, cun porta e jauella, dous quarlos, salas,
cosinha fora, pequeo quinlal, com 21 palmos
e 7 polegadas de largura e 70 de fondo por
2(103000, penhorada i Joaquim Antonio Vieira per
Luiz Placido.
Una casa terrea na roa Imperial n. 219, eom 2
portas, 2 talas, cosinha dentro, I quarlo, qointal em
aberlo, com 15 palmos de largura e 38 2 polega-
das de comprimenlo, por 600000, penhorada a Izi-
doro Marques de Colonha.
Ostro ancoras novas por 11)3000, 10 barris por
HiTUiKi, 1 tina de madeira, ludo penhorado i Geral-
do Jote Pereira, por Maooel Joaquim do Rcgo
Barrea.
Urna marquesa de amarella por 209000, 2 ban-
cas da cima madeira 6JO00, lado penboiado a'
Adolpho Bek por Joo Werion.
.<" Precisa-te com todo empenho taber ae he vivo
e mide ensia, se morlo onde fallecen, Francisco Ig-
nacio da Silva, branco, casado com Josepha Maria
da Luz, foi embarcado no lempo de revolla de Pa-
nellas. no porto da Barra Grande, em urna embar-
ca,..-,,, denominada Santa Cruz, era morador no lu-
gai Barro da fresuezia de S. Beato, 00 municipio
do Porlo do Calvo, provincia das Alagaos, e a mulher
do me-ino cima dilo anda mora no metano lugar :
quem poit quizer lazer especial favor de dar cer-
teza da etislcncia, ou lim do di(o Francitco Ignacio
da Silva, pode, oesla praca, dirigir-se ao Sr. Manoel
Antonio de Santiago l.essa, morador ua rna Augus-
ta, em Olinda, ao revereudo couego vigario J0S0 Jos
Pereira, e em S. Ment .. mulher do dito Francisco
Ignacio.
-r O convite leilo aos senhores irmaos oovicos da
veneravel ordem lerceira de S. Francisco nao pode
ler lugar no dia (! do crranle, como se anouocou
palo ,|lianoi, de .V e por isso lica Irautferida essa
reunan para at 9 horat de da 13 do correle em o
comisiono da mesms ordem.
+ A abaito assignada faz publico para conheci-
me*lo de quem convier, qoe lem justo e contra-
tado a compra dt casa lerrea n. 44 na roa Imperial,
corri a sua proprielaria lguacia Maria Fragoso Cama-
'aoJviuva do finado Francitco Xavier das Chagas, a
queren lo desviar dunda ou qnesl.io qae possa appa-
rec. r para o futuro, roga pelo prsenle annuncio a
quajlquer pessoa que ae jolgue com direito a dita
redade, apresentar seus ttulos no prazo da 8
, contados da dala do prsenle annuncio. Reciba
'ernamboco 7 de julho de 183$,
Josepha Leopoldina de Jess Pinto.
Aviso.
Iferderam-se duas iellras tacadat por Claudio Hu-
lienv. una aceila por Joao l'eteira Lima da qoau-
liajdo rs. "'.htoltiO, vencida em 10 de ..utul.ro de
InV oulra aceila por Lniz da Veiga Pessoa de rs.
KKjr, vencida em 7 de Janeiro de 1H.".6 : quem aa
Citar, querendo-as entregar leve no escriptorio de
Claudio Imlieiii. na roa da Cadeit de Santa Anlonio
i. |3, assim como se avisa aos mesmos senhores
acatantes pora que nao pagoem, vitto ja estarem
"vitados.
- Aluaa-se un. bom primeiro andar|piolado de
oo la-t na mesma ra, loja n. 33.
pro
.lia
de
V-

"




m
Deposito de vinho de chumpag-
9 "' Uiateau-Ay\, primeua tiaa- -!;'
3 lidele, de propriedade do (onde $fc
A de.Mi-euil.ruadaCruzdoRecifen. i&
s 20: este vinho.O melhor de toda a -;;;
;.';S Champagne, vende-se a o(i,S' cada -/
i
cai\a ; acl#-sc nicamente em ca- *
sa de L. Leconte Feron & C. N. $'t
B.As caixas to marcadas a li>- j
^ ryoConde de Mai-cuile os rotu- !?
$ los.las garrafas sao a/.ues. Q
Os Srs. devedores ta casa lallida do
Sr. Joao Morena LojK's sao convidados a
dingirem-te a" loja de M.inoel .lose Lei-
te, na ra do (Jueinxadon. I", alim de
a iuga\ (I mente salda ri'in seus dbitos.
J. JANE, DENTISTA,
eoaliuua aretidir naruaNova n. 19, primei-
ro andar. m
lusirucc inora i c reli-
ifiosa.
Estacompendio de historia sagrada, qne foi ap-
provado para inslruajao primaria, lendo-se vendi-
do antes da appiovaco a 18000 r*, passa a ser
andido a 19000: na livraria ns. 6 e 8, da prafa
da Independencia.
D-se almor), jamar c ceia com -i-io e prom-
plidao, por preco comino o ; quem pretender diri-
jt-e aa pateo da Kibeira o. 15.
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de
S. Jaae, lava-te e engomma-sc com muila perfeirao
, e com a rcaiur hrevidade possivel.
DE
J. I*. Vafelejr lem a honra de avisar ao tespeila-
>el pablita, qee no seu estabelecimeulo na ron No-
va n. 37, eeqaina da Camboa do Carmo. encontrar-
se a* isait rico a melhores pianos que (em appare-
rido oeste enarcado, de forma de armario, de supe-
noret rana, conslrucoo solida, do goslo mais mo-
derae aaaeivel, sendo ellas lodos filos por enenm-
Beada, a nao vindos em commitsao, e assim apto-
prada pan asta clima, dos-miis acreditado! fabri-
cantes do Earopa, as quaes elle vende garantidos.
O eaUbeleeitaeato etla aberlo al as 8 horas da noi-
la para a commodidade das familias que quizerem
ver a experimentar os inslramentos.
ARRENDAMIENTO.
A|vjja e armaxem da casa n. 55 da ra da Cadeia
po Recife jauto ao arco da Conceioao, acha-se desoc-
cupada, eetrteoda-te para qaalquer estabelecimento
om ponto grande, para o qoal lem commodot safli-
cieolet : os prateodentes eulender-se-hao com Joao
Nepeeaaitno Barroso, no segondo andar da caa n.
57, na roetmi ra.
Um engenheiro ai-chitecto oli'erece-
se para execurao de plantas e orcamen-
lo* de qualquer obra, e tambem para di-
i igir a execurao das mesmas : quera pre-
cisar de seu pi-estimo dirija-se a livraria
da praea da Independencia, que obtera'
maior informa rao.
Precisa-se, para a celebraran da missa em urna
-apella particular, de um calis em meio uso com
pateeia e colheriuha : quem liver equier Iroca-lo,
dirija-seeo laigoda matiiz de Sanlo-Aolonio, so-
brado de om andar n. 2.
-'- Precisa-se de pretot para veodereni azeile de
i arrpalo as lardes, pagaudo-se a vendagem : quem
os liver diriji-se a roa do Brom passando o chafa-
lle primeira casa que lem um sol jo enlamado pela
retaguarda, para se Iratar do ajuste.
Na roa dn Aragao n. 3, precisa-se de urna pre-
la para vender doce, e que as horas vagas se oceupa
em alguna servico do mesiuo I rauco : a quem con-
vier dirija-se a matma casa, oo annuncie.
Troca-te pot^dinlieiro urna irnagem
do Sentar do Paitos, e nao se ollia a
preoo te for muito pereit.i e nao muilo
pequea : na praca di Independencia
ns. 6 e 8, te dir' quem quer.
Aot devedoret de N. Gadault.
l> novo te Ihet avisa qne vtubam pagar seus d-
bitos a loja da raa Nova, afim de evltarem a publi-
carlo deseos uanaes por esle Diario, visto qua
lando-so da fezer at pininas das dividas, so ha de
r^Njoaceotoeipeiiacai.ao de iiumes e qnaolias dos
devedoret a dietribuiejao respectiva enlre os berdei-
roa. lie aviso pira ooe te nao chamen) a engao,
lana Mii janlo Me debito, ridiculos e de muilo
tteapa.
Al Iencao.
-- Aluga-se um sitio bonilo no caminho dos
Afilelos, enlre o Manguitiho e a bocea do Espinhei-
ro, perlenceuleau lllm. Sr. Frauritco de Carvaiho
Paes de Aodrade. e anude mora o Sr. l-'rederico Ro-
billiard, O silio postua muilas e'superiores laran-
ueia. mangoeirat, coquciros, sapoliseircs, limoci-
ros, llore verdura-, rapim para i eavallo, e lem
carimbas com auua boa. A cas lem :| salas grande*.
10 qoartsf, lotiuha. taala para M preos, estriba-
ria para ti cavallos. lelli'iro com manjadera para
11 vaccas cavallos, cuchen a -para i carros, re-
creio, :i qnarlos para negros ele, A casa foi nova-
menle concerlada.e pintada por o presente morador.
Na mesma casa acha-.e mullos trastes dos mclhores
uosto, um bum carro para um nu 2 cavados, que le-
va o pessoas. utna carroca. una boa vacca de leilc
e mudas oulras coosas, para veoder, em consequeu-
Cia da proiima retirada da familia que alli mora.
-- Aluga-se um sitio perlo da praca, a quem vi-
ver de plautacOes p lenha pelo menos duas enxadas,
com a condieco de tralar do arvoredo que lem o
plantar uniros de novo, tratar da cerca e fecha-la,
dando fiador para o cumplimento do trato que se fi-
zer, que para aso se llaga por um aluguel maii
coniiiioilu do qne esta' : quem o pretender falle na
praca da Independencia loja ile.niiu lc/a- n. 3. que
se dir' quem o aluga.
Quem liver algum siiio com prapsretea para
ler muilo capim pelo invern e vern, e queira ue-
gocia-lo ou arreuda-lo, annuncie para ser procu-
rado.
Aloga-se o silio conhecido do Arraial, do casal
da yiuva do Burgos : Irala-se com Antonio Carlos
l'ereira de Burgos Ponce de Len, na ra Direila,
sobrado n. 92, de maohAa ale 'J horas do dia, e a
larde de 2 as 3 horas.
Ausenlou-se ha 8 dias da casa do abaixo assig-
nado umsen mnlatiuho de nome Ravmondo, ofllcial
de alfasste, de idade de 15 a 10 anns, claro, alio e
delgado do eorpo, he um lano cerrado, e qoando fal-
la lem falta de evprcssao e verbosidade : sera grali-
fieada a pessoa que o conducir a casa n.... da ra da
Cadeit! do bairro de Santo Antonio do llecife, de-
fronte da igreja de S. Francisco.
Iteulo Jos l-'ernaudes Barros.
Jos Nunes de (lliveira lem justa e contratada
a compra da casa alraz do Sacramento da Boa-Vista
n. 1U, com II. Anselica Francisca de Azevedo :
quem se julgar com direilo ao mesmo predio recla-
me uestes tres dias
Precisa-se de um trabalhador le padaria : na
ra Direila n. 69. *
O Sr. Fredenco Jacques (tueira di-
rigir-sea livraria nt. (i e 8 da praca da
Independencia, a negocio tle seu inte-
resse.
Vend
des. por pri ros commodos,
juerem acabar
eros, pois
Vend
e uniros muiln inai e-
na na Direila n. T.
-e nina negrinha erionla, de 7 annosde
Idade, e un moleqoe de 3 a......*. ambos de muilo
e muilo proprios para dar -o de roi-
a do Crepo o. 10. segundo audai. das
n iliantc.
m-se i Iraveadeqnalidade, de o palmos
floem as prelandm procure na ra Dicei-
de uous andares n. 137.
m-se O pipas com lami hoa agaerden.
cascara, a peaaa ao adinheiroi na ra
Saula Kila, annazein n. 17.
-se urna cabra boa de leile, com doas
parir : na iua da ConeSHjao n. ili.
m-se 2 pipas de agurdenle de caima de
liialidade. por preco razoavcl: na ra da
indas ligur
mo : na ri
M do da e
Vend
cada orna
la, sobrado
Vend
le c ptima
da praia de
Vend
crias eja a
Vend
multo boa
praia de Si uta Rila u. 17.
No la go do Carino, quina da ra de llorlas n.
a.2S?M 7,- Vnder nwM*W in^lezai a 480, 560,
0.
Compra-se toda e qualquer poreao
de prata vellia de le sem feitio: quin
tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 1">, agencia de leilOes.
-- Compra-se um escravo de meia idade para o
servido do campo ; ra do Hospicio n. 21,
Compram-se caixes vasios qne lenhamsido de
vellas de carnauba, vindas do Aracal) : na ra da
Cadeia n. 37.
Compram-se ae;oes da Compaohia de Beberi-
be : na ra larga do Rosario, armazemde louca.
Compra-se urna morada de casa terrea as roas
seguinles : Agoas-Verdes, llortas, Uireila, Camboa
do Carmo, Santa Thereza : quem a liver dirija-se a
ra de Agnas-Verdes n. 6i. Adverte-se que sen
valor nao exceda de 1:0005000.
Compram se urnas andillias usada, oo mesmo
novas : na Boa-Vista, roa Velha, sobrado defronte
do becco do Veras, onde mora o padre Dutrle.
Compram-se para urna encommenda escravos
de ambus os sexos i ut ra da t jdeia do Recife, ar-
mizem n. 3(>, ou na ra do nueun.ido n. 28, segun-
do andar.
Compram-se eteravos de ambos os sexos, assim
romorecebein-se para se veuder de commist.lo : ua
ra Direila n. 3.
Compra-se urna vacca de leile que de pelo me-
nos 3 garrafas do leile ; paga-se bem : queni a liver
dirija->e a estrada dos Afilelos, casa cinzem
fronleira a igreja.
lia quasi
SBetttttf.
Na ras de JaOo Fernandos Vieira. que vai da
Soledada para a Manguinho n. i2. contiuua-sc
acorar aaorpharadicalmente, anda eiitando no ul-
timo grao,erysipella, arittins, nemas indiada-, gln-
dulas un alporcat, e dores rheumalicas.
AO |Nlb]CO.
J. Deudor cun loja de alfaiale na ra Nov a
'ti, recnminenda-sc aos senbores que quizerem pos-
suir obras, como calcas, colletrs, casaras, ele., feilas
ras perfeirao. Neste estabelecimento nao se eucon-
irar abra de fabrica, smente obra feila por encom-
menda, de baixo de toda a garanlia, com toda a per-
feicSo paarivel, e sertipre do goslo e d. olliraa moda
da Earopa. Ser igualmente mudo conveniente e
recnrairjendavel aquellas pessoas que moram u'algu-
ma distancia desta cidade, c que quersm snas obras
failaseom brevidade, e no prazo mareado. Tambem
encontrare eonlinuadamente no mesir o eslabcleci-
menla panno e fazeudas para qualquer obra.
Miguel Jos da Motta, proessor de
instrticcao primaria, fa/. saber ao Srs,
pais de seus alumnos . vier, que a sita actual residencia lie na
rua de Horlas, sobrado de um andar e
sol,i i. n. 12, quati del'ronte do becco de
San-Pedro. Qutrotim, que contina,-ad-
mittir pensionistas, semi-peiis'ionistas e
externos, por urna mensaiidade ra/.oavel,
Reeile "2 dejullio de 1856.
Na rua da Roda, cocheira de
Panla Ov Inndo, existe para ven-
der-su um.rabriolel uovu, de posto
moderno, muilo leve e com mol-
las moi brandas: vende-se juntamente como eaval-
lo que he novo, muila grande e excellenle puxador,
e esta' gordo.
Massa adaman-
tina.
I laucitco Piolo Ozorio chnmba denlescoiu a ver-
ladeira massa adamantina e applira ventosas pela
atraci.-au do ar : podo sor procurado confronte ao
Rosario de Saoto Antonio o. 2.
AO PUBLICO.
i| No artna/eiu de fazendas baratas, roa do
Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento de fa-
zendas linas e grossas, por mais barato
prejos do que em oulra qualquer parte,
lano em por{des como a retalho, aflian-
rando-se aos compradores um s prer;o
|g- para lodos: esle eslabelecimenio abrio-se
aas de combinacao com a maior parle das ca-
W sas commerciae?. inglezas, francezas, alle-
jjj maos e suissas, para vender fazendas inais %
% em tonta do que se tem vendido, e por isio jS
' ollerecam elle maiores vantagons do que m
outro qualquer; o proprietario deste im- M
portante cstabeleriinento convida lodos *
os seus patricios, e ao publico em gcral, B
para que venham (a bem dos seus inte- &
rosees) comprar fazendas baratas: no ar- i.
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
ionio Luiz dot Sanios & Rolim.
l-aWWaWWWjl
Preeisa-se alogar urna amade leile, forra ou
capliva, prefere-se sem lhoe paga-se bem : a Iratir
n rua das Trincheiras n. 27.
Loja da pobreza
rua do l'asseio n. 9, vendem-se para acabar, chitas
lidas, padroes escuro, a 140 e IbOocovado, brins
de linho escuro a 200 rs., panno fino azul grosso a
2> o covado.
i\a loja das seis
poi'tas
i m Ceiite Castas escocezas a dozc viulens o covado, e piula-
das a meia pataca, riscado mooslro a dout tusloeso
covado, cansas bordadas para cortinados e baados a
pataca ,ara, curtes ilecassa com defeito do copim,
tendo II corados o corle por dez lusloes. lencos de
laa para pescorodetenhoras e meuuas a pataca cada
um, lencos bordados a uovo gusto para milo de te-
nhoras a dez luslOos cada um, ateias finas para me-
ninas a doze vinlent. Etta a loja aberla das 6 horas
da manliaa ate as 9 di ufar.
i\a loja ilas seis
pdrts.
Em /'rente dq Livvumento.
Novos riscados franceze de lindos padroes a meia
palaca o covado, paupolina de 13a finissima a duas
patacas o covado, laas de quadrot de gosto novo a
duat patacas o covado, cintas escuras de tintas sega-
ras a meia palaca, e de dirterenles core a seis vin-
leus, lila prela para saias c maaloa.a dous lustes o
covado : vende-se burato por nerer acabar com
certas fazendas.
Vende-e su|rerior cera de carnauba em por-
cao, na roa do Brom n. 22, e em retalho na rua da
Cruz no liedle n. 36, uma/.omde Meudes i Braga.
Vende-se a taberna d Hoqaieio, denominada
blephanle de Duro, muilo afregaeuda : quem a
pretender dirija-se a rua da Madre de Dos confron-
te a igreja, a (aliar com Jeaqoim Vilippe da Casia.
Chapeos fiara sen hora
vindos de encommenda da cidade de Paris, e TeSi-
dein-se por p.eco razoavel : na rua do Crespo n.2l.
Superior farinlm de mandioca em
taccas.
\ eiule-tc nualqeer porreo de muilo boa familia
de mandioca, chegada lia ponco de S. Malheus, a
pi eco muilo comrnodo por cada taeca : no escripln-
rio da roa da Cruz o. 19, primeiro andar, ou no ar-
mazem Jo Sr. Pacheco no caea do Ramo.
Vende-'C sal do Asu' a bordo do tingue aNe-
ro : a tratar na ruado Vigario n. I'J, primeiro
andar.
poi
.S:cas con mi!!io
pre<;o corainodn : vendem-se na
loja
(ii, 8 610 e 720,
a 200 rs., o)
dila molda
a 160, alel
ranhaoa I
a ion rs., I
linguiras i
boa a 4110
320, azeite
a caada,
Porto 610
jo- novos a
Ciiitas
dem-se uaj
n. 10.


DIARIO E FrStUBaiO QbURTA FE>M 9 JLHO 0 I8b6
-se farinba de mandioca em sacras gran-
Na taberna do l.aranucira, ila na rua AogUS- i
la, de 5 portas, vende-se niauleiga fraureza de pri-
nieira qualidade por 180 rs. a libra, assim como ;
ipieijos do ltimos ehegados. por l>SOO, e se re-,
[xinde pela -ua qualidade. larinha de aramia a _J>>
rs. a libra, leijao mulaliiihci novo a 760 rs. a Cala, I
assim como os mais gneros a vonlade dos fre-
guezes.
Na loja
~>5 veudi'-si
qualidade
de ler
salitre
9>j a arroba.
a(ens da rua Nova n.
refinado de pnmeira
CAMISAS.
Vendem-se camisas francezas com mu pequeo
loque de inoln a 185 a duzia, lambem vcndeni-se co-
bertores de aleudan a 60 cada um : na rua do Cres-
po n. 16, lo; i da esquina que \olia para a roa das
Grasas,
M>0. e muilo lina a 15120, dita frauceza a
lanlia bem alva a JOU rs., rale cm caroco
lio moido puro a 320, revada a 100 rs",
a 250, alpisla a 160, tapioca de MaranbSo
la a iOO rs., passas a .",60, arroz do Ma-
: 0, bolachinhas de soda, dilas de aramia
boetises a 320, farinlu de Iri-o a 110,
I e porco do aerlgO a 320, loueinhu de l.is-
is., sebo de llullanda a .'KHI rs., sag- a
doce a 600 rs., dilo de rarrapalo a 20210
II 320 a garrafa, vinho de mesa a 180, dn
720, engarrafado muilo fino a I9L qoei-
25, latas de graxa a 120.
a A.
po!
Beltrdo.
VINll E LICORES.
Veude-s por preco comrnodo caixas com superior
r lial, chegado ltimamente a esle mercado,
assim c Jim nutro diversas licores finos; o exellen-
levinhodt Porto lano em pipas como barrde .V
de 8.- na r la da Madre de Deusarmazein de Bastos v\
Silva.
Sanie-se para fra da provincia urna negra
erionla, de 22 anuos de idade, bonita figura e oplima
engommadira : a tratar ua rua da (lorian. Mi.
Ven
criado de
perlo se ac|
pretender
terceiro .o dar.
iVeniem-se 3 pares de arandela proprias para
i : na r la da Con;ec.ao o. 20.
Vestidos a 2*000.
Vendeinise curies de vestido de chita larga frau-
ceza, pelo jarato preco de SgOOO cada ciirle : na loja
de 4 porta na rua do Uueimailo n. 10.
e-se um etrea crioulo aroslumado a ser
compaubara cav/illo. que por muilo es-
la recolhido a casa de delencilo : quem o
procure tralar n rua da Aurora n. 58,
Vendem se 3 escravo, .ende I uplunn mole- i
cote deidade 20 anuo, 2 ecrva de idade de 18 a
22 annos, todos crioulo-: it.i rua Direila ri. 3.
Vendem-se 3 in>prei**as, sendo 1 propria tiara
aperlar charutos e tuma-lo- quadrados, e 2 para im-
primir eslampas ; asirr. rumo I excellenle canoa de
carreira prepria para familia : quem prelender, di-
rija-se t rua Imperial n. 120, segunda casa depoli
da fabrica de sabao.
Vende-se urna escrava erionla, cora todas as
habilidades ; o motivo da venda se dir ao compra-
dor; na rua Augusta, cata n. 31 defronte da taber-
na do Sr. Bernardino.
Rap e charu-
tos.
Na ruada Cadeia do Recife n. 15, loja de Bour-
gard, vendem-se superiores charutos d> Baha, em
caixas, man.- e retalho para quem se quizer conven-
cer que lia hom e barato, e rap de Lisboa a 30 rs. a
oitava.
Vende-se arroz pilado da trra a 2 a arroba
em sacca, dilo de casca em sacca a 4-5, e a granel al-
queire vclhu a 15, milho em saccas a 38600. ludo
muilo novo ; bem como velas do carnauba de coni-
posis?o da meihnr fabrica do Aracaly, oleo de rici-
no em latas de 37 libras a 100rs. a libra : na rua do
Vigario n ,",.
o muito superior baca
a I5&000 rs. por barr.
Aliandega aimazem de
Chita larga a 200 rs. o covado.
Fa/e;idas por
nos do seu val
de -1 portas
Qiieiin ido u.
mimo me-
or, na lojri
>a rua to
10.
rancezas largas a 200 rs. o covado : veu-
loja de i portas, na rua do Queimado
ahilo preto.
. re", c v<
J"V,i Martiiisdc Barios.
1
Ja veio u sabao prelo, c vende-se smenle na ar-
mazem de
Frinieira.
Jos Jo iquim Goocalves da Silva avisa ao respei-
lavel pub ico, que sua casa se acha ssrlida dos me-
Ihores gei eros de mulhados, e vende mais barato do
que em o Ira parle, lalas de hiscoilos lino de todas
as qualidt des a 2-3000, e porro de 10 lalas mais em
conta, bo achinha de 3oda, presuntos de fiambre, di-
tos de 1.a neg muilo superior, vinhos engarrafados
de todas s qoalidades, cha o melhor do mercado por
ser mand ido vir de conta, e milites uniros genera*
isla acharan verdade.
Azeite tie
mamulla pu
riicfi('
que so a
10,
i>
vel, |ir|
Ca da
ra de I orlas.
v.m-s.
nua-se a vender
r cana da
preeo t'a/iia-
a eemgarraia : na tbr-
ua dos Guarai-apet n. 30, em l'o-
mo Ira-
: a tratar
da Ca-
Ve idemse caileiras americanas c..... senlo
de palha, de muilo boa qualidade, tanto cm dallas
como en meias duzas ; na rua do Trapiche n. 8.
Vejnde-se urna mulalinhadc idade de II au-
iiii. s : lia nua de Agoas verdes n. 16.
Vende-te urna porjo de madeira,
vessatj de qualidade, de 32 a .O palmus
com Frocuco (.u-ludio de Sampaio, rua
dea dojBecjfe, luja drverr.a-,,. ac.
v %K LOJA DA BOA FVlA.
Neudt-se baodejas grande .... ;, ,i,,; ,,e|u ba-
ratitaimf, preS de 38000. 4ObD.e los de armacao de .co de todas a ;racnares a
800 reli, luneta- com armacao dourada I:,00;| reis,
dilascoro armacao de larlaruga a ItjOOO reis. ditas
com arnaao de bfalo a ,'MXI reis, oculoscoin ar ua-
iSio de melal Irrauco 100 res o par, lunetas com
armai.a I de tartaruga com 2 vidros a Ijooo reis, :.
eos ciiles para cavallos de hornera esenhora pelo
baralitiimo preco ue 800 reis cada um, grvala de
seda millo bonitas a 1J)000 reis, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo baoliisimo piten de
dOOreiii, ospensorios linos de borracha a 100"reis,
penles iuilissiinu linos para suissa a|500 reit.etcovas
muilo I mas para cabello a 6iO r
Evisten, ncsla loja as fazendas da loja da rua do
Crespo, que forain arrematadas, a quaes se conti-
nuara a vender por muilo menos do seu valor, como
seja :
Madapolao entre-lino, peca 2NJ0 c
Dilo muilo superior de jarda
Algodao de 20 jardas, peca
Dilo bnm
Diloamericauo
".hilas ordinarias, peca
Hita- decores fixas .".MU e
Ditas pira coberla
Castas de quadrns
l'lalilha de I111I10 de 25 varas
l.aadedilo muito superior
Cambraia lisa
Dila muilo lina
Brelanha delinhn lina, 6 varas
Curtes de calca de caseroira de cores ,'l?'i00e
Hitos de dda preta boa 58500 e
Selim prelo superior 25500 e
Vendem-se Os verdadeirot e superio-
res salames de Bolonba, assim como massa
:oC1^ 2 se-
NHORAS.
\endcmJ superiores luv as de pellica muilo novas
para humein e senhora a 18280 reis o par, ditas de
eda nimio boa e sem deleito algum amarella. pre-
las e brancas para houiein e senhora a I9OOO reis
o par. dila prelas de lorcal multo boas a K(K) reis o
par. ditas d lio de Ecocja brancas e de cores para
hornero c senhora a 00. 500 e 600 res o par, dlas
ditas para meninos emeninas a 100 reis o par, levas
de sela rc*s d* t,,,| as cores e bordadas, com
guarncao. para senhora a 3800(1 e 38.500 reis o para
e oulra mais qualidadea de lavas, Indo na' rua
du-Queimadn na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama 11. 33.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas de laia para
padres, pelo baratissimo preco de 1S600 o par : na
na do Queimado. na bem conhecida loja de miude-
zas da boa lama n. 33. -
CARTAS FIMSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-se superiores cartas francezas paiavolla
rel pelo benlhahao preco de 500 rs. o baralho
ua rua do Queimado. na bem conhecida loja de miu-
dezas da bita faina n.
Bonecas rance-
| zas.
\ eudeni-se muilo bonitas bonecas francezas, pelo
baratissimo preco de 15280 e I98OO : na rua do
1 .inclinad,,, na bem contienda loja de miudezas da
boa I a 1111 11. 33,
39OOO '
fc5800|
1.5920
2.5IOO
35000
I.5OOO
aonn
65-500
I-mu
itJOOO
I.-15000
25500
i .-000
amo
1-000
65000
39000
Par;
noivas.
Brim de quadrns de puro linlio, Boo.aj covado 21K)
610
I92OO
395OO
640
15920
35OOO
-.OOO
1-5500
.'0-000
Mq
160
i-OIM)
I96OO
15800
220
1 covado 500
320
3-5500
15500
280
6'<0
:i50oo
160
200
Brim delinho trancado, de cores, vaia
Dilo branco superior, vara
Panno prelo e de cores, o covado 3-000 e
Peitos de linho para camisa
Macos de meias cruas
Ditos de diias boas
Ditos o mais lino possivel
Merino prelo largo, o covado
Curies de vestido de seda
Cassas de cores, vara
Chitas sorlidas de cores, o covado
(.hales de merino de cores
Cortes de cassa chila
Dilos de dila com barra
Chila larga frauceza, o covado
Ua de quadros de cores para veslidu
Alpaca de seda de cores para dilo
Meias linas para senhora, duzia
pilas de seda, o par 15280 e
l.ila branca, n covado
dravalas de coi es
Velludo de cores, o covado
Algodao riscado e azul, o covado
Lencos linos de chila e ganga
E oulras muilas fazendas por baralissimo preco : ap-
ptrecam pois, os freguezes, com uuihairo, que uao
se cngeila preco.
k\\mm BOAS (UJ4LI-
i!;i(l(s he muito barato.
Ven.ie-. piuelda poto e .....1..... o melhor quel
pode havernesB genero a 3, i, 5 e (i-iOOO a resma,
papel paqu'te iRofo lino e de muito boa qualidade:
nr.ipriamer.fc p^a se escrever por vapores |iara a
hi ro,*i en contequeiicia -de nao se paaar grandes
ortes de 1 '.rtafc, em resmas, meias rateaM, quarlos
e resm.:, ou mesmo em qnsdernos a 80 ls., pBpel de
ho vei.- ideirarHenle almaro e propro para carlo-
ro a .. a resma, verdadeiras pelmas de ajo de
(0 ..e lauca conhecida- pelas melhores qoe ha a
V5200 a caiiielia com 12 duzias, ditas sem ser de bi-
ci> de Maca, ^las tambem muilo boas a 610 a Caili-
:i' com I2d,zias, duzia de lapis muilissimo linos a
320. -100 e 504 rs., ditos oara desenlio a 800 rs. a
duzia, canivei;s niuilo linos e de todas asiualidades
e precos, I,ni ngleza muito boa c barata : na roa
do (.inclinado, lojn de miudezas da boa fama n. 33.
llABUTOS VABETAS
dos coipridos e redondos a 700 e 1p000 res bo- iem ""* de :*> a *XJ00 : vende-se na rua do Quei-
tf.es lin ssimos >ie madrepcrula para camisas a 1&200 I '
Cliegaram no ultimo vapor do Rio
de Janeiro, aifjunsevemplares dos Segre-
\ endem-se ricos corles de seda branca proprios
para vestidos-de noivas, pelo baratissimo preco de
O5 : na rua de (Jueimado. nos qualro cantos, loja
de fazendas da boa fe n. 22, defronte da loja de miu-
pezas da boa fama.
Loja da boa fe.
Vende-se chaly de'qnadros de bonitos padroes a
900 rs. o covado, dilos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
lilla cores a 55, ditos com lislras de seda a 79: na
rua do (.lueimado, nos qoatro canto-, loja de fazen-
das da boa f 11. 22, defronte da loja de miudezas da
boa fama.
Para os namora-
dos.
Vendem-se flhat de papel muilo honilo, proprio
para correspondencia de namurados, pelo barato
preco de 10, 60, 80 c 100 rs. : na rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
I n. 33.
|- Casas pretas para luto.
\ endem-se cassas prelas muilo linas proprias para
lato, pelo baratsimo preco de 180 ,- vara : na rua I
do Qiieimadn, nos qualio cantos, loja de fazeudas da
boa f 11. 22, defronte da loja de miudezas da boa
fama.
Vende-se
Iha'o de escama
ca : no caes ila
Paula Lopes.
Vendem-se Umeis, pipas e quartolas
para dislilacao, as quaes toram de azeile de peive e
depoi, de aguada, arqueadas u* bons aico de fer-
ro, propria para deposito. e carapas de di-lilarau
a tratar com Joaquim Lopes ii Almeida, ou "com
Antonio de Almeida domes, rua do Trapiche 11. 16
segundo andar.
Lin completo sortimento de bordados romose-
jam, camisetas rom mansas, collaiinhu, peilillios
1,uncirs, cami-ns, coilinha e pelerina ismbem
lem um completo sorlimenlo de ricas llores, enfeile
para ctbeca, filas e os verdadeiros e moderno |>IC01I
delinho: na rua da Cadeia-Velha o. 24, primeiro
indar.
Vende- (Ido George Kenworlhv, no logar de S. Jos do Man-
guiiho, com arvoredos de fructo e mais bemfeitorias
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender prucore em casa de Sa-
muel P. Johnslou .v Companhia, rua da Senzala No-
va 11. 12.
EmcasadeKabt'Sclimettau.C, rti"
da Cadeia n. 37, vende-se :
Um grande sortimento de vidros de es-
pelho-
Relogios linos de patente nglez.
Couros de lustre, marca castello.
Couros de graxa.
Ervilhas seccas cm garraloes.
Vinho do Rheno superior,
Tudo por preco comrnodo.
Salitre superior.
Vende-se e mnilo barato, na loja de ferrageus da
rua do Qaeimado n. 35, em porr&es e a retalho.
Cm casa de M. Calinoit i\ C, praca do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
segtiinte:
Taboado de pinho, alcatrao c
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas-
Esponjas de superior c|ualidade.
Cabos de linho edeManilha.
Tudo muito comrnodo.
l\a loja das seis
portas
Em frente d.s Livrauento
|)i\e da
Panpelina de seda e Ua para vestidos, de lindos
padres a dua patacas o covado, liscado ministro a
dous lusloes o covado, cassas francezas finas a doze
violen- o covado, manguito de cambraia para vesti-
dos a de? InalAeso par, seda dn lindos gostos, lar-
gas a dous mil reis o covado, dinheiro i vala para
acabar.,
Pianos,
N endem-se pianos vertieses nglezes, de elegantes
mn le I e escolenle- vo/e, fabricados por unidos
mais acreditados autores, prendad na esposicaode
Londres: noarmazem de Rnslron Itooker Com-
panhia, praca do Corpo Sanio. *
IECHAHISIO PIRA EIS-
IHO.
NA FliNOICAO DE FEBRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. A
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA
FARIZ,
ha sempre um grande soriieaeuto dos seguinles ob-
jcclos de mechanitmos proprios para engenhos a sa-
ber : inocudas e meias moendas da urais moderna
conslrucrao ; taitas de ferro Candido c balido de
superior qualidade e de lodosos lamanhus ; rodas
de11l.11. a para agua on animaos,' de toda as prnpor-
i.ne--. crisol e boceas de forualhae registros de bu-
eiro, -f. uilhOes.liroii/es. paralusos Cirtilhes.iuoi-
nliiis de mandioca, ele. ele
NA MESMA FLNDICAO.
, se execulam (odas as encon.memlas n n a tuprrie
ridade j conhecida ecom a devida prestezas com
modidade em preco.
HELAS HE L\\
l\a rua da Cadeia do Recife u. 5. loja do Bour-
gaid. vendem-se meias de la para bomeut. tend-
is" a 5S rMi de ,0lna,es "ovissima a 600
fiMNMMMMNi- f Wf
W Mttal amarello para forro. #
m Cabos da Russid e de Manilha. m
9 Lonas, brm/.3o e brim de vela. &
Pixe da Suecia. Si,
5 Cemento amai ello. 1
9 Vmhode Champagne c do Rheno. $
B Agurdente de Franca. ^
@ Pianos de armario de modelos no- c
8 vo<- 8
fi Ai-mamen to de todas as (jualida %
& des. ^
Alvaiadelino em p, oca e tintas ^
tt em oleo. S
@ Pedias de marinte para mesas e
consolos.
; Papel de peso ingle/..
O Chicotes para carros,
ffi Ferro embarra, verguinhae chapa~i
^j Couros de lustre. jj
Q Vendem-se no ai-mazem de C. J.
$ Asev &C.
POTASSA E CAL YIRGEI.
No amigo e j bem conhecido deposito da raa da
Cadeia do Recife, escriptorio fi. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dila do Rio
Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precw muito favoraveis, com os quaes cario
dos comadores satisfeilos.
Emcasa de HenryBrunn& C, na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
to deouro do melhor gosto, assim como relogios
de ouro patento.
R
r
de ac i tal) reis, ricos porla-relogios a .-J800 reis,
cantas 1 le melal muilo finas para rsp a 00 o fiOO
reis, es ovas finissimas para uuhat a 30, OO e 840 dosda CalhgVaphia, pelo nrofessor in'elez
res, estovas para roupa e cabello o melhor quepode William ,>llv ;~.:_ \. 1 1 .
haver laooo, l200, l500 e 2 reis, pinces liuos! **l".lam *-"> unit mventor da letra
para bl rba a 900 reis, duzas de facas e garios linos : cmua eommercial. Segunda icliao aug-
aai? Rasan aM? ?. d.- ''al"":o ",ui,i",n" j "untada : vende-se por .sOOO, com lin-
tina- a h-iHK) a .lu/i.i, dilas liuissiinas da cabo oe ,|-c;m<, J -'
marfim o mellior que pode haver a I.000 res a 1 tncaflernacao, em casa dos Srs.
duzia, ;amisas de meia muilo (mas a 13000 reis, ri- i Antonip LopOjS Pereira de Mello & C., rua
cas abo uaduras de madreperola c metal para col- da Cadeia ( o-Rei-if^ n 1
iNe e 1 alibis pele barato preco de .VIO e 00 re,! aOT.etiIen. 7.
Iiui-n as iiavalbas para barba em estojo, de urna e i Vende-seuma casa terrea sita no en-
duas m vainas pelo baralissimo preco de 31KK oes-,rnnlir, n. ojo, cuiUieiros americanos muilo bonitos pronrios .' "S Y'aOI, em AP'PUC0S> n0
muitos commodos, com sitio perto dbba-
nho: a tratar 11a rua da Cadeia de Santo
Antonio,"com Jtodopho Joo Barata de
Almeida.

proprios --,--------- *?
pata estudantes ou mesmo para qualquer eslabele- 'gar chamad^ Pedra-Molle, UOVa, COD1
cimento, pela boa luz que da a commodidade
de se poder peudurar ou piir-se em cima dejqualquer
aeso, pelo barato prejo de 55000 res, pastas para
guardar papis a 800 reis, espelhos para parede com
armacao denrada e sera ser dourada pelo baratissi-
mo precede500. TOO e 1J000 rei., finittimas eri-
cas caiska para rap a 2f>300 e lljOOO reis, papel de
f"'*' *r"" peqnena em quarlo de resma pelo
baralojlcef;o de 7J0 reis, e oulras m11ilis.11n.1- cou-
*'"' *5l'ad0 ,#e"de mais barato do que em oulra ''
qualqadr loja : na rua do Qoeimado na bem conde- '
cilla loja de miudezas da boa fama 11. 33.
Vejndem-se lingoicas do serlAo muito frescac:
rna da quina da rua dos Mari;ros 11. .-|(.
n. 2ti da rua da Cadeia do Recife, estpn-
ua do Becco-Largo-
\ endem-se dous missaes novos da
ultima edirSo por preco comrnodo : na
rua estreita do Rosario, loja de barbeiro
n. 2.
Jos Antonio Moreira Dias i\ C, fa-
zem st'iente aos seus freguezes, que aca-
bam de receber de Liverpool um sorti-
mento de plvora da mellior qualidade,
e a venciera por menos do que os antigos
vendedores deste genero; para verem as
qualidadcs encontraran as amostras em
seu escriptorio, na rua das Lanngeiras
n.H.
Sao chegado a na do -Trapiche n.
34, barris hvdraulicos paca deposito de
fezes: as pessoas que leem encommen-
dado, hajam de procura-Ios antes que se
acabem. /
Lindo sorlimenlo de chitas r\as para lu-
to, no aterro da Roa-Vista n. 10. .
Vendem-se chitas roas para lulo, padresde cas-
sas, de cores litas a 1li(l o covado, dlas muilo linas
com om loque de mofo a 100 o cov?do, dita- do co-
res escuras a 110. 1IH>, 1X0 e-JISl r. o covado, alpa-
cas de seda de lindos padroes a 730 e 010 o invado,
chales prctos de laa a 13, sarja de seda muilo lina a
33 c 13(100 o cmado, e oulras muilas fazendas para
acabar.
Bixas de llaii-
hur&o.
A IjOOO rs. o cento.
Na l)i de barbeiro da rua eslreita do Ka,ario n,
3, vende-se bixas de Hamburgo chegadat pelo va-
por, a 30)000 rs. cada cenlo ealugam-se por muilo
barato preco.

VE?
Vend
M, Me
130 a
lira a 1
DE MI 1TO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
iin-e libras de lilallas de boa qualidade n.
70 a 1ol0, ditas muilo linas de 11. 100
hliOO, duzia de lesouras muilo bas para cos.
ditas muilo liuase grandes a<300adu-
agulkas
boa fama
zia, pee or.- de bico eslreito a .iOO, catinhat
francezas mnilo linas a 160, caiiinhas cora
ko de admirar
Assim que pegam
.Nlo lem voulade
Ufe largar
As grandes bichas d| Hamburgo : na rua eslreila do
liosario n. 13. paiiaSa que foi do Cu ua. veudem-te
e alugani-se por ineeut preco do que em oulra qual-
quer parle.
Luja da pobreza.
Ai:
sao monstro.
Vende-se algodao coiu qoasi 2 varas de largura
prupiio para encoes e, loalha pelo barali>sim|
preo,o de 000 rs. a vara : na rua do Queimado. na
qualro cantos, lo|.i de fazeudas da boa f o. .
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultima-
menle de Franca, pelo baralissimo preco de IJJOOO o
covado. Esta fazenda he de pura laa teda, e ot
seus i, In.-o sao os mais bonito qoe at o presente
lem apparecido no mercado : na roa do Queimado,
nos qualro cantos, loja de fazendas da boa fe 11. 2.
ra as senho-
ras que gotiftiii do bom e
barato.
Vendem-t* ricos penles de tartaruga pira atar ca-
bello a 48500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para enanca de um mea a um anno, pelo barato
preco de 1)800 o par, lencinhot de relrot de todas as
cores para seohoras e meninas a ls, tuncas de. laa
para seuhoras e meninas a 500 rs.. camisas de meia
para enancas al a idade de um anno a 500 rs.,
meias brancas de algodao para senhora muiliin>o
finas a 50(1 r., ditas brancas e prelas de seda o me-
lhor que se pode encontrar a aje 39500 o par, ricas
canas para guardar joias a 800 rs. e 18, eaisas mui-
lo ricas com reparlimentos nicamente pruprias para
co.lnras, pelo haraiissimn prejo de 28500, 1)5000 e
:I3500, travesas de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, pelo baralissimo preco de 1:>, ditas de lar-
taruaa a 38500, ricos leques com plumas eespelhos e
pintura- linissimat a 29, prntes de bufado muilo finos
para lirar piolhos a 500 rs., lesouras linissimas e de
(odas as qualulades, ricas trancas de seda de todas as
corete larguras, ricas filas de seda lias o lavradas
de lodas as larguras e cores, bico de linho fioissimos
de lindos ptdres e todas as largura, ricas franjas de
algodao branca e de cores proprias para cortinados,
e oulras muilissimas coosas, qne ludo i*e vende por
lo barato prero que hu proprios compradores ser-
vir de admiraoao : na rm do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Perfumaras de
hom gosto.
>a loja da boa fama eneonlra-se sempre um rico
sorlimenlo de perfumara* de todas as qualidades,
sendo ten autor o melhor que ha em Paris, riquisti-
mos frascos de estrados muitissimo linos, pelo barato
preco de 18200,-18500,2 e 385(10, jarros de oreel-
lana delicados e de modernos costos com banha frau-
ceza inulto fina a 2). frascos com esseencia de rc-sa a
330, paos de pomada Iranceza muilo boa a 100 rs.,
frascos pequeos e grandes da verdadeira agoa de
Colonia do l'iver a 1H0 e I^IHKI, (abneles finos e de
elogios
coherlos e deseeberles, pequenos e grandes, de ouro
e praia. patente ingles, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
-1 z, un ca- m.Ac Soctholl Mellar & Companhia, rua
Torres n. 118.
Rob L'AHecleur, Vermfugo iuglez, salsa de
ristol, pilulas vegelaes, salsa de ands : vendem-
esles remedios verdadeirot emcasa de Barlholo-
i Krancisco de puza, > -ua larga do Rosario
n. sr^ *"^>^w
Cobei lores de laa lieSpa'
eb.'s muito encorpa-
(lose grandes'.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina o
Miha para a roa da Cadeia.
Jal virgem de
Lisboa e potassa da
Russi;.
Vende-se na ruado Trapiche n.!) e It, cal virgem
de l.itboa, nova a 5-3(100 o barril, velha a 500 rs.;a
arroba, e polassa da Hostia a 300 rs. a libra.
ielogio8 de patente
njjJezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abratt, na rua da Cadeia
do Recife, nrma/.em 11. 36.
Attenco
Kiscado escuro e muito largo, proprio para roupa
'le escravos a Ki'l o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bom gusto a 5s, alualliadu adamasca-
do cora 7 palmos de largura a In..i a vara, loalbas
de panno de linho alcosoadas e lisas para roslo, as
mais super lores que lem viudo ao mercado, ditas
parame-a. guardauapos adamascados e oulras mina
tas fazendas por preco commodn vendem-se na rna
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem| acabadas,
sapalos e eleiras, ehegados recntenteme do Ara, a-
l>, por menos do que em oulra qualquer parte : na
rua da Cruz n. 31, primeiro andar.
Vendem-se caizascom vidros paravidracas
vidrotde bucea larga com rolhas do mesmo, o maior
sortimento possivel : cm casa de llarlholnmeu Fra-"
cisco de Souza, na larga do Itosario 11. 36.
Vendern-se madapoles finos e de oulros,
pequeo loque de avaria, jpor presos muito I
tus: na rua da Cadeia-Velha n.2i, piimeiro andar.
Moinhos de vento
coro bombas de reputo para regar horlas e bal-
sa de capim : na fundicande 1). W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Na rua do l'asseio, loja 11. "J, vendein-se curtes de
calca-e.curas e mullo eucurpados 18000, ditos de
bnm de linho escurut s800 rs.. Jilos ele bnm branco I diversas qualidade,pos para dente-o melhor que p-
1 cores a 700 <'e haver, e oulras coaitas perfumara,, que se veu-
It- nove lo- de buhas do marca muilissimu linas a
3S0, lir; cete- encarna los muilo luimos para ineui-
nas e s uhuras a 300 rs., meias brancas muilo fluas 1
para ei lluras a 310 e 300 rs. o par, meadas de li- I
nli.i- un iiissimo linas para bordar a 100e 160' bo-
(Oes dei ladreperola luiiiio linos para camisas a600/n,
a grosa, bolOes muito linos de ac para caleta a 3H0ta
grota, li velas domadas muilo linas para caejs e cut-
ales a 130 cada um?, penles de balea muito linos
para ali ar a arM) rs., peras de fita de Indio com (i
varas e neia a ".(> rs., cauuhas com cohetes (ranee-
zesaWlr,., cairelis de linhas de 300 jarda de
muilo la ipialidade e de todos us nmeros a 80 rs.
maco- c in 10 .-rampas e de muilu boa qbalidade a'
rs., dilos de cambiain.lranca e de cores a 38500, di-
tos de cassa chita linee a 3i, chales brancos a 640.
dilos de laa e seda a 38300, chapeos de sol a 18500 e
38. pecas de inadspolao a 38, 38500, 4a, 48500 e 53,
chitas linas a 200 rs. c 330 o covado. algodao azul
grosso a 330 o covado, e oulras muilas la/.eu jas, que
nao se pude mencionar-por falla de lempo.
a Califor-
50 rs., 1 ares de suspeusorios a 40 rs., (orcidas para '
candier >- a SO rs. a duzia, carteiras de uiarruquim
para alg heira cum muas duuradas a HIK) rs., cane-
las para peanas de ac a 30 e 40 rs., relas brancas
e cruas, fazenda mullo boa, paia hoiuem a IOO e -j 111
rs. u pa -, (rauotuhas de laa de caraces e de ludas as
cores a 00 r. a pecinha, |>eulcs de chifte para ali-
sar, faziuda inulto boa a 800 rs. a duzia, grozas de
noloes il i louca piulados para camisas a 340, pecas
de fila 1 ecos de todas as larguras a 2*0 e :)30, linhas
brancas de caneteiscom 100 jardas do aolor Alosan-
dre a 4( re, O carretel, linhas pre|as de ineadiulias.
fazenda muito boa a 30 is. a ineadinha, carias de
alliuete da melhor qualidade que ha e com 2> peu-
para alar cabello,
loja no-, a ao pe do arco de Sanio Auloulo. 'alem de
muilissimat e boa, fazendas baratas, vendem-se cor-
tes de dula frauceza. de 10 cuvados a 39OOO rs. e em
envados a 200 rs. unir,, larca, muilo boa para co-
berla, cortina 'os o vellidos, >Ho de cores clara,
alegras e bonita.
.--'. -- --. .- .-. -. .-...-. ...
t- '.r '4. .*
IPUITOS i CAMISAS FRV
les a 14 I, penles abcrlos de ba
lazenda
Escoc
o par, I
euvcrui
platilla a 13. ditas de pao com palitos de fugo de
boa qiii ldade .1 30 rs., canas com 50 carnudas de

v; Vcudem-se palitos'franeczes de brim de
;*- linho a :>000, ditos de alpaca prelas e de ,.
V.' cores a 7 e 8, ditos de panno lino pretot V;?
SR t de cores a lii e 308, camisas fancezas
A branca, e p.ntadas a tt, 38 e 33; a duzia,
*ff aberturas de linho a 5 a duzia, cuUrinhos Vff de linho a 9 a duzia, sendo ludo da ultima j?
na rua Nova loja o. 4.
SJ--
y| moda
dem muito baralo: na roa do Queimado, na bem co-
nhecift! loja de miudezas da boa fama n. 33.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livramento.
Crlet de meia casemira prelas e decores a dez
patacas, laa propria para palitos a Ires patacas o co-
vado, cortes de calca de brim escuro, de linho, com
(oque de mofo a dez bastees, panno fino mcclado
prusiio para casacas ou palito, a qualru mitris,
chpeos francotes de castor I,raneo a uilo mil reis, e
de seda preta tambem (ranee/.es a sete mil reis, di-
nheiro vista.
l'or menos do que om nutra qualquer parle
vendem-se na rua eslreila do Itozario 11. II, do de-
posito de sauguesugas hamhurgue/.- os objecto
abaixo e novameulu chegadus :
Bulachiuha de soda
Dila de Lisboa
Dita hamburgue/.a, lata graude
Itita de ararais dita
Queijo loudriuii a libra
Presunto para fiambre
Tiiucinho inalez
A iiieu,loa conleila.las e francezas a libra
l'ecogos, Peras, Damasco e Cinja lata
Itiscoilo ingles, lata sortida
:apim : 1
dn llr u 1
Cni de
Vende-se unta porcao de barris cun cal de Lisboa,
por baralo preco, e retalho a 118 o barril t na rua da
Cadeia do Itecife 11. 50
Relogios
ezes de pa-
tale,
Vende-te azeile de carrapalo a 2J>400 a eanada
e a carrafa a 330 rs.: na roa du Brom pastando o
chafariz phmeira casa que lem o; a o encaroadu pela
retaguarda.
Vende-se cimento muito novo chegado emll
de roaio p. p. de Hamburgo, por pre^o muito em
conla, a vista da qualidade ; lauto em porcao como
i-ui barricas linas: no srmazem de materias! na
rua da Cadeia de Saqto Antonio 11. 17.
Fio de agodo da Bulla.
Vende-se em saceos de 50 e 100 libras, por com-
rnodo proco : na rua da Cruz, armaxem de eouroa e
sola n. 15.
Ncy.Ii isa contento.
Cunlinna-se a vender a 88000 o par(preco liso) as
jt bem conhecidas navalhas de haiba.reila pelo h-
bil fabricante qoe ba sido premiado em diversas ei
paetes: vendem-se com a condicao de nio agra-
dando poder o cumprador devolve-lat al 30 dit
depois da compra, reslilnindo-se a importancia sem
casa de Augusto C. de Abrcu, na rna da Cade/aldo
Recife o. 36.
>!'>eiid;is superiores.
Na InndirodeC. Star- to Amaro, acha-se para vender moendas
de caima todas de Ierro, de um modeloe
construcrao muito superiores.
VIMiu DO PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Km caixas de duasduzia e em barris de oilavo,
recenlemente chegado pelo brigue a Trovador, d
vende-se onicamenle no armazem de Barreen A-
Caslio na rua da Cadeia do Recife n.4.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, fino, fazeodt mnilo
superior, prova de fiaUe, pelo baralissimo preco de
I3.J00 o covado, alpaca prela muito fina a 640 e co-
.,.merl"0a5,"D,',r""'d',M,Pe,'or P" psnls a
lW0 o covado, caniao preto muito fino proprio para
ve.lidos a 1 o covtdo, setim pelo maco, fazenda
superior a 29600 o covado. groedenaplts prelo muilo
hno para vestido a 2 o covado, superior seria mola
hetpanhola a 2240 o covado, Fii..ieVa pila m^r.o
fina a 800 rs. o cov.do, corles de rlleles de gorgu-
rao de teda, fazeoda muilo boa a 2J, cortea de fot-
loes de bonitos padroes a 40, brim trancado branco
de juro linho a 1 e 1J440 a vara, brins trancados
1 /t" mu. n"* P"1'0* >' Poro linho a
ttm a vara, dt(os ditos l.mbem de bonitos padroes
"i '.';' *""' d" "anv nho 1 600 rs. a vara, dilo liso largo a 480, tusas
amarella. lisas e de qnadros, fazenda mullo luperor
a .180 e 360 o covado, dilas de corea escuras de qna-
dros e hslras, de minio bonitos padroes para calca, e
palit.a 600 rt. o covado, corle* de caltas de bonitas
caseuuras de algodao, pelo borato preco de 1S130
brimzinlius de qoadros de puro linho a 240 o cov.do'
panno de IidIio muito lino a 640 a vaia, peilos min-
io lino para camisa brancos e de cores a 400 e 500
rs., camisas de meia mnilo Dona a 1} e 15130, luvas
prelas de torral para senhora, fazenda n uito supe-
rior a 800 rs., ditas de seda de todas as cores para
homem e senhora, pelo baralissimo preco de 1200 o
par, ditas de lo de Escocia para meninos e meninas
a ion rs., lencinhos de tlel muito boniloaa 19, ricas
grvalas de seda prelase de cores a 1JJ, meios lencos
de seda para gravalat a 600 ri., ditos pelos muilo
bons a \s, peca de cambraias de salpicus com 8 va-
ra, e meia a 35300, e 440 a vara, ditas adamascadas
muilo boas para cortinados al3j, cambraia lita mui-
lo lina com urna vara de largura, pelo baralissimo
preco ile 560 a vara, leueos de cambraia muilo linos
aos e de oulros, .. indos brancos'e com barras de cores a 300 r lencos
precos muito bara- 1 de chita franceses muilo bons a 4O0 rs., chales "de
" algodao de cores de bonitos padres a 800 r risea-
dinhos muilo finos e de muilo bouilos padiesa 160
o covado, fil de linho liso muilo fino a 960 a vara,
dilo de llores a 1)280, meias prelas de teda para se-
iilioia, fazenda muilo superior a 2>opar, ditas bran-
cas muilo finas a 3j> o par, dlas brancas de algodao
muilo hoas a 240 e 330 o par, ditas brsucas muilo
linas para meninos e meninas a 240 o par, e alem de
ludo islo oulras muilissimas fazendas, qne t visla de
suat boas qualidades e btalos precos, he qoe os so-
nhre- freguezes. amigos do bom e baralo, condecs
rao o que he pichincha : na rua do Queimado, 00-
qoalro cantos, oa leja de fazendas da boa f n. 22,
defronle da loja de miudezas da boa fama.
Lisboa.
iag
muitu boa a 33600 a duzi,.....eias de fio da i'&T??iCi(lH\r *'; 'V- ""-' ---"-^ ; nanV,00'" '
para meninos, brancas e de cores a 310 e-330 '........." .....^ ,,
osas de (vola parasnete* a 360, caitinhas Vende<4e saliltc r '.....
ltcom palitos de fu-o de vcliuhasdu boa ,,..i;jj ,. |,
(|u,ili(lade, que ha, a ns a arroba : no
esciiploiio da rua S '-'rasos com conserva dedlerciilc quali-
9500
S-'Mt
S-MIOO
2J600
T30
>6i()
>I80
1?!600
13)000
2-100
phospht ros proprio menle pala charotos a .VHt,
caslnt uuilu bonitos para beugala a 40 rs., sa-
palinho de laa paia crianzas a UMf ej, o par,
trancel is proles para relogios, fazenda muito
boa a lid. eioovinhav muilo boas para denles a
100 rs. Alem de todas oslas miudezas vendem-se
oulras nuilissiinas, que vista de >uas boas qua-
lidades e baratos precos tem causado admiracao
aos puptios compradores: ua ruado Queima-
do, ua bem conhecida loja de miudezas, da boa
fama n. 33.
BICSiAsS DS
A 10,000 r
s ti *
O deposito das bichas de anibuigu. raa eslreila
do Rosario n. II, loruou a rcoeber nova remessa de
bichas de Hamburgo pelo vapo' leles aAvoen, qoe
passou para o sol ; vendem- a I63 o cenlo, e alu-
gam-se a 320 as grandes, e 200 rs. a menores.
.. a libia .
mado da mellior I Ameisat a libia
!.s-a arroba : no; !,.",u ",ll!'r;'
vinho caere gnala
Dito lionloaui late ganafa
Dito' dito blanco
a Hlf I sl^ll l,oro """ 'le guiaba cais.'io
. S i lUlO I Marmelada.lala do 3 libra
! Itoie com doce da Kump.i do di'Jerenlo
I j (J qualidades -jjono
A/eilo doro franroz fraseo ,S*)40
Vinagre garraa 1.--O00
Manteiuainglesa superior a libra 19120
Vinho de Lisboa o melhor que he possivel 9700
E oulras muilas cousas, que serie nunca acabar se
fesso mencionar.
3000
-.Vio
9480
9240
A-OOO
2>0(MI
196OO
2-HlOu
29000
MUTILADO
os melhores fabricados em Inglalorra: em eaaVI de
Henry Cibson : rua da Cadeia do Recife o. 52.
AGENCIA
Da fuadifio Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para enfjenho, machinas do vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito.
A3$500
Veode-secal de l.isbuaultimameniechegada.as-
sim como potatsa da Kussiaverdadsira : na praea do
Corpo Sanio 11. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundifao de ferro de I). W. Bowmann ua
rua do Brutn, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e latido de 3 a 8 palmos de bocea, es quaes
aeham-se a venda, por preco comrnodo e com
promptido: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem tapan ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. .Tohnston& C,
na da Sen/.ala-Nova n. 42, sellins nglezes, chi-
cles de carro e de monlaria, randieiros e casticaes
bronzeados, relogios patent inglez, barris de gra-
sa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio da vela, chumbo de munido, arraios para car-
io, lonas inglezas.
- .
@$roto*?fit*it>i>$.
Contina a estar fgido desde o dia 11 de un-
tubro do anno passado o eteravo David, crioulo, de
-4 annn-.pouco mais ou menos, estatura alia, corpo-
leulo, cor fula e olhos grandes, he muilo fallante e
puchla, levoo calta e jaqueta, ha nolicias do mesmo
escravo andar na Barra (irande e noengenho Bos-
que, onde lem algumas amizades: quem o appiehen-
det leve-o ao eugenho Saltinho em Ro Fonnoso, ou
nesla cidade na rua de Cruz n. 64, que recbela a
(planta de 509 de gratificarlo : igualmente protes-
ta-s haver os dias de servico do mesmo, de quem o
liver acouUdo.
Desappareceu no dia 31 de novemhro o tnule-
que Samuel, crioulo, idade 15 annos, ollici.it de -a-
paioiro, com os signaes segninles : ..Itaia (i palmos
ponen m.tis ou menos, lino do corno, Itonilo coi
prel* tiraudo-a fula, olhos grandes e vivos, boca
nariz tt mais reglales, bous denles : a pessoa que
o appreheuier leve-n a roa Velha u. 92, aue ser
gralific-idycom ,1009000. que .era
PEBx. TYP. DB U. F. DB FRU- x^V

?
*
1
\
\

/
1
XABOPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste tarop para a bo-
lita de Josc da Cruz Sanios, na rua pova u 53,
garrafas 59500, e meias 38000, sendo falso lodo
aquello qoe nao for vendido nesle deposito, palo
que se faz o prsenle aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIBLItO.
Para cura de phlvsica em todososseus difiden-
tes gios, quei motivada poi couslipacdes, losse.
asthma.pleuriz.escarros de sangue, di de rus-
ladose peito. palpitaco no coracao, coqueluche,
bronchile, dor na garganta, e lodas asi.iolestia
dosorgos pulmonares.


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