Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07429


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Full Text
ANNO XXXII R. M
Por 3 int'zcs adiantudos 4000.
Por ."> mc7.es vertcidos 4A500.
DIARIO DE
l--.\C.\HIVBOAOOS DA SITBSCRIPCAO' NO NORTE-
Pinhib*, o Si. Gervasio Y. da Natividad* ; Naul, o Sr. Joa
quim I. Pcrein Jnior ; Araraiy. o Sr. A. da Lcmoi Braca
Ceara, oSr. J. i>*e de Olivada ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
S* Rodrigues. Piauhy, o Sr. Domingo* Han-ulano Pessoa
rea ; Par*; o Sr. Juatfniano J. Ramos; Amazonai. o Sr. Jero-
ajmo da DMk
PARTIDA DOS COKKKIOS.
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Ii.
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I to&m >' l'.ir.iin)..i nai -i'.-imil.!* itw*M<-fH
>"". ,!......<:.>rn..ni. AiMiiic Garuhaai :
..... i\,u-,rAii.. y.(ll"th. I.in.......... Brrju. iv.
.. .li..-l(-li.., IU.a-\i.'.. Oiirirm. C Kll, MU
, N.-i .i,h-,.-iii, lli-!',.riih> i.tlal : ini(if|1.M.i..
rrefcu fuiam ... 10 Jiom Ja manhJa.
(tvririi
/lina-
A*WPnU
AUDIENCIAS DOS 1111111 \Al s |).\ CAPITAL.
Tribunal do commarcio quartaa labbadoi.
Rplafio : lercai-feirai < labbadoi.
Fazenda : quariaa a aabbado* ai 10 hora*.
Juizo do commereio: aegundaa a* 10 horaa e quinina ao meio-dia.
Juizo da orphaos.- egunda* quintal a* 10 horaa.
Primria rara do civel.- legunda leitai ao meio-dia.
segunda vara do civel: quarta* a wbbadoa ao meio-di*.
ERIV FEIRA 8 E JIIHO E 1856.
Por anuo adiantado i5j000.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO.
EPHEMERIDES Do mi;/ ni; ..hi.ho _
2 La novaaa7 horas. 11 minuloi.48 icgundosda maiiha.
10 Quarlo crcenle ai 7 horas 2 minutos e segundos da m
17 La cheia ai 2 horas, 12 muimos a 48 legundoi da larde
Ii Quartominguanieaos 1 minutte 48 segundosda tarde.
_ PREAMAR DKIKUb.
IPnmeira as 10 horas e 6 minutos da manhiia.
Segunda as 10 boras e 30 minutos da Urde.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda. S. I'ulrhcrla \. Impcratriz; Si. Claudio. Nicoslrarlo.
H Terco. >.. ProtnpHM Prisciiia Miu-Ss. Cecilia e Auspicio Mm.
'.I Juana. S>. Cyrilo e Krii-io Hh. S. Anatholia. Apogeu.
10 (.luna. S. Silvano m. : S. Uianor m.; Ss. Rliuo c Secunda Mm.
11 Sesla. S Sabino m : S. Abundio m. : S. Sindeo presb.
|2 Sabbado. S. Jato (iualberlo ab. ; S. Jason : S. Palernianno b.
13 Domingo. 0 Anjo cuslodidio da imperio S. Adelo p. m.
ENLAUHEGADOS DA SrBSCKIPCA NO SOL.
Dupra
A s. M.ian,lr.. i a j > k | rao ecrlesialica do exercilo ; pelo que delerminou
0.f Jg**' > j\'J *"""' ."- ^- o governo que livro meslre dos prtneiros fosse es-
S?* a&SZSZlti?^ "'"I dB-lga'- ".Plurado na commlsslo de promo.oes, e o dos se-
lleSepod*mdir.R1rosSrs.quequ,reniiglll,,|,,SiUaseclarailo cornFmnd(- d'a, armas dil
| corle.
0< enlmenlos dos olliciaes nos livros mrlres
respeclivos resenliun se da falla de regulan lade e
de uiethodo no syslema e seu laucumento, e pon*
co criterio nao s na discriminacao dos fictos que se
devem averba, ni,i- adida na apreciarlo dos doco-
ineulus que devera comprovar laes tactos. Para rss-
gularisar este importante ramo de escriplurarn, que
ministra os dados necessarios para aquilatar os ser-
virus, a importancia, e o merecimenlo dos olliciaes,
n governo fez expedir, coro aviso de 12 de letembro
do anuo passado, as iiislruceei anneas, que de-
pois addleionoa o aviso de 18 de Janeiro desle anno,
que \eris jun'o.
l'rs.crever.do o artigo 13 da lei n. 585 de 6 de se-
lemlirode 1830, que o preencliunento das vagas que
assiena ; licando cerl.. qae a remessa sera' feiL-i
duas vzes por semaua. (as segundas e qoinlasfeiras)
p quenada ler.in 0s subscriptores apagar alero de
'OOt mil reis por quartel.
FAHTI OFTIGiAL
MINISTERIO DA GUERRA.
Helatorio a presentado a assemblea geral
legislativa na quarta iessao da nona le-
gislatura pelo ministro e secretario de
estado dos negocios da guerra Mrquez
de Caxias.
.tuguslns t dignit$imot senUircx representantes da orenrrerem nao seja demorado por maiade om anuo;
naruo.
Em virtude do preceito'que me impoe a lei, venlio
apreseutar-voi o relalorio do- negocioi da reparli-
eo a met cargo.
Seerelaria de es/ado.
Os (rabalhos a careo desla repartirlo lein marcha-
do com roDita reqularidade. O seu archivo esl or-
gaaisado de modo que muiio facilila a busca de do-
c:imcnlus, me.mu de remota dala. Ha no expedieu-
le dos negocios a conveniente hrevidade ; na escrip-
laela asseio a ponlualidade. e na casa a nOtilia
na decencia. Reclamo vusa alinelo para o tpico
do anterior relatorio do meu aulece denado dos empregados da secreiaria. Esles empre-
sa.lus e.l.lo incoiilestavelmenle mal aquinho:>dos, es-
pecialmente se atlender-se a que na actualidade, os
objeclos necessarios para uccorrer as prirawiras ue-
oessidades da vida tem encarecido de u.-n modo -u-
perior a loda a previsau. Oj einolumenlos que per-
cehein laes empreados, e que conalitiiem nina a.l-
dir;ao ao seu pequeo Ardeuad.i, nao pod-m razoa-
velinente er considerados cono urna com|iensar;ao
ila insutliciencia ile.se ordenado ; e era elles po-
dem mette-los em linda de conta na coinpulo da
provi'So de mi .- necesidades e-senciaes, visto que
taes emolumentos acompanhain i llocluaru impre-
vista da niaior un menor alllucucia dos negocios de
que etles'dimanam, que So os de mero iuleresse pes-
soal das parles, que tem expediente pela secreiaria.
E pois, convelido e msislo na ileia de meu ante-
cessor de se faier um augmento razoavel e equita-
tivo uo ordenado dos ditos empregados, e de serem
arrecadados no Ihesonro publico os emolumeulos que,
nos termos do vigente regulameuto da secretaria, so
pajaris nella pelos docuin-n'.os pir all expedidos.
Tribunaes de segunda instancia rfo foro militar.
O conIdo supremo militar, no exercicio .las al-
tribuiroe* que Ibe sao conferidas pelas leis de sua
'iriaiiisacao, quer com i i.i-le segunda instancia no foro criminal in.litar,
continua funecinnar sem inconvenientes que en-
lorpeeain on eulravem a marcha recular de seus tra-
halhos. Com eu parecer obre objeclos, a respeito
dos quaet ogoveruo tem julgado conveniente con-
sulta-lo, ste eonselho, em que lem assenlo elevadas
digaioiades militares do exercito e armada, cuja in-
Klligencia se tem esclarecido pelo longo Iraquejo, e
experiencia dos negocios prolissiouaes. muilo tem
coadjnvado o mesmo governo para a justa aprecia-
ran de pontos coutroverios de unsso direilo militar.
As juntas de juslir,* militar creadas as provincias
onde ha relnra.i, c na do Para, para o fim de julga-
rem em segunda iuslancia os pioecs-oscriininaei mi-
lltares que-tem lugar nos respectivos districlns, uo
convem rerla |nsljca,e a disripliua militar que ron-
liuuem a sabsisr. O jalgamento do laes procesaos
deveser exclusivameale das al(ribuii;6s do cousell.u
supremo militar de juslira ; porque este Iriliunal
pela natureza de sua coasii'uirao, pelo exercicio
constante de su.ii funcroes judiciarias no foro mili-
tar, pelo esludo especial e necesiano da legisla^ao
criminal do exerciln, oircrcee na garanlia de jus-
tica aos processados, e de forra ii disciplina militar,
do que as juntas de juslca ; porque estas, meros tri-
bunaee do altribuice* provisionses sem lerem o
concurso daquelles predicados, sem urna inlelligen-
cia coinmam nt> exercer dessai alliibuires, discor-
dam em ueral, entre si, em casos idnticos, nao s
na linal applicacao da pena, mas anda na aprecia-
io dos fados, e mesmo na v erilicafan dos termos
legaes, e subslaiiciaes dos'procesaos. Nao tenho dados
para presumir qual fosse o principio que presidio
creacS' desses Irjbunaesde justira militar; mas creio
que de eerlo nao fui a morosidade das cummunica
coe* da* provincias com a corle, visto que a* rlila:
juntas s existen) em provincias do litoral onde
cssjs conimuiiicares sempra loram maii rpidas ;
eulrelanto que as nao ha as crulraes maii tengin-
quas, como, por eieruplo, Mallo (r-sso, Gojaz, etc.
Mu.iI-.iiim- porem que fosse aquelte principio, oaodes-
< ii dro I al que prevalec contra as conveniencia* da
juslica e da disciplina militar ; : por isso insisto na
neceisidade da extincc.lo da* referidas junta*, o pe-
So-vos que aulon-eis o govtrno imperial a eflectua-
la ; licando lodavia subsistindo, sob as rondices de
sua instituirao, a creada pela lei u. 631 de 18 de
seteinli. ,i de 1851, e que he regida pelo regulamentu
que baixou com o decreto n. 830 de :H) do cilado
mez e anno. Relluiudo para o cunselho supremo as
.-illnliiiirs das juntas de j i-liri militar occorre
aogmento de Iraballio na Merel.iraWdcsle tribunal,
e d.ilii dimana por principio* de equidade a ueces-
jidade de se fa/.er um augmento razoavel no orde-
nado dos empreados da mesina secretaria, que como
os das mais reparlices militares, nao tem urna re-
IrilMiic.io de seu tr,ib illio correspondenle as urgen-
tes precises da vida na poca aclual de aeral cares-
ta dos essenciaes objeclos de primeira necessidade.
.Ionio acharis o mappa eslalislico dos crimrs, cu-
jos procesaos taran julgado* afinal no eonselho, su-
premo militar de justicia.
Cammissao de promores.
A commissao annexa secretaria de estado, encar-
regada de orgauisar os trabalhos preparatorio* par*
a* pri.inuni-i, vai segmndo regularmente no seu
inisler de informar o governo sobre as necessahas
circumstancias dos olliciaes co exercilo para pude-
rem ter ataesso ; e o governo, coadjuvado por soas
infurmaees, tem levado a eiTcilq felizmente o me-
lindroso trnbalho das promores ; e sendo a ultima
de ITi olliciaes, feita por decreto de i dezembro do
anno passado, adula nao appareoeu urna s reclama-
cao fundada em juslira coulra preter.,o que ella
accarrelasse.
O governo jnlgou soperllua redundancia a exis-
loncia do graode livro meslre para registro dos as-
senlameutosdoi olliciaes do exercilo, que esta com-
missao devia organisai e ter a seu careo. Os olliciaes
do exercilo esl.io buje todos eouorporados ; e nos
livros meslre* dos respectivos Corpus se averbam as
oceurrencias de sua vida militar, as quaes ebegam
ao conbeciinento da commissao de promoees por
intermedio das informa,roes de conducta que dao os
ditos corposseme-tralraenle. Os uniros olliciaes que
nao lem um chele particular ilo carpo a que perteo-
cem sao o* do ealado-maior general e os da reparti-
e enlPiiileudo o guveruo a que de serem as promo-
rje* feitas com dilTerenles dalas no mesmo anno re-
sultam prejuizus ao adquirido direilo de precedencia
dos olliciaes de diversas armas, qoandn coocorrem
em servico ; para obviar tanlo quanlo fosse possivel
esse prcjiii7.ii, expedio o decreto n. 163i de 5 de se-
tembro que as proiDor.des que se bouverem de fazer para
preencdimeulo das vasas que existircm, sejam com
una inesma data.
O meu antecessor em seu pas-ado relaturio pedio-
vos i|ue | rovidenciasseis sobre o inconveniente de
nao poderem os olliciaes. que estAo em provincias
frnnieira-, fater os exames exigidos pelo regulamen-
to da 31 ile marro de Is'ii, precisamente no mei de
marco de cada auno, cumo ella determinado no ar-
lico 30 do dito rngulamenlo ; e indicava o serem
elles dispensados de laes exames, ou que de oulro
modo provesseis a semellianlc respeito. O governo.
jaleando estar na esphera de -i.a atlribnir;&es reiiu-
lamentares o prevenir os inconvenientes resull.inies
da indicada contrariedade, delcrnunoo por aviso de
11 de sclembro de IsVi, annexo a eile, que os exa-
mes lenham lugar at ao mez de oulubro de rada
anno para aquelles olliciaes que por qualquer
tnolivo ponderoso nao possarn faze-lo no mez de
marro ; u>,ndo as-iin aplanadas as dilliculdades que
poileriam ocrorrer para a resularidade das protn-
r6es, esslvus os direilos dos olliciaes a quein por ven-
lora possa competir accesso por anliguidade ou por
merecimenlo.
Os olliciaes que servem as provincias do Amazo-
nas e ile Mallo-rnsso (iveram pelo art. 8 da lein.
lilS de 18 de godo de 1852 a coucessao da vanla-
gem de percederein gratificaran ad licional dobrada,
e de conlarem mais a i. parle do lempo que servi-
rem as lilas provincias, lauto para reforma como
para accesso, nos termos do arl. 1. da lei n. 585 de b'
de selembro de 1850. Os principios liiinlam-nl ic-
desla lei de 1830, que repuusam sobre bases justas,
equitativas, e de conveniencia para o excrcitu, lo-
ram esseneialroente abalados pels disposicocs do
arl. 8. da de 1852; e desse abalo *e reseutem os di-
reilos adquiridos ao accesso pela geuerahdade de of-
firi.es do exercilo, sem que disso re rompen.alna em prol do servir.o militar. Os corpos
das pa :--cja^ .-i:r.i.>iu iln Amazonas es-
ta o re
meiiln
esse sel *'
porqsie,
tes, em :,
ini|uielarles.
OaolUciaei di guatniffo daquellas provinri.
de iirdinario, naluraes llalli, ou la inainamenle
OS GSiMENTOS DE PARS.
POB F.DMUNOO ABOUT.
Alagoai.o Sr. Claudino t'alcio Das ; Babia o Sr. D,
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtini.
KM PERNAMIIL'CO.
O proprietario do D1A.BIO Manoel Figoeiroa d* y*ria, oa sua
vraria, prar,a da Independencia ni. < 8.
.i........ ..^ ^. |.. v.--.-u o>. |>a., ijuc ". c.ii- .inini, ijuaiuio qoiiuo -ii t-.i ia miniar, pasaos I I
dianareis derogar o cilado arl. 8 da lei n. bi8 de \ para > terreno da inesma escola. Com esse lila lain-! suido escolliidos entre aquelles mllciae* que lizeran
18 de agosto de 18>2, na parle relativa a augmentar- hem o zovernu destinuu para melhor a'CDinmo.ia- nella sua earreira militar, cstaoseinduvida man lia
rao dos alumno, e do batalliao de engenbeiros, e Inliladus do que oa que ne**a alma nunca serviram,
para aquellas mais conveniencias que reclamar o de-, para conhecer c avallar as irregularidades iutrodu-
senvolvimenlo da insliluic.lo, os qnarleis e a furia- I zidas suida nos mais pequeos l-lallies da admini'-
leza da Praia Vernielda, que elle pretende fazer Iraclo, economa, disciplina c
communicar rom a .le S. Joio. por um camiaho pra-
liravel na montanha da t"rc
e da quarta parle, tanlo para reforma como para
aceessu, u lempo de semen prestado polos olliciaes
as provincias do Amazonas e de Matto-Grosxi.
Coritadorta gerul da guerra.
Esta mua,doi,i geral, creada para o- fim de li-
calisar o inovimeulo dos dinheiros pblicos decreta-
dos para as despezas da reparlirao da guerra, c de
organisar toda a escripturar-Ao o contabilidade que
e>se rnovimenlo demanda, lie regida pelo regula-
menio de '. de abril de 1851 ; e na gerencia de sua
misino milito tem coadjuvado o governo : todavia,
a demora no processo da liqoidac/ao das dividas de
exercicios nodos, e o atraso de alguna oulros servi-
ris da adminislrarao especial desla repartigiio, re-
senle-se da falla de pessoal sofllcienle para a pres-
teza conveniente de taes trabalhos, alim de que elles
sejam cuuservados em dia, para bem de mais promp-
ta lin-alis.-irao da fazenda publica, e mais breve ex-
pediente das partes inleressadas.
Por esle presupposto eoleude o goveruo ser de ne-
cessidade augmentar-se o pessoal da contadura ge-
r*l de mais algn* escriturarios, os quaes com o
mais pessoal existente conrorrerilo para o necessario
adiantamento e presteza do serviro desta repar-
tic.io.
I'ero-vos, porlanlo, qnc vos disneis autorisarogo-
vernn a retocar o regulamentu da contadoria geral
da guerra, na parle relativa a esta alier.ic.in.
Api-rsenlo-vos annexa a rel.ic.io das dividas com-
prehr-nddas em exercicios lindos, prucessadas na
contadura geral da guerra, depois do ultimo rehilo-
rio de meu antecessor.
fttpart\rao do quarltX meslre general.
Esla reparlirao. que tem a seu cargo liscalisar u
malerial do exercilo, velando sobre a legalidade da
dstribuirao e do consumo desse material, continua
a pn-i ir no exercicio de suas atlribuires, os seri
ros cuja necessidade reclamou a instituir > della.
(jom n adjilohodc suas informares vai.se impondn
repiilaridade ao sjslema de fornecimenlos dos cor-
pos do exercilo, fortalezas e furtiliraces ; e ob-
viando desperdicios que eram ouli'ora apradrinba-
(Iih pela carencia de urna fiscalisarao melhodica e
actuante.
O governo julgan lo que esta reparlirao, como lis-
cal do mnvimenln de todo o material "do exercilo.
deve ter insperrao sobre as conlas das repartirnes
conaeneres que se crearem as provincias, proviso-
ria, ou .i.unitivamente, segundo as necessidades do
servico, lem em vista addilar ao regolamenlo da
mcsina repartidlo, disposicesque regulem os limi-
tes e a extensaodessa iuspeccao, liem corou as rela-
res reciprocas em que se devem inanler a reparli-
rao geral e as particulares.
lisco\a miMlar.
ma das mais argntea necesida.les desla escola
reforma dos seus tatuln- arluars. As dispo-
do decreto n. I3f de 2(1 de selenil.ro de 1851
..'.aiiilnu aquarlelar na dita escola delcrmiuadn
i amaro de alumnos, o fura della, paren no inuni-
iao, cipio da corle, n- estudantes do rjuinto esexlo an-
ela-1 nos dos estatutos do I de marro ou 185. altern a
ruinados, a ionio de preferirem, rusta me-glo de i ess.ncia de sua eanatilaieJK de modo quemuilo coli-
seo, acces-os ordinarios, servir nella. aiiUs do vm regular a dislriluiiro das doulnnas, .ujnen-
quu en. qua quer nutro ponto. A extenrao Ca via- i sino drve ter lugar nella exclusivamente, e orsani-
gen, a lalla de commodidades para ell-ctua-la ja sa-la em harmona com o svslema de esludus e de
Oto la/em recuir aquelles que sito promovidos para
asidlas giianiires, ncm os que desejam, csolicilam
o ir servir nella. ; por isso que o governo lem poslo
termo a ess ernhararo, conceden lo transporte gra-
tuito, e ajada* de casto sulliciejilcs para elles irem
ler au seu desuno. Js v les porlanlu, senhures, que
se a vantagem de- anliguidade fui cuncedida como
r:niiner..r.i i du oueruso *ervi(o ; como incentivo
para reter de huamente os nfliciae* naquelles poutns
loiiginqoos ; como animar.io a afrontaren! as priva-
Ces de tongas viagens ; ella assenluu em bases que
ficam destruidas pela natureza pacifica do serviro es-
pecial daquellas lucalidadcs ; pelo iuleresse pessoal
dos ullieiaes que; ou sao naluraes deltas, ou le o nao
sao, euro (rain all propriedade para viverem com-
modamenle com eus poneos vencimenlos; e final-
mente pela niirilude do governo que facilita aos
odlciars os meios necessarios para elles ellecluarem
soa v i.igem as mencionadas provincias.
lisse-vos que da anliguidade especial concedida
aos olliciaes do \latt -I.ro.-o e do Am.i/ona. se re-
senlem os direilos adquiridos ao accesso pelos oulros
olliciaes do exercilo ; c com etl'eito, vos comprr-
bendris hem, senliores, que emquaiilo um dcsles
oleiaes ganda em anliguidade urna unidade de lem-
po, um daquelles ganba cinco quarlus da mesma
muale ; e que a mirara,;, m surcessiva desse ar-
crescimo vai iucessantemenle elevando esle ollicial
na escala de nnliguidades sobre lodos os do mesmo
pollo mais amigos do que elle, al colloca-lo no pr -
ineirn grao de sua rldsse.
E graule vinlarao dos direilos de auliguidade daquelles
olliciaes ; e lano mais pungente quanln nao lia
para isso motivo justamente, phusivel, nem servidos
imprtanles e felos relevantes a remunerar ; con-
sideraroes estas que plantam o desatento no animo
do preterido e a tibieza nos laros da disciplina mi-
litar. Dpste modo as disposir/ies do arl. 8 da lei n.
BW relativas a anliguidade dos.ullieiaes re Mallo-
(iri.sso etlo Am,'/,'ii, s. auloris:iiii|,i a promocao des-
les de preferencia a oulros muilo mais anligos que
srrvem as outras provincias, inlrnduzirain urna al-
terarlo essencial nos principios fundamenlaes da lei
de promoenes da everrilo. causando sensiveis pre-
juizus na earreira de olliciaes. que em geral, se em-
pregnm no serviro de importancia igual ao dos olli-
ciaes daquellas duas provincias, como os de desta-
camento dos longinquos sertoes das oulras; e mais
importantes, corno sejam da do Rio Grande do Sul.
lamlnon fronlcir.i. e unde os curpos eslao sempre
sal. a pressao de constante vigilancia, e actividade.
Id leva notar aqui, senliores, que uem lodos os of-
bciaes favorecidos com o accresciino de antigoida-
de, Mino no serviro, mesBM pacifico, das lindas
fronleiras do imperio ; eslao somenle algum em um
uu oulro destaramento dessas lindas: os mais aedam-
se em sua casa, no seiode sua familia, na capilal
da provincia, ou quan lo moito nos cornmodos del-
ineamentos das cidades e villas do interior ; entre-
tanto que os da guamirao da fronleira do Sal eslao
todos com seus respectivos corpos pela mesma fron-
leira ; e, como ja note., sempre comportando a in-
lensnlade salular das rearas disciplinares. Alcm das
expostas raaoea occorre, que a romputarao da quar-
ta parle da inliguidade de um embarar para o dif-
licil Irabalho de urna promorao justa"; porqoe de-
SEGUNIX).
"O""
Us gneos do hotel Corneille.
III
' Continuaran.
Vullando roa de i'rovenee, meu caritativo ami-
go deu-me algumas nores sobre a vida de caslcllo
na Allemanha. i)esereveu-me os grande* janlares re-
gados pelo viudo de Tokai e de Jodannislierg, as
icunies abrilhaulailai pelos uniformes e pelas me-
dalhas, os sales, onde o frage de nirle de Uirdelieu I al,l"r cmico.
linda esta na moda, e as cacadas milagrosa..
grandes batidas, depois das quaes as lelires conlani-
se ans mudares, e a carne da caca vende-se nos a-
roiigue. tnnla leguas em roda.
huirn!., em cosa, achoii urna .-arla do irm.io.
o Quo poderla en dizer-le.' escrevia .Matheos. .No-
na vida he unida como um espalda, lodos os inusos
das a-"ui dli un-......i,,, g.iiaa do leile nn memo
copo. Os (rabalhos e-iao embargado* pelo invern, e
passamos o dia reunido.. Sabes que a chaminc be
larga ; da lugar para lodos : caberia mais urna ca-
deira, se tu quizesses. Nosso pai .dea com afinco,
r.ondeces soa paixAo, a nica paixo de sua vida.
Sealgiiwn lile lomasse ;\t pincas, Ihc causara gran-
de de. ;.-isdi. Nnsvaa mai e mini.i ogra piwfn o dia
cosendo ronpinhas, debruando panninbn* e bordan-
do I,ni,iiiinlias. Ainada faz verdadeiras meias de bo-
neca. (juando vejo lodos eisei|preparalivos d-me
vonlade de rir c de diarar. E'sa querida enanca
lera um toioval de principe. O conseldo de fami-
lia decidi, que se fr do sexo masculino se chama-
ra Leoncio : (eu nnme llie dar feliculade. Oxal el-
le nao se lemdre de assemelliar-se ao pai! Colloc-
mos leu retrato na nossa al ova, o bello retrato que
lloui mg r fez aules de partir para Koma. Mostro-o
a Ainada todas as manhaas e lodas as in.il..-. I.eon-
cinho promet., ser inquieto como tu. Amada quei-
xa-se, e o que he mais singular, nossa mai airma
que sent a repercussao de todos esses movimenlos.
Jale disseque Amada leve enjnos nos primeiros
lempos da sravidez ; mas algumas garrafas d'agua de
Spa, e a alearla de SMilir vivo seu tildo a reconfor-
taran) ; aaora ella engorda a aillo* v>slos. Pala mi-
nha parle sou linda o mesmo, rom a dillerenra de
que pouco Irabalho. l.einbra-le da resposta qu rleu
iim campono/ quandn Id- pergiiutaram que prefini
linha : Minha mulher esla criando. Esluu qua-
si no mesmo caso : aguardu o iiascimeiito de meu -
lliiudo. As celebres Dieses nao lem teilo grande*
proaressos : a guerra do l'eloponeso De Helio I'elo-
p-inne-iaro e-la na ni irle de Pe rieles, e Comedie,
s|a em Clilandre. Tanto peior para
() Vid* Diario o. 158.
a i .cuida le de f\enncs! lera de esperar. i,i .,-: ser
pai anlcs de ser donlor. Ad meu innao, se son
desses quanlo s3o inspido) lein prazerea relativa-
mente aos nosso* vinas pela diligencia, e nos pou-
p.riasa carruaaein de que nos aineiraste. So tu nos
fallas, s tu nos das cui lado. Nosso pai euruga a
fronte quando se falla da ra de I'rovenee. I.i faco
por Irauquillisa-lo, diienda-lhe que aelia doineui
bem dolado para ser Miz, es lu.
Sao bous prenles, disse Leoncio lancando a
carta sobre a secretaria. Ilrevemeule receberao noti-
cias miabas,
Alauns dias depois o liarao rahio-llie do
administrarao qu pelo citado decreto Iba licamrom-
petimlo, e com as allribuices que Ide reslain |>elos
eslalulns anda vigeules.
A reforma deetei estsluloi deve importar a mu-
danra da deuominar;ao da escnla, que ja nao poda
comportar a que lem ; eassim tambera a exigencia
de mainr somma de conhecimentos preparatorios,
condignos dos elevados graos scienlificos qne all se
conferem aos dudantes do curso geral ; e do mes-
mo modo, proporcionalmenle, para os que se des-
tinara aos cursos especiales, com parlicularidade o de
rav allana e infantaria, para o qual apenas se exige
approvarao da pratica das quiltro operares de ari-
Ibuietica.
O governo conta que o aulorisareis a edecluar a
reforma desla escola, alienta a uigencia de sua ne-
eaasidade.
Como nao seja possivel montar no eidlicioem que
funecinna actualmente esla escola o intrnalo a que
se refere r, arl. 3 do cilado decreto de M de selem-
bro de 1851 ; o que deu tugara crearao da aula pro-
visoria do arl. 7 dos estatuios da escola de appli-
carao ; o governo, nao s por aquella razao, mas
aiuda por causa da grande allluencia de alumnos
matriculados n. 1 anno da escola militar na presen-
te sessao escolar, ordenou que os militares fossem
transferidos para a dita escola de applicaro, cora
matricula na mencionada aula provisoria.
O local do edificio desdi escola, alcm de nao ofl'e-
recer ensanchas para a edificaran do- cornmodos ne-
cesianus ar> intrnalo dos alumnos, rene urna no-
lavel impropriedade para a liego proficua das scien-
cia- i|ui. ,e ald ensinaiu. Collocado esse edificio em
frente de orna pequea prca, onde exisle o tem-
plo que possue o maior sino desla capital ; onde da
grande num.ro de eslabelerimenlos de aluguel de
vediculos de roUcao, e de um puni de cstacao de
uulros decompsnhias publicas : assentado entre ruar
e !ravesas por on e esses vehculos Iransilam quasi
que constantemente, he impossivel, que com todos
estes elementos de grande buida, os lentes pntan
fazer-se oiivir sem:extraordinario esforr;o,e os disn
pillos i"....un prestar a licao a allenrao que convm.
A irau-lerenria da escola de semelhanle edilirio
para oulro mais apropriado seria de inconleslavel
vanlagemipara o ensino ; e o governo medila seria-
menle sobre a possibiliididc de "leva-la a effeiln.
O mappa quo veris anuexu mostra o movimenlo
dos alumnos desla escola, da de applica$ao do exer-
cilo, e do cuno de cavallaria e infantera do Rio
Grande do Sul, durante a sessao eeeaiar do anno
passado.
iEscoXa de appWearao do exercilo.
A escola de applicaro, creada em virtude doart.
3 do decreto n. (i3i de*20 de selembro de 1851, re-
ge-se pelo regulameuto que baixou'com o decreto
n. 1.536 de 21 de Janeiro de 1855. Ella ja funecionou
durante um anno, e se all nao se deu aos alumnos,
em toda pen ilude,a ms| rucean simultanea t licor ica e
pralica ojue o resulamento prescreve ; o governo se
desvanece de qjie. a menos, elles adquirirn) aquel
la que foi cumpalivel com as dilliculdades e emba-
razos en i) que ordinariamente se lem de Inlar para
montar c, fazer fuucciouar regularmente urna inst-
l ni ra i i i eiraineiile uova entre, us, e que deve mar-
char em harmona com os costumes, necessidades. e
svslema administrativo do nosso paiz.
que separa esla da-
quella fortaleza ; e igualmente Ion destinado o ter-
reno do Salitre, junio a lagoa de Rodrigo de Frailas.
para os grandes exercicios de Uro ao alvo, e oulros
qne por ventura nao pnssam rer lugar naquelles for-
talezas.
Nao sendo praliravel actualmente, romo ja vos
disse, o eslahelecimento do intrnalo na escola mi-
litar, o governo ordenou que passasse a funecionar
a aula provisoria creada na escola de applicaro pe-
lo S I de arliao 7 dos eslalulns dena escola, e man-
dn transferir para ella Indos os alumnns militares
matriculados un prin-eiro anno daquella ; com vil-
las tambera na conveniencia de dar-Ibes, desde o
pr imeiro anno de esludos, o conliecimenlo pralico
dos preceitos disciplinares do exercilo, e de amestra-
los nos exercicios de que traa o artigo 8 do regula-
menlo da esrola.
Este regulamenlo, prndenrialmcnle, nao pode ser
considerado como aclo definitivo : a natureza do seu
objeclo be lal que elle lulo deve receber formal
ianrr.Ni .enao da experiencia fundada em mais lon-
as pralica ; a qual lia de sem duvida mostrar a ne-
cessidade de mudilicares.quer na parte meramente
administrativa, quer ua do ensino,tauto llieonco co-
mo pralico.
O aovernn (em a peilo estudar as necessidade* do
estahelecirociilo, e remedia-las por modilicacoes
parciaes de seu regulamenlo, para que esle leuda
alinal o verdadeim carcter de experimental.
iislrucc.ii dos
dor dabililar o
res-
go-
peclivos corpos, e assim me
verno para prover a tal respei o como fosse conve-
niente.
'oi/'ijiiJ.i de mcllioramenlo d material do ejer-
cito.
A rommissao que lem esla denominaran foi ins-
tituida para examinar os mellioramentos que, rom
ulilidade,se pnssam admillir un systeina ile arma-
menlo e equtpamenlo de nosso exercilo. e nos esla-
bcleciinenlos militares ; ou essos milhoramentos se-
jam de menean nossa, on eslejim em uso nos exer-
cilus e eslabelerimenlos militares de oulros pai-
zes.
Nesse miiler ella lem bem desempenhado o fim
de sua instituirlo, prestando a governo luminosas
iuloruiaroes acerca da proficiliiade das innovaces,
8 da ulilidade de sua aduprBo. a cuju respeito
o governo lera julgado conveniente ouvir o seu pa-
recer.
Vagadoria das tropas da corle.
Esla pagadoria, que conta cuerno reparlirao sepa-
rada qualorze annos de existencia, anda se reac pe-
lo regulamenlo que baixou coni o decreto n. II! de
-'.I de Janeiro de 18l.
As atlribuires que Ihe forapjl conferida, por esle
reaulamento solTreram consideravel diminuico por
orcasian da reforma geral do Ihesouro publico na-
cional, a da crearao di rontadoria geral da guerra ;
sendo pelo reaulamento desla eonlndoria reduzido u
pessoal da dita pagadoria a onzeempregados ; e des-
tratando da escola de applcar'ao, o governo jul- I,es s.on""l,c seis o desfnadns| para o Irabalho ,ta
n datar poaderar-aoa que a idea conlida no artigo eriP"rao e coirtabihdade. Assm, o reaularnen-
rio decreto n. 1535 de 21 de janern da 1855, que "(>'"&" l'<" necesa.-tade de urna revisa,
rrea um halalhao d'enaenheiros annexo a dita es- I'"'1 darmonisar suas riisposires cora os develes que
cola, nao conven qne subsista no sentido em que JJ w"w?d "* 'n seu carao; no desempe-
nnnea lallava de sua riqueza. Ninguem conteslava-
Ihe a nubreza, e alias elle nunca fallava de seus ti-
lulus. S rus caslellns, suas Ierras, suas florestas erara
as cuusai em que pareca cuidar menos. Nunca disse
orna palavra a tal respeilo a Leoncio, o qual reco-
nbeceii mr esse signal que era verdaderamente ri-
co e fid Igo.
De -na parle Leoncio era mu delicado para n-
culcar-sfi cora urna riqueza mentirosa. Deixava di-
ragarem as maginao^es, e nao dispulava cora a-
quelles hue Ihe diziam : Vossa senhoria que he ri-
co, i) Mas nao gabava-se de nada. Ouaurlo fallava
de sua familia diza com emphase : Meus pas ha-
bitam s|ias Ierras de Hrelaiiba. i iz-llo- observar
que tu
gado a
dade d
I
ose descubrira emlim, e que elle seria obri-
onfessar a origen) de sua nobreza e a modici-
i seus bens.
eixa-me obrar, respondeu-me elle ; n liaran
he assa rieo pan permillir tilda um casamento de
mar. Itrotbea ama-roe, eslon cerio, ella assm m'o
e. i 'liando seus pais souberem que sou necessa-
rin vi niara da tilda, rocharn os odos a muitas cou-
sas. Diinais, naraenganarc a nnguem, elles sabe-
esl concebida
Longa experiencia lem palpavelmente moslrado
que o pessoal dos dous corpos especiaes scienlificos,
enaenheirns e cstadn-maiur de primeira ciaste, nao
-he suflicienle para as necessidades 4n serviro mili-
lar de ua esprrialidade, e de engrudar a civil,
reclamado pelo desenvolvimento material do naiz ;
e porlauln resnllariam incnnvenieiilc-s a esses servi-
ros se do irnadro aclual de laes Corpos se lirassem
olliriaes para o hatallio de engenbeiros. Tira-Ios
tambera dos corpos arregimenla I is. srienlilicos ou
nao, fra desfalcar esses corpos dos efliciaes aluolo-
lamenle nereasaraas .para o servicn de sua adn.nus-
Irai lo. disciplina.j instrueco, etc.: alm de que es-
les liciaes. servirido por mera commisao, em um
rnrpo cojo servicolprivativo, cuja administraran, dis-
ciplina e inslriirrajo nao lo, em soa aenerlidade,
as mesinas do corno o que elles perteneci ; necea*
seriamente perderte o couherimento dos principios
essenciaes destas -. o que nao deixa de ser preju-
dicial ao serviro, quando elles vollarem ao seu
cerpo.
Por todas e.-tas razes o governo julaa convenien-
te qne os nlllciaes do eslado-roaiur e os subalternos
das rompanhias do hatalho do engenbeiros. per'en-
am exclusivamente ao rnrpo de.sa espccialiiiade,
cerno pelo cilado decreto fiearaui pertenroudo oa ca-
piaes das i companhias do dito halalhao; por isso
qne as radies que mililaram a favor de ser cora esles
augmentado o corpo de eiigeuheiros, militara no
mesmo grao a respeilo dus outms olliciaes.
Allendendo. porem, insullicieiicia do quadm do
dilo rnrpo de enaenheiros, para occorrer as necessi-
dades de paiz, o governo pede-vos que o aulurneis
a auamenla-ln dos olliciaes que, alcm dos capiacs,
enlram na enmposirau do quadro do b.ilalbao d'en-
aendciros.
Curso de nfanlaria e cavallaria do llin (rande
do Su*.
A rola militar creada ua provincia do Rio tiran-
de dn Sul com esla denominaran, em virlude do
arljao 1 do decrclo n. Ii3i de -JO de selembro de
I8.)t, vai funccionaiido regnlarmenle nos lermos
dos estatuios que Ide foram dados ; e o exercilo nao
lem deixado de tirar algurn proveilo da iuslruccao
poslo que mais (deorira do que pralica. que se alli
da ans nossos jovens mililares.
N;1o sendo, porm, cnusenl.-ineo com a unidade de
pe,-menlo da educarao militar, que oo mesmo paiz
daja, para ess* educarao,duas escolas regidas por es-
(lulas que nenduma darmnnia conservara no svs-
lema de instruc^lo pralica; o governo, compene-
trado da idea de eslabelecer a indispeusavel con-
grueiicia nos pontos essenciaes do rgimen desses
.1 n 11, e-t a deleci ni en i ns congneres, traa de dar es-
cnla do Rio Grande o carcter militar que distingue
a escola de applicacao da orte, quanlo a inslrucrao
pralida de cavallaria e m miara, ao aquartclamelo
dos alnmnni, etc. etc.; o para levar a efleito o sen
pensainentn, eneirregou o presidente e comman-
danle das armas daqnella provincia ile propor as
madifeaees nccessarias aoa eslalulns do men-
cionar o curso, jiara ronseguir-se a desejada har-
mona no ensino e adminislrarao das duas escolas.
As au as daquelle curso fuicciouain na eidade de
Porto tlegre : e porque a rapiral da provincia of-
ferera minios objeclos que pruvocam a dislracrao
dos alemuos de seus esludus, especialmente mo es-
tando elles aquarlelados em commuuidade ; o que
alm daquella circumstancia, fj-los perder os hbi-
tos matares, e o conliecimenlo dos preceitos da dia-
ripliua do exercilo ; o governo autorisou o mesmo
presidente a fazer transferir a escola, no caso de
julgar conveniente, para oulro local que rena as
condirnps de propriedade necessariaspara seu defi-
nitivo rslabelecimealo, com o carcter essencial-
meule militar que o mesmo governo pretende im-
por-llK.
inspcere' militares.
O territorio do imperio esla, romo sabis, divi-
dido era seis districtos de iospecrSo mililar. O go-
verno expedio o coiivenienle regulameuto. para cs-
tabelecjer unidade na arcan do* insperlores. e har-
mona no processo das iuspeccOes, afim de cense-
guir-so o objeclo que se leve em vista na creadlo
desta insliluicao.
Os inspectores sao obrigados a inspeccionar urna
vez por anuo corpos eslaciouados nos respeclivos
diilriems ; e rom quanlo em geral nao se lenham
conseguido lodas as sanlag-ns que deve produzirem
bem do serviro esle elemento de administraran mi-
litar, aiuda em consequencia de *ua rcenle in-iilui-
ran, que nao lem dado lempo a eolluca lo no p de
uno dos quaes lem sido satlsfeitas as exigeucias
do servir publico, tan bem quanlo o poden) com-
portar as truncadas diipiMMoee daquelle regula-
menlo.
O governo cuten le que esta reparlirao deve ron-
linuai- separada da rontadoria ieral da'guerra. Esta
contadoria desempenha a nii.sjp de liscilisar o mm
violento e facilitar o jugo dos (un los pblicos que
carrera por conta do ministerio la guerra ; e a cir-
cumslancia de se Ihe cncorporar a pagadoria das tro-
pas, alcm de impor-lhe mainr somma de deveres,
complicara o seu expedienlc, e de-uaturaria o ca-
rcter esaeoeial, e neressarin de sua roiisliluirao,
sem prnbalilidale dn vanlagen liara o andamento
do serviro publico. E de man ifcsso, uenbuiii con-
llicln lera resultado du inecanisniy particular destas
dnas iiistituicps,easla nina das. quaes lem a cmnprir
leveres de especialidades diversas ; cuja indepen- '.'
Lm dos priiiiu. queavultam na necessidade da re-
forma be o re divo sallriliniees das duas primeiras
autoridades, que compein o pessoal administrativo
dos arsenaes.
O director e o vice-direclor, no exercicio de suas
func;es, gvram em espher.iss dislinctas, porque ca-
da um delles lem aclualinente a desempeuhar deve-
res especiaes ; porem alguna dus du segundo con-
-ervain cerlo grao de independencia de responsabi-
li lade em relaco ao primeiro, que nao he compa-
livel rom a marcha regular do servico nem com os
pracritos cardiaes da subordinaran militar. Convi-
ria pois que os vice-direcioi.s' fossem meramente
ajiidaules no director e seus coadjuvantes na admi-
nislracau do eslahelecimenlo ; e que sua aulondade
emauasse loda da do metmo director como nico
responsavel.
Conviria tambera, que esses ajndantes fossem tan-
tos quanlo o ramos especiaes de trabalhos dos ar-
senaes, classificados sob a mesma bomogenuidade de
cundirn ; o que muito facilitarla a insperrao dos
meamos Irabalbee, e garanllria mais prompt e pro-
lima i fi.-ciiiacn da responsabilid.de; porque o com-
plexo dos deveres de cada um destes fui-.ccionahos
licaru simplificado pela melliudisacao e harmona
dos objeclos que elles liv.rein sob a sua aerencia.
co Antonio de Souza Camiso a importancia das for-
ragens que se.lhe esliver dever. regulando-se acer-
ca dos das em qne devia o mesmo capilito fazer as
suas marchas, pelo que ja tem informado o marechal
coinmandante das armas sobre prelencoes idenlicas.
HiloAo mesmo, para mandar entregar aojuiz
de direilo de Pao d'Alho ou a ma ordem, o cont de
reis qoe se Ihe mandou abonar para ser dislriboido
proporcionalmenle pelos rutermeiros doehuspitae*
dos Mu,lenco- daquella villa.
DiloAo mesmo, recoromendando a expedirao de
suas ordensr para que na alfandega se consinta no
despacho isenlo de direilos, de ti 19 barricas com|ce-
menlo viudas do Havre as galeras e barcas francezas
Euma .\1 -iiliil > i II inda o e tiuslavoa por encommen-
da do inspector du arsenal de minaba, para as obras
do melhoramenlo do porlo.Commanicou-ie ao
referido inspector.
DitoAo mesmo, communicando que o bacharel
MU um Cavalcanli de Albuquerque, juiz municipal
da primeira vara desla eidade, leudo o6lido oilo dias
de licenca com veucimentos, froio lmenle seis dias;
e arda-seno exercicio de seu cargo desde o dia 30 do
jiinho nllimo.Igual couimonicarSo se fex ao pre-
sidente da relar.io.
DiloAo inspector du arsenal de marinha, appro-
vando a deliberarao que Smc. lomou de mandar fazer
com urgencia 01 peqoenes reparos de qae nece**itava
o vapor de uuerra Beberibe afim de estar prompto
para qualquer com missao.
DiloAo mesmo, para mandar fazer coro urgen-
cia os reparos de que precise o escaler da prov'edo-
ria do porlo, pondo oolro disposicSo do respetivo
prnvedor, para nao ficar inlerrompido o setvieo da
mesma provedoria. Inleiron-se ao mencionodo pro-
vedor,
Dito-Ao mesmo, dizendu que pode lirardas africana
apprehendidas nu lermo de Serinhaem, k* 3 que se
r..V. jTTaKT .-----... ........-,i, ..|.1...-11.-i,ni.i.i. uu icrmn oe serinhaem, ts 3 que se
.,'L t rS5i.1" !V,Hr!!!J "S con'fll"'S "* a"m': I m"nd0 en,re>r "*< rt llesio da. orphas
nislracao de fardamenlo dos corpos do exercilo, foi
commellida a missao que esses conselhos linbain a
eu cargo aos consellios adininslralivns, pela mesma
le mandados crear, para o furiierimenlo dos arse-
nacs de guerra. Esles consellios. com quanlo lendam
no desenipenh.) de suas funeces especiaes marcha-
do regnlarmenle, em aeral. todava u serviro do for-
oecimeoto do material do exercilo resenle-sc mudo
da morosidade. leaalinenle indi-pensavel, no pro-
cesso das conopras e da fiscad-acAo dos objeclos.
Ora, como? o governo lenh' provi leudado para
qoe a maten i pruna de que se necessila era n mia-
da porrao para o lardaraeiilo do exercilo sej i com-
prada as fabricas da Europa, porque, -seauodu as
informares ulliiiimiento Colindas, pode all oble-la
de muilo boa qualidade, a qual posta aqui impor-
ta em muilo menos do que a comprada n nosso
mercado ; para a mais que reata do roriiecimeiilo
dos arsenaes, podeni ser dispensados os sei vicos dos
eonselho* administrativos, e por conaeguinlo extin-
gilircm-so esles : e-labclecciido-se no regulamenlo
dos ditos arsenaes para o processo das compias e lis-
calisaro da qualidade e quanlidade dos oulrus ob-
jeclos que forera n.-ressarios, regras invariavris e se-
para seren empregadas no serviro do mesmo oolle-
gio, remetiendo S. me. urna ola dos nomes drllas
ao rhefe de polica auditor de marinha, afim de ler
lugar a remoran do deposito.Olliciou-se nesle sen-
tiiio ao supracilado rhefe.
Dito-Ao mesmo, roncedendo a aotortiacSoque pede
para romprar, nao s orna machina a vapor de alia
pressao propria para mover diversos aparelhos da*
respectivas ollicinas, mas tambera o Ierro ingle que
lem a vender Mesqoila & Dulra, sendo a respectiva
importancia rata pela sobra da rubricn'malerial do
arsenal uo exercicio lindo.Communieon-se a the-
snnraria de f a yenda. ,
DitoAo presidente da commissao de hvgien*
publica, remetiendo um envoltorio, contando lami-
nas de pus vaccinieo para o serviro da reparlirao da
vaccina.
DiloAo presidente do tribunal do joiy, pera
dispensar de comparecer na prsenle sessao do jurv,
o inspector interino da Ihesoararia de fazenda Anto-
nio I.iij o Amara! e Silva.
DiloAo juiz municipal do lermo de Pao d'Albo.
inleirando-o de haver deferido o requerimenlo em
que Ignacio liomes de Souza, serventuario vitalicio
auras que Caranlam a brevidade daquelle processo, I dn oflicio de escrivae de orphaos daquelle lermo, pe-
eadoa qualKladeilosgencrns comprados. .'de para entrar no exercicio do seu lugar e dizendu.
que nos decretos n. 817 de 30 de agosto de 1881 e n,
291 de ll de de/emhro de 1853, enronirari Smc,
por ventura
sucia o governo julga conve
lo proficuo resultado
de nutra.
ia ";',! privativa de ama e
mul, iiiesmo a bem
meios de remover os enduraros que ,.,
ranslrar | possa snllrer a adminislrarao da joslica, lodas as ve-
ecida ja zes que o referido serventuario esliver impomibilila-
jn-
nlfirinn lUographica.
i a direi-rio do commandantc
i guarda
mappas.
a coor-
prehen-
.Irclnro milita)
O archivo militar, .
do carpo de eugenhciro.s, temla'se'. raigo
B ruiijM^varao das carias upogr.sJphicai.
plantas, memorias militares, elr., bem com
dnselo e desenlio. ,|n novo* odjectns c.;
iluds ::as Ires primeiras classes.
iNea incumbencia elle continua a prestar 05sor-
virus que comporlam a nalijreza e os Ras de sua
ii-liluirao.
A ullicina lillingrapliira.quclllie e-la annexa, pro-
pide en seus nieliinraiiieudis ; e, como runse-
uencia, mellioram lambem as obras que alli se fa-
em.
KiO se acha aiuda concluida! a caria geral do im-
perio que seeslaorganisandoii^sleseslabelecimeiilos,
Por falla dos necessarios esclarecimenlus ds provin-
rias.que ronvein sejam os mal exartns postareis,pa-
ra que ess* rarta >e approxtrae da exaetidflo tanta
q-.anlo romporlarem as dilliculdades que ollerece o
territorio do imperio, e os meios que o governo lem
i ena disposirao para -opera-l,|i. O governo tem en-
carregadodc dirigir a conl'ecep deasa calla a um de
essos habis olliriaes de engenbeiros ; o qual, sen-
do o autor de urna que existe elaborada no paiz. es-
la preparado para esse irabatlio, e para mais fcil-
mente o levar *ao seu Icrruo, cnadjuvado por enge-
nbeiros habilitados poslos a' sda disposirao, e a' vis-,
la das informares que se rollierem, para obler as
quaes o governo lem providenciado, e continuara' a
lay.e-io i,,.| modo mai* conveniente,e garanlidor de
proficuo resallado.
.Irseimes Drpoito de artigo' heUicos.
Os arsenaes de guerra do imperio anula ronli-
i'am a ser regidos pelo rcaulahientn de I de feve-
rtiro de 1832. Nesla poca o ejercito se ochava mui-
to reduzid, alm de ser ja per uena a Ion i decre-
tada, que era apenas de II.iiihi bomens. Entao as
'llspusi^es daquelle reaulamerjln eram sullirienles
para mover c levar a elleito o provimento desse pe-
queo exercilo. cujas necessidafles eram muito limi-
As razos principara que vos apante, runo influ-
entes para a necessidade da reforma do regulamenlo
dos arsenaes sobre mais larca base, especialmente 0
arsenal da corte, concurren! lainhem para
qne a edificio am qae esla se acba e,lab-!eci,.
esta .,. precisas eondiroes .le rapacidad.- para o : do de sabir fura da villa para diligencia, da
ni aelaalmenl*. Ksso edificio n.lo pode rom- lira,
portar o ar.uide de-envulvimeiilo material deque DitoAocapitao Francisco Aulonio de Souza Ca-
nece,.,,,, p,rI al ojucuias. para os depol, para us i misan. Tendo pesia dala concedido a Vme. a eo-
aictiivos para os compartimentos das repartieses ; ueraeaa que'pedlo do cara.....delegado do termo do
cs,ncnes p,ra adinin.strira. inl.rna dn arsenal ; I Li.niH.-ir.., e a d.spe,,,, docommandodu derta-
pOTqae o local do eslabrleclmealo, resnelo a u.na ra.ne.ilo volante, de de mea dever .....feslar-lde o
pequea l.i.gna de Ierra cercada pela, aguas da b,<- aprafa, que rae niei-ecein bons serviros qoe Vme.
.i. u muilo de parta, d., I .do de ten a pelos edifi- ,' lem prestado, sempra cora man. loavavet de.ltr.acao
, au olleie-e ensanchai para aquel- | e recr.nhei.ida vantagem para a causa puMiea.Of-
l.r.ou-sc ncile sentido ao manchal rnmmandanle das
pie as circumstancias
uraenle o augmento
ladas. >'.i actualidade, purera,
do paiz lem reclamad como
siiccessivo da forca regular j.a a sua seauranca in-
Jerna e externa ; qne esse aog. lento de pessoal mi-
niar lera trazado coran consequencia immediata
MqVeoea necessidade de auaminlo do material de
guerra ; o governo nao pode
ceisila, alim de que sua aceto
l.....ii
rao tur
Leorl
o antes do casamen'o.
ci nao galauleaxa publicamente adida
dn
birao i e Stock, mas encuiilrava-a tedas as nuiles as
reuni s. Suas relafoCs por seren ura tantu cons-
Irai.gi. as, eram man deleitosas. Os peque.ios obsta-
culo*. \ vigilancia que lodos exercem sobre lodos, ..
respeil i da decencia, a necessidade de Ingir, accres-
cenlaii um mysU.no delicioso nos amores que cami-
le salan em salan a iareja. O ronslranaimen -
o poder maravildoso de duplicar os gozos do
i, c as forras do espirito. He quem faz que
.sanenlo seja mais bell
iidain
lo lera
curaca
um pe
prosa
fez mentalmente o inventario da mobilra. I'mlo o ho-
mera dajaizo e leria crido em casa de um filho fa-
milia : o bario firou mui salisfeilo. Era hoinem a- i de Bav]
mavel esse Alloman. Tndos sahiam que fra ban- | Nos
... ltimos dias de fevereiro, Leoncio armoa e
quetro em rraocfort sobre o Meno, e todava elle I de cor gem, e fez seu pedida. O Srs. de Stock ad-
MELHOR EXEMPLAFv ENCONTRADO
vertidos por Dorothea o receberam em audiencia so-
lemne.
Senhor liara,., tenliora baroneza, disse elle, te-
nho > honra de pedir a ma.. da lenhor.i sua tilda.
Para que vossas exrcllencias nada ignorern sobre
meu nome e minha dirima...
O baria inlerrumpeu-o com um gesto senlioreal:
-- Kogo-lhe. senhor marquez, que nao va avan-
te. Todos nn Pars conhecem vossa excrllencia, e
muida tilda ama- : nao quero saber mais. Anda
que sen nome fosse obscuru, anda que seu pai livcs-
e dissipadn lodos os seus bens, eu dira a vossa ex-
ccllenra : Dorolhea he sua.
Eile abrarou a Leoncio, e a baroneza deu-lhe a
nao a beijar, dizendo-lhe :
O senhor nao condece nossa romanlica Alle-
manha. Eis-aqui como somos lodos... ao menos na
cla-se elevada.
No meioda mai) louca alegra, Lennrin sendo n-
leriormenle nina revolla de liooeslidadc.
Nlo divo engaar tao boa gente, disse elle
comsigo ; eu sera u rn velbaco, se abiuasae de sua
boa f.
E accrcscenlou era voz alia
Mnbar bariio, a nobre rnufiaiira qae vnssa e\-
cellencia me leslemunh.i otiriga-ine a dar-ll.c algo-
mas inforinaciies sobre..
O seiihur marque/ me allligina seriamente in-
sislndo .na. Eu reria que vnssa excedencia obs-
liiia-seemdar-ineessasinfn.maci.es para obna.u-
me a apresenlar as proras de meu nome e de muida
riqueza.
A baroneza apoiou estas palavras com um gesto
amigavel, que significara : Nao insista, elle hesns-
ceplivel.
Pois bem, disse ILeancio, batanes de expl-
ge
KOesdo regulamenlo de 1811:! a latitud* qoe ne-
eiiconlrar as pres-
ulininistraliva le.da
iroliruidade Conveniente parh acudir as necestida-
s do fori.erlmenln de armas, muir,-.-., fardirarii-
e equipiinenlo ao exercilo, e para por em jogo
osos indspensaveh recorsoJ, que devem entrar
cono elemento de Irabaldo farra aquelle fOrneci-
m. nlo. A isso accresce laml.em que a experiencia
mais de viute qualro aunosj lem moslrailo que o
enanismo administrativo interno dos arsenaes,
otado segundo os principios! do dito reaulamenlo
1812, resenle-se de defeitosque rnnenrrem para
o'Mirar a marcha do servico e a Inlegridade da
Ii- ad
sarao ; e prinripadnente
re-ulanento de 15 de abril de 1851 da contadoria
al da guerra ; e que se inst
minio approvado por decreto a. 1090 de ti de de-
depois que baixou o
luiram pelo regula-
e adinini-lrar.iu para
/ei i dro de 1832, os cooselhns I
foinerimenlu dos ditos arsenaes.
lodas cssas contrariedades que resullam da insnf-
encia.do actual svslema administrativo dos arse-
MSa, sobresabem ma. no da rrle, que, pela sua
policao na capital do imperio lem oue s.itisra/.er
militas necessidades das provincias, o qne o colloc

j- Todavia se vossa excellcl.cia tivesse sido ensa-
ado acerca de minha silnac !
Mas, charissimo amiao, na* fui enaanado ; nin-
gufem d.sse-me nada. So o qup sei a seu respeito he
qnle o senhor agrada a minha filha, i minha mulher!
a *nm, a todn o universo Nao quero saber maisd ,
qUe isso. Por ventura preciso.de seu dmheiro Se
del rico, tanto melhor ; se he pobre, lano peior. Di-
ga o mesmo a meu respeilo e ficaremos quiles. Oh '
eii-aqui n que pora sua consrienria em repouso : O
sebho.- nao po-sue ad, muida filha nao possue na-
enbnr rhama-se Len. i... ella chama-se Do-
le .le. nvolviiiienlo.
Alcm disso, occorre que o esdidefuciiuenlo nao
aprsenla vantagem neulium* do defensa, considera-
do debaixo do ponto de vista militar, por estar em
urna da._posir(i.s mais expostas i|a eidade do lado do
mar; nao conviudo por oslas, razos que alai eslea
montado um eslabelecimenlo militar da natureza e
da importancia daquelle.
O goaer.no, pois, pnr todas estas ceiisi,taraces,
julgandO de alta conveniencia, e de palpitante ne-
cessidade a liausferencia do arsenal de guerra da
corte para um local que rena as indispensaveis
roiiiliroes reclamadas por um eslabelecimenlo da ur-
dem .leste, mandou organisar a planta c fazer o
nrcumento de um edificio proporciona lo as necessi-
dades de um arsenal, que preeneda os lins qoe o go-
verno lem era vista allnhuir aoqua convem capi-
tal do imperio, para occorr-r ai preci-es du ex-
ercilo.
O dfirio para esse eslabelecimenlo pretende o
governo que seja c instruido na Estrella em terreno
nacional, perteureule i fabrica da plvora e prxi-
mo a'mema fabrica. Ah o arsenal lica era boas
rondiri.es ,),. seguranra; e olfererc umitas v.iilagens
de conveniencia para o estabeleciraeato. Ku-'a per-
lo da urna das esla.;es do caminho de ferro de Mau,
o que facilita as rnnducrrs de objeclos tanto para a
ida como para a volla ; e pode di-pr de abundan-
cia de aguas correles e de copiosas mallas para lu-
das as n-cessidades do mesmo cslabelec>mentn ; o
qual. Arando prximo no da fabrira de plvora, n.1o
o e-le' todavia tanlo que possa soffrer das cunse-
quennas de qualquer explnsao que por ventura le-
uda luaar na dita fabrica, como infelizmente ja al-
gumas veze tem acontecido.
Paca-vas, pois, quehabilileiso eoveino rom os ne-
cessarios meios para que possa levar a efleito a c..na-
lrurr,,1o do novo arsenal no local indicado.
Os arsenaes e depsitos de arligos bellicos dis
provincias n3o lem loflrido alteracoes nolaveis de-
pois do iilliinorelati.no du meu antecessor, em que
elle fez ver resumidamente o estado desses estabrle-
ciinentos.
Iterhmo vossa allenrao para dilo relatorio ;
derlarsiulo-vus que o governo lem mandado proce-
der a um oulro concert le mais uraei.cia era um uu
uutrn de laes eslabelerimenlos, jiorqoe seria preciso
dis|.r de avallados meios pecuniarios para levar a
eOeilo as conslrucr.ies. reparos e melhorameolos que
deraandam as circumstancias peculiares dos ditos ar-
senaes e depsitos.
' Continua. I
armas.
DitoAo director das obras publicas, dizendo que
pode emprestar pela mancira indicada en. seu Hlcin
sol. n. 203 a helara dos reparo* de que precisa a
lionida sobre o riacho Mangar na estrada da Esca-
da, enviando a lermo de mralo para ir definiti-
vamente nnpiolado.
DitoAo presidente do eonselho administrativo
.lo patrimonio dos orphaos, recomraendando a expe-
dirao de suas orden, para qoe a directora do colle-
gio das orplnas. fara entregar ao director do arsenal
de guerra a africana livre de nome Mara, qae por
incorrigivel lem de ser substituida por orna das que
exislcm uo araeaal de marinha.Oflicioo-se ueste
sentido ao mencionado director.
DiloAo Dr. Jims Mamede Alves Kerreira. aecii-
san.lo o recobimeulo dos mappa* do* correies d-ita
provincia, os quaes Smc. oraanisara segn ln o mo-
delo que arompanhou ao aviso do inim-leno do im-
perio ; e daudo-lhe os merecido* Inuvmes pela
^T'Rv.'130 C0"1 qUe hUVe na '^'"'v*0 daquelle
DHoAo agenle da companhia das barcas de va-
Pr-He moito conveniente, que os paquetea de va-
por brasileos ri3o se demoren nesle porto, alem da
hora marcada para a sua partida. Conslando-me que
ess. demora procede as veres da falla de te rerel.e-
rem em lempo as malas na administrarn, do eorreio,
coono acn ler-u cora ara dos ltimos" vapores qoe
deixaram este porlo, convem qae Vme. mande re-
cebar as referidas matas na hora devida, afim de
que por esle lado nao eoconlrem os paquetes de va-
por, motivo de demora.
DitoAojuiz de paz da fregnezia do Lineeiro,
arcunndo recahida a lista, qoe Smc. remelle, dos
rutadaos qualificido* votantes naquella fregnezia.
Portara.Concedendo, de conformidade com
proposla do chefe de polica, a riemissao qne podio o
captao I ranri.i-,1 Antonio de Soaza Camsin, di. lu-
g .r de deleaado do termo do I.imociro.Commani-
eou-se ao supradito chefe.
EXTERIOR.
em verso do que em I
de, boca* ,1 a Tal, -, Leoncio e Dorolhea esrrevam-se Imlo. os das car-nns hora on mao grado no dia do ronlr.do.
;'-_.:'!:!',ork.,l<'!"" o:,n"0.nl" rnmn *m*'>ar- a|v*-la* rararwaarajrrinUnhiM sombrada nn tan-
;o ou le om leque. Essa boa raiii soltara as rodeas
ao corir.io da filha : permilda-lhe amar ao marque7
-- Brrlre fidalgoa, dina elle, essas assianal.ir.is,
er.s.is ...iraulias san preranees hiiniilbadnras. Vossa
axealleneia ama a Dornihea Sim. Ella ,n, ,,
Cerlamenle. EnlSo para que melter um notario no
meio Pens qae seu amor poder* passar sem pa-
pel sellado.
roidea. e eu Ibes dou minha IBnCSo palern
salisfcilo:'
Leoncio cborava de alegra.
A baroneza chamen Dornlliea. e disse-llie :
Ven, minha filha, vein declarar ao senhor
marquez, que ...lo casas nem om o sen nome, nem
com a sua riqueza ; mas com sua. pessoa.
Meu charo Leoncio, disse Dornlliea, aino-u lou-
ca.nenie !
Leoncio casnu-se no mez dei marco. Era temi.o :
o nioval credo, a ullima nc a de mil francos. K'
se vi de psdrindo desla vei : os padrinlins eram per-
Mi .aecns. Matlieos nao pdde vir a Pars porque cs-
pi rava o parlo da mulher. Enearregou-me dedar-
II. | roma da testa, c prceurhi rom pra/er minha la
refa de hisloriograph >. Doral ira vestida de vello-
di bramo fu. por lodos achala adoravi-l ; chema-
Vi ni -na i. anuinhu moreno. Depois da c remonia
hi uve um janlar de qiiarenla lalheres om casa dn
harn, e Lennrin fez-me a honra de cm.vidar-me.
Sahiudo da mesa elle apresenlou-roe a mnllier :
Querida Dorolhea, eis-aqui um dos meus an-
ligns rullegas, quesera o pro'essor de nossos filhos.
Espero que vn-. Ibe dar en pie hora aenlbimeo-
lo ; os met.ore. amisas nin s;.. os nai* brilhanla*,
pnioiii ns mais sollos.
V osas '.enhnria ara sempre den. viudo em nos-
sa rasa, d.-, -me a bella Dorolhea. Desale que Le-
oncio traga-me iodos os seus amigos. Sjbe lo al-
ternan '.'
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do Ola de julho.
OflicioAo Exm. director da Faculdadc de Direi-
lo do Kecife, dizendo ficar lolcirado de haver S.
Exc. reassumidn o exercicio dn seu emprego. Com-
municou-se i tbesouraria de fazenda.
Ii tn ,\o director do arsenal de suerra, para
man lar entregar an chefe de polica, alim de serem
reincidas ,io sul.lelegado da Boa-vista, 21 pistolas
com a competente manicio, para o servido policial
da inesma freauezia. Communicou-se ao roferido
edefe.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenda, re-
commendandn que mande |iagar ao capilao l-'raucis-
~ Nao, senbora ; lamentarei sempre nao poder
ler no texto llermann e Dorolhea.
A perda na.. I.e grande. Lina obra pastoril es-
cripia cora empnase, urna aria de gaita locada em
fagote. Vossa senhor.a lem cousa melhor em Fran-
ca. Ama a llalzac .' Esta sim, acho escelleote.
IV
A conversarlo da linda marque/a, e o pra/er de
dansar com os meus lapatee grosseiros lizeram-me
esquecer o regulamenlo da escola. Demorei-mc urna
hora mais du que devia Tui punido com quinze dias
de reclusc. Apenas fiquei livre. minha primeira
visita foi para Leoncio. Achei-o son..do, errupado
em arrancar os cabellos, os quaes comooleitor sade,
eram mui bellos.
Meu amigo, disse-me elle com voz dolorosa,
fui cruelmente engaado !
Ja!
Meu soaro he rico e nol.rc romo eu ; chama-
se Stock em urna si, liaba, e nao possue oulra censa
senao uns v.nte mil francos de dividas.
He Imposrivel !
Esl fura de duvida : minha mulher ennfessou-
me Indo na imite do casamento. N.lo davia quiulieu-
'os I- ancos em casa.
Alas su a casa val rem mil !
-- N.io esta' paga. O Sr. Stock era rico lia rinco
ou sei- anuos; occopoo certa pstralo ero Francfort,
e sua liquida.;'io deiioa-lhe m lis de Irinta rail libras
de ron la. Porem be jogador como um diana e per-
dn ludo. No comeen do invern restava-Uie de sea
esplendor nina medalha comprada em conla ni nor-
te, ala.i.nas'relaces honrosa*, o habito das despezas,
o furor do jogo, c uns cuicoentn mil francos. Arhou
eiiaendoso empr.-g.ii esse capital era Dornlliea. e v
a Pars jugar a ultima partida.
L-aa na Independencia Belga a :
A Austria que depois de Ires annos lomou orna
tao grande e mil parle as neaociacoes diplomtica-
as quaes se deve a paz, a'Austria, segando, nos di-
zem os nossos correspondentes, nao esla completa-
mente tranquilla, p..is se er ameacada de novas
complicar/es em uro futuro mais ou menos prxi-
mo.
Vive muilo inqoiela, e at se diz qae Mr. Boel
dora indicios disto a alguns dos soberanos qae visi-
lou no ieu regresso de Paris a Vienna.
v Aii.ln.i irrev- qae novas desorden* retentara >
nos Estados da Italia, se o* soberano* desles Estados
recuzarem faier as reformas recommendadas no eon-
gressnde Paris pels Franca e a Inglaterra, recela,
se estas reformas liverem efleito, ser obrigada a cha-
mar as soas armas ; que as popolacftes, roe... tativ-
taitas. sejam anda agitadas pelos partido* revolucio-
nario, e que o governoi sejam destruido* em breva
pelas intrigas destes partidos,
l.lue tota a Au-lria em taes circumstancias !
Oue differenca! Nao eogauei-e. Oaeria axpar-
Ih* francaroenle muida siluacSo; foi elle quena la-
|.cu-me a bocea. Agora le a razao e -a* coafiaaca
nao me admira maii. Foi elle qae *"nhii n* ao
abvsroo em qne radimos juntos.
Vossi-s ja se eiplicaram 1
Corri a' sua casa para eonfandi-io, e podes ler
certeza de que nao poupei minha etoquaucia. Sabes
o que elle re-pondeo-me-? Em vez das recrminaroes
qae eu esperara, lomou-me a m*o, e disse-me con
voz cominovida :
Ambos nos somos infelizes. Podamos .ad.. um
de oossa parle achar urna tartana ; he grande pena
que tenhamo-nos encontrado.
Boas palavras!
One sera' de mim T
lie uro eonselho qae me pedes'?
-- Sem duvida, vislo que nao me podes dar on-
da cousa!
Mea charo Leoncio, s conde,-,, um meio hon-
rado de sabires desse embarar. Liquida lu .ohni
le. vai ocrultar-le em algum quarleirao laborioso, na
ra des I r.ulines ou no passeio do Monl-Parna**e,
acaba leu curso de direilo, e laz-le advogadn. Tena
tlenla, nao podes ler perdido ioleiramenle o hbil*
lo trabalbn : as relares que leo* hh* de serv.-le
no fim de seis meze.; rer..|ieras o lempo perdida, a
0 'dnheiro lamben..
Sim. se eu fos,e snlleirn .' Meu amigo,vejo qu*
nao condeces nada da vida, lialrac pc.vou drade .-
lu lempo que um liomem li.'.ro p,. le rontegair In-
do ; mas que depni. de rasado gasta soas forra* em
lular ndicoiimri.il. com as addiroes da m/iiibrira. i
c.m o livro domestico. I.loei e- que cu trahalhe en-
tre orna mulher, um socro, urna sogra. ros lilho* qae
l-.-perava pasear na pnderao sobrevir, reirtdo de familia e mellido ron.
m revoll.is da sociedad infernal da Chauss.-e toda esa cenle
d'Au.i.....m eei.ro assaz rico pan. livra-lo da filha,
alimentar a elle e a na mulher e dar-Ide lodos o*
verCw alguna roles de taires para perder as mar-
gen* do Kheno. Nao be infamia '.'
Caidsdo, diie-lhe ea. Sabes como elle falla de
I i agora?
em um duiirdio de qualriH-enln.
trancos En urrumbiria.
-- F.nl.lo tare nutra rousa. I nudur lu familia
para a Bretaoha. A -asa di. Ua 11 un te a" ,ij.i,-
para abrigar a todo*
No* os arruinaremos !
Nao. Amada comprara' um ve*l MUTTESDxT


As Iradiccc- da sua politice, e o cuidado da -ua
propria i<_ i. ii-.< a decidiran) a vir in auxilio dos go-
vernos opprimirios que reclaraassem a sos assistencia.
A sua inlervenro, a qual uataralmenle se p|x>-
ii' a Sardenha, sena lalvez a caos de urna guerra
imminentemenle revolucionaria, que rebenlana no
i'enlro da Europa.
I'e que lado c-.lari.im culo os alliados da Aus-
tria '
l'oderia ella contar com a Inglaterra'.'
Vio ae arriscara a encontrar a loglaterra futre
os seus adversarios ?
A Autiria que nunca deiiou de ser providente,
quereria associar os seus deslinos a Prussia e confe-
derarlo germnica?
Era e-te o ohjeclo do Iraladn de 20 de abril de
1851: com todo etle tratado nao eslipulavn seuao
para o caso particular da guerra do Orienle.
(I imperador da Autlra e o ri da Prossia, assim
all se declara, lem rtsnlvido uuir-ie durante a guer-
ra que acaba de rebeniar eulre a Kussia, de um la-
do a do oulro a Turqua, a Franra e a Inglaterra,
por urna llianca ulleusiva e defensiva.
lira eouseqoancie SS. MM. garanten) reciproca-
mente a possrtsAo dos scus territorio- ilIcmAes e nao
allemaes, de tal orle que lodo o ataque, dirigida
contra o territorio d'urn dos dous Eitados, da qual-
quer lado que venda ser considerado eomo urna
cinpteza hostil dirigida contra o lerrilorio do oulro.
Ao mesmo lempo os dous soberanos considerara--e
eomo obligados a proteger osdireitos a os intertsses
da Allein inli.i couira toda a especie de aggressAo, c
consideram-se como obrigados a urna defensa com-
mum coutra lodo o ataque feilo conlra urna parte
qualquar do seu territorio, niestnu no caso onde um
dalles, ein consequencia de acmrrio com o oulro, fas-
ta abrigado a passar acc.'io para proteger os inte-
res-es allemaes.
Os Estados allemas leudo accedido ao tratado
austro-prussiano, esle Iralado linlia realmente cons-
tituido, eulre a Austria, a l'russia a loda a Alle-
inanha. urna allianca oflensiva e defensiva em vir-
tud* da qual se garantiam reciprocamente as pos-
seises allemaa- e nao allemas conlra loda a espe-
cie de aggressAo, qualquer que Ios-e o autor, e de
qualquer lado que vive.
Mas esta allianca leudo sirio.feila nicamente pa-
ra loda a duracao da guerra, licou dissolvida de ple-
no direilo desde o dia da assiguatura da paz.
A allianca de su) de abril era limitada em quanlo
a soa duracao ; mas uao o era em quanto i nalureza
c origen) dos ataques conlra os qaaes se linha
querido garantir, de sorle qoe se durante a guerra
do Oriento, Tivessem rebenlado na Italia aconteci-
mentos em consequencia dos quaes se atacasse o di-
reilo de possesio da Austria sobre as suas provincias
italianas, a Austria l- ra podido prevalecer-seda
sua allianca para chamar em seu soccorro nao so-
mcnie a l'russia, mas toda a confederarlo germ-
nica.
1-to era, he lormso confessar, urna preciosa van-
tagero para a Austria, e au se deve admirar se a
Austria desejou e se ainda deseja assegurar-se da
sua posicao para urna uova conveuco.
A Austria manida de um tratado de allianca
offeusiva e defensiva, perpetua egeral, com a Prus
sia e a confederaran germnica, nao leria que te-.
iner, se ficasse abandonada as suas proprias far-
ras em urna guerra provincial pelos negocios da
Italia.
Ella leria a certeza de nao ser a nica uesla guer-
ra contra as populaces, insurgidas da pennsu-
la, que nao fallariam de invocar o apoio da Sar-
denha.
Os esforcos que a Austria lem feilo ao p da corle
de Berln e das oulras corles allemas necessilaria
justificarlo pela declarado que lord Palmerslou
fez, ha alguns das, Da cmara dos commus, res-
pondeodo a Mr. Uisraeli, elplicacoes sobre a triple
allianca concluida em Pars a l."> de abril ultimo
entre a Franca, a Auslaia ea Inglaterra, admiran-
do-se que a Inglaterra livesse garantido as posses-
soes da Austria na Italia.
NSo fizemos nada disso, responden lord Palmer
ton ; o Iralado de 13 de abril nAo garante posses-
ses de neuhuma potencia.
Lord Palmerslou acrescenlou, que a Inclalerra
nao tinha jamis animado a Sardenha a atacar os
seus reinhos, mas que era chegado o motlenlo de
fazer cessar a occupac,ao eslraDgeira de cerlos esta-
dos da Dalia.
A allianca offensva e defensiva solicitada pela
Austria, sem successo al aqui, ao mesmo lempo
que Irauqollisaria esta potencia conlra os perigos
da sua simarn na Italia, forlifica-la-hia conlra a
Hussia.
A Austria mo esl sem inquietarn destelado.
Sabe que a Kussia Ihe impula em parle as suas
lesgracas e esl muilo resentida.
Se a Austria se achasse coinpromellida em una
guerra, para conservar as sus provincias Halladas e
para defender os seus alliados de Italia, nao poderia
mular com o auxilio da Kussia, a o melhor que po-
llera acontecer para ella, era a Kussia licar na es-
peclativa ua luir.
Se em qualquer dos estados do imperio da Aus-
tria rebeolassem desorden* como aquellas que live-
I.H11 lugar em 1848 e 1849, a Au-lria correra gran-
des riscos, -e nao Ihe seria possivel sabir bem dalles,
urna ver que a l'russia e a Allemanha nao viessem
enrgicamente em seu soccorro.
O gabinete de Vicua comprehenrle a duplicada
lilliculdade cun que lem a lular e he esaa a ra/An
porque se dirije a' l'russia e a' confederar germ-
nica, seus alliados indurar*.
i.iu nd", depois dos funestos aconlcciroentos de
IHW, a Austria suslentava couira a Sardenha e con-
lra as suas proprias provincias da Italia urna guerra,
que de cerlo Ihe nao foi ventajosa, no principio di-
riuio-se a' assembla de Francfort para pedir soccorro
a' Allemanha na sua lula conlra a Italia.
A assemblea de Francfort mo'trou se favoravel
aos riesejosCa Auslria, e decidi que a linha defen-
siva da Auslria na Italia seria a verdadtira linha
defensiva da Allemanha, e que toda esta devia re-
iwllir aquellesque invadissem aquella fronlreira.
A inlervenr.au da Allemanha era a cousequenria
da divisao da assemblea nacional ; mas esta ioler-
venrio nao fui necessaria, porque a Auslria trium-
phou pelai suas proprias forras.
(I que a Auslria linha pedido em 1848 a assem-
blea de Froncforl, areba de o pedir a Prussia e o
leria querido pedir a Dieta germnica ; mas en-
qoanlo que a assemblea de Francfort tinlia eulrado
as vistas da Austria, a Prussia nao julgou aso-
ciar-se desla vez, e a Auslria abileve-se desubmel-
ler a questAo Diela germnica, onde a maioria
se leria pronunciado contra ella.
Diz-se que varios motivos inspiravam a conduela
do gabinete de Iterlin nesla circurlancia.
Os nossos correspondentes nos indican) Ires.
Km primeiro lugar, as causas que poderiam l'a/er
rebeniar urna guerra na Dalia sao indill'eienles a
Allemanha.
A Allemanha nao loma nenhum inleresse na cc-
cupacao da Italia central pela Austria ; a Alien.a-
uha eslaria antes iucljnada a seguir a opiniao da
Franca e da Inglaterra de que sao indispensaveis
profundas reformas ua organisarAu. civil e admi-
nistrativa e tamboril lalvez ua consfltoicAo polilicn
dos estados italianos.
Por oulro lado, o inleresse da Allemanha quere-
rla que se operasse urna inteligencia sincera entre
a Austria e a Kussia.
Em segundo lugar, o tratado de 20 de d'abril de
1834 foi por mais de urna vez para a Prussia e pa
na os E-lados allemaes orna dVigem de dificulda-
des. e he essa a razao que a Auslria quiz allegar,
aiuda qoe os casos previitos nao fossem os apre-
se filados.
As instancias da Austria Ozeram nascer urna
mullida de complicaces para a Prussia e paraos
oulros Estados confederados.
Alm disso a allianca de 20 de abril n3o impe-
dio a Austria de tratar uio s lauto com a Porta
Como com as potencias occi.lenlaes (odas as vezes
que ella o lem julgado ulil ans seus inleresses e
a Auslria uAo se julgou obrigada a informar os
eus alliados dos objecloi particulares sobre os quaes
ia contratar.
Em-lerceiro lugar, se a Prussia ea Diela Ger-
mnica fizessem com a Auslria urna allianca offeu-
siva e defensiva illimilada para Uie garantir as suas
possesses allemas, e ua alleina*. loda aaggres-ao
de qualquer lado que viesse, a consequecia inevi-
lavel desla allianca seria a admissAo da Auslria na
pelos gabinetes de Pars e de Londres, e que a i por se darem
Dieta rcpellio como contraria a essencia da con- i e li federara germnica que leria corrido o risco de digo, isto be.
is circomslanriasaggravanlesdns !S I,
> lli, c I.- do artigo 17 do mesmo co-
ser logo dominada pela Austria.
. f ftarno.
segundo se deprehende claramente da le1, n;1o hasta i nos parochianos. que sempre me riram todas as ho-
que o offeudidoseja hornem idoso, he misler que o j ras, emquantu resist de pe, se Ibes fallei com meas
deliiiquenle seja mais moco que elle a ponto de deveres sagrados, e se igualmente os abanduuei, nao
impelilo por um motivo frivolo, ha- po er ser seu Albo. Ora o aecusad na eslava lies, obslaiile meuseusivel isola.ncnlo f enlrclanln.dedia
1 ver superiornl ide em sexo c fincas, e resultar -
Hule, ter sid
mr ler re romineliido o crime
PXIIMIIBSCO.
PAGINA aVULSA.
1338 ISJHA8
-- lie sempre contristado, que temos de uarrar
lamrntaveis occurreuc.ias; e c bem que seja umde-
ver resnelo do escriplor nao se furlar a nrrame-
las-, quaudo ellas lendeni principalmente a recla-
mar da juslica deiaggravo a le, com ludo mis o la-
zemos com o corarlo coufrangido.
Antes de lionleni por volla das 7 hoias da uoile ua
lacaruna o crioulo sexagenario Manoel das Virgens,
nllicial de sapaleiro ua praja da Boa-ViaU, recebeu
un tiro, gu.ntlo vollava de Olinda, que fraclurou-
Ihe o ttreo supeiior do braco esquerrto, a lerimenlos
na caixa loraxea mais ou menos morlaes. ()s assas-
aioos, diz elle, foram Ires, sendo o que atirou um
chamado Mar- olmo. Condiizido em urna Uboa por
alguns homens a mandado do inspector Azevedo, de
Sanlo-Amaro, foi levado casa do Sr. subdelegado
da Boa-Vista, que, acompanhado do Sr. Dr. Prxe-
des Pitanga, e do Sr. cirorgiao Pinto, acoinpanlia-
ram o lerido ao hopilal de raridade. Os Srs. Drs.
Doruellas e Firinu.loram.segundo o regulamenlo do
hospital, chamados, e comparecendo immedalameii-
le o Sr. Dr. Dornellas, determiuaram os Srs. Drs.
que se devia fazer a ainpdtacio do brajo, visto a
Traclura ler sido coraiiiutiva, c poder resultar a mor-
le do pacieute, se se dilala-se por mais tempo a am-
putado : arara .1 horas da madrugada, quando oSr.
Piulo, ajudado pelos Srs. Drs. Prxedes e Dornellas
fez a operar em .Manoel das Virgens, que, annuio
a passar por laes dores, nao senlindo ellas, o que
reaeoa-ee pelo clornphormio. Nao podemos deixar
de louvar a promptidao dos senhores mdicos, que
n um pice correram a desempenhar os seus santos
deveres, sacrificando a frescura magntica dos len-
ces .le hrelanha. O Sr. regente nao se poupou a
por ludo .|e era nece-sario disposiro dos faculta-
tivo* ; o Sr. subdelegado estando presente com o seu
escrivao, fez o competente corpo dedeliclo e de luda
occurreucia lavrou-se o respectivo termo.
Urna louca, no hospital de caridade. aneciada
de monomana-homicida, preparava se para a-sas-i-
nar as enfermeiras, quando o activo regente leudo
noticia, deu urna corrida em seu bah, e adiando
um lemivel puuhal, immedialamenle a mu.ion
para aposento mais seguro, porque quando laes mo-
nomanas alleclam o enteudimeiilo, loda a cautela
be puca.
Na Escaria, dizem.lavra a epidemia ; Dos per-
milla que, com a ida do Sr. Dr. Kosendo, melhore a
sorle dos habitantes da scada ; S. Etc. lem-se
mostrado solicito em soccorrer os nossos timaos,
que va sendo atacadas pela epidemia.
EmOliuda as intermitentes (sesoes' tem 3ssola-
do, lem feilo fallecer alguns menores.
O Sr. Dr. chefe de polica lem assi luamenle
rondado a cidade ; assim, por cerlo, que a popula-
ra mais se anima.
Pedimos a cerlo moro, que na minia tanto
em rudas de pessoas, que coDhecem Sane.
Dizem, que um estaleiro deritro do liedle 1ra-
balha nos domingos ; he cegueira pelo (rabalbo...
-- Pedimos a Sr. subdelegad do Kecife, que
lance suas vistas sobre urna taberna de um Joca,
que lem boa vsla, pois as uoticias que temos d. lia
na-a la das mrlhores.
Tem-se fallado, por valias re7es, nao s netla
parle do Diarto, de cuja redacro eslamos encarre-
gados, como -oh oulros ttulos do mesmo jornal, na
celebre companhia do Tiro. Ora, lem-se dado alguns
fados, que at cerlo poni confirman) o que se lem
dilo a esle respeito ; roas, todava, paiece-nos que
ha grande purefio fabulosa acerca desle negocio ;
pois, alm da orcurreiida qoe vespera de Sin-.lo.io
se dju iia-casa do Sr. Porto, e de um ou oulro furlu-
sinho, nada mais se tem descobeno, nao obstante as
diligencias da plida. ComelTeilo.qoe lia muila exa-
gerarlo, he cousa inconcussa : ouvimos dizer um
destes riiai, que,o Sr. Vignes, morador na roa larga
do Kosario, lora atacado por um individuo, mas que
elle q despedir com una pistola ensalilhada ; Ira-
tamos de aveiiguar o facto, e soubemos do Sr. Vig-
iles que Ihe nao havia acontecido cousa alguma.
.Vixilra orca-iao ouvimos dlzer que o Sr. rpita Ca-
rnis.io tamhem fura atacado, recorremos a elle, e
nos asseverou que era falsa a noticia que nos linham
dado, e o mesmo resultado negativo se lem dado
cerca de oulras noticias. Aun. oque podemos
concluir vinla dislo, he que ha multa exaserar.lo
nesles hoalns ; entretanto allirinainos aos nossos lei-
tores, que a polica couscjva-se vigilante, e Ihcs pe-
dimos que rieeui um descont de sessenta ou oilenta
por ceulo a ludas eslas liislonas e historietas.
At amanha.
decidisse pela
de resumir a
poz ao |iir \ ,
treges ao ju
la secreta da
de vollou m '
ram liria- em
lenca, em vi*
reilo, preside
senleuca, coi
las, grao m;
e lias cusas
DlMlO l Pl-.:a.hi TJIW. FtiM 8 DI JULHO 01 185b
mal alom da norte.
linda a eot isaca. o Sr. juiz do ilueilo deu a pa-
lavra a Sr. a Ivogado para lazer a defeza dor, e
este a deduxi diado estar o rea innocente, pois
sahir.i de casa e deix.ira sua inulber anda viva.
Disse que n i process nao exisliam prnvas, ape-
nas alguns un icios, o que por indicios n.iu poda o
re ser rouder inad e sim absolvido.
Finilos os d dules, pe gunlou o Sr. Dr. juiz de di-
reilo ao jurv le senleuca se eslava aufliciciilemente
esclarecido pa a julgar a causa, c como dilo jurv se
oulro le caso. Isual reparo nos mereceu a circunstancia em da so aiiginentava o mal, a atiuacao calamitosa
de siiperinririarle em armas, que alias he quasi sem- a fatal nao se all
pre pedida nos luidlos ; soppnmos, poram, que nao ereaeia, regalando ora i|ualioceiil. s c lanos, ora
baila para constituir tal aggravanle o fado de ler | qumlicnlo-c lano-, seudoj um|ini|)ossivel malhe-
o dclinqiiente um in-lrumento qualquer com que j malico. que um so sacerdote superaste as iiniueusai
pcrpclrou o crime ; a le parece exisir mais alguma I fadigas ueste doloroso quadro. |
cousa,quando accrescenla eslas palavra : de manei- \ Ped i S. Exc, por intermedio da oommis-.iu, um
ra que o ollendirio nao podesse r" "
prohaliiliriarie de repellir a ollens
Aberloosos delates, o Dr. prom
liinlou lorias as Dieses do libello; talln da pessoa do reitos. $, Exc. assa's sabedor! das cirruroslancias
do seu carregaaaenlo, sendo que depois de morder
sopre a renda, accrescei.laudo uao saber, nem poder
aflirmar que de fedn fu-se V. S.
Creio que n.io lem V. s. ra'/o de queixa contra
mim, por haver sid forrado .. dizer o que ouvi do
. o numero dos enlcrinos re- capilodo palhahole. e devera notar, o mesmo de-
clarara antes Manoel Fidelii do Nascimenlo, decla-
raran) oulras teslemuiilu- do
prces*o. e as.everou
ainda no relalorio da juslica o sr. Dr. Jos Thomaz
Nahuco de Araujo.
Na verdade. se V. S. era ou naa deeilo o consiu-
.,...1.^ J.. .. .Il._k..ln ...Vn .....- ...
! deflender-se com sacerdote, para me ajudar, e comparlilhar comigo o nalario do-.e palhahole, nao possa eu uflirmar. por-
'is'-1' I excessivo Ubor da viulia do Senljor, a' quem, alnj \ que enlre o dilo do rapitao do palliabole c a vera-
tmlor interino sos- [ de seu presumivel estipendio, ouwrccia os meus di- I cidade dess dilo, vai urna distancia inmuta.
affirmaliva, oSr. juiz de direito, depuis
nalrria ria aecusarao e da defeza, pro-
queates de fact. e sendo eslas en- '
v de senleuca, foi esle roduzdn sa-
confalencias as ti horas da larde, don-
da noile cm suas re-postas, que fo-
hrox alta pelo presidente do jurv de aen-
a de cuja decialo, o Sr. Dr. juiz de di-
ollendido, coja posirao era digna de lado crespeilo
e acatamenl, firmou-se nos depnimeulos das lesle-
ii".nlia-, lorias pessoas conceiluadas e dignas de f,
cuino s,1o os Drs. Alcoforado e Auuiar, negociantes
Siqurira, Pereira, Moreira, Lope*, e escrivao Cam-
pillo; referio-se ao crime praticado pelo moco co-
uliecidn por Salanaz, e a quem o jury nao deixou
impune, discorreu sobre a iiccesidarie de se puni-
rem os crime-. principalmente quando sao cammel-
ile do tribunal do jufy. publicou sua lidos em desacato re urna autoridade, cuja forra
leinnaudo o reo a pena de gales perpe-
xiino do artigo 19:ldocodig criminal,
ena forma do artigo 149 S 2 do regu-
excepciouaes, ara que eslava Pilar, loinou na de-
vida considerac esla exigencia E mas inlelizmenle
nao a pode salisfazer; porquc-loilosos reverendos sa-
cerdotes exislenles estavain em] sen posto : e oeste
estado de1 cousas dirigi um oflirlio o mais candoso e
significativo ao reverendo coadjutor da cidade das
Alagoas, donde o reverendo "Sr. he parodio, para
ndeiido que uessa cid-
moral soflce necesariamei>(e cin a impunidade
delles ; procurou deinonslrar a evislcncia de cada
urna das aggmvanles, chamando aiuda a allencao
jmenlo n. t|0 de ;11 de Janeiro de 184*, appellou dos juizea para a naloreza do inslrunienlo que leva'va
para o tribunal da relarao.
O Sr. adv opado, pedindo a palavra. disse que lam-
ben! appellatl da senlenra, e o Sr. Dr. juiz de di-
reito maudod lomar por termo a sua appellar.lo, e
levaiilon a dssflo, ariionrio-a |iara o dia seguinte as
10 huras da aiaohaa.
HEPAHTigAU DA POLICA.
Secretaria d i policia de Peruambuco 7 de julho
de 18.")(i.
Illm. e E m. Sr.Levo a conhecimenlo de V.
Exc. que, ds ditlerentes parlcipaces honlem e boje
recebidasneila reparlicao consta que se deram as
seguinles oc :urrencias
Foram pr os : pela subdelegacia ria freguezia do
Kecife, o prslo livre Fraucisco Ferreira dos Saulos,
por uso de a rmas defezas, e o saldado do quarlo ba-
(alhaodear ilhajia Maximiano Josc de Sant'Anna,
por insultos sendo encontrado fura de hora:
Pela sudt! (legaca da regue/aa de Samo Antonio,
a prela escriva l.uiza, por bruja.
E pela so Klelegacia da Freguezia deS. Jos. Fran-
cisco Zacari is de Frailas, e o preto escravo Domin-
gos, ambos lor desordeiros.
Em oflici i desla data refere o subdelegado da
Boa-Visla, |ue llie constando ler sido um individuo
ferid com
acudir-me, e ajudar-me, alle
de, onde a epidemia fui empre benigna, residan)
reverendo padre meslre Salrjo Jos Barbosa, que,
cumo sacerdote e membro de commissao de soccorros,
deu as .naii.ies pmvas de caridade e dedicaco a'
cauta humanitaria, o revereiido Jos Candido de
Vasconcelos, reverendo Manoel Pereira Bararho,
" ,'.rime C" "P""'8 leiinida na 2". parle do arl. reverendo Ignacio Acciol de S'asc ncrlln-. victima
e marl>r da qoadra, e o reverendo fre Jnflo, pre-i-
Jtli do cod. penal.
A defeza, de que foi orgao o Dr. Leonardo A. F.
Lima, narrou o fado de conformidadc com o inter-
rogatorio do reo, allcgando'que esle|bavendo recebi-
rto rio desembargadorem qoe mulo o injuriava, pro-
curou o mesmo riesembargador I carta nesta cidade e
pedio-lhe urna explicar! a respeito de certas asser-
ces que a carta encerrava, .-ipreseutando-lh'a nessa
occasiao, maj que o ollendido em vez de dar expli-
ciroes acerca oe seu prorcdimeulu, mallralara de
palavras ao aecusario, oquerfera lugar ao conHicto
em que ambos luclaram e cahirain: que separados
pelos Drs. Alcnforarlo e Acotar, anda o aecusado re-
cebera urna ollen-a no rosto, como conslava do de-
ponnento do mesmo Dr. Alcoforado: que se o ad-
versario do arrusado nessa lucia nao viera lambem
responder em juizo pela parle que nella livera foi
porque nenhuma autoridade quizera receber a quei-
xa respectiva; contestou as aBgravantes; fez ver que
a posirilo do reo nao era inferior ando sen adver-
sario, pois perlencia a urna familia importante da
provincia, e seus precedentes romo cidadio e p.ii de
I mulla erain irreprebensiveis; observou-se que
aquelle conflicto era nm desses actos de que infeliz-
mente ninguem esla lvre e seguro.ainda pesoas mo-
ni) tiro as 7 horas da iioile alem da pon- cansadas e pacificas, sem que deuolem ndole por-
te da I ar.r ma, para all se dirigir e euconlrar de-
pois das 9 I oras, i> preto Manoel das Virgens quasi
desfallecido a quem lizera rom grande difliculdade
coodozir as 11 horasvparao hospital da caridade, e
ahi procede ido a competente vestoria, a que~assisii-
ram os Drs. Pitanga, Piulo e Dornellas, se reconhe-
cera lersid o ferimento proluzido por um tiro, que
fracturou o iraco esquerdo, sendo esle logo anipu-
lado, alem do que haviam mais II feriinenlos .te
chumbo no ivpocondrio esqocnl, sendo que o leri-
do ignora*, quem fosse o aulor do crime.
O delega lo de Olinda em ollicio de boje, tratando
desle facto emelleu a' esla reparlicao presos a Pris-
ciliauo Gau lencio do Reg e l.eop'oldo dos Sanlus
Rosa, que i udo moradores nesla cidade foram en-
contrados n s immediace- do lunar ero que se deu
o mesmo fa :1o pouco depois delle pralicado, e licava
procedendo as couvenieutes pesquizas para eonhecer
se foram co n elTeilo elles os autores do crime e as
circumslaiuias que se deram.
Dos gus rde a V. Exc,Illm. e Sr. Exm. con-
selheiro Se gio Telxeira de Macedo, presdeme do
provincia. O chee de polica iulerino. Dr. Volt-
earlo Lopm d$ Leao.
(twnmnnkab0<
JL'R\ DO KECIFE.
i de julho.
Presiden' iu do .Sr. Di: Mexandre Bernardina dos
Heit e SHea.
Promotor publico, o Sr. Dr. Antonio Luz Caval-
canli de Albuqurrque.
Esrriv.io, o Sr. Juaquim Francisco de Paula Esle-
ves Clemente.
Advugadn, o Sr. Dr. Kulinu Auguslo de Almcida.
Feila a chamada as 10 horas ria manhXa, acharam-
se prsenles 12 senhores jurados.
Foram dispensados da sessio os seguinles senhores:
A' requiairao da presidencia, o Sr. inspector interi-
no da Ihesouraria de fazenda Antonio l.uiz do Ama-
ral e Silva, e relevado das mullas em qoe incorrera
iiu- anteriores das de sessao.
Por lerem apresenlado alteda'doa de molestia, c
lambem relevados das mullas dea das anteriores os
senhores seguinles :
Antonio Alves de Miranda Cuimaraes.
Joaqun) Jos da Silva Lisboa.
Dr. Manoel Ignacio de Medeiros Kego Monleiro.
Foi relevado das mollas dosdias anlenores, por se
ler apresenlado, o Sr. Dr. Carulino Francisco de Li-
ma Saulos.
Foram mulla lo- em mar!. 20? re. os oulros senho-
res jurados ja multados nos anteriores dias de sessao.
Aberta a seiso pelo loque de campainha, foi con-
duzido barra rio lribun.il do jury, para ser julgado,
o reo preso Joaqoim Dias dos Santos, aecusado por
crime de homicidio, perpetrado na pessoa de sua ma-
lln Mara da Conceicfio, lendo o mesmo reo por seu
defenaar ao Sr. Dr. cima referido.
Foram sorteados para compr o conseibo do jurv
de senleuca, os seguinles senhores :
Coronel Xrajuo Cesar Burlamaque.
Joaquim aVngiisto l-'errera Jacobina.
Dr. Antonio Jos da Cosa Ribeiro.
Sitveno JoAo Nepomoceno Itaslos.
Jos lioiici.Uc- da Silva Batios.
Dr. Clemente Jos Ferreira da Cotia,
Dr. Camin Francisco de Lima Sanios.
Antonio Feliciano Rodrigues Selte.
Jos Filippe Nery da Silva.
Amaro Fernaudes Deliro.
Joaquim Flix Machado.
Lui/. de Franca da Cruz Ferreira.
O quaes prestaran) o juramento em voz alia so-
bre o livro dos Santo- Evangelhus, e tomaran) as-
iento nos seus respectivos lugares, separados do pu-
blico.
Depois de prestado dilo juramento, foi o reo in-
terrogado, e em seu interrogatorio disse, que nao li-
nha sido o autor damorle de sua mulher ; que len-
do, no dia 29 de abril do auno prximo passado, sa-
bido de casa as sele e meia bocas da noile, e estan-
do sua mulher dnenle, e s em casa, e a deixando
com om ataque, tora chamar a irmaa de sua mulher
para licar com ella, e elle lora para oulro lado do
rio a negocio, e qoando vollaia, urna palrulha, que
eslava as margeos do ro, dissera que elle tinha si-
d i o autor da morle de sua mulher, e que recejan-
do ser preso, linha fgido.
Disse mais, que no mesmo dia do assassinalo Uve-
ra urna resinga com sua mulher por caosa d piular,
e isto s 7 horas da noile.
I'ez-se a leilora de lodo proresso, e, depois della,
o Sr. Dr. juiz de direilo, presdeme do tribunal do
jury, den a palavra a Sr. promotor publico para
RI VISTA JUDICIARIA
Jury do Reeifc.
XIV.
No dia 2 vimos sugeila a considerarlo do tribu-
nal urna *si ecie que nos pareceu nova, qoaulo
qualihcaca do delicio, Cosme Damin Barbosa, ou
Manoel Cosne Barbosa o nosso hroe lem dous Ro-
mea, om qi e deu no auto de qualificacAo, e oolro
que declarou peraule o jurv> pardo, casa'do. de Irin-
la e oilo ai nos, era arcotado de tentaliea de fert-
menio* na >es>oa de Severino Josede Siqueira,
lentatn i de erimento \ere he urna qualilicar.l
que nAu po lemos comprehender bem : tentativa "de
ferimul- n.c. vira a ser propriamei.le urna aroea-
<;a i hse ajiilaurcza do ferimento se nao pode de-
lermiuar lano depois de rcausado esle como a
priori qualilirar a tentativa de ferimcnlo leve ou
grave '.' El rdanlo la esta nos autos a opiniao de
dous promblores, do que pedio a pronuncia e do
que ormu ou u libello (devenios declarar que nao
nos referinfais aqu ao Sr. Dr. Candido Aulran as
-un como k da autoridade proccssanle, o subdele-
gado de S.Jos, que formou a culpa, e o Dr juiz
municipal da 2." vara qoe suslcntou a pronuncia :
ni c admiltiram aquella qualilicarao,
compre naiar que a portara expedida para o oro-
nOCC. Clin n. I....I..II.. J________'_ .
cess falla
Fiialmi
la os leil
ni I,- o i al iv de assassinalo.
le o que foi ou que devia ser, aprecrem
es : o fado deu-seassiu
Em tu. de marco do
(ando Co.
salvo
na nie-mi
duas lilli
a dolar ;
iior-nria i
do naqnel
foi o dize
r
versa e criminosa ; disse mais que os depoimentos
das leslemunhas nao co'nlrariavan a deleza. pois o
que eslava provado era que hoove lula enlre am-
bos ; e concluio pedindo a ahsolvicaa do aecusado.
O jury, preenchidas as formalidades do estilo,
cooeadee a abaolvifao pedida, negando por 11
votos o 1. quesilo assim concebido : O reo com-
melteu o crime de causar dor phisica ao riesembar-
gador Villares, com o lim de o injuriar '?
Pareceu-n,.- que sendo o crime complexo, de-
viam-se fazer quesilns separadamente quanlo aos
seus elemento*, pois o jurv poda reronliecer a offen-
sa, e negar ao mesmo lempo o intento|de injuriar.
O jury, pois, como fica dito, ab*olveu o aecusado ;
maso Dr. juiz de direilo, lalvez sem deixar de la-
mentar que urna oceurrenria daqnellas se dsse en-
tre homens em quem aataatava tao mal, alteulas suas
idades e posr,es, enlrndeu todava que a le esta
cima de ludo, e interpo/. da rieciso do jury a ap-
pellac.lo que concede o arl. 449 gl.e do regula-
menlo de :ll de Janeiro de 1842.
Acabado o ultmenlo, por ser esse dia o ultimo
dos quinze que a lei marca, o Sr. joiz de direilo
coii-ulioii o tribunal sobre a prorogac.ao na forma
da lei, e opinando esle conlra, declarou encerrada
a primeira sessAo desle anno. Neo, porcm, nAo con-
cluiremos uossa revista sem algumasconsiderares,
que guardamos para oulro artigo.
"?crrcvt>ojtbcncia.
ronfe.leracao germanica.com todas as suas pro-1 fazer a aecoaa{ae, e esle a fez", dizendo eTsido orrc
vinciaa allemas e nAo allemas, islo he, quea Ao o aulor do assassinalo de soa mulher : que o crime
eslava provado, e qoe oreo seachava incorso no
artigo 192 do cdigo criminal, e pedio a coudeinna-
rAo do mesmo reo no grao mximo do dito ortigo
Iria renovoo sob orna oulra forma a tentativa feila
em 1851 pelo principe de Schvvartzemberg, ten-
tativa que foi combatida com urna srande energa
anno prximo passado es-
Jme em sua casa n rua|1mpcrial, entra-
ra Sevcriuti para conversar com sua comadre e que,
erro era a mesma sogra de Cosme, morando
casa alem desles a mulher de Cosme,
e orna tal Eduvirgcs. Semino poz-se
masn porque Cosme desconliasse da in-
a conversa e cantiga, ou por haver janla-
es momentos, repelle sen hospede : e lal
Iu direi eu, que d'ahi a pouco eslavam na
ua accommettendo aquello a esle com un. puuhal.
Foi este pouco mais ou menos o facto auc eslava
sHllicienlemenle provado.
Depois da aecnsacao e defeza, sendo desla encar-
regadoo acadmico Manoel Jos Marinho da Cunha,
a quem nAo onvimos.mas que eslamos cerlos preen-
chera bem o seu papel, leve o jurv de emitlir o seu
juizo.que foi reronliecer o reo como autor de lentali
va de lrianenloleve acompanhado do aggravanle da
noile, e da)* allcnoanles falla de pleno conhecimenlo
do mal e a embriaguez; pelo que o Br. juiz de direilo
impon ao reo a pena de vinle dias de prio, grao
ni i ni n.ii do arl. 201 combinado com o arl. 34 do
cod. peo.
Mota foi muilo homeopalhica ; mas emfim romo
hayia um anuo que o uossobomem e(ava de rliiln-
dr ja se pode esperar qne esle escarment Ihe apro-
veile assim, como que o tal Severinose nao esqueca
de que as vezes urna conversa ou cantiga nao Irz
boas consequencias.
XV.
Como quer que o julgamenlo precedente termi-
nasse um pouco mais cedo que o coslume, achando-
se prsenlo Uominaa Cablas Pires Ferreira, reo a
Uancado, o Dr. juiz de direilo submelleu seu pro-
cesso a jolgamenlo. Quasi que nos he excusado
preferir a historia desle proceiso.por quanlo o fado
que a elle deu lugar foi bem publico e geralmenle
condecid.
Em consequencia de dcsaveucas e intrigas por
negocios inleiramenla particulares, enlre o oceusado
e o Sr. Ii.'/einh.ii -.lor Villares resolveu aquello..ata
dizemos bem.purque nao podemos allirmar se ao laclo
pircedlo urna resolucAo que nAo fosee a rio niomen-
lo.aconleceu que aquelle enconlranrio-se com o mes-
mo desembargador na esquina da ra do Crespo na
dora em que sabia da relarAo, dera-se colre os
mesnins um conflilo,sucredendo que o accosado com
urna labica que Irazia, oflends-e ao sne adversario
que lambem fez uso do chapen de sol, se nAo nos
engaamos.
O processo foi instaurado por queixa do ofTendi-
do, que proaegoio nelle al a apresenlarao do libel-
lo, leudo por seu advogado o Dr. Lopes' Nelto. Ha-
vendo sido o queixoso lanrado da aecusaco por se
nao apresenlar na occasiao da chamada,* a juslija
publica cunlinuou nos respectivos tirmos visto ser o
crime policial.
O libello pedia a ,ena do arl. 906 do rod. penal,
segunda parle, no maximo.por se lerem dado as ag-
gravantes ns. i, 5, 6, 8, 12 e 15. Nao obstante o
espeilo qoe tributamos so illustre advogado, mere-
rrr.im-t,. s reparo algumas das a^gravaules indicadas
na libello. Por exemplo, a de n. .">, que consiste na
ofall de respeito da parte do delnqueme para com
oofiendido, quando esle for mais velho, lano qoe
possa ser seu pai nao nos parece qoe se dera, pois
Srs. redactores.lie na verdade o seu precioso
jornal nma verdadeira <'xpirao'! Todos se esfor-
caro a depositar seos prodoclos, e gravar seos re-
nomes em suas iotoressanles columnas. O genio
do bem apressa-sc em levar suas radiantes concep-
toea, seus proveilosos pensamenlos, o suas elevadas
nspirares : o genio do mal, a seo lurno, tamhem
nao se poopaem enviar suas prodceles, em for-
mular suas pergosas calumnias e a compor suas ne-
quicias. A natureza lem a restricta obrigac,ao de
germinar a variedade ile lodu. Cada um deve de
dar a legitima copia do si ; o muirn disso seria
ato um inipossivel natural.
Fi n'uma destas importantes columnas .e seu
acreditado jornal de 'dejunho andante, q ie de-
p.irei com urna correspondencia, assignada pelo mui-
lo Rv. Sr. vigario da cidade das Alagoas Domingos
Joro da Silva, por motivos principalmente do Exm.
Sr. Dr. Antonio Coelho de S e Albuquerque, pre-
sidenledesla provincia, ler exlranhado ofcialmcnte
o procedimenlo 'io mesmo reverendo senhor, como
parodio dessa freguezia. no memoravel calaclisma
porque ha passado esla provincia. He na verdade
urna pera digna de admirar, na qual se veem
estampados os primores d'arle, c especialmente as
ublilezas do raciocinio.! Fiquei sobremaneira sor-
prendido, e ate coito ponto duvidoso, a nao emi-
tir iiieu criterio acerca desla emanacao, senAo lora
denle do convenio de Sao Fraacisco, os quase deram
as mais evideute- pruvas de sua missio sania; aquelle
coadjuclor, segundo he oriente, uAo acceilou o
mandado de S. Exc, porque o revereudo senhor
vigario.Ihe avia entregue ,i admini-lraro da fregue-
zia, e dado parle de doenie : entretanto, ja' me sen-
lia extenuado, nAo havia desCanco para mim, como
todos virBn nos dias emquantu resist. O exces-o
do trabalho fez-me suecumbir ao mal reinante ; e
ueste apeno, e Inste situac/io. dAj obstante ja' expe-
rimentar graves syinplomas, c.iininlio de meus cuntiuuosllrabalhos, dirigi-me a'
casa do reverendo padre meslre Jos Heonque de
Amnriin. anciAu de urna iriaile avanzada, eopprimi-
do de graves molestias cluomci-. nica esperanca
que me resiava, a' quem enfreguei a ariinnn-ir ac.io
da freguezia, pedindo-lheqde se compenetras-e da
causa da humaoidade alllirta. que Dos Ihe dara
as necessaria- torcas.
Com lleiio, esle diguo|e candoso sacerdote, a
despeilo do peso de seus anuo-, a despeilo de seo
padeciroeulos pbvsicos. n.io he-i Ion um momento em
inclinar-.e ao -arriben,, seip pisar o campo (remen-
d, que nos oflerecia a lucia, onde, montado em seu
carrinho, porque pouco jaf poda audar, preslou os
mais elevados serviros. N'o nono dia achava-me
escapo de meu mal ; mas jujeilo pelas prescripcoes
medicas a' urna rigorosa diela ; e neslc estado ainda
de incerteza, e do maior abalimenio, poderia eu lo-
go entrarj no pesado cerlarjle Precisara, segundo as
mesmas prescripres, de um seguro re-labelecimeti-
lo ; o qoal conseguido, cohtiiiuei a prestar us servi-
dos, qoe, exigan) o meij oflicio, ale que serenou a
tremenda tempeslade, conio lodos sabem ; n itan.lo
quea nica transir,lo que'fiz, foi de minlia residen-
cie para a do reverendo padre meslre Jos llenrique,
de ra para roa, porque proa escrava, que era a mi-
nha onica companhia, c que me minislravaos reme-
dios, havia lambem paglo lerrivel trbulo, brando
eu no maior desabrigo. Seria esle o abandono, que
me allribue e cualifica o reverendo Sr. '.' !
Eslou tranquillo. com habitualmenle vivo, mor-
menle a'cerca de meuprpcedimeuto na crse epid-
mica. Fiz o que pude, le se nao alravessei incolu
me loda a quadra, como desejava, culpa foi de mi-
uha ualureza e constituirn. Nunca arredei um
passo de. minli.i freguezia, smente agora que me
acho nesla capital, como membro da assemblea pro-
vincial, porque justamente se acha exlincta a epedi-
inia em todos os lugares de mnha freguezia.
O Rv. Sr. que tanta cinema lem mustiado nos
pleitos, que por vezes lem susleulado, lalvez aqui-
zesse iran-'v iar agora piara primar em sua defeza, e
romo Ihe fallas-em os lgicos meios para islo, lauca
man da reputaran alheia. que lem o mais sagrado
direilo de ser reapeitaita, inminente por um corifru
evanglico : passaudo jalera dislo a descarregar seus
crueis golpes sobre ancinzas veuerandas do tinado
vigario de S. Miguel, qoaldeoas maioresprovas de
comprehender a sanliibade e importancia de seu minis-
lerio.jacudiudoaosiofelizesalTeclados. nAo olxlanie
seus anuos, j distribuindo de seu proprio bolso o pc-
queuofriiclo de suas economas por aquellos quemis
necesslavam, como li]palente e iucontestavel; sendo
por ultimo victima no meto de suas fadigas; enlre-
tanto o Rv. Sr. p.na melhor fundamentar sua
cau-a e fritar os meius de sua defeza, lauca mao da
honra alheia, invocanJ a memoria daquelle queso
devia ser pranleadoj, e manchando suas proprias
cinzas, sem ao inenij* ler em vista o larn- sepultts '.
Oh isl lie hornirolo o abuminavel T Sa*>
llirrauia se encontrara lamanha rrueza :
allribuir porque molinos o liv. Sr. a' que
pre lenho respeilado, eomo pede soa posirAo
menor escrpulo deldeceocia, orbanidade e
guismo. mequizdcs^pitfdadaueule laucar semelb
le ogerisa, como seiv em soa correspondencia, que
nao coiiseguiodo inpprimlr lias typugraphias desla
provincia, mandoo Irauscrever as dessa cidade E
nem sei lambem porque, depois que indignamente
passei a ser parodio do Pilar, que antes perlencia
a freguezia do Rv. Sr.. lenho merecido, segundo
me consta, e lenho experimentado seu desagrado ab-
soluto O Rvm. Sr. foi astas infeliz em sua defeza,
quiz marear e fen o couceitoalhcin, para sa.vani-
Eiilretanln o que he corlo he, que havendo uu
processo depoimentos conlra V. 6., emhora se po-
dessem chamar deourida raga, nao foi V S
pronouciado, ao pesso que o foi meo filho. barha-
rel Antonio de Vascoucellos Menetes de Drum-
mond, a despeilo de ser lambem de outida muilo
vago a supposla prova do processo, e da haver tido
um dos que mais auxilio prestaran) na apprehanso I
do palliabole e do seu i airejamento. Esla cir- '
cumslancia me parece muilo farle para provar, que
se ueste processo ha proteefo alta e poderosa, lem
ella coberlo a V. S.
Cumpre-mc, pois, declarar a V. S., que eslou
prompio a entrar em discusso com V. S., e aceito
este emprazamento que me dirige. Tranquillo em
mi ia conciencia. de nada me arreceio, mas per-
mitta-me V. S. que antes de enlrar nessa discus-
ilo principie registrando a legeinles asserces de
V. S., aquella sua carta :I-, que V. S. em o anno
prssado para receber e facilitar o desembarque
de um contrabando de Africanos, que foi por inter-
medio de '. S. que o Sr. Jos Bento teceessa de-
nuncia.
Estas premissas servirn nao para rompromeller a
V. S., e im para esclarecer a far{a un.leosa, em
que mao grado meu, me vejo involvido.
Posso allirmar amia a V. S. qoe desla discusso
na podemos arreceiar-nos, nem eu, nem meo filho,
nao obstante eslarmos anda sob o peso de fuleras
decises. Recife 7 de julho de 18-")t>.
(iasoar de Mcnezes l'asconceWos de Drummond.
Expediento do miuisterio da fazenda em 17 de dc-
zembro de 1814.
A Ihesooraria do Rio de Janeiro. |confonne aviso
do ministerio dajuslica, declarando que ao barba-
re Bernardo Augotlo Nascentes de Azambuja com-
pele receber do ordenado de juiz de direilo da co-
marca de Kezende desde o eucerramenlo a acia da
assemblea provincial al qoe enirou de novo oo
exercico do mesmo lugar, nicamente os das que
devena gastar na jornada para o mencionad lugar,
fazendo-se-lbe a coiita na razAo qe seis leguas por
dia, e mais oilo para se apromplar ; e qoe lodo o
mais excedente at o dia em que de novo passou a
axercer o logar, deven competir ao juiz municipal
Jos Pereira de Araujo Neves.
(/ornai doCommercio n. .142 de 21 de dezembro
de 1844).
--------------a>- ->-------------------------- -i -~ .... .,..... .....'" 1" 'iu' "I l'IIItl (I i i n I I I -
oi comi do seu prulificarior. Principia o revecen- [sar scus ado, que: deviam ser justificadas por ou-
iln ...I,. nnr .I..!..i. ......._________________ : .- W,__ .. '_ '.
todos os anuos, e Matheos prolongara' a exisleucia
do famoso palito ciir de avelta.
Oh conheco o corarn delles. Mas nAo co-
nheces meo sonro e nimba sogra. Se miuha mulher
ama as sociedades, seus pas sAo tunosamente apai-
xanadoa. A mai paasa horas rilante de -eu-espelho fa-
zendo reverencias! O pai jamis seria um BrelAo
supporlavel. Ello se arrufara conlra a hospedagem.
Immilliaii.i avena, querida casa, e nos laucara em
rosto o pao que Ihe dessamos. a
Pas bem, dcixa-o- em Para e leva smenle
la mulher ; ella he moca e Iu a formaras.
-- Mas ese velho esla' eberade de dividas! Afi-
n.il he meu sogro ; nao posso abandnna-lo na estra-
da de Clicby.
Elle vender' a mobilia. a qual val mnis de
vinle mil francos; emhora as cortinas do salo...
E de que viveriam esses desgranados ?
Vejo rom prazerque ja os lameulas. Mas rir-
l bei a meu lurno. (.toe vas fazer'.' NAo sei mais
qoe le aconselhe, e eslou no lim do meu rosario.
Vou pedir um lugar em afauma reparlicao pu-
blica. Julgam que nAo preciso e dar-m'o ha.
Elle soilicitnii por rumio lempo, e perdeu mais de
uto mea em passadas iouleis. No auge de seu enfa-
do sonbe que Amada dera a' luz um filho. a Seras o
padrinho, escrevia-lhu Malheos. e a linda lia Doro-
Ihea na recusara' ser a inadriha. I-Mamo- a' la es-
pera ; leu leitn esla' proiuplo, manda logo preparar
a rarruagem.i'
Leoncio nao mutua su desventura aos parale*.
Para que tanca orna ndiria roa' no ineio de sua ale-
gra .' I) pobic rapaz foi m n. COrajoao do que en es-
peiava. Ao mesmo lempo que venda saus quadros
- para viver, lialava a inullier rom leruura e sollici-
lude. O veame presento, a inrerleza do futuro,
do senhor por dirigir urna grave censara S. Exc.
o Sr. presidente, por Ihe ler dirigido esse ollicio,
altribiiindo e declarando, que S. Exc. se mover a
isto antes por alguma intriga manejada para ex-
po-lo a i volarn geral e animarlo de seus ini-
migos, do que por principios de razAo : de sorle
que, segundo sua argumenlarao eslabelecida, o re-
verendo senhor enlloca a S. Exc. na Irsle siluacAo
de ser anles um continuador '
Iras maneiras, nAuaervindo-se de meos assas con-
riemnadtis pelo hom senso, at desvirtuando inteira-
meote a juslica de Mil cansa: mas eslou tranquillo,
e em meu maior sinsue-frio ; meu elemento natu-
ral nao se turba com o aopro dos ultrages : o hori-
zonte dos pouco- dias de nimba vida social igraras
merc na Dos, ainda nao receta o eclypse impu-
ro da calumnia. O Rv. Sr. flcou muilo contorne.
idor de intrigas e inimiza- i depois que deu a luz do mundo essa ramosa defeza,
des particulares, do qoe um verdadeiro seguidor de I em queqoiz brilhar a' cusa do abono alheio; nem
juslica em seu actos adminislralivos; mas felizmen- sabera' lalvez que juiro lera' feilo o publico desse
le, Srs. redactores, ociedilo, a honra e excellentes libello emquanto a mim nada direi, smenle me
quaddartes do eximio Pernambucano. que lem le- recordando daqoelle luminoso aphorismo evangeh-
:i.1n o- V I aioi-in,.-' ...i, n..n>n !, ti___. .^t-. .. w^ i.. ..
I*zar de ler especulado mal nao alleraram por mui-
lo lempo seu bom humor nalual; ao menos leve o
lioin gsalo de ocultar suas maguas.
He justo dizer qoe Dorolhea consojava-o quanlo
podia ; e rhorava as veze era as escondidas. Tor-
uno a vender urna parle de sao enxov.il. Creo, que
porm apezar dos embararos de loda a sorle, e da
importunarn dos credores, elles amavam-se. I.eon-
eio a Dorolhea uoiam-se como dous meninos sor-
prendidos pela lempeslarie. Eslavam lAo contentos
qu-nlo se pide estar em mn barco que faz agua de
todas as parles. Eu silava-os regularmente lodos
os dias 'le folga, e cada vizila m'os lomava mais
charos.
i ma qtiima-feira s duas horas qoando san
da escola para ir v-los cncontrei uo meio da ra de
I Im mn honimziuli vestido de velludo. Era um
anligo r,ubi., rio, (le que eu me esquecera depois do
casamento de Matheos.
Boa larde, Kuivinho, diose-lhe cu. Tornea
por seu barrete. Venda ver-mc.
Sim, senhor, e muito eslimo le-lo enconlrado
para peiiir-lho um cunselhn.
NA acontecen nada em sua casa'.' Sua mulher
vai bem '.' Trabalba anda na limpeza da cidade '.'
Ainria. senhor, e alrevo-me a dizei a vossa se-
nlioria que miuha mulher e eu lemos urna vassoura
que Ihe faz honra. Ninguem o censurara' por tor-
nos empreeado.
Nao fui cu, lluiviiiho ; fui um meu amigo, ao
qual cu quizera poder auora preslar o mesmo ser-
viro.
O Sr. Malheos linda esla' cimiento As >c-
nbnras naii esl.o rioenlrs ".'
Obrigada. Malheos Ja lera um lilh, e leda a
familia passa ptimamente.
I'oi- bem, senhor, eis aqoi o que acunloeeu :
E-ta manhga quando voltavamoedo aervieo. e un
nha mulher preparava a sena, entren um senhor
na mu alt, um lano baiv, quasi da miaba esta-
tura e da miaba nlaile. Perguiilou-me se cu mofarva
o na nasa lempo de Madama llourgnde. Reaon-
gado nos Alagoanos um nome sempiterno, eslao
muilo cima deslas falsas ronjecluras, perdidas, lo-
go em seu nascedouro, as amplide* do esparo :
s actos de juslica e prudencia com que esl sella-
da sua feliz e gloriosa ndminisIracAu, n,1o se podem
preslar i esta Insto insiuua{Ao, qoe pretende o re-
verendo senhor em sen aranzel ; enem se podem
eclipsar por peqoeuinas paixes. O Exm. senhur
lem sabido cumprir da maneira a mais satisfactoria
o sagrado mandato com que o encarregou o governo
de S. M. Imperial.
Mas ainda dAa paran, aqui os preciosos elementos,
com que priori o reverendo senhor quiz baiear a
juslilicaca- de seus actos, nem os materiaes rheto-
ricos com que quiz elevar sua famosa defeza.
Fui lambem victima de suas paixes e .araonas,
quando nessa correspondencia arge mais a S. Exc.
de me nAd* ler lambem censurado, por ler abando-
nado nimba freguezia no lempo da crise. Com ef-
feilo, uAo pensava que o reverendo senhor chegasse
ato o ponto de defiuir-se por um calumniador Eu
uao pretendo, Srs. redactores, leeer para mira urna
epopa, como fez o reverendo senhor em sua curre
pendencia, narrando ingenies felos, relevantes ser-
viros, prestados desde a poca cabaal al a epid-
mica : respeito milito o limites da modestia ; temo
mais os lieos do vituperio ; todava compre-me a
bem de meio crdito ofiendido, cohibir algumas pa-
lavras acerca de meu proce nmenio da crise, mao
grado meu.
iodos sabem, qoe a epidemia devaslou a loda ea-
la provincia desde seus mnis altos serles, ale as
mais desertas praias e recnditas situaces, eonde
ella exerceu sua maior inleusidade, e causn n mais
tremendo excidio, le no Pencdo e Pilar. Pi Pe-
neilo o digno vigario soube comprehender asobri-
gacoes inherentes a seo munus pascenii, sempre
ajudado de seu coadjuclor e rodeado de oulros sa-
cerdotes seculares e regulares que ptimamente sup-
priram sua falla, quando foi do mal lambem ac-
commeltido.
No Pilar, perciii. coja popularan era de mais de
qualro rail almas, e oudca epidemia foi a mais tru-
culenta, aehei-me al sem meu crarijurlor ; porque
esle, sendo um anciAo de iriade avanrada, < doenie.
uAo Ihe sendo possivel resistir os horrores da calami-
dade, relirou-se para a cidade das Alagoas, fregue-
zia do reverendo -T., tirando assim todo u peso da
frtcuezia sobre meus debis bombos, alm dos con-
tinuos (rabalhos da commissao nos soccorros, com que
S. Etc. honrou confiar-me. Appello para meus dig.
coKx-fruttibu eorum cognoscetis eos.
Srs. redactores, moilo simo sabir a primeira vez
a'scena joroalislica, trilhando o terreno para oode
foi chamado, o que nAo faria, senAo fra ver-me de-
tractado, mtrmenle nessa cidade, onde lenho supe-
riores e amigos, a quem devo darconla de meos at-
las, alo havendo em meu abono, se nao a boa-fc
c benevolencia delles; mas fui turra rio a' lo, acei-
tando o campo para onde me levaram, para o qual
jamis vollarei, alvo se for gravemente calomniado ;
porqoe eraras a' Dos ainda nAo apedrejei o meu
nasccnle e feslrjei o meu occaso : entretanto aceilem
\ mes. os sinceros prolestos de estima e pmdilerrao
de seu novo assfanante e respeilador,
O vigario, facintho Candido de Menionra.
Macei 1 i de junho de 18jli.
piuiiler mais nada. NAo me detuve, esse homem I
Conleniplava a casa com nllio* de rico ; pareca que
uosso domicilio causava-lhe angustia. Conheri que
elle desejava saber onde baiiilava o Sr. Valheos ;
mas cu nao sabia para qoe (Im.,Diste que ignoran,
masque podeiia indagar. Ello promelleu pagar-me
bem, se eu Ihe leva-se tal inforinaca, ao que res-
pond : ,i Senhor, nao he prenso que se me pague :
lenho dous lugares do governo. Elle dcixou-rce
a iuriicacaode sua residencia, vim moslra-la a vos-
sa aanhon para saber o que devo fazer.
O Kuiviuhn liiou do bolso um lindo bilhetc de
visita, no qual ii :
II 1/ OIRADE.
llole\ des Prinres.
-- l.uiz Bourgade! disse o Kuivinho, be um p-
renle.
lintel des Princes He um,prenle rico.
Dev-ra ler viudo mais ce o,' quando as pobres
senhoras mornam de tome Agora nao precisara
mais r.eiie.
He provavelmenle |ior i*so que elle apreaen-
ta-se, men charo Kuivinho. Sem iluvida leve noti-
cia do casamento da senhora imada. Ma- emfim
conveni salalaxer-lha o de-ejo.
Pois bem, irei ja. He longeo lintel Jes Prin-
ces '.'
NAo so iniommode ; ello tica no meu caminho;
eutraiei la do piMagem, e ronveraerei rom esse se-
nhor. Ale hrevrmoule : se hniivcr alguma cu-a.
irei diier-lhe.
No ramiiihn eu di/.a r.ouiijo :
Lu prente rico A Leoncio nao aconlece-
ria lal felicidade.
(Juandii abrise a porta de larcas a mnha elo-
qoenca. Era moco. Apenas dirig a vista para o
meu interlocutor ; os olhos somcnle erviam-me pa-
ra lanzar ratos. Apresenlei-me altivamente como
' anlio amio de|Madama e de Mademoisella Bour- !
*&uf>ikacdts aptbio.
ANACRENTICA.
O' Zoilos, deixai-me
Cantar meus Amores,
A' sombra dos Bosques,
Croado de flores.
A almas nao tandea.
Contornes, a altivas.
Ao Mando, e Thesouro
\ tmenle captivas?
Pois eu jonlo adoro
De L'lina a belleza.
Poder, e Sacrario
De graca, e pureza.
Medrai, agitados
De inunda ambicio.
Fu sigo a brandura
Do'meu corarn.
Por A. .1. de Mello.
Illm. Sr. coronel Joo Manoel de Barros Wander-
le>. Acabo de ler no Diario de-Vernambuco de
boje urna caria por V. S. a' mim dirigida, etn que
desde ia me emprazn para disculirmos essa farra
depois da minha abso\tic, e isso ao passo que
me rensura por haver asseverado em minha corres-
pondencia de 21 do pascado, poblicada no Liberal
Pernambucano, que o capitn do palliabole negrei-
ro me dissera ser |V. S. o contisnatario do mesmo, e
CAflf
A ROSA E O VATE.
POR
Joo de Barros Fatcao de Albuquerque Maranlio.
bacharcl formato em sciencias jurdicas e so-
ciaet. socio correspondente das sociedadesou-
.ritiadora da industria nacional, do instituto
histrico de Franca e Imihsho Flladitnse na
academia dos arcades de Roma.
" A rosa inda em botao nao he to pura,
'! Nem na junto de Deus aojo mais bello.,,
[ Porfirio Jos Ooncalvet lima.)
Esla flor tao melindrosa,
Como c linda e recendenle !
Elviraque copia della,
E' como a rosa mrenle.
Suas pealas mimosas
Sao modelo de ternura.
Delicias dos meus encantos,
Aojo de amor e candura.
O lindo calix coulem
Perfume delicioso.
Embalsama a natureza
Aroma tao deleitoso.
Este calix delirado
A' mais nohre formoaura,
Jamis Ihe pode servir
De desgoslo. de amargura.
Agudos, falaes espinhos
A roseira vejo ter,
Linda flor lao delirada
Ninguem se atreve offend'T.
fc>sta i.nuil,i tormosa.
Entre tulipas e eravos
F.vi-la sempre virosa.
i.luaulos prodigioa aocerras.
Em leu seio, linda flor '.
Sendo em ludo pudibunda,
A ludo inspiras amor.
Mage-lo-.i nao vegete
Em terreno pedregoso.
Como ella, respire Elvira
Debaixo de um cea dilos.
F-. Elvira, toda encantos,
Toda amor e gentileza,
leu cie/po divino slenla
As gracas da natureza.
S falla, oh ceus piedosos !
So falta a tanta beldado,
Erna existencia sem lermo,
S Ihe falla a eternidade :
Mas, oh ceus '. porque motiva,
F.-le assoiubro de belleza
Ha de estar sonei'a lei
One regula a natureza...
Porque Elvira c seu vale
Do mundo porcAo lao terna
Nao mereceram de Deus.
ler urna existencia eterna '.'
Sempre em laco estreilo unidos,
'.bul virosa primavera,
Peilo a peilo entrelazados.
Tal ventura quem me dera !
Ent.in da sorle os acioles
Venluroo os exlingnira,
Domara as furias da inveja.
E aos ceus de amor subir !
Myslerios laes contemplando,
Perco o buio da razAo,
E' todo extremos, delirios,
Meo -en.iv el corarlo.
Sem gozar leus altracliros.
Sem adorar leus encanlua,
Elvira, detesto a vida,
Os meus prazeres -Aoprantos.
Si nesla illosao me ensolfo,
Kepassado de ternura
E' porque te vejo. Elvira,
Cada vez mais bella e pura !
Nesle extremo de amizade.
Palpita meu roracAo,
Ardenle pana me inspira
A mais pura rrllexo.
Si de Amor a mai tormosa
Mmliai algemas forjar,
E prender-me cm seus grilhoe-,
riuas sellas me taaear ;
Si lamben) Amor cruel
Lacerar-me o corarao,
So, Elvira, o meo santelmo
No momento da al11icc,o.
ltenla os ai* iacefldidOB,
Encantadora belleza !
S mais firmeque o rochedo,
F"iiblem i da fingeleza.
Doce luz dos olhos meus,
O' anglica bollle ".'
Do mais lerno e poro, amante
Tu roubasle a liberdade.
vida soa primeira carta chegou alguns dias depois,
quando as senhoras j lioham deixado a ra de Or-
leans. Creio qae mudaram-se sem declarar onde
ia residir : queriam orcullar sua miseria, e alm rtis-
nAo esperavam mais noticias de ninguem. Como
o correio podido descnbri-las '.'
Oseuhor nao faz idea que sofiri : escrever.do-
rante dous anuos sem receber ama palavra de res-
posta :
Afa I vi duas mulheres que padeciam oulro
lano.
dillie a verdade, visto que nao tenho que occu'llar.
nao faro nial a iiingiiein, e nao devo nada. Mas
quando elle soobe que eu conhecia essas senhora*,
ciilroii a inierrogar-me sobre iota e aquillo, e com
quem catara a filho de Madama Bourgade, e que fa-
zia seu marido, e como paeaava ella, e quanlo lein-
u miivaito lena sido mais brUhanto. se oada houvrs- I po lir*ra uo quarleiAo, o iioalmenla onde u
H filiad, e eco Sr. Slnck nln lives* liriortivida; |Qoanda \i que preiendin confr .aime oSo quiz re--
o senhor n3o ira' desembarcar sbitamente na pra-
ra de Auray. Malaria assim sua mullir: e sua filha,
e os camponp7.es brelcs o malariam tamhem as ca-
ebeiradas una alma do oulro mundo. Assenle-se
pois, e rnute-mc soa historia. Dir-lhe-hei depois que tona
gade. Cunto, como enirara em sua inlimidade sem i precauee. riesen.' lomar Mas como escapuu ao I leria
ler a lianra de perlencer a familia ; hz um quadr.....aufraao/ Sobre um pedaco de maslro oui obre
pathelico rie sua miseria, de sua eoragem, de seu i urna capneira de gallinhas '
trabalh, de sua virlude. NA poupava as cores, de I Meu I leo- Nada he ma,. simple*, l toando o
proposito repela mullas vezes o nome de Bourgade, I navio perden-Se eu nao eslava mais bordo O c-
e de todas as vezes sublnhava-o. hor sabe o qoe eu ia fazer na America. Demora-
dMiaba requisitoria produzo sen elleito. Mr.. ,no-no oilo dias no Ki rie Janeiro para recbennos
&Uo. MrecTataO*? S^bTlI .T LT""?,0. mrr^"'l"ri,,5; *f ""><> Sn ; choravam um desgraca positiva ; eo vi.
m?".M .1. i k. -" ?ta'1? '"" i l0(l"s llnl,a ""^ P"' l-<"> Franrezoseilabele- mil imugiuaria*. Sabia que eslavam -em recurso.
po*me a conducta de Malheos. Conlei-lhe a Insto- cirio* ahi, o entro oulro* para um mercailor de po evpostas a tudas as privad..., e a lorio, cn"elhs
nr.vt-.r r"n,.'0ra> T ri"'C"s e Mm H ,,e "ri rl'a""""' 5lier. Conversamos, e ida mizeria ou era^eaTe^pedtotei? iluntapar
prvacoes que esSt digno homem se unpozera em- evplico-lhe indi vslema ; lodos o* espirito- eslavam I ellas O maldito cholera de 1HW feMnpa" ar mui
adt vlTZtl u\ hoA e''X,r,,""r,e B0"," e",'1 V.......'", "" 8 ,:'lir""''-'- Charlier afiinna \ las noile. *em somno. Eo dse ja n T 7. M i" -
glde.Excell.nle Malheos elle linea rio seu ne- que minha ijv.i.cao ho evcellento ; mas qn nAo terrogar a polica, perrorrer a driade o.lamases
T.n Tv r """S 5i"' *V,?V 1'"' '". SeU '"" "*" T l,a,a "lan",,rilr sn7inl"'- I"" Ao lava pre.o a roinl ca-a I Manriri i erir ma ,.o-
supernuo! Emfim casara com es., orpt.A abandona-1 acharei obreios. Faca cousa melhor. d,-e-me I U na *pZu e no Constan, inr\ ; 'n'in.nemI respon-
deu. Vossa senhoria nao lia a gazelas :
Pnucas vezes, e aquellas senhoras nunca.
Eu as lia todas, e dahi me retullou he n. Fui
o Slrclr que aiinuiiciou-me o casamento de Amada.
i'.unvi-m agora aniiunriar-lhe sua volla ;
mai* nao snbitararnle ; porque ella esl criando o
hlhinho. Se vossa scnli-ra ci-mc. enviar dianle
de s um embaiador. Ci nhero juslamenle om ho-
mem moco que prorur.i um omprego : he o irmao
de Malheo. o culinario de Amada, alias homem de
espirito, e dignn/rie represen!.r ama grande poten-
cia. Se esi.ver ealiefeiM rom n eus aereicaa, eu
Iheinriirarei o meio de tirar quite. Ouer que va-
mus a caa Jelle '.'
Um so volver piedoso
Dos leus olhos desceidado.
Faz tremer lodo o universo
De piiroamu abrsalo.
Despular nim:oem >e allreve
leus donayre*. galhardi.,
I u fazes do ceu o aswmbro,
O seu encanto, alegra.
Por leus olhos bellos, joto,
' bie apezar da ingrata arle,
Meu amor, miuha lernuri,
Muilo alem lulo da ir da morle.
i.'ue v.lem ilirov.ii-, Elvira.
Sempre da honra invrjnsaa '.
S meas uniros encanto.
E desvelos dele.lo-.-.
leas ciie.inio devoianda
Nos leus olhos abrmacos,
I cre os ceus nos raeut bracas,
De lana gloria assombiado.
Pode oh! ceu lana bleza
Assallar-me o corarao,
Conseniir-que eu morra awenle
Devorado de afiiicrAo!
Elvira, meu lerno peilo,
lodo amor, lorio anxiedade.
Por l tente incvnaolavel
Mil inferno, de sodade.
Tu es, Elvira adorada,
Minha eslreli. de esperanca,
Toa imagem eocanladora
Irago sempre na lembraaca.
Tu es un) anjo de amor.
De belleza e castidadr,
ts o requinto das gratis,
0 mimo da Diviodade.
duendo he doce. Bella Elvira.
No regaro da ternura,
Os leus olhos ronirinpUi.
Tu,i maga farraosura.
Ouanlu he doce ver larde,
las plantas Uo mimosa,
Pelas florestas vagando,
A brindo as flores diluas.
\ er das arvores frondosa*
Maviiko ciciar,
E o arrnio en.lab
Pelo prado a solapar.
Ver o sol oo seu declive.
Pela esphera derramando
Auri-3/ul.olu* relelos,
v alies, pra lo- encantan Ju.
Pela espdera ver a lea,
Asj comsigo a sismar.
Ao meu lerno coracAo
Saudade immeota inspirar!
Da* a\ i.-iiiha mimosas,
Suavissimos trinado*.
Descantando seos amores,
Em reccebo. uamorados.
Ouantn inspirara, bella Elvira I
Doce amor, lerna amisade,
1 ao innocentes prazeres
Na soidAo da saodade I
Sao delicias innocentes
Contemplar a naloreza.
leu. curanto*, miuha Elvira,
A la immensa belleza.
Nos leas olhos divioaes
Tao pura chsmau cavar,
E -ev ar elcriijincntc
Sem nonca raais se acabar .'
Ser loda a minha gloria,
( meo ceu, meo parad,
E ventura... que per ella
Perderei, Elvira, e aleo.
Como pode o coracAo
Em prazerea inundado
De amor ia delicioso
Nao licar dilacerado!
Da Ierra, do ceu roe e-quero,
Pcrco a luz, loda a razAo,
S Elvira meas enceales,
Deosa do meu corelo.
Sim, Elvira, loa imagem
Me acompauha a' loda parle,
Encantos dos meus amores,
S<> me inspira idolalrar-le.
(.toando o ceu contemplo, bella!
F. nao vejo os olhos leus,
I ni sepulcro a naloreza
Se me aniolha aos olhos mea--!
Mas qoe aorle to funesta
E lanciuanle suflrer !
Da naturr/a aborrido
A delirar e gemer !
Carcomido, alto rochedn,
Sv ni bolo de miuha piutao
Porque lano ulany risas
0 mais temo corarao!
De Sapbo jamis record
A scena mais tormentosa,
Seus inarlvrios, dcc'-|o-ro,
Sua sorle lastimosa.
Fiel, couslanle e zelo-o.
Me veras, o bella Elvira !
Ouem lev. Ir eme deantui.
Auliella, anejan, delira.
Si ciuel amor, perjaro,
Eusiaar-me a ser traidor.
A oalureza se exlioga,
1 udo se ja pranlo, borrar!...
A mesma luz me abandone,
Tudo seja r-curidAo,
Nao exista para mim
A menor consolarlo....
Onde vas mea peosanienlo !
Ouem motiva o lea qaeixome 7
He a saudade lyranua !
A negra furia eiumel
duanto triste, doloroso,
NAo ver Elviramea bem .'
Surge a aurora, pe-se o aal
O meo pranlo lim nAo lem.
Mande, Elvira, um leu suspiro
Serenar miuha tormenta,
Mas, oh Cene t funesto engao!
Ella do amor vive isenla !...
Que de rnartjrios,
Cruel tormento.
Amor causaste.
Yiiui so muiente !..
v eodo os curanto-
De minha amada,
Ficou nos labios
A voz ti mirada.
De laos portentos
Sempre assombrado
I i nci-ine errante,
Desatinado.
Fogiu dos olhos
A luz bullanle,
Veudo os estren-
uo peito amante. a
TeraMBj gemidos
Ao ceu mandei,
Sua inclemencia
Tanto aecuzei.
Coiiieinpla. EDira,
Minha afflirrao,
NAo mais flagelles
Meu corarao.
Sanio.o amanto
Deliro e rhoro,
Piedade, Elvira.
Por Dos le imploro.

i
&t>mi&et(i0.
seu rosto
desdenhar a seu lurno a soriedade ei-oista que a des- [ dera por mil
denbara.
Mr. II ni- ole .ifaslou as inAos. e v
inuiidadii da lazrima*.
Me miuha lilha, dis-e-mc tile, e agradaba muilo a
V me. ama-la a*sun. I'ermilta-mc que 'obrare.
Kioeaperelqoe m'o repeliese. Nao ihe liz pei-
gunlasrem nbjccrfs, abrareio-oqualro 011 cinco ve-
E-lava rerlo il
tea, h-tava rerlo rio nao eiiganar-ine : lasrinvM de
Mr. uonrgada nrrupava um macu.liio aposcul no pai-rccoiihecem-se sempre !
primeiro andar cem vista pare a ra. Compreliendi i Todava, quando passada a primeira emoro eu
eu desdem pelas imseraveis casa ria ma Traversiue. | conlemplava-o com ar de prulundo espanto, elle
fez-me esperar dez minutos, os quaes percebeu e disse me :
E*se -enb. r
emprcguei coiiscienciosameiila em prasuejar contra
elle. Senta ferver cm mim vinnrosa iudignar,ao, no
eslyl de J. J. Rousseau, e dizia em meia voz :
Ah I palife, s sen prente e le alojas no llo-
lel des Prinres Chanias-ie Boargade, o f.im-rae
esperar na .....e-run ,i i '
Ilei de cvplirar-lhc ludo depois que tiver vis- I
la minha mulher e miaba lilla. Corro a Auras.
Obrigado, adeos. al breve !
Alila' por favor. Nao aallo-o ainda. Era
primeiro lugar o se pude partir esla noile As 7 bo-
las alt'in di-i con v om ii.inai cerli- precaae^aa, r
lodo, ns mineiro* que van a San-F'ran-
risco -e mim rao delle pa*aando por aqu. Creiame.
he C9la a ver dulcir California. So nao lem dinhei- I
ro para rm.car a rmnreza en !b' fornercrei. I ni
bm negociii ach sempre eapilaes sobro tudo na
America. Se precisa do um -or, aqui estoii.o Foi
ass.m qoe fu idam -s a rasa Charlier Beorgade f {..,
cnjsacc'ies sn roladas na Rol-a de l'ari-. Nos as
emillimos n m o capital de quinbenlo. franco-, e li-
vo mil pela i linha parle. Seu valor Hecuplu-*c, c
nao ha de di cal.ir. Falla-te rie novas minas na An-
Iralia.
* Algumas hora* oepois Mr. Rouruadr, Leoncio e
T. T ,;,;,'lamc, vo"' enhoria "aiihnii cinco ; Dorolhea enlraram em Ma se-.-, d posto que a ee-
'"'"". Irada de ferro conduzo a Anluerpia. Em Vannea
Mais anda ; purrm que importa '.' Diga-me | Mr. Boorgade ficou no hotel ; os viaianle ronlinoa-
porque milair? da desgraraTodas as minhat rarlaa
hraram sfin|respola.
Fni.'i.i davam Miar no refioio. Soabe-.e logo
em l'ari- .. i nfrngio da bWfr 4nloi*tltt. Sem du-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ajanli
ram seu caminho, e rhegaram em rarruagem romo
l.eonrio predissera. guando Dornihea eniin.lnu em
tormos vago, a idea de que Mr. Un.ir ole n.io linha
lalvez i.'teriiio, ,i bu., v ni va ir|.....|ni : lalver
Sobre Londres, 27 d.'por 1?.
Tinha-se aroalamado lano felicidade qae oada
p irecia-lhe impassivel. Leoncio repeli o que di.se-
ra-me oulr ora o discpulo da esc, a cenin.l nro-
P'isilo do separadtr. Se a invengo sebrevivera a
inventor podia ler esrapado ao naufragio A eaoe-
ranra loruoo a entrar por brandas mtt.. nsw-s
roraroes excellenles, e no dia: em qne Mr. Boorgade
appareceu em Auraj a mulher e a filha exclamaran)
igenuaraente :
Eu bem sabia qoe elle nao tinha morrido I
Mr. Bucrga.le nAo lera ar de tidal- ; pelo ron.
Irano mas Ma pouco lem a* maneiras de um lili.,,
da torliina. Parece mesmo um bom joalheiro da roa
rieOrleaiis. E'so ptimo linmemaioho mereca ler
um genro romo Malheos. Den filha oa dote de
dou milhoes, nm araode ronfo*o de Malbeos, o
qual disse : Sou um e.pecledoc. ahu.ei das mi-
nha* vanl-gens pes*oaespara coulrahir om ea*ameu-
lorico.uOs debay cnnslruiram p.ra i ama habita, .o,
de principe ; e o que da belleza ., **u eaalelle'he
que nAo h pobres nos arredore- Melhevs
] ler iniiiuu suas (l.o.e*, r nbteve soa caria ; nao lemos
rm Franca dous doutore. rirns romo elle, nem lemas
qualro mai- laboriosos. Amada d ao marido um
lilho todos o. auno*. Leoncio nao cuida mais em
imitar a Mr. .1. alarse) : lem ja don. filho* e algu-
ma barriga. I'or taro ie na Brrlanha, no mi da
: familia. Tem rrm mil fraocas de renda ; pois Ma-
| Iheos os lem. llsSr-. de Stock aliraves-arain oOcra-
iio ; Mr. Bonriade deu-lhe empregp em sea fabrica.
O pai de Don Ihea ainda he inleligenle e )2dor
| ganha muito, o perde ludo o que ganha. (I Kuivi-
nho e sua vnller nao moram nial* na re llave.
sine, e se o leilo. qu.rer conhere-lo devera' aeznir
. a estrada de Auray. Nao perdern) a vassoura ad
miravel de qoe tanto o ufanavam ; conserva,), o
c.i-|.'llo bem asseiado e fazem rude guerra a' poeira
i lterrbu|nnrn ou sel* vezes por anno noticias de meus
| amigos. Ainda hornera mandaram-me om cesto ia
' nutras o ama barrira de aardinha. A* sarriiuhas M.
t lavara boas ; mea m oslras linlnm ~- corrompido
i no caiiiialiu.
I I.M.
MUT1LSDIT


t.r
v
OURiO DE PERNAMBUCO TECA Ft A 8 DE JUHj II ISS6
Ria de Jaueiro, l|2 a I por 0(0 a 15 e M dia.
AccSes do Banco, 33 0|0 de premio.
Ae(on da companhia de Beberibe. J4$0O0
Ac(Oea da compauliia Pernambucana ao Par
a -iinii. .
Prata.Palaces brasileos.
Pesos coluinii.iri s.
mexicanos. .
.IJ-OOO
230(10
29000
1^860
ALFANDBGA.
}Jidade Pobliw, 30 p.rceolo de premio. :Rd .
Ioderanisadora. 52 por 51 de premio. ,d .. ..... -y
d. Irada de ferro-S por Oo de premio i'd,ra do '',8.........Ib.bi.lgl
Mil
Clul
sobre a entrada.
Diseclo de lellria, de 7 a 9 por (>io-
METAES.
Hurc.Oni-aa hetpanholas. 289 1289500
Moe'da de 6>*0O velhas .... 169000
ii 69O0 novas .... I69OOO
7:i:2G2s6.'i2
Descarregam hojr s de julho.
Hule lira-ileiro(''!/'' diverso gneros.
llate brasileirointtnciveXseeros do paiz.
QUADRO demonstrativo do rendimento da alfandega de Pernambuco no anuo -
nanceiro de 1835 a 1856, comparado com os tres anuos linanceiros
anteriores.
Uireilos de eoosorao.....
DiloS de reexporlacao ,
Dilos para a Coala d'Afric.i. ,
Ditos de baldeara.....
Premio de asaignados ...
Expediente de 1|2 por eenlo .
Dilo de 5 por ceuto.....
Oilo de 1 1|2porcenlo. .
Armatenagem das mercaderas
Dita da plvora......
Mullas diversas......
emolumentos de certiddei. .
Imposto dos despachantes. .
I- cilio dos litlos......
Sello lito........
Hestiloices
POR ARTIGOS DE RECEITA
1855 a 1850.
1,483:3899368,
j.-.'i.io.Viim
I02J4KKI
6469800
2:619l7:i
6:48293.-)
7:288.>-)l I
1:701.301)1
12:857.3:19
.W:i970.-)
2:87231%
2509600
1:2253000
36800(1
1623120
4,563:0778197
2:0905028
..560:9879169
1854 a 1855.
3,639.7915659
1:6413784
109950
1293770
32:7983740
5: .5553029
7:22836.12
684910.)
14:9539317
8829181
2:8669137
2339600
1:17.59000
1129800
5369610
3,708:63:19317
1:9715509
1.706:65838:W
1853 a 1S54.
3,528.4729166
2:2029053
2009957
31:8125994
4:689720
5:5765097
9309025
22;95I9692
1:185-3357
5:83l-3lR-)
200*040
1:2253000
1369800
650-3560
3:609-01936i6
2:4123248
3.606:6379:198
1852 a 1853.
776:0", 85622
1:6:189810

679967
36:6199007
I:f03|300
8:2869199
7189743
I8:993306
2:5959215
4:4169724
2259120
1:4509000
1203000
.4803IKI
cial em cumprimenlo d resolucilo da junta da
lazenda, manda fazer publico, que vai novamenle
a prara para ser arrematada a qiiem por menos fizer
no da 21 do correle. a obra dos reparos a fltar-M
no lanro do empedraroenlo avaliada em i:IIV>|()0
res.
i para constar, se mandou allixar o prsenle e
publicar p.lon Diario, u
Secrelarja da thesouraria provincial da Pernam-
buco, 7 dejolho Je 18.56.O secretario, A. F.-
d Annunciarao.
-- Illm. Sr. inspector da lliesouraria. em cum-
plimento da resoluto da juma da tacada manda
fazer publico que un da 2 do correnle vai nova-
menle a praca para ser arrematada a quem por me-
nos fier. a obra dos reparos;de que prcitam a cadeia
e casa da cmara da cidade de Olind, avallada
em 2:6409000 rs.
E para constar se mandou aflivar o presante e pu
blicar pele Diario, a
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco, 7 de julho de 1856.-0 secretario, A. F. d'An-
nuiciacMi.
O lllni. Sr. inspiclor da lliesouraria provincia,
em cumprimenlo da resolucao da juula da fazenda,
manda azer publico, que 110 da 21 do correte,
vai novamenle a praja para ser arreo alada a quem
por menos fizer a obra do empedramenlo do sierro
dos Afogado, avaliada em 25:3009C30 rs. E para
constar se mapdou afiliar o prsenle e publicar pelo
u Diario. -
,856:1059650
1:1079:101
.1.855:2989549
Julho .
Agost .
Seleuibro
Ootabro.
Sovembru
ttezembro
Janeiro.
Fevereiro
Marco .
Abril. .
Maio. .
Iiinlio .
Keilituiroes
MENSALMENTE
1855 a 1856.
:I53:4295806
318:6533:181
374:28996:10
482:1013260
502:316905:1
364:4199968
469:3153838
233:46:19656
191:9113871
370:0889271
457:6531(259
445:3719201
4,563:0773197
2:0909028
UifT>renc,a para mal do rendimento
comparado com o do auno passado .
I crino medio do rendimento dos tres
annns antecedentes......
Differeoct para mais do. rendimento
comparado eorn o termo medio do re-
ferido Irie uni........
Termo medio do rendimento mensa I. .
dem, dilo dos Irea anuos antecedentes
DiiTerenca para mais mentalmente.
4.560:9879169
1854 a 1855.
2653659375
216:00:15949
308:8618017
294:16192.59
12:7129107
233M.YI9383
375:6018350
311:6283991
416:0619641
243-1319583
273:6209558
367:709af9
3,706:6339347
1:9749509
3.706:65838.18
1853 A 1854.
324:641a270
.157:9569793
329:4519407
394:3119619
394:274^816
322:6793771
308:89:19682
315:5:169571
268:9:159940
237:0099252
231:3333168
194:0199057
3,609:0499616
2:4129218
:l:606:6375398
1852 A 1853.
265:0939298
232:5275291
254:9978800
350^959590
514:5098458
259:9765924
2)2:4983176
322:51:19546
379:76690)(i
376:0993799
317:5609958
3:10:2669954
3,856:4059850
1:1079301
3.855:2983549
853:2288331
3,722:8649928
838:1223241
380:0829261
3103389744
envo
StS^SrgfSSm: *" ]U"' "' 85- '--i'.'***- i.-- Barrosa
Secretaria da (hesouraria provincial de Pernambu-
, 7 de julho de1856.~O secrelario, A.|F. d'Am-
co
nanciac.lo.
ttmtot$<
IMPORTACAO
Patacho brasileiro Sania Cruz, o vindo de Ma-
ranhao, consignado a Caelano C. da Cosa Moreira,
manileslou o sesuiule !
2 calas toalhaa, coiini c (apeles de linho ; a
Novan ir C. .
4 sinos de bronze pesando 10 arrobas, 929 saccas
arroz ; a ordem.
Vapor brasileiro Imperador, viudo dos porlos
do sai, consignado a agencia, manifeslou o se-
gaiole :
6 caitas rap ; a Viuva Pereira da Cunlia.
1 dita e 1 fblha ignora-se : a Ignacio Francisco
dos Sanios.
1 caiio e I sacco ignora-ss ; a Sergio Teiieira de
Matado.
1 dilo dilo ; a Erneslo Ignacio Cardim.
I dilo dito ; a Borle & Sooza.
I dilo dilo ; a Antonio Pereira de Oliveira.
1 dilo dilo ; a directora da cornpanhla llli.il.
1 dito dito ; a F. Souvage & C.
2 ditos ditos ; a Sauner Kcpelles.
I dilo laranjas ; a Anlonio Marques de Amorim.
1 paeole ignora-se ; ao general Joso Joaquim
Coellio. I
1 dilo dito ; a Mano.I Alves de Lima.
I boceta igoora-e : a Garca Das Pires.
I volme dito ; a Mannel Figoeirda de Feria.
t dilo dito ; a Anlooio Jos de .Miren Kibeiro,
1 dim dilo ; a Manuel Anlonio Moreira.
1 dilo dilo ; a Frederico Lopes (iuimaraef.
1 dilo dito ; a Gustavo Jos do Reg.
6 ditos dilo -, a Johu Roslron & C.
2 caixoles dilo ; a Lula Pedro das Noves..
1 dito dito ; ao altores Francisco Jos de Souza
Neivas.
I dito dilo; a Jos Josqoim Oliveira da Silva.
1 dito e 1 volme dilo ; ao Dr. Julio Augnslo Cu-
nba Guimarfltcs.
1 encapado ignora-se; a Novats & C.
1 dilo dilo; a Joaqun) Jos de Amorim.
1 dilo dilo ; a Miguel Jos Alves.
I volme dilo ; a ordem.
1 caiiole dito ; a Vinva Amorim & Filhos.
2 peJscos de ferro ; a Aogoslo de Menezes.
sJU.NSUI.ADO GKKAL.
lieiidimenlo do da 1 a 5 5:6479805
dem do da 7....... 2:0979509
'#
ama
um
(ib
7:7458314
iilVBKSAS PROVINCIAS.
Ilendimenlo do da 1 a 5 .
dem do di 7 .......,
2713227
1139213
3879470
Cacau.......'......
Aves araras .......
papagaios.......
Bolachas...........,
Biscoilos...........
Caf bota............
resslollio........t
a om casca .........
muido ..........\
Carne secca ..........
Cocos com casca ...,...,
C/iarnlos bous........
ordiuarnt .-. ..i.
regala c primor .
Cera de carnauba.......
em velas.........
Cobre novo roao d'obra *-.
Couvos do boi salgados.....
verdes...........
espitados.......
de ataja........
u 11 cabra corlidos .
Caachimbo...........
Esleirs de preperi.......
Doce de calila.........
goiaba.......,
u secco ..........
jalea ...........
Eslpa nacional........
eslrangeira, mo d'obra
Espanadores grandes.....
p'equenos....
mandioca.....
1111II1"......,
aramia ......
Feijao............
Fumo, liom ........
ordinario..... .
o era follia bom.....,
ti ordinario ....
reslolho.....
Ipecacuaulia.........
Gamma ...........
Geuuibre. \.........
I.eulia de achas grandes......ccnlo
11 a pequeas..... n
11 loros.......
53000
IO9OOO
35000
.58760
83960
59500
49000
.'OOO
milheiro
urna
Fariuha de
ii a
alqueire
tai
I)
alqueire
alq.
DESPftCUOS DE EXPOHTACAo PEI.A MESA
DO CON8UL4DO DESTA CIDADE NO DA
7 DE JIMIO DE 1856.
LisboaBarca porlagueza nLigeira. diversos carre- | tranchas de amarellnde 2 colados urna
gadores, 325 saceos assucar btanco e ma BeL Cetkade de amarello de 3.5 a 40 p. de
llueuoj-AvresBrigue brasileiro D. AITonsou, A
morim Irmaos iSr/Companhia, 25 pipas agurden-
le, -170 barricas assuear branco.
Liverpool Barca luglaza aMedora, Roslron A.
Companhia, 1 ,13 saceos assocar mascavado.
BarcellooaPolaca hespanhola uLesnesii, N.O. Bie-
ber & Companhia, 1,000 coaros salgados.
PorjoBrigue porluguez Trovador. Tlmm.i/ de
Aquiio Fooseca & Filho, 10 pranches :I0 taboas
de costado.
Exportacao .
Porlo, barca porlugueza Sania Clara, de 389 to-
neladas, eonduzio o seguale : 10 caitas, 178 bar-
ilcas e 3,017 saceos com 17,024 arrobas e 6 libras de
assocar, I.M harris e 2 ancrelas mel, -470 saceas a-
riulia do nao, 4,190 ponas de boi, :f caitas doce de
goiaba, 1 (landres assuear refinado, 2 bocelas doces,
1 acca caf, 1 amarrado 3 pellos de cabra c 1 de co
bra, 1 sacco e 1 Ihndres gomma, 23 quintaes lata-
juba.
S. Malheus, patacho brasileiro Audazn, de 103
loneladas, eonduzio o sesuinte : 5,000 ledas.
KECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 5 .... 5:68')?2I6
dem do da 7........ 4588853
6:1449069
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudmento do dia I a 5
dem do da 7
18:4028576
3:5419107
21:9430683
PAITA
do prcrus correnle* do ansucar, algodCi, e hioi,
enero* do paiz, aue se dttpacham na mesa do
consulado de Pcrnambwo, na semana de 7
al2deyu*o1856.
Assuear emeaitas branco I., qualidade i,
a a o 2.- 1
9
39700
2|600
19480
65-100
59900
59500
19735
9610
5.500
3640
-18u
56CO
9390
9240
i) mase. . ......1
b bar. e sac. branco. . ... ii
non mascavado n refinado...... ..... ...
Algodao em pluma de 1.- qualidade
i) 11 ,a
n i) > 3.-1
em caraca. . l(
F.spiritode agurdenle Agurdenle cachaca..... . caada ...
de caima > resillada .... do.reiuo..... ... ii .... 11 ...
Gcnebra.......... Canad
0.......... Licor ............ . > botija ranada
............. Arroz pilado duas arrobas, em casca...... garrafa um alqueire ... A
Azeile de mamona..... U IIM'lidolillll..... . ranada ... .
i )' ile peiip...... ... 'i V
c e 2 ,', a 3 de I.....
de dilo usuaes.......
Cosladiuho de dilo .......
Soallio de dilo...........
Forro de dilo...........
Coslado de louro.........
Costadinlio de dito........
Soalho de dilo...........
Forro de dilo...........
cedro.........,
Toros de lalajuha.........
Varas de parreira.........
0 aguilhadas........
quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
ci*os 11 a i;
Melaro...............
Millio...............
i'edra de amolar.........
# fillrar..........
'i rebolos.........
Poulas de boi...........
Piassava..............
Sola ou vaquela..........
Sebo em rama...........
Pelles de oarueiro.........
Salsa parrilba...........
Tapioca............, .
Lnhas de boi..........
Sahao ..............
Vinagre pipa..........
quiulal
duzia
par
caada
alqueire
urna
i)
ii
eenlo
molho
meio
!
urna
>2>
i*
eenlo
2*0(1
lftjOOO
I29ONI
9160
92(1)
3100
9220
I59OOO
9240
49OOO
9200
9240
9200
9800
40)
18600
19000
29000
I5OOO
2900o
2.3500
69OOO
63000
IO3OOO
63000
109000
6900
5-000
389)03
33000
I35O0
29OOO
9900
11-3000
249000
16900)
3050(10
119000
99OOO
79OOO
I9OOO
89000
6-3000
-3000
29000
29500
19280
19600
19920
1-3280
449000
203000
0280
29000
9640
69000
9800
49000
8320
:18000
(000
3240
16900a
39503
5210
9120
309000
DIRECTORA DAS OBRAS PUBLICAS DA
PROVINCIA.
Em cumprimenlo da ordem do Eim. Sr. presiden-
te da proviucia, mauda o Illm. Sr. director ioleri-
110 das obras publicas, publicar para conherimenlo
de quem possal nlressar,o programma abaito Iraus- .
cripto, formulado pelo mesmoEvrn. Sr.,para o cou- I
curso aos luj.ajrea de ajgdanle de engenheiros desla
reparliro, que deve ler lugar as 10 horas do dia 21
do prximo fulluro uez de julho., '
Os cuucuireotes deverjo com anticipadlo do oilo
das, requer al iuscripcao de seus nomes no regis-
Iro desla secretaria, alm de ser organisada a lisia
respecliva.
Secretaria da directora das obras publicas, II de '
juiho de 1856.1
O secrelario,
Joaquiu Francisco de Mello Santos.
O praiidenle da provincia, couformando-se com a 1
proposta do director das obras publicas, resolve que
dora em diaule, us lugares de ajudaoles do enge-
nheiros daquelta repartirlo sejam preenchidos por
meio de concurso, salvo se o pretndeme liver titu-
lo acadmico de curso regular de malhemalicas ap-
plicadaa.
Para esse concurso se adoptar o seguinle pro-
gramma :
Os eiames dos concurrentes aos lugares de aju-
daule de eiigeiityeiros. serau anuuncados pelo Dia-
rio da Pernambucoi) quarenla das antes e consta-
r;io de duas parlles.
A primeira versar sobre a pralica de desenlio!
linear e Ihopographico, e bem assim a applicarao
dos inslrumenlos mais cnminiins, laes como bussola,'
nivel, mira, irena. plnchela, barmetro, term-
metro, etercc.ioi de levaulamenlo de plaulas, ni-1
velamenlo e orcamsac^o de ornamento.
A segunda ve sara sobre luda a arilhmelira, il-1
abra elemenlar, geometra al os solidos, trinme- :
ira rectilnea, elementos d archilectura e descrip-
cao dos inslrumenlos iiienciouados na primeira
parle.
Serio ex.irnim dores." director das obras publicas,
qoe presidir os etames, e dous engenheiros comea-
dos pelo presdeme da provincia.
Uepois de coohecdos os exames, o director das
obras publicas fir urna etposicao ao presideule da
provincia .la habilitarlo de cada mi) dos caudidatos.
emillindo soa of inio sobre os qoe Ihe parecerem
mais apios a ei rcer laes lugares.
Palacio do govsrno de PcrainbuCo7 de juuho de
1856.Sergio I iteira de Maeedo.
ConformeAi Ionio Leile de Pinho.
Caixa filial.
\ director a faz publico que as lettrai
queem sua a pretentaejio nSo tiverem si-
do logo pagas ao cobrador da mesmacai-
xa, o poderi j ser ate a's 2 horas da tarde,
110 escriptor) do mesmo estiibelecimen-
intonio Marques de Amorim, se-
.al-O. ajj
A di Lvo do extinclo hanco de
'sst'.iiiiiiliiic'i avisa aos Srs. accionistas
Dila da Senzalla n. 2, 5, 26 e 30.
Dila da Lapa 11. 5.
Uairro de Santo Anlonio.
Ra do Coliegio 11. 18.
Dila Direila 0.5 e 7.
Travessa do C.arcereiro n. II e 13.
Dila do Padre Floriano 11. 13.
Os prelendenlcs dirijarn-se ao lugar e llora Ipra-
sados, acompanhados do seus (adores, ou monidos
de carias desles; adverllndo-ea aoa que esliverem
debiladns que nao sero recebnlos seus lauco- sein
que eslejam qailes.
Ailuiinisiraco ceral do eslabelecimenloside carida-
de 2 dejulho de 1836,
Oescrivo.
Anlonio Jse Goms do Correio.
O conselho administrativo do palrimoni') dos or-
phaos, tem marcado os das 8, 9, c 10 do corrale,
para concluso d'arremalacau da renda dos predios
abaito declarados, por lempo de um auno, contado
do primeiro de julho correnle, a 30 de jnnho de
1857, os quaes por veze lein sido levados a lia.la
publica, sem que lenh'iri comparecido a ellas os ac-
luaes aquilinos, ou quaesquer oulros licilaules.
1 sala da casa docoiisclho, largo do Coliegio n. 1.
1 loja grande, dila Hila, idem dem.
I casa lerrea, ra de S. lioncalo n. 10.
1 dita de sobrado, ra da Cadeia do Recife n. 16.
1 dila de sobrado n. 17.
1 dila de sobrado n. 18.
I dita terrea, roa da Madre de Dos n. 33.
1 dila dila, ra do Amorim n. 49.
1 dila terrea n. 54.
1 dila terrea n. 55.
I dila de sobrado ra do Azeile de Paila 11. 63,
I dila (erres, ra da Cacimba n. 65.
I dila dila, ra da Seozala Velha 11. 81.
1 dila dila, ra da Guia n. 81.
I dila dila, I-'nra de Porlas n. 91.
I dila dila, idem idem ji. 97.
I sillo, l'orno ila Cal n. 5.
Os licitantes dirijam-se 1 sala das sesses do mes-
mu conselho, as II horas dos das cima declarados,
acumpauhailns dos -cu- fiadores, lliesouraria do
ronselho administralivo do patrimonio dos urphos
5 de julho de 1856. O lliesourciro, Joaquim Fran-
cisco Duarle.
TRIBUNAL DO COMMEHCIO.
Pela secretaria do Inbuual do commercio de Per-
nambuco se faz publico.quc'em dala de 5 do corren-
le foi matriculado 110 tucano Iribuual o Sr. leo
rique (jiiilbcriiie Slepple, na qualidade decorrclor
geral desla praca. Secretaria. 7 de jalho de 1856.
Dinamerico Augusto do Reg Raugel, uflicial maior
iulerino.
O brigue oMaria Lniza recebe a mala para o
Rio de Janeiro no dia 9 as 3 horas da tarde.
THEATRO
E
Santa Isabel.
MR. ROBEKT E DEVEAUX
lein a honra de participar ao publico desla cidade
SJW quurla-fcira sem falla alguma dar seu primei-
re espectculo com grandes e brilhanles sceuas de
mgicas, de ligeirezas de maos, equilibrios, daosa
de corda, poliorama e phanlasmagoria.
MR. DEVEAUX
pi iilo-cr de mgica e de ligeireza, esforcar-se-ha
para que a parle que Ihe loca se ja o melhor possi-
vel ; elle apreseutar novas pecas de sua ioveocao,
e espera receber do publico pernambucauo o mes-
rno acolbimeulo que deu a Mr. Roberto nos anuos
de 1840 e 1852.
') DIARIO ilo dia dar o programma do espec-
tculo.
As pessoas queleein pedido camarotes e cadeiras
que 11.1 in man la 1 buscar seguoda e lerca-feira, das
11 horas da rnanhaa s 4 da larde, lio escnplorio
do Ihealro, para que se nao queitem, se depois des-
sa dala em dianle forera vendidos a ootras.
(I a eule Vieira da Silva faz leilo lerca-feira,
S do corrile, a< 10 horas da manhaa, no armazem
Madre de Dos n. 32, de diversas obras de
mai 1 ineri 1 novas e usadas, iniudezas. suspensorios
leques fin
as de ac,
urna gran
loalhas de
rico piam
oulros mt
do parle
correnle.


eaise.
Ouarla feira 9 do crrenle, depois a cia do Illm. M-. Dr, juiz dos feilos da fazeoda, que
ser as 10 horas do dia. se bao de arrematar em
ultima os lien- seguales :
Urna casa de podra e cal na roa do Moloculomlm
n. 69, com 20 palmos de trente e 40 de fundo, 2 t[-
Jas e -j. quarlos por^lH.58000. penhorada pela Ihesou-
pelos
tilo de seda em pecas mullo largas, pen- j raria provincial Manuel Goncalves Servina
o, prata e ouro, relogios com crrenles, j un ln. de Joo Lopes de Sooia.
le balanra romana que pata 2,500 libras, 1 Una casa lerrea na ra Imperial u. 208coin 12'
linho do Porto, maulas para sellius. din palmos de tiente e 17 de fundo, costaba fora, quin-
forl e novo, faiiuha muilo su|ierior, e lal em aberto, e em roaoeslado, por (iMKIO, penho-
f rada a .Mauoel Alves dos Sanios Julio.
ilos objectos.
O ai enle Sarja faia leilo em sen armazem na
ru.i do Co legio n. 15, de um grande e completo sor-
limenlo d 1 obras de marcineria novas e usadas, 1 ri-
cos piano 1 de Jacaranda modcniissiinns, diversas
obras de turo e prala, candelabros, p. 11 lernas, relo-
gios para llglbeira, dilat para cima de mesa e pare-
de, objecl s de vidro e porrellana para rufeiles de
sala, apparelhos de louca para mesa e oulros muilos
objeclos q te se aeharo etposlos no referido arma-
zem, e bim assim um ptimo carro de 4 rodas:
quinta-fei a K) do correnle as II horas da manhaa.
Frar cisco Severiauo Rabello v\ Filho lar.ia le-
lo, por ii tervenco do agente Oliveira, de cerca de
25 pipas de vinagre de Lisboa muilo superior, sen-
mi barris de quinto : quarla-feira 9 do
s 10 horas da rnanha. 110 armazem
do Sr. I
Aune- .lamine, defronle la arcada da alfaudega.
ca de leilues na na
Maiirti i|j lieos n.
Ai'ei
da
5i^ de Vieira da vSilv,
O agente Vieira da Silva fu/, leilto, lioje
oras em ponto, dos objectot an-! ha Rosa.
Urna casa terrea meia agua com porta de coebei-
ra na Iravessa da Campia, freguezia da Bua-Visla
n. 7, com 20 palmos de frente e 29 de fundo, ,endn
eulaipada, e sem repailimeulo por 1503000. penho-
rada a llubuurcq por Jeta Francisco de Almeida.
Urna casa lerrea na ra Imperial u. 200 com 18
palmos de frente e 45 de fuodo, cosinlia deulre,
quintal em .iberio por 2OO3OOO, penhorada a viuva
de Euzebio Lopes.
I ina casa le 1 ea de laipa no beccodo Quiabo, fre-
Matlia dos Afogadoa n. 70, rom 21 palmos de fren-
te,e 120 de fundo, cosinlia dentro, quintal em aberto
com ca 'ludame? ira por st 1-1 kk 1. penhorada a Jos
de l'reilas.
Urna casa lerrea na ra do Mclocolomb o. 46,
com 17 palmos de frente e 16 de fundo, cosinba
deulro, quintal em aberlo, laudo o lado do oiln do
-til cabido, por 8O3OOO, penhorada a Rosa Mara de
Jess Na-cnneiil.i.
Una casa lerrea de (aipa, na ra dos Pocos n. 8,
com 22 palmos de freole e 100 de fundo.'cosioha
deulro, quintal em aberlo, por 503OOO, penhorada
a Joauoa Mara dos Prazeres.
I na casa lerrea na ra de S. Miguel 11. 95. com
20 palmos de frenle c 50 de fundo, cozinha denlro,
quintal em aberlo, por 200>000, penhorada a Jacta-
4^-
Urna casa lerrea na ra dos Pocos n. 22 de porla !
e janella, com 22 e 5 polegadas de"lari:ura,48 e 6po-
legadas de comprimen!" com 2 salas, 2 quarlos, co- i
siuha dentro, quintal em aberlo. chaos Tareiros, e
em muilo mao eslado, por 603OOO : oulra dila uu
mesma ra n. 21, com 22 palmos e 5 polegadas de
largura e 48 ditos e 4 polegadas de cumprimenlo, 2
quarlos, 2 salas, rosinha dentro, quima! em aberlo.
carroncjvopara ( anegar gneros da al-
fandega c mais gneros que se acharen!
pt esentts.
Mod X>vs><2>0*.
a's 1 I h
nunciadps ijite serio vendidos pelo maiot
preco que eiicoiilrjr, tima I mu ila escra-
va moca com urna cria deidadede 7 an-
uos, e ni n-11 mu negrinha moca de muilo
bonita ti jura, um cavallo l)om andador
com lodos os pertences, sellim, brida, ca-
L. i ,. 1^' com duas porlas de Irento |ior oQbOOO, ambas ie-
becada, todo prompto para passeiar, um uhoradas a Miguel Loure.icoi.opes. P
Urna casa terrea de laipa na ra dos Pocos n. 10,
de porla e janella, com 13 palmos de frenle, e 20
de fundo, 2 salas, Iquarlo, quintal em aberlo, chaos
foreiros, e em mao estado por 90)000, penhorada a
Rosa Mara da Conceicao.
Urna casa lerrea de laipa na roa de S. Miguel 11.
50, com 10 palmos de frente e 35 de comprimeplo,
com porta e janella. por 153000, peoborada a Pau-
lino llerculano de Figueiredo.
ITma casa lerrea na ra do Buragoslo n. 21 de porla
e janella, com 18 palmos de largura e 36 de com-
primenlo, tendo a frenle e retaguarda de pedra e cal
e oloes de laipa, quintal em aberlo, e em mao es-
lado por :10900o.
Una casa lerrea na ra Real o. 37 em chaos pro-
prios, com porla e janella, envidrac,ada, 2 .salas, cor-
redor separado, 2 quarlos, cosinha fora, quinlal
murado, cacimba so, e em bom eslado por 1:000300
res, penhorada a Jos domes Moieira.
Urna casa lerrea de pedra e cal, oa Iravessa da
ra Bella n. 10, com 2 porlas e janella, lendo 30
palmos e 2 polegadat de frente, c 63 de fundo, com
3 quarlos, 2 salas, eosiuha fura, quintal murado,
cacimba meeira, chaos foreiros por 8OO0OOO, panho-
rada 'Joaona Alaria do Rosario.
lima casa lerrea na ra de S. Miguel n. 46. com
15 palmos de frsnle, e 55 de fundo, cosinha deulro,
quiulal em aberlo e cacimba por I6O3OOO, peuho-
rada Maris Rosa d Jess.
Urna casa lerrea de laipa na Iravessa do Freilas
n. 16, com 26 pajinos de frente e 11 de fundo, co-
sinha denlro, quinlal em aberto, avaliada em 809,
penhorada i Jos de Freilas.
Umi casa terrea de laipa na, ra do Ouialm n.
26, com porta e janella, dous quarlos, salas,
cosinha fora, pequeo quintal, com 21 palmos
e 7 polegadas de largura e 70 de.fundo por
2OO3OOO, penhorada Joaquim Anlonio Vieira por
Luiz Placido.
Urna casa lerrea na roa Imperial n. 219, com 2
porlas, 2 salas, cosinha dentro, 1 quarto, quintal em
aberto, rom 15 palmos de largura e :I8 e 2 poleca-
lem urna caria
Ensuiledes braila repandus i charge du Ca-
pitaine l^isn, commaiidant le Guslave 00 Havre,
sur les procedes vis-a-vis des passagers a sou bod,
noos '"--.i--- 1 pour llahia bord du dil uavire,
avons a cojfur de lu prouver par la voic de volre
Journal l'tslime que nous lui porlons pour reut
dont ila 11- vis--vis de nous jusqu'.i ce jour. Per-
namboco, le .5 Juillet 1856.I. Navas, L. Bomand,
Rodolpbe Blanc.
Preci^a-se de uui r.oziuhriro ou urna cscrava
que cozinhee compre : alraz da matriz da Boa-Vis-
ta 11. 16. 1
OSr. Domingos Jos dos Rei
na ra do l|ivramenlo, loja'n. :18.
Os crdnres de JoM Carlos Augusto da Silva
queiram apresentar suas coulas legalisadas no prazo
de dias, 1.0 esariplvno de C. J.AsIlev, para sa
proceder ao raleio.ipara o que se acham a'ulorisados.
1 Hlerece-se urna pessoa para cozinhar para 3 o
i pessoas, m sua casa : quem qoizer procure no
pateo do Hospital u. 13. Na mesma casa tamben) se
engomma.
Alugavse urna escrava de meia idade para todo
o servjco de casa, ou vender na roa : qnem preten-
der dirija-se a roa da Cadeia de Sanio Anlonio, so-
brado de un andar n. 12.
-A Precisi-se de urna ama forra ou captiva, que
tenba bom liile: na ra da Cadeia do Recite n. 31.
A QUEM CONVIER.
Alb o dia 12 espera-se urna csvallaria de cavallos
unos!; logo que chegados l.ire-lia um aviso do lu-
gar dude os brelendeules devem procurar.
I Ausen|ou-se da casa do abaivo assignado, no
dia 24 de juplio do rorrele annn, a sua escrava de
'toxHztuit 00 porto.
.\amo$ entrados no dia
Santander:10 das, brigur hespanlml Soberano,
de 412 toneladas, capitao Jos Colome, eqoipigem
15, carga 2.100 barricas d Tariaba de Irigo ; a
Aranasa ,\ Unan.
Babia5 dias, patacho brasileiro Alhenas, de 206
blindadas, cappa" Antonio Ferreira (, uiiii.ir.u--
I reilas, equipagem 10, caraa lbaro e mais gne-
ros ; a Anlonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Rio de Jsueiro22 dias, barra americana njapo
nica, de 240 toneladas, capitn W. B. Sheldon,
equipagem 12, crga cafo ; ao capitao. Vcio re-
frescar e seguio para Pbiladelphia, conduziodo 5
passaaeiius.
Pbiladelphia50 dias, patacho americano 'Levan! ,
de 151 loneladas, capitao Samuel VVelsh, equipa-
gem '.), corsa 897 barricas com farinha de Irigo e
mais gneros ; a Roslron Rooker A; Companhia.
Liverpool38 dias, brigue inglez Joshua e Many.
de 218 toneladas, equipagem II, carga plvora e
mais gneros ; a Me. Calmonl & Companhia.
"acio taido no meimo dia.
do mesmo banco, que se ada autorisado
oSr. thesourroda caixa lilial do ban-
co do Brasil nesta provncia, a pagar o
oitavo dividendo de 9,<600 rs. por ac-
cao, vencido nos mezex de Janeiro a
majo ultimo. Recite 3 de julho de I8.">6.
Assignado. Joao Ignacio de Medeiros
Reg.
Aebaiiilii.se vagos os oflicios de |segoudo labelliao
e esenvao de orphaos, ausentes, capel'.as e residuos,
assim'como os uilicies,de primeiro labelliao, escrivao
do civel, crime, crime com dislribuicao, e registro
das hypulhecas do termo de Sanio Anio, S. El.
o .Sr. couselheiru presideule da provincia, sassico
o, manda fazer publico para conhecimento da parm
sa| intersenlas, e afim de que os prelendenlcs a-
dilo ollici", se habililem na forma do decreto n.
817 de 30 de agosto de 1851, e aviso de 30 de de-
zembro de de 1851 ; e apreseniem os seus requri-
menlos ao juiz municipal do mesmo lermo, no pra-
zo de setsenla das, que comecou a correr do dia ;10
dejuobo ultimo em diaule, para segoirem-se .o
tramites marcados nos arligos 12 e 13 do citado de-
creto.
Secretaria do governo de Pernanbuco, 3 de jalho
de 1856.Jos Binlo da Cunha Figueiredo Jnior,
dllioial maior, terviodo de secrelario.
O Illm. Sr in-pector do arsenal de marinha leu-
do de contratar a compra de diversos objeclos para o
fornecimenlo do almosarifsdo, manda fazer publi-
co que islo ter lugar nos dias 8 e 10 do correnle
mez, 11 visla de propostus em carias fechadas rece-
billas ale e-lc dia e hora, seuito que os mesmos
objeclos deverao ser da melhor qualidade, e o con-
trato ellectuado com quem por menos vende-los.
Comprados no dia 8.
Alvaiade, agolhas de lona e brim, dilas de pslom-
ba, alcatr j, almagre, brim da Rrossia, breu, bron-
zes de ferro, brotas lurlidas, baudeiras imperiaes de
cinco panno-, ditas ditas de qualro dilos, dilas de
grupos, cabos de lioho de 1 a 5 polegadas, cairo ve-
Iho, ca buco, 1 cdberes de ferro, cera era aruhole,
dedaes de repuso, tuelli azul, fio de vela, lona lar-
ga ingleza, dila eslreila dila, merlim, machados,
marlellos de orelha, oculos de alcance, oleo de li-
nhaca, pedra de amolar, pregos de cobre para costa-
do, dilos de 4 a 8 pollegadas, ditos de dilo para for-
ro de cobre velho, remo.de faia de 13 a 16 ps, ras-
padeiras, sola, sondareza, sebo em pao, serrotes de
mao, tinta branca, dila preta, dita verde, thesouras
de alfaiale, linleiror, lijlos ingleses, z.uc.10.
Comprado! no da 10.
Arcos,de ferro sortidos, ac em verga, bracos de
batanea, cauelas para pennas de ac, chumbo em
lenco!, cin.re em folha de 18 a 22 nuca-, chumbo em
barra, cadrados sorlidos, cravus de (erro para pipas,
cola da Baha, ere, lobradiras de ferro sorlidas, es-
tanto. Tachaduras e camarote, ditas de porla, dilos
de gaveta e armario lio de algodn, ferro era leucol
liuo, dilo de 1 1|2 I 16, graia, liaba de barca, dila
de coser croa, lapis, limas sorlidas, papel de peso,
dilo almajo, dilo ordinario, dilo carlumuho, dilo ds
lita, parafusos de Trro, piassava, pennas de acn,
dilas de palo, pregos de ferro de costado de 4 polle-
gadas, ditas dilas de 6 polegadas, dilos dilos de 7
dilas, ditos dltos|de 9 dilas, dilos ripaes da Ierra, di-
los de guamico grandes, ditos de cobre para forro,
pas de ferro, saceos, de eondocro, taias de bomba
de ferro, dilas de cebre de 3,4, 5 e 6 e 1|4, lima ds
escrever, vislas de osso.
Secretaria da inspecco do arsenal de marinha de
Pernambuco em 3 de julho de Isa.. O secrela-
rio, A. R. dos Anjts,
Devendo dem do ti bimd do Ibesouro nacional, de
2 de Janeiro do correnle auno, sabir da
circuacaoasnclas de 50$, de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella e\is-
tem, sendo substituidas |>or notas dos
mesmos ou de menores valores, da caixa
lilial do Ii mi 1 do lii.isi!, estubelecida
nesta provinc o Illm. Sr. inspector da
tbesouraria de
manda convii
notas de O.sO
na mesma ib
trocadas denti
8580 S. MalheusPatacho brasileiro Andar, mestre
'1 -'J0 Joao Roque dos Santos, Amlirozinu l'liilolio Acacic
\
S20
53000
19600
tIKI
19280
13600
de Sena.
Qtt&.
O Illm. Sr. uispeclnr da lliesouraria prnvin-
o Ri de
Janeiro.
O brigue nacional .MA-
RA LUZ I A, pode rece-
ber escravos a frete at
o dia il do corrente, ao
meio-dia, rogando aos
Srs. cjue os tenbam de embarcar, se sir-
vam mandar com antecedencia os respec-
tivos conhecimentos: consignatario An-
toniode Almeida Gomes, na ra do Tra-
piche n. 16, segundo andar.
Para Baha
segu em poucos dias por ter parte do
carregamento prompto, o veleiro e bem
condecidohiate nacional CASTRO: para
o resto trata-se com sen consignatario
Domingos Alves Matheus, na ra de Apol-
lo n. 2">.
Ohiale NARCISO chrgadn do Rio-Grandedo
.Norte, e entrado por fraoquia nesle porlo, lem de
seguir para Uaceitcnra a mxima brevidad, e pe-
der' receber alguma carga a' frele, se isso convier :
quem pretender enrregar peder' emender-se com
Amorim Irmaos & C, ra da Cruz n. 3.
Uotiipanhia Franco-Aine-
rica-iiH de vapores fraii-
, cezes
Espera-se 110
dia 23 do cor-
rele mez viu-
do do Rio de
Janeiro, o va-
por Cdiz, ca-
pillo lieriu-
doague, que
segu para o
Havre, com es-
cala por Tenerife e Lisboa : para frele e passageiros
em casa de 1.. I.ccomle r-eron A C, ra da Croz
n. 20.
Rio" de Janeiro.
Segu com brevidade o patacho Valeule, capi-
tao Joaquim Antonio (ionralves Santo- ; racebe car-
ga, passageiros e eseravos frele : a tratar com Cae-
lano Cyriaco da C M. ao lado do Corpo Saulo n.25
PARA O RIO 1)E JANEIRO
igu* ero poneos dias a escuna liranfleira "Lindan;
-em nella quizer carregar ou ir de passagem,-en-
ida-se na ra da Cadeia do Recife n. 66 com An-
jnio Pedro das Nev-, ou na ra do Vigario u. 5.
Maranhao e
Para.
fazenda desla provincia,
ar os possuidores das ditas
)<>. para as apresentarem
sonraria, alim de serem
0 do prazo de oito me/.es, a
contar do 1 de julio > prximo vindonro ;
28 fevereiro do leguinte anuo de 1857 ,
declarando ao mesmo tempo <|ue, lin-
do esse praao, sollierao o disconto
de 10 por ceiito do seu valor em cada
1 na apresentacao, na for-
de outubi o de 1835, ate
i lor algum. Secretaria da
fazenda de l'ernambuco,
1 183li. o ollicial-maior,
Sobrara de Mello.
do eslabeleeimenlos de
azer publico, que no dia 10 do
oras da (arde, na salla de suas
o l'araizo conlinua a arremata-
casas abano declaradas,pelo tem-
4." do correnle a 30de junho do
m ina da lei de (|
Jicarem sem v
lliesouraria de
> de jiuilio il
Emilio Xavier
Administrado geral
caridade, manda
corrente pelas 4 I
sesses, 110 largo
cao das rendas da
po que derorre d
anno prximo ful iro.
I llirm do Recife.
Ra da <'.Klein u 30.


O bem condecido brigue escuna Laura, recebe
carga e passageiros: Irala-se com o consgnalario J.
II. da I uii-eca Jnior, na 1 na do Vigario 11. 23.
Para o Rio de
Janeiro
segu em poneos dias por ler grande par-
te do carregamento prompto, a escuna
nacional ZELOSA, capitao l'inbo : para
carga ou escravos a frete, trata-se com
Tjs consignatarios, no escriplorio da ra
da Cruz n. 49.
PARA A BAHA.
O veleiro e bem condecido patacho nacional Es-
peranca pretende seguir para llahia al o dia 7
lo correnle, ja tem a burdo dou lerfos de -eu carre-
garaeiilo, para o resto e passageiros para os quaes
[ lem exctenles commodos; Irala-se coro o sea con-
I signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da
Lru/. 11. :,.
A leleira barca porlugueza ol/geira, sahe
imtireterivelmenle de 13 a 15 do correnle, ainda re-
cebe alguna carga a frete e pa-sageiros, para o que
! lem muilo bous commodos : I rala se com V. A. de
1 de Souza Carvatlio.
[Ceara, M nanho e Para.
Segu 00 lim da preseote semana o brigne escuna
I Laura, ainda pude admiltir alguma carsa : Irala-
se com o consignatario na ra do Vigario n. 23.
PARA 0 CEARA'.
O patacho Sania Croz recebe carga e passagei-
ros : a tratar com Caelano C\riaco da C. M., ao lado
do Corpo Saulo n. 25.
MARANHAO' E PARA.
O palhahole \enu- segu com brevidade; re-
cebe earca e passageiros irala-se com Caelano Cv-
1 riacn da 1.. M., ia lado do Corno Saalo n. 25.
laciiSIdi ?..ql",l 'Cm S S20aeS eBn,e' : de das de comprimenlo, por 68000. peuhorada a Izi-
.i l^l annos pouco niai* ou menos levon doro jjarques de Colonha.
IST JfcSJfLl*5?Jf.-S0*-'Ll" Q' n^ras nova, p,
u-1 i.., em ambo- os hombros lem urna cicalriz. pos-
suindo um so denle ua frente na gengiva aaperiar, e
o dedo pollegar da man direila aleijado : quem a
apprehendor e leva-la a na da Camboa do Carino n.
12, ser bem recompensado por Manoel Joaquim da
Silva Brasileiro.
-7 yoarta feira 16 do correle, linda a audiencia
do SrJ Dr. juiz municipal da segunda vara, ser ar-
rematlo un basta publica o sobrado de 3 andares
n. Kdk ra do Crespo, avallado em 7:O0a. pur e\t-
cujao de Antonio Jos l'ereira de Miranda, conlra
Filippp Relio Alaciel de Olinds e sua mulher ; he a
Ultima prara.
-- Ouarla-feira 9 do, correnle. depois de linda a
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, serh arrematada a renda animal do armazem da
traves da Madre de Deo. u. 9, avaliado em 6008,
a requerment|> dos consenhores (iuimarfles 4 Vl-
lenle ; he a ultima prara.
1). Maria da Conceicao Magna da Silva e sen
irmao Amonio Joaquim da Silva Carreira, penhora-
dos pelas maueiras cavalleirosas eomjque foram Ira-
lados pelas pessoas a quem vieram recnmmendados
de Lisboa,fallaran) a om deverde gralidaosedeias-
sem de lestemunhar publicamente, relirando-se para
o .Maranhao ; seuliudo, que pela rapidez de sua via-
gem iin Ibes sejam possivel ir pessoalmeule agra-
decer os obsequios que receberam, laucando mao
desle meio ; rosan 1o, que, desculpando os dessa fal-
la, aceitem essas despedidas, e offerecem os seus ser-
vicos uaquella idade.
Atteiic&o.
Os senliore- correspondentes de engenbos e mais
oegociaoles qu llverem dividas, me pagadores, tanto desla prac,a como de sendor de en-
genho, de sertanejos, fazeodeiros, ele. el.'., dirijam-
se a roa das Crures n.-2l, primeiro andar, que aeha-
ro com quem negocia-las, teja de o)hanlo lor o im-
porte deltas.
Desappareceu no sabbado, 5 do correnle, urna
escrava de nome Auna, de na^o, de idade 10 an-
uos, de estatura muilo baixa, tem bstanles bichos
nos pe, levou vellido de cassa branca, porcm he de
suppor que lenha modado porque levou loda a sua
roupa : esta escrava nao he a primeira que tem fei-
to, e sempre he prjgada no bairro do Kci il'e por ler
la conhecimentos, |e por ler sido escrava dos derdei-
ros do coronel Mafnede : portanlo pede-se as auto-
ridades poliriaes e. capiacs de campo que a appre-
deudaro o levem a ra das Crozes n. 20.
Precisa del urna ama que lenlia bom
leite : na ra flova n. i, loja
Osbillietes com a rubrica do abaixo
assignado, siio pagos i ncon lente, na
praca da Independencia n. 40, ate o
premio de OO.sOOO. l'olvcarpo Jos
L,ayne.
Perdeu-se na noite de domingo (i do
corrente, um anete de peito de esmal-
te azul, de Fra de Portas ao arco da Con-
ceicao : quem o acbou qilerendo restituir
pode leva-lo a ra da Palma, casa do
escrivao Ferreira, que se gratificara'.
Lotera
do convento le Nossa Se-
nliora do Carino.
Aos 5000s e 2:000s000
Corre indubitavelmente sabbado 12 de
julho de 1856.
Salustiano de A quino Ferreira
avisa qqe vendeu o stguinte premio da
segunda parte da primeira lotera a be-
neficio do convento de Nossa Senliora do
Carmo, exlraliida a 5 do corrente.
2 mcios n 18! oOOgOOO
lem exposto a venda seus muilo l'elizes
billieles, meios e quarlos da terceira
parte da primeira lotera do convento de
Nossa Senl.ora do Carmo, nat lojas se-
guinles: ra da Cadeia do Recite n.
V, loja de iniudezas de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. .">" e 39, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Sanios Porto, na
mesma praca loja de bilbetes n. i, da
viuva llastos, e as detnais ja' condecidas
do res|>eitavel |iublco.
Os dous premios grandes cima re-
leridos nao estao sujeitos ao descont
dos 8 por eenlo do imposto geral.
Sse responsabilisa a pagar os S por
cento nos dous picmios cima mencio-
nados.
I Bilbetes .sSOO recebe por inteiro 5;000$
I Meios .sOOO n [1 .< 2:500>J
1 Miiartos I.SOO L 1:250(1
I PernambiH o 7 de jullio de 18.")(i.Sa-
lusliano de A<|uino Ferreira.
Jos Joaquim Alves, lendo arrematado as divi-
das da casa fallida do Sr. Manoel Joaquim Alves I'i-
lomha, convida aes senhores llovedores da mi->rua a
dirigirem-se a ra Nova n. 71, adm de .imicaval-
ineule saldar -n n ronla.
por KftOOO, 10 barris por
lOSOOO, I lina de tnadeira, ludo penhorado Gcral-
do Jos Pereira, por Maooel Joaquim do Rcgo
narros.
lima marquesa de amarello por -205000. 2 ban-
cas da mesma madeira b-iioii. ludo peoborado a
Adolpho llek por Joao Werson.
Prccisa-se com lodo eroaenho saber se he vivo
e onde existe, se morlo onde fallecen, Francisco Ig-
nacio da Silva, branco, casado com Joseplia Maria
da Luz, foi embarca lo no tempo de revoll.i de Pa-
nellas, un porlo da Barra tirando, em nina embar-
caran denominada Sania Cruz, era morador no lu-
nar Burro da freguezia de S. Bento, no municipio
do Porto do Calvo, provincia das Alagoas, e a mulher
do mesmo cima dito anda inora no mesmo lusar :
quem nuis quizer lar o especial favor de dar cer-
teza da eiislencia, ou lim do dito Francisco Ignacio
da Silva, pode, nesla praca, dirigir-se ao Sr. Manoel
Antonio de Santiago Lesea, morador na roa Augus-
ta, em 1 Huid.1. 30 reverendo rouego vigario Joao Jos
Pereira, c em S. Rento mulher do dilo Fraocisco
Ignacio.
O convile feito aos senhores irmos novio* da
veneravel ordem lerceira de S. Francisco nao pode
ler lunar no da (i do correnle, como se aununciou
pulo Diario de 5. e por isso fica Irausferida essa
reunan para as !l horas de dia 13 do corrente em o
consistorio da mesmi ordem.
O Sr. Antonio Jos Mnnleii n nao pode vender
a sua loja de calcado da roa da Penha n. 29, sem que
1 riiueiru sa enlenda com Manoel Rodrigues Cosa
Magaldaes.
A abaixo assiguada faz publico para conheci-
menlo de quem convier, que (em justo e contra-
tado a compra ds casa terrea 11. 44 na ra Imperial,
com a sua proprielaria lguacia Mara Fragoso Cama-
rao, viuva do Tinado Francisco Xavier das Chagas, e
quereodo desviar dyviila ou quesiao que possa appa-
recer para o futuro, roga pelo presente annuucio a
qoalqoer pessoa que se julgue com direilo a dila
propriedade, apresenlar seus ttulos no prazo de 8
dias, contados da dala do prsenle annuucio. Recife
de l'ernambuco 7 de julho de 1856.
Josepha Leopoldina de .lesos Pinto.
Aluga-se um bom primeiro audarlpinlado de
oovo, de urna casa na ra da Cadeia do Recife : Ira-
la-se na fiie-ma ra, loja n. 33.
Precisa-se de um Irabalhador de parlara : na
ra Direila n. 60.
Chalas de merino bordados a seda da mesma eor a
a maliz, pelo barato preco de 99000
Chales de merino fino com barras malizseas, a 79500
Ditos de dilo prelos com franjas da seda, a 7S0OO
Dilos de dilo da cores com deleito na franja, 49400
lulos de las grandes de todas sa corea, a asBOO
Ricos veshdos de seda com (oque de mofo, a 20300(1
Lindas sedas de* coree de novos padroes, a 13000
oeovado.
Chai y de qnadros de lindas cores, a 900 rs. o cavado.
Fular de seda com qoadjos asselioados, a 800 rs.
covado.
I.,la de quadros cora 5 palmos de largara, a 660 w.
o covado.
Sarja preta lavrada para vestidos, a 29400 rs. o ca-
vado.
lirr.sdenaples prelo com 3 palmos da iargara, a
-.'-ii i o covado.
Sarja preta verd.ideira hespanhola, a I99U0 rs. o
covado.
Romeiras de relrz matizadas, a IO9OOO.
Manas de blond prelas e brancas, a 10*000.
I'aiinn prelo e de cores, prova de limae, da 390110
a 45011.
Sel mi prelo macano melhor poesivel, a 3)800 o ca-
vado.
Cissas 11 anee/a- de cure- linas, a 240 o cosido.
(.lulas Iraaeeaaa largas nimio finas, a 280 o cavado.
Riscado francez com 5 palmos de largara a 240 rs.
0 covado.
Palitos de alpaca prela boa, a i40n
Corles de ca-eiima de cores mullo fina*, a 49000
Dilos de dila prela lina, a 3a50M
Corles de collete de selim prelu bordados, a 4B00O
Peiios para camisas blancos e de cor, a 400 rs.
Collarindoa feilos a carnizas francesas. .
Camizolai e meias de ISa brancas e pretas.
Lencos de seda, de peso, grandes, a 19500.
Lencos de seda de enr para grvala, a 600 rs.
Cobertores de algodao grandes, a 700.
Cobartores de 15a hespanhoes, a 3g000.
Chales de merino t> aneado, finos, bordados esa duas
1 unas, urna a malix oulra da mesma cor, a ll|000
Dilos de merino trancado franja de seda, a 49800
Madapoln moilo lino de 21 jardas, a 4,80(1
Dilo com i palmos de largura lino, a 4a6aOa
Corles de cassa franeza finas c 210000
tin frenle do buco da Congregado, paseaado a
botica, a segunda loja de fazendas.
Jos Abes da Silva luunaraes rosa a ladea
aquelles desodores qoe se acham ilra-ado em setas
cootas, Ihe maudem pagar no prazo de 8 dias cae-
lar da dala do presente annuncio, do contrario pas-
sar.i a fazer eflecliva a sua cobranza per maiot que a
lei Ihe faculta, e para evitar quenas fat o praaeata
Na ra Nova, loja de fazendas u. 12, se dir
quem precisa de um bou caiseiro que (eolia pralica
de escripia.
O Illm. Sr. ihesoureiro manda Iranscrever a
[loriara do F.xm. Sr. cooselheiro presidenta da pro-
vincia, para que as pessoas que venderem bilbetes
de oulras provincias nao o acam tem o fiel cusopri-
meolo do disposlo oa dita porUria. Thesouraria dai
loteras 5 de julbo de 1856.O escrivie, Aalonto
Jos Huarlp.
3.' sel-cu. Palacio do goveroo de Pernambuco 3
de julho.de 1856.O presdanle da provincia que-
rendo evitar as fraudes, que te podem dar e lem da-
do na venda de bilbetes de lolerias, qoe veta da
corte e de oulras provincias, ordena que laes bilbe-
tes e suas fracQes nao sejtm aqui expostet a veada
sem eslarent rubricados pelo administrador do cea-
sulado provincial e tdesoureiro das loteras desla
provincia. Para este lim devoraos Inldelet vir acam-
p'nbado- de urna lisiaassignada pelo thesooreira das
loteras da corle ou da respectiva provincia e osati
le depois de confroulados seos uu meros coca atea
lisia, sero convenientemente rubricados por aqael-
lei dous funecinnarios. Sendo a venda dos burieles
sujeila a um imposto proviucial uao poderlo ser ai-
postos venda fora das casas que o tiverem pago.
Sergio Teiteira de Maeedo.
Conforme.Antonio Leite de Pioho.
o Illm. Sr. Ihesoureiro mauda facer publico
que eslo exposlos a xenda os bilbetes, meios, ojear-
los da 3.' parle da I .' lotera do convento da Nossa
Senliora do (.armo, na lliesouraria das loteras roa
da Aurora 11. 26 das 9 horas da manhaa ai 3 da lar-
de, cojas rodat andaro imprelerixelmenle uo dia 12
do crrenle mez, corno tambem manda declarar qoe
os dias lisos para pagamentos das sortee serSo o im-
me lalo ao que se ultimar a eslraccSo. das 9 horas
ai.'! da larde : oiilro sim manda publicar a plana
abaito Iranscriplo pela qual serao etlrahidos as lo-
lerias dora em vanle, inclusive a presente esposta a
venda. Thesouraria das lolerias 5 de julho de 1856.
O escrivao Anlonio Jos Duarle.
LOTERA Di PROVINCIA.
Aviso.
Perderam-se duas ettras sacadas por Claudio Du-
beui, urna aceita por Joao Teixeira Lima da quan-
lia de rs. 7925160, vencida em 10 de oulubro de
1855, nutra aceita por Luiz da Veiga Pessoa de rs.
1008, vencida em 7 de Janeiro de 1856 : quem as
achar, querco to-as entregar leve no escriplorio de
Claudio Dubeux, na roa da Cadeia de Sanio Anlonio
n. 13, assim como se avisa aos mesmos senhores
aceitantes para que nao paguem, visto j estarcm
avisados.
O Sr. Frederico Jaei|ues ijueira di-
rigir-se a livraria ns. (i e 8 da piara da
Independencia, a negocio
rene.
ilc-
se ti
a
inte-
PLANO
paca a etlraccSo das lolerias da provincia :
1.000 bilheles a 53000...... jamimm
Beneficio e sello de 20 por eenlo. . 1:0009000
t Premio......... 5.0003000
1 Dilo.......... 2.OOO9OOO
1 Dilo.......... 9009000
I Dilo.......... 40014100
2 Dilos.....2009000 WO90O
3 Dilo.....1009000 3009000
4 Dilo.....5OSO00 2009000
10 Dilo..... 209000 2OO9OOO
10 Dilos.....11)9000 100*0110
LIOO Dilos..... .59OO b:5WISO00
l:l.l:i Premios.
2667 Braucos.
Precisa-se de um amacador e que lambem en-
tregue pao as freguezias: na padaria da ra du Co-
luvello 11. 31.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O cscripturario da Companhia de
Beberibe Marcolino Jos Pupe, encarre-
ga-se de oomprar e vender >crj0cs da ires-
macompanhia: as pessoas que quizerem
comprar ou vender, dirijam-se ao escrip-
torio da mesma, na ra Nova n. 7, das
8 horas a's 3 da tarde.
Ao Sr. que teve urna taberna na ra
ltii|ieiial n. 111, sepedequeira apparecer
na ra dasCru/.es junto a typogmpliia, a
tallar com a proprietaria da mesin ca-l
sa, a seu -interesse.
Aluga-se urna escrava para cozinhar e fazer I
pequeas compras : a Iralar na prara da ludepen-'
dencia n. I.
Aluga-se a um lioinem honesto una sala com 1
alcova, ludo piolado de novo, sendo a sala muilo
clara e com varanda de ferro, podendo-se foroecer o
Iralamenlo, ludo em conla : para Iratar na Iravessa
da Madre de Dos 11. 10, primeiro andar.
9 Au rtsp,itavc iiii- j
:.:' 1)1 ico. e^
(Sjf Jos Adelo dem contiendo dentista e .-T
->_ sangrador, conlinua iyi exerciciu de sangrar ^v
w e tirar liern denles por precos a vontade, a V'
.,. quem Ihe der a preferencia, chumba den- *';[
yj. les, separa perfeitamente us denles da Tren- % j
y. le. applica ventosas: pude ser procurado a .';"
... qunlqncr dora do dia, na l'.unboa do Car- W
.;'S mo n. 20, loja de barbeiro. dfe
A viuva de Francisco Jos da Costa Campello.,
anb.ris.ida pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orpllos, vende I
para pagamento dos rredores de seu fallecido mari-
do, o< hens seguinles : um sitio na ra Imperial n.
120. orna csa lerrea o. 98 lambem na mesma ra,
um terreno conliguo a mesma caa com 55 Ii2 pal-1
mos, e urna casa terrea n. 26 ns ra do Bomfim em
OHodl : os prclendenles dirijam-se a ra Imperial,
-egiinda casa depois da fabrics de -aban.
Na loja de calcado ronfronle ao otta* do Corpo !
Sanio 11. -29, precisa-se de nllciaes de -apaleiru ; pa-
"3-?c bem.
t
4000
Thesouraria das loteras 27 de juaha da 1856.
Os dous primeiros premios esio sujeitos ao il catala
dos 8 por eenlo.U Ihesoureiro, francisco Anlonio
de Oliveira.
Approvo.Palacio do governo de Pernambuco 4
de julho de 1846.Teiieira de Macado.
Conlorme Amonio Leite de Pinho,
Precisa-se alagar urna amade leile, farra oa
captiva, prefere-se sem (ilhoe paga-te bem : a Iratar
nt ra das Triuclieiras n. 27.
Jos Alvesda Silva Guimaraes roga a
todos aquelles llovedores que se acham
atracados com suas eontas, Ihe maudem
pagar no prazo de oito dis, a contar da
data do presente annuncio, do contrario
passaia' a fazer ellectiva suacohranca por
meto que a lei Ihe faculta, e para evitar
queixas faz o presente aviso. Recie7
de julho de 1856.
C. STARR xv. COMPANHIA.
Ilospelosameole annunciam que ao tea cileurn
eslabelecimenlu em'Sanlo Amaro, conlinua a fabri-
car, com a maior |ierlcu;ao e prnmptidao, toda a
qualidade de macjiiuismo para u uso d'agncollura,
uavegaco e inauulaclura. e que para maior coro-
modo de seus oumerosos freguesas e do publico em
geral, lem aberlo cm om dos grandes armazem do
Sr. Mesquita na ru. do limin. alraz do arsenal da
mariulia, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dilo seu eslabelecimealo.
All acba.11. as compradores um completo sorli-
ineuto de moendasde caima, com lodos ce OMlhara-
menlii- ialgun< delles novo e originaesl que a ei-
perieucia de muilos annos lem meslraste a aweaast-
dade. Machinas de vapor de baila e alia pirula,
laixas de lodo lamanho, lauto batidas como fuudi-
das, carros de mao, edilot para eonduzir formas
d'assucar, machinas para moer mandioca, prensas
para dilo, fornos de ferro balido para farinha. ara-
do! de ferro da rmis approvada conslrucciio, fundos
para alambiques, crivos e perlas para forminas, a
urna infinidade d'obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposite existe orna peasoe
intelligenle e habilitada pare receber Indas as enco-
mendas. ele. etc., qoe os auiiancianles conlande
com a capacidade de saas ollicinas e maehiaismn. e
pericia de seus ofliciaes. se eompromelteai a talar
encentar.ira a meior prcslera, e perfeirao, e exacta
confnrmidiide com ns modellts, 011 descuhoe, e ios-
Irucces que Ihe forero forneeidas.
Jos Alves da Silva (iuiniaracs pede
aquelVt senhores," que tem penhoi'eseni
seu poder, ha milito vencidos, os venham
tirar, do contrario jiassara' a vende-los
para seu pagamento, visto ser este mes-
mo o 1 rato feito com osdouos dos mesmos;
e para (|ue nao tenham motivos de quer-
va, faz o prsenle aviso. Kccifu 7 de
julho de I8.")(.
O eIkixo assignado faz seieute *> j**~ .
peilavel publico, que desta da-'< em dian-
te deixou de se envolver tn negocios de
bilheles de loteras da provincia, e por
i.sso nao Ihe rmpele mais o pagamento
dos liilhetes premiados das mesoias lote-
ras. Recile "> de julho de I85U.An-
lonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
Esli juila e contratada a compra de om terre-
no na ra da Esperanza ua Soledad, perleneeolo
aos herdeiro de Ign Maria d. Cnnrcic.lo, que a
haxia comprado ao fallecido (Virolo Cadauli em
1819 : qoem se jnlgar com direilo ao mesmo queira
declarar por esta folha un prazo de ir- dias.
MUTILADO"


/
$$ Deposito de vinho de eliampag- *jj
$J ne Cliateau-A}\, primeira qua- A
@ lidade, de propriedade do conde -;_;-
Fj deMareuil.ruadaCru/.do Kecile 11. ,'
5$ 20: este vinho, o mellioi- de toda a $
i'.'f Champagne, vende-se a .~(j.s cada @
( cai\a ; aclia-se nicamente ein ca- fi
sa de L. Leconte Feron & C. X. >jg
$3 B A* caxas sao man ihis a l'c $
ff joConde de Mareuileosrotn- ^
$ los las gnalas sao a/.ues. ^
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. JoaoMorcita Lopes sao convidados a
dirigiretn-se a" loja de Manoel Jos' Lei-
le, na ra do Qiieiiuadon. 10, alim de
amigavelmente saldarcm seus deiiitos.
rf*:**'**-
I J. JAINE, DENTISTA, S
% couliuiia a residir na ruaNova 11.19, prime-
O) ro andar. 9
a*
tlKtrtiC9a moral c reli-
Este compendio de historia sagrada, qne foi ap-
provado para instruejo primaria, lendo-se vendi-
do antes da approva00 rs., passa a ser
vendido a ISOO: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
D-so alinoco, janlar c coia cum aceio e prom-
l (ni. 1 o. por preco coinniodn ; quem pretender diri-
ja-se as paleo da Kibeira n. 15,
Na loja S. J010, U*a-M o eogoama-se com lomla pe (o 1 r. 1
O.areio, e rom 1 rfiai.ir hre\idade possivel.
J. I'. Vogeley lem a honra de avisar ao rrspeita-
vel publico, que 110 scu estabelecimenlo na ra No-
va 11. 27, esquina da Camboa do Carmo, cncnnlram-
se oa mais ricos e melhores pianos que lem appare-
cido nesle mercado, de forma de armario, de supe-
riores voies, construccao solida, do costo mais mo-
derno possivel, sendo rile- lodos feilos por enenm-
meuda, e nao vindos em comm9sao, assim apro-
priados para esle clima, dos mais acreditados fabri-
. cantes de Europa, o quaes elle vende carantidos.
O estabelecimenlo esl aberto ate as 8 horas da noi-
le para a commodidade das familias que quizerem
ver e experimentar os instrumentos.
ARRENDAMEMO.
A|*jla e armazem da casa n. 55 da ra da Cadeia
po Recifc junio ao arco da Concei.;.",.,. acha-sc desoc-
cupada, e arrenda-se para qoalquer eslabelecimenlo
em poulo grande, para o qual lem commodo* sufli-
cieule, : os pretendeutes eutender-se-hilo rom JoSo
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma roa.
Utn engenlieiro arcliitecto offerece-
se para evecucao de plantas e orcameh-
losdequalquer obra, e tambem para di-
rigir a e\ecucao das mesmas : quem pre-
cisar de seu prestimo dirija-ce a livraria
da praca da Independencia, que obtera'
raaior informarlo.
Precisa-te, para a celebraran do mima em urna
capella particular, de um calix em mein uso com
patena e colheriulia : quem liver e quier troca-lo,
dirija-ae ao largo da matriz de Sautn-Antonio, so-
brado de um andar n. .'.
Z2-- Precisa-se de pretos para venderem izeile de
carrapalo as lardes, pagando-se a ve'ndagem : quem
os liver-dirija-se a ra do Brum passando o chafa-
ros primeira casa que tem um selao encarnado pela
relagoarda, para se tratar do ajosle.
No aterro da Boa-Vista, segundo an-
dar do sobrado 11. 6, precisa-se de urna
ama que jaiba cozinhai eengommar.
Na ra do Aragao n. 3, precisa-se de orna pre-
la pera veuder doce, e que as horas vagas se oceupa
em algum servir do mesmo trafico : a quem eon-
vier dirija-se a mesma casa, ou anouncie.
-Troca-se porudinlieiro urna imagem
do Senlior dos Passos, e nao se ollia a
preco se for muito perieita e nao muito
pequea: na praca d Independencia
ns. 6 e 8, se dir' quem quer.
Urna pessoa instruida no jogo da esgrima, ou
espada recta, se offerece para dar licoes em parlicu-
lar do referido jogo : qoem de sen prestimo se qui-
rer utiluar annuncie por esta folha e lambem pelo
Liberal.
Aos devedores de X. Gadault.
lie novo te llies avisa que veubam pagar seus d-
bitos ua loja da ra Nova, afim de evitarem a puhli-
cacaodoseus nuine- por este Diario, visto que
lendo-se de fazer as partilhas das dividas, te ha de
publicar com especificado de nomes c quanlias dos
devedores a distribuido respectiva entre os herdei-
ros. He aviso para que se Mo chamem a engao,
tanto mais quanto sao dbitos ridiculos e de muilo
lempo.
Aitencao.
Na ra de Joao Fernaudes Vieirj, qoe vai dt
Soledado para o Manguinho n. M, coiilinua-se
acarar morpharadicalmente, ainda estando no ul-
timo grao, ervsipella, arislios, pema- inrhadas, gln-
dulas ou alporcat, e dores rheumalicas.
ao publico.
r i. Haudcrcom loja da. alfaiale ua ra Nova n
52, recommenda-sc aos senhores que quizerem pos-
suir obras, como calcas, colleirs, casacas, ele, leilas
com perfeirao. Nesle estabelcimeoto nosc rucon-
traVi obra de fabrica, smente obra feita por oncom-
meoda, de baixo de loda a sarantia^erm loda a per-
feicAo possivel. e Mmpro do goslo eda ultima moda
da Europa. Ser igualmente muilo conveniente e
recommendavel aquellas pessoas qoe morara n'algn-
nia distancia desla cidade, e que querem anas abras
feilas com brevidade, e no prato marcado. Tambem
eiiconlra-te continuadamente no mesmo eslifeolen-
niento panuo e fazemlas para qnalqurr obra.
AVISO.
''.'No dia 23 de junho do crranle, fugio do bordo
do brigue Mana Lorian o prelo crioulo, Manoel,
de na.le 2t a 25 anuos, pouco mais ou menos, e lem.
os aigmes segoiutes : rosto comprido e descuoado,'
cor fula, cabello eercilhado, ollios um pouco srandes
e amortecidos, beiros grossos. sendo o de rima mais
grosso que encobre a falta qnc tem de denles em ci-
ma, falla um pouco aira pal lia lo devido a falla de
deules, pouca barba e rala, e bigodes, lem na miio
csqurrda junio ao dedo mnimo urna especie de er-
vo sabido, as nadegas om pouco empinadas, no an-
dar lem um geilo para o lado, radeiras largas, cen-
tura lina, ps apalhrtados e um pouco largos ; levou
cal^a de algodau azul desbolado c cami
riscado, cbsoo de e cosluma embnagar-se; foi escravn do Sr. I)r. Je-
rouvmo Vilella e do r. Vi. promotor de Oiioda
Mueirot Foiifeca, e ultimamenle do Sr. Alberl l-'ors-
ter Damon -. o abaixo assignado, seulior do dilo pre-
to, gratifica generosamente a quem o apprehender e
leva-lo em sua casa, no aterro da Roa-Visla n. 5.1,
segundo andar, ou no llecife, ra doTrapiche n. Ili.
a Anlooio de Almeida lioraes ; cuino lambein pro-
de'la contra qualquer pessoa que o occullar em seu
loder ; assim como gratifica apaga todas as dcs-
pezas.Joaquim Lopes de Almeida.
Miguel Jos da Motta, prolessor de
in'struccao primaria, la/, saber aos Sis.
pais de seus alumnos e a' quem mais con-
vier, que a sua actual residencia ha na
ra de llorlas, sobrado de utn andar e
soiao, n. 12, quasi del'ronte do becco de
San-Pedro. Outrosim, que conlimin ad-
"itr peusionislas, semi-pensionislas e
e\teiii06, por i,lr,a mensalidade ra/.oavel.
Recile Sde>aJlio de 1856.
- Precisa-se de"., boleeiro, que saiba Iralar
da cavallos. e de um fe,i0r que 01l|plld:, ||e Un|a.
<.Jo de cap.m e horla, quem adiar apio paralan
pode se apreseniar no consulado f.ancz nos
das uteis das 10 horas da mnala, al as : da Urde
para aju-lar no caso de convir.
AriEN(.:Ao:..
Perdeu se entre a Passagem da Magdalena e A-
losaoos, um Mal de ouroencasloado com urna pedra
de diamaute : roga-so a pessoa que n ver ai liad"
le o levar.a roa da Ouz o. 5 que se Ihe ficara uiui
t obrigadoesei hera recompensado.
-- Al^ga-se um silio bonito no caminho dos
Afilelo?, cut.' o Manguinho e a bocea do Espinhei-
ro, perlcncenle ao llliu. Sr. Francisco de Camaina
Pars de Ao.lra.le, o aonde mora o Sr. Fredenco Ro-
billiard. O filio posiue muilas e superiores laran-
^eias, mangoeirns, roqueiros, sapoliseiros, linmci-
ros, llores verduras, ciplm para i cavall.i-, Icio i
cacimbas coi a^ua boa. A casa lem :t salas arailes.
II) quart">. eoiinha, seniala pura 20 prelos, esliilml
ria para 6 cavallos, lellieiro com manjadora para
II vacca* ou cavalins, cocheira para 1 carros, re-
craio, .1 quarlos para negros ele, A casa foi nova-
menle concertada,e pintada por o prsenle morador.
>a mesma casa acha-se mullos (rasies dos melhores
costo, um bum carro para um ou > cavallos, que le-
va b pessoas. una carrora, urna boa vacca de leitc
e muilas outras coosas, para vender, em comequen-
cia da prxima relirada da familia que alli mora.
-- Alu;a-sp um sitio perlo da praca, a quem vi-
ver de plaales e tenha pelo menos "duas osadas,
com a condiceao de Iralar do arvoredo que tem e
plantar uniros de novo, Iralar da cerca e fecha-la,
dando fiador parao cumprimenlo do Iralo que se fi-
zer, qoe para iso se aluga por um aloguel mate
commodo do qoe esta' : quem o pretender falle ua
prari da Independencia loja de'miudezas n. 3. que
se dir quem o aluga.
-- Precisa-se de urna ama para casa de pouca ra-
milla : na ra Bella n. 2.
. Acha-se jusla a armarn e mais pertences da
loja de calcado u. oo da loa da l'enha : quem se
acnar com direito a mesma, reclame dentro em tres
oat ns mesma loja.
Precisa-se aluzar urna prela captiva que enzi-
one, para urna casa de familia : no aterro da Boa-
Visla ii. 48.
Precisa-se alagar urna ama de leile, paga-se
Dan : na ra do Uucimado n. 7.; tambem precisa-
se urna ama forr. ou escrava, para lodo o servico de
casa. v
Rogase ao Sr. Antonio Ladgero da Costa,
que venda praca da Independencia u. 30 e 38, a
ncgucio que o mesmo Sr. nao ignora.
Aluga-se um sino entre as duas poules da
i assagem .da Mas laclna, com grande casa, estriba-
ra, e terreno pelo lempo de fesla u por anuo : di-
rijase a ra Nova. I.- andar do sobrado que faz qui-
na para a Gamboa da Caimo.
Precisa-te aluzar una eferava que seja liel e
laca loda o servico interno estenio de urna casa de
muilo pequea ramilla, paga-se I5.-O00 meusaes :
na ra do Hospicio u. |7,
No aterro dos A rogados u. 167. lava-se e en-
-OHiiiia-... comoarelo e pronplido ; responden-
do-se palas rallas.
Quem liver algom sitio com prnporces para
lor muilo capim pelo invern e vario, e qeira ne-
gocia-lo ou arreuda-lo, anouncie para ser procu-
rado. '
~ Arrcnda-sc un silio no lugar renomiii i,1 i San-
t Anua, o ultimo que volla para a Osa I-orle, pro-
pno para qualquer eslrangeiro, com urna grande ca-
sa, eslribana. sen/ala, c urna casa propria para co-
cheira, com haua para capim, e inuitns ps de arvo-
redos: quem pretender, dirija-se a ra do Padre
rionano n. 3, ou no mesmo silio.
Aluga-se o silio rouheririo do Arraial, do casal
da viuva do Burgos Irala-se com Antonio Carlos
rereira de Burgot Ponce de Len, na ra Direila,
sobrado n. 92, de manliaa ale 9 horas do dia, e a
larde de 2 as .1 horas.
Ausen(ou-se ha 8 das da casa do abaixo assig-
iiado iim seu miilaiinho de nome Raymnodo, ohieial
le airaiale, de idade de 15 a 1( aonos, claro, alto e
delgado do corpo, he um lauto cerrado, equando fal-
la tem talla de expressau e verbosidade : ser grali-
ncada a pessoa que o eondniir a casa n.. da ras da
Udeu do bairro de Saulo Antonio do Reeifa, dc-
irunle da icreja de S. Francisco.
Beulo Jos Fernandes Barros.
Queijos vio Serid
De novamente se avisa a lodos os fiegueres, que
se receberam os verdadeiros qoeijos do Serid, no
deposito das bichas, ra eslreila do Rosario n. II.
Jos Nones de Oliveira tem jusla e contratada
a compra da casa aira/, do Sacramento da Boa-Visla
n. IJ, com I). Anglica Francisca de Azevedo :
quem se jolgar com direito ao mesmo predio recla-
me uestes tres das.
lo afreguezada para
pretender dirjase a
mesma doce de goiah
chamado eherno a 21
ganaros, qne se ves
para acabar.
t!!*BlO <-i',mB 1.0 Tb(| FEI--i S JULHO I8S6
Venda-sea Ubi rna da ra Direila n. 27, mui-
lo mallo e para a (cria : quem
mesma. Lambentse veate "
i em caixesde II e 12 lilna
, Vende-te arro?. pilad
; em sacca. dilo de Catea en
-------------'-------------- ..... ..... ~.. .*,.ra uv i i .. i i- r
l>2IKI, em arroba 1;OHI, nianleiza inzleza s800 rs. a
libra, dita a 720, vin n. a SI1 o illilrs. a garrafa, fe-
rindas da llha dr S. Mizuel a MI a coia, p^ixe
Vcsti
\'endein--e corles
ce/.a. pe barato pre
de 4 pollas, na iu
Chita larga
('.hilas Trncelas
de., -se na loja de i
n. 10.
*ab
I rs. a libra, c oulros mullos
dcio por muilo barato preco
idos a 2.VO0O.
e vestido de chita larsa fiau-
o de 2NHHI cala corle : na loja
o Ouoimado n. 10.
la Ierra aJ?a arroba
cea a 4>, e a zranel al-
iqueire velho a 1,?, inilho em laceas a 3|60O, ludo
niuito novo ; bem como velas do carnauba de com-
i pnsic?o da meihor fabrica dn Aracalv, oleo de rici-
| no em Utns de 37 libras a 100rs. a libra : na ra do
' Vizano ri. 5.
Fazc!;d nos do scu valor, ua l>j;
de -i [tortas na na do
Qieim ko
a :200 rs. o covado.
arzas a 2011 rs. o covado : vn-
lorlas, na ru.i ,1o (.liicimadu
? lo preto.
Ja veio o sabao pi eto, o vende-sc smente na ar-
de Barros.
mazcui de Joao Ma
3
IA
Priiii
Josc Joaquim (io
lavcl publico, que s
Ihores zeneros de n
que em oulra parle
eir.
10,
tralve da Silva imsa ao rospei-
ua casa -e arlia sorlida dns m-
"lliad'-. \enre mais barata do
lala* de IiscoIm lino de lod
"S&mpm$.
_ -------,------1 ..,.,.. ,iv "i'ioili" lllll" 'iS. Il'ltrii
as qualidades 290 10, e porreo de 1(1 lalas mais em
conla, bolachinha i r soda, presnolm de fiambre, di-
tos de Lamcgo muilo superior, vinhos engarrafados
de todas as qualidafles, cha o meihor do mercado por
ser mandado vir .Ir conla, c muilo- oulros gneros
que so a vista a-halao verdade.
A/e i te ie
mamona j>i
Pifie ido, p;~:-
i-n es.
a veader a
33000
.-MIO
15920
25ili
3.-HMHI
(.^MKI
(INin.i
li.V.1111
19600
5000
13-000
29500
1-IHKI
sHOO
ra lint
Conlinua-se
vel, porcanad
ca da ra dos
ta de Portas.
i" c otn {anal
pivi-o ra/.oa-
i : na [abri-
ol, fin l'o-
Coinpra-se toda e qualquer porco
de in-ata vellia di; lei sem l'eitio nnm l, ',',Z^"' '," '"u"l":lu,a < metal para col-
iL. j i- *c,l,u quem tete e palitos pelo barato preco de 00aMria
ttver para vender, l-jjio
agencia de leilCes.
.- '"'"' '""oieiros americanos muilo bonito, monrias
--Lompra-se um escravo de meia idade para o P" e-iodaute* ou mesmo para qualqoer esiauelt-
serv.co do campo; roa do Hospicio 21, ',""". pela boa luz queda a eoinmodidade
Compram-se caivoes x a-io- que lenham sido do *L PH '","1u,i,r ou P"r-*'- em cima de.qualquer
vellssde carnauba, v.ndas do Aracitv na ruada V*J ^lo ^rt0 Pr" e .55000 res, pailas para
Cadeia n. .17. "* da S"ardar papeil a 8l)0.eis, espelhos para pereda com
_rm..m_ ............_______. "!2L',0.UM.? l>." K*^* Pelo bar.Ha.i-
Compram-se arenes da Companhia de Beberi-
be: oa ra larea do Rasarla, armaiemde louja.
Compra-se orna morada de casa terrea as roas
seguinles : Agoas-Verdes, llorlas, Direila. Camboa
do Carmo, Santa llierea : quem a liver dirija-se a
ra de Aguas-Verdes n. i. Adverle-se que sen
valor nao exceda de 1:0009000.
SnafettH.
\cnde-se um escravo de 21 aonos de idade,
crioulo, perno ollicial de pedreiro, das 7 as 0 horas
da manhaa.eldas as (i da larde,: a Iralar com Mar-
celino Jos Lopes, roa da Alegra, casa n. 34, o qual
nao tem vicios.
Vende-se farioha de mandioca em saccas gran-
des, por precos commodos, e oulros muitos mais te-
neros, pois querem acabar : na ra Direila n. 27.
"fe*
N ra da Koda. cocheira de
~-~=Mr- '>au'a iV Irmo, e>i>le para ven-
" '. W der-se um cabriolel novo, de gnslo
moderno, muito leve e com mol
---------------, ----------" i- vvni II,VI
las mu brandas: vende-se juntamente com o caval-
lo que he ndvu, muilo gramte e excellcnle puxador,
cesta gordo.
VINHP E LICORES.
Vende-se por precocemmodo canas com superior
cherrv cordial, chegajo ultimamenle a estamereado
assim C3UVI oulros diversas licores linos; o eiellen-
le vinlio do Porto Unto em pipas como barr, de ..
de 8.- na ra da Madre de Dos armazem de Bastos v
Silva.
-- Venderse para fra da provincia urna negra
crioola, de 22 anuos de idade, bum la figura e ptima
engommadeira: a tratar ua iua da Clona u. 1U.
Vende-se um escravo crioulo irinliimai'u u ...
criado de arompaohar a cavallu, qoepormnilo es-
perto se acha recoUiido a casa de delencilo : quem o
pretender procure tralar na ra da Aurora n. 58
(creciro andar. '
A'endcm-sc 3 pares de arandelas proprias para
sala : na ra da CoiKeirao n. 20.
No largo do Carmn, quina da roa de llorlas n.
2, rnniimu-se a vender maideisa inglexa a 480 5(io
MO, 800 e 960, e muilo lina a I9l20| .lila franceza a
hlO e .20, li,,i,ha bem ali .500 rs., calo cm caroco
a 200 rs., dito muido por. a 320, cavada a 100 rs*
dita monla a 20, alpisla a HK), tapioca de Maranha
a 160, alelna HlO rf., passas a 560, arroz do Ma-
ranhaoa 120, holacliinhas de soda, ditas de aiarula
a 00 r... Ii.hnuies a 320, farinlw da trigo a 1*0
luigniras de poreo do serlao a 320, tenrinho^sj.ls-
boa a 4410 rs., sebo de liollauda. ,a 5O0rs., sago' a
120, afile tlocc a 600 r?., dilo de earrapalo a 9H40
a cantda. e 32o a garrafa, vinho de mesa a 480, do
Porlo 610 c .20, engsrrafado muilo lino a IV quei-
jos novo* a 2?, latas de sraxoa.120.
Vende-se urna negrinh. erioula.de 7 aonos de intncsfl.iis
l.lfi i> lim tun Inn < n .1 *> ..< m
10,
-------- ------ e-
mo : na ra do Crespo n
10 do dia em diante.
Vendem-se i travs de quaKdade, de 40 palmos
cada urna : quem as pretender procure na ra Direi-
la, sobrado de dous andares o. 137.
- Vendem-se 50 pipas com muito boa agurden-
le e ptima cascara, a praze on a dinheiro : na ra
da praia de Santa Mita, armazem n. 17.
iSsar=rasitt .: =&?-&;
crias ejn a parir: n iim daGeaceirao n'. 40.
Vendesn-se 2 pipas de a.eeardnte de canea de
inuiln bna qnalidade, por pre^o razoavel: na rna da
praia de Sania Rila n. 17.
Si AS HE LO
.Na ra da Cadeia do Recite n. 5, loja do Bonr-
ganl. veudem se meias de la para liomens, sanho-
ras e meninos, e calda de lmales novissima a 6011
rs. a libra. ^^
Lindo sortirnento de cliilas r\as para lu-
to, no aterro la Boa-Vista n. II).
Vendem-se chitas rxai para lulo, padrf.es de cas-
sas, de cores hxas a 100 covado, dita- muilo finas
com um loque de molo a 160 o cov.do, ditas de co-
res escuras a lio. 100. ISO o 200 r<. o covado. alpa-
cas de seda de lindos padrors a 720 e O o o.ado,
Ci .'J.r,ui"S ', H l?' 'lrii' '" "e'1" mui"' "na a
29 e l9tK)0 o covado. e oulra muilas ratendas para
acabar. '
d.n.ii.! f*le,ra< ? com tsenlo
depalha, de muito b. qnalidada, |to em du*ias
como cm meias ditas ; na ra. do Trapiche a. S.
nn7s Vnadre"SeaUT """"'"""'o '<*. II n-
imos ua ra de Agoas verdes u. lt.
*rZjTS'''* data d. uSfc LiTod, '" s"nr,a'"- '" to-
ma do Recite, luja de ferrazens n. S6.
P0Mu^So.rprectr^r^van^:,^nCnO'
v NA LOJA U BOA FAMA.
rat,^'"" bi,od.eJa? iranue e muito linas pelo ba-
ratsimo preco de 3.3OUO, 300O e 59000 res, oen-
PM de armatao de .co de lodas as graduacfief a
7 rei"' lu"das com armacao dourada a Ixi'K) rcis.
ditas com anuario de lartaruga a l.jooo rei-, dtla
cao ^'?3C, dKe b",a' ? :m) reis' oculus ~ -"":
SYn.. v b,raDC0 a m "" Dar- lu,let" "<
arma..lo de tartaruga com 2 v.dros a 3-000 rei-, rt-
h.',,V"Cl,eS t"' C1Va""s d" ,,omem esetihora pelo
baralissitno preco de 800 res cada utn, grvala, de
seda muilo bonitas a I^OOO res, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo bariussimo preco de
JUOreis. 'uspenforios linos de borracha a oo'rets,
penle, muiliMimo linos para Mima a|50O reil.escovas
mutlo linas para cabello 640 res, capachos piula-
do, compridof e redondos a 700 e IjoOO res, bo-
rnes lioissimos oe madreperola para camisas a U-vIK)
fu ?."0Za *'M ": .riCM canelas pan peona
de .ico a 120 res, neos porlarelogios a I98OO res,
catxas de metal mullo finas para rspii a 500 o 600
res, escovas Imissimasipara unhas a 320, 500 e 650
res, escovas para roupa e cabello o meihor quepode
he, a l.^K>, 1-.200, 19.500 2, res, ptnceis finos
k *" ""' dU'laS de &eM rfo. linos
a 39000 re., ditas de cabo de balatic,, inuit.ssiina
..asa MMJU.doata, d.las linfam de cabo de
narnin o meihor que pode haver a 1.V*MJO res a
duzta, camisas de meia muilo linas a I90O reis ri-
cas aboluaduras de madreperola e melal para col-
Existen, nesia loja a hiendas da loja da ra do
Crespo, que foram arrematadas, a- qoae- se conli-
nuam a vender por muilo menos do sen valor, corno
seja :
Madapoln enlre-liuo, pera 2-800 u
Hilo muito -ii;.riini' de jai'da
Algodio de 20 jardas, peca
Dito bom
Dito americano
Chft.a ordinarias, per
Hilas decores lixas 5500 e
Dilas pira coherla
Cassas de qeadros
l'lalilha de linho de 25 varas
l.aa .1. dilo muilo superior
Cambraia lia
Dila muilo fina
Brelanha de linho lina, li varas
Corles de calca de casemira de cores 3x500 e 4JO0O
Ditos de dita preta boa 5->'.oo c 69000
Selles preto superior 39300 e 3*100
Brim de quadros de puro linho. lino, o covado 200
Jlrim de linho Iranca.io, de rons, vara
Dilo branco supprior, vara
Panno preto o de cores, o fovado 39000 e
l'oitus de linho para camisa
.Macos de meias croas
Dilos de ditas boas
Ditos o mais lino possivel
Merino prelo largo, ecovado
(...res de vestido de seda
Cassas de cores, vara
Chilas surtidas de .-ores, o rovad.i
Chales de merino de cores
C res de cassa chita
Di os de dila com barra
ila larga franee, o covado
O
OiO
19200
39500
610
(9920
3SOO0
19000
193(10
309000
32,,
I MI
i-I")
19*0(1
I98IN1
220
1 Xa loja de ferrairens da ilua Novan.
35 vende-te salitre reunido de primeira
qualidatlea 9.S a arrolla.
CAMISAS.
Vendctn-so camisas francesas com utn pequeo
' toque de ululo a IS- a du/1.1. lambem vendaai*se co-
bertures dd alenda*, a IIo cada um : na ra do Cres-
po 11. 16, loja da esquina que volla para a ra das
Cruzas,
LUYAS PARA HOMENS E SE-
R10MS.
\ en.)cm-*esiipeiioreslu\a. de pellica muilo novas
para hornera e aenhora a 1?2S0 rcis o par, .lilas de
oda muilo boas e sm defeilo algum aman-lla-, pre-
las e blanca- para houtein e tenhoN a 19000 reis
o par, dila* piula, de lorcal muilo boas a SIK1 reis o
par. ditas de ti 1 de Escocia brancas e de cores para
hoiuein c senhora a iOO. 500 e 600 reis o par. .lilas
dilas para meninos umeninas a 100 reif o par. levas
de seda riras de lodas as cores e brdalas, com
g.jarnicao. para senhora a 3s000e 3-9500 reis 11 para
e outras mais qualidades 'de luvas, ludo na ra
do Uiiuiina.io na bem condecida loja d? miudezas de
boa fama 11. 33.
Meias de laia pa-
ra padres.
Veadem-ke superiores meias prelas tle laia para
padres, pelo haralis.-iino preco de I98O) o par : na
ma rio (Jiieimailo, na bem ronhecida lo a de miude-
zas da boa lama n.33.
(ARIAS HMSSIHVS PARA VOL-
TARETE.
\ pndcin--p superiores carias francesa! para volta-
j rel pelo bkraliatimo preco de 500 r
na rna do Quinada, na bem condecida
de/as da boa rama n. 33.
ne quadros de core para ve-1 ido, o covado 500
Al iaca de seda de cores para dilo
Meias finas para senhora, doria
Dilas de seda, o par If280 e
Lila branca, o covado
(it ivalas de col es
V< Iludo de cores, o covado
Al odo riscado e Irul, o covado
Le icos linos de ebita r san:;
IS
320
39500
19300
280
640
39OOO
160
200
iutras multas fazendas por l.aratis-iino piuco : ap-
ecam pois, os fregueies, rom oiubairo, que i..m
cngtili precn.
iVtilAASBOASjj
tiades
> tle UD)l c
ua. uax^iia pri.bc*ti3siuin preco de 2NMKJ v ."'.": !L!"T.0* """canos muito bonitos proprios
mo preco de .500. 700 e 19000 rei-, linissimas e t-
"i"! 'a" "N a **^ e :1900o reis. papel de
rJ, 1 ""'" Pfl"''11- qarto de resina pelo
barato preco de 720 reis. e outras muitis-imas ion-
n'jlm! sevende ,D1"S ^"'O oo que em outra
qualquer oja : na ra do Quemado a bem conhe-
aa loja de miuderas da ba fama u. 33.
a boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SAilEM.
Vendem-se libras de linhas de boa qoalidade o.
30,600 ,0 a 19100, ditas muilo tinas de 11. loo e
120 a 1960U, duza de lesouras muilo boas para cos-
tura a 19, ditas muilo liuas e grandes a 19200 a du-
zta, pecinlias e luco estrello a .560, caiiinhas com
agulhas Irancezas muilu linas a 160, caiiinhas com
Ibnovellos de buhas de marca moiliasimo linas a
280,-braceletes encarnados muito bonitos para meni-
nas e seuhoras a 200 rs., metas brancas muilo liuas
para .cultoras a 20 e :IOO rs. o par, meadas de li-
onas luuitissuno linas para bordar a 100 e 160, bo-
les de madreperola minio linos para cainisasaOOO r-.
a grosa, botoes touilo linos de ac para calcas a 28Ula
grosa, hveias douradas muilo liuas para calcas e cul- !
leles a 120 cada una, peules de balea muilo linos'
par. alisar a 300 rs., pecas ue lila de Itoho con. 6
varas c meta a i0 rs., caixinhas com colxetes franee i
es a 00 rt., cairelis de linhas de 200 jardas de
muilo boa qualidade e do lodos os nmeros a80 r
macos com O (rampas e de muilo boa qualidade'a
jo ti., parea de suspensorios a 40 ra., lorc.das nara
candie.ro a 80 rs. a duri., carteiras de marruquim !
para algibeira com molas douradas a 600 rs cae-
las para pennasj de aro a 20 e 40 rs., metas brancas'
e cruas, la/.un.la muilo boa, para hometu a 160 e >00 ,
rs. o par, (raiicinhas de lia de caraces e de lodas as'
cores a 100 rs. a pecinha, peules de chifre para ali- i
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, grozas do i
botoes de luuca piulados para camisas a 'JU) t.ccas'
de lita decs de lodas as larguras a 210 e 320. luTha
hraucas de carieluiscoin 100 jardas du aolor'vjexan- i
die a 40 is. o carretel, linhas prelas de meaditilnts
aseada muilo boa a 20 rs. a ineadinha, carias de I
alhnetes da meihor qualidade que ha e com 25 nen-
les a 140, peules abarlos de balea para alar cabello
razenda muilo boa a 296OO a duria, mesas de fio da
lisoecia para meninos, brancas e de cero a 240 u 320
o par, grozas de livelas para spalos a 560cmnlia
^nverntsadascou. pritlosde fogo'de vetiuhas de boa
qualidaMet H,'fin.Be pao con. palitos de fugo de
boa qualidade r rs., eaixas com 50 caiiinhas de
pliospriums pwpriameule para charutos a 320
estes mnito bonito- pata bengala a 40 ra., sa-
paoaltos de Ifla para crianras a :iOO rs. o par
prelcs para relogios ,
inda.' -r^'V''^^ '^'.J^TS;,, e^t.JhT ^^J^^^
10 andar, das otras maiUssini.s. que a visla de suas t.nas qua-
U*aana e baratos peas lem causado admirarao
s proprios compradores: na na do Qoeima-
leja de miudczas*da boa
.lo, na l>ein ronhecida
fama o. 33.
Na taberna do Laraogeira, -ila na ra Aleos-
la, de .> portas, vende-se maatMga franceza de pri-
meira qualidade por 180 rs. a libra, assim como
...----., P.,, I98OO, e se res-
ponde pela lea qualidade. fariuha de aramia a 20
rs. a libra, fetjao malatinho novo .1 760 rs. a coia
assim come os matt gneros a vonlade do fre-
gueses.
Vendem-se o verdadoiros e siitierio-
ret salames de Bolonlia, assim como masta
de tmales e queijo parmesao : no^nivo
do Cerpo Santo n armazem de Pairaei-
ra & ReltrSo.
Veedemsc3escraes, sendo I npiimo molc-
eote de idafle 20 atino. 2 escravas de idatfc de 18 a
22 anuos, todos crionlos: na rna Direila n. 3.
Vendein-se 3 impreosas. sendo 1 propria para
apertar charuto- e torna-Ios qua.'.rado-, c 2 para im-
primir esli mpas ; assirc como excellcnle canoa de
wrreira n otrii para familia : qaem pretender, 4i-
nja-sc aria Imperial n. 120, segunda casa decois
da Talirica de saho.
ue muito barato.
ende-se papel de peso e almaco o meihor que
e haver nesle genero a 3, i, 5 c (IjtlOO a resma,
ti paquete muito lino e de muito boa qualidade:
prOpriamenle para se escrever por vapores para a
Europa em consequencia de nao se pagar grandes
portes de carias, em resmas, meias resmas, quarlos
de resma, ou mesmo em qusdernosa 80 rs., papel de
linho verdaderamente almaun e proprio para carto-
rio a 49 rs. a resma, verdadeira- peonas de ac de
hico de lan^a conhecidas pelas melhores qoe 'ha a
1-200 a camua com 12 duzias dilas sem ser de bi-
en de lanca, mas lambem muilo boas a 610 a caixi-
nhi com ISdesiat, duzta de l-pis muilitsimo linos a
320. 100 e .500 rs.. dilos para desenlio a 800 rs. a
duzia. caivetes muilo finos e de lodas as qualidades
e precos, tinta ingleza muilo hn c barala : na ra
do Oiiuimal 1, loja de miudezas da boa lama n. 33.
Vende-se o muilo superior baca
I ha "o de escama a 13$000 rs. por balit-
ea : no caes da AlfandiMja 11 ma/.em de
Paula Lopes.
CHARUTOS VAKKTAS
em ranas de .50 a 2.-000 : vende-se na rna do (luei-
mado n.!).
\ende-se urna mulata, mora, de bonita'figura,
co/.inha, lava e eiii.'omma perlu'lamunle ; se dir ao
comprador o motivo da venda, na ra larga do
Rosario 16, segundo andar.
Superior farinlia de S. Mallieus.
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo lem para vin-
dersuperior lamilla de S. Malheus; a Iralar no seu
escriplorio, ra da Cruz u. 1.
^Vk^ui-se toneis, pipas e ((Hartlas
para d.sltl-;So, ai quaes fora.n de azeile de peixe e
depon, de aguada, arqueadas de bous arcos de fer-
ro, proprin para deposilos, e gaVapa* de distilacao:
a tratar com Joaquim Lopes de Almeida, ou com
Antonio de.Almeida Comes, ra do Trapiche n. 16
segundu andar.
Vendem-se lingoicas do serla.) muilo Irescacs:
na uberna da quina d ra dos Marlyrioa 11. :16.
Cliegaram no ultimo vapor do liio
de Janeiio, algunsexem|llares dos Segre-
dosda Cailigraphia, pelo profesar inglez
WilliamSeullv, nico inventor da letra
corrida commercial, segunda ed i rao aug-
mentada : vende-se por G.sOOO, com liu-
dissuna eniadernaeio, em t;asa dos Srs.
Antonio Lopes Pereira de Mello & C, ra
da Cadeia rio Kecilen. 7.
Vende-se urna casa terrea sita 110 en-
genho Dous limaos, em Api pucos, no
lugar chamado Pedra-Molle, nova, com
muitos commodos, com sitio perlo do ba-
nlio: a tratar na rita da Cadeia de Santo
Antonio, com Hodolpho Joo Barata de
Almeida.
Vende-se a loja de biHieles da rna do Itngel,
minio atregoezada : a trata/ na mesma n.48.
No alerro da Doa-Visla n. 80,' vende-se cho-
colate, nucanu e lalharim a 400 rs, a libra, sag,
cevadinha de I ranea a 320 a libra, lalas com biseo-
los finos de Londres, diversasqualidadrs ultimamen-
le chegadas a 19800 urna laia, cspcrtnacele a 610 a
libra.
Sao de admirar
Assim que peeam
.Vio lem voulade
De largar
As grandes bichas de llamhurco : na ra eslreila do
Kosano n. 13, padaria qoe foi doCuulia. vendem-se
e alugan.se por menos preco do que cm oulra qual-
quer palle.
Luja da pobre/.
Na ra do Passeio, loja n. 0, vendetti-se curtes de
calcas escaras e muito eocorpados 19000, dilos de
brim de lisln. escuros a 800 rs.. dilos du brim branro
a SOOrusprles de colleles de fuslao .le cores a 700
rs., ditos, .it- cambraia branca e de Cores a 39500, d.
los rvo ctula linos a 29, chales brancos a ft' ,
dilds de fia e seda a 39500, chapeos de sol a I95t
29. r*tc-sj*e madapolao a 39, 39500, 49, }->500 e .
chitas nejfa 2IM) rs. c 220 o cavado, algodo az,
zrosso amO o covado, e outras muilas fazendas, que
nao se pivdu mencionar por falla de lempo.
m Callifm.
Boneeas franee-
haral110
loja de mtu-
xas.
Vendem-se mu
haralissimo prec.
Oueimado. na i
boa fama 11. 'X\.
lo bonitas lioneras fraaeczaf, pelo
de 19980 e IWWh na ma do
m eenheeida loja iJar:
noivas.
para veetnosldc aoivas, pelo baraHwWne prec.. de
O- : na ra do (Jueimadi., nos qualrn ranlos* hija
de la/endas da boi r n. 22, defronte da loja de miu
pozas da boa fama1.
Loja da boa f.
Vende-se tlialy de quadros de bonitos padroes ,1
900 rs. o covado, dilos lisos de bonilas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
nitas cores a 55. ditos com lislras de seda a 79: na
ra do (.Inclinado, nos qualro canto-', loja de fazen-
das da boa lo n. 22, defroote da loja de miudezas da
boa (ama.
Para os namora-
dos.
Vendem-se folliat de papel muito botiilo, proprio
para enrresondencia de namorados. pelo barato
oreen de 10, 00, 8(> c 100 rs. : na ma do Ooeimado,
na bem coulieri la loja de miudezas da boa fama
11. 33.
\-;issis pretas pira luto.
Vendem-se cassas prelas muilo linas proprias para
luto, pelo haralissimo pceo de SO ? vara : ua ra
do Oueimado, nos qualio cantos, loja de fazemlas da
boa fe n. 22, dcrronle da loja de miudezas da boa
fama. #
Afiyo'ao ionstro.'
Vende-sealgodlio com qoasi 2 viras de larg^
propio, part lencoes e. loalhas, pelo baralissim
nrafo de 60* rs. a vara : na ra do Qoeimado, o>
qualro cantos, loja de lazendas da boa f o, 22. '
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ltima-
mente de Fraura, pelo haralissimo preijo de 19000 o
rovado. Esta fazenda he de pora la, 1 seda, e ot
seus parires sAn os mais bonitos qoe al o presente
lem apparecido no mercado : na ra doQueimado,
uos qualro cantos, loj de fazendas da boa f 11. 22.
Para as senho-
ras qiib gostam do bom c
barato.
Vendem-se ricos nenies de tartaruga pira alar ca-
bello a 49500, meias de seda de cores mnilissimo lin-
das para mancas de um mei a um atino, pelo barato
pret;o de I98OO o par, leitcinhnsMc relroz de todas as
cores paro seuhoras e meninas a 19, loucas de Ifla
para senhoras e meninas a 500 rf., camisas de meia
para enanca- al a idade de um auno a 500 rs.,
meias brancas de algodao para senhora moilissiuio
linas 1 500 ra., dilas brancas e prelas de seda o me-
ihor qoe se pode encontrar a 29 e 2->50u o par, ricas
caixat para guardar joias a 800 ra. e I9, eaiisf mui-
to ricaf cokn repartimenlof nicamente proprias para
costuras, |elo haralissimo pre(o de 29500, 39000 e
395OO. (ra .--1> de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, | eto haralissimo preco de I-, dilas de tar-
laruaa a 39500, 'icos leques com plumas e espelhos e
pinturas linissimas a 29, pentes de bnfalo minio linos
para tirar piolhos a 500 rs., lesouras linissimas e de
lodas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
cores e largores, ricas filas de seda lisas e lanadas
de lodas at larguras-c cores, hicos de linho finissimos
de lindos padroes e lodas as larguras, ricas franjas de
alzodu brancas e de cues proprias pars cortinados,
e outras moilissimas coasas, que lujo se vende por
to barato pre^o que aos proprios compradores ser-
vir* de admiraran : na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
sorll:nenl de perfumara, de n.das as qualidades,
sendo seu autor o meihor que ha em Pari.rjquissi-
mos frascos de eilractoi muitissuuo finos, pelo baralo
pi uro de I92OO, 19-500,29 e 29500, jarres de porcel-
lana delicados e de modernos gofios co-n banba Tran-
cen muilo lina a 29, fraacot con) essecncia de rosa a
320, paos de pomadi franceza muilo boa a 100 rf.,
fraseos ppqnE.m* e sr.ndes da verdadeira agua de
Colonia do IMver a 180 e I ikhi. sabonetes liuos e de
diversas qualidades.pies para deilleso meihor que p.i-
de haver, e oulraa militas perfomariaf, que se veu-
dem muilo barato: na ra dotj.ieimado, na bem ro-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
i\a loja das seis
1 m completo sortirnento de bordados comose-
jam, camisetas rom mangas, collarinhos. peitilhns,
romeiras, eammis, coilinba e pelerinas ; lambem
tem un completo tortimento de rica, llores, enfeiles
para e.beca, lilas o os verdaderos e modernos b.cos
de linho: na rea da Cadeia-Velha n. 21. primeira
indar.
Vende-se o sitio com rasa de sobrado do falle-
cido George kenworihv, no lanar de S.Joac do Man-
guinho, rom ..rvoredos de Truno e mala beii.reilorias
que nelle se arham, sendo as ierras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em caa de Sa-
miiel I', .lolinslon \ Conipanhia, ra da Seasall No-
va 11. 12.
EmcasadcRabeSchmeltau da Cadeia n. 37, vende-se :
Lm grande sortirnento de vitliosdees-
pellio.
Relogioi linos de patente ingle/..
Cotilos de lustre, marca astello.
Con ros de graxa.
Ervilhas sectas em garra (es.
Vinho do Rlieno superior,
ludo por preco commodo.
Ka lili lia de mandioca de
S. Matheits.
Vende-se larinlia de mandioca muito
superior enova, chegada de S. Malheus
pelo patacho AUDAZ, com raui curta
viagem.a preco muito commodo : alior-
dodomesrr.o patucho, ou no escriptorio
da ra da Cruz n. 49, primeiro andar.
salitre superior.
Vende-se e muilo baralo, ua loja de ferragens da
ra do Qoeimado n. 35, em porees e a relalho.
Em casa de M. Calmont & C., praca do
Corpo Santo n. 11, |N1 para vendero
seguinte:
Taboado de pinho, alcatro e pi\c da
Suecia.
Alcatro de carvaa.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho e de Manilha.
I udo muito commodo.
"IVa loja das seis
SYSTEMA MEDICO DE HOLLWA V
^UENTOHOLLOWw'
btfflSaSESSsa
obraran, 2, ? i',tt""- QnaWtns |^..a, te-
bra, os e rn d.2TJ* rem"" "* d *"
,e"'P0.,Pj,":D^l""S1,,e'rr >_ H*l lou,o
t I -II blJT' .,,de ity"m "" mpla-
asvlus ,1* I;!.'it U,.U- au h.Yendodeivadoe>*e.
esa ope ar, m^'10' *"* "*> nbaiellerem a
"nle.,,ed,i1,1 lo'a ''":"n """'l'% LJI""
Uninas dasi" .. deHe Preeiu '"^'<>- Al-
menlo.decr.*".' "' '"" osen reconhec-
do lord corre*ed,?r ,.e,u,,< benficos dianle
-.nle.u4r.^ST=: "" -
O unguoto he Mtl ma, p-rftJ, lmmm
sctjuiMle* ca*ot.
malrii.
Lepra.
Males das per na?.
dotpeila*.
de ol*,.
Mordrdurat dereplis.
I'tradurade meeejeaWe.
l'olnuii-.
(.lueimadclas.
9arna.
Suporaroes pntridas.
rinha, cm qoalquer par-
le que seja.
portas
loja no\t m p do arco de Santo Anlooio, 'alem de
muilLssimiis e boas fazeudas baratas, vendem-se cor-
les de dula Tranceza de 10 cuvados a 23000 rs. e cm
covados a.200 rs. muilo larsa, muilo boa para co-
berlas, cortina-los r vutidos, sao de coi es claras,
alegras e bonitas.
t PALITOS E CAMISAS FRA-g
porl
k Venc-sc urna loja de ferragens na nado,
LrClVlk: .fie llit... yueimadn muilo propris para principiante por ter
WIAtln P":os fui dos : a tratar na mesma ra n. 3-2.
Ven le-sc urna escrava crioula. com todat as
1 habilidad, s ; o motivo d venda se dir so compra- '
iU A l.s'OO rs. o ecnlo.
Na l,.j 1 de barbeiro da rna ?stre(a do Kosario 1
2, vende-se bisas de llamburgo chegadas pelo va-
por, a 113000 rs. cada cenia c alugam-se por muilo !
barato pre^o.
ro.
VARNDS GRADES.
I 111 lindo e variado sortimenlo de modellospara
varaada* e gradaras de goslo mndernissimo : na
ion.In. ni da Aurora,'em Beato Ainaro,e uo deposi-
to da tue a, ua ra do Brum.
Rape e charu-
tos.
Na ra da Cadeia do Recife n. 15, loja de Bour-
gard, ver dem-se superiores charutos >U Baha, em
caitas, 11 acos e relalho para quem se quizer conven-
cer que I e bom e burato, e rape de Lisboa a 30 rs. a
oilava.
-ji Vende., -se palitos franceses de brim de '
Jr lleno a 37000, ditos do alpaca prelos ede ",*
W cores .-. 7 e s-, ditos de patino lino prelos 6?
R e decores a Iti e 0>, camisas francesas l
K brancas < piuladas a J, & e 3; a duzia, L
5 abeilnras de linho a (3 a duzia, cnlariiihos >' '
, de liuho a a duzia, sendo ludo da ultima ",'/
vS moda : na ra Nova loj n. 1. ..
'Vende-se salitre refinado da mellior
qualidade, (|iie ha, a !l.s a ai roba : o
escriplorio da ra das Larangeiras n. I \.
CHAS \i HAMBIM
A 16,000 rs ocento
iO deposito das bichas de llamburgo. ra eslreila
dqKosaiion.il, lornnii a receber nova reme-sa ile
bichas de Hainhurgu pelo vape* insloz oAvon., que
paksoo para o sul ; vendem-so a Id- o cen o, e >ln-
gatji-se a 3-iO as graudes, e (Kl rs. a menores.
SGFERJOBJ CMAKI'TOS S. FEI.IX.
Responde pela sua qualidade.
Caixai de 200.
mais soperores charutos de S. Felis, lem para
vefraer Antonio Luis de Oliveira Asevedo, no seu es-
criplorio, ra da Cruz n. I.'Knjhsjni etu qualida-
des aos superioresAranas.
as
Em frentts do LlvrimentOa
Corles de meia cascmna pjeta? e de cores a dez
pilMas, lita propria para pajitos a tres palaras o ca-
vado, corles de calca de brim ilscuro, de liaho, com
loque de mofo a de/, losloes, Jiaiuio lino mezclado
proprio par-, casacas ou palitos a qualro mil res.
chapeo) franceses de castor brinco a oito mil reis. e
de seda prela lambem rrancezes a sele mil rcis, di-
nheiro i vi PofatMtM do que em rtutra qualquer parle
vciidem-se na ra eslreila do Ho/arin n. II, uo de-
posito de langoesu&as hamhurguczat, os objcrtns
abaixo e novamenie ebegadosj :
Bolachinha de toda -J.VI0
llila de Lisboa ",,.,
Hila hamborguexa, laia grande RsjOOO
liila de ararais liia 25600
yucijo londrint a libra a~JO
Presunto para Hambre -liio
Tuurinljo ingle, --o;
Amend.ias cunt liadas elranifezas a libra Is.oo
Damasco eltiinjalaU IsOOO
laia -orhda *i-OO
111 f rented Liviamonto
l'aupelina de seda e Ua para vtlidos, de lindos
padroes a duas patacas o covado, riscado monslro a
dous losloes o covado, cassas francezas linas a doze-
vinlens o cavado, manguitas de cambraia para vesti-
dos a dez losloes |,ar, sedal de lindos goslos, lar-
:as a d.mis mil reis o covado, dinheiro visla para
acabar.
Pianos,
Vendem-scpianosverliraes ingleses, de elevantes
modello-e evcellenles vores, labricados purumdos
mais acreditados autores, preciado na eiposicaode
Londres: no armazem de Roslrou Kooker v\ Com-
panhia, praca do Corpo Santo.
RcSog'ios
coberlose desrobertos, pequeos e grandes, deouro
e prala. patente inglez, de um dos melhures fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gles: em casa de Soulhall Mcllor ,\ Compaohia, ra
do forros n. 38.
eclcur, Vermfugo inglez. salsa de
gelaes, salsa de Sand- : vendem-
Trdadeiros em casa de llarlholo-
u/a, na ra larga do Kosario
s>oiei tures rfci Jaa Jiesj)a.
nli .s muito encorpa-
*1 dose randes.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquiua que
volla para a ra da Cadeia.
Cal yirgem ce
Lisboa e potassa da
Russia.
Vende-sc na ra do Trapiche n. 9 e 11, cal vir"*m
de Lisboa, nova a jgOOO o barril, velha a 300 rs.
arroba, e polassa da Knssia a 300 rs. a libra.
Kelogios de patente
inglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em asa de
Augusto C. do Recite, armazem n. 36.
Attenco
41
Kiscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
ile semeos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo boingo-ln a j>, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a 15000 a vara, loalhas
de panno de linho alcovoadas e lisas para roslo, as
mais superiores que lem viudo ao mercado, ditas
para mesa, guardosnos adamascados e outras mua
(as fazendas por preco commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba hem| acabadas,
sapalos e esleirs, rhegados receulemenlc do Araca-
lv, por menos .1.. que em oulra qualquer parle : na
roa da Cruz n. 34, primeiro andar.
Vendem-se caiascom v.lros para'vidracas
vidrot de bocea larga com rolhas do mesmo, o maior
sortimenlo possivel : em rasa de llarlhnlnmeii Kran-
cifeo de Souza, rna larga do Kosario n. 36.
Vendem-se madapelOn linos e de oulros, com
pequeo loque de avaria, por presos muiti bara-
tos: na ruada Cadeia-Velha 11., primeiro andar.
Moinhos de vento
com bombas de reposo para regar borlas e bai-
la de capim : ua fundirn de L). W. Bowman,
na rna do Itrum ns. (i, 8e10.
Gal t\p Lisboa.
Vende-se orna porc.'io de barris rom cal de Lisboa,
por baralo preco. e relalho a 39 o barril t t.a roa da
Cadeia do lenlo n. O. <
Melo^ios
ing ezes de pa-*
tente
'
os melhores fabricados em Inglaterra: em casada
llenry Gibson : ra da Cadeia do Recife n..".-'.
AGENCIA
Da fiintliMo Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. \i.
Neste eslabelecimenlo contina a haver um com-
pleto sortimenlo de moendas e meias moendas
para en(;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito.
t
8500
Alporcas.
(^aitnbras.
Callos.
Canceres,
'orladuras.
Dores de cabera.
~ das rostas.
'los membro-.
tolermidadcs da culis
W" ceral.
Enlermidadesdoanus.
truprneseseorbulica.
islul.s no abdomen.
"L'!,'"i* a- Tf'"'"e!,erT.
Krieras ",rem,da,le- Ll'" *".
i^"^w,ia.. 1 zjssl.
I .chaces. v """'(atoe-
"r^Agg; ":nr;turnod-
e .'ar^aT^r!'1' d,c,,"l"ta ** an*
SSSSzz.'assbss:
Vende-se cimento muito novo ckeeadn en 11
Fio de algodo da Baha.
V ende.se em saceos de M e 100 libr.,, p,r cow-
,olanPr: aru',df>. "ma.en.de'c.u^.
Navalhas a contento.
Conl.uua-se vender a x-yHM> o par(prer. (i.i
). bem conhecd.s navalh,. de b.,b.,feit; feta h,.
h.l fabr.canle qnc ha sido premiado em diversa, es
pdsicocs: vendem-se com condtea,. 0, *"
dndo poder o comprad,,, devolvc-| m M\ 4,1,
depois da compra, reslilundo-.r imp.ri.ect.
enf,^r,0<:-de AbrtU' -C.dei.To
Moendas stiprrioreis.
Na fundicaod.-C. SlairAC, em San-
to Amato, achare para vender moendas
de canna todas de ierro, de um modelo
construccao rnuito mi|hmioi .-.-.
vmm DO POKTO SI PEKIOR CHAMICO
tm camas de do.sdoii.. e em barris de oil.
ecentemente chegad. p,|0 brigw OrSefcr i
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo c azul, fino, f,ttIMi, _.,,
*" u e2fta! 'Paca prela moilo fin. Biml
vjd.., mer.no se.im, f,',,. M '* vesltdos a 190 cov.do, sel.m piel, aa.oo tmJZ.
supertor 296W 0 co,ad(li s,0lZ\*""*
huo para vestido a 2 o cov.do ,ur!c/ i,
lispanhola a 2y2^ t2ZST'g*TneL,"2 '
,a,od',e!"VOCOV,',,0 "'"" <"<"< ao de seda, faicnd. muito boa -J eat7dai.
toe, de bonito, pad.oe. 610, bnmlrSvS,ZL '
de furo hnbo I> e l>110 a ,., br'r^l^'^
de cores de n.u.lo bonito, p^.o., de pVSSST.
I"" "'" d,, >'antado pardo ubeaid. M.
t.ho a lo ,s. a vr.,dilo liso |.0 B '"
amarel.a. ,.a e de quadros. faiend. muOo ,."?*
a -to e 300 oeov.d., dit de c e^ra, dTq
dro, e li,tr.s, de murta bonito, pMtes p.ia c.lcV, .
palitw. 00 r, o eovaa*, c..e,' de cXi de ..".t
casem.rasde.lRodJo.pel. baralo preco de l8l*
brimsinho, de quadros de poro 1,1,1,0 -io cov.do
panno de linho muilo liio 610 vara, peilee moi-
lo irnos p.ra ,-amisa brancos a de cor, 7400 e SM
rs., camisas de me,a mnilo finas a la e laiai luv.s
pret.sdc lorcal p.ra senhnre, fa/enda mS su*
or a 800 rs., dilas de sed. de lod.. ,s cores nac.
homem e senhora. pelo btratissimo preco de 19900
par dilas de lio de Escoc, par. menino, t ,;"
a 1011 rs.. lenrtnbo. de lilcl moilo Iwnilo, a 19, rica,
grvalas de seda prel.se decore, 1j metes lenra,
de seda para grvalas 10 r... dilo. prele, .,i,
bous |->, prca, oe rambr.j, de -lpicos rom K va-
ras e meia a 39200, e 110. vara, dila. adamascada,
minio boas par. ruitin.do, lar*, cambra, lisa mu
lo lina cm urna vara de largor., pelo -b.r.li,B,0
prec. de ,,h0 a vara, lenco, de cambra!, mu.lo f.n.,-
I.dos brancos e com barra, de cores a 300 rs., lea, ,
de chita Tranreies muilo bons a 100 rs., chales de
algodao de cures de bonitos padn.es a 800 r. risc.-
duihus muilo lino, e de muilo bouilos padroes 160
o covado, liio de linho liso muilo lino 960 a vara
dilo de Ooies.a ls-J80, meias prelas de cd. para st-
nhoia, fazenda muito superior a 2op.r, dita, br.
ras moilo lio, a 3o o par, dila, brancas de .losf*.
muilo lin. -Jlu e 3J0 o par, dila, br.nc m.,i
linas |iara meninos e meninas Jlo o par, e alees d.
ludo jota ulraa mu,ti-.mas l.i/mjas. .|e a vbl. da
a boas qualidades e barato, preco, he qoe o. se-
nhores fregueies, amigos do bom e baralo, contrae.
rao o que he pichincha : n. roa do TJiirias.d. .,,-
qualro ranlos, na lj. de faieodas d. b. fe o. &!,
dcfronle da loja de niiudeus da boa faro..
XAROPE
DO
BOSQUE
I 'i transferido o deposito dele sarope para a b-
lica de Jomo da Crus Santos, na ra Nova n .VL
garrafas 5&500, e meias :ia000, -endo (ais. lodo
aquello que nao for vendido nesle deposite, rfc
que se (n o prsenle aviso.
IMPORTANTE MA 0 PIBLICO.
Para cura de phlvsica em lodosos seo, dincren-
ie-araos, quermolivada por constip.rAe,, lir-sc,
asihma, pleuriz.escarros de sancue, dr dec,,.-
ladosepelo, palpitaran no coraran, eotaoelorhe,
hronrhile. dr na s.rcanta. e ledas asmole-li..-
dosornos pulmonares.
Pecegosl Pera
Biscnilo in^le/,
"rseos com conkeiva dedill
dades
Passas novas a libra
Ameixas a libra'
Hlala a libra
Vinho chore/ gnala
Pito l|
Dita
Doce fino de goiatu caistlo
M mu la.la,laia de 3 libra
reoles quali-
lordeaos liiilo sarral
dilo bnaiico o
lia Knro
Pl
de dillerenles
-'.KIO
-Vl
5180
rooo
29000
1-i.lHI
hooo
BoiAev com doce
qualidade,
Azeile doce franee* Irasco
Vinagre garrafa
llaateiga ingle/., superior libra
\ inli h de Lisboa o ni Ili.n que be possivel
E nutra, muilas cousas, que serie ttuuca acabar se
fesso mencionar.
:>?00O
lll
19000
1-51-JO
3")
Vende-sc cal de l.isboaullimamenitcbegada.as-
fimcomn|,olassa daltussiaverdadaira : tiaprara do
Corpo Sanio n. 11.
TAIXAS PAISA ENGENHO.
Na fnndipao de ferro de I). W. Bowmann ua
ra do Krum, passando o chafariz, contina lia-
ver um completo sortimenlo de taixes de ferro fun-
dido c balido de '! a *8 palmos de bocea, *s quaes
ar.ham-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: einbarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem despega ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. lohnston & C,
ra da Senzala-Novs n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieiros e eaMMOH
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municio, arreios para car-
io, lonas inglezas.
sctat>c& fi?JfS>0$.
Contina a estar fusido denle o dia II de en-
hebro do auno pa-sado o escravo David, crioulo, dr.
? nnos.p.iu.'o ma,s l.-nl... rr'.r lula e olhos siandc, hr muilo f.illaale o
pachol., levou caira e jaqueta, h. noticias do ine-m,.
esnax.i andar na Barra i,ramio e noengenho Bos-
que, onde lem .IssMOt ami/>,le: quemo apprehen
der ieve-o ,o en^ehho baitinho em Rio Fortnoso, ou
ne-a i i.ia.le na ra de Crui n. M, qne receher.i a
quanlia de .Vl?de sr.lilir.rlo : icn.lmeale proie-
l.i-e haver o, dia, de servido do mesmo, de quem
liver aeouldo.
Ilesappareeeu no dia l de novemhro a m.de-
que Satnoel, rriooln, id.de I'.anuos, ollirial dr ...
pateara, com o, igoar, srcoinlr, : ,llat;, t, palmos
pono mais on menos. Tino do corno, boniln, r.'ir
|,reli lirandr. .-, Inla, nllios cr.vndes e vivos, horra
Mtl e o mais resulares, bons denles : a pelo, oe
., apprehender leve- ro. Velha n. r2. n,. v,,,
gr.tiftc.do rom lOtfcOOO. *
PBRIi. TYP. DB U. f. DI FHU- |i"
MUTII ..A


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