Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07428


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Full Text
\
> t

\

I
ANISO XXXII N. W
Por 5 meses achantados 4j000.
Por 3 meics vencidos 4j500.
SE61M IEIKA 7 DE JILHO E 1856.
Por anno adiantado 15o000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCARREGAPOS DA SUBSCR1PCAO' NO NORTE.
Parahlbe, o Sr. Otrniio V. da Natiridada ; Nalal, o 8r. Joa-
quim 1. Percita Jnior ; Aracatv. o Sr. A. da Lemoi Braca '
Ceara, o Sr. ). Jote da Olireira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mai
quee Rodrigues Piauhy, o Sr. Domingos Uerculaoo A. Pessoa
Caareoaa ; Pari, o Sr. Juatiniano I. Ramo! ; Amazonal, o Sr. Jero-
oymo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olimla : Indos u* lia*, a. 0 i: nn-ia hora* -lo dia.
';""* <;oi.nn I>nrai,.i,a : .,. ..v.in.l.,. a -n.,.-r,-ir..
. Anl.,r, Hrn-rn, l!onn,.,i:.iru.im, All.nl.....(;r.inliiin : na Icrra-trira.
8. Uwn-afo, I'..-,! Mh,., .Y,/.m-ih, l.immicu, Hrn, IVMiueira. fmu-
ii. H,.r.-. \ill..|fc.|U. II04-M.1,. Onr.miv r K.,., na. .|U.na-f,rJ
<.ati.., I|..,,ii,.i. jeriaUeaa, Rfe-Fonaoto, boa, Bin-droa, Agua-1'ret.
.Natal : ,|uinniIrir,,..
nlcir.i-
"l'udiiS
- |iarU'lli li. 11)1 01,1- .la I
jnh.l
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAriTAL.
Tribunal do commercio quartai a labbadoa.
rtelc.no : tercas-feiras a aabbadoi.
Fazenda : quarUi a tabbadoj ai 10 horai.
iuio do commercio: aegonda ai 10 horas a quintal ao meie-dia.
Juizo da orphioi.- segunda! e quintas as lOborai. ,.
Primeira vara do civel sagundil a aeitaa ao meiojdia.
Segunda rara do cirel: quariii a sabbadoi ao meio-tiii.
EPHEMERIDES DO MI / DE .11 MI
2 La nova aa 7 horas. 11 mnutoa,48 segundo da mannaa.
10 Quano crescente ai 7 horas2 mlnutoi e 48 segundo! da ID.
7 La cheia ai 2 horas, 12 mirmtoi e 48 Kgundoi da larde.
14 Quartominguanteaos 42 minutte 48 segundosda larde.
PREAMAR DEMOJE.
Primeira as 9 horas a 18 minuto! da manilas.
(Segunda as 9 horas e 42 minutos da tarde.
PART QFFICIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
' LE H. 391.
Sergio lexeira de Maeedo, presdeme da proviu-
cia de Pernambuco. Fajo saber a todos os seus ha-
bitantes, que a assembla legislativa provincial de-
creto, e eu sanecionei a resoluclo aeguinte :
Artigo !. Fica desligadi a cadeira de ensino pri-
mario do collegio dos ur pitaos do lugar de vice-di-
reelor e capelln do mearao'collegio, e aulorisadn o
presidente da provincia a mandar prover aquella ca-
deira nos termo-, da loi de 14 de maio de 1855.
,Art. 2.* O vico-director e capellao do mesmo col-
legio perceber o ordenado de oilocentos mil res.
An. :!. Ficam revogada* as diipusices em con-
trario.
Mando, portanlo, todas as autoridades, quem
o conheclmento e execucao da referida retolocilo
perleocer, que a cumpram e facain enmprir 13o in-
leiraroente como nella se contm.
O secretario da provine a faja imprimir, publi-
car acorrer. Cidade do Recite de Pernambnco, i de
jutho da 1856, trigesimo-qoinlo da independencia e
do imperio.
',- S. Sergio Teixeira de Maeedo.
Carta de lei pela qual V. Ese. manda eiecatar a
resoluc.,lo da assembla legis.lali.va provincial, que
aanceiouoo, desligando a cadeira da ensino primario
do collegio do> orpbao* do logar' de vice-director e
capellao do mesmo collegio, e autorisando presi-
dente da provincia a prover aquella cadeira no ter-
mos da lei de ti de maio de 1855, todo como cima
se declara.
Para V. Etc. ver.
Firmlno Herculano Uaplisla ltibeiro a fez.
Sellada e publicada nestnsecretaria do governo da
provincia de Pernambnco, aos de jnllio de 1856.
Jos Benlo da Cuoha e Figueiredo Jnior, ofli-
cal-miior servindo de secretario.
Registrada a fu I ha do livro 4o de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambnco, 4 de iolho
de 1856. '
Joao Domingues da Silva.
LEI N. 395.
Sergio Teixeira de Maeedo, presidente da pro-
vincia de Pernambnco. Fajo saber a todos os seos
"-ahilantes que a assembla legislativa provincial de-
crelou a resolocao seguinte :
CAPITULO I.
Despezas mnnicipaes.
Arl, I. A despea rdas cmaras municipaes da
provincia otra o anno fioanceiro, que tem de cor-
rer ilo 1. de oolobro de 1856 a :Hl de selembro de
1857, he fuada em reis U0:76l8li.
ArU2. Acamara municipal da cidade do Kecife
lie antorisida a despender com os objeclos designa-
dos nos 88 seguinle*, a qoantia de 68:2!H)x806.
S i.Com a secretaria, sendo com o
secretario 1:1008000; com o oflicial
rnaior 8009; com qlialro amauuen-
se* a tiOOn cada uin. servindo um
delles de porteiro, 2:400o, .cm o
crrelo e srvenle da casa 100. 4:"0OS0IK>
S 2. Com a conladona ; sendo
cotn o procurador a porcenlageni de
seiii por eenlo em todas as rendas da
cmara, calculada de modo qoe Mo
sej inferior a 1:500o, e nem ezce-
da a 1:8009, dando-se mais 300? de
gralifiearao, 2:I0H3 ccomocoula-
"t "003......... 2:8005000
g 3. Com os empregados exter-
nos; sendo com o advogado 4005 ;
com o solicitador .'l5tJ.-> ; cun o etli-
ciat Hejoillca t50 ; com os tres lis-
caes dan rregtreziis do Recite, Sauto
Antonio, e S. Jos, lepdo cada um
ileltes 350b de ordenada e .'15tt> de
gratilicaco, que dever ser percehi-
da pelos supplenles que os snlistitui-
rem em seos impedimentos ; com o
da Boa Vista que lera 8003, sendo
4009 de ordenado e 4003 de eratili-
cjcao, que tambero sera percebida
pelo sopplente, 2:9003 ; com os lis-
caes do Pojo e A Togados, lendo cada
um 4503, 'J003 ; com os de S. I.ji. -
renco, JaboalSo, Vazea e Muribeea.
1003, cada un, 4003 : com o cirur-
giao de partido 8003 ; com o enge-
nheiro cordeador 1:0003 ; com oito
guardas municipaes, que eierceao
cumulativamente oa lugares de repa-
sadores, percibendo animalmente '
cada um23, 1:9003..... 8:8203000
S i. Com o ccmiterin publico,
seudo com o seo dmiinstrad.ir
1:800} ; com o capellaoNS00> ; com
o aacristao 3008 ; com oSorleiro
5503 ; com os dout guardaCHndo
cada um 3509 1:1009 ; com o jan.
cairo 3608 ; com qoinze trabahado-
re 3:6003 ; com a continuaron des
obras do cemiterio de S. Lourenro e
d ontras fn goezias de tora da cida-
de do Kecife, dentro de seu ronni-
cipio 2aT0O3 e com ai eventnacs 4003
, g 5. Com o'alnguel do paca da c-
mara .5009; com o eipedieole e im-
pressao 4tXto; com as cuitas de pro-
cessos criminae-, inclusiva as dividas
d'AuloDio Joaquim Correa, Joaquim
I- rancisco de Paula EstevasClemeni -
e Francisco de Barros Correa 3*00^;
com o tribunal do jury e eleic.
2:0003 ; rom azeile e agua para as
pnsoes 5003 ; com a limpeza e con- ,
servajio do calcamentn das ruaa
0003 ; com o concert de predios
perlencentesmonicipalidade4:000s;
com os negocios forensesSM# ; com
as desappropriacoes 4:0003 ; ecom
as despe/as evenluaes 1:500;. .
6. Cora a continuarlo da.obra do
roatadouro.......,
; 7. Com a obra de um mercado
publico..........
i 8. Com a cuutinuarjlo da estra-
da do cemiterio .......
22:4003000
10:0009000
6:4703806
2:0003000
8:2001606
Arl. 3. A cmara municipal da cidade de Olinda
lie aulorisada a dispender com os objeclos designados
uos 3 seguintes, a quanliasde reis 3:3703698.
I. Com o ordenado do secretario
6003 ; com o do porteiro .1003 ; com
os seis por cento do procurador, cal-
culados na forma da lei 2033957, tan-
do mais a gralificacio de 1503000,
3539957 ; com os liscaes das fregue-
zias de S. Pedro e da S, 2003 : e
com os das freguezias de Beberibe,Pa-
ralibe e Marangoape, 509 cada um,
50........... 1:6033957
o advogado..... 150900
o expediente e despozas
2. Com
? 3. Com
miudaa .
t) 4. Com
o pagamento de cusas
de proeessos criminaos e contravcncOes
de posturas, inclosive melado da di-
vidas de JosCardoao deQueiroz Fon-
seca, Fihppe do Nascimenlo de Paria
e D. Aiiiia Francisca Marques. .
5. Coro azeile e agua para a
cadeia '........
4 6. Iliim o calcameulii das roas,
concert de predios e obras muni-
cipaes ..........
5 7. Com o jury e eleires. .
S 8. Com as despezas eventuaes
e assignalura do Diario. .
603000
6739370
iqTjoo
4333371
2003000
1503000
3:370*698
Arl. i. A cmara municipal de Goiaona he au
torisada a despender com os objeclos designados
nos paragraphos seguinles a quautia de I*. 4:8669000.
s 1- Com os empregados, sendo
com o ordenado do secretario 6003 ;
com o do porteiro 2003 ; com o do
ajudanle do dito 609 ; com o do
procurador seis por cento calculados
na forma da lei em 2003; com o do
Useal 2O09, percebendo o supplente
melade. quaudo esliver em exercicio 1:2603000
jj 2. Com o ordenado do advogado 3003000
S 3. Com o cirorgio da munici-
Plidade.......... :10I)9000
? 4. Com o repezador do acougue 503000
S 5. Com o expediente e despezas
rmudas.....
S 6. Com os foros dos terrenos
oceopados pela cmara.....
S 7. Com o jory e eleicoes. .
S 8. Com o pagamento" de cusas
de proces'os c conlravencoes de pos-
turas............
S 9. Com obras municipaes. cal-
i.-ameiito de ras e reparos de pre-
dios...........
S 10. Cun o aluguel da casa que
serve de ribeira de peixe. ^
S II. Com o aloguelde uma'ca'sa
Ijte serve de maladouro publico na
puvoaciiu de Crnangi.....
> 12. Com a.-eile e agoa para a
cadeia.........
S 13.Com o ordenado 111.-I1 ador do maladouro publico. .
14. Com o tratamenlo dos en-
fermos recolliidos a Santa Casa da
Misericordia........
S 15. Com despezas evenluaes e
e assignalura do Dmrio ....
253000
253000
509000
de SOS
5:112300} i egoados nos paragniphos seguinles a quantia de
"6.^ja90 ris.
DAS da semana.
7 Segunda. S. Pulcherla v. traperatiil Si. Claudio, \icoitrcto.
8 Terca. Ss. Prossopioe Piiscdlj Mm.Ss. Cecilia e Auspicio Mrn.
1 Cuarta. Ss. Cynlo e Bririo llb. S. Anatholia. Apogeu.
10 Quinu. S. Silvano m. ; S. Bianor m.: Ss. Rulino e Secunda Mm,
11 Sesla. S Sabino ni : S. Abundio m. ; S. Sindeo presb.
|3 Babbado. >. Jaio (iualberto ab. ; S. Jason : S. Paternianno b.
13 Domingo. O Aojo cuslmlulio do imperio S.;Anacleto p. m.
EXCAURKC.ADOS DA SLBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoai.o Sr. I.laudino Falcao Dial ; Babia o 8r. D. Dunra>'
Ro de Janeiro, o Sr. Joao Partir Harlini.
EM I'KIIN AMIII (.11.
O proprieuno do DI A Ro Manoel Figoeiroa de Faru, na aua
vraria, prava da Independencia ns. 8 e 8.
7:75i3000'| S'i. Com os empregados, sendo
municipal da villa do Cabo lie | com o ordenado do secretario 1503
der com os objeclos designa- rf; com o do porleirO -{259000 rs. ;
do nos paragreptfos seguinles, a quantia de'rs. IToit
1:6289644.
1. Com o ordenado do secreta-
rio 1203 ; com ojio porteiro 253 ;
com o do procurador seis por cento,
calculados na forma da lei em
269845 ri. ; coro 10 dos liscaes das
fregoezias a porcenlagem de. vinle
por cento, calculada em 203 .' .
2. Com o expediente e despezas
minia- ......
S 3. Com o jury e eleires. .
s 4. Com o pagamento de cusas
dos procesaos eriatinaes e contrasen-
coei de posturas, inclusive metade
da quantia de 1528931 rs., que se
est a dever a Ignacio Tolenlino de
Figueredo Lima!.......
5 5. Com azeile e agua para a
cadeia..........
6. Com despezas cvenloaes e as-
signatura do Diario......
7. Cora obras municipaes e
limpeza da ruis.......
8. Com dividas passivas dos an-
uos anteriora, I ioclmive a de que
(rala o art. 261 da lei provincial n.
370, pela frrela nella eslabelecida.
om o do procurador seis por cento
I na forma da lei, calculados em
393310 rs. ; e com o do fiscal das
I freguezias a porcenlagem de 20 por
cento, calculada em 123000 rs. .
". 2. Com o expediente e despezas
I 11,11] 1 -..........
i 3. Com o tribunal dojurx e
1913815 eleifoes. ...*. 1 ... .
1. Com as cosas dos proeessos
109000,0 conlravencoes de posturas. .
5O9OOO 5. Com despezas eveuluaes,
obras, reparos e assigoalura do Dia-
rio, sendo 203OUO rs. para agua e
luzes para a cadeia......
I88395O
103000
509000
8078819
2903000
1:628-3611
Arl. 7. A cmara municipal de Pao d'Alho lie
aulorisada a despender com os objeclos designados
no piiagraplius seguinles, a quantia de 2:9113526.
1. Com os empregados, sendo
com o ordenadlo do secretario 2003 ;
com o do porteiro 409 ; com o do
procarador seis por cento, calculados
na forma da lei em 8O9; e com os
fiscaes a porcenlagem calculada em
103000
t
S 2. Com o expediente e despe-
is miudas. L.......
i 3. Com encarregado das ba-
taneas do 8Coiigue da povoarao de
.Nos-a senliora da Gloria do iioil.
S 4. Com Os foros dos terrenos
oceopados pela cmara.....
S 5. Com o jury e elei^es. .
: 6. Com cintas de proeessos cri-
minae* e infrarr/ies de posturas, in-
clusive as divida- do Dr. Manoel
l'eixeira Peizto, Manoel de Olivei-
de Albaqnerque e Ju-
ra Cavalcanli
s Antonio liile.
Com
cadeia .
S 8. Com
> 9. Com c
izeite a agua para a
despezas evenluaes. .
calramenlo e limpeza
das roas e o jras municipaes.
3:10.3000
2O9OOO
709000
69.110
S09000
2559526
4(19000
,503000
2:0608690
IV
2:1IU
. 1:8669000
Arl. j. A cmara municipal da eidade da Vic-
toria he aulorisada a despender com os objeclos
designados nos paragraphos seguinles a quantia de
rs. *:7o49.
S I. Com o ordenado do secreta-
rio 4003; com o do pnrleiro 809 ;
com o do ajudanle do dito 7> ;
com os seis por cenlo do procura-
rador, calculados na forma da lei em
26.53; com os flteaes do munici-
pio vinle por cento, calculados em
'-03000...........
i 2. Com o ordenado do advogado
S 3. Com ociriirgiao de partido
2:9119526
Arl. 8. A amara municipal do Bonito he aulo-
a a despender com os objeclos designados uos
igraphos aegoinres, a quantia de 1:5909.
- 1. -".om os ordenados dos em-
pregados. sendo com o do secretario
-'IHI900 rs. ; com o 1I0 porteiro 603
rs. ; com o do procurador seis por
-cn:o calculados na forma da lei em
503000 rs. ; e com a porcenlagem
,O0u de 20 por cento ao fiscal da villa,
calculada em 209000 rs..... 3309000
1000 S 2. Com o expediente e despezas
miudae ..... ..... JO9000
S 3. Com o jury e eleiris. 803000
- 4. Com o pagamenlo de cusas
de proeessos e coiitraveiices de pos-
2003000 Um*........... 7O3OOO
5. Coro azeile c agua para a ca-
1163000 dea........... :10900o
6. Com despezas oventuaes e as-
signalura do Diario...... 609000
S 7. Com obras municipaes, in-
clusive a continuaran do calcamenlo
da roa da Feira e cunclusiiu da obra
d P"t........... 1:0009000
S Com o jury o eleicoes. .
5. Com 0 expediento e despezas
miudas ... ^- ,.'... .
S 6. Com o guana dos pesos o
balancea, e sseio dos arougues. .
S ~. Com o pagamento dos foros
de (errnos oceupados .pela cmara
ii.,mvin.lSJ 8" Co'! P8">onto de costas
1 l-Uia-MKK de procesan o conlravenriiei de pos-
turas. -;.......
9. Com o alugncl de casa da c-
mara.....;....
i 10. Com azeile) e agua para a
cadeia......'. .
SU- Com o enterramenlo de ca-
dveres dc_-|iioi7entes e de animars
S 12. Cim ezas evenluaes e
a-s.'.-n-1, ira do DlVri'o.....
si 1?/. Coro obras municipae<, re-
paro;/, limpeza ila> ras, e bem ai-
sii',i a um conservador a gralitic.n.o
1:0153000
.MMBOOO
2009000
1703000
303000
969000
363000
3.V9000
I209OOO
709000

8O9OO
1603000
A Franca lamiera tem loaa preoccupa{Oes singu-
lares, e, posto q.,e tejam de oulro genero, comludo
sao ce om carcter pouco comn.um.
A inuuda^ai e o baptismo do primo do malaven-
turado rei de doma cram os dous pensamenlos que
dominavaroasituar.ao; mas, em verdade, o segun-
do ab-orvia o primeiro.
E islo nao ("evo admirar a ningoem ; a narSo vai
(iispender nimios centenares de milhoes com a so-
lemuidadc, e ludo ficar sanado.
Nao rallando nos grandes sastos que hao de fazer
o Hotel-de-. ille, a cidade de l'aris, nem as despe-
zas da deco.-icao do templo sagrado, onde o acto tem
de icr celeb.-ado, o janlar que Luiz Napole3o preten-
de dar a Irsenlas pessoas est valiado, segundo a
rondessade Baccaochi, em mais de quinlianlos con-
(os de res!
Me, em verdade, um preco que parece mvlholo-
gico ; salvo se o imperador pretende dar peroles fri-
waen Ijras d'ouro aos convivas, como Cleopatra
uera ,1 .uarf0 Antonio, ou se devem levar para soas
casas a baxella, como se pralicava algumas vezes nos
grand., renlins da idade media.
a' rol|u de una arvoru. vao cahindo todos os dias,
com a dllnieaca que as urvores lomaro novas carna-
das pela primavera, ao pasan que a arvore da hu-
maindade parece que su lem orna.
Homero, Virgilio. Ossiam, Danto, Tasso, Cames,
Shakccpejjire, (ia'lh, LirdByron, Milln, pleiada su-
blime Ai. m liiwanientn exliuclo, vivem na memo-
rin dos seculos ; mas nao foram snbslituidos.
A Proaca acaba de lollrer a perda de urna das
suas glorias Iliterarias. Um grande liisloriador, um
verdadeiro tlenlo, que parlicipava do raio divino
do genjo, Auguslin Thierrv, loi ltimamente rouba-
do aos seus charos esludos, aos seus luminosos tra-
oallios, que urna cegueira de vinle aunos nao inler-
rompora um -o iutUale'
Sc'n que enlamo- aqui na ap.preciacao da parle
que/elle tomn na renovacao da sciencia histrica,
cocino diz Chateaubriand, daremos urna idea do seu
berilo elevado, trasladando aqui o que Ihe inspira-
*.-.. s&tttiSt EEITSSZl9 amor ard9,e
o ohjeclo das conver-acoes, o assump.o especial dA, O in.eresse da sciencia. diz alie, he conlado no
2263310
203000
7O3OOO
505000
3983980
76,53290
Art. II. A cmara municipal de lugazeira he au-
lorisada a despender com os objeclos designados
nos paragraphos seguiules a quautia de 533^)00
ris.
5 1. Com os empregados, sendo
com ordenado do secretario I6O3O0O
ris ; com o do porteiro 259000 rs. ;
com o do procurador seis por cento
Da forma da lei, calculados em 303
rs. ; e com a porceulagem do fiscal
20 por rento, calculada ara 108000
r........... 2259000
S 2. Com o expediente. 109000
S 3. Com o jory e eleicoes. 403000
S 4. Com o pagamenlo de costas
dos proeessos e coutraveiices de
posturas.......... 503000
S 5. Com agua e azeito para a ca-
*" ......... 2.53000
S 6. Com obras municipaes e lim-
P* '''. rUi"........ 1209000
S 7. Com despezas evenluaes
assignalura do Diario..... 633OOO
53:19000
Arl. I o. a cmara municipal de liaranhuns he
aulorisada a despender com os objeclos designa-
dos nos paragraphos seguinles, a quantia de 6103000
res.
S 1. Com os empregados, sendo
com o ordenado do secretario 2003
rs. ; com o do porteiro 4O900O as. ;
rom o do procurador seis por cenlo,
calculados ua forma da lei em 303
rs.; e com os dos liscaes das fregoe-
zias a porcenlagem de 20 por cenlo,
ealculada em 203000 rs.....
S 2. Cum o expedirme e despezas
miudas, inclusive a assignalura do
Diario..........
S 3. Com agua e azeile para a ca-
deia ........
S 4. Com o jury e eleires. .
5. Com as cusas dos p rocessos
crimiuaes e inlracroes de posturas.
S 6. Com a limpeza das ras, cal-
camenlo e obras muuicipaes .
Arl.' 15. A cmara municipal da Villa-Bella he
aulorisada a despender rom os objeclos designados
nos SS'seguioles, a nuanlia de ris 1:1803000."
i I. Com os empregados, sendo
com o ordenado do secretario 31103
rs. ; com o do porteiro 40)000 rs. ;
coro o do procurador seis por cenlo,
calculados na forma da lei em 50'
rs. e com o dos fiscaes das freguezias
a porcenlagem do vinle por cento
calculada em 203 rs......
S 2. Com o expediente, despezas
miudas evenluaes, inclusive a assig-
nalura do Diario.......
S 3. Com o jory e eleic. .
S 1. Com cusas de proeessos cri-
miuaes ..........
; 5. Com o concert de obras mu-
nicipaes, calramenlo e limpeza de
ras .......
i 109(100
603000
809000
903000
5 6. Com azeile o agua para a ca-
deia ........
-5003000
103000
1:1809000
Arl. 16 A cmara municipal da villa da Escada
he aulorisada a despeuder com os objeclos designa-
dos nos SS segninles, a quantia de rete 1:8169000.
3 1. Com os empregados ; sendn
com o ordenada do secretario 2009
rs. ; com o do porteiro 6O3OOO rs. ;
com a porcenlagem do procurador 6
por cenlo, calculada em 5O9OOO rs. e
com o do fiscal violo por cenlo cal-
culada em 2O9OOO rs......
5 2- Com o expediente e despezas
miudas e evenluaes. inclusive a as-
signalura do Diario......
S 3. Com azeile e agua para a ca-
deia ...........
S i. Com o jury e eleires. .
S 5. Com cusas de proeessos cri-
minaes e conlravenres de posloras.
.$ 6. Com o aluguel da casa e mo-
bilia da mesma.......
S 7. Com obras municipaes, con-
certse limpeza das roas ....
33O9OOO
50-3000
:18900o
509H00
8O9OOO
IOO9OOO
1:1683000
2909000
509000
403000
803000
809000
IO09000
1:5909000
Arl. 9. A cmara municipal da villa do Brejo he
aulorisada a despender com os objeclos designados
noi paragradhos seguinles a quantia de 675-9880
reis.
1. Com os empregados, sendo
com o ordenado do secretario 1209
rs. ; com o do porteiro 408000 rs. ;
com o do procurador seis por cont,
calculados na forma da lei om 4
ra.; o com o do fiscal a porcenla-
gem de vinle por cenlo, calculada
em 129000.........
6 2. Com o expediente, e despezai
miudas inclusive a assignalura do
Diario .. 1. ...... .
S 3. Com o jury o eleicoes .
4. din o pagamenlo de cuitas
dos procesaos criminaes o infracrcs
de posturas........
5. Com azeile, agua e lampees
para a cadeia........
- 6. Com p< foros doi lerreoos
oceopados pela cmara. -. .
5 7. Com a limpeza dai roas, cal-
camenlo e obras municipaes .
. < 6753880
Arl. 10. A cmara municipal da villa de Cim-
bres he aulorisada a despender cora os objeclos de-
2129000
929000
109000
6103000
Arl 13. A cmara municipal da villa da Boa-
> isla he aulorisada a despender coro os objeclos de-
signado* nos paragraphos seguinles a quantia de
' '''jvuii rs.
S I. Com os ordenados dos em-
pregados, sendo coro o do secretario
:n090O0 rs. ; com o do porteiro 40-J
r. ; com o do procurador seis por
cenlo na forma da lei, calculados em
30,1000 rs.; e com um fiscal 201000
ris......
S 2. Com o expedanle e despezas
miudas........#
S 3. Com o jury e eleires .
j! 4. Com as cusas dos errocessos
criminaes e conlravencoes de pos-
turas...........
5. Com o aluguel da casa da c-
mara.........
6. Com azeile e agua para a ca-
deia_...........
7. Com obras municipaes e lim-
peza das ras. .......
3909000
109000
5113000
509000
2O9OOO
203000
2OO911OO
1:8163000
Art. 17. A cmara municipal da villa de Sri-
iihasm he aulorisada a despender com os objectos
designados nos $5. seguinles. a quantia de ri.........
JO36OO.
5 t.|Com os ordenados dos emprc-
gaiios, sendo com o do secrelario ris
lOOfOOO ; com o do purleiro 259000
rs. ; com o do procurador a porcen-
lagem de seis por cenlo, calculada
na forma da lei em 2O3OOO rs. ; e
com a de um fiscal calculada em rs.
203OOO ..........
S 2. Com o expediente, eventuaes
e despezas miudas......
; 3. Com azeilee agua para a ca-
deia .........
S 4. Com o jury e eleires. .
S 5. Com cintas dos proeessos cri-
minaes c contravenciies de posturas.
s 6. t.om obras municipaes, con-
cellos e limpeza das ras ....
1659000
03000
ti-i'iii
JIl-iOOO
:Kr~MMi
ili'J.-lilHl
A.1 iv 5613600
<\ri. lr>. As cmaras municipaes seguinles sao au-
loriiadas a despender as quanlii* que adianlc vio
especificadas : a do Limoeiro 2:9113680 rs.; de
Uarass 1:9353000 rs. a de Rio lormoso ris
de
1:6913000 : a de Tacaralu' 1:2069000 rs. ; a de Ca-
00 rs. ; a de Ouricors .VJ9OHO rii ; na 1 mente como nella se contm.
S 16. Quindenios reis por cabera de gado vaceum,
que for insiri nos maladouro* pblicos e particula-
res; dozenlos reis por cabera de gado suino, e cem
reis do ovelhum.
5 17. Quaesquer oulras imposic,es, ou laxas que
clivereni aulorisadas a cobrar, e qoe nao lenham
sido abolidas.
18. Dividas dos annos anteriores.
?! 19. Saldos dos annos anteriores.
S 20. Mil e duzenlos reis por cada licenea pira
soltar rogo de artificio, ficando desde ja prohibido o
uso do fogo sollo e do fogo do ar que nao for felo
pelo s\ -tenia de Morel para o que a cmara munici-
pal dar o competente regulameuto.
S 21. Dous por cenlo pelos depsitos na forma do
art. 105 do cdigo do proeesso.
S 22. Dous mil reis para os nacionaes, e qoalro
mil reis para os eslrangeiros por cada liceura annu-
al ordenada pelo artigo 18doregulamenlo le lj de
junho de 1844 para a cobraura do imposto geral, de-
cretado no artigo 69 da lei do oicameuto de 1843 a
1841, sobre tojas, casas de commercio e outras de di-
versas (leiiomniacOes. especificadas no citado regula-
monto de 15 de junho de 1844, e no art. 48 do regu-
menlo da 10 do junho de 1850; ficando isenlos desta
imposicAo os eslabelecimentos, qne o esliverem pelo
ail. 69 da lei do orcamento geral de 1813 1814.
23. Doze mil e oilocentos reis por cada carro
particular de eixo filo.
g 24. Oito mil reis por dito de doas rodas dilo,
8 25. Dezesei* mil reis por carro de aluguel
qualro rodas.
S 26. Dez mil rei* dilos de aluguel de duas rodas.
8 27. Vinle mil reis por cada mnibus.
8 28. Seis mil reis por cada carrosa, exceptuando
os vehiciilos empregados em serviros agricola.
8 29 Cinco mil ris pela licenja para curraes de
ptixe.
DUpoticiies geraet.
Arl. 20. As cmaras municipaes ficam aulorisadas
a applicar a Inope/ 1 das mas, calcadas, desaprupri.i-
roes, concerlos le seus predios, concia-,, de suas
obras, e olros melhoramentos malcriar-, preferiu-
do a quacs quer oulras, a conslrncrao de cemilerios
nos seus muuicipios, onde os julgarem necessarios,
as sobra* de lodos os arligos de despeza.
Arl. 21. Acamara municipal de Pao d'Alho lica
aulorisada a conceder os abates da ler?a parle no
preco porque Alexandre Barbosa da Silva arrema-
to.! os imposlos municipaes, e da quinta parle a Au-
ionio de Castro Pereira, lainbem arrematanlc.
Arl. 22. Fica em vigor o art. 28 da le 11. 371 de 8
de junho de 1855.
Arl. 23. A cmara municipal de (ioianna lica au-
risada a conceder a lenlo Jo- das ISeves Wander-
ley um abalo no prer,o porque arremdlou os impos-
poslos municipaes pela mesilla forma porque he
concedido em favor do arrematante de Pao d'Alho
Antonio de Castro Pereira ; eo de um quarlel ao
arrematante da imposto sobre a farinha a Fancisro
Antonio da FoDCOCa.
Arl. 21. A cunara municipal da cidade da Victo-
ria lira larnbein aulorisada a conceder i Joaquim
Jos Pereira Borges, arrematante do imposto de 500
rii sobre cabera de gado, consumido 110 respectivo
municipio, um abate da quarla parle do prer,o da
arremataran.
Arl. 25. A cmara municipal da cidade de Naza-
relh fica igualmente aulorisada conceder Domin-
gos da Cosa Braga, arrematante do imposto riiuni-
inripal de 500 ris por cabera de gado consumido
110 respectivo municipio, o abalo da quinta'parte do
prero da ,-irrcmalac,ao.
Arl. 26 Ficam revogadas as disposirOcs em con-
trario. '
.Mando, portanlo, (odi.s as autoridades, quem
o couhccimenlo e execucao da rpesente lei peilen-
ccr, que a cumpram e f*c.ain cumprir to mteira-
.... 1109-100
A'l. li. A cmara municipal da villa de Cabro-
bo he aulorisada a despender com os objeclos de-
signado* nos paragraphos seguinles a quantia de
.)i 83690 ris.
8 1. Cum os empregados, aendo
eoio o ordenado do secretario 1509
rs. ; coro o do porteiro .'103000 rs. ;
com o do procurador seis por cenlo,
calculados ua forma da lei em
313720 rs. ; e com um fiscal a por-
cenlagem de 20 por cento, calculada
em 209000 rs........
8 2. Com o expediente e despezas
miudas ......
8 3. Como jury e eleires. .
8 4. Com o aluguel da casa .
8 5. Com azeile e agua para a ca-
deia ..........
6. Com cusas dos proeessos cri-
minaes e conlraveoroc* de posturas.
7. Com o concert do obras mu-
nicipaes, calramenlo e limpeza das
ras ....
2349720
209000
20-9000
51-96211
20-000
8O9OOO
1529350
forma do. arligo. i, 8, lo, 1-2, 71 e 21, da lei n. 371
de 8 de junho de 1855, e a de Nazarelh, sendo com
o ordenado do secrelario OO3OOO rs. ; 3:7708000
rs. inclusive a quanlia de :>u09O00 rs. de cusas a
Joaquim Theodorico de Albuquerque Maranhao,
alem da de 2319002 rs. que se Ihe mandou pagar
pelo S b do artigo 8 da lei n. 371 do anno pa-sado,
no caso de que esteja liquida e anda nao lenha si-
do paga semelhanle divida;
CAPITULO 2.-
fcenla municipal.
Arl. 19. As cmaras municipaes ficam aulorisadas
a arrecadar, durante o anno financeiM desta lei, as
rendas provenientes das seguinles impoiires, ja de-
cretadas em leis anteriores.
8 i." Alugueis de predios municipaes.
S 2.- Foros e laudemios de terrenos monripacs.
8 3." Afericoes de pesos e medidas.
8 l-- Licencia de cordeaedes, conforme a tabella
"" a*i,,T pela camara municipal do Recife
em 181,1.
8 > Repesos de acougues.
>: (,. laxa de dous mil reis, paga animalmente
pelas licencas que obliverem ni mscales e bocelei-
ras. quevenderem 110 municipio.
7.- laxa de dous mil reis sobre as engenhocas.
jj *" Jj** eiri vigor sobre as passagens dos rio*.
g '; '?* *pi;r as estrada* e ponte- municipaes.
:, 10. laxa de oilenla reis por cada carga de fari-
() secrelario da provincia a faja imprimir, publi-
car e correr. Cidade do Recil de Pernamboco.
!. de 1-1II1.1 de 1856, trigsimo-quinto da indepen-
dencia e do imperio.
L- S. Sergio Tcixeira de Maeedo.
Carla de lei pela qual V. Exc. manda exccular a
resolocao da assembla legislativa provincial, filan-
do a despeza e oreando a receila das cmaras muni-
cipaes da provincia para o anno linanceiro munici-
pal, que lem de correr do I. de oolubro de 1856 a
30 de selembro de 1857.
Para V. r.xc. ver.
Joao Domingoes da Silva a fez.
Sellada e pubcada nada secretaria da provincia
de Pernambuco an* 1 de julho de 1856.
Jos Benlo da Cunha e Figueiredo Jnior, ofli-
cial mior servindo de secrelario.
Regislrada a folha do livro 1 de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 5 de julho de
mandante do destacamento das povoafoes de Noaoa
Senliora do O' e da Lapa, e nao daquelle districto.
.Dos guarde a V. ExcMm. e Exm. 6r. con-
selheiio Sergio leueiro de Maeedo presidente desta
provincia.O chele de polica interino; Dr. Policar-
po Lopes de Le3o.
tilm. Sr. Sendo ioformado em dias da semana pes-
iada do estado de agitacao em qoe te achava a po-
voarao de Onangi, occasiooadu por orna iolriga,
que se desenvolveu enlre o inspector de qoarteiro
daquella povoarao, e Francisco Pedro, Aiorador no
engenho Cumbi de sua vi-inhanr,'. proveniente de
haverem morlo com um tiro, um caxorro perlenceo-
le ao segundo, o querendu lomar urna providencia,
afira de que essa intriga nao Inmasse maior vulto, o
occasionasse funestos acoulecimentos, como qoasi
sempre lerminam as intrigas no matto, jolgoei pru-
dente duvidar das inforroacOes das pessoas do lugar,
e ter como sospeilas a que roe den o respectivo sub-
delegado, e oeste caso resolv all mandar o alteres
Manoel de Azevedo do Nascimenlo, subdelegado de
(oiannioha, e NossaSenhora do O'.sindictr escrupu-
losamente do facto, e lano mais reputei islo urna
necessidade por ter-se dado dous tiros a noile den-
tro da povoarao, se bem que nao fossern empregados
em pessoa alguraa.
Com eiTeito para all se dirigi o referido alfere,
e sindicando com a prudencia qoe o carseterisa dos
fados occorridos, enlandeu, que na verdade as intri-
gas alli desenvolvidas, sendo alimentada! poderiam
ler consequencias funestas, poit que algumas pes-
soas das mais consideradas do logar ja iarb lomando
parle nella-, de modo pouco satisfalorio; pelo que li-
miloa-se a fazer prender a 3 pessoas sobre quem ro-
cahiam vehemeules suspeilas de pralicas alintate
rias contra o socego publico ; o que fez de ordem do
subdelegado, para que com mais seguraoca so pro-
ce Jesse as ,1 veri guarnes necesarias; cujos presos
sendo acompanhados pelo dilo atieres foram reeolhi-
dos a cadeia desta cidade.
E sendo que nessa mesma occasiao houvesse en
ofliciado ao reverendo Diogo de Barros e Araujo,
1 ou vida mo -o a qne se me apreienlasse, cojo convite
liz uo intuito de faze-lo loteressar, como pessoa
considerada e influente daquelle lugar, no roalabe- '
lecimenln da concordia enlre ai peisoas intrigadas,
approveilaudo-se aqoelle reverendo da eompaohia
do alferes cum quem nutre as melhores relaces de
anusade, rom elle seguio em companhia de alguos
prenles e amigos ; e igualmeuto assim pralicaram
oulras pessoas do lugar inleressadas 00 restabeleci-
menlo da ordem, aos quaes lendo o mesmo alferes
frito conhecer mens bons desejos a esso respailo,
presurosos o acurapioharam.
E lendo por esta foima occasiao de ler presentes
as pessoas mais consideradas do lugar, inclusive o
subdelegado, passei a averiguarlo do* fados em pre-
senta dos proprios desinlelligenles, e verificando que
ns irnpuiarps feilas aos recolhidos a prisao nao pac
savam de meta* suspeilas,fundadas em procedimeo-
tos indiscreto* do algnmasdessas pessoa',tanto de uos
como de oolros inleressados, os maudei relaxar da
prisao, e aproveitando-me da opporlunidade e con-
curso de todos aquelles cidados promov o congra-
ramento dos desinlelligenles, oque ua verdade con-
segu na maueira a mais satisfaloria, fazendo qoe
volteasen) tranquillos e contentes as soas liabilaces
na mais completa harmona, tendo moilo concorri-
do para lij feliz resultado o alferes Maooel de Aze-
vedo do Nascimenlo, o reverendo Diogo de Barros
e Araujo c o subdelegado daquelle districto Rufi-
nano Sergio de Mello ; o qoe lenho a alisfarao de
levar ao conliecimenlo de V. S. aeseverando-lhe que
nao lenho hoje a mais leve apprelien-ao de que seja
alli alterado o socego publico.
Dos guarde a V. S.Delegada do termo de Goi-
anna, 18 de junho de 1886.Illm. Sr. Dr. Policar-
po Lopes Oe l.eao.chefe de polica desta provincia.
O delesadn Antonio Francisco Pereira.O priiuei-
ro amanense Jos Xavier Faustino Hamos.
1856.
Joao Domingues da Silva.
Illm. e Exm. Sr.Tendo publicado o Liberal
Feritaniliucano n. lili desle auno um artigocom-
municado, contando lerem sido presos pelo alferes
commaudaiite do destacamento de Timbauba, ou
Cruangi, Manoel de Azevedo do Nascimenlo, o pa-
dre Diogo de Barros Araujo, Francisco Pedro, oro-
-.- priclarioVJo engenho Geuipapo, Jovino Gomesrdos
una e ieume*. vendida no mercado publico, ficando Sanios, Jos Leandro, Alexandre M ilheus, e Anlo-
a* cmaras obrigadas a fornecer aos vendedores, ou | nio Brboa, officiei ao delegado de polica do res-
aooos de taes leguires as medidas aferidas; excep- i peclivo termo, pedindo informare*: e com quanlo
i'. retn .,,.. I...... I..1. !__ __ i_ .* 1 *. .?
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sessojudiciaria em 5 de julho de 1856.
Presidencia do Exm. Sr. detembargador Souza.
Esliveram presentes os membros do tribunal,
rallando o Sr..depulado Bastos.
Julgameittos.
O Sr. presidente negou proviroeoto ao aggravo do
juizo especial em que be:
Aggravanlc 1). Francisca da Cunha Bandeira de
Mello, como lquidalaria da firma Viuva Burgos
>V l'illios.
As-gnado o dia de hoje para o julganrenlo da ap-
pellarao em que silo :
Appellanle Antonio Brochado Soares Culmines.
Appellados Antonio Domingos FerreiraD. Vic-
toriana Riheiro de Mello.
Juizes sorteados os Sis. Lomos e Reg.
Annollou-se o feiio de fl. 52 v. em dianle.
Assignado o dia de hoje para o julgamento da ap-
pellar.io em que sao :
Appellanle Joao Jos do llego.
Appellado Antonio Jos de Oliveira.
No se tomn conhecimeulo dos embargos por se-
rem apresenlados fra de lempo.
Foi diilribuida ao Sr. desembargador Leo a ap-
pellacao em que sao :
Appellaoie Reg Albuquerque & Companhia.
Appellado Melquades Antunei de Oliveira.
a a*&s;ia&&.
C DE JIJLIIO DE 1856.
Iiepois de ludo quanlo ha sido publicado nai co-
Ilumias superiores acerca dos succesios que tiveram
lugar 110 velho manojo, o que rcslarri que possa ser
reproduzido aqui, com inleresse para os nossos lei
lores";
NJo passar de urnj echo quasi exlinrlo, de um pal-
udo reflejo ; mas as'roas descoradas do crepsculo,
o doce clarao que o sol deixa no horisonle, e que
precede a nole, tambero lem um inleresse.
A novidade he sempre agradavel, he sempre se-
ductora ; assim, iob esle aspecto, ponco ou nada nos
licou do que nos vei d'alem-mar as azas das g-
nelas conducidas pelw Sevam.
Poslo que o (ralada) de 30 de marro inlcrrompesse
a correle dos aconte'cimeoios polili'cos, todava ja se
v.io descorlinando, ojo fundo do horizonte, algumas
uvenszinhas, signack precursores de lempeslades fu-
turas.
Parece que em baldo canlon-se Te Deum Lauda-
mus, illuminaram-sel casas e eslabelecimenlos pbli-
cos, e se fizerara es*lendidos fogos 'artificio, em
honra da paz.
A porla do lemplojde Jano anda permanece so-a-
berla, o o mais insignificante lofao, que soprar do
norte ou do sul, rVid abri-la cnmplelamente. *
Em nossa opiniao,] a velha Europa esl sentada
em um vulcao subterrneo, que, de quando em
qoando lanca alguma* lutada- de fumo, para annun-
ciar que anda nao esta apagado, e que, no momen-
to em que Ihe pesaran maos, vomilara ondas de la-
va* ardenles, que engolirao cidades e Ihrouos.
A reasurreicao da onidade italiana he a preoecu-
jornaiismo ; e lalvez teja a causa de urna nova c-
laslrophr. j
Na Inglaterra, a dilferenra enlre Breles e Van-
kees, nao causa va lanloalvoroco na populacho, iifuan-
lo causara o proeesso do medico Palmer, cujo 'hume-
ro de victimas envenenadas por elle, inclu-i <.. va-
rios amigos e a proTiria mulher, j sobeoy qua-
torze.
U julgamento desle monslro, para Man rulo ha
qualilicacao precisa as linguas Im manas, durou
dnai semanas ; e em todo esle periojdo os jurados
nao fallavaro com pessoa alguma ; f^ ma longa a-
gonia para ellos e para o publico.
Mai* de Irezenios principes da sciencia medica,
tanto inglezes como francezes, assisUjran, ao pleito,
chamados pelo governo, para daremj 0 ,eU parecer
sobre a causa da morle da ultima vi|mi sacrificada
pelo aiiassino. 1
.!..* ""demnado a |*na ultima. \e 0 ,|a 1 do
passadn devia espiar no patbulo os s*l rrimes abo-
m.naveis. O Estado gaslou dez mil l.^as eslerlinas
com o proeesso, e igual quautia fura pendida era a-
poslas, segundo 1 mana ingiera.
\
e,
numero dos grande* inleresses nacionaes: dei ao
meu paiz ludo quanlo Ihe d o soldado mutilado so-
bre o campo da balalha.
Coro o esludo relleriido eplacido, o hornera con-
som nobremenle a sua vida : ei* o que liz, ou que
anda faria, se me fosse dado comerar de novo a mi-
rilla rarreira : tomara aquella que me conduzio on-
de estnu.
Ceg, doenle, sem esperanza, e quasi sem alli-
vio, posso dar esle testemuuho, que da amiba parle
lulo ser suspeilo.
a Ha no munrJb alguma coosa que vale mais do
que o* gosos maleriaes, mais do que a forluna, mais
do que a propria saiide, he a dedicac.au sciencia.
Eis urna bella prnfisso de f, onlrm todo o elo-
gio do uobre coradlo e do grande espirito, que dei-
xa ao seu paiz um monumento miraortal.
Iiepois de termos pago um vol de admiraran e
saudade a ela imin.iciiljda inteligencia, que s ele-
va em toda a magnificencia da inspirarao e do ge-
nio, vamos dar urna idea, poslo que resumida, da
maravilha moderna, que se chama pholographia, e
que j vai sendo condecida enlre aos.
Em 1839, un sabio engenhoso resolveu o proble-
ma extraordinario de fixar para sempre as imagens
fugilivas da cmara obscura : nunca a sciencia al-
cancra urna victoria Uo brilhanto, nunca prova tao
maravilhoea do sen poder viera oiTerecer-se admi-
rasao de lodos, nunca concert de acclamar,f>es mais
enihiiiiailas excilou o'annoncio de urna descoberla
imprevista.
. ""v'a 30 annos que os primeiro* ensaios linham
lido logar ; passgram-se 17 auno*, e os progresso ae
molliplicaram ase tornaran) immenso*, e, temos pa-
ra nos, que ha mu poucos esludos de um inleresse
mais urgente, do qne o do parto desla nova des-
coberla, que anda nao proferio n seu ultimo verbo.
Niepce foi o primeiro que achou o raeio de fixar
pela accao chimjca da luz a iraagem dos objectos ex-
ternos. Foi em |8I4, no momento em que a Euro-
pa inteira se levanta va conlra a Franca, no meio das
perturbiedes e das suciedades da patria, que o sa-
bio se oceupava tora esle immenso Irabalho.
Collocava elle na camara obscura orna lamina de
metal Cubera cohi belume da Judea, sobre a qual a
luz obrava, depnis mergulhava esla lamina na casen-
cia de alfazema ; enlo as parles do unto betumino-
so atemos- intacta*, as outras se dissolviam, prodti-
zia-se o desenlio, los claro* eram formados pelo unlo,
as sombra* pela* fiarles segregadas do rodal, as co-
res desmaiada* pela arrao parcial do dissolvenle:
tal era o cunero desla arte.
O alvo que .Niepce tinha enlao em mira era crear
um novo ramo de lypographia superior a gravura e
lilhographia, eri fazer pela accao da luz, o que
Seuefelder, o inven! ir da lilhographia acabava de
fazer para o desenlio.
Depois de longos annos de experiencias linha elle
dado um passo na eslrada que abrir, quando en-
contrn Daguerre, que lambem se achava preoecu-
pado por indaga;es anlogas. Esle ultimo propoz
por alvo aos seus trjibalhos colleclivos, menos a gra-
vura da lamina metlica, a simples e directa repro-
dujo dos objeclos exteriores; chegou a esle resul-
tado, fazendo a admliravcl descoberla da influencia
que exercem os vapbres do mercurio para fazer ap-
parecer a imafrem kiholographca, reconhecendo o
fado admiravel de due a imagem formada pela ac-
riolla luz sobre urna lamina envolla ero prala he
iovisivel as condirOes ordinarias ; mas que ap-
parere subilamenle se se expe a lamina aos vapo-
res do mercurio.
Niepce linha fallecido, como Movss, antes de pi-
sar o solo iao desejado, e Toi Daguerre smenle que,
sob a prolecran de Arago, assignalou a 7 de Janeiro
de 1839, ua Academia Frauceza, o maravilhoso pro-
eesso que Ihe immorlalisarn o mime.
Depois de 6 mezes, o enverno por meio de urna
recompensa nacional razia disto urna propriedade pu-
blica : o proeesso foi franqueado a todos, o de*de o
dia seguinte, phjsicoi, chimicos, sabios da capital da
I-rauca, puzeram en pralica as indicarSes do In-
ventor.
Urna vez no dominio publico, a pholographia fez
prapidos progressos. r.arlos Chevalier resumi o lem-
po andaconsideravel, exigido pela impreasao lumi-
nosa, e se pt'ide enlao abreviar os foco* para rnneen-
Irar sobre' o mesmu piolo urna grande quanlidaile de
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celeradas, exallou com o acido clilorelo a sensibili-
dade luminosa, obleve experiencias inconleslaveis
em Ires dias, e desde enlao n imagem dos objectos
animados pode ser reproduzida. Emfim, o desenlio
phulobraphico, al eulao mui fugitivo e sujeilo a de-
sappa ecer, receben grande solidez, quando Fizean
imagi ion subinette-lo a urna dissolur^o de chloru-
reto Ce ouro misturada com hypoiulfilo de soda.
Ass m que esla perfeicSo foi obtida. os sabios se
0ccucMr.1m.a1 ma. como I i/.em boje, em transformar
as laminas de Daguerre em laminas de gravura :
era a primeira ambicio dis Niepce. Entretanto, um
aconlecimenlo da maii alia importancia oa historia
da pholographia velo desviar os espirito* deste ge-
nero de indagacoe- : era evidentemente a desco-
berla da pholographia sobre o papel.
Imaginada no seu principio o as suas parliculari-
dade*i de execucao por Fox Talbel na Inglaterra,
populansada em Franca pelo* Irabalhos e esforcos de
Blauquarl Everard, a pholographia sobre papel che-
gou mui de pressa a um grao de per leu; 1 o mui dif-
ficil de ser excedida.
Toda a genle sabe que se ossae* de prala natural-
mente incolorcs forera exposlos a'loz solar, se tor-
nan) repentinamente preto* emconsequencii de urna
decomposirao chimica provocada nelles pelo agente
lomiiioso.e foi esle o poni de parlida.
Nesla conformidade, colloca-se no foco de urna
cmara obscura urna folba de papel, impregnarla da
diisolurao deum sal de prala ; a imigem ministra-
da pelo objeclose imprime sobre o papel, porque as
parles vivamente esclarecida* enprelecem a carnada
sensivel, ao passo que a* parles escuras, ao licar sem
arrSo, deixam no papel a cor alvs.
DesCarle oblem-se urna especie de retralo-de-per-
lil.nu qual as parlesescla,e:idas do modelo sao ic-
presenladas sobre 1 prova por urna tinta prela e as
sombras por hranros, he esla a prova negativa. lie
asonado dizer que ao sabir da camara obscura, o
papal ri.lo ollcrecc Iraro algum visivel do desenlio, e
que quanlo a' apparirao da imagem, he preciso sub-
raelte-lo a' um hanbo de acido gaulez.
Depois colloca-se esta prova em urna folha de pa-
pel impregnada de chloro de pr.l, su aperladas
entr dous espelhos, sao exposlos a' accao directa da
loz, a prova negativa deixa passar a luz alravez das
parles Iransparenlesdo desenho e da' pas*agem para
as parles uparas, os raios luminoso* obrara sobre o
papel sensivel, dao nascimeulo a orna imagem, sobre
a qual as sombrase os claros -ao col locados desde en-
lao na sua siluarao natura ;,he esta a prova posi-
tiva.
A prova negativa lambem pude ministrar repro-
ducres indefinidas.
O lecido fibroso do papel, com a* suas asperezas,
ao principio impedio que esla nova descoberla cho-
gasse aos resultados lo finos, tao delicados obtidos
sobre as laminas daguerrianas, e a indagaraode um
remedio para esla imperfcico applicou a phologra-
phia ao vidro, descoberla rugeohosa de Niepce de
2". Vielor, ssbriuho de Jos Niepce.
Como o vidro lem a superficie lisa das laminas
metlicas, em vez de formar obre o papel a ima-
gem negativa, torro,un-a sobre urna lamina de vnlro
ou de eapelho aulpclpadamenle envnlta em urna
luada a cmara de Flores, que em lugar desl .
poslo, arrecadar o dizimo de miunc,as.
8 11. Mullas seguudo o cdigo do proeesso crimi-
nal e as leis em vigor.
8 12. Mullas por iiifraccSo.de posloras.
S 13. Mollas provenientes de eleirOes.
5 I i. Mulla das mesmas cmara* conforme o arli-
Saa S ,:' da H """'^P1 n- '',"' (|e 2 de maio de
1811.
8 15. Dizimo de capim de planta, que se vender
nos municipios do Recife e Olinda.
luz, augmentar o al :enc* da vista, e fazer variar a' mada de albmina, e o desenlio neoalivo produ/ido
vonlade as dislancus/ocaes, realisoo ero dous 011 sobre este espelbo, serve para obter sobre o panel a
Iresminnlos o que ajiles cnslava um quarto de hora, imagem positiva de nina 1 erieila precisio.
mao Claudcl achou o segredo das substancias ac-1 Todaria, a de-peilo da admiravel corrocro do de-
senlio, a rragilidade deslas lamines lem orna mulli-
dao de inconvenientes que da'aos sabios a necessida-
de de novas indagares.
Irreprehensivel o qoediz respailo a' archilectora
e a ualurezamurta, a photophographia era imperfei-
la no que diz respeilo a'natureza animada por falla de
agentes acceleradores que viessem dominar o lempo
deexposicao na cmara obscura, qoando Archer um
pholographo inglez descobrio um proeesso, que sob
cerlai relatos corresponden) a' esla necessidade.
Esle proeesso que permute apreciar com una ra-
pidez prodigiosa, e que da' provas por assim dizer,
instantnea-, consiste no emprego de nlhdian,
sub-lancia composla de p de algodao, de elher sul-
frico e de alcool.
Juntada so agente pholographico, esla substancia
aclivaa lal ponto a impres.ao luminosa que Archer
e varios olros pho'.ographos, poderam reprodozir a
imagem dos corpos animados por um movimenlo r-
pido, laes como as vagas do mar pelo vento, orna
carrosgem conduzida em um caraioho, um cavallo a
galope, um navio a vapor. Destacadamente o col-
lodon ainda nio se pode osleotar sobre o papel, e
esle proeesso fica limitado aos usos da pholographia
sobre vidro.
Assim, se a pholographia sobre papel parece eslar
neste mmenlo em um periodo de traosicao, se 110-
vos Irabalhos sao laaiiilestaiucut; necessarios para
eleva-la ao seu ultimo gra'o de pedeirao, ludo in-
duz a pensar que esses progressos ilesejaveis nao lar-
dam a raallsar-se.
Eis a bisloria da pholographia, eis os seus aperfei-
roa mritos successivos, eis o seu estado prsenle, lia
quem Ihe assigne um.supremo problema a resolver;
a reprodueco das cores, a descoberla de urna subs-
tancia que sem a frara aerflo chimica dos raios lumi-
nosos, possa ser influenciada de tal maueira, que ca-
da raio desigualmente colorido, prove que nella ha
urna inudifixir.io chimica particular, urna medilfca-
<;Ao que d lano* compostos novos, quautos repro-
duzco) integralmente a ror propria ao raio lumiuuso
que os impressionou.
Dar-se-ha caso que seja osla a pedra pliilnsophnl
da pholographia '.' liccquerel ja imprimi sobre urna
lamina de prala a imagem do espectro solar, Niep-
ce de S. Vielor obleve a reproduccito de gravuras co-
loridas por meio do chloro de prala.
Asora, fon das suas applicaces puras, fura da re-
produccAo da nalureza, das obras d'arle, dos objec-
los de historia natural, a pholographia se applica
com maravilhosos resultados s sciencia* phvsicas e
naturaes, nota nos observatorios o* phenomerios me-
leieologicos, da' a imagem amplificada dos objeclos
microscpicos, emfimapplica-se asarles, roadjuva o
artista nos seu esludos, minislra-lbe o* mais precio-
os esclareciuienlos para o complemenlo das suas
obras.
Mas nmacousa he animadora, he que no dominio
das arles a descoberla moderna nunca usurpara' urna
das mais bellas prerogalivas do homem.
A pholographia coadjuvara' o artista, e nunca n
substituir', a pholographia copia exactamente, e a
arla nao imita, Iransfolrma, para Iraduzir a nalureza
desvia-*e della, para Molar invena, para ri-prndurir
crea, vive nao pela reprodurrao da ventarle material,
ma* pelo ppusanvnln ., n<- debadle se eiii iria a e^a*
copias maravilhosas.
Quando se reflecle nn marcha actual das sciencia*
ainda nao lenha tido resposla;com ludo recebi o of-
ficio junio por copia datado de 18 do prximo passa-
do mez, no qual aquelle delegado reala o que pou-
cos dia* antes havia acontecido em Cruangi, e que
parece ser a occurrencia de que Iralou o citado nu-
mero do Liberal Pernimbucaiio.
Por es participar,10, que me apiesso em com-
municar a V. Exc, julgo ler sido aquelle commu-
nicanle mal informado.
Releva mai* fazer ver a V. Exc. que oa'feres Ma-
noel de Azevedo Nascimenlo he subdelegado e rom-
sanie* aos uso* da vida, depara-se um ficto que se
m.inifesla lodos os dias ao espirito, e que por loda a
parle, na esphera da industria, assim como ua das
arles, nos Irabalhos manoaes, assim como na esphe-
ra mai* elevada da* prodncces do pensamealo, em
tod.i a parle o instrumento leude a subsliluir-se
inlelligeucia. em loda a-parte a machina lende a des
tronisar o espirito.
Com elfeito, quando se relele nos prodigios e no*
milage- qoe as sciencia* e as arles lem operado na
iio-ia poca, ninguem pode duvidar que um dia se
realisem lodos os conlos fabulosos das Mil e urna 1101-
(es com que na infancia nos excilaram a imaginario,
e os sonhos mais fantsticos dos mais audiciosos utq-
pila--. Parece que urna lei invencivel iiupelle a Ini-
manidade para novos deslios.
Vamos ler um novo caminho de ferro. Todos co
nbecem o grao de aclividade moral que resulla para
o hornera desse syslema nervoso circulatorio de um
mondo transformador), e a influencia profunda que
excrce sobre us uso*, sobre os cosluraes, sobre os fac-
(os de qualqucr genero, na esphera da sociabilidade,
por isso nada mais diremoi a esle respeilo.
Pensa-se geralmenle que s se deve encelar o sys-
lema da* vas de commonirarao em om paiz, quan-
do ha suflirienle popularao e outros objeclos de
transporte que as alimente ; mas, posto que pareca
um paradoio a'primeira visla, pensamos que entr
mis, assim como em qualquer paiz infante, a crea-
rs) dos meios de transporte! deve ser um anteceden-
te loaico, urna condir.10 indispensavel para o desen-
volyimenlo da popularan.
Tendones recebidodos nossos pa triol icos governo-,
geral e provincial, o grande favor que nos acabam
de fazer, prestando-nos o seu crdito, como garantia
dos lucros de 7 por cenlo sobre o capilal que deve
ser empregado na conslrucrao de um caminho de
ferro al Agoa Prela, que indubilavelmenle muilo
desenvolver 3 prosperidad*, da nossa provincia,com-
pele agora a DOS mesmos que vamos gozar dos bene-
ficios de um favor lio consideravel mostrar a nossa
gralidao, fazendo lodo* os esforros possiveii, alim de
(ornar desnecessaria a repetirao"de urna nova garan-
ta que nos indiiza a promover os nossos proprios
inleresses.
Por mai* lucrativa que seja a estrada de ferro de
Agua Prela, he inconleslavel que o movel principal
da respectiva rompanba sao os sele por cento, e por
mai* sincera que seja, o inleresse de desenvolver al
EITERIOB.
O Xori publica a seguinte correspondencia que
jolgamos de summo inleresse pelo* fados qoe reala
e a apreciarlo que delles faz o correspondente.
Vienna, 26 d'abril.
Ue tudo o qoe nos vem de Parii, de Indo o que
resulla das conversacoes, oa antes das relicencias de
M. o conde de Buol, e dos empregados superiores
da chancellara imperial, addidos tua alia missao,
resulla um fado nao contestado o ioeonleitavel, a
Eslimamos a naco bnlannica..... Como in- '
lividuos, sempre temos hospedados eordialmenle os
Inglezes, e nao podemos negar as vaolagens qoe
delles e do seu ccmmerciu temos recebido ; mas nao
nos parece mui razoavel ceder a orna companhia iu-
gleza, cum o seu corceo e sede de governo em -
Londres urna porrao to extensa do nono terri-
torio.
Ora, mis possoimo* algn* capilaes deiemprega-
dos com os quaes podemos comprar os seas serviros
e conhecimenlos de peritos, da mesma maneira que
qualquer companhia ingleza os compra.
Desejnmos ardenlemenle qoe os accionistas das fu-
turas compaohias que se orgmisarem em nossa pro-
vincia incluam o maior numero possivel de Inglezes
e de oolros eslrangeiros, qoe queiram empregar 00
seus r.1 pitaes em nossa Ierra, mas volamos decedida-
menle conlra a collocacJio, segunda vea, em Loo-
dres da sede do governo de urna artera principal
do no-so trafico interno.
Entretanto folgamos moilo de noticiar aos nossos
leilorea que vamos ter outra eslrada de ferro, sem
qne para isso seja mstor collocar aidireccao da em-
preza em oulro paiz qne nio. o nosso.
O Sr. D. W. Bowroan, ha muilos annos estabela-
cido eotre n* como engenheiro e machinitte, fez
ver a algn- dos nossos capitalistas as vantageos qoe
resultaran) da conslrucrao de urna estrada de fer-
ro qoe. parlindo da ponte da Boa-Vista e atraves-
sandn pelo Mondego, Estancia, Caponga a Torre, a
passando perto da Magdalena, Ponte de L'choa, Pojo
da Panella, Caldeireiro, Monteiro e Apipocos va ter-
minar presentemente em Cachang.
A limpios rerapilolacao destes arrabaldes indica a
afluencia de passageiros e de gneros qoe Dio de ali-
mentar esla eslrada, lomando assim desnecessaria
qualquer garanta de lucros.
Segundo o plano que lentos debaixo dos olbos, ne-
nhum debaixo dos olhos. nenhum dos pontos desig-
nados serlo msis distantes do novo vehculo projee-
dn que 250 brajas, islo he, urna igual distancia a
que vai uo Trrelo do arcenal do Marinha ao Arco
da Conecicao.
He provavel que o patriotismo dos propietarios
de terrenos, 00 ao menos o inleresse de augmentar o
valor das suas propriedades os indozam a ceder o
terreno necessario cora poora ou ncuhume indetn-
oisarao.
Eslamo* informados que se espera gastar aasta
o maior ponto possivel os recursos da zona por onde obra a quanlia de mil adlenlos conlos de ris
tao grande como seria, sea I preco verdadeiramenle diminoto em compararlo da'
dencidade de popularao dos disltirlos por onde ella
!
MUTILADO
------------------------------ -- .... ,,..- a j,......ni iii.-n.rij 1
e na suas das sciencias|e das suis appliraroe* inres- I los do nosso solo
companhia nao gozasse da garanta, ou se os seus
ganlios alm do juro abonado, fossem lodos para si,
especialmeule achando-te a direccao lao longinqua.
1 uia organisarao cujos membros activos le achara
lao dislarues do foco de aclividade, nao podera ser
lao vigorosa como urna organiacao mais compacla.
Asiim, parece qoe o3o devemos esperar que o go-
verno garanta oulra vez um lucro certo a seraelhan-
les emprezas, so menos antes de ver o resultado da
primeira experiencia.
E ne-le caso deveremos lirar com urna nica es-
Irada de ferro para ludo esle foco de commercio ta-
anlo martimo como terrestre, e cum um solo as
nos-a* costa* a uijis fecuioln e o mai* rxleuso dn
inundo ?
[(averno, anda oult.i ver sulneliminar ama rnin-
paiiiua ingleza para vjr en.mar-no- a colher nsfruc-
lem de passar e do numero de passageiros qoe della
se b,lo de aproveilar.
Chegada ao Cachang, toda a estrada de ferro ser
o primeiro lauro de oulra arteria para Irazer a rique-
za doceulro at o nosso porlo.
Algnns dos nossos capitalistas j constitoiram ama
direcloria provisoria para orginisar a companhia o
requer ao governo provincial o competente privilegio.
E confiamos que o actual presideole de l'rrniro-
buco, recoiiheceudu as vanlageos desla empresa e a
lier-i irlarlr de .llrlIll.ir OS pl oprins esfurro. da prO-
vinria confiada a en rargo, mo hesitara em aaaee-
der o privilegio e rn.idjuv.ir a iniiipanliia, rom il-
Inslrada experienria que adquiri durante 11 na ton-
ga residencia em oulras Ierras, que embaa anda
superiores a ns em rivilisario, nio osloetntn
nossis aspiranies de progresan. \Ab4al*h-tl Kratil.,

1


DRiO DE PERN&RIBUCO S GUM FU.'A 7 DE JUHO t liSB
lie que o governo austraco nao lem motivo alcum
para se felicitar com as consequencias do principio
que traloa de estabelecer. Nao sintote como po-
tencia de primeira ordem, mas anda como povo,
Tomos poslgs de parle em Pars, e qoer se a que o
orguiho nacional, ou a rispidez das formas admi-
nistrativas, lenlia alguma parle ueste isolamenlo,
quer seja que a forja dos aconlecinicnlns dnminas-
e o natural germaoico falto su a alhmosfera especial, o que lie certo lie que de-
pois de havermos servido de Instrumentos directos
e activos para a paz, (leamos no momelo decisi-
To no ultimo lugar.
Ficemos quasi sacrilcados ao Pemonte. V Fran-
ja e a Inglaterra entregaram-itos de man; aladas
as inlerpellacAes do memorndum Cttteur. A
Kussia poz-se de parte e deisoit correr o negocio
contentando-te em sorrir, o que na- verdade era
para ella urna doce vinganra ; e depois, quando a
imprenta anglo-franceza proleslava em favor da
Italia, por milagre apparecia urna voz imparcial
a dar a cada um o que Me perlencin.
Nao ser por certo nesta capital, onde a recor-
darlo dos seivicos prestados pelo imperador Ni-
colao, de gloriosa memoria, esla anda 1.1o viva,
Jiie aera proclamada a iogralidSo como u soude
o corartlo.
Esta plirase la" o dura allribuila ao defunclo
principe de Sclinarizenberg, uosso anligo ministril
nao passa de urna laufarrice de imaginaran, ou de
um descuido desregrado de I. cura?.
< O conde de Buol commetleu a Calla de lomar a
a aerio esla expresso. Os espirilos rectos e sen-
satos (e felizmente o seu numero he grande ) nun-
ca poderam submtller-se a esla lctica de diplma-
la, que consiste em fazer sempre a vonlade dos
inimigos comanlo em ser sempre fcil a reconci-
liarlo com os amigos ou eugana-tbs segunda vez
com a mascara da bouhomia.
Estas vistas eilensas que ordinariamente en-
centran] o sen castigo no triumpho que iulgam ar-
ranjar, nao seduziram os diplmalas espertas que
presidiram, e quo anida um dia presidirn aos
dislinos (J'ausIiia. Ninguem em Vieana, memn no
corrilho administrativo, adoplava as quesloes do
mor propro oflVnJido de que II. de Buol quiz
fazer urna arma conlra a Kussia.
Nos conbecemos aqu rauilo por miudo as offen-
sas tuleis, de que se queixa o ex-embaixadord'Aus-
tra na corle do czar Nicolao 1. O comporlainento
de Mr. de Buol nesta legarlo, enUD diflicilima, foi
severamente avaliada em Vieuua ; mas.cousa ex-
ordinaria, anda que esperada, foi Irazida a terreno
agora, e julgada anda muito mais severamente, por
isio que estamos colhendo os miiilcs e tristes 'ruc-
ios, que produilo.
A poltica anli-russa, ou anli-auslriaca, adoptada
pelo gabinete Buol desde o cornejo das complica-
ros oricnlaes, foi, forja he confeisa-lo, continua-
da to campo dos protocolos e das notas diplom-
ticas coirj ama iufatigiitel preserverauja e urna
rara feoacidade. Cousa alguma 'pode fazer dobrar
esta obstinaran, que impellia para a gaerra com o
preteito que era este o calumbo inais fcil e sim-
ples de conseguir a paz.
Mr. de Buol, eolrinrheirado as snas novas ami-
sades, e embevecido por oovir que a Inglaterra ea
tnica o consideravam o homem iudispensavel a
salvarlo da Europa, acceilou de brajos abeitos as
lisonjas em que deitaram o seu orguiho.
Proclamaram-no necessario, e elle iulgou.se nro-
videociil. '
A pouco e pouco cncorralou a sua corte em um
becco sera sabida, donde a nao saccar o tratado de
Pars.
Este tratado de que ja conhecemns pedajos e frag-
mentos, nao corta nenhuma queslao.
A do Oriente e provincias danubianas lica adiada,
ou apenas delibada ; mas a quesillo da Italia, do ver-
me roedor da Austria, foi despertada pelo proprio
facto das conferencias. Depois de haver sido bem
ou mal debatida no congresso de Pars, ei-la levada
perante o grande trihoual da Europa. He ah que
ella vai ser julgada.
Pela.expoticao succinla das aecusajues que a par-
lo sa do nosso imperio lem dircilo de fazer ao con-
de de Buol e ausadherentes da sua poltica de vistas
murtas, fcil vos ser coruprehender o grao de ir-
rilajdo ein que se esl aqu, onde se apreciara as
allianras de seculos, as tradijes palriarchaes, e a
fidelidade aos bons senlimentus.
A Austria tornando-se ingrala com salisfajao, e
em o menor provello, nem pela causa monarchica,
nem pela sua particular segiiranca, a Austria ila
1833 ameajando a Itussia de 1819 de vollar conlra
lia as suas armas, he um pbenoineno de c-queci-
roento. S o surcesso, mas um destes surcessos es-
pantosos, que alurdem as mas-a-, e forjara a razao
universal a im linare moinenl.ini menle dianlc da
Inriniia, poda lalvci fazer perdoar, ou pelo menus
tornar supportavel urna tal munslruosidade que de
certo ferio cruelmente o corarao da familia de I lab-e
bourg I.arena.
Nao se deu esle successo, e nese momento ja o
conde de Buol deve saber alguma rous.
lia tres mezes eramos nos, os Austracos, amla
principal da paz ; boje olham-nos como estes com-
parsas de Iheatro, que nao servem de nada, ou que
por erando lavur se collocam na ultima liulia.
O Sr. de Buol s foi homem de genio para levar a
Austria a nova trapassarias, para resfriar, lalve/.
para sempre, as aoma.le, que o sangue tinlia cemen-
tado sobre vinte campos de balalba.
Eslas queixas, de quo com inulto fraco echo, sa-
liera em Vienna de todas as boceas. Por toda a par-
te as exprimen) com urna fraqueza que nao se dilo
trabalho de disfarrar ; mas he sobretodo no excrcilo
que e'las retumbam cora mais estridor.
Os nonos mais habis generaes, os nossos mais dis-
tincin officiaes queixam-se, e com justa razao, por
verem sacrilicar a velha honra austraca a comhina-
jes, cuja honesldade lile nao parece mais bem de-
monstrada do que a necessidade dellas.
Piedenlem que o papel desempenhado por urna
pnleucia como a Austria., lem sido desde o principio
al ao fim da crise oriental, 1,1o insensato romo in-
fjel. Sem carecerem siqutr dos resallados para jul-
garem, alllrniam que os nossos negocios foram diri-
gidos com imprudencia e sem a minima liabilidade.
lie sob o peso deslas recriminajes verdadeira-
menle uaciouaes que se acha o Sr. conde do Buol,
depois de ler,sollriilo as conferencian de Pars todos
os desgotlos, que aprouve a lord Clareudcn c ao Sr.
do Cavour prepara -Ibe a todas as amarguras que a
Itussia pela sua forja e generosidade houve por bem
puupar-lhe.
A altitude das potencias deliberantes he couhecida
e avaliada por inluicao, mesmo antes da publica-
cao dos protocolos.
No desconcert eral das alliancas que provoca o
lianja angln-francez. tinha por pnneipioja mais com-
|ileta abnegbale; devia Itr por fin conservar e inan-
ter oslutu quo eurupeu.
O Plrmonle enrrou Desla allianra, della (levo ter
partilha.lo as fehres e prudentes CondijOCS.
Porque eligir pon indemnisaro ou recompensa
qnaiiuo sa chefes se contentara com a gloria ou com
a paz, c qnaiulu a propria Inglaterra cunsenlo em
n.lo pedir, ou ra nao tomar nada, o que para ella
he a mesma cousa '.'
Creta e contigo muitns bons etpiriloi que na Ita-
lia alguma cousa ha a fazer, como em Inda a parle ;
mas esla alguma roma, por mais vaea c elaslira,
uo hade ser regulada por um visinho ambicioso,
ou por'necessidade de pu lia anda malla anlaju ende os povos abalados
poli panda lucia que vem do acabar, agilajJoc-
paz de eulreler p lazer arder fomenlos de discortlia
no incio das najes mais fras.
_Precc-nos mal escolhido o momento para pensar
niilo de urna maneira seria.
Perfeilemenlc sabemos em Allcmanha, e a
impreusa il o judicioso exemplo que a paz he
13o necessaiia aos goveinaules como aos governados.
res, aonde se nao linha feito, oo naquelles. em que
o acto frainterrompidoem consequencia do flagello.
Anda be orna verdade muito amarga que, no
Miado em que se arham toda as sociedades, o ho-
mem he obligado a dar urna parle de seu saiiEiie pa-
ra defender, sob Indas as relac/i-s, a vida e proprie-
daoe ilcseus semelhaoles, Verdade he que, em al-
jamas sociedades modernas, ete imposlu recabe
igualmente sobre lodos os inemlno- di commiinhao,
pota qoe o prccCtao da respccliva arrecadaran tcm
perdido 0carcter da parcaliJadc e do privilegio.
A rnuscripcAo he o meio mais razoavel que ale hoje
lem sido suggendo, mas infelizmente este meio an-
da nao he applicadurntre nos, e o recrotamciilofun-
clase em urna base arbitraria e al caprichosa. To-
dava boje as musas j vao attomlndu um carcter
mai razoavel, do sorteque. em vez de urna provin-
cia -ullrer exclusivamente as consequencias do re-
crulameuto, elle he com alguma proporjan repar-
liilo cnlre os lilbca da Ierra da Sarta Cruz. Em vir-
ludedesle principio, e em consequencia do aviso
circolar n. I:l do miiiiaterio de marir.ha, o Sr. pre-
sidente da provincia ordenou o rerrulamenlo de 100
horneo', sendo ."ill pela capilania do porto em lodo o
IBieratMM inorars, inleresses matenaes
mi solujAo prompla o eflicaz.
Estes motivos cuja gravidada muilas vezes foi in-
vocada, Gzeram pender a Kussia para as deas de
conciliaran.
Ella nao acceilou de certo eslas ideas cora lanli
pruna para deixar perigar lo depresu a obra com-
mum.
Sobreest ponto estamoscmnplelaraenle tranquil-
los e a Europa lambem.
Grande* intereses de lodo o governo esiao cornal liltoral da provincia ; e 50 pela raparUcan ila polica
promellidos cm todos os pontos. Inleresses religio>os | em 7 comarcas, dando cada urna das "cinco (i ho-
meus, e 5 as duas ullimas.
Os Irabalboa da edrada de ferro continuam com
celeridade, e ja conlam mais de mil operarios. Na ac-
qniijao do terreno para estrada lem-se encoulrado
embarajos; entrelanlo alguiis propietarios hao
mostrado tAo bousdesejos, quetem perrailtido a con-
fecjao da estrada em suas trras anles do arlo ila
desapropriajao legal : infelizmente nem todos tcm
pralirado desla sorle.
Por varias vezes temos chamado a allaojao da ,iu-
loridade competenlo sobre o deslino de um grande
numero de infelizes, que ficaram orphaos em conse-
quencia da epidemia. Em abono da verdade, lleve-
mos conlessar que o governo tem procurado abrigar
estes infelizes conlra as falaes consequencias da mi-
seria ; com ludo consta-nos que ha muitos que vi-
vem abandonados em loda a provincia, e que as a-
commodajOos de que o governo dispe Do s.lo suf-
licienles. Entretanto lomamos a liberdade de lem-
lirar, que mediante certas condijes, eslas crealuras
desvalidas da fortuna podiaiu ser entregues a alguus
eslabelerimentos industriaos, como fundijes, fabii-
cas de velas, de sabAo, de caljados, ele, ele. e temos
para nos que o resultado seria vanlajoso, pois que
em ultima analyse se Ihes propqrciouariam manos
seguros de qoe para o futuro possam tirar sua sub-
sistencia, bem como actualmente acontece aos ope-
rarios qoe trabalham na fabrica do Sr. I). Vv. Bo-
nian, oqual s coula brasileiros no seu eslabeleci-
menlo, e aproveilamos esle momento para tributar-
le um publico leslemunho de gralidao pela prefe-
rencia que da' aos nussos patricios.
Os gneros alimenticios tem conservado os ltimos
prejos : nao lem havido alta nem baixa. Entre-
tanto as carnes verdes, que era da esperar diminuis-
sem de prejo naquadra em que nos adiamos, como
ordinariamente aconteca nos anuos antecedentes,
leem fluctuado entre J e \> patacas, circunstancia
incontestavelmenle lilha de vicios anii-.-n.. que re-
c la mam i un remedio en rgico.
Fallecern) durante a semana W pe-soa, sendo :
S hoinens, 1T muflieres, c 9 prvulos, livres ; e4 ho-
mens, 4 mulheres, e I prvulo, cscravos.
Total da morltlidade do me/ de iunho-208, sendo:
K7 humen-. 68 moflieres, e 7:1 paivulo.
ANGOLA. -
O l'rogrtisn d desla provincia as segoinles noti-
cias;:
Os mclhoramenlos maleriaes daquella provincia
caminhain cun prosperidade, apezar do seu com-
mercio licito se resciilir muitissimo das lendeucias
que renascein para o deshumano trafico da escrava-
lura.
O* bnlelins do governo descrevera os festejos
que em Indo) osdislrirlos se fizeram para solemn-
sar a acrlamajao de el-rei; dizein qae foram n mais
brilhanles que he possivel, e sern eieraplo naquella
colonia. Por elle se pode fazer idea mais segura do
prospero eslado em que, geralmenle fallando, se
acha o interior daquella provincia.
O presidio, denominado do Duque de Bragan-
ja ausmenlnu era importancia e predominio, pela
acqoisirao de varios Sobbados, que se subtrahiram
ao dominio do potentadoGinga, com a feliz circuns-
tancia de nada nos terem custado, por isso que a
submissao de laos Sobbas ao noiso dominio foi es-
pontanea.
" O re de Congo rafcou a doajAn, que nos li-
nha feito, do districto de Ambriz, chegando al a
interceder pelo Kegulo.que se inlilulava rei daquel-
le ilislrnto, eque foi por nos ltimamente expulso.
Pedio que oadmilliasemoi com os seus mitos na-
quellas Ierras, com a condicAo de nao seren forja-
dos a trabalhus nem a imposto*; o que Ihc (oi con-
cedido pelo governador geral, com a clausula de se-
ren obedientes e pacficos.
O mesmo rei do Congo insta para que se I he
manden) padres, e anda com mais enipenho, sejhe
possivel, depois que o governador geral Ibe promet-
leu inaudar reedificar em breve utna das muilas
igfejas que no oulro lempo alli erigimos ;e que boje
com o lempo e por iojuslificaveliabandonotaoSacham
lutalroente arruinadas. O governador assegurou, que
Ihe maudaria padres, prolessorde inslrucrno prima-
ria, etc. Oxal que o possa cumprir-
(i O districlu de Mossamedes progride lambem
com prospera fortuna. Talvez ja esleja a esla hora
montado oquarto iigcnhn real para o fabrico de as-
apear e agurdenle, industria que muito pmtnelle.
Ja pticas Ierras ha boje incultas as proximidades
daquella villa.
k O brigueSerri do Pilar tiulia aprisionado, na-
vegando na rosta prxima a Benguella, um brigue
negreiro, semjnome era papis, e que arvoroo bau-
deira ameiirana. O capilo, parte da IripulajAo, e
passageiros eram daquella narAo; o resto compu-
nb'.-- de hespanhoes c porhiguezes.
o Ele navio parece ser de couslrurjAo americana,
e do lote de 200 a 300 lonelladas. Tinha a bordo
grande porjAo de manliroenlos e todos os mais uten-
silios necessarios para o transporte de cscravos.
ISFXIFE ."> DE JL'LIIO DE 1856.
AS ( HORAS DA TARDE.
RtTROSPEfJO SE1ANAL
A provincia aprsenla um aspecto regular sob to-
das as relares ; a agricultura lloresce e promclle
urna e.,:bula lisougeira ; asprojuias cannasque nao
inspiravaiu r'onlianja em consequencia de nao terem
sido (raladas em lempo, hAo lido um desenvolvimcu-
lo satisfactorio ; e, como remate deste quadro espe-
ranzoso, reina a paz e socego em lodos os pontos.
Anda grassam os boatos e os clamores acerca de
una companlua de ladrn que existo nesta ridade,
e se referem circunstancias, que, se nao sao ver-
daderas, lera o merilo da iiiveuco fabulosa ; dizem
qoe os ladros se Iransformam de diversas roaneiras
para melhor podercm exercer a respectiva indus-
tria : uns piutam-se de preto, tomara os Irajos de
pela- vendedoras de azeile, e ob esle disfarce se
tem inlrodtizido em algumas casas ; oulros se veslem
com os hbiles de frade, e nos arrabaldes da cidade
apresentain-*e em grupos, fardados, e lingindo en-
carregados de polica.
NAo alianjamos a veracidade destes boalos.'os
quaes lera para nos a grande ilse do maravilboso,
que a imagiuajilu do povo cosluma sempre applicar
em laes circunstancias ; mas o que he cerlo hu que
ha ladrales, e que a polica ja lem prendido al-
guus.
Kmrt lano, visto que anda tiAu cheuou a hora de
le mu- pulira municipal, e segundo orna organisa-
jAo previdente, pensamos que seria proveiloso divi-
dir pelos quatro bairros da cidade o contingente en-
carregado do servijo da polica, de sorle que, a qual-
quer hora do dia e da uoite, e rom a manir rapidez
possivel se pn-iin providenciar todas as oceur-
rencias que se derem. Com eflito nao |iacece cu-
| rial que a forja Je polica, aciando-se aqoarlelada
as Cinco Ponas, um dos extremos da cidade,
possa acucdtr a qualquer reclamo da Boa-Vista, do
lenle ou de S. Antonio.
Dissemos em uina das nossis ultimas Pagi-
nas o qup n Sr. fiscal de Sanio Antonio fura cha-
mado, a juizo pelos Srs. Billar A; Oliveira para in-
demnisa-lus de urna porjAo de carne julgada podre
e mandada lanjar ao mar pelo mesmo fiscal.
E o que, a respeilo deste farto dzem-nos os
Srs. Bailar & Oliveit
rcrtimcnlii :
urgencia, e mesmo assim prolelando-a com discus-
s.b' ; e istu no penltimo dia da sessao, em que ja
u3o eta possivel semelnanle oiscussao, naqoal tinha
de lomar parle a inaioria da as^erablea, a qual era
por certo adversa a materia do parecer.
Do exposlo lira clarrJ, que nAo houve tUSO dili-
para juslificarem o seu pro- | gencia*. eque pelo cbnlrario o inspector pareca
contentar-se apenas cijm o parecer; cesta inesgia
Deparamos na ol'aginaAvulsao do seu Diario triste figura faz o correspondente sobre a historia da
de sabbado rom o seguinte periodo. conta correle.
n Foi chamado a juizo por Bailar & Oliveira o l lio dissemos que o exame das conlas de Luna
fiscal de Sanio Antonio para indeinnisa-lcs de tima ; Freir eslava dependente da conta correute, mas
porjAo flcame secca em eslado de corruprao, que j sim esla delle. Quandd o exame dea concluido, a
pelo metmo fiscal foi laucada ao mar. sua deinonsIrajAo hernia por conta crrenle ; a
a Pela forma com que eslo escripias essns linhas, I qual, depois de julgada* e approvadas as conlas, he
parece que pretendemos ohngar oSr. fiscal a indem- em salisfajao do artigo II1 do reg. inte
nisar-no
mas com
de mand
tos, a fi
possamos
de um genero inteiramenle corrupto;
succede o contrario, rogamos-lhe o favor
[r tomar nota dos seguidles esclarecimen-
inlcrno transenp-
la no livro cimpleme. Esse beque he o processo
de exime seguido na thstaoiiraria, e se elle uio foi
completo, se o empregado apenas deu os motivos,
de isentar-nos de qualquer critica que em que baseava a impugnajAo das cotilas de Luna,
jolrer. que lachava de cahot e irregulares, nAo apreseutou
Cumnre dizer primeramente, que a carne en- a UqnidajAo final manifestada na conta correnle, he
costada a murada do navio difere do lodo do carre- | evidente que o exame n,l eslava completo, e qoe
gamenlo, pela frialdade que *m inaior ou menor : a approva(3o de conlas tito liquidadas be pcrfeila-
menle irregular.
Assim pensando nAo noi daremos ao trabalho de
exhibir pravas em favor rib oosso enleiidimeiito a-
cerca de conta correnle em\ escripturaciio defazen-
grao recebo da madeira : por isso im aclo de pesar
enconlraro-se .semtire alg'.imas mantas, das qoe se
arranca ni dos lados das pilhas com ponas iuferiores
e as \tu> em ruim estado, que se cortara alli, ou
em Ierra, conforme o ajuste do prero da venda, da que, entre parenlbesis ieja ci'ilo, li.io he a pri-
dando no total do carregamenlo um peso igual a lt>, vilegio exclusivo dos allos ftiiaticeiros, mesmo por-
oii 20 arrobas. que mmmidadef financeiras ha por ahi que, apezar
h Por urna manta ler ponas arruinadas nAo se se- do muilo que se ineuleam, nem para determinar a
gue que edeja loda corrupta: liradas que. sejam, j escriptarajo, que dirigem, lem a precisa capaci-
lica inteiramenle perfcila: mas dado u caso que nao dade.
se queira admittir esla asserjAo, lambem oto se se- I Nao temos colpa, prescindindo anda dos estre-
gu |ior isso que o todo do carregamenlo eslja em peamentos da lypographTa, que o correspondente
mao estado. nAo eotendesse o que dissemos acerca da menean das
a Ora a carne quo o Sr. fiscal lanjou ao maces- irregularidades euconlradas pela cunladoria, como
lava nesta courtijAo : foi 'vista por muilas pessoes, i motivo apreseutado para a impugnajaodas conlas de
cujo leslemunho invo'caremos se for preciso, as I I.uoa ; porque os escrevemos para qaetn tiresse
quaes nao applaudiram a .lelerrainajAo do Sr. fiscal,'! enlcodimenlo, epara aquelles que nAo fossem In-
que obrou sem a consciencia do medico, onico com- leressados em torcer as palavras e adulterar-Ibes o
plenle para jnlgar do seu estado. sentido, com o fim de deduzir conclusOes a 'geilo ;
n Se a carne fosse de nos-a conta,nao passaria cer- mas qoe nao sao de modo algum accilaveis pelo
lamente o Sr. fiscal pelo desgostn de ser chamado a bomenso.
juizo ; infcli/mctite para elle perlence a um nosso E falla o correspondente em moxini/ada"! Es-
correspondente do Rio Grande do Sul, qoe ha mui-, queceu-se sem duvida que, sendo elle a originalida-
los aun i especula nesle ramo de commercio, e por de da confusAo e do absurdo, ninguem podera ser
subeja experiencia que delle lem, pnderia dizer-nos, moximficador, em quanto elle ou seui escriptos
caso nao pugnassemos pelos seusdireitos, que eramos existirem.
incapazes de lomarmos o encargo de seus negocios, A historia do encoolro dos exames de om exer-
porque sendo a carne de charqueada da sua confian- ciclo com as de outro, principioo a conla-la u cor-
ja, e lendo chegado a esle porto bem acondiciona- respndanle com acert ; mas na conclosAo perdeu
da, nAo era possivel apparecerlAo exli.irbilanlequan- o verdadeiro seguimtnlo della, e foi dar n'um pon-
lidade em eslado de corruprao, dando-nos por con- lo muilo distante daquelle a que devera chegar ;
seauinle como cmplice- na arbilrariedade do Sr. [ lodavia nAo dispenderemos mais lempo nessa de-
liscal.n : monstrajo por ser islo ocioso, visto que a mate-
4I amanhaa. ra he de evidente prova pela simples leitura dos
------ exames da conladoria, nos quaes vem expresso
JURY DO RECIFE. | que, na ausencia dos llvros do eiercicio de 1853 a
3 de julho. \ ISJt.nAo podia ser concluido n exame das conlas
Presidencia do Sr. Di: Alejandre llernardino do.|de ,8->- a 8&3-
en e Siirn. A verdade de ludo est na presenja dos llvros
Promotor publico, o Sr. Dr. Antouio Luiz Caval- o conlas ; tome S. Exc, o incommodo de avoca-los
Felizmente para satisfacer o senlimento da curio-
novo tratado, e as consequencias que delle so devem j sidade |iuhlica, e grajas a urna lei divina doprogres-
j deduzir, diz-se aqui,he de origem aulhentica que I so! n.lo se d semana, em que nAo lenharoos em nos-
cu sei o faci diz-se que a Prussia siistentou mais | *o porto um ou dous vapores; mas actualmente he
do qoe dignamente o papel de grande potencia, e 13o ral a eslerilntade cm todas as mauiTestajOes do
I espirito humano, qoe poneos acontecimeiitos impor-
que o har de Manleuflei, e o conde de' llalzefeld
se enconlraram corajosa e rnonarchteamente lioslis
aos principios revolucionarios.
Esla allirmalva que nos vem de muilas partes ao
mesmo lempo he para o governo imperial urna li-
jan e urna esperauje, porque leva a fazer crer que
a Kussia sempre unida com a Prossia, sempre inse-
parayel della nAo ha de querer, que estando pacifico
"Oriente, se Iranstornem asoulras no meio da da
Europa.
Ora, se me concedis mais algumas linhas, von
tocar nesle poni lAo delicado e inconlroverso da
Italia, porque he para a Austria o lado vulncravel.
O reino lombardo-veneziano he incontestavel-
menle para nos a tnica do Nessos. Devora-nos,
consume-nos ; mas lauto por dever como por or-
gollio e por inleresse, nAo podemos separar-nos
delle.
Esle annexo secular do imperio, que tem as suas
revolujes peridicas c os seus odios de lodos os
ldanles, nAo nos assosta. porem, nem com as suas
turbulencias, nem com a sua colera. A Auslris es-
li habituada ao carcter desies povos da Italia. Co-
nhece-lhes o forte e o fracu.
Saboque se os-lombardos-venezianos nao acham
apoio, consellio ou ajilados no reslu da Europa, ac-
commodar-se-hAo to fcilmente com o nosso des-
potismo, oomo com a sua imaginada servidao. O
italiano porem, ama o instinclo du agilajoes.
No eolender de muilas pessuas, o Sr. conde Buol
romineitrn urna sem razao em adiar, em deferir
urna rF-|i -i.i calhesorica ao memorndum Cavour
patrocinado por lord Clarendon : devia levantar
francanienle a luva que Ihe era arreroessada. Ja
que a queslao era suscitada mais tara a Europa do
que para o congresso, devia apandar pelo* cabellos
aoecasiao, e reduzir a nada as espernnras do Pic-
monle;
OSr. de Buol assoslou-secom as abjurgajoes iu-
leres-adas da Inglaterra, e com o silencio dos ple-
nipotenciarios francezes. A sua imaginajAo juluou
versob asallenjes, de que o conde ilrloll era ob-
jeclo por jiarle do roinislru sardo, urna serie de ma-
chiavelicos combinces para por em fogo a Italia, e
para pregar unaa peca a Austria.
Por lano mais ama vez se cunaron o Sr. conde de
Buol ; porque seja nuil fr o seulimenio novo, que
.i Au-ini fez nasciTiio corarAo da Ku-sia, nAo dei-
x por issnVlc ser ceno c ra'anifeslo que o imperio
oa Kussia uarVlia-ic sacrificar a sua politica monar-
chica A uni.t irritaran, justificada lie verdade, mas
jao daiia vaotagetu aoa principios de desurden!.
A Kussia fez tantas ronce-ses a paz geral e ven-
tura de todos que Ihe era inipossivel iiianler ao seu
pas-adn. porque a ella mais a obriga a nobreza do
quo a us o reeouliecimenlo.
A imagem da Kussia, animando o Piemoule a dar
impulso as sua prelenjes cunqui-ladoras, he urna
chimera cora que o Sr. de l'.uol leve a in-eu-alo/ de
se preoccopar. Esla queslAo da Italia, evocada pe-
lo Sr. de Cavour, nAo lera nem pude ler, as rir-'
cumslancias acluaes, o alcance que cedas pessoas
tho querem dar.
Os crimes parciaes de que sao tbealroalguns prin-
cipados, asqtteixas mais ou menos fundadas, mas
indubilavelraentc exageradas que fazetn sabir do Ma-
polea e alravessar Roma, para caliircm sobre Millo,
ludo islo, licat rerlo, he a hi-loria de ha oilorontos
e nula anuos, locassanlenxnle reimpressa c corr-
gula, historia ridicula ou sanguenla segundo os ho-
mens e. os lempos, historia qoe be confeccionada
fura do paiz, mas que todava o corrompe c mata.
A situar.') dos Austracos as suas possesses lia-
lianas he nalacavel. Ha entre Posrhicra, Verana e
Mantua, nina mageilusa buha de pedia de ferro a
fogo, que nunca ser possivel a um exercilu lian--
pr. Depois das derrotas de Custocza e de Novara,
depois dos comproinissos contrahid:is, nAo pode dei-
xar de causar espanto o encariiijamenlo rom que o
l'ieniunie se quer inculcar romo tutor v guarda de
urna nacionalidade italiana, que jamis Ihe foi con-
fiada
PAGINA VULSt.
Resa hoje a igreja de Sania Pulquera, virgem,
e de mais oulros escollados de Dos, e como sem-
pre que podemos n3o nos fm lamo- dar alguma no-
ticia sobre o santo do dia, diremos alguma cusa
sobre a primeira a quem hoje se commeinora.
Nasceu Pulquera a 1!) de janer.i de 399, Ha-
vendo de mui tenra idade perdido seus pas, que
er.m o imperador Arradio, e a imperalriz Eudoxia,
e foi esposa do imperador .Marciano.
No da 4 de julho da 411 foi aclamada imperalriz,
e nao buha completos os iti anuos quando princi-
piou a reger o imperio du Oriente.
Era Constanlinopla adianle do claro, c do povo
fez voto de caslidade. Gomo santa e imperante,
soube com o auxilio de Dees repartir e dedicar-se ao
ibrono, e ao aliar.
O reinado dessa virgem, sua vida anglica sao um
leculo de mar.ivilhas, que a mis nAo rabe numera-
la, porque Miunmeras paginas seriara precisas para
a narraran de feilos lAo cheios de nobreza, e de tan-
la rnagtiilude chrislAa.
F'o casada, como di-semos. mas o seu voto de
caslidade anleriurmenle professado por coromun
aecurelo foi inviolavel.
Os celebres heresiarehas Neslorin, e Eoliqucs fo-
ram era seu lempo solemnemente punidos, c con-
fund.dos pelos Concilios do Epheszo e deCalcedonia.
Prxima aos .">5 anuos de idade, o aos ill de governo
liocou o sceplro imperial pelo diadema do eco, ex-
prou como querida na Ierra, e abenjoada de
Dos.
Em 7 no dia de boje suhtevaram-se em
Napobsos 'Lasarios, clegendo para seu chefe o
joven Tliomaz Anniello com 2(1 anuos de idade. Sa-
be bem o leilor, que essa raja ou especie de genio
era o que boje rouslilue em nussa capital Socios
do Tiromiseraveis, preguijosos, e Irapilhos, for-
mavam nina vasta snciedude sem lei, nem religiAo,
que se tornou realmente temida.
Hoje essa horda nAo existe, bem como em pouco
lempo deixara de existir entre nos| compauhia do
Tiro.
tsules nos Ira/.em, resallando dahi grande deficien-
cia do assumpto para os amigos das palestras e novi-
dades.
Em consequencia da exliiicjlo da guerra do Ori-
enlc, desle iinmei.so successo que mooopolisara du-
ranle tres annos a attenjAo do inundo niteiro, e cu-
jas peripecias aliraenlava o joriialisnio, as malas que
conduzoo Stern foram mui pobres de noticias. Sup-
punha-se (jue a differenra occornda entre a Inglater-
ra e os Estidos-I'nidos seria resolvida iliplomatica-
nenle. A inundajan.que engolio militas nquez^soin
Franja, tinha cessado ;c, no mundo politice, parece
que a queslao cerca|da recnnsliliiirAo da familia ita-
liana em mu so corpo, vira a ser'o santo para urna
conflagrajao europea, se a Franja e a Inglaterra nao
iudozrera o gabinete Ue Vicrna a fazer as conces-
sOes justas o necessaiias a que lem direilo a- dille-
rentes pnpulajes da Pennsula Itlica, Esta ques-
illo, que fermenta ha raoilos annos no corajao do po-
vo, e na cabja dos philcsnphos e dos poiilicos, foi
agitada com energia nos inlervallos das conferencias
de Paris, e podo que uAo fosse consignada no ins-
trumento, que sabio dcste conselhn, cora ludo nao
deixou de merecer as svmpalhias dos plenipotencia-
rio, a exce|ij,ln do de \ o una. Entretanto, se o ga-
binete de S. James nAo lizer alguma cousa em favor
dos inf-lizes Italianos, nAo M deve esperar que o
govern-' das Tuderias dA paiO algum a este respei-
lo, pois que NapoleAo foi o proprio que, com a sua
inlervencao armada cm Hoina em 1819, concorreu
pal i exaltar o despotismo nos Estados-Ponlilicios,
no ieioo l.ombardo-Venesiann e em aples. As-
sim, a menos que apparera um novo llisparlaco, ou
um .Wa.-:aiell, eremos que o desluiodeploravel,
a que lera chegado a Italia, sera de longa duaajAo.
A* noticias que o vapor hradleiro Irouxe da capi-
tal do imperio sao mui paludas. As cmaras se
acharo em perfeila calmara. O projecto de lixa-
jAo do forjas nevaos ja tinha passado em segunda
discussAo no senado, e a cmara dos'depulados e
oeenpava com a disonada das lonas de ierra. Ale
as ultimas dalas que recebemos, nenhuma iuiciacAo
importante llova lulo lugar.
O eolhnsiasmo, que esto anuo girara Dous de Jo
lho na capital da Haba, era delirante. Aguarda-
vam-se mollas testas para celebrar esse dia, no qual
os Bahiano-., a seniellianja dos Norlc-Ameriraiiosno
teuiminorlal OualrodeJullio,esquecendn-se de ludas
as orenpares ordinarias da vida, s leem uma preoc-
cuparao, lomuieraorar a poca, em que sacudiram o
joco da inelropole. lie esta re lamente a nica tra-
dijao eivica, que linda se snlemnisa com o ardor
proprio do dia seguinlc da prorlaniarao da Indcpen
delicia narional.
Posto que as loteras sejam um verdadeiro jogo, he
opiailo constante que os governot nao devem pro-
curar acaba-las de uma maneira dirccla. e anles de-
vem concede-las liberalmente, pois que, mais cedu
ou mais larde, ellas se desarredilam por si mesillas,
e eolao desapparecem. Jaleamos que o momento
entre nns nao esla muilo longo, visto queja vo ap-
parecemlo alguus abusos, que leudem a dcsacredi-
lalas. Com efleilo, ulliniameate deu-se um caso
mui singular na ridade da Babia. I'in individuo d
rtge-sc rom um bilhele da lotera do Rio dn Janei-
ro casa de un iiegucianie. rebale-o luedianle um
de-conto, compra lellras -.nlire Londres, e embarca
parosla provincia. KnlAo o ncgoriaiile maiidandn
receber o importe do bilhele un Km de Janeiro,
lOIlbe que ei i falso, |tois que o respectivo Ihesoureiro
allegara que ja litihii pago oulro de igual numero, e
que o segundo nao corresponda ao labio. Se be ver-
dade. e se forem apparocaoda faclus desla nalitrvza,
cm breve leremos o dcpreciamenlo lolal das lo-
teras.
A epidomia inierrompeii nstrabalhos da qualifi-
cacAo era quasi loda a pruvinci, e por isso nAo era
regular que se procedessem as futuras eleiroes sem
que previamente se livee salisfeito esla exigencia
da le. Assim, por tima circular do I," do correnle,
o pre. lente desla provincia ordenou a todos os jui-
ca n 11 de Albuquerque.
EscrivAo, o Sr. Joaquim Francisco de Paola Esle-
ves Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Antonio Jos da Costa Ri-
beiro.
Feita a chamada as 10 horas da manhaa, acharim-
sc presentes i2 senhores jurado*.
For.un dispensados da sessao os seguinles se-
nhores :
A' requisijAo da presidencia, o Sr. oflicial chefe
da primeira secjAo da seeielaria do governu Antonio
Leile de Pioho.
dem do director da Faeuldade de Direilo, o Sr.
Dr. Vicente Pereira do Kego, c lambem relevado das
mullas qne incorrera nos das anteriores.
dem do administrador do consulado provincial, o
Sr. JoAo de S LeilAo, e relevado da multa.
Por motivos de molestia, c relevados das mullas
dos das anteriores, os seguintes senhores :
Dr. Luiz Duarte Pereira.
Jos Itrasliuo da Silva.
Alexandre Jos da Kosa.
Foram multados em mais 23 rs. os setihnres jura-
dos j multados nos anteriores das de sessAo.
Aberla a sessao pelo loque de campainha, foi con-
duzido i barra do tribunal do jury, para ser julgado,
o reo preso Renjamim Palncollo da Silva, aecusado
por crime de furto feito a um tal Brandao, com loja
de caljado no pateo do Terjo, e nAo leudo o mesmo
reo defensor, e declarando ser menor, o Sr. Dr. juiz
de direilo, presidente do tribunal do jury, nomeou
tara curador e defensor do mencionado reo. ao Sr.
lir. cima referido, o qual presin o joramento so-
nreo livro dos Santos Evingelhos.
1 Foram sorteados para compr o conseibo do jury
b senlenra, os seguinles senhores :
llr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Alnlono Mauoel Pereira Vianna Jnior.
Luiz de Azevedo Souza.
Bernardo d Cnha Teixeira.
Ptrfirio da Cunta Moreira Alves.
Amaro Fernandes l)a!trn.
Luiz de l'ranra da Cruz Ferreira.
Da. Clemente Jos Ferreira da Coda.
Flerenrio Domingues da Silva.
Coronel Trajano Cesar Burlamaquc.
Francisco Antonio Ferreira.
Jo* Filippe Nery da Silva.
(jrs quaes preslaram o juramento em voz alta so-
bre! o livro dos S mi"- Evangelhos, c tomaram as-
sento nos seus respectivos logares.
I epois de prestado dito juramento, foi o reo in-
ogado, e em seu interrogatorio diste, que nao se
brava do motivo por qoe era accosado, qoe nao
lecia ooffeiulido, eque nada linha a provar e
licar a -na innocencia, n.'n se lembrando lam-
bem do lempo em que fura preso.
Fez-'e a leitura de lodo proresso, e, depois della,
o Sr. Dr. juiz de direilo, presidente do tribunal do
jury, deu a palavra ao Sr. promotor publico para
fazer a accosajao, e esle a fez, dizendo que o crime
eslava provado pelos depoimenlos das lestemunhas,
que o reo tinha sido preso em flagrante, c por isso
devia ser r.ondemnado as penas do artigo 27 do
cdigo crimioal, ao grao mximo, por se ter dado a
circumslanria aggravantc da noite.
finia a acensaran, o Sr. juiz de direilo deu a pa-
lavra ao Sr. advogado para lazer a defeza do reo, e
este a deduzio, dizendo qoe o reo nAo linha sido o
autor do furto feito a Bramido, e que anda mesmo
lendo elle sido o autor do furto devia ser absolvdo,
visto estar preso a sele mezes, e nAo ter perfeilo
juizo.
fin los os debates, pergunlou o Sr. Dr. juiz de di-
reilo ao jury de senlenja se eslava soflicentemeute
esclarecido para julgar a causa, e como o dito jury
respondes-e affirmalivamenle, propoz ao mesmo ju-
ry as questes de faci, e em alia voz as leu ; e en-
tregando ao ronselho as ditas questes de fado, foi
este condiizido sala seerela das conferencias as i
horas da larde, donde vollou as 4 a com suas res-
postSs, que foram lidas em voz alta pelo presidente
do jory de senlenja, em vista de cuja decisao, o Sr.
Dr. juiz de direilo, presidente do tribunal do jury,
publieou sua senlenja, absolvendo o reo e conde ta-
ando a muiiicipaliriede as castas, e levanlon a ses-
sAo, adiando-a para o dia seguinte s 10 horas da
manhaa. ,
Icrr
I en
coi
Oil
A cuern emprahendida coolrn H Ku?sia pela al- zes de paz que celebras^eni a qualjfiraco nos loga-
a si, que melhor avahara' a regularidade do pro-
cedimenlo do inspector interino na revosajAo n'um
despacho irregular e excntrico de lodos os inte-
restes /scac.
A contadura em sua informajAo disse a conta
esl irrejiilar, e receladefraudaran de dinhti
rus ; mas o inspector no seu despacho espressa-se
assimapproada deconf'ormidadecoma informa
rao da conladoria '
Ora, o que significa semelhanle cousa, seno um
conira-senso requintado Afiprovar o qoe esta' ir-
regular '.' Islo Importa sem duvida a absolvirao das
irregularidades, oo uma ignorancia completa da
materia sugeila ; o que nAo se deve admittir em
relajan ao inspector, que alias lem seus fumo* de
illusraro.
Como ja ilisserans no artigo anterior, a decisao de
responsabilidade para o ex-colleclor Luna Freir,
tn virtude da nau entrega dos livrot do eiercicio de
1H53 a IsVi, ii.iii foi por certo tima perda de espe-
rrteos dessa entrega ; mas antes um acto decorrido
da observancia d'um dever, que eumprin ser puslo
em elleelividadc desde ouluhro de 1831, e nao 21
mezes depois
Sem embargo, releva confessar que desse despa-
cho da tbesouraria, consequencias bem perniciosas
se puderao tirar ; visto que sem malevolencia pde-
se a-signar ao despacho revogadu o fim de absolver
o collector de lodos os seos actos de prevaricaban.
Reflexionara' lalvez alguem : o collector nAo sen-
do responsabilisado pelas coalas do eiercicio de
I8.V! a 511 que, apezar de nao oslaren] examinadas,
foram approvadas com um bil de indemnidade para
o prevaricador, tinha de ser intentada urna outra
responsabilidade- pelos llvros de .'>:! a 34 ; mas estes
que foram recolhidos a Itiesoiiraria em 28 de abril,
acompanhados dp om olticio cm dala do 1833, i""i
pnderiam estar guardados era nios oficios'
gum prolector dd ex-colleclor, de maneira qu
as fossem archivadas as conlas de 1832 a 43, e
por lal modoabsolvido o homem, appareceriamelles;
a esponja do olvido sera passada sobre o pretrito.,
trao examinados, eas contas tambera approvad'
Assim, no arrematar do negocio ficariu lalvez o
collector sumen te tesponsavel pelo desfalque do eier-
cicio de 1834 a I8T>3, nqual mediante a especiallda-
de de um ieriim(mi din, baseado na proporjao |3,
que vena muito i a proposito, seria sanado, e o
compadre licaiia limpo de pena e colpa.
Acerca do prOCHM de responsabilidade, indem-
nsada a hienda, que mais leria a temer o rom-
padre Luna '.' 'ludo se arranjaria bem, exahi tea-
mos o homem recenerado, c apto ale para Ihesou-
reiro da tbesouraria, lucrando com islo o inspector
que ao jiwi finaneiul reunira o dora de regene-
rador da hnmandade !
Mas dir' alguem, qoa a revogajo do despacho
deu cora o caslello em pantanas >
Eis, por lano, a consequencia a qoe se pode
prestar esse negocio, e que nos nAo adaremos como
verdadeir, ao mesmo paeso qoe observaremos ao
correspondente a desconveniencia de sua gana de
defeza : ha cousas em qoe o melhor he deixa-las no
esquecimeuto.
Paramos aqui, para nao anteciparmos uma discos-
fio, qut lalvez lonhamo de abrir sob o nosso pro-
prio nome, alim de indicar o peso dessa probidade
que lano he defendida pelo correspondente.
RESULTADO
da r-lei ,a > que recahio as pessoas, qne devem fes-
tejar o Glorioso San-Gonjalo da Boa-Viagem.no
auno de 1857.
Juiz por eleijAo.
O I llm. Sr. Jos Candido ds Souza Caslro.
Juiz por devojio.
O Illm. Sr. Ignacio Ferreira das Chagas.
Joiza por eleirao.
A lllma. Sra. D. Mara Kosa de Oliveira Lima, fi-
Iha do Illm. Sr. Jos Rodrigues de
Oliveira Lima.
Juiza por devojao.
A lllma. Sra. D. Mara Leopoldina de Miranda Goi-
mares, filha da lllma. Sra. D. Ma-
ra das Naves de Miranda Goi-
maries.
Joiz protector.
O Illm. Sr. Manoel Antonio ('.amargo da Silva.
Jniza protectora.
A lllma. Sra. D. Mara Casemira Pinto, lilha do
Illm. Sr. Antonio Domingos Pinto.
Escrivao por eleljio.
O Keverendissimopregador da capella imperial Fr.
Lino do Monte Carmello.
EscrivAo por devojio.
O Illm. Sr. Vicente Machado Freir Pereira di
Silva.
Escrivaa por eleirao.
A lllma. Sra. D. Severiana Benedila Magalh3es de
Figueiredo, lilha no Illm. Sr. JoAo
Joaqoim de Figueiredo.
Escrivaa por devojjo.
A lllma. Sra. D. Candida Rosa de Albuquerque as-
cimento, lilha da lima. Sra. D. Vi-
cencia Ferreira de Albuquerque
Nascimenlo.
Mordomos.
Os lllms. Sis. Dr. Innocencio Stralico de Assis Car-
valbo.
Dr. Manoel Figoeira de I-aria I-illm.
Fr. Flix da Nalivdade Pimentel.
Francisco Carnciro Machado Ros Jnior.
Miguel Jos de Almeida Peruambtico Jnior.
Vicente de Paula de Oliveira Villas-Boas.
Braztliano de Magalhaes Caslro.
Jos Rodrigues de Oliveira Lima.
Manoel Filippe do Carmo Nunes.
Manoel Jos de Oliveira Lima.
Antonio Moreira de Meudonra.
Jos Mara de Caslro Nuoe-.
Francisco Jos Lopes.
.. Bernardino Kibeiro Goclho.
em que devera ser encarada sem compllcajao do Amaro de Barro* Cornil
veo de d.ssimulajao e lorc.colos sob que a tinha en- .\irtnoe| \ictor de Jess Mo
volvido o parecer, de cerlo mal pensavamos que um juao do iranio Lima.
correspondente apparecesse depois ie lempo* com Jo* Francisco de Magalhaes Bsslo, Jnior,
lano empenho e esforjo advogando uma causa ma. Ju.ln Manoel llia
perdida na opiniAo publica, e ja bem julgada por Loil Francisco de Paula Ramos
ella em definitiva. Confessamos pois a nossa poli-. jao Bernardino Bolelbo.
ca perspicacia n esta parle, porque se eslavamos cer-; Joaquim Anloi......e Moraes.
los de que ninguem voluntariamente se encarregaria pr. Candida de Sania Isabel Ciinha.
da dereza della. devanamos ao menos prever qoe os Joio Paulo d'Assurapjao.
luleressa.los, por pe.or qoe fosse a condijAo em que |),0f!o BaptifU Fernandes Jnior.
esiivesse a mesma. jamis denanam de inocurar os
recursos da aiystlficajao, emhora em ultima analvse Mordomas. m
s servissem para empeiorar-lbe a sorle. como a-' As Illma. Sras. I). Mara Ambrozina de Souza Lobo.
coulece com o correspondenteMque alias re- Margarida Julia Ferreira.
conhecemns pefeitamente, anda atravez do seu a- \ Mara Carolina de Almeida Guedes.
ranzel; e rom quanto nAo desejassemos tornar a ques- llenriquela Damasia Dias.
tan, a vista do empenho evidenle do correspondente Belarmina Cxrlla Das Fernandes.
em .ii :-nn.ir oo fados, nao podemos deiiarde acres- Francisca de" Paula Carneiro |,eAo.
cenlar-lbe algumas palavras. | Augusta Celestina Moraes da Mesquila Pimentel.
h priucipiareinus pedindn vista acerca limdiligen-' Isabel Maria da Conceiro Sanios.
rat.quedizo correspoudenle foram feilaspeloinspec- ; Auna Candida l.ins Waiiderlcv.
tur para que nAodeixassen parecer de ser discutido; o I rsul.i Maria das Neves.
qual (ando dado ao lim da sessAo. iiiduz a cre na Antonia Jnaquiua de Oliveira Badneni.
existencia de uma arrien pernee sobre a respectiva Maria Cherobiua de Cadro Nones,
discussao. ao mesmo passo que isso so revela clara- Marta Gtiilhermiua llorges Cavalcauli.
mente um meio deallenuaj.io a m impressAo, que Lilia Coelho de Serpa Brabdlo.
contra o inspector havia trzalo essa pendencia. Francisca Rodrigues de Oliveira Lima.
Desde t'l de maioque foi a assemblea habilitada : llermina Amelia da Conlia.
para a discosslu desse negocio, e no entretanto nAo Mara Joaquina Ferreira Penlia.
vimos que o inspector mostraste esse afn pela solu- Amelia Ramos de Carvalho.
jo delle ; pois qoe nAo ollereceu nenhum requer- Carolina Amelia de Frailes Telia
ment tendente a apressar a- commisses na apre- Joaquina Moreira da Costa,
final- | senlajAn do parecer. Depon de dado ce, fui a im- | Maria Candida de Figueiredo
Ihesoureiro.
O Illm. sr. Silverio JoAo Ncpomoceno liaslos.
Procorador.
O Illm. Sr. Antonio Rodrigues Albuquerque.
Illm Sr. coronel Gaspar de atante! Va-concel-
los de Dru.nmuiid. Desde quo era nulubro do
auno passado lo. apprebendo na lurradeSerinhaem
o palhabote, que tenlava desembarrar Arriemos, vi
com magoa qoe se pretenda envolver-me nesse ne-
gocio, ja pnr boalos adrede espadados, ja por cor-
respondencias anonymas de Serinhaem e Rio Fot-
0*0, alliibuidas getalmenle a pessoas de V. S.
Mas descanjava em minlia consciencia, e nAo podio
acredilar qoe V. S. carecesse e se lembra-se jamait
do met nome para explicar o que havia de equivo-
co, de mvsterioso e mesmo de ineiplicivel em seu
romportamenlo como apprehensor do contrabando
alem disso eslava resolvido a nAo defender-me de
accutajOes anonymas e receiava muilo parecer sus-
citar embarajos a defeza do senhnr seu tiln o |)r.
Menezcs. que era processado por cmplice em dito
contrabando.
Assim aguardava o desfecho desse processo, para
ver se tornava-se indispensavel repellir ou nao esse
boato, que contra mim se espalhava ; ou que fosse
chamado pela autoridade publica para dar quaesquer
explicajes1 que de mi ni fossem exigidas. Masa
mir'i illosn dissipuu-se a vista da correspondencia
de \ S., publicada no Liberal de 21 do passado,
em a qual.depois deasseverar queocapitaodo palha-
bote Ihe dissera ser eu oconsignalario do mesmo e do
teu carregamenlo acrescenla que nao sabe, nem pode
aflirmar que de feito eu o fosse,raorde e sopra a fe-
rida'i ; correspondencia que chegou ao raeu conhe-
cimento ao mesmo lempo que a senlenja deabsolvi-
rAo do dito senhnr seu filho, e a prisAo de V. S. ; e
assim com quanto se torne urgente a necessidade de
repellir de mim a parlicipajAo que se me quer al-
tribnir em dilo contrabando, expondo o que se lem
passado a respailo delle, continuo a achar-me etnlia-
rajado peloreceio de poder por qualquer forma
aggravar a posirao ja nAo do senhor seo libo, ma*
de V. S. mesmo, por um senlimento que talvez nAo
seja bem apreciado por V. S., apezar do seu incul-
cado cavalleirismo, mas qoe o sera' por lodo o cora-
jAo generoso.
N'essas circunstancias limilar-me-hei a declarar ;
que o auno passado fui convidado para receber e fa-
cilitar e desembarque de um contrabando de Africa-
nos ; quo nio s me recusei isso, como que o
commuuiquei a pessoa que levou ao conhecimento
da presidencia, para que ella dese as providencias
necessaria para mallograr semelhanle tentativa,
sendo que lalvez em virtode desa r.ommunicajao
foram expedidas as riiflerentes autoridades da pro-
vincia as ordeas secreta, publicadas peta imprensa
depois da apprehensAo ; que em vista da minha re-
cusa n3o he crivel que me fosse remedido o contra-
bando, e qoe anda quaudo o fosse por qualquer cir-
cumstaneia qoe alias nAo posso comprehender o
meu comporlamenlo conhecido anlecipadamenle
pela primeira autoridade da provincia, excloe qual-
quer idea de parlicipajAo minha ne-se crime ; e fi-
nalmente qoe alem de ser falsa, como lenho mostra-
do a acensaran que se me pretende fazer acresce
qne o meu eslado de molestia, e quasi cegueira, com
que lulo ha mais de dous annos eque me obrigoo no
passado a eslaruns poneos de mezes no sertaoe neste
majs de um no Kecife stijeitahdo-me a um rigotoso
Ir lmenlo, exclue loda a possibidade de involver-
mo em especulajoes des-a tiatoreza.
Por ora conlenlo-me enm a deelarajAo desset
fados que i seu lempo hei de provar ; porem desde
ja emprazo a V. S. Sr. coronel, para discutir mo-
essa farja depois de sua absolvijao, que segundo me
consta Ihe he garantida e assegurad por seo alto
e poderoso protector.
Dos guarde a V. S. Sr. coronel. Ipojuca 2 de
julho de 185o. Joao Manuel de Barros Wan-
derley.
MAPPA dos duenles tratados na enfermara de ma-
rraba do primeiro de abril ao ultimo de ju-
nhn de 1836.
Exisliam ; 21
Enlraram..... 116
Sahiram...... 102
Falleceram . 4
31
OKSERVACO'ES.
Os fallecidos, 2 foram do
cholera, I fora de um ata-
que de hemuplezta, e oulro
de phlysica tuberculosa.
Arsenal de raarnha |. ds julho de 1856.Joa-
quim lote Mies de Albuquerque, cirurgiAo da co-
lermaria de raarinha.
(tuvimos cottlar com muilo espitilo uma anc-
dota, na qual ha um limile nao destituido de fun-
damento, e minia anal- giaque os contoi marea-
dos ao orrainenlo para as obras (publicas pareciam-
se com dinbeirii de eucommeiidu do mallo, por ex-
emplo um lavrmlor escreveao compadre da prara, e
mauda-lhe dizer: compadre,rcmelto-lhe 20?, mnde-
me o seguinte :
\',m paleto de patino lino.
lia chapeo lino de castor.
Um seltim inglez de molla.
I'ra par de esporas de prala.
Pague o frele do cargueiro.
Pague a orleinzinhaqac vai inclusa, e com o res-
lo compre-rae um chale de cachemira para sua co-
madre. E o que faz o compadre '.' Ve-se em apu-
ros, e se quer acbar de urna vez com tal enlaladela,
compra um paleto, que cusa 20>, e do resto das
cncummendas nao accu*a na remessa...
lmpiedade.Adiamos uma pralica essencial-
menle impia e escandalosa a que usam os Srs. cor-
rectores de leiloes, quando tem de apregoar alguma
imagem. Como he, que se v cxposia aos olhos de
uma turba, uma imagem do Seuliur Cruciliradu, de
Nns-a Senliora, ou outro qualquer vulto de santo,
e sendo apontados com a giria propria dos leiles
dui-lhe uma. di u-llie duas, dou-lhe Ires etc. '.'
Desculp m nos os Srs. corrrclores.seria mais decente
c chrislao, que essas imageus nAo fossem apregoa-
das, o corrector marcara um valor rasoavd, e esle
seria o da troca, c se alguem quizesse chegar a mais
se entendera com o collector ele, tanto mais quan-
to as imageos deveriam estar em lugar reservado, e
oto confundidas com camas, mesas, bancas, e ca-
randas : se enlenderom, qne eslas nossas reflexes
sao destituidas de juizo, eonlinoem, que onde val o
mais a respeilo de religo vai o menos : a poca he
a das profanajes...
A raAo porque as supposlas mulheres de li-
mAo nao querem saber do bairro do Kecife'.'
Os vagabundos e malfeitnres d* freguezia dos
Afugados eslao conspiradisimos contra o actual sub-
delegadu supplente. He isto; preso por ter cAn, e
preso por nao ler cAo ; o Sr. Vianna por fleugmati-
co era censurado, o Sr. Carueiro por aclivo lambem
o he, quera podera preenrhero meio termo, que
vem a seraquello que a todos agrade '.'
i luerem ver os elfeilo de orna visita de ca-
maradas Acaba agora em um dos nossot arrabal-
dea de ser raptada uma mojapor uma amiga que
Ihc fora visitar, quando seus pas se achavam a pas-
seio A farddade com que cerlos pas deixam
sus suas lillias, e as vezes simplesmenle guardadas
pela mauuia, que deu a lima dellas o primeiro leite,
uma dessas muflieres de limAo, e de patua> pen-
durado ao pescojo Censurara a educarAo que
cerlus pasdao as suas filhas, isto.he, de iAo Ibes
consenliiein eulreter relajos com certas hrurlia-.
que sao nutras lanas conductoras da corrupjAo so-
la antes para desejar que se louvasse esse proceder
porque nunca de taes amblados bons fruclos se pode
colber.
Toda regra, dizlulu' mentira, tem exeepjAo.
Consta-nos que poucus sao os bilheles Je cama-
rotes, que re-iam para o delatl da companhia gym-
naslica, que depois de amauhaa lera de estrear :" em
verdade depois de taotos espectculos de Iretas, era
conveniente, que houvessem de oulro genero, que
dislrahissrm mais o juizo publico. O que convni ha
muita vigilancia nessas imites de esjiectaculo da
parle da pulida ; certos sugeilus do TIRO cuslu-
mam tambera desfarrar-se cm acabados daodvi...
Consta-nos que era Seriirbaem reapparreera em
alguus partos a epidemia. Aluda abra essa nao'.'
Netcoa percadus Ao grandes...
L1' pnbrHpapai-Cliagasii darua de S. Gonralo,
ja nao pode suportar o felida hurrivel do lago encan-
tado, que Ihe fiea quasi ao balale da porla : ora se
nessa ra n.lo hnnvesse um oespirilo qoe po-
desse avisar ao Sr. fiscal, bem; mas ha o espirito
e ha o lage ; o lago reflecte no ( espirito > e
o "espirito abaorve-te em contemplar o lago, e pa-
pai-CI'.agas departe vendo o niagnili>rao,quc lem era
si esse lago, que alrahe, einbevcce.e evlasia o "espi-
rito.n que outro sapinhu pnr mais que lamente e,
por mais que pule, vai direiliuho a bocea d spide
venenosa, que calma, e firme o espera de luiguiuha
trmula.
Ojie fim levaram os ulcncilios do hospital pro-
visorio de Igoaraara' Vimos lodo* os oulro da-
rem cunta dos seus Irabalbo*. reeulregaado seus o|p-
reusn mas nao nos recorda ler lido nada a respeilo
do de Iguarassu' ; pode ser, que nos engaemos, ca
ser a>sim, desde Ja damos o dilo por lian dilo.
Coma-nos qne o baile havido antea de bon-
Icni nos -aloe- de Sania Isabel esleve sullrivd.
Consta-nos que corlocapilAo da guarda nacio-
nal do balalho dos.... seagaslara coraseu yo\n,por-
que cate Ihc tirara das ondas a caiva dos devotos de
Nossa Senhora da Couceijan, que eslava a sua guar-
da, sem atteuder que se elle assim e lizera. era por-
que Ibe queria dar a dos devutos de rapa encarnada,
que nao he ra; sem mesmo allendcr que os capilAes
sao cinco, e que as caitas sAo pouras, eque nAo Ihe
podia locar dnat, sem prejuizn dos oulros ;e
mente sern allender que seu to>oo rarregara em I primir, p assim levnn uns seis dias sm si
sem bracos, quando S. S era peqoeninn, e qne o deradn, aloque notando o liberal Pernambucano
qne (em, e a educaran qne posnM a ella deve. I o desinleresie phlengmalico do inspector, pedio -le
(^omm.tmcaw.
ANDA A QIESTAO da THESOLRARIA PRO-
VINCIAL.
II
nu.in 1o na assemblea provincial se publieou o pa-
recer da commissoes reunidas acerca da pendencia
entre o inspector intitulado effeclivo 'que de cerlo o
nAo he) e o contador no eiercicio desse lugar, arha-
mo-lo tAo pouco justo cm sua materia, que decidimo-
nospara logo a sobre ella ollereccr, comoscientes da
queslAo aguada, algumas reflexes, nao obslaute o
pe/are cintrarle t,,de que em nuaso espirito pesava,
por termos de collocar-nos em campo de opinies
opposlas a amigo com os quaes sempre queremos
estar era harmona.
Dado porem esse passo, cm que nao influa outro
interesse alem do de sustentar a quedan na altura,
Para conhecimenlo das pessoas a quera possa in-
leressar. se publicara os segrales avisos olllciaes da
reparlijAo dos negocios eslrangeiros da Repblica
Oriental do Uruguay :
Ministerio di relares exteriores.
Aviso oflicial.
Em 28 de novembro de 1850 e 27 de nulubro
de 1832, se publicaram os seguintes avisos ofli-
ciaes:
Aviso oflicial. Montevideo 28 de novembro da
1850.Sendo repelidas as queixas dos cnsules da
repblica no eslrangeiro, contra o abuso que com-
metlem algifns capilAes de navios, que saliera com
deslino a este porlo sem Irazeretn reconheddos seus
papis, corno correspoude pelos respectivos consu-
lados, se publicam para conhecimenlo de quem cor-
responda, os seguinles artigo do capitulo 2 du re-
gulamenlu consular da repblica, que se' acha em
viene -
Arl. 18. Os capilAes de navios eslrangeiros e
ouaes que sahtrem dos porlos donde cv-lcm
'-ules da repblica, com detliao aos portos della,
ra ohrigados a fazer legslisar pelos mesmos, o
"isto de sua carga ou de vir em lastro, a cario
d- ^nairicola. Ose m-m,i dispusijao sao
c .lio- os passtipurles dos passageiros, ja%>
c ., sentenjas. proledos, certificados e ori-
Ir documentos que possam fazer-se valer era
ju
\rl. 19. Os capites qoe contravierem ao pre-
venido no arligo anterior, ficarao sujeilos a pagar
os d-reiio. do consulado que deviara tersalisfeilo no
porlo de su.i procedencia, o asmis requisijoes oo
penas que a lei determina.
n Em consequencia se previne que o Dr. D. Car-
losjEgoia foi nomeado e aulorisndo pelo governo
para que, em qualnlade de fiscal, persiga a todos os
capilAes de navios, procedentes de porlos donde exis-
lam consnlet da rrptibliea, que nAo Iragam seas
papis na forma prescripla, applicando-lhes a pena
designada, e acedes que o caso e as disposijies em
vigor requeirim.
Aviso oflicial.
Na necessidade de corlar os abusos que commel-
tem os passageiros c os capilAes de navios que che-
gam a repblica, procedentes de porlus donde nie-
len) agentes consulares della ; e lendo em vista o
que dispe a este respedo o capitulo 2 do regola-
PRACA DO RECIFE 5 DE JLT.HO DE leei,
AS 3 HORAS DA TARDE.
JtfMalfl semanal.
Cambios Nao solTreo alterarlo de 27 d. por
13000. \
AIsodAu Terminou o auno' financriro de
183.1 a iKii; rcm 21,511urcas; ,-
do primeiro ale boje entraran t'i.l
saccas. As vendas dos Ir primei-
ro dias da semana regolaram de
IM a 6:j:)0 por arroba, sendo
esle para o multo superior; nos
unirnos tres dias esmorecen, ven-
dendo-se a maior parte a f, e
uma pequea porjio 6S00 por
arroba. A nAo chegareru navios
esle prejos nAo se podran sus-
tentar.
Assuear Enlroram 3.600 sarco, e o depo-
sito montara' de 12.000 a 1:l,'i
sarcos de todas a qualidades: ven-
deu-se o branco lino a l>lon. o de
lerceira Mirle a isOOO, o de qorla
por 15K00. o rnenos de oWM a
31500, o mase.vado Littma a
23830, America de atSTlJ a
29800, n do Canal de -r,_i\ ,,
21600 por arroba. O do Canal A-
menea form mu procorado. e
geralmenle os | rejos foram mais
firmes, em consrqoeoda das nn~
, ''a chegadas da Europa.
Agurdenle- llamua proeora a 909 por pipa.
Couros--------------Susieotaram o prero de rs.
. .-. ?!" ,,br* (los "ern* s"alado.
AcjodeMiiao \ codeo-s de 20 a 219000 por
quintal.
Arroz--------------Esta itdeirsmenle enjoado, por-
quanl quanlidade ev.slenle he
muilo superior au consom e .1 nao
se eslar reexverlando para o Rio
de Janeiro a i,.,,,, ,, m|9
consideravel. Relalhou-e de M
2;2U0 por arroba.
Bacalhao Nao lendo chegado carne aecea "
contomo lem subido, vendendn-s*
a rel.ilho de l.V-30a a Itjst, 0 de
escama de I.I9 149. O deposito
montara de 2,300 a 3,000 boni-
ca.
Fannha de Irigo- O mercado foi soprido com :.i
barricas de Richmond, com as
quaes o deposito monla a T,IOn
barrica, sendo 1,800 de l'hilaiel-
pbia, 800 de New Orleans. 1,100
de Richmond, 1,000 de Genova.
lKI de Trieste e 1,800 da Fontana;
o consumo foi pequeuo, e al ven-
das regoliram de 24 a 309 por
barrica, sendo : 239 pela primeira,
2g pela segonda, -289 pela ler-
ceira, 2J9 pe'" quarla, e 30 pela
X quinta.
Feijao-v-----------Era consequencia das unlicias do
interior nao aerem favoraveis, os
prejos sahiram de 12 a HPM
por sacra.
(Jueijos ---------As vendas regularam de IsijOO a
l/llO por cada um os flamenco-.
SabAo------------- Vendr w o nacional de 115 a
123 rt. por libra
Vinagre dem de 1329 a I33# por pipa do
Lisboa.
Velas As de espermaceti regolaram de
800 a 900 rs. por libra, e a de
compt -icio dv 700 a 730 rs.
Disconlo-----------Ib- V a !l por canto ao ono.
Freles De Macelo para Liverpool 1(2 d.
por libra de algodln, con lastro
de assuear a 0| por tonelada, la-
do com 5 por cenlo de primagem.
Tocarm no porto 3 vapore, ingle/, trncele bra-
sileiro.
Enlraram : ti embareajoes de rabolagem, e I com
carregamantos da Europa.
Sahiram: 3 com carregamenlo de assocar e oolros
seeros para porlos eslrangeiros, 3 em lastro e 3 de
cabolagem.
&U>&ttUUO 90 p0tt0.
yamot entrado* no dio 5.
Araealy II dias, hiale brasileiro alnvencivelv.de
:|7 toneladas, meslre Antonio Manoel AITnosn.
eqoipagem I, carga coaros o mais genero* a
MarlinsAi IrmAos. Passageiro, Manoel Main da
Silva.
Babia10 dia, hiate brasileiro Catiro, de 33 to-
nelada-, inestre Ignacio Antonio da lloclla, oojoi-
r -Ivon 3, carga (abaco e mais genere* ; a Joao
Rodrigues Vieira de Carvalho. Paosageiro, Anto-
nio da Silva.
.''(i'. > sal i dos no mesma dia.
Porlo Barca portosueza Sania Clara, cap 1.10
l.onrcnjo Pereira do Carmo, carga a-sucar a mais
seeros. a*
*r e porlo intermedios Vapor brasileiro ulmpe-
raibirn, enrama mi., n I o o 1.- lenle Joc Leopoldo
de fanronha T-rrezAo. Passageiros desla provin-
cia, Joaquim Antunnde Oliveira o 1 criarlo. J,1-0
Antonio Perdra Vianna. Dr. Joan Leile Ferreira
Jnior, Antonio Joaquim da Silva Carreira r I
irmaa. Magno da Silva, Jo Smilh de Vaseoncel-
.los e I criada, Franritcn Ferreira Nnvaes. Jote da
Silva Coelho. Antonio Ferreira oe Olieira. Btn-
lo Joso da Costa, Dr. Leonardo Aolnnes Meira
llennqoes e 1 criado, Jn.quimJJose de Medeiru
Correia, FranciKu Jos Alves de CarvaUw, Lu/
Antonio de Mesquila falcan. Jos de Azevedo
Maia, alferes Amalio Maia e I toldado. Podra An-
tonio de Mello, Rufino Olavo da Costa Machado.
-Vacio entrado no dia ti.
MaranhAo3*9 dias, hitle brasileiro Venosa, de 121
tonelada-, meslre JoAo llenrique de Alateida,
equipagem 7, carga arroz; a Caetino Cyriaco da
Cosa Moreira.
.Varios sabidos no mesmo dim.
11 ilnaBarca fianceza sjuttave, capilo Laisiie,
carga a mesma que trooxe do Havre.
menlo consular em vigor Dos arls. 18 e 19, e era ra- 1 LuandaEtcnna portngueta uCerrs, cepilao J
fin ra i-xlorn.-^o nnViltnA n. ian>.._n_ !._.___________I 1___>>. L* 1__1
z3o de interesse publico, o governo dispoz que se
faca saber : 1., qae os navios cima mencionados
qne nAo Iragam papis devidamente registrados pelo
consolado oriental existente no porlo de qoe pro-
cedan), sarao obligado-, pela primeira vez, a pagar
os direilos de consulado que alli devetiera saliafa-
zer, e em caso de repetir mesma falla, os mesmos
direilos e mais a mulla correspondente, sem cajo
requisito nao poderAo ser despachados em nenhuma
da alfaodegas do Eslado ; 2 que os passageiros
que nao Irouxerem seus passapurles vistos pelo con-
sulado da repblica no porlo de soa procedencia, ao
rao obrlgado a pagar o valor do direilo do consula-
do respectivo, com urna nulta de dous palaces por
pessoa, sem prejoizo de sujeilar-se a vigilancia da
policia por um termo prudencial. Moulevjco,outo-
bro 27 de 1852. "
Como as disposirats nelies coudas se acham em
compiti vigor, e apezar disto nAota Ihes d o com
primenlo que he devido, o gove,0Y.^,dveu se pre-
vino a quem corresponder, quf rte ||0e em dianle
se Carie executar rigorosamente',^ dlJsp,~:.c.o>s. pa-
ra cujo effeito se lem transmillu0 ordeut conve-
nienles. Montevideo, maio 6 ,,e |jij.__( Vacio
nal de Montevideo de 8 de MI.)
omtvtii0.
I.ourenro Sobral, carga estocar o mais seeras.
Passageiros, Joauna Mara Mouleiro o I lilha me-
or, e 1 prela livro por ame Chrislin Mara.
Xptacoet.
DIRECTtW DAS OBHaS PUBLICAS DA
PROVINCIA.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1?.
a u.iris, 360 rs. por f.
(t Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro 1,2 a I por 0|, a ,5 e M djas.
Acjoes do Banco, 3o 0,0 de premio.
Acjes da companhia de Beberibe.
Acjoes da compauhia Per. nmbucaua
1'lilldade Publica, lili pnr re.| ,|t
a a Indemnisadora. 32 por | (,e premio
o da1 eslrada de trro .,0 por ,,, ,|e 'mio
sobre a entrada.
Disconlo de ledras, de
.349000
ao par.
premio.
a 9 por 0|o
META ES.
Ouro.Onjas despalilllas. .
Moedas de (sino velhat .
o 0i00 novas .
4000. .
Prala.Palaces brasileiros. .
Pesos columnarits. .
u mexicanos.....
"-*
285300
109OOO
1I900
9JO0
29000
29000
1j8M)
3
4
/

AI.FANDEliA.
lien.lmente do dia I a i **~
film do dia 3.....
alta.
de raar-
nesr.arrcgam hoje 7 de julho.
Brigue fraucezfitlfnimercadorias.
! litigue sardo Maria Llizn ladrillui
more.
Brigue brasileirollm ule divi iso- gene ros.
! Ilialc brasileiroSoco (lUndaMee.
UJN9ULADO (iKRAi..
Rendimenlo do da 1 a i 3::i 219330
dem de dia 3....... ^"ti73
Em etmiprimelo da ordem do Eim. Sr. presiden-
te tltrproviocla, manda o Illm. Sr. director interi-
n das obras publicas, publicar para conherinwtilo
da quem possa interetsar.o programla abaito trans-
cripto, formulado pelo metmoExm. Sr.,para o ron-
cara aos lugares de ajudante de engenh*iroa desla
reparlijAo, que deve ter logar as 10 hora do da 21
do prximo futuro mez de julho.
Os concurrente! deverao com anticipaj*o de oiln
dias, reqner a inscripcAo de seus nome 00 regis-
tro desla secretaria, alim de ser organisada a lista
respectiva.
Secretara da directora das otaras poblicat, lido
junho de 18i6.
O secrelario,
Joaquioi Francisco de Mello Santo .
O presidente da provloda, con forman4o-se coma
[imposta do director da* obras publica, reserve que
j'ora era diaute, u lugares de ajodoolet de enrje-
nhe.'os daquella reparlijAo sejam preeorhidot pur
meio de OTfr.nrto, salvo ac o prelendenle liver lit-
lo acadmico da ,-nr-o regular d mathematicat ap-
plicadas.
Para esse concurso se adoptiira o tegninle pro-
gramma :
O exames dos concurrente, eos logare* de aju-
dante de engeulieiro-, erAo aumooriado pelo Iho-
rio de Pernambacon quarenlal dia anles a canala-
r.lo de duas partes. /
A primeira versara -obre a pralica de deeeoho
linear c lltopographicu, e bem assim a tpplicaca
dos inslrumeutos mais commn na, taes como bataola,
uivel, mira, Irena, plnchela, barmetro, latant
metro, eiercicio de levanlaniento de planta, ni-
velamentu e orsantsajAo de ornamento.
A segunda venara sobre loda a arilhmrlira, vi
gebra elementar, geometra alti os tolidot, Irinnoe-
iria rectilnea, elementos de architeclora e deterip-
...10 dot inalroraento mencionados na primeira
parle.
Seio examinadores,o director da c liras publica-,
que presidir os exames, e don ensenheiro Humea-
dos pelo presidente da provincia.
Depois de conhecido o exames, o director da
i..Tia,,-01, i; obra publica fara urna expotirao ao presidente 4a
IO:883't8 provincia da habililajAo de cada nm do candadala.
emillindo soa opiniAu ubre os qoe Ihe parecetetn
mais aptos a exercer tac- lugares. ,
Palacio do governo de Pcrnamboco 7 de junho de
1856.Sergio Teixeira de Mac do.
CoofornieAntonio Leile de Pinito.
381153:11
Caiva filial.
l! VERSAS
Rendimenlo do dia I
dem do dit 3 .
PROVINCIAS.
39197
DESPACHOS DE EXPRTALA! PELA MES\
IIO CO.NSI LADO DESTA CIDADE .NO DI V
3 IIK.JI1.IIO DE 1856.
(ienovaPolaca sarda Maria Elizan, Basle cV Li-
mo-, 21) sacros assuear mascavado.
l.i.boaBarca porlugue/.a l.igeira, Franrisro lio-
mes de Oliveira, IJO sacros familia de mandioca
KhCEIIEUORIA DE IIENDAS.IN I KKNAS l,E-
RAES DE PERNAMBl'CO.
Rendimenlo do dia I a i .... 2:rttlf5uj
dem do dia 3........ :8li:t5714
A tlifccloria fax (tulilico qae a l'litis
que em sita apresentaro nto livfrein si-
do lojjo pi;;;is ao coliradorda milmacat-
.:ii7i5,so3! U, o poderio sei al;a's i lioras. da larde,
j 110 escriptorio do mesmo eatiibelecimen-
liPoOVi ;lo.Antonio Maripics de Amotim. -
crelario.
A diieixo do eviinclo Imhcu Ir
Pe itiainbueo, %vmt aos Sr. airioniitas
do 1 nesmo Imnco, <|ue tK aelia aiilorisado
o Sr> Jliesaiureiro da raisi lilial do Itli-
co do n^rasil nesla prov neia, a |Mgar o
oitavo diividendo de M06 I*, por ai-
ran, vene, ido nos "> mezes de janeirn a
maio iilliini j. Ileeile 3de jttllio de IS'iti.
Jote Ignacio de Moleiros
27i9&,
Josefina I mbel.na de Albuquerque.
Antnnia Maria de Jetas h ir.-'ut
I urina Maria de Castro Amaril.
3:(i83sl(
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I ,1
dem dn 1
H:893;8I0
3.-3n6>76t
I- .ir-?9'.7fi
MUTILADO
Assignado.
Ke/jo.
Aehando-se
o etcrivn de (
assim'como o-
do rivel, rrii
da nvpolher
vagos o* nllicios de |segondo labellian
rpbaos. ausente, upeCat e resida..
. uilicic-.. te primeiro labelluio, e>rri\.,.,
ne, rrimo com distribuirn, e reci-trn
a do termo de Sanio nUw, S. Ex.
o Sr. con* ilheirn prr-siitenle da provincia, a*trt>
o manda Atrnt publico para rnnhsvimenlo da parro
let .tiei /ev\. t ilimde que usprelendenies .i
;


jgjjjj Ptikft SIGNA FIIN 7 Di JLHO 01 185b
*
i
'
^
dito olticio, se hnbilitem na forma do decreto n.
HIT de :tOrie agosto de IS'il, e aviso de 30 de de-
zembro de de 1851 ; e a presenten os seu requri-
mentoa ao jaii municipal de mesino termo, no pra-
zo de seisenla das, que comecou a correr do da .'10
de jnnlio nllimo em diante, pira segoirem-se os
Iramiles marcados nos artigos I e I do citado de-
creto.
Secretaria do governo de I'eroanbnco, .1 dejulho
de 1856.Jos Bruto da Conha Figutiredo Jnior,
dflicial maior, servindo de secretario.
O lllm. Sr. ioipertor do arsenal de-marinha len-
do de contratar a compra de diversos objeclos para o
fornecimento do almosarifado, u mita fazer publi-
co que islo lera lugar nos diaa 8 e 10 do correte
mez, a vista de propostas em cartas lechadas reco-
bidas ate ete lia e hora, senAo que os meamos
objeclos deverlo ser da melhor qualidade, e o con-
trato eflectuado com quero por menos vende-lo>.
Comprados no da 8.
Alvaiade, agnlhas de lona e brim, ditas de pslom-
ba, alralril, almagre, brim da Rrussia, bren, bron-
le- de ferro, broxas surtidas, bandciras imperiaes de
cinco pannos, ditas ditas de qualro ditos, ditas de
.Tupes, fabos de linho de 1 a 5 polegadas, cairo ve-
Iho, eadarco, colberes de ferro, cera em archote,
dedaes de repuso, filelli azul, fio.de vela, lona lar-
ga ingleta, dija eslreila dita, merlim. machados.
roartellos da orelha, oculos de alcance, oleo de li-
nhaga, pedra de amolar, presos de cobre para costa-
do, ditos de 4 a 8 pollegadas, ditos de dito para for-
ro de cobre vellio, remo; de faia de 13 a lt pe, ras-
padeiras, tola, sondareza, sebo em pao, serrles de
mao, tinta branca, dita prela, dita verde, thesouras
de alfaiate, linteiro*, lijlos inglezes, ardo.
Comprados no dia 10.
Arcos de ferro sortidos, ac em versa, bracos de
batanea, cauelas para penuas de aro, chumbo em
lenrol, cobre em folha de 18 a 22 oncas, chombo em
barra, cadeadus 9orlidos, cravos de ferro para pipas,
cola da Baha, er, dobradicas de ferro sorlidas, es-
lanhu, fechaduras de camarote, dilas de porta, ditas
de gaveta e armario, fio de algodo, ferro em lenrol
fino, dito de 1 t|2 I |IK, graia, linha de barca, dila
de coser croa, apis, limas sorlidas, papel de peso,
dito almaco, dito ordinario, iliin carlimnho, dilo de
lisa, parafusos de ferro, piassava, pennas de acn,
ditas de palo, presos de ferro de costado de i polle-
gadai, ditas dilas de 6 polegadas, ditos ditos de 7
ditas, ditos dttos|de 9 ditas, ditos ripaes da Ierra, di-
to* de quarnn-ao grandes, ditos de cdbre para forro,
pas de ferro, ssecos de coadnecaio, taitas de bomba
de ferro, dilas de cobre de 3, 4, 5 e 6 e l|t, linla de
escrever, vistas de oso.
Secrelaria da insper$lo do arseoal de marinha de
Pernambuco em 3 dejulho de 1856. O secreta-
rio, A. R. do* Anjus,
Directora geral da instru-
cao publica.
I'elo presente Costa Medeiros, prufessor sobstiluto das cadetras de
uatruccao primaria da cidade de Olin.ia. foi decla-
rado piotetsor cathedralico da de S. Pedro Maris i
da dita cidade por portara do Esm. Sr. conselheiib
presidente da provincia do 1.- do correnle; e por isso
deia de liaver o concurso anouociado para preen-
chimentoda snbredita cadeira.
E para constara qnem convier se mandn publi-
car o prsenle.
Secrelaria da directora geral 2 dejulho de 1856.
O secretario, Francisco Pereira Freir.
Devendo em cumprimeiito Ja or-
dem do tribunal do thesouro nacional, de
2 de Janeiro do crtente anno, saliir da
circularao as notas de 50j>', de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella exis-
tem, sendo substituidas por notas dos
msenos oti de menores valores, da caixa
filial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia o lllm. Sr. inspector da
thesouraria de lazenda desta provincia,
manda convidar os possuidores dzs ditas
notas de 50^(000, para as apresentarem
na mesma thesouraria, alim de serem
trocadas dentro do prazo de oito mez.es, a
contardo 1 dejulho prximo vindouro ;
28 levereiro do seguinte anno de 1857 ,
declarando ao raesmo tempo que, lin-
do esse prazo. sollrerao o disconto
de 10 por cento do seu valor em cada
mpz de demora na apresentarao, na for-
ma da lei de 6 de outubro de 187)5, ate
licarem sem valor algum.. Secretaria da
thesouraria de fa/.cnda de Pernambuco,
"> de junho de I85(i. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
CAPITAMA DO K1I10.
Hesumo das obras feilas para o melhorameiilo do
porto, no trimestre decurrido de abril junho l-
timamente lindo.
Uiqoa da l'ha do Nogueir*.
Factura de 6,750 palir.os cobicos. de I bracas cor-
reles de muralha secca revestida, assim cmo 5
bracas de estacadas, sendo i I eiila'boadas empedra-
das exterior e interiormente.
Caes do Norle.
Eutaboamenlo de 8 bracas de estacada ja antes
faila, e (achira de 16:890 palmos cubico-, ou 1 i bra-
cas crrenles de muralha desde o seu alicoree ,arga-
masia de cemento, e revestida de cantara.
Arrecife.
Factura de 25.118 palmos cobicos, oo 10 e 1,2
bracas correles de muralha de alvenaa argamassa
de cemento e revestida.
Escavano.
Evlracco nos logares denominarlosForle do Ma-
to,e cor do* Passarinhoi.ni quantladade de 13,500
lonelladas de areia conduzdas por 900 canoas, sen-
do que 10,050 looeiladas foram para aterro* e 3,450
para lastros de navio-,
Keodimenlo a favor da fazenda prnvenienle
de molla* impostas pela capitana do porto, na con-
rormidade do respectivo regulamenlo, no trimeslre
de abril a junho do correnle, e do sello em docu-
mentos enhibidos pela mesma repartirSo em dilo
lempo :
Mulla*........... 1225000
So0........... 3l6f840
A o Rio de
Janeiro.
Va quarta-feira 1 do cor-
renle, sal! o brigtie na-
cional MARA LUZIA, ca-
. pitao Joao da Silva Moi aes
recebe escravos a frete,
aos quaes da' as melhores accommoda-
coes e tratamento, rogando-ce aos Sis.
que os liverem de embarcar, o laram ate
a's 'i horas da tarde do dia 8,mandando os
respectivos conhecimentos com anlece-
dencia ; e os Si*, carrega dores de merca-
dorias sil vam-se faze-lo boje, ate a's 5
horas da tarde.
Companhia Franco-Ame-
ricana de vapores fran-
cezes.
Espera-seno
dia 23 do cor-
renle mes vin-
dn de Rio de
Janeiro, o va-
por Cdiz, ca-
pitao llerin-
doagoe, qoe
segu para o
Havre, com es-
cala por Tenerife e Lisboa ; para frele e passageiros
em casa de I.. I.ccomte Feron A C, ra da Cruz
n. 20.
Rio de Janeiro.
Segu com brevidadeo palacho Vleme, eapi-
13o Joaquim Antonio nnralves Sautos ; recebe car-
ga, passageiros e escravos a frote : a tratar com Cae-
tano Cyriaco da C M. ao lado do Corpo Santo n.25
PARA O RIO DE JANEIRO
segu em poucos das a escuna brasileira Lindan;
quem nella quizer carregar ou ir de passagem, en-
lenda-se na ra da Cadea do Recife n. 6(i com An-
tonio Pedro das Neves, ou na ra do Vigario n. 5.
Maranhao e
Para.
O bem conliecido brigue escuna Laura, recebe
carga e passageiros : traase com o consignatario J.
B. da Fonseca Jnior, ua ra do Vigario o. '23.
Para o Rio de
Janeiro
segu em poucos da* pov ter grande par-
te do carregamento prompto, a escmja
nacional ZELOSA, capitio Pinho : para
carga ou escravos a frote, trata-ce com
os consignatarios, no escriptorio da ra
da Cruz n. 49.
PARA A BAHA.
0 veleiro e.bem conliecido palacho nacional Es
peranca u pretende seguir para ,. Babia at o dia 7
do correnle, ja lem a bordo dou< lerr;os de seu carre-
gamento, para o resto e passageiros para os quaes
lem encllente* commodos; Irala-se com o seu con-
signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ruada
Cruz n. 5.
A veleira barca porlogueza I. geira, sahe
imprelerivelmente de 13 a 15 .lo correnle, aiuda re-
cebe alsiima carga a rcle c passageiros, para o qoe
lem muito bous cominodos : trabi-ie com V. A. de
de Souza Carvall
uilima os bens secuinles :
Urna casa de pedra e cal na roa do Molnc.lnnihn
n. u'.l, coni-20 palmos de Trente e 10 de fundo, 2 lal-
la*_e 2 quartos por 185- KM, penhorada pela lliesou-
P' provincial ., Manuel liiiiralvos Semna pelos
ori-hAos de Jo.lu Lopes de Souza.
Urna casa tama na ra Imperial n. 208com 12 .
palmos de urente, e 17 de fundo, cosinha Tora, quin-
tal em aheiilo, e em mao estado, por fiU^NK), penho-
rada a Mai ocl Alves dos Santos Julio.
I.ma cas; lerrca mei.i agua com porta de cochei-
ra na travwsa da Campia, freguezia da Boa-Vista
o. 7, com 2) palmo* de frente e 29 de fondo, sendo
enlaipada.je sem reparliroentn por 15090(10. penho-
rada a Doloareq por Joao Francisco de Almeida.
bnw casi terrea na ra Imperial n. 200 com 18
palmos de renle c 13 de fundo, cosinha dentro,
quintal em '
de Eifteb
Urna cas
guezia dos
te,e 120 de
' Jos .Nunes de Oliveira lem justa e contratada
compra da casa alraz dn Sacramento da Boa-Vista
. 19, com I). Anglica Francisca de Azevedo |
oem se julgar com direilo ao mesmo predio recla-
e uestes tres das
Ion Joaquim Alvos, lenilo arrematado as divi-
is da casa fallida do Sr. .Manoel Joaquim Alves l'i-
lmha, convida aos senliores ilevedores da mesma a
olrgirem-M roa Nora a. 7J, alim de amigavel-
|enle saldar *uh contas.
-- Est> justa e contratada a compra de um terre-
n* na rua da Esperam.a na Soledade. perlencente
s herdeiros de Ign.v .Mana da Conreino, que o
hvia comprado ao fallecido Nicolao Oadault em
1819 : quem Mjolgar com direilo ao mesmo nueira
declarar por esta folha no prazo de Ir dias.
Precisa-se de um oflicial de fonileiru : tratar
na rua larga do Rosario n. 36.
A viuva d Francisco Jos<; da Cosa Campello.
aiitonsada pelo lllm. Sr. I)r. juiz de orphaos. vende
para pagamento dos credores de seo fallecido mari-
do, os heus scguinles : um sitio na rua Imperial n.
120, orna esa terrea o. 98 lambeta na me.in-. rua,
um terreno contiguo a mesma casa com 55 Ii2 pal-
mos, e urna casa terrea n. 96 na roa do Bomlim em
Olinda : os pretendeute*diriJam-M a rua Imperial,
seguoda casa depois da fabrica de sabao.
Pede-se ao rcspeilavel publico que pergonle ao
hom dojuiz dairmaiidadede N. S. do Rosario do
bairro do Sanio Antonio, al quaudo'quer ser juiz,
escrivao, Ihesourciro e procurador, padecendo assiui
a sania casa por via delle, que elle mesmo faz e l>a-
|ilisa sem dar salisfacao.
Continua a estar fgido desde o dia II de ou-
lubro do anno peaaade esrravo David, crioulo, de
3> annos.pouco mais ou menos, estatura alta, corpo-
lenlo, cor fula e ollio grande*, he muilo fallante e
pachol*, levou calca e jaquel i. ha nolicias do mesmo
escra>o andar ua Barra Grande* noengeaho Bos-
que, onde lem alguraas amizades: quemo apprehen
der le\e-o ao engenho Saltinho em Rio Formoso, ou
nesta cidade na rua de Cruz n. (1, que receber a
quanlia de 50) de gratificado : igualmente protes-
la-sc haver os dias de serviro do mesmo, de quem o
liver acontado.
Prccisa-se com lodo empenlio saber se he vivo
e onde etisie, se morto oinle l'alleceo, Francisco Ig-
nacio da Silva, hranco, casado com Josepha Maria
da Luz, foi embrcalo no t-mpo de revolla ile l'a-
nellas, lio porto da Barra (irande. em urna embar-
carlo denominada Santa Cruz, era morador no lu-
gar Barro da freguezia de S. Bento, no municipio
do Porlo do Calvo, provincia das Alago**, e a mulher
do mesmo cima dilo alada mora no" mesmo lugar :
quem pois quizer lazer o especial favor de dar cer-
leza da existencia, ou lint do dilo Francisco Ignacio
da Silva, pode, nesta praca, dirigir-se ao Sr. Manoel
Antonio de Santiago Lata, morador na roa Ausns-
la. em Olinda, ao reverendo conego vigario Jalo Jos
Pereira, e em S. cnlo i mulher do dilo Francisco
Ignacio.
O convite feilo ao seohores irmos novicos da
vcneravel orden lerceira de S. Francisco nao" pide
ler lugar no .lia li ilo correnle, como se annunciou
pio Diario de 5. e por isso fica transferida essa
reuniao para as 9 lloras de iba 13 do correnle em o
consislorio da mesma orlem.
O Sr. Anlonio Jos Monleiro nao pode vender
a sua loja de clcalo da rua da Penha n. 29, sem que
pnmeiro s enlenda com Manoel Rodrigues Cosa
Magalhcs.
A abiixo assignada faz publico para conheci-
menlo de quem convier, que lem justo e contra-
tado a compra da casa terrea n. U na rua Imperial,
com a sua proprielaria Ignacia Maria Fragoso Cama-
rao, viuva do finado Francisco Xavier das Chacas, e
querendo desviar duvida oo queslao que possa appa-
recer para o futuro, roga pelo prsenle annuncio
qii-dqoer peasoa que se ulgne com direilo a dita
propriedade, aprcsenlar seus ttulos no prazo de 8
das, contado* da dala do presento annuncio. Recite
de Pernambuco 7 de julho da 18.51!.
Josepha Leopoldina de Jess Pinto.
Alusa-se um bem primeiro andarlpinlado de
novo, de urna casa na rua da Cadea do Recife : 1ra-
la-se na me-ma rua, leja n 33.
Precisa-se de um Irabalhador de padaria : na
rua Direila n. (9.
Oliveira Jnior venden as sorles haixo da se-
gunda parle da primeira lotera do convenio de N.
S. do Carino, e convida aos possuidores a virem re-

L. Le Comle F
por inlervencao do agente oi.veno, :
djs quem periencur, ua esplendida m, sa
onde inorou o Sr. Laloaele, no Chora-M n-
sislindo em consolos, espelbos muilo graiii. ; o -
Iros menores com lindas mol Juras, sofs e~mesas
para sala, coosolos, cadeiraa, 1 piano quasi novo de
ptimas vozes, jardineiras e dnnzellas para sala, ca-
aherlo por 200^000, penhorada a viuva
Lopes,
i lerrca de laipa no beccodo Quiaho, fre-
Afogadus n. 70, rom 21 palmos de fren-
fundu, cosinha donlro. quintal em aberio
com cacii ibameeira por 6tQ0OO, penhorada a Jos
de t re i i as.
I ma cai terrea na roa do Molocolombd n. 4l>,
com 17 ptlmos de frente e itl de fundo, cosinha
dentro, quintal em aherlo, lando o lado do oilflo do
ni cabido, por 80)000, penhorada a Rosa Maria de
Jess iNa-imenlc.
Una caka lerrea de laipa, na rua dos Pocos n. 8,
com 22pilmos de frenle e 100 de fuodo.'cosinha
dentro, qilintal em aberlo, por .VfeOOO, penhorada
a JoannalMaria dos Prazeres.
tma casa terrea na rua de S. Miguel n. 95, com
20 palmo- de frente c 50 de fondo,"cozinha dentro,
quintal em aberto, por 200)000, penhorada Jacin-
lli* Rosa.
Urna cusa lerrea na rua dos Peena n. 22 de pnrla
e janella, com 22 e polegadas de largura, 18 e po-
leadas de comprimeuto com 2 solas, 2 quartos, co-
sinha dentro, quintal em aberlo, chaos foreiros, c
em mnito mao estado, por OOfOOO : outra dila na
mesma rua n. 21, com 22 palmos e 5 polegadas de
largura elKdilos el polegadas de comprimenlo, 2
quartos, 2 salas, cosinha dentro, quintal em aberto,
com duas portas de frente por tljOOO, ambas pe-
uhorada a Miguel Loorenco Lopes.
I ma casa lerrea de laipa" na rua dos Poc/is o. 10,
de porta* e janella, com 13 palmos de frente, c 20
de fund), '2 salas. Iqoarto, quintal em aberlo, chaos
foreirosj e cm mao estado por 205000, penhorada *
Rosa Maria da Conceie.au.
Urna casa lerrea de laipa na rua de S. Miguel n
50, comllO palmos do frente e 35 de comprimenlo,
com porta e janella, por 45)000, penhorada a Pau-
lino Herculano de Figueiredo.
Urna asa lerrea na rua do Bomgoslo n. 21 deporta
e jini-ll com 18 palmos de largura e 36 de com-
primen o. tendo a frente e retaguarda de pedra e cal
e oilei de taipa, quintal em aberto, e em mo es-
lado po 30)000.
Urna tasa terrea na roa Real n. 37 em chaos pro-
prios, c im porta e janella, envidrajada, 2 salas, cor-
redor siparado, 2 ( qoarlos, cosinha fora, quintal
morado, cacimba so, e em bom estado pnr 1:0009000
*l. t nkorada a Jos Lomes Moreira.
Urna casa lerrea de pedra e cal, oa travessa di
rua Billa n. 10, cum 2 portas e janella, tendo 30
palmos e 2 polegadas de frente, c 03 de fundo, com
3 qoartDs, 2 salas, cosinha fora, quintal murado,
caeimb meeira, chaos foreiros por 800:, 100, penho-
rada ;i Joaona Alaria do Rosario.
Urna casa terrea na rua d* S. Miguel n. it>. com
15palnosde frente, e 55 de fundo, cosinha dentro,
quintal err aherlo c cacimba por 16030C:>, penho-
rada i Maria Roa de Jess.
Urna casa lerrea de taipa na travessa do Fraila*
n. Ii, rim-jr, palmos de frenle e l de fundu, co-
sinha d Mlrja, quintal em aherlo, avahada eni 809,
penhor da i Jos de Freilas.
Um, casa lerrea de laipa na rua do Quiaho n.
26, con porta e janella, dous quartos, salas,
cosinln fora, pequeo quinlal, com 21 palmos
e 7 polegadas de largura e 70 de fundo por
200)001, penhorada Joaquim Antonio Vieira por
Lmz P acido.
Um8 casa terrea na rua Imperial n. 219, com 2
portas,,2 salas, cosinha dentro, I quarlo, quintal em
aberloj com 15 palmos de largor* c 38 e 2 polega-
das de,compnmen(o, por tlOjOOO, penhorada a Izi-
doro Marques de Colonha.
Quairoaororas novas por 103000, 10 harris por
I0SU0, I lina de madeira, ludo penhorado Gcral-
do Jok Pereira, por Manoel Joaquim do Rcgo
llarrosj.
Umji marquesa de amarello por 20)000. 2 ban-
cas la mesma madeira 6)000, lodo penhorado a
'-i.,, Bek por Jo3o Werion.
m. Sr. Ihesourciro inanda transcrever
ia do Esm. Sr. conselheiro presideule da pro-
para que as pessoas que vvnderem hilhelcs
ras provincias nao o focan) sem o fil campti-
do digpoelo na dila portara. Thesouraria da i
s 5 de julho de 1K.V>.t) escrivao. Antonio
-los Duarle.
3.Seccao. Palacio do governo de Pernambuco 3
de julho de 1850.O presidente da provincia que-
rendo evitar as fraude,, que se podeni dar e lem da-
do na vetilla de hilhele-, de lolerias, que vem da
corlij e de oulras provincias, nnlena que toes bilhe-
ceher em sen escriptorio. rua do Queimado n. 22.
2W6 2:0O().^HMI meio liilhele.
521
21(11
510
200)000 dous quailos.
200)000 um i.uaiio.
!0030011 um quarto.
OTerece-se um hornera paro, administrador de
engenho do que tem muila pra-% : quem preten-
der dinja-se a rua da Senzala Rata o. i, que se di-
r.i quem he.
Aviso.
deiras de bataneo americanas, e oulras para sala de tes el suas fracc/ies nao sejam aqni expolio* a venda
sem slarem rubricarlos pelo administrador do con-
sulado provincial e lliesoureiro das loteras leila
provincia. Para esle fim de vem o, bilheles vir aconi-
panhados rlaaoma lista assignada pelo Ihesonreiro das
lolerias rl.1 corle ou da respectiva provincia e semen-
t ilepois de confrontados seos nmeros com essa
lisia. ro cuDvenienlemenie rubricados por aquel-
les iloris funecinnarios. Sendo a venia dea billieles
sujeita a um impasto provincial uao poderao ser ex-
posjos i venda fora das casas que o liverem pago.
Sergio Teixeira de Maccdo.
Cjonforme. Antonio l.eite de Pinho.
-f- O lllm. Sr. Ihesoureiro manda fazer publico
que eslao Bxposlo* a >enda os bilheles, meio-, qoar-
los da 3.a parle Senhora do Carmo, na thesonraria das loteras roa
da Aurora 11. 2( das 9 horas da manira as 3 da tar-
de, cojas rodas andam irapretemelmenle no dia 12
do correnle mez, como lambem manda declarar que
os dia* fixos para pagamenlos das sorles (orle o im-
me lalo ao qoe se ultimar a etlraccao. das 9 horas
as 3 da larde : oulro sim manda publicar o plano
abaixo Iraiiscriplo pela qual serao extrahirlos as Pi-
li-. 138)840
Administrai;;) geral do eslahelecimentos de
raridade, manda fazer publico, que uo lia 10 do
frrente pela* 4 horas da tarde, na salla *ej6M, o* largu do Paraizo continua :\ arremat*-
ijao das rendas di* casas abaixo declaradas, pelo lem-
po que decorre do I.- do correnle a 3ilde jnho do
auno prximo fotnro.
Bairro do Recife.
Ru* da Cadeia n. 30.
Dila da Senzalla n. 2, 5, 26 e 30.
Dita da Lapa n. 5.
Bairro de Santo Antonio.
Roa do Collegio n. 18.
pila Direila n.5 e 7.
'travessa do Carcereiro 11. 11 e 13.
Dila do Padre Floriano n. 13.
Os pTeleiidcnlcsdirijain-sean lugar e hora apra-
sados. acompanhades do sem fiadores, ou monidos
de cartas de-tes ; adverliinfo-se aos qoe esliverem
lebil.dns que nao sero recebidos seus lamos aero
que/enlijaui quites.
Administrado geral do eslal,clecimenlos|de canda-
de 2 dejulho de 1856.
1 0 escrivao.
Antonio Jos domes do Correio.
O arsenal de marinha compra no dia !l do cr-
reme para as obras e consumo da (errarla e barca da
escavaiaooguinlo: cal preta, carvao de pedra
as pessoas qoe quizerem lazer semelhantes vndaselo
convidadas a coraparecerem nesla secretaria no iu-
dieadodia. pelas II horas l|2da manhaa, rom suas
propu*la. era caria fechada. Secretaria da n.peccaa
do arsenal d marinha de Pernamboco em de julho
de 18j6.O secreta-io,
Alexandre Bodrigues dos Anjos.
jalilar e quartos, tapetes, esleirs, globos e lanlernas,
riquissiiuos quadros, fritos guarda toncas, armaiius, guarda-veslidos, bancas
para jogo c oulras, apparador grande e pequeo,
bandejas, crystaes, eolhcres c garfos de metal, gar-
l'us c faca* de fabo de raarfim, apparelhos de por-
cellaha para jamar e para cha, lavatorio*, commodaa,
vasos para flores, cabides, bidet, secretas (brevete)
impleuveulos de agricultura, caixa para gellu e mul-
los oulro. objecto* ; assim como 1 bom escravo que
foi do semen de casa e sitio ; seguuda-feira, 7 du
correnle, as 10 horas da manhaa, na indicada casa
grande, perlencente ao Sr. Jos Joaquim de Oliveira.
O agente Vieira da Silva faz leilao terea-feira,
8 do correle, as 10 hora* da manhaa, nu armazem
na rua da Madre de Dos n. 32, de diversa* obra de
marcineria novas e usadas, miudezas, suspensorios,
leque* linos, fil de seda em peca- mullo larvas, peo-
na, de ajo, prala e ooro, relogioa con! correles,
urna grande balan;* romana que pesa 2,500 libras,
toalhas de lio|io do Porlo, manta* para sellins, um
rico piano forle e novo, familia muilo superior, e
oulros mnitos ubjectos.
LEILAO
No leilao de L. Lecomte Feton & C,
que lera' lugar hoje 7 do correnle, no
lagar do Chora-menino, sera" igualmen-
te arrematado o sejjiiinle : I carro de
duas rodas e cavallos, um cabriole! com
arrcios e cavallo, e nina cscrava,
pertenecan, ao inadoCoiilon.
O agenle Borja far leilao em seo armazem na
rua do Collegio 11. 15, de um grande e completo sor-
limenlo de obras de marcineria novas e usadas, -i ri-
cos pianos de jacarando mo lernissiinns, diversas
obras de ouro e prata, cand-labros, lanleruas, relo-
gias pira algibeira, ditos para cima de mesa pare-
de, objeclos de vidro e porceilana para rufeiles de
sala, apparelhos de lenca para mesa e oulros muflo-
objeclos que se acharo etpostos no reforido arma-
zem, e beta assim um ptimo carro de 4 rodas :
quinta-feira 10 do correnle as II horas da manhaa.
Francisco Severiauo Rabello & Filho farao lei.
lao, por mtervencAo do agenle Oliveira, de cerca de
25 pipas de vinagre de Lisboa muito superior, sen-
do parte ti barris de quinto : quarta-feira 9 do
correnle, as 10 horas da nianli.ia, no armazem do Sr.
Aunes .lceme, defroiile da arcada da alfandeza.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
MR. UuiiKIl I E DEVEALX
lem a honra de participar ao puldiro desta cidade
qoa quarta-feira sem falla alguma dar seu primei-
ra espectculo com grandes e hrilhanle* acea* de
mgicas, de ligeirezas de maos, equilibrios, dan-a
de corda, poorama e phanlasmagoria.
MR. BEVEAUX
profrsscr de mgica e le ligeireza, esforrar-se-ha
par que a parle <|oe Ihe loca acia o mellio'r possi-
vel ; ello aprescnlar novas pera de sua invenr.m.
e espera reeeber do publico pernnnbocaiio o m'es-
". al!'i,,>eu0 I* le" W. Roberto nos anuos
de i810 e 1852.
'MU A BU 1 do dia dar o programrua do esnec-
taculo. '
As pessoas queteem pedido camarotes radeiras
queiram mandar buscar segunda e ler.-a-feira. das
11 hora* da manhii s i da tarde, 10 escriptorio
do Ihealro, para qoe se nao queiirm, se depois dcs-
a dala cin dianle forem vendidos a oulra*.
2ft>.3oS V&attitiwS.
O I11.it- NARCISO chegado do Rio-Grande do
->rie. e entrado por franqua nest porto, tem de
"fgor par* Harem com a mxime b-evidade, e po-
nera reeeber alguma carga a- frele, se isso convier :
quem pretender carregar poden,' emender-se com
Amnrim Unnt, C, rua da Cruz o. 3.
hrirai.'''"6 Ti'" P"ci" a*' (l",,lro raarinheiro*
r>tasiiiroi pan a ana viagm ao Rio Grande do Sul.
que
lerlas d'ora em vanle, inclusive presente ejposla a
venda. Thesouraria da lolerias de julho de 1850.
O escrivao Antonio Jos Duarle.
PLANO
para a eilraccno las lolerias da provincia :
1.000 bilheles a 5*100. .
Beneficio e sello de 20 por ceulo.
1 Premio. .
tfPtaoS i&tt30.
por
contra
sua mulher,
Seguuda-feira 7 do correle, finda a audiencia
do Sr. Dr. juil municipal la I. vara, ser arrema-
tada annualmenlc a renda da casa lerrea n. 9 da es-
trada de Joao de Barros que val para Belem,
etecurao ile Jos Alves da Silva GnimuSe*
i-i,niii-c 1,iT.il.l., Morena Temporal c .
avallado em I2uj000 ; he a ultima praca.
Pe le-se a dous csludanles do Collegio das Ar-
tes, d aula de francez, moradores em urna das ras
do Rosario, qucdeixem de desacreditar a pessoas que
nao se arliam em sua esphera, que aan (stndam co
mo os senhores para livrar-.c da guarda nacional
pois devem lemhrar-se que esl.Vi muilo abaixo desles
a qoem prelemlein desacreditar, do contrario dare-
mos ,10 poblico um venladeiro conlicciiiienlo de sua
m ediirarao, e de sen mao coniporlameulo.
No da V do correnle fugio nina negra crioulaJ
de nome Maria, idade 20 anuos, secca do corpo, ros
lo eempride, maos e pes pequeos, levoo vellido de
chila de palmas grande c panno da Costa, durmi
ao amanheccr do dia li em una casa nos Remedios,
donde lornon a evadir -se : quem a apprelieudrr
leve a rua do Collegio n. !>, que ser generosamenle
recompensado.
Jos Alves da Silva (uimares roga a lodok
aquelles deve.lores que se ar.liam aliasados em suas
conlas, Ihe mandem pagar no prazo te S dias Con+
lar da dala do presente annuncio, do contrario past-
sar.i a fazer elTecliva a sui eabranca por meios que a
lei Ihe faculta, e para evitar quenas foz o prsenle
Na rua Nova, foja de lateada* n. 12. se dir
quem preci-. de um bom caixeiro.que lenha pratica
de escripia.
tjy... v. -.y,.'-i, -^ ... .., ...--...--, J:.\Jv,;
2 Au respoitavel pu- >|
'.'
O
1 Pilo. .
1 Dilo. .
1 Dilo. .
2 Dilos. .
3 Ditos. 4 Dilo*. 0 Dito*. .


10 Ditos. .
LtOO Ditos. .
1133 Premios,
Jli 57 Butria...
.... . 20:0009000
r cento. . . fclKHbOOO
.... . 5:0003<'0!l
. . . 2:00030110
.... 9009000
IOO3OOO
2008000 '1OO3OOO
IOO3OOO itOlbOOO
509000 2OO3OOO
203OOO 2OO3OOO
103000 lOOflHH)
5-3OOO 0:5009000
4000
Thesonraria das lolerias 27 de junho de 1850.
Os dous primeiros premies eslao sujeilos ao descont
dos 8 por cento.1) Ihesoureiro, Francisco Aulonio
de Uliveira.
Approvo.Palacio do governo de Pernambuco 4
de i,alhodel8i6. Teiieira de Maredo.
ConformaAntonio Leite de Pinho.
Tendo um herdeiro do casal do finano~Jr)
Francisco Belem pedido visla da sobre parlilha que
se lem de fazer do mesmo casal, por dizer a|bem de
seu direilo em antes de erem jaleadas, alo 5 do cor-
rele nao foram os autos coma visla pedida para o
Sr. advocado, j se achando de posse ha muitos dias
o Sr. escrivao do reqnerimenlo, da vista e apodar-
la, juntamente dos competentes cobres, m-s como o
Sr.es^rivao da' em Iroco que a iuvenlarianle ja foz
o sen dever !: e qoe sii folla .1 assignatura do lllm.
Sr. juiz que lem de assignar esla; falta de nada vale
visto qoe o lllm. Sr. juiz nao foi pan Lisboa.
Precisa-se alogar urna amade Icile, forra ou
captiva, prefere-se sem lilhoc paga-se bem : 1 tratar
na rua das Trincliciras n. 27.
Jos Alves da Silva (iuimanics roga a
todos aquelles devvdorcs (|ue se acliutn
aliazados oin suas conlas, llie mandem
pagar no prazo de oito dias, a contar da
datado presente annuncio, do contrario
pastara' a fazerellectiva sua cobranca por
meio que a lei Ihe fa.ulla, e para evitar
quei\as faz o prsenle aviso. Recife?
dejulho de IS/i.
Jos' Alves da Silva t'niimaries pede
aquellt senhores, que tem penhoresem
seu poder, ha muito vencidos, os venliam
tirar, dn contrario passara' a vende-lns
l orderam-se duas iellras sacadas por Claudio l)n-
eux, urna aceita por Joao Teixetra Lima da quan-
lia de rs. ,923160. vencida em 10 de milubro de
yu-i, mira aceila po, Luiz la Vciga Pessoa de rs.
101)3, vencida em 7 de Janeiro de 1851 : quem as
acli.rr querendo-as entregar leve no escriptorio de
Uaudio Dubeu, na rua da Cadeia de Sanio Antonio
n. II, assim romo se avisa aos mesmos senhores
arenantes pura que nOe paguem, visto j esiarcm
avisndos.
Ao Sr. Dr. chele de policia.
I.niz Paulinu de Itollanda Valen.a esla processa-
10 n, comarca de liaranhuns por crime de injurias
follas ao vigario de S lenlo, e au la passeaudo li-
bremente por esla cidade Aciesce mais, que o reo
he meslre escola de S. Beulo, e deixou a cadeira
sem liceuca previa.'! Espera ver reprimida a escan-
dalosa audacia do lal valentaoOJusto.
Aluga-se urna cscrava com as habilidades nc-
cessanas para o servico interno de ma casa : No
paleo do terco n. 9, 1. andar.
O Sr. Frcderico lacquet queira di-
ngir-sea livraria ns. lieS da praca da
Independencia, a negocio de seu iute-
res.se.
Precis*-se de um amaca.for e que lambem en-
Ireguc pao as Ireguezias: na padaria da rua do Co-
lovello 11. 31,
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O escripturaro da Companhia de
Beberibe Marcolino Jos Pup<', encarre-
ga-se de comprar e vender acc/ics da ii>es-
macompanhia: as pessoas que quizerem
comprar ou vender, dirijam-su ao escrip-
torio da mesma, na na Nova n. 7, das
S horas a*s "i da tarde.
Ao Sr. que leve nina taberna na rua
Imperial n. 11!, se pede queira apparecer
na rua das Cruzes junto a typograpliia, a
tallar com a proprielaria ta mesma ca-
sa, a seu interesse.
Aluga-se nm sitio entre as duas pontes da
l'assagem da Magdaelua, rom Breada rasa, estriba-
ra, e terreno pelo lempo de fesla ou por nno : di-
rija-se a rua Nutra, 1.- andar do obrado que faz qui-
na para a CamlloaVdo Carmo.
Precisa-sel aluaar urna cscrava que seja liel e
faja lodo o serviro interno externo le nina casa de
muilo pequea familia, paga-se 15^000 mensaes :
naarna do llospqrin n. 17.
No aterro dos Afogados n. 107, lava-se e cn-
gomma-se com oareio e promptidan ; responden-
do-se pelas fallas.
A TEM. Al)!..
Perdeu-se entre a Pa***gein da Magdalena e A-
fogadns. um anel de ouroeneasloedo com nina pedra
le diamante : raem-ee a p;soa que o tiver arhddo
de o levarla roa da Cruz n. 15 quo se Iho licar mui-
lo obrigado esei.i bem recompensado.
Prccis.i-sn de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na rua Bella n. -2i.
Acha-se justa a armaran e mais perlences da
loja de calcado n. da la da Penha : quem se
adiar com direilo a mesma, reclame leulro em tros
dias ns mesma loja.
Aluga-se um sitio perto da praca, a quem vi-
ver de plantacSes e lenha pelo menos'duas envadas,
com a condiceo de Iralar do arvorrdo que lem e
plantar outros de novo, Iralar da cerca ferha-la,
daiido fiador para o riimpriineuln do trato que se li-
zer, que para isso se. alosa por nm aluguel moi*
commodo do qne esl' : quem o pretender falle na
pr..r,i ,|.i Independencia loja de miudezas 11. 3. que
se dir' quem o aluja.
Um engenhiro arcliiteclo oHercce-
se para evecucaoj de plantas orcamen-
tosdequalt|uer obra, e tambera para di-
rigir e\ecucao cisar de seu preslimo lirija-se a livraria
da praca da Independencia, qne obtera'
maior informariio.
Precisa-se, para a celebrarlo da missa em iiiu
capella particular, de um callx em meio uso com
palena ecolheriuha : quem liver e quizer Iruca-lo,
Jirija-se ao largo da matriz de Sanlo-Antonio, so-
brado de um andar n. 2.
Arreuda-se ou Iroca-ie por casa nesta praca,
um sitio no lugardo Lucas; a fallar na roa Augus-
ta na casa de Anlonio N'ohre de Almeida, que ah
achara com quem Iralar ou annoncie.
Precisa-se de prelos para veoderem .izeile de
carrapalo as lardes, pagando-se a vendacem : quem
os liver dirija-se a ma do Brum passando u chafa-
nz primeira casa que lem um soian encarnado pela
relagoarda, para se Iralar do ajuste.
Aluga-se a loja do sobrado de 3 andares na ruada
Cadeia de Sanio Antonio, esquinadlo becco do O11-
vidor : a tratar com Luiz Comes Ferreira, no Mon-
dego.
Xo aterro da Boa-Vista, segundo an-
dar do sobrado 11. (i, precisa-se Oe urna
ama que saiba cozinhai eengommar.
Na rua dn Aragao n. :1, precisa-se de urna pre-
ta para vender doce, e que nas horas vagas se oceupa
em algum servico do mesmo trafico : a quem con-
vier dinja-sea mesma casa, ouannuncie.
-Troca-se por dinheiro urna imageni
do Senl-or dos Passos, e nao se olha a
precose for muito perfeita e nao muito
pequea: nit praca di Independencia
ns. G e 8, se dir' quem quer.
Una pessoa instruida no joao da esgrima, ou
espada recia, so oiTerece para dar lices em particu-
lar do referido jogo: quem de seu preslimo se qui-
zer ulilisar annuncie pur esla folha e lambem pelo
"Liberal.
Aos devedores de N. Gadault.
De novo e lliei avisa que venbam pasar seus d-
bitos na loja da rua Nova, alim de evilarem a publi-
MCM de seus nomes por esle (Diario, visto que
le'"Jo-*e le fazer as parlilha* das dividas, -e ha de
1 publicar com especificarao de numes e quanlias dos
devedores a dislribuicao respecliva entre os herdei-
ros. He aviso para |ue se nao rhainem a engao,
tanto mais qunnlo sao dbitos ridiculos e de muilo
tempo.
Preci* 1-se de urna escrava 00 forra para o sir-
vi;o inlerno c axlerno oe um 1 casa de poucafamilia:
ua na do Calinga n. i C.
Auei.cfio.
1
Na rua de Joao Fernamles Vieira, que vai da
Snledade para o Mangninho 11. \->, conliiiua-se
a curar morpha radicalmente, aiuda estando uo nl-
limo grao, erysipella, arislins, pernas juchadas, gln-
dulas ou alpurcas, e dores rbeuinalicas.
Bernardina de Sena Lima, viuva le Jos de
Almeida Lima, faz scieulc ao respeilavel publico.
8 Ai HOIEOPATHIA E 0
I CHOLERA.
^ nico tratamento preservativo e "9
curativo do cholera-morbtis, W
'& m PELO DOLTOIt
nSabno Olegario Ludgero Pinho. ^
ij .Segunda edicrao. S?
V9 A benevolencia com que foi acoihirla pe- w
A lo publico primeira edicto dcste opus- /d*\
gj culo, esgolada no curio esparude dous me- ]
f&) zes nos induzio a rennpressSir (3f
/ Cusi de cada eiemplar......I^XtO S
Carleiras completas para o traa- W
^ mentu do cholera e le muitasou- (&)
Iras molestias, a..........3O|000 7Z,
Meias carleiras...........I5IHKI *J
Wk Os medicamentos sao os melhores pnssiveis. *A
Consiiliorio central homeopalhico, roa H
deSanlo Amaro 'Mundo-iVivo' n. ti. AO publico.
J. Huniicr com loja de alfaiate na roa Nova 11
52, recnmnicnda-se ios senhores que quizerem pos-
suir obras, romo calcas, colleies, casacas, etc., feilas
com peileie.iu. Nestc estabelecimenln naose rncoo-
Irari obra de fabrica, siimenle obra frita por cncom-
menda, de haixo de toda a garanlia, com loda a per-
fefrao possivel, e sempre do Eoslo e da ultima modo
da Enropa. Sera igualmente muito conveniente e
recnmmendavel aquellas pessoas que moram u'algu-
ma distancia desla cidade, e que querem suas obras
feilas com brevidade, c no prazo marcado. Tamben
eucontra-se conliiiuadamenlc uo mesmo cslahcleci-
meulo panno e fazeudas para qnalquer obra.
A VSO.
No dia >;) de junho do crrante, fugio de bordo
que ningoem contrato negocio algum com bens per- luiSt?"'-" I'"'I'" PrC'U ertool. *".
Ihisi>smi.-----1 _*_.._ I de idade a > anuos, pouco man ou menos, e lem
os siguaes segoinles : roslo comprido e descarnado,
lencentes a este casal, nem mesmo pagamenlos de
leltrs j vencidas ou a vencer, on mesmo outra
qualquer divida que luja de ss pagar a qualquer
pessoa, sem que seja a aonuaiciante nuvida, e do
contrario Incorrer na pena de nullidade.
Alnga-sa urna escrava para coziuhar c fazer
pequeas compras: a Iralar na praca da Indepen-
dencia n. 1.
Precisa-se de u:n homem forro ou escravo,
que saiha andar com earroca : na prafa da Boa-Vis-
Aluga-se a um homem honesto urna sala com
alcor*, ludo pinlado de novo, Hado a sala muilo
clara e cum Tenada de forro, poden.1,,- fornecir o
Iralamenlo, ludo em tonta : para Iralar na travessa
da .Madre de Dos n, ID, primeiro andar.
Ausenlou-se ha S das da casa do aballo assig-
nado ninscu mulaiiuhu de nome lta\ mundo, onicial
de alfaiate. de idade de 15 a lli annus, claro, alio e
delgado do rorpo, he um lano cerrado, e quando fol-
la lem lilla de expre-sao e verbosidade : sera srali-
jicada a pessoa que 11 condozir a casa 11.....la rua da
Cadciz do bairro da Sanio Anlonio do Kecile, dc-
fronlc da igrejj de S. I'raucisco.
Beulo Jos Fernandes Barros.
Ouem liver algum sitio com propon.es para
ter muilo capim pelo invern c verSo, e qiieira ue-
gocia-lo ou arreuda-lo, annuncio para ser procu-
rado.
Arrenda-se um sitio no 10g* denominado San-
I Auna, o ultimo que volla para a Casa Forle, pro-
prio i'Hr.i qualquer eslrangciro. com urna grande ca-
sa, estribarla, senzala, e urna casa propria para co-
cheira, com baixa para capim, e moilos pe* de arvo-
redos: q,,em pretender, dirija-se a rua do Padre
rlonanu u. :ii, nu no mesmo sitio.
O
Oeposito de vinbo de champag-
ne Cliateau|A\\, primeira (|ua-
cr fula, cabello cercilhado, olho, um pouco grandes
e amortecidos, beicos grossos, sendo o de cima mais
grosso que encobre a folla que lem de denles em ci-
ma, folla um pouco etrepalhado devido a falla de
denles, punca barba e rala, e bigodes, lem na mao
esquenla junio ao dedo mnima nina especie de er-
vo saludo, bs nade. 1. um pouco empinadas, un an-
dar lem uiu geito para o lado, radeiras largas, cen-
lura fina, ps apalhelados e um pouco largos ; levou
caifa ,le aluodAo azul desbolado o. camisa de a'lgodao
riscado, chapeo de palha, lem oflicio de cozinheiro,
e cosluiualembriagar-se; foi escravo do Sr. Dr. Je- Sbll A,- ,.:.. <
ronvmo fella e do Sr. Dr. promotor de Olinda^ ~AS C'"VaS marCildilS a ll
Queiroz Fjinseca, e ulliinamenle do ir. Alberl Fors-
ter Damon 1 o abaixo assiguado, seuhur do dilo pre-
lo, gralilica generosamenle a quem o apprrhender e
leva-lo cm sua casa, nu aterro da Boa-Vista n. 53,
segundo alidar, ou no llecife, rua do Trapiche n. I(i,
a Anlonio de Almeida Comes ; como tainbem pro-
deit contra qualquer pessoa qoe o occullar em seu
lo ler ; a-nm como sratilica e paga lo las as des-
liezas.Joaquim Lopes de Almeida.
ESTRADA DE FERRO
do Recife. ao S. Francisco.
Os
directores da companhia da estrada
de ferro do Kecile ao San-Francisco, tem
feilo a'chamada da segunda prestacko de
.las libras esterlinas sobre cada accSona
dita companhia, a qual deve ser pagante
o dia "de julho de IS: no Rio d Ja-
neiro, em casa los Sis. Mana' Me. Gre-
gor & C,; na Baha, em casa dos Sis. S.
Uavenporl & C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista
que n&o realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera" perder todo di-
reito as acedes, sobre as quaes o dito pa-
gamento nao ti ver sido ell'cctuado, e em
lodo caso tera' de pagar juros pelo lempo
quedecorrerentreo dia Indicado para o
pagamentoe a sua realisacao. Recife 1 V
de maiode 1856Por ordena dos diree-
ores.S. P. Vereker, ihesoureiro.
Companhia da
estrada de ferro
Pelo presente se communica aos senhores accio-
nista da Companhia da Estrada de Ferro, qoe por
occasiao de receberem suas acues d6ver3o apresen-
tar-se por si ou por seus bastantes procuradores,
para o um de se assignarem no competente livro da
inscnpcAo, de accordo com os pedidos que fizeram
das arenes. Recife 20 de junho de 1856. l'or or-
dem da directoria, S. l\ Vereker, Ihesoureiro.
Companhia da
estrada de ierro
TRANSFERENCIAS.
suas1 acroes. deverao dirigir-se ao escriptoriod> com-
panhia. para o fim de oblerem o exemplar da forma
adoptada para as transferencias, e pagaren, os emo-
lumento* respectivo? na imporlaucia de lalo. ? no
me,mo escriptorio, rua do Crespo n. >, em lodos os
dasi uleis das 10 horas da manhaa as J da larde, po-
derao obter do Sr. inajor Vereker, Ihesoureiro da
companhia, todos os esclarecimentos de que necessi-
lareni relativamente aes negocios da obredila com-
panhia. Recife M de juuho de 1856. Por ordero
do Sr. major Ihesoureiro,
Joaquim Marinho Cavalcanti de Albuquerqne.
~ Relalham-sc os gneros da taberna da rua do
llospiciu n. 1, c vende-se a armacao e mais perten-j
ees, ludo muito barato, para liquida^ao.
A criada Chrislina Maria. que veio de Luanda;
na escolia aCereaa, cm companhia da Sra. I). Maria!
Rosa da CeoceijJo, relira-se para Loanda no masmd
navio.
J* Nunes de Uliveira romprou em hasla puf
hlica a casa no becco do Carcereiro n. !!l ; sealguent
se julgar com direilo a embarazar a compra, recla-
me o seu direilo.
Joanna Maria Monleiro, braseileira. relira-st
para Angola com sua lilha menor duome Rila.
Companhia per nanbucal
cana, iurgo da Assein-
bla 10.
Avisa-se a quem perlencer cerca de .500 arrobas Je
vilete salvado do vapur|uMaiquez de Olinda, vislo
pois nao se saber o seu consignatario, por se achar
mamreslado a ordena, que o prazo para entrega do
mesmo vilete he do boje a 7 do correnle. depois
do que sera vendido para deduzir-se as despezas.
Fazem-se para sacerdote, baln**, samarras,
capas e brreles com loda perreicao e presteza ; ana
rua Vetan 11. 8t.
Aluga-se nina .la toma alcova e um quarlo
do primeiro andar, do sobrado da rua da Cadeiad
Recile, 11. -2, proprio para escriplorio ; a irelar
na rua da Senzala Velha n. lili : na mesma casa
oompra-se nina refinarao.
J. P. \oselcv lem a honra d avisar ao respeila-
vel publico, que 110 seu csl.ihelenmeolo na rae o-
va 11. 37, esquina da Cambo* do Carmo, enconlram-
se os mais ricos e melhores piano* qoe tena appare-
rido nesle mercado, de forma de armario, da tupa-
rinres vozes, conslroccao solida, do eoslu mais oa-
derno possivel, sendo elle* lodos felos por encnoi-
meiida, e nao vindos era commi*sao, e assim apro-
p:lados par esle clima, do* mais acredilados fabri-
can los ,), Europa, os quaes elle vende garantidos.
O eslabelecimenlo est aberlo ale as 8 hora* da noi-
te para a commodidade das familia* qne quizaren)
ver c experimentar o* instrumentos.
CASA DOS KXPOSTOS.
PreriM-se de ama* par* amamentar enancas
na casa dos eiposlos, a pessoa que a i-so se qawira
dedicar leudo* habilita coes neceosanas : dirija-ee
a mesma no Pateo do l'arait qne ahi achara nena
qoem Iratar.
ARRENDAMENTO.
A|ij a e armazem da caa n. H da ma da Cadeia
po Rerife junio ao arco da r.nnceicao, aeha-*e deane-
eopada, e arrenda-se pira qualquer eslahelecimeulo
em poolo grande, para o qoal tem commodo* solri-
cenle* : os pretndeme* enlender-*e-hao com Joao
Nepomuceno Rarroso, no segundo andar da rasa n.
57, na mesma roa.
PUBLICAQACV LITTERAR1A.
Repertorio j u ridico.
Esla pnblica;ao aer sem duvida de nlilidade ac*
principame* que se quizerem dedicar ao ejercicio
du foro, pois pella encontraran por ordem alphebe-
tica as principaes e mais 'requemes oceurreneia* ci-
vs,:orphaiiologica*, eommerriae* e ecclesiaslira* do
nosso foro, com as remisse* das ordeoacftes, laii,
visos e regolamenlos por qoe se rege o Braetl, e
bem assim resolnc^es dos Pratislas anligos e moder-
no* em que se firmara. Coolm semelhaulemenle
a* decises das uesies sobre sita*, sellos, velhos e
novos direilos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
* collecco de nossas leis e aviso* avalu*. Coneta-
rdedou* volomes em oilavo, grande francez, eo
primeirosahio a luz* est i venda por 8 na loja de
livros n. 6 8 da praca da I udependencia. 0* se-
nhores subscriptores desta pablicarao existentes em
Pernambuco, podem procurar o primeiro volum*
na loja de livros cima mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Brilo, praca da
Coosliliiijilo; no Maranhao, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. Jo-
eo de Oliveira.
Queijos De noeamenle se avisa a lodo* o* fiegnez.es, qoe
se reeeberaru os verdadeiro* queijos do Seridu. no
deposito das bichas, rua eslreita do Rosario n. 11.
>owpt$.
Compra-se toda e qualquer porreo
de prata velha de lei sem fetio: quem
tiver para vender, dirija-se a rua do Col-
lejjio n. 15, agencia de leitfies.
Compra-se um escravo de meta idade para o
semen do campo ; roa do Hospicio n. 31,
Compram-se caives vastos qoe lenham aido de
relias de* carnauba, vindas do Aracaly : na rua da
Cadeia n 37.
Compram-$e aeces da Companhia de Beberi-
Ire : na rua larga do Rosario, armazem de lonca.
Jetis&t.
Bixas de Haiii-
bur*go.
A l.sOOO n. o cento.
Na leja de harbeiro da rua estreila do Rosario n,
J, vend-se biza* de Hambnrgo rhegada* pelo va-
por, a &l$U00 rs. cada ceulo e alugam-se por muilo
barato prec.o.
Na taberna do Larangeire, sita na rua Angus-
tJ, de 5 portas, vende-se maulcga franceza de pri-
meira qualidade por tO rs. a libra, assim como
queijoado ltimos ebegados. por I38OO, e se res-
ponde pela sua qualidade. fariiiba re aramia a 2:U
rs. a libra, feijao mulalinho novo a 760 rs. a cnia,
assim como os mais genero* a vonlade dos Tre-
guezes.
Vendem-se os verdadeiros e superio-
: res salames de Bolonlia, assim cmo majsa
O Sr. Henrique Kduardo da Coila.de tmales e queijo parmesao : no largo
Gama, alferes do nono batalliao de (fa-| do Corpo Santo n 6, arma/.em de Palme'i-
do Quei-Jrai Bellro.
cadores, tem tima carta nauta
mado n. 23.
Miguel Jost; da Motta, prolessorde
inslnicrao primal ia, faz saber aos Srs,
pas de seus ahitnos e a' quem mais con-
vier, cine a sua actual residencia he na
rua de Ilottas, sobrado de um andar e
solao, n. 12, quasi defronte do becco de
San-Pedro, iitrosim, que contina m\-
miltir pensionistas, semi-pensionistas e
externos, por ama mensalidade ra/.oavel.
Hecife 2 dejulho de 1856.
Precisa-se dejum boleciro, que saiha Iralar
de cavallos, e de um feilor que enlendii de plapla-
cao.le capim e horta, quem se adiar aplu para.isso
pode se aprosenlar no consulado francez nos
das uteis das jo horas da manilla, at as 3 da tarde
para ajustar no caso de couvir.
m~ a'se um s"'0 ',on'l no caminbo dos
Alelos, enlrc o Mangninho c a hoce* do Espinhei-
ro. perlencente ao lllm. Sr. Francisco de Carvaiho
ES? i6 An,,rade' c onde mora o Sr. Frederico Ru-
billiard, o sitio posiue muitas e superiores laran-
geuas, maugueiras, coqoeiros, sapotiseiros, limpei-
ros, flores verduras, capim para i cavallos, e lem I
cacimbas com agoa boa. A casa lem 3 salas grandes.
10 quartos, cozinha, senzala para M prelos, estriba-
ra para li cavallos, lelbeiri. com raanjadora para
11 vaccas 011 cavallos, cocheira para i carros, re-
creio, 3 quartos para negros ele, A casa foi nova-
nienle coucerlada.e piulada por o prsenle morador.
->a mesma cala acha-se mullos trastes dos melhores
goslo, um bum carrn para um ou 2 cavallos, que le-
va b pessoas. um carraca, urna boa vacca deleite
e mullas oulras cousas, para vender, em comequen-
eia.de prxima retirada da familia qoe all mor?.
'.; si>rsS? ^^&\iftsr\f,isy?
$& lidade, de propriedade do conde fi
O" de Maivu.rua da Cruz do Recife n-
i 20: este vinbo, o melhor de toda a @
@ Champagne, vende-se a 5CJ cada @
i.j caixa; acia-se nicamente em ca- q$
g sa de L. Lecoute Feron & 0. N.
parasen pagamento, visto Ser este mes-1
mo o trato feito com os dimos dos mesmos- 1uTi..ua,"!V *ilio c""l"":ldo A"aiai. do casal
., ,...,.,,..... -_ i .' U t>i"-o'i: lrala-*e com Autoiiu Carlos
e para que nao tenliam motivo* de quei- Peretr* de Burgo* Ponce de Lee; na rua Direila
lili;
o
lgj Josc Anacido bem conliecido denlisla e ;'i
c saugradur. continua no exercicio de sangrar R
w e tirar bem denles por preros a xoutade, a r:J
$ji quem Ihe der a preferencia, chumba den- "J
."j los, separa pcrfeilamcnle us denles da fren- >i
S ,e- applica ventosas: pode ser procurado a S
"<> qualquer hora do dia, na Camboa do Car- W
B mo n. o, loja de harbeiro. J
A pessoa que annunciou dar lices de esgrima,
appareca na roa Nova n. 8.
Alngaro-se -2 moleqnes de 11 .- 15 annns de
idade para servico domestico nu -ei>pnl.- ni rna
\*lha n. 58.

Itecife 7 de
va. la/, o prsenle aviso,
julho de 1S.".
0 abaixo assiguado fa/.sciente ao rcs-
peilavel publico, que desla dala cm lian-
te deixou de se envolver cm negocios de'
bilheles de lolerias da provincia, e por se ha
isso nio Ihe compete mais o pagamento I Hern
dos bilheles premiados das mesmas lote-
rias. Hccile de julho le I S.'ili.An-
tonio Jos Rodrigue* de Souza Jnior.
tiesappareceu no dia >\ de novemhro o mole-
. que Samuel, crioulo, idade 15 anuos, ollicial desa-
paleiro, rom os signaes senuioles : altura li palmos,
pouco mais on menos, fino do corno, bonito, c',r
prel tirando a fula, olhos grande* e vivos, bocea,
nariz e o mais regularas, hnns denles : a pessoa que
"j,_?,p..renn'Jer 'fSrJ! rqs *" n- ''2. 1"e ti
sobrado ii. !I2, ,|H manhaa ale !) horas do dia, e a
larde de 2 as :t horas.
I'rerisa-so alugar urna prela captiva que cozi-
nlie. para una cas de familia : no aterro da lloa-
\ isla n. IX.
Segnada-leirt, 7 do correnle, as lil horas, de- i
pois da audiencia do |)r. juiz manieipal da I. vara,'
O AO PUBLICO. |
H No arjmazera de fazendas baratas, rua do a
Collegio n. 2,
M venderse um complet sortimento de fa- k,
|| zendas finas e rrossas, por mais barato &
g* precos do |i*e em oulra qualquer parte, I
S lanl ^m Poroes como a retalho, affian-
S cando se aos compradores um s urejo
j^.paralDdos: esle eslalieleciinenio abrio-se
|g de combinaban cOm a maior parle das ca-
^ sas cumnicrciaes inglezas, francezas, alle-
$fc maos e suissas, para vender fazendas mais j*
em eo ita do que se tem vendido, e por isto
pt uAeratea elle maiores vaniagcns do no
p oulro qoalifuer; o proprieiario deste im-
** portar lo eslabelecimenlo convida lodos
H os seus palricios, e ao publico em peral,
w para que venham (a bem dos seus inie-
i< ressesl comprar fazendas baratas: no ar-
>-
otu-
O Conde de Mareuile os
O los las garrafas sao azues. @
Aviso.
Sao convidados todos os senhores devedores i casa
fallida de Anlonio Augusto de Carvalho Marinho,
que leve loja de fazeudas ua preciaba do (Jueimado
dfsla cidade do Recife, alim de se dirigirem ao abai-
xo assrgnado, no aterre da Boa-Vista n. !S, |,ara
amigavelmenle saldaren seus dbitos, isto com a
maior presteza <|uc llies for po
te ter toda alleuc/io com os qoe
Vendem-se .1 escravos, sendo 1 ptimo mole-
cote de idade 0 anno-, 2 escrava de idade de 18 a
22 auno, todos crioulos: na rua Direila n. 3.
Vendem-se 3 imprer.sa, endo 1 propria para
aperlar chorlos e loriia-losquadradoi, e 2 para im-
primir eslampas ; assim como 1 ..cliente canoa de
orreira propria para familia : qoem pretender, di-
rjase a rua Imperial n. 120, segunda casa depois
da fabrica de sabao.
Vende-se urna loja de ferragens na ma do
(lueimado muilo propria para principiante por lar
pouco* fondos: a Iralar na mesma rna n. 32.
Vende-se urna escrava crinla, com todas as
habilidades ; o molivo da venda se dir ao compra-
dor; na rua Autusla, casa n. 31 defronte da liber-
na do Sr. Uernardiuo.
Vcndem-sc sellins com perlences,
palale iaglez e da melhor qualida-
de que lem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson Howie
4 C, rua do Trapiche n. 42.
Rape e charu-
tos. .
Na rua da Cadeia lo Hecife n. 15, loja de Bour-
gard, vendem-se superiores charnlo d Baha, em
caitas, macos e rclalho para quem se quizer conven-
cer que he bom e baralo, e rap de Lisboa a 30 r*. a
oilava.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
PI LULAS HOLL WA Y.
Esle in(-liii..\e|es|iceiliiii, romposio inteiraroan-
1c de hervas medicinaos, nao conten mercorio ncni
alguma oolra substancia deleclerea. Benignio a
mais lenra infancia, e a compleiro mais delicada
he igualmente prompto e seguro para desarraigar o
mal u* compleirilo mais robnsla ; lie inleirameule
ri
m
innocciilc em suas opera(0es e edeilos : poi* Lusca
e remove as doencas de qualquer especie e gtiio,
por mais antigs e tenares que sejam.
Entre milhares de pessoas carada* com ule re-
medio, inulta- que ja eslavam a* portas da morle,
preservando em seu uso, cunseguiram recobrar a
saude e forras, depois de haver tentado intilmen-
te todos os oulros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se a deses-
perarlo ; facam um competente ensaio dos efllca-
zes elleilosdesla assombrosa modicin. e prestes
issvel, pois proinel- 'ecoperaroo liencficio da saude.
forem mis promp- I No se perca lempo em tomar esle remedio para
los em seus pagamenlos, em ra/.lo de eslar compe- qualquer das seguintes enfermidade :
lenlcmenle habilitado a fazer esla liquidado. Vccideules epilpticos. Fehrelo da epecie
('ola.
Ilemorrhoidas.
Ilydropisia.
Iclericis.
Indigesloes.
Inllan*aeecj>e*
Irregularidades da
menstrua^u.
I.ombiigas de toda es-
pecie.
Mal-dc-pedra.
Tiln", ido rom lOOjOOO.
le arremalar per venda um escravo de nome i % mazcm da rua do Collegio n. 2, deAn- B
v'"i'J* '.1a.de- dS T.a *,"'"" vali.d,. cm | B ionio Luiz dos Santos S; Rolim.
Joaquim Jos Dias l'ereira.
Os Sis. devedores da casa allula do
Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
duigirem-se a' loja de .Manoel Jos* Lei-
te, na rua lo Queimadon. 10*. alim de
amigavelinuiitesaldarcmseusdeliitps.
:'*
: J. JANE, EMISTA, %
9 continua a residir ua rna Nova u. 19, primei- 41
*> ro andar.
e3a #> aje, ,3^5
lltisti-fcela, i moral e jreli*
IOS.3
7.VWKH e urna porcilu de dividas activas na iinpo'r" 1^^Sn^mammmnkiafmmJS I EsW ''0,nr*"lu0 de historia Sagrada, qne foi ap-
pcrlenccnie ao invena-1' I provado para inslruc;o primaria, lendo-se vendl-
dividas
laucia ile r :.">'J^ 7, lud
rio di finado Joaquim Joso Ferreira. vai a praca a
reqaerimento do irsidineuleiro Mauoel Joaquim ka-
mose Silva.
lina .Nova
linua seniprc
obras feilai
I'recisa-se alugar urna ama de leite, paga-se
bem : na rua do Qoelmedo n. 7. ; lambem precisa-
se una ama forra ou cscrava, para lodo o servid, de
casa. *
Roga-se ao Sr. Anlonio l.adgero da Costa,
que venha praca da Independencia u. Wi e 38. a
negocio que mesmo Sr. nao ignora.
iova ,,. is bja de .M A. Caj \- C con- ido ames da approvacaoa 11600 rs., itassa a ser
re a ler um grande -oi-limento d ,..mi: i irnn. .* >""-' l'a!,sf a *"
deallaiale, tanto superior, como mais! ,"la l!900?: n livraria ns. 6 e S, da praca
e\le-
Alporca-
Amputas.
Areias mal d',.
Aslhma.
Clica*,
Convnlsics.
Debilidadc ou
nuaco.
Debilidade ou falla de
" forcas pura qualquer
couga.
Uesinlera.
Dar le nrgaale.
de barriga.
o nos rins.
Dareif ne venirc.
Enfermidadesno ligado.
venreas.
Envaqueca.
Ervsipela.
Fcl.rcs biliosas.
inlermittenles.
.Mancha* ua culi*.
i li.iti urr.io Je venlre.
l'blisica un consnmprao
pulmonar.
Itelencilo de oorina.
Hheumatismo.
S\mplomas secundarios,
temores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal.1
-------------------r ......,...*, ,u..,,. -..,.,-, ,..< Miiiiu nial- .
inferior, camisas francezas, brancas e de cores, gra-i,,a Independencia.
rabal, eolanoho*, chapeos francezcs.ililosdesol.de
seda e paniinbo.suspeiisoros de be racha.meiaa para
panii
as, l|
MUTTD^DCT
senhoras, l|omens, meninos, fazendas para fnzer-se
qualquer ubra de enrorainenda com a maior presle-
za bom desempenho ; emhm qnuquer pessoa que
vier a esla nja, lirar um falo completo e por pre-
;o mais em imoJo do queem oulra :qulquer (.arla.
U.i-sc almoro, janlar c ceia com ceo e proin-
plid.io, por preco commodo ; quem pretender diri-
ja-se aa paleo da Kibeira n. 1.'..
.Na loja dn sobrado n. 15 do paleo da ribein de
S. Jos, lava-se e *ngomma-se rom muila perfeicjio
* iceio, com a taaior bre\ idade possivel.
Xcndemsceslns pillas no estabeleciiiieolo gera
de Londres, n. 2U, Straiid, e na loja de lodos us
boticarios, Iroguislasc oulras pessoas enrarresa-
das de sua venda era loda a America do Sul, lla-
vana c Hespanha.
Veude-se asbncetinhas aSHOrs. Cada urna dola
conlem urna inslrucc.au em portoguez para explicar
o modo d< e usar deslas pilulas.
t) deposito geral he em casa do Sr. Sontn phar-
maceolico, na rna da Cm n. 2-i, em Pernam-
bnco.


1


A boa fama
VENDE MLl'1'0 BARATO, COMO TODOS
SABEN.
Vciidem-se libras da Boba* .'il, 60 e 70 1910O, dilas inuilo linas de 11. 100 e
IdO a 19600, dalia de lesouras muilo boas para eos-
lura a 19, dilas muilo tinas e grandes a 1; 200 a du-
zja, peciohis de bico eslreilo a -Vio, calimbas eoni
agulhas francezas muilo finas a 160, caisiuhas com
16 novellosde linbas de marea muiliasimu linas a
asi 1, braceletes encarnados muilo bonito*, para meni-
nas e seohoras a -J00 rs., nina braueas muilo finas
para senlioras a 210 e 300 rs. o par, meadas de li-
abas rouiliHimo linas para bordar a 100 e 160, bu-
toes demadreperola muilo linos para camisas at>00 rs.
a grata, boloes muilo finos de ajo para calcas a 280|a
grosa, flvelas douradas muilo linas para calcas e cul-
eles a 12) cada urna, penles de balea mullo finos
para alisar a 300 rs., pecas de lila de lindo com 6
varas e meia a 50 rs., caixinhas com eolxeles rance
zea a 60 rs., carretela de linbas de .00 jardas de
muilo boa qualidade e do lodos os nmeros a80 rs.,
majos com 10 gra.jpas e de muilo boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a 40 rs., torcidas para
candieiros a 80 rs. a dozia, carleiras de inarroquim
para algibeira com molas douradas a 60*) rs., cae-
tas para peonas de ajo a 0 e 40 rs., meias brancas
e cruas, fazeoda muilo boa, para homeo a 160 e 200
rs. o par, trauciuhas de la de caraces e de ludas as
cores a 100 rs. a pecinha, penles de chifre para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duna, grutas de
bolOes de loura piulados para camisas a 240, peca
de fila de eos de todas as larguras a 210 e 320, linbas
brancas de carreleis com 100 jardas do aulor Alejan-
dre, a 40 rs. o carretel, liuhas prelas de meadinhas,
Calenda mullo boa a 20 rs. a meadinda, carias de
alfineles da melbor qualidade que da e com 25 pen
les a 140, penles aberlus de balea para alar cabello,
fazeoda muilo boa a 29600 a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas ede cores a240 e 320
o par, grozas de fivelas para sapatos a 560, caixiohas
envernisadis com palitos de fogo de velinliasdebon
qualidade a 120, dilas de pan com palilus de Cogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caiiiuhas de
phosphoro. propriamenle para cbarutos a 32",
casloes muilo bonitos para bengala a 10 rs., a-
patinhos de 13a para enancas a 300 rs. o par,
francolina pretcs para relugios fazeoda muilo
boa a 140, escovinbas muilo boas para denles a
100 rs. Alm de lodas eslas miudezas vendem-se
oulras rouitissimas, que a > isla de suas boas qua-
lidades e baratos precos lem causado admiraran
aos proprios compradores: na ra do Queima-
lo, na bem condecida luja da miudezas da boa
fama n. 33.
Navalhas a contento.
Continua-se a vender aSr-DOO o par(prero fizo) as
j bem condecidas navalhas de barba,feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado ein diversas e>
neiic,ots: vendem-se com a condirau de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las al 30 dias
depois da compra, reslituinrio-se a importancia :em
casa de Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeialdo
Recife n. 36. f
POTASSA E CAL YIRGEI.
No anligo e j bera conhecido deposito da ra da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muilo favoraveis, com 03 quaes fcaro
dos contadores salisfeitos.
Em casa de Henry Brunn & C., ra da Cruz
11.10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Kspelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras o sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.!
Gomma lacea.
CHARUTOS VABE.TAS
em caitas de 50 a 29000 : vende-se na ra do fjuei-
mado n. 9.
Veode-se urna muala, moca, de launla lieura,
rujiaba, lava e engomma perfeitarncnle ; se dir ao
comprador o molivo da venda, |n.i ra larga do
Ros*rio 46.. segundo andar.
Superior larinha de S. Mathcus.
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo lem para ven-
der superior farinha de S. Malheus ; a tralar uo seu
cscriplorio, roa da Cruz n. 1.
Vendein-sc tunen, pipas c (itiartolas
para dislilarao, a quaes Coram He aulle de peixe e
depois, de aguada, arqueadas de bons arcos de Ier-
ro, proprias para depsitos, e garapas de dislilarao:
a Iralar com Joaquim Lopes de Almeida, ou "com
Antonio de Almeida liumcs, ra do Trapiche n. 16
segundo audar.
Barato.
Defronte da greja da Soledade, cs-
<]uina de Joao de Barros, as .taberna
de Francisco Jos F. Pites, vendem-se
gneros muilo novos e superiores, como
sejam : carne e linguicas do sertao e do
reino, fiicijos muilo novos, manteiga in-
glesa e frauceza de varios precos, banha
de porco, vinlio de Cete, Lisboa. Figuci-
ra, Porto, de superior pialidade, clia'
hyuon de primeira e segunda qualidade,
dito preto, berva mate, passas, bolaclii-
nhas ngle/.as e araruta doce, biscoiti-
nlios, massas, spermacete, charutos linos
ebeixot, taccat com mil lio c farinha, e
muitos mais gneros de bom gosto, lu-
do por barato prero, por seu dono se
querer afreguezar.
\ einien'.-!o. lingoiras do serian muiln freseee,:
na taberna ila quina d.i ra dos Marlyrin n. 36.
Chegaram no ullimo vapor do Rio
de Janeiro, algunsexemplares dosSegre-
dosda Calligrapliia, pelo professor ingle/.
William Scull\, tnico inventor da letra
corridacommercial, segunda edicao aug-
mentada : vende-se por t.S'OOO, com lin-
dissima encadernacao, em casa dos Srs.
Antonio Lopes Pcreira de Mello & C, ra
da Cadeia do Recife n. 7.
Vende-se urna casa terrea sita no cn-
genho Dous Irmios, em Apipucos, no
lugar chamado l'edra-Molle, nova, com
muitos commodos, com sitio perto do ba-
ndo : a tratar 11a ra da Cadeia de Santo
Antonio, com Rodolpho Joao Barata de
Almeida.
Vende-se a loja de bilhclesda ra do Kangel,
minio afregoezada : a Iralar na mesma n.48.
No aterro da lioa'-Visla n. 80, vende-se cho-
colate, macarrao e lalharim a 409 rs, a libra, sag,
cevadmlia de Franca a 320 a libra, latas com biscoi-
(os finos de Londres, diversas qualidades ltimamen-
te chegadas a 19800 urna lata, espermacele a 610 a
libra.
S3o de admirar
A--1111 que pceam
Nao lem vonladc
De largar
As grandes bichas de llamhurgo : na ra estrella do
Rosario n. 13, padaria que Coi doCdnna. vendem-se
e alngam-se por menos preco do que em outra qual-
qoer parle.
Vende-se um sitio no caminho da encanaran
que vem para a Casa Forte direila, com casa de
(aipa sai c urna dita arruinada, com moilos arvore-
dos de Crudos, e em chao proprio : quem pretender
dirjase a taberna da Casa Forte qoe volla para o
Poro, que se dir com qoem se deve tralar.
Loja da pobreza.
Na na do Passeiu, loja n. 9, vendem-se curies de
ralea- escoras e muilo encorpados a lJOO, ditos de
brim de linho escuros 1 800 rs., dilos de brim branco
a 800 rs., corles de colleles de fuslao de cores a "00
rs., ditos de camhraia branca e de cores a 39500, di-
tos de cassa chita linos a a>, chales brancos a 610,
dilos do las e seda a 3?500. chapeos de sol a 19500 e
29. peras de madapolao a 39, 39500, 4?, 19500 e 59,
chitas linas a 200 rs, e 220 o covado, algodao azul
1 grosso a 220 o covado, e oulras muilas Cazendas, que
nao se pode mencionar por falla de lempo.
O.

MIMO IE NlMMBlO SEGN JA rElRA 7 JULHO SU I8&6
IIMLITOS E CAMISAS FLU-f
i
\m
\m
MCI
V (nderr-se palitos france/es de brim de si*
linlua 39000, dilos de alpaca preto ede pf
coras a 7 c 8?, dilos de panno lino prrlos W
c de cores a 16 e 209, camisas fraurezif 'j
branca e pintadas a 21, 2S e 323 a duzia, J,
abanan! de linho a 69 a dozia, colarinhos *5r
de linho a 2? a duzia, sendo ludo da ollima ,':
mod : na ra Nova loja n. 4.
os @-3Cf @@$@
V( nde-se salitre relinado da melbor
alidiide, que lia, a i'.s' a arroba : no
riplorio da rita das Larangeiras 11. I i.
AS HE DAlBliRGO
A 16,000 rs ocento
O depusjilo das bicliasde llamburgo. ra eslreila
i do Kosari 0.11, lornou a recebur nova remessa de
bicha* de lamburgo pelo vapor inclez nAvon, que
passuu pai a o sul ; vendem-se a 169 o cent o, e slu-
guui-se a i 0 as grandes, e 900 r. a menore.
Veole-sea taberna da ra Direila n. 27, mui-
lo aCregueaada para o mallo e para a Ierra : quera
pretender Jhrija-se a mesma. Tamben) se vende na
mesma doce de guiaba em caitesde II e 12 libras a
18200, em irroba U000, manteiga iugleza a HOO rs. a
libra, dila 11 720, vinho a S80 e 400rs. a gairaCa, Ca-
vas viudas la lllia de S. Miguel a 560 a cuia, peixe
chamado el erno a 200 rs. a libra, e oulros muilus
gneros, q le se vendeao por muilo barato prero
para acaba.
Vend m-se 4 barris com carne de salpreso pro-
pria para ra
saccas e Cari
que em ouli
kIios de navios, assiin como atroz ein
aba de maudioca, por menos preco do
a qualquer parle : na Iratewa do Arse-
nal de tiuer a n. 1 A, a n.11.
Vestidos a 2x000.
Vendein-s corles de vestido de chita larga fVan-
ceza, pelo bi ralo preco de 29000 cada corle : na loja
de portas, aa roa do Quciraado u. 10.
Chito
Chitas frahcez
dero-se na leja
u. 10.
larga a 200 rs. o covado.
izas largas a 200 rs. o cuvadu : ven-
de 1 portas, na ra do (Jueimado
5abao preto.
Ja veio o giban preto, o vende-se smenle na ar-
mazcm de Jo o Martin- de Barros.
lama
Piriiiieira.
Jos Joaquim onc.alves da Silva avisa a o respe i-
lavel publico,
ser mandado
que s vista
SUPEKlhKE
que sua casa se aclia sortida dos me-
I linri- genero ide moldados, e vende mais barato do
que em oulra parte, latas de biscoitos finos de lodas
as qualidades a 39000, e porcao de 10 latas mais em
conla, bolach nba de soda, presuolus de fiambre, di-
tos de l.ameg 1 muilo superior, viuhos eugarralados
de lodas as eji tlidades, cha o melbor do mercado por
lr de cunta, e muilos oulros gneros
acharan verdade.
CHARUTOS S. FLIX.
Respsnde pela sua qualidade.
Caixas de 200.
Os mais su|*riores charolos de S. Feliz, lem para
vender Autor io Luizde Oliveira Azevedo, no seu es-
criplorio, na da Cruz n. 1. Kivalisam em qualida-
des aos super oresAranas.
la Califor.
1
loja nova anjp do arco de Santo Antonio, ^alein de
muilissimas i boas Cazeudas baratas, vendem-se cor-
les de chita C anceza do 10 covados a 2M00 rs. a ein
covados a 20( rs. muilo larca, muilo boa para co-
bertas, i-orn irin- e vestidoi, ,ao de cores claraS
alegras o bolillas.
Vende-se arrnr. pilado da Ierra a 29 a arroba .
em sacca, dito de casca em sacca a 1c?, e a cranel al- '
nucir velho a 49, milho em saccas a 39611(1, ludo '
muilo novo ; bem como velas do carnauba de com-1
posico da ineihor Cabrica do Aracalv, oleo de rici- !
no em latas de 37 libras a iOOr. a libra : na ra do
Vigaho n. 5.
FazendAs por milito me-
nos do seu valor, na loja
de 4 portas na ra co
Queimado 11. 10.
Eiisleni nesta loja as Cn/.eudas da luja da ra do
Crespo, que Coram arrematada, as quaes se conti-
nan! a vender por milito menos do seu valor, como
seja :
Madapolao enlre-fino, pera J>S0O c :i-000
Dito muilo superior do jarda 49NOO
Alendan de 2(1 jardas, peta 18920
Dito bom :;-ihi
Dito americano 39000
('.bilis ordinarias, pera 4-9000
Dilas decores lixas .59500 c SOou
Dilas pira cubera 69500
Cassas de quadros 19(K
PlalUkl de liuho de 25 varas 9OOO
Lia da dita muilo superior 139000
Cambraia lisa 29500
Dita muilo fina 49000
Bretaoha de linho liua, 6 varas 29800
Cortes de calca de casemira de cores :l9"iOt) e JfOOO
Dilos de dila prela boa 59500 e 69OOO
Selim prelo superior 29500 e 39000
Brim de quadros de puro linho, lino, o covado 200
llrun de linliu Iranrado, de cores, vara 6S0
Dilo branco superior, vara 19200
l'anno prelo e de cores, o covado 39000 e 39500
l'eitos de linho para camisa 6SO
Maros de meias croas 19020
Dilos de dilas boas inmiii
Dilos o mais lino possivel 1? Merino prelo lamo, o covado 19.500
Cortes de vestido de seda 2O9OOO
<;assas de cores, vara 32o
Chitas sorlidasde cores, o covado 160
Chales de merino de cores S;OO0
Corles de cassa chita I96OO
Dilos de dila com barra 1J800
Chita larga franceza, o covado 220
La de quadrus de cores para vestido, o covado 500
Alpaca de seda de cores para dilo 320
Meias finas para senhora. duzia 3-95011
Dilas de seda, o par I928O e IgjOO
Lila branca, o covado 280
(jravalas de coi es 640
Velludo de cores, o covado 33000
Algodao riscado e azul, o covado 160
Lencos finos de chita e gauca 200
E oulras muilas Cazendas por haralissimo piero : ap-
parerjjm pois, os Creguezes, com uinhairo, que nao
se engeila preco.
Cobertores de algodo,
tanto eseuros como bran-
cos.
\ endm-se cobertores escuros prepriM para cscra-
vos, pelo preco de 800 rs. cada um. dilos brancos a
720, dilos de 2 pellos e grandes a 19600 : na ra do
Crespo, loja n. 6.
AVISTA AS BOAS QUALI-
dades he milito barato.
Veode-se papel de peso e almarjo o niel luir que
pode haver nesle genero a 3, i, 5 c'ityMIO a resma,
papal paquete muilo lino e de milito boa qualidade:
propriamenle para se escrver por vapores para a
Europa em cousequeticia de nao se paear grandes
porles de carias, ero resmas, meias resmas, quarlos
de resma, ou me-me em quadernosa 80 rs., papel de
linho verdaderamente almarn e proprio para carlo-
rio a O rs. a rasma, verdadeiras peonas de ac de
bico de laura couhecidas pelas melbores qoe "ha a
19200 a caixinha com 12 duzias, ditas sem ser de bi-
co de lanra, mas tanibem inoilo boas a 610 a caixi-
nha com 12 duzias, duzia de l.pis muilissimo finos a
320, 400 e 500 rs.. dilos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes muilo finos e de todas as qualidades
e precos, tinta ingleza muilo boa c barata : na ra
do Queimado, loja de miudezas da boa Cama n. 33.
Vende-jje o muito superior baca-
llia'o de (JBCatfeJ a 13#000 por barri-
ca : no caes da Alfandega arina/.eiu de
l'aula Lopes.

Na loja de erragens da ra Nova n.
"10 vende-se salare relinado de primeira
qualidade a 9.S a arroba.
CAMISAS.
Vendem-se camisas frioeeiaa com um pequeo
loque de molo a 189 h duzia. tambeni vendenie co-
bertores de alaod.lo a (lid cada um : na ra do Cres-
po 11. 16, loja da esquina que volla para a ra das
Crtjws,
LVAS PARA HOMENSE SE-
NHORAS.
Vendem-sesiiperioresluva.de pellica muilo novas
para hornem e senhora a 19280 rcis o par, ditas de
seda muilo boas e sen! deleito algum amarellas, pre-
las a brancas para hpuiem e senhora a I.^OOO rcis
o par, dila. prelas de lorcal mullo boas a 00 reis o
par. dilas de lio de Escocia brancas e da coses para
h niieni e senhora a lim. .5011 e (MI reis o par, ditas
dilas para meninos eiiieninas a 100 rcis u par, luvas
de xeda ricas de Ioihs as cores e bordadas, com
guarnirao, para senhora a.39000 e i 1-9500 reis o para
e oulras mais qualidades de. luvas, tudo na ra
du Queimado na bem conbecida leja de miujkzas de
boa Cama 11. 33. "~
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas de laia para
padres, pelo baralissimp preco de I98OO o par : 11a
rila do Queimado, na bem mohcela loja de miude-
zas da boa Cama n. 33.|
CARTAS F1MSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-se superiores carias Crancezas para volla-
rel pelo haralissimo preco de 500 rs. o baralbo ,
na roa do Qoeimado. na bem conbecida loja de miu-
dezas da boa Cama 11. 38.
Bonecas france-
zas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas francezas, pelo
haralissimo preco de 19280 e I98OO : na na do
Queimado, na bem cenhecida loja de miudezas da
boa Cama n. 33.
1
ara inoivas.
Vendem-se ricos corles de seda branca proprios
para vestidos de noiv as, pelo haralissimo preco de
108 : na ra do Queimado, nos qualro cantos*, loja
de Cazendas da boa f-n: 22, dcfronle da loja de miu-
pezas da boa fama.
Loja da boa f.
Vende-se rhaly de quadros de bonito* padroes a
000 rs. o covado, dilos lisos de boniias cores a 720,
chales de merino lisos com Cranjas de relroz de bo-
nitas cores a 59. dilos com Ostras de seda a 79: na
ra do Queimado, nos qualro cantos, loja de Cazen-
das da boa Ce n. 22, deCronle da loja de miudezas da
boa Cama.
Para os na mora-
dos.
Vendem-se Cnlbas de ppel muilo bonito, propr
para correspondencia de namorados. pelo baraiu
prero de 10, 60, 80 e 100 t. : na ra do Qoeimado,
na bem conbecida loja de miudezas da boa fam-
n. :i:i.
Cascas pretis para luto.
Vcndcm-se cassas pretal milito finas proprias para
lulo, pelo haralissimo |irero de 180 ? vara : na 1
do Oueimado, nos qualio cantos, loja de Cazeudas
Dos premios da segunda parte da primeira lotera a beneficio do Convento de Nossa Senhora do Carino
do Recife, extrahida a 5 de Julho de 1856.
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PHEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PRF r NS. PREMS. NS. PREMS- NS. PHEMS. NS. PHEMs NS. PHEMS |NS. PKMFS.
3 59 U.i 59 530 5-9 760 59 1018 59 1272 5-5 I77 55 1711 59 2001 55 2210 C-9 2186 59 2786 59 3034 5-3 3316 5-5
6 59 77 59 34 59 6t 5? 19 59 73 55 80 55 r> 3 5 '5 l 59 88 59 88 " 58 :i '9 22 58
9 5 78 59 35 59 67 5? 23 59 76 59 82 55 46 55 1 58 2 59 89 58 93 - -59 37 5.9 5.9 21 53 59 59 59 59 5-9 59 58 59 59 39 5o 59 5o
\3 59 79 .59 36 5i 71 59 26 59 77 59 85 59 19 I9 10 59 55 59 93 5f 91 58 39 27
U 59 83 5f 37 f*i 1 i 59 27 55 79 >? 92 59 55 :,- 13 58 60 58 97 59 98 59 41 5) 5 109 59 a"V"i 28
18 58 92 59 38 59 78 59 28 5-9 80 59 93 59 59 . 59 22 5-9 61 58 98 5-9 2800 59 44 29
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JO 5) 98 5- 33 5; 93 5) il 5J 60 ..? 13 38 s: 59 93 53 66 0009 1.5 55 II >- 61 58 79 59
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72 5 > 21 200? 1 57 5, i 13 5- | 69 5) 1 74 51 39 5| 2 58 36 208 81 .59 1 80 58 1 31 5 12 59 99 5f
73 59 28 51 ) 59 5, | 15 5- 5 70 .5: 76 5? 42 5| 3 S) 1 1 1 1
PERN. TYP. DEM F. E E ARl A- 1850.
MUTILADO
ra
__s da
boa C 11. 22, defroule da loja de miudezas da boa
Cima. ^^
AlifOilao iuoust.ro.
Vende-se alzn-dilo com qoasi 2 varas dla
propiio para lencoes e, loalhas, pelo baralit
prero de 600 rs. a vara : na ra do Qoeimado, .ios
qualro cantos, loja de Cazendas da lipa C n. 22.
Litldeza para vestidos
Vende-se a rica Cazcnda lindeza, rhegada ltima-
mente de Franca, pelo haralissimo preco de 19000 o
rovado. Esta fazenda be de pora l.i.i seda, e os
seus padroes sao os mais bonitos qoe al o presente
lem apparecirio no mercado : na ra do Queimado,
nos qualro cantos, loja de Cazendas da boa C n. 22.
Para as senho-
ras que gostam do bom e
barato.
Vendem-se ricos penles do tartaruga pira alar ca-
bello a 18500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para crianras de um mez a um anno, pelo barato
preco de I98OO o par, lenciohos de relroz de lodas as
cores para seohoras c menina* a 19, nticas di. lila
para senlioras e meninas a .500 rs., camisas de meia
para enanca, at a idade de um anno a 500 rs.,
meias brancas de algodAo para senhora muili.-imo
linas a 500 r< dilas brancas e prelas de seda o me-
lbor qoe se pode encontrar a 2a e 29500 o par, ricas
canas para guardar joias a 800 rs. e I9, rana* mui-
lo ricas com repartimentos nicamente proprins para
costuras, pelo haralissimo preco de 28500, 39000 e
39500, iravetsas de verdadeiro buCalo para prender
cabellos, pelo haralissimo prero de 18, ditas de lar-
taruga a 33.500, ricos leques com plumas eespelhos e
pinturas lioissimasa.29, penles de buCalo muilo finos
para tirar piolhos a .500 rs., lesouras finiasimas e de
todas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
cores e larguras, ricas fitas de seda litas e lavradas
de todas as larguras e cores, hicos de linho (inissimos
de lindos padroes t lodas ai larguras, ricas Cranjas de
algodAo brancas e de cores proprias para cortinados,
e .mira* muilissimas eoosas,- que ludo se vende por
lo barato prero que aos proprios compradores ser-
vir de admiraran : na ra do Queimado, na bem
conbecida loja de miudezas da boa Cama 11. 33.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da bda Cama encontra-se sempre din rico
.01 lmenlo de perCumarias de lodas as qualidades,
sendo sea autor o melbor qoe lia em Parit, riqusi-
mos Irascos de eitiaclos muilissimo linos, pelo barato
presfljle 19200, 19-500, 29 e 29600, jarros de poreel-
lana delicados e de modernos gustos com baoha Cran-
ceza muito lina a 29, Crascos com esseencil de roa a
320, paos de pomada franceza muilo boa a 100 rs.,
Cras;os pequeos e grandes da verdadeirn agoa de
Colonia do Piver a 180 e 1/000, sabonetas finos e de
diversas qualidade*.piis para denleso melbor que po-
de haver, e oulras muilas perComarias, que se ven-
deni muilo barato : na ra do Queimado, na bem co-
nbecida loja de miudezas da bou Cama o. 33.
i\a loja das seis
portas
Em trente do Livrameiito.
Corles de meia casemira prela* e de cores a dez
patacas, l.ia propna pora palitos a Ires patacas o co-
vado, cortes de ca'.ra de brim esporo, de linho, com
loque de mulo a dez lusles, panno lino mcsclado
proprio para casaras ou palitos a qualro mil res,
chapeos Crauce/.es de castor branco a oilo mil reis. e
de seda prela l.imhcm Crancezes et setc mil reis, di-
nheiro a vista.
Por menos do que em nutra qualquer parle
vcndcm-se na ra estreita do lio/.ir m n. II, no de-
posito de sangue:>ugas hamhurguezas, os objcrlos
aballo e novamcnlc chegados :
Kiildcbiuha desiida o500
Dila de Lisboa 9560
Dila liamburguc/a, lata grande Sjooo
Hila d araruta dila 29600
Queijo londrinn a libra 3721
Presunto para fiambre 9610
Toucinho inglez 5I8O
Amenduas cnnCeiladas e francesas a libra 19600
Pecegos, Peras, Damasco ,. (iinj lata 1-000
Biscoilo iuglez, lata surtida 2-'N)
I-rseos com conserva d di tinten ti quali-
dades 3900
Passas novas ,1 libra, 9500
Ameixas a libra >180
Rtala a libra 92IO
Vinho cherez garrafa 29OOO
Dilo liordeau linio garrafa 29OOO
Dilo dilo branco I96OO
Doce fino de guiaba caiiSn 25O00
Marmelada.lala de 3 libra 3000
Boiea com doce da Europa de dilferentes
qualidades 29000
Azeile doce francs, frasco 9610
Vinagre 1 garrafa I9OOO
Manteiga inglesa superior libra 18120
Vinho de Lisboa o melbor que he possivel 9700
E oulras muilas cousas, que serie nunca acabar se
' fosse mencionar.
1 m completo sorlimenlo de bordados como se-
jam. camisetas rom mangas, collarinhos, peililbos.
romeiras, canil,,,,, coifinhas e pelerinas ; lambem
tein um completo sorlimenlo de ricas flores, enCciles
para caber.,, lilas e verdade.ros e modernos bicos
de linho: na roa da Cadeia-Vrlha n. 21, primeiro
indar.
Vende-se o sitio ron, rasa de sobrado do lalle-
cido George kenwortliv. ., |01,ir ,,p S-Jos ,, Man.
guinho. rom arvoredos de froeloenata bemCeilorias
qoe nelle se acbam, sendo as ierras do reCcrido sitio
proprias : quem o pretender prorore em ra-a de Sa-
muel P. .lobnslou .V t.ompanhia, ra da Senzala No-
va n. 12.
Em casa de RabeSchmettau & Q. tu"
da Cadfia n. ~i~, vi-nde-sc :
Um grande sortimento de vidrot de cs-
pellio.
Reiogiol linos de patente ingles.
Cornos de lustre, marca castello.
Cotiros de gra\a.
Ervilhas lecca em earrafoes.
Vinlio ilo Khenii superior,
Tudo por prero commodo.
Farinha de mandioca de
S. Matheus.
Vende-se farinha de mandioca muito
superior enova, chegada de S. Mathcus
pelo patacho AUD/VZ, com mui curta
viagem.a preco muito commodo : abor-
do do mesrr.o patacho! ou no escriptorio
da ra da Cruz n. i!t, primeiro andar.
Salitre superior.
Vende-se e muilo barato, na loja de Cerragens da
ra do Qoeimado n. 35, em porroes e a relalho.
Em casa de M. Calmont & C, piara do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
seguinte:
Taboado de pinlio, alcatro e
Sttecia.
Alcatraode carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas-
Esponjas de superior iptalidadc.
Cabos de linho e de Manilha.
Tudo muito commodo.
lYa loja das seis
portas
111 frented i Livramento
Paupelina de seda e laa para vestidos, de lindos
padroes a duns patacas o covado, riscado monslro a
dous lusles 11 covado, cassas francezas tilias a doze
vintn- o rovado, manguitos de cambraia para vesti-
dos a dez lusloes o par, seda de lindos goslos, lar-
gas a dous mil reis o covado, diuheiro vista para
acabar.
Pianos.
Vendcm-se pianos verlicaes inglezcs, de ele jante*
modellos e encllenles vozes, fabricados porumdns
mais acreditados autores, premiado na exposicaode
Londres: no armazem de Uoslron Hnoker ,\'lami-
panhia, praja do Corpo Santo.
pt\C
da
Relo;
nos
coberlose descobcrlos, pequeos e grandes, deooro
e prala, pajenle inglez, de um dos melbores fabri-
cantes de Liverpool, vindos pelo ullimo paquete in-
glez: em casa de Sonlhall Mellor V CompaDbia, ra
do Turros n 18.
..go iuglez, salsa de
1 de Sands : vendftm-
em casa de Harllic*ln-
rua larga do Kosario
Azeite de
mamona pu-
rificado, pa-
ra candieiros.
Conlinua-sc a vender a preco razoa-
VC'I. porcanada cem garrafa : a abri-
la de Porta.
Vendem-se cadeiras americana- com assenlo
de pallia, de muilo boa qualidade, lano em duzias
como em meias duzias ; na ra do Trapiche n. 8.
Vende-se urna mulalinhade idade de II n-
imos : ua ra de Agoas-verdes o. 16.
Vende-se urna porcao de madeiras, mo Ira-
vessas de qualidade, de 32 a .50 palmos : a tratar
emi, Irancisco Custodio de Sampaio, roa da Ca-
deia do KeciCe, loja de ferrasens n. 46.
m.nu.y,deiD'S<' P*5" do """apollo '>go eom
4T ZSUSJl!** ne8ra mC com habilida-
pV;^Soersp,^v-t,^aisr1oaMn'
coila visla da qualidade ; Kta"Sf
ern^harnea, atinas: 110 srmazem de materi... .
ru^ da Cadeia de Sanio Antonio e|ma,er,IM
4- Vendem- um pequeo oque de avaria, por preCo, moi,0 r"
i! ... ruadaCadeia-Velha ,,. 2, primea ,^,r
Vendem-se caiascom vidros para Mraeaa
vidto.de bocea larga com rolhas do mesmo, S
sorumen.o possivel: em casa de Bartholomeu Kr.n
ciscp de Sooza, rua larga do Kosario n. 36.
Ffo de ajgodo da Baha.
Vende-se em saceos de 50 e 100 libras, por com-
VINHO DO PORTO SUPERIOR CHAMICO
Em canas de doas dozia e em barri.de o'iiavo
receji.emenle chegado pelo brlgoe ,. Tro\a* '.
s ssssawBRaBarrota &
I^oja da boa f.
V*nde-se panno prelo e azul, fino, fazeod. moilu
supejw, pro,, de limo, pelo barsimo preT.de
l-rMW o covado, alpaca prela muilo fina a 640 co-
vado merino elim, fazenda superior para palito. .
l22i?S: ""i30 pre, mui, "" P"P"o Par'
rrS^.iS^^J :eUm P,e' "lio"fazenda
superior a 296OO o covado, sro.denaples prelo muito
lino para vertido a 2S o covado, superior sarja rela
lina a IM rs. o covado, corles de colleles de gorgu-
ao de seda, fazeoda muilo boa a 2, corles de fos-
loes de bonitos padroes > 610, brim trancado branco
de puro linho 1 15 e 15440 a vara, brins trancados
de core, de muilo bonitos padroes e de pnro linho a
IftMO a vara, ditos dilo. lambem de bonitos padroes
ai '^ Vara* d" lranCao pardo lambem de li-
nho a 600 rs. a vara, dilo liso largo a 180, gangas
"mZ'U'l\\ e de 1"",f'. fenda muilo superior
a 32n o 360 o covado, dilas decore, escura, de qua-
dros e listras, de muilo bonito, padroes para cales e
palitos a 600 rs o eovado, cortes dt calcas de bonitas
casomiras de algodao, pelo barato prtjo de 1M90
brimzinhns deqoadros de pnro liuho a 240 o cov.do'
noo de linho muilo lino a 640 a vara, peilos moi-
inos para camisa branco. e de core a 400 e 500
, camisas de meia muilo finas a la e 1&120, Invas
prelas de lorral para senhor, fazenda nuilo snoe-
'or a 00 rs., dilas de seda de ludas as core, para
imem e seuhora, pelo baratissimo preco de ttjfi o
par. dilas de fio de Escocia para meninos e meninas
100 rs., lencuibos de lilel mnilo bonito, a 1, rica
.oren de la hespa
, afies muito encorpa-
dos o grandes.
Vendem-se na rua do Cra.po, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa e potassa da
Russia.
Vende-sc na rua do Trapiche n. 9 e 11, cal virgem
de Lisboa, nova a .59000 o barril, velha a .500 re.
arroba, e putas-a da Russia a 300 r. a libra.
Kelogios de patente
ingleses de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preqo razoavel, em casa de
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, armazem 11. 56.
Attenco

Riscado escuro e mnilo largo, proprio para roupj
de escravos a 100 o cov.do, colchas branca, adamas-
cadas de muilo bom goalo a 5.-, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a 1J600 a vara, loalhas
de panno de linho alcoxoadas e lisas para rosto, ..
mais super iores que lem viudo ao mercado, dilas
para mea, guardauapos adamascados e oulras mua
las Cazendas por preco commodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem| acabadas,
sapatos e esleirs, chegados rccenlemenle do Araca-
lv, por menos do que em oulra qualquer parle : na
rua da Cruz n. 31, primeiro andar.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
goiiihn, sila na casa doSr. cirurgia Teueira, com
muilas Creguetiaa na Capunga, Affliclose Hoa-Vis-
ta, ulm da da porla, a qual lem todos os pertence.
a (rabalhar, e na mesma I*m um cavado para en-
Irega de po na freguezia : para Iralar, oa roa da
Soledade n. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas de reputo para regarhorta. e bai-
la de capim: na fundirn de ll. W. Bowmao,
na roa do Brom as. 6, 8 e 10.
Gal de Li.sboa.
Vende-se nina pareas de barris com cal de Lisboa,
por baralo prero. e relalho a 33 o barril t na roa da
Cadeia do Recife 11. 50.
Ilelogios
iog ezes de pa-
tente,
os melhore. fabricados em Inglaterra: em easa de
Henry (iibson: roa da Cadeia do Recife o. 52.
AGENCIA
Da fumliro Low-Moor, rua da Sonzala-No-
va n. 42.
Neste estabelccimenlo contina a haver um com-
pleto sorlimenlo de moendas e meias moendas
para en|;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido c coado de todos os lmannos para
dilo.
3S500
Vendc-seealdcl.isboaultimameulechegada.as-
simroiim potassa da lius-iaverdadsira : naprara do
Corpo Sanio n. 11.
TAIXAS PARA EXGEN110.
Na fundico de ferro de 1). W. Bowmann ua
rua doBrutn, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sorlimenlo de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por pre^o commodo e com
promplido: einliarcam-se ou carregam-se emacr-
ro sem despera ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzala-?ova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieiros e casliraes
bronceados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo da municao, arreios para car-
jo, lonasinglezas. '
pan
la
grvalas de seda prelas e de cores 1, meios lencos
le seda para grvalas a 600 rs., diloa prelos muilo
bons a 15, pera, de cambrai.s de salpicos com 8 ra-
ras e meia a :i?--1H). e 1 O a vara. di'a. adamatcadas
muKo boas p.ra cortinado, 12, cambraia lisa moi-
lo lina com urna vara de lareora, pelo baraMimo
preco de jbO a vara, leocoi de cambraia mallo finos
lodos braoco. e com barra, .lecore. a 300 rs.. lenro.
de ehil.i Crancezes muilo bom a 400 rs-, chale, de
algodflo de cores de bonito, padroes a 800 r... risca-
d.nliosmnilo linos e de mnite bonitos padroes a 160
o covado. filo dito de lores a 1JB80, meia. prelas de da par."I-
nbota, fazeoda muilo superior a 29 o par, .lili, braa-
cas mu.lo fina, a 35 o par, dilaa brancas de algodao
muilo Una, a 210 e 320 o par, dilas brancas muilo
fina, para meninos a menina a 240 o par, e alm de
ludo islo oulras muilissimas fazenda, qne a riata de
sua, boas qualidades e baratos precos, be que o, se-
nhores freguezes. amigo, do bom e barato, eonhec.s
rao o que be p.chineha : na raa do CUieiaiiido, uo-
qoalro canlos, na loja de fazendas da boa f d *>
defronte da loja de miudezas da boa Cama.
ECHAIISIO PIBA ElfiE-
NAtFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAW, rVA
RUA DO BRUM, PASSANDO O BA
FAK1Z,
ha sampre am grande sorumenln dos set-uinles ob>
jeclos demeclianismosproprioj para enkenbet, a sa-
nar i moendas e. meia. moendas da maia moderna
consiroceSo ; taita da ferro fnndido e batido da
superior qoahdadea de lodosos lamanhos : rodas
denuda, para agua oa aoimaes, de (oda. as propor-
6es; crivo.e bocea, defornalhae registro, de bo-
eira, aguilluiesjjroflzes.parafusos e catillmes,moi-
nhos de mandioca, ele. ate
NA MESMA FUNDICO.
*e eiecolam todas aaeaeonmeoda.com a super m
ridade ju conbecida com a devida preslezae com
modidade em preco.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro, e
tambera no DEPOSITO na rua do Brom, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sortimento de taixas, unto de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, raas e fundas; e em
ambos os lugares exislem guindastes para carre-
garcanas ou carros, ilvres de daspexas. 0
" sao os mais commodos.
VABANDAS E GRADES.
I m lindo e variado sorlimenlo de modellos para
yariinda e gradaras de gosto moderni siimo : na
tundirn da Aurora, em Sanio A maro,e 00 deposi-
to da mesma, na rua do Bruto.
rVendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
coasiruajao vertical e com todos o melhora memos
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio de
Hajnburgo: oa rua da Cadeia armazem n. 8.
>Em caa de Henry Brunn & C, na na da
Crfazn. 10, ha para vender um grande sortimen-
to p"e ouro do memor (Josto, assim como relogios
de ouro patente.
ARADOS DE FERRO.
Na fundico de C. Starr & C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
XAROPE
DO
BOSQUE
loi transferido o deposito dcile xarope para a ho-
lioa de Jiw da Cruz Sanios, na rua Nova 11. 53,
garrafas .Y-ion, e meias 39000, sendo Talso lodo
aquello que nao for vendido neste deposito, pelo
qoe se faz o prsenle aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
Para cura de phtysica em lodososseu. dlfleren-
i'-sriii-. quer motivada por constiparse, lase,
aslhma, pleoriz. escarros de saugue, dr de rus-
tadose peilo, palpilarSo no corarao,coqueluche,
hrjonchite, dorna garganta, e todas ,amoleslia
di,*nrgao- pulmonares.
MoendHS superiores.
' Na Itindirio di' C. Starr & C, tin San-
tq Amaro, acha-se para vender moendas
de canna todas de Ierro, de um modeloc
ConstruCfSo rnuito superiores,
Ileiappareceu no dia 30 da prximo pasudo o
mnleqoe Trajano, rajos *ignae mais palele. .Jo :
hlade de 21 auno, cabra, estatura ordinaria, corpo
serr, olho. paqueos, heicot grosos: quem o ap-
prhender, qa.ira leva-lo a sea senhor o acadmico
Antonio de Sampaio Almendra, morador na rua do
aterro da Boa-Visla n. 10.
<*


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