Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07427


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Full Text
\
I
I
AMO XXXII R. i:8

S\W\l,0 :; \\\ jiliiii ||[ IH5C.
Fot anno adiantado I5J000.
Porte franco para o stihsct iplot .
lili i un a ; i -,, WWy*V?$m&^7Wl!& P(" '""" '-antado 15*000
Por iTic/.cs vencidos i.S->'I> .^MU KKW*Ji*
T*jSbH K^Hrffx |,"l,t: flanco para o snhsc iploi
DIARIO DE PERNAMBUGO.
k;.vios da stiitsciupcAo- no norte. partida dos ciirreios. audiencias dos tbibu\aes DA capital. epheIEries ik. mi / ni n i no -----iTsTTiTIiTtTrsTx-~------ -=:------------------------- ==
KNCAHUKGAUOS DA StUtSCRIPCAO' NO NORTE
Panhiba, o 8r. Ginnin V. da Natalidad ; Natal, o 8r. Joa-
quim I. I'ereira Jnior; zx.rae.ai;-. o Sr. A. da Leos Braga
Oar, o 8r. J. Jos da Oliveira ; Maranhao. o Sr. Joaquina Mi
que Bodriguaa ; Piauhv, o Sr. Domingo* Herculano .a. Pewoa
Ceiransa ; l'ar, oSr. JuilinianoJ. Ramos; Amronla: 0gr. Jero-
urmo da Coala.
PARTIDA DOS COR REOS.
......> ""'" '!' !> ateta kona.....I
l:nnKflit i.-.i.iihi.i Parahtha : i... aemieW, .' >'\<.>.-f.or,>a.
s. Vina... I:.,,.,,,,.. It.nl.t_,niirii, Vil.......l.aranli.m. : na lerca-l
1...........;... l'...-.rvil,. .\.jr...li, I.,,,,,,.-,,,,, II,,.,.,. lv-,|,:i'. /
ti...,--. \,i.,-ii,.;i.,, i;,,.,-vi-,.., r,,.ri.,nv fEi: ii4- naarua-Tc
ia>... I|..,|imm. ViinliHi'm. Ii,-,.... tu.., II,revirn, Au.i-1'tuli.i
l'im.-iiti i,., ,. .\.,ul : ,|nin,.,.-i.-i
l..,ji> ii rocaataa Baen ... lo horas da miinli
AUDIENCIAS DOS TRIUUN'AES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartaa a aabbadoa.
Relaoo : teicas-feiras a tabbadoa.
Fazenda : quartaa a aabbadoa aa 10 horai.
Juno do commercio : tegundaa ai 10 boras e quintan ao meio-dia.
Juio da orphaa : segundas quintal ai {0 horai.
Primein Tin do civel: tegundat Mita ao meio-dia.
segunda rara do civel: quarUl I ixbbidoi lo meio-dia.
KPIIFMERIDES IKiMK/m: .11
2 La aova ti horafcvfl minutos. 4s segundos da manha.
10 Quarlo creseent* a* horas2 minutos e 48 segundos da m
17 Lim cbcil aa 3 horas, 12 minutos e 48 segundos da tarde
V Qutr.ominguaaJeaot 42 minutse 48 segundos da urde
Ir... -l. ^,.'V*VV,t "i; Jt.
Primeira as i horas 42 minutos da manhaa.
Segunde as 8 horas e ti minutos da Urde.
DAS da semana.
'o Segunda. S. Marc.il b.; S. Lurina: Ss. Albinianoc Auitrieliniano
1 Terca. S. Arao primeiro sacerdote da ordim Lcvitua.
i ijuarla. Vi.iiaeeo da SS. V. Mai de Ucos a sua prima S. Isabel
3 eiuinia. S. Eulogio ni. : Hanalholio e Haleodoro inm
SeatXa 9. Isabel rainha de Portugal viu. f. ; S. Oseas profeta.
5 gabbado. S. Filomena v. S. Trdinam,; S. .\umeriano b.
(i Domingo. 8. Domingas v. m. ; S. Iras profeta.
'y
PAT-S FFGAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
LE pi. 3B>. -'
Sergio Teixeira de Macelo, presidente da provin-
cia de Pernambuco. Fajo saber ,i lodos os sen lia
luanles, que a assembla legislativa provincial He-
rreteo, e eu sanecionei a resolucAo seguinle :
Artigo nico. O subsidio dus depotados proviu-
ciaes, par* a rotura legislatura, ser de cinco mil
ris iliarios, e ufarla de cus regular-se-ha pela
lei n. | de 30 de mito ile 1833 ; revogadas as dispu-
sic/oi era contrario.
Mando, portaoln, todas as autoridades, ;< qnem
o connxclmento e execuoao dn referida resotucalo
l'ertencer, que a cumprain c mi cumprir lao in-
leiraroeote como nella e contm.
O aecrelarioda provincia a faca imprimir, publi-
care correr. Cilade do Kecife ile lVr uaiiiliucu, ao
M de jonhode 1856, trigesimo-quinlo da indepen-
dencia e do imperio.
I.. S. Sergio Teiteira de Macedo.
Carta de lei pela tiual V. Eic. manda eiecular a
rculuciV) da assembla legislativa provincial, qoe
inccioiiou. determinando que o subsidio do. ilepu-
lados provinciaes para a fnltira legislatura >eja ,le
cinco mil ris diarios, e a ajuda de casto regulada
pela lei n. 4 de 30 de maio de t$3o.
Para V. Eic. rr.
I irinino Hereuiauo liaplsta Kibeiro a fez.
Registrada a Mha rio livro 4" de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Peniambuco, 28 de iunlio
de 1856.
Jn.io lloiningues da Silva.
LEI N, 3 ranieule como nella se conlem.- O secielario da
provincia a he* imprimir, publicar e correr.
:\<:\itiiKr.ADos u\ si rs<:hip..ao no sil-
Alagoaa.o Sr. I.laudino Ka leo Das ; Bahiao Sr. D. Du*ra'
Rio deJaneiro.oSr. Joao Pereira Martina.
EM PKRNAMRICO
Oproprietario do DIARIO Manoel Figueiro* d* Uri, M sua
ivrana, praca da Independencia ni. te 8.
Dito -Ao regedor do Cymnasiu Provincial, dir.en- I detle mal, e hoja ou nest*s ltimos das so leve um I ges.I). I. de Macedo I-'tasto h de \"uiar I
do qoe. para puder resolver acerca do sen olricio de| .lenle de 7 annos de ilade, Rlho de Jos r/ilippc (Iclaviano. .
. -------------------- ^-.. ,.-... |h.. .^ ,...t. ... ..^ ,,,, ,.,;,. ...hl,., c | ,,,.n,,,c IIP i ,iihi;i IIC l 1*111. nill
i.ina.ie ni. K-cile .le Pernambpco, ao I" do mez de :|0 de junho ollirBo, faz-ae preciso qoe Sinc. io- Neves, e que ia est reslabelecido.
I lilil,! ClP SR tlKKimn ,.....,!.. 4. .nJ..n.n4. ai. .. Mim. .* r. .____- .__. *___.____. .. ^ JT ...
24
de jullio de I86(i. trigsimo quinfo da independen-
cia c do imperio.
L. S. Sergio Teiveira de Macedo.
Carta de lei pela i|u| V. Etc. manda circular a
resoluran da as-emlilea legislativa provincial, qoe
sanecionou, coucedendo loteras a diversas igrejas
e ir nuil 1,|.lo-, como cima ve declara.
Para V. Etc. ver.
I'iriiiino Herculano Baplisla Ribeiro, a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria da provincia
de l'ernamhncn, ao I de julhn de 18.56.
Jos Bento da Cunda e Klgueiredo Jnior, oflicial
maor servindn de secrelerio.
Registrada fl. do livro 4 de leis provinciaes.
Srrrelaria do guverno de. Pernambuco, 2 de inllio
de I&56. '
Joao-Deeningues da Silva.
Expediente da I I. **|ulho.
i ulicioAo EtlD. raarec.lial coimtumdantc das ar-
mas, recommeiiilando a elpedicjo de suas ordena,
para que o delacanwnlo de corpo de polica etis-
lenle eir Barreiros, seja subsliluido por um.. torc.
' linha dell oraras, rommandadas por um nlTirial
dique a gratiltcacao qoe ilevera ler o rbordomo cla-
qoelle eslabelecimesHo.
DitoAo roesrou. Keepondendo so ,'llicio d* Vine,
de -SI de junho paseada, eni qne me etpe os emha-
r.ii-os que solfre o andamento regalar das olas desse
e-ialieiecimento, em cooteqoeocia do pequeo nu-
mero de sal** qoe ha para ellas fuuccionarem. le-
nlio a dizer-llw, qae fica Vmc. aulorlsado a mudar
convenienlemenle as horas do* estudos, paseando
para a larde, da- 4 para as 6 horas, as aula* que
convier, se per ventura esta medida ngo fr contra-
ria aos estalados, qae supeero.cemmodos que nao
etislem.
oiiantn ao aeginido inconveniente de oio terem os
alumno externos lagar abrigado onde permanecam
ale que pnod|>em seas Irahallm-, leve Vine,
aulorisar a entrada destes alumnos as aulas que
estiverem vasias, iSafVira nao teoharo chegadn o*
respectivos profeieores.
iMiialmenle pode Vmc. fazar (odas as alleraces
maleria's qoe peopoe. devendo priineiramenle orear
e submetter h minh* apprnvarao as 'despezas que
com ellas se non ver de faier.
DiloAo Dr. Jos Joaqaim de Moracs sarment.
unaitirn... Luiiimunieoa-ec ao comuiaiidanle do Aoconselho administrativo do palrim >mo das nr-
referido corpo
DiloAo inspector d thesoararia de rateada, re-
comineudainlo que inamle pagar ao Dr.. Fraaeisco
de Paula Cavalcauli de Albaqoerque, a quanlia de
i.jO, restante da graliHcacao qoe Ihe compete pelos
serviros qoe prestou durante a epidemia.
DiloAo mesmo, para qae lata dos papis que
remelle, mande iiidemiiisar ae aMere Antonio dos
Sergio Teixeira d Macedo. presidente da pro- i fr*"'oi C"'H- "* *" 1m.le 9*)05O ,s. deque
vincia de Pernambnco. KaSo saber a lodos os seu.! '"H l".f,"mai"> ,'<* cmiUalari*, daquella Ihesoura-
lu.
DitoAo mesmo, trensmil'JoJo para as eoavenl-
e- .rtaines copia da arte .!* coUsellio ailmlni*lra-
llivnd.1,1, de 1.1 do junlr ullleaM.
DitoA., mesmo, intelntpaV* de liavea o eoro-
iiMiidanle da estaro naval, *mmunicailo que por
participadlo do quarlel genetdi ler -ido reformado no mesmofiaV>, Manoel Antonio
N icaas Juniur, venceiidn s a Vigsima quinto pan
do respectivo sold.
Hilo Au director do *M,| de gaerra, para
niaini.ir apresentar amanhM it K lloras da lardo na
casa dos i'tposlos, a msica dos prendizes daquelle
ar-enal. almi ,!e assislir a lasU .dar vIMaciln daquelle
esiabelecime...... Igual ao coa*, andan I do corpo
de polica, para mandar aptisnalai a respecliva mo-
nea. r
DiloAo mesmo, dizealoque pode mandar .,lil-
il na companhi.-i de .ipeemlnM daqaelie arsenal,
depoi- dolivradii o compatunte termo, o menar
Joan l.onrencu da Rocha. tKfeiou-se ao juiz de or-
pliitos, p.ira maular lavrar o termo e que se Iral.
Dito- Ao juiz relator da jnnta de juelica, Irans-
mitlin.lo para er relatado em at-ao la meima jun-
ta, o prnesso ,ie jolgamenlo do soldado do corpo de
ipolici,,, Manuel Joaquim do Santos.
?Ufo- Ao euinmaiidanle sqofcMr \j.caarda nacio-
ua do municipio .UHrfire Con pnticiaee, qne alguir-.as falla* ae lem dado na
das iioluruas.por n io ,e terem apeeentado .i
raardaa oollfleedos .,ra eu fim, rnmpr- n-<*
> etpeci ""as orde.-is, ofl *o para qoe i.e'y
se nao ri.ph,iJfl> ,;.,.
Secretaria do governo de Pernambaco 8 de I pa?^ PlHSTT li;;:r:*r' "
DitoAo m-peclor do arsenal de narinlia. Itece-
lial,liantes que a assembla legislativa provincial de-
i-ri-inii. e en sanecionei a resotucao seguinle :
_ Art. Uiiic. Fica concedida irmandade do Sin-
(issimo Sacramento da freguezia da Boa-Vista desta
cidade a preferencia no andamento das rodas de duas
loteras j* concedidas a henelieio de sua matriz, re-
lativamente a oolra quatquer lotera concedida agn-
ra, ou em qualquer lempo, e em piejuizn smente
da prelerencia de qae trata o ;: I. do art I. da lei
n. ,T70 de 15 de maio de 1855, revogadas as dispesi-
ces em eonlrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem
o conliecimenlo e execucu d.i referida resolucao
perteiicer, que a enmpram e faram cumprir l;iain-
teiranienle como nella se conlum. O secretario da
provincia a laca imprimir, publicar e correr.
Cidade do Kecife de l'ernainliuco, aos -JS do j-i-
nlio de 1856, trigsimo quinto da independencia
e do imperio.
L. S. Sergio Teixeira de Macedo.
Carla de lei pela qual >'. Exc. manda exeeutar
a reolucao da assembla|legisliliva provincial, que
sanecionou, conceiendo a' innaudade do Sanlissimo
Sacramento da freguezia- da Boa-Vista desta cidade
a preferencia no andamento das rolas de duas lote-
ras ja, Concedida* a beneficio das obras de sua ana-
Iriz, sein prejaizo somente da nrefyeiicia de que
trata o 1., do art. l.-da t'i^*R1tt&l^btmm*i>
de 1855. como cima se dadara.
l'ara V. Exc. ver.
r irmiun Herculano llaplisla Kibeiro a fe/.
Sellada e publicada nesla secretaria do governo
da provincia de Pernambuco. aos 28 re junho de
1856. Jote fent da Cunha i Piantreio Jnior.
oflicial maior servindo de secretario.
Registrada a lolua do livro 1. de leis prnvin-
ciaei.
junho de Iftitl.Joio Dominguet da S/va.
LEI N. Xl-2.
Sergio Teixeira do Macedo, presidente da provin-
cia de Pernambuco. Fa{o saber n todos os eus ha-
bitantes, qoe a assembla legislativa provincial de-
creten, e eu sanccitrnei reoliicu seguinle :
Artigo nico. Fica approv.nl ^ o coutpromisso da
irmaudade de Nossa Senhira do l.ivramenlo da ci-
il ide da Victoria ; e revogadas as dnpcsic,Oes em con-
trario.
Mando, portanlo, (odas as autoridades, quem
o conhecmeolo e execticao da referida resolucao
perlencer, que acumpram e fa(ani cumprir lio in-
teirameote como nella se conlem.
O secretario da provincia a faca imprimir, publi-
car e correr. Cidade do Recile de Pernambuco, ao
1.a de jolho de 1856, trigsimo-quinto da indepen-
dencia e do imperio.
L. S. Sergio Teixeira de Macedo.
Carta de lei pela qual V. Exc. manda exeeutar a
resolucao da assembla legislativa provincial, que
-aoccionoo, approvando o roniprniniso da irnunda-
de de Nowa Senhor* do Livrameoto da cidade da
Victoria.
Par V. txc. ver.
I'irminn llercu'ano Baplista Kibeiro a fe/..
Sellada e publicada uesla secretaria do governn da
provincia de Pernambaco, ao I.- de jnllio de 18.56.
Jos lenlo da Conha e Figueiredo Jnior, ofli-
cial-maior servindo de aecrelario.
Hesistrada a follia do livro 1 de leis provinciaes.
Secrelaiia do governo de .Pernambuco. -Jde julho de
18.56.
Jo.io Domingues da Silva.
LEI N. 393.
Sergio Teixeira de Macedo, presidente da provin-
cia de Pernambuco. Faca saber a lodos os eus ha-
bitautes,que a assembla legislativa provincial derre-
tou, e eu sanecionei, resoluto s*gointe :
Art. 1. Ficarn concedidas a sepuinlos loteras :
1. Cinco a irmaudade do Divino Espirito Santo
da igreja da Collegio desta cidade, na importancia
de ccnlo e vinle coutos de reiscada urna.
2. Doas de cem cotilos de res cada urna, a ir-
in.ind.ide de S. Joe de Riba-mar.
S lima do cenlo e vinle conlos de rcis, a
igrej de Nossa Scnhnra da I.mmenlo de Pao do
Albo.
1. lima de sessenla contos de res, a igreja de
Vossa Seobora do Liviamenlo da Varzea.
5. Unas do sesseuta contos de reis cada urna,
em beneficia das obras ja principiadas da igreja ma-
triz de Seriuhaeni.
S ti. Daas de se em beneficio dos reparos da matriz de Marao-
guape.
S 7. Duas de sesicnla conlos de reis cada urna, a
matriz de Ipojuca.
S 8. Daa< de cincoeuta conlos de reis rada um,
par.i concluso das obras da matriz de Barreiros.
Art. -I. I- ic un revogadas as disposieiaes em con-
trario.
Maudo portanlo a todas as totorldgdes, a quem o
conliecimenlo, e execu lencer, que a cumpram forjara cumprir lao intei-
i ia. mas lamtiem a importancia das forrasem qoe Ihe
pos.am oiimpelir pelas archaque fez durante o
pbSos encarreguei de propor-me os meios de esta-
belecer-se am njlo, onde a menina que rifaren)
desempatadas por occasiSo da epidemia, posianrecr
educadas e aedidas, empregaodo-se em Irabarha*
adequado* ao seu ser e ceodri-ilo social respeclla.
O referido conseMee aprsenla a Vmc. enmo peflta
sao que Ihe fra mCfMilMdii. e esle governo, an
vando a sua proposta. Sapera que Vmc. nao i
sar em eoncorrer com |0*u luce* e patriotismo]
um lim 13o benfico. Iguaes aos doolore* Je
Pires Machado Porlella, Jos Mamede Alve I
S ru i do iiirimii ilu/antos palmo di islann
do cemilerio, ohliqua ao lado do sol^deu-se um
so caso fatal. .Na ra ao Paraizo, duzeulo palmos
de dislencia, e na direceilo ao puente do fflearrrs ce-
milerto neuhum caso te des. Na frente est a mi
trz em a ru do Rosario nuil distante do cemitori"
dea-se am caso fetal em uio bomem do mallo ; de-
poisonlro em nina prea, em coja castteera tratado
dito mtelo, e depoi* aluda oulro em ni tainern
ranoeiro, que nao feram falaes. Eav lugrri ani-
da mallo m*is disientes om qaarto de iMua a meia
legua na Torre e na Ibufa deram-ie kaao falae
em mnior numero, e eea direerjao oppe**. rStrece-
nus peis deslituida de lodo o fundamento a ttifer-
ma(do dada a V. Exc eja aoiicitude em protno-
ver a seaurain;., publ: em aoa taade, levou a
mandar logo pr em etecetcae a medida que fora
lematada, a qeal de rerto, no cato figevid. Ao
fatlifit a vardadera raigo da scienci, e nem lAo
poneo preinohera' o im desjado.
Levando an conliecimenlo de V. Exc. Meetame
a comtaissXo so lem por lim tranquilhaar o etpirito
de V. Etc. qae com loda a certeza se cuntrialen*
racehendo Uo desagr. lavel coinmunicardlo e far o
verdadeiro sentido denla occurreDca.
- Aproveilo esta occasi.lo para significar a V. Exc.
I estime Hte Ihe eonsagro.
- lieos goarde a V. Exc. sala das seasoet ala eom-
lii* de hygiene publica 3 de jolho de 1856. Illm.
e Exm. Sr. conselhciro Sergio Teixeira de Macedo,
presidente da provincia. Dr. linsme de SS Perei-
feve a palavra
apta para o coaiMaivar no desempenlio da coar*%> ra. iiresldiiile interino ila commissio de hygiene
pebttca.
empo en, ,,e esteve dertaatdoje comarca do Booi- ra, juiz de orpha.is, e al. commendador Manoel
calves de Silva.
DildA directora do Iheilro de Santa Isa
zindo qae a patatal por Sint, proposla para It
tratar actores fra da provincia, deve ofTeree
escripto af condir-ge* de contrato qoe sobre 1_
jeelo qdir.ar fazer eoin o goverae, declarando o
po e iliuheiros precisos, e apresentaodo lia
quanlia qoe lem te reeeber.
Portan.Nomeaedo de cooformidude cortVa
,Mita do chefe de pellca, para o lugar raga
delegado da freguezra de Una ao cidadao Ptr
Amorim Salgado Juntar.Commutiicou-aato
ruto chefe.
DiteRemoven lo o professor da cadeirtvde lalfm
da frrguezt de S. Fre Pedro (oncalves de Heeifo
Jos Nicaciada Sdv(, para de IguarastvFire-
ram-*e as iteeeisariai commaiiicacOe.
TRIBINAL DO COMMERCIO.
aSaMaojadiciana em 2 dcjulho de 18(?.
FfMidenci do Exm. Sr. desrmbargador feliza.
Estiverem prsenle* os membros do tribunal
Pawaram do Sr. desembargndor Giliran, ao Sr.
daaambargador Villares oe embargos de qne sae:
Emliarganle Antonio Jos de Oliveira.
Embarcado .Iodo Jas do Reg.
AppellacAo em qoe So:
Appellante Anloni Brocba.lo Soares tiuimares.
Appellados Antonio Domingos Icrreir.i. e saa
Houlher.
IlTElHm.
I nisar-ao europea vai ler um rpido incremento, A
O senado appiovon lioinem sem debate em I. e l'. assembla provincial, leudo em vi.i, J ri.nir.i
Sr. Branda o para motivar o discossSo as prorosiees que amirovam as tiensi-s dados niip .nmninv. '<"'" as uuiirui-
guin.e pr,,ec,.... que ..,,n.,e, ,, ,.,!..,,, objec- concedidas /viJonde.sa ... Car'ave.la. e .V0?K ^tottaZ,'S2L"SSSC St
i le delilieracao para entrar na orden, dos traba- gi.ima, do viscondo de Mage. ;,uUt Delo t^ouro 17,, / ,^ n.r. o, que elle:
: A assembla gera, legista,.., decreta : ^^Z q3 iS W ^oT^X^V^STl
lo a 10 eunos, os quaes serln coudos ,1a data do i --- ,1 "?**. ,i-lli""1 ",ur colonisasJ.. ,a dea idea e
discusso.
protesto, e na Talla lesle da do vencimeiito das mes-
mas ledras nos termos do art. 381 do cdigo cora-
mercial.
n Arl. >. Kic.i revogalo o ;irl. iiT do citado c-
digo, e rnais dis|iosi.;oes em contrario.
o Pago da o ni.a i dos depotados, -JO de junho de
1850.F. C. Brandan.
Tomou assento o Sr. lid-uciti Nepomuceno Pra-! Accresrenle-se ao 3. desle artigo : Ignalao-
les, deputado suppleule pela provincia do Rio GrM- do os vencimcnlos dos respectivo! lentes aos q"ue lem
os lentes das academias de dueilo. u
Em seguida conliauon a >. discussAo do ait. >. do
projeelo relativo as sociedades em entuman,lila, iun-
1 ...,".. 1- -.. ..____,_ ... .- n a
de do Su
A cmara adoplou depoit o prnjecto que regula as
p-ormenos dos olliciaes da armada, assim como a
emenda, a elle olTerecidas.
Approvou em primeira discussan, fa/en lo algiimas
observ*c,Oes os Srs. l.eilAo da Cunlia, i'erera
lamente com a emenda ofTerecida'. Orou o Sr. SaMo
Lobato, e ficou o debate desle artigo encerrado, Ao
la se votando por nAe haver caa.
26
Silva, ministro dajuslica, Figueira de Mello, Fiusa
Ferreira de Agui*. o projeelo declarando qoe os
lugares de auditores de guerra no Rio (rinde do I a prop 'la do goveruo que lixa as forras de mar para
Sul saodejuizes de direito. I o auno de 1857 O 1858, com os artigos addilivos da
Enlroo depois em uina nica discusso, a pedido I oulra cmara e urna emenda do Sr/Pimenla Bueno
dohr. Pereira da Silva, o projeelo que .ipprova 1110 4. desses artigos no 5 3. Oraram sobre a materia
Vensilo coiic- hda a vinva do coronel de leeian da I os Srs. Pntenla Bueno, Soma Franco e Wai|,|erlc\
guarda nacional do Rio Grande do Sul Gabriel lio-
mes Lisboa ; foi approvado o artigo I. e enlrou em '
discttssAo n art. -1, apreteulaiido o Sr. Brandao nina
emenda para qun a inesma peiisto seja pa-;a desde a
dala do decreto pelo qual foi concedida a eu falle-
cido mando. Tomaram parle no debate, que licou
adiado, os Srs. Itrandlo e lliasde Larv.llio.
I, iilinijou por fim a segunda discusso do projee-
lo relativo as sociedades em commamlila. versando
anda o dbale sobre o primeiro artigo, ao qual foi
apresentada a seguinle entend :
ii A transferencia das acrcs das sociedades de
quo traa e.ta lei, sera nniin .'iv.i ou por insrripcilo
nos registros das mismas socieda1e. na f.rm s-
labelecida no arl. ll do cdigo coinmerrial, lican-
de p o,-m o cedeute quinto as acees ilas socieda-
des de que falla esle artigo primeiro. rcponsavel
lempo a lodos H fazendeiro,. etpoadi.-lhe* as
bases e condicc,es coro que e enc.irregara de Ihes
lorneeer o numero de colonos de que preci-arein.
Finalise a mioha anterior caria notician* a
insiallacao da segunda sessAo peridica do correle
auno do jury nesla capital. Convm pe* qoe dr
agora a Mullicar, em returoo, os Ira bslh.x d* aeuo
que ja esla encerrada. Furaro jalgado 18 proces-
sos que cmprelo.o,liam a i reo. Os proceseoe e-
rain : de homicidio, >: deroebo, 1; lellioeal, I;
j fe nnenlo, 5; furlo. I; raludad*. I i esltiori. I -
O senado approvou hou.em em I.* e >.- discusso | uo de arma, defezas, 4 \ do, fl reo. S2t
r.im condemnados 6. e absolvi.tos 17. Asabeolvi-
coes foram quasi todas dos criroes pequeo, como de
u~.de armas, el. As aulras, que recalara*)! ea
um acensado de homicidio e 3 escaodaloas; antes sim motivadas noa proprios aatos
o qoe convem muilo declarar em abono dos princi-
pios de morali l.nle que distingoem, qoai -empre e
jurv desta capital.
Depois que Ihe eserevi a ullin carta leve la-
gar na faculdade de direito a solemnidade da colla-
Cao dn grao de doulor aos Sr*. Antonio Ferreira
. launa, Joao rheiwloro \,yier de Mallo,, e Aolo-
nio Carlos Kilieiro rte Andrada Machad. Si* .1
lillios desta faculdade qae Ihe fazem minia hont. :
avalla aire elle* o Sr. Vianna. que rene em
bello talento habito* notaveImrule laborimm, piar
nda moc,a> posan* ja urna cousideravel toirima
A cmara des depotados approvou hoiilem ein
segonda diconlo o seguinle artigo substitulivo ao
projeelo relativo sociedades em cominaudila, li-
can lo assnn prejudicado o art. 2. do mesmo pro-
jeelo :
n Arl. >. Quando taes sociedades liverem por oh-
jeclo operacoes bancarias, n.lo poderAo in-liluir-se
se:n aitlonsacAo do governo, e i poderAo dividir o
son fondo capital em accoe depoi de integralmente
ralisado. As transferencia* das arci.es desias si.cie-
lades. beta como das de que trata o arl. I., se farAo
pelo niesmn modo prescriplo pura as arenes das so-
ciedades anoiiymas.f. Carneiro -le Campas.I'e
de conhecimente e larga erudicao. A solemnidade
reir ia S.ha. .i,,,!',!"!;.""""0 f"'." "" """I ,,e f*'
R .'. e h"lhnle concurso da gente as grada ds Ierra
h. seguida cool......ni a lerce.ra .seaslo da pro- mas este .cl irH,-se qn.si nd.culo pe. indecaci.
Bntriin.1i
KIO DE JANEIRO
19 de jiinlio.
Iionlem em primeira disensaao no se- '" Tu* oltereceu as emendas
.** proposieo da outra cmara, que revnga a le,
xje.inci.il de Malo-t rosto n. 4, de 8 de agoslo de
Sala das seasOes, - neiro de Campos.Barda de Mau.i.Pereira da
Silva.
Oraram os Srs. Paula Sanios e Ban leira de Mel-
j publicadas no di
ir..*^N08.1'? "WitulodascaileirasUoirri. l 18:15, requeren o ir. Souza R.mo, que fosse ou-
!."^.'lm?.dil',?*d?.dlOI,,',l" J.a? A.nlo! Vta a commtssao de issembl. provinciaes, e assim
fallareni os Sis. Miranda e
id n-fUlIcio de Vine.-sol. n. 1b3 e dall -le 28 do mex
mulo. Vmc. julsou deOer Cpor as filil) ci uva
10 fornecim-nlo de ladamento de agua para o
tingue Capibari!:e para delendei-se doquesiippe
recrimin.ie.-.-a dirigila; asna pessoa a'am oilicio
do coinmanlanle daquelle hrigue publicado no Di-
"''? o contendo um relalorio sobre processo de
desinleccao qoe un hrigue leve lugar.
Divo declarar a Vmc. que o Tarto daqoella piibl-
cacu mo suppfle que eu .pprove loda as propoti-
foes, que se conlem noollrio. Houve la I vez des-
cuido em nao se supprimirem as palavra oo phrases
que podessetn conter censuras, caj conliecimenlo
em nada interesssva o publico. A este sconvinlia
saber o faci da cuidadosa desiiifecco do navio.
Vmc. poda estar taoto mais cerlo de miaba acqni-
escencia ao que pratcra ou deixara de pratlcar
com vistas de economa, e telo pelo serv, o publi-
co, quanlo eu vocalmente ja Ihe liuha e'xpressado
a miaba approvacAo. Nem tambero creio que por
divergir da opiniilo de Vmc, e entender qoe olser-
vii;o se deva fozer de difierenle modo, se segu que
o coromandnle do brigne Capibaribe tenha em
vista censurar os actos de Vmc., assim como lamban
a elle se u.lo deve levar em mi conla. o pensar qa
deceno modo, os imeie-se, daara,, eram mais
bem attendidos. embora Vmc. qoe he mais compe-
tente, inlgaase e decidisse o contrario.
He o que lenho a dizer a Vmc. para seu coolte-
cimenlu e salisfai^ao.
Dilo Ao mesmo inleraudo-a do haver aulnri-
sado o inspeclnr da thesoararia de fazenda. a man-
dar pagar ao pratico da cos, Joaquim Pereira Dias,
a importancia-dn saldo do que S. me. trata.
Dilo Ao commandanl,; de corpo de polica,
par* mandar apresentar ao juiz de direito presiden-
te do tribunal do jury, durante os dias da sesso do
memo tribunal, urna guarda de 8 praca* e um in-
ferior daquelle corpo. Inteitou-se'ao referido
Dito Ao lencnle-coronel encarregado das obras
militare,, autorisando-o a mandar fazer o reparos
que rorem absolutamente necessarios, ao forte do
Buraco. rizeram-se as
cues.
da Costa .Medeirn-, para professor calhedra'tteo da
radeira de S. Podio Martyr na inesma cidade.t
Etpeiliram-se a* oeneasarias corumoaicaciSe. -
DitaO prndenle da provincia, asando dn
cuida le que Ihe conlre o decreto n. 649 de St (le
iiovemtsre de 1849, e de conformidade com ot avi-
so- de 26 de mil obro de 1843 e 2 de novembre le
<8ii. e IK de fevereiro de 1H5i, resolve nomear p-
ippleulp do juiz municipal e de orphAo, do I
de Santo AniAo, os cidadAo, .ibaixo declarw-
il.allloicilo aos I.. 2. e :!. nomeado por pe-
de 18 de man. de 1851 visto nao haveremprei-
. i traillan;... r.iarem o dous piimeirosexerceti-
.o o lugar de.ioiz municipal em oolrat previncias,
nei.rrido. e o ultimo ler-se mudado para nutra comarca: epor-
qno o novo* nomeado devem licar eollocado no-
ullimoi logara*, coutoeape dispAe citado aseo t
l .fe rexeteuo' s vencen.
I)im>..
depnis dn
15 do correule. Ficou a discusso encerr;
se votando por nAo haver ca-a.
__ __
I senado oceupouse hnntem em Iraballios
coiiimisae,.
/V .iiiiara .I depulados approvou lioi.lem um
la, na i
Heno, igualmente adiada em primeira discusso, i P'fccer da cominissao de coiisliiuicio apodera con-
a requetimeiito do Sr Silveira da Molla,para ser ou-1 "leudo ao Sr. .loc Ferreira Soulo, depolado pela
vkla eommis'lo deeinpre/as privilegiadas,a proposi-! provincia da Babia, a licenca que pedio para se reti-
C0 approv* o privilegio c .cedido a Francisco "
Axaio Pereira Rocha para cstabelecer uu parlo da
jatrlhl da Babia urna cale-n-hler. Sobre esta roa-
jrln follaram os Srs. Silveira da Molla e Dan-
la.
falla
Na cmara lempo-aria nao houve lOMao por
de numero legal.
-20
onlem no houve sessao no senado por falla de
- leeal.
rar por causa do man estado de sus samle.
.Vpprovou tambero urna emenda d misma pare-
cer pira que se chamo o Sr. I.uiz Anlonio B.rbosa
de Almeida, e rejeitou nutra cnaanando o Sr. Lili/
\iiiooio de Sainraio Viaao, aupplenle menos vota-
do. Tomaram parle nesle debate os Sr. Candido
de Oliveira. e
---------- .. ....... ..;, cuo.in,, ,.r oye lenho noticia etstir nrslr
da t.unha. e foram ollerecitis as seguintes emenda '
Aos arligos adlitivos :
ii Depois das palavrafiea o governo aulorisado
acciesrenle-se lesde j.
i Ao primein. piragrapho, em vez depela lei
ile8 de seb>mbro de 1851 liga-se ero virtule da
le de 8 de'elembro de 1851.I'ereira da Silca
upe o *rrvi-
oldados
_ -m o ser-
vir, inioleravel ; excede a's forc-s de qoe se pode
suppor dolado o lionieni mi.is robusto, slo deve ter
m termo. Oala1 o Sr. marquez de Cati, em al-
goma hura raga lance seo, olbos para estas liabas r
>e pastare as a...r,saC.,s seja com a elaaaa- | leia a supplica que Ihe l.zemw r,r, ,ue *e comp
smelinlas approvac.ao do Corp.. le- deca da orla da guarnicao desta capital.
priineirarenuiAoasrerorm.s aulo- -- Ar|,.i-se. ha am'met. nesla
ia,las.-S. H.-LetUo da Cunha. r. bitpo. S. Etc. nao le.n.
aa: i imperio, uo se tenha aproveitado um sallo para as
rosllVilades .iradi'iliii as.
I Faz-se s-nlir cada vez mais a folla de forra mi-
litar para a guarnicAo da capital, e mai nrrrUi.la -
i des de servico publico..O laclo] de dobraren ea
I soldados m| servico das guarda, por esparo de 18
; hora,, coosidcr.i-se aqu como um fado normal ;
I lo' constault- be elle. Dqu se
..rr.i".'f i" O V,fnT",!> 'l0 "'"in ,*H|W. \V> lio sempre mal feilo. e que ...
aprsenla,!, pe o Sr. Mello I-raneo. solTrem etlraor.lii.ariamenle. Torna
z\ccrescenle-sc as palavrasigualando o, venri- I
(nenie* do* respectivos lentesai segualescom-1
pu'hendid, o director.timis como se cha natal
iinenda d z Sr. .Mello I-raneo/'uta Candido, i
Isde serem
gislativo em
nppt
' a SOL'111II10 :
l. Domingos Marlins Pereira Monteiro.
2, Flix Pereira de Moraes.
3.e Joan de Barros Pimenlel.
Bacbarel Irancisco Coelbo Bilancoail.
j. fenente-coronel ChristovAo Diouiziu do Bar-
res.
(>. .Antonio Ruliuo Alves Correia.
Fizeram-se as necessnrias comrounicaees.
Meode, Kt.iardn Franca, Augusto
teixeira de Macedo.
Kespondeu depois o Sr. Francisco Oclavianoao
discurso proferido pelo Mr. Macario, na Marte de l!t
do crreme sbreos neglioio* de l'iraliv.
rm.r naur do dem-fado foi api. -en- i .jp'n seSal adoplou a cmara o projeelo qn ap-
iado polo Sr. t.andidi Ilorges Monteiro, que siislen-1 !* peo-". eoiieodida a I). Kr^uo-i,. .le Olivei
tou. um projeelo sobre reforma das cmaras mu- ,a Lisboa, vinva do coronel de legdki da guarda tin-
apaes, que os leiloies acharao impresso em lugar
competente.
S. PAULO,
11, de junho.
cidade a Exm.
por ein, ido a" sua S ntin
urna mi vez. Por ocrasiAo da lesta e proci-.au de
Corptu-CkritH fet-se notar a su usencia ; S. Etc.
coiii[.arerer, e noda i.iuneduato foi a San-
deixou de
Ah temos o invern, e o invern as deverat. lies-1 iliereza assislir ao Te-fntrn. Parece qoe defiiii-
I I I fXft i 1 ; 1 llr. in ., .....'. -a ..i.,.i i .. I I._____ llf inti.i.l I."___ ttk _.a> a>
de o principio do roez senle-se aqui fri de toer :
COtado do esludanle que lero de ir ao erclesiasti-
c as 8 huras Aa manila. E as nos.as casas em
S, Piolo slo, piuco mais ou menos, construidas co-
in i 0o Rio, on e1*. l'eni .iiilioeo, ou no Pero. Groo
sulla
Palacio do governo de Pernambuco, :I0 de lunho
de 1856.
*-* seccao.Circulsr.-Ilaja Vmc. de remelter a
esta presidencia, sem perda de lempo, as copias de
qae tratnm o arl. 21 da lei n. 387 te 19 de agosto
de 1846 e aviso de 15 de marrjo de 1847. Se. po-
rem, em consequencia de circumslaocias extraordi-
narias, se houver interrumpido o processo da qualifi-
cajAo de volantes nessa freguezia, ou anda se nao
tiver dado principio a elle, cumpre que Vmc, no
primeiro caso, rena a respecliva junta para prose-
guir nos irali.llio que por ventura estiverem sus-
pensos : e no segando convoque os eleilores e sup-
plentes paraurgaiiisa-taimpreterivelraente no dia 2
de agosto provino, afirn de ,e procodrr aos Iraba-
Iluis da revisAu, que deveran ficar terminados dentro
do prazn legal..Verdio Teixeira d Macedo.Sr.
juiz de paz, presiden e da jonta de qualificacao da
freguezia de....
i ce,..ana commanica-
Ditn Ao director das obras publica, dizendo
que pode mandar fazer por administra-So obra
da harreira da pont da Tacaron, cuj orcamenlo
e planli h. me. reinetteu e foram nesta dala apr
vados. (.ommunicou-se a theaouraria provincial.
Dito Ao joiz dr direito da primeira vara cri-
me. reeommend.nUo que nAo sai v servir de auditor
no conselho de guerra a qne c esle procedendo con-
(ra o guarda marinha, Manuel Lopes Rosa, logo que
para iso seja avisado pelo presidente do mesmo
conselho ou pelo commandanle da e-taro naval :
mas tambero que se preste exercer funecues seme-
lltanles nos conselhos de guerra, de praca's do exer-
cilo, uma vez que par., estes seja nomeado pela au-
tondade competente.Fizeram-se as neceaurias
commtinicaeoes.
DitoAo presidente do
Illm. e Exm. Sr. | L'm r.emilerio qoe exhala
coiiiiniiadaineule o ar podre dos cadveres nelle se-
pullalos, eque por isa. di occasiAo ao apparecmen- coro urna emenda do Sr?maque/"ri
to do cholera era sua visinhanc,a, he um caso gratis- -
simo, sempre era qualquer occasiao qae elle ,e m.i
rafale, e que exii;e immedialamenle medidas
prompias. activas eaiertadas.
No iiarii de hontim, o oflicio de V. Exc. diri-
gido ao subdelegado le polica dos Afogados.decla-
raudo dar-si esse caso oo ceroilerio daqoella fre-
guezia. e auinr ni li i a empregar a medida lem-
brada pelo medico a li commiasionado, obrigou a
commlssilodehygieipoblica a ir visitar sem per-
da de lempo dito tai litarlo, onde procedeu a mi-
nucioso exorne, e iuoagacdes.
OS C4SMERT0S DEPARIS.
Por tono Aboijt.
SEGUNDO.
(I< gemeiii do hotel
III
Comeille.
Leoncio passou o vero ero Vichv. e vollou no
mez de oittuhro. Trouxe um servo alto e louro, e
uro magnifico cavalln prelo. Era a heranca de um
Inglez morln de sptren entre dous copos d'agua. El-
le niandou-me annuncar sua volla pelo grande Jack,
cuja libre cinzenta excilou miaba adroiracao. Jack
Ira/.ia sobre ns bole, as armas de B.,> sen, pagar-
me os direitos de autor.
(I mais bello de ineu, amigos recebeu-n,e em um
aposento, que linha o cunti de easqailbar mascu-
lina. Ah nAo se viam as Rinhana*, que Irahein as
altenn.es de uma mulher. A mobilla da sala dejan-
lar era de rarvalho. (I salAo forrado de setim escu-
ro linha um ar decente, riro e rnmmodn. (1 gabine-
te de Irabalhn era rheio de dignidailc : pareca o
sanctiiariu de um autor, que escreve .. historia da*
Outadaa. Na alcov.i va te um lapel enorme rc-
l i,-"litan.In a rlemcucia de Aletandre, um loucador
dr aiarmore branca, uma pequea mala de viagem,
quatro cadena de bracos c uro leilo de columnas,
leito monstico, quaodo multo, de tres pesde lar-
gura.
A decoracAo nao desmenta a mobilia. No sabio
paizagens, um esboco de Corol, n algumas pintura
de I raneis, Villevieille, N'arennes, Lnrobinel. Na
sala de janlar um quadro de cacada por Melin, al-
gumas aves por Couturier, uma natureza mora, se-
gundo Filippe Rousseau.
No gabinete am Iroplieo de armas, bengalas e chi-
colea, e militas gr,vuras% qe lenam podido lignrar
em casa do feroz llippolvto. Na alcova cinco ou seis
retratos de familia, comprad.>s na ra Jacob. (Is mo-
o "vi n ., e
Em dito emiten,, nao se exhala mo cheiro,
'..".."-!_" .rora,n "?"" apro- que ha lempos, appaieceu. fora dendo a um galo
podre, atirado a um dos ngulos do cemilerio ro-
berlo de mallos ; fot isto informado por, lodos os
moradores da ra di Paz, a mais prxima do ceroi-
lerio, vinle palmos .lisiante delle e parsllelo ao la-
do do norte.
Collocados dous ryerobros da comroisf,o, e mais
oulra pessoas, uo cintro, ou nos ngulos do cemile-
rio estando calmo o vento, nenhum mno cheiro se
senlio ; nao se .Jescabrio fonda alguma na trra, e
nem nio.ca* accumu'ladaa, e adejandu foram vistas
ero parte alguma detle : o mo cheiro foi porta uto
um cont, e nAo un fado.
Os moradores da [roa da Paz mais visinha do
cemilerio, ao norte po mesmo, e sobre os quaes leva
o vento as miasmas Uo cemilerio, na o soffreram do
cholera no apogeu Aos enlerrameuto s doa fallecidos
tribunal do jurv, para
dispensar de comparecer na presente sessSo do jorv,
para o que fra notificado, o oflicial da tvatretaria do
governo Antonio l.eite det'Pinho. J
veis, os quadro-',-a.aaM*wrls eos livros de biblio-
tlieca, tratados eom escrupuloso cuidado, canlavam
em harmona os lonvores d< Leoncio. As sogras po-
diam mi
Entrando, procurei logo charutos; parea Leon-
cio nao fumava mais. Sabia que o abarato, que une
us horneas ende si, nAo lem a virlude de irranjar os
casamento', o que o fumo oflei.de igualmente as inu-
Iheres e as abelhas, creaturas alada,. Cootou-me sua
campanba de verAo, e motrou-me
Pedio depois o Sr. Macario urgencia para susten-
tar c apresentar um reqiierimeiilo, afirn de que se
requisite da seereiaria dos negocios da ju.tica, copia
de quaesquer represemares que a nieania secretaria
lenhim sido dirigidas conlra o ex-juiz municipal
jriePiriht. Pedio a palavra para responder o Sr.
Oclaviano, e licou a discussAo adiada.
Em seguida approvou a cmara, |em segunda dis-
cusso, o artigo addilivo a proposla dolgoverno li-
xando as Torcas de Ierra, sendo rejeilada a emenda a
elle apresenlado.
Approvou lamben ero 'egunda disVussJo, o pro-
jeelo que crea, no municipio da corle, uma fregue-
zia com a denominacao de freguezia de S. Christo-
v3o.
Approvou depois, apa Ignotas consideracoes dos
Srs. Brrelo Pedroso, e Teixeira de Macedo", o pa-
recer da commiss.lo de cousliluicao e poderes acerca
de uma indicara do Sr. Taques para ser substi-
tuido na cmara o Sr. brigadeiro Pacca, que se
acha suspenso do exercicio .tasfuncres de deputa-
do pelo Sr. deputado supplente Marc'ellinu de Brilo.
Afinal entrn em tercein discu<*ao o projeelo qoe
regula o arces.,, ,u,s postos dos ofliciacs da armada ;
oraram ns Srs. Zaehariai e ministro da miu-inhi e
co leudo da palavra o Si. ministro dos negocios es-
Irangeiros, licoo o debate encerrado.
21
Passou iionlem em segunda discii'sfin no senado,
e tiln,la. a pro-
posicao qoe aulorisa o governo para mandar matri-
cular as escolas roainres do imperio, os alumnos que
por motivos justificados nao livrrem comparecido
im prazn finido para as matriculas do presente mino
leclivo. Oraram ot Srs. marque/, de Olinda, Dantas,
Silveira da Motta e Jobim.
A* oolrat miterias que vinl.am par* a nrdem do
liona) do Rio tirando do Sul. liabriel I lomes Lis-
boa, morlo em combate siisteiitando ainlezridade do
imperio.
Approvou depoi, em segunda discusso o projeelo
que autoriii a orden, lerceira de Nossa Seobora do
(. u mu da cidade do Rio (jraode, proviuci.i de S. Pe-
dro, a possuir em lien de ra/, ou apolices da divida
publica alea quanlia de HUKHrsUOH, sendo o seu ; j'u|'|,' prnmo VJlor'o"" Ncs"le sentido ae ten,
produco especalmenle applieado ao asvlo e trata- ,lj.l., pela presidencia as necess
ment do* Minaos da dita ordera em um hospital por o
a!Hor,^,,;V.eJ1Seenr1,T,fS'',','"t!l'd','l:: V*''! P'"Jec|.. volar.lo erao os Sr. Carneiro de Campos, Nebias,
CLZ, m 'le ""^ Se,ll:"rH ,l1 K "S'r' b,rt0 l" T", """"o.."" Pacheco Jordao. Al
da cidade da Campos a possuir ero boas de raz mi
apolices da divida nacional a qnantia de f>0:IIO(HU();
deabsnriio he este, d'aqui
dentro de cosa soilre-se mai fri que em s. I'e-
i.rsburgo. I., a gente dentro de eau lem uma al-
inosphera a seu agrado : aqui n.io ha capa nem ca-
sadlo que reagoarde do vento da noite : uo ha re-
medio ,nao ir para a cama, e conciliar o si.inuo.
zV eleicao de senador para preeticher a vaga que
leixou ovisconde del I,rala lera lugar noda 27 de
livamente S. Exc. Hvm. nAo compareeta' a' ne-
nbuma solemnidade aa sua Se, ale que o governo
imperial decida obre o confliclaque deu-s* entre
He e o cthido, na noite do Nilal de 1851. He sa-
iq..e
S. Esc. jalgnu-se l.i i.iai.iirm, ilnaialaii,,
i que em S. pirulo por esa corporajao. nessa noile de escndalo ; o ca-
assnn como a seguinle emenda do Sr. Dia* de Cr-
tamo que a sustentoo :
ir A' igreja de Nos-a Senhora das Mercs, roalriz
da villa do Mar de Hexpaiiha, na provincia de Minas
I.eraos, o terreno que llie foi dua.lo por Silvenu Jo-
so Alfonso e sua mulher.i.
Eulrou ein segunda discusso o projeelo do sena-
do que autorisa o governo | a promover a encorpora-
co de co.upanhias para a pesca, silga e secca de
pane no liltoral c rios do imperio. Oraram os Srs.
Figueira de Mello e Paula Fonceca.
Em conclusa.!, continuando a disriissAo do pto-
jecto relativo as sociedades em commandita. foi ap-
provado o art. I., assim como as tres seguinle e-
ineinlas.
Arl. 1. O capital das s iciedi.les em commiodi-
la que nao for menor de IWrKUU podera" ser divi-
dido em acc.ies eslas porem nio serAo transfer veis
em que esieja realisado niela.le .lo seu valor no-
minal. ,.
o Depois das palavra, --menor de IO;):UOOg.
acrescenle-te na capital do imperio, e de 50:(.(zU's
as provincias. Carneiro de Campos,Pereira da
Silva, o
acones das sociedades de
A transferencia das
da, e queconstam da respectiva acta, paasiram sem 1IIC "ala esta lei ser' nominativa ou por inscrip-
debale em varias discusses. I cao nos regislros das inem.is sociedades, na forma
------------------ j estabelecda no art. 2!>7 do cdigo coromcrcial ; li-
llonlem na cmara dos depotados foi jalgado ol>- : cando porem o rdente quanlo "a. acones das
jeclo de deliberacao, para entrar na ordem dos Ira-
batbos, o seguinle pmjeclo :
A assembla geral legislativa decreta :
Art. I. Ogovcnio lie aulorisado :
< I. Para despender al fi,(KW:l)tl- em Ires annos
com a imponac.io de colonos e seo eslabelecimenlo,
e com auxilio emigrara o.
>. l'ara oniiimai a- ol.ra do ces da alfande-
ga, prolongando- al aos arseuaes da marinha e
guerra, e fazendo construir as docas constantes da*
plantas do engenheiro Neals.
ii :l. Para fozer construir no porto do Ro de
Janeiro um dique para uso do navios de guerra.
n Arl. 2. Para occorrer a eatat dspotas, ti folla
de sobras de reeeita. tica o governn aulorisado a era-
pregar deolro ou fora do imperio, as operantes de
crdito qoe forera necessarias.
. _ocie-
dades de que falla esle artigo I." responsavel pela
aralo qoe transferir at sua integral realieacate.
Sala das sesses 20 de junho de 1856.Carneiro
de Campos.Baran de Maua'. i'ereira da Silva. .
o Sao millas as venias a termo da, acees de qual-
quer coropanhia anonvma uu em co.mandila___
Manden .i de Mello.
Enlrou en discussAo n arl. 2." ao qual foi apre-
sentada a seguinle emenda :
i< IJiianJ.i taes sociedades liverem por objerlo o-
peraee bancarias, nAo poderAo inslituir-se sem au-
lori.-.c.i,i do governo. e ni poderao dividir o seu fon-
do capilal em aces depois de integralmente rea-
lisado.
casa-se em menosj lem|K) do que he preciso para
uma duqueza abr. a caita de tabaco. He ahi que
se sabe o preco do lempo ; he ahi que os homens sao
vivos, inquietos e nressurosos como eu ; lie ahi que
lancarei (ambem ilnulia rede.
Elle recilou-raejuma passagem do l.yrio no calle
quecoiiliuha as tjagras de sua conducta : he a ulti-
ma carta de madama Morlsauf ao joven Vendencsse.
'ornamos a lr ,is|couselhos de lleurique de Marsav
Iriumpbalmenle a Paulo de Menerille ; depois elle pedio o almoco
vine e ene u Irinla bilhele do visita, que repre- e lindo este ga.lou dua, horas em vislir-se duas bofas
senlavnm convites para o invern. i juslanienle eienUlo de Mr. de Marsav
L lodos esses non,es, disse-me elle, e vers
se gasiei miaba plvora era salva,!
Estranhei ver smenle nornes da Chloatoe d'.\n-
lin, e pcrgunlei-li.e :
Porque essa preferencia'.' II* hroes de Balzac
am ao halrro de bainl Girnutn.
Tinli.ni raigo para isso, responden-me Leon-
cio, assim como lamben) s tenho para lo nao ir. Na
Cbaawe d'Aolin neo nome e meu ttulo podem
servir-me ; ser-roe-liiamlaltez prejudiciaesno bair-
ro de Saint t.cr.nain. Annuticia um marquez em um
salAo da rui, l.aflitle. cinroenla pessoas oiharAo para
apolla. Na ra da I niversidade ninguem lovintlri
a vista. At os servo* eslAo farlos do ver marquezes.
Alm de que lodos eases nohres de antiga dala se co-
nlieren, c se entendem : saberian, logo que cu nAo
era de sua date. Nao me pediran, para ver meus
pergaiiiuliiis. mas diri un ettre si 3n ouvido, que
nanea os linha, visto. Meu marquezado seria de-
Vislci-o militas! ve/es durante o invern para ob-
servar como elle pr.iticava as lices de seu meetre.
Se he Verdad* que o Irabalho merece recompensa,
elle devia rasar com Modesta Mignou, Eugenia
Grande!,ou mademoisella Taillefor. Apresenlava-se
por loda a parle ;js horas em que os mais se apresen-
taro. Calopava do bosque todas as lardes tao exte-
lainenle, coro.. 4e aua carreira fosse paga. NAo
faltn n ahuma primeira represeniaco dos Ihea-
Iros de boa cnintianhia ; foi
com seamasse alroosica.
nAo perdeit um baile, e nunca esqueceu uma visita.
No que admirava-o. Trijiva com tanto esmero que
envcrgoubava-mje sabir com elle, mesmo nos do-
mingos, nos quies lomavam.is a raellior roopa, que
linhamos. De sitia parle porem elle oslava de sahir
commigo. Alugara por seis mezes um coupe novo.no
qual o segeiro pintan provisoriamente suas armas.
PIM da cmara lll.lejuulu.de 1856.Carlos
Carneiro de Campos.Pereira da Silva, u
Oraram os Srs. Savia Lobato, ministro .la jusli-
e ^^.T^^r^:^^^ &*&** de,:a,npo, ^ ^ A-
as sociedadits lornou-se a principio recoinmeu-
coherlo, e eu lena le batear fortuna ero oulra par- I davel por dous .lanos que raras vezes andan, til,,-
le. Hemais ,,s.-r.,i,de, riquezas sao rara, nessebair-; dos: era Hansldor c conversador. Dansava loo
T-""....6.'. ."..'.".'-:. C"l "!', e"'tn e Cll"'0e"!a. I hem que Indos lizum pnr gracejo quetinba esprilo
alenaponladoti.es. Tinha jrrelos solidos, o ciun
nao lie prejuditjial. e um braco capaz de carreiar
[") Vid* Diario n. 156.
tAo ve'lias, qoe lodos olivero fallar o seu respoito,
lao evidenlea, lAo estal.eleridaa, que a Indos cauaain
inveja : por Mo ha viple pretondanle em tnrno de
cada h^rdeira. Eu lepa bello jogo sendo o vigesiino-
primeiru Nessa niin cahirei. Na Chaosse ..'Anlin,
que diilerenca No salAo do menor banqoeirn no do
naia modesto agente de cambio vis dausarem na
mesma qnadrilha uma dalia de riquezas Ignoradas
do polilie... e qu nao ti conhecein entre si. Ella
dala de vinle anuos, aquella de hnntem. I'nia pro-
vea de nina relinacAo de Anleuil, oulra de uma fa-
brica ile Saint Elenne. oulra de uma manufactura
de Mull .o-,. uma rhegadirrrtaniente de Manches-
ler, oulra desembarca apena- de t'.handernagor. To-
dos o, eslrangeiroa ealao na Chausse d'Anliu! Ne
se tumulto a gente eucomra-ie, conhece-se, ama-se,
uma valsaduoralde chumbo.
I odas as mocas, rtuc
rom elfo dansaf am licavam muilo salrsieilas do si e
porconseguinte tambero delle. As mais de sua par-
te (fio sempre ralas ao homein, que foz suas lilhas
brilharem. M s quamlo depois de uma valsa ou de
uma qnadrilha elle ia aasentar-ee uo roeio das mu-
Iheres nlosaa, affoicao que inspirava convertia-se
em enthuaiasmi Elle in.ha milito bom gnslo pira
linear rumprii lento, qualquer; mas fazia sua
viainlias achare u i leas, e as mais tola, Inniavam-
se esperiluosas lo contad de sen espirito. Ilegei-
lari severnmen e as .locura da maledicencia, nAo
obervava nenh un ridiculo, nao reparava em no-
nti ama lolice, e gracejav.i sobre ludo sem olleoder
a ninguem, o que nao he cousa fcil. Nao linha
iienhiima opima sobre a, materias polticas ; por
quanlo nio labia em que familia o amor n faria en-
trar. Vigiiva continuamente sobre si sem dar mos-
Ira de lal cuidad ..
Tao gracioso era para com asmulliercs, quanlo fri
ero suas relac,us com os homens. Essa Irieza avi-
sinhava-se da insolencia. E(a anda um roeio de
galantear aquellas de que ludo esperava ; uma ma-
neira indirecta de dizer-lhes : S vivo para vi. O
seto frac he sensvel as homcnageiis dos fortes, e
he dobradn pr.izer fazer curvar-se uma cabera or-
golhoxa. Sua altivez era muilo aneciada pora pas-
sar desaperrebiila : d'alti Ihe proviaram desavengas.
Elle comhaleu tres vetes em dueilo, t conigio seus
adversario, galantemeiiie com o punta da espada : o
mais .Lente esleve quinze dias de cama. A soeie-
dade elegante agradecen a Leoncio sua m lorac.i .
e sua bravura, e reronlieceu nelle um bello jogador
que prodigalisaxi a sua vi la potipando a doa nutro,.
Alias era o nico jogo a que enlregeva-e. Aioda
assiiiuo nos italianos, | qoando madama de Morlsauf o mo livesse preveni-
u um convite, | d contra as carias de jugar, elle se lena abrtido no
luteresse de sua repulaco e de sua fazenda. Casia-
va dioheiro s maos cheias, roas com cuidado. Nao
regeitava um bilhele de Ihealro nem uro bilhele de
lotera ; nenhum ci JadA dos sal.'.es de Pars plgivi
mais largamente suas conlribuic/irs. Saliia em orra-
siAoopporluiia'lancar bella esmola na bolsada uma
pealte, oo subscrever para Tinte luizet no livnnlio
de uma dama de caridade. Despeodia assim milito
com amanifeslaco, c bem ponen com o prazer. leu-
do por intil toda a despeza feila sein le.terounlias
Era principalmente oalo que dis|inguia-se de seus
modelos, os Rubempr e ns de Marsav, tafub.es de
chpela. No contrahia dividas, Dio linha aman-
te, ; evitara ludo o que podia iropedi-lo em sua car-
plano eslava Irarado, c nAo aceitou lices de nin-
guem
ras orden,
candidatos que provavelmeule leo grande
i votar-Jo eran os Sr
bario de Tiet a Fernn lo Pacheco Jordao. Alguna
amigos do Sr. I'ites da .Molla leinlir.im u seu mime ;
parece porem qoe nAo encontr deci tirio apoio em
nenliuin dos grupos poliliroa da provincia. O Sr.
Carneiro tambero -oflrern' alguma guerra occulla e
manbosa por parle dos descontentes com o governo,
que Ihe quererAo dar um biliscAo hottilinado om
amigo dedicado ; apezar de que, he provavel que
ellee ,-. Sr. Neblas sejlo os uns votados, visto que
de todos oa can lid .tos que se ..presentam. sio ns que
lem em seu favor o concito geral de illoalifielo a
notabilidades to nosso parlamento.
O Cenlo c tantos eleitotes du lado da anliga op-
po*i{o, segundo parece, uranio fora de oxebale,
votando nos seus ctudidatos Iradicionaes. Em ludo
islo, o que cumpre registrar como uro facto lisougri-
ro be a imparcialidad! c ab-leucAo de loda a inler-
vencao que o governo inculca querer guardar.
A reparlicao das Ierras publicas vai comecar a
i am-l i.mar por esle. das, leudo a sua frente o illas-
Irado e laborioso brigadeiro Machado de Oliveira.
O engenheiro I. leuente lluliu Eneas uslnvn Ca!-
vao vai partir paro o Sul da provincia, e comee... a
melicao e .lemn acao dos terrenos devolulos conli-
guos ao imporlaiile e formoxo no, iiiipropriaraenie |
denorainado Ribcira de [gaape. lie um rio uave-
gavel desde sua foz al 30 legn, no interior; suas
margeos sao sadias, e de exlraurdinaria fertilidade.
O clima assemelba-se ao do Sul da Europa, e ein
lo los os respcilos he o lugtr mais adaptado para se
irein all formando nu.leos de impurtaules colaaiax.
Existe sobre esta parle da provincia uma curiosa e
bem elaborada memoria escripia pelo naturalista
Carlos Rath. AllemAo de nascimento, e boje n lacio
brasileiro. (I Dr. Rath lem sido por vezes encarre-
gadn, cumo eiigenheim, de coinmis.es do governo
liara aquello lado .1, provincia, c, observador cuino
he, habililou-sc para auxiliar com preciosas iiiforma-
ees lo governo e aos seus delegados em relacAn i
exploncao das precisa, via, de roromunicacAo, e es-
Curha do local para dar-se contato a medica'o de ter-
renos devolulos.
Os Sr,. A. Martin de Elad'Ens e tioilherme
Cuelan., da Silva achara-se entpenhados na empre/..i
da nitro lu -..n., em vasta escala, de colonos eslrau-
geros. para satisfazer aos reclamos dos noasos lavra-
dores, que os procurara paran lavo-ira no svstema
de pareen, ludo est em comecar 1
Ainda ha poucos anuos os esforco de Verguiro e
lilhos pareciam uma teima, e seus plano, uma uto-
pia : hoje nao se pode mais duvidar de qoe a coli-
*er admiradas com o microscopio. Valsara com el-
; la, e estivera prestes a perde-la mullas vezes, Uo
.i iaa >"( v mnvia i" i -> i a i n i ii i
guando liz-ll.e mmhi visita de aun., boro, elle leve era ; conversara e finir encantado ; ella la-
passoo em revista os Ires mezes que acabavain de I garelava com uma vosinha de louliuegra melodiosa
decorrer. Ale enlao aumente achara proposlaa la I-1 para fazer crer em alguma dat melainurphoses. que
mi.-iveis uma nuva leviaan o levemente muinada, Ovidio conl.u em seus versos. Seo esnirilo corna
urna prlncexa nissa mais rica, porem seguida ue tres < de um assuuipto a oulro com graciosa vlubilidade.
limos do primeiro casamento, e ablliada de um es- i Suas ideas narecan, ondear ao capricho do ar,
peculador de ma replanlo. Leoncio percuoloo o uome dessa mulher, que tamo
al coma, di-se-me assemelhava-ie a um patsaro moscardo : soube que
Ao era rasada era vinva, apc/.ar das appareurias, e
elle com certa amargura. Tenho amigos, e nenhum
i ni ni i c ; conliero a todos em Pars, e soo condecido ;
vou a toda | parte e a todos agrado ; far;o lantoses-
forcos e nao cousigo nada Caminhn directamente
aa alvo sem parar : parere que n alvo recua diente
de mm. Se eu procurasse o impnssivel, isso se ex-
plicara : mas que peco '.' I ma mulher da minha
sociedado que case comigo por amor.
sa sobrenatural Matbeus arbou o
procuro. Nao son inferior a Malheus :
Ao menos no phvsico. Tens novas delle I quem tenia arrncala, e qoe recebe d ni
I Jocas ver.es: os dilosos Ho egostas, t) li- gor e lenacidade invenciveis : a oulra he uma plan-
cenciado melbora suas trras, iidnba-as. semeia Iri- la de jardim que nos meamos cultvame pelas ;,,
al arvores ; >-
tp permute
que era lillia do barAo de Stock. Passava por ler
vinle t cinco annos e grande riqueza. Confiado nes-
sa, infirmaces Leoncio ajplicu-tc I ama-la.
Nos povos civilisadn os naturalistas reconhecetn
duas variedades de amor honesto : um he uma plan-
ta silvestre que brota espontneamente nos concites,
NAo he cou- I que desenvnlve-se sein culturo, qu- tanca raizes at a
que de balde I maior profundidade de nos.o ser, que resiste ao ven-
to e chuva, saraiva e a giad.i, que repelle a
go, plan!
bem como
flores ou pelos seus frucios : ora he uma mi que a
semeia na alma da tilda para dispo-la iiiscnsivelinen-
le i um cia.imeuto bullanlo, ora do duas familias
detejosas de se unirn), que por um laro estreilo
que a cullivam no coracao de seus (ilhos;" oulras ve-
les be um joven ambicioso, como l.eoncin, que lp-
plica-se a desenvolver em si os gormen, de um amor
que promelle frucios.le ouro. Esta variedade mais
tolires A mulher passa lao
eseu estado de gravidez ; espe-
ra-seo nasrimento de Malheus II no mez de abril :
elle, niin Mu perdido o lempo.
Na (e perguulo se ainda se aman.
Comd na arca de Nao. Meu pal e mioha mai
adoran, su ora ; madama Boargade restaheleceu-
se ; parece que Le decididamente nnu mulher dis-
tincla toda essa gente occopa-se, diverle-se c ama-! commum do que a primeira colliva-te em ale.nies
se ; ,ao let es s jioesde Pars ; mas como talas as oulras plan-
-- >anrilive,teoilcsc).ide rollar para l com o las de jardim be delicada, exige cuidados, raras ve-
resto de .eds escudos f rC41?(e ., fri0i nBoea p,^,,.,.,
(Ib. pao. Preliro meus en.'adn c meus pra- Leoncio prncurou cooheeer o barao de Stock o
re.ra. Qaeril chegar a1' riqueza'sem demora e:sem a-roe. <"* "*" "" "'""I'0 ,lc'' oecol-! qual jogava perdendusommas com indilforen
,",_.,-, Com edeilo, oilo dias depois elle chegon radiante
Apo/ar de l.io louvaveis esforcos gitloo Ires me- i de aleara au locutorio da escola.
zes de invern, e 33,000 fr. do dinl.eiro sem adiar i Irra exclamou, aqu nao se lem cal-r
o que procura va. lalUva-Ihe talfez certa delgade- Ouinze graos, meu charu : assim marca o re-
za. bu n qui/er i mais suave. Estudandu-o de per- golamenlj.
a lo descobna-se uma ponta de orelha bretona quepo-: O regulamento n.lo he friorento como eu e
, duassuslar o casamento. Era muilo agitado, nini, obrei hem deindn-me reprnvar : lano mar iin'r-
iiervnso .- era urna machina superiormente monta- que diego alo meu alvo.
da; in i iui\i .. n rumor das rodas, l'm i mulher Ja acliste '.'
de Irinla annos tena podido dar-lhe o suppleinenln SiOI. T
de maue.ras de que elle careca, e se devemos crer Leoncio rUra a genlile/.a e a elegancia de uma
afama, elle lioha piofessoras a escolher ; mas seo" mulherinl.a (lo mimosa, que suai prfeic.es ueviam
le
milioinrio. linha ao peto bellas con.lecoracesc<-
Irangeiras. Nesse niomcnlo sua tillia pareccu a
Leoncio ainda mais linda. Elle foi apresenlado a'
han.o.va, nobreboneca da Allemanha coberta de ra-
lbo] diamante, afumados. Essa mulher agradou-lhe
a' primeira vista, l'alvez te-la-lua achulo um lauto
ridicula, se ella n.lo livesse lulo uma lillia l.'io espi-
rituosa, talvez lena achado a lilha um lantn falla de
distinecao, se nao tive.s* l.do una mai lao retpei-
tavel.
Leoncio rJanton todo o sera .-..m a linda Doro-
tli.-a. mu inur.iu Me a mividn palavras de galait-
laiia. que assemelhavam-su muitu a palavras de
bulo li'ualinenle poi su parle jaigou se lojeriado pe-
lo bi-po. o (,cta foi lov.do ao alio cnabecimenlo
nos. M., qoe ja novio a amb a, partea. Diz-*e
que ante, de decidida esla queslao, o Sr. bitpo en-
lende que nAo deve de novo expor-se* ec. prore-
dimenlns do cabido, que elle repula come offcosivi.
de -'ia dignidade.
Du'ante esle mez de sua estada m capilal, o Sr.
hispo laxa-e c.-op,i.io com esmero em lodo quant
lie preciso, para que brevemente seja inaugurado o
seo seminario. (I edificio etla' qoasi inteirameiite
acabado. Sem possuir a elegancia de comtrucc,ao
que a archileciura recommendana, he todava um
extenso e.lilcio.o nico digno de .illrnoaolque aetn-
nha erigido nesla prosincia depoi* da \lincca* ou
decadencia das orden, religiosas. Foi conatruido
sero o menor sorcorro dos cofre, publico*, nica-
mente com as emola do, liis, solicitadas por S.
Exc. em suas cansada* peregrinaees pelo inierior.
Por ipuiias que sejsni as culpa e o, erro* que nao
negamos) do actual bitpo. a juslic* pede imperiosa-
mente que e reconher,, que pira levar a v.nie a
idea do seminario, S. Exc. tem mostrado om /ein
verdaderamente apn.tnlico. .
Grande incoinmodo e muilos vexsmes .esul-
l.im. para a pnpulacAo e commercio desta provincia,
da falla ou urinal de inoda, miudas para fozer os
pequeo, (ron.,. II* grande folla mrsmn de e-
duias de I5 e 2*. e a que exMcxn andant dilacera-
da. Na cantara municipal desta cidade iiidirou o
vereador I.uiz ('.oncalves, que pela segonda tez '
cmara reprcsenlasse aos poderes supremo, do es-
tado, ...llenan lo um 1 providencia obre este a-
sumplo.
O Sr. Rodrigues dos Santos lambem indicou im
mesmo cmara uiunicipal qoe se representasee aa*
supremos poderes, sobre a nec*sidade de seren
dispensados do servir da guarda nacional ot eaixei-
roa do commercio, c pelo prazo de 10 annos o* ad-
ministradores, foilorea, capatazes e trabalhadore*
das fazeudas de lavoura e de crea,;. 10 ; e bem ..sini
us arreeiros e locadores de Iropa.
Sinto ler de noticiar Ihe mais am ..ssainaio
perpetrado em um das freguezia* prxima a' capi-
lal. Foi assas-inndn Jos Pedroso de lal. lavrador a
Iropeiro, re.idenle na freguezia de S. Bernardo.
Consta que o assaasino tora am parda eacravo do
mesmo, sendo a inorle dada a liroea Iraicao. O a ea
feliz Pedroso era um velho de 60 anuos.
^ E,t' concluid (eir* de besla, cm Sorocaba.
Foi feliz para os vendedores, que adeancarma prera*
fabuloso,. Esla feira he uoica cm seu genero : lo-
dos os annos all se vende de 30 a 10 mil bosta*, qoe
vao ser empregadas na* eoiidocroe* de lodo* os pro-
ductos da lavoura de S. Paulo. Minas, Matto-Groaeu,
Covnz, Km de Janeiro e parle dos d* Babia. Tal-
vez os seus leitores nAo acbem sem iuteresee a *e-
guinte di.-ripean que evlracle de ama caita publi-
cada em um dos ltimos numero, do Correio Pau-
littano :
h yuerei, salter o que he a fera de besla* em So-
amor. Ella respondeo com garridice. A baronesa
depois de ler-se informado convidoua Leoncio para
a, sitas quirla-feiras : elle foi assi.luo. O barao da
Slock habilava na ra de Larochefoueauld um palo-
reto cutre paleo e jardim, de que era proprielario.
Leoncio entenda de mobilia depois que comprara
movis. Sem ser exercitado linha o sentimentc da
elegancia. Poda engaar se como qualquer oulro,
pnil nao era avaliador ; mas era atilado, e o inte-
rior da cata do baro encanlou-o. O criados com
libre cor de amarantho, tinham om acenla^lieroAo,
que afieclava dclicioaamenle o ouvido. Kecmidecia-
se nelles vellios nascidos a' sombra do casleilo de Stock. O trato da
casa representava uma despeza de 60.000 fr. por an-
uo. No .lia em que Leoncio foi acolhido pelo bar.lo.
foslejadn pela l.ar.ineza, e olhado ternamenle pela
filba, pode dizer sem preumpc,,o : Ac.hei !
Pelo meado de jaueiro elle soube que Dorotha ti-
nha do pedir esmola para ot pobres na igreja do
Noasa Senhora de l.oietle. Elle que f.illava muilat
vezo* a" missa, leve nease dia panlualidade esem-
plar. I'ez-me almocar as carreira,, c arrastoo-me
nnsigo, quai.do den uma hora. Esqoeci roe do de-
lalhe de seo vestuario ; ma, len.br.-me lem de qoe
era mu brilhante. Recouheci a llha do baro de
Stock pelo retrato que della me fora frito, por Leon-
cio, posto elle se houvessc esquecido de dizer-me
que era morona como uma Malleza. I ma Allem.'ia
morena he phenomeno assas raro, e digno de tnen-
jAo. No lim da missa os licia desfilaran, de um em
um liante das mulbere, que pediam esmola, as
quaes estav.am de joelhos a cada porta da igreja. Do-
rotha solliritava a caridade dos que pa,savam com
nm nlharzinho nlerrogalivo de orara inteiramenle
mundana. I.ancei dous suidos na sua.bolsa de vel-
ludo enramado, o bolo do pobre esludanle. Leon-
cio saudoo-a como ero um sabio dando uma nota de
mil francos .Mirada em quatro.
(.luauto le resta T pergunlei-lhe no vestbulo.
Treze mil francos e alguns cntimos.
He pooco.
lie batanle. A etmnl.i que acaba de dat rne
ren.lera' o cntuplo. Cenluplum mecimie*.
Nao respond: ruidava nos pobres ,1er franco' de
Matheu.
1 Conltiiuar-se-Au.
MUTICADlT
GIVEL


rocana 1 Procurare! dtr-vo della urna idea apezar
'Ir inhabilitado.
" Graude numero de pessuas de varia provincias
no Brasil se emprrgam no ronirnercio de beslas.
Esla, como deveis saber, iSt Iraiidaa la' do "ja-
mao e las bandas do* cu Daquelles confus do mundo al a cidade ha di-
****** ponlw de re......o, i de compras e venda de beslas, bem como em Cru-
goayana, Cruz-Alia, Passo-Fiudo, Lasa, Lapa e
mili-... -------- -..------__ ___ .
0**210 ,t PlUint| SIMIO b 0. JULHO 0E 1856
"Iros losar es e que nao etlou cerlo mas e.sas con. be que se pune un hornera pelo mi
ura jamis sao para couipar. r-.e coin a de Soroca- jo,.,, a .o mesmo lempo de Calsidad*. qu
w'ir""""' .'' beslas, em numero de falsidade nAo >. pode dar o perjurio.
iO.UUO mais ou menos, sao dirigidas a esta cidade
em um lempa marcado, qu uestes ltimos anuos,
lem regulado d luis de abrii al principios de joiiho
podendu-se dizer cora certeza que o (orla da feira
lie no mez de mai..,
Muilos dia. auletj ..llluem u Sorocaba os com-
pradores, en.io em maior escala os Mineiros com
os seos competentes cumaradas e eravos ; nego-
ciaules de diversos gneros, mscales, reloioairos,
Jenlisias, relralislas, uuiciaes de oflicios, cumpa-
nhias dramticas, equestres, mgicas, etc., ele, e
n assim varias pessoas. com o uuico lim de rc-
gresso de um imnu dalo no seio da representado
nacional; decutio-sc que sini, e o oulro etilrou. A
machina lesisht.xa nio fuocciuiia bem sem um den-
le ; porlanto cunvein l W com|ile(a.
Tornando a' quesillo l'acca. Tem lido ella a ha-
bilidade .Ir fazer indar-un a cabeca a' roda; porque
nao sei como he que se eondenraam judicialmente
pelos IribuHaea crimluea a houiens pela falsificaran
de um leslameolo, que judicialmente est reconlie-
cidu valido e produzin Jo seus efleilos. Nio uniendo
ime de per-
ando seu> a
perjurio.
Veril o iiioamo que punir o individuo por feri-
mei'uoi e uso de armas defezas.
Taaabem nu compreheudo, e io anda he mai
singular, como se pune como esUlionalari* a um in-
dividuo, quesa commelleu o crime foi para dar par-
le de una furluna, que Ibeperlencia, a oulrem.
Einlim sao sublunidadea do direilo criminal, que
noaoulros eslupidoa provincianos nao sabemos com-
prehender.
i enham para ca rallar-meem autoridades da roca,
os laessenhules da crie, qoe en Ibes dire oque sei.
O que me admira, porm, sobreludu, be que a as-
ir ll .1 I ., ----- -....... .............,- ...,,,:,,,,. >U r IK-n|,. [ n-1. I I.CIIM,
temn na, t. i ", "! K i,,nnu"l,ne"" no Chrispim, supplenle pela i'.ral.iba, porque pouco
ou mn'f'*1Prfde-*e ?'"'' e"':,-(0:'XKJ;>ma,i d.as an.es a cmara linha reprovado a entrad- de
ou menos, licandu minios delle, uesla ciJade; pois ......
que os capitalista, debaixo decoberla emula, ga-
luham demasiadamente com os rebtese premios. O
ourive, alfaiales, sapaleiros, selleiro1 ele, traba-
jara o anuo inteiro para vender em na lena ludas as
sua obras com grandes lucros; ha lambem diversas
- ---------O---------- ....-, .. idii.niii ..itci--
laruilia pobrrs, e mesmo algumas ricas, que fazen.
redes jergas, baixeiras, i.lo be, forro ue arelos;
coro o que gaoham multo diuheiro; os propiielarios
eniao passain at commeller usuras, elevaudo ao
"ais alio grao os alugueis de suas propriedades: co-
brara por uoile 45 e 55, e desta soilc apura.u 200S,
.tOU-^e 4003 em pouco dias; pequeos qui rlus sem
quintal, leudo apenas urna porlinha para a ra, dao
o aluguel de la e 25 por noile; ha pessoas da classe
mais pobre que aggo!meram-(u com seus prenles
em pequeas alcovas para .ilutaren, seus casebres
por alto preso. Emfim, o lempo da feira s he mao
-,l'ara oaempregados publico, a razio lie simples; o
^* preco dos vivere e o alugoeis das casas se'dupli-
cara, e os ordenados nao se augmentara !
Esle auno, por ejemplo, todo ficou por alto preco,
a concurrencia foi extraordinaria, uo obstante os
estragos la pelo norte do cholera-morbus, os quaes
segundo peusavam mullos se desenvolveria lambem
uesta cidade, o qoe felizmente nao acooleceu.
Temos aqu tiet hotel, e lodos elles ficaram chel-
os, principalmente o do coinmercio onde se hospe-
daran! moitas pessoas, entre estas 20 joalheiros !
Abnram varias lujas novas, a appareceram diversos
mscales que percorriam a ras diariamente com
grandes laboleims de fazeudas finas e grossas.
a Cbegam as tropas urnas aps oulras ; estas de
200 beslas, aquella de 300, 400, 600, conforme as
forjas de cada um dos vendedores. O dono de urna
tropa, afira de chegar com ella a Sorocaba. isto he,
aoi campos em redor da cidade, caminhando apenas
2 e 3 leguas por dia, comendo ao amanhecer e a noi-
te o bello leijao do caldeiro, tmz lambem comsigo
3, .i, e (i pessoas. enlre camaradas e escravos, que
se conservara nos campos guardando as hes|as, ao
que di* o nome de aparar rodeio.
ii Os d.imis, pela maior parle, vera residir na ci-
dade, leudo com anticipado se prevenido de cafas,
alguns rmam barracas perto das suas tropas.
0 compradores la vSo ao campo ver urna ou
oulra tropa, ecompnra urna e uulra, on parte da-
quella maior, segundo o numero de beatas que que-
rem. I.ogo que elfectoam o negocio, recebem a tro-
pa, e. cora sua rainaradagema conduzeni por urna
ra man remola d cidade, e fazem-a passar pflo
rio iiorocaba ou pelu poule, onde sao as beslas con-
tadas pelos empregados do registro, alim ce combi-
naren!o numero dellas com o das guias dadas pelo
adminislrador ou cobrador itos imposlos ; leilo isto,
vai cada um segurado seu desliuo, levando a tropa
dianle de si.
n Dao o nome de florao as beslas raelhoics de urna
ropa; qnandn a maior parle dellas he boa, dizem
he mulada alia ; quando he sullrivelmulada
uaija, purem de linda cor ; e quando as beslas sao
pequea, Mugras. e de roim cor, chamararalalha-
rlasraimos magro, etc. etc.
ii A venda da primeira tropa, oque>svezes se
demora por alguns dias, dao o nome de rompimentu
ou abertura da feira; depois deste rompimcnlo,
vam-se vendando Iress qpalro e cinco tropas diaria-
mente, e Indas vao ja passando para oulro lado, e
segurado su viagem.
ii t) compradores, como se v, i-llectuadn que se-
ja o seu negocio, deiiam immedialainedte Sororaba.
e os vendedores, coui algibeir-s recbeiadas. anda e-
demuram alaum lempo, aalnlidaa em jogns, eopee.
lacillos, ele, ele, Mas emfim, pouco ? pouco vao
desaparecendo lodas as pessoas de fora eesla cidade
torna aoeu estado normal. ) '
tis-ahi nina idea da feira : grande nuriioro de Mi-
nciro- a ilahianns podem avallar se vai exacta ou
apropriaila a lescrip<;ao.
(Caila parlicular.,/
{Jornal'do Commercio do lio.)
;OKUKSl'ONUENCIA lio UIAIUU DE
l'ERXAMIUCo.
RIO
6 de junlio.
(aro .M Escrevi-lbe Ingu qne puz ps nesla
iiiiiaruloa Ierra, onde o mesmo cbolea nao achou
muilo que fazer; ma n3o sei se deu-allencao
ininha pobre epstola, se a accommodou em afean
caiiliuho do seu Diario, ou a deijoo, engeilad, ni-
tro os papis de iieiibom presumo, para ler um uso
pouco decenle, c que Icria de murliiicar bsslaule
oeu nrgulhozinho, embora couheca que por essa
leein passado mudos e moilos escriplores de minha
lorra.
Nao sei qual o deslino, porque nao tenho rece-
ido, por culpa de seus encarregados, ou do coireio,
o que he maisprovavel, seu Diario, o qoe moilo
0 muito me lem lucommoda.lo, porque, quando me-
nos, indica que alo pUcu curam de mim, uu que
aqu tenho deaafcicoados no coiraio, ou socios, qoe
me hlain os jor'naes. Em qualquer caso elon mal ;
lire-me, porlanlo, o mais breve, dcsta duvida, que
me assallou. lie hura sabermos como e com quera
vivemos.
Por aqui \ai ludo muito bem, c o n Judeu enau-
le a nao dciou traeos. I'enhu visto as mesmas
caretas de meu amigo coubeciraenlo, com pequea'
mudilicacao, dealguma arranliadura do Im inno de-
do do lempo, tiu de algumas imrbas a europea, ou
a Crimea, que me leem dado as vistas.
O sexo feminino mostroe, que poda ser constan-
te por alguns raezes, e nao lem feilo alterarlo uas
cibejas, eiccplo em augmentar o volme do chou-
rfeo .los cabello e diminuir a capacidade do cha-
pe ni los, que parecem boje dedaes de menina em
caloso dedo de grosseiromachacaz.
ihzem, que leem liavido muilos casamenlos;
na?, ou porque as rainhas condecidas tenham feilo
voto simples de cashdade, oo nao Unllam andado,
como convinha diligentes na pescara, anda se con-
servan) em dispombilidade, rauitas das qoaesre-
qoerein aposenladoria breve, na reparlicao de Cu-
pido. v
Alguns dos uossos dignissimos audam cabis-bai-
xos, porque be tul a sua quaorutura, qne se achara
inrompaliveis com um circulo, anda que Ibesque-
brem os quiuas.
-Muilos dos nessos excellenlissimos se apresenlam
dislrahidos e od /Vpnesio, como verdadeuos malhe-
malico-, smeme oceupados na reduciao dequadra-
dos a circulo, para u que Ihes he misler eu-
cunlrar o centro.
Certas pedras eslao tomando, seb os compassos
minitleriae, as formas redondas, para servirem de
lampa aos rcalos, que anda cslio sem ella, ou
sem alian.i mal ageitsda ao goslo de Ss. Ejcs.
Moilos de nossos veteranos aogu-lo clamaiu con-
tra a decluiarlo do sua loicas inlellecluacs, e sus-
tentara constilucionalmenle, qoe um padre cot.scriii-
| lo, qualquer que seja sua idade, est capaz de ds-
correr o deliberar, por is-o que he vitalicio.
>em a dura esperiencia os convente, de que es-
lo sujeilos a frasilidade da nalureza humana !
Ja ", pois, caro 'litio, que a corle de huie he a
curie de hontem, salvas as pequeas emendas, que
Ihe leem feilo o progresso refleclido e a conci-
liai.ao.
Tenho encontrado mais alguns aares a posl-eho-
lerinos, a que soslenlam serem mais do que es an-
li-cbulerjpos. a E-les allegara per si a anliguidade ;
mas aqavllcs nizem, que o bsronalo nao he como o
vinho, que he lamo melhor, quaulo mais velbo.
Como quer que seja, o cholera da ttulos e tala no
seu direilo, porque he o maior soberano, que eu co-
Dnec, odepois do ureo Btelal.
I'ela coiisidcracao de |>referenria que don ao di-
iibeiro sobre a ningeslade o cbolcrica, eu sustenta
tambera, que os bares feilos pela bolsa, sao alguma
ronsila mais, do que os a posl-cholerinos.
_ I lo que hei dilu conclue-se, que encuntrei como
d'anles. ministros, leoadere, depolados. bailes, lliea-
oulrossupplenles, sendo um driles pela provincia da
l'arahiba, l)r. Tertuliano, mano do digiiissimo llen-
nques.
A coinmis.ao de poderes opnoii pela entrada do
Sr. Marao, e esotra a do Sr. Cntpim. I'areceu-
me singular i lembiau(a, que se assemelbaria a nao
sereui ISn uistinclus o membros da toinmissao. as-
sim a lustiaa du processo l'acca ; mas u Sr. Chnspim
linba amigos, e enlre elle o digui>simo Correa das
Nev ; e discute daqui por um lado, forma tricas
a all por oulro, representado pelo dignissimo llen-
nqiies, que confrseou-se afrontado, e cora razio; o
caso he que os senbores Macario e Cnspim sao hoje
dignissimos temporarios, lao real e verdmleiramente
como real e verdaderamente Iheascrevo eslas linhas.
O Sr. Macario deu copia de. si logo que pikie, e
aineao.i us disiiissinios e os E\ms.; a esle de urna
sova, porque se riram, porque t elle podia rr-se,
quandu o nao despacharan) juiz municipal, aquelles
de provar-lbes que he honesto e lulelligenle, muilo
honesto e muilo inlelligenle. mesmo rindo-se, que o
juizo municipal, apezar de ser, raateiialmenle fal-
lando, como urna caixeiria, he mais do que a desem-
bargalnria, porque dispor dfo homemilo interior; e
finalmente que ha de ser, quer queiram qur nao,
magistrado, porque he moilu honesto, qner s-lo, e
sempre desejou ler era suas maos os destinos de mui-
los hmeos.
_ tem v, caro mi, que eslao os dignissimos e
Exms. mal aviados, porque o dignissimo Macario
nao lem o dom, o egredo da dizer muilo em punca*
palavra; ao contrario lem a invejavel habili iade de
dizer pouco em muilissiraas.
Por duas vezes que debula, faz fiasco ; isso dizem
os maldizeutes ; mas eu enleudo que o joveu he lu-
do quanlo diz; que nao he um centesimo do que
Doea,
Coragem, dignissimo, cora&em !
V. Exc. ha de ser magistrado caiieito cora ou sem
beca, ha de serdesembargador, ha de ter os deslinos
de muilos homeus era suas mlos, ha de ser ministro,
hispo uu papa, quantu qoeira, poique lera curagem
muda, iiiuiii-siuia caiagem,
Quem assim he. conquxla ludo, ludo alcani;a.
A oppii.iijao na temporaria lem desapparecido.
Est a cmara em disposicoes chrisiaas na proiimi-
dade desea psssameolu.
Nao val de cerlo apena brigar por Ha curta vida.
O gelo da Sberia cresce e o mesmo lempo ncli-
to lerraz resseule-se dos efleilos da alhmosphera em
que se acha.
Eu qnizrra seular-me em urna daquellas calman-
tes csdeiras para ver o efleilo que produzem. Devem
ser muilo refrigerantes !
O Exin. Wanderlev, enlre os velhos parece-me
nos se us quinze. S. E\c. foi um pouco apressado ;
parece que devia estar por mais lempo na calmoia
rogiao, mas emlim como foi de seu gosto, va la.
Os .an.phi -io por caes tao picantes,-digo mais,
ardentcs. e em verdade anda nao linha ldo em lel-
Ira redonda lauto insulto. So a imprensa-dalii pode
pedir mecjs a de c.
O saz esln pho, ii'rim verdadeiramenle
lamparilla, e apezar ta la, d figas aos candieiros
de nossa Ierra. Nao he illumioacau para o seculo
das luzes.
A polica esl cada vez mais rabugenla. Embicou
com os tugeles, bicha* (Iraques) rodinhai, pistolas,
e ludo quaulo esloura, e cha de sorle, que (vemos
umS. Joao bem poucu cslrepiloso.
Eu, enlre um enorme pratu de batatas, iohame,
apius e rlleles, sent por mais de urna vez agua na
horca, lembrandi.-me de nossa cangica, e bollo in-
glcz, nica cousa britanuica de que eu goslo.
Maldisse a polica, e a raa lembranra de uos da-
reni hlalas noile de S. Joao. A nao ser a amavel
cuiiipanhia em que mo arh.ua. cerlo que estara iu-
cousolavel.
Teein apparecido |ior c uraa sucia de poema,
que indica a subsistencia da rara dos poetas, que al-
auns julaavaiii eilincla.
Kecomineiido-lhe Ca onfeoeracao dos Tamoios,
brasileira, e as poesas de Faustino Xavier de No-
vaes, p.ortuuuez.
Diz um folhelinisla do Comi Mercantil, que
roramdrscubeilasas ossadas de un penis antedilu-
vianos de um lamaiiho assombroso. Achou-se um
ovo. que prelendem fazer incubar ; e essa desco-
beita lera ledo encher de prazer a mais de um gas-
trnomo, queja lem preparado lomo para asar o
Jesiendeliles ilessa rara quasi perdida.
Diz o no'-iiio autor, digno de iodo o crdito, qne
no lempo dos lars penis baviam urnas rapozas do
[.-maulin de um burro, que os comiam. Felizmente
nao se acbuu ovo al&utn das laes raplos, purque du
contrario estariam mal os que quizessetn trincar os
papos do laes penis.
O uiesnio escriplor, homem de saber proiundo,
pnncipalmenle das ceosaa aulediluvianas, sustenta
com um serio iuipaga\el, que uusfomosj .no-, de-
poispeues, depon lepls, e finalmrnlehomens, como
hoje. Nao Unios noticias ilsso, diz elle, porque fa-
zem tantos anuos que nao se podem contar.
Mal neoaava eu que as cobras eslavam brevemen-
te a passar a homens Quem sabe, sabe.
Appaiece no Diaiio.do /fio urna chronica da au-
gusta, que lem reiln arder akuus dos digiiiisimos.
Atlribuem ao dignissimo e lilleratissimo Pereira da
Silva, e Ihe lem arrumado boas calana.las. Elle ne-
ga, mas naq. Ihe aceilam as desculpa, e vao dando
de lijo.
0 dignissimo Ribeiro de Audrada foi descobrir
em certo diccionario um artigo de Capadocs de Pe-
rena, em que aquelle disliuito orador he tratado
como merece, e loinoii com rile urna dessas sulcm-
nisimas desforras, de qoe Dos me litre por muilos
anuos.
Disse elle, que esse genio, que tanto avulla aos
ol.o. do eslrangeiro quasi que he desconhecidoen-
tre nos, o que bera moslra, que os estrangeiros sa-
beui mais das nossa cousas do que nos mesmos.
Tudo he toleravel, menos chamar aquelle dignis-
simo i-ouvi, .quando he pessoa, embora uao bem
apfssuado.
Eisoque lem bavidu de mais nolavel por ela
grande corle, qoe hoje de dia aU mais limpinha ;
de noile, porein. he oulro canlar. Tudo quaulo ha
de peior enlre os segredos doinislicos se arruma oas
ras em muules, maL ou menos volumosos ; e lri-
le do nariz que >e recolherdas dez em dimite. Urnas
carrosas, purem, liis depositaras das albeias Ira-
quezas, a horas moras, recebem as escorias da socit-
dade, e as conduseo nao sei para onde.
He quanlo se pode avallar a raizeiia da coquele
rainha da America, que de dia brilha e de uoile
fede.
Oiiem nao lem suas flaquezas'!
Saude, e quanlo apreciar Ihe desejo em quanlida-
de. que au Indigeste, pul raudos e longos annos,
na doce paz da cuncibacau prosu-ssista no centro de
un b .ni circulo.
N. II.Corre que eslao fechados os circuios do
norle ; os do sul, porm, eslao mais diiliceis.
, mmla gente ; porm parece-nos que se o bicho apa-
rado quizesse agora r-pirrar, haveriam oa.< redeas
| para coule-lo : a maiirala.... fueiunt uu fuere'.
Desde ja prevannos a quem se prepara com
i apuulameulo*cunlr cjrlo curaiiinidaiilede halalliao,
| que halam u'uutra porta ; oslaremos promplo*. lim,
I sustentar qualquer superiur, quando quizer man-
ler a disciplina dos eus subordinados, pois nao 1
nao he mais do qoe zaz Irss, fogo no guardiao; ou-
lro ollcio aiiiiciuniios, que para peleca ou instru-
mento trinos pouca sepilo.
Em Ipojuca, leaondo consta, um francoz |>or
nome Eogojiio deu urna bufelada ii'um menino bru-
coc livre, por eaosa Ue um vinlem, se a causa fosse
rail res, sera duvida bue o meuiuo teria levado para
eiisiuo urna facadiuhaj, anda que fosse em lugar qua
nao marraata logo, urn como esta adiaulada a Fran-
ca era Ipojuca. loma I liga... Sr. argento, voweroec
que nao prenden o delioquenle, purque nizem deva-
garzuhu saber com vos-emec pujar uraa lieira, bem
rasgada n'um mararal !
O digno ex-sabaelegado de Correnles capilao
Candido Jos de Barros, esse distinelo cidaihlo que
lano se sacrilirm durante a lormeiilosa crise do
cholera, prestando serviros incoiileslaveluienle valo-
simiiiios e demasiadamente apreciados pelo digno
l)r. juiz de direilo, ajeaba de er exonerado.
l,"ni cahorrinhu de eolio..N'iiin desses dia as
4 horas da lardo, ura raxeiro de cerlo senhor,
la para a Passagem. indo dar a raro do coslurue
ao rachurro do amo, um lila lemivel que eslava
preso, succedeu que ja an laudo o dito cachorro in-
trigado cun o caueiro nulo sabemos que anlipalhia
podo haver enlre um cao e um caueiro ; falaiida-
des......leu-lhe una avaucada Ulo rpida e hlo se-
gura, que toda mica do pobrezinho licou u'um pice
enlieas prezas uieilonlias do canino ntiimalejo, de
orle que por mus de meia hora fui o pubre rapazi-
ulio o brinco doraiielinho mimoso, que com as pre-
zas cravadas na nuca e querendo dilacera-la u ma-
laria, se um liro no damnado cao nao viesse salvar
o pobre caixeiro, que esleve em aperladas horas,
nos danles de Klu imaiisiuhu cordero.
Consta-nos que acha-se anda muito mal a mo-
ja, que se assustou com a aprsenla.;.o. da prela mor-
a para rr comprada ; sao as cunsequeucias de urna
briucadeira estpida, que recalnra sobre a cabeca
de quem a pralicou, se as coiisequencias forera an-
da mais funestas do que eslao sendo.
He sob raaneira honrosa a ordem do dia do
quartel general de 3 docorrenle, sob o n. 292, em
que os serviros do djatincto Sr. capilao do !! bata-
Ihao de infamara Francisco Amonio de Souza Ca-
msao, nao romo delegado do l.imoeiro e encar-
regsduda polica del Pao d'Alhn e Nazarrlh, senao
tambera como comniandanle do destacamento vo-
lante, 5o devidamente apreciados pela Esm. br. ge-
neral, e pelu Exm. Sr. contelheiro piesdeule em
seu ufliciu de 2 do crrenle, em que concede a exo-
nerara ha muilo pedida pelo Sr. capitao CaraisSo.
lie ceilamente para gloriar a quem recebe tao
merecidos encomios, nao sendo" elles partidos d pes-
soas depr mientes, e nem que precisara do elogiado,
senao para fazer-lhe a deuda justic,.
O Sr. capitn Camisau portando-se sempre com
lodo os predicados de urna auloridad enrgica,
honesta e humana, priiicipalmenle durante a fatal
passagem do lerrivel viajaste pela localidad* de
suajurisdic.nl policial, luruou-se o alvo da heneaos
de lodos os cidadaos bem iulencioiiadus, e dus que
se achara encarregados de presidir a provincia e a
armas. S nu he urna estrella benigna, que acom-
panha o nomeCamisAodurante melindrosas coru-
misses, he o preslicio de seu nome adquiridu por
urna educaru lunada e perfeilu deseinpeuho deseu
deveres,., temos fe que anida n.lo he chegado o
lempo de o Sr. capilao Cnido doscaosar, oulras
commisses lalvez 1,1o honrosa Ihe eslejam reseiva-
das.
Dos pri milla.
Infurraam-nos que o Sr. tenenle-coronel Kel-
ly, nominndome do dcimo halalh.lo. foi o primei-
ro que ejpedio piquetes para rondar a noile, o que
muito o honra.
L'ma postura exi.le, que determina que ne-
uhuma cata se pide fazer sem previa licenca e cor-
deacao do eiisenheiro da caraara ; moa, apezar de
lia etplicila delerminarao, urna se esla construindi
na Baua-Verde da C-ipun-a. que em nada se con-
forma com a | I ola da cidade. Nem lana cegueira.
Sr. S. Jorge, mais recato ; seus ademanes i
donaires sao bonitos para oulra ra, que nao seja
lao publica como essa em que Smc. emprega-se
Mais om pouco de alteucflo para com os vizinhos.
Andar assim nao he bom andar!
Amaiiha he o dia em que se cosanla locar e
dansar o celebre maracal, de que lano lemns fal-
lado, u .s mas da Concordia, Palma, Roda, Fogo, c
alraz da de Santa Thereza. Alerta, Sr. subde-
lagado. laesdansas infernaes cum suas husmas e
bombo* do interno, s<> ao digoa* da Cusa d'Africa !
Nao deaaeoroede, que quando nos virmos livras de
laes llagellos, implurareinus para S. S. encheules
de bens celeiies.
- A companhia Roberlo d o seu priineijo espec-
tculo quaila-feire vinduura. Aucioso o publico
aguarda esse dia, em que deveri premiar o me-
tilo.
Hospital de caridade 2 de jolho70 doeiiles.
Julhu 373.
o 472.
t'r ainanhiia.
PAGIMA iiVULS.
- 1S3S .: SHA 2
E digam que os doudo n.lo lem juizo! Antes
de hontem a uoile lu preso lia lloa Vista um sujeilo
que pelo furor com que grilava a laes deshoras eram
II da. loilei pareca -star como diz liilii-menlira nu
pello, c para lixrar-se das nulos da palmilla brada-
va que ella Ihe pedir por sua soltura 20o, e une sii
lendo em sua algiber. nina, moeda, por islo Ihe le
vava preso; que expediente', que calculista nro-
curou aleinon.-ar a forra ollendeiido-ll.e sua Ao/ie<-
uaade... fcli/im nte anida icino- toldada* que adiau-
le doch.fe de polica ua sabem la torcer-se por
quaesquer lucias pahuasdireilo!
Ja nao querem mais agua. Na ra llireila por
TSL^iL-F^^^
lu" I.-'..... -' anodos ; l quera .; Tio he t'^ad mas a.U'que em'
j.. nao encon re. o meu despacho, roas tenho fe na porcalha a quem Uansila ; he que rert "'^ ..en'
legislatura redonda, porque os quadrados sempre .......
me foram lunrslo.
O fri lein-me pesio em aperlus, confesso-lhe,
porque eu lambem sou dos taes, qoe n,1o goslo de
resfriar-mc ; mas como por aqu a salubiida-
d<< publica nao vai ma. achu um pouco ex-
quisito [i fazer queelao de calrico, e cuia dir-
Ih-liii, que o meu numero um, vai bem, depuis
que deitei o I'haruut, a onde me deraro, sem pro-
vello, c a cusa de bom diuheiro, ninas lire* de
anlropnphigia, em coslcllas de carnciro, que anda
bal'iam no pral...
Esse* Ingieze, leem deicobertai philantropra ,
que adiurara !
Poucoe pt)aoo se acu.luin.u.i a devorar vivo mu seu
scmelha.ile, comeijaudo |o los oulrus Eu, per mata
que u que:ram, au leuho aeito para [tvglez, tenliu
dito e por nina vez.
A quesia.. l'acca, nao sei se ja o sabe, seguio para
Syberia, purque os augustos entenderam conve-
sa que seis nao s.lo lucia ouia ; eslo hein errao'us
Dis-erain-nos que na ru. Velha heviam cava-
Ihadas, depois .pie lodos os moradores se agazalha-
tam; demos a noticia sempre em nosso*escrpulo*'
nis ag ira somos inforroados que esas cavalhadas
sao acia duna de desaforados, que mis dia em cor-
las Baile* era carrerera pelas calcadas, e ircm ouri-
nar era algumas porta, da jelo/ias, e nao se falle, nao
se peca providencias costra um lal procedimeiito
porque se llgoefn o lizer nao lailn, ele* velhos e
cadcllosque queiram dilacerar ruin denles babosos
as nossas polo es e inermes paginas avahas;__na-
ciencia! '
Foi chamado a juizo poi Bailar & Oliveira e
fiscal de aaoto Amonio, para indemnia-los de urna
purrao de carne sena em estado de corrupr.lo, que
pelo mesmo liscal foi laucada ao mar.
I na repre.enlacAo de proprielarios de Ierre-
no se prepara para ser levada ao conhecimeulo do
CMARA MUNICIPAL DO KECIFE.
I.'SESSAO' ORDINARIA DE 12 DE JINHO DE
1856.
/'residencia do Sr. barao de Capibaribe.
Prsenles es Sr. Regoe Alhuquerque, Reg, Mel-
lo e ti mono, abrio-se a seaslo, e foi lula e appro-
xada a arla da anlecedenle.
Fui lulo o sezuiule
EXPEDIENTE.
Um ofllcio doEjro. Sr. presidenle da provincia,
commnnicaudo ler cnnreii lo a licenca qoe pedio a
companhia da estrada de ferro, para e utilisar tem-
porareamenle do eiilic > nacional que se acha edifi-
cado as projimidades da fortaleza das Cinco-Pon-
as, cora rondirao de dar ella urna cas para abrigo
dus mendigos, ou salisfazer n aluguel da que par*
esse fin lizer esla cmara acquisii;ao ; e recommen-
dando que, ama vez que seja satisfeila a referida
coiidicao, fizesse a cmara desoecupar o mencionado
edificio, fazendo entrega das respectivas chaves.
Que se respomlesse, que nao sendo lao fcil a c-
mara, como lalvez seja a' companhia, alcancar cas,
esperava a nvFsraa cmara que ella o fizesse, e entao
cumpriria fielmente a ordem de S. Exc.
Oulra do mesmo,communicando, que lendo se da-
do ltimamente neab cidade alguns casos do chole-
ra poiadico, o chefe de polica e a commissHo de
hygiene publica Ihe nfli.-iar.iin, pedindn com uren-
cia providencias, para que o enterramento dos cho-
lencos fosse feilo immed.atameule, como om meio
de prevenir oreapparecimento do mal, e nao achan-
do-se esla cmara reuuida, e sendo urgentes as me-
didas, mandara que o almini>lradnr do cemiterin,
nbtMvaase relativamente a inhumacao dos cadveres
de cholencos, o que a esle respailo leve lugar d-
rame a poca cm que o mal aqui reinoii epdemica-
menle.Inleirada.
Oulro do administrador do remilero, remetiendo
por copia a ordem qoe no sentido cima Ihe ejpedio
S. Exc.Inleirada.
Oulro do mesmo. asseverando que foi com effeilo
tratado no Hospital de Caridade o africano livre
de nome Francisco, oceupado no serviro do ceraile-
rio.a que se refere a conta aprcsenlada" pela respec-
tiva admiu.slrarao, Ina importancia de 42;14 rs.
Inleirada e mandon-se pasar a cunta.
Oulro do mesmoJ pedindo tomasse a cmara seria
providencia, contri o aboso que se eta' dando, de
se inhomarcm em talacurahas, conlra a prohibicAo
d comm.s.1o de higiene, cadveres de pessoas, q'ue
se cuntiere- lerem fallecido do cholera, mas que al-
tetado* TaUos dizem o conlrarlo.Resolveu-se que
se reprcsenlae a' hiesma commiSAo, para lomar as
medidas que julgai- arenadas.
Oulro du vigarini dos Acopados, remetiendo a rel-
(ao dos baptisado* que houvcram naquella Cregue-
zia nn semestre de julho a dezembrodoanno pas-
tado, 'IF sendo fg de pessoas livres. Ao ar-
chivo.
Depacharam-se. a pel-riles de Bernardo Roque
f, de Francisco las Chaga |.ins, de Joto Lula
Ferrara Ribeiro, He James llallidav, do Jnaquim
Amonio de Castra Konea, de Joa'qu.m Jo de
Amorim. de Manuel Antonia Pereira. de Leandro
Joe Ribeiro, de Theotonio Joan da Cunha, e le-
vanlou-se a stgp.
Eu. Mancel Fert-eira Accioli, ecrelarioa suhscre-
vi.Karao de Cabibttrihe, presidente.llego e Al-
bui/ueri/,.e.i;aii\eiio.arata d'.-llmeida.Mel-
lo.llego.Frailea.
,:l
Presiden: la lo Sr. bunio de Hapibaribe.
Prestentes os Sr. Ileso e Alhuquerque. llego, Ba-
rata, I-ran.a, Mello e Cameiro, abrio-se a lessao,
e foi lida e approlada a acia da anlececeule.
I o lido u seguinle *
EXPEDIENTE.
director Interino da* obras pbu-
lo, qoe e Ihe consta ler Juse Carnciro de
los Lucio l.ins fornecidu para a
o os muleriacs constante* das cun-
ara, os quae apresentam mais re-
ohra, que documenta e compre-
fazcm : que u tacto de nfln sla-
los e m cenias rubricada por en-
i de nao o haver etiliio na obra,
elle cerlamenle linha de guiar sr
lor. que he quera recebe, e coola
os matemos ; q je se elle director nao rubrican o
documentos, qu indo uisu Ihe rollaran.. Coi somenle
so encarrega.l.. da obra ; mas nao,
dever recusar os recibos passados
Cada que circula a prac,a da Independencia.Que
uiandasse fazer os necastarios reparos.
Oulro du mesmo, participandu achar-se arruina-
du u eiiipedi-ainenio da ra da Cainhoa do Carino,
pelo ladu da ra Nava ; e que leu lu licadu urna
porriio de pedra, da que se comproii para os reparo
do calramento da dita ra Nuva, poderla ser ella
en.pregada uaquelle, se a cmara assim o resolxes-
se.Que maiulasse reparar, erapregando a pedra
que resluu.
Oulro do mesmo, inforniand* circumslanciada-
menle sobre a pelirao de Jos FrancnTo Pereira da
Silva, que requereu para fazer lerraco, abrir janel-
las, e oulras obras, era seu sobrado, na ra da Ca-
deia deste bairro. Quanlo ao leara, resolveu-se
que o peticionario apresenlasse a respectiva planta,
e quanlo ao mais conceden-se a licenca.
Oulro do engeuheiro cordeador, informando acer-
ca de oulra pe.rao do mesmo Jos Francisco Pe-
reira da Silva, que se o requerente pretende nica-
mente rebocar o cuuhal do norte da frente posterior
do seu sobrado, silo na ra da Cadeia, e o raesrao
fazer ua cuzinha respectiva, parecia-lhe, que se Ihe
devia conceder licenca, urna vez que houves lancia liscal, para nao se exceder os limites da per-
idissAu.l.on.-r leu .e licenca para rebocar somtule
o cuuhal.
Oulro do mesmo, remetiendo, em observaucia do
despacho desl* cmara Sobre a peiijAo de Franca (J
Imiuu, a parle da plaa da cidade, que compre-
heude a eanlinuac.au da ra do caes do Ramos com
as alteraces convenientes e uecessarias, indicadas
por Iracas azues,A' cummisau do edificacao.
Foi approvado um parecer de commissu de edi-
licacAo, dizeudu acerca do que requereu Vicente
Jos de linio, que exisliudo plaa approvada, o
lugar da Soledade, deve o requerente a ella ciugir-
se na edilica;u que pretende fazer ua ra das am-
plias.
Couslaodo cmara, que alguem requerera ao
goveruo da provincia litlo de aforamenlo do lerre-
uo de marmita, existente nos fundos da igreja de
Sania Rita, que pe planta da cidade esla reservado
para serventa publica, achando-se semelbanle pre-
lenrao ja adiaulada, resolveu olliciar ao governo da
pruviucia, para se n.iu veiificar o aforameulo re-
querido.
O Sr. Barala ficou incumbido de tratar com o ci-
dadao Jos Francisco Pereira da Silva, sobre o va-
lor da desapropriarao da parle do seu sobrado, que
deila para a ma do cae projectado, ao corle da
ponte velha do Recite, visto ler declarado o mesmo
propretario o procurara para eslo fin).
A commissu de polica, incumbida na sessao de
31 de uni passadu de verificar, se o eogenheiro
cordeador linha recolhido todo os instrumentos de
engrudara, que eslavam era eu poder e plantas, e
de syndicar do proceuimento deste empregado no
cumprimeulo de seus deveres, apreeotou um pare-
cer circumstaiiciado, declarando que, segando a in-
fonuar.u, que culhera do procurador, os instru-
mentos haviam sido recolhidus ; e quanlo a seguu-
da parle, que o engenheiru se havia portado mal no
desempenho do sea empregu, platicando alguns fac-
los menos probos, que i cummissAu iudicou, pedin-
du rosse o eugenheiro exonerado do eargo.Pealo
em discusso o paiecer, o Sr. Barata combate-o, e
pede que teja ouvdo o acensado, e assim se resol-
veu, reiiietleudo-se-lhe todos os papis para res-
ponder.
Manduu-se reraeller commissao de edificacao
a pejirAo, com urna planta, do Dr. Jos Juaquim
de Moraes Sarment, requerendo a reforma du ali-
uhamenlo da ra da Cadeia desle bairro, na parle
que comprehende a sua casa, na exlremidade do
lado do norte da raesma roa, alira de poder couver-
ler em um elegante predio a mesma casa.
Desp.charam-se a pelicf.es de Antonio Jos de
Siqueira e oulros devotos de Santo Amonio, de An-
tonio Jos de Magalbaes Bas'os, da juuta adminis-
trativa do hospital poi luguez, de loto Jos de Car-
valliu Moraes, de Vicente Jos de Brilo, e levanlou-
e a ses-Ao.
Eu Matioel Feneira Accioli, secretario, a sobs-
crevi.
Declaro em lempo, qoe o reqoeriniento para que
rosse euvidu o engeuheiro cordeador acerca do pa-
recer da commissao, foi feil.i pelo Sr. Reg e Alhu-
querque.Accioli, o declarei.Baro de Capiba-
rtbe, presidente.eoo e .llbuquerque.liamei-
ro.llego.Mello.
asx.cr.a, porque os auguslos entenderam conve- Exm. Sr. presdeme, alim de que Ihese-nace I
...enteque,, proresso.apezar de mon.lruo.o, segui,- u lempo, du que aquelle U.e mSkSRSmTiJmX
se seus turnos; ma nao consenliram que elle fosse
preso, tirando entrelanlo fazer le.
Por o r :.|-,. da
.!,-. i..,., illinlrada, surilnu-se a
quemin, ^ marcuu para sereln rauradus eses lerrenos. sob pee*
de urna mulla ouerusisima: quem au pede, eo
nao oove.
I eli/.uenle lulo nos canda, que runliuo*ro
mu. .i .-aso, eanoradicoi, qu* ,.. jan nporsndo a
I ni ufliciu do
cas, respopili'uih.
i du corrate, q
Souza Lcenla
obra ilo maladou
las que aprese.la
ribo do lo.lor d
va o pedi lo quil
rem os iluriime
senheiro, prove
pois e houvessej
pela nulas de le i
por nao achar
porque jallas**
re>ulveu-sc, a
cas-em adiadas
que con-la OXis
compelenleiiienl pelu feilor.Posto era dicusa...
qucrin.enlu do Sr. Barata, que li-
s>s coala* ale apparecerein oulras,
cm. alim de se saber da lulalidade
dellas, e urden ir-ce seu pagsmenlo da uiancira
conveniente.
Oulro do cor niel Jos Peres Campello. dando a
razao porque nio Ihe lio pussixel prestar juramento
e ejercer o cart-o de juiz de paz du primeiro d-
Incln da fresuejzia de S. I.uurenru da Malla, para
que o chamara la cmara.linchada, por ja se ler
olliriadu ao uppiriile cumpelenle.
Oulro do procura lor, ejpoudo a conveniencia de
clas.ihrar-e I.- priucipaes a ras, que o devem
ser, c mesmo exaininar-se a tabella da lajas das
licenca. para ver se ella deve sulTrer ,kuiiu refor-
ma.A commissao de polica para dizer sobre o
onfacio o que julgar convenanle.
Oulro do Irreal di, l'reeunu,. rominiinirtindo
que se acha dei^ouctrlada, em raras losne., i cal-
JOBY DO RECIFE.
2 de julho.
Presidencia do sr. Dr. AUxandre Bernardina dos
liis e Silva.
Promotor publico, o Sr. Dr. Antonio Lo.il Cavil-
canli de Alhuquerque.
Escriv.lo, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
ves Clemente.
Feila a chamada s 11 horas da maiihaa, acharam-
sc presentes 4.'. senbores jurado.
Foram dispeuiados da sessAo os seguinles se-
nbores : |
A' requisicao do presidente da commissao de exa-
me do arsenal de guerra, o membro da mesma, o
Sr. lenle Jos Ignacio do Medeiros Reg Mon-
teiro. R
dem do regedor do Gyranaso Provincial, o Sr.
prulessor de geometra do mesmo, lenente Antonio
Egidio da Silva.
dem do administrador do consulado geral. o Sr.
feilor conferenle do mesmo Jos Affonso Ferreira.
Por torera apreemado altedado.i de molestia, e
lambem relevados das mulla, du dia antecdeme, os
seuhores seguinles :
Antonio Pires Ferreira.
Antonio da Silva i lumia.ai-.
Firmiano Jos Rodrigues Frrieira.
Por Isr apresenlado documento, em qoe moalron
ser eslrangeiro, o Sr. Jos Mara da Coila Car-
valho.
Foram relevados das mullas era que incorreram
no dia antecedente, os seuhores seguales :
Jeziiino Ferreira da Silva.
{anuario Conalancio Monleiro de Andrade.
Silvero JoAo Nepomoreno bastos.
Jiisi.ii.i Pereira de Farias.
Joaquira Mariiiho Cavalcant de Alhuquerque.
Deixaram de ser multados, por nao lerem sido no-
tificados, em couaequeucia dse acharen) fra do mu-
nicipio, os seguinles seuhores:
Alvaro Augusto de Almeida.
I.iu/ i mili; alvo- Agr.
Foram multados em mais 20s rs. os oulros seuho-
res jurados ja mu lados nos das anteriores, e mais os
seuhores segaintes :
Anlouio I.uiz do Amarsl e Silva.
Dr. Carolino Francisco de l.ima Sanios.
Jos tires Ferreira.
Antonio da Silva Uuimaraes.
Slajor Filippe Duarle Pereira.
Tendo-se verificado haver numero legal paraos
trabalhos da sessao, u Sr. Dr. juiz de direilo, presi-
dente do tribunal do jury, a declarou aberla.
Aberla a dita seisio pelo loque da campainha,
comparecen o Sr. Dr. Francisco He Atsis de Olivei-
ra Maciel, juiz munj. ipal da sesuuda vara e prepa-
rador dos processo do jury, e apresentou 1" proces-
sos. devidamente preparados, para sercm julgados,
os quaes sAo os seguinles :
1 Autora a justica, ico preio Hermano Lopes
Frasao *
2 Autora a justica, reo preso Benjamim Polacolo
da Silva.
: Aulora a joMfea, ro preso Joaquim Dias dos
Santos.
4 Aulora a juslica, roo preso Jos Francisco Ri-
beiro.
o Aulora a juatiea,, reo presos Clemente Jos de
Sal Anua, Manuel Elov da Couceicilo c Marcel-
liuo Gomes Correa.
6 Aulora a justica, reu preso Pedro Alves dos
Sanios.
7 Autor* a justica, rao preso JoAo Antonio Correa.
Aulora a juslica, reo preso Autunio Francisco de
Souza.
9 Aulora a juslica, reo preso Jos Pessoa da Cruz.
0 Aulora a justica, reo preso Alexaudr* Joao.
11 Autor o Inglez Andrew Somquesl, reo preso o
Uespanhol Jos Casales.
12 Aulora a justica, reo preso Jos Maria Cardoso.
1.1 Aulora a jualira, rq preso Anlouio Francisco da
Silva.
l Aolora a juslica, reo aiiurado Cosme Damin da
Silva.
1 Autor Joaquim Paes Pereira da Silva, reo afin-
cenlo Juviu.ano Alves l.ins, e ausente Milita de
Souza Montenegro.
III Autora a juslica, reo afiancado Antonio da Cos-
ta Moreira.
I" Aulora a justica, reo afiancado Firmino Floren-
cio de Mello.
Dos quaes se procedeu a respectiva chamada.
O Sr. juiz de direilo. presidenle do tribunal do
jury, mandou que se fizesse urna tabella marcando
o da cm que cada um dos reo* linda de ser julgado,
e ordenou que Ihe fossero feilos os processos con-
clusos para os examinar, e su.peudeu o Irabalhos,
adiando a sess.lo para o dia seguinle i |i| horas da
maobAa.
BEFARTIQAO DA FOI.ICIA.
Sccrelaria da polica de Pernambuco :t de julho
de 1856.
Iilm. e Exm. Sr.Levo ao eoobeeimanlo de V.
Exc. que, das dillerenlcs parlicipace boje recebidas
uesta reparlicao consta que se deram as seguinles
occurreucias :
Foram presos : pela subdelegada da freguezia de
Sanio Anloiuu, o prelo Andr Avelino da Cosa, e *
prela Calhariua Maria da CuuceicAo, arabos por de-
srdelo.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista, o
pardo l.mz Fernandas Soulo. por desobediencia,- e o
prelo axeravo Manuel, ,iur lermenlo.
E pela subdelegada da f.eguezia dos Afosados,
Jos de Suuza, e Augusto Candido de Albavde Sei-
xas, por cspaucaineiito.
Deus guarde a V. Exc. I lim. e Exm. Sr. con-
scldeiru Sergiu leueira de Mace.lu. presidenle da
provinciaOchefo de pi>liciaii.lenuo, Dr. I-Acar-
po I jipes de I mi.
lllm. e Exm. Sr.--Ciiuipre-rae levar ao cunhe-
cunei.lo de \ F.jc. que li honlem reculder a casa
de deleacao u pardo Manuel Cipriano de Miranda,
preso cm flagrante por estar espancandu na ra da
Aurora a um iudividuo. que alem de sua avallada
idade se achava em cmplelo estado de embriaguez,
passandu-o a disposc,l., do subdelegado da freguezia
da Boa-Visla para a/erij'uar o Cacto e proceder co-
mo de dir:ito for.
Das parlicipnrdes receblas con.la o seguinle :
Pela delegara do primeara dislrirto diste termo,
fi presa, a prela rjrava Antonia, .. rriiiiprlmenlo
da MODOta.
Pela subdelesar.a da fregancia do Rerie, os
prelo escravos Manuel e Dellna. esti pur fgida e
aquelle por desobediencia.
Pela subdelegad* da freguezia delS. Antonia,
o porlngaei Jo Ferreira dos Sanios, por dcordem.
Pela subdelegada n^ Creguezia de S. Jo. Joao
doi.ralM- de Souza l.uimar.ie-. por desi.bed.enle, e
o prelo escravo Joaquim, noy briga.
t pela subdelegacia da freguezia da Boa-Visla. o
porluguaz Jacinlho de Souza Delgado, por ebrio e
desordeiro, e o prelo eicravo Viclor, por desordem.
Das reCeridas partidpacf.es cu.i-ia mais que e
apresenlarain honlem para o palmlhanieiito das Cre-
guezias desla cidade na de S. Jos 9 praras da guar-
da nacional e na Roa-Vista 10.
Dos guarde a V. Exc,lllm. e Exm. Sr. con-
elheiro Sergio Telxein de Macedo, presidenle da
provincia.O chele de polica interino, Dr. Poi-
carpo Lopn d* Leao.
O vapor Imperador (rouxe-r.os jornaes que alcan-
Cain : os do Rio a 25 do passado, o- da liahia e Ma-
cu a I do correle.
Foram numeados:
Primeiro escriplorario d* alCandegado Maranhao,
o segundo dilo Antonio Corra de Aguiar Jnnior.
Segundo ecriplurario, o segundo dilo da alian.le-
ga da Parad ib-,, Carlea de Cerqueira l.ima.
Ajudante do conferenle da alfandega de Santa Ca-
marina, o pnrleiro carlorario da llieiooraria do Ama-
zona, Joao Fernaudes l.ope.
Furam aposenlado :
Domingos Vieira Caldas, no emprego de ajudaule
do guarda-mr da altandega da Baha.
Vicente Ferreira Muscoso, no de guarda da mes-
ma alfandega. .
_ Foi concedida ao Dr. Francisco Iialdiuo da Cosa
Cabral a damissAn que pedio do lugar de procura-
dor fiscal da Ihesouraria geral de Minas.
Fallecen, no da 21 do passado, Sr. Jo3o Tei-
xeira Batios, negociante, e director do Banco do
Brasil.
O conselho director da Assonarao Typoeraphica
Fluminense enviou ao Sr. eonego Joaquim Pinto de
Campos, em signal de eonaideracao, o diploma de
socio correspondente.
Chegaram ao Rio, no dia 20 do passado, l.'lti colo-
nos por lu, ni /es da ilba do Fayal.
Da Uahia eis o que de mais importante d o Jor-
nal da Babia :
ii lloniom. 22 de jonho, reunio-se a sociedade de
>anonaluarao do Commercio na sala da cmara mu-
nicipal.
e A se>ao esteve concorrida, comparecendo mais
de 300 pessoas de lodas a clatses.
* As assignatoras que se fizeram subiram em me-
nos de urna hora a 36:ajO3O0O is.
o Foram eleilos psra a commissao que lem de pro-
mover a insrripries, os seguinles Sr.:
< Manoel Jos de MagalbAes.
o Fui/ Pereira Franco.
Dr. Jbia Jos Barbosa de Oliveira.
a Dr. Manoel Caetanu da Silva.
n Manoel Jeronxmo Ferreira.
ii Marcos Lucio da Silva.
RufCo Manoel Fsirbank.
E escolhidos pelo presideule para a mesma
commissao, os Srs. :
ii Antonio Alves Ribeiro.
Jos Manoel Formada* Ramos,
o i.ii-lavo de Caldas Brillo, a
Honlem ; :(0 de junhn 1 as I huras da noile Co-
ran) condu/.dos do Maciel paras praca da Piedade,
os dou carros Iriumphaes cora grande acompanha-
menlo de povo.
Hoje a noile serao esaes carros levados a Ltpi-
nha seguidos do grande preslilo dos baUlhoes patrio
ticos.
Para regular esse festejo envinu-nos um do* die-
nos membros da uirecc.ao competente o seguinle :
Noile d* 1. de ju\ho
Preslilo para o acoinpanhameulo dos carros
Iriumphaes.
Na reoniao, que leve logar na noile de 27 de ju-
nho, do commandaules dus baialhc.es patriticos,
que tem deacompauhar os carros tiiumphaes na
noite do I de julho, resolveu-se :
1. Precedrtela dos batalhOes.
01. lugir.l Veterano.
2.Acadmicos.
3.Lyceislls.
4.KegiincJnlo de arlilliariaL'niAo Badiana.
5.Arlilhaha du Pilar.
ti.Regimelilo de arlilharia.l'niao Brasilelra.
.Balallul,i n. 92.
A reclaguarUa ser fechada pelo balalhao patrio-
lu-u- A'mi. i.io.l.i dos caixeiros e qualquer que seja o
numero dos balalhes presentes naqoella noile.
Se caso comparecen, mais doos l.alalluies.co.r
espera, um rcfuinr-se-ba a Iprimeira brigada,
oulro a quarta.
2. As brigada etao compoilas de dous balar .
cada urna.
3. Foram eleilos, commandanle rio chele, briga
deiro I.uiz da Frauca.
Dilo da i. .livisao-Uarau de S. Franciico.
* 2.'Tenenle coronel Theoduro Teixeira
(jumes.
n I.* brigadaDr. Antonio Jos Alve.
o 2.Dr. J*s Manoel Fernaudes Ra-
mus.
3.Antonio Otate da Franra t,tierra,
i i.'Jos de Sa Freir.
i. Foram iiomeado para ir em commissao con-
vidar o Sr. brigadeijo i.uiz da Franra a lomar o
cumulando em chefe os Srs. commandantes dos
acadmicos, l.xceislas e Assuciaco dos eaixeiroa.
. As 9 horas precisas da noile do I\ de julho de-
vem e-lar reunidos todq* os hatalhes palriollcos no
Campo da Piedade, para d'ahi marcharem, acompa-
iiliando os carros Iriumphaes al a Lapinhacom loda
ordem, brilhautiiiio.e enlhusiasmo, que inspira o
dia da liberilade.
Em um dos dias da semapalpassada naiceu nma
menina branca, perfeila em ludo, menos na cavi-
dad* abdominal, cuja* paredes anterior c latera*
fa I lavara inleiramenle, estando as viscera coberlas
apena pela pelle. Dous dos professore da Facol-
dade de Medicina Coran observar o phenomeoo, e
acharara apenas o dou msculos quadrados lom-
baea, e nada mai de um para oulro lado.
A hora em que escrevemotesta nolu ia.'a-scve-
ram-nos que nu dia 30 foi ella atacada do mal de 7
dias.
Os pais da menina moran, no Cralo da S.
A assembla provincial de Scrgipe cotneruu a
Tunccionar no dia 2 do crrente.
De Macelo nada ha digno de menrao.
A salubridade da prnviocia contina inalteravel :
Achavam-M carga para este porto :
No Rio, a barca Flor de Oliveira.
Na Baha, a sumaca Sova .Minerva.
Haviam chegado, sahido desle porto, os seguin-
les navios :
Ao Ro, no din 18 do passado, o patacho Amazo-
nas com 15 dias de vagem ; no dia 19, o brigue a-
mericauo talo* com 10 dias ; no dia 20, a polaca
Xtllosa II eom 14 dias ; e no dia 2-j, o hrigue tlor
do Rio com 19 dia.
A' Babia, no da 26, o brigue americano IMen
com 6 das ; e no dia 28, a garopeira licracao eom
i d.as.
Sahiram para esle porto :
Do Rio, o patacho Conftanra no dia 22 do passado.
Da Baha, o hiale Castro no dia 26.
(ommitttica&o.
MUntfiDT
REVISTA JUDICIARIA
Jury do llecife.
XII.
Aiuda no dia 2i de maio leve o jury de ocupar-
se cotn um processu relalivn a delicio de sangue, es-
pecie que parece ser aquella que mais abunda eo-
Ire no.
Jos Cailos lavare, morador na Estrada Nova,
freguezia do Afog.ulos, hr..nco, viuvo, que repr-
senla ler 30 auno- pouco mai ou menos, e traja de-
ceolemenle, ao ineno em relaeao ao maior numero
dos que sAo levado ao banco fatal, era aecusado de
fermeulos geraes perpetrados na pessoa de um qu-
dam, cujo nome n.iu leuio prsenle, e os leilorrs se-
gando eremos nAo ler o. grande inleresse em aber.
O- reniemos Inoran, lugar, um no peilo esquerdo,
e outro ras nadegas, la delle oOendido ja se sabe, e
foiam feilos com instrumento perfurame, segundo
ludo se deilarava no corpo de delicio. Raca da-
muada he esa, amiga de fazer perfurares nu corpo
humano ; raa havemos uecessariaueule de lamen-
tar a existencia della, einquantu houver tanta gente
prompla em per/arar a propria justica. Se a cri-
tica que encerrara as palvrasqoe fir.m dila au
lem applicacao no |.roceso|deque se Irata, nem lal-
vez ao logar a que limila-sc nessa observarlo, mi
fallar lugar ou occasiLi a que se applique.
Salva alguma circuauUnea mais ou menos im-
portante, que nos escapase ao ouvir a leilura do
processo ( e por mullas razf.es he dcsculpavel alguma
me\,i luan en. que lenhamos cabido, o fado pas-
oi.-se,eda maueira seguinle:
Parece que algumas intrigas exisliam enlre o ae-
cusado e o olleiidido, provenientes de se dizer cora
fundamento ou sem elle, que aquelle puuco despos-
to a guardar un.a xiuvez coulineule e severa, l.uha
suas tences a respeilo de urna irmaa desle. Tac
intriga deram lugar a que um diaachauF -se o lal
qudam, de quera au sabemos o nomo, un poucu
assumado peltiSA'apores baechicos procurara insultar
o aecusado, que I.alando de repel., aquelles insul-
tos fura demuviitu dcse intento pur seu pai que n-
lertiera entre os dous, afim de evilar desurden e
mas nao obstante isla,* l.nga sempre houve, porque
estando o acensado na hiberna de sen pai, os insul-
to- foram reproduzdos, e aliaraudo-se insultador ;
iosulladu ruj.iiain pelu ch.lu, sahlodo aquelle coro o
dous leiimeulos cima rarnrionado.
De oilo lesletnunhas que depozerain uu proces-
so, duas nu puderam enrohnr deludo a verdade.re-
lerindu que uuxrain dizer uu lugar em que u farln
se paisara, que us le.imenlus Curara feilos pelu ac-
cnsado pur occasiau daquella briga. e que chegandu
ao lugar e procurando caplura-lo. nAo n enconlra-
ram. As deraais rrferein aquella h.sloria, declaran-
do n.lo saber nem ao menos por ouvir dizer, cunto os
ferimentus lixeiam lugar. A maueira purque de-
pozeraro mo-lr.-iva que linham q.ieridu encubrir a
verdade para inuoceuUir u procewado. Ah que
e quem Jura lalsu vai para o luleroo, cumu eus.uam
a beatas, quauto nao deve eslar pnxuaiia essa ra-
giu Nu lia ..wiili u depnimentus positiva*
mona veles runliario M-idade ; o nada Ihe
consla, nada sabe be s lurma que leem dad., lu-
gar lalvez au maior numeru de prejuizos do que oro-
cesios leem enlido.
Pensa milita gente, que s allirmando-se o que se
nao deu incorre-e i... perjurio ; mas ni., sera nc-
rullar a verdade. calaru que -e sabe, eque mullas
veres importa o mais e*encial quanlo ao que se
indaga t Se pur um lado o proeedimento de tele-
inuul.a que ma.ligam e recu.am dizer u quesabeio
raerere-nus censura, por oulro vetan* que la.iiblin
Ihe nao falla desoulpa : que muilo he que ura pobre
homem para fazer bem a seu proxioi,, se tpuut um
punco do juramento prestado, quando tanta "*cte
allatoeute collocada,tanto fuocciuuanupublico, 'eiao
a cada passo trabindo o juramento que prestaut ''
Para nos, porem i,lu cnmiiiusus s3u uu cora uulros:
compra cada um seus deveres, que a sociedade,..|t
he, a causa de lodos camlobara bem. '
Ma poudo de parle as digree, tlir'inuainda
que por ind.rinari- aliunde, constou-nos m. ae
o aecusado vadindo se para Pao d'Alho ah h.d.a
ou lambem Uvera leu.,Ce a respeilo de oatu
moca apr que viuvinho emliahrado ) e de-
euiao parece que por ura preme da mesma fura
ranciado e preo, sendo remedido para a cadeia
desla cidade, onde esleve sele mezes al eumpare-
cer nu tribunal.
Chegada a occasian dos debales, ja se en le..de, de-
pois de preenchidas essa mulliplicidade de formulas
j.rescriplas no novo formulario, que s Irouxe atro-
pello e complicarn sem ulilidade alguma para a
juslica. ruinerarain o debates.
O Dr. promotor interino, depois de ler o I.helio
em que pedia a mposicio da pena do arl. ?0 no
grao mximo, por se dar a aggravaule de superio-
ridade em armas, se nos nao engaamos, passou a
sustenla-lo demonstrando cum os aulus que o aecu-
sado fura u autor dos ferimenlos nao obstante os te-
pu..nonios das duas primeirateslemunhai, queper-
juraram procurando favorecer o aecusado, aprecioo
us ditos das outras ; comparo., a nalureza dos feri-
menlus com a lula que se dizi ler havido. uo seu-
lido de conhecer-se que o mesmo ferimenles nao
foram occasionaes seno perpetrados pelo aecusado,
ausleotou com u juizu do perilu a gravidade dus
ferimenlos, e moslrou que se dera aggravanle pe-
dida.
O Dr. Teixeira, fallando em favor do aecusado,
disseque vira com prazer o promotor dar por parjura
a duas das lesletnunhas do processu enfraquecendoas-
sim a base da arcusarAo, que seu cliente nAo fura o
autor dos ferimenlos, e quaudo o fosse nenhuma pe-
na mais devia solTrer, porqusnto nao sendo grave o
ferimento ( pois sarara *m :I0 dias, e do coulrario
nao havia prova nos autos, ) e nAo merecendo mais
que o grao medio, visto como se existia a aggravau-
te da superioridade em armas, dera-se lambem a i
a lien nan Ir da provocaran da parle do ull'endidu que '
insudara acensado, vinha a pena merecida, a ser|
de teto mezes, esparo este que o aecusadu ja| linha
de prisio, que ueslas dreumstancias urna absolvi-
lo nao era injusta, tanto mais quauto o crime uao
eslaxa suflicienlcmenle provado, pois na re .[idade
luxendo-sa o aecusado e o ..Hendido rojado pelo
chao, pn.iiam os ferimenlos ser devidos a algum caco I
degarrafa ou qualquer oulra cousa semelbanle, sup-!
|.o*irao esla que au era inltiramenle gratuita at-
lendrndo-se a que o fado passou se na porla de
nma taberna.
A replica e treplica consistir... na suilenlacao das!
razoes que summariamenle acabamos de indicar.
Terminados os debates e feilo o resumo dos mes-
mo, os duze do conselho receben.lo os quesilos re-
tollir.-j,n.se a sala secrela, uu antes que deve ser se-
creta, pois no edificio em que o tribunal Cuuccinna
presentemente nao vsmus sala que merece seme-
Ihaute denominarn, vollaram logo depois respnn-
dendo de lal raaneira aos quesilo jqua o Dr. juiz de
direilo leve de impor ao reo a peua do art. 201 do
cdigo penal no grao mnimo, islo he, um me de
pnsao.
Se a dote da mucunan Cosse um poucachluho mais
Corle, os Srs. juizes nao haviamjreilo mais do que
dar a cada um o que era seu. entretanto co.oo o
tal viuvo ....morado e brigador sempre chuch.ii o
qoe se chama cnndemnajAo, nAo ha razao para cen-
surar o conselho. Oala que lodos procedesiem as-
sim ; embora indulgentes na graduar,, da pena,
nao deixa-sem nunca sabir livre, zombaudo da justi-
ra. aquelle cujo crime se achae prnva.lo.
Consla-nos que uessedia, apenas o pre-idente do
tribunal levantara a sessao, um juiz de Cacto Cora
preso mesmo u* sala em que o ttibunal acabava de
luurciunar, por Calla de servgo na guarda nacional:
seranosle proced.nenio muilo legal, muitu pruden-
te". Falla-se em geral conlra us meirinhus, mas ha
em nossa Ierra tanta gente que prece goslar desse
papel Valha-nos Dos Isso de guarda uacioual d
pannos para mangas, como ss costura* dizes. Ah !
se algum dia oceuparmo-nos com lal assumplo !...
XIII.
As boina do rtl-ia couberam a lenlo Jus da
croulu, qoe represl...^ ,er ,,,, j, vi,ll0 an.
isto que deelarasse ler de^(0 adezenove. Ms-
enlo era aecusado de nma ratoniee, genero de
,fia de que ouvimos dize^. rilla e||e 9Ua pr0|j.
abilual; mas a ratoniee ( (hez nao seja bem
-'Oip .|i, o liTi.ui J'sl." liiv.fiiljn mu ca-
rcter mai se.,,,: Benio se ail rometlera em
um simples Curio, mas vrr.ladeiro i. .,..., e enlAo a
juslica poblica sem ir de encoulro le |U|IWIlij
cesso-lo e leva-lo al o tribunal para receber a re-
compensa de eus bou felus.
O ruul.u cousistira em quasi trezento mil re em
dinheiro, e alguns ohjeclo de ouro ; e fora feilo a
Frederico Jet dos Sanio, prelu, forro, morador na
ra Vell.a.junln ao reverendo freiPavAo. Os leilores
lalvez nao estejam inleirameole e-po-vidos da* cir-
comslanciasque acorapanhznm aquelle fado.
Pela 8 horas do da 10 de julho do anno prximo
passado, oslando Frederico fora de casa, oceupado
em seus negocio, Keotu e oulro se apresentam em
cas do mesmo reverendo fiei PavAo, pedem-lhe li-
cenca em nome de Frederico para deilar urna es-
cada sobre o muro alim de lelelharem a casa ; gal
gandu Benlo o moro e entrando u outro pela Crente
da metma casa de Frederico, que deiiara a porta
mato aberla, aquelle sahe poucu depoi lendo f-.ln
.la j-.qucla uraa iro.ua du dinheiro louh.du (ge-
renta e dous mil res, era em. cobre ) e dizendo que
ia buscar urna lina de cal.
NAo seudo os dou mecos conhecidns da pessoas
da casa do reverendo Crei Paxu, a pliria, nio pode
lescobrir o aulore* do ronbo, no mesmo dia em que
ron.tou ; roas Ir dia depois o Dr. subdelegado de
Saulo Antonio por uus ouro cncont.ado* em mao
de urna eicrava que o liavia recebido do lenlo,
pode Irancafiar a esle, que Coi reconhecdo como o
propria que Cora casa do reverendo Crei Pavao, as-
sim como verilicou-se serem os^objeclus encontrados
em poder da escrava o* mesmos roobados a Frede-
rico. Entao Benlo conCessou bsver sido o autor do
rondo de pareeria com o prelo Jos Joaqun. Uui-
maraes.
O processo foi instaurado onlra ambos pela sub-
delegacia ; masGoiruarae*rieiiou de ser pronuncia-
do, porque nenhum oulro indicio exista conlra elle,
a excepro do .1.lo,lenlo deque confessando a parle
que Uvera no fado, negara lodavia que houvesse
concorrido para o arrumba.nenio da cana donde Co-
ra lirada parle du diuheiro, o que exclui>ameute
allribuia a (inimarAes. Ouvimus edguem allirmar
que Cuiraaraes livera realmente parle uaquelle Ce-
lo ; roas se alguem chegara a ler sciencia disto ao
lempo do julgamento, nAo se poude deixar de re-
conbecer que autoridad* he muila vezes imposs-
vel descobrir tudo complesmeute. Em tudo o caso
cumpre que a polica ande prevenida conlra o lal
'....maraes, se anda existe entre mes, pois consta-
nos que be rapaz dado boas cousas.
Nu interrogatorio Benlu negou ludo, al que sa-
bia ler e escrever, lendo alias assiguado os interro-
gatorios e depoinirnto* na formar., da culpa. Se
isto ronsiava du processo, nao no parereu muilo re-
gular que o interrogatorio perante o jury Cusse asig-
nado por lestemunhas, declara..do-se que o reo nu
sabia ler nem escrever.
0 libello pedia a pena do arl. 269, grao mximo,
por se daremas aggravanles us. I()e i, islo he, a
traude, e entrada na casa du ullendido. O Dr. pru-
motor interino, como sempre, fez valer as prova
dos autos, demonstrando que o aecusado era real-
mente culpado de crime de rouho.
A defeza foi desenvolvida pelo acadmicos Do-
mingos Monleiro Peixolo e And.nio Joaquim Cor-
rea de Arauj.i : nao assislimus aos debales, mas ou-
xiinus louvar a esle que diss-rara-nos ter agradado
aos uovintesem sua eslrea. O hu seu douu. A de-
feza consisti em que nAu estando provado que fosse
o acensado e ralo > uutro u autor do arrombainenlu
pralicado na caixa, deixava de existir um do ele-
mentos do rouho, a violencia, pois como lal senu
podia considerar o faclu de haver passadu o muro
rom o auxilio de uraa estada de mao.
Estamos certos de que a defeza ueste ponto havia
deer convenientemente refutada pela aecusacao; mas
nao obstante, a deciso du jurx foi naquellc senlido,
islo he, negou qu.- u reo houxesse pralicado violeu-
cia cousa. Talvez concorresse principal.nenie para
esse resultado o fado de se dizer enlre os jurados,
que o oulro de quem se .llava no processu, nao es-
laxa ..Hncenle ; ma lugica purem he essa ; se alguem
mais concorreu para o crime, nAo era consequencia
.1 slo a innocencia do accuado. ti crime qoe se deu
fui roubo ; e para mis he incoiileslavel que o acen-
sado liento era culpado de rouho, sei.Ao como autor
principal, ao menos como cmplice.
Porlanlo, nAo obstante haver oreo ja sollii.loi.'ez
mezes de piisAo, com razao interpoz o Dr. juiz de
direilo .q.pellar.o, por Ihe parecer a decisAo contra-
ria a evidencia dos Boto* e dus dbales. Por ora
meslrc Benlo nao ir retelhar a casa de alguem.
provincia, conlra o deposito feilo naquella reparli-
cao, pelos contraanles da illominscAo a asi. la-
chando a caucio que s.ili.fez esse deposito nAo so de
tleyaf por no estar sellada, orno porque nAo ofi-
rece a mesma garanta que dinheiro ou apohees.
Tao absurda nos pareceu semelhanle represenla-
eflo, que nao podemos deixar de acerca della aven-
lurarmot duas pergunlas ao Sr. inspector. Nao nos
dir' Smc. em que se Cuudapara exigirsello em cau-
COs que representara acr.e de urna companhia '
Onde ja vio Smc. qus ace,*s e bilheles de associa-
CO.'s de crdito sejam sellados t Nao tem a cauro
que se da' ao* accionistas como garanta de sua su'bs-
cripcao. antes da enusso de acede*, o mesmo valor
que eslas Nao reprsenla a mesma cousa ? por cer-
lo qoe sim.
O Sr. inspector lem a vezes descahidas, que de
cerlo nao honrara muilo sua inlelligencia e perspi-
cacia fiusneeira.
A can; .o anles da emisAo da aecOes, representa
integralmente a estas.que nao sendo sujeilasa' sello,
nao ha obrigacAo em caso algum de sellar-e aquella:
"lo he coua crrenle e qne lodos conhecem. menos
* >>r. inspector.
Acerca porem da garanta que a curan oflerece.
nao resia duvida lambem que he a mesma das ac-
cues de orle que como se estas ja eslivessem mn-
imas, podem ate. ss cauco** circular na praca, e se-
rem negociadas, porque lano xalorlem j0:00tla00)
dislribuidus.-,,. acees, como representado por urna
caucao enuttida por urna companhia regularmente
organiada. e aoturisada e garautida pelo governo
do paiz.
Davidir-e poi da garanta de urna (al caocAo, he
insinuar a d.sconlianra conlra um olsbelecimenlo
cummercial, que deven.lo esperar da pirte da ad-
minislraco poblica auxilios que Ijrmem seu crdito,
pelo contrario india encoi.tr.-. vehementes indieiosde
pouca fe.
Esse proeedimento porlanlo da pa.le de qualquer
outro seria desrulpavel, porque pnderia ler a igno-
rancia dado a elle lugar ; mas partiodo do Sr. ins-
pector, muda a caso de figura. Smc. que Caz goto
na vida de financeiro, nAo lomara um alvitre lao
absurdo se nao se achasse oberado de odio coplra
seus empregado, se nao liveste em yistas dispertar
emS. Exc. impresses ms coolra os membros da
junla da Ihesouraria.que receberam semelhanle cau-
CAo Foi urna vindicta contra a revogaro do cale-
ore despacho !
Faca agora idea o publico que lal vai a Ihesoura-
ria, onde o capiicho e o odio parece que sao o pri-
meiro novel a que obedece o seu cheCe !
Chamamos a alteucao de X Exc. obre eses Cac-
tos caprichoso, e lealmente o prevenimos de que
tenha cuida lo com o Sr. inspector tda thesouraria,
que tem sabido crear, nao sei se justa ou iujusla-
mcnle, um couceilo de nao poupar meios qnandn
Irata de exercer viogancas ou patronatos. He aviso
prudente que lazemos a S. Exc.
&0i*rc8p0ttfcenrfa.
I.emos a respo-la du director do collegio dos or-
phAos em Oliuda, insera no Ihario d- hoja 2 de
julho, prelendendn elle joslificar-se da~|arguicoes que
Ihe loram CeilaV no Diari't de UO do p, p. raez, pru-
xucuu o riso.
Nada mais fcil do que responder a arguirei, ne-
2auilo-ss, e chamaudu a justificar essa negativa pe--
sua-, que sen.miliari.im asscverandu a veraeulade
dos fados argidos !
O Sr. director deixaulo de dizer giganta eowa
cerca das camas, que leudo servido a cholencos para
o collegio se diz furam ....... la.las ; calando, e le.
aado no linteiro a repu-u a existend* nu cuilegio
de rapazes, que nao eram orpliAos, no disse,que
o rapa/.-- linham boas cama-, bous colxocs no dia
da feslividade da Malcruidade oque vio rooila gen-
le, e gente grada !
A gente e muila gente vio, vio e v; mas o que
vio, e o que v nao quero pur agora dizer! !
________^^ ollaiemos.
MAI. VAI A TIIESOFRARIA PROVINCIAL.
Du expediente do governo publica lo uo Diaria de
hulera. t> v que o Sr. iaapeetor da Ihesouraria pio-
viucial, ropreseniara a S. Etc. u Sr. presdeme da
ars. redactores: lix dgito giga. Pela phrasg
do correspondente anouymo, ob as iniciaos O L.
que em boa hermenutica quer dizero ladrgo da
repulaco e crdito alheio) transcripto no Diario de
Pernambuco n. 9 de 2i de abril, se evidencia qual
o cao que ladra. A palavra nevera somenle servir
o dou eus para se pre-larein mullios soccorros ; pa-
ra se Irausmiltir verdades que podem ntiliar, e nio
pan se d. s.ruirem e se gueirearem. O mentiroso
pecca conlra todos o seus deveres, e conseguinle-
menle se torna nocivo a sociedade. Diremos, be um
m.ldiio vicio! no, uAj somos homens, e menos nos
uslenlainns mis aos oulro, ssno pela palavra, ele,
ele. Aristteles diz que a recompensa do mentiroso
ie de n.lo ser acreditado, anda Callando a ve/dade.
Iodos os moralistas, senhores redactores, concor-
dar,, no horror que deve inspirar a mentira : os que,
como aquell- correspoudent*, lem eonlrahid'o o ha-
bito infeliz de mentir e calumniar, perdem loda con-
Hamja da parte dos outro; a palavra Ihe vem a er,
por assim dizer, intil, porque o vicio de mentir e
calumniar he baixo e servil. Os Per, segundo Il-
rodoto, nolavam o mentirosos de inCamia. As leis
dos Indiano, como reCere Philodrale, queriam que
lodo homem convencido da mentira. Coste incapaz
de oceupar um lugar publico, etc. II* lastima qoe
a nossas leis sejam dio Iracas, alias o inCame calum-
niador e mentiroso O. L. teria sua devida recom-
pensa.
A' visla do que fica dito, prescindindo de urna a-
nalyse conveniente a todos o embustes e imposturas
do lal correspondente, limitar-me-hei a respooder-
ll.e.ein globo na parle relativamente ao delegado
desla teres", o ao coronel Leonardo Bezerra de Si-
^elra Cavalcanli, qc. esse impostor gratollamenie
quiz merder pelo veso c?m que sempre guerteia o
mrito e a probibade.
Os chasco, a p.Hienas e as salvas com que se
oceupa muilas vezes, algumas lindas" dos jornaes pu-
blico, nao provam, qoando se lem de dizer a ver-
dad em toda sua pureza senAo a mieri.i e pobreza
.laquelle que, perdendo o verniz da era iaioaia e
envergonha de memir ao publico. Bu comecare,
e sere lacnico para nao moer a paciedeia do leilor
benvolo.
A desinlelligeocia, enlre a polica e a guarda na-
cional, corno diz u correspondente anonx mo. foi en-
celada pelos Srs. leneiile coronel do bal.dhao n. :lt)
e commandanle superior Jote de Carvallo., cujo je-
suitismo e arii...andas iasondaveis e sobremudo
P-rmciosos a moralidade, harmona e boa inlelligen-
cia dos Buiqueusss.' em cujo termo o uo de ara-
nhuns lem elle fados, que, a serem bem compre-
den lulos pelo Exm. presidente da provincia, o Sr.
Jos Benlo da Cunha e Figueiredo, por sem duvida
que nAu manchara os seus aclos com a nomeacAo
de commandanle superior desla comarca a **me-
Ihante hornero. Se Tur misler comprovarei minha
asiercao de urna maueira la) que o publico nio he-
silara era devolar-lhe loda execracio e horror. A-
juize-se, pois, qual o molivo da desinlelligeocia de
que nao se pejoa o correspondenle O. I... atienden-
do que tudo-se arriscava para prolelar as diligencias
da polica, para queso nio caplura.sem os deterio-
re e tac mu roso que sempre vivera... sol. os auspi-
cios de tao bous hoine.i [ Com ura* lisia do lem-
po que se fez o pruneno ensaio de guarda nacional
nesla ierra, cujo* individuos uos morreram ja, ou-
lros mudarara-se, e algons perdern) at'qualidades
legaes para erm guarda nacionaes, tentaran) pri-
var o delegado de chamar om s individuo par Ca-
zar a polica do lermo e capturar os verdadeiros roa*
de colpa, e islo mesmo quando nAo exista anda
nm tu uilicial de companhia patenteado. creandu-se
sargento, que para dilo lim deviam Cazer o lugar
dsquelles Al raesrao para chegar seus dos, o
Sr. commandanle superior* ordena va aos sargentos e
prenda soldados por obedecerem as ordens do dele-
gado !
Tal he acabada inlelligencia do Sr. Ctrvallio,
que descendo das obrigacoe do lugar de comman-
danle superior, fszia de sargento e cabo He tora
de duvida, pois, meus charos senhures redactores,
que ueste Hinque at enlAo, a guarda nacional exis-
ta i/i inimi* : a lisia que rcenviou a delegado ex-
iste, e por ella se comprovar quanlo vendo de
narrar. Quem he o Sr. Jos de Ctrvtlhn, dicanl
Paduam, ele. O condeslavel da Palmeirinha, se-
nhores redactores, so poder fazer causa eommuin
com os verdadeiros reos de polica ; be esl a gente
de sua predileccAo, e par escorar minha prupoiicao,
invoco para o testemunho daquelles que em Boique
mesmo, em Garanhons e Pao d'Assacar, no Rio de
S. Ira ndci. o conhecem por sua bem cunl.ccija ba-
dil.dad-, cerlamenle oAo lirada, nem mita.la.das
mximas do Marqoez de Pombal, desse grande ho-
mem que lanos tervicos presluu a' sua palria. Pas-
so agora a dizer duas pslavras sobre a qoestu sa-
nitaria, que esse novo Raspe! gerado e nutrido na
impostura, quer fazer passar com a mascara da
menina, que a seu bel prazer enlendeu publicar.
He falso, e falsissirau, senhores ediclores ; primei-
ro, que uo Boique perecesse ninguem raingoa da
epidemia cholenca ; por quanl*. o coronel Leonar-
do, levado de soacoslumada philantropia e benevo-
lencia, era incansavel, noile odia, em soccorrer
lodos que adoeciam; segundu, que a epidemia nao
se desenvolveu em razAo da entrada do comboy do
capilAu JoAo II \ pulid, de Souza ..e-la villa, a quem
o Sr. Carvalho udia por urna estralegia hvputheca-
ria que quiz fazer cunlra o* inleresse* pa'rliculares
d'aquelle capilao Uypolilo, qoe mais fez na quadra
rala...id a do que o Sr. Carvalho, urna vez, que ha-
vendo chegado dilo comboy, ha dias, e muilo ante
da concurrencia das penoas do Carneiro, qoe, cm
numero de mai- de80 afllalram para a mesma villa,
chegan.lo alguns ja aecommettidos do mal, .leste
foram que appareceram as primeira victimas, ao
passo que do tal combox nao houve um s que adoc
cesse nesla villa ; lerceiro.qoe, anda nAo linha par-
tido para a capilal o comboy do capilao Uypolilo
ja o cholcra-morbus se havia ha cousa d'um mez'
desenvolvido no Salobro desla freguezia em disltn-
cia.de quatro leguas desla villa, fazendo por all as
primeiras victimas, e nn Olho de Agea dos Bredo-,
do Ierra i de Cimbres .- preumindu- duus lugares, vmdoau Carneiro, d'aqui duas leguas
e meia. e on.le pparcceu a primeira victima "que
deu lugar, que d'alli ns habilanles procurassein esla
villa mu...- ...llmenle, viesse u lal meslre cholera,
como Ihe chama o corre-pondele O. L., e nao pelo
comboy ..o Sr. capilAo Ih podio, a quem o Sr. Con-
deslavel a Palmeirinha, sem molivo algum mais do
que *uas propria e raiummimat ailim.ii.has, moide
com inrnvel acrimonia, irrogtndo-lb f.larac(e
aquillo de que nAo leve a ma teme culpa ; quarlo,
que nunca pereceran nesla villa 6 ndividuus por
da, sendo o maior numero de 3, ed'al.i pur diam
de um de duuse de nem um; quinto, ,ue us iafeli-
zes que pir.-reram nela villa do el...,na. longe de
acabarem a mingoa, como inculca o correspondenle
rom o maior descaramenlu e desbrio, perecerara ni
raesina rarao aja pererem ceulenarrs de cholencos
as grande culades, sol. a vistas de insigues pro-
fessore de mciicin.
A medicina de 11...... inaun Ccz progressos nesla
ion i,o pode-sedizer com verda.le.que o ron ... l Leo-
nardo pmiras doses perdeu quando applicava pe-iso-
alranilc a homeopalhia. vi.lo que, de 2 viclimas
que acabaran! nesla villa e su proximidades em
mais de 800 caa que so deram. mu.loa perectram
por Calla de dieta, visto qoe, cun (., n e lo da- por
eslravagincia de comida, recahiram sem remtlio
Nad* musagradavel que n gral.do: os hahiLaales
da villa de Uu.qoe, e dera assim daquelles toarte,
roes que se curaram com os remedios homttpaOnco
applicadosepreseripluspelo coionel Leonardo nAo
deisaram p*sr inclume oppoiiunidarte, a obric
CAo, o servicus relevantes preslidus pur esse cida
dau queincausavelaoecorria ao desamparado chole
..co..ii di.t.nccao de pesisi nornui mizeravel Cosse. A virludenAube contraria as indina" oaaS
nnsso ut.lmi; ella he, como diz Cicero, a nalureza

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QlAHiO OE PtRHAIBUCO SA84.0 i QE JUHO I 1856
aperfeifuada. Ktt autem mhil aliad virtus quam in
se perfecta el ad summum perducla natura.
O Sr. Carvalho, di'poi- de demonstrar o ridiculo
cavaco por nao ler sido acceilo coin urna boa espor-
tilla do governo provincial, a qnem se ollerecera por
intermedio di cmara municipal desta villa, diz
iiini parva e estultamente, Para curar o cholera
aqoi em todas as pitases e complicacaies .isto n.i.i he
d'elle ) u4o seria misler o govemo gastar dinheiro
com medico, ( mas devia gal-lo com su seuhoria,
nao he "') uo enlior ; este seu criado i islo sim he
'elle ) atrevia-se, e ainda se atreve a prova-lo com
fados (eis ah incalcndo-se no intuito, collado, de
ver pegar as bichas ) Se o mesmo governo olhe !..,'
ampiando carreira iiessa parlo com es-a gente en-
Rano-a ( cabe-lhe mu bem a campusa ) disso me fi-
zesse cargo. StuUorum infinilus est numerus. Se o
Sr. Carvalho ficuu no olvido quem lera disso culpa '.'
Entretanto, como c porque, inculcando-se pela ma-
neira que se ve no trecho que venho de copiar, dei-
vou de soecorrer os mizeraveis accomineltidos do
cholera? Porque, unido ao coronel Lenuardo, nao
ptestou esses servidos, que, hypocrita e fingidamente
inculca '.' Que mellior occasio, ,i vista da sua so-
lemne manifestando acerca da sciencia que pos-
sue para o curativo do cholera, para S. S provar ao
Eim. Sr. Jos Bento que seu offerecimenlo nao era
urna illusao, urna ehimera e finalmente urna estrate-
gia para gmhar. Porque nao poz em prova sua e<-
culapini hibilidade, quandn em ilerredor de su
habitarlo, ouvia os griloi dos mizeraveis afilelos'.'
All nao esteva isa vir, .le S. S. Hara Calharina c
oulros qoe pereceram a mingua, em distancia de 50
bracas de soas aguas furladas, sem que S. S. ao me-
nos os visitasse senao mandando a primeira :i goia-
binhas verdes, por Ihe man lar pedir um medica-
roeuto por cari,lado, como assevera o inspector An-
tonio I.'ilin. que, por haverlalvez agarrado all dous
assassiuos, carregou lamben) e carrtga com a execra-
cao do Condeslavel Pilmeirinlia'.'.'
Onde foi que o Sr. Jos de Carvalho de Araujo
Cayslcanti, curou cerca de 60 e tintos cholencos'.'!
At que ponto, Dos elerno, se perde a vergouha!
De qoanto he capaz o calumniador e mentiroso, que
M jacta d'aqnillo que nunca fez! Se o Sr. Carvalho
nanea sahio a prestar o menor soccorro seus oais
contiguos visialios da Palmeirinha, como e oDde exis-
tirn] cues 60 e tantos por elle curados??
Forte despeja e desvergonha !
Na opiniao do Sr. Carvalho, senhores edictores, o
ouro hemals precioso que a virlude. Aunan est pre-
tiosius quam ririus. Conseguiotemenle, porque
no podesse elle se arrumar por via de sua ollera,
nem lopouco pechinchar 2 011 3 contos de reis.alera
do que enlhesourou com as vendas de siias pana-
ceas, que ciusaram mais mortalidade para Juaseiru,
Contador, Lagoinha ele, e etc. do que o mesmu cho-
lera, eisahi porque abocanha aocoronel Leonardo,
qoerendo tornar odioso o valioso servico, que, com
incrivel solicilude, preslcfu aos hsbitaoles da villa de
fiaiqne.
Cooclao dizendo, senyiores edictores, para prova
do que venho dizer, qu? o Sr. Carvalho s se aba-
lou de sua casa por 300 res, que Ihe oflerlou seu
predilecto primo.o lente coronel Thoioaz de Aqui-
no Cavalciiiili para S. S. ir curar a finada sin
prenla, O. Joanna Teryorio de Albuquerque, em
cuja morada chegou e y Ituu no mesmn da coro
leltra na algibeira A doenle foi acconimetlida da
epidemia ; mas veio a perecer com mais de 20 dias
a filia de trato convenanle, ou inelhur a iniugua.
E porque o Sr. Carnudo, sabendo da enferma, em
vez de soccorre-la com sua pericia medica, so o fez
depuis de Ihe offerl/areiii 11000 reis. Esle fado
, senhores ediciones, he raais que sulUcieole para
eomprovar a falsida de de quanto avancou o tal cor-
respondente O. L. coDsequentr mente, qual o ca-
rcter du Sr. Carv alho: quem nao o conhece que o
compre. Nao quero ser mai prolixu ; eu me guar-
do para oulra urr asan e, por esla vez, rogando des-
culpa pela ti 1 fu-fao desla, rogo inm especialmente a
V mes. a mere < de publicaren) estas toscas rabiscas,
coro o que s-as pinhoraraw a gralidilo desle seu
constante le itor.
Sr. reftacloru :Tendo sido pronunciado e pre-
so por or ilem do Sr. I)r. juiz privativo do comroer-
cio, cor 00 cmplice na bancarola feita por Manuel
Joaqui' ,n Alves "lomba, que foi qualificada de frau
dulcir a, ha vendo es-e faci passado para o domi-
uiojyo publico^ sou forjado a a presentar, aindaque
siycinlarnvnie, o que dea orlgem a esse procedi-
eulo li lo pelo Sr. jniz d*ocommercio coolra mim ;
e o publico reconhecera, que eu fui victima de urna
infundada prevenc.lo, de urna palpitante injuslica.
Eu havy emprestado a Pitomba em principio
do aono pssado seiscentos mil reis em dinheiro ;
e como qoer que elle me oflorece-ie em pagamento
urna sua escrava de nome Mara, pelo precu de 800-3
rs., acceitei a oflerl.i, dei-Ihe raais 2009000 rs., e
II* pattoo-me u papel de ven ,1 em '.I de junbo do
aono passado.
D'ahi a lempos foi aberta a fallencia de Pitomba,
quaodo eu meir s esperava, e sendo i vj-l.i o termo
legal em 31 de agosto, fniu a compra da escrava
com mais de oilenta dias aulrnores a esse termo.
Mas lendo de ser quahficada fallencia, fui eu, sem
que jamis er lal pensasse, tambera nella envolvi-
do como cmplice, jalgando o Sr. I)r. jniz do
commercio simulada a compra da escrava, .em raiao
ile um suppoiiu parentesco cnlte mim e Pitomba,
de nao constar dos livros do fallido essa Iransac/ao,
de haver ido a sisa paga em Oliuda. e no ullimo
da ; o que por cerlo nao podia autorisar urna pro
milicia lia grave, um prucedmento da tanto alcance.
Na verdade, quanlo ao primeiro faci devo de-
clarar que neiniiim parentesco existo direclameole
entre mim e l'iiomba, apenas leoho algum com sua
senhora ; qoanto ao segundo, nenhumi responsahi-
lidade me corre pelas omisses e irregularidades dos
livros do qualquer commercianle, com quera eu le-
nha li lo transaccOes ; qnaulo ao terceiro, nada-lia
mais simples e curial do que ler sido paga a sisa em
' Huida ; sendo eo eolio residente 110 sitio de miuha
Sogra ao Kusariuho, que he lermo de Olmda ; e
qnaulo aoquarlo linalmenle, he sabido, qoe odia
30 est dentro do prazo concedido para o pagamen-
to das sisas, e qoe a falla mesmo do pagamento da
sisa ainda nao constitue om crime.
Estas considerase*, que nalnralroeole occorrem
ao espirito, produziram a devida imprissao nos ni-
mos dos dignos memhros do venerando Iribonal da
relarao drsta provincia, qoe encanecidos im pesada
trela de julgar, accostumados a petar c devidamenle
aquilatar todos os fictos, e tempre promplos em
aparar as injosticas ou corrigir erro* dos un.-- in-
feriores, me detpronunciaram por accordo de 28
dejunho pascado.
Hogo-lhes- pois, Srs. redactores, se dignen) de
transcrever em seu n Diario esse sabio accordo,
padriia de gloria da relar&o de Peruambucu, e que
lavoua nodoa 13o injuslamente laucada em minha
cinnucla, que ale enlAo havia p 1 1 nln 1 rf~ 1111 mu
maiK.ha.
Son, senhores redactores, seu venerador e criado
Tiburcio Aulunes d'Olivein.
beleciroenlo eiclosivameule em maos ele pessoas pur-
ciaes, enlendi que o mellior meio de desmentir lacs
intrigantes! era dar publicidade mencionada lisM.
Nao incluimos nella, he verdade, nenhuin dos so-
cios que fazem parle da adminislrarilo do Hospital
l'orluguez, nao porque em algunsdeiles mo hrilhein
encllenles qualidades ; mas purque a experiencia
lem mostrado, que a liomens de commercio nao so-
bra lempo para ciiDjuiictamenle se dedicarem a ad-
minisIracAo de dous estabelecimeolos (So imporlan-
tes. Necessariamente um delles lia de soBrer, e no
anno que linda basta'ile lem solTrido o Gabinete.
Concluindo, cumpre-ine asseverar aos meus colle-
gas de todas as parcialidades, que nem eo nem o
meus amigos livemos nutras vistas alcm do expen-
dido, e que se juUarcm os noo. candidatos dignos
de seos vulot, elles nao serAn perdidos, Recite 3 de
julho de I8S8.Gaapar Anlonio Vioira Guimaraes.
CO.NSEI.IIO DELIBERATIVO. *
Presidente, lllm. Sr. Goillienne Augusto Rodri-
gues Selle.
Secretarios, lllms. Srs. Jnaquin Marlinho da Cruz
Correia e Anlonio Augusto dos Sanios Porto.
Conselheiros, lllms. Srs. Victorino ile Castro M011
ra, Anlonio (nealve da Silva, Antonio de Almei-
da Gomes, Jos Goncalves Villa-Verde, Gngorio
Paes do Amaral, Jos Joaquim Goncalves Baslos'
Anlonio Joaquim Vidal, Manuel Antonio dos Pasaos
Oliveira, Anlonio Jos de Siqueir*. Jeronvmo Joa-
quim Kiuza de Oliveua, JoSo da Silva Regadas, An-
lonio Magalhaes da Silva, Jota Jos Kodrigaes .Ven-
des e Ricardo de piritas Riheiro.
DIRECTORA.
Director, lllm. Sr. Aureliano de Almcida Rodri-
gues Isaac.
Vice-director, lllm. Sr. Autbnio do Souza lio-
reir.
I." secretario, lllm. Sr. Jo.1o Qoirino de Aguilar.
2. dilo lllm. Sr. lIlBoel Ribeiro Bastos.
I'hesoureiro, lllm. Sr. Jos de Aievedo Aodrade.
Subslilulo, lllm. Sr. I lamisco Jos Lopes.
ERRATA.
N'a 3i.a linli. em vez de oulr'uralea-se 00-
tra.
Na 8." em vez de afiliiiidu-lhe lea-se afe-
leindo-lhe.
N. B. Estes engaos deram-se no artiga sob a
episraphe lima lagrimapublicado no Diario de
2 de julho.
.MACA DO RECIFE4 DE'JL'I.HO AS3
HORAS DA TARDE.
CoIacSes ofllciaes.
Assncar mascavado29520 por arroba com sacco.
frederico Robilliard, presidente.
P. Borget, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1-.
ftiris, 360 rs. por f,
< Lisboa, 100 por 100.
1 Rio de Janeiro, 1|2 a 1 por 0|0 a 15 e 30 dias.
Acc.6es do Banco, 35 0|0 de premio.
Acc/ies da companhia de Brberibe. 549000
Actes da companhia Per ambucana ao par.
cr Ulilidade Poblica, 30 purcnlo di premio.
o a Inderonisadora. 52 por % de premio.
da estrada de ferro 50 por 0|ode premio
sobre a entrad*.
Disconlo de leltras, de 7 a 9 por U|fj.
tIETAES.
Ouro.Oucas hespanhulas. 28) 1 88500
Moedaa de 6&400 velhas .... 11150(111
i u (i-inn Dovas .... 16SO00
49OOO....... 9S000
Prala.I'alacoes brasileiros...... 28000
Peso columnarus..... 28000
a mexicinos...... 18860
ALPANDEGA.
Kendiinenlc dn dia 1 a 3 ,
Iiii.n do dia 4 .
37:4859118
8:2208'JI..
45:706{(H13
Accordim em relacen ele, Keilo o sorleio do eslvlo.
e relatado etlet autos 11a forma da lei julgam impro-
rdenle o recurso ioterposto do despacho re pronuu-
cia a fiilhas.para o confirmaren! na parte em que
pronunciou o reo Maooel Joaqoiin Alves Pitomba,
como inciirsu no arligo 263 autor de sua quebia fraudulenta,e o condemiiam as
cutas. E reformara porem o mesmo despacho na
parle em que prouuncioo como cmplice ao reo Ti-
borcio Anlunes de Oliveira. visto que os fados que
,-an argoidos ao recorrido, em que o juiz a quo so
f'iudoa pira 1 pronuncia do reo como cmplice, nao
consliluera prova, nem mesmo indicios vehementes
de complieidade para ter lujar pronuncia decre-
tada contra o mesmo recorrido. Por tanto em vis-
ta de que Tica ponderado, reformara o despacho de
pronuncia lo reo Tihurcio Anluues de Oliveira.
mandara qne se Ihe d baixa na culpa, e condem-
iiam a municipalidade i.as cusas.
Recife 28 de junho de 1856.Azevedo, presiden-
te, Valle, Batios. Felles.
E mais se nao conlinha era dilo acordam aqu
transcripto fielmente.
Recife 2 de julho de 1836.
i\ 1 scri\ao do juizo especial do cotnmtrcio.-Fran-
cisco Ignacio de Torres Bandeira.
*ffttblicacoe3 a pefet*.
ADMIMSTItACAO DO CORREIO.
Rcspondendo a V. Exc, com > me cuinpre. o seo
nllicio de 27 do crreme em que me d'z haver -1 lo
informado que os dous ullimos paquetes a vapor
brasileiros, qoe deixarara o nosso porto, foram deu-
dos a espera d.is malas do correio, em duas horas, o
oulro hora e meia, e que mitras demoras maiores
lem havido em oalras ocasii'ies, lenho a dizer em
con leal -cao que, quanto a primeira parle he menos
exacta a inforroacAo que se deve a V. Exc., por
quanlo tendo sido as malas fechadas no devld" lem-
po, foi raiater esperar pelo agente dos vapores, ou
seu caixeiro para ra receber na a 1......-ir, _-, do
correio onde sao entregues, e se passa o competen-
te recibo, o que por moilas vezes lem succedido,
lendo eu ja reclamado providencias do respectivo
agente ; quanlo a segunda allirmaliva de maiores
demoras ler havido em entras OfCitliiT nao rae he
possivel contestar, porque^om elleilo se lem dado,
nao enneorrendo para is nao pode, nem deve fechar as malas sem que rece-
ba a correpomleucia dessa presidencia, lie o quan-
lo se meoderece a ditera V. E\r: a semelhanle
respeilo. Dos guarde a V, Exc. Correio do Per-
nambuen .10 re junho de 185(1lllm. e Etm. Sr.
cooselheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente
da provincia.
Conforme.O oflicial papelista, Ismael Amavel
Gomes da Silva.
Descarresam hoje 5 de julho.
Brigue francezBAemmercadorias.
Brigue brasileiroHerculesfarinha o vinho.
IMPORTACAO
Brisue francez ir Belem n viudo do Havre, consig-
nado a Lasserre ci Tisiel|freres, maoifeslou o se-
seguinle :
I caixa porcelana e vidros ; a A. Robert & Com-
panhia.
I dita vidros, 3 ditas drogas, 2 barris tinta : a V.
J. de Brilo. ._ _
I caixa urna biijia-}jlif' (azenda de ilgadiaj *
A. L. dos Sau'l0s Koliro.
1 cana seda ., Siqueira & Pereira.
2 (lilas medicamentos, :l lilas vidro, 1 dii;
ancla de ther,beiitino ; a J. Soum & C
I cana colc.dpi-i. 1 ..!, mercearias ; a ord
2o barris e 25 meios maiuei... j b,rr, (111I10, 2
fardos ro!has ; a Johnslon Paler & C.
3 caixas mercearias ; a Fedel Pinto ,\ Compa-
nhia.
20 harria arenques, 39 barricas cimento ; aos con-
signatarios.
1 caixa ronpa feita, 3 ditas mercearias c fazendas ;
L. A. de Siqueira.
8 caixas crvtlal ; a J. II. Denrker JfC.
2 diias fazendas de algudo ; a l'imni Momsen A^
Companhia.
5 raiat trastea ; a Jscobi de< Marleau.
I dita objeclos de desenho ; M. J. Carneiro,
1 dita modos ; a Buessard Millachau.
3 dilas carro e lodos os pertences ; A. M. Gomes
Ferreira.
60 caixas queijos ; a Brander Brandes & Com-
panhia.
2 ditas chapeo, 1 barrica rame de lalo : a J.
P. Adour.
70 barris e 40 meios ; a Sebearan) & Compa-
nhia.
2 eaixat calcados ; Didier \ C.
1 dita fazendas de seda ; a C. J. Asllty.
15 barris e 15 meioa manleiga, 30 caixas queijos ;
a V. A. de Sooza Carvalho.
_ 75 barris e 75 meio manleiga ; a Isaac, Curio &
Companhia.
50 -litot e VI meios minleiga, 4 caixas fazendade
13a, 2 lilasdita de algodito, 1 dita dita de seda. I
dila lita mistas, penlet elr. ; a J. Keller & Com-
panhia.
100 barris e 80 meios manleiga ; a C. G. Breo-
ckenfeld.
t caixa ornamentos ; a A. L. de Oliveira Aze-
vedo.
25 barris e 25 meios manleiga, 5 caixas pannos ; a
N. O. Bieber.
5 volumes calcado, I dito bengallas, I dito chi-
tas, 1 dilo pannos, 1 dito fazenda de algodo, 2 di-
tos chapeos de palha, 3 dilos fazenda de teda, I
dito chapeos para senhora, 2 dilos armaees para
chapeos le sol, I dilo carias de jogar ; a Soovage i
Companhia.
3 caixas fazenda de algodao, 1 dila dila de serla, 4
dilas dilas mistas, 2 ditas objeclos de mareineiro, 1
1 barril absinlhio, 1 dilo agurdenle ; a SrhaBeilliu
& Companhia.
I caia perfumaras, 2 dilas mercearias ; a Lelel-
lier cr C.
1 barril manleiga ; a J. R. Cuelho.
I dilo oleo ; a Meuron & C.
1 caixas papel, I dila calcado ; a l.ecomle Feron
& Companhia.
2 dilas pelles preparadas ; a Demesse Leclerc \-
Companhia.
2 dilas vidros, 6 achas de pao campeche : a B. F.
de Souza.
1 dila ch ipos para senhora, S dilas roupa, 2 di-
tas pannos. 1 dila tpeles, 1 dila chapeos para hu-
mera, I dila vidros. 2 dilas biscoilos ; a Burle &
Souza.
30 caixas queijos, 13 lilas fazenda le algodao, 1
dila modas, I dila vestidos, 3 dilas seda, 1 dila re-
quifes ; a II. Ilronii Ov C.
Brisue nacional Janeiro, consignado a Auguslu Duarlc de Moura,
manifeslou o segurte :
3 caixas fazendas, 3 dilas clin, 60 pipas e 52 bar-
ris v.izios, 100 dilos dilos vinho, 500 barricas fari-
nha de trigo, t dita e 733 saceos caf, 25 barris lou-
ciuho ; a nrdem.
3 caixe- chapeos; a Audis-.o C. le Afana.
3 caixas rap ; a Seve A; C. .
Brigue nacional Novo O.nula, viudo do Cear,
consignado a ordein, manifeslou o segurte :
4 caixas linlia para costura, i lilas chitas, I lita
riscado de algodao ; a Henrique Gihson.
12 pipas e .Vi barris vinho, 2',I0 barris abatidos ; a
Tasso i\ Irmao.
26 caixas vasias, I sacca caf ; a Joaquim Anlonio
Alves Riheiro.
13 barricas gomma, 2 caixas com 20o libras de
rape, I barril vinho de caj ; a ordm.
20 caixas velas de carnaolia ; a Francisco Igua-
cio Fernaudes Dias.
63 dilas velas de carnauba ; a l.uizaJosc ife S
Atrajo.
12 sarcos cera de carnauba. 33 ditos gomma ; a
Antonio Alberto de Sou/a Agu-ar.
CONSULADO GEHAL.
Rendiraenlo dn da I a 3 .... 1:3138281
dem do dia i....... I. (...BI.\ETE IMU-IEZ
DE I.E1TLKA.
I-.-lando prximas as elei;et dos funrciniiarios
-lss*ii1e)t^9iiHtt5nlo, e sendo cerlo que da boa es-
eolha deiiende a sita cOnftvatAo e prosperidaile, eu
de seeordo com alguns amigos que Ihe sSo dedicados
traamos de organisar urna lisia de pestoas, que rles-
prezando o espirito de- intriga, que infelizmente, de
lempo 1 (sin parle se (em desenvolvido entre o ac-
ciouittas, fossem por seos conhecinieulos, deiIica;o
e imparcialidade cpales de o elevar aquelle mande
prosperulade que Ihe desejamos, Gomo porm este
nowo icio em ludo legal e razoavel leuda lid* adul-
terado por peWis mal iolencion idas,-, propalando
|ue o uosso hm lie eutrenar a admosira pregns, 1 ciinhel<| maxados. 7 caixas diversas merca-
dorias, 25 pedrasHe filtrar, 35 caixas plantas de can -
na, 2 saceos seindulo le algodAo, 1 pnico' nuarli-
nhas, I dilo bolachas, I caixa charetos, | dita '
embriilho doce, 3
C.ixas sala.1. |3 i
KKCKBEIIORIA
18 talas e 100 barricas assncar, 129
ipas agurdenle.
DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PKR.NMIHICO.
Rendimenio do ^ u 1
dem do di
CONSU
Hendimenlo lo di | ,, 1
Idera do da 4
1 3
2:3688847
i 5256.Vi
2:82l->502
.ADO PROVINCIAL.
, 10:6628641
, 4:2068162
11:868:806
Cotaces offic
Desconlos8. 8 ||;
RIO DE JANEIRO 25 DEJUNHO.
oes da junta tlot correctores.
.T 9, 9 1|2 e 10 Oln segunda-reir;
8. 8I|L>, 9 e IOO10, hoje.
Accoes de coinpanhiaiPaquetes a vapor: 518 pre-
mio.
Vclho superior: 13900 a 48950,
.Novo topera r e l. boa : 4a770 a 13900.
Segunda boi e segunda ordinaria: 4)200.
Cale
Superior con
pooea primeira boa: 48950.
G urge lludson, presidente.
Jn 10 Secerino da Silra, secretario.
Houve boje pone 1 animadlo na praca. As vendas
de Cafe foram rae ios que regulares,"rievido lalvez
ao boato que corrii de ler baixado u precu du ef
nos Estados Unidos
E-ic lualo prove 1 de se lerem occullado as noli-
idas por urna embarcarlo eulra-
ciascommerciaes vi
di lia lias.
Referio-nos pess
a maior parle 9 3|4
nula venden -e a I
Frelou-se hoje un
1a que nos merece lodo o concei-
lo. que em iNew-Yirk honve, no dia I de maio, om
Icilao de avullada (uanlidade de c-f, no qual os
prec.os extremos fonm de 9 a 10 3|1 es., aicanc.ndo
a maior narlo ) 'tiS. III '1,4 I!M-____. !,:
a 10 3|t es. Urna poredo dimi-
es.
a embarcacao para o Canal a 60s,
CAMBIOS.
Londres 27 3|8 a 27 1|2 a 60 e 90 ds.
Paris 350 ris a 90 dias.
Hamburgo 65") r. |
Lisboa 100 a 101 Un nominal.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
METAES. Oocas jlaapalria. 298001)
jespaiiholas 29-8 Dado e passido nesla ridade do Recife na*2ile '
riho le 1856. Eu Francisco Ignacio le Torres;
H ni li ira, eseiiva" n subterevi.
Anselmo Kranciscn Perelli'
GVM.NASIO PROVINCIAL.
ili-1 ,i;.'m ilas fallas dos alonnot do Gxmnasio no inr/.
de juiho de 1856.
l-xterno" que freiiurntam o \.zanno
do e.*tabctecimcnto.
Jos da Silva l.oxn Jnior, 3 fallas.
\ irialo Sergio de Moura Mallos | dem.
Alfonso Sergio de Moura Mallos, | jrfem.
Camerino H'ilippe iNeri Collaco, i idem.
Arr, ancio Concesso de Cantalicio, :i dem.
Joaquim Pires Fcrreira, j idem.
Externos que frequtntam iiterui aulas.
Manuel II mi ralo dos Sanios, 13 fallas, juslilirou I.
Henrique Pereira de M. Vacnncellus, 2 falls.
Segismundo Rafael da Costa Mello, 1(1 (altas, jus-
lilicou 4.
Manoel Theolilo da Cosa, 12 faltas.
Francisco Elias rio Reizo Dantas, 2 fallas.
Jos Rodrigues Pereira Jnior, 3 fallas, ju-lificuu I.
Joaquim Jos Moreira, 6 fallas, ju-hlicon I.
Anuncio da Rocha Bastos. I falla.
i,onealo de Lagos Fernandes Basles, 17 fallas.
Joao Francisco da Sa, 13 fallas, jusdlica.las.
Americo Aulunes VilUca, 2 faltas.
JoAo Pereira da Cunha,' 1 falla.
Anlonio Caelano de Muraes Navarro, 1 falla.
Joaquim Anglico Bessone d'Almeula, 3 fallas.
Jos Jacintho da Silveira -N'ello, 2 fallas.
Manoel d'Abren Macedo, 3 fallas, juslificou 1.
Frsncisco Benedicto de Souza Barbosa, 2 justifi-
cadas.
Minoel Pereira da Coulia, 1 falta.
Paulino Dia Fernandes, 1 faltas.
Jos Joaquim Ramo e Silva, 3 fallas.
Jo iquim Jos d'Oliveira, '1 filia.
Manoel Pereira da Castro, 10 (alias.
Anlonio Francisco Correia d'Araujo, 3 fallas.
Bernardo Rabello da Silva Pereira Jnior, 2 fallas.
Jos Ladislao Pereira da Silva, 3 lallas.
Marcelino Ferreira do Espirito Sent, 20 fallas.
Joe Nicolao Tolentino de Carvalho, 1 falla.
Gvmnasio, 2 de julho de 1856.
O secretario, A. A. Cabral-
Pecas d 6340O velhas. 16X000
Moedasi de 49. .
Soberailos.....
Pesos hpspanhes .
  • Paladea.....
    A plices de 6 '
    o provincia s.
    98000
    88900
    18920
    18900
    18920
    ios 3|4 .;.
    102 1|2 a 103
    1|2 V
    98000
    28000
    13920
    1-5960
    &ot>imrut0 $v petto.
    -vonob entraaos no dia 4.
    Ceara20dia, luale bratileiro NovoOlinda-i.de
    8.) toneladas, mslre Custodio Jos Vianna, eqni-
    pagem 8, carga vinho e raais gneros ; a TatM Ir-
    maos.
    Maranhgo50dias, patacho brasileiro oSanla Cruzo,
    de 101 toneladas, mestre Joaquim Jos Alves das
    Neves, equipaiiem 10. carga arroz ; a Caelano
    Cyriaco da Cosa Moreira.
    Rio de Janeiro e porto- intermedios8 dias e 3 ho-
    ras, vapor brai eiro Imperado, eommindlinte
    de .Noronha Torrezao. Passagei-
    Anlonio de Jess Maria, fheo
    s dos Santos, escrivAn da ar-
    ... Jos Meirelles Lisboa, Francis-
    co de Alm>ifU Joimbra, reverendo Antonio Jo*
    Soares de Menc onr;a e 1 criario, l)r. Mauoel Ro-
    ilicica, 1 nibo menor e I escravo,
    ---------inli de Albuquerque, Josu Sena-
    dor Correia de leliu, Antonio Jos de Ahicu Pa-
    na, JosGuedsl\ogueir.i,JosSinglost, I escravo
    Se.Miem para o norte, Miguel I! o
    Jos Leopoldo
    rot, Rvm. FrJ
    philo Fernandes dos Santo
    triada Anlonio
    a enlregar.
    -------------------------. '------ ,'U... ., ,,w,b, .,,,_.,-, I, I I
    vides Seabra d; Mello, Anlonio Borges da Silva
    Franco, Cario
    Vctor da Silva
    praca e sua 01
    "laage, Ladislao de Alvenr.es, J0A0
    Nicolao Rodrigues da Croz, I ex-
    Iher.
    ^itsse^a
    Maranho e
    ^ffcravjfij.
    O lllm. Sr. nspcclor da lliesouraria provincial
    manda l'azer pul lico, que do lia 2 em dianta pa-
    aam-se os ordena los e mai- despeta do mez de ju-
    nho prximo lind >. Secretaria da (hesouraria pro-
    vincial de Peruaniuuco I.- de julho de 1856.O se-
    cretario, A. F. ii'AnnonciacAo.
    * Pela uispecit.lo da alfadega (So convidadas as
    pessoas que quizerem lorner.r a escolia nl.indoja,
    dos manlimeutiis abaixo declarados, [or lempo'de
    um anuo, a comparererem na relenda msperrAo al
    da 10 lo corr nle munidas das coinpeleuls pro-
    oslas.Agnardl nle, arroz, azeite re Oliveira, dilo,
    .."erior, tilo de coco, assucar branco, liacalhao ho-1
    lacha, caf, canil? virdc, dila secca, farinha de man-
    dioca, feijAo, lema, pAo, tuucinho de Lisboa, viua-
    gre, vellas slearii as, ditas de espermaceti. E para
    que rbegue a milicia de loil is mande! lavrar o pr-
    senle que ser publicado pela imprenta.
    AHandega de (eraambueo 2 do jolho de'1836.
    O inspeclolr, liento .lose Fernandes liar ros.
    O Dr. Anselmo francisco Perelti, commeiidador la
    imperial orde 11 la Rosa e juiz de direilo especial
    do commerrio deslii cnladc do Recife, por S. M.
    I. e C. ele.
    Fajo taber aos que o prsenle adital vircm, que
    a requerimenlo de Eusene Dedier A. C Isaac, Cu-
    rio j C, e L. I."ruinle Feron c^ C, eredore- do fal-
    lido Joaquim Milit.lo do Amaral seachapor eslejuizn
    aberta a fallencia pela senlen;a do Iheor segurle :
    Teudo D. Joaquina Jeronx na de Jess requerido
    a declarado da falleucia de seu devedor Joaquim
    Mihiao do Amaral, que deixara de pagar-lhe a im-
    portancia das lejlrns de lis. 15 e de fl. 16, mandoo
    este juizo por despacho de 11 do crrente etm vir-
    lude do disposto no art. 111 do r,su lamento n. 738,
    que dila D. Joaquina juslificasse com cuaca 1 daquel-
    le seu devedor a cetsacAo dos pigamentos do mesmo
    a qual nao se poda considerar geral e absoluta pelo
    nico fado se nln lerem sido pagas as duas mencio-
    das leltras, como porem e antes de ser prolu/.i 1,1
    a jii'tilicacAo determinada, se lenhi vencido 110 dia
    16 do crrenle urna lerceira leltra da refeiida I).
    Joaquina, Lilia esta que aluda deixou de ser paga,
    e leuliani-te dirigido a esle mesmi juizo Eugeue
    Dedier & C, Islac, Curio & C, e Len Lecomle Fe-
    ron i5 C, moslrindo serem credors de Mililao.pro-
    vando haver es e leixado le satisfazer a letlra de
    fls. 23, allegando nao ler elle pago a conla re lis.
    31 e apreseulauilo a circular de fls. 21 e de llt. 22,
    que remollen os 1 redore- de sua Cata, e sem duvi-
    da a vista le ludo islo e da requisicAo de fi. II e
    fls. 13 haver o mencionado Joaquim MililAo do
    Amaral, commeiciante nao matriculado, estabelecido
    com toja de calcado na ra do Livramenlo dela ci-
    Ude u. 37 eessadu os seus pagamentos que, ja desde
    ik'/emliro nao fcizia com i ou'u,ilrla le; o que d'ura
    em diaule deixar de arcudir cum lauto maior pro-
    babilida Ir, quanlo esta fechadr> o seu eslabeleciineu-
    lo, pelo que declaro o indicado commercianle em
    eila.io de qnebra, e fixo o lermo legal da existen-
    cia desla a contar do du 30 de maio, dala do veiici-
    menlo da leltra de fls. 33 ; norneio curadores fiscaes
    os sobredilos Eogene Dedier Si C, e prestado por
    esles o jaramente do eslvlo mando que se pouham
    sellos ern lodos os bens.livros e papis do fallido e se
    proceda as diligencias dos arts. 812 do cdigo com-
    moreJal e 129 d regolameoto 11 7:18. Feilo o que se
    lelerminarAo opporlunarnenle as providencias pres-
    eriptas pelo cdigo e regutamenlo er qoeslAn, e que
    se levein seguirl as que pela prsenle licam dada.
    Recife 18 le onhu de 1856.Anselmo Francisco
    PeteUi.
    Em cumpr un Milu do que lodo c credores pre-
    sentes do referido fallido Mmpareeam em casa le i
    uinilia residencia ou paleo da Sanl. Cruz no bairro
    la Boa-Vista no dia 8 do correte pelas 9 horas da
    manhaa.alim I* prurederem a noiiioac.o de deposi-
    tario ou depositarios que ble de receber e adminis-
    trar provisoriamente a casa fallida.
    E para que chegue a milicia de lo,los,mandei pas-
    tar o presente que ser publicado pela imprensa e
    allixado nos lugares designados no arl. 129 lo re-
    gulameulo 11. 738 de 25 de uovemliro le 1850.
    Dado e passado nesla eidade dn Recife aos 3 de
    julho de 1856.4- En Francisco Ignacio de Torres
    II ni le ra. cscrivo o li/. escrever.
    Jnselmo /'rancisco l'erctti.
    Ollr. Anselma Francisco Perelti, cornmendador da
    imperial ordem la Rosa eju/. de direilo efpecial
    do commerciu desta eidade do Recife por S. Al.
    I. e C. ele.;
    Face aabei ans que o prsenle edilal xireni, qoe a ,
    requerimenlo de Loen Leconle Feron A C. e Flix
    s-ouvage & Cl credores da fallida Alaria Florioda
    Scasso se achai por este jui/.o abena a sua falencia '
    pela seulenca ilo Iheor seguate :
    Alleudendo que '.iimo se inostra dos aulos Maria'.
    Florinda, q ie| como mullier, que se dia er de ,
    Jernimo Scasio, aasicnava-se Maria Florinda Sea I
    so, cominerciajiie oalabelecida, cora luja le modas I
    110 alerro da Itoa-Visla desla eidade u. 29, cessou !
    seus pagaincnl s.deitamlo de satisfazer em sen di-
    versosveiiciinesilns a importancia dassele lelraa le lis. 1
    Carlas seguras existentes na adminislracao do cor-
    reio, viudos pelo vapor Impcradoro, entrado
    hontem.
    Anlonio da Costa Reg Alonleiro 1.
    A. Joaquim de Aloraes Castro 1.
    A. de Souza Lima 1.
    Carolino Francisco Lima Sanios I.
    Carlos Jos Mallos Venique I.
    l-'r. Filippe de S. I.uiz Paiu I.
    Francisco Moreira da Costa I.
    V. Seraphico de Asis Carvalho 1.
    F. de faula Norberto ie Andrade I.
    F'eliciano dos Sanios AragAo 1.
    Joaquim Gomes de Souza I:
    J0A0 Joaquim da Cuoha R. Barros 1.
    I.-Miroiicii Correia de S.i 1.
    .Manoel Anlonio Moreira 1.
    Soulball Mellor Ov Companhia 1.
    As malas que lem de couduzr o vapor Im-
    perador para os portal do uorle, fecbam-se hoje as
    4 horas da larde; os jornaes devcrAo ser enlresnes 3
    horas anle=.
    A pessoa a quem Ihe fallar nma colleccau do
    Correio Mercanillo, viuda do Rio de Janeiro sem
    direcjAo. quein dirigir-te a administradlo do cr-
    relo, afim le Ihe ser entregue. Correio le Pernam-
    bucu 4 de julho de 1856.O administrador,
    A. J. Goims do Correio.
    DIRECTORA DAS OBRAS PUBLICAS D\
    PROVINCIA.
    Ern riimi rmenlo da ontemdoExm. Sr. presiden-
    te da provincia, manda o lllm. Sr. director interi-
    no das obras publicas, publicar para conherimeiilo
    le quem possa inieres-ar.o prosranima abaixo tram-
    en po, formolado pelo metmoExm. Sr.,para o con-
    curso aos lugares de ajudante de engenheiros desla
    reparlicao, que leve ler lugar as 10 lluras do dia 21
    do provimo fuiuio mez de julho.
    (Is concurreoles deverao com anticipa^ao de oilo
    dias, requer a inscripcAu le seus unmes 110 regis-
    tro desla secretaria, alim de ser organisada a lisia
    respectiva.
    Secretaria da direcloria das obras poblivas, II de
    junbo de 1856.
    O secretario,
    i, a un o Francueo de .Mello Sanios.
    O presdante da provincia, conformando-te coma
    proposta do'director dan obras publicas, resolve que
    Tora em diaole, os lugares de ajudantes le enge-
    nheiros daiiuella reparlicao nejara preenchidos por
    meio de ctjncurso, salvo se o pretndeme liver titu-
    lo acadmico de curso regular de malhemalicas ap-
    plfcadai. '
    Para esse concurso se adoptar o scuinle pro-
    gramni'i :
    Ot exaraes dos concurrentes aos lugares de aju-
    dante de engenlieiros. ser.lo auuunriados pelo (Dea-
    rio de Pernambuco quareula das antes e consla-
    rao de duas parles.
    A primeira versara sobre a pralirj de desenho
    linear e Ihoposraphico, e bem assim a applicacio
    dos instrumenlos mais enminiins, laes como bsasela,
    nivel, mira, trena, plancheta, barmetro, term-
    metro, exercieios de levautamontu de plantas, ni-
    vclamenlo e oraanisacAo de ornamento.
    A segunda versara sobre luda a arilhmelica, sj|-
    gebra elmeatar, aeomelrii al os solidos, Irignome-
    Iria rectilnea, elementos le architeclura e rlescrip-
    ;Ao dos iiialrnmenlos mencionado- na primeira
    parle.
    Sarta exaniinadores.o dirccl r das r.bras publicas,
    que presidir os exnmes, e dous engeoheiros Humea-
    do.- pelo presidente da provincia.
    Depuis de cuohecidus os exaraes, o director das
    obra publicas fara urna exposi;Ao ao presidente da
    provincia da habililacAo de cada nm dos candidatos,
    einillindo soa Opinilo tufare os qoe Ihe parecerem
    mais aptos eiercer laes lugires.
    Palacio do geverno de Pernambuco 7 de junho de
    1856. Sergio Teixeira de Macedo.
    ConformeAntonio Lene le Pind.
    Caixa filial.
    A directora fez publico que as leltras
    (jiieein sita apiest'iittcao nao liverem si-
    do loj;o pagas ao cobrador da metma cai-
    xa, o pooerao ser ate a's 2 horas da tarde,
    110 escrptoro do mesmo estaljelceimen-
    ,0-Antonio Marques de Ainorim, se-
    cretario.
    A direccao ilo e\tinclo banco de
    Pernambuco, avisa aos Srs. accionistas
    do mesmo Iranco, que se aclia autoritado
    oSr. tliesotireiro da caita filial do ban-
    co do Brasil nesta pi-ov ncia, a papar o
    oitavo dividendo de .SliOO rs. por ic-
    rSo, vencido nos 5 mezes de Janeiro a
    maio ullimo. Recite 3 de julho de 1856.
    Assignado.Joio Ignacio de Medeir'os
    Reg.
    C iilralanilo esla reparlicao a compra 011 furueci-
    monto de lijlo e ral, precisos estes dous objecloa
    para a-Jobras a seu cargo, na quantidade, e por
    lempo que mais conveniente for, manda o lllm.
    Sr. inspeclor lazer publico que acerca receber-se-
    na nesla secretaria as ic.pectlva pfopoataa em caria
    fechada ale o da .", do Correte hmi, as 11 nork
    da nianhaa, era que o eoolraclo ellecluar-se-lia cum
    quera mais xaiitageusoU'crecer a favor dos iuleres-
    ses da faenda.
    Secretaria, da inspeccAo do arsenal le mariuha
    de Pernambuco, 30 de junliu de I8."i(.
    O secretario, Alexaudre l'.udrigues dos Aojo
    A o Rio de
    lauci
    u'IVEIISAS PHOVINCIAS.
    Keiidimenlo lo dia I > .1 ....
    Idera do dii \ .
    ".::Il'U:i:io
    I :isw
    I 690-22
    a lis. III e o
    lar a lis. :l; de
    lequebra e li
    contar lo lia '
    lula de pajal
    nvocairto os seus credores pela circu
    laro a metma commercianle no estado
    1 poca local da existencia desta a
    le 111 no ulnmn em que deisoui fa-
    ais negociantes Len Leconle Pern \
    2699030
    C, e Flix souvage \ C, as lelias de fls. !> e
    I lis. 10.
    Noineio cuijadnres
    I Lecomte Fero
    lo do estilo, 11
    DESPACHOS DE EXPORTA!,Al> PELA MESA
    DO CO.NSCLa.DO DESTA CIDADE NO DIA
    DE JIMIO DE 1836,
    Huenos-AxresBrigue braiileiro ni). Allunsou, A
    inorim IrmAos S CompAnhia, :I72 barricas assucar
    blanco.
    Bueuns-AxresBrigue hespaohol oMiguelu, Viuva
    Amonio & Fillio, I2l) barricas assocar branco e
    mascavado.
    LisboaBarr porlugueza uLigeira, NovaesiJ Com-
    panhia, 1211 barris mel.
    BarrellonaPolaca bespmhola rrLenes, N.O. Bie-
    ber i\ Companhia, .J0 couros (ligados.
    Exportacao .
    I.oanda, e-cuna pnrtogueza iiOresn, de 12.') tone-
    ladas, cundu/in a guinte : ItliO oaSCM abalidoa,
    45 ditos varios, "iJ feive arco da Ierro, I barrica
    fiscaes os Jsubreiiilns Lcon
    11\ C.,e prestado por estes o aromen-
    ando qne se punham sellos no- livro-
    diligeDciaa
    commercial a
    que serao dada'
    les provilenci
    e regulainenloj.
    Kecfe, 21
    ara
    O bem condecido brigue escuna ul.aura, recebe
    car^a o pasaageiroa : trala-se cora o ronsignalario J.
    B. da lonseca Jnior, na ra do Vigario n. 211.
    Para o Rio de
    Janeiro
    segu em poucos dias por ter grande par-
    te do carregamepto prompto, a escuna
    nacional /.LLOSA, capitao Pinbo : para
    carga ou escravos a lulo, trala-se com
    os consignatarios, no escrptoro da ra
    da Cruz n. J'.l.
    A barca Sania Clara sabe para o Pollo no dia
    ."> do correnle mez. A inda recebe carga e passaci-
    ros ; a tratar com Barroca i\ Castro, oa ra da Ca-
    deia do Kecfe, n. 1.
    I'ABA A BAHA.
    O veleiro e bem condecido palacdo nacional Es
    perani;a pretende seguir para a Babia al o lia 7
    do correle, ja lem a bordo dous lerdos de seu carre-
    garaenlo, para o resto e passageiros para os quaes
    lem evadiente- comino los; hala-se com o seu con-
    signatario Anlouio l.ui de Oliveira Azevedo, ra da
    Cruz n. 5.
    O brigue brasileiro ll. AHonso, que se decli-
    na ao llio da Prala com brevidade, precisa le um
    pilulo de caria, e de marinneiro brasileiros ; quem
    csliver nesla rreotmlaneii dirija-se aos respectivos
    consgnala!ios Bailar ,\ (jlveira, na ra da Cadeia
    do Kecfe, ou a bordo ao o capilAo.
    O liiale Tigre precisa de qualro marinheiros
    brasileiros para a sua viagem ao Ro liraode do Sul.
    A veleira barra porlugueza I. geira, sabe
    iinprelerivelmente de 13 a I j du correte, ainda re-
    cebe alguma carga a frele e passageiros, para o que
    lem muito bous comino lo- : traase com V. A. de
    de Souza Carvalho.
    e papis di......sma fallida, e mando que -i- proceda
    irccriplas no- arts. XI; ou cdigo
    |120 do regiilamenlo 11. 7:1S. Feilo o
    s em lempo opporluuo as subsequen-
    ps dflerininidas pelos referidos cdigo
    le jnnlio de 1856.
    Aiislmo Francisco Perelti.
    Em cuinpri:nento do que todos os credores presen
    les da referida fallida comparecem ern casa de miuha
    residencia no paleo da Sanla-Cruz, do bairro la
    Boa-Vista, IM da Silo correnle, pelas 10 horas da
    raaiihAa, alim de proceilerem a nomeacao de depo-
    sitario, 011 depostanos, que han de receber e admi-
    nistrar provisoriamente a rasa fallida.
    E para que chegue a noticia de lodos, m,ndei
    passar o pre.eoie que ser publicarlo pela imprensa
    e fixado nos I igares designados no arl. 12 da re-
    iil.iiuenlo n. 738 le 2' de novembro de Is'ai.
    O brgue nacional MA-
    RA LUZIA, capitao Joao
    a Silva Horaes, segum-
    >retervelmente no limda
    '--" -'-S^*~ presente semana, se caso
    imprevisto no impedir, recebe algumas
    miudezas e escravos a frete, paiaos quaes
    da' as melliores tcconiinodBe/'H's e trata-
    iiiciilo: contrata-seCOtn Antonio de Al-
    mcida domes, na ra do Trapiche n. I(i,
    segundo andar.
    Yeni|e-sc o veleiro e bem construido patacho
    nacional, Alhenas, de 2116 toneladas, prximo a
    helar da Babia cun parle de seu carregamenlo para
    esle porto, e de-le para o MaranbAo, para uide o
    comprador aer obrigedo a laze-lo seguir. E-le bar-
    co loi l'eito em lienova, eni marco de 1S.">I, su.i
    conslruccao he de carvalho, forrad de cobre, tendo
    refeilo e-le em maio do anuo prximo passado; ven-
    de-se par eu dono ler de rerai-sc para Europa :
    os prelendenles podem dlrigir-ie, logo que e-le
    , !o -ai. que lera iiovanieule anuunriado, ao escrip-
    torio de Anlonio 1.1:1/ d'Oliveira Azeveilo, ra da
    Croz, n. 1.
    Rio de Janeiro.
    Seiie com brevidadeo patacho aValenlea, eapi-
    IAo Joaquim Antonio lioncalves Sanios ; recebe car-
    ua, pasa^eiros e escravos a frete : a tratar com Cae-
    lano Cyriaco da C. M. ao lado do Corpo Santa n.35
    I'AIIA 0 KIO DE JANEIKO
    segu em |ioocos das a escuna brasileiro Linda ;
    quem nella quizer carregar 011 ir de passagem, en-
    teuda se na na da Cadeia do llerife 11. 66 com An-
    tonio Cedro das Nev-, ou 11,1 ra do Vigario n. 5.
    Scttfrft.
    L. Le Comle Feron i\ Companhia farao leilo,
    por inlerveueAo do agente Oliveira, e conla e risco
    le quera parioncer, da esplendida mubilia da casa
    onde inorou o Sr. Lalouele, no Chora-Menino, can-
    sislindo em consol, Mpeldof mallo grandes e ou-
    lros menores com lindas molduras, sofs e mesas
    para sala, cunsolos, cadeiras, 1 piano quasi novo de
    ptimas vozes, jardineiras e donzellas para sala, ca-
    deiras le bataneo americanas, e oulras para sala de
    jaolar e quarlos, tpeles, esleirs, glubus e lanternas,
    riquissuuos quadros, leilos le ferro, marquezas'
    guarda louras, arman.s, guarda-veslidos, bancas
    para jogo e oulras, apparador grande e pequeo,
    bandejas, cryslaes, colheres u garfos de melal, gar-
    ios e lacas de cabo le marlim, apparelhos de por-
    cellana para jamar e para cha, lavatorio, coiumodas,
    vasos para llores. c#>ides, bidet, secretas (brevete;
    ioipleuveiilos de agricultura, caixa para gallo e mul-
    los oolros objeclos ; assim como I uom escravo que
    foi do servico de casa e siliu; segunda-feira, 7 do
    correte, as 10 horas da maulia, na indicada casa
    grande, pcrleneente eo Sr. Jos Joaquim de Oliveira.
    O agenta Vicia da Silva faz lUo ler{a-feira,
    8 do correnle, as 10 horas da manliAa, no arinazein
    ua ra da Madre de Dos 11. :2, de diversas obra de
    marciueria novas e usadas, nuudezas, suspensurios,
    leques lino!, fil de seda em pe;as mullo largas, peo-
    na- de ajo, prala e ouro, relogios com correnles,
    urna grande balanea romana que pesa 2,.">00 libras,
    loalhas de lindo do Porlo, mantas para sellins, um
    rico piano forte e novo, farinha mutlu superior, e
    oulros mullo- objeclos.
    'tfDttf* &tott&90.
    0 Sr. Frederico Jacques queira di-
    rigir-sea livraria ns- ti e 8 da prai;a da
    Independencia, a negocio de seu inte-
    resse.
    Aluga-se o segundo e terceiro andar
    do sobrado da rita do Queimado 11. iO.
    Precsi-se de um amamdor e que tambem en
    trege pao as 1'regr.czias.: na piularla da ra do Co-
    lovello 11. :i|
    COMPANHIA D BEBKRIBE.
    O escripturaiio da Companhia de
    Beberibe Marcoliuo Jos Pupe, encarro
    ga-se de comprar evnder accoct da ires-
    macompanhia: as pessoas que quizerem
    comprar ou vender, dfrijam-su ao escrip-
    torio da mesma, na ra Nova 11 7, das
    S Ilotas a's da tarde.
    Ao Sr. qiie teve nina taberna na ra
    Impeiial n. III, sepedeipieira iipparecer
    na ra das Cru/.es junto a typograplia, a
    tallar com a proprietara da mesma ca-
    sa, a seu interesse.
    t) actual mestre de novicos dos ler-
    ceiros franciscanos, vein por meio deste
    convidar aos mesmos irmaos novicos, pa-
    ra que 110 dia (i do coilrcnte, pelas 10 llo-
    ras da manliia, se acliem no consistorio
    da mesma ordem, alim de que reunidos,
    liatem da Testa de sua divina padrocira
    NOSSA SBNHORA DA AJUDA, quetem
    de celebrar-se a 15 de agosto, na mesma
    ordem.Francisco Pereira Lemos.
    Alug.a-se urna escrava com as habilidades ne-
    cessarias para bem ilesempenliar o srvn;o iulerno
    de urna casa : nol'ateo do Terco, n. !>, I andar.
    Bernardina de Sena Lima, viuva le Jos de
    Almeida Lima, [a/, scicnle ao respeilcvel publico,
    que iiinguem coulrale negocio algum cora Den per-
    lencenles a esle casal, nem mc-ir.o pacaincnlos de
    ledras j veucidas ou a vencer, ou mrsmo oulra
    qualquer divida qne hija de se pagar a qualquer
    pessoa, sem que seja a annuncianle ouvida, e du
    contrario incorrer na pena le uollidade.
    A mesa regedora lo glurio-o S. Ilebediclo, erec
    la na iareja le N. S. do IIo rio do bairro la Boa-
    Visla, participa aos devotos do mesmo santo, que
    deixou le festejar ao padroeiro 110 lia 5 por falta de
    meios, e por esle lim espera nos seus devotos coad-
    juvacAo para mesma, qoe lem de ser no dia LI do
    correnle. Consistorio era mesa aos .1 de julho de
    1856.Jos l'edro de Sanl'Anna, secrelanu.
    Aluga-se u-na ccrava para cozinhar e fazer
    pequeas compras: a tratar na praja la Indepen-
    dencia n. 1.
    I'recisa-se de u:n homem forro ou escravo,
    que saiba andar com carrn : na praca da Boa-V'is-
    la 11.12.
    Aluga-sc a um hiimem honeslo una ala com
    Icova, ludo piolado de novo, sendo a sala muilo
    clara e cora farandl de ferro, podemlo-sr foruerer o
    tCtameiilo, ludo em conla : para lialar ua Iravesse
    da Madre le lieos n. 10, primeiro andar.
    Ausenlou-se ha S das la casa do bailo a-sig-
    uado 11ra seu inulaiiulio le nome Kaxmumlu, uicial
    de alfaiate. de idade le 1.') a ll anuos, claro, allu e
    del .Milu lo corpo, he um lauto cerrado, equaudu tal-
    la lem falla de expre-s,io e verbosidade : sera grali-
    fieadl a pessoa que o ronduir a casa )).... da ra da
    t'.adei. do bairro de Santo Anloniu do Kccife, de-
    fronle da ireja de S. I'ianci-co.
    lleulo Jos lernandes Barros.
    Ouein liver algum sitio rom proporcfit para
    ler muilo capfm pelo invern e verao, e queira uc-
    gocia-lo uu arrcnda-lo, auuiincie para ser procu-
    rado.
    Qnem annoncion vender un cabriulel e um
    c.ivallo. dirija-se a ra da Flnreuliiia n. 36,
    Arreada-s um sitio no lui;ar denominado San-
    l'Anna, o ullimo que volla para a Casa Forte, pro-
    pio, para qualquer slraneiro, cun nina grande ca-
    a, estribarla, sen/ala, e urna casa pmpri.i para co-
    cheira, com baixa para capiui, e muilos ps de arvo-
    redos : |uera (irelender. dirija-se a ra do Padre
    Floriano 11. 34, ou no mesmo sitio.
    Alua-se o silio cunheciiio do Arraial. do casal
    da viuva do Burgo : trala-se com Antonio Carlos
    l'ereira de Burgos l'ouce de Len, na ra llireila.
    obrado n. '.12. de manliAi ale '.' horas lo dia, e a
    larde de 2 as :| horas.
    l'rer.isa-sc alagar nina prcla captiva que cozi-
    nhe, para urna casa le familia : no aterro da Boa-
    Vista 11. IS.
    Segn,la-feira, T do crrenle, as 10 horas, de-
    pois da audiencia lo Dr. juiz municipal da i. vara,
    se ha de arrematar por venda nm etCfaoo de nome
    llermogio. de idade de 7 a H armo-, avadado em
    ATTENCAO :
    Perden-se entre Pastagem da Magdalena eA-
    logaib s, mu anel de ouro'encasloado com urna pedra
    de diamante : roga-se a pessoa que o liver adiado
    de o levarla ra da Croz',o. i j que se llie licari mul-
    lo obngado esei.'i bem recompomado.
    -- l'recis.-1-se de uina ama |iara casa de pouea fa-
    milia : na ra Bella 11. 21.
    Acha-se justa a trOMCSo mais peilenres da
    loja de calcado n. 2.1 da ra da Peana : quem se
    adiar cora direilo a mesma, reclame dentro em tres
    dias n;. mesma loja.
    O proverlor da irmandade de S. Jos d'Agoina.
    convida a lodos os seus irmAos ex-provedores, vice-
    provedores e ex-enelanos. para se reunircm no
    respectivo conaislorio smaohae ti lo correnle pelas 9
    li na< da in-nhaa, alim de proceder se a Coil-olla los
    funcrionariot que trm de servir na mesa resedora
    do anno futuro, os quaes lean le ser apre-eotkdn>
    a mesa eeral 110 dia 13 du crrenle, para sol) elleI
    se proceder a elcicao.
    Perdeu-se ura meio bilhele de 11. 1!l."i2 e ro-
    sa-se a pessoa que o achou leva la a ra da Sensata
    V'rlba n. 70, a enlregar a Claudiann de Jess lian
    deo-a, o previne-te ao Sr. Iheaonreiro e mais ven-
    dedores de bilhcles que nao paguem senio ao seu
    proprio dono.
    -- Aluga-se umsilio parle da prira, a quem vi-
    ver de planla;oes e leiiha pelo menos duas miadas,
    com a condicijao da Iralar do arvoredo que lera e
    plantar oulros le novo, iralar da cerca e fecha-la,
    dando dador para o rumprimenln do Iralo que se li-
    zer, que para iso se aluga por um aluguel mais
    commodo do qne esla' : quera o pretender falle na
    praca da Independencia loja de iniudezas n. 3. que
    se dir1 quem 11 aluga.
    L'm engenheiro architecto oTerece-
    se. para evecucao de plantas e ornamen-
    tos de qualquer obra, e tambem para di-
    ijjir a evecuco das mesmas : piem pre-
    cJsarde seu presumo dirija-se a livraria
    da praqa da Independencia, que oblera'
    maior iniormaco.
    I'recisa-se, para a celehracAo da missj em urna
    capella parlicular, de mu calix em meio oso com
    patena e colherinli.i : quem liver e quizer Iroca-lo,
    dirija--e ao largo da matriz de Santo-Antonio, so-
    brado de um andar 11. 2.
    Arrenda-se ou Iroca-se por casa uesla praca,
    um sitio no lugar lo Lucas; a fallar na ra Augus-
    ta na casa de Antonio Nobre de Almeida, que ahi
    achara com quem tratar ou annuncie.
    Precisa-se de prelos para venderem azeite de
    carrapato asanles, pagando-se a vendaeem : quem
    os liver lirija-se a ra do Brlim pastando o rhafa-
    riz primeira casa que lem um sotan encamado pela
    retaguarda, para se Iralar do ajusle.
    THEVTKO 1)E APOLLO.
    A directo do llieatro de Apollo renvida aos se-
    ndorea acconislas para comparecerem no dia 6 do
    cumule, as 10 doras da manliAa, 110 silao do mesmo
    inealro. alim de se ellecluar a elei;Ao da nova mesa
    que (em de regaros trabadlos le 1836 a IS.77, e pe-
    de encarecidamente aos mesmos -endures accionistas,
    que naodeixem de comparecer, para que de nuvu se
    nao !" a irregularidarlcde se nao eftectuar a eleicAo
    como acontecen o anno passado, por falla de letal
    coropareciineiito. Kecfe 2 de julho de ISoti.An-
    louio Alves Barbosa, vice-pre-ddente.
    Anlonio da Silva Cumo vai a Europa Iralar
    de soa saude. levando em sua companhia seu filho
    -Maximino da Silva (iusmAc.
    Anlonio Candido da Silva avisa ao respeilavel
    publico, que por haver oulro de igual nome, assig-
    nar-e-iia de boje em diaule por Anlonio Candido
    iiuiu, 1 ,'ie- da Silva.
    Precisa-se alugar ura primeiro 011 segundo an-
    dar em urna das principies ruis desla eidade, prefe-
    rindo-se no bairro de Sanio Anlouio ou S. Jos ;
    na ra da Cadeia do Recife, loja n. .V).
    Jos Antonio de Souza Quclrof declara pelo
    prsenle anuuiicio, que sea rscrivo crioulo, de nu-
    me I.uiz esta forro desde o du 28 de junho de IK.'Xi-
    Francisco Botelho de Andrade tem justo e con-
    tratado vender ao Sr. Antonio do llego M-ilelro- a
    sua I.iiici na sita nu ra la Aurora junio a fuudicAo,
    lcando o passivo do raesmo eslabelecimenlo a cargo
    do vendedor.
    Precisa se de urna ama para cozinhar e eu-
    giimmar para pequea lamilla ; ua ra da Croz n.
    31, segundo andar.
    l-.n-inaiii-sc negrindas graluilamenle a coser,
    bordar e l'azer labxrinlhu, dando ns seus senhores o
    -lisenlo ; na ra da Paz, anligamenle rus do Canno
    u. ;ts.
    Aluga se a loja lo subrado deil andares na ra da
    Cadeia ele Sanio Antonio, esquina dj beccu du Ou-
    vidor : a Iralar com l.uii Come Ferreira, no Man-
    LOTERA A provincia,
    Aos 5:000 e 2:000 0U0
    Subbado ") o corrente, andam as ro-
    das da segunda parte da primeira lote-
    ra de Nossa Senhora do Carmo ; ainda
    restan alguns bilhetes, meios e quartos
    rubricados pelo abaixo assignado, aos
    precios abaixo declarados, as lojas da
    praca da Independencia ns. 1">. 15, e
    'tO, travesa do Queimado n. 59A, ra
    estreita do Kosarin n. 50, roa da Praia
    d. oO, na doLivramento n. 7>\, largo
    do Terco n. 18. aterro da Boa-Vista ns.
    )S e i-i-, sendo que os qne obtivercm
    sortes grandes, o possuidor recebera' no
    sseu pieinio na oni'oimidade da lei,
    mas tambem os S por cenlo.
    Bilhele nteiro 5$800 recebe 5:000|000
    Meio bilhele 5S000 2:500^000
    Quarto l:)()() l:S50|000
    O cautelista,
    A. .) !t de Souza Jnior.
    No aterro da Boa-Visla, segundo an-
    dar dn sobrado u. li, precisa-se de urna
    ama que saiba cozinhat eengommar.
    Bilhetes das loteras.
    Bilhetes da lotera que esla' a coner :
    na Soledade, def'ronlf ra igreja, taberna.
    Alugam-se a lojas lo becco de Apollo : na
    ra do Collegio n. 21, primeiro ou segundo andar.
    Sa ra do A raga o n. 3, precisa-se de urna pre-
    la para vender doce, e que as horas vagas se oceupe
    em algum servico do mesmu Irafco : a quem con-
    vier dirija-se a mesma casa, uu iDuuucie.
    Iroca-se por dinheiro urna magem
    do Senl or dos Passos, e nao se ollia a
    preco se l'or muilo perfeita e nao muito
    pequea : na praca d Independencia
    ns. (i e S, se dir' quem qner.
    Lotera
    do convento de Nossa Se-
    nhora do Carino.
    Aos o 000 e 2 000 000.
    Corre indubitavelmenle sabbado 5 de
    julho de 18.
    Saiustiano de Aquino Ferreira
    avisa pie venden osstguintes premios da
    segunda parte da primeira lotera do
    Senl.or liom-Jesus da Via-Sacra, extra-
    llida a S de junbo.
    1 bilhele n. til V 500AOOO
    2 meios n 1848 . . IOOsOOO
    1 bilhele < 'li . O.SOOO
    meios i!>.->2 . O.sOOO
    T.")ll3(Kltl e nina porra > de dividas activas na impur-
    laucia de Ii:j8!).;li7, ludo pertencente ao inventa-
    rio dn tinado Joaquim Joto Ferreira, vai .i Mira a
    requerimenta lo letlamenleffo Manoel Joaquim lla-
    mse Silva.
    -- Precisa-se alujar urna ,imn de lelte, namSO
    beio : na ra do Uneima.lo n. 7. larnhem precisa-
    se una ama forra ou e-crava, para Indo o scrviai de
    casa.
    Kngs-se ao Sr. Anlouio Ludtero ila('.ola,
    qiieveiiha> praca da Independencia n. :!6e38,a
    negocio que o mesmo Sr. nao ignora.
    Aluga-se um sitio entre as duas poste da
    PassaQem la Magdaelua, com grande rasa, estriba-
    ra, e terreno pelo terapo de Testa ou por anno : di-
    rija se a i ua .Nova, !. andar do sobrado que faz qui-
    na para a Gamboa do Carmo.
    Precisa-.e llagar urna escrava que seja liel e
    ar;a lu lu o servico iulerno e exlerno de una casa le
    muilo pequea familia, paga-te IcOOO mensaes :
    ua roa du llixpicio a. 17.
    No alerro dos Afoga.los n. Ili7, lava-sa e en-
    gomma-se rom oareio e promplidao ; responden-
    lo--e pilas fallas.
    lem exposto a venda seus milito leli/.es
    bilhetes, meios e quartos la 2-parle da
    primeira lotera do convento de N. S. do
    Carmo, na ra da Cadeia lo Recife n.
    ), loja de niude/.as de Jos Fortunato
    dos Santos Porto, na praca da Indepen-
    dencia ns. .")7 e 59, loja d^ calcado de
    Antonio Augusto dos Sanios Porto, na
    mesma praca loja de bilhetes n. da
    viuva Bastos, e as demais ja' conheeidas
    lo respeilavel publico.
    lllnies .sSOO recebe por i nteiro 5:000.<|
    Meios 5x000 ., ., ., 2:500,S
    Quartos IsOO .. .. 1:250*
    Os dous premios grandes da refer-
    Ida lotera do Carmo, nao eslao SUjeitOS
    laCS 8 por cenlo lo imposto geral, tra-
    zeodo elles a rubricarles. d'A. Ferreira.
    PernambiK'O I* de julho de I85(i.Sa-
    iustiano de Aipiino Ferreira.
    I'ma pessoa inslruida oo jozo la esgrima, nu
    espada recta, se oflerece para dar lices em parlicu-
    lar do referido jugo : qoem de seu presumo se qui-
    zer niili-.ir auiiuucie pur esla fnlha e lambeui pelo
    il.iher.ili'.
    4
    o?

    ^CjO

    MTlDSDxT
    .hales le mermo tu ruados a teda da mesma core
    a matiz, pelo barato precu de 9JO0U
    Chales le merino lino rom barras matizadas, a 7)000
    Hilos de dito trelos com franjas de teda, a 75000
    Hitos de tilo le corea com drfeilo na franja, 4^400
    Ditos te |.ia grandes de ledas cores, a 25800
    Kicos vestidos de seda com loque de mofo, a 205000
    Lindas todat de cores de novo padmes, a 150OO
    o covado.
    Cbalv de qoadrot de lindas cores, a 900 r. o covado.
    Polar de serla com quadjos asselmados, a 800 r. o
    covado.
    Laa de quadros com .") palmos de largura, a 60 n.
    o covado.
    Sarja preta lavrada para vestidos, a 29100 rs. o co-
    vado.
    Grosdenaples prelo com :) palmos de iargura, a
    25200 ocovado.
    Sarja preta verdadeira hespanhola, a 15900 rs. o
    covado.
    Komeiras de refruz matizadas, a 109000.
    Mantas de blond pretal e brancas, a lttgOOO.
    Panno prelo e le cores, provi de limao, de dsOOO
    a 4.;0U<).
    Selim prelo macioo melhor possivel, a :i9000 o co-
    vado.
    Cassis francezas le cores finas, a 240 o covado.
    Chita francezas largis muitofina, a 280 o covado.
    Kiscado francez com 3 palmos de largara a 210 r.
    o covado.
    Pililos de alpaca preta lina, a 4&100
    Corte de casemira de cores muilo lime, a 49000
    Dito de dila prela fina; a liaOO
    Curtes de collele" de selim prelo bordado, a 490011
    Peilos par camisas branco e de cor, a 4O0 r.
    Collartnbos feitos e carnizas francezas.
    Camizolas c raeias de la brancas o preta.
    Lenjos de seda, de peso, grandes, a 1500.
    Lenco de seda de cor para grvala, a 600 r.
    Coberlores de algodAo grande, a 700.
    Cobortores de la hespanhes, a 3a000.
    Chales de merino trancado, linos, bordados em dois
    pontis, urna a matiz ouira da mesma cor, a 1 l.Nsm
    liiiu- de merm trancado franja de seda, a 49800
    Madapolao muilo fino de 21 jardas, a 4,80o
    Uiio com 1 p.dmo de largura fino, a 45000
    Curte- de casia franeza finas c 25000
    fim frente do becco da Cougregarao, pastando a
    botica, a segonda loja de fazenda.
    Aos devedores de N. Gadault.
    De novo e Ihe avi bitos na loja da ra Nova, alim de ewlarem a publi-
    cac.io de seus iiumes por esle Diario, visto que
    lendo-se de fazer as parlilha das dividas, e ha de
    publicar coin especilicacAo de iiomes e quanlia do
    ilevilioe. a distribuirio respectiva entre o herdti-
    ros. He aviso para que se nao cliamem a engmo,
    linio raais quanlu sao debilos ridiculo e de muilo
    lempo.
    Desappareceu no dia 30 do prximo passado:
    moleque Trajano, cojo siguaes mais palete iao
    idade de 21 aunos, cabra, estatura ordinaria, corpo
    seccu, ollios pequeos, bei;o grossos : quem o ap-
    preheuder, queira leva-lo a seo euliur o acidemico
    Antonio de Sampaio Almendra, morador na ra do
    alerro da Boa-Visla n. 40.
    Prccna-sc de urna escrava ou forra pira'o er-
    vico iiii-i i,-. e xterno oa urna asa depoucafamilia:
    ua luado Cabugin. 2 C.
    Aftentjfio.
    Na ni i de Joao I ern.inde Veira, que vai da
    Soledade para o Manguinho n. 42, eonliuua-se
    a curar morpha radicalmente, ainda estando no ul-
    timo griio, erysipella, aristins, perna luchadas, gln-
    dula- ou alporca, e dore rheumalic.
    -il- Pede-se ao Sr. A. A. V., morador perlo de
    fioianua.que queira mandar resgalir suaslrltra ven-
    cidas em IK'il, 1851 e 1SV. ; nao lendo juilo que
    S.'S. conlrahindo laes debito para seos arranjos, se
    entregue ao indilTerenlismo e ao silencio, deixando
    de responder as carta que a respeilo se Ihe tem di-
    rigido ; e se tal nao lizer lera de ver o seu uome pur
    cxlensu uesla Tulla.
    Hetalham-se os gneros da laberna da ra do
    llo-picio n. I, c vndete a armaran e mais perleu-
    ces, ludo minio baialo, para liquidado.
    A criada Chrislina Maria. qoe veio de Loanda
    na escuna rCeres, em companhia da Sra. D. Hara
    Rota da Coneeicao, relira-se para Loauda no masmo
    navio.
    fose Nuues le Uliveira comprou ero hasla pu-
    blica a casa no becco du Carcereiro o. 19 ; sealguera
    se julgar com direilo a embarazar a compra, recla-
    me o seu direilo.
    Joanna Maria MorJteiro, brateilera, relira-se
    para Ansola eom sua lilha menor doome Rila.
    Cuipanhia peruambuca
    cana, largo da Assem-
    bla >i. 10.
    Avisa-ic a quem perlencer cerca de 500 arrobas de
    vilele salvado do vapor|aMrquez de Oliodau, visto
    puis nao se saber o teu consignatario, por se aclur
    manifestado a ordem, que u prazo para entrega do
    mesmo vilele he de boje i i. 7 do correnle, depuis
    do que sera vendido para dedozu-se as desperas.
    Fazem-c para sacerdotes, tintinas, samurras,
    cipas e brreles cum loda perfeicao e presteza ; ua
    ra Velba n. 81.
    Aluga-se una tsila nina slcova e om quarle
    do primeiro andar, do sobrado da ra da Cadeia do
    Kecfe, n. 22, proprio para e-cripturio ; a tratar
    na ra da Seuzala Velba n. 96 : oa mesma casa
    ooinpra-te urna leinaeao.
    O Sr. HenrjqueKduardo da Costa
    Gama, alferes do nono bataibao de ca-
    cadores, tem urna carta na ra do Quei-
    mado n. 25.
    Alluga-se um moleqoe proprio para eopeiro de
    qualquer casa cslraugeira; quem pretender dirija-se
    a ra deS. Cuimallo n. 12
    Miguel los da .Molla, prolessor de
    instruccao primaria, faz saber aos Sn>,
    pais de seus alumnos e a' quem mais con-
    vier, pie a sua actual residencia he na
    ra de llortas, sobrado de um andar e
    soliio. n. 12, quasi defronte do becco de
    San-I'edro. Outrosim, que. contina ad-
    mittir pensionistas, semi-pensionistas e
    externos, por urna niensaltdade razoavel.
    Uecie2dejulho dcl83.
    Qoem precisar de una criada livre,
    que sabe enjjommar, coser e fazer todo
    o mais servico interno de urna casa com
    muilo asseio, dirija-se a ra do Trapiche
    Novo n. (i, segundo andar, para obler
    infrmateles da mesma ; prefere-$c ca-
    sa eslrangeita, ou de homem solteiro.'
    D-e 1'(10091)00 a premiu de um por cenlo ao
    mez cora firma a comento: na ra dn Queimado u.
    15 se dir quem he.
    Preci-a-se de urna ama par casa de homem
    solleiro, qoe coziuhe e engomroe : Da roa do Quei-
    mado u. L).
    Fugio da casa do abaixo auisnsdo ura cavallo
    ruro cardao ; a pessoaqueo liver apprebeudido pode
    mandar entrega lo no aterro da Boa-Vista, sobrado
    o...., segundo audar. ,
    Precisa-se com moita urcencia de urna mullier
    dosa, parda ou prela, para ama le urna casa de ho-
    mem solteiro sem familia : a fallar na ra Direil,
    subiailo le us andares n. 137, coofronle ao oilo
    de N. S. lo Terco.
    Prccisa-se le^um boleeiro, que saiba Iralar
    re c.ixallns. e de um leilnr que entenda le plaola-
    t(.iu de capim e hurla, quera se achar apio para isso
    pode se ^presentar no consulado francez no
    dias uleis das 10 horas da manhaa. al a- i di larde
    para justar no caso de convir.
    Alnaa-se um silio bonito no caminho dus
    Allliclos. entre o Manguind e a bucea do Espinhei-
    ro, pcrleneente ao ilhn. Sr. Francisco de Carvaibo
    Par de Andrade, e anude mora o Sr. Frederico Ko-
    billianl, O siliu posic muilas e superiores laran-
    geias, inangueiras, coqueiros, sapuliseiros, limoei-
    FOt, llores verduras, rapun para 1 cavallos, c lem
    cacimbas cora acua boa. A casa lem d salas grandes.
    III quarlos, coznha, senrala para 21) prelos, estriba-
    ra para 6 eavallee, lelbeiro tam manjadoia para
    II varea, ou cavallos, cueheira pala carros, re-
    cieio, :t quarlos para iiegrus etc. A casa foi oova-
    menle eoncerlada.e piulada por o preseule morador.
    Na ine-nia casa aeka-ta mullos trastes dos raelhore
    uo-lo, um li ni carro para um oo 2 cavallos, que le-
    va li pessoa. um. eurroea, uina boa xacc de leile
    e mullas oulras censas, para xeuder, era consequen-
    cii da prxima reinada da familia que all mora.
    Faz-se publico que os berdeiros do
    fallecido Joao barbosa Cordeiro nao po-
    dem vender a escrava deixnda pelo mes-
    mo, sem que paguem dous quarteis de
    aluguel da casa onde morn o mesmo lal-
    lecido, no importe deis. 9t>#500.



    imio ie p amusco sb:o : julho r. issb
    Pr.liltAS PHKCIOSAS. |
    '*" -
    Aderecos do brilhanles, }
    * diamntese parolas,pul-
    fi eir.iT, .illinoli'-, brincos .>'
    jg e rozelas, hotoes anneis '
    $j ile differenles costos e de -
    diversas pi'iii .1ile valor.
    * Compran), vendem ou
    $ luir.un prala, ouro, bri-
    S Ihantea.diamanlesepero-
    1 las, p oulras quaesqoer
    2 joiasdc valor, a dinheiro
    ? ou por obras.
    I0REIRA DDARTE.
    l.dJA MM1B
    Ra do Cabuga' n 7.
    > lios- V;i luirte lia Ru-
    rojm as obnis moderno susto, r.-ili-
    to li Franca como
    *m W-
    OURO E I'KA I \.
    *
    *i
    j Aderecos completos de
    ?) ouro, meiosditos, pulcci-
    2 ras, allinetes, briocoa e
    rotlos, cordes, Iranre-
    - lins, medalhas, correules
    '; e enfeiles para relogio, e
    Jj oulros muilos objeclos de
    >! ouro.
    " Apparelhos completos,
    . de prala, para cha, hau-
    oi dejas, salvas, easliraes,
    2 colheres desopaedech,
    * a muilos oulros objeclos
    a de prala.
    !*.? : : ->" :?; $;:<:* : # *::?:*:
    de Lisboa, asqm.es se vendem por
    preco eommodo como costuniam.
    Massa adaman-
    tina
    l-raocneo Pinto Diorlo chumba denles coin a ver-
    dadera massa idamanlina applica veniosas pela
    atraerlo do ar : pode sor procurado confronte ao
    Rosario de Saolo Antonio o. 2.
    ESTRADA DE FERRO
    #Jo Uc>f\ao S. Francisco.
    O* directores da companliia da estrada
    de ferro do Recite ao San-Francisco, tem
    feito a chamada da segunda prestaco de
    sluas libras esterlinas sobre cada aeco na
    dita companhia, a qual deve ser paga at
    o dia 7 de julho de 1856 : no Rio de Ja-
    neiro, em casa dos Srs. Maua' Me. Gre-
    gor&C.,; naBahia, em casa dos Srs. S.
    DavenportA C, e em Pernambuco, no
    escriptorio da companhia. O accionista
    que nao realisar o pagamento dentro do
    termo indicado, podera* perder todo di-
    reito as aco'K, sobre as riuaes o dito pa-
    gamento nao tiver sido ellectuado, e em
    todo caso tera' de pagar j tiros pelotempo
    que decorrer entre o dia indicado para o
    |Kigamentoe a sua rea.isacao. Kccife 14
    de maiode 1856.Por ordena dos direc-
    oi-us.S. P. Vereker, thesoureiro.
    Companhia da
    estrada de ferro
    Pelo presente se coromunica aos senhoies accio-
    nista da Companhia da Estrada de Ferro, que por
    oerato de receberem suas acroes devero apiesen-
    lar-se por si ou por seos bastantes procuradores,
    para o hu de se assignarem no competente livro ria
    inscriprni, de accordo com os pedidos que hierani
    las arres. Recife 20 de jonho de I8J6. Poror-
    .lein da direcluna, S. P. Vereker, thesoureiro.
    Companhia da
    estrada de ferro
    TRANSFERENCIAS.
    < senhore ircionislas que quizerem Iransferir
    -uaii acroes. dever.u, dirigir-se lo escriptorio da com-
    panhia, para o lim de oblerem o eiemplar da forma
    adoptada para ai transferencias, e pacarem os emo-
    lumentos respectivos na importancia de 1JI20. E no
    mramo escriptorio, roa do Crespo n. 2, em todos os
    lias atis das 10 horas da manhaa as 2 da larde, po-
    nera obler do Sr. major Vereker, Ibesoureiio da
    companhia, todos os esclarecimenlos de que necessi-
    larem relativamente aos negocios da sobredila cum-
    panliie. Recife 20 de juohrfde 1856. Por ordem
    i Sr. major thesoureiro,
    Joaquim Marinho Cavalcanti de Albuquerque.
    PUBLICACAO' LITTERAMA.
    Repertorio jurdico.
    Esta pohlicarao sera sem duvida de ulilidade aos
    principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
    do foro, pois nella encontrarn por ordem alphabe-
    lica as principis mais frequenles oceurrencias ci-
    vs,*orphanologicas, commerciaes e ecclesiasticas, do
    nosso furo, com as remissoes das ordenarles, leis,
    avisos e regolamenlos por que se rege o Brasil, e
    bem assim resolueftes dos Prasisias amigos e moder-
    nos em que se linnam. Contcm semelhaulemenle
    as deeis6es das ajuestes sobre sizas, sellos, velhose
    novos direitos e decimas, sem o trabalho de recorrer
    collecrao de nossas leis avisos avalaos. Consta-
    r de dona volme* emoilavo, grande francez, eo
    primeiro sabio i luz. estas venda por 8 na loja de
    livrosn. 6 e 8 nhores subscriptores desla publicaran existentes em
    Pernambuco, podein procurar o primeiro volunte
    na loja de livros cima mencionada : no Rio de Ja-
    neiro, na livraria do Sr. Paula Brilo. praca da
    t.iiiNtiliiico; no M iranhn, casa do Sr. Joaquim
    Marques Rodrigues; e no Cear, caa do Sr. J. Jo-
    ec de Oliveira.
    Na loja do sobrado n. 15 do raleo da ribeira de
    S. Jos, lava-se e engorama-se com muila pprfpiro
    eaceio, e com a reaior brevidade possivel.
    Precisa-se para um estrangeiro um
    sitio pequeo perto da praca ou urna casa
    terrea com quintal e cacimba na fregue-
    zia da Boa-Vista : a tratar na ra dtj Tor-
    res n. 08, segundo andar.
    Queijos fio Serid
    De novamente se avisa a todoa os fieguezes, que
    se rereheram os verdadeiros queijos do Serid, no
    deposito das bichas, ra estrella do Rosario R.Ti.
    O-se almoi;n. janlar e ceia com aceio e prom-
    pldflo, por pre^o coinmodo ; quem pretender diri-
    ja-se aa pateo da Ribeira n. 15.
    omptG&.
    Compia-se toda c qualqtier porcio
    de prata vcllta de Ici sem l'eitio: qum
    tiver para vender, dirija-se a ra dool-
    legio n. 15, agencia de teiifies.
    -- Compra-se um escravo de meia idade para o
    serviro do campo ra do Hospicio n. 21,
    Na.ra Dircita n. .">(i, segundo an-
    dar, compra-se urna escrava moca com
    habilidades.
    Qacm liver para vender algum escravo bom
    empina e moco, dirija-se a ra Nov n. .",:t, sobrado
    de um andar, que achara com quem Iralar a venda.
    Bixas de Hain-
    burffo.
    A lo.sOO rs. o ci-nto.
    Na L.j.i de barbeiro da ra eslreila do Rosario n,
    2, vende-se bisas de Hraburgo chegadas pelo va-
    por, a 2O9OOO rs. cada cenlo ealugam-se por milito
    barato prejo.
    Vendem-je lin^uas do serian muilo l"rescae:
    na taberna da qoina da ra dos Martyria* n. :M>.
    '-Vendesn-se no escrip*
    Aviso.
    Sao convidado* todos os senbores devedores i casa
    fallida de Antonio Augusto de Carvalho Marinho,
    qe leve loja de fazendas na pracinha do Qoeimado
    desla cidade do Recife, afim de se dirigirem ao abai-
    o assignado, no aterro da Boa-Vista n. t, para
    amigavelmente saldarem seus dbitos, islo com a
    maior presteza que Ihes fe* possivel, pois promet-
    a ler loda alienes,) com os que forem rasis promp-
    los em seus pagamentos, em razao de estar compe-
    lenleneole habilirado a fazer esta II quinarn.
    Joaquim Jos Itias Pereira.
    t Os Srs. devedores da casa fallida do
    Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
    dingircm-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
    amigavelmente saldarem seus dbitos.
    i Deposito de vinho de champag- i-gi
    v& ne Chateau-Avv, primeira q.ia- @
    ^ hdade, de propriedade to conde @
    ' deMai-euil.ruadaCruzdoRecifen. @
    20: este vinho.o melhor de toda a @
    Champagne, vende-se a 56| cada A
    ff cai\a ; acha-se nicamente em ca- $fe
    p sa de L. Leconte Feron & C. N. @
    B.As cai\as sito marcadas a fo- ^
    goConde de Marettileos rtu-
    los las garrafas sao azues.
    Insti-uccao moral e reli-
    jSfos.
    Esla compendio de historia sagrada, qnefoi ap-
    provado para nstruccao primaria, tendo-se vendi-
    do antes da approvasao a 1 600 rs., passa a ser
    vendido a 19000: na livraria ns. 6 e S, da pra$a
    da Independencia.
    t 4. JAl\E. DENTISTA, :
    m eoolinua a residir oa ra Nova o. 19, primei- 2
    (B ro andar. r ]
    mm !
    .-.
    J. P. Voceley tem a honra de avisar an respcila-
    vel publico, que 110 seu eslabelcimento na ra No-
    va n. 27, esquina da Camboa do Carino, cncontram-
    se os roais ricos e niclhores pianos que lem appare-
    rido nesle mercado, de forma de armario, de supe-
    riores voze*. conslrucrito solida, do sosto mais mo-
    derno possivel, sendo elles lodos feitos por encom-
    ntnda, e nlo vindos em commissAo, e assim apro-
    priadw para este clima, dos mais acreditados fabri-
    cantes de Europa, osqoaeselle vende garantidos.
    I pslabfleeimenln esl abcrlo al as 8 horas da noi-
    torio Oliveira Azevedo, iiiii di
    ruz 11. 1, p0r barato
    prej(.
    Pillas de Vaiet.
    Pos tle Roger.
    arope de af d'A ra-
    bia .
    Pasla le jtijiba.
    Ivfererio precipitado
    rubro.
    Auil.
    Cliegaiain no ultimo vapor do Bio
    de Janeiro, algunsexemplares dos Segre-
    dosda CalligrapbJa, pelo professor ingle/.
    William. Scully, nico inventor da letra
    corridacommrcial, segunda edicSoaug-
    metitada : vende-se por CsOOO, com lin-
    diss>ma encadernaoio, em casa dos Srs.
    Antonio Lopes Pereira de Mello i\ C, ra
    daCadeia do Recife 11. 7.
    Vende-se tima casa terrea-sita no en-
    genho Dotts limaos, em Apipticos, no
    lugar chamado Pedrai-Molle, nova, com
    tnuitos commodos, com sitio perlo do ba-
    nho: a tratar na rita da Cadeia de Santo
    Antonio, com Bodolpho Joao Barata de
    Almeida.
    Vende-se a loja de bilhelesda ra do Rangel,
    multo afregoezada : a tratar na mesma n. <8. >
    No aterro da Boa-Visla n. 80, vende-sc cho-
    ! colate, macarrao e talharira a 100 rs, a libra, sa-,
    cevadmha de Franca a 330 a libra, latas com biscoi-
    tos Tinos de Londres, diversasqualidades ltimamen-
    te chegadas a 1;8 libra.
    Silo de admirar
    Assim que pozara
    Nao tem vonladc .
    De largar
    As grandes bichas de llamburco : na ra eslreila do
    Rosario n. 1:1, padaria que foi doCunba. vendem-se
    e alugam-se por menos prc(o do que em oulra qual-
    quer parle.
    Vende-se um silio 1.0 caminho da encanarn
    quevein para a Casa I-orle a direita, com casa'de
    laipa -,ih c urna dita arruinada, com moitos arvore-
    dos de fruclos. e em ehitii proprio : quem pretender
    dirija-se a taberna da Casa l-'oite que volla para o
    Poco, que se dim com quem se deve tratar.
    Loja da pobreza.
    .Na rua to Passeio. loja 11. 9, vendem se curtes de
    calcas escuras e muilo enrorpados a ISOOO, ditos de
    bnm de Imho escuros a 800 is.. ditos de brim branro
    a S00 rs., cortes de colletes de fustao de cores a 700
    rs.. ditos de cambraia branca e de cores a-HS-iO. di-
    tos de caen chita tinos a 2>, chales brancos a (10. |
    dilos de lia e seda a 39500, chapee* de so! a 1 ,00 e
    39. peras de madapol.ao a Ifcj, It-ViOO, ij, hsrm e .,
    dulas linas a 21) rs. c 220 o cavado, nlcdo azul
    srosso a 220 o covado, e nutras muitas fazeudas, que
    nao se pode mencionar por falta de lempo.
    CHARUTOS VARETAS
    em canas de 30 a 2&0U0 vende-se na rua do Ouci-
    mado n. !l.
    Em casa de Henry Brunn & C-, rua da Cruz
    11.10, vendem-se.
    Lonas e brins da Russia.
    Instrumentos para inusica.
    Kspelhos com molduras.
    Globos para jardins.
    Cadeiras e sofs para jardins.
    Oleados para mesas.
    Vistas de Pernambuco.
    Cemento romano.
    Gomraa lacea.
    , NA LOJA DA BOA FAMA.
    \ rude-se bandejas arandes e mullo una) pelo ba-
    ralissiroo preco de llnOOO, 4JOO0 e rtgom rei*. "cu-
    los ile armaro ele ac oe lodas as graduacies a
    HlKl rei, lunetas com armaco donrada a I9OO re*,
    ditas com arinajao de tartaruga a t.-XXW rei, ditas
    con, armatau de bafalo a 300 reis, oculosconi aima-
    cao de metal braoco 100 reis o par, lunetas com
    armai'i de lartarusa con, 2 idros a :loOWI reis, n-
    eos cliicolps paia cavalliis de homem esenhora pelo
    baralissinio pieco de 800 reis cada um, grvalas de
    sda muito bouitas a latKH) res, bonitos atacadores
    de cornalina para casaca pelo barjlissimo preco de
    300 reis, uspeosorios linos de borracha a Olt'reis
    pcnlea rauilissimo linospara sui-sa 8)500 reis.escovas
    muilo finas para cabello a 50 res, capachos piula-
    dos coinpridin e redondos a 700 e IjtXX) reis, bo-
    lo*! hnissunns re madrpperola para camisas a 15200
    rs. a roza e 120 rs. a dn/.ia,ricas canelas para peona
    de aro a 120 reis. ricos porh.-relogios a I58OO reis,
    canas de metal muilo finas pira rap a 500 o UOII
    rois, escovas finissimas para uuhas a 320, .iOO e 60
    res, escovas paia roupa e cabello o melhor que pode
    baver a I.5OOO, 13200, I3.VX) e 23 reis, pinceis finos
    para barba a 200 reis, dunas de facas e garfos finos
    a .13000 reis. ditas de cabo de balanco muitissima
    linas a GsOOO a duzia, ditas finissimas de cabo ile
    inarfin, o melhor que pode haver a I53O00 reis a
    duzia. camisas de meia muilo linas a IsOOO reis, ri-
    cas .ilmina.Inras d madreperola e melal |^ra col-
    lele e palitos pelu barato prejo de OO e 600 reis,
    litiissimas navalhas para barba em cstojos de urna e
    iluas navalhas pelo baratissimo preco de 23000 o rl
    tojo, candieiros americanos muilo bonitos proprios
    para estudantes ou iiie-mo para qoalqoer esiabele-
    cimpnto, pela boa luz que da a comraodidade
    de se poder pendnrar ou pr-se em cima deqoalquer
    us.,, pelo bar-to preco de 53000 reis, pastas para
    guardar papis a 800 reis, espelhos para parede com
    armacao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
    roo prejo de 500. 700 e 1JOO0 reis, finissimas e ri-
    cas canas para rap a 23500 e 33000 reis, papel d
    cores de folhis pequeas em quarlo de resma pelo
    barato preco de 720 reis, e oulras miiills-iinas cou-
    as, que ludo se vende mais barato do que em oulra
    qualquer loja : na rua do (Jueimado na bem conhe-
    cida loja da miudezas da ba fama n. 33.
    A boa faina
    VENDE MIJITO BARATO, COMO TODOS
    SABEM.
    Vendem-se libras de liuhas de boa qualidade n.
    SO, 60 e 70 a I3I00, ditas muilo finas de u. 100 e
    120 a 9600, duzia de lesouras tuuito boas para cos-
    tura a le, ditas muilo finas e gra...les a 13200 a du-
    zia, pecinhss de bico estreilo a .560, cainnhas com
    agulhas francozas muilo linas a 160, caitinhas com
    2 novellosde buhas de marca muitissimo finas a
    280, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
    nas e seuhoras a 200 rs., meias brancas muito linas
    para senboras a 2*0 e .100 rs. o par, meadas de li-
    nhas moiiissiino finas para bordar a 100 e 160, bo-
    tes de madreperola mullo linos para capiisas atiOO rs.
    a grosa, botoes muilo linos de ajo para caigas a 2801a
    grosa, livelas douradas muilo linas para caigas e col-
    leles a 120 cada urna, pentes de balea muito linos
    para alisar a 300 rs., pecas de fila de linho com 6
    varas e meia a 50 rs., canillitas com coleles frauce-
    zes a 60 r... carreleis de ludias de 200 jardas de
    muilo boa qualidade e de lodos os nmeros a80 rs.,
    magos com 10 grampas e de muilo boa qualidade a
    >0 rs., pares de suspensorios a 10 rs., torcidas para
    candieiros a 80 rs. a duzia, carleiras de marroquim
    para algibeira com molas douradas a 600 rs., cane-
    las para peunas de ac,o a 20 e 40 rs., meias brancas
    e cruas, fazeuda muito boa, para homem a 160 e 200
    rs. o par, iraiiciohas de lia de caraces e de lodas as
    cores a 100 rs. a peciDba, pentes de chifre para ali-
    sar, fazenda muilo boa a 800 rs'. a duzia, Brozas de
    bobies de luura piulados para camisas a 2(0, pegas
    de hla der- tle lodas as Largaras a 210 e 320, linhas
    brancas de carreleis com 100 jardas do autor Ale\ao-
    dre a 10 rs. o carretel, linhas pretas de meadiuhas,
    fazenda mudo boa a 20 rs. a raeadinha, carias de
    allinetes da melhor qualidade que ha e com 25 pen-
    tes a 110, pentes abertos de balea para atar bello,
    razonda muilo boa a 23600 a duzia, meias de lio da
    Escocia para meninos, brancas e de cores a 210 e 320
    o par, grozas de fivelas para sapatos a 560, caitinhas
    envernisadis com palitos de fogo de velinhas de boa
    qualidade a 120, ditas de pao coro palitos de fogo d
    boa qualidade a 20 rs., canas com 50 caniolua-de
    phospboros propriamente para charutos a 320,
    casloes muito bouilos para bengala a 40 rs., sa-
    patinhos de lita para criangas a 300 rs. o par,
    traucelins pretes para relogios, fazenda muilo
    boa a 11(1, escovinhas muilo boas para denles a
    100 rs. Alm de todas estas miudezas vendem-se
    oulras muilissimas, que i visla de suas bbas qua-
    lidades e baratos pregos lem causado admirarlo
    ios proprios compradores : na rua do Oupinia-
    do. na bem couhecida loja de mi-jdezas da bra
    Tama n. 33.
    Vendem-s* cadeitas americanas com assenlo
    de pulha, de muito boa qualidade, lano em duzas
    como em meias duzias ; oa rua do Trapiche n. 8.
    Vende-ae urna mulalinha de idade de 11 au-
    nos ; oa rua de Agoas-verdes n. 16.
    Vende-sa um porgao de madeira
    vessas) de qualidade, de 32 a 50 palmos : a
    com rraiiri-.ro Custodio de Sampaio, rua da
    dea dp Recife, loja de ferrasens 11. 56.
    Vendem-se pegas de madapolao largo com
    pequeoo loque de avaria a 33000 rs. : na rua do
    Queimado n- 5.
    Vende-se urna negra moca e com
    des, cozinha b'm, lava e veude ua rua
    larga do Rosario n. 22, segundo andar.
    Vende-se um srmario e um balean pequeno,
    por qualquer prego : na rua Nova 11. 52, loja.
    Azeite
    mamona
    ^T rifleado.
    mo Ira-
    tralar
    Ca-
    habilida-
    na rua
    (l(J
    Pll
    pa-
    ra aiidioirus.
    Con l i n ua-se a vender a preco razoa-
    vel, porcanada eemgarrafa : na fabri-
    ca da rua dos Cuararapes 11. 00, em Po-
    ta de Portas.
    Vende-se nina escrava de meia idsde por eom-
    modo preco, e nal comprador se dir.i o motivo por
    que se vende : na rua da Praia n. 13, primeiro an-
    dar.
    I PALITOSj E CAUSAS FRA-1
    I v CEZES. I
    HJ Venden-se palitos francezes de brim de .-
    S linho a 33000, ditos de alpaca prelos e de ;,;
    W cores a 7 c 83, ditos de panno liuo pretos '.f?
    Cjj e de cores a 16 e 2frs. camisas francezas a
    y. brancas e pintadas a 24, 28 e 323 a duzia, Jy
    3E aberturas de linho a fi.3 a duzia, colariuhos v?
    V e l'iho a 23 a duzia, sendo ludo da ultima y
    ;',i moda : na rita Nova loja n. 4. "
    Na loja de ferragetu da rua'Nova n.
    5 vende-se salitre refinado de primeira
    qualidade a 9S a arroba.
    Vendem-se rois, pipas (piartolas
    liara distilacilo, as quacs foram de azeite de prive e
    ilepois, de aguada, arqueadas de bous arcos de fer-
    ro, proprias para depsitos, e garapas de dislilarao:
    a tratar com Joaquim Lopes de Almeida, ou com
    Antonio de Almeida liomes, rua do Trapiche n. Ili
    segundo andar.
    Barato.
    Vende-M salitre refinado da metlior
    ualidade, l|iie ba, a '.i.< a arroba : no
    escriptorio rjp rita das Larangeiras n. I .
    farinli.i de S. .Matlieits.
    te ttliveira AzeveJo leu, pira \en-
    ha de S. Malheii ; a tratar no seu
    a Ctuz 11. t.

    o
    Siiperiorl
    Antonio l.uil
    k'i -uperior faril
    iMcriplorio, r;i
    #
    m
    m
    1
    KDA
    -..>
    0 QEIMADO.
    x(es iie ramemifii > lili do
    lus, pflo barlising pre;n
    por
    LUYAS PARA HOMENS E SE-
    NHORAS.
    \ piideiu.>p superiores lu\as de pellica muilo novas
    para hornera e seuhora a I328O res o par, ditas de
    la nimio boas p sera defeilo algn ainarpllas, pre-
    las e brancas para hornera p senhura a i.'SMMI reis
    o par, dita* pretas dp loigal mullo boas a 800 reis o
    par. ditas dp lio de K-rocia brancas e de cores para
    hniuein e seuhora a mi. .500 e t>0tl reis o par, ditas
    ditas para meninos emeninas a 100 reis o par, lavas
    de seda ricas de lodas as cores e lio,-da<1as, rom
    C'iarnigao, para seuhora a shmi e 3,V>00 rei* o para
    I 111 completo snrtimento de bordados romo se-
    jsm,comselas ron mancas, collarinhos, peililbos,
    rnnipiras, camuiis, coiHnbas e pelerinas ; tamben)
    lem um completo sortimenlo de ricas llores, enfeites
    para caliega, tilas p os verdadeiros e modernos lucos
    ile linho : na rua da Cadeia-Velba 11. 21, primeiro
    indar.
    Vende-se o silio rom rasa de sobrado do falle-
    cido Oeorge kenorlh>, uo lanar de S.JosedoMao-
    soiiilio. rom arvoredo* dp frurio e mai
    que nellp sp achara, sendo as trras do referid* silio
    proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
    muel P. Johnston \ Companhia, rua da Senzala No-
    va 11. ',J.
    Vende-se um prelo crinlo de 30 ann, para
    bfreU.V.,g66 "" Par" '"" ^ V""",ci : na '""
    Vende-se azeite dacairapalo a aM0 a caada
    c a carrafa a 320rs. : ,,a rua d Rrum passaudo',,
    chafariz primeira casa que tem so!Ao encamado nela
    retaguarda. '
    Vende-se cimento muilo aovo rbegado em 11
    bemleilorias1 de ,nio I', p. de llainborgo, por prego inuili, em
    coma, a visla da qualidade ; lauto em porcia cora,,
    em barricas e lina-: no rmazem de maleriae. a
    rua da Cadeia de Santo Anlouio n. 17.
    Em casa de ftabeScbmettau i\ C., ru"
    muito me-
    ('i'. na loja
    na rua
    10.
    do
    Ven.icm-se
    muilo lii.niilos g
    V. de 13 e 3"00.
    .*'S"Va; .-'-,. .,.
    Fm. cucIas
    nosdosen
    (! 4 porro
    Qltclll ni
    Km-ihi, nesla loja ai lazendas da loja da rua do
    Crespo, que Coran rreanaladas, as quaes se conti-
    nuara a vender por milito menos do sen valor, como
    seja :
    Madapolao eulre-fuio, pega 29800 e 33OUO
    Dito muilo superior de jarda 43800
    Algodao de 20 jardas, pera 19920
    Dito bom ijitio
    Diloamericauo :WSK)
    Chitas ordinarias, pera I.3OOO
    Ditas decores fixas .53500 c 63OO1
    Dilas pira cobarta 69500
    Cassas de quadros 19tKl
    Plalilha de linho de 25 varas !l>O00
    l.iladedilo muito superior I33OOO
    Cambraia lisa 23500
    Dita muilo lina 13000
    Brelanba de linho Bu*, l varas 23800
    Corles de caiga de casemira de cores 39500 e 43000
    Ditos de dita preta boa .59300 e bsOOO
    Selim preto superior 29500 e 33000
    Brim de quadros do puro linho, ruto, o eovado 200
    llrim de linho Irancado, de cores, vara
    Dilo braneo superior, vara
    Panno prelo e de cores, o covado 3,3000 e
    Peitos de linho para camisa '640
    Magos de meias cruas 19920
    Dilos de ditas boas .1.-*xxi
    Ditos o mais fino possivel 49OOO
    Merino preto largo, o covado 13500
    Corles de vestido .le seda 2O3OOO
    Cassas de cures, vara 32q
    Chilas sorlidas de cores, o covado 160
    Chales de merino de cores IfOOO
    Corles de cassa chita 13600
    Ditos de (tila com barra I98OO
    Chita larga fraureza, o covado 220
    I.h de quadros de cores para vestido, u co\ado 500
    Alpaca de seda de cores para dilo 320
    Meias finas para seuhora. duzia :l3500
    Dilas de seda, o par 19380 e 19300
    lila branca, o covado 2sg
    Grvalas de colea 610
    Velludo de cores, o- cova Jo :i3U00
    Alcodao riscado e azul, o covado 160
    I.engos linos de chita e sanca 200
    E notras muitas fazendas por baralissimo piuco : ap-
    paregara pois, os freguezes, com uiuhairo, que nao
    se engeila prego.
    unirs mais quali ladea de luvas, ludo na rua
    ..* do Oupinado na bem ronhecida leja de miudezas de 1 j., r.,,|.,; .,
    ' boa fama a. 33. i aa '""" ia "" '"<-
    lu grande sortimento de vidrosde.es-
    pellio. .
    Kelogiot linos de patente ingle/..
    ra iiulies.
    obtitoie.s (
    ta uto 'somos
    c
    1
    corno
    ()(
    ao,
    tiran-
    0u8.
    Vendm-se roberlores escuros preprios para cscra-
    vos, pelo prego de 800 rs. cada um, ditos brancos a
    720, ditos de 2 pellos e grandes a 13600 : na rua do
    Crespo, loja n. 6.
    AVITA I.1S BOAS LALI-
    dades Sic milito barato.
    Vende-se papel de peso e almago o melhor que
    pode haver ueste genero a 3, 1, 5 e 63OOO a resina,
    papel paquete muito liuo c de muilo boa qualidade:
    prnpriamente para se escre\er por vapores para a
    Europa cm conseqoeiicia de nao so pagar craudes
    portes de cartas, em resmas, meia- resmas, quarlos
    de resma, os) mesnio cm quedemos a 80 r*., papel de |
    linho veriladeiraiueule a1 mago e proprio para carlo-
    rio a 13 rs. a resma, vpidadciras ppunas de ago de
    bico de langa contienda- pelas uielhores que ha a
    I32OO a co de lauca, mas tambera muilo boas a iiiO.a caixi-
    nlia com 12duzias, duzia de Upis rauilissimo finos a
    ^.jrjO^ieH) rs.. dilos para desenlio a 800 rs. a
    duzia, canKc.tr- 111 uilii tinosa de lodas as qualidades
    e piegos, lin, ingleza muito boa e barata : na rua
    do Queimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
    :':: '.- -.^- i*r siy '.a- -*>a.^- <, ,^r '.y ,_y ,,. nj rir .,.-.,
    m
    M(ias de laia pa-|
    padre
    Veudem-'e superiores mei.is pretM le laii p.ir*1
    p.nies, pelo toraUttino prero te I.^MIII o |-ir ; n;i
    rua do jiieiii.iiiio, 11:1 tem conheciila Iojj tle initide-
    iis da boa rain;, n. ''I.
    CARTAS FIMSSIMAS PARA VOL-
    TRETE.
    Vendem-se superiores cartas f.-anrpzas paia volla-
    rel pelo baralissimo pajees 'e 500 rs. o baralho .
    na roa do Queimado. na bem couhecida loja de miu-
    dezas da boa fama n. 33.
    Bonecas france-
    zas.
    Vendem-se muito bonitas bonecas francezas, pelo
    baralissimo prego de 13280 e 1?800 : na roa do
    Queimado. na bem cenhecida loja de nludezas da
    boa fama 11. 33.
    Paru 110 ivas.
    Vendem-se ricos corles de seda branca proprios
    para vestidos de nonas, pelo baralissimo prego de
    403 : na rua do Queimado, nos qualro eaolos, loja
    de fazendas da boa fe 11. 22, defronle da loja de miu
    pesas da boa faina.
    Loja da boa f.
    Vende-se chai) de quadros de bonitos padres a
    900 rs. o covsdo,"dilos fisos de bonitas cores a 720,
    chales de marino lisos cos franjas de relroz de bo-
    lillas corea a 5j, dilos com luirs de seda a 73: na
    rua do Queimado, nos qaatro cantos, toja de fazen-
    das da boa f n. 22, defronle da loja de miudezas da
    boa fama.
    Para os namora-
    dos.
    Vendem-se folhes de papel muilo bonito, proprio
    para correspondencia de uamorados. pelo barato
    prego de 10. 60, 80 e 100 rs. : na roa do Queimado,
    na bem condecida loja de miudezas da boa fama
    n. 33.
    ' ris-ns >r<'t:is p.iv luto.
    Vendem-se cassas prelas muito finas proprias para
    loto, pelo baralissimo prego de 80 s vara : na rua
    do Queimado, nos qualio cantos, loja de fazendas da
    boa f n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
    fama.
    Loo ros de graxa.
    Eryillias seccas em garraloes.
    Vi(ilio do Kheno superior,
    ludo por prero eommodo.
    Fariuli.t de mandioca de
    .S. Matheus.
    Vende-se farinha de mandioca muito
    superior enova, chegada de S. Matheus
    pe|o patacho AUDAZ, com mu curta
    viagem.a preco muito eommodo : a bor-
    do do mesiro patacho, ou 110 escriptorio
    dajrua da Cruz n. i9, primeiro andar.
    Salitre superior
    Vende-se e muito barato, na loja de ferrados
    roa do Qaeimado n. 35, em porgues e a re
    Em casa de M. Calmoit Corpo Santo n. 11, ha para vedero
    seguintc:
    alcatrao c pixe da
    Veinlem-se madapoles finos p de uniros, rom
    um peq ii-nn loque de avaria, por pregos inuit i bala
    os: na rua da Cadeia- Velha n. 2t. primeira anda
    Vendem-se caitas com vidros para vidr..r.K
    vidrnsde horca larca cora rolbas do mesmo, o Baaio
    rtinie.....po-sivel : em rasa de Barlholomen l-,,
    cisco de Souza, rua larfia do Rosario 11. 36.
    Pi de algo.lo da IjVnhi.
    Vendes era sarcos de .50 e 100 libras, por cou -
    'on.T,;01 "a ""' """""'rose
    VINHO DOraitOSlifffiUOg CHAMICO
    tni canas de doasdazia. e en, barra de oitavo
    venoe -p nicamente no armazem de Barroca \
    Caslio na ,a da Cadeia do Kecife i. *
    Loja la boa f.
    Vende-se panno prelo p il -- ,
    superior, prova de t^ff\S2St """!"
    33500 o covado, alpar, ,>re7a m ,,, f^ fK?*
    vado, merino selim, fazenda superior Trl i-f
    13600 o covado, cantan preto mio "''U" '
    1 vestidos a 13 o covado.
    no proprio para
    elim plei Inilt..10> {axBlia
    i superior a 2B00 o covado. crode anles nre'.o "'
    .rrasens da ;no para vestido a 2 o covado. s pT ^saU n? a
    tlallin. hespanhola a 23210 o covado, f li.i.ez" nr. mnM
    . I Una 800 rs. o evado, cortes *%&&.
    lo boa a 23. cortes de fu.-
    Tapoado de pinlio,
    Suecia.
    Alcatrio de carvao.
    Lonas de algodao.
    Ditas de linho.
    i i otas em latas.
    Esponjas de superior qualidade.
    Cabos de linho edeManilha.
    Tudo muito eommodo.
    l\a loja das seis
    portas
    M trented Livr-itrtenlo
    l'aupelini de seda e lia para vestidos, de lindos
    padrees a duas patacas o covado, riscado monslro a
    dous lustie- u covado, cassas francesas finas a doze
    Minen- o covado, mansuilos de cambraia para vesti-
    dos a dez tasines o par, sedas de lindos ttoslos, lar-
    Sas dous mil reis o covado, dinheiro visla para
    acabir.
    Pianos.
    covado,
    rao de seda, fazenda muilo
    de.core. de wJ^.ZZe Z'UZSSST,
    8W r TtMS ',mbe'" "' "'paureS
    -i J20 e 360 o covado, dilas <1e c
    dros e lislras, de muito bo
    a limito superior
    ores escuras de qoa-

    A!oilao uionst.ro.
    Vende-se alsndao com qaasi 2 varas de hrgura,
    proprio para lencoes e, lualha- ,' pelo baralissimo
    prego de (00 rs. a vara : na rua do Queimado. nos
    quatro cantea, loja de fazendas da boa f n. 22.
    zili
    e/a \r\tn vestidos
    Vende-e a lira fazenda lindeza, chegada ulhma-
    inenle da Fraura, pelo baratissimo prago de I3OIX) o
    rovado. Esta fazenda he de pura 1,1,1 < seda, e oa
    seus padres .in os mais bonitos qoe
    lem appareci-ln m, mercado : na rua
    uos qualro cantos, loja de fazendas da boa le 11. >-2.
    Ve i'lnn--p pianos veriicaes insle/es, de elefantes
    moiii'l ii p picellentes vasos, fabricados por um dos
    mais .icrediladoa autores, prerDiado na etposicao de
    Londres: no armazem de Itoslron Rooker & Com-
    panhia, praga do Corpo Santo.
    Relogios
    roberlose dccoberlos, pequeos e srandes, de ouro
    e prala, patente inglez, de om dos melbores fabri-
    cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete 11-
    slez: em casa de Sonthail Mellor & Companhia, rua
    do Torres n. 38.
    gas de bonitas
    13120,
    covado,
    lo linos par. camisa brwc'cTte cZZ' MO e 500
    rs.. camisas de mria muito lina, a 1> iiff f
    a U.0 rs.. lencinhos de BM ZuoTT '"""""
    sravatas de seda pretas e "d e'ror'es ^fZ^lf'l 221
    a lisn mui-
    baralissimo
    todos brancos oS EJE XSSE&Z I
    de chita francezes mui, bom., Wrf chalen*Z
    -LimTZ------v-""' '.""a vara, ditas ada
    moilt. boas para corlinados ., 123, cambraia
    lo hn. com urna vara de lar ,S ,, b.
    prego _oe ,60 a vara, .engo. fe cambM ?*
    de flores a 13280, meias
    nho.a, azenda muito snpercsTo aV^T.'f SC-
    ras muilo linas a 33 o par dita, bra.E ^"i"1bri,n-
    astto lina, a 240 320 o aS T d* algOd0
    linas para meninos e mein^'a $0'o iS^SS:
    ludo fi, oulras moilissima. fazendas! S a v'u de
    sua. boas qualidades e barato, pregos fe qae se
    "Imres freguezes amigos do boro barato
    rao o que he pichincha
    ...airo cantos; na loja de rZSf%*~* "-
    defronle da loja de miudezas da boa fama"
    conhecas
    ado, Do-
    r d. 22,
    Santos Coelho
    K Rui do Queimado n. 19. ;;f
    u? Tem um completo sortimento de chitas ?
    ijjj fraucezas miu Julias, pelo baralissimo prc- j&
    jj gu de 280 rs. o covado, dilas escoras de '
    S? lindos desenhos, a 2tK) rs. o covado, esleirs 2x
    f da India a 238OO. $gi
    MrMtM O @^MM
    Vende-se o muito .superior baca-
    llao de escama, a 1 r.vOOO rs. por barri-
    ca : no (uies da' Alfandetja arma/.em de
    Paula Lopes.
    milis m mmm
    A 16,000 rs ocento
    O deposito das bichas de llamhnrgo. rua eslreila
    do Itosario n. II, tornoii a receher nova remessa de
    bichas de llamburfzo pelo vapo' invlez oAvon, que
    passon para o sul ; vendem-se a 16? o cento, e ln-
    gamse a 320 as grandes, p'200 rs. a menores.
    Vende-se a taberna da rua Direita n. 27, mui-
    to afre?upzada para o matlo e para a trra : qoem
    prelemler dirija-se a mesma. Tambera se vende na
    mesma doce de goiaba em eaixoesde 11 o 12 libras a
    13200, em arroba 13000, manleiea maleza 800 rs. a
    libra, dita a 720, Violto a 180 e 100 rs. a garrafa, to-
    vas virolas da liba de S. Miguel a 560 a cuia, peine
    chamado cherno a 200 rs. a libra, e milros muilos
    "eneros; qne se vciideao por muilo barato prego
    para acabar.
    'Vendem-se i barra com carne de salpreso pro-
    prio para ranchos d navios, asrim como arrot em
    saccas e farinha de mabdioca, por menos prego do
    que em oulra qualqiier parle : na Iravessa do Arse-
    ual de Guerra n. 1 A, e n. II.
    Vest
    Vendem-se cortea!
    Vendas.
    """ -------..... go ni- ios o corle; lambem ha uma
    do^Z,ma,^''---~lo1',-'AI1'flC!ir' Vermifuao. insle-, salsa de "'f >>' polo. paral8nc,T.
    h!ii, X "I, fillas veselaps, salsa de Banda : vendem- leliWdodoea matiz, ditos de tonqui
    odien------ -stes remedios verdadeiros em casi de Karlholo- aal-'iMia. e oulras muitas qualidade
    loja de i portas 11.
    Atenrao.
    Na rua da Cadeia do Recife
    58, de Narciso Maria Carneiro, bo" um comouli"
    lmenlo de sedas de cores a a VealuJo ,^ """
    nhos os mais moderiHis. e em ,,ualMad.' h.T "'"'
    a melhor que lem viudo i Fernambc.? t,'"'0**
    ronde m.rra., .le ron ".,".."" M"m e'">
    escocezas com
    Na nova loja de miudeas e quinquilharius da
    rua larva do Kosario n. 35, vende-se ludo hora c ba -
    ralo, aaaim orno de boje em diante contina a ven-
    der os mu afortunados hilheles de lotera, inteiros
    meios e qatrtos das loteras dasta provincia ; e como
    esla rasa In; a sido muito felii em todos os nego-
    cios, lambem se espera o sejam os senbores compra-
    dores dos ditos hilheles cima declarados.
    Par;
    a as
    ras fuc
    i osla 111 do
    barato.
    senho-
    boin e
    dos a 2.V000.
    de vestido de chita larga fran-
    ceza, pelo barato pJego de 5000 cada curte : oa loja
    de i portas, oa rua
    Chita larj'i
    Chitas francezas! largas a 200 rs. o covado : ven-
    dense na loja de i portas, na rua do Queimado
    n. 10.
    do Queimado 11. 10.
    a 200 rs. o covado.
    a limo preto
    Ja veio o sabn preto, c vende-e smenle na ar-
    mazem de Ji ni Martin., de Barros.
    Primeira.
    Jos Joaquim liaingalvcs da Silva a\isa ao respei-
    lavel publico, que la casa se acha sorlida dos me-
    lbores gneros de motilados, e v eiule mais barato do
    qoe em oulra parlel lala* de biscoilns linos de lodas vado, corles de calca de Ion
    as qualidades a 230JHI, e porgo da 10 latas mais em loque de mofo a de/, luste
    Vendem-se ricos penles de tartaruga para atar ca-
    bello a 43500, meias de seda de cores muilissimo lin-
    das para criangas de um mez a um anno, pelo barato
    prego de 18800 o par, lencinhos de reros de todas as
    cores para senboras c meninas a 13, loucas d laa
    para senboras e meninas a 5110 rs., camisas de meia
    para criangas al a idade de um aono a .500 rs.,
    meias brancas ,|e algodao para seohora moili finas a 500 rs., ditas brancas e prelas de seda o me-
    lhor que se pode encontrar a 23 e 23-500 o par, ricas
    canas para guardarjoios a 800 rs. e I3, ranas mui-
    lo ricas com repartimenlns nicamente pruprias para
    costuras, pelo baralissimo prego de 2o00, 33000 e
    3-3500, raveaas de verdadeiro bfalo para prender
    cabellos, pelo baralissimo prego de 13, ditas de tar-
    taruga a 33500, ricos leques cm plumas eespelhos e
    puiluras finissimas a 23, penles de bfalo muilo finos
    para tirar piolhos a 500 rs., lesouras finissimas e de
    todas as qualidades,-ricas trangas de seda de todas as
    crese larguras, ricas filas de seda lisas e lavradas-l
    de todas as larguras e cores, bicos de linho linissimos
    de lindos padres e lodas as larguras, ricas franjas de
    algodao branca* e de cores proprias para cortinados,
    S oulras muilisiimas cousas, que tudo se vende por
    tao barato prego que aos proprios compradores ser-
    vir de admirarao : na rua do Queimado, na bem
    condecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
    Perfumaras de
    bom gosto
    Na loja da boa fama encontra-se sempre um rico
    sortimento de perfumaras de todas as qualidades,
    sendo seu autor o melhor que ha em Pars, riqoissi-
    mos frascos de entrados muitissimo linos, pelo barato
    prego de 13200, 19500, 2 e 23500, jarros de porcel-
    laua delicados e de modernos goslos com h,inlia frau-
    f'** muito lina a 23, frascos cum esseencia de rosa a
    320, paos de pomada Iranceza muito boa a 100 ra.,
    frascos pequeos e gr.ndes da verdadeiro agua de
    Colonia do l'iver a 180 e 1/000, saboneles finos e de
    diversas qualidades.ps para denles o melhor que po-
    de haver, e oulras minias perfumaras, que se ven-
    dem muito barato: na rua do Queimado, na bem co-
    ndecida luja de miudezas da boa fama o. 33.
    i\a loja das seis
    portas
    Em frente do Livramenlo.
    Corles de meia casemira pretas e decores a dez
    |Hl_;.cas, laa propria para palilns a Ires patacas o co-
    i-sruro, de linho, com
    panno lino mesetado
    Vende-se nina muala, mora, de bonita figura,
    cozinha, lavae engomma perfeiiamenle ; se dir ao
    ip para a commodidadc das familias que quizerem comprador o motivo da venda, 0.1 rua larga do
    ver e evperimciilar os instrumentos. | Kns-rio Ifi. segundo andar.
    -- Prensa-te de ofliciaes d'alfaiale de obra mui-
    da : na roa Nova, n. |fl, pagase a IrliOO rs.
    caw raiga de casemira.
    CASA DOS EXI'OSTOS.
    l'reriM-se de amas para amainrntar criaro-as
    necaea d..s eipodos. a pessoa que a sso se qu.ira
    dedicar leudo as hahililagnes necessarias : dirija-se
    a mesma no Pateo do Paraizo que ah achara rom
    qoem Iralar.
    ARRENOAMENTfl.
    A|oj e armazem da casa n. 55 da rna da Cadeia
    po Rerife junio ao arco da Conceigao, achare deso-
    cupada, e arrenda-se para qualquer eslal.clecmenlo
    em ponto grande, para o qual tem commodos saffj-
    cienles : os pretendenles entender-se-bao com JoSo
    Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
    S, na mesma roa.
    la CjUifor-
    nia,
    loja nova ao pe do arco de Santo Antonio, "alem de
    muilissimas c boas fazendas baratas, verolem-se cor-
    les de rbila franteza dp 10 covados a 2tK)0 rs. e em
    rovados a 200 rs. muilo larga, milito boa para co-
    berlas, cortinados c \e,lidos, sao de cores claras,
    alegras e bonilas.
    Vende-se um escrava, moga, cozinha, engom-
    ma e cose, muilo diligente em todo servigo : ua rua
    da Cadeia de Santo Antonio 11. 22, lerceiro andar
    achara' com quem tratar.
    Dfronte do igreja da Soledatle, cs-
    |ttiua de Joao de Barros, ras tabernas
    de Francisco Jote F. Pires, vendem-se
    gneros muilo novos e superiores, como
    sejam: carnee linguicas do sertao e lo
    reino, ipieijos muito novos, trianteirra in-
    f;le/.a e franceza de varios precos, banha ,. CAMISAS.
    j i 1 1 1 vendem-se camisas trancazos rom um peniieno
    de porco, vtnlio de Lete, Lisboa. Figitei- loque de mofo a I83 a duzia. lamben, vendem-w co-
    berlores de algodjo a filo eada om : na rua do Cres-
    po 11. If>, loja da esquina que valla para a na das
    proprio para ca-acas oa palito* a qualro mil res,
    chapeos francezes de castor braneo .1 oilo mil reis, e
    de seda prcla lambem francezes a seto mil reis, di-
    nheiro .1 visla.
    Por menos do que em nutra qualquer parle
    vendem-se na rna eslreila do llozario 0. II, ni, de-
    posita de sanguestigas hamhurguezas, os objeclns
    3500
    3360
    SNHHI
    Hm
    des aos superior sAranas.
    cunta, bolachinha de soda, presunto* de fiambre, di-
    los de l.amego muito superior, iones engarrafado*
    de lodas asqoali-lades, cha o melhor do mercado por
    ser mandado vir dp conla, e mudos oulros gneros
    que s visla achanto verdade.
    Vende-se arrot pilado da Ierra a 2? a arroba
    em sacca, dito de casca em sacca a >. a a granel al-
    queire velhu a i3, milho em saccas 3J|00, ludo i abaixo o novainenlc chegados
    muito novo ; liem como velas do carnauba de com-1 llolachinba de si'ula
    posig'o da meihor fabrica do Aracal\, oleo de riri- Dilo de Lisboa
    no em lalas de 37 libras a 100rs. a libra : na rua do "ila hamb'irgue/.a, lata gratule
    Vigario n. 5 Hila de araruta dita
    Queij londrino a libra
    Presunto para fiambre
    Tnucinho inglez
    Amndoos eonfeilndas efrsoeezaa a libra
    Pecpgos, Peras, llamase e liinja lala
    lliscoilo inglez, lata sorlida
    Presea* com conseivajiledillercnlcs quali-
    dades
    Pasaos novas a libra
    Ameises a libra
    Batata a libra
    Vinho cherez garrafa
    hito Hordeaui linio garrafa
    DllO dito branro
    Dore fino da guiaba easjla
    Marinelada.lala de 3 libra
    Buies com doce da Europa de JilTerenles
    . 3l i qualidades
    Musimos rti vliTrl'"'''' '"""' ''"';
    Cruzo. I. Rivalisam em qoalida-
    sles remedios verdadeiros em casi de Ka
    ' Francisco de Souza. na rua lara do Rosario
    W
    ^--eitoreM de. Afta hesp-.i.
    nli.'fi omito eneorpa-
    blse jw-ra udes.
    Vendem-se na rua do Crespo, loja da esqnina que
    volla para a rua da Cadeia.
    Cal virgera de
    Lisboa e potassa da
    Russia.
    Vende-sc na rua do Trapiche n. 9 e 11, cal virgem
    de Lisboa, nova a &J000 o barril, velha a 500 ra.a
    ,,rroli,i, e potaasa da Kussia a 300 rs. a libra.
    lietog-ios de patente
    inglezesdeouro, desabnete e de video :
    vendem-se a preco razoavel, em casa de
    Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
    do Recife, armazem 11. 36.
    Attenco
    Riscado escuro e muito largo, proprio para roopa
    de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
    cadas de muilo bom gosto a 53, alnlhado damasca-
    do com 7 palmos de largura a 1&600 a vara, loa'lha-
    de panno de linho alcoioadas e lisas para rosto, as
    mais super iores que lem vindo ao mercado, ditas
    para mesa, guardauapos adamascados e oulras mua
    tas fazendas por prego eommodo : vendem-se na roa
    do Crespo, loja da esquina que volla para a roa da
    Cadeia.
    Vendem-se velas de carnauba bem] acabadas,
    sapatos e esleirs, chegados recentemeole do Araca-
    ly, por menos do que em oulra qualquer parle : na
    rua da Cruz n. 31, primeiro andar.
    Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
    goiuhn, sita na casa do Sr. cirargiao Teucira, com
    muilas fregnezias na Capunga, Afflictose Boa-Vis-
    u, alm da da porta, a qual tem lodos os perlences
    a Irabalhar, e na mesma tem um cavado para en-
    trega de p3o na freguezia : para Iralar, na rna d
    Snlcdade n. 17, ou na mesma.
    , Moinhos de vento
    com bombas de repuso para re garh orlas e baj-
    a de capim ; na fondigaode D. W. Bonman,
    na roa do Brum na. 6, Helo.
    Cal de Lisboa.
    Vende-sc ama porgao de barris com cal de Lisboa,
    por barato prego, e relalho a 33 o barril l na roa da
    Cadeia do Hecife n. 50.
    Relogios
    ng ezes de pa-
    tente,
    os melbores fabricados em Inglalerra: m easa de
    llcnrv tiihson : rua da Cadeia do Reciten. 52.
    AGENCIA
    Da fnndicao Low-Moor, rua daScnzala-No-
    va n. 42.
    Nesie eslabelcimento contina a haver um com-
    pleto sorlimenio de moendas e meias moendas
    para enf;enho, machinas de vapor e taixas de
    ferro balido e coado de todos os lmannos para
    dito.
    una grande porgao de corles de sedas
    grande quantidade de covados. neln har,i,
    ro de t!l> o crie i,,, ,' p Dar'"issimo prc-
    im verdadeiios
    < MJnZ?"" ,0d" "
    o laroanhos
    de uma dn-
    - borracha, espaclO^ols"*'
    as ho,s qualidade,'. barato. pre"o! P"" m0S,rar
    lECHAIISEO PA&l E16E
    HHO.
    NAv;AO DU FEBfiO DO 8MGE-
    M1EIMO DAVID W. BWMAN vi
    RUA DO BRUM, WmJSSSt
    br : moendas e mei,.PmP"".pBI: ******
    conslruccflo
    dentadasliaraagua oa an/m.es de ,00 7' "*"
    nhos de mandioca, ele. ele
    *s propor-
    oa de bo-
    oseeuvilh&es,moi-
    NA MESMA FUNDICA'O.
    TAJXAS DE FERRO.
    ^afundicw da Aurora en, Sanl0 Anm
    naemraHna Dff0S,TO do Brum, I g^
    semnrfl,t^edeir0ntd0,r8enal arinn, fia
    ahril. ga,deSOrme,Uo de ix, teniod.
    "dwo^,,, 3H fundi.
    l?r* t**iu*s, rms e fondas; e em
    L5?T* eXS,em ^i*** para carre-
    n L! U C4rrM' lVreS de ds. 0
    prgaos sao os mais cornnjodos.
    , VARANDaiS E GRADES.
    outts^rr^rir.Araaro-enodep
    $500
    ra, Porto, de superior Iivsson de primeira e segunda qualidade,
    dilo preto, lierva in;iti\ passas, bolaclii-
    nlias intjIcv.iiR e niariila doce, liiscoiti-
    nhos, uiassas,spei'micctu, cliarutos linos
    c baimis, tacis com millio c farinha, c
    muitOS milis gneros de bom {josto. lu-
    do por barato prero, por sen dono se
    querer afregUczar.
    SCPEMOHEd CIIARITOS S. FLIX.
    Responde pela stiu qualidade.
    Os mais super
    vender Antonio
    criptorio, rna dal
    Crures.
    I EIJAO' MIL.VTIMIO.
    V'cnde-se no armaiera da Irave-s.i da Madre de
    Heos 11. 15. .)-!
    N. loja ile Santos
    Cocilio,rio do ^nt;i-
    nia.'io u 10.
    ?.''? lem |inra ven ler 111,1 eoinpleln
    .-;' ment, de sedas escosseza-.
    Vende-secal de l.isboaultimameniechegada.aa-
    "~^" aimcomopotassadallussiaverdadaira -.naprarado
    ^'""i Corpo Santo n. 11.
    3180
    136001
    19OOOI
    2-lOO
    TAIXAS PARA EMIKNHO.
    Na fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
    rua do Brum, passando o chafariz, contina ha-
    VenVJem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
    construccao vertical ecom todos o melhoramenlos
    mais modernos, lendo vindo no ultimo navio de
    Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
    Em casa de Henry Brunn &C, na rua da
    Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
    to de ouro do melhor oslo, assim como relogios
    de ouro patente.
    ARADOS DE FERRO.
    ->a fundicao de C. Starr & C, em Santo
    Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu-
    perior qualidade.
    XAROPE
    DO
    BOSQUE
    rol transferido o deposito desle arope para a bo-
    tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova 11. 53
    garrafas 5&500, e meias :tSO0O, sendo falso lodo
    aquelle qoe nao for vendido nesle deposito, p*lo
    que se faz o prsenle aviso.
    IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
    Para cura de phlysica cm lodnsosseus di Aren-
    les graos, quer motivada por constipar-Oes, losse,
    aslhma, pleuriz.escarrns de sangue, ,r,, deros-
    lailose peito, palpilacaono corac.ln, coquelorhe,
    bronchije, dir na garganta, e todas aimoleslias
    dosorgos pulmonares.
    MoeiidiH superiores.
    .Na fundkiodeC. Slari&C, em San-
    to Amaro, acha-se para vender moendas
    de canna todas de ierro, de um modelo<
    construcean muito superiores.
    t**Cr*t>00 fM^5O0.
    Fugiram doengenho Mariuna, na noite de 27
    para 28 dn currante, dous mualos, sendo um de no-
    ver um completo sortimento de laixcs de ferro fun- i mc Joaqu'm, rr regular, cabellos proprios da mes-
    ' na, ar Irislonho, alto, beicudo, Talla opressada, |,,-
    apalbclados e feios; le\ou uma pega ero um pe. e
    0
    ?
    SS
    Til
    a,!
    3900
    -Miu
    i.ojd'dido e batido de .'( a 8 palmos de bocea, as quaes
    23000 acham-se a venda, por prer;o eommodo
    29000
    |.-t,(K)
    2-sK)n
    29000
    e rico
    de liiulissimos
    29000
    por pre<;o eommodo e com
    promptidao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
    ro sem desposa ao comprador.
    Vende-se em casa de S. P. Johnslon & C,
    rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, ofai-
    M",',0 coles de carro e de montara, candieires e casticaef
    vado.
    1 %%%%%% 66^^^-
    1n-ll1.11 que he possivel
    I.7INIO
    lt-.ll
    >7(S)
    E oulras muilas cousas, que serie nunca acabar se
    fosse mencionar.
    bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
    xa n. 97, vinho C.herry em barris, ramas de ferro,
    fio de vela, chumbo de municao, arreios para car-
    jo, lonas inglezas.
    -ancho no pescoro, lem idade de 21, anuos, liahalba
    de rarapina, pedreiro e faz lijlos. O nutro de nome
    1 iir-ielm. que loi escravo do tenenle-rornnel Joan
    Pinto de l.emos Jnnior, mais alio, claro, rabellos
    regulares, nlhas grandes e amorlecidos, idade de 24
    anuos, ps grandes, e um delles um poaco luchado
    (em oflicio de sapateiro, e ambos lem marcas de acoi-
    les as nadegas e as costas : as pessoas qoe oa an.
    prehenderem levem a-, engenho rima, do que ser.tn
    generosamente recompensado..
    PRRN. TVP. DE M. F: DB FRU. mw
    TvTOTTLAIXr
    X
    1
    I





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