Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07426


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Full Text
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1
ANKO XXXII R. H7
Por 3 imv.es adiantados i.sOO.
Por mesa vencidos i.sOO.
SEXTA Filil | DE JILHO DE I8SC.
Por auno adiantado 15fiOOO.
Porte franco para o subscriptor.
" ^HftgaCT^^^yj^^ te franc0 Para ubsci-iptw.
DIARIO DE PERNAMBUCO
EKCAHREUADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervmo T. da Natividade; Natal, o Sr. Joa
gum I. Pereira Jnior; Araeatv. o Sr. A. da Ltmoe Braca
Ceara, o Br. J. Jote da Oliveira ; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
quaa Rodrigues: Piauhy, o Sr. Domingos Hereolaoo A. Peiioa
Csarsas* ; Para, o Sr. Juitiniano J. Ramos 1 Amaionu.o Sr. Jaro-
jmo di Cosa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olimla : lodos os ato, i>lt mola horas do da.
nanaM, Gaiaaaa ParaMba -. ,,.,, -cumula aattas-lMn*.
. Mb, lapis-m,*, llomli.,1 jiruaru, Allaln. c li'tni : ua lorca-Mn.
S. I.oiin'i,co, l',i..-.t \.!i... Mtatela, l.,m..,'ir... llrri.,, Iv.iu. u ., /na-
ira, nwaa, Villa-lli-lla. ii.u-Vt.ia, Ouricurr i- Ki : ama ajamas filT
Caau, l|.i.juca, aerlafcae, BlaiPaneuia, Una. Banairaa, Agua-1'rtia,
ISMalctrai r ,\..tal : t|*l*laa falla!
l,"l,l> a* corrrioa uarttni al 10 hora* da nanha.
AUDIENCIAS DOS Tltl IH'XAES DA CAPITAL.
Tribunal do tomraercio quartai a nbbadoi.
Relacao : te rcai-feirai a aabbadoa.
Fazenda : quartai a tabbadoi ai 10 borai.
Juio do commercio: tegundu ai 10 boraia quimas ao meio-da.
Julio da orphaoi.- teguoda quintal at 10 honi,
Primeira Tara do eivel aegnnda t aaiui ao meio-dia.
Segunda ti do cirel: quartai ubbadoi ao maio-dii.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JIJLIIO
9 La noTa ai 7 borai, 11 minuto*. 48 legundui da mantisa.
10 Quino crcenla aa 7 horas 2 mlnuloa a 48ieguudoe da m.
17 La ebeia ai t borai, 12 minutoi e 48 aegundoi da urde.
24 Quarlo miuguanta aoi 42 minutle 48 Kgundoi da tarde.
_-, PREAMARDEHOJE.
Primeira as 6 horas a B4 mioutoi da manhaa.
Segunda ai 7 horas a 18 minutoi da urda.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. 8. M*rc*lb.;S. Lucua; Si. Albinianoe Auilricliniano
1 Terca. 8, Araoprimeiro sacerdote di ordtm Lcviiic.
2 (Juana. Visitacao da S8. V. Mai de Dos a sua primo S. Isabel
3 Quinta. 8. Eulogio m.; Hanalholio e Haleodoro mm.
4 Scsu. S. Isabel rainha de Portugal to. r. ; 8. Oseas profeta.
5 Sabbido. S. Filomena y. 8. TriBna m,; 8. Numeriano b.
0 Domingo. H. Domingas y. m. : 8. Iras proleu.
PAftT QFF1CIAL
OOVERNO SA PBOVINCIA.
LE N. 387.
Servio Teixeira de Macedn, presidente da provin-
cia de Pernambuco. Faco saber a todos os aeus ha-
balantes, que a assembla legislativa provincial de-
cretoo, e du sanecionei a resolano seguinte :
Artigo nico. O presidente da provincia tica nu-
lorsado a reformar o regulameulo da Casi de De-
tencAo, pondo logo em execurao a reforma,que fiea-
ra dependente da approvacJlo da assembla provin-
cial, revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, pnrtanln, i todas as autoridadei, qnem
o conheclmeoto e exeeucjto da referida resolacAu
pertencer, que a rurapram e facam camprir 13o iu-
teirameole como nella se contm.
O secretario da provincia a faca imprimir, publi-
carecorrer. Cidade do Recife de Pernambuco, aos
ENCVRREGADOS DA SCUSCRIPCA no 84 L-
Aligoai.o Sr. I.laudino Faieao Das ; Babia Sr. D.
Rio de Janeiro, o Sr. Joio Perein Mirtina.
EM PERNAMBL'CO-
O proprielario do DIARIO Miaoel Figaeiroa da Farh), aa sua
raria, praca da Independencia ns. a 8.
7 de junlio de 1856, trigsimo-quinto da indepen-
dencia e do imperio.
I- S- Sergio Teixeira de Macedn.
Carta da Ici pela qual V. Esc. manda exeeular a
re-olur.io da assembla legislativa provincial, qoe
sanecionou, aolontando o presidente da provincia a
reformar o regulameulo da Casa de DttencAo, como
cima se declara.
Para V. Exc. ver.
Firmiuo Hercalano Baptisla Ribeiro a fe.
Sellada e publicada uestn secretaria do governo da
provincia de Pernambnco, aos 27 de nabo de 1856.
Jos Benlo da Cunha e Figneiredo Jnior, offl-
clal-maior servindo de aecretario.
Rtsislrada a folhi do livro 4" de leis provincises.
Secretaria do goveroo de Pernambuco, 28 de iunho
de IKC '
Jo3o Dominguis da Silva.
LE N..388.
Sergio Teiveira de Macedn, presidente da pro-
vincia de Pernambuco. Faco saber a lodo* o* seai I nlio de 1856, trigsimo quinto da independencia l e nleosilios para a casa de deteocao no eiercicio
habitantes qoe a assembla legislativa provincial de- e do imperio. prximo vindntiro coin o abale de V> por ernto dos
crelou, e eu sanecionei a lei seguate :
Ait. nico. Fiea o presidente da provincia aotori-
sado a de-pender pela renda do exercicio de 1856 a
1857,coni o pagamento da divida de exercicios lindos,
cumiantes da relacSo que a esla lei aeompanna, a
qnanlia de tres conloa donlos noveuta e nm mil
noveeanlos e tres ris, inclusive a de cenlo vinte e
L. S. Seraio Teixeira de Macado. precosdo formulario que devolve.
Carta de lei pela qaal T. Exc. manda executar I Hinque Jorge,
o decreto da assembla legislativa provincial, que
saorcionuu, aulorisaodo o presidente da provincia
a despender pell renda do eiercicio de 18*>6 a 1857,
a quanlia de 3:2919803 rs. com o pagamento da di-
vida de eiercicio* fiados, e bem assim a de 1951000
e sendo fiador
, rs. para pagamento do que se esta a dever ao pru-
cinco mil re ^ para pagamente, do que se:est a de- \fetsot de Naiareth. do? seus ordenados do, me.
ver ao profeawr de lilim de Nazarelh, rlna seos or-
denados doa meies de setembro de 1852 e malo a
junlii. de 1853, devendo a conla desta despeza ser
dada com as despezas do mencionodo exercicio ; e
revogadas as disposiees em contrario.
de tetembro de 1852 e maio a junho de 1853. ludo
como cima se declara.
Pura V. Exc. ver.
Firmino Hercalano Baptisla Ribeiro a fez.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a qoem I S*""d? '. Poblic"l, ne?,a retarU do governo
o conhecimento eexecocoda referida lei perten- *J"?^ .** ,.r aaiaaMaM Z-__--------. .- :_.-:- 118o6. Jote Bento da Cunha e f'tguetredo Jnior.
cer, qoe a cumpram e facam cumprir ln inteira-
menle cuno nella se contem. O secretario da pro-
vincia a faca imprimir, publicar e correr.
official mnior serviodo de secretario.
Registrada a folha do livro 4. de leis provin-
ciae*. Secretaria do governo de Pernamboco 28"de
Cidade do Recife da Pernambuco, aos 28 do jo- I junho de 1856.yoile Domingues da Silva.
aado da atkwda ajjwja /Uavnctatdb etcetctcteJ de /fer asSf
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MIES E GLASSES.
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Inslrucrdo publica.
lAlexandre Jos Doradlas................
Mar linho da Silva Cosa Jonior.......... i
Bartholomeu Francisco de Souza, concessionarin de Manoel Alves 'ereir
urea Geminia da Cruz Ferreir.i..............
Kicardo Fonceca Medeiros............
dem.................\ 't l |
Marcolino Antonio Xavier.........t I I i
Eleodoro de Albuqoerque Mello.........'.'.''.'.
Anlonio los Santos Falcan......, '. '.
Isabel Joaquina de Albuquerqae.......... .
Roa Maria da F'onceca e Albuqnerque..........
Senhorinia Maria de Oliveira Mello.....'.".'.".".
los Anlonio (loncalve* de Mello.......
Inaquim Theodorico de Vasconcellos Arago. ...'.'.'.,'..
inliinio dos Sanios Falcao..........
Candida Cordeiro de Mello........ '
Ivo Piolo de Miranda ........".'.'.'.'!.'
Eduardo Jos de Sania Anna.........,
Francisco Primo Correa......., '
dem.............
lezuino Carneiro de Alluiquerque
Jos l.niz de Barros.....
OetecaTjoilo tennn de Ingazefra.
Vicente Mendes Wanderley .
Jos Lzaro Monteiro de Mello
JoAo Vieira da Cunha ....
Ao delegado de Uoianua .
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Obras publicar.
-"' -<...'m.. "^aWar 2U
1850 A 1851.
Arsenal de marinha
1851 a 1852.
1852 1853.
253000
7a880
I
Soccorrnt de beneficencia.
Culto publico.
Marcolino Alves dos Prazares Lima,
los Loiz Pereira de Queiroz. .
Manoel Jos Pereira Pinlo de Queiroz
Manoel Marques Barboza ....
Cooranra, amcadacao e fitcalisaca^ das rendar.
Joaquim de Sonza Reis....................
Alvaro Barbalbo Ucha Cavalcanli................
(aprimo Feneloo Guedes Alcoforado...............
Antonio Jos de Oliveir i Miranda................
Jos Marianno de Albuquerqoe.................
Manoel do Na-cimenlo Rodrigaes Franca..............
Manoel dos Santos l.eil....................
Dicida publica.
Diversos credores, qoe com quanto fossem contemplados em quadros anteriores, nao
eslAo anda pagos, tendo seus dbitos lirado novamenle em exercicios lindos .
Kcenluaes.
Marcelino Antonio ornellas..................
loaquim Canuto de Figueiredo.................
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior..............
loito Ferreira da Silva....................
Birlo do Rio Formrso....................
Antonio Bezerra da Silva...................
Jos Lasarn Monteiro de Mello.................
Manoel .loaquim da Paiao..................
Pedro Semeo da Silva Braga..................
Antonio dos Sanios Siqueira Cavalcanli...............
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque...............
Carlos de Morars Camizo ...................
Prxedes da Silva GusmAo...................
Tas los Jacome Tasao Jnior...................
Vicente Ferreira da Cosa...................
Paco da assembla
servindo de secretario.
Expellsata d, 41. 27 Be Jambo.
Oflicio Ao Exm. marechal commandaole das
armas, remetiendo por copia o aviso da repartido
da guerra de 16 do correte, no qual est declarado
o deslino que liveram as pracas do dcimo batalhao
de infantaria, que nos respectivos mappas eram con-
sideradas destacadas as provincias da Parahiba e
Babia.
Dito Ao inspector da tbesouraria de fazenda,
inleirando-o de haver o bicharel Abilio Jos Tava-
res da Silva participado que no dia 21 do crrente
reassumira o exercicio do seu emprego de juiz de or-
pbaos deste termo. Igual commuoicsc^o se fez
ceres do juiz municipal de Olinda, bacharel Joi
(Juintino de Castro LcAo, e parlicipou-se ao conse-
tlwiro presideute da relacHo.
Dito Ao mesmo, para mandar indemniar a re-
parlico da marinha da qnanlia de :I89502 rs., que
ae dispendeu com ns reparos necesiarios ao telegra-
pbu da torrado Collegio. Communieon-se ao ins-
pector do arsenal de marinha.
Dito Ao mesmo, recommendando qoe, vista
de documentos assignados pelo tenenle-corooel en-
carregado das obras militares, mande S. S. salisfa-
zer. por conla do ministerio da guerra, as despezas
que oceorrerem com os reparos uecessarios ao quar-
lel da Cioco-Pontas, visto que foram elles mandados
executar para conservarlo do edificio. Coromuni-
rou-sa ao referido tenante-coronel.
Dito Ao mesmo, para que, vista das contas
que remelle, mande pagar a Remigio Kneip a qnan-
lia de 1009 rs. importancia de qualro caixas por
elle fornecidas ao mdicos JoAo Jos Innocencio
Poggi, Anuusto Carneiro Monteiro da Silva Sanios,
Prxedes Gomes de Sooza Pilanga e Jos Mara Cor-
deiro Glahy para couducAo de ambulancias.Com-
municoo-sc aossupraditos mdicos.
Dito Ao chefe de polica, inleirando-o de haver
transmitido Ihesouraria de fazenda para seren pa-
gas, estando nos termos legars, as contas que S. b.
remelteu das despezas fetas com a lavagem da rou-
pa dos presos da Casa de DeleucAo, e com a compra
de difireme* objeclos para a limpeza daqnelle esla-
belecimento nos mezes de marco maio deste auno.
Dito Ao director do arsenal de guerra. r.m
vista do ollicio de 1K do corrente, em que V. S. re-
presentoo -obre o faci de se nAo haverem feilo noi
jornaes, que o soldado da rompanhia de artfices
Francisco Borgei, lem vencido pela feria desse arse-
nal, os nacessarios descontos para indemnisa(Ao da
r.iua da enmpanhia de aprendizes que elle per-
tenceo, Unbo a dizer-lhe, qoe easa pnea nao lem
culpa de empinante falta. Entretanto, para que eu
j.ossa resolver sobre o exposlo no citado oflicio, con-
ten qoe S. S. calcule, se a somma dos desconloi que
-p deveriam ter feito, excedem da importancia do
premio que podara essa praca receber se cootratai-
\.
I
12912.
129124
14*400
179280
189290

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1853 a 1854.
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1854 a 1855.
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DIVIDA.
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119870
228500
253000
1:18955
78170
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138750
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869111
128360
12910.
7916o
1258500
1399000
.508000
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418388
1378590
913728
689793
689793
189:144
189344
2613411
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3|33} a :3337
123000 123000
103000 109000
69OOO 63000
1 I23OOO 123000
a .53760 .53760
149OO0 1163000 I3O5OOO
31339 33333
213000 2i300'i
1 :I43720 343720
a 1203000 120*000
38B538 u 289538
149.583 I45S1
178602 179602
legislativa provincial de Pernambuco 20 de junho de 1856. O ollicial-maior, Rufino
2:8889397
Jos Correa de Almeida. Conforme, JoseBenlo da Cunha e Figueiredo Jnior, ollicial rnaior
15*1800
629240
I3i0
13Tfi40
803610
1413840
301000
299920
508000
413:188
729-522
1483776
99*183
74*383
743.183
229071
229071
IMPORTANCIA
DAS
CLASSES.
7:tRj698
1391)000
l-eMn-afllrmaiiv. ,tr all- loman
Tajan pro'ccder-streointord
8929700
1713:108
513-3389
264*411
447-3397
3:1663903
se novo engajamento, depois de rindo o que fez por
lempo de seis anuos.
Dito Ao mesmo, para mandar entregar ao che-
fe de polica, afim de serem remullidas ao subdele-
gado da freguezia da Vanea, 20 armas roladas, goal
numero de espadas e 10 massos de cartazos embala-
dos. Coinmuiiicou-se ao referido chefe.
Dilo Ao director geral dos Indios, recommen-
dando que faca recolher ao nono batalhao de infan-
taria o soldado Qoerino Jos Pereira, que se aeha i
sua dsposico desde 20 de maio de 1853. Parli-
cipou-se ao marechal commandatile das armas.
Dlo Ao commandaole do corpo de poliria, di-
zendo que piale mandar dar baixa ao soldado da-
qoelleetrpu, Diogenes Francisco de Paula Mal age-
la, visto qoe, por molestias, nAo pode continuar no
servido do mesmo corpo.
Dio Ao mesmo, mandando que se aprsente ao
chefe de polica, e cumpra a ordem que elle Ihe der.
Dito Ao mesmo, recommendando que faja a-
presenlar ao chefe de polica cinco pracas do mes-
mo corpo, para que, unidas a quatro que vierara de
Nazarelh, possam esrollar para all cinco reos que
teem de ser julgados pelo respectivo jury, cuja reu-
ni.lo deveri ler lugar no dia 4 de julho vindooro, as
quaes deverAo permanecer naquella cidade at qoe
concliiam os trabalbos do mesmo jury. Inteirou-
se ao mencionado chefe.
Dito Ao inspector da Ihesouraria provincial,
dizendo que pode dispender al a quanlia de 1503
is. com a compra de mais um armario para aquella
Ihesouraria.
Dito Ao delegado do termo de liarreiros, in-
leirando-o de haver expodido ordem theiouraria
de fazenda para que, vista da conla qoe S. me.
remellen, pagoe a quanlia de 799*700 I*. que dis-
pendeu o major Pedro Delgado Borba com socenr-
ros prestados as pessoas desvalidas daquelle termo,
que foram accnmmettidas do cholera.
Dito Ao subdelegado de Rarreiros, dizendo:
em primeirn logar, que ocidadAo Jos de Albuqoer-
que Mello Montenegro deveria ter sido removido pa- i
ra a priajio que Ihe compele, como ollicial da guarda
nacional, desde que S. me. leve sciencia do oflicio da
presidencia de 30 de maio ultimo ; e em segundo la-
gar, que, a 11A0 haver naquella villa prisao propria
para oflciaes. cumpre que seja o mesmo cidadAo
transferido sem demora para a fortaleza de 'Fernn-
dar. Fez-se o necesario expediente.
Dilo Ao administrador do correio. Fui in-
formado de lerein os dout ltimos paquetes vapor
brasilairos, que deixaram o nosso porto, sido deudos
i espera da mala do correio, nm ilua horas e onlru
hora e meia.
Aflirmou-se-me que maiores demoras lem ainda
orcorrdo em oulrai occasies. O inconvenienles da
falla de ponlualidade no servico do correio sAo gra-
ves em lodos os casos, e ueste anda maiores pela
despeza de carvAo, risco de perder o bom momento
de parlir, perigot e incommodoa que resoltara de ir
o vapor esperar fura para n.lu perder a mire, e em-
lim risco que corre nesle caso o escaler, que vai-lhe
levar as malas.
Compre, pois, que Lies demoras e irregularidades
se nao deem mais, e que Vmc. me informe se ha al
guma causa qoe as leulia prodazido, e cuja remocAo
dependa do governo para ser lomada a conveniente
medida. Cinco minutos antes do momelo indicado
para a partida do paquele a mala do correio eleve
estar bordo.
Dilo A' cmara municipal deita cidade, dizen-
do : em primeiro lugar, que nAo pareceodo appro-
priado, para o flm que Ss. mes. soiieilam, o terreno
de marinha que flea ao sul do theatro de Santa Isa-
bel, deseja conferenciar a respeito desse objecto com
o presidente da raesma cmara, e esl prompto a re-
ceb-lo no dia 30 do corrente, acompanhadode qual-
alferes do 9 batalliAode infantaria, Joaquim Anlonio
de Moraes, da qnanlia de 12* qoe elle despenden
com condcelo de armamento quando comman-
daute do destacamento do Urejo da M.iire de
Dos.
DiloAo inspecior da Ihesouraria de fazenda, de-
clarando que a quanlia de 100* que se mandou
abonar a Jos Pacs de Sania Auna, he como 1 en u-
meracAo dos serviros que presin no hospilal dos
cholencos em Seriohaem e nAo em Garanhuns.
DitoAo mesmo, para mandar abonar o preside-
nte da;commHo de hygiene publica a quanlia de
1:0003para as despezas que lem de fazer aquella re-
partidlo.Communicou-se ao referido presidente.
Dito-Ao mesmo, inteirando-o de haver o juiz
municipal de Goianna, bacharel Caetano Eitrllita
Cavalcanli Pessoa, participado qoe no dia 24 do
correte reassumira o exercicio interino da vara de
direito daqaeila comarca.Igual commuoicaro se
quer pessoa entendida na materia ; e em segando; '" presidente dn relacao.
lugar, que opporlunamente dar soluco acerca da l)'1"Ao director geral do Monte Pi dos servi-
alienac.o que Ss. mes. pretendem fazer da parle do Illle' ''" estado, Iraosmiltiodo para o lira convenien-
terreno, que foi desrppropriado ao cidadAo Manoel i,e a ,e,r', *b n- sacca"
DitoAo padre Joso Leile Pila Drligueira, di-
zendo que lie bstanle sensivel nao poder a acquies-
cer ao pedido que fez de urna guarda de honra para
assistir a Testa do apostlo S. Pedio; porqnaoto, alm
de ser consttate e mullo pesado o servido militar
neita cidade accresee qoe a tropa nelle empregada
he tAo diminuta, que apenas pode satisfazer as ne-
cesidades do mesmo servico.
DiloA administrarlo geral dos eslabelecmeD-
tos de cariuade,dizendo qoe Jos Theophilo da Costa,
deve ser considerado como expulso do hospital dos
lazaros por causa do sea mo proced met lo.
PortaraO presidente da provine!,, tendo em
vista o aviso circular n. 103 do ministerio ca mari-
nha lixandci em cern recrntal o contingente que
esta provincia deve dar no prximo futuro anno
flnancero, resolve distribuir o referido contingente
pela forma'indicada na tabella junto assiguada pelo
secretario do governo.
Tabella a'que se refere a portara topra.
Capitana do porto. ... 50
Kepartiro da polica. 50
Somma. ... 100
ObservarAo.
" recluta me 111 o a cargo da capitana do porlo,
tara' lugar sement no litlorai da provincia. Os re-
cr nas que tem de dar a repartirn da polica serAo
tirados das comarcas do limito, Garanhans, Boa
Villa, Flores, Nazarelh, Limoeiru, Sanio AnlAo,
Brcjo e Pao d'Alho, sendo seis de cada urna das cin-
co primeiras comarcas e cii.ro de cada urna das ul-
timas.
Fica ao cuitado da capitana do porlo, promover
nos termos das insIrucQes de 14 de abril du anno
passado a acquisicAo do maior oumejo possivel de
menores para as companhias de aprendizes dn corpo
de imperiaes mariuheiros.Remetleram se copias
da portara a cima ao referido chefe e ao capilAo do
porto.
30
OflicioAo Exm. marechal commandanle das ar
mas, Iransmillindo por copia o aviso da reparlifAo
da guerra de 9 do correle, mandando soltar a Fe-
lisberlo da Conceirao, perleocente ao 10.' balalhAo
de infantera, visto ser menor de 12 anuos e nAo po-
der por itso responder pelo crime de deserto, nem
ser julgido como praca do exercilo.
DitoAo mesmo, recommendando a expedicAude
suas ordens, para que continu preso no quartrl do
2. ba id Iban de infantai ia, disposii;Ai> do Dr. chefe
de polica, o coronel Gaspar de Menezcs Vasconcel-
los da Drummond.
DiloAo Exm. presidente da assembla lenisla-
liva provincial, recomendando que mande entregar
ao presidente do tribunal do jury, a chave da casa
da mrsina assembla, para nella fuoccionar o me-
mo tribunal.
DiloAo Exm. commandanle superior da guar-
da nacional do municipio do Cabo, para mandar que
os commandantes dos balolhes ns. 40 e 41 da raes-
ma guarda nacional, pre-lem, sem demora, os auxi-
lios de que precisar o subdelegado do 2.dislriclo da
freguezia de Ipojuca, para diligencias do servifo.
Comroooicou-se ao subdelegado.
DiioAo chele de policie.Accuso recchido o
cilicio iie Vmc. de 28 do correle, cobrindo a nlor-
niarao do subdelegada do bairro do Recife, a quem
V, S. mandn ouvir sclire o modo por que foi con
duzido i prisAo no dia 20 oi2l ura manijo da U-
niAo Americana.Como o consol daquella MccBa
diz que o referido manijo soffrera na cara pancadas
de prnucha, qne Ihe dera com a baionrla o sol lado
que coiidii/i.i, rumpre que V. S. examine se h
com effelo signaes osa vesitcios dee fado, para nu
' lomailD na uvot>n -IT:,,..
?asan p pioccMl.-r-SO ecir.l^ fasr de lei.
: .IjilAo-corisul de S. M. Britnica, iliTpaatu ama
a vista do Hfllciuque remete por copia do eaplfVn
do pnrlo, nAo he possivel conceder-se a permissAo
poe S S. solicitnu, para o brgoe escuna de gnerra
iuglez Spy exercitar a respectiva suarnir.'m com
tiro de bala no ancoradouro do Mosqueiro, onde -c
acha o dilo brigue escuna.
DitoAo consol de S. M Fidelsima, remllenlo
copia do oflicio do juiz municipal do termo de Olin-
da, relativamente beranra deixada pelo subdito
purluguez Antonio Joaquim Pereira da Silva, vulgo
'abeca-branee.
DitoAo inspector da Ihesouraria provincial.
Em resposta 10 oflicio de 28 do eorrenle sob n. 179
em que Vmc. pergunta se deve ou nAo continuar,
lal qual te acha, o deposito que fez o Dr. Filippe
Lopes Netlo, de um recibo ou vale da quanlia de
5O.000S rs. para garantir a molla de que Irata a
condirr.lo Ha do contrato da illuminacAo a gaz del-
ta cidade ; visto como, alem de eslar u referido vale
illagal pela falla de sello, nAo offerece a mesma ga -
rantia que o diuheiro on apolices ;tenho a dizer que
o deposito do modo porque foi feito, nAo poda coo-
iderar-se se nAo como provisorio, pois que o contra-
to ainda nAo era perleito, por depender de approva-
(Ao da assembla legislativa provincial. Hoje porem
que esta approvarAo est dada, recommende Vmc.
aos contratadores que se conformen! com a condiccao
12" do seu contrato.
DitoAo mesmo, recommendando que por inter-
medio do thesoureiro pagador da repartirn das
obras publicas, mande eutregar mais um conlo de
reis ao capitAo Alfonso de Albuquerque Marauhan,
afim de continuar a oecorrer as despezas das onras
queseeslAa fazeodo ao sul da provincia, para facili-
tar e abrir communtcacSes entre diversos pontos da
freguezia de Ipojuca e o trapiche de embarque da
Cnmpanlua Pernambncana,siln no porto deGalinhas,
visto ja se adiar qua-i esgolada a qnnutia de 2:0003
rs. qoe para o mesmo flm se adiantou ao referido
capitAo.Communicou-se ao director das obras pa-
blicas.
DitoAo juiz de direilo presidente do tribunal do
jury, para dispensar o bacharel JoAo Domingues da
Silva, escriplurario da secretaria do governo, de
comparecer na presente sesso d'aquelle tribunal,
para a qual Tora sorteado como juiz de facto.
Dito- -Ao subdelegado da freguezia de S. Fre Pe-
dro Gom-alves do Recife. O consol dos Eatadns-
Uudos veio representar-me, que nAo Ihe tinha sido
permillido fazer pergunlas as leslemanhas que eslAo
depondo em um processo, qoe nessa sobdelegacia se
instaurara contra os marinheiros americanos, colpa-
dos de ferimentos a bordo do navio Fairy, dentro do
porto. O consol apresenta-se n'aquelle processo
como protector nato de seus compatriotas e seu ad-
vogado, vislo 0A0 ler sua dspnsic.Ao fundos para
pagar a quem os deferida Compre, poii, que Vmc.
depois de pergunlar aos aecusados se nisso convem,
d ao referido cnsul todos os meios de defeza que
cnmpelem a um advogado, e que forera compalivais
coma ooisa legislarlo criminal.
EXTERIOR.
LISBOA.
O .-iriista Bratiltiro.
De eerlo ser agradavel ao publico saber que se
acha devolla a esta cidade o Sr. Geamano Francia-
co de Oliveira, o artista brasileiro lao unnime
amante applaudido entre nos, e com j qoe mais eloquenle licao pedera
Pereira Teixeira no lugar denominado Mau-
guinho.
-- 28
OflicioAo Exm. marechal commandaole das ar-
mas, devolvendo julgados pela junta de juslica os
processos das pracas mencionadas ua relacao qoe re-
melle, afim de qoe mande executar as seuteo;as
liedles proferidas pela mesma junta.
Relacao a que se refere o oflicio supra.
4. balalhAo de artilharia ap.
Soldado,Manoel Paulino.
a Vicente Ferreira do Nascimentn.
Manoel Ferreira da PaixAo
Cosme Ferreira da Silva.
Anspecada.Juslniano dos Reis.
2. balalhAo de infantaria.
Soldado.Manoel Francisco do Rosario.
(t Manoel do Nascimento Alves.
Paulo Vieira de Brilo.
9. balalhAo de infantaria.
Soldado.Jos de Aodrade Correa.
rr Antonio G-eraldo Barbosa.
1." Sargento.Manoel Saturnino da Cunha.
Furriel particular.Severiano Leoocio Teixeira
de Mendonca.
10. balalhAo de infantaria.
Soldado.BaldoDio Antonio de Soma Teixeira.
Anlonio Pereira Garca.
cr Jos Francisco dr> Nascimento.
Tambem se devolveu ao piesidenle do Cear os
procesaos dos soldados Pedro Jos Alves e Vences-
lao lioncalves de Amorim, pertenceotes ao meio
balalhAo daqoella provincia.
DiloAo mesmo, inteirando-o de haver expedido
ordem Ihetoararia de faztoda, para ioderooisar o
da a favor do thesoureiro da-
quelle eslabelecimento oa importancia de 6069843
iris provenientes das contribuiedes arrecaJadas pe-
la Ihesouraria de fazenda desta provincia.Commu-
ncoo-se a referida Ihesouraria.
DiloAo commandanle superior da guarda na-
cional da Garanhuns, aulorissndo-o a pasear guia ao
lenle quarlel mestre du balalhAo n. U8 da mesma
guarda nacional, vislo ter elle de mudar a soa re-
sidencia para o dislriclo do balalhAo n. 30.
DiloAo director das obras publicas, autonsao-
do-o nAo s a receher definitivamente a obra do 4*.
laen da estrada da Escada, mas tambem n passar o
competente certificado, afim de que o re-peclnu ar-
rematante pnssa haver da tbesouraria provincial,
para o que ficam expedidas as convenientes ordens,
a importancia da ultima prestarlo a qoe elle lem
direilc.
DitoAo mes mn.rernmmen dan dn que designe um
engenheiro daquella rcparlicAo para se encarregar
da inspeccan fiscal da obra que se eslfazendo no ar-
mazem e ponte da mesa do consulado ; o qual de-
ver entender-sc para esse fm cero o inspector da
Ihesouraria de fezenda.Communieou-ie a esle.
DitoAo lenle coronel encarregado das obras
militares, aatorisando-o, n vista de sua informarlo,
a mandar frzer os reparas qoe forem absolutamente
ndispensaveisa fortaleza do llrum.
DiloAo mesmo, para mandar fazer os reparos
de que necessta o quarlel do 9 de infantaria.
Tambem se mandou fazer 110 quarlel da companhia
de arlifires as obras que forem precisas e expedi-
ram-se as necessaras commonicacoes.
DiloAo inspector da Ihesooraria provincial, ap-
provando a arremalacAu que fez Bariholomeu Fran-
cisco de Sonza, do foroecimeoio dos medicamentos
COWMANDO DAS ARMAS
Qaartol (eaeral do eoaaaaaoda das araaaa de
Pernaoaboco na eidada da Reelfa ena 3 da
lulho da 1866.
ORDEM DO DIA N. 292.
O marechal de campo commandanle das armas
declara para conheeimenlo da guarnirlo, a devdo
elfeito, qoe a presidencia alten leudo as solcla(6es
do Sr. capil.lo do 9. balalhAo de infantaria Francis-
Anlonio de Souza CamisAo, houve por bem exone-
ra-lo, nem s do cargo de delegado, como do cum-
mando do destacamento da comarca do Limoeiro,
servindo pela maueira que se v do ofliciu abaixo
transcripto.
Ao fazer semelhante declaradlo, o mesmo mare-
chal de campo julga de seu dever adduzir ao que se
acha consignado no sobredito oflicio, que esle Sr.
ollicial no desempenho das obrigar/ies que Ihe foram
conferidas, quer como delegado, quer como com-
mandanle do destacamento volante, quer finalmente
como encarresado da polica das comarcas de Pao
d'Alho, Nazarelh. e por algum lempo da de Goiana,
se moslrou sempre digno da confianza de seas; supe-
riores, e preslou relevantes serviros a causa publica
na p-rseguirA". que fez aos criminosos e desertores e
nAo menos a humanidade durante a lerrvel quadra
porque passou a comarca do Limoeiro, invadida pelo
cholera-morbus: receba, portanlo, o Sr. capilAo Ca-
misAo os loovore e agradecimeolos de que se faz me-
recedor.
OFITCIO.
i a* Seecao.Pal icm do goveruo de Pernambuco
em 2 de julho de 1856.Illin. e Exxm. Sr. Tendo o
capitAo Francisco Anlonio de Souza CamitAo solici-
tado dispensa docommando do destacamento votan-
te do Limoeiro, haja V. Ex. de expedir nesle sentido
as convenientes ordens, ficando cerlo de que aquelle
ollinal se porlou sempre com a mais louvavel dedi-
carn, nAo s no exercicio do referido commando,
como no desempenho do carpo de delegado do (cr-
ino do Limoeiro. do qual, pedido seh foi ne la exonerado. Dos guarde a V. Exc. Sergio Tei-
xeira de Macedn. Illm. e Exm. Sr. marechal com-
mandanle das aricas.
Jote Joaquim Coflho.
lana considerarlo tratado pela imprensa franceza
na capital do mundo cvilisado. Ja nesla folha li-
vemos o rosIo de Iranscrever os louvores cura que
por aquella imprensa foi saudado o distioclissimo
actor. Hoje, apressamo-nos a dar urna boa nova
participando o sen regreso.
Aflancam-nos que o Sr. Germano Francisco de
Oliveira aproveitari a sua demora de alguns das
para dar ainda duas ou tres representac/ies no fa-
moso theatro do Gymnasio, manifeslando-se n'um
genero diflerenle daquelle em que reveloa o seu alio
merilo no thealro normal. O artilla, que lAo es-
plndidamente tem sabido provar assim a ua bri-
lliante NucaeAo como o etemplar deiinleresse, nAo
sulicitou senAo urna compenaaeAo do seu trahalho,
cujo Truclo generosamente abandona aos seos irmios
da arle. Esta compensacAo foi a facoldade de His-
por de urna recila, em beneficio de um estabelec-
menlo pi !
Dele modo, o Sr. Oliveira ennobrece ainda o t-
lenlo com o emprego dell, c depois de crear direi-
tos ionavegaveis ao applauso publico adquire-os
ao publico de reconhecimenlo da narAoqoe visita. A
acrAo do cavalheirosu arlsla he caridosa e meritoria
duplamente meritoria e duplamente caridosa na
crie, cajos elidios, anda pesara sobre um paz, lao
experimentado agora de prnvaces funestas e lAo
ferido de calamida des repelidas. Seria .culpada a
indiferenra qoe nAo coramemorasse lal accao s por
qoe o arli-ta nAo assigna com um appellido eslra-
uho a muidos porluguezes.
Acolhdo pelo suragfTio das plalas e pelo voto il-
lustiadu da imprensa, o Sr. Oliveira, empregando
o sen tempe as fadigas scenica-, poda, como tantos
oulroi artistas forasleiros, exigir a recompensa justa
de um trabalho roma lo de felicissimo xito e de
urna repluacAo que excitx acurinsidade. T80 mo-
desto porem como laborioso,sapplica a propria valia
em [favor dos desvalidos. A simples exposicao deste
aclo philanlrupico encerra em s todos os elogios.
O Sr Germano Francisco de Oliveira vem de vi-
sitar, n.i 1 somenle Franca, senAo tambem a Alle-
manha : uAn fot ahilsomente colligir observciies ar-
tsticas senAo completar os seus esludos as scieneias
medicas, em que h particularmente versado, reu-
nimlo asim a dupla coroa do saber e da arle. Fol-
gamos de qne os noisos compatriotas soubeisem des-
de logo apreciar dvdamenle o homem. que poe
lano cuidado em occoltar os seus mritos, como ou-
tros em fazer dellesl oslentacAo. Ilonramo-nos da
opiniAo que a seu respeito emillimos. Regosija-nos
que os jornaes da m lis colla nacAo da Eoropa con-
lirmassem os juizo lesla primeira iiislanea portu-
gueza, que o artista, nosso irmAo, com tanta delica-
deza de preferencia veio piimeiro consultar. Da-
mos-lhe as boas vindas, applaudindo a sua iniciati-
va piulan trpica, e .tamos igualmente os parabena
ao publico, porque Berii brevemente accasiAo de o
apreciar e saodar de] novo.
O acolhimenlo dolpoblicn mais escothido, lao le-
gitimo e lAo merecida por parte da arlsla, deve eu-
cher de ufana os seus patricios, que sinceramente
presaren) as glorias el progiesso do imperio ; e se al-
guma imprudente emalacAo aecusar entre os seus o
vicio de urna riva idajde uiequinha nu de risiveii
orgulhus, a vergonlmlser s para quem tiver animo
(Ao pequeo, que nAolpossa ver os louroi fraleroaes
quandu elles vem a recahir sobre a fronte da patria
mai cnininnm. AqoilartisUs, homens de letlras, e
plateas sio todos accordes 110 di-tinclo apreso em
W^rarfo'no'^'a"!'-- """ -^^"e.-
nolas, que segundo se diz, empenhou Pa IX, Be
ao abandono do seu poder temporal -na lagar/lea,
mas a simples reformas : be com efleilo a uaica eoa-
sa possivel.
Se uleia e tnsalas reformaa, emanada da inicia-
tiva de sua sanlidade e da prerogaliva da Sania Se,
ensero, em urna prudente medida, urna salisfacao
feliz is legitimas esperanzas e aa* voloa aaiveraaca,
dada aos prin-
ifnceridade.
txrtnanu Fraiuaico da
Parece que o.
com lia, em*enie SrL Cerina no Fraitciico da OU- i
veira deve apparecer nli Ihealrn do Gymnasio. LaLi
go que lenhamos mais ampias informaees com-
munica-las-hemos ao publico.
M. L.
{Imprenm e Lei).
cipe* da pennsula, que resietem inconsideradamen-
te ao espirito de prugreeso e de civilisario ? Na aa
achariam esle principes no mesmo instante na abri-
gado de seguir o exeroplo dada de lia alia, amtm
dendu tambem aos seui subditos aaranlias e ioili-
tui^es de harmona com 09 cos mes e as luzes da
poca 1
Operar as particularidades do aoverno temporal
melhoramenlos reaes, fora lalvez o meia mais ego-
ro, solido e respeilado, e qne possa. salisfalenda a
sua propria defeza, dispensar a apoio das tropa* aa-
Irangeiras, e emaocipar-se da absoluta oecessidade
da ama lutella. qo por mais respeitn.a qae saja,
parece tirar alguma coasa auloridada moral da
aula S, ao prestigio do peder temporal do sobera-
no pontfice.'
As reformas solicitadas pelos gabinetes da Pana
e de Vi enra produ/.iriam, principalmente sobre a ad-
ministrarn militar, a diminuicav das encargos, a
concentrarlo dos oflicios, sobre urna diraecBa das
provincial que impedisse a exeruco ea inlerpreta-
'.!" arbitraria das leii qoe as regem. Campre es-
perar que S. S. Pi IX nao ver a ua boa vanla-
de quebrar-se contra obstinacoe* enaeslas, e rercla
confessar que essa questAo italiana constilue a gran-
de prcoccuparAo de todos os espirites sitadas e re-
lleclidos, e qae oeste momento toda a Eurapa aa
alca um brado : llalianot! Italianos '.
As conferencias de Pars bao sido a occasiiode
queixas do governo Trance: acerca das viateaciai
de orna parle da imprensa belga. O membros da
tmprensa belga reconheceram e unnimemente la-
mentaram, qae n governo belc lome sob a egida
das saas leis liberaes phanalirvs, qae nao aerten-
cem a partido algum, e qoe todos repellem das saaa
fileiras ; fez-te mencao dislo dos protocolas, a esta
manifestado produzio um grande efleilo ees Bru-
xellas.
Na cmara dos representantes, M. Orla inlerpel-
lou o ministerio, pergonlon-lhe : 1.", se tinha lo-
mado medidas para fazer saber aas governos repre-
sentados no congresso, as reclamacnea do governo
belga contra as accasartVe* de qae ella ha sida ob-
jeclo ; 2., se ama potencia estrangeira tinha padi-
do ao gabinete de Bruxellas, qne Otea lauasat
modifiracaes na ronslituicAo qoe rege a Blgica ;
3.o, te o ministerio eslava disposto a ceder a ansa
exigencia deste genero.
M. Vellain, ministro dos negocios rstraogeiros
diste, que a letposla da Blgica eslava praaapte,
que nenhumi exigencia relativa a modificado da
conslilnicAo tinha sino dirigida as governo, a qae
nunca consentira em -emelbanle ensnela, era
isto detlocar a qiiest. A cooatiluico, a nae.a-
nahdade, a independencia da Bel cica na lata Ba-
da ueste debate, e grandes potencial nao rodeen ar
nislo urna salisfacao, que incontestavelmenle ellas
lem o direito de esperar.
Se o congresso expres-ou a voto de que aa leaaa-
nam medidas contra estes excestos da lber dada anal
entendida, importa que esle vote receba saUtTaraa
no interesse da paz europea e daqnellea meamos
que tuleram semelhanlet abasos, importa qaa anta
paiz, que s leve como razao de ter a boa vaatade
dos grandes Estados europeas, e como ama Iraaaac-
;"10 conciliadora das amlnces e das robicas da
momento, se lembre de qae a neutralidad* abso-
luta deve ser a lei perpetua da sua existencia a a
guia do seo camportaaiento pnliiicn.
Ai noliciat do theatro da lata, ss noticias da Cri-
mea nos anonnciam, qoe a evarnacAo vas <
CORRESPOXDEXCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS.
6 dejunho.
O lilho do principe real da Prussia se a'ha em In-
glaterra para o pedido ollicial, que deve fazer da
mAo da prineeza real. Dizeni que a sua residencia
se deve prolongar por dous mezes.
i.iualquer que seja o resollado desses inleresses,
orna cousa oceupa especialmenle a Inglaterra : a
JueslAo italiana. As discustet do parlamento, as
eclaraces da imprensa testemunham altamente
urna tyinpalhia que deve despertar mais de urna
desconfiauca
O qoe ha mais cruel do que lsougear a Italia com
esperances para abandona-la no dia da lula as mait
dolorotas decepces, do que excilar-lhe o enlhusias-
mo, para manler um resto de popularidade, ou pa-
ra se dar o prazer de ura insulto diplomtico '.'
Dividir os Estados, fomentar os ciumes, manler
as chagas antigs, preparar uoras complieacOes, ter a
Europa sujeila aos embarac.01 de qualquer nalureza,
he esta por loda a parle a larefa gloriosa qoe a admi-
ni-lraci de lord Palmerston parece ler imposto
a si.
Mas a Italia se ha de lembrar do comportamenlo
do governo brilannico am 1848, e antes de contar
cegameole enm o concurso da promessa de que os
jornaes inslezes eslAo cheins, deve ver o que se pas-
sa em torno de si : nAo he no momento ein que a
Inglaterra acaba de entrar em urna alliauca offensi-
v.i e defensiva, de que faz parle a Austria, que
qoerer c se atrever a dar a independencia nacio-
nal um apoio malerial e efleclivo : eis o que a Ita-
lia deve considerar, resistir a essas provocacijes
vergnnhosas, renovadas ha oito annos, e que para
ohler os cegos applausos das lurbas. consolida sob
um pretexto appareule de liberalismo, o desptico
dominio da Austria.
Pela soa parle, a Sardenha aspira ver as coosas
mudar de carcter na pennsula, e enlrega 3 publi-
cidade a ola enva la Pars a 16 de abril, com os
applausos da Franca e da Inglaterra. Esla nota he
um appello a altenc,Ao destas naces acerca da cou-
dicao infeliz, e anormal dallaba, cuja cansa hoje le-
vada ao tribunal da opiniao publica foi reenviada,
al nova ordem, ao congresso de Pars. Esla nota
he urna queixa contra a Austria, contra o systema
compressivo adoptado por ella a respeito do dille-
rentes Estados Italianos, urna emeaca. contra o
futuro do repouio eurnpeu.
Os Italianos, segundo elli declara, abandonados
pelas grandet potencias, se bao de encorporar com
o seu ardor individual as fileiras do partido revo-
lucionario e subversivo, e a Italia ser de novo um
foco ardenle de conspiraces e de desordens, lalvez
cuntidas por acrescimo de rigores, mas que a menor
comunica 1 fara arrebenlar da maueira mais vilen-
la ; podera acontecer enlAo, que a Sardenha, o ni-
co Estado que se Icnha podido sublrahir ao mesmo
lempo, ao espirito revolucionario e as influencias
d'alem dos montes, soflresse exhaurida e abandona-
da o domiuio austraco, c qae a conquista da Italia
pela Austria se consumiras,e : lal he em pouc.is pa-
lavras, o protesto do conde de Cavour no cougresso
de Paris.
Em resposta a este manifest plemonlez, 0 ron-
de Buol, o plenipotenciario austraco, ao voltar 8*
V'ienna, dirigi a todos os agentes diplomticos da
Aoslria as corles e que expoe o otado actual da queslAo italiana, sob
o aspecto da poltica do gabinete de Vienua. Esta
circular refuta a nota do conde de Cavour; neite do-
cumento, a Austria se declara prompU-a fazer con-
cesses leaet, mas quer antes de ludo qae os melho-
ramenlos reclamados sejain justificados pela oeces-
sidade.
Neile intuilo, abri inquerilos e curtieron confe-
rencias com os 00 tros Estados. E m sua npim.ni a cansa
ila siluacao ame ira.lora da pennsula est na agila-
cAo, que l maulem a Sardeulia, cmplice das ten-
dencias revolucionarias.
Commenlaudo o peusamenlo do gabinete de Yien-
na, a imprensa austraca declarou pela tua parle,
que um abvsino iuaccessivel separnva os principaes
pblicos da Austria e do gabinete deTariu, que o
governo imperial 11A0 lem necessidade as oulras potencias para defender as suas possesses
lerriloriaes, que elle proprio saliera defende-las, que
sempre lem intervindo na Italia de urna mancira
desinleressada a no appello dos soberanos, que li-
nliain necessidade do seu apoio, e que ha sempre
retirado as suas tropas assim que estes soberanos
bao reconhecdo, que podan) por si proprioi curar
da sua propria defeza. Declara, que da mesma
sortc que a Austria applaude qualquer mellioia-
nienlu til, que emana da vomade livre dos gover-
nos italianas, da mesma sorle repelle enrgicamente
qualquer alaqne contra as suas possessoes e contra
os Estados italianos.
Por outro lado ainda, era que sejam influencia-
das pelas .linearas da imprensa ingleza r pelas re
preicnlaees do gallineta pieraontez, a tranca e a
Aoslria enviaran! espontneamente Roma dais
.
MDTTCSDvT
orto cem loda aetlvidade em Ramase*),
^^!SSSSJ!^ Oaa^rrtesw
proprios Rasaos ahi se empregam c**a excesivo
acodameiilo ; elles lem pela soa parte ama ura-
iiiissao, qoe te occop em reconhecer a parte da ter-
reno pertencenle ao Estado, e as perleacenles a par-
ticulares, que vao entrar as saas prepriedadet.
Sebastopol vai ser reconstruido segando am aovo
plano, e grande parle das despezas de recoaalrarcao
era paga pelo imperador Alexandre.
No Danubio e nos principados a avacaacao aus-
Inaca continua e se acaba. A commistAa ncarre-
gada de organisar a Moldavia e a Valachia trabalha
em sua obra; at daat provincias permanacera aa-
paradas, mas a forma de governo ser nadada, a a
bospo lar ja nao sera' electivo ; crear te-ha aaaa
Torca militar, que permita dispensar-se trapas ea-
Irangeras. A commitsAo te oceupa de elaborar uta
cdigo civil e criminal, afim de remediar oa abusas
da adminislracAo interna, qae te acha aa mait Iris-
te estado, organita a toppretsio da tenidas, as
reltcei da igreja e do Eitado, e a revttie das leis
de commercio e nevegarSo.
Na Rustia tambem o czar tenia lado para apagar
os males da guerra, e fazer do ten reinado ama era
nova de panucaran e prosperidad* ; esta viajaad*
nat dilferentes partea do sea imperio, procaraada
despertar aa ayinpalhias. Fez principalmente aaaa
vizila Polonia, i qual tem que fazer raqaaaar a pas
aad o ; a toa residencia em Varsovia fai mai t
ne, e diste ao< Polacos, que o seu comportan
para com elles era o tsqarcimeuto absoluto da I
adn, que eslava lalisfeilo delles pela sea valenta a
fidelidade, qne es eshmava coma wat prapriaa S-
Ihot, mas lembrava-lhet qae o lempa dos definas
eslava passado, qoe quera a Polonia feliz, a qae
ella s podena se-lo ns tea unan en* a Mtala ; aa
partir, concedeu urna amnista qnati complexa aas
refugiados e coodemnados polticos. Agora est em
Berln.
A Iota exterior parece qoe se dissipa tmente pan
dar lugar lata interna na Turqua. A abra de
p.incaro ameaca ser longa e laboriosa ; as navas
reformas conllnuam a rautar as populac,e* me*-
sulmanas grande excitamenta, at aceas mait lamn
lavis, 01 fados da mais cruel brutalidade te vaopra-
dozindo freqaentemenle tabre os diflerenles pa-
es do imperio, e ser preciso qae o governo a de
exemplo.
He na Arabia qoe as cousas sAo mait grave* : At
perturbares da Mecca, em qoe fallamos em a nena
correspondencia passada, vao lomando as proporcBec
de urna sublevacao geral. Coate inaudita nat fastos
do imperio ottomano, supprime-se da topplica pu-
blica o nome do sultao qoe o arla ciaitlae de*
Cheiks e dos Imam arada de proclamar hertica, c
por conseqaencia decahido do Khalifado. Saba-se
qae oa Turqua, todas at revoluroes se fazem caa-
Ira a Soblime Porta, centra o governo, nanea cern-
ir a pessoa sagrada do vigano de Mahomet, e ba a
primeira vez que se excine o nome do taltlo da of-
licio divino. O novo Cadi da Menea, redundo a re-
ndir no Cairo, escreve d.hi, qae Iba ba preciso am
exercito de vinte a trala mil horneo*, qae loda a
Vemen abracou a causa dos rebelde* : aflirrnam qae
estas sublevares sao rceoos provocadas pelo batli-
mayoun do que pela diplomacia inglesa. Coma quer
que aeja,v-te que a larefa das grandes potencia* oc-
cidentaet nAo ssl concluida : he poacoe ler prote-
gido a Turqua contra os desejot ambiciosos da ana
vizinhos e nAo ter coadjuvado nos genrate* etfer-
cos de reformas qo* ella faz para justificar a sata
entrada no concert europea ; assim, sera pieate a
lodo o cusi aasegurar a execuc,ao do llatlimavoaa a
que est ligado lodo o futuro desta naci lio forte e
ainda em perigo.
O tratado de Parit e ot seos tret annexos foram
submrltidos a Dila de Francfort pelos rrpreseolao-
les da Prussia e d'Auslna ; a eommisste oriental
prcor.-.upada com o exama desta qucslo, prepa* a
Dieta que expnmi-e o eu agradecimento s paten-
cias que concorreram para a realisacAo da pe e qne
li'-lomunlia-se o seu reconheamenlo parlirolar ao*
gabinetei de Vienna de Berln, pela solicilude qne
mostraran) em favor dos miare**** allemle*. A e*m-
raisslo propoz igualmente Dieta qne revotaste a
sua resoluto de 8 de julho de 1855, relativa aa ne
do guerra.
Em Vienna atgumas modilicaces interiores se es-
la preparando ; a elaboraran da mor parla des pre-
jertos de constituirlo provincial esta termine.)!. *
estes projertos eslAo subinellidos ueste momento a
-aui-ro imperial. A anliga ccnstilnifo drvs Estada
ha sido qua-i completamente potla iie parle, e eswt
Esladgs cuja composicao ser modificada, s te rea-
mi 01 em circoratlaociai evcepcionaes para negocia
de formalidade e ceremonia : por exemplo, para
prettar homenagem ao imperador, on acta da
mesmo genero. As eommitsoet eonsultativat aera*
revestid as de um circulo de allriboirc* mai vasta*.
Julga-te que mais larde sera estabelecido a esle res-
prilo um svslema eleitoral. He mu imperiaala ta-
ller qual sera a primeira etcolba e a parte qae aura
dada alta aristocracia territorial. Saptwe-ae qne
as provincias, especialmenle onde a grande pra-
priedade pomue a maior parte di. territorio, toreara
urna posiro dominadora nos conselboa.
Na Hespanha n marechal Espartero terminnn a
famosa viagem, a proposito da qual te propalara
(antos boatos aterradores. Recrheo em todas aa pa
rsgtnsas mais jympathicas maoifeiUo&et, e aa itiri-
>


DIARIO OE PERNSIBUCO SEXTA FIIM k DE JUHO IE 1856
bulo i .1.1- a li. Isabel, r|u elle linha a missAo de
representar mii festas da industria lio novas na
lietpanha.
As perlurbaee* de Valencia eslAo completamente
applacadas. Ne*le momento se aprsenla na po-
ltica interior urna grave. queslAo : as curtes erAo
prorogadas ou disselvidas? O ministerio se pronuncia
altamente pela prorogar/io, porqne entre elle e a
maioria da-se urna ronfnrmidade de designios e urna
conlianra mutua naseidas em rudes provacues. II.i
um obstculo mu considenvcl na di-solu,\io iinine-
diata das corte*.he qoe ellas ainda nAo volaran) a le
rleiloral.em virtude da Mal a prxima legislatura
devia ser Horneada ; assim, he preciso da toda a ue-
cessidade qoe as cortes funccionem al a coulecejlo
da le eleiloral.
Por oulro lado he de uso que as assemblasliespa-
jusbficar o voto que Icnho de dar contra o projeclo,
liorque encontr inju-dra na sua disposicAo.
O Sr. Vertir da Silru : Cunlrariaineule ao no-
bftj depulado que acaba ili- oiar, enteudo eu que o
projeclo lie nao s ulil. como al nercssario i ad-
minisIracAo. Trala-se de por um auno dar auluri-
sarjo an governo para transferir de urnas para u-
t a. armas do ejercito os olliciaes subalternos, se-
gnindn as roudirc* da lei de IK3I.
A aulorisarAu he smenle ur um anno, o que de-
monstra que nao herevogacAo da lei que orgauisou
o quadro do exercilo. Fmdo o anno, conlinuam as
mesmas condicoes que se fixaram pela legislarlo vi-
gcule.
lie poi* una excepcAo. E quem a reclama he a
necessdade do servico publico.
Alguna coros de armas scieoliftras, especialmen-
nholas se separem durante algum lempo, por causa leo- de arlilharia. eslao desprovidoa de ofllciaesso-
do calor excessivo que torna qoasi impossivel us Ira- | bailemos, l'ar esperar que tenham os candidatos
halhos parlamentare*. Alm disso ha razio para pen-
sar que as cousas se arrnnjarAo por urna iran-acrao
mu natural : as curtes poderAo publicar iramedia-
tamenlR a consliluic,Ao e as bases das leis orgnicas
que bao sido voladas, se prorogara depois durante
11 verSo e voltario no oulono para discutir lei elet-
toi al, sem a qual nao ae pude convocar um novo
parlamento. He pela eonfeccAo desla lei qoe se ler-
inii.-ir.li> os Irabalhos, Como as bases desla lei ja Co-
as condicoes da lei, ilo he, os sele annos do curso
da academia, oo os cinco annoa de estudo par a iir-
lilbaria. o servido publico padece, os corpos ollreni.
Ora, ha em outras armas, islo lie, por exemplo,
na cavallana e inranlaria, ofliciae- que nao leudo
aquelles estudos, tem todava todesos requintos, to-
das as habilitaces para passar para as armas scien-
lilicas.
Nole-se que se trata de olliciaes subalternos, o
ram adoptadas, e como a lei apresenlada pelo pro- que he urna especialidade ; nao s u actual ministro
gramma, repouia sobre estas bases, s se trata de fi-
lar promenores de redacto e de regulamenlos, so-
bro o.* quaes as de'iberacoes podem ser laboriosas,
mas ii.'.o agitam graves ditliculdades.
Sempre se falla, posto que vagamente em modifi-
cares minisleriaesmas, se alguma tiver lugar, nao
lera carcter, publico. M. Sania Cruz,'ministro d.i
mnrinha, se. retir proximamenle, mas a demissAo
desle homem de estado provemde consideracOes pu-
ramente pessoaes.
l-'.iir. uc igulateme na demi-sao de M. Escosu-
ra, mini-tro do interior, mas ainda rom menos cer-
teza ; _M. Escosura projeclav.i mudanzas na admi-
nistrarlo civil da Hespnnha : aosgovernos civis,que
actoalmenle dirigem as provincias, perlendia elle
substituir doze grandes goveroos, ou prefeiluras de
priraeira classe. sendo de/ para o territorio continen-
tal, e dous para as ilhas hespanholas. Os oolros go-
vernos actualmente etislenleslornar-se-hiam gover-
uos de segunda classe, oo suh-prefeiluras. Parece
que esta innovacAo que offende naluralmenteo amor
proprio das provincias secuudarias, as quaes se tira-
na o seu goveroo civil, ainda uAo obleve a adheiAo
do conselho de ministros, mas nada autorisa ainda a
affirraar que 11. Escosura esleja decidido a depr a
sua pasta, se o projeclo que elle elaboroo viesse a ser
recusado. Em lodo o caso v-se que lal incidente
mi" tocaria na poltica do governo hespanhol.
O gabinete se lem oceupado por varias vezes da
queslAo mexicana, e se transroilram ordens aos
purlos de mar para o armamento immediato de urna
esquadra, que ser dirigida ao golpho do Mxico.
G. M.
IITERIQR.
RIO DE JANEIRO
CMARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSAO DO 1)1 A 2(1 DE MAIO DE 1856.
'residencia do Sr. visconde de Baependy.
A's 10 horas da manhAa, feila a chamada, e ve-
lilcando-se haver numero su luciente, passa-se ao se-
guidle expediente :
I ni offlcio do Sr. ministro da ju 10 do correte mee e anuo, remetiendo a peligAo
eme dirigem ao corpo legislativo os lentes de lilliur-
gia e cauto ecclesiaslico do seminario archepiscopal
da Baha, pedindo augmento de seus ordenados.
A' commis.-Ao de pensdes c ordenados.
Oalro dv Sr. ministro de guerra, datado de 16 do
crreme mez c anno, remetiendo o requeriraento e
informaban do lenle reformado Joaquim llenri-
ques da Silva. A' commissAo de marioha de
guerra.
Oulro do mesruo ministro, datado de 21 de abril
do corrente anno, remetiendo o requerimento e in-
formacao de 1). Leopoldina Augusta Caroliua Cony,
pedindu ao corpo legislativo que mande declarar es-
lar ella no caso de obler o meio sold de aro pai, o
fallecido brigadeiro JacquesAugusluCony.A' com-
mis Outro du rresmo ministro, datado de 2 do corre-
le mez e anno, devolveudo o lequerimento, docu-
mentos e informacAo sobre Jos Antonio Jacques,
da cidade do Rio Pardo, pedindo nidemni.acAo dos
objeclos tomados para consunto da diviso imperial,
ao mando da marechal Sebastiao Brrelo Pereira
Pinto.A' commissAo de fazenda.
Um ollicio do secretario do senado, datado de 7
do corrente mez e auno, participando que S. M. I.
comele em diversas resolurGos.Fica a cmara iu-
teiradn.
Oulro do mesmo, datado de 1?. do enrenle, re-
metiendo a proposico do senado que aulorisa o go-
veruo a promover a eticnrpurarao de companliias
para a pesca, salga e secca de pene no litoral e rios
do imperio, e a conceder favores as tres priuieiras
qua^-e estabelecerem au norte, no centro e aosul.
Vai a imprimir para entrar na ordeni dos Ira-
balhos.
Dous oflicios, um do presidente da Purnhiba, da-
tado de l de abril do coirenle auno, e outro do vi-
re-presidente das Alagoas, enviando copias dos ac-
SfSjtJegislalivns jiroviuciaes.--A.' coinruimau OC *-
I ni oficio do Sr. depulado.Eduardo tranca, par-
ticipando qo pur contiouarero seus incommudus uAo
pude ainda ccunr-jieoer as sestoes.Fica a cmara
iiileirada.
Lm oflicio cohrindo urna represeDlai^Ao da assem-
lilo.i legislativa da provincia de S. Pedro do Rio
(rande do Sol acerca da liquidado das divida dos
credores do Estado.A1 roromispiJo de fazeuda.
Lm requennieulo de Jos Atves de Moraes, pe-
dmdo providencia, acerca do esbulho que solfre de
urna parle oe sua fazenda denomini JaE-radi-
nhas.A' commissAo de fazenda.
Lm requenmenlo de diflerentes moradores da
fregoezia do Engenho Velbo, pedindo a crearAo de
urna nova fieguezia com a denominado de S.
Chrislovo.A' commissAo de negocios ecclesias-
licos.
Outro dos ofliciaes e msanos da irrosndade de
Nossa Senhora da Conceicao, erecta na sua capella
sila na ra de S. Januariu, em S. ChrislovAo, uffe-
recendo a mesma capella para nellaser creada a no-
va freguezia, e pedindo o auxilio de doas loterias.
A' commissAo de negocios ecclesiasticos.
Le-se e he jolgado objecto de deliberaran, e vai
da guerra reclama esla providencia,senAo lambem os
seus antecessores a reclainaram, e tanto qne o pro-
jeclo fui apresenlado na sei-sAo passada, e adoptado
no seuado, donde veio para a cmara dos Srs. de-
putadoa.
DttW II.: maso governo pode por castigo passar
os olliciaes de nina para oulia arma.
Em vez de tal pssgem, segundo o projeclo, ser
um castigo, he um favor para aquelles a quem ap-
plicar o governo seinelliaiile disposicAo.
Passam de orna arma, que n.lo he considerada
scieolifica, para oulra queohe. (ianham, porlan-
to ; e para que se nAo ollendam direitosdos que
perlencera a esla arma, nole a cmara, que no se-
gundo artigo se marca a maneira e o poca de >e con-
tar aanliguidade, ptssando-se para o ultimo lugar,
ailin de nAo preterir a ninguem e nem ITender di-
reitos.
Mas o governo pode nomear quem lhe parecer ?
Nao. 1' i c nomear smenle os qoe liverem as ha-
bililsroes todas, que poderem bem servir na uova
arma, para a qnal furem passados.
Assim o projeclo, nAo favnrecindo abusos, e pro-
videnciando a que se salisfaca urna uecessidade do
eiercito e do servico, e sendo apenas por um lempo
limitado, e perianto urna medida de circumslancia e
de servico reclamado momentneamente, e nAo of-
fendendo dimlos alguns, me parece que merece ser
approvado pelo corpo legislativo.
Voto, porlanto.em seu favor.
O Sr. Ribeiro de .mirada : Sao as proprias
palavrat do nobre depulado que acaba de fallar, que
revelan) que a medida nAo he conveniente. Se a
medida fosee lAo conveniente como elle presume,
para que esta limilarAo relativamente ao lempo'.'
Islo d a entender que ella pode Irazer serias diffl-
coldades.
Eu nao iffirmei, senhores, qoe o governo havia
de abusar da medida proposla ; ao contrario, al es-
lou persuadido qoe nAo abusar, smenle declarei
que via nella o inconveniente do governo poder
abosar.
O nobre depulado apresenlou limitarnos que nAo
se conlm no projeeto : di* : o governo nAo
pausara de orna par oulra arma seu3o aquelles offi
ciaes qoe liverem as precisas hatiilitaces. -- Mas
enlio, porque se nAo declara istu mesmn no pro-
jeclo ?
O Sr. Pereira da Silra : Porque esla suben-
tendido '.'
O Sr. Ribeiro de .ladrada : As liabililaces
precisas para se poder fazer um oflicial de eugenhei-
ro sAo os esludns do curso de engenhiiria : por con-
seguinte, se o governo passar para esla arma um of-
ficial que nAo tenha o curso completo respectivo,
abusa ; mas islo elle o poder.i fazer segundo estre-
digido a projeclo.
E, senhores, se hoje o nobre depotado eulende,
pela confi.inra que deposita no governo, que o mi-
nistro respectivo nao abusar, pergunlo eu : no fu-
turo uAo se poder dar esle abuso se o projeclo for
adoptado como se acha '.'
Dissc o nobre depulado: o governo nAo podera'
passar um oflicial de urna para oulra arma contra a
sua vonladp.
Eu observo ao nobre depulado que pela lei que
vamos volar, o governo o poder' fazer, porque ella
nao impoe limitaran algoma, auioria ao governo a
fazer estas passagens como e quando julgar conve-
niente. Logo, o governo proceder louilo regolar-
menle passando qoalquer ollicial de urna para oulra
arma contra a vnntade desse mesmo oflicial, e nao
havera' razAo de queixa se o lizer, por i-sn que lhe
concedemos aulorisacao ampia para isso.
V, pois, o nobre depulado, que toda a sua argu-
mentaran repousa na seguinle base : o governo nAo
fara' aquillo que mis o aulorisamos a fazer; ergo,
esta lei he desiiecessaria, alm de ludo tem ella o
inconveniente de dspensar hahilitacoes que sao es-
enciaes e cuslam muito a consegoir-se ; re poder
favorecer, senAo na poca actual, pelo menos no fa-
llir, a afilhadagem e o palionalo, de aulorisar am-
plameule qiilquer governo de andar, contra a sua
vonlade, em perfeita conlradansa com os olliciaes das
dilTerenles armas, pasnd-os ue umu --~
po. laes motivos contino a declarar que voto contra
OSr. Fijueira de Mello : Sr. presidente, le-
vanto-me tambem para combalero projeclo qoe se
achaem discussao. Parece-meque elle nao he ulil,
e que, por coiiscguinlc, uAodeve ser adoptado por
esta casa.
Nao' sei se o Sr. ministro da guerra no presente
relatorio ou nos anteriores enlendeu que era conve-
niente aulorisar-se o governo para passar de uns pa-
ra oulros corpos os ofliciaes que esliverem em taes
ou taes circunstancias
O .Sr. Pereira na Silca : Nao s o actual Sr.
ministro, como os seus antecessores, propozeram es-
la medida.
O Sr. Fiaucira de Mello : Nao sei; mas pelo
que resulta da discussAo, e pelo conhecimento qne
tenbo das leis que eiistem sobre esla materia, jul-
go que esta aulorisac,Ao nAo he deve sar concedida.
Nos volamos urna lei estaeelecendo o quadro to
exerrilo ; esle quadro, tendo designado o numero
dos i lln-iacs de cada nm dos corpos do exercilo, lor-
uou-os lixos nesses corpos ; como pois, havemos ago-
ra aulorisar o governo a fazer nina nova oonlradan-
sa de ofliciaes, liraudo-os dos corpos em qoe se
acliam para servirem em outros, conlradansa, que
imprimir para entrar na ordem dos Irabalhos, o pa- fljemos evitar por aquella lei !
recer da commissAo de penses e ordenados, appro-
vando o decreto de '21 ae abril de 1854 que roncede
an conselheiro JoAo Mari Jacobina a penso an-
imal de 6009, com a clausula dse venficarsomente
depois de sua morte em suas quatro netas.
OKDEM DO DA.
Corpo de saude do exercilo e armada.
Entra em terceira discussAo, e sem debate he
adoptado e remedido a commissAo de redacr.io, o
projeclo n. 82 de ls.V> do senado, declarando per-
m.-im nles a disposices do decreto n. 800 A de .u
de junho de 1851, e as do arl. ) do decrete n.
783 de 2i de dhril do mesmo anno, que determi-
nan) as condicoes dos candidatos ao pnineiro posto
dos corpos de saude do exercilo e armada.
Transferencia de officiaes subalternos.
Enlra em segunda discussao o arl. t do seguinte
projeeto h. 2 de 1856 do senado :
A assembla geral resolve :
ii Arl. 1. O governo fica autorisado, por lempo
le nm anno, a Iranferir de uns para oulros corpos
e armas do exercilo os olliciaes subalternos, guar-
dando pormas disposicoes do regulamento qoe
baixou com o decreto u. 772 de :)1 de marco
di I85.
o Art. 2. Os lenles e os primeiros lenles
que furem transferidos de uns para oulros corpos e
armas serAo reputados mais modernos do que os
olliciaes promovidos a igual patente no mesmo anno
e perlenccnles ao corpo oo arma para oude tiver ba-
vido a transferencia.
Arl. 3. I'icam revogadas para esle efTeilo s-
mente as dispnsiroes em contrario.
" Paco do senado, em 11 de maio de 1856.Mi-
noel Ignacio Cavalcanli de Lacerda, presidente.
Jos da Silva Marra, primeiro secretario.Manuel
dos Sanios Marlins Vallasques, segundo secre-
tario.
O Sr. Rtbeiro de Andrada :Sr. presidente, en-
contr no projeclo de lei que se discute serios in-
convenientes. Vejo, por exemplo, que u curso de
iufantaria e de ovallaria be de dous annos, que o
de arlilharia he de 5 anuos e qoe o de engenbaria
he de 7 annos, e pelas disposicoes deste projectu po-
de-se passar um ollicial que apenas teuba o curso de
inniolaria ou de cavallana para a arma de enge-
nharia, islo he, poopar-se-lhe 5 annos de eludo
por urna simple* determinarlo do governo. Pare-
re, poroi, que se a a-sembla geral enlendeu con-
veniente que para que um individuo tivesse o curso
ele engenhaiia esloita^seT annos, rom approvarAo,
nAo devenios por urna auloiisarAo dada ao governo
an:iullar aquella dispusiere, collocando na* mes-
illas circumstoncia* iodividuos que esludaram dous
annos dos que esludaram 5 oo 7 annos, poopandn-
lhe :l 00 5 annos de estudo. Parece mesmo que o
iimImiIiio que estuclou somenle dous annos para a j verno urna anlorisarAn perigoM.
lie verdade, qoe se pode dar um oulro caso, em
que seja mais conveniente qoe om oflicial com laes
ou taes estudos passe do corpo em que esla a 9ervir
em oulro ; por exemplo, que um oflicial qne tenha
todos os estudos de enger.hari.i, masque esleja ac-
tualmente servindo em um do* corpo* de arlilharia,
passe para o corpo de engenlieiros; que um oflicial
comlodos os esludos necessarios para arlilhro psleja
em um corpo de cavallsria ou infanlaria, passe para
algum corpo de arlilhaiia ; mas porque se pode dar
um ououtrocaso desla nalutrza.devormosnos alterar
es leis que lemcs feilo sobree-ta malcra, uullilic.ir
as garantas que temos cooferido aos nilhues do
nosso exercilo, para nAo serem removidos, conlra a
suri Minia.le. de um para oulro corpo, ea urbilrio do
governo! ,
Entendo, que/ roellior seria que mis coohecesse-
mo dos casos que actualmente se do as circuins-
lancias que acabo de expender para....
O Sr. Sohuco:,ministro da juslica) : Para ad-
ministrar.
OSr. Figueira de Mello: Nao digo para admi-
nistrar, isto nAo nos compete, mas dispensarnos na
lei. como no< compete, e tomarmos algoma Rrovi-
deDcia especial relativamente a eses casos, como ja'
em oulrasoccasies lemns feilo em relacao a alguns
olliciaes que rerlamaram : como por exemplo.', lize-
mo* na qoeslAo do major Aguiar do corpo de snge-
nheiros. Esle oflicial moslrnu que linha sidoj mal
collocado pelo governo no corpo em qoe se acli.iv,
e n< por urna resolocAo especial aulorisamos o> go-
verno a passa-lo para oolro corpo.
_ Se liouvcssero outras reclamarocs de ofliciaes Sden-
licasaesla, sea pasla da commissAo de Mrftttt e
gnerra eslivesse chela de queixas desla natureza!, en-
lAo deveriamos volar por esla lei mas podera' o
nobre depulado que sustenta esla resolucau. dizer-
nos qual he o numero de ofliciaes que devem passar
de uns para outros corpos, por ternm as precisa* ha-
biliiari '.' Talvez hajam apenas cinco ou seis ; e
enlAo por om numero IAu limitado deveremos ;fazer
nma lei que aulorisa abusos, e que nullihrara' ga-
randas, que por orna oulra lei, temos conferido aos
ofliciaes dn nosso exercilo ? Na > dic o que o nobre
roarquer. de Cais, actual ministro da guerra; pra-
lique abusos, mus S. Exc. pode deixar o ministerio,
e o seu successor nAo lera' os mesmns escru[iuls que
em i.....bre marquez, e dar-se-hAo conseginte-
mente os abasos que eu receio. Coiiseguinternente
o mclhor he deixarmos de fazer leis taes.
Senhores, cu liaba conversado com algoma}) pes-
soas sobre estas materias, e estoii informado, que
apenas ha dous ou Ires ollicioes que querem passar
dos corpos de arlilharia em que se acliam para o
corpo do estado maior, oode parece que licaiAo mais
a sen goslo ; porem islo nAo he motivo que nbs de-
va levar a revogarmes lei qoe eisle, dandoiaogo-
nirameule destinada a co*iprehender cerlos e deter-
minados individuos, pois que ella abrangia a lodos
o lliciaes que estivesseni as condieces prescriplas
agora e sempre.
Pnrlntilo, .Sr. presldeojc, sou de opiniAo que c-la
le nAo seja adoptada ; uflo vejo motivo algum para
revogarmos a lei que delerminoa qoe te flzesse o
quadro do eveirilo. nAo ej.i molivo para se destruir
o qoadro que na feilo, e linalmenle jalgo que nAo
devenios fazer nina lei .|a qual se pode abusar fcil-
mente, leudo alm de ludo o estigma de ser una lei
panoli para cerlos individuo*.
O Sr. Paraitho* inmisim dos negocias estrangei-
ros. :-t) nobre depulado pela provincia de Pernam-
buco riuviilou se o governo jolga oo nAo noces-aria a
medida contida no projeclo em di*cu*ao. Se o oo
bre depulado consulta e o relatorio do Sr. ministro
da guerra, se tivesse frsenle a discoisSo, que hou-
ve o anno passado no s nado, reconhecena qoe o Sr.
ministro da guerra leu romo indispeiisavel esla me-
dida para a completa irganisarflo do exercilo.
Ha falla de ofliciaes sobaltero* em algoos corpos
e armas, especialmente nos balalhoes de arlilharia;
como preenrher esla filia, de que muilo se resenle o
servico publico ? Dr!vera o governo esperar que a
escola militar forme olliciaes par o preenchiraenlo
desla* vags, quando ha habilitados e disponiveis
na armas nAo cienlicas? Devera' soffrer o servico
pnblico somenle para] se nAo conceder ao governo
urna medida temporaria, urna medida que nao re-
pugoa ron) os precedo* da lei, urna medida qoe o
projecln concede ao governo com (odas as reilric-
coes razoovei* ?
A aulorisacAo he dada por om anno: os olliciaes
qoe forem passados uns corpos e armas pra ou-
lros corpu e armas, nAo irao preterir aos que te-
nham sido promovidos ua mesma dala nos corpos ou
armas para que passarem. Esla re-iriccao evita o
grande inconveniente que o nobre depulado parece
receiar das prelerices. As prelerices qoe resulla-
vam dessas iransfereticias he que aconselharam a
di.po-irao conlida na lei que hoje regala a promo-
r,oe do exercilo, segundo a qual o goveroo nAo pode
passar os ofliciaes de uns corpos e armas para ou-
lros.
O nobre depulado diase no correr do seu discurso
alguma. vezes : u Vamos revogar a lei. Nao se
trata porem de revolar lei algoma, e sim de aolo-
risar o govrrno por um auno a f.izer aqoillo que se
lhe pe mullo pela lei que hoje regula as promoedes
do exercilo, em exeeurAo dessa mesma lei para or-
uiins.ir.io do exercilo. Essa aolorisaeao, como aca-
bo de dizer, he indispensavel, sol pena de serem
sacrificadas as conveniencias do servico publico.
O nobre depulado pela provincia d S. Paulo dis-
se, que o governo por esle projeclo pode transferir
para as armas scientificas ofliciaes que nAo tenham
as habililaces legaes. Esla objecrao do nobre de-
putxdo n3o seria por elle apresenlada, se por veulu-
ra atteodesse a disposirAo do projeclo.
U projeclo diz: a guardando, porem as disposi-
coes do regulamento que baixou rom o decreto n.
772 de ,11 de marco oe 1851. >i Islo quer dizer;
comanlo que ot olliciaes que furem transferidos pa-
ra es*es corpos e armas tenham as habililar,oes qoe
a lei exige. >
Se pon, Sr. presidente, a medida he necessaria,
se a aulorisacAo qoe pede o governo he temporaria,
se o projeeto a lumia lano qoaulu he possivel, me
parece que a cmara .ios senhores depulados deve
acompaiihar o senado naconcessAo dessa medida pe-
dida pelo governo.
O Sr. Taqar.s ceda a palavra.
Jolga-se a materia do primeiro artigo do projeeto
suflicieulemente discutida, e posto a voto* he appro-
vado.
Entra im discussAo o artigo segando, que sem de-
bale he lambem appro\>do.
Passa o piojelo a terceira discussAo.
O Sr. Borges Monleiro pede dispensa do inters-
ticio para que seja dado para ordem .lo dia de ama-
nli.ia ; e assim se vence.
l'romoces dos ofliciaes da armada.
Enlra em primeira discussao, e he approvado sem
dbale, o projeclo n. 70 do anno passado, regulan-
do as promnees dos olliciaes da armada.
Cirurgies da armada.
Enlra em l.a discussAo, e sem dbale he lambem
approvado, o projeeto u. 74 do auno passado, decla-
rando que os cirurgie do corpo de saude da arma-
da (em direilo a serem comureliendido como os de-
mais ofliciaes do monle-pio da marinha.
Dii/soes das provincias do imperio.
Ehlra em primeira discussAo o projeclo n. 122 de
1851, aulorisando o governo a fazer a despeza ne-
cessaria para culligir informaroes topognpliicas e es-
lalisticas que o habiliten) a propr ao corp > legislativo
urna melhor divisAo das provincias di imperio.
O Sr. Brolero : Volarei. Sr. presidente, con-
tra o projeeto que se nos oflerece a discussAo ; pri-
meramente, por entender que he inulil em relarAo
aos fin* que os Bobees autores delle liveram em vis-
ta ; em segundo lugar, norqae nao s o reputo ino-
til, como ainda mesmo julgo que encerra um pensa-
menlo nocivo.
O projeclo aulorisa iinmiladameiile o governo
a fazer as despezas necessiirias para rolligir as in-
formaciies Inpographicas e eslalislicas que o habili-
ten) a propor ao corpo legislativo urna melhor divi-
sAo das provincias. Parece-me que o projeclo he
inulil, porquanlo o governo com os ineius ordinarios
que possue. pode hahililar-se com s necessaria in-
formaroes lopograpbicas e rMatielicas.
.;.' ;""a"'" i,rv"ca e iodos os mais ein-
pregado>.da adminislracjn 4eral.ieem re...,i0, elir.
ordinarios ; sem o credilo illimilado que esle pro-
jerlo concede, podein fomecer ao goveroo estas in-
formares esttislicas. Acliialrneola o governo geral
esta eucarregado de dividir os circuios eleitoraes.e
procede a esse trabalho dispensando credilo especial
para despezas novas e extraordinarias. (Apoiados).
Asim como o governo pode eucarregar-se desla
larefa, alias deliradissima, lalvez mesmo mais es-
pinhusa, mais rodeada de ditliculdades do que a di-
visAo administrativa das provincias ; assim como faz
esle trabadlo sem despeza nova, tambem repulo que
o mesmo se poderla dar em relarAo a nova divi-Ao
das provincia*. Por isso dizia que o projeclo he
intil.
Mas, Sr. presidente, nao s vol conlra o projeeto
por esle motivo, como porque enxergo uelle alguma
coosa de nocivo. Eu me explico. Em minha opi-
nrAo o projeeto, em vez de tender a se preparar urna
melhor divisAo das provincias, he perfeilamente om
embaraco qoe se quer crear para diflicullar qual-
quer melhor divisAo territorial....
fc'm Sr. Depulado : Para este (m he que se
apresenlou o anno passado.
O r. Brolero: .... porque seudo inconleslavel
qoe a actual divisAo das provincia he imperr.-ila ,o
projeeto qoe se acha em discussao leude a nada
menos que impossibililar luda c qoalquer alleraro
parcial. fazendo nos esperar por urna remola e mili-
to reinla divisAo syslemalira das provincias ...
OSr. F. Ocla llano : Para o anno de dous
mil.
OSr. Brolero : Assim poi* o projeclo he inu-
lil, he nocivo : he uocivo porque leude justamente a
dihcullar a lequilriao daquelle* inelhuramenlos que
.ipparenteiiienie o projeclo|moslra querer obler.
Alein desles motivos que tenbo para volar conlra
esta medida, ainda tenhu alguma repugnancia em
acquiescer a um projeclo de lei concebido de manei-
ra, que indica nina profligarAo complea da actual
divisiiu do imperio im,provincia*. As provincias
Uto Mi sAo rirenni-cripces de territorios em relarAo
-idininisIrarAo do Estajdo. como ainda mais lm
pulado qoe meprecedeu. esle fim ocrulla ums ou-
lra niii'ai;..... que he acabar com as ideas e prelen-
?oes de divises e subdivises das provincias, pre-
lencoet que leein nimias vezc* luodanicnlo Da
ulildade publica, reconhecida por lodos, e que o
corpo ligislalive em laes casos pode deixar de al-
tender.
Lupfesso qoe muilo ulil e conveniente seria que
livessemos IAu importantes documentos, e que e*les
lo.-em os mais perfeilos quando Iralarmos de dividir
qualquer provincia do imperio ; ma* no os temos
dispeosado, porque o paz he lio extenso, as ne-
cessidades da administrara.) sAo (aulas que uAo se
pode deixar minias vezes de dividir um certo ler-
rilorio alim de enllocar os seus respectivos habitan-
tes em melhores circunstancias e facilitar a marcha
da administrarAo geral.
Foi por esle motivo que sem precisarmos destes
mappas e desla* estatisdeas perfeilas a que alinde o
projeclo, creamos a provincia do Paran, separando
a comarca de Corlliba da provincia de 8. Paulo ;
creamos a provincia do Amazonas, separando a co-
marca do Rio Negro da provincia do Para'. Tive-
mos de ailemler nesles dous casos aos inleresses
polticose administrativos, aos inleresses dos habi-
lanles desles tugare*.
Assim, referindu-uie ao eslado presente da divi-
san do imperio, direi que se quizermos dividir algu-
ro, os quaes, i imite, roslumam IranslornarJ a or-
dem regular da naiureza, (rajando as vesles que ca-
raclerisam o sexo que reprsenla as gracas c a fla-
queza, posto que estas vestes, de que elle- usam. sir-
vini boje de ordinario para uccullar alguma ruina
oulr'ora nolavel. NAo obslanle algumas provas que
temo* apresenlado a este respoito, eomludo ha quem
duvide da* .ecurrencias de.te genero, que tem sido
publicadas j por nos, ja por outras folbas desta cida-
de. Entretanto, antes de bunlem,' pela villa de oilo
para nove huras da noile, foi preso na roa do Uuei-
mado, por um enrarregado de polica, certo sugeito
vestido de saia c limAo. He um fado inconleslavel,
que tirar as duvidas que a este reipeilo ainda nu-
tren) alguns espirito incrdulos.
Teve houieiii lugar o anniversario do asylo dos
exposlo*. A casa so arb.ua bem Aluminada", com
asseio e delicado goslo no* rnalo., S. Exc. o Sr.
presidente e *ua Exma. lilha honraran) com mas
presencas o anniversario dos desvalidos entregues
enridade publica, (irande numero de familias lili
concorrea a ver aquelles a qoem n Balado protege.
Hontem, anniversario da restaurarlo da Ba-
bia, liveram lugar muitos janlares dados por diver-
sos esludanles habanos. 1'ralirando assim, ainda
orna vez moslraram que jamis se extinguir em
seas peilos o amor da libsrdade e da patria.
Da 11 horas para meia-noile de hoolcm, foi
( "OS---------------------------------- r *" mmm *"*i *%r ii-'.i.i il., ,'(
mas ae nossa* provincia*, nos o podenamos fazer >n- i ai rumbado o lelhado de ama caa, oa ra Velha, por
dependente desses mappas e eslalislicas que exige o
projeeto.
A provincia de Minas, por exemplo, he reconhe-
cidamenle urna das maia extensas e povoadas de lo-
do o imperio ; urna parle dos seus habtame- exige
que ella seja dividida, e uesle sentido lem viudo a
esta casa mudas represenlacdes.
Ora, parece-me que com os dados, com os docu-
mentos que ja possuirnos, podemos fazer muilo bem
a livi-ao dessa provincia, e allender a muilos inle-
resses actualmente oUeinlidos com o actual estado de
eousas.
Se acaso o governo tivesse interesse ueste projeeto,
entio em minha opiniAo deveria elle principiar por ]
dar execufAo a lei que deltrminou que so fizesse o
censo de lodo o imperio.
Tendo o governo publicado o decreto de 18 de ju-
nho de 1850, reladvo a' execueao dessa lei, vimos
qoe elle suspenden po*leiiormen(e a sua execu;Ao
sem havar o menor niulvo. Digo sem haver o menor
motivo, porque (endo sido publicado o mesmo de-
ladroes, que se passaram para a rasa inmediata. A-
larrue geral hoave em lodo o qusrteirAo, e s de-
pois de urna hora da madrugada foi que appareceu
orna ronda de guardas nacioiiaes.
Ou.ia-nos que o Sr. Dr. promotor publico ap-
pellou, para a relarAo do dislriclo, da semenca pro-
ferida pelo Sr. che fe de polica, e auditor de mari-
nha, no processo de introducen de Africanos na bar-
ra deSeriuhAem.
Al amanhaa.
(Sommnnicabo.
Anda o helio Pernambucano n. 4i e
o inspector do arsenal de marinha o
capito de fragata Elisiario Antonio dos
Santos.
Vece iterum Crispinas.
crelo com outro de igual dala relalivamenle aos as- ., N'' se.,leco)<'u tcho n. 46 de laucar as mAos
senlosde obilos e baplisados, lendo-sc mamfastado i c.he,.M 8obt" '"'*,, br,,e Ju" defe"' conlra este uldmo decreto opposicao em algumas I ""'"j f que e.mPre "gride aquelles qoe nAo
rtwnlu Par,,hnl e "** idea,e oosam duvidar de suas as-
arma de infanlaria ou de cavallana. nAo pode ter
as mesmas habililaroes que aquello que estoitou 7
jimio* para o arma de eugenharia, ou 5 annos para
de arlilharia.
Tagnes :Ogovcmo de rerlo Dio fara
Rseiro de Andrada :Eubio pars qoe au-
i governo a urna cousa que elle nAo deve fa-
zer nem riiesino farii ?
O Sr. yjujues :Mas ha olliciaes de arlilharia
que lem ocurso lodo de infanlaria.
"Sr. liheirn de .Indiada :Nesle caso a anlo-
risarSo nAo H.ve ser anpla, e simparan nvenlo
poetar para a engenharia os olliciaes de arlilharia
que liverem o cateo completo daqaella amia, e Bao
con a esla no projeclo.
A km illsle, pelo projecln parece que o governo
lira anin-, ilo. sem ooe baja por ventura molivo
para impor esla penal ,|;l,;Pi de passar de urna para
oulra arma olliciaes comtd vonlade dos mismo.
O Sr. Tagnes da um aparte que nao podemos
ouvir.
0 Sr. Ribeiro de ,liidrai ._0 projfC(0 n;l0 fal|H
de olliciaes qoe eslAo elu< um carcter poltico, le inconleslavel que a nos-
sa constituirn, e muito mais o acto addicional, aj-
milliram al ceilo poni o elemento federal....
O Sr. Brandao : Apoadu.
O Sr. Brolero : Nao quero que por um res-
poito supersticioso ao elemento poltico que repre-
sentan) as provincias.se conserven) ellas exactamen-
te como eslAo ; enlendo mesmo que he urgentissi-
mamenle uecessario ir melborando a sua divisAo ;
mas idilio alguma repugnancia etn volar por um
projeeto qu-, convertido em lai, ficar significando
queocorpolegislalivo'repula insustentavel, pessi-
nio o actual yslema da divisan dn unperiu em pro-
vincias. Talvez que para o futuro sirva esla lei
como um passo para substituir a aclual diviao dn
territorio brasileiro em provincias por outro qual-
quer svslema meramente administrativo, que Icnd
mais ou menos a annullar este elemento poltico qoe
reside as mesmas provincias. Esla idea lem sido
aventada e nao quero indirectamente concorrer para
sua realisarAo. Por lo los estes motivos julgo o pro-
jeclo inulil e nocivo.
Concluirei dizendo que. alem de ennhecer que o
projeclo se acha concebido de maneira,que em Iheae
nao volara nunca per elle, parece-me urna medida
de momento para en bar,.car urna providencia que
rio corpo legislalivo, e que a
honra de representar reclama...
--- Ah be que oslo o busi-
provincias do imperio, e ulo contra oque regulou
o ceuso das provincias, o governo poda suspender a
exeeurAo de um sem suspender a de oolro, e talvez
que. a nAo se haver dado semelluule aclo, hoje ja
conhecessemos um pouco raai* exactamente a popu-
lacA do imperio.
i ira, alem de nao haver necessdade do projeclo pa-
ra os lins que elle parece ler em visla, ea vejo uel-
le nm perigo, vem a ser de autorisarmos o governo
a fazer todas as despezas que entender necessarias
para o fim de obler ioformaces lopographicas e es-
tatisticas por meio de um crdito extraordinario, illi-
milado.
Se acaso o projeclo declarasse al onde chegaria
este crdito, lalvez ainda eu volase por elle; porm
dar ao governo dulorisarAo de despender um credilo,
illimilado, me parece que oAo he convenienteque fa- De"ur. "siario.
ramos.n que pode dar lugar a despezas avultaditsi- .^fu,!,"", .?
mas, que nAo nutonsariamos em lempo algom, m-
xime as actuaes circunstancias do nosso Ihesouro ;
o que acontecen com o encaiiamenin das aguas para
a cidade do Kio de Janeiro, servir de mostrar
qoauto perigo ha em laes autorisar,es. Nao (endo-
se (liado o credilo abarlo ao governo pira tal obra,
mas somenle declarado que elle llcava autorisado a
fazer as despezas necessarias par melhorar o enca-
na ineulo das aguas do Kio de Janeiro, e fazer Helias
urna melhor dislribuirao, tem-se despendido com
esla obra cerca de 4,000:0009000, segando as olas
que lenho feilo.
Onuimo pode-se dar agora, nAo se limitando o
credilo que se quer dar ao goveroo, podemos con-
correr sem o querermos 'para que elle venha a gas-
lar muilo. mil conlos de res para colligir esles map-
pas lopographicos e eslalisticos actualmente dispeu-
saveis.
Em Franca tralou-s, desde que principiou a sua
revolurAo, de fazer a cSrla topographica do paiz,
caria que s veio a acabar em 1834, e com a qual se
gaslaram muilos milbes de francos. O mesmo viria
a acontecer enlre nos, se acaso o governo qui-
zesso fazer a caria geral do imperio pela maneira
por que se acha aulonsado no projeclo qoe se dis-
cute.
Son pois de epiniao que nAo ha molivo neohum
para ronce dennos esla aulorisafo, que o projeclo
encerra um pensamenlo siniso, e que finalmente
nAo devemns de modo nfnhum conceder om cr-
dito extraordinario, illimilado, como oque se apr-
senla pelo projeclo. Vol por couseqaeucia conlra
elle.
NAo havendo mais quem peca a palavra, da-se a
molera por discalida, e posto o projeclo a volos, he
regeilado.
.Na/nralilarao.
Enlra em primeira disensao o projeclo n. 81 do
auno passado, aulorisando o governo i mandar pas-
sar caria de naluralisacAo a JoAoEbeling, liuilher-
me Ewans, e a Pedro Guilharme Mayer.
O Sr. Paula Candido reqaerque esle projeclo te-
nha nma s disrostao, e assjrn e resolve.
O Sr. Paula Ca*.dldv : +- Sr. presidente, pero
licenra a cmara para oflerejeer orna emenda a este
projeeto, oftu de que se citeudii a mesma grac a
um eslrengriro que nao se pude naloralizar "por nm
motivo que na realidade lile sorprenden.! He o ca-
so : um eslrnngeiro casado bom brasileira, residente
na provincia do Rio de Janfeiro, lendo desla sua es-
posa (ido tillis, e lendo fetp as competentes declara-
res na cmara municipal jlo lugar em que resida,
nAo se pode entretanto nat|ralisar cidadAo brasilei-
ro, porque quando requereu u indulto da lei ja sua
mulher era mora, poilo que os filhos sabsislissem ;
enlAo respondea-se-lh< : o senhor nAo est com-
prebendido ua lei, porque foi, mas nao he, casado
com brasileira, he viavo
Parece perianto, que se dnvida que o casamento
imprima um sello indelevel.... (Risadas.)
Eu acho que ama vez casado o homem, ou a mu-
lher, dAo he nunca mais absolutamente o que era
d antes, islo he, receben ama indelevel impressao,
nAo s physica, como moral, e mesmo legalmenle.
(Couliuuam as risada-.
Os nonres depulados nao lem indulgencia com a
minha simplicidade Esle estraugeiro, embora
viuvo, est exaclissimamenle no raso da lei por ler
sido urna vez casado com brasileira : islo me parece
claro. Mas como houve duvida a ele rrspeilo, para
corlar a dflicoldade, peco cmara que aceite como
emenda ao projeclo que se discute, a proposicBo que
vou apre-ont.il- para que se autorise a iialuralisarao
desle homem viuvo como cidadAo brasileiro.
NAo o coiihero ; mas a minha po'ico faz com que
eu examine os documentos apre*enlados a e>ta c-
mara, eachi que havia, com grande admiraran m.
nha, apparecido a dnvida que acabei de mencionar,
e enlao lembrei-me de apresenlar emenda conce-
bida nesles termos. (L.) Espero que a cmara lhe
conceda suaibenevola appro\arAo.
L--se, apoia-.e e enlra conjunctamente em dis-
cussao, como projeclo, a seguate emenda :
Depois das palavrasresidente nesla cidade,
accrescenle-le:e Lulz Francisco de Carvalho, re-
sidente na | roivncia do Kio de Janeiro.-- S. K___
Paula Candi 1o
O Sr. Rlb-iro de Andrade : Animado, Sr. pre-
sidente, pelo exemplo do nobre depolado que araba
de aprc.enlar urna emenda no prejeclo em discussAo,
vou tainbemj olfereccr nma oulra emenda afirn de
que po,i se nalaralisado o sabdila porluguez Joa-
qun) Avilez Esle individoo he meslre a bordo do
vepor de gima Recife lia iniis de Ires annos, e
tem (ido constantemente om romporlamenlo exem-
plar.
Hilando nutras raines nio nos devessem levar a
facilitar o nakoralsacAo dete individuo, a falla de
bous meslre* nos navios da armada, e a maior pro-
nabilidade di conservarn desle individuo ao servi-
co do imperio, desde qoe for cidado brasileiro,
deveria acon^elhar-no* a|volar por esla naluralisarAo.
Espero, poi^, que a assenible volara em favor" da
emenda que vou mandar a mesa, pelos motivos que
acabo de expender.
L-se, apia-se, e enlra lambem em discussAo a
sesuinle emenda :
sercaies.ou contrariar os seus juizoseas suas nprecia-
ees. NAo lhe recusaremos todava o combale
em campo limpo, como convem a lealdade de um
cavalleiro, e a juslica da causa que se agita.
Provocado pelo desabrimeulo, irritado pela injus-
tra da grave accuiacAo, que ao actual inspector do
arsenal de marinha fizera o Bato, sempre empenha-
do un diseoncellui-lo para com o publico ; a cons-
ciencia do dever o senlimenlo da dmenla acco-
sacAo nos obrigaram a explicar o* fados mal inter-
pretados, ou acinlemenle adulterados pelas preven-
(Oes do odio do accasador, e nessa occasiAo mostra-
mos at a evidencia quAo falsas eram as informacSes
que haviam os redactores colindo a respeilo dos Tac-
tos queche* servirn) de base conlra o digno ins-
a contestaran que misamos fa-
zer-lhes, o que convinha era demonstrar a falsidade
supposta, ou real da runtraredade que oppuzemos
aos seus assertos, e nunca devatsar os recnditos da
nossa vida intima, para esmugar-nna sob o peso do
ridiculo e do sarcasmo ; subsliloiodo a discussAo
dos fados pela injuria das pessoas, procurando e
erguendu com mAoousada e sacrilega o veo da nos-
sa existencia privada aos olhos do publico !
Nao lhe imitaremos o exemplo e desse propo-
sito firme e iuabalavel nAo nos arredarao nem
as injoslicas, nem as provocares do Kcho nem de
oulros qoe poi ventura de novo surgirem na im-
prenta.
Mas, se tal he o nosso modo de pensar, porque
respouder-lhc ? Se lanzamos novamenle mAo da
penna nAo he por certo para repellir as injuria* que
nos foram irrogada* pelo licho, mas sim a pecha gra-
tuita de conlradiclorio e de corrompido que nos To-
ra la lirada ; e se no calor da peleja nos escapar al-
guma expressAo mais forle, menos cabida,lie porque
mao grado nosso a vehemencia do ataque forra-nos
a empregarloda energa ua defeza, muito embora
nos resuden) dahi novos di*sabore*.
NAo concebe nosso antagooisLi qoe alguem posa
defender e elogiar os actos administrativos do ac-
lual inspector do arsenal de marinha, sem que seja
b subsidiado adjundo oa connivente! Mas em que
tem a dminislracau do Sr. Elisiario, sido peior do
que as que lhe precederam, desde que ha arsenal e
imprensa livie, para que su um braco mercenario,
dessas crealura* que nAo merecen) sequer um pensa-
menlo de quem quer que seja, que leona musas se-
rias em qoe Minar. Por ronsidrcAo ao publico, po-
rm, e igualmeule por sasTacio a.') governo, peran-
te os quaes julgo dever juslificar-me em qualidade
de Tunccionario publirn volio ainda pela ultima vez
a desfazer o* embuste com que aquelle arrematan-
te, felizmente para min mallo conherido, pretende
deconceiluar-me, arompanhado de um alltr ego
anonymn, que tendo uecessidade de prestar servico*
ao mesmo MaranbAo, assenlou de arhar em minha
pessoa -.limpio azario ao sen mesquinho fim.
Minha resposta ser simples e concisa. Principa-
rei dizendo, que engana-a, ou de prnposilo com-
melle urna falsidade quem diz qoe fui eu o autor do
projeeto dn ponte do Camorim ; se bem que se o fu-
ra nenhum desdouro me resallarla do fado de estar
ella hoje destruid, por effeilo de circumslancia. t.
lr.-iordinari.is ; he farin esse que acontece em toda a
parle, eom lodos os engenhelros em lodos os lem-
pos. A inlerveneAn qoe Uve n'aquella pon foi de
inspeccionar a sua evecuco ; e como quer qoe por
occasiAo da cheia de I85S reconhecesse qae era ne-
cessario dar maior seguranza as suas base, formn-
lei enlAo o orcam 'nio de urna obra complementarla,
a qual. nao lendo sido arrematada, para ser execu-
lada em lempo conveniente, nao presin o servico
que devia ; e por consequencia deu-se o qoe eu
quera prevenir. Onde esla, poi, a rulpa minha?
Huanto ao negocio das enrvas, nao molestare! o
publico referindo o qu occorreu, sendo certo que
foi esse mais um molivo para a ogerisa (que alia* me
honra; qae me vola o arrematante Manoel Mara-
ohAo, porque eu nao consent na esprtela que elle
quera pralicar.
llevo, porem, dizer, no locante ao mao estado da
conservarlo da estrada, que elle diz que o Sr. direc-
tor inleriuo noloa, {o que me casi crer) qae nin-
guem melhor do que e9se Sr. sabe das crcumstan-
cias qoe para iso concorreram, as quaes foram por
mim exposlns no mea relatorio, e sAo devidas aos
Iransloroos que em lodos os Irabalhos causn a epi-
demia.
Tocando inda no famoso cavado de batalhado lal
Manoel MaranhAo, islo he, o 16." lanco, devo notar
anles de ludo o desplante com qae elle diz qae o Sr.
director o rereheu, como que dando a entender que
minha informaran nAo foi verdadeira !
O Sr. diredor das depois receben, he verdade, a-
quelh obra ; ma* como? Depois de mandar que o
arrematante fizesse-lhe os convenientes reparos; ao
que elle se preslou muilo mansanente, para fazer
acreditar que as minbas exigencias eram desarra-
soadas.
ijuanto aos meus erros e falla de habilitace*, nao
descerei de minha dgnidade prelendendo justificar-
me, quando qoem me alara por esse lado ha om Ma-
noel MaranhAo e oulro, que se oAo he que lal, e se-
ja nm poc,o de orgolho, be urna viriima de contin-
gencias eleiloracs, que nAo pode deixar de escr.ivi-
sar-se a qoem pode dar volesem algum circulo, em-
bora om analphabeto. Esses ainda sao peiores que
os arremalantrs-maranhes, porque vrndem a in-
diligencia ignorancia e ao ioleresse lorpe de qual-
quer... Manoel MaraohAo.
Kmlim, Srs. redactores, esse arrematante he bem
conhecido ; e Unto que aceito para juiz, enlre mim e
elle, os seus proprios amigos o pareles. O fim del-
le he desde ja ir dispando o lerreno para o recebi-
menlo do SI.* laen, para en fio darme de enspeito,
allegando qoe sou sea immigo. Eslou que nAo lhe
seria preciso isso : o arrematante que i\ despeito de
hver esgolado o prazo do contrato e todas as pro-
rogares possiveis, ainda contina com a obra >al o
prsenle ainda nAo recebi commancacAo de que lhe
tenha sido dada nova prorogarao), ter meios, rer-
tamenle, para entrega-la como quizer.
O qoe pode um pobre engenheiro conlra o poder
de om Manoel MaranhAo?
Porlanlo, nAo entrarei em polmicas rom esse ar-
rematante, que ao demais, s honra a quem pretende
desacreditar, quando se traa de negocios em que el-
le he parle com a fazenda publica. Aos seas coss-
cos lambem doa o mesmo valor, e volo-os ao mes-
mo desprezo de que he digna a crealura a que
servem.
Aos homens sensatos e justos s pero que atien-
dan), que ao passo que se me accasa de condescen-
der com oulros, acoima-se-me de rigorista e mo
para com o arrematante MaranhAo. Ora, porque hei
de eu ser mo com uns e bom coro outros? Bem se
v qae a queixa he mesmo de qoem procede mal, e
nAo acha razan com que justifique. Em minha cons-
ciencia eslou que com lodos procedo de igual modo,
e compro o mea dever : o latidos dos offendidos
servirlo para convencer-se, que elles proceden mal
de prnposilo. e nAo por ignorancia ; ma* nao me de-
moverAo do inienlo em que eslou, de n.i > cooseolir
qoe illudam os contrato*, qae fazem com a fazenda
publica.
f
Rolas .
Lm annimo
Joao (jomes de Souza .
Domingos Francisco l.asalranti
Vasroucellos :......
Osme de Miranda llenriquts
Manoel Raplisla; Rodrigue* .
Cosme DamiAo da Silva .
Antonio Itutino da Silva Barbo-a
Jos Alves Moreira (.nulo .
Francisco di Conceiro Juoier .
Joao l.nurenro da Silva .
de
sum
loafwi
IUJOOO
matni
(igual
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5-nmn
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."jo i
"Him
Rs. 3:l57rR
(omtnetdo.
uia deMe*.
ama penna corrompida se alreva eocarregar-se d "e esla a mi nha ultima palavra para conbecimen-
nao haver garanda par om ci-
t^guia de
nao admilte a existencia de alguem qut, es-l "^
deve ser adnplada (
|ir.iMiiria'que lenho|.
O Sr. Octatumo
lis.
< Sr. Brolero : I
que urna comarca
Niile-sa mais, que nAo lie lo insigiiificanlei como
lalvez se posva presumir, a .lsposc,Ao do projeclo
que-o discale, porquanlo, como ja bem lembrou o
nobre depilado que falln anles .le mim. lauto he
ella perigo*!, que se limita a nulorisacao a um certo
lempo. Se a uisposirAo he boa, se se julga que he
conveoenle dar-se esta autorisacAo ao goverjio, en-
lAo sejo dada para lodo o lempo, c nAo smente por
nm anno.
OSr, \iibncn miiii-lro da juslica :Entilo nao
haveria quadro do exercilo.
O .Sr. Figueira de .I/ello :-- Pois be justamente o
que quer o nobre depulado que sustenta o projeclo,
ue nao lioia quadro do exercilo. Condonando o
meu discurso, direi : pode-sc dar o caso de h.iverem
algn- olliriacs dos rorpos de infanlaria ou de ca-
vallaria qoe oblenliam liccnea p.ra csludarem na
escola militar o cursa de ardlhana ou de engenha-
ria. Ora, estes ofliciaes podem requere ao gover-
no i sin passagens para u corpos deslas armas
scienlilicas, e se he conveniente que laes passagens
agora se pernutiam para os qoe eslAo em laes cr-
cumstaiirias, enlAo nao devem ser ella prohibidas
para os oulrus, e enn-eguintrmente a aulorsa{,1o pa-
di) aulori-srAo ampia Ju goveriM, para passar gene- ra fazer esla. passagens nAo (leve ser dada ao govr-
rieamenle ofliriae* de nma para ^ll)rit armJI< no eornentnporespaco de nm anuo, e *im pura sem-
No liro "*ilo rande qoeslAo, t^n7n ,uje|0 ,. I pre. pr e*u forma' haveria a vanlagem de nAo se
tas breves obeervaroo* ju exanae eimara pira I poder nunra dizer que a le eri lei di pilronalo, u-
Ile sabido
ialerosMOle da provincia de Minas (jeme lem n- I
sislido em pedir aoslallo* poderes do Estado qne a
separem daquella provincia passando-a para S.
Paulo, nAo havendo na comarca divergencia a esle
respeilo senAo porque alguns individuos, algumas
ind-luli lade- preferem que ella se coixlilua em urna
nova provincia. Sja como fr, he indubilavel qae
a importante remarca do Sapacahv, perienccnle a
provincia de lln.i-, se acha muito mal, qoe seus
habilanles reclama urna providencia, querem pas-
sar para S. Paulo, 6u que all e cree urna nova pro-
vincia. Em minha humilde opiniAo ludo concurre
para fazer crer, que o primen o alviire he o preferi-
vel, e lera de ser adaptado. E he sabido que a a-
semblea provincial de minha provincia lem repre-
sentado ueste sentido.
Ora, o projeclo em discos-fio, segundo antevrio,
encerra uina opposirAo eflicasissima a esle deside-
rtum, porque a todo lempo que a provincia de S.
Paulo reclamar para que se lhe d um territorio que
compense as perdis que lem sofirido ; quando osMi-
neirosdo Sapucahy reclamaran! pela renbsacAo da
medida a que alluuo, responder-se-ba nesla cmara
que nada he possivel fazer, vislo que epera-*e nma
reforma syslemalica, urna reforma geral ; qoe nao
convem dar nm Ipaaso parcial, que esle* melhora-
menlos oblidos parrialmenle puderAo lalvez pertur-
bar o systema geral, etc.. etc. Creio que o projec-
lo nAo lem oulro lim sean esle, de emhararar a a-
di.pr.io de uina medida jalla,
Elas raze* me levarn a volar conlra
jeclo.
O Sr. BrazndSo : Discuti bem.
OSr. Fignira de .Vello : Sr. presidenle, lam-
ben) me levan'o para oppor-me ao projeclo. O seu
fim parece ser habilitar o corpo legislativo eom os
mappas lopngraphiros e documentos estali-luos ne-
cessarios para fazer -e uina melhor divisan da* pro-
vincias ; poten, conforme ji moslrnu o nobre de-
i Depoi* da* palavrasresidente nesla corle,
diga-se : ao subdilo porloguez Joaquim Avilez,
meslre do vapor Recite. S. R. Ribeiro de An-
drade.
JuI.m-s a materia discutida, e procedendo-se a
votaran, helo projeclo approvado, asim como as
duas emendas.
Esgolada a ordem do dia, levanla-se a sesso i I
hora da larde.
o pro-
P1R1AUUCQ.
PAGINA YULSaV
LlffiE '&S& l
Entre os exeinplos mai Ilustres da humildade
christAa, que ticos lez resplandecer no meio da
grandezas do seclo, se deve enumerar, com razAo,
Santa Isabel, rainba de Portugal. Filba de t. Pe-
dro III, re de AragAo, e de t. Constanca, lilha
deJMaiifredo, rei de Sicilia, nasceu no anuo de
1 -~ I, e -e lhe deu o nome de Isabel, para venerar a
memoria de Sania Isabel, prim-c/u de Hungra,
sua lia.
Nesla rainha lem
emplo de virtudes,
fu-,nem em seu el
do que nascem rnu
houras do dia entre o ciiiiiados domsticos e traba-
as pessoa* du seo sexo um e\-
ue devem imilar para se sanli-,
do ; procurando evitar o ocio,
las desorriens, e dislribuindo as '
quer
candilisado da inju-iica que se lhe faz, se animo .
ruda to em cnnvrenos contrarias, a lomar a defeza
de immerecjijas aggrewOes ? Ese ha encomiastas
e'lipendia*MHtaals|' propujzuadores assalanados, t'liennii*n
porque nao osiTUflla o-IIWrado oseriplor, para dan1,, i
que sejam conhecidos e recebam o devido castigo da
corruprao ? Por cerlo qae nAo o fara', porque alem
I. .or,,,,,fi,|;i ,, ,:..... enppn.icjn. ell- (lie Ser
tAo pouco rranco qoanlo desabr lo, e a soa astucia
congenila lhe nAo permute appaiecer em publico
senAo envnltn no manto escuro ds generalidades.
O l-.cho na., comprehende como seguindo-se a
mesma esleir em os negocios adminislrativos
do ar-enai de marinha, que Iracaram os dignos an-
tecessores do Sr. Elisiario, posa e-le na execuroo
de um grande plano, alterar ou modificar om "oo
oulra desposicAo, sem que por isso nos lache de con-
tradictorios Eis a nosso ver a verdadeira u aslullice
e miseria >> da parle de lAo gratuito como injusto
ac-u-ado,. E saiba o F.cho desde ja, que toda* os-
sas ligeiras alteracoes aconselliadas pela experien-
cia, nAo se empreheiideram sem o previo consenli-
mentn do ministerio da marinha, vislo que taes obras
sAo filhas de um plano e nao de meros capricho* ou
phanlasia.
Eogaoaslos ao publico quando com a maior sem
ceremonia alllrmasles que as rr choradas grades
eslavain asseutes sobre urna muralha d'altura
dupla de nm homem de alia estatura, qoe os viao-
danles a pe nada podiam ver e quando moito e a
cusi s os cavalleiros felizmenle para nos, e po-
ra confusao vossa.ainda exi*le urna pequea evlensio
em ser (de aliara de 5 a 6 palmos i como que lesti-
munhando a verdade do que dissemos, e manifestan-
do ao* ofio* do povo a ma' vonlade de lo precipita-
da aecasacao, e o mesmo lempo aconselhando a
necessdade da mu tanca, indispensavel a disciplina,
seguranc e fi-calisacAo de om lAo importante esta-
belecimenlo, a exemplo dos arseuaes da Europa, do
Kio e da Bahia.
Insislis anda sem reflexAo alguma, qae o lijla
he pequeo, era e de ma' qualidade, comprado ca-
ro, eicedendo seu preco de :t0 a W por cenlo, do
valor do mercado, e qoe o cemenlo nAo piesla.
Se (Ao grave accosro nao revela ao menos supina
ignorancia dos fados. maoifes(a a (oda luz o desejo
de deprimir a ledo (ru*e, o carac(er nobre e
sisado ,ile |l!a disiindo funecionario ; porquanbi
he publico e notorio o cuidado, o zelo e al mesmo
a imperlineucia que tem havido na compra e esco-
Iha desses maleriaes, nao excedeodo o milheiro o
.208 rs. lodo de boa qualidade e apropriados a edi-
ficarOes a que slo destinados, e conrurso deltas
r ir cu instancias, aprsenla lomamos a dize-lo) a obr.-
do melhoramento do parlo, mais perfeila, mais
solida e mais barata, do que mimas oulras que tara
bem correm por conla dos cofres pblicos. Ora
estando i (rente dertel cons(rucrdes um engenheiro
competentemente habilitado, e nAo tendo nunca re-
presentado contra o rornecimeuto desses maleriaes.
e existindo grande porrao de braca- correntes, de
muralha feila com esses me*mos maleriaes, estan-
do conlinoadamenle exposla ao embale das ondas,
sem que sollressem ainda o menor abalo, leuda oo
desloramento e q'ier de um lijlo ; claro he que
as accosares do Fcho sAo infundadas, lidias du des-
peito, do Hinco desojo de deprimir o credilo de um
s.u desalTeclo, que para ,1| de nada vale.
Dissemos e he verdade, que os regulamenlos eram
reliaiusamcnlc exerutado* pelourlual iuspedor de
marinha, onde e quando a violarlo ou errnea in-
lerprelacAo de seis arligos ? Se ha difliculdade na
applirarAo de suas di-po-inies, quer no qoe diz res
peito as oflicinas, economa e disciplina das difle-
renles cles, quer na dislrbuir;Ao do semen da
r.ipil una, ledenle ao prompto occorro e expediente
devido ao commercio martimo, porque nAo ndi-
gilaes quaes ellas ejam ? Ouanto mais grata e til
seria urna discusso franca e leal, em objecto de tan-
ta transeedenci.-i do que njogo terrivel de palavra*
o infamias, miseravel, despejo.ignominia, selvagem,
e rudas que lAo gratas sAo ao paladar de to injusto
coutendor.
No parlamento, hm como na imprenta, sempre
houveram vnzes, que pouco escrupulosos barale-
sem o crdito desle ou daquelle; porlanlo nAo he de
admirar que o Sr. Elisiario *nflrese lambem a eu
turno, censuras relativas ao desempenbo da sua
commis-Ao em Londres ; mas para que, e com que
fin* occullnu o Fino qual o resudado dessa censu-
ra '' Se ignoris, abei agora que elle ju-lifirou-se
satisfactoriamente pelos prelo-, provou c m eviden-
cia manife-ta que a cnn-IruccAo Jo v por Ama
zonasn fura muilo vanlajo*a ao gnver o, e que a
sua conduela nAo desmerecer e menos nula enfer-
mara como pretendis. TAo cabal fo a sua juili-
ficacAo, que pouco depois fora pelo pror io governo
lomeado para o importante logar que inje ocrupa,
bem conlra NM vonlade.
Em concInsAo rogamos ao nosso co' lendor que,
em assumptesdesla ordem nao prucur Iransviar a
opiniAo publica, deslumhrando o ]eil ires com o*
ardenles rains que dardeja a sua fin itia em de-
lirio.
No escrupulizo desempenlin de sua n iwao de pu-
de Ues.
r^^S*)i|L)io de 1850.
r-RAU DO RECIFE I DE JLI.IIO AS 3
riOKASDATARDE.
Colaces olliciaes.
Assucar mascavado5520 a 2B60(I por arroba rom
sarco.
Frederico RnWliard, presidenle
P. Borges, errelarm.
Sobre Londres, d.^"08'
"ans, 3S0 rs. por f.
Lisboa, 100 por 100.
i. Rio de Janeiro, Irfta | ,,0, o,,, a i.-, ;M, dliW-
Accdes do Banco, S5 0|0 de premio.
Acrrs da companhia de lleberibe. 'i.nnki
Acede da companhia Pen.ambocaoa ao par
a Llilldade Poblica, 30 por cenlo de prernTo!
. Indemnisador. pr | de pren,,0
sobre a entrada.
Disconlo de leltras, de 7 i 9 por iq.
METALS,
Ouro.Huras hespanholas. .
Moedis de 69100 velha*
a ftjtOO novas
a 49000. .
Prala.Palaces brasileiro. .
Pesos columnarios. .
. t6gU0P
161(100
sjonn
i>mm
iaom
tj*iii
ALFANDEOA.
Hendimento do. dia I a-_> .
Idom do dia 3 .. ,
IMMUS.
latarj*)
:I7:I85IIH
Tltscarreaam hoje i de julho.
Barca franrezaGustarecemenlo.
Brigue ingl.zSslrmmercadorias.
Ilrigoe sardo ,1/arsa Ktlza pedras e papel de
embrulbo.
Brigoe brasileiroHerculespipas vaiia*.
CONSULADO KKAI..
Reudimento do da I a'2 .
dem do dia 3 .
lMSefci
usmtm
IMVBMAS PROVINCIAS.
Kendimeiilo do da la .
dem do di 3 T ." "
icor .ieutier.
..,*". {*) Estaremos no lempo do
dadAo ? Pode a polica entrar por qualquer pro-
priedade a sen hel-prazer arrombando e estragando
ludo que Un- impele- a passagem, sem haver criine
que a ohrigue a pralicar lAo grandes excewos, so-
mente para ostentar capricho e ter fama ? Pois den-
se lodo qoanlo acabam.r. de referir na noile de ai
para 1 da iiinlni do rorrenle anno, no lugar deno-
minado Torre, prnlirado pelo subdelegado da fre-
guezia dos Afugados, que commaudav ama foija
bstanle grande, conseiilindn que se enlrase por um
silio (alm de oolro*) mandando botar obsixo o
porlAo, entrando sua vonlade com loda sna geote,
arrombando om galinheiro para passar pelo maro
dos vizinhos, e estragando planta*, ele. Ainda islo
nAo foi ludo, porque e vizinhos alerrorisadose jul-
gando serem ladrOes, chamaran) pelo seu* escravos
que dormiam em qoarln fora, e a medida que sahiam
foram preso* e espancados com as espadas al che-
garem ao calabooco, e ao amanhecer do dia -29 pre-
miados com urna duzia de tollos, e dizem que oulros
com qualro ditas.
Esperamos que o Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
indagando da verdade d a providencias qae julgar a
bem, para nao passarmos por igual dissabor e nAo
lermos urna noile como a de -JH para 29 de jonho
ollima.
Queiram, senhores redactores, inserir em eu jor-
nal estas leseas linhas para conhecimento do publi-
co, e sou de Vs. me*, .en ele.
Joaquim Theodoro da Silca Caneca.
Torre 3 de jolho de l&i.
T9tm
MR
135008
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
3 DE JIMIO DE 1K5t.
Bueoo-Ayres Brigue brasileiro AIToiho, A-
morim IrmAos & Complnhia, 300 barricas aaraear
branca c maseavado.
Buenos-AyresBrigoe hespanhol Migad. Viova
Araorim & Filho, LIO barricas a-sucar brinco e
maseavado.
Liverpool Barca ingleza Medoraa, Roslroa &
Companhia, 600 saceos assacar maseavado.
LisboaBarca porlugueza Ligeira, Isaac cV Com-
panhia, il harris mel.
BarcellonaPolaca hespanhola l.ne, N.O. Bie-
ber d Companhia, 300 sacres algodAo.
LisboaBarca porlugueza Ligeira, Vrenle Alves
de Souza Carvalho, 320 saceos assucar brane
maseavado.
PortoBarca porlugueza Sania Clara, Barraca A.
Caslro, 1,000 coaros salgado.
Exooriacao.
Rio deTaneiro, patacho brasileiro iTherrza I-, 4>
87 loneladas, conduzin o srgoinle :27 dona* com
7,38-2 ps pinho, 10 pipas vinhu PRK, 30 raises li-
cor francez, :13 pipas cachaca, 25 barr de 5. espi-
rito, 200 saeco com 1,000 arrobas de atracar, 1.M;
meios sola, 151 saccas arroz do vapor.
Podo, galera porlugueza Brachareasea, de 393
loneladas, enndazio o seguinte : 2,618 saceos e
17-2 barricas com 13,090 arrha* de assurar, 21 ea*etx
rnel, 12 pranchoes deamarelln, 55 saceos feriaba, I
barril agurdenle, 1 caixao doce, 1 saeea caf.
Rio Grande do Sol rom eseala pelo Kio de Janei-
ro, na lado brasileiro Thereza I, de 2H7 tonelada*
cooduzio o sego.ule : 5,000coco. 10 pipas .gur-
denle, 920 barricas com 7,537 arrobas e libra- da
a-sne.,r.
KECEBEDORIA DB RENDAS INTBRNAS iE-
RAES DE PKKNAMBUCO.
Lisia dat pessoas que subscrexeram em Coianna o
soccorro da popularan indigente durante o cito-
lera.
Commendador JoAo Joaquim da Cunha Reg |Bar-
do." ere co. d. pie,Z7 i ^1' ""B T""' "! 22S 2 *"
1 1'it.odue e rullos rom calma a .. i..,. i ,,,. ,-,.,
cutida- com calma, e apreciado com
I Joao VI a Lisboa, no anno
contrario amara.-sp ha sem hussnta pe o mar euca-
pelado e Moteaste de parcela d minga
na. Assim caminhandn -rrn rumo ce
zeiro que o guie, ou andar1 a malroca
pedcar-*e de ieontra alguma penei
concidadn. leletropin de llerschell.
sejam dis-
crilerio; do
Iho manual, depois
oraeao.
Chegada do Sr.
de 1821.
l.oii-l i-nos, qui) do b il.ilh.ui y." de caradores,
na Soledade, nheml Indas as noiles roiida**para os
arredore.do quorlel. He um beneficio que, em no-
me du moradores dejse lugar, agradecemos a briosa
olliciali.lade de-te b.italh.i i.
Eis-oos oulra vez com as casa* de jogo, ape- KDrCC&aODttbCtttfltl'^.
zar de qo nenhum.s providencia* conlemos, que v*-yvn/vw^
!,*.d-?.nl.Pna.a..exln,ici,0.'!e'!'15- A|rua|Velh e paleo Srs. ledactores.Ouizcra nAo volt
i da raan-
lo, sem lu-
na ira de.-
ia.O roaso
Padre, Laiz Jo de Fgaeiredo. .
Coronel, Antonio Francisco Pereira .
Commendador. Antonio Alves Vianna
Tenenle-corooel Manoel Correa de Oli-
veira Andrade .......
Dr. Jos Ignacio da Cnnha (tabello
Vigario, Domingo Alves Vieira .
CapilAo, Manuel Bezrrra de Menezes.
Dito. Manoel Bento Marhado .
Antonio Guedes Gondin.....
Dr. Francisco Carlos BrandAo J) .
Coronel Bento Jos Ferreira Rabello.
Dr. Silviuo Cavalcanli de Alboque-
que..........
Fllippe Francisco Cavalcanli de Vas-
conellos.........
Miguel Joaquim Cezar.....
Major. Bellarminoda Oitiha Reg Bar-
ros ...........
Di. Jos Joaquim Firmino ....
Leocadio Jos de Figueiredo. .
Dr. Caelano Estelita Cavalcanli Pessoa
Major. Jos Joaqaim da Rocha Faria.
Miguel da Cunlia Araojo Pinheiro.
Feliciano Pereira de Sooza ....
Silvano de Araujo e Albuquerqae .
Francisco de Paula Norberlo de Au-
drade ..........
Benlo Pinlo Crespo......
Domingas Lope Cuimares. .
Dr. Manoel Iziduro de Miranda. .
Dr. Laiz Goncalves da Silva .
Manoel Moreira da Cosa Passos .
Domingos Jos de Mello Jnior .
Tenenle, Joaquim Manoel Aranlia da
I- enseca..........
Francisco de Panla Rodrigues .
Migoel Joaqoim Alves da Silva
Jos Pereira de Azevedo.....
Jone Bento de Moura......
JoAo Francisco Fernandes ....
Jos Goncalves da Silva Sobrinho .
Victorino Moreira de Souza ....
Severino Pereira de Moraes ....
Luir, de Andrade Albuquerque Mara-
nhAo...........
Advogado, Bernardo Jos Fernandes
deSa..........
Barlhnlomea Guedes de Albuqueiqae
Joaquim Carneiro de Mesquila. .
Thoinaz Antonio Guimaraes. .
JoAo Nicolao Gomes da Malla .
Manoel Das da Cosa ......
Major, Arminio America lavares de
Mello..........
Francisco Alves de Souza ....
Felismino l-'ranri Francisco de Paula Cabra! ....
Joao Kaplista Pac* Brrelo ....
Francisco Cavalcanli de Vasconcellos.
Joaquim Jos Moreira de Agujar. .
OruigiAo. Joao Domingues da Silva .
Padre. Antonio Das da ('.oslo .
Dr. Manuel Vicente Kibciro de Sorna
Padre Manoel Ignacio da Costa .
Francisco Antonio de Castro ....
Capillo, Antonio Manuel de tiliver
Kendimenlo do dia I a 1
dem do dia 3 .
CONSULADO PlttiVINCIAI
Rendimenlo dodia Ia2 ,
dem do dia 3.....
I:I78-Oi2
l:ianrjKi..
2..WWI7
sa-AMrjM
VI.M.SU
MrMMM
tUovtiuento 00 potte.
. ** ntroalo ao ili ;|.
H10 brande do Norte e Parahiba38 dia, do la-
mo parlo 9, Inale brasileiro Narciso, de 95 to-
neladas, meslre Jos da Penh Olivein, tqmpi-
gem 3, ein lastro ; a Aaorim Irmao.
-Va co i ukido no mesmo dia.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro Thereza la, ca-
p t.ni Jos Ignaeio Pimenla, carga as.ucir a mu.
genero. Passag.iro, Migael Marque Nogoaira.
lorio(jalera porlugueza Fractrense. capiUo
Joaqaim I ranciscu di Silva, cirga asracar o mais
gneros.
finiacd
mais as ro-
das Cinro-Ponlas sao as covas, qae agora aponamos, luroua. do seu jornal, alimentando a fdemica a que
.viai vigilancia me ailer atta,Ur aItema|anle de es rada Manoel
-- temos denunciado por varias veze*. como echo Thomaz de ,\lbuquerque MaranhA"
liel da opmiao publica, o* a.sallo. que hAo dado em porque as minha orriiparr.es me nAo
diverv.* rata* e as hola de algn individuos, o lempo com disrnssDe, que *.. podem u
meirrbros famigrrado da relebre rompanhi.t dn 7V- I ws, rvrmo i.-imhem porqae o mea prnv irador he urna


MUTILADO"
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109000
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10,9000
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109000
105000
105000
11)9000
II** 100
1119OOO
IO5OOO
10900U
105000
IO9I. Kl
10.-000
IO.9OOO
105000
Bem que tenbamn* as melhores infnrmacoe*
do Sr. ubdelegado da freguezia dos Afugados* be
nos*o dever publicar as queixas que esliverem na
ordem da prsenle, e o Sr. subdelegado achara em
nosso Diario o espaco necessam. para sua defeza do
fado porque be argido.
r n.. 0< Redactores.
(I) O Dr. Francisco Cario* BrandAo, alem de K1O3
r*., mandn 10 camas e oulro. rol,*> e lrave*eiro"
Cala da *le illastre depulado m Inrm mai digoo
da estima, que lhe consagran! ,eu, rnnlerraneos.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
manda fazer publico, que do dia 2 em diaale p.i-
gam-se os ordenados o mais despean do mez de jo-
nho prximo fmdo. Secretan, da Ihesoararia pro-
vincial de Peruambuco I.* de jollio de 1856.O se-
cretario, A. F. d'AnnonciarAo.
O Dr. Anselmo Francisco l'erelti, commendador da
Imperial Ordem da Rosa e juiz direilo especial do
cummeri-io desla cidade do Recite por S. M. I. C.
Faro saber em como por este juizo penden.
un aclo de eiecucAo de senlem.-a enlre partes ;
exequenle, Joaqaim Lucio Monleiro da Franca, II-
quidalario da firma de 1 rancaiV IrmAo, execolados
l-raiiri.ru Antonio de Carvalho Siqaeira, o Joaquim
Doarle Pinlo e Silva, e prosegaindo-te no* termo*
da execueao rfler(uoa-se penhora em dmheiro na
qnantia de 1:2909:120 res, ornis bens.em virlu-
de do que -e fez em audiencia o requerimeuto de
tlieor srguinle :
De quando se aecusou a penhora.Ao :W di ju-
nho de IS.Vi nesla cidade do Rcrife, em audiencia
publica, que aos feilo* e parles dava o Dr. jais, de
direilo especial do commercio, Ans-lmo Fraocisco
l'erelti, nella pelo solicitador Miguel Jote de Al-
enla Prnambuco, procurador do exequenle, fui
il'lo que arcu..Hva a penhora feila contra o* reo
executado, e bem assim requerido qoe se pan-e
edill com o prazo de dez da, vislo corno pade da
penhora se fea em dmheiro, e qoe se eniregasse o
mandado de penhora an exequenle para conminar a
penhora em oulros bens por haverem rn.i- execu-
efiat ; o que ludo envido pelo juiz a*sim o oVeiio,
pela maneira do esivln. e extrahi o prseme do pro-
Incollo das audiencias. Eu Francisco Ignacio de
Torres Bandeira, escrivo o eserrvi.
E mais se nAo conlinha em dilo reqoerimenln
aqui copiado. Em virlude do qual o ecrirao qae
esle sabsrrevdu, mandou passar o prsenle com n
prazo de dez das, pelo qual se chama e rila ao rre-
dore* incerlo dos referidos etoculattes para no dito
prazo allegaren) o sea direilo e licarem .nenie- do
que cima tica exposto.
E para que chegue ao eonhecimenle de todo,
mamle passar edilaes qoe serao afix.dos no loga-
re* do coslume e sera publicado pela imprensa.
Dado1 e passido neta cidade de. Hecife ao I do
julho de 1856. En Francisco Ignacio de Torre*
Bandeira cscrivAo o fiz ecrever.
.Imelmo francisco l'erelti.
Lisia das faltas dos esludanles dadas as mere Je
abril e maio com dentar mao dat das.
Terreiro anno.
Agnelo Jos Goozaga, em abril dea I falta na pri-
meira radeirajusl. e I dila na segunda, em maio
deu urna dila na primeira dita no dia 2K o 2 di-
las na segunda, us dia 7 e 20, I ios!, e I nao
jusl.
Augusto Elisie da Fnnseca, em abril den 2 dila na
primeira dila e I dila na segunda, josl., em malo
dea 2 dila na segunda dila no da 16 jusl.
trancLco Jos Martin. p,nna Janior, em abril deu
I dita na primeira dita e 2 dila* na segonda, jol..
em maio dea 2 ditas na primeira dila nos das J
e 21 e 2 ditas na segunda dila nos dia 2i e 27,
jusl.
JoAo Juveiirio Ferreira de Agoiar, em abril dea 2
ditas na primeira dila e I na segooda. jaL, em
maio deu 1 dila na primeira di(a no da I i e 2
diia*. na seganda no da 16 jusl.
Joto liopralve da Monr, em abril dea t| dn oa
Pinneira dila e I ua *egunda, ju.l., em maio dea
I falla na segunda dita no da 2,'lja-l.
Joaquim 1-eijode Albuquerquc Lins, em maio den
1 dii ne primeira dila no da 12 jusl.
Jos Man..uno da l.o.la, em abril den I dila na ai
meira dila. jusl., em maio dea I dita na primeira
dila. jasl.
Manuel Innucenrio Pires de Figueiredo 1.amargo.
em abril deo I dila ua primeira dila, j.|., ,.,
maio den 1 dila na primeira dila no dia 2 e :l dila
na seganda. nos .lia* 6. 19 o 23, jad.
Pedro de Alhuqneique Autran. em maio dea 1 dila
na primeira dila no dia 6 e 1 dila na guma ao
(lia 6, ii.'.o jusl,
Ravroundo Bibeiro Soare. em maio deo I dila na
primeira dita no dia 26 o 2 dila ni .Wanda ae
das he 16, jusl.
y
"'vV






0!* =
P
S XT. FIISI 4 JLHO DI 1856
i
Duarle asi de Mello Pilada, em raaio den 1 ditas
na prlmsira dita no dias 16, 17 e l i ditas na
segunda nos .lia- -2, 16, 17 e i, jusl.
Jos Manoel de Freilas, eiu abril dea editas na pri-
meira dita, jusl., era raaio deo i! ditas na pri-
meira dita no dia 30 e 3 ditas na setun la los das
2, 19 e 30. just.
Antonio Baptista Gitirana Coila, em abril deu 2
ditas na primeira dita, jusl.. em maio deu 2 ditas
ua primeira dita noa diai 13 '-'le ditas na se-
gunda dh dias 2, t.'l. e I", jusl.
Francisco Marlins da Fonseca, em abril deu 3 ditas
na primeira dita e I dito na -esuoda jusl., em
maio deu 3 ditas na primeira dila nos dias5, 23 e
-'-'' s. e 5 ililas ua segunda us dias 6, 19, 23, 21,
s. 26, jusl.
Francisco Jos Fernandes (tirana, em abril deu 1
dita na primeira dita, jusl., em maio den 3 ditos
na seguuda dila nos dias 2, 10 e 16, jusl.
Manoel de Araujo dos Santos Pereira, em abril dea
2 ditas na primeira dila e 1 dila na segunda,
jusl.
Jos Silvano Hermogenes de Vasconcellos, em abril
dea 2 ditas na primeira dila e 1 dita na segunda,
just., em maio deu 3 ditas na primeira diU nos
dias 6,22 e i8 e i ditas na secunda nos dias 6,
14,19 e 28, jusl.
Jos Calandrini de Atevedo, em abril deu 1 dila na
primeira dita e 1 dila na segunda jusl.. em maio
dea 2 ditas no primeira dila nos dias 22 e 30 e 2
'lilas na segunda nos lias 6 e 2Kju*(.
Manoel Coelbo Cintra Janior, em abril dea 13 ditas
oa primeira dita e 6 ditas na segunda, jui., em
maio dea 22 ditas na primeira dita nos dias 2,
3. 5, 6, 7, 9, 10, 12. 13, 14, 16, 18, 1, 20, 22,
23, 24e26 jast., e 21 dila* na segunda dila nos
dias 2, 3. 5.6. 7, 10, 12, 13, 1, 16. I 9,20,
21,23. 24 e 26, just.
Mancel Pereira de Moraes Pinheiro, em abril deu
2 ditas na primeira dita e 2 ditas na segunda, just.,
em maio deu I dita na primeira dila uo dia 12 e
3 ditas na segunda m>< .tas 12,13 e 20 jusl.
Antonio Teiieira Belforl Kuio, em abril dea 1 Jila
na primeira dita e I dita na segaoda, jusl.. em
maio dea 3 dilas na primeira dila nos dias 5, 20
e 30 e 3 ditas na segunda nos das, 25, 20 e 30,
1 nao just.
Francisco Clemenlino de Vasconcellos Chaves, em
abril deu 10 dilas ua primeira dila e 6 dita* na
segunda, jast,, em maio deu 1 dita oa primeira
dita no da 3n e 2 dilas na segonda nos das 26 e
30, 1 n.io jusl.
Pedro de Alcntara Miranda Veras, em abril deo 2
dilas na primeira dita e 1 dita na segunda, jusl.,
em maio deu 2 dilas na primeira dita nos dia* i e
12 e 2 dilas na segunda nos dissl2e3l,s. nao
just.
Severmo Dias Cacoeiro, em abril deu 4 ditas na pri-
meira dila, jusl.
Leandro Francisco Borges, em abril den 1 dita, em
maio deu 2 dilas na segunda dita nos dias 3, s. 28,
jusl.
Virgilio Altes de Lima C.ordilho, em abril deu 3 di-
tas na primeira dita 2 ditas na segunda, josl.,
em maio dea 3 ditas na primeira dita nos dias 14,
20 e 21 e 3 ditas na segunda nos dias 5, 13 e 23,
jusl.
Francisco Jos de Vasconcellos Lema, em abril deo
2 dilas na primeira dila e 2 dilas na segunda,
jusl., emmaio den 4 ditas dos dias 5,12, 21 e20
0 l dilas ua segunda nos dias 5, 12, 13 e 30,
jusl.
Antonio Kogerio Freir de Carvalho, |em abril dea
ll ditas na primeira dila e 8 ditas na segunda,
just., em maio deu 4 ditas na primeira dita dos
dias 16, 17 s.. III e 20 e 4 dilas na segn la nos dias
16, 17. 19 e-JO. jusl.
Manoel Penlo de Lacerda Vernech, em abril den
6 dilas ua primdira dita e 2 ditas na segunda,
just., em maio deu I dita na primeira dila no da
14 e 4 ditas Da segunda dos das 7, 14, 19 e 26, 2
11,1 i jusl.
Jos MarquesCamacho, em abril deo 6 dilas na pri-
meira dita e 3 ditas na segunda, jusl., em rooio
deu una dita na primeira dila nos dias 3 s.,5 e 16
e 2 dilas na segunda nos dias 5 o 6, jast.
Henrique Pereira de l.uraia. em abril deu
1 dila na primeira dila jusl., em maio deu 2
ditas na primeira dila nos dias 16 e 23 e 3 dilas
na secunda nos dias 2, 16 e 23, jusl.
Jos Antonio Coelho Ramalbo, em abril deu 4 dilas
na primeira dita e 2 ditas ua seguuda, just., era
maio dea 1 dita na primeira dita no da 20 "e 3
ditas na segunda nos dias 6, 13 e I, I uaa
just.
Miguel Joaquim de Almeida Caslro, em abril den 3
dilas na primeira dila el ditana segunda, jusl.,
em maio deu 3 dilas na primeira dila nos das 2,
3 a. e I i e 3 dilas Da segunda uos dias 2,3 s. e 14,
jusl.
Juli.io di Cosa Monleiro, em abril deu 3 ditas na
primeira dila e 2 ditas oa segunda, jusl.. em maio
deu 5 dilas na primeira dila nos dias 2, 13, 16,
19, 26, 28, e 7 dilas na segunda dila, nos dias 2,
6, 14, 23. 26, 28, 30 just.
Jos Francisco Vianna, em abril deu (i Jilas na pri-
meira dita e 4 dilas na segunda, jusl. em maio
deu 6 dilas na primeira dila nos dias 2, 13, 16,
19, 26, 28, e 9 dilas na segunda dita, nos dias 2,
3, 6, 12, 13, 16, 19, 26, 28, 3 nu just.
MuiioelCandido de Araujo Lima, em abril deu 1 di-
la ua segunda, just.
Ernesto Francisco de Lima Sanios, em abril deu 1
dita ua segunda, jusl., em maio deu 5 dilas na
primeira dita nos dias 13, 11,16, 17, s. 20, e5
dilas na segunda dita nos dias 13, 14, 16, 17, s. e
20, jad.
Salvador Vicente Sapucaia, em abril deu 1 dila na
primeira dila e 2 dita ua segunda, jusl., na seguu-
da dila deu I dila do dia 14, jusl.
Miguel I.'h Vianna, em abril deu 21 ditas na pri-
meira dila e 10 ditas ua segunda, jul. em maio
deu 2 ditas na primeira dila nos dias2, 3, s. e5 di-
las na segonda dila nos dias 2, 3, s. 14, 23, 28,
Jusl.
Julio Accioli de Brilo, era abril deu 1 dila na pri-
meira dila em maio deu 1 dila na primeira dila
nos dias 19, e 1 dila na segunda dila no dia 19.
Jonqoim Jos de Oliveira Andrade, em abril deu 13
dilas na primeira dila e 1 dila na segunda jusl.,
em maio dea 2 dilas ua aegaoda dila nos das 2,
III, e 2 ditas na segunda dita nos dias 7, 19, jusl.
Francisco l.uiz Correia de Oliveira Andrade, em
abril dea 8 dilas na primeira dita e 6 dilas na se-
gunda just., em maio deu 2 dilas na primeira di-
la nos dias 2, 19 2:1, e 3 dilas ua segonda dita uos
dias 2. 19. 23, just.
Anlonio Joaquim de Magalhaea Caslro Janior, em
bril deu 4 dilas na primeira dila e I dila na se-
gunda jusl., em maio deu 6 dilas na primeira dila
nos dias 10, s. 12, 13, 14, 16, 20, e 5 ditas na se-
gunda dita uos dias 10, s. 12, 13. 14,16, just.
Tliomaz Garcez da Hucha Vascoucellos M. e abril
deu 3 dilas na primeira dita 3 ditas ua segunda
just., em maio deu 3 ditas na primeira dita nos
6, 9, 23, e 4 dilas oa segonda dila nos dias 2, 6,
23, 28, jusl.
Braulioo Candido Mendes, em abril den 22 ditas na
primeira dita e 11 ditas na segunda, perden o
anuo.
Jesuino Claro dos Santos Silva, em abril deu 8 ditas
na primeira dila e 2 dilas na segunda jusl., em
maio deu 10 dilas na primeira dita nos dias 2, 3,
5, 6. 7. 21, 26, 27, 30, 31. s. e 11 ditas na segun-
da dila nos riias 2, 3, 5, 6, 7, 19, 26, 27, 28, 3o,
31, josl.
Thoraaz Antonio de Paula Pessoa, em maio dea 2
dilas na primeira dita nos dias 12, 13, e 3 ditas na
segonda dila no* das 2,12, 13, just.
Paulino Ferreira da Silva, perdeu o anno.
Kaimundo Borges Leal Caslello Branco, em maio
deu 4 dilas nn primeira dila nos riias 5, 6, 26, 27,
c i dilas not dias 5,'6, 26, 27, 2 fallas au jast.
Qaarlo anno.
Agoslinho llermilino de Leilo em abril deu 3 fallas
na primeira cadena c 3 dilas oa segunda, justifi-
cad.
Aniceto Jos Borges em abril deu 1 dila na primei-
ra dila e 1 oa segunda, em maio deu 3 dilas na
primeira nos dias 1, 3 e 2Sjust. e oa segunda dila
3 dilas nos dias 7, 24 sal', e 28, iu-i.
Antonio Jos de Alcovia em abril deu 2 ditas oa pri-
meira dita e 3 na segunda, em maio deu I dita na
primeira dila no dia 30 just.
Cesar Octaviarlo de Oliveira em abril deu 3 dilas na
primeira dila e I na segunda, em maio deu 1 dila
na primeira dila no dia 21 jast.
Fraucisco Ferreira Correia em abril den 1 dila na
primeira dila e 1 dila n* segunda, em maio deu I
dila na segunda dita no dia 30 jost.
Francisco Teiieira deSa em abril deu i dilas na pri-
meira dila e i ua segunda.
Hermogenes S .erales da 5. lavares Vasconcellos em
abril deu 16 dilas na primeira dita e 8 na se-
gunda.
.1 iian de Aguiar Telles de Meneies em abril deu 6 di-
tas na primeira dila c (i na segunda, em maio den
.'! dilas na primeira us dias 9, 26 19 jusl. e 3 di-
las ua segunda dila nos dia- 9, 26 e 19 jusl.
JoAo Coelbo Ralos em abril deu 2 dilas na piiraeira
dila e -1 na segn la. em maio deu i dilas na pri-
meira dila nos dias 21, 26, 28 e 29 e 4 ditas na se-
gunda dita nos das6, 21, 26 e 28 jusl.
Joao Florentino Meir Vascn'.cellos em abril deu 22
ditas na primeira dita e 22 na segunda, em maio
deu 1 dila na primeira dila no da 2 jusl. e 1 dila,
na segunda dila jusl.
Padre Joaquim Graciano de Araujo em abril deu I
dila na primeira dita c 2 na segn la, em maio deu
lilas nos dias 2, 9 e 30jusl. e 2 dilas na se-
gunda nos dias 2 e 30 jusl.
Joaquim Marlinlio de Campos A. em abril deu 3 di-
tas na primeira dila, e 3 ua segunda.
Joaquim favores da Costa .Miranda em abril deu 1
dila na primeira .lila.
Jos Alejandre de Amorim Garcia em abril deu 5
dilas na primeira dila a 1 na segunJ., em maio
deu 2 dilas na primeira dila nos das '.1 e 23 jusl. c
I dila na secunda nu dia 23 jusl.
Jmc Joaquim Oliveira da Silva em abril den :t ditas
na primeira dila e 3 na segunda.
I" '' Leandro Gorioy de Vasconcellos cui abril deu 6
dilas na primeira dila e ri na segn la, ein maio
deu 1 dilas na primeira dila nos dias 7, 9, 21 c 2S
e 2 dilas ua segauda dila nos dias 21 e 28 jusl.
Antonio Cnlumbann Serfico de Assis Carvallio em
ah'il deu 7 dilas na primeira dita e 5 na segunda,
em maio deu 2 dilas na primeira dita nos dias 9 e
21 jusl. e 2 ditas na segunda dita Dos dias 20 e 21
jusl.
Manoel Al ves de Lima Gordilhoem al.nl deu 6 dila'
na primeira dila e 5 na segn la, em maio deu 9
dilas na primeira dila nos dia* .'i, .".. I, 7, 9. 23, 24
*ab., 26 e 27, jusl. e na segunda 7 'lila* uos dias 5,
ti, 7, 23, 21 sab., 26 e 28 jusl.
Manoel Antonio Moreira em abril deu 7 ditas na
primeira dita e.'i na segunda, em maio deu 3 Jilas
na primeira dita nos dias 23. 28 e :in, e i> ditas na
segunda dila no* .lias 6, 19, 20, 23, 28 e 30 jusl.
Miguel Cerqueira Lima em abril Jen 1 dila na se-
gunda dila, em maio 2 dilas na primeira dila nos
dias 23 e 26 jusl. e 1 dila na segunda dila no dia
20 jusl.
Henrique Cerqueira Lima em abril deu 8 dilas ua
primeira dila e 7 ua segunda, em m.uu deu 3 dilas
na primeira nos dias 2, 21 e 23, jusl. e 5 dilas na
segunda dila nos dias 2. 20. 23, 28 e 30 just.
Jo3o Baplisla do Amaral e Mello em abril deu I dila
na primeira dila e I na segunda, em maio deu I
dilana primeira dita no da 2 e I dita na segunda
dila no dia 2 jusl.
Joaquim Tbeodoro Cisneiro de Albuquerque em a
liril deo 5 dilas na primeira dila e 2 na seguuda,
em maio deu 2 ditas ni primeira d la nos dias 12 e
13 just. e I dila na segunda dita no dia 21 jusl.
Jos Maria Kibeiro Paragass em mam den 3 dilas
na primeira dila nos dias 2, 3 e 30 jusl. a 2 ditas
na segunda dila uos dias 2 e 3 sab. jusl.
Antonio Jos da Assumpcu Neves em abril deu 6 di-
las na primeira .tita e 6 na segunda, em maio deu
3 (lilas na primeira dita nos da* 6, 7 e 31 sab. e
2 ditas Da segunda dila no* dias7 e 31 just.
Domingos Mouleiro Peixolo em abril deu 5 ditas na
primeira dita e 5 ua segunda, em maio leo I dila
na primeira dita no din 26 e 2 dita* na seguuda
dita nos dias 26 e 30 just.
Raymundo Augusto de Sa em abril deu 3 ditas na
primeira dita, e 2 na segunda ein maio 2 ditas na
primeira dila nos dias 9 e 30 ju segunda dila no dia 22 ju.l.
Segismundo Coelho Leite da Silva em abril deu 1
dila na primeira dita e I na segunda, em maio 2
dilas na primeira dita nos das 13 e 23 just. e 1 di-
la na segunda no dia 23 just.
Alvaro Nstor de Albuquerque Mello em abril deu
2 ditas na primeira dila e 2 na segunda, em maio
2 dilas na primeira dila nos dias 12 e 23 el dila
na segonda dita no dia 31 jost.
\ cenlo Cyrillo Mariano em abril dea I dila na pri-
meira dita, em maio dea 1 dila na segunda dila
no dia 24 sab. jost.
Jorge Augusto de Brilo Inglez em abril deu 4 ditas
na primeira dita e 3 na segunda, em maio deu t
_ dita na segunda dita no dia 7 josl.
Goncalo de Almeida Sonto em abril deu 4 ditas na
primeira dila e 4 na segunda, em maio 4 dilas nos
dias 16, 19, 30 e 31 sab e 3 ditas na segunda nos
das 19, 30 e 31 sab. just.
Gentil Humen) de Almeida Braga em abril deu 5 di-
ta as primeira dita e 4 na segunda, em maio deu
1 dita na segunda dil.i no dia 26 jusl.
Deolindo Meode* da Silva Mourt em abril dea 3 di-
tas na prmeira dila e 2 oa segaoda, em raaio deu
7 ditas na primeira dila nos dias 3, 6, 9, 19,26,
28 e 23 e 5 dilas na segunda nos dias 3, 6, 19, 23
e 26 jusl.
Joao Severiano Carneiro da CuDlia em abril deu 9
ditas na primeira dita e 9 na segunda, em maio 2
ditas na primeira dila nos dias 19 e 21 e 3 ditas na
segunda nos dias 19, 20 e 21 jos.
Tito 'a Silva Machado em abril deu 1 Jila na primei-
ra dila, em maio deu 1 dila na primeira dila no
dia 2 just. e 1 dita na segunda dila no da 20 jusl.
Jos Francisco de Lcenla em abril deu 3 dilas na
primeira dita e 2 na segunda, em maio 4 ditas nos
dias 2, 21,28 e 31 sab. just. e 4 dilas na segunda
dita nos dias 20, 27 e 31 sab. jusl.
Joao Bernardo de Magalhae* em abril deo 5 dilas na
primeira dita e 4 na segaoda, em maio deu 2 ditas
na primeira dila nos das 23 e 30 jusl. e3 dilas na
segunda dila nos dias 6, 19 e 30 jusl.
Aurelio Ferreira Esplnheira em abril dea 3 dilas na
primeira dila e 2 na segunda, em maio deu 7 di-
las na primeira dila nos dias 9, 19, 21, 23,26, 30
e 31 sab. just. e8 dilas na segunda dila nos dias
19, 20, 21, 23, 24, 26, 30 e 31 jusl.
Jos Kibeiro de Almeida Sanios em abril deu I dila
na primeira dila e 2 dilas na seguuda, em maio
deo 4 dilas nos dias 5, 6, 7 e 20 e 3 dilas na se-
gunda dita nos dias 5, 6, e 7, just.
Manuel Jos Marinho da Cunha em abril deu 5 dilas
na primeira dita 3 na segunda, em maio 3 riiUs
na primeira dila us dias 2, 28 e 30 e 4 ditas na
segunda dila nos dias, 20,21, 27 e 30, ju*l.
Manoel Figueiroa de Faria Filho era abril deu 4
dilas na primeira dita e 3 na segunda, em maiu
deu 1 dit.i no dia 28 c 3 ditas nos dias 6, 21 e 28
jost.
Amonio Joaquim Correia de Araujo em abril deu 4
dilas na primeira dila e 4 na segunda, em maio
deu 2 dilas na primeira dila nos dias 21 e 30 e 3
dilas nos dias 19, 28 e 30 jusl.
Braulio Kumulo Colonia em abril deu 10 dilas na
primeira dila e 7 na segunda, ein maio deu 1 dila
na primeira dila no dia 12 e 2 dilas m segunda
dita nos dias 27 e 30 jusl,
Antonio Lopes de MemlonO] em abril deu 2 dila
na primeira dila c I na segunda, em mai i ,1,
na primeira dila nos dias 13 o 16, e 3 dilWna
_ Hunda dita nos da* 21 ab. 27 e 28 just.
Francisco Jos Cardozo Guimaraes en abril deu ,_*,
dilas na primeira dila e I na segunda jusl.. &&
mai. deu 1:1 Jilas na primeira diln iuil>s,3,
.*. 7. 9, 10, 12, 13, 17, 19, sab. 21 23, 2. sab.
e9 na segunda dila nos dias 2, 3, 5, 6, 7, 19, 20,
21, 23,21, sab. jusl.
Antonio Jo. de Caslro Lima em abril deu 5 dilas
na primeira dila e 3 dilas na segunda, em main
deu 2 dilas na primeira Jila nos .lias 13, 30, e 3
na segunda dila nos dias 27, 28. 31). jn-l.
Antonio l'iulo da Kocha em abril deu 4 dilas na
primeira dita e 2 ua segunda, em maio deu 3 ditas
na primeira dila nos das 12, 23, 28, e na segun-
da dila deu 2 dilss nos dias 23, 28, jusl.
Filippe de Mello Vasconcellos em abril deu 3 dila.
na primvira dila, 3 na segunda, em maio deu 1
dita na primeira dila uo dia 28 e 2 dilas na se-
gonda Jila nos dias 27, 28, just.
Padre Candido de Souza Requeo, em maio deu 2
dilas na primeira dila nos dias 27, 28 e na segun-
da dita dea 2 ditas nos dias 20, 28 just.
Julio Augusto da Silva em abril deu 2 dilas na pri-
meira Jiia e 3 na segonda. em maio deu 3 dilas
na primeira dila oos dias 24, 26, 30, e 3 na segun-
da dita nos dias 19,26, 30, just.
Conrado Alvaro Cordovo Lima em abril den 4
ditas na primeira dila e 4 na seguuda, em maio
deu 1 dita na primeira dila no dia 2.1, e I na se-
gunda no dia 23, just.
Jos da Rocha Vianna em abril dea 7 ditas na pri-
meira dila e 9 na segunda, emmaio deu 1 dila
na primeira dita no dia 24, e 1 dita na segonda
Jila no dia 23 just.
Joao Peizolo de Miranda Veras em abril deu 13 di-
las na primeira dila e 12 na segunda, em maio
deu 3 Jilas na primeira dila nos dias 2, 6, 30. e
3 dilas na segunde dila nos dias 2, 6, 30 justifi-
cadas.
Filippe Xavier de Almeida cm abril deu 5 dilas na
primeira dita 5 na segunda, em maio deu 4 di-
las na primeira dita nos dias 5, 21, 28, 30. 6
ditas na segunda dila nos dias 5, 21, sab. 27, 28,
30, 31, sab. jusl.
Quinto anno.
Avres de Albuquerque Gama, em abril Jen 3 fallas
na primeira cadeira, 3 dilas na segunda e 3 ditas
na terceira, era maio deu 1 Jila na primeira dila
no dia 12, 2 ditas na segunda nos dias 12 e 27
jusl.
Aluno Lelis de Moraes Reg Jnior, em abril deu
2 dilas na primeira dita. 3 na segunda e 3 na
terceira, em maio deu 4 ditas na primeira dita nos
dias 10, 23, 24, 31, e 2 dilas na segonda nos dias
20, 21 sab. just.
Anlooio de Sampaio Almendra, em abril den 3
dilas na primeira dila, 2 dilas na segunda e 3 di-
tas na terceira, em maio deu 3 ditas na primeira
dita, uos dia* 2, 5, 31, 3 dilas ni seguuda, nos
dias 2, 20. 31 sab. e 4 ditas oa terceira nos dis
2, 5, 13,31 sab. jusl.
Anioojo de Souza Lima, em abril deu 1 dila na se-
gunda dila jusl.
Aurelio A. Hires le Figueiredo Camargo, em abril
deu 2 dilas na primeira dila. 2 dilas na segunda e
2 dila* na lerceira, em maio deu 2 dilas na pri-
meira dila, nos dias 12, 20, I dila na segunda no
dia 20, e 3 dilas na lerceira no dias 2, 5, 13, 1
dila nao just.
Camillo Jos Pereira de Faro Jnior, em abr I deu
4 dilas na primeira dila, II dilas na segunda, e 7
dilas na lerceira, em maio deu 6 Hilas na pri-
meira Jila nos dias 14. 20. 33, 26, 27. 30, 5 ditas
na segunda nos dia* 14, 17 al.,. 20, 27. 30. e
dilas na terceira, nos dias 9, 17, 20, 30, I dita
n.io jusl.
Carlos Augusto Ferraz de Abrcu. em abril deu 3
dilas na prim-ira dila, i ditas na segunda, e 3 di-
tas na terceira. em maiu deu 2 .lilas na primeira
dita uo das 21 e 23. I dila na segunda no dia 31
jusl.
Eneas Jo-c Noiueira, em abril dea 2 ditas na pri-
meira dila, I dila na segunda, e 3 Jilas na ler-
ceira, em maio deu I dita na primeira dita no
dia 30, 2 dilas na segunda nos das 30. 31, e 5
dilas na lerceira nos dias 2, 12, 20, 30, 31 sab.
jusl.
Fernando Vieira de Souza, cm abril deu 3 ditas na
primeira dila, i dilas na segunJa, e 4 dilas na
lerceira, em maio deu 4 dilas na prime.ra dita nos
dias 7, 20. 23, 30, 2dilas ua segunda nos dias 10
30, e 3 dilas na lerceira nos das 12, 13, 30, I di-
la nao jusl.
Francisco de Paula Peaaa, em abril .leu 1 dita na
segunda dita, em maiu deu 2 dilas na primeira
dila nos Jias 20, 28 jusl,
Franklin Washington de Souza Reg, em abril dea
I dila na primeira dila, 2 d:tas na segunda, c 2
dilas na tonaira), ein maio den 8 dilas na primei-
ra nos dias2, 6, 12. t, 16, 23, 26, 31, 3 (lilas na
segunda uos dias 3, 20, 28, e 1 dita na terceira no
dia 2 just.
Ilera.-lito Alencaslro Pereira da (iraca, em abril deu
1 dita na primeira dila, 2 ditas na segunda, e 2
dilas na leiceira, em maiu deu 2 dilas na primeira
dita nos Jias 12, 19, 3 Jilas ua segunda nos dias
12, 16, i9, dilas na lerccfra nos dias 6, 23
jusl.
Inuuceucio Pinheiro Correia, em abril deu 2 ditas
na primeira dila, 2 ditas na segunda, e 2 dilas na
terceira, em maio deu 3 dilas na primeira Jila nos
dias 5, 12, 16, 2 dilas na segn la nos dias 12, 13,
e 1 dila na lerceira no dia 27 jusl.
Joao Uiniz Ribeiro da Cunha. em abril deu I dila
na primeira dita, 1 dita na segunda, c I dila ua
lerceira, em maio deu 2 .lilas na primeira dila nos
das 2, 9, I dita na segunda na 'dia 2, e 2 ditas
na lerceira no* dias 2. 9 jusl.
Joao Gomes Ferreira Velloso, ein abril deu 15 dilas
na primeira dita, II ditas na segunda, e II ditas
na lerceira, em maio deu i ditas na primeira dila
nos dias 11, 16, 19, 24, I dila na segunda no da
21 sab., e 1 dila dita nu lerceira no dia 19 jusl.
Jos Bonifacio de Sa' Pereira, em abril dea 11 di-
tas na pribieira dila, 10 dilas na segunda, e 10
ditas na lerceira. em maio deu 2 dilas na pri-
meira diuj nos das 30, 31, 1 Jilas na segn Ja nos
dias 7, 281 30, 31 sab., e 5 dilas ua lerceira nos
da* 6. 27, 28, 30, 31 sab. josl.
Pedro Velloso Ribeiro, em abril deu 2 Jilas na pri-
meira dila, 2 ditas na segunda, e 2 dilas na ler-
ceira, eminain deu ti ditas na primeira dita us
dias 10, IB, 19, 23, 2i sab.. 31, 3 ditas na segun-
da nos dias 3, 10, 12, e 2 dilas na terceira nos dias
10 sab. 2i. just.
I.eopol rimo lieliino (le Abreu, em abril deu 2 Jilas
na terecina dila, em maiu deu 1 dila na primeira
Jila no ojia 23, e 1 dila na terceira no da 6 just.
Joao Francfsco de Moura Magalhes, cm abril deu
5 dilas ua primeira dita, 5 dila* o* segunda, e 8
dita* na erceira, cm malo den 3 dilas na primei-
ra dila n >s dias 2, 3, 30 sab., 3 Jilas na segunda
no* dias :!, 9 sab., 23, e 6 dilas na lerceira nos
dias 2, 3 iab., 12. 20, 28, 30, 2 ditas nao jusl.
Jos Auloi i.i Je Samp*io,em abril deu 3 dilas na
primeira dila, 3 dilas na segunda, e 3 dilas na
lerceira, ;m maio deu 1 dila na primeira dita no
dia 21, I dila na segunda no .lia 16, e I dila na
lerceira ita Ro dia 6 jusl.
Vicente Ja isen de Caslro Albuquerque, em maio
deu I dila na primeira dila no da 30, 2 dilas, na
segunda lita nos dia* 30 n 3i sab., e2ditas, na
terceira ila nos dias 30 e 31 sab. jusl.
Luiz Anto do Pires, em abril deu 6 ditas, na pri-
meira dila, 6 na segunda e 6 na terceira, em maii
deu 7 di as, na primeira cadeira nos dias 9, 10
sab., 12 20, 23 sab., 21. 27, e 6 ditas, na se-
gunda Jila nos dia* 10, 12, 20, 23, 24, 27, e
i ditas u lerceira dila no* das 30, 31 sab. josl.
Joao Vicei le Pereira utra, em abril dea 4 dilas
na primeira dila, 5 na segunda e 3 na lerceira,
em raaio deu 1 .lila na primeira dita no dia 21, e
2 ditas r a segunda dita nos dias 23, 21, e 4 di-
ditas na lerceira dita nos dias 2, 6, 24 e 28 josl.
Francisco oaquim da Silva em abril deu 7 dilas na
primeira dila,_ 7 na segunda, 7 na terceira, em
em maio Jen 5 ditas na primeira dila nos das 12,
13, 21, I, 31, e 3 dita* na segunda dita us
dias 12, 13, 23, e 3 dilas oa lerceira dila nos
, dias 12, 3. 3. (1 nao just.)
Francisco j nionio Pessoa de Barros, em maio deu
4 dilas na primeira dita nos dias 2, 3, 29, 31
e 3 dilas na segunda dila nos dias',2. 3, 28 sab, e
3 na lerceira dita nos da* 2 e 25. jusl.
Anlonio Gi ilherrae de Figueiredo em abril deu 7
ditas na irimeira dila, 7 na segonda, 7 ua ler-
ceira, en maio deu 4 ditas na primeira dita nos
dias 6, : 4, 21, 26, e 5 dilas na segunda dila
nos dias 3 ab.. 6. 14, sab., 17 sin'., 31 sab.,
(I tata nlo jusl. e 4 ditis na terceira dila nos
dias6, S 17 sab., 26 (I falla e 1 sab. nao jusl.)
Fernando Uves de Carvalho, em abril deu 2 dilas
na prime ra dila, 3 na segunda, e 3 na lerceira,
em maio leu 4 dilas na primeira dila uos das 2,
14, 16, 2 5 dilas na segunda dita nos dias 2, 11,
16, 23, : I sab., e 2 ditas na terceira dita nos
dias 2, 3( jusl.
Franci*co >umiogU"s da Silva Jnior, em abril
deu dila i na primeira dila, 5 na segunda, 4 na
lerceira, im maio deu 3 Jilas na primeira us dias
2 dilas na segunda dila nos dias 20,
9, 16, 3
28. jost.
Joaquim da
Cosa Barradas Jnior, ein abril deu I
na prime ra dila, 3 na segunda, 5 na lerceira,
em maio leu 3 dilas na primeira dita us dias 5,
12, 23, 1 ditas na segunda dila nos dias 12, 16,
23, e 2 d ta na terceira dila nos dias 5, 26, jusl.
lierculano de Mendunca Vasconcell >s Diniz, em
abril deu 3 dilas na primeira, 4 na segunda, 7
na lerceira, em maio de 2 dilas na primeira Jila
nos dias l'.. 23, 2 dilas na segunda dila nos dias
29, 31, e I dila na l-rc-ira dita no dia 9 josl.
Ricardo Amavel Rodrigues em abril deu 1 dila na
primeira dila, 3 na segund., 2 na terceira, em
maio 1 dita ua primeira dila no da 24, 1 dila na
segunda dila no dia 28, e I d'la na terceira Jila
uo dia 3(, jusl.
Francisco A uguslo da Costa cm abril deu 1 dilas na
primeira lila, e 1 na lerceira dila, em maio deu
3 dilas na prime ra dila nos dias 23. 24, 30, 2
dilas na s girada dila nos riias 21, 30, e 3 dilas
na lerceii i nos dias 9, 30, 31, sab sab. nao jusl)
Emigdin M irqoes Santiago cm abril deu I dila ua
segunda lila, e 1 na lerceira, em raaio deu 7
ditas na | rimeira dila nos dias 19, 20. 21, 23,
24 sab., 27, 28, e 8 dilas na terceira nos das
19, 20, 21, 21. 24,26, 27, na segunda 7 dilas
nos diai 19, 20, 21, 23, 24, sab., 27, 28,"
jusl.
Jo'e Mendi < Carneiro Lelo Janior, cm abril deu
13 dilas na primeira dila. 12 na segunda, 13 na
lerceira. em maio deu I dita na primeira dila
no dia 21, 2 Jilas na Mgaada dila nos dias 2n,
31, e 2 .lilas na lerceira dila nos di as 6, 27.
Jos Mufla Pessoa de Mello, em abril deu 7 .Illas
na primara dila, 7 dilas na segunda e 8 ditas na
lerceira] ein maio den II .tilas na primeira dila,
nos iias li, 7, 9. 10 .ab. 16.19, 20. 21, 23, 21 S*b ,
lilas na segunda Jila, nu* Jias 6. 7. 10,
ab. 19, 20,21. 23. 21. 27, 28, 3(1. 31
lilas na terceira dita, us dias 6, 7, 9.
17, 19, 20, 21. 23, 21, 26, 27, 28, 30 e
26. I
16. 17
sab., .
10, 16.
31, juslJ
Juan (. ipi irn-. Bandeira de Mello, cm abril deu
3 ditas na primeira dila, 3 Jilea na segunda c i
lilas na lerceira.
Luiz Mari ues Piulo Wandeilej, em maio leu 4 di-
las na primeira Jila us dias 20, 23, 24, 2 dilas
na seg nda dila nos das 16, 20 e 3 d.las na ler-
ceira .1 la. n.s dias lo, 12 e 28, ju-l.
Luiz Francisco da Veiga, cm abril deu 6 dilas na
primeira dila, 7 na segn la, II na lerceira, em
maio di u i dilas ua primeira dila nos dias 3 s. 7,
23, 31, i ditas na segunda dita nos das 7, 9, e 7
ditas ni lerceira Jila nos dias 3, 5, 12, 19, 24 s.
26, 27, 4 ditas nao just.
Ignacio Alves Naxarelh, em abril deu 4 dilas na pri-
meira dita, 2 na -guma e 2 na terceira, ein maio
deo 3 Jilas ua primeira dila. nos dias 6, 11, 23,
2 ma- na segunda .lila, nos 7, 20, e I dila na Itr-
ceira dita no dia 20.
Joaquim Anlonio da Silva Barata, era abril deu S
dilas na primeira dita, 3 dita* na segn la, 7 ditas
na lerceira, em main dea 3 .lilas na primeira diln
nos Jias 2, 2 i. 30, 6 dilas na segunJa dila nos
riias 2, 12, 16. -_>, 30, 31 e Juas Jilas na lerceira
nos Jias 2. 30, jusl.
Joaquim Rodrigues Seixas, em abril deu 2 dilas, na
primeira dila, 2 i a segunda, 5 na lerceira, em
maio deu 2 ditas na primeira Jila, nos dias 2, 3,
30, 2 ditas ua segunJa Jila nos dias 2, 3, 30, e
4 dilas na terceira dita nos dias 27, 28, 30, jusl.
Francisco Pinto Pessoa, em abril deu 7 ditas na pri-
meira dita, 7 na seguuda, 7 dilas na lerceira, e.
maio deu 10ditas na primeira nos dias 9, ll, 16,
19, 20, 21, 23. 24 sab.. 26. 27. 10 ditas na segun-
da dila nos dias 14, 16, 19, 20, 21, 23, 21 sal.,
27, 28, 30 e 10 dilss na lerceira dita nos dias 9,
16, 19. 20, 21, 23, 21 .ab., 26, 27, 28, jast.
Antonio Telles da Silva Lobo Jnior, em abril deu
3 dilas na primeira dila, 4 na segunda. 5 na ler-
ceira, em maio leu 2 dilas na primeira dila, nos
riias 6, 21 sab., 3 dilas na segunJa dila nos dias
6, 12. 31 sab. e 2 dilas na lerceira dila nos lias
20, 21, just.
Manuel Jos dos Reis Jnior, em abril deu 2 Jilas
na primeira dila. 2 na segunda, i na lerceira.
ein maio den 5 ditas na primeira dila nos dias
5,6,7,9, I -ii'., : dilas na segonda dita nos
dias 6, 7, 10 c 6 ditas na lerceira dita nos Jias
2. 5, 6,7,9, 10. jusl.
Augu.lo Carlos de Almeida Albuquerque, em abril
deu 15 ditas na pr.mcira dila. 14 ditas na seguu-
da, 11 dilas na terceira, em maio deu 6 dilas ua
primeira Jila nu* dias 16, 24 sab., 26,27, 30, 31,
4 dilas na seguuda uos das 24, 28, 30, 31 sab. e
7 dilas na lerceira dila nos das 12, 24 sab.. 26.
27,28, 30,81, rab. jusl.
Francisco Luiz Anlunes Campos, em abiil dou 2
ditas na primeira dila, 2 na segunda, 1 na ler-
cejra.~em rnaio deu dilas na primeira dila nos
dias 11, 21. 23, 24 sab., 1 ditas na segunda dila
nos dias 11,21, 23.21 sab. e 2 dilas na lerceira
dila nos dias 23, 2i sab. jusl.
Anlonio Ferreira Garcez, ein abril deu i dilas na
primeira cadeira, 5 na segunda, 6 u. lerceira, em
maio deu 2 Jilas na primeira dita nos Jias2l, s.31,
2 dilas na segunda Jila nos das 21, 21 sab. e 4
dilas na lerceira dila nos das 21 sab., 26, 27, 31
sab., 1 falla nao jusl.
Dinnizio Rodrigues llantas, em abril deu 4 Jilas na
primeira di'a, i ua segunda, I. na lerceira, em
maio deu 3 ditas na primeira Jila nos dias 5, 2(1,
21,3 dilas na segunda dila nos Jias 20, 21, 2i
sab. e 2 ditis na terceira dila nos das 20, 21,
josl.
Francisco Ferreira Banleira. em abril deu 9 dilas
na primeira Jila, 1(1 na segunda, 8 na terceia, em
maio deu 2 Jilas na primeira oila nnsdias3, i, 21
sab. 2 dilas na segunda dita nos das 3, s. 21 s.
e 1 dila nn ,ii i 21 sal., ju-l.
Joao Alfredo Cornil de Oliveira Andrade, 1 dilas
na primeira Jila, 4 na segunda, 6 na lerceira, em
maio deu 9 dila* ni primeira dila nos das 2, 9,
lOsab, 12, 14. 16. 23.3o. 31. 9 dilas na segunda
dila us dias 2. 3, 10, 12, 1 i, 17 sab, 20, 23. 30 e
5 dilas lia terceira dila us das 2, 9, III, 12. 30,
1 dila nao jusl.
Jos Honorio B'zerra de Menezes, em abril deu
i ditas na primeira dila, 1 na segunda, 5 na ler-
ceira, em maio deu .", .liles na primeira dila nos
dias 14, 16, 19. 20, 23. 5 Jilas ua segunda dila
noa dias 3 sab., 14, 17 sal.., 19,20, 1 sab n. j, e
3 ditas na lerceira dita nos dias 16, 17, s. 19, jusl,
Jos tarareada Cunha .Mello, em abril deu 3 dila*
na primeira lita, 3 na secunda, 3 na lerceira, cm
maiu deu 1 dila na primeira dila nos riias 16 sab.
2 Jilas na segunda dila us dias 16, 17 sab. e 2
dila na terceira Jila us dia* 16, 17 sab. jusl.
Juvencio Alves Ribeiro da Silva, em abril .leo 9
dilas na primeira dila, 9 na segunda, 8 na lercei-
ra, cm maio deu 5 lil.s na primeira dila no* dias
2, 19, 20, 21, 2i sab, 5 ditas na segunda Jila us
das 2, 19, 20, 21.21, sab. a. jusl, e i -lilas na ler-
ceira dita nos dias 2, 20, 21, 2} sab. nao asi.
Gustavo Gabriel Coelho Je Sampaio, em abril deu
4 ditas na piimeira dila. 1 Jilas na segunda dita,
6 ditas na terceira Jila, em maio den 10 Jilas mis
dias 5, 6, 7, 9, 16, 2(1, 23, 2! sab, 26, 27, 8 dilas
na segunda dila nos dias 6, 7, 16, 20. 23, 21
sab, 27 e 28 c 12 dilas na terceira dila nos dias
5, 6, 7. 9, 16, 20, 23, 21. 26, 27, 28 c :f, 2 dilas
nao juil.
fterfaratoed.
Aehandn-se vagos os oflicins de segundo (ahelli.io
e iwrivSo de orphns, alsenle*. rapel!a C residuos,
assim romo nsnfticios.de primeirn labelhao, tacrlfao
do rivel, crime, chrne rom dislribuiclo, e registro
das hypntheca* do termo de Santo AotBo, S. F!xc.
o Si. cuiiselheiro presidente da provincia, assim
" manta fazer publico para ronhecimenlo das par-
les inteiessadas, e airada que usprelendcnles ao
dito oflicio, se habililem na forma do decrelo n.
817 Je 30 .te agosto Je 1851, e aviso de 30 de de-
rembro de de 1851 ; e presentera os seu requen-
mcnlos ao juiz municipal do mesmo termo, no pra-
zo Je seiscnla das, que enmerou a correr do dia 30
dejunlio ullimo cm dimite, para segoirem-se os
tramites marcados nos rticos 12 c 13 do citado de-
crelo.
Secretaria do gnverno de Pernaubuco, 3 de jolito
deJ856.Jos Bento da Cunha Figueiredo Jiiuior,
dllicial maior, ervindo de secrelario.
A direccito do evtincto banco de
Pernambuco, avisa aos Srs. accionistas
do incsmo banco, que se acha autorisado
o Sr. thesoureiro da caixa lilial do ban-
co do Brasil nesta pro? ncia, a pagar o
oitavo dividendo de 9.S600 rs. por ac-
co, vencido pos me/.es de Janeiro a
majo ultimo. Keciie3dejulho de I8.">(.
Assignado. Joao Ignacio de Medeiros
Reg.
O Illm. Sr. inspector do arsenal de raarinha ten-
do de contratar a compra de diversos objeclos para o
fornecimenlo do nlmoiarifado, manda fazer publi-
cu que islo lera lugar nos dias 8 e 10 do correnle
mez, a vista de propostas em cartas fechadas rece-
hi las ate este dia e hora, sean que os mesmos
objeclos deverao ser da melhor qualidade, e o con-
trato effectuado com quera por menos vende-los.
Ctmprados no dia 8.
Alvaiade, agulbas de lona e brim, ditas de palom-
ba, alcalra >, almagre, brim da Rrussia, bren, bron-
zes de ferro, broxas surtidas, bandeirus mperiaes de
cinco pannos, dilas ditas de qualro ditos, ditas de
grups, cabos de linbo de 1 a 5 polegadas, cairo ve-
Iho, cadarzo, colberes de ferro, cera em ardile,
dedaes de reputo, lilelli azul, fio de vela, lona lar-
ga inglesa, dila estrella dita, mcrlim, machados,
marlellos de orelba, uculos de alcance, oleo de li-
nhaca, pedra de amo ar, pregos de cubre para costa-
do, ditos de 4 a 8 pollegadas, ditos de Jilo par., for-
ro de cobre velbo, remos de faia de 13 a 16 pes, ras-
padeiras, sola, sundareza, sebo em pao, serrles de
in.ln, tinta branca, dila prela, dita verde, thesouras
Je alfaiate, linteiros, lijlos inglezes, zarcao.
i'ompradot no dia 10.
Arcos de ferro sorlidos, acu em verga, bracos de
balanca, cauelas para pennas de aro, chumbo ein
lencol, cobre em follia de 18 a 22 oncas, chambo em
barra, cadeados sorlidos. cravos de ferro para pipas,
cola da Baha, cr-, dobraJijas de ferro sorlidas, es-
tanto, fechaduras de camarote, dilas de porta, dilas
de gaveta e armario, lio rte algodao, ferro em lenrjol
lino, dito de 1 l|2 l|l, (raa, linha de barca, dila
de coser crua, lapis, limas surtidas, papel de peso,
lito almaco, dito ordinario, dito carluxiuho, dito de
lixa, parafusus de ferro, piassava, peonas de ac,
ditas de palo, pregas de ferro de cusalo de 4 polle-
gadas, ditas Jilas de 6 polegadas, ditos dilos de 7
dilas, ditos Jli"- de 9 dilas, dilos ripaes da Ierra, di-
los de guarnicao gran les, dilus de cnbre para forro,
pas de ferro, saceos de conJuccao, taitas de bomba
de ferro, dilas de cobre de 3, 4, 5 e 6 e 1|4, tinta de
escrever. vistas de oso.
Secretaria da in*pecc.ao do arsenal de mariulia de
Pernambuco em 3 Jejulho de 1856. O secrela-
rio, A. R. dos Anjus,
Directora ge ral da instru-
yelo publica.
Pelo presente se faz publico, que Joao Anlonio da
Cosa Medeiros, professor substituto das cadeiras de
in-Irucr.ii) primaria da cidade de Otinda, fui decla-
ra lo piolessor cathedralico Ja de S. Pedro Marljr
da dila cidade por portara do Etm. >r. couselheiro
presidente da provincia do 1 do correnle; e por isso
daifa*, de haver o concurso aonunciado para preen-
chimeoto da snbredila cadeira.
E para constara quena convier se mandou publi-
car o prsenle.
Secretaria da directora geral 2 de julho de 1856.
O secrelario, Francisco Pereira Freir.
Devendo ein cumplimento da or-
dein do tribunal do thesouro nacional, de
2 de Janeiro do corrate anuo, sabir da
circulacao as olas de s, de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella exis-
tem, sendo substituidas por notas dos
mesmos ou de menores valores, da cai\a
lilial do Uaiico do Brasil, estabelecida
nesta provincia o Illm. Sr. inspector da
tliesouraria de btzenda tiesta provincia,
manda convidar os potsuidores dsi ditas
notas de 50,)'000, para as apresenlarem
na mesma tbesouraria, alim de sercm
trocadas dentro do pra/.o de oito mezes. a
contar do I de julbo prximo vindouro ;
28 fevereiro do segumte anno de 1857 ,
declarando ao mesmo tempo que, lin-
do esse prazo. sollierao o disconto
de 10 por cento do seu valor em cada
me/, de demora na apresentarao, na for-
ma da lei de (i de outubro de 1855, at
licarem sem valor algum. Secretaria da
tbesouraria de lazeuda de Petnambuco,
5 de jiinbo de 1850. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
tamil alando esta repartirn a compra ou forneci-
uienio de lijlo e cal, precisos estes duus objeclos
para as obras a seu cargo, aa qoanlidade, e por
i.uiip i que in.iis cuuvenienle for, manda u '.Illm.
Sr. inspector fazer publico ru acerca receber-se-
iia nesla secrelsria as respectivas proposlas era Carla
fechada ale u da 5 du curren/e inez, as 11 horas
da manilla, em que u coulrac'.u eftecluar-se-ha com
quem raais vaulageus offerecer a favor dos inleres-
ses da fazenda.
Secretaria, da iuspecrao do arsenal de marinha
de Pernambuco, 30dejuuliu de 1856.
O secrelanu, Alejandre Rodrigues do* Anjos
LE LL DE FMME
SES COMPATKIOTES.
Messieurt el eheri eompatriotu,
Des iiiundalioiis saus etemple jusqu'a' ce jor, en
plongeanl uulre malheureuse palne dans un deuil
general, (lonneul un uouvel claa t la charilc. De
loules pars s'ouvrenl des souscriplions |.our adoocir
des malbeurs iuouis el je comais irup les seuli-
mens flaneis, qm vous animen!, pulir duuler un
instaol de reinpressemenl que vuus inellrcz a' secou-
nr nos malheureut cumpalrioles dans la touflranse.
Je crois Jone devaucer vos inlenliuns en vous au-
uoiicanl qu'une lisie de souscnplion esl uuverle cu
leurs faveur, cl.ez le cnsul de Frauce qui sera......
si I eureux d ire rinlermediaire de volre uonne ceu-
vre quM esl licr d'clre appelc 'a la def'usc Je vos
Otareis. Visconle. /-.'. de Umonl.
o Ri de
Janeiro.
0 brigue nacional MA-
RA LUZIA, capitao Joao
da Silva Moraes,segu im-
. preterivelmentc no lim da
presente semana, se caso
imprevisto nao impedir, recebe algumas
miitde/.as e escravos a l'rele, paraosquac
da' as melbores nccommoducies e trata-
mento: contrata-se com Antonio de Al-
meida (iomes, na ra do Trapiche n. l(i,
segundo andar.
Vende-sc o veleiro e bem confn do patacho
nacional, Alhenas, de H< lumia I--, prximo a
llegar 'It Babia rom parle Je sen carrejannento para
esle porto, e desle para o Maranlnlo, para onde o
comprador sera obligado a laze-Io seguir. Este bar-
co loi feito em Genova, em mareo de 1851, sun
conslriicrau he de carvalho, forrado Je cobre, leudo
rcfcilo osle cm maio do anno prximo passado ; ven-
de-se por seu Juno ler J( relirar-se para Europa :
os prelcndentes polem riirisir-e. lugo qne esle
' li>'_-ir. que sera nnvaineule HiiuunciaJn, ao escrip*
lorio Je Anlonio l.oiz J'Oliveira A/eveJo, ra da
| Cruz, li. I.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Sesue rom brevidade o brigue naciunal ((Elvira,
ja lein parle do seu carrcgamcnlo promplo, paran
I reslu. pasasgcirot, e escravos, para u que lein excel-
lenles commodos ; trla-sc com u coosignatariu, Jos
, Joaquim Illas Fernandes.
Para oOar.com escala oda Rir (irande do
i Norte -alie em poucos das, por ter o s'ii rarresa-
I ment qnasi completo, n pall.abole nacional Aage-
I lira mostr e pralicn Jos Juaquim AI*M da Silva,
i para o retanle Ja carga e passas^iros Irala-sc com
! seu cunsisnalariii l.uiz Jos de Sa Araujo, ruado
llriim ii. > ou com o uiesmu meslre.
lio de Janeiro.
Segu rom brevidade o patacho Valenlen, eapi-
IIO Joaquim Antonio tiouralves Santo* ; recebe car-
ga, paagnros e escravos a frele : a (ratar com Cae-
laun Cyrfaco da (".. II. ao lado Jo Corpo Sanio 0.93
PARA O RIO |)E JANEIRO
tOBOeafn poOCiMdhMa escuu.i braaileira Linda !
quem nella quizer rarregar nu ir de p.isagem, en-
tenda-se na rna da Cadeia do Recife n. 66 com An-
tonio Pedro das Neves, ou na ra do Visarlo n. 5.
Maranhao <
Para.
O bem cnnliirido briaue escuna Laura, recebe
carga e patsogeiroa : trala-se com o c.iusigiial.uio J.
R. da Fonseca Juuior, na ra do Visarlo n. I.
Para o lo de
Jand.ro
segu em poneos dias por ter grande par-
te do carregamento |rompto, a escuna
nacional /.LLOSA, (
carga ou escravos a
os consignatarios, no
da Cruz. n. *9.
-- A barca Santa Clara
.5 du correnle mez. A -.u '.
ros ; a tratar com larruca
deia do Renfe, n. i.
pitan Pinbo : para
licle. trala-se com
escriptorio da ra
abe para o Porlo no dia
recebe carga e passagei-
i>i Caslro, ua ra da Ca-
Conipanoja I>r;.silt!r.t de
aquietes
por.
E-pera-se
at o dia i
do correnle
o vapor Im-
perador dos
porlos do
sol. o qual
depois da
demora du
coslume se-
guir' para
os do nor-
te : agencia
na ra do Trapiche n. SO, segundo andar.
PARA A BAHA.
O veleiro e bem conhec|do patacho nacional Es
perau;a i> prelende seguir; para a Babia ale o dia 7
do correnle, ja tcm I bordo dou tercos de seu carre-
garaenlo, para o resto e passatteiros para os quaes
lein etrellenles commodos; Irala-se com o seo con-
signatario Amonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra Ja
Cruz n. 5.
O brigue brasileiro D. Alfonso, que se desti-
na ao Rio da Prala cun brevidade, precisa de ura
piloto de caria, e de marinneiros brasileiro*; quem
esliver nesla circumslancia dirija-se aoi respectivos
consignalaiios Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia
do Recife, ou a bordo ao o capitao.
O linio Tigre precisa Je qualro marinheiros
brasileiros para a soa viagem ao Rio (irande do Sol.
ZtUot&.
Ageucic de lei oes, na na
52, ti iei.M da .Silva.
Setla-feira do crreme, as 10 huras da manhaa,
seru arrematados mullos objeclos Je uiobilia, novos
e osados, om rico piano, dous escravos de multo bo-
nitas fisuras e moros, e inuitas obras de prata e
ouro, relu8iode uuru> prata, correnlo, tranceln*,
brincos, anneis, colheres de prala, paliteiros e mais
objeclos, que se a.-liaran patentes c serao vendidos a
comento dos freguezes,
O agente Borja far leilao em seu armazem, na
ra du Cullegio n. 15, de uina grande quautidade
de objeclos diflerenles, os quaes coinislem cm obras
de inarcineria novase usadas, obras de miro, prata,
diamantes e brilhanles, como bem: adererus, incius
dilos, almeles de peilo para senbora e para hornera,
pulceiras, aunis, bu'.es para abertura, relogias para
algibeira, dilos de parede ecima de mesa, candela-
bros, lanlernas do vidrn, calungas, vasos e mais cn-
leites de porcellana para sala, apparelbos de louca
para almoro e janlar, nina grande porro de cadei-
ras genovrzasc hamburguezas, varias cunas de ferro,
e urna infinidade de oolros muilos objeclos, que fra
iinpossivcl anuuiiriar, os quaes se arharo ctpostos
no .ofendo armazem no da Jo leilao ; assim como
um ptimo cavallo ; e ao meloda em ponto irSo
a Icililu una grande purran Je inuveis e mais objec-
los ele de um negociante ngle que retlra-M para
a Europa ; assim como tambera umj grande quan-
tidade de loiudezas novas, de diiersai qualidad.s,
praprn- para loja, s quaes se entregaran pelo maior
preco ofierecido, visto serem vendidas para liquija-
cao : lula-falta l de julbo, as 11 hores da ma-
ullad.
O agente Oliveira fara' leilAo por auiiai-,,._.,.,
do E\m. Sr. Dr.juiz especial .lo comniercio, ea-
rada uro requenmenlo de Antonio Tbeodoro na
Silva, capitao do briiue porlunue/. Trovador, e
por cunta e risco de quem perlencer, de 200 rudas
de arcos para barris e 200 Jilas dilos para pipas,
rccenleinenle importadas do Porlo pelo referido bri-
gue : setla-ftira do crreme aomeiu dia cm pon-
i, uo largo da alfandega protimo a esradinba.
L. Le Cumie Pern & Companhia faro leilao,
pur luierveuraodo aeeule Oliveira, e coula risco
de quem perieucer, da eipleuJi.la oiobilia da caso
onde morou o Sr. I.aluacle, no Chora-Menino, cou-
sislindo cm consolos, espelbos mullo mides e ou-
Iros menores com lindas molJuras, sofs e mesas
para sala, consolo-, cadeiras, I piano qoasi novo de
ptimas vozes, jardineiras e dnnzelUs para sala, ca-
deiras de balaiico americanas, c oulras para sala de
j "lar e quartos, tpeles, esleirs, globos e lanlernas,
riquissimoa quadros, leilos de ferro, marquezas'
".uarJa loiir.i-, urinal i s, guarJa-vesinlos, bancas
para jogo e oulras, apparadur grande e pequeo,
bandejas, cryslaes, colheres e garfos de metal, gar-
ios e faces de cabo Je mar lim, apparelbos de por-
cellana para jamar e para cha, lavatorios, coramodas,
vasos para llores, cabidas, bidel, secretas (brevete)
impleuvenlos de agricultura, caita para sello e mui-
los outros objeclos ; assim como 1 bom escravo que
foi do servido de casa e slliu; segunda-leira, 7 do
correnle, as 10 horas da mantisa, na indicada casa
grande, pcrtencenlean Sr. Jos Joaquim de Oliveira.
nn* Dito**.

M7TTL/AW
Dcsappareceu no dia .10 do protimo passado:
moleque Trajano, cojos signacs mais patentes tilo
idade de 21 anuos, cabra, estatura ordinaria, corpo
secco, ullin- pequeos, l.eicos grossos: quem o ap-
prehender, qotlra leva-lo ., seu seabor o acadmico
Antonio de Sampaio Almendra, morador ua ra du
alerruda Boa-Visla n. il).
Pergunta-se a quem compele, se lambem >a0
abrigad i- fechar-se as casas de paalu que niiovendem
espirite* as i) horas da noile, pois seudo tito amigo o
dono do dito estabelerimento, e nunca se urdenasse
que fosse fechada as 9 horas, e como a ronda de ca-
vallaria da guarda naciunal que ronda o bairro do
Recife inandasse (echar, e islo se ignore, por isso
laz-se esta pergunta afim de rumprir-se com as or-
dens da polica.
Foi apprehendida na estrada de Joao Fernan-
des \ leira urna cabra bicho : quem se julgar com
direiloa ella, dirija-sen mesma eslrada, casa cimen-
ta confronte ao becco, que Ibe ser enlresue, Jando
os signaescerlos.
. Precisa se Je uma escrava 00 forra para o ser-
vico interno e atlerno de urna casa depouca familia:
na ius do C.buga n. 2 C.
O autor do anuuncin da> inicia II, J. R. B.
lenha a bondade de declarar se se enlende com o
&r. Manoel Joaquim do Reso Brrelo.
^,a'""'1 Conralve* Barros declara que as ini-
ciaes M. J. R. B. nao se cnlei.dem com o|Sr. Ma-
noel Joaquim do Ileso Brrelo.
Aiieiiclo.
Na rui de Joao Fernandes Vieira, que vai da
Soledade para o Maiiguinbn n. Hl, continua-se
a curar morpbca radicalmente, anda oslando lio ul-
timo grao, erysipella, arislins, peritas inchada*, gln-
dulas ou lipomas, e dore* rbrumalicas.
ao publico.
J. Iluudcr com loja de alfaide ua ra Nova n.
)2, recommend.-se aos saaliare que quizerem pos '
suir obras, como calcas, cuteles, casacas, fie, fcitaa i
com perfeicao. Nesle eslabelecimeulo nao se encoo-
Irar obla de fabrica, smenle obra feila por cncoin-
menda, Je baito de inda a garanta, com toda a pr-'
Mella pns.ivel. e sempre do ansio e da ultima moda
da Europa. Ser igualmente muilo conveniente e
recnmuienJavd aquellas pessoas que moiam n'algu- '
ma distancia desta cidade, e que querein suas obras
felasrom brevidade, e no pra/.o marrado. Tamhem
encontra.se continuadamente no mesmo eslabeleci-
meulo panno e fazeudas pora qnalquer obra.
Pede se ao Sr. A. A. V., morador parlo Je
(ioianna.quc queira mandar resiiaUr uasleltras ven-
cidas em 1851, 1831 e IK.V> ; nao senil, justo que
S. S. conlrahiudn tae* dbitos para seu* arranjos, se
enlrecuc ao ndilTrenlisino e ao silencio, deitauJo
de responder as carias que a respailo se Ihe leni di-
rigidn ; c se lal nao li/.er lera de ver o seu nome por
etlenso nesla Tolda.
Rplalham-e os gneros da taberna da ra Jo I
Hospicio n. I, e v-ude-se a armaran e mais perlen- I
ees, tuJo muilo barato, para liquidar1).
I'ma pesso* in-lruida no joso Ja e-srima. ou
espada recta, -e offerece para dar lices em particu-
lar do referido joso: quem Ji> en pr.'-lim.....ipii-
zer ulilisar aiinuncie por esta folba e lambem pelo
Liberal.
A criada Chrislioa Maria. que veio de Luanda :
na escuna Cerca, cm companhia da Sra. 1). Maria
Rosa da Conceicao, relira-se para l.aauda no masmo |
navio.
Jn* Nones Je Oliveira cnmprnu cm hasta pu-
Mira a caa no becco do Circereiro n. III ; se alsuem
se jijear enm direilo a embararar a compra, cela- i
me o seu direilo.
-
Joauna Maria Monleiro, braseileira. retira-sel
para Angola rom sua lilba menor dnooie Rila.
Cunpaula peritaiunuca-
cana, vii'oo da Asscni-
bJa 10.
Avisa-se a quem perlencer cerca Je 500 arrobas de
vilele salvado du vapor|nMrquez > Olinda, vislo
pois nao se saber o seu consignatario, por se achar
manifestado a ordem, que n prazo para entrega do
mesmo vilele he de luje i a 7 do crrenle, depois
du que sera vendido para deduzr-se as despezas.
Fazeni-sc para sarrrdoles, balinas, samarras,
capas e brreles com loda peifeicao e presteza ; oa
ra Velha n. SI.
Aluga-se urna sala Vima alcova e um quarle
do priraeiro andar, do sobrado da ra da Cadeia do
Recife, n. 22, proprio para escriptorio ; a (ratar
na ra da Seuzala Velha n. 9fi : na mesma caa
onmpra-se uma retn ..;n.
O Sr. Henrique Kduardo da Costn
Gama, aleles do nono batalhao de ca-
radores, tein urna cuta na rita do Quei-
iii,iiI'i n. 2o.
LOTERA Di PROVINCIA.
Ama;-hila, 5 lio corren-
te, pelas 9 horas na-
itliaa, lie a extracc&o da
sciiiu ta parto da piimei-
ra lotera, a beneficio do
convento de N ssa Sen llo-
ra do Caiino.
Aloga-se um sitio bonito no caminli.i dos
All; los. entre o Manguind e a bocea do Espinhei-
ro, pcrlencenle au Illm. Sr. Francisco de Carvaiho
Paes de Andrade, c annde mora o Sr. Frederico Ro-
billiard, O sitio pusiue muilas e superiores laran-
geias, mangueiras, coqueiros, sapotiseiros, limoei-
ros, llores verduras, capim para 1 cavallo-, e tcm I
cacimbas com agoa boa. A casa tcm 3 salas grandes.
10 qaarlos, cozinha, seuzala para 20 prelns, estriba-
rla para (i cavallos. lelheiro com raanjadora para
11 yaccas ou cavallos, cocheira para V carros, re-
creio, ,'l quarlos para negros ele, A casa (oi nova-
mente concerlada.e pintada por o presente morador.
Na ine-ma casa acha-se mullos trastes dos melhores
uoslo, um bom carro para um na 2 cavallos, que le-
va 6 pessoas. uma Carrosa, orna boa vacra de leile
e muitas oulras cousas, |.ara vender, em cousequen-
cia da prxima retirada da familia que all mora.
Alluga-se um moleque proprio para copeirn de
qnalquer casa cstraugeira; quem pretender dirija-se
a ra Je S. Concillo n. 12
Miguel Jos da Motta, professor de
instruceao primaria, faz saber aos Srs,
pais de seusalumnos c a' quem mais con-
vier, que a sua actual residencia he na
ra de llortas, sobrado de um andar e
solao. n. 12, quasi defronte do becco de
San-Pedro. Oittrostm, que contina ad-
mittir pensionistas, semi-pensionistas e
externos, por uma mensalidade ra/.oavel.
Keciedejullio de 1856.
Quem precisar de uma criada livre,
que sabe engomtnar, coser e facer todo
o mais servico interno de uma casa com
muito asseio, dirija-se a rita do Trapiche
Novo n. (i, segundo andar, para obter
inlormacoes da rnesma ; prefere-se ca-
sa estrangeita, ou de bomem soltciro.
Da-se 1 tlOOSOOO a premio de um por cento ao
mez com firmas a conteni: na ra do (lueirnado n.
15 se dir quem he.
Precisa-se de uma ama pare rasa de bomem
solleiro, que coziobe c eugomme : na ra do Quei-
mado n. 15.
Oflercce-se um bomem d cr para criado de
qualquer rasa : quem precisar, dirija-se ra dos
Uou-'iiiiii... n. 5.
Fugio Ja casa do ahaixo sssigaade um cavallo
rue,u carda*. ; a pessoaque o liver appreheudido pode
mandar culresa lo uo aterro da Boa-Visla, sobrado
II...., segundo .ni lar.
l'reci-a-se cura nimia urgencia de uma mulhei
idosa, parda ua prela, para ama de uma rasa de hu-
raem solleiro sem familia : a fallar na roa Oireila,
sobrado de dous andares 0.137, confronte aooilao
de N. S. do Terco.
. AVISO.
Na dia 23 de junho do crrante, fugio de bordo
du brigue Mana Laziai o prelo crioulo, Mauoel,
de idade 24ta 25 anuos, pouco mais ou menos, e lem
os signaos seguidles : rosto comprido e descarnado,
cor fula, cabello cercilhado, olhos um pouco grandes
e amortecidos, beiros grossos, sendo o de cuna mais
grosso que encobre a fslta que lera de deules em ci-
ma, falla um pooco atrapalhado devido a falla de
denles, pouca barba e rala, c bigudes, lem na m9o
esquerda junto ao dedo mnimo uma especie de er-
vo -aludo, as nadegas un pouco empinadas, no an-
dar lem um geilo para o lado, cadeiras largas, cen-
tura lina, ps apalheladus e um pouco largos ; levou
caifa de algodau azul desboladu e camisa de algodao
nscado, chapeo de palba, lem ollicio de cozinheiro,
e cosluma embriagar-se ; Toi escravo do Sr. I!r. Je-
runjmo Vilella e do Sr. Ur. promolor de Olinda
i.iui-'iriu Fonseca, e ltimamente do Sr.Alberl Furs-
ler amon o abano asignado, seuhur do dito pre-
lo, gratifica generosamente a quem o apprdiender e
leva-lo em sua casa, no aterro da Boa-Visla n. 5\
segundo andar, ou no Recife, ra do Trapiche n. 1G,
a Anlooio de Almeida (ornes ; romo lambem pro-
desta contra qualquer pessoa qae o occullarem seu
loder ; assim cumu gratifica e paga todas as des-
pezas. Joaquim Lopes de Almeida.
THEATRO DE APOLLO.
A direccao do thealro Je Apollo cenvida aos se-
uhores accionlas para comparecerem no da 6 do
correnle, as 10 huras da manhaa, no salao do mesmo
llieatro, alim de se elfectuar a elci;9o da nova mesa
que lem de regeros Irabalhos de 1856 a 1857, e pe-
de encarecidamente aos me-mos senliorcs accionistas,
que naodeixem de comparecer, para que de novo se
nao d a irregularidadc de se nao rffecluar a eleicao
como acontecen o anuo passado, por falla de lolal
comparecimento. Recife 2 de julho de 1851).An-
louio Alves Barbosa, >ice-presidenle.
Anlonio da Silva usmao vai a Kuropa tratar
de soa saude, levando em sua compauhia seu filho
Maximino da Silva (iusraac.
Antonio Candido da Silva avisa ao respeilavel
publico, que por haver outro de igual nome, assig-
nar-se-ha de buje em diente pur Antonio Candido
Guimaraes da Silva.
I'rccisa-se alugar um primeiro ou segundo an-
dar em orna daspnucipaes ras desta cidade, prefe-
rinJu-se no bairro de Santo Antonio ou S. Jos ;
ua ra da Cadeia do Recife, loja n. .50.
Jos Antonio de Souza Queiroz declara pelo
prsenle annuncio, que seu escravo crioulo, de no-
me l.uiz esla forro desde o dia 28 de junho de IH56-
Francisco Rolelho de Andrade lem juslo e con-
tratado vender ao Sr. Anlouio do Bego Medeiros a
sua taberna sita na ra da Aurora junto a I .indican,
tirando u passivo do mesmo eslabelecimeulo a ca'rgo
do vendedor.
Do engcoho Caluanda, fregnezia da l.uz, fugi-
ram au araauhecer do dia 30 do prximo passndu
mez, 3 escravos, 2 dos quaes sao cabras, e o oulro da
Coala, um dos cabras de nome Antonio, he baiio,
representa ter 20 e tanto, annos, olhos gafados, os
dedos dos ps ruidos procedido de bichos, cicatrizes
bastantemente senciveis em um dns hombros, procu-
rando abaixo do braco, proveniente de queimaduras
de fugo ; o oulro de nome Gonzalo, mais alto, pes
grandes com excesso e cheio de marcas de birhos.cnm
as cosas cicatrizadas de chicle ; e o da Cuta che-
ma-se Ricardo, bailo, corpa re I irra !,., bem prelo,
levan.lo no pescuru um gaucho de ferro com coleira,
posta em razio Je muilas fgidas; rerommenda-se
a captura de dilos escravo- a todas as auloridades po-
liciaes, bem como aos campias que inleressarem
obter um bom liaiiho, por quanto paar-se-ha gene-
rosamente i quem os appri hender e levar ao Jilo
engenho, ou nesle praca a Jezuino Carneiro de Al-
buquerque, uo becco da l.ingocla.
I'recisa-se de uma ama para rozinbar e en-
enmmar para pequea familia ; na rua da Crol n.
31, secundo andar.
Setla-feira i do correnle, vao a praca, depois
di audiencia do ilr. juiz de orphaos, os slensilios
da padaria da Iravessa Jos Remedio*, peuhorados a
Jo.lo Alves de Moura, he a ultima prac,e.
I'rccisa-se de um caiveirn par padaria, ede
om feilor que cnlciida dejardim : na ruanas Cm-
zes n. 31).
Na relinarao da rua da Concordia n. i, preci-
sa-se de trabalhadores ; quem pretender, Jirija-se
a casa cima, ou a rua estrella do Rosario n. 23.
Precisa-se de uma ama |uesaiba 00-
/.inbar, lavar e engommat, para o set vi-
co interno de urna casa : na rua Nova n .
2'i, sobrado da boneca.
Ensinam-se negrinhas gralailament* a coser,
bordar e fazer labyrinlhu, Jando os seus senliorcs o
sustento ; nu rua da Pal, amigamente ma do Canno
0.38.
alafEI se a loja do sobrado de 3 andares na rua Ja
Cadeia Je Santo Antonio, esquina do becco do (>u-
vidor : a tratar rom l.uiz (ornea Ferreira, no Mon-
de.....
LOTERA da proyihcia,
Aos 5:000.s- e 2:000*000.
Sabbado ."i do frrente, andam a* ro-
das da segunda parte da primeira lut-
ria de Notta Sonora do Carmo ; anda
resin.n algn bilbetes, tneios e quartos
rubricados |>elo abaivo assignado. aos
preros abai\o declarados, as lujas da
praca da Independencia ns. 13, 15. c
10, Iravessa do Queimado n. ."iA, rua
estreita do Rosario n. O, rua da Piaia
n. O, rua do Livramento n. 34, largo
do Terrn. 18. aten-oda Boa-Viata ns.
)8 e Vi, sendo que os qne obtiverem
torta grandes, o possuidor recebera' nao
sseu |it i-mi na confotinidade da lei,
mas lambem os 8 por cento.
Bilhete inteiro 5fM0 recebe 5:000OINI
Meto bilhete 3000 2:500OOO
Quarto l|500 1:230jr000
O (lutelista,
A. .1. IL de Souza Jnior.
No aterro da Hoa-Vitta, segundo an-
dar do sobrado n. 6, precisarte- de urna
ama que saiba cozinhai eengotntnar.
Precisa-se de uma ama qae seiba cotinhar a
enguramar, e que faca o servir., interno de uma casa
de pooca familia, sera meninos ; qoem qatrer e es-
liver nest.is circumstancias, dirjate a rua do Rosa-
rio da Boa-Visla, sobrado de doos andares o. ,'3, no
segundu andar, que achara com quem tratar.
Joo Praeger, tendo tratado a com-
pra do inventario do armazem perlen-
cente ao Sr. Pedro Muller. silo na rua
da Cruz n. 11, faz isto publico alim de
que qualquer pessoa que traer direilo ao
mesmo, se aprsente no pra/.o de tres
dias, sob pena de perder qualquer di-
teito que traer a elle. Recite 4 de iulho
de 183C.
Billietes das loteras.
Bilhete da lotera que esla" a coriei :
na Soledade. defronteda igreja, taberna.
Ahigam-se as Injas do becco de Apollo : a*
rua do Colleaio o. 21, primeiro oa segundo andar-
Aluga-se uma cocheira na rua da praia do Cal-
deireiro : quem a pretender dirija-se a roa de Noc-
las n. 1 itl, ou ao escriptorio da rna do Collegio n.17.
Precisa-se de um caiseiro para liberna, com
pratica ou sem ella, e qae de fiador a sua cbndurta :
a tratar na Soledade, junio as Eradas do palacio do
hispo, taberna.
Emilia Ramonda relira-se para a Kuropa.
Na roa do Arago n. 3, precisa-se de oaaa pre-
la para veuder doce, e que as horas vagas sa oceupe
em algum servico do mesmo trafico : a qoem caw-
vier dirija-se a mesma casa, ou annuncie.
Um moc,o solleiro, morador oa rua de Domin-
gos Pires n. :t."i, deseja achar orna ama qna queira
iurumbir-fc do governo de sua casa, preferiado
branca.
Aluga-se orna pequea padaria nos saberme
desta cidade ; quera e pretender dirije-se a roa do
Vicario o. 23 A.
A direccAo da projeclada compauhia para es-
tabelecimeulo de uma fabrica de fiar e lerer alce-
dio, convida ans senhores accionistas a comparece-
rem as 11 horas do dia t de julbo proiimo oo Banco
de l'ernnmbuco, alim de lhes ser comrounicada eb-
jeclo de importancia. Recife 30 de juid da Iflti.
Precisa-se de om sitio por arreadamente, sen
do aquelle nos losares da estrada de Joao de Barra*
alo Belem ; trata-se no paleo do Terco a. II.
Trocarte por dinheiro uma imagetn
do Senl or dos Passos, c nao se ollia a
preco se for muito perfeita c nao muilo
pequea : na praca di Independencia
ns. e 8, se dir' quem quer.
O abaiio as-icuado pede ao senhordn engeuh
Morojo, que aiinunrion un Diario de l'eruambu...
n. 138, achar-se era seu poder urna escrava de non
Joaquina, a qual foi remedida por emano Je oi-
inniiilia, que no ra-o que dila escrava lenha es sis
naes segointes: chama-ae Joaquina, de nata*, idade
10 anno, pouco mais ou menos, aecca, alta, resto
Jesearnado, falla de denles na frente, persas ar-
queadas, e usa muilo de um cachimbo ; regida des-
de o dia 13 de fevereiro do presente anuo em eom-
|. iiiln,, de um soldado do dcimo halalhM de inten-
tar.a por nome Manoel Joaquim da Silva, qae se
acha desertor, que, acudo lenha oa signaes mencio-
nados, pode reiueller ao mesmo abaiio assignado,
que he sen senhor. ua rua da (iloria na Boa-Vista,
caa n. !), que satisfar todas as despeas.
Manuel Ferreira Chavas.
Lotera
do convento le Nussa Se-
iillora lo Carino.
Aos 5:000o1 e 2:OOOsOOO
Corre indubitavelmente sabbado 5 de
julho de 1856.
Saltutiano de Aqnino Ferreira
avisa que vendeu osscguinlet premios da
segunda parte da primeira lotera do
Snior Bom-Jesus da Via-Sacra, extra-
liida a 28 de junho.
1 bilhete n. bit .'.(Ml.sOOO
2 ii ii-i os .1 I SiS KIO/jOOO
1 bilhete << 72C MfMf
2 meios -. 1952 50*000
lem c\posto a venda seus muito feliu-s
bilhete, meios e quartos da 2- parle da
[irimeira loteria do convento de N. S. do
Carreo, na rua da Cadeia do Hecife n
15, loja de mii(]r/.;is de Jote Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. 57 e 59, loja de calcado de
Antonio Augusto dot Santos Porto, na
mesma praca loja de bilhetet n. i, da
viuva Bastos, e as demais ja* condecidas
do respcitavel publico.
Bilbetes 5*800 recebe por inteiro 5:000*
Meios SfOtM r 2:500/.
Quarto* 1*500 .. 1:250*
Os dous premios glandes da referi-
da lotei ia do Carmo. nao estao sujeito
acs 8 por cento do imposto geral, tra-
zendo elle*a rubticadeS. d*A. Ferreira.
Pernambuco I- de julho de 1856.Stt-
lustiano de Aqnino Ferreira.
Alusa-se urna ur.mde raa terrea com siiio na
rua da Suledade ; a tratar no Manguinho, sitio da
lierculano Alves da Silva.
O abaiio assignado parliripa ao respeilavel po-
bl'co, que dem.o de ser raiieiro do Sr. Franciace
Jos (jerman, e aproveila a orcasian para agrade-
cer ao mesmo senhor a delicadeza com qae o trln
durante .. lempo que Ihe servio romo caiatre. *le-
cire I.- de julbo de WBL 1.. I. Silva l'inwnlel.
Precisa-se de uma ama'que saiba n./inhar e
fazer lodo o mais servico n. Mi, secundo andar.
Ailt iicao.
I'recisi-sedc om feilor para enienlio, i.ih tanto
que lenha pratica e dr liadnr ou ronhecimenlo de
sua conducta : a tratar no armazem n. :0 da rua de
Brum.
Marrnilica casa a' vender,
lie a da praca da Koa-Yila, do fallecido N. dault: ns prelendeules fallem ao consol franrez, oa
a Mr. Ilelourhe, na roa .Nova.
Aos devedores de X. Cndault.
De novo se lhe avia que veubam pagar seos d-
bitos na loja da rua Kovo, afim de evitarem a pul.li-
cacao de srus nuines por esle nDiario, vilo qae
tendo-se de faz(*r as parlittias das dividas, te hide
publicar com espcilrar.iu de mues e quanlias dos
Ji'\ed..re> a di-uj.uir.io lespeciiva entre os herdei-
ros. lie aviso para que se na chamem a eogane,
tanto mais quoilo ole dbil..- ridiculos e de muilo
tempo.
I'recisa-se de|um holeeiro, que saiba tratar
Je cavallos, e de um feilor que enlenda de planla-
rao de capim e horla, quera se achar apto para isse
l>ode se presentar no consulado frenen oae
das otis das II) horas da manhaa. ate a :i da larde
para ajoslar oo caso de convir.
Precisa-se de uma lavadeira de var-
rela, dando eonluviuiento de sua apaci-
dade : na rua Duviln n. 911.
-- -.-



DIARIO *E PllUiBBQ SEXTA FUR* i JULHO II 186
? PEORAS PRECIOSAS- ;_
?
Aderezo de brilhautcs, *
Jj diamntese perolas,pul- ...
? cetras, aluceles, briacoi
? e rojetas, boles e aunis *
5 do dilTereiites gostos e de t
? diversas pedral de valor. :*:
? .
? a
$ Compran*, venden) on *
trocan) prala, ouro, bri- '
flhantes.diamanlesepiro- v
las, e oulra, quaesqoer *
^ joias de valor, a dioheiro
? ol por obras. %.'
I0REIRA k DORTE.
LU l)t WiW\K
Ra do Cabuga' i
fiet'.ciit'm |>or
dos os vsi j>;rt'Siia
7.
lo-
Ea-
*** .'** n%93Bajfi,ci*a---v',-ev;*'
OURO EIMIATA-
Adrenos completos de
ouro, meiosditus, puleci- '.-
ras, alfioeles, brincos e
rozelas, conloes, trance-
] lins, inedalhas, correles .
e pnfciles para rcloiiiu, c *
oulros minios objeclos de
, ouro. +
Apparelhos completos, .?.
ropa usobniH *U mais ; e.i,ra,a-p '..>"-'
1 <>; dejas, salvas, casli^aes, .,.
Mi'KlcriH' 'OKlo, t-ill- geoihereedseopaedeelM, I
^ i e muilos oulrus olijeclos J
to di rranoi ruruo aenruU-
deLisbo;., asquaes se venciera, por
pre$o coiiimodo como costuiuain.
Massa adaman-
lina.
Francisco l'inlo Ozurio cliumlia lenles rom a ver-
dadeira mmss.i adamantina e applica ventosas pela
atrcelo do ar : pode sor procurado confronte ao
llosarin de Santo Antonio o. 2.
O. abaixo assignados, coni luja de oorives na ra
do Cabuga n. 11, confronte a pateo da matriz e ra
Nova, fazeni publico, que estilo recebendo continua-
damente as mais modernas obra de onro, tanto para
enlioras como tiara homens e meninas ; os precos
continuam razoaveis, e pasan.! ni coutas com res-
ponsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
I i ou is quilates, (icandn assim snjeitos os mesmos
por qualquer duvida.Seraphim & Irmao.
ESTRADA DE FERRO
do Recife ao S. Francisco.
Os directores da companliia da estrada
de ierro do Recite ao San-Francisco, tem
leito a chamada da segunda prestaeo de
vinas libras esterlinas sobre cada aceito na
ditacompanhia, a qual deve ser paga ate
o dia 7 de jullio de 1856: no Rio de Ja-
neiro, em casa dos Sis. Mana' Me. Gre-
jor&C.,; na Babia, em casa dos Srs. S.
JJavenportA C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista
que nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
reito as accfies, sobre as quaes o dito pa-
gamento nao ti ver sido eilectuado, e em
todo caso tera' de pagar juros pelo tempo
que decorrer entre o dia indicado para o
pagamento e a sua realisarao. Recifc 14
de maio de 1856.Por ordena dos d rec-
ores.S. P. Vereker, thesoureiro.
Companhia da
estrada de ferro
l'elo presente se communica aos senliores accio-
nistas da Compaabia da Estrada de Ferro, que por
occasiAo de receberem sua* acedes devcrAo apresen-
tar-se por si ou por seus bastantes procuradores,
para o fin de se assisoarem no compeleole livro da
insrnpco, de accordo com os pedidos que fizeram
das acres. Recife 20 de junho de 186. Por or-
den) da directora, S. P. Vereker, thesoureiro.
Companhia da
estrada de ferro
TRANSFERENCIAS.
O senliores accionistas que quizerem Iransferir
suas acres, devero diri&ir-se ao escriptorio da com-
p.iuhia, para o lim de obterem o e\emplar da forma
adoptada para as transferencias, e pagarem os emo-
lumentos respectivos na importancia de 19120. E no
inesmo escriptorio, ra do Crespo n. 2, em lodos os
dias uteisdas 10 horas da manliaa aa 2 da larde, po-
derAo obler do Sr. major Vereker, thesoureiro da
companhia, lodos os esclarecimenlos He que necessi-
larein relativamente aos neuoeios da sobredila eum-
panhia. Recife 20 de junho de 1856. Por ordein
do Sr. majur thesoureiro,
Joaquim Marinhn Cavalcanli de Albaquerque.
PUBLICAQAO' L1TTERAR1A.
Repertorio juridico;
Esta pulilicaro ser sem duvida de ulilirlxie a?s
principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
do foro, pois uella encontraran por nrdem alphabe-
lica as principaes e mais frcqurnles oceurrencias ci-
vis.'orphanologicas, corumerciaes eecelesiaslicasdo
nosso foro, com as remisses das ordenaroes, leis,
aviso- c recula mi -utos por que se rege o" Brasil, e
bem assim resolurOes do Pra vistas amigos e moder-
nos em que se firinam. Coolm semejantemente
asdecisesdas^uesies sobre sizas, sellos, velhose
novo direitos e decimas, sen) o trabalho de recorrer
i colleccao de nossas leis e avisos nvulsos. Consta-
r dedous volume- cni oilavn, grande francez, eo
primeiro sabio luz est venda por Sj Da loja de
livrosn. 6 e 8 la praca da Independencia. Os se-
nliores subscriptores desla publicado existentes em
Pernambuco, poden) pmrurar o primeiro volume
na loja de livros acuna mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Brilo, praca da
Consliluirao; no M iranhn, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. Jo-
ec de Oliveira.
Nn loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de
S. Jos, lava-se e eusnmma-se com muila perfeirito
eaceio, e com a rsaior brevidade possivel.
Precisa-se para um estrar.geiro lim
sitio petpieno perto da piara ou urna casa
terrea com quintal e cacimba na fregue-
zia da Boa-Vista : a tratar na ra do Tor-
res n. 58, segundo andar.
Queijos do Serid
De novamenle se avisa a lodos os fiegaezes, que
se receberam os verdadeiros queijos do Serid, no
deposito das bichas, ra eslreila do Rosario n. 11.
O-se almoco, janlar e ceia com aepio e prom-
plid.io, por preco coinmodo ; quem pretender diri-
ja-se ae paleo da Ribeira n. 15.
Faz-te publico que os heideiros do
allecido Joao Barbosa Cordeiro nao po-
dem veuderaesciava dekada pelo ines-
mo, setn que pagitem dous quarteia de
aluguel da casa onde moran o inesmo fal-
lecido, no importe deis. 964500.
Um engenheiro arcliitecto oll'erece-
se para c\ecucfto de plantas e orcamen-
tos de qualquer obra, e tambem para di-
rigir a execucSo das meunat: quem pre-
cisar de seu presumo ditija-se a livraria
da prara da Independencia, que obtera'
maior iaformacSo.
Precisa-se, para a celebrarn da missa en) urna
capella particular, de um calix em neta uso com
patena e rolheriiiba : quem liver e quizer Iroca-lo,
dirija-se ao largo da matriz de Santo-Aotonio, so-
brado de um andar u. 2.
Arreuda-se ou Iroca-se por casa tiesta prara,
um sitio no lugardo Luoa; a fallar na roa Aleos-
la na casa de Antonio Nobre de Almeida, que ah
achara com quem tratar ou annuiicie.
Precisa-se de prelos para venderem azeile de
carrapalo as lardes, pagando-se a vendasen) : quem
os liver dirija-se a ra do Bium pateando o chaTa-
riz primeira casa que leni um sotan encarnado pela
retaguarda, para se Iralar do ajuslf.
Precisa-se de ofliciaes de alfaiale de obras
glandes c miudas ; na iuaNova n. 00.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava, que
saiba rozinhar, engommar e roser, para o setviro
interno de urna casa de pequea fsmih.i : na prara
da ludepeudencia ns. Si e 3'J.
Aviso.
NO CONSULTORIO HOMO
PATHICO.
Ra das Gruzes n. 28
f Contiuua-se a vender os mais acreditados
k medicamentos dos Srs. Castellan e Weber,
em tinturas e em glbulos, carteiras de to-
dos os lainanhosmuilo em conta.
> Tubos avulsos a JOO, 800 e 1JW00.
1 on^a de tintura......j-nuo
^ Tubos e frascos va/.ios, rollias de corlica
k para tubos, e ludo quanto lie necessario pa-
fr o uso da homueopatliia.
Sao convidados todos os senliores devedores casa
fallida de Antonio Augusto de Carvalho Mariuho,
que leve loja de lazendas na pracinha do Qaeiinado
desla cidade do Recife, afim de se dirigirem ao abai-
xo assignadn, no alerro da Boa-Vista n. II, para
amigavelroenle saldarem seos dbitos, isto com a
maior presteza que Mies for possivel, pois promet-
i ter toda allenr.io com os que forem m.is promp-
los em seos pagamentos, em razio de estar compe-
tentemente habilitado a fazer esta liqnidacao.
Joaquim Jos Dias Pereira.
Os Sis. devedores da casa fallida do
Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
le; na ra do Queiinadon. 10, afim de
ainigavelmente saldarem seus dbitos.
ap Ue]K)sito de vinho de champag- ':';
t& ne Cbateau-Ayx, primeira <|ua- @|
i',J hdade, de propriedade do conde $$
tf de Mareuil.rua da Cruz do Reciten. @!
9 0: este vinho.oinellior detodaa g
A Champagne, vende-se a 56s cada @;
f$ cai\a ; aclia-se nicamente em ca- i%\
g sa de L. Leconte Feron & C. N. ('
RAs cai\as sao marcadas a lo- {
@ goConde de Mareuile os rotu- (__
{'.': los las garrafas sao azues. -i-
li.8truo$ao moral e reli-
Esta compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para inslrucc,ao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvac,o a 19600 rs., passa a ser
vendido% 19000: na livraria ns. 6 e 8, da prara
ila Independencia.
S J. JASE, DENTISTA, 2
H continua a residir na ra Nova u. 19, primei- ej) ro andar.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamenlar crianc^as
na casa dos eiposlos, a pes'oa que a isso se qgeira
dedicar leudo as hahililaresiiecessarias : dirija-se
a mesina no Paleo do Paraizo que ah achara com
quem tratar.
ARRENDAMIENTO.
Aleja e armazem da casa n. 50 da ra da Cadeia
po Recife junio ao arco da Conceieo, acha-sc desoc-
cupada.e arrenda-se para qualquer eslahelecimenlo
ero ponto grande, para o qual tero commodos sufli-
cienles : os prelendenles enlender-se-hao com JoAo
Nepomoceno Barroso, DO segundo andar da casa n.
j~, na mesma ra.
&0*apr&$.
Compra-se toda e qualquer porcio
de prata velba de le sem fetio : quem
ttver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leudes.
Compra-se um escravo de meia idade para o
serviro do campo ; ra do Hospicio n. 21,
Na roa Oireita a. 56, segundo an-
dar, compra-se una escrava moca com
habilidades.
Quem liver para vender algum escravo bom
carapina e moco, dirija-se a ra Nova n. 53, sobrado
de um andar, que achara com quem tralar a venda.
Compram-se estacas d'embiriba de 25 a 30 pal-
mos: a tratar na ra bireila n. 72.
Sendas.


Na taberna das Cinco Portas, sita
na i ua Augusta, que foi de Victorino Jo-
s Correa de Sa', e boje de C3T JOA-
QUIM PEREIRA 1)A COSTA LARAN-
CiKIHA^'. vende-se toda a qualidade
de gneros por preco menores do que
em outra qualquer parle, < a contento
dos freguezes.
Vende se a taberna sila no principio do Corre-
dor do Bispo, moila afreuuezada para a Ierra, e mili-
to propria para prinripianlc por ler poucos fundos,
nn inesmo para oulra qualquer pessoa, qne lenlia
familia, porque a casa lem grandes commodos para
i*.o : quero pretender dirija-se a mesma para tratar,
que se fara lodon nesocio.
Vende-so muilo barato por estar doenle. nm
escravo crioulo, de meia idade: no pateo do Terco
n. 10.
Vende-se nm boi moito bom de carrnea e de
cang-lha, crioulo, muilo gordo e novo, e bem co-
nhecido, e tambero cabras muilo boas de leite e ja
cnslnmadas a criar meninos, paridas de agora, ludo
nosilio do Chora-Menino, achara com quem Iralar.
Vende-se um srmario e um balco peqneno,
por qnalqoer preco : na ra Nova n. 52, loja.
Vendem-se os verdadeiros charutos
Varetase de S. Flix, em cai\as de 50
na ra do Qncimado. loja de erragens
n. 15.
Bixas de Hair.-
burgo.
A 20J000 rs. o cento.
Na k.j.i de barbeiro da ra eslreila do Rosario n,
2, vende-se hi\ s rtp Hamburgo chegadas pelo va-
por, ^a 208000 rs. cada cenlo ealugam-se por muilo
barato preso.
AzcMle
i*-
lUHinuiia j)
rifir ido, pa
r.i aiideiros.
Continua-se a vender a preco razoa-
vel, porcanada e em garrafa : na fabri-
ca da na dos (uararapes n. 50, em Fo-
ra de Portas.
Vende-se urna escrava de meia iilsde por com-
modo preco, e ao comprador se dir o motivo por
que se vende : na roa da Praia n. 43, primeiro an-
dar.
I
FALITOS E CAMISAS FIA-2
Vende -se palitos Trancezes de brim de
11 n lio a 3.5OOO, ditos de alpaca prelo< ede
cores a 7 e 85, ditos de panuo fino pretos
e de cores a 16 e 205, camisas francezas
brancas e pintadas a 2i, 28 e 325 a duza,
aberturas de linho a 6| a duzia, colariulios
de linho a ~ ,< duzia, sendo ludo da ultima
moda : na ra Nova luja n. 4.
Vende-se salitre refinado da melhor
qualidade, que ha, a 9$ a arroba : no
escriploiio da ra das Larangeiras n. 14.
Na loja de ferragens da ra Nova n.
55 vende-se salitre refinado de prime ra
qualidade a 9,S a arroba.
Vendem-se toneis, pipas e qttartolas
para distil irHo, as qoaes foram de azeile de peiie e
depois, de aguata, arqueadas de boos arcos de fer-
ro, proprias para depsitos, e garapas de dislilacao :
a tratar com Joaquim Lopes de Almeida, ou com
Antonio de Almeida domes, ra do Trapiche n. Iti
segundo andar.
Barato.
Defronte da igreja da Soledade, t-s-
quina de Joao de Ranos, as tabernas
de Francisco Jos F. Pires, vendem-se
gneros muito novo? e superiores, como
sejam: carne e lngoicas do serbio e do
reino, (lueijos muito novos, manteiga in-
gleza e francesa de vario precos, banha
de poico, vinho de Cele, Lisboa, Figuei-
ra, Porto, de superior <|italidade, cha'
hvsson de primeira e segunda qualidade,
di lo prelo, herva mate, passas, bolachi-
nhas inglezas e araruta doce, biscoiti-
nhos, massas, spermacete, charutos finos
e baixos, saccas com milito e farinha, e
muitos mais gneros de bom gosto, lu-
do por barato preco, por seu dono se
querer afreguezar.
Vende-se um rico piano de armario, todo de
Jacaranda, n mais moderno,c com ezcellenles vozes ;
oa ra da Paz, amigamente ra do Canno n. 3K.r
SUPERIORES CHARUTOS S. FEI.1X.
Responde pela sua qualidade.
Caixas de 200.
Os mais superiores charuios de S. Feliz, lem para
vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu es-
criplorio, na da Cruz n. I. Rivalisam em qualida-
de, aos superioresAranas.
Superior farinha de S. Matheus.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo tem para ven-
der superior farinha de S. Matheus; a tratar no seu
escriptorio, ra da Cruz n. 1.
At te 11 ya o.
Vende-se orna porro de rcil c lautas canaiUs de
azeile de carrapalo em muito bous cascos; assim co-
mo pipas, metas dilas e liarris muito bons para inel
ou azeile. e por preco commodo : a Iralar no arma-
zem n. 20 da ra do llrum.
Vende-se um preto crioulo de 30 auno para
algum engenbo, cu para tora di provincia : na ra
DireiU n. (it>.
O
obtltores ele ;ii> t uto esuui'oa como bran-
(*i s.
Veniim-se cobertores escuros preprios para escra-
vos, pelo preco de N00 rs. rada um, ililoa brancos a
720, dilos de 2 pellos e grandes a ISflOO : na ra do
Crespo, loja n. (i.
AVIViW m BOAS QUALl;
dadts lie muito barato.
VenJe-se papel de peso e almieo o melhor que
pode liaver ueste genero a 3, i, 5 e li^OOtl a resina,
papel paquete inulto lino e .e muilo boa qualiilade:
propriaineute para se escre\er por vapores para a
Europa em cousequeiicia de nao so pagar grandes
portes de cartas, em resmas, meias resinas, quarlos
de resma, ou mesmo em quademosa 80 rs., papel de
linhu mu .adcHmenle alinaco e propiio para carlo-
rio a 4S rs. a resma, verdadeiras peonas de ac de
bico de kiue.i conhecidas peUs inelhores que !ia a
(9200 a calimba com 12 duzias, Ollas sem ser de bi-
co de lanca, mas lainbem muilo boas a tifl a caixi-
nha com 12dozias, doxia de 1. i> i miiilissimo linos a
320, 400 e 501) rs., ditos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes muito linos e de todas qualidides
e pieros, liula ngleza muito boa c Lacia : ni ra
do Queiinado, loja de roiudi-zas da boa fama n. 33.
SSantosCoelhoS
: :-
2 Ra do Que'mado n. 19. W
Tem um coniplelu sorlimcnto de chitas '--.'
^s; francezas miudinhas, pelo baralissimo prc- *^-
'jL ro de 280 rs. o covado, dilas escuras de ;!
SE lindos desenhos, a 200 rs. o covado, esleirs y'
SP3 da Iodia a 2?800. 9
Vende-se o muito superior baca-
lha'o de escama a 1 gOOO rs. por barri-
ca : no caes da Allandega armazem de
Paula Lopes.
Vende-se um cabriole: c um soberlin cavallo:
quem quizei compra-lo aiiMimi.
AO PLBLICO.
No armazem de fazendas baratas, ra do m
Collegio n. 2, $
vende-se um completo soriiawnto de fa- ^
zendas finas e grossas, por mais barato M
preco? do que em oulra qualquer parte, "*
tanto cm pori;es como a rctalho, affian- ?
cando-se aos compradores um s pre^o 3
para lodos: este estabeleciment abrio-se S
de combina^ao com a maior parte das ca- ||
sas commerciaes inglezas, francezas, alie- |
maos e suissas, para vender fazendas mais J
em conta do que se tem vendido, e por isto
oflerecem elle maiores vaniagens do que
outro qualquor; o propietario deste im-
portante eslabelecimento convida todos
^ os seus patricios, e ao publico em peral,
| para que venham (a bem dos seus inte-
S resses) comprar fazendas baratas: no ar-
B mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
3$ ionio Luiz dos Santos & Rolim.
BICHAS DE lIABtRliO
A 16,000 rs ocento
O deposilo das bichas de Hamburgo, ra eslreila
do Rosario n. II, tornnu a receber nova remessa de
bichas de Hamburgo pelo \apo- inglez iiAvoni), c,ue
passnu para o sul ; vendem-se a lli o ceolo, e lu-
gam-se a 320 as grandes, e 200 rs. a menores.
Vende-se a taberna da ra Direila n. 27, mui-
lo afreguezada para o mallo e para a Ierra : quem
pretender dirija-se a mesma. Tambem se vende na
mesma doce de guiaba emcaiioesde 11 e 12 libras a
19900, em arroba I.JOOO, manteiga ngleza 800 r. a
libra, dita a 720, vinho a 580 e 100 rs. a garrafa, fa-
vas viudas da llha de S. Miguel a 500 a cuia, peine
chamado rherno a 200 rs. a libra, e oulros muilos
seeros, que se vebdeao por molla barato preco
para acabar.
Vendem-se 4 harris com carne de salpreso pro-
pria para ranchos de navios, a saccas e farinha de mandioca, por menos preco do
que em mitra qualquer parte : na Iravessa do Arse-
nal de Guerra n. 1 A. e n. 11.
Vestidos a 2#000.
Vendein-sc enres de vestido de chita larga fran-
ceza, pelo baralo preco de 25O0Ocada corte : Da loja
de 4 portas, na ra do Oueimado n. 10.
Chita larga a -200 rs. o covado.
Chitas francezas larcas a 200 rs. o covado : ven-
dem-se na loja de I norias, na ra do Queimadn
n. 10.

N. 19,
I RA DO QUEMADO.
-. Ncmiem-se corles ue casemira de lia di
.1. 1*. Vogelev lem a honra de avisar ao respeila-
vel publico, que no sen eslahelecimenlo na ra No-
va n. 27, esquina da Cambna do Carmo, encontram-
so os ni ns ricos e melhores piauos que tem apparc-
cido nesle mercado, do forma de armario, de supe-
riores vozes, conslrocrao solida, do costo mais mo-
derno possivel, sendo elle, lodos feilos por encom-
nii'ii !.i, c nao viudos em commissao, e assim apro-
priados piara e-le clima, dos mais acrediladus fabri-
cantes de Europa, os qoaes elle vende garantidos.
O eslabelecimenlo eil aberto at as 8 horas da noi-
te para a commodidade das familias que quizerem
ver e eiperimenlar os instrumentos.
- Precisase de ofliciaes d'alfaiale de obra miu-
da ; na ra Nova, n. 4!, paga-se a 19600 rs.
rada ralea de casemira.
Venden) se cadeiras americanas com asscnlo
de palha, de muito boa qualidade, lauto em duzias
como cm meias duzias ; ua ra do Trapiche n. 8.
' .Metal unarell) para lorro.
fg Cabos da Russia e de Hanilha.
9 Lonas, brinzSo e brim de vela.
Pi\e da Suecia.
-. Cemento amatello.
0 Vinho de Champagne e do Kheno.
l? Agurdenle de Franca.
-.;, Pianos de armario de modelos no-
vos.
Armainen to de todas as (malida
f des. '
%? Alvaiadefino em p, oca e tintas
j em oleo.
Pedias de marmorc para mesas c O
?;? COnsolos. j
&S Papel de peso nelez. fu
',J Chicles para carros. y-.
SU Ferro embarra, verguinhae chapa. ^
9 Couros de lustre. S
ijfi Vendem-se no armazem de C. J. Si
9 Astlev 6C. S
Q0oo<}O:.^>oQm%ftmt
Vende-se urna mulalinhade idade de II n-
imos : na ra de Agoas-vcrdes ti. Iti.
Vende-se urna porrao de madeiras, mao Ira-
vessa- i de qualidade. de 32 a 50 palmos : a Iralar
com Francisco Custodio de Sampaio, roa da Ca-
deia do Kecife, loja de ferracens n. SG.
Vendeir.-se iuguas do sertAo muilo frescaes;
na taberna da quina da ra dos Marl%ris u. 'M.
Vendem-se pecas de madapolo largo com
pequeo loque de avaria a 3^01') rs. : na ra do
Queimadn n- 5.
Vende-se um bonitu esrravo, eriouln, com
oflicio de sa|ialeiro : a tralar na roa Direila, so-
brado n. 45.
Vende-se urna negra moca e com habilida-
des, cozinha bem, lava e vende ua ra : na ra
larga do Kosariu n. 22, segundo Mudar.
., muilo bonitos gostos. pelo baralissimo preco *;
-.. de 13 e 49500.
i99V/v9@ &@^f 991
Fazendas por milito me-
nos de 4 portas
do
na ra
Qoeimado n. 10.
Km-ihii tiesta loja as fazendas da loja d, ra do
Crespo, que foram arrematada,, as quaes se conti-
nalo a vender por muilo menos do seu valor, como
seja :
Madapolo enlre-iiio, peca S9800 e
Dilo muilo superior de jarda
Algodflo de 20 jardas, peca
Dito bom
Dilo americano
Chita, ordinarias, pee
Dilas decores ti\as 59500 e
Di(?s pira robera
Cassas de quadrns
rialilha de linho de Jvaras
l.aa de dilo minio superior
Cambraia lisa
Dita muito lina
Brelauha de linho liua, 6 varas
Corles de ralea de casemira de cores 3>i00 C
liilos de dita preta boa ."oJOO e
Selioi prelo superior 2>500 e

aba o preto
3?000
OStlO
19930
29IOU
33000
(9000
6900 i
69500
ISliOO
!l.?O0O
I33'JI0
2J500
1.3000
2.-S011
43IKK)
69OOO
3>0IK)
llrim de qnadros de puro linho, lino, u covado 2(KI
Itrim de linho Iranrado, de cores, vara bO
Dito hranco superior, vara 1.3200
Panno prelo e de cores, o covado 33OU0 e f.iHO
l'eitos de linho para camisa 640
Macos de meias croas 19920
Dilos de ditas boas 39000
Ditos o niel- lino possivel 49000
Merino prelo largo, o covado 1-3-iOO
Corte, de vestido de seda 203OOO
Cassas de cores, vara 32|)
Chilas surtidas de cores, o covado ItiO
Chales de merino de cores S000
Cortes de cassa chita I3HOO
Dilos de dila com barra I3KOO
Chita larga fraureza, o covado 220
l.aa ilequadros de cores para vestido, u covado 500
Alpaca de seda de cores para dito 32
Meias linas para spilmra, duzia 33500
Dilas de seda, o par I.32KO e l50
Lila branca, o covado 2su
liravalas de roies 610
Velludo de cores, o covado 3-'0(K)
AlBodo riscado e azul, o covado 100
Lencos finos de chila e ganca 200
E nutras muitas fazendas por baralissimo pceo : ap-
parc^am pois, ns freguezes, com oiuhairo, que Mo
se cugeila preco.
Ja veio o sabAo preto, c vende-se smcule na ar-
mazem de Joao Marlins de Barros.
Fama
Primeira.
Joso Joaquim (onc,alvea da Silva avisa ao respei-
lavel publicu, que sua casa se aclia sorlida dos me-
lhores gneros de molhados, e vende mais baralo do
que em oulra parle, latas de biscoilos Tinos >ie. todas
as qualidades a 2S000, e porcao de 10 latas mais em
conta, holachiiiha de soda, presuntos de fiambre, di-
tos de I.amego muilo superior, vinho, engarrafado,
de todas as qualidadts, rh.i o melhor do mercado por
ser mau.lado vir de ronla, c muilos outros gneros
que s .1 vista adiar" verdade.
Vende-se arro> pilado da Ierra a 25 a arroba
em sacca, dito de casca em sacca .1 S-3, a Krancl al-
queire velho a 45, mi Mi > em saccas a 39600. ludo
muilo novo ; bem como velas do carnauba de com-
pnsis?o da ineihor fibrica do Aracalj, oleo de rici-
no em lalas de 37 libras a 400 rs. a fibra : na ra do
Vigarin o. 5.
CAMISAS.
Vendem-se cami toque de mofo a ISg a dalia, lambem \endem-se co-
bertores de aleudan a liO cada um : na ra do Cres-
po 11. 16, loja da esquina que volla para a ra das
Cruzes.
IEIJAO' MLT.AIINIIO.
Vende-< no armazem da Iravessa da Madre de
Dos n. 15.
Vonem-M etleini grande, e pequeas, pin-
lidas, de Anela, euardanapos de palha pintados,
linos, ammrioim novo, inollios de palha para se fa-
zer chapeas ou balaios : quem laes objeclos quizer
comprar, dirija-se a roa do alerro da Boa-Vista, ta-
beruis ns. 80 e 44, e loja de ferragens 11. 8 ; e na
ra do ColJcgio. taberna n. 12.
y '. -1 V.." -.v? -.., 0- :;) %
N
loja
W -. -i> *. -iv
le Santos g
ol'IIio,rilado Quei- |g
madu 11. 19, @
W lem para vender um completo e rico sorli- r..f
-;''- ment de sedas eseocwzai de lindissimcs :./.
;; goslos, po prtco de I9OOO o novada, folar *!
',' de seda, muilo lina fazenda, a SOI) rs. oco- 5?
vado. @
C?sarxtxVH> <.'..- -^ o-<.> ?
LVASPAMHOMENSE SE-
NHRAS.
\ endeni-e superiores Ima* de pellica muilo novas
para liomem e lenhori h I9SB0 rcis o par, ditas de
eda muilo hoas e sum defeilo algum amarella^, i re-
las o l.rmc.iv para houiem e senhnra a 1^000 re
o par, riilai prcllfl dt* lorcal muilo boaa a su i res o
par. tillas de to de E-mcia braoca e le cores para
liomern c Mohora a K). 500 e is o par, dita*
ditas para mininos emeninas a 400 reis o par, luvas
de teda rica* d* lorias as cores c l.nntartas, com
S'jarnicAo, pira senhora a :,^KK)e :i>(K) reis o para
contras ms qualidades de I uvas, ludo ua ra
ilo QucimauD na bem conhecida loja Je miudc/as de
boa fama ni .:.
j
Meias de laia pa-
ra padres.
\ eiilein--e superiores meias pretal de laia para
padres, pelo baralissimo preco de 19800 o par :
rna do Oueimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. :''<.
Vend-se um boi muilo manso para carroca :
no Corredor do Bispo, primeiro sitio ao lado direilo
junto a fabnca do [erreiro.
Vende-se prala velba, propria para desman-
rhaj ; e difftrenles obras de ouro, Ir.medios, cor-
des grossos e linos, inedalhas, redomas, brincos,
areolas, radeados, aunis, BMllOCf, collar ; e mui-
las oulras obras de pollo : na Iravessa da ra da
Concordia, a. 2*, penullima ca-a antes de chegar
a rasa da delenco, lado do norte, das 6, as!) llo-
ras da maakfla ; .- das 2, as 0 da lardo.
Vende-se azeile de carrapalo a 3S)fO0 a caada
e a garrafa a 320 r<. : na raa do Bruiu passando o
ili.il.iri/ primeira casjque tem so'.Ho encarnado pela
retaguarda.
CARTAS HMSSMAS PARA V()L-
TARETF,
Vendetn-se superiores carias francezas pata volta-
rele pelo baralissimo preco He 500 rs. o baralhu ,
na rna do Qurifflado, na bem conheci la loja de iniu-
de/as da boa fama n. .'!;).
Bonecas france-
zas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas ft.tatr/.as pelo
haralissiinn preco de 1.7280 e I.3KOO : na ma do
Queiinado. na bem cenhecida loja de iniudeza, da
boa fama n. 3'i.
Pan* n o vas.
Vendem-se ricos corles de seda branca priiprios
para vcstldoj de noiva,, pelo haiatissimo preco de
409 : na ra do Oueimado, nos quatro notos, loja
de fazendas da boa f n. 22, defronte da loja de miu-
pezaa da boa fama.
Loja da boa f.
Vende-se chaly de quadros de bouilos padres a
900 rs. o covado, dilos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lis.is rom franjas de relroz de bo-
nitas cores a 59, dilus com lislras de seda a 79: na
roa do Oueimado, nos qoalro cantos, loja de fazen-
das da boa f o. 22, defronte da loja de miudezas da
boa fama.
Para os namora-
dos.
Vendem-se flhas de papel milito bonito, proprio
para correspondencia de namorados, pelo baralo
preco de 40, GO, 80 e 100 rs. na roa do Queimadn,
na bem conheci la loja de miu !ezas da boa fama
n. 33.
as -s pretas p r. luto.
Vendem-se cassas prelas milito linas proprias para
luto, pelo baralissimo proco de iSfTa vara : na ra
do Queiinado, nos quatio canlus, loja de fazendas da
boa fe 11. 22, defroulc da loja de miudezas da boa
fama.
Ai^odalo iiioust.ro".
Vende-se algodio com qoasi 2 varas de largura,
proprio para lencoes e. toalhas pelo baratiisiroo
preco de IKK) rs. a vara : na roa do Queimado, nos
quatro cantos, loja de fazendas da boa f n. 22.
Lindeza para vestidos^
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ltima-
mente de Kraura, pelo baralissimo pr(o de lOOO o
covado. Esta fazenda be de pora laa c seda, e o.
seus padres sao os mais bonitos qoe ale o prsenle
lem apparecido no mercado na ra do Queimado,
uos qualro cantos, loja de fazendas da boa f o. 22.
Vendas.
Na nova loja de miudezas e quinqailharias da
ra larga do Rosario n. 35, vende-se turto boro c ba-
rato, assim cuno de boje em dianle contina a ven-
der os mui afortunados bilheles de lotera, inteiros
meios e quarlos das lolerias desla provincia ; e como
esla casa lenlia sido muilo felit em lodos os nego-
cios, lambem se espera o sejam os senhores compra-
dores dos ditos bilheles cima declarados.
Para
senho-
boni e
as
ras que rostam do
barato.
Vendem-se ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a Wi'o, meias de seda de cores moitissimo lin-
das para mancas de um mei a um anno, pelo baralo
preco de I98OO0 par, lencinhos de relroz de todas.as
cores para senhoras e meninas a 19, toucas d6 laa a
para senhoras e meninas a 500 rs.. camisas de meia '
para crianzas ale a idade de um anuo a tiOrs., f
meias brancas de algoiio para seohora moilinsimo
finas a 500 rs., dilas brancas o prelas de eda o me-^ lo'
11.- -' *__......I.... .. .>. ^ .i_-i.. ._ s J^
llior qoe se pode encontrar a 23 e 29500 o par, ricos
canas para guardar joias a 800 rs. e 19, caitas min-
io ricas com reparlimenlos nicamente proprias para
co-lnras, pelo baralissimo preco de 2.V1011, :1900o e
3-3500, iravessa, de verdadeiro hufalo para prender
cabellos, pelo baralissimo prero de 19, dilas de tar-
taruga a 39.(00, ricos lques com plumas eespelhos e
P'iiluras linissimas a 29, |ieutes de bfalo muito finos
para tirar piolhos a 500 rs., lesouras fusimas e de
lodasas qualidades, ricas trancas de seda de todas as
cores e largara,, ricas filas de seda lisas e lavradas
de todas as larguras e cores, bicos de linho finissimos
de lindos padroes e todas as larguras, rica, franjas de
alzodn brancas e de cores propria, para cortinados,
e oulras muilissimas cousas, que ludo se vende por
lo baralo preco que aos proprios compradores ser-
vir de admiracao : na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Perfumaras de
I ni completo sortimenlo de bordados como se-
jam, enmiralaa rom mansas, collariuhos, peililhns,
roineiras. cambi, roiflohaa e pelerinas ; lambem
lem um completo sortimenlo de ricas flores, eufeile,
para checa, litas e os verdadeiros o modernos bico,
de linho : na ra da Cadeia-Velha n. 24, primeiro
indar.
Vende-se o sillo rom rasa de sobrado do falle-
cido t.eorue Kenworlliy, Miniar de S. Jos do Man-
Kainho.com rvoredo. de iructoe mais hewMtoriai
que nelle se arham. sendo as ierras do referido sitio
propria, : quem o prelender procure em rasa de Sa-
muel P. .Inlinstnii ,\ Companhia, ra da Seniala Ko-
va 11. 12.
Em cusa de RabeSchmeUau& C, ni"
da Cadeia n. ", vendtxe :
Um grande sortimenlo de vidrosdees-
])ellio.
Reiogios linos de patente iuglez.
Como* de lustre, marca castello.
Couros de graxa.
iirvillias seccas em garrafoes.
Vinho lo Rheno superior,
Tudo por prero commodo.
Karinha de mandioca de
S. Matheus.
Vende-se farinha de mandioca muito
superior e nova, chegada de S. Matheus
pelo patucho AUDAZ, com mui curta
viagem,a prero muito commodo : abor-
do do meneo patacho, ou no escriptorio
da ra da Cruz n. i9, primeiro andar.
-salitre superior.
Vende-se e muilo baralo, na loja de ferragens da
ra do Qoeimado n. 35, em porcoes e a relalho.
Em casa de M. Calmoit & C, praca do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
seguinte:
Taboado de pinho, alcatruo e pixe da
Suecia.
Alcatriio de carvao.
Lonas de algodao.
Dilas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho edeManilha.
ludo mtiitocommodo.
l\a loja das seis
portas
111 'teiite.d Livramento
l'aupelina de seda o 13a para vestidos, de lindos
padroe, a duas pataca, o covado, riscado monstro a
dous lustdes o covado, cassas francezas finas a doze
vinlens n covado, manguilnt de cambraia para vesti-
do, a dez lusies o par, sedas de lindos gostos, lar-
gas a dous mil reis o covado, dinheiro vista para
acabar.
Pianos,
Vendem-se piano, verticaes inglezes, de elegantes
modellos eeicellentes vozes, fabricados por um dos
mais acreditados autores, premiado na ezposiciode
Londres: no armazem de Koslron Kooker & Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Reiogios
coberlose descobertos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paqoete in-
gles: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, ra
do Torro, n. 38.
-.K0I1 l.'Affecleur, Vermfugo inglez, salsa de
lol, plala, vegetaes. salsa de Sands : vendm-
osles remedios verdadeiros em casa de Barlholo-
o rrancisco de Souza, na ra larga do Rosario
bom
gosto
Na loja da I.1 > fama encontra-se sempre um rico
sorlimenlo de perfumarla* de ludas a, qualidades,
sendo seu auloro melhor que lia em Pari, riquisai-
mos frasco, de extractos muilissimo Tinos, pelo baralo
preco de 1200. 19-iOO, 2 e 2500, jarro, de poreel-
laua delicados e de modernos goslos com banda fran-
ceza muilo fina a 29, frasco, din esseencia de rpsa a
320, pao, de pomada frsoceza muilo boa a 100 r,.,
frascos pegenos c cr.ndes da verdadeirn agua de
Colonia do Piver a WO e 1^000, saboneles fino, e de
diversas qualidades,ps para denleso melhor que po-
de baver, e oulras muitas perfumaras, que se ven-
dem muilo baralo: na roa do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
-- Chegnu taberna da quina da ra dos Mar-
lyrios 11. 30, a primeira remessa da muilo superior
carne do seriao, que se vende pelo diminuto prero
de 280 rs. a libra, queijos do serlo a 400 rs., Iii'i-
guicas do reino muito novas a 5iil), paisas novas a
600 r,., arroz do Haranhlo a 120, cha hyssoo pri-
meira sorle a 29560, vinho a 100 rs. garrafa, e ou-
tros muilos seeros em conta ; assim como mantei-
ga ingleza superior a 8K0 a libra.
i\a loja das seis
portas
Em frente do 5,iviamento.
Corles de meia casemira prelas e da core, a dez
patacas, Ua propria para paliis a tres patacas o co-
vado, cortes de calca de brim escuro, de linho, com
loque de mofo a dez tusles, panno fino mesclado
proprio par. casacas ou paliis a qualro mil reis,
Goopooa francezes de castor branco a oilo mil reis, e
de seda preta tambero franceze, a sete mil reis, di-
nheiro vista.
Vendem-se remos de faia de muilo boa quali-
dade, chegados oltiinamente da America : no caes
do llamos, armazem de farinha dcllenry Forster
Companhia.
Por menos do que em oulra qualquer parle
vcudem-se na ra eslreila do Itozario n. 11, no de-
posilo de sanguesugas hamhurguezas, os objeclos
aliaixo e novamenle chegados :
Bolachinha de suda ^500
Dita de Lisboa 9500
Hila hamtmrgueza, laia grande 83OOO
Hila de ararula dita 2;600
Queijo loudrino a libra .?720
Presunto para fiambre >till
Toucinho inzlez >i80
Amenduas confeiladas o francezas a libra I -11110
l'ecegos, Peras, Damasco e (jinja lata ISJOSO
Uiscoito iiilez, laia sorlida 2-iiMi
Frascos com conserva dedill'erentes quali-
dades -'M)
Passas novas a libra 5500
Ameixas a libra 5180
Hlala a libra 52i0
Vinho dura garrafa 29000
Dito Bordean tinto carrafa 23OOO
Dilo dilo branco 1-i,ibi
Doce fino de goiabaeaiiSo 2?00n
Marmrlada.lala de 3 libra 2^KHI
II ioe- com doce da Europa de dillerenlcs
qualidades 29000
Azeile doce francez frasco 5610
Vinaire n garrafa 1.-000
Mauteigaingleza superior .libra 15120
Vinho de Lisboa o melhor que lie possivel 5700
que serie nunca acabar se
E oulras muitas cousas,
fosse mencionar.
.3 IIOI.IMIOS PARA CHA*. *g|
'
*X O abaif o Mtigotdo fax Mienta ao respei-
**' f.ivel publico, espccirilmente a seus fre-
k u'rezes, que em sua padaiia sila no paleo da
<.r Sania Cruz. n. ti, stj ifhl Mrliitl "Ir varias
:'-'. 1 > i -11 i.eif iIp bolinhoi e de ladM a< qua- -"-^
.7^ lidadM de nMMIf linas, rnino eam. ||I|- jf&
'<& do?, araruta, biteoolinliaa, fallas aulrat ^P
jfc naiiaf bi^coolinhoa intJezMcm lalas, que ?
2 se vende por prero coinmodo. "^
-.,' Jofto \,u\t I*erreir Kiheiro. $p
CobeiTores tie ft hesp.
nh s muito encorda-
dos e grandes.
Vendem-se na ra do Crispo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Cal virgeui de
Lisboa e jiotassada
Russia.
Vende-se na ra do Trapiche n. 9 o II, cal vinera
de Lisboa, nova a 59000 o barril, velba a 500 rs.'
arroba, e polatu da Kussia a 300 r. a libra.
Kelogios de patente
inglezes de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recite, armazem 11. 36.
Aenco
a
Riscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
de escra, i, a 160 o covado, colcha, brancas adamas-
cada, de muilo bom goslo a 59, atnalhado adamasca-
do com 7 palmo, de largura a 19600 a vara, toalhaa
de panno de linho alenguada, o lisas para realo, >s
mais super iore, que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascado e oulra, muia
la, fazendas por preco commodo : vendem-se na ra
do Crespo, loja da esquina que volta para a ra da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem acabadas,
sapalos e esleirs, chegados recenlemenle do Araca-
ly, por meno, do que em oulra qualquer parle :
roa da Cruz n. .34, primeiro andar.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
guind, sila na casa do Sr. cirorgin Teneira, com
nimias fregocr.ias na Capunga, Affliclose Boa-Vis-
ta, alcm da da porta, a qual lem todos n, pertences
a trabalhar, e na mesma tem um cavallo para en-
Iresa de pao na freguezia : para Iralar, na rna da
Soledade n. 17. uu na mesma.
Moinhos. de vento
rom bombas derepuiopara regar borlas e bai-
xa de capim : na fundirn de II. W. Bowman,
na roa do llrum ns.6,8el0.
CiI Vende-se orna porrn de barris com cal de Lisboa,
por baralo preco. e relalho a 39 o barril t na roa da
Cadeia do Recife n. 50.
Reiogios
ng ezes de pa-
tente,
os melhores fabricado, em Inglaterra: cm easa do
llenry (jibson : ra da Cadeia do Recifen. 52.
AGENCIA
Da funilic,.ao Low-Moor, ra da Senzala-No-
va n. 42.
Neste eslahelecimenlo contina a haver um com-
pleto sortimenlo de moendas e meias moendas
para enfermo, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito.
43SS00
Vende-secaldcl.isboaultimamentechegada.ar-
lim como pota, sa da Russiaverdadiira : na prara do
Corpo Santo n. II.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando ochafariz, contina ha-
ver um completo sortimenlo de taixes de ferro fun-
dido e balidu de .3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptido: emharcam-se ou carregam-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Sen/.ala-.^ova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieiros e caslioaes
bronzeados, reiogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municao, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
Vende-se cimento muilo novo rhegadn em 11
de maio p. p. de Hamburgo. por preco muito em
conla, a vista da qualidade ; tanto em porrao como
em barrica, o Unas: no srmazem de maleriaei na
ru, il* Cadeia de Santo Aotooio n. 17.
Vendem-se madapoloes Tinos e de oulros, com
um pequeo loque de avaria, por preces moito haca-
os: na ra da Cadeia-Vellui n.2, primeiro andar.
Vendem-se raizascom vi,Iros para \idraca,
vidrosde bocea lare- com rolha do io*,m0, maior
sorliinenio po-si\el : em tas de Rarthnloiuru Krm-
cisco de Souza, rna larga do Rosario 11. ;Mi.
Fio Vndese em uno, de .50 e 100 libras, ,.nr e0m.
mono preco : na ra da Crox, .rmazem de r,.,,ro, .
sola 11. 15. "
VI.MIO DO I-ORTO .SI l'ERJOR CHAMICO.
Einraua, de duas duzia. e em barr He mlavo,
recenlemenle ebegado pelo bilgue .. Iros.dor,.
jende-se unicamei.le nu aimazem de Barroca A;
astio na ra da Cadeia do Recife n. 4.
Loja da boa t+
WoOO u covado, alpaca preta muilo fina a Wo cu-
filia I 800 rs o eov.do. e,*i rte eolltt d. gorgu-
10 d. seda fazenda Mita, boa 29. ertr. fi,.
loe de bon.lo, pad.0. 0. br.ro tr.nc.do branco
da puro l.nbo a 1 e 19440 a v.. brilli lranc.dos
de core, de muilo boMia. padr, e de puro SE a
u.i. s d,,* 'mb,m d bouilos padroe,
1 '?J! "*"' d" ,,ranv,d0 I'"11 'mbem de li-
nhoabOOr,. a vara, dito liso largo a 10, a.nga,
arnarellas lisas e de quadros, fazenda muilo -uperior
a 20 e 360 o covado, ditas de core escuras de qaa-
dni, e lislras, de muilo bonito, padie. para ralea, a
palitos a 600 r. o covado, corte, de calcas de bonitas
casemiras de algodao, pelo baralo preco de I9120
lirirozinbos de quadru, de puru huno a 240 a eov.do'
panno de liuho muilo fino 640 a vara, peilo. mul-
lo lino, para camisa brancos e de core, a loo e 500
rs., camisas de meia minio lino, a I9 19120, |uv
prelas de torzal p.ra senhnra. fazenda n uilo ,0pe-
nor a 800 r,., dita, de seda de toda, as cores para
humero e senhora, pelo baratsimo preco de 19200 e
par, lilas de lio de Escocia p.ra meniniH. e menin.,
a i r,., lencinhos de niel moilo botillos a 1S, ricas
grvala de seda prelat e de core, a 19, meio, lenco,
de seda para grvale a 600 r... dito, prelos ,,,uilu
bons a 19, peras de rambrai. de salpico com 8 va-
ra, a meia a .39200, e 140 a vara, dita, adamascada
muilo boa, para cortinado a 12, cambraia lisa mal-
lo bu. com urna vara de lasara, pelo baralissimo
pret-,0 de .>60 a vara, lenco, de umbrala muilo linos
indos brancos e com barra, de cure, a 300 1,., lenco,
de dula francezes muilo bons a 400 r,., chales de
algodao de core, de booilo padroe, a 800 r., risca-
dii,Los muito fino, e de moilo huimos padroes a 160
o cuvndo, fil de linho liso muilo fino a 960 a vara
dito de lime a 1J280, meia prelaa de seda para se-
nhoia, Tazeoda moilo superior a 29 o par, dita, bran-
ca, muito lina, a 39 o par, dita, branc. de algodao
mu.tu liua. a 240 e 320 o par, dila branca, mallo
boas para meiuiir. e meninas a 240 o par, e nlm do
ludo siu outra muilissimas fazendas, que a vitt, do
suas bu,qualidades e barato, preco, be que w se-
nhores regueie. amigos do bom e baralo, confite
rilo o que he ptchincha : na roa do Oueimado, n-
qoalro cantos, na loja de faxenda, da ba f 22,
deironte ca loja de miudezas da boa fama.
Esto se ac bando.
Nos quatro cantos da ra do Queimado
11. 20, vcndem-3e lencos de cassa pintados
muito bonitos padroes e propnc* para
meninos, pelo barato prero de 120 reis
cada um.
Atteniao
Na ra Ha Cadeia do Recife, loja de 4 portas o.
18, de ISarciso Mana Carneiro, ha um completo wr-
limeiitn de sedas de core | ara vestido., com dese-
nhos o mais modernos, e aa* qualidade de fazenda
a melhor que lem vindo a Peroambuco : as.im c. mo
una grande porcSu de irle, de seda escocezas com
grande quanlidade de cov.dos, pelo baralissimo ajaj.
to del! o corte; tambem ha orna gr.nde porciu
r.f k ,"" 80:'0* P^ ,3 vad. chile, de
filel bordados, maltz, dilos de louqoim verdadeiro
da China, e oolras muila qualidade, para lodo, m
precos, saias de crina moilo bem arraniada, rom
ferros de brim da Escocia, telenda esla de on a da-
racao extraordinaria, e oulra, muila, l.zend., que
IECHAIISIO PAB1 EICE
no.
NA FUN1QAO DE FEKHO DO ENGE-
NHE1R0 DAVID W. BOWMAN. *A
KUA DO BRUM, PASSANDO 0 oHA-
FARIZ,
lia sempre um grande somtenlo dos seguinte ob-
jsclos de mechanismus proprio, para enkenhos a sa-
ber : moendas e meia, moudas da mai moderna
construccao ; taixa, de ferro rundido o balido, da
superior qualidade e da lodo o tamaito : roda
dentada, para agua oo aoimaes, de todas a, propor-
coes; envoje bocea, do f or nal ha e registro, de b-
eiro, aguilhOe,brooza,,parafu), ecavillie.moi-
nhos de mandioca, ele. ole
NA MESMA FUNDICAO.
,e execulam lodasasenconnrendasc.il asutrim
ndade ja conhecida ecom a devida presteza, com
modidade em preco.
TAHAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, o
tambem no DEPOSITO di raa do Bram, logo
na entrada, o defronte do arsenal deraarinha, lia
sempre um grande sortimenlo de taixas, tanto do
fabrica nacional como estrangeira, batidas, rundi-
das, grandes, pequeas, raas e fundas; e era
ambos os lugares exislem guindastes para earre-
gar candas ou carros, livres de despexas. O
precos sao os mais commodos.
VAHalDiS E GRADES.
Um lindo e variado sorlimcnto de modellos para
yaranda e gradara, de gosto modernissimo : na
rundirao da Aurora, em sanio Aroaro.e no depoa-
lo da mesma. na ra do Brum.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhora raen tos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
Era casa de Henry Brunn & C, na ra da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
to de ouro do melhor gosto, assim como reiogios
de ouro patente.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao de C. Surr C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu-
perior quaiidade.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito des le >arope pti, a bo-
I ca de Jos da Cruz Sanio, na ru, Nova n. .VI,
garrafa 59J0O, e meias 39000, sendo falso lado
aquello que nao for vendido netle deposilo, pelo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
I'ar.i cura de phlv-ica em lodososseu diflerrn-
les graos, quer motivada por rnnslir are-, lor-,
asthma, pleuriz.escarrns de sansue, .'.".r de eos
tadosepeito, palpitaran un corarn, coqueluche.
hrnnrhile, dorna garganta, e Indas amioleslu-
dosorgos pulmonares.
Mneiidaf, siijm riores.
Na fiiudiciiodeC. Starr&C, cm San-
to Amaro, acha-sc para vender moendas
de canna lodas de Ierro, le um modeloc
construcrio muito superiores.
@Scr*tH>8 fttfif M.
MUTID5C)"
Kugiram do ensenho Mariuna, na nmle de !T
para js do correle, doos mulatos, sendo nm de no-
me Joaquim, cor regular, cabello, proprio. da mes-
ma, ar Inslonhn. allu. heirodo, falla apressad., pda
apa Mirlado' e feios ; lesou urna peca em um p. n
gancho no pesroco, tem idade de -Jd anuo,, Iraliallia
de carapina, pedreiro e faz lijlo,. (* oulro de noane
Cornelio, qoe loi esrravo do leneiita-coronel Joo
Pinto de I.emos Jnior, mai alio, clare, rahelln.
regulares, nlho. grandes e amortecidos, idade de sil
anuos, ps erandes, e um delles um ponco incluido
lem ollirio de sapaleirn, e ambos tem marca, da aeoi-
tes nas naileiias e na costa : a. p**oas que o. ap-
prehendercni levem a-> engenho cima, do que erao
generosamente recompensados.
PEBN. TVP. DE U. F: DB FRI*. 5T
.-


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