Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07425


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Full Text

ANNO XXXII N ISfi
.


Por 3 mtv.cs achantados 4|000.
Por 3 mesa vencidos 4$500.
i > *
/
OlIXTV FEIRA 3 DE JLLI10 E 1856.
Por auno adianlado 15000.
Porte franco para o subscriptor.
I \C. VRUI '.GADOS DA SL'BSCIUPCAO' NO NORTE.
Panhiba, o Sr. Gervasio T. da Nati.nade ; Natal, o 8r. Jo
qmm 1. Pereira Jnior; Araeatv. o Sr. A. da Lemoi Braja ;
Ceara, or. J. Jote deOliveira ; Maranho, o 8r. Joaquim Mar-
quaa Rodrigues Piauhy, o Sr. Domingoa Herculaao A. Peuoa
Curan; Para, o Sr. Juitiniano J. Ramoi Amaionai.o Sr. Jcro
uvrao da (MU.
(
\
:

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PARTIDA DOS CORREIOS.
'Mnulj : UMaUi M lia*, Oc mrij hora* lo .I,.,.
I^iiaras'ti. ..oi.mni B l'.ir.ilii|i,i : ni. -i-_'iifir|,i* r MllU-fekt**
. Anid'i, RnerrcH, Runtli^Camar, .\ltialm e (faranhau : n* irm-fi-ira.
S. LaMrrncv. Mo-d'AI.....Naurrlh, Llmiro, Bivio, iv-.iu.-ir... ih.m-
n-ira. Kt..!.-., Va-l.-iU, It.M-Vi-t,, Oarirarr Kii : u. .iuar,...-i.ir.i-..
IUImi. Ip.,11, s.:,.,.. -a, lir,-rrni..Mi, Ln.t. Hirreiru-', AgU-PreU,
'iin.-nii tr.is .* Sata) : ipiini.iirl.....
Tudoa RtfniM pjrlrtii iifl Kl hora* AUDIENCIAS DOS TRIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio quartaa a tabbadoi.
Relaco : lercas-feiras e labbado.
Fazenda : quartai a sabbados aa 10 horaa.
Juizo do eommarcio : aegundaa aa 10 horaa e quintal ao meio-dia.
Juizo de orphoa .* aegundaa a quintal aa 10 horaa.
Primeira vara do civel.* aegundaa a aeitaa ao meio-dia.
Segunda rara do eirel: quartai a aabbadoa ao meio-dia.
EPI1EMER1DKS lio MEZ DE .11 l lio
2 La nova as 7 horas.11 minutoa,48 tegundoada manhaa.
10 Quarto creicente ai 7 horas 2 mlnutoa e 48aeguudoa da m.
17 La cheie ai 2 horas, 12 minutos e 48 segundoi da tarde.
14 Quarto miuguante aoi 12 minutte 48 legundoi da larde.
I'RKAAIAR DE IIOJE.
iPrimeira as 6 horas a 6 minutos da manha.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
DAS da semana.
30 Segunda. S. Marcalb.lS. LuciualSs. Albinianoe Auilricliniano
1 Terca. S, Arao pritnelro sacerdote da ordtin La Haca.
2 '.lu na. Visitarlo da SS. V. Mai de Dos a sua prima S. Isabel
3 Quinta. S. Eulogio m. : Hanalholio e H-deodoro mis.
4 Setla. S. Isabel rainha de Portugal viu. f. ; S. Oseas profeta.
3 Sabbado. S. Filomena v. S. Trifina m,; S. Numeriano b.
Domingo. 8. Domingas v. m. 8. Iras profeta.
ENCARRECADOS DA SIRSCRIPi:Aft NO Ma>
Alagoas.o Sr. Claudino Faleao Das ; Babia o Sr. D Duprai
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
KM IIIIHMI11 IB
O propietario do DIARIO Manoel Figoeiraa da Faria. aa -m
ivraria, praca da Independencia ni. I 8.
PAHT1 OFFICIAL
80VERN0 DA PBOVTNCIA.
LBI 38J.
Sergio l'eixeira de Mace.I >, presidente da proviu-
ria de Pernambuco. Faco saber a todos os seus da
luanles, que a asserablca legislaliva provincial de-
creloo, e eu sancrinnei a resoluto seguinle :
Artigo uuicu. F'icn approvado o eompromisio da
iiroandade do glorioso Sanio Antonio oa freguezia
du Rio Formosu, e revogadas aa dispos(ues ein con-
trario.
Mando, pnrlaoto, i (odas as autoridades, quero
o contieclroento e execucAo da referida resnlucAo
pertencer, que a rumpiam e lacam cumprir l.lu in-
leirarcenle como nella se contera.
O secretario da provincia a fac,a imprimir, publi-
car e correr. Cidade do Kecife ele Pernambuco, aos
26 de junho de 1856, trigesiiuii-quinto da indepen-
dencia e do imperio.
I.. S. Sergio 'L'eixeira de Macedo.
Carta de lei pela qoal V. Exc. manda especular a
resoluto da asiemblea legislativa provincial, que
sanecionou, approvandoo comproinisso da irmanda*
de do glorioso Saolo Antonio da freguezia do Kio
l;ormoso.
Para V. Exc. ver.
Joan Domingties da Silva a fez.
Sellada e publicada tiesta secretaria do governn da
provincia de Pernambuco, aos 26 de junho de 1836.
Jos Benln da Cunlia Figueiredo Jnior, ofli-
cial-maior servindo de secretario.
Registrada a folha do livro 4" de leis provinciaes.
Secretaria do govrruo de Pernambuco, '26 de junho
de 1856.
Joao llomingues da Silva.
LEI N. 38G.
Sergio 'l'eixeira de Macedo, presidente da pro-
vincia de Pernambuco. Fai; > saber a todos os seu<
habitantes que a assembla legislaliva provincial de-
crelou, e eu sauccionei a resoluto seguinle :
Art. I. Fica approvado o contialo da illiiminacnn
a gaz hydrugeuu carboretado, celebrado pelo guver-
u da provincia cum o negociante Hnry Gihsoii e
os Drs. Manoel de Barro* llaireln o Filippe Lopes
Nelto, na parle relativa ao augmento de sessenla
lampeos sobre numero dos actualmente existen
les :
Arl. 2. O privilegio de 30 annos de durac.30, con-
sisnado no contrato, refere-se apenas aos mil coin-
buslores ahi contralados, e mo ans que, excedendo
dele uiimero, liouverem de ser posteriormente c-
li'helecidos.
Art. 3. Ouniioo se realisar a mudanca de gaz,
prevista na condico 24 do conlralu, Inven mu.
reduerdo no prc^o, proporcional a baraleza do aaz.
que e'liver de enjpregar em sulisliliiiro ao idmit-
lido, a qual reducto far-se-ba a juizo de arbitros.
Arl. 4. O numero de horas para a illuminacjlo se-
r de acia, termo medio.
Arl. 3. Ficain revogadas as disponefles era con-
trario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem
o ennheciutento eexecofoda prsenle lei perlen-
cer, qoe ,i cumpram faeam cumprir la'i inteira-
luenle como nella se conlem. O secretario da pro-
vincia a faga imprimir, publicar e correr.
Cidade do Kecife de Pernambuco, aoa 27 do ju-
nho de 1856, trigsimo quinto da independencia
c do imperio.
I,. S. Sergio Teixeira de Macedo.
Carla de lei pela qual V. Exc. manda execalar
o decreto da a-semblc legislaliva provincial, que
sanecionou, approvando o contrato da illaminacao
a gaz hydroneu carborelano, celetiradn pelogoxtr-
no da provincia com o uegociinle Ileury Uibson, e
ns Drs. Manoel de Barros Brrelo, e Filippe Lopes
.N'etlo, na forma cima dec'arada.
Para V. Exc. ver.
Kirmiuo Herculano Baplisla Itibeiro a fez
Sellada e publicada uesla secreUria do governo
la provincia de Pernambuco, aos 27 de junho de
1856. Jos Berilo da Cunha e t'igueiredu Jnior.
oflicial maior servindo de secratario.
Registrada a tulla do livro 4. de leis prnvin-
ciae-. Secretaria do governn de Periinubuco 27 de
junho de 1856.Joao Dominguc* da S'/ra.
EXTERIOR.
Escrevem de Coos(anlioopla, S de m.iio, ao njor-
nal dos Dbales :
M m lo- mi- a (radurcan do manifest imperial,
que foi publicado em lurco, e mandado em grande
numero para todas as provincias.
Notareis que depois de ler agradecido a lodos os
seos subditos o concurso que lite presl^ram durante
a guerra, o miIioo aununcia a sua decidida resolu^Ao
de por em pralica as reformas e melliormeulos, cu-
jas bases lancou pelo ultimo hnili-liuniayouo. Esle
inanifesto foi tambem publicado pelo Tokuim l'o-
/!<', gazelta do estado, a frente da traduccAo turca
do tratado de paz.e em Trance/ pelos jnruaea francezes
de f^onslanlinopla, a frente do mesmo tratado de
paz.
Julga-se qoe a commiaslo para a demarcaru da<
fronleiras pvdera (er acabado seu Irabalho rm seis
semanas ou don- mezes. No eolanto, continua acti-
vamente a evacuaco da Crimea ; quasi lodos os dias
descero o Botphoro navios carregados de Iropai, que
vollao para os seus respectivos paizes. Mand.ram-
se tambem embarcaces a Kertclt para receberem a
bordo o contingente torco-in(iiez que ahi e-la ; po-
rem apezar de toda a actividade qua se desenvolve,
sera necessario um lempo consideravrl para poder
completar a evacuacAo. O ministro dos uegocios es-
Irangeiros prepaia-se para assignar enm a Franca,
Inglaterra e Sirdenha urna convencAo em que se
lite a poca ein que a evacuaco deve estar comple-
tamente terminada.
'lodos os boatos que se tem epalhado de desor-
dvns em Nicomedia por causa de um sino, e que se
disse que fnram 13o graves que foi preciso intervir a
i avallara ingleza, sin complelamenle falsos. Nao
bouve em Nicomedia era a mais pequea desordem.
Os boalos de desordens em Magnesie silo (ambem
falsos. O governador geral de Smyma, Saleiman Pa-I em 5 milhes de dollars ; esle dinheiroesli enlre as l doi Piemoule representado por Cavour. Nao tar-
da, escreveu ao governo que assira que soube destes man. dos bupos.e he inleiramente dislincto dos bens | ila pnrtanlo alcom nconlecimenlo como esse que
ba.iio-, partir inmediatamente para Macnste, e
que ^e assegurra de que todos estes boalos eram
falsos.
Quaulo a Naplouse, he verdad que liouvcram ahi
desordens,mas u,io se sabe por ora qual a sua gravi-
dade.
O governo mandou immedtalamenle tropas e as
orrlens moi severas para o castigo exemplar dos cul-
pados.
O manila.lo do sulla.) he o seguinle '
Manifest imperial.
Approuve Divina Providencia curoar os esforens
do throno c da nacAo pondo termo a guerra por uina
paz honrosa e rotiforme com os direitos e interesses
da ii' ~-a coroa ; e leudo nos ratificado o tratado de
paz concluido por esta occasio ordenamos a sua pu-
blica cao.
Os suida los ollumanos perlencenles a tolas as ar-
mas, que foram chamados a defeza da patria, desem-
penliaram durante a guerra que acaba de terminar
tAo gloriosamente os deveres de um valor heroico,
de urna nobre resignaco aos males iuseparaveis da
guerra, de nina disciplina e obediencia exemplares,
e deram......n novo brilbo e uloria as armas otloroa-
nas. Immorl.il sararn os seos mane, elidiendo as
m ii- h lia. paginas da historia do uos tantas provas do seu heroismo. Kecehm aqui o le-
leinunhu di noMa satisfacSo imperial. Eu farei eui-
pre votos por el les.
Todos os nnssos subditos, sem di-linccao nem ex-
cepc^io, prestando brilhanles servidos u'esla quesldo
inoslraram o. mesmos sentimentos de fdelidade e
de amor ao Ibrono e a palria. Os funecionarios de
ludas as classes, e em geral as peisoas nnlaveis de
cada trra, inoslraram a mais nobre emulaca>. e
ciiinprirarn o seus deveres, execulando as ordens
do governo. Todos elle* merecern) igualmente a
no*sa alta approvarilo.
Para aproveilar de um mudo favoravel ao nosso
paizesla feliz paz que acaba de sa alcancar, todas
as classes dos nosso. snbdilos devem rennir-se pelos
laroi de amor da palria. asiira como inoslraram esle
concurso corde.il durante a guerra que acaba de ser
coroada por um feliz successo, e ou espero que lo-
dos os nossos funecionarios mostrarlo o maior zelo
para realisar de um modo eflic*z, conforme a rai-
nha inabalavel intencAo, a organisac,Ao e melhora-
menln cujas hases lancei com o auxilio da Divina
Providencia.
Espero das bondades do Todo Poderoso e da aju-
da do ineu pavo, que assira O no.so paz e a nossa
nac.'o iiiliar,o, no mundo mais loriae mais gran-
deza pelo progre-so da sua prospeiidade c bem estar.
As prova< de amizade e benevolencia que nesla
circumslancia nos deram os nossos augustos adiados,
nao serAo ntrica esquecidas; o reconhecimenlo sera
guardado para sempre noscorac.Ao dos Ollumanos, e
os nomes dos sus heroicos soldados, que derrama-
rain o seu aangoe pela nossa causa e se cobriram de
gloria inmortal nos campos de batalha, lero lias
paginas da nnssa historia o mesmo lugar que na sua.
Teudo decidido a publicacAo do Iratado geral de
paz, ordenamos qoe o leslernunho da uosa salisfa-
Cilo imperial seja Iraosmillidoa lodos.
Emanado do nos.o Divn imperial, nos ultimo.
dias de Chabao 1272.
se Dos quizesse que no ficasse a menor sombra de
ilovnl. aos esp'irilos mais facis de seren illaquea-
dos. o prinero uinn-lro do rei da Sardenha encar
dos convenios, e das eapellianas. I em I88 veio ensaoguentar aa pagmai da historia
Esles decretos s5o os mais importantes que se tem I da humaoidade. EnlAo como agora o odio a reli- I regou-se de explica-las na celebre ola verbal de 27
promulgado no Mxico, e devem formar ora capilu- ; gUo e a greja calbolica, symbolisadas no Papado, de marco uliiino lord Clarendon e ao conde Wa-
he o mulnr de todas estas tramas ; agora como en- | lewsky '. Neste documenlo Ribo la mais negra iu-
lAo as ronsequeucias hAo de ser desastrosas para a grailAo, porque o reino da Sardenha existe por
sociedade ; mas o Papado ha de sabir vencedor. I graca da poltica esclarecida dos papas, pois que ain-
Nossos I.nre. leram a resposta, que no domingo da em 1325 a ilha desse nome, vassala de repttbli-
de 22 de selembro do anno passado demos a Atoo- ca de Geno-va pas'ava na mesma qnalidade para o
OS C4S1MERT0S DE PARIS.
P0 F.DMUNDO ABOUT.
SEGUNDO.
Os gemeos do hotel Corneille.
II
Conservei urna copia do teslamenlo do lio Yvon.
Ei-la :
a A 15 de agosto de 1849, dia da Assumprao, au
Malheos .loan Leoncio Yvon, sAo de corno e de es-
pirito, e munido dos sacramentos da igreja, redigi o
presente leslaraeDlo, c aclo de minhas ultimas .mi-
tades :
Prevendo os accidenles a que esl exposla a vi-
da humana, e desejando que, se aconlecer-me Igu-
ma desgrara, meus lien, sejain repartidos sem con-
testadlo entre meusherderos, dividi-osem doas par-
les com a maior izaaldade possivel.
r l." Urna somroa de cincoenla mil francos ren-
deudo cinco por cenlo, econfiada ao cuidado do Mr.
Aubryet, notario em Pars.
2.- lima casa alloadu em Auray, cluniecas, Ier-
ras arareis, meus barcos, redes e mais in-iruinento.
de pescara, armas, movis, roupa branca, e oulrns
objectos, todo avallado com consciencia e juslica em
cincoenta mil francos.
i Don e lego a lolalidade desses bens .ios meus
dnus sobrinhos e anillados. Malheos e Leoncio Debay,
impoudn a cada uro delles a obrigacao de escolher
amuavelm. iie ou por sorle una das duas partes su-
pra designadas, sem recorrer sb iicnlium pretex-
to i intervenidlo dos bomens de lei
No caso de que eu morra antes de minio queri-
da irma.i, madama Debay, eseu marido, meu cxcel-
Icnle cunhado, confio aos meus berdeiros o cuidado
de sua velhice, e espero que tiio deixarAo fallar-llies
nada, segundo o exemplo que sempre Ihea dei.
A partilha ii."..i fui diflicil, e nao liouve necessida-
de le consullar a sorle. Leoncio escollieu o dinhei-
ro, e Malheos lomou o reato.
-- Deque me serviriam os barcos do nosso pobre
lio! dizia Leoncio. Seria bello oflicio para mim apa-
ndar ostras, e pescar sardinhas! Ileveria viver em
Aurav, c s de pensar nisso j hocejo. No fin de
pOBCO lempo saherias que moro, c que foi a noslal-
tii.i dos passejos pblicos que maloii-mo. Se por feli-
ridarieou |ior desgraca eu esrapassp n de-lruicao, rs-
>a i .'.pima riqueza se consurniria lirevemenle oiii
ininhns maos. Sei por venlura arrennar torras, alu-
gar mu barro de pescara, e ajislar cenias de IM
MXICO.
O presidente Conrnnfort est sem dinht
recursos esgolararn-seile repenle. O onic^.^ v
uclualineuie resia ao governo, he o de rt$TmF\as
immen.as riquezas da igreja, e de fazer apprehensSo
nos bens desuados a um fun religioso. A opiniAo
publica de lodo o paiz reclaaaa esla medida.
Nt ha cum lu. .;ili)is-.3o e Uujar man actual-
menle de lula a prupriedade da igreja, cujos bens,
segundo se peina, urcao por perlo de 12 milhes de
dollars por anuo. Ha cscriplores que avaliam a ci-
fra exacta rlr-sles bens de toda a especie ein 4(JO mi-
Ihoes le dcdlar.. Mas. como ja disse, dAo be de lo-
dos esle bens que o governo pmjecla ipoderar-ie.
Os fundos accumulados para as capellianas ( n-
pellas ) para s obras pas, conslituera no Mexicu
urna porcAo la riqueza ecclcsiastica ; provem prin-
cipalmente de legados feilos por pessuas piedosas
para se fazerem rezss |>or sua intenso Estes lega-
dos lero-se verifica lo de lempos a Umpos, durante
esles tillimos Irezeulos annos ; e as parochias ha sa-
cerdolesque nAo fazem servidoalgum. e nao sAo mais
do que capellies para perpetuar os beneficios, e a
mniiilicencia de algum testador. Devem conlar-se
lamben! os fondos depositados para celebrar missaa
em cerlos das anniversarios por alma do doador.
O bario d'Humholdl, que em 1803 leve occasio
d'examiuar os registros deslas (un Jaimes religiosas em
cada diocese, orc,ou o seu valor lolal em 40 milhOes
de dollars. Depois urna -niicipacao de 7 inilhes
operada pelo rei d'llespanha, e a guerra da inde-
pendencia diminuirn! esla s mima. Mas em 1831
Mr. Jos Mora, om dos homens mais eminentes e
mas sabiss do Mxico, declarou, n'ura relalorio frito
ao rongicsso de Zacatecas, que as perdas experimen-
tadas pela appreheusao fela pelo rei e pela guerra,
eram inteiraroenle compensadas pelos dous posterio-
res, e pelo cuidado com que o clero Iralava da sua
administradlo. O relalorio eleva a somma proveni-
eulc desla origern a 75 ou 80 milhoes de dnllirs. Se
he essa com rillo a cifra em lx:ll, nAo lera feilo
desde enlAu senAo augmentar.
lie proci.n nolar, como dis.emos, que esla fonle
de riqueza be iulciranieDle di-dnrla dos bens do cle-
ro regular, islo he, que pertence aos convenios, e
raosteiros.
Nao he para admirar queem presenca d'um espo-
lio lo lonlador, e da opiniAo publica, que Ihe he
favoravel o presidente Comonfort dreretasse a 31 de
marco a cnufiscacao dos bens do clero na diocese da
Puebla. O considerandos do decreto insinan) que
o clero de Puebla leu incentivo i guerra civil por
lodos os ii, un. possiveis, empreando nella orna gran-
de parle das sua* riquezas.
A prospendaile da diocese ser confiada a commis-
sarios. a uina pnrro delli sera le-lina la a cubrir as
despezas feilas pelo governo para solTocar a revolo-
qAo, para i> demnisar ps habitantes da cidade lo
liinini), que soflreram, e para as peosoes em favor
das viuvas, dos orphAos, e dos feridos.
O valor da prupriedade ecclesiaslica pode orrar-se
lo nolavel na historia desle paiz.
{Peridico do* Pobres no Porlo.)
O DIA 10 DE JUNHO.
Commemorarao nirional.
Pedimos venia ao nosso amigo redactor da Naro,
para nos aproveilarmos de parte do sen excllenle
artigo, e da caria do Sr. visconde de Juromeuha,
que nelle vem incloida, cnininemorando a morte de
Luiz.de CamAes, do principe dos poetas luzilanos.
Unimos a nossa dbil voz ao lirado eloquente do
nosso amigo, para lembrarmos a lo.los os que oasce-
rain uesla Ierra, que no dia 10 de junho se linn o
eorpo da maior alma que deitou Portugal como
diz o linm Telina Paes no Fre Luiz de Souza. do
Sr. IJarrel.
lie urna comraemnracAo nacional, lano mais
obrigada, quanto he mais vergonhoso o olvido era
que temos deixado a memoria do poeta, do soldado :
Para servir-vos, braco as armas feilo ;
Para canlar-vos, menle as musas dada ;
que em versos mmnrlaes illuslrou a patria que tan-
to amara.
Ja ne.le jornal noticiamos que o Sr. visconde de
Jnromenha tencinnava dar a' luz urna compendiosa
e.lic.io das obras de Luiz de Cames. Agora o St.
visconde annuncia a sua publicacAo n'um progratn
ma que se l na Xario, e que depois Iranscrevere-
mos. e danda lAo grata noticia a lodos que preznra
as glorias de-ta Ierra, a honra da patria litleralura,
rectifica om erro historien que andava vulgarisado.
Eis aqui o que se le n Aacko :
r A caria do nscoiide de luromenha, que em se-
-iii la publicamos, ha de ser lida com vivo intere-e
por diiios os que prez.am o esplendor das nossas lel-
dras e a fama da nossa Ierra. Noticia-nos S. Exc.
que vai dar a estampa urna eilic.i i das obras de Ca-
iinjes, cujo prngramma nos enva, e nos inserimos
no lugar proprio ; e rectifica desde ja um dns errus
que andara iutroduzidos na vida do poeta, cilando-
oos ein documento irrecu-.ivel, a verdaleira dala
em que elle fallecer.
Eis-aqui a caria :
Meu charo JoAo de Lernos.
a Vou tentar lanzar ao mar a minio nao, ou an-
iel o meu batel, porque nao he phrase pomposa ;
purera como receio que se alague logo ao sabir da
praia, nao lenho remedio senAo fazer o meu carta:.
a Bem sabes que o oiditm tucliery daa vinbas e a
mi colhrila du anuo lulo animaui mullo para empre-
b-nder orna obra volumosa, c por isso de de-peza
sem alguina probabilidade de se nAo perder ; assim,
vou experimentar at qoe poni esla se pndersus-
tentar.
Kemello-lc, pois, o meu programma, pedindo-
le o obsequio de o fazeres annunciar no nosso jor-
ual. Coufesso-le que uso violentamente deste meio,
porcm son competidlo a usar delle na alternativa de
deixar na gaveta esle meu tal uu qual Irabalho. Di-
ras que nada se perda Eu dina (ambem o mes-
mo se elle fosse s meu, que nAo he, pois alera da
parle que pertence privativamente ao grande poeta,
que faz o assumpto da minha publicacAo, devi ob-
sequiosa voutade e delicadeza de minias pessoas, no
decurso das minhas indagares, noticias que lenho
a consciencia que he de alguma ulilidade lilleraria
seren publicadas.
o Por esla occasio te peco lamhem que nao lei
xes pajssar o dia 10 le junho, que bs o verda'lciro
da da morln do cantor das nossas glorias, como ve-
ra, da ola que aqui junio, sem nina mencAo iion-
a, iem quartio a naco na f o que eerlamenla
mais larde fara* a' memoria do nosso immorlal pi-
co, seguindo o exemplo das uaedes culi is para com
os seus homens mais illuslre
a A ni.ti he ella :
r 6765 rs.no Ihesoureiro la chancelaria la ca-
sa du civel a Anna de Sa' mAe de Luiz du Cav
mes que Deus aja por outros lautos |ue ao
dicto seu liliio eram .livnlos de I le Janeiro
lo auno de I5N0 al 10 de junho dele cid que
laltc-u a razao le 159000 rs. por anuo de len-
ta em Lisboa de 1582 por Duarle de Caslel
! raneo.
>a lu vera's a necessidade de se reclificarem
m na vida do poela, qoando quinze anuos depois
nAo se sabia ao cario o da soa morte. e se puni a
turo. que depois de ler o exigido a seculariacAo do
governo o dns eslados pontificios, allribuindo un
supposlo augmento de crimes, e mu fingido lesba-
rale da fazenda publica a inepcia do governo cleri-
cal ; sendo adverlida pela Sarao do seu erro, veio
posteriormente applaudirse de qoe a ailmissAo dos
seculares, que suppunha mui reeente, estives.e sen-
du causa de urna melhor polica e da maior regula-
ridade as finanzas !
Nessa resposta, nos, que percebiamos aonde que-
riam ir aquallaa deelamaefies, diasemos que a re-
lcelo dos funecionarios dos eslados. ponlificios, pu-
blicada em 1819 por ordem do sanio padre,e com re-
ferencia aos annos de 1847W, apresenlava 5:999
seculares, e 249 ecclesiaslicos, inrluindo os capel-
les das prises, ou I padre para 20 leigoa.
A /leeolurUo calou-se, efez bem ; e a que.tAo pa-
dominio le Jaime II, re de Arag.io ; o inslromen-
lo dos clubs ma/.zimanos, declara que essa secula-
riso na i he omra cousa mais do que a alialicAo do
lireito cannico,a do foro especial ecclesiaslico para
as causas ecrlesiaslicas, uu as mixtas ; a u excluso
dos ecrle.i i-ti.-o. das funrcoes publicas: o e a atlop-
rAo lo cdigo napoleAo. que Dio he lainbein seno
ao n malrimonio civil,'a perfeita igualdade dos cul-
tos ele.! E>hzemo-lo assim, porque os principios
geraes de direilo que nesse coiligo se encerrara,
acham-se em lodos oscoJigos das naces civilisadas
e cora especialidad? na legis'.acAo da ci'lade de Ro-
ma, a capilal do mondo chrislAo, donde com o
Evangelho foram levados a todas as nas.
O conde do Cavour com os olhos filos u'um aug-
menlu de terril rio psra a Sardenha, invoca con
esse fim o monslro la revolur.lo para que Ih'o d.
bardo-Vneto, ele, ele. ; e qoe preconise o assas- menlo que Ihes dira em 1849, o que qoi Ihe repe-
ainio a qoe o vularam os socialistas do seu paiz. limos em 1856 : Nao podis nada coaira o papa.
Qoal he a sua opiniAo '.' a que escrave era publico, Nao vedes qoe quanlo o julcais perdido, por ter-
nu a que deixa escrever. e pode ser qoe at escreva des prevenido todas as hxpotheaeo humanamente)
As escondidas? A resposla he dificil de dar. possiveis que o podem salvar, ella sabe por orna, ao
Nova coniradiccao.As patarras da ola que dei- parecer mui ridicula e lesprezivel. qoe nem lem-
xamos sub-liuhadas, exprimen! a opiniAo dos parli- bi ou por isso mesmo ; e que nAo a .e salva a ai.
distas de NapoleAo I e la repblica l'ranceza nos mas alo vos vence a vw?
estados romanos. Damos de barato, que sejam ver- J. .1/. ate .. Montara.
dadeiras, o que negam os documentos la poca; 4 .Vaviio.)
mas louvores e synipathias as.im exprimiam-nas --------------------
tambera os partidistas da repblica e de Napoleo
uos estados sardos.
Se aquelles eram veriladeiros, quaudo exprimiam
as nH n antipathiai ao lominio cieiic.il a e as suas
i lyropallliaa ao governo napolenico ; verdadei-
ros sAo esles, q'iando exprimiam o seu i olio ao
governo do rei piemonlez. e o son 1 amor ao do
1 mpelador NapolcAu ; a e a arma q
Jornalismo na Blgica. Foi enviada ao gover-
no francez, di o Neh Dewa, a segunde eslalisti-
ca dos jornaes que se pupublicam na Blgica :
O 11 Mninleiir, a oro.io do governo. poltica dia-
riamente 600 lolhas.
A Independence Belce, favoravel ao governo
son a amor ao do ,,,,,,, pub|lf.( rtV,JS Sim, nmv daa qaaes ha
que o odenlo re- contraria a Franca, apezar de se dizer qoe este iur-
() Vida Diario o. 152.
ciacAu com rneia dozia de marinheiros ? Eu deixaria
que me furlassera al a cinza do fogAo. Cede-me os
cincuenta mil francos, hei de emprega-los em um
negocio solido, que rae rendeni vinle por 00,
Como qiiizeres, reapondeu Malheos. Creio que
nAo lerias sido ohrigado a viver em Auray. Nossos
pas lera boa sade, graras a Dos! e dosempenha-
rn lalvez a tarefa. Mas, dize-me, qual he o nego-
cio milagroso em que pretendes erapregar leu di-
nheiro'.'
o ivi'-me c.im allci.eAo. De lodos os caminhes
qoe cnndu/.eui um horoein moo riqueza, o mais
curio nao he o rommerciu nem a induilria, nem as
artes, nem a medicina, nem a advugacia, nem a es-
peculacjio ; he... adevinha I
Ora essa nao vejo mais oulra cousa senAo o
roobo tas estradas, e elle lorna-se cada vez mais dif-
ficil ; pois nAo se alacam as locomotivas.
Esqueces o casamento! He elle que lem feilo
as 11,ciliares casas da Europa. Casarei com urna rica
herdeira.
Qual .'
NAo sei ; mas hei de adiar.
Com os leus cinroenla mil francos'.'
Alio la Se eu me pozesse cala de urna mti-
Iher levando cincuenta olas de banco ua carleira,
cerlamenlc lodos os miilu'ies zombariam de mim :
nuando iniiiio eu adiara 11 filha de um merrieiro,
011 a her.leira prrsompliva de um fundo de quinqui-
llera. Na micictaile, em que leria importancia lAo
pobre somma, nao seriam apreciados, nem meus do-
les physicos, nem meu espirito, nem minha educa-
cao. Pois deixemos de modeslia fingida.
Muilu bem !
Na sociedade em que quero casar-me, serei
desposado pelo meu amor, sem se me pergunUr
quanln tenia). Ouan lu una casaca est bem fcita,
meu charo, neuhiinia rapariga de alta condi;Ao io-
forraa-se de que ella tem as algiheiras.
Entilo Leoncio evpli -av ao irmAo que eraprega-
ria os escudos do lio Yvon em abrir para ti as por-
tas do mundo, lina longa expciencia adquirida nos
i romances Ihe ensimira que, com nada, nada se faz,
porm com vestuario elegante, lindo cavallo e bellas
mainirea, aclia-te sempre um ca.menlo de amor.
Eis-aqui o meu plano, dsse elle ; vou gastar
meu capital. Durante um anuo lerei ciiicoeula mil
francos de renda, e Deus nie lisre deque anles do
liui desse lempo eu nao s*ja auia'lo por uina rapj-
riga, 'jiie os possua na realiiladc.
Porcm, viis arruiuar-te, desgranado!
> 10 ; empregu o meu diulieiro a ccnlu por
cinco.
afalhaos nao deu-se a> irabalho de lischlir c.ra o
irma.i. Oa lundus mo seriam lisponiveis antes do
me/, le jiinlio. uo bavia perigo em esperar.
Os berdelrM do lio l'ron nao mudaran nada em
seu genero de vida : wi\t eram mais ricos do que
lames. Os barcos e as reiles susleulavain a casa de
Aurav. Mr. Auhryel lava duzenlos francos por raez
romo sempre ; is repelinies de Sainle Barbe, e as
errada na campa que cobria o seu corpo.
data
tr 'ninmemora, pois, com um dos leus arligos fe-
lizes esle dia, que he de verdadeiro luto nos annaes
da lil leralora, dia era que se apagou aquella genio
nacional que conqmsluu para s o futuro, e que nos
seus calilos ios aviva conliluaraenle a saudade da
gloria passada.
a O nosso Bernardes diz em alguma parle.
1'orlas por poetas sejam lito-.
e eu acrescenlarei recordados ejlouvados, porque
sem 1 aceitar a exclusAo dos prosadores, reconheeo
que e deve a preferencia aos do oflcio.
ir Acredita-me sempre
! 11 teo primo e amigo o mais verdadeiro
V, de Juromenha.
6 lie junho de 1856.
(irave encargo nos impunlia, sem duvida, o Sr.
visconde de Juro meu lo. se com a caria em que nos
ruinmuiiii.ua u verdadeiro dia da unirlo de Caraes,
pedindo-nos que o co.omemorassemos, nAo viesse
lamb-m o programma da edicito queS. Exc. empre-
henjleu ; mas com esse programma na milo o encar
go lornou-se fcil.
Ao recordar o mme daquelle gigante da poesa,
11A0 podemos apuntar para o seu sepulcro monu-
mental engrinaldado de saudades e gm vos pela agra-
dec menlo, admiraran, e Dilecto de um povo in-
teiri, mas podemos aponlar para oulro padrAo Ili-
terario erigido em honra soa, e oude he dado a lo-
dos inscrever o seu nome !
(Jurnrii do Commereio de Lisboa.)
A QUESTAO' ITALIANA E O PAPADO.
O p.n hilo desorganisailor, qoe professa a doulrina
i u ler na 1 de-que.uo homicidio por poltica nAo he cri-
minlo, o c que lera a sua mxima expressAo na
Italia de Mazzini, agla-se de novodebaixo das bau-
deiras da Inglaterra representada por Palmerston, e
visitas no Traversiue conlinuavam do mesmo mo-
do. A verdade obriga-me a dizer que Leoncio fre-
queniava menos as aulas de direilo, do que as lices
de Cellarius, e era mais assiduo em casa de Lozs do
que em casa de Mr. Ducauroy. O Roivinhu, sem-
prej ambicioso, obleve a nnmeaao de sua raulher. e
enlhronison segunda vassoura em seu domicilio. Tal
fin 1 nico aeonteeimenlo do invern.
rio mez de maio madama Debay escreveu aos
filiaos, qoe eslava mui vexada. Seu marido linio
mu to que fazer, e nAo poda suppnrtar lamanhn li-
da. Tornava-e necessario mais um homem em ca-
sa. Malheos receiou que o pai se faligssse demasia-
dai lente; sabia que elle era forle e corajoso para o
Ira 1,1 hn, ap./ar de sua idade ; porm aos sessenla
annos ningaem he mais moro, nem mesmo na Dre-
laojba.
- Se eu alien le-e s<> i minha vontade, dase-
me elle um dia, iria passar seis nieves em Auray.
Meu pai esl minio sobrecarregado.
- E o qoe he que le relem f
- Primeramente minhasrepetiees.
-- Cede-as a algom de nossos collega*. Eu le in-
dicirei seis que deltas necessitam mais do que tu.
- E Leoncio qne fara loucoras !
--NAo lenhas cuidado ; se ella tem de faz-las,
do presenta nAo o refera.
Alm de que...
- Alm de que ?
Aquellas mulhrresl
Ja as daixasie pelas ferias. Conlia-as a mim,
ceitode que nuda Ihes (altara.
Mas, ellas me faltanlo tornou elle corando
vil menle.
1 Oh! porque nao fallavas'.' nao me tinhas dito
qu havia amor oceulto.
O pobre amigo lcou assuslado. Adevinhou pela
primeira vez que amava a mademoisella Bourgade.
Ajudei-o a fazer seu exame de consciencia : arran-
qaei-lhe de um em um lodos os segredinhos de seu
coracAo. e elle ficou convencido de que amava. Em
minha vida nunca vi Itnmem mais confuso. Se Ihe
hduvessem diloque seu pai fallir, leria moslradome-
uos vergonha. Foi misler Iranquillisn lo e reconci-
la-lo comsigo mesmo. Mas, quaodn pergunlei-lhe
se cria ser correspondido, sua confusao augmenlou
por lal maneira que penalisou-me.
Debalde Ihe allirraei, que quasi sempre as paixues
sinceras silo comparlilhadas ; elle julgava ser excep-
c.i 1 de todas as regras. Collocava-se modestamente
no inlimo grao da escala dos enles, a via em made-
moisella Buurgade p-i loir/ie superiores i htimani-
Inde. Neiihum cavalleiro do bom lempo foi mais
hhniilde dianle dos bellos olhos de sua dama. F'iz
pir eleva-lo em sua propria estima, revelandn-lhe os
Ibesnuros de bondade e de ternura qne nelle havia :
a Indas as minhas raiOes elle responda inosiramlo-
me seu semblanle com um gesto resignado, que fa-
zia-me pena. Nesse mornenlo, se eu fosae mulher
l-lo-lua amado.
-- Vejamos, disse-lhe eu, enmu ella te Irala".'
e para que '! NAo he por causa da Recnlucao jor-
nalj. jinlifa Ihe seja fela ; he por causa da revolu-
to (aclo) que se fez ouvir no congressn de Paris.
e que scagila protegida pela ambicio da Sardenha
e pelo espirito merranlil e protestante da Ingla-
terra.
Esla torna a invocar a secularisac.o lo gover-
no iio eslados pontificios ; e como, por isso que
na lingiiagem revolucionaria a inlelligeucia desta
phrase he diversa d que se lite dacominuinenle.al-
gumas pessuas pode haver lAo sinceras que creiam
que ns leigos sAo excluitos dos erapregos pblicos,
e pe;.im a secularisa;Ao n'um sentido innocente, que
os .le.or (piros applicanlo para seus lins ; aqui lla-
mos um resumo daquella estadstica para que essas
pessoas cmiliecain que ou tem mais nada que pe-
dir no limite do justo ; e que a palavra necularisa-
cAoo he urna senlia revulucionaiia, romo foi a da re-
forma em Franea em 1818 ele. ele.
O ministerio dos negocios eslrangeiros era Homa
conla 17 cmpregailoa ecclesiaslicos, e 30 leigos.
O ministerio do interior conla 1850 ecclesia.lieos
e lil! seculares ;
O ministerio da justica cnnlcn 986 empregados,
59 dos iju is 1 ecclesiaslicos, e 927 leigos ;
O iiiiit'ilTTTTi-fa fazenda consta de 5 empregados
ecclesiaslicos. e 2,017 leigos;
Os ministerios d> commereio e obras publicas
tem tres empregados ecclesiaslicos e cenlo c qua-
renta seculares;
No niinislerio da aislrucc.o publica ha I empre-
gado eccle-iaslico para 9 leigos ;
E no da guerra mo ha iieiihuiii ecrlesiastico.
Soiniuam dolos estes empregados 245 ecclesiaslico
o "1.11.V.1 leaos ; que e-l lo por ronseguinte para
aquelles na propuii,,in de 22 Contra 1.
Os primeiros pnrcebem ordenado na importan-
cia de 184:6063520 ris pouc.i mais ou menos ; e os
segundos na importancia le 965:9018660 ris pouco
mais ou menos. ()'
Isin pelo que pertence aos servidos polilicos ead-
minislralivos do EUado : mas o cleinenlo laical
(ambem se eiiconlra j'nma larga dose lias in.lilui-
56es que mais par cuiarmenle respeilam ao governo
du igreja.
Assim :
No santo nilcio ha doze ecclesiaslicos, e seis sc-
cnlare :
Na visita nnatnlir 1. ajele ecdesi>aiieu' sote
leigos : .
Na propagncao da fe, quarenta ecclesiaslicos, ses-
senla leigos :
Na fabrica de S. Pedro, Ircs ecclesiaslicos, e oj-
enla e sele leigos :
Na chancellara apostlica, qualro ecclesiaslicos,
sessenta seculares :
Na secretaria do* breves, cinoi ecclesiaslictis, e
Ireze seculares.
Na dalaria apostlica, nove ecclesiaslicos, imita e
cinco seculares.
Empregados era liversus Irihunaes, su vico de
un--.11 e ensillo religioso as prises e penitenciarias,
eslalielecimentos de randaje etc.ecclesiaslicos 81
seculares 48 ; que junios aos que vAu cima designa-
dos. dAo uina somma de 161 ecclesiaslicos. e 316 se-
culares, que percebem ; os pnrneiros 36,120 escudos
,uu ,12:7(i05i840 ris da nossa tooedal, e os segundos
61.836 escudos (ou 59:980920 ris.)
Total:
326 empregados eclesisticos
com........ 2I7:3(7;3(K)
5107 ditos leigos com. 1.02i:88580
5433 1,23:2i.9?9O
Entre a primeira publicado, e seus desenvolvi-
menlos, e a mais recente, c dcsenvolvimenlos que
deixamos recapitulados, unla-sc uina difl'erenca de
467 empregos, que podemos allribuira diver.as cau-
sas, curan a uina maior simplificarlo do servico, e a
suppresAo de erapregos denecessarios por mor dos
empregados ; porque em Roma nAo se fazem re-
forma nem economa., que deixem a inorrer de fu-
me os funecionarios e as suas familias. All exem-
plo de innrali I a le. e de religioso respeilo pura com
a obra querida das mAos I* Dos, que bera necessa-
rio seria queseguissem esses governos.quaaccusam de
brbaro e retrogrado o governo pontiliciu, e que se
chamain a si hheraes porque engcnlrarain uno
constituic.io meulirosa e lAo elstica para o mal ro-
mo encolhida para o hem ; e porque tralam o lio
recen ficar aqui. Como be que boje a re.uscilamos 1 011 com os olhos lid-s na rev..incoo invoca esse aug-
mento de territorio como um.pretexto para Ihe dar
a ella forras ; quem o sabe'! e nao duvida reco-
uhecer que a abolirn do lireilo cannico e a ex-
clusilo dos ecclesiaslicos he impossivel de obler n'um
Eslado, cuj.i soberano he o chefe da ordem eccle-
siaslico, o custodio supremo dos sagriulos cnones;
e he por isso mesran que as prope para vir ao que
lano deseja, que he abolir, ^ora el siguor Maia, a
i soberana temporal do'papa, come;an.lo por Ihe
tirar as legaroes, como o priineiro passo para o des-
pojar de ludo.
NAo hacalholico que cou-inla em que se prive o
papa da independencia, que Ihe he necess.iria aos
ol.o. lo muan, para que se saiba que as suas de-
ei-iies mo Ihe sAo impostas por uenhuin soberano
poderoso, no inleresse de una poltica devorada pe-
los fugos da cubica.
Mas isso que mporla Ouem sabe se o Sr. Ca-
vour he calhnlico .' ha milito boa aenle que du-
vida disso, e nos somos du numero dos que du-
vidam.
Nos venios que vido de despojar o papa, o cunde
de Cavoor nao duvida pedir a franca e a Ingla-
terra que iiilervcutiam ein Roma para lespela;a-
rem os estados ponlilicin., ao mesmo lempo que lie-
ga a Ausliia 1 direilo de inlervir para fazer respei-
111 a soberana leinporal da Sania S iucouseqjen-
cia miseravel, que si se explica por uina poltica le
raucor, assim como s por ella se explica a lacn-
sequencia com que a Inglaterra applaudio que lio
Inalado ile Paila se nAo collorasse a aBaaeipaeJH) dos
chrislAos da Turqua sob a garanta malerial das |io-
(encias que o assignarain.pitra queamagestadeda co-
roa do sollo nAo soll'resse quebra ; e applau le ao
mesmo lempo que se faca solTrer quebra a magesla-
de da Thiara, e a da cora do re de aples.
Miseriasdestas consignam-ie, roas nAn se di.cu-
lem porque sAo ahaixo de luda a discussu ; pelo
menos n'uina publicacAo que nAo pode tratar de
quesles polticas uo campo da polilica, e so pelas
relaees que podm ler coo o calhnlicisrao, com a
sociedade, com a philosophia, ou com a historia.
E como be smenle sob estes qualro aspectos que
examinamos tala quetlao, limiUr-nus-hcmos ao ter-
reno que nos lie per .nudo per'orrer.
Notamos mais cima a ingralidAu com que Cavour
Paga em injurias e malquerencas ao papa, e con-
vidando lilas das grandes nacoe* da Europa a des-
l'uja-lj deuina parle dos seus .Estados, us benefi-
cios que o reino da Sardenha deve ao papado, 111-
rlusivameule a soa existencia poltica.
Vi 1 mis alreyeinus a lizer qoe a sua conserva-
(la cm 1815 (o que enm ludo nAo falla quera as.e-
vere que se deve a infleucia religio-a do sanio pon-
lilice Pi Vil perqu os jumaes luientes ilo maliz
du ministerio sardo antevern*, que is-o deve-se ao
imperador la Russia, a quem elle paRoi com ludo
esle beneficio, fazento-lhe guerra cun quebra de
(odos os principiosde lealdade.quepois so liulu decla-
rado neutral n .filiu ni a aggressAo depois desse aclo
receben la Russia.
Mas agora devenios fazer notara torpe adulaeAo
a hvpocrisia, e a nova conlradiccAo, que se revela
na nota a que ja Ii vemos de rrferir nos. lo 27 de
marco.
Torpe adulacao a NapoleAo III. Diz o pleni-
potenciario, C. da Cavour.
ir As legacOes, anles da revolucAo francesa, Bala
vain sujeilas 11 soberana do papa, mas go/.avam de
privilegios e Tranqueras q.ic as (ornavam ao raenos
quaulo i ilniiii.iiacao interior quasi independen-
tes. Mas ja o dominio clerical era de tal sorle an-
lipalhico. i que o< exerciles francezes foram all
recebi los em 1796, com etithusia.ino. o Deslaca-
das de S. sanlidade pelu tula lo de Tolrulino, estas
provincias fizeram parle da repblica, a depuis du
reino .le Italia al 1814.
O geniu organisador de NapoleAo (inba, como
por encanto, modado o sen aspecto. As leis. as
instidiices e administracAu frauceza all linhan,
n'alguns aunus, leseuvotvido a civilisacAo ; por
isso lamhem, ueslas provincias, n ludas as sympa-
Ihias c ludas as dadicces preudem-se a esle perio-
do O governo napolenico he o nico que linha
sobrevivido, nAn s na memoria das classes eleva-
das, mas anda do povo inleiro. a Esta leUibranca
recorda nina juslica imparcial, urna adminisIracAo
forle, um eslado einfira le prosperiilade, de riqueza
e de grandeza militara
Com esla baixa lisonja copador, boje dominanle
esles resultados.
Anda nrais. Se por eiTeilo das Iradicces glo-
riosas de seu lio, o imperador .V pole.io III. .leve
lespojar o papa das legares ; por virto.le iieisas
tradicces, ein (o.la a suagenuiuilade, leve anne-
Foueber. Julio l.e.-umle e Cavaignac, e cerla eta-
pregado de urna emdaixada e-lrancdra. Eidahe
6:000 exemplares.
O 11 Telearaplie, u jni nal da opposirAo, fas eoa-
lanle guerra ao governo francez. Extrae 2:<
xa-las ao imperio francez ; mas por idenlidade de exemplares
tarto e por eiTeilo deas trailicces, deve despojar ,) Ec|, d, BriJIe||,, jorna| ni ulnallIJH
o re da sirdenha do Piemoule, eannexa-lon Fran-11, ,,i,e \\ i,, txvnvU't
Ca. He um procedimend. perfeilamenle lgico, e : 0 Bdge, orgao wialisla e repeblieaeo. faz
que resuda das pnmissas do Sr. conde de Cavour. I opposicAo ao governo francez.
b se a par dessas Iradicces Sr. conde invoca () Observaleur. jornal da opporao, H.e re-
lamhem usdesconlen es las legacoei para levar e .prenla a csq.ierda .be escri po h a infl.le.a loa
imperador NapoleAo III a inlervir no eslado pouli-; eiallados francezes refugiados na Blgica. Tem doos
licio, e a lira-las ao papa ; essas Iradicues e os des-
nem cora meuos semeeremouia que n boi ou o ju- [ ein Franca, que a Kalianissimo presidcnle do
ment que Ihes carrega para a casa os alimentos ou
a agua de cada da I
Ja se v o que qaerem dizer as palavris 11 secura-
lissc.lo du governo o he exclosAo dos ecclesiaslicos, e
Hln.lica 1 da soberana temporal du papa. Mas como
;) Os ordenados dos pnmeiros em moeda romana
sAo de 190.316 escudos : e o dos segundos de 995,878
escudos. O escudo vale aproximadamente 970 ris
da nossa moeda.
S. M.
S
Nem bem, nem mal. Eslou na sda, ella tam-
bem, e alias nAo asamos junios. Fallo Ihe. ella res-
poude-me, mas nAo pusso dizer que leudamos con-
versado. Ella nAo me evila, nem rae procura... To-
dava creio que evila-me, ou ao menos que Ihe sou
desagradavel. Teudo (al figura !...
Elle irrilava-se conlra soa pobre pessoa rom bella
iogeutiidade. A frieza de mademoisella Bourgade
para enm um ente lAo excelleole nao era natural;
sai poda explicar-se por um comeen de amor, ou
por urn calculo de casquiiharia.
Mademoisella Bourgade, sabe que herdaslc'.'
Nao.
lo I-a-le pobre como ella'.'
Do contrario eu leria sido despeJido desde
rauio lempo.
Se todava... Nao core.. Se ella le amasse as-
sim como a amas, que farias'!
Eu... Ihe dira...
Oh 1 deixa-le de falsa vergonha Ella ala es-
t aqu : casaras com ella '.'
Se eu podesse! Porm nao me alreverei ja-
mis a casar-me.
Islo passava-se em um domingo. Na quinla-feira
seguinte, posto que eu tivesse promellido evitar a
ra Traversiue, fiz urna visita 110 Ruivinho. Levava
meu mais bello vestuario, e um amigo a toda a pro-
va empreslra-me um par de luvas. O Ruivinho foi
avisar a madama Bourgade de que um senhor pedia-
Ihe o favor de fallar-lhe alguns nslanles em parti-
cular. Ella veio como eslava, e o empalhador de ca-
deiras sahio sob pretexto de qoe ia comprar carvAo.
Madama Bourgade era urna mulher alia e bella,
pintora eslivesse muilo magra ; linha longos olhos
tristes, sobraocelhas graciosas e cabellos magnficos;
porm fllavam-lhe os denles, o que a Innova mais
velha. Parou dianle de mim um lano confusa : a
pobreza he limita.
Seniora, dis-e-lhe cu, sou om amigo de Ma-
lheos Debay ; elle ama sua filha, e lem a honra de
pedir-lhe sua mo.
f.is como eramos diplmalas na escola normal.
Asiente-se, senhor, disse-me ella brandamenlc.
Esse pedido nAo causava-lbe sorprc/a, ella o es-
perava ; sabia que Malheos amava sua filha, e con-
fessou-me com urna especie de pudor maternal, que
desde muilo lempo sua filha amava a Malheos. Dis-
so eslava eu bem rerlo Ella tinha rcdeclido madu-
ramente sobre a possibilidade desse casamente. De
urna parle eslava mu salisfeila de confiar a venlu-
ra de sua 1II11 a uro homem honesto antes de inor-
rer. Julgava-se perigosamenle dnenle, allribuindo a
causas orgnicas a debilidade produzida pelas priva-
cies. O que assiistava-a era a idea le que Malheos i
nao era mui robusto, que poderia adoecer, perder os
discpulos, p ficar sem recursos com mnlher.e lal-
vez om os Olhos, pos.-mis inlii prever ludo. Eu po-
da Iranquillisa-la dizemlo urna palavra ; mas esla-
va contente de ver conrluir-se um casamento ram a
sublime imprudencia dos pobres que dizeni : A-
memn nos primeiramenle, u pao de cada ,;
cunselllo de ministros foi decorar nos esrriptos le
algum afrancezado romano para applicar-lh'u ;
espera elle seduzir o sobriulio do priineiro impera-
dor dos Francezes para fazer delle o instrumento de
sua publica de udios anti-calhulicos e clubislicos.
NAo he islo um aclo miseravel '.'
Hvpocnsia.Emquanln assim adula NapoleAo III,
cousenle que a sua iuiprensa assoldada enlome as
mais imraundas injurias coaita esle mesmo homem,
aecu-an in-o de ser elle a causa da llalla nAo ser It-
ere, slo he, do Piemonse nAo possair o reino Lom-
conleiiles lo Piemoule, que nAo sao menos nume-
rosos. serAu invocados para levar NapoleAo III1 a in-
lervir uo e.lado sardo, e a tirar lanibem a lUia da
S iidenlo ao re pieiuunler.
He corlo que esle cunde he nm uranio revolu-
cionario ; mas 11A0 he um gratme lgico ; salvo se
por mim a Santa S nao duvida ser Iraidur a soa
palria. Nesse casu n.lo ha conlradiccAo no que es-
creveu.
Nao podemos crer que o ministro piemonlez seja
liaidor a sua palria por odio ao calholicismo ; roas
francamcnlo confessamos que no* inspirara mais con-
Henca ns senlimeiitus religiosos le NapoleAo III, a
sua inlelligeucia e a sua lealdade, que u levarAua
Iralar com 1 desprezo que merecem as prepo-ta-
10 Sr. conde ; que o pnlriod.rno, a lealdade e a in-
lelligeucia desic .eulior que nem por isau julgamos
capaz de alrairoar o rei, que lio mal deposita nelle
a sua couliauca.
Ouanto ao en odio ao calholicismo, disso cla-
mos mis convencidos plenamente. Ouc.o no-lo as-
segura sAo as suas palavras cmara dos lepulados
pieroonleza, na se;sAo de 7 lo correnle.
Dando conla das coi-versaces que leve rom lu.is
peraoaagena ealholieaa em Franca, que Ihe aeaaae
llovaiiium accordo roma Sania S, disse o minis-
tro que Ibes re-pon 1er o seguinle :
Cnuf'ssn-vos que, da nossa parte, a epini.o pu-
blica nAo est as dispo-icie. que seriam necessaria
para lomar possivel um arraoja razoavel. Se. por
um lado, uos devemus pedir ci'irle le Ruma que
renuncie aos amigos pri\ilegios,que cutsima em re-
formas necessarias para harmoni-ar as relaciles da
igrrja com os principios las nossas leis civis, por ou-
lio lado convenho que seiia necessario fazer cer-
tas conces.Oes a igreja, conceder-lhe um lugar mais
largu era suas relarrtes cum o eslado, e n'uma pala-
vra admilli-la ao gozo los principios de libcrdad?.
Pois bem A opini o n.lo esl disposta a fazer con-
cessoes.
1 Nos levemos pois esperar.... que a lembranca
la concrdala com a Austria esleja um puuco eaira-
qnerida......
Este hornera cunfessii que as dilliculdades tiara ura
arranjo nAo parlera do Roma, que s> e evclu-iva-
inenle nu Piemoule Ii que resulein : e elle ininis-
Iro le uina naci calholica, deia-se llcar 110 minis-
(eno!
Este homem confessa qut- a igreja que recebeu de
Dos a liberdadr, esta captiva no reino de Sarde-
nha, que he mil. iih;:'.i calbolica: e elle ministro
dossa nacAo, leixa-se licar no miaifterle!
Esle hornera Confessa que era necessario fazer um
arranjo razoavel com a cilc de Roma, no inleresse
da relie.!.,, calbolica c da consciencia dos calhnlicos
dos estados sardos, e que nina cousa a que chama
opiniAo publica fisto be, as gritas los club* so op-
pe a esse arranjo : eelie. minislro do re desses
eslados, conerva-se no ministerio '
Esle homem confessa que era de loda a joslii.-a
admiltir a igreja ao gozo da liherdade ; confessa
que se pr.iiici a injuslica de Ih'o recuur,porque 11A0
se qiier ser justo, ao qoe se chaina fazer eonceasDei;
e elle, mimslro, que reconhece a injuslica, deixase
licar no niinislerio para ser injusto !
Espera para ser justo um aeonteeimenlo que lie
moralroenle impossivel !
Aonde encon(rar palavras que mais claramenle
manife-leui o odio ao chalolicismo '.' Onde enc.MiIrar
as que mais forlemente marqtiem com um ferrete
ladelevel o homem que tem simpleza 011 cinismo
de proferi-las'.' Deixenio lo entregue a esse supplicio
que a si proprio se inllmgiu.
A Inglaterra hertica applaude, porque ella u que
.obrlo i,, anhela he a auitpilaco da igreja ralholi-
ca. A misera NA labe que lieos promclleu a es-
sa igreja que as portas ,1o inferno nAo prevaleceran!
conlra ella! Ha quasi 19 seculos que inimigos forini-
laveis se Icvanlaratn para comhal-la, e quainlo
ruidavam If-la vencido, cahiram em Ierra para mais
se nAo erguerem ; e a igreja permanece lirnie e im-
passivcl como se nada livesse occorrido.
Entretanto fados lembraremosapenas, a morte de
Po VI, e a proclamacAo da repblica romaua qu'
I silo os mais rcenles. Em ambas as occasioes o p
te.i.iuli.mo appl ni lia--e pela ni ule da igreta caL
lica que julgava iiievitavel ; e no meio das sijX'1'*"
grias, um fado milagroso facilita a eleirAXa"e Po
Vil, e a fuga para Cela livra Pi IX. 5a*"1
pe raneas attglicanas!
Agura reos am-se ellas, mas lulo dja/ef mesmo
resudado. Asscguramo-lo f as^vinas promes-
sas; e prophelisa-lh'o a elles o iarrnDro do P"rla_
lia Deus
dar! Madama Bourgade discuti smenle por for-
raalidade : Irazia a Malheos no coracAo. Tinha-lhe o
amor de sogra pelo genro. esse amor de dous graos,
qne he a ullima paixilo da raulher. Madama de Se-
vigne nunca amou ao marido, como a Mr. do
tingoan.
Madama Bourgade ronduziu me ao seu domiciliu,
e aprese,itnii-me a filha. A bella Amada eslava ves-
tida de chita ordinaria ej desbolada ; nao linha
louca nem golla, nem manguitos : a lavagem he lAo
cara! Almirei-lhe as grossas trancas de magnficos
cabellos, o eolio um lano descarnado, mas de rara
elegancia, e os punhos que mullas lidalgas leriam
invejadu. Seu semblante era o da mai com vinle an-
nos de menos. Vendo-asjuntaslerabrei-ine involuu-
luromeule dos (tsenlos de arrluteclura, em que v-
se no mesmo quadro ura templo arruinado e sua res-
tauraro. O (albe le Amada com roupinhas em v
de cllele era mui graciosu. O proco elevadu
inslrumcmos de casquiiharia faz que os pubresaifam
menos engaados que os ricos. O que mais/dini-
rou-me na fulura madama Debay foi a airara de
sua lez. Pareca lei le, mas leile transparente ; nao
posso comparar melhor seu roslo do qu com urna
perola fina. '
Ella ficou francamente alegre quX"'0 recebeu as
noticias que eu levava. No mejr desse coulenla-
menlo cabio Malheos, o qoal nao esperava adiar-
me ahi. So creu que era ama/o depois que Ih'o re-
petimos tres vezei. Fallava/os (odos junios, e os
quarlelos de Beelhoven etipobre msica vista da
que cautivamos. DepoK como a pnrla ficra entre-
aberla, escapuli sem <|^er nada. Malheos sabia que
eu era um tanto zorpAeteiro, c n.lo leria ousadu clo-
rar diaule de miy.
Elle casou-se^i primeira quinla-feira Ip junhu.
Servi-lbe de tdiiuhu com um joven escriptor no-so
amigo, quesi'rava enlAo em orna revisia nova e
hospilaleira, o artista. Os padrinhos de Amada
foram dous amigos de Malheus, um pintor e tira
prufes-jr ; Madama Bourgade perder de xisla todos
01 seus condecidos. A casa do inaire do 11. dis-
Irii'to fica em frente da igreja de San-Ssulpicio : 1
|ve-se de aIraveesar smenle a praea.
Todos os convidados, sem exceptuar a Leoncio,iam I
com rs noivos em duasgranies carroagens ile atugocl,
as quaes levaram-uos a jantar junio de Meudott na
casa dn guarda de Fleurv. Nossa sala dejanlar era
urna queijara saina, rodeada, de lilazes, c descobri-
mos no meio do feslim um patoarinho, |ue se anni-
nhra acim-i de nossas caberas. Bebemos a pros-
peridade lessa.familia alada : Indos nns somos iguacs
dianle la feliri lade. Creia-me quem quizr ; po-
rm Malheos n.lo eslava mais feio. Eu ja havia ob-
servado que o ir das lloreslas linba o privilegio le
emhellec-ln. Ha semhlaoles pie so agr.lam ein
inn-alio, ha oiilros que so leein graca nos campos.
As bonecas que se admiran) em Pars, serlani borri-
veis eneonlradas em um bosque : quaudo pens ein
lal musa eslremero. Malheus era um silvano soflri-
vel. Annunciou-nos a sobrej4"3 1ac partira para
Aurav com a rauier e a so^. excelleole ma-
dama" Debay abra ja ojsXfaC0' P"* receber sua
ora. Malheos escreverj/suas theses com descanjo ;
seria doulor e profes/r quaudo o permiltissem as
-ar.linlia.. f
E 09 Ii i los, ""rcscenlou urna voz que nAo era
a minha.
__ Oh re!/1^011 noivo, |se tiverraos filhos, eu
Ihes en-iu u/r a ler junio da domine, e pi a/a a
Dos que arlenha dez discpulos na mina mo '
I',-! 1 /1I11 parle disse Leoncio, aviso a todos para
no anJaviadoor assislir ao casamentu de Leoncio
Ueb/C cora mademoisella X. urna das mais ricas
lidneirae de Paris.
Viva inadeinoiselle X .1 gloriosa descouhe-
cida !
Em qtiHiii 1 nao conhero-a, conlinuou o ora-
dor, ouvireis dizer que .li-per lien minha heraiaVa ;
mas lembrai-vos du que vos prometi : espalhare
ouro como sement. Dtxai cada um dizer oque
quizer, e aguarilai a colheita !
Porque nAo confesara cu que bebia-se vinlio de
Champagne ?
Farso que (e aprouver. disso Malheos ao ir-
mao.. N'Ao dovido mais daada, creio ludo pos-
sivel depois que ella poude ca-ar commigo :por
amor !
Mas no donvugo seguinle na slaco do camirilio
de ferro, Malheos pareca menos tranquillo sobre a
ventura do irmao.
Vas jogar rijo, disse elle a per 1.1 1 lo-1 he .1 njao.
Se Boileau ja nao eslivesse fora da moda, come os
penleados de seo lempo eu le liria :
/'.'.se mr em que navegas he fecundo em naujraaios.
Ah deixemos a Boileau, e oucamns a Raizar,
ir O mar em que navego he fecundo eni lierdeinas.
Confia em mim, irmAo ; se reslar uina menle, el I.
sera para nos.
F.inlim, .icontera n que acontecer, lembrja-le
de que leu leilo est promptn na rasa de Aurav.
Accresceula-Ihe um l/avesseiru. Iremus \*r-le
na nossa camtagem !
O Ruivinho medio a Leoncio da caber 1 aotj ps
com ar de ipprovaeao; mas Leoncio 11,10 ahakxun
sua vista para elle, 'i'omou-ine 1 braco depoi I la
partida do conibov e levou-tue a jaular na hospe-
daria de Janodel : clava alegre e ebeio de e.pe-
ranra.
A sorle e-Ui hincada, disee-me elle ; aliigoei
liotilem ura deliciosa aposcnlo na ra de Pruvnce.
Os pintores la eelarao nealee oito das, depois bei ,ie
iiiohilia-lo conforme a moda. He la que ii.is Ivisi-
lai-rn', chara amigo.
Oueidoa lens le cometj.ir a campando no tncm
do serao. >.",o b nm galo em Paria.
Daiia*rne obrar Apenas raen iiinho ettliver
prompio, partirei para ns banhol le Vichj. Ah
ganlom-sa f.tciluienle ami/ades, p fa/i'tn-se convi-
tes para o inferno proiimo. I'ensei em ludo, e
cor re.pe 11 lentes em Pan, e rvirahe I:* eie
res.
A Eslrella Belga, orgao republicano e socialista,
npposto ao governo francez, he escri po sob a inlla-
eucia dos reptiblicaoos refogiados, exlrahe 7:Km
exeraplarc.
A Naco, a orgao dos socialistas exallaeleri, a
mais exagerado de lodos os jornaes da Blgica, ei-
trabe de 6 a 7:000 exemplares
O Nacional. orgAo democrtico moderado, ex-
lrahe 1:500 exemplares.
O 1 Sancho, jornal le annanrioa, publica nao
graphias escandaliHas, exlrahe _'l exemplares.
O 'Charivari publica cricaloras e arligos evt ra-
sbanles, e ordinariamente caricatura o governo
franrez, exlrahe .VK) exemplares.
Mepinslopheles, a puhliro insolsador, repm luz
.lodosos .rri|i(os infamantes don demagogos, ca-
(rahe ion exemplares.
A ir Presse B-lg, orgao da oppnsirAa, evlraho
350 exemplares.
L'Emancipalion e i'Eclair, orgao da lireila,
diz-se quo Me pagos pelo governo franeei, exlrahe
0 primeiro 1:000 exemplares, o segundo 600.
O a Nord, jornal rusto, publicado a nnia da
governo 111-0. representada pelo Sr. I^appdmau..
exlrahe l:-200 exemplares.
O o Jornal de llruxellas. jornal calhaliro, gran-
de amigo di. govcino (ranee/, etliahc :(H exem-
plares.
;.ra 1 .ine he a belleza 1 Auacreunlc da qoe be
um dora do ceu.
Aristteles, um monslro la mlureza.
Bvron, um b'in para os outros.
Scrates, urna I s raimar ia que dui.i |>ooco.
I'eoc itn, um formosu mal,
Carneades, una rainlia sem guardas.
Deulino, o altar de um su dia.
hstrellm.
Mal
COIIIIFISPOMIKVCI\ |M DI Milu IM.
l'F.ltYV.IIUIO.
P.iris S de mullo.
Desde o mez passado que viajara os soberanos e
os principes la Europa. O imperador da llns-o
lem estado na Polonia e val para l'iu-ia, el re
Freder.cu (luilberuie vai para Kussia, el-rei e a rai-
nha de Saxonia se acham na l'm.-ia. n crAo doqoe
de Mekleinburgo Schwrin e-la ein Berln, rl-re
1 -er liando de Portugal em Cenia, o principe tini-
Iherme d Prussia em Londrea, o principe Napoleo
em I i.inrl'orl. o Archidoque Maximillaoo da \us-
ina esleve em Franca, e est i.a Blgica, o principe
Osear da Suecia cm Paris, a rainha m.ii deve vir
para u baplismo do principe imperial. El-re ile
Wur temberg voltou para u seos estado*.
De lodos os paizes do continente, a Franca kc o
mais visitado, pois que d'ora a vaale e defie'iiva-
inenle o Iratado de Paris tornou evidente oaeVelerea
respectivos d.11 grande potencias, e fez c*f' mnilea
preconceitos : pareci que ja nAobavijdTa Europa
mais que dous urandes governo*. os iiadTuglaleira e
da Kussia, u mundo inleiro |i.reci.i/ravilar fatal-
mente em turno driles, e na upiaij(rla mullas pes-
soas. afora a Inglaterra, a Kussijapareda pruviden-
rialinenie destinada ao imperia^nn>ersal. A guer-
ra niodilicou profandamenljpsle eslado de cousas
app.irenle, e a Franri sal)) ''a com allianras
que eolio..1111 re-pec'lislyeiilc as grandes potencias
nos seos lugares natura^* formara us elementas da
um svslema polilicoia7<'ladeiramente conforme iota
os interesses esseijad** da Europe. A Franca lo
nuslrado nos ciJr'"'os um espirito de ordem pelo
menos igual alFergia militar qua desenvolveu na
lula. Sob laJrs os aspectos se aeha collocada mu
alto na csi jn dos gabinetes ; lia podido em outros
inomenl da uu ./*fi"lo, laucar mais explemlor em lorno de
ln nunca foi mait respeitada. As' descon-
lia yTs o'outra ora bao luccedido as mais inanifes-
> inpalluas, e be cousa de om anno os reprsen-
les das potencial europeas se soccedem as Tai-
nas. Iloniem a rainha de Inglaterra, el-rei do
Portugal, el-re de Sardenha, oda^ue e a daqueza
de Braba me. o duque de Save-Cobouro-l,olba, hoje,
al-rei de Wur temberg, o archideqee Fernando
Maximiliano, o principe Osrer da Saeeia, talas
vem aqu render urna humenagem publica poltica
franceu.
As solemnidades do baplismo do principe Impe-
rial proseguem rom rapidez. A igreja metropoli-
tana, o hotel de Ville, se acham esplndidamente
meo cerco esla feilo. Sahirei no fim de quima dias
deile horrvel qaarttirAo Latino '.
Onde lemos passado lAo bous momelos !
Criamos recreiar-nos, porque nAo entendanlo*
diaso. Adas este frango sopporlavel 7
Excelleole, meo charo.
Alroz A proposito, lenho urna cozinbeira ;
um mancebo j,ma lora ; mas al moca em casa. Kc-I.
adiar ura servo. NAo podes indicar-me algum *.'
Na verdade pesa-me ler de estar na aola de-
zoilo mezes. Eu leria proposlo e mim mesmo ; pois
acho que seria magnifico arao.
Meu charo, nAo es assas grande, nem asaos
pequeo ; quero om colosso ou um gnomo. Eira
onde esds. Tens rcflectido sobre a- libres '.' He
queslAo grave.
Cerlamenlc Ii Aristteles no capitulo dos
chapeos.
o.i" pensaras de urna casaca azul-celesle cum
adornos vrnnelhos f
Temos tambem o uniforme dos guardas do pa-
pa, amarello, vetmelho, e prelo, com urna alabarda.
Ouc dizes 1
Tu me enfadas. Passei em revi.la todaa as
cores ; o prelu be bom com om laca no chapeo ;
mas he mui severo. A cor de castanh.i be antiga,
e u azul ferrete esta desacreditadu pelo commereio ;
luda a gente de serviro lem jaquel* azol eeea bn-
l"ies hraucos. Hei de refleclir. Vr meus noves bi-
Ihetes do visita.
/siifio de Hi'i e urna roroi de marque/ '
Desculpo-le o manjuezedo, porque a oincnem of-
feude : mas creio que lerias obrado melhor respe-
laodo u nome le leu pai. Nao sou rigorista ; po-
rcm desagrada-me um lano ver a nm hornera ho-
nesto disfarcado em marqin /,-em ser pelo carnaval.
He urna nuneira delicada de renegar sua familia.
Para seres marques, he preciso que leu pai seja dn-
que ou ja lenha fallecido : eseolhe.
Cara qoe lomar as coasas em sentido trgico '.'
Meu bom pai rehenlaria de riso vendo seo notas as-
sim alterado. NAo concorda- qoe o Irema sobre a >
be urna insenc.io admiravel ? Eis a que da aos no-
me 1 urna ef ari.lnctica Fallam-rae somonte as
armas. Eulendes de bra/.ao .'
Mu pouco.
Deves saber quinto ba-le para ate deienharcs
um escudo.
-- Francisco, Ira/e papel !... Ei- aqu as armas
.po te il.'u. leu escudo he qiiarlradii le miro c de
goles. Islo reprsenla Mea ia goles sobre campo
de miro, e islo aves de ouro sobre campo de pob ..
Islas satisfeito?
Sem duvida. Agora tima liviss um laiuoalrc-
vida.
I!a>/dr ren ne *'cliiiji Bs Je ,.al.i -e a--
somhra .
Magnifico! 11'ni.i rm .Imito .lev.1 le lionir-
iiagem como ao meu -oberauo.
Pois liein, tiel uiaripier, aceeudainii. um da-
rulo, e r.'i'.m luz-ine i escola. 'Continuart-lm.i
MUTILADO






'
decorados; rni loda* a* pa;l,s o* preparativos slo
ii.ag.nli,,,. .eitmoiii. lera [odm proporcoes
ta una f,sla publico, lie U de junho qoe leinj
lugar. Falla-** ua safen do itnpeiarinr a Algeria
no M de selcinbro. De uuria menos se lala do
que fazer da colunia africana una especie de ilurn'i-
mo nacional.
A proposito di- tienen, o imperador acaba de
lazer urna no cenliu e no meio-dia da Franca, que
ag un enlodo, os corajes o maior senlim'enta de
gnuoao e adniraeao no meio das mais crueii o
(Mi au pungente- circiimslaucias. Trasbordainen-
10* do Saeta, uo Rhodano, do l..ir* e do oulros no*
occasiooaram fonnidave ...undaces e desasir
mu doloroso. Familias inleiras jo acliam reduci-
das ai miseria ; pai. perecer... as onda, deuando
os liltus *c.n recursos; algumas fabricas foram
rieslrutdas, e os operanus que dellas liravain os
meios de subsistencia se acli-m sem trabadlo; os
cuele que as explorava.o eslo arruinados ; fia ne-
cesarios Irabalhos gigantescos para reparar os dam-
nos resullanles da inundarlo. A desoanlo be ini-
ii.en-.ie dom.iia aqu luda a polilica. As' priroeiras
noticia, de ludas estas calamidades, o imperador
profundan.anle coinmovido, se deu presia em cor-
r r sobre o lugar do desasir, c a sua visita produ-
cto sobre as popularles dessas regiles desoladas
nina imprcsslu que uada ponerla triduzr.
He um palbelico espectculo o desia segunda
providencia atlrabida por lanos infortunios, coad-
juvandu e preiidindo com a sua mo soberana os
esbirros da beuelicencia de lodos; a obra do im-
perador loroou-se miii deprrtsa a obra de lodos,
lia ecbo em Franca para lodos os nubles impelios e
a emularlo de muilos se loma aqui rapi.iamenie
contagiosa. No mcio de lodos os operarios de-la
trela de dedicarlo a consolaclo, o imperador, ora
a cavallo, ora em n.vio, vistlou todas as pob.es
cidade. inundada, parlilhaiido e almaudo o sollri-
mentos, ilamlo pessoalmenle ios mais allliclos os
aceero* mais urgentes, dingiurio a lodos palavras
cou,oladorase svmpalh.ca-, rcpasssdas de ardente
amor ; cerraoo em ledas as uaragens pela conlian-
ra e o altarlo.
Aquelles que Dio poderam acompanliar-lo e coa-
djuva-lo na sua viagem, seguirani-tio com todas as
suas synip.illiias, seguirn, como poderam o seu ge-
neroso exemplo, e as subscripees se abriram expon-
lan. ain ule em tuda a Franca.
Hoje a desolarlo be menor, o ilauello te vai apar-
lando para o meio da da Franca, mas (oda a baca
do l.oire se arba sob o golpe das mais le riveis des-
granas, ludo islo be duas vezes cruel, para o pr-
senle e o futuro, e as colheitas, cuja apparcncia se
Uan mostrado lio bella, carrera os maiorcs en-
gos e alcez ettejam perdidtujim pune.
Ixeste momento o governo taz louvaveis esforcos
para manler us negocis induslrises em cond.ces'de
prob.dade c Icaldadc ; duas notas inseridas no jor-
nal ollicial, sin viudas a dar tetlemunhos solemnes e
esclarecer a opinilo sobre manobras criminosas que
slo muitas ve/es para induslriaes culpados meios de
bom eiito.
Ninguem duvida que este sculo lie um seculo de
negocios, que lem istlimos a rasgar, mundos a arro-
lear, mares a unir, conlinenles a sulcar com lecidos
"le caminhos de ferro, sysltma nervoso e circulado
de um muiiilo transformado, que exige capilaes de
lal maneira, que l o dinlieiro de todos he capaz de
saldar a obra universal ; mas ludavia nlo eonvem
do concluido em I' ris a :!() de marco de ls"(; arl.
_'.- qualqaer infi, .co os ,-i:p,,I. ,_-,,,. da dil Halado'
se" i.....dorada como um casus-belti. Ellas se en-i
tenderlo mu a Sublime Porta quanto medida* I
H0 P-KCB:8 QUINTA FIR 3 01 JULH Di 1856
im.io. na ; rico, o lidalgu e o lord tambem la rio
dai a.. allos .iqollo que, gallito Dos o sabe ru-
mo, elle pos-ucunoutaario em prcnlies burras. Es-
, peamos piovidenrj* do uiiciii romuelc nara u
ire s. sen, nao loquemos ni., v,, ,,L "el. nTml'mn" q
Inieli/meiiie reinoo,quealgonti repelir se, nicamente com mu-
di
demora o rmpregO que se deve daros sua forras mi
litares navaei : arl. :i.- prseme Halado lera ra-! mus, com
librad., e as ralllicacoe* serlo troca las dentro do 15 dance de local
mais lardar, se for posstvcl. Assiguadot: I mararal
Uaieiidon, Coftlev, ltuol, llubner.Walewskellour. Ira......s autoridades
queuev.
Ilizem que a Austria faz
completar esta obra de |5 de
Plllrtlaa su apprnvim.ir ..ella
1..111 ,i-cuilr.i- curtes allmiaa
arailes .sforco para
abril, empeobando a
e Migoar de roncerlo
i garanta da integri-
dad* das sus possessoes, o principe Wcnriischgrtclz
lem urna uiis'lo em Berln para este eeilu.
lora da Franca oflieial, a approXimacao em que
lauto se lem fallado, a fusao do doos ramos da casa
real de luoibon lie mais do nunca deiespereda, r
amarguras do exilio nlo blo podido oecaslonar com-
muulifio alguna de designios iiem do inleressea en-
tre lodos i
Iralamos em um desles das dos
iu da Coneordii. e boje eis-ooa mos-
oulru focos de llllliioi.iliJa-
la Roda, u.i ra do Fogo e no paleo do
des ua ra
taraiio,
t.) tanda se d um criine qualquer, linda mes-
mu que a i arla offendida ngst queia conlinoar o
proces-o. ajuslica publica o deve fazer. llavera
dous metes, que demos ronta na nossaPagina-
de crias cacela.tas dadas ua ra de S. Francisco,
por um escravo em seu senbor, de que resuliou
un. feinicnlo na cabrea ; a aulondadc lomuu cunta
do fado, prenden u escravo. O senbor, ou porque
roe elle um twmozinlw ,le unM, ou por qualquer
unir circum-ldiicia, i.fio quiz continuar 0 prcceSM
i lcin idem 7i. Jos' Cosme ila Cosa. Pronuncia-
do em criuie de morle.
I8S6. Janeiro ;l 75. I.ourenco da Silva Oltvaira,__
l Por saspeilo de ser criminoso.
| dem dem 7b. F.varblo deSonxa ou Manuel Filip-
pe.dem idem.
'dem 0 77. Filippe Jote' do Ni-sciineulo.-- Por de-
nuncia de finio,
dem !l 7S. Manuel Ignacio.Pri nunciaJo por lo-
mada de presos,
dem idem 79. Manoel Francisco Das.Por de-
nuncia de ser criminoso no Cear
Outro do uar.il da Vanea, dizendoque Meo que
desappareca a eoelicnta do Capibarlbe, que lem in-
nondado diverso- pontos da freguexa, impediudo o
transito por riles, dara cumprimcul. a p rlaria
deslacmara, deSOdeebnl ultimo.--Inleirad
e criado.
mosegue cunta elles, de.....s de Zanuos de avalla- proeeseo, Sera porque, nao p,-o,do ,
e is'l "'e!,"""e":a" aesle"'"" de raz, i.cm lendo prolcccocs, nlo acl.
principe ua Ierra da sua palr...
o caslello de Chanuord. Toda a genle sabe ipial lie
a siiuacao em que se acbain os principes de Orleaus
em eonsequenrii dos decretos imperlaes de aSde
Janeiro de \Kv.
Em CopeulMgoe, a questau tioSund aimla se acha
pendenlv. Eis aqu qual he a proposiclu dinamar
qoeza quautu so rescate dos direilos : a Dinamarca
renuncia aos dlreitoi do Sund medianle urna cum-
pensac.'io de canto e setenta e tres milhoes e seis
cenias mil francos segundo ns conditOes segoinles:
I.* o resgale derera ser reito por tolas as potencias
mlereuadas no coroinercn e uaeegaclo do Sund,
para que a abolirn dos direitos posta lomar- e obri-
galtria. O resuale deve ser consentido pur todas os
pteoslas represenladas na iieguciacDo, reservando a
Dinamarca para se Irali r separadamente rc-rn as po-
tencia- ule representadas; :> a son.ma de 17:1.0110,000
francos sera cotHriderada.como una rimpensariodos
direilos de navegario c rarregameulo ; os direilos
navegaclo serlo regulado- segundo o pavilblo
que om charlatanismo indigno em as novas e-.. n-
taces venha indammar falsamente todas as imagina
roes, inspirar i lodoi, anda eqoelles nlo se
acha mais garantida, o de-preso pelosIrabtlhos que
nlo produzem mais que a abaslanra, petas oceupa-
SOes em que a fortuna s pode ser adquerida cus-
a de longos esforjos.
Nlohemislerqe qualqaer nobre aspiradlo seja
alcanrada, que qualquer senljmenlo elevado ceda e
recoe peranle > aidenle e iufatigavel preoccupaclo
dos benelicios illusorios.
Achamo-nos em um lempo de especulaslo febril.
O governo lem feilo prudentes representadles a todos
SO negocios conformes an tlenlo geral, acrificos
honrosos, cercados de todas as garantas que a le
lem direito a exigir.
Anda nlo se limita a -lo a sua solcilude, esta
preparando projecto de le concernentes as admi-
mslrac,oes das sociedades anonvmas e declinados a
agsravar a responsabilidade dos'ageiiles que es din-
geni, destinados a impedir qnnlqoer manobra frau-
dulenta, qner na coulabilidade, qaerna con-lilui;:io
do fundo social, quer ua cmi-.io das aci;oe-, quema
reparlicln dos dividendos, quir ua gesllo fipan-
celra.
Tornando grave eedcaz a missao dos comedios de
vigilancia, ha rallo para pensr que smenle fe en-
conlrarao para dellas raxer parte homens honrados,
que nlu danam seus noines e garantas a negocios
di.udo.sn-. c n nn inciiio he opporluno para estas
qoenas e retamas.
Entre lodos os esfurcos da aclividade humana que
bao recetado novo de.-nvolvimcnlo desde o lim da
guerra .lo Oriente, alguns ha que kndem a ligar
e-lreitamente os dous mundos. Ao inesmo lempo
que unir, hnha de vapores francezes se e alicleceu
entre o conlineale europeu e a America, innacom-
paohia geral de emigrarlo e coloni-oco se funda e
rganisa ; uina corapaubia pensou nessea milnaresde
individtios que reo ao longe alm dos mares, procu
i ir em esnlo ,; le :. par., fecnndar reta o sen :r..
Ii.lbo, um pouiu em que a sua aclividade se possa
utilmente suplicar, urna nova palria em cambio
desla que os vio uatcei, uestes homens de boa voli-
tado que urna (uragem iudomavel soslenla parares-
litar alravex de rudes provdces o fuluro das suas
taioibas.
O decreto imperial de 16 de Janeiro de 1855, ja
linha vndo m'ir termo a odiosas expectativas em to-
da a parla em que se eslende a junsdicclo proleclo-
ra da aulortdade ranceza. a nova empr'eza vai cou-
linuar a necio benfica desla auluridade alcm du
punto em que se pode exerrer, recebe o emigran-
tes na pa. tula, o os transporta ao longe at onde e
encontra Irabalhos para uns, a Ierra deve adquirir
paia osoutros, ..jiuu-os na liqoidario dos seus lien
presentes, na creaclo de urna prosperidade I o i oa.
la-oa sus pomos em que se enconlram condicOes
favoraveis d
e exisienna e prosperidade.
'^ t^npreza realisa os seus valores e ioleresses, sf-
IccluaViranspurle dos seus crditos, encarrega-se de
recoinerVa, beranras que Ibes devem caler um
da, e leiiS^ n,elo e
oulius I
einprehen
se augmcDlarl
armar ou fre
J)
lar
vonlade para realisar o que
em a coragem unn a forja para
lesde enllo o circulo das opera^oes
vegarlo, se vier propriameule
'ios, a colonisacao, a compra, a
feoslo de lerras^ender, a explorarlo de mina,
a crearlo, a eploraee\dP eslabelecime'nlos de com-
mercio e de rredilo, -io>
prosramma, um biilh
vado.
principaes pontos do seu
tuio Ihe he reer-
,1'ul
j.i a emigracao come(a a ielrular-se em urna im
meusa estalla enlre as populjha.s da I'russia, da
Allemanba.ds Suusa, da Alsase V l.orrana. ele e
lomara propornies que su pud.m rtitV mcslculavejs,
qoando se Densa com que rrcorso TLjva emprea
dispoe, fundada Cuino se acha Mil o caVia de seis
millioes .le francos, divididos em sesstM. mil ac-
roes. T.
Os acontecimentos induslrias nao slo o
que prenecupam a alienlo publica em FranrJ
rnneurso uuiver.al agrcola se abri uo prime'i
jui.liu no palacio da Industria nos campos E y
reuni a mais completa coln o.io de auiniaes'repro
ductores, inslromenlos aratorio e productos, qoe
nunca foram oflerecidos a alinelo publica e aos es-
ludo dos cultivadores.
O. estrangeiros em grande numero e com grande
icodamenlu. Sfdram ao appello da Franra. A In-
glaterra, a Escocia, a Irlanda, a Austria, a Suissa, a
Blgica, a Hollamia, a Dinamarca, a Saxouia, a Ba-
vi.ra, o Wurlemherii, os Graos ducadus de lladee
l.uxcmburg, ele, eoviaram coiitingenles ronsidea-
veis, c esle concurso internacional er o poni de
partida de urna nova eia de prodcelo agrcola vara
a l prielariua do solo europeu.
Paris anda leve um successo diplomtico : que-
remos fallar na troca das ratilicsroes do tratado con-
cluido a 15 de abril enlre a Franja, Inglaterra e
Austria en, favor da inlegridadeteriitorial do impe-
li oliomano. O Iralado de Paris crea eio proveilo
do imperio oliomano s da Europa una situarlo que
consolida o equilibrio actual e garante o fuluro, mas
um Iralado de paz pe termo ao estado de guerra,
regula as relaces dos beligerantes e reolve as qoes-
Ies pelas quaes s espada tai desembsiuhada, nao
de
os direilos de raireganieiita serlo repartidos!)
bre as merendonas exportadas pelo Sund, o paga-
mento na parle proporcional que iiicumbiiua rada
nacao representada, ser garantido a Dinamarca da
niaueira que Ihe convier. Esta proposico j. rece-
beu a sdbeso ua Russa, da Suis-a, eGrto-docado
D'Oldemburg, cu Diuamarca negociou com aclivi-
dade para que as ootrss potencias se pronuucia?sem,
especialmente a In^lalerra.
A luclaterra he sempre a mesm.i. Lamenta boje
o velho dneilo niarilimo e u ai mam nlu de corsa-
rios ; he um principio injusto aquelle, em virtude
do qual o pavilhlo neulr.. mi coi.ro a mercadoria,
anda quaudo eia merradoria perlenja ao iuimigo.
Na li.eoiia das sociedades rivilisadas, a guerra, esta
razio extrema dos povos e dns leis, se faz de estado
a estado, e nlo de individuo a individuo, as pro-
priedades particulares devem ser saurada par os
belligeraiiies, o commeicio que Soflie as maiores
husnlidac'es, eque por toda a parle as provoca e as
approva meno., o commercio deve conservar em
um interesse de huiuaudade, taiitu quaulo em um
ulerease de juanea, a hberdade de suas emprezas ;
a nica cuudicclo que se possa impor. he nlo lor-
nar-se o auxiliar dos imn.ij.n-, e nao fornecer-lhe
armas para a lula.
No pensameulo de consagrar estes principios, urna
declaraclu aueva.ta an tratado de 30 de marco,riscou
do cdigo das na (Oes civilisada o velho direito ma-
rtimo, por meio do qual a Inglaterra durante dous
seguios iloimi u os mares, e apprimio o commercio
do mundo ; eslnbeleceii as bases de um novo direito,
que arranca a guerra US ltimos vestigios de barba-
ria,que anda a c.racterisavam.que sosegara ao com-
mercio a seguranca e a liberdade, e que respeila al-
tamente o direito das patencias neutras.
EiKonlraram-e no gremio do partido lerjf vozes
para protestar contra o grame progresso moral, qoe
acaba do reali-ar-se, e para acensar o governo por
ler assiniiailu a declararlo appensa no lialndo de
Pars, por l> rdcsl'aita abandonado u syslema que a
(Jru-Bretaiiha lem sempre conservado, e modilicou
oina le fandamenlsl sem o concurso do parlamento.
Enconlraram-se lento e una vosea que def'Ude
ram esta tradiccocs e estas c.oulnnas.que ja nlu slo
da nossa apoca, c coja roanuteuC/lo seria, segundo
ellas, eslieitameiiiellgida a grandeza naval da In-
glaterra ,e esta minora consideravel que se prende
a um psssi lo, que ja se cha mu lou|e eque afec-
ta sempre nada rsquecer e nada iippreuder, negou
orgolliosamenle que a verdadein graodeta icpuusa
sobio a moral, e so: re o direito eque o abandono
de i.m principio nico. I.e para um grande povo
unn. causa de eiigraiioecimentu e progresso.
V.:s ah o anlu as in-liluii,oes. eisaqui quaulo aos
progressoe,
A queslao verdadeiraa tempestades ; o arcebisno de Canluaria,
obedereiido a um puritanismo digno dos anligo
|ne-li>loranos da Escuna, pedio e nhie.e que se
nlolocasse msica ao domingo nos pa--eio pul.lien-;
esls suspenslo de um prazer mu innocente, e mu
.'.ppienado pela popularn da Londres, piuvocouas
man vivas sympalhiM. Aqueallo fui levada pe-
ranle n parlainenlo, lurd Palmer-lun interpeltado,
confessoua presslo exurcida sube elle pelo acce-
bispo de Canluaria, e pur alguinas ai.tinelos perso-
aagens da u.i opinilo ; esiaconli-slo ul. saUsfei o
publico; e iii.nifealajOes.embarga as primeiramenle
pelo mao lempo, se renovaiaui em favor do resta-
belecimenlu da mostea, um do membros do governo
Mr. Benjamn Hall, ministro das obras publicas,
nao hesiloa por-se em coiilradicjlo com lord Pal-
iiierslun, tornando a palavra em um meeling conlra
o que te chama em Luodres os Suiinariunos, pro-
ii.i.i. .i. urna assignalura para oreslabelecinieuto da
msica O convite e a morlo do miuiklro fui aco-
Ihida com verdadeiro eutiusiasmu.
As cousas se ler.".. envenenado de urna maneira
quasi aasasladora, se I.ur Palmerslon uo livesse
reiuiridoa um expedienle de um mediocre alcance,
a um mblerfugio poueo digno de um grande carc-
ter, e que deixa a quesillo em seu ser. Permute que
mosicet pago pelos paaseadores rteem seuscouceilos
ao domingo nos parques : desla forma julga ler la-
lisf.'ilo aos ri.abbilaiianosu tirando aos regunenlo
do exeicilo ngtei a facultado de encantar o dille-
lanlitma innocente das maesas, c ler satisfeilo a
masasa, perm.lUndo-lhes oovir a msica dos artistas
livrea e estrtngeiros, A mullidlo coacorre agota
ma; no que nunca acs eoneerhis do domingo.
O .ar lamen lo vottu agrarier imntos ao exerrilo do
Oriente, e rolan que Lord Widiains, o general h-
roe da entrega de Kars. foate considerado nobre, re-
ceben o titulo de bironete Williams de Kars e
urna dulaclo ; o governo eelebron em Londres a
2i de mam a conclusliita paz com urna solemnida-
de mtii grande, e islu por occasio do anniverssrio
iu nascimciilo da ranilla.
a. .v.
quem por lie ..^
mercase lalvez que sim ; ou sera porque quem
o prenden ja se nilo lembrs du crime, que thc- nn-
pulou, para <|uc fo-se reculhido Par que esa au-
loridade nao possa dizer isso, he que boje aqui re-
gislramosesse aic.
Dizem-uos que o ch.fe da companhia do Tiro
blaioua que breva ser sollo, pois que para issu lem
nlo pequea quantia, que se.acba na cixa da mesilla
ojioeiaru,, aos bens dos oulros a dispoticio de qoem
o pozer na iu .
A falia de caridade s se abriga as almas mes-
qiuhas. Lin desles das um farlo se deu na ra
.Nova, que ao desalmado que o pralicou, s ttnuxe
o estigma publico, ludo um pobre homem socega-
damcnle para sua rasa, levando em urna das mos
urna garrafa, acouleceu que, soli-ndo se um bus-
cape e assustando-se, calus-e sable a garrafa, que >e
uuebrou, do que Ihe resullou graves ferimer.tos so-
bre o corarlo ; um caridoto recorreu a alguem,
que bem poda dar remedios traluilos para aliviar
um poueo o infeliz, mas negou-ae a isso, dizendo
nlo se taz.er calidades, e quizer compre-os! <
Eis a caridade de nossa Ierra.
- Ancdota intercalante.Certa joven vendo ler
urna relac.30 de estudanles de rerla Facoldade, que
minios ain se arliavam com a paternidad* Pal in-
cosnilo-d.sse rom malla graca : Irra Quanlos
iillms lem o senbor incgnita nesla Facoldade !! :
-Acabamosde receber duSr. BeiiedicloJote Duar-
leCednm urna quena mais que justa. Esse homem.
inorado, na Itaa-Visla, possue bens, enlre os quaes
alguns predios; apezar de nlo ler una burra pre-
mie de dinlieiro, comiedo sempre naga em dina
decima de suas casas ; acoulece que honlem fui
citado por um qudam, que se di-se meiriulio, para
que p-gasse um semeslie de decima de .53 a o
quandoja nlo so havia pago este, como tambem as
segumtes. li.felizmcnle panoli cite no lempo em
qoe era Ineaoureiro do consulado provincial o Sr
Oliveira : Urna medida deve ja -er lomada pelo mu
diguo Sr. administrador daquelta leparlicio, a quem
julgamos iniioceule nesle fado, para que o nro-
pr.elarios que iK-ssa poca pagaran), nlo solTram
ver em anal portas um meirinho, nem se Ibes cobre
cusas que nlo devem.
A companhia Roberto ja se acha ensatando no
inealro de Santa Isabel, para dar o seu primeiro es-
pectculo.
porque Ibe olliciou o presidenta desta cmara, e di-
Ssdranete" Machado Por deso- rendo que remelterra a planta a que ,e refere o of-
i.io.,, ai ai. ii i, -a ,. I r,cio da mesina cmara, loeo que esleja levanl.ida.
Idem 18 SI. Manoel Joao.Por crime de roulio e Ao archivo.
lentaliva de morle.
dem 19. H-2. Cassiano Lopesde Lima. Kecrul.ido
e a dispusiclo dujulz de dlieilo
raniento, se preciso for. Sou rom .i maior ronade-
ra(lo de \. S. muilu allenrioao servo
Francisco BapUtla de .ilmcnln.
Illiu. Sr. Joan Jote de Moiret.Hespondendo a
-------......----------- caria supra de \. S., trullo isitifiear-lh* uue
uliodomcsmo. participando que a mesma en- quando exerci o ramo de subdele >du d Iree'ueata
chen.e arruinara a eslirnla :nova, no loitar denonii- de San Jase, V. S. nol vezes r,qui.ilou-n.ai mSS
nato Itarreiras, passando ai aunas de um para oulru da polica, e mesmu audou comiso vareanda stnu
lad.. delta.--Inleirada. mas ca-as aondecoiislava que se venda gsrauai ,"ze-
Oulro de Kollie Itidonlae, agente da companhia das, a que rncontrnndo-te em algnmaadellaa lies
da estrada dejerro, acraderemlo a maneira urbana gneros, os infractores lorain multado*, lio
Nem sempre virtudes puras agradan), leitor ; lo
dosgolain, que seuiliquem estes e aquelles tac-
os, mas logo que seTbe, |0Ca na lela de rasa, ci-
tas a arder e a quei ,uu ,Uc,udiar. Odever
eslar c aquellas cousaS"\quel|e que se encarrega
de dar ao publico os fadosoidia, he pinta-Ios eom
suas verdaderas cores, deua\ ,ie parle paixes e
Mniiades. Ain.got da justica ,ia verda.ta. .',
leudo-as fin vista aos e-crevti.i.,, a nossa__Pagi-
nanlo oceultamos tactos|aconteci,s anda ines-
mo que tejan conlra os nossos ; porqri_a boa ius-
l:i; i d.-ve eomeiaroi casa.
Sania Ctalide, rainha de Franra, uovcu|0 y e
VI, he de quem uos loca hoje tallar ; lillni\. Chl-
416 amanliaa.
- 5 T.-.-.aaVar.-
rlein.
cisco Jerony*
pr, \l nanea, nem inesmo deve prevcr.o caso sempre perico, ella tai, pelo assassinio de seu pai aNb.,
improvavel em que as suas di.posic.Ges vies.em a|mli, educada em casa de um seu lio. Iiomen. a.
- um tratado de paz nlo he um Ira
ser desprezadas
lado de slHanfa
\s-Jni, hea um convelilo particular que devem
recorrer os governos qoe animados de um pensameu-
lo commum querem que esta pensameulo se lome
a reara da sua politice futura, he esle o caraclcr do
Iralado de 15 c.e abril.
Depnis, assini como anle da pz, a Franca, Aus-
tria e Inglaterra ailinnam que a salvarle oo impe-
rio oliomano he a b.se do equilibiio europeu ; de-
I o. .: -li.. conm antes da paz, se tincm pira prole-
g-r e defend r este Imperio, se em algum lempo a
sua sxtteneta tarameacada. he um pacto de allian-
ro OUetniVa e deluisiva, que conslitue una obriea-
c..o e-luc.: iios principies sobra que repousa o tra-
tad i de Parir, he menea urna desconflanra contra a
Rossis do que ama previslo discreta a pradeale de
oda isseti nloalidadis, que, uo pioprio gremio .'a
torqaia, poden per na prrigc os ru destinos.
-----er de
genio daiunado e corrupta ; mas a corrupclo ,Ue
havia em cana e no reino de ata lio, jamis a locof
porque seu bom corarlo, a mi, moialidade e reli-
giosidad* a lomaran sonranceira a ludo quanio
eran nalveraatees platicadas no palacio do seu
lio.
Era ca lu humilde de corarlo, que em ludo se
porlava
COMARCA DE GABAHHUMS.
Il.'l !_.. i nominal dos criminosos, desertores e remi-
tas, que pela podra foram rccolbidos ,i radeia de
aranhont, durante o exercciu do capillo oelc-
gado, Francisco Antonio de Carvalho, que coirn-
rou s 11 deoulubro de 1855.
1855. Oulubro 13 1. Joaquim Ferreira Paz.Pro-
nunciado em crime de morle.
Idem dem ->. Jlo Barbosa Maciel.Idem idem
Idem dem 3. I.ourenco, escravo.dem dem.
Idem 1} i. Manoel Francisco, escravo. Por f-
gido.
dem idem 5. Antonio Jo- da Ora.Ilecrnta.
Idem dem 0. Manuel Meudes da SilvaCriui' de
morle.
Idem idem 7. Paulino Vieira deBrilo.Kecrnia.
dem 10 8. Jlo do Barros Cunea. A requi-i.fio
do juiz niunnipal sem declarar o crime.
dem 17 9. Jos Ferreira da Cruz. Crime de
norte.
I.iem IS 10. Romualdo Culos ,|e Almeida.__A
rcquisi.i do jiiiz manicipal: nlo deelarava
culpa.
Idem .12 II. Iziloro, es-ravo.I lem
[den idem 12. Tenenle-eoronel Frat
mo de Almeida.Crime de morle.
Idern 23 13. Jos soarea dos Sanios. Kerru-
lado.
Mera dem le. Justino Comes da Silva. dem
idem.
Idem dem 15. Jos Piulo Soare. Dellora-
menta.
dem dem III. Firmina Mara dos Prazcres.__Cri-
me de morle.
dem 21 17. Elmrio Alves Lelo.Suspeilo de fur-
to de escravot.
dem dem 18. Antonio Ignacio Alves.Desertor do
exercito.
dem -26 19. Jlo de Torres Sardnha. Feri-
mento.
dem 27 -20. Pedro Jos de Guiarles. Crime de
morte.
dem idem 21. Jlo Domingos.dem idem.
dem 2 22. Jone, escravo.dem idem.
dem i lem 23. Antonio Merlina Chaves. Requisi-
lo do juiz municipal, sem declarar o crime.
dem idem i. Manoel Marlins Chaves. dem
idem.
dem .! 25. Manoel Pinheiro Datilas.-Crimc de
morle.
dem dem 0. Francisco Chaves da Siva.-Kecru-
tado e a dltposiCf do juiz de direito.
dem Idem 21. Thomaz .:e Aquino Z
dem idem.
Idem dem 28. Julo Salgado da Silva.Fulo de
cavados.
Novembro I 29. JoOO (ion
|Mlsiqlo dojoiz de direlo.
dem 2 30. Jos' Bernardtno de Araojo.-Crm de
marte.
Idem: 31 Antonio Jote'dos Sanios. De reduzir
pe*an.i hvre a escravidlo.
Idem 8 32 Bazili escravo.-lleq.iisirno doiuiz mu
nlelpal, seo. declarar o motivo.
Mein 11 ::. Oenenliiio Ferreira. -
preso.
dem dem 3i. Manoel /.adiaras de Noronha. -
ienlativa de loorle,'
lilem II 35. Mam el Rodrigutl da Silva
ciarlo em crime de morle.
Ideo. dem 30. Pedro Jos' Corra.-Idem dem
dem dem 37. Manoel I.ourenco de Mello. -Henii-
sirio do juiz municipal, sem declarar o ,u.
Iivo.
dem idem .'18. Severno Dios de Souza.- Denun-
ciado em crine de morle.
Idem dem 39. Angelo Francisco da Silva.-Idcn
nlem.
dem dem M. Htleto Jos' Soarea. P.rl-
menlo.
Idem 15 SI. Manoel I.ourenco.- Por suspeila de
ser i-111,11111.11.
dem 17 Jote1 Francisco Kodriguet.- dem
ideni para averiguarlo,
dem 21. 43. Atauoel Francisco Jos de Souza.
1 or suspe 11 para averiguarn.
Idem dem 14. TlwnXMjose Gnnralves.-Ide.n dem,
dem Idem 1... Manoel JoaedeAranjo.-Id*mid*n.
Idem dem 40. uilhenninn da Cosa Pedra.-Pro-
numiadn em crine de morle.
dem 26. 47. Jlo Feli Cavalcaiit.Desertar do
exercilo.
dem i em 48. Marcos Evangelista.Per josos uro-
hibidos. r
[den 27. 49. Amonio Francisco Machado. Por
Torio de cavados
I. iliari,
alo.Kecrulado e a dis.
Por foga de
-Deniin
Vlemi.tain.iO. Feliciano Jos da Silva.dem iden
'28. ol. Amonio Bretoldo da Silva.Idei
"K"'-
dem M -yi^ i
.- ^ .-. ... ,c lenliaiY.| ,i,, ,
M-iava, como a menor criada; mas com laesmanei- Dezeuibr, i -i
ii, qoe pareci ama raiaba Todo o seu empreao i dem !. a" i
cuidado te enraminhavam para a virtude, poique norte
c
oseo coiario nicamente se diriga a Dos, "osu
ps a igriji, as mo u csmol.i. os oihos lelo dos
Alexandre Joe do Nascimenlo.
I. Leandro escravo. Por rugido.
ose Antonio da Silva.Por crime de
dem
caval
lijiz Antonio Xavier.Pur furlu de
"SiJfhi! ""i" -H" '-"''^ i'"*"*Recrutado a
, ,"'-P";>r.io_dojiiiz,|ic direito.
Nunes Pereira.l'rouuu-
de representar om grande papel, ou de prnlccr. o,
ou da anloridade ncsias eventualidades, foi oatural-
innile lev.-.iia a cmrlu r rcm a Franca e a Inglaterra
este pacto de um mitrarse r-penal, e nao fez mais
do qae s-uoir os seo., prece lentes.
A allianfa parliruUi que une a Inglaterra as po-
nencias occideolaes na queslao do Oriente, dota dos
priueiros das do conflicto que leve-lugar enlre a
I n ni c n Perla rteMeaa. A ac{tooea lie go-
vernos tai sem duvidjfiuui differenle, mas a sua po-
ltica ni., ccss^ajfc-ser aim.-iiia. Todas Iras roco-
nhecerain d dell7rar.ini ijue a con-eiv.iedo da Tur-
qua iiip.iiIjva.ii salvara., cslabelidade da Europa.
i"-: '- oliraramt.i a inspirarlo desle inesmo pen s-
tmiito.
O Iralado .!. i; dejoeh de 1854 entre as corles
tic Vienna e Conslanhnepla, ss notas de 8 de asoc-
io ,. sillines da 2 de dexembro, cmlim o udima-! teniente
lum de qoe saino a r.rear. da* cmdicoeif de paz i familias ^
pe .zar, foram a con.aerarlo socee-iva desla poli- I Cujos pui- Ibes t
(ic.i ; a imprenta alenla nao lem direito de adiar! da nie-ma fom
na pariicipaclo da Austria ao Iralado de 15 de alirq
um tasteiiiunho de deaeoufianfa e quasi le hntlili-
daile |,ar,i i-, iu as potencias nlo assizualarias. Eis o
tratado: arl. I.* as altas parles contraanles garnn-
l.'in ro nuda epai jd.miente a independencia e
iaiegriiiadedo imperio olomino cousignada ao (rala-
wira de Araejo.Deser-
preso.
Idem 6. 60..Antonio Livra da E,c,v,i.-,0...Por
JOgos prohibido..
Iden 8. 01. lelisberlo Pereini de Me.i0. --Por-
Idem 36. 83. Antonio Ftarcncio da Silva.Pronun-
ciado purir une de ruubo.
Feverciro 5 84. Anaslacio Jos' Pereira.por ebrio
e espanramenlo.
dem 7. 8^. Francisco Manoel dos j-autos Casaco.
Denonciado pelo juiz municipal pur haver feilo
cevicias no cadver do Dr. Amazonas.
dem 10. 80. Jlo, escravo.Por fogido.
dem 19. 87. Theolonio lavares de Lira.Porcri-
minnsu em Caruaru
Mandou-se onvir ao admioiitrador do cemilerio
i cerra de urna cont. apresenlada pela adminislra-
r.lo dos tstabelerimeulos de raridad*, da de-peza
com o tratanenlo, no respectivo hospital, de um
afrirano livie de nome Francisco, que Irabalhou lias
obra do ctmilerio.
Foi remullid,.! romnistlo de euificocao o odelo
do engeiibriro rordeador, que eslava adiado, obre
a prelenrlo de Vicente Ferreira Come-, para ;i com-
misslo a vista da le e decises sobiu terrenos de na-
rinhas, dizer o qoe Ihe ocrorrer a reapelto, e a peli-
clo de Jos Lope Garneiro da Cunha, offereceudo-
.-- qoe
em abono na verdad*, puden-
minlia respotla da manen-a que
Sou .le \. s. silencioso ve-
t'rancisco Bernardo ic Car-
lm>-nKH"iu[Z?i\rU,n mil., p S D,r" '"! nn cano de alvenana, na
dncia S.lva.-Pordesobe- eslrads da Cruz de Almas, oreado em 959?20O.
vi,,, i ,i,, i l*udo diversos requerido pagamento de conlas de
. '," :..* pr,URUtI '-1"1 0 R"-P* ebrto matariae.. qu* .llega ler fornecdo para a obra do
e insull
idem 4. 90. Arquiuo Comes da Silva.dem,
loem 10. 91. Pedro Lniz Alves.Por pizar urna
criaucu com um cavado.
Idem dem 92. I.aurindo Jos.Por ferimenlos.
Idem II. 93. Clemente Jos.Desertor do exerrilo.
Idem 10. 94. Jlo Car os.Delloraineulo.
dem 25. 95. Francisco Ignacio de Lima.Por fur- I Souza
I,mttMu?ll0r... i i, i. ... Foramapprovados dous pareceres da conunisslo
Z i't'.drfi '.i""1" ^oncel-i de edificacno. oppundo-se a pretendo de Ma-
Id rirta T l" I V J? ""igo cnm.nal. noel da Costa Marnelo, que (tedie seV ..orneado
p" ... V ? de Alevedo.- conservador do c-lcamenlo da c.dade, alenlo o esla-
I 7 "m u'a. '.'R '"" "a J"u l1e,:<"",1- d d <". e on.ro opinando qe se concedesse a
98. Manoel Bernardo de Olivera.Pro- Joaquim Conclves Salaad
... ,., ,,.,. .... i.,.,..
par
o,.no ionio, ,em que eslejau. esas conlas rubricadas
por quem compela, resolveu a cunara envia-tas a
directora das obras publicas, por qoe... sempre tai
dirigida a referida obra, pedindo-lhe a sua infor-
marlo sobre a veracidad*, ou nlo veracdade de
semelhanles fornec.melos.
As conlas enviada to de I.uiz Jos Carneiro de
".ace.da, e Jos Luco Luis
Abr
I.r-,.'',).weD.CiT-''''lvU'10' do v- ,. r""c"'-r sua casa ierres, si.a nobecco do Sarapa-
inem \. )y. r,iui.il< .i-< Beztcra de Siqueira.Por (ei
Idemlt,e!'1U|llt1Tl,',''',U,|.'''l,;n'''rl,;.- r K,li '"'''"" approvado oulro parecer da mesma
ave.euX'no.Sl Costa.-Par. commissao,. enlendcndo que se delta adoptar oque
Irlem ti ll P.v ." i. v n em 'ua Hfc. indica o lenle Antonio Eg.dio
nne;. .V lra',c,s' ,r,e,ra tUi Nevci^Pro-, da Silva, medidor dos lerrenos. retalivamente ao ler-
l.l.,n ni .". r*" ala-a,io- 'Iu- concede,, a cmara o Exm. presi-
ewa.,,U2-Joaou,m J0S """!"> dente da provn'cia. para servenlia publica, na na
den. idem l'o3Manoel da Croz Junior.-Id.m dem., i.tZZ'LZJVlZtT t0UtWmm ">r
Iden dem 104. Manoel Antonio da Silva Jnior.- Esle parecer cou
Por vadio e vacabundo
do a licenca que pe-iio para
i-liado al a rommisslo exa-
Ii.iutant.r i v t o """"roquedispealeiasemelhanlerespeilo. Re-
, '.tVl,U ?''"*"' v'" ,le Araujo.-Por solveuse ollicm, ao Exm. governo da provincia na-
lurbulenlu.
dem 10. 100. Jos Biarra.Por se arrogar autorida-
de sem o ser.
dem dem 107. Cosme, escravo.Por fgido.
1 iem idem 108. Damilo, escravo.Por fgido.
dem 18. 109. Francisco Vieira de Araujo.Por
n.oiim e lurbiilento.
Mein 2.1. 110. Sanborinha Mana da Cunceico.
Pronunciada em crime de ferimentus.
Mem idem 111. Cletncnle Alves da Cunha.Crime
de morte.
dem dem 112. Elias Alves da PalXo.dem.
dem dem 113. Jos Uominguei da Costa.Por
fuga de preso.
dem idem 114. Joaquim Pinto Basilio.Pronun-
ciado em crime de furto de cavados.
dem 25, 115. Pe tro escravo.Por estupro e latro-
cinio.
dem 27. 116. Miguel escravo.Por fgido.
idem idem 117. Theolonio de S. llux.Por crime
de furto.
dem idem 118. Ju tino Gomes da Silva.Por fur-
to de catados.
dem 28. 119. Jos Pereira uimaraes.Denuncia-
do em crime de ferimenlos.
dem 29. 120. Jos Francisco do Nascimenlo.De-
sertar do exeicilo.
dem idem 121. Jos Francisco de Almeida.dem
idem.
Msiu I. 122. Manoel Joaquim de Sania Anua.
Pronunciado em crime ue morle.
dem 8. 123. Paulo Vieira de Brilo.Desertar do
exercito.
Idem lo. 124. Joaquim Leandro da Silva.Por de-
s liedienci i.
dem 14. 125. Pedro Jos de Guiroares.A requi-
siclo do juiz municipal.
dem idem 120. Antonio Jos do iNascimeuto.De-
Oorameuto.
Idem idem 127. Theodera, cscrava.Por fgida.
Idem 15. 128. Candido Pereira da Silva-Kecru-
lado a dem dem 129. Jos Thenioleo da Silva.Por fur-
to de cavado.
dem idem 130. Joaquim itoi/rigues da Silva.De
uonciado em crime de niubu.
dem 15 131, Antouio Florencio de Sooza. Por
furlo de cavados.
Idem idem 132. Pedro, escravo.Pronunciado em
crine de eslrupo.
Idem 17 133. Jos Dinil de Olivera. Por insul-
tos a aulnpdade..
Idem 2.1 131. Goleado Jo-c de Araujo. Suspeto
de crime por andar sem passapurto e nlo ser co-
nliecido no paiz.
dem 25 135. Manoel Vieira do Lima.Por deso-
bediencia.
dem idem 130. Jlo Tamiarana de Albunuerqoe
Tentativa de morte.
dem dem 137. Jlo Francisco do Souza. Resis-
tencia
Idem idem 138. Joaquim Jos de Abreu.llecrula-
rlo a disposiflo do juiz de direito.
dem dem 139. Jos Francisco de Marcio.Des-
Itaramenta.
Idem idem 140. Jlo de Barros.Suspeto de ser
criminoso de morte na vida da lmperalr.z.
dem 20 141. Marciano Jos da Silva. Forlu de
cavados.
dem 27. 142. Francisco Jos Teiieira Pires.Por
ebrio
dem 28 143. Jos Martiniaue da Silva.Pronun-
ciado em crime de morle na villa da Assembla.
dem 30 144. I.uiz Jos de Souza.Por furlo de
cavados.
dem 31 145. Jlo Dias Cameilo.Becrulado e a
di-po-irio do juiz de direlo.
Delegacia de polica em Garanhuns, 9 de iunlio
de 1856.
Fraucisco Anlonio Carvalho, capillo delegado.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 4 DE JL'MIO
DE 1850.
Presidencia do Sr. baro de Capibaribe.
Presentes os Srs. Reg e Albuquerque, Reg, Ba-
rata e Franca, Mello e Garneiro, abrio-se a sesslo,
e tai lida e approvada a acia da antecedente.
F'oi lido o seguule
EXPEDIENTE.
Um odcio do Exm. presidente da provincia, re-
ci ii, ii, o n,i a i, d que com urgencia, mandaste a cma-
ra aterrarlo prolong-imenlo da ra dos Pires, na par-
te que tica ;em freuta do hospital icjiineiii.il, viste
que na establo invernosa l'orma-se all urna lagoa,
que muilo concorre para a nsalobridade do mesmo
hospital, secundo cnala de um trecho do rol.it.,i m
apreseiitado pelo leiieule-coronel encarregado das
obras militares tiesta provincia.Que se leinrlb -e
o ollicio por copia ao eugeuheiro cordeador, pura
informar se o alac.idn lira uo leilo da ra, e quanlos
palmos dista da frente do hospital.
Oulro viudo da presxleucta para a cmara infor-
mar, do inspector da Ihesour .ra de fazeu.la, dizen-
do qoe, Ihe lendo sirio orden.do peta mesma presi-
dencia procedesse a arrecadaclo oa importancia des-
pendida com a condurrao ita diversos cadveres de
peasoea fallecidas da epidemia, a cujas familias ou
senhores nlo poda a,.r..veitar o favor da condcelo
gratuita, concedido aos Indigentes, ern preciso, pa-
ra bem cumprir ea uriem,|lhe declarasse S. Exc.
'(iiaiito se devia cobrar por cada um cadver, e se a
despeza a pagar era somonte da condcelo, ou mais
alguno, cuusa- IJue se inforrnasse ;. S. Exc, que
a cmara mo leve sciencia odicial do contrata que,
deordem do soveruo cclebr. u o ailminrsuTimo. rio
cemilerio com os donot de eslabelerimenlos de car-
ros fnebres pera a condcelo dos cadveres de
cholencas, mas que Ihe constar que a couduccao
ful eoOtratada ua razio de |IJ5 por rada corpo, sen-
do esla a despeza que -omento (ero de receber a ihe -
suorarja daquedrs que nlo eslo comprehendidos no
arl. 27 do regulamenlu do cemilerio, poique a de
sepulturas compete cmara receber, e esta rece-
bendo.
I n pelrao, viuda da presidencia para a cmara
informar, da companhia Oa estrada de ferro, p
livr, s. os bracos aos ezercleioe, rio seu sexo, e einlim
lodo o seu coi p ts citarlas e victima da sua alma, i
Lina mnltier virtuosa he um Iheeouro re inetlima- i Idem idem 50. \ni
t*l pr, c diz um sagrado eseriplor. Aquelles qUe ciado e... crine de f,
quizerem alencar premios na tida eterna dev.ro, lien Iden 57. Jutlino
ain i., inesmo no meio os matores crimes e malvar-1 lor d > exercito
taroes, conservar seu corarlo puro e dedic.-ido i IJnm i,i., -.si el. ._ ,.
A Austria, que ptla -ua pstelo geagraphlca, no- Dos. euicado a dem dem o8. Severim. Per.^, ,,c Amnjo.-Pro-
.,..., ., nunciado em crinn de furlo'.
- ....i-e ,.onk, duque de Atar.....le e capillo I dem 4. 59. Jlo UaplUliTdek,., .. i
do exercido inglez, quando lev. comeen a guerra i"es ""P"*xa oe a*oja.-.por fog
civil, que levan Cartas I ao patbulo, arnaudo-se
con o o minando dosexereilos do Protector, obrnu
acci'i.-s alotios.is, mas Bcou udeeiso sobra a parcia-
lidade que devena seguir drpeii da norte re
Cromwel. E-ie general morrn no da de hoje,
no anuo .ta 1070, depon de confiar as deslios do
seu paiz a Carlos II.
Anda trataremos hoje das casas de joco ; pa-
rar* qu* no bairro de Sauto Antonio sio maiscon-
mu.-, p..i- que be jostamente mita que maior
numero se encontra. Ja indicamos una mi ra ts-
treila rio Ro- irio a outra na roa du It.iogcl, r agora
I.ataremos das qoe existen ua ra Nova. Parece
"'e ui......'" faoo persegu'esl* bsirto, porque he
del e ju-i.-ur -me qu- nuil na ocenpanos conslans
As .a-as re jogo -lo a perdila di slilhu-
rninados paia ineipertoa; os lidies,
anchen a- mao .ta dioheiro, ogam-e
a porque o recebrm ; mas aquelles
que ao contrario nlo em osi metal em quanlidade,
liram de casa om auuel, um dedal, um livrn pm
Ib. nn ohjectu qualquer que. depo. detarXr dem iden. 7 ^""'t.*0!''*.....'
madn *m Cobres he tacrilicadr. i bamadujoso. A Iden d 79 I J "rvo-dein dem.
satadeira da la Nova, diz*... ser erngrande escals dem 9 "l BuS^ShU",'mmUtm ""Iu
nlo he .oupeao que ah v,i aven.ur-,r s,u .!,& ~ '
furto de cavados.
Iden. dem 02. Conralo Jos ,1c Amortan
do por rrime .le fciineiilo.
Idem i lem (:. Francisco Pereirii.-por s-pci( le
Ser rriiiiin,no.
Idem 10. O. Anlonio Jos dos Santos. -- Hc.lu-
/.r pessoa livre a rsciavt.ilo. i'gundo're.!nisilou
i> Dr. dieta de polica das Mago-
Idem idem o:,. prod.....Pe,
asento e finio de cavados
Id. ni ||
governo da provincia p
ra reconhecer a ulili.lade da desaprop.iaclo de par-
le da casa do cidadlo Jos Francisco Pereira da Sil-
va, que de.tu para a ra do Caes projeclarlo ao sul
da l'otile Vaina do Recita, afnn de poder a cmara
tralar da mesma desapropriacao.
Despacharam-se as pelicoes d Anlonio I.uiz I.a-
merinha, do bario de Cimbres, de Franra & Irmlos,
de Joaqun. Jos da Cui.de Joo Aulunio Cuelho,
de Jos Francisco Pereira da Silva, de Jicinlho Le-
odoro do Sacramenta, de Jos Connives da Porci-
uncota, de Manoel francisco da Silva Carncu.de
Mi noel da Cusa Mangenclo c levanlou-se a sesslo.
JURY DO RECIFE.
1.' de judio.
Presidencia do .Sr. Dr. Alexandre llemardino dos
liis e Silva.
Promotor poblco, o Sr. Dr. Antonio I.uiz Caval-
canli de Albuquerque.
Escrviu, Joaquim Francisco de Paula Esleves Cle-
mente.
Feila a chamada as 10 horas da mauhla, acharam-
se prsenles 34 senhores jurados.
Foram dispensados os seguintes senhores :
Por se adiar ua presidencia do conselho de quali-
Itcarao e reviste do segundo balalble da guarda na-
cional desla ci.lade, o Sr. ClaudinolJeniro Machado.
I or motivo .le molestia, e relevados da multa da
sesslo do da antecedente os senhores :
Jos Roberto ile.Moraese Slva.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
A' requisiyao da presidencia, o escriptoraro da se-
cretaria do governo o Sr. Dr. Joao Domingues da
Silva.
dem do commandanle do corpo de policia, o Sr.
Severino Heniiques de Castro Pimental.
dem do inspeclor do arsenal rio goerra. o almo-
xarife do mesmo o Sr. Dr. Antonio Marh. de Parla
>eves.
Foram relevados das mullas da sesslo anlecedcn-
te, por (erera-se aposentado e mostrado escosa le-
gitima, os senhores seguintes:
Dr. Clemente Jos Ferreira da Costa.
Jos Esleves Vjonna.
Eoram mudados em mais 20> rs. os senhures
mudados no da de sasaau antecedente,
senhores sectales
me compre respond
do V. S. fazer uso d
bem ihe spproove
iierinlor e criado
ta/Ao.
Illiu. Sr. canillo Jlo Jos re Meraes___Em res-
posta a carta supra re V. S.. Iiiiho a .ta.larar-lhc,
que por diversas ve/es lem V. S. pedido a osla sub-
delegara aiivlio para varejar ataumas casas que
vendem garepa, ao que me lenho presiado, n.lo ,.,
assistn.rio rom V. S. a estes varejn-, romo ordenan-
dj a alguns inspectores de qoarleirSo, que rom al-
guns soldados de polica o aiompanhemcm tal exern-
riu, Icndu-sc dado rasos por ataumas vezes de V.
S. ler mandado reculber B cata de delcnclo, por or-
dem dejsta subdelegacia, alguns multados "em reinci-
dencia. He quanto lenho a responder em aboli da
verdade, podeudo' V. .i. fazer uso de-la da maneira
que bem Ihe convier. Sou de V. S. aliento venera-
dor.-- Eduardo Fredenco Banks.
A' vista rio despidi de V. S., atle-lo que a re-
quisito do llim. Sr. Jlo Jo-e de Monea, li-cd da
rieguezia de San J.,se, o lenho acoo.pai.hadu em di-
versos pesquizasque lem feilo lias casa onde Ihe
consta veoder-segarepas azedas, presenciando n-slas
providencias o derr..ma.nei.lo do mesma gsrapa,
mulla e prislo. He o que lenho a slteslar. Reci-
ta 27 de jonho de 1850.Pergenlino Sello de Aze-
redo Coulinho, iuspeclor.
Atiesto a V. S.. que em eonformidade .da re-
quisi(lo que faz o Illiu. Sr. fiscal Jlo Jos de Mo-
raes na pelillo supra, lenho a honra em declarar,
que tenl.o acompanliud.i ataumas aitigenciaa com o
dilo fiscal em diver-as casas que veitlcr garepas
azeda, e leuho presenciado seren ns infractores
mullados.presose imine.talamenle lam-arem-se fura
atrillas arapas. He o que lenho a ailestar. Re-
nta 27 de juuho de 1836.Jos Patricio ae Siquei-
ra I areiao. inspeclor.
Retalio dos multados na freguezia de San Jos, pelo
actual fiscal, por ii.rratrlo do arl. 8 til. II das
postaras municipaes, (garapas azedas.)
1 Jos Fernandes da Costa
2 Domingos Barreiros
3 Francisco Nuurs Via..na
i Manual Joaqun da Silva Pimental
5 Do.ninsos dos Sanios de Gufmlo
0 Jesuino Nanee Vi.una
7 Jlo Francisco Bastos de Olivera
8 I.uiz Francisco Vieira de Lima [I.* vez
9 Antonio PatricioCorreiaiidem)
10 dem dem t2." ven
11 Augusto Josc de Oliveira
12 I.uiz Jos Marques (2.-1 vez
13 Julo tNepomureno Vercosa
14 I.uiz Jos de Albuqueique Cavaleanli
15 Anlonio do Reto
16 I.uiz Jos de Albuquerque Cav.lcanli
_ (2 a vez)
17 i.uiz Francisco Vieira de Lima [iden]
18 Jos de Almeida Lima
19 Jlo Damasreno
20 J sCaetanode Mello
21 Anlonio Jos Marques
22 Manada Conceicao
23 Francisco Viaona
24 Jlo das Virgens Molla
5 Germano da 1 rindade P.
26 Damiauo Rosa
27 Jlo das Virgeus Malla [.' vez
28 I.uiz Francisco Vieira de Lima [3.* vez}
29 Antonio Francisco da Costa
30 tolo .las Virgen Molla ,3." vez
31 Luiz Jos de Albuque-que Cavaleanli
'ideral. 602000
32 Jos Francisco Meudes :I00U0C
33 Anlonio da Costa Carneiro 309000
34 Luiz Francisco Vieira de Lima ,1.- vez) 603000
35 Antouio da Costa Carneiro 2. vez OO5OOO
30*000
WuOOO
305000
0O.5OOO
WjOO
3tcjOOO
3O9OOO
30)000
3O9OOO
iitooo
309000
605000
303000
:!0;000
303000
(03000
0031K)
:te 303000
301*000
38)000
303000
.fcOOO
3O3OOO
30(000
:OOoo
603000
603000
3031)00
6O3OOO
l::J50S000
O.fiscal, Joo Jote de Moran.
Srs. redactores.Na* lendo
)a
e mais osj
#
Joaquim Marinho Cavaleanli d Albuquerque.
Jezuino Ferreira da Silva.
Silvano Jlo Nupomocenn Bastee.
Anlonio Alves de Miranda Gninariet.
Ai. cielo Jos de Mondones.
Jlo Chri-osio.no Pereira Soares.
Antonio Ignacio da Silva.
Jos Ignacio do Aledeiros Reg Monleiro.
Antonio Pires Ferreira.
Antonio l.eile de Pinho.
J s Brsitlinn da Silva.
Antonio Norberto "os Santas.
Justino Pereira de Farias.
Sendo ainda insulTicisote o numero de 31 Srs. ju-
rados presentes, e sendo om destes dispensarlo, <>
Sr. Dr. juiz de direlo. presidente do tribunal do
jnry, proceden aa aerieanenle da mais 15, e cei-
rn sorleados os senhores seguiules :
Alvaro Augusta de Almeida.
Dr. Rosendo Aprigio Pereira Guimarles.
Thomaz de Carvalho Paei de Audrade.
Feltx da Cunha Teiieira.
Anlonio Manoel Pereira Vianna Jnior.
I.uiz (,uo,_. ,iv... Agr.
Anlonio Luiz do Amaral e Silva.
Anlonio Goncalves Pereira Lima.
Jos Hvginu de tliranda.
Dr. Carohno Francisco de Lima Sanios.
Genuino Jete Tarares.
Jos F'ires Ferreira.
Jos Marn da Costa Carvtlho.
Anlonio da Silva Guimarles.
Major Filippe Duarle Pereira.
Concluido o sorleio, o Sr. Dr. juiz re dreilo, pre-
sidente do tribunal rio jury, mandoo que e expe-
d.sse os competentes mandado de nolificaroes e
suspenden os Irabalhos, adiando a sesslo para o dis
segunde as 10 horas da manilla.
BEl'ABTigAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernambuco I de judio
de 1850.
Ill.n. e Em. Sr.Leman conhecimenlo de V.
Exr. que das dilTerenlc. parlcipaefies hoje recebid-s
nesla reparlicao consta que se deram as seguintes
occurrencias :
Foram presos : peta Subdelegada da freauezia do
ReClle. a prela cscrava Marcelina, por fuaida.
E pela subileleuacia da freguezia da Boa-Vila,
o preto escravo Caldillo, por querer passar urna
mueda falsa de prala em urna taberna.
Das mencionadas purlicipaces consta que se-
mente se apreaentaran nenien para rondar na fre-
guezia do Recita cinco pragas da guarda nacional.
Dos guarde a V. Exc. III,,,. e Exm. Sr. con-
selheiro Sercm teiieira de Macedo, presidente da
provincia.Drl.efe de policia interino, Dr. PoWcar-
bo Lopes de Aeio.
^R?
9cnn,mle^(>
Recebemos carta de Nazaretb com data do I.- do
correle. Nlo havia ..rcorrido novidade ataoma, a
excepelo ra prislo do assassioo de Jos Rodrigues
Goncalves Guerra.
@0crewtt&euda$$.
Srs. redactores : Tendu sido con publicada na Paoi;i Adulta desle seu cunceiluado
Diario, censuras a mim dirigidas por vendas le ga-
rapas azedas, na fieguezia de San Jos, da qual sou
nscal. e se bem que semelhantes censuras nlo pos-
sam jamis p.ejudicar ininha reputarlo, em razio
da irresponaabilidade rio irrmo dizen cenia,
_ ele, ele, ele. ; poique, a nlo ser itso.teria rerorri-
r din- doaosmeosdecreadospela nossa le; lodavil, para
.lo a casa eo terreno, pertcncentes 1. ...on.cipaluta- 1ue publr.e, a quem muilo rtepeito, fique con-
de, silos ucs Cinco Pona, as proximidades da for-1 vcnc'do de que se-e lem rladu a venda cssii gara-
laleza, para fazer uso dellcs lemporariamente, obr- i P1* ,,i,n lenho sido Indiferente ao cumprinenta r!-s
gaodo-se a conserva-Ios e entrega-Ios no inesmo I m*B* "atarna rogo-Ibes se dignen inserir ea cinco
estado em qoe os receber.Qoe e Informaste qo*, i documentas que aconpanhan esta, o que p.i-
desle que se mudou do mencionado lnaar o mala-1"* uflleienle para provar que lenho empreado
driuro. ficnu a casa serv.ndode asvloda menriicidade, aquelles esforcos qoeesllono meu alcance, como
para o que a cedeu n cmara i requisiclu do gover- lisca' da rrecoezia. Nada nais, do que fazer lavrar
.10 da piuvincn, rio rhefe de polica, leudo-se nel- l*"noa de adiadas, e representar as autoridades ro-
lo feilo, por ronta nos cofres provincia**, abrumas pecina sobre a existencia dos infractores.me compre
obra* internas para crm.modidade |do mendigos, e l*ler ni1u lenho allribuielo para mais do que isso,
que nina vea que se desse a estes oulro edificio, pa-1 observando que a gci.tr que de ordinario se euipre-
ra nlo fazerem, como o'anlea, apcenlo no* alrioall1' *m *'> oensiv* industria, he lio miseravel, qoe
dos templos, lias prnras e mercados publico.-, ra-! "io Wm "uios para pagar al inultas, conforme pode
ruara sent oppunl.a semelhante concesaSo, por-1 l'=ueni 1'"-' 10 -Pr..
lo de Barros.Feri-
b ni 10. 00. l-el,x,l.,S,|va.-Pr r,a d presos.
Idem 11. 87. Josa Pereira da Silva JaculePor
rrime de .norte.
Idem Idem 08. Jete Pereira d, lincha. _lor crime
de resistencia.
dem idem 09. Vicente Ferreira
Por fuga de preso.
do Nascimenlo.
que nao desej 1 de modo ligan embararar os Iraba-
lhos da companhia.
Oulro do Dr. Bernardo Machado di Cosa Doria,
participando ler entrado no enrjele tal, vara
crime desla comarca, para a qual liouvc por hem
mimea-lo S. M. o Imperador, por derrclo do 12 de
novembro do anuo antecedente.Que se aecusasse a
reeeneSo.
Outro do procurador, remetiendo os balance* da
receita e despeza municipal, doamezea de marco o
aaio desta anuo, e do cemilerio, perlenreule ao'lri-
mtsire tiniln no ultimo rio dito 1, .- de marco.__A
coniMissio de policia
cipa! do respectivo procurador. R*eonhece perfei-
lamenle que urna mi > orenlla, e nlo a reda cao da
Pagina, lenta morder-me, porm, devo declarar a
quem quer que seja esse meu adversario, qoe em
quanio nlo apparreer de frenlc. nlo poder oliter
da nina menor iali seu nome, eiiraminbe 111e-n10.ua denuncia devida-
mcnie documentada, que protesta n3e reeutr.
Qaeiram, Srs. rodadores, dar publiddade a cela* li-
nhas do seu constante leitor,
Ji.n .lose de Morau.
Ilhn. Sr. Jnao Jet de Mera**. Em res-
posta a su., rarla supra, rino|ii*-ii-.e dizer-
1.?... v, '. .''!a ,,,'-"-"'. Pfop""" I'd.o ll.cq.ieeu na qualidnde de Mbdeleudo de poli-
d t?ra ,r ti''" RT1T*** "rtripal ca qo. fui da f.ecezi. de San Jete desla cidade,
di aman fr^u-zia. em lucar de Joaquim Bern-r- nao so prest- i a V. S. no, diOerenla. veze- o auxilia
rinSete.o.que exoneroose desle cargo; e dizendo da tarca DI.....ca. par o* Varejo, da* caras en que
r,,H"e'',?r.';it""'', em "erc,c,u **> Prtmei- ^ ve.....an. gar.paa ,z*da, prohibidas pelas pos ta-
ro do enrenle.- Approvou-se a proposla, e man- ras nnnicipaes, romo en mesmo o arompaohe
don-te rommunicsr a cmtadoria. ouas uceasies. para dar n, lior tarca acelo da pe- I se tnoced
Oulro rio engenheiro cordeador. c.mmnnicando que lida, e fazer effe'ii,..- *, muitJ fzendo a| .e'- i m.e
w-ti'|P,',.lta com elleaquanl,., de ieis com *se n.......pollo, eminentemente prejodici.il
'cVJ^.irai. 111.0 r.Slili 'I c 11. ir. 11.a ,, j,..t ^-^__ .. 1. ___l, r.' *
Sr. Inspector da
lliesooraiu pruv.ucial podido consee;or, alo oln-
laule aa diligencias qoe fez, que se d.scultse a pa-
recer sobre a quesllu da thesouraria, porque houve
quem, lemcudo a derrota que inevilavelmeotcsolfre-
ri^rrniregas todos os n>ios para evitar taaa dis-
^arulu desta one o mes.no Sr. inspeclor
defender-se das aecusaee- que se Ihe
, permilta-me que por meio de seu jornal
, mi quali hule deam go que sou do Sr. ins-
pector, ao que se .lisse no comraunicado inserto no I
inesmo seu jornal de 21 da crlenle.
Principien can comnuoieado meverande que u
evaine das ronlas do ex crHedor Luna Freir sobro
as quaes loJa a queslao ..e lusco, nlo eslava cm-
plelo por Ihe fallar a cenia crrenle que devia mos-
trar o alcance do dito col], ctor.
He preciso isnorar o .|.,eseja urna conla corrento
em cscrplurac,!o de fazenda.c em que deterabasear-
se esla de que se trata para asseverar sesnethante
despruposilo. Saina ; ni. ..iniiii ,!.--( communicado,
que esla conla corrcnle nlo he outra cous.i mais que
a consequencia de exame ; que para sua organisa-
cln he l ucees-..ri; apaiihar os algaristnos mencio-
nadiis no parecer de exane, e por contequer.ca de-
pende ella do exama e nlu o exa.nc delta : porlan-
to. o julgamento das caulas do inencionado as-col-
lector pudia dar-se sem existir lal cotila, visto como,
o exame esclarec lo como f,d, proporcionava o seu
julgamento, como o provou a coinmis-li. di a-s*m-
bla provincial e;n eu parecer.e das informacOes da
conladoria conslava o alcance do ex-colleelor. Ac-
rresce a ista que o arduo 0'. do regulanenlo ...ler.io
dessa leparlicio rielermina, que de eonformidade
com a decilo da junta se organise outra conla cor-
renle, e ueste caso he desprezada essa que lano en-
carece o autor do commuuica.lo.
Mo pude i-oinprcliiMiiler u que se disse nesse com-
municado nos segu.nles trechosAs irregularidades
e differencas de dinheiros rioladas pelos emprega-
dos da conladoria, sao apenas os dados que elle
a|. 1 -. iiiain para impugnadlo do exame, vista c uno,
islo nlo po-.iam fazer em assegurar-lbe a causa,
nlo iu,poi lamh- por consecuinte I quid.co de cen-
ias assim irregulares etc.e mais rdanlePor esta
auormalidade tai que o contador c o procurador lis-
cal pedirn, a elfrcliva cobranza dus dinheiros e
responsabilidade do rededor.
De loda e-la moiiinfada apenas pudecoiiclntr que
o exame se fez, e complelou-se ; porquaota.te fo-
ram notadas as iiregulari,lados e differencas de di- i
n/ieiros. e se o contador ,- .. iirocuraour fiscal ped- 1
ram a cftacliva cobranca destes dinhrirs, a coaae- '
qucucia he esta que unamos, visto como, sen c\a- [
me, e exame completa nlo se poda ler contiendo o
alcance do colleclor, nem faze-lo responsavel peta
pasamento desle alcance, e pelo crime que com-
melteu.
Os colleclores, por engaos occasionarios pelo tri-
mestre il.lii-i.iiial ao exercicio finio, que co.re a
par do primeiro trimestre de exercicio correle >ju-
llto aselemhrot lem algumas vezes reculhido a ar-
recidae.io ellcriii.ola nesse lempo e pertencenle .1
ambos os exercicio-, sem os csctarerimeiitat OtceMB-
lioinas respectivas guia.. Esla circumsl.incia d.
lugsr a proceder-se aos ajusta das conlas pela res-
pectiva seclo, eao seu julj.Hme.il. pela |unt com
exrlu-lo do teu Irineatre addicienal, quesb- li-
quidado .10 exercicio seguinle.decuja renda faz par-
te romo divida activa.
He c-te o meio que garanta exacli.l'.o nos ajustas
de ronlas, por serem estas feilo na presenca dos li-
vros dos dous exercicios encontrados, pela" maneira
expendida.
Paramis esclarecimenlodos leiloies que consultados os livros de ronlas rorreles da
thesouraria e deltas exlrahida loJa arrendarlo ef-1
recluada de julho a seltml.ro, e ceja entrega he'
sempre em oulubro ou novembro, compara-se esa
arrecadaclo entregue rom a rneetnada em presenca
1I01 livros cargo dos colleclores e solve-te com f-
cilulade qualquer engase que porvenlura houvesse
na classificacao desses dinheiros as guias com que
se os recolhe Intenwaria. He por isso que se en-
contren na conlas do colleclor em quesllo o exreaso
de .38811 rs. perlencenle ao exrrririo rio IK52 a
IN.:i. liquidado no de 1833 a 1854, o que se verifi-
rou pelos livros daqutllr eiercido, iiaoobslanda isto
0 julzamento das cenia* d-quellc mesmo extrado de
1838 a 1833. Na< eonta* do rxerdeio de 1853 a 18.',f
den--e a falla de 27S-OI2 rs. romo diste a respectiva
scelo e.n sua infurinae.lo. e que e pudia rnnhe-
rer de su.i raalidade em tare dos livro de I8'i a
18m, visto como, poda e-s 1 quantia ler sido reco-
Ihida iiilevi.tameiiie de envolta com os dinheiros
desle exercicio, cuja postibilidade dem'onttrei.
Esla rircumsiancia |iois nlo podio obtar, romo nlo
lem ahilado em mallas oolraa idntica, a approva-
r0 dessas ronlas peta Junta, tan/orine n parecer da
cniladoria romos* fez. Ora, se iquelta exrcs-o i.io
h-l......julgamento das conlas rio rxerddo de IK">2
1833, por qoe razio esta falta no cato de ser r*al)
havia obstar o exame da. canta* do exercicio de 1833
n 1831 em que se ella do J Com lo la razio, pois, a
commissao da asaeoibla provincial dnea, que ,,.
'h^ssti is. eslava no in.-mo ca.o dos 278^)M2 1-.. e
que O contador nao poda allegar a falta d.is livro
rio exercicio rie IX.'.i a 1833 para obstar o exame
em que-llo. V. poii, 1 solnr do communicado que
nenhuma razio Ihe a -i=t p ra contrariar a cin.u.i-
-ao nesla jarle dosen parecer.
O Sr. insporlor for.ienu ejommlttgo a acta ila
s-;-lo de 17 de abril, na qual te des lara r....... ha-
riam eaaotado lodo, o* meio* para ceiLseeuir-ce a
entrega dos litros do exprcicio de ls",; a lVi. Em
consequencia ili-10 loman junta deliberarlo de
r'-|.....-i.lnlis-r ocolle lor neis randa desle exercicio,
ealculand. -a pelo termo medio .io. ev-r. icios ante-
rior**; romo pois allegar-te agora a r-i.era al***
mesamos livros para liquidado dssconlat de 1833 a
!s.ii J .Nao ve o autor do romroonirado m-1.1 |ie.
sacio urna eonlradicrjlo mnatravel .' En. um exerei-
1 do pode o colleclor err respons.btli.adn ptla renda
por [que cobren em que exilian o- respectivos livros, e
exame : no rxrrririo nterior quer-te
que o exame fique dependente nar ero que tiles appare estn,
___________!PWdseierar-lhe, e u ratificare, em juiro s.ob jn-1 mueulir que nfulleclor fem repot.,.,hilisa.lo coran
, foi peta rcud.i do reepeelrte exercicio. por que rtla
renda nao ara nana* Imprtalo W jn* *Mi>eju*
I te deu 1.0 exercicio i iiierior ; 111. pititn, nao havia
I esta rsperanca cump la-lhe se. 1 ahiranlo, cean* Im
|oSr. inspeclor risponsabilisap.i o ci.llrrlor em
ambos os Canee*en dependencia dos dio. 1im ..
I Portante, nao tai pelo mi lian na de dever, ai mo
I diz o autor du coinmuuicado, qoe se icspoual.ill*..a
o COlleclei pela leuda do exeiciciu de 18">i a IS.V.,
nlo evi-liuilo os livro*, p. iqi.e esle ae.itin.rn.o uei.i
I ol,,,-ar e esponsabil.sar o mi-m.i rollerli.i pea*
falla dada ni. .\ri-|rn. an.riior. 11, ep.ndenie oe
; recolbimenlo d*-le li\rot.
Em que contraria a significarlo do ve.bo appio-
var o ueeeache do Sr. 11 -pe. l.n, e que colilla a**M
he esse que enxetgoa o autor do corumunirado t nao
vejo. Asintarmari.s, .iri.iiialoria.iitein.queocoili.r-
lor havia cobrarlo S:7|(it-K|2 res ; que si de.xou
de enlregar I70I03S res, qul. doata qutntia I!I2MJUI
taram subtrabidos, e que o resto 27K>2 poda ser
fustifieado em vista dos livro. do xeicino rrgumlr.
e como litr.arm lenle nunrao .le aspadella uos
livro de receila de meia siz, be vi,I que nlo '.
1 os oulros livro eslavam regulare-, como q.....* ha-
j| ia cobrad., e.ecolludo letalineole NBavUxXM* ra*
I ""so disse muilo bem a romroissla da -senibl... que
o despachoopprova.las na roi.tarn.ida.le da n.tai-
I macao na rentado, .alo. muilo i*Kutar. poi. aatnra-
va o que esta regular, licando o colleclor ranaaaa-
itavel pelo qnc nlo el.i.
Don Je inf-ho autor do romin.m.cado que a Si.
inspeclor quiz absolver o colleclor da rannn.an.li
dad* en que cala 1 Porvenlura .nlo ..Iticou elle a..
contador o *netra* dia do jotuameiu,. da. ro..ia
para que tiraste a ronta ,1o alcance, ali.n d.....r ce-
brado judirialmenle .' gJ(.m a q-icr o que u aolor do communicado du sem u me-
nor Ion.lame.1I0, porque nem c-.e d,-p..ctm pe|
qual se mandou lavrar 1 termo de inniaiaija e
archivar as cutas Ihe pode f.vorecer ; iMirquulo,
neste termo de approva^io, em ob-erva.ic.a .10 arl.
O do regolamento interno seria e-cripta a enana
correle du alcance, menciona laatadasas irregulari-
dades, e responsabilidade en. que Inmuta o riHai
tor, c por elle se fazia ollccliva etsa re.p.ouabil..la-
>le : dispensa pon esle termo as iiif.,,,,.,.,.,,,, as
contal que podem licar archiva las. lem que por is...
fique a Iheaoanasrt* privada de laucar sana del-
tas em lodo o lempo que se literem ella nec. ,-
rte*.
i.iu mo ao direilo, que ten o inspector .ulcriuu
de revogar o< despachos do reclivo. como se limi-
lasseo autor do communicado a lazer per.u. lir que
a ConimissHo quiz dar .n.ia direito a cle inspeci, r
do qu a aquelle. diiio-lbe que romprehend,. qu* nao.
A com.ni ,.u quer que o de-parl... de un. nujKsa-
lor quando dados em una nao anean ser revog.i-
dos pelo oulro sen. aiilon.ao.io do Kovern ; e juica
que lano mais conven, observar eta reara, quanto
farullaoilu-se-lhe o direilo de revoxaelo ten. recur-
so para a presidencia, aulurisa-se o contador a fallar
ao cumpr.menta dos seus .leveres. 1-1.1 he, a drizar
de protestar na occasilo precisa e levar o negocia ao
coiiliecimtiili. da presidencia, e guardar-tc para o
lempo em qoeorcupar o lugar da dieta para reto-
gar despachos que, ta fo-ein cuusideradot pelo go-
verno, serian -ii-lout ido; c deste proeediuiento se-
guir-se-hiam loda es-as consequei.ciis que lio pa-
recer foram mencionadas.
I .-illiu respond i,., e lico tambem aqui por ora.
Recita 20 de junho de 1850. M.
Srs. redactores.Eslava no firme proposita,na,.
dar a mnima resposla ao Sr. Florentino CvprU.io
da Costa, pelas.falsidades com que ella oualcuiii
zoilo em seu nrime me lem abocc..l.adopeta im-
prensa dessa cidade, ludo porque Ihe promov a de-
mi'sio de sobdelegado desla villa : com ludo por
asora he Ion, ,-0 aptrtar-me desse prepsito respon-
dendo a tua publicarlo que assign.m uo peridico
Pata de u. 93 de 2i de inaio fin I ., islo nlo porqu
0 Sr. l'ioreiiliii*ah,ile couceito do 11111 joem.in ,s sim
por ver que o despeno do subdelegado d,.11,111,1,,
quiz cavilosainei.tr me ap.c-eular ao publico como
um prevaricador soltando ao criminoso de morle
Pedro Jos de Cuimaraes, e at pata colorir o seo
ardil, diz cin son aranzel que o chame nanan>
al li.1,1 i,-, palatr.i que i por escarnen pode avan-
jar o Sr. Floreul.no, confiado que a pena imposta
a um calumniador nlo pode en. nada lepara, o gol-
pel a--.i-.ino .le urna liugoa temeraria.
Veja pois o publico e admire a' vista do quanlo
se passou sobre a sullura do dito Ou.marAes, de-
nunciado lalsamenie pelo es-subdelegado Florenti-
no Cypriano da Costa, rujo processo queiram coln-
res redactare eslampa-lo en. sua conreiluada Mfeu
para conhecimenlo do que avac/ju, e de quanlo he
capaz o .I.--peilo d" u.n conspirador -iemiUni... c
bom he que o dita Cuimaraes tas-e agora novainru-
le pieso tegunda vez peta n-qui-irlo que me fez *
Dr. juiz municipal ecm consequencia de urna outra
denuncia que tai lendo o mesmo resultado da pri-
men a, eja v que lendo eu o capturado a pi inicua
v-z esleve mais de 20 dias preso e o Sr. Floren! ..
nada provou, e a reoltado v se no ollicio do Sr.
deleeado do Brejo, a quem me dirici escrupulosa-
inenle. alem da folln corrida e m ii documentos
que abaxo se Irauscreve.
Onde pois esta' essa soltura de cr.nim.o. dtaa o
o sr. Florealiao ..:.re-.nio o ,.:rt,. nrnntjo aun
cetsai ram pretas, c ale ir cm com .. a aulori.l.i-
rie e depoi- de nada provar. em troca de urna cor-
recelo por calu.nu.o, correu para a iruprcn-a a UM*.
l.r u.iseravelmenle.
Igual crdito merece o que diz obre, ler en
mandado premier a seu prente por nao querer nic
vender carne (quem arredilar'; Si. Fl .rcul.no di-
ga que o delegado vendo o povo moner a lome
palaviat doSr. Ur. juiz manicipal exaradas em o
billieteseguinta qu- va. recunliecido.
..Amigocapillo, estamos .mirtos de foroe, meu ca-
pitao acuda-nos coto um carluxu em unta mo a
dinlieiro na oulra, cu quero meia airuba __Naa se
esquejo du a.nin novo e famlico. Da V. S. ami-
go e ubrigado criado Duarle. portan!., o dele-
gado nlo poda consentir qoe o prenle doSr. Fl
rentao rlaiBinae uini res em l.nituicas para m-
nopolisar o povo e... cn0 to r.lamitota com a
taberna do sen prente, avesaita a especular con a
miseria, ia solfrer urna quebra se nlo li.e-se |m-
goiras e por isio antas qu.z 0 rr.an.-o ir pan a ea-
de.a do que picar a carne nn acoogue ao povo e nlo
vender a mim como quer impiigir o Sr. Moren:-.-
no. E.so que ha de real e detprezando o mait qu*
diz. de.xo para quem ronhece (taranta.u. e o iupu
derlralor fazer a justica devid".
Vida de Gerannnn* :t de taaha de I8">. Fran-
crn Antonio Carvalho, rapii,-,, delegido.
Eilava recouhecida. 1
Ill.n. am.go e senbse capul..aVtnnajH m^,
u- lome, meu cap.iao acuda-nos rom o.n carlnxo
em im.1 mao e d.ul.ei.o na oulra. Eu quero meia
arrobj. Mo se etfueea do amigo novo e famlico.
De vosta tenhona .um j 1 obrgado criado.Duarle
->. la mais se conlinha em dito etcriplo, que eu
tabel-ao aba.xo assigi.a.ta liz tirar a publica forma
do propno or.g.ual ao qual me reporto.- esta v.ii ua
rdale sem rousa. que duvi.ta fac nesla v.lta de
arai.hui.s, provinct. .ta Pern.mboco, aos 7 da. do
mez de junho do auno do Nascimenlo de Nosso S--
ulinr Jess Christo do 1836.
Eu Franisco Jos C.r.tairo dos Santo.. II ubt-
l,ao publico em le-ieiuonho de verdade.Francisco
Jos Cordeiru dos Sanios.
Inslruinenlo em publica forma de um requermen-
lorie ledro Josu Guimiret, cumo auaix k de-
clara.
Diz Pedro Jos Cuimarlcs. morador na Cacnn.la
freguezia de Papicct, que se achsudo preso na ca-
dea de-la villa por sppslo rrime de morle nn ter-
mo do Br*j.,, c como o supplicaule, pelo documen-
tos junto prove a falsi.tadc desla argu.rlo.e nlo de-
vendo por eon.ego.nle ronlimur a sua Manan* Bvr
I..I avenguacao, rrquer a tena seuhoria te d.rahe o
mand.r por em liaerdada, depos de oovido o doo-
lur prumoinr : assim.
Pede a V. S. illntrissimo senhor capital, ,- drta-
gado do termo defer menta, e rerebera juslira.
r. mais se ..Aoc.inl.nha ern olio requerimnlo de-
pos do qual s- v o lher do despacho scgiiinlr:
Com visla ao illuslr.ssimo srnhor uoolor promotor
publico.
Delegada em Caianhuns, 5 le selembro re 18V,
Carvalho.
Nad mais se conlinha em dilo despacho,i|.prs do
qual se ve a resposla .ta p,ornlo, que hn n *e-
gainle :
Ser bom que o wnheT deleeado informe ... ,|
sobdelegaio Forcut....., acerca I pro-oulc tacto
poia sau infrmalo, quea sUa ordem o. preso o.le
pilcante, e cnlao fara justira.
Villa de Cranhuii, 6 de novamhrode I8V.--
O promolor publico Julio Barbosa de Vascoucel-
Narl., mais se conlinha em ta respola,d*noi, da
qoal se v.a o despacho do ctanad* da m-, .
guilde : Saiisfara o senhor subdelegado op..,,!,,
do senhor doulor pron.dor publico.
t.ara.,huu.,6 de s-tembio de IK-'i.-Carvalho
fXada mais se conlinha em dito de-parl.. dataaaa. ala.
'uteto- "f0r,ni,'0 do -'uh'tal.,dTe-
lr.for.no a vrssa senhoria. quc ,,.,!,,, su
pre-o a ntaha ordem por d n'unria, qol',,""..* ,
c.m,no.o na ornar-* .1 Bruje, por atl, l-r f.-it ,
as-.!-.,nato em ,, I .-a, Tabocas rio ine-m termo, c
na la mal- me consta d* crimes
II* n nnania leuho a nwteaai V. S. Italix_
cario pr.n.erro d.Mr-rl .ta villa rie ...ranl,,,,,..,,
Cota "" ,s-">"-Ht..... Cyrtnaua '
-Nada inm. se rontip|,n ,n, ajjij informara,,. ,|PI,
cZ." ! Av.sl. da r.lha ror.il.. r .1 cunieiito. que r,
senta: ,. e-cria.. respectiva p ,-, ,,,.,,.!........, .,,.
ra. ueh-caciaen Ca. anima g ., nei aab. .i,
i,-...i.uartalhe eapriaa e d.: ... .
E ...ai .. na* conlinha en. .1.1 altara toMan
ae| dii da qoal se tu/o* .10. uaaenb ,,..,. a|,.,v ,' "
Iraneenin*.
D,z Pedro Ju* li.iiin rae*, limltinnia c,.|
morador na tilla de SmU Amonio de Cara.,!,,,,',.
qi." pr:. b-, de seu dtrello ihe be de BMatal n, ^
escrita** d* crime desta di..,re ....!.. ,1 ,',;',1,|
parios, Ib* f il.'em 1 f, II,., ou rom culpa. ., ,
Vde an illosrris.i ,j|,or ,!,.ir Ju niun.r.-
i" eon a lew i*qn..i,i... ,t_
.1.1 p..ir.. Jen* asutnaaraua, *
.(.'r"e. '*" jl do'Br'ej... 3 d* cv*,.,|. 4.
IH;.Albuquerque lacharlo. ,\lvr. de r.lha rnt-
leclar
pal delira ao -upplic.i
cebera jatliee. A ."
pariie Joe Thtnior
.- ..w .. 1 i. t ,.
rids romo aba.xo e
MUTILADO
1 romu 1 niripal e nrphios da
O Dr. Manoel de A huqoe'rque f \\ | J,|| .
J leruH. do Bre.o da .Madrid,
r


i
I
J


Dos, por sua mageslade imiietial, e constitucional
que Dom guarde ele.
llanda aosesrrivfiesdo crime. Joule termo, que an-
te mim servcin,que souln-lhes esle a prese ni -ido.indo
por mim eaahjuado fallera a folha do tnpplicaii-
le Pedro late Cumiara-s com colpa, ou sem ella.
Asaba cumpram. Villa 1855.
Eu Elias Francisco Bastos, MerivfO do crime pri-
vativo do jur> e escrevi.Albuquerque Hachado,
Nada do supplicdiite Pedro Jos Sainarles, pelo
mea rol da culpada*. O r-f-ridnhe veid.uledu que
dou c. Villa do llrejo, 3 de n .vemliro 1855, (I
escrivao de subdel-g.ui.. Eli is Fraueiseo de Basto.
Jnior.Numero l3, \<\. ni Ul'J res.
Brej, 3 de tiuvembro de ls>5. VelhoBar-
loa,
Certifico, que revende os lvros de r< >s de culpa-
do* a meu cargo.em un dalles coma ebar-ee pro-
nuneado por esle juizo reo auseula Pedro Joa de
Metra, condecido por Pedro grande, pela mor* que
perpetrara na pessoa do Jos Rodrigo** da Cot*, no
lugar da Tabora da Placa, deate Ir.....; quaiiio ao
supplicante Pedro Jos tiuimarSe*, ni -xiale crime
alguin, com luto -oa bom que .. supplicante prove
era juizo que se chama Pedro Joa liuimaraes, em
mullos reos criminoso* darein os
atildo*.
lo Bn-l'tai' '!? ,!>veinbro de I8i"i. O rsrri-
Villa
vo do crime Eli
nesle lia termo
que rallan a falla do
Villa do Brejo, 3 d
vito do crime e jury,
Nata mai se conlinha
ncisco Bastea. Dou fe, que
a mais escrivle* do crime,
pilcante.
mbro de 1855. O cscri-
Fraochco Bastos.
dita fdha corrida de-
pois da qual se via a alteslailu iIh maneira seguinle:
Altelo por me ser pedido, ajorare! se preciso for,
que PeJro Jo uiraaiiios, residente ras limites da
fregnetiu de S mo Antean de Carauhuns, he nata-
ral deaU fresue7.ii d-9 Jos do Brejoda Madre de
l)ea, on le sempre I* conhecido com o meamo no-
me, e ala emula, i"? conimelleaaa crime algum, e
meuos de tcr a/wslnadu a Jus Kodngue* da Cos-
ta, par ler si lo'utf" Pedro Jos que roinmetleu tal
alenla lo no ,S,,r daPiaea desla freguezia,boje cons-
ta do qual M,il escapir ao braco oa juanea evadi-
te no me*'" mamento, como he bein notorio.
y.ll-io ilrejo, 3 de novembro t855. O padre
jOJ,'neodor Cordeiro, coadjutor prcparocho em
ajof, do termo di Madre da Das.
mais se lulo conlinlia em ililu alicatado, depois
Ao qual eslava lecuulieci.lo pelo labelli.i pela ma-
neira tegolnle :
Reeoohecaia Icllra, e firma inpr* ser a propiia de
quemse traa por ter dalla verdi leiro conhecim-n-
lo, do que duu fe.
Villa do Brejo, ,| de uovembro de I855.
_ Em lestemunlio de verdade, o labelliao publico
Elias Francisco de Bastos. Eslava o signa! publico
Elias Francisco de Bastos.
Selle numeto 66, pagoo de sello I60 rs.
Brejo, 3 de novembro de I855. VelhoII ir-
ros.
E mais se nao conliulu em dilo rec-ailiecimenlu,
depois do qual se- ve e peticio da maneira se-
guidle :
Ui Pedro Jos uimares, preso na cadeia desla
villa, qu a beni le seu Uredo so fa preciso, qoe
1. S. mande ao c.icereiro da mes.na.que se Ihe .6
por cerlidSo o '..olivo le sua pristi, alim de poder o
supfJicanle cuidar de sua defeza, nesles termos.
Pode a V. S. Ilu-lrissimn seuhor capitao e dele-
gado do lerroi dererimenlo, e receben ju-Iic...
Sim. Delegacia de (jara.ihuns 5 Je iiuvembio de
1855.Carvala*.
Em virtude du respeilavel despacho certifico, que
revenda o livroa dos aetenlot sientes em meu
poder, dalles consta qoe o Mlpplieante foi reculludo
por suspeilo, ero crime ile homecidio.
Cadeia du villa de tiaiaiihuns, 5 de novembro de
18V>. carcereiro, AiIoiisj Marauh-o de Sobral, nu-
mero 1, reis 160 rs., pagoo de sello ICO ri.
liar.mln.n-. 5 de uovembro de 1855.Forlado
Pereira. E mais se nao coulinha em dilo sello,depois
d) qual se va o Iheor do ollicio do delegado du ter-
mo do Brejo da maneira segunde:
illm. Sr. (Juereudo eu dar una eucta oliirAo
aoque V. S. de mim exige em eus oflicios de 3 do
corrale, acarea dos dea* Individua*, que ubi se a-
clmm presos, baiiei urna portara ao escrivao do cri-
me desla villa para que elle reven lo o rol de cul-
pada*, infoi na-.- re os mesmos individuos erara a-
qui crimino>os.
Inclusa remello vossa senhoria a referida per-
lina, ao po relia vera' o que diz o dito escrivao
do que devera' concluir, que os bomens nao -ao aqui
criminosos, L'ui Pedro, oe que elle Irala, he parlo,
e he de urna e-laluia gigantesca.
Daos guarde a V. S. Delegada do Brejo, 20 de
novembro de 1855.
Illm Sr. capillo Frauriscn Aiilouio de Carvalhn
delegada do termo de Ganaban, francisco Al ves
Cavaleanli Cimboim, delegado do lennn E mais
senao coiilinha em dito ollicio, dofCwnilas trans-
criptos, que li.m, e (ielm.iile fu ixirabir em pu-
blica forma do* praprio* prigloaea, que me foram
^presentados ao qual me reporte, e vn n.i ver.li.ie
sem cousa, que duvi.ia lar;, subscrip'a e aasigoada
-ni pabllcog a raso de meo* ligaac* aegaBt**,de qoe
no anta .: i til; .na de i'.araa: nos. aos 4 da
de mi'z de junh.i do anuo do Nneimenie iie Naaae
Senhor Jess l'.hriilo ile 1856.
Eu Francisca Jos Cordeiro .los Santo*, que subs-
rrevi assi^nei, o tabellan publico, em ItMemooha de
verdade.Francisco Jos Cordeiro dos Santos.
lista ilas /alias dos estadaiue* Aaias rus mezes de
abril e maio com denarariio dos das.
Primeiro anuo.
Esteva Lopes Caslello Bronco Jnnior, em abril
doa 1 falla na segunda cadeira. em iu do -2 dilas
na arimeira dilajnas dial 5] e SO, josUBcedaa, e
na segunda dil< 1 dita no dia5,jusl.
Gaspar Cavalcaoli de Albuquerqua Uchoa em abril
deu i ililas na primcira dita no da 2, jusl.
Lucas .i,i Silva Anluae" em maio .leu I dita na se-
gunda dita no da 2 jusl.
Pedro da Veiga Ornellas em abril deu 2 dilas na pri
m.-ir.i .lila e na segun la deu 1 dilas Ora maio 2
dilas na primcira dita nos .11 ,s 13, I i, jusl. e na
-1:1111.1.1 Hita deu dita no .ta |: ju-1.
Carlos Aucuslo Autran .la^JMatla Albuquerque em
maio deu 1 dita na primcira dita no dia 6 j 1-1.
e na segunda dita 1 dita no dia 5 just.
Leoncio de Si Cavalcanli de Albuqleraue, em abril
deu d ditas na primcira .lila e na aeganda den i
ditas, em maio I dita na primeira Jila no dia 13.
jusl.
Paulo Martiuolc Almciila em abril dea i dil.i 111
seguu la dila iaat.
Fraacbwa Das Cameiro Jnior em abril .leu dilas
na primeira dila e na tegua la dita ditns jusli-
lic.ldas.
Candido Em^gdio Pereira Lobo em maio I dila na
primeira dila no da 30jU*t.
Jaaqoim Jead de Campos, em abril deu 3 dilas na
primeira dili. eui maio 1 dita na primeira .lila
uo dia 30 jusl. e na aeganda dila i ditas nos das
2, 7, 9.30, j.1.1.
Hanoel Braaeieo Cavalcaoli da All.uqu. rqoe, em
abril deu 5 dnas na primeira dila e n*tagarnia di-
ta I dila, era maio I dita na primeira dita 110 oa
5, just.
Manool Lopes de Azevedo Araojo, em abril deu I
dila na segunda dita jusl.
Felhberlo Jeronyajo Coelbo, em'abril dea -2 diia
na primeira .lita e na segunda dila I dita, em malo
2 ditas nos .lias t!>, 2S, jusl, e na tegoada lita 1
dila 110 dia 13 jan.
Jacinlbo Pereira do Ru, em maio deu I dila na
primeira dita 110 dia 19, just.
Amanea Nelto de ftbmlonca, en: abril deu 1 dita na
primeira dita a na secunda dila I dita joit.
Jo:lo Henriqoe Mafra em abril .leu 1 dita na pri-
meira .lila, em maio 2 ni segunda .lila nos .lias
-'. 10. jusl.
He'ariqee de Soozi Lima em abril dea 1 dita na
MSnada dita e:n maio na primeira dita no da I i
ju-1.
Bodrigo Ignacio de Sou/.a Meneus, en abril deu I
dila na primtitra dila na segunda dila I dita coi
linio 2 dilas na primeira dita nu- das l 1!) jus-
lilieada*.
Joto Fernanda* Lima, em abril deu I dila 11.1 pri-
meira dila e na sciun la dita ju-1.
Feliciano Ilenrique* Hardman em abril deu I dita
na primeira dila j si.
Jos Gomes de Suiza Portugal Jnior em abril deu
i dita* na aeganda dila, em mato dita na pri-
meira dita nos diaa 13, 28 ena tegnnda dita 2
.lilas nos dios .,, li, a*l.
Autenio SeraBee ,de Araojo Cae* rm abril deu :|
.lias na primeira dila a na tegnnda dita l dilas
em maio na primeira dita6diu no* dia* 2, 21,
21 aab. 28, 30, 31, iaat. ena icgonda dila no*
dial9, Ki. 28, 30. jusl.
Joao (.arlos de.Meii.lonr Vas"oncellos Jnnior em a-
bril deu I .lila na primeira dila o na segunda dila 1
.lila cm maio na primeira dila 2 dila* no* diaa 13,
l.jusl. o na seguudada I dita DO dia 13, j'isiili-
eada.
Luiz Jos Cameiro de Sonta Licor la em abril den
: ditas na primeira dila e oa segunda dita 2 tila-
aM maio 2 dita* na primeira .lita na* diaa 2,-3,
ub. jntt.ena legenda dila dita no dia2jui-
liOcada.
Joaqaimlloreira dCastro, em abril .leu I dila na
- on 1.1 in.i em mato i .iii-, .11 primeira dila nos
'. ^>- 30, 31, >al>. jusl. e ni segunda dila 3 di-
t-s liOI das ::li, 2S, 30, |Usl.
Joto Napoleio deCarvalbo .Maura em abril den 1
dita na ngonda dita I dita em maio no di* 2i
|a*t. na sepuu la .lila 2 dilas 1101 dia* (i, 111-
liOeada*.
Aiaiioel llemelerio Rapozo de Mell em abril deu i
dila* na primeira dila ena segunda 5 dila* ius-
lificada*.
JoaquimdeAndra'de Ferian* Poso* cmabrildeu
I dita n 1 primeira or .re dil 1 nos ,has I 21, -ib. jusl.
Hanoel Antanw Pinentel Jnnior, em abril dea 2
ditas na primeira .:it,. na onda dila 2 dilas
em 111110 5 .lilas nos das 13, U, 19, 24, sab. :il
ab.jotl. amaaeganda dita no- has |3jali0>
r.uli. '
Jas Francisco Lope* Luna Jnnior n abril dea I
dita na primeira| lila* e nateganoa dila 1 dita,
em maio 3 .lilas na primeira dita no* dial 13, 28.
31 sab. ena dita 2 ditas nos das 13, :10 justifi-
cadas. '
Manoel Jaoo.irio Bezrrra Montenegro em abril .leo
I dila na primnira dila. era mam 1 dili 111 se-
gando dila no dia 2 jusl.
_________ PWO BE PEf.NiRBCO QUINT4 FIM 3 DE JUHO 5p I8S6
?
! Pedro xletndrino Alfonso de .Mello, em abril d
1 dila na primeira dita, jasl,
.Manuel da Cunha Figaeiredo, em abril .leu I d .
na segunda dita, em maio deu 1 dita na segn
dita n i da -J. jusl.
Joan Aniuiit, de Abracar, em abril den 1 dita i
Wgnnda -fila, jusl.
Francisco Paunlio Feraandea Bailo*, em abril del
_ 2 ditasnaj primeira dita e 2 ditas u< Kganda, ju
Claudino Francisco de Araojo Guarila, em abril deiu
1 .lila na primeira .lila. jusl.
1.....'""> Cesar Burlamaque, em ibr.l deu 1 dila
primeira dila e dila,ni aeauada, em inai.i .1
I dita na primeira dita no da 28, jusl.
Jo-o Harlaiine de Campo, em abril dea 1 dita i
egonda dila, em maio deu 1 dila no dia 4 sabl
ju.l.
Innocencia Marques da Araojo Goes Jnior, e
abril den dilas ni primcira .lila I) na sciun
da, m maio dea 1 dita na primeira dita no di:
21 iab. el na legando no dio 2ii, ju*t,
llei.iniio Dup-rr.iu. em abril .leu I dita na priineiral
dita I dila na S'gui.la, jusl.
Segundo aun
Alvaro Barbalbo Uchoa Cavalcaoli em abril .leu 2
faltas na primeira ca.lrira e I dila na segunda dita
joHincrda*.
Folalo Ely-iode Lemas Goniaga em abril deu 1 dl-
ta na primeira dila el dila na segun la dila, just.
Francisco Severino de Sou/.a Legoe abril deu 2 di-
tas na primeira dita, e>a maio d-u 2 dilas na pri-
meira dila nos .lias 30 c 31 jusi., c na raguoda 3
dilas itns dias 13, 30 e31 sab, jusl.
Jlo Pinto de Mendonca em abril deu I dita na pri-
meira dila, ju-l.
Joaqun) Pereira de Crnlro Coelbo em abril dou 1
dua na primeira dita e I dita na Mganda, em
maio I dita na primeira dila no lia 27, e na se-
guilla dila 1 .lila no da 27.
Francisco Antonio de Souu Jnior em miio dea 1
falta ii primeira dila no .lia 30 jasl, c na segunda
lita dita no dia 20, jusl.
Jos I! Uxorio ll'iiriquei da Cunha em abril .leu I
dila na primeira dita C I dit-i na segunda, jusl.
Jos da Cunha Teiieira em abril deu i ditas na pri-
meira dila e :i dilas ni segn la, em maio I dita
no da 20, ngo jasl. e n. segunda I dita no dia 13,
nao jusl.
Jotllartiniano Cavalcanll de Albu.iuerque em abril
leu 2 ditas na primeira dita e 2 na segunda, ciu
mate deu 2 dilas na primeira dita nos das 2i e
30, inlo jusl.
Laorenlioo Antonio Moreira de Carvalbo em abril
deu 3 dilas na primeira dila e 3 ditas na aeganda,
jusl.
Pedro Alvc do Miran la Varejfa Caslello Branco em
abril don I dita u primeira dita e I dila na *e-
gunda, jusi.
Peuro Cavaleanli de Albuqoerqoe Maraabao em a-
bnl deu 9 falla na primeira dila e 9 na segunda,
just.
Raymando Abilio Ferreiri cm maio den 1 dita di
segunda dila no dia 14.
Francisco Ignacio Veroeck em abril .leu t dilas na
primeira dila e 4 na Mganda, era maio 3 dilas na
primeira dita nos das 7, 19 e 26 e na segun la di-
la i dilas nos diis 7, I i, 19 e 2li. s-iulo : nao jusl.
Jos Joiqiiiin de Morae* Navarro era abril deu ti di-
la* na primeira dita e 7 na segunda, em maio 2 li-
las na primeira dita nos dial 2 e 30 nao justifi-
cadas.
J 0*0 Car tolano de Soma Lima em abril deu I dita
na primeira dila e I na secunda, cm maio I dita
na primeira dita no da 21) jusl. e na secunda dila
1 dita no dia 28, ju-l.
Lenidas Cesar Burlamaque em abril den 2 dilas na
primeira dila, em maio 1 dila na primeira dita no
oa 7 jusl. e na secunda dila nina dua no da 7,
ju-l.
M.iriiniano da Silva Pereira em abril deu 1 dila na
primeira dila e 1 dila i secunda, em maio 1 dia
na primeira Hila no dia 2.S just.e oasegaioda dita 1
dila no dia 28ju,l.
Couslautino Rodrigad dos Sanios em abril dan 3 di-
tas n i prj nelra dila c 3 na aigunda, jusl.
De.nosthriies JeiTersou da Silveira ..olio em abril deu
9 filial na primeira dila e 9 dita, na segunda,
jusl.
Eugenio Augusto do Ciulo il.diiionle em abril deu
1 f lia n, primeira .lila e 1 Jila na segunda, jusl.
Joao da Costa Itilieiro Mchalo em abril deu 2 dilas
na primeira esleir o 2 na teinada, ju-t.
Francisco Leopol uno de IfUsmAo l.oho em maio deu
I dita na primeira dita no da 24 sab., n.lu ju-l.
Joao Lula de Franca Miranda em abril .leu .I ditas
na primeira dita e 4 na segun la. cm maio 2 ditas
na primeira dila nos da* 19 e 27, ju-l.
Joao Altea Das Vilclla un abril dea 1 .lila na pr -
meira -ita, em mato 1 dila na primeira dila iu
dia 25, jusl.
Olympio Adolfo deSouza Pilang em abril des
la na primeira dila I dila na :;..u.la,
i dila na primeira .lila no dia 30, jasl. '
Antonio Justino de Sou/.a em abril den 1 dila na
meira dita e I a* Ron :.., jos!.
Antonio Am rt n l, !." r*l> rin xhrjJ^rj.T ljl
primeira dita 9 i. seaun la, em malo 8 ditas ni
primeira dua nos das 6, 19, 20, 21, 23, 24, 26 e
28, --.t.iii 2 liga jusl., en* segunda dila 7 ditas
;- :>.!' :'. 1. i7 .,.'..., '.t, C ', :" t J'', '.
Carloi Sp ri lio de atollo Mallos em abril dea I
dil I na primeira dila e 1 na segunda, ja-t.
A uraliano Aogoslo Pereira d.; Carvalbo em abril deu
! ditas :ia primeira .illa e ,! na secunda, em ni lio
I dita ni primeira dila no dia 31.
Olympio Marceliino da ilva cm ..bril deu 10 dilas
na primeira dila e '.) na segn lo, jusl.
Amonio da Trimade Anlon-a Meira ir riju m
abril d-u 2 .lilas na primeira dita, ju-t.
Benjamim Franklin de OllVeira Mello em abr! .leu
1 dita na primeira dita e I na segunda, em mato
1 dila na prim 'ira dila no dia 21 >ab nao jusl.
Epaminondas de Souza Gouvea em abril dea t dila
na primeira dila e2 n. segn la, cm maio 1 dila
ni primeira .1 la no da 2 ...iiju.l.
Ci.ioroOlon Peregrino da Silva em abril deu 1 dita
ni primeira lila e I na (ganda.
Joao Goniaga Barcellar eia abril deu l .lila na pri-
meira .lila o I na segunda, jusl.
Antonio Galdino de Abren Soircs cm abril 3 ditas
na primeira dita a 2 na segunda, jnl.
Pedro Secn liuu Mendos Lilis em abril deu 5 dilas
na primeira dila e 5 na seguadi, em maio 2 dita-
u i primeira dita no da 23 sab. e na segunda dila
2 .lilas nos dias2e 3 iab., jusl.
Jos Cyriac i Rapizo da (Junara em abril deu 1 di-
ta primeira dila e I na segunda, jusl.
Ai i-l'dps l.eibniz da Silveira Lobo em abril deu 9
litas ni primeira dita e ') na legando, em maio na
segunda dila I dila n di, 16. jusl.
Raymando Furia lo de Alhnquerqoe Cavaleanli em
abril leu 2 dilas na primcira lilie I na segunda,
cm maio I dila na nrmeira tila no .lia 30, jusl.
Manuel Nello Cameiro de Souu Bondeir* em abril
den I .lila na primeira ala
-/
U.\SULA!)0 CEU AL.
Rendimento do da I.....
dem do dia 2
U'lVKitSAS PltiH
Rnndimeiili. do di 1. .
dem do dil 2 ,
iX'.M'.sCIIOs .ir: EM'ilitl AI..AO PELA MESA
, .-n.N>1 '"" ESTA ClUADE .NO DA
2 DE Jl.l.Iii) |) I856J
ileiro ni). AHonio, Bai-
la aeccoa,
rLigeira, Viecnle Alvos
AVJibO
i ,'l",z*r ''a Blbn com parle de sen crregamenlo para
I:.i7j.-2i5 eileporto, edenle par ollaranhgo, para ondeo!
2579277 comprador seriobi ice.ln n la/.e-|.. seguir. i-;-|e bar-
co tol feii -m Genova, em marco de 1851, loa
conatroceflo he jle carvnlho, forrado de roble, leudo No .lia 21 de junbo do
refeilo esle em maio do anuo prximo pama lo ; ven- ''" '"'gue Mana Lu/iju
'-se por -cu don., ler ,- reiiiar-se para Europa : I "'e idaje 2 a 25 anuos, poueo in.us .
1:8329522
NC1AS. 39S485 3B650
789335
I'recisa-e de nm siliu por arrendamtnto, -en-
i aquelle noi logare* da estrada deJ .",. da Barros
0 Belcm ; Irala-se no paleo do terco n. II.
crranle, fugio de bordo I Tro o prclo cnoiilo. Manoel. (J|) g^j.^ ^ ^
Boeuos-AyreaBi gue br
lar 4 Oiiveira, 3,000 coi
Lsbo..larca porlogueza
le Suiza Carvalh... J) ,,Ccns assucar mascavado.
LiverpoolBarca Ingltx*
Chado, 100 arrobas de oss
p.irio Barca porlagnoia
Alvos de Souza Carvalbo
e mascavad i,
xdoi
Lisboa, brigne porloguez
ladas. conduzio o seguiutel
11,023 arrobaie 13 libra* d
l'lelo.ao, AuSOSlO M.l-
Santa Clara >., Vicente
50 saccot assucar branco
.-; o .
aXaroja lo, de 348 tone-
: 2,807 volumes com
assucar, 20 pipas aguar-
Jente, III cateo* mol, 1 iirrlea tonca e vidrot, 1
caUolehvroi, 1,000 ponas.
Lisboa, iirigue portuguei
rielada*, c uidario Mgn.
barricas enm 17,329 arroba:
lili coiiro. salgados, bar
prauchoes da aiuarello, 21 -ceos do c
ni-I.
Genova, brigao sardo eDjlnn*, de 2i2 lmela I
oudutio owguinle :3,lo
tas dp atsucar.
IKCEBEDUHIA DE KBjiDAS
KAES DE PE
lendimeulo do .lia 1.
! dem do da 2 ,
iatio* $ahidm m> ilin 2.
bi.iBrigue escuna de cierra ingiez i.Spv, rom-
maodinle Luckrall.
LisboaBngu poilucuei lnViajanlee, capitn Ma-
no-I dos Sanios, carga ; arnocar a in.ns genero*,
I assacciro. major Luiz de Pind Borgea.
leraBrigne porloguez bTarajo I, capilla Ma-
noel de Oliveira lance., carga assucar e mais ge-
ncros.

os pretendemos! podem diricir-se, lugn que esle
cheeir, que -ei.i novainenlp annunciado, *o escrip-
lorio de Antonio Luiz d'Oliveira Azevedo, ra da
Cruz, u. !.
PARA 0 lil DE JANEIRO.
S"gue com brivi lado o brigu oartonal Elvira,a
ja lera parle do lea i rregann uto prompto, paran
rielo. pasasgeirM, cocravos, paraoquclem escel-
lenle* commodo^ lr>|a-se rom o coosigiialario, Jas
Joaquim Di s Fernn.les.
Para o Cea^ra com escala pelo Rio Grande do
Norle sabe em poucos .lias, por ler o Mi carreaa-
mento quaii completo, o palliabole nacional aAnge-
lica mostr pratico Jos Joaquim Alve* da Silva,
para o rstanle da caria e panaceiriH Iralo-ao com
seu consicn ,1-rio Luiz Joa de Sa Araujo, ra do
Brum n. 22 mi con: o me*mo meslrr.
boi. 5,030 cocos seceos.
rViajanlet, de 291 tu-
lle: 3,461 -arcos e 2
e 15 libras de assucar,
icas e 2 lal.s farfolla, 4
., I b.rnl
i saceos com 15,520 arro-
laranao
ara,
e
O bem conhieid
cuca e pass-igeiro.
brigne escuna
Irala-se com o
.Lana*:, receba
rontignatorio J.
imkiiiNa> t;e-
NAMBUCO.
. 1919328
- 6869701
1:178:032
.


>*
O Illm. r. inspector da tiiesouraria provincial
manda Tazer publico, que. do dia 2 em iliaule pa-
c oi-se os ordenados e iiibis deipezas do me/, de ju-
ii prximo fiado. Secretoria da Ifietouraria pro-
acial de Peruamboco I.- d-julbo de 1856.--O se-
ctario, A. I'. d'Annuncia.A...

iae#*
II. da Fonaec* Jnior, na ra do Vigariu u. 23.
Papa o itio de
laneiro r
segu em pouess dias |>ot- ter grande par-
te do cafregamiento prompto, a escuna
nacional ZELUBA, capitao Pinho : para
carga ou esclavos a i'irle, trata-ce com
m consignatarios, no escriptorio da ra
da Cruz n. -'.l.
_ A barca Santa Clara sabe para o Porto no ,!a
> do correnle mez. Ain ia recebe carga e pasugei-
iiis ; a tratar rom Ibrroca A; Caslro, na ra da Ca-
deia do Recito, n. .
Cutu panilla
Paquetes
brasil
: r i
vapur.
lie
Devendo em qumprimento da or-
dem do tribunal do thesouro nacional, de
i- de janeito do coi rente anno, sabir da
(irculacSoaS olas de O., de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella e.\s-
teill, sendo SUbatiblidaS por notas dos | ga, pas'geirn.,.'e's' ravos a rete : iraar eom" Cae-
tiiesmos ou ae menores valores, da caisa '
iilial do Banco do Brasil, estabelecida
Espera-se
ate o da i
do concillo
o vapor Ini-
prrador dos
porlos do
tal, > qual
depois da
demora do
cosiume se-
guir' para
os do nor-
te : agencia
na ra do Irapicbe n. O. segundo andar.
iiio dejan i:o.
Segu cora brevidade o patacho aValeole, capi-
l.lo Joaquim Antonio Cnncalves Sanios ; recebe car-
ignaes *eguiutes: roslo comprido e d.
cir fula, cabello cercilbado, olhoi un pouco gran les r
c amortecido*, belfos Bromo*, sendo o de rima man '
magein
! oli.a a ,|0
Lotera
eternl-" *~* ", e nao
croado, prero se for milito perfeita e nao incito
piara di Independciiiia
gio-.i que encobre a ralla que lem de denles em ci-
ma, falla uin pouco alrapaltiado devido a falla de
denle*, ponea barba e rala, o bigodea, lem na nulo
esquerda junto ao dedo m miau urna especio de er-
vo libido, as nadcgai .un pouco empinadas, no an-
dar lem um grito pira o la lo, cadeiras largas, cen-
tura fina, pea ap.ilb.ia.los e um pouco largos ; levou
calca de algodSu azul desbolado camisa de algodlo
risradn, chapeo de palha, lem ollicio de eozinbeiro,
coslnma embrlas. r-se ; foi escravo do Sr. I)r. Je-
ru">..... Vllelin e do Sr. Ur. promotor de OHoda
Qdeuoz Fouaeca, e nllimamenla doSr.Alberl Fors-
ler Damon i o nbaiso awlgnado, icnhor do dito pre-
[o, gratifica generosamente a qu -i n apnrrhender e
i. va-lo em *ua rasa, uo alesru da Boa-Vista n. 53,
segundo andar, ou no Itecife, ra doTrapirbe u. Iti,
a Antonio de Almeida Ijoincs ; como i.iini. m pro-
le-la contra qualqoer pesso* que o oceultar em leu
poder ; assim cuno gratifica e |iaga loda as des
pez.is.Joaquim Lopes do Almeida.
Precisa-te fallai ao Sr. Joao Concalvea Lucas
Lisboa ; na praca da ludep>ndoncla n. 6 e8.
ns. G e 8, se dir' tp
uem (jner.
O abaiio Itsiguadn pede ao nninr do cngenlin
Morojo, que annunciou iioaDiano .:.- Pernambncoa
l!- I i-', achar-se em -eu poder nina e-crava de mime
Joaquina, a qual |, remellMa por engao de tioi-
anuiulia, que uo ra-a qur dila csrrava leuli
naetMguinle: cbama-te Joaquina, de naca.
(0 anuos, pouco mais ou menos, SBCCa, all
descarnado, falla de denle, na frente, pemas ar-
quea las, e usa minio de um cachimbo : fgida des-
de o da 13 de fevereiro
panb.n de um soldado
IS Slg-
i 'ade
io-Io
do prsenle anuo em cora-
do dcimo balalhao .ie infan-
A di
lili.oes
corr.-n
lliealr
nonio DE APOLLO.
Sr. inspector da
desla provincia,
tiesta provincia olilin
Itesouraria de fazenda
manda convidar os possuiaore'dx s ditas
notas de O.sOOO, ara as apresentarem
ha mesmii tbesouraria, alim de serem
^rocadas dentro do brazo de oito mezes, a
onlaido I de jullio prximo vindouro ;
8 fevereiro do seguate anno de 1857 ,
eclarando ao mesmo lempo o esse prazo. soli'rerao o disconto
Oe I por cento rio seu valor cm cada
me/, de demora na apresentac&o, na for-
a lei de de outubro de 18.13. ate
cartmi sem valer algum. Secretaria da
aesouraria de ttizdnda de Petnambuco,
) de junho de 85. o oflicial-maior,
-anlio Xavier bobfeira de Mello.
A adiniii.-ir.icaj gerol dos eslobeleeimeoloi de
candade m, nda fazer piblicu, qoe no dia 3 de iullio
'i" uno lulo. ,. ,, .,, .e',,;i; breo do Pa-
jizo, pelas '. doras ,;d Urde, r onlina a arremaia-
;uo das rendas das casas aliano-do.-lara. as.
B.nro du Itecjfe.
; llua da Cadeia II. 30, roa da Seuzala .Nova ns. 25,
0 e .10, ra da l.apa n. 5. uta .1U p|ar ns. "j:l c 05.
I t Bairro deJSanlo Antonio,
l.u.i .lo Cdlegio 11. IS, ruu llir-iin ns 5e~, ira-
vosa do Carcereiro ns. 11 e 1:}, rua o Ptdre Fio-
m no n. 13.
Os preleudenles dirijain-se ao ln.ar a hora apro-
sados, acompanba ios ueaeaa liadon. munidos de
carlsidesle. Aiverlei-te, porm, -bs inqoilinea,
que 11:10 eslivorem em da, que nao sera adinilliius
os seus laucos sem que saldeiu os seus debito*. A.l-
mioisIracSo ccral do* estibalecimenla* de caridade
Jti ..e junbo de 1836.rO esciiv.u,
Amonio Jos tioi.ies do Correio.
Parante o conseibo de iduiiinsliacao naval teui
decootraUrtaas 1^ horas do da 3 uo mez de ,u-
lliu vindouro, e por lempo que ao mesmu comelbo
couvier para ,,s praca .ios navios armados, barca de
es.-avacao, enra.inar.a, ars.-i.ai e africanos .ivre* *e
loiiiecimenlo do, segundes gneros : azeile doce de
Lisboa, dilo de .-arrpalo, assucar branca, arroz
braucodoMar.utiao, agurdenle branca de 20 grao-,
bolacha, bacalho, cali em grio, carne verde, .lila
Meca, forraba de mandioca," leijfo mulaiinho, pao,
lonclnhode Lisboa, vinagre rulo, velas do carnauba
e de eatearinat; bem como se contratara per t-mpo
de ura anno a ..dar cm 30 .1 junho de 1S57 .. lor-
aceimento de medicimenloi para a enfermara c
navios, o dos sor vicos be barbeir,,, o o de far Jmen-
lo, brau
lao Cyriaco da C. Jl. ao lado .lo Corpo Suilo n.25
PARA O KIO OE JANEIRO
segu em pouco* dias a etcoDa brasileira Linda ;
qu.iii nella quizer carregar.....r de paSMeem, en-
lenda-M na rua da Cadeia do Itecife n. (i com Vo-
lunto Pedro das Neves, ou na rua do Vigirio n. 5.
PARA A BAHA,
t) veleiro e bem coohed lo patacho nacional Es
peranca > pretende tegoir pira n Babia ale o dia 7
do crrante, ja lem a burdo dea* lerco* de seu carro-
gamento, para o reato e pasaageiros para os quaes
lem ucellenies enmmodos; Irata-se com o seu con-
ngnalario Amonio Luiz de Oliveira Azevedo. rua da
(.ruz n. .3.
O brigne braiileiro ni). Affetitra, que se desti-
na aoBio da Prata com brevidade, precisa de um
piloto da coila, e de uiariuiieinis brjsilciros ; quera
esliver nesta cireomiUncii dirija-** aoi r.soecnvos
cousigiiaiiiiios Bailar 4 Oliveira, na roa da Cadeia
do Kecife, 011 a bordo ao o cupilo.
e axues para as praca* do. navios e tr-
1 n* segunda, em. seual : pelo que sgo convidados lados os que ink-
lilat na primeira dila nos dia* 2\ e -l 1 na; ressarem em dito* loineciincuios a coniparecerem na
Ma de loe* teasOet a hora indicada do mencionado
da, com sua. amotuii e proposta*, declarando os
ullini 's prc.os e (..eui seus fiadore*. Sala das tes-
Silva em abril dou 2 ditas na pri- | suas do cuuselbo ,ie aUmintslricSu iiav.l em Pernain-
111'ira .lila e .. na segn la. era maio 3 .lilas na I buco 21 de juuho de 1836.O secretarlo
primeira dila nos dias 20, 21 sab. e 21, just.
Pedro C;!as-n. trai.ab.il 3 dihs 111 prim. ira dila
s-gu.Hi 1 iliti no d:i 21, Jos..
F.....ehwo Salles Pereira Pacheco em mam naiegnn
da lila I dita no di, |:, jusl.
Rufino Cielito da "
: na sog nda. em ma..> 2 dilas na primeira dil
nos dias 27 e Ojos!. e na eguu.la dita 2 dilas '.os
das Iti c O, jusl.
Jo-.: Goncalves da Silca em abril d u 5 dila* na pri-
meira .lila e 5 na tegonda, ju-l.
America Mana Cordeiro Gilany era maio na segun-
da dita 1 dila ni .lia 19, nlojasi.
Eduardo Litis C. Valdetaro em abril 2 ditas m. pri-
meira dila e I 111 seg.ni la. un maio na segn la
dila 1 .lila nn dia 5, just.
Francisco Mauol Paraizo Cavaleanli *in bril 1 -li-
ta na primen, .lili, cm mata I dila na primeira
dila no da 2S, jusl.
Edu.ir lo Rialelly em abril deu I lila 111 primeira
dita, jusi.
Francisco de Paula Santos Juni-r, era abril .leu 1
diti na primeira dila, jusl.
Amrica Fernando* Trigo de Loureiro em abril .leu
.lilas na primeira dita 0 5 a ~.'g ID !a, em maio
I dila no da 21 sal., nao josl.
Aprigio Carlos Possoa de SJello em abril .leu 2 .lilas
ha segunda dita, jusl.
Benjamim Jaciolhe Tliomat em abril den 17 dilas
lia primeira e 17 na seg inda, em rai.o 17 .lilas na
brimrira dila na* dia 2. 3 sab.. 5. 6, 7, 9, 10, 19,
21. 21, 23,21, 2ti, 27, 28. 30. :il sab. e 22, o cu -
tinin afiliar e n 1 .eg.ind dila 22 das nos illas
i!. 3s.ib 5, 6,::. 10tai., 12, 13, 11, Iti. 17iab.,
19. 20, 21. 2!, 21. 26, 27, 28, J ) c 31. e continua
a fallar, jusl.
Antonio Jos le Amoriin em abril leu 2 ditas na
primeira dir o 2 111 segunda, ja I.
C'H-uelio Cicero Danta* Harlim era mai- .leu 1 dila
II dia 30, ju-l.
Francisco d< Paul* 11 Leile lirn IAo cm abril deu 3
idas 111 primrira dila e .! n 1 ipgun la, jusl.
Abilio Alves Marlios de Catiro em abril den 5 dital
III primeira dila e 5 na segunda, cm maio 2 dilas
na primcira dita no dil 2 e na segunda dila I dila
no da 2, lulo jusl.
Balbine Cesar .1- Mello em man, 1 dila na primeira
Cadeira no .lia 28 e na acomida I dila no di 1 28,
josl.
Ernesto Facundo de Castra MenazN em abril deu 1
dita na primeira dila e I na segando, jusl.
{Continua.}
Chrislovao Santiago .Je Oliveira.
Contratando arta |partico a compra ou forneci
- cal, precisos esto dous objeclo
seu cargo, na quanlida.lc, c por
itvenienle lor, manda o Illm.
publico que acerca receber-s.--
s re.pecinas pr.:,oslas un caria
do con,'o/e mez, as 11 horas
.. c uilraclo oflectuar-te-ha com
is offerecer a favor dos mlercs-
lel
:,i> lias.
. -'.^MSil
a.1 par.
CAMBIOS.
S Ir !.ou res. 27 d. por l>.
0 :iris, ;!('.|| rs. pr f.
a Lisboa, 100 por 100.
o Itii. de Janeiro, l|2 1 I por 0|() a
- da Banco, 33 OijO de premi 1.
\ -.i's da cmnai-hia de Belieribe. .
Acones da comnanbia Pe ambaran
llltdade Publica, 30 por ceulo d< premio.
Indomnisadora.52poi do premio.
'.( da c Ir :.i .! f'rro ..( por Opjde premo.
sobre entrada.
Disc .ule de lellrai, de 7 a '.) por Oto.
XETAES.
(Hro.Oncas hetpanhnla*. .
Moeda de t'.-K) vrlhss
o ) 69OO nova*
i) 1-jOOO. .
Prata.Palacfles brasileiros. .
PaSOS .'oliimnari -. .
a raetieaims. ,
meulo de tijot
para as obras a 1
lempo que mais c.
Sr. inspector iasef
iia nesla secretaria :
fechada ale o da
da ntanli ia, em qu
quera mai. vaotage
ses da fazenda.
Secretaria, da inkpteeao do arsenal de mariuba
de Peruamboco, 3 de junho de isti.
Otecrelario, JAleandre Rodrigue* dos Araos
Uconsllio d->| administraran do l'ardameulo do
corpo de polica insuda f.irer "publico, que precita
comprar 300 pare* de tpalos de sola e vira retios
nesla cidade : as pMtoas que se propozerem ven ler
'averio comparece na sala la secretoria dse qnar-
a focon ente, pelas I0 horas .la raaiihaa,
com suas propostas em cari* techa u. aeompanh da-
das coiupetrnius ae lastra*, (juarli 1 do corpo de po-
lica I.- de ralbo le 1836. Bpiphanio Borsesde
Menetei Doria, le ente secretaiiu.
le mmi h f.um;;
A'
SES COMA IRIDIES.
Metreuri ci ehert eompatriolet,
l)e> inundalions san* eierai le jniqu'a' ce jor, en
ploiigeanl noire malluarcnse patrie daa un deuil
general, .lonni'iil u.. Douvel clau a' la charil. Do
loutea pars i'uuvrmt oes sousrriplions poui adoncii
des malbenr* inouis ei je counuis irop les scnli-
meni trancis, qut vou* animenl, ponr dunler un
in-ianl de l'einprearemenl i:- vooi lueltrez ..' con
rir nos raalbeureux coinpatriolei dan* la sooOranse.
Je crois done devancer vos Intonliom
iioucant qu'unc liste de sou-C; ipil 11
leun faveur, elraz le cnsul de Franco qol s-ra aus-
si I enreut ,1'lre l'inlerme mure de volre bonue reu-
vre qu ,1 es. Qci d'lr.' sppel '.1 la detVaae de vos
'"lareU. Viscoule. /:. d,- /.,,.-,-'
en vous a-
il uuverle en
Ai a.
52,
d
1
leiioi
icir ti .
, un
1} o
i.
Sexla-foira i do crreme, ..s lo horas da maubaa,
rio arrematados inultos 1! jetos de mobllia, novos
Si
ser
e usados, um rico piano, dous escravos de muito lio-
nllas liguias .- mocos, e muila* obras de piala e
ouro, relogi..;.le oor,.;|e prata, eorrenUo, Irancelins,
huncos, tnnets, coiheres do prata, palueirus e mais
objeclo, que se a- liar,, patente* e serio vendidos a
conleuto dos freguezes,
O agente Boiji far leillo em seu armazem, na
roa do Collegio n. 15, de urna arando quaulida le
de objcclos diirerenles, os quaes consisten) em obras
de marranera novas e osadss, obras de 0,1ro, praia
diamantes e brilhanles, com bem: adereces. neio
ditos, allinries d* peilo par. lenhora e para ioinem, (Bilhete nteiro
pulceira, aunis, beiOe* pata abortara, relogios para 'mp0 U,\\,pIi>
nUib'ira, dns do parada cima de meta, candela-i,' """ele
broa, lanlernai de vidro, calnngai, v-os e mai-, cu- V'iarto
relies de porcellana pira sala, npparelhos de louca
para aluioco e janlar, uma grande porcilo de cade-
ras eenovezase liamburguezas. varias camas de ferro,
e urna inunidnde de oulros muilos olijectoa que fura
impo-sivel annuiiciar, .s qu.ies se acbaro eiuosioa
no referido armazem no da do leillo ; aMlra como
um oplimo civallo ; e ,10 meiodia em poni Irlo
...;.o do Ihealro de Apollo cenvida ao* se-
accinnisuM para comparecerem no da 6 do
te, as 10 huras da manilla, no sallo do mesmo
.., alim de se tITeeluar a eleicSO da nova mes*
que lem de regiros Irabalhoa de 1856 a 1837, e pe-
de encarecidamente ao- me-mns seuhorea accionista*,
que nao di-ix. 111 de comparecer, para que de novo se
mo de a inegularidade de se mo Il.i lu.ir a eleicau
como acontecen a anuo pastado, por falta de total
compirecimeolo. Recita 2 .le julbo ds 1856.Ao
luuio Alves Barbota, vice-preoideote.
Aotonio da Silva tiatmio val a Europa Iratai
de sua taude, levando in sua eompanhia stu liiho
Maximino da Silva (iusii.ar.
Automo Canil Iu da Silva avisa i-o rcspeitavel
publico, que por haver ouliu de igual niiine. assig-
nir-te-lia de boje era diatile por Antonio Candido
tiuimarilrs da Silva.
No .lia I. do corrale, pela* s horas da noile,
appareceu a prela Vicencia, vended, ra de leile, que
diz ser escravo do Sr. Filippa Gou{alo da Luz, mo-
ra lor em S. Paulo, pe.liu lo -o abaixa atsigoado pa-
ra compia-la : paranlo o dito tenhor pode procu-
ra-la na roa do Araaao :. \>, que Ihe sera entregue.
A abaixo ussignada previne :.. dito tenhor, que nilu
>e reapanmbiliM pela fuga da mesina.
Cor.lul Jl. de Jlenezes.
l'reci.a-se alugar 11111 primeira 11 segundo an-
dar em uini dtanrincipae* ras desla cidade, prefe-
rin.Io-se 110 bairro de Santo Antonio uu S. Jus ;
na rua da Ca leia do Kecif-, I.ja u. 50.
Jos Aulouio de Sonta Quebre declara pelo
presente anuuncio, que seo escravo cr.oulo, de li-
me Luiz eala forro detde o di* 28 de junbo de IS-jli.
Francisco liolelhc de Andra le lem justo e cou-
tralado vender 10Sr. Antonio 00 Reg Mrdeirbs a
sua taberna itla na rua d Aurora junto a foodlcSo,
licando o passivo do mesmo ostabelecimeulo a cargo
do vendedor.
Fica em poder de Antonio dos Sanios Vieira o
bilhete n. I.iitti da segunda parle da primeira lote-
ra do Carino, o qual perlencc ao Sr. Joaquim Fer-
rnra da Silva Jnior.
Do i'iig.'i.ii.i Caluauda, fregm-zia da Luz fugi-
rarn ao amauhecer no dia 30 do prximo passado
mez, 3 escravos, 2 dos quaes sao cabras, e o oulro da
Costa, um dos cabras de nome Antonio, be bauo,
representa ter 20 e lano, anuos, olhos gatado-, os
dedos dos pes r..idos [iroce.li.lojde bichos, cicalrizes
b-sldiilemenle senciveis em ura dos hombros, proru-
ran.iu ibaixo do braco, proveniente de quemaduras
de fugo; o OOtro de nome Concalo, mais alto, pes
grandes com excesto o ebeio de marcas de biclios.com
as costa- cicatrizadas de chicle ; e o da C isla ebe-
jna-sa Ricardo, baixo, cupo reforcado, bem prelo,
levando no pescoro um gaucho de ierro com coleira,
posta em raza.) de muila. fgidas ; rcrommenda se
a captura de ditos earr vos a lo las as aulori lados po-
lieiae*, beir. com 1 ao* campias que interessarem
obler nm bom ganho, por quaut.. pagar-se-ba gene-
roeameiile a quera os apprehender e levar ao uno
engenno, nu ueste prari a Jczuino Cameiro de Al-
buqoerqoe, no becco da Lmgoela
Precita-ll ue uma ama para cozinbar e en-
gommar p ra pequea familia ; 11:1 ru 1 da Cruz 11.
31, ninido andar.
LOTEHA jA PROVINCIA,
glos 5:'JU0> e 2:0.;0,v0.o.
Sublwdo "> do corrente, andam as t-o-
dat da segunda parte da primeira lote-
ra de Nossa Benhora do Catino; ainda
restatn alguns bilhetes, meios
rubricados p.-lo abaixo assigrj
abaixo declarad
lana por nome Manuel Joaqaim da Siiva, que se
ada desertor, que, sendu lenha os ugrmM mencio-
na ios. po.le re ..i,,., ,,0 10.lno abaio a.signa.1..,
que he seo tenhor, oarui da Gloria na Boa-Xisia.
ca-a n. 94, que salisfar todas as depezas.
Manuel Ferreira Chaves.
comento H Nona Se-
lihurst do Uarmo.
Aos 5:000." e SOOO.sOOO.
Corre iii.iulstav<-lm<-nt> s:.Miado "> de
jiillio d*J ISoli.
alu-iano de Aquiao Ferreira
avisa que venden o*, atilintes premios da
segunda parle da primeira lotera du
Senl.or lioin-Jesns da Via-Saera, e\tra-
Itida a -2H de jiinlio.
I biibete i. 614 5tMftttj
-2 unios .. ISiS Klll.s-ODO
1 bilhete << "ti .">0O0<
2 meios al 1!.'2 Mi.siMn
lem expoSB a venda seus milito felizes
bilhetes, meioSe quartos da 1 paite da
primeira lotera do convento de N. S. do
Caneo, na ruja da Cadeia do lenle n.
i", lojade niudesM de Jos Fortunat.i
- Pedro Mollar declara a qoera inleieaur, que dos Santos Porto, na praca da Indepen-
netta data venden o seu eslabelecimento de fornecer delicia ns. 37 e 09. loia' de calcado de
navios ,,, Iiipdiandlers) ao Sr. J. Pr.cger, e que em \, ", -".acto Qt
pouco* dia* pretende ir as provincias de Machi e Antonio Aujjtisto dos Santos Porto, na
Sergipe, de onde voitaia em pouco lempo. Itecife
30 de unho ic 1856.
Preeiu-se de uma ama que taibl cozinbar e
fazer lodo o ni.i. si-rviru de casa : n,, rua Uireila
n. Sfi, segundo andar.
OSr. Ju' Ignacio da Silva Jnior lera urna
c.arla viuda do Kio de Janeiro pelo ..Valenlc) rao
la.lo do Cuipo'Sanlu n. 25.
O abaixo assiguado participa ao respeilavcl
'."co, que dei\ .u de ser raivciro do Sr. Frauc
pu-
.....CISCO
">c erinan, c aproveila a occatulo para agrade-
cer >0 meamo trabar a delicadeza com que o Iralon
duijnie u lempo que Ihe s^run como caixeiro. Re-
"fe I.-.le julbo de 1836.L. P. Iva l'iinmtel.
A'cco.
Precisa-te de nm eilor para engenho, com laato
que lenha pralica e o' Hadar ou conberimenlo da
oa conduela : a tratar no arnuzem n. 20 da rua do
ilrum.
Hagniiica casa a' vender,
lie.a da praca >;, Boa-Vista, do fallecido N. (a-
dault: os pretndeme* fallera ao cnsul francez, ou
a Jli. Delouche, na rua Nova.
Precisa-se dejom boleeiro, que saiba Irstar
de civalloa, e de un feilor que entenda de planta-
ilo de capim e borla, quera se echar apio para Isso
pode se a presentar no cousulado francez nos
alias uleis das 10 horas da inauhaa. ate as 3 da larde
para ajustar no caso de convir.
Precisa-se de uma lavadeira de var-
ela, dando conheciment de sua capaci-
dade : na rua Dimita n. 00.
Que i jos do Serido
Ue novameule se avisa a lodos os fieguezes. que
se reeeberaoj os verdadeiro* queijos do Serid, no
deposito das bichas, rua eslreila do Rosario u. ti.
l)-se alinoco, janlar e ceia cora ceio e prom-
plidilo, por precu cuminodo ; quera pretender diri-
ja-se ao pateo da Ribcira n. 15.
Faz-se publico que os berdeiros do
fallecido Joio Barbosa Cordeiro nao po-
dem vender esciava deixada pelo mes-
mo, sem que p.ijjuem dous rpiarteis de
alitfjuel da casa onde ntoroii o mesmo fal-
lecido, no importe deis. O.soOU.
Na ausencia do Sr. Brnetto Scbramm licara
eiic.,1 regados da gerencia da casa de Schraram Wbi-
ieiv k\ Lompanhia ns Srs. William C. PMllin* c
Franelieo Edlmann.
lin engenbeiro arebitecto olferece-
se para e\ecucao de plantas e orc,ameu-
tos dequabqtter obra, e lambem para di-
rigir a e\eeueao das m.-sirias : cpietn pre-
cisar de seu preslimo diriia-se a lirraria
da piaca da Independencia, que obtera'
maior iiilortnac.u).
Aos devedores de N. Gadault.
De novo se Ibes avi-a que venliam pagar seu< de-
biloi na leja da rua Nova, tGm de evil irem a pnbli-
racaodeseus nome* por esle iDiario, vMa que ..
e quart "S ten.lo-s.' .le fazer as pardillas das dividas, se ha de i:
'nido -nv i >'"''< nm espe.if, a,_,, e i,ii,cs i quaalias dos I c
, uu, devedore* a diririboicaa respediva entre oo herdai-1
tnesma praca loja de bilhetes n. 4, da
viura Bastos, e as demais ja* conbecidas
do res|>eitavel publico.'
Bilhetes .sSOO recebe por inteim UbW|
MeOS -I.SOOO .. .< .< 2:..IMI.s
Quartos IfSOO | Os dous premios grandes da referi-
da lotera do Carmo. nao cstao sujeitr
ais 8 por cen o do imposto geral, tra-
zendoellesa rubrica de S. d'A. Ferreira.
Pernambitco I* de julbo de 1856.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Francisco Jcs Leile declara ao Sr. arrema-
tante de bebidas esperiluo**s,fabric*d*s no paiz, que
de isa de vender tal caero em seu cttabeteciiaenlo
da rua do l'ollegio u. 12, desde boje I de julbo de
IS5b.
Furto.
irecos abaixo declarados, as lojas da I ros. He aviw para qrje *e nao clunwra a engao,
praea da Independencia ns. ) .">, Jt c| t""io mais qu.nlu silu debiios ridiculos e de multo
(, liavessa do Queimado n. ."i!)\, rua **",p*"
estreita do osario n. ."(), rua da Praia ~ugr*aSS "? edel*!* *< sm
-., ... _, r,a|eapella partlcnlar, de nm calis em mu., oto com
i. OU, rua do Terco n. 18, aterro da Boa-Vista I1S. I ,,r'Ja-*e ao largo da matriz de Santn-Autonio, so-
>8 e 4V, sendo que os qne obt.
pie os pie obtivcrcm
sortes grandes, o possttidor recebera' n3o
sseu premio na coulbi tnidade da lei,
mas lambem os 8 por cento.
5/J800 tecebe 5:000$000
3JOO0 2:500000
l.sOO l:S50|000
O cautelista,
de Souza -- unior.
.'al
a (Silgo uma grande porrjn ilc
s movis e mais objer-
-- l)eseji-sesaber quem be ncsl.-i praca correspon-
dente .lo Sr. vigario Sebasti,,.. Jos de Horaei Bello-
a negecin .le inlereate do mesmo Si., na rua ImpO,
rinl n. 30.
tos ele. de um
Europa ; ..siim oomo lambem ama grandequao-Id* audieno*dojDr.jolz de or'phJi, ..s ,.
Iidadedemiudeza* nova-, de di ersaa qualidadrs, dapadaria
propn.is para loja. | s quac- se enlregar.,0 pelo maior "
proco oOerecido, villo serem ven l.das para liqui la-
clo: Wtla-teira 1 de julbo, as II dures da im-
nli.ia.
negociante ingiez oiib retira-se para I Sesla-feira i do correnle, v.lo a praca, depoi'
- ido llr.jniz de crpbo., o. slensilio
la travi-ssa dos Remedios, penborados a
JoHo Alves de Honra, he a aitlmi prar;a.
Qoera precisar de um caixeiro para qualquer
eslabelecimeuto, dirija-*e ao aterro da Itoa-Visla
n. 75.
Precisa-se de um caixeiro para padaris. e de
um feilor que entenda de jardim : na rua :as Cru-
zo* u. 30.
Na leflnacao da rua da Concordia n. 1, preci-
sa-se de trabalh. d.rcs ; qnem prelonder, dirija-te
a ras.i eima, ou rua eslreila do R.....rio n. 2.1.
Eneinam-oe negrinba* gratoilamenl* a coser,
bordar e fazer lahvrinlbo, dando os seus senbores o
suslento ; na ru da Pal, intigamenle rua do Canuo
ii. :ts.
Per lcu-se uraa chave de pnililo de ferro.
Csponga para o Recite; roga-te u qnem a liver
achado rntrogii-|a na rua da Cruz, armazem n. I >.
I'.1" **r'1 fecaatpenttdo ou annunefar por esle
brado de um andar u. 2.
,Wt RENDA MENT.
A|oj a e armatem da rasa n. 55 da roa ua Cadeia
pu Heritc junto ao arco da CoticeirSo, ach.i-se desoc-
cupada,e arrenda-se para qualquer eslal.elecimenlo
eui ponto grande, para o qual lem enmurados sufli-
cienlea : os pr-ten.!onles enlrnder-se-b:1o rom JoAo
Nepiiinuceno Itarroso, no segundo andar da ra.a n.
57, na meima rua.
CASA DtlSEXPOSTOS.
Precita-tq de amas para ainamentar rrinnras
na casa dos eiposto*. a pessoa que a isso so qocira
dedicar leudo es habilitaeoe* necessarias : dirija-se
a metma no Pateo do Panizo que ah achara cora
quem tratar.
-- (i agente Oliveira faro' leilSo porlaaloritacia
!.. l.\ n. Sr. Dr.juiz e.perial do commercio, ais-
rada em requ.u menlo d- Antonio Theodoro ua
Silva, rapilSa do brii.ue porlnguez ..Trovador, e
por cnnla o rite de quero prrteneer, de 200 rodas
de. arco* para barril e 2tKl dita* ditos paro pipas
recntenteme importadas de Porto p-lu referido hn
gue : sevla-l'-ira 5 do corrente ao lucio dia em pon-
to, no largo da alCsodcga prximo a eseadinlia.
L. Le Comie l'eion i\, Companhia farao leilao,
i... i!i;.TvencAo do agente Oliveira, e conla e risco
de quem pertencer, da esplendida mobilia da casa
onde moran o Sr. l.al u. le. no Chora-Menino, oon-
sistin.to em cousolos, e>pib..s muilu grande* ooa-
Irus menores cera lindas molduras, sof.is e metat
para sala, consola.-, cadenas, piano qua-i novo de
oplunas vozes Jardineirate douzellaa para sala, ca-
deiras de bal.neo amenes as, e oulr.is pora sala de
j "lar c quartos. lpele*, esleirs, globos c linternas,
riqui-s: nos qusdros, leilos .1 ferro, marquexa<,
guarda louca, arraaii s, gunrda-vealidos, bancas
para jugo e oulrai, apparador grande e pequeo.
bandejas, crystaet, rolln res e garfos de metal, gar-
f e faca de cabo demarflm, apparelhi
rellana para janlar para ni, lavatorios, c
vasos para flores, cabides, bidet, Kcrelaa
mpleiivenl.is ,je igrirnllnra, cana para gelto e n
i." oi.lr is objertos .- issim cuno I bom escravo
r.ii doserviso de cata e sitio; segonda-feira. ;
correnle, at 10hora* da manhaa, na indicada ...
grande, nertenceiite au Sr. JoiJoaqoim de Oliveira.
de p ir-
immodas,
'brevete
que
' do
P
28
28900
189000
IligOOO
Jauoo
2ym
' brigne nacional M V-
KIA LLZIA, capitao JoSo
.ia Silva Moi ues, segu im-
preterivelmente nofimda
presente semana, se caso
imprevisto nao impedir, recebe algttmas
ttiiudezas e escravos a frete, paraos quaes
<\n as meiborei accominodaoO s e trata-
mento: contrata-se com Antonio de Al-
meida Gomes, na rua do Trapiche n. 16,
2si 1.-SR0( Vende-s.' n veleiro e bem ronslruida patacho
i nacional, Alhenas, de 2iHi loneladaa, prximo a
fftttal >i9tt$0&.
Miguel Jos da Motta, proessor de
ns!riceao primaria, faz saber aos Srs,
pas de seus alumnos e a' quem mais con-
vier, rpie a sua achia! residencia lio na
nm de liortas, sobrado de un andar e
soiao. n. 12, quasi dt fronte do becco de
San-Pedro (Julrosim, que contina ad-
mit ir pensionistas, >etni-pensonist;:s (;
externos, por uma mensalidade razoavel.
Kecife i dejulho de ISii.
Ouemprecisar de unta criad., liviv,
(juesabe engominar, co*er e fazer todo
o mais servir.) interno de uma casa com
lottito asseio, dirija-se a rua do Trapiche
Novo n. li, s'gundo andar, paraobter
informarles da mesma : prei'ere-se ca-
sa estrangera, ou de boraem sol leiro.
-- Dae I OOOSOOO a premio de um por cento an



i
i
i
i
i
m
I
iDiarl
-- l'rccisa-se de uma a:na *|ue itlba cozinhar e
eiig..minar, e que faca o aervieo interno le uma casa
de punca familia, sem menino* ; quem quizer e ea-
liver nrU s eircumslaneiat, dirija-se rua do Rosa
rio da Boa-Vi segundo andar, qoe achar com quem Iratar.
No aterro da Boa-Vista, segundo an-
dar do sobrado u. (i, precisa-se e urna
ama que saiba cozinhar eengommar.
Joao Praeger, tendo tratado a com-
pra do inventario do armazem perleu-
cente ao Sr. Pedro Muller, silo na rua
da Cruz n. II, faz isto publico alim de
que qualquer pessoa que tiver direilo ao
mesmo, se aprsente no prazo de tres
dias, sob pena de perder qualquer di-
reilo que liver a elle. Recite de julbo
de !s:)(.
A IIOHEOPATIIIA t 0
CHOLERA
nico Iratamento preservativo e
curativo do eholera-morbus,
PELO DOL'TOK
^Sabino Olegario Ludgeio Pinho. g
. -, Segunda ediefio.
>) A benevolencia com que foi arolhida pe- wr
,\ lo publico a pr.meira e.iiccao dcste opns- (.
2^ rulo, c-golada uo cario topaco de dona rae-
y) te* nos iu inzio a reinipreatlo'
'& ,;""l" de coda esemplar......000
Carteirai completas para o trala-
ineulodo cholera e de muita- uu-
Iras inoleslins, a..........309000
.'leas carteiras....... Id.-ilHI
Os medicameulos -:,, ,,. melborcs pc-sivis.
CoMullorio central bumeopailiiro, rua
vjpj de Sanio Amaro .\lulldo-^ovo| n. (i. -Sf
Na c-lra.la de J0I0 de Barros, sitio em que
mora o alteres Assumpcan. vende-se ura escravo,
com 22 anuos de i lado, Irabalha de sspateiro, e
he carreiro ; muilo proprio para pagem. por ler
dioso pralie.i. e saber tratar de ravallo'. Em escra
vo nao se pode encontrar niellior c nducta, e nem
mais fiel, tluem o pretender dirija-so ao dito silio,
ou .....uncie e se dir o motivo, por que se vende.
- Pede-se ao Sr. M. J. R. B. que venhaja
rua larca du Rotarlo, 11. :1S, pagar a impoilancia
de mu va e ja vencido, e do contrario se anim nao
lizer.lera de ver o seu nome por eilenso nesla follia.
-- Pelo prsenle oolieiamos que a sociedad?, que
anteriormente exislia entre iras, abaiito awignadu,
foi dis.olvi.la pul matan lecordo, na parle que di*
reipeilo ao abano assiguado, Jorge Palrbell. I)a-
lado em Manrbesler ao:ll de maio de 1850.
Astignado*.Ricardo Rostroa, Tbomaz huiln,
Mcbl. M. Ilo.iker, tieorge Patchcll.
No sitio do Ciiiiiiili.i-novc. que vi da Sole-lade
para Manguind, perlencentc a t. Antonia Fran-
cisca Cauaval, appareceu am pardo para feilor o e**e
mandanSo a* comprar no dia J7 de junbo em Man-
cla unas lila., teosla data 11.10 appareeea. o
pardo chama-se Bernardo, forro, e levou para coa-
duna,, de ditas frutas ura cavalio ruco ac. ja velbo.
com todos os andares, tendo orna pisadora 00 espi-
nhar,o, magro, sendo inleiro, e como dilo pardo
linda hoja nSo appareresse ; roga-se a leda* auto-
ridades policiaes e capujes de campo para apprehen-
der dilo cavalio, c leva-lo ao dilo sitio, qne serlo
gratificado.
A sociedade de commercioMedeirot 4 Com-
panhialindou hoje 30 de jonho de 1856
CRATIFICA-SE
liencrosarrente a quem ochar e qoiier restituir,
ua roa Imperial, 11. 5:2, om alfinete de armar,*
com esmalte verde, que foi perdido na noile de mI>-
b.i-io -JN desde a rua liiiprrn.l. ate o paleo do Terr;.o.
Por deliberarlo do Esm. Sr. Dr. jaia espe-
cial d commercio foi transferida a reunan dea cro-
tores do fallido Al iiln.is d'Aievedo Villarouco. de
lioja para te.ra-feira, S do correnle, pelas 10 ho-
ras da maullan, iu casa da residencia do mesmo
BSm. Sr.
Aluca-se uma grande eea Ierre* com sitio na
rua da Soledade ; a Iratar no Maiigiunbo. silio de
I le rulan Alves d Silva.
erguida-sa ao administrador do palrimaoiodi
(.rpl.ao-. .-. 1 pl.a. qual a raz.io. ha dous auno* desla
parle, na 1 lata levado era praca para ser arremata-
do o f.iru.. .111- uio de me iu ..ni.'ul..s para aqoelles
eslabeleciraentos. pois.leste molo faz presumir que
s* qurira hencliriar o actual I .ri.r.'.-.lor em prejaizo
dos mesmo- rphtaa. He sabido, qac a les manda
que todos os anuos nos mezes d iu'uhn se ponha em
praca os foruecimeulos de medicamentos e o mai*
precito para n cslabclecirnenlos publica*, alera de
que sempre foi de cusime ir lodosos aunes* praca
nesle mez, eiilretanlo que, ha :>, une ade m faz
isto. pelo que a vuz publica eclar* quena pala'i
> prg}uizo J-.- or/3an, --TalS**Ma.
Aluca-se urna ama para cozinhar bem : ia roa
las Cruzo-, n. -JO, se dir quem qurr.
Prccisa-se alugar urna ama de leile, qoe seja
de boa rondi-ula, e que nilo traga filho : na roa da
Palma, u. 13.
SYSTEMA MEDICO E IIOLLOWAA
. 111
IKittS (
;:- i
Bilhetes da lotera que esta' a coner :
na
Sole-lade, de'ront'-da
Alogam-se
rtt* do Collegi.) 1
reja, taberna.
I" Apollo : na
legando andar.
imacoeheira na rua d* praia
na rua di
para -asa da hnmrui
e eugiimme : na rua do (,)uei-
de
dos
MUTILADO
mez eom urinas a ruiileulo
15 se iri quem be.
Cre i-a-se de urna .una
olteiro, que cozinhe
mado 11. |5,
Offerece-M um hornera da cor para criad
qualquer .asa quem precisar, dirija-se rua
Acrug-iudi.is n. .",.
Sociedade Noologica.
Hoje 3 do crrenle as 10 lunas do da baver.i les-
'o exlraordinirii.O I.* secretario.
J. I-. J. Leile.
rugi Ja casa 1I0 abaito assiguado um cavada
ruco carda ; pessoa que 1 liver apprehcndido pode
mandar entrega lono aterro da Boa-Viita, sobral..
u..... igund 1 an lar.
Prccisa-M ruin muila urgen, ia de uma mullier
id su,parda ou prela, para ama d. urna casi de ho-
mem olleira sera familia : a rallar li* roa Dreila,
sobrado .I- dous andares 11. 137, rnufrnule aooilSo
de N. S dn Terco,
as lojas ,1.1 becco
2\, prmi.'iro 011
Alaga-te ama coeheira na rua da praia lo Cal-
deireiro : quem 1 pretender dirija-se a rua d- Uor-
las 11. |J0, ou ao escriptorio da rua do Colleglo 11.17.
i'-dro Holler faz verfaot cu- devedore*, que
d-iva llama aui uea, auloii-.1 loa recelierlias cen-
ia*, tanto amigar"! couiojiti smenle, o seo Cai-
\eiio .. m. Antonio Jote da Cunha Guimarae.
!'r... i-a-e de um caixeiro p.r taberna, rom
pralic* 011 sem na, e qu* d* liad .r sua conduela :
ralar na Soledade, junto a* grades do pal icio do
\luga se a loja do sobrado de 3 andares ua rua da
Ca lela de .Sanio Antonio, esqui* do becco do Oa-
vi.lor : a Iratar com Luir Comes Ferreira. no JMon-
deg...
Arienda-se uu troca-so por rasa nesla prora,
um aillo no luginio Lucas; a fallar ni roa Angos-
ta oa caso de Aulonin Nobre de Almeida, que ah
achara cura quem Irolaruu aonaacie.
Precisa-se de prelos yara venderem uzeite de
carrapalo a-lardes, pag indo-se a vendagem : quera
us liver dinja-se a rus .iu Brum pastaodo .. cliaf-
nz primeira casa qoe tem ura sotan encarnado pela
retaguarda, para -e traiar do ajuste.
Precisa-se
graudea e muida
UNGENTO HOLLOWAY.
.Milbaresiie individuosde todas as nacSes podem
ir-i.'niuiili.il.j. vinudcsdesleremedio incomparsvel
c provarcra caso necessario,que, pelo usoquedelle
bzeram, lem seu corpo e merabro* inteiramenta
silos, depois do liavcr/'iuprcgadu intilmente oulrns
I1.1l.111n1.il.-. Cada pessoa poder-ie-lia convencer
dessas curasmaravillioss pela leilura do* peridico*
que Ibas relatara lo.ius os das ha muilos anno*; e
m.iior parle deltas sao lu sorprndeme* que admi-
rara os mdicos mais celebres. nanlas pessoa re-
cobraran! rom este soberano remedio o oso de seos
bracos e pernas, depois de tcr permanecido lungn
lempo nos hospilacs, ouJe deviam soflrer a ampula-
II.'.;.1- ha mullas, que havendollenado esse
rau !
asv los de padecimento, para se nSo submellerera a
essa uperarjo dolama*, foram coradas completa-
meato, medanle a uso dcs>e precioso remedio. Al-
goma- das laes pessoas, na efusio de seu reconbeci-
ni'-nlo, di-cl.raram tales resultados benficos dianle
du lord rorrege.i.ir, e outros loagiatradus, alim de
mai*aulrnlicarein sua aflirmaliva.
jvinguein desesperarla do estado de sua saude es
iivesse bastante coiifianca para en-aiar rle remedio
constantemente, secuiudu algum lempo o trala-
menloque uecessitasse a nalureza do mal, cuja re-
sulta.tu sena provar no onsleslavelincnle : Que tu-
cura!
O ungento he ulll mai particularmente
seguiltles canos.
matriz.
Lepra.
tales da*pernas.
do*peilos.
de olhos.
Mordeduras dereplis.
Picadura de mosquito*.
riilini.es.
cutis Un mdelas.
Sarna.
Suparaces pulridas.
1:1.1.a. em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
I leers na bocea.
do ligado.
dasarlimlaroes
Vctaa lorcidas, ou nii.lt-
u.:- nas pernas.
relin --o pata a Earopa.
Queimado n.. hispo, lobero*.
Cinii Ramonda
Aragao n. :!, precisa-** de nina pre- '''' "" i''"'der ns carias que respeil
c que nas horas vagas -p necupe
mesmo Irallco : .. quera cou-
UIIC...
na rua de l> 1111111
.va rua .i'
ti para vender
em algum sor vico d<
vier di rija-te a mesina casa,, man
-- Um 11101.0 snlleiio, morador
gos l'iro-n. 35. desoja a. h'.r urna sin. que qneiri
lueumbir-te do governo de sua rasa, preferinda
branca.
Aluga-se uma pequena nadara nos suburbiiis
desla cidade ; quera a prcten ler
Vigario n. ,,.
iinja-sc a rua
le elheiae* de alfaiale d; obra
; na rua Nova 11. 60.
Precisa-se de ofliciaesde chai eleiro :
na rua da Cadea-Velba n. 60, fabrica de
Antonio Antunes Lobo.
Pede-I* ao Sr. A. A. v., morador peilo de
Golaniia, que queira mandar reigalar uss lelira
vencidas era 1851, 1831 1855, no
S. S. con!rahiudo laes lellras para stoi arraiijo*, >e
entregue au indifl>renliimo e ao silencio, deisando
dio lem di-
rigido.
Precisa-se de uma ama torra ou e-crava, que
aiba eoziuhar, enaommar roser. p.ra o mivico
interno de uma rasa de pequea ternilla : na praca
da Independencia ns. 37 e 39.
abisete mmm
i ": ;,' 4
Alporcas.l
Caimbras.
(jallos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos meinbros.
liuferinidades da
era gcral.
Cu I mu :., le. doauus.
Ki ni....-, esc liuli.-.i..
I'istulas no abdomen.
Fualdade ou falla de ca-
lor nas extremidades.
Frieiras.
C-engivas escaidadas.
Incbaces.
lullammac.io do ligado.
da bcviga.
Vcndc-secsle ungneiilo no cslalielcrinirnlo gera
de Londres.o. 2U.Strani.t na b.ja de lodos oa bo-
ticarios, droguislascoulras posoas encarreuadasda
sua venda era "toda a America do Sul, llavana e
H espiaba.
Vende ea aSIKI 'israda Uuelii.l.a.c.nlcn Ulna
ilMlrnccl* em pn'tuguez para ciplicar o modo de
tezer uso desle un nenio.
O deposito gera he era ca-a do Sr. Suum, pbai-
maceutic.i, na rutila Cruz n. 22. em Pernani-
BOCO
KUHl.AKIECTF.llt.
0 mi -, auloriemdo ,- ir dteStia d> conselMn real e
decreto imperial.
Us mdicos di b.ispilaes recoinmrndara o A.Tohr
de Lancetear, corno mida ., oaataa aulonsada anir
goveruo, oda real tociedade de medicina. Eslo
medicamento d'ura gosio gradavet, r fcil a lomar
em eecrelo, este cm nsona ni.iii.ba ie.it desde mais
de60annoa cara ra n.-almenic em pouco i^mpo
rompouca deapeza, tem mercurio, ti t>wi**aj j|
pello, imping n-, ,i-c in-'-queiuia- da- sarnas, ulce-
ras, e .. ..riiilenles d, parlo-, da ida.le rniira, e
ia acrimonia heredilaria dos hqmwei; eatMSai aos
endo jotto qoe! alarrlmt, i betiga, as routraccm-. < a boquera
dos ..rgao-, procedida do abusai da* injej*;oes ou de
onda*, taimo aunvpluliiiro, .. :.ii''.. cura em
punco lempo os fluta-s rcenles ou lebeUrs.quc vol-
veu i:i-e-santcs em rousequinria do empregu da
COpablba, da rubeba. ...i das inje. r. e que reprc-
sciilcni o virus sem n.-ulrali-I..." (I arrobe Laf-
fecteo be especialiu.'iile r.roinmeiida.lo contra as
.locuras inveterada- un lebelde. oo mercurio c a
iiidnrclo de polassio Lisboa.\ec.de-*e na boti-
ca de Barral e de Antonio Feliciano Alves de Aze-
vedo. praea de D. Pedro n. S.X. onde acaba.de dra-
gar urna grande porcSn dc garrafas grandes o i*-
qoenas viudas dir, lamente de Par, de casa do
dito Bovveaii-I.allccleur l, rua Kicbeo a Pars.

-
.





PRECIOSAS.
I0REIRA k MARTE.
*
*>
=**--*s
Aderejns >le brtlhaate*,
llamante o peroles, pul-
eeira*, alliiieles, brincn *
e rzalas, holiie e anneis '*
ile dilTercnles coslos ede .
Iivcrsas pedral de valor. :*i

iam un w.iini*.
Ra do Cabuga' n 7.
Uero!u i; or lo-
iososv;pi.it s(i Cu-
j
OURO EPllATA- i
Aderemos compielos de *
ouro, meiosdilos, pulcei- >:
J ras, Mueles, brincos e 8
.;; reala*! conloes, trance- *
*jj lilis, nedalhai,corrale. *
* e enfeles para relonio, e **
"?, outros milito objeclos de :'
v. ouro. i
Barato.
rOMl as<)bl'l|sdj lliais % l^te, para cha, baa-
nejas, salvas, caMirac*
* '. mih'i.un, venriein ou
A< i iv.un i'iv.l.i, ouro, hri-
4. llian(es,diainan(e^epro-
*to, e oulra quaecejuer ||, ,)'lt*r< 11 > OStO, t.||- & colwrttdeioMiedecb,' 3
^ joia-idc valor, a ilioheiro J g e inoilns oulrus oltjcclo 8
de Lisboa, tsquaes se vendem por
preeo commodo como costuiuani.
M
sa adaman-
tina.
Francisco Pinto Otara chumba dente* rom a ver-
dadeira BM*M adamantina e applica renta** pela
alracjao do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Sanio Antonio u. 2.
olas inglesas
nlios, masas, ipermaccb
e baixos, suecas
miiitos mais
do por bariltf>
querer nlregu

SIMIO E P;|f!*B-!.0 QUINTA FOM 3 JULHO di 8bB
Defronte quina ilc Joc de Barros, as tabernas
de Francisco Jos F. Pires, vendem-se
gneros limito novos e superiores, como
seja m : carne < linguicas do sertiio e do
reino, queijos nuitonovos, mantetga in-
jle/.a e trance; a de varios preeos, banda
deporco, vinh >deCete, Lisboa. Figuei-
ra, Porto, de superior qualidade, clia
Iiysson de prii eira e segunda qualidade,
dito preto, be va mate, passas, bolachi-
e araruta doce, biscoiti-
cliarutos linos
eom milho e farinlia, e
eneros de bom goslo, tu-
preco, por seu dono se
izar.
Jacaranda, o mai
\ ende-se un rico piauo de armario, Indo d*
nnderno.e com eirellenles voze
PUBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico
Ella puhlicajao acra sem duvida de ulilid.de ao*
principiante* que se quitaren dedicar ao ejercicio
do foro, pois nclla encontrarlo por ordem alphabe-
lica as principacs mais frequenles oceurrenrias ci-
vis.'orphanologica, commerciaes eecelesiaslicasdo
nossofro, com as remissoes das ordcoares, leis,
avisos e reglamelos por qoe se reRe o Brasil, e
', Den assim resolujes dos Praiistas amigo e meder-
n.s em que se firmam. Conten semelhaulemenlo
as IccisOes das queslGes sobre sitas, sellos, velhos e i
novos direitos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
i collecjo de nossas leis e avisos avulso*. Consta-
ra de don volunte em oilavo, grande francez, eo
primeirosabio lu* isla venda por 83 na loja de
| Irnos n 6 8 la praca da Independencia. Os se-
' ahorra subscriptores desla puhlicajao existentes em
lo Catana n. II, confronte ao'paleo da matriz e ra Perniimbucu, podem pr.curar o primeiro volme
.Nova, tazrm publico, que tlUo recebando conlinua- loJa ,le 's.'"3 mencionada : no Kio de Ja-
rtamenle as mais modernas obras de ouro, lano para! "e,ro?lna ''" Sr. Paula br.lo, praca da
' Lonsliluicao; no Miranlian, casa do Sr. Joaqnim
Os abaixo assi{nados, com luja de oarivea na ra
renhoras como ciara horneas e meninas ;
os preeos
coDlinuam ra/oaveis, e paasam-se coolas com res-
ponsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
11 ou 18 quilates, fcando assim suj-Mtos os mesmos
por qualquer duvida.Serapbim Js Irmao.
ESTRADA DE FERRO
dit Hecifit ao S. Francisco.
Os directores da companliia da estrada
de ferro do Recite ao San-Francisco, tem
feilo a chamada da segunda prestacao de
Juas libras esterlinas sobre cada accaona
dita compauhia, a qual deve ser paga at
o dia 7 de jitlho de 1856 : no Rio de Ja-
neiro, eni casa dos Sis. Mana'Me Gre-
gor&C.,; naBaliia, em casa dos Srs. S.
iJavenportiSt C, e em Periiambuco, no
escriptorio da companliia. O accionista
(pie nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
reito as aocSet, sobre as quacs o dito na-
* JL I j-w-n vuiBiin uiciiiv'i t J"
garaentonaotiver sido eliectuado, e em i e compleio soriimenu
todo caso tera' de pagar juros pelo lempo n,oder"0!i e "tras naita* ratenda* de sosio
(|uedecorrerentreo dia indiado para o I Precisa-se para um estrar.geiro um
pagamento e a sua realisacSo. Recife 1 i i sitio pequeo pe to da praca ou una casa
demaiode 1856. -Por ordem dos direo terrea com quintal e cacimba na fregue-
zia da Boa-Vista: a (ratania ra do Tor-
res n. 58, segundo andar.
Marque Itodrisiues; e uo Cear, casa lo Sr. J." Jo-
ec de Oliveira.
Na loja do sobrado n. 1", do paleo da ribeira de
S. Jote, lava-se e encomma-se com muila perfeirflo
eaceio, e com a rcaior brevidade possivel.
Claudio Dubeux taz scientcque sa-
liiram de sua casa os setis dous caixeiros
Jos Antonio Morena Das e Antonio Ce-
tario Morara Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.
Antonio Robtrlo, com loja franeeza na ra
Nova n. 13, acaba de recebar pelo ultimo navio
fraucez um completa sortimenlo de fazenilas de gps-
to, como sejam, chapeos de seda para senhorase me-
ninas, dilos de palbi para uieoinos e meninas, dilos
de roassa, dilos declina para homem, porros de vel-
ludo bonlado, seda blanca para noivas, capellas de
flor de laranja, mantas brancas le blondc, enfeiles
para seiihoras, borzesuins elsticos com sallo para
senliota-, sapalos de lustre c de selim, Hilos de case-
mira bordada para neniaos, penlesde larlarupa para
tranca, dilos paia marrafas, dilos Iravess.ao para me-
ninas, de tartaruga, borracha c bfalo, peales le
marfim pan desembarazar e para birh'is, leques de
inadrcperola, dilos de penna ede oulras qualidades,
luvas de pellica de Joovin, flors, lucos le blonde
brancos e prelos, dilos de linbo, selins, damascos de
lodas as cores, escovas de mailim paia denles |e
unhas, binculos para lliealro, um cmplelo sorti-
menlo de papis para forro de sala, candelabros e
serpentinas le vidro de 'Jali luzes, jarros de porce-
lana e de vidro de cores, perfumaras, espclhos, rai-
\as de cbarao, joso de xadrez, frasqueiras, eslojos de
cosan com msica para senhoras, apparelhos le
porcelana branca edouiailapara inesa,lilos para cha,
le candieiros os ma-.s ricos e
oa ra da Paz, an igamenle ra do Cinno n. HS.r
Vende-se un neijro oco e de boa ligura, p o-
prio para qualquer serMi^o t no largo da Assemb|a
n. (, segundo an< ar.
SUPERIOR] CHARUTOS S. FLIX.
Responce pela sua qualidade.
Cai\as de -2II.
Os mais superii res charolos de S. Feliz, (em para
vender Antonio Luiz de Oliveira Azevcilo, no seu es-
rriploiio, ra da "rnz u. I. Kivalisain cmqualida-
des aos superiore* Aranas.
Superior larinlia de S. Matheus.
Antonio l.uiz le Oliveira Azevedo tem para ven-
ler superior farii ha do S. Malheus; a tratar uo
escriptorio, ra da Cruz u. I.
Atti-tirAo.
Vende-se urna purcao de rr.ii e lanas canallas de
azeile le carrapalo un minio IxHH cascos; assim ro-
mo pipas, meias
ou azeile, e por
zem u. "JO da ru
lilas e barris mudo bous para mel
ire;o commodo : a tratar no arma-
do Hr iini.
Cobeitores de
uloodilo.
tanto escaros como brnii-
CuS.
Vendm-se cobsrlores escurrs prepiios para ecr.i-
vns, pelo proco
720, dilos de i!
Crespo, loja n. I .
Vendc-c
habilidades be I
le 800 rs. cada um, dilo* brancos a
lellos c gran los a 180(10 : na ra do
ima escrava de boa fisura, alm las
oa vendedora : na ra Yelha n. 71
Vende-se
algom eugenho,
DireiU n. i;ii.
AVI-MA
ores.S. P. Vercker, thesoureiro.
Companhia da
estrada de ferro
Pelo prsenle se communica aos senhoies accio-
GvmtyM.
Compra-s toda e qualquer poreao
de prata velha de lei sem 'eitio: quem
listas da Companhia da Estrada de Ferro, que por "*r P'1" vender, dirija-se a ra do Col-
iccasiio de receberem soas ac*6es deverio apresen- legio n. 15, agencia de icilcs.
lar-se por si ou por seus bastantes procuradores,
jura o fin de se assignarem no competente livro da
1 insrripco, de accordo com os pedidos que lizeram
das accOes. Recite 20 de junho de 186. Por or-
dem da directora, S. P. Vercker, Ihesoureiro.
Companhia da
estrada de ferro
TRANSFERENCIAS.
Os similores accionislas que quizerem transferir
suas aeces, deverao diricir-se ao escriptorio da com-
pauhia, para o fim de obterem o esemplar da forma
adoptada para as transferencias, e pagarem os emo-
lumentos respectivos na importancia de 19120. E no
ini'smn escriptorio, ra do Crespo n. 2, em lodos os
dias uteisdas 10 horas da manbaa as 2 da larde, pe-
dern obler do Sr. major Vereker, Ihesoureiio di, de gneros por preco"
companhia, lodos os esclarecimenlos de q.ienecessi-i eln outra qualquer parte, e a contento
i snliredila com-1 ... i i i
Compra-se um escravo de meia idade para o
MTice do campo ; ra do Hospicio n. 21,
Na ra Direita n. 5(, segundo an-
dar, compra-se urna escrava moca com
habilidades.
Quem tiver para vender algum escravo bom
carapina e moco, dirija-te a ra Nova n. j:t, sobrado
de um andar, que achata com quem tratar a venda
SentaS.
Na taberna das Cinco Portas, sita
na na Augusta, que foi de Victorino Jo-
s Correa de Sa", e lioje de 53T JOA-
0L1M PEKEIRA DA COSTA LARAN-
GEIBAJt9> vende-se toda a (palidade
larem relativamente aos negocios da
panilla. Recife 20 de juuho de 1836. Por ordem
(lo Sr. major Ihesoureiro,
Joaquim Mariuho Cavalcanli de Albuquerque.
menores
a
do
que
Aviso.
Sao convidados lodos os senliores devedores casa
fallida de Antonio Augusto de Carvalho Mariuho,
dos Ireguezes
Yendem-se os verdadeiros charutos
Varetas ede S. Felk, em caivas de 50:
na ra do Qneimado, loja de ierragens
n. 15.
Vende se a taberna sil no principio do Corro
., dor do Bispo, muila afrecuezada para o Ierra, e inui-
|ue leve loja de lateada* na precian* do Queiinado to propria para principiante por ler poucos fundos,
(Usa cidade do Recife, alim de se dirigirem ao ahai- ou mesmo para oulra qualquer pessoa, que lenha
zi assignado, no aterra da Boa-Vista n. 14, para ; familia, porque a casa lem grandes commoilos para
amigavclinenle saldarem seus dbitos, islo rom a | i'o : quem pretender dirija-sc a mesrna para Iralar,
manir presteza que Ibes for possivcl, pois promel- que se fara todo o negocio,
le (er toda allem-Ao com os que forem nuis nrnmn- r .. .
los em seu, pagamenlos, em razao de estar compi- ~ I"J*T T b","!. rf "",don,e:r llm
tenlcmenle habilitado a fazer esta liquidaCao. CicJ', c,,oolt>1 de mela ",ade : no P,U" d" Ter
Joaquim Jos Dias Pereira. n"
\cnde-se um boi muilo bom de carraca e de
US Srs. devedores da casa iallida do caogxlha, crioulo, muilo gordo e novo, e bm co-
Sr. Joao Moreii a Lopes sao convidados a nnecido lamben cabras muilo boas de teita e j
rlirimn o i i i i r coslnmadas a criar meninos, paridas de agora, ludo
aiwguein-se .1 loja de Manoei Jos Le- ,,0 sitio da Chara-Melo*, achara com qtrnn Iralar.
te, na ra do Oiieimado n. 10, alim de __ Vede-se nm .rmario e um balco pequeo,
amigavelmeilte saldarem seus debltOS. por qualquer preeo : na ra Nova n. 52, loja.
,."i,i>i &~J&&&\&ffi-&&&Q(C<;G de palha, de muilo boa qualidade, tanlo em duzi.s
y Deposito de vinlio de champa!'- 3 como em meias luzias ; na ra do Trapiche n. 8.
ne Chateau-Ayx, piimeira .[ua'- $fr ltY'i* lp ll'l-
9 lidade, de propriedade do conde i ACI
fj de Mareuil.rua da Cruz do Recife n.
O 2,): este vinlio.omellior detodaa
Champagne, vende-se a 36jJ cada
caixa ; acha-se nicamente em ca-
sa de L. Leconte Feron & C. N.
!>As caivas fio marcadas a lo-
goConde de Mareuile os rotu-
S los las garrafas siio a/.ues.
un prelo rrioulo de !I0 nnn* pnra
ou para fura di provincia : na ral
IAIMA8W&LI-
(liilcs lie uiuto b i rato.
Vende-se pajel de peso e almaeo o melhor que
pode baver nesls genero a 3, ', 5 e (i^OO a resma,
papel paquete nnilo fino c de muilo boa qualidade:
prnpriameiile pwra se escreter por vapores para a
Europa em conpequencia de nao se pasar grandes
porles de carias, em resmas, meias resinas, quarlos
le resma, ou mesmo em quadernos a 80 rs., papel de
linbo venladeirprneule almaeo e proprio para carlo-
rio a ia rs. a resma, verdadeiras peonas de ajo de
luco de lanja epnhccidas pelas melliorcs que ha a
Is200 a eaixinlja com 12 duzias, dilas sem ser de hi-
co de lauca, mas (amlieui muilo boas a (iiO a carn-
uda com I2duzias, duzia de Upil inuilissimo finos a
320, 400 a ."iOO rt dilos para leseuho a 800 rs. a
duzia, rameles muilo finos e le (odas as qiidlidades
e pieais, linla ngleza muilo boa e barata: na roa
lo Qiieimadn, lloja de miude/.as da boa fama n. 3.').
an .'. .>. .*., -n- .o. ai.'. >> ^^r. .t-, ... ^, ... -., .-,
IEIJAO' MLI.ATIMIO.
Veode-s no armazem na iravessa da Madre de
lieos n. 15.
Vende-se um escravo earreiro ecopeiro, mo-
co e bonito ; quem o pretender lirija-se a ra do
Oueiinado n. 3, secundo andar, das 10 horas em
dianle, que se indicar onde ha de Iralar.
Veii'lem-se esleirs grandes e pequeas, pin-
lailas, de Angola, ciiardaunpos le palha piulados,
films, ameiidoiui novo, m'illnK le palha para se fa-
zer rhapens ou balains : qneni laes objeclos quizer
comprar, dirija-se a ra do aleo da Boa-VUla, la-
bernu na. SO c 14, e loja da ferraaens n. 8 ; e na
ra do Collegio, taberna n. 12.
Vende-se a taberna da ra le Santa Hila n.
.>, Iiem afreguezada para a Ierra c mallo : a Iralar
na mesma.
9 Ni
Para os namora-
dos.
, proprio
lo liaralo

ojn i e dantos
odlio, rua do f^nci-
i. 19,
litad
RA DO QUEMADO. |
yy \ enleni-se corles ue casenura de IHa lo ...
8 niuilo bonitos gostos, pelo ba-alissimo preeo g
V/ de.4ae4d.VKI. *?*
a ai! -js *f vwW W t W
FazeiitiAS por nmito me-
nos do sen valor; na toj-i
de 1 porta na ra to
Qiieimado n. 10.
Ksistem nesla loja as fazendas da loja da ra do
Crespo, que foram arrematadas, quaes se conli-
un ni a vender por muilo menos do seo valor, como
seja : .
MadapolSo eiilrc-fino, peca 2g800 a 3^000
Dilo muilo superior de jarda 4>NO0
Algodilo de 2i) jardas, peca 1 s'.tO
Dilo bom 2itHI
Dito americano :I900(I
Chilis ordinarias, peja 49000
Dilas decores Cuas 5&500 e 6900U
Dilas pira coberla (icO
Cassas de quadros i -i n i
Plalilha de lnho de 25 varas iOOOO
l.ila de dilo muilo superior I3"}000
Cambraia lisa 2->>00
Dila muilo Ima i.^OOO
Hielan ha dHinho liua, li varas 2>80O
Ciirlcs de calja de rasemira de cores 3)300 e 4^000
Uilus de dila prela boa 55O0 e 1.-01:11
Setim prata] superior 2&a00 e 3S0OO
llrim dtqu'adros de puro linhn, liuo, ocovado 2(10
ato
1200
3-3500
no
19 20
3M00
4;* IK)
I530O
30SJQO0
32o
100
19000
IJOOO
11000
220
500
320
llrim ileliiiho Iranjado, decores, vara
Dilo branca superior, vara
Panno preso e de cores, o covado 33OOO e
I'ciios de lnho para camisa
Majos de meias croas
Dilos de lilas boas
Di(o< o mais lino possivel
Merino prieto largo, o covado
Corles de Resudo de seda
Cassas delcires, vara
Chilas sorlidasde cores, o covado
Chales del merino le cores
Corles de cassa chita
Dilos de dila eom barra
'.lula larga franeeza, o covado
l.ila de quadros de cores para vestido, o covado
Alpaca de seda de cores para dilo

Meias linas para seuhora, duzia
Dilas depeda, o par I.-2SH e
l.ila branca, o covado
Grvalas de coi es
Velludo de cores, o covado
Alsodauj riscado e azul, o covado
l.enjos finos de chita e gaoga
39300
IS500
280
640
33000
100
200

O
burgo.
A 20.S000 rs. o cento.
Na loja le barbeiro da ra eslreila do Kosario 11,
2, vend'-se bi\n le llambargo chegadas pelo va-
por, a 208000 rs. cada eenlo e alugam-se por muilo
barato prejo.
InstruOrpao mora! reli-
giosa .
Esle compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para nstrucjo primaria, lendo-se vendi-
do antes da approvajo a 19600 rs., passa a ser
vendido a lVOOO: na livraria ns. 6 e 8, da pra^a
la Independencia.
: J. JANE, DENTISTA, S
0 continua a residir iih ra Nova n. 19, primei- %
A ro andar.
**>yS9C54ai
Azeile de
na mona pu
rieado, pa-
%
-I. I'. Vegetas lem a honra de avisar ao rcspcila-
\cl publico, que no seu eslabeleeiinenlo na ra No-
va n. 27, esquina da l'.aubna do Carrnn, cuconlram-
a~ mais uros c nicllioris pianos que lem appare-
rirln nesle mercado, le Forma de armario, de snpe-
rions vote*, coiislriierao salida, do aoalo mais mo
ileroo possivel, sendo ellet todos feitns por encon-
rneu ia. e nAo indos en enmimssao, a assim apro-
priados par esle china, dos rnaii acreditados fabri-
anl.'s l- liiiropa, os quae- elle vei I" gal anlidns.
O eslabeleeinenlo etl iberia al as s Iteras da noi-
tc para a cominodiiladc das familias que quizerem
ver c etparinealar os nslromentm.
-- Precisase le olliciaes l'alfaiale de obra miu-
da ; na ra Nova, n. 40, paga-se a INiOO rs.
cada cale de casemira.

ri < and
Con ti
ieir s,
inua-se a vender a preeo
vel, por caada eemKarrafa : na
e emgarrala
rasoa-
fabri-
ca da ra dos (luararapes n. 30, em Fo-
la de Portas.
- Vende-se urna escrava de meia idsde por com-
pre;", c ao comprador se dir o motivo por
na ra la I'raia n. 43, primeiro a.i-
modo
que se vende
dar.
i PALITOS E CAMISAS FRA-%
m
B,
^ij Vende--se paliio- francezes de hrim de
S Itabo a 33000, dilos de alpaca prelos ede
V3 cores a 7 e 83, dilos de panno tino prelos
tt c de aires a Id e 203, camisas francezas
j^ brancas e piuladas a 24, 28 e 32? a duzia,
Jf? aberluras de linbo a 03 a dozia, cnlarinhos
., j de linho a 2> a duzia, sendo ludo da ulluna
H
E oulras mailas fazendas por baralissimo preni : ap-
\i treij*m pois, os Creguezes, com uiuhairo, que n.io
se engeita prei^o.

i;
,; la
w
moda : ua ra Nova laja n. 4.
Vende-se salitre retinado da melhor
qualidade, que ha, a l.s a arroba : no
escriptorio do na das Larangeiras n. 11.
Na loja de le r.igens da ra Nova n.
."5 vende-se salitre relinailo de primeira
C|unlidatle n O.s a arroba.
Vei'dem-se toneis, pipan c quarlnlas
para dialilncflo, as inae- foram la azeile le paite e
lepnis, le aguada, arquelas ile li lis arcos le fer-
ro, proprias para depsitos, e garapai de dislilajSo:
a Iralar eom Joaquim Lupes de Almeida, ou com
Antonio de Almeida Gome*, roa do Trapicha n. Ili,
segundu andar.
antos Coelhol
Ra do Qucimado n. 19. ;tf
em um cmplelo sorlimenlo de chitas *--i
)"* francezas miudinhas, pelo haralissimo prc- ***;
de 1K rs. o covado, dilas escuras de la
los desenhos, a (H) ra. u covado. esleirs 'j'
India a 23800. @
:?<& ;>?.. '..-...-..jv.r \S- ^rJv.iV
U L0J.1 DA BOA FAMA.
V eusle-se baodejas Brande* e muilo lirias pelo ba-
lalistiJnn preso de 33000, 4-3000 e 53000 reis. ocu-
Ins le armaran de ejo de lodas as graduajes a
800 reas, luneta* com armacao dourada a I3O00 res,
ililas com armario de larlaruga a I3OOO res, .lilas
rom srmaeao de bfalo a 500 reis, oculos com arma-
rao de rnelal branco a 400 res o par, lunelaa com
armaiJSo de lartaruga com 2 vidros a 39000 reis, ri-
cos cbicoles paia cavados de borne 111 c seuhora pelo
baratsimo prcjA de 800 reis cada um, grvalas de
seda muilo honilas a 19000 res, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo bar ilissimo prejo de
300 reis, suspensorios finos de borracha a 400 ruis,
p -lilis mu 1 i-simo finos para suissa a,50O reis,escovas
minio finas para cabello a liu res, capachos piula-
dos rompridos o redondos a 700 e I3OOO reis, bo-
lts linissimos '-e madreperol 1 para camisas a 19200
rs. a croza e 120 rs. a dozia,ricas canelas para penna
de ajo a 120 reis. ricos porli-rclogios a I38OO reis,
caitas de metal muilo finas para rspe a 500 o 600
re., escovas liuissirnas para unhas a 320, 500 e 640
res, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
havr a I3OOO, 13200,18500 e 23 reis, pinceis linos
paral barba a 200 reis, duzias de facas e garfos linos
a ;-iiij reis. dilas de cabo de balau;o muitissimo
lina a 69OO a duzia, dilas finissimas de cabo le
marlim o melhor que pode haver a 153000 res a
duzia, camisas de meia muilo linas a 13000 reis, ri-
cas aboluaduras de madreperola e metal para col-
lele e palitos pelo barato prejo de 500 e 600 reis,
lini-.ia: iiavalbas para barba em eslojos le urna e
duas navalha* pelo baralissimo preeo de 23000 o es-
tojo, eanJieiros americanos muilo bonitos proprios
para 'ildanles 011 mesmo para qualquer esiabele-
cimauto, pela boa luz que da a commuili'lade
de se poder peiulurbr ou pi'ir-se em cima dcqoalquer
mes, pelo barato preeo le 5*900 res, pastas para
f>OS dar papis a StK) reis, espclhos para parad* com
a.-uiai.o dourada e sem ser lloarada pelo baralissi-
mo [.r'ero de 500, ".IKI e I301IO re', Dn'lBvimaa ri-
cas caita* par rapo a 23500 e 3(000 reis, papel de
coias le foliiis nequeu i> cinfuailo le resma indo
bar^ln preeo ile 721 res, e nutras muilis-imas mu-
sas, i|'i' indo se renda mais barato do que em nutra
qualquer loja : na ra do (tueiinailo na bem mohe-
cida loja de miadstM da, boa fama 11. 33.
m
i?5j lem para vender um rompala e rico sorli- @
tl.'i nienlo de sellas csco-se/as de liiidi.-imos (T7;".
.., goslos. pelo prccci de I^MHI o .'ovado, folar v
'~ le seda, minio lina fazenda, a 800 rs. oco- I*
19 *do. Sgl
-... ... s> .* ur '..r<. i*"x*'irseff
LUYAS PARA HOHENS S SE-
NHORAS.
Veudem-se superiores luva- le pellica muilo nova
liara homem e seuhora a I32S0 reta o par, dilas de
seda muilo boas e sem deleita algum ainaiellas, pre-
las c brancas para Imuiem e seuhora a I^OIM) reis
O par, lilas pretal de lorjal muilo boas a 800 reis o
par. lilas le fio le Escoc? brancas e de cores p-ra
hoinem c seuhora a 400. 500 e 600 reis o par, (lilas
ditas para meninos emeninas a iOO reis o par, levas
de ueda ricas d- lodas a* core* e bardada*, cm
g'iarnirao. pala seuhora 39000 e 33500 res o para
e oulras mais quali lades le luvas, lu lo na ra
do (tueimad.i ua bem condecida luja de iniudezas de
boa fama 11. 33.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABElf.
Vendem-se libras de liuhal de boa qualidade n.
50, 60 e 70 a I3IOO, dilas minio linas de n. 100 u
120 a I36OO. duzia de lesouras muilo boas para cos-
tura a l.-s. dilas muilo fina, e uraoics a 13200 a du-
zia, pecinhas de bico estrello a 560, calimba* com
acollias francezas muilo linas a 160, catataba* com
16 uovellns ile linhaa le marca muiliatimo linas a
280, braceletes encarnados mullo b uilos para meni-
nas e senhoras a 200 rs., meias brancas muila linas
para senhoras a 240 e 300 rs. o par, meadas de li-
ndas muiissimo (iuas pura bordar a 100 e 100, ho-
loes de madreperola mullo finos para camisasaliOO r.
a grosa, boloes muilo linos de ajo para calcas a 280|a
grasa, fivelas douradas muilo finas para caleta e col-
leles a 120 cada urna, penlesde balea 11,uno finos
par alisar a 300 rs., pecas ne lila de linho com (i
varas e meia a .50 rs., catatabas com colxeies trnce-
les a 60 r.. carretela le ludias de 200 jardas de
inuilo boa qualilaile a de loilos os nmeros a80 rs.,
majos com ill grainpas e de minio boa qualidade a
50 rs.. pares de suspensorios a 40 is.. lorcidas para
candieiros 80 rs. a doria, carleiras de marrnquim
para algibeira com molas dourada* a 600 rs., cane-
las para pennas de -ajo a 20 e i rs.. meias hrancas
e era**, razenda muilo boa, para homem a 160 e 200
rs. o par. Irancinhai de laa de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a perinha, penles de chifre para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, crozas de
hoto** de lonja piulados para camisas a 240, peja.
de lila leros de lodas as laraorasa 210 e 320, liabas
brancas le carreleiscom 100 jardas doaolor Atetan-
Ir a 40 rs. 0 carretel, linhas prela* le meadinhas.
fazenda mullo boa a 20 rs. a meadinlia, carias de
albricies la lucidor qualidade que ha e com 25 pen-
les a 140, penles abarloa de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a 2.361 M a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a 240 e 320
o par, arozu de fivelas para sapalos a 560, catatabas
envernisadas com palitos de fo;;,i de veliuhas de boa
qualidade a 120, litas de pi com palitos de foso le
boa qualidade a 20 rs., caixas com .50 carnudas de
phosphoms propriamenlc para charutos a 320,
casloes mono bonilos para bensala a 40 rs.. sa-
paliiihos de 13a para ciianjas a 300 rs. o par,
rancelins prelos para relogios fazenda muilo
boa a 140, escoviaha* muilo boas para denles a
100 rs. Alcm de lodas estas iniudezas vendem-se
oulras inuitissimss, que visla le suas boas qua-
lidades e baralus prejos lem causado admirarlo
aos proprios compradora* : na ra lo Queiira-
lo, na bem conhecida loja de iniudezas da boa
fama u. 5:1.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas le laia para
padres, pelo baralissimo preeo de I38OO o par : na
ma do Oueim.idii, na bem cnbecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
'eciiincliu.
Na ra do Cahus n. 2 0. vende se liaba de 200
jardas ns. 30, 50, 60, 70, 80, a 480 rs. a duzia e
earrilel a 60, franjas amarellas para cortinado mui-
lo linas a 33500 a pera com 15 varas, capachos com-
pridos a 2i0;iO0 e 500 rs. cada um.
Vende-se urna canoa pequea das
do MaranhaO, propria para passeios de
ros: a pessoa que a quizer comprar di-
rija-se ao lorie to Mrttos, junto ao trapi-
che da altandega, para o ver, e a tratar
na ra da Penlia n. 2A, segundo an-
dar.
PAPBLO.
Na ra do (^ollegio 11. 8. loja delivrns de Jos No-
gueia de Souza, ha para vender nm cmplelo sor-
limenlo le papelao, proprio para obras de eucader-
inteAo ; bem couiu outro, diverso, objeclos, lendeu-
les ao ini-mo rslabelecimcnln, ludo por piejo'cum-
modu.
Vende-se uro sitio na estrala de Parnameirim,
com bastantes arvoredus de fruclo e leneno para
plantajoes : na loja de faiendas 11. 7, ra Jo l'asseio
Publico.
Vende-se um terreno no lugar do aterro dos
Afogados com 110 palmos de freule, e fundo alcheira
mar com alicerce na frente e mais bemfeitorias, e
parle do eugenho Taepe, distante da povoajo de
Iguarassu' meia legoa : quem pretender, dirija-se a
loja de cera, ra do Cahuga 11. 5.
Vende-se um boi muilo manso para carroja :
no Corredor do Bispo, primeiro silio ao lado direilo
junio a fabrica do rerreiro.
Vende-se orna casa em caixiln eom 62 palmos
de freule e 12.5 le fundo, com paredes dohrada?,
que podem servir para 2 ou 3andares, por Iraz de
>. lioncallo. com frenle para os Coelbos, be de qui-
na; far-se-ha Indo o negocio! : no Alcrro da Boa-
Visla b'ja 11. 18.
CARTAS FIMSSIMVS PARA YOL-
TARETE.
Vendem-se superiores cartas francp/as para volla-
rele pelo baralissimo preeo He 500 rs. o barallio
ua ra do Qarmudo, na bem conheciHa loja de iniu-
dezas da Imi Tama n. 33.
Boneeas france-
zas.
Vendem-ie muilo botillas boneeas fraacezat, pelo
haralis-iino preeo le 13280 e 19800 : na ma do
(Jueunndn, ua bem cenhecida loia le iniudezas da
boa fama u. 33.
Vende-se prata velha. pro ria para lesman-
chai ; e differenles obras te onro, Iraurilins, enr
doe* rossos e linos, medaldae, redoma*, brincos,
argola*. calleados, anneis, anelb'ies, collar ; e mui-
la, oulras odras de goslo : na Iravessa la ra la
Concordia, u. 26, penltima Caa anles de clieuar
a casa da deleneao, la.lo do non-, da*6, as0 do-
ras da mandAa ; e das 2, as 6 da larde.
Vendem-se 4 escravas crioulas le idide de 20
a 22 atino-, com algumas habilidades : na ra Di-
reila II. 3.
Vende-se azeile de carrapalo a 2.300 a caada
e a carrafa a 320 rs. : na ra do Brum pastando o
edafariz primeira casa que lem sotan encarnado pela
retaguarda.
Vendem-se Cotila* de papel muilo bonil
para correspondencia de uamorados, |n
prejo le 40. 60, 80 e KM r-
ua Iiem condecida loja de
... 33.
t as na pri't.is p irn luto .
Vendom-se cassas prelas minio finas proprias para
loto, pelo barali-simo prejo de MO s vara : na ra
do (Jueiin "lo, nos qualio cantos, loja de fazeudas da
boa fe n. 22. lelronle da loja de iniudezas da boa
fama.
AIi-') ifto iiionstro.
Vende-se algniMo con qoasi 2 vara de larjura,
proprio para lencoes e loaldas pP| baralissimo
prejo de 600 rs. a vara : na ra do Queimadn. nos
qualru canlus, hqa de fazeudas da boa fe n. 22.
Lindeza purn vrstidos.
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegaila ullim-
menle le franja, pelo baralissimo prejo de IJOOO o
covado. Esla fazenda he le pura l.i.i r seda, e os
seo* padrAa*Mo oa mais bonilos qoe ale o presente
tem appsrecido no mareadn : ua ra do Oueimatlo,
uo qualro calilos, loja ile fazendas da boa f a. 22.
Vendas.
Na nova luja de miudeas e quinquilleras da
ra laraa do Rotarlo n. 35, vndese laida bom e ba-
rato, 8Mlm cainn de Inje em liante continta a en-
ler os mu afortunados bilbetes de lolcna, inteiros
meios e quarlos ,las lotera, deala provinria : e como
esla casa lenba suo muilo feliz em lodos os nego-
cios, laiiibem se espera o sejam ns senliores compra-
lores dos dilos bildcles cima declarados.
Para as senho-
Um completo sorlimenlo de bordados romo se-
jam, comselas rom mangas, collarinhos, peilillioa,
romeiras, camisis, coifinbas e pelerinas ; larnbem
lem um completo sorlimenlo de ricas flores, enfeile
para cabejn, filas e os verdaderos e modernos lucos
de lindo : na roa da Cadeia-Vclha n. 24, primeiro
indar.
Vende-se o lio com casa de sobrado do falle-
cido George Kenworthy, uo lanar le S. Jos do Man-
! cuinbn. eom arvoredos de fruclo e mais bemfeilorias
: na ma d. Qoelmado, 1 ne|,e ,e ilc,lam> 5eudo as lerras rto referido ,j(j0
m.ulezas da boa lama | prprja. qu,m o pretender procure em ca.a de Sa-
muel I*. Johnslou \ Companhia, ra da Scnzala No-
va 11. 12.
ras nm:
ro'talli do
l?ara to.
00:11 e
fara noivas.
\endeni-sc ricos corles le seila branca proprios
para \eslidos de noi\as, ped baralissimo prejo de
403 : na ra du Oueim 1 to, nos qualro cantos, loja
le r*f*ndaa da boa f n. 22, dcfrunle da luja le miu-
pezas da boa fama.
Vendcin-se neos penles de larlaruga para alar ca-
bello a I95OO, meias de seda de cores muitissimo li-
das para crianjas de um mez a um armo, pelo barato
prejo de 13800 o pur, lencinhos de relroz de Indas as
cores para ahora* e meninas a 13, toncas de laa
para senhoras e meninas a 500 rs camisas de meia
para enancas al a nlade de um anno a 500 rs.,
meias brancas le algado para senhora moilissimo
linas a 500 r... lhor que se poda encontrar a 23 e 23500 o par, licas
caixas para guardar jota* a 800 rs. e 1.3, canas mui-
lo ricas com reparliinenlns nicamente proprias para
costaras, pelo baralissimo preeo le 28j00, 33OOO e
33500, IravetUl de verdadeira bfalo para premier
cabellos, pelo daralissimo prejo de 13, lilas de lar-
laruga a 3-3500, ricos l.ques com plumas e espeldos e
pinturas finissimas a 28, penles de bfalo mudo finos
para tirar piolhos a 500 rs., lesouras finissimas e de
lodas as qoalidades, ricas tranca* de seila de lodas as
cores e larguras, ricas lilas le seda lisas e lavradas
de lodas as larguras a cores, hicos de linho fitussimns
de lindos paiires c lodas as larguras, ricas franjas de
algodSo brancas e le raes proprias para cortinados,
'nutras muilissimas consas, que ludo se vende por
laa barato prejo que aos proprios compradores ser-
vir* de admirajao : ni roa do Queimado, na bem
conhecida loja le miu laza* la boa fama n. 33.
ai'utos vare-
tas a 4,000 rs.
Vendem-se na ra do Queimado 11. 0.
Perfumaras de
bom gosto
Na loj.i la boa fama encon(ra-se sempre um rico
soi lmenlo de perfumara* de lodas a qualidales,
sendo seu auloro meldor que ha em Pars, riquissT^
mos frascos de extractos muitissimo finos, pelo barato
piejo de I320O, 13500, 23 e 2*500, jarros de poreel,
lana delicados e de modernos suatos com banda fran-
eeza muilo fina a 23, frascos coin esseencia de rosa a
320, paos de pomada franeeza muilo boa a 100 rs.,
frascos pequeos c Brandes da verdadeira agua de
Colonia do Piier a 'SO e 1/000, saboneles finos e de
diversas quslidades.pus para denles o melhor que po-
de baver, e Ontraa muilas perfumaras, que se ven-
dem muilo barato: na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loj de miudezas da boa fama n. 33.
-- l'.hci;o..| taberna da quina da ra dos Mar-
tyrius n. 3U, a primeira remessa da muilo superior
carne lo serlAo, qi e se ven.le pelo diminuto prejo
de 28" rs. hhra, queijos du srrlao a 4IX) rs., Iin-
guijas do ruin 1 inuito novas a 560, passas novas a
600 rs., arroa ib> M iranhan a 120, cb.i hysson pri-
meira sorle a 3*560, vinho a 100 rs. a garrafa, e ou-
lras minios generas em conla -. assim como manlei-
ga ingleza superior a 880 a libra.
Xa loja das seis
portas
li.11 tiento do Mvrameiito.
Corles de meia casemira prelas e decores a dez
paUcas, IAa propria para palitiis a tres patacas o co-
v.ulo, corles ie ralea de brim escuro, de linho, com
toque de mofo a dez lusloes, panno fino mesclado
proprio pan casaras ou palitos a qualro mil res,
crspeos fraucezes de caslur branco a uito mil reis, e
de seda prela larnbem francezes a sele mil reis, di-
nheiro a visla.
Vende-se cimento muilo novo chegado emli
de maio p. p. di llambnrgo, por prejo muito em
conla, a vista da qualidade ; lano em porjo como
em barricas almas: no srmazem de maleriaet na
ra da Cadeia ce Sanio Anlouio 11. 17.
Vendem-se madapoles finos e de oulras. com
um pequeo loque de avaria, por prejos moil> bara
os: na ra da Csdeta-Valha 11. 24, primeiro indar.
*\a loja das seis
portas.
Em /'rente do Livranicnto.
flores ( e 'elroz para enfeiles de cabello e de ves-
tidos, caulisinhas ne cambraia para senhora a cinco
losles, collarinhos para senhoras a pataca cada um,
salas de cambraia bordadas a tres mil reis, veslidi-
nhos de seda para meninas de tres al 6 anuos a cin*
co mil reis, camisus para meninas a dez lusles, dilas
para senderas a cinco patacas, leos de seda prelos
com salpicos brancos, proprios para quem esla'de
lulo a qualro patacas, nohreza prela de diiTerentes
prejos, cdaly de lodas as cores, fil de lindo liso e
lavrado, editas francezas escuras e claras, c oulras
muilas fazeudas que quer acabar.
Vendem-se remos de faia de muilo boaqnali-
dade, chegados ltimamente da America : no caes
do Hamos, armazem de tumba de llenry Forsler &
Companhia.
Por menu do que em oulra qualquer parle
vendem-se na roaeajlreil* do Rasarte n. 11, no de-
posito de sanguesugas hamburguesas, os objeclos
ahaiio e novamenlc chegados :
Bolachinha de siida 3-500
Dila de Lisboa -3560
Dila hamburguesa, lata grande 83OOO
Dila de aramia dila 23600
Qoeijo londrinn a libra 3720
Presunto para fiambre -3610
Toucinho mclez 380
Aninnl.ia- confeila.las e francezas a libra 19600
l'ccegos. Peras, Damasco e liinja laia l300
Biscoilo iimlez, laia sorlida -j-hii
frascos com conserva da diiTerentes quali-
lades 3OOO
Passas novas a libra 3500
Ameitn a libra 3480
Batata a libra >2il
Vinbo cherez garrafa 23000
Dilo Bordeaui linio garrafa 23000
Dilo dito hranro a I36OO
Doce lino le guiaba caitSo 2NM10
Marmelada.lala de 3 libra 2-3000
Boies com doce da Europa de difiranles
quididades 23000
Azeile doce francez frasco 8640
Vinagre o garrafa 1."sl>00
Manleigaingiera superior libra 13120
Vinho de Lisboa o melhor que he possivel .3700
K oulras muilas colisas,
fosse mencionar.
Km easa de Ha he Schmettau \ C., ru
da Cadeia n. 7i", vende-se :
Um grande sortimenlo de vidros de es-
pelho.
Relogios linos de patente ingkv..
Couros de lustre, marca caslello.
Couros de grava.
Krvilhas seecas em garrafOes.
Vinho do Hheno superior,
ludo por preeo com modo.
Karinna do iiiandiocn de
S. Matliens.
Vende-se larinha de mandioca muito
superior enova, chegadn de S. Matheus
pelo patacho AUDAZ, com mu curta
viagem,a preeo muito com modo : abor-
do do inesir.o patacho, ou no escriptorio
da ra da Cruz n. Vi), primeiro andar.
salitre superior.
Vriule-se e muilo barato, na loja de ferrageus la
riu do Oueiinado 11. 35, em porjoes e a relalho.
Km casa de M. Calmoit & C. praca do
Corpo Santo n. II, ha para vendero
seguate:
Taboado de pinho, alcatrao e
Suecia
Alcatrao de carvo.
Lonas de algodo.
Ditas de linho.
Tintas etn latas.
Ksponjas de superior qualidade.
Cabos de linho e deManilha.
Tudo muitocommodo.
pxe
da
iOja
da boa f.
que serie nunca acabar se

_ .rAr:r:;'-:^--/.r\iZi:;-.r\r-.r:--,
> 'i* u* .. ... -.i .-. ..V '.V 'I. ', -,r !" -,v s.
S PKA C"
:ua*.
Vende-se eda!\ de qualros de Imnilos padres a I
9UU rs. n covado, ditos liso, de bonil n ores a 720,
cbalea de merinn lisa* com franjas ii rctrot da bo-
nitas em es a 5j, ditos com listras le se!aa7-3: na
ra do Oueiinado. no* ipiatru cantos, |a de fazen-
las ila Ima fe n. 22. defrniil da taja de iniudezas da
boa I.1111 1.
BOI.IMIOS
',V. (I ahaiso a-signailo faz scieuti; ao respei-
..s' lavel publico, e especialmente a seus fre-
.'.. cretas, que ein tu* padaril sita no paten da
'i? Sania t'.ruz n. 6, e aein s irlid 1 le varias
"'. qualidades de bnlinbna c de lodas as qua-
.. lida le* le iii.i-s is tinas, cninn sopiin. alli,-
'r dos, aramia, bisennlinho-, lalias e millas
.|.. 111.1-as, biscnilinlios inglezes em latas, que
'r se vende por prejo commodo.
Joao Lu/ I rr reir Itibeiro.
{i
Kl-C ;H^\H:>;>':;:CH:^>v
[\a loja das seis
portas
Ei frente d Li vi-menlo
l'aupelina de seda e laa para vestidos, de lindos
padroes a duas patacas o covado, riscado moiislro a
dous tu-ie- o covado, cassas francezas linas a doze
latan* o covado, manguito* .le cambraia para vesti-
dos a de/ lusles o par. sedas de lindos goslos, lar-
gas a don* mil reis o covado, dinheiro visla para
acabar.
Pianos.
Vendm-e pianos verlicaes inglezes, de elegantes
modellns encllenles vozes, fabricados por um dos
mais acreditados autores, premiado na eupo&ico de
Londres: no armazem de Koslron Bunker r\ Com-
panhia, pra.;a do Corpo Sanio.
Relogios
cohcrlos e lesrobcilos, pee unios e grandes, de ouro
c prala, palele inglez, de om dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, ra
do Torro* n. 38.
"^>ob l/Afiecleur, Vermfugo inglez. salsa de
ol, pillas vegelaes. salsa de Sands : vendem-
les remedios verdadeiros em casa le Barlbolo-
Francisco de Souza, na ra larga do Rosario
11. .,0. ,..v-----------'
Cobei torea de laa heipa*
nh s muito encorpa-
clos e trratideSe
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
Milta para a ra da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa e. jiotassa da
Russi.i.
Vende-se na ra do Trapiche n. 9 II, cal virgem
de Lisboa, nova a 53000 o barril, velha a 500 rs.'a
arroba, e polassa da Kussia a 300 rs. a libra.
1 telonios de patente
inglezes de ouro, desabnete ede vidro :
vendem-se a preeo razoavel, em casa de
Augusto C. de Ahreu, na ra da Cadeia
do Recil'e, armazem n. 7>G.
Alte 11c o
Kiscadu escuro e muito largo, proprio par* roupa
de esc raros a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo bom gosto a 53, atoalhado adamasca-
do com 7 palmas de largura a I96OO a rara, loalhas
de panno da lindo alcotoadas e lisas para rosto, as
mais tapar iores que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras mua
las fazendas por prejo commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volta para a roa da
(jadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem' acabadas,
sapalos e esleirs, chegados recntenteme do Araca-
ly, por menos do que em outra qualquer parte : na
ra da Cruz n. 34, primeiro andar.
Vende-se a muito acreditada padaria do Man-
gninbn, sila na casi do Sr. cirorgian Teiteira, com
muilas freguezias na Oapunga, AOlictns* Boa-Vis-
ta, alm (! da porta, a qual tem lodos os pertences
a trabalhar, e na mesma lem um ravallo para en-!
Irrga de pao na freguezia : para Iralar, n* ra da
Soledade n. 17. ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas de reputo para regarhorlas ebai.
u na ra do Brum ns. 6, 8e 10.
Cal de Lisboa.
Vende-se orna por jilo de barris com cal de Lisboa,
por barato prejo, e relalho 1 :!: n barril t na roa dii
Cadeia do Recife n. 50.
Relogios
ing ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra : m easa de
llenry (jibson :rna da Cadeia do Recifen. 52.
AGENCIA
Da fiiniQo Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Neste esi.ibelecimento con linda a haver um com-
pleto sortimenlo de moendas e meias moendas
para enj;enho, machinas de vapor e taitas de
ferro batido e coado de lodos os tamanhos para
dito.
A33300
Vende-seca 1 de Lisboaultimameniccllegada.as-
iin como potas* da Rassiaverdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. 11*.
TA1XAS PARA ENGENHO.
Na fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafariz, conlinua ha-
ver um completo sorlimenlo de taixes de ferro fun-
dido c balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prero commodo e com
promptidiio; cinbarcam-se ou carregam-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se cm casa de S. P. Johnston rita da Sun/nla-Nova n. 42, sellins inglezes, clii-
cnli's de carro b de montara, candieiros e entieses
brunzeados, relogios palenie inglez, barris de gra-
ta n. 97, vinho Cberry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de muirn, arreios para car-
jo, lonas insieras.
Vendem-se caitas com vidro* para vidrajes,
vidros de bocea larga com rolhaa do mesmo, Matar
sorlimenlo possivel : em casa de Karlholomeu Fran-
cisco de Sooza, rua larga do Rosario o. 36. '
Fio de algodo da Baha, i
Vndese em saceos de 50 e 100 libra, por com-
modo prejo : na ru* d* Cruz, rmarem de couroa ,
sola n. 13.
VINHO DO POKTO SPEWOK CIIAMItO.
Em rai a. de loa dozia. e e*n barrU de oilavo.
recenlcmente chegado pelo brlgue Trovador,
vende-se ui.icameule un armazem de Barro.., A
Ca'lro na rua da Cadeia du Kecife n. I.
Loja da boa f,
Vende-se panno prelo e azul, do, fazenda rumio
superior, prora de lima, pelo baralissimo preje de
taaiM o covado, alpaca prela minio fina a tilo a co-
"'!" n",,l" ,ellm> f*da superior para palito* a
i.-iitaj o covado, cantao prelo muilo Tino proprio para
e.llos a 13 ocov.do, selim piel., marao. la/enda
superior a afSMO o covado, grotdeuaplrs n'do naita
lino para vestido a ocurado, superior sai.- %*
hespanho a a 240 o covado. f.in.eza prel muilo *>
lina a 00 rs. o covado. corles de colleie. da sorca-
rao de seda, tezcoda muilo boa a JJ, corle* de fo*-
loes de bonitos padroes 610, brim Iranj.do branco
de puro linbo a la e I5H0., rara, teta* Irauj.dos
de core de muilo bonito* padr.ies e de puro lindo:
13.40 a var*. dilos dilo-larnbem de bonilos padrn
"i ? ""' >/*nva P*rdo lambe, de li-
nho a 600 rs. a vara.Oilo liso largo a INO, gangas
amarella. lisas e de quadros. fazenda mullo superior
a 320 e 360 o covado, ditas de core escaras da Me-
dro, e li-lras, de muilo bonito, padioe para ralea* a
palio* a 10 r. o covado, ccrles de calcas de boiiila*
casemira le algodo, pelo barato preu de Isl-.tl
brimzinbos de quadros de pmo \>..(,,, a 240 o covado'
panno de linho muilo lino a 6111 a vara, pellos mal-
lo linos para camisa brancos de cerer a 400 e 500
rs., ramisas de meia muilo lina, a ka e lal'J, lava*
prelas de lorjal para senhora, fazenda 8 nor a 800 rs., dilaa de seda de luda* as tire para
domem e senhora, pele baralissimo prejo de 'j-joi
par, dilas de To de Escocia para meninos e inev-uia
a 100 rs.. lencinhos de filel minio bolillos a If *-v
grvalas de seda prela e de core Ij, meiu 'leort!
de seda^ra grvala a 600 r... diloa prelo multo
bons a 13, peca, de cambraia de salpicos com 8 va-
ra e meia a 33200, e 440 a vara, dila adantaacaetaa
muilo boas para cortinado* a 12, cambraia lisa mal-
lo fina rom urna vara de lar(oa. pelo baralissimo
prejo de ..60 a vara, lenco de cambraia muito linos
lodos brancos e com barra de core* 3011 is lenco*
de chUp francezes muilo bon a 400 rs chale de
algodao de cores de bonilos padroes a 800 r rxea-
dinhii* muilo finos e de muilo bonilos padrre a 160
o covaUo. filo de linho liso muid, fino ,ii vara
dita d flo.e a 13280, meia, prata. de .,d. p.,,"!
nliota,. razenda nimio superior a 29o par, dila bran-
ca mullo lina a 3 o par, dilas brauc de algodan
n.uilolina. a 240 e 320 o par, dilas branca, m.ii.
linas |iara ranunes e meninas a 240 o par, e alen dar
ludo islo oulr-s muli-imas lazrmta,
suas bpasquahdades e baratos prejos, be 01
nhore. freguetes. amigos do bom e baialo/conhecas
rilo o que he pichincha : na roa do (lurunado no-
qualr canlus, na loja de fazendas da boa fe n fj
defronle oa loja de miudezas da boa fama.
V
que a visla de .^s**
Utftu seacibaioli.
Nos <|uatro cantos da rua do Queimado
n. 80, vcndem-.vc lencos de cassa pintado*
milito bonitos padroes c proprio* para
meninos, pelo barato preeo de 120 ir .
cada um.
Atlent-ao.
Na rua da Cadeia do Recita, loja de 4 perla n
48, de Narciso Mara Carac o, ha om compiti tm
lmenlo de sedas de cores 1 ara vestido, rom dese-
nlio, os mais modernos, e en. qualidade de fatenda
a melhor que lem vindo Pernamburo ; assim rom*
una grande porjo de rrles de seda esroceta* com
grande quantidade de covado*. pelo baralissim. prr-
1. ^. S..Or,e; ""nb"n '" S""de porja.
le dilas de b>u goslo para I; o c, vado, chiles de
lilcrbordadosa maliz, dilos de lonqoim verdadeiros
da China, e nutra- muilas qoalidades para ledas o*
prejbs, satas de crina muito bem arremeda rom
cinl* .le borracha, esparlilho* de lodas os lmannos
felm de brim da Escoria, lazenda r.la de ama da-
rajim extraordinaria, e oulras muila lazando, qe*
so a visla dos rempradore. he qoe se podem mostrar
as bpas qualidade e baratos prejat.
IECHAIISIO PAB1 EIGE
IHO.
NA! FUND1QAO DE FERRO DO I NGE-
HEIRO DAVID W. ROWMA.N. ,%.A
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
l|aimpreum grandesoriimenlo do segninlc* ob-
jeclos de mechaniamos proprio. para enkenhos, a sa-
ber I: moendase meias moendas da mais moderna
coiiiirucjso ; lanas de ferro fundido balido, da
superior qualidade e de lodosos lamanbo, ; roda.
dentadas para agua 00 anim.es, de (oda. ., ,,,*,.
eM crivo* e boceas de fornalhae registro, de bo-
eird. *guilh0e..bronie,partfaiieciivilb6., mor-
uno* de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
e evecul.-im todas asenennm cinla. i. n a urcim
ridM* ja conhecida, e com a devida pi esterae r. a*
mopidadc em prejo.
POTASS E CAL YIRGEI
po amigo e j bem conbecido deposito da roa da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ren-
de*/ muilo superior potassa da Russia, diu do Rio
de- Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, toda
a preeos muilo favorareis, com os quaes ficarao
des comadores salisfeilo*.
'^Mvalliusa contento.
jCoiilinna..e a vender a89OOO o par (preeo fita) a.
ja bem conhecida navalha de baiba, feilas telo h-
bil fabrcame qoe ha sido premiado em diversa* *-
posijoes : vendem-se com condijao de nao agra-
dando poder o comprador devolve-l*. ale 30 dias
depms da compra. reHilaiudo-re a imporUnria : (tu
Casa de AugusloC.de Abren, na rn* da C.dcia de
'Recife n. 36.
Em casa de Henry Brann 4 C, roa da Crot
n. 10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.
Gomma lacea.

XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito dele tarop par. a bo-
tica de Jos da Cruz Sanios, na rua Nove n. ."> i,
garrafa. 59500, e meia* 3S000, sendo falso lado
aquelle que no for rendido ueste deposito, pala
qoesef.zo presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
Para curada phlysica em todoso.sea. difleren-
leigro, quer motivada por eonslipares, lasse,
aslhma, pleuriz. esrarros de sangne, dor de na
ladosepeilo, palpitarSono rorajn, rnquelache.
bronchile, dorna garganta, e loda am*l(*lia
dosorgaos pulmonares.
MiumkIms stipi riores.
Na liindiriodcC. StarrA C., ern San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de i-li i: i ni lodas de leri-o, de um modelo c
constriiceo milito superiores.
No lia sele do correnle fucio do ilio Maruim
na praia le Maria-farioha, a escrava Helfiii., cojo.
signaes sao o seguiiles : allura recular, magra,olbos
fundo. majSas do roslo alta., ror prela, d* Ango-
la, dedos das mos encarangiiejados, o 2 dedo da
ambo, o pe junto aes minino trepado per cima
dos Huiros, levou saia prela e camisa de algodam.i-
iilm : quem peg*r leve-* a Paoli'la, qae era re-
compensado. '
Fugiram doengenho Mariuna. na n.nle de iT
para 2K do correnle, dous mulato-, endo um de no-
na- Joaquim, er" regular, cabelln proprio. da me-
m, r Irislnnho, alio, hcijodo, falla apread, prs
apalheladn. e feios ; levou urna pega em um nc. e
-.un b ne pescoco tem idade de M aun., Iralialha
de carapina, pedreiro e fat lijlos. (I oolro de norne
Cornelio, que foi escravo do lente-coronel Joao
Pinto de l.emus Jnior, mais alto, claro, rata Ib.
regulare, olhns craude. e amortecidos, idade de 2|
anno. p* gr.nilr*, o um delle um punco inrliailo,
lem ollirio.le -.ipaleiro. e .'iiuho.l.-m marca, de eral
les na- nadegas e lias costa. a p...oas que .. asa
predeudeieir. levem aaengenhu cima, do que erSo
cetierosamnile recompeusadus.
S
I KltN. TYP. I'B U. V; DK KHU. I4V5
MUTIUSDD"


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