Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07424


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Full Text


anno xxxii n. i:;:;
LVRTV FEIRA 2 DE JILIIO DE 1856.
Por o mezes adianlados 4|0OO.
Por 3 mc/.cs vencidos 4 ,,'500.
Por auno adiantado 15,3000.
Porte franco para o subscriptor.
'.\<:\ltltK<;ADOS DA SL'IISCHIPCAO' NO NORTK.
Parahiba, o Sr. Gervasio V. da Natividad ; au I, o Sr. Joa-
quim 1. Pereirt Jnior ; Aracaty. o Sr. A. da Lcmoi Braga ;
Ceart, o8r. J. Jote deOliveira ; Martnhao, o 8r. Joaquim Mar
que Rodrigues; Piauhy, o Sr. Domingo! Herculano A. Petioa
Cearense ; I-ara, o Sr. Juitiniano I. Ramos ; Amazonai.oSr. Jero-
uymo di Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Odiada : lodos ... dial, a. 0 r moi boru Da.
laiiaras*-, ulataa Paraaiba: ms segaadas .- aeitaa-felra*.
N. Ulio, Brserrua, lini.ito,i:.irii.iiti, Vliinii" .- Garaahaes : aa lerea-reift
S. I....i.-i,c:,.. l'.,-,rv.l.. Naiaralli, Lianeira, llrej.., V........--... lu
.....". !>>-. llla-IUMIa, Kna-Vuia, Oarlcm. u : ......Manaa-Trlni-
'""''l"'Jr... Ser.....leja, Itin-Fi ,,.,. liu, Harreos. gM-l'rcU
Pn+nlrir.....Natal : saialas-relru.
fudua m cumio* partea ... in lioni-.U manilas.
AUDIENCIAS DOS TRIBONABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai aabbadoi.
Relafao : lercai-Jfeirai eiabbadoi. v
Fazenda : quartai e tabbadoi ai 10 huras.
Juizo do commercio: segundas aa 10 boraae quintal ao meio-dia
Juizo de orphaoi .- tegunda quintal ai 10 horai.
Primeira rara do civel .- segundas a leitaa ao meio-dia.
segunda ira do civel: quartai a tabbsdoa ao meio-dia.
i:i'in.ur.inm s ni> (HEZ DE .11 i.lio
2 La nova ai 7 horas. 11 minutos. 4K segundos di nianba.
10 yuarto creicenle a> 7 horas2 minutos e *8ieguudoi da m.
17 La cheit ai 2 horas, 12 minutos e 48 legundoi da tarde.
SI Quartominguante toa 2 minutse 48 segundos da larde.
I'REAMA II DE liu.II..
Primeira as 1 horas a 18 minutos da manhaa.
Segunda as 1 horas t 42 minuloi da tarde.
DAS DA SEMANA.
30 Segundt.S. Marcalb.: S. Lucina; Ss. Albinianoe Aiittricliniaoo
1 Terca. S, Aro jiruneiro sacerdote da ordfin Lcvitira.
1 iguaria. Visilacao da SS. V. Mai de Dos a sua prima S. Isabel
3 (,'uinia. S. Eulogio ui. : llanaihulio e U-deodoro inm.
4 Sosia. S. Isabel rainha de Portugal viu. I*. ; S. Oseas profeta,
Sabbado. S. Filomena v. : S. Tnlina m. ; 8. Numeriano b.
0 Domingo. 8. Domingas v. m. S. Iras profeta.
ENCARREGAD06 DA SritSCKIP:A NO Sil..
A!agoai,o Sr. (.laudino Ftlcio Din : Bahiao Sr. D. Dupra'
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlini.
EM PEHNAMItl O.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiro da Jtrt, na sua
ivraria, praca da Independencia ni. 6 e 8.
?AT1 OITICIAL
QOVEKNO DA PROVINCIA.
Expediente da da 15 de janho.
Ollicio Ao commandanle da estajo naval, re-
roininendaudo '|ue monde passar guia de desembar-
que ao recrula de rarinha Elias Ferreira da Paz. e
remce-lo au chele de polica pura ler o conveni-
enle deslinu, visto como estando elle empregadn na
estrada de Ierro lem itenjto legal, e se ha crjrnmel-
tido cr.mei dev responder por elles no foro com-
petente. Ofliciou-se nesle sentido ao mencionado
chele.
DiloAo preiideule do conselho administrati-
vo, pra que in epeu.lenle. de aniiuneiot promova
a compra do axeila e mais lijarlos mencionados na
retaceo que renieUt, os (jatea ao necessarios ao
arsenal de Guerra. rizeram-se as necessarias
communtcaees.
Dilo Ao chefe de polica, inleiratido-o de ha-
ver coocediiio ao caulelisla Antonio Jos Rodrigues
de Sour.a Jnior a faculdadede expor a1 venda bi-
Ihelc* de loteras da corle e de oulras provincias
ron. a condicAn de salisfazer odispnsto no I (i do
arl. i l 1853.
Dilo Ao director do arsenal de guerra, recom-
memlando que lome 9ob seu cuidado, nao so enviar
para as oulras provincias os arligos bel lieos que Ibes
loiem destinados pelo ministerio da guerra, m-8
tamoera os demais encargos perteucenles ao referi-
do ministerio, e que al agora eslavam commcllidos
au inspector do arsenal de marinha. Communi-
rou-se a esle.
tuto Ao eapitia do porto. Kecebi o oflici i de
_ Vine, tob n. 67, datado d -2\ do crranle e relalivo
a prio dos inariiilieiros do brigue americano Fai-
ri/, a' sua reiu-s-a pala a' casa dedetenrAo, em vir-
tude de requisi^Ao do subdelega lo da freuuezia de
!*. Fre Pedru (iouralves, e s communicacOes que a
tal respailo lln fez o cnsul dos Estados Unidos.
Obrou Vine, multo acertadamente, nem podia ha-
ver a menor dtivida a respeito da jurisdiccao e com-
petencia das autoridades^ do paiz para prenderem,
processarem e punirem esses criminosos, nem o cn-
sul a pa em iluvida.
Elle me procurou e em presenca do chefe de po-
lica explicou o seu pensafnenlo naa commonicafcs
que re a Vmc. eia ferina do piole*.o. Sendo a
prisaofeila a requisic8udoconsul,osmarinlieiroslicam
debais.0 de sua responsabiliitade, elle lem de dar
cunta ao capilao ou armador do navio a que perlen-
ii'in mi ao seu governo, e he alem disso respomavel
a auloridade brasileira pelas despezas ln em quaiilo eslSo presos. So poror esses homens
infringiram leis hrasileiraivcomo uesle caso o cn-
sul coofessa que aconleceu, a autoriitade brasileira
se apodera delles, e toda a acclo, toda a responsabi-
liilade do cnsul, desapparece ou cesa. Para esse
fim pedio elle um dncumenlo com que possa mos-
trar ao seu governo, que aquellesmariuhciros ja nao
eslao cm seu poder, e sim no da Justina do l!i.:-
sl, e sobro isso te enlcndeu com o cltefe de polica.
Jte o que lenlio a djzer a Vmc. para seu gover-
uo a utifac,ao.
Dilo Ao jui/ de direito da segunda vara crime,
i cniiineiiil.iiido que va' servir de audilnr nu con-
selho de guerra*, a que lem de responder o guarda
marinha Mauoel Lopes de Santa Kosa, quando para
isso for avisado pelo presidente do mesmo conselhi..
Communicou-se ao cuminandanle da eslara\i na-
val.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria provincial,
inleiraudo-o dr haver elevado a 30) meusaes a gra-
tificarao que actualmente persebein os serventes da
secretaria do governo Manoel de Miranda Caslio e
Joaquim Antonio Alves.
Dito Ao ni-sino, liansmilndo para o fim con-
veniente a li-ti nominal dos Srs. depotados que as-
sislirain as sessi-s da assemldoa legislativa provin-
cial, desde o da I" al -'< do correule mez.
Dilo Ao inesnio, inlcirando-o de haver a a-
scinblea legislativa provincial nomeado o seu Io
secrelario.bacharel l.uiz Ftlippe de Souza l.rA .pa-
ra receber a quola destinada para as despi'/.as da
rasa da mesina assemblea c expeilieiileila respectiva
secretaria no auno uanceiru futuro.
Dilo Ao director das obra publicas, recom-
inendanilo que depois de examinar com o inspeclor
da Ihesouraria provincial a parle do edificio de-
nominado .Collegio dos aanigos jesutas, que for
pur rile indicada,informe quaulo se podera' despen-
der rom os reparos que se fazera alli precisos, alim
ile dar maiscommodos a mesma Ihesouraria, e serk
mi do lopsiliojoila diii'cloiia ccral da inslrucrilo
publica, remoyendo-se sala das audiencias para a
anliga cadeia.
DitoYo procurador fiscal da Ihesouraria provin-
cial, remetiendo os papis relalivus a indemnisaeAo
que pede Severino Francisco de Souza, alim de que
nepois da verificada a natureza do dominio que elle
tem sobre o terreno da passagem da Magdalena,
londo.se em vista a reclamarn de Joan Carneiro
Kodrigues Campello, p/omova Smc. a indrmiiisa-
ro de rnnfurmidade com o disposto na le provin-
cial n. !:!'.l de _' de maio de IsV..
Dilo Ao presi leuto do conselho de qualilica-
rao da guarda nacional na segunda parte do artigo 33 das inslruc^es de -">
iMilohro de IS.*iO esla' declarado o destino que de-
ven! ter, depois de despachados, os requerimeiytos
le rco.lamaccs dirigido* aos con elhos de qualifica-
vut da guarda nacional.
Portara Nomcando a Miguel Jos da Crnz, pa-
ra o lugar de director da al de Sania Mara no rio de S. Francisco, comarca da
Itoa Visla. Fizram-se as necessarias communi-
cares.
26
Oflico Ao Eim. vice-presidenle do f.eara, di-
zendo, qne pela leitura da informacao, que remelle
por copia, do director dn arsenal de Guerra, licar
"i. Exc. inteirado dos niolivos por que ja nao lem
sido enviados para aquella provincia os arlGos de
fardanienlo, que se mandaran! aprompiar para o
moio halalhao della.
Dilo Ao Eim. iiiari-rli.il commandanle das ar-
ma, Iransmiltindo por cripia o aviso da repartirlo da
Guerra de Ifi do correnlc, do qual consta, que por
decreto de ii c conceden reforma, na forma d.i le,
ao capitao do nono batalhao de infantaria Manoel
Claudino de Olivera Cruz.Communicou-se i Ihe-
souraria de fazenda.
Dilo Ao mesino, remetiendo copia do aviso do
ministerio da Guerra de II do correule, >ln qual
consta, que se concedeu passagem para o seGiindo
batalhao de infantaria ao tenenle do oitavo na mes*
ma arma, Manoel Joaquim (tabello.Inteirou-se
Ihesouraria de fazeuda.
Dilo Ao riimiN in l.iiiTi- superior da guarda na-
cional do Recife, para mandar dispensar do servico
o guarda nacional do primeiro balalhao desle muni-
cipio, Marciano do Sacramento, visto achar-se ao
servico da Companhia Pernambucana.
Dilo Ao inspeclor, da Ihesouraria de fazenda,
recommondando que mande pagar a ajuda de cus-
i que competir, ao cnnselheiro Sebastiao do Reg
Barrba, que veio do Para e seguio para a corle a lo-
mar assento na assemblea geral legislativa como de-
pulado por esta provincia.
Dilo -- Ao mesmo, communicando que por de-
creto de 2 do corrente foi nomea-tn ofiicial da secre-
taria da Facoldade de Dircilo desla cidado o hacha-
re! Manoel Antonio dos l'assos e Silva, o qual deve-
ra pagar na rerehedoria de rendas internas a inipnr-
lancia dos direilos e emolumentos, constantes da re-
laoao que remelle por copia. Fez-se a este respei-
to o necesaario expediente.
Dito Ao mesmo, communicando que o Dr. Cos-
me de Sii Pereira eulrou honlem no oxerclcio de
presidente da commissAode Ingiene publica,
Dilo Ao mesmo, declarando que seGiindo cons-
ta do aviso, que remelle por copia, expedido pela re-
partirlo da marinha em 5 do porrele, fora appro-
v.ida a deliberarlo que lomou a presidencia de au-
lorisar a conlinuai^Ao do poGamenlo das despe/as que
forem correndo pela rubricaObras daquelle mi-
nisterio nesla provincia, vislo achar-se Cfuasi es-
Gotada a quola consignada para taes despezas
(j>ininunicuu- Dito Ao mesmo, remetiendo con copia do avi-
so da repartirn da marinha, um exemplar do decre-
to, regulamenlo e aviso acerca da.renr;auisacao_ rouladoria geral lia m.irinha, e do sei\r;o interno
da mesma contadura.Igoaescoplas 1 'rain reinel-
Inlas ao Inspector do arsenal de marinha.
Dilo ao director do arsenal de guerra, Irans-
miltindo por copia o aviso le I i do ntrenle, no ,|U.-||
o !.\ni. Sr. miuialru da guerra, coinmunicaudn lia-
ver ido approva la a resoliioao quo lomou a presi-
dencia de mandar alo lar li orphos na companhia
de apreudizes daquelle arsenal, dedal a ao mesmo
lempo que o niiin i o dos apreudi/es da predita com-
panhia nAo deve ser augmentado alm dos 120 j
existentes.
Dito -- Ao mesmo, recomniendaiido que mande
fornecer aos balalbes segundo e deciu o de infanla-
ria, nos termos do aviso que remelle por copia, m
arligos de fardamenlo mencionailus lias duas notas,
que lainhem remelle por copia. l'arii--ipou-se ao
inarechal commandanle das armas.
Dito Ao mesmo, para mandar empregar co-
mo fiir possivel, naquelle arsenal, a Francisco Gon-
calves Fortes, que j servio no exercito.
Dilo Ao director das obras publicas, autorisan-
do-o, nAo s a receber provisoriamente a obra do
empedrameutn do segundo latido da estrada da Es-
cada, oom a condirilo de fazer o respectivo arrema-
tante o que tallar dentro do prazo da entresa defi-
nitiva, mas lamhem a passar o competente certifica-
do para ler lugar o pigamenlo da lerceira preslar-Ao
Com deduivao da sexta parle do seu valer, que se-
r salisfeila quando o mencionado arrematante liver
concluido torta a obra do seo contrato. Communi-
cou-se a Ihesouraria provincial.
Dilo -- Ao director geral da insIrucrAo publica,
dizendo ficar inteirado de haver S. me. entrado no
exerriciu do seu emprego.Communicou-se a Ihe-
souraria provincial.
Dilo Ao subdelegado da freguetia dos Afoga-
dos, recoinmendand que mande cobrir immedia -
lamente todo o terreno do ceroilerio publico da-
quella frezuezia com nina expessa carnada de areia e
cal, vislo ler o Dr. Jos Aususlo de Souza Pitanga,
em commissAo medica na mesma freguezia, declara-
do que o maior numero de casos do cholera se tem
darto as vizinhsncas do referido cemilerio, cujo lo-
cal hmido e ja corrupto tanea continuamente exha-
laci"s cailavencas.
Dilo Ao Dr. Jos M.unele Alves Ferrcira.
Para cxecucAo do aviso do ministerio dos negocios do
imperio de 2 do corrente, constante da inclusa co-
pia, haja Vmc. de levantar com a maior brevrdade
possivel iiin mappa das liuhas dos correios desla pro-
vincia, le conforinidade com o incluso modelo, que
un' ser devolvido ; e para levar a efl'eilo esle Ira -
balito, podera Vmc. pedir administrarlo do cor-
reio, ou a qualquer oulra reparlico publica os es-
clarecimenlos de que houver un.ter.
A respeito das distancias das escalas deve Vmc.
observar o que recommeuda a ultima parte do cita-
do aviso.
Dilo Ao encatregado dos trabalhos da eslrada
de ferro, dizendo que para poder fazer efTectivaS as
condicoes nona e decima, a que se refere o decreto
n. 1030 de 7 de agosto de 1852, e que isenlam do
rtcrnlameiito e do servico da guarda nacional os in-
dividuos empregados nos Irabalbos da estrada de
ferro desla provincia, convem que S. me, nn fim
de cada semana, remella secretaria da presiden-
cia urna lisia 4e taes individuos, alim de que o go-
verno tebba pleno ronden monto das alterables que
occorrerern dentro daquelle periodo, e possa bem
verificar as sencoesque houverem.
DiloAojiizde paz mais volado do primeiro
rustrido da freguezia de S. liento, recommeudando
que, sein demora, e de conformidade com lei, d as
necessarias p ovidencias, para que a reuniAo da jun-
ta de qualilicao.n' daqoella freguezia leuda lugar
imprelerivclmente no dia 2 de agosto prximo vm-
douro, visto con-tar nAo se ter ainda reunido a men-
cionada junio.Communicou-se ao juiz de paz do
ilion lo anuo da mo-ma freguezia.
Portara Cnncedendo a Joso loaquim de No-
vaes. arrematante dos reparos do acude de Caruar.
dous mezes de proroGacan para ronclusAo dos men-
cionados reparos.Fizeram-se as necessarias com-
muuicacoes.
Sicilianos em quanto se conservaram subditos do rei
ile aples, porem quando, animados e exaltados
pelos sucerssos de Franca, deelararam que nAo que-
riam por forma alGuma que a ania da Sicilia ficas-
se unida a' de aples, declaramos que o nosso de-
ver de lealdade para com um soberano que era nos-
so alliado, e por cujo conseulimento o nosso agente
tenlara orna mertiacAo, nos prohibia de levar mais
longe essa mediacAo.
He esla a versAo de lord Palinerslon. Mas he a de
IH.'ili, porque a de 18i8 e 1849 he inleiramenle difi-
reme, loje convem a lord Palmerston lavar as maos
de haver participado da revoluto siciliana, e fazer
recahir sobre os proprios Sicilianos a responsabili-
dade do abandono por parle da Inglaterra. Ora,
hnuvc. por esla occasiAo, em julho de 18111, urna
discussAu memoravel ua cmara dos lords. O en-
viado extraordinario do governo inglez na Sicilia,
lord Minio, den explicar;es acerca da sua missAo e
da fiGiira que tizera nn revolucAo da Sicilsa : eis-
aqni as suas palavras.
He verdade que os Sicilianos tinham regeilado
inleiramenle as condiroes ofierecidas pelo rei; elles
acceitaram a maier parle subslancialmenle, arerrs-
centandn-lhe so oulras coudires que furain regei-
tadas pc'os ministros napolitanos, que enlao rnm-
peram as neguciaccs. Eu seria injusto com os
homens eminentes, com os quacs Iralei' ero Paler-
mn, se nAo accrescenlasse que em lodas as nossas
relacoes, enconlrei sempre nelles a maior franque-
za e a maior lealdade- Perdida assim toda a espe-
ranza de um accordu com o rei de aples, liavia
que recelar que o impulso da revoluto trncela
nao arraslrasse a Sicilia a adoptar a forma de go-
EXTERI.
t. John Lemoinne publica no Journal de Dehali
0 seguinle artigo,
o Nos sabemos tan bem como ?qnclle que no-ln
querein dizer, qual he o estado da Italia, mas nAo
lie isso que queremos discutir. So temos qu. consi-
derar orna qoesiao de opportiiintlade, e do modo
pmqu ms Inm prvco. lo. \i*suots^odtanjeoaslttsr-
uaos da opiuio publica da Inglaterra dirigir ao pu-
no ilaliano provoiaces nireelas a revolla, e ao mas-
mn lempo procurainn- snber qual lie o cuncurso, o
apoio com que os hllanos podem contar, por paite
da Inglaterra ou tto sea governo. Oa neta indaga-
rAo, n passado deve ter pan nos o lesleinunliodo
prsenle e do futuro.
M. Disraeli diste ha dias na cmara doscnmmuns :
Confio sinceramente cm que, aproveilandu-se da
amarga experiencia de IS'iS. recordando-se da uniAo
do lord Minio e dessss sceuas de tumulto popular
que, incitadas pela influencia popular de Inglaterra,
loram pelo braco desta abandonadas, deserrAo de
que ainda se lembra com magua o continente ; con-
fio, digo, que a cmara dds cuinmuus se negara' a
fazei-se cmplice do gisvernu, nesse sy p-rn.to liberalismo, que afleclando svmpathia pelos
opprimidos, fortalece u poder dos oppiessores. o
Os facios que cummemurava M. Disraeli ainda es-
tAo ua lembraaca de lodos. Ouem enlAo se oceupa-
va alguma cousa de poltica reenrda-se da figura que
lord Minio fez na Italia em IS7, antes da ravolu-
Jilo de fevereiro de 18(8. Ainda nAo esqiieceratn
as suas manifeslacAes publicas, o seu aparecimenlu
a janella, as soas exposijoes de haudeiras, de laeos
e os seus dlscaraos. A revolucAo da Italia preceden
a da J-ran^a : a Sicilia anduu adiante de Pars mui-
los mezes. A Inglaterra animara a revolucAo sici-
liana, o que nao nbste\e a que abandonasse e a dei-
xasse esmagar.
i .limo lo lemns as palaxras pronunciadas na sema-
na passada |ior lord Palinerslon no parlamento, cos-
loa-iios a crcr no que liamos.
He 11 ii i Tacto histrico que o governo inglez se
abrigara a recoabeccr como rei da Sicilia o duque
de Genova, depois de eleilo pelo parlamento sici-
liano.
I'ara que nAo nos aecusem de parciaes, deixaremos
referir os fados a um jornal inglez que ha dias os
refera nosseguinles termos :
A Guerra entre o governo e o povo da Sicilia
coineooii a 12 de Janeiro. No mez de abril as tropas
reaes loram expelidas de toda a lina, exccplo da
cidadella de Mcssna. Eslabeleceu-se um governo
provisorio, com o qual o rei de aples enlabolou
neGorarii-s. O parlamento siciliano convocado em
2i de fevereiro, tbrio-M cm 25 de marr,o. A 13 de
abril o parlamento decrelou que os Bourbuns tinham
perdido o Ihiono da Sicilia, que se adoptara um en-
verno ronsiitucional, que seria chamado ao Ihrono
um principe italiano, logo que se reformasse a cous-
liluieAo. 0 Governo provisorio envino representan-
tes o lilas as corles italianas e aos goveruos da In-
glaterra e da repblica franceza. Em !) de jnnho,
Mr. (iodwin, cnsul inglez em Palermo, se apre-
senlou cm uome do seu governo, ao presidente do
reino e ao ministro dos necocios csiraugeiros, e de-
clarou que a Inglaterra reconheceria o novo rei da
Sicilia quando estivesse na posse do Ihrono. A mes-
ma declararlo se devia fazer a' Sardenha, orna vez
que a esculla recahisse no duque de Genova.
A escollta recahio com efTeilo no duque de Ge-
nova, e a esquadra ingleza tundeada no porto de
Palermo saudou, por ordem do ministro dos nego-
cios eslrangeiroi, a bandriru siciliana depois da elei-
SAo do rei. Foi um vapor da esquadra que condu-
zio um crrelo do gabinete siciliano a Genova para
annunciar u corle de Turim a el. ir "o do rei.
o O duque de Genova nAo se resolveo nem a acei-
tar nem a recusar ; o rei de aples preparou a sua
expedido conlra a Sicilia. Esla expedicao era lan-
o urna offensa honra da ItiGlalerra, como aos di-
reilos da Sicilia : apezar disso, euviaram-sc i es-
quadra iiiGleza as mais terininanles ordena de neu-
Irahdade. As atrocidades commeltidas pelas tropas
napolitanas, excedem ludo o que se pode imaginar.
A Franca e a Inglaterra icsolvcrain a lina I in-
le-'yir e tmpor, em selemhro, um armisticio que os
Sicilianos nAo aceilaram, scuAo reservando solem-
nemente os seus direilos a independencia.
Me esta a historia dos successos em 1818, mas nao
he assim que lord l'alnierston a conta eui 1856. Se-
gundo elle diz, o Governo inglez deixou os Sicilianos
entregues a si proprios, porque elles quizeram se-
parar-se da cora do rei de aples, adiada da In-
glaterra. Eis aqu como lord Palmerslou conta os
successos :
Lord Minio foi a' Italia com o proposito reco-
nhecido de dar conselho aos governos que eslavam
disposlos a recebe-los, acerca dos mehoranientos
necesarios na< suas administrar-Oes. Nessa orcasiao
rcbeulon urna revolucao na Sicilia, e a pedido do
rei de aples csforr;amo-nos para servir demedia-
neiros entre elle c os Sicilianos. Tinhamns quasi
conseguido o que dewjavaaios. A questAo nao era
de saber quaes serian! as inslilniccs pur que se go-
vernari.im os Sicilianos, porque o rei eslava promp-
lo a dar-Ibes iusliluio"s quasi idnticas as que el-
les tinics (inliaiii lidi'. ii.os sabor se a cora da Si-
1 cilia llcara unid i a' de N.-poles ni sua cabera. Es-
lio ponto eslava -ara s-i regulado por um modo sa-
I lisfarlorio.par, o- Sicilianos e conforme a' unidad!
i .11 reino, quando leve lugar a revolnoo franceza.
I A nolieia desla revnlagSo ateou incendio com mais
I violencia, e os SiciliadoS reciisaram reconhercr o
rei de aples como seu soberano.
Lord Minto, entAo procodondo rouforme as ins-
Irucces do seu guverun e o espirito da mediacAo
que propnzerarr.os, dedaroo que nAo poda conti-
nuar as suas relacv.es rom aquellos que uegavam
obediencia ao rei ilc aplos, depois de se Ibes pr-
porem insiiiuiru,.. que os deviam satisfazt. Da nos-
sa parte nAo houve abandouo de algum partido, que
nos livessemos obrigado a delender. Apoiamos os

verno republicano, dando
Haba : e itnporlava roo
modos possiveis o eslabe
um perigoso exemplo
lo animar por todos os
ecimento do governo mo
n.iirliiro ua ilda. n Os Sicilianos foram por lano
informados que eslavamps promplos a reconhecer
qualquer soberano que ct>llocassem nt Ihrono, eo
duque de Genova foi in icado sua escolha...
Assim lord Palmerston em 1856, declara que o
governo inglez rompeu en o governo e o parla-
mento de Sicilia, porqu duizeram separar-se du
rei de tVapoles, alliado da Inglaterra ; e lord Min-
io, agente enrarregado drelamente de lodas as ne
goriaees na Italia, declara, em is'.i, que a Ingla-
terra indicou o duque de Genova a' escolha dos Si-
cilianos, e se obrigou a reconhece-lu.
Limilamo-nos a expnr a qoeslAo a' vista de les-
temunhos ofliciaes : os Italianos que morahsem.
Le- Depois dos boatos conlrariilorios que corrern)
nestes ltimos lempos .cerca de pretendidos trata-
dos secretos entre multas das potencias que baviam
lomado parle no congresso de Pars, e acerca do au-
xilio,que podiam esperar os partidarios das refor-
mas nn Italia, ler-se-ha com grande interesse a ex-
plicacOes dadas na cmara dos communs pelo pri-
meiro ministra de Inglaterra.
Um despacho de hoje informa-nos de qoe lord
l'almerslon ileclarou, qoe so nAo assignaraem Pars
tratado algum secreto. Ja ua vespera fizera a mes-
ma declaradlo.
Aquclles que julgaram, como nos, dever guardar
a maior reserva em a potar e animar o partido na-
cional na II.da, voro as explicaroes do ministro
ingle/, a participaran de seu proceder.
Lord Palmerston disse que o governo inglez se
achara com o Picmnnle boa termos ,|a ,nais i,(imil
ami/.aite ; a mas, acresceutou elle, quanto a haver-
itios, com o Piemonte, formado um prujecto secreto
para revolucionar a Italia, o ferribar os governos
que exislem noutros pontos do paiz, he essa urna
supposicAo que nao lem fnn lamento algum, urna ac-
cu-.icAn complelameiila fulil...
l.oi.l Patntertton, oleni dt>so, tez a-srrz claramen-
te mivir que o Piemonte seria proteg o contra lodo
o ataque externo : a ten dovida alguma. disse elle,
quando um paiz cono o Piemonte loma nobremen-
le parte n'uma alllanea como a da Inglaterra arta
I-ranea, e se porta com valor, lia consideracijes de
honra e de amizaile. que siguificam ; que se o Pie-
monte se vase ameaoado por unta poiencia innn
Ga, elle leria o justo direito de ser protegido pela
Inri,Mena e pela Francia,..
Eis ah ale que ponto, segundo assevera Lord
Palmerston, os governos de Inglaterra e da Franca
se acham coinpromellidos para com a Italia. Eis
agora o que se espera do Piemonte : o Mas, conti-
nua Lord Palmerston, nunca entrou no espirito la
Inglaterra nem da FVanca, que esla honerosa ai-
lienta, fundada na boa f e com los ainda mais no-
bres. houvesse de servir para levar e auxiliar o Pie-
ninnle. a emprehender urna cruzada aggressiva con-
lra iiuiru qualquer estado, a
Lord Palmerston, em seguida, como ja sabemos,
negou que o tratado de 15 dt abril, garantisse por
Otado algum as posse^es austracas na Italia, e dis-
se que esse Ir.dado era apenas a couseqtiencia da
proposicAo fela na passada primavera pela Austria,
para se concluir um tratado entre as tres potencias
paia a garanta do imperio ottomano.
Pelo que diz respeito a uccoparao di Italia*pelas
Torcas francezas e austracas. Lord Palmerston
disse, que a considerava como um mal : essas oc-
cupac,es, disse elle, romecaram em circumslancias
moi dillerentes. c que nessa poca, erain mais ou
menos justas e necessarias ; mas essas circumslau-
ciascessaram desde ha minio,e estou isposloa admil-
lir que he chegado o lempo de por umllermo a essas
oceupares...)
Esla he orna das faces da medalba ; vejamos a
outra : Mas, continua Lord Palmerston, quanto
aos c-inipiiiini-sos sobre esle ponto, nada ha que o
mundo inleiro nao saiba, e que nAo venha consig-
nado nos prolccollos.
E-las materias foram francamente discutidas as
conferencias de Pars, em presenta do ministro
austraco, e nAo houve sobre esle punto nem se-
gredo, nem mvslerio..
Aqui esl paranlo, em resumo, o resultado das
derlaiacoes de lord Palmerston. Nao existe tratado
alGum secreto, e todos os tratados concluidos e as-
signados lem sido publicados,
Os governos de Inglaterra e de Franca tem tnuila
sxmpalhia pelo l'iein ,nle, mas nAo Ihe preslariam
apoio em qualquer lenlaliva, para revolucionar a
Italia ou derribar governos existentes.
Os governos de Inglaterra e de Pranra|prolegeriam
o Piemonle, que foi seu alliado, durante a guerra,
contra toda a aggressAn, mas nunca suppozeram que
o Piemonle podesse servir-se da sua allianca, para
emprehender urna cruzada conlra qnalquer oulro
cslvdo-
[JornaX do Commercio de Lisboa).
Soube-se honlem pelo lelegrapho, que conforme o
desejo manifestado pelo governo, o parlamento a-
diara a discussao, acerca dos negocios da Italia.
Lord Clareni|,o agradecendo a lord LindhursI o ha-
ver tetirado a su propusla disse :
Tenho razes para acreditar, que o modo de
preceder adoptado pelo governo, lera o seu devido
efTeilo na Italia, e parece-mc que qualquer discus-
sAo que provocasse irrilarAo nos nimos, so daria
em resultado compromeller as nogociacoes agora en-
laboladat.
Em quanto o governo da Inglaterra emprega
urna linguagem pacifica, os seus jornaes nAo escru-
pulisam em provocar as populaces italianas a re-
volla. A inda boj? o mais popular desses jornaes
escreve urna ralilinana furiosa conlra lodos os go-
vernos da llalia em geral. e em particular contra o
de aples. Declaramos que nAo desejamos ser os
defensores dos regimeos existentes, porem ao mes-
mo lempo protestamos contra provocaces que con-
sideramos perigosas e deshumanas.
Antas de confiarem cegamente no apoio que Ibes
promellem os jornaes ingle/e-, os Italianos andarAo
i avisados olhando para o que se passa em redor dcl-
I les. Nao he na necitiio em qoe a loglalerra aca-
ba de entrar n'uma allianca ofTcnsiva e defensiva,
de que Taz parle a Austria, que ella prestara o apoio
das suas armas ou de sua inlluencia a causa da in-
dependencia italiana. Sabemos perTeitamente que
a allianca das Ires potencias lem, conforme a letra
do tratado, um ohjerlo especial e determinado,
mas seria urna purilidade pretender sustentar que
os trarlados, enlre potencias de primeira ordem,
nao lem tienhuina signifioaco geral. c que as ques-
lo politices podem isolai-se, como te entre ellai
nao houvesse nenhuma solidariedade. Por lamo,
quando lord Palmerston, lio das, derlarou no par-
lamento inglez, que o tratado del.'ide abril nao
:;ara!iiia as possessAes a siracas ua llalia, responda
ao qu Ihe nao peiGiiniavain. Moguein poda sup-
por que a Franca e a Inglaterra se brigas-em a
mantr o dominio austraco na Italia ; porem o qoe
dimana das explicaeues de lord Palmer-Ion. beque
nao lia menean de obstar a que ella so inanlenba.
e he esla a consequencia mural da triplico allianca. I
He ato que os Italianos devem pensar, e a este'
respeito ha na propria Inglaterra 0 nn parlameutn. j
homens que pensam a fallam romo nos. Mr. Di
i.ie,i dala ha das :
o O qoe en deseju evitar, lie que o governo in-
glez nao repila o papel) que.desempenhou em I8is.
Ainda nAo enconlrei um su homem de qualquer
liaran, fossem quaes fossem as suas opinies, conser- I
vador ou liberal nalnglaterra, demcrata ou aris-
tcrata n'oulra qualtuer parte, servidor dedicado
ilo despotismo mona'bico ou faitalico da repblica
vermellia, nAo eucotlrei um t que nao considerasu
o nosso proceder de 8i8, nAo su como vergouhnso
para mis. se nAo lamiem como desastroso pan a Ita-
lia. Se para alcanrf os applausos desvairados ilas
tjiasas, formes novanenle excitar a liberalismo ila-
liano, ao mesmo leiipo que consolidamos as cadeias
do despotismo auslnico, vamos compromeller esta
elevada noticie moni, que, apezar dos nossos erros
e das nossas locts prlidarias, temos sustentado al
hoje.
(/rfeml
HF.GNUM MEIIM1MON EST DE HOC HUNDO.
ll Piemonte, jor
a seguinle eslalislie
governo pontificio
Em IrttO. .
1851. .
1852. .
1853. .
a 1854. .
Presos no forte
de 1855cond
.i//a. .
Pelos iribunaes
Tribuoaes miliu es
Tribunaes episco aes
Como medida
al ministerial do Turun, publica
dos n i.iil.uis encarceradus, pdo
........10.136
- :.....11.276
........ 11,76?
........12,031
I3,()0C
rbanoa 31 dedezemhro
mnados pela .sacra r,m-
linarios.....
revenliva
27
337
I
127
Na ctdade de il inlia, que lem 100 mil habitan-
te-, ot conselhos e guerra, nos ltimos lempos,
lem lu.ild lo t78 adividoos. As execuoes orcam
pela mesma propdcflo em Ferrara, Lugo, Imola,
Franja, Sinigagliae Ancn i.
A estalislica n.'nimenciona otcondemnados a bas-
tonadas, publica parlicolarmonte, nem diz o nu-
mero do exiladtis emigrados, porque al delles ja o
ministro da policisperden a cunta.
Os ad nvcitailn sob a vigilancia da polica, pas-
in de : (I mil.
Quanto aos crines ordinarios, em Bolonht deram-
se. em 1 155, 900 atentados conlra a prupriedade.
(O Doze de Agosto)
Acaba
Stokolm
sa deste
EST/nSTICA CURIOSA.
de pubicar-se a eslalstica criminal do
do anm de 1855. A parle mais curio-
ilncuiner.il he a qne se refere as twHenc*)
condemt alorias pr deliclos commetlidos contra
a irauqi illd irte publica por individuos embria-
gados, f) numen dos rondemnadus neslas cir-
cumslanias be dl:712. Mo lie, mais de 2 por 101)
da popularan toi.ilrte Stni Uolnio. que secundo u til-
limo recenceamerte he de 81:64*2 atmas.
Entre os condeso idus por embriaguez, coolam-
se .511 artistas, oliciaes e aprendizes, perleucentes
as corporacSe' d'a-tes c ollicios. 480 das classes ope-
raras ; 151 rapazis de menos de 1,5 anuos de idade ;
120 meslres de cnbarcaces e outros marilimos ;
63 criados de servr de ambos os sexos ; 1 i campo-
nezes ; 20estudajles ; finalmenle 9M mu Iteres sem
profisso, sendo .1 casadas ou viuvas, e!53soltei-
ras.
(Compre ;i herlrque ueste numero nlo se inclu-
em um gran le lumero de individuos encontrados
bebados a cahir, :elos agentes da policia, nem aquel-
es qne se dio embriaguez sem causar escndalo
publico.
Bem razao lernpor is o fabrico da aguajdeuU', e a severidado com que se
mantem a sua cscucAu.
dem]
i PARS.
' 7 do juuho.
Apant s nos tiramos do llagello de urna guerra
teiTivel. oulro lligello nos vei t accommeller de no-
vo. Depois de sis semanas de chovas continuas e
em torrentes, o thodano, o Saona, c Loira c lodos
os seus alliuenla transbordaran! dos seus Icilos, e
inundaram as edades e os campos, desmoronando
a-puntes, arrendando os diques, derriba-ido as ha-
bitaces aos cedenares. Mais de 30.00(1 familias
es(Ao sem abrigt e sem pAo. Kemeilo-o para os
jornaes francezis, nos quaes encontrar as particu-
laridades (ragias dessas medonhas calastrophes. O
imperador qoizver pessoalmenle com os seus pro-
prios olhos e le/ar os primeiross soccorros as vic-
timas. Abriran-se subscripces* em toda a Franca,
e ja hAoprodutdo varios milhe. Esperamos que
estes infortunas que ainda se renuvam com excesso
faro que o gorerno mande executar grandes e uleis
trabalhos de caialisacAo que se prolonguen) adiaule
das ra-alndalas, dos dolis o dos palacios.
Acolheilaea nccessanamenlc perdida em lodos
os paizes mutilados, mBs annuncia-se prspera-
mente em tu.U es oulras iegioes da Franca, e se o
lempo cuntiuuir a permanecer bom, o mal nAo ser
lo conaideraxtl como ao principia se receiava.
Ao passu qie lodas potencias se dAu as maos,
perante o muttlo, em signal de urna timn eterna,
a dssulurao si opera surdameule e se prcparaiu
illi,meas orcillainenle, como previso de novos
aconlecinie:tl. A Iuglaterra e a Austria que, por
dilTereules motivos, >Ao aulipalhicas Russia, uAu
lem podido ver com bons nlbosa uniAo intima que
se comecava i formar enlre as corles de S. Peters-
burgo e das Tiilerias, uniao que, n'um momento de
crist-, puderiicalur com um peso esmagador nos
deslinos da Eiropa. Assim. a Inglaterra e a Frail-
ea se esorrarf m para apellar oslacos que as uoiam
a Auslaia. A15 de abril, eslas Ires potencias assig-
n.ii.un um irit.uin para ir velar sobre a execucAo do
tratado de Pars. Este aclo de urna importancia
extrema fora celebrado em segredo enlre as parles,
e a iliplomaca a leve coiibecimenlo delle em con-
-'incuria da milicia que deram a este respeilo ao
parlamento iiglez lord Clarendon e lord Palmers-
ton. Ningurui dovida, no mundo polilico, de que
esta publictdale lenha sido dada pelo gabinete de
Londres paraesfriai as relacoes entre a Russia e a
Franca, e estt alvo, se he real, foi coinpletau"'nle
olranradn. i gnv.-rnoiu-o naturalmente pi-,ni-
do de urna dt-r nlianra, que nAo era justificada,pe-
dio explicaras que esta j luage de salisfaze-lo. As-
sim, desde ete lempo, a posicao do conde Orlufl na
curte das Tulerias ha sido mu embaracada, apezar
das adularon ,le .Napolen,
A viacem i Pars do archiduque Fernando e oaco-
Ihimenlo. que recebeo do imperador he urna nova
prova da allinra intima que se eslabeleceu enlre a
Franca e Aastria. Ale falla-se seria.eiile de unta
enlrevisla qie teria lugar prximamente ; na fron-
leira. eolrepapolalo c Francisco Joi. Pela sua
parle, o ima>radur da Russia parecel ligarse caila
vez mais con a Prossia, e a sua viagem a Iterlin he
considerada como urna resposla ao tratado de 15 de
abril.
Este Ira ala qae c.iusou lao grande espanto no
mundo pu tico, parece a muila gente um prulesto
contra as itencoes que se allriliuiama NapoleAo III
ea Ioglati ra.de promover revolucAo ua Italia.
Com efleil i semelbanle tratado nAo pude ser con-
cluido sen garantir a Austria as suas possessOes na
Italia. I' oulro lado, os inslinclos revoluciona-
rios eos esmpromissos secretos de NapoleAo o im-
petlem pah dianle. Nunca a qoeslAo italiana te
ai-huii lao miliar.irada rumo buje. Us homens po-
lticos se rtvolvem neste labvriotho, procurando um
fio que os tirija ; mas o Ariano das Tuileriaf pare-
ce fazer un jogo desle cabui-cega dos diplmalas.
Os esclaretimentos que se dAo a esle respeito sAo
mais contradictorios'uns do que os oolros, e lodas as
opinies ah enconlram o que as i-liar.i.
Ultimaneiue a gra duqueza de Bade, lia de l.uiz
Napoleo.e que le u sobre o sobrinbo lana intlueti-
na qu.ii se pode ler, assustada pelos boatos que
corran acerca dos seus projeclos oe revolucionar a
llalia, eniiou nina pessoa a corle das Tuilerias para
pedir verbalmenle ao imperador ex'plicaroes a esle
respeito adissusdi-lo de urna tentativa lao perigosa.
A pessoa vollou logo com a segurain;a formal de que
estes dalo- cram falsos, e que nAo havia iuletirao
alguma lie tocar nn Italia e sobro ludo no papa. De-
pois desta resposla. parece que a grAa duqueza se
acha completa mente tranquilla,
Ao ineimo tempo. o conde Aresn. refugalo Lom-
bardo, actual senador pieinonte/.auligo com|iatihei-
ro de evilio de l.uiz .Napoleo, que^coiiscrvou para
elle umi amisade e nina conanei raras, o conde
Aresu esrrt-veu ao seu ao.go una carta confiden-
cial, em que Ihe peigunlava-e linha abandonado a
cauta dallaba, etc. Possa certificarIhe que Na-
poleAo er.carrcgou o llr. Coiihoan de Iraiupiilisar n
sen amito cominum. e que os Italianos deviam -
pemr. Verdade he quo agentes trncelos e inste-
/es perc< irem a Haba |iara preptjar os espritus
para urna revolueAo. Nos planos que estes agentes
secretes prestam a Franca e a Inglaterra, a llalia
s-ria dividida em dous reino-,a Italia meridional e a
'talla seplenlriniial. O lillm do prinripe -Inr.il sc-
fia re da llalia meridional com Roma e aples, e
Vctor Enimaiiiiel ral da Italia septentrional. O
Piemonte, que se tinge por ue parte, depois do Ira-
lado de I", de abril, quiz saber se estos agente, se-
rrehe.erara aulorisados pelos governos de Fraila e
de Inglaterra. O ministro da Sardenha em Paris
pedm, a esle respeilo, explicaces ao conde Waraxtaki
mas este res|>oudeii de urna maneira evasiva.
Mas se os planos que se presta a Franca e a In-
glaterra na Italia sAo reaes, o que se pretende fazer
do papal Dilia Mr. de Cavour, ao deixar Paris,
que emqnauto o papa estivesse em Roma ou na lla-
lla, seria impossivel estabelerer-se a nuidade ita-
liana. No mez passado o nuncio do papa encon-
trn em Bruxellas o cundo de Moutalembert, e fal
lou-lbe com bastante calor arerca dos projeclos que
se api il.i,.un a NapoleAo e a lord Palmerston. a Se
ap.irlarem com nosco, diz elle, o papa ainda se re-
fugir outra vez em Gaela, e deixara que a Franca,
a Inglaterra e a Austria se arranjem cuino poderem
na llalia. o Com ludo, depois desla converacAo, o
nunciu do papa parece estar mais tranquillo. A
semana passada, antes de deixar Paris para ir ao en-
contr do cardeal legado, elle tve urna conferencia
com o conde Walewski, e sabio chela de cooQanca
naa dispusiees calholicas do governo de Napo-
leAo III.
Como v, be mili dilllcil distinguir a verdade no
meio desle ddalo de faclos e de deelaraces con-
tradictorias. O que ha melbor a fazer be aguardar
os acontecimenlns.
O imperador e os ministros se preoecupam niuitn
potico com a differeuca occorrda enlre a Ingla-
terra e os Eslados-L'nidos, que toda a altencAo se
ache absorvida pelas inundaees e pelos preparati-
vos do haptismu. quer porque uAn se alllijam ,1c ver
a Inglaterra desviada das questes curupeas, em
consequencia desta dilTerenca com a America do
Norte. N'uma palavra, em Londres assim como em
Pars ninguem er na possibilidade de urna guerra
entre a Inglaterra e os Estados-Unidos, guerra que
seria prejudicial aos inleresses dos dous paze<.
Mas. o urgulbo trauslorua militas vezes a cabeca as
naces, assim como aos indiviiltios.e Inglezese Ame-
ricanos do Norte sAo de alguma surle accommeltidos
desie percadu original.
O mez passado, houve no castello de Angerville,
residencia de llerryer, o celebre orador legilimisla,
urna reuniAo intima onde se encootrnram Thiers,
Monlalrnibert, F'alloux, Miguel, Vilel, Kerdiel,
Courcelle c Dupaulonp. Durante os Ires dias que
eslas personageiis passaram juntas, a poltica, como
deve presumir, por mais de urna vez, fui Irazida
a lerreiro. Montalemhert exprobou a Thiers o pre-
facio do 12. volume da o Hisluria do Imperio, o
prefacio bstanle lisongeiro para o rgimen actual :
pela sua parte, Thiers exprobrou a Montalemhert o
ler ocr.usionarto o golpe de eslado de 2 de dezembro
e de o ler apoiado. Mas eslas recriminac'ies foram
amigareis, e ludo se passou as formas mais parla-
mentares. 'Como sempre, Thiers ha sido de urna
facundia inexgolavel. Disse : detesto o suflragio
universal, porque he o direito divino do despotis-
mo, o Discuti os inconvenientes e as vanlagensda
innn en-a, e a conclu'Ao fui em favor da liherdade.
N'um governo, como o que temos, disse elle em
que o$ ladrdes tem o direilo de se fazer passar por
homens de bem, prefin tima inslituicAu que permu-
te aos homens de bem defender-se coulra os
ladroes.
Thiers nAo he partidario da fusAo, e a sua opiniAo
be que convem esperar os ac.ontecimcnlos antes de
lomar parte nelles.
O emule Orloff deixou Paris semana passada.
Depois da revelacao do tratado de 15 de abril, o seu
comportamenlo na corte de NapoleAo, linda mudado
como por encanto. Elle que era visto ein todas as
rerepces oflicias e as reunios intimas, sempre
risonho e Diligente, affeclava, depois desle tratado,
permanecer completamente apartado. Esle repen-
tino eclipse iDsle astro dat salees ofliciaes. Urina sido
explic.do por urna oplitalmia aguda. Todo o coipo
diplomtico fora, segundo o uso, visitar u archidu-
que da Austria e ao principe da Suecia, inslarlados
era S. Clond ; o conde Orloft fot 0 unirn que jitlgon
dever BAoler-se ; mas NapoleAo__saiiiii^ o uiouvo
i ue lado isto. o eis como procereu. Poiicdsr TTf!
I tes ua sua partida, O conde Orloff foi couvidhdoa
ir aS. Clond, n'uma maiihAa as 10 horas. He iu-
i trodnzido nu -alao pelo camarista de servico, e lica
espantado de enconlrar l o archiduque da Austria e
o principada Suecia. No momento em que se iu-
cluiava para cuniprimenla-los, sent baterem-llte so
bre o hombro ; volla-se repentinamente : era o m-
I perador a quem tinham ido previnir, e que Ihe dis-
se : estuu encantado de o ver, meu choro ronde...
mas, pens que lalvez anda nAu fosse apresentado a
sua alteza imperial e real, encarrego-me disto ; e
immediatameiile a .ipr.--i-iitnr.il leve lugar. De-
pois o imperador acrescenla : ja que esta aqui, al-
in.o;ar.i com nosco. O conde Orlofl emharacado nAo
pode recusar, e o collocam a mes, a direila do ar-
chiduque. Apezar da sua gravidade habitual, ape-
zar das adulaces de que Toi objeclo, o pobre conde
esleve inuilo tucoinmodado durante todo o almocn
e ai'nla nAo se exnhcou o arlo dn imperador.
A (7 de maio, houve campu de Marle. urna re-
vista em honra do archiduque da Austria e do prin-
cipe Osear da Suecia ; mas Toi multo menos nume-
rosa e nimio menos brilhante du que as revistas
dadas a rainha Victoria e cl-rei do Piemunle. As
arma< especiaos de Paris as escolas de S. Cjro e Po-
Ivtechmca nAo figuravam nesla solemuidade mili-
tar. A imperalriz segua em carroagem descober-
la. Na vespera se liavia aflixado nos .quarleis a se-
guinle ordem do da.
c As tropas receberAo o imperador com o cuthu-
-i.i-mo ordinario. Carta toldado lera duas racoes de
i v iiilin, urna pela maiihAa e outra a uoite.
Os soldados obJeceram a senta e bradaram : vi-
va o impera lor rom pulnies agradecidus.
Segundo o seu coslume, o priocipe NapoleAo che-
gnu no fim da revista. Depois do nascimenlo do
principe imperial, vive mais solado do que nunca da
corte, constituiudo a sua sociedade intima cuin.lanli-
gos republicanos e refugiados Habanos e polacos.
Nao se acanha em declarar peranleos seus amigo.,
que nAo er naduracAo do rgimen imperial, e assim
vai lomando precauees, recelando a eventualidade
de urna calaslropbe.
Ha poneos dias, cbamou o seu intendente c
Ihe dise : quero reformar a minha casa e fazer eco-
nomas. NAo desejo imitar a meu p.u nema meu
primo que se hAii do retirar sem um sold. O im-
perador NapoleAo deixou 300 milhoes as suas ade-
gas; l.uiz Napoleo deiiara 300 milhOes de di-
vidas.
O rerlo be quena eslrada em qne vai, ein breve
Luiz Napoleo justificara' as previses do primo. Os
preparativos do baptismo do priucipc imperial, Ava-
do para II deste mez, se eslAo executaudu cum pro-
porees gigantescas. O Estado a cidade de Paris
e a lisia civil,ludo concurre para esla festa. As c-
maras volaram um crdito de 100,000, fr. somenle
para a decoracAo de Nolre- Dame; as despezas da ci-
dade de Paris, para u jautar c o baile que ella oda-
rece ao imperador, o fogo de artificio, etc., se ele-
varn a mais de um milhAo e duzeutos mil francos ;
o que a lista civil despender com libres, dadivas
e galas he espantoso. Dizia honlem a coudessa Bac-
ciochi, que o imperador devia dar as Tuilerias
um jamar de 300 lalheres, que cuslana 1:500,01X1
francos.
Entretanto, aguardamos o dia I i de junliu, para
en',i i runt ii -Un- circuinslanciadatnenle o que se
p-sar.
LISBOA
13 de juubo.
Prosigo boje a minha de 10 do correnle que en-
viei pelo Cdiz, que sabio daqui a II. Nella ve-
rieis como se passou a crise ministerial, e quaes os
caracteres que compem o novo gabinete, e qual
o seu programma governamenldl. Era-n estas as
noticias que deviam eccupar o primeiro lugar por
i serem as mais palpitantes. Kutrelanto, como des-
| de 24 de maio ainda nao Uve nutra occasiAo de vos
escrever, facimos um relrospecto do que lem ocror-
rido que mais possa inlerettar aos vossos leilores
pnrlugoezes ah residentes, e nao menos aos brasi-
leiros.
No dia l entraram a barra vindos dos pnrlos do
Brasil, os vapores Tamar e I). Pedro II. Muila
salisfacAo causou aqui o saber-se que o cholcra-
morbus vai por l em completa retirada. Aqat ma-
nifetlon-tc ainda com pequena intoosidade no con-
selho de Obidos, dislriclo de Lelria.
Em Li-boa, lornou a atear-se no hospital de S.
Jos, proveuiente, diz-se, e nan he si om jornal qoe
o diz, de um fornecimenlo de pAo feilo de familia.
aytriadas dos depsitos dn negociante .1. M. Bugenio
d'Almeid.i. Cestn a cai.-a. dimiuuio o rl^eilo. Al
imprensa para ludo he i-tlicaz.
Nn me/, de abril htvlain-se alli tratado jx chote-
neo- : IAo |......us ataque- n'uma cida le lAu popu-
losa rumo Lisboa, au-ao para assustar. porlendor- I
gor.-ainenle.il/er-sequ- nao lia cholera, (I lempo
esta magnifico na capital e leus tuburbiot. N io !
acontece nntrn lauto as provincias. Eis o que di-!
tem de Vainica:
o Estamos i ni juubo e paren- acbarno-nos em !
rigoroso invern. Sup|n"ie-se que llavera, grande
falla de senleios.
\ batata perdea-sc em grande parle naquelle |
coiiselbn, onde j.. se cultiva em grande escala.
.. 0 fro e a nev lem estragado o vinhedu de mo- I
dn que a eolbeila ser diininulissima.
Do dislriclo d".veiro as noticias agrcolas s3o boas, I
aules assim. as saMoai deienvolveram-se de novo I
ot Irabalbos. A exporlacao do sal vellio conliuua e, naes ou eslrangeiros, na forma declarada no mesmu
i est pelo proco de i.-jn-1 rs. o moi
Em-Santa Comhadao deseuvolvcu-se ultimamen
le urna doenca as ovelhas, que as mata n'um ins-
! tanle ; n'alguns rebanhos ja baviam morrdo mais
( de :tl> e lanas calieras m menos de 1 dias. O oi-
dium vai appareceudo de novo cm Viseu e dizem
que uAo coutenle com destruir as vinhas, vai diti-
maudo as macieiras.
Paraca ja ler-vos informado de que passou na
cmara dos mires o projeclo de lei ampliando aleja-
ndro de 18aw o prazo para a imporlarAo no reino,
de trigos e oulros cereaes eslrangeiros."
Entretanto o governador civil de Badajoz probibie
a exlraccao de trigos para Portugal. O anno prn-
decrelo.
Foi tambera confirmado o decreto de 3 de ontu-
bro do mesmo anuo, peln qual foi approvado o em-
prestmo de 12 conlos de res ao cofre da provincia
do Cabo-Verde, para difTereotes obras na mesma pro-
vincia.
Fui approvado na gpneralidade e na especialid.de
sem discussao o projeclo de lei, apresentado pelo go-
verno transad, para ser autorsada a creacao de
um novo estabelecimento bancal na cidtde do Por-
lo. com a denominarn deBanco .Mercantil Por-
luense,para nAo se confundir rom o litlo do__
Banco Commerria! dn Porto,destinado a descon-
los, emprcslimos sobre peohores, bvnolhects de
melle pouro, a autoris-cAo para a livte imporlacao den- de raiz.e a seguros de vidas e annuidades O
esla a acabar, seo novo ministerio se nAo habilitar | capital devera ser de 9 rail cont de ris estra
ou com a proposla de seus a nlecessorcs.ou cum urna : formado de 1,500 cintos de rrt em aceites de 20115
faculdade arbitraria, gravesemhararos lemdevcr-se | cada urna, e mais .MI" cont de ris em apoltres
i de luturo. '
A prrposla delei que o ministerio transacto apre-
I senlou as corles sobre cereaes levantou mullos cen-
! los de assignattiras cunlra ella ; com tudo nm voto,
I ou antes minios votos que fazem pe*o r.a questAo,
veio exprimir a representaran que nestes ltimos das
a associacAo commercial de Lisboa dirigi a cmara
dosdepulados a favor daquelle projeclo. Apezar do
I espirito hostil dos agricultores, parece que lera He
' couverler-se n'um faci positivo a livre imporlarAo
de cereaes.
JAexposIcao de gados leita em Coimhra o mez pas-
sado, esleve muilo rc-ncorrida.
Formou-se na tilia da Madura una companhia de
Jlorlicultura e Bolanira, dirigida pelo Sr. Ricardo
C. Smilh, da cidade do Porto. Ojardineiro da com-
panhia he II. Mac-lnlosb, lilho e discipulu du direc-
tur dos jardins e estufas do re dos Belgas.
No paquete uBretagnc, de Franca veio Mr. Sala,
interesado na empreza do camiuho de ferro de
Cintra.
Foi approvado na generalidade e na especialidade
al ao ultimo artigo, na cmara dos deputados, o
projeclo de lei, pelo qual be o governo autorisado a
cedir ao conde Clarange l.ucnttea propriedade per-
petua e alloili.il d'uma superficie de 18,200 metros
quadrados na praia de l'edrouro-, afim de ser. alli
construido custa do mesmo emprezario, um esta-
belecimenlo de h indo, do mar com escolas de nala-
cilo e gymnaslica ; licando sojeilo aquelle eslabele-
ciinento as contribuiro-s geraes do paiz.
As minas descoberlas, mas que ainda nAo foram
exploradas no dislriclo do Porto, sAo as segrales :
tima de sabAo mineral na freguezia do S. Verissimo,
conselho de Amarante, urna de cliumbu na fregue-
zia de liandra, oulra de cobre pinluso na mesma
freguezia, outra de graphite na Ireguezia .le Duas
Igrejas e outra de chumbo na freguezia de Gandra,
senuo eslas no conseltiodc Pauedes, urna de ferro na
freguezia de Lanudos, e outra de antimonio na mes-
ma freguezia, ambas no ron.selho da Povoa de Var-
zine.
O Governador civil do Porto, bario de Vallado fez
distribuir pelos deputaJososeu relalorio junta ge-
ral do districlo.
He um Irabal'io nutavel que bem moslra a con-
viccao profunda dos extensos deveres do Tuncciona-
rio do eslado, que lem grande alcance moral e bas-
tante interesse econmico, e he tracadodobaixo d'um
plano muilo luminoso.
A imprensa lem Ihe teetdo os merecidos elo-
gios.
O governo approvou os projeclos c urramenlos en-
viados ao ministerio respectivo pelos nireelores das
plices,
com o juro de i por ceuto *> anno, sobre capital
idntico ao das acces.
O Banco ser isento do pagamento de dcimas,
maneios. ou qualquer impusln industrial, por vinle
annos a contar do I de Janeiro de 1856. I leven n
mesmo -estabelecimento rcraetter ao governo no lim
de cada mez o resumo do seu activo e ptssivo, com a
detignacao das especies de moeda existentes no Ban-
co, e da imponancia das leltrat aeceilas e dos che-
ques passados t visla ou a prazo, c no principio de
cada anno remetlei ao governo urna conta resumida
das operaics feiasuo anno anterior, oque ludo sera
publicado na folha ollicial.
O Banco Merranlil Porluensa s peder funecio-
uar depois de ler dado entrada em tuas caitas em
dinheiro a quarla parle du capital social. A eniis-ao
ser recolada nos estalotos, podendo ser pago em
prestacOet ou em lellrs a ordem do Banco. As ac-
ees s po lerAo ser entregues depois de paga em di-
nheiro a sua importancia nominal. A primeira mis-
sAo, para se julgar conslitoido o Banco, ser pete
menos de melade do capital social, para ser pago
dentro de om annu cuntido da approvacAo ofiicial
dos i -ttulos.
As acc&es, apolicts,- fondos, lucros ou depsitos a
quaesquer valores ligados ao Raneo, pertenceutes a
eslrangeiros, serao inviolaveis em quaesquer casos,
ainda mesmo de guerra com as soas reipecliva
ntcoes.
O- c.ipit.irs associados sobre regras fitas sAo
principal molor e sustentculo do crdito, pela con-
lianca que inspirara e garanta qoe oflereeem, e por-
que pre expertilo e a lava mais barata. Iirandes vantageat
publicas, por tanto resultaran da crearn do novo
Banco.
Tm sido muilo visitadi a obra dn ronde I.acoll,
isto be a Ciulrinha. novo bairroe casara para ala-
gar, e om grande hotel, maior que o de Braganra
na capital, que ja estt levantado, iodo a clifiracao
em accelerado andamento, pot Irabalham diaria-
mente n'ella 300 operarios.
O director das obras publicas dos dslrictos do Por-
to, Braga e Vianna recebeu ordem do coverno. para
que sem demora, remella o ministerio dat obras
publicas os projeclos definitivos para a conslraccao
da estrada de Ponte de Lima e dot Arcos de Val
de Vez.
Foi apresentado na cmara dos depulados um pro-
jeclo do b.u.io d'Almeirim, regalando as sociedades
anonjinas de rredilo.
Fot confirmado o decreto de 27 de dezembro .le
54, pelo qual foram organisadas as alfandegas de
Bissau e Cacheo, endn ronfiemado lamhem
,!,./ i......."':.. ',. """"" H'ssau e i_arlieo, endn confirmado lamhem o de-
ltnPlla'n',v,0, 'le L"""U"- ^Tr"e "<" *H^d,.^fXl^^T.ffefl!^Xr!f,,, l'rla'> He deven, pacar-se as ,m alfan-
entrarla de l.oimhra ao Porto, ordenando que .as decas.
ibras sejain, desde j. postal a concurso publico, e
devenid, jicar com luidos os trabalhos al ao lim dt
isvtTl'url'pVfrTtmr.. -/ *
Traballiaram diariaineulc na eslrada do Porto a
Amarante, na semana linda cm 21 da maio, 2,107
operarios; pagiram-se 8.121 jornaes. O cnipedra-
meiit" -iihin a 27.71S inetins. Na de Villa >ova de
l'amalicao a Vianna do Castello traballiaram diaria-
mente na mesma semana I,'.liu operarios ; p.iga-
ram-se li,23!l jirnaes; subi o einprdraincnlu a
21,151 metro
A cmara mnnieinal de Ijiimbra fo, .niln ada a
contrahir mu empreslimo ate a quaulia I* alo roe.
los de res para obras de ulihdade publica.
Ni dia l:> do correnle terAn laneados au mar
brigue de guerra Pedro \iwe construidos iillimamenle M arsenal da marinha.
Foram norneadus para irem esludar por conta do
estado, obras publicas nos paizes eslrangeiros. n% Sts.
Joao Evangelista de Abr-u, Jos Joaquim de Castro
e Pedro de Alcntara uraes Fcntoura.
O chefe da agencia liuancial. em Londres, i,ui-
nruiee^a, \ i ?T" "' Re"ral",i",c u"1 Inerme Candido Xavier de Brilu foi agraciado com a
projeclo de le aulorisaudo u governo para era con- caria de conselho.
seibo de ministros decretar que sejtm appbcados
para cemilerios pblicos e para escolas municipaes
aquelles terrenos, edificios nu propriedades uaciu-
uaes que forem de insignificante valor, podendo
vende-los eu truca-Ios quandu assim fur mais con-
veniente aos usos para que elles forem desu-
ados.
tsla antio i-arao desejnharaca o corpo legislativo
de coiicessues repelidas, e da ao governo uina cerla
lalilude para prover sem delunsas de escolas e ce-
milerios, nu que muilo ha que fazer.
Abrio-se eiq Liibua a matricula para a primeira
escola daAssociacAo Promotora da F.diirarao po-
pular.He para o sexo fennnino, e he etUbeleClda
na ra direila de Santa Isabel. O ntelliodo de en-i-
uo ser o mothodo Castilho, reconheci-lo como elli-
caz, apezar da ina vonlade cora qoe grande parle do
tnligo magisterio primario ainda o recebe. Todas as
cousas nuvas sofTremoseu noviciado mais ou menos
longo e arduo. Oesapaifonadamenle, confessam
pessoas das mais sensatas, que fi um grande passo
que o seu benemrito autor fez dar in-lrucrao e
educacu pupular.
Falla-se do eslabelecimenlo de unta nova linha
de vapores de (ladiz a Nautes, cum escala por Vigo e
Lisboa.
As vanlagens que ofTcrece a empreza fazem au-
gurar-Uta bom extlo.
Achara-se em constrocc,Au no eslalleiro da praia
da villa de S. Marlinho urna barca, umpalacdo.uma
escuna, um lugre e dous palhabotM ; dos seus pro-
prielarios, um he da liba de S. Miguel e os mais
sAo de Lisboa.
Lancon-te aqui ao maro novo brigue "Rio Ave,
propriedade do negociante da ilha de S. Thom, Ma-
uoel da Costa l'edreira.
A operacAo correu bem, lenilo sido previameu-
ie baplittdo o navio que dizem eslar perfeila-
meulei conslruilo; be obra do cuii-lructor uaval
Shisley.
Eniruu oiiyliseuss,io na cmara a proposla do mi-
nistro da marinha para se despender al a quaulia
le N: lli'l-iMO r.s para a compra e eslabelecimenlo
de imita boias de ferro, que iudiquein aus navegan-
tes os baixos e rochados da barra de Lisboa. O de-
pulado Carlos Bctilo propoz o addilamenlo, para que
do imposto cobrado para as obras da barra do Porto
seja desde ja destinada a somma conveniente para a
coltocacAo das necessarias hoias na roesma barra e rio,
foi appruvadu cum o addilamenlo.
Conslou aqu que a calera porlugueza Adaraas-
lor, em viagem do Rio de Janeiro para oa, na
altura das ilhas Mauricias apandara um tufAo que
Ihe levou o panno, parle da mastrearao e o painel
da popa ; que pude a muito custo e depois de inn-
meros trabalhos, reparar as maiores avarias, c che-
gar ao porlo do seu destino onde se acha concer-
tando.
A barca Resolucao 'porlugoera) que navegava
de Macau para a llavana, sossubrou, perdendo-se
.150passageiroi e 15 pessoas da tripularan, salvan-
do-se da equipage'ra so o capilAo e tres mari-
nheiros.
Os pa>sageiros eram lodos Chins.
I.hegaram de Paris o director do instituto indus-
trial Jos Victorino Damasio e M. Marie, engenhei-
ro francez, que vem lomar a direccao dos Iralialboi
do abastecimenlo das aguas.
Comscou a fi-nccionar o lelegrapho eleclrlco en-
lre Lisboa e Blvas.
Fixun-se o cabo submarino do lelegrapho eleclriro
em \ illa Franca de Xera, e na margem opposla do
rio, com a maior faciiidade. tMatlindD a este traba-
Iho enlre varios entendidos Mr. Ilraguel, e o actual
director geral dos lelegraphos.
Kealisoue a viagem experimental do vapor Ve-
suvio, cujo casco, machiuas, caldeiras e apparelho
oraio concertados e xeculadas em Lisboa na fabri-
ca Pcelers, parti da Amarrarlo ale t.a-raes deitando
9 milhas por hora; vollou navegando al ao Barrei-
re e depois sabio de novoparaa AmarracAo. He urna
bella arqui'ic-lo para a empreza pnrluense de nave-
garJo p,-.,r vapor, cojos representantes em Lisboa sao
os Srs. Caambica & oncalvcs.
Foram inulilisadas perante a junta do crdito pu-
blico, com as formalidades do estylo, notas do Ran-
eo ile Lisboa, no valo. de nove Conloa de ris, Tu-.ni-
do agora exislindo I17:88!r>200 r-, das mesmai
nota-,
A alfandega gran.le.de li-lioa rondeu no met
de ntaiu 227M'-7:!7 rs., a alfandega mnnicipM
i;i:S'in->l57 r.,ea alfandega do Porte I'.5::litiNil!l.
Na administrarAo central dn rorreio de Lisboa en-
Iriram durante o mesmo me/ I7S.7S cartas sella-
das, I :.I77 jornaes sellados. 7.771 carias nAo sel-
ladas, 39,229 jornaes nao sellados, 1'.l,8nG ollicios e
.ili cartas registradas.
Fui confirme lo o decreto de 1S de dezembro de
I85v, pelo qual fui regulada a venda das rocas du
lado da provincia de S. Thom e Principe. Foi
Conferio S. M. ao principe Tschernisokan, ajudan-
le de campo general dn imperador da Russia. a grao-
ernz da ordem militar de S. Rento d'Avit .' Foi
agradado coro a mesma ordem militar o brgadeiro
Coureiro, acloal governadur militar e civil da Ma-
ileira. Ao conde Deinitrx Neatelrod foi conferida a
grAo-cruz de Chrislo. ao embaitador da Russia em
Portugal, af. JoAo d'OzerorTa grAo-crut da Coucri-
cAo, e ao embaitador de aples e igual condecora-
CAo.Verilicou-se o matrimonio da Sr*. t. Adelai
de lerreiracomo Sr. I). Francisco de Almeidu.
I-orara padrmhos os Sr?. I). Joao de Almeida a dn-
que de > il I anda.
O embaitador inglez n'esla corle den um explen-
dido banquete para solcmnisar a universario natali-
cio da lamba Victoria. Assistiram os membros dn
governo e lodo o corpo diplomtico.Nu paco da
Necesidades deu el-rei D. Pedro V um magnifico
banquete ao ministro de Inglaterra para selemnrsai
umesmo unmversario. Assistio todo o corpo diplnma-
lico e os meinbrot do ministerio.
Fez-se com as snlemnidadet do costme a procis-
saode Corpus Chrisli. O Sr. Podro V nao toi
tu cortejo porque eslava tnrnmmodado de saude.
Foram em lugar de S. M. os Srs. lofaotea t. I.aii
e I). JoAo. A roocurrencia as ras do transito foi
ola veintn te extraordinaria. Fez-se tamben a pto-
cissao do Corpo de Deo<, que cosluma sabir do con-
vento de Jess ; levava cinco bandas de msica e
18 andores ; a concurrencia ainda foi maior q" a
primeira deslas duas procissoes.
O Sr. Luiz l.uillinan foi exonerado do logar de
adido a legacAo de Portugal em Paris ; o bario de
Santa Ouilena foi Iran-ferido de represntente da
Portugal na corle de Vienna para igual na corte de
Berln, licando lambem acreditado no me-smo car-
go, junio de S. A. o duque reinante de Saxe-tai-
bourg(mida. Foi transferido de Berln para VM
enna o barAo de Roboredo, e exonerado o bario de
Moncorvo rio lugar de primeiro addido lagarto
porlugueza no Rio de Janeiro. O barAo de Moncor-
vo fui agraciado com o titulo de conde da Turre.
Fui transferido da legarlo de Madrid para aquella
lugar o Sr, JoAo de Souza Lobo. Foi nomeado D.
Antonio Manoel de I.encastre Saldanha primeiro
addido legacAo de Madrid ; foram lambem nomee-
dos diversos cnsules.
O cnsul da Sardenha, Sr. Joaqnim de Almeida,
chefe da respeilavel tasa commercial Jos de Al-
meida .\ I litios, em Sinsapora, desposou-se n'esla
capital cora a Sr.a |i. Isidora Engracia Cotter, lilha
nica de Guilherme Cotter.
Ha dias leve lugir em Alcntara um incendio
que consummio a casa d'um fogueleiro. Apenas el-
rci D. Pedro leve nolieia do -ini-tro, loso correu a*
sitio do incendio acompanhado por S. A. A. os Srt.
infaoles D. Luit e D. JuAo e mandou dar 20 libras
ao fogueleiro, que era o importe da pona que ac -
bava de soffrer, mandou lambem dar i a um cu-
lellciro, que leve prejuizo n'aquelle fogo, qoe de
cerlo ninguem encommeodara aa seu visinho fogue-
leiro. Por estes c outros artos de pbilantropia. o jo-
ven rei, vai can ha mo cada vez mais svmpalhias do
povo.
No brigue Caigo, entrado da Madeira, vjeran
as baGagens do bngadeiro Passos, e no vapor D. Pe-
aro II rhegou o benemrito ofiicial a Lisbtia. Cor-
rem rerlo- rumores de que ser chamado a (azar
parte da actual administracAo. Mas ignoro o alean-
ce que poiler ler esla noticia.
Na ultima lateral da Misericordia, cujo premio
grande era de 30 conlos de res, sabio esle a um ne-
cocianle de trieos. Ollereceu um cooto de rit a
Nossa Senbora da Arrabida, qoe se venera no con-
venio da Esperanra, crom coja imagemtc faz o r\-
rio chamado da Arrabida.
Concedeu o goveroo belga a deroissao qoe Iba pe-
dir o vce-cou
    ra. Roberto leal ; fot numeado para o substituir M.
    Weltk.
    A polica da cidade do Porto anda activistima ua
    busca dos fabricantes de olas falsas. Apprehende-
    ram se ltimamente varias machinas e apparelhos
    proprios para aquella faudulenta falirtcacAo, em casa
    do serralheiro Jo-a: iranriseu, em Villa Nova de
    Caa.
    'arere-me haver dito que o astas....., do ronse-
    llieiro Bayard, Aodr lurne-, foicondemnadna pe-
    uliima pelo Iribiinal de primeira instancia. Ha
    lodas as probabilidades qoe Ihe nAo sera rommutada
    a pona polo poder inodei.uloi.
    Na Ihesuinaria do mini-ler o da'fazenda coromet-
    len se, havnaoilo rtias, nina tentativa de rnubn, qoe
    labio raallograda. Ilaviam dado entrad., uaauella
    repartirau su conlos de res para occorrer aos paga-
    mentos. Felizmente o pagador linha Guardad., aquel-
    la quaulia na rasa forte. Os ladros foram a< cofre,
    e so encontraran! IfialK! rs. em cobre, que ti.i a
    quizeram dar ao inrominoiln de loar. A |wrla
    MUTILADO
    \
    eaiann u. provincia ,le >. Ihotne < Prinripe. F, Ihesouraria achou-se coilad;.....la parle inferior, mas
    iGualmenin conl.rmadn ,, decreto de i de seteu.br nAo arrumbada, lg.or.-sa) a..-ho e con... Ve eilc-
    de 1K,,, pelo qual loram admill.dos a depnrlo as tnou a tentativa, e quem seja cr.roinoso ou ct.n..-
    allanclegas .las referidas tilias, turtos e quaesquer ..osos,
    arligos de commercio, procedentes de portes naciu-. Comeo* nanm o jur) nu tribunal dt oi-llora,

    ,



    OUR|0 DE PERMIBUCO QO'.NTA FlM 2 DE JUHO OE 1858
    (i celebro pmrc-sn de falsi.tnde dc leame nio, em
    que sao reo* J. S. Karrrto Hn.li.un pai e lilho, e
    Kredenro d'Aguiar l'unlevel. Terminou a acallo do
    julgamento, respondendo n jur\ a vinle qucsilo-, e
    jnlgando culpados o* reos PerriiuAo pai e Fredericn
    d'Aguiar, absiilvennn o acensado Perdigao lilho. A"
    visla d- decisAo rio jurx, ojo, Dr. Villana, con-
    ilemnou o primeiro reo a 5 anuos de degredo e o te-
    gundo a tres'para as cintas Knrnm julgadui o audiencia geral, na comarca
    de Turres-Vedra, ui ladiors que se achatara presos
    pelo roubo e ferunentn. feilos a Ainancio Buvlrago
    ile Trucifal, sendo condemnados a degredo.
    Diz o aDonirabrircuie que uo mez passado deram
    entraa nas eadeas de Coimbra, vnoos d'Argaml, 1(i
    dos malura fa.crinr.ras da Beira, perlencenles.il duas
    quadrilhus da Miries e Coja.
    Ilsvcra un auno a imprensa da Madeira noliciou
    n faci de ler sido dado de bordo du vapor inglez
    ieaser mu liro u'um subdito poiluguez, na ca-
    sillo em que se appruxiroar do mesmu vapor para
    vender algun-.as frutas e horlalnv-^
    Este successu fui altamente censurado, dando lu-
    gar a que as duas casas no parlamento fosse inler-
    pellado o ministro don neaocios eslranceiros. alrtn de
    que se eiigisse. urna satisfcelo do guveruu brilnincu.
    As autoridades da lh, informada do caso, re-
    presenlarain no cuusu! e ao eoinmandaate do vapor,
    reclamaudo uioa desalfronla. 1) comiuandunle res-
    pondeu, que era ohrigado a sabir imineriiatainenle,
    porque im n exiga a eominissAo de que eslava en-
    carregado, porm que tratara de iuformar-se dn ca-
    s*>, dando i'outa ao seu governo do resultado. A au-
    loridadu parlicipou ao guveruu u succedido, e este,
    por via do nussu embaixsdor em Londres, reclamou
    urna satisfacau e iodetnnisacu para o ferido.
    O goveruo inglez, devidameute iuforiuadu, man-
    dou lecolher a Inglaterra o oflicia), pois lora um of-
    licial que dra o liru, naturalmente pasiando-o a
    una especie de disponibilidade. i esle modu esla-
    va dada a satisfago. Descjaiido o nmmu inglez re-
    parar o mal que um subdito seu causara, de accor-
    do cuiu o porluguez, eulregon ; arbitrio do guTer-
    nador civil e militar do Funda], e au cnsul inglez
    ilaquella cidade, qual a indciniiisiirau que se devia
    dar a JoAo da Silva, que assim se chama o hoiuem
    que tai ferido. Conheceram os dous aibilros que o
    liomem Sean leso d'um braco, em consequencia do
    liro, e decidirn! que se Ule devia dar urna inriein-
    BiaafSe na importancia de OO libras ('JOOOOOO re.)
    Aaeioi foi commuoicado ao goveruo inglez o resul-
    tado da arbilragem. O pobre hornera ein breve re-
    ceben* cssa quanlia, e assim lerminou um negocio
    desagradatel, a que a imprensa deu lauto que fallar.
    O jornal de Londres, /aily-Aeus, loma fallar
    na visila da raiuha Victoria a l'orlugal, dizeudo que
    lera lugar no meiado do rorrenle mez.
    O bacharel Francisco Jos Apparicio Bej, da ci-
    dade rie Caslello Branco, remellen c fez'publicar
    nos peridicos a publica-fnna de um reqerimeii-
    to laucado na rat.ra-verde, que, como j Uve occa-
    sio de vos dizer, lie urna caixa que esla porta da
    Pijo das Necesidades, destinada a receber repre-
    setitaroes de qualqoer natureza, meuos as que recla-
    mam soccorros a caridade de el-rei, mas sobreludo
    as relativas a abusos de anloridade.
    Queiiavn se, pois, na mencionada petir.m de que
    o governador civil daquelle districlo, Joaquim Xa-
    vier Piulo da Silva, abusando da sui psito oflicial,
    ero pregando meius de idggeaiao e enredos impro-
    prios do carcter oe magistrado, conseguir depn-i-
    lar a lillia dosupplicanle n'uma casa eslranba, fim
    de casar com ella, leudo requerido do compleme
    juiz o supjrirnenlo do conseiilimenlo paterno.
    Alais um esf5S)Jo A pubiicidade restes casos be o
    prior. \ .
    O jornal de Lisboa, o Proyresso, suspendru ha
    quinze dias a sua pnblicar.30, luppe-se que poi fal-
    ta de receita.
    Pagioo na cmara alta, nao sem longa discussao,
    o prujeclo de le exlinguiuln o castigo das varada,
    com um ariditameiilo do conde de Thomar, para que
    a excmplo do continente e ilhas adjaceutes, leja ex-
    tinclo o castillo as provincias ultramarinas, aulo-
    risaudo-se o guverno para confecciouar para all um
    regulamenlo disciplinar, como o fez para o cuuli-
    nente. A approvarao esta lei he superior a lodo o
    elogio.
    I)iz-se que o partido rcalula est dicutndo que
    allitude dte lomar uas prolimas eliires, tendo si-
    do consultados sobre esle assumplo os homens man
    conspicuos desse mesmo partido. Os pontos a deci-
    dir parece que sao : te ojiarlido realista deve en-
    trar as prximas eleires, se deve fazer-sc repre-
    sentar na cmara por homens seus, ou se deve dar
    os seus votos aos candidatos da oppoiifB.
    O reqoerimeiilo dos religiosoa, assignado na
    reunio de j de maio, fui apresentado na cmara
    ilos pares pelo \isconde de Balsnin. Diz a KarSo
    'I'"- Hie parece que a CommissAo de pl(OU da
    mesilla cmara nao indelerira. Veremos. Enlrelan-
    lo ni eggressos, signatarios da petirao para provareiu
    a i un-liluciiiiialidade do pedido, cilam oJ) i do art.
    63 da carta coiisliluciunal porlugueza, onde como
    d;spusir,:lo permanente se ada dispuslo que sao e
    cloid'.s de volar lias asseinbleas paruchiaes os re-
    ligiosos e quaesquer que vivam em commuiiidadc
    claustral, a
    Allegam os peticionarios como nades de ronve-
    nieuria do restabelccirrieii! das ordens religio>as
    cin Ponugal:
    I." Que sem a associacAo religiosa nio lie pos-
    >i\cl em Portugal resolver o altissimo problema
    da inslrucrao e iducacao publica, elevada como ella
    deve ser; o barala.como s a comporlam as farras do
    lliesouro.u
    d. Que, nem pelos mesmos motivos, o p-oble-
    n a das prises, porque sii o principio religioso pode
    ser base de um bom svstcma penilenciario.
    :i." Que, sem a associaco religiosa nao pode
    liaver em Portugal essas penitenciarias agrcolas
    que em uniros paizes refoimain os juvens crimi-
    nosos, n
    l." (Jue sem a mesma, o se nao resolver o pro-
    blema da beneficencia publica, i
    .">." Que a assucitao religiosa faeililaria inda o
    aperfeiroamenlo da uossa agricultura ; urna trapa
    em cana provincia, seriam os melhores e mais bara-
    tas quintas modelos e escolas ,rauca e thenric-s de
    agricultura.
    t>. Que uvudo porem avulla a uecessidade da as-
    sociasao religiosa he as colonias. Apreseulam
    :.lem disso os requereules esta ciicumstancia, como
    n nina bise solida para se obler (!) da Sania S a
    rniiscrvaco de lodo o nosso padroado rio Oliente.
    7.i Que ii o clero secular ser deficiente por mul-
    los riecenios, para o servido ordinario da igreja, o
    que os couveirlos supprimirao.
    Uepilo ;veremos que diz a commissao da cmara
    a Indas estas promessas. Infqnnar-vos-hei, que vale
    a pena.
    Tem-se feilo com lodaa tranquillidade o recrula-
    ninnlo a que anda se esl prucedendo; se em alguns
    povos teru-se orgamsado Iransitoriamenle una espe-
    cie de suciedades de seguro contra a farda, em que
    ladea enlrain com una ou duas libra, islo he, todus
    os manelius ou pas de manrehu* loscriptus para o
    recriitamenln ; tunda a surte, paga-se do monte a
    um substituto, o rcigalo d'aquelleque pelu acaso fui
    mandado para ns fileiras. He boa idea e digna de
    ser imilada.
    Cunlinuam os couselhos etlnclos pela ultima di-
    visto lerrilorial, a representar centra ella, pedind a
    sua reiiitri>racai> a catheguria de que gozavam desde
    lempos imiuenronaes e de que osapeou a nova lei.
    Aquelle trabalho he claio que precisa vultar a forja.
    Pue moila gente descontente.
    Parlio par.i Roma, diz um jornal que ccsluma
    andar sempre bem informado, n Sr, Josc de Vas-
    coucelluse Souza, minislro portusnez junio ao go-
    veruo ponliucio, sendo poitador do aecordo sobre a
    quetlau do padroado porluguez uo Oriente, entre o
    goveruo de Poitugal e o uuucio de Sua Sanlidadc
    i'in l.ishoa. Queira lieos que a concrdala fusse lat-
    a de modo, qu> uo percamos urna das pedras
    niai preciosas da cura porlugurza.
    O mez pas-ado, na cmara hereditaria, o ministro
    do reino il'enlao, o Sr. Fouseca JlagalhAes, em re-
    posla a explicaron que Ihe pcnaain os pares do
    reino, visconde de Ourem e cunde de Thomar. disse
    que linha esperaiiQa de n.slaajrssao. poder dar conta
    a ruinaras de que o assumplo do padroado da India
    se condujo rom diguidade. Ver-se-ha o que trans-
    pira de positivo.
    Continua do Porto em grande 6cala a emigraran
    para o Brasil. He una illusao, como qualquer oulra,
    mas larde chega o desengao.
    No dia -2~ do a---.lu e oo da 2!) desemharcaram
    u< restos murlees do capilao de mar e guerra, Pedro
    Alejandrino da Cuuha, que 'vieram de ilaco no
    brigue porluguez CoasMfa.a A ollicialidade da
    aunada, quereodo prestar au aeu benemrito cama-
    rada o ultimo trbulo, veio espera lo ao caes do de-
    sembarque, i'i'oude o acoinpanliiiu ale ao jazgo que
    Ihe eslava iisliuado no cemiteriij dos Prazeres.
    O Sr. Pedro Alejandrino era (im ci.ladAo digno
    de IiiiUs as honras.que tem sido felas a sna memo-
    r:a, pela probidade ruin que descinpenhuu HWeraei
    cargos publico.,, sobreludo como governador geral
    de Auuola, onde aquelles povos Ihe mandaran! eri-
    gir una eslalua de broma, que se arlni n'uiua das
    prinripacs pracas da cidade de S. Paulo de Leonila.
    Espcram-se na corveta ul). Judo I,o que sabio de
    Wacno, os restos inorlaes do governador Amaral, que
    foi iraicoeirameute aasaanado peles chins ha al-
    gn aiiims.
    O reslos mortaes do grande estadista de Porlusal,
    o iiiarquez de Pumlial, >Ao ser IVaabjdadoe para Lis-
    ban. Ilao entrada na capital m da lli do eorrenle,
    onde a cmara municipal, a aso.'iacao Conimeicial
    da Lisboa, depulaces le lodaa os curpos consliuii-
    itusu todus os eidadaoa sio convidados para irem es-
    pea-loo Arrojos, donde o acompanhanlo alaoja-
    zigode familia na restaurada igreja daa-Mercs. Iics-
    cie'er-vos-liei |te|n provinu |iaqoete esta uolavel
    Mlernnidade fnebre, para que se esliio fazeudo
    grandes pirpaialivos. Presara o conego FcrrAo.
    . sepiiHou-sc no liin do mez pascado o niarcchal de
    ' campo Fraocisco '.de Paula Qundro. Era um dos
    ',, .' o lda.li.. do .Miiidello c lui governador da lo/,
    no lempo no cerco do Poi.lp.
    n visconda de Jeromenha ja tem concluido e vai
    em breve dar au prcln a sua i'oiiipeiidioa ediccao
    da obra da CaOtdei. ti (licoo.de, n'uma carta que
    dirigiu a .Nafao.da esta noticia impuilanli-sima para
    . lituvalnra, iucluindo ausa caria o documento, pe-
    lo qual e evidencia que u imumrlal cantor da glo-
    rias patria, nao moitf ii em !1 re junho de l.)7!),uias
    yem 10 de junho de t.iHU. A obra do erudito vis-
    conde deve cerlamentu ter o in-iior acolliiinento de
    todos os cullore das bellas letlc-t.
    A sociedade das casas de Asilo da Infancia desva-
    lida de Lisboa, esla' Meado urna brilhanle funri-ao
    ro passeiii pubhio, que pruiripioii hunlein a'nono.
    (veper:i de Sanio Antonio r dura ate rinuiiiiso a'
    rnle. AsseDhnras lie que vemlem em pa\Tlnn
    os bilheles da rifas em benelicio das crenras; ha luz i Joan de S l.eilaii
    eleclrira, orcbeslra monstruosa, letearapho elctrico,
    as avesinhas de mademoiselle V.....I>i ineesli. que ad-
    vinhan e calculain, poljorania, fugo artificial, sr-
    veles etc. etc.
    Domingo, vai um deputacao do a Ceiilrn promo-
    tor dos inelliorameiilos das cImmm laboriosai de Lia-
    boa, e depulacies da todas as aaaociaeOea operarios
    rumpriiucniara SS. MM. pelo leliz regresso du Sr.
    0. Fernando.
    Coi/iMie*Tiu.
    Praea de Lisboa em t->.
    Tres por renloh^en,i"nf,;l" i coupons s :i|4i.i.
    Divida deferida i l|ti \y>.
    Acco,s do lt.eo|*^"8fe2<*
    (do Porto llijtIJs.
    Notaada Banco de l.isbua i;7'.>0Sp79.>.
    L.
    PAGINA VULSA.
    -Maiia Sanlissima, a quem o anjo Gabriel snnun-
    cou u nivslerlo da eucaruacao do Filho de Dos,
    soube tambem do mesmo, que sua prima Santa Isa-
    bel, .un la que csleril per natuicza, havia seis me-
    ze que c- urebera un lilho, que seria o prerursnr
    de Conato. E alegre por sta milicia, e pelo co-
    nhecimeiilo que Dos Ihe dava das maravilhas. que
    por ella obrara naquclla casa, parti sem demora
    paia Ihe fazer sua visita.
    A razao da decencia, da reliaio e da caridade
    foram a prnpria causa par a visila da Sanlissima
    Virgem. He a visita de .Mara Sanlissima sua pri-
    ma Sania Isabel, que a igreja hoje enla cnticos
    de louvor.
    O grilo da independencia dado no Vpirauga
    retamboa em lodo o Brasil. A ahia, como urna
    das piuviucias do imperio, foi que Iralou de espelr
    de seu selo as tropas lusitana coinftrandadas pelo
    general Made-a, e no dia de boj-, no anuo de 1833,
    Dos
    res, e
    No dia
    em assem
    varam po
    cuntas ; I
    depoi de muiius alaques. as iropas padAcadoraa
    lizeiam a auaseulrada na cidade de S. Salvador, lo-
    go que.ella lu evacuada pelas (ropas lii/ilanas.
    Jamis se risearao da memoria do Bahianos o-
    duus celebies alaques oa cidade da Cnchotira no dia
    2:> de junho, e da liba de llaparica 7 de Janeiro ;
    e u no., e nos dous inais Botareis heiieuierilus, mor-
    ios no campo da honra .1.....un. eSiqueira.
    Foi no anuo de I7(i, no dia de boje, que Bona-
    parte lomuu cidade de Aleanrira com o seu ei-
    ercitu. Os Purluguezes derrolaram ns Hespauhoes
    em Almenia. em I(i63. A fragataMedulanau-
    Iraguu, no uia de liojc, no mino de 1810.
    A cumpanhia uo TIKO eshi no seu auge, ape-
    rar ds se achareiu presos oilo ou dez membros seus.
    Cada tea que aquelles, u qutm competa viuiar a
    seguranca individual, procuran! riimprir aquillo a
    que sao ubngados, enchentes de In-nros sao invo-
    cadas sobre viles pela popularlo agradecida. Os
    Srs. delegados e subdelegados da capital sao dignos
    dellns, par lerem cuiuecado a arrecadar os mem-
    bros da compaiihia dus que uoslam de mudar, contra
    vonude de seu dono, os objeclos de uus para oo-
    tros lugares. W3u os poupem, que ehes cohibir-se-
    hAo ue seus malvados planus.
    A ra Vellia he celebre, nella se passain liuns
    ca>os. Jlal acabavanios de escrever honlem sobre
    a> cavalhadas que all lia, eis qut a iioisa rnAos
    veio urna calla, dizeudo-uos: Ha na ra Velha
    cedo joven lao escandaloso em seus devaneios cas-
    quiihalicos, que ja nem memo dos visiuhos ?e Ihe
    importa. Sr. T.......mnis um poucu de recato ;
    uao quena com seus escndalos prohibir a essas la-
    niib.'s que ah morain, o chegar as suas portas o
    varandas; atienda que u mau exrmplo he causa de
    mullas desrdeos.
    A estrada de JuAo de Barros esl mal assom-
    brada, Indas as lidies apparecem all riiif, phan-
    lasmas envolvidos, que ora arra-lam cadeas, ora
    puiain pesados grilhes. e ora emliin estando em um
    lugar, desappareceni con.o por encanto, e se erguem
    u'oulru. Sr. subdelegado, Vmc. nao sabe di-so, por-
    que o..o Ihes da caja lera mello das almas do nu-
    tra mundo '!
    Na Soledade, em a cerca de un de cerlo sitio,
    se coslurua reunir alarde um rancho de moleques
    e molecolas, a chacotear e apupar lodos que
    por all pausan), puni de s yazca at apedreja-
    rcm aquelles que, chocamlo-se, Ibes dizem qual-
    quer colisa, lie celebre elle baino da Boa-Villa,
    parece que_ nao tem autoridades |ioliciaes, ou se as
    lem sao lao descuidoas, que nao se Ihes d, se
    conimellaui os uiaiore cruues na sua freguezia,
    linda mesmo que seja alguiii afugado em algum
    poco .
    Dizem-uos que o consistorio da igreja do Ro-
    sario do bairro de Santo Antonio se traiisorniou cni
    COta de caco ; fazein-sc ah reunies de toda a es-
    pecie, e para tratar de factos alheios completamen-
    te a rcligiao. Perqu razio se uto lira esla igreja
    do puder de seuiclhanles arpia'.' Querer-se-ha pur
    ventura que runtinue a cuntir entre mis este iii'ultu
    publico feilo a no-'a religiao '.'
    As casas de jogo o hoje o melhur meio de
    vida ; em cada ni, em cada travessa.em cada pra-
    r;a, einlim, ein ludes os cantos eiiconlram-se ilvpr-
    gues, ein que desde o despoutar na aurora de um
    dia at a do outrn, re corrern as corlas ion os dadus.
    Que miseria .' Nem uina s providencia, nem se
    quer um vareju as casas que sAo indicadas; he
    querer'mesuio que a desmoralisacao se propague.
    1-nllamos inle-hunlein de urna na ra eslreila du
    Kosario, e boje mais urna registramos uo nono ka-
    lendario ; he na ra do Raugel,' junto a Certa acuu-
    goe, ah se eucoulram soldados de polica, meniuos,
    moleques, homens einfin. Al cerlo empregado de
    pulira, que devia ser o primeiro a prohibir seme-
    Ihiile reunies,ah se acha mandaniloCOKKEit
    por sua conla. (?ttt le progrs qui est dant son
    zemlh '.
    Os castigos barbaros nAo oevem existir no cen-
    tro de urna populac.au civllisada, a menos que se
    queira postergar as Icis da homanidide. Ha dias
    paseados encontramos um pobre moleque, lei.do a
    rabeea raspada no meio para a fente, a maneirade
    cao il'agua, por causa de, tenilo ido comprar carne,
    nAo adiar. Quem nunca cumeti azeile, quando ce-
    rne e lambuza ; laltei que o leiihor desle moleque
    nunca possuisse escn.vos, a arranjando este, lira seu
    ventre de miseria castigando-n desla forma, por um
    acia de que nau era causa. He dever daquelle que
    uasceu livre, tratar com liumanidaile os que infeliz-
    mente nascein na escravidau. Com padece- le dos
    outros, para que leiiham companao de li. NAo
    quenas par os outros aquilln que nao quererias
    para li. >
    He coslurae em diversas cidades cultas da
    Europa, e ja hoje Da corte, locaren] as hundas de
    msica, ilteriialivameiite, locos o dias a tarde ;
    nAo sallemos porque razao nao a liinttc-se aqui seme-
    lliaule pralica, principalmente agora, que uenhum
    dlvortimeolo temos. A populadlo sem distracjOes
    enche-ao de vicios, c corrompe-se.
    Ja la vAu oilo das, que a cumpanhia Huberto
    se acha entre nos, e aluda nao livtiuos o prazer de
    a ver aiiniiuciar um espectculo sen. Aucioso o
    publico, aguarda ver esses juvens tlenlos brilhar
    no pairo pernamliucano, para Cabri-los dos merec- c
    dos louros que Ihes sAo devidos. hda 'l
    Honlem jazeo por Uaslante lempo, e|M>slo ao >_'
    sol, na poda da inalriz de Santq Antonia, um re-1 recebe
    cem-nascido. Que de-liumai i puder dizer que entre nos est o progresso? Por
    certo que nAo. | lima das ciinsequeuci.it do pro-
    gresio he a caridade; ora, nAo bateado caridade,
    porque se huuvera, nao eslaria pur lano lempo
    assim exptslu ao publico um espectculo dcsles, por
    cerlo que nAo ha prugresso.
    Cedeu honlem o aquartel.imento ao l.o je ar-
    lilharia e ti. de caladores, o .1." de infamada da
    suarda nacional. Anda urna vez temosa felicida-
    de de poder, louvando u bom comporiaineuto, as-
    eio e regularidade no servido, louvar o merecido
    zelo do distincloeommaudaule desle batalllo. Es'se
    catllleirow oflicial e na briosa oflicialidade nunca
    desmentirn), duiaule oleii.|:u que isleveaquartela-
    du u halalhno, u bom coacello de ha muilo form.do
    a sen respeilo. O garbo militar e o prazer que
    presidio a sua entrada, fci visto ua subida do
    croarle!.
    Querido c inarcam os lugares de despejo, sem-
    pre se lem altencAo aos de menos concurrencia ; por
    lano nao he cuhcreiile que clles e facan em a ru
    do Trapiche, uuasi defronle do banco, e com escn-
    dalo tal, que mesmo de da islo acontece; pedimos
    a quem compele que providencie par que leuAo
    decm laes abusos, o que he mu fcil; porque ha-
    vendo all urna tenlinella, esla pu le cohibi-los.
    lie cliegado a esla cidade o dislinrto capilAo
    delegado Uo Limoeiro Camis.lo. Osierticoa presta-
    dos por esto brioso nfiicial nAo devein ser deslr/mbr.i-
    dos pelo ginerno. Se mollas das diversas localidades
    de centro li\cseni delegadrs enoigicos, coiiio soe
    ser o'Sr. Camisio, elle* pragredirlam eapanlosamen-
    le, ndeseu scio seriam eipellidos os malfeitores
    que tantos m les a clles causan).
    Hospital do raridj.lq. Ellltiim no dia 1 dn
    correrte ''. doentes, entraran) 2, sahiram :l e mor-
    rcu (, ciislem (i'J, sendo U homense 33 mulhcres.
    AU' amnhaaa.
    I'r. Cirneme Joso Fereira da Costa.
    Januario Constando Monleiro de Andrade.
    Jus Joaquim de Miranda.
    Maviniiano Francisco Doartc lleguen,i.
    Jn.in Francisco dos Sanios.
    Joo l'eieira dos Sanios.
    Joao Alvrs liuerra.
    Filippe de Sa Albuquerque.
    Jos Koberto de Mnraese Slva.'
    Dr. Iranci-co do llego Barros Brrelo.
    _ |iei\,iran do ser miillados em consequencia
    nao lerem sido notificados, por serem fallecidos,
    acharem-se fra do municipio, os segujruessenhor
    Francisco Eu/.ebiu de Faria.
    Joao Miguel da Cusa.
    Berilo Luiz de Carvalho.
    Foram sorteados da urna especial -I'.) jurados su i-
    plenles par prefaztrem o numeru de tK |irompli,
    e das cedu.as exlrahidas da referida urna, sahir m
    sorteado ns seguiules senhores:
    Francisco Antunes Ferreira.
    Joaquim Maiinho Cavalcanli de Albuquerque.
    Jeziiiuo Ferreira da Silva.
    Dr. Antonia Mari de Faria Nev*.
    Francisco Ignacio Ferreira Dus.
    Manuel Jos Lopes Braga.
    Amonio Feliciano Rodrigue! Selle.
    Siltario JuAo Sepumncenu liaslos.
    I enrole Antonio Egidio da Silva.
    Antonio Alves de Miranda liuimaiaes.
    l-'iia.-io Joe d'AsninpcAo.
    Claudioo Heirlo Machado.
    A n 'l-i i Jos de Mendnur.
    Joaquim Flix Machado."
    Joao Chrisosloino Pereira Soares.
    Dr. Ah.mili .lose da Cosa Uiheiro.
    Anloniu Eiiugdio Ribeiru.
    Jusliuo Pereiru de Parias.
    JoAu llriirique- da Silva.
    Manuel ti.ime Viegas.
    Anlonin Ignariii da Silva.
    Jus Ignacio du Medeiros Beso Monleiro.
    Antonio Pires Ferreira.
    Jos Thomaz ile Campos Quaresma.
    Antonio Leili de Pinho.
    J s Br-silmo darSilva.
    Thomaz Anloi lio Maciel Monleiro.
    Joaquim Augnsln Ferreira Jacobina.
    Amonio Norbfcrlo aos Sanios.
    Concluido uj .orlein manduu oSr.juiz de direitu
    proceder as ntih'caces, expedmdu-se para isso os
    competentes mandados, e Isvanlou a sessAo, adian-
    do- para o dia segunde as 10 horas da mauliaa.
    que huntem
    (Irdenados. .
    Molulia.....
    Reserv;......
    Commissao du gerente
    Dividendos.-. ,
    Saldo.....
    Saldo du semestre anlrcior.
    Joroi -......
    Descunlos.......
    2:95I3i)
    2J9H769
    5:0199916
    2::lilO!'7
    8i eotiooo
    1:4039143
    '.IK:7j'.l-,Sir,
    . 1:7918829
    3:6119SO3
    'JI::l2Uol7:i
    Hs. 96:7299803
    Itanco de Peruambuco. :tl de maio de ISl.
    O guarda livruIsniciu Nunes Correa.
    i Illms. Srs. accionistas di banco de I emalnbu-
    co.A commissAu de examede conlas em observan-
    cia dos arls. 31 e.15 dos nosos estatutos, procedeu
    ao exorne dos iivros do bao, c lem a satisfcelo de
    apresentar-vos o resaltado di suas averiguaroes.
    Em Inda a eapriplurarjto eicunimu muila "regula-
    ridade, aceio e exaclidAo ; lodas as opciaees du
    banccafuraiii dirigidas com nuilu acerlo e circumi-
    peccAo.au qut he devido o tioravel devidendu de
    IrjliOO per r.nl. aci_.io, neslesullinios.cinco mezes de
    sua existencia. Os eslulutose as resuluc,ei na as-
    lembla geral fliram relisiosanenle cumpridus. e os
    embregados em geral desempnharam os Irabalhos
    a leu cargo cuih zelu e pericn, pelu que san dignos
    de louvor.
    A commisi| atleudeiidn que a illuslre dnei rao
    foi quasi ein sua lolalidade a irganisadura e insta-
    ladora desle impiulaule eslabjiecimento, que lanos
    bens legou ao paiz ; e que o reu em lodo o lempo
    de sua duracao com lano disornimenlo.qiie apezar
    de ler alrave scnluu satisfac orios dividendo ; por IAo acrisolados
    servidos pede] le d um vol de gradecimenlo a
    mesma illuslr dlrecco.
    Itecife db' di junho de 1856 Manoel Joaquim
    Hamos e SilvaAntonio Maques de Amor un.
    j. n. ii. iioin. T
    @ ommitifka&o.--
    0 PATRIMONIO DOfOHPIlAOS.
    Leudo no lelaluiio e conla la rereita e despeza
    da adrainislrii-ao do patrimuub dos orpbAos, islo
    he, da desieza da abril a 11 de pezembro de
    1856., obseijiei haver-se augmiilado consideravel-
    menle os venciincnlos dos einprliiados do estabeleci-
    menlo, pondo- se assim ein exec bau a tabella cunsig-
    nada nua eatkintoa de 13 de jaifiro de 1855. Pas-
    mi'i : e nao era parameos, illa vez que o rtico
    100 dos^mesjnos estatuios so |rmiilia se desse a
    exerurAo a i. I tabellaquama o permillissem as
    forcal |do pnlriinomoe da cuya dada que me
    o a imiilM ordem c recullndo ao quarlel do i refiro consta pezar um grainle difcil suhre o patrimo-
    I iie inraniaria, o coronel (aspar de Menezes | nio!! Queta aulorisana esle prtedioienlo J Sempre
    ceiim de Drummnnd, por estar indiciado no osmemhrosdos Cslabelecimenln-Ue caridade se nres-
    ireVKlll fii.lo or l-l j^ i^- .i_ p i- :__.i. j_ ,__________. 1. .
    absorta lodi a reccila, em crate orpMoe, ( uem comporri lanlot oesuiarlios ?
    ' Voll-rei.
    --
    BEFztiRTigAO DA POLICA
    Secrelana da polica de Peruambuco -28 de jiiulio
    de 18-56.
    Cumpre-me cnmmuniear a V. Exc
    oi preso a' inn.li
    balalhii
    Vasconc
    m"t'i%,,J,tvJSrP pel arl' !??*"" < de Jui.ho aelbmm^^tami^'hofr^ZtTto^M
    lembn, '^""3 "" Ha lel "' 5SI de dc Se"' >"8' e '-'T W"* Aliunlinnarem assim
    B, i i l estahecinjenlus, lempo vid), Jn que ostu pessoal
    Fui igualmente preso por mim, mandado castigar -
    com palinaloadas na casa de delencao, e depois en-
    tregue au respectivo senhor, um prelo escravu do
    i"1, ra" ''* f'.amaragihe, por o encontrar na pon-
    te da Boa-v, ita em u.n cavallo curreud a toda bri-
    da, em cojo aclo deu por Ierra com urna prela c
    alropellou mis menino.
    Das parliciparoesrecebidas consla o lgatele;
    Pela delegaci#do primeiro districlo desle termo,
    ro preso Joaqmu Francisco, p, / suspeilu de ser
    escravu, e Joaquim Amando, por ser desertor.
    Pela subdelegada da freguezia do Recife. Al-
    selo Ferreira dj Silva, por espancaineulo, e Salus-
    lianu-Seterino do Espirito Sanio, para averiguac.es.
    lela subdelegada da freguezia de S. Antonio,
    o prelo Antonio Francisco Macota, por infraccao !c
    posturas municipaes.
    E pela subdelegada da freguezia da Boa-Villa,
    Vicenlc Ferreira da Conceicao, por suspeilu em cri-
    me de roubo.
    Dos guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. con-
    selheiro iersio Teixeira de Macedo, prndenle da
    provincia.O ebefe de pnliciainterino, >r. Policar-
    vo Lipes de /.cao.
    &>crcftponivncia3
    MAPPA iot doentes tratados no hospital re-
    ghnental de Pernambuco no me: de unlio
    de 1856.
    Hospital na
    Soledade |.
    de pillin i ile
    1856.
    Soinina
    ! i i : = 2 g O e ce = g
    x W - /3 3 u
    st so Ifi s.-> :i "(i
    lili
    Obsercaroes.
    fallecidos -2 foram de (iiherculos-pulmnna-
    I de gailro-hepalite.
    JDrj Pra.rcdes Comes de Souza l'itanra.
    t cirurgiao cncarregado.
    avu, -j( ^xfrmbut*
    10 do mez prximo passado se reuniram
    dea geral os accionistas do banco; appro-
    unanimidade o parecer da commissAu de
    ivaraiu a direcrao que acabou, em conse-
    quencia, dos bous servicies que preslou, e adoptaran)
    o,voto da gr.iim io a --s ex-direclore', como fura pro-
    poslo pela referida commis-ao.
    Seguinio os docuineulus queabaixo Iranscrevemus,
    ver-se-hi n estado Horescenle desle orgao de crdito
    e o futuro que promelle :
    Senhofrs accionislai do banco de Peruambuco.
    Tendo-sd elTecluado a concordata entre n banco du
    Brasil e u banco de Pernambuco para a conversAo
    desle, ai caixa filial daquelle banco, lindaran) nesla
    dala ai pperei;es do banco de Peruambuco.
    Para apresentar-vos a concordata c dar-vos conta
    do resultado das operaees dn exmelo banco de
    Pernam iucu durante ns cinco mezes ultimo da sua
    exislenc a, de Janeiro do crrente anuo le buje, a
    dlrecc.lu solicilou i reuniao prsenle.
    Pelo i xcniplar da concorda! que a riireccjlo ajun-
    la,podei s avahar da equidnde da sua i'nnl.ci;,! na
    qual funm attendidos os interese lesilimus de am-
    bos os I ancos.
    A dir !cr,ao vai preceder a realisacAn da conversAo,
    e liiii dadlo do exliuclo banco; e opporlunamenle
    levara a toaaa presenca o seu resultado.
    Para retar naquelles effeilos, a lue.-raa entemleu
    detere culher d'eiilresi, duis membtos consliiuin-
    do urna
    direecl
    commissao periiianenle, que cemmunicara'
    |i quaesquer occurrencias apparecidas.
    Os ni'mbroS|da cummissu sao o directores, Srs.,
    Luiz (
    Reg, d
    anc,o anuexo aprsenla o saldo das operacoes
    das ros cinco mezes decorridos.
    gaslus
    reserva
    do se
    mes Ferreira e JoAo Ignacio de Medcini.
    ue arham-se fora da direcc.au da caixa filial,
    por haverein solicitado as suas excusas.
    Oba
    etTeelw
    xa leve de entrada t,IUt):8i>978, e de sa-
    (i2:(i75.~52l, saldiudo com 793:M69Kh>.
    Iras a receber desronlaram-se 3,325:0i3S865,
    -se :),t66:tl6jt53, e n IriPuua reprsenla
    pela ii i i-iatauna de i ,98866j0J.7.
    Srs. redactores.Nau sei se i anonxmo curres-
    pondente, tirando a mascara, pdera'aparecer af-
    lirinandun que se lo em sua eareapoadeneia, uAn
    so acere djo delegado desle teinu Manoel Camello
    l'cssoa Cavalcauli, comu sobre o coronel Leonardo
    Bezerra de Siqueira Cavalcanli.que, de muilo bum
    grado exerben um aclu de inicia beneficencia e ca-
    ridade em prol dos Buiquenses eiposlos a' epidemia
    du cholera -inri i,u, quando desovulvidu nesla villa
    eem diversos quarleires da fregezia, inleirameiile
    au desamparo a' ralla de facul-livos e romedios ;
    ja soccorrendo-cis com eus med menlos homeopa-
    Uncos eja assistindo-us, Msitailo-os da e noile,
    exposto ao sol, a chuva e au si.eno: ah esIAo os
    que receberam {a cxcepeAo dos r/irlcs) os seus soc-
    corros gratuitos, que nAo podempor amor a grali-
    do e verdade, dcixar de danim desmentido so-
    lemne ao correspondente anonyr do Diario o. 90
    de Si de abril do correul auil ja acuna citado.
    Se o coronel l.eouordo l'.izerra'o Siqueira Caval-
    canli, levado pela caridade e pin mi rupia congenile
    com seu natural berafazeju, so dificou lodo ao que
    iciibooe dizer, porqueoutro la.rin.1ofez e.-se que se
    oflereceuao Exm. Sr. presideiiti Quem o piivou?
    Pur que estando tao prximo villa do Buique
    dcixnu perecer a miuguaa tan tu misera tela 1 Por-
    que nAo percorreu os quarleirOe*. iTeclados, para re-
    niediar a perda e miseria de laf as victimas ? Ah !
    Srs. redactores, os elogies lecidol ao Sr. comman-
    daule supermr Jos oe Carvalhe1 uu Diario li ci-
    tado, he um opprobrio. OVorre londenle ann) mu
    levado deseu despejo on dese.r: )enlu, nao hesilou
    de dizer que o poto murria a n ugua nesta villa -
    como assim, Srs. redactores, le lem dos servicos
    prestados pelo ineu amigo o coro Leonardo, como
    mima refer e he nulorio, houtoem 0 revereodis-
    sinm vigariu Jos Teixeii de Mel, o escriv-lo Mi-
    guel Aichanjo Teixeira Ozorio, Antonio Marques
    d Albuquerque Cavalean|i. n ck-cersno Anlooin
    Luiz d'Albuqnerque e Juau Alv da Cunha, que
    minea se pouparam em qualquer iccasiao de soccor-
    rer aos miseraveis aneciados, o que posso provar
    com as pessoas mais fidedignas dele termo, desmas-
    carando asim o despejo do Ci rrpondeule O. L,
    Qvanlo aos scrvicospresl.ido pelorielegado du ter-
    mo .Manoel Camello Pessoa Cavaletm, clles Uo taes
    que tem servid* de emulai.au au S correspondente
    anoiiynio e outros quejan lus que, tomo prolecleres
    de ladres, desertores c a-assinos. r.. podem tolerar
    a um delegado que lem ido de cnonlro com lodas
    as protecces odiosas, e he dolida lie sabe a censura
    acrimoniosa do errrespendenle OJL. Mais leria
    que dizer, mas por ora me aguardohara oulra occa-
    siilo, rogandu a Vmci.a especial me+ de darcm pu-
    biicidade a eelas pouca luihas, d|ste que he de
    Vinca, patricio e vbrigado.
    /miUaiio CaralettiiliSub uquen/ue.
    Buique 8 de junho de 1856.
    Srs. redactores : llenis de un porfiado eslu-
    du de muilo alios, vim por fim lit puucoa conse-
    guir completar uina macbini,que sin o auxilio de
    gente pira a estar, uo sn descaroca perfeilamente o
    algndAo, como que o da logo abrrtoc promplo para
    se enfardar. Realisado o meo inteao impeirei do
    governo imperial um privilegio exclnivu, e os uni-
    mos avisos que da corle Leiihn.rne aniunciam que os
    papis tendentes a esle negocio, rierais de haverem
    passado ja por iodos os tramite do entume, linham
    passado no dia 3<> de abril das maos do procurador
    da corda para a do Exm. ministro doimperio, para
    mandar latrar o decreto, e passar-ieme a carta D-
    tente. '
    Arriendo em decjo de ver imioeitilumente urna
    deslas miuhas machinas funcciunarlm algum dos
    pontosceiitraea da provincia, e fallan,-m os recur-
    sos para ata necessarios, animado pu| um amigu.di-
    rigi-me a assembla provincial, periinjo-ihe um em-
    prestimo de cinco cunlos de ris, pan com clles le-
    vantar a primeira, e riesl'arle fazer piucamente cu-
    nhecer agrande utilidide, que a roviocia havi
    necessariamenle de sua adopcae resuiar : fu puis
    assembla seguinle pelirau :"
    i. Illms. e Exm. Srs. presidente afeaia membros
    daassemhlea legislativa provincial. Em uina po-
    i' i rii'ii i i i I,. .1 .,,, na__ ,. .
    Olurro foi de 0i:93l-)!r76; do qual. abatidos cu como a actual, em que populado dos uossos
    campuiacab.1 de passar por uina granta calamidade,
    a apparirAo de um invento que facifi os processes
    de produccau agricola. e que traga ai mercado um
    dos prmcipaes ramo da nossa lavuura, com uina di-
    miuuicau enorme uo gastos do valor iroduzidu. le-
    ra de una grandis.ima vantegem pan todos os nos-
    sos pequeos aaricullures, facililaiidu.|lii-,
    ceraes, n.mu ..fia du gerente e o fundo de
    , liquida 8I^U8|3I4, que junto al:784|839
    eslre passado, permille ditidir-se B1:60b\a000,
    ou !l--6(r0, ou i, 8 por acrao rcatisada, restando in-
    da 1:1 i:i.-)H;i.
    0 fdiulo de reserva esl-.' aclu lmenle cm reis
    28^588*579.
    DasMelms proleladas no semestres anlerieres, | ue e!',rlr,"a p,"nmnnbao dus gozos a me a civilisa-
    aliiiram-sc J5 por cenlo sobre a da imporlancia '.'ao 'ne,1" direito.
    Jl RVDOBECIFE.
    Dia :,l) du junlii).
    Presidencia do Sr. [)r. .r.vandre litrnardino dos
    Has c Silva.
    Proiiiulnrajniblicn, o Sr. Dr. Antonio Luiz Caval-
    canli ile Albaqucrque.
    E-crix.i Juaquim Francisco de Paula Etweves Ce-
    mente.
    Fela chama la as II horas da luauhaa, arharim-
    sc prescnlca l'.l lenhorea jurado.
    Foram dispensados os rgninlea senhores :
    Por se adiar i m esereiriu de joii de paz do segun-
    do ,l,.|iicio da fr-guetia da Varzea, .Manuel l'liomaz
    de BarrosCaropeUo, e purloiem apreaenlado alles-
    tad de muleslia
    Antonio ('.Innato Moitira II emporal.
    Joaquim Viejas.
    Antonio Bmigdio Ribeiro.
    Foram multados cm "7 r >. :
    Alcxandre Jos da Rosa.
    Manuel Joaquim de Lima.
    Joaquim Jos da Silva Lisboa.
    Dr. Vicente Pereira do Iteu-s.
    Manoel Joaquim da Silva llibeiro.
    Firnuanii Jo-e Rodrigues Ferreira.
    Josa Joaquim da Cunha.
    Jo' Esleves Vianna.
    Severino llemique-, de C:Hru l'uneiilel.

    realiuram-sc ES por cenlo sobre a da importa
    de 3:*557(K), indo a de 6:1725085, recebida inte
    girlmenic ; do que resulla apreseutar a respectiva
    cunta pela impoiUncia de 'J:207ftl 10.
    Em eonaeqnencia da calamidade que perno sobre
    eta capital, pela invasAo do cholera-morbus,' a di-
    reecM enneorreu com a quaulia de um conlo de rs.,
    nas lisias da ssociacn commerciil, em favor das
    pe*sois carecidas de soccorrof.
    empregados do exliuclo banco, salisflzeraiii as
    Oa
    f\zxc
    No
    uas ubiigac/ies ; e a dire.rio Ibes maresrra' a grali-
    o que merecem.
    d-viJu lempo, a illuslre commi'sAo de conlas
    ser envidad a dar cumprimeiilu o que Ihe rde-
    os eslatulu.
    Sab esias, senhores acciunislas, as oceurrencias di
    arlm
    do n
    nislraca) dcsles ulliiuus cinco mezes da vida
    jiso banco. Resta agora, que pur uina reliz li
    quid icao possa a direcrfio dar lim a sua larefa a vus-
    o aproxmenlo.
    Recife, 31 de maio de 18515. Francisco de Pau-
    la Cavalc.inli de Albuquerque, presidente. lo!\o
    Ignacio de Medeiros llego, secretario.Luiz Comes
    reir.Manoel (ionealves da Silva.Jos Perei-
    a Caaba,Jou Piulo de l.emos.
    ler
    ra ti
    HA
    i lose da Maya, cirladobrilannico,tesidente nes-
    la cidade, acaba de invernar urna martna de desca-
    nsar algodSB com summs celeridade, a que deu o
    nume de Imperial, e do coja inveiicAul, impetran o
    compelenle'privilegio.
    Mas fallando-llie os recursos par llaa|ar a pri-
    meira na provincia, na qual pralica,mi,ue .e vejara
    asvanlagens que da sua adopcAo re-dlam, sendo
    urna dellas a excess va economa de lento 0 bracos,
    visto que um so h un- m p,i,|e ilcicaroeJ cm um'dia
    mai qiianlidade de algndAo do que 50i mesmo ea-
    pa{o de lempo eum as machinas commdL vem re-
    querer a esli sabia assembla um emptiiimo de 5
    cunlos de reis, osquaeselle resumir d(iiro do pra-
    jo de cinco iuiios, para cumprimenlo L que dar
    todas as segurabas que a illuslre aswmlla fr ser-
    vida marcar.
    Bajara qneai vantagens das mtihinaj Imperis
    lulo pTreeum exagerada, o supplicanti roga a ei
    aes
    esla
    ANCO SEMESTRAL DO BANCO DEPER-
    ' NAMBLCO.
    Debito
    Aci
    ionistas .
    Leiras a recebe*
    Lc|ras pratealadi
    Depsitos .
    Banco do Brasil
    iilbilia *. .
    Despczas aerae-
    Crntas correutes
    Cnixa .
    Cqulal ....
    p,l!il--a......
    Reserva ....
    Ilepusiladuies .
    (odas crrenles .
    Leiras a pagar. .
    Dividendos I.- a 7
    I il ... S.-
    I anliu e perrias .
    augusta aisciublea se digne nomear umi commisAo
    de sea scio, que examine e veja Iratalhljr una ma-
    rluna modelo, que usupplicanle lem prmpla e ex-
    posla cm sua residencia era Oliuda.
    o As consideraroes econmicas que d(e invento
    resultan), u qual lio immediaia IransforAacao ha de
    Irazer a' riqueza do paiz, deixam o supp|jcaie per-
    suadido de que o pequenu auxilia que el c requer da
    provincia Ihe ser benvolamente concediuo pelo
    :;n:IOOsOOO | corpo legislativo provincial. O sopplic mie ,*.,,
    1.U886fia0l4; espera da solicilude delta augusta assembla pelo
    9:9v79lavt0 .incremento material de Peruambuco. fiu y. __
    |87:1ftp300 \J*t ia Maya. Recife t de abril de 1858. "
    Esle meu requerimcnle fui pela assemu|,.a remel-
    tido a commissao de agricultura e arles, e leude, eon-
    egaido que dona dos membros d-ll, ;enliores
    Antonio Marques de Amorto) e Dr. |g
    3:676a lO
    8i>667
    SCi'i
    793:446*400
    R?. -I.i!-.'3:!U0,-0(I
    Crdito.
    _',(KIO:IKiO.rllO0
    M50:(IOu?iNjii
    28:5868579
    87:1828300
    7:0889604
    124:2729500
    i3:786a'J0U
    8l:60o.-tajO
    1:4039143
    l<. 3,223:92>Mi.'ii
    llaiicu de Pernamburo. 31 de maio de 1830,
    O guarda livtn --Ignacio Nune. Correa,
    DEMtlNSTRAl A'>.
    Da emita de uaiiho eperd'.
    triperas geraca .... i:ISM55
    impurlanle.. tanto que na America do norle o fabu-
    loso augmeutu da prudurcAu do alguctao na razAo de
    1100 por cenlo em -JO annos, foi em crande parle de-
    vido a' machina de desrarocar de Ellis Whilnex.cha-
    mada Collon-gin ; e da qual um illuslre escriplur
    fallando, exprunio-se assim :
    A machina de desrarocar alaodAo lornou a sua
    o proriurcAo a mais imparlanle do mundo. Era 1791
    ii u total da eeportaCjto dos Fislados Unidos foi de
    6,000 fardos, e actualmente a produccao excede a
    a 1,i500,000 fardos.
    ir lie anda desla machinado descaiocar que o Sr.
    Miguel Chevalier diz: a que prusperidade dos etln-
    ir dos do sui da America du nurle he alia detida.u
    " Considerando as cumnns>es por tal forma a
    gran re importancia do descarucamento do algodao,
    e informada por algum dos seus membros, que se de-
    ram au tr.ib illiu de ir a Olinda examinar a machiiia
    Maya, de que ella aprsenla vanlagens.consideraveis
    sobre as acluaes, cuino seja a economa dos cevado-
    res no descarocar, e nesta uperacu a subsIituirAo de
    bracos pur marhiiis. o que be da maior importancia
    hoje, ein razao daquelles luriiarem-se cada vez mais
    delicieules, accrescento ainda a vantagem desia ma-
    china Haya nAo quebrar as tongas fibras du algodAo,
    o que nao se oblein com as de Ellis Whilnex ; con-
    siderando ludo isso, sao as commisBes de pareceer
    que seja por esla assembla deferido favoravelmenle
    0 requerimenlo cima ; e por isso submelte a' con-
    si'lerarao da casa a seguinle re-olueao. n
    a A assembla legislaliva provincial de Pernam-
    buco resolve :
    ec Arl. 1. Fica o presidente da provincia aulori-
    sado o conceder a Jo- da Maja, a ltalo de empres-
    limo, a quanlia de cinco eolitos rie ris.
    Arl. 2. Esta onceado sera' realisada ein duas
    preslacOes : a primeira quando a machina de des-
    carocar esliver concluida, segunda quando e-lixer
    ella fnneciunando iegularmenle durante Ires mezes.
    1 Arl. 3. A Ihesouraria ser paca da primeira
    presUgaa dentro de Ires anuos, a parlirern do da de
    sua reali-jcSo, e da segn a sera' paga dentro cm
    dous, a partirn) du dia da realis.irAo delta.
    a Arl. i. 0 presidente da provincia exigir' as ga-
    rantas que forem uecessarias, e nreauisara' o regu
    lamento preciso para levar a efleilo o cmpreslimo
    cima.
    Arl. 5. Ficam revogadas as leis e disposicoes
    em contrario.Ignacio de Barros BrreloMarques
    de Amonio. Antonio Cavnlcanti, com restricres.
    Ignacio Joaqun) de Sou/.a l.co. Nascimenlo
    Porlella.
    Aqui a commissao rceonheceudo a excellencia das
    lunillas machinas c a grande ulihdade que de sua
    adupcao deve a' provincia resullur declara, que he
    de parecer que se me cunceda o cmpreslimu periidu ;
    mas quando formula a resjIucAo ou lei. cabe na mais
    evidente conlradicao, impoluto a condicao de que o
    dinheiro, que eu nAo pedia senAo para levantar a
    machina, s me seja dado depois que ella ja esliver
    prompla e funreinuando por Ire mezes, lempo em
    que elle para nada me portera mais servir !
    Logo que fui sabedor desle parecer da commissao
    prucurei o Sr. Dr. Epainuiomlas de Mello, membro
    da assembla provincial, moco de recouhecido la-
    lento e circumspeccao, e liz-lhe ver o absurdo de
    urna tal resolurao; e elle leve a bondadede rae di-
    zer qoe se encarregata de mostrar a casa a incohe-
    rencia da commissAo. e que conlava na segunda ds-
    cii'sao fazer que a lei fosse'volada no sentido de mi-
    nha petico.
    Aauardei, pois, esla segunda discussao ; mas qual
    u,lo fui o meu assomhro quamln dous dias depon li
    do Diario de Pernambuco o celebre artigo addilivo,
    ollereeido pelo Sr. Ignacio de Barros Brrelo, que
    diz assim:
    Fica o presideule da protincia nulnriado a
    conceder n Jos da Maya, a titulo de emprestimu, a
    quaulia de 5:0009 nos termos dos paragraphos se-
    guintes:
    1." Esla concessao ser realisada em duas prei-
    laces : a primeira quando a machina de riescarocaj
    .dimitan esliver concluida, a |ionln de poder desca-
    lcar pelo menos orjo arrobas de algodAo em rama
    em 12 horas ; a segunda quando esliver ella func-
    riuii.indn regularmente 3 mezes em alguns dos nussos
    serlOes. em que se cultiva o algodao.
    " 2.'A Ihesuuraria ser paca da primeira pres-
    tacAo denlru em :l annos, a partir do dia da ua rea-
    1 i-aran, e da segunda ser paga dentro de doean-
    nos, a partir du dia em que liver lido lugar.
    a 3.* O presidente da provincia exigir as ga-
    rantas que furcm necessarias, e organisar o regu-
    lamento prcci-u para levar a efleilo o empreslimo
    cima, cum as mulices eslabelecidas. Ignacio de
    Barros Brrelo.
    Apenas vi estampado no Diario de Pernambuco
    semelhanfe despropsito, curri casa da assembla, e
    po iin,i,, umu amilane a do Sr. Dr. Iguacio de Bar-
    ros ltarretn, disse-lhe com luda a franqueza, que O
    exigir-se de mun, para se me conceder o impresli-'
    mo de 5 eolitos de ris, que eu levantina primeiro
    nos serios da provincia urna machiua capaz de a-
    promplar 200 arrubas de algodao em rama em 1:2
    horas de (rabalho, era por lal forma absurdo, e e-
    ira vagan te. que quem ouvisse teinelhanle disparale
    lux u de snppor absulolamenle destituido de seuso
    commum, o individuo que o lixesse pronunciado.
    Fiz-lhe ver que nj a machina de vapor pelo me-
    nos de forja de 50 cavallm, que para semelhanle
    Irabalho seria predio empregar, nem com 200 eoli-
    tos do ria poOeria ser leviiHladii nos ramilla* con-
    tro da provincia a 70 ou 80 leguas do lillioral : dis-
    seIhe mais. que ainda mesmo querendu conceder
    por hypolhese, que urna tal machina se podesse l
    construir, aonde se ira adiar algodao para tirana-
    mente a alimentar Pois que anda empregandu-
    se exclusivamente nisso toda a populacho varonil da
    provincia, anida assim nAo podrriam conduzir o
    algudAu laflicieole dos diversus augolos della,
    para a conserxar em exercicio constante .'
    E disse-lhe ainda mais ; para que mu puderia ser-
    vir o empreslimo de 5 conlos de rcil, 3 mezes depois
    de eu haver levantado urna machina, que, prepa-
    rando 200 arrobas de algodAo por dia, nao po-
    derla denar de ler dado nesie lempo para
    mais de 50 coolus de ris !
    Sua senhoria disse-me enl.ln, que ia por meio de
    urna emenda modificar a exigencia, trocando a pala-
    vra em rama por em carneo o que sem
    duvida reduza a exigencia a uma'quarla parle da
    que uo lal artigo addilivu se quena.
    Mottrei-lhc que ainda essa quantidade era exce-
    siva, e que de mais nAo compela anembla
    impor-me a quanlidade d'alcodao que a minha ma-
    china deveria descaro;ar em om lempo dado, vino
    que a minha invenrao nada liuha com a torca mo-
    tora que se tinha de empregar ; mus la senhoria
    como se eslivesse ajuslando coraig alguma obra de
    emprcitada, disse-me posilitameole, quo sem a ma
    china de- a ru ir as 200 arrobas era 12 horas, .
    assembla me iiAu ronceriia o empreslimo.
    Vendo que os meus,raciocinios naufragavamsem
    remissAo, dirigi aos senhores C. Slarr iS C. u seguin-
    le carta :
    o Srs. C. Slarr e\i C-
    r Anciosu por mostrar anda este anuo a immensa
    vaulagein que M paiz deve resultar da inlroduccAo
    das miohas machina Imperiaes de descarocar algo-
    dao netta provincia, requeii a illuslre assembla
    pruviucial, |iar que se dignaste conceder-mo por
    empreslimo, com todas as garanlias que ella quizes-
    se estipular, a quautia de cinco cunlos de ris, par
    a consicuerfio da primeira de dilas machioai, ubn
    gando-me a realitoir dita quaulia aus cofres pblicos
    na expiraran du piazj de cincu annus.
    o Dous umi dislinctos membros da cummissao, a
    que u meu requei tinento foi submellidu, deram-se
    ao Irabalhc de ir a minha residencia ein Olinda, ver
    Irabalhar por algum lempo a machina de 3 pare de
    fusos, que alli teiiliu construida, para servir, por
    assim dizer de lypo outras de maior numero del-
    lei, que pur ventura leuhtiin de se construir, a fica-
    rain como era tle esperar, perfeilamente salisfeilos
    com o trabadlo da machina, e ein consequencia de-
    ram um parecer favoravel ,i minha prelencAo, cuino
    Vmcs. podem ver no Diario de honlem.
    ir Mas, en ileixo ao Imiiii sen.o rie Vinca* ponderar
    qual deve ler sido a minha seiuarAo au ter a raa-
    neira porque e respectiva lei foi volada Ahi a as-
    sembla provincial deerela que se me empreslem
    com as devidas garanlias ns cinco cotilos de reis, mas
    islo s depuisque eu houver levauladu no remolo
    centro da provincia urna machina lal, que desuude
    em 12 horas aila cenias arrubas de algodau em rau-
    co E cumo -emelh.me exigencia da illuslre as-
    sembla provincial revela a sua falla deeipenencia
    em materias desla orden), desejando cu esclarece-la,
    e sabendu que o mui rcspeilavel chele dessa casa,
    ha muilos anuos leve a eu cargo, era um ponto cen-
    trar desta provincia, orna machina de descarocar al-
    godAo, supplico a Vmcs. que me facam o Livor de
    dizer ao pe desla, quintos fusos puuh dila machina
    em movimen 10 ; qoe Coica para isso empregavn ;
    quauto algod.iu em pluma dava em 12 horas ; em
    quanlu licoo importando depois de montada, e final-
    nieiile por quauto poderia eo montar u:na machi-
    na cum as qualidad-s que a assembla pruviucial de
    mim exige nas erras du Buique, por ejemplo, a 70
    80 leguas do litlural.
    Sou com muilu respailo de Vmcs. atiento, ve-
    rador e criad).Jas da Maya.
    Os >rs. Slarr \ C. com a sizudez e hom sensiqiic
    todo o mundo nelles reconhece, me respondern) nos
    seguinles lerrnos :
    o Sr. Joa da Maya.
    ii Em respusla ao que us ped. Ihe diurno*, que
    a machina do descarocar alsodoque pelo nosso ru-
    le foi montada e dirigida nos anuos de 18-JO e 1821
    na villa du Limoeiro, ruslou prompla perlo de 110
    conlos de ris ; trsbalhaxa com lli pares de luus ;
    era movida por i cavallos, leudo mais \2 para mu-
    das, ele. nava 15 16 arrubas de algndAo em plu-
    ma em 12 hora de Irabalho.
    o Ouanlo ao ultimo periodo dc sua caria, a idea de
    promessa : n'um discurso, claro, mcHiodico c con-
    ciso moslrou incoherencia e absurdo, que na lei
    se dava redigul. Cmo ,.,_ e re,,, OJ ,e|1, ari.
    versados ao segunde dilemma-o..|presla oa nao pres-
    ta a machinase ,,Su pteajla o que he moralinenle
    impossivel.porque commissao nao havia de ler fal-
    tado a verdade, quando ,;,s.e que a machina era ulil.
    depuis de ler ido eumina-|a aneBble- nao deve
    conceder favor algum ao pehrionano ; mas se I ma-
    china ptesla.como a eoi;imi,so allirma, e a assem-
    bla (em serios desejos ri praaaoter a cultura rio al-
    godao na provincia, miau date proporcionar sem
    ciindirues impralicaxeis os meu,. de que o inventor
    carece, exigiudo dclle previamenie todas as garan-
    tas uecessarias. e ueste sentido furmulou seguin-
    le emenda :
    O presidente da provincia fica auloiisario a con-
    ceder a Jos da Muya, a Ululo da empreslimo, a
    quantia de 5 conlos de reis, nos termos dos S se-
    guinles :
    S 1-A conceao ser feila|de urna tez c pelu
    espacn de5 anuos, medanle pieclsa fianc idnea.
    ." S c Se nu prazo de um anuo, depois de rece-
    bido o dinheiro, Jos da Maya nao apreseutar a ma-
    china de descarocar algodao," foncciouaudu regular-
    mente, ou pelo meuos prompla paia esla lim, elle
    ou seu fiador entrara para os cofres com toda a quan-
    lia recebida, sem rtilaejaa de um da.
    g 3. O presideule em regulameuto ou contra-
    to, designar a localidadc, em que deve lunccn uar
    a machina de Jos da Mava, e eslabeleceru as cuu-
    rin;Oesquejulgr uleis a sua adopcAo, sem alterar
    as bases cima expostas ; revogadas as disposires
    emeontrano.Epaminonrias de Mello.
    Esla ideia a unir que n assembla cumpria abra-
    Car, nAo achou alli echo ; cahio ; e o que passou fui a
    emenda do Sr. Brrelo, que he sem duvida a mais
    viva prota da nenhuma nltenrau, que a assembla
    preslou a um negocio de IAo grande monta para a
    provincia.
    As minhas machinas de descarorar algodao, Srs.
    redactores, nio sAo mais, gracas nProvidencia, um
    problema a resolver ; e dieta qualquer se pode con-
    vencer, que qoeira dar-seao Irabalho de ir a Olinda,
    ver i Irabalhar a que alli lenho ; e he lal a minha
    confianca a esle respeilo, que rirz-ndu-me cm tima
    occasio o Sr. Dr. Ignacio de Barro Brrelo, que
    por muilo favoravel rieixava de me moxlrar o pare-''
    cer, que sobre a minha machina havia redigidu, eu
    Ihe perii com a maior instancia, que se abslivesse de
    fallar absolutamente em meu nome, cingiudo-se
    nicamente a tratar da machina ; na certeza de que
    que eu uao repul.ua favor o que, alem della, elle
    quizesse dizer ; porque se a con.....ssAo dsse n ni pa-
    recer nesfavoravel, eo faria amatar a machina para
    a praca publica, a ahi a face de Dos e du homens
    desmentida a commissAu. (ajenio deduc/io que o
    Sr. Dr. Barros Brrelo lira da minha pelirao a as-
    sembla, para me impor a ardua tarefa de levantar
    urna machina no serbio,rapaz de apromplar por nu-
    co conlos de reis ,50 arrobas de algodAo em rama em
    12 horas de Irabalhu, he ella inleiramenle gratuita ;
    porque eu em parte alguma della digo, que me obri-
    go por urna quanlia dada a fazer uina quanlidade
    de Irabalho marcado ; o que eu alli: digo he, que
    um horaem pude cum as minhas macliiia descaro-
    Car lano algodAo em um dia, como 50 poderiao
    fazer uo mesmo esparo de lempo Cum as machinas
    commons, hoje na provincia empregadas. A o que
    al.i disse ainda aqui confirmo; e he esla nina ver-
    dade lal, que ninguem que vir a machina podara
    disso uuvidar ; porque nao precisando ella de oulro
    auxilio do liomem, mais do que o de lancar-se o al-
    godao dentro de um caixao para issu dispusio, se-
    gue->e que, descarocaudu cada caixao unto como
    um hornero (e mais Oe que islu ella porceitu faz)
    leu lu-se urna machina de .50 calios, leremoso Ira-
    balho de 50 honieii., e ate mesmo de cem, visto que
    a machina Imperial di logo o algodAo aberlo, oceu-
    paffa que nas machina* ordinaria! exige tantos bra-
    cos quintos sAo precisas para o descarocar.
    Mas i'le lo se refere no servico manual, que com
    a machina se evila, e nAo ao cusi della. porque he
    claro como a luz, que quanlu maior fur numeru
    de caiioe empregados, lauto maior ha de ser a torea
    prensa pan os mover ; pois que eu no meu inten-
    to oulra cousa uao liz, mais do que cumbmar prin-
    cipios cdnhecidos rie mechaiiica, e eslou licm longo
    de ler a louca prelanrn de haver deseoherlo alsom
    milagroso novo motor, que nAo cusle dinheiro.
    Kesla-nie nicamente declarar que, nal precenles
    Imhas, que muilo i pressa acabo de Iracar, nao he
    minha inlenrAo oflender a assembla provincial, em
    eujo seio vejo pessoas mui disliuclas ; o meo fim
    n.lu fui ootro mais do que mostrar que a lei do em-
    preslimo Maya, he um verriideiro.epigramma, que
    a assembla quiz laucar, em ccrapensae.ao da minha
    aturada appliracSu, em mulls prltacdcs a que rae
    lenho sugeiladu, pira realisar um invento que tan-
    tos beneficios ha de Irazer ao paiz. Kogo-lhes poii,
    u re,l,clore". o.ue se sirvarn publicar cm sen
    o Oiariu o o que cima lenho escriplo, com a que
    muilo ohrigarao ao seu aliento venerador e criado,
    Pernambuco, 25 de junho de 18.50.
    i Jos' iti Maya.
    Srs. redactores. Permitan] Vmcs. qne eu
    recorra, ao seu muilo coiiceiluado Diario para fazer
    tima pergunla au Sr. JoAo Coelho do Bosano, e ana-
    lysar o seu annonciu pnblieadu no Diario de 30 de
    mez lindo.
    Eis o aniiuncio.
    No dia 31 de junho ausenlou-se daca de Joao
    Coelho do Bosario, ra do Pilar u. SO, o porluguez.
    menor Antonio Carneiro, levando vislido calca de
    riscailo de quadrus e jaquel.) branca, chapeo de bea-
    ta branca, juntamente umalr,'ouxa com roupa em um
    leuro de chila azul: pede-se as autoridades policiaes,
    qne ilelle liverein noticia de oaprehenderem. e re-
    meller a casa do dito Bosario, julgandu-ie ler lo-
    mado o caminhu da cidade de Olinda ou Cachang.
    Esle auuuucio Sr. Bosario, devia ser applicado, se
    rugase algum eicravo leu, e nAo regular [oa por oo-
    tra.ser applicado a um liomem hranco e livre, e
    esle duem que nAo jez algam rngajimenlo com o
    Sr.. quando livesse celebrado, nao era por esla for-
    ma que \ me. devia obrigado a comprir. Ora dga-
    me Sr. Kosario, dige pelo o amor de Deoi. Vmc pa-
    ra que toi IAo liviano? quando Vine, pegou oa peona
    para escrever nAo Ihe tremen mau em tratar rio
    seu patricio no publico, como quem Irata um e<-
    crav i, o Sr. Kosario devia lembrar-se que nao he
    aom anuncio deairso aos porluguezes sensatos re-
    sidentes em Pernambuco. que se chama a attencao
    da polica, alim de capturar a esle ou aquelle portu-
    guez que proceda m.M O Sr. Rosario nao sabe se o
    purluguez Antonio Carneiro obrou como o Sr. affir-
    ma. islo foi talvez|.or ser crancez.
    Aj! miseratel, maldicA de Deus le caia sobre a
    canaca, para nao teres a ouzadia de tratar aom
    porluguez que dizem ser leu palricio.romo que traa
    a um escravo; dize, dize aerandija, celebradle Igum
    engajamenlo com esle rapaz, e quando elle reliroo-
    se da tua choupana. rouboute alguma cousa. pois o
    leu annoocio nAo u indica '.'
    Com a resposta do Sr. Rosario vollarei
    Jueiram, Sr. redactores, publicar estas toscas li-
    ndas de quem hs de Vmcs. atiento venerado e cre-
    adu.
    O defensor dos expalrides.
    3.- dilu i n.r discreto.
    Manoel dos Santos e Silva.
    4.- riifinidor discreto.
    JoAo Alves Mar ha.i...
    5." difuiidor discreto.
    Manoel Pereira l.emos.
    <>.- dillindor discreto,
    Jos Rodrigues de Carvallo
    Procurador do patrimonio.
    Antonio Augusto dos anlos Pullo.
    l'rorui ador de eleirae.
    I.adiln Jin Ferreira.
    Diluidor,
    Antonio Joaquim da Coila c Silla.
    Dinidor,
    Jos Joaquim Barbosa de Amorini.
    Inli idor,
    Joaquim Antonio Das de Castro.
    Diluidor.
    JoAo Anloniu Cuellm.
    Ilifnudor,
    Jos Joaquim da Coila l.eile Jnior.
    Dilrnidor,
    Joao levare Cordeiro,
    Procurador geai.

    ^ublicocoeS aedido.
    lllm. Sr.Em resposla ao oilicin de data de hon-
    lem, em que V. S. elige que eu Informe com toda
    urgencia sobre o conleodo de um aniiiincio publica;
    do no Diario da mesma dala, no qual se d a en-
    tender que o cullegin sob minha riirerranachi-se uo
    peior estado que se pode imaginar, cumpre-me de-
    clarar V. S., que urna semelhanle argirn,sendo.
    como efleclitamentc he destituida de fundamento,
    revela apenas maligna inlencAo da parte de seu au-
    tor, por conter urna calumnia revolimle, conlra a
    qual protesta o zelo com que me ufano dic dirigir
    sle estabelccimenlu, e no qual son acumpanhado
    grandemente pelo digno vice-direcU r e capelln.
    E de feito o fado de riurmirein os meninos Inbual-
    menle entornillados era nm rudillm, he conlra a ver-
    dade, por quautu neiihiim collegial ha que deixe da
    durmir em colxAo. e com os cnmnio.lus a Im nidos
    no estabeleciinenlo.
    V. S. mesmo leve occasio de ohserx ar o e5|,lo
    lisun'aeiro desle cullegin, quando em commis-ao com
    o Sr. Ihesoureiro do palrimonio, bouve de visila-lo.
    e em rompaiihia do lllm. Sr. cummrndador Jos
    Victorino de l.emos, se dignoo assistir festa da
    Materuidadc nu dia i de maiu desle auno. Appcllo
    por l,i ni a para V. S., e para os Srs. Ihesoureiro du
    paliimoinu.e commendadur Jos Victorino de [av-
    ino*, rujos testemuiihos sao m^isque sufficienles pi-
    ra .u lmar o quanto lenho dito um rrlue.in ao es-
    lado desle eslabelecimenlo. Appello ainda para o
    lestcmunbo de muilas pessoas gradas, que o lem vi-
    silado. Pens ler satisfeilo no quauto V. S. de mim
    exige, achaudo-me todava pruinplo a salisfazer a
    quaesquer outras exigencias desta a de oulra nalu-
    reza.
    Dos guarde a V. S. Collegio dos arpilla! na ci-
    dade de Olinda, I de juliiu de 18511. lllm. Sr. Dr.
    Joaquim Jos da Comer, dignissimo presidente
    interino do palrimonu dos orphfos. Jos Beatu da
    Cosa, director.
    UIYIA LAGRIMA
    le Saudade More o ttimulo da llltna. c
    Exnta. Si a. I). Hathilde Alve liuer-
    ra I.O|ves, ollereci.la ao sen irirou-
    solavel esposo, o lllm. Sr. Dr. Cluis-
    iovao Xavier Lopes, por um xeu
    amigo.
    (Juelle mam en on jour l*a rav
    toos les rhar mes '.'
    CAafeaudriainI, <;. o C.
    0.uAo deploravel ha a rontini-encia da vida
    humana Como he digno de lastima o curso
    terrestre de uos* existencia? Inexcrulaveii
    arcanus da Providencia! Apenas asaoma o lio-
    mem na Ierra, ignorante anda do lugar qoe
    oceupa, he-lhe imposta logo adora condem-
    nacAo da morle A naloreza, qoe desenxolve
    e fecunda us germen da tida, desenvoitee
    avvenla as vuragens da morle. Quando o
    vvenle mais ae iunebria em coiileiilamenle.
    einbalandiic nos gozos da existencia brete,
    que se Ihe figura cierna ; quando firma sua
    inleira credulidade ros paisalempos e illosO-s
    da tida sempre falla/, a liioogeira, quando lea
    .na ni,-una iiusginarau ja descortina no huriioii-
    le do lempo, que Toge e nao tolla, um astro
    precursor de risonhas e fulares riius ; qaando
    .......ah na a hora falal! A pbaolasia fal-
    lece em seus clculos, as ilnises se dissipam,
    cxtingae-ie o principio tilal: be o morree
    ruge a duvida e apparece a realidade. E-piia
    o prazo de urna exislencia niieirimeutc d. to-
    rosa e curtida de solTrimenloi, para encelar
    seu eterno e iuvariatel corso, ooli'ora doce,
    benfica.deliciusa, eoode nao reside o engao,
    porque ludo he real!... E nesta trame de aso-
    ma, ueste momento extremo he a religiao a
    egide do mortal,, nao para sublrahi-lo ao do-
    minio e s diera ni a das leis natuiae. mas
    para evhnrla-lo. acorocoi-lo. eaperancando-n
    na injieran da paz e remanso celealiaei. E, ah'.
    Ser Eterno Onde euconlraiAo xossos buinil-
    des lillins refrigerio as suas magoas. lioitivo a
    seui solTnmenlos. senAo na sania relicta* que.
    Ihes oulorgastes. e que lies verdadeiramenle
    professam! Prescrrver-uos-ha ello alguma cou-
    sa cojo cum, rmenlo i os teja penoso e irope*-
    aitel'.' Ouanlo vos mostris compamito para
    comnoaco, derramiiulo em nossos coracoes om
    inexprimivel baliamo de consolara,i, no mo-
    mento em que estamos prestes a lobmergir-
    uos nas marolhosas vagas do desespero' o
    nao he a morle quempoupa e evita tantos ma-
    les "! Mas, quautoLjM-aaaaaa solTre-la.... Sua
    carcomida e cerleira toice acaba de eeifar
    mais una vida preciusa, a da lllma. e Eima.
    Sra. I). Malhilde Altes tiuerra Lopes, com-
    pensando a perda de uina mesquinha e inrerta
    eiiilencia com a eterna e grandiosa morada dos
    justos, sacrosanta mansAo dos bematenlora-
    dos!.. Nucida em -2i de dezembro de MM,
    de pas illoslres e ..bastado, receben urna ertu-
    eara i normal, cohereule com o desentolti-
    menlo moral qu desde a infancia manifoluu
    o atilamentu e perspicacia de sea espirite; e ~
    ttaaurea quadrados poucu. anuo,leve de aban- J
    doiiar-se a urna dor pungente, amarga e pro-
    fundissima : a perda de sua citara e extrrm r-
    sa iBAi!... A marcha rpida e aecelerada
    do te.npo, que apaga a memoria doa even-
    tos oa man -enu, foi todava iu-ulliciente pa-
    ra arradar de seu amoroso e seusivel coracin
    urna i.io sentida magoa ',... Foi o seu primei-
    ro Irania de dor !... A primen a pagina de li-
    vru de ieui solTrimeniai!... Bafejada, cnlrr-
    lanto, polas auras de ama ilad.- juvenil, e nb-
    jecto dus dcsvcllos e extremo do seu cariuhosi
    pai, foi despsala no dia 18 de fevereiro de
    1819, pelo lllm. Sr. Dr. Chrislovao Xavier Lo-
    pe*, cojos exc- lenles predicado, haraaonitan-
    do-se com os de sua virtuosa consorte, cons-
    tituirn) urna unan placida e dltosa. Mas a
    incerteza ou volubllidade da si.de nao lardn
    muilo cm faze-la pa>sar por penosas provcies,
    aliliando-lhe a existencia. Er.un apenas dc-
    currido dous anuos, e ji experimenUva sob
    alllicroes iuilisi veis, x nipluinas de appanc.lu
    e les-nvulvimenlo de'uma das mais crueis en-
    fermidades ; a pthv sica pulmonar; e ene ver-
    me destruidor ue seus das, zombando dos cui-
    dadoi e ronclho da hvgiee, mallogranlo u
    recursos e eitereaa da 'therapeulica, rulilhian-
    do, e-nliui, lodos os caleno., coojeclnras e
    procesaos da arle medica, (o prngrexivamenle
    arraslrandu sua infeliz victima a nm centro da
    inexplicaveis padecnbentos, e faria de crueza,
    abaudouoo-a a morle... Ah Foi on dia 5 do
    mez prximo pa.sado, que leve lugar a doloru-
    e ullima seena du Inste drama do aeo anu'
    curado titer! Revestida de resiciurao evan-
    glica, arolheu com a mais firma contriccJo
    os auxilios espirituaei; e dispon lo-se religio-
    samente ao eterno de-apego do mando, eiha-
    loo o ultimo suspiro !... A caridade para com
    os pobres, a oracAo, a amizade proximal, a
    paciencia, benigoidade para com lodos, amor
    ao esposo, cariohoi de mai a qaalrn lllliinbo,
    seo preciosos legados na Ierra, realc o mrito evirtude, allslam-na no numero dos
    diliisusc bema ven turados, cet'oum-na felice
    gloriosamente no co... E vos, eitremido ea-
    poso, que carps o passamenlo de vosa ima-
    vel e virtuosa companheira, eniogai o pranlo
    que voi Taz verter o doloroso scnlimento de
    pongenle laodade, prosegu no atTagos e soli-
    cilude para com vosxos charos lilliinbn-, anxi
    llai-os na escabrosa carreira da vida, e sohmis-
    so aos ditinos arcanos, consolai-vos mexis-
    lencia de tossa lerna melade, pois que, se (ni
    curto o periodo de sua e\itencia n- Ierra, se-
    r eterno e sem fim o seo repouso oa elcrni-
    dade.
    A Ierra Ihe seja leve.
    Recife I- de julho dc IH5H.
    &0mmttt>.
    CAMBIOS.
    Sobre Londres, 27 d. por 1?.
    ' Pars, 360 rs. por f.
    a Lisboa, 100 por 100.
    Rio de Janeiro, 112 a 1 pur Otn a 1.5 a :N) da.
    Acedes do Banco, M5 0|ll de premio.
    Acres da companha de Brberibe. .'iljnm
    Acedes da companha Pernuniburana ae pe-.
    (i Elilidade Publica, :I0 pvrcenloirt preiiii.
    n ludemnisadora.5-2 por rie premio.
    ir ri da estrada de Trro oO por Or)de premie
    sobre a entrada.
    Discut lo de lel iras, de 7 a !l por i>in.
    METAES.
    Ouro.Onras bespanholai. .
    Moeda de 6900 tedias
    ii 69100 novas
    > I9OOO. .
    l'rata.Pataces braiileiros. .
    Pesos columnarios. .
    a mexicanos, ,- ,

    28 Ka>VlO
    . tn.-isii
    . tHKv|
    . lOiai
    .. -O'.
    . -Jama 1
    t*a|
    .-il.FAMIEliA.
    Rendimenlo do dia I .
    M:l:ll.'l(l
    .- .snaciode Bar-
    ro Rumio me fi/essein 11 obsequio de vir minha 1
    residencia em Olinda examinar machina Cln ,, unla machin 1 qne descarocc StKI arr.dias de ,dg dfio
    Uo, se moslraraiii ambo perfeitaraenta salisfeilos em '" l""''' ""'',:rl%" desla prninria, he Ifloab*
    cun o Irabalho dellu. c cun elleilo deram o c'nare- *"'''''' 'I"0 "IB pedimos nos dispense dc Iralar
    cer favoravel, concebido uus (eguinlea lerijoi: j della.....
    n As commissoea de agricultura e arle e ,|c ne. Hanlinma da anaa machina! para fuoccionaa
    tienes, lendo prsenle o reqoerimenle imito de Jos "" scrli1" ''e>er por en movimenlo mais de 1^' casa
    de Max a. considerando que jamaii pude ser ile- '* '* fnaoa, prodniia 10 rada um a rulo de I arroba
    piezado por esta-sscinhlea .iquillo qxio lacilila as' 'lo P'"mil '''" '- hars do canlrarid Ihe ha de.a-
    operari'ies de produccAo de um dos priocipaei "ene- c""lecer 'I'"-' succedeii a do Limo,iro, e que foi o
    ros da provincia, ja diminnindo os gaslus d(4,a'pro-
    duccao, e ja fornecendo j esl meins delli aCcele-
    rar-se em su expansao; considerando quo ,, india-
    Ida algodoeira em l'eriiambucr. acha-se deial su\T*,
    oppriinida por aquelles que devem vigiar sobre ella
    que de da em da vai dcfallccondo, a p,n,0 d,s
    commissoes aguardaran) que mo tardara' in.,11,, iue
    se eiilnaaa de lodo o afamado algodAo de Peruain-
    bueo. Esse algodao que quanlo ao comprmanlo ria<
    libras laltex 11A0 seja excedido por algum nulru de
    paiz neiihiim ; iiiniderainlii que na iudiislria nlaa-
    doeira -., operario de deacaroca he nm 1 das mais
    motivo principal dalla ler lido abandonada ; que era
    11A0 ser possiTCl reunir mrla I dn algodAo suilicicu-
    le para a conservar em servico ron-lautc.
    Somus ilc Vmc. ltenlos veneradores e criados.
    1 C. Snrr & C. 11
    Cum esle valioso documento ero punhu con i de
    novo a casa dn >r. Dr. EpaminuudiH rie Mello, e
    esle senhor aiu la me luruuu a promeller que nao mi
    leria na as>eiitblea a carta dos Sr. C. Sitar i ('..,
    que mallo 1...... Iliet havia de merecer, rom que
    empregara iodo oa sen eifoirca para que a Iti uao
    pa.-ase como Cllata o coni Pifelo riimpio, au
    VOTO DE AGRADEC MENT
    A assembla procinciat.
    A mesa resedora da irmaodada do Divino Espirito
    Sanio da igreja do Collrgio desla cida.o, tendo re-
    qneridii a lllm.' a-semblea provincial a concessAo de
    5 lolenas dc 1:20 conlos de reis cada un)),para mi-
    llo dos recursos da mesma Irmandade, afim de levar
    ao merecido estado de expen Inr aquella igreja. vem
    pela imprensa apreseular aos dignos membros do
    corpo legidalivo da provincia um vulo solemne do
    seu rcriuiliec,ment ,. eterna gralida 1, pelo rieferi-
    menlod i nippliea dos ibaiio araignoiloa. visto co-
    mo decreton por urna resulurAo approvada nas ulti-
    mas hora da sesAo linda, aquella pa suhvencao.
    com a qual peder a irmandade lazer face as gran-
    des despena de reparadlo do templo reconciliado.
    Os UM 11x0 assicnados, alem do voto que em nome
    I da contraria presentara aos disnos lepresenlanles
    ,da provnola, hxpolherain o sen reruulicrimeiiln pes-
    ' soal para com o inesmus ilignisimos setihures.
    Constsloiio em inca :il rie julho de 1858.
    Anloniu Ramo,
    Juiz.
    Antonio Joaquim de Almeida Cruz,
    Bacritfio.
    Antonio J o*r Dias,
    Ihe-uureirn.
    JoAo Albaoazio Bolelho,
    l.e ililimdiir discreto.
    Jos llruini.il> ii Kodia,
    -.'.' dilinitor disrrelo,
    Juo Hapii-i.i Vieir.i Ribeiro.
    Descarregam hoje -2 de Julho.
    Barca francezaGustaremercadura..
    Ilurra inglcza/-.l/.-n bacalbio.
    rigue sardo Marta Ktizu farinha c papel de
    emhrollio.
    HEM1IMEMO DO HEZ DE JIMIO.
    Uimiiuiiimln lul.il...........Il5:.l7l'jn|
    Bcsliluiees............ fi:|ii|
    Ri.
    Iinportaro.
    Hirrilu de euiisnnio. ...".,.,,,
    Ditos de I por cenlo de reex|*.rlacao
    para os pmlos c-trangeiros. : .
    Dilns de I por cenlo de reexportaran
    para ns porlns dn imper........
    Ditos de bildeaeAo...........
    EviH-riii'iilc de 5 por cenlo dan g......nw
    eslranseiros despachados cea rada
    dc gtlla...............
    Dilii do \y |hic r. do. Matara* da i>ai/.
    Dilinlo I \y par r. do gi-noi.i. Inri-.
    Ainia/rnagrm da mor nrinria.....
    Dilada plvora.'............
    I'reinin de \y2 por reato die emianidiai
    Mulla ralriiliulii me. dupai'hi>. .
    'Dila diversis..............
    Interior.
    Sollo lixn................
    Palenle dos ilrsp.u haiile griar. .
    Ditas ditas rsperiae..........
    Eniiiliimciili de wrlbWw.......
    !4fcMxaj8i
    iM:22-2-.o};
    (-ai
    :l7ar.7'i
    ll.-liai
    5la.;i
    97IV.75
    85fjs>7ij
    l:Hlft-77i
    Mr; 17
    JMatkKi
    nmm
    2,'i-tvm
    iTirjimj
    l'l-Sl'dl
    llftllfaniii
    \aM seqnintct rsprrirs.
    Dinbeirii .... -fca:\ 17^151
    A-siunailir ggfcajMajaJ'J
    DciH.sil....
    Em bil.iiu. 1 10, iiliu,,,, ,|,.
    LADO

    K
    !





    i
    )
    DI?O ?t*U QBftT- Fll i ai julho as 1856
    maio..........2:68-23854
    Hnli .i 1 j- no rorrpiitc mez 12:lfM59i!
    S.ilii. )>.............
    Existentes..........
    Na* seguintes especies.
    liinliciro..... 64W8S
    Letra......44:0-2S?t>Ul
    41:7898083
    II19000
    11:678,7083

    Contribuirte) de caridade.
    Kcndimeiilii ueste mez......... 729S351
    Alfaudega de Pernambueo 30de junho de 1856.
    O escrivo,
    Faustino tfrxe do Sanios.
    IMPOSTADO'.
    I'ulacd arda ( Mana Elisa, inda de Genova,
    consignada a Bastos ctl l.emos, manifest!! o se-
    guinle :
    800 barrios familia de trigo. 400 caitas m-i-sa-s
    III ditas marmore lavrado, I dita retmz, 56 "M(a,
    papel brancu de machina. 260 balas a 508 fardos di-
    to de embrulho, 5 ditos flor de tilia, 3 ditos rail de
    allliea. 7 dito berva-doco, 2 ditos gaia, 4 ditos ma-
    cell.i, i ditos seiine, i >lilo flor de sabugo, 4 < 111 > -
    raspas do viado, 3 ditos itvaiade era ramullas, 4 di-
    tos e I barrica tilia, 3 barricas salitre, I dita verde-
    te, t barricas e 2 calas incens. 1 barrica nnla-sa, i
    ditas crmor trtaro, ;.> .liles alcista, 8 caitas goai-
    ma arabica, I dita estoraque, I ilila agua de cheiro,
    I dita scanioma, J ditas Irincal, '2 ditas ni.......t di-
    ta eanthandas, I dita nusmoscada, 1 dila acido c-
    trico, -2 ditas enxofre, 2 ditas campbora. I dita ja-
    lapa, 2 ditas lous vidrada, 1 surco mustarda, 2 di-
    tos po campeche, 25 ditos pimenlt, lo ".Uo linlia-
    r,, 12 cadenas Huellas, 2 fardos rom i caitas com
    chapeos ; aos comignalaiiis.
    Vapor Irancez Cdiz, vindo do Havre, consigna-
    do a agencia manil.sloii o seguinle :
    I cima guara-te ; a \ un,-.
    t diU papel e 6 ditas ignora-se o conloudo e a
    consignaba.
    I embrullio.ignora se ; a Soavage & C.
    1 f.ilha dito : i l'olicarpo.
    2 canas dito ; a Saillard.
    Vapor iuglez Avon rindo de Soulhampton,
    consignado a agencia, manifeslou o seguate :
    i cana relogios e 2 erobrolho* amostras ; a Rabe
    Schraellan & C.
    1 eaia obras do ouro ; a F. Siuvage & Corcpa-
    nhia.
    2 ditas ditas de dilo ; a Timn Monisen \ Vi-
    nassa,
    1 dita dita de dilo ; V. i. Germn.
    I dila ditas de dito ; a Luiz Antonio de Siqueira
    I dita lencos de seda, 5 embrulho? amostras ; i H.
    Brunn & C.
    t dila bitas ; a I-'. D. Feverherd.
    I dita perfumaras ; a Luiz Autouio de Si-
    queira.
    I embrulho amostras; a Me. Calmnnl A; Coro
    pauliia.
    1 ditos dil.s ; a Feidel Pinto & C.
    I dilo ditas ; a Burle & Sooza.
    I dito ditas : a J. P. A l "ir & C.
    1 dito dila- ; ao Bario da Boa-Visla.
    I dito .Illas ; a A ni, ral.
    1 dito ditas ; a l.etellier & C.
    I dito .lilas ; a Southall Mellis & C.
    I dito ditas ; a 11. (iibson.
    t dilo ditas ; 4 C. J. A'tlcy i i:., t 1 caita com
    hixas.
    1 dito ditas; a Fox Brothers.
    1 dil1iros : ii S. D .Verrecher.
    I dilo amostras ; a Isaac, Curio \- C.
    I caita livros ; a N. Bieber < C.
    I embrulho amostras ; ao mesuio.
    I dilo peridico ; a l'.ilon Nash & C.
    I dilo Kilos ; a K i-- 11 Mellors &.C.
    I dilo ditos; a Balos iS. Lemu*.
    1 barril vinho ; a C. J. Astley ai C.
    I embrulhs insnlimenlos; a Scotl Juchcr.
    OUNSULAIiO tiEKAL.
    Rendiroento do di I...... I:573f}2l9
    i.'I\KIIMs PROVINCIAS.
    Heudimento do dil li..... 393486
    KKNOIMESrO DA MES* I>0 CONSULADO D
    PERNAMBUCO NO MEZ DE 'JUNHO DE
    1856.
    Passtporles
    77:112*110
    3." seccao do consulado provincial 30 de ju.iho de
    1856.Oeseriptiirario,
    listes Cok le Cavalav.li de Mello.
    Consulado de ."> por cenlo. 36:472*271
    Dito de 1 por cenlo do au-
    to em barra..... 13390
    -------------- 36:1735861
    Ancoragcn........ 1:9(33030
    Direitos de 15 por centurias
    nihaieaces cstrangeiras
    que i issim a nacionaes. 63003
    Ditos de 5 por ceuto' na
    compra e venda das em-
    barcan'ies ..... 0075835
    E\|iedieutc da capaiazia. 6773255
    Mullas....... 6943460
    Sollo fxo e proporcional. . 88.8468
    Emolumentos de certides. HafttX)
    REVISTA COMMEKCIAI. |DOS PKINCIPAES
    MKltCADOS DA El'ROPA. PELO VAPOR
    ./ O.v, SAHIDO DE SOITAMPTON EM 9 DE
    JUNHO.
    Amslerdam .> de junho.
    Caf.As transarres nao furam importantes co-
    mo do coslume em caf de Java. Esla sorle foi a-
    pems, comprada para as nece-sidades imiuediatas do
    consummo. Todava os preros sao firmes, e a opi-
    niao em favor desta especie vai diariamente a me-
    Ihor. Os cafes do Kio bom ordinario attrahem a al-
    inelo dos compradores a precos soffriveis, e apezar
    da reserva excessiva dos pu-sui.lores, compraram-se
    cerca de 1,900 saccas, tanto em Rotterdam como
    aqu do Ro real, a bom ordinario pelos precos de 21
    ', a 26 'i ceut. por ', K11 _. Silo colados, ordina-
    rio a bom ordinario de 21 a 27 cent, lino ordinario
    27 ', a 28 ,'4 cent. Deposito da sociedade do coru-
    inercio em lodos os pontos 478.000 saccas conir*
    368,01)0 em 1855, e 113,800 em 18)1.
    Cacao.O de Guavquil fez como em Hambargo,
    frente ao mercado por preco firme Ue 32 cent. O
    deposito he insignilicaiile, e as 53 saccas do Maru-
    nbao que restavam no mercado, acharam comprado-
    res pelo preco de 35 a 36 >i cent, por '., kilog.
    Assuear.A procura foi urna activa, eos precos
    an uiiii tilines. A 15 de maio houve um leilau'da
    sociedade do commercio eompreheudendo 85,000 fe-
    xos do assuear de Java. Todo elle vendeu-se rapi-
    damenle a 3 (torios cima dos precos medios de
    marro.
    ltimos precos : Brasil, branca de lo a 44, so-
    meiios de 37 a 40, mascavario de 31 a 36 llorins
    por tOO kilog. tara >..
    Antuerpia. 6 de junho.
    Caf.A calma a man; absoluta rtinou durante a
    primeira parte de maio os compra lores derao prova
    de urna grande reserva nao operando senao pelas
    iiecessidades do consummo es inais urgentes. As
    nolioias viudas do Kio pelo vapor Acn no meiado
    do mez, provocaram algiuna procura para o con-
    sumo.
    Desde logo manifestaran) ss mais disposU-es a o-
    perar, e os negocios recobraran! alsuma imporlancia.
    Vendas 7,500 saccas do llra'il, seudo" 700 da Babia
    .o reslo do Kio de Janeiro' pcloi) seguintes precos:
    baixo ordinario 23 Vj a 21, ordinario a bom ordina-
    rio 25 a 26 ; csveraiabado -li a 27 ,'j; bello verde
    29 a 30 cent, por kilog. uirmazeiado.)
    Deposi(o.~109,500 saccs sen lo 50,000 do Brasil;
    contra 89,000 sendo 60,000 do Brasil] em 1855.
    Coaros.A' thegada do correio do Parala manifes-
    lou-se urna forle rccrifilescencia na procura ooaa urna
    gradual de 1 a 2 cenlimus, mais e*pecialinonte so-
    bre os seceos de Buenos-Ayres, ligerns e da boa na-
    tureza, os quaes deram lugar a negocios redondos e
    maiores. As vaquetas sobreludo i iram reprocuradas.
    Vendas geraes em maio 39,638 peras.
    A conlianr^a no futuro do artigo lem-se ausmeuta-
    do, e as necessidades iminedialas de Tenerife, en-
    (ram por nina boa parle nos negocios tratados depois
    de nnssa ultima revista. Tanibein aperar de urna
    cifra asnas importante de dragadas (39,146 seceos e
    17,199 salgados) o mez de maio lindou-sc com um
    deposito mnimo. Kio Craude seceos e slgalos, os
    seceos fallam e achariaoi bou venda. Nos seceos e
    salgados do Peruambuco. Ii/.eraui-9e alguus hegocios
    a 45 3)1 cent, pela qualidade bastante ordinana de
    16'( kilog, e 49 U cent' pelos couros bem prepara-
    dos e pniico salgados de 12 a 13 kilog. Resta-nos
    hoa escolha nesla especie (92.000 per.* das fle Per-
    uambuco, Babia,Maraubao, Para), Buliia os salgados
    c seceos valem 50 a &5 por '. kilog.
    Cacao.A actividad?, que se operou sobre os
    mercados iuglezes reagio sobre iiossi prarja, e os ne-
    gocios que eslavam fracos uo principio do me/., tor-
    niar nn-se tilo activos que comportavatn a cifra das
    existencias. Os importad ires conliam do futuro do
    artigo, moslram mu poucas disposices a realisar.
    Vendas cerca de 703 saccas, sendo 300 do Maraiihio
    pelo preco de 34 a 36 cen, por ; klogramma (ar-
    mazenadol, e de 42 a 43 cent, (direitos pagos) por ,'*
    kilog.
    Depoiiio 250 saccas contra 100 em 1855, 1.5u0 em
    1851, e 2,100, em 1853 no primeiro ato junho. N,rio
    resta mais nada das especies do Brasil.
    Assuear.Esperaudo os resultados da venda pu-
    blica que leve lugar em llollamU n 15 de maio, os
    negocios licaram mu calinos. Dcpoi* elle- nao se
    reauimaram, com tanta actividade quanta se espe-
    r.iva segundo a sttuarau do mercado itigtrz. Em
    summa as vendas nAo excederam, ha um mez, a ci-
    fra de 3,000 caixus llavana. .Dual carrcgar.oes de
    Maoriia,
    13|B00| los, volei com o primeiro revisor.lteliello.Vale, i PARA 0 RIO DE JANEIRO.
    Santiago. Seaoe rom breviJade o brigne nacional oElvira.u
    Nada mais e rontinha em dilo accordio, o qual! ja lein parle do sen earregamenlo prompto, paran
    sendo apresenlado a meu aulecessor, poz-lhe o cum- resto, pasasgetros. e escravo", para o que tem excel-
    pia-se do theor seguinle lentes commodos ; lrla-ie com o consignatario, Jos
    Cumpra-se. Itecife 21 de junho de 1856.Duarte. i Joaquini Dias Fernandes.
    Nada mais se contiiilia, e nein se declarava em di-
    las pecas aqu copiada-, em visla das qoacs hei o Te-
    lendo tjervazio Pires Fcrreira por habilitado para
    reger sua peana e bens.
    E para que chegue a noticia de todos mandei pas-
    sar o prsenle que ser afiliado no lugar mais publi-
    co desla cidade, e publicado pela imprensa.
    Dado e panada, nesla referida cidade do Kccife
    aos 26 dias do mez de Nosso Senhor Jesns Clirislo de 1856, trigesimo-
    quarto da independencia e do imperio do Brasil. Eu
    Floriano Correa de Brilo, scnviio, o fiz escever e
    subscrevi.
    Ab.lio Jos 'lavares da ilva.
    ".
    tcciaira^txd.
    Dcvendu em cumprimento <
    dem do tribunal do thetooro nacin
    2 du Janeiro do COITCnte anuo, san
    cifcnlario as olas de .>D.S, tampa, papel enearnado, que nella
    tem, sendo substituidas por notas
    mestnos ou de menores valores, da ty
    filial do Banco do Brasil, estaliele i
    nesta provincia olllm. Sr. inspector
    tliesouraria de fazenda desta provi
    r da
    nrjia,
    Para o Ceara com escala pelo Kio Grande do
    Norte -alie em poucos das, por ter o sen earrega-
    menlo quasi completo, o palbabolc nacional Ange-
    lirao meslre e pralico Jas Joaquim Alves da Silva,
    para o restanlc da cana e passageiro* Irala-se com
    sen consignalario Luiz Jo& de Sa Araujo, rua do
    Brum ii. 22 ou com o nesmo meslre.
    Maranli^o e
    ara*
    No aterro da Boa-Vista, segundo an-
    dar do sobrado n. li. precisa-sc de tima
    ama que saiha ro/.inltat eeiigomniar.
    Joan Praeger, leudo tratado a com-
    Furto.
    No sitio da t.ainiiho-iiovo, que vai da Soledad*
    para o Manguiulio, perlenrenle a 11. Antonu Fran-
    cisca Caiiaval. appsreeei mn pardo para fetlnr e esse
    prado inventario do aiina/.em perlen-1 niaudaiidii-se com rar im dia 27 de juuho em Mn-
    cente ao Sr. Pedro Mullir, sito na ruajfu|a urnas fiula-, ale osla dala nao appaceceu. o
    e levou |ara cou-
    da Cl
    qu
    u/. n. II, faz. StO publico
    iialquer pessoa que ti ver direilo ao
    pr.i/.o
    ij pardo chama-se Iternanio, forro
    L durao de ditas frutas un csvallo roen ara, ja velllo.
    no
    de Ires
    sob pena de perder uualquei' di-
    itie tiver a elle. Kecifc '1 de inllio
    O bem conbicido brsue escuna l.auraii, recebe naSniO' I,
    carga e passageiros : tnla-se rom o consignatario J.
    It. da Konseca Jnior,na rua do Vigario n. 23.
    inr-ii 'i. se aprsente
    dias,
    reito
    de llalli.
    llietes (I:h loteras.
    Billetes da lotera que esta' a coner
    defront*da igreja, taberna.
    I'rdpaijaeao do melliodo Custilho.
    Para (Ale uo seja so a rnlade da Baha, que e
    ufane de 1er cinco esrolas pelo insigne melhoda Cas-
    tilbo, o professor da escola central da freguezia de
    Santo Antonio, havendo creada na do S. Pedro fion-
    ralves a escola filial,qnc dirige o Sr. professur Ber-
    nardo Fernandos Vianna, e prepiraodo-M pelo mes-
    ino inelho'l", e pala a mesmi fiegueria o digno Sr.
    profes'or Mximo, jubilado pelo governo desta pro-
    vincia, oflerecc o prseoal de trnla alumnos, pelo
    menos, pan as escolas que cslalielererem em cada
    Para o Rio de
    Janeiro
    legue em noucosdias por ter grande par-
    te do carregamefto prompto, a escuna
    nacional /.KI.()S\, capttao Pinlio : para urna dis freguezias S. Jos e Boa-Vista, aquelles
    5:1135228
    41:587c089
    Diversa* pronnrias.
    Diurno do olgodo e oulros
    seeros do Rio tirando do
    Norte....... n060
    Dito dito dito dilo da Para-
    hiba........ -29I19
    Dilo do assncar, e oulros
    gneros da dita.....
    Dilo Dito do Kio Graude do
    Notle.
    Dilo dilo das Alaga.
    333-3127
    2:29I52'.I
    3:0713882
    41:6615971
    Depo.ilos sabidos .... 1:205669
    Dilos existentes...... 5:9299188
    Mesa do consulado de Pernamboco 30 de junho
    de 1856.0 escrivio, Jacome (Serario Mana Lu-
    maehi dt Mello.
    ConfrootacSo do rendimento da mesa do consulado
    de Pernambueo no annos linanceiros bailo de-
    monstrados. .. ,__-
    1854 a 1855-----!8o5 a 18.6
    manda convidar os possuiriores das ditas
    notas de 50#00, para as apresentarem
    na inesma tliesouraria, alim de serem
    trocadas dentro do prazo de oito meses, a
    contar do de julho prximo vindonro ;
    8 i'evereiro do seguinte auno de I87 ,
    declarando o mesmo .lempo que, (in-
    do csse prazo, sollrerao o disconlo
    de 10 por cento do sea valor em cada
    me/, de demora na apresentacao, na or-
    ma da lei de de outubro de IS, ate
    Ucarem sem valor algum. Secretaria da
    tliesoiiraria de l'a/.enda de Pernambueo,
    .1 de junlio de 1856. 0 ollicial-maior,
    Emilio Xavier Sobteira de Mello.
    A administrarla geral dos estabclecimcnlot de
    caridade manda fazer publico, que nu dia 3 de julho
    prximo futuro, lia sala do suas aesse, largo do l'a-
    aizo, pelas i horas da tarde, contina a arremala-
    e.i" das rendas das casas abolso ileclaradas.
    Bairio do Kecife.
    Kua da Cadeia n. 30, rua da Seuzala Nova ns. 25,
    26 c 30, rua da l.apa n. 5, rua do Pilar os. 93 c 95.
    l.nii > de Santo Antonio.
    Ku i do Collegio n. 18, rua Dircila us. 5 e 7, i .i
    vessa do Carccreiro ns. II e 13, roa do Padre flo-
    riano u. 13.
    Os preleudentcs dirijatn-se ao lu_.ir e hora apra-
    sa ios, acoinpaiihaJus de seos fiadores ou munidos de
    cartas desles. Alverle-se, purcm, aos inquiliuos,
    que nao esliverem em dia, que nao serio adiniltidos
    os seus laucis sem que sldelo os scus Ucbilos. A I-
    miaislcarau geral dos eslahelecimentos de caridade
    26 de juuho de 1856.O eSCiivAo,
    Amonio Joc UoBtOi do Correio.
    Pranle o couselho de adiiiinistrac.ao naval tem
    -lo couiralar-se as 12 horas do dia 3 to mez Ue ju-
    lho vindonro, e por lempo que ao incsino couselho
    convier para as pravas uos navios armados, barca de
    escavano, enfermara, arser.nl e africanos livres e
    foinecimeiilo dos segumles gneros: asalto docodo
    Lisboa, dita de rarrapaio, assuear brauco, arroz
    braucodo .Mar.nli.lu, agurdenle branca de 20 graos,
    bolacha, hacalhao, caf eiu grilo, carne verde, dita
    serca, familia de mandioca, fejo mulaiinho, pSo,
    touciuho de Lisboa, vinagre dito, velas de carnauba
    e de estearinas ; bem como se contratara por lempo
    de um auno a lindar em 30 de junho do 1857 o fur-
    neciineiHo de medicamentos para a enfermara e
    navios, o dos serviros de barbeiro, e o
    tos brancos e azues para as praess dos navios e ar-
    senal : pelo que sao convidados todos os que inle-
    ressareiu em dilos foriierimeulos a coinparecerem na
    silla le ua sessoes a hora indicada do mencionado
    dia, com suas amostras a proposlas, declarando os
    ullinijs pie-cu. u quem seus fiadores. Sala das ses-
    soes do conselho de adiiiiiuslracio naval em Peinain-
    boeo 27 de junho de 1856.l) secretario,
    Chnsiovo Santiago de Oliveira.
    Contratando esla repartirn a compra ou forneci-
    s estes dous ubjeeio
    ia '|u mii.i.i n-, e por
    lempo que mais conveniente for, manda o lllm.
    Sr. inspector Uzer publico que acerca receber-se-
    ha nesla secreltria as respectivas proposlas em caria
    fechada ate o da 5 do correu/c mez. as 11 horas
    da mauhaa, em que o contracto enecliiar-se-hn coru
    quem mais vanlagens ollerecer a favor dos interes-
    ses da lazenda.
    Secretaria, da InapooclO do arsenal de marinha
    de Prrnambuco, 30 de jouho de 1856.
    O secretario, Aleandre Rodrigues dos Alijos
    O conselho de adininistracao do fardamenlo do
    corpa de polica manda fazer publico, que precisa
    comprar, 300 pares de sapalos de sola e ira l'eilo
    ne--la cidade : as peanas j,ue se propozerem vender
    devela j comparecer na sala da secretarla desie quar-
    tel no da 4 docorrenle, pelas 10 horas da maiihaa,
    com suas proposlas em carta lecha a, acompanhadas
    das competentes amostras. i.Kiar I--1 do corpo de po-
    lica l. de inllio de 1856. lpiphanio Borgcs de
    Menezes Doria, lenle sccrelario.
    C8rga ou escraVM a fete, trata-te com
    os consignatario^ no escriptorio da rua
    da Cruz. n. 49.
    A barca Sania '.lara sabe para o Porto no di8
    5 do corrente mez. Aiuda recebe carga e passagei-
    senhores quo hihilitados e licenciados pela directo-
    ra geral da inslrncrnn publica.qiiizereni ensnar pelo
    melho.lo Castilho. como Ibes penuille a le regula-
    menlar respectiva, arl. SS. Francisco de l-reitas
    Uamboa, paofessor particular autorisado pelo go-
    verno.
    Alugain-se as Injas do becco de Apollo : na
    ros : a tratar rom lrroca & Castro, na rua da Ca- I rua do Collegio n. 21, primeiro ou segunto andar.
    deia do Kecife,
    bnisileira de
    vnpor
    Espera-se
    al o Hia i
    do corrente
    o vapor Im-
    peradnr dos
    portos do
    sol. o qual
    depoi da
    demora do
    cosiume se-
    para
    nor-
    ageucia
    gira
    os do
    na rna do Trapichin. 10. seguudo andar.
    o de Janeiro.
    S-'gue com brevladc o patacho oValeuleii, capi-
    lao Joaquim Anloro (ionralves Sanios ; recetie car-
    ga, passageiros e esravos a frele : a tratar com Cae-
    tano Cyriaco da C M. ao lado do Corp-) Sanio n.25.
    PAKA i KIO DE JANE1KO
    segu em pouros das a escuna hrasileira Lindan;
    quem nella quizeicarregar on ir de pass.igem, cn-
    lenda-se na rua dijCadeia do Kecife n. 66 com An-
    tonio Pedro das itves, uu na rua do Vigario n. 5.
    pJra a baha.
    O veleiro e bemConheciito patacho nacional a Es-
    peranza o prelenit seguir para Baha at o da 7
    da corrente, ja feria bordo dou< tercos de seu carra-
    gamenlo. para o esto e passageiros para os quaes
    tem encllenles eenmodoa; trata-se com o seo con-
    signalarin Anlonii Luiz de Oliveira Azevedo, rua da
    Cruz n. 5.
    hciiW.
    O gente Bija tara leilflo em cnnlinuarilo, de
    alguns dos escravr ja annunriados para quarla-feira
    25, que nao podeer lugar naquelle dia, os quaes
    ao um bauqoeiru.un purgador, um dislilador, um
    carreiro e vaquen', um de servico de enxada, c
    de fardiiiiieu- mal9 uma prcla ifiinia cozinbeira e engoinmadeira,
    com.urna cria del anuos, e um b'.nilo inoleque rom
    principio de cozilna, coslituiadoa andar a c.ivallo e
    a Iralar delles, toprio para pageni ; lodos serao
    enlregaes desla maor que for ofl'ecido : quarla-feira 2dejolho*o
    favor
    lieral. .
    Kesliluires.
    Liquido.
    Uierelica a
    desleaono. .
    Diversas provincias. .
    Diferenca contra este
    auno.
    315:2IHp9i7
    9H7B947
    515:2:tln000 '
    I
    13:4695477
    625:1113110
    2.16-5850
    625:231*290
    111:00:15290
    40:8275051
    2:6125416
    Mesa do consulado de Pernambueo 30 de junho de
    JH56.O administrador, JoSo Xavier Carneiro da
    Cunha.O escrivo, Jacome Gerardo Mara l.uma-
    chi de Mello.
    DESPACHOS DE EXP0KTA(,AO PELA MESA
    DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
    I. DE JCLHO DE 1856.
    Buenos-AyresBiigue hraiileiro Afleos*)*, Anto-
    ra Irroaos & Corapanhi, 25 pipas agurdente.
    l>urtoGalera porlogneza Itracharensen, Fraucisco
    Comes de Oliveira, 55 saceos farintn de mandioca.
    LisboaBarca portugueza nLigeira, Vicente Alves
    de Souza Carvalho. 300 saceos assuear mascavado.
    l>0rlo Barca porluaueza Sania Clara, diversos
    corregadores, 199 couros espichados, 300 saceos e 5
    h iriiiiuiiih is essucar liranro c mascavado, 17 bar-
    ris mel.
    lluenosfAvresBrigue licspanhol o.Migiielo, Vinva
    Am*ini & Pilho. 350 barricas assuear branco e
    inascivado, 21 pipas agurdenle.
    KECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
    RAES DE PERNAMBOCO.
    Kendimenlo do dia 1...... 1315328
    IVENDIMtNTO DA REC.EBEDOK1 \ DE REN-
    DAS INTERNAS GERAES DE PERNAM-
    BUCO DO MEZ DE JUNHO CORRENTE,
    A SABER :
    Rend dos proprios nacionacs. 338-3600
    Foros de terreno de marnlm. ;~-- ; i
    i aii.ii'inio-......... 479900
    Sita dos bens de rail...... 4:2715019
    Derima addicioual das corporares
    de rao mora....... 2:82613l
    Direilos novse vemos e de chancel-
    lara ......... 6089307
    Dilo de patentes dos otliciaes da
    gusrda nacional...... 1:81.5*4100
    Disima de chancellaiia..... 351^663
    Malta por'infracro do regulainiilo.. 2?100
    Legitimaccs........ 165*200
    Sello lito e proporcional .... 8:0615523
    Premio dos depsitos pblicos 5390
    Emolumento........ 120*MiOO
    Imposto sobre lujas, e casas de des-
    conios......... 7:814*296
    Dilo sobre casas de movis, reupsi,
    ele,, fabricados em uail eslran-
    geiro.......... :120500o
    Dilo sobre barcos do interior i-.smi
    laxa de escravor....... 6189000
    Divida activa........ 1:005j66
    Rreeila evenlual....... 125000
    do cerca de 8,*A8 saceos eulrarain direc-
    tamente para o consumo? Nao se fez m*"!"! ofla^
    especies do Brasil, quo conlinaam a fallar; os preroi ,
    11A0 etperiinenl.-iram iiiiidauca. Vuenio de tijoui e cal, preciso
    Deposito 1,300 caitas llavana contra I.001Fenlapara as obras a. seu cargo, 1
    1855, 100 citas do Brasil, .500 feixos o 19,300 sac-
    eos e volumes de tolas as procedencias.
    Marselha, i Caf.Anda que se leulia relio pouco negocio, o
    mercado leudo sido calmo durante loda a primeira
    quinzena de maio, todava lem-se negociado dgu-
    mas porrnes bastante importantes das sorle- do
    Drasil. Nolaram-SO mesmo as duas ultimas sema-
    nas op. 1 ac.'i'. iinp triantes nesta procedencia que
    suslentou o mercado. Vendas 500 saccas. Rio, caf
    ordinario com gritos prelos a IV. 55;80l) saccas, dito
    verle regular a francos 55;'.100 siccos, dito baixo de
    53 a 56 (descont 1 0 2,000 saccas do Ro em ar-
    mazem a francos 60. 600 saccas dito de 57 a 60. se-
    gunda qualidade, 1,000 saccas dito de 55 a 62, tudo
    por 50 kilog. (armazenado'. Essas vendas se elevain
    ao total de 5,20o saccas conlra 5,500 saccas importa-
    das no mesmo espaco de lempo.
    Cacao.Firme, e sem negocios por falla de mer-
    cadores; 300 saccas do Par, viudas do Havre foram
    vendidas a eolrej^ar por preco de 80 a 82 francos por
    50 kilog. ;Armaienado.
    Assuear.Os negocios que apresenlaram baslanle
    regularidde e presos firmes.foram alimentadas prin-
    cipalmente pelos estucares, das colonias fraucezas.
    que valem de 63 a 67 francos por 50 kilog. (Direi-
    los pagos 38 a 40 fr. por 100 kilog.1 Entre as ven-
    das a entregar qoe tiveram algum 1 importancia, ci-
    taremos o earregamenlo do navio fraurez Colin-
    gniha esperado do Brasil, que foi uegociado a fr.
    37 com descont e prazo.ltimos preros, Brasil
    branco 43 a 15, somenos 37 a 38,mascavdi 35 a 36
    fr. por 50 kilog.
    Trieste, 2 de junho.
    Caf. Depois de nina suspendo que dur.'.va depois
    de nossos ltimos avisos, os negocios e aclivaram
    a 21 de maio. Houve um pouco mais de procura
    pelo do Brasil a|preros qoe nssignalain, todava, uma
    leve haixa. Urna parle das quanli-lades lomadas
    era declinada para o Levante e Grecia.Vendas
    lolaes das sorles do Rio : 10,160 saccas pelos preros
    de 23 a 29 flor, e em algumas casas smenle ale 30
    flor, por quintal.
    Assuear. Depois de nossos iiltimos avisos os as-
    socares licaram na maior esl.ignac,ao. Essa calma
    prolongada tem determina lo uma lgeira deprecia-
    cao.
    Genova.
    Asracar.Procura moderada com precos assas lir-
    mes. Observa-so as vendas. 980 callas da Babia
    inasc.ivado a fr. 39. descont 5 ',1,250 saceos de
    Peruambuco a fr. 50,75 descont I V
    Cacaos.Preco em baila. Negociou-so sobre lu-
    do o de Guayaquil. As 50 ultimas saceas da Baha
    sobiram a fr. 6,l90,desconto 2 "; ha falla absoluta
    das sorles do Para e da Babia, e as primeiras ehe-
    gedas dessas procedencias lerao empregos ventajo-
    sos.
    meio dia em pon
    otante, sito na ri
    Agencia
    52,
    LE CNSUL DE FRAME
    SES COMPATRIOTES.
    Messieurs el ehtri compatrioles.
    Des inindalions sans exemple jusquV ce joiir, en
    plongcant unir malheiireus patrie dans un dem I
    general, doiineiil'u:i loles pars s'ouvreut des souscriplions pour adoucir
    des malheurs inouis el je ecunnis irop les senti-
    rnens fraileis, qui vous aniiiienl, pour duuler un
    instaol de renipre-semenl que vuus mellrez a' secn.-
    rir nos malheureux compaliioles dans la souflranse.
    Je crois done devancer vos nlentions en voos an-
    iniiieant qo'une lisie de sooscription el ouverle en
    leurs faveur. cliez le cnsul de France qui sera aus-
    si l'eureux d'lre i'iiitennediaire de volre bonne teu-
    vre qu'tl esl lier d'lre appelc 'a la defeuse de vos
    intercls. Visconte. B, de Lmonl.
    Hojc, do corrente, anniversario
    da nstituioao da casa dos expostos, osla-
    ra' aberto esse eslabelectmento, ate a's
    9 horas da noite, nata todas as pessoas
    que o quizerem vizitar, o que deve sei
    leito no hospital do Paraizo, para onde
    ltimamente foi removido o estabeleci-
    menlo. Administrarlo dosestabelecimea-
    tos de caridade -2 de julho de 1856.O
    escrivaoda administraco, Antonio .lose
    tlomes do Correio.
    , no arinazem do agente annun-
    do Collegio u. 15.
    de lei loes, na ru .
    ..* llrt" It: Sico-i II
    ieira va Silva.
    Sexla-I'eira 1 d correuls, ae 10 horas da mandas,
    serao arreinatail mullos objectos de mobilia, novos
    e usados, uro nc piaoo, dous escravoa de inulto bo-
    nitas figuras e boros, c tnuias obras de prtita e
    ouro, relogioMeiuro^Je prata, correnlilo, trancelins,
    brincos, anneis^olheres de prata, paliteiros e mais
    objectos, que stsHiaro patentes c serilo vendidos a
    contento dos frduezes,
    O agente forja far leilao em seu armazem, na
    roa do Collegirn. 15, de una grande quanlidade
    de objectos dilTfenles, os qaaes consistem em obras
    de marcineria lavas e usadas, obras de 1 11ro, peala,
    diamantea e bahantea, comoJieni: adereros, mcios
    ditos, .iliniru--.] peilo para seuhora e para homem,
    pulceiras, annis, ho'es para abertura, relogios para
    algibeira, diloide parede e cima de mesa, candela-
    bros, lanlernaide vidro, caliuigas, vasos e mais eu-
    leiles de poredana para sala, app^relbos de lour;a
    para aliiioeo e anlar. uma grande [ere,1.1 de cadei-
    ras gcnovezasi haniburguezas, varias camas de ferro,
    e uma iii(ini iiupossivel anunciar, os quaes se acharo expostos
    110 leferido a nazein no da do leilao; assim como
    um ptimo c ,,111,1 : quinla-feira 3 de julho, as II
    lloras da manaa.
    -- O age ni- Oliveira lara' leilflo p>r laolorisacan
    do E\tn. Sr. Ir. jui/. especial do coiiimereio, osa-
    rada cin refjcriraento de Antonio Theodoro da
    Silva, capitatdo brifiuc porluguez oTrovadoro, o
    por milla e riien de quem perteucer, de 200 rodas
    depreos partbarris e 200 ditas ditos para pipas,
    rcccnlemeiiliimporlailasdo Porto pelo referido bri-
    gue : sexts-fera i do corrente auiueio dia em pon-
    to, na largoi alfaudega prxima a escadinha.
    Aluga-se uma coclieira na rua da praia do Cal-
    deireiro : quem a pretender dirija-se a rua de Hor-
    tas n. 140, ou ao escriptorio da rua do Collegio 11.17.
    Pedro Muller faz \er|aos seus devedore-s, que
    deixa na sua ausencia, aiilniisado a receber suas coti-
    las, lanto amigavel como judicialmente, o sen c.u-
    xeiio o Sr. Antonio Jos da Cnnha Gtiimaraes.
    Aluga-se na Iravsss.v do Mondego a casa ter-
    rea mefagua m 5 : a tratar no aterro da Hoa-Vi,la
    n. 63. primeiro andar.
    Precisa-se de um caiveiro para laherua, com
    prattda 011 sem ella, e que d liador a sua conducta :
    1 Irdlar na Snledade. junio as grades do palacio do
    bispo, taberna.
    s huiiiu Ramonda relira-se para a Europa.
    Ma rua do Aragao n. 3, precisa-se de una pe-
    la para vender doce, c que as horas vagas se oceupe
    em algum serviro do mesuia trafico : a quera con-
    vier dirija-se a inesma cosa, ouannuneie.
    O abaixo assignado pede ao senhor do rngenho
    Morojo, que annuncioii 110 oDiario de Pernambueo"
    n. 152, achar-se em seu poder una escrava de mime
    Joaquina, a qual foi rcniellila por engano de G01-
    aniiinli 1. que mi ca-o que dita cscrava tenha os sig-
    naos segoinles: chama-se Joaquina, de afio, idade
    10 anuos, pouco mais 011 menos, secca, alta, roslo
    descarnado, falla de denles na frente, pernas ar-
    queadas, e usa inuito de um cachimbo ; fgida des-
    de o dia 13 de fevereiro do prese le auno em coin-
    panhia do um soldado do dcimo batalhflo de infan-
    laria por nome Manuel Jnaquim da Silva, que se
    acha desertor, que, sendo lenlia os s(gnaes mencio-
    nalos, pode reroelter ao mesmo abaixo assignado,
    que he sen senhor, na rua da Gloria na Boa-Visla,
    cata n. 91, que satisfar todas as despezas.
    Manoel Ferreira Chaves.
    O abaixo assignado participa 10 respeilavcl pu-
    blico, que deixon de ser caixeiro los Germn, e aproveila a occasiflo para agrade-
    cer ao mesmo senhor a ilrliradeza com que o Iralnu
    durante u lempo que Ihe servio como caixeiro. Ite-
    cife 1.- de julho de 1856.I.. V. ilva Pimental.
    Pedro Muller declara a quem inluressar. que
    nesta data venden o seu elahelecrr,eitto de fornecer
    navios S !n|.i li iiuM-t- ao Sr. J. Praeger, e que em
    poucos dias pretende ir as provincias de Macri e
    Sergip, de onde voltara em pouco lempo. Recife
    30 de iunho ric iai6.
    Precisa-se d, uma ama que saiha cozinhar e
    fazer todo o mais serviro de casa : na rua Direila
    11. 86, segundo andar."
    O Sr. Jos Ignacio da Silva Jnior tem uma
    caria vinda do Rio de Janeiro pelo uValcnlco : ao
    lado do Coipo Sanio n. 2.
    A{te.;;o.
    Prerisa-se de um feilor para engenho, com lauto
    que leiiha pralica e d liador ou conhecimenlo de
    soa conducta : a Iralar no ernuzem n. 20 da rua do
    Brum.
    Fin moca solteiro, morador Bja rua de Domin-
    gos Pires n. 35, deseja adiar uma ama que queira
    iucumbir-se do governo de soa casa, preferindo
    branca.
    Aluga-se uma pequea padaria nos suburbios
    desla cidade ; quem a pretender dirija-se a rua do
    Vigario n. 23 A.
    A direcQao da projeclada compaiihia para o es-
    tabelecinienlo de uma fabrica de liar e lecer alao-
    do, convida aos senhores accionistas coinparece-
    rem as II horas do dia i de jnlho prximo no Banco
    de Pernambueo, alim de Ibes ser communicado oh-
    jseto de importancia. Recife 30 de junho de 1856.
    Precisa-se de um sitio por arrendamento, ~en-
    do aquelle nos lugares da estrada deJoflo de Barros
    al Belcm ; Irata-se no pateo do Trro n. II.
    1;
    com todos os andares, leudo uma pisadura nu espi-
    nhaco, magro, sendo iuleiro, e como dilo pardo
    ainda boje u9o apparecesse ; roga-se a todas anlo-
    ridades policiaes e capitfles de campo para apprehe'j-
    der dilo cavado, e leva-lo ad dilo sitio, qoe serflo
    gralificado.
    Manoel Ignacio da Silva Teixeira, dono da
    padaria, no paleo da Sania Cruz, 11. 55, parlecipa
    a seus freguezes que nfln traz na rua vendedor de
    pao algum. e s o manda a Manafreguezes. que se
    (em enteudido com o aiiiiiinci^nle, assm como nao
    lein nada com o negocio debano do sobrado iunlo.
    E precisa de nina pessoa, que entend do negocio
    de padaria, e de rccnibecida apacidade, para ti-
    mar coutu di casa, dando-lhe interesse. nu mesmo
    um ordenado suficiente ; na mesma continua a ter
    sempre po de todas as quididades, bolacha c bala
    chiuha de todos os lamaiihos. liza e Turada, ale de
    cincnenia em libra, jirecos regulares conforme o
    estado do mercado.
    Recife, 30 de jiinbu de 1856.
    A sociedade le commcrciolledeiroa \ Cum-
    panliialiudou boje 30 de junho de 1856
    GRATIF1CA-SE
    Generosamente a quem adiar a quizer restituir,
    na rua Imperial, n. 52. um allinele de armaro
    com esmalte verde, que foi perdido na noile de sab-
    li.nM _s desde a rua Imperial, ale o pateo do Terco.
    Por deliberaran do Exm. Sr. Ilr. joiz espe-
    cial do commercio foi transferida arentnao dos ere-
    dores do fallido Malhias d'Ar.evedo Villarouco, de
    hoja para lerra-feira, de eorrenle, pelas 10 hu-
    ras da manhfla, na casa da residencia do mesmo
    Exm. Sr.
    MU
    Chales de merino bordados a seda
    a matiz, pelo barato prero de
    s*?v
    da mesma re e
    9300(1
    7ll
    730UO
    iV>tl
    23Ht:
    Aluga-se orna grande casa terrea com sitio na
    rua da Snledade ; a Iralar no Manguinho, sitio de
    ItercnUno Alves da Silva.
    "ergunla-seau administrador do patrimonio dos
    orphaos, eorpliaasquafa razo. ha doos anuos desta
    parle, mo tem levado em praca para ser arremata-
    do o foniecitueuto de medicamentos para aquelles
    estabelecimenlos, puisdeste molo faz presumir que
    se queira beneficiar o actual fornecedor em prejtiizo
    dos me-inos orphaos. He sabido, que a le manda
    que lodos os anuos nos mezes de junho se pouha em
    praca os lornecimentos de medicamentos e a mais
    preciso para os eslibelerimenlos pnldicos, ilcm de
    que sempre foi decoslumo ir lodosos annos a praca
    ueste mez, ciilrelanto que, ha dous, que nao se faz
    islo, pelo qoe a voz publica declara que ha patota
    em prejuizo dos orphaos, --Voltaremos.
    Aluga-sc umt ama para rozinliar hem ; na rua
    das Crutes, n. 20, se dir quem quer.
    Precisa-se alugar uma ama de leile, que seja
    de boa condeuta, e que nao traga filho : na roa da
    Palma, n. 13.
    No dia 25 de setembro do anuo passado fugio
    da villa e Pc-queira o escravo Joflo, congo, com os
    signaos seguales : estatura regular pes peque-
    os cheios de rravos, pouca barba e deixava hi-
    godes. Oi.ui lu fugio, carregou douscavallos, um
    pedrez grande esquipadnr, e orna egoalambem pe-
    drez bastante grande. Adverle-se, que o referido
    escravo he bom sapaleiio, e sappe se estar nesta
    prara. ou seus suburbios. Gritilica-se com cem
    mil rtis, a quem prender tal escravo, levando-o na
    rua Nova, n. li, a Joaquim Salvador de Siqueira
    Cavalrauli.
    -- Na estrada de Joan de Barros, silio em que
    mora o alteres Assompcflo, vende-se um escravo,
    rom > anuos ne idade, Iraballia ale sapateiro, e
    he carreiro ; muio proprio para pagem, por ter
    dista pralica, e saber tratar de cavallo<. Em escra-
    vo nao se pode encontrar nielbnr conduela, e nem
    mais fiel, '.lun o pielender dirija-se ao dilo sitio,
    011 annuncie e se oir o motivo, por que se vende.
    Pede-se ao Sr. M. J. II. U. que venha a
    rua larga do Rosario, 11. 38, pagar a importancia
    de um vale ja vencido, c do contrario se assim nfln
    lizer.tera de ver o sen nome por extenso nesta folha.
    -- Pelo presente noticiamos que a sociedade, que
    anteriormente exista entre mis, abaixo assiguados,
    foi dissolvida por mutuo accordo. na parle que dic
    respeitn ao aballo assignado, Jl'ge Palchell. Da-
    tado em Manchester aos 31 de maio de 1856.
    Assignados.Ricardo Roslron, Thomaz Dutton,
    Mrhl. M. Roakcr, tieorg- Palchell.
    --Muga se a toja do sainado de 3 andares na ruada
    Cadeia de Santo Antonio, esquina do becco do Ou-
    vidor : a tratar com Luiz Gomes Ferreira, no Mon-
    dego.
    Arreuda-se ou Iroca-se por casa nesla praca,
    um sitio no lugardo Lucas; 11 fallar na rua Augus-
    ta ua casa de Antonio Nuhrc de Almeida, que ah
    adiar com quem tratar ou annuncie.
    Precisa-se do prelos para vendercm azeite de
    carrapalo as (ardes, paganda-se a vendagem : quem
    os ttver dirijo-se a rua do Brum passando o chafa-
    riz primeira casa que lein um solao encarnado pela
    retaguarda, para se tratar do ajuste.
    HltM &H>e*d*.,
    *&tt>imtntc 'y >
    -\avio' entrados no dia 1.
    Rio de Janeiro17 dias, brigue brasileiro llercu-
    le-o, de 101 toneladas, capitio Joflo Pereira Pinto,
    oquipagern 12. carga caf e mais gneros ; a Au-
    gusto linar!., de Moura. Passageiro, Andre Nes-
    hill.
    Havre3 das, brigue francez nBelemu, de 187 to-
    neladas, c.ipitflo l.eroox, equipagem 15, car2a fa-
    zeudas e mais gneros ; a Lteteira A; Companhia.
    Passageiros, Jacobi Marleauv, 1 lilha e I lilho.
    -Vacfon sabidos no mesmo din.
    Rio de JaneiroEscuna brasileira ajase*, meslre
    Manoel Josr, Preslralo, carg assuear e mais gene-
    ro*. Coinlnz lescrava a enlregar.
    GenovaBrigue sardo ciDainuo, capilao Manoel Bo-
    zanno carga assuear.
    Pela rceebed iria de rendas internas geraes se
    faz publico, que as pessoas que eslao a dever a con-
    durrflo dos raliivercs cholencos das freguezias desla
    cidade e Afoga ios, que furaiii enterrados no Cemi-
    terio Publico, devein vir pagar a respectiva impor-
    tancia durante o corrente mez. lindo o qual lerSo de
    pagar a mulla de Ires por cento em favor dos co-
    bradores. Recebediria de Peruambuco 1. de julho
    de 18-56.O administrador,
    Manuel Carneiro de Souza Lacerda.
    ''. '.^ij'syjj ..... ', tikitjS^i*.
    f&iter-
    28:370.^230
    Reeibadarll de Pernambueo 30 de junho de 1851
    --O e-en\ I".
    .Uanoel Antonio Simia do Amoral.
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Iiciidiinento dodia 1...... 3:026*368
    RKMUMEMO DA MESA lio CONSULADO
    PROVINCIAL NO HEZ DE jimio DE 1856.
    Direilos de 3 por rento do lasocar
    exportado........ 20:01 ISI22
    Dilos de 5 fuir cenlo do algodo e
    mais gneros....... 7:9488917
    Capalazia de 320 rs. por sacra de
    algodflo ,.....
    Deeima urbana.......
    Sollo de herancas e legados .
    Kscravos despachados .....
    Meia siza dus escravos.....
    Imposto de i por rento. .
    dem de 3 por rento da divida activa,
    dem sobre casas de modas. .
    Novos e velhos direitos.....
    'laxa de iuslrucrflo publica .
    Malriculasde m-lrucean superior. .
    Cusas
    Juma
    Mnlla-,
    578360
    l:O5^i2i
    1:6339139
    2:ri)ft5Mlo
    1:7143320
    7913560
    122*760
    80?!KI(I
    23J723
    1.5*800
    IO5OOO
    124338
    .!->'. 1.11
    1K59231
    Pela inspeceflo da alfaudega se faz publico, que
    no dia de julho do correle anuo, depois de incio
    da, se lio de arrematar em hasta publica a porla
    da mesma reparlicao, sendo a arretnalacflu livre ne
    direilos ao arrematante, 210 libras de alinecrga da
    India, no valor do 633 rs. cada libra, viuda de Li-
    verpool pelo navio inglez a.Medora, entrado no
    crrente mez, c ab.'udunado aos direitos por Joao ,1a
    Conccicao Bravo. Alfaudega de Pernambueo 27 de
    junhu de 1S56. O inspector,
    liento .lose Fernandes Barros.
    0 Dr. Ahilio Jos Cavares da Silva, juiz de orphaos
    e ausentes nesla cidade do Recife e sen termo,
    por S. M. I. e C que lieos guarde, etc.
    Paco saber em como leudo ridj por seuleura desle
    juizu julgado prodigo Gervazio Pirea Ferreira, e
    leo lo este appellado da MDlenea para o superior
    Irihunal da reanlo desla provincia, c sendo sua ap-
    pellar.io receida, como se v do accor.lam d'aquclle
    Iribumil do llieor seguinle:
    Accordao em relaca 1. que recebem c julgam pro-
    vados os embargos para retormarem, como refor-
    mam, o acc.irdanembargado de 11. 16 v.. e a senteura
    por ello confirmada. vislo os aillos; porquanlo. c >m
    01 documentos de II. 51 a fl. 55, pe va o embargan-
    te appelliulc que mo he prodigo, como foi julgado
    pelo iuizo a quo, e que he capaz de administrar os
    seus bens.
    I'ui l-int 1 reformado o lobrelilo accordao e senleu-
    r-t, julgam o enibarginlc appellanle habilitado e
    com sullicieocia para continuar na administraran de
    seos bens, e condemuatn o mesmo appellanle em-
    bargante na= cintas. Heeife 10 de jonho de 18.56.
    Azevedo. presidcnlp,Tallas, recelo para reformar
    o accord.in e I senteura, e mandar qna se disrutisse
    desse lugar a prova dus ssnbargoa a ll. 26. -- Bn-
    0 brigue nacional MA-
    RA LI 7.1A, capillo J 080
    da Silva Moraes, segu im-
    . preterivelmente no fim da
    presente semana, se caso
    imprevisto nao impedir, recebe algumas
    miudezas e escravotta frete, para os quaes
    da' as melliores aci'oiniuodaexs e trata-
    mente: contrata-Se com Antonio de Al-
    meida Gomes, na rua do Trapiche n. II,
    Segundo andar.
    Vende-se o veleiro e bem eonitfnido paladn
    nacional, Alhenas, de 306, toneladas, prximo a
    ebegar da Babia com parle de seu crregamcnln para
    este porto, c desle par o Mamullan, para nudo o
    comprador sera obrigado a laze-lo seguir. Bule bar-
    co foi f.-dlo em tienova, em marro de |S5|, sua
    conlrucr,au he derar.ilho, forrado de cobre, leudo
    refrito esle em maio do auno prximo passado ; ven-
    de-sc por sen dono ter de retirar-so para Europa :
    os prelendenles pinlein dirigir-se. logo qne esle
    chegar, quo sera itownicnle aniimiciado, ao escrip-
    torio de Antonio l.oiz d'Oliveira Azevedo, rua da
    Cruz, n. 1. ->
    Para o Rio Crande do Sul
    O hiato nacional 1 Tigre por ter prompto parte
    do seu carregnmente. lein ainda lugar para 200 011
    300 barricas : trata-se rom V. A. de Souza Csrva-
    llio, uu rom o capilao na prarn do Commercio.
    Pan Lisboa
    A barca 1 l.igeira t at o dia 5 de julho poi ler
    prompto maior parle do sen rarregainoulo : para o
    reslu e passBgelrtjs traale cum \'. A. de Soasa Cir-
    valhn, uu com o rapilSo ua prara do Commerrin.
    LOTERA o a provincia.
    Aoi 5:000> e 2:000.^000.
    Sabbaco ") do corrente, andam as ro-
    das da SKunda parte da primeira lote-
    ra de )ssa Senliora do Carino ; ainda
    restatn >lguns bilbetes, meiose quartos,
    rubrica bs pulo abai\o assignado, aos
    preros pai&o declarados, as lojas da
    prara iji Independencia ns. lo, 1 ."> ,.
    10, lra*ssa do Queiinado n. ~>0A, rua
    estreitapo Rosario n. "<, rua da Prata
    n. "(), pa do l.ivramento n. i>i, largo
    do Ten;, n. 18, aterro da Roa-Vista ns.
    ~S e %, sendo que os qne obtivereui
    sorles grandes, o possuidor recebera' nao
    s sen Irentio na conibrmidade da lei,
    mas 1.mi i ii-iu os 8 por cento.
    Bilhetiinteiro .sSflO recebe 5:000$000
    Meio Mlbete 5/jOOO 2:500|000
    Quarti 1*300 l:S50fOOO
    O caulelista,
    A. al. R. de Souza Jnior.
    Jatiikm:i pkknamhlca.no.
    Hojea do correle mez havi-r.,' sesifla evlraordi-
    naria.-n) I secretario, Joaquim Ignacio Alvares
    de Asebdo.
    -- ltfceji.sesaber qoem be ne-da prara correspon-
    dente d) Sr. vigario Sebastin Jos de Moraes Bello,
    a negeap ,|e interesse do mesmo Sr., na roa Impe-
    rial
    Slvla-feira i docorrenle, *So*l praca, depoi
    di andancia do l)r. juiz dt orphlua, os estensilics
    da patita da traversa dos Keinedios, peuhorados I
    J0S0 vives de Honra, he a u.linia prarn.
    tjiem precisar de um caiieiro para qualquer
    eslabejiriinculv, dirija-se .111 alerro da Boa-Visla
    ti. 7J
    *ecwa-M do om caixeiro para padaria, ede
    um fiiiiir que calenda dejan.'iui : na rua das Cru-
    zcs 11. ti).
    la refinacSo di rua .la Concordia n. 4, pren
    -a---.- ile Irabalhadores; quem preleuler. dirija-se
    a caseeima, 00 a rua eitreili do Rosario n. 'SI.
    Ensiiani-so iiegrinhas graluilainenle a coser,
    burilar e fater labyrinlho, dando os seus senhores o
    Troca-se por dinbeiro uma imagsm
    do Snior dos Passos, e nao se ollia a
    preco se for muito perfeita e nao milito
    pequea : na praca di Independencia
    ns. 6 e 8, se dir' quem riuer.
    Precisa-se de uma ana para o servico inlerno
    de uma casa de pouca familia, preferindo-se etera-
    va : a Iralar na rua da Cruz n. 21.
    Lotera
    d(i convento tic Nossa 8e-
    nhora do Carino.
    Aos 5:000 Corre indubituvelmentc sabbado o de
    jullio de 1850.
    Salustiano de Aquino Ferreira
    avisa que venden osseguintes premios da
    segunda parte da primeira lotera do
    Senl.or Bom-Jesus da Via-Sacra, cxlr.t-
    hida a 8 de junlio.
    Ainda se piecita de uma ama para casa de fa-
    milia, para Miaar, quera pretender dirjase a rua
    Augusta 11. 3.
    Precisa-se de ofliciaes de alfaiale de obras
    gandes c mu 1.1- ; na rua Nova u. li".
    Precisa-se detuui boleeiro, que saiha Iralar
    de cavallos. e de um feilor que enlenda de planla-
    cao de caplm c borla, quem se adiar apto para isso
    pude se apresentar nu consulado francez uos
    dias uleis das 10 lloras da mandila, ale s3 da larde
    para ajuslar no caso de convir.
    Precisa-se de uma ama para criar
    ou tomar conta de uma crianca de 15 dias,
    paga-se bem agradando : na rua do Cal-
    deiieiro, r. i, se dir' quem precisa.
    Precisa-se de uma lavadeira de var-
    ela, dando conhecimento de sua capaci-
    dade : na rua Uiieita n. 90.'
    4ueijos do Serid
    De novamenle se avisa a lodos os fieguezes, que
    se receber,un os verdadeiros queijos do Serid, no
    deposito das bichas, rua estrella do Kosanu u. II.
    D-sc alma, janlar e ceia com aceio prom-
    plido, por preco coininodo ; quem pretender diri-
    ja-se aa pateo da Kibeira o. l.
    Chales de merino lino com barras maliradas. a
    Hitos de dito prelos com franjas de seda, a
    Hilos de dilo de cores rom defeilo na franja.
    Dilos de laa grandes de loda-- .'s cures, a
    Kicos ve-lidos de seda com loque de mofo, a JlgOiai
    Lindas sedas de cores de novo- padrn, a 1J00O
    o carado.
    Chatj de quadrns de lindas cores, a lu rs. o cuvsdo.
    Kolar de seda com quadjos asselinados, a HOU rs. u
    covado.
    Lila de quadros rom .'i palmos de largura, a fitjO n.
    0 covado.
    Sarja prela lavrada para vestidos, a 23100 rs. o co-
    vado.
    lirosdenaples preto com :i palmos de iargara, a
    .GjSOQ o covado.
    Sarja prela verdadeira hespauhola, a 1S900 rs. o
    covado.
    Komeiras de relrot maulada, a 10*000.
    Mantas de blond pretal e brancas, a lOgOOO.
    Panno prtts e d cores, prov. de litnao, de MN
    a 4^KK.
    Selim preto macaoo melhor possivel, a 39000 o co-
    vado.
    Cassas france/., de core finas, a -JIO o cavado.
    Clulas fianceasiarg.s mullo linas, a 2H0 o covado.
    Kiscado fraucet com ."> palmos de largara a 210 r.
    o nevada.
    Palitos de alpara prrla lina, a IjuVlO
    Corles de casemia de core minio finas, a ."OOO
    Dito de dila prela lina, a IsjM)
    Corles de collete de selim prelo bordados, a laOOO
    1 eilos para camisas brancos e de er, a 100 rs.
    Collariulios feilos e carnizas franeexat.
    Camitolas e raeias de Ma brancas e prela*.
    Lencos de seda, de peso, grandes, a 15500.
    I.enros de seda de cor para grvala, a fiOO is.
    Cobertores de algodao grandes, a 700.
    Coharlores de lia despalillos, a 39OOO.
    in frenle do becco da Congregado, pastando a
    botica, a segonda loja de fiiendas.
    Lina pessoa com as hahihtares precists se ol-
    ferece para iralar de cobraocas amigavel 00 judicial-
    mente, assim como tambem se enrarreg. de promo-
    ver quarsquer oiilras arenes, por preros razoaveis :
    na rus da Praia n. 1.1;. onde pode ser procurada das
    !l horas da nianhja as da larde.
    9 No engenho San-Joao de llamaraca. di*- i|?
    \j '*' Vr*i* se"e leguas, precisa-se i
    ^v de um bom feilor : quem para isso ealtver 2
    %< habililado. dirija-se a rua da Aurora n.
    \ff ''- Prneiro andar, sobrado qoe faz quina
    cn com u alerro da Boa-Visla.
    Candido da Costa e -ua lilha menor de 4 anata.
    Cotia
    Cotia
    reliram-se para a Babia.
    Precisa-te de uma ama para cata de deas pes-
    soas : a iralar na roa das Triocheiras o. 8, luja de
    (a'rlarngaeiro.
    Um engenliero arrlulecto olFei-eco
    se para evecucao de plantas e orramen-
    tos de qualquer obra, o tambem para di-
    1 igir a execuefto das mesmas : quem |mt-
    cisarde seu prestmo dirja-sc a livraria
    da praca da Independencia, que vitara'
    maior inlormacao.
    Aos devedores de N. (iadault.
    De novo -e Ibes avi.a que veuham pagar seos de>-
    bilos na loja da rua Aova, alim de evitaren] a paahli-
    c.ac.io .le seos lunics por esle Diario, vllo qos
    lendn-se de fazer as partilhas das dividas, te ha de
    publicar com esprriiirarao de uumes e quanlias da*
    llovedores a dislnbuic.lo respectiva ehlre 01 herdei-
    ros. lie aviso para que se nAo chamem a engao,
    lanto mais quanlo s3o dbitos ridiculo* e de muilo
    lempo.
    Precisa-se, pata a celebraran da miau em orna
    capilla particular, de um cali em mem ae rm
    patena e rala 1 ihah quem liver e qaiter lroca-l,
    dirija-se aa largo da malriz de Sanio-Antonio, so-
    brado de um andar n. 2.
    . ARKENAMENTO.
    A|oj a e armzem da casa n. ,V> da raa da Cadeia
    po Kecife junio ao treo da Cuuceir3o, acha-se desnr-
    cupada.e arrenda-te para qualquer eslahelreimenle
    em ponto grande, para u qual lem commodos tufli-
    cienlet: os pr'leudeutes eiitender-se-hao eom Joao
    .Vpomueeno it in u-o, no segundo andar da cata u.
    57, na mesrna roa.

    ,'
    5
    :3
    ...... ...i., un ,.11-ia fl .ua nina menor de am
    de nome llaria da Conceicao, Jarinlba rfa Ce
    Joaqitim da Cosa, Mara Nagrt, Manoel da Cot
    1 bilhete n. 614 . . OOgOO
    '1 meios 11 18i8 . . 1 OO.sOOO
    1 bilhete 720 . 5D.SI100
    meios ic l.-)2 . 50.S0
    CASA DOS KXPOSTOS.
    Precist- na rasa dos etpo.lo. a pessoa que a isso te qa.ira
    dedicar leudo aa habititacAet iieeetsariat: dirija-sn
    a mesma no Pateo do Paraizo qoe thi achara cem
    quem Iralar.
    REMEDIO IMCOMPARAVEL
    il
    AVISO.
    I'em e.\posto a venda scus muito l'cli/.es
    bilhete*, meiose quartos da i- parte da
    primeira Interiu do con vento de. S. do
    Caroso, na rua da Cadeia do ltec'e n.
    V, loja de miudezas de Jos Fortunato
    dos Sanios Porto, na praca da Indepen-
    dencia ns. ."" e 59, loja de calcarlo de
    Antonio Augusto dos Santos Porto, na
    mesrna praca loja de bilhete. n. i, da
    vitiva Bastos, e as demais ja' conhecidas
    do respeitavel publico.
    Rilhetes .S'800 recebe por intero 5:000$
    Meios 33000 .1 < < 2:.r>0<>
    Quartos t.sOq .< < 1:250$
    Os dous premios grandes da referi-
    da loleiia do Carino, nao eslao sujeitos
    acs S por cento do imposto geral, tra-
    yendo el I es a rubrica de S. d'A. Keiiera.
    Pernambueo de julho ile ISli.Se-
    mibao de Aijumo Ferretea.
    Precisa-se de uma ama qttesaiba 10-
    zmliar, lavar e engommar, para o servi-
    co interno de uma casa : na rua Novan.
    2(, sobrado da honeca,
    Precisa-sede olliciaestle cbapeleiro :
    na rua da Cadeia-Vellia n. 60, fabrica de
    Antonio Antunes Lobo.
    Pede-se ao t. A. A. V., morador perla de
    tjoiaiina, que queira mandar rcsgalar toas lettrai
    vencidis em 1851, 1851 e 1855, nao sendo justo que
    S. S. conlrahiiido taes latira |ara seus arranjos, e
    enlregue ao iinlillerenlismo e ao silencio, donando
    de responder as carias que t respeila se thc lem di-
    rigido. 1
    susteslo ; ua rua da Paz, antigamente la do Cauno
    u. :W. Prerisa-se de uma ama tona ou escrava, que
    Perdeu--e uma rhve de piulao de ferro, da aiba eoainhar, engnaunar a coser, para o urvico
    Cvpoiga pari Kecife ; rugac a quem a liver I interno da nasa casa de pequea lamilla: na praca
    achat, eiitnga-Ii lia ru.i da Cruz, arinazem n. 15, da ludependenria lis.!!" e :t!).
    1'irou-sc do correio uma caria viuda do Kio de Ja-
    neiro para o Sr. .Manoid jouquim tiouralves, c cumo
    o abai\o assignado leudo o inotnio nome, e verifica-
    do nao ser sua, faz o presente auuunclo para que o
    mesmo senhor do mesmo nome prnenre-a defrontc
    da matriz da Boa-Visla n. 88.
    Manoel Joaquim lionralvcs.
    Precisa se de um homem forneiro, e mwasa-
    dor que enlenda bem desle trafico, para Irabalhar
    em urna padaria em ponto muilo diminuto nos ar-
    rabaldes desla praca, a quefn se dar qualquer or-
    denado que se paga nesla prara, tendo a maior par-
    le do da por -eu ; a quem roovier procure fallar
    ua loja ou taberna, da rua larga do Hosaria n. id.
    Fa/.-se publico que os berdei{ps do
    tallecido Joao Barbosa CordeilO nao po-
    dem vender a escrava deivida pelo mes-
    mo, sem que paguem dous qtiartci de
    aliifjiiel da casa onde morn o mesmo fal-
    lecido, no importe ders. .S500.
    Precisa-sc de mn feilor que enlenda de pla-
    anlo de arvores de espinho e jardim : quem se aehar
    tiestas circomttancias dirijt-se au aleo da Koa-VIs-
    1. em casa da viuva Brilo, que achara com quem
    Iralar.
    O abano assignado declara qne oSr. Joo An-
    tonio Cuines iii-iviui danersencaissire. Kecife28
    Francisco Antonio Correia Cardas*.
    PLELAS HOLLOWAY.
    Este incslimavelespecifico, composlo inleiramfii-
    le de hervas medirinaes, nao conlem uiercorio.nrn
    algaata onlra tohtlanria deleclerca. Benignio a
    mais lenra infancia, e a coropleirSo mais delicada
    he igualmente prompto e seguro para desarraigar o
    mal na rumpleirao mais rnbusla ; he inleiramentc
    innocenle em -uasoperac-s e efieiln- : pais batea
    e remove as dnoncas de qualquer especia a grao,
    por mais auligas e lenaiet que sejam.
    Entre milhares de pessoas curadas rom esta re-
    medio, muilas que ja eslavam as portas da marte,
    preservando em seu uso, conseguirn) recobrar a
    saude e fori-as. depois de haver tentado inulilmen-
    te todos os oulros remedios.
    As mais ,1 filelas nao devem enlregar-se a dnes-
    perarao ; facam um compelenle ensaio dos eBV>
    zes elleitos desla assomhrosa medicina, e prest
    recuperaran o beneficio da saude.
    Nao se perca lempo em lomar esle remedio pa
    qualquer das -tguinies enfermidades :
    \ccnli'iile- epilpticos. Fehrelo da epeci-a
    Alporcas.
    Ampolas.
    Areias mal d',.
    Asi lima.
    Clicas.
    Conviilses.
    I'eluli l.i.l-
    ou ctlc-
    nuarao.
    Ilelnlidade ou falla de
    forjas para qualquer
    rousa.
    Dcsinteria.
    Ilur de garganta.
    ir de barriga.
    nos rins.
    Dureza uu ventre.
    Enfermidades no ligado,
    o venreas.
    Envaqueca.
    Erysipela.
    l'ebrcs biliosas.
    liileriuillciili-.
    Cola.
    Memorrboidas.
    Mvilropisia.
    Ictericia.
    Indigesloct.
    Inllammariiis.
    I r r i-g ular i da
    meiislru.ic.iii.
    I.ombrigat de I
    paassa
    Mal-de-pedra.
    Manchas na culi.*
    il|i>lrucean de ve
    l'lili-ica uu ron.11
    pulmouar. ~9
    l'.i-iencao de nuii-.,.
    Kheumatismo.
    Svmplomas tecundariiit-
    I eniori-.
    Tiro i-olnro-n.
    Ccera..
    \ cuereo mal.
    Vendem se eslas pillas no eslabelecimcnln geia
    de Londres, n.-MI. Slrand. e na loja de lodosos
    Clemenla da Silva Lima faz srienle ao arrema-! bolicarint, drognisiase nulras pessoas enrarreea-
    lanle do consumo de nguardenle, que deita de ven-1 das desua venda em I da a America do Sol, He-
    der I il genero em sua laberna na rua da Madre de vana e llespanha.
    Ueos 11. 38, d
    em dianle.
    sde o 1.' de julho do currerilc auno
    LOTERA Di PROVINCIA.
    Olllm. Sr. tbesourc 10 manda fazer
    Vende-se as borrlinhas a 8tNI r. Cida orna della
    conlem uma inslrucrao em porlugn para pitear
    o modo de se usor dsatl pilulas.
    (I deposito geral be cm casa ilo Sr. Soum pliar-
    iiiaccnlico, na rua da Cruz 11. -J, em Prriiain-
    buro.
    publico,quettOTdegnadoodia5dejiil!io(^^^^^^g.t&_^
    prximo futuro para o imprctervel an- v
    da ment das rodas da segunda parle da
    Nossa
    primeira lotera do convento de .
    Senliora do Carino desla cidade. The- i W
    souraria das loteras ")'> de junlio de I S.")(.; <9
    O escrivo. Antonio .lose Duarte. %
    $ \0 CONStLTOBIO ilOMIEO *
    P.4THIC0.
    Rua das Cruzas n 28.
    Conliuiia-se a vender o
    28.
    ma 1- acreditados
    que t,ra
    oUisRoo.
    recompeotado uu auouncisr por este
    Precisase de uma ama que saiha cozinhar c
    engtoimar. e que fifi o serviro interno de uma casa
    de pouca fimilia, sem meninos ; quem quizar e es-'
    liver tiestas circun-.slancias, diriju-e a rua do Rosa-
    rio ja Uoa-Vi-la, sobrado de d u- andares n. 53, no
    seglndo andar, que achara rom quem Iralar.
    A pessoa que annoncioo no iDiarfoi de '21* do
    meidc junho ollimamenle findo, precisar de seis
    a oi|o ronlos de reis rom sutlirienle garanta em bens
    defaiz, pode indepeudeiilenicnle de se laucar Carla
    noforreio com as miciaes indicadas no mesmo an-
    nuicio. procurar no segundo andar do sobrado da
    rindo Uoeimado n. I, que ahiachara pessoa liabi-
    liltd 1 para dizer quem I al iip'ocio quer efleiliiar, e
    11I1 com prertea.
    OftTUGLEZ
    i P3T
    A.
    Conviilam-se ns senhores socios accionistas do Ga-
    binete Porluguez de Leilura a reonirem-se na tala
    das sessoes do mesmo liabincte, domingo ( de julho.
    as ll) horas da manilla, para trataren) de disposio no
    arl..11 des estatuios. Kecife 211 de juuho de 1836.
    J. C, Coelho da Silva, !. terrelarto.
    Francisca Joto l.eite declara ao Sr. arrema-
    tante de bebidas esperituosas.fahriradas un paiz, que
    deiva de vender tal genero em seu oslahelprimenlo
    da rua do Pollegio 11. 12. dude boj* I de julho de
    1856.
    O Sr. allPiesdoi).- balllllSode catadores lleu-
    ' r.que Eduardo da Cu&la tiama tem alfil caria ua rua |
    i do Oueiniado n. 25.
    Na ausencia do Si. Ernesto Schraum licam j
    I enrairegados da gerencia da rasa de Srhramm Wfest- |
    iely A Companhia os Sis. Willium C. Pbillipt e
    I rancisen Edluiann.
    Eu abii-o as-ignado. em reconhceinieulo do I
    favor que os senhores esludanle- do collegio das ir-1
    tes fizeram me em assiilir aosultimos sulfragint, e
    i-iiiiiu'u pan o cemiterio publico o corpo do meu
    finado lilh" Manoel Kav mundo dos Prazeret Jnior,
    obrign-uii- a fazer esle breve annunrio em signal de
    tgraderiinento. e lonvando a promplidao e decencia
    com qne se prestaran! para esle rullo Uo caridoso, e
    laiiiheni quererem carregar o rorpo de sen colleca,
    .trc\n que -o uasce da unan. Kecife H.I de junho de
    1856.Manoel Kavtnitudo dos Pame-..
    inc li,iiiienlo- dos In. Casiellau e Weber, j
    *Z em tinturas e em glbulos, carleiras de lo-
    f^ nos us lam.iiilio. muilo em cnnla.
    fabos avulso- a "vi. 80(1 e l-mii.
    I mica de Un ura......^ttl '
    A I alia- c frascos vmzio*. rollia- do rortira
    uZ r-"a tubos, e tudo quanlo he ueccsariu pa-
    v^.iv o uto da li iiiirnjialliia.
    Kua >nv n. 18 loja de M. A. Caj" & C. eon-
    linua sempre a ter nni gr mde orlimenlo de
    obras feilat ile alfaiate. lano uperior, romo mai*
    inferior, camisas fraraeeaat, brancas e de core, gr-
    valas, cnlaiihhus, chapeos francezit, ditos de ni, da
    seda e panuioho,suspensorios de Ih- -racha.meia* para
    senhoras, horneas, meninos, fazendtt pira faier-te
    qualquer obra de enrommenda com a maior preste-
    za e hom desempenho ; emlim qualquer pettoa qne
    vier a esla laja, tirara um falo completo e por pre-
    ro mais eommodn do que un nutra .qulquer pille.
    MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


    MUTILADO




    NIWO P Pf.'KBJ QURTI FHU 2 JULHO Ql I8S6
    * PEORAS PRECIOSAS-
    I0REIRA DARTE.
    a m~m.
    OURO
    '*
    I.OJA II OHftlVB
    Ra do Gabuga' n. 7.
    Keiol
    dos os v;
    >em |)or to-
    poresda Eu-
    r
    S
    | Aderccos completo* di
    ouro, meiosdilos, pulcei- V
    *' ras, alneles, brincoi e *
    E ro/elas, cordi.es, irancc-
    i lins, iMdilbM,correulat *
    .-'
    .o.
    J Adarce*)* de hrilhanlca, .
    .*- diamantes e perolas, pul- u-
    * reiras, alliueles, brincos jtj
    2 e rozelas, holes a annei,
    de diflerente* cosise de \
    * diversas podras de valor. *
    5 __ 9 b4" $ outrosmuiiosobjoclosde
    j O.mpram vondem ou f d<>S OS V^IUieS (.3 hit- g -,,,- ^ I
    J.KSt^J de lTai.cn como |4s^eW^JJ
    de Lisboa, asquaes se vendem por
    preco eonunodo como costuniam.
    Mssa adaman-
    tina.
    Francisco Pinlo Ozono chamba denles coi a ver-
    dadera massa adamantina e applira venlosas pela
    atraci-ao do ar : pode sur procurado confronte ao
    Rosario de Sanio Amonio u. 2.
    Os abaisn assignados, com loja de ourives na ra
    do Cabugu n. II, confronte ao paleo da matriz e ra
    Nova, lazem publico, que estilo recebendo continua-
    damente as mais modernas obras de ouro, tanto para
    senhoras como nara liomens e meninas; os precos
    continuam razoaveis, c passam-se conlas com res-
    ponsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
    I i ou 18 quilates, Picando assiin iaj#itaa es mesmos
    por qualquer duvlda.Seraphim & Irrniio.
    Pl'BLlCACAO' LITTERARIA.
    Repertorio jurdico.
    Esl publicaran ser sem duvida de ulilid.de aos
    principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
    do foro, pois nella encontranlo por ordem alphabe-
    lica as principaese inais Troquemos occiirrencias ci-
    vis.'orphanologicas, commcrcine, eecelesiaslicaado
    i nosso foro, com as remissOes das ordenarles, leis,
    ! aviaos e regotamentos por que se rege o'Brasil, e
    bem assim resolurCes do Praxislas antigos e moder-
    j noa em que se lirmam. Conicm semelhaulemente
    as deeisdes das uesloes sobre sizas, sellos, velbos e
    novos direilos e decimas, sem o Iraballio de recorrer
    colleccjio de nossas leise aviso, nvubos. Consta-
    ra de duna volmeemoitavo, groad* franrez, eo
    primeirosahio a luz* esta a venda por 8 na loja de
    livrosu, 6 e ida praca da Independencia. Os se-
    nhures subscriptores desla publicacao existentes em
    I ernambuco, podem procurar o primeiro volme
    i na loja de livros acuna mencionada : no Rio de Ja-
    neiro, na hvraria do Sr. Paula tirito, praca da
    Consliluijao; noMaranhn, casa do Sr. Joaquim
    Marques Itodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. Jo-
    ec de Oliveira.
    \ ende se un rico piano de armario, lodo de
    Jacaranda, o mai modemo.c com eicellenles \ozes ;
    aa ra da Paz, IDligamenle ra rto Cannn n. :1S.
    Veode-ae um Mgro moco o da boa liuura, pro-
    prio para qualquer ser\ico : no largo da Asscmblea
    n. ti, secundo andar.
    SOPERIOREd CUAHITOS S. FLIX.
    Responde [lela sita qualiiladc.
    Cai\as de 300.
    Os mais superiores charutos de S. Flix, lem para
    vender Antonio Lalt de Oliveira Axevedo, noieti es-
    criptorio, roa da Cruz n. 1. Rivalisam cm qualida-
    des aos superioresAranas.
    Superior la
    Antonio l.uiz de
    der superior farinh:
    inlia de S. Mailieus.
    Oliveira Azcvedo lem para ven-
    de S. Matheus ; a tralar no seu
    escriptorio, roa da Cruz o. 1.
    Atiesta o.
    Vende-te urna porcao de rail e lanas caadas de
    azeile de earrapato "in mullo boiu cascos ; assim co-
    mo pipas, meias diln e barris muilo bons para niel
    nu azeile. e por preco commodo : a tratar no'arma-
    zem n. 20 da ra do lirum.
    m?ff**fSl
    IHWHi!W HIIIIMH Fta
    t -^/MisAtviJn ..vi
    ESTRDA DE FERRO
    do iucfii ao S. Francisco.
    Os directores da companhia da estrada
    de Ierro do Recite ao San-Francisco, tem
    leito a chumada da segunda prestarlo de
    -las libras esterlinas sobre cada accao na
    tlita companhia, a qual deve ser paga at
    o dia 7dejulliode 185C: ro Rio de Ja-
    neiro, em casa dos Srs. Mana' Re. ,Gre-
    gOr&C.,; naBahia, em casa dos Si-s. S.
    Davenport & C, e em Pernambuco, no
    escriptorio da companliia. O accionista
    que nao rea I isa i o pagamento dentro do
    termo indicado, podera' perder todo di-
    rcito as acedes, sobre as quaes o dito pa-
    gamento nao tiver sido ellecl uado, e em
    todocaso teta' de pagar juros pelo lempo.
    quedecoiTcrcntrco dia indicado pam o
    AO PUBLICO.
    M No armazero do fazendas baratas, ra do
    H Collegio n. 2,
    || vende-se um completo sortimento de fa-
    S| zendas finas e grossas, por mais barato
    * prejos do que em outra qualquer parte,
    * tanto em poreoes como a retalbo, affian-
    (SBdo-se aos compradores um s prejo
    para todos: este estabelecimento abrio-se
    jjj de combinaco com a maior parte das ca-
    j| sas commerciaes inglezas, francezas, allo-
    maos e suissas, para vender fazendas mais
    em eonta do quo se tem vendido, e por isio
    "olierecem elle maiores vanlagctis do que
    otilro qualquer; o proprieiario deste im-
    portante estabelecimento convida todos
    os seus patricios, e ao publico em geral, ;
    para que venham (a bem dos seus inte- I
    resses) comprar fazendas baratas: no ar- j
    mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- j
    ionio Luiz dos Santos & Rolim.
    t^obeitofes de- algodo,
    tanto escuVos como brn-
    cop.
    Vendro-se cobertores escuros preprios para escra-
    vos, pelo preco de WK) is. cada um, ditos brancos a
    rao, ditos de > pellos e grandes a lyHl : na ra do
    Crespo, toja n. (i.
    Vendc-se urna escrava de Iwa lisura, alcm das
    habiliilade> ha boa vendedora : na ra Velba n. 71.
    Vende-se um prelo crioulo de 30 anuos para
    alcom engenho, ou para fura da provincia : na ra
    ireila n. (Mi.
    AVISTA m BOAS JiJALI-
    dades he muito barato.
    _ Vende-se papel de peso e almaco o melhor que
    pode haver nesle genero a :t, i, 't c 6)000 a resma,
    papal paquele multo fino e ue muilo boa qualidade:
    propiamente para se escrever por vapores para a
    Europa em consequeiicia de nao se pasar grandes
    portes de cartas, em resmas, meias re de resma, ou mesmo em qoidarnusiiSI) rs., papel de
    linlio vcnUdeiramenle almaco e profnio para cario-
    ro a '0 rs. a resma, verdadeiras peonas de ac de
    hico de laura contiendas pelas melhores que ha a
    l->2l)0 a calimba com i-2 duzias, .lilas sem ser do bi-
    co de lauca, mas Ipmbem muilo boas a CO a eaixf-
    nha com I2dazias, duzia de lpis muilissimo linos a
    :I20. 10(1 e .">00 rs,, ditos para desenlio a 800 rs. a
    iluzia, canivetes muilo finos e de loilas as quahdades
    e preros, linla int; e/a nioilo boa c barata: na ra
    do Qucimado, loja de miudezas da lina fama n. :13.

    ' ;-X
    A boa fama
    -..y
    19,
    RA DO QUEMADO.
    -
    T Ja sollr"l|o n. 15 do yateo da ribeira de
    S. Jos, lava-se e ensomma-se com minia pcrfeirilo
    eaceio, e com a reaior brevidade possivel.
    Claudio Dubeux faz sciente que sa-
    luram de sua casa os seuS dous caixeiros
    Jos Antonio Moreira Das e Antonio Ce-
    zano Moreira Das, c por isso dispensa-
    dos de qual
    sper
    Vereker, thesouieiro.
    Cotiipanbia da
    estrada de ferro
    leoualtiuerservico seu.
    pagamento e a sua realisarao. Recife li1 4 ...
    rli-mainrle 18M! P.. 1 j. '*L,~ Antonio Roberto, com loja franeeza na ra
    ncmaiode 18oO.Por ordem dos direc- Nova n. 13, acaba de receber pelo ulli.uo navio
    ores.S. P. Vereker. thesourciro. | fran"* umcomplelo sorlimenlo de fazendas de gos-
    i lo, como sejam, chapeos de seda para senhurase me-
    ninas, ditos de palh para meninos e meninas, ditos
    de massa, ditos de cliua para homem, Rorros de vel-
    ludo bordado, seda blanca para noivas, capellas de
    Mor de laranja, manas brancas de blondc, enfeiles
    para senhoras, borzesuins elsticos com salto para
    senhorns, sapatos de In.lre e de selim, ditos de case-
    mirn bordada para meninos, pentesde larloruza para
    tranca, ditos para marraras, ditos Iravewao para me-
    ninas, de lartarusa. borracha e bfalo, nenies de
    marlim para desembarazar e para bichos, leques de
    ii..i.lre|.i-i ola, ditos re peona ede unirs qualidades,
    uvas de pellica de Jooviu, flor.s, lucos de Monde
    brancos e prelos, ditos de lindo, selins, damascos de
    todas as cores, cscovas de marlim para lenles Je
    I unhas, binculos para llieatro, um completo sorti-
    mento de papis para forro de ala, candelabros e
    serpentinas de vidrode a 6 luzes, jarros de porce-
    lana e de vidro de cores, perfumarla!, espclhos, cai-
    de charito, joo de sadrez, frasqueiras, estojos de
    Pelo presente se communica ao enhoi es accio-
    nistas da Compachia da Estrada de Pirro, que por
    occasiao de recebercm sua* acefies dc-vcr.lo apresen-
    lar-se por si ou por seus bastantes procura.torea,
    para o lim de se assisnarem no Compleme livro da
    iiiscripe.io, de accordo com os pedidos ijuc fizeram
    das acedes. Recife 20 de junho de IS.**. Por or-
    dem da directora, S. P. Vereker, 'thrsoureiro.
    Companhia da
    estrada de ferro
    TRANSFERENCIAS.
    Oj aenliore accionistas que quizerem transferir
    suas acedes, deverao dirigir-se ao escriptorio d. com-
    paulna, para o fim de oblerem o exemplar da forma fpi-i-p-i mu nnml.1 a ^,;~l f
    adoptada para ai transferencias, e paarem os emo- teuea0I"|Uintal e cacimba na fregue-
    zta da Roa-Vista : a tratar na ra do Tor-
    res n. 7>8, segundo andar.
    Magnica casa a' vender.
    Jas
    colora com msica para senhoras, apparelhos de
    porcelana branca edouradapara mesa,dilos para cha,
    e completo sortimento de caudieiros os mais ricos e
    modernos, e oolras muitas fazendas de gosto.
    Precisarse para um estrangeiro um
    sitio pequeo perto da praca ou urna casa
    Vcndem-se cortes ul- casmira de la d.
    muilo joniios cosIik. oelo baralissimo prtco '','
    V de^eiJtHK A
    Fa2endas por muito ine-
    seu valor,
    nos do
    de 4
    :ia
    loja
    jortas na ra do
    idw ii 10.
    loja as fazendas da loja da ra
    Queim
    Etisleru nesla,
    Crespo, que foram arrematadas, as quaes se conti-
    nuam a vender por muilo menos do sen valor, como
    seja:
    Madapolao enlrcjfiuo, peca 2)600 c
    Dito muito super|or de jarda
    Algoddo de '20 jardas, peca
    Di lo h. i,i
    Dito americano
    Chitas ordinaria*, peca
    Ditas decores linas 5J.VH) e
    Ditas pira cubera
    Cassas de quadros
    Plalilha de liuho de 23varas
    Liada dito muito superior
    Camhraia lisa
    Dila muilo lina
    llretanha de linho lina, (i viras
    Corles de calca de casmira de cores 3.">00 e
    I utos de dita prela boa 59500 e
    Setim prelo superior -JsMi c
    teooo
    I.JSOO
    18920
    3IKJ
    39000
    i-swo
    6900u
    IJMilKI
    99000
    130000
    25500
    1*100
    29800
    i-^OOO
    B5000
    :?ikk)
    Brim de quadros de puro linho, lino, o aovado 200
    fiiO
    1*200
    :i>500
    40
    1J2II
    :i?i)il
    15 15500
    2O5OOO
    ''A)
    I O
    19000
    iwoo
    I5.SIIO
    20
    lumentos respectivos na importancia de I?fl20. E no
    mesmo escriptorio, ra do Crespo n. 2, em todos os
    das uteisdas 10 horas da manhaa a> 2 da larde, po-
    derao ohter do Sr. maior Vereker, theaoureiro da
    companhia, lodos os esc.arecimenlos de qnenecessi-
    larem relativamente aos nocoeios d sobredila com- :
    panhia. Recife 20 de juuhu de 1856. Por ordem
    do Sr. major theaoureiro, 1
    Joaquim Marinho Cavalcanli de Albuqoerque.
    Aviso.
    Sao convidados todos os senhores devedores i casa
    fallida de Anlonio Ansuslo de Carvalho Marinho,
    que leve loja de fazendas na pracinh do Oaeimado
    dtsla cidade do Recife, alim de se diiisirem ao abai-
    xo assignado, no alerro da Boa-Vista n. 14, para
    amigavelmente saldarem seus dbitos, isto com a
    maior presteza que I lies for possivel, pois promet-
    le Icr toda attenco com os que forem nuis promp-
    los em seos pasamentos, em razao de estar compe-
    tentemente habilitado a fazer esta liquidado.
    Joaquim Jos Dias Pereira. ~ e"de ,e a ''berna sil no principio do Corre-
    U ... J. 1 i" .i,., j f01" uo B'spr. muila afreguezada para a Ierra, e mui-
    US SIS. devedores da Osa tullida do l0 propria para principiante por Icr poucos fuudos.
    Sr. Joao More'
    Ue a da praca da Boa-Vista, do fallecido N. Oa-
    daull: os prelendentes fallem ao cnsul rrancez, ou
    a Mr. Delouche, na ra Nova.
    &ompr Brim do linho trancado, de cores, vara
    Dilo branco superior, vara
    Panno pnlo n de cores, o covado 39000 e
    Peaos de linho para camisa
    Macos de meias cruas
    Ditos de ditas boas
    Ditos o mais lino possivel
    Merino prelo largo, o covado
    Corles de vestido de seda
    Cassas de cores, vara .
    Chitas sorlidasde cores, o covado
    Cl.ales de merino de cores
    Curies de cassa chile
    DttM de dita com barra
    Chita larga frauceza, o covado
    Lia de quadros de cores para vestido, o covado 300
    Alpaca de seda de cores para dilo ;|JQ
    Meias linas para senhora, duzia 39500
    Ditas de seda, o par I928O e igjuo
    l.ila branca, o covado (jo
    Cravalas decoies jo
    Velludo de cores, o covado -uno
    Algodo riscado e azul, o covado J60
    Lentos finos de chita e ganga 200
    E outras muitas fazendas por baralissimo pieco : ap-
    parecam pois, os freguezes, com dinhairo, q'ue nao
    se engeila preco.-
    I
    -,
    Compra-s toda e qualquer porrao
    de prata vellia de lei sem feitio: quena
    tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
    legio n. 15, agencia de leildes.
    Compra-se um escravo de ineia idade para o
    servico do campo ; ra do Hospicio 11. 21,
    ftatoaft.
    Vende-se muilo barato por estar doenle, um
    escravo crioulo, de ineia dada : no paleo do ferro
    Cira Lopes sao convidados a ,' m ,mo l,a IW qualqu.-r pessoa, que tenbu
    rliririrpm.ar > Ir,; A \l,____I i r "" porque a casa lem graudcs commodos para
    llliglicm-se a lojd de Manoel Jos Le- nso : quem pretender d,r,ja-se a nuisma liara tratar
    le, na ra do Qoeunadon. 10, alim de luese./ara iodo o negocio,
    iraigavelmeiite saldarem seus dbitos.
    :---.';VM.---..---. -.J.-'i.< ;;\-- <-v< .->x-i n. 10.
    '"" T.'-nVllVT;];.'^.^! ^r"^^''^^ Vende-se um bu, muilo bom de carroca e de
    UenositO de VinllO dechampig- @ eang.lha, crioulo, muilo gordo e novo, e bm cu-
    nhecido, e lambem cabras muilo boas de leile e j
    coslumadas a criar meuinos, paridas de agora, ludo
    no sillo do Clfora-Menino, achara com quem tralar.
    Vende-se um armario e um blcu pequeo.
    1 ne Chaleau-Avx, primctra qua-
    lidade, de propriedade do conde
    de Alareuil.rua da Cruz do Recife n. @
    0: este vinho.omellior detodaa ^g
    "bampagne, vende-se a "16.S' cada @
    n\a ; acba-se nicamente em ca- @
    . de L. Leconte Feron C. N. tg
    As caixas sao marcadas a fo- fjft
    yConde de Mareuile os rotu- ^5
    s las garrafas sao azues. S
    lllfetrucgao moral e reli-
    giosa.
    K.-ie compendio de historia sagrada, qne foi ap-
    provado para instruogo primaria, lendo-se vendi-
    do antes da approvacaoa 196OO rs., passa a ser
    vendido a 18000:. na livraria ns. 6 e 8, da praca
    da Independencia.
    MM + 3 =& i MNMMI
    t J. JANE, DENTISTA,
    % contina a residir na ra Nova n.19, primei-
    ^ ro andar.
    por qualquer preco : na ra Nova n. ."1
    pequeo,
    .2, loja.
    ... ^ 'iidem-se toneis, pipas e quartolas purajdis-
    ilarao, a* quaes foram de azeile de peixe e depois
    de aguada, arqueadas de bous reo* le ferro, pro-
    pnas para depsitos, e garepa* de .li-niar.v. : a tra-
    lar com Joaquim Lopes de Almeida, ou com Anto-
    nio de Almeida (iomes, ra do Trapiche n. 16, se-
    gundo andar.
    Vcudem-se esleirs grandes e pequeas, pin-
    tadas, de Angola, guardanapos de palha pintados,
    linos, amendoim novo, molhos de palha para se fa-
    zer chapeos ou balaios : quem 1, es obiectos quizer
    comprar, dirija-se a ra do aterro da Boa-Vista, ta-
    bernas ns. 80 c 41, e loja de ferragens n. 8 ; e na
    ra do Collegio, taberna n. li.
    Na taberna das Cinco Portas, sita
    na uta Augusta, que foi de Victorino Jo-
    s Correa de Sa', e boje deCSTJ()A-
    QUIM PEREIRA OA COSTA LARAN-
    GElRU9i vende-se to-la a qualidade
    de gneros por preco* menores do que
    em outra qualquer paite, e a contento
    dos freguezes.
    Vcndem-se os verdadeiros charutos
    Varetas e de S. Flix, em caixas de 50 :
    na ra do (Jneimado, loja de lerragens
    n. 13.
    %
    .1. P. Vogel?} lem a honra de avisar ao respeila-
    vcl putilico, que 110 sen estabelecimento na ra No-
    va n. 27, esquina da Camboa do Carino, enconlram-
    sc os mais ricos c melhores pianos que lem appare-
    1-11I0 ueste mercado, de forma de armario, de supe-
    riores viizcs, couslrnccao solida, do cosi roais mo-
    derno possivel, sendo ellas todos fetos por encorn-
    menda. e nao viudos em cumrnissao, e assim apro-
    priados para e.le clima, do* mais aciedilado* fabri-
    rantes de Europa, os quaes elle vende garantidos.
    O estabelecimento est aberlo ale as 8 horas da noi-
    te para a commodidade das familias que quizerem
    ver e eiperimenlar os instrumentos.
    - Precisase de olliciacs d'alfaiale de obra mia-
    da ; na roa Nova, n. 40, paga-se a 1 ->" 1 rs.
    cada calca de casmira.
    Barato
    Defronte da igreja da Soledade, es-
    quina de Joio de Barro*, as tabernas
    de Francisco .lose' F. Pires, vendem-se
    gneros muilo tiovos e superiores, como
    sejam: eirnee linguicas do serto celo
    reino, queijOS muito DOVOS, nianleiga in-
    gle/.a e franeeza de varios preros, banda
    deporco, vinhodeete, Lisboa. Figuei-
    ra. Porto, de superior qualidade, cha"
    bysson de primeira e segunda qualidade!
    dito prelo, lierva mate, passas, bolaclu-
    nhas ingle/.as e araruta doce, biscoitij-
    nlios, naassas,spermacete, charutos linos
    e baixos, saccas com milho farinha, e
    muitos mais gneros de
    do por barato prcro, por
    querer areguezar.
    VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
    SABEM.
    Venilem-sc libras de Milus de boa qualidade n.
    50, (0*7(1 a I9IQO, ditas muilo linas de 11. 1IKI e
    1^0 a I96OO, duzia de lesouras muilo boas para cos-
    tura a 19, lila* muito lioa-e crandes a 1.1200 a du-
    zia, pecinhas de hico cslralo a ."i(0, Caivinhas com
    agullias francezas muilo fras a Ifil, caitinhas com
    l( novelloslile liuhas do (larca moilissiiiio linas a
    280, braceletes encarnados nuilo b uilus para meni-
    nas e senliotras a 00 rs., unas blancas muilo linas
    para senhoras a 210 e :1U0 r. o par, meadas de li-
    nhas muilissimo linas para lordar a 100 e l(0, bo-
    (es demadreperola muilo liios para caimas afil) r,
    a grosa, bolees muilo linos ac para calcas a js. ;|.i
    KMM, fivela* douradas muiti linas para caicas e cu-
    teles a 120 cada urna, peiilis de balea muito linos
    para alisar al300 r., pecas de fita de linho com (i
    varas c meia a 50 rs1., caiiimas cun colieles france-
    /.1'- a (O rs.. carreteis de tubas de 200 jardas de
    muilo boa qualidade e de tolos os nmeros a80 rs.,
    macos com 40 trampas e de imito boa qualidade a
    50 rs., pares de suspensor ios.1 10 rs., torcidas para
    candieiros 80 rs. a duzia, c.rleiras de marroqnim
    para altibeira cora molas doaradas a (00 rs., cane-
    las para peanas de .ico a 0 e'iO rs., meias brancas
    e cruas, fazenda muilo boa, pr* homem a 160 e 200
    rs. o par, (rancinhas de lia di caraces e de. todas as
    cores a 100 rs. a pecioha, penes de chifre para ali-
    sar, fazenda muito boa a SUO s. a duzia, trozas de
    lioles de lonck pintados par; camisas a O, pec,a
    de lita decs de todas as larsirasa 210 e 830, liuhas
    brancas de cairelis com 100 jrdas do aulor Alexan-
    dre a 10 rs. o carretel, liuhas pelas de ineadinhas.
    lazenda muilo boa a 20 rs. ameadinha, cartas de
    allinetes da melhor qualidadeiuc. ha e com 25 pau-
    les a lio, peales aberlos de baca para alar cabello,
    fazenda muilo boa a 29000 a aula, meias de fio da
    Escocia para meninos, branca*, de cores a210 e 320
    o par, grosa* de five!a para saiato* a 560, caisinbas
    euvernisadas com palitos de figo de velinhai de boa
    qualidade a 120, ditas de pao 0111 palitos de fogo de
    boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caitiubas de
    phusphorns propriamenle pra charutos a 320,
    Cuide* muilo bonitos para tngala a 10 rs., sa-
    paliuhos de 13a para ciiaiifs a :100 rs. o par,
    tranceln* prelos para relogas, fazeuda muilo
    boa a ,11(1, escoviuhas muiU boas para denles a
    100 rs. Al.-mi de (odas esas miudezas vendem-se
    oolras moilissimas, que a visl de Mas bas qua-
    lidades e baratos precias lemcaando admiracao
    aos proprios coiD|iradores : ia ra do Qoeima-
    do, na bem couhecida loja o miudezas da boa
    fama n. 33.
    Meias de tiia pa-
    ra padies.
    Vendem-se superiores meias retas de laia par"
    padres, pelo baralissimo preco (S I9WO o par : \\
    roa do (Jueimano, na bem ciihi ida loja de miude-
    zas da boa fama n. 33.
    rcc.l,ix;';i.
    Na ra do Cabogi n. 2 C. ve le sS linha de 2O0
    jardas ns. 30, 50, 60, 70, 80, ilSO rs. a duzia e
    c.iiTileis a 60, franjas MUKllaaura cortinado mui-
    lo linas a :L>5UO a peca com 15 v is, capachos com-
    pridos a 210.100 e 500 rs. cada -,m.
    Vende-se urna canr pequea das
    do Maranbao, propria pa passeios de
    nos: a pessoa que a quiz>- comprar di-
    rija-se ao lorie do Jlritos, tinto ao trapi-
    che da allandega, para a"cr, c a tratar
    na ra da Penba n. iAsegundo an-
    dar.
    PAPEI.AO.
    Na ra do Collegio n. 8. toja iPlivros de Jos No-
    gueira de Souza, lia para venderaui completo wr-
    liinoutode papelao, proprio parafliras de encader-
    naro; hem como ouirns diversotbjeclos, leudeu-
    les ao mesmo cslabelecimento, tdo por preco com-
    modo.
    Para
    ras quo
    as senho-
    :; .S'Ln 111 (lo
    barato.
    OO'l: C
    \ eudem-se ricos nenie* de larlarug.i para atar ca-
    bello a i>500, meias de -eda de cures muilissimo lin-
    das para criancas de um mez a um anuo, pelo barato
    preco dt- I58OU o par, leneinho* de relroi de ludas as
    cores para si nlioras e meninas a la, loucas db lia I
    para senhoras e meninas a ."illO rs.. camisas de meia I
    para enalbas al a idade de um anuo a 500 rs., CoilfO (le
    meias brancas de algodao para senhora muili'siroo 1 ('aill.nt .1.,
    linas a 500 rs., ditas brancas e prelas de seda o me- | ,, ".,, L i1 ''N''
    Ihor qoe se pode encontrar a 2a e >-"i(M o par, ricas
    caixas para auardar jnias a 800 rs. e 19, caixas mili-
    to ricas com reparlimentos nicamente proprin* para
    Costura*, pela baralissimo prec.0 "le 29500, :!.f(K)0 e
    39*00, iravessas de \erdadeirn blalo para prender
    Cabellos, pelo baralissimo preco de la, ditas de lar-
    tarusa a 3a500, ricos leques com plumas e espedios e
    pinturas linis-nnas a 2a, peutes de bfalo muito linos
    para tirar piolhos a 500 rs., lesouras finitsimas e de
    todas as qualidalrs, ricas trancas de seda de todas as
    cores c largura*, ricas filas de seda lisas e lavradas
    de todas as larcuras e cores, hicos de linho finissimos
    de lindos padres e todas as larcuras, ricas franjas de
    alsodao brancas e onlras muitissimas cousas, que ludo se vende por
    lao barato preco que aos proprios compradores ser-
    vir do admiracao : na ra do Oueimado, 11.1 bem
    conhecida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
    \ ende-sc o sitio com casa de sobrado do falle-
    cido (.corte Kenworlhy, no locar de S.JoscdoMan-
    guinho, rom aryoredoa de fruclo e mais Iwrofeitorias
    que nelle se acham. sendo as Ierras do referido sitio
    proprias : quem o pretender procure em casa de .Sa-
    muel P. Juhnslou J Companhia, ra da Senzala No-
    va n. 12.
    Km casa de KabcSebmeltau A C, ru^
    da Cadcia n. 07, venderse :
    L'm grande sortimento de vidros de es-
    peflio.
    RelORiot linos de patente ingles.
    UStre, marca Castello.
    Erylbas seccas emgarraloeS.
    Vinlm do Rlienosuperior,
    Tudo por |)reeo commodo.
    Farinha de mandioca
    de

    o
    Santos Coelho _
    Ra do Queimado n. 19.
    W Tem um completo sortimento de chitas W
    ^ francezas miudinhas, pelo baralissimo pfc- j
    '-*'.? ,,e so rs- cavado, ditas escuras de -^
    J,' lindos desenhos, a 200 rs. o covado, esleirs W
    W da India a 298OO. ffi
    v NA LOJA DA BOA FAMA.
    Veude-ae bandejas grandes e muilo linas pelo ba-
    ralissimo preco de 3-5000, 19000 e 59000 res, ocu-
    los de armaeio de co de lodas as graduares a
    800 res, lunetas com armario dourada a laOl reis,
    ditas com armacao de tartaruga a I9OOO rei, ditas
    coro armaran de bfalo a 500 reis, oculos caa arma-
    cao de melal braoco a 400 reis o par, lmelas com
    armarlo de tartaruga com 2 vidrus a 39000 reis, ri-
    cos chicles paia cavallos de homem e senhora pelo
    baralissimo preco de 800 reis cada um, grvalas de
    seda muilo hnnilas a I9OOO res, bonitos atacadores
    de cornalina para casaca pelo bar ilissimo preco de
    300 reis, suspensorios linos de borracha a 100 res,
    puntes muilissimo finos para ajSOO reis.escovas
    mudo finas para cabello a 610 res, capachos pinta-
    dos compridos e redondos a 700 e ljOOO reis, bo-
    Ies finissimos ne madreperula para camisas a I920O
    rs. a croza e 120 rs. a duzia,ricas cane(as para penna
    de afO a 120 reis. rico* porla-relogios a I58OO reis,
    caixas de metal muilo finas para rsp a .500 o 600
    reis, escovas finissimas pai unhas a 320, 500 e 610
    reis, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
    haver a 1-5000419200,19500 e 2a reis, pineda finos
    para barba a 200 rei, duzias de facas e garfas finos
    a 39000 reis, ditas de cabo de balando muilissimo
    finas a 6.5OO a duzia, ditas finissimas de cabo de
    marlim o melhor que pode haver a 159000 res a
    duzia, camisas de meia muilo finas a I9OOO reis, ri-
    cas abnluaduras de madreperula c melal para col-
    lote c palitos pelo barato prec,o de 500 e 600 reis,
    finissimas navalhas para barba em estojo* de urna e
    las oavalhas pelo baralissimo prero de 29000 o es-
    tojo, candieiros americanos muilo bonitos proprios
    para estudantes ou mesmo para qualquer esiabele-
    cimento, pela boa luz que da a commodidade
    de se podr pendurar ou pr-se em cima dequalquer
    mesa, pelo barato prec,o de 59000 res, pastas para
    guardar papis a 80 reis, espelhos para parede com
    armavao dourada e sera ser dourada pelo baratsi-
    mo preco de .500. 700 e 19000 rei', finissimas e ri-
    cas caixas par. rap a 29500 e 3a000 reis, papel de
    cores de fainas pequeas em quarlo de resma pelo
    barato preco de 720 reis, ootras muilissimas coli-
    sas, que ludo se vende mais barato do" que em oulra
    qualquer loja : na roa do Oueimado na bem conhe-
    cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
    -..''..''.,,i?,i--,>^5 tljSlUfMSbdbdhsn '
    -.
    :::
    Ui i loja le Santos
    I oi.ilio, rtiado.Quei-
    M. 19,
    mado
    Vr lem para vender um completo e rico sorli- ?li
    n ment de seilas escossezas de lindissimos gb
    ;''a gostns. pelo prico de laOOO o covado. folar 2}x
    2 "e *eda, muilo lina fazenda. a 800 rs. o coa ^.*
    ? vado. -I;-.
    ^V^^^;^".:. > e* r::--i---.:'\:'i^.
    :< -ir -^ ..-.? -..- i> ..> -. -.- .<, -?..- .y'^if
    LfAS PARA HOMENS E SE:
    NHORAS.
    \ endem-se superiores lavas de'pellica muilo novas
    para homem e senhora a I92S0 reis o par, ditas de
    sexla muilo bas e sm deleito algum amaiellas, pre-
    las e brancas para homem e senhora a 19000 reis
    o par, ditas prelas .le I.oral muito boas a KOI) reis o
    par. ditas de fio de Escocia brancas e do cores p*ra
    liuuiem e senhora a 100. .VM) e 60O reis o par, dilac
    ditas para meninos e meninas a 100 reis o par, lur
    , de seda ricas de lodas as cores e bordadas, com
    bom gOSto, t(( I g'iarnicjio, para senhora 3J000 e 39500 ral* o|par,
    seu dono se e ou!r,< mais qualidades de luvas, ludo na ra
    do Queimado na bem conhecida loja de miudezas da
    ! I ba fama n. 33.
    \ ende-se um silio na eslra l(de Parnameirim,
    com bastantes arvoredos de rruio' e terreno para
    plaulaces : na luja de fazendas ||7, ra Jo Passeio
    Publico. ,
    \ eude-se 11111 terreno no nt r do alerro dos
    Afagados com 90 palmus de frenlJe fundo al beira
    mar com alicerce na frople e irjs beml'eitorias, e
    parle do engenho Taepe,*dislartf da povoa;1o de
    Iguarassu' meia legn : quem pr .uder, dirija-se a
    leja de cera, ra do Cahuga o. 5
    -- Vendc-?e nm boi muilo m.ii para carroca :
    no Corredor do Bisno, primeiro s>a> ao lado dirilo
    junio a fabrica do (erreiro. J
    Vende-se fina casa cm cana com 62 palmos
    ile frenle e 25 de fundo, com |edcs dohradm,
    que podem servir para 2 ou 3 and.es, por Iraz de
    S. (lunrallo, com frente para ns Cilios, he de qui-
    11; far-se-ha lodu u negocio! : ntlerru da lioa-
    Visla loja n. 18.
    CARTAS FINISSIMAS (ARA YOL-
    ARETE.
    Vendem-se superiores carias franzas para volta-
    rele pelo baralissimo prero de 5(1 rs. o baratho ,
    na ra do Queimado. na bem coiihcla loja de miu-
    dezas da boa fama n. 33.
    Bonecas france-
    zas.
    Venrfpm-s muil" I i[ii|,i- Imnoi':.- amce/AS pelo
    baratiMtOM prec de 1^-280 e 1|M; nu m;, do
    Qucim.ido, na. bem conhecida loja 4 iniode/cs da
    boa f.una ii. 33.
    Para os uaniora-
    dos.
    Vcudem-sc folhas de papel muilo bailo, prnprio
    para rnrrespoudencia de namorados palo barato
    preco de 10. 60. 80 c 100 rs. na ra Queimado,
    na bem conhecida loja de miulezas ,i boa fama
    n. 33. j
    Vende-se prata velha, proprja ata desman-
    chaj ; .lillercnl". obras de ouro, '.i'j-ilms, cor-
    does srossys e linos, medalhas, redc(is, brincos,
    argolas, capeados, aunis, anelli'es. i .|r ; e mui-
    las oulra* obras de gosto : na Iraves'Vda ra da
    Concordia, n. 28, penltima ca^a M de chesar
    a casa da ilelenrao, lado da norte, r. J, Olio-
    ras da m.iuh.l.i ; e'das 2, as 6 da larr'f
    Vendc-se muilo bom milho a 390l,lr<; a sac-
    ca ; no caes d'alfandega, armazcm do Silo.
    Vende-se um casal d paves, no l c lindos,
    por bunio pi ero ; na roa Dircila n. (i'j
    Ven le-e urna uegrinha de bni.ilal'liura c sa-
    dia ; na roa do Collegio n. 25, pr m.-..'Anular.
    Venderse azeitc decarrapalo a Zpls caada
    ea nrrala a320rs. : na ra do llrum assando o
    chafariz primeira casa que (em (otlo encanado pela
    retaguarda.
    Para noivas.
    Vendam- para vestidos de noixas, pelo baralissimo arejo de
    109: n* roa do Queimado, nos quatro c.i|0, loja
    de fazendas da boa fe n. 22, deirontc da loide miu-
    dezas da boa fama.
    Loja da boa T.
    Vende-se chaly de quadros de bonitos hdrAes a
    000 rs. o covado, ditos lisos de bolillas cofa a 720
    chales de merino lisos com franjas de retel de bo-
    nitas cures a 59, ditos com lislras de seda [-5: na
    roa do Queimado, nos quatro canto, luja i fazen-
    das da boa f n. 22, defronte da loja de ini^ezasda
    boa fama.
    Charutos vare-
    tn n 4,000 rs.
    Vendem-se na ra do Queimado u. !).
    Perfumaras de
    od gosto.
    -Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
    sorlimenlo de perfumarlas da lodas a qualidades,
    sendo seu aiiloro melnor que ha em Paris, riqusi-
    mos irascos de extractos muilissimo finos, pelo barato
    preco de 19200, 15500, 29 0 29-500, jarros de porcel-
    laua delicados e de modernos auslos com banha fran-
    eeza muilo lina a 29, frascos com esseencia de rosa a
    120, paos de pomada Iranceza. muito boa a 100 rs.,
    frascos pequeos e grandes da verdadeira acua de
    Culonia do Piver* 80 e 1/000, saboneles linos e de
    diversas qualidades.pos para deules o melhor que po-
    de haver, e outras muitas perfumaras, que sa ven-
    dem muilo barato: na roa do Queimado, na bem co-
    nhecida luja de miudezas da boa fama n. 33.
    Vende-se a taberna da ra de Santa Kila 11.
    5, bem afreguezada para a Ierra e mallo : a tratar
    na mesm.i.
    Vende-se una escrava parda, que lem lodas as
    habilidades, de idade de 32 annos : na ra Nova
    n. 31.
    -- Chegpu taberna da quina da ra dos Mar-i
    lyrios u. 36, a primeira remrssa da multo snperior
    carne do serlao, que se venue pelo diminuto preco
    de 280 H. a libra, queijos do serlAo a 100 rs., lin-
    guicas do reino muilo novas a 560, passas novas a
    600 rs., ario/, do Maranbao a 120, cha h)Sson pri-
    meira surte a 29560, viuho a 100 rs. a garrafa, c ou-
    Iros mullos gneros em conla ; assim como mantei-
    ga ingleza superior a 880 a libra.
    i\a loja das seis
    por
    Esn frente Livramento.
    Corles de meia casmira prelas e de cores a dez
    palcas, laa propria para palilos a tres patacas o co-
    vado, cortes de calca de brim escuro, de liuho, com
    tuque de mofo a dez lusle.s, panno fino mesclado
    proprin para casacas ou palitos a quatro mil res,
    chapeos frnncezes de castor branco si oilo mil reis, e
    de seda prela lamhem frar.cezes a seto mil reis, di-
    nheiro :i visla.
    Na ra da Cdela do Kccife ti, 37, escriptorio,
    vendem-se lencos de lab; riiilho, assim como hicos e
    rendas da Ierra, ludo por proco commodo.
    Vende-se arroz de casca a granel, alqueire ve^*
    Iho, e cm saccas grandes a I9OOO, milho em saccas .1
    .'I.NitM, arroz pilado muilo bom a 29600 a arroba, lu-
    do minio nuvo : na ra do Vicario 11. 5.
    Vende-se cimento muilo nevo chegado cm 11
    de inaio p. p. de llamnurgn, por pre^o muilo em
    cunta, a visla da qualidade ; lauto em pOTCSe como
    em barricas e linas: no srmazein de maleriaes na
    ra da Cadcia de Santo Anlonio 11. 17.
    Vendem-se caixas'com vidrus para vidracas,
    vidros de bocea larga rom rulhas do mesmo, o maior
    sortimento possivel : em casa de Itarlholomeu fran-
    cisco de Souza. ra larga do Rosario 11. 36.
    Fio de aSgodo da Birria.
    Vende-se em saceos de 50 e 100 libras, por com-
    modo preco : na ra da Cruz, rmazeiii de couros e
    sola 11. 15.
    Na loja das seis
    portas.
    Em frente do Livramento,
    Flores de relroz para enfeiles de cabello e de ves-
    tidos, camisinhas de cambraia para senhora a cinco
    luslcs, .0 llano lu. para -tu horas a pataca cada um,
    saias de cambraia bordadas a Ircs mil reis, veslidi-
    nhos de seda para meninas de (res al 6 anuos a cin-
    co mil reis, camisus para meninas a de/, lustoes. (lilas
    para senhoras a ciuco patacas, lencos de seda prelos
    com salpicos brancos, proprios para quem esta' de
    luto a quatro patacas, nubreza prela de dilTerentes
    presos, chaly de todas as cores, tilo de linho liso e
    lavrado. chitas francezas escuras e claras, c oolras
    muitas fazendas que quer acabar.
    Vendem-se remos de faia de muilo boa qoali-
    dade, chegados ltimamente da America : no caes
    do Ramos, armazcm de farinha dellenry Forster &
    Companhia.
    Por menos do qoe em oulra qualquer parte
    vendem-se na ra estrella do Rozarin 11. II, nn de-
    posit 1 de sanguesugas hamburguezas, os objeclos
    abano e irovamenlc chegados :
    Dolaehioha de soda 9300
    Olla .le Lisboa 9560
    Dita hamburgueza, lata grande 83OOO
    Dila de araruta dila -J-Mul
    Queijn loudrino a libra 9720
    Presunto para fiambre 9610
    Toucinho ingles 9I8O
    Amenduas confeiladas e francezas a libra 1600
    Pecegos, Peras, llamasen e tiinja lata I9OOO
    Biscoilo inelez, lata sorlnla 29OO
    Frascos com conserva de difireme- quali-
    dades 9000
    Passas novas a libra 9500
    Amelias a libra 9180
    Batata a libra 9210
    Vinho cherez garrafa 29000
    Dit.i I! u.leain tinto garrafa 29000
    Dito dilo branco a I96OO
    Doce fino de goiab eaisto 29000
    M r.m la. la.lala de 3 libra 29000
    BoiOe* com doce da Europa de dilTerentes
    qualidades 2*000
    Azeile doce francez frasco 9CS0
    Vinagre garrafa 19000
    Manleigaingleza superior libra 19120
    Viuho de l.ishua o melhor que he possivel 9700
    S. Matheus.
    Vende-se farinha de mandioca muito
    superior enova, chegada de S. Matheus
    pelo patacho AUDAZ, com mui curta
    v;ifjcm,a prero muito commodo : abor-
    do domesrr.o patucho, ou no escriptorio
    da na da Cruz n. i9, primeiro andar.
    Salitre superior.
    Vende-so e muilo barato, na loja de ferragens da
    ra do Queimado n. 35, cm porees e a retallo..
    Emcasa de M. Galmoit & C, praca do
    Coipo Santo 11. ||, ha para vendero
    seguate:
    Taboiido de pinho, ilcatro e pixe da
    Suecia.
    rVIcatrSode carvSo.
    Lonas de algcdo. .
    Ditas de linho.
    tintas em latas.
    Esponjas de superior qualidade.
    Cabos de linho ede.Manilha.
    ludo milito commodo.
    Na.loja das seis
    portas
    Em fented Lvrnment
    Paupelina de seda e laa para veslidos, de lindos
    padroes a duas patacas o covado, riscado monslro a
    dous lustes o covado, cassas francezas finas a doze
    vintens n covado, raangnilo* de cambraia para vesti-
    dos a dez liisldeso par, sedas de lindos goslos, lar-
    gas a dous mil reis o covado, dinheiro visla para
    acabar. '
    Pianos.
    Vendem-se pianos verlicae* inglezes, de elegantes
    modellos eexcellenlesvoz.es, fabricados por um dos
    mais acreditados autores, premiado na exposicao de
    Londres: no armazcm de Rnstron Kooker & Com-
    panhia, praca do Corpo Santo.
    Itclogos
    coberlose descoberlos, pequeuose grandes, deooro
    e prata, patente Ingles, de um dos melhores fabri-
    cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
    glez: em casa de Soiilhall Mellor & Companhia, ra
    do Torros n. 38.
    Rob l.'Anecleur, Vermfugo inglcz, salsa de
    Brislol, pillas vcaelaes, salsa de Sands : vendem-
    se estes remedios verdadeiros em casa du Barlholo-
    meo Francisco de.Souza, na ra larga do Rosario
    n. 3G.
    Cohei torea 11 li"S mijito eiieorpa-
    dofee arrandes.
    VIMIO DO PORTO SI PERIOR CHAMICO.
    Emcaix.isdeduasdozias e m barris de ,irf.
    recenlemenle chegado pelo brisue .. Trovador .
    vende-se nicamente no arma/en. do Barro,
    Lastro na ra da Cadeia do Herife n.
    Loja da boa fe.
    Vtnde-se pauno prelo e azul. |no, fa/end. n
    supenor. proa de limo, pelo barali.-n,,,,
    ..-N-KI o c.nado, alpaca prela muilo (.u, ., ESO ,
    vado, merinoselina, fazeuda -uperior ,.., ..i,,. -
    ''?'.....*'". caiiiao prelo muilo lino ni,,,,,',., :
    vestidos a la o cva.lo, M| ,.ieto in.,., r '.',,*
    superior a -2m> o covado. g.olenaplts p,,.., ,"..'
    hno ,., ves.nl.. a 0 covado, sopen..,' wLVZ
    hespanhol, a 2*2*0 o covado. ,,;, ,,,, ,
    hna 1 SIN ,s covado, cries de colle.el de aiM" .
    rao de seda, fazenda muii.. ba y. r..rles de fus
    loes de benito* padii.es tilo. |,m ,,,,., rlrii
    de |.uro linho |a e I9II0. va,., brin," (f4lirX
    ,Z .i' *' d" ,rant',n P"d" ln.bem de I,-
    bo a tm rs. a vara, dilo liso |lrg0 a Mi ---
    -"..Woovsdo.dila. decore, escura. ,l..
    nulo
    |.re.;o S*
    para canii,a brancos e de cores a 1(10 <
    rs. camisa, de ma mnllo fioil,
    prelas de lorjal p.r. whor., fazenda nulfo' .,V
    t ;iS ;.s p.ctas j> vh
    Vendem-se cassas prelas muilo fin is prop
    O
    r
    \enden.sff na rl|) ||n (;re5p0i |nj.( ((a eSq0n, qUe
    Wto par* a ra da Cadeia.
    Lal virgetti de
    Lisbou e potassa ca
    tRitsia.
    Venrlc-sc na ra do Trapichen. Dell, cal virgem
    de Lisboa, nova a .".sikki o barril, velha n ,">00 rs. a
    arroba, e pulassa da Kussia ;|ihi rs. libr*.
    elogos de patente
    inglezesdeouro, desabnete ede vidro :
    vendem-se a precio raznvel, em casa de
    Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia
    do Recife, armazem 11. 30.
    Acnco
    Riscado escuro e muilo largo, prnprio [para roupa
    de escravns a IliO o covado, colchas brancas adamas-
    cadas de muito bom gosto a 53, aloalhndo adamasca-
    do com 7 pairos de largura a IfjfiOO a vara, lealhas
    de panno de linho alcoxoadat e lisas para roslo, as
    mais super iores que lem vindo ao mercado, dilas
    para mesa, cuardauapos adamascados e onlras mina
    (as fazendas por prero commodo : vendem-se na roa
    do Crespo, loja da quina que volla para I ra da
    Cadeia.
    Vendem-se velas de carnauba bem'acabadas,
    sapalos c esleirs, chegados recenlemenle do Araca-
    lv, por menos dn que em oulra qualquer parle : na
    ra da Cruz n. :i, primeiro andar. '
    Vende-se a muito acre.litada padaria do Man-
    goinbo, sita na casi do Sr. cirurgiao Teixlra, com
    mudas fregoezias na Gapange, Alftictose Boa-Vis-
    te, alm da da porta, a qual tem todos os pertenecs
    a Irabalhar, e na mesma lem um cavallo para en-
    trega de pao na freguezia : para tralar, na ruad.
    Soledade n. 17, ou na mesma.
    Moinhos de vento
    com bombas dercpuxopara regarhorl.is e bai-
    xa decapim : na fundi;ao de I). W. Bowman,
    na roa dn Brum ns. 6, 8e 10.
    Ca t: Lisboa.
    Vende-se orna porcan de Larris com cal dn Lisboa,
    por baralo preco, e retalho a ,'ta o barril l na ra da
    Cadeia do Recife n. 50
    de seda para ,r.U. 600 STA^S ZE
    bons a l0, peras de cambre.as de ZLZ C.T K
    ra, e meia :,UO. e 44o vara, ^T^'TT"7"
    muito boas para Cortinado, a 12, SlsalltaLL
    lo hna con orna vara de larenra -~ -
    preco de 560 a vara, ffKJX "J!^Z
    lodo.brancos e com bar.a. de cores a ., "V"2
    de chita rr.nc.ie, muito b., a 4(10 r,., chile,^d
    algodao de cores de bonitos padres a 00 r. V-,.
    diiih.., muilo linos e de muilo bouilos pedroi. *7"l
    -covado, l,| de linho liso mu,... fino a960 ,.Va
    h. r 0'"ai ,*i8"' n,eia* Pr"as rt' sXanWS
    ahora, fazeuda muilo .uperior a p,r....."Z,
    iuas para meninos JZ^S', g[ ^gj
    ludo ,slo outr.s moi.is.ima, fazenda,, 2 m E S
    uas bu,qualidades e barato, proco, i. ,'.*
    i.hores freguezes amigo, do bom e r.To^eorZS,
    rao o que he p.chinch. : na ru, do SmCmSTS!
    qoatro cantos, M loj. de fazend*. nVa .' T
    delroule fla |UJa de miode, d, lw.a/*rneT
    Esto seaeabandti.
    N quatro cantos da rt,a do Queimado
    n. 20, vindem-se lencos de cassa pintados
    muito bonitos padroes c propnos M
    meninos, pelo haiato preco de ISoTis
    cada um.
    Atterieclo-
    Na ra da Cadeia do Recife, loja de 4 noria n
    H, de Narciso Mana Ca.neiro, J um con.pWo^,,"
    .me.,.,, de sedas de cores p. ve,.,dM on det,!
    iihos os mais modernos, e em qualidade de fenda
    a melhor que lem viudo Pernambuco }..im c n"
    un- Brande porco de corles de sedas mtufTl
    o de 19o o corle ; lambem ha orna g,.....f lwrciM.
    e ditas de bons gn, p. l? r. ", hJJJJ
    le bordados a mal,,, dito, de touqo.m verdad,,Z
    la China, e ou ras qoa,i,de5 p,ra SJ*
    preps. saias de crina mo.lo btm arr.ni.d^To
    cinto ne borracba, esparlho, de todo. VmUhTs
    relie, de brim d. Escocia, f,nda i. ", .I't
    .;TRSXfShZuo"" mu"" '"^" q
    so a vista dos compradores lie oue se iwui.n, .
    as boas qualidade, e barato, nr'eeL Pd"n """""
    ralo preco,.
    IECHAHISIO fiRi ElGf,
    IHO.
    NAn,r.^D,gA UE FEK,{0 W> "WB-
    N1IKIKO DAVID W. BOWMAN. ,>A
    DADO BRUM, PASSANDO O I.A
    FARIZ,
    hasempreum grande soriioienlo dos segundes b.
    {! ='OS ^ ,,,e,cU-"''^ P'-P'io pera 1ZSE~L
    nhos de mandioca, etc. ele. w.iiiwe,, moi-
    NA MESMA FNDICA O
    ce\eculamlodasasenconimen.lasc(.n. ,,;
    POTASSA i CAL YIRGE1.
    ff e| bem Conhecido deP<*'o < ru, Ha
    Ca,lo,a do Keeifa, escripiorio n. iG. para ven-
    der muito supenor poiess, di Russii> Jg ^
    de Janeiro e cal v.rgem de Lisboa em prfrs, ludo
    aprecos muito favoraveis, com es n^ '"
    dos comadores satisfeito*. q "
    ^rtvalhusM contento.
    I.oiilinua-se a vender aSl-OPO n i..r 1.. r
    j. bem conhecida, navalh?ri?b.r a 5S, i'i"
    h.l fabricante que h, ido premt 'em dK T
    . osicoes : v.ndem-,e e.A ^S^TSTiS:
    dando poder o comprado, devolsc-le, alo "ai"St
    depois da compra. reslitindo-se \m,.Z~Z
    Ke6cS,?.enA03rOC-deAb"- S&t
    Lonas e brins da Rassia.
    Instrumentos para msica.
    Rspelhos com moldures.
    Globos para jardins.
    Cadeirasesofsparejardins.
    Oleados para mesas.
    Vistas de Pernambueo.
    Cemento romano.
    Gomma lacea.

    E outras muitas cousas
    fosse mencionar.
    que serie nunca acabar se
    -.*<*>'*."''-.-..-. .- .*^.rte''.i..J
    y. KOI.INIIOS PARA CHA'. S
    yf O abaixo as-imiado faz sciente ao respei- '"
    '" lavel poblieo, e especialmente a seus fre- M
    ^5 grezes, que em sua padaria sita 110 paleo da '.'.'
    w Sania Cruz 11. li. se arha sorlida de varias '-ii
    :t'jU qualidades de bolinho* o de lo^as as qua- ^"5
    ', lidades de maesa* linas, nomo sejam. allia- k,
    'if dos, araruta, biseoutinhos, fatias e onlras
    IOS
    ing ezes de pa-
    tente,
    loto, pelo baratsimo preco de IKO a v',ra":ta Prua & """""l bi,cooli"ho' i".ale"s em UU*' 1ue
    do nuaL antos, ,.je eVJfcS I Ve""e "ESUGIZn Kibeiro.
    boa-rcn.L-2,defron.e da loj de nHod^Tlii %** ^Ad^A^ Ms"'" A
    fama. | :.,.:-.:-V-S >-:,.; .:-.::-;v
    ii.ljf< lii'o iiionstro.
    Ll^>
    Vende-se algoil.lo com quasi 2 varas de kggra
    prnprio para lerlcoes e. toalhas pelo barejsim
    prei;o de lMI rs. a vara : na ra du Oueimad, os
    quatro cantos, loja de fazendas da boa fe n. 2i'
    Lindeza p ira vei(|,v#
    Vcnde-sc a riel fazmda liudez... chegada m,,na.
    mente de KraucaJ pelo haralissinio preru de llNMio
    cuvado. E*ta faz. lula he de pura laa seda, os
    seus padroes silo is mais bonitos que a'c |,renle
    lem apparecido 111 mercad : na ra doQueiCa,
    pus quatro eantoej loja de faxetdas da boa fu 1 ..'
    Na nova loja de miudezas e quinquilharii, a,
    ra lama do llusario n. 35, vendc-se tu 10 born i,,_
    ralo, *a*im cuno de Iiojh em .liante eonlin.i avn.
    der os mui aforliiinados b.lheles .lo lotera, iiitrr0^
    meios e if.iai I..* dbts luieria. dest provincia : e ,no
    esta casa lenlia sido muito feliz em lodo* o* i%_
    cios, lambem se ekpera o sejam os eenhore roinra"
    dores dos ditos bilhelescima declarado-.
    Vende-se orna mobilia de ansico, consto,.,,
    de I duzia de catiras, 1 jugo de bancas. 1 sof:n.
    ra Nova n. -21, segoodo andar.
    f
    IVa loja das seis
    portas
    ; Jim frente dt; Ltvrametitn
    Riscado* franeczes a meia pataca 0 covado, cassa
    piulada a meia pataca o covado, chitas escuras de
    lindos padroes, e nao disholam a meia palaca o enva-
    do, rhil.s dcdilleienles cores a seis vinlens, cassas
    de liores para cortinados a pataca a vara, chales .le
    nr.iir.i.i proprios para aasalhar do fri na estacan
    actual a cinco lusles. chales de cassa com llores a
    duas patacas, chales de canga encarnados com llores
    marcllas a duas patacas ; dinheiro vista para aca-
    bar.
    Vendero-semadapnlr.es linos e de nulros, com lm completo sorlimenlo de bordados como ,e-
    um pequeo loque de avana, por preros muilo liara jam, camisetas rom mane**., rnllarinho, peitilhi,
    los: na ra da Cadeia-Velha n. 24, primeiro andar romeiras, camiii, coifinhas e pelerinas; lambem
    lem um completo sorlimenlo de ricas flores, eofeitr,
    Vendem-se < escravas rnoulas de Idade de 20 pira caneca, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
    a 22 aono, com algumas habilidades : na ra l)i- de linho : na roa da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
    reita 11. 3, I nadar.
    ns melhores fabricados em Inglaterra: em casa de
    llenry Gibson : ra da Cadeia do Recifen. 62.
    AGENCIA
    Da fundiro Low-Moor, ra daScnzala-No-
    va n. 42.
    Nesle estabelecimento continua a haver u,m com-
    pleto sorlimenlo de monadas e meias moendas
    para engenho, machinas du vapor e laixas de
    ferro balido o coado de lodos os tamanhos para
    dilo.
    A3S500
    Vendc-secal de Lisboaullimamentecbogada.as-
    sim como polassa da Itussiaverdadsira : napra,ca do
    Corpo Sanio n. 11.
    TAI XAS PAIIA ENGENHO.
    Na funilifo de ferro de D. W. Bowmann ua
    ra do Brum, pastando o chafariz, contina ha-
    ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-1
    dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes I
    acham-se a venda, por proco commodo e com i
    pro:nptid:io: embarrain-se ou carregam-sc .macr-
    ro sem despera ao comprador.
    Vende-se em casa de S. P. Johnstort & C,
    rus da Senzala-Nova n. -12, sellins nglezes, chi-!
    coles de carro e de monlaria, candieiros e caslicaes
    DTODzeados, ratogios patente "nglez, barris de gra- |
    xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
    fio de vela, chumbo de munic.ao, arreios para car-
    io, lonas inglezas.
    XAROPE
    DO
    BOSQUE
    l'oi Iransferido o deposito dcsle xarope peta e lo-
    l.ca de Jos da Cruz Sanios, na ru* No* ,,. :,;>
    carrafas .,MH), e meia* 39000, send. fal. loa
    aquelle que nao for vendido nesle deposito, m|
    qoe se fox o presente aviso.
    IMPORTANTE PARA 0 rillUCO.
    Para cura de plilysica rm lodosossens dilleren-
    iesgros. queiMnolivada por conalipaces, losse,
    aslhma, pleuriz. esrarros de sanque, ir dec.,1
    ladosepeito, palpilacao no corar;..., coqueluche
    bronchite, d.rr na gArganla, e lo'de* a*mole>lia,
    dosorgaos pulmonares.
    MoeiiflnH superiores.
    Na tindirioelcC. Stan&C, Vm San-
    to Amaro, acha-sc para vender moendas
    de canna lodas de hale*, de um modeloe
    construcriio muito supcrioi-cs.
    mtWn* fgr>ot.
    Desappareceu no dia i\ do rnrrente ue* pre-
    lo crioulo de nome Angelo, reprsenle ler (O ,nn.
    eslalura lima, cheir do corpo. roslo compriH"i
    olhos orandes, pina por urna perna por ra. Je a
    Icr quebrado, he natural da Rshia donde foi forlado
    e ullimaiiienl preso em Seriuhaem onde resi.lia
    em um engenho c fui entrrau* ao procurador dr ara
    lecilimo senhor e por este vendido : qovm o pecar
    h-ve-o a ruado Queimado lefa n. iUi ue era" re-
    compensado.
    Nn .lia sele dn correnle fueio do sitio Mamim
    na praia de Maria-farinh, a escrava llelliu*. najen
    sisnaes 5o .. aogatale* : altura recular, macra.nlhi,,
    fundos. macAas do roslo alias, cor prela. de Aaa*>-
    la, dedos ilas mSos enrarancuej.idi.s, e* 2 d0o .1*
    amb.....s pe* junto aos mininos treparte, por cima
    desnutro-, levnu saia prela e camisa de alcodamri-
    nlio : quem a pegai leve-a a Paule-la, que er;. re-
    rompensao.
    l-'.iiliram dn cnuenlio Mariuna, na noile de ^7
    [.ara 2K do correnle. .luus mualos, sendo um de no-
    me Joaquim, cor reenler, eaMIa, prapriee da mes-
    ma. .r Irisloiih... alio, beicudn, talla ..presud., prs
    a|*albetadus e feios : levuu um* pe^a em um pe. e
    Un lio no pe-.coco, lem idade de 2 de carapiua, pedreiro e faz lijlos. O nulro de m>m
    Cornelio, que l..i esiraxo .1 leneule-eornnel JnAo
    Piulo reuulares, ollii.i l an.le- e amorlecidos, ularte rte 21
    anno, pea grandes, e um delles um pogeo luchado,
    lem lio'io .le -apaieiro, e ambos lem marras de anu-
    le- as uadegas e as costas : as perseas que os ai,.
    preheuderein le\em ao encenho .cima, do que erSo
    generosaraenle ircompeusados.
    PERN. TYP. DB U. F: DB PRU. 1856~
    MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
    MUTILADO


Full Text
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