Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07423


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Full Text
ANNO UIII N. 154
Por o mczcs adiantados IjfOOO.
Por 3 mczcs vencidos 4500.



!i;.\caiuu:i.ados da 8U6SCRIPCAO' no norte.
Parahiba, o Sr. Cerrarlo Y. da Nalifidade : Natal, o Sr. Jna-
uim I. Pereira Jnior ; Aracatj. o Sr. A. da Lemoi Braga
ear, o8r. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ua Rodrigues; Piauhy. o Sr. Doroingoi Herculaoo A. Pessoa
rense; Par, oSr. Justini.iiio J. Ramos; Ausesooii.o Sr. Jero-
mo da Coata.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olimk I...I... ... lOS, .,- De Mil hora .1,. .lia.
Unai .-.ii. c ,.u,..- f....,,.!...: .....,.........tala-tat.
' ka*,, lie; Tro, llw.il ,.r..r ,.ir: tilinta Uannl......: m i.-i. i-. i
S. I.....tvi,.;-., I'.r,,-.|'Villa, Vu.ir.lh, l.u..... ,,. Ur.)... IV......ira, n.
i, I ... > iiia-IMU, Ihw-Vi ... Ondean .|:r. imnu-Mi
' !". S rahrai. Itio-Furaw*, Una, Barrairos, Asua-lTt
un- r ii.i. V ii.il : uMinla-i...,.,..
r.hl.w .-. t...-f i .. : ,i .,. :in.ii.ia,lj manli.la.l.
AUDIENCIAS DOS THIBONAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quinas e aabbadoa.
Retacao : tereas-feiras e sabbadns.
Fazenda : quartaa e s-libados aa 10 horas.
Juizo do eommercio : segundas as 10 horase quintas ao meio-dia.
Juizo de orphoa segundas e quintas ai 10 horas.
Primeira tara do civel segundas e seitas no meio-dia.
segunda vara do eivel: quartas a labbados ao meio-dia.
EPIIEHEB1DES DOMEZDE .11 Lllo
2 La ora as 1 horas, 11 minutos.Is segundosd maosa.
10 (.loarlo crcscenle ai 7 huras 2 minutos e 48seguudos da in.
17 La cheia as 2 huras. 12 imiintos e 4H segundos da tarde.
21 Quino miuguanle aos 12 minutse Ls seguudos da tarde.
l-ltr.WIAIl Hl. HOJb.
Primeira as 3 horas e 12 minutos da tarde.
fSegunda as 4 horas e 0 minutos da manha.
DAS da semana.
30 Segunda.8.Marcalb.;S. Luiina: Ss. Alhiniinnc Auitricliniano
1 Terca. Si Alio primeiro sacerdote da urdciii Levilica.
2 Cuarta. Visilacao da SS. V. Mi de Dos a sua prima S. Isabel
3 Quinta. S. Eulogio m.; Banalbolloc ILdeoduro uim.
Setto, S. Isabel rainba de Portugal viu. I. ; S. Oseas profetaJ
Sabbado. S. Filomena v. : S. Trdinam, ; S. .Nuinenaiio b.
0 Domingo, s. Domingas v. m. S. Iras profeta.
ENC
Alagoas, o Si.
Bio de Janeiro, o Sr. .,
O proprietario do DIARIO Manoel F
ivraria, prsca da Independencia os. fie 8
EM ri-lt A
DIARIO Manoel f
rralai que se deram na lei provincial n. 391pu-1 Birigirain-ee a suprema iuslancia do Estado, el- I liruxeHas tentaran) organisar urna ovacHo ao minis-
I'licad.i lionleni, I re'< e empenliando-se o principe da Prussia mu par- [ tro Jndo dar'Ciras diante do seu palacio. Todo
No arl. -iS oude di* para casa, leis-secada I Ueularmenle pareci, durante algum lempo, que a | estq.eslrepuilque se fez as porlas da Franca nao
ro. i suprema decisao seria em seu favor. Eolrelanlo fal- tero grande alcance : nao se pele a Blgica que re
Ait. 32. S -j. Escrivacs, leia-se--Escnvao. lava-so de urna crin ministerial, e o ullimuarcsul- forme a saa cmisitiuicao : lmenle eiiger dell
Arl. I. Eucarregado do do exame,leia-se do i li,,, foi a real conlirmajao das decisoes das cmara
xame.
Arl. i>. i S.:200a para escrito),leia-se por
.-srravo.
Arl. 58. 5 I,Essaleia-se esla.
Arl. lili.Contemplado nesla lei, a regularidade,
eia-se contemplados nesla le, riera a regularidade.
JBZTERiafi.
Alysleriusa e -em solurao ficoa a quesillo respei-
lo do conliecido roulio de despachos em Polsdam,
com que ao principio a cmara doa dr.pulad.os se oc-
cupra com lana empliase, e fallam lodos e quaes-
quer esclarecimenlos a esse respeilo.
I.inibem na Austria houve punca cousa, que fosse
digna de menj.io, sendo o interes*c gcral absorvido
pelo mercado de acijocs c pelas emprezas de especu-
laciio.
Grande seosafSo causou orna pastoral do cardeal
arcehispo von Kau^clier de Vieuna a respeilo dos en-
terro* dos proleslantes. At agora, ni maior parle
das iir-iie/i;i-. na Austria, os cemilerios eram con-
siderados como propriedade communal, e au cuino
propriedade da ireja, e por isso Miles se eiilerra-
vam protestantes e ralliolicos. Alm disso, oos lu-
gares onde vivera sgaos protestantes oolre os ca-
CORRESPONDENCIAS m i Divino |K
PERNAHBUEO.
llambui-i) de janlio de IR"*.
O ultimo paquete llie ler.i levado o instrumento
i paz, e os prolocollos do congresso de Paris. Des-
unimos se pensava obier imeressanles esclarec-
%^i?ita *?.!* LlT"""0' qu"n n ""T \ ">eos, e os pf.ieiV^oioTeWigVej." e.rglrio" "se
ViJS^ noHoh. iXfcLr^ re"eXull'S lvi. es.abelecido o UW de arompanharem o, sa-
so r./eram lembrar o dito de Ii.llevranil : que a ,n,lo.||les ultimas honras da lirejsl Pela con-
T ^::l nP"\ ''' "S ',e"sl"ne"lus- cordala lodo licou mudado, e a achj mencio.,a,1a
Sr. Benelli redigio-os de maneira para que o i>u- -.hni..--_.. .T-.. ...i..... .. .___V
ligio-os de maneira para qoe o |
lico peuelrasse o menos possivel o segredo do con-
resso, e smenle o prntocolto de S de abril ret-
en da liberdade da imprensa da Blgica, de.xa dar
'ta golpe de visla man profomlo por tras da scen i.
m lodo o caso lano maior foi a sorprera, quamlo
m da o lelegrapho de Londres iruute a noticia,
que o ininislsuo luglez linha apresenlado ao parla-
mento um tratado particular, concluido em 15 de
abril entre a Franca, ivloglaterra e a Austria, pelo
al essas tres pulencias se obrigam reciprocamente
I ii-iont.r a iategridade ila Turqua, considerando
como casas belli Inda e qualquer lcao da roesma.
A visla da letlo dos prolocollos, os qnaes em ca-
luilii mairr.ai.ivam o mais inlimo accordo, e urna
icessiva enlenle cordiale eutre as potencias occiden-
Ues e a llussia, um semellMiile tratado pareca qua-
si impossivel, eulrel-nlo foi urna realidade. Que o
lala lu era dirigido principal e especialmente contra
a Kussia, disso niuguem duvidou.
Seirundo os prolocollot e o procodimenlo do coude
delirio em '.iris, nao se esperava mili < eoasi do
que urna allunc.a franco-iussa. Em lagar disso ap-
parecen agora urna segunda edicao da allianca de
ile/embro contra a Russia. E os conlraiaoles do Ira-
lado de l.i de abril liuliaui 13o bem iu irdado o se-
gredo, durante a discusso do mesmo, que a Rossia,
e mesmo a Prussia sri dele liveram conhecimenlo
depois da sua conclusSo, bem se compreheiidcr
que isso nao causn grande satisfarn.
Em breve se ubservou, que a miimidade que a
Russia moslrava pela Franca comecava a resfriar, e
igualmente que as relares enlre a Prussia c o ga-
binete de Paris, que ltimamente haviam sido mais
intimas, ao menos n3o loram m.lt cullivadas.
No tardaram de se manifestar ouiras ronsequen-
cias do Iraladn de abril. Ja a allisoca de >. do dc-
'cinlirii de |8."ii havia alienado a Ausliia das Iradle-
vies da sania allianea alo la suslenladJs. Comludo.
e-sa allianra su era calcula Ii para o lempo que du-
raase a guerra, e em lodo o caso nao licava exclui-
do, que depon de removido o motivo ea mesina
guerra, tambem a Aslria podesse entrar aa sua an-
tiga posirao. Agora dAo era mais qucsllki disso. Pe-
lo tratado de abril a Austria se havia sinvrado defi-
nitivamenle da Russia, lomando parle 0 yu allian-
ea anli-russa para ou'.ru lempo. Ilesso mo Jo acaban
de fado a sania all.oca, e no logar da allianc.i das
tres grandes potencia? orientaes, enlrou orna das po-
I.t.-'.-s o^nd^nla?rag>' An*tc'a. \- -loas tire ...
cias excluidas dessa l'ua, a Prussia e a Hssj'i, redu-
zidas nina a Mitra, achavmu-se na m.iis natural pos -
cao de formar anaiganlrapeso dessa allianea auslio-c declarando-se decidido
tif'-i lenlal, nina iipm all inri russo-ptussiana.
Em principio de malo linha sido publicado o Ira-
ida de 15 de aoril, e antes do fim desse me/., jase
iasife la Kussia e Prussia.
O imperador da Rossia appareeeu de repente em
Kerliu, viudo de Varsoviu, na noile de 8 de maio
para fazer urna visita a el-rei Frederico liuilherme
IV, e all foi recelado com orna cordialidade e ero-
phasc, cuja importancia demonslraliva nao se disfar-
V"u um s momento.
Segando o uso da Russia, o czar nunca sabe do seu
imperio, antes de hsver sido coroado em Moscow ;
lolo mais noiavel foi a viageiu do imperador Ale-
xandre II Berlin. Elle eraaacompanhado pelo
principe de UorlscliakolT, seu novo mi.iisir dos ne-
socios estrangeiros, e ao mesmo lempo chrgarsm em
Berlia o conde de Nesselrode e o barao de Meyeu-
dorf. O imperador desse modo se achava nssislido
pelos chefes da sua diplomacia, e osses liveram ton-
gas conferencias com o presidente do c inselhn de mi-
nistros pruniano, o bariio de MauteuiTel. Alm dis-
so linhara vinda a Berlin para congratular o impe-
rador, a rainha Maria da Baviera, o principe e a
princeza real de Wurlemberg. os g^fto-duques de
Saxe-Weimsr, Oldcmburgo e de ambos Mecklero-
os l'yzes-Bsixos. O czar parlio de Berlin na noile
e J para 3 de juulio, direclamenle para a sua cap-
il por via de Konigsberg.
Nesses roesmos diss leve lugar em Berlin um eu-
ro aconlecimenlo noiavel, quamlo mesmo nao sfja
de iroporlancia poltica. O defensor de Kars, o ge-
neral Sir Williams, ullimameole feit> baronnet de
pastoral se oppuz a esse uso, e reclaman os cemile-
rios como propriedade da igreja catitolica ; decreta-
va mais que os protestantes s pederiam ser enterra-
dos em lugjres separados nos cemilerios calbolicos,
e que uenhum sacerdote calholico os devia acompa-
nhar, tambem que nenhum ecclesiaslco proles-
lame seria permiliido de fazer urna Talla na occa-
siao, ele. etc. verno, m/s esle sauccionou na maior parle as ideas
do arcebispo.
Talvez que raras vezes a a poltica uslranseira o
d'Auslna fosse Lio oceupada como nas ultimas se-
manas.
J fallamos do Iralado de 15 de abril, c da nriaato
do principe de Wiiidisrkgraelz para Berlin.
Toda a silencio se dirigi sobre a Italia. No con-
gresso de Paris a Aslria se havia opposlo discos-
sao sobre os negocios da Italia, ma< a qu"slilo aclia-
va-M urna vez encelada. O conde de Gatoof, mi-
nistro presidenle da Nirdenha, Imita lomado muli-
vo para fazer a posirao da llalla o IMOmplo de urna
nota pwlicular, dirigida em l( de atiril as n'irles de
Paris o Londres, e liiialinenie mesmo hoineui de
estado quando lizera o relalorio da sua missao no
eongresse de Paris s cmaras de l'uiim, tiuba cha-
mado a allencao sobre o mesmo negocio em linuua-
gem forle contra a Aslria. Alm di nicacoese expressoes do conde de Cavoui tinliam
causado urna inunensa sensarao, e sobre-modo exci-
tado a popularan italiana, o de toda parle se ibe di-
rigiram votos deagradecimenlo, pela eoragem com
que se euiprnhnra em favor da Italia. Nao era pos-
sivel que em Vieuna, a visla disso, podessein con-
servar-se tranquillo*, o se era venia le que o conde
de Bool se deivira levar de accordi com 01 oulros
plenipolenciarios em Paris, a recommendar aos go-
vernos pelo povo, comludo nao se quera izer CoOOMOes
alconas no senlido do unidade nacional da Ilalis o
do parlamcnlarismo da Sardenha, uein deixa-los fa-
zer pelos uniros governoa,
Ao mesmi lempo que o gabinete de ViennS diri-
ga para Roma e aples representarles polidas, mas
de nenhuma maneira eoergieas, respeilo das refor-
mas desojadas na adminislraeln, juslii;i, ele. ole. .
ello so dirigi i.....liios giifiineles o aos governoa de
Florenra e Mudeiia n'uro despacho circular, dalsdo
de IS de mino, resp..adeudo i. le amariamriHe a
noli du i m- !<, Cavour -4c < .u br. ? prol
....".. ila......ic ..... .. ..;.... .. \ i i... .........e
'.sino da Sardenlr.. r >mn o ver' nieiro luco i a loda
oavcMs c du oiiorvt-areiicia coulinuada da Italia,
a se oppdr com (oda forca
a qualquer inlrarcAo, sej4 de que lado fosse. lam-
ben! nilo denou de fazer demonslraces elletlivas ;
o ni uei-i,.ii Radelsky em Millo rcceiieu poderesex-
Iciiss, c a ordein de pmreder com o maior rigor, e
sem poupar niii;uem, logo que se manifesUssc o
menor movimenlo,
II gabnele aoslriaco lave d occapar-se igualmen-
l rom toda allciicao da queslao i respeilo da orga-
oisacAo dos principados danubianos, i.niqu.inlii que
a Franja quer nina uniAo da Moldavia e Vataetvia,
e nisso lie apiada pela Inglaterra, a Austria porca
urna cousa pqrfeitamente justa e legitima, que pre-
vioa oo repri na publicarlo de escripias incendia-
rios, que sup irima fados que sao para a Franja e
al para a Ei ropa mnnarctura um perieo evidente.
Se a legislar o he sufflcieule para islo, applique
energicamen e a legislarilo : se nao he salliciente,
modique-a le maneira que lite d a aejao enrgi-
ca que llie fa la. Eis ludo quanlo ogoverno francez
reclama, e e> loa firmemenle convencido de que a
Blgica cedei a, pois que Napoleao III nao recaa nas
suas resolures.
2. O negm io italiano lie nv:ito mais complicado :
asqueixass.ii de diverso genero. A Franja, de
accordo com a Inglaterra, censura enrgicamente o
redimen interior do reino de aples, e ennfesso.
apezar des meus goslo. pela ordem e pela autori-
la I.-, que rom effeilo. I.a muila coosa que censurar
na a iii.inislr.ii; i i de-te bello reino. La a policia
reina remo soberana, e osados da policia quando
ii ir sao dirigidos pela admimsIracSo e contidos pela
juslica, s3o si mpre inloleraveis. O mesmo accordo
se enconlra nlre a Franj i e a Inglaterra, para con-
demnar o relimen a que sao spitos os Estados do
papa, sobretodo nas legajos. Assim as duas po-
tencias occi liMilam pretender qne se inlroduza em
aples e em Roma um ampio syslema de reforma,
que desse salisfajao aos instiuctos liberaes dos dous
paize.
Islo j he ama obra mui diflicil, mas anda nao
lie ludo : fal|oa-ie pouco nos protocolos do congres-
so da posirao da Au-lna na Italia, e com lado he
isto o que torosVo>oegoco insoluvel quanlo so mo-
mento. A Aaslriarne seuliora da mais rica porjao
da alia Italia. (Jjrlralados de Vienna Ihe adjudica-
ran! a Lombardis e a Veaecia, e ella reina ahi lilo
despqlicamenle como el-rei de aples e como o
papa no|seus Estados. Assim as reformas com que
algnein se preuceupa, deveriam ser exigidas para as
posacsies auslriaras, assim como para os Estados du
papa e de el-rei de aples. Por oulro lado, para
assegurar a sua propria Irauquillidade e maiiler a
sua innuencia ua pennsula, a Austria he mnilas
vezes tilingada a intervir nos seus Estados visinhos.
lia lido soldados em Modena. lveos em Parma e
nas legacs. Estas interveuroes de que se queixa-
raa no cooe'esso, silo especialmente mu desaara-
daveis ao i'iemonte, que vai consolidando aberla-
meole o dominio na Italia, e sejulga aulonsado a
ruiiTar em riso de occessidade com o apoio da In-
glaterra.
He islo i ,|iie explica a violencia das jornaes. io-
ulezes, toja as vezes que fallam nesla quesiau ils-
liana, e as I I unare- que liveram lugar mili re-
renlriiieiiii nas cmaras de Turim, onde niuguem
se aranli i ira pedir a anidado da [(alia sol uscep-
1ro da casa de Saboia. Nito creio que de toda rila
bulla possa sabir alguma cousa, pois que eslou ron-
vencido que a Franja niiO'Segairn o Piemoote nesle
terreno, musa propria Inglaterra mo se acha de
surle algum decidida a passar das palavras aos ac-
to'. As.jni, ieguudo a miohl opuiio, tudo se limi-
tara a aUi mas represenlajes que serlo dirigidas
susgoverno de aples a de Rima, e provavelmeii-
lea alcama medidas de uielhoraiaeniu que sea
lomadas po estes dous Estados. A ambijio do i'ie-
monle leiu sica prubabilidalc del se salisLiaor, asa
a revolaro. ."avorecida por elle, chegar a abrazar a
II tlia, u.o s' ia 'un i realeza que aaliina das onzas
da inceudit. mas sini alsuina hedionda repblica,
-cimillo o g islo de Maxatni.
:.A tarceira qoesto de qut llcnn ,:s cortes se
nraacoun^m he a do trata 'o |i.i*.-ul.. que a Frailen
;.,.: ir" -!- --:-. -____'ii- tjdos jt
r iiheccm t Iralado, q.ie foi pablicado ao mesmo
lempo qoe .. Jos Ob actos do congresso, e que 'rio a
dala de 15 dt abril. A Rossia se agiten vivamente
par causa d .- o, como de unta amr,r; incens! i
dirigida coolra si, e por oulro lado, a sosceptibilida
de da Prussi. e da coufederajilo alenla i se desper-
lou, idea d" <\an. a acro d Austria, em um mo
meulo dado.jinderia empenliar o compleso dos Es-
lados ronfed rados allemiles, ou pelo menos colloca-
los em urna alia posirao com a Austrie. Todos o
jornaes d'alej do Rtienu disculein c ommentam
esle Iralado, e alguiis soppe que conlcm estipala-
'Jm< secrelas. cm que se revelara anda mellior o
pensamenlo r*e urna ameara contra a Russia. Pare-
sa da sua influencia no Danubio, tem inleresse em | re cerlo qui o gabinete de S. i'elersburgo dirigi a
conservar esses principados separados. esle respeilo um pedido de explicares a corte de
Na Moldavia e Y, Harina a populajao he em favor; Vienna. Secundo a minlia opinio, nada liemais fa-
dos planos da Franca e Inglaterra, e por isso a Aus- cil de juslilicar do que este Iralado, lomado neces-
Iria, ajiezar da paz, julsa dever sustentar a sua oc- cario pelas clrcumslancias, e que nao be a coiilirma-
cupajo desses paizes. pan ler em maos os meios de
supprimir as vozes da pipulajio. Mas, por e-se
mesmo motivo a Franja e a Inglaterra nao que-
rem iralar da quesillo da oVganisarru antea de ha-
vereni as (ropas ausltiaras evacuado os principa-
dos. Urna vi.ila do archiduque Fernando Maximi-
liano, irnro do imperador Francisco Jos, en: Pa-
rs, linha por lim de estrellar os laros da allianea de
15 de abril, c naturalmente desse modo ganliar a
boa \oiila le do gabinete francez em favoritos pla-
nos austracos nos principados danubianos. Mas. al
buje a Franca nesse poni se idMIroo mullo decidi-
da, e ii.lo ceden a Austria.
Do resta da Alleuiaiiha diremos s o secuinlc :
Em S de
Prussia e a \ u-lna lutilicar.im redo que o Ir. lado nao
j.lo do lrala"o concluido a 1 de dezembro de IS51
eulre a Aoslria e as potencias occidenlaes. Toda a
gente sabe que a Rossia guarda um profundo rc-
roiilierimenl'i a coila de Vieuna em conseqiiencia
da siluarao que esla lem lomado na queslao do O-
rienle : lem-e podido receiar e se receiou que na
primeira occao, sob o menor pretexto, nao arre-
benle algum rompimenlo, pelo laclo do czar, e que
a Aslria nao se ache aosiiiha cm lula coulra o seu
poderoso visiaho, especialinenle se a inorle raobasse
o imperador Alexandre II ; >ie contra esla evenli'a-
lidade que s quiz lomar precaujOe*, e lie esle um
acta de sabia previdencia, n'um alvo purameuU de-
i feusivo. Uuai-'u aos arligos secretos, tenho como
jontamenta a Dicla de Francfort a paz concluida em via nada qoe ocrollar, nesse compromisso
laris no dia 30 de marro. Em 15 de maio a Hiela zoavel e mu iicito.
cuniem, pois que nao lia
mui ra-
. Iralou desse negocio, e aaradcccu a ambos os esla-
\Ci\l LCi.CrrnAr0U^V',!'cedor-."c"er"1 ri1- dos pelo enidado que empregaram par. alcaurar
.n MourawielT. O general Williarosarhava-sede volla uma paz favor.ivel aos ni
para a Inglaterra, e o general Mourawieil ia para om
ii i n I io da Allemanha. Viam-se es-es ^dous generaes,
que ha pouca se haviam guerreado, passear de lira -
ro dado pelas ras de Berlin Onde mn-l: i\,ni.
0 publico os saudava com a maior seusujilo, _e so-
breludo nos circos mililares elles loram recebidoiaj
rom o maior respeilo e cordiali.lade.
Tambem devo fallar d'uma oulra visila cm Berlin,
1 qual, em conlrario a de que acabamos de fallar,
uceupou a alleiijo geral por causa da importancia
que se Ihe atlribuio. Foi a visita do feldmarerhal
auslriaco, o principe do Windiscbgraelz. Elle che-
gou em meado de maio, sob o prelexlo de assislir
as manobras de primavera das guardas ptaatianas,
mas, como era mais pmvavel, para eliminar o ter-
reno diplomtico em Berln, se alli havia esperanra
para a uniao da poltica prursiana Austria. (> que
induzioo gabinete auslriaco para sonlar o terreno foi
o sesuinle estado dos negocijs. Em 15 de abril ha-
via concluido a allianra com os occideulaes. Ao
mesmo lempo nao sa peder enrobrir em Vienna
que por essa allianea a Russia ficavn alienada, e que
por isso era preciso fazer os maturos esforros de
unl/uenle alienar a Prussia da Kussin, e tralar de
tnha-la para u eu lado
Se nao se alranra
iileresses da Allemauha. Aol
era agradavel, leudo do lado d Este por adversario a
llussia, e em sudieste a Sardenlia, ao mesmo lempo
que no norte nao enconlrav.i um amiso na Prussia.
A con.equencia uilo poda ser sendo raliir isualmen-
te em dependencia pela liga com os occidenlaes, nao
restando oulra cousa ser,i i deitar-se nos brajas del-
les o lout >ri.r, sendo por toda a parte rodeada de
iniiniuns. Para evitar ludo isso era preciso ganliar a
Prussia.
Nao precisamos de dizer que o valenle marecbal
Segundo lodos esles promenores das queslnesque
ivain a allenjac da l'.urupa. ve-se que o congresso
. Je l'aris nao previnioo futuro conlra qoalqu-' no-
mesnio lempo se levanlou u estado prompta para la perlnrbaclo. Mas eolrataoto, lio uro grand.
lfn^^r!,i.^!0.,,i.,,,.I?,lLt,_!!m*,*,,, U,e,U' e i ler dado a paz o mundo, aja con.eja.nos n coi,.er
os fruclos. Os negocios vao lomando um desnml-
vimento consileravel e a oossa Bolsa se laura rom
ardor nas emprezas novas que nao sin todas mui se-
naras. O soverno desejoso de diminuir em favor do
lliesouro.nublico os encargos que arrestan a guerra,
acaba de licenciar 52 soldados, c alem disso redu-
zio de 110 mil a 1IKI mil o algarismo dos soldados
moros que devem ser arregiinenlados esle amo.
Ele desarmamenlo parcial vai er imitado pela Aus-
tria, pela Inglaterra, pela confederarao germnica
e prnvavelmenle tambem pela Russia.
O bom procedimcnln enlre os aovemos, assim
romo as relares amigaveis enlre os soberanos tavtn
lomando cada vez mais -i-niliralivo.. F'm ajudanle
d campo do imperador, o conde Edgar Nev, foi
enviado a S. Pcicrsboraa. a fim de levar ao 'czar a
resposlaulhographade|apoleo III ,i caria com
que o czar notificava a (ua ascensao ao tbrono e
rumpnmenlava o imperUor dos Francezss sobre o
h.i-'imrniiii du principe tnperial. O conde Ney re-
rebeu em S. Pclerslnirgs o acolhimento mais ami-
savel e tornon-se o ieto da alia sociedade russa.
Por oulro lado, a corle de Vieivna quiz apertar os
laeosque i liium a Franja : o barita de llubner que
a representa em Paris, acaba de receber o titulo de
embaiador, c em signal de reciprocidade, o impe-
rador dos Francezes elevan igualmente ss funejues
de einbaixador o conde de Boiirquenev, seu repre-
sentante em Vienna. O imperador d'Aslria ainda
fez mais : envin a Pars o seu proprio irrogo, o ar-
chiduque Fernando Maximiliano, para que lesle-
iniinlusse pessoalmenla os seiilimentos de allerlo que
consagra ao imperado- dos Francezes a familia im-
perial de Vienna. Oulro principe che2"u quasi ao
mesmo lempo em Paris, he o principe Osear, seguu-
do filho de el-rei da Suecia : dizein que esta elidir-
se ordciiou o oslado em p de paz
----------I
PARS.
2ii de maio.
A paz esl.i feila e a Kuiopa materialmente tran-
quilla : o eaulioja oilo Iroveja no Norte neni no
Sul, os regimeulos que o vapor Iransporlara a oilo-
cenlas lesnas da patria vollam pela mesiua estra la
para seus lares, coio a lentidiio que occasiona a ne-
cessidade de Irausporlar mo immenso malerial de
guerra c desgracadtmeuta lambem o lucubre com-
boy dos feridos e dos doontaa. Dcnlro de alguus
mezes a Crimea ja nao lera vestigio da presanea dos
alli.nl')-. porem lera algiunas forlnlezas de menos,
e duas cidades de rommernn de mais, Kamiescli a
Balaclava. Os seus reseiitimeulos da guerra nao
scro de longa duraco, ao menos enlre o. France-
zes e os Riissos que aprendern] a e-tiniar-se reci-
procamente c que fralernisam porfa, em Indas as
"ccasioes. Assim, ludo vai a melhor na Eurspa ;
05 fid.iluos russos privados lia qualro anuos dos pra-
zeres de Paris, comeram i anuir oovamcnle em
e isso, a posijjo da Austria no I nossa capital, lano mais fcilmente quauloo im-
pa ir la
perador Alexandre II parece animado de senliioen-
tos lolalmenle diferentes dos seulimentos do impe-
rador Nicolao que^reslrinuia o mais possivel o nu-
mero dos viajantes russos. como se o contarlo da
civilisac.io accidental devess arraslar
conlra o absolutismo do seu governo.
Mas se a grande queslao que linha abalado a Eu-
ropa sa acha definitivamente regalad}, lano qaan-
|0 as coosaS humanas podem itrnm lim, oulros
moilos pontos, aunados no congresso de Paris ain-
da in Man certa ioquielaja nos e&rqrilos e pree
legislativas,
oi ratificado.
auslriaro a di m o terreno milito desfavoravel. Se ao
principio elle se achasse em duvida, a visitado im- j rupam os governoa e as asseinbl
icrador Alexandre II o devia desengaar completa-] Apenas o Iralado de i"i de abiil
mente. O terreno, que a Aoslria se esforcava de ar- -.s queslcs furam logo debatidas pelos jornaes: regado de exprimir os pe/ares de sua mil, a quem
ranear a llussia. ja eslava sanho por esla ultima. de Inglaterra.; da Helara, do l'iemonle o pelas I n astado vacillanle de saude vir a l'aris levar pa
O principe de Windischuraclz foi Iralado na cor- cmaras deliberantes desle paizes, e quaulo mais! baplismal o principe imperial, sen ai Inado. A ce-
le com a mais exquisita pulidez, e el-rti, que o esli-1sao approfundailas, menos lem parecido >us [ remonia do baplismo ainda esla lixada para o dia
ma pessoalmenle, o honrnu dando o sen iiome a om i repliveisde receber uma sr.lurilo imincdiala. '' llp Jnnha e se esli fazeodo em a nossa calhe-
dn regimeulos de ravallaria ; mas a sua misiDo .11-
plnmalica nao leve o resultado que deaejavam em
Vienna.
Nos| circos mililares c principe nao enronlrou sem-
ire a mesma amahilidade como na curta* A seuoiu-
ancdota heearacasrMiea. O principe fui ver a
cadeiriia mililar de Berlin, e assislio, enlre oulr.is,
um.-. (lora sobra a suerra da Hungra cm 1S';!I, na concluido enlre a Fran
ual, como se sabe, elle leve, durante alom ti-mpo, | I. Ja lite disse que
Itesiiniirci rpidamente aa mais imporlanlesj deltas Idral inmensos prenaralivot. o papa tambem n,io
quesles, sem me dea\,nrar no de alo das discus-1 podera assislir como padrlnno, mjs serit represenlj-
sfies que ellas bao provocado, leul.irei fazer clara- i '>> por um let/arla crlraordinario.
ment- riiiiiprrheniler aosseus leilores lodo o seu al- Na Inglaterra as inlerpcllares liveram fim, de-
cance. e as complicares que deltas podem uaseer i pois de alguna novo* e iulrotileroi esf' reos das To-
para o fnloro. rallare! soceessivamente no negocio I ries para derribarem o ministerio. Nesle momenlo
Igainonc ano e no Iralado parlirular a prcorcupajan do giverno e do povo inglez se T|.
In-laleira c Austria. la para um ohjerlo bstanla folil. Toda a geale sabe
primeira plenipnlenriario I com qur rigidez os protestantes ingl-zes observam a
i motando em rhefe dos Auslriaros. O lenle no Ida Franja, n ronde Walew.ki liohi fallado no con- le do repooso aa domingo ; Indos os lujares do n
oupou ao principe de o dcixar ouvir urna critica I sresso acerca da imprensa belga, que insulta qnoli-1 creioe ditlraccJIo slo eslrictamente fechados, o que
.sss dura da sua rampanha, e isso de i m.i maneira i dianameiilc lodos us ...vernos regulares da Europa, faz que o sanio dia do domingo lie mais enfadonho
que o criticado nao pde deixar de iulerromper o o que propaga aa mais iliomioaveis doolrinasducom- i em Londres do que em qualquer nutro paiz do iiinn
lenle, e de lomar a palavra para urna inli-rrilica e I monismo revolucionario, Esle diplmala francez dn. Para diroinuir um pouco o tedio, o governo de-
nme explicar.....i., rampanha no sen senlido. Mais, dcrlarou que a Franja nao poda tolerar seii.elli.in- < liberara enviar ao grandes pirques da capital os
tarde principe vingotJ pronunriando-se desfa- les etre-su-, a us pl'nipuleaciarias da Prussia c da i eorpos de msica .los regimrnlos que locavam arias
voravelmenie-i.lire as guardas, prusianas, e oque Austria rn.-inil- Mran a mesma opiniao. Lord Ca-1 no momento do pasaeio.. (>< devotos se indignar"
isso quer dizer lian romprehendiam os que ssliem, rndon, ao pa^so que euudemoava energicainenle os
pie as guardas pruasiaoai passam em Berln pela monstruosos aliustw da imprensa helas, peasnvo que
quinlessciicr d de loda a perfeiro mililar, e que a Inglaterra iiAupodia fazeriiue sel milasse dentrodo
com esta violaran da lei do repouso : hradaram cdn-
Ira esta profanando, e. na cmara das communs, o
ministerio fui enrgicamente interpellado a esle res-
iiiim duvidl iiis-.i be considerada quasi como alia Iniiloriode uulrapoviia lib^rdadedeescrevcr i|iiehe I peiln, sobo prelexlo ridiculo de qu- se violava
lr.nj.1o
Ao reslo a polilica nlerna da Prussia apreseulau
fouco de notavel ; com o encerrameiiie das cmaras
en :i de maio, comejaram as suas ferias. Smenle
una queslao, apezar de haver passado nas cmaras,
a acrordo rom o ministerio, mi pareca ainda ha-
so ohlido sua definiliva solujo. Era essa a ques-
ii respeilo do regulamenloromioinia! das ptoviD-
its rhenanas. Da inane ra porque pass iu nas cama-
ras os paizes rheuanos nbam de recei ir a perda do
ultmo reslo de liberdade communal.
sem limites nos lies reinos. As cmaras da Bel jira mui
naturalmente sedeviam orciiparcomesHeaclo lo con-
gresso. que ronlm uma ameara hoalieia conlra o
seu paiz. I ni depulndo da esquema inlerpellou a
este respeilo o ministro dos negocios eslrangelroe, n
qual respoiiile'i que iieiiliu n pedido direrto Ihe ha-
via sido inderessado, e que. em lodo raso, o gover-
no niinr.i i.....-enle i a em que a rousliluijo fosse
raodilirada. Esla derlararao foi aeolhipa com ap-
plaus.ia Irenelirus, e na mesma noile da sessao, us
aguadores demagogos e refugiados que se acham em
nscienca dos msicos mililares, obrigados a locar
em um dia em que o direiln e o dever delles era o
repouso. O ministerio pareca decidido a resistir,
mas o arcebispo de Canillara se inlrometleu nesle
negocio e arranrou a lord Palmersloii a promeeM de
que as orclieslras mililares i.ilo Ijcariain mais : po-
rem esta inlerdirrao uilo he do goslo do povo in-
gle/, e sem duvida elle ciirontr.ir um meio para
Iludir a probibir.io, organisaiiiln orrheslras livres.
Entreunto lio lulo lugar vanos uieetings para Ira-
lar dos meios de fazer iriumpliar o vol du puvo, e
se no domingo passado nao livessem cabido torrentes i
de chova, baveria r.erlrmenle em Londres algoma .
grande manifeslacrio popular.
t> velho conde de Neis-lrede apreseatou a sua de-1
misslo de ministro dosoenocios eslrauceiro'. ao czar, i
que a aceitou a instancias sua*, e que Ihe roanteve o '
Ululo de di .nreller do imperio. O seu succssor he o
priuripe (iorUchakolT, jirecedeniemenle embaiadoi
emVinena. Espera-se o car a lodos os moioeiitoVi
em Varsovia; dahi partir para Berlim para ver a
mili, a imperalrii viuva. que vai Iralar de reslaba-
lerer a saude vacillanle, tomando banhos das caldas.
i dajunho
A guerra esta acabada a Europa so regosija e to-
do o mando civilisado ha de tirar da paz. preciosas
vautagens por que o eommercio, esla fonle de pos-,
poridade par a lulas as naques, so recebe lodos os
seus desenvolvimenlos com a paz. Mas su os bene-l
(icios de urna situajfln pacifica ala feralmente sen-
tidos, deve comludo havsr, e haelledivamenle f rio
numero de iuleresses, que solTrem cm consequeuna
da cesac3o da guerra. Assim em Conslanllnopla,
Chamieach, Balaclava, era Indos os pontos onde se
achsvaiii agclomerados os exercitos alltados, a es-
peculajao linha cnnduzidouiua iinmcusa quanlidaie
lodos os vi /eres necessarios ao consumo de mullas
centenas de mil hnmcns.e ptrdas enormes foram sof-
l'ridas pelos comoierriantes empeuhidos ne-les ne-
gocios. Um inleresse de ordem mais elevada se
acha lambem gravemente cemprajneltido : os Tr-
taros, habitantes da Crimea, professam a religiao
mahometana, e Indos aquelles cajos paizes foram
oceepattas, se rompromeiteram siugularmenle para
com os Russos, dando aos all.ados di Turqua leste-
muuhos nao equvocos das suas sympslhias. rain
pria fazer algutna coosa em favor deltas infeliie. po-
pulacoes que. tornando a cahir sob o jugo dos seus
anligos senliores, lemem as "iuganjas que coulra
elleseaerceriam as autoridade- -ussas. U governo
ollomano nao lem deixado de cumprir o dever que
Ibe impunliam as rircumslanciin ; concedeu nos I ar-
laros, que emigrassem da Criaii, Ierras na Dobrul-
clia, e 15 mil de entre elles escaparan! 'leal i snaner-
ra ao I inuiia russo, e se refugiaran! no 'territorio
turco. -'
Oulro emharaco foi igualmente suscilado pela ces-
sajao da guerra ; as populare- CireassianaS qoe a
Parla Imitara chamar a sua causa, enviaran a Cos-
lanliiiopla uma depulajao, a lim conlra ns viogsneas masas. Depois de tongas con-
'erencias, esla depul n;o naufrag ni oomplelainenta
ua sua misso, e o governo ollomano leve basiaole
razao de recusar-ac lssuas exigencias. Can ulleilo
os Circassiauos nada Gteram, nata ahsnliilameiile,
em favor da causa da Turqua ; agun'dava-se delles
ums divers.lo e elles muse movera.n uem qaando
Oiner-Pach aJlHi) com Ci seu exerciio as visi-
nliaiij.-is da CrSfcV; a.-nna Parla nao IllS devia
especie alguma ilV cad|iiva;a i. C.iniu elles nio
coucorreram para a guerra, a paz fe naluralmciile
regulada sem elle-^e js suas pi^tarfoBee uilo pode-
rism boje perturba1 o aecordo' que se eslabeleceu
enlre as polencias.
Como Ihe fallo do imperio lurco, na a deva oniillir
de mencionar um dos embaracos da sita -iluarao
actual. Sabe-seque a insionaeio da Fran; c da In-
glaterra, o para obedecer as ajas propaftaa m-[ira-
Jes que o rxcuaiii a marchar na ealrCal do pro-
gresaev o aollSo liberlou comoiea'-i'iilc is popula-
roes nilo musulmanas do se: imi rio, e que dura
avante os Grog., ... Callmlit- ^'nm*nz. nCJu-
dos, espalhados sobre o leirtioriu inrrj. ; eW' .o*
mesinos direito.a ci\ fs e poluiro- quaosnssjaorrt^tanoa.
E-t grande acto, q'je se chaina //.7l-/f-i/'7i/oilV iw\
"rrinulgado com os applausos da Europa, soi.ee lo-
aos os pontos do imperio. A evecucAo do decreto
de emauriparao nao fui ar* iiiidOjCm !:
rumor.- jjite cjie .tereco. taoAtnjo# x ;
pareccram sontevaoBes em alguroas lcelidade<, rivas
sangrenl.s liveram lugar, e. eulre oulras em ila-
plose. onde um grago agente da Inglaierra foi unir-
lo. O phaoafismo dos vellios inreos lem alguma iit-
lluencia ncsles deplorareis confliclos, mas a princi-
pal causa esta' na arrogancia dus gregos, que, anula
que a medida llies deva ser til, parecem tamar a
peito, provocar os inusolmaiios c otlen ler as suas
creojjs. Felizmenle o governo oltomauo* se acha
bastadle foric, boje qoe o seu exercito lornsu-se lis
ponivel, para inaoler restabelecer a ordem. Ja
graudesdeslaciraentos de tropas form euviads pa-
ra a Syria, onde a traiiquilljdade parece especial-
mente a mea jada: a prudencia e energa do* Pachas,
quasi ludes educidos em Fraura, faraoreslo.
Na guerra | pie acaba de leraiinar-se, tralou-se
mnilas vezes da Polonia, e se acaso se livesse dado a
allcnjAo aos revolucionarios mui desejosos de alear
um incendio geral na l.uropn, as poleueias occiden-
laes leriam appellado para o patriolismu dos Polacos,
exciiando-os pela promesas de um apota, a fazer um
n .vj.esforjai para reronquistar a sua nacionalidade.
Felizmenle a Franja e Ingl ierra reppel'iram uma
pollina, que lena perpetuado a guerra Porem o
imperador Alexandre II, mais prudente que seu pai
parece decidido a dar um. salisfajo legtima aos
voios dos Polacos, de maneira que reconcilie toda a
Polonia com u seu governo. Muilas i-Ii ni i- sio
aiiniincfalas, que restlloirio uma vida prupria a
Poluuia, restabelccendo suas amigas univeisidades e
o uso da liugua pulaca nos actos pblicos ; porem,
ja uma medida capital acaba de ser tonuda, em
uma viagem que elle fez a Vsrsovia nos oltinos dias
de maio, e onde loi acolbidu cun enlhusiasino pe
oobreza e pelo povo, o imperador Alexandre procta-
mou urna amuislia geral em (onsequencia de fados
[i'ililicos; eisaqui em que lermos a gazeta oliieial do
reino da Polonia da'COnla da decislo- do czar : o S.
. o imperador, desejando piovar soa cleinenria pa-
uil aquellcs que. depuis d ler illegalineme dei-
o o reino da Polonia ou o governos de lede do
imperio, lamenlam agora a sua culpa, e deaejam
vallar para o seu paiz ; querendo ao mesmo lempo
provar-lhes que os seus dbelos anteriores s.ii es-
quecidos, digna-se autorisar us suas mis.ies nos pai-
zes estrangeiros a receber as .uas pdiees pan ob-
terein a permissHo de vollar. A aulonsarao de tor-
nar a vultar ser iiiimedialauunlc concedida ao. pe-
ticionarios. Elles nao sent sujeilos a invesliLajao
alguraa ultcriur, nem a res|iousabilidaile ..La.a
Paran os tribuna,-, pelo contrario, tornaras) i en-
'r'lritoaos, desde esle momenlo,no exercicio dos seus
direiloielvis e dos direilos dos respectivo* esladus, e
tres .anos de um comporlamento irre-
I poder/lo ser admillidos ao servieo pa-
que polerem tornar-se uleis ao pai:, e
rova da sinceridale Jos seus senlimen os.
Silo excepluados desti graja do mon irclia aquelles
cmigrados,\qiie seus aclos bao provado e nao cessam
de provar u\seu odio incorrigivel conlra o g'er.io
russo. a \
Apezar da\excepjao que encerra o ultimo periolo
e qae era oecescaria, a amnislia se applkara m
grande uumero de Polacos eminenles.que nada .nais
pedem, do qud entrar nu gozo '): seus beus e na
sua palria. \
Depuis de ler\residido por algum lempo em Var-
sovia, o imperador Alexandre se dirigi a Berln
rara ver a mui, iue he a irmaa de ?' rei du ia.
O lelegrapho uoslnoum ou a sua rlieaada ; ac; ,ava
de passar urna grali le revista em Berlin, e se propu-
alia a vollar para ou seus estados par llonigsberg.
A ceremouia da socoroaelo lera' lugar em Voseow
no prximo mez de ietembro.
Duas quesiie. devem ser reguladas por rommis-
sario>, eiucoiisequenrtt do Iralado de l'aris, sio a
forma de governo iIlas principados danubianos, c
a Quejo das novas froqteiras enlre a llussia e a Mol-
; davia. Sobre esle ultimo ponto a roimnissao se reu-
ni nos proprios lugares* ja celebrou duas sesses ;
aguarda-se urna conclu-Au prxima. Quanlo aore-
| gimen que se dar'aus principados, eslo Humeados
oscominiss!arios au-lriaco, iisso, lurco, francez, e
I inglez, mas ainla nao se reuuiram. Apenas leve
lugar urna demonstraran iinp.i.ianle ; o LKvao-moF-
davo [anembla dos nobre) pedio unanimemeule
que as iuas^ provincias so furma-sem um governo.
IIi este o rolo di Franja e dj Inglaierra, e poslo
que a Turquie e Austria preluMm duus governos
separados, he pmvavel que esle vol prevalecer'.
Eis o que lia de importante na parle oriental (da
Europa : paisa agora para occidente, islo he, para
luglalerra e para a Franja.
A cmara dos lords, cm Inglaierra, no quiz que
passasse sem protesta, a clausula do tratado de l'aris
que lupprime .mu o rurso martimo o direilu de vi-
uta. Os vellos lories pelo orgaode lord Itarby exa-
laram o seu man humor qu" ron lemiia lodo o pasta-
do da Inglaterra, reslabelecendo o principio da li-
berdade dos ih ares, e 4< direilo das neutros. Mas
lord Uarendoju inipirando-se em mais nolires sen-
timenio-. coneguiu retirar pela maio: ia dos lords
(iroposija i de ceneura que Ihe queran] inflingir os
seos adversarlos. Assim, d'ora avante, lulas as
marinan do mundo su, acham libertadas, n he
I evidente qoe para todos os povos que admittirem a
reciprocidade t) o pavilho robre a merea loria. ; be
muila provavrl que os Eslados-Liiidos adhiram a
esla mxima, ei he a Franca que o inunda civilisido
devera esle beneficio.
il giivernu inglez, ale o presente, nao havia lido
os sen. grandesregosijos em honra da pa/, fui -l-
menlo segunda reir panada, i de maio, que I.on-
dl es lez a sua illiimiuajo geral, que foi magnifica.
reslejavam ao meiino lempo a paz, e o trigsimo
stimo anniversario da {rainha Victoria. Com ludo i pratica, o mouarcha disaa ao sen ministro, que nao
houve um cavalhro excntrico que depeadurou da | quebrara a mainria da camera lieredilaria. O du-
sua varanda am quadroilluininado.pordeliaz, goar- que linha na vspero poslo o iiilema. e portanlo nao
Lulo reetava seno pedir a demlssao em nome de lodo o
gabinete.
nocida de urna lisia pr-ta, ci'i que se lia
pura um paz vergoiihdsa resultado cerlu
de urna
guerra vergunbnsamenle driigda
O negocio das maricas militares, ero que Ihe fal-
lai na minba carta de-JO de maio seaclia felizmeu-
S. M. aceitou: e entreleve-e com od.que na
combinajilo' da futura admiiuslrajao, dizendo que
tuilia re-nh i lo chamar o conde de Lavradio, noiso
le cnclui lo. O publico pracuo, cmno seuipre I ministro em Londres, para formar o gabinete, e dp-
pralica ero, Inglaterra colisuu-se para dar a si pro- ranle a sua ausencia, chamar o Viscoade da Lu
pnu o recreio qoe os devotos oao permilliam que o | para compor um ministerio provisorio
soverno Ihe desse. msicas p-gas per sahscripjoes
pariirulares, loca rain lodo o dia do domingo, "nos
parques reaei
biiii i. encelad is e a urna dira depois o que havia
de fazer-se.
Mas, a cmara nao sera adiada e eu nao sei como
sabirenios deslas dilliculdades.
Ilonlem depois da sessao o gabinete pedio uma
reunan particular da cmara na sala da bibliolhece,
do Palana das Corles. A cmara aonuio, o presi-
denlc do conselho expoz o que linha a pedir ao par-
lamento. Varios depulados fallaran!. O Pastos Ma-
noel manifeslou o apoio que darr*" -. medidas o Fon-
tes declarou que rombal,-na a autrisaropara ope-
Daiis objei los oceupam, nesic momenlo, o povo
ingle/.; he rom lado, a difiercnja rom a America
du -sorle. qile nao acabar reilamente na g
pnrm que se val complicando cada vez mais,
oulro o processo Palmei. Esta ultimo negocio ex-
citara rertajcuriosidade universal. Esle Palmer he
nm lidalgo, medico, que se occtipava muilo com
rarreiras de cavallos, e que i.i/.ia enormes despezas.
Para salisfaaer os seusgoslos, (inha elle um avale
ma inlc.rae lenle particular : segurava por somuias
coosiderav is a vida dos seus prenles, dos seus ami-
gos, da sua propria mulher, e depois os enveneiiava
rom uma s ibstancia venenosa, que nao deixa ves-
O duque ag adereu a S. M. a demissao que Ihe ] queno empresllmo, o Jos Eslevao fallo'u d'iplomali-
ii e ii-nsaineiiiu de ser chamado o camente, e nem disse claramente qoe combaleria,
de eslado maior do duque, nem que approvaria ; mas pareca mais inclinado a
ligios, a s
lempo, des e aboiniuavei cominerciu. mas emlim o
O nosso
mas nao c
de ser
os seus m
rychvvina. Scuibe-se, depois de mullo
dita Palme' fui preso por ler envenenado desla ina-
ucra o set amigo Cook, foi suleinne'oeiite julgado
e condenu ado a morrer eaforcado. A exccujjo le-
ra lugar sa inado prximo.
Km Fra ija uadaieuho inlrressanle que Ibe assig-
nale. O rehidiique da Austria, e o principe Osear
da Suecia, foram re -mele .festejados na corte; de-
^ in-llie, I a oilo dias, o espectculo de tuna magni-
fica revist de W) mil liomons visitaram o castello de
FontaMee eaa, a mais magnifica das residencias
imperiaei e o archiduque ja parlio, encantado slo
acotbimenlo que recebcu
corpa legislativo ainda se acha reunido
husa estrepito : a respectiva sessSo acaba
olonglda al 21 de junlio, a fim de qoe
mbros |iossam assislir otlicialmunle as ce-
remonias lio baplismo. O imperador acaba de con-
viaconde da Luz, rli
c retirou-se. Eram q litro limas da larde. | resignar-se surte de vencido e approvar.
Acamara dos depuiados foi sabedora dos aconle-. Os simplomas de divergencia na maioria foram
erra, I rmenlos depois da sessao, e a noticia comejou a I pola eonheeidos para oe mais perspicazes, > o gover-
c por eircjlar em Lisboa pela noile daqoelle dia. no relirou-se rom a conviejao de que pouco podia
O visc.inde da Lu/, chamado ao paco, agradeceu I fazer com aquella cmara, mas que nao seria com-
a S. M. a honra que Ihe a/ia, mas escusou-se da | balido aberlamenle pela esquerda.
larefa de que o enrarregava. Despedido esle, ou- I Eis o eslado em que estilo as cousas no nosso paiz.
Iros persuuagens foram chamados sem que nenhum ludo incerlezis edescoulianjas ; quando mais pieci-
quizesse eocarregar-ae da formacao do gabinete, sanios da estabelidadeda conlianra. Osraelhoramento
F.utao romeraraui a- dilli:uldades. A rnse pro-
longava-se, aquella eslado nao podia durar mullo,
eso depois que S. M. se resolveu a prescindir do
l.vvradio, he que os horisontef se loram esrlare-
cendi .
O marque/, de Loul. que linha recusado incum-
vidar, poi Carlas fe-badis,lodos os hispes de Fratija
e todos os maires das principaes cidadea, a vir lam-
bem assis ir. Nada fallara as pompas desle dia,
que ainda se acha fixado para I i dejonho.
S os el melos he que pcrlurbain a prosperidade
do nosso rjaiz. Durante todo n mez de miio- live-
raos aqui chovas couliiiuas, que ainda ameajain a
r.ulheila dos cereaes. Quasi lodos os nossoe 'ios
Iraushordram, e a inuu laj.io causou terriveis de-
vaslajoesjjapecialmente em Lvon. a segunda eida-
de da Frajifa. O imperador parlio domingo para
esla cidadt,safim de levar pessualmenle soccorros aos
iufelizes liabllaules. Prolongara a sua viagem no
meiu dia.,
Bullelim da bolsa. O r. por renta francez su-
bi a 1)350 ; deir.eu a 93Wj fecliou-se a 9:140
os :t por cenlo sobirain a 7550; .tesceram a Ti!l'l
-fecbaram-se a 7i'.15 ; os consolidados inglezes su-
,biram a '.14 5,8; desceram a !l P- S.A eiichente dos rios cesson, e as aguas
OToaiu a sinlrar, por loda a parle, nos seus leil
is as perdas sao enormes dizem que em Lyon
jsomeiile h i mais de JO mil individuos sem asxlo
I O governulacab de publicar uma lei, que manda
I distribuir sjoiis milhes rom
-rs-a iliJ^r.a- nhacrpea
los os jorupes, e cm Inas as niiinicip.alidades
II-BOA.
\'l de jiiili.-
A cliegiill inesperada do paq-ielc i'.o mez panado,
r. -I i. p. r;ij uVi vsnjau da r.-rrra. Lu
lirasileira. f. rain causa da falla da minha correspon-
dencia no d a |3 e de manda la muila trazada uu
da Ji.
Ti nbem
importante
no lim do
fcilo no com
A opinijo
opposijio ava
)#. I'rost
chegoii muila
depois
prebeus
blioo, cu
dar uma
leoMeeimeotos da eolio eram pouco
c as cousiJeraroes que eu leria a fazer
r ez, eram quasi as mesmas que havia
jo.
centra o ministerio lomava carpo, e a
icava moito terreno com a che-a la de
Lisboa. Nos primeiros momenlos
-- -na a persiradir-se que o ministerio
caba ; e coui effeilo cu julgo que alguma cousa a
este respeilo houve em conselho de ministros. Ao
menas a liiigoagcm do presidenta do conselho nas
conversas particulares, in.lie iva que as musas esla-
vam um pouco complicadas. E com elleilo se as
proposias de Mr. Prosl foss-m Uta vantajosai como
so pens ni nos primeiros momenlos, a retirada do
gallineta era cei la em consequencia dos laes nu qnaes
comprumissus do ministro Pontea com Mr. Pereire
e Izaac de Pocis.
.Mas iodos aquelles roceos de crise miuisteria
passaram, logo que as proposlas de Mr. Prosl fram
mais hem analvsadas.
Tudo islo he velho para n, mas como para ahi
soja aovillarle, direl em poocas palavras em que con-
sistiam aquellas proposlas.
Mr. Prosl pedia a enneessao por viole snnos do
credilo (novel em Portugal, c como consequencia,
coiopromellin-se a fazer a rede de railllnlln. de fer-
ro por coala do Estado, sendo pago em inscnpjoes
pelo prero que uvessem nu mercado. Eatprestava
alem dissu 50 railhOes de francos, lomando Ulules
de 6, a SO. Como garanda au pagamento dus juros
desle empresliioo pedia os camiubos de ferro, para
o caso ja se v, in que as rendas ordinarias nao
chegassem para o pagamento de K p. c. alr. Prosl
suieilava-s a' concurrencia.
O gabnele nao pule aceitar. Sendo ludo aquillo
um -ysiema liga lo, e julgan lo-se prejudicial
Irucjao dos cainiuhus de ferro por cunta do ....ano, ^
pediu-se a Mr. Prosl que separasso as suas proposlas I locutor e que apeu
uu as modilica-se. A islo respoodea u capitaluta,
que se Ihe desse conliecimeiiio das proposlas doisens
roncorrenles. O pedido era absurdo, e o ministe-
rio rerusou-se.
A r.iiiiiirucrao, por Coala do Eslado, dos caminhos
de Ierro, fa/aa laucar no mercado mullos mil conloe
em ltalos, o que aecefsariimente atacara o nosso
Crdito depreciando os fundos pblicos. .Mas esla
depreeiacilo era favoravel a Mr. Prosl, a quem con-
vinha receber na barca. Baslava esla nica consi-
derarjo para ver que o eu svslema era inaceilavel.
Porem a opposirai u.lo pensava assim, e ella linha
crcsculo com a appariejgo de Mr. Prosl, de quem li-
zeram o seu dos.
As coudijocs doempreslimu tambem au eram
maitoventajosas, lie verdade que elle recebia l-
talos de (i a 8o, o que he mais conveniente para
quem empresta, do que porexemplo litlos de :i a
1:2. mas elle quera o pagamento do juro nao s pelas
rendas ordinarias, como pelos caminhos de ferro.
Esla vaulageiii para aquelles ttulos necessaria-
mente faria depreciar os oolros, e islo era ruinoso
para o nosso crdito.
Mr. I'rost foi por tanto posto de parle. Mas para
que o governo po lese controlar com elle, caso roo-
dilicasse as suas propostas, alterou-se o primeira
artigo da aulorisajao para o seu empreslimo, nao
declarando, como a commissao declarava, que o em-
preslimo fosee negociado em ttulos de :i, oque ex-
clua a negociacao com Mr. Prosl, (jue pretenda
contratar em lilulos de ii.
Esla conej-sao, porem, nao salisfez a opposicao,
a qual re lobron de violencia depois que se haviam
registrado as proposlas daquelle capitalista
bic-se da fermarao de um gabinete provisorio, acei-
tn a larefa de formar orna admini-lraru elim-
liva.
Na sexta-feira 5 o gabinele eslava formado, e no
sabbado apresenlou-se na cmara dando parle da
sua existencia, e eshbcando u programma a seguir.
Os nomes que compe a aclual adminisIrajAo silo
Kgoinles :
Marque/, de Loul, iniiislru dos estrangeiros e
prc-ideule do coaaelho ; visconde de Sa' da Bandei-
r, ministro da aserinha e iulerino das obras publi-
cas ; Jorge Looreirq, miuislro da guerra e iulerino
ta fazenda ; Julio Gomes, mimstro do reino ; Elias
da Cunta I'easoa, ministro da ju-lir i.
O presidente he um liar du reino, liomem probo,
liberal, um dos rieles do par i lo progressisla. He
pouco enrgico e le mediocre tlenlo. Tinh i pres-
tado apoio a admini-IrarSo paesada, mas separaro-se
nalqoeetan ftoanceira que olUmamenle e agitara.
(I visconde de Sa*, he um par do reino, probo
em loda a exteoeao da palavra, um dos ebefes do
partido progressisla, militar hravissimo. homcm de
larga iolelligencia, mas um pouco utopista.
Jorge l.oureiro foi o rhefe de estado maior do du-
que da Terteira, e passa por ler sido a cabeja da-
quelle general, deve-se-lhe a marcha sobie "Lisboa
c a violarla da Asseiceira. He um antigo carlista
cnnvcrlido em progressisla, homcm probo e gozan-
do de repulajao.de inteligente.
JulioGomes, eia presidenle da rain ira electiva,
linha presinti constante apoio a -lUiarao passada,
mais linha-se abatido de lomar parle na quesillo de
basada.
lem militado consunta uma das notabilidades
desla Ierra. Iloj
cheridos e poucos o tinliam por grande poltico.
Elias da l .iimIi era deputado perlcncia a mainria,
mas Ijnha-se abatida de lomar parle na queallo da
fazenda. He um habij jurisconsulto, memoro da
relajao, um hom argiimenlador na Irihuna c um
homem lrmr-tn. 'Fem perlencido seinpre ao parli-
publicos de que lano carecemos esiao pois adiados
por algum lempo c a oppusijo um da se arrepen-
dera de ler promovido esle adumenlo.
O accordo de Londres licou suspenso, as negocia-
res com os l'ereiras para o empreslimo sallo aiinul-
ladas, e com crediio movel para os caminhos de fer-
ro morreram. Quando quizermos colilratar, ascun-
dires que nos aprcscnlarem, hao de ser mais duras
do que aquellas conlra que lano se rl.i-ii.iu, e enlao
se faia justira ao gabinete, que lano injiiriaram, e
que fez mais em beneficio desle paiz do que quauios
lem havido desde :l para ci.
Pineipios de governo eslabeleceu elle que nunca
mais denaro de execular-se sem que dessa filia re-
sulie urna revolujao.
Nao he para ama correspondencia o fazer a necro-
loga de um gabnele. o por isso me abstenho de
continuar o assumplo, que dara muilas paginas.
Felizmenle a Iraii-lormajao publicando lez soflrer
os notaos fundos aqui ; nao ncoulccea o mesmo em
Londres oude desgracadamente liveram uma grande
baixa logo que all chegou a milicia da queda do mi-
nisterio.
Falla-se n'am ofierecimento de empreslimo na-
cional. Nflc confio nos nossos capitaes, e creio por
lano que a musa nio pode s*r em grande escala.
Os aconlerimenlus polticos nao lufluem, louvado
Dos, nos diverlimenlos pblicos e mis podemos dis-
Irahir-uos dos cuidados da poltica nas feslas do Pas-
seio Publico, que boje comejam a beneficio dos po-
bres Aquellas feslas consistem n'uma magnifica il-
Inminajao, fogo de arliliciu, salao de baile, jogos e
bazares.onde as mais dislinctassenhoras da sociedade
lisbonense veuderao sorles.
Na seguinte correspondencia farei a descripjao da-
quellas feslas.
Temos tido alguns soirces nas l.arangeiras em
casa do conde de F'arrobo. lerca-feira foi o ultimo,
esleve bnlhaiile e muilo concorrido, S. M. I). Fer-
nando que regressou a semana passada da sua di-
porem os laurea eslavam emur- I gressio a llespaoba e Mar reos, assislio represen-
1 lajao e ao baile.
Diz-se que o inarquez de Frnnleira e o duque da
Tercena darn cada um seu baile a S. M. D. Fer-
nando.
Da ICuropa central pouco posso dizer-lhe, porque
nada ha de importanle. \s quesles a respeilo da
os inundaon*. Atajado nroarjiMstaf j a, Italia n.iu estn da lodo terminadas.
!'""' rro- -'a vi1 qne itgabinete lia di sqdardS pura, e islo I Em llespaoba nada
velo complicar om pouco a sitoaj.lo, como moslra- i laneia. *
rcl- Aglou-se CDm ludo no parlamento orna queslao
sao lodos os membros do glbi- : quepode vir a ser forroidavel para Porlugsl.
lem occonido de impor-
nete respeitave
can i/es de :*ra
s. i-iiniii ministro!
Jes ctimrneltimen
rae parecem; Esla queslao he relativa i linha terrea qoe deve
ligar os iious paizes. Parece que ha suas ideas de
pean vbriiaijaa a -iie aa ve.arar da
omeca ;,ig.iii. c prestigioso no I nossa frontara, e falla-se lainnou na queslao das
illmdrgas como consequencia da quesillo do cami-
0 governo, porm. n.io eslii naquel-
'' "':- Uamarn i.' .xer.up i-.ir1.,... -;il -res' r.u, i Ty^xem ciuno ulu
Clllllll O I llr,t |J. i 1.-1,1,.; ,. ,,|U
um illu-'n ;.o mililar. um non
ctercilo corno o duque de n lldanj
Ma a mias.io desle gabnele sera' arre;-c-se a uho de ferro
grandes Commsltimenlos, Ira luzir im fados i api- | las ideas, mas pode vil a Versar 'sob a opiniao que
ratees, os pensamenlos do pirlilo progressisla ?. vai lomando corpo de levar a linha a Vigo ou
l.reioque u.ln. E Insta coabe-er As acontrcimenlns | La diz.
iber como esle gabnele foi formado, as rircums- Em Portugal romera a agilar-se a queslao, se con-
laucias que aciiin,i.iub iran o seu [oascimenlo pa
aasim o pensar.
O gabinete transado rahio constilucionalmcnlc,
mas nao cabio por um vol parlamentar, pois que a
qoestao nao (o levada a cunara alia.
Se o gabinete livesse sahido da minora da cma-
ra electiva liaba oteigacM de apresenlar um sysle-
ma linaneaira em coutra|iosirao do que havia uin-
balidii ; mas o ininislerio nao sahio da miona,
cumpc-se de hoinens que Mo linham manifesladu
as suas npiniies, e que podem di/.er porlanto quo
niio haviam rombinado um plano para substituir o
gabinete Pontea e Saldanha.
Alem disso, leudo o ministerio transacto cabido
por haver perdido a conlianra do monarcha a ques-
ta i d-'ix .de ser entre as duas cmaras du parlamento
[lude dizer-se que o mouarrha nan querendo
quebrar a maioria da cmara hereditaria de-
seja appellar para o pai/. Mas como a legislatura
eslej i a lindar e nao seja conveniente urna di-solu-
Jho. nomeara um ministerio que fosse amparando o
iiiarhiiiismoal a fulura eleirn.
K he o que ha de acontecer, embora se declare a
guerr. ao gabinnte ou nao se declare. E a mea ver
a guerra sena mal diflicil se o ministerio livesse
sido mais raoleloso no seu programma.
lie servindo-se das palavras do seu programma
que a maiuria da cmara popular cumceara' os seos
ataques.
F; a respeilo de prog i direi que he caso no-
vo ooi fastos parlamentares vir um governo lecla-
rar ao parUmenin une o sea caimuhu esta' Iracado,
<|iie a sua polilica > sm ludo igual a' do seii an-
questo liuanceira diverge
nos meios.
Islo foi u maior elogio que se podia fazer a ad-
minislrajao passada, e a maior gloria para a maio-
ria que suslenlava aquella adminislrajao.
.Mas a mohna esla' no seu direilo pedindn ao go-
verno que aprsenle aquelles meios, para os apoiar
sendo melhores, nu para os eombater se os julgar
priores. E aqui os embajajos du gabinete, pois que
elle n.io lem organisadu syslema algum, nem o pode
ja organisar estando a cunara a teiminar os seus
traballtoi. islo he estando a legislatura a findar.
Como disse. a nomeajode um gabnele da es-
querda complcuu um pouco a situnrao e procuro
julga-lo ver,
A ilireila, apezar ibis suas prolestacOe-, ficou in-
dignada com aquella Humearan, o centro desfarja
mal o seu desguata e lem apprehensi.es, os mem-
brus da esquerda que eslavam unidos ao gabinete
transarte vem-se embaracadoa na poltica a seguir.
O centro aprovcitara' o pruneiro eosejo para dar
baialha mas convira' a esquerda acompanhar o
centro I Creio que nao. Mas nao o acompanhando
temos a desoniao na enliga maioria, u que he um
mal. Serr' porem esle mal maior do que aquello
que resulta para a esquerda se romper as ho-lilula-
des rom o gobinele'.' Parece-ine que nao. E digo
porque.
A fraejao do partido progressisla que acompanha
o cenlro na Deleja concurre para que se acredite que
o parlulo da esquerda no poder he impossivel, e po-
dera fazer com que a goveinajao va para a direila.
Mas, quando islo nao -roniera, far rom que essa
traeca se funde no partido conservador e na elriro
fulur i escusa de apre-eular-se eomo progressisla
vira levar o caminho de Ierro i Badajoz, quer o so-
verno hetpanbo! faja, qoer nao faja o delle at a
nossa (ronteira.
A qoestao he da miior importancia e o governo
portuguez deve appruveilar as boas disposijes do
governo bespaiihol ; pois pode vir oulro que us
queira impor duras rondijAes, Rielas vautagens que
Lisboa tirara da linha terrea, vautagens iocalcu-
layeis na verdade, por quanlo esta culada vira a ser
o iulerposlo do eommercio do velho man lo com a
novo, como j o foi do Oriente com o Occidente, no
lempo das nossas conquistas e do nosso formidavel
poder naval.
LISBOA.
LI de junho.
Desla vez ralbaran) os meus clcalos, e fui logra-
do nas iuiiili..a previses.
fia correspondencia de i' do passado, dizia-lhe,
que a opposijao contava com maioria na cmara dos
pares, mas que o governo a alcanraria para si, ape-
zar de ser de poneos volos.
Nao snrredeu assim.
Depois de lerem sido anprovados na dos depula-
dos o accordo feilo em Londres, e a aulorisajao pa-
ra o empreslimo dos 1:1 mil contos, o ministerio an-
tes de os fazer passar nara a cmara alta, contou os
votos, e achou que i ramenle au linha maioria :
muilo pnncipalmente se viessem lomar asseulo os
pares realistas, que de um momenlo para o oulro
podem dar entrada na cmara. Hesolveu entilo fa-
zer iiovos pares.
No dia primeiro do correle, lizeram 'conselho de
ministros, combmaram cutre si os uomes dos nevos
E nao s a opposijao extra-parlamentar aiigmen-1 porque os candidatos miuideriaes taran o cuidado
lara. mas na cunara alta muilas duvidosos se pas-
saram a' opposicao.
O gabinete a principio illodtdo com aquella c-
mara, are irdou Analmente, e procedeu a um cal-
culo mais rigoroso dos votos com que contava. O
calculo foi desanimador. O gabinete conbeceu que
perda a queslao na cmara hereditaria.
Os conselhos de ministros succedem-sc uns aos
entres, e alinal decide-se que se quebr a maioria
da cmara alia pela Hornearan de alguus pares, um
dos meios que a eunstiluij.lo indica para evitar um
de turnar o exclusivo dessa denoininajao
Ora, os uomes para o povo sio ludo, c aquella frac-
Ja i perder tola a sua importancia.
Creio por tanto a desuuiAo inevilavel, se acaso n
cenlro Uvera imprudencia dC querer desde ja dar
balalha.
A esquerda nao sacrificar fcilmente as luastra-
dieoes, e nao quercra anuullar-se como partido para
fundir-se n'um uulro.
O Jos Eslevao quei que se adopte urna polilica
expectante, que nilo se guerrcie o governo, e que se
conflicto entre as duas casas do pailaineuto meio '. transporte a lula para a eleijo ; e urna dir queiu
extraordinario sem duvida, mas lano maisace lavel i ha de *er governo.
quanlo he cerlo qoe cm questau de imposto, lie
cmara papular aquella que lem a iniciativa e que
be a competente para decidir aquelles negocios.
Ilesiilvido o gabinete a noinear pares, e sendo
esla Humearan um das allrihuir
deudor, expnz ao monarcha o estado dos nego-
rios e fcz-lhe sentir a aeeessidade de usar de
uma das suas allribuijir's, nomcaiulo aliuns pare-,
que asirgurassem maioria ao governo u'uma ques-
la i que eslava vencida por grande maioria na
cmara electiva, e sem o vcnrimeulo un qual .
gabinete na > podiu govemar
Dovido que o Fonles se sogeile a slo, e ja elle de-
ciaron n'uma reunan particular que havia de com-
baler a imrras do governo, porque tolerando-a,
seria acedar boje o adiamento que a opposicio Ihe
do poder mu- : pruponlia quando era ministro e que elle coni'balera
le.ia/menle.
o cenlro marcha na retaguarda do Fonles o assim
esta governo he impossivel com a ramera.
A aiiiiajio r-t.i p us muilo complicada, eludas na
esquerda se percontam u que ua de fazer-se.
o plano do governo era pe lir a le de meios, que
linguem Ihenegt, e pedir aalurisarau par......i pe-
Isla passan-se no dominan 1 desle me/, o j,, pim.....uprestimo, aum de dai algun impotsna va-
ven moaarcha uuvio o- Beus intnislros, nlo -e most-
troa iiitelramenta hostil aquella med la, o disse
quo precisava pensar mus pausadamente o negocio,
Estas phrases nos raonarenas sao quasi sempre a
siguiliciiro de rejeirao. e por isso o ininislerio no
au publie
lie o adiamento proposlo tudo Avila. A aotori-
airanser.i combatida e o ministerio perder a ques-
l.io.
yae fara enlao o governo .' Devedemitlir-se, mas
licara muilo silisfeilo, Com lu lo ainda linha algn- nes-e raso tinhamos oulra crise, e prior do que quil-
ma esperanra e conlUva que n joven inoiii'rha n.io
quererla assumir a respousahilidade de|uin.i crise,
que a iodos parela diflicitime.
.Na segundafeira :l, pela manhai, atiresenluii-ae
nn paro o presidenta do cousellm de minidros para
saber i cesposta Uti S. M., c depois de uma breve
la porque pnsaamc
O goveruu faria inelhur adiando a cmara al o
lim do me/, pe luido depois a lei de meios e paliar
ua 15 dias,al qae Ondease o pia/o da prorogarao
cnt
pares, e furam para a pa* eonsullar o re! S. M.
ouvio a proposlo com seceura, e responden que no
da seguinte dara a resposli. Os ministros enlao no-
lando a repugnancia de S. M., deelararam-lhe que
se nao eblivessem a aulorisajao, nao podiam conli-
miar a testa dos negocios, a podiam a sua demissAo,
julgaudo que com Me alemorisavam o joven sobe-
rano.
No dia leguiole el-rei recusou-sea uomcarSo dos
pares, e acceilou a demissao do gabinete.
Niuguem esperava este repentino destecho.
Quando esta noticia se espalhou na cidade, fez
grande sensajao, porque a capila! era realmente mi-
nisterial, por causa dos pagamentos e juros dasins-
cripjoes em dia, e pela Iranquillidade que nesles a
annos lemos gozado.
El-rei leiubruu-se de mandar chamar o marque/
ds Lavradio, nosso ministro em Londres, para com-
por o ministerio, e no entretanto encarregou u mar-
que/ de l.oul de formar um gabinete interino.
O marque/ recusou-se, mas foi ins|ado," com Ju-
lioGomes presideule, combinaran) acceilar as pa-tas,
.nas definitivamente al as novas cortes. Faltavam
porem os reslanles ministros. F'oram chamados pa-
ra consulta o visconde da Luz, o de Algcs, e Passos
Manoel. Depois de muilas hesilajoes e recusas, em
que se gastaran)cinco dias, afinal orga.iisou-ie o no-
vo ministerio, apeuas composlo dos segl'iotei minis-
tros.
Presidente do opnselho, ministro dos estrangeiros,
marque/, de Loul.
Julio Gomes da Silva sanches, do reino.
Visconde de S da Baodeira, da marinha, e iule-
rino das obras publicas.
Jos Jorge l.oureiro, ajudaole de campo de el-
rei, da guerra e interino da fazenda.
Elias da Cunha Pessoa, juiz da relajao, da jils-
tira.
Para a fazenda be que se n.io tem adiado por ora
quem queira, por isso est com ella iiileriuimeule o
general I ourciro, ministro da guerra.
Desislio-se por lano do chamamcnlo do marquez
de Lavradio.
A numearao do novo gallineta tem agradado geral-
menle. porque he romposlo de homeus honestos, li-
beraes, e que hao de deixar livTemeule eleger o po-
vo os seus representantes para a prxima legislatura,
que he o mais que se deseja.
Como o marque/, de Loule c o visconde de Sa, fi-
ler.im parte da junla do Porto, parecen a algnus
que havia variacSo de poltica, mas he engao, por-
que boje por ca' Indo- eelflO inonarchislis, e os pro-
grea-isla. republicanos acabar,un.
Assim Im. porque o novo ministerio no dia 7, que
i ii i seguinle da -ua nomeajan, apre-enlou-se em
anillases rasas do parlamento, onde cvpuz o sesuin-
t" tirojramma :
a O novo g diinele dr-eja aprnvnlai a primeira
i.ci.siau em que lem a hmira de s(. acbar em prc-
senri da cunara, para Ihe expira norma de con-
duca qu" julgou dever adoptar. Ouc o caminho
esla' Irae.iiin.he bem fcil de prever. A estrada que
temos a >eguir n.i po le ser oulra sean a que Irilba-
ram os nossos auleres-ores vozesmuilo bem, mui-
lo hem Os exemplos da sua ilustrad., polilica, a
boa pralica da governacao que estabelereram, ou a-
perfeiroarain, o seu amor a liberdade, as suas aspi-
rar/es de progresso, serio os nossos nicos guias
.ipuiados O aperfeijoauenlo da iuslrurjao juibli-
ca, a conlinojrjoe desenvolvimenlo. Ha maior esca-
As obras publicas aoffireriam, na. seria melhor. la possivel, da viarao publica, e o-. melhorameDlus
Lom os meios ordinarios poderla ir eosleando os Ira-1 materiacs, scro o nosso maior empenho, (apoiados'.
ILEGVEL
I ILiD"
MELHOR EXEMPLAR EN R, )C



.

JIMIO l PJjjjMjgg Tif0 FIIII DK JULHO 06 1856
I
1
.1 o
eOlgesta-
. miscou o plana
, ,vrincip.lmenle as snas
e Par,
erdade, liramlo o cunlraln da
einnisacao iius accionistas do cami-
no e Leste, os oulros nu merecan) a op-
posioAo que se lile fez, e lano que os sncceisores do
gabinete Saldanlia diflicilmenlc ronlrahiram algum
empresliroo sem te concerlarem com os redores de
Londres, e emilllr as inseriprcs que prupauha o
I "ules l'ereira de Mello.
NAo foi porem esla a causa prxima da queda do
ministerio. Se tile, oo principalmente o manchal
diSaldeuha, nao insistiese na descarado idea de la-
zir ama grande noiuearAo, da fornad de paren, con-
tinuara pelo r os at a nova cmara electiva.
O re inostrou tempre grande repugnancia a Ho-
rnearan de pares uestes momentos .le aperlos, mas
a sua "rtpuguancia cretceu muilo qotndn llic in-
dicaran) as pesioas que desejavam nomcar. Os
ministros fizaran) grande segredo disto, 111,1 i cis aqui
,a lisia dos que eslavaui indigiladuj.
Visconde de MoucAo.
Viiconde de Castro e Silva.
14.1 r 1" de A-mi 1 .
D., Francisco de Almcida.
Prior Mor de (iuimarfle*.
Jos Mara de Casal Kibeiro,
Frederico Coilherrae, minialro da justica.
I0A0 de Konles Pereira de Mello, pai do'ministro
da fiienda,
Loarenco Jos Mtioiz.
ItarAo de Castro 11,11ro.
Viscoude do Torran.
Dr. Alberto de Moraes Catvallio.
E alguns accreacenlsvam que lambem o conde de
liulhAo entrava na lista; escndalo este que 11A0 no>
atrevemos a acreditar.
Tambem o conde de Farrobo Jo,-quim, recem-ca-
sadocom a filba do mareclial, centava com o par-
alo.
Esla ambicAo lauta do duque de querer arrumar,
c fazer subir teda a saa pmenlella, que tie mais nu-
merosa que a de Abrahain, foi o que raait Lbeos lan-
cou tobre seu ministerio, e o que alinal dea com
elle pin ierra.
O rei nio querendo aceder i Hornearn desta Tor-
nada de pares, alguns dos quaes eram ISo indignos
desta honra, ganliou una grande pupolaridade, mos-
Irou que cm tan verdes aunos tem bom pulso para
cmpunliar usceplru, c que apelar de ser rapaz tiuba
mais vcrgonlia e mais sizo do que os velhos. 1
Em governosconstitucionaes 11A0 bavera talvez ej-
emplo, de 11111 rei lAo mojo e not prirrteiros mezes
do seu reinado resistir assim a ministros laes como o
mareclial Saldanlia, urna las prirneiras espadas de
fama europea ; e Rodrigo da Fon-era Magalhes, o
mais astuto dos nossos estadistas.
'lAo lgico e constitucional pareceo a todos este
acto do-poder moderador, que a imprensa, e os ho-
rneas de lodos os partidos nAo poder,un dcixar de o
louvar e applaudir.
Oala que isto sirva de xemplo a futuros minis-
Iroi, para que nAo supponham qui se podem perpe-
tuar no poder com a infracro das leis e do decorn.
0 novo ministerio, como da garanta de ampia li-
licrdade, nioguem o hoslilisa, e p;lo contrario llie
prcslam apoio, atientas as dificeis circumslancias en.
que lomou conta dos negocios, principalmente por
falla de meios.
1 nicamenlco conde de Thomar declarou ao roi-
nislerio quando elle pela primeira mez te apresrnlou
na cmara dos pares que Ihe negra o seu poio, e
dos seos amigos^vislo elle representar urna poltica
contraria a sua.
A amiga mejor i a da cmara ilosdepnlados, reu-
ino-se com o novo ministerio houleni a tarde, c ah
roucordoii em o apoiar vnlando-lhe aiilnhsaro pa-
ra cobrar os imposto* e confirmando o ornamento do
anno passado, visto que nao lia lempo para se discu-
tir o do ministro Foiiles.
I illa --c lamham que o governo vai conlrahir nin
en.prestimo nacional de dous mil e quinheulus con-
IM para o qual ja tom ilguroas propotlat, alim d e
couliuaar ot trabalbos em andamento, das estradas e
dos caminhos de ferro, al quo venha a nova cmara
a qual Iratara enlAo d<> empreslimo eslranceiro, dos
"ovos imposlos c de lodo o mais plano linaiiceiro
projoctado pelo ex-minislro Fontes-
Parece este o arbitrio mais prudente, e o que tem
mais voto.
Tal he o estado poltico emquo nos achamos; reina a
lolerancia em todos os partidos lao radicalmente que
queda de mn ministerio de cinco annos com tan-
tos interesa** creados, e com tanto adlicreulcs, se
passou como om successo ordiuario sem uenlium
abalo ou commoees, e sem haver sequer uina leve
haixa nos fundos, nem lorpor as Iransaccos com-
inerriaes.
.No dia cinco do correnlc regressou ,1 esla capital
S. M. el-rei I). Fernando, indo ai-ci-1 1 a bordo
lodos as teas augustos fillioS, e a corle, desembar-
cando s dez horas e meia da noile no arsenal de
imrinha onde se achava cm armas a gnaruicfto de
Lisboa, seguindii para as Necessidades entre* innu-
ineravcl pavo que o e-perava, e illuminando-se as
janellas do transito.
No da 25 do passado foiam jnlgidos pelo jury, os
reos Perdigan Snior, e Vredenco de Pontevel, opri-
meiro a cinco anuos de degredo e o segundo a tres,
para as costas de frica, como forjadores de um les-
lamenlo falso, com o qoal queran: arrebatar a ri-
queza de um Tena caduco chamado PadrAo. A au-
diencia durou dous das c foi muito despaltdo e con-
corrida.
O novo jornal da opposiro colligada denomina-
do a 11 Onmiiin Publica 11 que fe aununciava com
grande pompa, ja nao sane, porque sendo una parle
dea accionistas do partido do cumie do Thomar, e
nao apiaodo este partido a siluacA actual, nAo po-
de ir por este modo a vanle semeUianle publicarlo.
O jornal do minislerio transado, a 11 Clrilisarao i>
cs-e beque vai agora despertar, porque apezar denAu
ser .iberiamente hostil ao minislerio acloal, nao dei-
xara de o franquear, c como he o orgAo da mainrias
da cmara, cujas deputarios qua-i todos querem ser
recleilos, licarn este jornal sendo o promotor das tua
candidaturas.
A a CnilisarSu tem um grande esteio no seu
fundador, a capitalista Casal Kibeiro, cujas aiiiln-'
coc polticas sAo bem ronhecidas, e escreve Hdual-
inenle naquelln taina com o despeito proprin de
quem vio escapar-llie lao tabitameate os arminhos
de par que suppomosque ja linha eiicommendados.
No da qualiu chegou no vapor I). Pedro II a esla
corle o Sr. Dr. Jos de Almeida Soares de l.ima
Baslus, presidenta do hospital porluguezde benelietn
ca cinPernambucosemlo portador do aulo da iutlal-
lacao do mesmo huspilal, feila no dia da aclamaeo
de El-rei, com urna mensigem dos accionistas pira
a sua magesladc.
Acabada a quarenlcoa, o Sr. Dr. Almeida procu-
rou logo o presidente do constlbo e ministro dos ne-
gocios eslrangeiros, alim de Ihe dar cania da com-
misso oc que vinha encarregado, e pedir-lhe urna
audiencia do mouarclia.
El-rei nao deixar.i de conceder o seu real protec-
torado a um instituto lio honeroso para a nacAo, e
porque sabe que esse lio o desejo e a supplic dos
nossos compaliiotas.
<> Sr. Dr. Almeida he um cavalleiro muilo svm-
palluco resoluto e de boa expiis, pelo que tem
sido aqui recebido com mu 1,1 d 1,1 necio.
Tambem no inesmo vapor chegau do Kio, o Sr.
visconde de condcixa, pessot a quem os porlugue-
zes devem lanas finezas.
\ crilicuu-se o que na minhaajutecedente Ihe as-
severei. isto he, que visconde Je Athoogia nos tinha
promettido, que se D. Fernando Corroa nAo partis-
te no vapor D. Mara II para lomar conta do consu-
lado de Pcrnambuco.isena inmediatamente demil-
Inlo c numeado Ioro nutro.
Cumpli a palavra. D. Fernandi nAo parti, eem
seu lugar foi Humeado o bacbaicl los llcnriques,
aniigo iieputado por Avero, peana mol apta pin
este cargo, e que bu amigo e patr.oio do Dr. l.ima
Basto*,
O decret dstla nomeacao linha ido pan a assig-
naliira c espera-te que o marqunz de l.oulo o laja
espedir em tireve.
Deosqueira qus por una vez, se desale esteno
EWdio pon|iie nos cavia ja am te lio uvencivel fal-
lar 110 consulado de Pernambuco !
1!
O depulado demcrata 1-igueras propuzera no
congresso que o ministro Zsvaia fosse aecusado pelo
seu pruiedimentu em Valencia, havendn abusado,
diria dos pcdeies discricion.irios da que se achava
revertido,
A propotla rematou n'um liiuirpho para/a\ala e
pila o miinsleiio, o qual leve a sen favor I7S votos
conlra lis. Ha toda a jirohabilidade de que as
saatfles dn corte so lospandam durante alguns iii-
W (alo niilubrn. poblicaudo-sc antes do adianicn-
loi nova conslilaicjo. O raraclcrjdesla ( como se-
ralmente -, sabe he desisivataedta democrtico.
\ coi.ia na tem vola alguin as Icis consiliativas
nem as orgnicas.
A realeza nao tica sendo mais que 11111 mero titulo
nina enlidade, realmente Im-iii pouco necessaria. I'o-
<.e iroiUmeole dizer-se qoe um soberano de lles-
panha tegnndo aeomUlaie^a -gmarlero-Loeena
qua alias pouca duraclo prometi lera menos au-
ondade q os res de Esp.irtasuge.los a svndicancia
!,,:T: it""VclTc"" a i"f:""<' D. Amalla, fl-
"ha do infante I). r,ar.- de Paula, .ai depo-
ar.;a coro o principe Adalberto, Irmu do actual
^'wl'""' e. ru'"r" ***** HGw*. J"
'o pedida por intermedio do conde Waldkircb, a
. jai
nf.r acerca
.ma. He et-
.ias com inUuces
-i. respeilo as partilhas
ao leslainenlo do defunclo
> om Itianzares apezti do qual.
no re, .iilora du sua lilha Isabel, recebeu
uo Ihesouio is niilhofs de reales ; a conspiraran de
IHil ; as diversas erizos minisleriaes, em menosca-
bo dos direilos do parlamento ; as depezas feilas
com a cspedcAo do Eqoador, rujo filo prelendem os
signatarios ler sido enllocar no llirono daquella na-
cao americana, seu lilbo, sob o nome de I. JoAo I,
e aos negocie!, dos caminhos de Ierro de Araojoai,
da canilisa(Ao do Eliro, do Porlo de Valencia, e nos
quaes dizeir. que os mleresses do Estado foram sa-
crificados aos|daqnclla prineeza.
PIHMAHBQC.
PAGIN4 VULSA.
Charo leitnr, com o desponlar do dia ).< de jolln,
que boje be, ni vos deiejamos endientes de bens,
e que esse me/, que se cunera a contar vos conti-
nu a preservar de males imprevistos.
O piogiioslico nos diz desla quinzena de mez
o seguinle : Quem nascer debaiio do signo desle
mez. Cncer ser secreto, humilde, alegre, dili-
gente, cuidadoso, prompto ao pezar, e em extremo
agradecido. Sullrera Irabalhus por demasiados;
aeve acaulelar-se do fogo e d'agua, e de subir a lu-
gares altos, porque dia vira em que Ihe sem funes-
to ; sera gastador, arrogante c de malla repulacAo.
lera muitas eufermidade ; achara diuheiro enter-
rado, e alcntara 60 a 70 anuos, sendo chefe de
immensa prule.
llavia ja qninbentos annos, em que a maor
parte das cidades e provincias de llcspanha geminen
debaiso do lyranuo jugo dos rabes, Mahometanos,
Mouros e Sarracenos: quando o Divino Senhor fez
appaiecer um generoso principe hespanhol, reves-
tindo-o, como oulro Jadas Uacabeo, de virladc,
zelu e vigor para lihei lar o seu povo da barliara
dominacao daquclles iulieis. Foi o principe S. Fer-
nando, o qual uasccu cm o auno de 1197. o csco-
Ihido ; fillio de Aflunsu, que com o titulo de el-
rei governava a provincia de I cm.
He a este here que a igreja hoje enloa canu-
cos. Sua vida eiemplar, sen reinado de paz e de
concordia ganharam-lhe a corda de clona, que Ihe
cinge a fronte no rema do Creador. Tendo por
norma a religiau, a paz e a justica, castigando os
roaos cun severidade temperada de clemencia, e
premiando com liberalidadeaquelles que praticavam
virtudes, excitava econvidavaa lodos ,1 evitar o mal
e abracar o bem.
Foi no dia do hoje, no auno de I O, que JoAo
doiirahes Zarco descohrio a ilha da Madeira, cele-
bre pelo vinho de superior qualidade que alli se fa-
brica. S. l.uiz, re de Franca, embarca para a pri-
meira riiizada e:n o auno de I7.
Eis leitor, o que ciernis importante nos di a
histoiia para o |. de julho.
Eiisle em ccrla ra, eujo nome be sx oouimo
de barricada, urna fillia de Jerusalem, que da ba-
nbos de felicidade ,1 quem a perdeu, e quer de novo
rehavc-la ; nunca esperamos que chegaise dia, em
que a forluna fosse inlrodnzida em um quidam
qualijuer por meio de um banbo. O progresso be
causa de tama novidade. ,
Quem nao tem em que se oceupar, vai tirar
marisco na coroa ou carnngueijos no inaugoc ; meo
senhor, he melhor que busque um meio de vida e
deixe-se de andar incomniudaudo as familias que
vivem no blirro da-lloa-Visla.
Corto rajeilo, eujo nome |ior Caboclo nao per-
ca, den um oestes das urna bonita comedia em su.i
velha senzala. Eis o caso : Aniiunciou por este
Diario, que linha nina negra a vender rom laes e
laes quahdade?, ( boas, necessariameule, porque
lodo u e quanto ha de melhor nesle mundo, e se sAo cscra-
vas, cnlAo, he um l)es nos anida, al pipos fa-
zem) ; alguem foi procurar ver a e-crava e saber seu
pirro, c que liaiia de fazer u nosgo liumti.. ".' l,c-
vou o comprador por um corredor escuro, caminh
pe salas e quarlos, e eis que .1 linal inoslrou um
cadver envolvido em urna esleir, tendo por com-
panlieiro nico urna vela de carnauba pregada na
bocea de urna garrala, dizendo : aqui esl> a peca
que annunciei i venda, aviem-sc que a pechincha
ha nunca vista. E abe o leitor qual a cousequen-
ci de um tal .icio? O alguem que quena comprar
a pera narrou u fado em sua casa no centro de sua
familia, una senhora dela por tal furnia se aterro-
risou, qbe iminedlalamentc foi aiacada pelo cholera
e se acha bem mal. A graca foi boa, meu senhor,
continu, que lera endiente nos seus espectculos
pblicos.
.Na ra Velha ha, quasi Indas as nuiles, cava-
Ihadus triplicadas, em diversos dias de semana, da
meia noile em diante ; o ponto em que sg deposi-
lam as argolinhas be bem no centro da ra", em urna
casa menos ma, aonde se di aos cavalhautes cerveja
preta e branca, bom vinho do Porlo e agaulho pa-
ra a noile. Que pecjiidia E para nos .' '
Os arrabaldes de orna cidade, quando iao est
o contrariu decidido por lei, perteneca ao munici-
pio da capital ; rogo Magdalena, Passagem, Apipu-
cos, Casa-Forte, Capunga e oulros lugares cslAo sob
a inmediata inspecsao dos fi-caes da cidade. Aquel-
leque, iccehcndo um qijiutilalivo do governo para
vigiar que se nao vendain gneros corrompidos, con-
seulc a sua venda, lem dobrado crime daquelle
que, sem sua scirucia, nao prohibe. Como he puis
que nem urna s corrida sanitaria seda' as taber-
nas e acougues dos arrabaldes que estAo sob vossas
immediaias nspecees '.' Vicaiit l'aiuani! !
Existe urna postura dacamara municipal, que he
por demais arbitraria, nos o provaremos : diz um
dos artigo das taes posturas ; Os proprietarios de
terrenos devolulos sAo obrigados a mura-loa dentro
do pra/o de 31) dias, sob pena de :!? de molla. I>ada
mais injusto do que esse litigo ; um lioinem qual
quer tendo um terreno devolulo de .VIO 011 fiCt) bra-
cas, pergonta-se, pode-lo-ha murar dentro do pro-
co marcado .' Por cerlo que nao ; elle solTrera' urna
mulla injusta por demais, vislo ramo nao pode
comprir com o que determina o artigo, tem nella
Incurrido, e como tal Ihe deve ser Imposta. O for-
mulador de lal postura, na verdade, nao peusou
heni quando a cuusigoou no centro das outras.
A quem compele, pedimos, se lembre, que
he preciso alargar um pouco a espliera de lal pos-
tura, p Tmiiinni,. a aquelles que possuirem terrenos
devolulos mais algum lempo ao sen encerramento
110 muro competente.
Hontem fui cantada urna missa a S. Paulo na
igreja de S. Pedro dos clrigos. Nao sabemos a ra-
lAo prque S. Paulo, o apostlo por excellencia, nao
he lao festejado como S. Pedro. Sera' porque S.
Pedro lem as chaves do cu '.' ou porque S. Pedro
he rico e S. Paulo pobre *
Urna orgia encoberta sob o litlo de baile, soi-
ree ou o quer que seja, leve lugar ante-bontem
nom sobrado de novo reedificado n ra Bella.
.NAo sabemos como, no centro de urna populadlo
civilisada, como a desta cidade, se coiisenlem laes
insultos a moralidade publifa. Ao passarmos por
esse local, cremo-nos transportado ao meio de algu-
ma bachanal dos Humanos, tanta era a gritarla e
vozeria. Pais de familias iuexpertos, antes que
vos decidaes a ir a um baile por convite, indaga!
quaes seus directores e quaes as peatoaa convida-
das, para que vos nao arrepeudai, um pouco tarde,
de lerdes comparecido a lugares laes como este, qne
mais se parece com um sarao de secralho, que baile
de genle civilisada. Sr. subdelegado, logo que li-
venles conherimento de laes actot, fazei com que
cessein usando das allribuices que as Icis vos con-
lerem.
Ale amanliSa.
otiotio c tyexmmbmp.
sido o prnprio Arre-
ana a tentativa de re-
.1 sido o ann) um que
circuinslaiicias do cri-
.iiiado |ielos seus cou-
1 era una farra romo o
ia com a celelne machi-
.laroes e'laoem moda.
da por dous dos presos leem
.." lises, algumas dcllas rom has-
.ade chegou ale a ser pieso o secreta-
ular do uiinislro do interior, que indo pra-
1 algumas diligencias se chou preso sem saber
como. Fui sollo dentro em pouco,sui-cedeu o me.ni,
com oulros individuos com quem se dea igual ccen-
suravel engao.
SjkOc anoiiymos Acarara a!\orocados enm esla lenla-
liva ; eis urna prova : Ao apear-seda diligencia de
Alcal umearadur, que (razia a arma rarregada,dis-
parou-se-llie e feho com a escumilba 00 hombru a
cabeca de urna enanca de ires annos, e n'um braco
a esposa do depulado Manados. Como islosuccede,
quando pelo inesmo sitio, passava S. M. a rainha,
houve um moniaiilo decoufusAo, mas que se dissi-
pou prestes, a ximarain do lugar da desgraca.
^as proximidades de praca del Progresso der.iin-
se vivas i repblica. Esla preso um dos amotinado-
ics, Diz-se que se preparan! ininii.-taro,. desla n-
dole ; porcm devem haver esperanras bem fundadas
de que se nAo peilurbar 11 soreg publico.
Foi publicado na Gazella, o decrelo em que he
creada urna cmidecoracAu civil para prendar os indi-
viduos de ambos o> sesos, que em lempo decalarai-
dides publicas preslem tervicos extraordinarios.
j Denomina-se Ordem da Beneficencia. llavera
cruzes de 1.a, e 3." classes, segando a ordem dos
! servijos pie-iailosgraluilamente, o que he condicAo
i indiipensavtl para nella ser admillido.
Foi recebido no dia !. desle mez pela rainha Isa-
bel II o conde de Waldkireh enviado d'el-rei da
uaviera, pedindo auturisacAo para neaaciar o enl-
menlo do principe Adalberto da Baviera, herdeiro
liresumplivudacoroaoaC.recia.com a infama D.
Amalia, lilha do infante de Hcspanba D. Francisco
I de Paula, e nata de el-rei esposo.
Julga-se que o consorcio tero lugar brevemente, e
de um a oulro momenlu deve chegar a Madrid um
preciossimo diadema, pelo seu goslo c riqueza. Ui-
zem que vale 20,000 duros e lem brillianiei de
grande valor e de olluscanle esplendor.
He positivo e unmedinto o reconherimenlo do go-
1 verno de S. M. C. pela Rauta, no qoe muilo sede-
ve a inlervencAo de NapolfAo III, e ao intelligeiite
proceder dos Srs. AMIon, e Olzaga, representantes
de Hespanlia em Vienua e Pan.
Esla-se esperando em Madrid o almiranle do Clii-
li, Illanco Encalaba, ministro plenipotenciario e en-
viado daquella repblica em Hespanha.
Foi concedido a I). Maleo Bover y Olivier aulo-
risacHo para evercer o vice-consulado do Brasil em
Palma.
Foi elevado categora de embaixador, D. Salus-
liano Olozaga, ininislro plenipotenciario jiinlu ao
imperador dosFraucezes,\cquedesempenhar.-i aqoel-
le Cargo no solemne arlo' do baplisado do principe
herdeiro de Franca.
O bario Tanto foi nomcado enviado extraordina-
rio, e ministro plenipotenciario da Sardenba junto a'
corle de Hespanha.
Por decretos de l do passado foram Horneados go-
vernadnr ,le Valen, ia, I). Bernardo Ygleiva, que
era de Valladolid, e desla provincia I). Domingos
Siavedra. gobernador da provincia de Badajoz e D.
Barlholomeu Romero Leal, de Caceres. I). Bal-
domcro Mcnides, de Ptlcncia II. Jos Monle-
muyar.
He fora de'loda a duvida que < governo hespa-
nhol esli resollido a raoslrar-sc enrgico no que res-
peita no Mxico. As cortes approvaram urna propos-
la que lem por fim oflererer ao governo o apoio do
congresso na desiutelligcncia com o Mxico, prove-
niente de affronlas feilas a subditos hespanhes. O
governo declarou queliavia .le lomar-se serias medi-
das para obter juslica ; parece qoe se decidi em
comellio de minislros enviar-se ao golpho do M-
xico, alcm das forras navaes que se acham na Ha-
vana, duas naos, una fragala e urna crvela, sob o
commando d'um cxliuclo olcial de mirinha. Esla
expedicao em nada prejudicar o servico man limo
en Ir Cdiz e a llavana. Uma das naos brevemente
te faro a vella, e di/se que o governo expeda or-
den* mu termname- para qoe oulra nao da esqun-
dra hespanhola saia ao mar quanto antes, completa-
mente armada.
Conforme carias do Mxico, parece que est no-
meado representante d'aquella repblica em Madrid
o general Almonte. Esla noticia, aiirda seiiao tinha
recebido olliciaImenle em Madrid. Dizem que o ge-
neral Almonte he homem de bstanle consideradlo,
e mu inclinado aos llespanhes, o que se juica ser
de hom agouro, visto o estado das relacoes eulre 01
dous paizes.
""- T>" o .liiquo demissao le coinmaiidanle geral dos alabardeiros,
por nAo eslar de accordo com a marcha polilica do
ga bnele.
Na lanla do congresso de i do passado, o mar-
quez Orieru alnnunciou urna inlerpellacao ao minis-
uccrca. ila ,iiuarAo das iiegnclacoes
n Cada,-uiii iran de imaginar ludo quaulo possa
roncorrer para mostrar a dediracAo qoe anima estas
leaet popalacOea, nao s para com o soberano de
todas as Itiissias que llies deu a paz, mas linda para
com <> principe, rujo mime o carcter liles reenrda o
imperador Alevandre I, que linha uma afieir.10 par-
ticular pela cidade de Riga .onde ia estar' muitas
vezes.
O que paeM aflinnar vos de ardeinAo, he que as
duas ricas cidades do Bltico, tuto ao imperador
urna recepcao digna delle e dellas. lenho como ga-
ranta do que delio dito, os seus seiilimentos e os
nvmerosos preparativos que ellas fazem. 1,
l.p so em urna correspondcncic da nlnilependen-
ce Belge.
o pepois do rardeal dizer oque o imperador Ale-
xandre proiiunrion no dia iinmediatn ao da sua
cliogada a Varsovia diente da nohreza polaca, o pu-
blico espera*! a lodos os momentos m acto de cle-
mencia, que anda lornasse mais memoravel a viu-
da de sua mageslade a esta cidade.
Araba de se realisar esla esperanra.
A ul/azela Oflicial do reino da Pelui
llonlem a seguinle pera :
o Sua mageslade o imperador, desejando provar a
sua Ipalcrual clemencia para com lodos aquelles,
que depon de lerem sabido illegalmenle do reino
oa 1 oonia, os dos governosId'Esle do imperio, sen-
lem agora a sua falla e desejam vollar ao seo paiz,
querendo ao mesmo lempo provar-lhcs qoe esulo
esquccidot os seus deudos interiora, digna-se auc-
ir os seus ministros nos
l'eloui.i publicou
- reinos eslrangeiros a
reeeberem seus requerimenlos para oblerem permis-
Ao de vollar.
Esla lalorifaito ser concedida immedialamenle
aos requ.renles, que nao licarain sujeilot|a mves-
iigacaoiigumaalheia, oem a menor rcsponsabilida-
(le peranle os Inbunaes. Pelo conlrar.o, entra.Ao
loaos, desde o momenlu em que regressnrem, nos
exerciaos de sens direilos civis, e dcpun.de ires an-
uos de urna conduela irrcprehensivel, poderla ser
admiliidos ao serviro publico, aonde lerSo occasiAo
de ser olis ao seu paiz, e de dareuma prova da sin-
ecndide dos seus snlimentos.
Sao exceptuados desta graca do monarcha aquel-
les dos emigrados, os qaaes pelos seus procedimen-
los leem provado, ou nao cessam de provar o seo
tncorngivel odio conlra o governo russo.
F.sla nota be seguida de oolra.
S. M. o imperador na sua palernil snllcitude
peto bem estar dos amigos militares polacos, dig-
nou-se permiltir que os soldados do exercilo polaco,
que depon] de lerem sido transferidos da lerceira ca-
Ihegona lados combalenles na rcvolucAo de 1830)
enlraram no servio publico e se comporta'ramlirrepre-
hensivelmenle sejam admillidos ao direilo de re-
formados, conlando-se-lhes nao smenle u lempo
do servijo actual, mas lambem aquelie que passa-
ram no exercito polaco aules da revolucao.
Este direilo he extensivo i viuvas e orphflos des-
le militares, fallecidos antes da publicarlo desle ac-
to de clemencia.
O imperador,nioslrou desejo de que o princi-
paes da nobreza e os habilanles nolaveis do paiz se
llie apresenlassem as :t horas depois du meio dia.
Assim o fizeram, e o imperador agradeceu-lhes o a-
collnmenlo enlhusiasta que tinha recebido de todas
as classe da pojiular.lo. Repeli a eipressAo dos
seus seulimenlos ile alieno pela Polonia que, dis-
se S. M., assim como o grande ducado da Finlan-
dia, nAo era menos querido do seo ooracAo, do que
o resto do imperio.
O imperador terminou o seu discurso com a deca-
racao de conservar ludo o que o defunclo impera-
dor .Nicolao concetleu a Polonia.
Etcrevem de Roma com data de >% de maio :
Parece qoe nAo pode haver a menor duvida so-
bie "
*#nblieat>e& aptbibo.
Illm. Sr. Figueiroa.Para desengao de algum
considerados, pero-lheque, a, declare ao pe desta: 1. se o autographn do annnn-
com ou sem inlencao ser rom- j rio intitulado lispertacutn gratuito, esta ou nao es- 1
rripln pela
clararan de guerra, (ende evidentemente a diminu
muilo a potsihilidade da manulencAo da pazenlre
a duas nacoes.
" Sabem os nossos leilores, que leudo a princi-
|iio offerecido de boin grado aos Fistados-t'nidos
nina dpsculpa franca e completa por qualquer in-
frac(Ao que podeVi
mellida contra 11 leis da neniralidade da America,
por agentes inglezcs durante a ultima guerra, o
governo brttannico juigou, une nao devia sem fal-
lar justica devnla ao Sr. (.rampln, as justas al-
inenos que reclama a po-iro da Inglalerra, issen-
lir ao nova uedldo feilo pelo presideulc l'ierce, pa-
ra que o nosto ministril foue retirado.
11 Tendo rhegado as cnusas a etse pnnlo o gabi-
nete de lord Palmerston creu-se, posto que rom re-
pilgnanra, obrigado pela juslica, e c.m-c-quente-
menle pelo seu dever, a ulo fazer mais concssiies ;
o receliendo o ullimatam da Inglaterra o governn
dos Eslados-Unidos den ao Sr. Cramplon a ordem
dedeixar o territorio da CniAo.
as circumslaucias acluaes be osle um arlo
inleiramenle irreflectido e vilenlo, seja qual for
em principio o mrito das quesloes que e liliaam,
e he o que tegundo estamos ronvenridos, nao oega-
rae, nem podem negar os homent mais esclarecidos
e mais judiciosos que vivem debaixo do governo
americano.
ci Em um paiz como a America, onde a polti-
ca geral he dirigida por singulares agglumerares
de partidos, onde he determinada por circumslan-
rias tan etcepcionaes, he ditlicil dizer, para que
lado pende a opiniao publica ; porem quanto se
pode julgar a esse respeilo nas rircomstaneias ae-
tuaes, segundo o tom das gazelas mais inaenle
dos Estados-Unidos, ella he com nosco opposla a
poltica vilenla e provocante, a que o governo exe-
rutivo procura um lano myiteriusameole arraslar
o povoiamerlcano.
Por mais irritante que seja essa polilica, per-
severaremos na nossa conduela conciliadora e ao mes-
mo lempo conservaremos a altilude firme e digna,
que constantemente temos mostrado oeste infeliz
negocio, com a esperance de que anda podemos sus-
ler a disposicSe* appaienlemente hostis do governo
dos Estados-Unidos.
n Tambem podemos raszoavelmenle esperar que
as outras nacoes grindes do mundo eivilitado exer-
eerlo sobre o espirito do povo americano a -ahilar
influencia de -ua opiuiflu, de maneira qoe ponhain
freio ao curso desordenado tdessai manifeslaces
aggressiras, edessas imprudentes demonstrares bel-
Itcosas.
O n Morning Posto pede que nAo baja disciisset
parlamenlares sobre a qaestAo americana, alim de
nAo aggravarem as difficuldades. Pensa qoe Wa-
Iker nAo se acha em posijAo favoravel. Eis aqui
como o n Times u aprecia a posico da Inglalerra
relalivamente aos Estados Unidos :
As noticias anda mais rcenles, recebemos dos
Estados-Unidos, nAo nos permiltem crer que o ro-
verno do general Piercepare repcntinamenle na car-
reira que encelou ; ejecutara' antes al o fim a re-
cepcao do ininislro de Walker pelo reenviado do
ministro da rainha Victoria.
De balde abusaramos por mais tempo da ei-
peranra de qoe conselhos mais esclarecidos e mais
moderados prevalecerao para com um governo, que
laucn a ma-cara da fidelidad ai principios,
que regulam as relame- das nacoes entre si, e que
nao v nenhuma vergunha em unir os inleretses do
grande paiz cojos deslios Ihe estaje confiados, a ho-
meii- que lem um ollicio que os espirilos mais con-
fiados 110 progresso da homanidade, teriam ha pou-
cos anuos considerado anachronismo, e iropossibili-
dade.
Ai mesmas exigenrias impostas pela necessida-
,n, n nurlH, 1, .,., 1 1 1 ... ,.*., circulen nnpj-ia- puia uraressina-
he*t*Fra,r^ I^i. h *qUal 5.**"h d "as cabalas eleiloraes. que lazem do represantan-
gado Ua,lT^M.r^C'l T',0 '"*",? d.! ,e- ,e de um "'" '"= vis flibosteiros. .digno hospede e
donrincfnelS 1? 1 ''"'"Pmo|nobre companheiro de Sma repblica Ilustrada e
he d l fado"TnTnlL.^T "*T "e 3""ra '* *lae, lem sido causa de que apezar d
Z1 *^l'^a.??*J?*e*ar m"s. '-eocAo! e do eiUdo,n. ha
tro de tial.id,
rom Porlugjl sobre n ravega{ao'do Douro. Foi "ad-
diada por iiAu eslar present o ministro.
Foi resllalo o Vol de rensora contra o gene-
ral /avalla sobre os sucre--, de Valencia, por 178
volus contra IH. Parece que se re-olveu adiar para
o principio d uiitnbro a larefa legislativa, assim qae
esleja revisia a constilucAo e voladas as leis sobre
corpos munic paes, juntas dp dislrictos e oulros a--
sumplos ur-e de-. Volar-se-hn enlAo a lei eleitural,
e parece que sefA retorcido o gabinete com alguus
niembros da maioria.'
Foi suppri inda por decrelo de 30 de maio ullimo
a direcrau ge al do Ultramar, ficando os negocios a
sen cargo, su eilos aos ministerios compelenles.
No da 29 celebroo n sua primeira reumao a
commissAo n meada para redigir a lei do conselho
de Estado, segundo os bases approvadaspelas corles.
A rommuFdo esperava do governo as commuicacOes
nccessariai p ira dar priucipio ao cu tiabalho". A
lei da impm na leni-se debatido no congresso sem
incidentes na lavis.
Publiron 1 Bateta urna lei importanliisima, quo
facilita de 011 modo mu ventajoso para 01 inters-
sados que sAo inilharcs, em loda a llespanha, a re-
111'",m de loi 11 a classe de encargos espiritases, ou
temporil- a avor des igrejas, monumentos o'u qual-
quer cstabelecimziito.
Sera breve nenie apresenlado o projeclo modifi-
cando a lei d is sociedades anonvmas, na parle relati-
va as accOes, las sociedades de" caminhos de ferro,
afim de fanl lar a sua emissAoe collocac.lo.
Assegura a conselho de administrarn da Grani
Central, i.'uin.relaiorin que araba de"ler a junta ge-
> vapor inglez ./io, entrado hontem de Sou-
(hampton,,coin escala por Lisboa, Madeira, Tenerife
e S. \ cenle, Irouxe-nos as carias de nossos corres-
puudenlri de llainhoigo e Lisboa qne licam trans-
criplasein oulio lugar desle Diario, e lambem va-
rias ga/.clas inglezas, Trance/as c porlugoezas, alcan-
zando as prirneiras a 7 de juuho prximo passado, e
as ultimas a I i.
As cartas ,ie Paria vieram-nos pelo vapor trance?
entrado role* de hnnlcm.
Um de nossos correspondentes de Lisboa, reso-
mindii as noticias de Hespanha, que alcaoeam 1
H de junho, exprime-se uos segunles termos:"
A de maior vullo he a leulaliva de regicidio na
pessoa de S, M. C.
Ki-s o que se acbl a tal respeilo pelas rnnfisses
dos nos : Apparcceu em Madrid, llavera ires
mezes, om lal Arredondo, e 1 om, mu organisar
urna sociedade secreta, eujo lim era se nao malar a
rainha, pelo menos intimida-la a lal ponto que mu-
daste a sua marcha polilica. Alia/, de pompn! pro-
ine-sas logrn filiar na sociedade alguns mancebos de
ideas exaltadas. Vendo rslesquc as promellida ten-
lalivas do chele ficavain sempre em palavrea, imea-
rai.im abandona-lo se nAo cuinpritse 90111 as soas
promessas. lia poucos dias, ciiconlrou-se o chefe
com umdosassociados que era uiarciiieiro,e,li--c-llie
que a sorle para o regicidio ralnra nelle ; e que se
prepararle para cumprir 1 toa minio, ou para raer-
rer pelo ponhal dns oulros a-sociados, canAo ruin-
prsse.
Em quanloi-lo se passava, apresenlou-se ao mor-
domo -mor do paco um homeni que Ihe denuneiou
,1 rriiinnns.i tentativa, dizendn qde era 11 muco que
poda salvar a rainha, de quem sullicilava uma au-
diencia : no entretanto, a aaloridade civil era lam-
bem informada por um anonv 111,1, indicando a ra
do Arsenal, como o sitio c-colhido.
Dous dias anduii ijpolieia vigilante, finalmente
na occasiao em qne o meco n.arcineiro iponliva a
arma awawini para ; ranuagein da prjocen das As-
lurias foi preso.
... .- ..junta B
ral de accionulas reunida em Pars, que 11 gover-
no hespanlio se obrigou aprolougar no prazo mais
breve ; ivel o caminho de ferro de Saragora ali-
aos Pyrinneos.
Cominecara 110 congresso o discussAo a'ccrca
da lei orgnica dji milicia nacional.
Tem corrido boalos de que o duque da Victoria
eslava resollido a abandonar a direccao acliva dos
negocios publico-, apenas se promulgsse a contlitui-
cAo, permauecendo com ludo cm Mad.-id, e exer-
cendo roaeeei importantes. Em quanlo ao- rumo-
ret de crisc ministerial, dizem uns joman que se al-
guma inodilicarao te verificar, esta smenle lera'
lugar na pasla da marinha ; indica-se quem havia
de snhsiiluir (res ministros quesahem, segundo ou-
lros, sao completan,enlc falsas lodas estas vozes, es-
crevem finalmente oulros peridicos (I que he certo,
he que cada um fantasa, segundo couvem a sua
parcialidade, o que sempre acontecen acontecer'.
Terminou-se .1 di-cusso do projeclo de lei sobre
0 caminho de ferro ri'Andaluzia, approvando-se o
ortigo addiciooal apresenlado pela commisso, em
que se deixa ao arbitrio do Governo prolongar ou
11A0 a linha frrea desde Badajoz a' fronleira de
Porlugil, conforme o estado das ncgociac,es pen-
denle- entre ambos es reinos.
Escreve a lipora. a Trabalna-aa de boamenle
para uma concillaran no que respeila ao caminho de
ierro de Porloaal. He provavel que ou seja adiada
a designacAo do Irarado mais vanlajoso para quan-
do esliverem terminados os esludos technicos, ou
que se as cortes votarcm a linha por CiudadReal a
Badajoz,concedam lambem 1 oulra linha por Toledo
Talavera, Ca'ceres o Merida a Sevilha. A Sobera-
na diz que o Sr. Mombrv dirigi exposiclo as corles
de llespanha, em nome da companhi.i de esludos
do caminho de ferro de Madrid a Lisboa, para sus-
pender a vularao dos dous projeclo! de lei do cami-
nho de ferro da Extremadura,aloque se tenham com-
pletado os esludos e orramenlos de ambos.
Recebeu-sc parle lelegmphica de Londres, emque
lord Ciareiidon annoncia que a riiiilm da (raa-
Brelinh* indultara com pleno perdao o coronel Cor-
rea Bolino, senlenciado a diorle em Gibmllar.
IralMlha-seem restaurar as parles arruinadas do
magnihco edificio da Alhambra, em Granada Os
Irabalhcs ltimamente concluidos Uo perleilo' sem
sei mullo fcil dislinguir a obra dos rabes das' nw
dems. Acham-sc promptas ai salas da juslna dos
embaixadurcs c a us lianhos.
No dia IS de maio a-sislio a rainha Isabel a aber-
tura ila exposicau de l!e,llas-Arlcs no Ministerio dos
1 fomento.
O coiiselho da minislros, muilos depulado e jor-
' nalislas roucorreran a esla ceremonia. A exposicJo
I eslava bem ordenada, posto que rulo comprehendes-
; se obras de grande mrito; ponen de esculptura se
aprcsenlaram.
i Comeraram no dia SOaamanobru da guarnicAo de
I Madrid 110 campo de Carabunchel, formando'duas
' brigadas as tropas ahi prsenles. Assislio S. M., a
I cavalliria linha dous mil cavallos c sesienla pecas
de artilharia.
Iloove algons malina em Alloj e em Cdiz, exi-
igindaaugineulo de salarios. O resto das provincias
' esta em completa Iranqnillidade.
Da Rumia nada consta qne extraordinario seja. A
populac.au daqoctle paiz mostra-so |ior loda parte
1 culhusiaimnla a visla de -eu soberano.
Eis u que a osle respeilo -e l cm urna correspon-
dencia do Xord:
I S. Pelergburco, -Jt 1!,^ maio do IX'ili.
a O lelegraplui veio confirmar o qoe nos linhamoi
|a adeviiihado.qne n imperador lio recebido por toda
a parle na sua paxagein com enlliusiasmo, e que a
capital do remo da Polonia se prepara para festejar
dignamente o ata nobre e generoso soberano,
il'o ... v';!l',ri a 5- l'elersbiirgo pelas provincias
do Bltico: demorar-ie-ha dous oas cm lli-a e ou-
lro- don-- 1 ni Itovel.
1 As carias de la dnas idaiies di m no-, que ai
olannuocio de*la visila prodozira urna e.Wie de
1 delirio. '
cedida por um breve e nd por nm consistorio, como
no principio hoave ideia de o fazer.
Escrevem de Turin a 26 de maio :
Sabemos qne n Lumbardia e nos Estados roma-
nos lem a polica desenvolvido medidas de rigor fi-
Ie"ao numerlas prisOes. O pretexto desta leve-
ndade he terem sido apanhados na fronteira muilos
exemplares das discossoei do parlameolo sardo, re-
lativas aslconferenriasde Paris. Os principaes dis-
cnrios pronunciados nesla occasiAo, 01 de MM. Ca-
vour, Brotlerio, dola, Margarita, e de Mamiami
foram retmpressos||err) om volme, sendo muilos
exemplares remcltidosa eerlos individan lombardos
e romanos. Baslou isld para assustar a poliein, que
rege estas provincias. I
Tambem te dcnmo-posilvo que reina gran Je ef-
fervescencia em Milito. De lempos a lempos lem a
polica que apagar oaUvras sediciosas, queappare-
cem nas esquinas das ras mais frequentadas.
O conde Buol dirig ot agentes diplomalicos da
AOSIna urna nota acerca da quesiao italiana.
fci-aqui nm enmmonicado de Vienna, dirigido ao
Journal (T Francfort, analvtando essn nola.
o Depois da conclusAo la paz de Paris, as polen-
otas inleressadas expedirn) aos seus enviados com-
muuicaci.rs, relativas as conferencias de Paris.
. Paliripa a-oia di Beilin a Csela do llano-
tet o conilieuilo do despacho clrcolar ave o conde
Bnel dirigi aos agentes diplomticos da Austria no
eslrangeiro, logo depois do seu regresso. Segundo
esla versao, o cunde Buol sobmelle no leo despacho
a que-slo italiana a um miuuciuso exame, que segu
em parle a marcha das ideas da nola de lf de abril,
dirigida pelos plenipcteiiciarios da Saldenha Fran-
ca e a Inglaterra, e refuta radicalmente es argumen-
tos qne ella COIItm.
"A emplo dos plenipotenciarios sardos,,, o con-
de Buol pirte do principio que o estado das colisas
na Italia carece de grande melhorarrenlo ; masao
examinar o modo porque esse inelhorainenlo deve
ve ser eHecluado, checa a urna conclusAo diame-
Iralmenle opposla poltica sarda.
s\o pasto que a nota de Ib" de abril procura as
causas desle estado de rousas nos meios qoe a Aus-
tria e ossoberaniw Italiano!, que chamaran) esla po-
tencia em seu auxilio, empregain para suffocar a
fermeutac.ao revolucionaria na Italia, o despacho
circular austraco considera uro lal eslado, como
sendo a consequencia immediala de uma propagan-
da secreta e ramificada, que coulinua os eeai suidos
manejos na Italia.
a A Strdenha, o nico eslado italiano, segundo
as explicttoes do conde Cavour, qae tinha sido
capaz dt oppor 1 uma barreira insuperavel ao espi-
rito revolucionario, he designada na nota do conde
Buol, como sendo o fuco dessa propaganda.
o Ogihinele de Vienna rel-ibue ao gabinete de
Turin ai aecusaees lancadasj pelos plenipulenciarint
lardos contra a Austria e os estados italianos cima
mencionados.
O Cespacho circular do con le Buol Taz oluervar
que qnt a Sardenba puderia mui bem Orar partido
dos diitureios revolucionarios no interesse do seu
engrandecimento territorio!.
o Observa tambem que a barreira opposla ao 1110-
vimcnlo revolucionario ua llalla, mo he obra do Pi-
emonle, mas que rila bateadosobie osyslema au-
Iriacu, e sobre a oceupajao eslrangeira, e explica a
animosidade do Piemunte conlra a Austria e os pre-
citadas estados italianos, nicamente por caasa dos
obstculos que esla barreira oppOe aos predecios que
a Austria allribue a Sardenha. o
11 Le-se no resumo pulidco da Patrie o seguinle:
a Urna viva polmica empenhou-se entre os jor-
nae do norle e do sut di Allemanha, acerca do
traltdo de 13 de abril.
A imprenta prussiaua aecusa o governo austraco
de ler querido, por meio deste tratado, alcanrar
iiini preponderancia exclusiva nos negocios de con-
siderarlo ,- a inipreii-i auslriaca respuode a esla oc-
cusarAo asseverando, que o tratado nAo tem oulro
lim senAo o de garantir a execucan flel e leal do tra-
tado de Irinla de marco, 110 que loca independen-
cia da I iirqii:a.
Ohservam-se alm disso oalros sytnplomat de
ilesconlianca, enlre os gabineles de Vienna e de
Berln.
A Preste belga prelendem, apoio desla assercAo,
qne o commissario prussiano pelos principados, Mr.
Richlhofen, recebeu ordem para se demorar em Ber-
ln al oue estas provincial sejam evacuada! pelas
tropas austracas, vislo que a su< presenca ob-la a li-
bejdade de opiniio e de accao, uoso dns commis-
sarios das polencias, mas tambem da populacAo ro-
mana.
Por oulro lado escrevem do Vienua ao Boersen-
haile de Hamburgo, que, apezar da missao do prin-
cipe Franz Lichtcuslein, encarregado de ir cumpri-
mentar n imperador Alcxandre em Varsovi.i, urna
nolavel frieza conlinoa a reinar enlre as duas cortes
impenaes de \ ienna e do S. Pelersburgo.
Na .Vacuo de 11 do passado le-se o seguinle acerca
da lurquia.
o Todas as nolicias do Oriento sAo concordes em
que a lurquia, principalmente .a asitica, esli sobre
um vnlcao
Apezar do desejo do governo torca ptra appli-
car as refurmas senle-sc a forra incerla de resis-
tencia das popul.tcrs, u cnl'raquccimeiilo da aulo-
ndade, c a ua iinpoleucia par se fazer respeilar
A .Macedonia, u Epiro, a Rumeliaeslo, por as-
sim dizer, sem governo : ascslradjs nao apre-enlara
a menor segoranca ; este Irisle estado, porem, an-
da he muilo pciur na Svria, aonde o menor movi-
menln pode ser o .igual de uma exptosao.
o Sobre ludo a siluacao da Paleslina he muilo
precaria ; os habitantes dai mootanbu mais lurbu-
lenlos c mai, inquelos do que nuuca, andam con
linuamcnle cm dc-nrden-.
As ennees-ocs feilas aos chrislos atnearam ser
orna nova causa deexcilacao que se rene liaolieai
divisla, asquerclas particulares de familia, as vin-
g.injas de sangue, as lulas das seilas, aos clames dos
chefes das tribu-. As (ropas esperam com impaci-
encia a chegada das Iropai que de Con-laiilinopla
Ihes prometieran) para acabarem com e-lcs tvmp-
loma assniladores.
A Porta uao sp descuida, c continua sem inter-
rupcu a enviar para alli forras. Anda ltimamen-
te fez sahir para a Svria e Macedonia Iris b.ilalhoes.
Le-se no Morning Pont ;
Era um artigo, ere qae Iralavamoi ha poucoi
has i\^ pstelo relativa da America e da Inglalerra,
disscmos que na quaUdade de chrislos e de ami-
minha ledra 011 pela ledra de meu so-
briiiho Marcomiro qoe comigo mora, as quaes ambas
Ihe sao bem runlieci la-; -J. se foi eu, ou o dito mea
sobrinho ou algania oulra pinina de ininha casa, que
Ihe levou o mencionado aiilographo; 3. se Ihe cons-
11 tambem que lvetse eu parte no aonuucioem que
boje he mallralado o individuo a quem denuminam
/e....xilino.
De Vmc. alenlo venerador criado.F, N,
('alineo.
Illm. Sr. F. N. Cnllaro.O ntosmpho a que te
refere, nem ha reeriple de Icllra deV.8, nem de leu
tobrinhp, nem foi V. S, nem elle, nem netini alau-
ma de sua cata que o 1 romera ni, nsm lio pouco me
ronsla lenham parle na segunda publicarao a que
linde.
De V. S,
Paria.
alenlo venerador e criado.M. F, de
Illm. Sr.--Apparecendo ntrelos avisos diversos
do Diario de boje um annunciu, em que se d*
a entender achar-se eile cnllegio no peior estado,
que se pode imaginar, e que ate aigunt meninos
dormera taboalmcnte, erabrulhadoi cm om rodilho,
sirva-te V. S. de informar-me a respeilo com loda
urgencia, o que mnilo recommendo.
Deui gaarde 4 V. S.-Sala do conselho idminis-
Iralivo do patrimonio dos orphAos, ,10 de juuho de
IH.)6.-ll|m. Sr. Jos Rento da Casta, director do
collegio dos orphos de Sania Thereza Joaquim
Jos da Fooceca. presidente interino.
Defpezas raudas pelo enfermeiro i>0fi0O
Alusoel de cavallo para o cirorgiaolM7
que. percorre, o teu dhWetoVcSS.,
Aterro, ale 1(1 do|correnle, qoado
suspende a coramisao ett. despe",
ago ao andador da eommitsAo Mannei
lose da Molla Cabral '
TObIj
nonti
a!5l060
Saldo em diuheiro........gjggj
- (-.
u Obunarao.
Hecebfi.-e do Sr. commendador
I eneira
8188314
l.uiz Comes
i" I quantia de ,'O?, imporlanea di f ha /
pregados do ho.pi.al de fi oe abril a
1 I S* m"mo ***** cra os com-
ientes recibos. Rif, o,, de ,bril d |53; .
etoure.ro, //en/rro Mael ia aLm
da cr.Z0n,lra",a 1' '****** d*PeM '"a caixi
da commisso parochial de beneficencia da fe-
guezt de S. Jos, de 21 30 de abril de I83B.
DA DESPEDIDA.
O (erceiro balalho da guarda nacional deixa hoje
o quirtel de S. Francisco, a onde por ordem do go-
verno lem estado aquartellado por esparo do les
mezes loceessivns, tendo rendido o segnndo'de cara-
dores, qoe te achava no mesmo quarlel ha dous me-
zes e lanos dias, hilando a braco com o serviro da
praca e com os horrores da epidemia no seu maior
zenilh !
Em materia de -ervico, e disciplina nada deve o
terceiro ao liutrepido, e brioso segundo ; porque
como este satisfaz a espectaliva publica oa maior ne-
cessidade, com asiaz resignarlo.
Com meio dia de folga pouco mais oa menos, em
tres mezes resisti ao serviro publico os eslragos da
epidemia, e sobre ludo at necessidades de mulhe-
rei, e filhos, sera commeller ama s talla apreciavel!
Al hoje o terceiro balalhAo nAo deve ao juizo
publico, desorden-, empreilimos, nem ouln qual
quer cousa desla ordem, que de leve posta manchar
o seu brio.
Era bom p entrega osirvica) poblico activo, ao
primeiro de artilheria, c sexto de caradores, que
reunidos por contingentes o devem substituir em
lAo dislincto servic;o.
E desde ja o mesmo balalhAo implora aos parti-
culares seos concidadAos a grata de Ihe perduarem
as ollensas que por ventura tenha dado lugar a iu-
coiisideracAo de algumas pracas meno. refleclidos : e
ao mesmo tempo agradece eternamente o bom aco-
Ihimenlo qne encoolrou no Exm. Sr. general eom-
maii lanie das armas, acolhimento que diz assis com
o seu reconhecido cavalleiritmo militar.
Cm adeos saadoso, c fraternal u terceiro hatalhao
olTerece aos mui dignos Srs. odiciaes, e mais praras
de primeira linha, existentes uesta cidade, em pro-
va de maii vivo teslemooho de estima, e amizade,
que Ihehedevedor...,
o nosso de-
commellera-
que havemoi lido,
de absler-nos de Indo u que podeiia de alguma sor-
le envenenar a desavenca, sullrcssemos a vergonha
de ver n-so ministro excluido diplomtico em Was-
hington por culpas altesladas porum teiltmunho, de
que jamis fariainos caso para eoodemoar ao mais
ir,nulul dos liomens.
-Mas o qoe imporla '.' revela a todo o preco ga-
nbar a eleicjo presidencial, e o ministerio actual an-
tes quer tancar sea guverno cm loda a sorle de op-
probrio, e seu paiz em toda a especie de perigo, do
que perder um i vol, o qual pela insolencia pode
ser ohtidn mediante ama allianra cum criminoso!.
11 Nada be mais Inste nesl momento do que a
atlilude da imprensa americana, ao menos de part
da que temos vislo. Ou ella lemo eiprimir-sc frin-
cameule, ou pira aprovettar o primeiro sopro do fa-
vor popular enlrega-se as conlradiriies mais palpa-
veis e mais :n, n,i..
Assim 1.0 inesmo arligo do New-Vori Herald
se nos diz ao mesmo lempo que a c'aosa de Walker
lie desesperada, e quo csl rerln iln bom xito, e
nos arligos succenivos que a Inglaterra nao faz ca-
so da America central, qoe tera' praxer em ver-se
iyre della, que vendeu Mosquito a Walker, que es-
ta em ajustes com iloudaras para comprar Rualau,
e ao mesmo lempo que fiel a sua polilica deaggres-
san e de viuhmria esla' dlsposla a coinbnirr .10 a
mnrie por esas mesmas. possessoca i Oa leinus uma
haI,irada de cuerra, ora om hvmno de paz.
11 Primoiramente o presidente he censurado, de-
pois louvado; ninas veza he tratado por homem
brioso e feliz, unir.,, por liudo e cobarde intrigan-
te. Debalde procuramos um ponto, em que possa
repousar a ancora de nossa fe, alguma coma, que
respire um principio mais nobre que o do mais vil
e do mais ephemero expediente ; precuramos em
vAo.
n Todava inesmo o rcenviainento do Sr. Cramp-
lon, e o di Sr. Dalla, que lem de segoi-lo inmedia-
tamente rao Unplicam um eslado de guerra, e nao sAo
necessariameule preludios a essa horrivel calamidnde.
Podemos eslar em paz com a Ameriea sem termos
la nenhum agenle diplomtico, e lalrez no poni a
qoe cbegaiain as colisas, a ausencia de am embaixa-
dnr diminuir' de algum modo a idea do perigo.
n Quatido uma parte cuida em travar coateuda
com a oulra, quanlu menos pontos de contacto hou-
verem enlre ellas, lauto mais provavel sera' que te
realisec dueju da parte mais pacifica. Quanlo menos
ellas se vircm. lano menos possivel sera' qoe rebenle
o inceadio. Diremos mais comnosco, o lempo he o
poni essencial do negocio. Como he em vista tls
eleicoes que somos uneacados de guerra, se esla for
espar.ida al que aquellas se term nem. lira remo- re-
laliv,menle salvos.
As gazelas americanas preveem que depois de
um neeting, que linha de haver a 2 de junho para
nomiar-se um candlaalo a' pretideucia, coroesara' a
applacar-ea febre que eicila o sangue do gabi-
nete de Washington.
,Seja cono-for, quando se terminar a eleicao
presidencial poderemos concluir razoavelmenle que
desipparecera' lambem a neces-idade urgente de
desivir-se com a Inglalerra, e que os novos ulula-
re do poder ia oeouparAo em nomear empregadus,
em recompensar amigos, em punir ioimigos, e em
deiiar-nos, se nos liverem permitlido estar tanto
lempo em paz, oa plena possessAo do beneficio que
agora parecem lao anciosos de roubar-nos.
Atsim ludo se rene para ncommendar ao nos-
so toverno uma polilica moderada, senao de conlero-
purisarjo, quo posa dar a' paixoei irritadas o lempo
de .rrefecercm, a vislas inleresseim o tempe de e
rcaiisarem, e ao bom senso popular o de decidir du
incito da desavenca.
11 Podemos sustentar nossa propria dignidade sem
cholera e sem precipiUc.lo. Anda mais : ludo islo
he tanto melhor. porque nao nos sentimos obrigados
a manifestar um espirito irascivei oa rixoso. NAo
solTraraos nenhum insulto, mat nAo nos aprcssemoi
a descobrir que a uDensa foi feila de proposito.
1 Assenta-iios como primognitos, e como Eslado
que de cerlu au he o menos poderoso, uao apres-
-,iniui-no.. a crer que qualquer governo possa seria-
menle querer travar contetjda comnotco ; e mesmo
dado que eslejamos convencidos de que assim leja,
din mn nos dar-lbe al- o illimo momenlu todo o
tempo da rellexu, e a faculdade de abandonar urna
allitude, que tomou e-touYidnmenle e com precipi-
lac^io.
o Nossa inlima conviecode que estamos ua allu-
ra de qualquer lula, a que lossamus ser arrastados,
basta para prescriver-uos a paciencia e a lungani-
inidade.
n Todava potlo que os receides aconlecimenlos
not Estados Cuidos nao not ameacem com uma
guerra immediala, e que um vigoroso esfnrro feilo
a bem de seu paiz pelas classes qoe se inlereseam
pouen na polilica vulgar, ptssa anda susler o go-
verno em seo caminho, deve-se recouhecer que cada
uoticia qui nos chega, revela claramente cada vez
mais o ascendente de um espirito fatal a's retardes
de benevolencia a de amisadeenlre os Estados-Ca-
dos e lodo o governo fiel aos principioi e a'i Ira-
dia(9ei, de que a Inglaterra pode com razAo ufanar-
se de ser represntame.
Traamos com liomens que subordinara habilu-
almenle a polilica exlerior a' interior, qoe para as-
segurar sua grandeza abandoraram agora o svstema
honroso e baratado 110 progresso interior, e que mel-
leram-so na estrada procellosae sem funda aiinc-
xacAu e da conquista territorial.
o Se tivermo- a leliridade de thomphar do pe-
rigo prsenle, nao poderemos esperar longo descan-
so. Podcr-seha adiar algumi nacao nova. Iraca,
desunida, que olfereca um objeelo"de cubica, algu-
ma nova liga de partido! que somenle co'useguira'
seus luis dando novo grilo de guerra conlra a In-
glalerra. al que cmlim en nm momento infeliz,
lome propuiroes funestas o pretexto lanlis vezes re-
pelido. Eolio as duas uaees serio obrigadas a
derramar lagrimal de sangue ; uma por se ler adi-
anlado demasiadamente, oulra por nAo ler podido
sem deshoura recuar anida mais. u
As noticias de Washington relativas ao reenvia-
nieulo do r. Cramplon sAo coolradictorias. Algu-
mas dizem que o negocio foi arranjado amigavel-
mente, Muras que o Sr. Marx aguarda a retposta
de lord t.larendon.
O Washington Uuioa .Ir-mcnle ,1 noticia de 1
na madanra na opinia 1 do gabinete, em conse- 1
quencia dosde.paclui.de lur.l Clarendnn. Nadal
se abe ilerisivamenle. O ,enadn rcrebera a -Jl
f m rolo de gratidao aos inferiores ao 3." balalho
da guarda nacional aos seus superiores.
Uepuis de lauta orbanidade, depoit da mais re-
conhecida prova de eslima e amizade, que com arte
souheram mauejar 01 mu dignos Srsjulliciaes do 3.
balalhu durante tres mezes de pesado serv ico de
aquartelamento, nAo podiiunos deixar de dar a de-
vida considerarlo lAo destnelo Iratnmeiilo, sem
que dessa fallo de reconheciinenlo nos sobreviesse a
loda prova um defeilo grave conlra a nosia boi in-
teucao : paranlo os ditos brs.|ofliciacs, especial-
mente ot Illmi. Srs. tenenle coronel Jos Candida
de Barros o major Anlonio Jos de Oliveira Fraga-
ta, acceitem cordialmenle a nosta lerna gratidao ;
poli que se nao faz graude vullo, ao menos he o
mais Isincero...
Quarlel em S. Fraucisco, 30 de junho de I806.
Benjamn) VirAes I mitro, sargento jodaole.
I.a u del'no ne Luna Freir, l." sargento da pri-
meira compauhia.
Anlonio .Malinas Carneiro LcAo, primeiro sargen-
to da quarta companhia.
Joaquim Ildefonso da Molla Silveira, primeiro
sargento da segunda companhia.
Marcelino da Costa Rapozu, primeiro sargento da
(erceira companhia.
Jos Ceciliano Betsone de Almeida, primeiro tar-
genlo da stima companhii.
Antonio Jos Pereira Jnior, furriel da segunda
companhia.
.load sevenno Pereira de aouxa, furriel dai >,
compauhia.
Jos E-le ves do Raicimcnto, primiiro sargeulo da
011.1 v ,1 companhia.
Jos Velloxode Azevetlu Caldas.
Anloniu JotTeixeira Lima.
fecetla.
IR*.Abril 21.Saldo exilenle em di-
nbeiro.........
Recebido do Sr. Dr. Igna'cio Nerv" da
lonseca, pelo lral.,menlo de leu scra-
vo Jos, no hospital, ioelotive o carro.
Recebido do Rvm. vigario da fregoezia
uo a. jse. ,
Despe;a.
soccorros im dinlieiro do dia |H al hoje.
O arrobar el libras de carne fresca. .
II dilas de bolacha......
6 ditas de aitacar. .
2 cargas de farnha. papel e'diversoscar'-
retoi ........
.. _, Para o hoipitai.
L.onla de aramia,.agii, cevadi-
nha e gallinhas.....
1 cnida de vinho do Porlo, ge-
neroso .....
li garrafas de espirito \
2 pecas de madipolao ordinario."
Deipeza feila com carrelos no
hospital........
Dita dita no hospital, de 21 29
do eorrente, pelo enfermeiro.
3in>'JI
2lv)|0(l
KrjOtlil
9749591
MMSS60
IKff72lt
6;tll
2ti?4(l
239510
f
tljIOO
!iNim
159211
60IOO
2l22ll S|flM
Pago ao andador da commisso Manad
Jos da Molla Cabral.....
Saldo exislente em dinluiro
1*801
97.19591
N. B.No saldo ixiilenle esli incluido Wda
carros fnebres, para 1er entregue a quem o Eira,
presidente ordeuar.
_ Oosercofoo.
Itecebcu-se mais a quantia de rs. 5829900 da mo
de Sr. eommend.dor Luiz Comes Ferrein, Ihetou-
reiro da commissAo ceolral, para pagamento dos
empregadoi do ho.pilal de 21 a 29, conforme i fo-
111a, enlregoe com 01 eompetonies recibos ao metmo 4
senhor. Freguezia de S. Jos 30 de abril de ISjfc.^J
U Ihesoureiro, llemeterin MacUi da Silca. P
Conla demooitraiiva da reeeili e despeu da caita
da eommitsAo parochial de benaficeneii da fregue-
zia de S. Joso de 30 de abril 8 de maio
de 1856.
,. .. Heceita.
18.*Maio iSaldo exislente oti-
la data..........
Sohscripcao volonlana a aaber :
Recebido de Luiz Gomes Sil torio. .59900
dem de Pedro Jote de Saat'Anna. IjOOO
dem da Mana do Nitcimenlo. IgOUtl
dem de Miguel A. Lonseca GalvAo. 2000
dem de Manuel dnt Santos Leal. ISOUtl
dem de Miguel Fraucisco Mirinho. I9OUO
t39al3i
I
,v
Deipeza.
Rerolhiilo a llieiourana geral por or-
dem do Eim. presdeme, importe
dos cirros fnebres que recebe-
mos...........
Ao cobrador da tuhscripcAo. .
Scennos em dinheiro uestes 8 das.

II9OOO
4509131
O3OOO
I90UI
3991134
Conla demonslraliva do eslado da caixa da commis-
1A0 parochial da fregoezia de S. Joo do dia I a
10 de abril de 1856.
Iteceita.
'Recebido 1I0 ex thesonreirj Franca
saldo exislente......... iv?i2i
dem do Ihesoureiro da commisso cen-
tral o Sr. commendador Luiz Comes
I erreira...........
dem do mesmo para pagamento da fo-
lli do. empreado, do hospital de ila
freguezia de 20 a 31 de marro. .
2.dem de Anlonio Egidio 'da Silva
pelo (ratameiilo uo hospital de sua es-
crava Luiza, inclusive o carro para a
endura.1..........
4.dem pelo Iralamenlo do prelo Pe-
dro Antonio, idem, dem.....
10.dem do Ihesoureiro da commisso
central o Sr. commendador Loiz Co-
mes Ferreira.........
dem idem do mesmo para pagamento
da folha dos empregadoi do hospital
do | al hoje.........
7009000
619980O
209500
225100
8009000
Despeza.
Impar le da folha dos empregadoi do hos-
pital............
15 arrobas de bolachas a 597HO. ,
Panel de embrulho. tinta etc.....
Carrelos diversos. ......
6 Iri arrobas de atsucar branco a LjiSO.
11 arrobas de carne fresca......
3 cargas di farnha........
2 caadas de vioho do Porlo. generoso.
1 paneiro de tapioca com 2 arrobas e i
libras..........
Para o hotpilal :
* gallinhas a 2o000........
Importe do aluguel de 21 hicjias. .
9 varal de lona para cama.....
2 duzias de carapoijas de meia. .
20 leuriie de algodAozinho.....
I peca de madapoln para fronhas. .
Iropurle de cera para o oratorio. .
Idem de espermacele, assucar refinado,
cha, holacliinhas, aramia ele. .
20 cobertores a 19500.......
Iinporlc de despezas miadas al hoje I.*
de abril pelo enfermeiro do hospital.
dem idem do dia 1- de abril al hoje
pelo mesmo..........
sol jan
2:802924
199800
869IOO
1-3500
23500
29.3120
879360
359500
(93200
T3420
89OOO
123000
103080
79000
-JU9U00
39800
98OO
183840
309000
323960
199360
, 409t3i
Ireguezia de S. Jos 8 da maio di 1856.0 Ihi-
sounirn, Hemelerio Maciel da Silva.
ERRATA.
O mea ,communicado, que vem de enrolla com
a Revista Indiciara do Diario de quiota-'eira 26 do
corrale, *m alguns descuidos mullales lalrez da
ma letra, f^ulhugraplio, qoe jolgif dever Melifi-
carOut. se l, para dar a coutala-te para dar
a caraOnde se leprivilfuje di irmolea-te, de
isenrAo- -Onde se du, al I i lira dando i oler ponha-se-est 1
I3t ,.x"j, P*".*" '''"fc'*! iiHRuiis.ea
mal.iz-Onde finalmenl. sTl-para o que sabir
-lea-se sin o que sabir.Filie o vetbo m princi-
pioAssigne-u,
V :
O vigario Retende.
Ortimrtdo*
'KACADO RECIFB30OEJUNHOAS3
HORAS DA TARDE.
Colacei oiliciaes.
Deacoulo de letlras de 2 a 3 men-7 ';, i0 anno.
frederieo /IvHUiari, prnideule.
P- Surgs, teerelariu.
Sobre Londres, 27 d^po1??,?8*
< Parit, 36o rs- por f,'
Lisboa, 100 por 100.
Kio de Janeiro, 1,2 al por 0|o a 15e 30 dia-.
-\ccoei do Banco, 35 0|0 di premio.
AccOes da companhia de Beberibe.
Acres da compauhia Pernambucana
iJtMHI
ao par.
e Ulilidide Publica, 30 purceelo di premio!
o Indemnisadora. 52 por J de premio.
1669840
49500
289750
353201)
5*800
189000
209000
259.3820
5619600
2:0293310
Saldo exisletne era dinheiro.....773ll
1 iralificac.ni a um andador em -ervico da
commisso.........
I sacca com arroz de 5 arrobas c 21 li -
bras............
22 cobertores com pelo a IjtiOO. .
21 dilot dealgodAo a 7"iii......
5 peras de algodAozioho para lencoei e
camisas...........
Despeza feila com o enterro da enfrr-
meira...........
Soccorro em dinheiro do !. al hoje. '.
Importe da fulhi dos emptegados do hos-
pital do !. al hoje.......
ei"
2:8025124
Ireguezia de S. Jos do Recile 10 de abril Vio
1R56.O Ihesoureiro, llemeleiio Maciel da Silva.
Conla demonslraliva da receila e despeza da caixa
da commisso parochial de beneficencia da h-egue-
.-ia de S. Jos de 11 20 de abril de 1856.
Heceita.
1856.Abril II.Saldo exilenle em di-
nheiro ...........
15Receido de nosso memhro Juaquim
I', "i or,! 1 de l-'igueiredo, pelo Iralamen-
lo de seu escravn iarinlhu no hospital,
inclusive o carro.......
18Idem de Anacala Ji.su de Meiidou-
ca, pelo Iralamenlo de seu escravo An-
lonio. mi hospital, inclusive o carro pa-
ra enduran........
7733II
22jl(.l
Desee;*.
Para sorcorrns nos domicilios,
li arrabal e 8 librea de carne fresca. .
12 ditas de bolacha.......
fi das de assucar........
1 paneiro ,10 tapioca, 2 arrobas c 1 libras
2 cargas de familia e diversos carrelos
gos .do progresso social deseiavamos sinceramente '""' r""""....."'"' ''" P"si'lenle acompanliada n, 1 soccorros em diuheiro de II a 17 do cor-
nao ver romper a guerra, nem mesmo cessarem as i rtoc""'e"lo s"1'"- a qu'slAo do recrutamento, iinpli- rel,lc............
relacoes pacificas enlre dous poros, que pur sua C>ni" ",1"""" ve,ac'dade enlre lord Palmerslon 1,
lu.gua, seus interesses commcrciac. e suas relaces e %*",*"'
qoolidiaiiai acnam-sc ligados lao inliinameile, '..... ,"* "'' ""o'"'-'"'"* licaram de 91 1(2 al
quanlo o eslao os renresciitanles da rara .....lo- ** J,*; W*.D'*"*l'0. 01 MVOS. a 97 5 01 5
>~ l|! ; ... I por cuto dimmar '
saxonia dos don- lado- du Allanto
" f por renln ru-
; .1 107
Seiil.mos mui vivamente ler de annu..cnr, que I"0" '}'' M'
depni- da Ipublicac.ui ilcsle artigo, o governo ame- i ""'' ,1e 8' ''
ricauo tomou uma le-ulucao, que sem -er umu de-
1 81
1 9b,
1 poi cen,, lo,l| m
Pan o hospital,
t.onla ile colines para M. Jos
Carneiro........
Dila de aramia, sag, sevadmha
o sallinba.......
I in3 raxa de vinho dn Porto,
generosa........
Inrael debixas a Manoel 1 ...-
me de .Moraes......
239(00
8183III
6791O
699120
2riaSNii
731 0
29-3-210
I36|8M
da eslrada de ferro 50 por Om de premio
sobn a enlradi.
Disconto de leltrai, de 7 1 9 per Om.
\f i."r \ vk
Duro.lluras heipanholai. .'
Moedn de 69IOO vilhas
" 69400 novn
49OOO. .
Pral.1.l'aiacoes brasileiroi. ,
retoi columnaridi. .
* meiicanot. .
8J.28a.VKi
. 4690IH.?'
. 169000
. 99OI*
. 9900T)
. 2#00O
. I98W)
_ ., ACFANDKCA.
Reudimenlo do da 1 a 28. ,
Idem do dia 30. .
Reslituir.ii).
Lidido. ,
432:49077H
I2:880j:.
i5:37ls201
219320
7l/
II
9
Rs. 445:3463881
Discarreiam hoje I. de Julho.
Barca francesatustacemercaderas.
Barca inglezaFAizabaealhio.
Urigua urdo Mara /-.liza,1iverio< gneros,
Ut.NSLADO UBHAL.
Kendimenin do da 1 a 28 .
Idem do dia 30......
40:107*488
M79960I
4l:587a089
LIVERSAS PROVINCIAS.
Hendiraenlo do dia 1 2 28.....
dem do di 30. ... .
3:0519782
2O9IOO
3:0743882
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA ^
UO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
30 DE JUNHO DE 18,56.
Rueos-Avre-Brigue hespanhol Miguela, Vinvi
Amorim l-illio. 350 borricas assucar brinco 1
masca vado, 22 pipas agurdenle.
LisboaBarca portugueza Ligeira, Vicente Alvos
de Sonza Carvalho, 650 lacera assucar miscavads.
Lisbo.Brigue porluguez aViajanle, Francisco '
, JoAo de Barros, I barril niel.
KECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimenlo dodi 1 a28 26:9859110
Idem do dia 30........1:3X5gl2u '
28:3703230
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia | i28
Idem do dii 30 .
;:7tl.5921
2-70ti3.8<;
77:1129310
lgooo
v'13720
|-|;IMI
.13000
BLUETIM-,
LISBOA 12 DE JLNIIO.
Preroi correula dos oeswros de imprtarw) dn
,, Brasil.
AlgodAo de Pernambocn .
Hilo d.i Maranhao e Para.
Assucar dr IVrnainburo branco
Dito mascavado. .
Dito da Babia b. '.
Dilo masravado.....
Dilo d.) Riu de Janeiro n
Dilo dn Para bruli......
Arroz do MaranhAo e P. ord.
Dilo dilo melhor. .
Dito dilo superior .
Alpisla........
Caf iln II1 1 priinrira mu Ir.
Diln dilo -rgiinda dila. .
Dilo dilo lerceira dila .
Dilo dilo esrnlha boa. .
Dilo ila Baha.......
Caceo do Para.......
Dito da Baha........
Dito das Colonias......
Coininhos..........
Cravo do Maranhao ....
Cera amarollado Angola .
Dila -le lleni'nella......
Couros -,-r.o-.do Rio .Ir lae
Ditos espichado da Rabia .
Ditos salgados do MaranhAo.
MELHOR
."
xr
9 > i-.-
tli lio
neo " 39000 29*00
. 1* 13700 I38.O
. 19050 39050
. I97OO I975O
. i) I9OSO 19800
. 19(50 19750
1.. I3IOO 19550
. B I36OO 137UI
. n 1-3800 l^8.it'
. 1 600 654
. a 39*00 39093
. 29600 2-70)
. JMoo 234*0 13-VH
. n 29500 237(11
. :1320o ..-'.'i
. >' 23900 UJWO
. 238OO 29M0
. 39999 .irti
:: 120 IW aTS
. ,, 280 *;
lio. >' Ma 1:2
18-J 197
. II 147 152

R, 00

..


-

1*
.,
OURiO DE PERNAMBUCO TUCA FUM i DE JUHQ IE 1856
Ditos ditos da Baha......
Dito ditos das ilhas......
Chifres pequeos dj Brasil .
fr-rva-doce ...........
Farinlia de pao.........
Oleo de copahiba........
Dilo de linhara.........
Oiirue. *..........
I'imeota da India........
Salsa pan Ida Santarem.....
MU dilatiurupa'........
Mu i dita Hio Negro......
Tapioca......... .
Krportario.
Acuardente de 30 gr. encase.
Azeile doce...........
Amendoa em milo, doce. .
lianh. em rama un bar. .
Hlelas.............
Cera branca em grumc.....
Dila dila em velas.......
Ceblas.............
Carne de vacca (t arrobas) .
de porco. .
1 ItOlirirns...........
Figos do Algarve........
Farnha de trigo.......
Manleiga de poreo (barril) .
Paios. ,...........
Presuntos...........
Sal...........
Toocinho........
Viho tinto (encascado)
Dito braneo ....
Vinagre tinto. .
Dito brinco......
1-27 137
i> 160 190
M. 309000 409000
Q 350011 3920)
750 800
bar. 339000 369300
h 100 120
100 110
1 IOS 110
10-000 125000
7?200 05000
49500 TUNO
I58OO 29000
p. aBOMooatsyooo
alm. 89800 25900
5 53000 59200
49500
050
310
100
170
I i5000
189000
39800
800 I009
II9500 125000
19600
aso
19000

8
M
B
II

B
f
din.
6)
360
160
Londres
Cambio*.
111.11.1 2JH00
,. a 39M0
. pip'.128S0001353000
. 12830001358000
, 83000 523000
489000 549000
30 d|v.
o 60div. 54 3,8a1|2
90d|d. 54S|8
Pars 100 d|d. 520
Genova 3 mid. 517
/mslerd. 3 m|d. 43 1|2
llamburgo 3 ni|d. 49 3|8
Gibraltar 8 d|v. 935 nom.
Acues fundo/.
Inscripcoos de 3 por Ogi. 2 3,4 a 13 lil
Coupons.........42 3|443l|l
Divida deferida.......22 22 1|2
Acc-ile* do baneo de Portugal 4993 n 5039
Arenes do banco do Porto. 2363 2103
Melaei.
Agaiae de oaro dos Est. Uuidos. 188150 a 189300
Pecas de 83000.......83020 89010
Oocas hespanbulas......159000 I.Vg&'j
mexicana......148000 14-3050
Patacas hespinholas..... 9(0 mu
mexicanas...... 925 930
> brasileira....... 950 960
Vlnle francos........13500 o 33550
Cinco francos....... hko 900
Para o Para.
Brign porluguez nl.igeiro, 300 almudes de vi- | em p'eno avance de (i a
nagre, til) de azeite, 25 barricas de familia. 200 vo-;
lames de aieilonas. lOeiilH de ma-- --. 30 > saccas'
do farellos, e varia* gneros e mercadura-.
No patacho Cautella, 150 almudes de vinho, Mi, I Consiimmo deada o prmeiro ie Janeiro] 692701o-
inelladas contra90909 em 1835 durante os seis pri-
' 1 P!', '-,,i ton.*.'I*.M '''" 1ua,"i perlanccni no -chegar da Babia cun parla de sen r.rregamqnlc
i Brasil 2063 canas e41348 *accos contra 78197 lo- este porto, e de-le par. .1 Maralo para o
. neiada* sendo 397 cauas e 4,908 saceos em 1855. comprador serl obrigadn .1 faze-lo seguir. Esta
ESTADO DO MERCADO.
l)e 24 de malo a 12 de junho.
O mercado conserva-se na mesm 1 posicao, em que
se achava quando largou o D. Hara Un, asirn-
acep* sao nicamente para coniumn. A es.porlac.ao
limila-se aalguns sortiinentos da Europa, e apenas
do Brasil recebemos uro carregamenlo de asiurar da
Baha, vindo na Caledonia, e algunia carga|qoe Irou-
iirniD, Pedro II a
O movimeolo de gneros nacime? he de pouca
c jii- ler.ir.io, conlinoa a escacez de algoos ganara*, e
n'outros a sna falta augmenta.
O mercado de fundos qae eslava estacionario, ani-
mou alguma coaia nos Hai de maio a principio de
jiinim, porm no da 2 cun a noticia da retirada do
ministerio, declinou de l| 1 3|8.
Porm no dia 3 eontinoar.im as IraniaccSes a ser
regulares, havando aflluencia da compradores, a pou-
ca nu nenhuraa de vendedores, nagociando-se os
fundos de 42 a 42 1|2.
De 9 para 10 principou-se a sentir no mercado
e.cacez de fundos, miau houve urna alta da 3|4, a
10 as (ransacees forara mais que regulares, porque
se negociiiram cerca de 500 conlos, dos quaes 50
vendidos pelo banco a 43 por cen 1.
O mercado lem continuado animado fazendo-se
traosacres de importancia. At acoues do banco de
Portugal tambem melhoraram, lia grande procura,
mas nao apparecem vendedores.
No mercado monetario abunda o papel sobre Lon-
dres, he por uso que o cambio subi, o que lamben)
lie devido escacez de dinheiro. A prozima draga-
da do vapor Lyonnais do Brasil lalvez veuha con-
tribuir para urna alia raais pronunciada no cambio
sobre Londres.
Sobre as oulras iracas poucas Ir.iosaccuis se eflec-
tusram. C> papel sobre llamburgo he rani procurado,
e se continuar a escacez que actualmente se eiperi-
menla, qua-i que aseveramos que o cambio binara.
Importa cao.
Algodao.As vendas limilaro-sc a algunas parti-
das para consumo.
Arroz.Bntraram 1684saceasde Inglaterra, qoe
lem sido rttalhado. O do Brasil continua parausado
era consequencia dos supprimenlos qae lodos os dias
estilo ches-nulo do norte.
Os prego* pira o da India por vil de Inglaterra
regulan):
Ordinario. l$3*j a 19400
Bom.....19610 I96.O
Superior. I970O a 188C)
Assucar. Chegaram 227 caias. 200 saceos e 2
feiu* da Baha, 21 caitas do Kio de Janeiro, e 134
barricas do Cabo Verde.
Na vesoera da sahida do 1). Mara II, vendeo-se
urna partida de cerca de 1,000 saceos para reexpor-
tar para Genova, desde entao as vend* lem-se limi-
tado ao consumo, o* possuidores lustenlam os pre-
sos, mas os principas* compradores to juMcienle-
menle sonidos.
A existencia hoje 12 .is 9 boras da manhaa, lanto
nos depsitos como o que est no mar, orctn-se a
Caixa* Feii.es Barricas Saceos
1409 19 616 26958
Borracha.Da chegada em maio appareceram of-
fertas a 360; mas os compradores recusararn vender
a menos de 40i rs. \
Ole. Enlraram 229 saccas e 2 barricas do Kiu
de Janeiro 54 saccas de Cabo Verde; do Brasil
houve poocas vendas, nicamente para consumo e
algn* lote* pequeos para a Porto ; os meas deste
estao bastante firmes, em consequencia do pequeo
deposito que ha : o de Ansol. vendeu-so a 33100.
Cacao.Chegaram 257 saccas de San Thum, urna
partida de 240 embarcan para Gibrallar, julganioi
que por cunta propria ; as vendas do d.i Babia .-lo
de pouca importancia a nicamente para consumo.
Cuoros.Em maio venderam-se os existentes sec-
eos do Kio de 36 arralis: em junho houve Iransac-
ee- dos de refugo de 20 a 25, tanto os espichados
da B-tilia como os de Angola, sao pouco procurados :
lgnma ron-a se tem Yeito nos Migados do Maranhao,
Badia, Cbo Verdee ilhas.
Oorucu'.Em apathia : nos fina de maio ainda se
venden urna partida para reexportar a 110 a 150.
Salsa parrilha. Nos fins de maio appareceram
compradores do Rio Nrgro, olTerecendo a 69, po-
rm os possu tures ricosaram vender por meuos de
7;200, ale hoje nada resolveram.
Exporlac3o.
Azeite.O mercado continua sem animaran; pos-
eas sao as vendas realisadas para exportarlo.
A eencurrencia ao mercado he sufliciente para
supprir o consumo, ealguns embarque* para Fran-
ca, Russia e Brasil, ha basltute fundamento para
suppor que sao por coula propria.
B(0 precos para embarque regulara de 23800 a
29O0.
Farnha de trigo.Os precos subirara 500 rs. em
consequencia da alta que houve nos cereats. As ven-
das sao limitadas, a a ev.portac.lo fm apenas de 78
barricas para o llio de Jaueiro, 250 para a II1I1...
135 para o Para', e 140 para o Maranhao.
NOTICIAS MARTIMAS.
Liiboi, de 24 de maio a 12 dejando.
Hnlraiai.
29 d* maiobarca poilugueza Caledonia, Baha.
4 de junho vapor porluguez O. Pedro lia, Ro
de Janeiro, licou de quarenttna e pralicoa a 9.
dem idemvapor ingle/. aTarnar, seguio no dia 5
para o norle.
10 idemvapor francez Cdiz, Havre.
SaAtatas.
26 de m.lio. Para'brinno porlngaez 'Tarujo III,
de 2-13 toneladas, capitao Almeida ; carga 2-ii bar-
ris de vinho, III) de vinagre, 120 barri< e 17 caixa-
de azeite, 181 barrs de carnes, 160 de (oocinho, 135
barricas de larinha, 60 da bacalli.10, 85 caixa* de ce-
ra, 10 de ebo, 600 molhos de ceblas, 163 muios de
sal, 50 caixus de luala, 80 de pastas, 26 saccas de
feijo, 6 volumes de peixe, 13 -accas de alfazema, e
varios genero* r mercaderas.
7 ile junho, Maranhao barca brasileira Lnzila-
nia, de 245 toneladas, capilao Souza ; carga 47 pi-
pas, 16 meias ditas e 85 barris de vinliu; 10 pipas,
28 meias ditas e 2 barris de vinagre, 106 barris de
azeile, 49 anenretas de azeitonas, 11II barrica* de la-
rinha, 107 barris de carnes, 60 de toucinhn, 300
arrobas de batata*, 100 qiiiulaes de bacalbu, SOO
mollios e orna nrcao de ceblas a granel, 4 caixas
ite cht, 129 arroba* e 35 arralis develas de cera,
20 barrilinhos de cevadinha, 70 caixas de massa-, 6K
iceas de cabos de cairo e varios gneros c mercadu-
ras.
limharr.arao despachada.
Pernambuco Rriuue poitugueznCinstante, do
258 tonelada*, capitao Silvioo Manuel dos Reis, car-
ga 56 pipas e 239 barris de vinho, 26 pipa-, 2S meias
ditas e 125 barra de vinagre, 2 pipas. 45 barris 21
garrafiese t ncoreU de azeile, 150 barricas de fa-
rnha, 3n b.irrici-,e I caixa de bolacha, 170 volumes
batatas, I pipas lelmli.ica, 180 saceos de farellus, 10
harneas dcalpista, 115 barris de tuucinlio. 50 de
carnes, 37 barricas de cera em grume. Cft caixas e
260 molhos de cebla*, 25 barricas de ere, 13o res-
teas d'alhos, 25 li.irnr.i- de salitre, 58 volumes de
drusas, 12 barrica* de cal, 12 de carvao animal, 20
barris de peixe Hitad*), 4 barricas do bacalho, 160
pipas v.i'ia-, 5sacrascom amendoa, 5 caixas de rape,
10 fardos de penetra*. 101 aucurelas e 820 paroleiras
, de azeitonas, 93 caixa* cum velas de cera, 33 pedras
de otilara, 300 varastle lagedo, 210 pedra* de moi-
nho, | saccas de cevada e varias mercaduras.
.Varios ii carffa no Tejo.
Para Pernambuco.
BriRM porluguez Lata II. 1122 almudes de vi-
ho, 486 de viuacre. 112 de azeile, 450 arrobas de
htatas, 93 caixa* de cora em vellas, 8 barricas em
-tune. 10 saceos de erva duce, 130 barris de Inuci-
nl, 1696 molhos de cbalas, 20 volume* de alpista,
12 .arrisderhniiricn*, :I0 moten de al, lo barris de
cari.*, t; caixas de cha, e vari.il merca loria-.
Bi^oe porluguez oSoberane,,, -sin atiniides de
vinhi ifiO de vioasre, 50 barricas de Ijnnlia, |ti i
da boiclia, e 17 barris de cal.
I'ropoitot para rtceber carga.
Para Pernambuco.
Brigue pnrtusuez Bom SacceJto.s
A barca portugueza Mara Jo*,>i proposla para
Pernambuco, esta conceda mo aipila.
O brigue Soberano sabe amanbaa para Per-
nambuco.
O brigue l.aia II lambem larsa amanhaa para
Pernambuco anda esl a recabar mais carga da que
lem despachado.
Ainda nao eil annuncisda a sahida do D. Pe-
dro II
Barro do Porto.
Entradas.
Barca portngseza Leal. Peruamhuco 22 de main,
dem dem Carolina, Maranhao, 29 idem.
Galera idem Aurora, idem, 29 idem.
Barca dem Adelaide. Rio de Janeiro, 30 idem.
Galera idem Saudade, idem, 30 idem
Galera idem Defensor, Baha, 31 idem.
Barca idem Silencio, Rio de Janeiro, 5 de junho.
Sahida*.
Galera porlugueza Nova Suhtil.n Ro de Janeiro,
21 de maio.
Barca idem F. de S. Siman, dem 6 de junho.
REVISTA COMMERCIAI.'dS PRINCIPAES
MERCADOS DA EIROPA, PELO VAPOR
AVOS, SAH1O DE SOUTAMPTON EM 9 DE
JIMIO.
Hambnrg] 6 de junho.
Caf.Tove notavtl mudan;! para melhor, At
noticias do Rio em data de abril acharam o mercado
mui calmo. Depoit do recebimenla do correio do
Brasil anuunciaado reme**as pouco consideraveis e
nma alca, o mnvimento sobre o artigo tomn impul-
so, e emito produzio-se urna raelhora de l|8 a 3|I6
sch. bancos. Se as noticias que se esperam do Kio
pelo meiado de junho forem ainda de alr* de preco,
os possuidores realisarao de cerlo bons lucros, por-
que a desforra sera' mui grande, vista se estar aqu
desde muiias semanas na especlativi.
A inlensidade do mercado monetario he menor; o
dinheiro j est menos raro, e se, como he depresu-
mir, a situacAo financeira tornar-se completamente
boa, a especularlo lomara' para o mercado e vira
ainda augmeular os presos.
E portaulo, segando todas as apparencias, o artigo
nao denata de melhorar, e elle acha-se em excel-
lantes coudice* para os importadores. Vendas totaes
desde o prmeiro de maio : 34,000 saccas do Brasil
succcs*ivamente pagas de sch. 3 7|8 a a 5 3|S, a 5
1|4, e emlim de 4 a 5 1|4 ; ao pas*o que furam ven-
didas cerca de 24,000 saccas de San Domin-gos.La
Guayra e Porto Rico.
Luimos precos : Brasil, ordinario .1 7|S a il|,
real ordinario 4 3|8 a 4 5|8, bom ordinario 4 34 a 5
1|8, fino urdinarin 5 1|8 a 5 3|4.
Cacao.O artigo sustentou-se favoravelmeule to-
do o mez com urna procura seguida. A reduerao dos
direilos de entrada, decretada em l'ranra quaolo
ao cacao vindo das cidadet martimas da Europa
com o ftm de favorecer at importar/es para all, toi
urna das causas desla -tluac.i-i favuravel.
Em llamburgo as surte* do Brasil nao parlicipa-
ram para bem dizer dessa refrega ; cita-se -rnente
a venda de 300 saccas da Baha e do Maranhao por
preru oceulto. Todas as vendas foraro do Guayaquil
por precos mui grandes.
Assucar. Este artigo esta' paralysado nos pri -
metros dias de maio, em consequencia da raridade
do numerario, Houve depoit alo e importante* ne-
gociares, e ltimamente a tendencia voltou para
baixo; principalmente quanto qualidads* enm-
muns. Comtndo como os refinados estao sm favor,
ha motivo para crer que ela reaccao serpassa-
g*ira.
Vendas das qualdades do Brasil : 3,C H) uccos de
Pernambuco mascav.du marco banc 19.6 : branen,
2,500 saceos de 22 112 a 21 marco b.; 1,000 saceos da
Babia a 18 marco b. por 100 libras.
Cintro-, Procurados e betn sustentados a' vista
das milicias favoraveis do ultra mar. Esta disposifao
nao c.oiilinuiiu, e annuuciam nos que os couro* nova-
mente tornaram-se calmos. Foram vendidos 3,0")
de Pernambuco e Bahia de 8 a 8 1|2 sch. por libra.
Impartacao desde o principio do anuo 99,000.
Vendas dito 53,000. Tausil: 33,0.
Madeira. A de tintura; roa de Pernambuco
uslenta-se de 36 a 40 sch. ou de 30 36 marco b.
por tonelada.
Havre, 7 de junho.
Caf.As Iransacjes leem sido regulares, tanto
para o i.....nma como para a exportarlo. As ven-
das publicas furam relativamente em todas as sortes
mais importantes que as Irangacces particulares.
As noticias viudas do Brasil pela mala de 15 de
abril deram mais firmeza ao artlgf que dea em ba
posicao cum prer w mais firme* He licito suppor,
alm disto, que a clevac.io sempre crescente da laxa
dos alarios, ha de Irazer na volia da e-laran, em
]ueseconsommem mais liebulat eslimulantes, urna
noiividddBiiu*tnioo cafe. V. na re preciso para isio
que os desastres das ioundages do nieto di* da
Franca, sejam de nalureza a fazer encarecer os graos
na occasiAo da colheita, porqnanlu as itao-areo.
principalmente a* que se prendem ao consumo dia-
rio do povo se resenliriam com a crie.
Foram vendidas no Havre, depois da nossa ulti-
ma revista, a contento, prmeiro 1218 saccas do Rio
a prevo dUi 150 francos por 100 kilog. (arma-
zem) do lavado, 3,500 saccas de Santos a entregar
pelo Plevilleu a pouco mais ou menos de 68 ir. 75
por 50 kilog. (deposito); segunda em leilao 200 sac-
cas da Babia preco de 108 a 122 fr. (direilos pa-
gos), 552 saccas do Ro do nao lavado pelo cD. Pe-
dro, a prejo tle 108 a 119 fr. por 50 kilog. (direi-
los pasos avariado .117 saccas do Rio lavado de 108
a 119 fr. por 50 kilog. (direilos pago*), 118 saccas do
Rio pelo Cdiz de 108 a lili fr. ; 15V saccas do
n.lo lavado da Babia a preco de 101 a 112;1055
do nao lavado do Rio pelo*Cidad de Pars Illa
119,8 sacras ditas pelo me-uio naviilavado
de 118 a 127 fr. por kilog. (dirtito* pagos.)
O deposito inclu-ive o* das alfaudega* 2,319,492
kilog. (ueste algarUmo nao se comprehendem 3580
saccas de Sanios, chegada* reeenteruente pelo navio
porluguez Caridade ) em 1855 em igual data o
deposito era 2,500,01.) kilog.
ltimos precos : Rio lavado 130 a l1 fr. por
10) klhg- (deposito), nao lavado 116 a 130 fr.,
ordinario 104 a 110 fr.; Bahia 114 a 132 fr.
Assucar.Procura ba-tanle activa com tendencia
nolavel para alca sobre ludo quanto a* sortea das
Anlilli.ts Francezas. Vendas das sortes do Brasil :
2,300 saceos de Pernambuco a fr. 61 os. 50 kug.
(direilos pago*,' por quanlidjde goal ao n. 12 do
^ypo hullandez: 1,00 saceos ditos a 61 fr. 50 cent.
50 kiloj. 264 saceos da Bahia avariadu* foram adju-
dica los em leilao por preco de 26. 25. a 28. 75 por
50 kilog. -irina/.eni .
Os depsitos >Ao succeisivaroente redazi.it s, s li-
milam-se a 3,000 saceos, 2,31 ) barricas da* An-
tilbas francezas. e 130quarlos Bengala8,200 saceos
do Brasil, 3,60H fe>xo* de Porto-Rico e Cuba,
1,500 caixas da llavana, 4,000 feixot das Anti-
Ihas, e 1,800 saceos da Man tilia em 185.5.
As existencias sao denatureza a fazer suppor urna
reaecao seria.
Vendas quanto aos prer; os das Borle* do Brasil :
o braneo de 136 a 138, o tmenos de 120 a 130
fr. o mascavado de 108 a 118 fr. por 100 kilog. (di-
reilos pagos, i
I.I.'indres 8 de junho.
Caf.No* primeiros dias do raao appareceu una
alca de 2 a 5 sh. subre as especies coloniaes particu-
larmente o CeylHo das Plantaces-. Esta especie deu
* lugar a alsumas Iransncces seguidas. E.la n,1o
pode entretanto conservar n avanzo oblido. Em
summa as noticias do Brasd n.i > liveram influencia
na praja, e os negocios nesta son ficaram abaixo
da cifra a mais baixa que se ha registrado ba muito
lempo. As uperaces se cesumem deste modo se-
guinle : sobre 2600 saccas do Rio, caf, commum
apresenladas em venda publica 4C) smenle foram
compradas, a saber : Baixu ordinario a 45 sh. 6 ;
ordinario a bom ordinario de 12 a i, o re-lana
Pela inspeccao da alfaudega ss faz publico, que
no da 2 de juihn do correle anuo, depois de meio
dia, te ho de arrematar em basta publica ,-i porta
da mesma repartirn, sendo a arremataran livre de
direilos so arrematante, 210 libras de almectga da
India, no valor do 633 rs. cada libra, viuda de Li-
.verpool pelo navio ingle* Medora, entrado nu
correte mez, e abandonado aos direilos por Joao da
Cunceic.io Bravo. Alfaudega de Pernambuco 27 de
junho de 1856.O inspector,
Beulo Jos Fernn le- Barros.
meires matea do auno.
consumo c o cnmmercio miudo e os precos estavam Venrle-se n veleiro e bem cnnlruido patacho
nacional, Alhena*, de 206 toneladas, prximo a
o para
nde o
e bar-
co foi feilo em Genova, em marco de 1851, sua
conslroceao he decnrvalho, forrado de cobre, leudo
refeilo esle em main do auno provimo passadn ; ven-
de-se por sen dono ler de relirar-se para Europa :
o* prelendentr-s podem rfingir-se, lopo qne este
chegar, que sera novaroenle aiinoncadn, an escrip-
lorio de Antonio l.oiz d'Dliveia Azevedo, ra da
Cruz, n. l.
Para o Rio Grande iloSul
O biale nacional Tigra por ler promplo parle
lo seu canecamente, tern ainda tusar para 200 ou
300 barricas : Irata-se rom V. A. ne Souza Carva-
Iho, ou com o capuaa na praco do Commcrcio.
9&0toiwent0 to pvtte.
."ariot entrados no dia 30.
Soulliamplon e porlos iiilermedios20 das, vapor
inglez Avon, commandanle Richard Rivett.
Passasciros para esta provincia, Tbuinaz Blsfceley,
John Gatis, J. Smilh de Vasconcellos, James Clav-
ton, llenry Day. Segla para os porlos do sul.
ronduzindo desla provincia os passageiros, Charles
Aslley, E. Schramm, Luiz Vctor Sollard, John
Klliott, Faustino,pardo liberto, G. llarvey Duder,
Thomaz l.owden, Antonio de Paula Fernandes
Eira*.
Parahibalidias, biale brasileiro Fiordo Brasil,
tle 28 Ion el.i-la-, meslre Joao Francisco Marlint,
equipagem 4. carga loros de mangue; a Vicente
Ferreira da Costa.
'Jacios sahidot nn mesmo dia.
Bahia e Rio de JaneiroVapor francez Cdiz'
commandanle Bcrindoaue. Snspendeu do lamei-
rao a meia noile de bonlem, eonduzindo como
pastageiro desla provincia, Alvaro Aucusto de Al-
meida para a Bahia,
ParahibaBarca hespanhola Venus. Seguio do
lameirao.
<$&i;Hc.
RtclMatotS.
Devendo em ctimpritnento da 01-
dein do tiihtmaldothesouio nacional, de
2 de Janeiro do corrunte anuo, saliir da
circutarao as notas de 30.s', de segunda es-
tampa, papel encarnado, <|ue nella exis-
tein, sendo substituidas por notas dos
mesmos ou de menores valores, da caixa
lilial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia olllm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os possuidores das ditas
notas de OfOOU, para as apresentarem
na mesma thesouraria, afina de sercm
trocadas dentro do prazo de oito mezes, a
contar do 1 de juliio prximo vindouro ;
28 ievereiro do segutnte anno de 18.")" ,
declarando ao mesmo lempo que, lin-
do lesee prazo, sollrerao o disconto
de lO por cento do seu valor em cada
md de demora na apresentarao, na for-
ma da lei de 6 de outubro de 18,"j, at
licarem sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de fazenda de Pernambuco,
o d junho de 185''. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
I A adminisir.i.'ao geral dos estabelecimenlos de
caridade manda fazer publico, que no dia 3 de julho
prouuio futuro, na sala de suas es*6es, largo do l'a-
raizu, pelas i horas da larde, contina a arremata-
cao das rendas das casas abano declaradas.
II nir i do Recife.
Ra da Cade,a n. 30, ra da Seozala Nova ns. 25,
26 e 30, ra da Lapa n. 5, ra do Pilar ns. 93 e 95.
Bairro de Sanio Antonio.
Ilt .i doCollegfo o. 18, ra Direila ns. 5*7, 'ra-
vessa do Carcereiro ns. II e 13, ra do Padre Flo-
riatto II. 13.
Os prelendenles dirijam-se ao lugar e hora apra-
sado-, acompanhados deseos fiadores ou munidos de
carlap desles. Adverle-se. porm, aos aquilinos,
que nao estiverem em da, que nao sern adinillido*
us seus 1,11150* sem que saldcm os seus dbitos. Ad-
nnuistrae.io scral dos eslabelecirneulus de caridade
20 d junho de 18.5.O esciivao,
Antonio Jos tiumes do Correio.
Parante o conseiho de administrar) naval tem
de conlratar-se as 12 huras do dia 3 Ou mez de ju-
lho vindouro, e por lempo que ao mesmo conseiho
i on \vt pm ns prori- .*..-. iitivioe -innados, barca de
escavajau, enfennaria, arsenal e africanos livres e
fornecimenlo dos seguintes gneros : azeile doce de
Lisboa, dito de rarrapalo, assucar bronco, arroz
braneo do Maranhao, agurdente branca de 20 graos
bolacha, bacalho, caf em grao, carne verde, dil.
secca, farnha de mandioca, feij?o mulatinho, pjo,
toucinhn de Lisboa, vinagre dito, velas de carnauba
e de estearinas ; bem como se contratar por lempo
de um anno a findar em 30 de junho de 1857 o for-
neciinenlo de medicamentos para a enfermara
navios, o dos servicos de barbeiro, e o de fardamen-
los brancos e azues para as iraca- dos navios e ar-
senal : pelo que sao convidados ludo* os que inte-
ressatem em dito* lome cunemos a coinparecerem mi
sala do suas sesses a hora indicada do mencionado
dia, com suas amostras e propostas, declarando os
ultimo-, precos e quem seus liadores. Sala das ses-
soes do conseiho de administraron naval em Pernam-
buco 27 de junho de 1856.O secrelario,
Cririslovo Santiago de Oliveira.
-- O Sr. director geral di inslruccao pnblica Joa-
qnim Pires Machado Porlella.lendu entrado no eier-
clcio do seo emprego no dia 25 do crreme, manda
fazer publico que em quanto se nao effeclua a Iratis-
Para Lisboa
A barca Ligeira at u dia 15 de julho poi ler
prompto maior parte do seu carregameuto : para o
reslo e passageiros trata se com V. A. de Souza Car-
valhu, ou com o capillo na placa rio Comroerrin.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segijecom brevidade o brigue nacional nElvra,
ja lem parle do seu carrejmenlo promplo, para o
reslo. pasasceiros, e escravo*, para o que tem encl-
lenles commodos ; Irala-se com o consignatario, Jos
Joaquim Dios Fernandes.
Para o Cear com escala pelo Hio Grande do
Norte sabe em poucos das, por ter o seu carrega-
menlo quasi completo, o palhahnle nacional sAnge-
lica meslre e pralico Jos Joaquim Alves da Silva,
para o restante da carga e passaceiros Irata-se com
seu consignalarin Luiz Jos de S Araujo, rua do
Brum n. 22 ou com o meimo meslre.
Maranhao e
Para.
O bem couhecido brigue escuna Laura, receb*
carga e passaseiros : Irala-se rom o consignatario J.
B. da Funseca Jnior, na rua do Vigaiio n. 23.
Para o Rio de
Janeiro
segu em poucos dias por ter grande par-
te do carregamento prompto, 1 escuna
nacional ZELOSA, capitao Pinho : para
carga ou escravs a (rete, trata-se com
os consignatarios,! no escriptorio da rua
da Cruzn. 40.
-- A barca Sania Clin sabe pnra o Porto fno d
5 do crreme roez. Anida recebe carga e passagei-
ros ; a tratar com Barroca \ Castro, na rua da Ca-
deia do Recife, o. 1.
Coinpanhiit \brasileira de
paquetera vapor.
Esperase
at o dia I
do correnle
o vapor Im-
perador dos
porlos do
sol. o qiial
depoi* da
demora do
coslume se-
guir' para
os do nor-
te : agencia
na roa do Trapiche n. 40, segoudo andar.
Hetot*.
O agente Borja far.i leilao em coolinuacaio, de
alguns dos escravs j annuociadns para qoarla-feira
25, que nao pde ter logar naquellc da, os quaes
au uin banqueiro, um purgador, um distilador, um
carreiro e vaqueirn, um de servico de en\.ida, e
mais urna prela ptima coziuheira e engommadeira.
com urna cria de 3 annos, e um bonito rnoleqoe com
principio de coziuha, costumado a andar a cavallo e
a (ralar delles, proprio para pagem ; lodos serao
entregues de*ia vez sem recusa de qualquer prejo
maior que f ifl"erecido quaria -fir 2 de jolli ,,
meio da ei^iulo, 110 arniazem do agente annun-
ciante, silo .a rua rio Collesio n. 15.
T. de Aquino Fonseca \ Filho fsrao leilao,
por inlcrveiic-io do agente Oliveira, econla de quem
pertencer, de ama porrao de vinliu da Figueira de
superior qualidade, em pipas e barris, Intes a volita-
do dos compradores : terra-e-ra t.- .te julho proit
um, at 10 horas da manhaa, 00 armazem do Sr. Au-
nes Jacome, defrontc da arcada da alfaudega.
Agencia tle leudes na na
da ;VI(lre de Dos n.
52, de Vieira da &lva*
Terra-feira I de julho, a's 10 horas da
manha, sero arrematados muitos ob-
jectos, mohilia c algumas obras de otiro,
o rjite tudo estara' patente e sera' vendi-
dido a contento dos freguezes.
O agente Borja, por aulorisaro do
E\m. S:-. I)r. jtti/. especial do coinmer-
cio, segando o seu despacho proferidoem
iiMiuerimento dos curadores liscaes da
massa allida de Manoel Joaquina Alves
Pitead, fara' leilao das dividas pertep-
centcs a dita massa, as (juaes montam a
quant/ade 10:28.>'590 rs., cujoslivrose
mais documentos se acliam em poder do
muito inferior (mistura de graos prelos a bom ordi-
nario de 37 a 41 sh. subre urna oulra poreflo de 3,200
saccas, 900 acharam compradores, a abr : algumas
porces do lavado a 56 sh., 150 saccas bom a Dno or-
dinario de 17 t a M, o |resto ordinario a.finu or-
dinario de II!) a 58 sh. 300 aacca* que foram engeila-
das nos leiloes. oblveram de 40 a 43 6 palo ordina-
rio a bom ordiuaaio por quintal inglez.
L'llimos precos.Rio, flno ordinario e lavado 17
a S9 sh., bom ordinario, 42 ti a 44 ; ordinario 37 a
12 ;Ribia, lino ordinario a mediano 40 a 5t, or-
dinario e bom ordinario 38 a 45 sh, por quintal.
Deposito. 150,172 saccas (da* quaes 32,7110 do
Brasil) contra 1:18,3. sendo 11,851 saccas do Bra-
sil! em 1855 a 5 de junho recebcu durante o mez de
maio em Londres 16,955 arcas do Brasil, 6,683 do
Rio, 9,270 de Santos, 102 da Bahia.)
Cacan.O artigo eslj em a 15a, e as vendas para a
exportara., sobre tudu chegaram a urna cifra ele-
vada. O* de Guayaquil sobre tudo teeiu ohlido urna
sica de 9 sh. por volume ha um mez. As oulras es-
pecies nao lomaran) aflXo nina parle secundaria no
moviinento. Esla refrena subida foi provocada em
maior parte, por um decreto que acaba de publicar-
se em I-ranea, de 30 franco* por 100 kilos. O direi-
to de alfandega sobre os cacaos impurladusdos dep-
sitos da Europa.
A e.oiar.io do cacao do Para', JO a l sh, da Ba-
hia 39 a 41, de Guayaquil 17 a 17 (i por volume (di-
reilos pasos) os quaes ilode I dinheiro por libra.)
Deposito. 3,605 volume* senda 771 do cslran
geiro) contra 5,712 volumes, sendo someute 471 d
estrsngero] em 1855 a 5 de jouba.
Assucar.-- No periodo que nu* necupa os assuc*
res e*lraniteirns snzaram de urna boa procura cn
precos occasionalmenle cinaica de b dinleiios'or
vuluinc. As evpcdices asas consideraveis pa a
o*p->rlacao motivaramesla ictividade; ellas su:ra,n
a mais de 12,000 volnmes p ir semana. u o,-' -
peila ao Brasil, a* vendas podem resumii d mudo
seguiul; : 1800 saceos, e I3t) caixas da Ualr< com
17 sch. seis dinheiro de direilos) a 47. 6 o 1 i ll" '< I
a 41. Ii pelo somenos a bom braneo ; de 40. t
pelo bom meliu ao fino In.ueiro2500,'' seco* e
100 caitas da Babia maseaTado livre da ell.
25. 9 para o deslino do continente80 ficco da
Baha trigueiru 11. 3 um carregam-1'0 de 3W)C
saceos da Parabv ba a 25. t 3000 Ir**1 de Per-
nambuco de II "a 13. t pelo branca <'e 41. (i a 42
pelo claro somenos de :!K. t a l) '}" mascavado
-direilos parosO e*curu 13. 'i, claro '' O. e braneo
17. n no ultimo momento solea d l'"iida do cr-
relo se uos assJgoiU neu.oi.ios 1 I--' lautt- pan o
ferencia da respectiva secretaria para casa especial e rente 1 ule iwrWin Mr
apropriada, da'expedicnle e despacho aos requer- *tcnl.c 'nuunuaiue, Oniie poaerao sel
horas 'laminados : tena-lena 1 de julho, ao
meio dia em ponto.
O agenle Borja far leilao em sen armazem, na
rua do Collegn n. 15, de urna grande quantidade
de objeclos dilTerenles, os quaes cousislem em obras
de ni tremera novase usadas, obras de ouro, prata,
diamautes e brilhantes, coinubem: adereros, meios
ditos, alflneles de peito para seuhora e para homem,
pulceiras, anueis, bornes para abertura, relogios para
algibcira, ditos de pirede u cima de mesa, candela-
bros, linternas de vidro, calnitgas, vos e mais en-
feiles de porcellana para sala, apparelhos de loura
para almorz e jsnlar, urna grande porcao de cadei-
ras genovezas e hainburgueza*, varias camas de ferro,
e urna infinidade de oolros muilos ohjectus, qoe fura
inipossivel anuunciar, os quae* se acharan exposlus
110 referido armazem no dia do leilao ; assim comn
um ptimo cavallu : quinta- lem 3 de julho, as 11
horas da uianliaa.
Hoje I de jolbo- llavera leilao de manleiga
fraiiceza,, e de viuho da Figueira ; 110 armazem du
Sr. Aunes Jacome, defronte d'areada il'alfaudega.
-- O ageule Oliveira fara' leilao por autorisaco
do E\m. Sr. Dr. juz especial do commerciu, cla-
rada em requenmenlo de Antonio Thcodoro oa
Silva, capirau du bn. ue porluguez u'l'rovadora, e
por conla c risco de quem perlepcer, de 200 roda*
de arcas para barris e 200 dilss ditos para pipas,
recenteineule importadas do Porto pelo referido bri-
gue : sexla-feiri 4 du correle ao meio dia cm pon-
to, no largo da alfandega protimo a escadioha.
ment de partes em lodos os dias ulcis das
da manhaa at o meio dia. na casa de sna residen-
Ca oa rua do Colltgio n. 25.O secretario, Fran-
cisco Pereira Freir.
Pela mesa do cumlalo piovncial se faz tabi-
co sos propietarios dos predios urbanos, das fe-
guezias 11esU cidade, e da dos Afugados, que o. 30
das uleis para pagamento da decima du 2.e se-
nt* redo annu financeiro de 1855 a 18.56, fndam-
le 1 o dia 8Jdo correnle mez ; pois incorrtm na
mol a de 3 por cont subre seus debitus : luiOt que
pag. ram no1. desse Jia.
Contratando esla reparlico a compra ot'forneci-
ment de lijlo e cal, precisos estes .don objerlo*
para as obras a seu cargo, na quanlidale, e por
tem >o |que mais conveniente for, mama o Illrn.
Sr. inspector fszer publicu que acerce receber-se-
ha 1 esta secretaria as respectivas propasas em carta
fecl ada ate o da 5 do correare mez as 11 horas
da 1 anhaa, em qoe o cuulracto eflec.uac-se-ha com
quem mais vanlagens otTerecer a 1,1-ir dos interes-
ses da fazenda.
Secretaria, da inspeccao do arenal de marinha
de 'ernambuco, 30dejonbo de 18-56.
O secrelario, Alexandre Rdrigues dos Anjos.
-- O fiscal de S. Jos, pirliciou que no dia 26
do. torrente liuha feilo iavrar ermos de infracroes
as 1 oslnras contra os senhures >eguiules : Manuel
Jos; Ferreira de Gusmao e J.iqunn Antonio da Cos-
ta I .srangeira, incursos na nulla de i~. do arl. 21
lit. 4 das posturas de 30 de ,unho de 1819 ; Agosli-
ulu Man.iei do Nascimenl- Bernardiuo Pereira Ri-
mo Firmino Jos Flix i1 Rosa, Manoel Joc Fer-
reili de Gusmao (oulro *labe!ecimenloJ, Joaquim
Aoouiode Oliveira, jenoel Igoacio de Arroda,
Re lardino Amonio da^ilva Lisboa, Joaquim An-
tn u de Oliveira (oulr estabeleciiuenlo1, F'rancisco
Tai ares Correa, Jose-'ereira Magalhle* Bastos, Jos
Goncalve* .le Souza-luimarSes, Anlonm Joaquim
Saltado. Jos Gome Ferreira da Silva, Jas Perei-
ra t e Azevedo, inc/sus todo* na inulta de 8)000 do
mesmo artigo (reiridencia), Joaodu Amaral llafioso
e F ancisco Jos ernandes Pire*, incursos na malla
de I.000, du arl-2 du citado titulo, e Candido Jos
da 'onseca, inerso na multa de 129000 do art. 7
do lit. || das r-eridas postura*. Secretaria da ca-
mela muiiir 1 i do Recife 30 de junho de 18.56.
Accioli, secretario.
- Ocoos-bo a" adraiiiislratao do rardamcuto do
eori o de p-icia mauda fazer publico, que precisa
comprar 3tf P**"* le sapalos 1I4 sola e vira feitos
ne- 1 cid.1* : as pcMoa* que ss proiozerem vender
dev rao mnarecer ua sala .11 -i- -retarla deste quar-
tel tu d' iocorrenle, pela* 10 horas da manhaa,
com su- proposla* em carta fechada, aeompanhadaa
das o-pelrnlcs amostras. Ouartel do coreo da pn-1 sutil para Com us mesm-.s dignissimossenines.
hcia r de jullin de IS-it. bpiphamo Burses de Consistorio em mesa 2(1 de julho de 1856.
jlcn.e* Doria, lenle sccrelai
Ao Rio de
Janeiro.
*~~jr, U brigue nacional \I.V-
KIALUZIA, capitao Joo
da Silva Montes", segu m-
, prcterivelmente no lim da
I prsenle semana, se caso
imprevisto nao impedir, recebe algumas
sai e escravs a frote, paraos quaes
1 melliori's accommodacOes e trat-
is: contrata-te rom Antonio de Al*
Gomes, na rita do Trapiche n lt,
do ,iiid,u
mittd
da' a
ment
ini-id,
segu
*tt>i$9* >WtcM.
VOTO DE AGRADECIMEMO
A aitemlilea provincial.
A mesa regedora da irmaadads do Divino Espirito
Sanio da igreja do Colleco desla cidade, tendo rc-
queiiao a Illm.a atseinbl'ea provincial a concessan de
5 loteras de 120 conlos de reis cada mni.para mui-
liu dus recursus da mrsmajrmandade, afim de levar
au merecido estado da explendor aquella igreja. vem
pela imprcusa apresenlar aos dignos membrus do
corpo legiilalivo da provincia om voto solemne do
seu recoiibecimeulo e eterna gralidao, pel deferi-
ineutoda supplica dos abano asignados. visto co-
mo decrelun por urna resolucio approvada as ulti-
mas boras da esslo Boda, aquella pa subvengo,
com a qual poder a uniiidade fazer face as gran-
des depezas de reparacio do templo reconciliado.
t>* abaixo assigaados, alem du vol que em mime
da contraria apresenlam ana dignos representante-,
da provincia, bypulberain u *eu rcrnnhecimento pes-
I"
Alitiiiiin llaiii..,
Juiz.
Antonio Joaquim de Almeida Cruz,
E-envau.
Antonio Jo*o Dia*,
Thssonreiro.
Juo Atliana/iu Butelbo,
1." .Iilinil.tr discreto.
Josc Brandan ta Hucha.
2." ditinidor discreto,
Jo.io Baplist.i Vinra Kiheirc.
3." dilinidur discreto.
Manuel to* Sanio* e Silva.
i.* diinidnr discreto.
Joao Alves Machado,
5.- difinidoi dscrelo.
Manuel Pereira l.emus.
ti.- ditinidor discralo,
Jos llodricues de Carvalho.
Procurador do p.ilrmunn.
Anlonin Angosto do* santas Corto.
Crocuradiir de elecao,
Ladislao Jos Ferreira."
Dilinidor,
Auto.....Joai|uim da Cosa e Silva.
Dilinidor,
Jos Joaquim Barbosa de Amorim.
Dilinidor,
l.iaquiui Anlonin Dias de Cidra.
DiliniJui.
Jo3o Antonio Coelhn.
Difuidor,
Ju* i. --111111 da Costa l.eilc Joniur.
Dilinidor.
Joao Tavares Curdeiro,
Procurador erd.
Ti'o do Senl'or dos Pastos, e nao se ollia .1
preru si; foi* muito perfeita e nio muito
pequea : na praca di Independencia
ns. (i e 8, se dir riuem quer.
yo dia I.- de julho, depnis da audiencia du Sr.
Dr. jinz niunicipal|da primeira vara, terti lugar a ar-
remataeao a quem mais der. de um sitio na Solada-
de, ua rua de Joo Fernandos, avahado pur 2:00lt,
nir execocao de Clorinde Ferreira Clao, contra
Manoel (^esar do Ksprilu Sanio,
Preeisa-se de una ama para o servido inlernn
de urna casa de pouca familia, preferiudo-se escra-
va : a Iralar na rua da Cruz n. 21.
OalMIU assiiiiadu.eurdealiiienle anradece a
todas as pessoa* que liveram 1 bondade de as-
sistir n 1 matriz da Boa-Viita, o ollicio divino
feilo a sua minio prelada consorte l). Malbilde
Alves tiuerra Lopes, e especialmente aos que
se disnaram arompanhar seu cadver para o
cemiterio publico.ChrltotSo Xarier Lopes.
Becife |" de julhu de 1836.
Lotera
do convento de Nossa Se-
nhora do Carino.
Aos 5 00Os e 2:000s000
Corre indubitavclmente sabbado 5 de
jullio de IS.jii.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa epte venden os se puntes premios da
segunda parte da primeira l-pteria do
Senl.or Bom-Jesus da Via-Sacra, extra-
hida a 28 de junlio.
1 billreto n. Gl \ 500JJ000
meios 18V8 lOO.sOOO
1 bilbete 720 5O9OOO
2 meios 1952 50f000
Tem exposto a venda seus milito felizes
bilhetes, meios e quartt da i- parte da
primeira loteria do convento Carmo, na rua da Cadcia do \Recile n.
, loja de miude/.as de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. 57 e 39, loja de calcado de
Antonio <\ugusto dos Santos Pdrto, na
mesma praca loja de bilhetes n. 4, da
viuva Batfa, e as demais ja' conhecidas
do respeitayel publico.
Bilbete* 50800 recebe por rnteiro 3:000|
Meios .l.sOOO Quartos l.sOO u -1 l:250|
Os dous premios grandes da referi-
da lotei a do Carmo, nao estao sujeitos
acs 8 por cenlo do imposto geral, tra-
zendo viles a rubrica de S. d'A. Ferreira.
Pernambuco i* de julho de 1856.Sa-
lustiano de Aquino erreira.
Precisa-se de urna ama que saina eo-
Binhar, lavar e engommar, para o servi-
co interno de urna casa : na rua Nova n.
2(i, sobrado da boneca.
Precisa-sede olliciaesde cliapdciro :
na rua da Cadeia-Vellm n. 60, fabrica de-
Antonio Antuncs Lobo.
Pede-se ao Sr. A. A. V., morador parlo de
Goianna, que queira mandar reszalsr soas lellras
lili m MSI, -lli Iti-.-,. mo sendo jusln i|UC
S. S. conlrahimlo laes loltras para seus arranjos, se
enlreRiie ao indilterenlismo e ao silencio, deiando
de responder as carias que a respeila se Ihe lem di-
rigido.
Precisa-se de urna ama forra mi escrava, que
saiba eovioliar. nqomm.ir e cnser. p.ra o aervioo
interno de nma casa de pequea familia na prar;a
da Independencia ns. :17 e 31).
A sociedade de commcrcinMcdeiros Com-
panhialindou hoje m de jonhu de 1856
gabinete nmu
DE IJiTJUA.
Convidam-se os senhores HeitM accionistas do Ga-
binete Portllate/, de l.eilura a reunirem-sc na sala
das seasoes do mesmo liabinele, domingo 6 de julhu,
as 1(1 lloras da manhaa, para Iralarem de dispn-io no
art. :li dos estatuios. Kecfe 39 de junho de IH.16.
J. C, Coelho da Silva. !. secretario.
UKITISII CI.EKKS l'HOVIDEM ASSOCIATION
The halfyearly ineetiug of Ibis association will be
held Ibis day, al Ihe Pernambuco Brilish l.ihrary c
H ocl P M. Applications fur nem -liares lo be made
lo Ihe Treasnrer on or before tlie sbove inentioned
day.Byorder (ieo: H. t. Lievre
llony Secy.
I rain-i-co Jos I.eile declara ao Sr." arrema-
lanle de bebidas esperiluosis.fabricsdss no paiz, que
deixa de vender tal genero em seu cslabelecimenlo
du rua do Pollegio n. 12, desde buje I de iullio de
185+.
A pessns que annauciou querer vender Orna
cabra (bicho), dirija-ie a rua Augosla taberna de
cinco portas que acb,ar,i com quem Iralar.
Senrjo urna das obras de misericordia eminar
aos ignorantes, pede-se a quem lor canlalivu no*I
esclareca, se um subdelegado qualquer pode e deve '
(alada mesmo sendo deprecado' mandar prender a |
um guarda nacional, por falla de >ervico uu deso-!
obedieoda a sen capitao oo a airo sopeunr seu da I
mesma suarda miciuual ; e islo para desengao dos
incrdulos.O Hallo.
Na r-irada do Jotlo de Barros, sitio cm que
mora o alteres Assninpr/io, vende-se um escr.ivn,
com H anuos de idade. Irabalha de sapaleiro, e
be carreiro ; limito proprio para pasern. por ler
disso iratic.i.c saber Iralar de cavallu-. Em escra-
vo n2o se pode encontrar melhor cundurla, e nem
mais fiel, l.iiiein o prelcuder dirija-*! ao dilo sitio,
uu aiiiiuiicie e se lira o motivo, pul que se vende.
Pede-se ao Sr. M. .1. II. B. que venha a
rua larga do lio-ario, n. :W, pagar a importancia
de um va.e ja vencido, e do contrario se a*sim nao
lizer.ler.i de ver o seu nome |inr esleinn nesta fullia.
-- Pelo i ri-senie unticianins que a snciedade, que
anteriurmcnle exisli.i entre ntis, abaixu assgnatdo*,
foi dissohida por niiluu accordn. na parle que dir.
respeiln an abaiio assignadu, Jorge Palrhcll. Ua-
ladu em Manchestcr aosltl de maio de lSjt.
Assienados.-Ricardo Koslron. Thomar. Dulton,
Hehl. M. Boaker, George Palrheti.
tjoem quirer romprar urna escrava faleira, e
enlende de engommar e tle lodo o servico, he da ,'
Cosa: dirija--., a rua 1 ni;.....ni easaa, 99.
Sr. redactores.BogO-lhes o favor de derlara-
rem, se eu live parle, ou c-crevi qualquer aununcio
ou oulro qoalqner papel que (nsse publicado no Di-
ario de Pernambuco, islo he, na semana passada de
a '9 do correnle.
Recife 30 de junho de 1856.
Jos Brasilino da Silva.
NSonoseonsta que o Sr. Jos Brasilia* tenha par-
le no artigo que menciona.
Os Kedaclores.
9
m

m\
.-:
X. 19,
RUA DO QUEIHADO.
\ endem-se cortes ue casemira le 13. di
.. muito bonitos gostos, pelo baralissimo preco 9
'.J de ls e l^rlNl. OB
Fazendas por mimo me-
nos do seu valor, ua loja
de 4 portas na na to
(iieimnii) n. 10.
Etistem nesla loja as fazeudas da loja di roa do
Crespo, que foram arrematadas, as quaes se conli-
otiama vender por minio menos do sen valor, cmo
seja :
Madapulao enlre-nno, peca 9f890 e i~$O0
Dilo muito superiur de jarda -isHOO
Algodu de 0 jardas, peca 1o9*>
Uiio bom i-jliai
Dilo americano :1t!KI0
Chilis ortlii.ari.i-. peca 4."- Ditas decores fias ."300 e 696011
Ditas pira coberla fftjOO
Cassas de qoadro 1)606
i'l.ililha de Imito de i varas 'rj-aOOO
l.a.i de dito muito .-iiprniif M- l'H.l
Cambraia lisa -_-"ni
Dita muito fina IjOOO
Bretanha de lnho lina, t varis '98OO
Curies de calca de casemira de cores rsfoM e 4; Hilos de lila prela boa 9600 e rioOfHI
Sehra prelo superiur iS-Ode 3S0tl
Brim de quadros de puro liiihn, loo, o covado 300
Brim de lindo Irancailo, de cotes, vara 610
Dilo braneo superior, vara t?200
Panno prelo e de cores, o covado 3(600 e :i500
Paltos de linho .para camisa 610
Macos de meias cruas 1)930
Dilos de ditas boas ',- 11 m
Ditos o mais finu possivel IjslIOO
Mernii prelo largo, o covado IVillO
Curtes de vestido de seda -.HrjOlNI
t'.assas de cores, vara 3n
Chitas sortdas de cures, n covado Itil
Chales de merino de cores istmo
CrJrles de cassa clnls tstllO
Dilos de dila com barra IfHIKI
Chita Urea traaeexa, o corada 2-jft
Laa de quadrns de cures para Vestido, n cov.lln 500
Alpaca de seda de cores para dito -IJO
Meias linas para sendera, duzia 3)600
Ditas d s.da. o par Ig-JKtl e 1)500
tala branca, o covado '-i>u
Ijravalas decoies ((o
Velludo de cures, o cavado '1:000
Alsodao riscadu e nal, o rnvadn "|6(
Leos fines de chita e aan^a -JOt,
E oulras muilas ranada* por baralissimo preco : ap-
p.rcr0> poi, o. 1'roaiuoac.i, rain uinhtru, afuo 1.1 -.
Furto.
No sitio do Caminho-novn, que vai da Soldado
para oMangoioho, perteueente a D. Antonia Fran-
cisca Cadaval, appareceu um pardo para fcilor e cuse
mandando-se comprar no da >' de junho cm Mari-
cola urnas frnla<, ale nsla dala nao appareceu, n
pardo chama-se Bernardo, forro, e levuu para con-
ducho de ditas fruas um cavallu ruen ac, ja velho,
com lodos os andares, lendo urna pisadura no espi-
nhaco, magro, sendo inteim. e como dito pardo
anda hoje nao apparecesse ; roga-se a lorias auto-
ridades policiaes e capiUes de campo para apprcheu-
der dilo cavallo, e leva-lo ao dito sitio, que -croo
gratificado.
Maooel Ignacio da Silva Teiieira, dono da
padaria, no paleo da Santa Cruz, n. .Vi, parlecipa
a seus fregones qoe nao Iraz na rua vendedor de
pilo algum, e s o manda a alguna fregueses, quo se
lem entendido com o annunciante, as-m como nao
lem nada com o negocio debaiio do sobrado jomo.
E precisa de nina pessoa, que entenda do negocio
de padaria, e de recouhecida capacidae, para to-
mar conla da casa, dandu-lhe intrresse, ou mesmo
um ordenado suficiente ; na mesma continua a ler
sempre p3u de lodas as qualdades, hulacha e bola-
chiuha de lodos os laminbos, liza e furada. ale de
cincuenta em libra, precns regulares conforme o
estado do mercado.
Kecfe, 30 de junho de Ig-Vi.
Deseja-se saber quem lie neaia anas, corres-
pondente do Kogerio Sebastian Jos de Muraos Bello,
a negocio de interesse do mesmo senhor ; na rua Im-
perial, n. 39.
BATIFICA-SE
tienernsamenle a quem adiar e quzer restituir,
na rua Imperial, n. .Vi. nm alfinete de amuelo
com esmalte vcr.le. que foi perdido na noile de sab-
bado 2H, desde a rua Imperial, ale o pateo do Tsrfo.
Por deliberaran du Em. Sr. Dr. juiz espe-
cial do coinmercin foi transferida a reunido dos ore-
dnres du fallido Malinas d'Azevedo Villarouco, de
hoja para lerea-feira, 8 do correnle, pelas 10 ho-
ras da maiih-ia, na casa da residencia do mesmo
Exm. Sr.
Thereza Mara de Jezus faz scienle aos arrema-
tante- de 11 por cento sobre bebidas espirituosa-,
de produccio brasileira, que deiuu de vender dilo
genero desde 30 de jnaho pnuimn lndn, na toa
taberna, rua dos Afogados. 11.junhu H de IS.6.
--Aluga-se urna grande casa lerrea cum silio na
rua da Soledade ; a Iralar no Manguind, sitio de
llerculano Alves da Silva.
Perguula-se an administrador do patrimonio dos
orpbao, eorpbaasqual a razAo.'lia duus anuos desla
parle. nSetein levado em praea para ser arremata-
do o loriieriui -iiio de un- licaineiiin- para aquclles
eslabelecinieiitos, pnis deste molo far. presumir que
se queira beneficiar o aelual fornicador em prajaizo
dus mesmos orphans. He sabido, que a le manda
que lodos os BOBOS nos mezes de j un lio praja os fornecimanio* de mediramentus e o mais
preciso para ns estabeleeimentos pnhlicns, alem de
que semire foi de coslume ir lodosos annos a praea
ueste mez, enlrelanln que, ha dous, qoe nao se faz
islo, pelo que a voz publica declara que ha patota
em prejaixo dos orphAo*, --Vollaremos.
-- AlOga-ae um ama para eoiinher bem ; na rua
dasCruies, 11. -JO, se dir quem quer.
-- Preeia-se alujar nina .una de leile. que seja
tle boa eondciita, e que mo Inga lilho : na rua da
Palma, 11. 13.
_ No alia i.V de selembro du auno pasudo fogio
da villa de l'esqiieira o escravo Juan, congo, com os
signaes seguintes : estatura regular pes peque-
os cheios de Gravee, pouca barba e deiiava bi-
godes. Quando fugio. cirregnu dooseavallos, um
peilrez grande esquipadnr, e uina egua tambem pe-
drez bstanle grande. Adverle-se, que u referido
escravo be bom sapaleiro, e soppe se estar nesla
pra<;a. nu seos suburbios. Greliflea-M com cem
mil res, a quem prender tal esrravs, levando-o na
rua Nova, 11. 11, :i loaqum Silv.nbir .le Siqueira
Caialcaull.
se engeila pre^o.
Santos Goelho^
Rua do Queimado n. 19.
i-' Tem um completo sorlimento de chitas 'w"
ip francezas miudinhas, pelo baralissimu pre- ^
tffj C 'le 280 rs. o covado, ditas e*curas de *
lindos desenlio*, a -JOO rs. o cuvado, esleirs "';*
.<*>..'-'.'*iSsi.-'A
leles a I0 cada urna, penle* de balea muito linos
para alisar a 300 rs., peca* de fila de linho com t
vara> c mcia a .MI is i amnhas com colieles france-
/.cs a to n., carreleis de lindas de -JOO jardas do
mono lina qualidade c do lodos ns nmeros a NO is.,
maro- rom lo grampas e de umita boa qualidade a
iw r*., pare* de suspensorios a lors., torcidas para
candiciros a SO rs. a duzia, cateir3^ de marroquim
para alglbeiri rom mola* douradas a tilK) rs cane-
las para peonas de ac a 20 e 10 rs., meias brancas
e croa*, lazeuda muilo boa, para homem a 160 e JOO
rs. o par, Irancinha* de laa de caraces e tle ludas as
cores a 100 rs. a peeinha, penles de chifre para ali-
sar, fazenda mallo boa a xou rs. a duzia. ana* de
bolnes de loara pialado* para camisas a 210, pecas
de lila tleco* de todas as larguras a 210 e 320, linhas
brancas de carreleis com Km ardas do autor Alexan-
dre a 10 rs. n carretel, linhas prelas de meadinhis.
razenda minio boa a -20 rs. a meadinha, carias de
allmeles da melhor qualidade que ha e com SS pen-
les a 110, penles aborte* de balea para atar cabello,
fazenda minio boa a 2)600 a duzia, meias de fin da
Escocia para menino*, brancas ede cores ailO e 320
> P, grozas .le BveUi para sapatos a 560. caiiinhas
eiivernisadas com pililos de fogo de velludas de boa
qualidade a 120, ditas de pao com palitos de fogo de
boa qualidade a 20 rs caixas com 50 carnuda- de
pho'phorns propriamenlc para charutos a 32o,
casia** muilo bolillo- para bengala a 10 rs., sa-
palinhos de laa para chancas a 300 r*. o par,
jrancelins prelo* para relogios fazenda minio
bna a liO, etcoviuhas muito boas para denles a
100 rs. Alm de lodas estas minie/,,, vendem-se
unirs mulissimas, que a vsla de suas boas qua-
ldades c liaralos precos (em causado admiradlo
aos propros compradores: na rua do (lueinia-
lo, na bem condecida luja de miudezas da boa
lama n. 33.
AVISTA DAS BOAS QUALI-
dades iie muito barato.
Vende-se papel de peso e almajo o melhor quo
pode baver ueste genero a 3, 1, ."> e 63OOO a resma,
papel paquete muito lino e .le muilo boa qnalidade:
propriamenle para se escrever por vapores para a
Europ.-i em consequencia de nao se pasar grandes
porles de cartas, em resmas, meias resmas, qnartns
de resma, ou mesmo em quademns a 80 rs., papel da
linho venladeirainenle almajo e proprio para earlo-
rio a 1J rs. a resma, verdadeira, pennas de aro de
bico de lanja condecidas pelas melhorrs qoe ha a
19200 a eaiiinba enm 12 duzias, ditas sem ser de bi-
en de lauca, mas tambem muito boss s 610 eaiii-
nba cum 12 duzias, duzia de lapis muitissimo finos a
320, 100 e "lOO rs., ditos para desenlio a 800 rs. a
tuzia, caivetes muito finos* de luds *s qualdades
o preco*, linla ingleza moilo boa e barata : na roa
do tjueimado, loja de miudezas da boa fama o. 33.
Para as senho-
ras que gostam do bom o
barato.
Vendem-se ricos pentes de tartaruga para alar ra
bello a 495OO, meias de seda d* cores mniliasimo lin-
das para rrianras tle om mei a nm anno, pelo barato
preco de 12)800 o par, lencinho* de reros de todas as
cores para senhnras e meninas a 15, loucis de laa
para -culi ira. o meninas a 300 rs.. camisas de meia
para criaucaH ale a idade de um anno a 500 r..
meias brancas de algodao para senhor* moitissimo
linas a 500 rs., dilas brancas e prelas de seda o me-
lhor qoe se pode encontrar a 28 e 23-5C3 o par, riea*
calas para guardar joias a H00 rs. e 1), canas ni ni
lo ricas com reparlimenlns tnicamente propras para
rotura*, pelo baralissimo precu de 285C0, 39000 c
:I9300, iravesaas de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, ped> baralissimo preco de 19, dilas de tar-
liirusa a 3>i00, ricos leques com plumas e espedios e
pmturas lnissimas a 2?, penles de bfalo moilo finos
para tirar piolhos a 300 r., lesouras linisimas e de
loda* as qualdades, ricas trancas de seda de todas as
cores e larguras, ricas filas de seda litas e lavrada*
tic todas as larguras e cores, bicos de linho lini-siiims
de Hade* parirte* e lodas as larguras, ricas franjas de
algodao branca* e de cures propras para cortinado-,
e_outras mulissimas coate*, qne ludo se vende por
lan barato preco que a0s propros comprad ore- ser-
vir* de admiracan : na ru du Queimado, na bem
cnubecida loja de miudezas ta boa fama 11. XI.
Meias de laia pa-
ra
padres.
Vendein--e superiores meias pre las de lata par*
padres, peln baralissimo preco de I98IMI o par : n-'
ru do Queimado, na bem condecida leja de miude-
zas ta boa faina 11. XI.
PGMEDIO IMCOMPAIVVKL
4sft
"i.r da ludia a 3)600.
. W LOJA DA BOA FAMA.
Veude-se baodejas grandes e milito finas peln ba-
ratissim preco de 3?000, iaOOO e 5)000 res, ocu-
los de armaco de co de lodas as graduarles a
800 res, lunetas com rmarao dourada a 13000 reis,
dilas com armarSu de tartaruga a 1)000 reii, ditas
com armaran de bfalo a SOO res, oculos com arma-
cao de metal bresco a 100 res o par, lunetas com
arma cao de tartaruga cum 2 sidra a 3)060 reis, ri-
cos chicotes para cavallos de homem c seuhora pelo
baralissimo preco de 800 reis cada um, grvalas de
seda moilo bonitas a 1)000 res, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo baritissimo preco de
300 reis, tospensorios linos de bnrracha a 100 reis,
penles muilissimu linos para suissa a.300 reis.escovas
muilo linas para cabello a 6U) res, caparhus piala-
do* coinpridoi c redondos a 700 e I5OOO reis, do-
Ies lioissimus .le madrepcrnla para camiiis a 18209
r*. a sroza e 120 r. a duzia,ricas canelas para penna
tle nejo a 120 reis. rico* porla-relogios a ?S caias de inelal muilo finas para ripc 300 o ttKI
re*, escovas finissimas pura uulias a 320, 300 e 610
res, escovas pira roupa e cabello o melhor quepode
baver a l.-JOOU, I52OO, 19300 e > res, pnecis linos
para barba :i SOO reis, duzias tle facas e garios finos
a 3)000 reis, dilas de cabo de balauco muitissimo
lillas a fiSMIO a duzia.. dilas linissiinas de cabo de
marfim o melhor que pode baver a 15)000 reis a
duzia, camisas de meia muilo finas a I3OOO res, ri-
cas aliniua Inca- de madrepernla e metal para col-
lele o palitos pelu barato preco de 300 e 600 res,
lini-.im 1- navalhas para barba em eslojos de urna e
dmis uavallias pelo baralissimo preco de 35300 o es-
lojo, candieirns amcrioanos muilo bonitos propros
para esiuuantes 011 raesmu para qualquer esiabele-
cimenlo, pela boa luz que da a commodidsde
de se poder pendura ou pr-se em runa dejqualquei
mesa, pelo barato preco tle 5)000 reis, pastas para
guardar papis a >v(Kl reis. rspelbos para parede com
armacilo doorada c sem ser dourada peln baralissi-
mu preco de ">00. 700 e 1)000 rea, linissima* e ri-
cas caias para rap a 29-VOO e 39OOO reis, papel core* de fnllus peqnenas em qnarlo de resma pelo
baralo preco de 720 reis, e oulrss mulissimas cnu-
a, que tudu se vende mais baralo do que em oulra
qualquer loja : na rua do Queimado na bem conhe-
ci.la loja de miudezas da ba fama n. 33.
PILLLAS IIOLLOWAY.
Este iiiestimavelespecifico, composto inteiiameu-
le de bervas incdicinaes, au conten mercurio.n. m
1 algnma mili.1 sulistancia deleclerca. Benigniu a
I mais tenra infancia, e a compleicao mais delicada
be igualmente promplo e seguro para desarraigar o
I mal 111 cumplen..in mais robusta ; be inleiramenle
I inuoceule em suas uperaces e efleilus pois basca
e remove as doeuc,us de qualquer especio e gion,
por mais ulicas e leases que sejam.
Enlre mudares de pessoas curadas cora esle re-
medio, muilas que ja eslavam as portas da mol le,
preservando em seu asa, conseguirain recobrar a
saude e forras, depois de baver tentado inuiilmeii-
I te lodos os nulros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-te 1 deses-
| peracao ; fac.au! um competente cusaio dos eflica-
I zes elleilosdesla assombrosa medicina, e prestes
i recuperarlo o beuefirio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio para
qualquer das seguinles enfcrniidades :
accidentes epilpticos, i-'ebreto da epeci'
Alporca*.
Vuipolas.
Arelas mal d'..
Aslhma.
Clicas,
^ofivulses.
Debilidadc ou eile-
falla de
qualquer
v?S
N; loja ;e Sanios
Cociho, rua do Quei-
mado 11. 19,
'y lem para vender um eompleto e rico sorli- ^
B nienlo de sedas esco-sezas de lindissimos fin
S goslos, pelo preco de 1)060 o ttovado. folar S
* de seda, muilo lina fazenda. a 800 rs. o co- wV

o
ft? vado.
*jai.1 '-ac::-.:;-> ,-5j ->aj.%.r> ",. t*>*uy uxilr u. x*>- ur' LUYAS PARA HOMENS SE-
NHORAS.
V'eiidcin-e superiores lovas tlepellica muilo novas
liara homein c senhnra a 1^280 reis o par, dilas de
ca muilo boa* e sem deleito algum amarella*. pre-
las e branca* para homem e senhnra a 1:. mo reis
o par, dilas prela* de loreal muilo boas a SOO reis o
par. tlitas tle lio de Escocia branca* c de cores para
homem e lenhora a too. 500 e ..mi reis o par, dilas
dilas para meninos e menina* a loo reis 11 par, loras
de seda rica* de tudas as cores c bordadas, rom
guarnico. para senlioi.i 39000e 3)500 re* o|par,
e oulras mais qoalidadei de lovas, tudn na rua
tlu Queimado na bem condecida laja de miudezas da
boa fama n. 33.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO, Como TODOS
SAItEM.
Veinicm-fc libras "de linhas de bna qualidade 11.
50, 60e 70 a 1)100, dila* muiln tinas da a. 100el
120 a 1)600, duna tic lesoura* inulto boas para coa-
lora a I-, tlit-is muitu linas e grande* a 1>JOO a du-
zia, peinillas de bien e-treilo a 560, ramullas com
agulhas francezas muitu linas a Ittl, caivinbas cun
16 nuvellnide dubas de marca molssimo linas a
280, bracelete* encarnados moilo bonito* para meni-
nas e Mador*! a 200 rs., meias drancas muilo linas
para senhoras a 210 c 300 rs. o par, meadas de li-
ndas mutiis-imo lina* para bordar a 10!) e 160, bo-
tos de madrepernla minio fiaos para caunsasatOO rs.
a groan, bole* muiln lino- de aro para talcas ,1 :Mn 1
i-rosa, Braba douradas muito uaa [ara calcas e col-
ntu.. .0.
Debilidade ou
forcas para
rousa.
Desinlera.
Dor de garganta.
tr de barriga.
11 nos rins.
Dureza no vculrc.
Eufermidadesno ligado
venreas.
Emaqueca.
Ervsipcla.
Febre* biliosas.
iotermillenles.
Gola.
Ileiuurrliiiidas.
Iljtlropisia.
Ictericia.
ludigesles.
Inllammari^s.
I rreg ular ida des da
neoslruafu.
I.umbiigas ne toda es-
pecie.
.Mal-de-pedra.
Manchas u* cotis.
111 -iiun.ai. ile venlre.
I'ldi-ir.i un riin-iiio|.r o,
pulmonar.
Iiciciicao de sorina.
Hheumalismo.
Svmptomas secundarios.
temores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal.
Vendem-se estas pilula- no cslalielrcimcnln acra
de Londres, n. 211. Slrund. e na toja de ledos aa
boticarios, droguistase nutras pestoa* enrarrrga-
das de sua venda em tuda a Amrica do Sul, lla-
vana e llrspaiiha.
Veude-se as bocelinlias a SOO rs. (Ada urna della
contem urna inslrurcao em portagr!rz para explicar
o modo de se usar tiestas piiulas.
O deposito geral lie em casa do Sr. Soum phar-
macenlico, na rua da Crui n. 22, em l'rn.am-
buco.
KOBI.AKKECTEIR.
0 aatea autoritario por deri*,~io riocoKselho real
decreto imperial.
Os medico* doslinspilacsrecoiiin.cndam o A.Tolie
de l.allccleur, como sendo o nico aulonsad.i pele
governo, e pela real socicdadi- de medicina, gata
medicamento d'um goslo agradavrl, c fcil a lomar
em secrelo, csts em uso na inaiinba real desde mais
de tl) anniis ; cura radi.almenle em aaaea tm|ui
rom punca despe/.a, *eiu merrurn, as allerrues da
pello, iropiageai, arnwie^aiaciai da* sarna*, ulce-
ra*, c os accidentes do* parlo*, ta dade critica, <
da acrimonia hereditaria do* bumurc*; con vem ,10*
ral.irrhns, ti besig*, ais t-oiilrat'.ite-, e .1 fraque/.1
tos org.io*, procedida da abas* da* mjaar sonila*. t>ino aun-, plnlitim, o aru.b rura i-m
pouca Iciiipuns lluvo. ritenl......1 rchidde-.qur vol-
veu incessanle* em coii-equenria 1I0 emprego da
copaluba, da cubeba. nu da- ajerfoeai que repre-
entera O Virus em neulial..,i-Ui. O arrobe I..,|-
focteor he especialateala Benaaaaaalaaa coaUa a*
doenca* iiivelcratla* ou lebtdilc* ao inercorio e ai
indureln tic iota10.Lisboa,Vende-c na bad-
ea de Itarral e tic Aulnuio l-'eliciano Alve-, de A/e-
vedo, pr.ira tle l>. Pedro a. 8S. omle f1tHjdr che-
gar ulna glande ptrcao de garrafa* aada* r. 11c-
noeaas viudas direclaincnle tle Paria, de c.ts,i ,1.,
ililu llu>veau-l..illecleur 12, rua Iticbco a l'ari*.
O* formulario* dio ai grali* eaa casa do agente >il-
va, na praca de I), l'edru 11. SJ. Porto, Jiuquim
Araujn; Babia, Lima ,\, Irados; Panaaaaaaa,
Soum; Kiu de Janeiro. Horda t'v lilhns ; e Morei-
ra, loja da drogas; \ illa Nava, Jaao Pereira d.-
Maaate* I.eile ; Kiu (.tan le. l-'r.ini i-cu de Paula
Couln ,\ C<
Massa adaman-
tina.
ILEGIVEL

Kr-incisco pinto Ozori.- chumba dente* com a ver-
di.lena mas*., adamantina o applic* vciilo*a- pela
alrarc.iti du ai : p-le sur iiiucuridu -''lonln .m
Kus ii ... de Saulo Aiil.iiiiu u. i.
-
-




;
BIIRIO I HRMMBd Ti>C FSi I JULHO fl! 1856
fia
iiam
* PKURAS
OiC*
Wat una
preciosas- 1
$
S Aderecosde brilhaulcs,
diamantes e perolas, pul-
* reirs, aHinctes, brincos h
j$ e rnzelas, boles e enneis *
5 de difl'ertnte, costos e de .,
* diversas podras de valor. *,
* ?;
* ~~ $
* Compram, vendem ou
lhanles
jji joias
V uu por obras. tfl d(->
10REIHA & DARTE.
1,0.1 \ nc'i'-
Ra do Cabuga' n 7.
i
MM-MMfrffi
OBRO E l'HATA-
Recebetn por to-
dos os vapores (i a JEu-
'.
i
^ Aderemos complelus ?, ourn.meiosdilos, pulcei- '*;
* ras, airuicles, brincos e *
E rozelas, cordes, trance- 2
.^ lins, medalhas, correute, k
' e eufeile
3 outrosmu
:- ouro.
i Apparelhns completos, *
aos pas de familias.
Oll'ercce-se urna pessoa que tem algu-
na pratica, pata leccionar por catas par-
s para relogio, e >*
tiilos objeclos de |
*
..-Ihos completos, *
roeam prata, ouro, bri- B rntlu ;i ftlll'ilS (1(1 HU l< ''a prata, para cha, ban-
hantes.diamanteseptro- i rUJld IS Olli t*UU lllelIN | ^ {^ easlicaes,
as, e oalras quaesquer R ti iijiM'' It TOStO iilll- "*> colhereidesopaedech, *
oasde valor, a dinheiro .* *-,. O e muitos oulro, objeclos j?
como 1de pr,la-
Franca
de Lisboa, asquaes so vendem por
pre^o rom i nodo como costu mam.
S ?0 Dr. Olegario Cesir Cabossii, igj
$ Tormado em medicina pela Facul- }
3 dade da Babia', avisa ao respeita- @
vel publico desta capital e especi- $$
p altnente a'i pmoas pobres que .$ qui'-erem utilisar-se de sen prest- m Boatoforo, com as remisses das ordenares, lei,
sS mo, que acha-seresidindo no pri- gft sos e regolamenlos por qae se rege o Brasil, e
a, ,:J. J A o 2a bem asslm "solucoes dos Praxislas antigos e m^der-
$ me.ro andar da casa n. S, sita na g nos em que se lirmam. Conlm semelhaulemenle
A ruado Colleio, onde pode ser $3 decis6es das smesles sobre sizas, sellos, velhose
PUBLICAQAO' LITTEKARIA.
Repertorio jurdico.
Est publiracito acra sem duvida de ulilid.de aos
principianles que se quizerem dedicar ao eiercicio
do foro, pois iii-il.i encontrarlo por orden) alphabe-
I tica as principacs a inais frequentes occurreiicias c
VI. II rilll'.l tml un i..,i ... .*>> *\r .. i ..... .... I ....... i .... .,
procure do a ijualquer hora.

novos direitos e decimas, sem o traballio de recorrer
colleccao da nossas leise avisos avulsos. Consla-
Sg'rdedou. volumesem oilavo, grande francez, eo
' | primeiro sabio luz* esta a venda por 83 na loja de
livrosn. 6 8 da praca da Independencia. Os se-
nhores subscriptores desta pnblicacao existentes em
l'ernamhoco, podem procurar o 'primeiro volume
oa loja de livros cima mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Hriln, prac.a da
(,onslilui(Au; no Maranho, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; c no Cear, casa do Sr. J. Jo-
e de Oliveira.
Precisa se de urna ama de leite : quem estiver
no caso de criar, pode dirigir-se a ra da Trem'pe n.
.1, casa do Sr. Antonio Pires Ferreira, aonde morou
o Sr. I.uiz Joac da Costa Amorim
ticulares, e anda pelos arrabalde* da ei-
dade iser;iindo o interesse ou vantaeem
que se lizer), a Grammatica Nacional,
Latina e Arillunetica
timo se quizer utilsa
procurado.
_ -A luga se a loja do sobrado de :l andares na ra da
de Santo Antonio, esquina do liecco do Ou-
a tratar com I.uiz (ionios Ferreira, no Mon-
quem deseu pres-
sar, annuncie para ser
Cadea
vidor :
dego.
ESTRADA DE FERRO
do iecifeaa S. Francisco.
Os directores da companbia da estrada
de ferro do Recife ao San-Francisco, tem
leilo a chamada da segunda prestacao de
ditas libras esterlinas sobre cada accao na
dita companhia, a qual deve ser paga at
o dia 7dejnlhode 1856: no Rio de Ja-
neiro, em casa dos Srs. Maua' Me. Gre-
gor &C,; na Baha, em casa dos Srs. S.
JJavenporttf C, e em I'crnambuco, no
OSCriptoriO da companhia. O accionista
i|tte nao realisar o pagamento, dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
riMto as accoes, sobre as quaes o dito pa-
gamento nao liver sido eil'ectuado, e em
todo caso teta' de pagar juros pelotempo
que decorrer entre o dia'indicado para o
pagamentoe a sua realisacao. Kecife 14
de maio de 185G.Por ordera dos direc-
ores.S. P. Vereker, thesoureiro.
Companhia da
estrada de ferro
Pelo presente se coramunica aos senbores accio-
nistas da Compaaliia da Estrada de Ferro, qoe por
occasiAo de recebcrein suas aeces i!e\erAo apresen-
tar-se por si ou por seus bastantes procuradores,
para o fin de se assignarem no competente livni da
iiKrriprao, de accordo com os pedidor (|uc fizerain !
das acroes. Recife UU de junho de 1S."*. Por or-
(]ompanhia da
estrada de ferro
TRANSFERENCIAS.
Os senliore accionistas que quizerem transferir
suasacces, dever.1o dirigir-se ao cscriptorio da com-
pauliia, para o fim de obterem o ejemplar da forma
adoptada para as transferencias, e pagarem o emo-
lumentos respectivos na importancia de 13120. E no
f" AO PUBLICO.
gg fto armazera de fazondas baratas, ra do i
Collegio n. 2,
f vende-se um completo sortimento de fa- 1
g zendas finas e grossas, por mais barato i
| presos do que em outra qualquer parte, |
a tanto em porches como a rctalho, affian- |
wj cando-se aos compradores um s prejo {
g para todos: este estabelecimonto abrio-se
jj de combinaban com a maior parte das ca- i
U sas commerciaes inglezas, francezas, alie- |
| maos e suissas, para vender fazendas mais i
Sem conta do que se tem vendido, e por sto %
ollerecem elle maiores vanlagcus do que %
outro qualquer; o proprietario deste im-
portante estabelecimento convida todos
S os seus patricios, e ao publico em geral,
^g para que veoham (a bem dos seus inte-
|g resses) comprar fazendas baratas: no ar-
p mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz do Santos & Rolim.
w/BmwamHKOBa
Na loja do sobrailo n. 13 do pateo da ribeira de
S. Josc, lava-se e engnmma-se com milita perfeirilo
e aceio, e com maior brevidade possivel.
Claudio Dubeuxtz trente que.sa-
hiram de sua casa os seus dous caixeiros
Jos AnlonioMoreiraUias e Antonio Ce-
z.ano Horeira Das, e por isso dispensa*
dos de qualquer servico seu.
Antonio Roberto, com loja franceza na ra
Nova n. 13, acaba do receber pel,> ultimo navio
francez mu completo sortimento de fazendas degos-
lo, como sejam, chapeos de seda para senhorase me-
ninas, ditos de pallu para Muir c meninas, ditos
de massa, ditos de dina para homcm, gorros de vel-
ludo bordado, seda blanca para noivas, ^apellas de
flor de laranja, ntaOUl brancas de blondo, enfeiles
para .ciilmruo, borBCicuiii, clsticos com saln pura
-rubor,i-, sapatos de lulre c de setim, ditos de case-
mira bordada para meninos, peutesde tartaruga para
tranca, ditos para marraras, ditos iravessRo para me-
ninas, de tartaruga, borracha e bfalo, pentst de
marfim para desembarazar e para bichos, leques da
madrcperola, ditos de penna ede outras qualidades,
luvas de pellica de Joavin, flores, bicos de Monde
brancos e pretos, ditos de linho, selins, damascos de
todas as cores, escovas da marfim para denles Je
derao oblcr do Sr. major Vaieker, thesoureiro da
companhia, lodos os esclarecimenlos de que necessi-
tarern relativamente aos negocios da obredita com-
panhia. Recife -20 de janho de 1856. Por ordein
do Sr. major thesoureiro,
Joaquim Marinho Cavalcanli de Albaquerque.
Aviso.
--- Sao convidados todos os senhores devedores i casa
'lallida de Antonio Augusto de Carvalho Marinho,
t que leve loja de fazendas na pracinha do Queimado
desta cidade do Recife, afim de se dirigirem ao ahai-
xo assignado, no aterro da Boa-Vista n. H, para
amigavelmente saldaren) seus dbitos, isto com a
maior presteza que llies fot possivel, pois promet-
te ler loda alleucao com os qoe forem inais promp-
tos em seas pagamentos, em razao de estar compe-
tentemente habilitado a fazer esla liqviidacno.
Joaquim Jos Dias Pereira.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
dirigiretn-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
le, na ra do Queimado ti. 10, afim de
amigavelmente saldarcm seus dbitos.
ment de papis para forro de ala, candelabros e
serpentinas de vidro de 2 a 6 luzes, jarros de porce-
lana e de vidro de cores, perlumaries, esplhos, cal-
as de chara, jogo de ladrez, frasqueiras, eslojos de
coitura com msica para senhoras, apparelhos de
porcelana branca edonradapara mesa,dilos para cha,
e completo sortimento de caudieiros os mais ricos e
modernos, e oulras muitas fazendas de gosto.
Precisa-se para um estratigeiro um
sitio pequeo perto da praca ou urna casa
terrea com quintal e cacimba na fregue-
/.ia da Boa-Vista : a tratar na ra do Tor-
res n. 38, segundo andar.
Precisa-se alagar urna preta que saiba engom-
mar, ensaboar e coziuhar o diario de urna casa : a
tratar na ra larga do Rosario n. :IJ, ou annuncie.
Magnifica casa a' vender.
He a da praca da Boa-Vista, do fallecido N. Ua-
daull: os prelendentes fallem ao consol francez, ou
a Mr. Delouche, na roa Nova.
Aos devedores de N. Ijadault.
De novo se Ihei avia que vtnham pagar seus d-
bitos na loja da ra Nova, afim de evilarem a publi-
carlo de seus numes por este Diario, visto que
lendo-se de fazer as parlilhas das dividas, se ha de
publicar com especificarlo de nomes e quanlias dos
devedores a distribuirlo respectiva entre os herdei-
ros. He aviso para que se nao cliamem a engao,
lano mais qaanlo sAo dbitos ridiculos e de muito
i lempo.
? Deposito de vinho de champag- ^i
^ lie Chateau-Ajx, primeira qua- @
@ lidade, de propriedade do conde %
f.'j deMareuil.rua da Cruz, do Recife n. (?j! Precisa-se, para a celebrado da missa em urna
$3 20: este vinbo.o melbor ce toda a < ca|,el,a Particular, de um cali* cm mein
patena ecolherinha : quem liver
?4 rininni.,. ., A -< j F coiiieriniia : quem liver e quizer troca-o,
# Champagne, vende-se a .>S cada A dirija-se ao largo da matriz de Santn-Anlonio, so^
caixa ; acha-se nicamente em ca- f; l,rado de um audar 2.
i$ sa de L. Leconte Feron & C. N.
@ B & goConde de Mareuileosrotu- p
& los tas garrafas sao azues.
r-.y
Q
WQQO
lnstruc9o moral e reli-
giosa.
Este compendio de historia sagrada, qoe foi ap-
provado para iiaslrucro primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvaro a l600 rs., passa a ser
vendido a 13000: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
>a%-03l9:a9 *J)99Ce
: I. JANE, DENTISTA, S
0 continua a residir na ra Nova n. 19, primei- Z
t(rt) ro audar.
Precisa-se |de um feitor para tomar conta de
um sitio perto dcsla praca, que seja capaz: a tratar
na ra da Madre Dos n. 2.
Arreoda-se ou Iroca-se por casa nesla praca,
um silio no lugardo Lucas; a fallar na roa Augus-
ta na casa de Antonio Nobre de Almeida, que ahi
achara com quem tratar ou annuncie.
Precisa-se de pretos para vcoderem azeile de
carrapalo as tardes, pagando-se a vendasem : quem
os liver dirija-sc a ra do Brum p.issando o chafa-
riz primeira casa que tem um sotan encamado pela
retaguarda, para se tratar do ajuste.
Ueseja-se fallar ao Sr. Gnilherme Qoinlino
das Vell.s, a negocio de sen interesse : na ra da
I raa de Santa Rita n. i. taberna de Antonio Fran-
cisco Martina de Miranda.
Alada se precisa de urna ama para casa de fa-
milia, para coiinhar: quem pretender dirija-e a ra
Augusta n. 3.
D. Candida Rabello de Vasconcelos Rourboo,
viuva de Jos alaria de Vasconcelos Bourbon, faz
publico que ella esta procedendo o inventario dos
bens de seu casal pelo juizo dos orphaos, escrivao
Brilo, podendo os credores de seu casal, aprsenla-.
rem suas conlas e crditos, afim de sereru caferlda
ao seu procurador o Sr. Flix Francisco de Sonta
Magalhaes, morador no largo do Carino n. 16.
Prccisa-sc de ofliciaes de alfaiate de obras
grandes c miadas ; na rua/Nova n. 60.
Precisa-se de|um boleeiro, que saiba tratar
de cavallos, e de um feitor que enteuda de planta-
do de capim e horla, quem se adiar apto para isso
pode se presentar no consulado francez nos
dias uleis das 10 horas da mantisa, al as:t da tarde
para ajostar no caso de convir.
Quem precisar de um vestido de se-
da lavrada, novo, proprio para casamen-
to, dirija-se ao becco do Quiabo n. 8. das
t a's 8 horas da manhaa, e a' tarde o
qualquer hora, que achara' com quem
tratar.
Quem precisar de urna cabra (bicho)
boa leite,ra, parida de poneos dias, an-
nuncie para ser procurado, ou dirija-se
ao becco do Quiabo n. 8.
Precisa-se de urna ama para criar
ou tomar cojata de urna enanca de 15 dias,
paga-se bem agradando : na ra do Cal-
deireiro, n. 44, sedir i' quem precisa.
Precisa-se de urna lavadeira de var-
rcla, dando conhecimento de sua capaci-
dade : na ra Direita n. 90.
Queijos do Serid
De novamenle se avisa a lodos os fieguezes, qua
se reretieram us verdadeiros queijos do Serid, no
deposito das bichas, ra eslreita do Rosario n. II.
I).i-sc alm-jiji, jautar e ceia cum aceio e prom-
plidiio, por prec,o commodo ; quem pretender diri-
ja-se aa paleo da Ribeira n. |.">.
Aluga-se urna grande casa com grande solflo
no lugar da Capunga, com a frnte para o rio, com
quarlo para pretos, estribara e cocheira, e grande
porrn de capim de planta : a Iralar no ateirn da
itoa-Visla n. I.
om^r35.
Vende-se a taberna da ra de >anta Rita u.
.">, bem afregue/ada para a terra e mallo : a Iralar
na mesma.
Vende-se una eacrari parda, que tem todas as
habilidades, de idade de !2 anuos : na na Nova
n. o.
-- Cliecon taberna da quina da ra dos Mar-
tyrics n. 'Mi, a primeira reinessa da mullo snpenor
ca ne do >rl.io, clo diminu., preco
Delgado : quem a liver. e quitar vender annuncie, | de 280 n. libra, quiios do tertlo a 100
Compra-se toda c qualquer porcad
ile prata vclha de lei sem fetio: rptetn
liver para vender, dirija-se a ra do Col-
leijio n. 15, agencia de lebles.
Compra-se a colleeraii dasleis extravagante, de
ou aise nesla Ivpographia.
Compra-se urna moraia de casa terrea em boni
estado, c que o seu prero regule I:j009000, quem
tiver annuncie.
11 n-
Brtiwa^
ARRE.NDAMENTO.
Ajoj a e arraazem da casa u. 30 da roa da Cadeia
po Recite junto ao arco da Couceir.lo, acha-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qualquer estahelecimenlo
em pouto grande, para o qual lem commodos sudi-
cienles: os prelendentes eutender-se-hao com Joo
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma ra.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamenlar enancas
na casa dos expostos, a pessoa que a isso se quira
dedicar leudo as habilitadles necessarias : dirija-se
a mesma no Paleo do Paraizo que ahi achara com
quem Iralar.
.1. I*. Vogeley tem a honra de avisar ao respeita-
vel poblieo, que no seu estabelecimento na ra No-
va n. 3T, esquina da Cambna .lo Carino, enconlram-
se os mais ricos e melhores pi inos qun tem appare-
cido nesle merrado, de forma de armario, de supe-
rior.-- rotea, constrncc,to solida, do coala maU mo-
>.urno possivel, sendo o I les lodos felo- por encom-
menda, e n3o viudos em commissao, o assim apro-
prladoa para e-le clima, dos mais acreditados fabri-
eaolea da Europa, os quaes ello vende garantidos.
1 r-l ib-lccimeiilo esla aherto ate as t- horas da Dol-
a para a rnnimodidadc das familias que quizerem
ver c experimentar os instrumentos.
Aluga-e um exrellcnle sobrade e lojas, com
todas as commodidades para grande 'aimlia e excel-
lente qainlal, rom Ierras aterradas para plantario de
capim e outras plantas, e alm de ludo isto 2 qu.-ir-
los em separado fura feitor e escravos, banhn salga-
do e doce, e fioalmente todas as proporcfies para
una casa, silo no lugar do Arrombado u. i : quem
prelender, euteuda-se com seu proprietario, na ra
de Apollo armazem n. 30.
Precisa-se alogar ama ama de leite : na praca
da Independencia D. 36 a 38.
Os abaixo assignados, com loja de non ves na ra
do Cal,usa n. II, confronte ao paleo da matriz e ra
-Nova, lazem publico, que etilo rerebendo continua-
damente as mais modernas obras de ouro, tanto para
senhoras como nara homens e meninas; os preros
conlinuam razoaveis, c passam-se coulas rom res-
ponsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
It ou IX quilates, ficando assim sojeitos os mesmos
por qualquer duvida.Seraphim & Irmao.
$ lante desta prara selle leguas, precisa-se A
V habilitado, dirija-se a ra da Aurora n. (>
Z '- primoiro andar, sobrado que faz quina 5
;j cm "erro da Boa-Vista. .
i M C0i\SLLT0BI01111)1110
S PATHICO. m
Ra das Cruz.es n 28.
V7 (.Olltlnua mj a voudct os ini acradilados 1^7
IA medicamentos dos Srs. Castellao e Weber, *r
TZ em tinturas e em glbulos, carleiras de to- J^
Tubosavulsus a llO, 800 e 1301X1. /^
1 oncadeliulura......JflOO W
nb. TqIio. e frascos vhzos, rollias le cortina 0
para tubos, e ludoquanlo he necessario pa- .*,,
ra o uso da bomeeopalliia. %ty
Ra Npva n. 18 loja de M. A. Caj A; C. con-
tinua sempre a ter um grande sortimento da
obras fetas de alfaiale, tanto superior, como mais
iuferior, camisas francezas, brancas da cores, gr-
valas, colarinhos, chapeos frtncezes, dilos de sol, de
sed* e panniohu,suspensorios de bo -racha.metas para
senhoras, homens, meninos, fazendas para l'-./.ei-se
qualquer obra de encommenda com a maior preste-
za e bom desempeoho ; emfim quaiquer pessoa que
vier a esla loja, tirar um falo completo e por pre-
co maisffommodo do queem outra .qulquer parte.
A VSO.
Tiron-se do correio urna caria vinda do Hio de Ja-
neiro para o Sr. Manoel Joaquim onralves, e como
o abaixo assignado lendo o mesmo nome, e verifica-
do nao ser sua, faz o prsenle anuuncio para que o
mesmo seohor do mesmo nome procure-a defronte
da matriz da Boa-Vista n. 88.
Manoel Joaquim Goncalves.
Precisa-se de um homem forneiro, a amasst-
dor que entenda bem deste IraOco, para Irabathar
em nma padarij em ponto roaito diminuto nos ar-
rabaldes desta 11ra,;,i. a quem se dar quBlqoer or-
denado que se paga nesla prara, lendo a maior par-
le do dia por ea ; a quem convier procure fallar
oa loja ou taberna, da ra laiga do Rosario n. 46.
Faz-se publico que os herdeiros do
fallecido Joao Barbosa Cordeiro nao po-
dem vender escrava deixada pelo mes-
mo, sem que pagttem. dous quarteis de
aluguel da casa onde morou o mesmo fal-
lecido, no importe ders. 96J500.
Pracisa-se de um feitor que entenda de plan-
tarso de arvores de espinho e jardim : qnem se adiar
nestas circomslancias dirija-se ao aterro da Boa-VIs-
la em casa da viuva Brilo, que achara com quem
Iralar.
0 abaixo assignado declara que oSr. JoSo An-
tonio Gomes deixou de ser seu caixelro. Recife ->H
de junho de 186.
Francisco Antonio Correia Cardoso.
Clemente da Silva Lima faz srienle ao arrema-
tante do consumo de agurdenle, que deixa de ven-
der (al genero em sua taberna na ra da Mtdre de
Dos ii. 38, desde o I." de julho do correnle anuo
em diente.
LOTERA da provincia.
O Illm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico,quetemdesignadoodia 5 dejulho
prximo futuro para o impreterivel an-
damento das rodas da segunda parte da
primeira lotera do convento de Nossa
Senhora do Carmo desta cidade. The-
sottraria das Loteras 50 de junho de 18t.
O escrivao, Antonio Jos Dnarle.
O Sr. alferesdo!.- balalbao de cacadores Hen-
rique Eduardo da Costa Cama lem urna caria na ra
do Oneimado n. :ii.
A pessoa qoeachoo um pequeo embrulhn na
ra Nova, coulendo orna crescenle de rabello, nova,
querendo reslilui-lo. dirija-se a Iravessa do Veras n.
, que ser recompensado.
Precisare oo urna ama para casa de duas pas-
teas : a Iralar na ra das Yrincheiras n. 8, loja de
larlarugueiro.
Na ausencia do Sr. Ernesto Schramm ficam
eocarregadoi da gerencia da casa de Schramm Whr-
& Companhia os Srs. William C. Phillips e
Os filbos de Anua Rila de Locado, viuva dc
Manoel Antonia Domingues, prcvinem a qualquer
pe-soa que se Ihc offereca, ou inlenlc negocio so-
bre qualquer predio, ou abjeelo movel pertencenle
a dita Sra. Bosta mi, que neiihum faeam; por quan-
lo se acha em estado de demencia, o'que se val pro-
vir pelos meios competenles: c prole-damos contra
qualquer que abate de semelhaiile eslado, nao po-
dendo allega! i.^uoranria a vila do prcSeule aiinun-
cio.
Candido da Cosa e> ua lilha menor de 4 anuos
de nome Maria da Conreicao, Jacintha da ';ota'
Joaquim da Cosa, Maria Nag, Manoel da Costa
re(iram-se para a Baha.
Ignacio Ferreira de Mallos faz ver a todas as
pessoas, que leem penhores em seu poder, os quei-
rata resgalar no prazo de nilo dias: e nao o fazendo,
os vender para pacamenlo do principal ajaros ven-
cidos at aquella dala.
Precisase de ofliciaes d'alfaiate de obra miu-
da ; na roa Nova, n. .pj,
cada calca de casemira.
t'eclii-iicila.
Na ra do Cahug* n. 2 C. vende se liaba de -JO0
jardas ns. 30, .V), iiO, 70, NO, a 180 rs. a dulia e
carnleis a 60, franjas ainarrllas para corliuado mui-
to finas a :1;>U0 a peca com 15 varas, |capachos com-
pridos a 240.400 e 500 rs. cads um.
Vende-se uina esclava inoea, robusta, saben-
do coznhar o diario de ama casa, lavar c vender na
ra, de boa conduela. Ra do Rosario larga, n. -'.
segundo audar.
-- Veudem-se bixas bambargseut*, lauto em
caixas, como a relalho : em |casa de J. Soum
iS C, na ra da Cruz, n. 1.
Veude-se una canoa pequea das
do Maranhao, propria para passeios de
nos: a pessoa que a quizer comprar di-
rija-se ao iorte doHrttOS, junto .10 trapi-
che da alfandega, para a ver, e a tratar
na ra da Penha n. 2A, segundo an-
dar.
PAPELAO.
Na ra do Collegio u. 8. loja de livros dc Jos No-
-uoir.t de Souza, ha para vender um completo sor-
timento de papelao, proprio para obras de encader-
narso; bem como oulros diversos objeclos, tende-
les ao mesmo estabelecimenio, ludo por preco com-
modo.
Vende-se um silio na estrada de Parnamuirim,
com bastantes arvoredos de fructo e terreno para
plantantes : na loja de la/en,l.-. n. 7, ra Jo Passeio
Publico.
Vende-se um terrcuo no lagar do aterro dos
Afogadas com 90 palmos de frente, a fundo al beira
mar com alicerce na frente e mais bemfeitorias, e
parte do engenho Taepe, distante da povoae,ao de
Iguarassn' meia legoa : quem prelender, dirija-se a
loja de cera, raa do Cabuga n. >.
Vende-se um hoi muilo manso para carroca :
no Corredor do Bispo, primeiro -mu ao lado direilo
junio a_ fabrica do Ierren o.
Vende-se urna casa em caixao com 62 palmos
de frenle e 123 de fundo, rom paredes dubradas,
que podem servir para 2 ou :l andares, por Iraz de
s. 'i,,n,;al|.;, com frente para o> Coelhus, he de qui-
lla; far-se-ha lodo o ngociol : nu Aterro da Boa-
Visla loja p. 18.
CARTAS HUSMAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-se superiores carias fiancezts para volla-
rele pelo baratissimo prejo de 500 rs. o baralho ,
na ra do Queimado, na bem condecida loja de miu-
dezas da boa fama u. 33.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom lodos o melhorainentos
mais modernos, tundo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n, 8.
Em casa de Henry Brunn& C-, na ra da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
le de ouro do melhor gosto, assim como relogios
de ouro patente.
ARADOS OE FERRO.
Na fundicao de C. Slarr & C, em Santo
Amaro, acham-sa para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
Charutos, vare-
tas a 4,000 rs.
Vendem-satia ra do Queimado n. 9.
Perfumara^ de
guieas ilu reino muid novas a 5i0, passas novas a
600 rs., arroz ilo M.itanha a 120, cha hytaon pri-
meira sorle a 29560, vinho a i00 rs. a garrafa, e ou-
lros muilos gneros em conta ; assim como mantei-
ga ingleza superior a 8811 a libra.
Vendem-se > moleqaes pe$as finas, espingar
das de 1 canos, por barato prer;o na roa da Senzala
Vellia n. 70, >.' andar
Vendem-se novos missaes para missa, com ex-
celleule enca,|ernai;ao, e linas iniaaensuas cilampas :
quem pretender, enlenda-se com Vicente Mouleiro
llorgef, na ra do Cabuga, com loja de miudezas,
que quer linalisar a factura, e por isso dispe em
cunta.
Na ra da Cadeia do Recite n. :IT, rscriplono
de Joo Fernaudes Pareute Viana. vendem-se su-
periores velas de carnauba pura, ltimamente che-
gadasdo Aracaly.
i\a loja das seis
portas
Em frente do JLivrameuto.
Corles de meia casemira prelas e de cores a dez
pal&cas, lia propria para palitos a tres patacas o co-
vado, corles de calca de brim escuro, de linho. com
loque de mofo a ,lez luslies, panno fino mesefado
proprio para casacas ou palitos a qualro mil res,
chapeos fiancezes de caslor branco a oilo mil re, e
de seda prcla tamhem francezes a sele mil reis, di-
nheiro vista.
Na ra da Cadeia do Recife n, 37, escriplorio,
tendeat-te lencos de lahvnnthu,.assim como bicos e
rendas da ierra, ludo por preco commodo.
M Califor-
nia,
loja nova, ao p do arc^p de Santo Antonio, conli-
iMi-.ni a vender-se por moilo barato precio as fazen-
das seguioles : corles de vestidos de cassa a l-300,
ditos linos a IJOO. dilns de riacado francez de 14 co-
vados, fazenda muito boa a -25100, dilos de 'tempre
viva, fazenda escoceza com barra a 2200, d"itos de
cambraia muilo fina s .19000, dilos ;dilo proprios
para baile masque a 55. cambraias de cores muilo
linas a 240 o i.ovado. merino prelo com pequeo
biHii
gosto.
Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
sortimento de perfumara. ue ludas as qualidades,
sendo seu aulor o lueli.or que lia em Pari, nquissi-
mos frascos de extractos inuilissunu linos, pelo barato
praetiJ I521XI, la.JO0, 25 e 2o00, jarros de porcel-
laoa delicados e de modernos gustos ,oin Uauba fran-
cez muilo lina a 2o, Irascos cun esceucia de rt-saa
120, paos de pomada frauceza muilu ba ,1 100 rs.,
Irascos pequeuos e graudes da verdadeua agua de
Colunia do Piver a 480 e 1^000, sabouetes linos e de
diversas qualidades.ps paia denles o melhor que po-
de haver, e oulras mullas perfuuinrias, que se veu-
leui muilo baralo: na roa do Queimado. ua bem co-
ndecida loja de miudezas da boa fama u. 33.
Boneeas france-
zas.
Vendem-se muilo bonitas boneeas franezas, pelo
baralissimo preco de 10280 e 18800 : t roa do
Queimado, na bem cenhecida 1. ja de miudezas da
boa fama n. 33.
Para os na mora-
dos,
Vendem-se folhas de papel muilo bonilo, proprio
para correspondencia de namorados. pelo barato
preco de 40, 60, 80 e 100 ra. : na ra do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Vende-se prala velha, propria pafl) desman-
cha j ; e differentes obras de ouro, Irancilins, cor-
des grosios e linos, medalhas, redomas, brincos,
argolas, cadeados, aunis, auelloes, collar ; c mui-
las oulras obras de gosto : na Iravessa da ra da
Concordia, 11. 26, penltima caa anles de chegar
a casa da delencao, ludo do norle, das 6, as 0 ho-
ras da manhaa ; e das 2, as 6 da larde.
Vcndc-se muilo bom milho a 35IKXI rs. a sac-
ca ; no caes d'alfandega, armazem do Mello.
Vende-se um casal de psvoes, novos e lindos,
por baralo prer;o ; 11,1 roa Direila 11. 6.
Vende-se urna negrinha de bm.ila figura e ja-
da ; na roa do Collegio 11. 25, primeiro andar.
Vende-se azeile de carrapalo a islOO a caada
e a garrafa a 320 rs. : na ra do Brum passaodo o
cliaiari/ primeira casa que lem so'.Ao ucaruadu pela
retaguarda.
Par noivas.
Vendem-se ricos corles de seda branca proprios
para vestidos de noivas, pelo baratissimo prec,o de
405 : na ra do Queimado, nos quatro cantos, lojt
de fazendas da boa fe n. 22, defroule da loja de miu-
dezas da boa faina.
Loja da boa f.
Vende-se chaly de quadros de bonitos padres .1
000 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lisos com franja* de retroz dc bo-
nitas cores a 55, ditos com lislras de seda a 75: na
roa do Queimado. nos quatro canto*, luja de lazen-
das da boa f n. 22, defronte da luja de miudezas da
boa fama.
Cristis pretas para luto.
Vendem-se cassas pretas muilo linas proprias para
loto, pelo baralissimo preco de iSO 5 vara : ua raa
do Queimado, nos qoalio cantos, loja de fazendas da
boa f n. 22, defroule da loja de miudezas da boa
fama.
iely
Fr ancuco
os (srs.
Kdlmann.
sarja de seda preta a I56OO, casemira de cores a I5 e
5? o corle, dita preta inuit 1 ba a 45, elim preto
macaa a 25400 o covado, alpaca preta lavrada a 200
rs. o covado, chales de tarlalana muilo granes a 300
rs._, ditos cscoceze* a 500 rs.. ditos de cassa braocos
a 560, pecas de cassa branca bordada de 8 l|2 va-
ras proprias para cortinados, vestidos e babados a
I56OO, ditas de dita mais lina a 25, dilas |adamasca-
lasde 13 varas a 55, lencos de seda prelos a 800 rs. ,
dilos brancos a 15, dilos de cores| a jlaOOO, dito da
cambraia brancos com bico, lisos e burda,los a 200
rs., dilos muilo graudes de cores a 240, cobertores
de algodflo brancos a 19200, meias prelas para se-
nhora a 400 rs., para b.unein a 280, dilas crua, a
duzia 15920, pecas de chita escora de cor lixaa
48800, 55400 e 65, madapoln a 28500, 3. 35-WO,
38500 e 45OUO, dito rom pequeo toque de avaria e
muilo fino a 35 e :15200, leneoa pequeos para me-
nino a 100 rs.. ditos de ahita a 160, e muilas oalras
fazendas, ludo muito batato, a dinheiro vista.
Vende-se arroz de casca a granel, alqueire ve-
Iho, e em saccas grandes a 45000, milho em saccas .1
35600, arroz pilado muilo bom a 25600 a arroba, lu-
do muito uuvu : na ruadu Vigario n. 5.
* Vende-se cimento muito nevo chegado em 14
de maio p. p. de Hamburgo. por proco muilo em
conta, a vista da qualidade ; lano em porcAo como
em barricas e linas : no srmazem de matciues na
ra da Cadeia de Santo Antonio n. 17.
A nica superior e genuina genebra de Hol-
landa nesle mercado, em caixss, contendo cada nina
I2frascus regulares, e em ditas da (5 frascos gran-
des: vende-se no armazem de I.uiz Jos da Cosa
Amorim, raa da Madre de Ueos no Recife.
Vende-se 1 piano muilo bom e I loocador por
preQo muilo cm conla : na ra Formosa, quarla ca-
sa, ^e ver o piano.
Vendem-se caixas com vidros para vidracas,
vidrosde hscca larga com roldas do mesmo, o maior
rtmenlo possivel : em casa de Barlholomeu Fran-
cisco de Soaza, na larga ',, Rmatia n le.
Fio de ;>!fjo W11 le -e em saceos de 50 e 100 libras, por com-
modo preco : na ra da Cruz, armazem de couros-e
sola n. 15.
VINHO DO PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Emeaitnt de doasdozias e em barri de oilavo,
recenlemenle chegado pelo brlgue 'trovador, a
vende-se onicameule 110 armazem de Barroca i\
Castro na ra da Cadeia do Recife n.4.
Va loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
Flores de retroz para enfeiles de cabello e de ves-
tidos, camisinhas de cambraia para senhora a cinco
lu-te-, rollarinhos para senhurasa pataca cada um,
saias de cambraia bordadas a Ires mil reis, veslid-
nhos de seda para meninas de Ires at 6 annos a cin-
co mil reis, camisus para meninas a dez lu-les, ditas
para senhoras a cinco patacas, lencos de seda prelos
lom salpicos brancos, proprios para quem esla' de
hlo a quatro patacas, nobreza preta de difl'erenles
Pacos, chaly de ludas as cores, fil de linho liso c
la'rado, chitas francezas escoras e claras, e oalras
mutas fazendas que quer acabar.
Vendem-se remos de faia de muito boa quali-
dade, chegados ollimamenle da America : no caes
do Ranos, armazem de familia dellenrv Forsler &
Cnnipaihia.
Po menos do que em oulra qualquer parle
voiiilem-p na rua e-lreila do Rozario n. 11, no de-
posito desanguesuaas hamburguezas, os objeclos
abaixo e nsvamentc chegados :
Bularhinha -te .,,.|,
Dita de l.i-i.,.,
Dila hamburujeza, lats grande
Dita de arjirun dita
Qoeijo lundrin. a libra
Presunto para timbre
Toucinho inglet
Amenduas confei |as e francezas e libra
Pecegos, Peras, lamasco e Gisia lala
Biscoilo inglez, lav sorlida
Frascos com conserv dedilTerenles quali-
dades
Passas novas a libra
Ameixas a libra
Batata a libra
Vinho cherez garrafa
Dito Bordeaut lalo sarafa
Dito dito branco .
Doce fino de gniaha eaixao
Marmrlada.lala re 3 libra
Bnifies com dore da Europa le difierenles
quididades
Azeile doce francez frasco
Vinagre n garrafa
Maoleigeingiera superior libr.
Viaho E onlras militas cousas, que ern,luc,., acabar se
fosse mencionar.
boi.inhos para ch '_;.;
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido George Kenworlhv, no lagar de S. Jos do Man-
guind, rom arvoredos de fruclo e mais bemfeitorias
que nelle se aeham, seudo as Ierras do referido silio
proprias : qaem o pretender procure em caa de Sa-
muel P. Johnslon J, Companhia, ra da Senzala No-
va u. 12.
Em casa dc Ral),-Schmettau& C, ru
da Cadeia n. 37, vende-se :
Um grande lortimenlo de vidrosde cs-
peino.
Relogios linos de (luiente inglez.
Coaros le lustre, marca castello.
Couros de graxa.
Ervillias seccas cm garrailes.
Vinho lo Klicno superior,
Tudopnr prcjo commodo.
iarinha de mandioca de
S'. Matheus.
Vende-sc (aroha de mandioca muito
superior enovn, chegadn de S. Matheus
pelo patacho AUDAZ, com mui curt
viagem,a preco muito commodo : abor-
do do mesrr.o patacho, ou no escriptorio
da rua da Cruz n. V9, primeiro andar.
Salitre superior.
Vende-se e muilo barato, na loja de ferrasen* da
rua do Ooeimado n. 35, em porciies e a relalho.
Em casa de M. Calmoit ov C, praca do
Corpo Santo n. II, ha para vendero
seguinte':
Taboado de pinho, alcatrao e pixe da
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de al{;odao.
Dilas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior tptalidade.
Cabos de linho ede.Manilha.
Tudo muito commodo.
I\a loja das seis
portas
Em frente d Livrament
Paupelina de seda e laa para vestidos, de lindos
padrAes a duas patacas o covado, riscado monslro a
dous tusles o covado, cassas francezas finas a doze
vinleus o covado, manguitos de cambraia para vesli-
defeilo a IsfOO o covado. dilu muilo bom a 3K00 4o8 a de* lasloeso par, sedas de lindos gostos, lar-
., J. anJ.. .-----.... M^jKnn __.___,_ _. .... na .1------.u:<__ .... '
Ai-o
ao monstro.
paga-se a l30 rs.
Eu abaixo assignado, em reconhecimenlo do
favor que os senhores ealudanlc do collegio das ar-
les fizeram-me em assislir aos ltimos suiTragios, e
conduzir para o cemiterio publico o corpo do meu
finado lilli" Manuel Raymundo dos Prazeres Jnior,
obrigo-me a fazer este breve annunrio em signal de
gradecimculo, e louvando a promplidHu e decencia
com que se preslaram para este culto lio caridoso. e
lainbem quererem earregar o corpo de seu collega,
aceflo qP sl, n,sre rta unl.-,0 Kecife 30 de junho de
1836Manoel Ravmundodos Prazeres.
l.m engenlieiro atchiteclo ofierece-
sc liara eveetteao de plantas e oiramen-
tos de qualquer obra, e tambem para di-
i igir a execueiio das mesmas : quem pre-
cisar de seu prestimo dirija-se a livraria
da praca da ludependencia, <|ue obtera'
maior informaco.'
I.'ma pessoa com as habililaciies precisas se of-
ferece para Iralar de cobrancas amigavel ou judicial-
mente, assim como tambem se encarrega de (.romo-
ver quaesquer oulras actes, por precios razoaveis :
na rua da Praia n. 66, onde poda ser procurada das
9 horas da manhaa as 4 da tarde.
8300
8560
8|000
33600
870
8640
8480
18600
18000
2>100
8900
8500
8180
8-i0
3000
31000
18600
8000
28000
5000
8610
i.3000
18l0
8700
O abaixo attignado faz cente a respei-
favel publico, e especialmente a us frP_
gretea, que em sua padaria sita no t|M ^a I-,
Santa Cruz n. 6, se acha sortida devarias "
O
flft qualidades de bulinhus e de todas asqu,i. fis
i! lidades de masas finas, como sejam. ||ja_ X
"9 dos, aramia, bicoulinhos, falias oira, '.ji
jv masas, bisroolinlios inglezes em latas, ue '.J
*ir se vende por preco commodo. \
'.,': Joilo I.uiz Ferreira Riheiro. ?A
teQ%%o& .:..i-3@-:::-.;g
i\a loja das sen
portas
fin lenle do Livianieni
Vende-se algodao com qoasi 2 varas de largura,
proprio para leucoes e ln.tilia* pelo baratissimo
pre^o de IKK1 rs. a vara : na rua do Queimado. nos
quatro cauto.*, laja de fazendas da boa f n. 22.
Lindeza para vestidos.
Vende-e a rica fazenda lindeza, chegada nllima-
menle de Franca, pelo baratissimu pnreo de laOOOo
covado. Esla fazenda be de pora lila ed, r ns
seus padres s;lo os mats buuilos que ale n prsenle
lem apparecido oo mercado : na rua do Queimado,
nos qualro cantos, loj de fazendas da boa fe n.
Vende-se a armacao da loja d, rua do Crespo
n. 9, alaga-te a meatOl loja c todos o andares, ga-
ranlindu-se u arrendaiuenlo : Irala-se na referida
loja.
Ka nova loja de miudezas e quinquilliarias da
rua larca do Rosario n. 35, vende-se ludo bom e ba-
rato, assim como de boje em diante contina a ven-
der os mui afortunados bilhetaa de lotera, inleiros
meios e quarlos das lolenas desta provincia ; e como
esla casa loaba sido muito.feliz em lodos os m-nn- ..
cios, tamben, se espera o sejam os senhores compra- i Z?.PJ"!,"" SfR vi !' ''0r ff^" """'0 "S*
dores dos dilos bilhelescima declarados. P ,<" : "' rua (-adei-\ -* i primeiro andar
Vende-se urna mobilia de angico, constando j Veodem-se i eternas crioulas de idide de 20
de 1 duzia decadeiras, 1 jogo de bancas, 1 sof : aa a 22 annos, com algumas habilidades : na rua Di-
roa (Nova d. 21, segando andar. 1 rtta -,. 3.
Ripeados francezes a meia palaca o covado, cassa
pintada a meia polaca o covado, chitas escuras de
lindos padres, e mo disho|am a meia palaca n cova-
do, chitas dedillerentes cores a sei vinlens, cassas
de liorespara cortinados a patara a vara, chales de
gorgurao proprios para a.-asalhar do fri na estacan
actual a cinco lusloes. chales de cassa com flore a
dua palaras, chale de ganga encarnados com llores
imarellasa duas pataca; dinheiro vista para aca-
bar.
\ endem-se madapoles finos e de oulros. com
gas a dous mil reis o covado, dinheiro vista para
acabar.
Pianos.
Vendem-se pianos verticaes inglezes, de elegantes
modellos eexcellenles vozes, fabricados pornm dos
mais acreditados autores, premiado na exposicao de
Londres: no armazem de Rostron Rooktr & Com-
panhia, praca do Corpo Santo.
Relogios
cobcrlos e desrobcrlos, pequeos e grandes, deoaro
eprata.palenleiaglez.de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paqoele in-
glez : em casa de Soulhall Mellor rSt Companhia, roa
do Torros n. 118.
Rob l.'Afleclear, Vermfugo inglez, salsa de
Rristol, pillas vegelaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeirns em casa de Bartholo-
meo Francisco de Souza, na rua larga do Rosario
n. 36.
Cobi torea de la tiespa*
iili.'S muito encorpa-
(los e s-ralides.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esqoina que
volia para a roa da Cadeia.
ijal virgem de
liisboa c potassada
RUSNI.
Vende-se na ruado Trapiche n. 9 e II, cal virgem
de Lisboa, nova a 3SOO0 o barril, velha a 500 rs.la
arroba, e potassa da Rnssia a 300 r. a libra.
.. i elogios de pal ente
inglezes de ouro, desabnete ede vidro :
vendem-se a preco raaoavel, em casa de
Augusto C. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. ."6.
Attencao
lr
Riscado escuro e mnilo largo, proprio Ipara roopa
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de moilo bumgoilo a 5;, aloalbado adamasca-
do com 7 palmos de largura a 18600 a vara, loalhas
de panno d. linho alcoxoadas e lisas pare rosto, as
mais saper iores que lem vindo ao mercado, dilas
para mesa, gaardauapos adamascados e oulras muia
tas fazendas por preco commodo : vendem-se oa roa
do Crespo, loja da esquina que vollt para a rua da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem' acabadas,
sapalos e esleirs, chegados recenlemenle do Araca-
ly, por menos do que em outra qualquer parte : na
rua da Cruz o. :li, primeiro andar.
Vende-se a moilo acreditada padaria do Man-
guinho, sila na casa doSr. cirorgio Teixeir, com
muilas fregoezias na Capnnga, Afflictos e Boa-Vis-
li.'.ilem da da porta, a qual lem lodos ns perlences
a trabalhar, e na mesma lem um cavallo para en-
trena de pao 11a freguezia : para Iralar, na raa da
Soledade n. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regarhortas e ba-
xadecapim:na fandiciode D. W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
Cal de Lisboa.
Vende-se orna por,;.lo debarris com cal de Lisboa,
por baralo preco, e retalho a o barril t na raa da
Cadeia do Recife n. 50
Relogios
ing ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: em cata de
ileiiry (Jibson .-ruada Cadeia do Recife n. 52.
AGENCIA
Da fiindicio Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesie estabelecimento contina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para enrjenho, machinas de vapor e laixas de
ferro balido e coado de todos os lamanhos para
dito.
A33500
Vende-secal dc Lisboaultimamenlechagada.at-
im como potassa da Russiaverdadsira : na prara do
Corpo Santo n. 11.
TAI XAS PAKA ENGENHO.
Na fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e latido dc ^! a 8 palmos de bocea, as quaes
cham-se a venda, por preco commodo e com
tomplidao: embarcam-se ou carregam-se emacr-
"sem despeza ao comprador.
-Vende-se em casa de S. P. .lohnston & C.,
rua'a Senzala-INova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotcs'e carro e de monlaria, randieires e casticaes
bronz.dos, relogios patente inglez, barris de gra-
xa 11. ft vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no de vt^ chumbo de munr;ao, arreios para car-
jo, lonasngieras.
Loja da boa fe.
Vende-se panno prelo c azul, tino, fazenda muito
superior, prova de liroao, pelo baralissimo preco de
SaSUO o covado, alpaca prcla mailo fina .1 6I11 co.
vado, ment,, euro, fazenda superior para 1 ah... a
19000 o covado, canlao preto muilo Tino proraio para
vestidos a I5 o covado, setim pelo maco, fazenda
superior a 2K500 o covado, grosdeuaples prelo mmio
lino para vestido a "i o covado, superior sarja prela
hespanhola a SfSM o covado, (nnte/.i pteSa muilo
lina a 800 rs. o covado, corles de V|i,i,. de gorcu-
rao de seda, fazenda muilo boa a 2e, raetaa de fu-
loea de bolillos padioes a 610, brint trancado branco
de puro linho a l> e IjliOa vara, bnii trancados
de cores de muilo bonitos padres e de puro liho a
ICilll a vara, dilus dilos lambeni de bolillos BatMet
a 800 rs. a vara, dilo trancado paulo Umbeaa de li-
nho a 600 rs. a vara, dito liso largo a MI, gangas
amarella. I1-.1. e de quadros, fazenda minio supenor
a .120 e 360 o covado, ditas de Sarta escuras de qoa-
dros e lislras, de muilo bonitos padres pai.i calcas e
palitos a 600 rs. o covado, corles de cal{a de bvailas
caserairas de algodao, pelo baralo proco de Irl 11
brimaobos de quadros de puro lindo a MO o cov.do,
panuo de linho muito fino a 610 a vara, peitos nui-
lu linos para camisa brancos e de core a ilNI e 500
rs., camisas de meia muilo finas a I; e Mat, luvas
prelas de jorral para senhora, fazenda mullo sope-
nor a suu rs., ditas de seda de todas as cores para
hornero e senhora, pelo baralissimo preco de Ijtti .
par.ditas de bo da Eecoci. par. meninos e meninas
a 100 rs., leocinhos de filel muilo bonitos a I?, ricas
grvalas de seda preta. e de core, a lC, meios lencos
de seda pan. grvala.. 600 r... dilos prelo. rr.ulo
bons a \S, pn* cambraia. de salpico, com K va-
ra e meta a .Ic200. e t0 a vara, ,1,1a, adamascadas
muilo bo.. p,ca cortinados a Ii, cambraia Usa moi-
"'Vm?"" V"a. de '"*" P" ba.l,mo
precio de 360 a vara, lencos de cambraia muilo linos
lodos brancos e com barras decores a M rs., lencos
de cima francezes muilo bons a 4(10 rs chale, "de
algodao de cores de bonitos padre, a 800 r... rwca-
dinlios muito linos e de muil. bonito, uadroes a 160
o covado, filo de linho liso muilo .m vu,
,1,ilo de flo.e, a iBM>, meia. preta. de da pasa 1
nnoia. azenda muilo soperior a 2 o par, ditas bran-
cas muito fio., a :ts o par, ditas braoes de algodao
muito lina, a MO e 320 o par, dilas branca, rnoii!,
mu para meninos e menina a MO o par, e alm de
lodo mu outra* mailissimas fazenda,, que a vi.l. dl
ua, boas qualidades e baratos precos, he qoe o. se-
nhores treguezes, amigos do boro t baralo/conhec.-
ao o qe h. p.cb.nch. n. rua do yueimado. DWl
qualro cantos, na leja de fazeod.s da boa fen.,
deronle da loja de miudezas da boa famt.
Vende-te ama ser? va de bonita ligara, boa
cozmheira e engoremadeira : na raa do Oue.roado
loia de miodeza da bu. fama n. 33. V
n.i: 2V">'"e i"0*0" 21*00 a arrobe : no ar
mazem do caes da alfandega o. 7.
fsto .se ac liando.
Nos <|uatro cantos da rua do Queimado
n. -20, vendem-se lencos de cassa pintados
muito bonitos padmes e proprio* para
meninos, pelo barato preco Je 120 res
cada um.
Attenc&o.
Na ru. da Cadeia do RK|f., ,oja de 4 ,
i.m. Na.rC"aM*rJa "De'ro- completoZm.
Ii nenio de sedas de cor, p,rt vetlidos, com aW
nbos os mais modernos, e ero qualidade de f,,nd.
a melhor que lem vindo Pernambuco ; ZtmmZ
um, grande pan*, de corles de ,edi, e^ocezT, cTm
grande quanlid.de de covade, pelo baratis^inli ^
de d.la, de bon, gosto, par, i? Cu,,0i JJJJJJ
niel bardada.. .|. ditos de louqoiro verdade ,us
da China, e o. rae mu.la, qual.d.de. p.r. .hIo, o.
preco. ,le crin mano lro arr.ni.d., cm
cinlo oe Iwrracba, esp.rtilbo, de todo. 1,.
[^o ES ?sszxtz 1 "sr
racao extraordinaria, e oulras muilas l.,eod ouV
lECHABISlO PAJU EIS5-
HH)
NkJ}^A0 m ER0 1)0 KNGE-
ffl? DAV,D W BOWMAN. A
KUA 0 BRLM, PASSAXUO O UIA-
rAHlZ,
{2? t SE,,aD,,mo Proprio. ,uira encubo, a at-
ber moendase meia. moendas da mais moderna
construccao ; l.i... de ferro fondido ,'"Jg*
superiurqaalidadee de lodoso, lamanhos ; irf*
denladasparaagu.ooanim.es, de loda. .ropor-
iro qgSfc re" d or'""'" rmialrot'deC-
01ro, "F>lh8c.,biooes,parafu.oecvi||-,, m,.
nbos de mandioca, ele. ele. ^ *"'
NA MESMA FUNDICAO.
ridade ja conhecida, ccoro a devidan,,..,.. '
modidadeem prejo! 'pieilerae eim
POTASSA E CAL TIB6E1.
der muito superior poUss. d, Russit, diu do Rio
de Janeiro acal vtrgem de Lisboa em pedrt, ludo
a precos m favor.veis, com os quVs car*,
dos comadoijes salisfeilot. 4
vavjiJhasa contento.
Conlinua-se a vender afta/ion .. ,.. ,
nos efle vil S", P'"""d,i """ -
5!2S a T eom on!" de nio agra-
*r|.ap,ld0, d,vofe-l.. m 30 di..
depois da co.pra resliloindo-.ee iroportaaci. : ,"
Re",?.eA.o3,,,r,oi"deAbr"- ras.*-
--Em casi de Henry Bruno & C, roa da Crar
n. 10, vendm-se.
Lonas e bri ns da Russia.
Inslrumenlos para msica.
Esplhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras elsofs para jardins.
Oleados pira mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Ginma Itrfca.
xKrope
DO
BJOSQUE
loi transferid!) o deposito desle xaropo para a bo-
bea de Joso da Cruz Sanios, na rua Nova n. 53.
garrafa. 58500J e meias 3J00O, senda,falso lodo
aquclle qoe n> for vendido nesle deposito, polo
que se Taz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIBLICO.
Para cura de phtysiea em lodos os sea. ditlereii-
resgros, quer motivada por mn-h parns, I0--0,
astbma, pleoriz. escarros dc tancue, dr der.is-
tadosepeito, palpitacSono coracSo.eoqueloche,
bronchite, dorna garganta, e lo'das asmolestias
dosorgao, pulmonares.
JMneiidas superiores.
Na fundiciiodcC. SUrrtC, cm San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
dc caima todas de MITO, de nm modeloe
construccao muito superioivs.
t&8cv**o fi?ii)o.
I metepMoiorUBMata de bordados corno se-
jam, camises ton mancas, collirinho, peiglho,
rome.ra, eaiUr, coifinhas pelerina. tambem
lem um comi.|0 aartlmeala de ricas llores, enfeile.
pera cuaca, a, ,. os verdadeiros e modernos bicos
nd'ir M r> da C,de'3-Velha ". 21, primeiro
ILEGIVEL
Desapparecen no dia al do rorrente limpe-
lo cnoulo de nome Angelo, reprcenla ler Ml.nm.
estatura baixa, rheio do corpn, ro.tn romprdn,
olbns grandes, pina por urna perna por causa de .
ter quebrado, he natural da Babia donde foi loriado
e ltimamente preso em Serioliaem aonde resida
em nm engenho c foi entregue no procurador o> wu
legitimo senbor e por este vendido : quem o pegar
leve-o a ruido (JueimaJo loja 11. 10. que sera' re-
compensado.
No dia sele do correnle fucio do sitio Maroim
na praia de Maria-farioha, a e*rrva Itelfin. cojo.
signae. ao o, minies : altura regalar. mai:ra,ollios
fundos, niaras do rosto alias, cor prela, de Ango-
la, dedos das maos niraranguej.iii-. n dedo, de
ambos os pos junto aos minino. Irepados por cima
dos oulros. levou aia prela e ramia re algodamii-
nhn : quem a pegar leve-a a l'auhsla, quesera re-
compensado.
Fugiram do engenho Mariuna. na nnile de *7
para 2H do correnle, dous n.ol.,1,-. sendo um de no-
me Joaquim. cor regular, cabello, proprios da me-
ma, ir Iristonbo, alio, bvicudo, falla apressad*, |ic
apalbelarln. e feio. ; levou urna liega em om pe. e
gancho no pesroco, lem idade dc -J6 annos, trabalha
dc rarapiua, pedreiro e faz lijlos. (I nulrn de nonw
Cornelio, que lei esrravo do lenenle-cornnel Jo
Pinio de l.rmos Jnior, mais .Un, claro, eabellx
regulare*, olho. ciaudes a amorlecidos, idade de-'l
anuo., p. crande., e um delles um pouco iiicblo,
tem oflirio de sapateiro, e ambos lem marra, de nui-
les lias nadega e na, rosta, : as pessoas que < p-
prehenderem levem ao engenho cima, ,lo que-er.l,,
gentrosaroenle recompensado*.
PEKN. TYP. DB M. F: DB PBU.






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