Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07421


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Full Text
.
ANUO \\ UN. .52
Por o meses
Por j mezes v
ul
antailos .s'lMKi.
ncidos 4J500.

SAMADO 28 DE JIMIO DE 1850.
Por anuo udiantado l.t.vOOi).
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
KNCVHRKl.ADOS DA SIIKSCK1PCAO
farahiba, o St. Cervario V. di Natividads;
quim I. Pereira Junioi; Araeatv. o Sr. A.
Cear, o 8r. i. Jos de Oliveira ; Maranhao, o
ques Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingos
Caarense Pin, o Sr. JuitinianoJ. fiamos; A
u jmo da Costa.
NO NOKTK.
Sal, o Sr. Joa-
a Lemos Braga ;
Joiquim Mar-
ulano A. Pessoa
nVazonai.o Sr. Jeru
It
Ueic
o- sendere- assgnanles que eslAo por paga o im-
porte da subscripto desle Diario al o al imo do
crrenle mez, queiram mandar salisfazer sei s dbi-
tos a o preco estipulado, aule d'elle termin
se sn-pcu lera a entrega ou remessa.
PARTIDA DOS COP. REOS.
itlintla : nulo* oa atas, ia 9 e aaeia horas ao
I^M|-.I.,II. I..H.OIII.I l'.l I jll I ll,| I ,,.,. ..-mU
>. Ama-, llracrroa, hoatlo,Caraar, Ahiaha
S. Loaraifo, l'iri-.l'Alli... ftaitarelB, Linocir
irire, FlonM. liila-Hell.
tiabo, IfOJaCa, V-iiii
Piaaealcfraa r V,i..l : q
Tout .. i .;., i.. parteas .,. id karasaa aaaa
lloa-VUla, lluii
r.ii.-K.,,,.,
ii.i.
.,. aula.
Garaaka
i. Hrcju,
i- Kmi : i
.1. ihrn
AUDIENCIAS DOS TRIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlas aabbadoi.
Relacao lercas-ferai e aabbados.
Fazenda : quarua eaabbadoa aa 10 horas.
Juizo do commercio: segundas ai 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo deorphos .- segundas quinua aa 10 boraa.
Primer ra vara "do civel! segundas sexlaa ao meio-dia.
segunda vara do civel: quartai e sabbadoi ao meio-dia.
EPHEMERIDE8 DO Mi:/ DK JIMIO
2 La nova asO horas, 22 minutos, 4 segundos da tarde.
10 Quarto cretccnle aoi 1!) minutos e 48 seguudos da larde,
lili La cheia as 2 horas, 27 inmotos e 48 segundos da larde.
25 Quarto miuguante as7 horas, 48 minutse 48 segundos da m.
I ,, l'KKAMAK DhllOJE.
IPnmeira a 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 hora 42 t minutos da manhaa.
DAS da semana.
23 Segunda Jejuii (Vigilia) S. Agripnia v. Ss. Zenou e .Menas
24 Terca vj< S. Joao Uaplista Ss. Argilberto e Fausto mm, Ind.
2. (luana. S. luilerme ab* ; S. Febronia v. ; S. Galeciano m,
'> QuinU. Ss. .luo e Paulo Irs. mu. ; S, Virgilio m. ;
27 Sesu. S. Lasdilau rei; S. Zoilo m. ; S. Cressenle b.
28 Sabbado. Jejun (Viglia) S. Leao 2. p ; Ss. Argemiro e Irineo
29 Domingo. A pureza da SS. Virgem .Mi de Dos Ss. Pedro.
excahregados da si bscripcaO no sll.
Alagoas.o Sr. Uaudino Falcio Das Babia o Sr. L>. Dupra
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO*
O proprielario do DIAflIO Manuel Figutiroa dt Faria, di sut
ivraria, praca da Independencia ns. A a 8.
r, alias
parts afHCy*
.MINISTERIO da marimba.
Kt'latorii). apresentado a' ussemblc; gei
legislativa na tiuaiTii sessuo ila m na le-
gislatura, pelo ministro e secretario de
catado ilos negocios da inainiha, Joao
Mauricio Wanderley.
(Ccinclusao.)
Otoa portn:
Mjndnu-se, ilepnis de informac,oes tomad a res-
peilu, proceder .i con*trurcAo de duas ala aias de
madeira nosponlaes da barra do rio Doce, ta pro-
vincia do Espirito Santo, assim como remtl eran-te
ilo niis para luli-amenln das barias d mesma
provincia.
AaloTisou-se o presidente da provincial do I'a
rana a despender a quanlia de IWOJOOU con a col-
locacao de ama baliza na lage da poma; da Ca-
linga.
Nao sendo possivel, por nao haver verb i snllici-
enle no orramento, despender mais de .VI otos de
rois em que podem importar as domare.ii.in a, balise-
snenlos, collucacao de boias c bandeiola- nos por-
los onde leem de tocar os vapore da cumpa .lu Per-
aambacana,abiio-se um crdito delOronl. de ruis,
declaran do-.o por aviso de 13 de novemb i ao pre-
sidente da provincia, que coinreasse peb I de mais
vrseoles, segaudo a opima > do agente j a compa-
nhia.
Km Canavieiras na pruvincia da Babia leve estar
em grande adiaolaraeuto, seuAo j conclu la, acons-
trnrrau de nma alalaia de madeira.
O presidente da provincia da l'arabiba. reprsenla
sobre a neceaidadv de proseeuir-se na o] ra do caes
do Varadourn, paraevilar que o porto Coa iuue a ser
obstruido pelas ar;is que coudu/.em as nrlienles.
Oulrasim reclama urna barca de escavaQJ o que me-
lliore o canal da cidade, e a abertura i a barra de
Mamanuuape, que dividida por una p'dia. loma
milito pengosa a entrada mesmn dos peq MD"I bar-
cos, que se emprcjam no coiumeiein rn n a cidade.
Por aviso de it de Janeiro ultimo ni i
/it un arsenal da curte doas bolas de Te
lo.u-se fa-
lto, padida*
pedidas pelo capilAo do porlo das Alacias, aliin de
servirem de balitas nos pontos denomina
Bai\a (jraude a entrada do anrorailnuro por se te-
rem perdido as que eslavam collocada mis ditos
pontos.
Para o Aio.iznnasc Par "c pede um; luna ao ti.
\. E. do bailo de P.inacuera, u servir i de urna as
embarcarles que navegarein do Tocanti e Amazo-
nas pela Haba de Maraj, urna boia na evtreinula-
de niaisorieui.il do lnmo de Mandiln. ,ir.i evitar-
e o mestno bai\io, e outra enlre a. en- eada de sa-
rapapa e IHla do Cumaru' para indica a proximi-
dade das pedras do Assumprao, onde ba eo c sollrpu
avaria o vapor a Kio Negro > da cemp ibia de Na-
vegacao e Commercio do Amazonas.
I'rattcagem das barras.
As anicas barra- em que lia regulamejnlos c pra-
ios Picio
licagem dados pelo governo, sao ;i d
Paraambu-
co, \t iraiih 11. I' it i, Sergipe, Kio lirai de do Sul e
I..IJMII.-I. Todas a> outras sin regidas u por anli-
g.is praticas, ou por instrm'i;ies provis ras expedi-
das pelas presidencias c ealHlaula*.
Para.
Na provincia do Para, o.ide a pralica em dala de
longos aunos, e ln indispeiisavel a nav igaeo, nem
se quer liavia eseriptara^Ao da receili. e despeza da
pr.ilicagem. Os vencimenlns dos pral tos sao anda
os mesmos marcados na provisau do de ni.reo
de 1798.
Nniiienii-.e um euipregado oom a gral ilicaoo men'
sal de 591)1)0, o qual lera a sen earg i escriplura-
sjPj da praticagena ; e (Mir aviso de 2: de marro do
auno passado delerininou-se a confeci fio de um re-
galamenlo, o qual j i loi presente ao go remo, e pen-
de de eiaine.
Seiilin lo-.e _-.i;i 1 -- Talla de praliCOS la navegaran
do Ainaronas deliberou o goveruo pi r aviso de IS
le junho fa/.er embarcar nos vapores la coinpanbia
Navegac,)o eCoinmerrio do Amazonas, tres pralicau-
les, abonando-se-lhes ama gralilicaeao de S.31KII p,ir
mez, e 401) rs. diarios a cada um paia comedorias,
sendo obrigados por contrato a servil de praticos a
bordo dos navios da armada.
Rio Grande.
O regalamento etpedio com aviso le 30 de abril
de ISUi para o servido da pralicage n da barra da
provincia de S. Pedro do Km tiran e do Sul, nao
po lia mais salisfazer as exigencias d; navegaeo, c
em conseqoencia mandou-se organ -.n un oulro,
que mellio- attendesse as nec-ssidadi 1 presentes, o
qual acba-se igualmeule sujeilo a exa ne e delibera-
rao do governo.
Segunloo novo regulamentoa desp /.a com a pra-
licagem lie oreada em 7">:i30?21Kt, a reeeila em
h2:-J2l3accusaudn assim um delicit 1 e I '.; H">- J-1-1.
que presumo aquem davverdade.
O vapor l'.ainacu.l conlinua des u agosto pr-
ximo passado a ser com grande prove lo einpregado
no servirn da pralicugem pagando a 1 embarrare*
que necessilam do reboque urna laxa ulerior de 20
|kw rento tabella estabelecida pela ulincla Com-
panhia Progresso.
Sania Calbarina.
O aviso de 2 de fevereiro de IH4I, que eslabele-
reo a pratiragem da barra da Laguna nao creon re-
ceita alguiaa, carregando sobre os c ifrcs imblico
toda a despera, e recebendo os pralicis graliliraciies
Lina seme-
das partes, segundo ajusle particular.
Ihante pralira deve ser abolida em tddos os por;os
em que exishr, por dar lug.r a grandps abusos.
O capilAo do porlo remellen !n o pruijeclo de regu
lamento, que orgauisou, lembra que .1 l^rr.i dono
POLHST
OS CSiMENTOS DE PARS.
Ilajabx, pela importancia que vai lomando, deman-
da o uie-inii beuelicio.
l'ernambnco.
Foi ulliinainenle entregue associaeao dos prati-
cos urna das calraias destinadas ao servido da prali-
cagem pelo custo de 2:6109*86, A encorporacSo ne
urna coinpaiilua.a que foi por decreto n. 1511 de
.10 de dezembro de 1854 cuncedulo o privilegio de
rebocageui a vapor na barra do Itecifc, e a maior re-
gularidade resullanle das di-pnsinies jo regulamen-
1 lo de 28 de fevereiro de IS.'ij, granlem navega-
11 C.AO um servir. promplo e seguro.
Serglpe.
Ape/.ar de ler-se mandado, por aviso de llt de ja-
nean de 185, anplicar a pralieagein das barras de
Sergipn o regnlainenlo dado Rio Grande do Sul,
comludo nao se ooncedendn meios para inoular-se
regularmente o servico, nao pode esle ser desempe-
nbado, senlo mui Imperteltameate, nece-sitando do
material de soccorro e correspondenle peaaoal.
Maralo.
A pralieagein rege--e pelo regalamento de 22 de
selembro de 1852, alterado pelas instruefoM de lil
de dezwnliro de I8i. A capilania do poilu in;ui-
Ira cmharcai;ries de servido aos pralicos.
Paran.
A|iresenlou o capillo do porlo um projeclo de re-
guUineuto, i|u pende pessoal e material d'armada.
Em outros portos secundarios, bem como Ilheos e
Caravellas na Babia, existeiu praliros, -mas Iflo iin-
perfeito he o servico, que nao os inencionarei para
nao eanjar a voaaa atlenejlo com a fastidiosa enuine-
rarao de lautas uecessidades.
Nao ouso pedir-voi lodos os meios para montar
c regularisar o servico dos differenles porios, porque
a despeza seria superior as uossas possibilidades li-
naureiras, mas apenas, que vos nao descuidis de vo-
lardea para as mais urgeules precises de algumas
deltas.
Phariits.
K cargo d.is capitanas dos portos esla a adminis-
trado .los plia:es as respectivas provincias.
O deseuvolvimenlo que vai tendo esle ramo de
servico, e o que devera anula ler para segurauea da
navegagao de c^ibotagem e de longo corso, demanda
una adminislracao central, que o dirija, e donde
parlara qu.iesqu.-r esclareciineulos, de que o minis-
tro da inarinlia ueccssilc, tanto para promover a
conslrucgo de uovos pbariies, como para melhora-
menio dos existente*.
N'uina Ho extensa costa como a do Brasil, onde
porlos de punca importancia a vilo adquirindo pelo
augmento do commercio. he de neressi tade ncotupa-
nhar esse progresso em ludo quanlo leuda ao me-
Iborainenlo Oos portos e segurauea da navegac^lo.
Mas, cuuipre que laes inelhuraiiieiilos sejam em-
preliendidos com ecoiioinia e sxslema, para que nao
sucteda preferir-se o menos ao mais til, e nao se-
jain eslabelecidos phares que em vez de bem cau-
sein ilainuo tos navegantes.
Ora, esle resultado nao poder ser completamente
conseguido sein o parecer de pessoas entendidas, que
estejam em da com o estado deste servido, o regu-
laiisem, proponham os melhoramentos de que lie
suseeplivel. e onde e quando se devem eslabelecer
novas lotea, as suas ihllereiie^s, ele.
Tudo isto corre actualniente|iela secretaria de 'na-
rinlia, que manda levanlar os planos, e mullas vezes
os recebe felo. das presidencias, e sobre clles deli-
bera corno llie apraz, consiiltaud-* nu deixando de
cuusullar os proli-siniiaes. Desla forma despende-se
o dinheiro 011 intilmente, ou niiis do que se des-
pendera, se os planos fosjsem inellior esiudados, e
execulados lielmanle depois de approvados.
Esta MtiiiSoir.io poderia ou ser incumbida o com-
panliia do porlo da corte, toado por adjuiaeloi um
engeahelro, e um oa mais empregadoeqoecoadjU'
vasseni os Irabalhoa, ou ao consellio naval, como
parece mais conveniente.
Os p:iaroes actualinenle exiilentes dislril>uera-se
pelas provincias da icsiiinlc maneira :.
Kio de Janeiro. llous collocados, um na llha
Haza, e oulro em Cabo I-'rio.
Babia.ttous collocados, um na Barra, e oulro no
Moiro de S. Paulo, >sle be da 1.a ordero, catadiop*
trico do sxslema de Fresnell.
Alagoas. Um co locado no lugar era que exista a
anliga casa da plvora, na lalilode de '.)." 39' 18" S.
e l'iu,dn le de 35. il' 21" O. Griv. Esle pharl
que deve principiar a funecionar no dia 1." de jo-
dio prximo futuro, be do lerccira ordeui, calodiop-
t'rieo dos chamado* de curios eclipse*, fogo fxu e
variado por biillios. A luz de cor natural e*l ele-
vada 182. 7 ps pnrtugtiezes sobre o nivel da prea-
mar, e pode ser vista em lempo claro na distancia
de 22 iiiillias. No inlervallo de 120 segundos deixa
observar as .egiiinlcs phaWSuna bella luz de na-
tural por 72 segundos, 11111 eclipse por 16 segundos,
urna luz muito brnanle augmentando de inlenuda-
de |ior 12 secuudns seguindo-se oulru eclipse duran-
te 22 segundos. Esla a torre na direccao de 5 N.
E. com a pona mais saliente do recife.
Per.'iamhuco. t m no Kecifc.
Ceai.L'm 110 Mucuripe.
Maianhao Dous |ihar de Saiila-Anna e nutro em llacolomi, c Ires phares
ciluados, um na baha de S. Marcos, um em Alcn-
tara t o oulro ua barra ; roulinua-se na obra para
segurauea da torre do pharol de Santa-Aoll.l. Ten-
do se concedido no correle esercicio para esta obra
o crdito n> 10 conloa de ris, ler-se-ha de gastar
mais a qnanlia de '.lOOSXIO a um conlo de res para
a sua lnal conrloso.
Para.L'm as Salinas, da lerceira orJe-u, cala-
dioplrico do sxslema de lrre.*ucl!.
S. Paulo.Lu no llha da aiola.
Kio Grande do Sul. L'm pharol na barra e seis
phiroletes eouiprebendida a barca-pharol que
se arha na* entrada do Rio S. tioncalo.
Esle* phaiolcles sao, subindo du Kio (irande pora
Porto Alegre, o i." na Pona do Eslreilo, repousan-
1I0 .obre una 1 lliol.i arlificial aiada nAo consolidada,
o 2.* na Pona 1 Bujur, u 3.' no lugar deuomiua-
do Lapas da Marca onde o canal da lapa muda de
rumo, o 'i. e*la na l'onla <*e Cbristovao Pereira, e o valem eenluplicadameulc o nial que se pretende e-
j.- lie o da llha de Barba .Negra. I vitar.
Sao uecessarios para cooser'vac,aodestespharole(es, 1 Ainla em agosto do anuo passado jnlgou-se pre-
quantuno I.* proceder-se ao euroxamento de pedras, ciso ver o fundo da fragata Amazonas ; para isso
solas na libla artificial que llie serve de base, qoe li'-se-hia de vira-la de querena e desmontar a ma-
mullo soltreii com o invern panado ; por aviso de china : as despezaM com esla operacAo erara oreadas
de Janeiro do crrente aolorisou-se a presidencia em viole eolitos de ris, e tres mezes de Iralalho
para esle* reparos, oreados era :4i(l-i(KMI; ao 2.'e para repor o navio em sen anligo estado. Itelibe-
i.- ambos mallo importantes, he uecessan a sua rei manda-la encalbar em Mamullan, e all rom a
reconslruceAu completa, oreando as desperas com a despeza de 2:l2lj333 e Ires diasde Irabalho foi ei-
ohra d'aquelle em I3:5009U00 e deste em 18:000?, lo iodo o fabrico.
comprehendidos os caudieims e as respectivas lan- Se Inoramos aqui um dique, economisariainos a-
lernas ; o :).- no CapaO da Morca, onde o cual da 1 inda alguna conlo* de reis gaslos em canbal
lagoa muda de ruino, e o 5.', o da llha de Barba livel.
Negra, esto colloca los em lorres quadrangulares de Islo que dea-so com a Amazonaso, di-se diaria-
oadeira, que se acham em boa estado, podcmlo : mcnlc com uniros vasos.de sorle i|ue em nioilo pou-
ainda durar 8 a 10 anuos. He preciso que se faca eos anuos leremos coberto as despezas. que fuennos
rom urgencia urna barreira de faxiuas, cum o que se jcom a cnixlraceao de dona nu tres diques,
gaslarao 200 a 25O5OOO, para preservar os alicerces { O da liba das Cobras pequeo andamento leve por
do pbarolele da Barba Negra, que se acham eolio
cados cima da prcainar sobre comeros de rea, das
invasies das aguas da lagoa as occasioes das chelas.
hsles pbarolelas sao todo* le uecessidade para au-
xilio e seguranea da navegar^to enlre o Kio tirande e
Porlo Alegre, porem sendo as sabidas do porto de
Pellas quasi sempre de da e poucasas entradas de
falU de crdito. O orcam coiislaiii do relalorio de I85S. Peco-vos que habi-
litis o pavera > com os meios imlispensavut para sua
conclasJIo.
E coaio nao sera em pouco lempo que lera de ser
linalisado, e aiada depois nao sera suflicienle um sii
dique no tan freqoentulo por'o do Ki> de Janeiro,
noile lorna-se intil a barca-pharol na entrada do i repulo de summa vaiitagem aconslruccao de um di-
K10 S. tioncalo, sendo alm disso o seu cusleio mu- que iiiechanico na illia do Governador* ou em uulro
lo oneroso.
Fol autorisada pela lei de 28 de selembro de 1853,
e mandada realisar por aviso de 31 de Janeiro do
an'io prximo lindo a conslruceAo de um pbarolele
na pona de llapoa, onde se eslreila a Lagoa dos
Palos c desemboca o Kio Gaayba, consiguando-se
para ella a quaulia ue 8:050>2.iO, que depois [01 re-
duiida a 8,0009000 segundooor;amentoapreseutado
lelo lenente-coronel Jardim.
Esle quadrn demonstra quanlo estamos aquem
das mais palpitantes uecessidades da navegado, c
poni apropriado, que admita ao mesmn lempo mais
de um navio a fabrietir. E*la obra poJera esiar
prompia em 18 mezes a dous anuos, e a despeza de-
pender da* maiures ou menores proporees, que se
llie queira dar, nao excedendo com ludo de lio a 80
mil libras no eu mximo.
Na provincia da Baha pretendo urna eompauhia
particular privilegiada eslabelecer um desles di-1
ques.
Kin Pernambuco ha am plano idntico. Se aro-'
boa foreni levado* a effeilo, tero os navios dessas es-
porque dflo tuna eommuiiicariio maisdirerla do que | sen nome ligado a'obras e melhoramentos de pil-
as ineiicionadas no plano do dito lenente-coronel, blira utilidade.
em laucos separados e em dillerenle direccao. e por 1 Nada perdemos em ilexar que os nossos depsitos
isso no plano que lema a honra de apresenlar, as de raadeiras se tornera mais abundantes,... em read-
fazemos em loncos sim. mas direclos como as do quinr operarios, rujo numero ficou muilo redzido
prinieiro, leuda por iiiclinaQAo o ngulo de V~> graos, I (ior effeilo da epidemia.
nmellior conhecnlo para cominuuicar a clarriade, 1 Sub a inapeccn ds arsenal con*[(ue-se nos esla-
dddiciouando-lhes aos lados as indispensaveis rom-' leires da Pona d'\rea um vapor de forr^ c.dlecliva
...... ....*.. .1. .......n..l.. .IA- .......ri..n. n....u.l.... .1. Ul UM.Hu ...... -___-____ ___..1__,__ J. .'
explica suflicienlemente a razio das reclamarles, | laee meios de fcil fabrico,
que mo cessam de subir a presenca do governo, para O dique do Maranhao prosegne com alguma mo-
que melhore e d maior desenvolvimeiilu a este ser- i roidade, devida a falla de operarios, que ser nc-
POIL F.DMUNDO. ABOUT
7 SEGUNDO.
( I
Quando eu era candidato a escola normal (no mez
da outubro de 1818) tr.vci amizade Com dous de
meas c incarrenles, os irmaos Debax. Eram Breles,
nasciilos em Auray, e educados no collegio de Van-
ne*. Puslo que lossem da mesma idade, com poucos
minutos de diflerenca, em nada se pareciam, e nuu-
1.1 vi dous gemeos menos semethatitcs. Malhers De-
hay era um homemziubo de 23 aunes, solTrivelmen-
le feio ; liulia bracos mu compri.los, hombros mui-
lo altos e pernas mui curtas : dis*ereisum giboso que
perder a giba.
Seu mn.io Leoncio era am Ixpo de belleza aristo-
crtica : alio.-e-vello, de perfifgrego, d olhar alti-
vo, debitodes magnficos. O pobre Malheos 11:10 era
raivo ; ma* escapara por um Iriz : suas barbas e seus
cabellos olTereciam urna musir de todas as cousas.
O que mais agradava nelle era um par de olliiuhos
ntenlos, chelos de intelligcnca, de ingenui lade,
de brandara e de ludo o que ha de melhor. A bel-
leza banida de loda a sua pessoa refugira-se ahi.
Ouaniln os doos irmaos vinham 'aos exames, Le-
oncio trazia am bengalinha de casillo de prala, que
eicitou minias iovpjas ; Malheos carregava pbiloso-
phieamente dcbaixo do braco um grande e vellio
-'u.irda-rimv 1, que eonciliou-lhe a benevolencia dos
examinadores. Todava elle foi reptovado como o
baas, o collcgio de Vanne* nao ensinara-lhe bs-
tanle grogo. Malheos foi lamentado na escola : l-
tilia a xocacan. o desejo de instruir se, o goslo de en-
tinar ; nascra para professor. Quanto a Leoncio
pensavamos unnimemente que wril pena se um ra-
paz lan bem apessoado se encerra.-e como mis no
claustro da umversplade.
Os dous irmaos nao eram fallos de r.cursos. Aelia-
vanxo-. mesmo que eram ricos, quando comparaxa-
irraa sea fortuna rom a nossa : linham olio Vvon.
lisie, antigo capitn de cabolagem, depois armador
para a pesca das sardinbas, possuia muitos barcos,
ama mullid.10 de redea, alguos bens, e enlre elles
ama linta casinha no porlo de Auray, dianta do I'a-
rillnn itn bal. Como nunca Uvera lempo para ra-
aar-aa ficra solleiro. Era homem de gi ande corarilo,
rxrellenle para os pobres, e sohreludo para sua fa-
milia, a qoal delle mailo necessilava. A genle de
Auray o nnha em alia estima, elle era membro do
coiiselho municipal, o os rapazinhos saudavain-nn
(/Vi)* Diario n. 151.
vifo.
lie apuntada como indispensavel a rnlloc.n;lo de
phares ou pharoletes nos segrales punios:
No Rio da Janeiro, um pharol na altura dos bai-
xos de S. Thomc e uin pbarolele na enseada dos
Buzios, a mudar-se u de Cabo Fro para oulra po-
tiejo mais baixa.
Na Bahia, Irausferir o da barra para o Morro do
Contelho, e eslabelecer um de luzes lxas na barra ;
um pharolele na fortaleza do Mar, que ja foi aulo-
risado por aviso de 12 de dezembro do auno passa-
do ; e mais um pharol em urna das ilhas dos
Abrolhos.
Sergipe, un ua barra de Colinguibt.
Na* Alagas, dous pharoletes de luz liva, uin na
Pona Verde, e oolro ua Poula do Peba, e mais um
no rio de S. francisco.
No Piaulix um na barra do Parnahiba.
Em Pernambuco dous. um no Cabo de Sanio Agua-
tina e oulro ua Pona de Olinda ; sendo substitui-
do o do Recite por um de luz fixa, aprnveilandu se
o apparelho desle para um dos .nitro- proposlos.
No Maranhao, um pbarolele na pona N. E. de
S. J0S0, alirn de evitar os sinislros proveniente do
baixa ilenemiuado Mauoel Luiz.
No Para, um pharol na pona doTaip, e um pba-
rolele na llha da Talooea, e um IHiclu.nile na p uta
N. E. do baiao de Braganca.
Sao anda precisos pharolles nos seguinles pontos:
um na llha da Culijuba na poula de O. chamada
Pedreira ; um 11.1 pona Panacnera ; um na pona
dnlioyabal ; um na [Iba Jutahi, alim deevilarem-
-e ns extensM e complicados biixo* que da parle da
liba de Joannes entre a bocea do rn. Prea e pona
do Lorralinbo se estendempara o sul ; mu no llh>
de l-uiavento dai Ara as ; e alera de.te. mais 5 luzes
menores situadas no Amazonas, urna nu proximula-
de da bocea lio rij Aquiqui ; tima na cosa do Lma-
ro le maneira que lique ao S. O. S. da colima
chama la Ouleim ; nina na llha do Frecbal 00 de
Monle-Alegre ; urna 110 lugar cbamaile Capaila do
Lhrispim (provincia do Amazonas', ; urna exlremida-
de da Solaveulo do Lrucurilubo, urrados lodos era
20:0009000.
Na provincia de S. Paulo, tem do da Mola, um
na ponte de fra da llha de S. Sebasliao, e eutro ua
llha do Abrigo.
Na provincia do Parau.i, um 110 morro das Con-
cha*.
Era Santa Calhartaa, um pharolclo na forteleza
de Sania Cruz,uin em Sanla-Anna do Eslreilo,e um
na lorlaleza da Barra do Sul. E*le ullimo foi aulo-
ri.ado por aviso de Ifi de agoslo de 1855.
Na provincia da l'arabiba, um na Pona da Gala
da Barra de Labedelln.
A d.-speza nao deixar de ser crescida, nao s com
a conslrucco das loires e co locado dos apparellms
para lana* luzes, co;t 1 lambem cora o cusleio e pes-
soal ; mas em lo los os paizes exislem direilos de-
nominados de plumos.'po -.1 i.ipplu-a lus.i.i -ou cus-
leio. direilosjuslilcadus pelos beneficios prestados a
uavegarao.
Nao enxergo razan porque os nao devoraos esla-
belecer quando lambem os pagamos.
Heconhecendo-se por urna longa e triste experien-
cia que o pharol de Cabo I-rio nao satisfaz as exi-
gencias da uavegarao, oi o lenle coronel Jardim
examinar o local mais apropriado para Iransfen-lo,
e logo que eslejam concluidos os exames e seja apre-
senlaila a pl:inl e oreimenlo sera levada a efleilo
essa mudaiica.
Dique*.
A conclusan dos diques que lemos comecados he
tima necessida le. cuja salisfariio nao pode'ser por
man lempo demorada.
A despeza. qoe cora estas obras se lizer, sera urna
economa, puup.udo as enormes sommas, que se
escoam era reparos das emharraces, se se pode cha-
mar reparos esses rucios de que anda usamos, os
quaes cslragam e perdem os navios.
Linas vezes, por nao se proceder i um pequeo
reparo cm lampo, lem-se depois de fazer um fabrico
radical, em que se despeudeni muilo* ronlos de
reis : oulras \eie' as despezas previas do fabrico
tuzando : Bom dia, capilao Vvon! Esse bom mari-
nheiro recolhra em sua casa a Mr. e mademoisella
Dabax, e ecouemisava duzenlos francos por mez pa-
ra ns -"briiili -.
tiratas a essa munificencia, Leoncio e Malheos po-
der.ioi alojar-se no hotel Corueille. que he o Hotel
des-Priuces do ipiai i- 11.i1. lalino. Seu aposento cus-
lava quarenla francos por mez ; era urna bella c-
mara. Ahi viam-se dous leilos do acaj, com coru-
llas encarnadas, duas poltronas, algumas cadeiras,
um armario cura vidraijas para guardar livros, e
lambem (lieos me per .loe um (apele. Esses seuho-
res corai'in no holel ; onde a pensao nao he m a 75
francos por mez. As.im, o alimento e a habilacAo
absorviam es duzeolo; francos do lio Vvon ; Malheos
supprio es oulras despezas. Como sua idade ii:)o Ihe
permillia spreaenter-se segunda vez na escola nor-
mal, elle dlaae ao irm;io :
Vou preparar-mc para os exames do licencia-
menlo, l)epois de licenciado escreverei llieses para o
doulorado, e o l)r. I)ebay obler qualquer da um
lugar de substituto em alguma faculdade. Pela la
parle estaderas a medicina, ou o direito, es livre.
E o dinheiro f perguutnu Leoncio.
Ilei de cunhar moeda. Apresentei-mc em
Sainlc Barbe, e ped ligues. Fui aceito para repeti-
dor de lerccira e de segundo classe : duas horas de
Irabalho todas as maiibiias, e duzenlos francos lodos
os mezes. Devere levanlar-mc as cinco horas, mas
seremos ricos.
; Demais, accrescenlou Leoncio, pertences fa-
milia dos madrugadores, e he para li um prazer a-
cordar 11 sol.
Leoncio escolbcu o direito. Fallara como um ora-
culo, e ninguem duvidava que ds-e exceltente a.l-
vog.1.10. Segua o cono, tomava nulas e as redigia
cora cuidado ; depois do que veslia-se, pen-.orria
Pars, apresenlava-se nos qualru ponlos eardeaes, e
Sno Ib
:IIA:>,
ilhav
Sania (ienoveva. Todo o quarleirao latino conliecia
a l.-niicni ; ninguem suspeilava a existencia de Ma-
lheos.
Ku ia ve-Ios quasi lodos o* mcui illas de folga,
islo lie, lias qtiinl.'is-feiras e no* ilnirngus. tilles em-
preslavam-me litro*. Malheos linha um culto por
madama Sand ; Leoncio era pbanalico por- Balzac. i
0 joven professor desenladava-sc ua eompauhia de i
1 1 11001- le Ch'impi, de i'alieuce, 011 de La Besson- 1
nicre. Sua alma simples e seria pasaeava meditando
pelulcarril d is charras, lelas veredas guarnecidas de
urzes, oa debaix dos grandes casljnheiro-, ipie as-
somliram olagode lliali 1.
Oespirilo iiiquieln de Leuneiu segua eaminhos
mui ttilVereiiIcs. Carioso de sondar os mxslerios da
vida parisiense, vido de prazer, de luz c de rumor,
a-pnova nos romances de Balzac mn ar embriaga-
dor enjillo o perfume t* eslua*. Segua rom olhos
desluilitiradosa* forliinas exlranrdiuarias dos Ituheui-
pr, des Kasligiiae, dos lleurique de Marta;. I'oina-
va seus trages, emrava em suas sociedades, assi*lia
aos seus daelo*. aos seus amores, as suas emprezas,
:is suas victorias ; Iriumphava cora elles. Depois vi-
nha coatemplar-se ao espelho, e dizia corasigo:
pasava u ser:io-iio Ihcalro. Malheos, vestido de um
ivia todos os professores de
va de noile na bibliolbeca de
11 Eram melhores do que eu'.' Nao Ibes sou igual'.'
O que he que me impedira de ser feliz como elles '
Tenho a mesma belleza, o mesmo espirito, urna ms-
Irucrao que elles nunca liveram, e, o que val ainda
mais. o senliraento do dever.
Aprend desde o collegio a dislinccao do bem e do
mal. Serei um de Marsax sem os vicios, um Ku-
poinlin- sem Vaulrin, um Rasligoac escrupuloso :
qoe venturo! lodos os gozos do prazer, e loda a
ufauia da virlude!
Quando os dous irmaos, leudo os olhos meio fe-
chados, iulerrompiam sua leilura para cscularera al-
guma voz iulerior, podia-se allirmar que Leoncio
ouvia liuirem os milhes de N'ucingen ou de Gob-
seck, e Malheos o rumor das campaiuhas rusticas,
que aunuuciain a volla dos rebauhos.
Sainamos vezes junios-. Leoncio levava-nos ao
passeio dos Italianos, e aos bellos quarleires de Pa-
ria. Escolhia palacios, comprara cavallos, alistava
serxos. Quando va urna cabeca desagradavel em
um lindo coup exclamava logo : Tudo anda :is
avessas, e o universo he um paiz bem lolo. Certa-
inenle aquella carruagem n:lo nos asseularia raelhoi'.'
Elle dizia nos por polidez. >ua paixao pelos caval-
los era tao vilenla, que Malheos maudou-o exer.-t-
lar-se na equitacao em casa de l.eblanc. Malheos
quando lhe deixavamos o cuidado de conduzr-nos,
diriga-se para os bosques de Meudon e de Clamorl.
Allum iva que o campo era in.n*4iello do que a ci-
dade, mesmo no ioverno.e que os corvos sobre a ne-
v deleilavam-lhe mais a visla do que os burgueses
no lodo. Opini.io para.loxal conlra que sempre
prole-le. Leoncio segua-nos murmurando c ar-
rasiaiido os ps. No meio do* bosques elle aonhava
associaees mxsleriosas romo a dos Treze, e propu-
nlia-nos ligarino-no* para a conquista de Pazis.
De ininlia parle lia raeus amigos darem alguna
passeios curiosos. Fuinlou-sc na escola normal
nma pequea sociedade de beneficencia. Lina finia
de alguna suidos por semana, o productu de una lo-
terlaannaal, eos vestuarios velhos da escola coni-
pootn um funda modesto, do qual lira-se lodos os
das sem jamis esgola -lo. Dislrihue-so pelo quar-
leirao alguns bilheles impressos que representara 1c-
uha, p:)o, 00 caldo, alguma mapa, c muitas pala-
vras de consolarao. A principal ulilidade dessa pe-
quea insliluic:lu ho leinlirar .1 juvenlude a asisten-
cia da miseria. .Malheos acompanhava me muilo
mais vetes do que Leoncio ns oseadas tortuosas do
segundo distrietn.
Leoncio dizia :
A miseria he um problema, cuja solacio quero
adiar. Armar-mohei de coragem, vencorei mcu
mojo, penelrarei al o fundo dessas casas malditas,
era que u sol e o pao nao enlraui Indos os dias, loca-
ra! com o dedo nessa chaga que roe uossa sociedade
e que levou-a anda ltimamente i burda do tmu-
lo ; saberei em que nroporeao o vicio e a falalidade
Irahalham para a degradaran da nossa especie.
Elle dizia eaeellenlea cousas; ma* era Malheos
quein ia coniigu. .^^
O joven professor segnin-me mu dia -a' ra l'ra-
versine a' casa de um mneravel, de ruin nome n.iu
me record. I.embro-me someute que'linha o ap-
pellidode Kuivinlio, porque era peqaeno e raivo.
cessarlo contratar fra do paiz, quaodo lindaren! as
obras que se faz sobre o mar, e possam as outras ler
maior deseuvolvimenlo.
A despeza feila desde o seu cometo chegar al o
lira de ile/.emhro a 118:7759201, e para sua conclu-
san calcula-se que se depender a quantia de OO a
500 eolitos.
Porjecladu :i principio com modestas propiujces,
a pora oil-iio de all serem fabricados os navios da
esuMjao do afaranhao, fl lumando-a* mais agj-
ganladas._ De um orramenlo de 80 a 120 conlos
passou a 500. e recelo muilo que ahi nao pare.
A raeu ver n,o se dataria ler passado alem do
projeclo primitivo, porque smenle baraleza da
obra justifica o ter sido emprehendida em um por-
lo, que apelar de algumas vantagens especiaes, val-
se tornando cada vez mais .U diflicil accessu.
L'm diqme au be um. eslabelecimenlo que deva
eslar isolodo de um arsenal bem prvido de mate-
rial e opranos dos diversos ramos de conslrucco
naval.
O Maranhao nao offerece coudicei para a fuuda-
eo de uin grande arsenal, lie u porlo d.i Para, que
a nalureza ialhou parosle liman norle doimpeno :
era all que .Uvera comecar-se a conslrucco do i-
que, se se livesse previsto a despeza a que tcm de
cliegar o di M.ir.nih.in.
Lina nova allcracao 11 > seulido de melhorar o seu
plano cora economa saffreu esla ubra.
O que se eslava execulando era o exposlo no rela-
lorio de IS'ii. A allerarao deste plauo nao he de
importancia quanlo io seu lodo. Em que consiste
ella, e as roznes que a aconselharam eoustam lo se-
grale trecho do parecer do primeirn constructor,
Napolcio Joao Baptista Levcl. e do cngenheiro K-i-
herl Urand), encanegados de examinar o calado
das miras.
O inspector da ubra, o capilo de mar e guerra,
Josqoioi Manuel de Oliveira l-igueiredu. que a nos-
so eiame ludo franqucuu, e nos prestoo todas a- iu-
formacoes precisas, nos apreseulnu lambem, nao s
o primitivo pi:.....do dique, por elle mesmo dado,
como cs*e mesmo plano modilicado pelo fallecido
leuenle-caronel de eiigcnheiros Joaqu'.m Joao de Oli-
veira.
Das razes dada* pelo mesmocapilaodemar eguer-
ra em su-leulaca o de seu plano,o das que o ref-rioo
leiieiue-eorniiel consignuu na sua exposieao de-20de
marro de 1851, cuja copia nos foi aprsenla ia, no*
inclinamos a crer, que nu plano primitivo haviam
detalbes n:lu para desprezar. Examinando por isso
niiuucjosameule os dous plauos, consultando obras
que lemos sobre edilicaces de diques, |rccordau-
do-nos daquillu mesmo que viraos na Inglaterra
c Franca, e leudo em considerar,:!.! a localidade onde
0 dique se esl edificando.reconheceinos a indeclina-
vel conveniencia do orgamsar um novo Jplano, que
parlilhandn as vaniageus do que fiira dado pelo ja
referido capilao de mar e guerra, nao excloisse as
consignadas no do leneulc-corouel. No primitivo
plano o capilao de mar e guerra propuulia a abertu-
ra de urna dala no fundo du dique cm sentido lon-
gitudinal, para sobre us picadeiros, que alravessain,
deseancarem ns navios, e se Ibes puder fabricar a
quilha. O lenle coronel Oliveira suppruiiindo
adla, propoe o rebaixamenlo do fumlo do dique
Indo p?r igual, para os navios asseularem sobre os
picadeiros, que de igual allura.se deveriam levanlar
no mesmo fundo. Nos somos de opiniao romo se
deixa ver no desenlio junio), qoe o fuudo do dique
teiilia o rebaixamenlo someute no meiu de dous ps,
elevamlo-se porem paraos lados era linha curva al
encontrar os paredoes laleraes na altura du nivel da
balsamar. He obvio reconhecer que assim eonstrai*
do u fundo do dique, se lira a grande vatilagem
que a dala ufierecia, sera que as arestas della emba-
racen! u Irabalhar ua laboa du resbordu, e au se
leudo, como no ciso do segundo plano, do esgolar
grande porrn d'agua. que lio rebaixamrulo geral
dos seis planos ou qualro ps e tres polrgadas lica-
ria. o que he igual a 18,960 ps cbicos, quando
pelo plano, que olfereceiuos, su he de 12,000 ps.
As escarias do primitivo plano, sao incmileslavel-
nicnle as que modernamente so usara os diques,
Era casado sem ter lilbos, e empalhava cadeiras. Fi-
zeinos-lhe uossa primeira visita no mez de julho de
1819. Malheos seulio-sc gelado al os ossos, quandu
enlrou na ra 'Iraversino. t
lie urna rus de que au quero fallar mal. porque
sera' demolida antes de seis mezes. Entretanto as-
semelha-se muilo as ras de Coustnlinupla. He si-
mada em um quarleirao de Haris, que os Parisienses
quasi nao conhei^em ; loca na ra de Versailles, ta
ruadu Paun, ua rui da Monlagne-Sainletienevieve;
lie parallela a' ra de s mil Vctor. Talvez seja cal-
cada ; mas n:lu u otlinno ; o chSo esta' cotierlo de
p.illia corlada, de reliquias de loda a especie, e de
meninos que folgam no lodo. A' dirila e a' es-
querda elevam-te duas urdeus de rasas alias, Duas,
iinrauudase crivadas de janelohas sera corlinas.
Trapos assas pitorescos esinallain as paredes espe-
rando que u vento tenha o Irabalho de enxuga-los.
A ra de Rivoli he moito melhor mas o Ruiviuho
nao achara aposento para alugar em Rlvoli. Elle
nos expoz sua miseria : ganhava um franco por dia.
Sua mulhcr tranr.ava capachos, e ganhava de cin-
cuenta a -e-se.nl 1 cenlitnus. Tirei do raeu bolso al-
guns vales de pao e de caldo. O Kuiviulm agrade-
ceu-inc com um sorriso lexcmeulu irnico, e dis-
se-me:
Perdoe-me, senhor, se etlo-me uaquillo qua
u3o me Inca ; mas lenlio para mira que nao he com
es*es bilheles que se curar a miseria. O mesmo i-
1 a .ip*e)t-ir um oinpl.isirn em perna de pin. Vossa
senhoria levo o Irabalho de subir ale esle quarto an-
dar com o senhor seu amigo para Irazer-nie seis li-
bras de pao. e dous litros de caldo. Eis aqu para
dous dias. Poim depois damanha tornar a vir ?
Me mpossivei ; lera mais que fazer. Daqui a duus
lias eslarei puis 110 mesmo aperlo. como se vossa se-
nboria ulo livesse viudo. Terei al mais forae. por-
que o estomase he (eroz no da segainle ao de um
bom jaolar. Se Toase rico (nesle momenlo Malheos
lorou-ine cura o colovelo faria por tirar da miseria
pelo resto de seus dias aquelles I quem quizesse suc-
correr.
-- E como se a receila fur boa, aproveitare-
mos.
lia duas maneira*: comprandu-lbes um ron-
do de commercio, ou adquirindo-lhe um lugar do
governo.
Cala-lc exclamen a mulhcr. Sempre le ili-se
que le seria prcjudi.-ial tua amhiedu.
Que mal ha uiss.i, se sou capaz '.' Cnulesso que
live sempre 11:1 idea pedir uin lugar. Se algucni me
olTereeesse dez lianeos paia fazer-me merdador de
phnsphoriis, cerlameule eu n:io recusarla mas la-
mentara sempre o lugar que lenhu em visla.
Qual lugar J pergiinleu Malheos.
Varre.lur da cidade de Paris. G.iiiln-se vinle
sidos por dia, e li.-a-sc livre as dez horas da ma-
iih:i:i. S? vos*a senhoria po.lesse ohler-ine o*se lu-
gar, ineii ganho (icaria duplicadu, eu teria de que
viver, us sentiores seriara dispensados re subir aqu
rom billielinhns ua algibeira, e en be que iria agr-
tlerer-lhes era sua casa.
Nao euiiliivi mu nhguera na prelellura ; mas
Leoncio enlrelinha relaees atnigaveis oom o filho
de ora commisiario de pulicia : elle usou de sua lu-
pas para desoimeulu dos maleriaes pesadus.
|As vaniageus ineuciunadas paraa|adopeio do pla-
no qoe "presentamos accrosce a de menos Irabalho e
mais baratea na sua realtsacao, porque nao nodo
preciso rebalsar tantu o fuudu do dique, se ler:o de
fazer de menos mullos mil palmos de alvcnaria nos
paredoes laleraes que linham de acumpanhar esse rc-
baixaiueiilo al o seu aheerce.
< O fuudo do dique, lal qual u indicamos, e feilo
nelle picadeiros, coja face superior fique alinhada
com u hlenle da porta, uu h-.ixamar d'aguas vivas,
da'o sullirienle esparo para os operarios Irabalha-
rein a' vunladc no fundo de una fragata de primei-
ra ordera. porque para os navius mcuures c que de-
'nandem menos agua pu.lem os picarleiro* ser con-
veiiieniemenle elevados, iicamlu por consequencia
maior espaCO.
o A porla do dique, de que no segundu planu se
n:lo faz mene.1, pode ser giratoria, OU de caixau
llucluanle.
o Ambas leem sua* vaniageus, e silo usadas us
dique* modernos.
'i Nos nos inclinamos a proporas giratorias pela
smplicidade de as abrir e fechar, o
Maiiirat de cotUtTUCfBo natal.
P01 aviso de9de julho do auno passado, foi sus-
penso o corle de madeiras de conslrucco naval man-
dado abrir sobre as margeos do rio Acarn' na pro-
vincia do Para' era vinle e nove de nuvembru de
185*.
Esla medula leu o carcter de provisoria, e iogo
que riesen), 011 sejam removidas as causas que de-
rain lugar a' aquella resolucio, reslabelecer-.*e-ha
o corle 110 mesmo poni, ou uudemais convier.
Eram lae* as difficul lades de ubter Irabalhadores
aptos para esle servigo lodo especial, que a inspec-
e.i 1 du arsenal vio-se obligada a conlratar colonos
portofuezea para seren nelle empregadus. A des-
peza er^ em iiura parda,porque esses uperarios eram
huecas inuleis, e nao persistiran! ii'utn Irabalho pa-
ra u i|ual stiinenle eslao habilitados os filho* do paiz,
seoan -ni pi.iiiin uo adquirissem assas cuuheciineu-
lo da provincia para deserlarem.
Os jornte. no Para' sao l".o elevados e le fcil a
seus halolanle- encontrar meius de snbsislencia e lu-
cro uo simp es apruveilamenlo dos fruclos, que ofle-
rece aquella rica e |irodiga nalureza, que nenhurii
suj-ila-se ilc boameule a ganba-los a' forra de lr,i-
balho.
0 proprio arsenal que esla' em urna cidade, e mi-
de o servico nao be pesado, non lera podido cuulra-
lar operarios, apesar de le em--- elevado o* jornaes
quo anda assiu eslao abaixo dos que pagam os par-
ticulares.
Seria, perianto, inisler um grande esforru e unta
grande despeza para manler-se o c.rle de madeiras,
sem que alia* houveste obras em que fossem em-
preadas.
era a adminislra^ao tem por ora precisao ilcssas
obra*, nem conxiria promove-las com tao extraor-
dinarios sacrificios.
A raen ver, primeiro eoiivra crear e ohlcr ope-
rarios, montar o servico do arsenal, aftm de z|ue pa-
r ZKUtN lhe sejain rornecidus os meios de euipre-
heuder as conslrucees que fitrcui precisas.
todava como asna reservado medeirae he sem-
pre proveiinsa, .i gnverun nao se descuidad' de al-
lander .1 osle objectu.
A deslrnio.i) vandlica das malas, em que abun-
dan! preciosas madeira* .le con-lruc.;an cresee dia-
riamente, e em breve terao eslas desappareedo se
n:iu forera lomadas promiiias c severas providencias,
eorlaiidn-so :i- qut-devem lcar reserva las para o u-o
da inarinhi.
Informando o presidente das Alagoas por iirrssiiin
da viageui de in*petv:io que lizera as colonias mili-
tares Leopoldina e i'.menleii'.is que na di la
provincia ua de Pernambuco exislem malas que
convrn reservar, designando uaquella provincia as
que licam coraprehendidas enlre os rios Manguaba
e Camaragibe com 10 leguas de extenso sobre 11
de largura, e na os rios Pirangi e Jacuipc, dasde a povoaejo desle
n un- ..le Pilea, e com uspecialidade a* denomina-
das Espiaba a' margem du riacho Taquara, com 10
legua* de extanelo sobre ti de largura, expediu-se,
era data de 28 de julho ullimo, ordem aos presiden-
tes deslas duas pruviucias para que inforinas-em so-
bre o nuniero'de posseitos que se achara eslabeleci-
dos as referidas malas, importancia e ua'lureza de
seus cslabelecimeulus, en melhor meio de evitar que
sejam di-lruidos esse ticos depsitos de madeiras,
na 1 lhe sendo anplicuvei* as liceneaa concedidas, oo
ipie se poderem conceder para curies de madeiras na-
quellasduas provincias.
AKSEN'AES.
Arsenal da coi le.
No decurso do anuo, nao se conslruio nesle arsenal
navio algum para o servico da marinha de guerra ;
apena* fui concluida a reconslruccao da trgala
Principe, que serve de aquarlelameiiloaos meno-
res artfices, e a do bogue barca oTapajoz, nao
menciouan.Io-se a coiislraecao de algumas embarca-
(ues miudas para o servico do mesmu arsenal e dos
navios.
Os I'a brices porem dos navio* armados fe rain con-
tinuado*, importantes e laes, qoe s ellos absorve-
ram otrabilho dos operarios ; assim erado inisler,
nAo para a ennservaca-j .lo material existente,
cuno lambem porque as circunstancias podan) exi-
gir o sen emprego immediala fura das uossas aguas.
A couslrncjao de dous vapores.o ajaporu e Para-
guassii,!! esgliando o crdito volado para novas
conslrucees, e a crise proveniente da epidemia.
qoe fez encarecer lodos os gneros e jornaes, acon-
selharam nina prudente reserva, e resistencia a esse
peudor natural das adminislraees para deixarem
fluencia para obler a nomeae:iu do Kuivinho. Quan-
do ionios fazer-lhe urna visita para dar-lhe os pa-
rabens, u primeiro movel que vimos foi urna vas-
soura gigaulesca, leudo o cabo enriquec lo cora uin
circulo de ferro. O Ulular dessa vassoura agrade-
ceu-uos calorosamente. .
1 .i.ie,1- a vossas senhorias eslou lora da mise-
ria ; meus chefes apreciam-me ja, e nao desespero
de fazer 111 i 11 ha molher alislar-se na minha brigada ;
seria riqueza. Mas ha 110 pavimento terreo duas
mullieres que uecessilam muilo de soccorro ; infe-
lizmenle nao lera maos proprias para Tarrer.
Vamos v-las; dsso Malheos.
Deixr-me fallar primeiramenle. Nao s:io duas
pessoas. como minha mulher eeu. Ellas lem soflrtdo
desgraeas. A ma heviuva. Sen marido era joalheiro
na ra de Orleans no Marais. Parlio o anuo pas*ado
para a California com una machina que inventara,
urna machina de echar 011ro ; mas o navio naufra-
guu no camnalo como homein, a machina, e ludo o
mais. Essas senhoras lerain as galanas que nada
lora salvo. KulSo venderam o pouco qoe Ibes res-
lava, o forara inorar na ra de l'Enfer ; depois a
viuva leve urna doenca que devoroa-lhe ludo. Vie-
ran para aqu. I! miar desde a manhaa al a noile ;
mas non ganhain mulla eousa. Minha mulher aju-
da-as a fazer o servico da casa, quando sobra-lhe
lempo: quem uo he rico faz Umheni nina esmula
ajudaodo aquelles que san mui desgracados. Digo
islo para que versas senhorias romprehendam que
essas senhoras n:io pedem nada a ninguem, c que
sera preciso muilo cuidadu para faze-las aceitar al-
guma cousa. Demais a moajinlia he linda como
una rosa ; c os senhores coiicebein que isso da af-
llvez. .
Malheos corou vivamente, pensando que teria po-
dido romineiler una iudiscricao, e disse :
Procuraremos um meiu. Como se chama essa
senh ora '.'
Madama Bourgnde.
Ohrigado.
Dous ilias depois Malheos que nunca quizera dar
liey, particulares, einprelieudcu preparar um rapaz
para o lia.harelado. Applicou-se a isso de 1:1o boa
vonladc que o discpulo, que fra reprovado qualro
ou cinco vezes, foi .pprnvadn a IS de agoslu nu co-
mean das lorias. Fui enlo que ns dous irmaos par-
tiram para a Brelanha. Antes de por-e a eaminliu
Malheos entregoa-me cinceenla frane -, dizendo-
rae :
Eslarei ausente cinc semanas : heide v ollar era
iiuliibro para a aberlnra das aulas, e para os exornes
do lire.iiciaraeiilo. Iros ,in o.orreio todas as segundas
reirs, evnviarns dezfraucu* a madama Botirgade.
Ella er que lie um devedor que paga liudamente.
Nao appaioras em sua casa, aiim de nao disperlar-
II.e descoulianca. Se lgunia dellas adoeccr, o Ruivi-
nlio vira adverlir-le, e lu me escreveras.
Bem disse eu que somonte liani-fe bons senliinon-
los nos olhiuhos pardos de Malheos. Porqoe nao
conserve) a caria que elle escrevoti-rac durante as
ferias '.' Cerlainente ella vos teria deleilado, leiloree,
O joven professor descrevia com ingenuo eulhiisia!-
mu o campo duurado pelos tojos, as pedras druidicas
de Carnac, as duuas de Quiberoo, a >esca das -.ir Ji-
le 50 cavallos pera 0 servico particular de S. AI. o
Imperador.
Foi coucluido o edificio destinado a' ferraria. Os
melhodes dos trabalhos oella empreados sao Uo de-
feituosos e antigos, que sera' urna grande economa
dola-la com macbinismos moderos. N'eile intuito
exigi de Londres informacoes sobre o cusi das ma-
chinas precisas, e pendera de deliberarlo diversas
proposlas ullimamenle chegadas.
Abrio-se um crediln para compra de um guindas-
le, que possa levanlar grandes pesos, e sirva de ca-
brea e como ao nosso ministro no sobredilo reino fos-
Enconlra o arsenal serios embaraces no acanhado fem apre>enlados diversos modelos, sujeilou-os elle
espado, de que dispp. As otilemos eslao em -.'aaS>Vo connecimento do goveruo.
mal accommodadas, desorle que nao lera sido posj-p vjpfchefe de divisao iaspeclor da arsenal reclama
vel asuntar algumas machinas, que ja pessuim*.'! onza machina de serrar eSjpplainar madeiras. movi-
e que muilo lempo e Irabalhoeconomtsiriam. Pasp | dade dos Irabalhoa, perfecto das obra, e economa
obviar, quanlo ser pu**a este inconveniente, prop
o chefe de esquadra inspector do arsenal a edicc;io
de um armazem de ferro, que poupaudo espar-u, uf-
ferei;a cn.n ludo accominudaoes para as principaes
ollicinas.
Exigiram-e inforina^es do Inglaterra sobre o
preco de*le edificio, as quaes ja furam trnsmitlidas
pelo nosso ministro naquellc reino.
Opim.ies muilo valiosas propendeio anlcs para que
se Ir in-lra u arsenal pata um local mais vasto, mais
acoherlo de um insullo.e onde a polica interior pos-
sa ser mais ellraz, aponlaudo-se a llha do tioverua-
dor como aquelle que rene em si todas eslas van-
iageus.
Alas como em lodos os projeclos os lina eslejam
*emure subordidadus aos meios, nao menciono esle
sen;to *' titulo de materia de estudo e discusso.
No intuito .le melhorar-se o Irabalho com econo-
ma da I i/en 11 lem-se por ensato dinnfiuidn o nu-
mero das officiuas, remirado algoazas que leem en-
tre si analoga.
O bum resultado da experiencia de reunir sb urna
s direccao todo* o* operarios qu? traballum em fer-
ro, aiitmnu a fazer-se extensiva idenlica medida as
uflicinas de laloeiros e funileiros que foram encorpo-
radas a' de caldeirer.os de cobre; eo meamo-iru sen-
dj ap|ilicado a' oulras. Tudo quanlo tender a' sim-
da fazenda, calculando a despeza em 10 12 conlos.
Quanlo ao pessoal relir*o-rae ao que expend sobre
o arsenal da corle.
Arsenal de Pernambuco.
No arsenal de Pernaroboco prosemee no fabrico
da corveta C'iiiao, conslroio-se urna barca de viga
para a alfandega, lizeram-se varios reparos nos na-
vios da e-lae.io. e est em andamento a conslrucco
de um cter para u servico da praticagem e de um
hale de guerra, que deve montar dons rodizios de
30, afim de ser einpregado no cruzeiro conlra o tra-
fico, lem iiinaii.in u governo promover a construccau
de mais Ires.
O empregu de grandes vasos no servico dos cru-
zeiros nao s he despeudioso. como inefiicz ; uavios
Ugeiros, de pequeo calado, podeodo aproximar-se
a' cosa, e entrar em lodos os portos serao mui tu
mais uleis. Calculo que a despeza cum a conslrucco
desles qualro diales nao exceder' de 90 conlos de
ris.
O arsenal da pruvincia de Pernambuco, que o moo
eslado do porlo pareca condemnar a' simples fabri-
eos e a' roiiitrucoes de penca monla, lera' de ne-
cesariamente galibar em imporlancia com o melho-
ramenlo que val lendo o mesmo porlo. A industria
p.rlicular ha de para iso muilo contribuir, chaman-
plifirar sem confus:iu, o a' ecunumisar pessoal, sera i do e creando operarios, logo que possam ser all a-
um grande melboramenlu no rgimen interno dos | lisfeila* as necessida tes dos navios mercantes, que
arseuaes. | procuram boje porlos mais distantes, para fazerem
Nao eslou longe de extinguir algumas uflicinas, cu- us reparos a' que os obrigam os sinislros do mar.
jo* productos pussain ser lornecidns facilmeule e por 1 A' adminislracao publica cumpre lomar a ioic'iati-
mennr preeu pela industria particular. As ullicioas va. admiltindo o arsenal aprendizes menores, e
de funileiros, de e.urrieiros o bandeireiro*, de lanoei- maniendo nelle ama actividade compalivel como
ros, pintores e pedreiros pireccm-me estar nesle | eslado da provincia, em relacao a' operarios de cons-
caso- trucedlo naval, porque alem de serem estes em pe-
nos arsenaes do estado, os producios 1n.1nuf.1riu- queno numero, sao mal pagos, como em lodosos ou-
rados sao sempre niais caros que os das officiuas par- 11ro* arsenaes.
Iicalares: s a niao d'obra equivale au triplo, qua- Em 185^ foi adoptado para reedificado desle ar-
druplu e decuplo da materia prima ; o que nao se seal um plano, e de accordo com elle Vao as obras
explica, senlo por falla de liscaliacau nu emprego sondo exaculadas, tendo-se concluido o maro do la-
1I0 lempo. m;i qnalidade de uperarios, pessoal supe- 1 do do norle, e os alicerces sobre que lem de ser le-
rior os nei-essid-des e mesmu abusos, que sao o a- i vantada a casa para a ferrarla, machinas e fundicao,
companhameiilu, como que ubngado de todas as fallando 110 primeiro lauco a cobertura smenle. *
grandes admiuislraces. O trabalhu das officiuas he igualmente imperfeilo.
Por mais severos e vigilantes que ejam os chefes j nece*silando o auxilio de machimsmos movidos a'
superiores, sempre Ibes ha de ser diflicil liscalisar o
emprego do lempo e das materias primas as difie-
ren les ollicinas. >
Na reorganisac.io dos arseuaes que lera' de seguir-
se a' das intendencias, procurara o governo reme-
diar estes e uniros incouvenienles, e au mesmo pa-su
assegurar a serle dos operarios, exvgindo dalles ser-
viros correspondentes; tencionaudo pmver desde ja
a' nma uecessidade sentida e reclamada por lodos us
inspectores dos arsenaes ; quero fallar da elevaran
dos jornaes das difi'erenles classe* de operarios, pro-
porciouando-os aos da iadnstria particular, que os
oll'crece mais altos e lira-nos os operarios habis, dei-' dei a' eonbecer a principal uecessidade do arsenal du
xandn-nos o* invalidas e incapazes. Para', .1 qual cousi-te na falla de operarios, nao lan-
! .-,.' necessai.....briga I.. a leuipi estiplalo del lo porque o* jornaes sejam diminuios, como porque
servico, para que nao sueca 1 que, tas oceaatocS de ; absulutameme os nao ha na provincia.
urgencia, abandonen) o eslabeleeimenla e compro-; Nesle raso como dar ao arsenal grande desenvolvi-
m--lam por essa causa graves ioleroses do eslado. menlo e emprehender couslroeces uavaes? Sahi-
No estando regularmente organisado o servico de I riam demasiado caras e alisorveriam grande parle
Iioinbeirns do arsenal, de modo a' poder prestar dos credilo*. de que a marinha podera~ dispor. Em
promplos e eiBcazes ocCirros em occasioes de hacen- : quanlo a induslria particular eslimiilada pelo inle-
dios. encommeiidei por aviso de 12 de fevereiro ex- re-se, 11:10 importar uu crear operarios, emendo que
pedido au miuislm brasileiro err. Londres, a compra nao convira' esteudei us sacrificios dos cofres publi-
do material o miis moderno e aperleirua lo, empn- eos, alm do que lor uecessariu para rnauler o esla-
gado all para o .tilo liin, aotorisando-0 a' cuulrarlar bcleciinenln, habililando-o a' poder salisfazer as ue-
dous uperarios pralicos n-.sse servico, que inslruam i ces*idades da eslaco naval, que lemos naquella par-
c dirijara os do arsenal. \ le do imperio.
Deixn de iudividualisar as difTerenles obras civi* ej Para esse lim sera' indispensavel conlraclar fura
militares, qoe sao felas sb a direccao do arsenal, do imperio alguns operarios, para o que ja foi o pre-
ii.ir B*.4aal ai aa aaa 1 aaV*. astaa-a mean. ,. s.lo.i.i A.n ,. i.la.. S-J____. "___*_ .1 .- '
apor, como serras e plainas para madeiras, tornos e
pininas para ferro, ele.
Ficoi/concliiido o lerreao por cima do porlo do
arsenal onde foi collucado um relogio, e he lambem
destinado a' uin observatorio e lelegrapho.
A' cargo do respectivo inspector que ja rene a ca-
pitana do porto, esli as obras do melborameiilu
desle. Tao pesados deveres sao, a meu ver, superio-
res os forras de um s hornera por maior aciivid.ide
que desenvolva no.desempenno delles.
Arsenal du Para.
No artigo em que Iralei do'corle de madeiras, ja
por uo serem ellas de grande importancia, excep-
tuando o caes da llha das Cobras, a ponte e caes de
Villegaignon e o edificio destinado a' secretoria de
estado, quarlcl general c capitana.
Arsenal da liahia.
I.imilou-se lambem esle arsenal durante o anno a
fabrico* mais ou menos importantes dos navios da es-
laoao, a' rcconslruccau da corveta D. Januaria, e a
conslrucco de dina barca d'agoa. As mesma* razos
que inhibirn o arsenal da corlo de ejnprchendcr
novas conslrucees, actuaran! com mais forca sobre o
do Bahia : as suas uecessidade* maleriaes slo anida
raaiore*. c seu pessoal mu lo -oll'reu.ceifadn pela epi-
demia.
A siluacn ilo arsenal he mais defeituosa que a du
sideule da provincia autorisado em aviso de It de de-
zembro de 1855; e crear na mesma provincia no-
VOS que o subsliluam, admiUindu no arsenal o nu-
mero de menores, que os nossos recursos fioauceirus
permiltirein.
O arsenal, pelo que loca ao seu material fixo, lem
Igeaea sean maiure.* uecessidades. O edificio da
inspeeeao araeaca ruiua : c o novo ja coraerado nAo
podera' ser concluido sem urna despeza d 20 a 30
sanio* de ris. Ter-se-ha lambem de razer um caes
e pona para o serviedo arsenal, oreando a despe-
za em cerca de :!S conlos de ris. Alm dislo con-
vrn acabar de murar lodo o terreuo do eslabeleci-
menlo, Irabalho que prosegne lentamente.
Informa o inspeclur, que lem de brevemente cu-
arsenal da corle, em relacao ao espaea e a deez, mec.ar all a construcrao de um hiale para viga da
quer pelo lado de Ierra, qur pelo lado do mar. *irandega, c cm dala ilc 28 do selembro autoriso se
l'rosegue-se na conslrucco do c.cs, depois de cu- a de um balelau para o servido do mesmo arsenal,
ja conrlii*-'.. havera' lugar para mellior acommoda- 'oreando i despeza em 5:6570535.
cijo das officiuas e edificaran de armazens de uepo-; ^rsenai re Ualo-C.rosso.
* m*' it- ,-. Oarsenal oa pequeo depsitos de munioies navaes
Pe-dilleren.es vez.es lem-se procedido a exaraes deslinado unicamenle aos reparse forecmeul.
para a escollo de oulra s.luacao que ollereca as con- (,.....Il;, a pruviacja ,le Ma.o-Grosu. devendo re-
o ZeT:T<~ es ahelecimenlos, variando os woer com aberl|1 j, naM a fluvial o devido
pareceres entre a enseada de llapag.pe, llha de ta- deseuvol.i.nenlo, na,, poderi' conliooar no lu-
pa,,cae nma da.i has do Bom Jesu*. ca|. eQ1 que preseniomeiile exisle, e lera' de ser
De oda, a* emhiadas a que rene ...ais vanlajo- removido por oulro que rena melhores condices.
.as condinie. he .Iba de Sanio Antonio ; pronor- ionco ou nada ,eMer.!er.. com o abandono do arsc.al
roes para a ronstruceAo de una doka, fundo suflic.en- arS80a|, porque a(M oe lado allda -
le pira os ma.ores vasos, deleza fac, separocao de
povoado*. abundancia de uperarios lias suas pruximi-
dades, e de pedra calcara para as edilicaces, ele.
NAo ha, porem, esludos e exames regulares, para fir-
mar-se um jui/n seguro, e eoi ludo o casu a exequi-
hilidade desle projeclo .lepen lera' da grande ques-
illo dos meius.
abas no golfo, e a pequea frota de velas encarnadas
que apanda ostras 110 rio deAurax. Tudo isso pa-
reeia-lhe novo depois de uin auno de ausencia. Seu
irmAo enfadava-se um pouco pensando em Paris.
Pela sua parle s achara prazer*. Seus pas goza-
ran! de lao boa saude .' 0 lio Vvon eslava l:o goi-
do A casa era lio bella os leilos 1:1o nucios'! a
mesa lao copiosa !
Esquecia-me lalvez de dizer que Malheos coma
por duas pessuas.
Sabes s o que rae lem entristecido ? escrevio-
me elle ne pos! scriplum. Vou confessa.-le. embo-
ra zumbes de mu, lia em casa de meu Uo duasal-
cnv.is ociosas, bem limpas, bem mobiliadas, e que
uin servem a iiitigoezn. Kstou certu de qoe meu (iu
as alagara por um nada a alguma familia honesta.
E paga-se cera francos por anno para habitar a ra
i'raversine !
Malheos vollou 110 mez de outubro c recebeu logo
sen diploma de licenciado. As notas dos examina-
dores lhe foram 1:1o favoraveis. que fui-lhc ofTcrecida
urna cadeira 110 lyeo de Chaunionl. Mas elle nao
poode deridir-se a deixar o irmau e Par*. Dava-me
de quando em quando noticias da ma Traversioe.
Aladama Hourgade eslava doeule. O* leitores 911A0
ro-i.prehendcro o interesse que .Malheos Inmava pe-
las suas protegidas invisives. se eu nAo iniria-los no
grande segredn de sua juvenlude: nAo linha anda
amado, (iomo os collegas nao lhe haviam poupado
molejos sobre sua feialda.lc, era modesto a poni de
considerar-se um meastro.. Se lhe livessem dito que
urna mulher poda aiua-lo lal qual era, Alalheos te-
ria crido que queriam escarnecer delle. Soohava as
vezes que una fa.la (ocava-o cum sua varinha, e que
cunxerlia-o em oulro boinem. F'ssa Iransformaco
ora o |irefacio indispensavel de lodos ns seus roman-
ees de amor. Na vida real passava -nnlo das mullie-
res sem erguer o* ulhos.receiando que sua vista Ihes
fosse desagradavel No da em que vein a ser o bem-
felor desconheri.lu de una luida rapariga, senlio 110
fundo do roe.io ni um coiiteiilamenlu terno e humil-
de. Lomparava-se ao hroe de la llelle el la Bele
que ncculla o semblantee s deixa ver sua alma, ou
ao Paria da Cliaumiere nMenne que diz : Podis
comer desses fruclos : nelle- n:io loquei. o
l'm incidente imprevisto o poz .liante de Alada-
innisile Bourgade. Elle fura a casa do Buivinbo
quando Amada enlrou clamando soccorro : sua mili
eslava Hesmaiada. Motleos corren com os ootros.
Levou un .lia seguiute um medien. Aladama Bo-
urg.i le eslava doeule de fraque/a; loi curada. A
mulher do lluivinho iasta!kou-40 em casa rlella na
qual.da le de enferineira. lacumprar os remedios
e os limentos, c sabia regatear lano que os linha
por mdico preon. Madama Bourgade beben
excedente vinhe de lledbe que costava-lbe sessenla
ivnlimn a garrafa ; lomou chocolate ferruginoso a
dous francos o kilogramma. Era Malheos quem
Tazia laes milagrea seiiij-zabar-se. As duas mullie-
res o lilil un por um vismbo obsequioso, e julgavam-
nn uin..1 pe da ra Saint-Virlor. A doeule acos-
luiiiou-se branda.neiile presenea desse joven pro-
fessor que Iralava a todos rom as nllencoes delicadas
de ama mora, Saa prudencia maternal uuuca ss
O puulu que parece reunir em maior grao eou-
diccoe* paro a aMa de um arsenal de marinha, be o
da .villa Alaria, a margem esqoerda do rio Para-
Kuav.
. as suas proximidades ha exrellenles madeiras
de conslrucco, que podem ser transportadas facil-
meule pelo mesmo rio Paraguay, pelo [rio Cabaral,
acaulelou delle ; quando muilo o|linha pur hornera
Pela -1 nipliohl.ilp. de seu irage cieou que era pobre,
e inleressava-se por elle assim como elle inleressa-
va-se por ella. Cerla segunda feira do mez de de-
zembro ella o vio cliegar com seu palito cor de avel-
IA, e sem capole apezar do vivissimn fri que fazia.
A pobre viuva disse-lhe depois de longas cirrum-
Incuces que acabava de receber urna soturno de dez
francos, e ofTereceu crapreslar-lhe melade. Ma-
Iheos nAo soube se quena rir ou chorar : linha eoi-
penhado na mesma manha o capole por esses dilo-
sos dez francos. Eis como estavam no lim de um
mez de conheciraenlo.
Amada abandnnava-se menos docura da nilimi-
dade. Para ella Malheos era um homem. Compa-
rando-o ao Rulvinho, c aos habilanles da ra Tra-
versine achava-o dislinclo. Alm disto na idade de
dezaseis annos nAo tivera ainda o lempo de observar
o genero humano. Ignorava nao somenle a fe.alda-
de de Malheos. como lambem sua propria formosu-
ra :* non havia espelho em casa.
Aladama Bourgade referi a Malheos o que
esle ja sabia em parle pelas iudiscricoes do Koivinbo
Seu marido ganhava apenas com que vivesse, quan-
du soube que linbam-se descoberlu as minas da Ca-
lifornia. Como homem de juiso adeviuhou que os
priraeiros exploradores dessa Ierra afortunada pro-
curariam os pedaros de ouro oceultos enlre as pe-
dras, sem darem-se ao Irabalho de explorar as arei-
as aurferas. Disse com sigo que a especularlo mais
segara c mais lucrativa cunsisliria em lavar a poei-
ra das minas, e a areia dos riachos. Com essa idea
conslruio urna machina muilo engenhosa a qual deu
o nome de separador Bourgade. Para experimen-
tar iiiisiiirou 30 grammas de onro em p com 100
kilogrammas de Ierra e de areia. O separador re-
produzio todo o ouro com dous dicigrammas de per-
da. Animado por essa experiencia Mr. Bourgade
reuni o pouco que possuia. deixou a familia com
que vivesse seis mezes, e embarcoq para a Califor-
nia ua Welle Antoinette de Brdeos. Dous mezes
depois a llelle Antoinette sossobrou junto do porlo
do Bio de Janeiro.
Malheos lembroa-se de que sem fazer urna viagem
:i I .aillo: ma se poderia tirar da inverioAo do falleci-
do Air. Bourgade pruvcilo para sua viuva esoafi-
II1.1. Ped.u a Aladama Huutgadc que lhe conli-
osse o plano, e eu fui encariegado de raoslra-lo a
-um discpulo da escola cenital. A cousi.Ua nAo fui
longe. O joven engenheirn disse-me depuis de urn
cxa.ae de um seguudo :
He o separador Bourgade. Esla uo dominio
publico, e os Brasilciros fabiicam dez mil por anuo
no Kio de Jaueiro. Conheces o inventor ?
Alorreu em um naufragio.
Entiio a machina lera boiado ; isso acontece
ludos us dias.
Vollei Irislemeule ao holel Corneille para dar cou-
la da minha emhaixada. Achei os doas irmaos em
lagrimas. O o Vvon muriera de apoplexia deixan-
du-ihes todos os eos beus.
iConfi/iMar-se-fta.)


'.:
-
\
ILEGIVEL


i
d.ls Pili
tinas dos aYieu.
DliO P imi SillsQ 28 B8 JUNHO DS 1856

que Mira i.cslo urna lesas Mima ila villa Mtris, c
pelo no Sepeloba, que lambem desagua no Para-
guay, lies leguai ..rima o Cabera 1 e de un curto
eavegavel na evtcnsu ile mais de til) leguas por
entre nqossimas llrenlas virgen*.
Junio a dita filia eiislem abundantes nilreiras, I a rejgularisaco do> vencimento
dando se eitrahe anuaImente oplimo salitre, com g que uulra ora Irabalhav.i a lalnira dp polvera, que
leve a provincia ; a bem.asttai rica minas to forro
e do cohrp de fcil explotara...
A pelela ila villa Mara lio forlo, a podr-se lor-
na-la dplonaavel com pequea detprza. Treta le-
gajas abaixa mi pona da monle denominad Kscal-
vado. que domina e protege raudo parle o curio
lluvial, ja Iipiivp em oulro lempo hateras quo po-
dem ar restauradas.
Ha horca do S. l-ourenco no rio Paraguay villa
Mara alii d:. leiiiias, pouco m..i* ou menos, quando
Gayaba, onde lioje rutla o raeual. a distancia lie
le SI ; aquella empro do livro navegar,o, talas
interrumpidas em alguna nieles do anuo pela des-
rida dan acua do S. Loureoco p Cuvabfl.
Sendo accorde* toda as opiniues aobra a conve-
niencia da mudenca do arsenal, pietorem alguns! taefio Irverem direili
asa ponto no baila Pangan, como por exemplo I commistlo creada pelo url I = do citado re.
o de turumba allendendo a malar eapacid.de daa gelimeata e comportado enearregsdo rio quartal
asuas o maior racilidado da ntvegicao : mas esta general, contador da marinli., ,. auditor eral da
......idera.a nica, posto que de grande peso, nao I m.iinha, fot instalada; e .leu comeco a seos trab,.-
niiipcnsa inconte.lavel supenorulade da situadlo Ihot a 12 de Janeiro do corren!
da villa Maria, em relajo as oulras vanlagens a-
lisUipr..rio. mis oiiicn,... .ios arsenaes da corle o, S- um laa Irisle estado da colisas merece Ovar .
provnicias. allein-ao do -ovemos de Franca a de Inglaterra.
,i.,T;,. T "r ,*Jw,d,do "apilarnaa a que ni- igualmente inlereaadaana manolencgo da ordem o
l.manienle fo, ojeada na |... vine do E-pirilo Sanio i... desenvolvim...... regular da eivIliMcao, .le,,- ,,a-
I"1' d?"'10 '.- "' J;......r" '' '* <> ''' im luralmeule preoccapar no mau alio grao o gaverao
pessoal smpre-
U De ha.er-se coinprehcn.luln nos liospilaes o
enfermaras .le marinha, lodo o petaol de que ca-
rece osle servico.
*j Do auxilenlo do patatal dos olliciaes relur-
inados.
.1. Do que se incluio na verba rualeri.il para fa-
zer [ie ao nijior prega provenanla da canalla, dos
vveres e de oulros gneros.
lud iri/mociio de presas.
Km eieruca.i .i le n. 83 de 18 de agoste do anuo
p.issadu fui publicado o ieulaiuei.l., u. 1708 do'J
de, dexembro, prescraeudo a furnia do prooesso,
que se deve seguir na parlilha da ioauna concedida,
como in.lemiiisaeao das presas ras guerras da Inno-
pendencia e llio da Prala, iMonleiaea docoipo.la
armada ou eus lier.leiros, que .. mesilla indemni-
lo re da Sardcah
O accordar das paixoes em lodos ns paizes que
cercam o Piemonte, em cooaeqneoeia de urna eaasa
rapaz de excitar as mua viva ivinpalhias, expoe-o
a perlgoa de molla gravidade; poderto cumpromel-
lor a poltica firme o moderada que Uto bous fruc-
Ins lem proiiu/ido no interior, e que lite lem va-
lido a sympalbia e a eallma da Europa escLrc-
cida.
K5o he parm o anico-perige, que tanaca a Sar-
denlia ; um petigo anda maior lie a co'mequen-
cia do> m.ios empregadof pela Austria, para com-
pninii a el!, rve-cencia revolucionaria na Dalia.
Chamada pelo, toberabos dos pequeos Eslados
'l'llarl.i. impnlenles para coulerem o dtsciuilenla-
menft dos (lis vasiallos, a Au-lna oceupa militar-
monle n maior parle do valle .lo IY> c da Italia cen-
tral, e a sua inuoencia se fai aenlir de orna mahei-
ra irrc-islivel momo no. paitea aonde nao Icmaol-
dadoe. .
Apoiando-H de um lado sdlire Ferrara e llolnulia.
aaeoaa tropas etlendemie alo Ancana, ao lonco no
/
peala daa, acrescendo, que podera' ser seccorrida
por Ierra pelis torcas da cldade de Coy al, em
quinto que turumba alo lea de coul'ar, seu.lo
com .e* sous nicos recursos.
I luiros depsitos navaes eiislem as diversas pro-
vincias, os quaes com quanto sejam de pequea
impoiKncia, todava servem para auxiliar as ueces-
sldaJes das capilauias a pralioagens.
Inlenileuctas.
Arh.indo-so o governo aulorisado para retornar
.i- n.lcndcncia*. e devendo ser brevemente publi-
cado o novo regulameulo em o qual crelo ler-se
removido limites dos deleitas dos anteriores, nao
cansarei a vusa altcncAu com expor-vos o oslado
deslas aatiajaea.
Contadura. .
Esta promulgado o decreto e regulamento n, IT*S
de Jfi de marco docorrenaaiino.rcorgaiiisan do a con-
(aduna seral da marinha em virlurtc da aulonsioao
eaaeaMi pelo i.- ,:,. arligu i I da le n. 719 de'-JS
de sctenibto na 1863.
Orgaainaa aa lambcm um regulameulo para o
servico interno da ceatadora, que acaba de ser p-
pwtaaa por aviso de -> do mei pateado.
Estes Irabalhos form elaborados do accordo com
> svslemade cenlralisacao eslahclecido no Ibesouro
nacional, segundo as recoinmendaces daquella lei,
a oveopcao de uma ou uulra ei|iccialidade propria
dn serviro da reparlicao de marinha.
O governo espera da eiecoco dos novos resu-
; imentos. orna melhor liscalMcflo nas despezas do
m.mslerio da marinha ; o eslalielecimenlo na cania-
loria da escripluraoa de lodo o material muvel e
iininovel, qoe ale gola cunslava nas estaques de
an oca-I .....o. e a ilrll.oirao das musirs, inventarios,
e rrcrnciameulos.que lambcm curriatn por diaren-
le repartilo, azeni acreditar que sera conseguido o
referido flm.
I'or eslo motivo lera de prover-se na conladoria
mais algum pessoal alo que a cipeicncia d
< numero indispeusavel para o servico
junta ol. n. 1H, vos mu.lia o neawal ue aclual-
mcnlp c\i-lo.
IVpo-, du relatorio do ann paaudo, foram loma-
das na sobredi la repariijAo \>i conloa de diversos
espoo'aveis, conlaudo-se entre ollas doalmoxa-
nfes, a :t. de meslres da dillerentes oflicinas do ar-
senal da corle.
Alo o fun de marco nltimo so existlam lia; cotilas
le diversos respuusaveis para serem lomadas, das
quaes abaleudo-se 134, relativas a meslres, mar.'ii-
iiislase oulro, deque anda nao se apresentaram ..s
competeolf docomenloi reslam :i>, achaudo-se
deslas 9 distribuid., e em andamento a sua lqui-
d.ca.
Pela mesma repaTticao se lem ja euviado ao Ihe
uro dos esercicios que elle lem exigido, cerca de
Sl> c.mla de div.ros responsaveis de marinha, a lim
do serem all revistas, na forma d lei. faltando an-
da rcmelter aluunia. da collerco desses exorcicios,
qoe por causa de duvidas e reclamacOes dos respon-
saveis, nao poderam desembaiacarAre para se com-
cumplclar a mesma exigeucia.
CRDITOS E DBSPEZAS.
Bxercieio de 18511855.'
Kaa sondo snllicienle para udeipezaa dosle exer-
cicio a ...mina de rs. ..0J8.837JI55, volada pola lei
n. 19 de -js de seiembro de 1853, leve de atrr-ae
um crdito suppkmonlar por occ.siilo do seu encer-
ramento. afin de saldar-se algumas verbas quo mos-
Irar.m delicienci^.
i.ste crdito fui aberlo pelo-decreto n. 1713 dp :1
i''ei''^r.'"b"- _JW>-.OIi37, inclin.lo-sp nesta somma a de res
.78593111, que f applic.da despezas m.nisterio.
Peto ministerio da lateada tot teraJ ipreteolaJas
na forma da le. as tabellas nslilicaliVas do referi-
do creoilo, que, en gande parle foi devido i rros-
l'oza. provenientes das circumstanelat extraordina-
ria, para que o enverno eslava tambera aulonsad...
e une .. Icvaran a maiiler nas aguas do llio da I'raU
urna maior divi-ao naval ; .lando assim lug..r i que
n.. total da forca efTectiva bouv.sse um ovco.l-nle de
>t>i |.ra.;a, alcm das do eiercilo, que-lamhoni es-
iiver.ni Beata oeeaaiaa embarcadas nos navios da
mem.i divis.io, compurativainenta com a que se ha-
N.....vado e decretado por lei para circunstancias
oidin.-.nas.
Foi iKirlanlo a somma dos crditos votados para o
evorcicio de que trato........6.155:168*392
A acapaaa alar Uva secundo os dados
que checaram ao conhecimonlu da
eparlioao compleme.........S27:7G(*SI
lio a sobra por consecuiile de. Rs. 37:OIj9M
Bata toara diniiaoiriaa qoella delirii, eoredoxi-
na a rs. l.7ti8&B36, se nao fosse o procedo da lei
aaa prohibe a ippticirfto das sobras de unas verbas
par., o que faltar em nutras; nfio fallando ja no va-
lor bstanle crescido do material exislenle.nos arma-
/'-ns ,|s almoxarifados, provenientes da compras
fetas dorante o ciercicin, e que passou para o exer-
cifio seguinle.
Erertio de XKtv 18-Vi.
rara esto ex.rcicio volon lei n. 779 de ti da se-
tenio ito 1854 nuanlia de rs. l.:!:i:77.)-V>tKl.
A despe/a ol, li\ h, a tjaliar te pela que ss lem
olltcluado aleo lim de dezembro ultimo, vislo que
aind. nu foram receladas (odas as lllalilllll arflr i
lano das provincias como daslegacf.es, pude'im-
poilar kle o lim de marco do corrcnte'anno no tolal
de rs. .IS4r00547O.
.Nesta aeapeza entra ja o necessario para o paga-
atenta de diver-as eucoinmoudas de aprestos navaes,
lenas |*lii meu nleoesser, para supprimenlo do al-
inox.rifado de marinha da cofia ; o que oecessaha-
ineiiie .leve tornar menos dispendiosa a verba respec-
tiva no dito exercicip.
>a mesma f.irina so in.-lucm outras despezas que
foi mislcr ordenar, a favor de mellidramenlos do
ttvtoa martimo .las provincias, que nao foram
previ-las pelo ornamento, laos como sejam :
Na provincia do Espirito Sanio, a factura de um
ai n: ..-.mu para arrec.daoao e deposito dos objeclos do
servio., naval; e t<<-2 alalatas nas ponas das barras do
Rio Doce.
-Nas Alasoas, a conslracao de -J lanchas para o ser-
vico da capilaoia, com os competentes aprestos, e
bem a-.im o asonlao>enlo do apparelbo de luz para
o plnri.l.
No Para, os reparos udi-pensaveis no pharol das
BaMat ; e a conslrurcan de um bali-lnn para o servi-
co do arsenal.
Na Babia, a coustruorao de um pbarolele na for-
taleza .lo mar.
Em 'ernamouho, a .'oii-Iiii.ij.mi de um hiale para
servico naval, c a quaulia iiecesiaria para a de-
miicacao e balisamenlo de diversos porlos na dila
aratiatia.
.No Pi.iuhv, -i con-Iriicr.io de urna lancha, e um
escaler para o trrico da cqpil.nia do porto.
Na P.ralriba, a f.iclura do urna casa para abrigo
da calcla, c mais objeclos do servicu naval.
Aa provincia de Sania Calharint, a cunslrur^ao
de um pharol na torlaleza da Barra do Sul.
No Paran, a factura de urna bausa na lage da
pona da tolinga.
No Rio tirande do Sul, o seguinle :
Concluso de um telheiro para o servico da eapi-
lani.
neutra de um moro e oulras obras onde se acha o
reslabelecimeulo da delegacia da capitana em Porto
Alegre.
Concerlos das casas onde etisliam os anligos arma-
tens du almoiarifado, e que boje leivem para di-
versos depsitos da reparticao dt marinha.
Reparos iudispensavois uo pharol do Eslreilo na
l.agua dos Palos.
Concerlos do vapor Humllense ao tarrico da pro-
vincia.
I'or molivo de algamat das obras referidas, e de
outras despezas pr.iveuientes da.cracau das capita-
nas do l'iaubv e Espirito Santo, e do accresoimo de
liessoal nos liospilaes e eufei nanas da marinha por
causa do Ir.ilainenli. aos enfermos da epidemia rei-
nante, apreseutou-st ja una deficiencia nas verbas,
hospiUes, capitanas de purlos c obras, a que o go-
veruo leve do aiteuder nos termos do'S 3.' earl.
*. da le n. .5S9 de 9 de setembro de 8"i, ibrin-
4o u.ucrdito suppleineular para essas verbas .le r..
!3ik8WV7dO pelo dtereto n. 17-">l de i de abril do
rorieute auno.
Caatqnaata so boom'contar com sobras em algamat
verbas, em or.ltm a i.ibrir esta e oolrat deficiencias
que por ventura apparecam. como o governo nao
podo Tazer uso dellas, por molivo do que se acha re-
.ommeii.la.lo na lei, nao se pode assecurar que para
.liante ato baja mais alcuma delicieiicia om oulras
veil.as; poi is.oquo a de-poza da marinha lio mu
vanavel. c contlauiemente se apresenlam neressi-
l-id. -. durante o exorcioio, que nao pudein ser pre-
0i apalo para exerdelo de 18571858'.
A somma pedida para os serviros dtsle ejercicio,
conforme as I-bellas que vos devm ser mini-lradas
polo mimslerio da latead* sobe a rs. 4.595:4639273.
Esta somma comparada com n que foi volada para
ejercicio anterior pola le a. lit) de 15 de sel m-
bro de 1855 na importancia do rs. i.5;i7:28JjSJ
Idralico, lomado quasi um lago austraco, e pelo
anuo, e pro-egue no oulro lado, Jeliluua de I'lacenria, que om cunlrario
exame e julgamento das reclama^et, que Ibe Icen) I ao espirito, sido aprsentelas. Irab-.llia por tornar em Saos foi le do primeira
rara os rcclamanle qne retidem no imperio, ex- ordem. Sem guainicao efrx l'arma, dispOe-se a
cepluaodo a provincia de Malo Urosto, lin.lou o deaenvolver as suas torcas por lodt a ezteotflo da
praso 112 do inez paitado, sendo prsenles a com-! fronleira sarda de-de oV ale ao enme dos Apen-
missflo 266 reclimnces ; mas quasi iienhum.i dellas j nios,
conten os etclarecimenlot, que o resulameuto exi- Esias ocropaoes perminentos de territorio
ge, e seriam precisos para urna otta (li-lnbui.a,..
Ulegar-te-ha a um lina I aconto por meio da Irans'ar-
cao, que be a base da lei ; oulro qualqaer uieio
sera por corto iuexequivel.
Qounlo i disposijao da referida lei relativa a
pernio .lo conde Duudoual. marqu. z do Maranhao,
acha-se ella cumprda pelo minitle lo da mtriiit.
R.o de Janeiro, I i de mam .e 1856.
Joo Mauricio II utitlcrley.
> a stsi.' .- -
- OBSaSANDO DAS AVMxI^S.
artel general do coirmando das armas de
i
por
parle da Austria, de territorios qoe ligo lbe perten-
cem, a cuntliloem tendn absoluto de toda a Da-
lia, iloslroom o equilibrio estabelecide pelo Iralado
de Vieoua e sio, para o Piemouie, urna continua
anteara.
Cercado de lodos os lados polos Austracos, vendo
ilesenvoivcr--i! na sua fronleira oriental completa-
mente -berta as torcas de urna potencia, que taba
uio si animada de tealimeulot beuevulos para coa)
olio, n l'n mente esta em um continuo oslado de
apprebeat&o, que u obrgl rouservar-se armado p
a tomar medidas exlraoidiaras, onerosas para as
-nas nnincatj. minio tlcancailaa por causa dotacoa-
Po.-aamiio.co na cidade de K jisnho da I8S6.
ORDEM DO DA N. s.
O marechtl decampo, commandaule das armas,
faz publico, para os Decenarios iin-, que, segundo
Conatoa de oflicio da presidencia de 19 do correle,
o governo do S. M. o Imperador boato por heni.
por aviso do ministerio .ios negociof da guerra de ti
de mares} ultimo, conceder dispensa do trrico para
eslu.iar o curvo de arlilhiria na escola militar d..
corte, ao Sr. altores do .leciino balalbjo de Infanta-
ra .loso Anaslacio'de Corvadlo ; e que o mesmo go-
verno. em circular expedida pelo referido minute-,
no a ., do p.eteuie me/., que abatan se Irantcreve, .^ cm,.,. > ','
toiteryido d.lerminar qoa^ot flcaes do oxoreito ornot dHw u da In
usem de capole como proceilo de uniforme, lias for-
maluras em que as pracas de pret utarem nos .lias
cbuvosns.
Circular.Itio de Janeiro.Ministerio dos neco-
lemunstceJcjos da guerra, pin 5 de junho de 1856.Illa), e
A relaoao Exm- Sr.Sondo de conveniencia, para a nnitormi-
dade dos curpos do eiercilo, que os ofilciaei dos mes-
mos corpos usem de capole nas loimaluras em que
as prao.s de prcl usaron nus .lias ehuvosoa ; detor-
mii
governo imperial, que liqoe os.e uso ettobe- |a Auitoiar
acaba do n.i parte
(ls toctos que aeabamdeter exposlot pelos abaxo
tstignados ij.islam para f.zer apreciar ot perignt da
I.osicao, em quo se acha collorado O governo do loi
da Saidenl.a.
Aguado no interior pelas paixotarevoloci' nariat,
provocado em redor de si pelo syslema de compros-
sao violenta e pea oceupacao etlrangeira, amca-
eado pela c\(iii-ao .lo podar da Aoslria, po.le de
um para oolro inflante ser obrigado, por una ne-
oessidadc inevitavel, a adoptar medidas exlrcmas.cu-
| jas consecuencias mu. he |ioss)Vel calcular.
D- abtixo aaignadoa nao dovidtm que um lil es-
.oilar a solliciludc dos go-
glalerra, nao su por causa
da amizadesincera e das verdadeirtstyupalhiat, que
Hit* potencias protestan) pelo seu soberano, que, s
cutio lodos, no momento em que o successo ora 111-
cerlo, so pronuuciou aberlamei.tc em sen favor, mas
Sobretodo poique csie estado de cousas couslitue pa-
ra a Europa um verdadet. perigo.
A Sardenha be o nico estado da Italia que lem
podido oppor urna barreirn iuveiirivel ao espintore-
rio, e licar ao mesmo lempo indcpcutfinle
lecido cuino proceilo de uniforme : que os capules
dos olliciaes sejam de panno azul, aberlot na fronto
e abotoados com seit boluca prel.s; qoe ocoropri-
manlo alcance t mei. perno ; e que sejam de r-
zoavol largura, lauto no corpa como nas mancas, as
quaos toro canbes de comprimcnln sullioiinle pa-
ra que no dos.lobrar postan cobrir toda a mao que
em lucar de cabe^ao lenliam capuz como de albor-
noz, de grandeza batanle para cobrir a barretina ou
bonete : o, llnalmente, que os dos olliciaes montados
sejam .iberios ii.fenormente na parte posterior, de
nlodo que facilite a aceito de cavalgar ; Icndo esta
abertura itous boloes pequeos para ser lechada quan-
do couvier.
Dos guarde a V. EvcMrquez dp Casias.
Sr. presi.ieule da provincia de Pernambuco.
Jote Joequim Coelho.
ORDEM DO DA N.'jBSt
O in.irecbal de campo, commandanle das armas,
faz, publico, para coi.heciimnlo dos corpos do eier-
cilo om cu iruicgo nesta provincia, e das companhiaa
Rut, o aviso circotor do misterio .ios negocios da
c.err.i .te It) do junho Brrenle, abano transcripto,
declarando quaes os veocimenlos oque tero direito
as praets v-lunlaiias. que, tonda concluido o lem-
po, cuuiii'iiaui j.o servico sem engajanaanlo.
O mesmo msrechal, taacampru......lo a delibera-
cao da pie-'
tente mvz, ueicrmina, que sempre q
gong dos Africanos livres em servico no hospital re-
C mental ou dos corpos, nao soja inhumado o respec-
tivo ea taver, sem que pela polica so tonda reconhe-
cido a idenlidade de pettoa, o ueste c so os Sis.
commandaiilct an corpos te dirijam Immedalamen-
la ao rnbdelesado da freguezia para proceder o exa-
me, e latrar- se o comnelenle termo, que sera re-
netlido ao qoarlel-general com a parte do f.dleei-
n..ni".
Circular.Rio
gociis
o muco obstculo sua influencia inva-
rsmn maierlial, em ruiniiri.......lo a lohbera- ......", *"..........
presidencia, exp.essa em "finio de >! do pie- a. .oz, determina, que sempre que fallecer al- I ,?a,r n""'s -;1 "''"* sole/>es ;, ,!,.
Janeiro.Minislciio dos ne-
a gnrrra, om 10 Exm. Sr. I'ara obviar as dovinat que se lem susci-
|tdo acerca da mlelligenria do aviso circular de 21
de jiili.o do auno pastado, se os voluntarios do eier-
cilo, que tendo acabado seu lempo
vico sem eugajameuto, teni direil
Honrado, a graliflcacjlo que percebiam j : manda S.
M. u Imperador declarar a V. Exc. para o f.i/cr
boostar, que as pravas em taes .ircuinslaiicias devem
ccumular os dous vcncimcnlus cima mencionados,
salvo quando drserlarem, porque entao se procede-
ra nos toimos do decreto de :l| de Janeiro de 1853.
Dos guarde a V. Eic.Mrquez de Canas.Sr.
presidente da provincia de Pernambuco.
Jos Joaquiui Coelho.
lie
sora.
Sea Sardenha viaase a tnecumbir polo toniquill.-
menlo das las Ierras e pelo abandono dos seu. al-
liados, s-' ella rotea obrigada a succumhjr i domina
(ioanitriaca ; onlao icunquisl.i da Dalia pela Aus-
tria seria completo.
E a Austria, tepoit.de lerohtido, sem que Ihe
custasse o menor acriOtio, o immensc lienefi-
cio da liberriade da navegacao do Danubio e da
iicuiralis.-ir.il> do mar N'pgro, ver-se-hia senho-
ra de um. influencia preponderante no occi.lcnle.
He Uto que a I-ranea p d Inglaterra uo po-
Jem querer, ht islo que ellas nao permilliio ja-
mis.
Matos plenipotenciario! esiao coavenetdos de que
os gabinete! de Pars e Londres, lomando em sena
coiisiiloniofio i siluaoo da Italia, batearlo do con-
cert rom a Sardenha, os molos do ilar-llio o re-
medio.
ftttignado,('. Ca hu;de-I tamarilla.
.1 .Nj'n.i
Ei<-aqui ora trecho do ditearto prononciado polo
conde de Cavour, ministro .las linaueas, na cmara
dos depulados tardo, por oceasieo .'le jo disculir a
'rata.tu de paz
itolinna, farei
m sor o
resultado .los Irahalllot da diplomara. A diploma
cia compre consagrar os faelos, os resultados obtldot
delinindo c lixaudo .s suas conaequencias. Se a
guerra continuando kuovesse alcanoado maior de-
anvotvinienlo, o progrmala das potencias ahiadaa
lulo extender o. seus limites e udmillir rom-
ten .
pensarA mi.nae.. Masa isla das condici.es com
qoe se faria a paz, ossas vanlagens arhavam nalural-
menle riclnidat. Todava a siloaego da Dalia de-
fia, petos perigos .ue oflerece.prcoccupar as poten-
cias reunidas no congresso
.. ll Piemonte sobretodo devialdeaejar que se pro-
coratsam os unios d'ahi rcslahelccer o equilibrio,
adoptando por consegu lile as reformas que, a nono
n no's'e'r- V"' s" l""u'"' oonlribuir para reslabelece-lo, fazen-
alem do tolde' *0 ""* oecupaso dea estad s poulilicios e de
I arma.
que se entregaran-i alguus, bem que raros, orgaos da
puhlicidadc.
Alm diMO, dsse lambem Mr. Orls, acaso he ei-
IClI a pXour.io de que a nos-a legislaban nao lem
forra jiara reprimir os eices.os do que se falla J Des-
de IS52, o parlamento uio volou duas leis espoci.es
com t lim nico de leslemunhar a Europa o siucero
desojo que anima a ll-Uir.i do respailar os seus de-
vores internacionaei'.' Esta legislaoao que se juica
incompleto, ha esta mesma que a Blgica aceilou pa-
ra a defrza das suas instituirnos e da soberano que a
governa ha vinle e cinco anuda, que ella se acha
mili sullloientp para hojo as prolecer.
As inttrpellaoots de Air. I Iris versaran! sobre tres
pontos: pergontoa ao gabinete so alguma eousa se
Itera para lazar conh.ee. aos govtrnos estraogeiros
a recliruae.oea da Blgica, acerca das aecusa^es di-
rigidas contra ella, se om dos covernos rcpreseula-
dos na conferencia haVM pedido que se itilroduzisse
alguma reforma na nossa couslil.iiro ; se finalmen-
te, o gabinete, dado o caso em que se Ateste um pe-
dia., senielbaute, eslava diapotlo a msso consentir.
O ministro dos negocios eslrangeiros responden a
esta quoslos do modo o mais simples e calbegorico.
Acerca do primeiro ponto, disse que depois'de ler
lulo os protocolos do congresso, liavia esperado urna
coiiiiiiunirarao oflietel por parlo de una das polen-
cas signatarias, mas que essa notificarle anda mo
Uvera lugar. A resposta do protocolo "de 8 do abril
esl prompia, disse u ministro, e se as ooiiienieiicias
perador. a iinporalriz e o principe flnpen.l paile-u
para Biarrilz.
Tin deslacamenlo do recimento de cuas recebeu
ordem pin partir no da Di para Bayonaa.
A adi.....istracilo da cuerra esla' aciualinenle la-
zendo ronsirieraveis remessas de objeclos de acam-
pamento para as tilias do livores, aonde sao os cam-
pos, que devem receber es divisues do eiercilo do
Oliente a molida que ellas forem recollietnlo a
Franca,
No. acampamentos ja enlraram os priineiros com-
bovs de In.pas viadas da Crimea, a bordo dos navios
Doperr, Roqun c Jetia.
Ja vos fallei na vigilancia e cuidado que bouve
na imprenta imperial quando se imprimirn) os
protocolos.
T.mibem houvo alguns areslos por causada pro-
mulgo m talecipada. Mr. Lejolivet,redaclor de um
peiiojico fui preso por esle motivo.
Mr. de Persigo}, notto cinbaixtdur em Londres
e que de ha lempos e-lava em Pars, acaba de Val-
lar para o seu carga ; Mr. de Pertigny, que sempre
passou pela ti.rie honrada do governo imperial abri
os olhot l.uiz Napolefo sobre mallos toctos flntn-
ceiros pralicados por altos funecionarios du go-
verno.
Ditam que mo he estriaba a estas revellacues a
relirada de Mr. de Mornv dos oegocios iiidust'iiaes;
liz-se que alguns elevados pers..llageos.eslao amea-
Mr. Orls per- paiihias, p estas acres torain "vendidas or iul.r.
untara se alguma potencia reclamara ama molil- neta de MU budu
cacao dus nussas inslitl-
ooescousli.uconais. a Be, Pa.is e M'n,rd' "lar0S "e
\i"r"nT'-a'''""e": cc",,c"",ria PoMoafllrmax-tw que ha diaa os cim.nhos de
Mr. Orls ll muusiru responden Ierro sainos estilo em grande alia na Balsa ; a ac-
l .Nunca, i, A olas patarras, rou.perain de lodosos '
lados os applausos, nas Inbunas, nos bancos da es-
quer.la e do centro, com om cnlhusiasino, por tal
modo irresislivel que o propria presidente, esque-
cendo involuntariamente o. regulainentos da cma-
ra, tul se sentio com forras par. os comprimir.
Coinprehe.ule.se fcilmente qoe depois de um tal h titiMs olliciaes d
prtod.0 nao fo, possivel con..nua,-sc a .silo. M. Soirri, ~ JJ
fui fela pelo crdito mo*
ahorna, tuse ..
hiato, continen
quisicao .lestes caminho
vel do Mr. Perein
As aeros foram compradas p>r iO(l francos, e ac-
tualmente ja checain a 600.
A cereuiuni.i ,|H imperalriz ir -lar graeas fui ce-
lebrada no ili.i da Ascenrao. A imperalriz recebeu
.ande nitoma-
I. governo toz o seu dever : com saUsfacilo eor- antememo h-lda ""'" U""''"'" ***" '""*"
oUsU '5 a'I e, ',d"'"Co !*.'l. -' ""'"C"?a Ul" VMt ro'"" eni UD"* c's a
"seu. Esta libelado que olla quer, rom razao, mente devo ser posta em oococ.lo de
conservar, ten, na sua mo o nao coinprometle-la, a l'-ris .,s c.uza .to dnnuc"le R chadiz i
*ttE2Ztt l,U00VU ,""'Cra,,"r "''le^^-as nos Invaud!: apiadlas' om^,sSd
!'.".""l'"-""''acllt- _. imperadorNapolelPI.
ti corpo legislativu-esla' discnlindo o prnjecio que
quo brevo-
recolherem
te discuti o tratado de paz: 4 J",u ,m u "l'V'-'^ do c'l"> legislalivo
me 2ZXTSS: ,rqur,a^[ace:ca-.!n4'^ver: ; ^rSM E3E SSff ** ZfX
italiano. Em CHequancia disto proced a uves.,-! par-, c,, ,'h r^J ""
caees mais uiinuoiosas, ------ ...... _...._
coulirma a miulia opini
he mu dilliril lazcr idea du governo arbitrario, que
impera nas lecaroes.
.. A polica romana, sem fundamento algum, s
por una simples suspeila, prende um homein, cod-
serva-o encarcerad por muitos mez.es, o quando pe-
de que o julguem, rocusa-llic esse direito. Qoaudo
sabe da prisiio ho-lhe vedado ontregar-sp ao seu uns-
ler, e nio pode sabir >\f oa-j uepois das mo horas
da noilc, para que mo commouiqoe com pessoas
siispoitas. (>aando pergonta quem silo essas pessoas
latpeilat a polica retponde-lhe : Dtveit saber
muiu> mcll.or que mis quem silo; he preciso que
cunyiraes u que so vos ordena, alias voltareis par. a
eadaia.
Eis-aqu qual he o gflverno que existe na Dalia !
lie nocivo e uppressnr nao s para os ludivi.luos. mas
para a socie.la.lo em geni : nu lie possivel haver
prosperidade com somellianle governo. Para ho-
rneas, como os Italianos, cojo espirito lem lauta
nsudeza, cuja iiiiaginacSo he lao ardenle e impres-
sionavel, e que aspram a vivar sob um bom gover-
no, para estes homens, digo, ssmelhante Ivran-
nia deve ser iulolcravel. [Moito bem :|
Mas como havemoa acabar com ella '.' Pela inler-
vcueao etlrangeira. Sabemos Iodos que. desde 1815
a iniervnicao etlrangeira astenia na >leilrui(ao mo-
menlanea da aulort.ladp, na falla de ordem, no pre-
dominio manifetlo da'plrbe ou de um partido mar-
chico, que podara ser subjugado com oauilioes-
Irangeiro. IJoando se restabelece a aulondade,
quando ella recupera o -eu legitimo imperio, a in-
leivonrao eslrangeira deve lelirar-se.
He este, dese 1815, o principio que regula a
ulervenrao estraugefra e a nossa inlorvenrAo em
Portugal lie um exemplo dicto. A inlerveur.o aus-
traca, porem, dura ha sote anuos.
lie dictada a poca de pcrcunlar : Que preten-
dis tozer .' (.lucris urna intervsnfao perpetua, ou
quando lencionais reliiar-vos Se a oceupariio .le-
ve ser perpetua, he um augmento 'o territorio ; he
destruir o equilibiio^liiico .la Europa muito
bem! Se nao deve ser perpetua quando vos re-
lirais'.'
Se se rtsponde a islo como eu cnlendo, he mister
que soja .sacrificado o protectorado da Auslria sobre
a Dalia. Eu sou favor.vel ao predominio austraco
quando he legitimo. A sua pasiega no centro
da Europa parece-me eminentemente" til a Euro-
pa, e estou convencido que a sua influencia he em-
prega.ia militas vetes para rciistir is potencias
.. (I.s pleiiipoloniiaros itiglezes.e Iranre/.es leste- [ ma's ambiciosas que ella ; mas tio pode ler uen-
munharam una viva solicitn.te pela critica siluar.io 11""" direito au protectorado da Italia, alm de
da liaba,. e appruvaramas medidas pruposlas pelos cerlos limites.
nao. l-.-ioii convencido que v -
iota dirigida pelos pleuipotenciariot tar-
dos a lord Clareodon e ao conde \\i-
lewski, a I (i iiU^i^iTriV+S.'iO, e litlii
pelo conde Cavour na sestao de ^ de
maio, na cmara dos depulados.
Os ibaito tstignados pleaipolencitrioada S. M. o
ni da Sardenha, chelos do confianca ni s seulimen-
l .s de jiiili^a ,ios goveroos .1 Franca p de Ingla-
I ara, e na unizade quo locm ao Piemonte, nunca
o tanm do esperar, desde qoe se abriram aa eon-
I irencas, que u concresso de l'.uis nda se dissolve-
i a sem tor lomado em seria consi.inacao a situarlo
Dalia, o sem lerem prvido aos meios de Ihe dar
..i..':.- pslaheleceudu o eqmlibiio poltico Irans-
I irnado pela occapaego por lr.-|.as oslrangeiras de
na parlo das provincias da pennsula.
Cer'os no concurso dos seus alliados, repogna-lltea
rer qoe uulra potencia, depois 1o er mostrado lao
io n.leres-e pelos clinslaos do Oliente, perteuren-
. a rara flava, e i rara creca, recusa orcupar se
os povus da race latina anda mais desgracada, por
> que a vista do grao de cvilisrao a qu chega-
tm, estes povos senletn hiais vivamente as coii-e-
ueneias de om mo gove..... Foi porm Iludida
sil rsprra.'iea.
Apc/ar da boa ventado da Franca e da Inclaler-
, tpeztr das tena benvolos Nforcot, a pertitlen-
i da Aoslria em exigir que as di.cuwdet lossem
i icuniscr.ptos a esphera cftis quesloes quo linha sido
nrada anles da sua reanilo, den cau.-a a que esta
Stembla, para a qual eslilo dirigidas as vistas de
>.ia a Europa, se repare, nao sem tor dado o me-
iir alivio aos males da llalla, mas aiuda, sem
dcnar rugir para alcm dos Alpes um nico raio de
. tperancit, proprio a acalmar os espiritos e a lazer-
hes tapporlar com retigaaego presente.
A posicio especial, qoe a Auslria r.ccupava no
eio do congresso, qutsi lornav inevitavel esle re-
altado.
Os abaiio tstignados sao obrigados a rcronhe-
:e-lo.
porlanlo, sem diri-ir a menor reu-ura aos allia-
aram dever chamar a sua seria tllencao pa-
equencias Irisles que islo pode Irazer para
, para a Italia e principalmente para a
Sardenha,
Seria supeilluo fnzer .qui o qoadro eiaclo da Da-
lia ; o que te passa neslas regioe, ha muitos anuos,
bem notorio he
i i- ."un",
kIos, julcara
Ira as conse
ja Europa,
Este syslema de illipreisao e de rpacco inaaaora-
-m 1818 c 1819, jusiilicado lalve na sua ngem
as desoriiens revuiuriunarias eolio comprimidas
|donipotenciarlos sard
o ti ardor com que o Ilustre estadista que reprc-
tenlavaa Inglaterra, lord Clarendon assignalou ao
Congresso os malos que alliicem algumas provincias
da Dalia, o apata que ello presionas nossas recla-
maciie-, Ihe dio dileilot nao somonte ao reconheci-
nienlo do Piemonte, mas lamhem ao reconlicciinen-
lu de iodos es Italianos.
o A Austria oppoz as di bberacoos du concres-o
urna qoesUo-a que se pode dar u nome .le prejudi-
cial ; os plenipotenciarios antlritcos declararan que
nlo liubam inslrnecuea para discutir esses as-
Baraples.
iiE-la opposico alo permillio ao congresso formu-
lar re-olures. mas oniillira:n--c ideas, as quaes lo-
dos ns plenipotenciarios adheriram.
.< na me poseo persuadir que as ideas expendidas
por potencias lio poderosts como a Franca e a ln-
gralerra, bajam de permanecer esteris; esporo pelo
cintrarlo que os seus resoltados so faran sentir na
pennsula.
As conferencia* de Paris que livrreai para nos
vanlagens leaes, .'.o coutegniram comludo melho-
rar as nussas retornes com a Austria.
ntls plenipotenciarios sardos e osplealpoleneitrioi
austraco-, -ppararam-setsem rancor pestoal, porqee
tpraz-me em declarato, o procedimenlo do primei-
ro ministro auslriseo para rmr.no eo loi ebrio de
conveniencia e deforbloidade.
i. Mas, cum peter o dit;o,separamo-nos com a cou-
vicoAo de que a politica dos dous paizes est cada
v.z mais lonco de um accordo'
n Resulta d.dh urna con.-equelicia nicissaria, que
hea do notto augusto rci montar com a sua tealdade
elirmraa a tnde|iendeucia c as hbeida.ies do no-so
paiz.
.i E-la sitoaclo,eu bom o vejo.naodeiza de sor pe*
rigosa ; p:.ie ella dar lugar a embaracos, mas crea
que e-ses pencos e estes embaracos nao levarlo a
cmara i aeooselhar-nos que mudemos a nossa linha
de con inda poltica.
Podemos com lalistacaa di/erque nlranramos um
graude resultado. A ques,So italiana entra de ora
avaule na ordem das quesloes europeas.
A causada Dalia nao foi tdvog.da pelos demago-
gos, revolucionarios ou homens de partido ; f.u Ic-
vtda pranlo o engresso petos plenipoleneiariot das
man r- potencias da Europa, da luglalcrrra, e
da I f1.lira.
..Do congrtsso passou ella agora para o Iribuoal da
opimao publica, dossa potencia a qual, segundeas
memoraveit palavrat do imperador dos fraucezes
perleuce delinilivameiile dar entenea, e que de-
linilivamcille alcauea a victoria.
t A lucia sera tonca ; sera mistar usar de niuila
prudencia e tingue fri : seguirse l!ie-hao peiipe-
cias, e difliculdades ; mas a' nossa causa, espero eu
acabara por Iriomphar.
u Eslo-lisciirso,repelidas vetes nlerrompiao pelas
aecIJbiafpe da cunara e das tribunas, pro.luzo na
a-sc-tfiblea nina plofoda impretaao.
' Vorial do Comncreio de Liiboa.
primidas,
o seu rigor lem
cres-
lUIIOS.
agitaclo popular
so rorrcspnn.touto Iliterario fulmina os agentes da
Bolsa.
Oaulor foi vivamente chamado ao proscenio pelos
espectadore- no lim iU rerjreaeulaeao,
o imperador demoroa-te omqaarto dahorat fez
tamben com que se demorassp o rol de Wurlem-
herg, mas Taatard nio appareceu e isla causou um
certo descosto.
Os preparativos para o baplismo do principe im-
perial continan) em erando .scala.
Vai ser pedido to corpo legislativo um crdito
supplemcntar de 100,01)0 Iraucot, e esper.i-se que
soja volado nas prximas teatoet.
A imperalriz continua a ptttar ir.commodada no
saiide, e ha reeeios que lique paralitica das peritas.
Diz-se que pela goccas.ao do baplismo llavera'
nina pinni'.r.i i de almirantes e vtee almirantes, e
liesignam-se para vice-aluiiraiiles os coutra-almi-
rantes Penau e Peliou.
O Monite.ar aununria a notncacao do conde de
Moni) para embatvadur eUraordiuariu junto a cor-
le de S. Peleriburgo.
Diz-se que o conde Mornv naoquiz aceitar ne-
nhuma cralificacao ilcni do pagamento das despe-
zas da jornada : m. mesmo assim estas sao lito
considerareis que o compeiisarao bem largamente.
Assegura-se que Mr. de Moiny, anles da partir,
comprara um magnifica palacio Minado nos subur-
bios de Parts, o qual habitat a mais tarde como chau-
celler do miierio.
Todos os primeiroi plenipotenciarios do roogressu
que uo liubam recebido anda o craocurdilu da l.e-
gnlo de Honra receberam esta dislinccao. Entre os
segundos plenipotenciarios, alguns dos quaes ja lem
graos eleva.tos uesla ordem, havta um Su, o cunde
de ManleulVel, que nao linha nem linda a grao de -"'orn i C.
cavalleiru, ftle moslruu desejus de ser condecorado..5"'',* Caslro^
com u grao gordao.
.Mr. de Manleultolrhegou mesmo a pronunciar as
secutles palavrat. aut Cesar, sul uihil, o que
sendo sabido polo imperador apressou-so a mandar
como prsenle ama rica caixa de tabico, .teouru a
cada umdos segundos plenipolcnciarios a qual lam-
bem recebru Mr. de Mauleuflel.
O baria de llubner recebeu .lo seu goveruo u ti-
tulo de embaixadur, que nao se concede h.bilual-
mcule em Au-lna sendo aos membros tas mais an-
tigs e mais considcravets familias.
Mr. de Bourquenev tamlicm receber,.' um titulo
do COVertlo Irn.-.../.
O re do Wurteroberg deve deiiar l'.uis no pro-
limo domingo.
Assegura--e aqui que a viagem du rci do Wur-
temberg a Parts leo por objecto prescrular as n-
lences de l.uiz Napolelo acerca das rosolucocs da
Dieta.
l)iz-se que o rei do Wurlemberg lenciona diri-
gir-sc a Munich.
O hocrtvel tssassinio corametlido na pessoa de
Mr. Niequer porten genro Mr. Trllant por causa
de ler-lhe recasado emprestar 80 mil rrancot para
paitar urna divida da bolsa lem mais um cmplice.
Esta uescraoa tem amulado oulras; mdame Tes-
tan! soieidou-se e sua irmaa esl luoca.
ll duque le Aamale etereveu a Mr. vellemem i
segainla caria ue hlicUr*i peta sua hialona sobre
a conquista de Ai col.
Ets ..qui a caria :
Twilbenham 2!l de abril de 1850.
Seuhor.Acaio de ler o livro que me enviaste*,
t cerlaineitle que anida o tomare! a ler mais de
urna vez, porque ueste rapi-iu exame me convenc
que elle merece um e-ludo profundo, e que se olle-
leceu as miabas vistas um.i obia fiel, seria e cheia
deltenlo. II assuiopto lie .lien de vos, porque eu
vejo cada dta que a patria honrar com coininum
recouhecimei.lu os goveinos que cumprirain estes
dous fados solidariosa conquista de Argel e a con-
quista de Alctria.
Kmqotnlo a uiim. seuhor que lenho paitado so-
bre esta ierra de frica, os melhores anuos de mi-
nli.i vida, nao pxHSO donar .le vos felicitar por ler-
des empreheudido c levado ao lim esle bello Iraba-
Ihn, e acradeco-vos a maaeira hoarosa c.-m que re
cor.lasles os mimes dos meas traaos e o meu inis-
lurando-os rom outros lao queridos da Franca.
lleurique u'OiIeans. Idein.,
dura sem u maior alivio
Pode ale diztr-se que
sido.
Nunca at priset c is grilhelat esliveram lao
cheiasde condtmnados porerimet politicot; nunca
a potilica to-.e maisdura applicacao. Oque se pas-
sa em l'arma assaz o piova.
Taes meio.. degovernardevam neetsearitmenle ler
os povos em um esla.lo de constante irritaelo e de
fern.enla^o revolucionaria.
Tal lie a siluaoilo .ii Italia btete
Todava parece taracalmado
ne-tc:> nllimoa lempus.
Os llalitnut ven.:., mu dos monarebas naciontes
eoaligado com os grandes potencias otcidenlaet, pi-
ra fazarem Iriomphar es principios do direito e da
jusliea, e para melhoraitm a torta dos seas correli-
gionarios oo Oriente, tinhan concebido a esperan.-a
do que nao se concluira a paz sem remedio aos seus males.
E-ta osporanoa lornoo-os socegadiM e loignailos.
Ma- loco que torem sabinos os resultados negativos
do conaresso de Pars ; lego que os pavos -oiiboroin
qu. i Auslria, nao obstante o loa volitado e nter
enri benvola .le Franc. e d. Inglaterra, que se
recusen i disrnsao, e que lltlll se quer quiz pres-
tarle ao exame das medidas capazos de remedia-
rom um lio triste astado de causas; be prevavel
que i irritarlo adormecida dcsprilc com mais vio-
Icne. do que nunca.
Convencidos do que nada leem o esperar da di-
plomara, nem dos esteros dta potencias, que le ta -
teie-sam pela su sorlo," o Italianos se alistar!
I. se na ndrjieiidewia lielija.
A tcstla da cmara dos representantes .presentou
um vivo inlereste, pas que se irnliva de-uma ques-
l.io a que o paiz lodo presta cett.....ente a maior al-
lenc'i.
1 otlos sabem qoe Mr. Orls aaonnciara para boje
interQll.icts ao governo sobre u Incidente que se
ptedu/.ira uo da K de abril, no sem do congresso
.te i ans, a respeito da Blgica. A cunveniencia des-
las ii.t.rpellaedes havia sido diversamente aprecia-
da ; molla ente emillira d.- mesmo a opinilo de
que mtlhoi toril .jue ellas au livetsem lucir, e que
eram i.-oh.lainenle imitis. Esta opintiio n.io foi
a nossa ; |Kiisavamoa e pensamos linda, qoe i v-ia
de om incidente de t|tie tanto se tolloo, as inlerpel-
l-:r.cs diriaitias .o goveruo eram oeressarias e iiidit-
pensaveis. segunda os prncl| ios elemrntarts do re-
ctiii.n parlamentar. A poeto ver, Mr. Orlsobron
accrladainoute provocatnl-. eiplicaeOes llancas po-
llo liu ministerio, e us toctos veram jtistilicar a
palle do iiiinislerio, e
T.'-..i opini.io.
- -------- --------- ._...hv.----.......------------,-------.. ,-.. ..... .. w- ,.........uj jL .il.-l.lilli.
!* ,'nM uinerenea pura mais de reis com ardor meridional, nafllleiras do partido revo-
.V'.: I SO?.100.
A diflernci diriv.i-so em grande parle do sa-
gaatta :
l. Da 'uanlia tpio ia-uave para teearrer aos augmento? de jomaos dos dilfcren-
locicnaro esubversivo, ea Dalia seri de novo um
foco ardenle de conspiricoet e de dotordeuti que
Ulve7 vennam a ser reprlmidat corn ezcessivo rigor
ma!. que a menor cun.mn.;.ln enrnpPa tora relenla/
e nina maneira violenta.
Alliiui.iv-
leailu s-riela
postas lio lll
lomos su -lil.
l.t.i pul lico do que .:s OIp
A cantara |
lamb i
que .i
mala
otiviria em
. inlcrp ilaresde Mr. ti::-, e. tsret-
iro ;.: uecocios eslrangeiros. Nunca
a itir.t tal asserrlo ; u incidente fura
n valeta ., rompila aiisleucin
carocs .. porta fechada.
ttsuti romo nos, o una numerosa con-
velo na Irtbuua astblir icsflo de boje,
visircinieuta commovido |tela solemnidi-
lanct.i, e pela gravidade das suas pa-
lavrat, conllrmou, com a mais perfeita conveniendi
a cun maioi tooderacu, a imprestao causada no
paiz piles ccosacoes deque a impreusa belga lem
sido alvo". iN'.iu be nn-s.i inleni.ao resumir aqoi os
argumento* chelos tie precitlo c tle forra rom es
quaes elle tlefeiideit urna das amas mais preciosas
iiber.l.i.les, ao passn que reconhecia com a naaumi-
dada doo homens honrados ns cnlpaveis desvies a
curren.!.i
Mr. Orls, v
de da circe
Conlio que nao serao perdidas as palavrat qoe lord
Clarendon prouunriuu na conferencia, e que, como
me tflirma nm partonagem presente, foram mais
enrgicas do que ts apretenta o protocolo.
Fallando da oceupacao austraca, nao po-so esque-
cer-me de que o reino .le aples e do Sicilia geme
sob um governo, se he possivel, anda mais opprcs-
sor c nuis iuquo. .dem.)
EXTRACTOS DA CORRESPONDENCIA DA
iNACAO'.a
Parts It de maio.
Diz-se boje que o ronde de Mora) so parlira
para S. Peler.burgo depois do cnoerrani'enlo .la ses-
siio legislativa, islo lio uo lien .la junho, pois passa
por certo que a Bestia ser prolongada al esla po-
ca e islo porque o corpu legislalivo tem de volar ou
pelo menos de examinar o codito militar, que se
esta elaborando no cousellio de Estado.
Conlam-se cousas prodigiosas sobre a macniliceu
cia e litio, que o conde de Mornv lenciona desen-
volver na tua cmbaiada da Russit.
Sabe-te que alugou em S. Petersburgo o palacio
de Woroscoll, um dos mais bellos daquella ca-
pital.
Mi. de Moni) leva dez cavados tos de ineior
rafa e man pciteilos, a maior parte dos qu.tes he
lirada das cavallaricas do imperador ; leva lambem
magnifico! Irens e um sequilo numeroso, no qual
Bgoram uolabtlida.les de toda a arpele.
Ale se chega a dizer que o conile de Mornv tora
em .Mosco, na coroacao do imperador Aletaudre
o papel que o duque de Norlhumherlaud fez na sa-
grarAo do Callos \ em Itcims, Ronde sen lo embai-
xador da Urla-Bretanha aclipsoo pela sua magu-
licencia e I" tu goslo os rcprescntaule- .te ludas as
oulras potencias da Europa.
Parece-moja vos ler dtlo que .piando regressar
da sua embalsada ha de o cauda de Mornv, ser no-
meado chaneeller do imperio.
Trala-ae boje mais do que nunca de crear una
alta repotae,iO a Mr. de Mornv entre u Un uno e os
ministros.
Terii o Ululo de conde do imperios representar
os ioteresses da familia llouaparte.
No caso de ser necessario representar o princi-
pal papel no conselliu de regencia, e ser o lulor do
principe imperial.
Pas>a romo e certo que o conde .le Mornv se re-
tira dos negocios industriaos.
leve lugar ha Iras ou quaito dias urna rennilo a
respeito do negocio da Grande Ceulral, enl.e o con-
de de Mornv, Detallante, Dijon e Taborl adminis-
tradores desta cempanhia.
lia muitos projectos para a dvi-.o da Grande
Central.
Segundo um desles projectos o ramal da Grande
Central ha .te ser dividido, como ja -e disse, enlre
l.yon, Orleaus e u Meio-dia.
O conde de Mornv e o imperador querem puiein
que se teca um novo caminho de ferro de Pars a
lours. por lleanre. Chuteandeou e Vendme.
De Tours jr esta linha jnnlar-se em l.imoge, c
.......d.e a brande Central ale Perigneuz, prolon-
gar-te-ha al aos Pery neos por Agen, Atigh e Az-
zelles, para i ler ao caiiiiulio de Saragoca, licaudo
assim a linha directa de Parias Madrid.
or. de Kolscluld pe por coudicao para o seu
concurso a concetslo de diucreutes secjoes, que
irausforinaiiam esta parle da Grande Central em
una linha muito importante.
O Sr. conde .le Chaiubod acaba de
processo importante no tribunal de
poiio das suas florestal do ilio Mame.
Smcilou-.c contra elle urna quetlio de proprie-
da.le, o, tpezar das.conclosoes lavoraveis domioia-
lerlo publico, foi o conde deCliambortl cuodemuado
a pagai urna somma de eu ti militos islo he, o
valor de quasi 1o a i toa fortuna territorial em
branca.
Deve nolar-so que este pioresso so julgava na oo-
oast.io de sua visita i Ncjvvi, p que itcilllom dos IreS
mlniVIros,qoecompiinhhm o tnbonal, linha anda
a decoradlo.
o Sr. conde de Chambord appi lina | .na o Iribo-
nnl de Dijon, mas pode succeder que a senlenca
tanicni all soja eonliroiada.
Ja h" sbido o molivo da viagem do principe Na-
polelo a Irlanda, a Succia, a Noiwega ; o principe
est a embarcar nesta momento nu barco a vapor
Corso, paro se dirigir Slokolmo para llall icom-
pauhilr a ranilla da Suoria mi sua prxima vi.igetn
a iraiiQo, aonde vom para ser madrinba do princi-
pe imperial.
Ja comecaram os preparativos para a ceremonia
de baplismo aa igreja .ie ,n..-si Senho/a.
lia it s das que isjreja esla elisia de andaimes
e de operarios. Os Irabalhot devem durar mais tle
un rrez.
A ceremonia do lpli*mo p.ta' deeidiilaatenle rua-
da para o da '.i de innho, inuivei-iaru do baplismo
do re de Roma. I ngn depois da ceremonia, o im-
/ Niejio.
Parts O da maio
Na minlia caria anterior a esla fallei-vos na vinda
tle Mr. de Persigo] a Paris, e das revelacftes, que
lie tez ao imperador sobre as trapicas Bnaaceirat,
com qoe a maior parle dos inembrus .-s mais Impor-
litules .lo governo (inliam realnado enormes lucros;
lamhcm vos man lei dlter que o governo eslava lis-
poslo i morallsar a adminislrac.ao, e uu caso de
ser preciso ale a mudar o pessoa! drill.
A retirada de .Mr. treles. Solicitada pelo imperan. paaso dado ueste va. Deve-se igualmente aliribuir
a mesma origem a circular do ministro do interior
e que appareceu no Monileur no dta inimedialo
quelle, em que vas enve, a minba ulliuia carta.
Esta circular censura severamente as influencias
olliciosas, que sempre acompauham os reqiierimen-
los ao goveruo sobre coticessues.
Esla circular que parece ser dirigida principal-
mente aos luncciouarios produ/.io grande elleilo ao
mundo linanceiro e entre o povo.
lioja trtzo Monileur urna nota do ranistio so-
bre a mesma circular.
Esta notadesmeule, formal, e calhegorictmeute
o aunando que se taz de una soctedaderommercial,
como Ululo ue Companhia geral europea de enu-
graco e de colomsacilo, e que declirava que linha
as mais nllueltlcs preteuees em lodos os paizes, o
qoe centava etttie os ;eus icciuuislas com soinmas
importantes augustos persuuagcus coocados sobre
o- degraos do Himno, e que parece indicar indirec-
tamente, diz a lollia ellictal, o principe Jerouymu
VipiiliMii e seu lilho.
Finalmente a nota lermiat disenda que o princi-
pe Jerooymo iNupoleao aceita a iiemi-sao do seu
primeiro ajiidanle ue campo, o geueral marque/. d
liu ..ni. o qual tlnlia iceilade ligurar entre os u em.
bros do consellto de vigilancia.
l'oucas pessoas bao de acreditar que o general Ri-
card se sujeilasae a ser membro ilo consellto de vigi-
laticta de urna couipaulna industrial, ialo sem o con-
senlimenlo to principe Jeruuymo.
ludo o inlore.se da poltica ueste momento esla
Concentrado nos debates que tem lugar no parla-
mento ingles por causa de Slgamas romi.iiiim-.ii_r.es
que all se lzeram, c nas cmaras belgas sol.re o
Iralado de paz, e principalmente sobro o Iralado do
dia8debrll. I quem quer que toi ja haiia-se largado
.Mo vos tall.ire uos dbales do parlaineulo inclez __llnvimn. ,,,. ..i,,,,.. .. ...
. .'oviiiiui, jtzet pots de certo ja esl.es an laclo delles: d.r-vos-he. den, rondar, de combn.oo com a!. !1 ,.P. e o,
comtudo quo lord Paimersion maudoo ..qui reamar ^uarleiroes onde leemsaat casal e ettabelecirnen-
lordCowley, pan o ajadar ... votocJo, en. qaa os | ,s :_|uuv,,mu4 muilu U11,a ,, pr(.ven,,1(1.e
Os eurarregadus do hospital l'orlgoez prelcn-
que s oceupe os militares em qaalidade de criados
de urna ranelo particular.
Hospital de caridado 26 de junhoTbtloeules.
Al ainanhat.
ASSOClAilAO C0MMERC1AL BENEFI-
CENTE.
Lisia dos Sis. subscriptores, que coacot-
reram com .s quantisoj abaixo designa-
das, para a subicripcaQ que a associa-
co conimercial beneiieente de Per-
nambuco promoveu ero favor das clus-
ses desvalidas, por occasiao da epidemia
liauco de Pernaraburo.....
Manuel Gooealves da Silva. .' .
Maiioel Ignacio de Oliveira. .
Srhraiuin VYhalely & C. '. .
Me. I. tlnninl & C.......
Roslrou Rooker t\ C.....
Ilenry tiibtoa........
Johnsiou Paler j| C......
Alfredo Moruav IrmAos. .
Soolhall Mellor & C......
loi Rrolhers........
I.eiuus Jnior & Leal Keis. .
Malheus Auslin & C .
N. O. Uieber t\ C......
Viuva Ainorim i\ Filho.....
Satattiaao de Aqoiiio Ferreira. .
Paln Nash ^ C.......
PAGINA VULSA.
Agora he que v apparacendo as noticias .los
resultados da amavel briucadeita di vospera e da
de S. Joilo : slo de b..m gnsio certamente. L'ma
casado Sr. Dr. Nerv. sita na ra du l.ivramenlo,
e que esla em concert la sonda incendiada por um
bu-cape, que entrn por urna tias jaoellat e foi loi
nos fragmentos de inadoiras da obra, que incendian-
do-tt tona arder luda casa, se a presteza de ui > i
ziulio nao obstaste, alallian lo logo que is rhammas
se alearam :bella gradaba.
Uulra.l'ma seuhura indo fazer urna vizila
com o seu charo Adio em urna casa da ra da Con-
colega eiiroulrou-se com um Iravesto boscap, que
a p-.z pin caifas pard.s, tahindo sempre tostada pe-
las costas.
Quem iseulou-se de perseguir um ladino uo
Campo-Verde, por se qoeixar nos callos, ni i fui o
inspector Autouio Lomos, e sim a lleuginalicj pa-
Irulha. B '
Dizem que he no hecco daa llarreiras. bem no
amago delle, ondeos la.ues fazem o dividendo do;
espolies,valha a ver.lade.
Anles de hontein, por volla das It) horas da.
noite, pediram toceorro em una casa da ra de S.
Goinjalo: haviam pretendido de-lolhar utna casa,
os inspectores loram promplos em acudir, mas
quem quer que foi ja hai
volacau,
miiiistros pietendem ler Ulna maioria importante
_. ..-*..,-.,,...uva mu ii--i.ii.il loiioirue/. ureieii -
Os jornaes lra.u:ezes leceberan; orden de impri- uen, comi,rar e,,llicio lU ,,,. ulllc> d ^
ir os fechosi do discurso de lord John Rus.ell | para nelle cooslruiren.....ovbespil". I,
^*22*i!ttSri-..... r........... ed"- P" -Va,., un. tal zel peto, desval.,-
Como eompcnsaeao disto o governo francez envi-
ou'au rei l.eupoldo urna nula as declaraces do pro-
tocolo de 8 de abril sobre a imprenta belga.
Por lodo a parte se falla uo mundo potinco stbre
as palavrat seguiules pioanniadat pelo, conde Wa-
lewtkl em um circulo de diplmalas e de altos func-
eionaiioa.
Por este ou por ..quelle meio o imperador ha de
ler satisfara ua impreusa belga, visto que d,i gran-
de uiteresse ao conflicto, que acaba de so eugajar
entre a Franca c a Deifica.
Com ell'c.lo esle toutliclo acaba do assumir o mais
grava carcter. Sabia-se que a questito suscitada
pelo protocolo de 8de abril devia ser levada aca-
mara dos depulados d.t Blgica, e com impacieucia
se esperava noticias desta sesslo, mas iodos eslavam
longo de imaginar em Paris que o gabinete de irru-
idlas havia marlas.
Por cou.-equencia, a leilura dus jornaes belgas iin-
pressionoo vivamente a opinilq publica, recordanJo
us debales apaiiou.dos e a liberdade de liuguagem,
a que eslava habitu- do o nosso |iaiz havia t uto lem-
po, e que se admira de adiar .indu as portas da
Franc_a em um paiz igo fraco pelo numero dos seus
habitantes, mas lio loile pelo seu amor is nislilui-
ees, c que tem sabido conservar as suas liberd.ides,
quando a Franra completamente lem perdido as
suas.
M. Walewski fallando em nome do governo fran-
cez, dedal ou ua sessu de 8 de abril quu era neces-
sario ao repunto da Europa que a Blgica mudasse
a constituir;!., da sua impreusa.
A esla ezigeucia respondeu allivanieute .. minls
tro dos negocios eslrangeiros: nunca! Nunca be
una palavra que raras vezes se pronuncia em pub-
lica ; mas depois delta ler sido proferida o apptoo-
di.ta com enlbusiasiuo por nma naci inleira, de-
pois desta dar lugar a u.anitostaces ardenle-, como
as que so dera.n nu parb.meiitu de Kruvcllas, he
una palavra quo se nao pude retirar, e que compro-
melteuin-i situocao.
O governo francez nao pode retirar o protocolo de
8 .te abril; o goveruo belga lambem nao pode reii-
rar a palavra decisiva que pruiiunciou, porque etles
dous actos loram inediiados de una parle o de uu-
lra. O conflicto he pois lia completo cuino pos vel.
He certo que o gabinelo do Pars osla' resolu o 4
levar as oousas as ullim.is extremidades. Cilei-vo-
.cima as palavrat atlribuidss au imperador e re-
produzidas polo conde Wotawaki; al aonde chcg.i-
ra' o uegooio ? he dillicd |ircdize-lo agora. Km to-
do u r.i-o espero u cumprunento d.s retoques dinlo-
mallcas. Por mais graves qoe sejam as eventuali-
dades; nao devenios e-quercr-nos .le quo por mais
de urna vrzsa lem dado graves complicarnos enlre a
Blgica e a Franca, e que sempre se leu. tollo lr.111 -
sacriies. Mo se deve esquecer que a Inglaterra
(aperar do lord Palraerston sor quasi .lontorme a'
opinio do imp.-ra.tur dos Prancezes sempre lem
- I"
dos merece huurusa ineueiia.
U purluguez Jtcioiho do Beberibe foi posto
a dupotieo do deleitado de Ulin l.k
.Por duas pessoas no aterro da Boa-Visls loi
visto um grupu de lafs que ia.n para Santo Anto-
nio locando violan, na noilc de S. Joo, mas que
lambem iaui qu.i-i todos armados.
Nao temos inlereste algum em noticiar ao pu-
Mico. que Fulano lem atle 00 aquelle deleito mo-
ral; pelo que Sr.... o Vaste podido lica na lin-
letro.
Se pela lerceirn vez nos remetieren! aponla-
menlos da vida privad* de alguem. decididamente
publicaremos o nome do quem os manda ; da vida
intima nada absolutamente queremos saber e nem o
respeitovei.
O notto iottlligenta ...Marmota" sempre nos da
muito piazcr, sempre que nus dp nos ar de sua ma-
r ; iiTii.ii nm. muito em consideracao suas re-
llexes.
Seria muilu para desejar qup um a grande par-
le dos associados do Gallineta Purluguez de l.eilora,
ooinpreheiidendo quanto ser podesse 1 ulihdade de
11111 tal estabelccimenlo, uuico sem duvida que oeste
genero nos tornee.! o que ha de mais ulil e necessa-
rio 1 cultura da iotelligencia, sajUanzeattm. quando
muin tolo10 menos111 parleas SJ |o e !
dos arls. i c 1:1 dos estatutos do mesmo Gabine-
te. Oulro si-o ; nada ha que faca mais quizilla
do que a inlerruprao toreada da leilura de qualquer
obra, principalmente de litteraluia : tem dous utna
mesma obra de mullos voluntes] mas Pedio que he
pouco zeloso nao s empresta o voluine que l. como
esquece-se .te pedi-to, noenlrelanlo que Paulo que
esta mais alr.zado ua leilura eslacioua. interrumpe
a leilura, alo que depois de alguns mozos volle se
volla o volume : avista disto, e mais dos tolos, os
Srt. a, b, c d, a, faejam com vita ao Gabinete os
livros que leem etnseu poder, a bem do- que pagara
aunualineule sous doze bago*.
Antes de hontem. peas" iotas da r.oile. fui
vislo 110 deslino .ra) um born m vestido de saiade
chita e chales, nlo ha duvida que Irtcaram-se aa
bulas, chegou o lempo de mu.l ireiu-se os sesos A
polica ha de Ibes dar per tos mi per netos o seu
verdadeiro ser.
As ligellai ?!Depresss se etqoeeeram os ar-
remalantat, ja etilo cobrando e engindo, segonde
consta, dos malulo-', a amavel ligellinha... esui di-
reito.
Que reclid.lo !Antes de hentem. pouco an-
tes .asi! lloras da noite, na ra da Mangueira, u u
soldado de polica fez us cacos, [como diz o volgo .
I m meniuo do mato, embaftdo em um capel-, cor-
rer de um soldado de poiicia, que se approiuuara
delle. lemendo ser agarrado para prora, e vende-te
penegoido enlrsra na cata sobrado" onde eslava
seu pal hospedado : 0 soldado exilio a entrega do
menino, dizendo que eslava com um caivete, que
lo vira, mas que oulro menino Ihe di-sera : tpre
per.
\ a-s\,
er um
a res-
u.s vigilantes sobro Afiv.rs ; e que a Allemanha senlou-sco pai do mollino, e em muo bons termos
pela sua parle, lem na Blgica ama fronleira contra declaren que nao linha caivete, e que dema-
a lran.,i, o le corlo nao a abandonara' fcilmente.! nha.i levara a preseaca do Sr. subdelegado' mas
O COUlllClo que naba de se suscitar enlre a l-ran- ', qual O soldado nao qiz oslar por iss-. ; reliru-te
ea e a Blgica lera' por scaso tltuma inBuenciaao- cliamuo, gr-lou. apilou. locando no mesmo apilo cha-
bre a qoestao italiana '. Neste momela he difllril : madt de campo, avancada, togy o degoli c ii re-
dize-lo. O que porem se sabe he quo 1 queato li- toirado velln a carga, etieindo oulra veza eiilrega
ea adiad:, para depoi'do baplismo. Oque be po-1 do menino, a dizendo ler urna portarla do snbdeleaa-
it.vo he qoo o eiercilo de Lyon receben ordem pa-
ra estar pi.ouplo a entrar na Italia, e que ha um
accordo enlre a Franja e a Inglaterra para ceder a
Sicilia ;. e-ta ultima, llave dizer-se que este ac-
Cardoja eslava frito aulesdo so so-ril-.r o inciden-
te da camire belga, e que a Franca de certo nlo
previo. O futuro mo lardara' a esclarecer-nos so-
bre 1 manha dos acoutecimentos.
A polica correccional vai oecoptr-te de utn gra-
ve negocio. ^ "s sem duvida tabeit, que s,' data .lo
negocio do tul., lo de [...'. commonicado 1 imprensu
imperial ilutas da publiraelu no MaHttur, lie lin-
da um processo de imprensa ; mas este sera' em
livor d.s jiiriialisl i*, niiu obslanle dava tima ida da
iinpjici.ilio'a o rom iqua! a uslic.i se dislribue em
Pranca esFecialnieiileem materia de poltica e tuui-' mos em nossa PAGINA anda au sabemos
to mais se se r-corda a senlenca do tribunal de Cas
sarao. Ilja lie um i rnalisla corso, por ran*o-
quencia do licado 0111 corpo o alma ao governo, que
so lembra, contrario 1 te. de publicar st :. assigna-
lura nm longo arligo polilico. I'ara salistazer as
formalidades o jornul ha acensado, mas eis que pin
tllenc|a ao governo, o editor he absnlvido por ser I terreno
o jornal dedirado ao imperador.
A repres.iitac.a-i da per.. Tmijard la Baurse tevp
um immenta soccesso. A sala eslava cheis de eou-
enrrputes. O impera .or, o re do W uilenil.ers e
do para c rrer a casa, e de certo que o laria, sanio
roste obstada pelo iospecl..r da ra. que ajudado de
oulras pessoas, eviloo mais os.a violencia, e o- n to-
no 1 presenca do subdelegado o p i do menino :
linalmente o sol lado de.M ve/, nlo mamm. A v-
zinh.u.ri esleve em sou. postoa.e os ptsseiadores ur-
ies como marros ,'q pcdr.i. e ludo isto porque'!
Por nm menino que oulro havia dito que linha um :
Canivclinho
Da pinlainbo!
Que energa f Que coragem E no entretanto os
ladiiies andam de puhlice, -. m que esse camarada
appareca nos lugares des ctinfliclot.
--Antes de hontem, por ve Ha de meio-din, foram
Uos os dous marojos aruaricanos. de quem tolla-
a or-
oir.-um.laiicia anda;
cuto.
dem de quem. o que he urna
breve, porm, o diremos.
--I.enibr.imos que parerem esqoecimenlo.Ha
pouco ns senhores Bseaes pozeram no olbo da ra
a. pastoras iddidonaes de dOde novembru do 1835,
e e-.i comprimenlo deltas fez-e .corea em um
la roa do Si
cenca pira uulra na
m lllnima dellas seja c.m-i lera.ta suburbios
ptimo meio de overol.ir as leismnnicipaet.
luformam-nos que em um baile ou soir. dado
b c cousla pie se dora li-
ma d.-.s Nymphas, sem que
he
Timm Mumsen kv_ Viunatta. .
J. Keller&C.........
Adamson llowie \ C......
lleury Forttef 4 C..... \
Aranaga ij Bryan.......
Lesserra i Listel Frres......
Amurim Irmos cV C.......
Isaao, Curio c C........
Joo Pinto de Lemos......
Tbeataz de Aquino Fonseca >V Filho. .
James Ryder a. C........
I'asso i\ Irmau........
l.uiz Jos da Costo Amonm C. .
Manuel da Silva Santos......
Bastos A; Lemos........
Vicente Alves de Souza Carvalho. .
Kistos A; Ir,1 i"........
B.ltbtr ul Oliveira.......
Jos Antonio lla-los.......
Fedel Piulo 6 C......,
J. ?. Adous ,Vt........
j. Soum cV c.........
Ilenry Bruiiu 6, C......,
FellS Sauvage ftC.......
Gabriel Antonia........
Mam.el Alves lioerra......
Eiluardu II. Wyall.......
Srolt Wllsoa A; C........
llioiuaz de lana........
Samuel Power Jolm-lon A_- C. .
Jos Jerouimo Muuleiro.. .
L. Leconte l'eruu i C......
Fremenl & Lame.......
Schaflieitlin C. J. Asile) & C........
David W|||iam Bowman! ....
Antonio Boteiiio Pinto de Mesqutto. .
Dr. Mav........
Burle Souza A. C......" .
Hube Scliniell.au \ C.......
Mauoel Joaquun Ramus Silva. .
l.uiz Antonio Vieira.......
Cumpanhid utiliade publica. .
Augusto Cezar de Abren. .....
I.i.mp.iiiin.1 1:1 leuilii-.dora.....
Francisco Antonio Corre.a Cardse. .
Antonio Joaquiu de Souza Ribeiro. .
Novaes & C..........
Brender a Krandis A_- C......
Dr. Antonio de Souza Cirue Lima do
Ki i-.1.111.-11.........
Joo Jos de Carvalho Moracs. .
Juaqoim Filippe da Costa.....
Cnsul Inglez........
Joo Ignacio de Me-leiros Rige. .
Fonseca Medeiros A; C......
Delfinu dos Anjos Teiieira.....
Jos Vello-o Soares.......
-lose Rodrigues de Araujo Purlo. .
luoElnin Robera.......
Joo da Silva Regadas. ....
.lamas C.ablree es. C......
Francisco Gucdes de 'Araujo. ." .'
Francisco Severiaoo R bello & Filho.
James 11,,,,,i.ii........
Jos Pereira da Codos. ....".
Joo Jos da Cruz. .. ,
Jii'C Falque.......
Man.. -I l.uiz Conealves......
Francisco Gomes ue Oliveira. .
l.uiz Antonio Siqueira. .
J. ti. Malveira........
Jos I;.:, 1 Pinto.....
Jo-c Antonio lia Caoba & Irmos. '.
Juo Ua C. Bravo.......
Ferreira i\ Malheus. ..'.'..'.
Joo da l.unha Magalhies. '.
Uoilberme da Silva Gaimaries. .
Francisco Alves da Cuuha A C.
Xislo Vieira Coelho.....\
Joaquim da Silva Castro .!.'.'.
Siqueira A; P.reir...... |
Amonio lioncalves de Oliveira. '.
Miguel Jos Barbosa Guimares. '. '.
Antonio Francisco Pereira. ."
Born.rdiuu Jos Monteir... .. \
Moreira v Uuarte..... _
AuloAiu do Sooza .Moreira. ...'.'
-Mauoel Antonio Goaealves.. .
Jos da Silva Loyoa&C, .
Auto,110 Alves Barbosa. ,
Dell cv Machad..........
Francisco Xavier de Oliveira. .' .' .
Mauoel Ferreira da Silva Tarrago. .
Antonio l.uiz dos Santos A; Rolim. .
\iuva Moreira Filho A. C.....
Manoel do Nasciinenio Pereira. '.
Manuel Gunoalves de Oliveira. .
Mesquita Jnior j, Cardse. .
Antonio Jos Teiieira Bastos A; C. .
Antonio Pereira da Cunda.....
Manuel Cuslodio Peitota Soares.
Antonio Marques de Amorim. \
Jos Joaquim du Miranda. ..."
\ cenle Ferreira da Casta. '. '. ',', ',
D. Jojiina do Rosario Guimras Ma-
chado.......
Paula A_ Santos.....
Jote Joaquim Das Fernandos .' '.
oimtrlea i\ Alcotorado. ....
Mauoel Francisco da Silva Oirrico". '.
Joo Baplisla Fragoso. .
Jalo Simos .le Almeidi. .".";"
lr.inei.co Guedes de Araujo. .
Jos Joaquim da Costa Mata.
Joso Aulonio .te Carvalho. .
lernaudes A_ Mello. ..."*"
.Vuluuiu Lopes Pereira de Mello C."
Unto Qaeiroz o: C.....
Joso Antonio de Dniu Bajos' ',
Mauoel Jos Leile.
Joso Gomes Leal. ,
Antonio Antones Lubo. '.
Joo Moreira Lopes. ....
Jos dos Santos Neves.
Joo de Siqueira Frreo.
Joaquim Ferreira de Sa. ..'.'.'.
Antonio de Azevedo Villarouco. '.
Victorino le Caslro Moiira A; Albino.
\ mva Das Ferniodes......
Gaspar Adolpho II migeois. .
Antonio de Almanta Gomes ..'.'.
Manuel Jos de Souza Carneiro. .
Caetano da Costa Moreira.....
Caelano Cyriaco da Costa Moreira. .
Jos Baptista Ribeiro de Farias. .
Cois & I maos........
Manoel l.uiz Gonoalvcs Jnior. .
Gaspar Antonio Vieira tiaiatuiea.. .
J. Joaquim Pereira de Mendonr oiC.
Vai Si Leal.......' /'
Joo Fernandos Prenle Vianni. .
Jola Alves Machado.......
Chapronl & Bertraud......
Peres > Vasconcellos......
Moreira .\ Fragoso.......
Francisco Gomes de .Mallos: ,
Sebaslio Jos da Silva......
Uippolylo Dumonl. ,.....
Anloaio lioberlo,.......
A. C'.lombiez.........
IIitiii 111.1..........
Joaquim da Cosa .Mata......
Antonio de Sonta Ferreira.....
Antonio Domingos Piolo.....
I'm annimo.........
Chrisliini y Irmlo.......
Tinoco.......... .
Diogo Jos da Cosa.......
Antonio Joaquim Vas de Miranda. .
Ansellno .loso dos Santos Audrade. .
Paria 0< Lopes.........
.lose Francisco l.avra. ...'...
Manoel Jos Carneiro^.....,
Narciso Mara Carneiro......
Antonio Gomos da Costa c Silva. .
Manuel Ferreira de S......
Antonio Joaquim Vidal A. C.
Joo Partir Mouliabo......
Chrisiov.il Ferreira Campos.....
Francisco Custodio de Sampaie. .
CamposAj Lima........
Antro loimarles Bttkenfeld. .
Jo-e Joaquim da Silva. .
Gregorio Paos do Amoral.....
Manne: Jo' Machado......
Pranctseo Jos Lopes......
Manoel Ro-lfutaes di Silva.....
Joo Fernandos Lopes.......
Azevedo v\ Burees.......
Jos illas da Silva Guimares. .
Joo Gesemiro da Silva Machado. .
Becerra A Moreira........
Jtiio B. de Campos.......
Jos llran.to da Recba......
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209000
2090110
203000
2u9!l(MI
209000
209000
209000
209)0
203IMMI
209000
2U9000
2U9000
.ll-lMUl



'
urna parle du miiudu oQlclal assistuam ao especia- ltimamente, servirn! de citados alguns soldados de I man lempo publicada esla lisia
Esla pera, como vos ja .levis saber pelo vos- primeira liulu ; a ser verdade he m.ii degradante l
I'or alllueucia de materia, uo lem sido lia
Os lili.


ILEGIVEL


OltRlO DE PERMMBUCO SUM O 28 DE JNHO M 1856
JOC IVri-IIM t.r/M.......
Amonio Francisco Lisboa.....
Manoel dos Keis QlMiejMh .
Serodio A.'...........
Ah mu 0k<- Filho.......
Joaqoim Ju vendo di Silva. .
Domingos Ferrci.a Maia.....
Carvalbo i\ lnm.1..........
I.uiz de Oliveira l.ima......
I.uiz Jos d Sa Araujo......
Mauoel do Nasciioenl.i Antojo. .
Manoel Alves Ferreira......
Klfnnso di C. .......
Nuiles i\ c..........
-1 i -. 1.1 Cunha Wanderles.....
Jos Mara Tiiomaz da Suva. .
ljone,..lve* iV R?is........
\ I.Mili.I C........, .
Joso Canlo'o Asres.......
Fredincu Kobilurd.......
Oirisoslumo &C........
.1 .r.lim............
-Mangues Hartos &C.......
Mauoel Ignacio du Oliveira Brana. .
Urbauo Chnspiuiatio Matnede 'le Al-
meida & Fiuza........
Feliciano Ju. litiu.es......
I.ui de Frauda A; C......J.
Ba-tus & Viuva Suuza Moirleiro. .
Joso Penlo da Fuucec.......
JoAo Marlins de Barros......
Um annimo.........
Jos Jernimo da Silv........
Justillo Pereira de Faria.....
Au.lr Rarhoza Soares......
Jos Gonralves liellrao......
Widow Ravnoul AC......
Anlonio Ma.lius Duarle......
Jo.io Antonio Carp loiro da Silva. .
Fould A; Irm.ui....., ;
Viuva Bastos ,.\C........
.Vives A Lopes.........
Mauoel Auloui i da Silva.....
Manuel Aulonio dus Sanios Foiiles. .
Ignacio da S* Lopes Fernandos. .
Anloiiio Ferreira Luna......
CandiJo Alberto Soilrc da Molla. .
Joao Leile Pitia Ortigarlra. .
Padre Jos Ledo Pilla Ortlgoeira. .
Joaquim Ferreira Alendes (iiiiniar.les.
Joau da Pinhu I! -.....
Seve &C........ '
Mauoel Jos de Si Araujo.....
I.uiz Antonio Vieira A.C. '.
Joau Francisco de Sonsa Migalluies. .
Ro/.e ule \ C.........
Seraliin Teixeira Basto.......
Manuel Lnureiro de Mallos.....
Joao Fernando B.iplisla. .....
Joai(uun da Silva Lopes. ...
L'in annimo.........
Luu A. Alinea Jacoine......
Adriano o.. Cislro.......
Mauoel Antonio Flore.-......
Jos Fortunato dos Santos Porto. .
Mauoel Amonio Molden u dos Santos.
Joaquim BapUsta de Araujo. .
Um auoniuio.......
Joaquim Das da Silva l.eiuos .
Francisco Jos .Vives IjuimarSe*. .
Domneos Jos Ferreira (imoiara.es. .
Jos Ignacio Ferreira da Silva. .
tOatauraw A. Antedo......
i Silvestre Penrir.i da Silva.....
JoAo Chnsosluiuo de Lima Jnior. .
Tetveira A Son. '.....
Francisco Pacheco Suare......
Mauoel Francisco da Mello.
F. A. das Cliagas.......
Francisco Alves de Piiiho.....
(ioocalves Biiieiro.....,
Joliu Donuel)........
I ni aiiouimo........
Placido Joso do Reg Araujo. \ \
Jos Cardozo Ayre........
Mauoel Juaquiin Gomes.....
Antonio Casemiru (uuvca.....
Joaquim Martina da Silva. .
Manoel Aulonio dos Passos Oliveira.
(oimaraes& Braga......
Hobert Uedier & C......
Jos Mari da Cosa Oirueiro. .
Joaquim Jos Das Pereira.....
Barrrllier...........
Mano-I J. Francisco Uarte. .
Jos Teixeira l.eite. .
M. B...........
JuAo Jos lime Pinlieiro.....
ili'nri.pi ,\ Santos......
Justino Pereira de Aiidialc \C. '. '.
Palmeira & Beltro.......
Antonio Francisco Martin......
Aulonio tieucaives Kellrad. .
Jos Rodrigues de 'Souza. ." .
Benlo de Freitas GuimarSe... .
JoJo loa Fernn les de Csrvalbo.
Antonio Jos Pedro Goncalves. '.
Dormimos Rodrigues da Andradr.
Joao Joso Rodrigues Mandos. .
Meudes A lirada.......
Joo Carroll Jnior.......
Domingos Joaquim Ferreira. .
Manoel Jos do Nascimeiilo e Silva. .
I.uiz Borges de C-rqucira.....
JoAo Fcrnandes Baplisla. ....
Duiningos Ribeiro da Coalla Oliveira.
Manuel do Reg Soare......
SebasliAo I.uiz Ferreira......
.lose I.uiz de Souza Ferreira. .
Hermano Melntlens........
Joao Francisco de Carvalbo. .
Jos Jorge llantas.......
Jos Mouteiro de Siqueira.....
Justino Ante ni" Pinto......
Jacinthu Silve.tr> Vicente. .
Antonio Jos .Vives di Fonccra. .
Antonio Jos Ferreira......
Jos Joaquim Uoucalves Cselo. .
Mauoel Joso Ferreira......
Bento Antonio Co.iliuhn.....
Joao Cuqtiio do Roiario.....
Alexaudre Joaqoim Salvro.....
Jos Bernande. de Souza......
Jos Piulo Ferreira.......
Antonio Pereira de Oliveira Maia. .
Domingos Jos da Caoba Lagea. .
I.uiz francisco de Audrade. .
JoAo da Silva Faria.......
Jos Rodrisues de Audrade. '.
Manuel Jos de Aginar......
Jos Rodrigues Nogueira da Mello.
Joaquim Vieira de Barros.....
Antonio Jos Fernandcs de Carvallio.
Jpaquim de Paula Lope.....
Manoel Ferreira de Carvalbo. .
Duarle Aulonio Senua.....,
Mauoel Marlins de Carvalbo. .
Joaquim da Carta Morcira.....
Manuel Jos liomes liraga.....
Paulo Jos (jomes.......'
li'm annimo.........
JoAo da Silva Boa-V'isn......
Jo.e Lrile de Sa........
Antonio Jos Farias Linu.....
Dominios da Silva Campus. .
Jos du Reg Pacheco......
Jote da Silva Lopes Ferreira. .
Manoel Antonio de Jess. ....
Antonio Joaquim Salgado.....
Francisco Jos Leile.......
Caetano Agapile de Souza.....
Beruardino Jos da Silva.....
JoAo Pinto Reais de Souz.......
Jo> Nogueira de Souza......
Joaquim Gonralves Pereira Cascdo. .
Custodio Pereira Moulinlio. .
JoAo Gofaealvea Evangelista.....
Julio Cezaf Pinto de Oliveira. .
I'oininaleau..........
J. J. Keller.........
Lecomle...........
Brag.............
Mandama Iheard........
Manuel Rodrisues da Cusa Magalhaes
tiouveia A; Leile........
Antonio Jos Piulo de Carvalbo. .
Manoel Antonio da Cunta.....
Domingos da Roza.......
JuAo Jos Soares Vivas......
Joaquim Gonralves Baltrl......
Joaquim Soarts da Rocba.....
Jo Peres Hibeiro.......
Jacnlho do Rei;o Meirellcs. .
Joaquim da Costa Vieira.....
Jos Pedro Marques da Silva. .
Domingos Rarreiros.......
Joaquim Jos Silicua......
I:m annimo.........
Antonio Jos Rodrigues ia Costa. .
Manuel Fernaudes Ferreira. .
Joaquim Filippe .Malvares.....
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ciaalea d'eativa ......
Dos Srs. i Candido Alcolor...io Jos
Jacoinu l'asso Jnior e I.uiz Jos
da Costa Amorini pelii pada-
nas.......
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19000
I9000
23:3539500
Conlere a quanlia do viiIp tres conlos c Ire'enlos
r rincoenta e tres -uil e quindenios reis. com a que
feienireguepe.s cinco commisies ao Sr. Silv.i llar-
roca, (hes.urer onomeado para esse lim, como de
cnnla correnle semiinle:
Sala da as.ociarn cnmmercial heiielicenlc de
I Vi 11,111.!.11 ni 31 de maio de 1855.
A. dt A. Rodrigues Isaac.
Conta da subscripcao promovida pa-
la associacao' commercial benefica-
te emfavor dos desvalidos ataca los
(la epidemia reinante.
iataor/aweia nttbUa las upnU* eommimes en-
carrejada ,ias attgHatura e cbremeos.
Do-.Srs. Manuel (ioncalves da Suva,
Manoel Ignacio de Oliveira e Ernes-
to Siliraimn. pelos ."t. negociantes
de iirossn Irato. .
Dea S:s. Francisco (jomes de Oliveira,
Nash. William Iteid e Amonio V.
da Silva Barroca, pelos senliorcs lo-
cistas........
Dos Srs. JoAo Matheus, Jos Teiseira'
Bulos, Vicente Alves de Souza Car-
valbo, J. H. II. liolro. e J. J. d'A-
monm, pelos senhores armazenarins
de assucar .........
. Antonio Marques de Amuiim.
Imatortania enterque a.< >egHtnla commioM en-
carreiados ilu disribuicHO domiciliaria.
AosSra. Jase Teixeira llastos. Joga .la
Silva Regad... eAntonio Alves Bar-
bla, para a hvguezia dn Recin-, .
Ans Srs. Ahtooio Augusta da Fonseca
rhomai de Faria e Salu-nano de
Aquino lierreirn. para a lreguzia de
S. Aoloifio........
.Vos Sis. Catadido C. Guedea Alcotn lo
JoSO Jaruino l'as.o Jnior e I.uiz Jo-
s 'la C. Amurini para a IregueXia
de S. Jos.........
Aos S.s. Vtenle Alves da Souza Car-
valbo, Jlo Malheus e Manuel l'ei-
veu.i Bailo, para a treguezia dd
Boa-Vistai.........
Imporlancia de II pecas de baeta .
cj.npradas a Paln .\asb A C. para a
com i.i.so da Boa-Vista ....
Ao Sr. Antoiiiu da Costa Reg Mnolei-
ro para dislribair na liegnezia de S.
Jos :........
Ao Sr. Joaquim Lucio Mouteiro da
Franca, jiara a mesilla IregueXia. .
Importancia de cobertores da liarla e
roupa lala. ......
3:1639350
1:0739200
1:5529900
l:99i9700
Ii2l'lb7
da Almeida, lill.odu coronel Tiburlino Piulo del SeereUriada thefooraris provincial de Peru-un-
Virtoria, mas como lemos|boco 20deji....... de IBSO.-O^rrtaro*
A. i*, dAanuiiciacAo.
nbearvado que at iqnl o rnesoto Sr. majnr anida
ngo moderou a sna violencia, e como que a despeilu
das nossas perguntas, rnulinua capricbosaniente o
latee reealiir sobra o mesmo cadete iodo o peso de
sen resenlimenlo, apoellamea para a uturidade
rninpcleiili-. pmiindo ao F.xni. Sr. inarecbal de cam-
po, romni.unanle das armas, se digna de apreciar
este lacio, faxendo com que a lei,esmenle a lei.re-
gale e manlenba as relacAes, que existe
as diversas cathegorias das prafas do exerci
de qo- o ahos,. da poder confiada a borneas irasci-
veis nao veiil.a cnlllrarlar a marcha da disciplina
(Jueiram, Sr-. redarlore*, inserir u
luado ,. Ilion...i cas limiladas linba<
lo obrigado Ihcs licarii
. sen constante loilor.
/:. t.
O lllin. Sr. cimi ;d..i da Ihesooraria provin-
cial serviu io de inspector da m..,,a Ibesouraria,
cm virlude da rc-olura i da junta da lazenila. man-
da lazer puhlicn que no da 3 de igloo prolimo vin-
douro, vai novamenle a prara pus aer orremalado
a quena por menos lizor a obra do ealraoienlo da
m eiitre I'""1" p.rle do pnnieiro lanc,. do estrada de Pi
lo. afta '').......valiada em 27.-90.
B para constar se maodou a(li\ar o prsenle e pu-
blicar pelo n Diario...
ii corei-i, S '""" da Ihesooraria provincal de Pernam-
lo que mui- ",:c" Jl ,le ^un,," de I8.56.0 lecre'.ari
&0 a
loogooii
10090011
9isl3:i
alauco cu; c;ii\a
l:l:!l!l'.Ni;,n
5::i539S5o
R. 2.1:35:19500
Assignid, intuido I ateiitim dn Silea Barroca.
(ooilere cm n coma original aproaenlada peln Sr.
Silva Baaroca, archivada ne-ia secretaria, onde lain-
bem sos.'.iin ssrelacjkes ominaes dos soceoiridos
as vi.it... domiciliarias, reilas pelas rommlasoes d--
Ir1hu1d.1l.1s, c que sol.iram ao numero da 3,307 a
(1 salu\, de rs. 5:3539850, vai ser applicado a com-
pras de 11ccf.es da Companhiada Beberibe, euio ren-
diinenlo| auiiual, hade ier entregue a., eslaheleci-
iiienlo de canda.lc, cuj administrado merecer a
preferencia da direccio, '..nrorine loi oelilierado em
sismo 11 assembla geralconvocada nos das !> e
II desle 1
CAMBIOS.
Sobre Londres, ^7 d. por Irs.
.. Pnris, 3611 rs. por f,
.1 Lisboa, 100 por 100.
.1 Rio do Janeiro, l|2a I por ii|,, a 15 e 30 .lias.
Acces do Banco, 35 0|0de premio.
Acedes da roinpauhia de Beberibe. 54)000
Arenes da cempanhia Per.airobncana ao par.
.( l(ilidade Publica, 30 porcenlo da premio.
.1 .1 Inli'inuisidora. .VJ por J de premio.
o o da estrada de ferro 50 por 0|0 de premio
sobre entrada.
Discoiilo lie Icltras, de 7 a 0 por tl|().
WK a s.
Duro.ticas liespauliolas. 289
Mocdas de (LjlMl seibas ....
a 11 (iViOO novas ....
I9OOO.......
Pr.iia.PaiacAea braaileiroe......
Pesos coiimnari. s. ...
o mexicano.......
A*. F. d Aiiiiunciacao.
-II lilil. Sr. contador da (hesoiiraria provincial
servmdo de inspector da misma thesoutaria, em
viriudc n, residiieoo da unta di lazen.V manda la-
zer publico, que rs obras do l.ico da o.Irada entre
a eidade de Goianna e a ponte "le Bojary, vAo no-
vamenle a praca pe.. ;'refodel)2l09.
h para coiislar se mandou atinar o preicnlc e pu-
blicar pelo i.lliario...
^ecrelarin da Ihcsniraria pravinrial de Pernaiii-
buco Lii de jinlio de 1856."O1 secretario,
A. !'. .r.Vnniinciarao.
I niii.i.tr,'can -eral dos ertabelaeimente du caridade | lada ; e para
26 i,, aull de |K"(.(I l" ri ll,in,
Antonio Jos (..mes.!,. Correio.
Pranle o eunsellio de a.liuiU'stracAo naval lem
de conlralar-se as 12 horas do dia 3 du mtz de ju-
llio vin,!oii,.., e por lempo que ao mesmo couselho
i'oi.vier para as pravas dos navi s ann idos, barca de
escava(go, enfeimana, arsenal e africanos tiaras e
foiiieciinenio do- seguinles gneros: rzeile doce de
Lisboa, dito de carrapalo, u^sucor braueo, arroz
branrodo Mar.nbAo, agurdente blanca .le 20 graos,
bolacha, h 11 alhoo, caf em L'raii, cante ver.u-, dila
aerea, far.nl. 1 de mandioca, feijfo mulalinho. pa,
llooeinhode Lisboa, vinasre ailo, velas de carnauba
I e de eslearinaa; bem como ae contratar por lampo
de um auno a (indar ein :,l de juollO de IH."i~ o l'or-
neeiinenlo de medicamentos |.ara a enfermarla e
. navios, o dos -cvicos do barbeir... a o de Tardamen-
te, brancos c a/ues para as pracas dos navios e ar-
senal : pelo que sao convidados lodos os qu* inle-
. restaren! em ditos forneciinenlot a eompareeerem na
I sala de suas sessoes a bora indicada do mencionado
lia, com suas amostras o propoalas, declarando os
ullim .s praem e quem seos lia.lores. Sala das *es-
ses diMoiiselbo de a Imiiiislraro uavl em Prrnam-
buco Si de juiibo de 1856.(I secrelario,
Chnslovo Santiago de Oliveira.
289500
IfigOOO
K.3OO
9000
2>.,IM)
subscri|
met, liara a .pul se coiuidarain todo,
lores,
1) Sr. comtoendadiir Manuel Goncal-
la ilva, diguoa-aa ai cellar o convite que a di-
:cao he dirigi para encarregar-se da compra das
1 Companliia de Beberibe que coinpetem o
subscripcao.
A's.iciacao cinmcr. i.il lienclicenle de
le maio d is:,../. de Almeida
es lmn\ secrelario.
reg. do llecife 76J visita, domiciliarias.
.la S. Aulonio all *
de S. Jos IOU
da Boa-Vista 177 o
3507
A q lamia [alai disIMbui.ia i=. 17:0*109650 dividi-
aceoes .
sal lo .1
Sala
Pernaiub.ico
llitlrig
a. .^a
da pel
59132
.-.i,KAMi;:ii;i.
Kcndimciiii Jo .lia 1 a 20. .
dem do dia 27......
Descarrila ho* iftdc jwiho.
Barca fiauce/.aGustaremercadorM.
Os (ifcaesdasquolro l.e^uezias desla eidade ele. ele.
leudo continua.lo .. abuso d.i falla de comprimen-
lo as posturas iiiuuicipaes respectivas, quer da par-
le dos denos das cochciras e cavallanca. quer rl .
boleeiros, e cumprndo -omo ha de nomo rigoroso
dever, eiQt'aUr e farer eucutar lo.las as postaras,
chamamos aida por esla vez.a atteu;Ao dos senhores
duoosdecocheiras, eavallarica, eboleeiros paraos
jisposirpa do artigo 2." da puslnra addicional de 7
de ..oslo Je 1855 u aicos :|- ',.-.',. (i.- 7.- S.- !> 11
12. l;.Ki, 17 e l8daspoftorMde2tdejulhotambem
de ISjj, ejbem assm.para os >rtigos5.' e (i.- dore-
j?WO I gulamenlo oHeial de 1 de ng,io prximo paseado,
sWBU que Iralan da* libres o faidainenlus dos respeeli-
! os boleeiros ; visto como, obicrva-se que na.. 1 n-
MH ,''"" dev.ilanieiili. lrdalos, pelo que dlSpOslOS CO-
1 mii nos adiamos ao fieleomprimenlo de scmelhanles
di-pusienes, anda por esta vez fazemoso presente ,1-
viso, cerlot us infractores de que serao punidos rom
a malta, e nus penas decretadas us rticos 17 e
18 das citadas posturas de 21 de julbo de 1855.
: para que rastm Conste man lomos laviar o pr-
senle em que nos astignamos. Ci.la.lo do Recife 30
de maia de 1856.
Os rcaos.Manoel Joiquini da Silva Ribeiro.
Ignacio Jos Pmio.Maaoel Ignacio de Oliveira
LoboJlo Jo..' do Moiaes.
(I Dr. Anillo Jos Tav
liquidaca se xeuderAu" cena de 300
saecos du faiiuha de ma.i iioca, prnpria para mesa:
segunda-feira, 30 do crenle, as lo horas da roa-
oh*i.....' srmazem do Sr. Aunes Jacome, defront?
da arcada da alfandega.
T. de Aqnino Fonseca ijj Filho fargo leilAo,
par intervenalo do aconte Oliveira,econta .lequem
porlencer, do una porrdo de vinho da Figaeira de
supeiior qualidade, em pipas e bsrris, lides a voota-
de dos compra lores : lerca-feira !. le jolho prxi-
mo, as 1(1 horas da inanbaa, no armazem do Sr. Au-
nes Jaeome, defronte da arcada da alfan leca.
Correio geral.
ras existente, na a Imini
11 cidado para us senliorcs
10.
15:3113766
I20:i05790
cnnsic-
3MPOaTAs5:i.O".
liana franrexa Cuslace, vindi do Havre,
nada ,1 nrdem, inaoifestou o segumle :
- lardos pannos, inibriidiu amostras ; a M. Joa-
quim Ramos e Silva. 11 ,ir. Abilio Jo-,- T.vares da Silva, juiz de orpllio
> caitas i../., n,las de algodao, 7 ditas ditas de se la e ajenles, nesla ciriafe do Recife e seu termo
e alela... 3 .lilas objorlos para marrineiro, I dita por S. M. I. e C, que lieos suarde, ele.
requifes .- seda e algodao, 1 rmlirulhoa iimoalras; Faco saber em nomo lsi.io sido por sonlenca .!,-.-
a aciiaiiieilliu o\ Lompanhia. lejoiio pilca .o prodigoUervaxro Pires Ferreira e
b camas e I volume curo., rodas, varaes, etc. J a | lendo este appella da s atenea para o superior tri-
v .Alves de Son/a Carvalbo. 1 buual da .ela.jao desla pravincla, e sen lo sua anueir
a caitas la/.endas de aleudan, (i lilas dila de dito e laca., recebi !a, con.,, sr V ,! accordfto daquelle triT
soda, 1 dna sedas e gros de naples, J ombrulhos a- banal dr lueor seguir'
musirs; I nnu M. & Conipauhia.
(11 bnrris c 00 meioa ditos mantaiga, 30 eaixas
mu:
^1
Ten
que .1
numero de visita, d ;
|2 para cada u......
o vtor medio de
ttte
s^nrtu M*i*c0.
10 I
mcarias di tiaranhuu* iW mi\ do correniu
i Comarca cm estado regalar,
paia o luc d > sen destilo o vapor
inga, commandado pelo ex-pilnlo da arma-
Sr. Culos Antonio (ouealves, joven brasileo
reclnenlo dislinclo. o 1j11.1l Iroiueo sol a sua
lloje secua
Piral
da. o
de mi
'I......1"-. dilas fazendas de algodao, I
.|h ni., e de s.^da, panno-, cuidara, ele
Ihos amostras ; a llroun o Cnmpsnhia.
I raixinlia joias ; a Domneos AI Vea Malheus.'
I ,ixa roupa fela, -> dual faxeudaa de lia
da ; a L. A. Siqueira.
S eaixas papel, 6 ditas morcearias, ls .lilas lain-
parinas e e.peines, I embrollo, amostras; a Fei.l.l
t'inlo c\ Coiopallhiil.
I caixa imillas ; a I!. Millnchau.
litas .lila
:'. eo.lo n-
c se-
AcciiImu em relacai: que recebem c iolgam
pro vodca os embars. pa>a reforinarem, como refor-
rnam.o alcor lito embargida de II. ('.v.,e a'seulenca
por elle conlirnia.la. vistei os autos; por quau'.o com
os docuiienlos de II. o n. 55, piova o embaraan-
10 appell.nl.- .;ue nao le pro,lie 1, como fui ulgado
pel.jiiin a.jn-, < que b,-cap,./, de administrar os
seas bs. P.irlanlo rearmando o sobredilo acror-
d.m e sellen.; 1, j.ilio oemb.ncaiile appclianle ha-
billadb e eom sufllcieoda para coniinuar. naadmi-
11 ..iracrts de s us bous, e eun lenina
pellaiilaenibargante lascu-ta.-
Kclacao das carias seg
Iracao do crrelo ],
abaixu declarados.
Anioui. Goncalvea Feneira,
llenli. .los Rernardes.
Cuetano de Castro.
Francisco Jo- T nares da Gama.
Justina Lu/. Machado.
Joaquim Vive, de Fre! is.
Joaquim Cavalranli de Albuquerque.
Joaquim Flix Machada.
Joaquim (.arela do* Santos.
Joaquim.le Paula Lupe-.
load Antonio da Pieda le.
Joao Jos de (ouveia.
Jospha Joaquina de Vasroncellov.
Jos C-.n. 1,1 loa Sa ,1o-.
Aulonio Carlos Pereira de Burgos Fonce de I......1.
Mura de Asromprgo.
Eillia Candna baile.
.'.laimel Juan Cavalcanl; VV.,n,lerle\.
Manoel Jos ll.beir. Cavalcanli Lima.
Manoel Tliomai dos Santos.
O vapor aPiratiningan recebe a mala para o
Lio de Janeiro boje 2S) as? hora- do dia.
Ten.o .. compauhia lixa de eav llana de con-
atar por mu auno para u rorneeiroento dacava-
lliadn sendo de prinieira quslidade capim, milho,
mel, eagoa: as |>essoas qu- Ib convier rcmellam
snes proposlas em carias le. I. idas, na se .otaria da
mesina ali^ as dex horas .1.. dia 2S do cirrcnle.
Leopoldo Augusto Ferreira.
O Sr. director coral da inslrareilo publica J.ia-
qiiiin Pires Macliado Porlella,lendo entradu no exer-
cicio du sen empieSu no dia 25 do c. rrenle, m inda
la/.ec pablieo.qoe e.n qa inlo ,, 1. effaolua a trans-
ferencia da respectiva tecrelari.i para easa especial c
spropriada. il' experiieida e despacho nos requer-
11.culos de parles em lo ios os .li.s ol is das O horas
da manhaa at o meio da. na casa d-; sua residen-
cia na ruadoCollagion. 2"i.~O secretario, Fran-
cisco Pereira Freir.
n>sma sp-
Itec.fe 10 de iuuho
-. i.iixos queijos, bxrris e >., meios ditos ; a \ da ISVjO Azettda, pre.idei.le.Tilles, recebia pa-
A. de mou/.i l.arva.ho. ra reformar o acordao sentenca, o mandar qne
icaixa males de I,.,., 1, vlunics chapeos para e discitisse e desee luai a prova dos embargos a II
homem. calcado, prensa dosellim. roupa fcila, ele. ; 2(1. is/
respoi ..amlidade de Ioglalerra: Fii cOnslaiido em
Londi es, no estalehra dos Srs. Simula Brothers;
de i7.i toneladas e inania um par de eiiutnhns de
forca collecliva de KMI cavallo,; lem 175 pea de
compriuieulu por cima, l de ponlal, denun la 7
pesu'agua vasii, c 0 carrecado. lie um el-canle
navio e offerece as comino lidades nccessarias 10 m
para que he desuado.
voici com o [irimeiro revisor./(W.cl
10.4 lie. Santiago.
ad man se contais em dito accnrdao, o qual
emloV ipre-enlado a m.n antecesor, puz-lhe o cnin-
pra-sjedo Iheor segainls :
Cujnpra-se. Ilecil; 0| ,|c janno ,|t, |8_-lfi __
hvros, IV'!.1 de Flan iris. qiiinquilhari8' calcado! Kos' Se,,nor**--
pannos, etc.; a Adour iV Companhia. quinlo da indnprnde
Em cuii9Cqu?uri.i de 1er silo aposentado ricivia
o lularde inspector la Ibesouraria da la/.emli dega
provincia oSr.Joao Goncalvrs di Silva : dolado ie
ledirarau singular uo cumpriincuto dos seas deve
res, ,! inl.dbir a>i 1 dislincla, probib.de em.ncir.s: 9 eaixas garrafas vasias, 3 ditas aci,|, 2 ditas o
arrayis, 1. Sr. Jogo Gongalves foi e eemprn ser., es-' 1 malla merceari -, I dila objeclns ,1 pharmacia i
tmido de 1 idus, qucrco.no empregado publico,que. Idilaa eonserv ,-. mstru.....nlosde mus '; ;'ir.,
comb particular. I;lc.; a ordein. ajonier....
Elolrclaulo, temis a silis(a,: 1 ,|. transcrever as : 2 barricas queijos ; a F. Coolon.
roiujiiiiias do iio-s,, jorn.l o seguinlesignal dogra-l 7 raixasrelogios, lonetas, mosicag ri~ r...,
lidab que tnbolain ao honrado fjuccionario publico, I phnl t\ II. ., .11,-
osseus anligvssubordinados, laul.....,is que ore-j : eaas chapeos para homem e obieclos nara dn
puOinus lilln, da venladc. peldros ; a Cliri.liani Frere. ""celos para cli.i-
I embrulho amostras: a F. Sonvage.
I eaixa chales de lila, 2 ditas chapos de homem.
1 dila roup. feila, 7 ,lii,. I volume fazendas de
algodao, I barril queijos, 3 embrullioi amostras; a
J. Keller A Co-npanhla.
S< barris 1 25 lucios ditos in.inleica ; a Jobn-lon Dualft.
Paler & C. 1.....Ina. .Njij, ,
II cau.s vidios e loaca, I ,lili pello par. rha- pn)Maqui
poi b.rris bdao, I caixa chapeos, i ditas calca- rid.......v..t o'l'ir.s iW^ira^.-Ir l.a.iiiudo'pari.'rel,
dn, I .lila nnre I.11.1 e comesliv. i-, 1 dda lilil em ger si.a pes*oa e bens.
I;.p I, lila obras de n.ade.ra e clium- : L para que chegoea milicia de lodos, mande! pas-
sar o'presento qoo sea' afOxadn nos lugares mais
k se conlitka e oem decl.rava em dilai
copiadas, (ui vista das q.i.es liei o refe-
BAILE BASQU.
Sabbado 28 do crrente.
?op\lu;eted.ui.d\prvi.\
As S ||-2 h ,r.is em pon.i .iaro principio o ha.le,
locando a msica novas quadrilhas viudas da corle,
para .. que ja se aeha eusaando. A ajiei i noile cor-
rer uni lotena cumposta de diflerenlea premios,
consisiiiido em iguarias, bilheles de lotera e diver-
sos enjertos curiosos, sos qoaes lera., direilo quellas
pessnas que comprarem bilheles para o bail", e que
Ibes couberem serle. Cs directores promeltera con-
servar luda a ordem e regim >ni al sqoi havidu. ().
bilhi le scliam-se a venda na c -,: lo baile.
Im; a l.ncjinto Feron & Oimpanhia.
4 eaixas mosiar la ; a Miguel Jos Alves.
5 caixaa sanguesusas, 37 lillas mam.o,-,, ,
rame, porcelana, cha|M:os, papel, iraslj ,.;.,',;
iv

p.i'di.-us desla ci lade.e poblicado p. la iaipreusa.
'' i'i.
Dad e p..~.,n|o n
lo- ''< dias do mez de jn
oecopa-
usufruir o repon.o
di irio.o servido, que
permlltta exereer,
aposentadoria,
Hjecolbtdo ao ceiiiru las suas domestica
<:-i -. vai o Sr. Jogo Con
h ni --i llera lis de um lo:
o peso de seus snnos ja i
vi.lo que o gov ei no cunee le-lhe una
as-is merecida
o. abaixo aSiguado<, empregados da Ibesouraria
do tizeuda desti provincia, leudo recibido com in-
cxpli :avel cq*oc,!o a noticia de ler solo apnsenla.t i
par decreto imperial de 7 do correle o lllm. Sr.
coiiiuieiida lor Jo.lo Goucalvs da Silva no lugar de
Inspector da referida lliesooraria, nao podaran re.
si.iii ao dtsejo e vol cominuin de manifestar a S. S.
as senlimenlos da m ii> viva saudade, que Iheadeixa
nmsuperioi tilo recortmenlavel pur lodos os (lulos
e virtudes, que unieos eiicrandccei.i o pal defanii
lia, o cidadao, d empregado publico.
Testemunbas de sua incmutavel dedicara aiser-
virjo do Estado, ero eajo lutereese empregoa asteas
eui lado, e lucubiaciies pac ospaco de mais de linla
anuos; a-oslumados com essa ptudencia siimm.iapie
soube^euipreoppor, como iaviilucravel escudo, 011-
ii.i ... golpes itiradoa adraint>lra(ao das Roatjas
em ti d.ts as pocas mais ou menos assignaladua, c-
i.i- commofOes de qualqaer nalarexa, quecbamm
o ihesouru a representar o p pe fiscal de piigadoie
li.-alisador da de>peza publica; devedores das Babtg
liejles liberallssdas seinprecom a mellior vonlads P'
um mesiie ineancavel, coja Ilustrada exnerienei
jamis deixuii de si lisio z-r ^os seus subordina lo.; ..
empregados dauthesooraria de faxeoda sentemse ai,
se Antonio Ba-loj.
homem ; a M. J. Carueiro.
. eaixa medicamentos; a Mo-
cobre e alamblrine ,rro
Uemosi
a l'asso i\
I -.uva lixn : o .1
1 Ola chape .- par.
7 rulos campeche,
reir ,. I'.-..;.,-...
Barri"" "!,r|i ''r":,r- ^mbiq,, >.
I eiixa machina ; a Vianna
15 iUs faienda delinho; a P. Veshever.
...la. pe,,., preparadas e calcado; -
Leelen t\ Companhia.
|n2""rrhe '*'*'" dito manleigaj
I harrtca o 9 caitas niereearias. porcelana
peas Para n en.no, ; l.idi- o. C.mp.iidiia
I canas perfumaras. | dila upio, carines fi| de
se,la bolnes, ele : j iienl.r ov C .mpan.ua
sol_; a G. (iuunarae-.
! eaixa medicamentos ; a V. J
I dila armas -, B Pomiuateau.
25 barris e x> meios dito
no A, Companhia.
591 barrica-lmenlo, | eaixa .: roa
rama;a Lasserre & Tissel Frerea.
; eaixas drogas; ., Cals Freces.
I dita qinquil!iaria ; a .\. ti
echa-
da Brilo.
lanleiga ; a Isaac, Ca-
de 11 ir de la-
ida cida ie du Recile,
i do annn do naseimrnlu
esu Clirislo de 1856, trigsimo
icia e do imaerio do Bra.il.,
-o loinann Correia ic liriin, escriva o li/. eserever
e mbscrevi.
Aidio Jo-e rarares da Silva.
Pela inspe-ejaa a alfandega se f ,-. i nblieo, que
jodia 2 de julho do trrenle anuo, depois de meio
lia. se bao de rrcmtar em hasta publica i perla
da mesma rcparlicau sendo a arremalarau livre de
direilas ao arrematarte, 210 libra-'de almocela da
In lia, no valor do (23 rs. ca.ia libra, viuda de Li-
verpool pelo navio inglex Mt-lora, entrado no
correnle me/, abollonadoaus din i a por JoAo ,la
Coneeicito I!...-,.. ,ir.,u u-a de Peni nibuco 27 de
valia d< ;;v.--;> e.p,C|or,
lento Jos Fernaudes Barros,
i


leu lo de -i vendida cm ha perla do almoxarifaJo desta*, re|iarticAo es i I horas
. iiiaulioa, una p.rn, de plvora buladla arrui-
nadas, sto no lercdra praca no dia _,S <-o correnle
me/, -eudo a pniu.ira e segunda nos diaa sntece-
i. o. a iiie-u.a luri ; assim manda u [Un. Sr. ins-
pector fazer publico para cvnhccimenlo de quem
t'omem c din.s de !;!,',r^L; ,''?'^':" ''"" C",rbB feetura .le
! "'.....ildeira de fem para a barca de etcavaejio,
eui vista de proposlas recebidas al o ultimo lam-
bem do corente mu, sendo a mesma fuclor.i pelo
desenlio que na occisio do contrato se aprcsenlal
nos coiieorreiiiee,
lu-lieicao do araeial de marinha de Periiamburo
em 1> de jniiliode IS(i.
O s crelario.Ahxaudre Rodrigues dos Anjos.
o Rid de
aueiro.
\estes S il;is deve se-
guir o brigtte nacional
UAKIA LUZIA, Qtptta.)
Juo ..li Silva lloraos, im>-
<{c receber mercadorias
entra ageias, miudezase escravosa l'rote,
!'! a os (lita es dn' is rnelliot-es accoinuioda-
c). s e tt'atameDto: trata-secom Antonio
.Ir Almeida Gomen, pa ra do T
ii. !(i, sc;;iindo "andar.
i paiiiclie
R
...... H-.."i....oa.ia ; a a. Bourgois.
!,,0h;:,J......"Iiveii, Azevodo.
i calas e I f.ird,. fazendas ,1-. ,,., e ,c
drogas e calcado ; a lorie & Souza. "
Jditas fazeu.lii de seda,!
argo da
as-
Coi panlna Petiambucana,
sembltia n. 10, primeirc andar.
I! .leudse slvalo do naafraaio du vapor aMar-
uej de Oliudao, una por^a do cora de carnauba a
U:Hfi>V)tl
3:l49floo
:i-20uc000
licar o governo imperial; mas privando o publico
desses tan bous serviros, importa ella uins verdadei-
ra perda para v paiz : sol a primeira.......i .eracao,
recelia n lllm. Si*. Joo (ioucalies da Silva a c..n-
gratulacilo o parabeni dos ihaixo assiguados: sol a
.ceuda, elletcomo braaileiros e empregados publi-
co- deploran! que a necesst.lade de ileseancaf lio il-
lost'c fonccioiiario obtiga.se o governo aperder,
a sua eoadjavacgo valiosa.
Ne mmenlo poia, em que sao privado- diseni-
pro grata e beuefica autoridade de iaa Itslineto su-
perior, lbe pedem respeilo-amenle venia para depo-
sitar em su. s m.ios um documento solemne >Li subi-
da estima e veneracjls que lbe consagram.
A nimia delicadeza e modestia do lllm. Sr. Jogo
Goncalves da Silva ecrtamenle -e neliar offandida
eouvesle aclo dos abaixn asignados; ellrs, purem, es-
peram que S S. em sua magnanimidade relevara o
desagra Jo'quc lbe possa causar esla humeuagem ren-
dida au sen acrisolado merecimento.
Cidade .lo Recife 21 de junho de 1856.
Joao Fernando da Cruz.
Antonio I.uiz do Aroaral eSilva.
Domingos Aflonsu Nerv Ferreira.
Fernando ABonao de Mello.
Jos lleuriques Machado.
Francisco Jos Marlins Pciiua.
Jos Innoeencio Pereira da Costa.
Jos Brasilina da Silva.
Micuel Seraliin de Cantro .Nuiles.
Cmbelino Guedes de Mello.
lieruardino de Suma da Silva Uuunaraes.
Pedro de Alcntara Pnilieiro.
Jos Filippe Nerv da Silva.
I ''rellenen Aogoslode l.-mos.
Joaquim Pereira l asios.
Mauoel Mamcde da Silva Cosa.
Cosme dos Tr. vas Teixeira.
Jos Can lido V'iegas.
.!.,:,, (recorio dos Sanios.
Ilrliodoro Feruaiiiles da Cruz
Januario Conslancin Monleiro de An.lrade.
fgnaciu Francisco Marlins
J..s Francisco de Salles Uariera.
Anlonio Joaqoim de Oliveira IIidueni J-
nior.
Manuel Aniunio Cardoso.
F'raiiciscn Ignacio de Med"iros.
Joao Carlos Angust de Figueiredo.
Ilerculano lluarl- de Miranda lleuriques.
Flys-es Pernanibiicami de Mello.
Manoel da Casta Ribeiro.
Juciindiauo Rodrigues de Oliveira.
Miguel dn Purili-,,e,i,i (; unes.
Godofredo llenriquesde .Miranda.
Maximino areixo Sabreira de Mello.
I i-. Maximiann Alves Cavalcanli.
Aogstu Joaquim de Carvalbo.
Emilio Xavier Sohreire de M.llu.
Luiz Franci-co de Sampaio.
.Manuel Jo Piulo.
Carlos Joao de Souza Cortea.
Tiiomaz de Carvalbo Paos da Au.Irado.
Francisco de Salles de Andrade Luna.
Aniunio Marlins da Seara Lemo-.
Ilerculano Deodaln dos Sanios.
Manoel Jos Teixeira llislos.
Jos Francisco Pires
Francisco de Oliveira Mello e Silva.
Aulonio Jos Hibeiro de Murae-.
Jos Anlao de Audra.lel
:.'.): ir.".-.".; i
MVKRoAS PROVINCIAS.
Redimeni.1 do dia I a -'<;
''i do dil 27, .....
2:8679218
669514
DE
Vv r."l: KXI',)KiH:vo PELA mfsv
c"n".? .""*" Braeharensa. diversos
i pon o
i'..res, 82
l i '!, ""' m >;""r"~ 1"s""r branco.
Vu.i, 'i'-""" l"!r!":",l' Viajante, Tiiomaz de
*q lonseca hlho, 200saceos .sf-uc r mas-
Cbmnaaliia dcartiicc*,
A mesma contrata para o rancho de suas pracas
durante o Irimestre le lem do correr do '. de juiiio
a :,.i de Miembro do torrente aunos gneros seguin-
les :cafe mui lo, asnear someno (retinado, pues de
(...iies.ditos de oreas, manteiga inglexa, arroz de
vapor, carne verde, tila secca, leijio prelo, baca-
J:il:t:i-7 W ,'"-o, l.riiilia da lern, lo.,cu.lio de Lislna, azete
doce de Lisboa, viaa;rc de Lisboa, lenha em echas:
s u io indos estes gcuaros de boaqoalidadeasadlos,
devcnij apresenlar s,uem us quizer cunlralar suas
pr. postas no dia 28 .>i curenle as II horas da ma-
nila, na secretarla da respectiva companhia. Qar-
trl da companhia do artfices no arsenal de guerra
em ii dejunliu de 1856.Trajano Alipiu de Carva-
lbo Mendunca.
Iluciios
i1,',','r,>r.l''7,"!i'i::"" l>opanhol ii.Mguelu,
Gen aV" ''""" ~ '":"- ;l-'"M-'le.
lienoya-trigae sardo .Daln.
m .'n" ;'~s'"';ir branco.
Hr...l-.IIIOi(!A i,.,; u|.;.M1AS (MXL'-.NV- ;-.
!.,.,.!,IB;A.,is.!B. KWNAMRUCO.
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entrado* no dia 2' ~.
biela americano .Kosainonda,
eaprau A, VV.Rev n.il.i. man.
more lar 0rJ"nJ l' sc"' I"" Balll-
m^f,d^^^^^
13,carga larinJu!, "' t0'""
&l.nmo. '"""'"-'"'::.....encroa; i.....rio
HrS
hrS&*CalmpaThl0,nb.....,hu ^ '
>> lilm. Sr. i..ci!.i dn lixinnasin manda con-
vidar ans alumnos udenc -. iiioio-peoslonislaa e c\-
lernof, para eniiareei eom o quarlel que lem de
correr do i.- de julio prximo aindooro'
Secretaria doGynmsio Provincial 20 de junho de
ecrelano, A. A. Cabral.
18511.O
li,
o p.
B,JS,.T5'V,*I' l,r'-"'ra-i.ei,,. al)
212 toneladas, e.p, ,........,, ,
valho, equipagem 10I>> ,,..,,.
ve.ra. I'.> -ac-i:'..,
Rio de Janeiro--! i di
le, de l:M toneladas'
Gonralves dos Sanio
i.ira.
, ranclici
galacho b-,
p.l.i Js
uipacei,,
gneros ; a Cael, Gjri ,
All nsou, .!'
icinthn deCar-
a Italia. ; Oli-
Maia.
isileiro aVaien-
aquim Anl oin
'-. cave; eafc o
da Co la Mo-
sttrto* se/i/./of..
r-'i; re :.' i)CiTi tOe,
,. v ''''' !0 dio.
trra NovaKrigne mci Ch
i'oII, em la-Ir...
Harcellona- -llriclie liespa0| o( (,.,,.
.".pilaoCyprianu Arana, i".i i].,"i
ItallimoreHiale america. RMlln,0,|"d
mesma .arca que Irouxe. iusfcen leu .!,,
lao.
mtieleer. capilo
Ricardon,
Com a
lamei-
'
O lllni. sr. contador da iU,lllr,,rj;, provincia
servmdo de inspector da meso ,ho.ouraria, em
cdmprimenlo da re-o!nc.io da jnn.,,,, r._cn,i,, ,,,.
Srt. redactores. lia dias sahiraia publiendaa da faacr publico qae a obra do n,|aneo da estrada
nesle nlliario alaumas peraunlas, que iizemos ao i da Victoria, vai novamenle a pr,_ H() ^ ,, .
Sr. fiscal do balalbao 10.'de infanlaria, acerca do jolho prximo vindoufo,pelu pn-c.-e ig^fjtMtts rs
seu procedimenln um pooco injusto e arbitrario ce-
ir o primeiro cadele Antonio de Paula Cavalcanli
E para constar se mandn iOW |lresenle pil.
blicar pelo iiDiann... '
evendo era cinnpriiucnto da or>
iloui do tiibiiiiaUlothcivOuro nacional, de
2 de Janeiro do coi rente anuo, sabir da
cn-eularoas nolnt de 50s, de segunda es-
tampa, papel enterrado, (|ite nella exis-
letn, sendo substituidas por notas dos
meninos ou de nienores valores, da cai\a
lilial do Banco do liras.!, establecida
nesta provincia o lllm. Sr. inspector da
thesotiraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os pusgui ores das ditas
notas de OjOOO, para as presentaren.
ua mesma tliesorJiaria, alim de sereml
trocadas dentro do prazo de oito mr/cs, a |
',,;''."'(' 1' dejulho prximo vindonro .<
8 fevereiro do seguinte anno de IS-.7
declarando ao me^no lempo que, lin-
do esse pi'.i/o. foli'rerao o disconto
'"' por t\?nto do seu valor em cada
mez deaion na apresentarao, na for-
ma (l < do (i de qutubro de' 185.",, ate
ltr.ir'm sem valor nlgtim. Secretaria da
tiieoiiraria de razenda .,. !
- de
eal companhia de paque-
tes uglezeg .; vapor..
Ksperaseal
olimdealemei
um dos vapo-
res .le-la cum-
pinlna viudo
la Boropa, u
qual depols da
demora do eos-
liime seguir
para sul: para passageiros, ele. Irala-se eom
oaasentes Adamiau llowie&C, ru. do Trapiche
NilVO !). 'f.
'ara o Aracal) segu o hisle David so.., quem
qalxer carreaar dinja-se a Marlins & Irmo, ra
da -Madre de lieos n. i-
Para o Rin Grande dn Sul
t) hiale nacional a Tigr. p >r ler promplo parle
du sea carrcgmnenle, lem anda losar pira 200ou
:tU0 barricas : irala-sa com V. .'.. de Sonza Carea-
ra, .ii din o capilAo w,\ praco .!o Cammercio.
I'or. Lisboa
A barca .< Ligeira a ato o dia i"i dejulho no. ler
promplb maior parle do sen earresameulo : para o
resto e passagelros Irata-se rom V. A. de Souza Car-
valbo, ou com n canda i ua prara do Cnmmercio.
para o rio dej-aneiro.
Scsoc com brevi lade o brigue nacional Elvira,
ja tem parle do sen carrocamenlo promplo, paran
rtslo. pasasaeiros, e Mcr \o-, par,: o que (em vcel-
lenles eommodos : lrl i- ;i com u roneignatariu, Jos
Joaquim iii is fernandes,
Para o Cear com escala pelo Rio Urai dedo
Norte sabe em pouros dias. por ler o seu earresa-
menlo quasi......pelo, o palbabole nacional aAngc-
' ,, c pratico Jos Jeuqoim Alves d Silva,
para o restante da canta e passaseiros Irata-se rom
seu conaisnatario I.uiz Jos de Sa Araujo, ruado
lliiim u. 11 ou com o mesmo meslre.
Para a Baha
seuoe rom mola brevidsde o vleiro pala Im brasi-
leiro Esperanza por ler ja promplo metade do seu
earrcsamenlo ; para o reslo e passageiros, para os
qoaes lem excelleules commodns, treln-sc como
sea eonsignalaria Anlouio l.ulzde Oliveira Azevedo,
ra da Cruz n, I.
O Dli JANEIRO.
O veleiro e nova pslarho brasilcire aTlirre/.a I...
pretende sesoit viagem a.. Rio de Janeiro impreteri-
velmenie i.....ia M> do correnle : recebe onicameale
escravos a frelc, para us quaes tem boas accommo la-
.....', para o |ue irala se com os consianatarioa Bal-
lar vv. Oliveira, na ra da Cadcia do Recite n. 12.
.".
izotiua ite l'etnamliiico,
jimho de 18515 o ollicialmaior,
t.'iiilii> Xavier Sobreira de Mello.
(lORPiEll IEH4L.
Aadminist.ac,aojens;aja ItoineilS iv.mi-
nlieiro.i I ; ,.,, ....
A .:l.,uiii-|. ,,;i. ,.,, ,:. cslalwleciiiiciilos de
manda fazer pfthro, ,. dia (dejulho
proumol i,,,,,,:,,, -..,!., i.......,;,,s.....4i i.r,,,!,;,.,. "
.pelai lM.rasdaltI,de.....nlina a arremata- :
Para
(i i.em cuiilitcidn brinue escuna il.aiua.., recebe
car-a e passaseiros : traase com n eansiqnalnrio J.
II. da Konseea Jnior, na roa do V'iuaiio n. Jl.
I : S\ .. li* O
rara
IJM1
^ueira
Sl'Plll
te do
..i i
i m loncos dias por
i i"r". i monto
...
r
lor grande par-
to, :i i'scim i
para
iiu.-iou.il ZLLOSA, capitao Pinito :
carga ou escravos a Irete. trata-se com
os consignatarios, no escriptorio da fm
da Cruz n. ':'.
' '
Sio das rendas das casaenjiaisu declaradas.
I. iirroM o Recife.
Ra da Cadela n. SO,
- e :". ra da I. ipa nj
a .la Senrala Nos
ns. i:,,
- e ruana i ... ,,.. r,.......Pilar ns. fej.
Bairro de \ uto Anlonio.
'lo (...:!:. n. IK na Huella ns. :,- ,ra.
r.'. :i!.',!:V.'""" !""": ''*'' r"*d01' :'""!"
sados, aeompaahados defceus Dadores o munidos ,)e
caria. ,le.,es. Adverlet, pnrem. ao, inqailinos,
que oso esliverem em da que n.ln serao ad.nillidns
os sens lanjos sem que sadlein us seus dbitos. .\d-
(i asente Rorja bu., leil em cuul.nua .
al^uns dos escravas i annuncia los para quarla-feira
i n.o. [.,'( ier lusar n.iqiiclle di*, os quaes
banqaeiro, um purca.lor, nm distilador, mu
i'.ineiii. e v, ,.i, no. um de crvieo de citada, e
mais urna prcla oplim i cuziuheira e i acmala leira,
com unta cria .1. ;t anuos, e mu bonito molequa com
BOJE, 28 DE JO-H.
O agente Roberto far
leilao, por ordem do coi-
mandaute do vapor Mar
quez de Olinda, naufra-
gado ua costa de Groian-
na, e por contae risco de
quem pertencer com li-
cenca do lllm. Sr. ins-
pector da alfandega desta
provincia, de cerca de *2 a
5,000 meios de soJia, sal-
va..os co mesmo vapor:
ao meio-dia, no armazem
iio Sr. Guerra,'defronte
do trapiche do algodao.
AOS PAS m FAMILIAS.
Ollerece-se uina pessoaque tem nl.ru.
ma pratica, pan leccionar por casas par-
ticulares, eaina pelos urrabaldcs di. ci-
dade segundo o interesse ou rentasen
<|in' so li/.ci', a lirainmatica Nacional,
Latina e'Aritlnnetic.i : <|ticm deseu pros-
tuno se quiner utilisar, anjiuncie pina ser
procurado.
A irmamlade Passos, erecta no Corpo Sanio, avisa as
pessoas que tiverera restos mortaes mis
catacuuibati ta mesma irmandade no ce-
miterio, qte hajam de os mandar tirar
dentro de |."> dias, lindos ns quaes sero
confundidos i
os ns quaes
oin os demais,que no mes-
mo cctniL'iio houvcr. Recife li
nlto de I Soti.
CU' Jll-
abwete nnauuL m le-
TIRA.
remos demonstrado ase diosos e/entoret deea-
lalulos desla eida le. oliriac.1.. ,,ue lem ain la de
se eonformarem eom o arl. 19, ds que anda nao
for.un leqalmeale deroga lus ; .dn asiSo os ns. aUO
do auno le 1855, 11 o :l do anuo corrala dcsle
Diarlo, alom de uniros minios que oh lem cscar-
menlado, sempre r\< uelle apparecem, com os seus
:el>s ; no enlanlo anda naju se desengpnaram ..
A inlelli!eiicia, energia e amor a este eslabeleci-
uienlo, e so bom nome portuguet, que recunberia-
nos no director, e malaria do conselho que eleceram
ellesmesmos em jolln ,ic ISV. nos resolveu a,
sem prestar ebedi-ii.'ia aose tolerar ludo que riles lUossem ; e anda hoje apnto-
varaos lado que aqueli. s o a aclunl directora lem
pralicado, de preferea ia ao que fariam aqocll-
zelsos defensores, temosdelles nimios escndalos
all observados, anda mal: .nomos o seu rancor
ain la rsn .(Diario., i >..j .
Coon, r't-i polem f,v.,r ir.-.i<, querem despostar a
oriedide! balSa.o pinpeaho: a qabinatn esla em
ptimo sitad i-lo Ib s pt-,: oa.a eerlo .. seu pru-
-:,--,,, -.'.:. tercm neieneia na sua adminislratao :
continuareis, pois, a desaiiafar sem r.itu justifica-
da !...
A' prosima assemblca coral eumpre ieunama-hu,
' i aarntul ir a favor a vi: opinia qu merece, a ludas
as pes-or a sensatas, ISn til e honrosa soeiedade
.-lo ella rara. Recife 7 .'-e emito se IK.Vi.

-- Aluga-se qm prel......limo eezinhelro, unto
par e. i de moro solleiro, romo para de faraiiia :
quem .. precisar .lirija-se a ra dos AcoRaiqa .-. a.
ronle do um lampean que adiara rom quem
Caetano Pinto de Veras fez publico,
ti ue tendo comprado tres meios bilhetcs
da lotera a favor das obras do Senhor
Bom Jess da Via-Sacra, naloja da Sra.
viuva Bastos, da praca da Independencia,
Ibrain os ditos tocios bilhetes desencami-
nuados, os quaes teem os seguintes ns.
)28, ilS.1 e !S8 : portinto previne aoSi.
tnesoureiro que nao pague, O premio que
Mus sabir sen&o ao annunctanl que
protesta usar da accoqoe lite compete,
contra quem scapicscntar com os (titos
bilhetes.
Quem precisar de um vestido de se-
da lavr.id.i, novo, proprio para casamen-
to, dirija-ce ao becco doQuiabon. 8, das
(i as 8 horas da manha, e a" tarde a
qualquc. hora, que achara' com quem
tratar.
Quem precisar de urna cabra (bicho)
boa Icitcira, parida de poucos dias, an-
nuncic para ser procurado, ou dirija-sc
ao becco do Quiabo n. 8.
Preasa-te de tima ama para criar
ou tomar conta de urna crianra dlo dias,
paga-se bem agradando: naruadoCal-
detreiro, i. U, sedu-a' quena precisa.
Precisa-se de tuna lavadeira de vr-
ela, dando cotihcciniento de sua capaci-
dad
na rita Uireita n. )().
l)--se dinbeiio a premio ein pequenas porc.es
Mb penhores do ouro e prata i na ra do Nopue.ra
-MIHA ATlENtAO'.
U aballo assicnado, morador na rus d'Aiegriia.
reLuezia da Boa-Vista, da cidade do Kecif,-, rotti
is aotoridades indiciaos e mais possoaa de apprelieti-
erein o seu eseraro Mauoel da Malla, crioulo de
II anuos d idade, alio, secco, anda cabido para a
frente, tcm-um grande signal nos paitos, imilacao
de ipieimadura ; lie casado comaescrava Catalina,
do engasihod'Agus de lsuaraisu', que Toi do finado
lleunque l'oppe irao : esee cscravo lem tres filhns
captivos, sendo dous do .tilo cugenlio, um meu
ascravo ; usava ou um. patroaa pequen., que ata-
cava na'.ciiilura : fajtio uo dia :| de junho de 1856 ;
roubandoine 355BO00 rei: ha suspeilas que iuk-
ra para o mallo, por ler sido eucoiilrado com orna
truuv. de roupa, e que fura sedando por urna pes-
1, que proruroii-me para o comprar, mas que
rirameule deseoaheco : quem o apprehender sera
gralilica.lo.Marcelliuo Joso Lopes,
Queijos do Serid
De novamenle s- avisa a lodos os f.eguezes, q
c reeeberam os verdadesros queijos do Serid. no
deposito Oas bichas, ra eslreila do Kosario n. II.
lleseja-sK saber se ciaste nesla praca o lulor
ios orpl.aos du finado Caetano, senhor que loi dos
engeohos Cuqueiro o Cahoclo.
D-se almuco, janlar c caa cora aceio e prom-
plido, por preco eommoda ; quem pretender diri-
ja-se aa palco da Kiheira n. 13.
Du logar de Goiannfnba foi rcmcllida por en-
gao para o engenho Morojo, dislanlu duas legoas da
cidade de Nazirelb, a cscrava Joaquina, que diz per-
tencer a Aulonio lavares, morador na cidade do
Reifa ; e por que o proprielario do dito engenho
se nao respousabilisc pur qualqucr evenlualidade
que possa suceder \ mesma eserva, manda fa?er
poblieo, afim de que, quem a ella se julger com di-
reilo a venlia procesar quanlo-anles, mediante a
quanlia de 10) que se paou de lomada.
Aluai-wonia .arando easa eom grande sulao
no lunar da Capanga, cun a frente para o rio, com
qu irlo p.ra prelos, estribara e cocheira, e grande
portan .',- capim de 'planta : a tratar no ate.ro da
II. a\ isla ii. |.
Koga-se a pessua que Irouxe .1 Ki de Janei-
ro ...na encemmenda do Dr. Manoel Joaqoim Per-
na:i..es Eiras para entregar a Anlonio de Paula l-'cr-
n les Eiras, o obsequio de anparaeec na rua do
(Joennado n. 7, ou aununciar a sua residencia para
'Ver procurla.
(l a aito assignado, iliesoureho dn couselhu
dmioistraliyo :.. patrimonio dos orphSoa, i.% seien-
le aos inqailinos do niesiuu patrimonio, que Joao Sa-
bmo finir dcian de ser d'ora um diaule encarre-
-i o. da i'o!ir,.nc7dos .loguis e foros perlencenles
ao referido patrimonio, e como lal iuiibido de rece-
ber quaesquer dinheiros, passando dilo encargo a ser
exerctdo por seu prepaste Uaximiano Francisco Re-
suena Duarle, Qlho do anounciante. Recife i:, de
junbo de ISsj. Joaquim KranclsCO Duarle.
que adiara
ir lar.
-Ignacio Ferreira de Mallo, fax ver a todas as
pessoas, que leem cemWes em sea poder, os qaei
rom resgalar nopraiodeoitodias: einioo fazendo
us vende.-.i para pagamento'do principal o juro, ven-
cidos d aquel! i dala.
No dia -Jl dejunli i ausenloo-se da casa de Joao
("..cilio h. Rosario roa do Pilar n. 10, .. pniiueu-z
menoCde uome Antonio Cirneiro, levan,!, vestida
calca de ri. a lo de quadru jaqucia branca c cba-
peo da baela branca, nnUmenle urna Irooxa com
roupa em um lenco de i hila izol: pede-se as auto-
ridades policiaes qoe delle llv. rem indicia do ,. ap-
prehenderem a remetler a casa do dilo Rosario, jul- ; teosde Sr. Mesquila na rua do Brasa, a
salido-c ter tomado o caminho da eidade da Olla-1 arsenal de marinha um.
"--"predsa's,'fallar aeSr. Francisco Piolo l'essoa I ., El'OSITO DE MACHINAS
na livraria (i a 8.1, prac, da In l.-pendenca. W .Vt'J' '-' dl, SeU '"'ineulo.
Precisase de ofliciaes d'auaiate de obra miu-l aclia.au ns compradores um completo surti-
da: na rua Nova, n. l) na-i-s.- a INiOll rs me," lle '"oendas de calina, com ludos us inelho-
cada caifa de casemira. ramentos (alguna delles oovos c nrigmaes; deque
-.loga se a |j, subra ,|e 3 andares na rua da a w.n.Br,,en*a de moiloe anuos tem mostrado a ne-
:a,icia de Sanio AoBmiu, eiqoioa do liecco du Ou- efs,l*,e- "achinas de vapor de bata e alia pres-
sao, laixas de todo lamanho, lano balidas como
rundidas, carros de mJoeditos para conduzir fr-
A viuva de Manoel Francisco Ribeiro, mora-
dora na ru 1 du Sul 11. 7, crecer. encommendas de
-angica para fespera e dia de S. Pedro, devendo as
raesmis s?rem resl:tss seU-feira para osabhado esab-
bado para domingo, islo al as 6 horas da larde
0. STARR & C,
respeilosamente -.11111111013111 que no seu extenso es-
labelecimeuto em Santo Arnaco,continan, a fabricar
com a maior perfeicao e promplidao, loda a quali-
dade de machiiiismo para o uso da agticullura
riaveaacao e manufactura ; c que para maior com-
mudo de sens numerosos tregeles e do publico
em geral, teem abarlo cm um dos grandes arma-
do
a tratar com I.uiz (iomei Ferreira, no Mon-
1 '. ilr,' pin
lomar canta :le
capaz: a tratar
qne
t
vi
dejo.
-- rreciss-s ','
um siti,. ... rl 1 desla p 5 .. q : srj
11,1 rua da ^!a.lrll De... n". 1.
Di dila .leste eludanla .le \ 11 desarmen
lor oSr. Manoel ,1 ,- Ferreira ti asmad
licaudo sem efteilo a proruracilo qu-j o mesmo Sr.
le.11 para receber osmeus Faldas, asquees aerao
cobrada* por niiin pessoalmente. Recife dn -
nlln de 1856
Pompeo Romano de Carvalbo.
Pede-se ao Htm. Sr. thesonreiro da prsenle
loiiii 1, que oo pague no cjso d sabir premiado, o
bilhete n. 3,514lendo ao abaiso assignado,
perdeu-o da algibeira.
Joao .1. Cosa Reg l.ima
Arren ia-s* ou Iroea-se pur casa nesla praca.
um sitio nolugardo I.-. :as; .. fallir na roa Angos-
ta oa casa de Antonio Nobre de Almeida, qne ahi
achara com quem Iralar 11 annuncie.
. Desappareeeu no di- nido eorrentq nm pre-
lo eii mi 1 do neme \ ngelo, representa ter 10 inno.,
rsl.il.irq baisa, rhcio .1. c.irp rosto icomprido.
idiins grandes, pusa por urna perna. por cSRua de ,
lor quebrado, be nalut .1 da llalli. donde foi farlado
c nlllmamenta preso em Serinhaem sonde resida
em nm engenho e/oi enlregne ao procarador do seu
legitimo senhor e por esle vendido: quem o pojar
leve-o a rua do QaeimaJo lo]a 11. 10, que sera' rj-
eompens I .
-- Precisa-- de prelos para venderem ella de
carrapalo asanles, pagando-se a vendagem : quem
os liver dirijs-se a roa do Brum passando o chafa-
ris primeira casa ana tem um solio encarnado pela
retaguarda, para se Iralar do ajuste.
Deseja-se fallar a.
las Vallas, a nesoeio do
Prai 1 do S.uila Rita n. !
cisco .Marlins de Miran I
Ainda se precisa de nma ama para casa do fa-
milia, para cuzinhar: nuem pretender dirija-so rua
Aogusll ... ,1.
D. Candida Rabcllo de Vasconcellos II .urhon,
viova de Jos Mara de Vasconcellos Bonrbon, fas
Duhlieo que ella esla procedendu o inventario do*
bens deseu casal pelo juizo dos orphgos, esrnvao
Rulo, pudendo ns credores de sen casal, apreaanta-
rem suas conlas e cielito., am de seren conferidas
a., so procurador o Sr. Felis Francisco de Souza
Uagalhaes, morador no largo do Carolo n. 16.
A pessoa que desoa fallar ao abaiso assignado,
riirija-se a rasa de ua residencia na rua da Aurora
nulo au palacio .lo Bxin. bario da Boa-Vista.
Joaquim Bernardo da Henrionra.
-- Precisa-se de ofliciaes .:. alfaiale de ulnas
randas c miadas ; na rua|Nova n. 00.
Precisa-se de|um boleeiro, que saiha Iralar
de cavallos, e de nm feilor que enleuda de planta-
do de capim e berta, quem se adiar apio para isso
iodo se presentar no coasula 10 l'rauccz nos
lias uleis das K; lunas la mantilla, al as:'. da larde
(' ira ajoslar no caso le cnvlr.
Nao se poden 1.1 faier no dia approvado a elei-
.;",..!.. nova admii.i-l.-aca da socicdtde das arles
desta cid-de,!! segando secretario convida r*socios
paia se reonircm no dia 29 de jonho .1- 1856.(I
segundo secrelario, Aulonio Basilio Ferreira.
Sr. (iiiilherme Ouinlinn
sen interesse : na rua da
taberna de Anl .nio Fren
mas de asnear, machinas para moer mandioca,
piensas para dito, fuios de ferro balido para faii-
n!i., arados dt ferro ila mais approvada 'onslrne-
eo, fundos para alambiques, crivos e portas para
forpalhas, e nma Infinidade de obras de ferro, que-
sera cul'ad.uiho enumerar. No mesmo deposito
existo nina pessoa intetiigenle o habilitada para
recebar todas as encommendas, etc., ele., que os
annuncianles contando eom a capacidade de suas
alucinase msebinmo c pericia de seus ofliciaes,
se cumpromellciii a fazer execolar com a maior
presteza, perfecto, e exacta cenformidade ciemos
mcdellos ou desenpaa, e inlrncccs que Ihc furent
ornecidas.
YHANiiS E GRADES.
I>i lindo e vanado norlimenlo de modellospatA
varanda e gradaras de goslo niodernssimo : na
fundi^slo da Aurora* en Sanio Amaro,c no depo-
(o la uicsiia, na ruido .truui.
A OMEOPATHU i 0 i
I CHOLERA. f
nico (ratament preservativo e 9
curativo do cliolcra-morbus, w)
:@ PELO DOLTOR ^
Sabino Olegario Ludgero Pinho. sR
>(\ Segunda cdicrUo. ,j,
#? A benevolencia som que foi aoolhida pe- \^r
k lu publico primeira ediccao des'.e opus- fc
culo, esgolada no curio espaco de dous me- sjjo"
'^i es nos ii.auziu a reimpressan' \^i
:, Costo de cada riemplar......I-IKKI jfh
v? Carteiras completas para o irala-
f.) ment do cholera e oc muiljsou- (s)
Iras molestias, a..........3(1-3000 Z
Meias carteiras..........ItjOOO V
tu- medicamentos sao os melhores possiveis. Itjk
Consullorio central bomeopalhico, rua "j
de Sanio Amaro \lu mo-Novo n. ti.
en y
af HJ
Itlil.AFFECrEl'R.
O nico aulorisoilii por deciso do conselho real c
de-reto imperial.
(ls mdicos doshospitaja recommendam o A.rohe
de Laffecteur, como sendo o.unice aulorisadj pele
governo, e pela real suciedade de mclicina. Ksio
medicamento d'um cosi agradavel, c fcil a lomar
em secreto, est-- em uso na marinha real desde mais
de (U) anuos; cura radicalmente cm poco lempo
romponca despeza, sem mercurio, as ailecces da
pelle, iinpinseiis, asaxDseqoencias das sarnas, ulce-
ras, e os acaldantes dos parios, da idade critica, c
da acrimonia hereditaria dos humores ; convein aos
calarrhos, a bsica, as coiilracees, e flaqueza
dos urgSos, procedida do abuso das injecees ou de
sondas. Como anli-syphilitico, o arrobe cura em
pnuco lempo ns limos rcenles ou rebeldes, que \ol-
veu inssssantes cm eoosequeneta do empreso da
copabiba, da enhena, oa ilas injercOes que repre-
seuleni o virus sem .ieulralisa-iu. t) arrobe l.af-
feeleur he especialmeule recommendado contra as
doencas inveteradas ou rebqldes ao mercurio o ao
iodurclo de potassio.Lisboa.Vende-sc na boti-
I ca de liarral e de Anlouio l'elirianu Alves do Aze-
vedo, |.r.iea de D. Pedro n. SS. onde acabadle che-
atr urna erando porcjlo de aarrafas grandes o pe-
que..... \ind.i* direclaicne de Par, de casa do
ilu lioweaii-l.aeileuc l, rua Kichco a Paria.
^w ..ni!. .ni>veaii-.,a:,er,eur i_, na iiuni-u .. i,ins.
ExOIO. US l IlOI'flS (I J lUil" I O formularios dao-se uralis era casa do agente Sil-
J 'u, na praca de l> Pedro n. sj. Pono, Joaqajm
rillila, lt! M CXtrrl<'C !,-llli;|. lima & Irados: Pcriiambitco,
. Noum; Rio de Janeiro, Korh.1 ,\-Filbos ; e Morei-
prU-cipio de coznha, coslumadoa amlar a cavallo e | pritlieil'el liai'! a tratar delles, proprio para paeem ; lodos serAol' IMagales Leile; Rio diaudc, Francisco de Paul
euireao.'desta vez som recusa de qualquer pro;oI fj (OKH'll, H I tVOI" Uil IT- Cuulo ,\ C-.
maior que Tor oiTerecido: quarla-feira i de julbo a i ,, i
maiidade dt> Sr* Bom-Je-
inei.i .ha em ponto, no arinaaem <\o agente annun-
eiante, silo na na do Colleuio n. t.
I.asserre o\ Tisset-frems far.io lei
veneno do seenle Oliveira, de coica
ros c meios de manteiga fraoce/a, da uliiioa impor-
,o, pci_ """
(Ki ha-"'inle'"
sus da Via-Sacra.
Oliveira Jnior $ C,
Precisa-se de orna mullicr de idade e de bons
Cosamos, para fazer companhia a urna seuhora viu-
va sen. Bines, e lem quem bem a sirva, s quer a
companhia : na travesea d. rua Bella n. (i, ou na
rua larea do Rosario, ..un lo amlai do snbradn que.
volta para i eslreila do mesmo nomc.
\
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO
ILEGIVEL


pumo ie nmm su,fQ 2x m junho as use
(iOmpanhia estrada de ferro
l'rio presenta *r conniuDici MithorM secio-
ui.|.i ,|d CMipaohM da Eslraila tle Ferro, (jue por
nccawn laryfi pac si ou por seus baslaiilftim^ocn.adores,
para o liu de se assiynarein no coftipeWiil)' livro 'la
inser ip< ,t .. Je accunlo coin m peculios que lizerain
<. tein i],i directora, S. I1. Vereker, iJeVsoureiro.
-. -, ... ,, .,, ...,,, ... ,
O Dr. Ole-ario
Cesir Calioss, }
orinado oiu medicina pela Facul- $
'lade da llaliia, avisa ao respeita- @
vcl publico deita capital e especi- gg
almento a's jx-ssoas pobi-et que A
quizcrcm titilisar-so de sen prest i- @
mo, <|ue aclia-se residindo no pri- $$
meiro andar da casa n. S, sita na @!
$ ina do Collqpo, onde pode ser $fr
i'.' procure do a qualquer hora.
O
I
:.:
xww?
se-O
ESTRADA DE FERRO
7o Hrefe ao S. Francisco,
Os directores da companliia da estrada
de ierro do Recife ao San-Francisco, lem
ii-ito a chamada da segunda prestario de
duas libras esterlinas sobre cada aceito na
dita compaohia, a qual eleve ser paga ate
o dia 7 de jullio de 18(j: no Kio de Ja-
neiro, eiu casa dos Srs. Mana' He. Gre-
gOf&C.,; naBahia, emeasa dos Srs. S.
Da ven port, C, e em l'ernambuco, no
oscriptorio da companhia. O accionista
que nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo dt-
reilo as aceoes, sobre as (juaes o clto pa-
gamento naover sido ell'ectuado, e em
lodo caso tera' de iki
pagar juros pelo lempo
<|ue decorrer entre o dia indicado
pagamento e a Ra rea Usar;
de maiode I85(i.Por ordeno dos direc-
ores. S. P. Vereker, thesou
a injlicao para o
L'alisaclo. Recife li
reiro.
Aviso.
Sao convidados lodo os senhores devedores i casa
fallida de Antonio Aunuslo de Caraiba Marinho
que leve toja de fazendas na pracinha do (lueiraado
dista cidade do Herir, alim de se dirisirem ao abai-
M as-i-nado. no aterro da Boa-Vista 11. I
Hiiiiu.ivelinenle saldaren! seus dbitos,
maior proiMH que lites foc peasivel
le ler toda alleucio coru os que (orein
lo> u cas pagamentos, em razio d
para
islo com a
pois promet-
uuis promp-
eslar eompe-
leuleraenle habituado a fa/.er esta liquidarlo.
Joaquim Jse t)ia> Per'eira.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. Joao Morena Lo pies, sao convidados a
dirigirem-sc a' loja de M.moel Jos" Lei-
le, na ra do Queimadon. 10, alim de
amigavelinente saldaren! seus dbitos.
1-.3 Deposito de vinho de champag- i'j
;iJ ne Clialeau-A\\, primeira qua- $$
;3 lidade, de propriedade do conde 3
fi) de Mareuil.rua da Cruz do Recife n. H
;:- 20: estcviuho.oinelhor detodaa 3
$ Champagne, vende-se a 56$ cada ?$
3 caixa ; acha-sc nicamente em ca- i
A N de L. Leconte
O
B As
S3
Kcron & C. N. A
Caixas sao marcadas a Ib @
'.' !',"Conde de Marcuileos rolo- S&
$i 'os las garrafas Kio a/.ues. &
lnstrucear moral o reli.
Este compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para inslrucr,o primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvacaoa 19600 rs., passa a ser
vendido a lJJOOO: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
: 4. JANE, DENTISTA,
0 enutiuua aresidir oaruaNova u. 19, primei-
41 '" andar. ,
Massa adaman
lina
francisco l'into Ozuiio chumba denles com a ver-
! dadebra masKi adainanliiM e applica ventosas pela
alracro do ar : pode sur procurado confronte ao
Kosario de Sanio Aulonio n. >.
Ne aterro da Boa-Vilb n. 7 A se dir quein
;-po;";com: Z% com,u^r^:s,Tprci^se,.iu^,u;a ST
u ii una das hiM da freauezia da Coo-Vista, cuio
alugel u3o exceda de 161000.
OITerece-se um moro brasilciro para caiieiro
ae MM* oU|de ra com bstanles pralicas de qual-
quer negocio, ach.-se arrumado en> urna taberna
na ra de Sailo Amaro u. 8 : quem pretender an-
nuucie ou di^ija-se a dita laberua.
J. V. Vogelev tem a honra de avisar ao respeita*
vel publico, que no seu eslabelecimenlo na ra .No-
va D. 27. esquina da Gamboa do Carino, eucontram-
m> os mais ricos e melhores pianos que tem appare-
rido ueste mercado, de f.irma de armario, de supe-
riores voies, coostrucrau solida, do costo mais mo-
'ierno possivel, sendo ellos lo "
menda, e nao viudos em commistao, e assjm apro-
priado pan este clima, dos mais acreditados fabri-
canles de Europa, os quaes elle vende garantidos.
U eslabelecimenlo esta aberto at as 8 horas da nui-
le para a commodidade das familias que quizerem
ver e experimentar os instrumentos.
PUBLICAQAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
El publicarlo ser sem duvida de ulilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao eiercicio
do foro, pois oella encontraran por ordem alphabe-
lica^as priucipaes mais frequentes oceurrencias ci-
vis,;orphanolosieas, coramerciaes e ceelesiasliras do
nosso foro, cam a< remisses das ordenaK.es, leis,
avisos a recalamentos por que se rege o" Brasil, e
bem assim resolucei dos Praisla anlisos e moder-
nos em que se firman). Coulcm semelhautemenle
ai (lecisdes das ^uesloes sobre sizas, sellos, velliose
iiovik direilos e dcimas, sem o trabalho de recorrer
collecro de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
ra de dout volumesemoitavo, grande fraucez, eo
prnneiro sanio a luzo e*la i veuda por 88 na loja de
livrosn herida praca da Independencia. Os se-
nh.ires subscriptores desla publicarlo esisleutes em
I eriiambucn, podem procurar o primeiro volume
ni loja de livros acuna mencionada : no Kio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Brilo, prara da
.ouslituicilo; no Maranho, casa do Sr. Joquim
Marque* Rodrii-ucs; e no Cear, casa do Sr. J. Jo-
v de Oliveira.
1 Xa CONSULTORIO HOMO
1 PATHICO. 1
Ra das Cruzes n 28. W
J r.ontinua-se a vender os mais acreditados (ff)
'*% medicamentos dos Srs. Castellaa e Weber, A
em tinturas e em glbulos, carteiras de lo- W
ln~ os lmannos milito em emita. (A
tubos avulsos a S00, va)0 e 1(K)0. Jk
I on^a de tintura. ..... 2-NKX)
Tubos c frascos vazio-, roliasde' curtir
fia tubos, e ludo qiianlo he necessario p-
. Ainda se precisa de urna ama para o servno
interno e eilerno de nina casa de poura familia':
da-se sendo livre S.^KH) mensaes, e esrrava l-^OOOc
quem qulzer dirija-se ao largo de S. Pedro sobrado
de um andar n. 3. ,
LATOEIROS E FLNILEJROS.
Precisam-se destes ofliciaes, paga-se bem, sendo
bous: na ra Nova, casa encarnada n. :18.
Antonio Roberto, com loja fraueeza na ra
Nova n. 13, acaba de recabar pelo ultimo navio
francez um completo sorlimeuto de blendas le gus-
to, como sejam, chapeos de seda para seuhorase me-
uinas, ditos de pallu para meninos c menina*, dilos
de massa, ditos declina para liomem, gorros de vel-
ludo bordado, seda blanca para noivas, rapellas de
flor de laranja, mantas brenca de blondo, eufeites
para senhoras. bofiegnilM elsticos com sallo para
eaboraa, apaleo de lustre e ile setim, ditos de case-
mira bordada para meninos, peutesde tartaruga para
Irania, ditos paia marrafas, ditos Iravessili) para me-
ninas, de tartaruga, borracha e bfalo, peules de
atarfin par desemharacar e para bichos, leques de
madreperola, dilos de penna a de nutras qualidadcs,
tuvas de pellica de Jouvin, llores, lucos de blonde
hranros e prelos, ditos de linho, selins, damascos de
todas as cores, escovas de inailim para denles le
millas, binculos para Ihealro, um completo sorli-
inenlo de papis para forro de sala, candelabros, e
serpentinas de vidro de > a (i luzes, jarros de porce-
lana e de vidro de cores, perlumarias, espelhos, cai-
xas de cfcirao, jogo de xadrez, frasqueiras, estojos de
co.tura rom msica para senhoras, apparelhos de
porrelana branca e domada para mesa,dilos para cha,
e completo sorlimeuto de candieiros os mais ricos
modernos, e oulras mullas faadas de gosto.
Companhia da
estrada de ferro
TRANSFERENCIAS.
Os senhore accionistas que quizerem transferir
suasacrocs. deverSo dirigir-oe ao escriptorioda com-
panhia, para o hm de ubterem o ejemplar da forma
adoptada para as transferencias, e pagarem o emo-
luincutos respectivos na importancia de |S)I90. E no
mes.no escriptorio, ra do Crespo n. >, em todos os
dios uteisdas 10 horas da inanhAa as > da larde, po-
dero oblcr do Sr. major Voroker, thesoureiio da
companhia, todos os esclarccimenlos de qiirnccpssi.
taren relativarnofllo aos negocios da subrediU com-
panliid. Kecife JO de unho de 1836. Por ordc.o
do Sr. major Ihesourciio,
Joaquim Marioho Cavalcanli de Albuquerque.
A quem convier dar seis a oilo ceios de reis a
premio de um por cenlu ao mez, com suflicienle ea-
raiina em bens de raz, recebendo o premio mensal-
menle, e o capital araorlisado conformo se cooven-
conar, deue cari indicando sun morada, na cana
do crrelo, com a subscripta a V. S. I.
O Sr. Henrque Carlos da Costa nao
se pode retirar sem que primeiro -salde
suas constas com Antonio Jacinlho Pa-
checo, cai\eiro do Sr. Manoel Jos! Fer-
rara Gufmao.Antonio Jacintho Pa-
checo.
. Precisa-se para um estrangeico um
sitio pequeo perto da praca ou urna casa
terrea com quintal e cacimba na Iregue-
zta da Boa-Vista : a tratar na ra do for-
res n. 58, segundo andar.
0 advogado Souza Reis lem o seu escriptorio
no primeiro anudar da i asa n. 13 na ra do Collegio,
onde pode ser procurado a qualquer hora do dia.
Precisa-se alogar uina prela que saiba engom-
mar, ensalma e cozuihar o diario de urna casa : a
iralar na ra arga do Rosario n. :\, ou annuiicie.
Ma jnilica casa a' vender.
lie a da pr; ra da Boa-Vista, do fallecido N. (a-
" :.os1 Pr'f "denles fallera ao cnsul francez, ou
a Mr. neinurl e, na ra .Nova.
Aos d jvedores de N. (adault.
De novo se liles avisa que vouham pagar seus d-
bitos na loja d ra Nova, alim de evitaren) a nubil-
carao de seus iiuines por este ubiario, visto qoe
leiio-se de U er as parlilhas das dividas, se ha de
publicar com Ipeerfleaco de nomes e quanlias dos
devedores a dis ribuicSo respectiva eulre os lierdei-
ros. He avisi para que se nao chamtfm a engao,
auto mais quanlo sao dbitos ridiculos e de milito
lempo.
Atuassadores.
Precisa-se d,e dous amastadores, que enlendam
bem do serviro perlenceule a sua arle, paga-se bem:
na padaria da ,rua Imperial defronle da fabrica de
sahao n. 173.>
capella particular, de um rahv un nielo uso com
patena eollieriuba : quera nver eqniter iroca-lo,
linja-seao lamo da aielril de Santo Antonio, so-
brado de um andar u. 2.
ARRKMIAMKMO.
A|OJ a e armazem da rasa n. 5j da ra da Cadeia
po Recife junio ao arco da Conceicao, acha-sc deooc-
Cupada.earreada-fe para qualquer pstalieleriinenlo
em pnulq grande, para o qual lem rommodos sutli-
cienles: os prelendenles enlender-ae-Mo rom lele
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da rasa n.
37, na mesina ra.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-Mi de unas para arnaneular eriancas
na rasa dS expostos. a peeHM que a isso se UUvira
deoiear tendeas hahililares necesarias : dirij.i-se
a inesma no Paleo do Paraizo que ah achara com
quem tratar.
!-^S^/3B(i^MM38'tlf33lll3SE3SUIJXMI Preeisa-ee, para a eelebra;ao da mise em urna
| 40 PUBLICO. I
*g No armazem do fazendas baraias, ra do |g
3* Collegio n. i, O
;*3C vende-se um completo sortinento de fa- Js
"A taodta linas e jrossas, por mais barato M
f* prejos do que eio oulra qualquer parle, W
^ tanto em perfoes romo a rotalho, aflian- M
S iviiiilii-sr aos compradores um s prejo &
j^ para lodos: este eslabclecimenio abrio-se S
v| de combinurao com a maior parte das ca- II
^ sas commorciaes ingle/.as, francezas, alie- S
g! maos e suissas, para vender fazendas mais Q
M em conla do quo se tem vendido, e por isto M
M ollerecem elle tnaiores vanlagcns do que S
M oulro qualquer; o proprietario desie im- M
g portante estabelecimcnlo convida todos |*
S os seus patricios, e ao publico em geral, B
g para que venham (a bem dos seus inte- S
|3 resses) comprar fazendas baratas: no ar- S
3 mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- jgg
$ ionio Luiz dos Santos & llolim. 9
Na loja do sobrado n. 13 do paleo da ribeira de
S. Jos, lava-te e engomma-se com multa perfeirao
e aceio, e com a rcaior brevidade possivel.
Claudio Dubeux til/, scienteque sa-
Iiiram de sua casa os seus dous caixeiros
Jos Antonio Moreira Uias e Antonio Ce-
zario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de quadquerservico seu.
Permuta-te ou'vende-se por casas
terreas, c lanihem se ar renda, um grande silio na (J(
estrada nova, com boa rasa de vivenda, jardim na
frente, rocheira. estribara, quarlospara prelos, puco
com agua potavel, lauque para bando, II bailas Cun
capun ji plantado, sapotizeiros, mangueiras, conde-
reiras, bastantes cajueiros, rom perto de 21H) pea de
laraageirai e mala diversas arvores de fructo, com
terreno devolulo para planlar-se ou fazer um out^
sitio, lodo terreno rom freule para dila estrada, pas-
sando a primeira bomba, o primeiro portan de ferro,
chaos foreiros; a Iratar na ra da Cadeia Vrlha 0,6.
i*
r.
noivas.
e ritU cries de seda branca propr.os
'."ivas, pelo daraliasimo prero de
lo VUtiinarfA us nualen
fa/eud
Os abaivo assignados, com loja de norive. na ra
do Cabus u. II. conl'ronle ao paleo da matriz e ra
Nova, la/.ein publico, que estilo recebendo continua-
damente ns nuil modernas obras de uuro, lano para
enhoras rumo para homens e meninas ; os procos
continan, razoaveis, e passam-se conlas com rs-
pnnsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
I ou 1H quilates, tirando assim sujeilos os mesmos
por qualquer duvida.Serapdim & frmao.
Lotera
> aenlior
Via-:
Bu
a
esus
tora, da bou Vista.
Aos 5 000> e 2 OOOsOOO
Corre indiibitavclmente sabbado 28 de
junho de lS.'iti.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa que venden ossiguintes premios da
primeira parte da primeira lotera de
Xossa Senhora do Livramenlo, eMrahida
a 21 do crtente.
2 meios bilhetes n. I833:000 - 24982:0005000
1 bilheli.'inteiro u 5408 ."lOO.sOO
l (piarlos .101! lOO.vOOO
l ditos 211 oO.sOOO
* h'tos ., I!)|( 3O.S000
l'em exposto a venda seus milito lelizes
bilhetes, meios e (piarlos da 1 parle da
primeira lotera do Sr. Uom Jess da Via-
Sacra, na ra da Cadeia do Kecile n.
i>, loja de miudezas de Jos Fortunato
dos Sanios Porto, na praca da Indepen-
dencia tis. .I- c9, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porlo, na
mesma praca loja de bilhetes n. i, da
11111,1 Bastos, e as demais ja' conhecidas
do respeitavel publico.
Bilhetes aJTtOO recebe por inteiro 5:000|
Meios ogOOO .i .( 2:.")(>(l,s
Quartos I.s'.jOO l:2,")0s
Os dous premios grandes da referida
lotera da \ a-Sacra, nao estao sujeitOS
tes S por cenlo do imposto geral, tra-
yendo el les a lubrica de S. d'A. Ferreira.
Pernambiico 2."i de junho de I SO.-rSa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Urna pessoa com as dahililaces precisas se of-
ferece para Iralar de robrancas amgate! ou judicial-
mente, assim eomu lambem se encarres de promo-
ver quaesquer oulras acedes, por preces razoaveis :
mi ra da Praia n. i, onde ndc ser procurada das
9 horas da manliaa as i da tarde.
Francisco de Paula FlRoeira de Saboiu declara
que n Sr. I.uiz Candelillo Diais e Silva deisou de ser
seu ealiefro desde o dia l!l do correnle.
..- No
I' ir.i veslid
: ^J^*!^!^' '"'s""I"" "S loja
e iniu-
s da Ihm re n. i}, defronle da loja i
dezas da boa fama. '
Loja da boa f.
Vende-se chalv daquadros de bonitos padroes a
(K) rs. o covado, dilos lis... de bonita* cores a TJ,
chales de merino lisos com liai.ja. de retro/ debn-
mtas cores a .">, dilos com lislras .le seda a 7?: na
ra do (.liieiniadn, nos,qualio cauto-, luja de la/en-
das da boa f u. 2, derrunle ila |ja de miudezas da
boa fama.
iS-a&i prciMs pmvi lulo.
\ eudem-se cassa-.prelas i.....lo linas proprias para
luto, pelo baralissimo preco de SO .; vara : na ra
do llueiinailo, nos qaalio cantos, loja de fazendas da
boa fu ii. defronle da luja
fama.
Vende se um rasal de pavnus
na iuh Huella n .[ti.
novos e lindos ;
ile miudeas da I.,m
Alii-')la*< muiistro.
Vende-se ligedlo rom quasi > varas de larsura,
propriu para lencoes e, losillas pelo baralissimo
prero de lH rs. a vara : na roa do (Joeimado. nos
qualro cantos, luja de laten las da boa ii. J2.
Lindeza para ves ti ti os.
Vende-se a rica fazrnda lindeza, ehlajada ullima-
menle de fraura, pelo baralissimo praca de 1)1000 o
rovado. Esta lazenda lie de pora lila sedo, e os
seus padres silo us mais bonitos que i o presente
lem appareeido no mercado : na ra do (.tueimado,
uos qualro calilos, Iojj de leseadas da nua l n. 1.
Vende-se a armado da luja d roa do Crespo
u. II, aluga-se a inesma loja e lodos os andares, ga-
rauindo-se o arrendanitnlo : Irala-ee na referida
loja.
Vende-se arroz, bom a J>S1MI a arroba : no ar-
ina/.em do raes da alfandesa n. 7.
Ven habilidades, de ulade de .t anuos : na rila >ova
n. :l.
Vende-se una negrinha de idade dt j anuos :
no palco do Trro n. t7.
Loja da boa le.
\ ende-se panno prelo i a/.nl. liuo, la/.cnda minio
superior, pruva de limo, pelo haralissiiuo preco de
i^aiHI o rovado, alpaca pula mullo lina ii>i fado, merino setim, la/eiua superior para palitos a
5WX) o covado, caiiiao prelo minio linu proino para
vestidos a l^ucuvado, se un pelo macao. fatenda
superior a i;0U(l o covadu, ucosdeuaples prelo mullo
lino para vestido a o covada, superior sarja prela
espalduda a :j2ii o covalo, rnnre/.a prea multo
lina a 800 is. o covado, cmles de cohetes de jorcu-
rlu de seda, fa/.enda muilo boa a o, nirlrs de fus-
les de huimos padioes a liJ, briin tranclo brauco
de puro Unho a lae wUV i na, brlna trau^ados
ile cores de muilo bolillos p.dies e de puiodiuho a
I-i i ii a vara, ditos dilos laiiliem di' bolillos padroes
a -mo rs. a vara, dito ininraio pardu i.irnU-m de li-
nho a llil rs. a vara, dito li-a largo a ilSU, 'xaugas
.uii.ircll.i- li-as e de quadros, Duenda muilo superior
a '.to e 3IO o covado, ditas d? cores escuras de qua-
dros e lislras, de multo honifcis padres parac|ilcas e
palitos a 1)00 rs. o covado, c les Ue calcas d< llaiilas
caseiniras de llgodSo, pelo larale prero di -l.;n.
brim/inhns deqoadios de puto linho a 21o ocovado,
panno de linho muilo lino a 10 a vara, peius, mui-
lo linos para camisa Ibrancose de core a iHIle juo
rs., camisas de mria muilo Ii asa I e l~|ji, iuvas
i\a loja das seis
portas
Em frente do Livraiiieuto.
I.ortes de meia casemira pretas e de cores a dez
pateca!, lia propria para palila a Iras palar.is o co-
vado, corles'de caira de hrim escure, de linho, com
loque de mofo a dez faalbes, panno lino mescladu
proprio para casacas ou palitos a qualro mil reis,
cirteos frourezea de castor braneo a oilo mil reis, e
de seda prela lambem Iraaeezes a sele mil reis, di-
nheire a vista.
Na ra da Cadeia do Kecife D. :(7, e-criplorio,
vendem-ea lencos de lab) riulho. assim como bicos e
rendas da Ierra, ludo por prero coromodo.
:ii i'alifor-
uiit,
loja nova, ao p do arco de Sanio Antonio, conti-
nuara a veuder-se por muilo barato prero as fazen-
das secuinles : corles de vestidos de eaaaa a 19300,
ditos linos a l>')00. dilos de nscado franrer. de cu-
vados. Calenda moito boa a lH), dilos de >empre
vua, fa/.enda escocea com barra a jOO, d'ilus de
cambraia muilo lina a ijjtHlO, dilos ;ditu pioprius
para baile masque a IJ, cambraia' de cores mullo
linas a -2'i(\ e i.nvado. merino prelo com pequeo
defeilo a 19600 0 rovado, dito muilo bom a ^"itlll
sarja de seda prela a l;l00, casemira decores a 19 e
5J n lurte, dila prela miiit. boa a l>, selim preto
macAe a -2-illll o rovado, alpaca prela lavrada a d(10
rs. o covado, chales de larlalana muilo granes a.VIO
rs.. ditos eseocezea a .".(Kl rs.. dilos de casa hraucos
a 560, per,s de casca branca bordada de KI|d va-
ras proprias para cortinados, vestidos e hadados a
IjhOO, .lilas de dita mais lina a Sf, dllas |adamasca-
dasde 13 varas a .",5, lencos de seda prelos a 80(1 rs. ,
dilos brancas a I?, ditos de eoresfa II-3KOO, dito da
cambraia hranros rom bico. lisos e bordados a -JUI
rs., ditos muilo arailes de core* a 340, eoberlorea
da aleudan hranros a 19200, meias pretas para se-
nhora a 400 is.. para hornera a SO, ditas cruas, a
du/ia \>'.tn. ppras de dula escora de cor Dila
i?stH). 5940O e 69, madapoln a 9300, :fc, 39400,
39500* 'CIKIII. dito rom pequeo loque de avana e
muilo firme 39 e 39200, lencos pequeos para me-
nino a UN) rs., dilos de chita a 160, e mullas oulras
tstendas, indo mallo baralo, a diudeiro a vista.
Vende-so arroz de casca a granel, alqueire ve-
Ido, e em sacras grandes a IsOOtl, milho cm saccas ,1
396OO, arroz pilado muilo bom a 39600 a arroba, lu-
do muilo uovo : na rua do Vicario o. 5.
Vende-se cimento muilo nevo chegailo cm 1 i
de maio p. p. de llamburgo, por preco muilo em
emita, a vista da qualidade ; lauto em porriio como
em barricas e tinas: uu srma/.em de materia ua
rua da Cadeia de Saulo Autuuio n. 17.
RIJA M QUEHADO X i\
Vendein-se as seguintes fa/endas
quidar, muilo barato.
Chales de merino de lodas as cores com
franja de retro/
Hilos de franja de dia
Alhaue/.a rom nial, de vara de largura, u
covado
Corles de risca lo escore/
Dilos de cas.a miiidinha muilo lina
Vende-se o silio com casa de subrado do falle-
cido Ceorge heun urlln 110 luaar de S. Jos do Man-
gmnho, rom arvoredos de fruclu e mais herafeilorias
que nclle se achara, sendo as tenas do referido silio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Juhusloii \ Companhia, rua da Scnzala No-
va n. 2.
-Km casade KalieScluneltauV C, ru2
da Cadeia 11. T, vende-se :
Um mande sorlimeuto de vidrosdecs-
iTho.
Heloj'ios linos de patente in;l Couros de lustre, marca castello.
Couios de ;ra\a.
Ervilhas sectas emgarralees.
Vinho do (theno stifierior,
ludo por prero commodo.
Parinba de inaiidoc.i .l;
S. Mallieiis.
Vende-se larinha de mandioca muilo
superior enova, chegada de S. Malheus
pelo patacho AUDAZ, com mui curta
viagem,a prec9 milito commodo : a bor-
do do mesn-.o patacho, ou no escriptorio
la rita da Cruz 11. ii, primeiro andar.
salitre superior.
Vende-se e muilo baralo, na loja de ferrageus da
rua do ijueimado 11. 35, em porres e a relaldo.
Emeasa de M. Galmot & C, prara do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
seguiqtc:
Taboado de pinho, alcatrao e pixe da
Suecia. #
rVIcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superioi (ptalidadc.
Cabos de linho edeManilha.
ludo muilncommodo.
IVa loja das seis
\endem-se caixas com vidros para vidraras
vidros de bocea larga com roldas do roesmo, o maior'
sortnnenio possivel : emeasa de Barlholomeu Fran-
cisco de .souza, rua larga do Rosario n. :|6.
- Vende-se urna porrao de Diarios, tendo varias
concernes, perto Indo se vende por arroba" e o
prero rar.oavet : na rua larga do Kosano V
gundo andar. "< e
< lilas bar. las.
Vendem-se chila. linas de cores fis a|,i,e|W,
u rovado : na rua Nova, loja n. j,
i
A
para h-
prclas de lorral pura senhora, fazenda muilo s|uHe- ( l>i'"s de rhila fraueeza do ultimo gosto
eogeahe San-Joan de llamanea, dis-
; lame desla praca selle leguas, precisase
, de mu hora felor : quera para isso esliver
i .habilitado, dirija-se a rua da Aurora n.
'..i "- Primeiro andar, sobrado quo faz quina
a com ii aterro da Boa-Viste.
-...-
sz
DE UIIIIA.

&
-i
*Wi- n o-" da h.iin.ropalhia. {
Joae Antomo Horeira Dias &C. la-
aem scienle ao respeitavel publico, que
leetnoseu e. riptorio na ruadas Laran-
(iras n. 14.
Precisa s de nina ama de leile : quem |estivpr
"> caso de criar, pode dirigir-ce rua da Ircmpe n.
.easa do Sr. Amonio Pires lerreira, aondu morou
Sr. Luiz Jos da Costa Amoriru
lor ordem do libo. Sr. presidente du conselho de-
liberativo, convoca-se o meimo conselho para una
sessao evlraorrtinaria no dia 29do correnle, pelas 10
horas da mandila. Recife 2". de juulio de 1856.M
. de Souza Barbosa, 1.- secretarle do conselho.
Precisa-se de uina ama forra, de boa conduela
que culenda de cozinlia, para casa de pequea fami-
lia : e Iralar na rua de Apollo n. 19, lerceiro andar.
(.lucra 'precisar de orna ama para o serviro ii.
lerno de urna cata de liomtin solleiro ou poua ra-
milla, menos para engomni.do, a qual afianca sua
boa conduela, dirija-se ao palco du Terco n. (i.
l)i-so soriedade em urna das melhores tabernas
em tora de Portas n. 12, a urna pessoa que queira
eulrar com alguns fundos para a mesma e estar ao
balean.
Na rua do Queimado u. n, deaeia-ee fallar
com o Sr. Joaquim Heanlo de Mendoura a ne-
gocio.
Praucisro JosO dj Silva Amoriui, relira-se pa-
ra Portugal a Iralar de sua saude,
O abai\o assignado escriv&o da ir-
mandade doSenhor Bom-Jesus das Do-
res em San-Concalo, por determinacao
da mesa ijegedora, convida a lodos os
seus ii in,i(i-. a comparecerem no consis-
torio da nossa greja, no dia 2!) do cor-
renle, pelas!) horas da tnanhaa, para o
(im de reunidos em mesa eral, Iratarem
de a
: ... ,..- y ,^. -,f.,. .;, < .,;:,;:..;..- .;;
Precisase alugar urna ama de leile: na prara
da Independencia n. 36 e 38. '
LOTERA DA PROYINCI?.
Aos 5:000.s e 2:000 000
Siil)bado, 28 do corrente, andam as
rodas da primeira parte da primeira lo-
tera do Senhor Bom Jess da Via-Sacra,
ainda restam alguns bilhetes, meios
quartos, rubricados pelo abat\o assigna-
do, aos pircos abai\o declarados, as fo-
jas da praca da Independencia ns. 15,
1) e 10, travessa do i Queimado n. .",!> a,
rua estreita do Rosario n. 50, rua do l.i-
vramento n. 3*. largo do Terco n. 18 c
aterro da.Boa-Vista ns. 38 c\*. sendo
que, os que obliverem soiles grandes, o
possuidor recebera" nao s o sen premio
na lorma da lei, mas lambem os oilo por
cenlo.
Bilhete inteiro 3,>;800 recebe 5:000x000
Meto bilhete 3.s000 2:500|000
QuifrtO |)}500 1:250.s-000
O cautelista,
A. ,h II de Souza .tumor.
Alu:a-se um escellenle sobrado e lojas, rom
odas as coinmodidades para grande familia e escel-
lenle quintal, com Ierras aterradas para plaanlo de
capim e oulras plantas, e alm de ludo islo 2 quar-
tos em separado para feitor e escravos. banho salaa-
do e doce, e rioalmcnte lodas as proporc/ies para
urna casa, silo no tugar do Arrombudo u. I ,,!iem
pretender, entenda-se com seu proprietario, na rua
de Apollo armazem ir. .1(1.
HOSPITAL PORTGEZ DE
BENEFICENCIA.
(.hiera se jolaat eredor do me.mo hospital queira
Z!^l a*ss cu.nli" M ahaivo ;"K'8''a serem pagas..Manoel dos Sa....., Pju|. '
i..T.,1.,rfcca'.se d.e ion :l'""" ol,icia,s c nur'*
na rua du (.abuga, loja n. 11.
Aluga-se urna casa (etrea pequea, sita na rua
Augusta; quem pretender dirija-se a rua do Colle-
gio n. 10, segundo andar.
nur a 800 rs., ditas de seda ifc tulas as corta ipara
liomem e senhora. pelo barali'v.iio prefu do Ij20ll o
par, ditas de lio de KfCocia pala iiieuiuos e meninas
a 100 rs., lencinlios de lilel ranlu bonitos a 1?, ricas
grvalas do seda preliise de roes i le, meios lencos
de seda para grvalas a 60Q rs. dilos prelos mallo
bous a l-\ peras de cambraias de salpicosconi S va-
ras e mei.i a 3*200, e 10 a van, ditas adamascadas
muilo boas pra cortinados a I:.;, cambraia lisa mal-
lo lina cora urna vara de largn, pelo baralissimo
preco de "niti a vara, leurus doc unluaia muilo linos
lo Jos hraucos e com barras de:ures a :VJ0 rs., lencos
de chita frauce/.es tuilo lions i 400 rs chales Je
aliodio oe cores de |donilos panes a 800 rs., risca-
dinhns mullo linos e de mullo bailes padroes a liiil
o covado, liln de aiJiu [,, mulo lino a 900 a vara,
dito de limes a lj2HJ, meias pelas de -eda para se-
nhora, fazeud.i mu o supenur i 23o par, dita- bran-
cas mullo linas a ,1- o par, dils brancas de algodo
muilo liua- a 240 e :I20 u par, ditas brancas muilo
linas para meninos s meninas a.240 o par, e alera de
ludo isto oulras mu ti.....as faauJas, 1" vista de
suas boas qualidadei c baratos ireros, de queo.se-
ndores rreguezes, amigos do bou e barato, condecj-
rao o que de [icdiiicha : ua ru do Queimado, uos
qoalru cantos, na luja de fa/.riius da boa f II. 22,
defronle da loja demiudcnas dahoa faina.
Vende-se una parle do labrado de um andar,
na puMia^ao de llelieribe quera a pretender,
dirija-se a Uliuda,
ao .Nicho, que.acl
Vende-se It) arroba
por preco muilo ci
- Vendeiu-se el
sobrado juno a cadeia coulroule
ara cora queu tratar.
de mee de guiaba hora.
m-r.odo : i.a-i.u.ci, Ponas n. 71,
Mlhas de Aigola, chegadas ha
poucos das, as melhores para phnter, por serem as
nicas que aqui produzem den ; na prara da Bua-
Visla ii. 22.
-- Cheeou i taberna da quna da rua dos Mar-
Ivrios n. !ii. a prii leia reniessa da muilo superior
ramo do serian, qic se vende pslo diiniuulo prero
de 980 rs. a libra, |Uerjee do seitao a nil rs., Ii-
guiras do reino muilo novasajiiO, passas novas a
li'HI i-., aun/.do Marallliai) a 1:11, ch l hvssou |iri-
meira sorle a 2306O, vinho a 40* rs. a irrate, e ou-
Iros muilos gneros em conla ; assim romo maotei-
|a ingle/a superio aKNOalibr.
Vendem-se: moleques po;as linas, espingar-
das de 2 canos, pu barato pren ua rua da Sen/ala
Velha 11. TO, 2.' ndar
Vendc-se as lile decarrapilo a 23U a candila
e a garrafa a 320 rs. : na rua 10 ISrum pensando 0
chafarla primeira asaque lem lo'.o encarnada pela
retaguarda.
Vciide-sc 11 na escrava d; bonita figura, boa
ceainbeira c eagot imadera : i rua do (mimado
loja de miodeas 1 a boa fama 11 :13.
Vende-se ui 1a boa mulali de idade de 2.'> au-
nns, com a hbil dade, de coznhar, engommar, e
coser, de bonita liiura e cora etecellenle ronducta,
a qual de digna d se pessnir :o motivo da venda se
dir'ai comprador ; na ron Augusta 11. .1, e s se
vende para lora da provincia.
Ni* rua Augusta
taberna de 3prUM|ue
lu Mif:toriiio, :
venderse ateile d 1 carrapalo 1 280 a arrala, carne
do serlao multo boa a 28o a libra, bularliinlias
inglesas muilo uo ras a 2SO a abra.
Vende-se a adema da rua de Santa Kila n.
>, hein afregueda para a Ierra e mallo : a Iratar
ua mesma.
IgOO
19OOO
800
H-OOO
2?20(l
39200
700
lOtIO
A nica superior e genuina genebra de llol-
landd nc-le mercado, em caixiis, coulemlo cada una
12 frascos regulares, e em ditas de l.'i frascos gran-
des : vende-se no armaiem de l.m/. Jos da Cosa
Amuriin, rua da Madre de lieos 110 Kecile.
Em
portas
imited Livraineno
laopelina de seda e la para vestidos, de lindos
padroes a duas patatas o covado, riscede nioiislro a
dous loables o cov.-do, cassas franceas linas a dote
Miitens o covado, manguitos de cambraia para vesti-
dos a dez lusloes o par, seda* de luidos goslos, lar-
gas a dous rail re. o covado, diudeiro ,1 vista para
acabar.
Pa uos.
I itiii.!-.' 1 largo le algtJrdeiOa. < ro>ii.It
SeWnlHi Hu quadros muidos furia-cores,
rovado
WISO
VOS MOEIROS.
\endem-se rodas de arcos de puu para pipas, de
doa qualidade, e liaras de vimes, por preco commo-
do, em pequeas e grandes porees, chegadas ulli-
inamenle do Porlo ; na rua do Vinario n. 27, a Ira-
lar coin Anloniu l-'ertiaudes da Silva tem/.
Vende-se 1 piano muilo bem e I loucadnr pu-
prego muilo em conla : na rua Formse, quarta si-
sa, se Vci o piano.
Nortes ouy^ruatteas
para o passamrnlo das noites de S. Juu c S. *edru
a ."1OO rs. o exemptar : vendem-M no Recife.ua li-
vraiia do Sr. Barbosa*, rua da Cru/.. e em San o An-
tonio, na dos Srs. Ricarda de Frailas VV Compaahia,
largo do Collegio, e na loja de bilhetes p. i, nepra-
rii da Independe 1 ir ni.
Precisa-se de urna ama para casa de puuca ra-
milla ; na rua da Seuzala Velha,
ro andar.
n. li, primei-
A viuva de Iheodoro Gomes da Silva, fallecido
do cholera em fevereiro du correnle anuo, 110 al-rro
ios drogados, uude era morador, c puue dan ca-
sinhas, o qual viva de dolar urea e lijlos em aun
caooa. avisa a quera sejulgar eredor do fallecido seo
mando, que de.d? 2(i de maio por mandado do jniz
de orphaos de 24 do mesmo culregou em ,1,1o j,,i,
a relajo dos bens deisados pnr mu. le du ja dita sen
s'eursloifn."'UJO j"i2 emoseredores JuaUficer
seos dbitos, por isso qoe ngo leudo ella com que
le'''",''.."'','! hif", Wrmiiaa, cede sua parle .. hera
nmidVi'"'T'"',h-U- """"""I" teaJe na recudi e
piohuiado do 1,11/0 : assim romo lamben, declara
Mdo'i'Z?' anlei ne'depois da morle de seu ma-
rido receben real dos aleguis das castaas, e .,
autorisu.i pessoa algoma para i,|. qile fa puMlcu
ara coViherime.ilo do |ui,.o, de quem espera justira.
heodora Hara da C.nnceirao.
?$0mpv&.
pprov r o iiuvi)
sutorio cu
Candido
(Tivao.
(hirete
de qualquer e
mesa ^..
ilf Sou/u
omptoiiiisso. Con-
dg junho de I8.~>(i'
Miranda Coutn, t-s-
se um r.ipaa porluguez para caiieiro
tabeiecimenlo, o qual lera pralica de
taberna e escrve soflnvel ; quera precisar dirjase
a ua do Colla lie, taberna de Francisco Josu Leile.
Compra-s toda e qualquer poi-cao
deprata velhu de lei sem Celtio: quem
ti ver para vender, dirija-se a roa do Col-
legio 11. 15, agencia de l.iles.
I'.omprase i'lleclivaiiienlc.lal.iu. bronze e robre
velhn : 00 deposito (te fundicJo da Aurora, na ru-
do II10111. logo na entrada n. 2K,e na inesma l'inidi-
rjo, em Sanio Amaro.
Na estrada de Joo de llarros, sitio i-in qu moni o alteres Assuinprao, rmprain-se vacrns s,
be/.rros, mas que sejam novas, e pagam-se 1 20-0011 *""
cada urna : quem as tiver pode para all rondu/ir e I '}"*,']"" l,"a,i>,r \*
' o imperta. ; "'"*
- \ r.ide-se una hniul
us, rom crii
de nina casa
\ende-se una porcJta da esleir de Angola,
das pequeas, por atacado 011 4 retelllo, por menos
do que *e vende el 1 oulra qualquer parle, pois faz
limita cunta vend r-se as lab.-ruas 11 v,sla do prero
por que se venden ; a ellas, antes que se acabei,
pu.s nunca se veri cu Ue barato : na praca da Boa-
Visla n. 7. *-T
Vende-se un escravo crn-ilo. curpolenlo c bo-
nitalisura, he h.l il para loilq. serviro, com idade
de u anuo-, ponc mais ou menos: na rua da Praia
\ eedeaa-sa pianos verlicaes inele/es, de eleganles
mudellos e/icelleules vetes, fabricados por un dos
ni 11- arred lados autores, premiado na eipusicau de
Londres: .10 armam de Koslron Kooker&Com-
pauhia, para du Corpo Sanio.
Reoslos
coberlo e desroherlos, |iequeuus e grandes, de ouro
e pra'a. patente ingle?, de um dos ineldures fabri-
canlis de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete ni-
cle?: era casa de Soulhall Mellur t\ Companhia, rua
do iorrus n. 3S.
Koli l.'ABeclear, Vermfugo ingles, salsa de
BHlol, piiulasvegclaes, salsa de Sands : vendein-
s; estes remedios verdadeiros emeasa de Bartliolo-
iieu IrauriscodeSou/d. ua rua larga do Bosario
11. .lo.
Cobeitore4 de laa hesp.
nh.s muilo encorpo-
dn v. i>-ra 1 oles.
em-se na rua do Crespo, loja da esquina que
ira a rua da Cadeia.
I
Lisboa
lts frani-ezes.
Vendem-se palitos n subreeasacoa d0 linho a la
dita* dr alpaca a RJ, dilos de panno f, re,0 -de
cores a l e -.llgOOO : na rua Nova, loj" j
Sedas.
Vendem-se rrles de seda .le quadros, padro(, ,.
dcriussimos : na rua Nova, loja n. .
CiiniisH fraiicezHN.
Vendem-se camisas francesas, brancas e !! s
24 e 28*000 a teta, pellos de l,uh ^t']'
rollarinhos de brelanha de linho a 2 a duiia ,!
rua Nova, loja o. 4. "d
Vende-se por 1:200>. nada menos, urna eicel-
lenle e.rrava de elegante lisura, de 21 annos, insig-
ne engumiriddeira e cozinlieira perfeila do diario d
urna casa, e de lodo o servico, muilo sadia fiel e
nao lem vicios, oque seafianra ; deseja-secom pre-
ferencia vemler-se para engenhu mi frira da produ-
ca ; ua rua larga do Rosario 11. 24, segundo andar.
Eslo se acabando.
Nos quatro cantos da rua do Queimado
11. 20, vendem-se leos de cassa pintados
mutto bonitos padroes e proprios para
meninos, pelo barato prero de 120 reis
cada um.
Vendem-se duas necra crioulas, de bonila,
lisuras, de 20 anuos, e um mulalinho de 4 anuos
uito lindo ; na rua du Livramenlo n. 4.
Vende-se uina negra de meia idade, muilo boa
vendedura ; na rua das Crus n. 9, taja. dir
quem \eude.
Carne do serlao e queijos.
Na rea estrellado Besara n. I (i vendem-se carue
d..rta a 390 rs. a libra, e queijos a 400 rs. a
Vende-se um moleque. muco. sen. acbaooes
iOic al de marc.ne.ro e^plimo coinheiro : o rao?-
vo da venda se dii ao rumprador : a Iralar no ar
Sabao.
Vende-se aba nacional fabricado Kio de
Janeiro, o1 rais superior que *em ao mercado e bem
d^Alrae';, .T C'""'a i" .'ra'" ASionS
Altemao.
Na rua da Cadeia do Recife, loja de ', .....i, f
4-S. de Nare.su ilaria Carneiru. &*&.
r

aj
fazenda
iiiiicnlo de sedas de
nhos os mais modernos, e era qualidadeid
a mell.or que lem viudo Pernambuco ;assin
nina grande porc.1,0 de corles de sedas escocezas Zm
grande quaulidade de covados, pelu barali.i.m. 2?
ce de 1-Joo ebrte; lambem l* ftm.3ft
de diliis de buns gustos para I, e. ^ "cl^
Ble! bordado, a matiz, ditos de louq.im rdd
da China, e no ra, malta qualidades para lid,
prer,. sa.as de erina muilo lm arranlada. r,
rintoue horrarlia. esp-r.llhus de lodos '?"3u o
ellos de brim de Escocia, lazenda e de 2LT?
iai.,1.1 evliai.irilinarid. e oulras militas
eiros
para ludo' us
viste dos compradores be smew E?!1 ?"*
H boas .lualidadese baratos p,qec0s"J,l"n mU5'rar
.
*

Veud
rolla pa
virgeiii le
Fio do algovlo da Babia.
Vende-se era sacros de 30 e 100 libras, p>r rom-
modo prero : ua rua da Cruz, armazem de couros e
-ola II. 15.
VINHO DO PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Emcaiias.de duas dalias cera harrisde uilavu,
recentemente cbe&ade pelo brigue a Irovador, a
vande-se uinciiinenle no arma/era do Itarroca ^\
CtSlre na rua da Cadeia du Recife 11. i.
\Ta loja das seis
portas.
lum frente, do Liramento.
l-'lures de 'elruz para enfeilcs da>eabellu e de ves-
tidus, camisiulias de cambraia para senhura a cinco
lustes, rollarinhos para senhoras a pataca cada um,
saias de cambraia bordadas a tres mil res, veslidi-
iihos de seda para meninas de Ires at (> anuos a cin-
co mil reis, camisas*para meninas a de/, tustes, dilas..^,,
para senhoras a cinco patacas, lencos de seda prelu '
- Vendem-se velas de carnauba hem acabada-,
sapatos e esleirs, cheg.idos rccenlemenle do Araca-
iv. pur menos da que em uulra qualquer parle : na
rua da Cruz 11. :li, primeiro andar.
pOtasHri da
Rossia.
Vende-se na rua do Trapiche u. !l e ||, ral vir-em
de Lisboa, nova a .15OOO o barril, velha a 500 r"s a
arroba, e polaes* da Russia a .11)0 rs. d libra.
jelogios de patente
ingltzesdeouro, desabnele e de vidro :
veneem-seapreeora/.oavel.em casa de
AtigisloC. de Alireu, na rua da Cadeia
do loctle, arina/.em 11. .">(!.
Attenco
liscado escuro e muilo lamo, proprio 'para roana
d escravos a KiU o cov.do. colchas brancas adamas-
edasde mullo.......gusto a ?, .n.......l adamasca-
0 com 1 palmos de largura a 18600 a vara, lealnas
e panno de linho alcuxuadas e lisas para rosto, as
iais super uires que lera vindo ao mercado, dilas
ara mesa, cuardauapea adameaeadbs e eotras muia
as lazeuilas por proco commodo : vendem-se na rua
lo Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
" leia.
loja de fazendas 11
Ven'de-se pa
crinla,
11. o.").
:i.
1 fura da provincia uina escrava
mura, n m habilidades : na rua du Piar
No alerro da
a :;jii a libra, tagu
cuia, espermaccle
libra.
Vi
Bua-Visla a. SO, vendem-re talas
cora biscoilinhus I uos, o ma.s superior possivel, fe-
lusem Londres a :n Uta, vinho ,10 Porta velbo
engarrafado era INti* I52S. ee/adiulM de Franca
a 320, l'eijao fradiiiho a S00 rs.'a
um-: .i-jii.. de coinposiro a (io a
rom Mininos hraucos, proprios para quem esta' d
lulo a qualro pillaras, nobrea prela de dilVerentt
precui, rlialy de todas as cores, fil de lindo liso
lavroco, chilas fraurezas escuras e claras, e ootr
ailas fazendas que quer acabar.
V'tndein-se reinos de faia de muilo boa qn'-
dade, chegados ulliinameiilc da America : no "S
do Ramos, arma/eni de larinha dclleiiry KorsInV
Companhia.
Por menos do que em uulra qualquer re
vendeu.-se na ruaealrcila de Rozario 11. II, a'le-
posit-i de sangiiesiigas liaiiiburguezas, us uM'lus
abaixo e novanieiilc chegados :
Rolachiiihii de siida --">00
Hita de Lisboa ->'><><)
Hila baroborgueza, lala grande SSIKIO
Hila de aramia dila **j"0
(Jueijo londrinn a libra 5720
Presunto para hambre 96W
Toucinho inslaz 9W0
Ameuduae confeiladas e francezas a libra 'sO'"1
Pccegos, ,Peras, Damasro e Gioja lala l300
Biscuilo ingle/, lata surtida 2-ilN)
Frascos co!m conserva dedillerentes qual
dades 8900
Passas novas a libra ?*>00
Ameivas a libra 3S0
llilal-l a lil ira *O0
N'indo cheeez garrafj iHKX)
Hilo Bordeaus linio carrafa _'-i. 111
Dito dito, brauco IgbOO
Doce lino de guiaba caiao 2^K)0
Marmelad a,lala de :i libra S00
lioies coi n doce da Europa de dille''es
qualidar'es 23000
Ateitedocs francez frasco J640
Vinagre n garrafa 1?000
Manleigaii alen superior a libra ISI20
Vinho de I. isbea o melhor que he *"'' HW
Vende-se a muilo arredilada padaria do Man-
guinl.o, sita na ras. do Sr. cirurgiao Teueira, com
minias rreguesias na Capunga. Allliclos e Rea-Vis-
ta, alm da da iiorla. a qual lem lodos os perlences
a irabalhar, e na mesma tem um eavalla para en-
trega de pao na fregueziii : para tratar, na rua d.
||. I.ide 11. 11, ou na uieJm.i.
Moinhos de vento
com bombas de repujo pura rccarhorlas e bai-
la de capun : na fundir.,,, de D. W. Boiua|i,
na rua do lirum us. (i. Se 1.
tan-
no,
NHEIRO DAVID W.BOWMAN.M
?aiz PASSAN00 O :.
roes ; cm,.*, boceas de fornalhae re-/, ros'eTo
NA MESMA PUNOICA'O.
NEBIICU JMBk
JkLTtt be'Dconh?ci-10 aposito da rua da
tadea do Reeifc, escriptorio n. 12, ha para ven-
r mutto superior polassa da Itussia, "do W
de Janeiro e cal virgen, de Lisboa om pedra, ludo
doPslma,;","0faV,,;aVeiS COm S liaesficar
nos coinadores satisfeilos.
"'iv.ilIiMsa contento.
C0.1l1n11a.se a veuderah-,000 o i
ja hem coi
bil labiir
C;i tlf Li.sh
Uf 2.,!Nl!.!.
Vcnile-se orna porra,, de barris com cal de Lisboa,
por baralo prero, n relalho a : o barril l ha rua da
l.adna do Kecife 11. M)
H oulras ni, ias cousas
fosse menci on.ir.
que sene
uca acabar se
Vendem-aa us venta.Isiros charutos vrelaseIlv(3 ^ ^v'H^;''-'J^."."' '':."ii
de .-1. leliv era cai inflas d( SO: ua rua do tjueima-1 ,'* 1 'UM.IMIOS' PltV **. .-
do, loja de lerragei
Vemlem-s
pedra : ua rua l)ii|
Vende se um
de I!.", annos, poucol
ronda n. 21',. armaiem da naleri)
s 11. 13.
b.iubre ras e uina verga de
eila u. .11.
escravomulalo, eaiioeiro, de ida-
inaiso, menea : na rua ,1a (uu-
de Pedru A mu-
lita Teixeiru Uuimirie
Vende-se um. prelacrionla, oplima para lo
o ser-, de ,-asa, s, ni vicha : na rua dos Marljroa
U aba \o assignado laz scie'
lavel pul ,'iico, e eapecialme
gieze, q ue em sua padaria 'lln pal da
Santa Cr ezn. 6, saacha sc'a de varia
ao respei-
seus fre- i*^
a
'iiiiiitii'i s de hniinhus ci
llrt-i as
qua- @B
aflia-
Oireila n. 0, vende-se um moleque
sem vicio iien acbaqne, proprio para
Ra ru
de 7 alios,
qualquer Dulci.
Vndese um silio lora terrenos proprios. ar
voredes frucliferos, boa Cia, estribarla, eoelwira
ele ele. : os prcteiideule,, ,lirjain-se aosCoe
defronw do hospital n. :>, {.. a rua larga do Ro
ao -. Joaquim Dias l-'erii |ides.
Vende
ios,
serio
ein-se duas in'lalinlias com t:l anuos,
mullo l.onilinlias : no ale ro da Una-Viste
dis'.l doras do dia u.'ida icde.
11. 13,
lidades ,1 e mesaai linas, ro sejam, ama- a*k
dns. arar ila. biseonUnhosa(iM oulras W
. 'l"e W

.v inassas, h isroulindos iimlr cm lalas
'' se vende perprejo cemir''
Kibeii
iodo Luiz l',|r;
,...>.. ,n ..- -'..*i-*'-."*,i.,"..-'i?
ing- e/es de pa-
tente,
s. *
us meldure fabricados em Inglaterra: etu casa de
lletiry Gibson .rua da Cadeia do Recifen. 52.
AGENCIA
Da fundirao Low-Moor, rua daSciizala-No-
va n. 42.
Ncsie esiabeleriiiiciiio continua a haver um com-
plulo sorlimento de inoendas o meias moendas
para on;;enlio, inacliinas do vapor e taixas de
ferro balido c roado de lodos os tamanhos para
dito.
A3$*100
te-sccaldel.islioaultimamentecliegada aa-
Sa.l,\0olTVaKU9SaVCrdT,ra : na",ra':a ''"
-Etn casa de Henry Bruna & C, rua da Cruz
11. 10, vcudem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos com molduras. 1
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardms.
I Heados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.
Gomma larca.
XAROPK
1)0
1
11 a
ni
|.(>ja Jas seis
loicas
e tliseados trntjp*"ia P*aM covado, cassa
pintada a meia Jalara o\ado, editas escuras de
lindos padrees, eM dwlam a meia pataca o cova-
era-se novos u sacs pata raissa, rom es- i do, rhilas dr dilli'rriit cures a seis vintn, ras. is
relenle enraderiiarao, e I '1- rua;
Veirde
quera pretender, emenda
Borgea, na rua do Calinga
etu 1,
ii.-i'|,-r..
ennunrie,'
compra -s ,1 rollerrio das Iris evlra\ igantes de
Delgado : quem a livor e quizer vender
ou a,"ise nesta lypographia.
>,
(ipiiipaa-se a collecrio das leis brasileiras de
IS:t a 1:17e do 18:19 a IS'I : quem tiver e qui-
zer vender anouucie ou avise nesta lypograpbia.
anas e>lampas|:
com Vicenta Vlouieiro
com leja de miudezas,
e por isso dispde cm
de lio
res para
e.rrava rrioula de 21) an-
de auno, una ecezinlia bem o diario
1111 rua do ijjeiiii.ulo 11. i.
Na
ndilK'" ni s".s-. -11
i crluiai* palara a vara, rhalcs de
gorgurao propno- P -'Ihar du Irio na estarn
arlual a rinco lu.'e 'lialr> de rassa com llores a
diia- palmas, rliai'e ""* encarnados rom llores
tmarellasa .liiasV""'"*: dinheiroi viste para ara-
bar.
__ Venitem-se edapolAes linos e de oulraa, rom
Ir avana, pur piceos muilo liara
presente aviso.
IMPRTAME PARA 0 PIRLICO.
Para cura de phiysica ero lodos os seus dilleren-
tes graos, quer motivada por conslipacoes, (osse,
asthmavpleuriz.escarros dcsaugue, dor decus-
.idosepeilo, palpitaraono corara,,,coqueluche,
hroiich.le, doma gargauta, e todas asmolestias
dosorgaos pulmonares.
Mueiidits superiores.
Na lundirao de C. Stan&C, em Sim-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de caima lodas de ierro, de um modelo c
coiistrucrao muilo superiores.

-
Veiidc-sccal de l.i
si ni rom
Corpo
ma .i., t.a.teia deRecHe n. 37, eeerl.....rio
dr Jeito lernandes !.,.:, i/ianna. vendem-se su-
pa!e.A,2,;.7 ^ u"ia,"ini'",ecl,<"
um pequenu loq
tus
rua da (*la-Velha
piimeiro andar
\
__ Vende-se rroz dranro novo, superior, em
porrao e a re.;.1 a 10tl rs. a libra : defronle da ca-
sa da rilar,., n *
TAIXAS PAliA ENGENHO.
Na fiimlipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do lirum, passando o chafariz, contina lia-
ver um completo sorlimento de taixes de ferro fun-
dido e dando de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por preco commodo e com
prompttdao: embarcam-se ou carregam-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnslon & C,
rua da Sonzala-Mova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montera, candieiros n rasures
bronzoados, rolo^-ios patenta inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho t'.lierry em barris, camas de ferro,
lio de vola, chumbo de mnieo, arreios para car-
jo, lonasinglezas.
I ni rompilo sorlimento de bordados romo se-
jam, camisetas, om mangas, collarinhos, peilildoa
ronieiras, camisus, coilintas e pelerinas ; lamlieni
lem um completo sorllmanta de ricas llores, enfeiles
para cadeca, lilas e us verdadeiros e modernos lucos |
de linho : na rua da Cadeia-Velha u. 24,
indar.
__ggggjwg fniM.
Desappareceu no dia 2, pelas horas da tar-
de, um escravo crioulo por uorae Clemnilc, com ida-
de, pouro maisnu menos de 22 annos. levandu calrj
e canina prela e chapee de palba. COSloma .i embra-
g.ir-se, altura regular, rosto groase, quando se Ihe
perguntii algiima rou-a responde semprc de visl.i
fincada no chao, falla groesa : porlanlo rugase as
antoriiladcs polica, s e capilaes de .campo que o ap-
prelieiid.nn e leven) a seu senhor, "na roa larga du
Rosario, holeqiii.n n. 27
generosa mente.
que serio recompensados
primeiro
KECOMPE.NSA.
Arha-c fgida desde o dia I.- do correnle a escra-
va llosa, erioula, de 21) e lautos annos, pouro mais
oo menos, rosto largo, nariz chalo, hoce grande,
denles largos, pes eraudes e malfeilos, estelara re-
gular, seos largos; Kvou alguns ronpoM de chita
c de Ua, c he natural que lude com eilcs ; est cos-
lumada a fugir, levando 15 dias, um mez, etc., tem
sido encontrada a noile em diver-os lugares, e costu-
ran a frequenlar reunios de prelos, cemo atrado
Carino, etc. : roga-se as autoridades policiaes oaus
capilaes de rainpo que a apprehendam e levem a rua
das Cruzes u. 22, segundo andar, que sero recom-
pensados, e prulesla-se conforme a le coutra quem a
livir acuutada.
No dia sete du crrenle fuuio do silio Marumi
na praia de Maria-i'arioha, a escrava Oelfina. cujus
sienaes sao os secuinles : altura recular, magra,odos
tundee, maraas du rosto alias, cor prela. de Ango-
la, dedos das nios enearangiiejndos. os J dedos de
ambos os pos juuiu aos minino) trepados por rima
doaoulroi, le\usaia prela e camisa de slgodam/i-
nho : quera a pegar leve-a a Pauhsla, que sera re-
compensado.
PBBM. TVP. UK M. F: DB FHI*. leo

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO
ILEGIVEL


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