Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07420


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Full Text
ANNO XXXII H 151
Por 3 mezet adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
SEXTA FEIRA 27 DE JUBO DE 1856.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
I \C \li 1U,<; VIK )S DA .subscripcao' no norte
Parabiba, o Sr. Genazio V. di Natividade : Natal, o 8r. Joa-
S'm I. Pereira Jnior; iraca, o Sr. A. di Lemoi Braga
ra, o Sr. J. Joi de Olneira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue!; Piaubv, o Sr. Domingo! Hereulano A. Peno*
Crenla ; ParA, o Sr. Juiniano J. Kami ; Arhaiona, o Sr. Jero-
ujrmo da Coata.
PARTIDA DOS CORRE10S.
Olin-la : ts o< ilias. s O r mt'ia hora* ,1o dta.
tamiMtii Cniannu a ISiiahil,* : tu, .|um!<- ."\ias-r.'irii!>.
i. Anta., Mrnmiri, lt"i,<-irinr, Mtinhn Gemnhua: : u terca M
'..i.ir.in.1. IWii'Aili, >4,areth, tlawalm, Brrjo, PaaajMin, naa-
i-\t-i.,. Ouriiuiv i' l!\,i : na* qMrtaa-f.-ii
N) L'n.i, tarrearos, AKua-Picla,
i-i", Ktofta, Villa-Urna
l- l'iiii>-i,trirs r Y,i.,i : qvMlaa-frinu,
I -ii .. ,,- nrr,-i.>. partee a. lo horas da manilla.'
AUDIENCIAS DOS TllllilW u-.S DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quartaa tabbadoi.
Relacae : lercai-feirai e aabbadoa.
Fazenda : quarlai e aabbadoi ai 10 horas.
Juizo do eommercio: aegundaa aa 10 horai e quintal lo meio-dia.
Juizo de orphaoi: segunda e quintal ai 10 norai.
Primeira Tara do cirel : tegunda e aeilai ao meio-dia.
segunda Tara do cirel: quartai a Mbbadoi ao meio-dia.
EPHEMEItlDES DOME/ DE j?\110
2 La non ai 9 horas, 22 minutos. 4 aegundui da Urde.
110 Quarto crcente aoi 19 mlnutoi e 48 leguudoi da larde.
a *' nur*!' 27 minntoi e 48 legundoi da urde.
U Quartominguanteai7borai,48 minutle 48 legundoida
L..I n .m .PREAMAR DEHOJE.
Priaeira o e JO minutoa da Urde.
Segeada 0 e 54 minuloi da mantisa.
Os senhores assignaules que eslao por pagar u im-
porte da subscripjAo deale Diario al o ultimo do
crranle mez, queiram mandar salisfazer seu* dbi-
tos ao preju estipulado, anles d'elle lermiuar. alias
se suspender a entrega ou remessa.
PAET1 OFFICIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
' ^ H. pelenle do diadejunho de 1856.
Circular. O arquea de Paran, presidente do
tribunal do Ihesouio nacional, lim de remover d l-
vida, que tein occorrido na execujAo do capitulo b'
do regulamenlo de 10 dejullio re 1850, declara aos
Srs. inspectores daa Ihesourarias de fazenda, para o
\ fazer cousier a quera cunvier, que a estarlo fiscal
que verificar algum t das infracjoes do citado capi-
tulo 6, que nito leona ido commellida no dislri<'.lo
de -lid lurisdicjA i, deve remeller respectiva Ihe-
uuraria re fazenda os documentos o quaesquer es-
ta clarecimoolos precisos para se providenciar sobre a
iuipo decisAo da competeucia da eslavo fiscal do dislriclo
ero que se liver realisado a infracjAo, ou ero que
residir o infractor, se este oAn for "alli euconlrado.
A' Ihesouraria do Para'___O marquez de Pa-
ran*', presidente do tribunal do thesouro nacional,
observando do processo que acnmpanhou o ollicu
do Sr. inspector da lliesourana do Para' n. -Si de
22 de fevereiro do correle anno que na dila the-ou-
raria sa liquidara a divida de exercicio (iodo na im-
portancia de 515100, de que sao ere lores Jos Pi-
nheiro Bezerra e oulro-. Ma que pe* parle desles
y precadesse requer ment, declara ao Sr. inspector
que a divida em questao uao pode s*r paga por ora,
uios porque scinelhanle falla prejudica a liquida-
co cunto ro Itclarado oa ordem n. W de IB de
marro de ItsiT, expedida a Babia, aeoao tambem
porque o reqoerimento he o meio pelo qual se co-
nhece a todo o lempa e com mais seiturauea se fui
ou ni/. interrompido,que o Sr. inspector nao con-
sulta mais em liquidac.oe< aemellianleslsem essa for-
resalidade essencial recommendada pelo arl. 2 da
t circular de G de agosto de 1H7.
, A'directora geral da.conlabilidade. liavendo
S. 11. o Imperador por bem mandar consultar a
seclo de fazenda do consellio de eslado, se a' vita
t do art. 7 S > do decrolo de 12 de novembro de triol
\ devein cousiderar-se prescriplas as dividas reclama-
das por Comes e Irmao. Jos Kebello de Figaej-
rtdo a Jos Joaquim Cnim arSes, sobre que deo
parecer essa direclori em dala de 20 de oulubro
proiiirw passado, foi a mesma seci;Ao de parecer:
Quaolo a divida de Comes e IrmAo, que Hilo poda
sar considerada como prescripla; por quanto, embo-
ra fosee provenieute de un imposto ille!almeute ar-
rix-.i lado pela recebedona da cidade da Babia, e co-
mo tal. sujeito ao conlencio-o administrativo da llie-
souraria, a quem competa resolver sobre o seu pa-
gamealo, todava como nAo livessem os reclamantes
recorrido ao foro civil por sua vonl.de. e sim obri-
gados por despacho da mesma tliesouraria, devia o
processo liavido por fado da fazenda inteiromper
curao da prescciprao, apelar da incompetencia do
mesmo processo.
Quanto a divida de Jos Rebullo de Figueiredo,
que nao deve ser lambem considerada como prta-
cripla, porque nao pudendo u reclmame requerer o
pagameulo da somma que pagara como fiador de
um contrato fiscal, seno depois que por -ni-ui-.i do
poder judicianu coiopeteuic faaaa denjida a qaaa.
tao civil da exunerarfto da fianza, que elle prestara
por elVeilo da nova^ao do mesmu contrato, uao po-
da a preaeripran fiscal corrtr contra quem nu po-
da linda requerir, caltenJo-llic Mmenle faze-lo
depois da decisAo judiciaria.
Quanto, porem, a divida de Jos Joaquim Cui-
maraea, deve ser considerada como prescripia, me-
nos na parle que haja d perleucer ao co-lierdeiro
desucisado; por isso que sendo proveniente de jubi-
larlo, ou pensau com asseutamento em folha pa-
rjavel em pocas certas, e devendo a presen pi;,n cor-
rer Hessas pocas em dianle, nAo podia ser inler-
rumpida por um processo de liabililarAo de lierdei-
roa, que apezar de nslituido nesla corte a provin-
cia, onde eiislem todas as instancias judciarias, du-
rou mais de 5 auuos, como para alteslar negligencia
do reclmame.
E lendo-se conformado o mesmo aoristo senhor
com o dito parecer, por imperial reaolucAo de tO de
maio ultimo, asilm o communico a V. S. para sua
inteligencia e devida execucAo.
A' alfaiideiM, eommunicando que o tribunal do
theaouro resolveu sobre o requerimeuto ale Jos
l-'erreira CuimarAes que o valor da. embarcarlo em
que forem apprehendidaa mercadorias extraviadas
aos direitos, deve ser incluido no valor total da ap-
prehen-o, para regular a atena da alfandega c in-
lerposcao do recurso ; negando todava provimeuto
ao recurso do dito CuimarAes, por- nao apresenlar
molivos safilcientemenle fundados contra a seotenca
da appreliensAo.
MINISTERIO DA MAKINUA.
Kelatorio apresentado a* assemblc'a geral
lerjisiativa na quarta sessao da nona le-
gislatura, pelo ministro e secretario de
estado dos negocios da marmita, Joo
Mauricio Wanderley.
.Onlinuae.'in.
Carpo de imperiaes marinheiros e eompaiiliiat de
aprendizes.
Pela le de lixaeau da forra naval aclia- verno autorisado a elevar 2i o numero de coinpa-
nhias do corpo de imperiaes marinheiros ou a 2,300
praea-, segundo a orzansArAo que Ihe fui dada pelo
regulamenlo, que baixou com o decreto o. 411 A de
da juubn de 1815.
Existen) porem creadas 12 compaohias, cujo es-
lado effeclivo he de 1,120 pravas, fallando para o
completo 143, daudo-ie urna dillrenca para meuos
oto 91 praoas, conforme notareis do mappaII
comparado com o apresentado no relalurio antece-
dente, dilTerenca provenieule principalmente dos
estragos da epidemia. U movimenlo do corpo foi
de 49 prajas, que tiveram baixa, 72 fallecidas, 115
que desertaran!, 45 recrulados e 1 voluntario, que
asseolaram praea, 48 capturados e apresentados de
daaercAo, 50 que passaram da compendie de apren-
dizes a 31 da coopanhia de imlrucrAo.
Esla iuslituie.io a mais proficua, eajjpriocipal ba-
se dopeitoal da nossa forea martima, nao lem lido
aquelle iucremenlo, que he de absoluta necessidade,
em consequeocia das difiicoldades, que licam apun-
tadas para acquisirAo de recrulas.
Das duas companhias de imlrucr;Ao, mandadas
eslabelecer pelo arl. 3. do regulamenlo n. 914 de
II de fevereiro de 1852, lie apenas manlida urna,
Ha i|ual passaram para o corpo 31 pracas, enlraram
18 o licaram 21.
As coinpanliias de aprendizes addidas ao mesmo
corpo estio no estado, que notareis dos respectivos
mappas.
A da corle contera o n. de 132 aprendizes. infe-
rior ao do anno passado 38, por lerem alguna passa-
do a ni mire-, oolros fallecido, tuto baixa ou deser-
tad. Para o seu estado completo faltam 81 prajai.
A da Babia, deveudo cooler 218 pravas, possue
til. sendo 60 de prel ; mappa I.
A do Para, creada com igual forja apenas contera
26 pracas, seudo 22 de pret. como se v do mappa
Nao foi .mida creada a 3.a companhia, para o
que esta o soveroo autorisado pelo arl. i. i 3. da
|ei ii. 753 de l5dejulho de IS5I ; e pens que em-
quaulo nAo so completaren) as ja creadas, nao con-
vira faze-lo.
Aqui aala-se anda a repugnancia da popula(Ao
para a vida do mar. O Para, que he urna das pro-
vincias onde a populacho mais se applica iudustria
maritin.i, e onde lia grande quaulidade de menores,
sem rae ms de vida, fosem estes i tulel la do estado,
que os educa, sustenta e offerece-lhes um futoro
vanlajoso, para eulregarem-se a especuladores, que
os mtaseaa a um estado de quasi escravidao.
Immensos orphaos. que ficaram ao desamparo
por elleito do cholera, e achanam lias campanhias
de aprendizes e nos arseuaes ludo que Ibes falla,
uao sao remanidos pelas autoridades como alias era
do seu dever, e Ihes foi recommendado pelo go-
veruu.
Balalho naval.
Creado o balalbao naval para guarda e polica da
bordo e dos estabeleciraeutos uavaes, conenrre para
a conservajAo da disciplina, e pela sua educarlo mi-
litar especial he de grande ulilidade fainas, e
cnadjuvarAo de lodas as manobras, em que a forja
de inlelligeneia he preciso reunir a forja de bracos.
A organisaro desle corpo nAo lem sodrido altera-
rao da que lita foi dada pelo regulamenlo n. 1067
de 21 de novembro de 1852deveria conler no seu
estado cumplo 8 compauhias com 1,200 prajas, mai
presentemente lem someute 3 companhias com o
numero de 277 prajas, meos que o auno passado
11, como do mappaJ.
O aqudrtelameuto desles doui corpos continua na
fortalfza da Villesaiguoo, e eroqoanto nao lorcm
elevados a manir numero de prajaj, podem sem in-
conveniente persistir oo mesmo local, que olTerece
as accomodajOes precisas.
Pelo que loca i organisarAo de ambos os ditos cor-
pos, redro me ao que tAo acertadamente fora pon-
derado pelo meu antecessor.
NAo lem podido ser execulada a benfica dispo-
sic.io do arl. .",. do citado decreto n. Ol, a respaila
aa escola de in.truecan a borlo de um
DAS DA SEMANA.
U Segunda Jejun (Vigilia) S. Agripina v. Ss. Zenou e Menas
2 lerca >$< S. Juao Baptisla : Ss. Argilberto e Fausto mm, I mi.
a Quaru. S. tiuilerme ab- ; S. Febronia v. ; S. Caleca no m,
M (.lumia. Ss. Joao e Paulo Irs. mu. S, Virgilio m. :
27 Sesu. S. Lasdilau rei; S. Zoilp m. ; S. Cressente b.
28 Babbado. Jejun (Viglia) S. Leao 2. p ; Ss. Argemiro < Irineo
|2 Domingo. A pureza da SS. Virgen MU de Dos. Ss. Pedro.
ENCARREGADOS DA M IfSCHIPt: \ \o SUL.
Alagoaa.o Sr. Claudino Falcao Dial ; Baha o Sr.D. Dupt
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtini.
EM PERNAMBUCO'
O proprieurio do DIARIO Manoel Figueiroa de Fana, na iu
ivrana, praea da Independencia ni. fl e 8.
lire dos tnbunaes commuus o processo e julgameuto
de grande parle dos cuines commeltidos no mar por
pessoas pertenecntas as iripolaces dos navios.
A inarinba mercante, se anda nao lie, devera ser
no fui uro a base do nosso poder naval : a indisci-
plina das equipagens pode Irazer graves perigos aos
passageiros, e perdas aos armadores.
As relajees entre os capilaes e seus subordinados
nAo eslAo definidas, senau por usos impotentes e ca-
ducos ; e e he conveniente assegurar a legitima
auloridade daquelles, nAo o be meuos amparar a es-
tes conlra castigos arbitrarios e excessivos, que o
irrellexao, a ignorancia, brutalidade, e ai paiioes do
momento Ihes podem inflingir.
A lei deve ser a base da auloridade do superior,
e da obediencia do subordinado.
O cdigo do eommercio nos ttulos 3., i. e 5. da
parle 2.a conten alguraas disposijes dispersas rela-
tivas aos direitos e deveres recprocos dos capilaes e
tripolajes, mas legalisa no arl. 498 o arbitrio dos
castigos, e iidle e em outros subsequenles firma o
principio da competeucia dos tribunaes coramun1
para julgamento dos crimes coramellidos a bordo,
mesmo contra a disciplina.
Daqui resulla, ou que esses crimes sAo punidos
pelos capilaes a despeilo da lei, o que he urna im-
moralidade, ou que ficam impunai pelos incommo-
doa, perda de lempo e de inltratses, que trariam,
se o ros fossem entregues a. juslica ordinarias.
A vida do mar he urna vida toda excepcional. As
meuores fallas commeltida a bordo, sa nAo -Jn
promptamenle reprimidas, ou se nao houver certe-
za de sua punijao, podem acanetar runeslai con-
sequencias.
As leis ordinarias nao previnem a mor parte da
semelhautes fallas e crimes ; a sua applicajao equi-
valo porlaulu a impundade.
NAo sera' dillicil com os elementos que temos n0
irib na I do eommercio enas capitanas organisar sem
dispendio os Iribuuaesespeciaes, quecoohejam des-
ses crimes, podendo-se commetler ao jury os de
luaior gravidade.
Ilospilaes.
O servijo do hospital da corle marcha regular-
mente : o mappaMmoslra o movimenlo das di-
versas enfermaras. Durante a epidemia eitabele-
cerarase duas novas enfetmarias para o tratumeulo
dos cholencos, urna na casa destinada ao asylo de in-
vlidos, outra dentro do mesmo hospilal, alem de
urna ambulancia na fortaleza de Villegaignon. A
botica do hospilal supprio de remedios a todas as
enfermaras e aos habilaules pobres da ilha das Co-
bras, e preparou ambulancias para outras provio.
cas sem que apparecesse a meuor falla.
Concluiram-se no edificio mais duas enfermariai,
possuindo prese lilemente o hospilal onze, a prose-
gue-se, segundo os recursos do orjamento, em ou-
tras obras destinadas melhor acomodajAo dos doeo-
les e empreados.
O roovimeolo do hospital da Babia roosla do
navio arma- mappaN ; acba-se ah empregado um primeiro
do. neces-idade, que e u3o deve perder de vis! -:-------
logo que cesse ou dnninua a falla, que rxpenmen-
t.unos de gen le para tripolar os nussos vasos.
Companhia de invlidos.
Pelo InappaKconhece-se o eslado da coropa-
ulna de invlidos.
Conserva-s ainda aquarlelada na fortaleza da ilha
das Cobras, onde ai prajas prestan) servijo modera-
do compalivel com as suas forras.
O edificio, que foi comprado para asylo, leve de
ser oceupado com urna enfermara para (ralamente
de cholencos e foi ha pouco desembarrado.
Crimes militares reforma das artigas de guerra,
e rgimen das embarcantes mercantes.
l)o mappal.ve-ie o numero e qnalidade dos
crimes militares julgados al ultima instancia no
anno de 185. Dos25 reos condemndos, 18 loram
por crime de deserjao em diversos graos, um por
insuhardiiiajo, um por homicidio e cinco por feri-
menlos. Ai penas impostas Turara, seis annos de
gales a um ; quatro anuos a ura ; tres annos a Ires ;
dez mezes de prisAo a um ; qualro mezes a um ;
um auno de prisAo a um ; seis mezes a seis ; prisAo
com trabalho por 20 annos a um ; e um anno de
prisAo a bordo dos navioe a dez. Foram absolv-
dos qualro, e de oto pendera decisao de superior
instancia.
A estalislica criminal mililar nao he pois desani-
mados, anles depe em favor da brandara de cos-
lumes de nossa rnariutiasem.
O crime de deserjao he o que mais avulla ; he
elle com elleito a chag viva da uossa marmita.
Nao o altribuo uem ao rigor da diseiplica, que an-
les perca por suave, era ao das leis penaes milita-
res, apezar da margem que deixara ao abuso e arbi-
trio us castigos.
Entretanto a revisAo dos arligos de guerra appro-
vados e mandados execular pelo altara' de 6 de a-
bril de 1800 lie urna necessidade reclamada de ha
moi(a) lempo ; u.lo porque tenham dado lugar a tan-
tos abusos quantos se augurara a' imaginajAu de al-
suns, a quem com razao impretsiona o arbitrio ;
mas, para que se coarclem os abusos provaveis, clas-
sificando-se melhor os delictos e proporcionando-Ibes
quanto ser possa o castigo.
lima reiorma qUalquer nesle senlido dever com-
preliender a forma do processo, em que se rena
presteza do julgamenlo a maior garanta dos Decu-
sados.
A reforma do regiroeoto provisional, que provi-
dencia sobre o rgimen e economa a bordo dos na-
vios de guerra, 'reforma de que se traa) nao podera
ser completa, sem que se prenda das penas, e modo
de impn-Ias.
NAo pareja eslranho ao assumptn com que oceupo
a vossa alleujao o lembrar-vos, que a marinha mr-
came pede, anda mais que a de guerra, a decreta-
jSo de urna tei, que regule a disciplina de bordo, e
OS CSAMENTOS DEPARIS.
. Por Kdmundo About.
PR1MEIRO.
Terrenos renda.
II *
l'.ontinuae.iu.
O retrato lerminou-se, como as ferias de Mr.
Caillard, no lim de julbo. Nao foi enviado a casa do
ne.iivilbador, onde vinte arlislas teriam podido ve-
lo ; um obreiro veio tomar aa medidas, e trouxe lre>
semana* depois uraa guarnicao de vinle francos, pe-
la qual Mr. Glillard den um luiz sem regatear. Em-
quaulo ah eslava, elle pagnu os ('incoeula francos
do retrato, a receben a quilacao.
No domingo seguala reuni em casa lodos os seus
amigos : era o inliga nolario de Villiers, Ires vcllios
expedicionarios, o mestre de escripia de Bosalia, e
um ei-fabricanle de viseiras, de capacete, relirado
dos negocios, com 3,000 francos de renda. Todos
rhee.iram s sele horas e mei.i. A's nove horas Mr.
Caillard annuncou urna sorpreza : lev.inl.ni o aba-
fador da candeia, emquanto a irmaa lirava uma ror-
liiia de sarja verde, e descubra o relrato de Rosa-
la, llouve um grilo geral de admirajao.
i.lue bello qualro '. i-xclammi o'fabrcame de
viseirai.
() Vida Diario o. 149.
lie o relralu de sua filhu '. disse o nolario.
E mui semclhanle! accrescenlou o coro dos
empregados.
Eis-ah como fajo as cousas, lornou Mr. Call-
lard lieijando a fronle de Itosalia.
I'omarei a libefdade de fazer uma observajao,
dsse o me.ir de escripia, o qoal andaiiAo rallara,
porque uilo guardn essa sorpreza para qualro de
selembro, dia de Sania Rosala/
Porque preparo-lhe oulra para a sua fesla, res-
ponden Mr. Calllard resolutamente.
Tanlo melhor disse o coro.
Seria indiscricAn pergunlar-lhe quanlo Ihe cus-
lou aquella imagen)'!
Setenta francos, incluido tudo.
Esta caro e nAo est. I)e quem he".'
NAo he de ninguem.; he um retrato.
Aquillo! exclamou uma voz grossa que fez
lodos eslremecerem, he obra de Tourneur, e vale
4,000 Trancos!
Mr. ii.iillar I rabio fulminado sobre um asscnlo.
Boa imite, meu charo Caillard, e todos os mais
senhores! accrescenlou Mr. de Chingru, ao qual a
serva inlroiliizira sera anuuociar. Faz calor de suf-
focar.
O lempo esla carregado, disse o nolario respi-
rando.
A almiisplicra es| elctrica, tornou a meslre
le escripia si-riainenle upprimido.
Ha de cbover amauliAa, diss o coro.
A conversacao conliniiuu nesse tum ate dez horas.
Mr. deChimiru relirou-se, e lodos o seguiram. Hou-
vera escndalo em casa de Mr. Caillard.
Na man,aa seguinle Chingru ap......nlou-so na of-
licina, e Bola de Nave abri Ihe a porla. Elle refe-
ri o arouteciinenla da vespera, e felicilou calorosa-
mente ao amigo.
Iiepoi- de seinelhaule fado, disse elle, o nego-
cio esto seguro. O velho romano pissoo o Kubicoo,
e dou-le osparabens. Sem uiiui.....! '
cirurgiAo de coraraisso.
<1 edificio era que esto collocadas as enfermaras
denlro do arsenal de marinha, he nsufliccntc. e o
local improprio para um hospilal. He porem difti-
cil obler-se no litoral um oulro edificio, que nao fique
distante da vigilancia e fiscalisajao dos empregados
superiores.
A enfermara de Pernambuco be dirigida por um
cirurgiAo de commissao : o movimenlo dos doen-
tes conala do mappaOLogo que appareceu a
epidemia uaquella provincia, foram para alli remel-
lidas doze ambulancias com medicamentos e rou-
pas para uso dos doentes perlencenles i marinha.
Na provincia do Maranhao sAo os doeoles tratados
no hospilal decaridade pela diaria de 800 ra., sendo
prajas de pret, ou official de proa, e de I56OO sendo
oflicial de patente.
No Par paga-se no hoipital regimenlal 650 rs.
a lOSO, segundo a classe t que perteocem os
doentes.
/enfermara de Montevideo.
Tendo-ic lindado o prazo do contrato que linha a
marinha com nm hospilal particular para (ralamen-
lo dos enfermos da divisao, julguei conveniente alo
renova-lo, e maudei eslabelecer uma enfermara
sob a inspecjAo do commaudanle da mesma divisao,
dirigida por um cirurgiao do corpo de saude. O re-
sultado correspondeu, tanto em economa, como no
melhor Iratameotn dos doentes, aoquesuppuz. Pa-
gavamos no dito hospilal :>500 por praj., a por
cada oMcta! fcj; entretanto, segando o mappa do
mez de marjo, o movimenlo da enfermara foi de
958 doentes, cora os quaes fez-se a despeza total
1:3755261, ou Cjili por cada uma praja, inclusi-
ve a despeza com o pessoal c aluguel da casa que
serve de enfermara ; e sendo a receita, conforma
o arl. 115 do rtgulamento do hospilal da corte, na
mportaucia de 7165111, ve-se fcilmente quanlo
poupou a fazenda publica.
Capitanas dos por tos.
Em todas as provincias martimas do imperio, a
excepjao das do Gaara', Rio Grande do Norte e Pa-
rahiba acham-se creadas capitanas de portos.
Pelo decreto 11. 1716 de 12 de Janeiro do correle
foi eslabelecida uma capitana na provincia do Es-
pirito Santo. Sera conveniente esleodar logo o
mesmo beneficio s Ires provincias reliantes.
Por maiores que sejam as mperfeijes que ainda
senolemnoservijo'devidasinsuricineneiademeios,
he incooleslavel qne a polica dosancoradouros e
porlos. e "a regularidade da navegajSo mullo (eem
lucrado com a creajAo das capitanas.
As oecessidades dos dirlrentes portos vio sendo
eslndadas com maior cuidado, e satiifeilas na razAo
dos recorsos, de que dispoe a reparlijao da ma-
rinha.
Pelo que locaj inicripjao da genle de mar, don-
de deve sabir a que tem de servir na marinha de
guerra, nao se lem colindo, for emquanto, proveito
algum do estabelecimtula dtslas elajoei; mas as-
ila laucadas as bases para que no futuro o recrula-
roento se possa fazer com maior facilidade. Por
ora seria malar a nosia estaca iudustria martima,
se della se exigisse o contingento preciso para o ser-
vijo da armada.
Alguna veames soffre a aavegajo com o rigor
de cerlas disposijdes do regulamenlo o. 417 da 19
de maio de 1846 ; a- dos afta. 59 a 60, emqoauto
obrigavam em todas as viageos a matricula as tri-
polajes das embarcajes aacionaes de cubera em-
pregadas ua navegajau dos grandes ros e lagos, e
de pequea cabotagem, eram das que auicilavam
justos queiiumes.
O decreto n. 1630 de 16 da agosto do auoo pas-
sado modificou essas dispoirjoee aapajando o praio
das matriculas a seis mezes ; a conviria dispensar de
sementante formalidada a aaveaajAo dos grandes
ros e lagoas, por ser uma oavegajAo toda iole-
riur.
0 mesmo regulamenlo foi addiciooaJo pelo de-
creto n. 1719 de 23 de Janeiro do correle aono,
habilitando os capilAes a melhor manler a polica
dos respectivos portos.
Todas as capitanas requeren) providencias leo-
denles ao desempeoho de suas attrbuijoes, mas,
como em grande parte dependan) lias do executivo
ir.iu seudo opportunameute dadai.
Do poder legislativo depende porm o dar uma
organisajo menos anmala as secretarias das capi-
tauias em ordem a que os.'empregados, que eoad-
juvam os lecretarioi, nao sejam mer agen|e9 de,_
las, a a coraclar os abusos ou ai qoeixas de abasos,
a que da lagar a prcepcao de emolumentos ; os
quaei arrecadados por coala da Tazedda chegariam
para pagar a lodos os empregados, a aliviana a na-
vegajo de grandes peas.
Censo martimo.
Dos mappasP al Zposto que imperfeilos, fa-
reis uma idea da navegajio estrangeira e da iiacio-
Hi, pelas cinbarcajet empregados uai viaageni
de lougo curso, ua cabotagem, na pescara e 110 tra-
fico dos portes e rios ; e bem aasim do seu pes-
soal.
Pos referidos mappas deduzem-se os seguintes
resultados.
. tumi de 1855.
Par.
Fmli.11 cienes :
De cabolageir,.
Do trillen dos
De pescaiia .
porlos e ros.
26
860
21
Pessoal :
De cabotagem.....
Do trafico dos porlos a rios.
De pescara......
Maranli.io.
Emliarcajoes
907
438
2.304
25
2.767
De longo curso...... 3
De cabotagem. . 90
Do Iralico dos portos e rios. . 578
De pescara........ 231
839
Pessoal :
De longo curso...... 289
De cabotagem. '...... 803
Do trafico dos portos e 1 los. . 300
De pescarie....... 17
1.499
Pernambuco.
Embareajes :
De loogo curso...... 3
De cabotagem. ..... 51
Do trafico dos portos a rios. . 880
731
1.665
Pessoal:
97
I.IOU
Do trafico dos porlos a rios. . 1.804
De pescara....... 737
Do trafico dos
De pescara .
Pessoal :
De longo curso.
De cabotagem.
Do trafico dos
De pescara. .
porlos e tioi.
porlos e rios.
Embarcajes :
Da cabotagem.
Do Iralico dos
De pescoria. .
Pessoal:
De cabotagem.
Do trafico dos
De pescara. -.
Alagoas.
porlos e riosl
portos e rios.
Baha.
Sei quanto le devo, e nAo le esquecerei.
Oh meu charo, se queres ser reeonhecido
lens agora uma bella occasiao. Descobri tambera um
casamento de nuro.
Apre! enlao ba para todos".'
Um negocio maguilco !... Cornejo lambem a
galantear.
B avo!
O diabo he que sao necessarios cerlos adian-
lamentos, ramalheles, brindes, e estou raomenla-
neamciilc sem viniera.
Eu linha-te por mais abastado.
No me pagain minhas rendas. Alt! meu cha-
ro amigo, o co te preserve de ter nunca rendeiros !
Qucre doheiro ? Es aqui.
Duzenlos francos! Que farei com duzenlos
francos?
NAo se compran) poucos ramalheles com essa
somma ; mas se precisas de quinhenlos volla ao meio-
dia que l'os darei.
Meu olan.simo, vejo com dor que estamos
bem looge da conla. Se queres servir-me deves cm-
prestar-me dez notas de mil.
Para teus ramalheles'.1
Para meus ramalheles, c para oulra cousa.
Iteccasde mim ".' NAo valho dez mil francas'.'
Nao le agasles, vou dizer-le a verdade. Sabes
que pusso casar-me de um inomenln a oulro. An-
iiunciei ciucoeula mil francos ; se Mr. Caillard nao
adiar a coula exacta dar grandes gritos.
Tu Ihe apresenlaias meu titulo.
Eis o que muda a these. Al)! se me das um
titulo, nao lenho mais que objeclar. Onde silo las
propriedades?
Umahypolheca! OH! d-se hvpoiheca a um
aturarla ; mas en pensara que entre amigos bastara
uma ataigaalura. Ollerejo-le rainba asignatura I
Mullo obrigado !
Recusas t
Positivamente.
Nao subes o que pode acontecer?
Embareajes :
De loogo curso......
De cabolagem......
Do trafico dos porlos e rios.
De pescara.......
Pessoal :
De lougo curso '.....
De cabolagem......
Do trafico dos portos e rios.
De pescara.-......
Rio da Janeiro.
ErabarcajAes :
De longo curso.....
De cabolagem......
3.738
25
915
223
1.193
359
614
748
1.721
II
437
1.737
1.168
3.656.
202
2.211
1.877
3.851
11.141
:I8
371
S. Paulo.
Emhareajoes :
De longo corso. .
De cabolagem.....
Do trafico dos porlos e rios.
De paseana.......
Pessoal :
De longo curso.....
De cabolagem......
Do Iralico dos porlos e rios.
De pescara.......
Paran.
Embarcajoes :
De longo curso......
De cabolagem......
Do trafico dos |Mirlos e rios.
De pescara.......
Pessoal :
De longo curso.....
De cabotagem. .....
Do trafico do portos e, ros.
De pescara.......
1 Santa Catharina.
Embarcajes :
De longo curso.....
De raboUgem......
Do trafico dos porlos e rios.
De pescara......
Pessoal :
De longo corso. .
De cabolagem. .
Do Iralico dos iwrlos
De pescara .
Rio Grande do Sal.
Embarcajoes :
De longo eurso. .
De cabolagem.......
Do trafico dos porto, e rios. .
De pescara.......
Pessoal :
De longo curso......
De cahnlagera.......
Da trafico dos porlus a ros. .
De pescara......
Resumo das dez provincias.
Embarcajes :
De longo curso.....
De cabolagem.......
Do trafico dos porlos e rios. .
De pescara.......
Pessoal :
De longo curso. ..'...
De cabolagem.....
Do trafico de porlos e rios.
De pescara......
1.387
1.195
2.991
648
9.752
3.501
1.888
15.789
1
186
1
87
275
17
548
4
178
De longo curso. .
De cabolagem .
Do trafico dos porlos.
De pescara. .
mais
mais
mais
mais
43
385
371
93
717
12
11
46
30
100
116
87
91
:
1
170
118
34
323
9
880
207
70
1.166
4
258
1.000
195
1.457
58
1.172
1.051
170
2.151
76
1.561
7.550
' 13.102
1.221
16.836
15.156
8.057
No periodo de 1853 a 1855, iilo he
idos annos, dao os mappas existentes os
resallados comparativos.
Para.
Embarcarots :
41.273
nos tres ulli.
seguintes
Seja o que for !
leu casamento linda nao esl concluido.
tluedizes?
Dou-te viole e qualro horas de redes,o. Se
amanhaa...
O pintor nao oavio mais. Abri a porta, agarrou
a Chingru pelo- lioinbros, e lanjou-o horisoutal-
iiicut" sobre nm canleiro de horlencias, que 11A0 po-
deram mais levaular-se.
III
Mr. Caillard rompeu em lamentajoes depois da re-
tirada dos amigos. A filha e a irmaa o consolaran).
Que mal ha nisso'.' dizia veHia madcnioisel-
la Caillard. Cedo ou tarde havas de annuociar-lhes
o casamento.
Qual casamento ?
O meu, reipondeu Rosala.
Fallas come se elle ja eslivesse feto. Nao te-
mes nada !
Fura preciso ser mui medrosa para temer a fe-
licidade.
E0IA0 ama a esse joven artista'.' | O velho
pronuncala osle nome com cerla repugnancia. )
Creio aina-lo de lodo a meu corajAo.
N'Ao basta crer, be preciso ler certeza. Reflec-
te aiuda, pesa bem o pro e o vontra.
Ja peaci ludo, meu pai.
Nao senles a necessidade de recolber-te um
mez oo dona antes de um aclo lAo importante.
Ha vinle e cinco annos c Ires mezes que me
recollin, meu hora pai.
Oh que inenioice I Se elTecluar-se esse casa-
mento, has de assignar-me primeiramenle uma dp-
clarajao liolngrapha, islo be, iiileiramonte escripia
por ti era como es tu que queres casar com Mr.
tourneur.
Assignarei com ambas as mAos, meu pai.
Assim miiiba responsabilidade firar salva, e
se no lim de dez anuos vieres dzer-me : Porque ca-
sou-tneViLc.com um arlisla? eu te responder!
ne caoolagem..... menos. 161
Do trafico dos porlos e rios. mais. 105
menos. 88
Augmento 153
Pessoal:
De cabolagem. , menos 989
Do Iralico dos portos e rios. maii 1.307
De pescara..... menos .308
Augmento. . 60
Maranhao.
Embarcajes :
De longo curso . menos -i
De cabotagem. . menos 1
Do Iralico dos portos e rio. maii 6
De pescara, nao houve allerajao

Augmento. 3
Pessoal :
De longo curso. . menos 26
De cabotagem. . mais 98
Do trafico dos porlos e rios. mais 84
De pescara...... menos 16
Augmento. . . 110
Pernambuco
Embarcajes :
De longo curso, uao houve a lerajao
De cabolagem .... menos )
Do trafico dos porlos a ros. mais 123
De pescara. . menos 123
Augmento. .
Alagoas.
Embarcajoes :
Da eabolagem.....menos
Do trafico dos portoa e rios. mais
De pescara, nao houve allerajao
Augmento. .
Pessoal
De cabotagem.....menos
Do trafico dos porlos e rios. mais
De pescarla......rodli
DillllllUie.'in. .
Babia.
Embarcajoei:
De longo curso.....menos
De cabolagem.....mais
Do Iralico dos porlos e rios. man
De pescara......mais
Augmento. .
Pessoal :
De loogo curso.....menos
De cabotagem.....mais
Do trafico dos porlos e rios. mais
De pescara......mais
892
111
119
334
281
11
42
I
25
269
393
Aogmenlo ..
Ro de Janeiro.
Embarcajoes :
De loogo curso.....mais
De cabotagem......mais
Do trafico dos portos e rios. mais
De pescara......mais
Augmento.....
I'a--na I :
De longo corso.....mais
De cabotagem.....mais
Do trafico dos portos e ros.* mais
De pescara......meos
Augmento. .
S. Paulo.
Embarcajes:
De longo curso. .... mais
De cabolagem .... mais
Do Iralico dos porlos e rios. mais
De pescara, nAo houve allerajao
Augmento. .
Pessoal :
De longo curso.....mais
De cabolagem.....mais
Do trafico dos porlos e rios. mais
De pescara......mais
Augmento. .
Paran.
Embarcajoes :
De lougo eurso.....
De cabolagem.....
Do trafico dos portos c ros.
De pescara......
Augmento. .
Pessoal :
De lo.-'go cursu.....
De cabolagem.....
Do trafico des porlos e rios.
De pescara......
Augmento. .
Santa Cathariod.
Emnarcajea:
De longo curso. ....
De cabotagem.....
Do Iralico dos porlos e r-ws.
De pescara. .
Augmento. .
Pessoal :
De longo corso.....mais
De eabolagem.....mais
Do trafico dos porlos e ros, mais
De pescara......mais
696
3
174
2.17
9.116
.S66
2
8
45
24
39
54
42
106
29
I.
163
1
16t>
17
524
mais
mais
mais
mais
man.
mais
mais
mais
mais
mais
mais
mais
Augmento, .
Rio graude do Sul.
Embarcajoes :
5S9
1
26
6
35
78
4-1
41
6
159
1
1
II
1
w
9
13
22
>3
47
Pessoal :
DiminuijAo.
t'e lougo curso. , menos 9
De cabotagem .... . mais 216
Do trafico* dos porlos e rios menos j09
De pescara..... menos 119
DiminuijAo 414
Pessoal:
De longo cuno. . menos 3
De cabolagem .... . mais 604
Do trafico dos portos e rios menos 1,138
De pescara..... menos 72
DiminuijAo 600
Resumo geral das 10 provincias.
Embarcajes:
De longo curso. . mais 1
De cabotagem .... mais 146
Do trafico dos portos e rios mais 496
De peleara...... mais 94
Augmento. 737
Pessoal:
De longo curso , majs 154
De cabolagem .... mais 573
Do trafico dos partos e rios. mais 3,263
Ee pescara..... mais 1,731
com a prova na mAo : Porque tu mesma oquizesle '
Nao me queixarei, meu nai. Mas que Ihe fize-
ram os pobres arlislas para Vine, julga-los lAo mal *
Elles formam uma classe lora da sociedade.
Coniprehendo os fabrcame que produzem, os ne-
gociantes que venden), os soldados qua Ilustrara leu
pait, os funeciouarios que o admiuislram. O arlisla
est fra de ludo ; os Romanos, nossosaulepassados
nAo faziaui caso delles, consideravam-nos como uma
superfelacao do corpo social.
Oh! que palavrAo Para que he que o pobre
IITinque fecha-se na officioa com soai telas c seus
ptnceis'.'
Para fazer quadros.
I.ogo, he fabricante. Um pintor he um fabri-
cante de quadros. Seus producios sAo telas pintadas,
assim como os de Mr. Cotinel eram viseiras de ca-
pacetes !
Sao cousas mui diffareotes!
Coovenho. E que faz elle quando acaba nm
quadro? guarda-oem armazem.'
Nao, vende-o.
JivVmc.! elle vende seus producios, suai
mercadorias; logo be nogociaute!
1 l u jogas de palavras.
NAo, senhor ; raciorino. E quanlo elle liver
leik) eem oliras primorosas, que dir o publico? Di-
r : Pars boura-se de (er dado nascimeiito ao cele-
bre llenrique Tourneur, cujos quadros lem humi-
lliado a velba llullanda, e illuslrsdo a Franca mo-
derna. Isao vale bem unas dragonas de segundo le-
iicnte. Elle ser condecorado daqui a dous anno, o
ministro aasim lli'u prometan.: que emende Vine,
pela gloria?
Fallas debalde, nAo he...
NAo Ihe p, 1 team uma s\ Italia, e Vine ouv-
r ludo. I'allou-ine de funeciouarios I mas llenri-
que he de/, ve/.es mais fuurciniiario do que Vine.!
~ Ali I eu quizera ver isso.
-^ O que he um funcionario .' Um Montera em-
I
Augmento. 3,721
Melhoramentoi de portos.
Porto de* Pernambuco.
No orjamento vigente foram contempladas as obras
pregado no servijo do Eslado ; quanto maior he o
pagamento, mais funecionario he. E qnaudo llenri-
que recebe uma eucnmmeoda do ministerio, que
oceupa-o durante um anno, esla ou Bato empregado
no servijo do Estado ? E quando uo lim do aono
ai ao Ibesouro perceber 40,000 franco nao he dez
vetee mais funecionario do que Vmc. que ao perce-
To|linha! isso prova ?...
Que Vmc. deve casar-me com o meu charo
llenrique, se qoer que eu me despose ao mesmo
lempo com um fabrcame, um mercader e um fune-
cionario !
Mas. tenho eu lempo para casar-la ? Devo tra-
tar primeramente dos meas terrenos : falla-se em
fundar ama cidade fabril. Vi a lista da commissao
de adminslrajao : Ires homens excellenles. Manda-
ran) pronor-me por um de meus chafes um milhAo
sobre a mesa, e um terreno para edificar com dez
metros de frente e qunze de fundo. He bailo nego-
cio ; que devo fazer 7
Aceitar, visto qoe he helio negocio.
Mas, no lim de dez annos seria muilo melhor !
Mas, no lint de eem annos seria magnifico! He
verdade, meu pai, que tiem Vmc. uem eu puderia-
inos aprovcilar.
Tudo isso qucba-iue a rabeja. Boa noile, vou
deilar-tne.
Sem decidir nada, meu pai?
A o 'iie d.i conselliu.
O hora velho dormio como de ordinario profunda
e ruidosamente, e seus roncos asiemclhavain-se, ora
aos ribombos longnquos do trnvAn, ora ao rodar de
uma carruagem sobre ponle. Ha nelle duas cousas
que os cuidados nunca poderam roubar-lhe : o ap-
pelile e o soinno. Sabio para a reparlicAo mais ir-
resoluto do que nunca, e levando por laslro uma ti-
gelada de caf com urna libra de pAo. Chegra ape-
llas i rua de Saiol Laare, quando a filha e a rmAa
ouvir.iiu um furmdavel loque de siuet.i. Rosala cor-
reu porla gritando :
do melboramento do porto de Pernambuco com a
verba de 80:0005.
As desperas verificadas al Janeiro mootavam
56:8205132, calcolando-se que ler-ae-ha a despen-
der al o lim do eiercicio 66:2905154, ou o total de
123:1105286 ; miis do que o volado 43:1105286.
Com a entrada do novo anno financeiro achar-saf-
ha o governo habilitado com o crdito do artigo 16
S 1 da lei n. 840 de 15 de selembro do anno passa-
do a dar maior desenvolvimento s referidas obras
como conven), para que se nAo damnifiquen) ou inu-
lilisem as ja feitas, e se offerejam ao eommercio
e navegado as facilidades de que carecen), e ao
Eslado um augmento de renda, que dahi resnl-
lara.
Sao reclamados como mais urgentes um vapor de
reboque, utna nova barea de escavajao, a embarca-
jes miudas para transporte das aras extrahidas, o
que Indo foi orjado em 1511:7515600.
Nem a quadra calamitosa por que passamos per-
mllia emprehender obras, que demaodasaem grande
emprego de bracos, uem por coula do correte exer-
cicie podiam ellas sar coraejadas sem sensivel dese-
quilibrio dos crditos concedidos para ai despezas
da marinha.
Entretanto dei ordem para que se pro mptificaise
ovaporaUrauia, que servir de rebocador em-
quaulo se couslrue um novo vapor, cuja despeza se-
ra autorisada, assim como das embarcajoes miadas
ou bateles, em julho prximo.
Depende porm actualmente a resolujAo da novas
despezas, da que o governo liver de lomar res-
peilo de um novo plano, ou anles de algumas alte-
rajes do plano em execujo, expostas em uraa me-
moria impressa em Londres e apreseotada pelos eo-
geoheros Hsory Law a John Bloanl, sendo o go-
veruo informado de que ama companhia parti-
cular prope-se a tomar as ditas obras por am-
preza, e executa-lai segundo o novo plano e orja-
mento.
O governo commetlau o ame desla malaria ao
engenheiro Neale, e a resolver com aquella made-
rera de que he digna era lodo sentido.
Enunciar um juizo antes que os homeus da scien-
cia bajara dado o seu, seria preciplajAo;mas, ao que
parece, o novo projecto rene vaolagens incoutesta-
veis, ao menos sob algumas relajes.
Desejando qua o governo tivesse tempre em villa
a fiel execujAo desla obra, era que se ha despendido,
e serAo ainda despeudidas centenas de conloa, e se
achasse habilitado a decidir a respailo de qualquer
allerajAo reputada til, ordenei que se collgisse lu-
do quaoto houvesse occorrido desde o teu cornejo ; a
poslo que o trabalho, que jduto a este relalorio, o-
fereja grandes lacunas e tmperfeijdes, servir com-
ludo de poni de partida para a confeejao de oulro
mais completo.
Ao referido documento vai anuexo um qoadro das
despezas felas com as ditas obras desde o aooo de
1838 at Janeiro do correle, as quaes montara a
812:6055855.
Porto do i?i'a Grande do Sul.
Para effeito de examinar o estado da barra e porto
do Rio Grauda do Sul, e depois dos indispaosaveis
esludos, proporas obras de que fossem suicepliveis,
commissionou o ministerio da mariulia au lente
coronel Ricardo Jos Gomes Jardim, oflicial de eu-
genheiros, que se lem applicado com eipeeialidade
este ramo de engenhsria.
O seu parecer cousta do documento que acharis
junio, e neiihuma razan ha para que o nAo tomemos
como base dos melliorametilos, da que he suscepti-
v ?! o porto do Rio Grande.
As conclusoes que o dito engenheiro tira dos eia-
mes a que procedeu sao :
1.a tjuc deveni repular-se inexeqaiveil, e senao
mais nocivas do que uteis, quaesquer cooslrucjoes
de pedra ou de madeira no intuito de prolon-
gar o leito do rio, ou de dar maior forja a cor-
rele :
2. Que para denlro dos ponlaes, aemellianles
ronstrucjes, com o lira de canalisar o rio ou fixar-
Ihe o leito perlo da embocadura, poderiam na ver-
dade concorrer depois das mudanjas, qoe as veze
acoatecem na barra, para profundar-lhe novamau-
te o canal, mas nao evitariam essas mudaiif as, nem
as lomaran: menos (requemes; e dentis ellas em
pedra seriara inexequiveis, e em madeira leriam
pouca seguranja e exigiran) concerlos e reparajoes
rauilas veres tmpraticaveis, e sempre moilissiaio dis-
pendiosas.
3.a (le convm qoe um vapor do governo seja
sempre conservado uo servijo da barra, com exclu-
sAo de rebocadores particulares, pnvidenciando-se
para que nos casos evanluaes de iutcrrupjau no ser-
vijo do rebocador da praticagem,algum oulro da ma-
rinha de guerra, ou frelado pelo governo e de sulli-
ciente forja va logo substitui-lo.
4.' Que convm ensaiar-se como meio de ajudar
a aejao natural das crrenles pira profundar a bar-
ra, a grade ou raspador hydraulico de que se fez us
na entrada do rio Mersev em 1849; ou ontro qual-
quer apparelho desta especie mais aperfeicsiado,
servindo-lhe de motor nis vasantes da mar o mos-
mo vapor de reboque.
5.' Que lie urgente, para obstar a qua o ro as
ultimas quatro e raeia milhas do seu curso, continua
a desviar-se aoSU, e para diminuir ao mesmo lem-
po a quaotidade de arca que elle accarreta, qve se
fixem ai dunas do liltural por meio de plaolajes
apropriadas, e se dirijan) para a coila do mar as di-
versas correles e corregos, que trazem aras para a
margem NE na occasiao das chavas; assim como re-
mover com o auxilio da barca de escavajao o bai-
xio que existe na bocea do sacco da Mangueira, e
prohibir efficarmenle que as arcas dos comoros da
S. .1 o.i' do Norte, e as provenientes de quaesquer aa-
cavajes, continuem a ser laucadas o'agua, como se
tem pralicado.
-r Aconleceu alguma cousa a meu pai!
A' porla eslava Mr. de Chingru abotoado al ao
pescojo, coro graode ar de importante disee.10. Koi
recebido : Rosala e a lia eslavam sempre vestidas
desde as oito lloras da maohaa, como as provincias.
A'a nove horas liuham desapparecido os vestigios do
almojo, e a sala de jantar transformava-se em sala
de costura. ,
Perdoem-me, seuhoras, disse Chingru, se in-
commodo-as a taes horas; mas venbo curoprir um
dever de hoiuem honrado. -Fui eu que Irouxe aqu a
Mr. llenrique Tourneur por occasiao de um terreno,
que elle prelendia comprar : oxal chegoe eu a lem-
po para impedir as conseqnencias de minha impru-
dencia !
Ei-a, explique-se, senhor, disse Rosala.
A senhnra be teslemooha de que sempre elo-
jiei a Mr. Tourneur.
Sim, senhor ; que mais?
Eu diise que Tourneur era arlisla de talento,
linha escolente eorajao, e era o que nos ootros ho-
mens dados ao pra/er chamamosbom rapaz. Eo jul-
gava-o como enmatada, e minha opiniAn nAo mu-
dou ; mas eu nao sabia que o senhor seu pai linha
outras ideas, c quena casar a Vmc. com elle. Orla-
mente eu nao Ihe loria clamado : ti NAo quaira, elle
be indiguu de sua mAo, Vmc. se arrepender de-
pois! n nao, nao sou capaz de enxovalhar a ura ami-
go. Mas ler-lhe-hia dito brandameute em seu inte-
resse : Eis-aqui o obstculo ; ha mulberes qoe se
asMislariam. ha outras que crenam que nAo he na-
da ; toca a Vmc. ver sequer travar a lula com esaa
pessoa, e a lembranca de ama longa uniAo, e os pe-
nbores reciproco, e lado o mais que se segae. Se
espera ser mais forle, case-se!
Apeuas Mr. de Chingru fallou, colheu os fruclos
do seu discurso. As lacrimas nao cahiram dos olhos
de Rosala, sallaran) diante della como lauca Jas por
uma forja invsivel, mas isso durou um instante.
A corajosa rapariga cooteve sua dor, e disse :
ILEGIVEL


DltRiD DE PERMMBUCO S XTA MM l QE JUNHO M 1856
l..a Ooe se adopte,
qne o gjverau jal
cun ns muilai.c,ns e alteracles
cj uveuicutes. daudo-so-Ihei
ln.| a publicidade. a tabella de -isnes que ja lu
propsSta.
I.1 Que a oigaui-acjo i\\\ pessoal da praticagem,
... ui| i -i..... do sea inalori.it B meios auxiliare-, -
,am melliorados, segundo o projeeto le regulumento
presentado pelo capilao do porto, com as mndilica-
ees quo propon e o goveruo ooleiider, addicionau-
do-se aos meios auxiliare um jugo de camelos ou
ponloes de fraudes dimenses, aproprados para
seren ajustados c ligados por roco de cabos acs
navios, fozendo-os emorgir, e demandar meos
agua.
Pono do Marauko.
Os mclhorauenlos encelados ueste porto consisten!
umcaineiite na desubsli uccao de algumat comas ou
I. nv- de arca, que mais o damnificara, einpeegan-
do-se no servico urna barca do escavaco. impropria
para elle, pela m na coiistrurrao.
Por algum lempo pararam os Iraballios por neces-
Mlar .1 barca de ser fabricada, leudo comecailu a
luncciouar novamenle cni T de marco panado na
peala da coroa creada do uMupena a rumo de
leste, e que demora au tul da coma de .Minerva,
.....seguio extinguir a inaior parle da mencionada
coroa, ouJe ha preseiileinente o fundo de lia l5
|.es.
Apc/.ir da uliiidade que presta ao parto a dita
barca de escavaco, coniludo nao estando ronsigoado
ein plano algum otYStaata, que datera ser adoptado
no luelhoranienlo do porto, o servido lia de ue-
cessariaiueule resentir-se da falla de ueio e or-
deni.
Empri lien.li'i obraa -ein planos c orra-nenlus pre-
vios lie mm mameuic arriscado e prejudicial.
A despera cam a barca da escavaco e cuoslruc-
c.io de baleltes para auxilicr o servido da mesma
barca, que excede < Iiuiiki-iiii,), mandou-se ra-
zar, parle pela verba Purea naval c parle
pela verba Material por cenia do municipio da
corle.
[Contttmar-te-ha,)
&OVERNO DA PROVINCIA.
Expedirme da da 1!) de jnnbo.
Oflicio-.Vo Eira, enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario do Brasil em Franca.Te-
nho a houra de aecusar a recepoAo do oflicin de V.
K\c. do I." de malo ultimo, em que V. Exc. pede
autonsacAo para levar a effeiloo ronlralu das irniAas
de raridade, para a qual o meu anleccs-or bavia
concedido a V. Exc. plenos poderes em oflicio que
Ihe diriga em 22 de marco panado.
Se meu predecessor .leposilava inloira eonfianea
em \r. Exc, he manifesi.i que maior.se be possivel,
deve anda ser a nimba, e por lano ale me parece
intil repetir o que elle ja disse, que todas as
ideas de V. Etc. lo aceita e approvadas por erta
presidencia, e que ella s lem a rogar a promplidlo
na solucAo desle oegocta.
Approveilo o entejo para renovar a V. Exc. as
proteslacoes de minba dlMlBCta considerarlo e es-
lima.
DitoAo Em. inareclial comniandanlo das ar-
mas, transmillinilo por copia o aviso circular da re-
partirn da guerra de 5 do corrate, determinando
que, o> olliciaes do excrcito usem de capotea lias
lormalui.is tm que as praeas de prel o usarem nos
da* ebnvose*.
I'iloAo inesmo remetiendo copia do aviso do
nmuslerio da guana de Iti de marco ultimo, do
|ual consta que se concedeu dispensa do servico ao
atieres do 1(1." bataihau de infantera Jos Auailaeio
de Canralaa, para esludar o curso de arliiharia na
e-cola militar da corte.
HiloAo mesmo, enviando por copia o aviso da
reparlicao da guerra de !! do crrenle, no qual se
manda dar baixa do servico, visto 1er sido recrulado
illcgalmeule, a Antonio I'ereira de Azevedo, que se
aclia rom prara no 10. batalbaO de inlanlaria.
HiloAo inesmo, Iraiismilliudo eoBI a copia do
aviso do n.misterio da (narra de i do correle, a fe
le ollicio do capilao do 1(1... balalbo de infamara,
Joaquim Xavier de Araujo.
HitoAo inesmo, Irausinillindo por copia o aviso
lo ministerio da guerra de I de maio ultimo, do
. balalhao de infan
lana Augusto Lopes Villas Boas, ohleve uceara
para ir tratar de sua ende na provincia di Baha.
I.oiiiiuuiiicou-se a lliesourariade fazenda.
KiloAo diere de polica, inleirando-o de baver
espedido ordnu a ttMBooraria da fezenda, pura que,
estando nos lermos legaea os recibos e atlCBladoa que
S. Se remeileu, pague a qaanlii de liyfOO r-.. qbc
se despenden cun o fouierimenlo de luzes ao deslu-
ramcnlo da villa de Pao u'Alho. nos mezes de agos-
to a ..i temb.. do auno p. patead*.
Bita \ inesmo, remetiendo copia nao do
aviso .la reparlicao da guerra de l de maio ultimo,
mas lamliem o termo de ohrisarao que assisiiaraui
consignatarios da escuna nacional n Linda no
Rio de Janeiro, para a conducho de vanos artigo)
enviados para o arsenal de gueira com destino a es-
ta provincia e ti lo Rio (randedo Norte, Parahib,
Plena), Ceara e Maranhau.
HiloAo niesino, Irausmillindo por copia o aviso
d".....tislerio da guerra de U do correnle, pelo qual
ae manda abonar ao coronel Jos Maria II.Id n- i
Jacomc da Veiga i'essoa. e ao lenle Jos Ignacio
de Medeiros Kego Mouleiro, as vaiilagens de estado-
maior de :>. classe, em quauto se achaiem na com-
missao de exaue do arsenal de guerra desla pro-
vincia.
ihioAo BnVmo. conmoniciado que, por aviso
lo minisirno ,ia hienda de 9 do correnle, rol con-
cedida a demissao que pedio Agoslinbo Jos de Oli-
vcua do lugar de pralieanke da rcccbcdoiia de ren-
das inleru.is.
Hilo Ao inesmo, d.-clarande, afim de que o U-
;a ooaslar a queiu competir, que com aviso do mi-
nisterio da fazenda de 2(1 de u.aio ultimo, foi remel-
Udo e se aclia n.i Becrelaria da presidencia, o Ululo
pelo qual lie iiome .1.. Miguel Joaquim Mlichado
I reir para o empregn de eoiilim da airandtga des-
la provincia.
Hito Ao ni. -ni,., enviando por co; ia o aviso
la lepanico da guerra de 2 do correte, mandando
que lique sem efleilo o ile l:i de jullio de IS.'ii, na
par- relativa ao desmido que se mandn la/.er no
sol.lo do capil-o JoAo Uaplisla deSoura Braga, para
ludeinnuacao da passag.m de um criado.
Hito Ao cnminandan'e superior da guarda na-
cional do Rio l'ormoso, recommenriando que re-
mella com brevidade, ao lenriile-coronel coinman-
laule a seanndo b.ilalbAo de arlilliaiia da mesma
guarda nacional, una lista de lodos os guardas que
levem cemporo mencionado balalhao, afim de qoe
pa elle racat a dislribuicao .ellas pelas respecli-
vascomiienhias. como Ihe be incumbido pelo dis-
posto no artigo TI das ioslruccoes de 25 de mitubro
fe IK">0, devend expecilicar se nessa lisia as deca-
raees qu" .-.cerca de laes praeas conslarern dos li-
vros de qualificacao.Coinmuuicoii-se ao mencio-
na.lo Icueiite-coroiiel.
Hilo Ao inspector do arsenal de marina, re-
runimcnil.il'.,lo .pie mande entregar ao Ihesoureiro
do patrimonio'dos urplians mai* lies africanas livres,
para seren tmpragados na servico do collegio das
rpli:io*. cando na inlellignicia'dc que urna dcllas
t'tn .1" ir substituir a de nume Maria, queja se a-
chan.lo un mesmn collegio uilo pode alli conliuuar
poi incorrigivel.Coin'iiiunicou-seao referido pr-
ndente.
HitoAo inesmo, dizendo que salisfaca, se nova-
mcnlc for pedida, a onlra parle do fornecimenlo
'pie para a Iripolacao do brigue Copibaribe requisi-
lou a comminac de bygiene publica.
HiloAo curador dos africano*, communicaudo
que, tesando colisin de aviso da reparlicao da jas-
IHadaSi de maio ultimo, se concedeu li-cnc.i .. 1).
ttabriella Erederiea Kibeirode Andrade para trans-
portar a esta provincia o africano livre de nome Ko-
iinio, cojos ser \ icos Ihe Tora ni confiados, alim de ser
mu emprezado no servico do scu lilho o Dr. Jos
Boniracio Ribeiro de Aorada.Igual commonica
cao a m a tbesouraria de fazend.
DitoA cmara mnnicipal do Bonito.Sendo de
ennde conveniencia a ulilidade publica que os en-
lerranicnlos contimiem a ser leitos em cemiterios e
nao nos templos, coinn era cosame al antes da ap
wricao do cholera, bajain Vincs. de, coadjuvados
pelo parodio des-a fregoBSia, promover a creado de
Agradeco-lhe, scnlior, saubosas iutences, nos
Minamos todo. E accrcscenloo para assegurar o ef-
leilo dessa mentira lio evidente.
Mr. Tourneur ccnliou-nos a historia das rela-
e*BS de que Vmc. ralla, e seu zelo nao nos ensiua
nada. Hi-mais ludo e*U desfeile, alo he verdade !
A'sim o creio, senhora, lano mu,mi,, pode se
desfaztr... '
Basta, seuhor ; e se reuhtim oulro dever a
ciiHiprir i> rete maiiaqut...
Eu...se...Vmc. comprebeiule que collncado en-
tre ,i necean lade de bllsr mi de callar-me...
CaUu-sa qosndo dovia rallar, c fallou quando
devia ralar-se. Adeos, senhor.
'oi BflBles termes que Mr
dido.
vo mesmo .lia as qualro horas da (arde Mr. (ail-
lard acabava de guardar as peonas c o caivete,
|o,iii.io ineadlo-lba o eseriptoria urna inulher alta e
bella, grita ido :
Seuhor, elle l,e um montlro En amava-o,
a ni i a.no-o dc,v por elle meo pait, nimba fa-
iilia, e a Ibealro da Saaln, onde era prima 'lmwi.
. !"!''. i""1'',r''""-" abandona-ma com.........
* l,lll"l'"s- '-"'" e lleuriqoeta. He um mon-
ta, senhor. u. nal desalmado. Nao Ihe d sua li-
H.a Meo charo GaiOard. pareces lirmem de bem -.
prmel.e.,e q.,e ,,, ,|. (h,r.,s t,u Elba! Eslo
meu bom bajllaril. comofehende-me bem,
a o franeez, eu mi ,,,'e,, ma| ; ,, be,
Jh PWdiomht. Se elle casar-se, en o am-
>a..ero... m.il.i-lo-hc, cm a molher, inalar-.ne-
hei depois lucendi.re, a igreja, aire! Tazer peni-
jeiftia ero Rortra Jura-,n6 que nao Ihe dars la
Mr. Gaillsrd s-Oren umdrtovio de palavr.it em
qu, o ilalia-io imslurava-e agradavelmenle cora o
irancez. Mmtingnio como ponda esta mnltid.lo da
exclamacoes, s nube que o eu lulero genro seikl-
nra e abandonara a Meilina H.rni. Csasslun como
pode a halla iauonsolaval. o erraran logo o hilh*-
*v..
cemilerioton beneficiaros lugares qoe ale agora leem
servido provisoriamente para ->.e Qin.Oflicioo-se
uesle temido ao mencionado parodio.
Dilirio.Ao Exin. director da tooldads de direi-
lo do r\*cife, commuuican lo que, segondu conslou
.lo aviso do ministerio do imperio, u Dr. Jola Uab-
ne> de Avellar Broten l,n removido do losar de subs-
tituto daquella raculdade, para igual lugar na raeol-
dadedo direilo da Sao Paulo. Pieram-se as on-
lra rommiiiiicacoei.
Hilo. .vo Evin. marechal coinmandaule das ac-
mas, Iransmilliiido por copia o aviso circular da re-
partirlo da guerra de 10 do correte, no qual se de-
clara os vencimenlos que competen] aos voluntario
do exercilo, que leudo acabado o seu lempo conti-
nan! no servico sen engajamento. Coioiaunicou-
se ,i tliesuuraria de fazenda.
Hilo A o mesmo, recommendando que de boje
em diaule cucainiulie direclameule ao desembarga-
dor joil relator da junls de juslica. os processos que
tiverein de ser julgados pela mesma junta. Coin-
monieou-se ao refer! > desembarcador.
Uilo Ao chele ile polica, inteirando-o de baver
transmutada a' Ihesonraria de fazenda |iara screm
pagas, as cuntas que S. S. remellen das desuelas fri-
tas cum a cuii.lurcao para o remil-rio publico do ca-
dver do cholenco Ja El*) da Silva, edevinfecrao
da ca-a em qu elle habitava.
Dita Ao mesmo, declarando qoe espedir or-
dein ..' Ihesuuraria proviuciul, para pasara impor-
tancia dos qualro mezes de alugoel da risa que ser-
vio de quarlel ao destacamento de Sanio Amaro de
Jaboal.io, e que apnrova a deliberarlo que lomou o
delegado daqnells termo de pastar o releiido desla-
cameulo para oulra casa maior, cojo alugnel he de
III? mensae.
Hilo Ao c.i.iini -n l.i.lnr Joao ti inralv. s da Sil-
va diiendo que com aviso do ministerio da fa/.-n.la
de !1 do corrate, loi remettido por copia o decreto
(icio qoal lora S. S. aposeolado no lug.r de inspec-
tor da Ihesuuraria .te raaenda de-ti provincia, sendo
nelle substituido peloaelaal inspector da do Ceara
Joao Baptista de Castro e Silva, cojo decreto de no-
mea{9a existe na secretaria da presidencia.
HitoAo inspector da Ihesonraria de fazenda,
diiendo qoe pelo aviso que remelle por copia, expe-
nela icpariicao da goerra em T do correte, li- I boticarios e o |)r, ('..
S. S. inteirado de ler sido approvada a delibe-1 os lingoados do pora
di.lt
car.
racao que lomou a presidencia, de mandar abonar
(itla lena las ofllcinat do arsenal de suerra, a diarla
de Sil rs. a cada nina das viole praeas de arlices
destinadas ao servico de extinguir incendios.Tam-
bera se curomonjcou ao director do referido arsenal.
HitoAo mesmo. recommen lando a expedir,) de
suas or.lens para que na recbelo; i a de rendas inter-
nas, seja recolhi la, a vista da nota que remelle por
copia, a importancia dos direilos e emolumentos que
ela' t dever o b.icliarel Detuno Augusto Cavaleanti
de Aibuqucrque pela sua reronduefio no logar de
juiz municipal do termo do Bonito. Commanicou-
se ao mencionado bachareJ.
HitAo mesmo, para mandar pasar ao Dr. Vi-
cente Jernimo Wanderlev. a quanlia de ."ilKlc rs,
romo sratili.acao dos servi'cos que presin na co-
marca do l.imoeiro durantes epidemia.
HiloA o mesmo, approvando a arrematarlo que
fe/ o n.tadao francisco de Paula linarque, das Ier-
ras c mais |ierienres da exlincla capaila de Noesa
Senhora do Soccorre, rom a con iieau porm de fi-
car o arrematante restrictamente obrigado i reedifi-
car a mencionada capella, consevando-a semprc
com bmpeza e decencia, e franqueando-a ao rollo
publico.
DiloAo juiz relator da junta de justica, trani-
millindo para ser relatado em sessjo da metmi jun-
ta, o processo verbal do soldado do- 1. balalhao de
artilh.iri.i a |i, Cosme Ferreira da Silva. Parllci-
poo-se ao marerh.ii commandaole das armas.
HitoAo presdeme do conselho admi*ilrativo,
para promover a compra lies objeclos mencionados
na re ic.lo que remelle, os qnana s, necessarios ao
arsenal de guerra.t'izeram-se as necessarias com-
municaees.
Hilo. o inspector do arsenal de marinlia. inlei-
rando-o de havrr expedido as conveniente* ordena
nao so para que se de patsagem para a coi le no va-
por i, l'ocaiilins, ao I-lenle da armada Manad
Antonia \ llal de Oliveira, mas tambera para que
se Ihe paste guia;Deram-se as unlcns nesle sen-
tido.
HileAo rapilo do parlo, Irausmillindo por co-
pia o aviso circular da reparlicn da marinha de 2S
de maio nllii.....no qual sedan providei cas no sen-
Ddo d* vedar nos vaporea da quaesquer rompanhias
de navegsco o oso de flmulas a nandeirasno su-
ropes. ede llmala nos navios mercantes enes
vapores de companhias nao privilegiadas que nao
eslo no ervico do estado.
DiltAo inspector da Iheaouraria provincial, io-
leirando a de hnver elevado a OOaOUO annoaes a
gr..lilicaeso que actoalmenie percebe Braxiliano Ma-
galhaes de Caslro, como amanuense addid da se-
cretaria da presidencia.
HitAo rgedor do (ivmnasio.Hevolvendo in-
cluso o rcquerimcnlo do nrotessor desse cslabcleri-
menlo Antonio Pedro de Flgueiiedo, sobie que
\ me, informoa em ollicio de-l:! do correnle, lenho
a declarar-lhe que devendo resollar economa aos
cofres provinciana em ser o sopplicaiitB admillido a
I. ccionar na udeira de eloquencia b poelica durante
o impedimento do respectivo professor, e sendude
ulilidade no servico dislribuir-se com igualdade os
IraballHH lectivos do Gymnasio por lodosos profes-
sores, alim de que posasm elles bem rumprir as sons
obrisacoes, pode \ nic, anuoir ao que pede o mesmo
snpplieanle no dito reqoerimente, una vez que nao
resulte inconveniente.
HitoA administrarlo dos estabelecinientos de
cari.lade. dizendo que a'visla do aviso que remelle
por copia, nlo |>odem ir para o hospital Pedro II,
os alienados que -e arhaTi no grande hospital de
caridade.
PintaraProrogaudo a prsenle sessao da a*sem-
blca legislativa provincial al lia -2-i do correte.
Commvnicoa-se lliesouraria provincial.
HitaAo agente da companhia da barcas de va-
por, recommen lando que mande dar passagem pi-
ra o corle por ronla do governo no vapor aTocan-
tiiis, ao2- cadete 2* sargento Uarilano Marccilino
da Silva tinimaries, e ao desertor do > balalhao de
srtilharia a pe Hanoel Frallri^co Avellino.Parli
eipou-se
aunas.
corpa, lomar baiiliosalgado e veslir roupt fnova ao
subir para enveta para assin fazer ped empresta-
dos algum lar,lamentos ao brigue barca llamaracti.e
leu o cu dito a cominis-an que me parecia convn
que em tal caso lives-e a marinhagem bailante rou-
|i i |iara maoler limpeza do corpo, e que, leudo ella
por bem da satubndadi publica eligido que a mi
uba niariiiliag ni abaodonasse quanto era seu, devil
ella faier o rurneciinenlo da roupa necessaria para
ser distribuida ; nessa sentida olliciou |ire-ideuto
da cemmissao ao capilao do porto, pedindo-lhe que
me mandassBentregar is;l calca-, 180 camisas, (>
bonetes e () cobertores, como li do ollicio que o
mesmo presidenta leve a delicadexa de me entregar
em mo t aborto ; o capillo do porlo, porem, poz
despache no alto desse oflicio, mandando que pele
almoxarifado se desse so mela le do pedido ; anda
astim racebi no da I i pelo quanto urga que a
minh.i ge ule mudaste a roupa, que tinha mdliada
no corpo por ter sido essa maullan de mulla cbiiva
No da l;l aloeceu mais om gnimcts ; uu da l o
Dr. Pogsi atsisllo a irriga(ao de rhlorureln de cal ;
leve baiva para o hospital mu imperial de primeira
classe, a um armele ; fallecou a ooile furriel.
No da 15 novas irrigacct : late baiva um gru-
mete com dores vagas no corpo. A' lll adoeceram
mais dua* (iracas. A' 1(1 fecharam-se ludas as es-
cotillus do navio ; foi esiendnla na cubera a roupa
e deram-se fumigaedes gazosat de chiuro, o esllve-
ram lapidas as escolilhas ale a da 18, em que aber-
las, eolloraiam-se Ires venlil olores para renovar o
ar no poni e coheila ; e man.Ion a commi-sao que
fosse Ir.insp, riada Inda roupa desinfectada para cor-
vela e logo nclla lavada com agua doce.
Por um bilbelc ua forma do co-lumo neslc porto,
pedan arsenal nina canoa d'agoa para es,e fin ; foi
a canoa d'agua negada, e ate boje me ndo coosla que
livesse despacho nquolle bilbele : era-me preciso sa-
tisfa/.er ao que marcava a couimis-ao para ver se as-
siiii minoravaiu os males da ininlia keolc ; no da
seguinle ao da recosa 111,111,1,.i pela manliAa um es-
caler com alsmis liarris ao cliafari/. e logo que vi
nattar urna canoa d'agua para o brigne barca lia-
mirar, ped a esta que me fornecessa em linas de
baldei.cao a agua que l'os-e possivel e a-s ni cou-esui
a lavagem ,a roupa da marinhagem.
Ilunlem e boje apruseotararo-se nesle brigue dons
que mandn arredar lodos
Impar um por uro, laucan-
do routinuainentc rhlororelo de cal, a guarnilo
v-i razendo esse trabalho debaisn .las vistas dos bo-
ticarios paia ,lepis fazcreui-se nova* desiulicc..;s
mi o quo adiar conveniente a eomraissflo.
Em ronclu-ao durante correnle me/., adoeceram
e foram remettidat p,ra o hospital lli praeas ; mor-
reram duas, liveram alta 7. exislem em ti.llmenlo
> alem deasas pracBt ua noile de 20 o primeiro to-
nenle Jarqnes foi alteado a burdo da corveta de nina
violenta clica,e tratado logo pelo medico de bordo,
amanheccu livre dril* heando-Uie uoicaineiilc o
abatimento provenienle da molestia.
Depois da p.is-.is-m |iara crvela o mal lem dimi-
nuido, e ja houve qualro das seguidos em que oau
tive um doeolc.
A falla de abundancia do asna nolavel a bordo
desla coi vela lem sido ,un mal. por quanto me pri-
va de faaer a marinhagem conservar u maior asseio
do L-urpo rom banlios dola, sendo que nesle porto
sao peri; sis iinos os bullios saleados pelos lbaros
qu apparecem ; apenas consiso a cnsto para beber
e cnzinhar alguna liarris d'agua que posso mandar
um escaler buscar ao cbafariz. e issn liar Ircs e qua-
lro vezes no da, rom que Rea distrada parte da
gente, que p l(|(a estar empregada em oulros Ira-
balhos.
Salisfarjo um imperioso dever de graliiiao, lina-
lisandu esle. rom a declararan de que a romiiu-s.io
le hvgiene lem mostrado a maior solicilude pe i
g'jarmcA,i do brigue CafOaribe.
Deot guarde V. Exc. Bordo do brigue Cap\ba-
rihe surto no mosqueiro de P.-rn imiiuro. -1\ deju-
nlm .le 1836.Illm. e Exm. Si. JoAo Mana Wan-
delkok. chafe de divislo eosnmandanle <\,\ esiacAo
naval.A-sisna.to, Hermenegildo .iiiiom Borona
de AlmtUa, capilao tenente eommsndante.
Esta' conforme. Secretaria da estaetto naval a'
bordo do brigne larca llaiiidracu snriino ino-qnei-
rode Pernambneo, -2 de junbo de 1836. liuzrbio
JotcAnlunet, |iriuiciro leante sicrelarioe aldan-
le ) ordeus.
Illm. e Exm. Se. Encairc-ado por V. Exc. de
nspeciooar o estado aoilario il : froguezia dos Afo-
sados, Monbeca, J boaUo, h lodos os pontos onde
me conslasse que se liana desenvolvido o cbolera-
inoriius, |/,irt no da t do correnle para o sitio da
lorie, mu't! hava elle reapparecido e ah SOUbe
que tinbam ja socenmbido cinc., individuos, r.-t in-
do um gravemente enfermo,i;ue sendo a lempa soc-
corrido, escapau das garras do gangelico cnini-
iilnn!',
Pastando depois a examinar o resto da fregaezia
nformaram-me ler-so dado aigunt rasos nos luga-
res denominados Ibi.ra, e lii.bilibeira ; bavendo
rallecido aqui dons, e alli nm ; em beneficio dos
qoaea nada se pode fazer. por nao lerem conheci-
menlo anda da existencia de um facultativo na-
quelle lugar ; n3o deixando por SSO de la' appare-
rer lano pr indagar iniiucicameiile dooccorrido,
como para fazer as precisas desiufec(G coimecimenlo da iniuhs chegada.
Dep is de algaliadlas de demora gastos no trata-
manto de algumas oniras molestias de que lano sof-
Ira aquella sene, fin a Vanea para ver sjulgar do
scu estado sanitario, e nada encontrando que mere-
cessa a minha estada, regressei de novo para os
A Togados, para continuar a soccorrer a indigencia,
como me linha sido recommendado por V. Exc.
Dal vgni para Muribeca, e dirigindo-me ao en
sciiho tiuararapes onde*fax residencia o subdelega-
do, foi-me por esle dilo arharem-se em boas rii-po-
sicnes sanitarias lodosos pontos de sua rroguszia ;
o que nAo obstante tralei de percorre-los, locando
tm eugeiibo .Novo, sede do povoado, onde reside o
Rvm. vigarie, e de quem livc boas informa cues,
ConeeicBo, Recreio e pontos intermediarios, soccor-
rendo os indigentes, e medicando a pobreta, romo
me psrmitliam a uerasiau e a pequea e especial
ambulancia .ue levava. Islo posto, tralei de seguir
para Jaboatao, e enteiidendo-me rom a auloridade
(lobri
Illm.
I que mora no engenho Sant'Anna, hifnrmon-
Exm. marBchal comniandanle"das!'.!"!?"" ,,"'1"-"os h"br'i, *." JJ*^,
, "u que leve oecasiao de verificar por visitas domicili-
________ I arias a que proced, encontramlo todava doos casos
jderhideriiia.qiie foramimiuediatameole Combatidos,
e Exm. Sr. Transmillinda a V. Exc. a|ealgomaalesoesdo apparelho gastroheptico,
pa junta do ollicio que acabo de receber do com-! "hai unicamenle da inlcmperanra c mu' alimenta
m.ui lacle do brigne Copibaribe, rrcio salisfazcr ao '''" '
que V. Exc. da miro exige na ultima parle de seo i I'reeocliiiln ilesle nimio o expendido no oflicio de
ollicio de 13 Jo rorrele, por quanto nelle est mi- ** I"r- l'alei de retirar-me anda nina vez para os
losares por onde levei iniohas iovesligaet, esps-
cialineiilc no subdelegado interine dos Afogados,
que incansavel no cumprmanto de sbus deveres ja
mai< liesilon em aeompanhar-ma a qualquer parle
onde se li.etsc necessaria miulia |,re-en,_,.
I'..;., dcseulpa sendo teulio satlsfelto, como lalve
desoja \'. Eve. a romroissao de que digoou-se in-
combir-ine; entretanto posso declarar que lenho
faite o qne lie enmpatival com a minha fraca razan
b aponcada inleiligencia ; marchando sempre rom os
principios mala acertados da ciencia que professo, e
o austero Iribunal de ininlia rouscieucia.
Heos guarde a V, E*r. Recifo de Pernambuco
^t de junbo de IS.tG. Illm. e Exm. Si. coosellieiro
Dr. Sergio Teixeira de Macodo, presidente da pro-
vincia. Ur, Jos Auguslo de Sonta Pilaoga,me-
dico em ruinmissao.
"Wfcaea.-^-
COMBIANDO DAS ARMAS.
Quartel general do eonmando das armas de
Permmbucc na cldada do Recito Bm 20 da
Junbo de 1856.
ORHEM DO DA N. ->s;!.
< marechal de eamp, cummaiidanln das armas,
faz rerlo, para os neces-arios fina, que, segundo cons-
tnu dp ollicio, que Ihe loi enderezado pela presiden-
cia, em dala de honlem. n governo de S. M. o Im-
perador foi servido, por aviso do ministerio dos ne-
gocios da guerra de 21 de maio ultimo, conceder li-
eenca para tratar de sua saudc ns provincia da Ba-
bia ao Sr. lenle do segando balalhao do infanta-
ria, alumno da escola de appficarao do exercilo, An-
gosto Lopes Villas-Boas.
lose Joaquim Cnelho.
ouciusa e exactamente relatado o qaa se tein dado
com o rilln uisue. .
Dos guarde a V. Exc. Bordo do brigue barra
llamarae surto no mosqueiro de Pernambneo, -2
de junbo de 1856.Illm. e Exm. Sr. eonselheiro
Sergio Teixeira de Maredo, presidente desla pro-
vincia. Jo,',,, Maria M'anitlkok, chele da divislo
commandaole da estarna naval.
Illm. b Exm. Sr.Em cumprimetllo as orriens de
V. Exc. paseo n relatar o lr*balhosda commiss.lo
de bysiene desde que |ior ordem do Exm. Sr. c n-
selhiiro presidenta da provincia se presenlou a
boi lo desle*brigoe, com declararan do da em que
se declamo o cholera o bordo, seu progresso, eslra-i
gose diiiiinnicAo. Tendo este brigne de limnai o
poiAo principion por levantar os tanques; uu I." do
correnle miz leve baila para o hospital atacado do
cholera um impenal oe primeira rlasse : nos das li
e 1(1 foram sele lauques para o arsenal, oesse mesmo
dia iti fui violentamente atacado CvriUo Jos Vieira,
liil do coromissario, leve baixa para o hospital e
tambcn o furriel do corpo de mueriaes e lies sru-
meles. Aclivou-sa por ordem da V. Exc a limpexa
do pato i ver se asslm cassara o mal que parecia
provh- dellc, e no dia li'dos que se acbavam nessa
fimpez liveram ataques quasi rulminaiiles.uai ma-
rubeiro declase superior, um segundo oiariiilieiro
edous grumetes, que foram immedialaineule envia-
dos para o hospital, e fallecen a Urde n fiel ilo com-
mistado ; nesse da comrouniqiei i V. Exc. que o
mal recrodrscia com a aclividade empregada, e que
pareca conveniente abandonar o navio por algum
tempo, lralando-se seriaSMnla de sua desinreecAo ;
por quanto nao ceda o mal aos metas smpregadoi
por bordo, como fossem caia^ao dacnberla e irr"a-
rrs de chlororelo de etl no porao. >'o dia 1:1 apre-
sentou-se a bordo eommisfin de hygienc e orde-
noii-me V. Exc. que me enlendette rom ella, se-
guiste suas indieaci.s e passasse a minha guarnirlo
pra a crvela CitiSo.
Por exigencia da commitsao leve a guaniir.lo de
abandonar luda sua roupa a bordo do brigue "c de
passar dille para crvela a gente somcnie
de Ubingrn foi despe-
inis, devendo a marinhagem deixar al a roupa do
Afosados, onde encontr) om individuo gravemente
atacado no periodo lgido, o qual aprzar de baver
lomado algomat desee luimrepathicas suceorobio no
fin de duas lloras, combando damelos mais enrgi-
cos de que dispoe a hvgiene c a Iherapeulica.
Entrando agora na analj.se das causas ellicienles
de sem- Ihaiile nagello diroi franca e sincerameule a
\. Exc. que me sao nteirarnente desconhecidas,
leudo todava grande irdluencia como predisponen-
tes a lemperalnra da atmoipbera, c man esudo de
salnbridade.
lie em rerdaJe, collocada m terreno palludoso c
infecto, rom babilacoes peqneilsspeta maior parle,
hmidas e escuras, sem receber o duplo inflcio vi-
vificador do calor o luz ; habitadas asvezes por mais
de .'.uas familias indigentes e deleixadas, alheias to-
talmente as regias mais comrsinhas da bxgiene pu-
blica e privada, a fregoexia dus Afogados pude-se
quasi chamar, sem niedo de errar, un publico ma-
ladouro !
A xisla peis do que ligeiranienlc lenho expendi-
do acciescenlarei que as mellones e mais euersiras
medidas, que V. Ele. pode lomar para obstar o de-
senvohimento do mal sao :
I" Proceder rigorosamente at xisilas domiciliarias,
de que lanos beneficios lem tirado a Europa civil-
sada, e especialmente I.mi,Ircs:
2 Mandar limpar, lavar e raiar lodas et casa?
que etliverem em mae estado.
:!" Orear om ou mais pequeos hospilaes arran-
jados com ludo quanto for preciso para o (ratamen-
te dos iodigEnlet atacados ; autorisando para Mu a
commit-:lo .ie beneficencia de rommom accordo com
o racoltalivo encarregado do servico medico.
Su desle modo podera' V. Exc. tirar bous resolta-
dos pelos seos esforros, e o medico pelo seu zeloc
dedicatlo.
Continnn a permanecer no meu posto de honra.
par ler a meo careo dons cholencos e nutro nimios
doenle-, e as ni Bstarei al quando de nnni precisar
a humaiii lade. e X. Exc. nAu determinar oconlraro.
Antas de terminar ,.s(as pomas linhat he de
nada |justica derlarar a V. Exc. qm- enconlrei o mais
Indo apoto e ledirei.Ao em todas as autoridades dos
le segninle, o qual envin por um cominitsionisla :
a Pars, .'ti de julho de 1833, os qualro horas me-
B nos um qnarto. SenhorAcabo de receber no
o meo escriplurio a visita da Sra. Medina ll.irni ;
nu lenho mai i nada a dizer-lhe. Essa moca pare-
o ce-me inuilo inleressante, e ndosou lAo desalma-
do que queira separa-la do pa de seus filhos.
.. Arceile, senluir, o taslnnaiiho de minha coo-
k sideni;ao mais di-tiurla.Ijai lard.
A assibnalura fra teita com mo de metlre. O
papel era daquelle que o governo manila Miricc.r de
proposito para o uso de suas rcpartires e para a
correspondencia de -cus empresados.
Heorique Tourneur nao reparan em lae parlicn-
larnlade-. \ estiu-se immediatamente, lomou a ben- i l1les"ci'
gala, e corren casa de Meilina, a qual recelieu-o
de bracos aberlos.
das ellelornon a vir. e eucnnlruu sempre a mesma
resposta. lanos espectculos equivalan! a una
despedida formal, Se descerlo a escuda livesse en-
contrado a Mr. de Cliingru, le-lo-hia feiio coi |ie-
dacos. Esrreveu a Mr. tiaillard, depois irm.ia .le-
le ; porm as cartas Ihe foram reenviadas rom aovo
envoltorio.llenrique perdeu a paciencia,* dirisio-SB
ao palacio da justica ao substituto que eslava de ser.
Esle era um linniem de Iriota anuos Iniciado
la idade om lodi 9 os m; slerios da vida parisi-
vico
anta
ensc
Senhor, respoudeu Ihe o magistrado, no he a
primeira ve? que a juslica lem COIllieeiUieuln de laes
kmc
11,1o
uno ,
ellina he iima malher, pequea, loara, alva e
mimosa, ralla o franeez sem neiihum accenlo nois
que lem de eslrear na Opera Cmica em una pe-
ca lie um aclo e lies quadros, obra primoiosa de
Mcxerbeer.
Eslava de roupao bronce, e repeta o allegro de
un pedaco magnifico. Henriqua fes-lhe amargas
qucixat, nas quaes ella nao comprebendeu nada.se-
nao que liuliaiii abasado de sen nome. Nao nube-
da a Mr. de Cliingru, nem a Mr. Uaillard. Adevi-
nlinva bem qoe llenriqne romper cm ella para ca-
sal -se, e linli i boas ra/es para affligir-sa por e*M
casamento, mas de uenhnm modo i-ia querido im-
pe.ii-i.i. A invenefn dos dona filhot enforeceu-a.
Ella indignoii.se por Iba haverem ledo representar
sm o saber o p.ipi-1 da Mraoosina ou da Picarda de
Mr. Poorceangaae. (juiz correr rom llenriqne*casa
de .Mr. (iaillard, c o pintar diflicilmenle poude fa-
zr-la rninprehender que o remedio seria peior do
que u mal.
Salm, lo dalli elle dirigio-se rita de Amslerdam,
arhon porla fechada : a ramilia eslava no tha-
tro, ao menos a serva auim o disse. Hnrante niio
\ -nc. deve ler ouvido fallar .las agencia
i da ensarnamos, cujas machiitaroct lem sido ora to-
leradas, ora reprimidas pelos tribunnes. Alom ias
; casas grandes une publicara seu* prospectos ha urna
classe intarnr de individuo, rujaumea prolisto he
procurar s dotes alojado.: em quinto andar, para
| especular com elles. Associam-se entra si. o formara
companhias imoiiymas, cojo nico rapital be a in-
| triga, cujos rslalulos nunca rur..m publicado*. \ mas
exigem ate dei i>..i ceutn dn iluto, ntras conleiitam-
se com inudico gando ; p irquanln nisso con,,, mi m-
du ha concurrencia. Mr. ds Cliingru, teja qual foi
oseuvedadeiro non- mustmu-e cerlaineutc mu
modralo. Recusada o retrilialrAo que rspeuva
elle manIon ,;i duvida por alguma da anas sociai
ou antes da suas cmplices representar a scena de
que \ me. qiieixa se. Fareiu s por descubrir a artriz
e o actor da la-i mai n be provavol que adie-
mos unta malher sobre a qual Vine, lera lao poacas
informaees, o ain la quamlo fosse nchada, seria mui
dillicil provar a enmplleidade de Chingru.
Voltando snaeasa o pintor arhon a seguinle car
la datada du Havre :
Meu^pohro Tourneur, se en te hr.uvcsse odere-
rido dar-la^WO,OIIO francos, e orna inullier adnravel
por roalrapesp, ler-me-hias posto naoiilem dosrtao-
9es. I'ive i lolice de apresentsr-te o negorin d<- nu-
PORTUtiAL.
Secretaria qertit.
-'. Re|iarticAo.
Discurso do presidenta da cmara dos dignos pares
do reino a S. M. el-rei. por aecasido do anuiver-
sann da oulorga da cari, constitucional da mo-
ii.iiclua (orlugueza.
Senhor O auniversario da oulorsa da caria cons-
titucional da monarchi.i he dia de festividade nacio-
nal, cm que lodos os leaes Portugueses hAo de sem-
pre rummemorar coro viva saudade a gloriosa e in-
mortal memoria ileel-rei, o senhor D. Pedro IV,
auguslo avd de V. M. : bao de sempre celebnr com
jubilo e gratidad a maguanimidada com que esle
glorioso munarcha, apenas succedeu na cora destas
reinos, enmprio aproo ssa que seu aususln pal. o
Sr. U. Joo VI, havia frito solcraoisar a' nardo
portasueza. c nao Ihe fora dado realisar ; hao'de
mostrar justo < profundo reconheeimento a' aabedo-
na e geoerosidada.com que o auguslo dador da caria
ella restauron. e aperleicooii os antisos foros c li-
berdadet nacionaes ; conriliou a mageslade do Ihro-
no com o direilo e jusla liberdada dos cidadaos ; e
laucn os fundamentos mais liberaes e seguros, para
a melfior, mais jusl. e |imspera administradlo do
e-lado.
-Mas boje, que V. M. se digna concratntar-se por
esle fausl.. aniiivertari.i, e primeiro reinado, nao pode a naci deixar de exultar clieia de
jubilo e de justa ufana, por ver occup.ulo felizmen-
te o Himno constitucional por ura rei, cojos emi-
neolus dotes e sublimes virtudes, a nacAo porlugue-
za tan altamente aprecia e xener, c mundo lo lo
admira e aprenda rom fama sinuosa : por um rei
que, segurado sabias doulriuas, e heroicos exem-
plos de scu glorioso avd e augustos pais. he o mais
firme, consienta e sabio defensor da religiito, da jis-
ju;a, da moralidade, bem como das insliUices po-
lticas, e das patrias liberdades oolhorgadas na caria
contlitucioaal da mooarchia.
A cunara dos parea, que leve a sua existencia po-
ltica a' caria constitucional noA pude deixar de se
congratular mais vivamente, e de sentir mais pro-
fundo reroiiheriineiito a sabedoria, magnaninidade,
e heroicos felos do auguslo dador e restaurador da
carta, ueste dia aunivrisario de sua generosa ou-
Ihorga ; ella vem, com a inaior salisfaro aos pes
do Hirnnode V. M render o solemne leslemoiiho
desses seus granelissimos senlimenlos, e ao mesmo
lempo reiterar e ratificar a mais pura e cordial lio
meiiageni do amar, respeito e lidelidadc que ronsa-
sra a V M.. a el-rei, seu auguslo pai, e a io,la a
real familia; e a expressar os fervorosos volot que
dirige ao Todo Poderoso, para que, dignando-se
abencoar e prolcger sempre o Ihrouo conslilucional,
e a augusta psssoa de V. M real rixnaslia, o a
nistiiuices polticasoulhorgadas e juradas, seaus-
menlc, aperfei^oa e '.irme a paz, jusla liberdada,
prosperiJade, e gloria da moaarchia portogueza.
Digne-se V. 11. acreilar benignamente esle tjel
lesleinunbo dos leaes o gralos senlimenlos da cmara
dos |iares.ti., cerdea] pairiarcha, presdeme.
fte*i>o>ta de Sao Mageslade.
Dignos pares do reiuo O da de'hoje he rheio de
roe. rdaedo para a naeao partugueza. Fizaste* just-
ta aos meus s nlimeiilos de sincera affido pelai
instiiuices, que, embora hittoricas em Portugal,
lano cuslaram a restaurar, viudo eongralalar-vos
cnromigo, pelo faci da sua existencia no nosso paiz,
n um leni|iu em que a inuilos esta,los da Europa dif-
licil lem sido escapar s tendencias extremas.
Ao baiii senso do povo porlognez devcinos o bene-
ficio nappreciavel da paz, e'.ia tranquillidade, e
conseguiotemeiite a unido da familia pnrlugueza, re-
tardada pelas sangrentas dlssentoes, stbre as quaes
de ha inuilose devora 1er laucado o veo do esqueci-
menlo. Praza aos ecos peasamus conservar este es-
lado, condicAo ludispensavel para a realisacAo dos
progressos, que o pove, movido pela forra irresis-
livel da eiViliMffio, reclama na sua condico moral
e material.
Escuso recordar-vos, ueste dia festivo, at dores l
as amarguras, pelas qoaes pas'sou o povo porluguez,
Eira rehaver o exercicio dos seus ligiliraos direilos.
scuso fazer ver quaes ai causas de alrazaineulo. 6
de ruina que algeinaram as as|nraces do povo pela
posse daquelks beos, que SBO apanasio de om
povo livre.
Estas grandes licaa de um pastado, infelizmente
uiio rauilo remlo, esloo corlo de qoe sempre as tein
presentes a cmara doslpaies, que coustiiuii;.lu po-
ltica da iiior.archin deve a sua existencia. Etpero
que, na qnalidade de representantes dn na.;,lo, mais
4>arlicularmente da arislocracia do nascimcnlo, do
mrito, e dos serviros, os seus mentores as romprc-
heodam, c as racdilem cunslanleinenle.
N3u ignoris, disucs pares, que a vilahilidade das
insiituicoes publicas depende em grande parle da
la inleiligencia jue dcllas teeui os carpos legisla-
dores, esobreludo da reda applieacaO que dallas ta-
zera ;>- necetsidades sociacs. Ser semprc para niiin
um verdadeiro praier |ioder ver no patriotismo da
cmara dus pares, e na unan dos seus membros, no
detejo de promover o bem desle paiz, a quera mis
lodus devemus o nosso amor, e a nossa vida, as pra-
vas de que ella Coinprehendo a elevada posic.ao, em
que o ausustu dador da caria constitucional a consti-
tuid ua ordem poltica.
Apprscio deviilamenlo os senlimenlos de devocAo,
que a cmara dos pares exprime pelo soberano, e
lela familia real. Conlarei nAu so com esles sent
mentas, como sobretodo com aquellas que a animara
pela clona, e pelo bem da patria.
Discurso do presidente du cmara dos saibores
drpnt'd'js da wiro portuguesa.
Senhor !Pai, ha nula anuos, no dia que boje
se solemnis.i, que o rei magnnimo, e de muilo
sandosa leeordacjlo, esponlaosatnente resliiuio aos
portugueses foros e liberdades, qne Ibes compe-
lan) oolhorgando-lliea a rarta ruusiilucional.
Aclo este que formn O mais bello floro dos
millos, queurnavam sua gloriosa rorna,; r o lois
solido e valioso peuhor a estima e venerac.io iio-
blica. Foi ao iienn-mo do mesmo iininorlal ino-
uaiclia o Sr. D. Pedro IV, auguslo avd de V. M.,
a sua extrema dedicacao por esle |iaiz. pelo qual
sollreo penoso* sacrificios, c duras provaces, que
Ihe devemot mais o resgale daquelle cdigo, o do
rgimen .constitucional, arca de allianct, entre im-
perante e subditas : e pur lao reveanles servicos
o profundo reconheeimento do povo poiluguz,
leal e amante de seus soberanos, .-era nulelevcl era
seos cpraces agradecidos.
Muilo se deve. sem duvida, pela conservadlo do
svatema liberal nossa, nunca nsss chorada, |in-
moira raiuba coiislitucioual, augusta uiAi de V. M.,
a Sra. I). Mara II, a qual o soube e couteguio
mantara Iravl de grandes diflicnldades cora s,.u
animo esforjsdo e varonil, e acrisolado patriotismo;
e muilo tamben) lem cooperado a decidida solici-
tado de S. M. el-rei o Sr. D. Feroaudo por ludo
quanlo seja a bem desla sua | alna adoptiva, que
rom o mais intime c verdtdeiro reconheeimento Ihe
tribua o maior respeilo e cordeal nfleclo.
ira maneira olfereci-te um milliao, do qual 10,000
francos seriara |iara mim. Isso agastau-te; inasxiu-
guei-nie como artista. Achei omciu de persuadir a
.Mr. (iaillard de que eras o |iai de duna meninos, e
o marido ( ou quasi' de urna iiiullier poltica, lie
um gripe de qoe nanea le rntabeleceras, pebre
rourneur. Alas qnamlo me laucaste sobre las
liorlencias, eslava en era leilo ile rosas }
. Chtngru A Companhia.
llcnrique la rasgar o papel ni um momelo de
colera; mas mudando logo de resulucAo disse cora
sigo :
..~. Al!.: ?"'".,'''"'(:ili"-'"' v, feconeiliar-me com
..Ir. (iaillard. Bastar tarta-lo a ler estacarla.
Procuran um grande envoltorio, rechon nelle a
rarta de Cliingru, poz-lhe um sinele com as armas
n M.....' de Lelos, e esle sol.retcri|ilo com bellas
lettras :
_; Mr. Gaillard.arrtirhta uo ministerio...
.'.Ir. (iaillard abri a caria rom a mesma alicncao
rom que tena aberlo um ollicio. A a-i natura de
Chingru picou-lhe a curinsidadc : elle prmeltaraj
-i nii-in reenviai as cartas de tourneur,.. nao asrfe
Chingru. Esso sinsular documento perlurboo-lheo
espirito, .lie aceusoii-se injustira e de crueldade, e
pedio a p rnii.s ,|c ,!, eseriplorio as duas
huras : ua a primeira vez desde nula anuos'
Rosa ia molhoo com nas lagrimas o authographo
de (.uinsrii. e exclammi :
Eu eslava certa disto mesmo, e te \ me lives-c
cridn, tena ouvido a defezadn pobre llenriqne '
Coucordaram em ir na maniota aegointe vizita-ln
Rosala. o pai, e a ta. Es.,, repararlo ||le era .le-
uda. Rosala eslava loera do alegra.
One.'anda o imavas ? perguntou-UiB o pai.
Alais do que nanea. Alguma conta dizia-rae
qoe elle fora caluraniado.
A porta ahrio-se repeolioameole, e a serva ao-
nnnciou a senhora Meilina Bami. Rosala ea la
apenas liveram o lempo ce relirarem-se para o qnar-
to M/mhn. Nao ,e, qne ahj rij7Jim maa (.ren
Fm V. M., senhor, descendentoi berdeiro e suc-
cessor de lio exemplarcs soberanos, dolado de un
ooraca.i superiormente bou loso, de ama alia e pro-
roce inlrlligencia, de vaslissima illuslracan e saber,
n de eximias e raras virtudes, admirado, e estimado
no U/i:/ tura delta, lem luda a oac.io a mais segu-
ra e auspiciosa garautia da eonliauaeJIo do gozo de
seus foros e liberdades, do progreasivo deaeuvolvi-
nieolo e coos. lidacao do rgimen liberal, c dos me-
llioranieuiot inuraes e materiaes, que necessil*.
Netlc iba, poit, memoravel, a cmara dos depu-
lados da afio purlusoeza.cumprodo om dever sa-
grado, felicita a V. M e reitera por esla occasiAo
os seut pruteslut de acalameulo, lealdade, e estima
a V. M., a el-rei o Si. D. Fernando, c a toda a rral
familia, que Heos prospere.
Ilesposta de S. .1/.
Senborea deputadosl A cmara dos depotados,
viudo congratular-se cm o soberano pelo trig-
simo auniversario do dia memoravel, era qoe
Portugal loruou a vlver a vida natural dos povos,
comprehenleii as recordaees que ctse dia encerra.
lu soberano ludir e generoso resinaron ao povo
os foros, que bavia perdido na fetal transformar..!,!
sucial, que acabou cora o XVIII scculo. Compre-
bendeu, que a profunda alterarAo, que os acouleci-
menlos e a ndole da rivilisacao do oosso seculo ha-
viara prodoiido nas relaees entre is elementes
constitutivos ees polticas se trataste a grande levolucao social,
que se linha operado em Iota a Europa. *
O povo porluguez, e os seus rapreaeutantea, dando
ao soberano as provas de sua alleir^ao, recouhecera
que a inonarclna, a esta insliluicAo qne se adapta
a Indas at formas polticas em que se reeonhece a
nccessidale de una auloridade superior, nica, ellet
devem em grande parle o poder gozar dos beneficios
das instituirnos livres.
H elTerlivamenle a monarchia, pondo-se a frente
de urna revotarlo, que pela forca dat cousas, c so-
bro ludo dessa acc'.o irresistivel. qne leude a identi-
ficar a rondiccAo poltica dat nacfies europeas, larde
ou celo se lena operado, conquisto* titules a grata-
dlo do povo.que sempre Ihe a lem letlemiinhadu na-
quellet dias felizes em que ao soberano he dado a-
proximhr-se do seu povoe viver com elle.
O dia de lu.jp soleronisii-o cura igual prazer o so-
berano e o povo, o rico como o pobre. So palacio
romo na ehonpana ha boje um lestemnnho .le loo-
vor e de saudade ao principe Magnnimo que vive
em sloria.
Agradero cmara dos depulados a expresso do
seus leaes tenlimentei, nao sr para comiso, e para
com a familia real, como lambein para cun a uie-
mora dos meus augustos progemlores, cuja perda
lodos lAo sentidamente deploramos.
'Jluoluciio deSettmbro .
Na ceremonia da investidura do marechal Sal-
danha na ordem do Tosi de Ouro, foi observado o
seguinle prosr.inima que Itanscrevemos da Patria :
I. A festividade da reeepejto on investidura da lu-
sisne ordem do Toso de Duro, a favor do duque de
Saldanha, lera lagar no Paca das Necsssidadss : do-
mingo 13 de abril pela hora do meio dia.
2. S. M el-rei o Sr. H. Pedro V. annuindo aos
detejos da sua augusia prima e adiada, a raioh.i de
Haspanha, lera resolvido presidir, em nome desla
soberana, aquella solemnidade, na qual S. M. el-rei
l>. Fernando tanciona, na qualidade de membrn da
ordem do Tosi de (luro. fezer as vazrs de padrinho
do duque de Saldanha.
!. Ni s.la desuada e aderecada para as ceremo-
nias. SS. MM. lomam asseiu.i nal cadeiras reaes de-
baixo do dooel. ao lado direilo do qual llavera urna
credencia, onde era rima de urna lmofada estar
um crucilix.i B um missal aberlo na parle que conli-
ver os Saiiln. Evang-lhot.
i. Para assiftirem a S. M.. c s reremooiat da
festividade, na falla de membros da ordem doToslu
de Ouro, serlo convocados os grA-cruzes das onlras
ordens militares de Despeaba, os grA-crezes -.a or-
deos militares de Portugal, os ministros c secretarios
de estado elleclivos. c os ofliciaes-mores era actual
servico na casa real.
i. Sem convidado n enviado exlraordioario e mi-
nislro pleni|.olenriario de S. M. C. neta corle, para
servir de secretario da ordem do Tosa* de Ouro oes-
la solemnidade, lomando astalo em frente de S.
M. F.
(>. A' hora marcada, o duque de Saldanha. acom-
panhado de lutida c lirilhaolc comitiva, entrara na
sala do paro, immediata a da ceremonia real, onde
para o receber se achara o personagem designado
para servir de secretario da ordem.
i. Mandando S. M. principiar a liinccAo, um dos
gentis-homeni da real cmara, que for por el-rei
nomeado, ira inlroduzir na sala da investidura o
duque de Saldanha, a quem da parle do n.etmo au-
gusta senluir, faro a seguinle allocucao I
S. M. a rainha de llespanlia U.' Isabel II, agra-
cion a V. Exc. com a ordem do Tosi de Ouro, e
coniprazcn ln-se S. M. F. de laucar a V. Exc. em
nome da mesma anguila stnhora, o collar de lio in-
tisne coiiecoiacao, aesim o manda participar a V.
Exc, enearregando-ma de acompanliar a V. Exc.,
alea real pn-seuca ue SS. MM.
S. Felina as tres reverencias do eslxlo, o duque de
Saldanha boijara' a mo de S. M. pala honra qua Ihe
taz da investidura da ordem do losan de Ouro.
!> Em aegoida, o personaoom, que serve de sc-
cretario da ordem, loinaii ,o lugar junio da creden-
cia, aira en. voz clara :
l.a reina c.iluolica. jefe y soberana .lela insigne
ordem del Toisn de Oro, para demonstrar la esli-
macjon que hace de V. ex. y esperando te emple-
ara en el mayor lusire v exaltacin de esta insigne
orden ha elegido a V. ex.' por caballero roofrade
de ella, y anles que reciba V. ex. el collar folla
que declare si esta' armado caballero.
Iti.- Em caso negativo o duque de Saldanha pedi-
r a S. M. a mercedeo armar cavalleiro, ruja ce-
remonia se far do modo" seguinle.
II.- O duque etlribeirn-mur, rccebeinlo do eslri-
beiro-menor, denlro da porta da sala, a espada de
honra descmbaiiibada, a ira' depositar nas maos de
S. M., medanle as devidas reverencias, collocan lo-
se depoit ao laijo do duqne de Saloanha, al lindar
a ceremonia,
1^.' S. M., dando Ircs paocadas com a espada nos
hombros do duqne de Saldanha, Ihe perguolara' :
o (joereit se,- cavalleiro? n
Ketpoodeodn o duque de Saldanha oulras lanas
vezes : Sim, senhor a Continuara' S. SI. di-
zendo :
o Heos, co apostlo Sanio Aodrc, protector da or-
dena, vos facam hom cavalleiro. o
Ao qne o duque de Saldanha dir a Amen.
S. M.. beija a espada, e dao.lo-a a beijar ao do-
que de Saldanha, n enlresara ao duque cslriheirn-
mor,
13.' O duque de Saldanha, fazendo logo reveren-
cia a S. U., te poiAo de joelhos dianle da credencia
COm a roa direila sobre os Evangelhos, e a esquerda
no pe da cruz; e n secretorio da ordem naasara a ler
o seguinle juiamrnto.
o Jora V. Exc. sosiener los derechos del jefe so-
berano de la urden y emplearse cu mantenerla en sn
estado y honra sin consentir padezca diminiiiciou en
cuanto pueda V. Exc, prometiendo onservar religi-
osamente tus eslalulos v ordenaozat en todo lo que
oo sean contraria*a lo que deve e esla obligado en
s"rviciode su ir.agesla.l elrey de Portugal v de los
AJgarves; ni si oponga a tu naciraienlo y rango que
tiene corea de su maoeslad lidelissima ? a
O duque de Saldanha ha de responder : .i Assim
o juro, e assim rae ajude Heos, e lodus os seus san-
ios, n
14. Prestado o juramento, o duque de Saldanha
ajoelhar dianle de S. M.
Nesla s,luacao o duque daTerceira, recebeodo, de
quem fizer as ve/es d^ ihesoureiro da ordem, o col-
lar delta, po-io era unta salva .te |irata sohredoirada,
depositara esla insignia na- mos de S. SI., o qual,
sendo ajudsdo por S. M. el-rei o Sr. D Fernando,
nequalidade d* padrinho do duque de Saldanha,
lli n laucara' a pemeo; e o secrelanu duu entre-
tanto em alta vn/ ;
o l.a orden rerihe a V. Kxc en sn amigtble com-
paoia. en|senal dlo cual os pone esto collar: quizrra
Ulos lo traga V. Exc. muchos anos a honra v gloria
suva. n
O duque de Saldanha responder < Heos rae d
graca para i*so.
S. M. prosecuira dizendo: a Em minie do Padre,
do Filho, e dq Espirito Santo.
13." I.cvar.landose o duque de Saldanha, tara'
reverencia a SS. JIM., e, abracando cada om dos
grA-cruzes abi presentes, acompanhado do gentil-ho-
rnero da real cmara sen introductor, lomara' lugar
al que S. M. ilc esla funrca.i por acabada.
Paco das Nece-sidades, ein II de abril de ISjli.
Rodrigo da Fonseca Mag.illi.ies.
Ha mais de qualro scalos, que este rilu.il foi na-
que er.lre o ouvido de Rosala e a porta da sala fora
dillicil pastar um cabello.
Mr. (iaillard conlemplava rom espanto a verda-
deira Meilina Born. Veio-lhe um instante a idea
i de que era um Conluio formado contra elle, e que
Indos os diat Ihe seria enviada urna nova Meilina
Bami. ('. ndoii em mu lar de habitarlo.
Meilina cnstOU multo a persusdi-lo de que rba-
la>ava-se verdadeiramenle Mollina, que linha dezc-
' nove anuos, qu,. nao era mai de familia, que vivia
enm toa mai, e que nlo violia queixar-se de Mr.
Ileoriquu l'n.nneiir. Etplicoo-lhe queer*sisada,
embora sahi-se do Ibealro de Scala, e enlrasse na
Oliera l'.niinc.i. Disse-lhe que ama actriz pode fa-
zer vizilas, receber mimos, c ler amigos sem compro-
meller nem r compromeltida. Confeasou que
amara a Mr. llcnrique Tourneur, eqneespenra
rasar rom elle ; mas que desde o meado de maio elle
ees-ara todas as sosa vizilas, e terminara relames
que nunca lillliain dcixadode ser honesta-.
Nao Ihe dirri. senhor. accirscentiii ella, que
renunciei sem pesar a- nimbas esiieranras ; man he
nm deslino qne lo.las n devenios esperar. Somos
galanteadas por horaeus moc.. e ricos que nos adiara
asss bellas pira termos .unida- ; ponan que nao
nos .111,1111 -uil: iciiicincnie paracasareincom nosco.
c que quanlo certificara- se de nossa virtude nos
vollam as rostes, e vio rasar com onlra. Eis aqu
justamente a historia de Mr. Tourneur, c como bou-
ve quem contase a Vine, nutra que iiAoaln.ua a elle
nem a mim, romo Vmc. feehou-lhe sua porta, omo
sei que ello esta muilo penalisado, armei-mc >ta eo-
rasera, vim, e espero qoe Vmc. saliera dialinzuir as
inveucoes da calumnia da linguagera da verdade.
Quando Meilina sabio. Rasaba volton para sala.
lena lalve/. preferido que fu-s-m sera ueiihuiu fun-
damenta as mentiras de Chingru ; todava eo nao
joraria quo a visita de Meilina livesse praduzidn
BO efleito sobre olla. Meilina visita alrave/. da
tachadura pareera-lhe mui linda, e ella perdoava
ao pintor te-la amado. Sabia qua tuda ,i rapariga
hluido, cainita boje IB observa, sn com alguna*
modificacf.es no locante a formula a tui-lanci. do
juramento, que por sobtequenlas ad iiees aos esla-
lulos |,run.ii.iiae. M. leu. restrinsidn.
Joigamos, que esle programma, fora feilo a vista
dn livro das Constiluicoea da ordem, que de llet-
panha cosluma vir com o callar.
dem.
' >.-ae*^ -,-. -
COiinxSPONUINcu DO DIABJO DE
PERNAMBUCO.
LISBOA.
ii de maio.
I tendidamente chegou para nt a apoca da prot-
pendade !
Anda bem se nao linha lesolvido parlamenlarraeu-
te a aceitarao do empreslimo dos 13:500 conlos ne-
gociados em Paris pelo Sr. mioi'lro da fazenda, e ja
0 governo recebeu oulra proposta oflereceudn-se-lhe
50 milhr.es de francos.
Mr. Pros! chegou a esta capital nu dia 12, e |o"o
no seguinle foi ao Paco das ^ecessidades, onde leve
a huura de aprcsenlar a S, M. a seguinle propotta :
Sirc.Laj Soussign, Joseph Anloine Alfred Prodj
drecteor de la compagine genrale des caiases d'es-
comple, fondaleur el admiuislralcur de la corapa^-
oi genrale de crdil en fljpagnc, cnanmandeur de
oamerode 1'urdre d'l-.ibelle la calholique.el'.deuieu-
ranl 'a Paris, 41 ru Taitbouit el agissanl laol eo nu
nom pertonnel, que comino Oiredeur de la roiopaguic
genrala des caisses n'escompte ct entres associs,
vient olliciler de rolre inagesl Irs-lidele le droil
do canttituer en Portugal un lablitsemenl decredit
mohilier, avaut une dures de vingl a:-t 'a daler du
Ijonr de l'hoiiiologaiiuii de tes slatnls.
Comino consquence d- l'inslilol.....de ret lablis-
| semcnl de crdil, j'ai l'houneur d'oll'nr au gouvcr-
I fieman! de volr* magest les moyeus d'tablir pour
i le c.im|iio de fetal un r-eau cumpl.-l de voics cr-
| ie-t en Portugal.
Ce reseau ser etabli soil 'a l'aide d'un forfail de-
termin d'un cuminuo accord entre le gouverne-
meiil de volrc magesle el la compagine c mces-ionai-
re, soil 'a l'aide de reiiib.uir.einenl de Iravauv cf-
ferlut.
I.e paieraenl du forfail on I* reraboorseroenl des
Iravaux elleclnt ain n( lien cu fondt poblicS |iorlu-
sais, ,|, m il esl parl ci-apies au cours el avec la
cuiiimission a' determioer.
II serail cree des litros ti p. c ipcialcinent anec-
ies 'a l'ctablissamenlds chemina .te fer de l'tat, et
donl la garanta, Indpeodamment des rassonress
ordlaairea du Portugal, serail. les cheioios de fer
eux-inmes.
Comioe gage de la eonfianea que m'inspire celta
Combinaisoii. j'odre de pren.lie au laux de Sil fr.,
rinquanle millions de franca de re l'od nouveau el
d'en elfecluer le versemeiil soil a Pars au |iair,
son a Liabonne au change du jour et aux poques 'a
deterrainer.
Je prenda en oulre 1'egagemenl daos le cas mi le
snuvernemenl de voire magest lejugerait rouveiia-
ble, de dposer un cantionnement immdiatemenl
aprs I acceplion qu'il aurail fail de mes proposi-
tions, et de plus je prenda 'a ture de complinenl
1 engageinenl dans le cas uu le cniveriiomeul da vo-
ire magest lr verser dans la premiere qoinzaiue qui suivra la ra-
lilicalion legal des propj-iiions, ou* parti notable
du dil empruul des cinquanl nnllions de fr.inct.
Je n'ai pas hesoin, sire, da dir qu'au inoraenl de
la rdaclion des coulials a' paster avec le souvern-
ment de volre magest, je suis dispuso 'a accepter
toutes les mesure eonservalriece des inlrta de vo-
lt* tresor, comme aossi toule loyaie conciirrence
pour dterraincr le cnillre du forlait el les epoques
du reraboursement.
Sire,
je suis de volre magest
1.8 (res hurable el iros letpecleux servileur.
Tiun C(.:.\u.
Senhor.O abano asaignada Jos Aiilonin Alfre-
do Proal, director da companhia ger,il das caixas de
desconlo, rondador e administrador da companhia
seral de crdito era llespanlia, coinuieiidador de
numero da ordem de Isabel a Calholica, ele, domi-
ciliado em Pars, ra Tailbourl o. 11, lano em sen
proprio nome, como director que he da companhia
geral das caixas de descont, e no de oulros associa-
dus. vem solicitar de V. M. F. o direalo do consti-
tuir em Portugal um eslabelecimeoto de crdito mo-
ver, qoe dorara' por vuite anuos, contados do dia
da approvacao dos seas estatutos.
(Ionio coiisequencia deste estabelecinaento de cr-
dito, tcohu a honra de oll'erecer au governo de V
M. os meios para eslaheleccr por ronla do Estado
nina lde ( rseau; completa de caininhos de ferro
em Poilugal.
Esla rede eslabelecer-se-ba per meio de urna ein-
preitada aceordada enirc o governo de V. M. e a
companhia eoncessionaria, ou por embolso dos 1ra-
iiallios realisados.
O pagamento da empreada, ou o embolso dos
Irabalhus elTectuar-se lia em futidos publiios por-
luguezes de que abaixo se falla, conforme o prero
e com a commisslo que se convencionar.
i ara isio crear-se-biam litulus a ti p. c, especi-
alente destinados ao eslnbelerimenlii da eami-
nbos de ferro do oslado, e coja garanta, alera dos
recursos ordinarios de Portugal, scriam os proprios
caminhos de ferro.
Omo om penhor da eonfianea que me in'pira
esla combinacao, ollerern lomar ao prejo de Si
franco*, cineoenta milhr.es de franco desloa novoa
rundes, c reabsar o pagamento ou ein Pars ao par,
ou em Lisboa conforme o cambio desse da, e nas
pocas que se determinaren!.
Alein disto, obrigo-ine no caso em que o governo
de \. M. o jnlgua conveniente, a depositar uma
banca logo depois da acreilaclo das rainlins pro-
postas, e lambein me obrigo, conn. complemento,
no casoem queogovernode V. M. o julgnecoa-
veniente, a entrar, na primeira quinzena qoe se se-
i-uir a' ralilicacAo legal das (impostas, rom uma
parle importante do mencionado emprctlimo de
niiroenla milhocs de franros.
He cscusado, senhor. que eu diga, que no acto
de se redigirem os contratos que lenhi de celebrar
com o governo de V. M.. eu ettou resolvido a ac-
re! lar todas as medidas mantenedoras dos intares-
aea do vosso Ihesouro, assim como qualquer con-
currencia leal sobre a importancia da empreilada
c as pocas do embolso.
He V. M.
Muilo humilde c respeilusu servo.
Como se v esla proposla divide-se em Ires par-
Sa primeira pretende Mr. Prost eslabclecer o Crc-
dilo Movel em Portugal: na segunda oflerece-se a lo-
mar de empreilada lud.s at linhat do camiuhodc
ferro ; e na lerreira fazer o empreslimo.
I.ogo que Mr. Prosl chegou c fez as suas (impos-
tas, a opposic/io rlamoo que ludo islo era mais van-
lajoto para o paiz que tudas as Iransaces entabola-
das pelo Sr. Puntes. Na cmara dus depulados onde
se est discalindo a autonsacAo para o governo po-
der contrahir o empreslimo, foi ,. ministro inlerpel-
lado para declarar >e acceitava ou nao as prapostu
do novo hanqueiro, ao que o mioislro responden que
te Mr. Prosl concordaste em" separa-las, seriara ad-
mitilas a eoncurso com as do CreJil Mohilier, ou
oulras que se appreseniassem.
A vi,ia desla declaracAo, Mr. Prosl esereveu uma
caria ao ministro, declaran tu-lhe que rouvinha em
separar as proponas, mas que detejava conherer o
contando das dos oulros coucurreiiles para haver
igualdade na lleilaclo.
Depois dssla caria' escripia, Mr. Pro-I reliroii-se
|>.ira Aladnd. deixando os .cus plenos poderes au ba-
rio d'Asd para elle poder concluir os ajustes fura o
governo.
Antes de se conhecer o ciiendo desla caria, r.i-
zilo-se por parta de opposi(au grandes ronjerloras,
e |iara as arclarar. o ileputadu Carlos lenlo pergun-
luu na ses-Ao de nontaib, ao ministro da fazenda e
poda dar ronlieciiiienlo della acamara. O minis-
tro fez logo all a leilura dtlla, a qual de-rourerlnu
os seus adversarios, porque suppunham que elle fo-
lia myslerio dola, ou nella se foliara nutras renos-
las anida melhore.t.
Nettes termos, votada agora a aaloiisaco para o
empreslimo, veremos rom quem se contrata, e quem
nos loma os caminhos de ferro, porque o Sr. Puntea
ja doclaron que apenas se linha obrigado para com o
f i cJi Mohilier, a nao oj conceder a nutreni sem se
concluir os estados que Mr. Walier vela fazer a Lis-
boa, c que eslAo ja muilo adianlados.
Eis aqu o que desde a sabida do paquete de II
lem occorrido de polav.l na cmara dos depulados
porque na dos pares apenas lem havido alejantes in-
Urpellaoet de pouca monta.
S. S!. el-rei lem estado recomido com um ataque
de garganta, o que o impossibilitoo de accompanbar
que casa com um hnmem de Irinta c qualro anuos
lem nvsos no pastado, e prefera na lelas fojas:
a mor |iarlc das mulhores raciocinarlo como ella.
Remanecen pelo acerillo de Meilina que dizia a
a verdade,' e que esse amor era Srreprehensivel. Em
lira sabia que destronara a bella Italiana desde u
meado de maio. islo he desde o primeiro olivar.
.Mas Mr. (iaillard recalara em .o la a sua perple-
xid.ule. Nao quena mais ir visitar a Mr. Tourneur,
e ceiisurava a lilha a obstinarlo de sen amor.
Concedo, dizia elle, qus esse linniom sej me-
nos culpado, mas ealanteon as aclri/et, e cetleiro
que l'az um cesto, la/ om o, nlo. ret que le sen
lie!; mas elle abandonan aquella joven Italiana, e
poderia pregar-te a mesma peca. Demnia em quan-
lo nao se vendaren! os terrenos, nao se deve cuidar
nesse casamento.
Quando alguem izi-i iva ptra qne vendette os for-
rnos elle responda :
Mo ha presta ; liei de >cnd-los para dar um
dol a minha lilha. o ella anda nao easoo.
infante H. I.uiz era seu lugar, e rom o meso,,, sequi-
0 rardeai pairiarcha lambem deixou de corana
recer a osle acto por doenle. '"
vi'Vuaw1,Tfc,,r,rmi' M- taMri vi-
va uuqiieza.le It.aganca. com uma ansioa oectons
...(neja ? imnossiMIitau d* a.t.s.ir aotlrimricao
dos premios aos alumnos dos aaylos da i.,fa ,e ,"
valida, taita na sala do r,sc, dos quaes a mesma au-
gusta senhora he protectora. d u
Igualmente se acha gravemeole doenle, com uma
pneumona aguda, a piedosa marqueza de (""
A guarnirlo da capital appres,n,ou.se ., .,ita
do Corpo de Heos com os novo uniformes, que
agradaran! multo, porque realmanta dio bom asne-
lo a Iropa-
Publicou-se com cifejto o novo jornal ministerial
denominado--./ Cicilitarao.e que alo redactores ns
Sis. Latino Coelho, Casal Ribeiro e Andrade Corvo.
Por emquanlo he eiemplarmeole moderado, e d-
zem que lera por rollaboradorcs lodos os depulad. s
da manira que saberr. escrever.
O numero de hoolem Irat um arligu em que di/
que dedicara parle das suas columnas a fomentar as
retacOe* cumtuernaes e Iliterarias, entre Portugal e
" Bratil, e jumamente que advogara us inleresses e
1 imperio^0* D0rtmMW" 'I1' residem naquelle
' dL'pS? ""i d? ~ ,ln eoreale "Iircc,or ''" "an-
co Portugal, Francisco d Asis Basto, lilho do ad-
, vosado bras.leim Luir. Martina Basto.
A iransladaclo dos otSOS do Mrquez de Poinbal
fieon transforida para o dia 10 de junho pro,, x
: cmara municipal de Lisboa esta anda di-culindo a
parte que hado lomar ocla tu emoidade.
Nu dia 15 do correle foi qoati loda a cmara dus
ilepuladus cm companhia do ministro da fozenda ver
as obras do ramio bode ferro de Sanlarem.e fazer um
I -ir,0 "ovas canoagens, viudo todos almocar a
villa I-rauca.
Os esgressos reunirfl-.-se com elfoilo segundo o seu
. convite publico na igreja do Corpo Sanio, e ah em
Homero de un. "i elegeiam entre ti uma commis-
sao para redigir ura requerimeulo a cmara dos pa-
res, pedindo reslaheleciraenlo de alguraas ordens
religiosas. Ilouve ura eslouvado qne maudou (ir
n (lorio da igreja em que os pobres eggressos se rsu-
oiraoi uma enliada de burros em osso.iosullo este de
que a pulida ctl ioquiriuju, para castigar o autor
como merece.
El-rei I). Fernando esperae aqui para o meiado
do mez que vem.
Amntala, dia dos anuos da rainha de Inglaterra,
da o no-so auguslo soberano no paro das Nscetsida-
des um grande banquete aocmbaixador inglesa que
assislirn todo o corpo diplomtico.
Recebeu-ta aulehonlem no convenl > das Salesias
O. Auluuio de Almera, sobrinhodo duque de Sal-
danha, com a rica berdeira do follecido uomincnda-
dor Sola, loram pa Innhos o marechal U. Jlo de
Almeida, irmAo do noivo. e recebeu-os o prior unir
de liuimaraes tambera iimlo do nubenle. Esle ra-
paz esleve para casar com a condessa dat Aulas, Te-
ve oraran boa.
A propoaiio, o alferes q-ie caso* com esla tuneen
tinha, foi deniillido de ajudanta de ordena do mare-
chal por ler dado com ura chicote n'um credor da
condessa, e ler eslabelecido com clleuma polmica
vergonhosa, pela impreosa. Foi (ambem logo pensado
a dispombiliiade. '
m
PAGINA aVULS..
Consta-nos, que n'uma das primeiraa labernai da
estrada nova, que vai de Joao de Barros pan Man-
gnmho, ha constantemente orgias Ircmendat de fo-
distai e soldados, a poni de resultarem coutinuada-
inenlegraudesdislurbios.coino e commumeole ha-
ver, quando se rene sata e patrulla.
Infrmamenos, que sa o Sr. ullicial do 10 ba-
lalhao, .j,ue eslava ds estado nao se prettou a dar
Muta logo incontinente para a cata do Sr. Poito,
foi porque quem foi ter rom Srac, no quartel, foi
uma prto, e enleudondo, qaa nlo o devia fozer,
lis-e. que fosse buscar ordem do inspector, ele. Pa-
ra evitar estas djlliroldades o digno Sr. leueole co-'
ronel arvoiou ura ullicial de piquete para estar sem-
pre prompto a emersencias laes.
Anles de honlem a noiie aos gritos desoccor-
| roaccuiliu puvo para uma ras, da ra daPalma.qnn
| momentos antes bavia sido aecommeUida por ladroes.
I O Sr. Dr. chefo de polica, dolado como he
| de tanta energa a circumspeccAo, ponen poder
anda faier a ont-o bcra, era quanto o corpo policial
nlo for reorganisado ; suas arden* serlo sempre mal
cuuipridas.seinpre que nao baja forc.a apropnada pa-
ra inanler a sagorauca individuo, e de propnedade.
>lo poderiam ot lenhores olliciaes existentes do cor-
po policial se eucorporarem aos senhores subJcle-
j mdos e inspeetorea. e prettarem algum servico a
|e-.'a ri.lale'.' Sem duvida; mas lalvez nao o queiram
. razer, alim lo avftarem .< o eduque do civil com
|0 militar, que cerlaiiieule t^ria oeior a oioeoda do
que o soneo.
Existem :'. cholericus uo becco dos Ferreiros, e
consta-nos, que o ined.co que os lem visitado vai re-
quintar dn sr. Dr. presidente da hvsicne, medidas
(.ara promplos toccorros a nttrs infeiizes.
'-'"'"" 'ojalas pur ordem do subdelegado da
lio i-\ isla as grandes capoeiras, .. qoe exisliam no
Corredor do Bisp,, onde lodas as nuiles se acoula-
vam ladroes,
Foi espancado um preto captivo do Sr. Aulo-
nioTeiseira, ira travesea da ra da Mansueira, por
om suseilo do grupo, que todas as noites se asseula
n uinaa pe.Ira.. que alli existtm.
Lio tugeilo condecido ha dous dias jogou sobre
uma familia, que pacorra pela ra dos Pires, um bos-
c-(.e. o qual ia matando una criauca de mama:
raerecia um viniera pela graca.
Faz la-tima ver a man-ira porque ccrto.s laber-
iHiros da Soledade negociara pesos falsos, geoerus
cnrrompidot, c miseria das miserias! nem se ouve
niogiiern a piar, .. que foca despertar aquellet ho-
loi-ns, cujs coii-cieocia he o dioheiro. Sr. fiscal...
com sua perniisso, com sua licenra. com o dejado
respeilo se vossa merc quizesse, ou podesse, bem
polla dar uma raoslra do panno a csses malditos (ra-
beantes !
Heos d vida e saude a quem mandn botar no
borrador do Bitpo mis Ijjolininj dem, na-rua da
Lama (i illa lemporeSebo,
saude,.
Dos di> vida e
A vista do retrato afiligia-o ; elle lemhrava-tecom
despeita qoe eslava onriuado a llemique rourneur.
Qne taremos desse m ildilo retrato'.' pergunlou
um da a Kosalia. Nao podemos conserva-lo aqui
depois de um rompimentn. Se s reenviaieiemos '.'
.Nao pense col tal musa, meu nal Eu lic.iri.i
em sua euletna eiposta a vista de todas.
Vcnle lu, e enviar- Ihe o dioheiro seria arcAo
pouco delicada. l)i-lo: a quem ? Nlo posso dar
nem vender o retrato de minha lilha. Elle podara
cahir no commercio, e a cada ven lado hotel Drnol
eu rereiaria ler na garela ; a Retrata de Mademoi-
sella U. (i. por Mr. llenriqne Tourneur : 1,000 Ir.
Eu preferira destrui-lu cora as miiihas propriaa
mies,
Destruir meu retrato I ludo a que rae ret-
a dos mais ditotot momentos de minha vida !
I il i-te !... Maldita pintor maldito Chioero !
Malditas en os dara de grana a quem
I rala-se de uma sociedade de raneo, filhos de
Semine, onde se lem de tratar da reorg nisarao da
tmpreusa scrgipense S he sem duvida de muilo al-
cance, e ulilidade uma lal associacAo.
i Ha dous diat no quarleirAo da'Cabanga um pe-
bre hornero chamado Antonio Jos da Silva, estando
fettojando Sau JoAo, cabio morlo por soas proprias
inAot, de nm tiro do sen clavinole, que rahindo do
I descanso foz-lha -aliar immediatameata os milos!
O insperlor |mr mais que lizc-se, oAo pude obstar o
brbaro diverliineulo de logeles busca-ps.
Existem horneo--, nesta ri.lade, indignos de vi-
ver mi centro de uma popularo cvilisada. Car-
io* ral,uros moradores na ral da Pr.ua, levara lodo
o santa dia a dar tatas on eslouros em os pobres cat-
cahulhos que por all transitara. .Nao sabemos roimi
mucos que rereb.ram educarAo praticam actos se-
mellanles reprovados por todos.
A companhia gymiUSlica de Mr. Roberto, que
tantonppiaosos receben quando aqu na ncann era
iKi2 ou 1833, acha-se de novo entre mis; seus mem-
bros. dizem que cohertos do glora e de disliucre.
n>cebi las nos inelhores collcgios de gvinnaslica da
I* rauca,
A noticia lem desenvolvido sraude actividad*
para pescar os larapios. c lem posta a hora recidu
vanos embocados, que parceem dos laes amigot
coraedores do allieio : rauilo mais fona ella se fosse
COtdinvada pelas rondas, mas assim nao acontare
pas temos ouvi.lo apilar tarde da noile, e Mo aco-
de orna so palmilla ; e conheesmoa pessoat, que va-
diando depola de II horas da noile .neia rida.le, nao
as encontram ; e alguem not informa que oslas en.
treges a eunlomplacAo das estrellas nos pateos das
igiepit.
Cnrre-que o Papai. que|deo as focadas oo Bec-
co das Cnoolaa, lora preso em Olinita ; Deu qneira
que assim teL c que esle Papai loflra o eaatigo qun
merece, qoel da focadas (lo a sangna trio, rom o
lira de mandar gente para Chmate.
.lie amanhta.
lllml e Exm. Sr. Tenho o honra de dirigir a V
Exc. o relatorio da eontiaatelo do servico do .icen.
qoizesse toma-Ios Se fossen.os menos ricos, ludo
isso nao lena aronlccido '.
Mr. Caillard perdeu a .ippiifo, comeo com i uu .1
quer h inieiii. Seo s ,mno loruou-se muilo mais
.eve. einfinitamente raenot ruidos.. Elle b jlle-
xarioein sa reparlicaoi? chegou deas vezes depois
ledez horas, a I, e .. 2S de agosto. Ouan.lo elle
voltava para a casa.a velln lia dizia a Rosala
Sera dovida leu paitem retlBclido inuil,,', .en
um/ esta mu vernielho de nm lado.
Hr-unqne nao trabalhava mais v.via ,, roa dc
Amslerdam, MV. baillard evitava-o com cuidad...
e o pinl.r na,, alrevia-e a ir-lhc ao encontr. Te-
na -usado fallar a Rosala ; mas esla nlo sabia sem
o p*i. ,
i Wmi 11 ife s-lerabro elle receben uma carta
; de -vir. (iaillard, que convidaxa-o a ir receber 3,930
i trancos ,,r s,,ido do retrato. Sei i esperado s ri-
en horas, llcnrique fui, n'.o pe dinhtiro, mis pa- '
ra vera U .salia. A's inesous horas achavam-SB reu-
nnlcs era casa de Mr.ti .iltard ,. ires principaei tun-
ca,ero- da cidade fabril para ron, liiirein negocio
los Ierren,... O archiviali nlo quizera enc.iiregar-
se de nada, confiara ludo a Rosala, e lora ella que
tratara rom s compradores, llenriqne enagua no
momento em que o notario lia ultimo paragraplui
da csrnplura de venda.
" Os compradores obrigam-se a consumir na por-
ra., de terreno perlencenle no vendedor, orne ca-a
de vivenda para Mr. Caillard o sua foinila cero
uma nllicma de pintar no primeiro andar, a
Mr. (iaillard olhou para a lilha, esla olhou para
rienrique. O qual nao Ihava para ningu-in : esla-
va horrivclmenie paludo, e apoiava-se a parede.
Ah I disse o velho lomando a peona, eis aqui
um piiracra|iho que me livrara de lodol os meus
roidados !
o teohor lem bella lellra ubtenoo o an-
tao,
FIM.
V
I
I
I
'

-
ILEGIVEL



tZ I"," ?5 ci'la'le re'10 *ob mi"hl> direccilo do
oa 12 .1 1H .lo correnle.
Foram oovamenle limpa* MU qualro freguezias li
g*."1 r,i Codorall, Moeda, Lapa, Amorim,
t.acimha, hucanlamenlo, Senzala Nova, Velha
Cusa, Iravewa do llom Jess, do Apollo, do Vinjf-
no. becco. do ,\r..nha, tiutretma, Campello, La-
ma. Joao Pinto. Miudiulus, Torre, Bol., Chafar.z,
n"a,", v,,eml,l,,i'' Iui u Francisco, Floreuli-
."*: ?*"" P'~ J p"o, ra deS. Amaro, do
*hS b9CCO d0 mt*'n"' Pale lla Main/, roa
do Quaileis. travesa d mesma, ra da Roda, de
. H mi '.--ii, dasLrioulis, Irave-sa da Matriz, ra
Aguas Verdes das Trioclieira, da. Larangeiraa, dM
Hoce, travesta da mesma; paleo do Carmo, becco
la Borona, ra do Fog>, hscco do Padre, paleo de
s. I edro. travetsa do mesmo, ra de S. Therez
loria, paleo da Penlia. ra do padre l'loriano, Ri-
be.ra.ru. de S. Rila, largo das Ci.ico Pona*, ra
do t.rldernr... praca da Boa vida, ra dos Pires,
Kosario, doSebo, Ribe.rj, rua Alegra, d* Manguci-
ra, lilona, PoDle-Vclh, roa Velha, caes da ponte da
Boa-vnla.
Foram re|iarado e limpo os valiados da segra-
les mas : Cambo* do Crrao, travs da ra das
Flores, ra de S. Iberiaa, Harta*, Aguas Verdes,
Cildeireiro, do Arago, Coneeiejto, e oulros.
Foraro liropas diversa* praia-, e remov los us en-
lull.os que eiisliam as mesma.
Dei principio > aterrar a roe ila Concordia en.
enntinuarAo nefandos da rao do Alecrn., que se
..chava alagida; e juntamente una Invista desta
ru), ntilisin 1o-me par este ui lu liso que
e lira das ras mais prximas.
Vterrn se com califa uuia parle da roa da Palma
ejuntamente duas baixas na ra estulta do Rosa-
rio, cid rule do becco, onde >e aggiumcravain as
agua da clima, e originavamse dous lauaeaes.
Maodei lanzar sobre o aterro quo lii ua ra da
Concordia, alguims corrucas de calic, e de Ierra,
cnii consequeocia do solo h.ver abatido.
lamber inaudei botar calira na rua de llorlasem
algons lugares que liaviam sido ibalidos pelo fre-
qoeule transito de combo) s.
Prosicuiu-se no alerraraenlo da extramidade da
roa ero frente do convento de S. Francisco, em ce-
g, ment ao palacio do governo, cujos trabadlos le-
nho lido i Honra de participar a V. Etc. em roeus
ntimos relatnos; restan In-me ao presente ase-
gurar que ja se transito torilmente uesses lugares,
por onde outr'ora nao se podia ai. I..r 00 lempo in-
venios.
Cootuiua-se a abrir algn vallado, o a |.,zei --
pequeos aterro em diflerente-, ra-, poleos. Ira-
vesaa, ele cujo servir,, depende da iiiaiur ou me-
nor quanlidade de calle, i que adquiro.
Irosegue-se com aclividide nolral.alho do accig
Jas ras, e nolei que ii.i semana pastad ., .minero
le carrocas le Ir e nn.uuiidicia que se lirou das
mas c praia exceden muilo do asnal, cuja die-
renra reullou do despejo que prescnlemei.le tozara
ni distinrcito de lugar uas ras e Bracas, e quando
lauram as praias lie sempre luaia para o lato de
Ierra, e raras veles na maro.
Fez-se o Mrica com 32 Irabalharfores e apunta-
dores; a (blha d.is ferias Jas quatro freguezias, Iru-
r*rJ,.ri"n em "" ll9^-,K,: aluguel de curroca* que
(rabilli.ir.iiii no decurso da semana em c.uluzir
are.a. ralica, etc. rei- IiSJiOO.
Ua lado auanlo me compre relator a V. Etc.
n E""!?! y:E,c- Kecife l9 de nlaiu fle
lltm e fcxm. Sr. barau de Cap.baribe. presidente
ua cmara municipal.
Joao dos Sanio* Porto, administrador peral da
companhia .le operario*.
Conforme. O Screlario, Manuel Ferreira Aecioli.
DIADO i HUMUm SXTA FlM 27 O JUNHO D? 1856
^wri H( ^rttmmb

Temos noticias de Naxarelh cun ilala da 25. No
da Ofoi assassinado no luR.ir do COp.. Jos Rodrmues
i.oni;alve, i,u : r,i, casado ha dous da, por um Por-
firio de tal, o qoal anda nao linda sido preso ; e no
da 23, uin.f muliirr de n >nie lleuriquela fenra gn-
vemente um preto chamado Roberto, ambos mira-
dores naqu, II i cidade ; enlrelaulo .i delinquenle foi
prea por um particular, a quem ella r.'.ra pedir
proleccao. (.lu.mil. ao mais nito se havia dado novi-
dade alguraa.
Pelo vapor brasileiro uPiraliningan, entrado lion-
lein de l.i.boa,recebemos a carta de nusso correspoa-
denle e daqoella corle que li.-a Iraiwcripll em outro
logir deste Diarto, e lambem v-rias gaietas porlu-
"uc"" 1ue alcan^a^ 21 do pastad, nao conslando
della ter havido nenlxim aecnolaeimealo de eran-
de importancia nos dilferentes paizes de que d3o no-
liciat. H
Portugal (iara tranquillo.
O re o patrurcha .le Lisboa sollri.im leve; in
i-ummodos de saod', que todava nao liles pern.il-
V'i qUe acmpaiil.assen. a procissilo de Corpus
.Arnii, como som fazer todos os anuos.
O que mais oejup. a attenrio publica naqiiflle
pan sio as prqpostas a|>resentadat K governo por
ra eslraujeiro de noiue Pr.ist (|), as quaes tem por
l.j-.-io : Primeir, o esubelecuneni de orna loao-
e.arAo de crdito mobiliario por viule aanos ; se-
gn lo, t nesociacJo de cmcebla millioes de fran-
co*, ou 9,000 eolitos de ttulos de sen por rento ;
tereeiro, a conslrucco. por coala do (tildo, dos ca-
i.iinliii* de ferro que se julRawn necessanos, seja
por empreiladd, seja para reembolsar as desle-
la.
O* qoe rumbaleram os projeclos Doiseiir .s do
gsverno. iillimaiiientc apre-cniados, apprveitarm
aloecasiilo para reoovar a suerra que contra elles
liierain asim na tribuna como na imprenta, mos-
trando que as novas propostas Mies sjo inriuilaiiicnle
superiores.
Duas circumslaucias In importante-', diz a \a-
fo, a resprilo dessas prupostas : o desgoslo que os
mimsleriie* moslram, por ipparecer um novo pre-
pooeotc e o segredu em que, ao menos, queriam que
o negocio fosee trate lo.
4 primeira cirrumstancia demonstra irrecusa-
velmenle que as estradas de ferro sAr, apenas o pro-
lexlo para se ananjar -linheiro, esfolUndo o pttvo ;
a segunda inculca que, se n3o era possivel evitar o
caoeorreiue, havia o intento de t-iiiliriilti.tr o nego-
cio as escondidas por tal nodo que, ou nilo prugre-
dis*e, ou se convertessc.do mesmo modo que os ou-
Iro, em meio de ter dinlieiro o ministerio sem o
pan ler as vas frreas com que se faz bulla.
Os minisleriaes de sua parto allegam, que as no-
vas proposlas chegaram larde ; que leudo o soverno
rnnlralii.lo ja empenlm, in/allaeis. nao he possivel
qoe sejam admitlidas.
O Porujiier, Tulla opposicionista, cometa assim
um rtico com o titulo O ministerio e a< noca
j>ro/H)la :
Espalhoo-se hontem na cidade, que o governo
recebera novas propoalas de atouns capitalistas re>-
iwilaveit sobreo projecl) do empresliiuu que se pic-
lende contratar, e subre os carainlios de ferro, que
devem estabelecer no paiz a facilidad? das roniinu-
nica(es.
Correo ao mesmo lempo o boato de que essas
propostas eram etlramaineute favuravei, sotre ludo
comparadas com os estpidos contratos que o Sr.
F'onles cslipulou quando estove nu estranaeiro.
u Aeurescciitavam posaoa, qoe tappemot bein
iiilnrmailas, que o governo lizera mi cara ao pode-
roso proponeote, allegando lugo comprometimientos,
qaa Ihe prendem uina decisAo immcdiala e defin-
Uva.
a Nada disto he inverosmil.
A enejada de Mr. Prosl, bem Mohecido na Eu-
ropa pelas soas esperulares luanceiras. a entrevis-
to que leve com atouns dos inemhros do gabinete,
ileram motivo a su*peitar a apresenlarA-. das novas
propu-las. que, se forem redgidas tMondo as nor-
mas dos contratos fritos em liespanha por aquelle
honesto ravalheiro. uAo podera deixar de ser aceitas
pelo goveroo. que tiver no peusamento a prosperi-
dade da sua Ierra.
E conclue :
i Se as pioprslas sao mais favoraveis do que a-
quellas que eslipulou com os jadeos de Londres e
Pars, a obrigacao do, sos/erno be aprcsenla-las a c-
mara, e pedir a demissao.
Se, sen to mais favoraveis, as aceita, e uo se
d-milli!. a cmara nao pode consentir esta ultima
borlado sytema constitucional, deixaudo i fenle
dosoegocios urna adinini.IracAo ennodoada pela fal-
la de palavra, pela ruptura de comiiromissos. pela
kviaudade dos r^iraclcres que a conslituem.
Nao seremos n quem cunleHemos a honetli la-
de do ministro da fazeuda.
Esto nos paiecendn que um mancebo na ll.ir da
idade te niodeizaria corromper Uto fcil e ianobil-
meole.
lera o Sr. Fontes moitos deleitas, e todos hm qoe o nAo poupamos, quando he prenso nular-
Itros emi publico ; mas enleudemua lambem, que
um ministro da eonia, da sua idade. e dassuas asi.i-
jracoes nAo surta toa aodaz que se dei\asse macular
por algn coolos de res.
> Entretanto a voz publica arcusi-o ha muito
tempoile favorecer interesaes illegilimns ; apanina-
ilo os noinescnnhe.'idos dos seus iiaigos ininisteri.ies
e fioanceiros.ii
Ua liespanha sabemos qua o duque da Victoria
hivia ebegado a Madrid de valla da missAo que fora
devmpenhar em Sevilha por mandado da rainlu.
Todo o ministerio, a ollcialidade da milicia e uroa
nuliidAo de c.uadao* soadiram a feliriia-lo.
'.orna que o eabinete seria modilieado, sibin.io
elle os Srs. Lazan c Sania Cruz, e passsodo o Sr.
Escossura para a pasta do fomento.
;'-m Kraora ludo in correndn tranquillaiiienle.
i azrm-se em Pars grandiosos preparativos pira
i a soleiniudade do baplismo do principa impend.
'S*"'*"1' "ina ra la escrita daquella captol-a pu-
lmcjda no pero, lie. porlagaez a \arao. iiolnia que
a iroperatriz aeha-te incoinmodada a que ha recejos
.le que nque paraMica das pernas.
trei r>o.o|>a, visit.ra uliiinainenle Pa.is, sendo liotpeda-
do pelo imperador.....|ac,0 das I ulhcria*.
(.....li noeo.-a visila fora emnreliendi la romo
lim de prescrular as inlen.es de Luli Napoleo a-
eerra das resoliires da Diela
Espera.a-se lamben, proiimamcnle aquella ca-
ptol o archiduque Maximili,,,,,
.J'i-rT0 S! ?' u wriemiH!rg e aprasealra
em FranSa .aj,d .iieonnito sob o ltalo de Tech,
.. areh.doqoe Mazim.l.ano apr^enlar com o seo
ulula de principe d. cata de llapsborgo.
Oslacesteamiz.de eotre .Franca e a Aoslria
ham-e cada vez mais apertodo, p3r, pr,a
drvso os dou imperadores resolveram elevar a dig-
(I) Vide eorrasponrleneia de l.islraa.
nida.le de embai\ad,.res os sen* respectivos repre-
senlanies na ciirle um do nutro.
ObarSo de Hubner ser o embaisador dsAa*-
Iriasm Parta, e o bario de Bourqueoeyt eri o em-
baivadur .e Franca em Vicua.
Depoil do tratado de paz aniaToada pela Franca,
Inslalerra. Austria, Prusia. Rutsis, Sardenba e
I urquia, as tre* primeira potencia concluirn! ou-
tro entro si para a doleasAa da ultima.
O Otl-DenU ehe-l'osi de Vicua diz a este re-
peilo o seuuinle
mas tamhom de umasupplira da directora do hospi-
tal, para que S. M. se digne cunceder-llio o seu
real protector lo.
Os serviros que tan disliuclo medico tem prestada
oto so a esto instlalo de caridade, ma pelas tina
letlras e virtudes a Indos s DOtMM patricios domici-
liado em Pernambueo, rujo nieressese bom nome
lena zeladn, faz com que (tosejemos rnnlieccr e pos-
samos obsequiar este honrada ravalheiro.
No /Mario de Pernambueo de 12 do passado ven
Irtoscrjpto o relaior da junta administrativa do
.. A cirronisiancia de que o tratado parlirular do hospilal. de que o mesn Sf. Ilr. Almeida
da l.i mi ro concluido enlro o alliados de dezein- i redor, poro '
bro, e a que as duas oulras grandes
potencias, _
Russia e a Praia, licaram eattanhas ; a circums-
taucia de que, aperar do fraude tratado de puz. un.
lal tratado era de absoluto neresidode. lie um lucio
de incalrulavel alcance. Lauca nina nova luz sobre
a nlu.ic.ai) europea, e musir que o protocolo do da
Kdeabiil nAo faz nascer, ou nAo deixon subsistir
desaccordo alguro. masque a allian^as licaram de-
pon da paz toes quaes eram dantos,
Segundo annuncia o Iime<, a Russia pedir e\-
plieacnes sobre esto ponto.
As tropas alliadas tinliam comer lo a evacuar a
Crimea. Somante das ranrezas j .15,000 liaviam
embarcado em kimiesch, e das inglezas, !) OtX em
Halar-lava. '
A ramlia da Inglaterra, desejsudo solemnsar n
reliz successoda paz com um acto de clemencia, con-
ced.ii inua completa amnista aos condemasdos por
dllelos polticos, incluiiido Smilli, O' Brien e Prosl.
Tendo lord Palinprslnii promettiito ao arcebispo
de Canillara que as bandas de msica militares ua
locaran] mais aos domingoi nos parques, o Mor-
ning-l'ost receto que disso resullem launa distur-
bios em Londres.
A matosa careta annuncia que a Franca e a Aus-
tria liaviam combina lo ap.eseiiiar ao papa urna no-
ta collccliva acerca das condirocs da admnisIracAo
uo Estado* Panlilieios,
Os jorn.es de Malla do occorrra em .i uina rolls.io enlro nina parle da le-i
Rito italiana e a polica, as tropas inglezas e u* ha-
Int..ule. da ilha.
l"m inspector de policio foi mirto, e mu ollicial
de maruiba ferido. O general IVnicf.ilher mandara
prender alguns Italianos o Mallo;-.
No da 8, a lcgiAo que e rcvoltra. se havia en-
Irinclieirado n'um forte. O general toza marchar
contra esso forte as tropa* das embarcante.
Fisperava-se a submi**;io dos revoltoso*.
" Berln, 12 de maio.
l.m desparho deS. Petertoorgo annuncia, que
am subdito sardo, chamado iodiei, naluratisado na
Russia, foi'atdi lo ao ministerio do* negocios estran-
geiios, e que esse fado prodnzira urna viva sen-
*a^Ao. ii
A Caerlo ilu Seal de S. Petorsborgo publica
dous ukases ; conBaudo o primeira ao iniin.terio da
ena imperial o nidada dos preparativos que ge bao
de fazer para a cornaca, o nutro c.invoca em Mos-
co, para omezde agosto, os inarecliaet da nobre-
za, e m maires das caplaes de di*lriclos. t-
Urna carta particular de llambargo indica o
meado de gnito como sendo a poca pruvatel Ua
cor.iacAo do imperador.
O Czar ila Cracovia annuncia. qoe a Russia val
e vemos que nos primeiro* 3 mezes
de sua iosliluicao foiain rece-Indos naquelle eilube-
lecimcnlu I2H doentea fJ cliolerico e 58de dlfe-
renles mol -shas.
Dos primeiros s.iliirain curados ou melliorados 39,
sendo 35 portugoezet e i brasileiios. Do segundos
sahiram curados :i(), l porlugneses, 15 brasilcros e
I hespanliol.
I) relalocio lie mu noticioso, e bem eteripto pe
director, o Sr. Dr. Jos d'Almeid. Soares de Lima
Hados, senlindii uo o puderiiios Iransrrever pela
suaezlensao. >.elle te allirma que o cholera est quasi
exmelo naquclla provincia.
Louvore- bemfeilnres do hospital portugiiez de Pernambueo,!
que tanto arredila a philantropia c fralernidade dos
notsot bous Cumpalrola*.
SONETO
oflerecidoas lllmas.eExmas. Sra-.- 111). F,,# e J"*
pela seiilidi.sima morle do sua presida sobrinba,
Paulina de Freta- lavares.
(Ja'era do ci e nin da Ierra
Ht'in inn diste o ce.'mciio.
F. Hoilinhc]
"la poUM nc-la vida procellosa
De esp'ranra um sorno ella sarria,
Df*te inundo cruel, da lousa fra
Foi cu'* anjea viver. vida dilata.
Muilas vates nina llr esp'rsneosa
O tnfao a cresla, qu'ind.i atina ;
Assim como e-ta rfor morree caba,
Paulina deixiui vida engaosa.
Do albor da vid'a anieuidale,
l'razere*. alearla e lauta gloria
A morle levnu com niniedade:
Mas eoingo ficou sua saudade.
Osen nom'eatora na minha historia,
Su'alma i am lieos na elernidade.
J. .1. /.apis de Miraiiu.
:ii dejnnbo de 1856.
GlBINETt; PORTOGEZ DE
EITRA
Arl.
rerioria
'i dos i -i.iiui'i..
26. Empossar a
SA allribuices da di-
. ua sucecsaora IMPRE1ERI-
vE.Lair.ME no dia mareado no artigo 13. .
Arl. 55. No primeiro domingo do mez de junlio.
.11 canas velas de cera de carnauba, .V) sarco*
cera de carnauba, 1 .tito pinnas, l libra* de cera
amarella, i fardo c ."i barricas calcado, .171 rouros
salgados, 3,519 dilos curtidos, 500 esleirs, KXi cha-
peos de palha de carnauba ; a orden)
ONSULAIKJ UEBAL.
tendimento .1 da I a 2.' ;i i-)'i||i||)
dem do dia^li
i-MVKItSAS PROVINO
Reiidimenlu dn dia | a 2">. .
Fdein do dit 2ti. "
'J8aH03
38:2559793
AS.
2:5819253
2831965
8679218
DESPaCUOS DE EVPORTACAO PELA MESA
DO CNSUL-.DO DESTA CIDADE NO DIA
26 DE JIMIO |)K isi.
Parlo Barca porlugueu SaulaClara. diversm
earregadorea, 7 barril niel, 730 sarcos e I bar-
rica assucar braneo o maaeavado.
Porto Barca portogoeza Braeliarrnse, diverso*
carregideres, 230 saceos assucar braneo e maaea-
vado, II cascos niel.
LisboaBrigue porluuez Tarojo I, diverso- en-
redadores, 362 saceos e barriqninhai assucar
liraiio. I barril mel.
t.cuovaBrigue sardo DslnoB, Basto 4 Lomos,
DWtaecot ..ssucar braneo c maseavado.
LuandaEscuna portogoeza aCercs, Roslron
Companbia, 15 pipa agurdenle.
LisboaBarca porjuguezaiLigeira, Viente Alves
de Sonza Carvalho, 59 caitas asjuear bramo
maseavado.
I.i-biiall.rc portugueza tl.igeiras, Manoel Gon-
ralvcs da Silva. 12 pranioes com 2 l| duzias de
costado de amarello.
KBCKBBUOHIA DB RENDAS INTERNAS '".-
RAES DE PERNAMBUCO.-
. 2t:2759579
. I ::l2-T i';
Rendimento do da I a 2">
dem do dia 2(i.
2t;:Us;:i:t
CONSULADO PROVINCIA!
Rendimento do dia I a i .
dem do da 26 .... ',
6l.-286a39i
L'*55992l
65:7429315
TUS i
tl
:"' .K.
p i
vario entrado no dia -Jti.
Londres 11 partos intermedios23 das, vapor bratie
toiro Piraliningaa, commandante t:arlo* Antonio
t.omes. Passaseirns pira esta provincia, Antonio
Joaquini da Silva Correa e sui rmia, Joaquim
KodriRnea lavare de Mello. Aun Simplicia Fer-
reira [sito, I lilil menor o I criada. Joo inte-
nto de Aiaujo.
Vacio, taldiit no mrsim din.
CamarasibeHiato brasileiro eSama LuzJas, mestre
I-.slevn.i Ribei.o, carga haealhiio c mais genero*.
Pastageiro, Joaqun. Antonio d Livramenlo,
Jiaquim da Barro- Calitto, Paulino Aecioli C*na-
aspac d lempo ind -finido. Por conseguiiile fica-
riain na Turqua (Ml.OOO hmeos, dos quaes iO.tHK)
franrezes, e 20,000 inglezet.
O governo grego prolcslou contra ucrupacao in-
definida da Grecia por tropas eslrangeiras.
k Copenhagae, 11 de maio.
ii O Jornal foedretandet annuncia que a Rus-
si, a Suecia e a Noruega aasignarum ua aetta-feira
oin prnlocolo, em que declaram que adhertom i ca-
pitalisacgo destinada a,snpnrimir osdireitos do Snnd,
tal como havia sido proposll pela Dinamarca.
O referido vapor pertence a" umi eompanliia de
Sanios, para onde se dirige, rom escala plo Rio
de Janeiro, lie mais urna coa.liflo para o deten-
volvlmenlo propressivo do nos* eommereio e eom-
muoicace interna*. Alem dos aceoteeimentea po-
litico* que nos troiive e-le navio,(m elle portador da
desagradavel noticia aca do tinttlro que aeonte-
ecu ao Mario II. N. da 21 d mato saino de Lis-
boa este vapor com dettino ao Brasil, conduzin lo
329 ni'sageiro-, .. rompl-lameiile carregado. No
dia 31 irrebenlou-ae a pea da machina denominada
hot-well, na. obstante esle sucressu, o navio ehegoo
a S. Viecnle, onde reparou-se a avaria do melbor
modo que fui pos*ivel, e no dia 3 do coirenle pela
volla da* ."i horas la larde largou para m, portos do
sen destino porem por volta das II hora* da nolc
dometmodia.tr nslorueu-ae iiovameata o concer-
n, .- eni.i > i, vapor lu id.rjgi.i.i a vallar para S.
Vcente afiro de melbor repara a avaria e srgoir i O Illm Sr Ju
para Lisboa. Com efle i, no dia 7 pela manhAa,
Miando prompto o eancerlo, part., para Lisboa,
ennduzindo 2IS passageirot, e Denedo USeiuS.
Vi .ente, espera do paquete inglez. epois de irt
navegado por alg.iin lempo, ilcilan.1 (i a 7 ir.ilnas,
us ', horas do mesmo da parti se o en, o que
impossibiliton a continuaclto da viagem e por isso ,
obligado ii arribar .1 novo a S. Vicente, onde ebe-
gou pela miuha.i do di 8. Su.penden a hlice, e
concordou se com os olliciaes e a agencia seguir a
vela para Lisboa.
Tendo ebegado illia a galera l'r,i-ire;.a Saint i'i-
erre que se deilinava a Calcula', a agencia Iralou
com o respectivo eapiMe con luzir para o Rio de Ja-
neiro os passageiros de 3.' elasse, o que lleveiia rea-
lisar-se no dia 17 ou 18 do correle ; e nesla inesina
occasiAo o Maria II lambem devia sabir para Lis-
boa.
I assaram-se a primeira e Iciceira dominga do i
mez de juolM em que te compriesa o ditposto nos
arlgo* .i."i e 56, o qoe prova evideotemcnle o des- j
prezo que a direrloria e cmi-ellio vulam ao* esta-
lutoi, e a nenliuma consideracao para com os accio-
nistas, a quem nAo deram ale boje a menor s.ilis-
teclo.
Nao sabemos al qoanilo aclual idmiolt'.rarao
querer conservar o poder que infelizmente Ihe foi
confiado ; ma* cmquaiilo nos nao valemos dos re-
cursos que nos dAi. os estatuios, vendo boje um all-
nuncio no /J.,,-,o de Pernambueo, convocando a
coiiKlho deliberativo, e considerando esle corpo iu-
Iruzo desde o di i |.) du rorrele, vamo* f>cl-> pre-
sente protestar contra a validada de lodos os seus
actos.
Recito 2( dejuolio de 1836.
Soguen-.-sc as Msigniluri.)
ELEQflO
dojuiz, jtii/.M i- maudevotos, t|uc leeia .!<
servir na futura festividade do milagro-
so San-Joao Bapsta da igreja de Nos-
, ------------ wwwaww un' un., .1 li, 11111,i
l.uillierinin Franca, Alina J.i.iqnina llarrelliit,
Joaniia .Mara do Kspinlo Santo.
Si-nl
r.io dcsta cidtide,
da ConceirSo da Congi-erra-
i0txe$p0n$enc'm.
Stnhare* redactores: Acabo de apreriar a
correspondencia que o vosso acreditado O/ario tem
publicado conir.i o engenheiru da reparUcSo das
obra pollinas JoAo Vctor Lieutier, e Manoel Thn-
m-z de Albuquerquc Uaranhio.
Como amigo que son deste Sr., curre-mc o dever
lamli 'in de fazer algumas cou*ideracoes a respeilo
da lingiiagem descomedida e injuriosa, que como
meio indiju de .lefez.i emprtgou o Sr. I.ieuli-r.
De elo. seiiliorcs redaclores, a opiniio publica
devora ler condcmiiado o engenheiru, que aberrando
dos principios os mais cominuus de urna educaca
moral, vem por semelbanie modo ra-gar o veo do
re.pcilo e da deferencia quo ludo o honiein devo a
outro na sociedada. ElTectivamente, o engenheiru
ara o auno de 1857.
.luir, p ( fioir.n.
j..-.- i Carvalho Morai .
Juiz por devora".
O Illm. Sr. Juao Carel.
Juiza por eleicAo.
A Evma. Sr,'. I). Jeanna Emilia de Uoraet.
Juiza 'ilr devora.
A Ezma. Sra. ti. lonna Francisca da Ciinb.i.
Esrivao por elcijAu.
0 Illm. Sr. Jeito Ferreira dns Sanios.
Etcrtoao pin devoco.
O Illm. Sr. J.i.in Manuel Rodrigues Valonea.
Escrivga por cleire.
A Evma. Sra. I). Joanna Callla QuintSo
nambuco.
F;scr.ia por devurao.
A Emnia. Sra. II. Anu Haria Fraucisca de
Cavalcanli.
Tliesoureiru.
O lllm.Sr. Jo.io Ignacio de liedeirea Beg.
Procurador.
O Illm. Sr. Joo lavares Curdeir.
MORDOMIIS.
Os llluis. Senhorrs.
JoAo (ioiicalve* da Silva.
Joao Xavier Carueiro da Cunt.
Dr. Joao Jos Ferreira de Aginar.
JoAo Faciin.ii. da Silva tiuimaraes.
JoAo da Silva Regatas.
Dr. Joao Ferreira I Silva.'
JoAo F'ernando ,1a Cruz.
JoAo dos Sanio- Porto.
Padn-mcsire Jago Capislrano de Meiidonca.
Per-
Paul.
Manoel Tliomaz mo-lrou iniilos desvos do Sr.
LieuUer ; e lao evidente* loram elle*, que todos
quauto* Icram a sua correspondencia, deverSo eslar
persoadi lo* da inepcia, da incoria, e do* gro-sciro*
e vergonnosos engaos, em que c.hio o eng, nlieir
deali cidade. Tracuu urna planta contraria as me-
mores condires, de modo que tolas as prop qoe^e eflorecan) naluralmeul para unta estrada
mais completo e mais perfeito, foram desprenda, o
que Manoel Tliomaz allribuio, sem ler do contra-
dictado, a' seus poucos conhecimenlu- profeaaionaei:
sendo quo o Sr. Lieutier condescendendo ainda,o fa-
zeu le favores aus arrein.ilanle*, den um gdpebcm
enslvel nu* inlere*-es publico*; e desi'arle fui ac
cusado por Manoel Tliomaz em termos decente*, em
termos cummedidos.
De que modo, pnrm. o empresado publico, acen-
sado a face de todo*, procurnn desviar a responsahi-
lidade que sobre elle peson 1!... Diste: que dava
sempre a costal para Manoel Thomaz. que com elle
nao gaslava m>m i capim do sen sitio, e nutras i-uaes
loncnras, em que priman o esl>l da sua corretpon-
denc.i: (e de l'eito o eslyl. he" o homem.)
Mas o engenheiro Lieutier n.io vio que Manuel
l'homaz be um pai de familia honesto o laborioso
um proprietario indepetidenie e honrado, e atirou-
Ihe toes injurias, taes duestos. que nalpralmeiile re-
vertem intactos e vfl lisu.r a facedaqaelle impru-
dente c audaz, qu cora tanto despejo ollende u de-
coro publico.
Sim, Sr. Lieutier, destes direilo a derepar-se-vos
cssa ma, que e maneliou em tantas immundieiai
coutra ocidadAo paciliro.ii agricultor modesto e inol-
fensivo. Como amigo de Manuel Tliomaz cumpre-
me cen-urar-voi tai baizo, qoaulo injusto prncedi-
mento.
Ollendesle-inee a ledos os homens honestos,! quem
fere a injuria, e a iujuslira revolto, embura contra
Mtranhos. Ounndu o homem inveilido de urna mis-
sau tan importante, leudo de zelar sobra os ulera-
les publico*, que respeila a" sua pMtfittao, chegl pe-
la ciiiidescenileiica e pelo patronato a lubmeller-se
a aviitar-sa por lemelhanto forma; quando, tendo
acensado em seu actos de iujuslira, em vez de def-
fender-*e, como rumpre a lodo homem que prez
a sua honra,Missalha rom lingnagem descomedidas
grosseira ao sen competidor: cs*s homem que di/.
uAo gas-ar nein o capim do sen sillo com Manoel
Ihomiz de Albuquerqoe MaranbAo, sena deu-nos
o direilo de anacar-lhe g.iae* infamias, jgiiae* in-
juria*, deu-nos entretanto o de reverter contra elle
o lo.lo impuro, que Ihe manchn a fronle. e dizer :
o eng^nlieiro da reparlicgo das obras publicas riesla
eidade.JoAo Loiz Vctor Lienlier,acensado de crimes
ignorancia no eiereieto di seus deveres, romo era-
pregado publico nao pule deflender-***, eoosegeinle-
neiite nAo pude pretender amaopimaa ravoravel om
respeilo a su. moraldade.
I.ni aini,/.
Alijos
l'adre-mcslrc'joaii Jos di Cotia Riheiro.
JoAo l.uiz Ferreira Riheiro.
Joo Francisco Regs dos
JoAo Filippe dos S mos.
Dr. JoAo da Silva Ramos.
Joao l.uiz Pereiri Lima.
JoAu Jos Coins Piulicir.
Dr. Joan Jos Innocencia Pogsi.
Jlo Francisco Bastar.
Joao Alves Quintal.
Dr, JoAo Domingiics di Silva.
JoAo de S> l.eilao.
Joao Athanazia llii-||i.
Joao da Cunlia Res.
Jlo Uapti-.li ile Me.eirns.
loan Piulo Itegis de Suiza.
Jlo Vieira d' Araujo.
JoAo d i Conlu Soares (iuiniar.'u-.
Joao llenriques da Silva Jnior.
Joo d' Oliveira Gotmaraes.
Consistorio da igreja de Nmii Senhora da Con-
eeietoda Congregacao era 21 dejunhode 1856.O
conego vigario. I enuncio Htnriuutt de feunde.
i^vum.
a.- ,
presente e pu-
O Illm. Sr. contador--da lliesouraria provincia
servin.lu de inspector .la mesnia llie-ouraria, em
enniprimeiito da re-olueu da junto da lazenda man-
da tozar publico que a obra do 27" lauco da estrada
la i icioria. vai novaraeote a praca no dia : de
julho pruvuii viudoaro.pelo preeo lie 18:9029448 rs.
F, [inra constar se m.indou aflixar o presentee ou-
lilirar pelo i.Daiio.n
Secretoria da lliesouraria provincial de Pernttm-
buco 20 de juilio de 1856.Otecrelario,
A. F. d'Ani.iinciarAo.
,O lllmg-Sr. contador da Ihesouraria provin-
cial servtu.io de Inspector da mesnia lliesouraria. I
cm virliide da resoluea da juma da lazenda, m,.
da r.,zer pobltcoqne.....lia 3 de julho prximo vin-
it.ur, val oovamenle praca para s.-r arrematado
a quem por menos Gzer a obra do calcamento da
primeira p-rio do primeiro lauco da estrada do Pao
U Albo, avallada em 27r9i09.
L para constar se mandn aflixar
blicar pelo Diario.'
Secrelarii da thetooraria provincial de Pernam-
bueo -'0 de junlio de 1856.O secretario,
A. F. d'Ai.iiutieac.io.
O Illm. Sr. contador da ihesouraria provincial
servind ,to inspector da misma theaouraria, em
virlnde da resulucao da piula da fazende manda fa-
zer piihliro, que us obras do lance da estrada entre
a cidade do Goianna e ,i ponte .te Bojary, vAo no-
vomento .. orara pelo preeo do 12:2109-
E para constar se inandou allixar presente c iiu-
bliear pelo a Diario.
Secretaria di Ihesouraria provincial de Peroam-
nuco 20 de jiinbo de 1856.O secretario,
A. I-, irAiiuunciacAo.
Os Oseaesdaquatro fregurzias dala cidade etc. etc.
rendo coiilinuailn o abuso da falla de ciimprimen-
at poslorst muntcipiet respectivas, quer da par-
to dos dono das eocheiril e cavallanra, quer dos
b-Jleeiros, e comprim -orno be de nono riuoroso
dever, meenlar eTazer executar todas as postura*,
Chimamos anda por esta vez,a altencAo dosscnluiros
dono* de cocheirat, cavallariea-, c bleciros para as
de agosto de ISj."> o artigo :!. i.- .",.- {,. 7.- ') I
I2.l:;,16,17a18das
28 fevereiro do seguinte atino de 18-'>7 ;
declarando ;i" mesmo lempo que, lin-
do esse |.t;i/.o. soilVerao o d'tsconto
dt; 10 por cento do seu valor em cada
niiv. de demora na apresexitacao, na for-
ma da lei de < de outubro tic IS,', ale
licarem sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de fa7.enda de Pernanibuco,
) de jtnilio ile I8")li. o ollieial-maior,
Emilio Xavier Sobieira de Mello.
ONSELEIO ADMINISTRATIVO.
t roiiselbo administrativo tem de comprar o se-
guinte :
Para o arsenal de guerra.
Papel almajo greve, resmas, 10; dito dito de li-
ndo superior, resmas :0 ; pelmas de sanco superio-
res, :00 ; lapis liuos, duzias li ; brelas, maro.
Ofllcinat da l.> o 2. etosse.
I'aboas de ..s-ualbo, de louro, duzias 20 ; limas
muras triangula! de seis polegadu, duzias i ; .nas
ditas de ."i dita-, dilas t ; .lilas .utas de 4 dilas, di-
tas 2 ; serrotes de lina, duzia I.
Oll'n nas de 3.' claaee.
Lenroe* le ferru em 22 libras itc peso cada mu,
i; 'Utos de dilu cun 10 a 50 libras de peso c ',
um, -J ; aro Tundido oitavado de I purgada, libras
N ; .i.i.i diio qua.trado de ."i| de pulcgada, li-
bias S.
Ofliclnat de i.' cas te.
Cobre velbo, arrobas 12.
Oflieinas de 6. elasse.
Hrm da Bunil para mochila*, varas 1,750.
Quem quizer vender estes objeetot, aprsenle as
-uas proposll cm carta fechada, na secretaria do
conselli, as 10 horas do dia 27 do roircnlc mez de
juiliu.
Secretara do comelbo adininislralivo, para for-
necimeiito do arsenal de guerra, 21 dejunho de
1856.
Antonio (lomes Leal,
lencnle-coruiiel piesideulo iiilci.un.
Ueriiar.lo l'ereira do Cari..o Jnior.
Vogal u tecrelario.
fc.Nshl.HO ADMINISTRATIVO. ;,;-
"<.> Oconselho administralivo precisa con-Sjy
2p 'rutar o furneciiiieut dos gneros seguin- :""
g le para o rindi da companhia ios apreu-' '.'',
'** dizes ineuoret e Africaiivl livres ,-in scrvi-
\.y Codoarseoal de guerra, durante os mezes S
fi ''e julho e agosto prximos vindoures.
.. A-sucar sometios refinado.
or Cafe inoiJo.
Clui hyton.
Pao de oncas.
Uanteiga inglesa.
Arroz pilado.
Bacalb,
Carne -teca.
Dila verde.
Karii-ba do inandiora.
KeijA...
TdUCiulM) de Sanio*.
Bolachas.
Azcile doce.
Vinagre.
Lenha.
uem quizer eonlralar estes ob|eclos
presente as suas proposlas en) carta lecha- .''.
la, aeompanbada das amotine, oa serreta- ;-'
>& ra do contelho, as 10 horas do da 27 du ', '
'i crrenle mez.
?\ Secretaria du conielbe idminutritivo ;*"
w para fornecimento da arsenal de guerra, 21 W
ii 0e Ju:!l'" rte lri..(i..ititonio Gomes Leal, Si
lenenla-eorooel presidente interino.P.er- -'-
S nardo Pertlra do Carato Jnior, vogal e 'f
sy secretario. \
'"-.':.:''.:': '..''-.:'j--*-... -'-,-'-. '
<4-* wwXKrt** tVw *k-~ '.. \,y -...'-..*-.-*"'.,. ,-**'...'
(MREiO (ERAL.
A ailministr.teao engaja liomeits cr.m-
ulieirosa I.s00():-.s. diarios.
;
VJ


BAILE MASQUE.
Sabbado !tt do correte.
1\0P\LUXT A Rt.l BA PR.4I.
As 8 112 horas em pauto dar principio o baile,
tocando a intuici novas quadrilhas vindas da corle,
para o que ja se aclia ensaiando. -^ meia noile c
rer um i lotera comp*!a; de d' rente premio
rnnsi*iii.d > em Iguaria*, bilhele de lotera e diver-
sos objeclot curioso, ios quaes lerSo direilo iqoella
pessoas qoe compraren) bilhele para o baile, o que
Ibes coubrr em sorle. Cs directores promrllem enn-
servar tuda ordem e regim-.-in ale aqui havidn. Os
bilhele iVl.am-se a venda ni casa do baile.

$ :>
P iio Ri de
Janeiro.
Nestes 8 dias deve se-
guir o brigue nacional
MARA LUZIA, capitao
.1 oao il i Silva Moraes, po-
_ de receber tnercadorias
i .tCo?.%gt1.0,ta6?d^ CSt'-a"e*i,!' ?.udcZal C i( frete-
gulamento policial de 2 de agosto prosimo passado,
que Iralam das libres e faritainentos dos respecti-
vo llitoeiros ; vitto como, observa-so que nao sn-
dam devidaniciile fardados, pelo que disposlos ro-
mo ni achamot o Del cumprimento de semelbante
disposicocs, anda por osla vez fazemos o prsenle a-
visu, certo o* iofractorea de que ser punidos com
a mulla, e mais penas decreta.la* nos arligos 17 e
18 da citadas pe-turas de 21 de julho de 18.V..
I-. par .me rssim conste mandamos lavrar o pre-
tenle em que no a-signamos. Cidade do Recito :l
le maio de 1856.
O* liscaes.Manuel Joaquim da Silva Riheiro.
guaci Josc Pinto.Manoel Ignacio de Oliveira
LoboJoao Jos de Moraes.
5SCl*teettl$9q.'f,
para os quaes dn' as melliores accommoda-
ciiesctratatnento: trata-secom Antonio
ile Almeida Gomes, na ra do Trapiche
n. 11, segundo andar.
Realcoiitpanbitide paque-
tes ingleses'a vapor.
fes.

&m
^-
Le-te no yornal do Commercio, de Lisboa, do
dia tH de mai :
PORTUGIIEZ BEitEHERITO.
Por carias que boje rereliemo* de Pernambueo,
soulieino* tjoe eslava a partir para e*ta corle, o Sr.
Dr. Jos d Almeida Soares de Lima Bastos, direc-
tor do gabinete porluguez de leilura, e do hospital
pnrloguez, estabelerdos naquella cidade, o qual he
portador n.io s da felicilaco dos nnsoi compatrio-
tas a S. M. el-.-ei, pela sua e\ilto.;ilo ao Ihrono,
ERRATA.
No Diario de 25 do correle, na setla Columna
da segunda pagina, logo no principio di rclar i es-
lalisliea do cholera no primeiro districto da Vrea.....
na de Sauto Antonio pelo Sr. acadmico Luciano
Xavier de Moraes Sarmeoto.honve urna IraninosirAo
'las observacues que icompanhavam o segundo caso
devendo o que se 16 depoi* .la palavra morreo u
loreciro e quarlo c.rso, ,or transfer lo como observa-
(ao aiiiifva ao legando raso.
II mesmo mod uas observarAes geraea na ler-
ceira Iniha da primeira columna da lerreira nasina
cm vez de ebolerieosdeve-e lercheterinsi.
O iiinlc Crrela do Morle recabe a mala para
o Aracaty boje as lu horas da manbaa.
leudo de ser vendida em basto publica [na
- lo almoiarifado desta', repartir,! as 11 horas
ihla, una porrao de plvora bolacha arrui-
nadas, islo na lerceira praca no dia S dn correnle
me/, sendo a primeira e segunda us das antece-
dentes a misma hora ;atsira manda o Illm. Sr. ins-
pector tozer publico para conliecinienlo de quem
luleressar ; bem coma que eonlralar a factura de
urna caldetra de ferro para a barca de escavacao,
em visto de proposlas recebidas ale o ultimo lam-
bem .!.. correnle mez, sendo a mema factuia pelo
desenlio que na occasio do contrato so apreseutara
* rvuccirreiites.
Iiisjiercilo do arsenal de maruiba de Periiaml.uco
em J.> de junho de ISti.
O secretorio.Alejandre Rodrigues dos Alijo*.
Companhia l'ernamhucaria, largo da as-
sembiean. 10,primeirc andar.
Uavendp.se salvado do naufragio do vapor u.Mir-
quez de Olinda, nina porego de cera de carnauba a
granel, e nao se sabcudo quem pertence por nao
ezullrem emolinos, pede-sea.s seiihorcsiiue rece-
bcran carnauba pe mesmo vapor, queiram compa-
recer in. escriptorio da eoajfanhia para divisa da-
quelle genero; adverlindo-sc que o pro/o he de boje para o resta
-i. ale 2& .lo correnle mez, depoil do que sera ven-
dida para do produelo deduzir-se as despezai com o
salvamento.
&0*"l
- CAMBIOS.
Sobre Londrc. -X d. poi I-.
i r.iris, Mil) rs. por r.
o Lisboa, UMI por 00.
a Rio de Janei-ii, |, A | |10r ,.-, e :M Jial
A'-...... do flanco, .1., I|||) de premio.
Acedes da companhia de Uebcrit
Aceiics da companhia l'er ambucana
18000
10 par. I
Companiia rJcartiiccs,
A niesina conluala para rancho de suas praras
durante o trimestre que tem de correr do 1.- de julho
Iti ue setcinl.ro do coirenle aunos gneros se^uin-
Ita :caro moido, assucar soliieno |relinado, piles do
b .meas, .titos de ancas, manteiga inglesa, arroz de
vapor, carne verde.....a secca, ivij.iu prelo, baca-
ib'o, tiiinli.i da trra, louruhu de Liibua, azeite
doce .le Lisboa, vinagre de Lisboa, lenha em ach! :
sendo lodos esle. gneros de boa qualidade c tadios,
devendo apretenlar quem os quizer 'eonlralar sua*
pruposias no dia M do crlenle as 11 horas da ma-
iiliila n.. secretaria da respectiva companhia. (Juar-
lel da companhia da artfices no arsenal de guerra
era 25 de jonho de 18.56.Trajino Alipio de Carva-
lho Hen onca.
Espera seal
o timdcsle mez
um dos vapu-
les i .-.|j com-
paniia viudo
da Kuropa. o
qual depoil da
demora do cos-
ime seguir
para o sul: par passigeirot. etc.. irala-te com
Ot a.,-ules Ad.nuson llowic & C ni* do Trapiche
Novo n. h-2.
I'ara o Aracaty segu o lii^le aUovidnso, quem
quizer carregir dirij.i-se a M-.rlins & Irmo. ra
da Aladre de lieos n. >
i'ara o Rio tirando do Sul
O biate nacional i Tigre par ter prompto parle
do seu carregaineiile, leni ainda lugar para dOO oa
:iuti barricat : trata-sa com V. A. de Sena Carva-
lho, ou Com o capito na prac do Commercio.
I'ara Lisboa
A barca l.igcira n at o dia 15 de julho poi ler
prompto inaior parle do seu carresameuto : para o
reslu e passageiros lrala-ie com V. A. de Sonsa Car-
valho, uu cun o ciuilm na praca d C.immerrin.
:I'ARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com brevidade o bngue nacional uEivira.ii
ja tem parle do seu earregaoVento prompto, para o
resto, patatgeiros, eescravo, para que lera ezcel-
lenlet commodos ; Irato-si com u cousiquatorio, Jos
Joaquim Dias Fernandes.
i'ara o Cear.i com escala pelo Rio tirando do
Noria labe em pooeo dias, pnr ler o seu carrega-
ineiilo quasi cmplelo, o palhalmte nacional uAngc-
liea me*;re e praliru Josc Joaquim Alves da Silva,
le da carga e p,,-*ag.-iru* Irala-te rom
sen consignatario Loiz Jos de S Araujo, ra do
llrum u. 22 nu coir. o mesmo mestre.
lllidade Publica. :io porcento de nromio'' -7* ,i,"!- Sr- '^c,i"T ''" Cymnasin
- Iiidciiiiiis.idnra. ; pr '., de premio. *r ,os '"anos internos, nieio-pens
da estrada de torro l) por ll|o'de premio
sobre a entrada.
DuconlO de letlras, de 7 a II pof 0|O.
Ouro.Oncea heapanholai. .' .
Uoeda de 6gi00 vellias .
i. i. i;>(k) novas .
I8000.....
l'rala.l'alacoes brasilciros. .
Pesos eliminan s. .
*| incvic.'inos. .
--.Sja
-l-1'AMII'.liA.
tleudimciilo do da i a 2o.
dem do dia i'ti. ,
1289500
163000
I63OOO
DaOOO
29000
mm
12860
:W:li:i7cT!l
10:4563230
lei'iiu-
ill.VO'JiOi
Dcscarreaa lioje 21 de junho.
Barca Trancez(atufaremerraiiurias
IMPORTA15AO .
Hiato nacional 1 Duvidouaoa vindn do ftrtealv
consignado o Joaquim Martins t\ Irinilo, manife-
(on o segunile.
ni inda con-
ionislas e\-
para eutrirem rom o qoartel que tem de
corr.-r do I.- dejullio prosimoaindooro-
secretara doliymnaiio Provincial 30 dejnnbo de
lilil.o secretorio, A. A. Cabial.
Devlalo em cump imenlo da or-
dem do tiibunaldotliesouro uadonal.de
- de Janeiro do concille ajino, Sallir du
circttacaoas olas de ->(>;-;, de segunda es-
tampa, papel encarnado, pie neila e\is-
lem, sendo substituidas por olas dos
inesmos 011 de menores valorea, da calva
lial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia o Illm. Sr. inspector da
thesouraria de lazenda desta provincia,
manda convidar ospossuidores das dilas
olas de ^OOO, para as aptesenlarem
na mesma thesouraria, alim de serem
trocadas dentro do pra/.o de oilo mezes, a
eonlai do I de ttlho po simo vindonro a'
Ivio de Janeiro.
O patacho oTIiereza in, de que he capilflo Jos Ig-
nacio menla, vai seguir viagem para o Rio de Ja-
neiro com brovldade, por ler grande parle do seu
carregamenloengajado: quem no meamo quizer car-
recar, dirija-se ao eseriptoria de Bailar & Oliveira,
na m. da Cadeia i!o liecfe 11. 12.
Para a Baha
segu rom mulla brevidade veleira patacho brasi-
leiro "i:*pei,iie.in por ler ja prompto matado do su I
carregamenlo; pan 11 resto e passageiros, para o I
quais lera ezcelleiiles commodos, irata-se rom o
seu eonatonatario Antonio Loiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz i. !.
Para Lisboa mprelerivelmcnle 110 din 1 de ju- I
Iba o brigue porluguez Viajante ; quem no mesmo
quizer ir de passagem, para .. que ulTeiccc as me-
lliores areomo laces e tratamenlo, dirija- nos con-
siguiiario*. T. d'Aqnino Eonscca ^ Fihn euao
capilSa Sr. Manoel .10* Santo, na praca
RIO DE JANEIRO. "
O veleiro e novo patacho brasileiro iThereza la,
pretende seguir viagrm an Rio dejaneirn mpreleri-
velmelite no dia 30 do correnle : recebe nicamente
oscravos a fele, para os quaes lera linas iircn:mn.1a-
ees. para .ue trata s.- rom o- runsienalarins l!al-
l.ir ,\, Oliveira, na ra da Cadeia do Kecife n. I.
na do Collegjo n. 15, de um grande e variada sor-
lmenlo de obra de marciueria nova- e usadas, urna
grande quaulidade de ulijeclos de raro niudernssi-
iiios, divefSOS reliigiu* para algibeirj, um dito muilo
rico de parede, lindos vatOl de porcelana c eiifciles
para cima de mesa, lanleraas, candelabros, appare-
Ibo de luura e vidros de diversas qualidade, urna
caiva com um bellu sorliinenlo de calungas, urna
poreu de chicotes para carro, qualco caixas com
conserval de carne e de fruclas, um ptimo cabriole!
novo, dous carros de i rodas eicelleules. e oulros
muitos objecbs ele., que se echarlo expostos no re-
ferido armazem, os quaes se enlregaro pelo inaior
preco offereedo : sesla-fera 2~ do coirenle, as II
horas da manliaa.
agente Hoherls I'ara' leilao, por
ordem do commandante do vapor \1 \i-
QEZ DE OI.INA nauEragadopa costa
de Goianna, e por conta ?riscode rpiem
pertencer, com cenca dos lllms. Sis.
inspector da alfundega e administrador
do consulado 'eral desla provincia, de
cerca de liOOll meios de sola salvados do
mesmo vapor: sabbado S do coirenle.
ao meio-dia, noarmazein doSr. Guerra,
delronle do trapiche 1I0 alrjoiiao.
Agencia de leudes, ama
da Madre 52, de eir da Silva.
Sexta feira, 2~ do crrente, a H) horas da ma-
nhaa, serio aricmuladns niuilns objeclos, mobilia;
pianos, c nimia, a diversas obras de ouro, relugio e
crrenles, e tudu mais que estiver patente, e sera
vendido a contento dos fregueses.
O agento liorja far.i leilao em conliimacao, de
alguna dos peer vas j lunuueiados para quarta-feira
25, que nao pi.de ter logar naquelle dia, os quaes
sao um banqueiru, um pnrgpdor. um di-lila lor, um
carreiro e vaqueiro, um de lervico de ciixaoa, e
man urna prela ptima cozinheira engommadeira,
com nina cria de .! aunas, e 11111 b-.nilo inoleque com
principio le coznil.a costumado a Indar a cavall e
a Iralar dalles, proprio para pagem ; lodos serSo
entregar desta vez sem recusa de quaiquer preco
icaior que for uflereculo : quarla-feira 2 de julho ao
mei da sin ponto, no armasen) do agente annun-
ciante, sito na rna do Collegio 11. 13.
Lanerre & Tiwel-frere lario leilao, por inier-
veneo do agente Oliveira, de cerca Itjtl barns intei-
ros e meio* de manteiga francezi, da iillima impor-
lada ; e para liqnidaego se veuderio cerra de 3UU
sacro* de farinha de nianlioea, propria para mesa :
segunda-leira, :)ll do crrente, as l horas da raa-
nhaa, no arma/Pin do Sr. Aunes Jacome, defronle
.la arcada da alfandega.
Queijos o Serid
De nomnenle se aviw_,No m
se receberam s verdadero, ,aeiJ05 d 1U
deposito das bichas, ra estriba do Rosario n. 11.
- IJeseja-se saber seeiisto ^ o
dos orpl,..s do tinado Caetano, & fni rfns
engenios Cuqueiro e Caboclo.
itor que foi dos
_ D-se alm.co, jamar e ceia n. ,MJ0
pUdto, por preco commodo ; quera nelender dirw
%t'0&$Z &0tt&0$.
RESfOSTA.
Jue por coii'i icracfio 10 publico, damo as per-
gunla felas ao eonaelbo de qualficac da fregue-
zia de S. FrekPeJru Goucalses, por um guarda da
reserva a qacni damos as costas |ior sri nos merecer
desprezo.
A l.. Respondemos com o mesmo art.31, aalvo
se por estupidez ou mi fe enleude 11 reserva que
0 Ulterior da i;rrj smenle saoca pella-mores ; ad-
verliulo-lli.- maitqoe as lista- este anuo i',iam alli-
xa las uo ine'nio lunar em que sempre semoppcsic.io
e nein reflexo de alguem o lera sido.
4 2.- Respnni!e-se rom a segunda parle do artigo
21, que dispoc qu- |ngo > us facullalivos da guar-
da nacional silo obrisados a pretlarem-se as inspee-
cei, como quaes quer oulros que para isso 'forem
pelos coneelhoi convidados.
A 3.'. Respon .eme* que he calomni.ecalomnii,
mame, dizer-se quo contelho ocultara .1. men-
los dos insneelonados, porqno sendo senlo desse
dia ballantemento enneorrida, e ftao estando iy> nu-
mero dos especladores e sen r.ipil.l, que tambera be
ahogad ronhecemos porfeitainenle a ambos sua
calnmnia, 1 a infamia, uto ibes poderiam confiar.
A I.. Respondemos lambem cun a primeira liar-
le .1 citado arl. -Ilm. nnhor, -.1 grano.o*, per
que exigiiido elle que as attestar&es .1..* facullaiivo*
sejam juradas, na leu lo ellas csa clau-ula ; devem
ser considera ],s laes.
A 5. Respondemot com a segn ta parle do arl.
7 que ii- manda cantor o di.-is de interrupciiu, e
assim ten.!., o conselbo -ena. lose pi 11 'segunda vez
no da IN e dei xa lo de fuucctonar pordoui .lia-, he
claro que s no dia 33 dov.a aflixar o edilats de
que Irata a segunda parlado ni-liito:M>.
A 6.a Respondemos, q.j, uo icnmbindo a exe-
cuc.io doS primeiro dn ..rtig lli a infames e mue-
raveis ealumnidores da calibra .1reservae In o
contelhfl com a sua eonsriencii Iranqoflla porque
ei i.iia na inlegridade de minn liver de o execu-
l.ir.
I iran assim respon !i las as miserias do talre-
serva cpr.testainns desde ja nao Ihe dar inos mai
pdlia .n.jiip tomos.
l'm Olcial que nao li; iberio.
Pergunto-se: -rr prohibido o chamar
mas e locar a corneta 'i rufar o tambor, ao pastar o
Saiitssimo \ ltiro pelo corpo da guarda de 11111
quarlel durante odia 1 N rato afirmativo pergnnla-
se qual a lei, regulamento na tabella que assim o de-
terminen Bstarito por ventura esquecidosde certa
labella que ajare M coiitincnctas un sao estas uni-
camente e irubrvada para a* rospeilabelissinu* oes
soas ds tenhores ofiieiaei *.'
ATTENC.V0.
; /:>lwctaculo*griituilo.
N b'airro de Sanio Anl.....o em nula ra que nao
be larga e cojo nome comer 1 por tuna lelra funesto
au< esliidanles ba espectculo gratuito desde as seis
lu ras da nianba al i* seis da larde.
As represenlar-s -ao inloresiantos c mui varia-
da', e o reprebentanles merecer 1 la a alteucao do
piildic.i, peb fo do.liirc*. acadmico* e mocas de
11 a '". aun le id 1 Ir. Scrvem le scen as varan-
las ej.iiellas de primeir *, segundos e lereeirot
an tares, o que permit gotar-se complelamenlc de
lodo o diverlimento.
Os principan papeit sao sempre desempenhl I s
l>rloj artistas mais habris da companlria, laes como o
dr.... onea, q dr. nidia, o dr.... ran, dr. sell ou
.... rellns, c dr.... ogenea ; fazem de bobo o maci-
co enroupi lo n langa lmela.
Alem lestes ha anda varios ulros represenlanles,
doutores, icidejnicot, e cafagetles, lodot de inbtdo
iiieiilu que por brevi-la le deisamce de uomear.
1 A companhia cunta lambem em seu sem quatro
primeirai damas. Sieanndae, e .'! oplimai lacaiat.
Ileconiiiiend.i-se a rapaziada de biim lom que nao
deixe de roncurer ara apreciar la 1 variado quinto
agridavel espectculo.
Sigiiure e Steporilai, ontro oflicio, empreguem
melbor o lempol conai lerem que ha na viainbanca
mnitoi aeuharas lcaadat a quem eicandalisam coin
1 ni descomedido! procedimento; enveraonbem-ie do
papel ridiculo qde etUo fazendo e madem de vida
em quanlo he lempo; do e-mtrario os m.ileques Ihe
g-il ira da ra : lora tolos lora raaloeos !
.Se c.uiliiiuarem, continuaremos.
A i. manpade do Sr. Bom-Jesus dos
Passos, erecta no Corpo Santo, avisa as
pessoas pie uverem restos mortaes as
catacumbas da mesma irmandade noce-
miterio, que li.ijam de os mandar tirar
dentro de 15 dias, lindos os quaes serio
confundidos com os de mais, que no mes-
mo cemi.erio liouver. Kecife 26 de iu-
nho de I8.r)(i.
No alerto da Boa-Vista n. 8, dei-
VOU-se de vender (oda e quaiquer agul-
denle mantilacturada no Brasil, desde
o ata 17 do crtente mato: esle anntin-
cio ja" foi publicado por esle mesmo
DIARIO, em H), -21 e ->7, do pastado
maio ; c como esteja quite do pagamen-
to do imposto ale o ultimo da corrente
junho. Recife -2(i de
-Joao Alves de Carvalho Porto.
MlilfA ATTENVAO".
i-signad, morador na rua d'Alegria,
cidade do Recife, rosa
pessoas de apprelicn-
da Meta, crionlo de
junho de I Soii.
o ibaix
regnezia da lfoa-\ isla.
1* autoridadei p.ilr.ic*
derem o mu e oravsi Alano
ja-se aa pateo da Kibeira n. 15.
Do lugar de (joiarininha foi reiin.U;(|a
gano liara o eiigeuho Morojo, dislanle d^, | .'
cidade de Nazarclh.a escrava Joaquina,^ d, '
tencer a Antonio lavares, morador na isa,,., .,"
Recife ; e por que o proprietario do ditDnbi!
se nao respousabilse por quaiquer eVOOtaja..].
que possa aucceder a roesma escrava, mand filer
publico, afim de que, quem a ella te julgar cea, di.
reito a venlia procursr quanto anle, mediaie. .
quanlia de il! que se pteou de lomada.
Aluga-se urna grande casa com grande nu,
no logar da 1 ...punga, com a freote para o rio, com
quarlo para pretos, estribara e cnebeira, e grande
porcao de capim de plaul.i: a tratar no atetrn da
Boa-\ isla u. 1.
A Viuva de Manoel I-rancsco Ribeiro, mora-
dora na roa do Sol n. T, r recebo encommendas de
eangica para vespera e dia de S. Pedro, devendo as
mesmas terein feila sexla-feira para o sabbado e sab-
bado para domingo, islo al as 6 lloras da larde.
O abezo assignado, ihesooreiro do coaselho
adminislrativo do patrimonio dos orphaos, faz cen-
le aos aquilinos do mesmo patrimonio, que JoAo Sa-
bino Vieira doixou de ser a'ora em diaute eocarre-
galo da robranca dos alaguis e foros perlenceules
ao reeriJu lalrimooio, e como tal inhibido de rece-
ber quaesquer dinheirot, passando dito encargo a ser
cxcrcido por seu proposlo Maximiano Frauriscu Re-
giieira Duarle, llho do nnuncianle. Recife 25 do
junho de 1S5.Joaquim Francisco Duarle.
A viuva deTheodoro Comes di Silva, fallecido
d cholera em fevereiro do corrale anuo, no atorro
dos Afogadoe, onde era morador, e possue doa ca-
sinha, o qual viva de botar orea e lijlos cm sua
canoa, avisa a quem se julgar eredor do fallecido seu
marido, que deade 26 de maio por mandado dojuiz
de arribaos do -Ji do mesmo enlregou em dito joizo
a relae dos b^iis dciados por morle do ja dito seu
marido, em cujo joizo devem os rredores juilificar
seus dbitos, pur isso quo nao l-ndo ella com que
ftzer as desposas de parlilhat, cede sua parle a bem
de su.s lilhas orplnias, ronfiaiidj ludo na reclida o
probidad do juizo : assim como lambem declara,
que nunca antes c nem dejiois da morle de seu ma-
rido recaben real dos alugueis dat casinhaa, e nem
aatariton pestoa lisnan para isto, o que faz publico
para conhecimenl do juizo, de quem eperajuslija.
Theodora Maria da Cunceir,ao.
Rosa-to a peona que Irouze do Rio de Jtnei-
ro orna encommeuda do Dr. Manuel Joaquim Fer-
nandes Faras para rulrcgar a Antonio de Paula Fer-
nandes Eiras, o obsequio de apparecer na rua do
Quennai! n. 7, ou anuunciar a sua residencia para
ser procurada.
HOSPITAL PORTGEZ DE'
BENEFICENCIA.
tjueiii se julgar eredor do mesmo bo'pilal queira
apreseniar as suas roula ao abaiso ntsignadn para
serem pacas.Manoel dos Santos Piolo.
l'i cisa-e de ama mulher de idade e de boas
coslumes, para fazer companhia a urna senhora viu-
va sem Ribos, c tem quem bem a sirva, s quer a
companhia : na Iravessa da rua Bella n. 6, ou na
rua larga do Rosario, segundo andar do sobrado que
volta para a eatreila du mesmo pomc.
Ilenrique Carlos ua Costa declara a Antonio
Jacinlhn 1' tcheco, que aprsenle a sua coola para ser
paga, visto mo ler feilo antes da seu loauocio, como
devia.
Fies em poder de Antonio dos Santos Vieira o
billiele 11. :i'J( da primeara parte da primeira lote-
ra rio Senhor B>m Jesos da Via-sacra, pertencenle
ao Sr. .I...1 iiiin. Ferreira dj'.Silva Jnior.
Precisa-te de -l ou 3 bom olliciaes de ourivts :
na rua do Cabug, toja n. 11..
Olferecc-se un rapaz porluguez para caixeiro
de qualqui-r eslahelerimenln, o'qnal tem pralica de
lab. rua e e-rreve soilrivel ; queni precisar dirija-se
a rua do Collegio, taberna d Francisco Jos l.eile.
Aloga-ee mi casa Ierre pequea, sila na rua
Augusta ; quem pretender dirija-se a rua do Coller
gio n. 10, segundo andar.
Preelsa-se de urna ama pera rasa de puuca fa-
milia ; na rua da Senzala Velha, 11. 10!, runei-
ro andar.
Pfecisa-sa de uina ama ecca para lo.lo o ser-
vir de urna rasa de familia de duas pessoat, na rua
da Cruz do Recife, n. (9, armazem de fazendas.
O abaixo assignado escrivao da ir-
mandade do Senhor Bom-Jestis das Do-
res em San-Goncalo, por delerminacao
da mesa re'jedora, convida a iodos os
seus irmaos a compaiecercm no consis-
torio da uossa igreja, no dia 2!) do cor-
rente, pelas !l horas da manhiia, para o
fim de reunidos em mesageral, Ira tai em
de approvar o novo coiiipromisso. Con-
sislorio em mesa 2.1 de junho de I.")().
Candido de Sonza Miranda Contc, es-
crivao.
O Sr. Henriqne Garlos da Costa nao
se |H)de retirar tem que primeiro salde
suas constas com Antonio Jacintho Pa-
checo, caixeiro do Sr. Manoel Jos Fer-
reira xiusmao. Antonio Jacintho Pa-
checo.
Piecisa-se para um estrangeiro um
sitio pequerto perto da praca ou urna casa
terrea com quintal e cacimba na fregue-
sa da Boa-Vista : a tratar na rua do Tor-
res n. TiS, segundo andar.
I) advogado Sonta Reis lem o teu escrjptmiu
no primeiro andar da casa n. 15 na roa do Collegio,
ande pode ser procurado a quaiquer hora do da.
O eirorglao Francisco Marciano de Araujo
Lima reside na rua da Liona n."l, e pode ser pro-
rura.lo a quaiquer hora.
- I'rc.-i-a-se alagar orna prela qoe saiba engaa
mar, ensiboar ecozinhar o diario de uina casa : a
Iralar na rua larga do Koiario o. 32, oa annuiice.
Hagnifica casa a' vender.
lie a da praca da oa-Vista, do fallecido N. lia-
daull: os pretndeme todera ao cnsul francez, ou
a Mr, Delouelie, na rua Mova,
Aos devedores de*N. Gadault.
De novo se he* avia que vanbam pagar seus de-
bilos na leja da rua .Nova, alim de evitarem a publi-
caeao do seus numes pur esle Diario, visto que
tendo-aa de tozer as partflhat das dividas, se ha de
publicar com esperificacilo de mues c quanlias dos
devedores a dislribaitao resperliva eftlre os lierdei-
ros. Ue aviso pa.a quase ni'io rbainem a engao,
lano mais ojntnlo sSo dbitos ridiculo e de muilo
lempo.
Atnassadures.
Precisa-sc de dona amatsadores, que cnlcndain
bem do servico peiteucente a sua arle, paga-se bim;
na padaria da rua imperial defronle da fabrica de
sabo n. I").
/ No aterro da Boa-Vista n. 7-2 A se dir quem
veude um urna nova para deposito de ossos. o por
prec, ciuiiir : na mesma precisa-se alagar orna ca-
sa n'uroa da mas da frefluezia da lloo-Vista, cujo
alugel nfl.i exceda de l(i-S)O.
Oflcreee-se um ooco brasileiro para caisein.
de balea cu de'rua cura bstanle pralica de quai-
quer negocio, acha-ie arrumado em urna taberna
na rua de Sanio Amaro 11. 8 : quem pretender an-
nuucie nu dirija se a dita taberna.
Prr.leu-se de F'r de Porla* ao becco Largo do
Kecife, um tele e nina chave de relogio ludo de
uio, .1 -niel.- he ora carneirinho sobre urna corna-
lina : a naaaoa que achou qoerendo resliluir. diri-
ja-so ao palco do Pillar 11. 12 que se gratificara.
anuos de idade, alio, oeco, anda cahido para ..
fente, lem um grande tisnal nos peilas, i imilac.:
de qneimadnra ; hetcasado ora .1 escrava CaMma,
dn ensenhod'AgUa de Igiiara-su". que foi do tinado
Ilenrique l'opiie t.irO : etse esri.iv tem tres lilhos
caplivos. sendo dous do dito engenho, c um meu
isavaeVe nm.-. paira la pequea, que ta-
le junho de lS.it.;
Por or.lem do ll.u. Sr. pretidenle do copselbo de-
liberaliv... convoca-se o uiesino coiiselli para uina
sessilo<:rnordinari.i ini .lia 29do concille, pelas 10
horas da BUnhla. Itecife-2.de juulu de 1856.M.
F. ta Souza Barbosa, I.- secretario do conselbo.
rado n 1 di
cava na cintura
rinibaiido-ni- :'..':XI.111 r-is :
r para ,. mallo, p r ler -i i encontrado c m om
irouxa de roopa, c atoe ra teduzid 1 por una r.cs- I
oa, i..e proenrou-me para o comprar, mas que i
inleiramenle deseonhero : quem o iippreli.mier ser
gratificado.Marcellijo .loso Lopes,
Froea-se umi imacem
1.1.-!',i:|a, r cinco
Maranhao e
ara
ti b 111 ciuilnci.lo brigue escuna Laura, recehe
carga a passageiros : traase com o consignatario J.
B. da l-onseca Jnior, ua rua do Vgario 11. 23.
Arreinla-se 11 sliu denominado Chacn no lu-
ba sjspeilas que fogi- j Rar da estrada do Cor ler, junio ao Poro da Panel-
la, o na beira do Iti Captbaribe, com urna casa
gran .... ama tnsala compella de fl casinhaa, estri-
bara para oavattot, Ierren 1 sallicieule para 20 vac-
cas de leile u para planta de capim, arbando-se
parle d mesmo Ierren j plantad, onde forma urna
le Nossa Senhora do. grande baixa : qm-in pretender, dirija-se a ruada
qu Iros; sendo um de Nos Concordia, no segundo tudar do sobrade que fica
-i.iiliur Grucili ado, oiilrn de "mi-a Senhora do Ro- eonfronle ao lelhnro do porto velbo das canoas.
rio, oulrode Noma $enhoia da Piedade, oulrode
San-Joso e oolro de Saiilo Antonio ; na toja de sa-
paies ,1o aterro da Boa-Vista, n.
ludo bem.
I i, J-i e-lando
t) abaixo amiguado 1.1/ triante ao publico ea
quem convier, que menor, que Imha em sua em-
lua, de u.iiie Ki.ar.lo, pardo escure, idade 131
'iilou-sc no dia lu dejunho de
Precisa-M de nina ai.1.1 foira, de boa conduela,
que enlenda de COZoha, para casa de pequeua fami-
lia : a Iralar na rua de Apollo 11. I'.), tercei.o audar.
alios, livre.
Precisa-sede oflieiaea de alfaiato : na rua Nova
11. IS.
Ouein precisar di nmi ama para o servido iu-
lernu de una cas de homem solleiro uu pouca|f<-
nca sua
gdl5r$.
o ageuie Borja tara leilao etn seu armazem na
tabernas
queira
enlrar com algons fundos para a mesma e estar ao
balea.
diia)i es fallar
Precisa-se de urna ama para criar ou lomar
tonta de uina enanca de 15 dias, paga-te bem agra-
dando :
precisa.
D-se dinheiro ,1 premio em pequea* porcesl
sob penliores de ouro e prula na rua lo Nagasira Prancisco Jos.- da Silva Amotim, relir-se pa-
u- '- ra Portugal a Iralar de sua saude,
1 : na rua do'CsVd, ei o,".' raqXm '"? Jo O""* % 2 ""*
.,. 4 eul 1 com o Sr. Joaquim Bernardo de Mandones a ne
i Roco.
ILEGIVEL




MRIO .E MMB3 S XTA FUI 27 II JUNHO 6: I8S6
I
Companhia da
entrada de ferro
Pelo presente se cooiniumca aos senderes accio-
nistas .la Companhia -la Estrada .le Ferro, que por
..rcatiAo de receberen. sua. am.es deverla apresen-
lar-* iwr Ki ou por seus bstanles proru.artures.
para o lim .le se assignarem no eompelenle livro da
mser.pgao, de aecord eom o* pedidos que mam
.la* arrdea Recite JO de iMba .te Ih-*. Por or-
clem 5 O Dr. Olegario Cesif Cahossii, ^J
''. liiimado eui medicina pela Facul- $
A rtade da Babia, avisa ao resperta- @
';. vil publico desta capital < especi- ''
;',* alenle a't penou pobres que k
."' iiiti/.cieni ntilisar-se de sen prest- g
;,;. mo, (pie acha-te lesidindo no pri- A
metro andar da cata n. 8, sita na m
j na do Colle;io, onde pude ser '
ir? procurado a qualquer hora. JJ
ESTRADA DE FERRO
do ttectfeao S. Francisco.
Os directores da companliiu da estrada
de ferro do Recite ao San-ai'rancisco, tem
falto a i'liatnaila .1. segunda prestaco de
ditas libras esterlinas sobre cada accao na
dita companhia, a (pial deve ser paga at
o dia 7 de jnllio de 1850: no Kio de Ja-
neiro, eiu casados Srs. Mana' .Me. Gre-
gDr&C,; naltahia, em casa dos Srs. S.
i>avcnport & C, t em Pernambuco, no
escriptorio da compunliia. O accionista
pie nao real sai o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
reito as acoies, s*thi gamento nao ti ver sido ell'ectuado, e em
lodo caso lera' de pagar juros pelo lempo
qaedeeorrerentreo dia indicado para o
pagamentoc a sua icalisacao. Hecile 1 i
de ni.no .le 1856.Por ordena dos direc-
ores.S. I*. Vereker, lliesoureiro.
Aviso.
Sao convidados lodos os senliores devedores a casa
Ullula de Anlooio Aocuslo de t'.arvalho .M.innho,
que leve toja de fazcudas na praciuha do Oueiniado
dtsla cidade do Kecife, anu de se diriziremao abal-
lo assignado, no aterro da Boa-Vista n. 14, para
aiuigavelnienle saldaren) seus dbitos, islo com a
maior presteza que Ihs fot possivcl, pois promel-
le ler toda aliene.n* com os que forein mis promp-
los em sen pasamentos, em razao de'estar compe-
lenlenenie habilitado a lazer esla liquidagao.
Joaquim Jos llias l'ereira.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. JoaoMoreia Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Manoel Jos* Lei-
.le, na rila do Oueimadon. 10, alira de
amigavelmente saldarem seus debito*.
!$ l)eix>sito de vinlio de champan- 3
Q ne Cliateau-Ay\, primeira qual fi
:,_') lidade, de' propriedade do ooni|A ",'g
( de Mareiiil.rua da Cruz do Kecife n.\ ''
; 20: este vinho.o melhor de toda a
Champagne, vende-se a 56j Cada
-j caixa ; acha-se nicamente em ca-
O l'e L. Leconte Feron A C. N.
._'; B.As divas sao marcadas a l'o-
& l!Conde de Mareuile os rolu-
.-;_; los las garrafas sao a/.ues.
oS-w?5^9-p-C;-qCv..:-v:
moral
t: 1
c
ttist rucea
ffiosa.
Esta compendio de historia sagrada, que o ar>
pruvado para inslrucgao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvagao a 19600 rs., pasta [a ser
vendido a 18000: na livraria ns. 6 e 8, d (praca
da Independencia.
4. JANE, DENTISTA,
O contina a residir uaruaNova o. 19, priipei- %
0 ro andar.
Massa adaman-

6

i
i-
iina.
francisco Pinto Ozorio cliumba .1
dadeira massa adamantina e appl
atraern do ar : pode sor procura
Hosari.i de Santo Antonio n. 2.
denles r.irr
lica venlo!
ido r.>ii(rr
a ver-
as pela
le ao
J. P. Voselev tem a honra de a\ is ir ao rdspoita-
vel publico, que no seu estabelecimei ilo na i ia No-
va n. 'Si, esquina da r.ainboa do Carm o, euco ilram-
se os mais ricos e inelliores pianos qi e tem ppare-
rido nesle mercado, de forma de 'armario, d. supe-
riores vozes, couslruc.-a.i solida, do sailo in.i mo-
.ierno |Hissivel, sendo elle- todos leili s por nenm-
mendd. e nao vindos em commissao, je assir i apro-
priados para este clima, dos mais arredilarlos fabri-
cantes de Europa, os quas elle vende san nlidos.
O eslabelecimenlo esl abcrlo al as 8 horas la noi-
te para a eommodidade das familias jiuc qi izerem
ver e experimentar os instrumentos. 1
PUBLICAgAO' LITTERAR1A.
Repertorio j uridico.
lisl pnblirarao ser sem duvida de uilid de acs
principiantes que se quizerem dedicar aA e: ercicio
do foro, pois india enronlrar.ni por ordem al ilulic-
li.-a as principaes mais frcquenles occurren cas ci-
vi,orphanoloKicas, commerciacs e ecclesias icas do
nosso foro, com as remissoes das ordeuaeo s, leis,
avisos e reglamentos por que se rege o'l rasil, e
bein assim rcsolnres dos Praiislas antigos e noder-
nnsem que se firmara. Coulcm semelhaul menle
as declines das questoes sobre sizas, sellos, 'elbose
novo direitos e decimas, seai o Irabalho de recorrer
rollecro de nossas leis e aviso avulsos. :onsla-
rsdedous volumescm oilavo, grande fraiu ez, eo
primeirosabio i luz* est < venda por 83 na loja de
livrosn fi*8da praca da Independencia. Os se-
nliores subscriptores desta publicarao evistei les era
I cruamhu.-n, podern procurar o primeiro i/olume
de Ja-
ara | da
na loja de livros acuna mencionada : no Ki
nciro, na livraria do Sr. Paula tirito, p _..
JjonsliluirJo; no Marauliin, casa do Sr. oqnim
tlarques Rodrigues; c no Ceara, can do Sr
ee de Oliveira.
J. Jo-
i RICINSliLTOBIOlOiaO
S l'ATIIICO.
Ra das Gruzes n 28
Coiitiniia-se a vender os mais acredil
Mk medicamentos dos Srs. CasteHia e We
em Unturas e em lolmlos, carleiras d
d..- os Un.anhos milito un ennta.
u| tubos avulsos a .VHI, SIMI e l|000.
V* I ac de listara......-j
^ Tubo, e frascos vatio, roldas .le co-
'A ,',ra ,,ll",s e ,u'1" quanlo he uecessaric
a"ti o u-o da h.iin.i'opalliia.
1 ao muco.
8 No armazn do fazendas baratas, rua do |
3& Collcgio n. 2, ^
$| vendu-se iitn completo sortimcnlo de fa- 3Sg
g /.endas linas e rossas, por mais barato &
presos do que em outra qualquer parte, g
i
i
Jscrip-
'Anto-
S&-SSS
Claudio ul>eu\miidou o seu
rio para a rita da Cadeia de SanldJ
UIO ||. 1.1.
Jos Antonio Moivira Dias >\
zein sciente ao rcspeitavel publi
leeinoseuescriptorio na rua das/taran-
geiras n. 14.
llf.0
C., la-
que
a tanto t>tn porgues como a rctalho, aiiian-
ij r;ando-se aos irompradores um s unjo
2| para todos: e-slo eslabelucimanto abriu-se
S de coinbiiiar;ao com a maior parle das ca-
5 sas commerciaes ingtezas, franeczas, alie-
Jgp mos o suissas, para vender fazendas mais S|
^ em eonta do que sa tem vendido, a por isio Sg
i ollerecem elle maiores vanlagens do que jft
g ouiro qual(|uor; o proprietario deste im- M
g porlanlo estabelecimento convida Indos S
H os seus patricios, a ao publico em geral, ||
^ para que venham (a bein dos seus inte- s|
Mresses) comprar fancndas baratas: no ar- S
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- B
;,; ionio Lui/. dos Santos & Rolim.
WmmBKtmmmmtmmmfam
Precisse de um homem brasileiro 011 estran-
KCiro, que saiba bem moniar e tratar de cavallos,
para servir de pai;em a um senhor de engenlio, da-se
boa pasa : qnein estiv emesias cireumslaucia* e qui-
zer. pode dirigir-sc ao largo da msriz de Sanio An-
tonio, casa de un audar n. 2, que ..chara com aueni
tratar.
Na loja do sobrado D. IS do pateo da ribeira de
'S. Joic, lava-se e engorama-se com molla perfeicAo
e aceio, e com a ruaior brevidade possivel.
Claudio Dubenx la/, sciente (pie 6a-
hiram desua casa os seus dous caixeiros
Jos Antonio Moreiii Dias e Antonio Ce-
tario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer trrico seu.
Permuta-te ou vende-se por casas
lerreas, e lambm se amada, um grande sido na
estrada nova, com boa casa de viveuda, jardim na
frente, cocheira. eslribana, quarlospara prelos, pCo
com agua polavel. lauque para banlio. II baixas eom
capun ja plantado, sapotizelret, inangueiras, conde-
cairas, bstanles cajueiros, eom perlo de 20(1 pes de
larangeirts e mais diversas arvores de fruclo, cora
terreno devolulo |ra planlar-se ou fazer um oolro
sitio, lodo terreno ruin freule para dita eMra.la. pal-
iando a primeira bomba, o primeiro portan de ferro,
chaos foreiros; a tratar na rua d. Cadeia Vaina o, (i.
Aiuda se precisa de urna ama para o serviro
interno e externo .1 .......rasa de poura familia,:
da-se sendo livreXstlIKI mensaes, e eacrava IJSOOOe
quera qulzer diri|a-se ao largo Oe S. Pedro sobrado
de um andar n. .1.
LATOEIROS i: FUNILEIROS.
Preciam-se deslts olliciaes. paga-sc bein, sendo
bous: na rua Nova, casa enramada n. 18.
No dia 27 do crranle, linda a audiencia do
lllni. Sr. Ur. juiz de orphaea e ausenies, e na sala
das mesmas, se lio de arrematar pur venda ."> pares
de argolas com brilbanles e podras predas de raui-
(0 valor.
Aos carros f-
nebres
Sobi'e a cKlniiuistracao do
Agr.
Este eslalielecimenl.. esta munido de carros rara
aojos e adultos de lo.la. as classes que marca o regu-
lanienlo do ccmilerio ; leudo os oe primeira ciaste
ricamente armados a latisTaier asexigencias dos pre-
lendeolet. tem lambem um rico calilo iodo ornado
de gales verda.leiros, o qual aluga por prero razoa-
vel : para ver Halar, no armazem lonlro'nle a se-
cretaria de polica, perlenCCOle ao convento de S.
francisco.
Antonio Koberto, com loja franeeza na rua
Nova n. 13, acaba de receher pelo ultimo navio
fraurez um completo sorlimrnto de fazendas de ges-
to, como sejara, chapeos de seda para seiihorasc me-
ninas, ditos de pallia para meninos c meninas, dilos
de massa, ditos de dina para homem, gorros de vel-
ludo borda lo. seda blanca para noivas, capailas de
flor de laranja, mantas brancas de blondo, enfeilcs
para senhoras, borzeguins elsticos com sallo para
senhoras, tpalos de lustre o de selim, dilos de case-
mira bordada para meninos, penlesde tartaruga para
tranca, ditos piua marrafas, dilos Iraveaalu para me*
ninas, de tartaruga, borracha e bfalo, penles do
marlim |>ara desembaracar e para bichos, loques de
madrcperola, diius de peona ele oulras qualidades,
luvas de pellica de Jouvin, llors, lucos de blonda
brancos e prelos, ditos de liubo. telina, damascos de
todas as cores, escova de marlim para denles Je
unhas, binculos para Ihealro, um completo sorti-
mcnlo de papis para forro de -ala, candelabros e
serpentinas ,ie vidro de 2 a (i luzes, jarros de porce-
lana e de Vidro de cores, perfumarlas, espelhos. cal-
vas de charao, jogo de >adre, frasqueiras, eslojos de
co.lura com msica para senhoras. apparellios de
I .ircelana branca e.loura.la para mesa,dilos para cha,
e completo sorlimeuto de caudieiros os mais ricos e
modernos, e oulras multas fazendas de goslo.
11 ubaixo asslgnano tem justo e contratado com
o Sr. Joaquim lguaciai} Costa, a compra da casa
terrea na rua Velha da Boa-Vista n. 07, a pede a
quera se julgar cora dire.lo a ella, dirigirse ao abai-
xo assigoado, na sua loja na rua da Cadeia do Keci-
fe n. 17, ate o lira do mez.
Miioel t'erreira de Sa*.
Companhia da
estrada de ferro
TRANSFERENCIAS.
Os senliores accionistas que quizerem transferir
suasaccocs, de ve rao dirigir-se ao escriplorioda com-
panhia, para o lim de oblerem o exeroplar da forma
adoptada para as transferencias, e pagaren) os emo-
lumentos respectivos na importancia de I5I20. E 110
mesrao escriplorio, rua do Crespo n. 2, era lodos os
dias uteisdas 10 horas da mauliAa as 2 da tarde, po-
derlo oblcr do Sr. major Vereker, Ihesoureiio da
companhia, lodos os esclarcciinentos de que uccessi-
tarein relativamente aos negocios da sobredila com-
panhia. Kecife 20 de junho de IS. Por ordem
do Sr. raajor thesoureiro,
Joaquim Mariuho Cavalcanli de Albuquerque.
Precisa-sc de urna boa lavadeira de barclla,
(laudo coiihecimenlo de la capaeldade : na rua l)i-
reita n. 90.
1) juiz de paz do primeiro diluido da frecue-
ziado Sanlissimo Sac.amento de Santo Antonio .tes-
ta cidade, torna a faze. sciente a quem interessar.
que as audiencias do mesmo juiao coulinnam ser
as tercas e sextas-tetras, as 2 lloras da larde, c na
sala das audiencias dos senliores juizes do civel, or-
philos e commcrcio*, sendo a primeira no dia 27 do
correte mez.
Ucsappareceii do qululal do alerro da Boa-Vis-
la u. 37, urna vacca com urna cria femea, sendo a
vacca amarella escura, e a cria amarella lavrada de
branco, coslumava ir pastar nos Coelhos : quera a
pegar, dirija-se ao primeiro andar, ou a cocheira da
mesma casa, que ser recompensado.
Ainda se precisa de um amassador e forneiro,
que enlenda hem dos pontos de massas para urna pe-
quea padaria nos arrabaldes desta prac.a : quem
quizer talle na taberna da rua larga do Kosario
11. 16.
Precisa-te de um criado, que soja del, para
cerlos servicos que se dir a quera pretender : ua
rua Augusta 11. 3.
Precisa se de una ama de Icile : quem |esliver
no caso de criar, pode dirigir-se a rua da Trernpe n.
3, casa do Sr. Antonio Pires Kerreira, aonde morou
o Sr. l.uiz Jos da Costa Araorim
Na rita do Rosa 1 ioestreilan. lo, sobra*
do.hapara vender I intilatinho deGannos,
peca rica, bella figura, muilo esperto e
sem vicio de qualidade alguma, serve pa-
ra uido que se Ihe queira entinar.
Felifidade Mana Pareira re(ira-se para o
Porto a um lilho menor, a tratar de sua Hade.
C. J. Asllev vai aos porlos do Sol, e ficam co-
mo procuradores em sua ausencia #111 primeiro lu-
gar J. I-". 1. kladt era segundo K. Kruckueberg.
Jos Alvcs da Silva Reg vende a sua taberna,
sita na rua estreila do Rosario, n. 10, ao Sr. Jos
da Silva Santos, livre e desembarazada de qualquer
onus, dos quaes tica o vendedor obligado pelo que a
mesma taberna dever al esla dala. Kecife, 2)1 de
junho de IS-Vi.
No dia 27 do.correnle, as 11 hora-, na sala das
audiencias, e linda a do lllni. Sr. Dr. juiz deor-
pblos, se ha de arrematar por venda a sobrado de
dous andares silo 1.a esquina da rua do Codorniz 11.
10 avahada por ;. rmenlo nos lierdeiros da Imada II. Clara Mana do
Nasriinculo.
A quem couvier dar seis a 01I0 conloa de res a
premio de um por rento ao mez, com sulliciculc ga-
ranta em ben de ra/., recebeudo o premio mens.il-
raente, e o capital aasarilsado conforme se conven-
cionar, dixe carta indicando sua morada, na caixa
do correio, com a subscripta a V. S. I.
Precisa-se de 200>000 a premio por lempo de
um anuo, cora bvpolheca eirruma bonita esersva c
thius lindos raulatinlios lilhos da mesma: qoem Ihe
convier esto negocio aiiuuucio a sua morada para
ser procurado com a maior brevidade possivel.
Precisa-se de 2 ofliciaes de charuteiro, que fa-
e,am 300 cliarulos por dia : na rua da Senzala Velha
o. 22, primeiro andar.
Precita ae, para a celehraco da mista era urna
capella particular, de um calis em motil uso rom
patena ecolhciinli.i : quera liver e quizer Irura-ln.
dirija-aa ao largo da matril de Santo-Antonio, so-
brado de ura andar n. 2.
ARRBNDAMEM'O.
Apij a e armazem da rasa n. 3j da na da Cadeia
no Kecife junto ao arro da Conceicao, adiase desoc-
eapada, o arreada-te para qualquer eatabelr-cimento
era ponto grande, para o qual tem commodos sulli-
cienlej: os preleudenles entenderse-bao com JoSo
Nepoinuceuo Barroso, un segundo andar da rasa 11.
37, ua raesina rua.
CASA DOSEXTOSTOS.
Preeita-se de amas para amamenlar crianna
na rasa dos evposlos, a peatoa que a i-so se qUaira
dedicar lando aa habililarocsnecessanas : diiija-se
a mesma no Palco do Paraizo qoe ah achara .0111
quem tratar.
Os abaixo assigi.a.los, rom toja de ourives na llla
do Cal.uga n. II, confronte a., palea da matriz e rua
Nova, la/.ein publico, que eslao rereliendo Conlinoa-
dainente as mais modernas obras de ..uro, lauto para
-enhoras como para boiiiens e meninas ; os procos
continan, razoaveis. e patatm in cuntas com rs-
pnnsabili.lade, especilicaudo I qualidade do ouro de
t OU 18quilates, licaiido assim snjeilos os inesmos
por qualquer duvida.Serapluui & Irraan.
Lotera
do Senhor Bom esos dn
\ia-t'sacva, da Boa-Vista.
Aos 5:000s e 2 000,000
Corre indiibitavelmente sabbado 28 de
junho de ISoti.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa (pie venden OSSCguintcs premios da
primeira parte da primeira lotera tde
Notta Senhora do Livramento, eslrahida
a 21 do correiite.
2 meios bilhetcs n. 18 o5:000$000
- < 24982:0005000
1 hilheleinteiio 5408 OOjfOOO
(piarlos .. .")()!!l_ lOOsOOO
* ditos ., 2|| OsOOO
* ''tos 10I ")(I.SOOO
l'em xposto a venda seus milito l'elizet
hdhetes, meios e quartot da I-parte da
primeira lotera do Sr. Rom Jetus da Via-
Sacra, na na da Cadeia do Kecife n.
'), loja de miudezas de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praea da Indepen-
dencia ns. o7 e59, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
mesma praea loja de bilhetcs n. V, da
viuva Bastos, e as demais ja' conheeidas
do rcspeitavel publico.
Hilhetes .sSOO recebe por inteiro 5:000$
Meios 5*000 .. .< 2:500,'
Quartot 1{500 .. .. ,< l:250
Os dous premios grandes da referida
lotera da Via-Sacra, nao estSo sujeitos
acs 8 por ceuto do imposto geral, tra-
zendoellesa rubricado S. d'A. Ferreira.
Pernambuco25 de junho de 1856.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Cnia pessoa com as liabililari.es precisas e of-
erece para tratar de cobranzas aimgavel ou judicial-
mente, assim como tarabem se eucarreua de promo-
ver quaesquer oulras aeces, por precos razoaveis :
na rua da l'raia n. (iti, onde pode ser procurada das
l horas da manhaa as i da tarde.
Francisco de l'aula lisueira de Saboia declara
que o hr. l.uiz l.an.lelino Diniz e Silva dciiuu de ser
seu caixeiro desde o dia 1!l do correte.
qv* & >
IV. o.,
&0mpta$.
Chales de merino borda los a seda da mesma core
a matiz, pelo barato preco de 9NKKI
Chales de merino lino com barras matizadas, a TSJOO
Oilos de dito prelos rom franjas de seda, a 79000
Olios de dito de cores com deleito na franja, 18300
Oilos de Ua grandes de todas .s cores, a StKl
Kicos vestidos de seda com loque de mofo, a 90MO0
Lindas eda de cures de novo* padroes, a 19000
o covado.
Chaly de qnadroa de lindas cores, a 900 rs. o covado.
rolar de seda cora quadjos assetinados, a 00 rs. o
covado.
Lia de quadros com j palmos de largura, a 660 rs.
o covado.
Sarja preta lavrada para vestidos, a >O0 rs. o co-
vado.
tirosdenaples prelo com :i palmos de largo, a
'jgaOO o covado.
Sarja preta verdadeira hespauhola, a 18000 rs. o
covado.
Homriras de relrz malizadas, a 10^)00.
Mantas de bloml preta* e brancas, a 10j " airLel 6 de C0res- prov dc lini'10- de SIWOO
Selim preto maceo o melhor possivcl, a 31000 o co-
vado.
Caasu francezas de cores liuas. a Jill o covado.
Chitas raucezas largaa muilo linas, a -.2H0 o evado.
Kiscado fraucez com 5 palmos de largura a 8M rs.
o covado.
Palitos de alpaca preta lina, a ?00
Cortes de casemira de cores nimio linas, a .V-OIH)
filos de dita preta Jia, a >.vki
Cortes de collele d selim prelo bordados, a .^OOO
1 etlos para camisas brancos e de rr, a 100 rs.
Coiiarinhot feitos e carnizas francezas.
Camizoias c meias de 13a brancas e pretas.
Lencos de seda, de peso, grandes, a IS500.
Lencos dc seda dc cor para grvala, a 00 rs.
Cobertores de algodao grandes, a 7IK).
Coborlores dc la hespanhes, a SOOO.
Em frente do boceo da Congre^acao, passando a
botica, a segunda loja de fazendas.
Na rua Nova n. 38, loja de funileiro, se dir
quem precisa de um bom caixeiro, que tenba urlica
de escripia.
W No engenlio San-Joao de llamaraca, dis- fJ$
~ lanle desta praca selle leguas, precisa-se gb
.;,- de um bom felor : quem para isso esliver ',"
W habituado, dirija-se a rua da Aurora n. '..'!
%x ''- primeiro andar, sobrado que faz quina ;'-.
.:- com u aterro da Boa-Vista. Jg
Precisa-se alugar urna ama de Icile : ua pror*
da Independencia o. :t(i o :I8.
LOTERA da provingit.
Aos 5:000.s e 2:000 000
Sabbado, 2S do corrente, andam as
rodas da primeira parle da primeira lo-
tera do Senhor Bom Jesus du Via-Sacra,
ainda restain algunt hilhetes, meios e
ciuartot, rubrcadot pelo abaixo nssigna-
do, aos preros ahai\o declarados, as' lu-
jas da piara da Independencia ns. ir>,
!"> e M), travessa do Queimadon. 39 A,
rua ettreita do Rosario n. SO, rua do Li-
vramento n. .Vi, larijodo Terco n. 18 e
alerro da Boa-Visla ns. 58 e***, sendo
que, os que obtiverem toitet fraudes, o
possuidor receliera' nao s o seu premio
na Corma da Ici, mas lamhem os oito por,
ceuto.
Bilhele inteiio JsSOO recebe 5:O00.S'OO0
Meio hilhcie 7>sO(H) 2:500t000
Hitarlo I s500 I:250,SOOO
O eaiitelisla,
A. ,9. 91. de Souza Jnior.
Aloga-aa um eveellonte s.'.bradn e tojas, com
todas as eommodidade* para grande familia e eicel-
lente quintal, rom Ierras alerradas para planlacao de
capim e oulras plantas, e alcm de tu.ln islo 2 qnar-
l..s em separad., para feilor e eteravos, banlio salga-
do c doce, o liualin.-nle todas as proporcoes para
urna casa, silo no lugar do .Wroniha.lo u. i : quem
pretender, eulenda-se com seu proprietario, na rua
30.
Compra-se toda c qualquer porcao
de piala velha de lei sem leilio: quem
liver para vender, dirija-se a rua do Col-
legio n. 15, agencia de lei loes.
Compra-te elTeclivanienle, tallo, bronze e cubre
voltio: no deposito da fuudicao da Aurora, na ru-
do llriini. logo na entrada n. JS.c na mesma fundi-
cjo. em Santo Amaro.
Compra-se nina fuiia de cadeiras, -2 bancas, t
marqoeza, nina meia eommuda, urna mesa de janlar,
ludo eom alejim uso: quem livor dirija-se a praca
da Indepeiideiici.. u. 5.
Na estrada de Jo.io de Barrot, sitio rm que
mora o alfeics AssuinpcA', eoinnrani-aa vareas tem
bezrrraa, mas qoe sejam novas, e pagam-aa a li).-:HMi
cada orna : quem as liver pode para all rondu/ir, u
rerebtra o importe.
Compra-se a colleccAo d.sleis exlravaganles da
Helgado : quem a liver e quizer vender aiiuuncie,
ou aise nesta lypograpbia.
Na rua da Cadeia do Kecife b. II", escriplorio,
vendem-se lencos do labvriulho, assim como bicos e
rendas da Ierra, ludo por preco commodo.
Coiiliuua-se .. vender por muilo menos de seu
valor n restante das fazendas da loja da rua do Oes-
"m fautor-
*t*rdci?.
l\a rua Augusta
taberna dc i> \nulas, tjue
Io endo-te azeile de carrapalo a sil a garrafa, carne
do serbio muilo boa a -2%) a libra, bolaclunbas
inglea muilo novas a 28U a libra.
Vende-se a taberna da rua de Sania Rila n.
."., hem afreguezada para a Ierra e mallo : a tratar
ua mesma.
Vende-se um casal de pavf.es, novos e lindos ;
na rua llireita n :M>.
Vende-se urna porcao de esleir de Angola,
das pequeas, por atacado ou a relalho, por menos
do que se vend era outra qualquer parle, pois taz
muita conla vender-se as laberuat a vala do preco
por que se venden a ellas, antes que se acaben,
pois nunca se vendeu Uo barato : na praca da Boa-
Vista ii. 7.
Vende-se um escravo crioulo, cor[iolenlo e bo-
nita ligara, he btbil para lodo tervico, com idade
de dtl anuos, poaeo mais ou menos: na roa da Praia,
loja de fazendas n. :.
\einle-se para fura da provincia urna escrava
crioula, moca, com habilidades : na rua do Pdar
u. 63.
No aterro da Boa-Vista u. SO, \eu.lem-re latas
com biscoilinhos lios, o mais taperiot pottivel, fei-
tos em Londres a -2z lata, viuh.i do Porto velho,
engarrafado eu. IKiQa I32H0. ce/adinha de rraiica
a :)J0 a libra, sag' a 320, fejio fradiiiho a 00 rs. a
cuia, espermacele amer.cauo de composicao a iO a
libra.
\cudcm-se os verdadeiros charutos vrelas e
de S. l-elix em ramullas de oO: ua rua do (Jueiuia-
du, loja de ferragens n. 13.
Ven.lein-se duas liumbrriras c urna verga de
pedra : na rua Direila u. 131.
Vende se mu escravo mualo, canoeiro, de ida-
de 33 anuos, pouco mais ou menos : na roa da Con-
cordia n. Jti, armazem da uiateriaes de Pedro Anto-
nio TeiKeiru tiuimaiaes.
*^O&te%QX~OOv0i:J:i:%p
t$ Metal ainarello para lorio. ^
\ Cabos da Itussia e de Alanilha. 5
i$ Lonas, brnzSo e brim de vela. gtt
v,; Pixe da Suecia. j,'*
Jf Cemento ainai ello. f
%? Vinhode Champagne e do Klieno. %
:.', Agurdente de Franca. Q
0 Pianos de armario de modelos no- Q
^ vos. q
Arinamen to de todas as qualida {
1 Aldes-,
-,;,; Alvaiaoelino em po, oca c tintas $0
< em oleo. -.-a
i> Pedias de mar more para mesase (jB
consolos.
;.;- Papel de peso inglez.
-.''; Chicles para carros.

f Ferro embarra, verguinhaecliapa.^
v;3 Coni'os de lustre. ;.
0 v-u.iius ueuisn-e. ^
Vendem-se no armazem dc C. J. jB
Asllev di C. ?
.t. ...... .'. ... ... ... m ,t .._ 9 w1
WJ --.J 3 ::.: :.: w;..-;. :-\; -.,.- $.$;,;- ^ g ; r^
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e dofronte do arsenal de marinha. lia
sempre um grande sortimento de taixas, tamo de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, ra;as e fundas ; c em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
precos sao os mais commodos.
ARADOS DE FERRO.
INa fundicao de C. ilarr & C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior quaiidade.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construeco vertical e com todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio? de
amburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.a
^ Emcasa de Henry Brunni. C., na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
to de ouro do melhor f.osto, assim como, relogios
de ouro patente.
Chitas baratas.
Vendem-se chitas filias de cores fivss a I 0 c 160
o covado : na rua Nova, loja u. .
P lits franceses.
Vndemete palil.'is c sobrecasacos do linlio a :ij,
dilos dc alpaca a 83, dilos de panno lino prelo e do
cores a l e 20)000 : na rua Nova, loja n. i.
Sedas.
Vendem-se corles de seda dcqua.lro-, padicsmo-
dcruissiiuos : na la Nova, loja n. i.
i
toja nova, a. p do arco de Sanio Antonio, conli-
I mi mu a vruder-so por ramio barato preco as fazen-
das tesuinle* : ...res de vestidos da casta a 19300,
dito- |im>s a laoOO, dilos de rucado fraucez de li co-
: vados. Cateada moilo boa a i!?'i(K, ditos .ic 'sempre
| viva, fazenda cscoceza com barra a :v.iM>, dilos de
camtiraia mullo lina '--(NH), dilos dilos pioprio.
liara baile masque a '.'3. cambraiaa de roiei multo
linas a 2Ui n ovado, iiierinn preto rom per|ueiio
deleita a l3<00 covado, dilo mallo bom a ?.VM)
sarja de fceda nrela a l-?(.(MI, casemira decores a lo e
">2 o c.irle. dita preta muil' lioa a ?s, selim preto
niaeo a -JssNI o covado, alpaca preta lavrada a :0O
rs. o covado, chalesd<- tarlalana muito uranes a.'itN)
rs.. dilos escoceses a 500 rt. dlloa de ca-sa brancos
a .V), per,*! de catea branca bordada de H I \2 va-
ras proprias para, coitinados, vestidos e bailados a
1fiOO, ditas dc dita mais lina a -Ss, ditas |adamasca-
dasde 1:1 varas a '*$, lencos de seda prelos a 800 r. ,
ditos brancos a le, ditos de cores| a |taG0O, dito da
cambraia brancos cora hico, lisos e bordados a JtHI
rs., dilos muilo uran.les de cores a 210, robeilores
dc algodftn brancos a l^jmi, meias pretas pira se-
nhora a llHl rs., para homem a JS0, dilas cruas, a
du/.ia t^!|o(i, pecas de cliila escura de c.ir liva-a
?S(H), ."cilio e (*, madapolao a 29300, 3& 33400,
:t*)00 e 69OOO, diio cora pe.|ueno toque de .iv 111,1 e
muilo lino a iloe :l^*il)0, len.;o pequeoos para me-
nino a 100 rs., ditos de chita a I lid. e inultas oulras
fazendas, indo raoilu barato, a dmbeiro a vista.
Vende-se arroz de casca a cranel. alqucire ve-
lho, e em sacras grande* a 'icOOO, mill.o em saccas a
oniki. arroz pilado muilo bom a -J.-1'.iiu a arroba, lu-
do muilo uovo : na ruado Vgarlo n. .
Vende-se cimenlo muito novo chegado em 11
de maio p. p. de llambur^o, por preco muito em
conla, a vista da quaiidade ; lauto em porfito como
era barricas lina- : 110 -rinazem de malcriaes na
la da Cadeia de Santo Antonio 11. 17.
Venden-te as marea lorias" abaiso notadas: a
tratar rom Antonio de Almeida Gomes, na rua do
Trapiche n. Ki, serondo andar. Cha|>eos de fellra
era caixas hem sirtidos de cores e prelos, charu-
tos ile diversas qualidades ede S. r'elix, de tiran Lo.
lio .le vela, lio purrete, arebotes de pasto em caixas,
pomada dito.
IU\ lili IJMIMADO \. i\ A
Vendem-se as sejjuinles la/.endas para h-
(|tiidar, muito batato. a
Chales de merino de todas aa cores correa*
Iranja oe relroz I5.VX)
Ditos de franja de l.la '1.5OO
Albane/a com mais de vaia de largura, o
covado S00
Corles dc ciscado escoctz .1-1 m.i
Hilos de cassa iruudiulu muilo lina 29200
Ditos de chita franeeza do ultimo gosto 39200
Damasco largo de algodao, o covado 700
Sedinhas du quadros liudos fuita-cures, o
covado IsOOO
A nnica superior c nenuina 1.. t.r.i de llol-
l.md.i ueste mercado, em eaisu, cunlendo cada urna
12 frascos regalara, e em dilaa de 15 frascos gran-
des : vende-se no armazem de l.uiz los da Costa
Amortan, rua dt Madre de lieos no lenle.
AVISO AOS TANOEIROS.
Vendem-se rodas de .reos de pao para pipas, de
boa quaiidade, e liaras de vimes, por proco commo-
do, em pequeas e grandes porcoes, ebegadas lti-
mamente do Porto ; na rua do Vigaria n. 21, a Ira-
lar com Antonio remandes da Silva Beiriz.
Vende-se I piano muilo bom e I loucador por
preco muito era conla : na rua Korraosa, quarla ca-
sa, se vei o piano.
fortes euygiiiaticas
para opassamento das nuiles de S. Jo.io e S. Pedro
a .fOO rs. o exemplar : vendem-se no Kecife. na li-
vraria do Sr. Ilsi t.....1. rua d.i Cruz, e em Sanio An-
l.uiio. ua dos Srs. Kicardo de Frenas \ Compauliia,
larijo do Collegio, e na loja dc bilbctes 11. i, na pra-
.;.. da Independencia.
Fin de }i!got.lo Vender om MCCO ii)uiif> ; 1'''.'' "' '" ( ,lj ^iui, Miiarcm dc rouros e
sola 11. I5<
Vende-pp um escriivo de moia idade : n.is (ju-
co Ponas n. <6.
VIMIO DO PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Em caixas de iloasdoziai eom harris He oilavo,
recenleineule clie^ado pelo lnuue Iruvador,
vein1e-sf uiiicamenle no armazem dc Itarroca \
Ca-dio ua rua da Cadeia du Hecile u. 'i.
\a loja das seis
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido (ieoiue kciiworlliv, no losar de S.Jos do Man-
gainho, cora arvoaedot de fruclo e mais hemfeitorias
que nelle se achara, sendo as (arras do referido sitio
proprias : qnm o pretender procure em rasa de Sa-
muel T. Jvhntton i Companhia, rua da Senzala No-
va n. 12.
Em casa dc RabeScbmettau & C, iu^
da Cadeia n. .")7, vende-sc :~
Um'grande sortimento de vidiosdees-
pellio.
Uelogios linos dc patente oglez.
Conros de lustre, marca (listello.
Couros de jjraxa.
Ervillias seccat em garrade*.
Vinho do Kheno superior,
Todo por prero commodo.
Familia de mandioca dc
S. Matlieus.
Vende-se Inrinlia de mandioca muito
superior enova, jebegada de S. Matlieus
pelo patacho AUDAZ, com mui curta
viagem,a prero muito commodo : abor-
do domesiro patacho, ou no escriplorio
da rua da Cruz 11. i), primeiro andar.
Salitre superior.
Vende-se e muilo barato, na loja de ferra.en- da
rua do (.laciniado n. :),j, em porcoes e a retalho.
Em casa de H. Calmoit \ C, praca do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
seguinle:
Taboado de pinlio, alcatiao c pi.\c da
Suecia.
Alcatraode carvo.
Lonas de algodao.
Ditas de linlio.
Tintas em latas.
Esponjas ile superior rpialidadc.
Caitos de linlio edeManillia.
ludo muito commodo.
i\a loja das seis
portas
Em iVcnted Livr iinenio
l'aupelina de seda e laa para vestidos, de lindos
padroes a duas patacas o covado, riscado mouslro a
dous lostoes o covado, cassas francezas Tinas a doze
vinlens cavado, manguitas de cambraia para vesti-
do! a dez lustes o par, sedas de lindos goslos, lar-
sas a dous mil reis a covado, diuheiro vista para
acabar.
Pa
DOS.
Vendase por 1:200, nac, menot, urna eicel-
leme escrava de elegante figura, da -21 annos, insig-
ne ensommadeira e cozinheira perfeita do diario da
nina casa, e de lodo o servido, muilo sadia, riel, e
nao tem vicos, o que eafiaoca ; daseja-secom pre-
ferencia ven. er-se para engenho ou fra da provin-
cia ; ua rua larga do Rosario n. 24, segundo andtr.
lisian 8eacHliando.
Nos tpiatro cantos da rtn do Queimado
n. 20, vendem-se lencos de cassa pintados
muito bonitos padroes e proptios para
meninos, pelo barato preco de 120 reis
cada iun.
Vende-te urna vare de leite, a qual da :i gar-
fas, sendo rrionla, filha do pasto; vende-se por
nezras rrioolas, de bouilat
um mulalinho de i anuos.
mo se poder ter : na Iravessa du Mondego n. \.
Vendem-se duas
figuras, de 2(1 anuos, i
muilo lindo ; na rua do Livramento n. i.
Veude-se uma negra de meia idade, muito boa
vendedora ; na rua das Cruzes n. 9, loja, ta dir
quem \eude.
Carne du ttrlo e quei|os.
.Na rua i -*, eita do Kosario n. Ib' vendem-sa carue
do serlao a 320 rs. a libra, e queijos a 400 rs. a
libra.
\ ende-se um moleqot, moco, serji achaques,
oflicial de marcineiro a ptimo coznheuo ; o moti-
vo da venda se dir ao comprador : a tratar oo ar-
mazem de trastes do Sr. Moreira ua rua ettreita do
Kosario n. 31.
Superior doce de caj" secco.
Na rua dos Guararapes, ultima casa do lado et-
querdo, junto a uma taberna, ha para vender-se por
prego razoavel este rtcelleule doce, qutr em libras
como em hcelas preparadas, stgundu a eucumeoen-
cousa niasoifica !
Sabao.
poi
lm frente
tas.
do Livrmenlo.
6
i
oanii.s s francezas
_ Vendem-se camisas francezas, branca e piuladas a
24 e 28500(1 a duza, peitos de lidio a 7j a dalia,
collarinho-de bretanha de linho a 2$a"dalia: na
rua Nova, loja n. i.
\ cudem-se caiascom vidros para vidracas,
vidros ua bocea larga com roldas do mesmo, o maior
sorlimeuto possivel : em casa de llarlholoineu Fran-
cisco de Souza, rua larga do Kosario n. :l(i.
Veude-se uma poreo de Diarios, leudo varias
collcrces, porcm ludo se vende por arroba, e por
preco raipavel : ua rua larga do Kosario n. 2, sc-
Kundo andar.
Vcnde-se uma prela crioula, ptima para lodo
o servico de rasa, sem vicios : na rua dos Marlvrios
n. 22.
Na rua llireita n. I!), vende-se um moleque
de 7 anuos, sem vicio nein achaque, pruprio para
qualquer ollicio.
Vcnde-se ura niulatinho de 2 para :l aunos e
nina mu.dmlia de i para ."> annos : na rua de S.
(mgalo, casa de um andar n. 27.
Vende se um silio com terrenos proprios, r-
voredos fructferos, lio. casa, estribarla, cocheira,
ele etc. : os prelcnlentes dirijam-sc aos Coelhos,
defronie do hospital II. 5. ou a roa larca do Kosario
ao Sr. Joaquim Dias l'rruandes.
Vendera-se duas inulatinhas com l:t; annos,
muilo b.inilinl.as : no alerro da Boa-Vista n. 12,
das !l horas do dia as ."i da tarde.
\ ende-se uma linda mulalinba de idade de .">
anuos c duat neurinhas, uma de i anuos e meio e >
nutra de 13 metes : na rua da Madic de Dos U. ,lt,
loja.
Vendem-se novos miseaes para mista, com ex-
cellente encaderuacao, e linas imagensnas eslampatl:
quem pretender, euteii.la-se rom \ cenle .Monteiro
borges, ua rna do Cabug, com loja de miodetas,
que ipier linalisir a factura, e por isso ditpoe cin
conla.
Vende-se uma bonita escrava rrionla de 20 an-
uos, com cria de auno, l.va e cozinlia liein o diario
de nina casa : na rua do iji.eima.lo u. 1'..
Na rua da Cadeia do Kecife n. 117, escriplorio
dc loo Fernandas Prente Vianna. vendem-se su-
periores velas de carnauba pura, ltimamente clie-
gadaado Araealy,
Vende se n armacao da loja da rua do Crespo
li. !> : a tratar na mesma toja.
Na loja das seis
llores de 'etroz para enfeiles de cabello e de ves-
tidos, caniisiubas oe cambraia paraseuhura a cinco
luslocs, collariulios para senhoras a pataca cada um,
saias de cambraia bordadas a tres mil reis, veslidi-
nlios de seda para meninas de Ires al 0 annos a cin-
co rail reis, camisol para meninas a de/, lustes, .lilas
para senhoras a cinco patacas, lencos de seda prelos
com salpicos brancos, pioprios pa'ia quem esta'de
lulo a quatrn patacas, nubreza prela dc dillereules
prego*, chaly do todas as cores, fil de linho liso c
lavnrlo, chitas francezas escuras a claras, c oulras
intuas fazendas que quer acabar.
Vendem-se remos dc faia de imito boa quaii-
dade, ahogados ltimamente da America : no caes
do llamos, armazem dc farinha dc Henry Furster A
Companhia.
I'or menos do que em outra qualquer parle
vomlem-se na rua estrella do Kozario n. II, no de-
pnsilo de sauguesu^as btmbargaetM, os objeclos
abaixo e uovameiile chcfados :
II .1 iclnnln de >uila ?>">00
Dita de Lisboa SMU
Dita liamburgueza, lata grande v-,i.,.i
Dita di ararata dita -"-. 1.1
*.iuei|o loudrino a libra ?720
Presunto para fiambre 3<>iO
Toucinho mslez tO
Amendoas coufeita.las c fraure/.as a libra Irillin
Peeegoa, Peraa, Damasco eGiajalala Ijttoo
Biscoilo inRlez, lala sorlida 2?00
Frascos com conserva de d dieren les quali-
dadts ?',"00
Passas novas a libra SOtl
Araeixas a libra ?IS0
Hlala a libra 9240
Vinho cherez garrafa 25000
Dito llor.leaui linio garrafa 25000
Dito dito hranro o 1-mi.i
Doce lino de goiabacaitlo 2- Marmelada.lata dc !l libra 25000
li ue- com doce da Europa de dillerenles
qualidades 25000
Azeite doce francez frasco 5t0
Vinagre garrafa l5<100
Manleiaingleza superior a libra 13120
Vinho de Lisboa o melhor que he possivel -Ton
E oulras militas cousas, que serie nunca acabar se
(Otee mencionar.
;.;: ;;-,:->y:;T\y\--\y;::i:--.y.;':;:-.r\
u(.- '.*....... -..... .0 .? ...'
IKH.IMKIS PARA CHA'. &
O abaito attignado faz scieute ao respei- ,
favel publico, a rspecialnienle a seus fre- ."-".
crezet, que em sua padaria sita no paleo da J'
CU ,lrt xfk
Santa Cro/. n. 6, se acha surtida de varias r\&
''^ qualidades de boliiihos o de todas as qua- t'^i
lidades de massas tinas, como sejam. alba- sx
dos, aramia, biteoulfnllov, falias e outra. *'*'
massas, bisroiitinhos in^lezes em latas, que 9
se vende por preco commodo. .'
Joo l.uiz Ferreira Kiheiro. jo
I
portas
Esn frente du Livrament.
Corles de meia casemira pretas e .I. cues a dez
patacas. Lia propna para palitos a lies patacas o co-
vado, corles de calca de brim escuro, de linho, com
laque do mofo a de/, lustes, panno lino mesclado
pruprio pan casacas ou palitos a quatro mil res,
ci.apeos frnceles de castor branco ,1 oilo mil reis, a
de seda preta lambem fraucezes a tete mil reis, di-
uheiro vista.
'a loja das seis
portas
itn frente do Livrainent<>
RUcadOt francezes a meia pataca o covado, cassa
pintada a meia pataca o covado, chitas escuras dc
lindos padroes, e nao disbolam a meia pataca ocova-
do, chitas dediflerenteecores a seis vnicos, cassas
de-llores para cortinados 11 pataca a vara, chales de
soranxo proprios para nuaaalhar do fri 11,1 eslacao
actual a cinco lustes. chales de cassa com llores a
duas patacas, chales de ganga encarnados com llores
iaarlltai duas patacas; diuheiro vista, para aca-
llar.
Ven.lein-se 111a.lapoli.es linos e de oulros. com
um peqiieuo loque dc avaria, por procos muito bara-
tos : ua roa da Cadeia-Valha n.2, primeiro andar
Vende-se arroz branco novo, superior, em
porcao o a relalho a 100 rs. a libra : defreute da ca-
sa da relagao n. 28.
A bordo do patacho aTherexa 1". fondeado de-
fronie do trapiche do ligedle, vende-re farinha de
mandioca de superior quaiidade, pelo barato prego
de :!-iim cada alqueire da medida velha, e por me-
nos em porgao grande : Irala-se na rua .da Cadeia
do Kecife, escriplorio 11. 12, cura Bailar >\ Oliveua.
\ endem-se pianos ver 1 raes inglezes, de elegantes
modellos e etcelleules vozes, fabricados por um dos
mais acreditados autores, prcn.iado na esposicaode
Londres: no armazem dc Knstrou Kookcr&'Com-
panhia, praca do Corpo Saulo.
Relogios
cobertose desrohoitus.-pecueuose grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de um dos. inelliores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo uRiuio paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, rua
do Turros n. :I8.
Kob L'Aflecleur, Vermfugo inglet. salsa de
llristol, pillas vegetaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros emcasa de Rartholo-
meu Francisco de Souza, na rua larga do Kosario
11. 36.
Cobeiire^i de ia hespa*
nls muito encorda-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Cal virgeui de
Lisboa < |o(assa da
Russia.
Vende-se na roa do Trapiche n. 9 a II, cal virgem
de Lisboa, nova a 53000 o barril, velha a .",00 rs. a
arroba, a polassa da Kussia a 300 rs. a libra.
si elogios de patente
ingleses de ouro, desabnete ede vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
do Hecile, armazem n. 56.
Atteuco
Kiscado escuro c muilo largo, proprio para roupa
de escravos a 100 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo bom goslo a 55, atoalliado adamasca-
do com 7 palmos de largura a 15000 a vara, loalhas
de panno de linho alcoioadas e lisas para rosto, as
mais super iores que tem viudo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras muia
las fazendas por prego commodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba hem acabadas,
sapatos e esleirs, chegados rccenleraente do Araea-
ly, por menos do que m oulra qualquer parle : ua
rua da Cruz n. :ii, primairo andar.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
guiuho, tila na casa do Sr. cirurgio Teixeira, cum
muitas fregoezias na Capunga, A Htelos e Boa-Vis-
tt, alera da da porta,-a qual lem lodos ns pe lencos
a Irabalhar, c ua mesma lem um cavallo para en-
Irega de pao na freguezia : para (ralar, na [rna dt
Soledade n. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara re garh orlis e bai
sa de capim : na fundicao de D. W. Bowmao,
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
Cal de Lisboa.
Vendc-sc orna porfo de Larris com cal de Lisboa,
por barato prego, e relalhu a 33 o barril l na rua da
Cadeia do Kecife 11. 50
Relogios
iag* e/es de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: em casa de
Henry Cibson : rua da Cadeia do Reciten. .".2.
AGENCIA
Da fundirlo Low-Moor, rua daSenzala-No- *
va n. 42.
Nesle e.siabelecimento continua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para eii(;enho, machinas de vapor o taixas de
ferro balido e cuado de todos os tamanhos para
dito.
:$oo
Vendc-sccal.lcLisbuaullimamentechagada, as-
sim como polassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo Sanio 11. II.
TAIXAS PAKA ENGENBO.
Na fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo soriimenlode taixas de ferro fun-
dido e balido dc 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo o com
pro'.nplidao: cinbarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnslon & C.,
rua da Senzala-Nova n. -12, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montana, randieires e castices
bronzeados, relogios palenle inglez, barris de gra-
xa n. 17, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vola, chumbo de munigao, arrai's para car-
jo, lonas inglezas.
Cin cmplelo sortimento dc bordados como se-
jam, camisetas com mancas, collarinhos, peitilhos,
romeiras, cambras, coiliuhas a pelerinas ; lambem
(em um cmplelo soitimenlu de ricas llores, enfeilet
pira eabeca, lilas a os verdadeiros e modernos bicos
de linho : na rua da Cadeia-Velha 11. -21, primeiro
nadar.
Vende-se sabao oacional fabricado no Rio de
Janeiro, o mais superior que vem ao mercado.e bem
seceo un trapiche do Cantal a Iralar com Antonio
de Alinela bornes, na rua do Trapiche n. I. se-
gundo andar.
Afteiuo.
Na rua Ha Cadeia do Racife, loja de I porlat n.
iS, dc ^a.clso Mana Uroeiro, ha um completo M>r-
liraeulo dc sedas de cores para vestidos, caen dese-
nlio- os mais raoderuos, e eiu quaiidade de fazenda
a melhor que lem vindo a l'eruambuco ; assim como
uma srande porgao de corles de sedas escocezas com
grande quaulidade de covados, pelo baralissiro.. pre-
go de 19*0 corle ; tambero ha uma grande porcao
de ditas de bous goslos para |-> c. vado, chalet de
hlel bordados a matiz, ditos de louqaim verdadeiros
da (luna, e oulras muitas qualidades para lodos os
precos. saias de crina muito bem arranjadat com
cale de borracha, esparl.lho. de lodos o. lmannos
felos de brim da Escoc!, f,z,nda d, ZZ
racao extraordinaria, e oulras muitas tazeudas que
so ;. vista dos compradores he que se.podem mostrar
as boas qualidades e baratos precos.
iECHlRISIO PARi EI6E-
KHO
NA FUNDICAO JJE FEKKO DO EHGE-
M1EIRO DAVID W. BOWMAN. ,vA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
r A RIZ,
!ct^^l!;Tgrandesori,',,eD,o ds *>"e.op-
jeclos de n.echanismos proprios para eiiienhos, a sa-
cnnsirm"n ." meias n,ueu conslruccao ; taixas de ferro fundido e balido, de
superior quaiidade e de lodosos laraanhos ; roda,
dentadas para agua ou auimaes, de ludas as propor-
coes crivos c boceas de fornalbae registros de bo-
eiro, agu.lhOes. bronzes.parafutos ecavilhes, moi-
nhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
M execulam todas as eucommendas con- a superio
.a' C0 Cida' e com a dev'd'' Ptastea com
raodulade era prego.
POTASS CAL YIRGEE
fo amigo ej bem conhecido'deposito da rua da
Cadeia do Kecife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior polassa da Rutsia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em
a pregos muilo favoraveis,
dos comadores satisfeilos.
com os
podra, ludo
quaes ficarao
>av;ilhusa contento.
C011linua.se a vender aSjjOOO o par (preco lito, as
a bem conheeidas navalha, de barba. ei.asVeo h-
bil fabrcame que ha sido premiado em diversa" "I-
posices: vandem-se com a condigau da nao
devolvc-las
agra-
l<- 30 diat
daudo poder o comprador oevoive-itt
depois da compra, restiloindo-se a importancia : em
Kecu.e. ;'1S,0C-0CAbrcu' M '-da Cadeia do
litl Itr? II. |)a
Em casa de Henry Brunn & C., rua da Cruz
11.10, vendem-se. 4.
Lonas o brins da Russia.
Instrumentos para msica.
F^pelhos com molduras.
Globos para ardins.
Cadeiras o sofs parajardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomnia lacea.
XAROPE
DO
BOSQUE
I oi transferido o deposito dcste xarope paia a bo-
tica de Jusc da Cruz Santos, na rua Mana) 11. 53,
garrafas 59500, e meias 38000, sendo falso lodo
aquelle que au for vendido nesle deposito, palo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE. PABAO P11LIG0.
Pira cura de pblvsica em lodososseus diflereu-
is graos, quer motivada por conslipaci.es,"losse,
aslhma, pleuriz. esrarrns de sangue, dr decos-
ladosepeito, palpilagaono corarao,coqueluche,
bronchile, dr na garganta, e lo'das asmolestias
dusorgaos pulmonares.
IMoeiidns superiores.
Na lim'diraodeC. Stan&C., em San-
io Amaro, acha-te para vender moendat
de caima todas e ierro, de um modelo e
construcofio muito superiores.
&cmt>03 fttgidod.
Desappareceu nu dia i>l, pelas i horas da Ur-
de, um escravo crioulo por nomc Clemente, com ida-
de, pouco mais ou menos de anuos, levando caiga
c camisa prela a chapeo de palha, cosluma a erabri-
gar-se, altura regular, rosto grosso, quando se Ihe
pergunla alguma cousa responde sempre de vista
lineada no chao, falla grossa : porlanlo roga-se as
autoridades policiaes e capilei de campo que u ap-
preheudam e levem a seu senhor, na rua larga do
Kosario, bolequim 11. 21, que serao recompensados
generosamente.
RECOMPENSA.
Acba-to futida desde o dia I.- do crreme a cscra- ,
va Rosa, crioula, da JO e tantos aunos, pouco majs
ou menos, rosto largo, nariz chalo, bocea graude
denles larsos, pes grandes e malfeilos, estatura re-
galar, otaos largos ; Uvou alguns roiipes de cbila
e de lia, a lie natural que ande com eilcs ; esla cos-
liimada a fugir, levando 15 dias, um mez, etc., lem
sido encontrada a noile em diversos lugares, e coslu-
ma a frequeutar leuuics de prelos, como alraz do
Carino, ele. : roga-se as autoridades policiaes e aos
capilaes de campo que a apprehendara e levem a rua
das Cruzes o. >, segundo andar, que tarJo recom-
pensados, e prolesla-se conforme a Ici contra quem a
liver acoulada.
No da sele do correnle fuio do lio Maruira
na praia de Maria-iarinha, a escrava Oellina, cujus
signaes sao os se^uioles : altura resillar, inagra,olhos
fundos, maras do rosto altas, cor prela, de Ango-,
la, dedos das raaos encaranguejaJos. os 2 dedot*de
ambos os pos junio aos mininos Irepados por cima
dos oulros, levou saia preta t camisa de algodamzi-
nbo : quem a pegai leve-a a Caulista, que sera re-
compensado.
Na 11.me de domingo il do correnle, as ho-
ras, evad..-se da casa n. 5, na rua do Padre Klona-
110, um mulato de noine Severino. IS anuos, cabello
cacheado, boa Bgart, claro da c.ir, denles limados,
niel (ion a \ .denla.1, porcm falla muilo humilde, cos-
luma dizer que be forro, he natural de Malh.idinha,
comarca do l.iinociro, onde lem 1 -lente- e para on-
de se suppoe ler fgido ; levou uma rede, una pis-
tola de cavallaria ca regada e varita pecat de roupa,
ludo denlio em um taren : quem oapprehtnder le-
ve-n as Cinco Ponas n. tili. casa de Krai.eisco lava-
res Correia, que se gralilicar com generosidade.
i
I
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PEKN. TYP. DE M. V: DB FRU. 'OsW
N
ILEGIVEL


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