Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07418


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Full Text
ANNO XXXII K. 149
Por 7) mczcs adiantados i.sOOO.
Por ."> mc/.cs vencidos 4$500.
--t"S '
V
-M^mk
* \!ii;;i;.\IM>s D.\ SUKSCRfPCAO'NO NORTE
rarahiba, o Sr. Gervasio Y. da Natirdade ; Natal, o Sr. Joa-
Araeaty. o Sr. A. de Lemol Braga
01 AH V PEDIA W DE JIMIO DE 1856,
Por anno adiantado 150000.
Porte franco para o subscriptor.
m I
quii I. Pereira Jnior .
>ar,uflr. J. Jos de Oliveira ,- Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
,^L7.-...n!.'i";-l.'iaul!),'..0.Sr- .'niiiigo Herculaao A. Pesso-i
Hamos; Amazonas, o Sr. Jero-
Ceareou ; Para, o Sr
ujmn da osla.
Justiniaoo J.
PARTIDA DOS CORREIOS.
n.n.l.i : iodos ... ,i.. ... ; -<.. i. .1 .mu i-
>. >::-, .. lh-1,.,.., I!,,,,,- ..i ,
i i .i:\.. -.......
'...; i, ;.
'-''. 1," m, Hin-1
- e Vii-I : <,nl
I I Pul : |..i: i ... til
.i Nora. i,- ''"..,. i
1 b. I., ii 1 I..II..M Km : 1 i,, i:,.,,
.o: i- da lanhaa.
-r.ir....
I.. T..I I.TM-I.
i. '
- -111. '
|, \ I'
AUDIENCIAS IM)S TRIIIUKAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlas e sabbados.
Helar.,o : lercas-feira* e sabbados.
r'azendn: quarlas esabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao mcio-dia.
Juizo de orphaos .- segundas quintas as 10 horas.
Primeira varado civel segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao mcio-dia.
BPHEMERIIiES DOMEZDE .11 Mo
2 La nova 9 horas. 22 minutoi. 4 segundos da tarde.
10 Ouarto crcswnte aos 10 minutos e 48 srguudos da larde.
18 La cheia as i horas, 27 minutos e 48 segundos da tarde.
25 Ouarto minguante as" horas, 48 minutse 48 segundos da i
... l'REAMAR Di. Ilo.lt.
IPnmeira as III horas e SI minutos da nianhaa.
Segunda os 11 horas e IS minutos da tarde.
DAS da semana.
23 Segunda Jcjun (Vigilia) S. Agrlpioa v. Ss. Zenou c Menas
24 I crea Jouo Uaplista Ss Argilborlo e Fausto mm, Ind
-; Ouarla. S. Guilerme ab' ; S. Febronio v. ; S. Calecan ni,
-i> Quinta. Ss. Joao c Paulo Irs. mu. ; S, Virgilio m.:
27 Sesta. S. Lasililau rei : S. Zoilo m. ; S. Cressente b.
a Sabbado. Jejun (Vicha) S. Leve 2. p ; Ss. Argr-miro e Irineo
29 omingo. A pureza da SS. Virgen) Mal de Deus Ss. Pedro
Os ,cn|i tos assignaotes que eslto por pagar o im-
allribue i Austria u merecinientn ,1 uros
i:ni:.\rrecados ha sobsgbipcaO no slx.
Alagoas.o Sr. Claudino Falco Das ; Babia o Sr. D. Duarai
na de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Msrtini.
EM PERXAMHUCO.
O propretario do DIABIO Manuel Figotiroa de Faria, na n
vraria, pra{a da Independencia ns. 6e 8.
i inicialiva
POtta di su ,'s-i 7. ,. n ', '," I C 'le U'"a t"i*'***. que ns plenipotenciario,
n. n aa Mtaenpcaa desie Diario ale o ollino do anlriacos estilo looge de reivindicar para ella
corrale me?, qneiram mandar aUetazer seus debi-
lt>s ao prec. estipulado, mies d'ellc lermioar, alias
se su-peu lera a entrega on romean.
PltOTOCOLO N. XXIII.
Sess.lo Presentes os ploiiipoienciarius da Austria, Fran-
ja, tiia-Brelanha, l'rnssia. Rsala, Sardenha e
Turqua.
SOo lulos o approvados o protocolo da eetsto pro-
co .ente e seo aonexo.
O Sr. ronde Valewski lcinlira que rost ao coo-
greseo dootdtr-se sobre o orejelo .lo declararlo, cu-
jas batea in lieoa na ultima reunan, o pergunta aos
plenipotenciarios que reservaran! so para lomar
i Ion. de suas certos respectivas a eeae respeiln, se
estilo autoritarios para dar-llie seu asscnUaaenlo
O Sr. conde .lo Ruol declara, que a Austria feli-
cila-so iie poder coucorrer para iu acto, cuja salu-
lar inlliiencia reronhec, o que .-lie Coi molido i .s
podero* tteeessarios para adnerir-Uie.
O Sr. comi d^ OrlolT exprime-se no mosmn sen-
tido ; todava ccrearenla que iloptaado a propoda
foita poloSr. prmeiro plempoteneDria da Kranra,
Ma corlejiio pode ebrtgar-so a inantcr principio
da iliolio'iii rio curso, o a ilofoiule lo contra as po-
l.'iicias que rccusarcni acceder-llio.
Os Srs. |ilonipoteiiriarios da l'rnssia, da Sicde-
nlia na Turqua, lando igualmente dado seu s-
sentiinent >, o conuresso adopta o projecto de redao-
cao annexn ao presente protocolo, c deixa sua aHig-
n.ilura para a pro\iir,a reunan.
O Sr. cond- .te Clarendon lendo pedido a peni is-
SflO de aeresonlar BO conuresso una proposta que
llie parece ler do ser tooravelmenic arolhida, di/,
que as calamidades da suerra estilo anda mm pro-
sontos a lodos os espirito!, para que so nao deva in-
daaar lodos os meios capazos de prevenir sua rof.ro-
iliioao ; que fui inserida no arlco 7 do tratado de
pa/ una eslipiil.ioilo que rocomuienda se recorra a
aceto eaediadora da un estado amigo ames de ap-
pellir |iar.i a torea! no caso de riisaemiaMUlo entre a
Parla < urna ou muitis das outras potencias signa-
tarias.
i Sr. primeira plenipotenciario da Gr3a-Brela-
nha peaaa quo esta foli/. innovacSe podena ter ap-
plicaoao maiscera!, e lornar-se a>sim nina lu reir
apaala a conflictos que mollas ve/os nao rebcnlam
BeMoporqoegAo be aempre possivel explicar-see
cnlender-e.
Praaoe, pea, eoneordarem em urna resolucio ra-
pa/ ilo asso^urar no latan) i inanulcnc.io da paz es-
b.i probaliili.lade de iluraoAii sem todava ollen Ifr a
independencia doe aovemos.
O Sr. con le WalewaU declara-aa aulariaado para
apelar a dea emtlUda pelo Sr. primriro plenipoten-
clarn di Grita-llrelaulia : asieeera que ns p| n po-
lonciarios da Franca oslio dispoaloa a a-sniiar-oa
insoroilo no protocolo de un voto quo coirospouden-
do plenamente aa tendencias de nossa pera nao os-
torvaria de ncnliuma mansira a liberdade de aceto
dos ovemos.
O Sr. conde de Uool mo hesitara em abracar a
<>pini.lii do. plenipotenciario! da rto-Bretaiiha e da
l'rai.oa. ge a re>oluoilo do congresM ha do t.-r a for-
ma iimica-i pelo Sr. rundo Walcwski ; mas nao
pode ctintr.iliir em iluine de su i crio nina olirini-
cAn abaatnts, o capaido limitar a independencl i : i
jjaliinelc eoMriaco.
O Sr. con :.' rie Qarendon responde que cada m-
toncra-lie e su.' n "iiiej> ni/. ii.i< pilacnci
ana honra a de sena iateresses ; quo nilo pretende
ctrenmacrever anlori ido dea covernoa, porcm t-
menle dar-llies a uceas.ao de nao reeurrer a's arma>
t tdas as vexes que ns dtsseulimenloa po lercn sor a-
planados por nutras vas.
O Sr. barto de ManleoiTai afllrnta qoe o rei, seu
angosta eeberana eaaapartilha compteUmtnto das
ideas e\posl-s pela Sr. conde do Clarendon ; que
julga-sc pois aiitnrisado para adherir a ellas, c dar-
llies lodo o deseuviilvinienlo que podem ter.
O Sr. conde OilnIT rccoiilicceudn a sabedoria da
priposta foita ao c.iugresso, juica todava que deve
recorrer a sata corte antes de exprimir a cpinilo dos
plenipotenciarios da Hu--i..
O Sr. conde de Cavour deseja saber antes de dar
sua npiniao, se na intenrao do aulor da propoal i o
xolo que seria exprimido pelo coimrcs-o se etteode-
ria as inlorveuces militaros dirigidas contra enver-
nes de ficto, e cita como exempln a intcrvenoji da
Au-lria no reino de aples em IS2I.
Lord Glarenden respondo que o voto do congresso
deveria adinltir a applic.iao mais oral ; Ui nbsor-
var que o os favores de oulr.i potencia live-oni de-
leriniu rio o govemo grego a respeilar as leja da
neulr.ili.lade, a Franca, e a Inglaterra seleriam pro-
vavelrnewle abatido da mandar qoe suas Iropaaor-
cunassein o Pin non ; tembra os eaforcos feins pelo
pihinole da tiraa-Itrotanlia em IS2I pira prevenir
a intervengo armada que nesas poca houve na
Hsapaab.
O Sr. condo de Walew.Ki acrescenla, que nilo
trata-so ero de estipular um direito, nein de con
Irahir urna obriKjr.in ; que o Voto exprimido polo
rsgreme ule pode em nenhum caso alienar a lber-
dada de apreciacto que toda a poleneia ladependen
le deve eservar-se em sfinelli.inle materia ; que
nao \\n pois uonlium incoiivonioiile em genoralisar
.i idea que cxpiimio o Sr. cunde de CUrendon, e
dar-lhe o maior alcance.
O Sr conde de liuol da que o Sr. con.te do Ca-
vnur tallando ein ontra sessn da occup.cilo das le-
: icdea por Iropaa aaalliaeaa esqueceo-se, do qaa nu-
tras irnpas e|lranseiraa foram chama las ao solo dos
l>la los Romanos. Agora fallan la da occopacto
pela Anstria do reino de aplos, em 1821, elle s-
i|iooo de que esasoeeapacofot oreaullado de
una conven mu cnlrc as cinco grande* potencia i rou-
iii lis un rm;i(..i ite l.aytiicti. Nos dona caaos
A inlrrvenoao lomhrada pelo plenipotenciario da
Sardenha teve lucir, dizelU, em ooiisequenrii das
discoaadesdo eongreeso de Laxbach ; entra pois na
enlem de ideas eiioucia.liis por lord Clarendon.
Poderiamainda reprodozir-se casis saaMlhantea, e o
[Sr. condo de Bool nao admille, que urna interven-
cao eOVctuaila em conseqaaucia de um aecorjo es-
labelecido entre as cinco grandes potencias peana
lomar so objecto das redamarnos de um lisiado de
secuu la ordem.
O Sr. conde rie uol ipprova a propnsla tal qnal
apresenlou a lord Clarendon cun um lim de liu-
uian iade ; mas na pode adherir Me, so llie qui-
/-reiii il ir eater
dtuia nella ci
de ficto, e a
mitlir.
Qnanlo o mais desoja, qoe o congreaso no mea-
ni i.i ment de terminar seus Irabalnos nao se veja
obligado a tratar quealoes irritantes, e eapazes de
perturbar a porfefla harmona que aempre reinon
entre os plenipotenciarios.
OSr. ronde de Cavour declara, que eslii pleui-
meuto salisfeito daa oxplicaoe" que provocou, e
<|ue da sua adhesto a proposla snbmellida an can-
cro-s,..
Denota do que ns Sr-. plenipotenciarios nfla hesi-
lam rm exprimir em nome de seus aovarnos o vola
da que os Estado*, entre os quaes se elevar algnm
dissenlimenln serio, antes de appellar para as ar-
mas recorran), qoantoo parmiltirem as eireomslan
oas, aos servir is de urna potencia amiga.
t:s Sr. plenipotenciariosesperam que os governoi
"" repreaenladoa no i.....gretaa se associarto ao pan-
ameiilo, que inspiroo o voto consignado no presen-
te proliicolo.
Seguem as assignalaras.
PROTOCOLO N. XXIV.
SessSa de li de abril ile 1856.
Prsenles os pleuipolenciariosda Austria, Franca,
(nii-iSrct.uh, l'iussia, Rossia, Sardenha a Tar-
qun.
Molido o approvado o protocolo di aessao prece-
dente.
ment Radrignea Franca, requereram a esta assem-
blea o pagamento das porcenlacens deVidal pela en-
branca dos precatorioa espedidos pelo juizo dos fe-
los, qna tem elTectuar as colleetorias, e bem asalm
da taixa d herancaa e lgalos.
A uiniuis-on de legislacto considerando que nata
qaestto nao he da natoreta daquellas, em que ella
deva
!!ro eTpridnto0 "'sv \",'""n' :-En"'':n"}I,e.'! 'Xira^mdisetsa^reew da commiolo de ns-
OSr. Saiii Osario :->ao lonho tempn 'para truc.l,, pul.....a, sobre a pretenrto de D.Leonor
responder-lhe; si llvesaa, cre.o que, o aaltsfaiia dn Carohna Uncos l.eal, adiado daieeiai) do honlci.i
melhor modo que me osse possivel |lur,, m, ,, vfi, g r,,,,,<>r(,. ,u"'
id tntervir com osea parecer, por laso qoe nao I qoer saber a historia do hospital iiomeopaiiiica
se trata de lulerprelrar acto algam desla masma as- OSr Sabino Olegario :Nilo he laso somenta"
semlilca, he a commi-s.io de parecer que os policio-1 quero sabor de mais alcuuii musa ; quero saber
ir ao enverno da provincia, que que se fez : o que occorreu acerca da epidemia em
(ota a provincia ; o quclmuve em tola a
" Sr. Presidenta designa a ordem do dia e levan-
ta a soasto.
casos he aiilorulailo competente.
Jas conimi,soos l'.l de junho de 1836.
de Castro Leo.. P. Machado l'or-
para taes
Sala
Jos Quinlino
tolla.
" Sr. Sabino Olegario
in
,1'ela ordem) Quera me-
"""......wdanianla ur.....le. ou .....I recera honra da ser informado pela mesa, aoja va-
equei.cias kvoraycis aos snvoriios .lain ,!.i,. rol r..i do enverno os appensos uromclli-
loulrinas, que elle no pode ad-1 dos palo cx-presidente da proviacia em seu relator!.,
e requisilados por osla assembloa...,
OSr. 1'reitdenle : Se livessein viudo, deveriam
ter sido lides u i hora do espediente.
O Sr. Sabino Olegario: Cinto nio vieram, r,.-
go a cmara que tenha a paciencia de ouvir-me jin-
da, porque eu uo poseo, Sr. presidente, rieixar de
murar mais nina vez o deleixa que vai pela teere-
laria do governo, a morosidade com que so campri-
ilas as exigencias feilas por asa assembloa. Se so pe-
iiom informacaea aa enverna acerca Jeqnalquer ub-
jecto, por cxemplo, acerca das cous.s relativas mi
contrato de illuminacio a caz; essaa informai;oes, que
Oloff annunria, que em virtode
le sua corle podo adherir decsiva-
rignado na pennllimo pnragrapho
O Sr. ron le d
das inelraccAes, i
mente ao voto c
do protocolo ii. \XIII
Le-se n projeclu .i- declaracilo anaexa ao proloco-
rennito, depon do que, e bem como
Sis. plenipotenciarios proceden) ,i
lu da ultima
fura decidido,
asignatura desso ario.
Por proposla do Sr. conde Walcwski, c roconlie-
cenrio- que he d > iuteios,,i coimoum manler a indi-
visibilidado de qoatru prine>pioa meneionados na
lee.n.ir,,,, i^sigiiaia neste dia, os Srs. pienipnton-
ciarinsconcorlam, qae as potencias qoeonssisna-
ram, ou ss que liie areederam, nao p lorio entrar
de ora em di.intc sobre a applcac > do dircitii ma-
rilimoem lempa da guerra em nenhuma ronven-
o.i:i. que nao sej i basca la nosqaatro principios, oli-
jocto da dita derlarar^lo.
Por urna nbservacto qnelizeram ossplenipnleii-
ci.iriui iia Kussia, .. congresso roconlioo. que a
p.ref..... .....'"* nao podendo ter efleilo relroac-
livoi' iipolo annullar s-'convenr" anteriores.
O Sr. cuide de OrlolT propbe aos Srs. plenipoten-
ciarios, quo ames de se separaron olToreeam an Sr
conde Walew-ki lodos os agradncinienos doeon-
gresso pela maneira porque dirigi eos trabalhos
<< OSr.run.le Walewski fazi.i, diz elle, aberlu-
rada nossa primeira reonio o voto de ver i .-
lelibcracAos lerem reliz resaludo ; est v.to aclm-
m leallsado, i ... r-rto uintrfdoc
1 '" 'i >- : ci lo l!l / n
sfies, exerreu una influencia, qua a i p .:
conhecer devidameule, e eslou c invencido de cor-
real andei .ns senlimcnlos de lodos osntci
ciaras, rosandu aa sr. conde Walewjki, aceites
expressilo da cralido do concrees. .,
O sr. eonda de Clarendon apoia esta proposla, ii
qu.il heacolliida rom empenho onanime por lodos
os plenipotenciarios, deeidlndo-se osles a fazer della
no protocolo mencto especial.
OSr. enmio Walewski responde, que he extrema-
mente sensivel a testemunho benvolo que acaba
de recebar, c de sua parle lem a satisfacilo de ex-
primir os Sr. plenipotenciarias son recouhrcimento
pela indiilcMiciii. de quesemprecalheupravas do-
lante as conferencias. Fehcila-se com ellesdaha-
verem i,o feliz e compiclamente alcaneado o alvo de
cus esforcos.
ti prsenle protocolo he lido o approvado.
Seguemos assignaluras.)
podiam servir para a melhor reaolu{to da qurslflo, com fon
vieram depois de ter ella terminado, apezar de nave-1 proposito
rom -; lo pedidas .....ilo lempo antes.
Pelera......ap|.....s.,s, a que se refere o relatarla
da pie-i.lenri i, estam s no ultimo dia da sesslo, o el-
los lio vieram, o uem se do ns motivos pirque ni i
o fea esia remessa, emlim nem ama saUsfacao.
I)iz-sepirem,que esta morosidade se d, porque
esses appensos depende d.i typographia; mas Sr. pre-
siderita he digno de reparo, que na capital de Per-
iiiimbueo uo encontrasse o ex-rresideule urna Ivpo-
graphia, qoe dorante dons meses, nao podesaa im-
primir um appenso daquelles que nos pronictteu em
seo relatorio, qoando esses appensos sa sem riovi la
ama parte do mosino relatorio, e entilo lca om p o
que eu dissa na sess.ln paasada, quo hoove proposito
de occnliar a assembla es.es documentos.
Um Sr. Diputado : o guardi.lo, su responde
emquanlo goveroa o convento, pelas lvidas que cn-
contr.ilie para as despeas do mesmo convento.
0 Sr. S. Olegario : Talvex srja assim nos (.ol-
venlo., mis asados, asdesprxas, eos dividas qoe
contralle esse euardiao, sin pagas pelo mesmo con-
vento, que o cii.irdian gnvernou, e por eoosequenria
deve elle dar emita-, do sen procedimento ao capitu-
lo, que as devo tomar em bem da rommonidade.
Sr. presidente, acaba agora de nos ser distribuido
um relatorio das cuntas, da reCeita odespeza do patri-
monio dos rpliaos, c isto no ultimo da da sesso,
quando devin ter sido apreaenlado a lempo de po-
derem atsaa canias seren examinadas; mea uo aci.n-
locou assim; he no ultimo da da seaso, que vem a
dislijbur-.e um relatorio, qu- lem sua Importancia,
porque tr.il.i do dcapezas, que devoin 'Cr approv idas
dorante a sessflo.
I'ni Sr. Diputado : E'le anno foi elimsterco.
o Sr. S. Olegario : To lo climatrico he verda-
vlnc ,
que houve na capital ; emlim quero coulio-er quaea
roram ns benemritos, e qaaes os que deixaram de
o sor; quero conhecer a imparciali 'ade mm que se
narram o servieoa prstalos nessa torrfvel quadra.
i:.i ur. s.-i aaora quaea sejam o 4hj!... k -car
para que (aesapenaos no* poasam chegar asninos.
O secretario interino do govemo saina positivamente
qu^ boj se lem de encerrar os nosesi Irahalhos I-
gislalivos, eeutroiantii nSo leve pressa em sntisfa-
zcr a rrquse da assembloa taita ha qaatro d.s, e
nem ao menos commonicou os motivos, que o abri-
garan) a Dio cumprir essn urcenle requisieao.
/ m Sr. Depulado :Reqaeira que se pessa ao co-
veino os motivos da demora.
o Sr. Saoino Olegario :Pois bem ; servir-me-
lioi d'este mein, posto que soja iinpmli. u.,.
Sr. presidente, protesto solemnemente contra o
procedimento descommnoal do ex-pre-i lento .1. pro-
sa pponho
foram de
as-oiiiblea
mnea
i-, i --
'S i, -
disso culpada se-

".
B
t'llfjll,!'
lkU$M i iAr
OS C^SiMEMTOS DE PARS.:
Poa Kdmundo About.
I'KIMKIHO.
Terreno* a venda.
II
Na dia secuinle, soitu horas da m.inbaa, llcn-
rque Inmava seu vestuario de olleiua, qoim lo Hola
te Neva inirodiizio a um hornera mallo alto, mu
orco, mu polirio, um tanto limito, e precedido de
rn.icuifieo nariz : era Mr. (ajilan!. lOlie assenloo-
Be, evplirnu coi. militas circumicicn^f.es que o eu
terreno f'.ra dividido para manir commodidade dos'
ri.iii|ira.lores. qoe ora impossivcl enriar uma paite
ra iluas nielados do igual valor, porque rada parle
aa liaba dez metros do fenle, que seria mili dlflicil
r.,|-ul.ir a valor da fracoo rstanle que licaria se-
rada da ma, e que se .Mr. Tourncur no quera,
pu lia comprar urna parle iiileira, embera
ASSEMSiEA I.3GISLATIVA PIAQ
viaiGiafx.
Se.i.-.o' ordlnoria em -'I Ce jonho de 1356
Uretldenria do Sr. barilo dt Cama
Ao meloda, reunido miran.) leal
pulailns.
OSr. Pretidenledeclara .-.berta a lessto,
l.ida a acia da se-slo anterior, he approvada.
'.' Sr. Prmeiro Secretario fazaleilura do sc-
cu :i:le
EXPEDIENTE.
I ni olfleie dn secretario do B i ver no, romettendo
o parecer da cmara mniiiriii.il de Bonito sobre o
projecto n. 8 do auno pas.ado. A' cnmmisso de
eslatistica.
Oolro do mesmo aan'ior, dando os eKlarecimeo-
los pedidos p,,r osm assemblca acerca da eslatistiea
da provincia.A quom fea a requisiflo.
l.-i iii-so o approvam-se as relenos dos preiectos
ns. i, ar jo ...,,. anno>
I., -o .i sceuitilc parocr quo he approvada :
D- ofliciaes riejuslira dos fulos da fa/enda provin-
cial, Hanoel dos Santos Le.il o Manool doKasci-
i vendar depois melado, era mellior que In"ri1 ''*' pes*oas
apressar-nie. Bis -> ncu activo, como dira meu pai.
Qoanlo ao passivo, nem um cntimo de divida.. En
poderla meller lambem na cunta o que pnwue meu
|iai, ID.IHKI francos de rendas ganhas honradamente
no commoicio : fallo por memoria.
Meu pai tomn o habito de dcixar-me Irab.ilhir
minh i volitado som ajo lar-me om nada : uo o co-
fa larei para pedir-Ule dote. I)e sua parle, se Vmc
me Gzesse a honra do conoeder-me a ma,. da senbo-
ra sua lilha. eu Iba roe.na que guardaase seus bens
para usar dcllescoino Ihe aproiivis-o ; ganharcia vi-
da de minlia miilher c de meus lilhns. No dissimo-
In que amas rnndires uo remediam a deaigoaldade
de nossa fortuna ; pora Isso liara mislor que eu fos.e
man rico, ou Vmc. mais pobre ; porm no sei mel
de enriquecer om um dia, e nilo sou tao ecoista que
desejesua ruiui. O que creio poder prometter-lhe
tic, que no lia em que o senhnra sua lilha entrar na
pnsso do sna ripriedade, teroi adquirido uma abas-
lancs sufllcicnte liara que um uplh.ln ganho sem
Irabalbo nlo me envergoulie... Nao sei, seuhor, se
lu-ni" coiiipiohou.ler...
Siin, responden Mr. Gaillard, e embnra soja
artista Vmc. lem ar de homem honrado.
Ilenrique Toorneur coroo vivamente.
Descolpe-me, lornou Mr. (aillard, nto quero
dizer imil dos artistas: uo os ennheco. Eu quera
somonte dar-lhe a entender que Vmc. raciocina co-
mo homem regrado, eino um empregado publico,
um ncgocianle, um notario, e que nao protesta a
lo
' ni Sr. Depulado : E ser.
crelaria do enverno "
0 Sr. S. Olegario: Ma sei se nisso he culpada
ou n.lo a secretaria; o que sei lie. que a moilos ou-
iros respeiloa so lem ella mostrada merecedora da
in.iis -overa cansara; sin tainos, por exerapl, a ral-
laida ramean dos appensos requintados ha qualro
lia-; e essa Tall i me parece uma desciuisideriic a
ii'-.'.nlilca. e n- n |... ,. ser oulra roueo...
i:>r.M. /.,r/,il- : Nao apoiad : a ule. : i .o, o .i. i-,.|.|. -i iciiiv recumm udou-mo minio
; ns man.ii- .
/ /o Sr. Depulado : tjuem pode responder ao
nolire depulado acerca .u raao da demora, he > S-,
rigueiroa, on o seu immedialo.
OSr. Ma-haUo f'or/alla : Ea ja affirmei ao
nobre depulado quo a eslatistiea do Sr. major Lopes,
e n mappa do Sr. Dr. Sarment esto, ha muiln lem-
po na lyperaphia; o mais que falla, seharulpa he
da minha parle.
O Sr. S. Olegario : Nao bisla que o nobre de-
pulado, ex secretario da presidencia diga eu carro
go com a colpa; he preciso que dudare anudo so aclis
esse appenso relauvo a epidemia : pois au lio possi-
vel que a historia dessa calaslrophe se eifre nica-
mente na eslatistiea do Sr. major Lopes, c no manna
do Sr. Dr. Sarment. '
O Sr. .V. Porfefla: Orelaloro da commisso
de h> cieno, j., la esta i mallo lempo.
O .Vr.S.Otomano: Esse uo faz muiia falta,
poique j.i fui impresso no Diarto, se n no enga-
o, n que ralla lio o oulra appenso, que seno po-
da ter siilo impresso, poda ter sido .-opiado polos
empregadosda secretaria, e remeiti I s cm manus-
criplo, par.-, ser apreciada pela assembla; ningurm
dir.i quo nao ha empresa los pira is-o. Se aqu uo
houvssein tj pocraphissn.lo si iloisariam de remel-
ler ilnrnmentos a assembla por se os nao poder im-
primir ...
L'm Sr. Depulado : ale cosiume maodaram-ae
impressos laea '. omentos.
(' Sr. S. Olegario : Mas si uo foi potsivsl
manda-Ios un|iress s, mandasae-se um exeiriilar
em '"'.....aeriplo, pois com isso compria o goverou o
seu dover, e a assembloa nlo podara exicir mais
!>ei que he o stome remetler-se ludo impreaso ; mas
nisso mesmo nota-so falta no ex presidente ; porque
Ifiidn-no- aqu seu relatorio impresso, mandou-ol
para ser distribuido na casa, minios diasdepoi
liara com a assembla provincial ;
lamento que esses documento)
proposito occiillos com o lim de privar .
to conhecimento do oeoorrido...
l'm Sr. Depulado : \n parte do ex-presidenle
nilo houve ii.lone) m.i alguma ; tanto qu? ua
leudo obrisacilo de informar n cusa dooccoirido com
o cholera, o pronaelteu fa/c-lo...
OSr. Sabino Olegario:Pois o govemo uo he
obrigado a informar a assembla provincial o qoe
houve na provincia em reanlo a epidemia ? l-io
he singular O povo da pruv'i acia aoffroa horrivel-
menle, c o govemo no lem obrigacflo de Informar-
nos dos seos si,Orinientos Ser iss aqu, porque
as outras provincias o qoe eu vejo he que os presi-
dentes leem informado minuciosamente as respecti-
vas assembloas as occiirreiirias da epidemia, por que
acabamos rie passar. T.m-se dilo que o rn\ i lem
feilo do cholera orna molestia ollirial ; e cu digo que
assim como quan lo cvisle uma guerra o invern
tein neeessiriade do reunir suas fuas para cmbales
o loimigo, assim eomn quando ba nma revolucKo o
enverno se v obrigado a eoncenlrar suas f..ro.,s para
combale-io, asslin lambem appaeecando uma epide-
mia, que be una icvnturii de nutra especie o de
manir gravlriade, deve o povo cxiSir do governo a
conceuinoo de suas forcas, islo he, mdicosedi-
nheiro para soccorre-lo e
miso imilla mais lemiveL...
Um Sr. Depulado ::) nobre depilado aiada no
perneo occasio d,. falef ., ,aa aCUUrg ,.._
OSr. Sabino Olegario :Qoanda o< actos da ad-
mini-ira,.,,, esliverem os.jueoidos; nflu be assim!
Cm Sr. DepUlada :Me seo o que qn loin.
O >r. Saoiuo Olegario:Emlim maulo amasa
omeu reqiicrimeiii.,, do qu d todava, nenhum re-
sollado esporo.
in, sr. Depulado:I-spire la para n anno, que
vem. '
Le-se c fica adiado por pedir palavra o Sr.
Meira rloiin ; ns, osegointe requerimcnl.:
Requrir-i quo se pecan. u gove-no os motivos
por qoe so tcm demorado a remessa dos appensos
requisita tos no dia d i rorrele.__S. i!. Olega-
rio, n
" Sr, Fran / i .:.',, ,!:r,.,i i ex^pre-i!
ilICia i|. irs iiris que Ib- : ,.., (e{
lente -i i I ;. ii m |(, (.. notiv .-
|iie tem liav i, domar, ne -i run
ipio-0 il i i:: iil ,, .-,,.,. I ..;,., ;...-,." .',,, ., .,j
pelo Sr. d 'pul! in nutpr .1 j re iicii-
Sossao ordinaria de -'I de junho de I83(i
Pretidenea do Sr. barSo de Camaragibe.
mciodia reunid,; Homero lecal .le Srs. depu-
As
lado;
OSr. I'retidente declara abarla ases.o
Lida a acta da ..,-.. antecedente, In
vada.
O Sr. I
npro-
ampara-la contra um
ini-
Sccrelarin il.nroula do seeuinlc
EXPEDIENTE.
I in ollioio do secretario do governo, remoliendo
um documento da thesooraria provincial, areroa dos
negocies da eolleeloria d- Ignarassu'.A quem fez
a requieicao.
Ontro do mesmo Sr., remetiendo a informara,) da
eommissao de hygiene pnblic, acerca da requer-
ment de Uanoei Elias de Meara.A' commissAo
de negocios de cmaras.
Le-se e appr.i'.a-se a redare.-,,) do proiecto II. i
desie anuo.
O Sr. Jote Pedro requer urgencia para se discu-
tir bojeopirecer dascammissoes reunidas de con-
loa despecas provinciae< o de legislacto a neste -cu-
li. io manila a mesa o segninle reqnerimenlo :
ii Reqneiro que se dscola hojo o parecer que diz
respcilu a om meu requerimenlo, que f..i reinottldo
as oomiins-es reunidas de loci-lacao e de Cuntas e
despeaos provinciaes.Jos Pedro".
Apoiado, entra em riiseossto.
OSr. Abilio : Sr. presidente, lendo-se dito
as ante-salas, que este no.,.oeio seria dado boje para
a dis.-ii-si), eu que nao contavaeoai isto, par nao
ter ainda viudo impresso avulso, com coalu-oa, a
parecer das commissOes, ii cujo c inheeimento fura
ell submetlido, mandei ver a srrciana a lesislac i
citada nesse parecer, isto he, aviso de Is",:: ,. ,, ,e.
cul .monto interno ,1a th-snuraria, s- norvanlnm alai
lambem oxistisse, mas verlipii que nenhuma des-
las cousas all existe ; c corno para a boa eluci la.ao
te semelhante negocio, sao precisas essaa leis c
mais ,-i meu ver, a exlnbic.. dos livrns do ex-col-
lerlor do Rio-Pormoso, peco lambem por minha
vez a \. l-.xc. consulte a casa solire n requeri
lo que voii fazer no sentido de Bear adiada
Sto do parecer por -Ji hora
_.amenla nao pede josliOear a
lisens-1 solregui nlo que so quer ter, parque nao ii.de ser
. einqiianto o-sa leis- entra, d.i que lendo o nobre donul ido iiisne.-l.ir da
?o\TrU\Z7.\Z r-'"-1''1- "'- i '"ooraria1 si,....., .".toVn a uil ra si'
a que rao retiro ;eno.lo intuito vou acensado nada mais natural sr julgado. mas qnc
este dever de lirio o honra qu a
requerimenlo : inspeelor da Ihesouraria pressuroso
'- fiqu adalo por 31 horas.. pare- I prir, no ul.r gi a a.sembld
pil.ioj e ella se dar se n.i.i esliverem |i ..
lodosos dncumeolus naeessarios, para que a qu.
aemPn'nio'nn ,"rm'f "V """'"SI ,lm,,a'10- Sr- rplado : -Tire a conscqucncia.
: e lia o.'a """rfo"r "'" ^Iguin nesoclo : OSr. Silva Braga : A cone,,uencia he que o
sar =-' r.So.T.r as: A'aLrq,ip us ***- *- ~-
parte dool.irn que pedirci ili-[iona.
"Sr. Fromrheo JoiUt oppe-so a urgencia, obser-
vando que eshlo submellidaa a considerarla dn casa
ires qoesloes ; a quest i prejudicial que se refere a
tormula do parecer, islo h-, seaUeosM davidameni
teeoneebtd e assisnado como qatr delermma o
regiment ; a segunda queatto da ucencia a a ler-
ceira anpporlunid ule do arijamente.
Qaantn quoslo prejodicialconsidere-e da mul-
lo maior alcance do que ella pode parecer ao pii-
meiro lanee de olhos, porque tem ella a importan-
cia que, ligada a. formulas pris-riplasna le do or-
ganismo interno da assmbiea, determina que os pa-
receres sejam dados pe i maioria das referidas rom-
missSes, pela raza i que be dadozida da agglomera-
Cto de maior nomero deeabeeaj pensadoras, ira-
zendo em resollado a prolicui ale do pensamento e
da medit.ie.in.
I/, que n.ii quer cansar eonstrangimento aos
mrmbrosque deixaram de assisnar.....o parecer, que
quer apen mostrar, que o roeio que se deve seguir
i ara reme liar este inconveniente he o de pedir dis-
pensa, porque assim determina o resimento.
Observa ainda que ponen importa que as npi-
nies emiltidas ngo leoham maioru em si, he sulli-
cente qoe cada um de seus raeinbres iQlerponha o
seu juizo, tanto que pode dar-se o caso de em duas
commissOes reunidas cumpostas de G rnemhres ha-
verem d pareceres.
Acrescenla que o ficto da aceilaro ,le un outro
parecer nas mesmaa circomslancias desic, como foi
allegado, nilo po 11 aolorsar a praliea do virio, |,or
ron-ecuiile que lamben se uo poda considerar
faci jileado o haver a mesa mandado imprimir es-
se parecer.
Miz anda que consideran lo o parecer viciado cm
sua formula, ess,, razto a tova a contrariar a urgen-
cia e que carecen lose par. avahar a discn Indar a legislaeflo a que o parecer se refere, rallando
ella ou anroseiiland.i-sc na occasio, nii se podo
fazer um juizo segoro sobre materia,
-Nula que a razto qoe d-scobre para e-la discus-
lor lugar iminedi
parecer das
manda o meu requerimenlo n ni
\ ai i- mesa o
apoia se u ecuinle
provi
fu-eco
!c da
pelo
. por
.! que i'
incnl......i .i
lis-
ussao
ORDEM DO DIA.
2.* discuss.lo das emendas apresenladas o appro
vailasem :l. discussao an orea.....nlo provincial.
Iiepnis de aleumas o1istv.io.Vs ,. Sr.
Licerda, cm opposico a' ornen Ja relativa a
leno de Nazarelh, en.-f-ra-so a dhwn
mollidas a'votiie as meaas ementas
radas.
3. discussao das emendas approvada em :i
consto do oroamonlo municipal.
Si. approvad is son dbale, a Meepcto da do n.
"-', que he regeiada.
3." discussao do projecto, que aulorisa a preferen-
cia no andamento das rodas das loteras concedidas
a matriz da Boa-Vista, com as emendas aiii.rovadas
em -J.i discussao. v
lie apprnva lo sem dbale.
.!. discussao di projecto n. 9, concelendo 5lo-
teras de lthlWtO rs., cada nma a irmandade rio
Espirito S.uto doCollegio, approvadaa e.n segunda
discussao.
\ ai a mes i c rao apoiadas as legoinlos emolidas :
h mais duas loteras de 100:0009 rs. a irmanda-
de do S. Jos de Hibamar.S. R. Epaminondas
cor das comimssoes sobre o incidente dn inspector
efleclivo interino da thesoorarla ; sendo enl.etanto
exigido felas cmaras competentes os livrns d col-
lectora do Km Formlo, a que se refere o mesmo
parecer em nesiau.Abilio.
O .sr. Catiro Lelo: Nao re-lituio sen dis-
curso.
O.t'r. i,-.- Pedro opp.ij.sa ao adiamenlo propos-
lo pelo hr. Abilio, por isso que a lesisl lea. ., que so
rol ti aparecer se acba na secretara, o rosillamente
acham-sc copiadas at'lli uiliram
nobre depulado
procuran cum-
proceder com preci-
ile-
Io
ji apreciada por lodoV o~ la ios, pro e contra.e por
coito ningoem dir que n falla dos livros rio ei-col-
lector nao he e'sencial, porque son a qu silo \i-
ci aesses livros, o eu rxame lie ama noce sidada,
i lo he, s.i i eses livros ocorpo de delicio do proce-
so qoe leui dejulgar-se.
Faz ver que quaesquer que sejam as desavengas
internas da Ihesouraria ellas nao sio capa/os de ihii-
J .. livro que fur verle em cncarn.do, nem o
il .11 de ii -.: emprec i: publico nao
em uma base i 11 Frgil.
Cancluequ! rm bem d., amor c nsagra a i r. de-
''; 'a ins|.....' ii '.., i. ., ii spoil .po Mi
i adiara i, i -. 'i .cei pi
precisos pira discu
<>Sr. /;. de LaeerJa : Sr
m d us.;..i |
.i i la nu telilla ,i
" i, in
il"
presi Ion!.-, o .ne
trunela o n ste momeo i -
i opini.l formada aeer i
. io nealia .! dizei o noli:
lilaila ,, it he in-, lor a I i*snur n i o do qu
'" nobre depulado relator ,' i eiminisOo. d--
''"-' '< n .. i ,,,,. |,a mlmja nao he
o que eu vi o |on.ai a que se refera ..
I i, i-I.. ii.-. -, o .- mini-s.i.. e-la .-m
i So. En desejava que este qnesta i ros e
rqne rreia que a eommissao n.1o o-!,i em
- .. eommissao eorapde-se de Ii m lul.ros, ,.
unlire depulado o Sr. Castro Lela represente por
aasignacnm mais outromembro, o que fez
de :!; assisna um collega veocido, ral-
lando dons que uto se pode di/cr se eslo com o
quc/assijjnou vencido, se com os oulros Srs. ; s*
liverem com o vencido, uo se pode dizer que no
parecer lia maioria porque lca o parecer com :!as-
Signalurai que nao sao a maioria de Ii. dando an Sr.
Lastro Leo o carcter de duplicidade. perlencendo
a duas rommissi.es, porque se se contar s.i romo um
voto o parecer lio com duas
miliaria c no maioria do .*,.
i que a pcnlii-
pode repousnr
nova mi
nolire del
ma
resolvida, pi
com:-
in e sub*
o appro- j o nume
reputara
ro.n I desej
na i -.; i 'in ..:
p.-.r.i boje, i ii .
...la npinigo que
raspn .'.in n i i
S uli.:rei, liz o
hun i so dua 'i m
para o mesmo tiin.
.1
desso
-11 em pnrlga,
que o n me desse nobre Si pula lo
i ii un .. ia como conselli
ni :iiii > .r.i .i i depois, diz ser
s questd.-s ventiladas n. i sa se
i, as da imprensa pela imprensa.
iobr orad o a iiopreusa e a ir-
:is ll!..isi!.i mesmo pai, puguam
illu-lraiao das popnlaroes e a
assisualuras que be
Mirilla.!... deltas, a Iriouua vive pela palavra, a im-
prensa pela escripia; a palavra viva respndese
,....."a palavra viva, a palavra e - vra escripia, pirque, se boje podemos responder :,
um jornal, que comprebende a venladeira misso de
umionnl, amanilla paleemos ser provocados por
um piniphlolu...
(' Sr. Florencio : A esse'nto se roponde.des-
prezi-se. pelo menos quando o lidio me discnmpe,
en lenho iiisui prazer, porque o insulto sii so da
qoando ell" elogia [apoiados).
sei que este queda nio poda influir in ques- ,
tao principal, todava paree,-me que he urna qoes-l Sr. Francitco JoSt : lie por
ao de orriem, que deve ser allendlria fiara so ta_ que eu di-.se, que > nao djvia r-.i.oiul
ha
de Mello.Francisco .lio II. de I. cenla, a
Uais nina lotera de liltdlIKl? rs. em favor da
igroja do Livr.iinoiilu da frocuo/.ia da Va-zea.S. II
A. Cavalcanli. ..
a Pica concedida ama lotera de |-20:000 rs a
isrejado Livramentode l'o-d'Allio___s. R___Silva-
no Cavalcanli.
'' sr. Franeitea Joilo sustenta a emenda apra
sentada cm favor da ier.j i de Nossa Senhora da l.i-1 le ia pasean lo, nem por i-lo
vrain, uto de Pu-d'Alho, mostrando que ao zelo de j lomar uma providencia
................. fiara so sa- 11"B eu leso, q
tier o .no he o parecer, e a que be o voto ven- '' 1llc se '''* ns impiensa
ci lo.... i phtelo hr
i :n Sr. Depulado : Desea maneira nunca
vma parecer.
O Sr. i!, de i.acerda : o que se segu lie,
os meninos da connniss.i,. deviam assignar
cer c emdlir sua opiniu
motivos para o na
Cm Sr. Drputado : 0 parecer relativo a
tencao do Sr. Gusma>, e-lava no mesmo cas.
deste.
que
pa
pro ou contra, ou leu
fazer, pedir dispensa a casa ..
!..
isso inesinn
er nesla easa
, porque se esse patn-
.iii por isso deixa de ser
ra evitar estas explo-es
lilbo bastardo,
i'., a da imprensa f- i
naturalmente das que se sentem justamente oflendi-
dnsque eu di-se u que ha pouco ouvisleis...
o Sr. Florencio : Eu mo me sinlo ofleadido,
o aqne sinto l)o, que a polica nao tenha leito o seu
dos memheos de que se compile
crminissao.
Ora, pereunlo eu, sendo a cnminissao composla
de 3 membros, se esees membms assignarem, um
vencido, outro com restrcooc, oulro aom vol sepa-
rado, es.o parecer assim assignado n3o sor* bm iia-
recer decomoilssaol Sem .Lvida craerihe.
C oulra nao lie a razto de'tas hxpullieses de po-
derein os membros de uma eommissao assignar
vencido mi com restricc.les, ou com vol separado ;
e .laqiii concluir! pira solueo da secunda ques-
illo, isla he, que devem os pareceres ser Minados
por lodosos seus membros, ainda qoendo nevirjaui
iteopiiiiao.
Os nobres depulados leem desojo de qoe eu de-
monstre que ueste parecer esta assignada a maio-
ria das commissOes reunidas.
Sr. presidente, o parecer da commisso que e
discute... '
O Sr, Meira Bemriquet:__ Uica
commissoes.
0 Sr. Silu Braga : Aceito ., parecer .as
commissOes de lestsjarao e eonlas, o dospezas pro-
vinc.a.s est. assignado pela maioria. ,\ eoramiasto
de lecislaci. compile-ie dos Srs. Castro Leo, Ma-
chado Portella e Luiz Filippe, a oulra eompOe-*e
dos Srs. (.astro Leo, lenlo Jos da Costa Jnior e,
Siqueira (.ivalcanli, por cou-csuiole he a lolalida-
d de-las commissoes .le .. membros e estaudo no
parecerassignarios 3, he evidente que esla assisnado
pela maioria, a nao se querer dividir as eommiSMies,
a no se querer dar duplicidade ao Sr. |)r Ouinti-
no, este he a minha opinilo, e cm que permanece-
rci ale que soja convencido do contrario.
O Sr. X. Portella : | No devalveu o seu di-
cono,)
O Sr. Presidente : Eu lenho a ponderar a casa
que a hora se acha mullo adiantada, e que hoje de-
,vcm ser sprovades as redacees .fas leis que lem pas-
tada, sobre as quaes pote nover-se discussao, e por
isso no sei o que fao, com esla discussao, romo po-
rernsotem a palavra o Sr. Meira Menrques, eu
lh a vou conceder.
O Sr. Meira Uenrlquet :Nao devolveu seu dis-
curso.;
O Sr. Prndente : Esse reqeerraenlo do nohra
depulado -o pode ser tratado quando se discutir o
parecer; por ora traase da urgencia.
Encerrada a discussao he o reqnerimenlo de adia-
manto rejeilado, e approvada a urgencia,
0 Sr. PreHdeute : Vou pmneiro fazer ler as
redaccoo, e depois Ira laremoa do parecer
l..-se redaergo doprojeele u. lOde urcameiilo
provincial.
0 Sr. Francisco Joa observa que na redaecto
iiao r..ra incluida verba xpreasa para as despezas
com a casa de sembla aulorisa lo o governo a reformar a regola-
nenio desse estabclecimenlo, fnso fado approvou
impiicilamenle o recalaraenlo existente, e porcou-
egfliute as despezas necessarias com a manuteneo
rtaqui lia leparlicao.
1 ninaiii parte desla discussao, o Sr. Barros de I a-
cer.la, opinando nao ser necessaria a dcsignardo de
ver.a, por isso qno podero conlinuar aseousasco-
mo ale aqu, Sr. Thcorioro lu-ldieaudo o inore-
dimenlo dacommisslo de redaecto de quo! be mem-
""'' ". Sr,-, l'li'fi-nei.i.susioul.iado .. opiniad einillida
o Sr. rancisco loto; oSr.Jo Pe ni .. .,-
rnos-iiii lo, eo sr. Ijoncalves Uuimnaes r'oulra es-
-1 pinito.
Lo-. e apoa-sa segninle emen la :
.. No capitulo qoe trata de evenluaes acre-oontr.
"sab1"0'0*'" C0I '' ";'"''~ da r'"'' 'II' drte,,S'i
SI. rom ns ompregados.....
S 3. enm despezas evenloaes. .
Francisca Joto, a
Verilica-se nao haver numero legal.
o s/-. Ptetldenle designa a ordem do dia e levan-
la a sesso.
dever.
O Sr. Francisco Jjao
! missfl desla casa, '. r. sp
palavra viva, i
i'ai,eos com carv..
Senhores, a altura da
ador com a palavra viva
sjisnalons de muros
rgues a si mesm i-.
o ionio, qno na ca
casa est inhibida
liante
firme de nao mandar i ce-a documentos, que podes-
sem de ilguoia maneira provocar cortas discuseOes,
de
oflleio. .Juanto no mais he
n.i.i cui ls^ei-iiiais nisso.
Soiili'.r. rts-nindou II enriqne qnasi l.lj [lortur-
b.ilo como Mr. lo;ard. na son hbil comprador,
non. vendedor experijnenlado ; son artista, como
Vmc te. Mr. fe CMngr-o... maaprefiro fallar-IH
fraiicilnelilo, pi.slo que a1|uil|.i quo teitho a i!i. or-
ille i:.i seja fcil da explicar, Vmc na be gmenle
prnp: iota!in ; be lamben) pai. la linha ouvido fal-
lar em tersaos Io vaiitajos'.s da sr^elanra soa lilha,
que conceb om aaseja iucrivcl de cornmcil-la e .le
fallir Ihe. Tornei por pretexto esses terrolbia. e con-
iasso qao o-e-dlii o momenlo cm que ospera\\n acha-
la s../nil.a ; oldivo por aorpreza a honra da conver-
sar .tez minutos .-.iin e'la ; achei-a nnravilli.,sain.'ii-
lo baila e b in educada; ejqoe Vmc. pracurou
pea -i mesmo uma entrevista, que eu tona apticila-
lo baj ou ani inli la, p*rmilta-me qu > dlea-flie que
niiiili i ni.ns chara ambiento seria obler a m,v> do ina-
femaiislla Rosala tiaillard.
Mr. liaillarl lev.in vivamente a rato ao nariz.
Ilemique prosegu0 :
Ilem sei, senhor, qoanlo he desusado um pe-
did Lia directo e lia imprevisto. Vine, mal eonhe-
ee o meu nome. Tenho trinta e qualro sanos ; o pu-
blico aprecia minha pintura, e pasa-a muilo bem.
Tenho ajunlado em cinco alios a -moma rie rinco-
rnla un francos, c tenho comprado com Biabas reo- |
n nnii- esta mobilia, que vale quasi oulro lano.
I'asso fiulificar 80,1*111 fiancos de enrommenria. quo
rxerularei antes rio primeirn do Janeiro de 1857 sem
() Vida Osario d. ti.
bem apessnado, creio que agradara minha Giba,
so ell n v-sa militas vc/.t-'. Ella senipre levo goste
deci tillo |iola pintura, pela musir, pelo bordado, e
por lodos os uniros talentos aoinelhanlas. Sua idada
1...... irda com ., de Rosala. Aclin seu cararler bom,
ao mesmo lempo siso In e jovial. Vino, parece en-
tender dos negocios, ejotoa-o capaz de administrar
uma forlonu importante. Emlim, o senhor aprada-
me Por iss.. rogo-lhe que no (orne a piir os pa em
minha casa at nova ordem.
Henrique sonhoa que caba da cali.edral de Slras-
bourc. }\r. Gaillard arcrcsccnlou logo :
Eu nilo llie dira islo e ejulsasse homem sem
ronsequencia romo, por exemplo, Mr. de Cbingru ;
masauu prudente, senhor, c lauto no son inleresse,
om......do n......a lilha. neceasilo rie inforniacOes.
Creio que Vine, tem boa eoudaela ; mas, se poraca-
- livi -.' ale.ins um ri- que cau-a --om ,i deagraca
:. minha lilha, de eerlo uo m'o dra. Diz-me que
canha monlanlias de ouro, ecreio-o, po-tn queme
pareja muilo extraordinario, qn aman homem pos-
so |.;/'T Ktl.iHIll franens do quadrns rm do/.oito me-
zo-". Creio ; mus para desencargo do minha consci-
aneia devo tomar informacoes. Preciso de conver-
sar com o senhor seu pai para saber se nunca teve
queixa de me. Lonvir tambem que indague se
nao deve liada a inguem...
, Senhor...
Eu o crea ; mas a sent tem s vezo; dividas
-rm o sabe. Onde eslud.iu'.'
No collesio Charlcmagne, proessor Jaollrel. se pode Ir la lodos os dias. I ma ideal v me
Bem tret ter com o seu director e com o sea I quer que cu va .i sua casa ; veuha aqui.
meslre. -Nao tenho a Vine, fior emliu-tciro ; mas
ou pi intente, senhor. lie a minha qoaliiade, ou,
a mellior Ihe apra?, omeu defeito. Sempre riei-me
'"'" r....."'" So faue.....nos prudente leria vend
do meus terrenos a companllia de Saint Gerroaill cm
1836 : qnc bello negocio Se (ora un. pa. Ireslouca-
10, como ha lautos, leria dado minha lilha a i:m II-
senle do cambio, que acaba de saieidar-w. Pacien-
i ia, meu charo '. Vine, no perder por e-perar. Se
merecer minha Riba, lia de l-la; mas releva que
os negocios sigam sen curso. Sou prudente.....nao
me recondoza!... Se mea pai live prudencia eu seria mais rico rio que sou. V Ira-
li.ilhar, va... sou prudente !
Henrique passou mto dias executando variaees
sobro o-le Ihema conhecido : Leve o Ucmo a
prudencia e aos homens prudentes Todava fez
acto de prudencia rompendo o taro quo u lieav i a
Hollina. Envu.u-lhe um piano de 1.300 francos, que
Ihe prometiera, e .lespedm-se por uma vez.
No oitevo dia Cbingru veio annnnciar-lbe a visita
de Mr. t.aillard. Conlou que este pereorrera toda a
ci.lade de Pars, interrogara lodos os ministerios, c
sooreiudo a dlviao das Bellas Artes, interrogan 0s
niercadnies de qna Iros, compulsara ns catlogos das
exposiccs precedentes, lomara a ler os cinco ulij-
mus saines ,ie l'henpliilo tianlier, o colhera infornu-
eflea admuraveis. .< Elle sabe ludo; sabe que ca-
lillaste un premio do historia im concurso coral so-
bre a ursanisaoan das colunias romanas isso locon-o
partieolarmente. Foi a mim que nlerrogon sobre a
queslm delicada ; he intil dizer-le que uo ralla-
mos no Mollina, o
Mr. (
na materia p>r um vigoroso apoto de nio, que
minio alegran ao artista, o disse :
.Meu joven amigo, veidio de quaronla ou ein-
coenla casas onde muilo se me fallou a sea respei-
ln ; resta-me eStuda-lo um pouco por mim mesmo.
lambem nao lev-re a mal que Vrae. conheea me-
llior minha lilha ; pois no be conngo que lia" de ca-
sar. Me mister quu nos veja mas todos os das duran-
te ilous ou tres mazas ; depois do que lomaremos a
deeio convenienle.
Henrique agradeceo-lbecom eOiato.
Olanla bondade! Aulorisa-me a galantear a
senhora Rosala?
.No! uo! Oh! como Vmc. lie prompto! Um
mancebo todas as nuiles em minha casa '. E -. .....
gOCIO no se realisasse toda a ciliado de Pars sa-
berla que Mr. Henrique Toarneur estove para ca-
sar com mademoisella Resalla tiaillard, e que o ca-
Bamcnto foi desfeilo. Iodtgar-se-hiam os motivos,
luventar-se-hiain ra/.es ; qmni poda prever o que
se diria '.'
Henrique releve un mnvimentu de impaciencia.
Sabe, senhor, disse lie, algum oulro luear em
que possamos euconlrar-nos'.'
IVlo, e he n que me enleia. Procure, Vmc he
moro, diz que esto enamorado : toea-lheadiar ideas \
S i. n smenla cinco ou seis entrevistes,
leriamosos idateos, os concerlos msico
o Sr. Presidente da provincia, remllenlo'
copia da portara de boje, pela qu.il o mesmo Bxm.
()in minha lilha !
Porque nio f Sou artista ; Vine, nunca vio of-
liclna de pintura'.'
.Nao, esta he a primeira...
Pois saiba que a ullirina de um artista de co-
mo um terreno neutro, nina praca publica aasom-
brada nvenla, aquerida no invern, onde cada
qnal vem quando quer, e donde sabe quando lite
apraz. I,m eslrangeiro que vem a Pars visita as of-
licinaa de pintora assim romo as icrejas, sem ser pre-
ciso para isso obtor permitan, bastaodesaafei quan-
do entra, e agradecer quando sabe. Anda mais, be
o artista que acradece.
Mas n.in quero que a Franca c os eslrangeiro)
venham desfilar nqoi rilante de minha Alba!
Siiincnle isso-! Fecharei minha porla.
Mas ainda assim tic preciso que suas visitas le-
nbam um pretexto nlausivel.
.Nada he mais simples : lirsr-llic-lici a rolrato.
Nunca, senhor '. Sou incapaz de aceitar...
vmc. m'o pagar.
Nao sou tilo rico que possi ter (al pbantesia.
Meu Dos! juica lalvez quo um retrato costa
muilo caro-;
Soi porque prei;o Vmc. vende suas pintoras,
Os qua.lrn-, sim ; mas os retratos Espero
qoe Vmc. uo confundir um retrato com um
|uiidrn.
A diflerenea ni > he io grande.
Que! nio he ir,,, erando! meu charo Mr.
aillnrd O que he que d 0 proco a um qu.i Iro !
- e meia. Entrn I ^."oiqu'aVros'lae !'n c'ao pon;;, la' Zfc
o Sr. ti. de l.arerdn : Acredito, que o proco- I.
'}"!1"P^'^-""' l'"r ':,ver ""i1";0 I"- Sr. SU-a Braga : Sr. presi lente, p-dl
' 'TlT". .I'."I.0IC01";' es" palavra n.i.i para justificar o vote quo tenha de dar
le i. requerimenlo de urgencia, mas somente para
apreciar as du n quesles que apresenlou na casa o
sr. primeirn secretario, quedos que no deveriam
por tanto lempo le orcupado a allenci da casa por
me pareccrcm de i'.cil inliijcil.
Sr. presd nte, foram as quesillos s sesuintes :
!'. que.i parecer no eslava a-siciial pela maio-
ria ilaa CommissOai reunidas; 2.a, que aquellos
membrns que deixaram de assigoar o parecer eram
ohrigados a faze-lo,
A primeini qaesiaa foi resolvida por V. Ese.,
o Sr,
ginicnlo que
Elle
lidVnfa : Eu vou ler o artigo da rc-
lalvez oriente um pouco a easa. le
nrindTwtoltT^n^'1'*"^ obre o Se ccre. mlarmos Msumus gol., de vinho rie Ma-
_Fs-.hi db.e ir -, '.i-.'"'urna laca de Vileza, lio-ali,. tiaillard. que
I.i.-ah., dizia eom-igo, om paule familia, que .,e.. beben sen'o asa, se crera Iran-noilada a V)
por pru lenca traza lilha a uma nflicina de pin-j le......s de Pars iransporiaoa a 900
ii primeira dia em que iienriqnp receben a visita
las oOiciUM de eseulplnra. Em casa de um pintor,
ainda quando no seja rico e no (eolia muilo cas-
to, qualquer pes-oa tica deslumhrada desde o liraiar
da porta.
l'm a clarida.lc franca e decidida, que cahe do coa
cm linha recia, illuniina ns estofos, as lapecarias, os
vestuarios suspensos a paredo, ns movis veihos e os
troplios. lima niulhcr acoslumada disposfeSo da
mobilla cm que cada cousa tem seu empreo mer-
mo to
as parisienses, e vivia desde inultos anuos rom a es-
pelunca de om jardn). Por singular capricho da
natureza, osa rapariga, falla de pas imhereis linha
lodos us desojas da vida olee. nte.Teria de boa vonlade
pausado miles sem pilo do que sera msica, e julgava
as llores mais uleis do que os caira.los. Seus ollios
brilhavam i vista de uma bella parelha de eavallos,
ella que nunca ahira seno a p ou em mnibus....
Aniiiva os atavios sem nunca so ler ataviado, danra-
8:007a00
1:7009003
aYULSA.
Ora passou-so, nao na santa paz do Senhor a
nono festival c entente do sanl. precursor do Mis-
sias, aquelle que nter natot mulierum non turrixil
majori Felizmente ja la vai esse lempo, cm qneoau
se poda transitar nas dons nuiles paseadas pelas ras
desla rilado: era um inferno Hoje a cousa be ou-
lra : Irala-se exclusivamente de sones de estelos.
Depois de um pequeo estrepito sabe o mortal o
que Ihe e-la reservado no livro de mil sellos rio des-
uno : serles rrepilorum !
Depois come-se ama ameodoa eonfeilada c colori-
da, demoMlracto palpilnnle .to nenhum apreee que
se da ao futuro, be um louvavel cosame.
Uivenoi jai,lares se deram haulem ; alegres
reouioes na ve-pera ; bailes mascarados e desmasca-
rados, foins, salios, fogueiras, esloaros, pulo-, risos,
camoecat, orgias c .. ludo que pode fazei ama po-
pula, / composla de ludo. J
ii Exm. Snbispo, segoiodo ioalteravelmente
um costme do mullos anuos, reuni tionlem no pa-
lacio da Sotedarie o numera de seus mais ntimos
amisos, e oiTcrecca-lhes o jauter. que nao sendo um
l -lim de o-l.niie.-,.,, ro, uir,,i pr,, ,,,, ...inii,,,,,.;, ;,,
son. aneos, e de regosijo pela celebrado do asci-
inenio do Baptista. S. Exc. Rvm. ainda com muita
vida e robustez, no dia 24 dos me/, de junho parece
deber em tura d'ouro o nctar vital.
Breve teremos um baile acadmico; que ve-
uha, e .nitros moilos, porque enaquanlo houverem
distraccoi", deixaram de haver perlurbaoBea,
A paule da lloa Vista esta Besado rom priv-
o.i.lo. cm que ludo se comprehende e se explica, pan- w ul" POUCO tolas as n.ntes om imaeinacao emhra
nena qoe saibam inventar. Mas en) um retrate
inventao he intil, he mesmo perigosa : deve piar exarlamente o modelo. Qualquer pintor faz um
ma deliciosamente vista dessa confusto argauisada.
Seu olhar vido corre deobjecloi em objeelos, de
iiivslorios em mvslerios ; sonda profundidade dos
babas deearvalho velllo, observa as porcelanas da
China c do Japflo, fita-so em um carcaz chelo de
hincas frech.... che sobre uma espadada duas ma'us,
para sobre uma couraea. romana roida pela ferru-
gem de vinte aeculos.
L':na gusta sem eordaa, urna irombeta esmaltada deazinhavre, uma caita de tollos, um pan-
doiro cro-oiraueiile pintado de varias cores, lor-
nain-sc objeelos de alia eoriosidade. Para uma mo-
llier intelltgente ( e tudas o Silo ) ca.la um desses na-
da deve ter um sentido, cada (aperara exprime uma
legenda, cada pote de cerveja um led, cada vaso
II n.
retrato. I m pholocrapho, um obroiro, um bnmeiu I eteitseu un) romaneo, cada lamina
que nao sube ler nem escrover, faz era dez minutos
um retrato admiravel: proco vinle francos com o
raixilho. A' vista dessa concurrencia ferroso nos foi
abaisai nossos procos, embora nos desforrassemos
nos quadros. Va nos passoios, o preco dos retratos
he annnneiado |ior Inda a paito. .N iso mais ven-
didos, silo rtail.is : um pequeo, cnicnonla franeos ;
um grande, cern franeos ; mas .. caixilho nfla de alu
comprehendirio.
Ndo he isso u que me impedira ; mas qno di-
rn meus amisos, quando viren) o rolrato de minha
filha sabido dos piareis do celebre Henrique Toor-
neur '.'
Vmc. Ihes dir que mandou-o fazei no passeie
publica,
Ento prnmotle no assignar?
Promello-lhe lado o que Ihe aprotiver. (Juan-
cnmoearoi.iiis V
du Colneiiieun.
Oiic.i-me : lenho direilu todos os anuos a quin-
ce dias de drene, sem inlerropr.lo. Ha dous auniis
que nto approveitoo mea direito: eeooomisava o
lempo para uma viagam a liada. Posso. pois, avi-
sando os meus chafes, lomar seis semanas de lorias.
Un me cien ou seis din para ptopaiai o negocio
dran.lamenle. Nto quero attrahir a atlenro de lulo
' o ministerio ; suu prudente.
nunca livesse ido a baile ; comprava lodos os par
ques e lodos o- raslellos que va venda n. quarla
piieiua do Comttutfonel. Com laes Koslos loria i-
d.) mu digna de lastima se nao livesse as esperances
que a susteulavam. L'ma vida de privdcues, seus
insiinclos perpetuamente contrariados, (cr-lhe-diam
asedado a eorje-io at o fundo, e leriam dado as ','
suas ideas a cor gnsallia que fe observa nas muido-
res que lcain para lias. Mis ella ronhocia a rique-
13 do pai, eslava corla do futuro, ecoiisolava->c lau-
cando um olhar sobre esse terreno desroberlo, que
ora o seu liorisnnio. Tomara por divisa : um tem-
l> rir e vivia de esperanea. I'izera para si ne
fundo de soa alma um retiro delicioso, onde nada
llie fallava, nem incmn o amor de un) bomem mo-
co c bello, o qual no toldara em apiesenlarse.
Assim enlrincheirada aoffria com paciencia os coi da-
dos domsticos, os trabalhos fe costura, a ronversa-
co dos amigos de seu pai. e a eterna partida de jogo
tos ceios era que enlrelinham osserOes. liavia
un auno que Mr. do Chineru Ihe apparecera como
um medianeiro collocado entre esses senhores e a
sociedade assim como )>a escola animal omacaeo esu
rol locado entre a homem e o e."n. Qoanda ella vio
i llenriqu Tnurneur id-.a-i me-ma, que linda
i.cii.nio, ii.in pineiirou mais, Soa petsoa, seu os-
ario, mj*. qual for, ai.smenU^ o_in-1 pinto, seu jardim. sua ofiirina rcpresentevam-lne a
p. ifeie.iii ideal ; ... alguc i. iba livesse ido .li/..-r que
liavia outro melhor, ella tena tomado por moca.
Vo mesmo I
;o uina epo-
poa. Todas as frecbas devem ler sido embebidas un
curare, veneno dos sapea ..'frica, qumala com
tanta promptidto. Os manequius acocorados nos
cantos pareeem esphinges misteriosos, que ealam-
se, porque leriam inulto que dizer.
O possuidnr da tantas maravilhas, o rei desse lu
minoao imperio no pude ser nm domen) como ns
oulros. Quera o ve lisnnho e bospit.iloiro no moni
de lautos bioroch phos que elle comprehende, admi-
ra-o. S
eanto. Me um trage particular, sent dos ridiculas
i moda, c milito em harmona com o que o rmlei i.
Se lio de ali'.nl.i i d.ve vir ,1a ludia, e -o lie de la
fui lecido na Escocia : ningoem -e temblara jamis
de qnc vem da Belle Jardinier. A- chinellas de
cor vermcldi, compradas na ra de alunlmartre,
Irnnsfnain-so em panlnfos de Smxrna e de liev-
roulh.
lem essa belleza inalleravel que no teme as rucas
o que desala o lempo. Aquellos que vajaram pola
llaha I.icilmonto podero imagina-la, se eu Idrs dis-
ser que de uma Romana rie ps delicados.
A liberdade cstabeleceu-se logo entre elle com
grande espanto de Mr. tiaillard, o qual n.lo contiena
mais a tilda. .Nunca a vira tao alegre. Io viva, Io
ralladora. Rosala enlregava-se sem constengimeu-
lo a affeicao de um domem honesto. Corra o jar-
dim, sallava na ollicina, locava em ludo, interroga-
va, ria, e tagarellav.l como torda em vinduna. Nao
linlia mais de qualorze anuos : soa mocidade muilo
lempo compri oda desabrochava. Henrique um
tanto mais recalado vivia em exlase. Depois de to-
das as privaycs a que o tiiiham comleinnado a mi-
sena c i economa, cahia-lbe ludo do eco ao mesmo
lempo, riqueza e felicidade. Tivera em quinze an-
uos algumas relaces agradaveisque linbainlhecus-
lado sofl'rivelmcnle raro, e Bdmirava-M um tanto de
er amado gratuitamente por uma moca mais linda e
mais espirituosa do que qoaalas canheera. Triaba
previsto a possibllidafe de um casamento por di-
nliciro ; mas como um soldado na campeaba prev
os Invlidos ; no suppunha a riqueza 1,1o bella, e
nunca ouvira dizer que um milhao livesse nios Io
pequeos e odos Io gran es. A leera illuminou-
Ihe o semblante, e elle foi verdaderamente bello
orante dous mezes. Quando tomara a rabeen nos
inlervallos, e executava as mais bellas pecas das .Vo-
ces de Jeannette on as mais alegres melodas de
Troratellex : Rosala julgava ver um artista inspi-
rado. Mr. C.aillard desempeuhava cnnsciencioa-
mcnie seu papel perlurba-festas: razia a Henrique
conversar, l'ertencia a deploraxcl calhecoria das
ignorantes que querem aprender em uma idade em
que )iiu se aprende mais. Apaixonado pela historia
romana lora diversas vezes dous ou Ires v,domes do
cru lioo anliea, cilava-os a lorio e a direito, inler-
rogando.discntindo, e procurando, como dizia, alar-
gar o modesto campo de seus conheeinicnlos. Hen-
rique (nlerava-o com Indo o repeitodevido ii idade,
n riqueza e qualiriarie de futuro socro. Quando
eslava enfadad de disseriar, e os mocos vollavam
ao capitulo de seu amor e de suas e-perancas, ello
encelava lonfias roconDucndeees qno poderiam re-
sumir-se assim: oN.'io vos amis muilo; bem sa-
bis que nada esla ain la lecidido. A de|)elo des-
das prccaurOes a nflicina de Henrique era um pani-
zo terrestre riehaivi da guarda de inda de Nove,
Mr. rie Chineru teutn militas vezes iulroduzir-se
desde o principio .. deslumhrara, o primeirn lan-
ce de olhoa nao o encanara. Ut preciso serum
lano artista para jnlgamc uma rapariga he verda-
A Blcovinna, cuja porta cnlre-aberla deixa ver um deirainen:.- preciosa. Obrilho da mocidade, a frescu-
leilo coberio do aii/rriawu. lem corlo arde harem, m da pello, e certa corpulencia compem muitas ve-
ri inguem eslranliaria mulo, se iis-c s.ihiiom rinoo zos uma loiinosua facticia quedara um ou dous
i.u -eis andis trazando una curala na man o nma i.....os, e que qualquer doene.i dostrne x verda-
amphon sobre a cabeca. Ee anpareer na ofllcioa I feira formosura nao estu uu epiderme, mas na es-
um bello negro, como Hola de Nevo, veslide ori- Irnrtura, a qual minea muda ; por isso uma molber
emal, a illu-.u he completa. Ale o cheiro do ver-1 verdadeirrmente liella o he por toda vida a des-
Dli e das cssencias coultibue para asi embriaguez.' licito das deslruises exteriores da velhice. Rosala
, "i"'"!*' I......"'""i" '""!,r wb9w,um ?- m soltando algum mvslerio, mas|Boll. de Nev,
lo ..n .i.|..a,.a ]. lo d can le/ui.Iural. ,-tn....., rosM,. ,a-l!,e sempre i.npcrturbave! nenie. '
alo as menores particularidades, essa formosura que
Senhor sabir tora, A mim, senhor, nao jau-
la cm casa. Senhor, partir campo, lev.ir ospiuear-
la. vai cacar.
Foi Henrique que ensinou-lhe a linguaeein pillo-
rosoa de Vrmlredi.
Tein cuidado de nao le faieres mu sabio, e de
nto fallares romo todos, disse-lhe elle tlgumaa ve-
zes : perderas loa cor.
Ora, Hola do Nove pre/a muid n| *., a qual Ihe
parece ser a mais bella que ha u, m... ...
(Co.iliHKiir-se-Aa.;
MUTILADO
ILEGIVEL



DURiO DE PERNAiBUCQ QU ^h FtlM > DE JHHO Bl 1856
legios de pasto; malos pelas rabees! das travs o
sjue cstwerva a mstleira) malot por jonto as varan-
tlas; malo* por baixo dos bancos, e ha das Vio-ie
uina suruiur amollada na rclxa.
Na rua Dila, lado .lucilo, indo do l.ivra-
moni, ca^a n... lia ipil nu lenha ferio 11 voto iIl' ba-
tili.ir a piein pasta cun agua i-1 pee, rozinha e maia
ii'li de toa n.riire casa, a ponto lal e rom lana lui-
r, que i>s eircumitanle* que estilo nas varand >s laro-
lioni parbctpanii a que (al ?
No domingo leva logar na matriz da lina Vala
a leata rio Drago, a qual, como sempre, esleve es-
plendida. Foi orador u rlvm. pudre mestre pregado!
impela!; a ercheslra dirigida pelo Sr. major Palrl-
rio Im ii n tu lo nu-so comprovinciano o dittiucto ar-
lla 'riieniloto Orales ; he na verdada una das mais
bollas que so Un oxeculario nos leinplu. de.la capi-
tal. No Gloria o tir. JoscJCoelho rieseinpcnlinii a
MI parle coin imilla exictic,Ao e goslo, que o carac-
leruaaa orneado cm publico lem de dar copia de si
ionio arli-U.
Cunsla-nn* que luni\e grande prejnizo nos ar-
on.ies dofl bu-cape-, purquanlo a popularan aliraxa-
com mais cana ao naco de um helo c a una cap*
ga, do que a urna taboca entupida de rabeiosecs-
toiiro: lira para o anuo; ahafem-os no fumeiro.
>'a segunda-fera, pelas nove horas, se lano.
da noile. f,i alarada a casa do Sr. l'orlo na rua do
Cabuga por seis homens vestidos de inulheres de li-
m.i i; saliendo ellos que na casa s.i havia um escra-
vo, iulur.ini, e depoia debaleretn a' puila o pelo
veio abrir ; fo quando os ladnips invesliram, apu-
lihalautlu nm escravo, que pode feli/.nienle appa-
rai o golpe no braro, receliendu una frula prolun-
da, e alerrado precipilou-se n'iini quarlo e acrro-
lliou-se por dentro: us ladros apegaran aa ltea
emquaiilu se trauraram, e depois secundo iufurina o
preloi lizciam apparecer luz na rasa para verem o
que rouliavain ; do mn bahu' roiiliaraui Irezentos e
lanos mil res, e arrumbando o tundo de uina rom-
moda levaran! luda a roana que nella seconlinlia
o pelo recetando que ellea nao foreassein a perla do
quarlo onde liuha-se trancado, principiou a cnlar,
pediiido s.icroiio por iiiiij Irefta que linlia Do quarlo
e que rieitova par.i a rua ; negoue a isso o < llinal
de eslado do dcimo liatalhao, robo flivolo prelexlo
de que o seu balalho nao era encaregado da puli-
ra, e fui quandn o Sr. Lopes da roa dos Quarles ou-
viudo, correa e mais alguem, e nada mais ciicon-
Iraram, uriu ladroes, nem roudas.
Na secunda fer i noile um qudam pretenden
a fortiori subir em um sobradopara di/aa elle li-
rar aortas com a ramilia, e ecrt.uneiitc que leria
esse regal.io, se a ramilla nao usa do expediente de
mandar lachar a noria da rua,
Tivemos por noticia, que alguns Srs camaristas,
iurluido o Bsjn Sr. presidente, preleiidcraiu man-
dar examinar, ou causa seaaelhaole, o estado da lis-
oalisaran da fregosla de S. Jos, mas que nan leve
rffeiU.
Dizem que o Sr. liscal de S. Ju.- diz aborta,
e i ecbadameule a que nao se nipona rus bou-
di.is a nem a cu as paginas i> que agora mesmo
be que elle diziuc sujem, quesujeui.... Jle feroz!
tt cerlo be, que a voz piii-iica di/, cousas, que nSo
deve di/er, aseatebeteriraenloa de garepas ali estSo
mentados tem a menor providencia; falla rprio guai-
dafural de ic saudosa n recordaran para rcreber
para ri a mensaltdade delO^rs. por cada casa de
-ar ip.is. segundo se dizia.
Uadias.no Campo Verde nao pertegaio-ta um
ladr.io porque ,.lisse clleao inspector; tinlia callos, e
l'.io poda correr ....
Lemos narllostrada Pagina Avulsa de -3
do correle, o srguinte :
i* 1'revtiiimus as anlorldgdej policiats que um ri
que .'rabn de ler por semenra uns dlaszinhoa de
pena, mandn dizei a misera inullur n que mil vi-
das que ella livesse, elle as tirara em sahiudo a
mulbcr ja fui prevenir ao Sr. subdelegado de S.
Jo-e. n
" Em resposla a islo lomos a dizer, se csse reo de
que Irala rsla advertencia he Mauoel Cosme Damin
Harhosi, que ulliiranipnlc leve pur senlenra nojun
.."> das de prtsgo, oerlaramos a Vmcs. que he urna
calumnia, lanjadl sobre osle bomeni, rcvollaiulfi-nos
a nalureza deverassim abusar-seda boa f de Vmcs
para relatar fados que no evislem, evislindo si'r
mente o inverso daquillu que se publicou ; porlauto
pajgnadqrea da verdade e so por ella, nio podemos
dcivar pi-sar des.iperrebi.la seme'lianle calumnia
nem ron lionieui he bomem morigerado, dp bonsrosluines
emotalidade; leve a infelicidade de se casar com
essa inulher mi anteaderoonia que lem sido a cama
ile iodos os ^ous soflrtmeulos, que anida n;lo salis-
fela rom o que lem filo, procura de mais a mais
indiano-lo com aaaotoridades policiaca, coin Inven-
as de su.i la\ra, que so ecisleni em sna imaginado,
alini de continuar c proseguir nessa vida Uda devas-
sa que ailuplou r na quaf vive ; >' vista da qual scu
infeliz maulo lem declarada francamente,que naja
quer saber dril., pitra eousa alguma, c que ella para
elle ja deixoa de existir, visin que o -cu procedinirii-
lo infame, issim o a'ilons.i a obrar, lira, um hu-
men que pensa c se pria dcsta maneira, que t*m
Inatincios pacifcos, pude ser mn *.' de cerlo que nao
u lie, e se Vmcs. se quizerem coi arilar de ludo
qu.iiilo aanveramos fin bono dpsle bomem, poderS
Vmcs. lirigir-se i
r.'.o a aaraiplar rondada que lem lidu alano" Cos-
me l'.lll-ta*) lUrloira,llorante o rintio rti- tou lllnrl\-
no :: i ntesuia casa, o que ludo ron-la pelas lina* o-
las que i mesTi'i lem era seu respectivo isstnto de
piis.HI. ).
Nao Juvidanio* d que nos diz o Sr. corre'pnn-
denle ; publicamos a noticia de que (rala, por oo-
virmoa da aulori rad- romprlenle, isto he. que e;>a
mullier Ule lizera nina lal queixa, clr. lie o qoe
iimus a responder.
(>s 1111^
Ilospial de caridade, -1-1 dejunlio, 7" doenles
dia ),70.
Al amaiiha.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SES?AO' EXTRAORDINARIA DE li DE MAlt)
DE 1836.
I're.-iilenrin to Si: Imrm de Oipibanlip.
Presentes i.s Sr-. Heuo e Albuqiieiqne, Itrcn,
ti.miriro, p Mtdlo fallando sem causa participada us
inais senliores, abrio-se a se*sao, fo lida e appro-
vada a aria da antecedente.
t'oi lido o seulnte
EVPCDIEME:
Um officlo do E\in. presilenle da provincia, ron-
ce leudo a aulorisarao que a cmara pedio para con-
tinuar a despender, ate u fin do rverncio crrenle,
com o farnecimehto de Inzes para a casa de delen-
c.io. visto It-so esgotado a respectiva quola.Intei-
rada e mandon-te cominauirar ao ronlador c pro-
curador.
tliilro do mesmo, dizendo que leudo cesado o ino-
livo extraordinario fin virtnde do qual lora por isla
cansara normada uina comnissiio encarregaila de
mandar lalhar carne verde neslfl capital, ronvinha
que a mc-ma rommisfjio naoconl&uassea la^ com-
pra de gado, c Iralasse somenle dp liquidar a- -u.*-
cuntas Com a Ihesouraria da fa/.enda.Oue se reinel-
tc-sc o ollicio por copia a coinuiissao para sua inlel-
ligencia c execueflo.
Huiro do director inlerinoda reparlicao das obras
publica*, viudo da presidencia para a cmara infor-
mar BOVamente, en: que su-lenla com novas raides
ii.iu Ihc ser possivel dirigir o insprceionar a obr.i do
maladnoro, e Di de que, no raso de entender S. Exc,
que deve elle encadenar-so des-e scrviro, seja o en-
geohjsfro cordeador ''a cmara incumbido de o ajudar
n i excrurao do irabiiho. pelo menea na parle da
inspecr.ui administrativae da HsPaliiajau.Acama-
ra resnlvru se reapondeasa a S. Ex. que, porcauhe-
cer, i- imo o engenbfiro director que, o lerrcuo, em
qoe esl rotlorado o inaladouro, he desfavura\el,
lem dHHeuUadea naluraes a vencer, e i ronlieci-
ininlos pralicos e um esludo da loealidade, que o di-
rector inlcriiio diz mi pode ler, he que ciili'iidpque
a obra deve rootiunar sol a inpecrao da directora
d.i- obra- publicas ; roas que, como e-la assevera
que o trabadlo do seo antecessor fm lodo pes?oal, e
leliraiidii-.e di reparlicao n:iu llie Iransmillio as suas
visla-, si'ih planos ,lc evecurao, sua pralira c expe-
ri'iiria acerca di consirurrao da malailooro, c a c-
mara lenha resnlvid suspender a obra, por nao po-
der actualmente seo rofre roroportar suas creici-
las deapezas, n3o insiste nesle proposite, rogando
lodavia S. Exc. providencie, de modo que o que
est (.dio se nao arruine e se perra.
Onlro do mesroo director inicrin, dizendo em
irsposta aoquea Cmara Ihedirigio, communirando.
Ihe a resolurao que lomara, de Mi-pciuler a obra do
matadoaro, aOm de que elle expediise assim -uas
prdens nos lrabalhadorea,qQe, mi havendoo Exui.
presidente da provincia resolvido, se devia uu n3o
lomar elle roma da obra, nenhoma intelligeucia li-
nli.i com os scus .iilininislradurcs c feilores,In-
leirada.
iiolu da rommissao do byaiene, dizendo ser de
puerrr que os cadveres do cholera OU do (xpao
cnniiiiiieni a ser inhumados cm covas, e nao em
calseambas, anardaiido-sa as raulellas al aqu cm-
pregarlas nesle servido.Uislo me-mo maudoii-se
dar seiencJa ao administrador do rcmilTio e ao
procurador, recoromendande--9e a este nao desso
(Tilias para seren sepullados em catacumbas acs
cor pos.
Onlro do fiscal do Recite, informando estar com
rfleito inutilisadn o carro n. 64, perlencenle a Ma-
nuel Antonio dos [*a a peliro a contadoria para dar haixa na collerta
ri lativa ao nsesmo cario.
Oulro do administrador do cemilerio, remetiendo
a ..muilia de S'<~. imp : lanci.i de :l'.l seiiullurasre-
ipivades, c V.l cummuns, cm que U rain inhumados,
durante o ni"/, de abril antecedente, cadveres de
pesuas :i:........ da epidemia.Inteirada.
tullo do m'.ino, cnminiinicando que fe arhaui
abcrtas catacumbas perlenccntes ao cemilerio, o
a- i i- irmandades,Inleirada.
o '' n ira de oii:> he i -i-siii lor Vicente Ferreira Go-
mes, Bpem ,,i ..madn, f.illaudo-lbc doua
palmos, ...us ou menos, para Rer na altura
do nivel ii:. oin preciso.Adiado ele o compareci-
menlo do :-r. Btala.
Oulro do riscal da Boa-Visia, inormando que o
muir cm que pretenda o majar Luiz Antonio Ro-
drigues .1- Almeida c-tabeleccr pillarla, e-la para
'"!:\ '"". ''"tnado pela posliua de 1:1 de jonho de
IS.i.1.Lonceden-se a licenca requi ri la.
Onlro do iiscnl da Varzea, representando tabre o
mee rilada das estrada" municipaes da ni" guezia, principalmente a que ouduzda
ao Caclians;).Que -,. respondes-e, q
o estada .: cofre .. permit in ni lar
paral aiuiiihus.
dalrri d ,il:.iiu;-|. i l,.i di cumpaiibia i!, :.!,.
10do cor- nunriada pelo regentada linda Un engeilados ao
rinlios, dando parle di servifo feilo de '
rente,Que se publicae. i u roiumoniradu inserto no Diario e Veniamlm
litro ue Itulbe A Iti loular. ajenie nesta eidade co de 11 do correnle juibo, e eslava diaposlo a en-
Irai cm nina diseoralo franca cleal. Anda espera-
da Coiupanliia da estrada de ferro, expondn a ra-
igo porque -e iio considera olirigado a salisfa/cr a
exigencia que. por cplem desla enmara Ihc fez o
lisc I de S. Jnsc, uito so a respeito de assignar (lie
um termo, seoao apresentar o plano da> nina- .>.,
coinpanhia..Maudou-eresponder que, quanloa pii
meira parle do -mi ollirio, a ruinara disisle, visto que
asseverava elle, que a ulna que se e-la cunstrniudo
as CincoPona*, no terreno pertencehle cma-
ro, onde fot o anliga matadoaro, nfta lem carcter
algum de permanente, e su h, destinada a guardar
matei ia- da estrada ; e quanlo a secunda, que a c-
mara nao exigi, nem o poda lazer, o plano de lu-
daa as oor.is >\,\ companhia, e sim nicamente da
qne tein ella de fazer desdo o mencionado terreno
al as mimediarps. ao leste, da paule dos Afogs-
d..s, pms qoe existindo lies-a i xlensflo projeclos de
alinhamento compelenlemenle spprovados, quer a
ram.ua altera-lo ronvenieiitemaule, vislo que lem
ellos i!.1 Ucar preju/licados com a obra que xai fazer
a companhia ; e que a-sim Ciperava, que fosse sa-
Uafeita a .-na reqosieao,
Tendo Jurto Ferreira Tavarcs, que feiloriNvaoi
Ir.ili.iIhcs da obra do inaladouro, apieseiKado urna
in. quando leudo negocios a Iratar no fiymnas
sexta feira J(>. ah um disse o Kvm. Sr. Jeito .1.....
da t..isia l'.iliciru, queS. Kvm. Monsenhor Muniz
l'ir.aies, Ihe d-sei.i qoe o Sr. Plgueiroa nao quiza-
ra receber esle resposla. Sudo io pur ser esle o
jornal, que coslumolcr; masoSr. Monsenhor re-
corren ao l.ilitral. e no -atibado -2\ vcio a luz o an-
nnnciado pelo regente da Roda, Procnrei ler e-se
es ripio, li-lo com loda a allenc.io ; e o que vi'.' Vi
queS. IImii. cobria "-se lioine como esf.rrapado
maulo do annimo para anlorisar lana farandota-
uem !! Assim o combate lica muilo desigual, e n.lo
o po-so acedar. Sa S. Kvma. so dlgnar assignar os
sen- escriptos, romo en asstgno os meus, urbar-me-
ba dispostu a fazer-lhe m:'u- respeitosos cumprimen-
lo. A-Sgnese, c trrei a disluicla huma de enlr.ir
rom S. Itvrra. se isso me parerer conveniente] em
bellas anlilhesrs acerca do amor ao dinheiro, e em
malcras Ideolgicas,ecannicas a esse respeito:
compararemos a sua Iheologia com o regulamento,
que rege csse eslabeleciinenloi de earidede, que
mi (sli no arbitrio de qualquer pies.lenlp da d-
mini-lnc.io alterar. I.cnibrar-lhe-liei que c-se ap-
relarao de lodos os ulcn-ilios da me-ma obra, que pello para o c. luprontMM da Misericordia de Olin-
da nao he 'de bom agonro. priuripalim ule spiulo
S. Ilvina. lao infeliz em malcra de couipronussos :
lemi.rar-lhe-hei, que se o parodio da freguezia de
Sanio Anlouio n;lo lem dirello aos baplisameiilos .la
roda, lamhem nao pode ler o dever de laucar, como
icm feitu, em seus livros parochiaes os asientos des-
ses baplisadot; nem S. Ilvma. apienlissima moa-
Irar-nie-ha Ihcobtco, nem canonista que Ihe diga
que lenha esle dever, sem o cozo des-.; direilo. Em
lim tu le isiu para quan 10 S. Hxina. -c dlgnar assig-
nar o sen nomo, e rulan leremoj panno para ni.in-
gas, o enlao protesto ser lao serio, dio austero, lao
severo como elle despjar, visto como entende que os
velbosso iievetn spr rabngenlos.
<.uiic;o vigario Venancio llrnriucs de Jezr/rle.
eix-ira cuardados em nina casa sem segurancia un
mesmo mata looro, resol ven a cmara, que o fiscal
de <. .lose lizesse enviar ditos objeclos ao cemilerio,
e se nfliciasse ao administrador para rccebe-los.
llesuiveti.se, se represenla-se assembla subre a
neie-iilade de nianler se os ceniilerios creados ul-
limamente, em virlndc da epidemia, as paroehias
desle municipio, alini de que continu a ser feila
nelles a inhumacao dos cadveres, c nao nos leni-
plos, como e.-la luocedendo na frcuezia de S. I.ou-
renco da Malla, consignando a as-cmblca, das ren-
das da provincia, os fundos que jtilgar ner --arios
para coadjuvar a conslruccilo de lacs ertabeleci-
uipnlus.
Em ron-i'qiipnr.i da pelirao que fez l.ui/. I"er-
rcira de Silva, mandn acamara chamar a Antonio
Jos Duirle, para prestar Juramenta do c.ir^o de
|aiz de pai do segundo distticlo da freguezia de S.
Loorencu da alalia.
Mandou-se p.igar a Francisco liolelhc de Andra-
de duas prcslares da obra da estrada do cemilerio,
na importancia de :I:(UkI>, com duas letras de igual
xah r, liradas do catre.
Despacbnram-se as pctieOes .lo Francisca Botelho
de AuJrade, Francisco Accioli tic Gouvea l.ins,
Fredericu Antonio de .Mello, Jo-c Piolo de Maga
Ibes, Jos l'urs Ferreira, Dr. Joaquim de Aqniuo
Fonsera, l.uiz Ferreira da Silva, Manoel Nunes Cor-
rea, .Manuel Antonio dos Passos e Silva, Thoniaz
remandes da Conha, e levantou-ae a icssio.
Eu Mancel Ferreira Acciuh, secretario o e-crevi.
Bardo de Capiburihr, picsidenle.Hegu e Albu-
i/ueri/iic.Gameiro.Franca.Mello.
io disse a defeza, Abundoa a defeza nesta juslili- lalado os farlos mai- importantes que aqui -e deram
-
REVISTA JUDICIAlIA.
Jury to /lee i fe.
\.
No da .l .le malo oceupon-tc n jnr\ rom una
das can-as mais importantes (pie nes-a -e--ao se aprc
. nlaram, nao -o pela nalureza do rrmp que -e jol-
-"'' per sn o do qoe Irala o artiga l'.IJ do cdigo
criminal, como Umbem pela c ibegoria dos conten-
dores, |iois de mu lado era o a Iministrador >!. enee-
nho Caxilo, sob a egide do Sr. .1" dito engenho que
se apre-enl.ixa como reo, leudo per defensor o Dr.
lialvilu Aleoforado, c do oulro o Sr. do engenho Ca-
lende
d
I"
caciio, e re-poiuleti aos diversos argumentos da accu
sacao, mostrando que nem sPinpre a rigidez cadaxe-
rira lardava a appareear, o que ao contrario muilai
vezps se apresentava ella inmediatamente, o para
corroborar essa as-eirao leu a opiinao escripia do Sr.
Dr. Sarment, qoe diz ler isso observado ha ponen
nos jindividuo- morios do cboiea. Iti-se lambem
que ncnbuma inverusimilhanca se dera em o tiro al-
cancar a espadoa do preln, quando este avancava
para o ron, porque mullo heni poda islu acontecer
daudo-se qualquer geitu do rorpo ; e que no pruce--
so mo havia proxa alguma em couliaiio do que af-
firmava o reo no inlerrogalorio. Iiepuis de muilos
ouiros argumentos empregados pela defeza para pro-
var o estado de (prrivcl cnllisao em que esleve o ac-
cusado, (mi de malar ou morrar, e por conseguiile
para jusiilicacan do seu crime, lermiuiiii ella a sua
liein elaborada larpfa.
A replica e (replica foram lambem feilas de um
mudo Correspondente aos talentos dos dous oradores,
que em nada desmentiram o hem merecido couceilo
que delles genlmente se faz ; comludo sem rallar-
mol ruin o rpspcilo que os discpulos devera aos mes-
Ires. notaremos que nem baria razio para se pedir a
aggravanla de abuso de eouiianca, nem para susleu-
tar-se que a appliesfjia do arl. 14Si, segunda parte
mo depeiule dos requisitos auleriurmenle cslabele-
cidos na le.
rerminaitos es debates, que enlraram pela noile,
e feitu a respectivo resumo pela presi.leniedo Irib
nal, relimo-... o cooselho para a sal i em que func-
cinna secretameule, da qual vollou as ID horas da
iioiIl', pouco mais no menos,rcrouhcceiidn por u-
nanimidade de votos que o reo malln o escravo do
engenho Calende,negando por I votos a circums-
lanria ascravanle de abuso de eouiianca,reconhe-
cendo a da noile por uiiaiiimiilade devotos,nesan-
do a dp superioridade do reo em arma- por 7 votos,
e a de Sorpresa por um. limidade;reconheceu a
defeza da propria pessoa do reo por S votos;e a
ccrleza do mal que se propoz elle evitar, bem como
a fdla absoluta de oulro mel por 7 solo-,allirmoii
porem que o rea nao se delTendeu assim sem que de
sua parlp ou de sua famiia houxessc provocar.io ao
delirio ;aftirniou sem derlararo de vol n que o
reo eommetlera n crime para evilar mal maior, c
por se .lar aggrcs-ao da parle do oOndido;linal-
menic iieg.ui por S votos que houvcsse alcm da con-
fissau OUlrn prva.
o Dr. miz .le direilo considerando nas respnslas
do ronscio aos qupsilos pur elle iprcentado, con-
deniuou o reo no grao minino do arl. I1U.
Peumos agora licenca para rmiltirnios a nossa
humilde opinio a respeito das rcaposlas que deu o
pir\ aos quesilos nesse ulgamenlo, -cm que lenha-
mos iulenciln de oflender, se quer de leve, a susce
i.ii-.i.iiriiiin,iiiii, c no ouiro o >r. oo eiigeniio (.a- ,,., : .------,--------; ------', ,------
mde. que (igiirava como aulor, tendo por advnga- I !,, 'lo' l""00".'* "s l'rofenram. Jiilfiamos
o o Dr. Feiloza e dabl pode ver o leilor qua im- Z,!"""" ""=',', !' ""'"" MCl.WS0 ? reS"
orlanlPS mi serian, os dbales enl.c dou- dos mais P" 1, raf''' "'' C" "ry''S ''T ""t
crp.lila.los advogados do foro dela eidade. Nos lnexa-ticia>. em visla das pecas dos anlos, adiamos
:ns da roa do X igarin, da rogaiorio i i tunos; (raja a.ead.imenle,e o sen sein,
as Miudiuhas, Campello, Manlesereno e Imperlnrbavel no tribunal,nlto iuiUf-
ilea, rua de S. Frauris- ca p.r rerln ser, elle limueni que guceumua dianle
lilil, c E\m. :-r.Tenlio a honra de enviar a V.
Exc. o prsenle relaiorio da conlinoacao de servir
da limpeza das ras da eidade, execoladd soii ininha
dirc.cAo do dia .') a 10 do crrenle.
Foram novamenle lmpas nas qaalro fregaezias
as segundes iuks:
Codeniia, Moeda, Lapa, Amorim, Cacimba, ;en-
sala Nova, Velha, Torres, (iiiaiirapps., Iravcsta do
Bein Jess, de Apollo, hercus da roa do Vigario, da
Bota, da Lama, Chafan/ .1
(Jjuaresma, largo da A-seml
co, Iravessa da rua do Calahouen, dos Ouarleis, Ira- do ca
vessa do mesmo, rua da Florentina, llc'ila. S. Ama-
ro, Bom Jess dat Crioalas, palco da Mairiz, Ira-
vpssa da inesma, rua das Larangeiras, Trincheiras,
do Cano, Fogo, paleo de S. Pedro, becco do l'adr,
rua de S. Thereza, prara da Itiheira, becco do Si-
ngado, rua do Podre Fluriano, do Sol, Porlo das
Caimas, rua da Sania Cruz, dos Pires, Kihcira, Man-
gueira. da Alegra, Clona, da trompe, da Soledade,
c Araglo.
Retocoo-seoa vallados da ponte da Boa-Vista, da
rua do Sebo, Araglo, Coelhos, Colovello, Trempe,
de pa'eo do Carino, da rua da Hoda, da Camoda du
Carino, c da rua do Nogueira.
Abrio-se um talado na rua dos Guararapet.
Foram removidos os entlleos do Caos Franca, da
Ribeira, praia da rua de Sanio Amaro, do Sol, c de
ontroa lugares.
As mas e travesas mencionadas f ram hmpas
mais de urna vez no decnr-0 da semana.
Aterrou-se com arcia do largo da- Cinco Pmilas.
parle da-mas da Pra'a e Palma.
Com o tito removido dos palcos, etc., e entulhos
diteros leoho mandado a|pir..r na rua do Otiro os
logares mais baixos que se acham llagados.
Continua-sc a prorr.ler uniros alerramentos cm
diversas -uns, mi me sendo possivel enVctua-los
rom desejo por falla do lalic.i ; o pur issu esses 1ra-
balhos algumas vezes leem-*e tornado lentos, prrquc
dependem da inawrou menor qeanlidade de cabra
qoe pos-o adquirir.
Protegue-se no alerramenlo da rua de S- Fran-
cisco ao palacio do presdeme, como lenho referido
a V. Exc. mn meus relalnrioi prece I us.
Na cxlc.i-;lo desiu largo denominado palaen
inesmos mi nos reconlieccmns cora os dohw preci-
que deii-se, quando o juix alliriiniu que hoiive da
os para dar urna informarlo ex. ca o minuciosa dos
Iraballius ilesse dia. porque mo lomando apo
mciilos por rsrriplo, eerinmcnle muilo do que ouvi-
m.isuo- lera e-rapa.lo quando escrevemo! eslas II-
nhas; e por esta razio de-de j pedimos disculpa
aos leiloies de algumas lacuuas e iiuricrfeices.
Orco Belchior dos liis Civajranli he casado, lem
filhos, represpula ler como confessou em sea inler-
rogalorio -:l anuos
parte do reo ou de sua familia provncacao aodelicli .
nt" i ^'l'""'3 es,a n"1- basluti para dar lugar a condem-
eilu ; na verdade, nem dos dolales, nem da leilu-
suu eni se
iraj aceiadamente,
a falso rom que Ihe
qu
imci
ie detencao, e alai sabe- I Vclho, onde por falta de
lux
meravam un alguns pontos .
ro.ililiun-se .. fnzrl como ar.ilio .
dispeiisaallilerramcnie ; e com
qoiViui: ponierci, lodavia
porr.'io ile ral:
causa qoa m f
du sunfnp'hac
lamento se agglo-
s agu is iduviaea
e a--egui.ii. o u-
quanlo suhsisla a
lenha consigna-
es-e aterro, na
inl.ir, -e hem
que as suas maos nao e-lejain puras de sangtic hu-
inano, porque elle mesmo confessou qup maln o es-
cravo do Sr. commendadur Francisca Amonio Pe-
rara da Silva, senhor do engenho C.-leude. Vrrla-
le he queja lendo sido absdlvldo orna vez pelo jurx
do crime pelo qual agora veio .le novo responder,
em viluile do accordao da reliril.i que den provi-
menlo a appcllacao do juiz de direilo. lal vez a e=p' -
ranea de .mira ali-olxicao o li/.e-p Iranquillisar e ai-
roslar impanivel a presenra dos juizrs. O fado cri-
minoso que den lugar ao prores-o pa-sou se da ma-
neira seguinle : II x.....lo-se refugiado em Ierras do
engenho Caxilo im freguezia de JabonMo, um prelo
escravo .1, engenho Calende, o senhor desle envia-
ra ao Jaquel le ama caria pedindo-lhea capturado
referido escravo : .immediatamenle o smlior do en-
genho Caxilo den ordens para que ella se lizesse no
caso de apparecer o escravo em qoeslo. Na noile
le de oulubm rio 1854 eit que elle se aprsenla
no paleo do engenho armado de (fm clavinote e fa-
ca a cinla, e procura entrar para a casa de viven-
da, se mi nos engaamos; o admini-tradord en-
genho que lie o reo de que nos Decapamos, rene a
fabrica, e Imil, preudr-lo conforme as orlen! rerc-
bi.l.ls, mas o cscraMi resisle pri-ao, Iraxa-se enlre
a fabrica elle orna lula, toma-lhe o reo o elavino-
I
ra que onvimotdo processo, podemos rolher a exis-
tenria dessa cirenmslancla, ao pasta que comprehen-
domos perfeilamenle a superioridade de armas com
que se achara o reo. lendo conseguido apoderar-so
do divinle do morlo, c lio ni lo elle apenas cnin a
f.ioa para hilar com grande numero -*e pessoas que
y.' rcrravH, enlrelanto que o jurx negot es-a rircums
lancia por 7 votos, quando cm eonscencia nao poda
deixar de confeua-la. Finalmcnle deu-se irrc;ula-
rnlade. guando o jurx respondona um quesilo sem
declarar o numero de volos, cuino a le o determi-
na no arl. 37!l do regulamcuto n. I II de 31 de Ja-
neiro de ISl.
Parece-nos que se nilo querer o consolho absolver
o acensado, o que caba era negar a taita absoluta
de oulro meio meus prejudicial, ou a certeza do mal
que acensado se propooer i evitar, nunca porem era
justo dizer, que o acensado provocara o conflicto ;
nem sobre e-le ponto versou a aecu-aco.
Emiiindo o nossojuio a reipeito da senlenra, a
julgamos juila e merecida pelo reo, pois nem una
ahsolvicfln, nem urna pena maior devia elle ler; nem
urna absolvicS.a, porque maln sem que em rigor se
des-e legitima defeza, romo determina o cdigo cri-
miiial para jostificario Ho delicio ; nem urna pena
maior,porr/oe nao su mlu achamisque h.invesse abu-
so de confianca, como que se davao cm eu favor as
circum-lanria- allcnuaiites dos!; 2, 3, 8, do arl. 18
do cdigo criminal.
durante a visita do Evm. Jadea Errante nao igno-
re este iratamento pois he lctica poltica respeilar
para ser reapeilado)deixei dedlzer-lha lambem al-
guma eousa respeito a esle sen criado, que Dos
guarde aperar de ler bstanle que ronlar-llie, pois
nao foram Uto noucoa os vexamea e aperloa em qor
me vi: dir algueui, ora a que proposilo xeni -lo
oo quem se inquira coin a vida do agricultor vigi-
lanlc ; responder- Ihc-hei, impurlu-me eu c anda
mais lenho um cuidado ca com a pessoinlu, que faz.
admirar ; porm deixemosuos de prembulos e va-
mos a historia.
J.i Vino, he sabedor ha batanle lempo, que moro
a cerla distancia dcsta eidade, e que de vez em
quando ou de .ii.iii.Ii> em vez, .da forma que mai
Restaren) eu for mais direilo) he que venho fazer
meus negocios com alguas dos comiucrciaiites ri'a-
qui, islo he, redozir ao precioao metal, os frulos dos
meus Iraballius, e era ms-as occasiies que eu colliia
aquellas noticiasinhas que felizmeule Ihe tiansmit-
lia, ii (pie mo me cuslava pouco, pois Vine, mo
ignora que, malulo na praca lie Irala.lo assim de
roela csguelha, sullrestias caeuadas, bein romo pu-
llias, emrapellos de jaca, ele. ele. ele. e por e-las
e oulras zumbaras minias vezes me vi enlre a cruz
e acaldeinba, mas como preci-ava pr-me ao fado
de lodas as navidades que se davain, supparlav.. lu-
do, com tanlu que sahisse com a mala cheia : live
occasides do por mn Irla sabir do meu serio e ensillar
alguns Iralanlpsnhos, que-por aqui ha em abun-
dancia, mas ii pobre do mtalo que nunca lem ra-
zilu e que em resultado de qualquer barullio elle
be sempre quem lica de peiur, e (ai logo rebolindo
para a hospedara do Cabaetj, cujo seubur vem logo
dehaixo de loria a cortezi-, ministrar um collar e
urna correnle, nDo ricouro deslas que serviriam pa-
la segurar o maior elephanlc, licando desta sorte o
miser.ivel feilo um animal feroz ; e sAn e-las con-
sequencias, que por minia- vezes meteem fe lo mis-
Icr de por em prnlica una siiadazinha, e mostrar a
cerlos perallinhas, que os matulos lambem leeni ra-
racler c senlimenlo. guaes aos senliores da praca,
c a mor parle delles caprichem mais em cumprir
seuslralos do que intuios delles salvo honrosas ex-
cepcoes : ora aqui eslou cu elidiendo papel sem di-
zer nada, forte brra ; lenha paciencia, meu amigo,
lodo- nos lemos un pouquinlio d'amnr proprio, e
sempre que traamos de nu-sas personageu-, dizemos
mais do que devenios :
Vire folha.
Como dizia, morando ni a crrla distancia, em
lugar um lano ermo, pude pela leilura de seu aprc-
ciavel Diaria, devi-nr a lempcslade que se havia
formado no hori-onle, c que a pa-sos largos cami-
nhava para nos ; reconhcci ao mesmo lempo que a
tormenta era lerrivel, pois va os clemenlos conspi-
rados contra a frgil humanidad, c que a miuhasi-
lliacio era perigoSHSJraa ; ponderei no que devia fa-
zer. alim de ver, se mellior abrigado pnderia esra-
par da proceda, e tolos os meus pensamentps, cal-
cules ele. ele, s.io concordes ern rclirar-me para
rieiilro desla eidade, c esperar pelo resollado da rc-
froga.
Meu dito meu feilo, holei maos a obra e em dons
dia* a mulla he-linha erregnu os Iraslos que me
eram indispcnsaveis, islo he, o meu caire, um sur-
rao cheiode fcijao, oulro ,ie farinha. urna malalo-
lagem de carne seca, inhibas broacas, meus caximbos
um peqneuo tiem de cozinlia. e o meu tualalao
coin a rainha roupa domingaeira ; c eis-me repen-
linameule mudado, e paseaudo por eslas mas como
se fora ja um delles lafucs da moda, apezar de que
me roslava sempre nina descnnlianca que me fazia
andar bstanla cufiado, e !) modo que um corlo nao
soi que, me lollna lodos os memorse me fazia mar-
char aprumado romo um galuriio na forma ; reeas-
nheeique a fall. .Ip uso de audar eugravalado a
praciana he que me causava o lal acanhamenlo,
porem felizmeule desla vez nao fui o alvo de mole-
jos, porque a quadra era Icrrivol, e cada um apre-
senlava-sc na rua com as vestes mais ordinarias quo
linha.
Fol
mundo, lanos barnlhos, lanas ingas, tantos vei-
x.iuio-, lanos empenhos, lautas dispulas, para serem
vereadores, e depois lana indiflorcnea, lauta ne-
gligencia: -o musas de Maiii.ingiiape segundo a cren-
ra anliga. o direilo .i. II.i he o do IHZOl.
Falleceu na ca,.ilai dosia provincia o coronel Fran-
cisco Antonio de Alenla e Alhiiquprqiie, um dos
mais ricos propriclarios desle municipio; sua morle
lem sido geralmenie sentida por ledos que o roulie-
ciam. Esleve por vpzs na administradlo da pro-
vincia como viee-prctidenta c occu|iou itosla eidade
os [inncipaes cargos, lano da guarda nacional como
de polica : hoincm de forle vonlarle, honrado, pro-
bo, tegainde sempre firme u principios polticos que
uina vez adoptara, elle jamis desmeollo o carcter
dislinclo que lano o sin^uiarisava.
A Ierra Ihc seja leve.
't'cm-se desenvolvida urna curio-ida le extraor-
dinaria para a daaeaberta desle se criado, e a paler-
nidade de miabas pobre miscellaneas porlonccu boje
a mais de seis ou ouo pessoas desle municipio, alcm
de oulras opinies que la de ser o aulor da ri.laoe
da Parahyba : Ijuantos jluzos perdidos, quantos cal-
culos errados E para que lano se inleressam em
riescobrir-me '.' eu sou e serei sempre o mesmo ma-
lulo; inoro a poucas milhas desla eidade, leuho a
minha bestinba para vir a esla pra^i quando me for
Paula, GQ aunes, prela, escrava, rua da Cadeia, n.
I-i ; curada.
Miguel. 30 anuos, prcio, escravo, rua da Cadeia
n. s ; curado.
liana, >> ai.nos, parda, escrava, rua da Cadeia
n. 12 ; curada.
Joao llaia, 3U anuos, Alloman, iua da Cadeia n.
:1 ; curado.
t.hrisliano Jos 'lavares, 38annos, Porluguez, rua
da Caricia n. -J| ; curado.
Iiancisca, 8 auno-, branca, rua da Cadeia u. -21 ;
curada.
Manoel Chrisliano lavares, anuos, branco, rua
da Cadeia n. ->i ; curado.
Xislo Vieira Pereira, 13 annos, branco, rua da
Cadeia n. ->i ; curado.
/.(ferina, 5 annos, parda, escrava, roa da Cadeia
n. >> ; curada.
Jacnlha, .) annos, pre'.a, escrava, rua da Cadeia
n. t ; curada.
Frugenia, 3 annos, prcls, escrava, rua da Praia
da Cadeia n... ; curada.
Tilo Fiock Romano, If. annos, branco, rua da
Praia da Cadeia n...; curado.
Dellina Sebastiana de Alencaslro, :i8 anuos, bran-
ca, casada, becco rioThealro Vellio ; curada
Joaquina Leopoldina de Jess ; 17 annos, bran-
J
preciso ; su escrevo verdades, nao encapo ninBuem ; ca. casada becco do eaTroVe'lho S& *M
quem nao quizcr ser lobo nao Ihe vis.:, a pelle, 'sida, transportada de rede em di. cbq"oso 7 *
quem mlu KoHar comr menos; exallare sempre os que | banga para esle dislriclo. cnavoso da Ca-
Os viveros por aqui estilo por preros regulares e
lem huvido abundancia, o que lem-se" lomado mais
que c-caiidalo-o, he a snn ceremonia com que se lem
vendido grande qnanli l.nle de bacalhao podre. Ah,
Sr. fiscal, Sr. fiscal para S. merec cumprir desla for-
ma seus deveres, he mellior deixar de oceupar ette
lugar, quem nao pode com a cara larga : lem appa-
recido lambem varias quexas sobre os pesos de cer-
las vendas, e be preciso que baja aclividade nesle
negocio, afim de seren premiados como mererem laes
raloueiros....
Saode c Inda mellior Ihc deseja o sen constante lei-
lor o
4gricuUar rgilaule.
Velho ; corado.
heccTo'n^ TT0' i h">< "*''
neceo do 1 healro Velho ; curada
deM2''nellXle.!-Ll0.UraJl0: '0 SPorlocuer, roa
S:iii
'.'11*111 I.
Franc
^ubticacBed a aVcMr.
c na oceatiao cm que o escravo pega da faca que
razia a nula e lanca-Se -obre um dos e-cravos da
fabrica que o proenrava pren i-r. Belchior desfe-
cha-lhe o clavinote, cujo liro alcanr/oo-lhe pelas
cosas a espadoa direila ; morlo o prelu, que foi cn-
ronlia lo deilado rom a laca rmpnnhada na mi d-
reila, leudo no braco de mc-ni i lado nina contu-
sa, o junto a m o clavinote, urna patrono e a bai-
uha da faca a cinla, deram paite do oecorridoao
senhor do engenho : depois do que, mandn se pro-
c l.r .o > IV do vesloria, : leve lugar a ind.'.urac.lr. |
do prorentejior queixa .o senh,>r ,i.....geuno Ca-
lende contra Belchiore lleurlqiie Das de Fariai
r..ixi no do engenho Caxilo. Prosecoln.'o o pro-1
ce-so o pnnieiic foi pronunciada romo inenrso no
artigo 11)3 rio cdigo criminal, pelo Dr. Itufino, e1
detproiiunciado o segundo. O reo recolheu-sc a pri-
s,in no dia 13 do juibo tlu anuo p.: -'do. lio i-so o
'l"c I.....cilios cnlher da Imiura que ouvunos fazci
qual lenha lambem empregado alguma areia das eo
idas, afim .ie se l-inar mais solido, e sopprir de al
guma s.-rle o calcamenlo lao iipce-s.-irio ne-se lugar
que oiitr'ora se acbava inlransilavel.
O scrviro da limpeza das mas rnulinua a ser feilo
coraregularidade; e nilo obslante n lito e immnndi- I ,l,"i autos. O reo em sen interrogatorio contesta qoe
cas que despejan) nas rua*, praras ele, sem -xrlu-1 r",'a*''c can-ador da morle do escravo, masque
sao de lugar, durante a noile, at roas s,. arham |s" vlr'' c,!1 colluaode malar ou morrer, e por is-o
lmpas e invoco para julgadora a saa opiiio pn-1 PW'orio o priineirhalvilrp. Dos diOerentes depoi-
blica. menlos das teslemunlias qne nao cslvor.uu no Ibea-
Fez-se o servico com 31 Irabalhadores c a pona- lro d" Crime se mo eneonira nada de positiva a res-
ilun- ; j follia ilas lorias importaran! em li:t>-2tltl 1"'" dessa cirrumstanria, senao de uol.ir que o rie-
reis ; aluguel de crnicas par ron.lurrao .le caira, l"">enlo de urna que veio ao jury depor quando o
areia ele., 90$000 ; importe deareia das coias .ri" re-pomleu pela primcira vez segundo disso.i ar-
ara o sobre lilo alerro di rua de S. Franrisco rcis, cui{au Iran-liirnon os planos do reo, allirmamlo
1299611
lie ludo quanlo me compre levar ao conhccinienlo
de V. Ee.
Deo< guarde a V. ExcIterifc l de maio de
ISli.Illiu. c F:xm. Sr. bailo de Capibnriiie presi-
rienlc da i amara municipal.Jmiodos Sanios Porlo,
dministrader geral da companhia de operarios.
Confurm .O secretario, Manoel Ferreira Ac-
ciuh.
BEPABTIQAO DA PGI.ICIA
Secretaria da polica de Pernambneo 21 dejdobo
de 1836.
Illui. o lCsni. Sr.Levo
Exc. que das dflcroiilr- o-
recebidas nesia re
leguintts ocenrrem. ..-e-
Foram picaos : pela subdelegada da freguezia do
Rcrife, o- marujoi americanos Daniel Seveney,
tu urge Pirrcr, Jobo M. Han, lodos a rcquisieao no
conhecimenlo de V.
u s hoiiiem e hoje
.a que se deram a.<
respectivo cnsul, os ingiezes John Thompson, Ito-
berl BurLnrl, William Frtbre, esles per desordem,
Francisco Jos da Silva Marieira e Guilherme Au-
gu-lu liarbnsa ria ^llva, para averiguaron em -.rung
defini, Antonio Jos de Vasconcellui Bilaneonrt!
pur desobediente, a prela Narns .llaria Francisca,
por briga, e os osoravos fgidos Rosa, Joaquina, Ar-
chanja, e Joao Calle.
Pela subdelegada da freguezia de S. Antonio,
a prela escrava Manoela, lambem por fgida.
E pe- subdelegada da freguezia de S. Jos, a
paula Anua Joaquina de Je-us, por brisa.
Em ollirio desla dala rcfi o subdelegado da fre-
gupzla da Boa-Visla, que Ihe foram lionlem apre-
seniada. para o palrnliamenlo d'aquella freguexia
tmenle 8 praras da guarda nacional cm lugar da
lli que foram designadas.
Dous guarde a V. Exc. Illm. c Exro. Sr. ron-
tellieiro Sergio Teixcira de Macelo, presidente ria
provincia.O ebefe de polica interino, Dr. /'lrur-
i' lapes U" Leo.
i
' v. 1,-v -
..:' : :>.
que quando o p-rravo se lineava para um dos | re-
Ios da fabrica, foi que Belchior disparou-llic a ma
Mas rostas; e nesse depoimnte foi qoe te fondn
o Dr. juiz de direilo de enlao para aprellar da de-
cido oo jury, que ansolveu o rio; sendo anda de
nolar que esta letlemonha era o eaixeiro do cnsc-
llho Cavilo.
Depon da leilura do proco-so principiaran! os de-
bale- que nao poderemos resumir lielmente por
que, como uina voz o disemos, mo os lomamos pur
eacripto, e mesmo mui grande parle dos argumentos
empregados por ambos os advogados j nos lem es-
capada da memoria. O advagado do aulor depois
de ler o lihcllo lUftentoU com o tlenlo que Iodo-
Ib" reeonhecem as Ihescs nellc enullirtas ; narran o
fado pouco mais ou nieiuis gomo o expendemos,
mosir.ii que o reo se mlu achara em collisflo loinlo-
IC j aposaado da arma principal que tra/.ia o prelo.
que pi.i u clavinote, acrresceu.lo lor de seu lado uina
fabrica anuida decareles.e (pie era porlanle invero-
simil a sua couliato ; randou-se no depoimcnio io
eaixeiro que nao era totpeito ; moslrou que o exla-
do cm que fra achatlo o morlo cobertu de armas
lora tuna farca preparada pelo ro, para fazer mi
a sua historia ao senhor do engenho Caxilo, e inos-
lrar-se completamente Justificado ; por quanlo nao
pa nivel que leudo o prelo levado O liro ni
do* esonerda, e cahtndn morlalmenle ferid
serv sse na inflo esquerda a laca com que fura en-
contrado, vista qoe dexia primeirainenlc seguir-te o
prolapso, e ilepais ler lugar a rigidez cadavrica, o
que porlauto a faca lora inlroduzida na inflo do
morle, quando pparcrru e-e segundo ca-., |>ara
adrede sel elle liguradu Completamente armado
he cmo o clavinote que lambem eslava enllocado
junio rio cadver, masque fora a arma com que Bel-
chior lizera a morle. Disse lambem que a upiniao
do mo se dar inmediatamente a morle a rigidez
cadavrica era sustentada por Orfilla, mn sua obra
de medicina legal que fui por .lie lida ues-a parle
c-pa-
Sr. redactores :l.cn lo no seu Diario de non-
lem os discursos, que na -ess.lo de 13 do correnle,
por occasiao ria discussao da le rio orramenlo profe-
rirain na a-senibla provincial os seuhores ilepula-
dn. Abilio e padre Meira, nelles deparei accusanles
Ido graves ao carcter dos inpinbros riacommissu de
exame das coalas da exlincta iesooraiia das rendas
provinciacs. que. scicnle dos faclos.nao posso deixar
de vir em sen proprio Diario protestar contra essas
inexactas o gradinas accasicps, fazendo breve cx-
po-ii;iio do que terdadeiraine'nle ha orcorrido a esse
respeilo, rie-cc a croar.io da citada c.iinmissao al o
prsenle.
Essa
brea denotados, rol crta.la, nflu por ario espontaneo
da adminislrS(3o, romo inexactamente se dpixou a-
perceber, maf rm ubservancia doarl. 12 da le n.
23, de 17 de dr-.emliro de 1818, que a mandn Ho-
rnear. Os piimriius fiincciun.irios dt-sa coiiimissflo
foram lirados dentro einpregauos da Ihesouraria ge-
ral, os quacs nelia permaneceram alo i8.">, pm que
n Sr. R.ibeira, enlao prndenle da provincia, a sus
pendeu ; mas ne-se me-mo alio, pelo arl. 3i da le
n. 3(H
vina,i!
dando-te ao mesmo lempo, que f.isse composla de i
empregados da mesilla Ihesouraria. Parecendo sor
n prini ipal mnxcl dessa disposiclu o senlimenln de
eqtiidado da a-seinbla proviucial para coin a sorle
de alguns empregados da nova Ihesouraria, propor-
cionan lo-lbea mcios de ublerem vaniageus que eram
concedidas .-os da ihesouraria gcral, que acabaram
de obter grande augmento cm seus ordenado-; fo-
ram Horneados qualru c-criplurarios da actual Ihe-
souraria.
Appatecendo eutrelanloem iso om urna gazela,
algum sjmploroas de ma vonladc a coinmi uifeslaria por iusinuarnes odiosas, liveram os scus
meiubrosde dirigir-te ao Exm. Sr. presidente pro-
pondo um contrato, para assim evilar os preconcei-
los de que algum se podesse possuir.de que ascom-
missdes da Ihesouraria proeraetinavam seus Irahalhos
para proloucarein dest'arle sua exislencia, e lirarem
della a coiiliiiuacao de scus voncimenlos.
Atsim, pois.em 11 de selembro .lpsse anuo foi rea-
lisa.io esse decantado conlralo, mediante a con-
dicao de se dar a caria um dos contratante* a garan-
lia oa paga adianlada de OtrOOO, uina vez que se
sujcilavam a una mulla, nao muilu suave, se di pois
de terminado o prazn lixado, nflo eslixesse coooludo
e-so Irabalho.
Es-e praro fumlou-se em II de ni.reo nllinio, e
otmembiosda commissao foram rolTrendo a mpo-
sir.io das mullas, al que solicitando urna pioroga-
rflo de prazo, como o lem feilo oulros mullos con-
tratantes, c lalvez com menos razan, a obliveram
cm maio ultimo, al o lim do correnle mez, sem du-
xida pur lllonder o Exm. Sr. presdeme a juslira
das allegarnos que pruduziu.
'.omine aqii, nolar de passagem, que nem lui o
conlralo lao Vanlajotu a eommissflo, como parece, e
ella xai teolinrio os edeilo- dc-sa vantagem iies va, nem limbem nao loflreu ella opposieao to Sr.
inspeclor elTeclivn da Ihesouraria provincial, o qual
pelo contrario foi quem o eclebrou ; porqu nilo,
lendo a commissBo propotto 0 conlralo a S Exc.
esle ordenuii-lhc que, a lendo em vista os inters-
tes litcnes, o r alizatte. lni conteqtjencia do
que o Sr. inspeclor enlrou Jem ajuste com a eom-
ini-.in, e por lim arcorri >o, cm que o referido con-
lralo se effeetnaate lal qual foi feilo, lita he, com a
con lirflo da paga de "
a opaca que vi desde que sou nascidu, de
gente mais seria, humilde, religiosa, despida de im-
posturas; os granries fralrrui-avam com os peque-
nos; osinimgns reconnliav.un.se. finalmente como
eramos ebegados a' porla infer, lodos eslavam dimi-
uuiuilo os ueblos, saldando conlas, fazendo-se uns
verdadeiros sanlinhus: nflo Ihe minio, nao, meu
amigo, parece que lodos haviam mudado, porque os
valenles viraram fracot os maos lornaram-se bous,
os rosados ficaram amarello-, os descorados maci-
lentos, s soberbos humildes, uns promciliam nus-
tas, oulrosi ruinaras, aquellos fesias, estes esmulss;
ouvi ale alguns dizerem que se o-sem re'pcitadon
do cholera te haviam de casar!.' Oh! meu amigo,
aqu he que me deu valla o milo e que lal! en-
tilo lambem ser sacrificio os doces lacus rio |[\ mi-
neo". nunca lal vi; eerlu he que como ainrta nao
passe por lal arranjo, nfln eslou muito habilitado pa-
ra fallar da materia, porem quando vejo orna meni-
na a quem a nalureza laviupceu com uns olliinbns
prelos e scintiltantet, una le-la elevada, um narizi-
nbo afina lo, embora seja mn lano arribiladioho
urna bocci pequea guarnecida com uns denlos de
ja-po, e un- bfeos de caimim, uns cabellos aunella
dos, cor de azeviche, fin-linenleum desses emldan
les de qninze I \ iale anuos, aoompanhado de um culo
tle Venus, um corpioho de musa e urna voz mavioaa.
Iico como elecln-ado
llgumas pert/unlas ao conselho d' qutlificaeao da
parochta de S. h'r. Pedro GHfaltes. '
I." (Jual a raz.lo porque nao foram as listes de que
Irala o arlig.i 22 das iiislrucc.fn's allixadas na forma
delcrminada pelo artigo 31, mas sim em um dos cor-
redores laleraes da malnz onde liram iuleiramenle
uccullas as pessoas inlercssadas
2. Porque foram chamados para exame dos do-
enlps mdicos do corpo da armada e do exercilo, (se
"es se acham obpgaiios a esle servico- havendo nu-
mero sullicienle na guarda nacional?
3.' Qnal a razflo por que foram occullos os docu-
mentos das pessoas intpeciouadas, por quanlo mo-
lesllas ha, que senao pode conbecor pela apparen-
cia como se o corpo da reserva fosse composlo de ce-
gos e aleijados ?
i.- tjual a razao ( com o Sr. presidente) porque oj
alloslados mdicos sin graciosos ?
). Porqiie lendo-se o conselho reunido segunda
vez no dia IS do correnle, nilo foi anda alxad.. o
edilal de que trata o artigo 36 das in-lroccej, no
pra-o improrogaxel do quinlo da, sosera por assim
haver enlendido.
GV Finalmente seo conselho nflo lom em visla o
que dispoe o 1. artigo O, das mencionadas nslruc-
cues ?
Com a resposla do consolho tornaremos a malcra
explicando sua alia inteligencia.
l'.-n guarda He reserva.
Recite J3 de junho de 18j(i.
,.._ OU?adi.iiiladi s, communican-
tnabsou o depoimenlo do eaixeiro do engenlioCa- do depait a s. Exc. estas bites, com asieveracao
uto. que se oppunha ao inleriegalono do reo. e no | al de qu
qual o faci era cxposlo como realmente se havia
dado ; sendo que ca notavel que elle agma deixas-
e da comparecer, no obstante -er noliiicado; o
que m i Irava que au reo nao couvluha mais o roin-
parecimcnlo da Icstemunlu peanle jura
porque
((llmenle luiiilu o h.w.i de compromeller. A M-
cusaeflo rsfarruu-te por demonstrar a existencia da
aggravanlc-abuso de confiau;a, mas nesta parlo lor-
miiinu nbservtndo que mi in-islia cm pedir a r.ai-
ilomii ir.i.i do roo no artigo 192, como riiziu o libolln,
masque deixava consideracSo do jar} I aprecia-
c.io .!.. circomttancia que elevavt o crime imposi-
scss,-|0 '.A" (latinelln pena, que o jury poda mesmo alte-
ua-lo se julgasse que Ihc raliiam laos criiiin-lan-
I mlanlo a aecus
pi portento aecuiacilo no fazia queslao do para dentro dolle lindar os rrahalhoa a sea carao
maior uu incnol grao de pona que se devia impar ao non -
criminoso, mas que a sua alisnviran sena injusta
porque nenhoma dovida havia a respeilo .lo -u.. .,]
minalidade. Depois do intuios onlro* argumentte
emque ibandoua eccusarfle, qae esligmalisou rie-
oisflo interiorirrente proferida polo jurx que Incbnu
de escandalosa c de diversas eonsidcracei sobre a
noces-ida '..- .le -,. puuiicm Crimea dt-sa urdrin,
priucil tmenle em tuna poca em que i c rni| [.lo
pov.iai;a >
i logo que
i a cmara i
Non Liberal Pernamhueano a de 3 do cnenle
vern publicada um commanicado, cm que se deuuu-
cia a pri-o do vigario e de oulras po-soas dj povoa-
rflo de Tirabaaba ; entretanto oslamos talorissdoi
a declarar que nem o .overiio, nem a polica rece-
licram pariKipacflo alguma a rale respeilo.
A assembla provincial orriipou-se
do da 2-\ com a di-cns-ao de dous requerimenloi cm
que se pedia fnssi m enviado ao guveino oui Ibe-
souran. mis doeumentotapresentadospelo Sr. I. de
Lcenla, nos qnaes. so ricmonslrava haver o Colleclor
tle Iguarass re:ebido nos ,-innos e IR'i'l a 1856
rlSJois, o ler recolbidn dorante esle espaco a
quanlia de I8]i48, ilizenrin cm um ollicio de -'i de
abril prximo pa-ado. que nada reoulhia poique mi
havia recebi :>i eousa alguma, enlrelanto que a O de
fcvereir.i lece'icra l;ll73."-"-7l.
Depois de alguma diteustao, spprovou a redaedo .
da b i rio orranionio rom iluas emendas, mna paral"' lavrando de urna maneiri rnnsiderivel; lerii-
que o calcainriil rio bairro ria II. a-Vi-la comece na """ p" 'uardando-te pata a replica.
rua do Aterro a encontrar a do Monriego, ,l p,Jg Sendo dada a palavra ao advogado ,: reo, prueq-
Ir.inno, emenda rila, que a commtasito reconhecea r u elle co.....i reeur.os de -en lalenlo, desfazer i
nao haver Sldu explicada na redacrao ; e a outra para impressflo odila cernir o ro. que por ventura II-
queseiirlm^enor,,.,,/,,,. :.,.,.,. pnbliea, vosse feilo a accusncao na animo do- jralos, f,,|.
i- da casa de de- lamlo-ibes o roracSo, e emprrgando aqtullo quo os
rhelorieos charr.am alTeciot brandus mi clhicot, coin
perspicacia do roralre.
t'.i'inparnti a alia importancia e po lorio do aulor.
com a humilde e< ndicetto do mi, pobre, e tobrecar-
n galo de numerosa familia inlerestando assim os
nizes pp|a mu causa, re cilio ,-, pecha do cacan lalo
i .un qu pracurou anda captar a benevolencia dos
joizes, e pat-ou a narrar o faci de conformidade
com o inlerrogalorio do reo,fazendo erorqnea morle
.I., escravo .'o senhor do eiig>nho Calende, fra f,.-
la polo s, y. rlicnlo cm I gilim defeza, e tomo i,,
sen delirio ira justificada segando IS rii-piisires do
cdigo criminal; leu alguns pedaeng de Chauveau e
.le mitro criminalista para mostrar que a grivitlad-
il.iscirrum-iaiicia- qu- i-lal},>ii-i;n a legitima def-e
/.a, e nflo devia a, recial com o rigor que a aeri;-.i-
cio prelen.lia ; e invocou u tlisposicflu do arl. Hi ->
liarle, d cdigo penal, que nflo puna o mal causado
na repulsa dos que dennile rnlrarem nu lenlarem
entrar nas ...-.- .-i,, q.,ealg.iom moraron eslivoi
uns e.lilici.i- ., i !,., iei-1, li,.. :, .||.,, prl.neonl
""' -!'1"1..... '......w .i im p-ruiiile
I inoia | ii i que i rl| Xrii c ,,......,, ilH
-"- Ml' riecWt par a-.....i i.'ju.lil.caln
el
\erba de ;i:77l.-glK) com
lencAo, que nflo haviam sido incluidas no orramen-
lo, e como i; ca n ie echaste inca herencia na re lac-
ran retoen fosse incluida.
Approvou ignulmenle a redareo do orramenlo
municipal, c em Irreeira disennflo os projecloi n.
2"i e u ; em seguida redacefln deslcsdous pi ec-
i .-. tela ..i prsenle sessflo, lendo previamente
si.lo !> signado o Sr. I.uiz Filippc para receber 01
mi precisos para is despezi -.;., assembla, de-
pois .lo que o N
S0--.OJ i.C lS"ili.
presidente .Icl.rm encerrada a
Carlas do Lagoa do ."! nleiro, proviocia da Para-
laba, di 12 do crrenla dio noticia que o cholera
fazia estragos na Serra doTexeira el'ianco; assim
como eslava quasi exlincta na Ingazelra, desla pro-
vincia.
--......~~ e parece que urna torca maior
L--;i coilaw-flo do queso ncr,:p.,r.im os ditos no- so apodera de todas as minhas faoidriados,' porque
o quero andar nao pona, fl.-a-me a vmrciuliargada o
eoraofle Comprimido, a vi-la iininovel, emsumma fi-
co qual urna eslalna, porm no meio dessa comnm-
ofln geral eu snlo cerlo gozo d'alma inexplieivel,
illlte um prazer que parece querer arrebatar me des-
le mundo degOSlot,para um co devenluras, snlo...
sinlo... ora Vine ja vio qoe de asneiras'.' e mi esla-
va eu llirando-me rie cabrea abaixo para o romaiili-
co'. benigno- Iciluret, desculpai esla digressao invo-
que aulorisou a reforma da Ihesouraria pro- lunlaria. dovida lalvez a alguma seolclha das forna-
loi determinada a sua eoniInnacSo, man- lh>s de Cupido.
Sun, meu amigo, por mais que lenho pensado,
irabucado, decifrado, calculado, Irahalhado, ainda
nflo pudo deseohrir que -eja sacrificio, marlxrio. ou
eousa que o iba, o lal tanto e doce matrimonio,
para delle se fazerem promessas; pelo menos sempre
que ca pelo- meus malos ha algum casamento, silo
dous e tres das tle finieran, nos quaes as violas nflo
descancam, os baianittet mi S' cegam, as pernal, as
godas dos canlores nao seccam, os lilhos rie dos
llaccho passam horas esliftdoi a commodn cm qual-
quer lugar aoude acontece fazerem seus passo gym-
naslicos naquellc rite letargo, a que coin lano goslo
se entregam Dnalmente a alegra prside sempre
a laes feslimea vozdovivam os noivosparece que
ludo quer voar pdo< are-, tolos sallam, grilam, tau-
dam, dansam, inram, em siimma be um rebotica de.
prazer o alegra: logo assim nflo pode aervir para
prumessa um aclo que se faz com lano goslo e cau-
sa lanas delicias, e se acaso lve-se a corteza que ser-
via, por cerlo Ihc digo que se algum dia me lornasse
a ver em apertot epidmicos, do qoe Dos nos guar-
de' era infallivelinenle a prometa de que mais tle
presta me havia de lemhrar.
Felizmeule apnroave a Providencia a contervacle
de meus das, pois mo fui vizilado pelo tal Aahave-
rus, de corlo que live clicas, tremaras, dores a
cabera, caiinhras imaginarias, furmigoiiibas que per-
corriam o m:n ludo corpreo, anerlus de enrarflo e
oulros mallos veximes; porm anula eslou cm duvi-
da do motivo que .lava lugar ao pparer imoiilo del-
tas alleracoes, porque nao se se as encare viudas
pelo lado da coragom que eu live, ou do bxo merlo
que nunca me largara.
Anda que nao quera de maneira alguma Iralar
do H..-U vigario o Kvm. Frederieo de Almeide de
Albuquorque Mello, por Ihn'volar bastante respeilo
e inesmi pelo sou liebre rnmporlamenlo durante a
epidemia, son com lurio forra lo a leuilirar-lhe o ce-
miterio, esse lugar de .lor'; essa tilenciosa morada
de centena de no-sos inmlas. qoe ainda al agora
nem pede essa memoria rio castigo do Senhor.que nna de-
via servir d- ph.iro ao nossnfaturo nroccdimonlo;
porem que i ilvez de nada iproveite !'..'.... Sim, di-
go que lalvez de nada approvetle, porque sendo ain-
da tilo rcenle esta justa punicflo, ja parece piquea-
da tle annos, em visia das intriga! quo se urdein dia-
riamente, da suberha quo reippareca i m lodo o seu
auge, da bipocrisia quo t|psmi diablico, Bnalmenle do desprezoem quo se lem del-
udo este jazigo de christang, que a coberio de malo
esla servindo rie pas-oio e patio da animan I !J!!
Ilomens louc s, he esle o agradecimenlo com que
queris pagar an Omnipotente a erara de vos haver
preservado do scu justo eaillgo '.'! le esle o arre-
pendimenlo de vestal torpezisT lie osla i emenda
de vossos desvarios e immuralitladrs'.". He tiesta forma
que queris applacar a jatla ira do Senhor'.': Inten-
aloa que sui-; qne |fl depross.i vos esquerestes dos
se- di,i de agona, ueste lerrivel espclh.i, dessa lene-
brosa poca. de->e instrumento "le vinganea, em
sumiiia do cholera mnrhus. que anda respira enlre
nos.... De,,,, |),s N ,-oinparicra ri.i frgil liuinalli-
dade.......
Re(irou-ie ha diat, o acadmico II lefonso Aea-
nio de Azcvr.lii. .loix.iii.lo-nos posui lis de saudades;
val para a Rabia sua Ierra nal.il ) continuar cm seus
c-lii.los mdicos; que os venios ihc sejam prosperas
e os mares lu nanroso-, he o que de cornean desoja-
mos a esse hroe a quem lano devem os habitante!
desla eidade.
Segtiio lambem ha riias para a povoaro da Babia
da Traicflo, o delegado o alferea Bitiucnurl. como
detlacamenln que aqui exislit lambem debaiso de
sen ciiiumaiido : he una falla que se torna bstenle
-iii-imI para e-la eidade. pois nflo he possivel poli-
ria-la e fazer os serviros necewario so rom otce-
roulas; andamos a volta delles eu nevo destacamen-
to.
Ai lia-.-.e na subdelegada o seu proprielario o capi-
tn Francisco Ricardo Cavalcaoli de Albuquerquc, o
qual lem desempennado saliifaloriamente o seu es-
pinho-o carao, he. um prazer que os pavos tenlem,
quando o> funrrionarioi pblicos minislram iastira
igual para lo ios; continu o Sr. Cavalcaoli regulan-
do seus arles como ale aqui o lem feilo. que es Mn-
maoguapen-es Ibes Iribularam as .lvidas homeni-
goiis.elioin.lii.ui a nomeacu que lab propolla do
nono mu digno rhefo de polica fez o Exm. presi-
da provincia
que as julgiva raznaveis c convenienles
iolerestea da fazenda, ., que oldeve a aequiescenda
do Exm. Sr. presidente.
Kis-ebi historiado ludo quanlo ha acerca dcs-a
fallada conimissilo, que esl em maos dp acabar, e
que apenas lem durado 8 annos incompletos, e nao
10, como se disse iiiscietilcmcnlo. Alas o que ha
para admirar no fado de Ires pestoai gaslarem S an-
uos em examinar minuciosamente, fazendo inven-
tario de papis, c al esoriplnracao especial para
oriental -ou Irabalho, o que fez urna rpparlirflu in-
leira, rompo-la de mais de 12 empregarios, por es-
paco .le IU anuos'.'
Do expolio se v, que nem he exacto que a com-
isan livcsse prazo algum antes do seu cntralo,
-... i.-...:.. O
i' lllUltti |i I i\ ''. I |-l ..
.!.....:> li ..- Im i il>. le. menlos
l.d i
li I id<
. OU
i .11111.
Itqiil
...o
i que eslixe-sc em Imiq n algum emcircumslan
cia de ter raapomabilitada. A aniea pena a que
est tilingada, e que regularmente llie pode ser ap-
plicada, sao ai mullas, e isso depois de esgotado o
prazo do conlralo, o nanea essa icspnnsabilidade
que laido parece imprettionar o Sr. Dr. Meira...
A coninii-s.li pois nunca n fui absolvidl da pena
de responiabilidade, que .nio Ihe poria ser imposta
em raso nenlmm.
Fmalltando etlat linhai nilo posso deixar de no-
tar, que o Sr. padre .Vieira lem una maneira cele-
bre iieorcupar-so das quesloes na assembla Ha-
bituado a ..in estilo, ruja rlafsifiearao delxoao
publico, es-e aenlivr nunca aprecia seriamente as
quesillos, de sorle que a na argiimeiilarflo he sem-
pre mordaz e inteiramenle desfavoravel a quem diz
ella respeilo! Por fauna quiz S. S. censurar
lomini-flii ; o, arrestado pelo desaerrto em que
se cabe sempre que -e entra na apreciaran de ma-
lcra, a que he desconherido, o Sr. parir Meira. ou
por mal iiiiiiriii.do, ou de calo peinada nflo davi-
tlnn fazer a pungente injuria eommissao, deque
havia illudnio a assembla, rtirpnrarflo, i qual nun-
ca potlni ella a mnima coocetsflo Nem mesmo ao
Sr. padre Meira a comminu Impiorou suas boas
gracas, para lodo chelo de si lzer, que su elle nun-
ca fm illiiilnlo ;
Do expolio veri o publico a sem raz.lo coro que
foi a conimi-sao tratada na assembla ; geni razan,
I'.....le riemoveu a xir fazer a prsenle rreidioarao.
iiie-mn para quo ninguna rio u/t ,lu silencio do Sr.
inspector .la i.....wuraria lilho em dovida do seu
islario de molestia com quem fm eflecloadoo con-
lralo, tuna cuilirniarao lana de loria- as injulliets
que -e lez a referida commitsflo,
t tu*lH*.
Ilerif.' DI de jiiiiho de ISM,.
Relaro eslatistica dat pessoas accommtt-
tida du cholera no prhneiro distticto
da lregticzia de Santo Antonio, duran-
te a epidemia de 18">(i.
Manoel t.onoalves Agr, :i anuos, branco, casado,
rua da Cadeia n. :l. primeiro miar ; curado.
Silvana Janu da, rua da Cadeia n. :l, primeiro audir : curada.
Grvida, lgida.
Joaquun. 50 anuos, prelo, escravo. rua da Cadeia
ii. .'ti. primeiro andar; mnrreu.Febre amarella
rom vomito prelo na coiivalescenca do cholera.
Maria do Itosario, 61) anuos, "prela, escrava, rua
da Cadeia n.3t, primeiro andar ; morrea.Traba-
loo abortivo que pirn, cara inesperada.
Mara dos l'razeres. 53 annos, prela. escrava, rua
da Cadeia n. :i|, prim?irn audar ; morrn.
Francisca Leocadia da Ciuicpioai, : annos, bran-
ca, rua da Cadeia n. :1U, primeiro andar ; curada.
tiarcia, UU anuos, prelo, escravo, rua da Cadeia,
n. .IU, primeiro andar ; m irren.
Mana l.ops r.e Harto-, Ul annos, branca, casi-
da, rua da Cadeia, n. Uii ; curada.
Jos, 10 anuos, pardo, escravo, na da Cade, n.
Un. segundo anow; curado.
Manuel Joaq-jim lioine-. .11 anuos, branco, rua
ila Cadeia, n (i, segundo andar ; curado.
Antonio, :t:l aanos, prelo, escravo, rua da Cadeia,
n. ZD, segundo and ir ; curado.
Jo-c de Freilas Ribetre, U7 annos, branco, casa-
do, rua da Cadeia, n. ; curado.
Francisca Marlinha Uedeiroa Freilas. UU annos,
branca, catada, rua da Cidria, n. ; curada.
Arlhur Pabilo de Almeida Memloe., UU anuos,
hranro, rm da Cadeia, n. ; curado.
Miguel, 18 anuos, pardo, Ijvre, roa da Cadeia. n.;
curado.
Antonio Francisco Pereira de l.vra, Ull annos,
branco, rua da Cadeia, n. l(i ; corado.
Rosa, IU annos, prela, escrava, rua da Caricia, n.
Ib ; curada.
Jusliiio, U."> annos, prelo, escravo, rua da Cadeia
ii. Ib : curado.
l'edio, 1 annos, prelo, escravo, rua da Cadeia, n.
16. pumeiro andar ; curado.
Francisca, lli annos, prela, escrava, rua da Ca-
deia. n. 17, primeiro au lar ; curada.
t.crmaiia, 30 unos, prela, csvrava, rua da Ca-
deia, n. ti,, primeiro andar ; carada.
Antonia Coracina de Paula l'essoa, 1 annos,
branca, casada, rua da Cadeia, n. lli, primeiro an-
dar ; curada.
Francisco. anuos, branco, rua da Cadeia n. Itl.
primeiro andar ; curado.
Maria, :i anuos, branca, rua da Cadeia, n. lli, pri-
meiro andar ; curada.
Maria do Carra, 18 annos, pela, escrava, rua da
Cadeia, n.K,, segundo antar ; curtida.
Luza Inrlunala, l anuos, prela, e-crava, rua da
U.lela, li. ti., segundo andar ; ornada.
Antonio, 30 annos, pardo, livre, nuda Cadeia,
n. Ib, segundo andar ; curado.
Adolpho, li .unos, branco, rua da Cadeia, n. ifi.
segundo andar ; curado.
Manoel (ionios Villar, UT .unios, branco, curopeu,
rua da Cadeia, n. |f, curado.
Antonio Epamintiudas de Mello, ;l| tnnot, bran-
co. rua da Cadeia, n. U, curada.
Venancia. 30 anuos, parda, escrava, rua da Ca-
deia, ii. |( ; curada.
Mara, Ul anuos, prela, c-crava, rua ria Cadeia,
n. Ib ; curada.
Angela, II anuo
10 ; curada
rua do
parda, rua do Crespo,
prelo, escravo, rua do Cres-
panla, escrava, rua da Cadeia,
GeraMiaa, 7 annos, parda,escrava, rua da Cadeia,
i. 10 ; curada.
Engracia, (i anuos, parda, esrrafa. roa da Cadeia,
n. III ; curada.
Florencia, 2t anoos, parda, escrava, rua da C.i
doia, n. 10 ; curada.
Antonio, il) anuos, pardo, escravo, rua da Cadeia,
n. 10 ; curado.
Julia Amalia, 17 anuos, branca, rua ria Cadeia, n.
10 ; curada.
Aiilonio lcixcra dos Sanios, 30 anuos, branco,
porluguez, rua da Cadeia, n.; curado.
Resilla, de Souza, UO anoos, branca, rua da Ca-
deia, n. d ; curada.
Aieundrlna ,ie Soma, 83 anuos, branca, rua da
Cailea, n.d ; curada.
prela. escrava, rua da Cadeia,
lli annos, bran-
J.ianna, li anuos
n. (i ; ni ri en.
Francisco Ribeiro l'avao Jnniur,
co, rua da Cadeia, n. :t ; curado.
Mana, lu anuos, prel escrava, rua da Cadeia, n
.1 ; curada.
Maria Feusmiaa Peixolo, 90 anuos, branca.
da Cadeia n. i ; murreu.-Ni ,,-ou de ramo
Auna M.ria. {0 mnos, parda, escrava
dea, n. ; morreu.
rua
phora.
rua .la Ca-
Conslancia. UO anuos, prela, escrava, rua da Ca-
deia, n. q ; morrea.
Cuslodin, 7 annos, prelo, escravo, ma da Cadeia,
n. 1: morreu.
Cadeia.
roa da Cadeia,
Ignez, 30 anuos, prela. escrava, rua d
n. 0 ; morrtu.
Domingos, 30 annos, prelo, livr
n. 0 ; morrn.
Aloxandrc, O annos. prelo, escravo, rua da Ca-
deia. n. ; morrea.M'om hospial
Carolina, 30 annos, pnr,|ni esfrava rUil lU c
dea. n. 0 .-lirada.
Ro.lolplio :l annos, pardo, escravo, rua da Caricia,
n. II ; curado.
Alfredo, 5 .-mnos, prelo, escravo, rua da Cadeia
n. ; curado.
\ icenclt, 23 annos, prela, escrava
n. 0 ; curada.
Qolleria, :10 auno
u. '.I; corada.
Hila, .11 auno
!) ; curada.
Maria, 30 anuos, branca, casada
n. II : rura.la.
denle
M Ul
lija (ni
I.....I I'.'
I. lilil
'. de III i,
-Ihe iniuncieainente re-
Parabcus, inihareideparabeuaa lodosos Parahv-
banoi; o Exm. commendador Fre,lorien tic Alenla
e.->l!,"1.....'I'"', l'.,i esculbldn leador por e-la pro-
vincia: ei- m i- um aclo anude se meslra com loda a
evidencia a uslija lo uosio idorada monarcha.
O invern val por aqu fazendo immeniM eslra-
gos, os nos aeham-se fon de seus leilos, as varzeas .
finias uns mares, a chuta continua, cheia vai ler- i n. 7 ; carada
rivel e ainda ningticiu pode avaliar os prejuizos qoe
can io -i n.ilii me invernada.
.As mas de.la ida I,- arkam s.- inlran-ilai
i na-, ei ul. hu
prelo, escravo,
da Cadeia,
prela, e-crava, rua da Caricia.
prela escrava, rua da Caricia, n.
i rua .i Caricia,
branco, rasado, rua da
casada, rua da Ca-
. J".....de Pars, .".u anm
Cadeia, n.!) ; curado.
Mara Jos, :lu annos, bram
dea, ii. !l ; curada.
l.'.Krecia, 1 anuos, prela, escrava, rua da Cadeia,
n. '.I ; curada.
Miquelina, U( annos, prela, escrava, roa da Ca-
deia. n. / ; carada.
Helena. UO anuos
que cumplir
lio d,p. .
Irissima u u
pm
. J'leiipi
le I uu i ele. ol .. e rom iiiin i ,|l.,
u meiwr iigual d,. rida: mju i-,iu he' n. 15 ; morreu
xoaslacia, 30 annos, preti
dea, u. 7 ; curada,
Jos, '.
I-I ; mor
Vom.l
prela, escrava, rm da Cidria,
iva, rua da Ca-
li ano.,-, |,r lu, ,. pravo, nm da ('.niela.
morrea. No hospial do
rui'T *Ddr l"ranci,co d SHva, 10 annos, branco,
rua de S. Francisco ; corado
C-uill.erme Francisco da Silva, .12 annos, branco,
rua de s. Francisco ; carado.
Manuel Joaquim de Souza, .10 aunos. pardo, li-
xre.ru. de S. Francisco; curado.
Ponas 1'e",'a'.2an"05' P"d. **! '"'la
Ponte Nova ; curada.
Nov'rcurVdi? """" Parda' Ci,S1",a ri" da |,on,e
lsb.lV""icu:r.d^0, *"*>' ,VrCl rUa "e San,l
JiSt^J'ZST"** roaJeSa"'a
I-l.ell,n.,.-!;aca?a0d:,Par'101 ""^ "" de Sa'"'
wZr&fjfsa, an"s- *- -
ImU-T;' m^e.a"nUS b""co- "" "e ^^ ""
7 ''curad',."' ann0S' branc' r,,;' de San,a IW "
m?l2?t VO*** ",0 "*. <""-
gueza, rua de Santa Isabel n. y ; curada.
n.9";Ucuraad0a"nM,braDCairuu de Sanla ,sabl
n.^Tcarario 'ln"US' branC' rUa de SanU l"M
bei'n^'^curadr' Pre,a ^"^ "" dcSa,,U lsa"
-saate,J,,>,l,*"
^i^*h*-ii
Sar.Iabe!r^crar-Pirda',Vr'lrUad^
utawT,''21 i,",nospard8'livre- rua des,u-
la isauel n. lj ; corada.
AITonso. 6 anuos, pardo, livre, rua de Sanla Isa-
bel n. lo ; curado.
Isahp?."1r-"0' a.nnM pard0' livre- rt,i deSa"'
isauel n. |., ; curado.
Cr"eIsn,,Ul'''0?,0ai",n0, br'ncu' ea,ado- '<" *
liresno n. ; curado.
Rila Margrtela dos Prazeres, 30 annos, branca,
casad,, rua do Crespn..,; corada.
n ,'."(.eu''-i(0a",los' !'. eicravo, rua do Crespo
Cres'n'T"-"0' 0 J""10^ P3"10' C,fravo' ra <'
Crespo n. j ; curado.
Mari. Thereza, 30 annos, prela, escrava, rua do
x.re-po n. a ; curada.
Iguaria, x, anuos, parda escrava, rua rio Crespo
n. .; curada. '
Antonia, 30 annos, prela, escrava, rua do Crespo
n. !> : morreu.
Mafalda Augusta Pereira, 13 annos, branca, rua
do Crespo n. !1 ; curada.
Ros. Gomes l.eal, U annos, branca, rua do Crespo
n. II ; curada.
Senhorinha Gomes l.eal, 37 annos, branca,
da, rua do Crespo n. 9 ; curada.
Jos Malheiis, 35 annos, prelo, escravo, r
Crespo n. II ; curado.
Mana, 2 annos, branca, rua do Crespo n. II ; cu-
rada.
Francisco Jos Rodrigues Bastos, UU annos, bran-
co. raa do Crespo, n. Ul curado. ~^"".
po^TlTarad' ":~ """^ f0" ^L'^
m.e?Seria?Urm "'" Pe"'. ->0 annos. porlu-
guez. rua do Crespo, n. U.1; curado.
Cosme. UO anuos, pardo, escravo, ru.i .lo Cres-
po, n. 10 ; curado.
Antonio, 10annos, prelo. escravo, ruadoCres-
po. n. Ib ; morreu.
Paula,,30 annos, prela, escrava, rua do Crei-
po, n. 10, ; curada.
Florinda, U--, anuos, parda, escrava, rua do Cres-
po, n. Ib ; curada.
Innominada, i metes
n. lli ; curada.
Amonio, ,"> mezes,
pn, n. 16 ; morreo.
Amaro, IU annos, prelo, escravo, rua do Cres-
po, n. II, ; cralo.
Joao, benguella, 50 annos, prelo, escravo, rua
rio Crespo, n. 16 ; corado.
Paulina, 35annos, parda, escrava, rua do Cres-
po, n. lli; curada.
Aulonio, II annos, pardo, escravo, rua do Cres-
po, n. Ib ; curado.
Felicia. IU annos, prela, e-crava, rea do Cres-
po, n. 10 ; corada.
Ccrlrudes, 30 anuos, prela, escrava, roa do Cres-
po, n. Ib ; corada.
Felicidadc, 10 annos, prela, escrava, roa do Cres-
po, n. 16 ; curada.
Severina, 12 anuos, pela, escrava, rua do Cres-
l>o. n. 11, ; ciliada.
Leopoldina, UO annos, branca, rua do Crespo,
n. l ; morreu.
Cordeiro Cima, 36 annos, porlusnez, rua do Cres-
po, n. 1 ; curado.
Julio Cezar Cordeiro l.ima, 18 annos, porluguez.
rua do Crespo, n. 1 ; curado.
Jos, :,0 annos. prelo, escravo, rua do Crespo,
n. 10 ; morreu.
JoteGooralvea Malveira, m annos, branco. rua
do Crespo, n. l curado.
Cecilia, 30 anuos, parda, livre, rua do Crespo,
n. (i ; curada.
Dr. Jos liento da Cunha c l'igueiredo, UO annos,
branco, palacio do govtrno ; curado.
Ro-a, 10 annos, prela, escrava. roa tle San-
rrancisoo; curada.
Francisco. 16 annos, pardo, rua de San-Francis-
co ; curado.
O/ifercaeves.
Das 11, pessoas que form aecommelliilj pela
epidemia, desde os simples .-viuplomas premoniioz
nos alo a algldez inruravel, falleceram U3, o que ra-
meos de nm obilo para ele accoinmpllidos. pro-
poroao rariitunas vezes obtervada na Europa, e que
parece indicar uina aceito muilo muios mortfera do
cholera nesle clima. Tanto mais fundada me pare
ce esta rnnsideracao, quanlo he cerlo que dous
privados de lu.lo. sen se Iralarem eja moribnnrios
fnram acabar nos hospilaes, esele falleceram na ca-
sa n. il ria rua ra Cadeia, on na< casas contiguas,
porque bouve naquella casa principio rie infeceto,
lano que lias visitas domiciliarias, receiaiidn maio-
ros riesgracas rrclamei e liz execular a tteninfeccao
policialmenlc. Se do tol.it dos fallecidos dcduz-.e
essa* viclimaa da miseria ou da incuria, a mnrtamla-
de seria menos de dez parenlo. Porem anda lo-
mando os nmeros do mappa sem consi.leraco algu-
ma allonoanle. desle se infere, que falleceram 15 ',
dos accomnielldos, e esla proporcilo e-ia bem longo
de 73e .ttlpor cenlo, que segundo eslalislica* u-
Ihrnlicas falleccf^im na Europa.
Por vezes os peridicos peiliram a razio por que
era menor a morlandadc em Sanio Antonio. IV-I.i
iguaes e inaiores singularidades se Irnliam observa-
do em epidemias deslas em oulras Ierras sem expll-
cacao postjvel; admillida a b\, olbe-e tic ser ig||
a inlensiilaric da causa incgnito em loria
gtiozias, o que lio provavel. alenla iU(f?pugrapl
d i eidade, achir-ee-lita a eiplicacuiyrjr.iclo nti -,-
guiules consi.i.raco-. Embira n, eansideravel o
numero dos pobres no-la fregnaS;;^ aefl_0, el
ral mais inlelligoules c inaisa que ea pobres das oalraiMegaeii,,. Conformavam-
se pela manir parle aosMetomM ,|a Ingiene, e .ne-
nas accummetUdosmoi;,rriam sem demora a loda .i
hora rio da eUJiT,,iic aos facultativos. A divisas
dos ilislrulos liiui pequeos desla freguezia, feila cm
referencia a rcsulencia dos resppclivos medicas, lor-
nava possivel a presenta dones em casa de um chole-
nco dez minlos depois da nva-ao da molestia, le-
vando eomtlgu mo so os remedios precisos, mas i,-
preasot em que poda ezlgir ria- eommiisoei .ie br-
nelicencia o neennaria para salvar o infeliz cholen-
co. Com osles recursos, c com o bom sonso dos po-
bres, nao admira que a m irlandade fosse menos nes-
la fregiiczia, pms lio sabido quo por loda a parle sao
os pobres que formam as grandes lisias dos orloi
nas epidemias de cholera.
Conlirmot se nesle dislri, lo a irreriisavr! alilida-
de das visitas domiciliaria-. Crcio que as risitas fej-
^ las provonlivaineiile anles da inva-iio d ppidrini.i
para Intlruir os pobres das precaaoei que deviam
lomar, e da urgencia da proni|ilid;in rio Iratainenlo
apenas apontatsem os primeiros s\ mplnmas da mo-
lestia, e aquellas f|iiF doranie a epidemia se Bieram,
couiribuir.ini alte sopara diminuir o numero di.s
aceommellidos, m ,s lambem para ebslar i paasagem
do- sxmploinas prpinoniloriiis a i hulera confirmado.
1
I

"li- pul ,
liVI
i.le
II relio lie i|u |,,...;;. prev.ni las e inlplllgenles
ii.uih.lll un ,. : pr.nl.ilii.K inoll.i.l. rom nielo ii,,i,i
nnpl i e enlre ellas a morlaudade foi quasi nuil;,.
I iquui iiiiimaueule couveucido que o nico meio


MUTILADO
ILEGIVEL


DtUlO S Pixmm OUIRU FUM ib 02 JUNHO Dt 1856
para impedir os grsndes estragos rio cholera sa. asi 7,8:23 arrohase27 libras de assur.ir, -JOO pipas aguar-
vimiI.is domiciliaria*, cora qae os mdicos inglezes em denle.
ISi abafram milhfies de cboleriros.
Fora desle dislriclo oluervel algn* felos, qne
lalvet n*o sejam inleiramenle inutels para a red.ic-
c,An lo relatorio geral da epidemia nc-i.i cidade.
Bom sai que a pendrarlo do< illuslres reductores
Hess Irabalho nao eseapariam estes fados, mas bm
he qae os oulros observadores corroboren! a sita
auleulicidade com suas opinioes pessoacs.
Anda antes d epidemia principiar no Recite, fui
en por ordem do Exm. presidente da provincia ob-
servar entre oa Alocado e S. Amaro de JaboaiAo a
su.i marcha progressiva para esta cidade.
Em qoanlo a ndole, symplomas, e uravidade da
molestia nolei o mesmo queja liavia observado no
recoucavo, e na capiUI da Babia, I'm tacto porin
me parece digno de ser referido, e vem a ser que
parle do* camponezes riaquellas paragen< se trata-
rara, bebendo nicamente ourina quenle, c lomando
pedeluvios. Com cffeilo os quceu vi, e foram bs-
tanles, eslavam em senuiua transpirarlo, u que
nao admira a villa dos elementos ammoniacaes o ou-
lros cuntidos na ouriua. e do grao de calor era que
ellesa bebiam.
No Recife observe! com o Sr. I)r. Moscozo o pri-
meiro caso de cholera diagnosticado na ra da Ouro.
A circumslancia de ler principiado em Londres a
fatdica repelicAo do cholera na uiesuia rua, c at
na mesma casa, em que se dera o primeiro caso na
epidemia antecedente, deve fazer conservar a me-
moria desle fado aos obsrvcadGres futuros, se Dos
nos nao favorecer com a rarisiima excepto dessa
repelilo.
A iherapeulica que melhores resultados me pare-
en dar, foi aquella que os homens amostrados 114
observaran dos phenuraeuoi da nalurcza lem acon-
selhadu. Nao haveudo no universo um su homem
habilitado para meditar nos complicados, e alguma*
vetes insoluveis prublemas das ciencias phisicas,
que por ioleresse proprio nao tenha applirado a es-
la (emvol molestia o possivel rigor dos seus melho-
dos de observarlo, c dlzeudo-nos elle que poslo
nao hija remedio especifico para o cholera, consc-
guindo-se na invasao da molestia urna rearrAo ge-
11111111, se salva ordinariamente o doeute, que suc-
cobem qunsi lodos aquelles que nao recorrein a un
Iralamento enrgico proporcional a intensidado
dos symplomas, e que morrem todos aquelles que
uAo tem dieta e resguardo indispensaveis, cla-
ro eslava que uenhuma outra coosa podia en ob-
servar.
Em verdade os sudorificosi fossem elles quaes fos-
seui, com lano que dessem em resultado urna dia-
phorese geuuiua, baslavam na immensa maioria dos
casos para suspender os symplomas cerebraes, gs-
tricos, e inlestin.ies. (camio os (lenles eurados sem
recorrerem a mais remedio algutn.
Entre os sudorferos, o que menos inconveniente
me pareceu ler, e oque nitores, e mais rpidos suo-
re produza.era acetato de aminomaco em inusocs
qoentes
Quando o snor nao sispendiajjis svmplomas gas-
tro inleslinaes, as pieparare* de opio Iriumpha-
vam na maioria dos casos desses svmplomas.
A Imuilos em quem falhavam esles meios apro-
veilavam os aslringenles, particularmente os ads-
Iringeutes indgenas em dysteres puros, e opiados.
Em summa o que ohervei a respeiio do trata-
ment desla epidemia he em ludo conforme o que
proclamam os mestres da sciencia. e eslou que ipui-
lo menores leriam sido o estragos da epidemia,
todos estivessem convencidos desla verdade, e cm
lugar de experimentaren! novidades sem a sanccAo
universal, se conformassem com os dictames fuoda-
dos na experiencia commum e quasi unnime dos
homens mais eminentes as ciencias de observarlo.
A morlaliJade official al boje publicada nao pode
servir para se fazer urna eslalislic exacta. O inedo
qu siguas teln de demorar os cadveres em caa,
qualquer que seja a molestia, de que lenbssn falle-
cido, ea pobreza de oulros levou-os a derlarar dio
lencos os fallecidos de oulras molestias. Seja preva
do que aflirmo o bulletim cholerico do dia de boje
II deahrilque lie relativo aos bitos do dia 10.
H esse bulletim s pessoas fallecidas do cholera.
Ilsle noniero sei eu que se Hevem tirar dous, por-
que a senhora que vem na lista geral suh o numero
2M8I suc iimbm a urna apoplexia, moleslia que ja
tivera em oulro lemp, e de qne nao he licito sup-
por que urna chulerina seguida de febre intermitien-
te fosse causa acabo de muitos dias.
A escrava que no mesmo bullelim vem sob o nu-
mero 817 nao leve o mininu symptoma eholericu.
Parida de puucos dias teve urna febre puerperal, no
quarlo da da qual morreu repentinamente, nao da
febre, mas sem que se avenguasse de que. Se de
ama lista de 8 pessjas s eu excluira duas, se me
achasse incumbido de redigir um relalorin gcral, he
manifest que os redactores desse rclalorio se quitc-
rein numero etaclos se nflo pudeao guiar pelos al-
garismo* al agora ofliciaei. sem primeiro os corri-
gir_e certameute o mais seguro modo de corre ;o
serio os relatnos parciaes dos mdicos dos respec-
tivos dislriclos.
A mar la I na le paTeceu-me man frequenle c
roaior as casas velbas, cujas escadas tacana, e nao
ventiladas exhalam sempre nuo cheiro,{>or mais var-
ridas e lavadas que andem.
A's familias numerosas que vistosa fcgglomeradae
nessas casas acoiWelliei que se mudassem, 00 pelo
meuos soseparassem e se dividissein. Nunca pude
conseguir isso sem que primclio urna nu mais victi-
ma convencessem o resto da familia do fundamento
d'aquclles conselhos.
Nao me pareceu aqu a epide,nia lao morlifera,
como nos lugares on,ie a observo! na Babia, e cr po
nao ser temerario aflirm ti,I > que tomada em to los
s seus graos c variedades, a sus mxima lelhalidade
nao excedera dez por rento, se os abusos das comi-
das e bebidas antes da invasao nao auxiliassem h
acro morlifera da epidemia declarada nessas cir-
camslancias. Se incurias inconipreliensivcis c um
deleixo fatdico durante dias c das de s\mptomas
"premonitorios nao lornassem incoerciveis ossymp-
tomas perniciosos. Se conseguida a suspensau desses
symplomas cuulinuas quebras'dc resguardo as co-
midas e as impresses le fri nao origins'ssem re-
cahidas ordiuariamcnle moraosc linalmenlc se as
astadas dos charlamos c dos vendedores illegaes de
remedios ii,ti lesviassem parle do povo dos consc-
Iheirns, que nao sendo Interessados na venda desles
nu d'aquelles remedios, e fundaudo-se na experien-
cia dos homens mais iustruidos do universo, mclhur
o pnderiam guiar.
felizmente ueste dstriclo pouro penelrou o rhar-
latsmo, e nao me consla que tenha podido illudir o
poyo. O remedio do prelo .Manuel so (ai dado a um
preto,#e a urna preta que vosoh os nmeros .; c
no ina'ppa supra. Ambos falleceram, c note-sc que
a preta nao usno de neuhiim ontrn remedio, c to-
mando s o do negro logo na invasao da molestia
mu poucas horas durou.
Sobas falso uome de homeopalhia,tomaram alguus
docnlesaloses enormes de c.imphora.
Quando o alcanphor produzia o stior,carava coind
qualquer oulro sudorfico, mas quando os s\ mplomai
gastro-inteslinaes ou cerebraes nao cediam ao suor,
a persistencia na administrarlo da eamphora torna-
va-se quasi sempre funesta.
Observei linalmen'.e que os dias de maioi morlau-
dade foram aquelles em que uos fallou a nossa cons-
tante e benfica viraran o que <-s casos motines f-.-
ram diminuindo a' proporcao que a viracao ia'vol-
lando ao seu estado normal.
Oulro tanto me pareceu sucreder com o estado
hygromelrico da almosphcra, a morlandadc augmen-
taba com a liamidade dn ar.
Luciano Xavier de Maraes Sarment.
lenle II de abril de va;.
Lisboa, harcadkulugueza Carila c Amelia", de
:il toneladas, rSiduzio u tegnlnle 1 2,-_>ti:t sacros
com I2,.'ll."i arrobas de sacar, II pipas aguardeutp.
46 ditas, 235 cascos e 1 tanque inel, 1,350 cocos, 25
arrobas de estopa.
ralmoulh, brieuc inglez uKaiiav.illao, de 2861o-
nelailas, coiidnzio o seguala : 3,690 saceos com
18,1100 arrobas de assuear.
. Parahibn il_o Norte, hiatn hrasileiro aConccirao do
Maria, de 27 toneladas, cnuduzo o seguinle :'177
voluines gneros eslrangeiros c naciouaes, I cana
rape. I caixolc doce de goiaha.
itKCKBKI'ORIA DE KBNDAS INTERNAS liB-
ItAES DE PIUNAMBUCO.
Iteudimentp do dia I a 21 .... 17:.iO>S27
lilem do da 23........ 727i!>7
18:2:iiy)2
CONSOLADO l'HOVINCIAL.
I dem do da '23....... 2-8!l2i7i
.>:il7(il:i
PALTA
los prcaix atrrentes iln asaltear, algodan, e mai'
teluro* do pai:, i/tie se ietpacJutm na mesa iln
consulado de l'ernambuco. na semana de 21
a -Jdejunlio IK-Mi.
Assuear cmcaixasbranco I.1 qualidailc ji
o o 2.' o
11 mase.........
bar. c sac. branro.....
n u n masca\ado.....
11 rclinadn..........
Algoilao cm pluma de l. qualidade )i
Licor
*<


cento
*
a 2.'1
u 11 3.1
em caroro.........
Espiriln de agurdenle...... ranada
Agurdeme cachara.........1
o de caima.......
resillada......... 11
1I0 reino........
licncura............. caada
..... botija
.... caada
v ............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqucirc
cm casca........... n
Azeile ile mamona ........ caada
)> mendobim........
a )> ile pcixc-......... i)
Cacan............... ,)
Aves araras......... una
papagaioa......... um
Bolachas.............. :,
Biscoilos.............. u
Caf iniin.............. i,
)i resslolho...........
3 om casca...........
muido..........
taime secca.........
Cocos com casca.......
Cliarulos bous........
ordinarios........
regala e primor ....
Cera de carnauba......... jj
em velas........... a
Cobre novo 111,1,1 d'obra...... ^
Couros de boi salgados......
verdes.............
a espixados ......... o
u de oura.......... .
cabra corlidos.....
Caarbimlio......., .
Esleirs de preperi.......
Doce de. calda........,
goiaba.......
seceo ..........
jalea ...........
Estopa nacional........
eslranceira, mo d'obra
Espanadores grandes.....
pequeos....
l-'ai iulia de mandioca.....
milho.......
>> 11 aramia.....,
Veiia.............
runuij boin .........
ordinario.....
i) em falla bom........
ordinario.......
u reslollu.........
Ipecaeuanua............
tiumma.............. alq.
tieugihre............. p
l.cnlia de adas grandes...... cento
. pequeas".....
i) loros.......
l'rauchas de amarellodc 2costados una
11 louro.........
Coslado de amarellodc35<10p. de
C c 2 '. a 3 de I..... i)
de dito usuacs.......
Costadinhu de dilo........ o
Soalho de dilo........... n
rorro de dito...........
Coslado de loun.......... B
1.'i-la.Imli,1 de dilo........ 11
Soalho de dilo.......'. o
Forro de dito........... n
cedro.......... a
Tolos de tatajuba......... quintal
Varas de parreira......... du/.ia
aguilhadas........
quiris.......... ,1
Em obras rodas ilu sirupira para c. par
u cixos o II I) I u
Melacu............... cunada
Milho............... alqucirc
Pcdra de amolar......... una
11 lillrar.......... a
rcbolos.........
Ponas de boi........... renlo
Kaasnw.............. mollio
Sola ou vaqueta.......... mcio
Selio em rama........... ^t
l'ellcs de carnciio......... urna
milheiro
una
Ub
alqucirc
@

alqueire
@0
KW tv
fRACA DO RECIFE 23 l)E JL.MIO AS3
OIIAS DA TARDE.
ColaciCS olriae-.
Cambio obre Londres27 d. (>0 d|v.
t'rderico fobtiltara, nresidehle,
/'. /Jorges, ^ccrclaro.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 18.
P.iris, 300 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
u Rio de Janeiro, 1|2 a 1 por 0|o a 15 e 30 dias.
Acjes do Banco, 35 0|0 de premio.
Aee.des da companhia de Beberibe. ijOOO
Arenes da companhia Peraambucaua ao par.
s Utilidade Publica, 30 por cento de premio.
a Indcmnisadora.52 por de premio.
11 da estrada de ferro M por Ofo de premio
sobre entrada..
Discoolo de lettras, de 7 a 0 or O10.
MF.TAES.
Ouro.Onfas hrspaiiliolas. 280a2Sg5(m
Mdas de fialOO velli.i- .... 16|O0O
6.5400 novas .... ItijiHH)
4S000.......91000
Prala.Palacoes brasileiros.
Pesos columnari s.
mexicanos.'.
Al.FANDEtiA.
Ilendimente do dia I a 21. .
dem do dia 23......
25000
25OOO
1-5860
35!l:237;(0
1!l:27l8778
378:509*438
UONSULA1IU UERAL.
Hendimenlo d" da I a 21 ....
dem do dia 23.......
3*373f965
7774901
33:(5I666
lVEilSAS provincias!
Iteiidiiueiilu do dia I a 21..... 2:2729140
Idom do di. 23........ 82SC05
2:3549745
Sf*"S DE EXPORTACAO PELA MESA
2?.SO,f.%4D0 l,ESTA CIDADE NO DIA
* PE JIMIO DE 1856.
I.l shoaBngue porloguez id".irujo |s, diversas car-
1 Wdares, ,62 saceos assuear branc c inasrava-
1 lo, 46 cascos niel.
Po rio Barca porliiguc/a -Santa Clara, diversos
larrecadores, 100 saceos assuear bianco e masca-
V ado, H cascos mcl
Loanda-Escuna porlugueza Ceres, Jos Lourenru
Soliral, 100 barricas assuear branco e mascavado.
ExDortacao .
Ha enos-Ayrej por Montevideo, brlcn* dinamsr-
qoez aAnna t,ecilia, da 303 looeladas, cooduzio o
saasM ale : 850 barricas 200 barriquiahas com
Salsa [ ,n 1 II,a
Tapioca .
lidias de boi
Sabio .
Vinagre pipa
@
o
cento
vi.
3
9
5
357 21600
i? 180
6*400
09000
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1SWIO
|640
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9640
3180
9)600
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9240
9580
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19600
59000
109000
39000
59760
83960
59500
9O00
55000
85OOO
59500
29OOO
19700
9700
2S500
IO9OOO
129000
6100
5200
5100
9220
155000
9240
5000
9200
52 i
,5200
5800
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I960O
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2--000
19000
29000
2-5500
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389000
39000
19500
29OOO
9900
II9OOO
21oOO
165000
309000
I25000
85000
69000
35500
89000
65OOO
:I3200
2900o
35000
19280
15600
1-0211
19280
449000
205000
9280
29000
9640
(eslklll
5800
4-3000
-5320
H5OOO
GgOOO
5210
169000
395OO
5210
3120
3O5OOO
^'^IhftiU
' V -y -
*ario entraao nodia 23.
Da commissoVapor de guerra bra'sileiro licbc-
ribeu, commandaiile o capillo lente Joso Ma-
ria Rodrigues.
.'iaiios talados no mesmo dio.
LisboaBarca porlnsueza (Carlota e Amella, ca-
pilao .Manoel da Costa e Silva, carga assuear e
mol.
1 almoulhBrigucingles "Kanavalla, capillo John
I'. Le Sueur, carga assuear.
Savios entrado* no dia i.
Maranbao21 dias, bri^ue ecuna hrasileiro nLau-
ra, de 163 1|1 toneladas, capitn Manoel da Silva
Santos, equipasen 1i, carga arroz e mais gne-
ros; a Jos Baplisla da .Fonsera Jnior, Passa-
geiros, Joao Antonio C.orrcia, Jos Antonio Cor-
rea.
Araetly19 dias, hiato hrasileiro Aurora, de 37
toneladas, meslre Jos Joaquim da Silvcira, eqni-
pagem caras couros e mais generas ; a Malheus
& Irmaos. Passageiro, Antonio Jos da Hucha.
Bareeltona-44 dias, polaca hespanhela ol.esmesn,
de 152 toneladas, capillo Joao Arlan, cquipagem
11, em lastro ; a N. O. Ilicber ^ Companhia.
Rio de Janeiro11 ilias, barca porliigueza nLigei-
ra, de i2"i toneladas, capitn Raphael Conealves
liranen, equipasen) li, cm lastro; a Vicente Al-
ves de Souza Carvalho.
imc^
O lllni. Sr. contador da lliesoorana provincial
ervindo de inspedor da mesma Ihesaurarla, 'm
cuinpriineiiln da rcsoluriio da junta da hienda,
manda fazer publico, rfue o contraa do lorneeimen-
to dos medicamentos e ulensii para a enfermara
da casa de delenrao desla cidade, foi transferido
para o dia 26 do corrente asea,
E para donatar se mondou aflivar o prsenle e
publicar pelo "Diario.n
Secretaria da lliesouraria provincial de l'eruam-
buco 20 de jubo de Ls.56.
0 seerelario,
A. F-d'Aiinanelacao.
O lllm. Sr. contador da lliesouraria provincia
servindo de inspector da mesma tbe-ouraria, em
cninprimcnlo da rcsolueao da junta da fazenda man-
da fazer publico que a obra do 27" lauro da estrada
da Victoria, vai novamenie a prara o dia de
jullio prximo viudouro.pclo prero de I8:!H>25.X rs.
E para constar se mandn aflixar o presentee pu-
blicar pelo Diaiio.
1 Secretaria da theaooraria provincial de Perimm-
buco 20 de joiihe de 18,56.OsecralHrio,
A. F. dHoaunciacio.
O lllm. Sr. contador da thesouraria provinri.il
servindo de inspector da mesma Ihesoiiraia, cm
cumprimeiilo da resoloflo da junta da fazenda, man-
da fazer publico que no dia 3 de jullio prximo viu-
doiiro, vai novamenie a prara para ser arrematado
a quem per menos, lizer a obra Ha I5 lauro da es-
trada do sol, avallada em 12:3205.
E para constar se roindou amxar o presente o
publicar pelo Diario.11
Secretaria da lliesouraria provincial de Pcruani-
buco 20 de junho de 1856.O secretario,
A. I**. O lllm. Sr. contador da lliesouraria" provin-
cial servio lo de iuspoclor da mesma Ihesooraria,
em virlude da rcsolueao da jimia da fazenda, man-
da fazer publico que un da 3 de julho prximo vin-
douso, vai novamenie a prava para Mr arrematado
a quem por menoi li/.er a obra do calraineiilo da
primeira p.rle do primeiro lauro da estrada de Pao
d'Alho, avallada em 27:9109.
E para constar so maudou anisara prsenle e pu-
blicar pelo o Diario.n
Secretaria da lliesouraria provincial de Pcrnam-
bucu 20 de junho de 1856.1) secretario,
A. F. d'Annuiiciarao.
O lllm. Sr. contador da thesouraria provincial
servindo de inspector da mesma thoouraria, em
virtudc da resoluflo da junta da lazeiidf manda fa-
tar publico, que as obras do lauro da estrada entre
a cidade de Golann e a ponte de Bujary, vao no-
vamenie a prara pelo prero .le 12:210?. "
E para constar se maudou aullar o prcienle e pu-
blicar pelo n Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de l'ernam-
buco 20 de junho de IS.'iti.O secretario,
A. F. ,f Aniin 11, u,..1,,.
Ol liscacs das qualro freguezia desla cidade do Re-
cife, ele, ele.
Fazem constar a quem pcrlencer, lias qualro fre-
guezias desla cidade, nao o a dispesiflo do artigo
ahaixo Ir.uiscriplo, romo que o prazo de seis rnti.es
marcados pela cmara municipal, em sessao de 23
de Janeiro d 1 correle, para a execurao do mesmo
artigo, espira no da 21 de jull o proxinio foinro. e
todo aquello a quem por ventura locar o disposto no
artigo nao liver ala aquella dala enmarido, lira, por
cnnscqucncia.sujcilo a mulla de 309000 rs. estabelc-
cida.
Posturas addirioiiacs de 20 de novembro de 1855.
o Arl. 2. Os proprictarios de Ierras devolulas
dentro da cidade, 00 mal prximo della, sern obn-
gados a le-ias muradas, c nes eu* subnr-bios sao
ohrigados, pelo menos, a cerca-las : os infractores
deste artigo sollrerao a mulla de 305OOO ici^.
E para que nlo apparern da parte de alguem ig-
norancia sobre a di-pnsirao do artigo que lica trans-
cripto, maulamos lavrar o prsenle que sera publi-
cado pelo Diarh, e no qual nos assignaino.
Cidade do Recife, 19 de junho de 1856. Os l'n-
eaes, Manoel Joaquim da Silva Ribeiio. Iguaria
Jos Pinto.Joao Jos de Muraos..Manoel Ignacio
de Oliveira Lobo.
um, 2 ; ac fundido oitavado de 1 po'epada, libras
8; dilo dilo quadradu de 5(4 de polegada, li-
bras 8.
Oflicinas de 4." clas Cobro vellio, arrobas 12.
Oflicinas de 6.a elasse.
Itrim da Russia para mochilas, varas 1,750.
l.lucm quizer vender esles objectus, aprsente as
suas proposlas cm carta fechada, 11a secretaria do
conseibo, as 10 horas do dia 2? do Corrente mez de
III litio.
Secretaria do eonselbo administrativo, para for-
neciincnlo do arsenal de gueira, 21 dejuuhu de
1856.
Anlonio Gomes Leal,
tonenlo-eoronel presidente interino,
Bernardo Pcrcira do Carino Jnior,
Vogal e secretario.
OOOQp-.- ):30@Q;^s-5
Q
) presidente da assemblca geral dn
iiaiic de Pernambuco, por convite da
direccao, convoca os Sr. accionistas, pa-
ra una reuniao no dia Til) do corrente,
na casa do mesmo Banco, pelas 11 horas
do dia. Recife -20 de junho de IS.)<._
Buriio -do Cstnaragibe, presidente.Jos
Bernardo Galvao Alcanforado, seerelario.
A administrarlo geral dos cslalierecimento de
caridade manila fazer pnblico, que nos dias 19,21 c
26 do corrente, pelas i horas da larde, na sala das
suassessoes, irlo s prara. a quem mais dr, as ren-
das daa casas abaixo declaradas, pelo lempo de um
auno, a eonlar do I.- de jullic do crrenle anuo a 30
de junho de prximo fuluri.
Itairro do Kerifc.
Rua da Cruz n. 15, Cnrdoniz !), Senzala Nova 25,
26 e 30, Lapa 5. Pilar 93, 95 e 07.
Bairroda Sjnlo Antonio.
lina do Cellegio n. 18, Direila 3, 5, 7 e 123, Ira-
vo-sa do Careereiro II, 13e17. rua da Reda 39,
Santa Cecilia 16, e Padre Floriano 13.
Os prelendenles compsrerain nos dias c huras de-
signados, acompanhadosdeseos fiadores, ou munidos
das compelenlea Bancas. Adverle-se, porom, aos in-
qoilinos que nao esti.rrem em dia, qne nSn serSo
recebidos 01 seus lauras, sem que eslejam quites.
Administrarao geral dos cslabelecimcnlos de cari-
dade II dejando de 1856.O escrivio,
Antonio Jos Gomes do Correio.
O lllm. Sr. regedor do Gymnasio manda con-
vidar aos alumnos internos, nteto-peneianislas e cx-
leinos, para euirarem rom o quarlel qae (em de
correr do !. de julho proiiuio aiiiIouto*
Secretaria do Gymnasio Provincial 20 de iiaihode
1856.0 seerelario, A. A. Cabial.
Directora g-cxral da nstrn-
<;ao publica.
Pela respectiva leerelaria se faz publico, para co-
nhecimeiitn daqui-llcs a quem c.nivier c interessar,
que pelo censelh director em sossllii de 26d mea
antecedente, com approvaeio do Exm. Sr. conse
llieiro presidente deseisineze.. que principia a correr da dala desle,
aos Srs. profesares e prnfessoras, directores e direc-
toras de coilegias parhciilarcs de ensino, para se ha-
bilitaren), e regularan os seus eslabeleeimentoa, na
forma dos arls. 83, 81, usqne 93 da le regulamenlar
da inslrucro publica de l de mato do auna prxi-
mo passado. E para constar se mandn Bblirar
este: pela impiensa. Secretaria da directora geral
18 de junho de 1856.O seerelario,
Francisco Pe eir Freir.
Deyendo em cumplimento da or-
dem do ti ilinnal do thesouro nacional, de
de Janeiro do corrente anuo, sahir da
circulacao as olas de 30.s', de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella exis-
ten!, sendo substituidas por olas dos
niesmos on de menores valores, da caixa
iilial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia o lllm. Sr. inspector (
thesouraria de fazenda desla provincia,
manda convidar os possuijores drs ditas
notas de 500000, para as aprcsentarein
na mesma thesouraria, alim de seren
trocadas dentro do prazo de oilo mezes, a
contardo I de jnllio prximo vindouro a'
Itvereiro do segrate armo de 1S7 ;
'.."
w
u
'consellio admioistrative precisa con-
Iralar o forueciiiuuto dos generes seguin-
le para o rancho da companhia dos ajircn-
dizes menores c Africanos livres em servi-
co do arsenal de guerra, diiraule os mezes
de julho e acoslo prximos viudouros,
Assuear tmenos retinado.
Cafe iiimi I,..
Cha byion.'
Pao de i eneas.
Manleiga ingle/a.
Arroz pilado.
Bacalfap*.
'Carne sicca.
Dita verde.
Farioha de mandioca.
Fcijio.
T.turinho de Santos.
Bolachas.
Azeile doce.
Vinagre.
Leulia.
i.iuem quizer contratar estes objeclos
aprsente as suas proposlas ero carta lecha-
da, acoiiipauhadiis das amustias, na secreta-
ria do eonselbo, as 10 horas do da 27 do
corrente mez.
Secretaria do eonselbo administrativo
para fomecimenlo do arsenal de guerra, 21
de janho de I8.",(.plutonio Gome Leal,
lente-coronel presidente interino.ler-
nardo l'ereira do Carato Jnior, vogal e
secretario.
'-.'^.:--:'\.-'. -S\ ...'. ..'..'-....
w.ewtt y .t. ..... ... .. &%&*&
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CORREiO (;e\l.
A administracao engaja liomens cr.mi-
uheirosa I.S'OOOrs. diarios.
Ui'$*.- |>ga
ai
de Janeii
A escuna JOS' capilao Manoel
Jos Presteiloj sahira no da (i do
corrente, se oso imprevisto nao impe-
dir, pode recelier escravos a (rete: con-
tiatario Antonio de Almeida (lomes, na
a do Trapiche n. 16, segundo andar.
para o rio de janf.iro.
Segoc com Jirevidade o bngue nacional Elvira,
ja lem parle do seu carregamento promplo, para o
resto, pasasgeiros, e escravos, para o que tem excel-
lentes eommodos ; lrla-se com o consignatario, Jos
Joaquim Dias Fernandas.
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' Francisco Sevcriann llahello A Filho farilo lei-
lilo, por inlervencao do aeente Oliveira, cm Inles a
vonla,le dos prelen hule-, de porc.no de vinho linio
de Lisboa, de superior qualidade, e recenlemenle
clavlo, em pipas, rucias ditsso barril de 5. : quar-
la-fcira, 25 do crreme, as | horas da manila, no
srmazem do Sr. Antonio Annes, ilefriiutc da arcada
da alfaudega.
O agente Oliveira far leilao de porcilu de rao-
bilia c obras da prala, conajsliiido em suf,* cadeias,
cnsules com podra, dilos de madeira, bancas de jo-
go. I piano, banquiahas para senhora, ditas com es-
pelho, parador, comino :.is, lavatorios, marquezas,
eadeiras italianas, lanlernas, lustro novo de.bronce,
eandieiros de globo, candelabro, H opuma cama de
ferro, dila para menino, machinas para fazer caf,
loura, garrafas ecopos para viuho, Irem de cozioha,
I rica baria c jarro de prala. I faqueiro riilo, e ou-
lros mallos objeclos ; 2 moloques peras, relogios e
correules do ouro, etc. ; e na mesma occasiao se
vender, a lequeriinento do lllm. Sr. cnsul de S.
M. F. com aulorisarAo do lllm. Sr. Dr. juiz dos au-
sentes, os seguilitcs objeclos prrlenceuti-s a niassa do
finado Fr. I.uiz da I inmaculada Conceicilu Lima, 1
piesepe, I gamav, quadros, o as seguiites prala:
colheres, garfus, facas, espivilador com bandejinha,
1 caixa liara tabaco, 2crucilixos e 2 salvas pequeas:
quinla-feira 26 do crrenle, as 10 lloras da manbaa,
no escriplorio do rererido agento, rua do Cadea do
Recife.
O ajenie Vicha da Silva
faz leilao segonda-felra 2:1 do crrente, na porta da
alfandega, por ronla c risco de quem perlcncer.de
2 caitOes de 30 resmas de pape! perlina, vindo no
briguc sueco Clciipilra, chegadu a esle porto de
Iriestc, as 11 horas da iiisnhAa.
0 agente Vieira da Silva,
faz Iciliio seguoda-feira, 2:1 do correle, ao meio dia
em poni, na arniazem do Sr. Cazuza, de 10(1 saceos
de rarinha muilo fina, boa para mesa, por conla e
risco de quem perlenrer.
O agente flor ja lar leilAo em seu armazem na
rua du t.ollegio 11. 15, de um grande e varisdo sor-
timcnlo de obras de marranera novas c usadas, urna
grande quanlidade de objeclos de ouro modernissi-
i mos, diversos relogios para algilicira, um dito milito
rica de parede. lindos vasos de porcelana e cnfeites
para cima de inesn, lanlernas, candelabros, apparc*
II10 da loura e viilros de diversas qu-lidades, uina
caia com um bello sortimenle de ealengaa, nina
porrilo de chiclos para carro, qualro raixas com
conservas de carne e de frnetas, um oplimo cabrtolel
novo, dous carros de 4 rodas excellrntes, e cutros
muitos objectus etc., que se acharan exposlos n re-
ferido armazem, os quaes se enlregarflo pelo maior
prero nflcrecido : sexla-feira 27 do crrenle, as 11
lloras da manhAa.
O agente Vieira da Silva, fara' lei-
lao boje, 25 do corrente, as II horas da
manbaa, na porta da alfandega, por cori-
ta e risco de quem pertenece, de duas
caixas com50 resmas de papel perlina,
vindo no hrigue sueco CLEOPATBA,' che-
gado a este porto de Trieste.
O agente Vieira da Silva, faz I lao
lioje, 25 do corrente, ao meio dia\em
ponto, no armazem do Sr. Cazuza, de
100 saceos comfarinha, milito fina, boa
para mesa, por conta e risco de <|ueoi
pcrlencer.
de leiioes, na rita
da Madre de Doi n
52, d iej-1 da -iva.
Sexla-feira, 27 do corrente, as 1 horas da ma-
nbaa, scrio arrematados muilos objectus, mobilias,
pianos, e muilas c diversas obras de ouro, relogios e
correles, e ludo mais que esliver patenle, e ser
vendido a comento dos Tregeles.
' ti agente Oliveira fjrs leilai, por conla c risco
de quem perlencrr, de urna porcao de superiores
queijos londrioos, xaror.e de vinagre para refrescos
latas cun doro, c oulros arligos miudo<, ludo chega-
do prximamente He Inglaterra: quarla-fcira, 25 do
corrente, logo em seguida ao leilao de vinho no ms-
alo dia, no armazem do Sr. Annes Jacome, detrun-
te da arcada da alfandega.
Agencia
c?. *
3"
A
t/)

I'ara o t'.eara com escala pelo Kio liiarde do
Norte sabe om poneos dias, por ter o sen rarrega-
'" suvsaisiro uo sej'unue auno de leiol ; menlo quasi completo, o ptlbabole nacional Ange-
declarando ao mesmo temno nue lin- lir'""m'M"' P'alieo Joi Joaquim Atoes da Silva,
Hr> otro i,i-, ,ir.. l 1- para o rcslanle da carga passageiros lr.1l.1-sc com
ao esse [n,i/.o, sollrerao o discouio .......
delO por cento losen valor cm cada
miv. de demora na apresentacao, na for-
ma da lei de 0 de outubro de 1835. ate
icarem sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de fazenda de Pernambuco, o
i de junho de 1856. o ollicial-maior '"ar, dirijs-ae ao escripierio de
Emilio Xavier Solvira de Mello. "" rM ,la Cadeli ''" Rec,f'' ia

m
o
-. s v-j a '- -,r\ r\ r\ f <*> :'k
-^r -^ -^ -..).... ......... ...... ..:
ARSENAL 1>E (UlRKA. /.
De ordem do lllm. Sr. leneate-cotooel di- .-'-
redor se faz publicu, que as oflicinas de ':;
I iiim-na e segunda rlassc do mesmo ai- 1.,*
seal icem preeisao de qnslro ofllciaes de
carapinteiio de ulna branca, oa marciiiei- ';'_
r ros: aquelles. quem convii-r r,inparerain "
'.i no referido arsenal para seren admilli- ^j
W dS l,revii||,1o-se de que sii se admitle c" j
^.v sendo hvres. Arsenal de guerra de Per- 3?
JP iiainbuco 20 de junho de 1856.Oescrip- ^.:
:: wrlo nlerino, .1. r. de Souza Maga- -"'
;. iAiies Jnior. ?K
-.>
^^.-. -. .
'.;>' i -^ .^>* v..; v t
KOMI IIATAI.IIAO UE IMAMAUIA.
O eonselbo economice do mesmo balalhlo conlrata
para as pracas arranchadas durante o trimestre a de-
coirer do !. de jullin ao ultimo de selembro do ror-
reule anuo, os gneros scguinl.s: cale em raimo,
Bseucar branco,biaoteiga Iraucexa, pas, carne ver-
de, dita secca, bacalhao, fejao prelo. fatinha da Ier-
ra, louciuho de Lisboa, arrox de Maranblo, azeile
doce, vinagre de Lisboa, sal, leiiba. \iuho tinto ,le-
veiido ser ludo de boa qualidade ; para cujo lim o
rcrerido eonselbo convida aos senhores negocianles
que quizrrcm fornecer os nieiicionados gneros pa-
ra coiuparecerem na respectiva secretoria no din 36
do mez andante, com suas proposlas em caria fe-
chada, as II huras da manbaa ; adverle-se que lulo
se adinilein pessoasque nao sejam eslabelccida no
eomiaercio. Ouarlel na Soledade 22 de junho de
I836VItaymundo Nonato da Silva, alteres ageiilo.
O balalhflo de infanlaria n, lo de Olinha,
leudo no controlar tornecimento de primeira qua-
lidade para o rancho das praras do balalhae, a nui-
lar do !. de julho a 30 de selembro fnluro, convida
os licuantes a diriairem suas proposlas i secretor ia
do balalhau ale o dia 211 do crranle, pota que as 10
horas .lo dia 30 lem ellas de seren aberlas pelo con-
seibo : os gneros sao, paet de ti e 1 onras, tssocar,
cale, carne verde, dila secca. bacallia, loucinlio,
azeile doce, vinagre, feijao, airo), farinba de man-
dioca, sal e Icnha. Quarlel na ri.lade do Recife ,.,
l'ernambuco 23 de junho de 185G.Guilheime dos
sanios Sazos t.adel, alfoces secretario.
COiSELUO AllMINISTKATIVO.
O eonselbo administtative lem de comprar o guintc:
l'ara o arsenal de guerra.
Papel almaco areve, resmas, 10 ; riitodllodeli
1.....superior, resma, 30 : pennas de gane,, superio-
res, .loo; Lipis linas, duxias b ; obreaa, majos
Oflicinas da |.n o 2." elasse.
Taimas i!e ssioalho, de louro, duxias 20 ; limas
muras luaiigulas .le seis polegadas, duzias 4 : dila
dilas de ditas, ditas i : ditas ditas de i dilas, di-
tas 2 ; serrles de Ra, dalia t.
Oflicinas de 3.a rlasse.
I.ences de ferro com 22 libras de peso cada um
i j dilos de dilo com W a 50 libras de peso cada
-- |mwis> u a.caa-fav t-iJIl!
u ronsienatorio I.uiz Jts de Si Araujo, rua do
Brum n. 22 ou com o mesmo meslre.
llio de Janeiro.
O palaclio iTherexa la, ie que ho capilao Jos Ig-
naci.i Pimenla, vai seguir viaaem para o Kio de Ja-
neiro com brevidade, por ler grande parle do seu
larrogainentoeiigaj.nlj : qiem no mesmo quizpr Car-
Bailar ,.V Oliveira,
'ara o CeJri sabe com toda a brevidade o pa-
Ibsbole nacional Angcfica lem parle da carga
prompla, para o rosio ou passaseinH Irala-se rom o
eonsianalario 1.1.12 Jos le Sa Araujo, na rua do
llroin 11. 22, ou rom o cap lio Jos Joaquim AI Ves
da Siiva, (arpo da assembPa numero S, segundo
andar.
PARA 0 RIO DE JANEIRO.
linio nacional a Tigre o icgiio em poucos dias por
ler parto do seu rnvSamaito, para o reslo da car-
ga irala-se na rua da Cades n. 39, segundo andar.
rain V. A. de Souza Carvalho.
Pfmi :; Baha
seguc com muila brevidaie o volciro palaebo hrasi-
leiro aEsperaacaa por lora promplo metade do seu
csrrrgamenlo; para o reto a passageiro*, para os
quars lem evcellenles cuniiiodos. Irala-se com 0
sen consignatario AnlonioLuixde Oliveira A/cvedo
rua da Cruz n. I.
ObrigiioiiacionalLMarial.il/iaii, para a sna
viacemso Rio de Janeiro precisada marinhciros
brasileiros, a quem so pajara' ruin vanlagem : a
Iratarcom o capilao oa 0111 Antonia ds Almeida
domes na rua do Trapichen. Iti, segundo andar.
I'ara Lisboa impreleivclmenle no dia I de ju-
lho o hrigue poiluguez Vejante : quem no mesmo
quizer ir de passagein, pra o que eflorece as me-
lhores arcomo.lare? e Iraamcuin, dirija-se aos con-
stgn lirios, T. li'Aqniuii l'onscca A; Kilho 011 ao
Capillo o Sr. Manuel do- b.inlos, na praea.
8d0r$e
O agenle Boi a'ara' leilao, rruarla-
leira S> do corrente, a's 11 horas da
trialia, cm seu arma'.eui, rua doColle-
{;io i:. 15, de 7 escrava mocos de bonitas
(gneas, sem achaque de qual d.ide al-
guma, un comollioio,omo betn, mes-
lre de assuear, purrador, destilador,
banqueiro, enrreiro, viqueiro, e oulros
propr ios para todooervicoe duas pti-
mas esclavas coziuheias, etc., as quaes
serto enttegues sem ncusa de qualquer
prcromaioi que oilcncam, visto seren
vendidas para liquidado de contas nesta
prac.i.
Roslron llouker & Compuhia lai.ii leilao, por
inleivciirai. do agente Oliver, e por Aail.i o risco
de quem pcilemcr. de cerca d lio barricas de fa-
milia dr trigo, recenlemenle bporlada* e avariadas
a bordo dos invios americano! Nancj c o Em-
blem n as ullinus viagens dcNeva Oileans e l'hi-
ladelpbia para osle parlo : soenda-feira, 2:1 do cr-
reme, a s 1() horas da manbaa,no seu armazem, no
becco do uoucalves. ,
&XH&0& Bis? .: 10,
Aiuga-se o terceiro andar do sobra-
do n. 29 da rua doAmorim, muilo fres-
co e por prero milito commodo: tra-
la-se na rua Helia n. .
AVISOS DE ESCOLA,
p professor da escola central pelo melhodo Casli-
Iho, considerando quanlo he ulil afa-lar, o mais
possivel, os seus meninos do transito pelas roas, sus
ou em companhia de portadores pouco xelosos, lem
determinado que do dia primeiro de julho prximo
fnluro, a sua escola da na .Nova se abra as8 lloras
da inanha, feche as 3 da urde iTisIribondo o ser-
vico da meneira seguinle : das s as 9, escupas; das
li as lo contabilidade ; das III as 12 leilora conti-
nua de prosa e verso : das 12 a 1. inda do carias e
recibos : d.is 2 as :l gramsoaliea, e leitara continua
pira ns principiantes. Desla forma preencher as
mesillas 7 horas do estado com mais commodidade
dos seus alumnos.Francisco de Pretal Gamboa,
professor particular aiiloiisado pelo goveruo.
So da soto do correle fugio do litio Jlaruim
na praia de Maria-farioha, a escrava Delfn*, cujos
sgnaos sao os sepililes : allura regular, magra.ollios
fundos, manflas do rosto alias, cor preta, de Ango-
la, dedos das miios encaraiiguedos, os 2 dedos de
ambos os pes unto aos miiiiiiortrepados por cima
dos oulros, lovou saia prela e camisa de slgodamti-
libo : quem a pcgai leve-a a Paolisls, que sera re-
compensado.
Felirldade Maria Pareira relira-so para o
Porto e um llii, menor, a Iratar do sua saude.
C. J. Asile) vai aos porlos do Sul, e fie un co-
mo procuradores em sua ausencia em primeiro lu-
gar J. F. ti. Kl i,n om segn to R. Kmckueberg.
Jos Alvos da Silva llego vendo a sua taberna,
litara rua estrella do Rosario, n. 10, ao Sr. Jos
la Silva Sanios, livre e desembalronla do qualquer
onus, dos quaes lica o vendedor abrigado pelo que a
mesma Liberna dever al esta dala. Recife, 21 de
junho de ls:>ti.
No da 27 do correle, as 11 horas, na sala das
audiencias, e linda a do lllm. Sr. Dr. joa de or-
phaus, se ha de arrematar por venda o sobrado de
dous andares silo i.a esquina da rua doCodoNIIX u.
10 avahada por ::IKH1?, a qual vai a prara*i reqoo-
rmenlo do* brdenos da finada i). Clara Alaria do
Nascj menlo.
A quem canvier dar sois a uilo coulns do res a
premio de um por rento ao mez, com sofctonle ga-
raniia em bens do raz, recbenlo o premio mensal-
menle, e o capital amorlisado conlorm? se ciinvcn-
ciouar, dcixo cari i indicando sua inrala, na caixa
do correio, com a subscripta a V. S. I.
LOTERA Di PRYiNCk
Aos 5:000.s e 2:000.s0C0.
Sabbado, 28 do corrente, andam as
rodas da primeira parte da primeira lo-
tera do Senbor Bom Jess da Via-Sacra,
ainda restam rlguns bilhetes, meios e
ciuartos, rubricados pelo abni\o assigna-
do, aos priscos abai\o declarados, as io-
jas da naca da Independencia ns. 13,
I."i c VO, Iravcssa do Queimado n. ".!) A,
rua cilreila do Rosario n. 30, rua do l.i-
vratnciilo n. .">'(, largo do Torco n. I! e
aterro da Boa-Vista ns. ."Se S, sendo
(|tic. osi|iie oblivercm sol tes grandes, o
possuidor recebera' uo s osen premio
na lorina da lei, mas tamhcm os oilo por
cento.
Bilhete inteiro ,"i.sS()(! recebe 5:000s000
Meio bilhete SsOOO 2:300ij000
Quarto LsoOO l:25000
O cnutelista,
A.Jr i de So tiza Jnior.
(]ompanhi.* da
estrada de ferro
TRANSFERENCIAS.
Os souhores accionistas que quizerem transferir
suas arenes, deverao dirisir-se ao escripturioda com-
panhia, para o fim do obterem o exemplar da forma
adoptada para as transferencias, e paKarem ns emo-
lumentos respectivos na importancia de 131-20. E no
mesmo escriplnrio, rui do Crespo n. '2, em todos os
dias litis das 10 horas da manbaa as -J da larde, po-
der.io ohter doSr. major Vereker, Ihesoureiro da
companhia, todos os esclarecimentos de que necessi-
tarem relativamente aos negocios da sobredila com-
panhia. Recife 20 de jaohu de 1856; Por ordem
do Sr. major Ihesoureiro,
Joaquim Mariiiliu Cavalcanli de Albuquerque.
Companhia da
estrada de ferroi
Lotera
do 8enlsor Boiu Jess da
V iu-Sacra, Aos 5:000$ e 2 000,000
Corre indubitavelmente sabbado 28 de
junho de 1850.
Salusiano de Arruino Ferreir
avisa que vendeu os seguintes premios da
primeira parte da primeira lotera de
Nossa Senhora do Livramento, exti-dhida
a 21 do corrente.
meios bilhetes n. 18455:000,sOO(
21982:0005000
bilhete inteiro
piarlos
ditos
ditos
3408
5019
211
1910
500^000
lOO.sOOO
50000
50S000
Pelo prsenle se communica aos senhores accio-! lem exposto a venda seus mu i tu felizes
las da Compauhia da Estrada de Ferro, que por bilhetes mpinn aa.X, J !...,. A
-casia,, de receberem suas arcos deverso apresen- D".l,elei,> e,os[e <|UartOS da 1 parte da
lar-se pur si ou por seus bstanles procuradores, ,llmclra 'Olera do Sr. Bom JeSUS da Via-
para o lim de se assinnarem no compleme liro da Sacra, na rua'da Cadeia do Kecife n.
inscnpcao, de accordo com os pedidos upe fiz-ram H". !: j j i r,
da.c,;eS. Recife _>0 de junho do IK"*!-Por or- w, lojade miudfflai de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. 57 c 59, loj de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
mesma praca loja de bilhetes n. 4, da
viuva Bastos, e as demais ja' condecidas
do respeitavel publico. *
alia, |...i. que | Bilhetes 800 recebe por inteiro 5:000.j
lffJS2"" -1*000 ^5001
deni da direcluna, S. P. Vereker, Ihesoureiro.
POLICA.
Roga-se ao Sr. inspector da roa da Palma, de por
cobro em om adjunto de pretos da Costa de ambos i
os sesos e cnplivu", qae lodos os dominzos e das
sanios se reunem na casa u...., desde a manbaa al
a noitc, cm continuado alarido no zosloso n.aracali,
acabai.do sempre por desordem, resaltado da embria-
auez ; tolo Ine pedo um pai de famili
alm do servico qu- S. S. presla a mu
acabando com lal ajnntainento, d eraiic
aos moradores desee eoiilorno, qae mais parece un (ajjiartos l.SOO 1 :250x
"balde do Qenh. ao qae o centro da cidade. Os dous premios Rrandes da referida
Alosa-se um evrellenie sobrado e tojas, com i i ... (,.>mi..o ,,* '"""
lodasa-commolid ules para urande familia cevcel-: l0teria uaVia-Sacra, nao esto SUJCltOS
lenl
ca
l
^nte |uin!al, com Ierras aterradas para planlreHo de i aOS 8 por cento do imp. isln geral tra-
apim e oulras plantas, e alm de ludo isfco J qoar- 7Pnrln <-llr> > ,-l;e J.Ja J- D :
s em separad.....ra reliar e escravos, bifflho si-.- ^,mo eSd ^ncade S. d A. lencira.
o c dore, o finalmente todas as proporr0et .ara i "ernambiit'o 2.i de junho de 1850.Sa-
uma oa. silo no asar du Arrombado n. i : q lem lustiano de Aiiuino FeTeira
prelenler, inlen la-s com sen nroprielario, Da rua I ,
de Apollo, armazem n. :|0. ~ F,l i""-" Je orphaos, escrivo I
Ap
Precisa-so de ama boa lavadeira de.barell'.
dando cnuhecimenlo de sua capacidade : na rua Di-
reita n. !ll).
_ O juiz de paz lo primeiro dislriclo da fregu-j-
ziado Sansrimo Sacramento de Sanio Antonio lis-
ta cidade. torna a fazei scicnle a |ucm inlercssar.
que as audiencias do mesmo juizo cunlinoam a ser
as tercas e sexlas-feiras, as : horas da larde, e na cisca Xavier d Tdoraes.
sala das audiencias dos senhores juizesda eivel, or-l .s
phios e cnminorsio, sendo a primeira no dia 27 do
crrente mez.
llesappareceu do quintal do aterro da Boa'-Vis-
la n. .'17, urna vaeea com urna cria femoa, sendo a
vaeca amarellaescura, e a cria marella lavrada de
branco, coslumava ir pastar nos Coelhos : quem a
pegar, dirija-so ao pri neiro andar, ou a cucheira da
mesma casa, que sera recompensado.
Ainda se precisa de um amassador e fornciro,
que emenda bem dos punios de maesas para urna pe-
quea nadarla nos arrabalde* desla praca : qoem
quizer falle na laberua da rua larga do Rosario
n. 4ti.
Precisa-sc '.< um criado, que soja fiel, para
cortos serviros que se dir a qoem pretender : na
rua Aususla n. 3.
Precise-so de urna mulhcr para o servico de'
cozinlia : quem pretender dirija-se a rua Aosusta
u. .1.
Precisa se de urna ama de lcile : quem esliver
no caso de criar, piide dirieir-se a roa da Trcmpe n.
'i, casado Sr. Antonio Pires Ferreira, aonde morn
o Sr. I.uiz Jos da Cosa Amoriin
Na rua do Rosa rio estreita n. 15, sobra-
do,ha para vender 1 mulatinho de (i anuos,
peca rica, bella figura, muito esperto e
sem vicio de qualidade alguma, serve pa-
ra tudo que se>lhe queira ensillar.
Brilo, no dia -J7
vai a praca orna casa terrea sita nu becco do Caree-
reiro ii. l, requerjmcnto de Je-qoim Jos de
Sanl Anua, fcslamenleiro do finado Citano l'ereira
> lam i.
lAllsTTnRpiKS
No pateo .to Karalzo u. 10
Aclta-se prvido de canos fnebres de
(|ual<|uer ordem, o estabeleciincnlo do
pateo do Parai/.o, com ricos adornos, in-
cumbe-se o proprietaro de ipialquer en-
terro, i'ornccendo lodo o neeessario, sem
incouiinododos interessados, por precos
eommodos.
LIEl D FHOracIA.
O lilm. Sr. tbesoureiro manda fazer
publico, que tem dcsignaao odia 28 do
oorrente mez para o impreterivel anda-
mento das rodas da primeira parle da
primeira lotera la irtoandadedoSenhor
Bom Jess da Via-Sacra da ijjrcja da
Santa Cruz. Thesouraria das loteras 21
de junho de 1856.O escrivao. Antonio
Jos Uuarte.
ALUGA-SE um grande sitio com ex-
cellcnte casa de sobrado, casa para feitor,
senzala, cocheira estribara para (i ou8
cavaUos, quinta! murado com cacimba,
curraes c armaxens, Inicias de todas as
pialidades. grande bai\a de capime op-
hroa agua de-beber: na estrada de Joao
eBarros, esquina da encruzilbada de Be-
era: tratar na na do-' l*ires junto a
obra da esquina da Cn:icci;ao.
Manoel Jos do Souza Caraeiro rclira-se para
roa do imperio a Iratar de sua saude.
O abaixo assignado lim Juste o conlralado com
o hr. Joaqnim Isnaciada Cosa, a compra da casa
terrea na rua Velha da Roa-Vista n. 67, e pede a
quem se lulgar com direito a olla, d.risir -c ao abai-
xo assienado, na sua ioja na rua Ja Cadeia do Reci-
fe n. i, ale o lim do mez.
.Manuel Ferrcira de Sa'.
i
: i^.^ai/"-"*-'; ->.:"'.<- f .->;.- <-.
a. ..s^..,. .- ..-...,-..-'..,..., ,.'.
"-.y No cusenliii San-Joan de llniiiar.ua, disi-
i% (ante desla praca selle leseas, precisa se
.-,-, ile um bom felor : quem para isso esliver
'.?. habilitado, dirja-ce a roa da Aurora n.
'.''i ''- Pfimoiro andar, sobrad,, que faz quina
_.-v com o alerro da Boa-Vista.
... .
Na iioile de domingo 1- do correule, as II ho-
ras, evadie-ee da casa n. :., ua roa do Padre llana-
no, un mualo do nome Sevcraie, !S anuos, cabello
cacheado, boa liar claro da ir, denlos limados,
mettidoa valeotao, norcni falla muilo humilde, cos-
luina dizer que lie torro, he uiliird de Malhadiuha,'
comarca do l.inueiro, onde lem prenles e pai i on-
de se suppfic ler fogido ; levou uina re,le, urna pi-
lla de cavaaria earregads o varias pecas de roupa,
ludo dentro em um ,ac,-o : quem o npprelli nitor lo-
vo-n as Cinco Ponas n lili, casa de Fraurneo lava-
res Correia, que so cralilirar rom generosidn le.
Precisase alusar nina ama de leile : ni praca
da Independencia n. 36 e 38.
Precisa-se de 009000 a premio por lempo de
un anuo, com hvpolheca em ama bonila escrava o
dous luicin iniilatiiihos filhos da mesiii i : qaem Ihe
canvier cle negocio snnancto a sua morada
sor procurado com a maior brevidade possivel.
Precisa-sc lo i ofllciaes de rbaroleiro, que r.i-
cam 500 cliarulos por dia : na rua da Sensato Velha
n. J_!. primeiro andar.
-r- Na rua Nova n. 118, toja de funileiro, se dir
qoen precisa de um bum caiieiro, que lenha pralica
de esiiula.
I)s abaixo aasisnados, com loja de onrives na roa
do Cabuga n. 11, confronle ao paleo da matriz o ra i
Nova, lazem publico, que eslao recebando conlir .
lamente as mais moale nas obras d nuro, lauto | :.
senhAras como para homens o meninas; os precos
conliiiunm razoaveis, passam-ae conlai rom r*s-
ponsabilidade, eapeeificundo a qualidade do ouro de
11 ou IN quilates, fieando essim sujeitos os mosmos
por qaalqner muida.Seraphim & Ineo.
Miguel Jos da Gesta raga as pessoas que lem
penhore.....i sua mi, que tem o prez,, de 30 dias
para i.s I ra, lindos estas sero vendidos para seu
pagamento, repondo os seas diinos o nue vier a fal-
lar.
O arrematante do imposto de 20 por rento so-
bre o consumo ia agurdente do municipio do Itc-
cife avisa pela ultima vez a lodos os contribuales
que se ariain a dever a dilo irnposlo, lauto da cida-
de como do mallo, venham pagar, no prazo le li
das, a contar da dala de-ie, ao contrario proceder.
electivamente contra iodos qe deinren de pagar.
Kecife-l dejuuho le lisili. *
Isabel Maria da ConceicSo, professora particu-
lar de primeiras leUras, rompelenicmenle hahihiada
par., ensillar, faz saber ao publico, que mudou sua
aula no Korl. do Mallos, onde morava, para a rua oa
(.oiircie.li,. casa prxima a igreja do Rosario, onde
pode sor procurada.
O armazem de carne na Iravessa lo arsenal B.
.'. na.ia deye de impostos, o que se faz publico, para
em ludo o lempo constar. No mesmo vende-so ima
bslaaea com lerno de pcss al 4 arrobas, aferida, e
ltimamente revista.
lina fiessoa rom as habilitarles precisas se of-
rerecepara Halar de cobrancas smigavel ou judicial-
mente, assim como laiiibem se enciirrega de promo-
ver quaesquei oulras acr-ftis, por precus razoaveis:
na rus da Praia n. 66, oude nudo ser procurada das
.i oras da manbaa as '( aa larde.
Descneaminliou-ae urna carta sobscriiHa a
Joaquim pifanto de Moli, no Hinque conten
nina patenle .le Guarda nacional, o foi entregue ao
mi de Joao Evangelista Pencdo C.msianic, que a
deixou lalvex era alguma loj......le compren enco-
.,,Hiendas: roga-ie a qoem .i echar a queira entregar
ia rua do (amado n. -7.
I
Pelo juizo de orphaos, escrivao Brilo, vao a
iraca no lia 27 os bens movis da prela liberta Del-
imita, a requennienlo do lulor do menor Fran-
ranci'ca de Paula Fiaueira de Saboia declara
que o fer. I.uiz Candelillo Diniz|c Silva deiiou de ser
seu eaiieiro desde o dia 19 do correle.
O abaixo assignado tendo pedido
pelo DIARIO de 10 do corrente ao Sr.
Claudio Dubeux, se dignasse declarar
qual a quantia que Ihe licou a dever
quando se despedio de sua casa, a ori-
getn desta divida, suas datas,- etc., enio
tendo receido resposta alguma, de novo
Ihe toga se digne de responder-lhe, do
contraaio o seu silencio sera' assa's sulli-
ciente para que o publico se convenca de-
que s despertado por ter-o abaixo assig-
nado saludo de sua casa para'se estable-
cer no mesmo ramo em- que o Sr. Clau-*
dio negocia, hequecsscSr.oabocai.ha. O
abaixo assignado, todava, recordando-se
de ter estado em sua casa 10 anuos,e de ser
oSr. Claudiooseu primeiroeunicopatrao,
e nao saliendo esquecer favores, nao dese-
ja de maneira alguma olerde-lo, poi-
lantosoU'rera'quanto for possivel esses
tiros, motivados pelo accesso de sua dc-
sesperacfio, salvo se o proceder do Sr.
Claudio a mais o obligar.Jos' Antonio
Moreira Dias.
Negocio de vatas era.
I! lia--,' em qualquer porto de obra nestn cidade
KHI milheiros de lijlos de alvenana grossu por
1: ,ini>'M,t. a quem quizer dar essa quanlia adlaeaaV
da, medanle Ranea idnea, e as cunlas nceessa-
rias : quem quizer lal nesocio annuncie.
Antonio iloberlo, com loja franeeza na roa
Aova n. 13, acaba de receber pelo ultimo navio
francez um completo sorlimenlo de tazendas de cos-
til, como sejam, chapeos de seda para scohorase me-
ninas, dilos do pallui para inouiuns e meninas, dilos
lo massa, ditos do dina para homem, gorros do vel-
ludo bordado, seda blanca para noivas, capailas de
llor de laranja, manas brancas de blondo, nfeiles
para senhores, borzegatos etostieas com sallo para
seohoias, spalos le luslre o de setim, dilos de case-
mira bordada para meninos, paites de lartaroga para
tranca, ditos pai a iiiarrafs, dilos travessilo para me-
ninas, do tartreas, borracha o bfalo, penles de
marlim para desembararar e para bichos, toques da
madreperola, dilos de penna o de oulras qualidade-,
lavas do pellica de Jouvin, llures, hicos de Monde
brancos e pretos, ditos de linho. solios, damascos de
todas as cines, escoras de marlim para deples je
unhas, binculos para lliealro, um completo sorli-
menlo le papis para forro de sala, candelabros e
serpentinas de vidro de 2a 6 luzes, jarros do porce-
lana e de vidro de cores, perfumaras, espelhns, ca-
xas de charao, joso de xadrez, frasqueiras, estojos de
co porcelana branca e dourada para mesa,ditos para cha,
o completo sorlimenlo de eandieiros os mais ricos e
modernos, e oulras muilas Tazendas de posto.
Alaga>ae o terceiro indar da casa da rua'da I
atoada n. 7, o na I tem muilo commodo para grande
familia ,- ao lado do Corpo Sanio n. >.
A os carros fu-
para
ccisa-so de orna ama que saiba cozinhar, e
inzer lodu o mais servico de casa
66, segundo andar.
na rua Direila u.
Alil
Koina c ci
a-sea rua Nava toja n. 1-j.
- Ka i ii.i .Nova, loja e fabri
urna escrava que cozinfaa, lava, cn-
eroaa perfelcao : r a preleader liri-
acaba de receber-se i
peo de Indas as qaalidad
de chapeos n. II,
m completo sorlimenlo de cha-
res,
Sobre a adra::istru$|Lo do
Aera.
Este eslaliclocimenlu esla miinilo de carros para
anjus e adoftos de todas as classes que marca o regu-
lamenlo do cemiterio ; leudo os de primeira elasse
ricainenle armados a salisfazer as, exigencias dos pre-
lou Jentes. Tem lambeta um ricu caixSo lodo ornado
do sabios verdadeiros, o qual aluija pur prero razoa-
vel : para ver e Iratar, no armazem confronle a se-
cretaria de polica, perlencenle ao convento de S.
Francisca.
Attenyao.
Faz-sc lodo o nesocio com duas propriedados que
: -dem animalmente le'il-mi:), sendo um casa ter-
l a com urna mci'agaa no Tundo do quintal, sila na
-i;e/,i de S. Jos, e ooira suhrado de um sudar
na rua de .Malinas Ferrelra, cm (Huida, leudo no
fund, urna outra mePagua, coja frente deila para a
mu da llibeira ou Cadeia ; ambas estas propriedades
se acham presentemente alagadas : quem quizer ne-
gocia-las dirija-se a rua das Criizes n. 20, segundo
ailar, que ah achara melbores otplicacries.
t) Dr. Casanova rosa a lodasas pessoas que
Ihe e.-lao a dever, o obsequio de Ihe mandaren!
pagai alo o lim do correule junho, que multo Ibes
Dean ubrigade.
Alusa-se urna oxcollcnle ama de ieilc, parida
de poucos lias: alisnca-se sua cunducta : nu Aler-
ro da toa. Vista no sobrado n. 7,por cima da loja da
buncra de cera.
Anlonio da Molla Silveira Cavalcanli, capilao
da anlua suarda nacional do municipio de ISaza-
relb, que.-endu roformnr-se no incsinu posto, entre-
gnu o, seus documentas ao seu finado amigo Hcr-
oulano Praocisce llandeira de Mollo.lenenle-corunel
do primeiro batalliAo do mosmo municipio, cora a
morle deste licaraui usiererid^sdocumeiilosdcsenca-
' 111 li,. l >., i 'i iiilu seren achadus om seus papis; ro-
sa prtenlo a qualquer pessoa que por ventura os
tenha cm seu poder, lenha a liondado de u anniin-
ciar por este aDiartoa para seren procurados,ou de
Ihe os mandar entregar no seo ensenho de Paroes
na freguezia do Tracunhoein,oa cm casa de tiouvea
A. l.eile na rua do (,lueiinado u. lT ncsl.i prra. Os
ducumenloi conalaui ir om oflicio ao Kvm. presi-
donto da provincia, mu alleslada do juiz de direito
lo mesmo termo de Naxafetb, um attcslado do,com-
inainlaiilc superior, um dilo iln niCMiio finado le-
neiile-coniiiel, felha corrida, e urna palcnle em pu-
blica forma.
Fusio nu dia l."i do correule o prelo Antonio
de mu'ao Angico ; alto, masro, resto talhadoe ct-
So de um nlho, he ollcial de funileiro e vidraceiro
da fabrica de caldereiro da ros do i'rum n. 28 ; ro-
sa-se a quem o popar que o leve a dila casa que ser
recompensado.
c-
I'rccis.i-se iie um Cobrador de dividas nosla ci-
dade, o sabuibios ; defronlc du Dr. Jos Narciso,
primaicp andar.
HSr. Joio Francisco da Molla, morador em
ca^idoXt^ui,rs?***"cir ^&^~%?'i&Z
r : ra oaher nolir:a Ue dous escravos seus de nome Pe-
irecisu-se ilnsar una prela, escrava, para dro e Isabel, mualos, ou dirija-se a villa de Plane
compiar o cozinhar o diario de urna casa de pouca da provincia da Parahiba. a casi da Joao Lele Fef-
tamilia, cujo alaguel nao exceda 10} rs. meus.e, | teira, onde estao ditos escravos, ceno que no se
nao scalo moja : qaem a liver dirija-se a esla l\-1 responsabilisar o mesmo l.eile por qualquer emer-
nueranlna. I .;,__.________ .,,....._i.. '
MUTIODD"
ILEGIVEL


DIARIO >E rl|l6*B QUART FilSA 28 U JUNHO al 1856
Aluga-se um grande c famoso sitio
no Hospicio comcasa para glande lami-
lia, cacimba com agua de beber, bai\a
de i .1 pim e liucteiias de diversas quali-
ilades: c|uem quoer alugar dirija-se a
na lo Rangel n. ti, que al-i achara'
cora <| ii-iii tratar.
;/: O DC, Oleg
formado em medicina pela Facul- t,{)
..;; ilule da Bahia, avisa ao respeita- A
r'J vel publico desta capital e especi- %
O alente a's pessoas pobres que %
-;]?. quizeren utilisar-sc de seu prest'-
\ mo. (|e acba-sei-esidindo no pn- g
'/i inciro andar da Gasa a. 8, sita na $J"J
na do Collegio, onde pode ser $$
irocurado a (|iialquer hora.

&%Q%OSQQQ%%
Uo
ESTRADA DE FERRO
Ucfeiio S. Francisco.
Os directores da companhia da estrada
de ferro do Kecie ao San-Francisco, tem
leilo a cliamada da segunda prestarto de
ditas libras esterlinas sobre cada acraojta
dita companhia, a quai deve ser paga ate
o dia 7dejulhode 1850 : no Rio de Ja-
neiro, em casa dos Srs. Mana' Me. Gre-
gonVC.,; na ltaliia, em casa dos Srs. S.
Oavenporl (V C, e em l'eriiambuco, no
'escriptorio da companhia. O accionista
<|ue nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo dt-
ivito as acees, sobre as quaes o dito pa-
gamento nao tiver sido eliectuado, e em
todo caso lera' de pagar juros pelo lempo
quedecorrerentreo dia indicado para o
pagamentoe a sua realisaeao. Kecife 14
de inaiode IS.Por ordem dos di reo-
ores.S. 1'. Vereker, thesoureiro.*
da mesma cor e
!>000
Aviso.
Sao convidxHos tortor os seuhores devedores i casa
lallida de Antonio Alaoslo de Csrvalho Mariuho,
que lev toja de fazendas na pracinha do i.iueima.lo
d-sla cidade do itecifr, alim de se dirigircio ao abat-
a assignado, no aterro da Boa-Visla n. !(, para
amigavelmente sal.tarem seus dbitos, islo com a
roaior presteza que lites Cor possivcl, pois promet-
a ter (oda allenr.il, com os que forem nis promp-
los em M pasamentos, em razSo de estar compe-
tenlcmvole habilitado a fazer la liquidarlo.
Joaquim Jos Das Pereira.
Os Srs, devedores da casa fallida do
,Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
dirigii-ein-se a' loja de Manoel Jos' Lei-
lc, na ra do Queimadon. jo, a(ln e
amiga velmente saldarem seus dbitos.
Na ra da Madre de Dos n. ."6 pri-
men o andar precisa-se de boas costura-
ras para fazer colletes, obras de brim.
?%&.;
-.., Deposito de vinho de champag- 0
>.'3 e Cliateau-Ayx, primeira qoa- .-;''.'
ij hdade, de piopriedade do conde A3
Cj de Marcuil.rua da Cruz do Kecife n. C'
O 20: esle vinho,o melhor detodaa ;';j
i'J Champagne, vende-se a 36$ cada i'j
..i cai\a ; acha-se nicamente em ca- 0
i! sa de L. Leconte Feron & C. N. 2
'..': l>-As caixas sao marcadas a fo- 5
y goCjndede Marcuileosrotn- Q
'.,; 'os las garrafas'sao a/.ties. g&
' ::::-. .^y.y ;;:,: ^.y\ ;_;:-.r-."-^
-.> \.y ..sa> *> > ... ... ................ ... -..,
iustrti'c^ao mora, e reli-
i'Si.
Esta compendio He historia sagrada. i|uo fui ap-
|irovado |>ara inslruogo primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvac.o a IjtiOO rs., pasta a ser
vendido a 190O0: na livraria ns. ti e 8, da praca.
'Ij Independencia.
***BB*9 HMSie '. :94j)9jj)4iaa^-
5 J. JANE, DENTISTA. 5
ft> contina a residir na ra Nova n. 19, primal-
*J) rn dudar.
Massa adaman-
tina
Kraucisco i'inlo Ozurio chumba denles rom a ver-
dadera massa ad alracrao do ar : pode sor procurado con fronte ao
Rosario de Santo Antonio n. 2.
3 "V3?
Chales de merino bordados a seda
a matiz, pelo barato preco de
Chales de meriiualno com barras matizadas, a "5wO
Ditos de dito pretos com franjas de seda, a "aOOO
Ditos de dito de cores com defeilo na franja, 45500
Ditos de I,"ia grandes de todas cures, a 2K0O
Ricos vestidos de seda com loque de mofo, a 205000
Lindas sedas de cores de novos padres, a 18000
o covado.
i:haly da qnadros de linda* cores, a >MK) rs. o covado.
rolar de seda cohi quadjos assetinados, a 800 rs. o
covado.
Lia de quadros com 5 palmos de largara, n 60 rs.
o covado.
Sarja prela lavrada para vestidos, a 2J400 rs. o co-
vado.
tirosdenaplet preto com 3 palmos de iargura, a
25200 o covado.
Sarja prela verd.ideira hcsnanhola, a 19900 is. o
covado.
Jtomeiras de relrz matizadas, a 108000.
Mantas de blond prelas e brancas, a lOgOOl).
tanno preto e de cores, prov. de limSo, de DsOOO
^ a 45000.
Selim prelo macoo melhor possivel, a 39000 o co-
vado.
Cassas francezas de core finas, a 240 o covado.
Chitas francesas largas nimio finas, a 280 o covado.
Kiscado fraucei com 5 palmos de largara a 240 rs.
o covado.
Pililo* ile alpaca prela lina, a 0400
Cortes de casemira Ditos de ila prela fina, a .-..VKI
Corles de*collcle de sclim prelo bordado^, a iOOO
los para camisas lirancos a de Cor, a 'i!"J rs.
Collarinlios feilos e carnizas Irancezas.
Camizolas c meias de l i liiancas e prela'.
I.euros de seda, de peso, trandes. a 19600.
I.ciiros de seda de rr para grvala, a 600 rs.
Coberurcs de algodio grandes, a "00.
Cohartores de la hespanhes, a :ioOOO.
tin Irenle do becco da Coiii;regarao, passando a
botica, a segunda lija de fazeudas.
Itua Nova n. 18 loja de M. A. Caj & C. con-
tinua serupre a ler um grande sorlimenlo da
obras feilas de alfaiate, tanto superior, como inais
inferior, camisas fraucezas, brancas e de cores, gr-
valas, colariohos, chapeos franecze, ditos de sol, de
seda e pannioho.suspensorios de lio -racha.meias para
senhoras, horneas, meninos, fazendas para fnzer-se
qualquer obra de encommenda com a inaior preste-
za e bom desempeuho ; emfim quaiquer pessoa que
vier a esta toja, tirar um falo completo e por pre-
co inais commodo do queem oulra qulquer parte.
mmmwtmm-wmmm:
1 AO PUBLICO.
P^ Ao armazem de fazendas baratas, ra do
Collegio n. 2,
!| vende-se um completo sortimento de fa-
* zendas finas e grossas, por mais barato
g prejos do que em outra qualquer parte,
f* tanto em porcoes como a retallio, aflian-
cando-se aos compradores um s preco
para todos: este estabelecimento abrio-se
>H de combinaco com a maior parle das ca-
gg sas commerciaes inglezas, francezas, alle-
g mos e suissas, para vender fazendas mais
S{ em conta do que se tem vendido, e por isto
M oflerecem elle maiores vantagens do que
M outro qualquer; o propriewrio deste im- 31
H poruinte.estabelecimento convida todos j
5 os seus patricios, e ao publico em geral, jg
6 para que venham (a bem dos seus inte- 3
I reses) comprar fazendas baratas: no ar- ||
jg mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- Ig
J\: tonio Luiz dos Santos & Rolim.
Precisa-se de um liomem brasileiro ou cslran"
geiro, que saina bem moniar e tratar de cavallos,
para servir de pagem a un) seohor de nngeuho, da-se
boa pasa : quem estiver neslascirciimslancias e qui-
zer. pude dirigir-se ao taran da m;friz de Sanio An-
tonio, ca;a de um andar u. 2, que :char rom nuem
tratar.
-7- N.i loja du sobrado ti. 15 do paleo jla riheira le
S.'Jo'C, lavase c eimoinma-se cun mulla perfeicao
eaceio, e cun a reaiur hrevidade possivel.
Claudio Dubeux la/, scienteque sa-
hiram de sua casa os seus dous cai\ciros
.lose Antonio Moreira Das e Antonio Ce-
zario .Moreira Dias, e por isso di
dos de qualquer servico seu.
A H0IE0PATHI4 E 0
CHOLERA. 0
S nico Iratamento preservativo e W
curativo do cholera-morbus, (^)
m pei.o duutor m
^) Sabino Olegario Ludgero Pinho. ^
ja% Segunda edieriin. **
(A lo publico a primeira edicrao dcsle opus- ie%
S ^ulo, escotada no curto espacode dous me- W
zes nos induzio a reimprcsso'
Cusi de cada exemplar......1^000
Carteiras completas para o Irata-
mento ilo cholera e de muitas ou-
tras molestias, a..........30*000 /.
Meias carteiras..........169000 W
Os meiliramentos So os mclhores possiveis. &
Consullorio central hmneopalhieo, ra X?
da Sanio Amara Mando-Novo) n. 6. 5*
I'ermiila-sc ou vende-se
Madama Itlalhieu, modista e roslurra fr.nce-
za, na ra do Cruz 11. 15. lerctim andar, tem a hon-
ra de participar ao puhlico que lata rerebido de
l'ranra ferros de recortar os babados para vestido de
senhora e meninas, ns mais modernos que tem vin-
do, e de muilo bom goato ; u prec,o do recorte he a
meia pataca a vara, ele, ele.
Prccisa-se, para a celebrado da missa cm orna
capella particular, de um calix em mein oso com
patena e colhcriuha : queni tiver e quizer Iroca-lo,
dinja-seao Urao da matriz de Santo-Antonio, so-
brado de um andar n. 2.
Precisa-se saber se existe nesta cida-
de ou provincia o Sr. Manoel Jos Fet-
nandes de Macelo, o qual ja aqui es-
teve em 18i7 a 1854; e como depois dis-
to foi para Lisboa, por isso quer-se saber
se ja voltou : quem disto tiver conbeci-
mento lera' a bondade de fallar na ra
da Madre de Dos n. ti, primeiro an-
dar.
ARRENDAMENTO.
A|oj a e ai mazem da casa u. 55 da ra da Cadeia
po Recife junto ao arco da Conceiro, acha-se desor-
cupada,earrenda-se para qoalquer cstahelccimeulo
em ponto grande, para o qual tem rommodos sufli-
cienles: os pretendenles eulender-se-ho com Jo.lo
Nepomoceno Barroso, uo segundo andar da casa u.
57, na mesma rus.
CASADOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamentar mangas
na casa dus eiposlos, a pessoa que a isso se qoxra
dedicar lendo as haliililacAesnecessarias ; dirija-se
a mesma no Paleo do Paraizo que ahi achara com
quem tratar.
Pr zes n. 39.
na ra das Cru-
Qvmpmz.
Compra-se urna duzia de cadeiras. 2 bancas, 1
marqueza, urna meia commoda, orna mesa de jantar,
ido com alRum uso : quem tiver dinja-se a praea
a Independencia n. 5.
Compra-se toda e qualquer porcao
de ptata velha de le sein fetio: quem
tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leilSes.
Comprase elTectivainente,lalao, bronze e cobre
velho : no deposito da fundi^ao da Aurora, na ru-
do Brum. logo na entrada n, 28,e na mesma niBdi>
cao, em Sanio Amaro.
Compram-se esrravos de ambos os setos, ussim
como recebem-se pera vender de commisso : na ra
Direita n. 3.
Compra-se para o servico diario de
uma casa de familia, m negro possante, e
de boa conducta, e (|ue nao lenha vicios
e nemacha([ues, paga-se bem ; a tratar
na ra da Cadeia do llecife n. 7., loja de
miude/.as.
Iispensa-

i
i
J. P. Vogeley lem a boara de avisar ao respcita-
vel publico, que no seu estabelecimento na ra No-
va n. 27, esquina da Camboa do Carmo, eucontram-
sc os mais ricos e melhores pianos que tem appare-
fidn ueste mercado, de forma de armario, de supe-
rior- vozes, cunslruccao solida, do soslo mais mo-
derno possivel, sendo elle- todos feilos por encom-
menda, e nao vindos em commissio, e assim apro-
piados para este clima, dos mais acreditados fabri-
cantes de Europa, os quaes elle vende garantidos.
Ji estabelecimcnlo esta aberlo ale as 8 horas da noi-
ie para a eommodidnde das familias que quizerem
ver e eiptrimeniar os iuslrumenlos.
FUBLICAgAO' LITTEUAIU.
Itcpertorio j u ridreo.
E.-I. poblicarAo icr sem duvida de ulilidade aas
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
o foro, poisuella encoolrarao por ordem alphabe-
uca as principaes mais frequentes occiirrenclas ci-
vi*..orphauolo2icat, commerciaes e ecclesiaslicas do
ossor.wo, com as rcmisses das ordenaces, leis,
-visos e reglamentos por que se reae o'Brasil, e
bem ana resolucoes dos Praxislas Mtigoi c .ii<,der-
nos em que se iirinam. Coiilm seinelhaulemente
as.lccisoesdasqiestoes sobre sizas, sellos, velhose
iiovos arenos e dcimas, sem o Irabalho de recorrer
colleccao de nossas leis aviso, avulsos. Cousla-
^rim..l"" .''"'"""^"""avi., arande fraucez, eo
nbrl.. Ia Pr,';a d' '"Pendencia. Os se-
"I ress bal,|p( -e!l,|estapablicaSo asistentes em
a" im a"",0' P c,n Prucuriir Primeiro volume
neirn ., aC""a '"|":'<"''-1-' o Itio de Ja-
S."" "vrar.a d Sr. Paula Brilo, praca da
MS"M,lal'n'ilM ''" ^-Joaquim
"Xoiwcir'4'c "u ^^casa""sr-j- j-
^0 C0.\SILT0BI0 HOMO
PAIHKO.
Ra das Cruzes n. 28.
(.-onl
i
n^""n"a"Se *ei"Jei' mais acreditados
molicamcnlos dos Srs. Castellaa e Weher,
@Z ,Ur" I"" lubuln'. carteiras de lo-
aos o, lamanhos muilo em conla.
A I obos avulsos a 500, 00 e 1>(H)0.
V* 1 "ucadctminra. .... 2MO0
f ,..r," ui'J' ^^;"'C0., V"'0'- rull,as ,le r"r"'''a
Claudio ubeuMnudou oseuescrip-
no para a ra da Cadeia d Santo Anto-
nio n. lo.
Jos' Antonio Moreira Dias ,S. C., fa-
rwn setente ao rejpeitavel publico, que
teemoseuesariptorio na ruadas Laran-
getras n. 14.
8
1
8
8
por casas
terrea, e lamhem se arreada, nm crande sitio na
estrada nova, com boa ca^a de vivenda, jardim na
Trente, cocheira. estribara, quartospara pretos, poro
com agua polavel, lauque para banho, 3 bailas com
capim ja planlado, sapntizeiro, mansueiras. conde-
reiras, haslanles cajueiros. com perlo de 200 pes de
larangeiraa e mais diversas arvores de fruclo, com
lerreno devolulo para.planlar-se ou fazer um nutro
sillo lodo lerreno com frcule para .lila e-Irada, pas-
sando a primeira bomba, o primeiro portan de ferro
chaos foreiros; a tratar na ra ,la Cadeia Velha n, ti!
Ainda se precisa de urna ama para o servico
loterno a exlerno de uma casa de pouea familia
da-se sendo livre K*K)0 meiisacs, e escrava 123000a
quem quizer dirija-se ao Urao de S. Pedro sobrado
de um amlar n. 3.
LATOEIKOS L FUNILEIROS.
Precisam-se desles ofliciarav paga-ae bem, sendo
bous: na ra Nova, casa encarnada n. .18.
Joao Perreira dos Santos pelo presente faz
publico, que lendo Jos Antonio Pcreira hiple-
canoemlM, leaua e meia de Ierras, em que Se|ei uma pessoa iiitclliuenle e habilitada
sitos os tnaenhea Souz. e l'alori.e outra propriedade
a.Manoel /.ererino dos Sanios,cuja h\ polccado provem
acontece que esta lopoleca aehando-se vencida'ha
muilo, perlence boje ao annuncianle como cetsiona-
no, pelo que ja mov execurao contra o mesmo Jo-
Antonio Pereira e sua inulher, na importancia de
tS:t>(H)-rOIKI e lanos mil rs.;pelo que previne que nin-
iiem ara Iranzarao alguna relativa aos ditos bens.por
que leran de dnpular rom o annuncianle aprefereuria
na reiviudicac.aodelles,o que ludo faz scienle por l!ie
ler boje chrgado a noticia iue dilo b\ polliecanle tra-
ta de querer iipguciar as recridas pruprieilades: fa-sa
ver mais queja o anuo passado previnio esle uefio-
co por meio de aviaos pblicos.
Kecife 20dejuiilm de 1856.
_ >0 dia 27 do cnrrenl?, linda a auJicncia Ho
Illm. Sr. Dr. juiz de orphlos o alsenles, c na sala
das mesmas, se bao de arrematar por venda 5 parea
de areolas com brilhantes e pedras preciosas de mui-
lo valor.
ares.
ESTREIT. DO (OSARIO 1
I!.
Vende-se uma linda mulalinba de idade de 5
auuos e las negrnhas, uma de 2 anuos e meio e a
outra de 13 mezes : na ra da Madre de Dos u. 3b',
loja.
Na loja da ra do Queimado n. 22, ha parj
vender-sc varia obras de direito, philosophia e lille-
ralura. por procos commedos.
Vendem-se novos missae para missa, com es-
colenle encadernac^o, e finas iiuageiisnas eslamjia-|:
quem pretender, eulenda-se com Vicente Monluiro
Borges, na ra do Cabuit, com loja de miudezas.
que quer fiualisar a factura, e por isso dispoe cm
conla.
Vende-se um esclavo com algumas habilida-
des, muilo propno para algum engeuho por enten-
der minio de uma casa de caldeira, faz relame etc.:
ua ra do IVugueira, sobrado u. 39.
Vende-se urna bonita escrava crioula de 20 an-
nos, com cha de auno, lava c cozinha bem o diario
de uma casa : na rna do ijucimado n. ii.
Na ra da Cadeia do llecife n. 37, cseriplurio
de Joao Peruaudcs Prente Vianna, vendem-se su-
periores vela d carnauba pura, ltimamente ebe-
gadasdo Aracalj.
Na ra da Cadeia do Kecife n. 37, escriptorio,
veudem-se lencos de labvrinlbo. assim cqmo bicos e
rendas da lena, ludo por prero coiumndo.
Vende-se a armarOo da loja da ra do Crespo
1. 0 : a tratar na mesma loja.
Conliuua-se a vender por muilo menos de seu
valor o reaUulo das i.ir.vi.j.., du loja da ra do Cres-
po n. 9.
KOI.I.AIFKCIEIK. .
O nico aulurisatio por decitBo do eOHielhu rcaie
den'elo imperial.
Os mdicos doshospilacsiecomiiicndain o A.rube
de l.allecleiir, como senda u nico aulonsad.i pele
goveruo, e pela real sociedade de medicina. Eilt,
medicamento il'um costo Igradavel, C fcil a lomar
em secreto, esta cm uso na maiiuha real dcMle mais
de (il) anuos; cura radicalmente em pomo lempo
cun penca despeza, sem mercurio, as allecrm- pello, impingan, asconsequencias das samas, ulce-
ras, e os accidentes dos patios, da idade critica, c
da acrimonia hereditaria dos humores; conveni aos
calarrhos, a bexiga, as contracrcs. e ;i fraqueza
dos orgos, procedida do abuso das injecres ou de
sondas. Como anli-s\pliililico, o arrobe cura om
pouco lempo os finios rcenles un rebeldes, i|ue val-
Ven uicessanles em cousequencia do iemprego da
cupahiba, da cuheha, ou das iujoi cties que ropro-
seiilem u virus sem noulralisa-lu." O arrobe l.af-
fecleur ho espocurmcnle recomniendado contra as
dociK.as inveteradas ou rebeldes ao mcrcuriole ao
indurlo de polassio.Lisboa.Vende-se na boti-
ca de II111., I e de Antonio Feliciano Alves de Azc-
vedo, prara de II. Pedro n. SS, onde acabando cho-
car urna grande porcao de garrafas grandes o pe-
queuas viudas dircclaincnlo de Paria, de casa do
dilo llovveau-l.alleclcur 12, ra Kicbeo Paris.
Os formularios dao-so gratis cm casa do agente Sil-
va, na praca do I). Pedro n. SJ. Porto, Joaquin'i
Araujo ; Babia. Lima > lrinaos ; Pernaiiihiirn,
Soum; Itio de Janeiro, lloclla i\' Pulios ; e .Morei-
ra, loja de drogas ; Villa Nova. Joao Poreira do
Algales Leilc ; Kio (jrande, Francisco de Paula
Coulo iV C.
C. ST.M5H ci C,
respeilosamente annunciam que no son extenso es-
labelccimciitocmS.iiilo Amaro,coiiHiiuam a fabricar
com a maior porfeirAo e promptidao. toda a quali-
dade de machiiiisnio para o uso da agricultura,
iiavegaco e manufactura ; o que para maior com-
modo de seus numerosos l'rosuczes e do publico
cm geral, tecm aborto em un dos grandes arma-
zeas do Sr. Mesquila na ra do llrum, atraz do
arsenal de marinas um.
DEPOSITO DE MACHINAS
constraidaa no dito seu esiahelccimonlo.
All acharto os compradores um rompilo sorli-
menlo de mu.ma. de caima, com lodos os mclho-
rameutos (alguna dollcs novos e originaes) de que
a experiencia de mallos annos lem mostrado a ne-
cessidade. Machinas de vapor de balsa e alia prs-
alo, tai xas de lodo lamanbo. lano batidas como
fundidas, carros de mane ditos para comluzir for-
mas de assucar, machinas para moer mandioca,
preusas para dilo, fornos de ierro batido para l'ari-
iiba, arados de Ierro da mais approvada conslruc-
cSo, fundos para alambiques, crivos c porlas para
fornalhas, e urna nflnidade de "bras de ferro, que
enfailonlio eniiuiorar. No mcsiiin deposito
para
'Na taberna da cinco portas, que foi do Vic-
torino c boje administrada pelo l.arangeira, sa na
ra \ n-ii-1,1. vende-se lala a quahdade de ceoeros
por pregos muilo commodos,e a salisfatao dos fre-
caezos.bem como:
Oiieijos do seriao de Serido, libra
Ditos do reino su|>eriores
M nioica inglezadila, libra
Dita dita libra
Dita franceza superior, libra
Clnf superior, libra
Caf do Rio bom, libra
Sabao amarello milito secco, libra
Dito ciuzeiilo, libia
Arroz pilado do Maranhai, l.a ,-orte, libra
Caixcs de doce de goiaba lino
Tapioca do Maranhilo, libra
Geuebra de llollanda, botija
Fumo superior do Rio, libra
Traques n. 1, carta
Azeite iloce de Lisboa, garrafa
Milho da t-rra botn, cuia
Pralus boira azul, duzia
Vinbode Lisboa PKR, garrafa
Dito da l'igueira, idem
Dilo de nutres autores, idem
Dito dilo, idem
Vinagre de Lisboa superior, garrafa
"ilo mais inferior, idem
Charutos de S. Flix, caixa
Alelria superior, libra
Maearrlo e lalberun muilo novo, libra
Espermacele americano, libra
Milho alpisln. libra
Toucinho de Lisboa novo, libra
Dito de Santos novo, libra
Pomada, duzia
Azeite de earrapalo, carrafa
E oulros mullos objorlos. Os sonbores Irccuezes de-
vero aproveilar-se da boa vonlade que ha para se
receber os cobres, pola
N;lo se enjeila
O metal luzeule,
Que lano aerada
A loda a gente.
Atii-iuio.
Na ra da Cadeia do Kecife, toja de portas n.
IR, de Narciso Mana Carnairo, lia um completo aor-
lmenlo de sedas de com pan vestidos, comdase-
nlma os mais modernos, e tai qualnlade de fazenda
a inelhnr que lem viudo a Pernaiubuco ; assim como
urna grande pnrrao de corles de sedas oscocezas com
grande quanlidade do covado, polo liaralissimo pre-
so de 19? o corle : lambem ha ama grande porcao
"le ditas de bons co-los para Uoc vado, chatos de
lilel bordados a mal/, ddos do louquim verdadeiros
da China, o nutras inuias quididades para lodos o
precos, saias de crina muilo bra arranjadaa rom
cinlo.ie borracha, espartilhos do lodos os lamanhos
feilos de brim da Escocia, fazenda c.la de urna do-
racao extraordinaria, e airas minias lateadas que
so a vala dos compradores lio que se podem mostrar
as boas qualidadei e baratos procos.
a loja das seis
ico
I^ISI
StMI
7ao
560
38000
200
100
110
120
900
110
560
320
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HOO
160
3111
201
390
300
Vendem-se cales de cliiias escuras matisadas,
solido larcas, de H cuvados a I3NOO, c de 11 a 29100 :
na loja do i porlas prximo ao arco de Sanio Anto-
nio, de liuilhermo da Silva Cuiinar.io-.
ra 00 01 mi\no \ >. \
Vendem-se as segumtes (a/.endas para li-
quidar, muilo barato.
Chales de merino de todas as cores com
franja de retroz JgJOO
Hilos de franja de l.ia tJMO
Albaoeza com mais de vara de largura, u
covado sjoo
Cortes de riscado escocez 3.^000
Hilos de cassa miuduiha muilo fina 25200
Ditos de chita franceza do ultimo gosto 3-J(K)
Damasco largo de algodflo, o covado 7(K)
Sedinhas de quadros miudos furia-cores, o
covado
I9OOO
A nica superior e geauina genenrs de Mol-
inada ueste mercado, em raivss, eontendo cada urna
12 frascos regalaras, e em ditas da 15 frascos gran-
des : vende-.e 110 armazem de Luiz Joso da Costa
Ainoriiii, ru.i da Madre de lieos 00 Kecife.
N.i ra do Cabloireiro n, 8, vende-se por pro-
co commoda um Iraacelim de curo de le, com o
peso de 10 '. out> vas, de gosto moderno, c s pro-
prio para liomem.
AVISO AOS RAMIROS.
Vendem-se rodaa de arces de pao para pipas, de
boa qualida le, e liaras de vimes, por prero cominn-
do, em pequeas e grandes porroes, chega.las ulli-
mamente ilo Porto ; na ra do Vicario n. 7, a tra-
tar com Antonio l>mandes da Silva Beiriz.
Na ra do Colleci n, 25, primeiro amlar, ven-
de-se urna uegrinha de II a l anuos de idade, sa-
dia e de linda ficura.
Vete-sc na Soledade, ra de Joao Fernaudes
\ leira, rasa grande de janellas e 1 porla de freule,
0 POS de coqueiro-', por commodo preco.
Vendse manleica ingleza a 360, dita a K80 e
J9000, franceza a 560e6t0: na taberna da ra de
Dorias n. As-im romo sp aluca uma escrava que
sabe bem encominar e co/inbar.
Vende-se 1 piano mallo Imm e 1 loucador por
proco muito em conla : na ra Famosa, quarla ca-
sa, se ver o piano.
Farinlia tl<; tuaiulioca (le kemedio imcomparavel.
S. Mitlicus.

pitillo, alcaltao e pise da
M
as de borracha
portas
Em frente do Livi amento.
Corles de meia casemira prelas e ile cores a doz
pticas, laa propria para palflna a tres palaras o co-
vado, corles He caira de brim escaro, de ludio, com
toque de mofo a dez lustoes, panno lino moclado
propno para casacas ou palitos a qnatro mil res
aspase fraucezes de raslor branca a oitn mil reii e
de seda prela lambem fraacezes a .ote mil rois. ui-
nheiro vista.
Na ra das Cruzes o. 2, vende-se uma linda
escrava da Cosa com algumas habilidades e ptima
quilaudeira, uma dila ile meia idade, urna parda cu-
Bommadeira, cozioheira e coslurer, e uia crinula
ie is annos queencoinina, cozinha, cosechad e lava
de Sabao.
, "^ "aade-se umopiimo sseravo ; na ra estrella
do Rosario n. 1, taberna.
Vendem-se roberlorea eseuros a SOO rs.: na
ra do Crespo, loja 11. 3 prosima ao arco do Santo
Antonio, de C. da Silva Cuimiries.
Vende-se panno lino, earmezim e encarnado;
na loja de 1 portas prxima a., arco da Santo Amo-
nio, ne uillicriuu da Silva*(ioiniarles.
I
Ciiecaram a hija de ourcard, na ra da Cadeia
lo Kecife n. 15, meias de borracha c de laa, e calda
le lmales a 000 rs. a libra,
Nortes eiiygimticas
para o ptssamenlo das nuiles de S. Joao o S. Pedro
a 500 rs. o exemplar : vendem-se 11. Kecife. na li-
vraria do Sr. Barbosa, rus da Cruz, c cm Santo An-
tonio, na dos Srs. Ricardo de KreMas A; Cnmpaahis.
largo do Collegio, e na loja de bilhctes 11. 1, na pra-
ca da Independencia.
v 1
f 10
(!
C A
lao
Bal
(ff isa iiia
100 libras, por coiu-
armazem de cutiros c
a
um
loja nava, ,10 pd do arco de Sanio Anlonis, conli-
nu:,m a vender-so por muilo baralo preco as fazen-
das secutles corlea de vestidos de r..'-a a t.-lno
dito- finos a I950O. diios de rojeado francs de l< r,,'
vados, razenda minio boa a -KKI, dilos de'sempre
viva,fazenda escoceza con barra a 2^200, ditos de
cambraia muilo lina a JSJODO, ditos dilos proprius
para baile masque a ;j, cambraia* de corea muilo
linas a 40 o ovado, merino prelo com pequeno
defeilo a I.~(i00 o covado. dilo muilo bom a -2b500
sarja de seda prela .1 ItftO, casemira decores a 13 e
39 n corle, dita prela mallo lioa a i-, aetlm prtn
macaa a L'rillll a covado, alpaca prela lavrada a 200
rs. o rnvado. chulos dr larlalana muilo granea a .500
rs.. ditos eseocezci a 500 ., dilos de cassa hrauens
a >ti(i, peras de casta brinca bordada de 8112 va-
ras pn.pnas para cortinados, vestidos c babados a
tOOO, ditas de dita mais lina a :>;, ditas ladamascs-
daade 13 varas a 5o, lenris de seda pretos a xon rs
dilosibraneoaa 1?, diloa *a cores; a JlNiOO, dito da"
cambraia hrancos rom biai, lisos c bordados a >0<)
i-., ditos muilo Brandes de cores a 240. coberlore
de algodflo brancos a IsUIO, meias prelas pira se-
nhora a ilHI is.. para bonoiii a 280, ditas cruas, a
duzia U920, peras de dula oscura de cr livaa
iCKO, 39100 e 65, madaiolao a 29500, :l>, SafOO
.'to'iOO e taOOO, dilo com arquean Toque de averia e
muilo nio> a 3e 33200, 'euros pequeos para me-
nino a 100 rs., dilos de dita a Iti, e mullas nutras
fazendas, ludo muilo bat'o, a dinheiro ,1 \isla.
Sal)So.
OTercce ao rospcilahilissimo publico, mediante
uma pequea relribuirio luonel na : cai\iilias!com
amcndo.is eonfattot, com u.-n caanlo noneco no
meio, propnas para prsenles ;caixas com um com-
pleto sorlimenlo de bonecos de assucar para enfeiles
de bandejas de bolos; biscoilus ingleses, fraiicc/cs
liamburcuezes e nortoguetaa, pocecos. damascos,
peas, amonas, sendo a Isla destas a 1;000, e amen-
doas linas confeiladaa a libra I96OO ; e sobre ludo
o bello o saboroso espirito de caima, chamada do
cabera, como lalvez nao o baja igual no mercado.
Joaquim Forreira do. Sanios perdeu quiuhou-
li s mil rois ,611110 duas scdulas do IIUMMHI e urna
de 1003000 ; quem aclmu o-lo diohciru e qarreado
resiilmr : dirija-so ao nrmazem de Palmeteo \- llol-
ti.iu no largo de Cvrpo Santo, que recebera melada-
No dia 20 dn correle pela primeira vara civel.
terminada a audiencia, lora lugar a arremataran do
chao uu becco do Lobato, penhorado ao fallecido
Crispim Marques Nogueira, por eieeucio de F.lix
Soares de Carvalho.
I'rerisa-se de urna ama que lenha hom leile,pa-
ga-se bem : na ra do Queimadu loja de miude-
zas n. 53,
receber^ ludas as encommeudas, etc., etc., que os
aiinuiiciaiitcs contando com a capacidado de suas
olliciuas o machinismn c pericia de seus olliciaos,
se compromoltem a fazer execular com a maior
presteza, porteirflo, e exacta conformidade com os
modellos ou deseuhos, e inlrncros que Ihe forem
ornecidas.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundijao da Aurora em Sanio Amaro, e
tambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, lia
sempre um grande sorlimenlo de Uixas, tanto de
fabrica nacional como cslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; e m
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
presos sao os mais commodos.
VARANDAS E GRADES.
I 111 lindo c vanado sorlimenlo de modellos para
verandas e gradaras de gosto modernissimo : na
fiiiidirao ila Aurora, era Saulo Amaro,c no deposi-
to da mesma, na ruado Brum.
Vende-se milito superior massa de lo
males, cliegada no ultimo Da vio de Geno-
va : no largo do Cnrpo Santo 11. (i,
ma/.iin de l'almciratv Beltrao.
ar-
::

. .. mV. s
."-.;
. .-> .<. .<. ... i-,,.,
Hua do Quei-
lf-c
;;;:(io
II. lt>, U
00 rs.

VS
redas esco.-scz.is do ullirao gosto do pa-
drees os mais modernos, que lem viudo a
e-ia pidade, pelo proco de 1j '^ folar do seda do liiidissimas cores, a SOO is.
o covado.
rs*
..
y':C:k-
-'Or '.#? Cf u/ i.s .... -.- -. .-..."
Veudem-si' tres balceiras, scnJo duas novas e
urna em bom estado, com todos os perlence-. por
preco commodo : a tratar na ra da Ciuz 11. 14, das
8 lloras da manhda ao meio dia.
\cnde-se sabio nacinial fabricado no Itio de
Janeiro, o mais superior iue vem so mercado,.- hem
Meco, lio trapiche do Cuiba a tratar com Antonio
dcAlmeida domes, na na do Trapiche u. 10, se-
cundo andar.
Veudem-sc as mercidorias abaixo notadas: a
tratar com Antonio de Almeida Gomes, na ra do
Trapicha n. 10, segunde indar. Chapeos de fellra
em caixas bom surtidas di cores e so pretos, charu-
tos de diversas qualidadesede S. Flix, de Hraudao
ho de vela, lio porrele, ardiles de patio om caixas
pomada diio.
Superior doce de caj' secco.
Na ra dos duararaprs ultima casa du lado es-
querdo, junio a uma tab.ina, |,a para xender-so por
proco razoavol eslo excelente doce, qutf 0111 libras
como ein hcelas preparadas, secundo a eneommen-
la que fizerem, celoo suprior de aurii, om latas
cousa magnifica '
Vende-se na ruq da Cadeia do Kecife,
loja de miudezas n. 7, de Antonio Lopes
Pereira de .Mello ti C, ptimas velas de
carnauba, chegada nltimamente doAra-
cal\, por prero Ctanmodo : a tratar na
mesma.
Vende-se urna esn'va de 10 anuos de idade>
de houila figura, com pdneipio de alcuina habilida-
de, propria para urna mirama por sor recolhida 1
ua ra do Rangel, sobran 11. 0.
Vende-se arroz de aura a cranel, alqueiro ve-
lho, c om saccas grandes 49000, milho em suecas 1
39000, arroz pilado maUi hom a 29600 a arroba, tu-
na ra d. Vicario 11. 5.
lo muilo DOVO
Uelronle da paengea de Olinda, passando o si-
llo em Irenle. vende-so osilio chamado do Mein ou
arrenda-se, lem boa csale vivenda com commodos
|iaia erando familia, umhom curr.il roherlo de po-
dra e cal para 20 caberas, estribarla para ti cavallos,
rasa para prelos, jininen-. lerreno pea plaanlo de
capiiu, bastante* arvarede de ulilidade: os pfcleu-
deulos ilinjam-se ao mesno sitio.
Vende-se urna tahea situada na ra da So-
ledade, voltando para o c.ininbo novo 11. ||, hem
afrecuezada, com puncos fundos, propria para um
principiante: a Iralar mmesma.
I Guarda na pos I
a bO cada um. *;;
Na ra do Quemado n. 19, vendem-se ^
X guardanspos para abre-mesa a :i.--ViO rs. a **
>j." duzia. '5
Vende-se cimena nujilo novo chocado emli
de rnaio p. p. de llamnirgo, por proco muilo em
conla, a vista da qualdade ; lano em porcao como
em barricas e linas: 10 srmasem de inatoriaes na
ruada Cadeia de Sanb Anlonio n. 17.
r(>'.
I
Vende-se em sarcos do 50 o
modo prero : na ra da Cruz,
sola n. 15.
Vende-se um escravode meia idade : as Cin-
co Ponas n. 00 '
VINIIO DO fOHTO SUPERIOR CHAMICO.
Em caixas de duas duzias e em banis de M.ivn,
rereoleinenle cliecado pelo bricue o'trovador,
vende-se unKaineule nn armazem do Barroca i\-
Ca-lru na ra da Cadeia du Kerife 11. i.
.Na ra >*o\a, loja e fabrica He chapeos ti. .i.
vendem-se os sacuinles objeelos, e perlencesda ines-
1111 ajrteS colla multe boa, gomias lar, papelao de
n. 15-42, e oulros muilos mais objectos checados
ulliinaineiilo, e vende mais barato do que em oulra
qualquer parle.
Vende-se a armaeao da loja da rna
Direita n. IT>: a tratar na mesma rna
n. II.
Xa loja das seis
|)ortas.
Km /'renle do Liorumento.
llores do 'slroz para enfeilcs de cabello e de ves-
lidos, caiiiisinbas de cambraia para senhora a cinco
tusloes, collarinhos para senhoras a palaca cada um,
saias de cambraia bordadas a Iros mil res, veslidi-
nhiH da soda para meninas de tres at 0 anuos a cin-
co mil rois, camisa* para meninas a des lusles, ditas
para senneras a>eineo patacas, loncos de seda prel
com salpico* brancos, proprioa paro qaain Ma* de
lulo a qualro paiacas, nobreza prela de dillereulos
preco-, rbalx .le lodas as cores, Oto de linho liso c
lavrodo. chilas franceza escuras e claras, c outras
mullas fazendas que qaer acabar.
Vendem-se remos de faia de muilo boa qnali-
dado, checados ullitnamenlo da America : uo caes
do llamo', armazem de familia delaenrx Forster t\
Companhia,
Por menos do que 0111 oulra qualquer parle
vendem-se na ra estrella do Rolarlo n. II, im de-
poaitojeja sancuesucas haiiiburguezas, os objectos
abaixo" novaiiionlo chocados :
Bolaehinha de soila
Hila de Lisboa
Hila hamburgneza, lala ciando
Hila de aramia dita
C>ueijo luiidrinn a libra
Presunto para hambre
Toucinho ingles
Amandos* eonreiladas c Irancezas a libra
l'ecegos, Peras, Damasco e linja lala
lliscoito ingles, lala aorlld*
Frascos com conserva dodiilotonio- quali-
dades
Passas novas a libra
Ameixas a libra
atata a libra
inho choroz carrafa
lo Hordeaui linio garrafa
Dilo dilo hraiicu a
Doce fino de coiaba caixiio
Marmelada.lala de :i libra
Itoies com doce da Europa de dillcreiilcs
quididades
Azeite doce francez frasco
Vinacro s carrafa
Manteigaingleza superior libra
Vinho do Lisboa o melhor que he possivel
E outras inuilas cousas, que serie nunca acabar se
fosse mencionar.
VARETAS F. S. FLIX.
Os verdadeiros charutos varetaseS. Flix da acre-
ditada fabrica de Brandan, da liahia ; vendem-se
em caixas de loo e de 50 : na ra do Collegio n. 12,
por menos do que em oulra qualquer parle.
Q IIOI.IMIOS PARA CHA .
jja O abaixo assicnado faz scienle ao respei-
"i.v tavol pohlico, e especialmente a seus fre- *A
'f
300
5560
8^000
25OO0
a~2o
>040
-MI
tSfiOO
I900
2-400
9900
5500
-i-.il
82*0
>O00
23000
IMilK)
2300a
2-MO
25000
S6i0
INWO
19190
S70O
Vende-se tarinha de mandioca muito
superior cnova, cherjada de S. Mallieus
pelo patacho AUDAZ, com mu curta
viagm>,a preco muito commodo : a bor-
do do mesrr.o patacho, ou no escriptorio
da ra da Cruz n. V9, primeiro anda
Relogios.
Vendem-se reldfJos suissos de todas as
qualidades, tanto de orno como de ptata,
dito {jalvanisados e Coleado*); na ra da
Cadeia do Kecife n. 18: na mesma casa
ha tamhetn incios chronometros e telo-
nios para senhora de ptimo {oslo.
Salitre superior.
Vende-se e muilo barato, na loja de ferragens da
ra do IJoeimadn 11. :15, em porroes e a retalho.
Km casa de M. Calmo.it & C, praca do
Corpo Santo n. 11, ha para vendro
seguinte:
Tabeado de
Suecia.
Alcatrao de carxao.
Lonas de alf'odio.
Ditas d(! linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior ptalidade.
Cabos de linho e de Manilha.
ludo muito commodo.
- Vendem-se caisaaeom vidro- paravidraces,
vidros de bocea larga rom ralba* do mesmo, o ma'inr
sorlimenlo possivel : em casa de llarlholomeu Fran-
cisco de Sooza, ra larga do Rosario n. :it>.
Nos quatro cantos da roa do Mueimado, loja
de fazendas n. 30, vendem-se cortes de la de qua-
dros de superior quahdade, e de muito bom gosto,
pelo diminuto prero de 29600 o corte, panno lino
preto a JjSOO, llj-bOO e isOOO o covado, dito azula
I$800, 39 e i;500, cortes de casemira preta muilo
lina a .15, panno de algodao da Ierra de boa qoali-
dailc, sendo esla fazenda a melhor que e lem des-
coberlo para escravos, cassas francezas muito finas, e
delicados padres, eoulras mu la- fazendas de diver-
sas qualidades, e por precos laa baratos, que s a
vista dallas se podem admirar.
Panos,
\ endem-se pianos vertiraes inelezes, de elefantes
modellos e escolente* vozes, fabricados per era dos
mais acreditados autores, prer,iado na exposicande
Londres : no armazem do Itnslrou llookei 0, 'Coin-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Relorios
cobcrlose descoberlos, pequeos e Brandes, deouro
e prala. palenle lu^lez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ullirao paquete 111-
2lez: em casa de Soutlull Mellur 4 Companhia, ra
do rorro* n. 38.
Reb I/Aflecleur, Vermifaga Ingles, salsa de
Krisiol, pillas vegetees, alsa de Sands : vendem-
PILULAS HOLLOWAV.
Esle ineslimavelespecinco.composlo inteitam...
le de hervas medicinan*, nao conten mercorio nem
alguma oulra obstancia delecterea. Benietiio
mais lenra infancia, e a complei<;ao mais delicada
he igualmenlc proropto e seguro para desarraicar
mal na compleicSo mais robusta ; he itiltirarrenle
innocente ero suas operarles e efleitos : i.njs busca
e remove as doeneas de qualquer espeti* o Bie
por mais antigs e tenares que sejam.
Eulre militares de pessoas curadas com este re
medio, mullas que ja eslavam as porlas da morte
preservando em seu uso, consegujram recobrar a
saude e forCas, depois de haver tentado nulilmcu-
te lodos 06 oulros remedios.
As mais ardidas nao devem cntregar-se a des
per.n.au ; faeam um competente ensato dos eflic 1-
"- ulniu- desla a-sniibrosa medicina e nre.i
'ecuperaroo beneficio da saude. ------
.Nao ,e perca lempo em lomar este remedio ura
qualquer das seguinles sncrmidade, : '
Febrelo da epeci-e
Cola.
accidentes epilpticos.
Alporcas.
Am polas.
Areias mal d .
A-I luna.
Clicas.
Conviilsoes.
Debilidade ou exte-
nnaci.
Ilemorrliuidas.
Hjdropisia.
Ictericia.
ludigesldes.
ollamniars.
1 regular i da des da
Debilidade ou falla de ImSSS^leda a.
Torras para qualquer pecie.
cousa. Mi"-de-pedr
Desinleria. Manchas n, c'u{it
Uor .le garganta. Obslrucjao da veabe
de barriga. l'htisica ou con^;.d
aog mis. pulmonar. w
Uureza 110 venlre. Helencao de ovwina
fcnlerinidadsno ligado. Khenmatismo
Enxaquc.. T" 1^5" te'tUdi"-
inlermillcnles. Venreo fmal
boticarios, droguislase'^^s %&."
Vende-se asbe#lBba*s800rs. r.ds ana* den.
O deposito geral
iiiai-ooiico, na
boc.
he em casa do Sr. Soum phat-
rua da Crui n. 22, em Peruam-
em casa de Bartholo-
rua larga do Kusario
?
>Sf
vi?
A3.500
'.."^.y **.*""',>-
* 1 *
cada 11 iiHurtede calca.
.-. Vendem-se amada Qoehnado n. ['.), ....
;;; corle* de calca de casemira prela lina, a w
..: 39000. .;;
\iiEXin\s \ i.;;imi.
t .1! A, cuiifroiii no Kosario de Sanio Auiouiu.'l
vende amendoai laueozas de cores a 19500 rs. a
ti uta.
,.?. rezes, que em sua nadara sila uo paleo da ^ti
W Santa Croz n. 6, se acba sorlida de varias r-.-*
.;'J qualidades de boliuhos e de lodas as qua- ;'
A, lidados de massa* linas, como sejam, allia- Jl
grh masas, bitroalinho* ingleses cm latas, que ^
gE se vende por preco commodo. 1
y Joilo Luiz Ferrcira llibeiro. 'j
-K<*>, s*>, sjv si- ..v, -.,,. ... ,,. ... .*>..?, ... .vi,
u?'.;; SgW'i-3%, ^',.?-..'.-.J^-,.--...-...
Na loja das seis
portas
Fm l'rentetlo Livratiieuttj.
Riscado* francezes a meia palaca o covado, cassa
piulada a meia palaca o covado, chitas escuras de
lindos pailroes, o nao disbulam a 1111:1a pataca o cova-
do, chilas dcdillorenles coro- a sois vinleus, cassas
do liaros para cortinados 11 palaca a vara, chales de
Borguran proprius para agasalhar do fri na eslacAo
actual 1 cinco lusles. chales de cassa com llore's a
duas patacas, chales de ganga encamados com llores
marcllasa duas patacas; dinheiro vista pata aca-
bar.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido Ceorge Kenworlhy, no lagar do S. Joso do .Man-
gninho, com arvoredo* de frnclo e mais hemfeiloriaa
que aelle se acliaiu, sondo as tenas do rclcrido silio
proplias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Jolinslun \ Companhia, ra da Sensata No-
va 11. 12.
Veiiilem-se madapoloes linos c do oulros, com
um pequeo loque .Ir avuria, por preso* mnilo bara-
tos: na ra da Cadeia-Velha 11. 24, primeira andar
Vende-se arroz hranco novo, superior, em
porcao e a retalho a loo rs. a libra : dclrcule da ca-
sa du relacao n. 2S.
A bordo do patacho l'hereza I", fundeado de-
fronte do trapiche do algodao, vendc-ic fatiullajde
mandioca de superior qualidado. pelo barato prero
do 39600 cada alqueiro da medida velha, e por me-
nos om porcao grande: trata-sena ra da Cadeia
do Herir, Mcriplorio n. IJ, com Hallar i\ Oliveiri
Em casa de la he Scluncl lat i\ C, rila
da Cadeia n. T~i, vende-se :
Im grande sortimento de vidroa de es-
pelho.
Relogios linos de plenle ingles.
Cornos (le lustre, marca castello.
Cuinos de grasa.
Enditas seccas em gaiTales.
Vinho do Rheno superior,
ludo por pceo commodo.
se estes remedios verdadeiros
mea Francisco de Souza, ua
n. 30.
Cobel turfes tie la hespa>
nh s muito encorpa-
dos c, g-ra udes.
\ eudem-so na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
Jal virgem tic
Lisboa v potassa da
Russia.
Vende-se na ruado trapiche n. !l e ||, cal virgero
Je Lisboa, nova a .'IKJO o barril, velha a SOO Ti
a'roba, e polassa da llussia a 3(X) rs. a libra.
ttelogios de patente
ingleses deouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
AugustoC. de Aeaveu, na rna da Cadeia
do Recite, armazem n. 36.
Attenco
Itiscado escuro e muilo largo, proprio 'para roupa
de escravos a 100 o covado, colchas brancas adama*-
cadasde moilo hom gosto ^ S&, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a IjOOO a vara, loalhas
de panno da linho alcoxoadas e lisas para roslo, as
mais super iores que lem viudo ao mercado, ditas
liara mesa, guardauapos adamascados e oulras mua
las fazendas por prero commodo : vendem-se na ra
do Crespo, loja da esquina que volta para a ra da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem) acabadas,
sapalos e esleirs, ebegados receutemente do Araca-
ly, por menos do que em oulra qualquer parle : na
ra da Cruz n. :!, primeiro andar.
Vende-se a muito acreditada padaria do Man-
guinho, sita na casa doSr. cirurgin Teixeira, com
muitas rreguezias na Capunga, Alindse Boa-Vis-
ta, alean da da porta, a qual lem todos os pertenecs
a trabalhar, e na mesma lem um cavallo para en-
Irega de pao na freguezia : para tratar, na ra da
Soledade 11. 17. 011 1111 mesma.
Moinhos de vento
rom bombas de repuso para regar h orlas e hai-
xa decapim : na undicode U. W. Sowman,
na ra do Brum ns. fi, 8e 10.
Gil de Lisboa.
Vende-se uma porr.lo de harria rom cal de Lisboa,
por baratopreee, c retalho a .'!; o barril t i,a ra da
Cadeia do llecife n, 50.
do Porto superior.
ecido vinho do l'orlo superior, em
IECBB1SM0 PAR EIG-
nn
i FUND1CAO DE FERRO DO EMV
NHEIRO DAVID W. BOWMAV .1
f^.f""^. PASSANDO o :HA-
NA
lia sempre um grande sori.meino dos seguinte
mechaaismos proprio para enwe"
endase nietas moendas ds mais
j^sdemechan.smosproprio^arnnS;'.
Ir moendas e meias moendas da mais m,,J,nJ
co.istruccao taixas de ferro tuXLu?J&
superior qualidadev- de ldese* ,11! .*
dentadas para agua ou ....a, 5.'Z^^
epes ; Crivos e boceas de fornabae reg.r" fc"bu
NA MESMA FLXDICAO.
,rfd!de-C'"'""l.0l)a,;"se"c"D",">n-l's'-" a superior
rula.le].1 i-011 herida, o rom a rio .d- .... 1 '"v"''
modidade em preco. ,ap""eMeeo"'-
AHADOS DE FERRO.
Na fundicao de C. Slarr & C, em Sabio
Amaro, acham-se para vender arados do ferro de su-
perior quaiidade.
<..
Vendem-sc sellins com pertenecs,
palete inglez e da melhor qualida-
do que lem vinrlo a este mercado :
no armazem de Adamson Howie
& C., ra do Trapiche n. Al.
Emcasa de Henry Brunn& C.. na ra da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sotlimcn-
te deouro do melhor fiosio, assim romo relogios
de ouro patente.
Vendem-se dous pianos lurtes de Jacaranda,
construcao vertical e com todos o melhoramenuw
inais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
POMSSA E CAL IIRGEI.
1
Viuliod
i 11110
O hem con
harria de oitavo ; 110 armazem de Barroca Castro,
ra da Cadeia do Bccifc n. 1, onde encontrarlo lam-
hem regular, cm harrisde quinto, por preco com-
modo.
ing e/es de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm casa de
llenry Cibson 1 ra da Cadeia do Recifen. bi.
AGENCIA
Da fundido Low-.Moor, ra da Senzala-No-
va n. 42.
Nesle estabelecimento contina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para envendo, machinas de vapor o taixas de
ferro batido o coado de lodos os lamanhos para
dilo.
I
Vendc-secal de Lisho.1ullimame11tcchegada.as-
im como polassa ila Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo 11. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de I). W. Bowmann ua
rita do liruin, passando o cliafariz, contina lia-
ver um completo sorlimenlo de laixes de ferro fun-
dido e balido de .1 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptidio: cinliarcam-se ou carregam-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston&C.,
ra da Sen/.ala-Aova n. Ai, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e do montara, randieiros e rastiraes
bronzeados, relogios patente ingle/., barris de gra-
xa n. 97, vinho Chcrry cm barris, ramas de ferro,
fio de vela, chumbo de munirao, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
Ini completo sorlimenlo de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peitilhos,
romeiras, camisas, raifinha* e pelerinas); lambem
lem um completo sorlimenlo de ricas llores, eufoile*
para cabera, litas e os verdadeiros e modernos btenj
de linho : na ra da Cadeia-Yclha 11. 21. primeiro
indar.
_ >o amigo eja bem conheciilo deposit da ru
Cadeia do Kecife, escriptorio n. I-, ha para ven-
der muilo superior polassa da llussia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa cm pedra. ludo
a precos muito avoravers, con os quaes ficaru
dos copjadores salisfeitos.
HtivalliusH contento.
Conli.iua-se a vender a8i000 o par (prero filo) as
m tora conhecidas uavallies de barba, leilas ,e|o ba-
il rabricanle que ha sido premiado em divtrsas ex-
posiroes : vsndem-se com a condir.lo dr nao agta-
dando poder o comprador rievolve-las al .10 diai
depois da compra, restitoindo-se a importancia : em
aecifen "m***C*de Abr"' "a ru" daCBdeia do
Em casa de Henry Bruno i C., ra da Cruz
11.10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhoscom molduras.
Globos parajardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
XABOPE
DO
BOSQUE
l-ui transferido o deposito deste xarope paia a bo-
bea de Jos da Cruz Santos, na rna ISova n. .VI,
garrafas 51500, a meias 5)000, sendo falso lodo
aquello que nao for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o prsenle av so.
IMPRTAME TARA 0 H1L1C0.
Para cura de pblvsica em lodososseus dilleren-
le*graos, quer motivada por conslipates, losse,
aslbma, pleuri/. escarros de saiigue, dr de eos'
ladose peito. palpitarle no coracao, coqueluche,
bronchile, ddr na garganta, e todas asmoleslias
dosorgaos pulmonares.
.^'i)eiid;is superiores.
Na undii;.oclcC. StarriC, -m San-
to Amaro, aclin-se para vender moendas
de caima tcjdas de forro, de um modelo u
constrncro milito superiores.
^trmt>0d fttg^o^e
Ha quatro anuos, pouco mais ou menos, que
fugio um cabra acahoclado, de nomo Jos, o qual
lem os signaes seguintes : he alcijado da indo s-
querda. baixo, grosso, pernas arqueadas, cabello co-
mo dceanoclo, idade O annos, facilmenlo se pode-
ra inculcar coma lvre sertanejn, be escravo de Pa-
checo l'ilho \ Alendes, do Aracalv, e achava-s em
casa dr .Manoel Jos de Sa Araujo" |ara ser vendido.
Consta que anda ca boiadas pelas feras de Sanio
Anblo o oulras villas, e parece que lambem tem viu-
do a osla ridade. aonde lalve enteja pnseiilemente,
pois que foi visto na praca da Boa-Vista domingo 15
do coi re ii lo : recommenda-se a qualquer aoloridade
policial, capihlo de campo ou pessoa particular que
o spprebeudam e levrm-n a ra do Brum n. *>, ou
no Aracalv a seus senhores, que seao generosamen-
te recompensados de seu irabalho, e indcinulsado* de
alguma despoza que lizerem.
Sabbado a' noite desappAreceu a es-
crava liara, crioula, or ful, com es-
pinhas pelo rosto, alia, secca. representa/
O anuos, foi eseitva em Olinda de u
lainilia que mora bem confronte ao oil
da igreja do Amparo, rita do mesmo
me, e ainda la' existe uma lillia da rel
ta escrava, lamhem lie lilha da pr
Eduvirges, boje ferr, casada, morad
na Estrada-Nova do Caxan'ga': quei
pegar ou der noticia sera* gratilicadaf por
seu sciilioi, no pateo do Paraizo n.j Lfl
l'i-KN. ivr. DE U. F: DB l-'lll*. t' 156
MUTrUT^D"
ILEGIVEL
|
I

-
"


Full Text
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