Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07417


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AUNO XXXII N. 148
Por 3 mezes adiant.idos 4.S000.
Por "> anexe vencidos h{(500.
mmS PEIRA 23 DE JIMIO DE 1836.
Por anno adiantado 15000.
Porte franco para o subscriptor.
}
KNCARREC.AOOS DA SimsCRIIM.VO' NO NORTE.
I'inhiba, o Sr. Gervazio T. da Nitividade ; Natal, o Sr. Joa-
Quim 1. Perera Jnior; Aracaiy. o Sr. A. dt Lemoi Braga ;
Cnr, o Sr. J. Jos de Olireira ,' Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
que! Rodrigue! Piauhv. o Sr. Domingo! Herculano A. Pesioa
CeareoM; Par, oSr. JuitiaianoJ. Ramoi; Amaxonai.oSr. Jero-
uyroo di ('ala.
PARTIDA DOS COKREIOS.
<> ,.i., :
!>. tula,
. I.....
n'. I ln
<:.,
.. i|-i|u-

.......... ..
i.uiii. .- i'..
.,..-. 11......
'......1 '.He,
:.. Ib. ... 1
v .-.'.-.--..
MI : .|ni
lin
Masan
.....Vi.
. r.i.i-i
.ln .lia.
ii......:n. .1.........1.1'
tu, .xilina .' l.ji.uiii.!
(I.. I.......-,,... I'.,, ....
.. Hur. ni. r I ... : i
'mi....... Iii.i. II.rr.
liO... .1.1 III.I..I."...
iiusrla.-IVi
., A-ua-Pi
/AUDIENCIAS DOS TRIRUNAES KA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai labbadoi.
Kel.if.io : ieifas-fni.il r labbadoi.
Fazenda : quarlai e labbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio: aegunda aa 10 horai e quintal ao mflie-dia.
Juizo de orpboi i legundaa e quiolai ai 10 horai.
Primeira vara do civei: aegundaa a Kiiai ao meio-dia.
Segunda ara do civel: quarlai a aabbadui ao meiu-dia.
i I IIKMKIIIDKS HOME/DE JIMIO
2 Lu nota ai 0 horsi, 22 mininos, 4 legundoi d tarde.
10 Qurto creiceole aoi 10 mlnutoi e 48 legundoi da larde.
118 Lu cheia ai 2 horas, 27 minuto e 48 legundoi da larde.
U Qurto minguanleai7 horai.48 minutle 48 tegundoidam.
I l'RKA.MAR DEIIOJE.
Prime-a as 8 horas t 30 minuloi da manjiaa.
;Seguna ai8 hora e i minuto! da tarde.
DAS da semana.
23 Segunda Jejun (Vigilia) S. Agripnia v. Ss. Zenou e Menas
24 lerca >y S. Jejo Baplisia Ss. Argilberto e Fausto mm, Ind.
"> Quarta. S. liuilerme ab- ; S. Febronia v. ; S. Galeciano m.
M Quinta. Ss. Juan e Paulo Irs. mu. ;S, Virgilio m. :
27 Se-ta. S. Lasdilau rci : S. Zoilo ni. ; S. Cresseote b.
28 Sabbado. Jejun (Viglia) S. Leao 2. p ; Ss. Argemiro e Irineo
20 Domingo. A pureza daSS. Virgero M.ii de Dos, Si. Pedro.
E.\-ARREGADOS DA SirtSCRIPCAO NO SlIL.
Alagoaj, o Sr. Claudiuo Falcao Diai ; Babia o Sr. D. Duprat
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Penfla Marlini.
KM PERNAMBUCO
O proprietario do DIARIO Manoel Figoeiroa da Faria, na >u
ivraria, praca da Independencia ns. Se 8.
PABTB QtnClkL
QOVERNO DA PROVINCIA.
Expedientado da 18 aa Junho
tr|1C0Ao Etill. in.iirrh.il coinmandante das
arma, commuuicaiido, .ilmi de que u faca constar
aus vogaes militares da junta do justira, que fen
transferida para o da (i docorreule a reunan da
me-roa junla.r'ioram-se a oulras commiinica-
res.
DitoAo chele de polica, inleiratido-o lie haver
ii inspector u arseual de inariulij participado, que
expedid as convenientes ordens, ..lim de serom re-
ceidas na enfermara de niarnba a* pessoa! arruni-
raeida* do cholera.
HiloAo inspector d Ihe-nuraria de fazenda,
Iranimilliudo para o lim oonvouieiile, o aviso de
letra ib n. 71, na impurlaucia de 371ra, sscrada
lu'l i thesouraria de fazenda da provincia do Kio
tirande do Norte sobre a desta. e a favor de Ma-
noel Jos Krrnandes Barro.l'arlicipou-se ao Eim.
presdeme, .laquella provincia. t
Dito Ao mesniQ, para mandar pasar pela
verbasorcorros pubhcosas despezas felas na
enfermara de marinha, coni as pessoas accornmetli-
das da epidemia, e que conslarein da* cintas que
Ule foreni presentadas pelo inspector do ai sena I de
mariulia.Cninmuiiicou-se ii este.
DitoAo mesroo, reniftienta por copia a relar.lo
das nulas que vio ser enjillidas na circuanlo pela
caiva filial do Banco do Brasil em Pernainliuro, e
recominendando a expedicAo de suas or.lens, para
que as mencionadas notas sejain rereludas nAo s
aquella thesouraria, mas lamben] naa rep.irlio.'ies
que Re furein subordinadas.Igual thesouraria
lirovinciil. e participou-se ao presidente da refe-
rida taita.
DiloAo direclor do arsenal de guerra, recom-
Dieudando m mande concerlar dous calx.ies de
guardar fardainendo da arrecadaco geni do corpo
de polica, ebem assim dous armarios do amigo ar-
chivo do mc'inu corpo, que se acliam alguma cousa
arruinado!.r"ez-se a necessana commuiiioaeAo.
DitoAo.mesrnu, mandanilo que contrate com o
consignatario mi mestre de algum* embarcarlo,
que tiver de seguir para o norte, a coiuluco.lt) dos
objeclos que na escuna l.indu vicram da cuita enin
destino aa provincias ,1o Rio (,rancie do Norte, l'a-
rahiha, Ceara, Piauhv e Marauhao.
DitoAo inspector da Ihe-ouraria provincial, ap-
provHii.lt. a tabella que Smc. remelteu, relativa-
mente aos prszos em que os culleclores devein re-
colher os dinhetros que houvereru arrecadado, cuui-
prindo que Smc. expera ai inais terminamos or-
den* para a Piel everucito da mencionada tabella.
HiloAo teuuute-coronel encarregadn das obras
militares, rccorainendando qu e\amiue n estado
i\ fortaleza do Rrum, e trate de orear as despe-
Ms a fazer com o reara de que ella necessilar
para aiseio e conservadlo.
DiloAo juiz municipal do termo da Villa-Bella,
dizendo que por ora nAo pode ser preenchitla a
vavua de pnmeiro|iupplenle daquelle juizo, porque
.i vista do arl. > do decrelwn. til'.) de 21 de dezem-
lirn de 189, uao he permillido li/.-r nomeaeespar-
ciaes de supplenles dosjin/.es municipaes durante u
qualrieuoio, emquanto n lu eslivcr Ititalmfnle esgo-
tada a lista dos priraeiros nomeados.
DiloAo Ihesoureirn das loteras, recommcndau-
o que depois de eitrahirias as lotera, menciunadas
us oftictos de Ii el" de maio ultimo. Tara correr
un..* parle de cada urna dafl lot.-nas sesuiutes :
Hospital Paira II, Nossa Seuhnra d'AsiumpeAo da
K-l.iiici.i, Senhnr Bom Jess das Dores de S. Cuna-
lo e Nossa ^rnhur.i da Conceirao de Olipda.
DiloAo inabr Bernardo l.uiz I oren. Cesar
l.oururu. acraiiecendo o generusn eirerecimento que
fez de seusserviros, em favor das pessoas acrominei-
li.las do cholera na povoacAo ra I i :n i do .Monlei-
rn ; e dizen lo qoe apar, que Smc. auxiliando as
auloridades locaes, f'Caquanlo estivd em seu podrr
para minurar os soffrinieiitns dos desvalidos.
DiloAo presidente e meinhrus da adminjstrarao
dos estabelecimentos de caridade. recommeudaiHlo
a expedieao das convenientes ordens, para que no
urande hixpilal de caridade seja recebida e tratada
a africana livre de nome Isabel, que para esse lim
sera inaudada .ipreseutar naquelle hospital pelo di-
rector do arsenal de guerra ; e bein as>im, que in-
dependenle deordem da presidencia, se prcslem as
re.iuisiij.it'. que em casos identicns Ibes forem fei-
' las pelo mencionado director.Cummunicou-se a
este.
ro, nos Alllirlo-, fallecen no da 18, ape/,n do. cui-
ilailos.l.i l)r. I'ereira du Carino.
Nesle mesinu da foi atacailo e fallecen, um par-
do, cojo iiiiini ignora, que morava no Chora-Meni-
no, e a qoem eu lodos os das per^unlava se eslav*
doenle, e elle, apasar rleealar com urna dlarrba re-
belde, me di/.ia que nada sol na e culitiiiuava lias
suas exlravauaucias.
_ l'eli/.menle, hoje al a liora em que ollicio a V.
Exe., nata lera havjilo ; vam-s, portanto.ver se me-
lliora este estado, que us he 19o drsasradavel, fl-
cando V. Evc. desde j ceito. qoe nada pouparei
para o bom etilo de minha commisso
lieos guarda a V. Esc. Berile 21 ile innlio ile
I8.-H3.
lllm. Sr eoiuaUtairo SergioTeiveia de Uaeedo.
presidente da provincia de t'ernaiubuen.Dr. Chil-
etCO /{oiingurs dos Sanios h'ranra t.lr.
interiores dos aotios estados: mas ere que ha casos
em rie a e\cepeao a esla rema torna-s isualrnelite
um direilo e um dever. O goveruo uaiiolilaiio pa-
rece-lhe ler conferido esse direilo e imposto esse
jeclo fora aprescDtado pelo Sr. baria de Bour- i prtffleira dos deve.res nilernaririai--.. o de DS lole-
qnenev. | rar no pan sociedades que (em mr lim recouliecidn
O Sr. ronde Walewski diz, que he para desojar tarar a Iranquillidude dos Estaos vizulhos. As re-
quo os plenipotenciarios, antes de lepararem-se, lio- prcseutaecs do mata forte ao renos ferie parecem-
quem suas ideas sobre diirerenles .ssumplos que evi-! se mullo com a ameaca, e por aso procuramos evi-1 devor a Europa : e iiois que os governos re'prescnla-
gem solures. e dos quacs poderla ser til que .. I lar recorrer a ellas. Se os repraeiilanles da. aran- \ ros un congresso querem lodos no mesinu grao, sus-
rongresso se ocapag ca-uei- .,..... .j '" de vista que nos esla necesslade, jiilua.s..,n o|.- cao. importa .levara voz contra um svslerna que
[Sa opmnlo do >y. primcuo plenipotencia.lo rt partono emillir sua opima.) a eie napeito. he |.ro- eulrelcm no scio das manas, a eiiervesceuria revo-
Iranca o CongreMO, hem que reunido especialmente ; vavel que o goveruo belga arrinndo-se na Brande
para resillar a questao do Oriente, poderia expro- maioria do pal.', se echarla habiVado para por lim a
bar-.e i. nao ler aproveitado a circumslaucia que i um e-lado de cousas qoe nao pde dallar, cedo nu
pe em preseuea uns dos nulros os representaules Lirde, de fazer nascer dilliculdads e ale perillos que
IllilO.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Seimnjiidici'iria tm i\ ejunlm de IS56.
Presidencia do E\in. Sr. deseinbaruador S.iu/.a.
Esliveram presentes lodos os membrus do tri-
bunal.
JulgametUo.
Forana desprexados os embargos ein que slo :
Embarcante, o curador ad-litem do reo ausente,
-\ ii i -ni 11 Joaquim Kerreira de Souza ;
Embarga lo, Joaquim Mauricio (iouealves tosa.
fiXTIRItlB.
das principan potencias da Kuropa, para elucidar he do ulerease da Blgica ronjoar d
certas quesloes, eslabelecer cerlos principios, eipri-l O Sr. ronde Walewski prope.aee
mir iuteuroes, sempre e nicamente oo intuilo de nar a sua obra por ulna declare*
segurar para o futuro repou*o do muudo, dissi-
pando antes que se lornem ameac,adoras, as nuvens
que anida assoinam no horisonle polilicu.
NHo se pode negar, diz elle, que a Grecia esleja
em urna.situaran anormal. A auairhia a que esse
pal/, se achara entregue, ohrigoii a Franca e a lu-
Rlalerra a enriaretn tropas ao Piren, em um mo-
mento em qoe seus eiercltos esiavam bem necupa-
dos. () cungre-so labe em que e-ladn se achara a
Grecia ; elle nao ignora tambem que u estado ern
so (erini-
cousliiuiria
loistil, eqjye.
III 11111 SCIRjP
iirn progresso notavel no direilcinli
seria accolhula pelo inundo tet
menln de vivo recoiiherimeDto.
.r O congresso de We-lpliitia, acnescenla elle,
consagren a liberdade de r.inciencia, congresso de
Vienna a abolicjW do trafeu.dos negros c a liberda-
de da iiaveifarao dos rios.
'. Sera dlsno do conzreS'. de Pars por lim a inoi
longas dissi.lencias, esubdecendo as bases de om
direito marilimo uniforma, em lempo de uuerra.
que linjc amia se acba esl lonce de ser salisfaclo- Os qualro principios seajjaku aleaneariam c.imple-
Illm. e Eim. Sr.Tenlio a honra de participar
V. Exc. qoe j proced a desinfecco da cosa do Cho-
ra-Menino, onde se deram os casos de cholera, pu-
rem nao obilanle le-lo felo rom lodo o cuidado.
live a iofelicidade de ver hontem a(acado da moles-
Ha um velho septoagenirio, que ah morava. e que
esl paralitico ha 1\ annos.
Assim que elle foi atacado, minislrei-lhe todos os
soccorro* possiveis, porm vi-me forrado a envia-lo
para o Hospital I'orluguez, pois que nao encoutre
urna alma caridosa qoe Ihe quizesse servir de en-
fermeiro. Promelti paga, rosuei, implorei, e foi
impossivel encontrar alguem que quizesse turnar es-
te lr.ili.illn).
Eu nao trepidara por certo fazer o||papel do cn-
fermeiro, pois que esta he a onrigacau do medico em
cariase determinadas circunstancias, porin leudo
sido alacadode cholerina uestes ltimos das, e es-
i,nulo no pricipio da minha couvalescenca, fiz mui-
lo em applicar-lhe os priuieiros medicamentos com
as iiiuilias proprias in.l.i.. e para que elle nao fos-e
victima da ignorancia e malvadcza das pessoas que
ocercavam, enviei-o para o hospital, onde ape/.ar
de estar rodeado de lodos os cudalos, falleceu esta
majrugada.
I'm preto tambem septuagenario, que o ser-
via, leu lo-o acompanbado ao hospital, foi ahi ata-
cado, e acha-ie no periodo lgido.
Nao trepide em declarar a V. Exc. que sera difti-
cil, que o medico mais zelosn possa obler algum re-
suKadu com os moradores do Chora-Menino, pois
que recommendando-se-lhes a mais rigorosa diela,
elles a fazem cnnstiluir, qiiaudo se acham doenles,
em fructas verdes, camaroes, bacalbo, pir3o, etc.,
dizendo que san pobres, e que esla he a dieta do
pobre. Ja v V. Exc. que desla m.incira nada se
ohlm.
A prela que se achava doenle em casa devCarnei-
PROTOCOIN. XXII.
SeatSo de 8 de ahr de lN")(i.
Presentes os plenipotenciarios da Austria, Franca,
Gra Brrlauha, l'russia.Russia Sardenha e Turqua,
he lid.) e approva.loo protocolo da sessao precedente,
O Sr. conde de Clarendon lembra que, na ultima
rcuniao, o roiigresso.alteudeudoa que todos os pleni-
pol.nriarios nao e-lavam anda habilita los para ac-
redeiein a oulras propostas, se limitare a concordar
no levaolameato do bloqneio, S. Etc. aunuuciaque
os plenipotenciarios da Graa-Brelanlia se acharo
boje autorisad.is a fazer saber que as decisocs re
tri.tivas, impostas por occasia.. da guerra ao cem-
merrio e navega{io, estn em vespera de screm re-
voaadas.
leudo os Srs. plenipotenciarios da Runia reno-
vado a declaraeao anloga que Rieran) na ses-.io de
i de abril, e haveudo todos os oulros pleuipoleii.
cianns emiltido urna opiniao favoravel, o congresso
resolte que I oda! as medidas, sem dislincrao, toma-
das lia iirigcm nu aules da guerra para" o lim de
suspender o commercio e navegado como Estado
inimigo, licam revegadase qu emtudo o que respei-
la, quec s transacoes eommerriaes, sem exceptuar
u r.iiilraliaiid) de goerra, quer as expediees de
inercadorias e ao (ralsmerrtn dos navios de commer-
cio, licam as cuusaa reslahelee.ida- por toda a parlo,
a datar .le-lo .lia, sobre o pe em que se acliavam an-
tee da guerra.
Os Srs. plenipotenciarios da Rusaia annoaciam
que rece eram ordern de declarar, em re-posla ao
pedido que Ihe* Tora feilo, que o porto de Sebastopol
Ser aborto aos navios das potencias alnadas afim de
arrelerar o embarque de suas tropasede s>u mi-
leriat,
Elles accrescenlam que as inslruccss que Ibes fo-
ram, Iransmiltidae permiitemlhc asiegorar que a
eyacuacao do territorio ottomano na AMij pelo exer-
rilo russo comeeara iiiimedialniucnie depoi* da Imea
das ratificamos ; que apenas a estaca.) e o estado .las
estradas o permiUlrem, se proceile'ra a > transporte
dos armo/cus o do material le gnerra, e que o ii->-
viruenlo aerad do axareite russn -. .peroro simulla-
aeoinenle com o dos .illidos.e se le minar...... uiesm i
epoca e nos PSpacos lu .los para a evaca.- o. dos ou-
lr.es territorios.
Em nome da cnmmitsfo enrarregada de p-opor ..
r-pectiva redaccao, o Sr. bario de Bnurqiienet l
um projecto le insirocfOei de-lina.las aos eo umissa-
rios que ilevcrai. dingir-se aos principado, sesun-
do ns termos do aniso 21 do tratado de p.
O Sr. conde de Clarendon faz observar que o con-
gresso, urciipandoc d-s provincias danubianas,
propoz-se, primeira que lodo, prorocar a rxprenle
livreinciile ernitlida dos volos das popularovs e que
esse objeeto poderia nao realiar-se, se m haspoda-
rrs permaueresseni na pnsse dos poderes de que dis-
pem, e que hara raza., larrea para procurar-se
ums combinacao propria a assegnrar urna hberdade
cmplela aos Divans ad hor.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Austria res-
ponde, que nao se lleve locar na administraco, cm
um momento de Iransicao, como be e-se que'ns prin-
cipados vSo tra.essar. senfle rom extrema reservo,
e que seria coinpromeller ludo acabar com lodos os
poderes antes de ter constituido novos ; que he
Porta, em lodos os casos, que u c.nm.c.sj deve dei-
xar o cuidado de lomaras medidas que poderem ser
julgadas ueressarias.
Ali-Parha diz que a administraran orinal n.1o
aprsenla, talvez, nulas as garantas que o congresso
poderla desejar ; mas que o tentar sabir da ordem
local seria etpur-se a eabir na .morrilla.
I.ord Clarendon representa que non he sua inten-
rSo propor a deslrofcjo de lodos os poderes, e enm
oulrus plenipofenciarios, lembra que a aotoridade
doshospodaresarlases prxima sedo termo Hiato
pelo arranjainenlo queaiis meamos a confiara, e que
para permanecer nos limites da ordem legal, ha nc-
ceesida le de deliberaran.
Milito- plenipotenciarios lemhram igualmente,que
a lei ortanica prev a inlerrupeao do poder dos hos-
podares.
Uepoii destas explicaces, o congresso decide diri-
gir-se i Sublime Porta para que, haveudo lugar,
tome, qiianilo expiraren! os poderes dos hospodaies
actuaos, as medidas necessarj.is c proprias para si-
tisfazer as iolences do congresso. combinando a li-
vre etpressao dos volos dos Divans com a maiiiiteii-
jao da ordem e respoilo do e.tado legal.
Sobre proposla dos Srs. primeros plenipolcnca-
rios da Gra-llrelaulia e da Franca, lie igualmente
coiivencionado que para prevenir lodo o conflictoOU
discusses deploraveis, n firman que deve ordenar
;a ronvor.-rao do Divans ad hor filar as regras
'que develan trgoir-te no qoe rcpeila a presidencia
dessas a-semblcas e ao modo de suas deliberaces.
Depois.le ler lomado essas resoluce*, o congresso
adopta, salvas a modillcaces nellas feilas, as ni
Irocces aniiexasyo presente protocolo, cujo pro-
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
23 di; ji:.miii de 1856.
O iiosso Ihealro de Sania Isabel, com as suas pare-
des cimentas, que noi Irazem memoria os palacios
de chombo da patria de Marino Fallero, ier boje o
assumplo nossa trela hebdomadaria.
Mas, antes de fallar na bi'loria desle bello monu-
mento, as diversas peripecias que bao lido lugar
depois da sua inauguraran, e as condenes cm que
presentemeute se acha, digamos ulguroaa palavrae
acerca da arte ern eeral, dessa forma soberana da
lielleza, que se manifesla no perfume da flor que
nunca se dissipa, no sorriso de certas creaturas, que
nunca se converte em lagrimas, e n'um rain do sol,
cojo esplendor he sempre perenne.
Entre os Romanos, aisim como entre os Gregos,
as artes de que elle foram verdaderamente inven-
tores serviram smenle para decorar a cidade, nao
com estatuas e templos, mas com prticos, com co-
lumnas triamphaes, monumentos que as.igualavam
a apntheose de Roma, e faziam della a cidade eter-
na oo a morada dos deoses terrestres.
Entretanto, a rcvoluc/io que o chrislianismo npe-
roo, roanfeslou-se as arles, c prnduzio de alguma
sorle orna arle nova.
A lumani.lude divinisada pelos Gregos, abdira di-
ente do Creadur do mundo; a sensualidade pagua he
eondemuada ; o rrucifixu he u emblema du novo
ideal, e a pintura lorna-se a arle por excellencia dos
rliristans.
O nhrisliauisiou se nito rreno, ao mei ns revelou o
genio da msica, .ni nossa opinio a arte mais espi-
ritualista, pois qu parece que ebega ate a alma, co-
mo a oz de Deo, sem o intermedio dos sentidos.
O proprio prolcslanlisiio, que des le a sua origein,
excluio do templo asoutras arles, cooserrou e des-
envolreu a msica. A soa poca de perfeir,ao nao he
a da fe, he a da plulosnphia. Mozarl e Beelhoveii
sao contemporneos de Kant e de llegel.
>>ao somos da opini.lo de Schlegel, que em msle-
r!e d'arle da a pnmasia a archiierlnra e i esculptn-
ra ; para nos poesa se eolio, a no fastigio das artes,
de surte qe. a arrhileclura, a eieulptura, a pinlur.i,
a ninnr.i. a poesa, sao ginacSo humaua se eleva al a belleza imm.irt.il.
SS.3 a escada de Jscob sobre que sobem os souho)
rio. Na.i sena pois til que as potencias representa-
das no congresso manife-tassem o desojo de ver as
tres corles protectoras tomarem em madura cousi-
deracao a situaran deploravel do reino que crearam,
dis<-ulindu sobre os tocios convenientes para prover
conservarn do mesino '.'
O Sr. conde Walewski er que lord Clarendon
nao diivtdan de unir se com elle para declarar que
os dous governos aguardan) com impaciencia orno
meuloem que Ihes seja permiltidu [ater cessar urna
rroTS'
lamenle este lim.
i. I. Ab.dcao do co-u
'2. O pavilhao nei'ro cobre a mercadoria ni-
miga, etceplo o conlrabiido de guerra ;
3." A inercadoria leulra. excepto o contrallan-
do de guerra, nlo be apprebensivel nein mesino
debaixo da haudeira ininisa ;
.. i." Os bloqueios naisao obrigalorios sean quan-
do forem efleclivos.il
O Sr. conde de Clareailoii,cnmparlilhuiulo as opi-
.'ccupac.'ni a que tu lavia nao podein por lim sem nioes enunciadas peoSt. conde de Walewski, deca
mu senos inconvenientes, em quaulo uao se lize- ra que, como a Flanea, a Inglaterra pretende reli-
rem modilicac/irs reaes no estado actual das cousas
na Grecia.
O Sr. primeiro plenipotenciario da tranca lem-
bra depois que os Estados Puntillaos acham-se igual-
mente em une situacau anormal ; que a necessida-
de de nao deitar o patz entregue a anarchia deter-
minara a tranca, bem como a Austria, a responde-
rera ao pedido da Santa Se, fa/.endo occup.ir Koma
por suas tropas, entretanto que as Ii opa., austracas
oceupavain as l,ega.;e<.
Elle expoo que a Franca linha dous motivos para
altender sem hesitara.) ao pedido da Sania Se, como
potencia catholica e como potencia europea. O ti-
tulo de filbo pr.imogemlo da lereja de que o soberano
-le rran(a se gloria, impe ao imperador o devor de
prestar Metalan, ia e apoio ao soberano pontfice ; a
Iranquillidade dos Estados Romauos de que depende
a de toda a Italia, lem mu eslreiU lelac.i.i rom a
manuleucao da ordem na Eurupa, felo que a l-'ran
Ca nao pode deixar de ler om interessc maior ern
ronc.iner para ella por lodos os ineioa ao sen al-
cance ; mea por outro lado uao se pode deiconhecer
locionaria em
querern.).
1
vez de procurar acalma-la. o Nao
do sollicienlemenle as inienc,6ts de re, sen augusto ; conservar sua aulori.lade na cidade de Muoaco, a
soberano,nao hesita ero exprimir sua opiniao, embo- ] qual a Sardenha oceupava em 1818 em virlode dos
ra nao leuli.i inslrure.'ies a tal respeito, sobre as ques- tratados.
loes de que traliui congresso. o Sr. bario de Brunow julga de seu dever assig-
<)- principios martimos, di/o Sr. primeiro pie-I nalar urna rircumslaocia particular, a saber qoe a
nipotenciano da Prnaaia, qoe o congresHi he convi- nrrupaejo da Grecia pelas tropas alliada leve lu-
riadii a apropnar a s, sempre foram professados pe- gar durante a guerra, e qoe adiando se felizme***
le Premia, a qual iem-e applicado curi.(antemenle restabelecidas as relacoes eolre as Ires corles protec-
a fa/e-los prevalecer, e elle se considera como auln-' toras, he chegado o momento de combioar-se sobre
risatlo a tomar parte na assignalura de todo o aejo, j as meios de vollar a urna siluacn conforme ao io-
erno-, dl< elle qoe a paz son perturbada, e nao que leuha por objeclo fazer que sejam admillidos de- \ leresse commum. Assevera que os plenipotenria-
az sem lustlca .levemos por tanto fa/er eliegar liiiillvaroeutc no direila publico eeropeo. Etprime j nos da Hussia acolheram com satiifacao, e traiismil-
a conviccrin de que sou soberano nao recusara ap- i tirara c.un enipcnlio ao seu governo ai disposiees
piovar arcorda que se estaheleeease ueste sentido que foram manifesladas a* este respeilo pelos Srs.
entre plenipotenciario!). plenipotenciarios da Frauda e da GrSa-Brelanha, e
O Sr. tarto de Manteoflel nao deaconhece a alia que a Russia se associara' de boa vontade para um
imporiancio d.s i,as qoeitse que foram disculi-1 lim de ennservacao, e leudo em vista melborar o es-
aaa ; maslaz observar que passou-se em silencio lado de colisas existente na Grecia, a todas as mdi-
um negocio de maior interese para sea corle e para | das que parecerem capazeide realisar o obecto que
a Europa : a siluaeao actual de Neufchatel. l'on- ; se propoi fundando reino hellenico.
era qoe este principado he talvez o nico ponto da Os Srs. pleiiipeleaciarios da Russia accnsceutim
limitrophes,. plenipolencianos da Inglaterra re-. Europa, em que contra os tratados, e conlra o que ; que turnarn as oraaas de soa corla obre a propos-
conhecem a soa importancia; mas representantes lem sido formalmente reconheci I., por lodosas gran- la sobmetlida ao congresso relativamente ao direilu
de um paz onde urna inprensa livre e independen- i des potencias, domina om poder revolucionario que marilimo.
ao ronherimenln do rei de aples, o vol rio con-
greso pelo inellioraineuln de seu sv-lema de gover-
uo, vol que nao pode permanecer e.teril, e petlir-
llie nina amnista cm favor das pessoas que bao lido
eenoemnadas, ou que se acham presas, sem
ment por delictos polticos, n
Onaulo as observafoes apeesep
de Walewski sobre os excessiUMa
sobre os perigos que d'ahi resultam para os
lie, por assim dizer, urna das insliluires fun.la-
menlaes, nao podem associar-se a medulas de eoer-
eilo conlra a imprensa de outro Estado. O Sr. pri-
meiro plenipotenciario da Graa Brei-nha, deploran-
do a vehemencia a que se entregan! cerlos orgaos di
rar as tropas que fura abrigada a enviar a Grecia,
logo que poder fa/.e-b em inconveniente para a
Iranquillidade publica mas que rumpre primeira-
mente combinar garantas solida para a manuleucao
de nina ordem decoosai silisfactoria.
Ao seu vei, as potencial protectoras poderlo resol- igualmente abolido para sempre ; que o corso nao
ver sohre n remedio que le indispensavel applicar a
um sysle.na i rejudicial ai paiz, a qoe completamen-
te se apartara do lim qui ellas se propozeram, esla-
bclecen.lo uclla urna mon.reina cuislilucuiual para o
bem estar e prospendade do poro creso.
O Sr. primeiro pleuipoenriario da Gria-Bretanba
lembra que o tratado de .'l de muren abre urna nova
era ; que bem rumo o imperador o disse ao congresso
qoando o recebera depuii da assignalura do Iral nlo,
ssa era he a da paz ; masque para ser con-equcnle.
nada se devia desprezar para tornar essa paz solida
e duradoura ; que representando as principies po-
tencias da Europa, o couaresio fallara ao seu dever,
se sepsraii.lo-se, on-agras c.es que prejudieam ao equilibrio polilicu e que es-
"lo longe de prem a paz -o abrigo de todo o pengo
do espirito do homem : de um lado se apoia na (er-
lerra, do outro lora no co.
Com efleitn, a poesa he archilectura, porque cons-
trnc e edifica ; esenlptnra e pintura, porque torna
alenle e moslra ans ulhosdo pensamenlo o mundo
inlelligivel ; enilim, he essencialmentc musir e har-
mona, e com ella se termina a escalla da belleza vi-
sivel.
Qoem quizer subir mai alio, pedir enlilo arle
iiquillo que s a religiao pote dar, e nesla ronfusao
se eocoulra o abysmo e a verligem. O poeta qoe pre-
tende transpnr os limites n.ituraes precipila-se no
vacun. ,
A poesia nao lem smenle relares geracs com to-
das as nutras arles ; divide-se em varios gneros,
que cada um (em moa analoga particular com aar-
rbilectura, a eseulptora ou a pintura.
Em primeiro lugar, sob a f.irma mais in-tinrtv.i,
helyrica: he o primeiro grito da bomanidade no
inliiiilo ; canta o Eterno na sua es.encia, lieos sem
crealura. he o t.tinuo ; e, tomo diz um illuslre
conleinporanen. u comecu das civilisacrs.
Em segundo logar, a poesa lie pica ; levanta o
hiiinem sobre um pedeslal, adora-o,e da-lbo propor-
ces gigantescas, grandiosas, sublimes.
Esle genero de poesa vive especialmente de re-
cordaees, e nace principalmente as pocas fecun-
das ern Iradirees de familia, he o que melhor per-
pel i as tradirre'. Todos os hroes da enopa per-
lencem ii clas-e Militar oo nobre : Acbille, Eneas,
Cid, Carlos Magno, etc. nenhum delles sabio da
classe inferior do poto : he o poema natural da aris-
tocracia.
Pelo contrario, o poema dramatice lie a obra da
democracia ; em todas as paraceus o drama creseeu
e se desenvolveu rom ella.
Nao fallando no theatro do lempo da democracia
dos Grecos em Alhena-, na cidade da belleza, nein
nos mt.lerios que se representav.ini as calhedraes
da idade m lia : n pm-ma dramtico s.i elevou-se
ao grao i|.i perfoirto ein que -o acha depus de dona
seculos, iilo lie, depois da emiuiripacan da demo-
cracia.
Mas, ain la a--un. para que a arto produ/.isse esle
resellado, para que le elevases a e-le grao de desen-
volvimenln, necessilou d.i consagracao e do amparo
dos soberanos, das liberalidades o magnificencias de
l.uiz XIV e de Kilippe II.
Sem as esplendidas recompensas da arislurracia
de om lado, e do mitro sem a glorificaran publica
das mullidnos, lalve/ nao se livesse elevado lao alto
a mua divina de Shakespeare, Cnrueille, Hacine,
Moliere, Copeada Vega, Caldern, Moreto, ele, etc.
(aun elleiln, peale que Gil Vicente seja o fundador
de Ihealro moderno na Europa, cunitudu a Inicia
tura dramtica porlugueza s rumecou acrear-se al-
guoi anuos depois do comero desle" seclo.
No principio do secuto XVII, poca, em que a
lleipaoha j baria entrado no periodo da sua de-
cadencia, era anda cnmludo a primeira das poten-
cias, cujas modas, usos e lingua re na v,un em todas
as curies, impunha aos oulros paizes os principios e
os propnos caprichos da soa lilleratura.
Assim que appareeiam as obras immortaes de Lo-
pes da Vega, de Morelo e de Calieron, personifica-
cao mais Ululante do Ihealro hespanhol, eram in-
mediatamente Iraduzidas alm dos Pvrineos, e re-
produzidas sobre as sernas eslraugeiriis.
Foi por via deslas imitares que Corneille come-
cou a sua brlbanle carreira, c foi as obras de-te-
poetas que elle bebou, naosii a idea, mas os prinrj-
paes desenvolvimenlns. e al o Irajos mais sanen-
les da primeira tragedia e da primeira comedia verda-
deramente dignas desle nome, que a Franca possue.
Entretanto, esle oslado de consta mud ni! O poder
o o genio abandonaran) an mesmn lempo o solo da
llespanha, opprimida por um despotismo ign-
rame.
Pelo contrario a Franca, ao sabir das discordias
civis que, durante longo lempo, tinham embargado
a sua marcha na carreiea do progresso, elevou-se em
um ni.miento, sombra do poder absoluto, porm
vigoroso e esclarecido de l.uiz XIV, a um grao de
forre e de gloria, que leria sido impossivel prever.
Como vimos, o Ihealro francs leve por antece-
dente O Ihealro hespanhol, o primeiro que apparecc-
ra em (oda a Europa ; mas, depois de algum lem-
po, ahanilonou as regras Irara.ias por Lopes da Ve-
ga e Caldern, e entrn em urna estrada inteira-
menle dillerente, mas conforme no espirito, goslo,
roslumesda n.icao, c i propria nalureza do idioma.
Hacine e Moliere comec,aram esla revolu;.lo ; en-
tre as suas mlos, a tragedia e a comedia lomaram
as formas racionaes c regulares a que os amigos nao
soiibcram elevar-sc.
i < A Enrona, deslumhrada so especio das brilhan-
les obras primas, que li/.eram nascer este novo svs-
lerna, diz um critico Ilustrado, nltribuio a este svs-
lerna o que era especialmente o resultado do seu ge-
nio incomparavel.
ti O espirito de imitaeao se calenden ein toda a Eu-
ropa eiviltaada ; em loda a parle o tliealr.i solTreu
a le das unidades, nu loda a parle a comedia e a
tragedia, rujos limites at entilo tinham sido mip
ponen dUlinctos e ns vezes inleiramenle confundi-
dos, \ iran elevar-se entre si limites rigorosos e inae-
ce-siveis, e a srena hespauliola, aluda ha pooco t.io
admirada, qualificada agora de barbara por Hulean,
cabio no disprezo e na nhscuridade ; ennfundio-se
quasi Lopes do Vega com llardv, porque as suas
obrar. Uro engenhoses em mrito, apresentavam es*
leriormenle as mesinas formas, as inesmas rregala-
ridades.
u Em conseqaeocia do systema creado por Moli-
Acabamos de prover, coiSinun o Sr. conde de
Clarendon, a evacuaran dos difleteules territorios
oceupadas pelos exercilos cstraugelros durante s
gueira ; arbamos de conlraliiro compromtsso so-
lemne de efieclerar esta evacuaivio no mata breve es-
paco de lempo possirel; como poderiamosdeixar de
preocupar-ms dasoccupacies que tiveram lugar an-
tes da guerra obster-noe de indagar ..s meios oc
acabar com ellas...
O senlior primeiro plenipolODCiarlo da Gra.t l!rt>-
lniiha nao er mil etaininar as caus>s que levaram
exercilos eslrenmirosn muilos pontos da Italia;
mas pensa que admillindo-se me
sas eram legitimas, nio deixa
a que ha de anormal na sUneelO de uui potencia ] em um dos paizes mais inteussanles da Europa
que para manler-sc, lem nece-sidade de ser susten-
tada por tropas Cstrangeiros.
O Sr. conde Walewski nao hesita em declarar, e
espera que o Sr. conde Buul se associaia a essa de-
clararlo pelo que diz respeilo i Austria, que nao s
a I-rauca esta prnmpla para retirar suas tropas seno
que invoca de lodo o corarao o momento em que
possa faze-lo icm coraproinelter a Iranquillidade ui-
lerior do paiz c a aulori.lade do governo peniihcio;
por cuja prosperidade o imperador seu augusto so-
berano nao licitar,i jamis de lomar o mais vivo iu-
teresse.
'I Sr. primeiro plenipotenciario da (-'ranea icpre-
l sema quaulo be pira desejar, no ulerease de equi-
jlrbi'in europeo, qaaa ti...iii,. romano se consolide
t.nsiaiile fortemenle para que as tropas francesas e
austracas poasamevacuar -ni incouveuienle os Es-
lados Pontificios, e er que uro voto rxpre,-so nesse
| sentido poderle ter alguma ulilidadr. Elle nlo du-
vi :a, em (odus ns casus, que as scgur.iucas que fos-
sem dadas pela Franca e pi-l i Austria sobre suas n-
lencfiea a este respeilo, nao prodnriasem por toda a
parte urna impressAo ieveravel.
Conlinoando na mesnia ordem de il;as, o Sr.
conde Walewski pergunia a si mesmo.se mo he para
desejar que cerlos governos da peninsula itlica,
Chamando a si poraclosde clemencia bem enten-
didos, s espiritoa deivairados c n;ln pervertidos, po-
nham fima um systema que vai directamente coulra
S'u lim, cque, em vez de ferir us inimigOS da or-
dem, lem por ell'eito enfraquecer ... governos e dar
partidarios a' demagogia?
Em sua opinilo, seria prestar um serviro assig-
naladoao goveruo das Duas Sicilia, bem" como a'
causa da ordem na peninsula itlica, o esclarcelo
ese governo acerca da falsa via em que se melleu.
Elle pensa que avisos concebidos nesse sentido e que
parlissem das potencial representadas no congreso,
serian) mu hem accolhidos, por quaulo o governo
napolitano nlo pude pdr em divida os motives que
us le mu dictado.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Prutes cha-
ma depois a alleurjao du congresso sohre um assump-
I... que poslo diga mais particularmente respeilo a'
Franca, nein por is.o deita de ler um inleresse real
pan tuila- a. potencies eurup.MS. Elle er superllu,,
lixer que lodos os dias se imprimem ns Blgica as
puhli .acns mais injuriosas c hosiis conlra Franca
e seu guverm. ; que naquelle paiz prega-se aborta-
mente a revolla e n assassimlo. Lembra que aluda
rereiilemeiilegazelas belgas nusaram proconisar a
soriedirfe m Marianne, cujas (endencias o objeclo
lodos conhecem ; que ludas essas poblicacoes sao
oulras tantas machinas de guerra dirigidas conlra n
repouso e Iranquillidade interior da Franca pelos
inimigus da ordem social, os quaes fortes p'elas im-
ponidade que acham ao abrigo da legislacao belga,
nutren! a esperance de chegarem a realisar seus cri-
minnsos inlentns.
O-Sr. ronde Walevnkl declara que a desejo do
governo do imperador he conservar as melhores re-
latos com a Blgica, e d-se pressa em arcresrenlar
que a Franca nlo lem qoeitas do gabinete de Bru-
tetlas, aules louva-n inuilo pelos esfor.os que faz
para alien uar ii ni estado de cousas que'nao piule
mudar, pois -na legislacao nao Ihe permitle nein re-
primir ns excessos da impreusa, nem lomar a inicia-
tiva de urna reforma tomada, absolutamente indis-
pensavel. .. Deploramos, disse elle, estar poslos na
obrigacHo de fazer comprehender por mis mesmos a
Blgica a necessidade rigorosa de modificar una te.
gitlarao que' n.ii permute a seu governo cumprir o
menoscaba ns direilos do soberano. O Sr. baran de ; O Sr. conde Watewafcl felicita-se do ler indozido
Mentanflel pede que esta que-iao seja comprehen- os plenipoleuciarios a trocar suas deas sobre as ques-
di.la no numero das que lem de ser examinadas, loes que foram discutidas. Pensa qoe leriam podi-
Accresrenla que o rei, seo soberano, faz. volos pela do, talvez utilmente, pronunciar-se de urna mancirj
prosperidade do reino da Greca, e desoja rdeme- mais completa sobre algons dos assamplos que orcu-
imprensii ..elgd. nao hesita em declarar que osan-1 mente ver desappereeer a. causa-, que produzi-! param a altenrao do congresso ; porm diz que a
ores das eterraveisdoulrinas a queoSr. conde Wa iran a siluaeao anormal croada pela presenca das truca das ideas, lal qual ie fez, uao he sem ulili-
lewski rez allusao, que us liomeus que pregan! e tropas eslrangeiras ; lodavia admilte que se poderia dade.
assassinato como ineio de chegar a um lim politice, examinar lelos capazos de aprsenla! esse negocio O Sr. primeiro plenipotenciario da Franca cstabe-
proteccaO que garante a Hnprensa debata de sen verdadeiro asnete. lace que dahi resulta com efieito :
I.- Que.ninguem contestn a necessidade de coi-
dar maduramente en. inelhorar a siluaeao da Gre-
cia, c qoe as tres corle! protectoras reconlieceram a
importancia de se combinaren! a lal respeilo ;
J.' Que os plenipotenciarios da Austria aaeocia-
ram-se ao vol exprimido pelos plenipotenciarios da
Franra.de ver os estados pontificios evacuados pelas
tropas francaxas e aoslriaca logo que for possivel
cor lamente benvola, faze-lo sem inconveniente para a Iranquillidade do
paiz, e para a consolidaran da autoridade da Sania
Se ;
3." Que a unir parte dos plenipo(eocarios nao
couteslaram a eflicacin que teriam medidas de cle-
mencia lomadas opporlunamenle pelos governos da
mina declarando que'o gabinete la Prussiu reconhe- pennsula italiana, e sobre lodo pelo das Doas Se-
ce Sperfellamente a fone-la influencia que exerce cillas;
sao indignos da
sua lbenla de c independencia.
O Sr. conde de Clarendon, (erminaudo o sea rls-
enrso, lembra que a Inglaterra, bem tomo a Fran-
ca, no romeen da guerra procurara por lodos os
meios allemiar os elTeilos da mesma, e que nesse
intuito renuu. i.ir.i. e.u proveito dos neutros, duran-
te a lula que acaba de cessar, a prinripio* que ale
enlan
renta que a Inglaterra esta dispiista a renunciar de-
finitiva nenie a elles, comanlo que u curso seja
Quaulo aos passos que se julga-so ulil .lar relali-
vamenle ao estado das colisas no reino das lilas Se-
Cllias, |Sr. bario de Manleuflel faz observar que
poderiam oll'erecer diversos incouveiiicutes. Iliz
que conviria indagar, se pareceres semelhontes aos
qoe foram propostos n.ln suscilariaoi no paiz unj es-
pirilu de .pposeao, e movimenlos revolucionarios
buvia iuvariavelmeete mentido. F.lle acres- em vez de correspondercm as ideas que se linha em
he onda cona que nina plroliria organisada e legal,
e que os corsarios sao um dos maiores Ragellus da
guerra, e que nosee estado de eirllisec^e e de bu*
inanidade exige que se ponha lim a um .vsleinaque
neo be mais de uosso lempo.
Se o congresso iiileiin aduplas-e a propusla do Sr.
ronde Waleiv.ki, ficana entendido que ella Dio
obrigaria senle a respeilo da- potencias que a li-
visla reali-.i: enm inlenciio
Cr que nao deve enliar no etame da siluacflo ac-
tual dos h-la los Pouliliciu-. Limita-se a exprimir
o desejo deque se posa enllocar esse governo em
condices que lomaran! superflua a i..'-upacan por
Iropas eslrangeiras. O Sr'. liarn de MauleulTel ler-
a imprenta subversiva de loda a urdem regular, e
es perigosejoe semeia pregando u regicidio e a re-
volla ; arcrescenla que a Prussia de boa vontade
vrs-eui adoptado, e que nao poderia ser iuvu- tomara parle no etame das medulas que fossem jul-
gadas convenientes para por termo a laes maclnna-
Ces.
O Sr. ronde de Cavour nao qnor contestar odirei-
rindo os poderes de que Ira mu lo seuao an resta- lo que letn lodo o plenipulenciario de uo lomar
cada pelos governos que livessem recusado admil-
l-la.
O Sr. conde OrlolT faz. observar, que nao se refe-
helecimcuto d.i paz, nfto acere aulorisado a tornar
parle eoi nina discussilo que suas inslrucrocs nao po-l
deram prever.
O Sr. comiede P.uol felicila-se por ver os gover-
nos ,le Flanea e luglaleira disposlos a pr lim con
a maior promplidAii possivel a oecoparao da Grecia
Klleassegura que a Austria faz os mais sincero- re
tos pela prosperidade lesse reino, e deseja, lanlrk
qt'anloa Franca, que lodosos paizes da FCuropa go-
sem, debaixo da prolercilo do direilo publico, di
sua independencia poltica e de urna completa pros-
peridade. Elle nan duvido que una das cuudices
essenciaes de um oslad i de eoo-as lito desejsvel nao
re-i la na tbe loria de ums legislacao combinada de
modo proprio a previuir ou a reprimir os excesi
da imprensa que o Sr. onde Walewski eemurbn
iu que essaa can-1 com lenta razn, faltando de um Esla Jo viaiuho, p
ser ver lude que 'uja repre-do deve-ei considerada como urna iiej-
disso re-oiln um estado anormal irregular, qxva M | e.-.sida.le europea. Ktle -spera qoe, em todos os lis-
pode aer justificado seeao por urna ngeessilade ex-liados conllnentens, em que a i piensa ullerece Js
trema e que deve res-ar logo que es-, necessidade
nao se paca mais -eutir imperiosamente; que todo*
via, se nao se procurar p.ir lerinoa essa necessidade
ella continuara a existir, c que se eontinner o syste-
ma de apoio na forra armada, em vez de procurar
dar-se reme linas ju-las rausas do desconlentameiilo,
he certuquese tornara permanente um Sjsteme
pouco honroso pira os governos o deploiavel para
os povos.
Elle pensa que a^dministrac.lo dos Estados Ro-
manos oflereee
perigos que o rongre-su temo direilu de procurar
conjurar; que despre/a los, seria expor-sc a Iraba-
lbarein proveito da rciolucao qoe lodos os gover-
nos condemnam e querein prevenir.
O problema que ha urgente resolver, consiste ao
seu ver, em combinar a retirada das tropas eslraai-
geiras com a m inuienc.i i da Iranquillidade. e essa
snlurAo repousa na organisacao da una administra-
ran, que rateodo renascer a conlianca. torna-seo go-
verno indepeuilriiie do apoio estrangeirn; nao conse-
guui.ln nunca e-se apoio niniler um governo a que
O seulimento publico he hoslil, resultara dalii, em
-ua upiuiao, uui papel que Franca e Austria nao
quereriam aceitar para seus exercilos. Para o hem
eslar dos Estados Pontificios,bein -omu no inleresse
la aoloridade soberana do papa, seria pois til, ao
seu vr.que -e recommendassea secularisarto du go-
verno e a organisacao de um svslerna administrativo
mesmoe perigoa, os governos sabeijo achar em sua
legi.Ueao os uncios de Cont-la nos justos limi-
te- e que ehegarao asim a enllocar a paz ao abrigo
de novas complicarle* inleruocionaes.
Pelo que respeila aos principios de direilo mari^
limo, cuja a lapcio fu proposla pete Sr. primenb
plenipotenciario da Franca, o Sr. conde de liu.Jl
declara que aprecia o seu espirito o alr.n.e. ma-
que, na i estendO entorissdo por suas nstruccOes |i
dar parecer sobre urna malcra lao importante,
convenientes dnn le podein nascer ve hmilar-se por agora, a aununciar ao congress
que esta promplo a solicitar as ordens de seu sol:
rano.
Mas, diz elle, aqu deve acabar soa (arela. Ser
Ihe-lua impossivel, com eflilo, tratar da siluaca
interior doEstilos indepeulcntes que nao se achai
representados un congresso. Os plenipotenciario
nao rereberam oulra mi-sao que a de oceuparem-e
dos negocios do Levante, e nao foram convocado!;
para fazer conberer a soberanos independemos, vo-
los relativos a organisarn interior .le seus paizes
os plenos po.lere- deposlos as actas do congres-
proveen laso, e em lodo- os casos haveudo as instruc
ees tos plenipoteneierlu austracos, definido o oh-
jerto da mis-Ao que Ibes f.'ua cuuliada, n;lu ibes serii
permillido lomar parle em urna discusso que ellas)
inlo previram.
Pelos mesmos motivos o Sr. cunde de Buol cri
i dever bsler-sc de entrar na ordem de ideas Iralada]
em li.innonia enm o espirito du seculo e que leuha I pelo Sr. primeiro plenipolenclerio da (ra-Biela-
por lim a felicidade do povo. Elle admita que es
sa reforma ipresenlaiu talvez actualmeule em Ro-
ma celias difliculdades, mas cr que poderia eflec-
luar-se facilmeule as Legaces,
O Sr. pnmeirn plcmpuleiiciario da Graa-llrela-
nha faz ubservar, que ha 8 auiios, Bolnuba se acha
cm eslado de sillo, e qne o interior he devastado por
salteadores. Pude esperar-se. pensa elle, que cons-
lituindo nesse parle dos Estados Romano! um rgi-
men administrativo c judiciario, ao mrsmn lempo
leigo e separado, e que org.inisaudo ahi
armada nacional, a seguranza e conlianea se resla-
beleram rpidamente e que as tropas austracas pus-
san ielirar-se dentro de pouco lempo sem que se
leuha que temer a reprodcelo de novas agilacoes ;
he, pelos menos, urna experiencia quo em sua opi-
nAo se deveria tentar, e esse remedio oflercrido a
males incnnlestaveis, deveria ser sobinellido pelo
congresso a seria consideraran do papa.
Pelo que re-peita a.< governo napolilano, o senhor
primeiro pleuiputenriario da ; ir.ia Bretanha deseja
imitar u excmplo qoe Ihe dera o Sr. conde Wale-
wski, passan.lo em silencio actos que lem (,1o trisle
relumbamento. lie de npinio que sem iieuhuma
duvida se deve reconheccr em principio, que nen-
hum governo tem o direilo de intervir ni- negocios
iba e dar explicaCdes sobre a duracao da occupa-l
cao dos Esla tos Komauos pelas tropas au-lriacas,
assnciando se com lado e completamente s palavrasi
pronunciadas pelo Sr. primeiro plenipotenciario da
Franca a esle respeilo.
O Sr. conde Walewski faz observar que nao se
Irata nem de tomar resoliiees definitivas nem de
cnnlrahir compremissos, anda menos de ntromet
ter -e uirect.menle nos negocios interiores dos go-
enruosrepresentados ou nao representados no con-
uiii.i forca gee-so, mas nicamente de consolidar, de cmplela
a obra da paz, preoecupando-se de anlema > das no-
vas coinplicac.ies que poderiam surgir, quer da prn-
longacao indefinida on nlo justificada de certas oc-
cupaeoes e.lrangeiras, quer de um svslerna de rigo-
res iiiupporluno e impoltico, quer de urna lieenca
perturbadora, contraria aos deveres internaeio-
uaes.
O Sr. bario de llubner responde que os plenipo-
tenciarios da Austria nlo eslo anlorisa tos nem pa-
ra da rom seguranras nem para exprimirem tolos. A
redurcilu du etercito austriacu as l.egaces moslra
bastante, ao seu ver, que o gabinete impciial tem
a intencao de retirar |su,is Iropas, logo que seinc-
Ihaule medid, for julgada oppurluna.
OSr. harto de Manleullel declara que, conhecen-
re e Hacine, Lopes da Vega, ni propfiu cidade de
Madrid, espiou, por um ingrato esquecimeiHo, ns
iriuniplio. quasi ex-gerados queoblivera ein sua vi-
da ; deitaram de representar a suas obras, e s.i fal-
lavam nelle como em um espirito dolado de brilhan-
te faridnde.
Enlretanto, ama nova revolado se prepareva no
mundo lilterario, assim como no mundo polilico.
N'um como n'oolrn, o espirito novador do seculo
WIII se preparava para desmoronaras formas gra-
ves, severas e regulares, rujo imperio fora consagra-
do pela curie de l.uiz XIV ; Indas as regras, lodos os
jugos deviam ser qnebradus ao mesmo lempo.
Vollaire, que residir por algara lempo n.i Ingla-
terra, em consequencia das perseguiees da aristo-
cracia franceza, foi o primeiro que comecou a alar-
gar os limites em que os fracos successnres de Haci-
ne haviam encerrado o Ihealro ; foi o primeiro que
indicara, por meio do seu excmplo, os recursos que
a tragedia poda lirar de um respeilo menos esecu-
pulosn para com restriccoes insignificantes, de urna
esculla de assumptos mais em rolaron enm as ideas
e os coslumes do seculo : emlim foi o primeiro que
revelen Europa o nome de Shakespeare, desse es-
pirilo-me, como o chama Chateaubriand, e queja
bavia morrido ha mais de cetilo e vinle anuos.
Vollaire abrir a estrada, em que dentro em pou-
co foi excedido ; e nos ultimo annos da sua vida
elle ja tema os progres-os da nova esrolla, que pro-
curava iolroduzir o Ihealro em camnhos dillerentes
daquelle-, era que Hacine havia Colbido lanos hui-
ro- ; Vollaire se ndiignava contra os admiradores de
Shakespeare, conlra os seus imiladorcs, todava
mili pouco nppn-ins naquella poca.
Segundo Sismen lo de Simnnd, a lula cnlre os
dous syslemas era anda muiln desigual : aquellos
que prufessavam as upini-s que depois foram Ce-
signadas pelo nome da citicos, tinham a vanla-
gem do numero. Km argomas parles da Kuropa se
eflectuava urna roarcao enrgica eonlra o despotismo
que a Franca eterrra por muiln lempo sobre todas
as lilteraluras eslrangeiras.
Esla reaccao, favorecida, estimulada pelos odio
que, josla ou injustamente, provocaram conlra a
'ranea os successos da revolucao de I7.K1, c pelo es-
pirito de nacnnalidade que desperlou entre quasi
todoi os povos, esta rearcAo dizemos nns, se inani-
feslou com especialidade na Allemant.a, onde urna
lilleratura nascente, bullante de genio o origina-
dade, lomava a Inglaterra as fiirmas independenles
e aiidarioias, qoe caraelcrisam e ronsliluem o rn-
inanti*mo.
Shakespeare foi o Dos desla nova escolla, e em
brete, apesar dos forros deeUMaieo* selusivo--. a
adniirarto de loda a Europa tingon-o do e-queci-
menln revollsnl que por muilo lempo pesara sobre
sua memoria, alo no gremio da sua palria.
Os Aleui.ie-, principies autores dcsta grande re>-
snrreic/io prelenderam reparar oulra injiistVa :
quizerarn reslabelecer o theatro hespanhol.
Caldern lornou-se especialmenle para elles o ob-
jeclo de una especie de cutio, c, nao contentes com
traduzif as suas obras principar, transportaran! al-
cumas sobre a scena germnica, quasi sem causar-
Ibe a menor mudanca.
Assim, era natural que no momento em que o sis-
tema dramtico, que derribara n da Hespanlia. se
desmoronasse em todas as parles, em que acaba-se
por sucumbir, a> prevcin;oes qoe ha m-i.de um se-
culo ohscuriciam o renome de Lopes, de Caldern,
de Loreln se .leissipassem completamente ; e foi o
que aconleceu.
Moje a Europa celebra a riqueza e origioaldide
do antjgo Ihealro hespanhol e do de Shakespeare
com n mesma iiuanimi.lade com que pruscrevia um
e ignorava o outro.
Pars, Lnn Ires, Vienna applaudem enthnsiasla-
menle a gloria desses genios immortaes. e Vctor
Hugo, Alexandre Domas, e lo la a inmensa pleia-
d^ de poelas dramticos modernos, se nao sao eclius
liis ic Lopes da Vega Caldern, Moreto, Shakes-
peare, sao lillin legtimos desses espirites predis-
lnades.
Mas, ao passo que em algumas parles do conli-
ncnle europeo se creava s lilleralura dramtica, que
pasum pelas crises divers.s que temos assignalado,
quo destino tiveram as bases do Ihealro portugus
aneadas por Gil Vicente, e que serviram de germen
ao theatro hespanhol, francez e allemo fDissereis
que foram quasi brbaramente despresadas, se nao
(vessem apparecido algumas lenlalivas de poema
dramtico obre o fecundo e trgico a-snmplo que
Iguez de Castro ministrnu a poesia.
(>)in efleilo, nlcm dosenioa de fe' de Gil Vicente,
Portugal nao oflereee monumento algum autgo ern
litteratura dramtica; .le sorle que, a Osmia da
enn.lessa de Vimieiro lie o nico anlecedenleque ni-le
seculo encontrara a mu-a de Cairel, .Men.tes Leal
e nulros, o- quaes, inspirando-ce nai immorl.ies
rre-ees do- IheoIrM ingles e hespanhol podem ser pr
lepuledos os verdadeiro. creadores da actual hilera- ; e .
lura dramalira portuguesa. ig.
E, i vista disso, que Ihealro pdenlos ler nos''. ib
I1, i outro lado, a lilleralura, a poesa, u'uma pa-
lavra, a poca da ule ua vida dos povos s appa- esj
roce, depon que indas as, necessidudes materbesse ha
parle na discu-."io de urna quesiac que nflo esl
prevista em suas iustrucees ; porem er que lie da
mais alta importancia que seja incluida no proto-
colo a opiniao iii.iui(estada por certas potencias so-
hre a uccupaeao dos oslados romanos.
OSr. primeiro plenipotenciario da Sardenha ex
pos que a oceupacao dos e-t.ido- romanos pelai (ro-
pas austracas loma de da em da carcter mais
permanente : quo dura lia sele anuos, e que mo se
percebe nenhum indicio que induza asuppor que le-
nlia|da cessar em m- poca maisou meuosprxima;
qoe anda sobsi-tein as cansas que Ihe deram lugar;
que de corlo nao melhorou o e-lado do paiz que el-
las uceupam, e que para convencerse disto, baila no-
lar que a A asina cr-se obrigad. a rnanler em todo
o sen rigor o estado de cerro em Bnlouba, posto que
dale da mesma ecenpacSo. Fax observar que a pre-
senca das Hopas auslriueas na- legaees, e no diira-
t.-i- par.na daatrae e eqisUbria polUieo ua llalla,
r rnnstiiiie para a Sarden'i.i vei.ladeiro pengo. Os
pleuipolenciari ,s da Sardenha, diz elle, creem poli
de seu rlever asiisnalar a altcncAo da Europa um
e-ln.io de consae tilo anormal, como o que resulto
da or.-upaeao indefinida de grande parle da Italia
pela, tropas austraca'.
Quaulo a queslo ds aples comparlilh.i inlei-
ramenle das..pinies eraillidas peto Sr.conde \V.i-
lewskl, e polo Sr. conde de (liaren Ion, e penes que
importa no mais alto grao suggerir temperamentos
que applacandnas panoes, loroariam menos dillicil
a marcha regular das musas nos, oulros estados da
pennsula.
O Sr. bario de llubner diz a seu turno, que o Sr.
primeiro plenipotenciario da Sardenha fallou so-
menle da occopaeao auslrira, e;guardou o silencio
sobre a da Franca, que enlrelalo as duas ocenpa-
coes tinham se dado na mesma pnca e para o mes-
mo lim ; que lie ina.lmisivel o argumento que o
Sr. conde de Cavour lirou da permanencia do esta-
do de cerro em Bolonha ; que se ainda se faz ne-
cessario nenia cidade um estado excepcional, leu lo
ja eesaado desde muilo lempo em Roma e ern Auco-
iia. isso parece qu.indo muilo provar que sao mais
satisfactorias asdispuscoes das populaces de Roma
e de Aucona que as da ci lade de Bolonha. Lem-
bra que na Italia sement ns Estado. Komanos he
que estn occupados por Iropas eslrangeiras ; que os
municipios de Menlon o de Itoquel-ruue que fazem
parle do principado de Monaco, esla.) ha nito annos
occupados pela Sardenha, e que a nica differenca
le se da entre as loas
Que Indos os plenipotenciario!, e mesmo a-
quelles que julgaram dever reservar o principio da
liber.lade da imprensa, na.i hesitaran! censurar afl-
menle os excessos, a qoe as gazetas belgas se entre-
gara impunemente, reconliecendo a necessidade de
remediar os inconvenientes reaes, que resultam da
hcenca deseufreada, de que tanto se abusa na Bel-
K'fa ; ,
">.' Que emlim i visla do acollimeuto feito por
lodos os plenipotenciarios idea de encerrar seus
(rabalhos por urna declararlo de principios em ma-
teria de direilo marilimo, he de esperar que na pr-
xima sessao tertu recebido da seus governos respec-
tivos a uuitu i-.te.io para adherirem a um acto, que
coro.unto a uhra du congresso de Pars,reabsorta um
progresso digno de nossa poca.
(Segoem-s- as assignalurai.)
2TERIQR.
RIO DE JANEIRO.
O SR. PINTO DE CAMPOS E SUATRADL'C-
CAO' RELIGIOSA.
Se lu um serv.; impor(an(e feilo ao calholirismo
c doolriaa religiosa, he sem duvida alguma aiuelle
qoe di-iiuclo clrigo o Sr. Piulo de Campos Se
prepAz fazer na Ir.iducrao das runferencias do pi-
dre \ entura.
A doolrina de verda teira nuci religiosa, c fon-
do de moralideda que seenconlra ua obra dopadre
Ventura, e que o Ilustrado Sr. Campos, embdlrza,
permtlta-sea phruse, por urna tradue^ao brillante,
ja na eeeolha dos (ernm, ja ua eumpreheor;a> dos
pensanren.ee do padre Vemora.recommeudnu lano
o aulor como o traductor.
No estado actual o nosso paiz, na desorgadiac)
social por assim dizer em qoe nos adiamos, msre'p-
tcsmo religioso e desprezo quasi geral as ciuiri-
nas do chrisliamsino. a primeira neceisidad' sem
duvida para salvar e reorganisar a sociedade irasi-
leira he a inrulicSo tlos-dogmss de Christo c d ver-
rlade philosopbica do calholicsmo no ro.nio do
povo.
Sem Ireligiao nao ha familia, nem moralidde ou
rivilisacSo possivel; e pois, repetimos, o ervlro
que o Sr. padre Campos se propz fazer, ea que
Iilo hrilhantemenle deu principio pela Ir.iucr.u
para lingno porlugueza da .>. conferencia o pa-
dre Ventura ; lie da urdem daquelles que gloicam
e recommeudan estima publica o Ii na que ns
exerclla.
Compreliendemos com qoanln desanimo ride (er
o Sr. Piule de Campos encelado o seu libalho ;
concedemos qnaula enragem he ha de (er ido mis-
ler para encelar tao imprtame larefa, em urna -
poca em (pie se olha com desprezo para a cousas
mais santas e sagradas, em que nenliuraa vilude ou
econaees lie, mieos Au-- j -----------*""--
Irseos e os Freneses foram chamado- pelo sohera- I *'*: "' a,re"' SPOiV> '"".t*,* ; mi_ corn-
il., do paiz. ao passo qu. os Sardos pen-l.arain no J/k'. e'U T > ** '
territorio de principe de|Monaco contra sua vontade. S^L") ""' ?*'* l,re;'le- "* P" [-
. Ihi se conservara apezar das reclamacoes do sobe-1 """ e v"" l'us,l>'''^, que um da far. justica
rao., desse paiz. a sua memoria.
Respondendo ao Sr. bario de llubner o Sr. conde JEP* ^"SS '""" c"n''"ue na glriosa la-
de Cavour diz. que lanln deseja ver cessar a ocupa- IC'a: quc la.bein enceluii, e qne ind melhur
e.lo franceza romo a oceupaean austraca ; porem
que nao pode denar de con-derar urna como molla
mais perigosa que A oulra, para os estados indepen-
denles da Italia,
de
ca a ninguem. ao passo que he para inquietar ver a
Au-lria apoiade em Forrara e l'lucencia. cujas for-
roncluira, pois qoe nao Ihe faltara condiccaa para
; isso : po-sue o talento, a inspir.ir.lo, e dirto escu-
i Nula e a torra de vonlade.e lano basta.
ules da Italia. Accrescenta que um pequeo p ^^T. '.S'e 1^,.,|U,0 d,e l,,ome"-B'"' "'albulo.
exerclto a grande distancia de Franca.nao mea- ommendan. o a leilura datradocele, qeja pu-
I blicamos, do illuslre periiambucano.
{.i I'a trt.)
Iilicages eslende contra o espirito, seno contra a
ledra dos tratados de Vienna, espraiar-se ao longo
do rVdriaticj al Anemia.
Quaulo a Monaco, o Sr. cunde de Cavour declara
que a Sardenha esta' prompla para retirar os cinco-
lenta humenj que oceupam Mentn, se o prncipea-
idia-se em eslado de vollar para esse paiz sem expor-
jse aos mais graves perigos. Dentis cr que nao se
ipnde secular a Sardenha de haver conlriboido para
|o derribamcnlo dn anligo governo alim de oceupar
esses estados, por quanlo u principe smenle pude
Assim, theatro, na acccprAo de lilleratura d.a-
matir.-i, unida Dio temos ; mas pasmunos um edifi-
cio, que, sem embargo din mulilaccs que he de-
ram cerlos espirilos aeanhsdos, he, sob a relarjo
arte, o mais regular, o mais bello qoe existe em
do o Brasil; e, se anda nao he dado as mosas
icior.aes desperlar-llie os ecl.os, podemos reprodu-
r ah as creaees str.ingeir.ts, al qne se mudem
as Deesas condlcei sociaes e appareca algum Me-
cenas.
Infelizmente, nem islo mesmo temos, e nos arha-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA *RQ-
VIMC1AX..
Se ssa o ordlmrla de |8 de junho da I85l
Presidencia do Sr. darilo de Caniawgibe.
As 11 e meia horas reunido numero 1 e:; 1 de Srs.
depulados
se h.ln succedido: e tanto he assim qu os antigos
Romanos so pediam aos seus res e impradore* :
po e etpeclarulo.
As represenlaciMs dramalicas, qoandl Sao com-
pletas, salisfazem plenamemle essas lecessidades
morsas do homem. Mai, onde achrelos actores
dramticos que salisfsram os desejos xtlsttcos, o
seulimento potico do coraran'.' As Hachee, e Kislo-
ris silo raras.
Se lavemos de ver novamenle em icera as medio-
cridades que temos lido, e que em grande parle
inos, a este respeilo, em peiores circumslancias do roncorreram para o abandono e despreziem que ca-
nto antes de IKjfl, poca em que se naugurou o | bio o nosso ihealro ; enlao, antes se coeerve fecha-
.Sanra Isabel. do, e se appliquem os doze conlos de re concedidos
] Antes desla epoca nao trabamos o monumento dn para esle fim, pela assemblca provincial, a um obje-
campo de palacio, mais baria algoma nansa que pro-1 rio de entre ordem.
ircinnava i popularan alguus momento- de distra-
erlo, depois das idas do da.
Knlroiuntii, a provincia fez om sacrificio, des-
pendeu mais de Irezentos contos de res, e tiremos
a nossa Scallu tropical.
Mas. n que Ihe lem acontecido depois de 1850
para c ".' Que divcrtimeiilos (etilos logrado desle
ci orine, sacrificio e das .piolas annualmeule decrela-
di no orcamenlo da provincia?
Desde a primeira empreza al a ultima, rom mu
rakas excepees, quanto ao conipriinento das obriga-
r." .s moueiarias de .ilguns emprexarios para com os
adore-, o scntinienlu do bello, as neccs-idadcs ar-
icas nao Uto sido satisfelas, pois que, as diversas
upanhias dramticas que 'temos lido nan pa n de mediocres; e dahi resullou o abandona e
lesprcso em que cahio o nosso Ihealro, depois de
ipiiiro anuos, pouco mais ou menos, de esperanrai
malogradas, e de nao pequemo numero de oonlos
le re-, quasi unulilmeiite ilespentdos.
Vs cousas se achavam nsle eslado, quaiido se fez
um unvo conlralo por oilo nu dez annos, sendo o
pro/ario somenle obrigado a dar espectculo de-
- de Tinto S dom me/es, a cuitar rio
diroii-sp o acto.
Na iiiaugiirar.ii) do Ihealro o povo qio coucorra
ans espaclaculos, era mais attrahido peo espirito de
novidade e para ver o edificio, do quo pelas repre-
senlaees, que pouco inleresse iuspira-am ; e lan-
o assim lie, qne apenas o seulimenln ni curiosidade
foi saiisfeilo, o (hca(ro so (inlia concurrencia nos
.lias de feslas nacinneej ou emoccasiao de abertura
das novas cmprozss.
Assim, parece que nao devemos despender mais
dinheiro com as coinpanliias dramalicas. que (emos
(ido, nem com oulras seinrlhantes. Por nutre lado,
vivemos sem urna distraes*) honesta, que por alguns
momentos nos faca esquecer as amarguras e coulra-
nedade daexisienria positiva, falla que ale cer(o
poni contrasta com a nossa 13o gibada prosperi-
dade malenal.
Enlrelalo sabemos que a rompanhia trica, qoe
se acha no MaranhAo, esla disposla e vr dar aaui
qualro mezes de represenlar.es ; n nesle caso sera
mais provieloso e salisfalono applicar a le lim a
quola votada para o theatro, dorante esle curto es-
paco, do que inuutilisa-la com oito oo dez mezes de
lia era que j espectculos dramticos, como os que temos tido.
Se a campanilla Kamouda nao lie do primeira or-
Heguudo c- iinvo contrato, o eiiipiezario se cora-| dora, sal-fas muilo bem as iieccs.idado. do publi-
mollia a dar rtpresc.il.icn-s hura-, dramalicas, | co ; todos nns couhecemos, e he-empre com sauda-
le qu<> nos leniln.uno- das nuiles deliciosas que nos
acham sallsIeiM
Se nan poasainSM inomiinoiitn algum no dominio
das ledras e da arte, por que somos um poto extre-
mamente in.to, somos dotados rom as mais l.ivnra-
veis cuuilieoes para desenvolver ns germens fecundos
quo a Providencia nos conceden. Com elleiln, o
ceo da Grecia, que creou llomeru e Phidias uao
era mais bello nem inspirador qoe o uosso.
ter
para allrahir maio. concurrencia, promellia
.lmenle elabelecer una casa de labolagem no
airo.
clizmente o termo prescripto paraocomeco dos
chenlos esta breve a espirar ; e como anda nao
ompanhi.i a pupolacn licar.i livrc de nina fonle
ilica de inimnralidade edealgcmas mt-llicacao,
l que para ito seja preciso rescindir-ie o conlra-
como fura proposla na presente sessao da assem-
lilt i prnvinol.il.
la- u hornera nSo lem aesnenle nocessida.les ma-
aes, lem lambem algumis iieco.siil.nles espinilla-
.
islas, cuja ..iii-i i. ,iu encunlra nu Ihealro, nico
me o ale Imje creado pelas diversas civilisur^es que
MUTTTeiavJ
d.ra no Santa Isabel.
Se nao conln em seu gremio essa celebridad,
que oncanlam as grandes rdades da Europa, encer-
ra artista! de laicato mni nolavel, e consla-nos que
us cantores, que a febre amarella rnubou-llie, serao
brevemente sulistiluidos por oulros, que eslo para
eliegar da Italia.
Em fim. antes onvir mediocremente terul.it.is
as divinas harmnnias de Veril", Itoilii o Donnizel-
li, do que nssislir an harharn sacrificio das liellas
iii-piraees de Viclor llago, Alexandre l'nnri--- e
Scribc.
( Abdalah-il-Krati/.)
ILEGIVEL


OI 10 CE KUiKfcl S GN A FcIs 8 fie JNHO Di 1856
n Sr. Presidente declara aherla a sesiSo.
I,iila a a. i.i d1 eeaslo antecedente, he approvada.
0 Sr. I". Secretario d.i ronla iln seguinle
EXPEDIENTE.
1 m oflirin do secretario do governo, remetiendo
copia da informarlo prestada pela repartirn da*
obras publica* no requerimcnlo de Joln Francisco
Reg* do* Alijos.A' quem fez a raquisiclo.
I na pclico Nos* Senhoia da Hoa-V'agcra, peilindu a ronrcsso
de algum loteras pftra uccorrer aos reparos de seu
tempo bastante arruinado.A' commissao de pe-
lices.
Em seguida Ic-se e approva-*e a redaecao do pro-
jecto n. 11.
O Sr. N. I'orlella :iNSo devolven sen dis-
corso.)
O Sr. lipaminondas pede a illu'tre commissao de
legislaciio haja de dar seu parecer ubre dous prn-
jeclos que dt lia minio llie foram remedidos, o pri-
meiro relativo a prcleucao dos ofilciaes de juslica
da fazenda, e o segundo, que di/, respeito la un pro-
ject sobre loteras.
i iKl'l-'.M IH> DA.
< o 1111111 -t ; n da secunda discusslo do orcamciiln
municipal.
Arl. 32.
He aprovado rom a emenda n. 2li, relativa a Ala-
xandre Barbaja da Silva, c rejeilada a parte relali-
v.i a Antonio de Castro Pereira, sendo approvadoa
os dentis artigo* ddilivos de ns. 25, 211 e 27, foi
fielmente o projeclo approvado cm segunda dis-
cussao.
O Sr. B. de X.aeeria requer a dispensa de in-
tersticio do mesmo projeclo, e be concedida.
Segunda discussao do projeclo n. 42, que desan-
uda da capellana do collegio dos orphaos a radeira
de inslruccao primaria.
Vai i mesa e he apoiada a seguinte emenda :
O vice-director docollegin dos orpblos vencer o
ordenado de 1:fl0t)>.Silva Braga.
O Sr. Siha Braga :Sr. presidente, apezar da
sorpreza que causn a casa o artigo additivo que
maudei a mesa, parece-me, qoe vista das raines
de publicarlo que assisiem em sed' favor, a casa
aliiidl se resolver, votando por elle. Vejo que a
abstracto da casa he tanta, que nlo podera apre-
ciar as razes de Justina que vu aprcsenlar, e com
as quies nao pretendo abusar de sua alinelo por
muito lempo, porque na verdade he 13o aliente
a sua Justina, que em poucas palavra* a demons-
tra rei.
Sr. presidente, pelo novo regalamenlo que lioje
rege o rollegio dos orphaos, agraentaram-se os or-
deuados de todos os seus empregados, entretanto,
que o ordeuado do vice-director, que nao he s vi-
ce-direelor, senlo lambem capelllo do mesmo col-
legio lcnii no ilalu 9110, nada se Ihc deu de
Alero disto lia urna oulra razio n altender: o vi-
ce-director na 1 rdem dos empregados he o imroe-
dialo ao director, enlretanto, que lem um ordenado
igual ao do mordomo e ao do profesor de msica ;
porlanlo, he bem visla a jaslira que ha em ser (-le-
vado o ordenado desse rmpiegado, que accumula
as fonrces de capelUo e de vice-uireclur, e que
lendu-se augmeulado o ordenado de todos us ouiros
emprrgados do collegio, nlo o foi o seo, e be de
toda a jusilla que lamhi-m seja augmentado, laido
mais se o olharmos para as funecoes que desem-
penha.
Por eslas razes. quanlo a mim, muito valiosas, cu-
idlo, que a casa sein detrimento neulium das suas
re-jras de juslira deve volar cm favor do artigo ad-
ditivo, que live a honra ne sobmeller a sua appro-
vaclo.
' m Sr. Depulado :Quanlo Icni elle artuilmen-
te 'le ordenado '.'
O Sr. Siria Braga :Tem 01)0? e mais 4(109
como professor ; e agradeci a lembranra do nohre
deputado, porque me tez dispertar mais urna razio
e he, qoe a esse empregadn tci.do-se-lhe arromu-
lado lambem as funecoes de professor do collegto,
que hnha de ordenado SOS, apenas se lhe deu a
melade desse ordenado e por conseguinle leve de
solTrer mais esla ittjoatiea, nlo obstante o que agora
s pede a separarao, ou antes a desoneracito do
j.t!nr.-iiii. e por motivos qoe s dlzem respeito
ao bem politice, e que muo o honram.
Sao eslas as pone as razes, que lenho de apresen-
lar em sustentarlo do arligo additivo por mim of-
fererido,
O Sr. Meira llenriques : Sr. presidente, a ca-
sa c.inhere que eo son naturalmente avesso a aug-
mentes de ordenados, como por vezes me lenho pro-
nunciado, quando e*cs augmento* me nlo pare-
ci asseular em joslia : mas este que se aclia con-
sternlo no artigo additivo, apresentado pelo oolire
depulado, pens ser juslira palpitante.
O vice director do collegio dos orphaos, que|lam
bem he cetndtao do mesmo collegio, leve sempre o
ordenado de (0i(- is., quando o director linlia 8003
rs., oei presidente da proviucia, porem reformando
legulameuto que rene aquelle eslabelecimento ele-
vou o ordenado do directora 1-2003 rs., e elevou
lambem o de Indos os empreados at o da nfima
dnsse, deiando perem intacto o do vice director, de
sorlcqoc esle mU boje com ordenado igual ao do
in. '110 do collegio.
O .Sr. I.bi; Filippe : vtuor eslabelecer calhego-
tias de ordenados '!
( Sr. Meira IJenrir/vcs : A calhegoria dos or-
denados lem-se e-tahcleciiln na caaav e lem sido
adoptada pelonohre depulado que anda honlem a
invnroii eln favor de un aomeulo, que propoz.
OSr, /.mi; Filippe : Esla engaado, nlo ilivo-
qneilal 'principio
O sr. Meira lenriqu".: Se porem o ordenado,
deveser osle on aqoelle consignado no arligo addili-
vo, 9 oaugmeulo he minio ou pouco, nessa queslan
.i" inero enlrar. porem que o vire director lem di-
reiti-iiironleslavel a uin augmenlo em sen ordenado
me urecc de toda a jnstica.
I'iineiraincnlc basla ver as atnthuircs que siio
inhrentes ao sen errgo
(lia diversos apartes. )
O eslatutos nov.-s marcram o ordenado de SlKli
rs. pra o professo, rom a clausula porem de que
piarlo vagasse a radeira por morle ou aposi-nlaili-
ria f. queiu enl,io a repia, petarla o vire director a
eiere-la apenas com a gratifirarao ,1c 4(K)S rs., dis-
posio que tambeui me parere celebre; porque uin
profusorsomenia para rusiuar primeiria lellras Imli.i
de oilenado, salvo o enuano 8(108 ,, mas entretaoto
arcurula-se esse ser\ico ao vice direclor e capelln,
julgarlo-se que ticaria bem pgn rom a gratilicacao
de 41*5 rs., isto he, melade do ordenado que linha
aquell que crluivaniente se oceup3va desse ma-
gisleri...
O S* 'ranciKO Joan da om aparte.
O S. Meira llenriqtm : O goveruo entendeu
que ei empregudn ficava assim bem pago, mas me
parecr que nao entendeu convenientemente. Sr.,
o vicelircelor de um collegio he, podemos dize-lo,
nm oiro director.
O Si l.uiz Vilippe : Oo a vice directora una
fine cr:
O S. Meira Itenriques : Anda concedendo
que sea rie aira, (quanlas e lalvez rnaiores nao
tem sio bem recompensadas por esta casa *
0 S. I,i/ic Ftfipvc : Nito he razao, tanto mais
quanti assevero ao nobre depulado, que se pode
direr ae a vice directora be urna .1115 cura sem
ollcudc mesmo ao actual empresado.
O Si Meira Ilenriques :Mao hecolpa do em-
preeadi..
l'mal o: : lie do regiilamcnto.
O .S> .'/cra llenriques : Eo asseveio aos no-
bres deiulados, que tenhn ido ao collegio dos or-
phaos por mais de umavez, j sou lestemunha occular
do Iralillo que peza sobre o vice disector...
I'm r fepuladc : Euiao o direclor nao faz
nada ?
O Sr. aeira llenriques : Eai, ma ha allribui-
r'"-es qm io peculiares do vice director, anda mes-
mo quanio elle nao substue 10 director em seus
impedir ellos.
Ora, reo vice direclor eslava bem pago com o or-
denado defiOO; rs., me parece que bem pago esla-
vam, o rordomo com ."iOOj! rs., o professor de mu-
zica com or; rs cjunlamcule o de san.le rom
4.VJ5 rs.; 'iilrelanlo o que fez o regulamenlo novo '?
Elevou o ordenado do mordomo a filio.? rs., o do
professor de muzca a fitKrj rs., o do professor de
saude a fitrj "", o do director a 1:200-5 rs.; mas ao
vice direcur nem um real se dea !
Eu nao posso jamis roinpreheiider, nao posso
mesmo derobrir um molivo que juslilique essa ei-
crprao cn.desl.ivor desse empregado.
I'orlanti alem de ser de looa a juslica a reparteto
qne faz o |rnjeclo noeu arligo I.-, por quanto bas-
ta ler o reiulauenlo para se mohecer a dilliculdade
que ha nocirrcicio simultaneo das funcrots de vice
director e le professer, ou antes toda rncornpatihili-
dade; lamtem me paea evidente em vista do mes-
Rulntea bases : l., que ot beaeOcios para todas as
liilfri sajara de 12 por cento ; 2.', que us cunees-
sionarin* nunca liquen) prejudirados no rereliimpiilo
ilsles \ por ccnlo, nem pelos plauos dos Ihesourei-
ros, nem pela di'iliiccio de imposloa geraes e ninvin-
ciaes, 011 di'spezasqu.iesquor. oque ludo lleve ser
alulidii do rapilal e nunca ilos 12 por ceulo ; 3.a,
que seja marcado um prazo razoavel para entrega
dos 12 por cent. aos concessionarios bcneliciados,
afirn do que os Ihesouiciros nao os demoren) 111 levi-
damenle em suas inaas.Ep.iininoinhis de Mello. 11
o Tira o presidente da proviucia auloriaade a con-
Iral r da modo iii.ih ronvcuieule aos interesses p-
blicos cam Barroca Cv Castro, ou com quem melbo-
res vantagens nllerccer, a inlroduc^ao de colonos
nesla provincia ; e para isto tica lamben) elle aulo-
rsa 'o a expedir o. regulamcnlos precisos. Ignacio
de Barro*.Manuel de Barros.
(i O preaideuta da provincia tica aulorisado a con-
ee.icr a Jos da M.11.1, a titulo de emprcslimo, a
IHHI? rs. nos termos dos paiagraphos
ora feila tic urna vez, e pelo
us, medanle precisa liauca
quauli.i de
seguiiles :
I .* A coaceaso
espacn ile cinco ai
idnea.
S *J." Se 110 pra/.o le um auno, depois de recebido
o dinlieiro, Jos da llaia nao aprescutar a inachina
de dcscaiucar algodAo fiiiici'ioiiaudu rc^ulanneule,
ou pelo iin'ii'is promula para e>le liin, elle ou seu
o* colres com luda a quaulia
le um da
:oiisrienriosaniciile nao pode cumprir suas abriga- J 3.-O presidente, em remil.nncnto mi coulralo,
;oes ; observando, enhores. que esle empregado designara a localidade cm que deve funccionar a m.i-
iao merecer do covemo .MIsWKI ao monos do aog- china do Jos da Maia, c eslab^lecer as conilicocs
I 1 I om ..mi 'iFiUn-il. aauJ. a Jbb bubh n^^^___ 1 *
:la cadeira, 111 que falle em augmenlo de nrjenado :
ora se es-o empregadoOjuizease, que eu e oulroqual-
quer seu amigo, ,porque me honro com effeito de sua
amizade) so encarregnsae de defender a -ua causa,
molivo nao havi.i para que elle recassae em pedir a
esla asspmli'ea que lhe augmentaste 11 ordenado ; mas
elle nao o fea, aqui esla o seu requcrimenlo ; D ciin)-
pre indar que alguns das anlcs que esso empregado
reqoeresse a esta astsssUa para separar a ra Jeira.eu
fui uin dos que em conversa, lem conferencia parli-
culr com elle eenfessei,diclarei-lhe, que elis havla
tidu vicluna de nina lojoaiica nao pequea, ja com
aceamulacSo da cadeira, ja rom a diminuirlo de seu
ordenado, isla he, dfmioai{go om relaca ao aua-
menln, que linhani. lido os de mais empregados. Sa
cu disser que elle pedio-me promovesse esse aug-
mento, falto a verdide, proliro nina falsidade, olien-
do a sita moilesli. e dignidade, per quanto riunra
elle me falloa a tal respeito c menos algoem por elle.
Desde que li os novos cslalulos do collegio dos
orphaos, revollou-me ass.is essa excepejo, e bem po-
de ser que pela razao de espirito de citase, porque
realmente vendo que !l ou II) empregados de urna
repartii.o merecern) augmento de seus ordenados,
ao passo que d'eulre riles eireptua-se um sa-
cerdote, que, possj dizer sem receio de sei con-
trariado, he digno de lodo o elogio, por sua condue-
la exeniplar. c nioralidade a toda a prova ; que des-
einpi'iiha pcrfeilarnenle os seus Jeveres ; e que ape-
nas se lhe deram iOOfOOO para eierrer o magisterio, liadr, entrara para
eratifleacjM de qoe elle recusa ulilisat-se, porque recebida, sem dilhC
cnnsrienriosaniciile nao pode cumprir suas obriga-
^es
ll
mento em seu ordenado, quando todos seus comp- que julgar niela a suVadop.ao! sem llerar'as ba"cs
nlieiros sem eveepeo do porleiro, liuham merecido, cima exposlas ; revogadas as disposlcoes em con-
lodlgne-me por cerlo, romo qualqucr de nos ndig- Iraro.Epaioiiiondas de Mello.
uar-se-liia Emenda ao !; I.-do arligo que trata do empres-
lm ,sr. Depulado :(Jua! foi a causa tiso"! N.o timo de Maia. Em vez dea ponto de poder a-
se pode suppor, que o governo qui/esse facer nina I promptar pelo menos 2C0 arrobas de algodo ero ra-
injuslica. inaem 12 htirasdiga-sea ponto de poder desca-
(> ^r. Meira Ilemu/iies : I-.u nao digo que rucar 200 arrobas de algodlo cm caroco etu 12 ho-
liouve injii-lira por quere-la fozer, mas digo, ras.unacio de Barros. 11
que. se a razao que levou o governo a assim obrar, Arl. additivo as disposic/ies gerue*.t) presi-
bii romo e diz, a accumularao de empregos ; visto dente da provincia lica aulorisado a reformar os re-
como, o goveruo reformando o regulamenlo do rol- gulainenios sobre a inspeccao do algodao, relativa-
tegio dos orphaos, entendeu que favoreca ao vice- i mente .0 algodgo importado de outras provincias pa-
direclor. accuiiiulaiido-lhe o magisleno.por curto en- ra ser exportado.Soitza Carvalho.Amorim. 11
ganou-se completamente, porque nao Ihc poda dar a Aoarl. 31 S 1.-Restaure-se as dtsposicoes do
maior onus, tanto aaim;i|ue elle boje nos diz eu prujeclo de lei que se discute, relativo aos dous lan-
qoern ser vice-director e capelln do collegio dosor- caije'^iajajj^aconsul.i.'ii provincial.S. II.-.....-
ph.los. sem que peca augmenlo do ordenado, mas
peco-vos me tiris dos hombros esse peso enorme do
magisterio, porque realmente me he dillicil seiiAoin-
Compalivel com ji exercicio de vice-director, c ca-
pelln do nirsmo collegio.
J v pois a ca, que por molivo algum parlicu- rcm .
lar ansenlo eu o arliuo coi diseusso. Se visse que Meira
o peticionario, isto he, o vice-director do collegio dos Arl. additivo.Incluido o que se sl a dever
orphaos merecer do governo esla excepcao, se eu a profesara da freaucza de San-Jos, I). Mara
po,le-se enchergar una razao especial, qne a joslili- Ctomentina de l-'igucireilo, como gratilicacao a que
ca-se, por corlo me conservara em silencio, digo, lem dirriln pelo exercicio de mais de dzc anuos,
mais. lena a rcragem neceasaria para dar omeu vo- des le I8"i2 ale hoje.Francisca Joao.
lo nesia rasa contra elle e para lhe dizer mesmo em o. dlnheiroa provinciaes s.rao recollndos a um
pesoa qiio nao poda cncairegar-me de defender a banro provincial, que o governo lica aulorisado a or-
sea causa, e menos preilar-lhe o roen voto, assim ganisar coro as segninles bases :
como j o lenho toilo a oulros, e anida ha 1 ouc ara- Dar ilinheiri a juros de (i por ccnlo ao .'mo com
bel li volar contra orna pultncao que o nohre de- 1 amorlisnclo de 20 por cenlo aiiuualrnenle sobre o
pulailo i.- secrelano liein alie ser do inleresse par- rapiul |n unitivo.
celar de pm meo .migo, relalivamento a nm aba-l Para emiUir valles on bilheles al ao duplo do
toque pedio. i\ao ha por lauto molivo algum parti- capital do naneo.S. R.Sabino Olegario.
cuiar e o nohre depulado injustamente me censura, o Sr. Kpaiuimmiat: ioinci a palavra para
c rsi.-iiohi o met procedimenlo a e,te respeito,| rnndamentar alguuiaa emendas que lenho desub-
0 esceptio ; por quanto nao me meller .1 coosideraclo da casa e principalmente pa-
rnuo additivo relativo ao empres-

rliuo '.l do projeclo do or^a-
tncial.Meira llenriques.
a Os benelirios das loteras sern entregues aos
concessionarios deiilro de quin/.c dias, que se segui-
aiidameuln das rodas da mesnia lotera.
enriques.
mu reculanenlo que augmenten o ordenado de lo-
dos os entregad* s, a juslica do augmento pedido
para o do vice direclor, que de maueira alguma he
infcrinr a toco ver aos empregados daquelle eslalie-
lecimenlo; e nao direi mais, porque nao quero que
.ilgu-m se persuada que me arho encarregado de de-
rcrnlrr a sna cansa, e de fazer o seu elogio ; mas
apenas concluir qne o seu ordenado nao pode con-
tinuar como eiisle sem que esse empregado continu
lamliem a ser victima de urna injustica, lano mai-
clamnrnsa e revollanl-
>r. presdeme, quanlo V. Esc. e a casa sabem que
rstaimo elle na vce directora do dolegio por morle
..o ex director e nao havendo molivo algum para que
ile.vasse de merecer da presidencia o arcesso de di
lector, naoobsla.il- foi elle preterido ; eessa prele-
rlrae ao meu ver brm se pode qualilicar iniqua, se
nao mpictissima.
A rts|iiiln do quanlum do augmento, a casa vnla-
-m0"10 rcsnlv-', se deve ser de 300,
i"ii, 011 t(..l;rs.; masqde elle lem direilo a um aug-
menlo repila lie para mim de loda a evidencia, e
por islo lhe nao pos*-, llegar o meu vol
"Sr. \.u\; lippe i.\j, devolven o seu discorso.]
Sr. Metra llenriques : Senhor presidenlc, cu
. inprec-|>eic. que o nobre depulado imposnasMo
"ii-o aimvo qne ae acta ero dhcoarttoe tanto wais
re, ipuuin niodevia deisar de esperar, que o
luidlo K ssrprendease rom o meu procedi-
Eu (ciilio dilo .,mpie nesla casa, lomo a dizer c
g^y* ^'-"almei.le propenso a volar contra
I f'l?
mouln
anmenlo; do or t u.eijus (juc files nite M-
vT Tn" ,nui "oseaMdi-
m. ',ii.. !0,?."mr"1' iue o nobre depulado pede
12251' l"',-5! '""-'''', que eu lenho nss,-
mleri'.se particular em rolar, o aoe
ae Irita, porquanlo .1 cas, ,|.e
mpreaado de que
|ue elle mesmo nao
o requeren ; en lenho em inei, podero requerime'n-
t do peliconano feilo casa, pentodo a WpaTacJa
prohib inleira c absnlnlameuto de volar aqui por
esle ou aquelle. Quando me pSrecei justo nao eslou
inhibido de lhe dar o meu voto ; mas sempre que se
der o contrario c cu jnlejar que a preteocao n.i" esla
juslilicaila, esUn diaposlo a nega-lu, ainda mean a
bem de m ns amigos, porque desojo ser coherente,
sem qoe o nobre depulado me veja volar en; icual-
dade de circumslaii'ias pelo abale da lerceira parle
em favor de nm, c pelo da quinta parle em favor de
outro ; essa incoherencia he que eu nao desejo prali-
car ; e assim o nobre depulado faca-mc a juslica
de rerunherer que nada ha de ccusuravel note
meu proccdiiiienlo...
O sr. /-': t'Uppe : Eo faco-lhe juslica.
OSr. .1/. llenriques:Ocia "que nao ha inco-
herencia ; po-que podera haver lalvez erro de in-
lellgencia, eu enlenria, que desla mameira pro-
ceda regularmenle, e aos olhos do nobre depula-
do assim o nao pareca...
O Sr. f.uir. Vilippe:Sabe, que sempre liz bom
coiircilo do seu roniportammio,nrslarasa.
() Sr. Ai. Ilenrique' : Creia que lu eu primei-
ro <|uo disse a esle empregado quando peanle mim
queixnu de se lhe ler aecumulado a cadeira, que elle
linha sida victima de urna iojoslica, e al IIh) dase
mais, que, 00 seu caso nao lican, o logar de vicc-
director do collegio logo qoe por morle do ilircrlor
fot oulroo nao elle o nomeado, queem laes circums-
tanrias ira eu immeitialamenle n presenca do go-
verno sniii-jtar a demissao, por isse que me consi-
darav.i habililado para exerrer o lugar de director c
lo habilitado romo aquelle que o prelerio. Kilo
posso porem dizer que elle em sua consciencia se con-
sidera bem pago e saslerto como ordenado dcfi00>,
quan 1n al os siis subordinados inereceram augmen-
to, iss" riao posso dizer, porque nem elle me o disse,
nem arho razao para qw* o diga, e eis o molivo por
que estianhei o que o nobre depulado disse a lal res-
peito.
Creta ler dado as razc.cs pelas quaes eslou disposto
a volar pelo augmento do ordenado desse emprega-
I d" ; .1 casa delibere como lhe approuver.
Vai > mesa c be apoiada a sezuiulc emenda :
I Em lagar de 1:000? rs. diga-se tiOXQ rs.
Silva Braga.
O Sr. Manuel Clemenlino pionnncia-se contra a
emenda, o explica o aparte qun den ao Sr. Silvino.
Vai a me a e apois-sa a segointe emenda :
o II pois das p. lavrasaulorisado o governoac-
crcsrcnle-srnumear quem exerca a cadeira, inde-
peudenle de concorso, ficando o resto do artigo pre-
jodii-ado'.astro l.cao. 11
Encerrada a dsrnssaohe o prnjerlnapprovado com
a emenda do Sr. Silva Braga, que eleva a800g rs. o
ordenado do vire '.rector do collegio dos orphaos,
e rejeilada a do Sr. Castro Leflo, c retirada a do Sr.
Silva !lr.'i;a a seu pedido.
rerceira diseoasge do iircamenlo provincial.
\ ao ,* mesa e apoiam se as segoiOtes emendas :
n Aoarl. lo.Accrescenle-se Ficand o presl-
denle da provincia aulorisado a mudar a hihliollie-
ca para o secundo andar do piedlo em que esieve
nuti'ora a cadeia publica, ou oulra casa publica, sen-
do a despees da mudanca frita pelos evenluaes. __
Epaminondas de Mello, a
11 Ao arl. 13.Accrescenlc-secom a estrada do
porlo de iiapissuma a Kazarelh, e rom a estrada de
Goianna pelas ierras do engenho Mariana ao porlo
de Japomy.Marqncs de Amorim. a
n Ao Ii11.1l do arliao 13 arcrescenle-se c para o
ceniiler o publico da cidade de Nazarelh a qiiaulia
de i:0O(b rs.Castro l.eo.Silvino Cavaleanli. o
^o arlio 13.D-pos das paUvrasque se es-
Iflo fazendoaerresrente-secom aapeeialldade das
estradas do norte.Sonza Carvalho.Silvino Ca-
valeanli. a
Addiliva .10 arli;o 3.Ao ilepois das palavras
rom esprcialidade das estradas do nortediga-se
da estrada de Pao d'Alho.Silvino Cavaleanli.
Barres de I.renla.ti. (uimaracs. a
a Aoarl. 13Accrrsrciiie-seSOIrs rs. para an-
xilio da obra do cemileiio da fregnez ilo Poco da
l'anella.Carneiro Monleiro.
a ti arligo 13 seja incluidoe a cadeia do Bo-
nito Souz.i Carvalho. a
No artigo 15, conforme foi emendado, depois
das palavrascadeia e casa da cmara de Serinhem
accre-c. nle-sc3:0003 rs.Manoel de Barros.
Souza Carvalho. 11
Ao arligo 18 acciesccnle-se o srguinle : Pi-
cando o presdeme aulorisado a contratar lambem a
illiiminacao azeile da cidade do l(io-l;ormoso, com
o que podera dispender al a qoanlia de 3:0009 rs.
annoalmente, sem prejuirn das demais verbas de
despeza*.Machado da Silva.Manoel de Barro-. 1.
o Additiva ao rl. 18.Fica o governo aulorisado
a dispender a quanlia de 1:000-3 rs. com a illumina-
rao da villa do Cabo, sugincnlando-se para esle fim
a verba desicnada.Jos Joaquim do'Rego Barros, s
n Ao art. 18.Arcresccnte-semais (i lampees
para a villa do Brejo da Madre de lieos, augmenl.in-
do-se par islo a quilla rom o qnanlilalvo de 3500
rs.Pereira de Brilo. a
11 Addiliva ao arligo 29. Com os duus rollegios
de orphos, endn Il300#para rada um.Irancisco
Joao.Machado da Silva.Abilio Tavares.Mar-
ques de Amorim.Siqueira Cavaleanli. Augusto
Lele.Epaminondas de Mello. Carneiro Monlei-
ro.Nciva.Manoel Clemenlino.Oliveira. l.uiz
l-ilipp".Marjal.J. J. de Souza l.e,1o Bego Bar-
ros.Castro Lelo.
1. Addiliva ao art. 40 g 19.Producto das laxas
deque traa o arligo 111 da lei n. 3li!l.Jos l'edro
da Sirva
*. Ao:;!! arl. 40.Em lugar de 21K I? rs.diga-
se509 rs.t. (uimuraes. a
a Ao S 0 arl. 10.Em lugar de 2flllo rs.diga-
se 3008 rs.Jos Joaqun) de Souza l.eo.M. de
Barros
o Ao ; 10 arl. 40.Cm ccnlo e dozenlos de cada
casao rnali como no artigo.Abilio Tavares
o Ao 5 17 arl. 40.Ficando o presidente d.i pro-
vincia aulorisado a transferir a barreira da ponte da
Passagem da Magdalena para outro poni da estrada
nova.N. I'orlella. n
11 Supprimam-sc os arligos ddilivos, que autor!-
san n adiaulanieiilo de li rinlos a Antonio da Silva
Cusma-; o empreslimn de 5:1)00- rs. a Maia, eo
abale maior de 1:000? rs. a Joao Ve.-a. Meira
llenriques. n
Com o pagamento da divida j recinher.|a d
Jos Francisco Pereira Duira 3219800.Francisco
Joo, o
Arl. additivo.Fica u presidenlc da provincia
aulorisado a tazar as desposas neceasariaa tsmi a me-
dican e deni.in,ii..i.i das (i leguas de Irrras devolutas,
concedidas a esla provincia pelo arligo 1(i da le de
2X o I na o presidenle da provincia aulorisado .1 dis-
pensar o- alumnos externos, os meio-peusionislas la
exigenna da idade deque trata o arligo 128 da lei
11. :ni'.l durante lio* anno, a partir da publica-
ran da pros-nie lei, poleudo admitli-loe atoa idade
ile 15 anuos. J, de Barros.
11 Emenda a.i arligo additivo do Sr. Epaminondas
de Mrllo solne a colouisiro.Accrcscctile-sepu-
dendo o presidenle da provincia preferir o aotabele-
ciuiei.lo ile una col .na (aricla na comarca de lia-
ranhiins, destinada especialmeiile n rolln do fu-
mo.Epaminondas do Mello.
a O presidenle da provincia lira antorisadu a re-
formar o regulamenlo das Interina, adoptaulo as se-
ra oppor-nie ao
limo a Jos da Mala, ollcrecendo c:n substituirn
oulra emenda addiliva.
Diz o arligo additivo approvado na lasslo dosab-
hado :
11 Fira o presidente da provincia aulorisado a
conceder a Jos da Maia a titulo de emprcslimo a
quanlia de cinco cotilos de res nos termos dos j
aeguntes:
SI. Esta concissjo sera' realisada cm duaa
presiacoi's: a pnmeira, quando a machina de des-
CJiocar alceulJo esliver Concluida, a poni de peder
sprornpl.ir pilo menos diizciilas arrobas de algodau
cm mina em 12 horas; a segunda, quando esliver
ella fuirrinnindo regularmente tres mezes em al-
gum de nossos serles em que se cultiva o algodau.
S 2. A Uterouraria sera' paga da prirneira pres-
la{9o dentro em tres anites a partir do dia da sua
realisacao ; e da segunda, sera' paga dentro de dous
almos. .1 partir do dia cm quelitrr lido lugar.
1 S 3. (I presidenle da provincia exigir as ga-
ranliasque torem irocessarias, eorgansara o regu-
lamenlo preciso para levar a elleilo o empreslimci
cima com s eondicc^oes estabeleeidas.
Senior presidenle. cle arligo additivo conlcm
disposices impralieaveia, direi at absurdas. O pa-
ragraphe primeiro exige que a machina nprompte
pelo menos do/enlas arrobas de algodAo em rama
eruditz! horas apara suennsegnir este fim.
Seria neressano coiislruir nina machiua da forra
de 30 cavados, e despender mais de du/.cnlos coi'i-
los do rris para po-la no Brejo, Buique, em Cim-
bres ou em qualquer oulro lugar do serlSo mais pr-
ximo: alero diaaoseria neressario reonir-se lodo o
algotiaoque arloalmenl da a provincia, e o imperio
para que ella liveasa trabaUm todo o auno, lal-
vez que ain 'a assim nao tosse sullincnlc alimento
para a machina. Mss nao insisto sobre islo, porque
o nobre autor do arliso mandn buje urna eineud.i
naodando a espresstii algod.ui em rama, para
algo lo em canco viudo com clleilo a haver una
grande diRrenca ; mas ainda assim existe exage-
rarao bo pedido porque para que o producto da ma-
china seja correspondente a 200 arrobas de caroco
he uveessario lamben) muito algodAo, he neressano
oalgodao de oda a provincia ; e leudo a machina
de ser enllocada 11*11111 ponto da provincia para Ira-
balhar, nite he powivel qne aesse ponto se rena n
algodao de lodoi os ngulos da provincia, ha de ha-
vrr quando multo o algodao deaaa localidade e dos
logares circumvisinhos ; e ainda assim digo ha de
ser urna poreHO lal de algodlo iiisuflicienie de urna
machina desta or em. i'ortanto, re a machina lem
por um draesrerjar smenlo o algodau da loolidadr
onde tur eslabel'cida e quandu muito do* poni* ad-
jacenlcs. l-ra' de Irabalhar n'um mez. doueou (res
e o resto do anno ficara' sem Irabaiho nenhum.
M*J, Sr. piesidenle. as ralbes principar* porque
me opp'.nh" 10 arligo addiliva niio raosomcnle es-
las. Oppoiilio-nic lambem porque o arligo additivo
se arba cm oppusiflo c fl.irranle rnntradicrao cem
o pensamento da prnleccJu que a illostre comuissao
de Industria e arle* quiz dar a cultura do algidao.
A commlssAo diz no seu parecer o seguinte
A* comminoes de agricullura e artes.c do pcii-
res.leudo presenl.- o rrqoerimenlo jnnto d. Josrto
Maia e considerando que jamis pode ser desprezado
por esta n'semblea aquillo que facilita as nperarfies da
produccSa de um dos prncipaes genero* aa provinria
ja dimiuuildn os aslos (|e**a produccao, e ja fornc-
cendo a esla meio* delta ccellerar-se em sua expan-
*ao ; considerando que a industria algmlreira ero
Pernamboro a'ba-se ilo lal sorle oprimida por
aquel'es que deven) viciar sobre ella, que de dia
em dia vai deruallecendo a poni das commissOes
aguardaren) que nao lardara' muilo que se extingue
de todo o afamado algodao de Pernambuco e algodao que quanlo ao comprimeiilo das libras lal-
vez nao seja excedido por algum oulro de paiz ne-
nhiirii ; considerando que 1 Industria algodoeiraa
operaran do descsrocgr be nina das mais imporlan-
les, lauto qne na America do iNorle o fabuloso aug-
menlo da prodcelo do algodao na razio de lie/.en-
10* por cerno em vinle anuos foi em grande parte
devidon machina de descarocar de Elias Wlliilnej>
chamada celton giu ; e da qual um dloslre
esrriplor fallando ex|ircssou-*c assim : a machi-
na de descarocar algodao lornou a jua producto a
mais importante rio mondo. I,m 1701 o total da
exportarlo dos Estado* Unidos tai do (i.lKHl fardo*,
e actualmente a produccao exrede a 1,500:000 far-
dos. lie anda desla machina de descarncar que
o Sr. Miguel Clievalier diz, a prosperdade do* Es-
lados do sul da ArBerica do norle lie a ella devida.
o Considerando as commh>oes por lal forma a
grande importancia de descarocar a algodao, Je in-
formla por algn* de seus membros, q'uc se cler.lo
ao Irabaiho de ira llliuda examinar a inachina de
Maia, de que ella aprsenla vanl.igeus consideraveis
sobre as actuaos, como seja a economa dos.ctvado-
res 110 desean -jar, o nesla encracia a suhslituicAo
de biscos por machina, o que he de maior impor-
tancia boje em razao daqucllcs loriiarem-.se cada vez
mai- leflicienicj.arcrcscendu ainda a vanlagcm dessa
machina Maia nao quebrar as tongas libras do al-
godao. o que se oblem rom a de Elis Wlbilney ;
considerando ludo is*o, sao as rommi-soes de pare-
cer que teja por esla assembla deferido favoravl-
menlo orequerimenlu cima ; e por i*so suhmelle
a considera^Do da casa a seguint? resoloco. a
O que sr ve lie, que a commis-an lecoiibeccu a
importancia desla industlria e reconheceu a necessi-
dade de dar-llie protecclo ; mas o artigo additivo o
que diz ? Diz que Josc da Mala monte a machina
e depois della montada, depois que funrrione regu-
larmenle depois que aprsenle todas as 12 horas clu
zenlas arroba* de algodao desrarecado, enlo lera' o
empre-limo de cinco conlos de refs, sendo parle em
lal lempo com laes e (aesenudicees, e a oulra parto
cm (al lempo com laes e laes condiceoes. Srs. ndt
devenios ser Coherentes : ou queremos proteger
cultura do algodao ou nao ; 011 machina do Sr.
Jos da Maia lena a vanlagem, que a commis-an re-
coiihei- e he superior ale a machina de Elis Wlhil
nej que Irouxc a f-lici-Jade dos Estados do Sul da
America da Noile ; on nao lem: se'a illuslrc coin-
missai. quer .er lgica, se a casi quer ser coherente
deve conceder loda a protecclo ao inventor dessa
machina para que elle pussa laze-la funecionar re-
gularmenle ; rnas se a rnarliiria nao presla enlao
nao deveino- conceder o emprcslimo em hypothase
nenhuma.
Eu de.vo declarar a rasa, que pagando o empros-
liuio rom rnndic(es 1.1o onerosas e al impraliea-
veia, -o .1 casa nao adoptar urna medida nova, o pe-
ticionario nao o aceita.
(l pelicinuario voio a asscmlda rcquereiido o em-
prcslimo de cinco conloa de reis para montar a ma-
china, roas a assemba diz: munl 11 a machina pri-
meiro que depois nos vos daremos us cinco cont*.
Cu acho, que para se conceder a Jos da Maia esses
rien 1 nulos d r,-i-, he prenso altender a dual rul-
aaSjSe a assembla recouliece a uccessidado de prote-
ger a cultura do algodlo, e a nlilidade dessa machi-
na de o rlrscarorar ; no cao de alliinialiva deve
dar-lbe o auxilio.
Nao sai qua receio* ais c-l-s que tero acoiniiiis-
alu de conceder lio diminuto emprestiino. Acaso
sera' o Sr. Jos da Maia uin farroopilha un avenlu-
reiro que fnji com o dinlieiro ; sera' c-la a razao
qoe leve a rommi*sao Nao, o Sr. los da Maia
lem urna reputaran ronlierida, e deaaais o *aV jcio-
nario so quer o i'tnpres.tiruo eom M garatiliasTfres-
saras, rom fiadores idaeos, e aiuda o peticionario
se sujeita a nutra coudi,1o; islo he, se dentro de
um praz.o razoavel, se entro de om anno elle n3o
presentar a inachina unecionando regularmenle,
elle 1111 seu lia loe sera'ibrigado a restituir innne-
diatameola o diebeiroios cofres pblicos : moda
esta' o pengo na eonesato do empresiimo ? Par-
anlo a casa deve icsiver eslas dona queseos ; ou
he ni l a proleic.io qu se quer dar a cultura do al-
godao, 011 nao lie, esl machina apresculada pelo
Sr. Jos da Maia coustne esle liui ou nao cunseuue:
se he ulil, se a machas conseguc este lirn, enlao a
asseiuble.1 deve dar odinheiro porque o que elle
quer he o diuheiro pra rnoular a machina e lodo
de unta vez, e nao ro eoudices impralicaveis que
n ubrigam a rejeilar iroelbanie favor.
A casa peiinillira' uo eo l.i odorumeiilo que
llago a esto respeito, le > resposla de urna carta do
Sr. Josc da Maia a ui industrioso que quando veio
para o Brasil o seu iiu principal foi eslabelecer
urna maehiaa de descrecer algodao DizeSr. Jo-
so da Maia e-crevend ao Sr. Starr :
l'ernainhueo 17 e joubo de 1S.50.
iiSenhores (".. SUn v^ Companhia. Auciosopor
mostosa ainda esle amo a toamensa vanlagein que
o paiz deve resultar u Introdcele das minhai nia-
clunas imperiaes de dscarojar algodao nesla pro-
vincia, reqoeri a illusre assembla provincial,, para
que ertignasse coiicecr-me por empresiimo, com
loda* as garantasquiella quizesso estipular a quan-
lia de cinco cunto* d reis, para u cooslrucclo da
prmeira de ditas mrhinas, olirigando-ftic a resti-
tuir dila quanlia aos cofres pblicos na expiracAo
do prazo de cinco anos. Dous mu dislinclos mem-
bros da illu.irc comiissle a que o meu requerimen-
lo fui submelliilo, dram-se ao Irabaiho de ir a m-
nba reMilenoV em iliuda, ver Irabalhar por algum
lempo a machina dar* pares de fusos que all le-
nho construida paiaservir por assim dizer de lypo
a nutras de manir umero delle, que por ventura
teiiliam de se constuir ; e lic.irain, romo era de
esperar, perfeilamee jatisfeilos com o Irabaiho da
machina,
lie urna verda: eu lambem fui runvidado
para ver e-sa machia Irabalhar, uao pude ir. po-
rem na nobres muibros da cominisso la foram
e recnnhejjajsarn asa ulilidade ; mas un lie pos-
sivel que "Btm os ubres membros dizem se esla-
belnca nmafcacliui par.i desp-rucar 200 arrobas
algodau ef luas.
_ Um Sr. nfK.ii.r Poda ler cuitado muito
inbeiro e nao ser bsi.
O Sr. lipuminona Mas urna machina para
descarecar tH) anulus de algodao ainda mesmo que
as-200 arrobas sejam en carneo e mo em rama he
neceatario que leja umi rrachina de valur superior
de 30 ou 20 conlos de eis, e como he que a assem-
bla quer com 5 conlos er urna machina desla or-
den) '.' continua a lr.)
" ... e em roiisequau voravcl a muida piclffBl'r.ini.i Vmcs. uodem ver-
no Ihario de lioiilem.^Riscu ieixo ao bom senso
de \ mes. ponderar qual dc ler sido.a miiiha sen-
sarao au ver a maneara porque a respectiva lei foi
volada Ahi a assenibl irovincial decreta que
se me eropreslero|oom as ibvdas garaiiliasos cinco
conlos de reis, mas islo sdepois que eu houver
levantado no* remotos cenros da provincia urna
machina lal, que desnude on 12 horas oitorenlas
arrobas de algodAo cm earo-o!.'E como semelliaule
exigencia da illuslrc assemba provincial revela a
sua falla de experiencia ero materias desla orden),
desojando cu esclarece-la, c sabendo que o mu
respeilavel Cheto dessa casa,ha mullos anuos leve a
seo careo em um ponto con ral Jc*la provincia urna
machina de descarocar algedio, suppliro a Vmcs.
que me facam o obsequin di/.er ao p desla. quan-
lo* fuzos punba dila iiiarluiia em movimenlo, que
forra para isso emprean, quanlo algodao cm plu-
1111 dava em 12 hora-, em pjanto ticou impurlaudo
.-.cpois de moldada, e linalnenle por quanto pode-
rla eu motilar una rnafliiij com as qualidades que
a aasrmblen provincial l-mim evi.e as erras de
Buique por exeinplo, a 70 uu SO legua* do liltoral.
Sou com mullo respailo, de Vine*, alenlo vene-
rador e criado Jos da Maia.
Agora passo a ler a resposla do Sr. Slarr, que lie
a seguinte :
a Sr. Jos da Maia.Er) resposla ao que nos pe-
de lhe dizeinos.que a maclioa de descarocar algo 13o
que pelo uosso chefe tol maulada e dirigida nos ali-
os de 1820 e ISJI na villa do l.irooeiro, cuslou
prompla porto de brinfa conlos de res; Irabalhiva
com lli purs de fnsos; era movida por i cavallo*.
len.lo mais l para mudas ele. e dava 15 a 1t rro-
bas d algodlo em plama pm 12 hi ras de Irabaiho.
Olanlo ao ultimo periodo de sua curia, a idea de
urna machina que descarne* 800 arrobas d'algo-
dan, em 12 hora* nos -erloes desla provincia, he
blo absurda, que lhe pedimos nos dispense de Ira-
lar della.........o
I'.-le lopicod.i caria j nao lem applicarao,como disse
no principio do discurso, pela mudanca que fez o
autor do arligoaddilivo da expressaoalgodao em
ramaparaalgodo etrdjearoco, visto que a prirneira,
segundo aexplicarao dada particularmente, fra e*-
cripla por engao de calculo. ( continuando a ler.
".....NenJioma da* sua* machina* para fonecionar
no serian deven por em movimenlo mais de dore
rmnesile fonos, preilnzindn rada urna razao de nma
arroba de pluma em II! horas ; do contrario lhe ha-
de acontecer o que surceilcu do l.imoeiro, c que
foi o molivo principal delta ler sido abandonada, que
era 11,10 ser possivel reunir melado do algodao sull-
dente para a conicivar em serviro comanle.
Somos de Vmc. alenlos veneradores e criados.
C. Sterr Ai C.
Desla carta se vque ainda mesmo que se queira que
amachina d desearoe,adas900 arrobas e nao 800,em
12 horas, he nnpralicavel,porque nao haver algodao
ufilcienlepara que ella Irehallte regularmente' Por-
lanlo, enlendo que a lomarse alcuma medida a este
respeito, deve ser no sentido de favorecer prompla e
rlfirazmenle a machina de Jos da Maia. e ludo que
nao for dar o diuheiro para o peticionario montar a
inachina.nao lie proleceao, he embaracar-lheosdrse-
jos, eindirectamente por bices ao melhoramento
dos agricultores do algodlo, cuja industria vai deli-
nhando, como liz a commraso ; salvo se esla nlo
recouliece a utilidedc e importancia da referida ma-
china.
O orador passa a sustentar e justificar varias ou-
tras emenda* ; diz que a que se refere as lolerias es-
ta de acrordo com a logislacao neral, que he con-
veniente igualar us beneficio), e p-los a abrigo de
planos que os desfalquen) com deducces de impos-
de verifir.ir-se a existencia desses erros, lhe nao pos-
so prestar o meu apoio.
Tivc lambem em vista restaurar o artigo que Ira-
lava de reiluzir o prazo para a entrega do beneficio
das lolerias: c*la medula me parere que seria salu-
lar, nao su para os beneficiados como para a Ihesou-
raria provincial c mesmo para o lliesouro, entretan-
to sb o fundamento de ser a medida permanente
foi repellida, fni aiialhemalisada, hem como nutra
emenda no mesmo seulidu. apezar de que no orna-
mento se ene nlram disposiedes evidentemente per-
manentes.
Um Sr. Diputado : Porque sao apresontadas
pela coininisao.
O 8r. Meira llenriques : lambem a idea da
ininlia emenda foi aprcsenl.ida pela cominisslo.
O Sr. PresiJeufc: Mas ja nao fazia pjrle do
firojeclo.
O Sr. Meira llenriques : Cumo a casa se musir
.111 o.-.1 de encerrar a discu*sao do orcaincnlo e vo-
tar, limito-me por ora a Justificar o artigo que se re-
fere a suppresslo dos ddilivos, esperando mereca
elle o seu apoio e acolliimento.
O Sr. I. de /.'urros : i'endo sido um daquelles
que mais inleresse tem lomado pela machina Maia
nesla casa, e domis sondo a aotor da emenda em
d vras como explicarlo ao nobre depulado que ha pou-
co fallou. l.om efl'eito houve um equivoco em exi-
gir da machina Main o poder descarocar 200 arro-
bas de algodlo cm rama em duze horas, houvc equi-
voco e grande, mas isto acha-se remediado pela
emenda que apresenlei, a qual exige, au que a ma-
chiua apruinple 200 amibas de algodao cm pluma,
mas sun que descaroce JOII arrobas de algodao em
carneo. Iluus foram o* fuiilanieulos desta exigen-
cia : o primeiro lie a promes-a do Sr. Maia, como
le se em sua pellejo, de que sua macliiua, essa ma-
sbiii,i, note bem, |iara cujo estabelecimeulo elle pe-
de o auxilio de cinco coritos, I ni com nina sii pes-
s> omu he sabido, petos prucesiqs acluaej um des-
cargador dcscaroca de i ate ti arrobas de algodao
em caroco, peco ao nobre depulado dirigiudo-se ao
Sr. I)r. Epaminondas.i que multiplique o meoor
destes nmeros por 50 e diga-me se o resultado n,1o
ser duzenlos. J v porlantu o nobre depulado um
dos motivos de ter eu na minha emenda cousigr.a-
do a idea,de que a machiua Maia ilevia descantear
pelo menos M) arroba* de algodlo OTO carolo cm 12
lluras.
lia um aparle.l
O Sr. /. de Barros: Perdoc-me o nobre de-
pulado, o peticionario nao se refero s a forra mo-
triz, mas mu ao resultado de sua machina ; pois
ello as9evera que com ella urna s neasoa far aquil-
lu que actualmente se faz.com 50.
O outro molivo das exigencias de minha emenda
he o seguinle : Conhccendo a lodisposicln que exis-
te na ca*a para se emprestar a quanlia pedida pelo
Sr. Jos da Maia. esle tiomcn que tem sido tao in-
feliz em suas etnprezns ; e por nutro laclo, estando
convencido de que a machina Maia be um melho-
ramento na industria algodoeira, pela qual lenho
mostrado o inleresse, de que a casa he leslemu-
nba, n.lu quiz aventurar o deferimtulo da pe-
tic,ao desse homem cmprelieu.ledor. A casa adop-
tando o que propuz, lestemnnliaru por uro lado que
nao he uidillereote acs niellioramenlus indoslriae-
la provincia ; e por oulro lado, que be raulclusa
quando eslende sua rolo protectora.
O Sr. Souza Cariiillto, justificando a* emendas
que mandou a mesa, insiste subre as que aulorisarn
a fazer una pequea estrada de lioianna ao porlo
de Japomim, e oulra de Nazarelh a Iiapissuma, e a
que recommenda com esperialidade ao governo a
eoostruecjo das estradas do norte da provincia. 0
orador be de opiniao, vista da gisnde eupreza do
caminho de ferro, que, para haver alguma eV|ui-
dade, ilcvem parar as obra das estradas do sul e
seu* ramae* e da estrada da Escada. Cembra que
loda a provincia provavelnieiile lera de pagar du-
rante algum lempo pelo menos a quanlia de 300 coti-
los, que he aproximadamente ,, importancia dos 2
por ceuto eddieionaea que foram garantidos para
promover nina empreza propriamenie do sul que
loda* as estradas ordinarias da provincia j se acham
algum lano achantadas, leudo al a do sul algumas
ramilcar,cs menos uleis, ao passo que a estrada de
norte esta apems em principio.
En leude que nao he conveniente alimenlor a opi-
iii.lo existente em algumas enmarcas de quetan-
to no Brasil como em Pernambuco, tudo corre pa-
ra o sul.Sustenta que infelizmdnle esla opiniao
he corroborada por diversos Tactos, e entre elles pe-
lo de nunca ler lido exerucan a eanalsac,5o do rio
ie 1,0.11111,1. rnrtternplaria "em lamas leis de ora-
menlo, bem rumo a illuminacao da cidade dcsle
nome, posto que nao considere illuminar.'io urna
das primeiras ncressidades publicas.
O orador jusl fica tambein a necessidde dos re-
paros da cadeia do Bonito rom a leilura de um tre-
cho do ultimo relatarte da presidencia.
O Sr. Manoel de Barros ; (NSo devolveu sen
discurso.
O Sr. Jns l'edro : Oppoe-se as emendas, que
consignan) .-mementos de despezas.
0 sr. Satcimentt PorleHa sustenta a emenda que
apresenlou acerca di dospexa com o medico, eife-
marCaClO dasll leguas em quadro dO Ierra* devolu-
las, penencentes a esla provincia, e responde aoi
argumento* que contra ella bavia apresentado o Sr.
Souza Carvalho. _
O Sr, Uonralcct Gimnaraes : Sr. presidente,
sempre que lenho de fallar nesla casa me vejo aca-
nhado, porque nao sci bem exprimir ai minlri* ideas,
mas a necessidde me obriga a dizer alguma cousa a
respeito de urna emenda que apresenlei na 2.1ilis-
cus-an do nrcamruln provincial, reduzindo o impos-
to de 200> rs. sobre os esrravos exportados, a 50?.
Qnamto nrs*a occasio quiz dizer alguma cousa
em suslenlacao da minha emenda, ja se aehava en-
cerrada a discussao e|por isso nao live occasio, porem
disse logo que na 3.' discussao eu promellia reviver
a emenda, e su.|enla-la convenientemente.
Sr. presidente, a meu ver acho 20O? rs. de ron-
Iribuic.i tao exorbitante sobre exportacao de esera-
vos, acho-a mesmo urna verdadeira centradle 10,
porque havendo-sc pronunciado o Brasil inleiro con-
tra o trafico da escravatura, quando lodo* se interes-
sam nesla casa pelo hem eslar do paiz, quando o go-
vernu loma todas as medidas para acabar com a es-
cravatura.
I'm Sr. Depulado : Com o trafico, e nflo rom a
escravatura.
O Sr. Gonralrt Cuimares .. eu achu nina
emquanlu nao
n havera harmona do Irabaiho
houver harmona as rondiees.
Ouaudo o Irabaiho for lodo livre, o agrirultor sa-
hira para o campo com seus Bines, a mlouisacSo
prosperar cnla>, c assim be que locaremos au lirn
que lauto anhelamos. (Muilos apniado*.
Arbo pois que essa imposicao de 2110? rs-, he urna
injoslica, e nao vejo razao para que esla rasa deixe
de apprnvnr a minha emenda de 50a rs. pnrque el-
la (em duas utilidades; a 1.> he que nao naveta lan-
o contrabando romo actualmente, e a 2.J lie que
Pernambuco ira pouco a pouco ficando livre da es-
cravatura, porque infelizmonlc s no Brasil be que
pesa a escravidao.
No anno passado 0111 depulado que aqui rio se
acba presente, fez um requerimenlo pedindo infor-
maeos a respeito dos es.cravoj que liuham sabido
desta provincia, essas informarnos ainda nao vieran)
a casi, mas 11 que me consta eque os negociantes
de escravos us remellen) para o Rio era grande es-
cala.
Sr. presidente, cu eslava na minha freguezia,
quando passou um bonvn com 11 escravos para o
Itecife. e lendo lido orcasi.lo de fallar COTO elle n
Milla, disse-me que u* bavia vendido para o Bio de
Janeiro; dizendo-lhe cu que *eiu duvida elle leria
pago um imposto huslante crescidu, respondeu que
mo, que rom minia faoilidade os embarrara, porque
havia pedido pas*aporle para ir ao Kio de Janeiro
com seus escravos, e que na occasio de embarear,
apreseulara um alleslado em como n.o podia ir e se-
guirn) o* escravos que erain de oulro.
Vm Sr. Depulado : Isso prova o abuso das au-
toridades.
O Sr. Josr Pedro : Isso n3u se podia dar em
virlude da lei vigente.
O Sr. C.onrahes (iuininraes: O que he verda-
de, he que elles foram para o Bio de Janeiro, e nao
s estes como mais 700 sem pagar imposto. [Apote-
dos.)
(Crozam-se rouitos aparte*.'.
Suppoiiliu Sr. prndenle1, ter dilo alguma eonsa,
que apezar de au illuslrar a rasa, leude ao que
me propunba, que era provar punco mais 011 me-
nos a vanlagem da minha emenda, reduzindo o im-
posto.
OSr. Manoel de Bario*: E en aprsenlo urna
elevando.
O Sr. Gomalres (niinares : Esla 110 seu di-
reilo e eo no mea, volando contra ella com que
muito me honro.
Antes de assentsr-me aprnveilo a orcasi.lo para
fallar acerca de nina emenda que sustcnluu o Sr.
Souza Carvalho. '
O Sr. nobre Heputado fez. sentir a conveniencia de
se Cuulinuarem as estradas do norle, que disse esta-
rem em esquecimenlo, e apresenlou urna emenda
para que tenham preferencia as oolras estrada.
Ivi :n-h 1 muilo sem fundamento essa emenda, por
que com quanlo seja verdade que o sul da provincia
lenha muilas vanlagens, essas vantagens *Ao inhe-
rente* ao seo solo, e a* vantagens que o n >bre de-
pulado cnchergou acerra do sul, enchergo eu acerca
do norte, que lambem lem estradas capazos de se
poder viajar. ( Nao apoiados.)
Tem a iiavegacao costeira a vapor, que ja he urna
vanlagem.
i Sr. Depulado : E o sul n.o lem
O Sr. 'Jonealres Ciiimir'ies : O que eu quero
provar. he que o cenlro he que esla no caso de me-
recer a preferencia, ( a|>oiados ) porque nao lem ou-
lros meios de seren transportados os gneros do in-
terior seno em cosas de animan.
Assim enlendo, que nao dcvep*ssar a emendi q"e
d preferencia a estrada do norte, pelas razes que
acabo de aprcsenlar, e pelo contrario a que prefere
a estrada de Pao d' Albo e sent Sr. |iresidenle,
para nao mais fatigar a casa que tan benignamente
me ouvio.
Encerrada a discussao fica a votarlo reservada a
sessao seguinle.
Tendo dadu a hora.
O Sr. Presidenle designa a orden do dia c levan-
la a sessau.
tos, qner geraes quer provinciaes, e de quaesquer : injuslira impor-sc um Iribulo desles sobre expor-
despezas cpmo porcenlagem, sellos etc. Ileclara que : lacla de esrravos para outras provincia*, qoe etao
nao lem inleresse especial nesla emenda, que I casa \ em melhores circunistancias, ou que poden com
aprecie devidamenle, c vol a favor se adiar til, prar escravos.
e quando nao que a regeilc. Prosrguindo, justifica o
rrador oulra emenda sobre a bibliotheca, que nada
mais he do que o complemento de um pensamento
que a casa ja idopteu quando approvou a quota pa-
ra esle estabelecimeulo ; sendo que agora o que o
orador pretende n3c he mais do que ellerluar a
transferencia a rusta das evenluaes, que ebegara a
una pequea mina. Diz o orador que se com ef-
feilo nao convm que a bibliotheca publica esleja
por mai* lempo escondida n'um recanln e sem ser
frcqucnlada, mas n'um lugar central, deve ser adop-
tada a emenda. Conclue emtiin dizendo duas pala-
vras sobre urna oulra emenda, a que sa refere a au-
loridcao que da ac presidente para preferir o esta-
belecimeulo de nina colonia agrcola, na comarca
de aranhuns, detlinada especialmente a cultura
dn fumo ; diz que nao receia que esla emenda caa,
poique uo priucipio da sessao j apresenlou nm pro-
jerto respeito, que se n.o pode ser discalido pela
alUuencia de Iraballius, npporlunamenle elle o de-
fender a todo o transe, mostrando a necessidde
urgenie de se proteger a cultura do fumo, e aos seus
agrirullore-, lirn principal que leve em vista, e n.o
tanto, como lalvez se julgue, desenvolver on promo-
ver a coli'iiisaca.i.
O Sr. Metra llenriques : Sr. presidenle, pedi
a palavra para dizer alguna cousa em sustentaran
de um artgo addilivo que od^reci, supprimindu'cs
Hrlig's aditilivos qoe autorisavam o adiantamenlo
de 40 cotilos do rei* a Antonio da Silva nsmo, o
emprelimo de 5:00(15 a Jos da Maia e um abate de
1:000; e lanos a Jlo Vieira. (jusnlo aos motivos
justificativo* do primeiro arligo, apezar de ter sido
sustentado o parecer pelo nobre depuladu que cm
primeiro|liigar falloo, o Sr. Sooza Carvalho e oulros,
tudav ia os nobres diputados que (aliaran) contra esse
adiantamenlo, provaram eihoberanamenle que
elle 11.10 podia ser adoptado, que mo produzia van-
lagem alcuma, nem 11 pelicinuario era creador desse
favor pelos cofres pblicos.
Ouanln ao empresiimo a Maia, alem da* razes
que aqui *c apresenlaiam na disens-ao desse pro-
jeclo. cada vez me inclino mais a volar ruolra elle,
cm vala das ohservaccs que acaba de fazer o Sr.
I)r. Epaminondas. que concluio o seu discursa di-
zendo,que o empresiimo era com effeilo urna burla,
que 11.10 podia aproveilar ao peticionario ; e alerri
dislo ronsla-me que esse homem pede ludo e nunca
faz nada...
O Sr. epaminondas : Fai tudo quanlo cui-
prehende, he um genio.
O Sr Meira llenriques : Mas sem bom resul
talo*...
O Sr. S:a CartaUo : Nlo ha lal
O Sr. .Ufiro llenriques : lie um gente infeliz.
O que eu digo, he que segundo a c\|>crienefa o mos-
tr, sua* emprezas sempre fallan) por exemiilo
carros, curraos, casas de banho, etc..
O Sr. lipammoniat : Todo i*so realisoo.
O Sr. .Wcira llenriques : Mas com que resol-
lados '.' '
O ir. Upaminoniat Nao apresenlou maiores
resultados, porque nao linha diuheiro.
OSr. Meira llenriques : Pois he boro que elle
nao faca lenliiivasa|cusla do* cofres pblicos.
O Sr. Kpaminondas A machina est promp-
la, lodos a podem ver.
O Sr. Metra llenriques : O nobre depulado,
aile enlci.de que a dillieuldade esla na quanlia.
Ese lhe derem mais diuheiro cite pudera apromplar
a machina...
o Sr. UpamiHoHoa
sua algibeira.
_ O Sr. Meira llenriques -. So Ihc podera servir os
.):(MK)7 no momento,poran se forero 2:500.-i boje,
c 2:500.; amanilla 11,10 Ihc serven)'.'
O Si. i:paminondas : Nao.
O Sr. Meira lledrigaet; Poia por islo mesmo
que lhe nao serve, he que eu vol conlia, porquo ja
que o homem uo quer, taca-se-lhc a vuuiade.
Emqnaolo ao ahile ja disse que volava contra,
porque nao bavenda na casa a peliclo do eoncesaio-
nsrio.nein os dorumentos.en.uilo menos estando ve-
rificados o* erro* de Ore-nnenlO, em que se baca o
pedido de.se abale, lano que o nobre denotado se-
gundo seCrelariO mandn nma emenda rom a clau-
sula de que o averno s lhe dara o abale, no caso
O que est feilo foi de
Acredilam os nobres depulados, que se a provin-
cia de Pernauburo podes de escravos, elles sahinar daqui aos masles? De
nenhuma forma. Acho injusto, digo, esta imposi-
cao para com a* outras provincias, porquo isso dar
lugar a que as iguses cirrnmslaticias ells impo-
nham sobre oulrss colisas contia esla pro-
vincia Nos sabemos, Srpresidente, qoe a pro
viiicia de Pernambuco nao lem cm si gado
suOicienle para manler-se, nos sabemos que
as occasies criticas de tome ao as provincias de S.
Catharina e Espirito Santo que nossupprem com
genero de lana necessida le ; e se essas provincia* se
resolveren) a eslabelecer urna imposirao exorbitante
sobre a noss. es*es genero* de prirneira necftsida-
dc '. Se nos impuz.ermos sobre os gneros qoe v3o
para outras provincias, parece qoe essas provincia*
lem o mesmo direilo, impondo sobre outro* objec-
los, e por isso para modificar esse imposto exorbi-
tante, mande! en a miuha emenda, lano mais quan-
lo se abe, que quanto maior lie a imposicao em qual
quer genero, em maior escala se fez u runtra-bsn-
do, o que se pode nanito bem provar.
Nos vemos, qne o imposto acerca das cartas de ju-
gar quando se elevou de 160 a l?2O0 de sello sobre
ceda baralbo, deixou de rendar cousa alguma, lano
que o governo eral vio-se na necessidde delirar
OJse sello para leceber alguma cousa as alfanclegas.
I m Sr. Depulado : Mas onde se esconde om
baralbo de cartel, nao OSr. (loncotees (Himaraet: Passam um c ou-
lro nao bellamente.
Sobre as joias, eprala nada serecebia na* alfande-
gas, quando o iiiipnsln era de 30 por rento, passa-
ram porem a jotas a pagar i por ccnlo c a prala 5,
e ja boje ha um rendimentq oesse despacho. Ni
vemos que drde o I.- dejulho al boje, Irm pago
imposto corno expoliado* para o Bio de Janeiro 21
escravos pasando 1:2009 rs Sendo que nos anuos
.interiores, quando esse imposto era de 100,-j rs. ren-
da muilo mais, assim ne 1852 a 1853 receberam-sr
1(1:000? r., d IS^i a 18,15 30:000-5 rs., de 18-55
a 1856 1:2009 1*., e o anno acoba-se no ullimu des-
le mez !
lie urca differanca muito grande, he um prejuizo
que a provincia lem soffrido com a elevaro do im-
posto a 2009 r... o cpie por cerlo deu lugar a ler-se
elevado lao grande escala o ronlrabaudo. (Apoiados)
Um Sr. Depulado : (l imposto iio foi eslabe-
lecido como foule de renda, he prubibilivo.
O Sr. Coitcalrrs GuimariietiSr. prc 21 escravos lem pago imposto para embarcar para o
Bio de Janeiro, entretanto que al hoje mo lem si-
do exprtalo* menos de (W3 a 700 escravos; c eu
sei de urna rasa commereial do Itin de Janeiro, qoe
lem recebido de. conimiso ne-lc anuo 4iil) e lautos
escravos !
Um Sr. Depulado : Mas em que se funda para
provar isso *
OSr. Gonrahei GuimurSe*: Enlao quer qua
aprsente documentos dislo '.'
I'm Sr. Depulado : Eu crcio, que lem havido
contrabando.
O Sr. Gonralees GuiaarSe: Mas nenhuma so
prehensao se lem toito.
, Ha um aparte.)
O Sr. Gonraltt* Oiiimare* : Eu eslou apre-
sciilando um remedio paro que senao d o contra-
bando, r be dimiiiuiud'i o imposto.
Crniam-se diversos apartes. )
Sr. presidenle, a qocslflo Inda rIr.i-sr em que 09
nobres depulado* tero muito receto .la sabida dos es-
rravos. porque enltiidein que ella faz mal a agri-
cullura : eu nao pens assim, un* nao temos falla de
bracos, lema* s-in) falla; do movimenlo nos bracos:
eu vejo no interior 11 que se passa; o fazeudeiro que
loui um escravu he n vaqueiro de sua fazeoda, mas
lugo que osle marre OU he obligado a vondc-lo, vai
buscar o filho do pobre para seo vaqueiro, c us sa-
beiuus que no serian o individuo lem i, 5 lilbos. um
ou 2 sao oceupadoa e ns mais sua occupacjfo lie quasi
iienliunia, porque no lem quem o* procure para o
Irabaiho.
{ Crozaui se diveisn* aparle*.)
A consfri.ico d is asrravos no [Bra*il nppm'-se
a rnlonisarao opne-sasegundo opiuiaode muilo*
i'.cripiures uul.iveis, e cu pm..1 il'jjla maueira, que
Sessao'ordinaria cm 10 de junbo de 1866.
Presidencia do Sr. haro de Camaranibe,
A's II horas da manhaa, feila a chamada, ve-
rifira-se haver numero legal de Srs. depulados.
O Sr. Prndenle declara aborta a sessao.
Lida a acta da se*s,1o anterior, he approvada.
O Sr. Primeiro Secretario aprsenla o seguinle
EXPEDIENTE.
Cm oicio do secretario do governo, remetiendo
10 exemplares do relatorio da receila e despeza das
adniitnslrarao do patrimonio dos orphaos.A distri-
buir.
Oulro do mesmo sen'ior, remetiendo um oflicio
por copia do Dr. chefe de polica e um documento
que nelle vem annexo. A quem fez a rcqui-irao.
Oulro do mesmo senlior.rem.-lleudo os documentos
que foram pedidos ao consulado provincial por um
dos membros desla casa. quem fez a requisirSo.
Outro do mesmo senhor, remetiendo a informa-
dlo dada pela tbesooraria provincial sobre a pelillo
de Paulo Caelano de Albuquerque. A eummisslo
de lazeoda o ore intento provincial.
I.e-se e fica adiado por pedir a palavra o Sr.
Tbeodoro o seguinle parecer :
A commlsso do msli oci.au publica, considerando
a prelenro de I). I.eonar Carolina de Yasconcelfos
Borges l.eal, |irofessora de lMtrocc&.e |irimara da
freguczit da Boa-Vista desta cidade, uo pode dei-
xar de reconhecer o direilo da peticionaria grati-
licacao que requer, em virtude do art. 60 do regula-
mento de 12 de maio de 1651 ; cntendendo porem
que a eflectividade de laes gratificantes se deve re-
gor pelo regalamenlo do anno pas-ado, quereur-
mnu a instruc^ao publica.
Silvino Cavaleanli.Meira llenriques.Sa Pereira.
. OREM 110 DIA.
Procedo-se a volarlo das emendas apresenladas
em 3.a discussao ao remenlo provincial, adiada da
sessao de honlcu sao approvada* as de ns. I, 2, 3,
i, >, II, 12, 15, 16, 18. 19, 20. 22. 23 e 25. rega-
ladas a* de ns. 6 A, (i B, 7, 8, 9, 10, 13, 1 i 17, 21
e 21, sendo retirada a de n. 2t> a pedido de seu au-
tor, e nao aceilas as de n*. 27, 28, 211, 30 e 31, fi-
cando adiada a adoprao do projeclo para depois da
2.' discussao das mesmas emendas.
3.1 discussAo do urcamento municipal.
Van a mesa e sao apoiadas asiegninles emendas :
Ao S 1. arl. 2.
o Com o correio e servente da casa cui vez de
300/ diga-se 400? rs.Abilio. i>
Subslilntiva M1. arl. U3.
(i Em vez de com o secretario 150? rs. diga-se
:1005 rs.Carneiro Jnior.
Suhstiloliva ao 3. arl. 2.
o Em VOZ de com o cirurgilo de partido 800o rs.
diga-se 7005 rs. Meira llenriques. a
Subslituliva ao do arl. 2.
Em vez de 800a rs. diga-sc 1:000-5 cum 0 cirur-
giao da cmara. Pereira de Brilo.
O Sr. Abilio diz que as razoes joslilicalivas desea
emenda sao as seguinle* : que este pobre homem
serve ha muilos lempos o lugar de servente e coi -
rciu da cmara municipal, tendo a seu cargo Iraba-
Ihos no decurso de lodo n anno, nao s nos dias uleis,
mas at nos santificados, porque diariamente se acha
na sua repartic,ao, e ao domingo que devena descan-
car 110 seio de sua familia, be ainda oceupado em
levar ollicios e communicacOes da cmara a todos os
pontos do municipio, de maneira que lie o empre-
gado da cmara municipal que lem serviro mais
constante e pesado. A assembla nao ignora que um
homem com familia nao pode subsistir leudo o exi-
guo ordenado de 259000 rs. por mez, lano importa
3009000 rs. por anuo ; e nao se diga que lOOsOOO rs.
anda he pouco para que alguem se posea manler de-
centemente, porquanlo, se na.1 chega com abundan-
cia,ebega pelo menos maiscomniodainenle do qne os
3009000 rs. que elle lem lido al boje. Seinelhaules
ennsiilerares, Sr. presidente, levaran) a rommi-sao
por seu proprio alvilre a a presen lar o augmento de
IOO-OO0 rs. no ordenado do secaelario, 110 que fez
inleira juslica a esle empreado, e com elleito a ruin.
ini-s.i,, nao eslava informada das tristes cireumstdii-
cias, e du excesso do Irabaiho dcsle oulro emprega-
do, porque eslou cerlo, que sa ella o saabaear, apre-
seotaria igual augmento em favor delle. Assim, pois,
cont com a approvaro da casa na remuneradlo dos
serviros de um bom empreado.
'O Sr. G. Guimaret :Pedi a palavra. Sr. presi-
dente, para me oppor a una emenda que se acha na
mesa, eos que se pede o rcslabelecinienio do ordena-
do do secretario da cmara da Boa-visla, e a razao
que ir iilm para isso he aquella que dei por occasio de
aposentar a minba emenda, propouto a reduci/10
dejsc mesmo ordenado, e foi de que leudo a cma-
ra municipal da Boa-Visto o rendimeiilo de Tin- rs.
podia dar quasi melado de suas rendas ao
seii secretario. A ramara municipal da toa-Viste
autori*.' la a dispender 7409000 e tem de pagar
pessnal da mesma 300^ rs., licandu-lbe apena*
K}003 rs. para o material. Ora, o que pudera
fajer a cmara com 3500 rs.'.' Cousa alguma, e de
mais, eu noto que a cunara inunirip-l de Calimbo,
que lem um rendiinento quasi igual ao da cmara
da Boa-Vista, marcou ao seu secretario 1509 rs- :
cniara de Scrinhaem marcou tOO- r*. ; a da Esca-
da] cujo ren la be de 1:800? r'., da 200? r*. au cu
sccjrelario, e a da \iclorla, cuja renda se apprnxim
a 8:0005 rs., da' i()0> rs. ao seu secretario. Perguuto
mais, que proporc.lo se d*' entre essas cmaras .'
Nn vejo, e por isso espero que a assembla sus-
ternara' a sua prirneira volarjlo, e mo acrescenta-
rei mais nada, reservaudo-me para pedir palavra
de novamenle, se o nbre depulado autor da emen-
da aprcsenlar razes cm contrario as que acabo de
expender.
O Sr. Persi'ia de linio : NMo devolveu o seu
discurso.]
<9 Sr. Gamciro
i.i.i" urna emenda
peco, que se consigne au sccrelario da cmara mu
ui(i il da Boa-Vista, o ordenado marcado no projec-
Ic oreanienlo por ella ollerccido, o nobre dcpula-
o Sr. Ijoncolves liuinares declarou que se por
tura eu apreseolaasc algumas contidcraeAcs len-
tes a justiticar esla erdenda, volara por ella.
1, pois, ver se posso ,-ati.la/er o nobre depulado.
1. presidente, no orcamenlo da cmara inuniei-
da Boa-Vala consignon-se s ordenado de :!IHes
para o secretario, e como aquella cmara assim
procedciia seos serviros daquelle empregado
merecessem, coherente com os roeni principios
Mido que a minha emenda deve ser approvada '
111:1 o nobre depulado julua excessivu esse ordenado
puriue lendo acamara da Cabrob quasi o mesmo
ren lmenlo daqnella, apenas marcou para seu se-
rr ario 150; rs. O nobre depuladu de corto nao
Se o nobre depulado julga que os oulros secreta-
rios, de que fallou, n3o eslo bem pagos, apreseule
ama emenda nesse senlido que eu lhe dou o meu
voto.
Sr. presidenle, >u olo"lenho neulium inleresse
nesle negocio, apresenlei a minha emenda confor-
me rom o pedido da .amara, a assembla a lomara'
na considerado que merecer ; ainda que os tiobre*
depulados volara contra ella, nem por isso me agas-
cu'r'soT Mt'ra ""lrq'U' 'Na r"''too o seu dis-
0 Sr. G. Guimare :sr. presidente, vejo-mc
toreado novamenle a oceupar a alinelo da casa tia-
ra responder ao nobre depulado o Sr.' Carneiro, que
me darrolou completamente, f) Ilobre depolado
acaslcllou-se na razio das propalas das cmaras,
razio que eu julgo poder servir em muilos casos,
menos no de que se traa, e insisto na dea por mim
aprsenla ia, de que leuJo_ a cmara da Boa-Visla
740a rs. de renda, nlo podcdespemler 39M rs. com
o seu pessoal, nem tao pouco se acha esse ordenado
em propon;.!.1 com os das cameras de Cabrob, l.i-
moeiro, Escada e Victoria,por consiguile julgo que
a casa deve sustentar a su prirneira votarao, e re-
geitar a emenda do nobre depulado.
O Sr. .1. (acalcauti combale a emenda que re-
duz o ordenado do cirurgiao da cmara.
" Sr. Florencio : Sr. presideule, depois do que
acaba de dizer o orador que me precedeu, pouco
lenho de acresceolar, entretanto o que me gerou o
desojo de fallar foi a vonlade de acquiescer ao pedi-
do ilo nobre deputado,quc declarou que le uconveo-
cessem da juslica desee augmento, volara por elle.
8r. presidente conheco que a materia be bastan-
te espinhosa para mim, porque apenas lenho bons
desejos, mas falla-me a necessaria illuslracao para
conseguir o meu lirn, com ludo f*rei us estoicos que
era mim caan par. sap.sfazer o nobre deputado.
A argumentado do nobre depulado funda-s era
que nao se guardava guateado ous augmento* esla-
belecidos no projecl... e em segando lugar porque a
cmara nlo pedio eise augmeuiu
Vamus a ver a razio da igoaldade. Disse o nobre
depulado que lenJo-se augmenladu o ordenado dos
oulros empregados na razio de ItJOfJOOO rs., nlo ha-
2J,U P"" '""".t"' le na razao de
-J0030U0 rs. ; mas podera equtparar-se om fiscal com
um medico ? Nao he o medico e o clrigo qoe leeMl
a seu cargo urna misslo quasi divina ? Como, pois,
comparar o medico com o fiscal.
Sr. presidenle, acresce a islo qne esle empresado
lem um graude Irabaiho sobre si, por quanlo, no
comprimenla de seus deveres, be obrigado a apra-
sentar-se na casa de detencao a qualquer hora do dia
ou da noile, como posso alleslar, elle praticou du-
ra ule a epidemia, e ulu *e persuada a casa, que
leudu cessado esla, deixa este empregado de ler Ira-
baiho, por quanto, na casa de delenclo ha urna roo-
lestia lao ina' como o cholera, sa nlo peor, e he a
das bexigas. Mas nao suppnnha a casa que isto lie
por iicleix do facultativa ou do administrador da-
quelle eslabelecimento, nlo ; os preso* logo que sao
recolhidus immedialamenle slo vaccinados, mas isso
nao obsta a que os qoe entrara de noilo, principal-
mente do serbio, sejam logo accornmellidos dessa
motoslis anda antes da visiu da maDbaa segoiote,
lauto assim que de doze flresos que vieram do Cearn
por haverem arrumbado a cadeia, toram para Fer-
nando !), e desse* dous morreram na viagem ; ludo
isso prova, Sr. presideule. que esse empregado tem
muito Irabaiho, e se eu fra o uuico legislador, em
lugar de 1:000-. rs., dar-lhe-hia 3 00 4 ; demais ei-
Ic empregado nao lem quem o sobslitoa em suas
rallas, lano que quando por motivos de sua cliniua
nao pode comparecer, um seu collega, por >mizade,
vai fazer suas vezes, afirn de que o serviQo n3u sof-
Sr. presidenle. eslas razes me prese que devem
ter convencido ao nobre deputado da sem razao da
sua emenda, e nesla persuaslo deixa de continuar.
Encerrada a discussao sao approvada* as emendas
ns. I e 2. e regeiladas as de.ns. 3 e -i, e reservada
a adoprao do projeclo para depois da segunda ds-
russio das mesmas emendas.
He approvado em lerceira discas*o o projeclo,
que auluria ao governo a reformar o regulamenlo
da rasa de deletelo.
lambem he approvado sera debale o projeclo que
approva o compromiso da jrraandade do glorioso
padre Sanio Antonio do Kio Formoso.
2. discusslo do projeclo que approva o compro-
misso da irmandade de Nossa Senhora do l.ivramen-
lo da cidade da Victoria.
He approvado sem debate e a requerinieute do
Sr. (joncalves Cutmaraes, dispensado o intersticio
para ser dado amanliaa para urdem do dia.
3." discussao do projjclo que desliga a cadeira de
primeiras lellras do colTegio dos orphaos da capella-
na do mesmo eslabelecimento.
He appravado sem debale,
2." discussao do projeclo que concede preferencia
no andamento das rodas das lolerias da matriz da
Boa-Vista.
He approvado sem debale, e dispensado o inters-
ticio para ser dado para ordem do dia de amanilla.
Tendo dado a hora.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e levan-
ta a sesslo.
he
15
: Sr. presidente, lendo apresen-
a' considerarlo da casa, na qual
I '
lio
VI 1
dei
Vo
h
pal
r*.
nai
na.
enl
foi muilo feliz, quando avenlnron essa propusien
por quanto se Uo lemlirnu que Calimb foi elevado"
a' aithegoria de villa no anno airando, e he esle o
primeiro anuo em qne aprsenla *eu orcamenlo,
KECIFF. 21 DEJUrSHODE1856.
AS C HORAS DATARDE.
RETROSPEfJO SMAJttL
As noticias qoe recebemos de Villa-Bella, duran-
te a semana, aniiunciam que o estado sanitario da
comarca ja comeeaw a melhor.r ; e,a exceptao das
razendas de Aboborase Carnauba, onde a epidemia
anida conlinaava a fazer estragos, apenas apparcia
nos oolros pontos que foram atacados um ou oulro
caso de chnlerina benigna.
Entretanto, das oulras localidades da piovincia
sabemos qoe nlo occorreo novidade alguSM, que o
invern continua regularmente, e que "vio appare-
cendo o* gneros de prodoccao do paiz.
O* dous vapores chegados dos porlos do sul puuco
ou nada I mu vera ni que mereca ser reproduzido
aqu. No sena lo ja linha sido votado o projeclo de
resposla a ralla do throno, mas na cmara teropoia-
na anda continua a discu-slo a este respeito, assim
como acerca da proposla do governo sobre a lixacao
de torcas tiavaes.
lima emenda suiuliluliva ao parecer das commis-
soes de conslituujlo glica criminal relativo ao
processo do deputado Pacca, depois de ter occopado
muilos das de sesslo ua cmara dos depulados, foi a
linal approvada no dii II do crranle. Em couse-
quencia desle acto, Coi o proresso remettido ao se-
nado, eo Sr. Pacca sospensu do gozo das regalas de
deputado. A opnilo publica- aguarda urna decisao
que desaggravc a lei e a socledade. Ser om caso
novo no* annaes do paiz, mas pao deve admirar a
quem se lembrar da senleuca qoe fulmioou, em
circumslancias quasi idenlicas, a Teste e Cubiere,
ambos psres de Franca, e um irmao bastardo de el-
rei l.uiz Filippe.
As que.les entre o Brasil e o Paraguiv foram
ajustadas ainigavelinenle. Esla noticia foi recebida
com geral sali tratados seriara ralifirados.
Todas as provincias daquelle lado do imperio fica-
vain tranquillas.
Ha poucos das ficamos privados paia sempre de
um prestimosu franca, o Sr. F. Cuuloo, rouhado aos
-cus 111111 numerosos amigos por urna murte quasi
prematura, e que se nieressava ardeoleraenle pela
prosperdade desla pruvincia : buje oulra perda. ulo
menos sensivel, embora transitoria e passagelra, nos
veio magoar novamenle.
No paquete iuglez que ullimamenlc sabio para a
Enron, retlroo-se desta cidade com a soa familia,
com decano Paria, o Sr. Ad. Laloueite, que aqu
residi durante 15 anuos, afrente de lima casa de
commereia frnceza de grosso trato. As maneiras
dislinctas e cavalleirosas desle hunradofranccz.gran-
gearam-lhe mnilas amizades e sxmpalbias, e, nao
obstante a sua qualidade de eslrangeiru, lomava
lano inleresse pela p ,ssa sorlc, como se tora brasi-
letro, e principalmente por esl piovincia, cujo fu-
turo fazia parle dos seus sonlios. Sempre que pode,
servio com o seu preslimo a todos que o procuravara
san disliucrao de nacioualidade. Coadjuvou algu-
mas empiezas, inclusive a desle Otorio, que se nlo
pode eximir de lhe tributar publicamente um vol
de sincera gralido c amizade.
No dia 21 parlio para o Rio de Janeiro, no vapor
locanlinsu.oSr. Dr.Paiva Teixeira, ex chefe de
polica desta provinria. Benigno para com lodos,
sempre procuran cumprir os seus deveres, estorcan-
do-sc para superar todas as didiiuldades que se lhe
api e-t nlavam nu bom deseinpenho das sua* funecoes
e se mais niio fez, nao foi por (alta de voulade, e
sun pelas rircumslanclas excepcionaes em qoe al-
gumas vetes se achou.
Esle vapor lambem deixou em, socego todas as
provlucias do nurle.
Em um dos dias da semana lerniinou-se pcranlc o
actual chele de polica a inquirirn das tcslemunha*
sobre o processo iuslaurado contra os individuos
pronunciados no crime do contrabando de escravos
aprehendidos uo termo de Seriuhaem. Depois de
saliseila esla soleinuiclade da le, os advocados dos
reos pronuiiciiiram as respectivas deffezas,e os aolos
toram suhnieludes au ulgaraenlo autoridade com-
pleme, de quem depende a sulucao desle triste ne-
gocio, filho de ambices individes, que nao vaci-
laram em corapromeller c inanchar o carcter na-
cional.
A assembla provincial que se devia encerrar hon-
lem foi adiada al o dia 23. As essOe* da semana
foram esteris. Apenas Iralou-se de algumas di>-
cusses sobre as emendas llerectdas aos prnjeclos
losorcameutns pruvincial e municipal, e approva-
ram-se em (eiceira discusslo atguus projerlos ap-
provando corapromissos de varias irmandadei.
O estado Siiilario desla cidade rontinua a ser sa-
tisfactorio ; entretanto, como apparecessen alguns
casos ,1a epidemia no lugar denominado Chora-me-
nino. >. Ble, eommiasienou um medico para aquelle
ponto aflm de rtesinfeclaras casas, onde se liuham
dado os dilo* casos e esludar o povoado da pas-
sagem da Magdalena. O medico encarregado desla
tarefa que he o Sr. Dr. Childerico lio Irisues dre.
Santos Franca l.cite, rxccolou paiilualinenlc as nr-
dciisdu governo,castegora.a mclhora na silii.ic'm
do lugar.
P. S. A's 7 l|2 horas da imite, um boleciro alro-
pelou um viandante, do que resulten quebrar-lhe
urna das peritas. O povo persegua o boleeiro, o
qual, tomando as raes do Crespo c Crozes, vollou
pela travesst do Ouvdor, entrn na ra da Ca-
deia, onde d'esappareceu. occullando-se itidobitavet-
meule.em alguma Cocbelra. Nlo sera' dilUcil a po-
lica de-.'nlo ir quem seja o autor desle delicio, pois
qoe os moradores dessa ra le-lo-hlo visto entrar, e
o dono da coclieira nlo deve dcsconhecerovalenUio.


'
4
i
ai

MUTILADO
ILEGIVEL


innaveraveis o* ronleeiOMBlmi deata nalureza,,
que lili iil lanar ncata ci.la.ic, e -e a,> lomaT-se f
ama medida severa contri .autores de laes relos,!
n..\ero lempo cm que ningn
mas.
jjjijjj DE PE8NAWBUC0 SEGUR;! flSl 2 DE JRHO c 1856
Mrl tli l.i.lc fie ir, a 21 de un.,..-Loros. R ho-
meus, lj manieres. c| prvulos; escravos 'hu-
men, t mamerese I parvolo.Total ti.
PAGINA VULSA.
TI U egosmo he ne intrsiavelneuto marido da
.iiipidM ; no duai eotidade* iuteparaveis, e que
possucm desgraradamenle o dora da ul.iqui.laJe:
ne ii.n par do feiliceiros oa un casal de .uiero-
niaiiles.il 3
o eaofamo nunca vive s,., be-lhe meamo impossi-
vel passar um su momento sera a sua hueparavel
.usarle I .obesa estupidexa e .pando por ventura
aquella quer le algn, niomeulns de solidan, sent-
se pelrili-ar, ,le lorie que a e.tupidez seria inaniraa-
da. seria materia simplesmenle. sena., fnsse vivilica-
Ja pelo groaseiro egosmo, especie assin da uin des-
Mi sc|, 1S1 .marinheirns., de re. que su vivera para
a pon., de mu cabo, nao se importando mesino que
avio naufrague ou que lodo* da Iripolarao ere-
c-m. oui taulo que elle nao largue o cal "
l'or ejemplo :
Sxoortacao .
Bareallona pela Parahiba, polaca hespanhola
taem poasa transitar plaa|1'J!lcr^":r3r^,,.1!.u,,el''1a<' ""'/" .eauni-i
1 i le .2.IHH1 cunare*, .Ib conros seceos.
Os liscaes das qaalro freguozia desla cidade do Ite-
cife. ele., ele.
star a quem perlencer, nas qaalro fre-
i .lispusicao do artigo '
goesia* desla cidade. nao ni
Podo, patacho porluguaz S. Jos, de 22S lona- i biso transcripto, como que o pialo d "seis mxe
ladas, conduzio o scaomle : 2,100 sarcos comI "'< pela cunar* municipal, em sessao de 23
I2,IMHI arr.ilus de cssucar.
Lisboa, bares portogoeza iCraldao>.,
.........- de .1VI lo-
I ociadas, coadozo o seguale :.575 saceos e .1 cai-
tas com 12,946 arrobaa e (libras ,le assucar, 2ii
boas de amare lo, 8 pipas aguar-
2*
cascos me
denle.
KBOBBEORIA HE RUMIAS INTBKNAS UE-
11A ES DE PF.KN AMBl'CO.
. l7.-007aD57
Keu.limeiiio do .lia 1 a 20
dem do dia 21.
i 1175770
17:504*827
Por ejemplo :
I m lili,,, lesa toja de calcados; mas como quM le-
as mais em coala, ,,., dovidaMeajradar seo .ai, ve-
?.,,,r,ie,r"L para '"" V da loia
rabaihaodo de sraCa para elle, com lano que el a
CONSULADO PROVINCIAL.
Ileiidimeniododia I a O t;tr>-ii
dem do da 21....... i:0l'.l-72i
.>l:;t2.>;l(i'.l
PRACA DO KEC1IK2I DEJUNUO DE 1856,
AS 3 DORAS DA TARDE.
cao,
lucre, cintrara seu pai nflra Uo borrivel hiim'lha
porque seu pal senda sap.leiro deveria Irabalbar a-
si'u ido"' q"8 '""" pr"lis,ao na Ualw> sen5u de
Oiilr...Ira lillio lem, rno grado seu, em na
campanilla seu velha pal, e como esle Iba era pe-
sados e-sehll.o uan momento de estpida alucina-
ra p..e m,los sacrilegas sobre o .ator do. seu. das
Ouiro. I,,, lidie bao polend) suportar por
man lempo a oempaalua de seu pal, que sm Tercia-
da era urna constante reprehens.lo ... su.s malvade-
zas. amargura de-bumanamenle seis da.: o pai
quer rcl.r.,r-e para a s,,;, ,,.,, e sin s ,,!,,
ajae ciHitam-, al.,.....sao velhf respoflavel (er cora
que alimeu(ar-sc durante a |oruaila.
Oulro. li.n tralicaiile quer aperfeicoar o me-
Ihnramenln do seu quintal, e n;io podendo ou nao
quereudo comprar arela para este lim, manda carre-
jar a das ras, publicamente, seo temer o inizo des-
favoravel que II.e podia azer o publico, o publico."...
Ote. de que serve o publico par*
sillera, njo o respeila 1
Cambios
le Janeiro .1. com nte, para a aieeacSo lo meamo
arligo, espira no dia I de joll o proimo fotoro, c
lodo aquel c a quem poi \enliira locar o dbposlo no
artigo nao liver ale aquella dala cumprido, Oca, por
consecuencia,suje,lo a molla de IIzjOINI r. eslabele-
eida.
Poilorai ad.li.ionacs .le o de uoveinhmde 1855.
n Ari. >. Os proprielarlos .le tenas davolulai
dentro da cidade, ou inui proemio della. serio obri-
gados a le-las murallas, e nos -eos subur-bios lo
obrigadn, pelo meooa, a cereal,,*: os ntrarlores
lesle artigo sollrerao a mulla de 30^NHI rcis. n
E para que nao appareca da parte le algusm ig-
norancia sobre a disposicao do artigo que lira Irans.
criplo, manamos lavraro presenta que sera publi-
cado felo Diaria, e no qual nos assignamo.
Cidade do Recife, 19 dejanho le IKb. O, fia-
cae-, Manuel Joaquim da Silva Ribeiio. Ignacio
Jos l'inlo.Joao Jos de Jloraes.Manocl Ignacio
de Oliieira Lobo.
Z)nmche^,
do I
da I
AL'.".I,mi
por 1/ sobre Londres; llfiO rs. por .-
fr. sobre l'aris; esobre Lisboa 1001 ..... '"''
por loo. ".i casa lo mesino Banco,
------------KulrataV 6I saccas e as vendas ll ilia
rrgularam de 6f300 a li-',tli| ,,ur i.,,..-,,
arroba de primera sorle.
para quem nAo o con-
- Oolro.Lm boinem abastado, qu recebe nir
usina nsilil... n ^.._ -.___.
mullos perisitaa em sua casa una prenla pobre, e a
tan encerrada na cozinha com receio que n.lo di-
ga a Iguein que he sua prenla.
(lulro.ele! ele!ele! etc.! e el (Mera e lal!..
I edimos por raridade a certa ave de penna de
lunaon que se conlenlia, c lambem a oulra ave de
carne branca n que no mesnio poleiro morara : lita
pes.imos laes procedmiento., Inda vizinlianca se
repella de ver dous pa.saros lao lindos e lao porcos,
s.o como os checheo, que liados que sio e porcos
que se lornam.
Do poleiro ramalhudo
liarsaleja Dum Per,
Gargaleja. cargaleja !
r.nirun r.i-rii-r-r.i !
Novena osui geoer.s. No sabba.lo a neile
tioave urna novena de Santo Amonio u'umaraia ler-
rea da roa Velha : depail tai novena cobriram com
un veo SantoAiitoui, e na mesilla lila qualrilhou-
se : diriam clles que de loda mancira se honrava a
leo.; notamos mudo aceio na armario los volante-.
Consla-nos que um carro em Sanio Aolonio pi-
sara urna mullicr: rielamos desla vez de diret 6l-
guma cousa a respeilo...
I.emos um dos norneros do Tempo jornal le
Marco, onda um correspondente daqui nos iciio-
rumle e mais alguem: a.lianle e para nunca mais...
Sr. inspeclor geral se quer que demos pu-
lilicnlade as suas nola. o faremos goslosos, dignan-
do-se !>. uic. responsabilis.ir-se por ellas.
O baile masqu da roa da Praia esleve bom. c
seinpre com ordem: boje ha outro, segundo ouviraos
dizer:
Beta-a* inlroduzindo enlre nos o roslurae das
seremias; boa lembranea feliz adiado! nada me-
lnn .
Embartoa o Sr. Paira Teixcira : S. me. Heia-
ios saudade-.
--Acba-se preso o Porlugucz Jacinlho, morador
emBeberibe; ha quem pretenda que esse I,ornen,
leona enmes; nada sabemos a respailo.
Ouc genle | ||. un argueiro fazem um eaval-
eiro tomo se o pie ardeu r0;se poIroT. : a explosao
le\c lugar no jardim .lo embale d- nina anadia* com
m su.piro; esles choques co.niuummenle incendiam,
mil iimn mil queiroam. losum c (orram.
Main que lem sido aperlados e ogorosissimos '
de escnv.io le diversas comarcas desla provine,.,
li. i rigor esla em sen auge.'... Ncm se lem per- 1
iniuijlo que os eiaminamlos rejan os eianrtnadore '
: raA^iiniai r->r. l.-sraplio. a por mulla complacencia parmillio-se a I
bo-ina. Empenlios, e nao provas, lie o |ue lena.
Alcm le lereui cadaead* na tetiva noile le
boje os b.n .. as rapellinlias e as [cgueiras le pal-
ana, lamben, quercm substituir acs- deliciosos
boles c aprcciavel cangiea de milito ver.le, a agur-
denle de Caieuua |e is canfeilos de Paris de Fran-
ca. (Jue feliz lembranea : Iroram-se bolos c cangi-
ea por agurdenles e confcilo.'.
Se ha lembraneas,
t}ue sao esquecurenlus,
Coufril.is agurdenle
le uina tollas.
lnslalou- dade poltica.
Preveuimus as autoridades pollones, que um
reo que aeabou de 1er por senten;a lo jur\ uns diasi-
nbos le pena, mandou Mi./r a' micra m'uUier a que
mil vidas que ella livesse elle as liraria em sabinde;
,i iii'ilhrr ia foi prevenir ajo Sr. sub lelegado de San
J/eap.
Em Mai ,r..t.i alten bavar um coito le li Iroes
le aararw, e cavallos, e anda lia nouco um escra-
vo i o, lado aos ladrocs an Ion sendo olTerieidn por
dez res de mel cuado.
Tenham nnite leliz. c que hajam rauilos bolos
e nimios Iraqoes.
Hospital de candado. >\ de junho, 79 lenles.
.-'/.' amanhita.
lia.' ,11,..u -
'e-I primera qualida.lc a 30.
ITa em deposito !),000 barricas e "o
..., ,. eonsum foi moderado.
W,l2l!f*&" ',rocura e "! enjoada.
ferro da Soecia- \endeu-se de 12 a 129500 rs.
. por quintal.
Manlciga------------|dem de 00 a lid rs. por libra da
franceza de vacca ; e de 710 a S1KJ
rs. por libra da inulez*. A de per-
ca veuden-se de -J8II a :MHI rs. por
libra.
**......O nacional regulou le I-JO a 12
rs. |mt libra.
Accoes de comp.-As de Seguro Indemnisadora ven-
dern se a .r> por ce lio de pre-
mio, as da estrada le ferro a "i0
por cenlo de premio sobre a en-
... "ana.
iscoulo------------J bauco balxon seUS lisrontos a
7 por cenlo ob auno, e os particu-
lares de S a II por cenlo. lia a-
.. bunilancia de numerario.
rrr-ies---------------Em apallna.
locaram no porto: .barcas a vapor, 2 navios
com *Kile de pcixc e I cora ftrinh. de iri-.-..
Kntraram: 2 de eabolagem, I co,,i bacaihio, I
em lastro e I com farinba de Higo viudo do Rio de
Sabina: 7 com earregameolo de assUc,ir e oulros
-eneros para porlos eslrangeiros, .". de eabolagem e
> CII] I i** ii.
Exislein no porto .17 emb.ircaci.es, a saber 17
liras, eir- I dinamaiqueza, -1 lieapanhrdu i ingle-
ia-, II porloguezas. 1 sueca e I sarda.
-'3 5.
0 2,'
r; ~
fecula semanal.
- Os laques edecluados para o vapor
nnric!eeL''r'y'"r0.,',n tytMtim- O |i.csil,Mile da anvinlil
principiando a 27 d. por I? apra- >......, '. ,
io, e n27 1|l a dinheiro, pnrem "' irnos nao passarara de27d.|direccSo, convoca os Sis. accionistas, pa-
ra nina retiniao no lia .Til do correnU*,
pelai 11 horas
Recife 20 de junho de 1856.
de Cainaragilje, pretidenle.,los<;
Assucar--------Euiraram rea de lo.oiio saceos:; Bernardo (alvao Alcanforado, secretario.
os brancos venderim-se de lltSINl -
ia200, os lomeno* de .15 a .IjJiKt,
o raa-cavad Lisboa por 2(850, e '
os America e Canal nao liveram I
llcrla ncm ven.la. Ilcm que < le- :
psito sej., limitado, a falla de na- !
vio nao da' eraeranca* de melho-
" ,1c l""eo, antes de liana.
Arroz------------------ Ketalhou-se de 1800 a :liOO por
arroba conforme a qualiilaJe,
Azeile loco--------Vendeo-M ,:e 19850 a 13900 por
galao. '
- Iiyemos um carreaincnlo cora
2,000 barricas, rom 1 qual o de-
posito boje regalara por 3,500 bar-
ricas. Como nao lia carne secca,
lornen-ie mais procurado, rela-
,. Ibando-.ede l:l->a I7 por barrica,
.arne secca- Nao ha neiihuin.i em primeira mao
Farinba de trigo- I ivemos um earregameolu de Bol-
ln que seguio pira a Babia, e
Vieran do Rio de Janeiro I.IIUI
barricas da de Riehmond. Ven le-
. ram-se em leilfio slgamas partid^
la porluguc/.a de JH5 a 22 por
barrica, as quaes eslJo rclallianilo-
sea2 Rclalhou-M a de Pbla-
delplua a 25,a de New Orleaus a
2B>, a de Rirhinou 1 .1 28, a de
eoova a j:t-. c a le loulana e
BAILE IAS0.
1 <.;*; !: '2'? -ico-: i*(?
3-M
DA PRAIA.
bao r|* caeadores
la casa, c as S bo-
algumas quadri-
Mi PALACETE DA Itl A
A banda militar do dcimo I1.1l.
locara' direraas pecas n.i eulrada
ras dar' prioeipio o bailo loeand
Ibas militare* cim pancadaria.
A meia noile locara' urna valsa o dar' romero
a correr urna loleiia Ccmpusla do dilierniles premios
de comida, bilbelcs le lotera e diversos obieClos
que excitan a enriosidade, e as pues lerilo dircilo
Indas as pessoas que compraren bilhele ; serao
|iromp!amenle entregues a quem por surte ..s lirar.
A illumiii'eao lera' debrada nada faltara para
lodo brtlhanlismo, pelo que os direclores esperan
(oda concurrencia.
Os bilbele- eslSo a venda 110 edificin.
Principiara' as s horas.
?o pateo do
PR'PRtpC -ALC.i-SEumgrande sio comex-i
II '. i'JllH ,il relente casa dt> sobrado, asa |ira feitor, I
Pai .i izo ti. 10. lSl'"/'i'i1''- corlieira e estril,aria para i ous!
Acha-se proviJo carros fnebres <
qual(|uer ordem, o eslabelecimento do
5r*?i0
50.
de
Jaueir
I. "^

-

- a
- n _ fl
~ ^
HS ti
X

:*- ; .-.
* ... - s
i
O




-. n
* wl -| ~ ~ -
h w. |C 5 O v-

o -I
~ li>
e s
= Q
a.
? I
r1 S" -
5 o ~ 5

O o
0 0 B> S3S
c ^ &*
S*
a n !Z
^ a a en
" % c=>
O -.
~ O t*-
O 3
O B c*a
-i z. po
p fj >-
O 2 0 i
Q "r^r
te >
V
Nestes B dias deve se-
guir 0 bliguc nacional
MAKIA l.l/IA, capitao
..lo.in da Silva iloi-aes, po-
! de recclier mercadorias
angeiras, miudc/.asc escravosa frete
paiti os quaes da' as inelliores accoinmo-
laiji'.s e iratainento : liMta-sc com An-
lonio | pichen. I t, segundo andar.
10
(le Janeiro.
jCk A.escuna JOS' capitao .Manocl
aaBg 'osePrelello, sahira nodia ii do
curcciilc, se caso iinproTisto nao impe-
dir, pode receber escrann a (rete: con-
signatario rVntomodc Alnseida Gomes, na
ra do Trapiche n. 16, segundo andar.
para o rio de Janeiro.
Se^ue com breridade o bngue nacional Elvira,
!- lem parle 10 seu earregananto pronplo, para .1
resto. pasaseiros, c escravos, para o que lem exool-
lenies commodos ; ir.ia-se con o consigaalario, Jos
Joaquim Dios remandes.
l'-ra o C.eara com esrala pelo Rio tirar,le do
Norte abe em poneos dias, por (er o seu cairesa-
pateo do Paraixo, com ricos adornos, in-
cumbiese o proprictaiio de qualcpier en-
terro, fornecendo todo o necessario, sem
incommododos interessados, por precos
commodos,
LOTER D PROVINCIA.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fazer
pnblico, que tem designado odia S do
correte mez para o impiden vel anda-
mento das todas di primeira parte da
primeira lot< lia da rm.indade do Senhoi
Itom .1 s 11 s d;
Sania Cruz.
d<
1 Via-S icra da igreja da
rhesouraria das lolerias 21
iinhde 1850.O escrivUo. Antonio
Jos Hitarle.
Lotera

:
'r> :or l Din esns
i't. 1, :i 5:)u isf .
Ao.s 5.-000.S- e 2:000.-000.
Corre iidiihitavclrhente sabbadoiftdc
junho de is.iii,
SaJusliano de Aqu 10 Ferreira
avisa que venden os segrales premios :1a
primeira parle da primeira lotera de
Nossa Sen hora do Lirrnmento, extnihida
a 21 do coi rente.
1 la I
laude 11.1 i a I
cavados, (puntal murado com cacimha,
raes e arma/.ens, lilicta! de todas as
e capim e op-
l>eber: na estrada de Joao
ros, esquinada encruzilhada de Be-
Pires junto a
ilualidades,
lima agua de
de Bar
lem : ;. tratar na 1 na dos
obra da esquina da Conceico.
leudo de ser es tejado o milagroso S.
Joao Baptista, no dia 2't do curente, na
igreja de Nossa Senhora la Congregarlo, o
esenvao da irmandade damesmaSenhora,
itaga aos seus cha ros irinaus.rpieirao com-
pareior 110 dia indicado, as 10 horas do
da, a/im deassistirema (esta de lao mi-
lagroso sanio.
Manuel Jos le Soii/.i Carneiro rctira-se para
tora do Imperio a Iratar de sua sau.le.
O
^lo
alai\o assignado leudo
. pedido
pelo DIARIO de l!l do corrento ao Sr.
Claudio Dubeux, se dignasse declarar
qual a quantia pie Uie licou a dever
-piando se despedio de sua casa,
\tten^ao.
taz-se lodo n negocio com doas propriedades que
rendem anoualmento 300,000, sendo un., casa ter-
rea rom uni.i inei'acaa no fundo do quintal, riti na
rresuexia de S. Jos, e outra sobrado de um andar
na ra de Mathiaa Perreira, em Olinda, lendo no
lunilo ona oulra nefagaa, coja trente deia para a
ra da It.beira ou CadeTa ; ambas estas propriedades
se acban presenlenenla alujadas: quem quizer ne
gocia-las linja-se a ra las Cruzet 11. 90, segundo
andar, que alu ai liara mclborcs eiplicares.
O bachtrel Abren e Lima, relirando-se para
I Franca no vapor ingles Tai/, nao pode pela ra-
pidez, de seu embarque despedir-se dos seus amigos:
pede-Ibes desrolpa, c ollerece-lbes seus serviros na
Europa.
II lr. Casanova roga a todas as pessoas que.
II10 esli a dever, o ob-cquio de llie mjndarcm
pagar ate o lim do correte iuiilio, que muilo Ibes
beara uuriado.
Alnga-se urna cicellenle ama de leite, parida
de poucos das; aliani.s-se sua conduela : 110 Ater-
ro la lloa-\ isla no sobrado 11. 7,por cima da luja da
boueca de sera.
2 meios hi I heles
-Vnlonio da Molla Silrelra Cavalcanli, capitn
da anligii guarda nacional do municipio de Naia-
relb, quereudo relormar-se uo mesmo poslo, enlre-
gou os seus locuineulos ao seu finado amico ller-
culano Francisco Baudcira de Mello,lenenle-cuionel
-, a ori-'do primeiro liatalhao do mesmo municipio, com a
(, ni uisi.i (ii\.(la, sitas dalas, etc., e nao morle desle licaram os referidos documenlosdesenca-
Icudo recehido resposta alguma, de novolm'"ha'l<"i'l"'r "3o screm adiados em seus papis; rn-
Iberoease dieilP de r.-sn-ii,.lm- Il.n ,U 1 f* ,po,la"ll) a qualquer pessoa que por ventura os
,, uigiic ue responaer-Uie, do 1 Icnba cm eu poder. Icnba a Iwndade de o annuii-
contraaio seu silencio sera' assa's stili- riar lr c,le Diarios paraserem procurados.ou de
cente para que o publico se convenca de -702*1 "512?^ n" sen enKenl"> ir proe<
(uiesi'i .l..s..,.i..l 1 i "a lre^ue/1.1 de Iracunbaeiu.nu em casa de l.nuvea
1! .,.., .l.?J!f t :"VOi!S8!"!,i'!'."2 '.^ '; 0eim n tiestado do juiz de dircilo
elli, um alte-lado do'com-
----------------........... O I mmiuaole soperior, um dilo do memo linado Ic-
abaivoassignado, todava, recordando-se J|"lYOT0"li '"'-i corrida.e oma paicnie em on-
de ter estado em sua casa 10 annos.e de ser _v!b ...
oSr.Claudioosx5uPrimeiroeuniconatrao,.c^Sr^^
peos de lodas as qaalidades.
nido sabido de sua casa para se estabele- aoenn,*nb> cenrtam de on offl
cer no ,,,,, ,,, (|lu. 0 Sl, Clau. ^^X^^
dio ncjjocia.hcqucoiseSr.oabocanha.
I I
nlhetcintciro
'piarlos
di los
ditos
lem exposto a venda seos muito felizes
inicies, meios e piarlos da I-parte da
rimeira lotera doSr. BomJesus da Via-
Sacra, na roa 'i", lojade niiide/.as de .los.
dos Sanios Porto, na piara da Indepen-
dencia u. 37 o il, loja de calcada de
Antonio .Augusto dos Santos Porto,
mesma praca loja de hilhetcs 11. i,
!Si j5:000x00(1 enasabendo esquecer favores, naodese-
2 r.ias 300^000|,!u,loso"l'ei'a''M'anto for possivel esses
019 IOOsOOO 'ros, motivados pelo accesso de sua de-
sesperacao, salvo se o proceder dojSr.
Claudio a mais o olirigar.Jos Antonio
Moreira Dias.
211
1916
IOO.S-000
iD.S'OOO
.(I.S'lll)
Sabbadoa noitedesappareceu a
I era va Mara, croula, cor fula, com es-
do Recife n. ipmhas pe|0 rosto, alta, secca. represen,';
se Fortunato 0 anuos, foi escriva em Olinda de urna
di Indepeil- (mlia ue mo.a hmi ennlrnnl on o!K/
11.i
da
ua,,, .........aneen, poneos mas, por ter o seu carresa- | -"""y' wnnu iu,i
jm mello qu.isi eomplelo, o palliabote nacional Aoge- i rC*peitavel puhhco.
na- lira., mestre e pralico Jos Joaquim Uves da Silva. I Hilhctes ,".sS0!l recel,' nor inteirn "1OIKW
para o restante da cana e panawires Irala-se con Meios -.vllllll ,'-
sea consignatario Loii Jos deSAraujo, ruado ,' >.sMI ,< 2:.)00.s
l' .. ,, US' 1 1 1 _______
2_ t0

o -
Bt
e.tf
nniiia que mota bem confronte ao oito
da igreja do Amparo, ra do mesmo ri-
me, e ainda la' existe urna Giba da releri-
_.da escrava, tambem he lillia da preta
lena.sja conhccidas Ednvirg, hoic forra,casada, moradora
na Estrada-Nova do Caxanga': quem a
*Xttun*' vi tymiambuco.
A as*?robla provincial oceupou-se na lessB* de
lia :l com a disrussao de um requerimenlo le ur-
gencia apresenlado pelo Sr. Jos Pedro, pedindo
|iie s disculisse o parecer das commiss.ies reunidas
de loia-l n;ao canias e de*p*xaa provinciaes. sobreou-
I1.1 r.-querimento do mesmo Sr. Jos Pedro, que foi
llererido rom o lim de justificar a regularidade eco
nomica do sea despacito proferido em sessao da jun-
la da Ibesoiiraria provincia' nas conlas do et-cnl-
lerlor do Itio Formse Lona Freir, sendo alia!
.pprovada a urgencia, lomando parle nnsddialesos
senbnrei Abilio. B. le l.acerda. Casi,.. I.eao, Jos
Pedro, Nascimcnl Portella, Mcira e.Silva Braga.
""> s'uuula apreriou a redacrSo .lo ptnjecto do
.remenle provincial, c suscilandn-se discussao acer-
ca do objrrtn, licou adiada em couscqiicncia le nflo
Ii.-.t rasa.
A ordem lo dia He boje lie a mesan.
Aracatj 18 .lias, hiala brntlleiro >Davidoso,de io
loneta.las, mestre Eslacio Men es da Silva, equi
pagem I, carga couros e mais genero ; ao incstre.
.VflWos i?ii /- 5 no mpsmo dia.
Parala aPolaca bespanlula TheKzina, capilii:.
FrapcUco Marlilany, em lastro.
Rio de Janeiro e portos intermedio*Vapor braii-
leiro (Tocanlinsii. coiiimaiulanlco capillo de fra-
gata M.ncclio. i'assa^eiros desla provincia llra-
siliano Francisco Paes Barreta e I criado. Jos
Cantoso Leal, Pedro llezerra Percira Araojo llel-
Ir.io, sua senhora, I criada e I cscrivo, capitao
Antonio .Uves de Palia, l)r. I.uiz Carlos de Pai-
ra leiveira c I criado, Manuel Norberlo Jorge
lionijalves. Ignacio Ooncalves Lima c I fillia, Tbo- I
maz de Faria, sua lia e escravos, Francisco
Ferreira Bailar, o I. lenle Manoel Antonio Vi-
tal de Oliveira, Joaquim llias de Azcvedo, >." c-
llele Marilano Marlelliilo de Sons* Guimarfles, I
desertor,2 menores voluntarios de marinlia, F.
Cindido Taggia, Luiz Crrela de Mcneze, Anto-
nio do Souza Reso, Jos Autouio dos Sanios d
Andrade, Frucluoso llenrique<, Antonio jAs de
Oliveira, Jo.lo Dias le Caslro liuimaraes, .Manuel
Jos de Lima, Joaquim Filippc di <:>sta. Felii
Pcreira de Souza, Jos Percira da Silva Castro e
I ciiado.
~\ v'acio fahidnt no da 2'2.
Montevideo por Buenos-A>resBrigue dinamarquez
Auna Cecilia, cap lao I". Fescher, caria assucar
e agurdenle. ,
- A cunara municipal rln Recife vende a quem
mal1 der,o* malenaesda cas. deiapnpriada ao eida-
dlo Antonio Joro deMagalbei Untos, sita na ra
cncarreaaii lo-sc quera comprados da demoliclo
da mesmi casa : os prebridenlcs dirijan seus ole-
recimenlos a mesma cmara por pelicao, ou se en-
teniiain com o reiperliro procurador
'-..-"..>-.- ...*'..;!..- ,i-' '-.'-;'-''-."''s'*-.';
Q ASKXAI. IMUkjI; -".
:': De ordem do lllm. Sr. l-nenle-eotooel di- '".
oV redor s- iaz pnblico, que ai oiiicmai de '.'*
g prifnrira e segn da clame do misino ar- i.v
- ,3 seal teem preciMo do qualro ofliciaes de .' "-
Brum 11. -22 ou con: o mesnio mestre.
Ilio de Janeiro.
Opalacbo..ri.creza I, de queMw capito Jos Ig- lotera da Yia-S icr'i ni
naci Cimenta, >.a seguir viagem para o Itio de Ja- o .' "'
neiro con breridade, por ler grande parle do seu
carregamenloengajado : quem no mesmo qnzer car-
roar, diriji-se a., eseriplnrio de Bailar & Oliveira,
na na da Cadeia do Recife n. 12.
Para o Cear sahe rom loda a brevidade o pa-
lliatiote nanonal Aogtlie* lem parle da carga
luTnnpta. para o resto ou pasnesirua Irala-se rom o
(onsianalario Luiz Jnsc le S Araojo, na ra do
Urom n. 22, ou con o capiao Jos Joaquim Aires
da Suva, lar?., da assembla numero S, segundo
andar.
PARA (i Rio DE JANEIRO.
late nacional Tigre* segu
Quartos I500 .. |;250
Os dous premios pandes ,11 referida
lo estao sujeitos
es 8 por cento do imposto gerai, tra-
yendo ellesa rubrica de S. d'A. Ferreira.
Periiamhuco 2.. de junho de 1856.Sa-
lustiano de Aquieto Ferreira.
~, ,-),0"''1 rp'ril *> do csrrenlc.deiiois da audien-
. Or.juiz dos feilosda lazedla, que
hilo de arrematar em
sir as III buras do dia, se
ullima praca os bens segoin
I I na casa de pedra c ral, na roa de Uoloeolom-
b" u. 69, com 20 palmos de frente, e ill de fundo,
3 salase 2 quartos por ISiJOll:!, penborada pela
m poucos das por Ihesonraria provincial a Manoel Goncalve Sllvino,
1-1 parle do sen carnaanu-nlo. par* o reslo da car- lelos orpb.os de Joao I
na la Cadeia n. 39, segundo andar, '
com V. A. de Son Carvalbo.
O vcleiro e bem conli-i-i lo bi.de brasileiro Ame-
lia pretende seuuir ate o lia 22 .1. Correle, lem
dnus terco* de *eu rairenimento pronplo; para o
r.'si traais coi.....en consignatario Antonio I ni,
de Oliveira A/evedo, ra da Croz n.
r..
- ..opes de Sou/i.
I ma casa terrea 11. ra Imperial 11. 08 coui 2 L
palmos de frenlc.e 17 de fandn.coxinha lora, qoiolil
en. aberlo e em mao estad., por 805090, penborada
a nanoel Aires dos Sanio* Julio.
1 111a can Ierres de pe.lra e cal na ra do IragSo
n. .1 com 20 palmos do Irenl :,ii de fundo,' 2
qu ros, 2 salas, cozinba fura, quintal murad ,, ,.
"moa so, por 8OU-7OI1 penborada a Mara das
lina cj*j
segoc com muita
irnu Ks|ioran;a
carregamenlo ; para o
quaes lem excedentes
si "" '-rre ni, agua com porla e eocbclra
,,r .. S* lrae*ra d* Campiua, fregoezia da Boa-Vista, 11.
brevidada o velero palaclw brasi- con 20 palmos d trente, e 29 .1" i........ -,-,..:..
I- p;ampio melado do seu eotalparJa, e en reji.11 lmenlo por IjUsiXIO, penho-
pegar ou der noticia sera" gratificada por
sm senhoi, 110 pateo do Paraizo n. 10.
eg^ucio le vaiiajem.
rada a Un
.muren por Jo.io Francisco il'Almeida.
ks.^5 5^:?=n
Acaban de clieuar os muilo lesejados e bem
contiecidos chapeo* de pallia americanos ; na ma
:\ova, loja e fabrica de chapeos o. 1i.
l'rcr,-.,.-e aluzar uina preta, escrava, para
comprar c cuzionar o diario de urna rasa de penca
ramilla, cojo alogoel uo ciceda de fiQ rs. mens.es,
11.10 sendo moca : qocm a liver dinia-se a esla Iv-
pograplna.
lle-ancainiihou-se urna caria sobscripla a
Joaqun, Epifana le Mello, no Buique ; conlem
urna pleme de guarda nacional, e loi entregue ao
UIIM de Jola Evangelista renedo ConsUnle, que a
deuou laltei em alguma loja ou.1* cumprou enco-
mendas: roga-** a quem a adiar a queira entregar
ia ra do Queimido n. 27.
PreeiM-se de una ama que saiha coznbar, c
laxer lodo mais servico de casa : Da ra Direila n.
00. segundo andar.
Aluaa-se una escrava que cozinba, lava, en-
goma e cose com perlen.jo : quem a pretender ja-se a ra Nova loja n. 12.
Jos Dias da Silva Cardeal.
Prccisa-se de urna ama que Icnba bom leile.pa-
ga-se bem : na ra do tjtieimado loja de miude-
zas u. .",3,
Joaquim Ferreira dos Saotos perdeu quiuben-
LT.^H.a .,ne!nq,m7.r",e^7-.nM."^i'anr de* S^l-^V "*'" *****' ^
da, mediante nanea idnea, e as cauielas necessa-
rias : quem quizer lal negocio annnncie.
Antonio Roberto, com loja franeeza na ra
-Nova 11. 13, acaba de receber pelo ultimo navio
ranee* urn completo sortimeoto de fazen.las de sos-
lo, como sejam, chapeos de se'a para senhora*e me-
ninas. IKos de palha para meninos e meninas, ditos
deoiassa, dios de dina para tramen, gorma de ral-
lado bordado, seda blanca para noivas, capellas de
Hor de laranja, manta* branta* de blondo, enfeite*
para aeuboras, borzeanins elaslir .a com sallo para
senhora*, palos de lustre c de setim, ditos de case-
mira bordada para meninos, peales de lirtirus* para
Irans, a'i" para marraras, ditos IrartWo para me-
ninas, de larlarnsa, borracha e bfalo, pables de
marlim para desembarazar e par* bichos, eques de
ma Ireperola, ditos de peona ede oalraa qaalidades,
linas de pellica !.- Jouvin. llores, bicos de blondo
hr:lr.....J prelos, ditos de linho, sali, damascos e
todas ai corea, escuras ,le marfim para denles Je
unhas, binculos pira Ihealro, un cmplelo surli-
menlo de papis para rorro de -ala, candelabro* e
serpentn** de vidro de 2 a li luz**, jarros de porce-
Mdm le cores. perlmnarUs, espelhos, c.
i'- -. 1 ''./. frasqaeiras, eslojos de
- senhoras, apparelhos de
Beta-se cm qualquer parlo le obra
IfKl milheiros de lijlos de alveniril
nesla cidade
roa**
lana e .i
le eharftn,
tura rom mu
t&m&c&
t'KACAIIO RECIFE31 I)EJI;MI()AS3
HOItAS IIATAKDK.
CoUcfiea oiliriae.
Venilas de aeeoe* di Cnmpanhia le Seguros ludem-
uisad.ira.">2 '., de premio.
f'rederiro /lobilliard, presidcnle.
/'. Bornes, secretario.
CAillHOS.
wlite Londres, 27 I. por 13.
/oris, ,1.11 rs. por f.
Lisboa, lu por 100.
Kio de Janeiro. I|2 a I por 0|0 a 15 e :I0 dias.
Aicoes lo Banco, :!"> 0i0 de premio.
Aetjft** da companbia de Beberibn. .".I.JOOO
A.;es da -ainpanliia Per, ambucaua ao par.
L'lihdade Public 1, .".0 por cenlo d* premio.
1 o Indemnisadora. 52 por de premio.
- da eslrada le ferro (| por ll| le premio
sobre a entrada.
toante de Icllras, de 7 a II por Om.
MBTAES.
lloro.Oncas bespaubolas. .
Moedas de (BillO veihas
60100 novas ,
.IsOtHl. .
Prala.-^Rilaccs brasileiro~. .
Peso!r> rolumnari s. .
o n,. i'-.in.. .
ai.i.;m>ki.a.
Kei'.limento do da I a -J". .
Id*m do dia 21. .' .
Demarrea li-r j:;',- aahn.
Iln.a taglezaWeiloracarvA 1 e taita*.
UUNSULAUU i.F.UAI..
.....lmenlo do da I a 20
dem do dia 21 ... .
:!2::I7:j!Im
IVF, S.SAS PROVINCIAS.
l'.eii,lmenlo do da I a di..... 2:2I>!I-Ci2l
dem do dii 21........ 62S"il'l
O [llm.Sr. contador da Iberoarari* provincial
servmdo de inspeclor da mesma Ibesoorarl*. -m
cnmpiimeoto da resoloi.ao da piula da fazenda,
manda fazer publico, que o contraa de rornecimen-
lo dos inedicamenlos e ulensis p.ra a enfermara
da casa de delenco desla cidade, fui transferido
para o da 20 do crrenle mes.
E para constar se m.ndou afiliar o prsenle c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihjaouraria provincial de Pernain-
buco20 de junhopKjl>.
, >"5 O seerelario,
A. F-d'Auiiuiieiirao.
II lllm. Sr. contador da tbesouraria provincial
servmdo de inspeclor da mesma llicouraria, em
eninprimeuto da resolui.ao da junta da lazenda man-
a lazer publico que a obra do 27" lauco da eslrada
da Victoria, vai novamente a praca o dia :t de
julho provuuo vindonro,pelo orejo de iS:!ll)2>iS rs.
fc para constar se mandou allixar o prsenle o 1111-
bliear pelo Diario.
>ecrclarij da lliesooraria provincial de Pernam-
huco 20 de juiibo de lH.il. ti secretario,
A. F. d'Au.unciar.io.
O lllm. Sr. contador da ihesouraria provincial
servmdo de inspector da me>ma tbe-oii.aii.i, e.n
cumprimeiilo da resoluilo da juma da fazenda, man-
da fazer publico que no dia .1 lo julho protimo vin-
douro, viii iiovanicnle a prai.i para ser arrematado
a quem por menos lizer a obra do l."> lauco da es-
lrada do sul, avahada em I2::t203.
E para constar se m-ndou all'nar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ibcsouraria provincial de Pcrnam-
buco 20 de junho de 1856.<1 secrelario,
A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. contador da lliesuuraria* provin-
cial seivmao de inspeclor da mesma tbesouraria.
em \irlude da resolorSa da junta da fazenda, man-
da lser publico que no dia 3 de julho prximo vin-
doiiro, vai novamente a praca para ser arrcmalado
a quem por menos lizer a obra do calcaineulo da
primeira parla do primeiro lanrjo da eslrada de Pao
d Albo, -vahad;, em CT.iMtSf.
F: para conslar se mandou aflixar o prsenle e Pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da lliesooraria provincial de Peroam-
buco 20 de junho de 1850.O secretario,
, A. F. d'Aiiiinnciai;io.
O lllm. Sr. contador da (hesouraria provincial
servando le inspeclor la mesma the.ouraria, em
virlude di resoluto da junta da lazend manda fa-
zer publico, que as obras do l.nro la eslrada enlre
a cidade de tioianna e a ponte 'le Bojary, vao no-
vamente a pra;a pelo prefude I2:2lltt.
E pan constar se mandou alliiar o precnle e pu-
blicar polo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco 20 de junho de IS'ili.O secrelario,
A. F. d'Aiiiiuucar,3o.
O llr. An=clnio Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Ilusa e juiz de lircilo especial
do comniercio, nesls cidade da Ri-cifc c provincia
de Pernambuco por S. M. o Imperador, que Dos
guarde, ele.
taco saber em como no lia I do prximo roturo
mez le junho, se lia le arrematar por venda a quem
----------------m,s lcl el" Pr'";a publica deste juizo. melade da
1 11. 33 na ra do Bangel em baos pro-
28S 28*V00
. esfloo
I69000
. OOOO
. aotto
. 23000
. I986O
338:1191900
2l:ll8jl60
Xstnt6M
31
77ij&'i0
vi^.ii:,
para as praea* arranchadas duranlc o Irimeslrc a de-
correr do i.- de julho ao olllmo de selembro do cor-
ren e auno, 05 eros segaint.s: cafe em enroco,
ssucar bianco, manleiga franceza, paes, carne veri
de, di.a secca. bacalhao. feja,. preto! 7......a da ler-
la. loucinbo de Lisboa, arroz de Maraubo, azeile
doce vinagre de Lisboa, sal. Icnba. vinho .Alo. de*
ven,.,, ser lud,. de boa quabdade ; para cuio lim
referido conselb convida sos senhoros n^oci ICs
qac quizercm fomecer os mencionados generes na-
riicomparecerein na respectiva nerelarii nod.36
chadT,'"!". C"'i" S"a,( -"r"P''"^ Mrts le-
chada.., || hr,s di manhaa adverlese que nao
se .dimiiem pesio,, qe n sfj.lln e*l.|^eSd no
com.nec.o. QswM na Soled.de 22 de junho de
IS,.,._|Uyinando Nonato da Silva, altere, aae,e.
O halallkio de luranlaria n. Itl de I.. |i|la
Icn.lo de conlratar o loneeinenlo de primeira qua-
nlade para o rancho das pracas do balalhao, a con-
tor do I.- de julbo a 30 leselembro fuluro, convida
os licilanlKs a dirisire.n mas proposlas a secrelaria
do balalhao ale o di* 29 do correnle, poli que as III
hora, do dia 30 leu, ellas de serem .'berta* pelo ron-
seibo : os genero* sao, paes de li e 4 oncas, assUCilr
cafe carne verde, bu secca. bacalho, loociolio'
a/e,.,, doce, yjnagte, feijao, arroz, fa,i|la ,|, :
dloca, sal e louha. ..! .artel ni cid.d* do Recite en,
l'crnambiicn _>.( de janhe de 1856
Sanios Sase Ca.lel, alfere secrelario.
Ai in.las que lem de conducir o bialc Con-
rcirao de Mua para a Parahiba, fecl
niem dia.
:'h;-:.-;:-;:^;v;;; .,
; cqnselho
'^f O cunselho adn
'/' Iralaro fornecime
.-'; le* para o rancho
*> dizes menores o .
t co do arsenal
de jiilhn c agosto 1
Assucar somcuos
Caf moido.
Cha bjson.
Pao de i oncas.
Maoleiga Inglesa.
Arroz pilado.
Baealbo.
Carne secca.
Dila verde.
F'arlnha de m indioca.
Kcijito.
Tancinho de Sanios.
Bolachas.
Azeile doce.
Vinagre,
Leulia.
uem quizer conlratar
O agenle Borja tara" leilao, quarta-
leua 25 do correte, as II horas da
manhaa, em seu armazem, ra do Colle-
,;io n- 13, de 7 escravos moros de bonitas
figuras, sem achaques de qual dado al-
guma, iijis eom ollicio, eoino bem, mes-
Ir de assucar, purgador, destilador,
banqueiro, carreiro, vaqueiro, c oulros
prop ios para todo o servieo e dous pti-
mo:, escravos cozinheiros, 'etc., os quaes
serao entregues sem recosa de qoalquer
preco maioi ipic oH'erecam, visto seren
vendidos para lpiidacao de conlas nesta
praca.
patmos de frenle e 4.5 ne fundo, COllnha dentro
quintal em iberio, por 200J0O0, peuhorada a vinva
de tuzebio l.opes
I ma rasa larrea de laipa, no berro da (Jui.iho, fre-
gnetia do* Afogados n. O, com 21 palmos de frente
...... -.....- palmos de Irenle
e jo de rundo, cozinba dentro, quintal em aberlo
rom cacimba nieeir,
de Frcilas.
lina casa terrea
allgoel 11. 20
por Sll^jlHI, penhoiada a Jos
le pedra c cal, na ra de S.
un porla c janella, 2 quarlos, 2 sa-
las, coiioha fura, quintal morado, cacimba meeira
com II. palmos de largura a .V) de fundo, foreira,
cm mao estado, por I00>000, penborada a Jolo Pa-
checo I Araujo.
Lina casa ierren na ra Velha n. 21 com 17 pal-
mosde frente, e 9de fundo, cozinba fora e quin-
al murado por OIWMKI. penborada a A.ma do
l.armo leruandes da Purilicar.lo.
I ma ca-a terrea na ra do Molocoloinh o. ili,
com i, pilmo* de irenle, e itj de fundo, cozinba
(.entro, quii ,| 0, berlo. leudo o lado do oitSo do
sulcahido, por fS(l>00i), penborada a Rosa Mara de
Jess Nascimento.
I ma casa terrea de laipa na ra dos Pocos n. 8,
com 22palmos de frenle e lOil de fundo, cozinha
dentro, iioiiilal em abri por ..ll.-IKMI, penborada a
Joanna alaria dos Prazeres.
I na rasa terrea na ra
211 palinos de frente, e
familia
le S. Miguel n. !l."i, com
VI le fundo, colinda denlro,
quintal em aberlo por aStYJSjOOO, peuhorada a Ja-
lostron Roekcr & Companbia la..10 leilao. nor. "'", .7^,'. ,
inlervencaodo agenle Olvela, c por cn.a TJSLIlitZSu ZZ !"" -"'V "\-2^ **
de quem pertencer, le cerca de 120 barricas de ra- < ,1 f m,~ 1''",""s e-'' P01""1" '="-
1 poiegida* oe emprmenlo,
achou esle dioheiro e quereudo
resiiln.r : dinja-se ao armazem dePalmeiro & Bel-
Irao 110 largo de Corpo Saolo, que receber melade.
No dia 20 do correnle pela primeira vara civel
ler.....la-la a audiencia, lera lugar a arremataran do
eMo no boceo do Lobato, penhorado ao fallecido
Cnspim Maiques Nogueira, por execur3o de Fclix
Soares de Cirralbo.
O Soares.
mmn m rosario ll 11.
Oirerece 10 ic-pedbilissiino publico, medianle
una pequea rclnbuicao moneltna : caixinbas com
amrn.loas cmf.ilos, com um alante boneco no
mno, preprias para prsenles -.caixiis com um eom-
plelo so; tmenlo le booeena de assucar par* enfeilis
de bandejas de bolos; biseoilos inglezfs. francezes,
liamburcuexn e porlnsnetes, pecego*. damascos,
peras, amellas, sendo a lata dUf 1^1(10, e am-n-
d.ias linas confeiladas a libr.i ISOIKI e sobre ludo
o bello e gabaroso espirito de caima, chamada de
': '.....i" 1 ilves nao o baja igual 110 mercado.
J-:. '-i-.w-......I'..u|o .la r;,rt,lendo .ecebi-
dodosr. Lu* Jos fereira Sun-ies, urna lellra la
quauia de bl.ViOO res, laceada pela dilo Sr. e ac-
ceila por Pedro Delgadd de Borl.a, morador no en-
gento Almeeega, para f.zer a sua cobranra, vislo
ach.r-se veuda ha lempos, suceedeu pe'rde-la da
almbeira em o di* 12.1o crrenle mez de jonho.pelo
que previne ao referido acceilanle, que caso Ibc se-
lla masma lellra aprsenla la, nao a pague, vislo
que o saccador lem em sen poder a competcnlc pu-
blica forma e .1 roncihacao ja offeluada : o oulro
sim previne mais que ninguem faca IransaccSo algu-
ma com a lila lellra.
Joo Ferreira los Sanios pelo presente faz
publico, que lendo Jos Antonio Ferreira hvpolc-
cado em ISI7 legua e meia le Ierras, cm que sao
lio* os ei^enhos Souza e Palori.e nutra propriedada
alanuel /.clerino dos SanlOl.enj* bv polecado provem
da compra das referidas Ierras e propriedades ; c
acontece que esla bvpoleca acbando-se vencida ha
muilo, perlence boje ao annuncianle como cessiona-
rio, ptlo que ja movo eircurao contra o mesmo Jos
, r,y'i,,l'erma e s,la mul,"r- "" imporlancia de
1 urna rosa as pessoas que lem i ". r WP,2 '"!' "'Pel 1ue previne que nin-
10. oue lem o prazo de Itl lia, "1ran.z"10i,|SumarelalivaaosdilMbens,por
sesfes seio rendido* para sen i ? ,,Mo."e disputar com o annuncianle apreferencia
na reivindicaran delles.o que ludo faz scienle por I he
ler boje ehecado a nolicia que dito hvpolheranle Ira-
la de querer negociar as referidas propriedades: ta-se
ver mais queja o auno panado previnio esle ngo-
co por meio de aviso* pnblico*.
Recife 20 de junho de iSali.
modernos, e oulras mollas fazcndis de goelo.
Alnga-se o lereeiro indar da casa da roda
n. 1, o qual lem multo comino lo para grande
lado do Corpo Santo n. 27.
ponsabilidade. especilicando a qualidade do our.
M ou IS.(Hlales, licaudo assim lojeflo* os mes
Os sbaiso anignados. con loja de onrivea na ma
d-> Cabui* || confronte paleo d., matriz cYoa
Aova, laien publico, que estao recebendo cnnliiiui-
denle as inti* modernas obras de ouro, tanto para
senlioras como para homeus e meninas s preco*
eoolinoam razoareis, e iiass,:m-.e eom cora rs-
ro de
por^qualquer ImillaSerapliim'^ Irmae'
Miguel Jos da Cosa rosa
penhores em sua ma
para oshrai, linln.es
pagamento, repoudo 01 seos donos o que vier a fal-
Oarremalanledo impiislo de 2(1 por rento so-
bre o consumo di agurdenle do municipio do l!e-
cire avisi pela ollima ves a lodo* o* contrbniotea
que so acban a dever o dilo imposto, lauto di cida-
J? c,m"..... '"1"0- agr. no prazo de li
lias, a contar da dal- Hrarj*"-proceder
exerulivamenle conlr;.....ios ,,,lt deisarem de pagar
O Dr. Lobo Moscozo deixa de em-
barca. 411ra a I.talii;i, conforme tinha 1
terminado, e declara a todos
\2
'::
4
o


esles ob|eclos
_... aprsente as su-s proposlas cm carta fecha- 't
W da, acompanb..d.is das iirooslra, na secrcla- W
',.t riaducouselbo, as 10 lloras do dia >7 do ''-
1 rorrele mez
.:._ Secrelaria do consclho adminislralivo
P*ra fornecimeolo do arsenal de goerr* 'I
^- de junho de l.,t..i,domo Humes a,
SS4 Icuenle-coronel piesidenle interino.V.er-
;>: nardo Partir do Carino Jnnior, vogal e
"i." secrelario.
laORSBLHO A D.M IM*{ra''I V( i '^
^ conseibo adminislralivo lem de comprar o s-
Pera o arsenal de guerra.
Papel smate ^rce. resmss, ti dilo dilo ds li
lerna-, lustro noVO de hron/e,
caodieiros de globo, candelabro, I. optim* cama do
rorro, .lila para menino, machinas para fazer cafe,
loura, garrafas eCopos para viui.o, irem le cozinha!
1 rica baca e jai roda prala. I faqueiro ilo, e ou-
lros muilo* objeclos -f 2 moleques pecas, reloaios e
rorrcnles de ouro, ele. ; c na mesin ocrasi.io se
vender, a requerimenlo do lllm. Sr. cnsul de S.
M. F. com otoruar.ao do lllm. Sr. Dr. juiz dos al-
senles, nsseguini-s objeclos perlencenles a masa* do
finado Fr. Luiz da Immacolid* Conceirao Lima, I
piesepe, I gamilo, qnadros, eas seguimos prala* :
comeres, garfo*, facs, espirilador com undejinha,
1 salsa para (abaco, Jcrucifuns e 2 silvas pequeas:
quinl.i-leira 26 do currante, as 10 lloras da manh.ia,
no es.riptorio do referido ag-iile. ra da Cadeia do
Itecile.
O agente Vieira la silva
faz leilao segunda feira 23 do correnle. na porta da
alfandega, por eonla e risco de quem perlcnrer.de
2 caUOes de 30 resmas de papel perlina, indo no
brigue saeco iCleopalrin, ebezado a esle parlo de
friesle, as II horas da mjnbae.
lado por :10500o.
I.'ma -asa lenca na ra Real n. :17 cm chgoj pro-
prios com pona e janella, envidrarada, 2 salas, cor-
redor separado, 2 quarlos, coziiiha fora, quintal
murad.), c.-.ciinhasn, ecm bom estado, p.-r I:0ts>-0il0
penhorads a Jos Uomes Moreira.
I ma casa lerrea de pedra e cal na Iravessa la
ra ella n. Id, com 2 portas, e janella, lendo 30
palmos e 2 polegadas le frenle, c 63 de fundo, com
.. quarlos, 2 salas. Cozinha Tora, quintil murado, ca-
cimba meeira. chaos foreiros por HO0JO00, peuhora-
da a joanna Maris do Rozarlo.
I ma rasa lerrea na ra de S. .Miguel n. i,. com
I palmos ,le irenle, e .Vi de fondo, cozioha dentro
quintal em aberlo. c cacimba por lOpOOO, peubora-
la 1 .Mana Rosa de Jess.
I ma casa l-rrea de laipa na Iravessa do Fie.las
on 2 i.T em ISOJOIKI
Ib
de Irenle. 11 U fundo, co-
zinba dentro, quinl.il em aberlo valiada em 80SCIKI
penhnradaa Jos le Freila
oe
i Agrn.
Esle r-labelccimcnlo esla muid
&>olre
a
es
istfi!
yfio cfo
na ca-a lerrea de lai
i na ra
Ulraita do* Afo- Pr,"'arador Manocl de A mor
O agente Vieira da Silva.
faz leilaosesonda-feira, 21 do crente, ao meio dia
em punto, uo armazem de Sr. Cazuza, de 100 saceos
de fi.....b* muilo tina, boa para mesa, por conla e
risco de quem pertencer.
:100; lapis linos, duzi-s 0
DKSPaCHOS DF FXPlllll \i XO s*mV u*rCT i ''i'''.'*' ,,,,,'"d,d.iu "lelaile e" ':'* I'"' <'" o
.".'.: ..."': V ': 1 *vAW PELA M Ls.x abaliiiiento da le, vai a praca pela quanlia de 880;
dr..,,co c inascavado.
LisboaBrigue portognez aTarnjoi
Bellrao, II ca-cos niel.
I.'iandaEscuna iGana, X'im.i Delpliin,
\es Percira Lima, 12" caixas sabio.
Ptlneira \
Goor il-
|ue sera punnea
e -.ilix.i 1 nos lugires'do cnluine.
Dado e panado nesta cidade do Recite aos 30 de
maio d* 1856, F-u Francisco Ignacio de Torres Ban-
deira. escro.io o liz escrerer.
Aiiielnni Francisco Perelli,
Ullicinas da |.a c 2.a classe. .
laboas de as-oalho, de louro. duzias 20 ; limas
aneas Iriangnla* de seis polegadas. dazias 4 dilai
ditas de .". d,las. dita* ; ditas ditas de S litas, .li-
las 2 ; serrles de lixa, duzia I.
Ollicmas de 3." l.issr.
Lencei le ferro com 22 libras de peso cada um
1 ; dilosde ililocum illa 50 libras de peso cada
um, 2 ; aro fundido oiiava.lu de I polegada, libras
: dilo dilo qaadrado de ..| de polegada, li-
bras s.
Oflicina* de classe.
Cobre velbo, arrobas 12.
Oflieinai da li.' classe.
Ilrim da Ru'sia pai 1 inocluias. varas l,7ju.
I.luem quizer vender esles objeclos, aprsenle as
suas propostii em carta fechada, na secrelaria da
c mselbo, as 10 horas do dia 2? do correnle mez de
junho.
Secretaria do consclho adminislralivo. para Tor-
io d arsenal de nucir, 2| de junho de
Aolonio Comes Leal,
'.....i.ie-i orouid prndenle fnlerino.
Bernardo Pereira do (Marino Jnior!
X o:al e secrelario.
Oagente Borja r,r leilao em -en armazem na
ra do Lolle&io n. Ij, ,|e um grande e variado sor-
obreuts, maso, nos. diverso* relogio, p.,ra algibeira, un dito mu"o
uro de parrde. lindos aso* de porcelana e enfcilcs
paraeina d> mes.,, lanlernaa. candelabro*, appare-
"10 do lauca e vidro* de diversa* uilldades, nina
cana com um bello lorlimenlo de ealongas, urna
porcao de chicles para cano, qu.uro coas com
conserraj de caro* de fruclas, um ptimo cabriole!
novo, dous ...rr.is de i rodas escolenles, c oulros
muilo- objeclos ele. que se actarao esposto* no re-
rerido armasen, o* ojuae* se enlregarao pelo maior
prero iirrereciihi : qainla-feirn 2li do correnle, os II
horas da manhaa.
de carros para
injoa e adultos de lodas as classes |ue marca o reau-
lameulo do cenlterio; lendo os ne primeira classe
ricamente armados a salisfazer as exigencias dos pre-
lendenles. Ten lambem um rico caixSo todo ornado
da galoes verdadeiros, o qoal llega por preco razo*-
vrl : para ver c Iralar, no armazem confronte a se-
crean* de polica, perlencenle ao convento da S,
Francisco.
O bacheiel 1'eJro llezerra Pereira de Araujo
lieitiao vai nanear corle do itio de Janeiro
con elle liver negocios, dirija-** nesta^praea
cba.is foreiros; iralar .rfua da Cadeia Velha o, li.
Predsa-** deum bomem forro ou eapro, que
san., tirar leite cm vareas e andar com ellas un pa-
lo : UMas da matriz da Itoa Visla n. 10.
Precisa-se de uina mnlher prela 01
hvre, deidade, e ,!e bons caslum.-s, qUe
carregoe lo iralamenlu le una manca : 1
quem
o seu
liS.,0.
Aluga-se o tcrceiroi ndar do sobra-
do n. ') da 11... doAinorim, milito fres-
co e por nrcro milito commodc.
ta-sc na rita Bella 11. .">.
Na ma doKosarioesIreitan. I,,
do.li.i para vender I mulatinio de(J
peca rica, hella (gura, milito
sem vicio de quididad,
1 a ludo que se llie nucir ensillar
gados n. 2. rom 20 palmos o o polegadas de fren-
le. e ,(l de hindo, 2 U, 2 quarto*, cozinha fura,
qundal com porl.in, cMea foreiros, c en man estado
por tlil-iitlil, penborada aos herdeiros de Maria da
Silva ISevts.
I m, casa terrea de laipa na ra do Quiabo 11.
20, com portan janella. 2 quartos, 2 sala-', cozinha
fora pequi no quintal com 2l palmos B7 polegadas
de largura e 70 de fundo, por 20l>3IK), penhorada
a Joaquim Antonio Vieira por Luiz Plac lo.
lina raso torrea na ra Imperial n. 210 com 2
porlas. las salas, cozinha denlro, I quarto,'quin-
tal em aberlo rom 15 palmos de largura. :!s e 2
polegadas le comiirinenlo.por BOrOOO, penborada "
l/ilro Uarqocs de Calimba.
Qualro ancoras nowipdr IthOlNI; lubnrris por
lOSOOO, I lina ih' inadeiralu I., pi 11I1 1.1 ,n ., i, r il lo
Jos Pereira por Mano-I Joaqoim da Itesn liarros.
bina marqueta de smarellu por 2n-;i;"i, 2 banca
il* inesma madeira por GjOOO, |.,.| penhorado a
A1I0II0 llecl por Joao Verxnn.
ti abaixo assignado, cavillciroda ordem da
rosa, boje infelizmente com praca na barca de rs-
cav.ie 1 p r causa dos eos prenles, vai per meio
desle merecer do Sr. inspeclor a sua dedicada prolec- ,
;ao, cono'(em por minia, vezes pralicadu como '*|icndtncia n
mesaio.
Antonio |>. tioncalres Rodrgaos Franca.
- I' lo juizo de 01 pliaos, escrivAo llrilo, 1,0 lia -'7
vai a praca una rasa Ierre* lila no b,. ,1,, Carce-
reiro u. il, a requerimenlo de Joaquim Jos de
Sanl Anua, leslamenleiro ,11 linado Caclauo Pereira
X I.: 1111 1.
-- Peln juizo le orpliao-, esrrivAo llrilo. rao a
piara no da 27 os bens moveiida pela liberta Del-
plima 1 requerimenlo do lulor ..1 menor I rau-
pertO (; cisco Xavier de Maraes.
llglima.siTxe na- ~" |"<*0 de Paula Figoeira deSaboia declara
Ique.iSr. Luiz l.andelino Diniz e Silva den.....lese
sen caixeiru desde o dia 19 lo correnle.
1
Lima, na ra los
aos seus ailminislra-
Uarlyrios n. M, e nos angenh
lores.
Fusio no dia I", do correnle o prelo Antonio
le nacao Angco ; alio, magro, rosto lanado e co-
g le um nlho, he dilcial le l'uuileiro e vidraceiro
da fabrica de caldereira da rn. ,1,1 Brum n. 2N : ro-
- i-s* a quem o pegar que o leve a dita ca
recompensado.
asa que s-ia
Prccisi-se de un cobrador de dividas
dade, e suburbio* ; defronlede 11;. Jos
primeiro andar.
A viui 1 de Manoel Francisco i; '
doran* roa io Sol 11. 7. recebe 111
ca igi : iri s..,i,,,,,, 1 ,. _||w ,,, ra,8
alu 7 I.. ,. .i,, noite, ira ve io. 1 e .
e cunliuna Ui 11 ;., i...,. ,|u,
.1 qualida lo la canaica he bem cube
mcir.is fan I .:, sia cnl .
nr-la ci-
Narcisn,
prela ou parda
se en-
qiicm se
S, .:, ra
vai para a ra
para
quem pretender aonuu-
prucurad 1, c la li ador a sua con-
1 u-.m,
nnra-
il.is e
11.1 ves|icr.i
deS. JoSn, I no
li,
"cilla las
-.in! j
pri-
-Na padariado Forte do Mallos, roa dos Bur-|zi'ln 'l''''"l' ao re
tomnaTM,SchaeX" """1** ^ c"" K" ;"'S;'" '1"'
- Preci
madeira 1
ir una 1 rel.i inic
ulureii 1, ,1 i'-sc I -',-,
11 boa engoin-
na praca da
Ira-
SOIII .1-
IIIIIOS.
mheira na ra dasCru-
Precisa-se .le onu
zes 11. 3!l.
11 S. .1.1... Francisco
i irangeiras .:., m 1 ca .1
bondad,- de dirigii ., ra-
eco-',. n| i,, 1 pra 1, 1 *
ra sal r noticia 1 dous
.Iro c l-.!i..;. mualos, >
da provincia da Parahiba. a ra de .:..
reir, onde .-lao ditosesrravs, erio
da Mola,
". /.,, 1
: .1.....X]
'i 1 Ooeiiii,
morador em
queira tci .1
reir Lopes,
11. -"i. |ia
arhar ueste caso Je san Francisco, corno quem
Bolla, para Iralar do ajuste.
Permula-se um sobrado urna |casa terrea e
una* ptimas olanaa juo lugar dos Coelhos, ludo por
um bom sm,, perto dtsla piara : quem e,le negocio
quizer fazer enlenda-se uo mesmo lu=r com Jos
Carneiro da Cunha.
Anda se precisa de una ama para o servico
.nlerno c externo de una casa de pones familia'e
dase sendo llvre KjOOO meiisacs, e escrava Jojiioo :
quem quizer dmja-se ao largo de S. Pedro sobrado
de um andar u. :t.
Ollererc-se um menino do idade de 14 snno*,
lia pouco sabido da osela, para eaiseir* de alaurna
casa, menos de taberna
ci pai
duela.
Aluga-se um escrava para servir cm casa do
pune- familia: quem o pretender diriia-se ao largo
do Paraizo n. 21.
L.VTOEIROS ;: tTNILEIRfXS.
I'rrcisam-se desles oiliciaes, paga-se)Scm, sendu
bou-: 111 ra N i%.,, casa encamada n..'IhJ,
Claudio Dubeuxmudou oseuescrip-
par a rua ila Cadeia le Sanio Anto-
nio n. 1.1.
Vntonio Moreira Dias V. C, fa-
lo rcspeitawl publico, uc
io na rua das Laran-
Jcii-as n. I .
Claudio Dulk'iiN la/ scienle <|uc sa-
hiram de sua rasa o seus dous caixeiros
Jos Vnlonio Moreira Dias e Antonio Ce-
tario Muren.1 lli.is. nor SSO di
lose
escravos s,-;is ,,. noine !'.-
irija-tiif ., villa de Piano.
responsabilisira o mesmo Leite por qn,.....iCr emer-
Cenca que por acaso sohrevrnlia.
par 1 padaria
P. cis.,o de mu raixeu
das Ciuzc n. .'In.
por ISSO ilis|i,iis.i-
tlos ile ipialipierserviro sen.
Precis......le un bomem brasileiro ou e-lian-
geiro, que saiba bem inoniar e Iralar de cavados.
para servir de pai,ein a un scnhoi de en enho, aT-e
,, be 1 1 :, quem eslivernestas.citcomsianciase qui-
(e Ytr. ***: P'"'edirigir-scao larsoda roFfiiz de Sanio \n-
lue nln se !"'""- r;li.' 'le um andn 11. 2. que rilar., con qu. ni
Iralar.
-- .Vi loja Ir sobrado 11. 15 do pateo da ribeira da
S. .1 .-.-. lava-se e engomma-se com muit* perfeicao
e .iccio. e com maior breiidade ons-iiel.
>\D"
ILEGIVEL


OI1KI0 E r.3VMB. SEGN Fflll 13 M JUNHO 01 1816
rUuga-se um grande e lamoso sitio
no Hospicio oomcaia para erando fami-
lia, caiiinha com agua de beber, baixa
de capim e l'ructciras de diversas (|liali-
dades: iiiem quitar slugnr dirija-se a
na do Kangel n. 56, que ahi achara'
com i|uein tratar.
...-.......-..:...... "... v.--...-k-v.".i-..- ..-..-
? O Dr. Otagarto Cesir Cahoss, @
jg formado fin medicina pela Facnl-
^ dade da Baha, avisa ao respeita- @
3 vel publico desta capital e especi- g5
ij alente as pessoas pobres que ?
S qui7.erem ntilisar-se de seupresti- $$
"ji* mo, (pie acha-seresidindo no pri- ^
5i meiro andar da casa n. 8, sita na $fe
A i na do Collc;io, onde pode ser Efe
^ pi-ocuido a qualquer bora, Q$
ESTRADA DE FERRO
do ut cij'e ao S. Francisco.
Os directores da companhia da estrada
de ferro do Recife ao San-Francisco, tena
feito a cltamada da segunda prestarlo de
duas libras esterlinas sobre cada aceito na
dita companhia, a qual deve serpagaate
O dia 7 de jullio de ISli: 10 Rio de Ja-
neiro, em casados Srs. Mana' Me. Gre-
jjor&C.,; na Rabia, em casa dos Srs. S.
Davcnport & C, e em l'ernambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista
que nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, poden' perder todo dt-
reito as acres, sobre as (pjaes o dito pa-
gamento nao ti ver sido ellectuado, e em
lodo caso tera' de pagar juros pelo lempo
(pie decorrer entre o dia indicado para o
pagamento e a sua realisacao. Recife IV
de raaiode 1856.Por orden dos direc-
ores.S. P. Vercker, thesoureiro.
O ahaivn assignado lem justo e contratado rom I Vende-se um ernvo con ..
o Sr. Joaqaim lanada da Cotia, a compra da esta I de*, muito proprio para algom engrano
lerrea na ra Vellia Ja Bna-Vtsla u. (!7, e pede a iltr minio d ama cata de taldeira, faz re
quem se julgar rom direilo a ella, dirisir se ao ahai-
vo aMienaJn, na sua luja na ma da Cadeia do Reri-
li'.n. 17, ale o fim do uiez.
Manorl l'erreira de 8a'.
l-az-se lilo o caogica do iiiiiho verde inuilo
bi ni fcila ; na ridade de (llinda. atraz do Aniara
n. II.
Madama M.iilneu, inodisla e coslttreira frunce-
za, na ra do Cru/. n. 15, lerceiro indar, lem a hon-
ra de participar no publico que lem receido de
l-ranc^a ferros de recodar o* hadados para vestido de
senhura e nieninas, os mais modernos que lem viu-
do, e de moilo bom gn.lo ; u preco du recorte he a
meia pataca a vara, ele, ele.
Precisa-se, paia a celebrarlo da .nis.i em una
repella particular, de um calis em meia uso cun
patena ecolheiiuha : quem liver e quizer Iroca-lo,
,11 r i j -i f ao laruo da malriz de Santo-Antonio, so-
brado de um andar u. 2.
Precisa-se saber se existe nesta eida-
de ou provincia o Sr. Manoel Jos Fer-
nandes de Macedo, o qual ja aqui es-
teve em 1817 a 185i ; e como depois dis-
to foi para Lisboa, por isso quer-se saber
se ja voltou : quem disto tiver eonbeci-
mento tera" a bondade de fallar na ra
da Madre de Dos n. primeiro an-
dar.
A R RENDA MEMO.
A|oj a e ariaazem da casa n. 55 da ra da Cadeia
po Kecife junio ao arco da Conceirjo, acba-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qualquer eslahelecimenlo
ero ponto grande, para o qual lem commodos sufli-
cienles: os pretndeme enletider-se-liAu com loio
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma ra.
CASA DOS EXI'OSTOS.
Vrecisa-se de amas para amamentar enancas
na casa dos eipotn, a pessou que a isso se queira
dedicar leudo as hahililac/>c* necessarias : diriju-se
a mesma no Paleo do Paraizo que ah achara com
quem tratar.
na ra do (Nouueira, sobrado
alguDUa hahilida-
por enlen-
lame etc. ;
i. 39.
&omptn&.
Aviso.
So convidados todo* os senhores devedores casa
ullida de Antonio Augusto de Cirvalho Mariuho,
que leve loja de fazendas na prarinha do Qneimado
desla cidade do Recite, afim de se dirigirem ao abai-
o assignado, no aterro da Boa-Vista n. 11, para
amigavelmente saldaren) seus debito, islo com a
maior presteza que liies for possivel, pois promet-
a ter toda ltenlo com os qoe lorem m,is promp-
tos em teas pasamentos, em razSo de estar compe-
tentemente habilitado a fazer esta liquidadlo.
Joaqun) Jos llias l'ereira.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. Joao Moreirri Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Manoel Jos' Le-
te, na ma do Oueimadon. 10, alim de
amigavelmente saldarem seus dbitos.
Na ra da Madre de Dos n. -~6 pri-
meiro andar precisa-se de boas costurei-
rai para fazer colletcs, obras de brim.
Troca-se por autorisarao do Sr. Dr. joiz de
ausen(es,um oratorio rom imagens ornadas de pia-
la, ou cada urna de ptr si, sondo o oratorio e ima-
nen, pertencente a heranca lcenle do finado pre-
to Domingos Soares Kibeiro, os prelendenle po-
dein dirigir-se a ra de Monas sobrado n. 22, t.
andar, das'.l horas Ha mauliau, as 2 da (arde,
i asi,.
Compra-ie urna duzia de cadeiras, 2 bancas, I
marqueza, urna meia commoda, urna mesa de jantar,
ludo com alcum uso : quem tiver dirija-se a praca
da Independencia n. 5.
Compra-se toda e qualquer poroto
de prata velba de lei sem feitio: quem
tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leiloes.
Comprase eiTectivamenle.lalSo. hronze e cobre
velho : no deposito da fundi(o da Aurora, na ru-
do Brum, logo na entrada n. S,e na mesma fundi-
cSo, em Santo Amaro.
i'ninpram-ie garrafas pretas regulares a 80 rs.,
e de -ma- < diversos tamaitos e qualidades, como
valerem ; iij ra dasCruzes n. 40.
Compram-se escravds de ambos o sesos, assim
como recebem-se pera vender de commisso : na ra
Direila n. 3.
Compra-se para o servico diario de
urna casa defamilia, um negro podante, e
de boa conducta, e que nao 'enha vicios
e nem achaques, paga-se bei ; a tratar
na ra da Cadeia do Recife n. 7., loja-de
miudezas.
Na tabeiua das cinco porta, que foi do Yic-
orino e boje administrada palo Larangeir*, sia na
ra Angusla.'vendc-e loila a quahaade de ^eneros
por piejos muito commodos,e a satisfazlo dos fre-
uezos.hem como:
i.liinjo do seilao de Serido, libra lu
Uitu do rciuo superiores | -i;, m
klaateiga lagleta dita, libra StKl
Dita dita libra 7-20
Dita franceza soperior, libra Mil)
Cha superior, libra JOIKI
Caf do Itio lioro. libra -JiH)
Sable amarello inulto secco, libra nal
lliin cinzciilo, libra I ill
Ariz. pilado do MarauhAo, |. surte, libia \M
CaixOcj de doce de goiaba lino 900
Tapioca do Maranlulo, libra HO
(enebra de llolhuda, botija ,"|u
Fumo superior do Rio, libra
Traques n. t, carta
Azeite doce de Lisboa, garrafa 180
Milho da Ierra hom, cuia imi
Pralos heira azul, duzia I?JHI
Viuho do Lisboa l'RR, garrala lam
Hilo da Ftgueira, dem rm
Dito de outros autores, idem ',sn
Dilo dito, idem }(,",
Vinagre de l.islma superior, arrala -Jt:)
Olio mais inferior, dem |, -1
Charutos de S. Kelis, caiza 13600
Aleliu superiur, libra "0
Macarrdo e lalherim muilo novo, libra 100
Esperncete americano, libra sihi
Milho alpisla, hl>ra |iin
loucinho de Lisboa novo, libra din
Dilo de Santos novo, libra ->(X>
Pontana, duzia 300
Azeihtde carrapato, garrafa 300
K outros muilos objcrlos. Os scubors freguezcs de-
Mciu: (I borracha.
Chegaram a loja de Boaraard, na ra da Cadeia
do Recife n. I"), meia de borracha c de lila, e calda
de tomates a ROO r. a libra,
Pfira S. .-.fto.
Surtes do alalo* com amendoas, confeilos, mi-
zos, ,te pa|ieis com llores douradas, j de ulras qua-
lidade: vendem-sc por moni preco que em oulra
qualquer parle : na na Nova n. I.
fortes cnviii:ti<* iv
para o pas.amudo das nuiles de S. Joao e S. Pedro
a .VIO r. n esampiar: vendem-sc no Recife. na li-
vraria do Sr. IUrboa, ra d.i Ouz, e em Sanio An-
tonio, na do Sr. Ricardo de Kreitas \- Oimpauhia.
larso do Collegio, e na loja de bilheles n. I, 01 pra-
(a da Independencia.
Na ra do Collegio o. 25, primeiro andar, vm-
j.jll de-se urna negrinha de II a l anuos de idade, sa-
l0 dia e de linda fisura.
Vende-se na Soledade. ra de Joao l'ernandes
Vieira, casa grande de I janella e I porta de frente,
0 pes de co(|iieiro-, por commodo proca.
Vende-se manteia ingleza a 600, dila a 880 e
t?00ll, franceza a ."ifitle 010 : na taberna da ru de
Hurlas n. 1. Aim como se alu^a urna escrava que
sabe hem enzommar e cozinbar.
Vende-se 1 piano muilo bom I Inucador por
preco muilo em cnnla : na rua Formn, quarla ca-
sa, e Vir o piano.
Vende-se um escravn de nac,ao Angola, sem
vicios, de dado 30 annos : a tratar na rua da l'rai
11. 29.
A nica superior e connina "enebra de llnl-
landa nele mercado, em cai\s. cnnlemlo cada urna
l fraseos rejulare. e em dilas de !."> frascos gran-
des : vende-se no armazem de Luiz. los da Cosa
Amorim, rua Madre de Dos no Recife.
Vende-se superior doce de goiaba e araca : na
rus Diretta 11. J1'. padaria.
Na pOCJ cm que se compra um e*cravo, por
um preco fabuloso, he rontesUvelmenlc a conduela,
a principal qualidade que se deve ter em vista. As-
sim poi, quem quizer comprar urna escrava de nina
conduela ('templar, com vinle anuos incompleto,
multo sadia, crioula, bonita fisura, cugomma muilo
bem, coae costura chao, coziuba bem o diario de
nina casa, lava roupa, o lamben) he evcrllenlc qui-
1 tandeira, e muilo amoron para andar com crian;a> :
I dilija-te a estrada de Joan de Barros, sitio em que
mora o alferes Asuiiipcao, com quem tara ne&ocio,
I dizendo-se-lbe o motivo porque se vende, ou annun-
cic para ser proeorado.
Vende-se por preeUSo, e com condicao de ser
para esta provincia, nina nesiinha crioula, de idade
da II para 12 auno: quem a pretender dirija-se a
1 ua do Cabng, primeiro andar do sobrado ao p da
botica do Sr. JoauMorcira Marques o. 0.
Fio de algodo da Baha.
Vende e em saceos de .VI e UK) libras, por com-
modo preco : na rua di Cruz, >rmazem de couros e
sola 11. 15.
Vende-se um reslo de arroz muilo bom, pelo
preco de ilIHI a arroba pira fechar cotilas : no ar-
mazem No aterro da lloa-Vi.la 11. HO, vende-se esper-
mcele de composic,lo americano a tilo a libra, ma-
carra, talberiui e chocolate a 100 rs., ervilhas de
llollanda a IJO. grao de bieo a Kl) rs., lalas com ar-
dinhas de Nanlsa 700 rs., pequeas a 110. cha pio-
lo superior, maco l iy> libra a %0, e de l|i a ISO,
saaii' a l-.;r. tapioca a IliO, vinagre hranro superior
1 320 a garrafa, azeilc doce de Lisboa a 560, supe-
rior vinho da l-'isueira a filo.
vem aproveitar-se da boa vonlade qui hi para se
receber os cobres, pois
Nao se enjeila 'IWIWICVTIU'
O metal latente, liilM TIL A I W>.
Qae lano agrada Madama Milloclwu Baeward, receben riacw ves-
A toda a gente. lido de blond, mantas, capidla e raixos de llore
Atti'i eSn ; lenco* de mo, ricos enfeites e luva da pelica 1 os
"' "'. Na 1 ua >la Cadeia do Recife, loja de 1 norias o. I >,,
48, de Narciso Maria Caineiro, ha um completo ior-
liineulo de sedas de cores 1 ara vestidos, com dese-
rua do Caldeireiro n. S2, vende-se por pre-
co cnminndo um Irancelim de ouro de lei, com o
pe>o de 10 oulava., de golo moderno, e m pro-
prio para homem.
WISO VOS MORIROS.
^'Cit)a3.
Sabao.
Vende-se sabao nacional fabricado do Itio de
Janeiro, o mais superior que vem ao mercado,e bem
secco, no trapiche do Cunta a tralar com Antonio
de Almeida Gomes, na rua do Trapiche n. 1(1, se-
gundo andar.
VeinUr-se as mercadorias abai\o notadas: a
tratar com Antonio de Almeida Gomes, na rua do
Trapiche n. Iti, sesundo andar. Chapeos de fellro
em caixas bem sorlidos de cores e s preos, charu-
tos de diversas qualidade* ede S. Flix, de Itrandlo,
e das lio de vela, lio porrele, archoles de pallo em caitas,
pomada dilo.
nhos os mais moderuos. e em qualidade de fazenda
a mellior que tem alado a l'ernambuco ; assim cuino
urna grande pareja) de corles de sedas escocezas com I
grande quantidade decovados, pelo baralissimo pre-
co de 19o corte; tambe... ha orna grande porcao Veudern-ie rodas de .reos de pao para pip,f de
file!fiLast tSTJS?& ""i"10: d" ^ I*'. > vime, por'precoTomj!
I le bordados a mat.z, ditos de louqu.m verdaderos a, em pequen e graadn. norcoe el. '"ads .di.
da Clnna. e J^ .ila. qualulides1 para lodos os I mmJe J., prl f,,,, ru, vj,,",.-n? .ha-
lar com Anlnnio Ieruaudrs da Silva Reiriz. '
Venda-** urna erioalinha de S annos de idade;
na praia de Santa Rila, d.slilacao doinnuihodc ven
to. Tamben, se .ecebo em troca alsuma casa lerrea,
voltando-se o que se convenciqnar.
Vcndrm-se por preco commodo dona caixes
envtdracados prnprios para e vender fazenda ou
miudezas : na rua Nova n. 10.
~ Vcnile-se urna linda molalinha de cinco annos
deidade e duas nesrinhas, urna de dous annos e
nwio e a outra de 13 meze. na rua da Madre de
Dos n. 36 loja.
RIA DO 01E1HADO R. 21
Vendem-se as seyuintes fazendas para l-
quidar, muilo barato.
Chales de merino de todas ai cores com
franja .te retroz
Ditos de franja de l.i.i
Albaoeza com miii de vaia de largura, o
covado
Corles de riscadn escocez
Ditos de cassa miudinhi muilo lina
D.los de chita franceza do ultimo gotlo
Damasco larso de algndao, o covado
Sedinhas de qoadro* miudos furta-cores, o
covado
precos. saias de criua mutlo bem arranjuias com
cinto de borracha, csparltlhos de lodos os lmannos
eiio de brim da Escocia, fazenda esla de una du-
i ai_,io extraordinaria, e outras minia tazendas que
s i villa dos compradores he que se podem mostrar
as bois qualidades e baralus precos.
i\a loja das seis
portas
Em frente du Ltvraniento.
I .orles de meia casemira prelas e de cores a dez
patacas, bla propria pan pililos a lies patacas o co-
vado, corles de calca de brim escuro, de llano, com
tuque de mofo a dez tosles, panno fino n.esclado
proprio pan casacas ou palitos a qualro mil ret,
cbspeos Trncete de castor branen a oilo mil res, e
de seda preta lamben, francezes a sele mil reis, di-
nheiro vista.
Na roa das Cruzes n. vende-se una linda
escrava da Cusa com algoinas habilidades e ptima
qoitandeira, urna dila de meia idade, urna parda en-
gom.nadeira, cozinheira e cosloreira, e urna crioula
de IK annos qoe engorama, cozinha, cose clulo e lava
de sabo.
Vende-se um ptimo cscravo ; na rua estreila
do Rosario n. t, taberna.
Vendem-se cobertores esroros a 81 ) rs. : na
rua do Crespo, loja n. 3 prxima ao arco de Saulo
Antonio, de G. da Silva Guimaraes.
Vende-e um jogo de diccionarios porlusuezes
le Morae?. da .-1 ediccDo : no becco do l'adr, o-
brado n. t.-
Vende-se panno fino carmczim e encarnado ;
na loja de i portas prxima nn arco de Santo A..Io-
nio, leGutlherme da Silva|Guimaraes.
A
49500
1.5000
800
35000
tOO
35-200
700
l'a! inlia 8. Mal he ua.
Vende-se (arinba de mandioca muito
superior cuota, ebegada de S. Hatbeus
plo patacho AUDAZ, com mui curta
viagem,a preco muito commodo :
dodomesn-.o patacho, ou rio escriptorio
da rua da Cruz n. i9, primeiro andar.
ai
15000
POTASS E CAL IIRGEI.
No amigo ej bem conheciilo deposito da rua da
Cadeia do Recite, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa ra Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a procos muilo favoraveis, com os quaes ficarao
os compradores salisfoitos.
Dos premios da pri ineira parto da primeira lotera i beneficio di r i andade de K. S.
do Recife, extrahida a 21 de Jim lio de tUS6.
Li
vi amento
SS. PREMS.
6
H
J
10
12
n
>
!l
31
:t
:ts
;
tu
ti
4 IK
49
;i
:,
55
S9
0
03
Kl
68
b!)
73
70
so
Kl
82
K3
8
si;
Jl
!I7
19
101
3
1
7
9
10
It
ti
17
90
21
24
2..
27
28
29
30
35
37
:w
10
i--.
17
53
55
60
1.7
(i*
69
70
71
7S
SI
Kl
K.->
SO
'.Kl
91
93
01
95
99
201
'I
II
12
59
5
59
5
55
5
55
'?
S
5
5
5
5
58
55
;
5

5
55
53
">
"5
100
5
59
59
f)
r5
5
59
59
59
59
59
9
39
59
59
109
59
59
61
109
59
5
59
59
sv
59
59
55
59
59
55
55
55
J5
">5
59
'.5
55
"5
59
55
5-5
'
'?5
59
5.-5
59
59
59
59
39
59
5
>
5a
59
39
59
50a
5g
K8. PPEMS.
211
15
17
18
19
28
29
32
3ti
42
44
4b
47
W
51
52
55
60
61
62
68
78
82
83
89
90
98
300
2
7
9
14
19
21
25
27
30
34
40
42
11
47
52
53
55
57
62
61
70
75
80
Kt
83
84
86
90
91
93
94
97
illl
3
S
K
II
IK
19
-20
9G
28
33
ii
15
>n
51
58
62
lii
115
69
71
>5
39
55
55
59
59
59
59
55
">5
5|
Si
39
59
59
5|
59
59
59
59
59
59
59
59
5e
55
59
SI
55
55
58
59
5f
59
59
Vi
Si
59
55
58
Si
5|
SI
59
59
59
59
59
S|
59
59
59
59
59
55
">8
5-5
55
59
O
59
59
55
55
u
Si
55
200-
59
59
55
NS. PREMS.
482
>5
59
55
'ir
59
53
59
89
85
?:
89
90
H(i
97
9K
99
.503
2
5
21
'23
26
27
32
33
35
43
41
47
51
52
54
50
07
71
79
Kl
85
86
94
95
96
97
99
601
8
9
11
13
22
21
30
32
34
38
40
41
42
43
45
16
17
19
51
55
57
38
03
liK
69
70
71
76
79
K2
K:t
si
Kli
K9
90
31
94
95
!IK
700

I
II
20
21
99
55
59
55
53
59
59
59
59
108
59
58
58
58
5*
59
59
59
08
05
55
.5.3
55
39
59
59
55
59
5>
3|
59
38
1005
39
55
5-5
58
51
59
59
59
59
55
"5
S|
Si
58
59
59
59
59
5
59
59
53
39
59
5|
55
59
59
55
53
55
59
59
59
38
55
59
59
5a
39
59
5-3
59
59
NS. PREMS.
727 53
32
37
12
53
62
65
67
68
75
78
79
81
90
9S
98
99
KOI
4
8
' 10
11
15
16
18
22
20
29
33
31
36
10
43
17
51
55
83
fii
66
67
69
70
71
71
78
81
83
89
90
98
903
8
9
10
16
20
21
96
27
2K
30
33
35
36
42
52
.-i
59
til
71
77
79
80
87
KK
'.Hl
95
1002
K
II
12
II
90
08
58
58
53
S|
58
58
59
53
59
59
S|
10,
59
53
58
53
59
58
5J
."5
59
n
58
>
59
9
53
59
59
59
205
59
5f
59
.v5
59
53
59
59
59
."
55
59
55
58
59
59
59
53
50
59
59
58
53
58
59
53
5-5
NS. J' REMS.
1023 >5
2". 59
31 59
31 55
42 55
'I 5?
45 59
46 55
50 55
52 55
51 59
X) 55
59 55
60 Sfi
61 59
63 55
til 55
65 55
67 .".5
NS\ PREMS.
69
71
73
74
76
77
Kt
82
83
86
90
93
98
1100
9
ID
12
15
17
18
21
26
35
39
10
42
43
n
49
.>
55
64
65
71
73
78
79
82
83
87
9]
97
1200
3
9
10
13
13
19
20
21.
30
II
31
ti
16
18
" 39
53
58
59
55
59
59
59
5-3
5>
59
5-3
59
58
58
53
55
53
59
59
5b
59
58
59
59
55
58
55
59
53
59
Si
59
#
59
5|
59
59
59
55
39
Si
9009
'>5
59
55
59
99
59
55
.V-
59
5>
59
59
53
53
1958
61
62
68
70
75
77
78
81
82
85
90
91
96
99
1308
II
16
I-
23
26
2K
39
13
17
8
49
51
53
56
59
60
63
66
81
88
92
97
^,a
4
9
12
17
19
23
25
27
32
36
37
38
47
lo
51
52
53
54
58
(it
63
69
71
72
70
K3
85
01
COI
12
13

16
18
21
25
31
:t-2
15
is
51
.11
56
61
i.'i
59
59
59
59
55
59
59
53
59
5
.5-5
53
53
53
58
53
55
53
55
39
59
39
S|
55
59
59
53
59
55
53
55
55
59
55
55
55
53
55
53
58
53
55
53
59
59
59
58
59
59
58
59
509
59
."
>
">5
59
59
59
5g
55
.Vi
>5
.".5
'.
'5
NS. PREMS.
1569
.2
73
74
76
82
83
8
86
92
91
1603
4
6
9
19
90
21
-J
30
33
.'*'
35
39
43
16
18
54
61
61
65
86
70
79
86
90
91
92
91
96
97
1700
6
8
9
11
M
17
25
31
33
35
40
41
i
57
56
59
60
63
67
68
76
81
82
90
91
93
99
IWKI
6
s
9
14
24
27
II
.12
II
31
10
43
53
55
59
59
53
55
58
53
53
59
59
59
53
5-3
53
59
59
39
55
5
58
53
53
53
39
58
.5
S9
55
S|
5-5
59
59
53
59
5,5
53
59
59
53
55
53
55
59
58
53
59
35
39
59
59
5-3
59
55
59
109
Si
5-1
5*
55
55
55
59
>9
59
59
59
59
59
58
59
59
53
59
55
59
59
59
:,-
5:0005
NS. PREMS.
I' 7
49
54
58
61
86
70
72
76
78
82
83
86
95
I9C:
5
6
16
21
9i
a:
31
33
:i
35
'.I
19
50
53
51
55
.56
57
63
64
69
75
76
77
82
81
Kli
KK
91
93
94
95
96
98
2005
10
12
13
16
17
19
20
31
33
37
10
i
IT
49
"iT
38
30
69
Ti
77
so
K3
K"i
91
97
98
2102
3
5
8
12
17
19
_'"
NS. PREMS.
H>5
59
59
58
58
%
59
58
59
si
53
53
59
58
59
59
59
509
5-5
5-5
53
5>
59
59
59
59
">5
59
59
55
59
59
59
55
59
59
53
55
59
53
59
55
55
58
55
55
'>5
58
59
53
fc58
.)3
509
5-5
59
59
59
39
53
53
59
59
55
55
59
59
55
59
55
55
5a
59
59
53
2122
27
34
95
36
. 37
16
48
19
50
51
57
63
71
85
87
92
95
2201
5
6
17
20
21
92
-7
32
33
35
36
17
18
59
62
64
65
66
68
71
81
87
88
90
98
2:103
8
12
IK
23
24
26
28
30
31
32
31
37
40
'.I
43
45
17
18
50
51
54
55
">7
59
60
02
67
Ti
78
su
82
Kl
87
89
'..'
93
11,
>5
39
59
55
59
59
59
"5
53
59
59
55
5-5
59
59
"15
".5
53
59
55
o
5-3
58
59
">3
55
Si
59
59
59
55
t9
59
59
59
58
53
58
55
T-
59
59
59
59
5-5
59
Si
59
59
58
5s
53
5>
55
5-
V5
55
55
.>
.".5
55
55
59
59
.";5
55
59
55
59
55
>3
59
59
55
'?
39
59
.T-
5g
5-5
NS. PREMS. iNS. PREMS.
2197
98
2100
6
K
10
13
16
17
18
19
90
22
?!
32
34
35
37
39
o
13
11
4-5
18
50
52
51
."i
60
61
63
til
lili
67
72
73
K2
86
87
89
91
91
98
99
2506
7
ti
90
21
22
21
21
29
30
31
37
39
I
16
S
19
52
53
58
62
63
65
66
68
72
70
77
SI
K3
K
K.">
Kli
K7
90
92
93
94
21,01
1
59|260
59 7
5J
39
59
59
59
?3
53
58
53
53
55
i.
5-5
203
58
59
59
5-5
55
51
59
55
39
58
53
59
53
55
59
53
59
5-3
53
59
55
59
59
.59
59
59
2:0005
55
59
59
55
55
59
53
59
">5
2O5
59
55
59
59
39
' 53
53
53
59
5
53
53
53
53
53
205;
9
10
IK
19
29
30
31
33
36
37
39
II
M
51
56
57
60
64
65
70
71
TI!
77
80
Kl
K7
90
97
98
99
2701
>
3
4
6
8
10
II
II
18
19
21
21
95
27
28
29
31
39
40
13
15
s
19
30
.58
59
70
71
7.~
76
81
83
86
87
88
89
90
91
96
99
58
39
59
53
5
55
59
58
53
59
55
53
58
39
59
55
53
59
53
53
53
5-5
203
58
53
53
53,
58
53
.59
53
55
55
55
59
55
59
53
53
.59
53
."15
55
58
59
58
58
55
53
59
55
5->
NS. PREMS.
2831
37
:>
40
43
41
45
80
...
55
58
58
55 2800
59 2
'- 1
53 5
>5 18
55 19
"; 22
T- 23
'1 -i
53 28
39 J:l
-20-,
02
53
62
65
66
67
77
78
80
83
81
86
93
91
95
96
2901
13
15
21
93
21
25
28
29
31
36
38
40
II
14
19
51
52
60
62
64
65
66
68
69
73
77
80
87
93
91
99
3003
4
6
K
I
12
15
17
19
21
21
99
31
32
31
16
17
.38
.6
68
71
79
Si
86
87
59
>5
.55
59
55
39
59
55
59
33
59
53
55
53
53
39
53
53
53
53
39
59
53
.V
53
59
59
55
Si
59
53
53
53
109
59
39
59
53
59
5f
53
53
53
59
5f
*3
55
35
59
39
59
58
."18
59
59
.'.*
55
>
59
55
1009
55
55
NS. I'REMS.
3093
96
3101
3
7
8
9
II
13
18
20
22
99
32
42
13
44
15
53
54
55
56
38
62
85
66
07
68
71
72
74
78
83
81
86
88
90
94
99
3201
5.
7
9
13
11
17
19
21
22
28
29
32
33
36
II
16
49
51
54
57
66
71
78
79
80
84
85
87
89
90
98
3301
.
1-2
18
90
2">
26
27
33
31
35
38
39
39
53
V?
5-1
5j
55
39
55
53
.59
53
53
59
59
53
*>8
55
55
55
">8
53
39
59
53
53
55
59
53
59
55
39
55
53
59
5.5
55
3-3
IO9
55
53
59
58
55
53
59
59
55
59
53
58
55
?5
59
59
53
59
,59
15
55
59
55
55
55
35
55
55
59
lo-
55
.'15
59
53
59
59
59
.".
59
39
59
39
NS. PRMFS.
3310
1
53
54
56
62
70
72
73
75
78
79
83
88
89
91
PERN. TlT. DEM.P. UK FAKlA. 1856.
3102
i
8
9
12
18
19
20
21
22
95
29
31
33
31
35
39
41
12
43
44
17
53
57
58
61
4
66
69
82
85
87
90
96
97
99
3503
5
6
7
10
13
II
IS
21
3-2
37
13
18
18
.".I
56
57
62
69
70
7X-.
79
8(1
81
8".
80
87
80
07
98
3600
8
38
59
59
58
39
>9
59
59
58
59
58
59
59
59
59
59
59
5-3
5009
59
59
39
58
53
59
59
55
59
53
59
59
59
39
53
59
59
59
59
.53
59
39
>3
59
59
59
59
53
59
39
39
59
59
53
59
59
108
55
55
53
59
55
.V5
55
59
55
53
3
53
"5
59
39
55
*K>
.'.-
""5
53
53
'5
55
55
Vende-se um eaeravo de meia idade : nal Ci-
en Ponas ... 66
Quen. quizer comprar um palanqun) muilo
l.unito, luivo, u dooi pares de mangas de vidro lisa
como ta.nlie. um viulau em bom estado, ani.ui.cie
por este jovial pin ser procurado: lamben) vco-
dem-se alcuns .lestes objeelos separados.
VINHO DO TORTO srPKRKlR CHAMICO.
Em eailaj. de dan dolas e e... barriada ollavo,
recentemente cl.puado pelo lirtuue 'trovador,
vende-se nicamente no armazem de Barroca &
Castro na rua di Cadeia do Recife n. 1.
Na rua Nova, loja e fabrica de cliapeus ... 41.
vendem-se os sisuinles ubjectos, e perlences d mes-
ma arte t colla muito boa, summa laca, papelfto de i
n. 15-42, e uulrus muilo nmis objeelos cl.esados
ult.manieiile, e vende mais barato do que em uulra
qualquer parle.
Vende-te a armacSo da loja da rua
llircita n. 15: a tratar na mesma rua
n. II.
Xa loja das seis
portas.
Em frente do Lirramento.
Flores de 'Uroz para enhiles de cabello e de vel-
lidos, camisinbas de cambraia para se.il.uia a cinco
lustoes, collarinhos para senhurai a pataca cida um,
alai de cmbrala bordadas a tres mil res, veslidi-
nhos de seda para meninas de tres al 6 annos i. cin-
co mil re, camisas para meninas a de/ lusloes, ditas
para e.d.era a cinco patacas, lencos de seda prelos
cum salpicus brancos, proprios para quem esta' de
lato a qualri. patacas, nobreza preta de differentes
precos, chai) de tudas as cores, fil de linho liso c
lanado, chitas francesas escuras e claras, c outras
mu i t.i fazendas que quer acabar.
\ endem-se remos de faia de muito boa quali-
dade, chegados ltimamente da America : no caes
do Ramos, armazem de familia de llenry Forsler &
Companhia.
Por menos do que em oulra qualquer parle
vendem-se na rua estreila du Rozario n. II, u de-
posito de sanguesuuas hamburgaezas, os objeelos
al.aivo e uovamente chegados :
llolachinha de soda 8500
Hita de l.i.boa 95611
Hila l.amburuueza, lata srande 8j Dita de ariroli dita 99600
Queijo lomlriun a libra 9790
Presunto para Hambre -3640
Toucinho mclez 9480
Amend.ias cunfeiladas e france/as a libra 15600
Pecesos, Peras, llamasen e (iiDJa lata 18000
lliicuilo inglcz, lata surtida 25100
Frascos com conserva deditlcreules quali-
dades 9900
Passas novas a libra 9500
AnMlM a libra 5180
rtatala a Ifirra aalla
Vinhn cherer. carrafa 28000
Dito Rordesui l.nlo sarrafa 99000
Dilo dito branca 1jb00
Dore fino de sitiaba Clilto 2500o
Mermelada,lata de 3 libra 23000
Boies com doce da Europa de dillerenles
quididades goOO
Azeile doce francez frasco 640
Vinagre o garrafa t9"00
Manteiga ingleza superior libra 19120
Vifiho de Lisboa o melltor que he possivel 3700
E outras muitas cousas, que serie nunca acabar se
fosse mencionar.
OOQOOXB @5@@
iiua do Quei-
madon. J9*
o
w
^
o

|| I jatle dantosCoelho.j
ujj Enconlra-se o mais bello sorlimento de vSP
t,$ sedas escossczai, as mais modernas qne tem -*;
rj viudo a esla cidade, tanto em goslns como ^
,v cm padres. pelo haratissimo preco de 2
V 19000 o covado; poloneza de seda e laa, B
2 a 900 rs. n corado) chitas francezas mu- jm
Qg lo linas e de padres miudinhos, a 260 o h.
J covado ; boloneza bonita fazenda para ac- r<&
Vi? bar, a 320 o covado; chitas linas escuras, l;l
ij 200 rs. covado ; mantas prelas de fi&
g blund de lindos goslos, a 93 e 11-5000 rs., Jg
Ti? chalesde merino de cnres.l.zos e hordadus ; ^
3 merino selim mulla hom, a 15200 o cova- iQ
do; madapolAu de jarda a 29500 a peca; &
dila muito lina com 20 varas a 49(00 e 9
3 i8800 e 59000, a dinheiro a vista.
VARETAS E S. FLIX.
Os verdadeiros charutos varetas e S. Flix da acre-
ditada fabrica .le Bran.hlo, da Babia ; vendem-se
i'-m caixn de 100 e de 50 : na rua do Collegio ... 12,
p t menos do que em oulra qualquer parle!
3 BOI.INIIOS PARA CHA-.
/"_ O abauo assignado faz sciet.tc ao respei-
sf fivel publico, e especialmente a leus frt-
.*>. grezes, que em sua padaria sita no pateo da
'? Sania Cruz. n. li, se acha lorlida de varias
:',' qualidades de bullidlos e de todas ai qua- [
.']_ lidades de massas fina, como sejam, allii- ',?',.
'--? dos, araruta, biscoultnbos, falias e oulras 9>-
;.. masiai, bisroulinlios inglezes em latii, que
jK 'e vende por preco commodo.
... Judo l.uiz Ferreir Ribeiro. 0
i\a loja das seis
portas
Fui Trente do Livrament".
Riseados francezes a meia pataca o covado, cassa
pintada a meia pataca o covailo. chitas escuras de
lindos padres, e nao disbotan) a meia pataca o cova-
do, chitas de dillerenles cores a seis vtntens, casias
de liores para curtiuados a pataca a vara, chales de
uorgurao pruprioi para aaasall.ar do fri na estacAo
actual a cinco lustes, chales de cassa com flores a
duas patacas, chales de ganga encarnados com (lores
nnarell i- a duas patacas; dinheiro visli pan aca-
bar.
\ ende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido Gcorge kenworlhy, no locar de S. Jos do Man-
uuinl.u, com arvoredus de Tracto e mais hemfeitorias
que netlc se acham, sendo as Ierras do referido sitio
proprin ; quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. .luhnslon \ Cuinpanhia, rua da Senzala No-
va u. 12.
Vendem-se madapoles finos e de outros, com
um pequeo loque de avaha, por presos moilo bara-
tos : na rua da Cadeia-Velhn u. 21, primeiroand.tr
Voade-se arroz hranco novo, superior, era
pnrcao e a retalho a 100 rs. a libra : defrcnle da ca-
sa da relcelo n. s.
A bordo da patacho uThereza |i>, fitndeado de-
fronte do trapiche do algodio, vende-re fariuhajle
mandioca de superior qualidade, pelo barata preco
de 35600 cada alqneira nos em purcAo grande : Irala-se na rua di Cideia
do Recife, escripluriu n. 12, com Hallar v\ Oliveira
Em casi de RabeSchmettauA C, rua
da Cadeia n. 07, vende-se :
l.tu rande SOl'ti ment de vi tiros de es-
pcllio.
Rclogioi linos de patente ingle/..
Cnurot de lustre, marca isistello.
Couros de grava.
Krvilltas sectas em jarral.ics.
Viiilt.i do Rlieno superior,
Iudopoi (uceocommodo-
Relogios.
Vendem-se relogios suissosde todas
qualidades, tanto de ouro como de prata,
dito gal anisados e foleados: na rua da
Cadeia do Iteeile n. 18: na mesma casa
lia tainliein meios elironometros e rclo-
gios para senliora de ptimo goslo.
salitre superior.
Vende-se e muilo barato, na loja de ferragens da
rua do (Joeiniado n. 35, em porrOes e a retalho.
lim c Corpo Santo ti. 11, ha para vendero
seguintc:
Taboado de pinito, alcatrao e pixe da
Stieeia. 9
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodo.
Ditas de linlio.
Tintas em latas.
Ksponjas de superior qualidade.
Cabos de linho e de Manilha.
Tndo mtiitoconimodo.
N'ei.den.-se caixascum vidros para v.dr.ica,
vulrosOe h'icca largs com rolhas du ineMno, o maior
sorlimento possivel : cm casa de Rarlholumeu Fran-
cisco de Sunza, rua larga do Rosario n. 36.
Nos qualro cantos da rua do Oueimudo, luja
de faxendn n. 20, vendem-se corles de laa de qn-
drus de superiur qualidade, e de muilo bom guslo,
palo diminu.i preco de 28S00 o corte, patino fino
prelo a 28800, 38600 e 49000 o covado, dito azul a
1-3H0O, 3-5 e 13500, curies de casemira prela muilo
lina a .Vs, panno de algodAo da Ierra de boa quali-
dade, sendo esla fazenda a mellior que se lem des-
coherlo para eseravos, cassas francezas moilo finas, e
delicados padres, eoutras muitas fazendas de diver-
sas qualidades, e por presos IAu baratos, que sa
vista dellas se podem admirar.
Pianos.
Vendem-se pianos verlicaei inglezei, de elegantes
modellos e excellentes vozes, Itbricados porum^tos
mais acreditados autores, prediido na eiposico de
Londres: no armazem de Rnstrou llooker ^ Com-
panhia, praca do Cor|m Santo.
Relo cohertoa e desrobertos, pequenuse grandes, de ouro
e prata, patele inglez, de um dos melhore fabri-
canles de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Sotilball Mellor & Companhia, rua
do Torra n. 38.
Rob L'Affecleur, Vermfugo inglez, salsa de
Rristol, pillas vegelaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros em casa de Barlholo-
meu Francisco de Souza, na rua larga do Rosario
n. 36.
Cohn o re de lila liespa*
nli s muito encorpa-
tios e grandes.
VendjMn-se na rua do Crespo, loja da esquina qoe
vulta para a rua da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa < potassa da
Russia
Vaade-M na ruado Trapiche n. !l e 11, cal vireere
Jo I.l.-hui. has. VSQOn .> harril. vellia a lr",. ^
arroba, e potassa da Russia i 300 rs. i libra.
Kelogios de patente
inglezes de ouro, desabnete ede vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AtifjiistoC.de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. ."56.
Aencao
-3
Riscado escuro e muilo largo, proprio para roopa
de esenros a 100 o covado, colchas brancas adamai-
cadasde muito bom gusto a 5-3, atoalhadn adamasca-
do rom 7 palmos de largura a 13000 a vara, loall.ao
de panno de linhu alcoxoadas e lisai para rosto,
mais super iores que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, snardauapos adamascados e outras muia
tas fazendas por preco commodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volta para a rua da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba hem] acabadas,
sapalos e esleirs, tlicuados recenlemenle do Araca-
ty, por menos du que em outra qualquer parte : na
rua da Cruz n. 31, primeiro andar.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
goinhn, sita na casa do Sr. cirorin Teueira, com
muilas freguezias na Capunga, Afilelos e Boa-Vis-
ta, alcm di da pnrla, a qual lem todos ns perlenres
a (rabalhar, e na mesma tem um cavallo para en-
trena de pao na freauezia : para tratar, oa rua d
Snledade n. 17. uu na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regarhortas e bai-
\a de capim : na fundiciin de U. W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
Gil de Lisboa.
Vende-se orna poreflo debarriscom cal de Lisboa,
por barato preco, e retalho a 39 o barril t i,a rua da
Cideia do Recife n. 50.
i~J V1e"dl'nl-se duas negras crioula, bonitas, cum
idade de 20 auuos : na roa do Livramento n. 4.
Vende-se I hiberna da rua de Satiti Rila u. 5
muito afreguezada para a tena e maltu : a tratar n,
mesuu nu ua olidade n. 18 e J), taberna.
f^>3&>tCMMsMM
m
m
:::

Metal amarello para forro.
'9 Cabos da Kussia e de Manilha.
i? Lonas, brinzSo e brim de vela.
O Pixe da Succia.
i Cemento amai ello.
{ \ inhode Champagne e do Blieno.
;? Agurdente de Franca.
? Pianos de armario de modelos no-
&'; vos.
po, oca e
mamen lo de todas as qualitla p
Si des.
j Alvaiadelino em
cm oleo.
%& Pedias de niarmore para
consolos.
vi." Papel de peso inglez.
\: Chicotes para carros.
& Ferro embarra, verguinhaecliapa.A
^ft Couros de lustre. c;.-.
@ Vendem-se no armazem de C. J. Al
^ Astley & C g
M Califur-
f
tintas jj
f
mesase tjj
f
loja t:ova, a., p do arco de Santo Antonio, coiili-
">'"" a ve.ider->e por mallo barato preco as f;1/en-
u eaaolalea : enes de vestid.,. de nata a laaeu
ditos hitos a 19500. ditos de r scadu francez de 14 co-
vado*. fazenda moilo boa a 23100, dilos de fsempre
viva, fazenda escoceza com barr a 29200, d'.tos de
cambraia muilo lina a 39000, ditos dilo* proprios
para baile masqu a ?9, cambraias de cotes inutlu
finas a 240 n covado, merino prelo com pequenn
defeilo a 18fiO0 o covado. dilo muilo bom a 81500
sarja de reda prela a I30OO, casemira de cores a I- e
59 o corle, dila prela muilo ba a 43, selim prelo
maeo a 29400 o covado, alpaca prela lanada a 200
rs. o covado, chales de tarlalina muito granes a 500
rs., ditos escocezes a 500 n dilos de casia braacea
a 560, peras de cana bnoca bordada deKti-J va-
ras propriai para cortinados, vestidos e bahados a
18000, d.lasde dita mais fina a 23, dilaslad.m.asca-
dasde 13 varas 1 j. Iconos de seda preloi a 800 r.
dilos brincos 1 19, ditos de eoresl a |18BOO, dilo de
cambraia branco com bico, lis. e bordados a 200
rs., ditos muilo srandea de core a 210, cobertores
de algodAo brancos a 19200, meiai prelas p.ta se-
nliora a 400 is., para homem a 280, dilas croa, a
duzia 18920, pecas de chita escura de cor fh*a
'.58OO, 58400 e 68. madapolSo a 29500. 39, 39400.
39500 e 49000. dito com pequenn toque de awria
moilo fi'oi 39e39200, lenco, peqoeaoi para me-
1.100 a 100 rs., dilos de chita 1160, e moilai oolras
fizeudas, ludo muilo barato, a dinheiro .-, yist,.
Vende-se mnnteiga iogleza a 760 rs., r france-
za a 560 rs., muilo boa para bolm, qoeijos novos a
1900, doce de goiaba 880 rs vinho do Porlo a
700 rs. a carrafa, dilo wffrivel I 360 r., fogos miu-
doa, proprios para meninos: no pateo do Paraizo.to-
herna da estrella ... 14.
Superior doce de caj' secco.
Na rua do Gaararapes, ultima osa do lado e*-
querdo, junio a orna taberna, ha para vender-se por
preco razoivel eile eicellei.le doce, quer em libras
como em hcelas preparadas, stgundu a encomroen-
da que fizerem, Celasnpeiior de iraca, em latas
cousa magnifica!
Vende-se na rua da Cadeia do Kecife,
loja de miudezas n. 7, de Antonio Lopes
Pereira de Mello & C, ptimas velas de
carnauba, chegadas ltimamente do Ara-
ca ty, por preco commodo : a tratar na
mesma.
Veodem-se tres baleeiras, sendo duas novas e
nma em hom estado, cum ladea os perlences, por
pieco commodo : a Iralar na rua da Cruz ... I i, das
8 horas da manhAa ao meio dia.
Vende-se orna escrava de lli anuos de idade,
de lunilla figura, cum principio de alsnma habilida-
de, propria para urna mucilca por ser rero'hida ;
na rua du l(an;el, -olira.lj n. <-i. *- -
Vende-se arroz de casca 1 granel, alqueire ve-
lho. e em saccas grandes a 13000, milho ero saccas a
39600, arroz pilado muito bom a 28600 a arroba, to-
do muilo novo : na roa do Vigario n. 5.
I te ir 1111 le da passagem de dunda, passando o si-.
lio em frente, vende-se o sitio chamado du Meio ou
arrenda-se, lem boa caa de vivenda com commodos
para grande familia, um bom curral coberlo de pe-
dra e cal pira 20 caberas, estribarla para 6 cavallos,
risa para prelo*, immenso terreno pa.a plan lirio de
capim, bstanles arvoredos de olilidade : os prelen-
denles dirijam-ie ao mismo silio.
Vende-se ama liberna situada na rua da So-
ledade, voltando para o caminhu novo n. 11. bem
afregoezada, com poneos fondos, propria para um
principiante : a Iratir na mesma.
Vendem-se cortes de chitas escuras malisidas,
sendo largas, de 8 covado a I98OO, e de 11 a 29400 :
na loja de 4 portas prolimo ao arco de Santo Anto-
nio, de 1 .uillierme da Silva CuimarAes.
Viulio do Porto superior.
O bem e.-iuhecido vi iho do l'orlo superior, em
barril de oitavo ; no armazem de Barroca rua da Cadeia dn Recife n. 4, onde encontrarlo tam-
bero regular, em barril de quinto, por precio com-
modo.
Reiogios
ing e/es de pa-
tente, 1
os tnelhores fabricados em Inglaterra: m casa de
llenry 1,1 l.-on : rua da Cadeia do Recite n. 52.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesle eslabeleciment conlina a haver um com-
pleto sorlimento de moendas e meias moendas
para en;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e toada de todos os tamanhos para
dilo.
A3|300
Vende-secaldcl.isboaullimamentechegada.ai-
im comu potassa da Rusiiaverdadiira : na praca do
Corpo Sanio n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina ha-
ver um completo sorlimento de taixss de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: etnbarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despuza ao comprador.
Vende-so cm casa de S. P. Jobnslon & C,
rua .la Senr.ala-iSova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de monlaria, candieires e rasliraes
bronceados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio da vela, chumbo de municao, arreios para car-
io, lonasinglczas.
Uta r-miiplet snrlimentu de burilados como se-
jam, camisetas com mansas, colla.inho, peitilhos,
ro.neiras, ca..iius, coitinlia e pelerinail; lamliem
lem um cuiiipleln 01 tiuieiilu de ricas llores, eufeites
pira cahec.i, filas e os verdadeiros e moderno* biccs
de linhu : na rua da Cadeia-\ clha 11. 21, primeiru
lodur.
0
Guardanaposl
a 20 cada um.
_.-'L Na rui do i.iueimado n. 10, vendem-se
; goardanapos para sobre-mesa a 3M0 rs
i4 duzia.

hegadn
de mato p. p. de Himburgo. por precu muilo em
cunta, a vista da qualidade ; lano em pon;.lo comu
em barricas linas: no srmazcm de maleriiei na
rui da Cadeia de Sanlu Anlunio n. 17.
A 3.B00
caclH mu corlele calen 3*
Vendem-se na rua do QOeimadn u. 19, i
corles de calca de casemira creta fina, a 2
i.:- 39300. v Q
%! \me\doas \ ,,;;oo.
( 30 A, cuufronle ao Rosario de Sinlo Antonio,
vende amendoas francezas de cores a 19300 rs. a
libra.
1 Kua do Ouei-
(2, ruado n

c
:>
19, a
800 rs.
W Sedas escosseus do ultimo goslo de pa- -u
dres os mais moderno*, que lem vindo a r*'J
;ix esla cidade, pelo precede 19000 o covado: gk.
g fular de seda de lindissimas cores, a SOO is. j|?
S* o covado.
Moendas superiores.
Na itiiidicii de C. StarrcV C, cm San-
to Amaro, acha-sc para vender moendas
do canna lodas de ferro, de um modelo e
consliuccao muito superiores.
mtt*t>o& fugfto*,
lia qualro annos, pouco mhi. mi menos, que
fugio um cabra aciboclado,' de ..orne Josc, o qual
lem os s.snaes seguioles r.-iTTaleijado da nulo e-
queroa, l.,-n\.., gros-o, perjasarqueadas, cabello c..-
mo de cabuclo, idade S(> anuos, facilmenlo ^e pulie-
ra inculcar como lirr-erlanejo. he eteravo de Pa-
checo Kilho C) Meoies, do Aracaly, e achava-se em
casa de Mauot, Josc de Sa Araujo para ser vendido.
Consta que andci.in boiadas pelas fe.ras de Santo
AaHe e oulras villas, e parece que lambem lem viu-
do a esla cidade. aunde talvez esleja presenteroeule,
pois que fui vi,lu na prata da Boa-Vista dominen 15
do correte : recommenda-se a qualquer autoridade
policial, capitno de campo ou pessoa particular que
o ippreheiidain e leven, n rua do Itroru n. 22. oa
no Ancaty a seus senhores, que ser.iu generus^men-
te recompensadus de seu triball.o. e iudemnisados de
alguma despeta que lizeietn.
l-'u;io pela lerceira vez no dia 10 do crrenle
o mulato l.uu, que loi escravu du Sr. Ilomingus Jo-
s Marques, o qual ten. sido visto no Monleiio, le-
ven vellido calca e camisa prela, reprsenla .Ti a 10
anaee, lem o toruozelu do pe equerdo incitado, que
o faz corhear.cor clara,cabelles sollos, olhar de han-
i e Inclinado, Irahalha de apaleiro e de envada cm
silio, e tem sido agazalhado por alunen! na Casa For-
te e noMonleiro : quem o pesar entreguen ao bai-
lo assigmdn, qae ser.. recum|ieusadn na rua da
l'iaia de Santa Hila n. :l ou no cartu.in ... 10 na rua
das Tonel.....a. Na mesma rasa se prerisi de um
feitar para sitio, e afore-ai um terreno rom 270
I.rar. de trente e lili de fundo, sendo este para o
raminho de ferro e aquella para a eslrada do sul,
confronte a Boa Viagem.

\
'

S


4

Munoajo-
ILEGIVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EG9HR34RZ_SDVH4X INGEST_TIME 2013-04-24T18:42:31Z PACKAGE AA00011611_07417
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES