Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07416


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO \\\\\ N. 14.
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
SABAN 21 DE JIMIO DE 1856.
Por anno adiantado 15j|000.
Porte franco para o subscriptor.
LNCARRKGADOS l>\ SIIBSCRIPCAO'NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervano Y. da Natiridada; HataJ, o 8>. Joa-
quim L Pereira Jnior; Aracaiv. o Sr. A. da Lemoi Braga ;
Cear, %. J. JoaedeOliveiraV Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ques Budricueii Piuhr, o Sr. Domingo! Herculalio A. Pessoa
Caarrasa; Par*, o Sr. Juatiniano J. Ramo; Amaconai.oSr. Jero-
Mjme da (la.
PARTIDA DOS CORREIOS.
nim c fatahli
-.-. 1.01,11,.,) ,
i-.. .-.f.,;,.. v,.
hfi
N. lu! ,. II
*. I...........,
i... l Uitw. \> h-IMU, i:...,-\i i. o,,,,
iWbu, I|mijwm, ^HnUPM, Rio-Fori
T|... ,., ..,i.i... iMrifM KHiOi
mu 'lo iii.i.
nit, Alltiilio < .ji.ai
di. l.imo. K
i;>
,-,..1......
a* 4u.irt.i--l.ii
iue, Agaa-Pn
AUDIENCIAS DOS TIUIIUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai aabbadot.
Relaco : tercas-feiras e lab-badoi.
Fazenda : quarlai a labbados ai 10 horas.
Jui/ do commercio: segundas ai 10 hor.ii e quintal ao meio-dia
Juizo de orphaos : legunda a quintal ai 10 horaa.
Primeira varado civel.' segundas a sextai ao meic-dia.
Segunda vara do civel: quarlai o labbadoi ao meio-dia.
KPIIKMF.RIDES DO MC/ Di: JIMIO
2 La ora as'.' Iiur. ., 22 minuioi. 4 Hguodoida larde.
|10 Quarto creiceole aoi IB mlnutoi e 48. leguudoi da tarde.
118 La eheia ai 3 horas, 27 minuto! e 48 Hgundoi da tarde.
55 Quarto miuguante ii7borai, 48 minutse 48 tegundoida m.
I l'RK.YMAH DE II".II..
Primeira as 7 horas e 12 minutoi da mantisa.
'Segunda as 8 horas 6 minutos da Urde |
DAS DA SEMANA.
16 Segunda S. Jo.io Franciscol Regs ; Ss. Julita, tuna c Justina.
17 Terca. 8. thereza rninlia viuv. : Ss. Ulannel. San I c Ismael.
18 (uarla. Ss. Leoncio. Trjibuno e Tbeodulo nim. ; S. Osana.
IB Quinta. S. Juliana de Falcunieri v.; Ss. Gervasio e Prolasio.
20 Sexta. S. Siherio p. rn. .a. Silvino m. ; Ss. Novato e Mecano.
21 Sabbado S. Lui (ioniau ; Si Albano c Demetrio rom. ;
22 Domiogo. 0. S. Paulino l. : S. Niceas b. ; S. Concordia v.
ENCARRECADOS DA M BSi Ittl'i \ NO SUL.
Alagoai, o Sr. Claudico Falcao Dial ; Baha o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martim.
EM PERXAMBLCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sn
ivrana, prsfa da Independencia ni.6e8.
pabtb prnciAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto h. 1,761 de I i de maio de 1856.
Approva us novus estatutos para a companhia bra-
-iloir.i de paquetes a vapor.
AtleoJendo ao que me representan Nicolao Ncllo
Cameiro l.-.iu. gerente da coinpanhia brasileira de
paquete* a vapor, liei por hm approvar os novo*
.estatutos para a mesma roinpaunia.quecom este bai-
lara, aisignados pur I.uiz Pedreira do Coulo i'erraz,
do meu couiellio. mioistro e secretario de e-lado do
negocios do imperto, que assim a tenha entendido e
laca acular.
Palacio do Rio de Jaueiro, ero I i de maio de
I8jfi, trigesimo-qoinlo da independencia c do im-
perio. Com a rubrica de S. M. o Imperador.
l.as Pedreira do Caula Eerraz.
ESTATUTOS DA COMPAMUA BRASILEIRA
DE PAQUETES A VAPOR A QUE SE REFE-
RE O DECRETO DESTA DATA.
CAPITULO I.
Da companhia e seus jins.
Art. I. A eompauhia se denominara, como ale
aqu,compaulna brasileira de paquetes de vapor,
e lera ma directo nasta cidade do Rio de Ja-
neiro.
Art. 2. O objeclo < lim principal da rompaoliia
lie cumprir os seus contratos com o soiernn impe-
rial.
Arl. :l. Tambem he ni'jecto e lim da coinpanhia
ludo os fretes e passageus, ou quaesquer uniros pro-
veilus lcitos que, em embarar irem aquello pri-
mario objeclo, se possaiu obter eio utilidade da coin-
panhia.
Arl. 4. Para preenclier estes lilis, lera a rompa-
nhia os tarcos de valor de lonelagem e turra que
forem couvenieoles para o objeclo proposlo.
CAPITULO II.
Do capital da campanilla.
Art. 5. O capital da companhia he de2,O0O:O0OJ,
representado por 10,000 aerees de j.i i- m i cada
ama. Con-liluem o capital de -2,000:000^OtM) os
haveret d* companhia representados no halanro ei-
trahnlo em 31 de dezembro do auuo passado.
Art. 3. As 2,000 aceas do fundo primitivo serlo
substituidas pelas 10,000 de que traa o artisn ante-
cedente, rerebendo os acciotristas .i deslas por cada
una daquellas.
Arl. 7, Pode ser accionla qualquer pessoa, cor-
pui ir.tu. associar;Ao ou entdade, comanlo quo a
transferencia de uns para oolros seja ellecluada no
esrriplono d* compauhi*. em livio proprio e em
preseura das partes ou seus procuradores, que assig-
uirAo o respectivo termo de transferencia.
Neoharo averbamenlo ou esrriplo he permiltido
no eodosso das acrfies, com e\cep;o nicamente dos
dividendos pagos.
Arl. 8. Os accionistas su respondem pelo valor
das mas acues codito roinmerrial, art. 2I8.I, que
podem ser doadas, vendidas. h)poUieca>1W, legadas,
oo por qualquer torma IranrferiJas, na coufaiiin-
dad* do artigo antecedente.
CaVFiTULO III.
Da adeiin'j/rofao ro companhia.
Arl. 9. A assemblca geral (legara pur una lista
smente, e maloria relativa de votos, um cunscliri
de directo, compoito de tres dos seus membros.coin
plenos poderes para eogajar um gerer.te, o qual no
sen entender rena as qualidades necesiarias para
aquella lira, contratando com elle o honorario que
ha de vencer, e mais condic,a:es ; a-sim como urna
quantia redonda para despezas do cscriplorio.
Arl. 10, Contratado o gerente, o ronselho de d-
reefao convocar a assembla geni, e propora o
contrato .i approva<;ao, e approvado o contrato de-
clarara o nome da pessoa contratada, a qual lam-
ber submeltora approvar^io da assembla sern ilis-
eusso.
Art. II. O consellio coro o liscal poder lomar
cootas ao gerente quando Ihe aprouver, e de fado as
lomar lodos os metes sobre balancete apreseutado
jielo mesrno gerente.
O conselho lem autordade para suspander u ge-
rente ele deciso da assemblca geral sempre que por
unanimidade de votos o julzar incapaz ou malver-
aador. Nesle caso a convocaran da assemblca geral
lera lagar oilo dias depois da suspendo.
Arl. 12. Someuleaceionislas de lriiita;acres, pe-
lo menos, polerao ser eleitos membros do conselho
de direcro. Suas funcrSes durar.lo tres anuos ; po-
reni no lim do prazo poderio ser reeleitos.
lenlas o de sris sobre os eus respectivos valores. | Sul um pequeo vapor para conducir para Porto- I gando u' companhia um frete de menos 10 ",; do que
Esses abatimentos sero laucados em despe/.a sol o i Aleare a correspondencia e passageiros, leudo Torra I os particulares.
titulo deDelei'lnramento;j o-barcos e ollictuasIsuflicicnle, uAo lo para vollar do Rio Grande do 19. A companhia sera obrigada a condu/ir recru-
ligurarflo nos batanaos com os seus valores assim re- j Sul a lempo de o vapor desta linha em sua volla de j 'as ou quaesquer presos, provendo o ffoverno iinpe-
duzdos,salvo o caso d* terem sotlridn cuucert s ra- | Montevideo nao ler necessidade de demorar-se na- rial a sua uecessaria guarda.
dicaes, em qnefiganrocora os valorea que por ven-1 quelle porlo mais de 6 horas, como tambem para 20. 0 overno polera' permiltir'qne o< olliciaes
este a assigoar urna rerlidao que sem a*o conher-i-' presidente do Irihuuai do Ihesouro nacioual, em
menlo fora pas'ada pelo escrivlo da pagadoria res- | curoprirojanto ra imperial resotorao de 10 do cor-
pecliva, nSo pode dei\ar i estranhar o procedi- rente, lomuda sobre consulla da ,.,., de fazenda
lora veiiliiiu a ler em coiisequcncia ilelles,
Art. 21. Os dioheirose valores da companhia se-
rn arrecadados em um ou mais bancos pblicos des-
la prara.
CAPITULO V.
Da afmbli-a gera\.
Art. 22. A assembla gerai he a reuniao dos ac-
cionistas, comanlo que estejam representadas pe-
lo menos .1 n ii i acees, etceplo nos osos do ar-
tigo 30.
O presidente do conselho de direccao dirigir' os
Iralialhos da .i*semhlca i;eral. e o secretario do con-
selho lavrara' os acias.
Arl. 2:1. O accionisla cujas acjies nao forem
transferidas pelo menos M das antes da convoca-
cao da assemblci eral, lera' o direilo de assis-
tir a ella, e inonin discutir, mas nao podera' votar.
Arl. 21. O accionista que nao puder comparecer
a' assembla geral, nodera'delegar os aeus poderes
pi r meto le pr,ocurao, comanlo que se faca repre-
sentar por outro accionista.
Art. 2"i. A ordem da votac.to he a seguinle :
De ." a 20 accoes..... 1 voto.
De 21 a 10 a.....2
De laO .......:
e assim por liante na mesma proporco de um vo-
l por cada 20 ai-ces ale dez votos, que sera' o m-
ximo. Os accionistas porcm que liverera menos de
cinco accoes transferidas, segundo o arl. 2, poda-
rn reunir-.e am de que um delles, aulorisado pe-
los oulros, vol conforme a escala eslabelecida ueste
artigo'.
Arl. 26. A asseinbliia geral se reunir' ordina-
' n.iinenle todos os anuos nc mez de marro, e Mineo
dinariamente quanlas vezes o couselho de direcro a
convocar, e o gerente o carecer na ronformidade
do artigo 16, em cojo caso se oceupara' somenle do
objeclo para que for couvocada. A convocar i sera'
fela pelos joruaes mais pblicos, com aulicipacao de
de/, di.is.
CAPITULO VI.
Da duranlo da companhia e sua liqudacao.
Arl. 27. A companhia durara' o lempo que du-
raren! os sem contratos com o ttoverno.
Arl. 28 Ouaiidi a companhia liver de dissolver-
se, far-sc-ha a liquidac/io pele modo que enlo de-
cidir a asaerntria geni, prevalecendo nesle caso o
dispjsto no art. itO.
DPotifSet gerats.
Arl. 29. Pelo fnllecimaulo de qualquer accionis-
ta, pissa |iara seus herdeiros, nao su o direilo ,s ac-
sahir barra, alini de conducir a correspondencia e | da mariulia de guerra curoma:idem os paquetes da
passageiros, quando por inao lempo, falla de agua, companhia, hcaudo porm a careo desta o pagamen-
ou qualquer uulra circutnslaiicia, os vapores da li- i le cl.i sralilicarcs que cnuvencionar com os referi-
nha nao possaru e.itrar un porto. dos ofiiciars, osquaes perceherlo da fazeuda pobli-
3.a Se por ventura acontecer que aljuma vez I ea someute u sold das suas patentes, sem prejuizo
eooveaba ao ^overno, ou a companhia, que os pa-! de suas aiiti^uilades.
quetes toqueio em algum outro porto, podera u-j 21. t)< paquetes que a companhia vier a adquirir
menlo irregular qoe em seroelhaule quesli. tiveraro
n i -i o Sr. inspector interino, cuino o referido con-
tador interino, que na posiclo em que se acliavaro
rollocados de chefes superiores da lliesouraria, de-
do c nselho de estado de 12 do mez prximo passa-
do, ordena ao Sr. inspector da lliesouraria da Ba-
bia qae nevogue a portara que em virtude do ofti-
cio que l'ie dirigi a Etma. presidencia da provio-
so ler lugar coro accordo de ambas as parles con-
traanles.
teja qual for o lu; ir da sua cooslroo(o lefio na-
ci tiati-1 tus brasileos, da mesma maneira que o
li." A coinpanhia sera obligada a ter para cada que ella ja possue, e como (aes liratn isentos de pa-
uma das lindas do Norte e sul, uro vapor de sobre- I Relea imposto algum por transferencia de pruprie-
salente, nao s panaMegnnr a regularidade do i dade ou por matrcula; a respeilo de las tiipola{oei
serviro, como tambem para serem postas a' dispusi-
ere do goveruo, se por ventura delles precisar,
mediante accordo entre as parles contratantes.
7.a Comquanto nao seja exigido que os vapores
teuhain por sua conslrucro proporroes para seren
armadus com um peso de artilharia equivalente aos
de vapores de igual dtmensts datnarinhade guer-
ra, deverao comtudo estar habilitados para receber
praticara o mesmo que se pralica com as emb.ir-
caciies de guerra nacioiiaes.
22. Em consideraro a' conducro das malas, offl-
cos e dinheiros do goveruo, C nutras vanlauens nes-
lecontrato estipuladas, o mesmo goveruo psgara
eompauhia no Ihesouro nacional a quantia de 27,
coiilus por cada viagem redonda aos portas do tiorte,
metade da qual llie ser entregue logo depois da sa-
algumas peras a seu burdo, am de que o goveruo, ida ,1o vapor, em letras do Ihesouro, a um me/, de
quando bouver urgeucia, pussa lanrar mao delles prazo, e a oulra metade em moed.i correnle, depois
como transportes armados, responsabilisando-sa pe-1 Que o paquete, lendu completado a viagem, voltar
los sesuros sobre riicos de uuerra, e prucedendo I ao Rio de Jam-iro.
ajuste sobre o prero do fretamenlo, o qual, haven-
do discordancia, sera' determinado por arbitros.
0 goveruo fara' examinar os vapores logo que
ehegarem, por urna commisso, alim de ver se po-
dem preencher esta condico, quando baja necessi-
dade de laurar-se tuo delles para o lim indicado.
8.a Os paquetes da companhia gozarn em lodos
os portos do imperio das tnesinas vaulageus e privi-
legios que lem as embarcaces de suerra nacionaes,
lieandu cotnludo sujeitos aos re^iilameulos policiar.,
c a liscalisaro das alfandegas dos portos para onde
levarem passageiros ou carga.
9.a Nao ser permitlido aos paquetes da compa-
nhia o demurarem-sc nos diversos portos mais do
que o prazo estipulado em urna tabella approvada
pelogoveruo.
Ii. Os prazos de demora marcados na referida ta-
bella deveio conlar-se do momento em que funde-
arem os paquetes, quer seja em dia til, quer em
domingo ou dia santo; lica entendido que o mximo
do lempo de demora nao bcobrigalorio ; deveudo os
governos das provincias despachar antes daquelle
prazo us paquetes, sempre que seja possivel, com es-
peciadade em Pcruambuco, Paiahiba, Maranhao
e Par.i. para que possam aproveitar a mar.
Il.a Oiiaiido occorrer demora in.iior, a qual nun-
ca ter lugar por paite do governo sem ordem pur
roes e aos divilcnjos, como lambcm o de tomarem escripto do presidente da respectiva proviucia ao a-
parle as deliiierares da assembla geral, comanlo ; ente que nclla liver a companhia, ou ao comman-
que sendo ni us,le aa se coinbineni entre si para | daule do paquete no impedimento ou falta daquelle :
um t volar. I a parte que occasionar seinellianle demora pagar a
Art. 30. Cstrse.|.,l.ili.poJ...a ser alteradoa ioam a quantia do 2MB, per ceda |.ro/.o da boTM
decisu da a-.emhla ncrai dos accionistas, to- Ique a hora da pi-rliJa ellerliva exceda a da partida
ordinaria, salvo se por parte da companhia se dar :
niadaem una, o venada em outra -essao por maio
ra absoluta de votos, estando presentes pelo menos
accionistas que representem dnus lerdos do capital
da companhia.
Palacio do Rio de Jaueiro, em l de maio de
I8"i6./.ir l'edreira o Cauto Perras, ,
DECRETO N HI6 DE 28 DE MAIO DE 1856.
Approva 0 remralo que a 2 de Janeiro de 1856 fui
celebrado pelo levme imperial com o gereule
da comp.yiliiaahra-ileira de paquetes de vapor.
U';i por bein sanecionar e mandar que se ese-
cilla a resoluro seguinle da assemblca geral legisla-
tiva ;
Arl. I. Iica approvado o contrato que a 2 de
Janeiro de 1833 foi celebrado pelo governo imperial
com a gernle da companhia brasileira de paquetes
t vapor, innovando o qoe regula o serviro dos mis-
mos paquetes entre-a corle e diversos portos ao sul
e ao norte do imperio, com as cuiidiroes que acom-
piuiaui an decrelu n. I5|."> de .'. de Janeiro do re-
ferido auno, e as alleraroes scguinlcs :
1. A Jsenro da olirigaro de enlrarem o va-
pores nos portos da l'aralriba e Rio (iraudc do Nor-
te, eslalielecida na condico primeira do coulralo,
ITca realringida ao ca-o de nao ser pralicavel a en-
trada dos mesmos paquetes em razo da sua cons-
lrucro e toneladas.
S 2. A companhia, de accordo coin o governo,
Art. 13. O conselho de direcro se reunir quan- P^cdcr lolaro do numero dos passageiros que
do o julgar necessario a bem dos interesses da com-
panhia, e todas as vezes que o gerente o carecer pa-
ra o consultar.
S.1o attriboiroes do couselho :
S I. Resolver : I >, acerca de requerimentos ou
representaron s cmaras legislativas oo ao gover-
no ; 2.". celebradles e reformas de contratos Com o
govrrna ; 3., medidas para propor assembla go-
rel sobre reforma oo reorgaiiisar,o da companhia e
seu fundo ; 4., compra e ven la ale barcos.
S 2. Convocar ordinaria extraordinariamente a
assembla geral dos socios.
3. Prestara sua opinido sobre qualquer negocio
en a g remite lja_da,pedi-ia.
S t. Approvar ai n^rifiaJoilfiTTeitas pelo gerente,
d eatamanrlaates dos barcos oa agentes da compa-
nhia nos outro portos.
Art. 14. As sesses do couselho de direcro serao
presididas pele metnbro mais volado del le. O imme-
diato em rolos servir da secretario.
Art. 15. No imqedimenlo de um dos membros do
ronselho de direcro, em occasio de ser convoca-
do, aera convidado para suppri-lo o inmediato em
velos.
Art. 16. Sao allribniros do gerente :
S i. \ gerencia, manejo e administrarlo dos ne-
gocios, operares e expediente da companhia, com
poderes para obrar, como melhor enleu ler, em be-
neficio dola, levar a Oeilo as resoluroes do conse-
lho, pudendo emitirlo appellar del 11- para a assem-
blci (eral dos socios, eiu esso ordinaria, ou con-
vocando-a extraordinariamente por si mesmo, se ha-
vendo proposlo esla convocara i ao conselho elle nao
se prestar a faze-la.
t: 2. Momear lodos os empresados da companhia,
sojeitando todava approvarjo do conseiho de di-
reccao a uomearao doi eommanlantes das barcas e
des agentes da eompauhia nos oulros portos onde fo-
rem precisos.
Art. 17. O gerente apresntar lodosos ancos, no
mea de marco, a assemblca Kinl, o halanro da
companhia, fechado no lim do atino anterior, acom-
panhado de um relalorio da gesto de seus nego-
cios.
Art. 18, No impediroenlo do gerente, servir in-
terinamente a pessoa que elle designar e for appro-
vada pelo conselho de direcro.
CAPITULO IV.
!*M iiditiifof fundo de re crea.
Arl. 19. O dividendos continoarao a ser le I os
por semestre, em Janeiro e jolln. Meando o quan-
lm a arbitrio do ronselho de direrr i; nao deven.
pode admitlircala um dos paquetes, nao se pudendo
exceder o numero marcado sendo em circumslanciis
extraordinarias.
Art 2. Revogam-se as disposires em con-
trario.
I.uiz l'edreira do Coalo Uerraz, do meu conse-
lho, ministro c secretario de estado dos negocios do
imperio, assim n tenha entendido e faca execular.
Palacio do Rio de Janeiro em 28 de maio de 1856,
35. da independencia e do imperio. Com a rubri-
ca de S. M. o Imperador.Luiz l'edreira do Cou-
lo h'erraz.
Termo de contrato e ajuste que faz o governo im-
perial com u gerente do companhia brasileira d
paquetes de vapor abaixo asiignaijj. para innova-.
ro do que reguln o servico dos mesmos pa-
quetes.
A companhia se obriga a facer condaaMas malas,
ofticioi e dinheiros do governo, tanto par* os portos
do norte, como para os do sul, em paqofhss ue va-
por, debaito das coudic/>es seguiutes :
1." As viagens para o norte sero duas mental-
mente, partindo desta capital al i da provincia do
Para, com escala pelos da Baha, Macei, Pernam-
buco, Parahlba, Rio Grande do Norte, Cear e Ma-
ranhao, licando os paquetes comludo isentos da
obrisaco de entrada nos da Parahiba e Rio Grande
lo Norte, sempre que ndo for Isso pralicavel por
falta d'aaua e pela coiistrnrro c toneladas dos pa-
quetes, fa/.endo conducir por escaleres as malas e
passageiros destinados aos dous citados portos.
As viagem para o sul lerdo tambem luaar duas
vezes por mez, partindo desta cidade ate Monlcvi-
do, com escala por Santa Calharina e Rio Grande
do Sul ; e quando baja necesisidade do serviro pu-
blico, lamben Ipor Sanios e S. francisco, em cojo
caso o tempo de viagem redonda poder exreder o
prazo marcado ne-le contraa.
2.-1 Osdias ila partida dos paquetes desla corle
serdo provisoriamente marcados pela companhia de
accordo com o governo, devendo-se observar a (al
respeilo a maior repularidade.
3.a Os vapores destinados a talaren) o serviro da
linha do norlc serao de 680 toneladas, devendo des-
tes ao menos Ire ser de 700, e dahi para cima e
da forra necessaria para conrluirem a viagem re-
donda ao mai- lardar no prazo de i dias.
Os destinados linha do sul lerdo pelo menos
100 toneladas, e forra neressaria para coniplelarcm
a viagem redonda em 20 dias ; devendn para am-
bas as liulias ler comino los bara passaseiros de re e
de proa, de sorle que os ultimo-, em cujo numero
demora, e ella provar que a isso foi obligada por for
ra maior...
A mesma pena, c pela mesma forma lera lagar
relativamente a sahida dos'paquetes do porto do Rio
de Janeiro quando esta ndo se realisar no dia mar-
cado.
Com ludo o governo nao icar sujeilo a referida
pena, se a demora fr causada por tedicdo.rebelliao
ou qualquer perturbando da ordem publica que li-
ver occorrido cm qualquer dos porlos das duas li-
nha-, dependentes do mesmo governo.
Su se contara cada prazo de 12 horas para imp'o-
siro da multa eslabelecida nesta rundi._-.io, quando o
excesso de demora passar de Ircs horas.
viam ser os primeiros a *e espcitarein e a darem o ca em i ue decembro de IS35 liver expedido ao
exemplo da ordem e subordinarn que devem reinar iuspeclor da alfandega para commonicar a thesnu-
rana provincial os despachos do rap importado,
tanto dosjpaizes eslraugciros, como das eulras pro-
vincias .lo imperio, at que a assembla geral legis-
lativa, a ilueiii nesta occasio he remedida a dita
iva. a .jui'iii nesta occasio
ii-ii 11 a* l mais papis a ella rt
as rpparti^oes de fazenda ; e Ihe declara :
I.", que. se mal procedeu o contador in(er,no de-
sjbeileceudu a ordem que Ihe Ihe dera o Sr. ins-
pector para assianar a certido, visto como se jul-
ra Ilegal, devia, ndo obstante, cumpri-la e repre-1 consulta j mais papis a ella relativos, resolva o que
sentar depois ao poder rompelente ; lanjbein o Sr. liver por irnais cunvenieute sobre a dispoaicao iu-
inspeclor interino errou ao seu dever, exigindo i contituci|inal do S 4, arl. 2, da le-provincial n.
queoreferide cotUador assignasie um papel quenol I.2 de I9de julho de I8.il, que laninu o imposl
linba sido eseriplo na conladoiia, nem rom sciencwi'J
sua ; sendo que mullo mais errou, se essa certido
foi por ordem sua passada pelo escrivdo da pagado-
tribunal d
o aviso do
Por cada viagem redonda na liaba do sul a compa-
nhia recebera' do governo a prestacao de 8:0009 em
moeda correnle, no firo da dita viagem.
23. (.iiiandn em consequeocia de sinislro ou de
inconveniente de forra maior, o paquete nao com-
pletar a viagem redonda, o governo pagara' smen-
e a companhia a quantia correspondente a' dislau-
ia navegada al o ponto cm que liver balido sinis-
lro ou einbararo para continuando da viagem, cal-
culada a mesma distancia pelo numero de militas na-
vegadas, em rela;do as prensas para que se diga
completa urna viagem redonda, as quaes licain desde
ja litadas em MSi para o norte, e 1,490 para o sul.
21." ;e lanos paquetes da companhia licarem
por qualquer acuiileiuietito imprevisto inhabilita-
dos ao neimo lempo, de maneira que nao possam
os restantes fazer regularmente o numero de viagens
a que se ubriiia a cumpaiihia, esla fretar barcos de
vrpor para suporte a falta dos seus com muacs di-
niensos (te os honver), ou em sua'lalla, o mais ap-
proximalos possivel, alim de remediar a falla dos
qoesearharem inhabilitados.
35. Se durante o tempo desta contrario o casto do
cando consumido animalmente pelos vapores da
companhia cm lodos os portes do imperio exceder
ao prero medio de 253UU por cada tonelada, o go-
verno pagar animalmente a companhia urna som-
mo addicional e equivaleule a tal excesso. multi-
plicado pelo cunsummo estipulado de 21,000 tone-
ladas.
Alim de qoe a companhia pussa provar o custo
exacto do raiiiliuslivel, sera abrigada a npresentar as
fseturas de lodos os carreigamentos que por ventura
liver recchi.lo para os porlos aon.le lem depsitos
ao que se a juntaran os direitos de importadlo e
os contratos de fornecimeulo nes portos cm que Idr
supprida por esle roeio.
Para isso licara sujeilo a approvero do governo
qualquer contrato para fornecimento de carvo que
a companhia pretenda fazer por prero maior de 21o.
26. us cjsos de declarardo de guerra cutre u
Urasil e qualquer potencia, duranlo'o presente con-
trato, o governo se obliga a indemuisar a compa-
panhia do premio de seguro dos seus paquetes, pelo
risco de guerra smenle ; Picando porem como al
aqu a carga da mesma companhia o seguro pelo ris-
co martimo.
27. O presente contrato substituir o contrato vi-
12.a A repartirdo dos correios dever ler as suas [ Sent, logo que a companhia lenha promptilicado o
dn todava exceder de 9 por cenlo ao auno, cmqimi- setciivolvcm.os recrulas, sejam transportados debai-
la fundo de reserva ndo altingir a 500:0009000 se
a eninpaulii.i correr por sua conta os riscos marili-
mos de seui navios, eu a 2IMi:IMIr300 se forem es-
tes seguros em companhias que insprem plena con-
liaiira no pagamento em caso de sinislros.
Art. 20. Os barcos da companhia soflrerdo an-
nualraeiite um abatimenlo de 10 por cenlo, e as of-
\o de coberta envula.
Sempre que o governo quizer mandar tropa pa-
ra alguma das provincial, a companhia dispor
os paquetes de forma qoe todas as praras possam ir
debiito de robera euxola al o numero qua per-
miltir a lolaro do respectivo vapor.
4." A eompauhia deveri ler no Ro tiran le do
malas sempre promptas' a lempo de ndo retardar
a viagem dus paquetes alcm da hora marcada para
a saluda, e quando por culpa sua luja demora soflre-
la a mesma repartirn a mulla r!e que trata a con-
dico antecedente.
13. Se era coosequencia de ser necessario exami-
nar ou mandar concertar o fundo de algum dos pa-
quetes da companhia, este se demorar em qualquer
porlu que man conveniente seja para procederaquel-
les Irabalhos .cmqunnlo nao houver na capital do
imperio machinas proprias para elle), alera do lem-
po que (ica determinado,' ndo tirar a companhia
sujeita .i mulla da condi{ao ll.a pela demora, urna
vez que previameulo lenha pedido e alcancado do
governo imperial anlori-aru para c.la.
H. As alfandegas e consulados dos porlos em que
os paquetes tero de tocar.expedirn os despachos ne-
cessarios para se proceder ao desembarque ou em.
barque di carga oo encommeudas que elles trans-
purlarem ou liverem de transportar, com preferen-
cia a descarga ou carga de qualquer embaroco, e
sera embargo de domingos ou das santos, ou por
qualquer motivo feriade, admiltinln porcouseguinte
os consolados a despartios anlecipados a carga e en-
commendas que por ventora lenham de ser trans-
portarlas pelos paquetes da companhia; e os presi-
dentes das provincias Ihes preslardo toda a prnlecro
e auxilio de que por qualquer motiva nesessitem pa-
ra continuarSo de sua viagem dentro do devido tem-
po e cumprimento do contrato com o governo. pa-
as pela companhia as des_>ozas, nos casos em que
estas liverem lugar.
l. Os commandantes dos paquetes conduzirao de
Ierra para burdo as malas e us ollicios do governo,
e quando ehegarem aos portos aonde lem de tocar,
oslevaro s administrar_es dos correios respectivos
ou os enlregardo aos agentes d-sles, que se apresenta-
rcra devidamenle aulorisados para rccebe-los.
Os commaiidaules paasarO e exigirao recibos das
malas e ollicios que eulrcgarcra e receberem.
16. A coinpanhia obriga-sc a diminuir os preces
das passagens e fretes, tornando (na linha do norte)
aquellas mais baratas do que as que se pagara ua da-
la desle contrato aos vapores inglezes al a Babia e
Pcrnainbuco, lazendo a reducedo proporcional dahi
al o Para', segundo a tabella que for organisada
com a approvar_o do governo.
17. Oliriga-se tambem a coinpanhia a fazer condu.
zir gratuitamente e em cada viagem simples, seis
passageiros do estado, sendo desles, tres de cmara e
tres de ronvez; nao sendo porm obrigada a dar co-
medorias a nenbura delles. Esles logares serao sem-
inaleri.il preciso para preencher s errudiroes nelle
exaradas, podando comerar de accordo com elle em
qualquer das duas linhasque por ventura se pronp-
lilique primeiro, sem dependeucia da oulra ; obri-
gando-se a companhia a principiar o novo servico
em arabas as liulias dentro do prazo de 18 mezes.
depois da assignalura desle al cuja pora vigorar
o contrato existente.
28. O presente conlrato durara pelo prazo de no-
ve auno-, a contar da dala era que se der rumoro ao
serviro, cuja forma se aeha ne^tc'exarado salvo se
antes disso o goveruo tomar- a si a evccuc.i desle
ramo de servir publico em paquetes de vapor do Es-
lado que lodavia nao podera facer sera que 1 anoo'ua-
les prevna a companhia de que pretende tomar essa
resoluro, contratando neste caso com a companhia
a rompa de seos vapores e de lodo o malerial em
pregado nesse servico,
29. Se por ventura o goveruo imperial quizer com-
prar algum uu alguus dos vapores da companhia
ou frela-los, podera face-lo, mediante accordo en-
tre as parles contrtame-, e caso udo possam ehegar
a esle accordo, o governo uomear um arbitro e a
coinpanhia oulro, e esles nomearo um (erceiro, se
por ventura nao poderem sem isso ehegar a urna de-
ciso, a qual se subraetter tanto o governo impe-
rial como a eompauhia. .
O roano succeder em todos os Clisos aro que as
partes contraanles ndo concordaren!.
30. Para seguran(a das cendires desto contrato
por parle da companhia, aposervar-se-ha no Ihesou-
ro nacional a qoaotia de dez conlos de" reis em apo-
lices da divida publica ; que a coinpanhia all de-
,'io-iiou. e perder, tera dependencia de prucesso ju-
dicial, no raso de fallar a esecuco de todas ou de
nina das mesmas condieoes.
Em fe do que se passou o presente contrato, as-
signado pelo lllm. e Exm. Sr. I.uiz Pedreira do
Coulo Ierra/, da conselho de S. M. ;o Imperador
ministro e secretario de estado dos negocios do im-
perio, e pelo gerente da mencionada companhia, o
Sr. iNicolo Netlo Carneiio Ledo, e bem assim pelos
empregados desta secretaria de estado, como lesle-
munhas, Jos Bonifacio .Visenles de Acainbuja,
Joaquim Xavier Garca de Almcida. Secretaria de
eslado dos negocios do imperio, em 2 de Janeiro de
I8>5.r.uiz Pereira de Coulo Ferraz.Sicolo
Sello Carneiro Leo.Jote Bonifacio Kjscentes
de Azambuja.Joaquim Xavier Garca de Al-
meida.
HxpeicHlt do dia 8 de maio de I8">6.
A presidencia dn Para, declarando, em soluc,do a
pro dados de preferencia: 1-, aos soldados que tive- | dovidas proponas polo inspector geral das medirrjes:
rcm baixa, mulheres desles e recrulasque forem isen-
los do serviro militar; 2', aos empregados pblicos
nomeados para as diversas provincias, oo removidos
de urna para outras, preferindo-se os que nao live-
rem ajuda de custo para a viagem ; 3.-, aos colonos
e pessoas miseraveis, devendo o aviso que ordenar
semellianles passagens declarar a qual das rnndires
cima especificadas perlencc n individu a quem se
Cuncedc a mesma passagem.
A mesma companhia lira transportar gratuitamen-
te quaesquer sommas de dinheiru que o Ihesouro na-
cional ou as Ihesourarias das provincias liverem de
remeller de um para oulro porlo da escala dos seus
paquetes.
IS. Os paquetes podarte transportar por conta da
companhia os passageiros c carga que se Ihe ollere-
eereui, leudo porm sempre o goveruo a preferen-
cia para o transporte de seo passageiros, pracasde
prel, muiiices de guerra e artigos bellicos (com ex-
cepr.iu da plvora e materiacs ioflammaveis), e pa-
I, que ao mesmo compele, a vista do arl. 12 do re-
gularocnlo de 8 de maio de 1811, alm da gralilica-
rdo mensal, a braragem de 8 rs par braca de me-
dir.io, sendo eila feila por urna ou duas turmas de
agrimensores, e a de 4 e 5 rs. sendo-n por tres ou
qualro turmas; e 2. que os agrimensores s (cm di-
reilo a braragem de 7 reis pela medirn e demarca-
rn effectivas o completas, quer as picadas para e serviro ucees,arias sejoabenas no mesmo da, quer
o tenhao sido anteriormente.
MiMSTEKIO DA FAZENDA.
K.rpediente do dia 12 de-maio de 1S.'>6.
A' lliesouraria de Pernamhuco. O mar quer de
Paran, prcidente do tribunal do Ihesouro nacional,
a quera foi prsenle o oflicio n. V2 de ."> do mez pr-
ximo passado, em que o Sr. inspector da lliesouraria
de Pcruambuco d coula do conflicto que livera lu-
gar entre o mesmo Sr. iuspeclor e o contador interi-
no da mesma repartirdo, por occasio de recusar-se
na, qoe nao era pesioa competente para o fazer, co-
mo rlai menle se deduz do art. 8 do decreto de 22
de ii.ivrmbro d tk"il.
2., que, de c.infiirint lu le com o mesmo artigo,
as certides que se liverem da dar de asseutametitos
que m achem na Iblhas de pagameuto, deverao ser
passadas na conladoria e assignadas pelo contador,
por isso que he nessa reparlirao que sao processadas
as ditas folhas, e o lugar onde sdo ellas guardadas
depois que tornam-se desneces-arias na pagadoria.
3.", que depois de deferidos pelo Sr. inspector,
com o despacho Passe, nao havendo iucooveoleu-
'*, os requerimenlo< era que se pe.lirem quaes-
quer certidoes lliesouraria, deverao esles ser apo-
sentados ao ollicial maior da secretaria, para os at-
lender quando os papis a que se referirem se acha-
reui nessa repartidlo ou no carlorio, ou para os en-
viar debaito de protocolo ao contador quando forera
relativos a ubjectos que existam na conladoria.
., que, ordenando ao contador interino que as-
signe i;.....eii.it menle a certido que impuguou, ob-
serve de ora em manir o que fica recutnmendado
nos ^ 2. e 3, desla ordem.
13-
A' lliesouraria da Parahiba, declaran tu. para o
facer constar ao inspector da alian e-a da provin-
cia que procedeu regularmente impondo ao coauan-
danle do vapor la companhia Peruamburana Mr-
quez de Oliuda, a mulla romminada no artigo 8 do
regulaineulo n. 710 de 16 de outubro de 1830 a em-
barcarnos de cabotagem por falta de um manifest,
por isso que as embarcarles de guerra, a que oram
equiparados os vapores da companhia, quanto s
isencoes e privilegios de que trata a candirdo quarla
do decreto de 22 de novemhro de 1851, combinado
com o de 10 de maio de 1851, eslo sujeitos apre-
senlardo de manifestis, na forma do arl. 12 do de-
creto de 26 de abril do dito anuo de 1851 ; convin-
dolemhrai- ao mesmo inspector da alfandega que,
ein vec de dirigir-se directamente ao Ihesouro, como
lee, ilevlo-hia ler felo por intermedio d lliesou-
raria.
U
A'da Babia.O marque/, de Paran presi-
dente dn tribunal do Ihesouro nacional, respouden-
do ao oflicio u. 1S6 de 2i do mez prximo passado,
em que o Sr. inspector da thesouraria da Baha re-
presenta contra a decisn pela qual u Exm. pres-
deme da provincia jalean que ndo eslava sujeilo a
sello um requerimeulo que, sendo despachado pelo
mesmo Exm. Sr.. servio depois de 'doruraeolo para
urna replica sobe quea lliesouraria linha de informar
ordcuai.do S. Exe. que a informaro fosse prestada
independenledesse sello, visto que o requerimeulo
nao podiaser considerado papel que livesse de pro-
ducir efleilo para que fosse pas-ado, como se ex-
prime a ultima parte do 5 3 do arl. 36, seci;do segun-
da, do rcgulanieulo de 10 da julln de 1830: declara
qoe bem proceden o Sr. inspector, representando a
presidencia sobre a irregularidade era qae iocoiria
dando andamento referiJa replica, sem ter sido o
requerimeulo que a instrua como documento, pois
que ndo sao applicaveis a e o ou deapreseotac) para producirem eni publico o
elleito para que foram passa.los a que se achara no
lim do referido S 3 ; e que, como ja lem sido expli-
cad j era diversos avisos desle ministerio, as Ihesou-
rarias de fazeuda c ndo as presidencias, compele ef
feclivaraenle a soluro das llovidas que occorrerera
sobre a intelligencia c execuco das Icis, reguli-
inentos e iiisIruccAesconcernciiles a administraran
da hienda, com recurso para o tribunal do Ihe-
souro.
A' directoria do coulencioso, commuuicando, era
solurao i duvida que suscitara o procurador liscal da
lliesouraria da l'.ahia, que S. II. u Imperador, ouvi-
da a secro de faceuda do couselho de eslado, acaba
de declarar em resoluro de consulta de 10 do ror-
rele, que nao existe antinomia ou contradirdo en-
tre a ordem do Ihesouro de 6 de juuho de 1854, e a
circular do miuisterio da justica de 18 de outubro
do mesmo anuo ; porquanlo referindo-se a primeira
aos roi que lem privilegio do furo da fazenda, a es-
tes nicamente comprehende, deveudo a segunda
ser execulala pelo quelconcerne a quaesquer oulros
reos sujeitos ao furo commum.
A' lliesouraria de S. Pedro. O marqaez de
Paran presidente do Irihuuai do Ihesouro nacional,
lendo em considerando o que eipoo u Sr. mspsctor
da lliesouraria do Rio Grande dn Sol, em oflicio n.
4."i de 19 de fevereiro ultimo, sobre a impossibilida-
de ero que se viiam os senhnres dos escravos fallec,
dos na cidade de Porto-AI'gre e na do Itio Grande
durante a maior inteusidade da epidemia, de apre-
sentarem certido de obitu dos mesmos escravos,
alim de -e dar baixa na respectiva matricula, por is-
so que as autoridades competentes consentiam que
os cadveres fussem enterrados sem precedencia de
formalidade algumg. pela conveniencia de ndo se-
rem demorados insepultos dentro da puvoaro ; de-
clara-lhe que procedeu regularmente, quer permit-
lindo, quanto aos escravos fallecidos em Porto-Alc-
gre, que para aquelle elTeilo fossem aceilos, dentro
do prazo de 30 dias, e na falla das menciona la-.re;-
lidie-, atlcstado de tres pessoai concetuadas do lo-
gar, quer nao sstisfazendo a exigencia do vigario da
parochia do Rio-Graude, quamio preteudia que se
ordenae aa respectivo collector que ndo dsse baixa
na matricula de escravo algum com certiddo de bi-
to passada pela santa casa da Misericordia, mas sira
porelle: p irquauto, senda esle estahelec nientu cre-
ado por le, e competculemenle aulorisadu a passar
estas cerliiles, devem as mesmas merecer toda a
Ir que cm dircito se quer para couslituir prova,
alera de quo o art. 9 do regulamento de li de abril
de 1842 ndo distingue quaes as pessoas por quera
deverao ser passadas as serlidcs de bitos exigidas
paradar-se baixa na matricula dos escravos que fal-
lecen!.
16-
A' presideucia do Rio de Janeiro, para que orde- ta parte do venciuieiito d.cste, declara que, resal-
ue a' lliesouraria da provincia, que entre para o Ihe-1 lando da combinaro das disposires do decreto de
souro com a quantia de 9:600) relativd an imposto 22 de n nombro de IS5I cota as das inslruccoes de
de 8 por cenlo sobre o captlal da lotera concedida 15 de ootnhro de 1852 a regra de que compele as
sobre o rap que fosse importado
na mesma provincia.
2
Circulai.O marquez de Paraua, presidente do
) Ihesoaro nacional, de conformidade coro
ministerio da guerra de 12 do correte
mee, declara aos Sri. inspectores d.s Ihesourarias
para obviar duvida igual a que se suscilou na do
nho lobre os vencitnentos dos ofliciaes da se-
gunda classe Uo exercilo, qoe a primeira parte do
arl. 7 da le n, 821 de 4 de julho de. 185'. mandou
computar para os casos de reforma e sobrevivencia
a quinta parte do sold concedida anteriormente co-
mo gralindruo aos ofliciaes da primeira classe do
exercito ; e a segunda fez extensiva esta disposijo
aos da segunda classe, e por consequencia rigurosa
augiuenlo-lhes o sold com aqoella quinta parle,
nip--iio i-i ni lo desempregados ; porquanlo ndo se-
ria regula que a reforma de laes ofliciaes, ou o
ineio soldn as suas triaras, tive-sein por base venc-
mentos de que elles nao gozassem.
A' lliesouraria do .Maranhao.(I marquez de
Paran, prndenle do Iribinal do Ihesouro nacio-
nal,le conformidade com o aviso de S.Exc. oSr. mi-
nistro da guerra de 12 do crrente mez. aoqual su-
Jeilou a duvida proposta pelo Sr. inspector da the-
souraria do Maranhao no oflicio n. 3 de 2 de abril
prximo passado, sobre os vene,menlo, dos ollictaei
le segunda classe do exercito, declara ao diloSi.
inspector, cm soluro a referida duvida, que a pri-
meira parle do a rt. 7 da le n. 821 de 1 i de julho de
I8j mandou computar para os casos de reforma e
sobrevivencia a quima parle do suido concedida an-
teriormente comf gratificando aos ofliciaes da pri-
meira das e do exercilo, e.a segonda fez extensiva
esta disposicao aos da segonda classe ; e por con-
sequencia rigorosa auginentou-lhes o sold com
aquella quinta parle, mesmoeslando desempregados
porquanlo udo seria regular quea reforma de laes
officiaes oa o raeio sold as suas viuvas tivessem por
base veu-iiuerit de qne elles ndo gozassem.
-28-
Ao ministerio dos negocios estraugeiros.lllm. e
Exm. Sr.Commiiniro a V. Exc, em resposta ao
sen aviso de 20 de novemhro do auno passado n.
,116, e alim de qua se faja constar a legaro porto-
gueza nesla corle, que nesta data expero ordem
para que a imparlancia dos espoliot dos subditos
porlugnezes Antonio Kernandes Mofo, e Manoel
Lourenroll.ma seja entregue aos agentes consula-
res de Portugal, a daquelle HOsta curte, o o desle na
ci la.te de S. Paulo, logo que pelos respectivos con-
sulados s tenha procedido, ra forma do arl. 3. 'lo
regulameuto de 8 de novembro de 1851, aos preci-
sos aniiuucios para garanta dos direitos dos ciedo-
res e sesranca dos direitos nacionaes que forem
devidos.
E porque aquelles agentes lenham de mostrar por
ducnmenjns sullicienles e devidamenle legaltsados
qual o groo de parentesco entre os fallecidos o seus
herdeirosi, na forma de serem Irausmillidas aos mes-
illas sganles, as duas inclusas habililacoes, feitas em
Portugal, que foram presentes ao Ihesouro.
21
A' directora geral das rendas, mandando decla-
raran colleclor da villa de S. Jodo do Principe,
em resposta ao seu oflicio sobre o pagamento rio
ello proporcional dos quinhes hereditarios, qoe
alienta a nalureza do imposto e a forma da sua co-
branza nos regulamculos em vigor, bem procedeu
o juic municipal e de orphdns daquelle termo dei-
xando de ussentir a requisirdo que por elle Ihe fora
feita, para tornar obrigatoria a remessa dos autos a
collectoria com a nota declarativa de que trata o arl
15 do regulamento de 10 de julho de 1850, por-
porquanlo a partes nleres'iulas que liverem de sa-
tisfacer o imposto he que rmpete solicitar em juico
0 que for necessario para se erTrctuar o pagamento
e as autoridades e fonecionarios competentes, judi-
ciaes nu administrativos, liscalisar o mesmo paga-
menta e tornar elTectiva a responsabilidade pela re-
validando e mulla quando independente delle se li-
verem realisado os artos, uu passado os, em virio-
de dos quaes he devido era. conformidade do regu-
laraenlo e ordens em vigor.
A'mesa do consulado, declarando que foi in-
deferido o reqoerimento em que Bard Le Cocq c
C, consignatarios da galera norte-americana Sa-
rn, que coiiduzio Chins para esle porto, pediatn
reslituico dos direitos de ancoragem que pagararo
na lila repaniro, visto qoe sendo o lim du decreto
de 26 de abril de 1811, modificado pelo de 1 de fe-
vereiro da 184-, o facilitar a emigrando para o im-
perio de colonos qoe sejam destituido- de raeios
para pagaren) iuas passagens, mandando fazer para
esse lim um descont na ancoragem das embarcacoes
que os trniisportarem, nenhoma applieacdo pode
ter a este caso a disposi(du dos referidos decretos,
porquanlo os colonos climas de que se trata foram
contratados pelo governo imperial, por cuja conta
corrern) todas as despezas da passagem.
A' thesouraria da Babia.O marquez de Pa-
ran, presidente do tribunal do Ihesouro nacional,
em uli-ervuuria da imperial resolueo de 28 do cor-
renle, tomada sobre consulta da seceo de fazenda
do conselho de estado, declara ao Sr. inspector da
thesouraria da Babia, em resposta ao seu oflicio n.
1 i de 9 tle Janeiro ultimo, que acompsnhou o pro-
resso de habilitardo de I). Jaeintlia Florida de do-
nas, que acha-se prescripto o seu direilo ao meio
sold que percebia sua fallecida mai, por ndo re-
sultar do dito processo interruproa prescripr_do dos
cinco anuos ; interruprdo que os pleitos judiciaes s
producen! nos casos era que o poder u linarm he
competente para declarar o dircito dos credores do
Eslado, e nao quando perlence tal deelaraedo ao
ministerio da fazenda.
30
A' do Piauhv.O marquez de Paran, presidente
do tribunal do Ihesouro nacional, respoudendo ao
oflicio do Sr. inspector da lliesouraria do Piauhv n.
23 de 23fevereiro ultimo.em que participa ter man-
dado abonar ao ollicial da secretaria da mesma the-
souraria Joaquim de Lima e C.aslro.que subsliluio o
prociirador-fi.'catemquaiilocstcvecomliceiira.a quin
para o Ihealro de Campos, que a mesma thesouraria
arrecadou, pois que o decreto n. 776 de 6 de seteui-
bro de 18">(, su leve em vista sentar os cofres pro-
vinciaes desse imposto, e nao quaesquer inslituicoes
ou estabelecimcnlos a quem so roncedam loteras,
como ja foi declarado no aviso dirigido a mesma pre-
sidencia em 10 de Janeiro do correnle auno.
19
A' lliesouraria da Baha.O marquez de Paran,
pessoas que inician unen1.' scrvuein os empresas de
procuradores fisraes os* veuciinenlus do ell'eclivo
qoauJu esle udo liver direilo a elles, e somenle me-
tade nos casos raqueo propietario continu a per-
trabe-ios, leudo o interino qne for einpregado de fa-
zenda o direilo de era qualquer de-las duas h y po-
nieses optar ou o venriinenlo que se Ihe deve abonar
pela subsliluiro, ou o do seu proprio emprego, de-
ve o Sr. inspsetor exigir a restituirao do que de
mais abonou ao sobredilo liscal interino Joaquim de
Lima e Castro.
(V de Soyas,O marqaez de Paran presiden-
te do tribunal do Ihesouro nacional, allendendo ao
requeriroenlo do amanuense da secretaria da the-
souraria de Goyaz. Ignacio Autonio da Silva, Irans-
mittido com o oflicio do Sr. iuspeclor da mesma
thesouraria de 19 de jaueiro ultimo, revoga a ordem
n. li de 2 de novembro do anuo passado, e deter-
mina ao mesrno Sr. inspector qtte mande abonar ao
supplirante os vencimentos do lugar de procurador
liscal, qne exei-ceu interinamente dorante o lempo
em que Antonio Jos de Castro, que servia tambem
interinamente o dito cargo, esleve na assembla le-
gislativa provincial; porquanlo ndo leudo os em-
pregados interinos, quando impedidos, direilo algum
aos vencimentos dos respectivos empregos, por isso
que laes vencimentos s compelen, aos empregados
que esta.i em exercicio oa forma das ordens de 23
de abril e 4 de marro de 1831, e 8 de julho de 1845
que esto em vigor, ndo tinha lugar a opelo qae fez
o sobredilo Antonio Jos de Castro quando tomou
asiento ua mencionada assembla ; estando por coo-
sequencia obrigado a repor o quetindevdameute re-
ceheu : para o que o Sr. inspector proceder na
taran do estylo.
MINISTERIO Da GUERRA.
lllm. e Exm. Sr. A commissdo de promoroei,
cumpriudo o qae V. Exc. se dgnou dolerminar-lhe
acerca do requerimeolo qoe devolve, de Goilherroe
Pinto de Souza, alferes do 12.- batalhdo de iofanta-
ria, que allegando ler sido preterido em 2 de de-
zembro lindo, pede ser promovido ao posto de len-
le com a mesma data, lem a honra de informar a
V. Exc. que o supplicante nato foi incluido na rel-
celo que subi em 30 de outubro de 1855 dos alferes
as circomslancias de acceeso, por constar enlo
mesma commissdo qoe por aviso de 17 de fevereiro
de 18'i.t se houvera ordenado ao presidente da pro-
vincia do Rio Grande do Sul para se proceder a con-
selho de inquir rao sobre a sua conduela, do qual o
resultado ndo tera aioda conhecimento. A' commis-
sdo pareceu-lhe conveniente levar presenra de V.
Exc. a inclusa ola exlrahida das relaciSes de con-
dado recebidas posteriormente a data do referido
aviso, da opinido emitila a respeilo pelos chefes a
generaes sob cojas ordens o supplicante lem ser-
vido..
Dees guarde a V. Exc. Rio de Janeiro, -23 de maio
de 1856.lllm. e Exm. Sr. (nenie-general roar-
qoei de Caxias, ministro e secretario de eslado dos
negocios da guerra. Francisco de Paula e Vascou-
cellos, marechal do exercilo reformado. Francisco
Xavier Calmonl da Silva Cabral, teneole-geoeral
graduado.Manoel Antonio da Fonseca Coila, bri-
gadeiro.
Circular.Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cios da guerra, em 24 de maio de 1856.Informan.
do a conladoria geral da guerra nao se ler cumprido
o aviso circular de 27 de fevereiro de 1854, qoe or-
dena aos. inspectores das tne-oirru ias de provincia
remellara a esla secretaria de estado ama demons-
trar i du saldo do crdito aberlu para cada urna das
rubricas do ornamento, logo quo encerrado seja o e-
xercicio no ultimo de decembro de cada anno, man-
da S. M. o Imperador, pela mesma secre.laria de es-
tado, recoinrneudar ao inspector da thesouraria de
fazenda do Para a execuefto do ciiado aviso, decla-
rando a raco porque deiitoa de assim o fuer.Mr-
quez de Ca.rias.
Expediente do da 2 dejunho de 186.
Ao presidente da provincia do Maranhao, em res-
posta ao oflicio n. 78 de 24 de niarc.0 ultimo, daudo
parle de haver mandado abonar a ajuda de custo pe-
lo mnimo ao lente Carlos Olivio Daokuardl, en-
carregado de inspecionar a 3. companhia de pedes-
tres, se declara que os ofliciaes incumbido! de taei
comroissoes devem perceber, emquanto ellas dora-
rem, tima forragem para cavalgadura, oulra para
besla de bagagero e a gratificac,ao de 109000 por
mez.
Circular.Ro de Janeiro.Mioislerio dos uego-
cios da goerr, em*5 de juuho de 1856.
lllm. e Exm. Sr.Sendo de conveniencia, para a
uu: lomuda le dos corpos do exercilo, que os ofliciaes
dos mesmos corpos usem de capole as formalnras
em que as pravas de prel o usarem, nos dias cho-
vosos, determina o governo imperial que fique esse
uso eslabelecido como preceilo de uniforme ; que os
capoles dus ofliciaes sejo de panno azul- aberlos na
freule, e abotoados com seis botSes pretos, que o
comprmanlo alcance al raeia pe na, e que sejo de
racoavel largura tanto no corpo como as mangas,
as quaes tero canhOes de comprimento suflicieulc
para que no desdobrar posso cubrir toda a mo, qua
em lugar de cahecdo lenham capuz como de albor-
naz de grandeza bastante para cobrir a barretina ou
bonel; e finalmente que os dos ofliciaes montados
sejo aberlos inferiormenle na parle posterior, de
modo que facilite a aeco de cavalgar, tudo esta a-
bertura dous boles pequeos para ser fechada quan-
do coovier.
Deo guarde a V. Exc.Mrquez de Caxiat.
Sr. presidente da provincia de...
Circular. Rio de Janeiro. Ministerio dos u-
gncios da guerra, em 10 de junho de 1856.
lllm. e Exm. Sr. Para obviar as duvidas que
se tem suscitado a'cerca da intelligencia do aviio cir-
cular de 21 de julho do anno passado, se os volun-
tarios do exercito qoe, tendo acabado seu tempo,
continuara no servido sem engajunenlo, lem direilo
alem do sold dobrado, a' gratilicardo que percebiara
ja, manda S. M. o Imperador declarar a V. Es*.,
para o fazer constar, que as proras em laes circuns-
tancias devem accuraular os dous vencimentos cima
mencionados, salvo qaindo desertaren), porque ea-
lao se proceder' nos termos do decreto de 31 de Ja-
neiro de 1853.
Dos guarde a V. Exc. Marquez de Caxias.
Sr. presidente da provincia de...
MINISTERIO DA MAKIMIA.
Expediente do dia 19 de maio de 1856.
Ao quariel-general da roarinha, communicaudu
que por inmediata resoluro de 30 do mez prximo
prelerilo, lomada sobre consulta do couselho supre-
mo militar de 25 do mesmo mez, foi determinado,
em conformidade do parecer do conselheiro de guer-
ra,o almirante Luiz da C. Moreira.emiltrodo na refe-
rida consulta, que seja vedado nos vapores de quaes-
quer companhias de navegaro o uso de llamla e
bandeira no gurups; c somenle concedido o da fl-
mula, quando laes vapores forem commandadoi por
ofliciaes da armada, e estivercm empregados no ser-
viro do eslado ; nao podendo em nenhum raso usar
da bandeira no gurupes, por ser esla cxclusivamsu-
te destinada para os navios de guerra, rontorme dis-
poe o decreto n. l de 18 de dezembro de 18I.
20
dem, aecusaudo a recepsdo do oflicio n. 572,
acompanhailo do requerimeulo em que o capilo-le-
ueute Manoel Pedro dos liis, comn,unanle do va-
por Pararme, pede urna gralificajao por ler servido
de pralico da costa do dito vapor, e antes uo brigue-
esenna Xingu', commuicando que nesla dala se ex-
pede ordem para ser abonada ao dito ollicial pelo co-
fre da intendencia da roarinha da corle a gralifica-
ro de 2005 rs. por aquelle serviro no referido va-
por ; e ileieruiinaii lo quanto ac que prestara no tu i-
gue escuna, que exijas do commandante da estarn
do Maranhao informando a semelhante respeilo, e a
iraosmiiia a esta secretaria de estado.
*
ILEGIVEL


DIM.0 E P

SIPA 0 21/ JUNHO O 1856
u
A 'i. artel general da marinliu, eommonranrin
qoe, por inmediata resoloc.Ao de 17 do crtenle, to-
mada sobre consulta do conselho supremo militar de
25 do mex prximo pretrito, (oi determinado que o
rirurgiao da muda, que fr nonicado para o lugar
de chefe de saode de qu.ilquer esquadra ou riivisAo,
commande a lodo os cirurgies da mesina esquadra
ou .Iim-.hi. embura sejao estes mais antigos su-
periores em postos aquelle; c que o dito chefe de
saude faca o detallie do leevico dos referido; ci.ur-
gioes na conformidade do arl. 19 do reglamenlo
que bai\ou eom o decreto n. 7S", de -i de abril da
1851, mo rievendn elle entrar no mencionado de-
talhe, por ler a seu carga o servido especial do navio
cliefe, r ni que esliver embarcado, segundo o ditpos-
lo no arl. 16 do citado reglamenlo.
T
Ao quarlel general da mirinha, accusando a re-
cepclo do i'tlicn n. 5H6 de S do correle, cm que
pouderaudo a neressidarie da fazer-se eitcusiva todos
os uavios mercantes, tanto de vela, como movidos a
vapor, a imperial resolucao de :t0 do me/ protimo
pretrito, que veda nos vapores das coiupauhias de
navegacao o uso da llamula e bandeira no turupes,
pede que seja a tal respeilo ouvido o conselho su-
premo militar ; e significando que por maioria r*i.to nAo podtm usar da flmula os navios mercan-
tes que nao cslao ao servido do estado, e sao com-
mandados por offlciaes.le marinlia, nem os vapores
das rompanlii.is nao privilegiadas ; tornando-se por
isso desnecessario ouvir o referido tribunal ; e que
nesle seolido se exptdem as ronveuinles ordens a's
capitanas dos porlos.
>erle sentido a's rapitanas dos porlos.
Dia 5 de junlio.
Ao ministro d" fazenda, communicando que por
(inmediata resolucAo de 4 do corrente, lomada sobre
consalla ilo coii-clho supremo militar de :IO do mez
prximo pretrito, (oi reformado o segundo tenente
da armada Manoel Antonio Viegas Jnior, no raes-
mo pos lo. vencendo dez vigsimos quintas parles do
respective, sold, na cotifonnidade das leis do I." de
dezembro de 18*1, e ti dejulhode 1855.
>a mesma conformidade ao quarlel general, in-
tendencia e couladoria da marinlia.
A'coutadoria da inarinha, declarando em res-
posla ao o Ilicin. 67 i de II do mez passado, sobre a
dovida da quarla sen;.i o da mesma contadoria a les-
peilo do asseutameulo do guardiAo do numero da
armada Antonio Jos da Silva Mallos, que deve ler
vigor o aviso de i de marco ultimo, visto que o de 5
de jullio de 1850, ficou seiu efleilo por nao haver o
referido guardiio lirado o respectivo titulo.
ana i hwh^.. .
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente <1 o da t 1 da Junho
OflicioAo Eim. marecbal eommandanle das ar-
mas, devolvendo julgado pela junta de (usura opto.
cesso do soldado particular do -2. balalMe de talan-
lana Cdelo ile Souza Vellio, alim de que mande
execular a sentenca proferida pela mesma junta.
DitoAo inspector da lliesooraria de fazenda, re-
inellendu por copia o aviso circular de 6 de marco
ultimo, no qual o Exm. Sr. ministro de julica de-
cala que iiFiiliuma oulra despena frita com a guar-
da nacional nesla provincia ser altendida, alero das
que so achara comign.das nos paragraphos I, 2 3
e i. da lei u. OM de 19 de selembro de 1856.
"'loAo mesmo, recommendando que mande
pagar ao pliarroaceulico Krancelinu Ferreira Crespo,
o que se Ihe esliver a dever, na razao de S3OOO
res diarios, a coular de 13 de marco a 23 de abril
dcslc auno, por ler sido contralado pelo juiz de di-
reito da Coianiia, para aviar o receilnario passado
as pessoas pobres accommellidas do cliolera nquel-
la comarca.Communicou-se ao mencionado juiz.
IHtoAo commaiid.iute da eslacAo naval.Salis-
la/cndo a que V. S. me requisitou em aeu officio
Je boje, acabo de expedir ordem ao inspector do ar
seal de marinlia, para que consinta em que a offl-
nalidarte do brigue (apibaribe e sua Iripolarao, com
exceprao soroenle das pracas que forcm restricta-
mente uecessaiias para a sua iaarnicAo, sejam re-
in.vi.1aj para a coivcla Vnio. que na em fa-
brico.
Cuanto a segunda parte da rilado ollieio, cumpre
qoe o leferido brigue cornaca por ser primeramen-
te desiotectado pelo rlilnro gazezo e solucao de clo-
rrelo de cal em lavagem, segundo recuiumend.-i a
sriencia, e me informa ueste memento verDalmeotl
o Sr. presidente da commis-ao de bygwee sso por
espaco de 8 diie, depois do que ser tullo lavado
em giande quaulidade de agua limpa, como V. S.
indica.
Para melbor execucao desse trabalho, devera V.
S. c o capillo do porto dirigir-se commissAo de
liygieoe publica, a quem nesla dala oflicio, alim de
que alia os ciadjuve da mellior maueira possivel. V.
S. expedir qoaequ-r ordens ou pedidos, que sejam
(irecisos, as autoridades competentes, independeule
de esperar pela aulorisarao da presi lencia, a quem
entretanto dar paite de ludo.Fez-se o necessano
expediente.
DiloA Manitenle superior da guarda nacio-
nal do municipio do Retire, recommcnd.indo a ex-
l-edcuo de sua. ordens para que os emp ruados da
secretaria do governo conlinuem a ser diapente) do
arries da mesma guarda nacional, ate-segunda o-
dem da presidencia, vi.to como anda subsistem os
",0,,vo< 1"e deran. lugar a oulra deliberarlo idn-
tica, que anteriormente f.ira turnada.
DitoAo asesa, para mandar que os batallles
da nanla nacional sob seu coinuiaii lo superior,
pre.tnn de boje em diaule aos subdelegados das fre -
guetias mulanles da relacao que remelle, a forca
mencionada na dita relaco para rondar das (i harai
da tarde ate niela noile.
Kelaro a que se retan o oflicio supra.
Boa Visla..... |( '.
Santo Antonio ... \->
S. Jos .'.... n
Recifc...... l->
Poco da Panrlla 10
Vanee..... 10
Afogades..... 10
|>i|o Ao juiz de dircilo de llores, recommen-
dando, que couiiue a dai asmis ellicazes provi-
dencias, para que se elleclue srinprc com a maior
l-resteza o eolerramento dos cadveres de pessoas
que snecambirem .1 epidemia reinante.
IHtoAo inspector do arsenal de marinha.
A' lindose encerrados os hosnitaes que liavtam si-
do creados para o Iralaraenlo dos cholencos, e es-
tn lo a enfermara des montada, convm providennar para que de prome-
to sejam soccorridas as pessoas desvalidas, que por
ventora sejam atacadas do cholera : visla do que
lenho determinado que sejam ellas Iraladas na dita
enfermara, onde lamben poderao ser receidos
quaesquer individuos, livres ou escravos, que qui-
zcrem ser all tratados mediante a compleme in-
demnisacao. f) qoe Ihe communico para sua 11-
telligencia e execucao-----Fizeram-se as oeccssarias
eommuaica;Aes.
1,1,0Ao commamlanle do corpo de policia. rc-
commoiidand.1, que fe,;d seguir para o 2. dislriclo do
termo desla ridad-, a requisico .lo respcclivo dele-
gado, duas ptacaa daqaeHa corpo, alim de iab*litai-
rem a oulras tantas que fazendo parle do destaca-
mento all estacionado, f ,ram remeltidas presas pa-
ra esta capital. Communicou-se ao chefe de po-
lica.
KiloAo inspector da Ihesouraria provincial, in-
leirando-o de haver concedido aos profevoresde
in-lrucrao elemenlar Jote Felislierlo da Costa Ga-
ma c Jo-c Anmi.io tioncalves de .Mello, a permuta
que reqoereram de suas respectivas cadert.s. | arn-
bciu se communicoii a., director geral da instnicco
publica.
- ,,HoAn presidente da commissao de bvgiene
pobllc, para remella algaaiai laminas de pus vac
cnico ao c..minis.aiia vacvinador acidado do Rio
I ormnwi.
MeAa laMelegado .los Afogadoi, aalorsao-
l"-o a lazer f, espeas realrielaaaente indlspansa-
veis as rircinnslaiirias acluaes com o reappare.i-
hienlo rio cholera naquella frrguezia.
IMoA., presidente da cam ira municipal do I i-
iimc.rc, i,.teirando-o de haver omelltdo i asam-
blea lagi-lativa provincial balancos da receita e
despea daquell eamara, relativos ao anuo lir.an-
ceiro prximo lindo, e do anno linaneeiro vigente.
Portaria-Mandando admititr ao servico do excr-
c.lo como volunlarin m ,ernpn ,,p sej-, ann0^ o
paisano Jos Jorge do Ocimento.- Firam-se as
neeenanas communi.-ae.'..--.
ttmaoAo E*m. merethiil commaiidante das ar-
mas, di/rudo, que pude mandar remover paraalgar
forlaleudo llrum o leneole da guarda nacional
Joaqun Candida da Veiga l'.gueiredo. Commu-
uicou-se aojail municipal .la l. vara.
DiloA inspector da llies.-uraria de fazenda,
liansuiillindo |>or copia o aviso da repartidlo da ma-
rinha de 30de maio ulllmo. nu qual so .-oinnium-
ca haver sido Horneado para servir c .1110 conslrue-
tor 110 arsenal de ni .rinha, o mandador da oflicina
de conslrurcAo naval do da Baha Jo.lo Auaslacio de
Sooza, percehendo a grallicaeilo de um conlo de
reis por auno.Igual copia se remelteu ao inspec-
tor do referido arsenal.
DitoAo mesmo, intcirando-o de haver o Exm.
Sr. ministro da maiiulia determinado em arito de
II de niaio ulllmo, que d'ora em diaule loda a cor-
respondencia ollicial dirigida aquella secretaria de
eslado, seja folla em papel almaro. Tamheui se
coiuiiiunicou ao cominandaiite da eslajao naval e ao
eapitto do indo.
UiloAo meamo, declarando haver o baeharel
Caetano Estellia Cavalcanii Peeaoa, eouimunioado
que no dia II do eorrenle passara o exerncio da va-
ra de direilo da comarca deGoianna ao juiz munici-
pal supplenle daquelle termo, por ler de lomar at-
iento na asscmt'lea legislativa provincial. Igual
eomiuonicifto se fez ao conselheiio preaidente di
relacao.
DiioAo chele de policia, dizendo que no l. de
dezembro do auno prximo pintado, fui remeltida
Ihesouraria provincial para ser paga, estando nos
termal leuae-, a cenia de que S. S. traa; relativa a
despeza fela ruin o sustento .los presos pobres da
cadeia de Barrciros, c di.lo mesmo se deu scieniia
ao antecessor da S. S..
DitoAo meamo, iileiran.l. -o de Inver Irans-
milli.lo a Ihesouraria provincial para ser paga, es-
Iludo nos termos legaes, a conta que S. S. remel-
teu ta dspota leda com a sustento dos presos po-
bres da cadeia do le. 1110 de Floree, .luanle os nic-
les de abril a maio ltimos.
DitoAo presidente lo tribunal do coiniiiercio,
Gommuuicando haver ciucediJo :t inezes de licenca
com o letpcclivo ordenado ao continuo daquelle tri-
bunal Antonio da Silva Btslos Pimentel.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, di-
zendo que podo ulilisar o objectos cxislenles em
deposito uaquelie arsenal, e que forcm necessarios
para o lim por S11K. indicado.
HiloAo direclor das obra, publicas, approvaodo
a lab lia qoe Smc. remellen e f.n organiada pelo
couselho .la directora d*quella reparlicil para aug-
mento dos \encmenlos e salarios da.diveraoa em-
pregadoa, casuaes a operarios. Comiuaiiicju-se a
Ihesouraria provincial.
DitoAo mesmo, inleir,:i>dn-o de haver em vis-
ta de sua ihf.trmac,o. recommoiidado ^hesonnria
provincial, que em pretensa do competente cerlil-
do inande pagur ao earrematante dos reparos da
ponte de Beberilie, Vicente Ferreira da Conlia Mi-
rauda, a quanlia de is>, a que elle lem direilo,
por ler coUocado oilo estivas detaait na rrferida
ponlc.
Dilo^Ao lenenle-ciironel enctrregado das obras
militare., dizendo que para poder resolver acerca
do seu oflicio 11. 125, faz-so preciso que Smc, de-
pois de exainin :r, aileulameiilrV.ifirme se os estra-
gos que teem de ser reparado' na fortaleza das Cin-
co-Ponas lorain eceaaionados poIj lempo ou pelo
servico, qoe cIb prestando a mes.na forlaloza com
o aquarlelainento do corpo de polica.
DitoAo presidente do conselho administrativo
do patrimonio dos erphao?, coneedendo a autorisa-
^Ao que pedio para contratar com Thomai Fernn,
desda Cuuha o arretidamento, por espaco de nove
anuos, da casa em qoe elle mora, pertencciile
ao patrimonio dos orphAoa. *
DiloAo commandante ^p* corpo de polica, re-
eommendando que faca apreseular ao Dr. chefe de
polica urna esculla eomposla de pracas daquelle
corpo, alim de conduzir desla capital para Iguaras-
s qualro reos, que teem de ser julgados |ielo jurv
daquelle lermn, ficaud Smc. na inlelligencia de
que as referidas pracas deveui all permanecer em-
quanlo durarcm os Irabalhot .iu mesmo jury.Coin-
niunic-u-.o ao chi f.- da | "ilicia.
iioAo direcbr da colonia militar de Pimen-
teiros. para informar c"in brevidade qual a desposa
que lem de lazar, e o que precisa qoe se Ihe forni-
ca para montar a serrar!, e o eugenho da fazer fa-
Franeisro de Mello l.im. a sralificaeo que
vanctu nos inezes de abril e maio ulliinus, como r-
cenle da casa dos mendiga-, a ratto de ItzfiOreit
diarios.
DitoAo director do arsenal de guerra, mandan-
do qnneonl/ate como dono ou nwstro .le algum
' os navios que teguirem do porto desla capital para
a do Par, a con lurra 1 de po'v.ira que deixou de
ser enviada no hiale.iSoliralensc, afin de str d'alii
Iranamilllda para o Amazonas.
DteAo laesmn. auiorisando-o a mandar reco-
Iner aquello arsenal ot-artigoi de armamento, cor-
reame v inais objectos conslanles da relaco que re-
melle, f.iruecendo oulros em bom estado ao roin-
man.lanlo do corpo de polica.Communicoil-se i
este.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, para
qoe, dos africanos livres appreliendidoa em Seri-
uhom. man le apresen! quatro aoinareehal com-
mandante das armas, jiara seren empregadot no
servieo da limpeza do hospital regimeiilal.l'arli-
cipou-se ao referido marecbal.
DitoAa engenbeiro encarregado das obras mili
lare., para que examinando o estado de lorie do
Buraco, enve com brevidade um remenlo das nu-
pcias a faicr-te com os c.mcertos que foreni absolu-
tamenta iaoitpentaveti para conservacae do mesmo
forte.
DitoAo presidente da conunis-.lo de hvgjeoe
pulilica, 1 loiiiinciidan lo que finiieci ao Dr. Xil-
derico Rodrigos dos Sanios Franca l.-ite, una pe-
quea anihul.ucia rontendo s medicamentos mais
uecessa.-ios para o Iratamenlo do cholera, e bem as-
sim i libra, dn perxido de manganeso, i de sal |
ruinniiiiii e niei 1 librado cido euliorico, poiiha ,
dou.s cai.idores a disposicao do referido doulor.1
Gomniunicoo-ae a eale.
DiloAo con.cilio administrativo, communicando I
que, por se ler ..presentado o Icin-nle-corouel Aillo-1
nio Gomes Leal, vogal d'aquelle conselho, licadel
iieiihuin ilcito a Domeargo lo lente Jos Ignacio
de Medeiro. Reg Hunlelro, para tabatltuir inleri-]
mente o meamo teueuto-coronel.Fizeram-se as!
outr.is commuuir.ieoes.
DitoA' adininistrarao dos eslabelecimenlos de I
caridade, rccoinintlijando a cxpc.liqAo das couve- !
lien.es ordens, para que seja admiltido no hospital
dos Lazaros, Jos Thcuphilo de Cosa, qoe padece de
elcpliHiitasei.
PortarlaCoucedenda I Joaquim Marinho Caval-
canii de Aibuqiierque, segando eKripurario da I
Ihesouraria provincial, dous mezes dn licenca sem
vencimenlos para tratar de seui negocios.Fc/.-se a
necessaria communica^Ao.
17
Oflicio An Exm. marechal commandante das
armas, para mandar aprsenla:- 11111 sol lado de ca-
vallaiia ao juiz municipal da legenda vara dtslajri-
daje, alim .le entregar oa offlcios relativos a couvo-
raeo do jurv deste termo. C omiiiuuicni-se ao
referido joii.
D.lo Ao Inspector da Ihesouraria, para qua em
yistj io avisa que remelle por copia, esoedtdo pelo
ministerio do imperio de :>7 de maio ultimo, man-
de pagara Coropauha Pernambucana a quqnlia ue
6:0519674 rs. .pie devera' ser levada ao crdito n.
398 de i i da selembro da 1830. Csmmunicoa-sa
aos directoral da referida coinpaubia.
Dilo Ao chef: ae policia, dizendo que pela
leitura do oflicio que remelle por copia do lliesou-
reru da a.liiiini.trac.io do- eslabelirinienlos de ra-
li.la.le. Picaro' S. S. inleira.lo dj achar-se preparada
mira sala 110 grande hospital de caridade para o im
de seren 11-iU rrrulliidos os desvalidos que forem
accommeltiiioi do cholera, eumprindo entretanto
qoe S. S. expeca sua- orden-,aiui de que sejam para
all condolidas aquellas pestoxs que por sua indi-
gencia pr ci-arein d- aoccorros do governo.Agra-
decem-te eo menrinnado Ihesooreiro a promi ii 13o
rom que satitfezt 1.-p, 1..i. da presidencia.
Dilo Ao coininandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, dizeuilo qu- pode
expedir auasordeua para que destaque o Io bala-
Ihiio de artilliaria da mesraa quarda nacional em
suh-l.lii.ea ao 3 de iufaul .1;.. provi .'enriando ao
mesmo lempo par s jam a Ididat aquella corpo o-
guarda- do {',' balalhao ::.j forem preci-os pira f.i.-m-
plelar a forca de l'\) pracas .pie deve ser empega-
da oni aerv .''t > .i- destacanieiito.
Dilo Ao mesmo, declarando que pode dai suaf
rinha, qua ja lfM acham, e que leein de ser mo- ordens para que as palralhas da guarda nacional'
emprenda- nas rondas nocturnas, sejam rondadas
em e.tin nina d is freguc/ias desla cidade por um
ollicial da mesilla guarda nacional.
Dilo Ao enle coronel encarregado das obras
militares, dizendo, em v.sia la -ua niformac.o, que
a despeza a fazer com o relelhamenlodo quarlel das
Cinco Ponas c com o cano que se lem de construir
no Uetmo quarlel, devein correr por coula da Ihe-
souraria de izenda, visio ser essa obra e 'o rclclha-
meuto para eonservaejio do edificio.
Dio Ao inspector da .Ihesouraria provineial,re-
commcudando que faoi suspender a praea ;.unuii-
ia.la para aneni ilacao das obris i'.^ con-ervacAo de
vidos por agua ; declaran.!o ao mesmo lempo, qual
o numero tfe laboas que a senaria pode serrar por
.lia.
DiloAo joiz municipal da seuunda vara, inlei-
rando-0 de o haver designado para ir presidir hoje
s 10 horas da manilla, o andamento das rodal da
segunda parte da quarta lotera concedida a favor
das obras da igreja de Nos-1 Senhora de Goade-
lupe.
DitoAo juiz de orplios .leste termo, recom-
meudando em vista 'lo aviso .lo minislerio da ju-ti-
ca do 1. do corrrnle, que observe b que se Ihe or-
dena na circular que remelle por copia, espedida
pela repartir*! da fazenda em 30 de abril do anuo estrada, e remeU 1 director das obras publicas os
proxro passado, relativanieow a remeta ao lhes'00-1 respectivos orcamcnlos alim de seriin de novo rc-
ro e Ihesouraria de fazen Ja, da demol.IracAo dos
diuhi-iio. .le orbaos e ausentes que Smc lioaver
entregado aos colleetores e adminislradorea de me-
sas de leuda-.Iguaet a l.ilts os juize- munici-
pac e deorpliaos da provincia, e communicou-se a
refi ri la Ihesouraria*
DiloAo presidente da commssilo de bygene
publica, recominendando que trate de ofliciar sem
demora aos facullalivos enramgadoa dos dislrictos
medico* dcsi.i cidade, para que conlinuem a dar os
competentes attestados, aflm de poderam ser icce-
brtos no ceiiiilerio publico . que fullecercm do cholera.
OlioAo Dr. Childerico Rodrigues ,|ns Santos
Flanea l.eile.Constando-.ne que nos suburbios
desla cidadeTrempe e Passagem da Magdalena-
te teem dado alguns casos do cholera, resolv ..le-
sionar a Vmc, paraqaa dr- sem demora um passeio de
ii.P -reAo por aquella lugares e suas inimedianies,
alim de examinar o seu catado sanitario, Qcanda
desde ja incumbido de preciar soeeorros mdicos as
pessoas pobre- que forem all acromo-elllas da epi-
demia ; para o quo requisilara a e-|e governo ludo
quanlo for necessario para o bom dcsemp'nho de
sua eonimissao.
DilorAos agentes da compaihia da estrada 4e
ferro, commnnirando haver a cmara municipal de-
elaradi, que para ler lugar a entrega das chaves do
pdifico requisilalo por aq-ielia companhia, c qoe
se arha rollocado nas proximidades da fortalec das
(anco Ponas, faz-re precito que Since.se ncum-
bam de ohler urna casa orle possam ser abrigadas
os mendigos, que cslao asv lados no mencionado edi-
ficio, visto str-lhes isla m.iis fcil do que referida
cmara.Communicou-se a esla.
DitoAo agente da companhia das barcas a va-
por, declarando que o frele das qualro arrobas do
perxido de manganese, qua em'mnaaqueneia da
portara de 31 de maio nlliuio lem de ser remedi-
das para o MaranhAo, deve ser pago naquella pro-
vincia.
DteAo admini-lrador dos eslabelecimenlos de
carJadc. Devendo-se dar promplo soccorro as pes-
soas pobres que forem accommellidas do cholera na
freguezia da Boa-Vista, e Bcaado esla mal distante
do arsenal de inarinha, cm coja enfermara acabo
de ordenar, que sejam recolhidos os desvalidos das
oulras fre:;uezias, recommeiidn o Vmcs. que desli-
nem nmi parla do grande hospital de candado, pa-
ra seren Helia tratados os meamos desvalidos.
PortarlaDeaonerando, de conformidade com a
proposll do chefe de policia, dj cargo de delegado
do termo de Flores ao capillo Manoel da Cunha
Waii'.erle;. I.ins, poi asdm o haver pedido.Com-
miin.cou -c ao referido clirfe.
16
OflicioAo Exm. presidente do Para, dizendo
que, vi-la da Informarlo que remelle or copia do
illreclm do arsenal de guerra, licar. S. Exr. Intei-
rado, .le que nao loram enviadas 110 hiale nacional
., Snbralense > as -J.'i arrobas de plvora grossi c
10 dilas de lina, destinadas provincia do Ama-
zonas, .
Dilo'.o inspector .la lheaoiirariade fazenda, re-
metiendo por copia j.arn seu conhecimenlo, o offi-
cio em que a cmara 1 nnicpal desla rdade, ao
pssao que coinmunra haver alguem requerido litlo
de aforamnlo de um terreno do inarinha q.ie tira
nos fundo-da igreja ,|e Sania Rila c est reser-
vado na plaa da cidade para serventa publica ;
pede ao meimo lempo piovideneiat a ese res-
peilo.
DiloAn chefe de policia, inleirandn-o de h.iver
evppdidn orden i Ibisooraria de fazenda, pira pa-
cunsiderados. Communicou-se ao referido direc-
lor.
Dilo Ao director das obras publica-, iulcran-
do-o de haver expedido ordem a the-ouraria provin-
cial, para qu? a visla do complenle cettili.a lo
manilo pagar a importancia a que lem direilo o ar-
remalanledos eonceitn da ponte de Iguarassii, Se-
verino tiaedencio Eurlado de llendonea.
Dito Ao delegado lo Orejo, reeommeodando
que Kiaudc entregar ao administrador da correio
detla cidade os objectos perlencinle a agencia do
rorre. daquella villa, os guaes e\i lem em poder
do Smc. cu conseqocnrii de have falle-ido o res-
pectivo agente.
casauamo das abmas
Quarlel general do comrr.aodo das armas de
Peraambucc na cidade do S.cife en 8 de
Jucho de lS6.
ORDEM Di) DIA N. 282.
O marechal de campo, commandante das armas,
faz publico, para os lina necesarios, que nesla dala
eonlraliiram novo engajamento por mais seisanoos,
nos termos do reguhunenli de I i 'de dezembro de
18"i, preeeJendo in-p?ccAo de sade, o anspecada
IrislAo Francisco Das e o sol lado Marlinho Jos .los
Sanios, este di sexta, e aquello chi setim compa-
nhia do quarlu batalho de artilliaria a pe, oa qu'.es
pirceherai, alm dos vencimeutot que por le Ibes
compelir, o premio do 100? is. pago secundo o
Mepoeto no arl. :",.- do decrelo n. 1401 de III de jo-
nho de I85i, e On.to o engajamento una dala de
Ierras de 22,500 braca q.ladradas : se desertaran,
incorrcrOO na parda .las vanlagens do premio, e da-
quellas a que tiveiein direilo : serio lidos como rr-
cretados, descontando se no lempo do engajamento
o de priego, em virludc de sentenca, lverbando-ae
esle descont e a perda nal vanla^ena nos respecti-
vos ttulos, como se arha por le determinado.
7oe Joaquim Cnellio.
gaveis. Por oulro lado, se o soberano pontifico lem
deleminado r.-lebrar brevemente ojobileu simi-
seruUr de 1850 que foi adiado por motivos serios,
he porque progredindo no Oriente urna revolu-
eo que Irara' o I. iumplio da igreja. Es-c Iriiim-
pho, coja crrleza euche dealegna > lodosos fami-
liares do Vaticano, Ole he anda bem mohecido dos
profanos. lio provavel qoe a Sania S leuha reci-
bido de algn- palriarchat grecos votos .1- adhesao
ao livro do Mitlogo J'ririulis Inlilnladoa Igreja
do Oriente, e que e e-pera conseg.iinlenienle una
reconciliacjlo. Sera' um dos maores resultado; da
inenioravet guerra terminada pal 1 cangreno de
Paria, t) czar renuncia aos prnjecbn de Pedio
tiran.le sobreiCoottantinopla e Vili'applicar seria at-
tenego para o lado asialirn .le seu imperio ojide po-
de'fazer o que quizar. Os gregos da Turqua e da
ilellena, nlo confiando mais no autcrata, lalvez
que lenliam esculado as suggesloes dos rmissaros de
Roma e lenliam tomado piii seria consideracao as
doatriuat do Iheol.igo de Srio que desoja saa" reu-
ni.'io eom a Sania S.
A respeilo das relaeAea de Roma com a Itu-sia,
be corlo que o Sr. raj.alleir.. KllialeB rhegara' aqu
com um projecto do concordata que se esla' prepa-
ran.!., no minislerio do cullo publico em S. Petera-
burgo. Dez sedes cpi-ropaes calholicas vAo ser res-
labelecidas na Polonia e na ltussia. No minislerio
do culto publico havera' urna seceao especial para
os negocio, ealholicaa, cojo director se rorresponde-
ra eom a secretaria da Santa Se. lie extraordina-
rio dizer que Roma acha maiores dilliculdailes em
eheg ir a boa inlelligencia com o re no aples, o
qual como ociar deseja ser papa, porem tmenle
na ilha de Sicilia c no cm suas provincias deste
lado doeslieito.
lio l\ publicou um breve aos 6 de Janeiro Ma-
sado eom o inloilo de por lima essa prelencio,
remando de Bombn responden a iss.i rteiiiilli'ndo
os empregadot co sen minislerio eccle-iasiico que fo-
ram faltode energa. Com ludo, grecas a interven,
C*o da gran duquesa de fosean,.cha-e prsenle
mente rilecluada urna surte de reconejliaeao.
A gazeta a Ovilla Catholica, oroo dos jesutas,
fui oulra vez aduillda 110 reino de aples, oode a
animosi.la.le nao he ja o que era ha tres anuos pas-
sado', 110 nulo ,. governo napolitano manifeetu a n-
leneao de apoderar-ee dos principados papes do Be-
neveuio e Ponte Corvo, que se acharo eaeravados
dentro do reino de aples.
0 imporador da Austria he esperado no decurso
do verga, e o palacio l.luiriual est sendo sumptuo-
SBineiiie preparado para sua. receprao. Tainhem se
considera como provavel que o imperador da Kussia
enipreliender urna viagem ao oeste d Europa .le-
pis de sua coroacio, c vira a Dalia por motivos de
raudo de sua m.ii, a viuva dnezar Nicolao. A em-
balsada do cardeal Palrizti a Pars preocupa aran-
demente a Santo Padre. Elle deseja, lano quanlo
for possivel, seguir o ceremonial observado cm Ititis.
qoan.lo o papa Clemenlo l\ loi padiiiiho do lillio
maitvelhode Luil XIV, o duque de Borgonlit, pa-
ra o qual Fcnelnn escreveu o Telemaco. Clemen-
lo IX Cm lepre-entado em Pars nesn orcatlio pelo
Cardeal de Vendme, pruno de Lu/. XIV. O papa
estimara adiar no sagrado rolleg.o um cardeal de
descendencia real para confiar-lhe esla augusle mis-
>Ao, porem o cardeal York, um dos Sluirls Islalie-
lecidos em toma, fui o ultimo cardeal des-a lilllta
sem. Jase cuidou em revestir da purpura o ab-
b.ole Luciano Booaparle, porem ichoo-sc que era
mojo demait para representar o papa no baplismo
do infante imperud de Frailea.
lazem-se agina nvesiigaces nos arrliivos'da re-
pailicao do negocios esliangeiros acerca de lodos os
documentos relativos a mi-sao formular aa inslruecors do cardeal l'-iriui. A prin-
eeta Loiza, irn.Aa do giio duque de Toscana.cbegou
le Cirila Vecina onde se leparon do grao duque
que f.. a aples com seus .leus filbos, os archidu-
que- Fernando e Carlos. O objeclo de sua visita a
Romajie, segundo dizein, a-si-lir ao anniversario da
salvaco milagrosa do papa e sua corle, da calas-
Irophn que livera locar no convenio de Sania Ignez
ios 13 de abril do anuo prximo passado.
APLES E A SANTA SE'.
ftapoles 31 de marco.
1 ma grande causa de quena da parte dos papas
lem sido haver o juiz do tribunal Della Monarcliia
concedido dispensas malrimoniaes c pronunciado di-
vorcios em opposicA.i aos dileilos do concilio de
I rento. Hontignor Bi/arii fui enviado o auuo pas-
sado para cha.....r a sena allencAo do governo sici-
liano a esle objeclo ; porem, como enlAo e mais re-
eeniemenle Ihe commoniqaei, depois de inultos me-
zes de demora, vullou a Roma sem nada haver ob-
lido.
Depois disto, pela inlerteoco de um personasen
dislinclo, inirou-se em alguma combinarao. Quem
he csso personagem nao .. sabemos de cerl ; porem
aeonclusflo da concordata com-a Austria, e asfre-
.ljenles visitas dos principes austracos a aples
110 outono do anuo passado, servirao lalvez para
laucar aluuma luz sobre o atsumplo.
eixando todava o que he timplesmente conjec-
lural, o que he positivo he que no mez passado ;fo-
vcreiro) um breve lora convencoiia o enlre o papa e
o re. o qual ja chegoii 1 aples, posto que nao le-
nha nin la reccbldo .. real exequtur.
O breve intima aos bispos da Sicilia que todas as
appellaroes na- cautas de matrimonio em cerlot
eraos, em vez de seren discaliflai o decidida! palo
juiz do lrib1111.il da Uonarrhia de S*cilia.dever9o pa-
ran futuro ser levadas a Koma, Todas as appelia-'
roes pesspaes ..os mcmliros ds corporacSes religio-
sas, assilii ci-1110 do clero secular, devorA > lamben
ser agora levadas a Roma. Comegointemenle a ver-
dadeira lignifiea^ao e eslensgo desla medida nao pu-
de ser apreciada em quauto nao livermos o breve.
>. presente mez de marco tambero o governo de
aples espodio urna circular aos bispos dv Sicilia,
eonfcrindo-lhes a adminlslracae da propriedade ec-
clesiastica. Ale agoi ella lei sido administrada pe-
lo o Omsigiii dei Ospzii >. forma I de leigoacom nm ecclesiarticooceaalonal, com lo-
do toa informado que a vendada propriedade ler-
riturial erolesiastica na Sicilia, fii.a nao s seria-
roenie discutida, sendo lamben saoccionada por um
decrelo. e que o produclo reanlfante sera' laucado no grflo l.ivro ao crdito da igreja.
1'odavia be incalenlavel o bem que se lora' a Sicilia
rom a venda de-sas ierras, que Fio as que peior sao
cultivadas ita illu, e que segundo son informado
por boas autoridades, montan; a Ierra parle to to-
tal.
Oulra importante medida siciliana que agora est
sendo poslaem execucao. be a vendadas Ierras dei-
xadaa p.ra lins d" caridade, lugeitas a a guns en-
eargos religiosos. Alcancou-te permissao pata ven-
de-las e ja urna grande porcSo dellat tcm sirio ellec-
livainenle vendida.
Por lano, seo papa lem adquerido nma eerla
mtlllia d poder na sirilia. nao se pode negar que
as mais maieriaei e benficas mndaneat tero sido
effeelnadas na poasessao da Ierra ; mudencas que he
.1 esperar, coniluziAo a grandes melboramentos
a.'rieolas.
Imposta qoe digamos lan-.bem llgoma cousa do
reino. Alo acora a lei da censuro da imprenta li-
nha-ido indistinelamenle applieada aos clrigos c
leigos ; de boje por rilante asearlas cnrvelicas dos
bispos dever.io ser isenlat de sua opcrarAo, e o go
verno resigna o direilo de examinar que o alio cle-
ro possa dirigir ans seus mi- ordinados,
Oulra mudanca mui c.n-deravel do mesmo ca-
rcter e Jendenna be a que culloca um grande fun-
do pecuniario i disposiego dos bispos. Devo. expli-
car. Temos nesle reino nma immensa lommn de
propriolade donada para o e-lahrlceimenlo de ins-
liluicoes de caridmlc involvenda l.iiubem certas
ohrigaces de carcter, icligo'o ; Ins como, lintel
missas pela alma do testador, 011 rep.iri.cao da ca-
pello da in-liluicao r a maiiiilenc'o do cuito publi-
co. Todos esses fundos unidos formaran o que se
chama ne-le paizo FondiPif laicali, ou em ama
palavra, a Bentfunsa, quesera administrada pelo
consigh deOspizii. composlo de um memhro do
clero e de una maior p.ircao de leigos
Dos fondos de cada insiluco rotiraram-sc rani-
laes que prodnzem juros na importancia do que se
quiz que foste gasto neslBa encargos religiosos, e en
cada bispa.lo foriii esses capilaes recolhidos o Ihe-
souro episcopal.
(Timar.]
,GARTA DO CZAR AO CONDE NESSELKODE.
Conde Carlos Wassiewilsch. A carreira de lio an-
nos que leudes pereorrdo he atilgnaladi por nu-
merosos e importantes serviros prestados so Him-
no e a patria.
Postea constante col labora.!or de dous aogualM
monarchas. o imperador Al' landre I c m. 11 augus-
to pai de gloriosa memoria, os quaat em sua polti-
ca exterior nlo tiveiam dame dos olhos ueiihum
oulro objeclo que a inanulei.rAo os tratados e a
consolidaclo da paz da Borona.
Qasndo recentemenle ie -.111011 a guerra, semeser
esperada. enmprWes minhaa intencoes, prororando
acalmar a opniiAo publica IfSOClada acerca dos pro-
jeclo ambicioso ailr.bni.los Ru-sia, e p. lo modo
jiidicioso porque vos honveales dentro dos limites
de voss.s deveres, ccnliliuisles para a 1 lira da paz
felizmente caosommsda. Dispensando^vos, a vosso
pedido, da direccflo do minislerio dos negocios es
Irangeirus, contidero de meu dever expirsaar-vat
nesla ocrasiao, do mais ntimo do eoracgu, lodo a ga-
ranta que sintu pelo cuida lo e Irahallio de que dts-
lc. piova no decurso de 11111,1 carreira lao longa
quanlo dignamente percorrida. Desejaudo consoli-
dar a paz pela mauntenrlto de reiaer,.-- omigaveti
rom s estados estrangeirae, eslou convencido que
Conseryando-vos o l.iolo de chanceller do imperio,
achare em vossa oxperiencil o roail uhl apon para
a reali-acAo do objeclo que lenho me propO'tO. Ex-
pretsando a miriha parlicalul benevolencia para com
tosco, eiivio-vo* o retrato de meu augusto pai de
gloriosa memoria adornado de diamantea e jurla-
menle o meu para qoe os tragis eom I lila de Sjn-
lo Andr. Voseo multo all'eieoado
^lexandre
I ma caila de Roma dalada de 13 de abril diz o
segiiiulc :
Se os negocios temporae* ria Santa S nAo eslAu
em urna cndicAo floresrenle, nao se pode dizer o
mesmo de sena negocios espiriluaes,
Al1 un melhnramenl.i lem bavido em snas rela-
cBeseom a Bespanba, aples e Russia. As que
ella manlem com a Auslria minea foram mais ami-
rlTEBIOB.
t:OltltLSlHXDE.\t3ASI)0 IHAltIO DE P! 11-
xahbOco.
PARA',
liellcm 10 de maio.
Segando as milicias qne nos Irene o Toianlnn,
be de crer que nesla dala ja o maldito viajante leuha
levantado os seus arrejaca, c dilo o'seu ullimo
adeosa essa bella e inleressanle provincia, e corlo
de que t Providencia Divina sim permillio. riou-
Ihe os meus sinceros parabens e ios seus compro-
vinciano?, nao sn por se verem ja hvies desse lla-
gello como por lerem escapa 10 lis suas garras
O oslado sanitario nao sii desla capital como de
loda a provincia he o mellior possivel, merco de
Dos, pois neiiliunia molestia contagiosa ou de mao
carcter rema epidmicamente ; apcn.s se sollre de
lebrel inlermillemes, que como sabe. sAo endmi-
cas de todo o Brasil, e proprias da eslacAo em que
nos adiamos, mas sao geralmenle benignas Na
Villa de Macaps qneihe reputada o foco principal
desla molestia, e onde ella rema com carcter quasi
sempre grave e de maneira que se ,Ao mala logo,
teja DO indivi.iuo aotTriraentos, que mais larde o
levam ao liimulo, ha dous anuos 1 esla parle (em
ella driado de se manifestar. Atlrlbae-se Mo o
derruhamenlo de grande pai le de un immema Do-
resta de asarruseiros, cijo veneno desprend,),, das
lolbas. que rahiam e -o piMrt-fazlam nos panlanos
que cirrumdaui a villa, era a causa daquella enler-
nii.la.lc. Maeap fot nina das melhures e mais iro-
porlantes villas desla provincia, mas hoje acha-se
minio ilecahida, e com noiir.i populacAo em conse-
qiienna daquella endemia ; pelo qi.e'mulo 1.I1I se
na que o governo olhas-e para ella cam allencAo,
e njindaue dotlrulr toda aquella mala do a-saru"se-
ros, a qual com raigo he considerada como causa do
seu atraso.
No dia 29 do mez patsa lo.pelas ti horas da tarde,
embarcou o Sr. Kego lluros para a rorle a lmar
assenlo na cmara temporaria romo depularto or
essi provincia. O Exm. Sr. Iteaurepare nada pim-
pina para nessa oecasino corresponder a urbaui'lade
o delicadeza com que (i reoehido pelo Sr Kego
Barros ; convidoii ollicialmenle nos chefes oempre-
gados de lodas as reparlices para aeompanharem o
sen antecessor ale o porto de embarque, onde man-
dn postar urna guarda de honra ; e oiin obstante
urna formidivel pancada de chova que cabio na-
quelle momento foi al a bordo, quereudo assim
pagar a fineza de l.i s>r rerebi.lo pelo Sr. Reg Bar-
ros, emllni de parle a parte houveram loda a corle-
zania c deferenri 1 postiveis.
No nia .lo correle laiubem deixou esla provin-
cia coro destino a do Amazonas, onde vai louimaii-
dar as armas, o K\m. Sr. coronel Severo Lima ; 0
aeu embarque foi alo mesmo modo concurrido das
petrosa mais gradas desla cidade, cuja rslima c'af-
leirAo o Sr. Severa loobe em lio 001..... lempo an-
gariar pela sua con lueta.ja como liomero publico, ja
como particular. Devo aprovcilar o eiisejn para fe-
licitar os amazonientej pela ventura, que vAo ler de
po-suir o Sr. coronel Severo, cuj .s etforeea reunraot
aos do Exm. Sr. Dr. Vieira, muilo eODCerrerlo pa-
ra o tngrandeeimenlo e pr..-peiidade daquella nat-
cente provincia.
0 Exm. Sr. Beaurepaire ja lem dalo exuberantes
provas de sua aclividade. e de que o seo governo
ha de ser illuslrario, imparcial e a prol d feliridade
desla provincia ; ja lem visitado a quasi lodas as es-
lanos publicas, sendo para notar-teque a sua visita
nao lie de simples formalulade, porque di mo. a-se
batante lempo, indagando iodo rom minuelosidade
e couvers.ii.lo coro os respectivos cheles s bre as
precisoes e reformas de cada urna dellas. no que |em
mostrado minia prudencia e Inlelligencia. No sen
Uato particular manifest sempre mulla alTabilld.ide,
Ihaneza e atlenege lauto ao rico e Ggniio como ao
pobre e plebeo. A sua Exm.' familia procede do
mesmo modo, pelo qne ja lem adquirido muila sm-
palliia e estima.
Assim pois cielo, que posso dizer Ihe. que a cor-
tad,, foi a esculla do nos-o monarcha fazendo-a re-
cahlr no Sr. Beaurepaire, e o Para feliz, e lauto
mais assim posso exprimir-roe, quanlo os preceden-
te.- de S. Eve. como vicc-prcsidente do Paran, -ao
os nielh,.res possiveis, e quanlo he de esperar, que
Coma illusIracAo e lino, que lem S. Ese. 11A0 se dei-
xar.V elle allucinar pelos paeudoi cnticos das terei-
os poltica', de qualquer lado que sejam, que he a
nica cousa, que no Para, onde o povo he dcil, e
obediente, ra um presidente de-viar-se do caminho
qoe ronvem seguir.
Sempre que um presi.ienle nAo se entregar intei-
ramenle a um dos la.los polticos, que aqu existem,
e fuer juatica .- quem merece-la, pondo de parle
toda e qualquer coiisi.leracAo, o seu gavera a sera'
I em succedido, e o sen nome sempre lembrado. E<-
lon ronvencido que he e-lc o programma que pre-
tende p.'.r em pralira o Sr. Ile.inrepairc.
No da tido mrenle leve lugar no paco da miini-
eipalidadc desla apilal a apuracAo geral dos que
lem de represeolar a provincia na futura legislatu-
ra.
O Diarie do Cooimereio depois da rhegada do
Exm. Sr. Beaurepaire, tomn geilo e acabou eom
os insultos e convicios, siipponho que foi para S.
Eve. nAo apreciar os helios artigoa nelle publicados,
r ,.s sen- redactores passarcra por nio.crados e ho-
nestos, mas terde piaran!. ..
NAo posso deivar de aqu Ihe Iranscrcver aseguin-
le sextilha rio urna caria escripia pela genio daquel-
le Diario, a qual foi publicada tres das depois de
ler o Exm. .V. Beaurepaire Ion edopsae da ad-
lainislr-icao da provincia, porque em lal cir-
cumslancia lorna-se nolavel, c mesma quando nao
leuha algum lim parlrnl ir, nAo porte deivar de ser
considerada como a maior das imprudencias, e levi-
anda '.es de lal gente.
Eisa sextilha.
.. Qualquer Pvtrica governa ;
.. Ire Marlinho, grandemente ;
< E qualquer ./o;io da moda
Eis a sorle despracada
a Que o Paralen no piesenle.
Felizmente os que boje esta. escrevtnhando para
aquelle jornal sAo tres criancolei, que em nada n-
lluem.
Adeus
CEARA'.
Forlilea Iti de jiinlio.
Meu amigo. Fisiou em crise, apeiar de nao ler
cliega lo ale esla dala o ToeatAS, que desde hon-
lem se espera, vejo approximar-se a cada mom-nto
a hora do cumprimeiilo do meu dever de correspon-
dente, e baldo o canhe dio de| nolinas inleressanles,
nAo sei por onde coinece o meu traliallio. Ao menos
os pocl.is leem o de-afag d invocar Apolloe as Mu-
sas pora es inspirar, porem. um pobre correspon-
denle. que se v hallo ao naipe, nao lem recurso,
porque nlo pode lomar vos de imaginario, phanla-
>ear nsonhos qnadrot, c mu'lo meaos cantar amores.
Aqui lio, como la dizein. pao po, queijo queijo. E
se ao menos .leales dous gneros livessemos abun-
dancia, bo.. cousa : sena j materia para uro agra-
davel exordio, mas succe.lcndu o contrari, olvde-
nlos isso.
t:oroo a cou-.i em que mais se Talla be 110 que diz
res|ieito a sade publica, della vamos fallar em pri-
mejro lugar.
Esla capital gozaaaode, deaappareceram osdeilu-
xos msis de prt-ssa .loque esper.iva, todava alguns
caso* de Mires gstricas c sezes se apretenlaram,
porem rares.
O resto .'a provincia nao vai bem, parece qoe com
augmento dos Esculapios aostnenlam-te epide-
mias. Alm da f.-lire amar, lia o do cholera falla-te
en. nina ierren... Informa o Dr. Ildefonso, que n.-
villa do Pereiio cilla nma l'chre, 1 que elle baptizan
por escarlatina gangrenosa n0o obstante esle
tenivel d aguostico, pelas ultimas nolicias d'alii re-
eebidss, ella nao ten feila progres-os. e os habitan-
lea daquellea lugares zombaram do mal. t o toma-
ran por estas febres chamada! ou conneedas pelo
nomo genrico de maliqwn, que cosluroam a reinar
pelo serla 1 no li.r. da etlaclo invernosa, e que se-
gundo o mesmo Dr. informa, lem feilo pencas vic-
tima-.
Pela comarca do Cralo a cousa se lem lomado mais
seria.
Dizein que 110 lernio de M/ilaeres o Judru appa-
recera alliem pesaos,com seu temblante esgrovinha-
do, porem. nAo obstante o seu aspecto sinislro, che-
gara cnilejsniloaquellea povos, apenas com benigno
encommodos ; de sorle que a popnlacgo se aebav'a
animada, e as autoridades firmes em seu. postes, dis-
pou.lo os maleriaes para combale-lo. Nao linham
loco recorrido as balas de limito, porque consta que
em anuos anteriores hoovera em toda a comarca do
Cralo urna niorrnha nas arvores de espiuho. que
muilo poneat escaparam da lepra ; todava Oearam
na estacada eom unirs manieses. Dos qoeira que
balam o inimigo completamente, c assim o devo cier,
porque aquella comarca acerca Me recursos para a
guerra he ubrrima, ja o Piulo Madeira all fez una
que abalou u imperio, eom armas, que eonsisliam em
cceles lenlos, e o mais ha que lia quem diga que fi-
leramo mesmo elfeilo de 11111 trabuco, 011 lalvez urna
a minie.
Em Sobral a febre fazia progressos, a presidencia
ja la man.Ion um facultativo.
Em Sania t'.ru/ nao consta que ella lenha progre-
dido ; anda na> vollou o Dr. Cassiano, que para l
seguio em commistao,
Eis em resumo o nomo estado sanitario, se foste
deseriplo por algom prolis-ional 11A0seria lito simples
porque havia de fallar-se em primeiro lugar da hy-
gieue, cm segundo dos roiasm'S deliierios, das eroa-
natoes nirphilicasilas aguas paludosas, cinlim de lu-
idas as causas morlmlas ele. etc., mas cu quanlo a
I molestias... as coaheeo depois de baptizadas, eqaan-
j lo a ,:.e licaiiicnlos so os nomeio por ambulancias, e
I lambem nunca linba ouvido fallar em Ilutas, lem-se
I geiiealisa.lo la..lo esse nome que eu mesmo lenho
raedo de me lomar ainhnlaule !
Temos mais um faculi-livo, o Dr. Vital, viudo do
I Rio Grande do Norte, ja bollamos na provincia I",
agora lemos 1S, e a maior parle de-dc-j eslAo am-
bnlanles, e alguns nAo esle nlo he por falla de
von'adc do Exm. -.,, |)r*||erru|aiio ; be porque
alguns dellas meamos amaro mais a immol.ili.lade !
A Iranqnillidade publica vai uptlmamenle, porem
a seeuninra individual vai mal. Enlre oulros mol -
los ataques faltos a etla e a de vida, lemos o petar
de registrar mais urna morte brbaramente [-rau-
ca ria.
Jo* Ignacio Delmiro acaba de assassiuar, na Ser-
ra Grande, sua piopna mniber, apertando-lliecruel-
mente o rasiiate, e lorctndo-lhe o peseoro ; depois
do que dizein que sabir I para fura muilo fre-co o
fora jugar .'
F.le desalmada on inlrourable foi capturado.
Vou lindar esla com nina lamentarlo. Desde que
comecou 1 apparecer algum legume, que se espera
que os gneros de priinrira neces-idaile deteam do
subido preco que lem conservado, roas a-siro nao
lem accontecido, a exeeprlo da carne de gado que
lem barateado, os oulros gneros se coiiscrvam na
mesma caresta.
E nAo he sii islo, a caresta lem se eslendido a lo-
das as censas.
Os proprciarios levantaran) rs alaguis, os ttpa-
leirosdebraramo preco do calcado, os jornlenos
li/rram o mesiii.-, m os pobres do- empregadot he
que nada lem em seu favor para compensar esta
iisproporrio, 1 pelo contrario a muitos se Ibes lem
dobrado o trrico '.
Se eu anda conservasae os hbitos de csludanle,
faria como squelles da Paoliea, que eantaram a sua
trisle vida, cantando lambem a dos em| regados d'a-
qui, de cuja s.-rle n.c rondo., tpezar de o nlo ser ;
priocipalmeole de alguns que lem familia pesada c
que qiierem \iver com honra.
Quando e-la manilla Ihe linba principiado a es-
crever etla, ..inda irAo lilil. chegado o vapor, o que
succeilen depois, e como sabe boje mesmo nao lenho
mais lempo senlo para dizer-lhe o saudoto adeos,
e eiiviai-lhe o rordial .implexo.
bondade > sempre Ihe ha dado a liberdeda. He'lem-
po, he lempo de se acabar com os patronatos pata
ladres c assassinos ; quem protege o roubo e o as-
sassiuato he lAo bom como quem ronba e mala : he
urna vergonha, he um desar para um pai/, unde ha,
ou pelo menos .leve haver, bro-, dar se o mAo n 11111
ladrlo convicio, e a uro assassino de profisso. \ico-
macho por ser 111.10 marido, como se diz, nao pode-
r.i ser recrula lo .' Se o jury o absolve, nao havera
uro canliulio na le onde s. possa Interpretar, que
quando nao houver pui.icao 110 jurv, baja una me-
dida que salve o ddadio das garras de um Xico-
inacho 1
Iloulem foi, na Soledade, atacada urna prela,
e quando o inspector Lemos acudi aos gritos la vic-
tima, linhau-ae evadido os ag,;ressores.
Consta-nos que f.ira preso um ladro na ra
do Rosario eslreita, 110 segundo andar de un so-
brado.
Foram encoolrados na Soledade, pela pi.Irullia
de anles de lionlero a noite, dous pelos armados de
facas de pona.
Consla-nos ser hoje o segundo baile masqu
no palacete aroarelln ria ra da Praia.
Anda nao cessaram de lodo os casos de chole-
ra-espordico, quo leein apparecido ha dias por en-
lre a populacAo ; ha dous das foi accomraell'do um
jonto a ponte, e foi imme listamente transportado
pela polica ao hospital.
NAo consta continuarem uestes ulliinus dina al-
gumas u brinca.leras de cerlos moradores do boc-
eo do Calabouco e seus immediaios, que davam cm
resultado a .. pureza 1 da bolsa dos trantilaulet, co-
mo j succedau diversos. Dos qoeira que conli-
uoe, e que para all convirjam as vistas da polica.
Consla-nos que ero cerla e bem conhecida ra
pela historia que a distiagae, Irabalham dous cga-
reiros, os quaes deram a na fina 1 de multaren 1
lodo e qualquer que por all passa, a ponto de um
delles ja se haver bolado para una p.ss... que quiz
repellir seus alaques : cusla-uos pnuco declarar a
ra e o nome dos engracadinhot.
Na ra doPai ria Luz iiioram mis o meni-
nos 11 que lizeram da -ua porta da ra de Ma casa
espelunca vadiorum ; nao he coro islo que nos im-
portaramos, se laes a meninos nAo des-em em in-
sullar a quem passa, sem dislincrAo. dirigindo mui-
la vez motejos gravis-imos mullieres : oh meus
amiguinltos, por bondade nao facam estas cousas,
que he muilo feio, a nao condiz con quem lem ca-
ra de asente !...
Cuidado com a ra dos Marlviios! lem .-.lli
urna casa, que parece espieitar quem passa paia, de
propoailo, despejar.lli- boas aunas : .1 grata 11A0 esui
la das peiores, com a dillerenea, porem, que lalvez
anda paguem a agua com..., "ele.
Todas as fabricas de garapas picadas e a/.elas
se ach.i.n em aclividade nas 'inco-Ponlas csuas im-
inediaroes, lambem esl.i montada e Irabalhaiido mui-
lo a do Campo Verde.
Na ca eshr monlada a grande fabrica de Hipas : a mons-
Iruosidade all existente de bufadas, 11 rendengues ,
senaria, porcaria. bichara excede ao quanlo se pode
imaginar : oh se o Sr. fiscal moraste na dila ra,
.lilao bem eslaiiam os vizinhos, porque u Sr. fiscal
nao quereria ser incommodado, e ur'vieliml de al-
gum espordico, c como infelizmenle assim nao suc-
ccle :
Fiquem os vizinhos
Assim perfomados,
Paredes e ira-les
ludo sujo ....
O sargento espalfia-falo 00 airanca bofes,
desertor da guarda nacional, .leu agora para inspec-
tor, e he um feroz :
Que s prende pelo coz.
Elle nAo quer, e faz muilo bem, que negro enlre
ua venda, nem que negra saia della ; mas olbl que
nao v parar 110 serlao para lisralisar o leile de l.i !
Assever.i-se que a abundancia e preco do gado
oas reiras be para se vender a carne nesla cidaje a
oilo al 10 patacas, e istn com grande lucro dos Srs.
marchantes, alguns verda.leros espordicos ) mas
qual? De inanhaa loma a U e a larde a 12, mesmo
por desaforo... que elles nao sao de ci barrigadas !
Dizem que lem subido consirieravelmenle a re-
ceita dos correos desla provincia, quer laqu para o
centro, quer daqui para .1 corte, quer daqui para 1
corle e para o cenlro ; uuoca a corte esleve em lan-
o contacto com os senes e os mamados Mull
un rorali:oh! e que duvid n.io havera
quem nao se julgue com direilo, pelo menos, a urna
supplencia de candidato alejlo : e digan 1 Ja de
agora uthl-te para urna .1 phyloslomia n he de um
candidato I Collado... oem sabe qoe cama Ihe pre-
paran os maluliuhos I".' Realmente : ha quintos an-
uo- 11A0 se v no parlamento nacional um agricultor
intelligente e independeule, que saina defender e
propugnar pelo progre-so desse inex-.olavel ramo de
riqueza publica e particular, que, a olhos vistea, de-
linha. e morrera se nAo houver quem, a lodo o tran-
se, procure levanta-la do tslado mortal e vergonho-
sn ero que se acha. NAo se quer s Iberias, e nam
esses discorsos brilhanles, mal qoe vasios de von-
taric >i lervem s para dar nome aos que os deco-
m : quer-se garantas, quer-se no parlamcnlo a-
ores c fazcn.leiros inlelligenles, que us lia, oa
jearregnem sobre seos hombros o pesado onus
Foi lambem approvado um parecer de cemmissau
enca regada de examinar e informar sobre o estado do
inaln.li.uro, prupondo que por 01a se parasse com as
respeclivas obras, al que podesse acamara di>por
de melhorn recursos pecuniarios, e mesmo por 11A0
irem bem os Irahalhos, em coosequeucia da falla de
direcrAo e de economa. Mandn--.- communicar
islo mesmo ao director interino das obras publicas,
para mandar dispensar do servico de apontadur a
pessoa que delle esta' encarregado.
D'spacliarain-se as pelijocs da adraloislraro da
companhia de Bebeiibe, Fraiici.-co Bolelho de An-
drade, Francisco Antonio das Cbagas, Francisco de
Barros Correa, liancisco Fraiiklin Celeslroo de An-
drade, lltnnque Gihson, Jr, Miguel Teixera I j-
roa, Juvencio Francisco Gomes, JoAo Mantel de Si-
queira, Jos Luiz Pilla Oitigueira, Jos Francisco
Pereira da Silva, Joaqun Jos da Rocha, Luiz An-
tonio Rodrigues de Almeida, Ricardo Romualdo da
Silva, Vicente Ferreira Gomes, e lavantou-se a ses-
sao.
Eu Manoel Ferreira Accioli', secrelario o escrevi.
Bario de Capibaribe, prndenle.Reg e Jlbu-
(/uen/ue.llego.Hameiro.Mello.
BEFABTIQAO DA POI.ICIA.
Secrelaria da polica de Pernambuco 19 de iuiilio
de I8)l>.
Illm. e Esm.Sr.Lvnao conhecimenlo de V.
Exc. quedas diHereutes parlicpacOes boje recebidas
nesla repartico consla que se deram as seguales
oceurrencas :
Foram presos : a minha ordem, o soldado do d-
cimo batalblo de iiifanlaria Manoel Alves dos Res,
por ser encontrado fora de horas com urna bavonela
em punho, Ravmundo Jos da Silva, por ser fugiti-
vo da eadeadeSerinhaem.
Pela sobdolegacia da freguezia do Recife, os ma-
rojos americanos George Lambe, Willians Hariison
a requistclu respectivo cnsul, os prelos e.cravos
fialyro, por rugido, Ravmundo e Bartholoraeu, am-
bos por brisa, o portogue, Anlonlo de Almeida
Brandao do Souza. |mr de ubcdienle, e o marinhei-
rodo hrigne de guerra aCapibarJbea, Jlo Davon-
lay, por tentar contra a existencia de Maria Fran-
cisca dos Alijos.
Peto subdelegarla da freguezia da Boa-Visla,
Manoel Francisco de Lima, Edoardo Jos da Silva
por bria. e Francisco das Cbagas Doarte de Olvei-
r.i. condecido por Xico-macho, por suspelto em cn-
ine de roubo.
E peta subdelegada da fieguezia da Vanea, o
pardo Miguel Teixera de Sanl'Anna, por desordem.
Em oflicio do 12 ai eorrenle rrfere o delegado
do tetmo de Ciruar, que no dia ." fdra assasiiua.h
com nma meada 11" lugar do Riachlo, dislricto de
Panellas, Anlonlo .Manoel da Silva por Filippe N'erv
que consegnio ovadir-te, tendo-te procedido a com-
petente veslor. para a formacAo da colpa.
O delegado do lermo do (tiuque lambem refere
em oIDeioi de 2 c i deslc mez.qne no da 31 de maio
lindo, sollr-ra uro tiro J0A0 de lal. dado oor Alberto
Jos dos Santos, que foi preso c contra elle se esla
proeedendo ao cump- tente summario; e lambem as-
miii que f.ira preso Manoel V.l.lo por crime de leu-
laliva de morte pralica.la ua pessoa do leoente Je-
ron) mo Vizde Albuquerque.
Deoa guarde .1 V. Exc,Ulm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio lelxeira de- Macedo, presidente da
provincia. O chefe de polica interino, Dr. Poli-
carpo >pt< dt Leilo.
s" SO
Illm. e F.xm.Sr.Levo ao cunliecimeulo de V.
fcxc.qua das dillerentes participaees hoje recebidas
nesla repartirn, consta que se deram as seguntes
ocrurreiicias :
Foram presos : pelo juizo muniripr.l da primeira
vara, o pr.rluguez Jlanoel Gomes Moreira, por cri-
me de estelionato, e Vicenl Ferreira te Sonza Mu-
un, por se adiar pronunciado em crime de fen-
mentos.
Pela subdelegada da freguezia do Recife. os pre-
los c-travos Domingos, por desobediente. Antonio,
por espancamento, e Domingos, por insultos
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
sclbeiro Sergio Icncira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe de policia interino, Dr. /'oheor-
po Lopes de Ledo.
gricul
qiiae
de lulirein com ludo, que possa embargar o augmen-
to e p'osperidade da protlaalo que os honra
E. mis, ooegoefaja pareeeumelbor e mais sau-
ilave! minia gente, e agora linda mal se acharo de
lngua branca por se dizer, que o governo entrega-
r o c impo frauco aos coiilendorcs, c de oulra sorle
nAo putera ser.
[lontem, por volla do mein-dia, ia-se dan lo
um incendio, proveniente de nina explosAo de mas-
sa de Ifogo de artificio que se eslava fabricando na
ra sinos.lmas felizmente nlo houve grande mal.
O lal meco das Arabias, esse famoso campeAo
de .< Maricola a nAo he o Sr. Anin Barbosa de
Albuquerque, morador na mesma loealidade : nem
lodo -f-Bhe Barbosa, e nem lodoThe tolo !
llospilal de caridade, PJ deiunho, 77 dnales.
'Al amaitkita.
ih&MMQ,
PAGiaU nVULSA.
CMARA MUNICIPAL D RECIFE.
SESS' EXTRAORDINARIA DE 7 DE MAIO.
DE ISJti.
f'J-csdcneta do Sr. barao de Capibarihr.
Presentes os Srs. Reg c Albuqueique. llego,
ll.ir.ii.i. Mello e Gimeiro, fallando sem causa parti-
ctpadaloa mais scuhores, ahrio-se a sesslo, e foi lida
e approvada a acia ria antecedente.
Fui lido o segundo
EXPEDIENTE:
l m ollieio do Evm. Sr. presidente da provincia,
reeomineiiilan.lo que. em consequeucia da delibera-
cAo di assemblea provincial, chtmaste a cmara a
um supplenle para substituir a vaga deixa.la na mes-
ma .1ml.l.'.i pur J0A0 Alfredo Correa do Oliven.1,
cuja eeifAo foi considerada nulia.Inleira.la, por
se ler jissim feilo logo que se recebeu o ollieio.
Oolijo do mesmo, lambem paia se-ch,marem os
snpplebles Padre Vicente Ferreira de Siqoeira Va-
reja h|1 JoAo Valenlim Villela. eui Pagar dos depu-
rado! francisco Carlos Brandao e padre Joaquina
Pinto de Campos.Que se chamas-e.
Oulro do procurador, dizen 10 que he opiniAo
do adkogado, que a viuva de Joaquim Pernan-
des d A/.evo lo, quando queira coulinuar com o
cntralo da arremataran das rendas das ribeiras, fei-
lo pelo seu finado marido, deve amanar novo termo
coro nadares, ero que esles se n-spuiisalnlisem pelo
pagamento das ledras, que se lila de vencer alio
lim rio. mesmo contrato.Inleirada, e mandn-te
lavrar lermo de uovaoo do ronlralo. *
Huiro do mesmo, consultando a quem perlencem
01 mal iriaes provenientes da demolile da casa des
aprop idil.i ao cidadlo Antonio Jote de Uagalhlet
Basto-1 vislo qu- se acha realisada a desspropriaego
Madou-se responler que cmara.
Oulro do administrados do cemitorio, pedindo nlo
cansinii a cmara se dem guias para inhumarem-
se ei| catacumbas cadveres de eliolerirot, ou de
lyplioj visto que daabeilura dc.-s.s sepulturas pule
resultar mal a salubrida.lc publica, como lem acon-
lecidoj ero oulros palies. One se ouviste a apinilo
di commissAo de hygiena publica a estermpeito.
Out|-o do me-1110. coramunic-ndo qu 110 dia (i rio
corrende foi para all couduzido cm cabeca de pre-
los o .-1 laer do preto Antonio, csrravo de Joaquim
Jos Pereira MagalhAes, a qoe se refere a guia n.
LglD, linfringindo-se assim o disposlo po arl. 67 da
regn lamento do ceinilerio. Oue fosse o oflicio re-
roellido por copia ao fiscal, para proceder como Ihe
cumpre,
Outy-o do fiscal de Sanio Antonio, participando que
hoje d sisara de ser guarda municipal da mesma Ire-
guezil, Joaquim Bernardo Soler... por .11111 ihe
haver declarado.Inleira.la. e ni3iidou-se commu-
nicar 1' eoula.Ion ..
Oulro do engenhciro cordeador,informando que,
leudo examinado o aterramento do alagado da ra
do Bnini, que priueipiou a fazer Francisco Bolelho
de An.lrade, arha que se Ihe deve paga: por es-e
Irabal 10 tlj) rs. Uandou-te pagar do* HMitMi-- rs
recebi los nllimamente da Ihetouraria geral para a
a das mas.
Oulto do li-cal a Boa-Vista, respoodendo a'por-
de 2I> de abril ultimo, que era venia.leira a
algadeira nos fundos do quintal
de Ricarda Romualdo da Silva, prximo o
de S. lionealo, e que o mesmo Ricardo Ihe
declarara que eslava tratando de sua remora 1 para a
Cabanga, que 11A0 tinlia ja eflectuado, por ser mui
baixu o conservar-se alagado, no lempo invernoso,
o lerVeiin all destinado para este lim.Inleira.la.
iNe-la ocra-io leu-se urna pelici dn referido dono
da tal tadeira, pedindo c nsentisse a cmara ni con-
scrvaiAo da mesma no lugar em qne se acha, por
juina-lo proprio para islo, allegando ouln- circumt-
lanciasa sen favor.Denegoiis? a licene 1 por ir de
enroi Iro ;:s posturas.
Oul ro do administrador da companhia de Ribciri-
expondo o serve frilo .le JS de abril a d do
A assemhla provincial occopou-se na setsAo de
hoiilem com segunda.discussao das emeodas oll'ere-
ci.las cm tereeira disctalo aos projertos dos orja-
menlos provincial e municipal, approvaodo ludas as
que haviam passado na di-cussao anterior ; appro-
vou igualmente em lerreira o que da preferencia no
audaineiiloda-rodas, ;is loteras concedidas a roatriz.
da Boa-Visla.
Apreciando em (erceira discossAo o proj?cto, que
concede." loteras de 1:20 conloa de rs. cada ama a
irmandade do Divino Espirito Santo, erecta na igreja
do Collegio ; e, como fosaem approvadas Ires emen-
das acerca de conee-scs semelhanles a oulras igreias
ou irmandades, licou reservada a volarlo do pro-
jecto para depois da segunda discustlo'das mesmas
emendas.
Em seguida leu-s uro ollieio do secretario do go-
veriin, enviando a copia da portarla pela qual o pre-
Mdente ,1, provincia prorogoo as esses da assem-
blea^provineial ate o dia 1 do cotrente.
O ordem do da de boje he o reslanle da qu exislc
-*rsH?s*a>~.
Noticias de Villa-Bella, com dala de 6 do coiren-
le. aununciam que a epidemia so linha applacado
depon de algans dias ; de quandu em quando ppa-
reciam alguns casos, benignos de cholenm, porm
mais pencosos ,u povoacAo de B.rxa-Verde, e nos
sili-s da Encruzlhada e S. Jerunviuo* onlrelanto
nas fazendas,le Ab.horas e Carnauba do lermo de
villi-llella anda fazia estragos.
Pelo Toca11lins.il viudo dos portns do ncrle, re-
cebemos jornaes que alranram os do Amazonas a
li. ospiauliy a di do pa-sado, es do Para a 10
rio Maraiihao -lie do Cear.i a I i do eorrenle.
Nada ha digno de nenejo do Amazonas, Par.
Piaubv e Ceara.
-No Maranho no dia !> du correte comecou a
runccionar n respectiva assemblea proviurial.
Achava-se i carga, para a B.hia, no MaranhAo,
com escalla por este porto, o palhabote brasileiro
Dous Amigos. D'alii sabio no da > do correte
o brigue escuna .'Lama com arroz e virios gne-
ros parn esle p >rlo.
i^i)tmuikrtbi)v.
Seriamos demstiadamnite injustas, se oAo
consigna*semos ilgumas linhas emlouvur doase-
idu.rcs lolidelccados, que, c,.m -.s seus inspi-c-
loies leem islario vigilaiili-simot; es ladrGes an-
d.1111 a trole, e as portas .las pn-.ies diariamente
se al.reni pai.iieeel.ir um 0.1 mais de uro. Con
a prisao do famoso Xiconiacho, nu llavera mais se
guranea Individual, on elles fogirlo para longe do
alcance da policia.
.No inleri ligatorio feilo a \iro-macba pelo Sr.
I subdelegado da Boa-Vala a respeilo do roubo que
: lizera de novcreiilos e tantos mil res ao malulo,
cun-la que elle lis-era. que nimia gente que anda
de relogio be li cn*la rio diubeiro delle, ou mus que
o vaina ; o cerlo he que ese larapio e faqniata por
mais de urna vez lem sido preso por lacios mais qoe
sabidos ; mas urna mAo occulla, ou o sen .. anjo de
libo-,
rorrele.Oue se publicaste.
Re
to .
irad
um 1
lila
a Joa
gusta
Fo
cacao
cente
olveu-se que se ouviste a opinilo da rommis-
I11 hygiene acerca da peliclo da junta a.lminis-
lo ho-pilal portogue/ le beneficencia, qu
reqo+eu Ihe declaraste a cmara se poda construir
Itlicio regular e apropria lo as condicAes ria int-
o, 110 terreno de*maiiuhi n. -_'ri7 "\. aforado
01111 Lidalo Ferreira, ao oeste da rua Au-
apprna.Io um parecer d.i commistao de edifi-
dizen.lo qu.- acerca da peiea do cidadgo Vi-
Ferreira tiomes. que requeren Hidemnitacgc
de 1111 1-1 reno de marinha que Ihe fora concedido
peloioverno da provincia, e pela planta da cidade
deslii ado para logra Ionio publico, devia a cmara
proceder do mesmo modo por que o (em feilo em
irienl cas circomstancias. Mandou-ae que o engenbei-
ro infnrmasse qnaea as heml'eiloriaa que lem o ler
reno.
ILEGIVEL
0 SR. PEDRO DE CALASANS E SLA CRITICA.
Agradecendo cm primeiro lugar ao Sr. P. de Ca-
lasaus o di-liiicto lugar em que me enlloca, apresen-
lo-r.ie linda, nao como inimigo vidente e generoso,
roas c mo um echo lalvez bem Iraca das vozesque
ouro lio de pello reclamaremuslict.
O Sr. P. de Cil.isans quereudo anda, como seu
escriplo publicado uo Vitrto de 17. suslenlar o ,eu
jui/ocritico sobre os poetas-Kahianoa, e conservar
inabalavel umi*propoiicft emillida irrcrieclidaroeii-
le, nao faz mais do que elaborar um bom artigo,
em que se delll ver apenas a firmeza de suas ideas
e com elTeilo devia ser estira, porque a verdade
em conlcstacAo se crgucra sempre Iriumphanie,
man bando avante dos pequeos troperos que Ihe fo-
rero laucados, c os deixando apos si cmo leves pa-
drees de -ua virloria.
O Sr. P. ,ie Calattns responden, fa, ndoum apa-
iihamento dos pontos apresentadiis ero rrfiilacAn ao
seu e.criplo, c lancjido-os depois de os acominodar
asoavopude oamoraspetla. Principia dizendo qoe
nao perdeu-ee no seu juizocritico, lancando mAo
do ridiculo, porque os arrero~dos ric pocsia do Sr.
Dr. Sonta Filgoeirai lh desaliaram o riso. He coro
efleito bem dillcil de conceller se. como o Sr. P.
ile t.-l.isans, que sab romprehender a exprsalo do
senlimenlo, e o modo variavel porque se pode ex-
|.riini-lo. ta,, em pro-a como ero terso, nnanulit
se .lo risoanalv.ando os arremedes de p.,e-ia "
Nao roe propoulio analy puz : smenle quiz charo ir a attcncAa do Sr. P. de
Lalasant, que corra detvtirado, sem encontrar ao
menos um pequeo bice qoe se l.'ie anlepozesse, o
razando volver os olhos e lancar a visla para o es-
pai.o que deixava, 110 qoal represeulava-se a ridicu-
la barca, de que elle era o principal personagem
lie relativamente de rnutUapreco a applica.Ao
que o oc. 1 de t.alasans fs, do principio que oSr.
Lopes de Mendnnca estab. lece para a crilica:a rr-
ttca ua> pode ser severa, sub pena de atacar pela
raz a poesa nascenle, e desanimar as vorarocs es-
peraiimsas; a tplicaclo he a segoinle, os versos do
Sr. Ilr. Iilgueiras nao he po-sia nasrcenle. e o Sr.
Ilr. l-ilgoeira. nao he voracao caperanrosa. O que
ser.1 pois poetil nascenle ? () que ser vocaclo es-
perancoaa ? nlo posto deixar de applcar lambem de
minha vez o riso esse juizo do Sr. P. de CalaaaM.
Eiitraudo depois o Sr. P. de CalasaM na apre-
ciacao dos poelas-Bahiano-.que apresenl-i-lhe, para
Ihe dareiii o iKsmeiiiido de sua propesi.Ao. comer
dando-me urna liclo de lgica, a qoal realmente a-
gradeco-lhe porque he de primera .nti,;ao o que
miistiiuea syulbe-e, e analvse. guando eu dista
que o hr. t.alasans inalyton suec.niaHienle os poe-
..is-Baluaiios, ejuliou dilinlivamenle f parque
suppuz que a sa proposicla era fundada ao menos
en, orna previaanalyte, anda que sucernli do poe-
tas ll.iliianos.porque -em o Sr. P. de Calaraas apre-.
sentar laes poetas acomoanbadot de um juizo criti-
co, nao era paxsivel eu dizer, que os liaba analvsa-
iio, tem apretentar esta analvse.
II ISlo vo-se que sua piopusieAo foi rrefleclida
c iiii.i rieve apresentar quadros sjolhelicos sem
ler liabililacSes eeessai i.is, sem ter deteido primei-
rame. le analyte, c sem ser anda antoridate.
1 ensa o >r. t'.alas.nis que por dispar de recursos in-
lellectoaes, e possulr alguns conaecimenloa,pote as-
sentar-s.- mi alia cadelra, que aasnmie, c de l abso-
lulamente julsar '.'anda he cedo.
Vejamos agora a apreriacle que o Sr. P. de Cala-
aos faz dos poetas apresen fados, Quanlo ao Si. B.
t, macan, ,\tl -;,-_ Qalatans, qoe neca-lhegosln, e
boa ConcepcAo, e conce.le-lhc facilltede que nao he
lilolo valioso para um poela, o como prova ? repe-
tin iu o principio de ama Ote, qne eu dtei, eo que
honve erro .le imprenta, peJ (r.irariilho que se
deu nos versos [o que eo recliliqu.-i pelo Diario se-
goinle : e apri-sentaii.to-n< couiraa gloria do poeta
Bahiano. Vio esles fados justamente comprovando
a sua iguurancia t respeilo dos poelasBahiinoa,por
qoe nem una (ble publicada rercnlemente lie co-
nhecida doSr. Calasan-, e se a livesse ao menos lido
verla logo que a eslrophe rilada fora viciada na im-
pressSo. Sr. P. de Cslasans a missio de que se en-
carregnu he cedo anda para exerce-la. Como lal-


vez uto iive.se lido a emenda no Diario do 14, vou
rilar-the de novo a primeira eilrophe d'essa Ooe do
N B. Cunaran.
Do lempo illimilado
No orvano infoilo leve parca
Serena e desliza,
Seu rumo be para ai plagas d'alem vida
A cruz aua handeira
lleiiar., agora o Sr. Pedro de Galanos de confes-
as* qua esses versos cora que a poela abre a sua
tde, sSo om verdadeiro primor'.'
Conheco hem o Sr. Pedro de Calasns para jalear
o rantrariu.Pai apenas un leve orgulho em nao
ceder, e querer absolutamente sustentar o que dla<
se corn pooca reflej.Au.O Sr. Pedro de Catastas
muilo bem sabe que ba momentos em que o poeta
so Iradas osenliinenlo, e esta Iraducraj n., hese
nio a lincuacera suave do cortcoe que haoulros
em que o poeta, romo pie orgulnoso da subida mis-
lia que lleus Ibe deu, parece Tallar como u pmphe-
la du scalo n humanidadeas producrues de um
sao lilli.is de um corarSo cheio de iUu-e- as do
antro sao filbs da cabeca experimentada as vicis-
situ le- da vidaeqaein dajura' de reconhecer nes-
*a Ode o poela propliela fallando a bumanidade '.'
s oSe. Calasns.
Sobre oSr. Aloieida Preittt, o Sr. Pedru de Cala-
sans concorda que am moco de esperanca-, e a oxelue
da sna proposicao, duendo que a Babia deve espe-
rar enais delle. que desses bardinhus dos petanques
do 2 de jolbo e ao Sr. I>r. Bonifacio de Abreu sem
conceder o talento potico do Sr. Almeida Freilas,
diz que ainda na i se pote sentar nos lugares de
honra dos uos.os poetas brasileiros.
Por conseguale saa prepofiflaa Bahia lein
Ha ,-ilgaos bons poetaslie verdademas de alguns
anuos para e m o titeando da Perira-brnnra e des-
liiisuio des-a alluviao ae improvisados baratones dos
pilan pie- do i dejulho; sofTrc alteraran.
E com efTeilo o .sr. Pedro de Calasns cont'essa que
perdea-se m sua svnlliese a Babia.
He inquestiooavel qu na provincia da li.ihia ha
alguns improvisados bardinhos, como os ha em qoal-
q.ier parte porem dizer-sc que s lia improvisa-
dos bardinhos, e que apenas o Sr. vi-conde da Pedra
branca lie a e\cep"aohe calommar-se a Babia, e
injustamente olfeuder-se aus qae prezam a gloria
de seas comprovincianos.
Pessoa de Barro'.
O PAttECEK ACERCA DA ylESTAO' DA
1HESOI IlAHIA.
I.emus no Diario de boje o parecer apresentado a
Semble* provincial, na sessao de II. do corrente,
pela illuslre rommissao a que foi submellida a apre-
cia, i., do procedimeuln da (hesouraria provincial.
relativo revocar.,o do despacho laucado as contas
do ei-colleclor Luna Freir ; e coniu uellv se reve-
le em todas uas proporces o espirito de colle-
coismo, que leve lalvez inais Tori;a do que :: razan e
a justica, pedimos venia aquella mrominan para fa-
zer-lhe alcum,- relleves ledenles .1 demonstrar,
qae a qu lao nio to.e a verdadeira e ccuuina apre-
ciado.
Com effeito, sem que pretendamos irrogar a me-
nor uffeosa ao carcter dus signatarios do referid
parecer, nao pudemoa deuar de uolar que be elle
anlcs om, i dereza daquelle aclo,do que a simples so-
lacio de um iK'gochi por -aa nsliir-za resolvido.
a One o exame das cnilas do referido et-Cullec-
lor se ach completo e regalar, diz o psr-ecer; mas
nessa i-sc era ..i i ha engao manifest,a illustre com -
mi'-.i. labora em erro ; porque o que por ella lio
qaablicadu de exame, nao compielou de forma s-
ganla o pro-emo que asta extabelecido para tomadas
de contas.e que he observado pela Ikesouraria ; por
isso qae e na., aclaa aunesa s iiiforinaces da cun-
ladoria a conta corrente. que classilica os saldos, as-
sim toi iiauJn completa a liquidadlo das coirlas.
As irregularidades e difirenos de dinhoiros, no-
tadas pelos empregados da cnlitadoria, sao apenas
os dados que elles apreteularain para impugnaran
do exame das coulas ; visto como islo Dio poJim
fazersem assignar-ihe a cansa, nao importando por
conseguale liqui Lirio de conlas assim irregulares,
qae .ilcm do roais estavam suceilas ainda a verilira-
r-t'i des livroe do esercicio socuiule.
Por esta anormalidad fui que o rontailor e o pro-
curjdor liscal pedirain a eileciiva cubran,; i dos di-
nbeiros, e a responsabilidade criminal do col -
atar.
Era esle por certo o procedimenlo curial em tal
emergencia, e para sua execoeflo nao se fazia preci-
sa a dependencia do exame. como pareccu a cunla-
dpria acertadamente ; por quanlo a responsabilida-
de era consequeocia dus al,,-os e prevaricnedes, e
uao devia estar aaslncla a um eiatae (inal.
Emquauto, purcm, a persuadi, em que esl.i a
romniis-io, deque a dependencia dos livros nao po-
da prejudic .r ao exame, visto que as iiifnrmacAes
da contadura foi liquidado o debito de 38-^480 rs.,
devemos dizer que lie anda um equivoco da Ilustre
commissao.
Si as coalas do anuo de 1853 a ISji envolviam
tal complicado, como disse o segundu escriplurario,
qae s cin vi-la dus livros do excrcicio scguinle po-
ileriam ser liquidadas, como dizer-se qua mo liavia
essa dependencia '.'
O caso do. 38J|S8(I rs. he diflerciite. visto que lie
am salao que licou as ecmlas auici lores a- de (8.VI
a IK>1 : o quaf^tiestas fji reronhecido pelo ^nundo
cripluiario acnar s abanado, licando desla surte
liquidado nellianle s-iliu.
O fado de man lar-se rcs|ionsahilisar ao ex-collec-
lor pela falta da entrega dos livrus, mo foi urna
cooseqaeucia da perla effeclivo ; foi pelo ronli ario um dever em que elle
eslava de faze lo desde uulubru dou o esercicio da arrecadac-io; campriado untar mata
q'ie esses qegorius nunca sao resolv tus pela perda
de esperoiifax, mas sim pelo senmenlo do dever, ao
qae accresce .inda que essa perrfu de esperannis
nao era fondada ; por que apenas foi o desparbo'de
.17 de abril revogado, os livros nao entregues ainda,
forana recolbiilos para logo.
.Va aprecia.i> do despacho do Sr. inspector effec-
livo, diz a commissao que nada tem elle de irregu-
lar, porque nao foi coutrario as informare* da con-
tadoria, nem absolva o colleclor.
Ha engao anda nula aseverair.o, c prova-se :
Priineiramenle o despacho Approvada na Cou-
formidade das ioforuiaces da ve am perfeito cootra-seuso ; porque se a contadu-
ra impugnas,! e tachava de irregulares as contas,
como podiam ser ellas appiovadas de ronformidade
com essa impugnarlo 1
Depois disto, diz Constancio que o verbo approcar
sgmli'a o declarar bom, reconhecer por bom.
depois de previo exame ou prova.
Ora. o que siguiflm approcar enrnas, que a-con-
laduria impagnata, senao um absurdo, ama vez que
nao foi uina,.-!:-"lv>a i a's suas irregiilaiidades 1
TomaTht*o negocio por esse \s lo, nico verdadeiro,
o despacito de 17 de abril ultimo ii.i lem explica-
raa favoravel.
Alcm de que, o art. (i do regolam<*ulo interno
citado pelo parecer, he inleirameule contrario i sua
npim.io, visto que he elle mesmo que estatu as con-
tas crranles como fim e liquidacao dos eiamcs.
K. a proposito, que *ignilcac,ao devedar-se ao des-
pacho do Sr. inspector, de que a cninmissAo n-i i fal-
lou, mananlo lavrar lermj de approvci;Ao ss con-
lacs, e qoe fossm ellas archivadas *
Ni importara islo uina absolvicio au colleclor, ou
ao menos urna su-pcnsii il< qu ilqoer procclimeulo
contra elle, sem qae o devesse s-rfeito '.' Certamen-
la qae sim. visto qu se essas contas servisiem de ba-
se para qoalquer procedimenlo contra o seu respoa-
aavel, nao deveriam ir para o archivo he sim para a
sec^ao. afim de serem estrahidas conlas para a res-
pectiva cjbranca dos ilinheiros suMrahnlos ; e remet-
li las ao depois ao liscal aliin de cin vista dallas pro-
mover a respon Ko faci de um criminoso estar dmitlido e res-
pnnsabilisado por um criine, poc ventura o garanti-
r .te soll'rer nova responsobilisacan, havendo com-
mellido oulro crim ?
Parece qoe tantos crimes se deem, qoaolos prores-
sos se deveo formar aoacriminosos, nao podeodo
embaracir o andamento de um a formarlo de oulru
superveniente.
Agora passai-cmus i qaesUn do po ler ou nlo o
inspnctnr interino revogar um despacho, a qual em
saa resposta mui hem qualiflcoa de a contraria aos
iuteresses da fazeuda, e excntrica de lodos os direi-
los li-cae.-.i.
O aviso de '12 de novembro de 1833 diz que n con-
tador em exercicio de inspeclor.exerce pleno e com-
pleto direito que pertenre ao lugar. Se ito nao he
positivo, eolia na so o que ser, dispensando-nos
nova considerarea wdire tal pontn ; ao que aceres-
ce aioda que Indos comprchen lem a materia, e a
longa pralica das qae nao se de os inconvenientes ntalos de revogar
lambem o inspector effeclivo os acias lo interino.
O que fur digno de revojjacrto, esta elle no seu direi-
tu Tazendo-o ; mas n que revogar por capricho, lera
nm paradeiro nos seus arlos no recurso ao presidente
da provincia.
E se mal vem das interinidades, entilo lambem
deve elle existir para rom o exerciem 'lo actual ins-
pector que se chama eflectivo ; porqueessp. lm de
ser empregado geni, c elar na inspectora da Ihe-
uuraria em commis-Ao, tem a rirrumstanch- de in-
i-ompalibili la ic nesse lugar, porque em visla dos
avisos de 10 de novembro de I:I7 e 7 de oiilubro
de 1843, nao poda exercer o lugar de inspector sem
obter demissao do lugar, que lem no Gollesio das
Arles.
Paramos aqu por agora.
4==^
DMlO DE PERMRBUCO UlAiO 2! DE JUNHO 3t 1856
nasle Diario, exprimu-sc de modo o/ue Dio dciiou
duvida a este respeito.
Assim pai-, 6 falso que eu livesse iuerido prender
o prelo Manuel, assim como o c ijj,,,. gr-
i.uiin.ii.ies houvesse aeoinmedado
l.opes
islo deu lugar.
S' conlliclu a que
Sou, Srs. redactores, com toda aj considerado etc.
ANACRENTICA.
A mulla BarqujaJ,,,
De ojbret
Cotilenle se JPnfeia
"8 flores.
Tafees, ejios man
yaglodo,
Em docej rersanso
' Vai rindo.
E Aira, e a laca
Bhente
A tresla Ihe induzcm
Que augmente.
S>e lal sempre o Homcm
/ Podera
;Vogar-le ao porto I...
Quera dar !
Por
Discouto de leltras, de 10 a 12 per Ot.n
n METAES.
OuroOncas heipanhiilas. ,
Moedaa de 69100 velhas .
toiOO novas ,
" l;(MKI. ,
Prala.Pataces hrasileiros. .
Pesos columnari s. .
mexicanos. ,
28 a 98&500
. ItiasHK)
. HitfKM
. JOOO
. 290OO
. 23000
. 15(0
ALPANUBtiA.
Rendimeiito do da 1 a 19.
dem do da 20. .
:!2S:9i0Sl:!l
9:179s069
lo meu despacho,pelo
supplicanle pela maneira se-
::8:1I!iS2IHI
Deu-arrcqam hnje >[ de junho.
Barca inglealUedoraearvij a laixas.
Bngue ingle/.Chauleetarb.icalho.
Brigue tardoOoinolagedo.
Briue suecof'leona Escuna braiileiraKU-iralarinha de trigo.
IMPORTAtSAO.
Vapor nacional Imperalriz .. viudo do Rio da
Janeiro, consignado a agencia, manifeslou o se-
gunde :
I Millo ignnra-se ; a V. Souvage.
I dito dilog; a Jo3o h'alqaa.
lado com baixa o meeiro por edictos cora os dias da
lej, c os dous orpUua por s, a de 12 Baos e am-
bos na petsoa do seo lulor Francisco Jo-e Arantes
eollr. curador geral. Pedeao lllm. Sr. Dr. jblz
des orphios assim llic delira.E It. M.|,oij Me-
laniro Franco.
A qual sendome apreteolcda dei n despacho do
Ineor seguinle :
Distiibuida e jurnlo reino requer.com asdlacOei
iieeessarias. Recife 5 le junbo de I836.Doarta.
Nada mala se continha em dil
qual replicou o mesm
guile :
lllm. Sr. Dr. juz dos orphaos. Com o devido
rr-spvilo ( pur meio de replica vem o supplicanle
ilegi:r que n inteolario da liua.ta sua logra esla -n-
geilo por dependencia ao cartouo du esciivo delle
juiii Brito.
Visto como nesse carlorio ja oram proceaudos o
primeiroe segundo inveulario, islo he, o do pri-
meiro marido da inventariada e dos pas desla, e
quando por c-le nao estoja est rigorosamente por
aquella, uto ha, o do finada, logro do supplicanle e
por is*o dispensa a di-liihuicao, sendo smente nc-
eeasarlo a Domear,ae do inveoUriante que prestara'
juramenlo.-l.ui/. Ueliolro Franco.
SacrelariadoG.Mnnasio Provincial 20 de junho de
I81I1.O secretario, A. A. Cabial.
Directora ge ra da itibtru-
<; Pala rrspccliva secretaria sr- faz pulilico, para eo-
oheomenlo daquelles a qu. m conaler c intereasar,
que pelo ceoselho director em sesrio de 26domai
antecedente, com approvac^a do Exm. Sr.conse
llteiro presdeme da provincia, ui marcado o prazo
da -o, mezes, que priocipa a correr da data deste,
aos Srs. profeasores e pro/easoraa, .'ireclures a direc-
toras de collegioa particulares .te entino, para se ha-
biiilarem, e regularen! os us e-labclecimeiilos, na
forma dos iris. 83, si, osque 9:: da le regulamontar
da inslruccao publica de t de niaio do alio proxi.
1110 pastado. E para constar se mandn publicar
Me pela impieosa. Secretaria da dircclona geral
IS de junho de 18,'iti.t) secretario,
Francisco Pai eir Freir.
id
C0RRE10 mu.
A admiaiatravo cagaja liomens cr.rni-
(lomoVequ^Zoe^riva'o'K'-proponh,, pessoa ^Zn V"'^T^l
ooea para servir de invcnlarisnle. Recite T de ,,". r *>.!MPetot Uajwortri de faaenda
./. J. dr M.
Sr. rtaetor. Temos b
turar alguuias
checad
ta-
ni pipas, maias ditas a harris de .",. : quar
eir. 21 do crreme, as 11 horas da manila,. 110
anria/em do Sr. Antonio Aune-, defiunle da arcada
da ,11.111 i.-a.
-- O agente Olivcira far leilan de pOrcSo da mo-
bilii e hras de prala, esostalioda em sof," cadeiras,
eomoloscom paira, ditos de madeira, bancas de o-
go, I piano, banquinlias para senhora, ditas com es-
pel lo, aparador, comiafl.las, lavalorios, marquezas.
cadeiras italianas, laoletaaa, luslro novo de brnuze,
candi-iros da globo, candelabro, opi.nia cama de
fen o, dita para menino, machinas para fazer caf
lou;a, garrafas ecopos para vinno, Irem de cnzinlia!
I rea hacia e jarro .1 prala, I Liqueiro -'lo, e ou-
lro1 minios objrrlos ; 2 moloques pecas, relugios e
cor eutes de nuco, Ir.; a na mesma oeeasiio se
vn dar, a requenmenlo do lllm. Sr. consol de S.
M. F. com aalorisarfto do lllm. Sr. Dr. juz dos au-
senles. os saguinles nbjeclos pertencenles a maeN do
hn do Fr. I.mz da linmaculada C inceirao Lima, I
piesepe, I gamao. quadros, e as segaites pralat:
colliares. garfos. I,cas, eapivilador com batiilejinha,
1 riiixa par. I.bacu, 2crucilixos a 2 salvas pequeas:
quinl.i-tpra 2li do correla, as 10 horas da manhaa,
O Soares.
ESTREITi 1)0 ROSARIO \ ||.
Otlerece ao rc-peit-bilissimo publico, medante
una pequea rclribuicjlo muoel: na : caixinhas com
amendeas a confeitot, com um galante boneco no
meio, proprias para prsenles ;caxas com om com-
pleto so, lmenlo de booecos deassucar para en faites
de baodrjaa de bolos ; bseolos inglezrs, francezes,
Inmburgue7.s e portngaaea, pecegos. damascos,
peras, amel* --, sendo a lata de-tas a I5OOO, e amen-
doas linas cunfeitadas a libra 19600 ; e sobre ludo
o bello e saboroso espirito de canna, chamada de
cabeca, como lalvez nao o baja igual no mercado.
Joo Nepomoceno Paulo de S.ui/a,leudo recebi-
do do Sr. I.uiz Jos Pereira SimSet, urna latir da
quanlia de .">I3jOO reis, saetada pelo dito Sr. a ac-
ceita por Pedro Delgado de Borba, morador no en-
senho Almecega, para f.zer a sua cobranfa, visto
achar-se vencida ha lempos, suceedeu perde-la da
algibeira em o da 12 do crrenle raez de jonho.pelo
qo bscriploriu do referido agente, ra da Cadeia d 9ue Preville ao referido acceilante, que caso Ibe se-
Retife^ |ja a mesma letlra opresenlada, Dio pague, visto
O agente Vieira da Silva
faz lailn segunda feira 2:i do correnl, na porta da
allindega, por ronl.i e risco de quam perleucar.de
lanle prazer, em aven-
nedido T'A UP!S"J? !- l'blic.;ao
peilido Corran Vr.r/eil,,, assignada pelo Sr
lorquato leixel., Mendos. N ZSSZ aC,
facln J i"' C ':"""" IVe"" "WO M
'll.T.t gf.,obre ""* i Moranlo, lomamos es,,.
responsabilidad
. .1 Aiilouio da Silva lotmio,
I dito dito ; a Sc.dl WlbsoB i\ C.
I encapa,lo dilo ; a Antonio Joaquiui de Maca-
Hies Castro.
1 dito dito ; a Aranasa (\- Brvan.
ldilo|dito; a Antonio Igoaciu do Reg Me
deiro.
I volumejdito ; aJJoaquim A. Corrca l.unhaMo-
reira.
Vapor nacional Tocan!ins, vindn dos portm
1I0 iiorlc, consignado a agencia, manifeslou o se-
guinle :
I caivi ignora-M ; 1 Antonio Joquim Vidal &
laompaohia.
Jiiaqiiiin da Almeida Pinto.
a Campos A; l.im,.
Uto ; a Francisco Gomes de Oli-
Silva, aqne Foi adjudicado a fahenda no valor de
liOusooo : at preleodenlas evaio comparecer na
casa da mesma lliesourana, nts referidos das
enlenca. e para que em iie.nl,,. le'mDO se I 21! k S*2*,,ri" ?" "perarii de fazeuda
guoraueia, eat ,nf.o ja ciado, 1 ai" ,?.c- """"^" *** ls'-<> '-aior
Lmiito Xavier Sobrara de Mello.
1
dita dita
dita dil.
I encapado
veira.
I dilo dilo
1 I. II. Cans
caixo.e
.1.1.1.10 uso da sa carta, torceodo a verdade, H-
ludindo, laoeando oodoas robre aquellos, que por
inlelicidade, no part.lhara.n umaeducarao tilo ele-
vada, especial o exclusiva, como essa que. lano bri-
ba em s. S., que noa iodoi ,. erar, que a sua car-
ta lu obuda por mrito!
Temos pello de O anuos deiesidencia no Pul
ei.ixia-; estaos na cunvicjao que temos desein-
penn.do o .lever de humen, honesloi sullrcmos um,,
calamina, invenlada por almas l.aix.is, como essa
-que girauo vulto, a que denominan! Torqnalo Tei-
xeua Mandes.
Adiamos a nosso favor, os Srs. presdeme da
provincia, ehefe da polica, Dts. Correa, Maciel da
Costa. .NunesGoncalves, Lisboa, enlo juz de direi-
10 desla comarca, e algn Sr-. negociante* do ti-.
ranliao, que em presen, do governo, allirniaram, Rendiiiiciilo do da I
que o laclo de que aramos accusa.ios. ar-i calumnia; dem do dix 20
ncsia cidada todos os Srs. arra.l.lados e de bom
mato foram da metma opioigo, rendemos allos!
noss.s sinceros agr lecimenlo-; estova .c.-arvado ,
Mr. lornuato reixetra Meudes nina inveuc.lo detla DESPaCHOS DE EXPORTACVO
iein,aomo a que c-ta' senla
2 ditos dilo c I
Guarna.
i califa com I.Ollll cro/.as de bolf.es
^INSttl.AHO (iEKAL.
Kendimenle do di* I a 19 .
dem do da 20 ......
Itaxcds la Silva
a ordem.
30:7109173
l:065*77
:ll:ii"..(.")0
IMVEUSAS PROVINCIAS
10.....
1 :S2.X-s HO
38IJP8I
2:209!<)2I
1 i'orreio n. .~>7. S.'
torcer a verdade,
PELA MESA
CIDAI.E NO DA
S. he um vil detractor, o para
he nm robosto, |,c um corajoso.
L'ma Uo longa residencia, em um lao pequeo
circulo, nos da um pleno conde imento da ublime
v'i-i'^lio^' *' c,1"il)ons templos que teve a l'orto Barc por.go'e'xr Brachareme. Thumaz
.. desde seos pnme.ro, anuos. A,ganlH Cllusa 1 de Aquiuo Fon.eca & F,||,o, ti barricas a 200 sa-
Jos mor-; eos attocar bronco,
lienovaBriguc sardo Daino, Bailo & l.cu.os, .MUI
Di CONSULADO DEaSTA
211 DE JUNHO DE 1856.
Lisboa-Brigue porlogoei Tarajo I, Manuel Joa-
lu.in Kam is a Silva, tilHI saceos assucar masca
vado, 20 pipas agurdenle.
&ovvcvp0ttt)cn.
Sr. redaefres.Lndo m um rommonicado, pu-
blicado no Diario de Pernamhaco de hoje, que eu,
aiicnntrando em urna OCtasiRoa pelo Manoel, ojoil
preiide-|o, e que, Haeerbando-te os ammos, Sr.
Seba-lio Lepes tiuimar e- aciinmodou o conlliclo
que resallara, devo declarar que Indo lito i: falso
pnrquauto em kinpn alguin nao pe ti a prisao dassa
preto, nem poda querer prania-ln, visto que uo
era autondade competente pira faze-lo, e p ir con-1
sequenci oSr. Lopes (umaraes nao leve de acr.m-
nio lar conflicto que se nao deu. .
Dise e lenli,. repelido qua o Sr. Lopes taima-
rnos apresentou-se romo protector desse pralo, e tilo
exaltado ficon com suas milagrosas curas que profe-
ra contra os med-ros palavras desagradiveis. e sa o
autor do communicado exige, estou pmmpti a mos-
Imr-lhe am durmnanlo que prova a minha asser-
cio. Nao fai o un ico qu disse que o Sr. Lope,
r.a.maraes m drou-se ei.lhusiasmado por este pre-
lo, erren, qoe o mesmo Sr. Lope. Cuimarites n,1rk|
o nega : d Sr. J. Benlp da Caoba e Figuairedo, em
orna de soas communicatoes olliciaes publicadas
poderiamos dizer. mas deixemos neizat
1 s am paz.traamos do que serve.
0 laclo que S. S. deplora, acontecido no largo da
manir, ra doloroso a triste; a victima descanc.i na
paz doSennor, o insudante a maniatarlo, (legando
o peridicos'jazem na sepalchro: a larra luesseja
leve,. D'os se am-r.-ae ..elle,. O* ornaos deslt
prov.ncia. explor.rain na mina. cerc. de IS anuos
o nosso nome Mu lem Rgurado nesse catalogo. S. S
he ura robusto, um corajoso.
S lera invenalo essa calumnia para nns arredar
do nosso proposito, illudio-se completamente. A es-
trada ha de ser combatida, porque entendemos que
lazemosam servan ao publico: estamos na estacada
proinplus para o ataque a para a defeza; arremes-
sando as armas, que nos forem aliradas. depoia de
euvulve-las no escarueo e .... ridiculo; a estrada da
lueresinna, e o itais da' para lodo.
1 rilemos da estrada, que lano interesa] a esle lo-
cal.
Temos alarmado, que ella foi aherla eom ausen-
cia da arle, de bussola a de hiin tenso, lulo r,ii s'.ip-
pnrlo com fogueiras. fogoeiraca ogueiras; mu.lo
rnelhor andana o bom Dr. se eonduzsM um rhg.o
da v.lladu, creadono Roncador' al a nova villa de
S. Jos, eab o aoltasse, leguindo-lhe depois a
pista; elle procurando o s lugares patrios, leria
rompida por um melhar ramo, e mata encliulo ter-
reno; raen experiencia, meu bom Dr....
Conhecemos o terreno de que traamos, s bacas,
o elevado, as varenle-; sabemos que o llapocurusi-
ntio, lem suas varenles enlre as duas estrada Pulv,
a I aslos-bons: ten lo S. S. de.xado o Borili-granie
a dlreila.esta va forcado a arribar ao Poraqo; alra-
v,ando o riacho ooda Ibe convelo, Ihe fez um,
pmiie rasa, onde mo.trou .1 sua s-iencia: ura islu iJ
lia a.guma caase.
Tambera temos alarmado que a estrada nova li-
cara desarla, pur longa. loria e chea de pantanos jn-
Irans.laveis; S. S. aflirma n contrario Acredita-
mos que esta' 11.1 ubrigaeio d dar a razio am que s.
Tunda : perguntareroot, qual a razio porque os via-
jantes deixam de seguir a cslrada nova, lio gallada
por seos amores, para seguireni viagm por azioba
gas velhas? Sera 1 elles t.lo fallos do seuso com. ^
.. que preliram o prior O carreiro, o Iropeiro
que prefere etsaa a/.inh.gas velhas. pira guiar sen-
carros e ammaes, llenando a nova estrada deserta
nao Ihe conceder S. S. ao raen ,s algara nslncto
para escolber o.melbor? O viajante que vai a pe na
nova estro la, nlo v, nao sent debmo de seus ps
um tremedal tijncal pro.nplo a s.rve-lo. e algara
sucuri.ji. a prea lo na .Inhuma)?
O dinhero que S. S. esl aperdigando com uina
lao IUa Mirada, b.'osuordos povnsqua subearre-
gadoa il? Iributos va a lavoura delnlmidn, cria-
dor de g.dos agonisanlo rom gravas prejuizos ; u
rom.nerc.i diminuinds, e um srobuato, um cora
joso esperdir nido esle suor em nina estrada que li-
carf deserta. '
O governo, querendn dar impart aos melhor -
mentas maletines de Caxias, manda abrir una boa
estrada de-la cidada para a Theresin.i, para facilitar
0 transito e a commuiuca(io entre as duas provin-
cias: eaae melliorara-nlo, otea futura, essas esperan-
cas, sin nulllfleada por incuria dos engenheiros e
aitenaadas eom oroliustez e .rcorageino do enee-
iihein lorqualo lenira Hendet,
S. S. allrraa que lera medido a estrada cora nove
leguas c tantas mil bracas; depois do irCorreioa de
15 do Correte, aulrraa que medin lll leguas, 800
braeas. nalmos.pollcgadas. linhas a pontos, etc.. ele,
. s. use do termmetro; he (rebati, deixe a cr-
reme : meca a estrada rom vara agrim mora, e en
Hatera acreditado.....Vlilis sera um cassandra....
rera os tenhores enganheiros Mendes, escriplo
mailo in oCorrelo e no o Diario do Marauhaon, de--
envolveiido crteras, bacas, ele; mas a respailo da
m\.\ Mirada, tu !o he rebotn e oragem; o es-
sencial Hca envollo na e-curi.l.lo,
Qual a razao porque estrada desee para n norlc
raais de Iras milhas? qual a razio porque depota
alravcsM a recia e sobe para o sol quasi nutro lauto'
qual a raigo porqoealravessa quatrn lugares paula-
Wtotl uo llavera OOlro melhor larrano, quesalis-
r,ic, a condiceo da arla, da direccao e da ocenomia
dodinbeiro e terreno? qual'a laliludee lungitude
donas e oulro ponto? qual o rumo que re-ultou
dease calculo? qual o rumo que dirigi o Dr. eii'e-
nhciro? qiaes o obstculos que privaram de n-
mos-ar seus cnnlerraneos de um mclhor.imcnto lio
til eis os pontos precisos : ais o terreno em que
esperamos os Des. engenheiros Teixeiras Mandes, e
entilo serio respondidos.
Nao somos inimigo do Sr. Dr. Torqiislo Teixeira
Uendss. antes o reapelamos como eldadie; mas
desde o momento que nos perdeu o respailo, que
mulu iiqente devera os hotteiM mis aos antros, de-
ve ficar entendido, que perdeu o direito a ser res-
peilado.
Ngo sumos avaro, neoj egosta ; anles pensamos
de oulro modo. Desojamos qoo9. S. arranque desse
cofre nacional minios contos de ris am cu provei-
lo ; mas. attendendo ao bem publico, he de su .le-
var malhorar essa nfelizeslrada, que, s continuar
como a.i, Bear deserta.
S. S. gozou da conlanca do governo em 1855, he
porque leva feliz xito a intriga e os miasmas, que
ro leavam o palacio desse governo. Arredilamos qua
no auno de 1856, lemlu- que enlao ro leavam o palacio, o Exm. presidente
laucara uas v,s|as para Cixias, conheceri o eslado
dola e toai precisflea., remediando o mal onde o
sellar, mandando inspeccionar a estrada, dando-
llic urna uiil e conveneiiie direceo, cralmra con-
tinu S. S. a torcer a verdade por" uns miseros cera
mil reis por raez.
Nao nos lemas afaslado da verdade um coilil. e se
lal lizessomos, mereceriamos n de-prezo publir..; de-
ploramos que am um Io Insignificante ramo do'ser-
vico, como o da exlrada que traamos, sarvisse de
abalisar o quilate de S. S. e da sua 1 scienca u bem
enlcndido, no que lora a estradas.
Acreditamos que o erro be parlilhi do bomem ;
se elle continua 110 erro depois da advertido he le-
moto: te, obstinado, eonlina nolis por mero ca-
pricho, procurando faze-la prevalecer rom invecti-
vas, torce a verdade. (>uem torce 11 verdade, men-
te ; quam m?ulo. ha mentiroso.
A estrada da There/.ini tem feitn com que S. S.
sustente um erro, per um mero capricho, procuran-
do invectivas c nndoando .1 reputado "
sarros assucar mascavado.
Boanos-AviesBrigue dinamarqus oAmia Cecilia...
Viova Amorim i Filbo, ">:) barricas assucar
braoco.
xgorlacuo .
Porto, brigue UraiUeiro S.Josa.de 255 toneladas.
condozio o segMinle : 2,twt volume- com 10,021
arrobas a 21 libras de assucar, S'i cascos mal.no. .",();)
taceos o I barrica larinha de mandioca, i sacras ar-
roz. :| uarraf.es agurdenla, :l eaixotet doce de goia.
ba, .100 cocos com casca, (,00 puntas de boi, 2J0
varas quiri, 2 arrobas ferros vellios, I caixnle garra-
las da puntilla, ditas de aceite dedende, e 2 libras
de quiabus seceos.
Liverpool por Uacei, barra ingla/.a aPlosling
Cloudn, de 8I toneladas, conduzio o seguinle:
2,380 saceos eom 11,900 arrobas do assucar, 100 lac-
eas cora 508 arrobas o 2 libias de algodaa, 550 arro-
bas de otsos, ItW vulumes .1 ice.
Babia, lancha brasil-ira ul.ivracani, de tl tonela-
das, conduzio o seguale : 250 barricas faiinha aa
trigo, 100 raixas sabio.
Rio tir-mie do Sul, brigue brasileiro aConeeirgo,
le 192 toneladas, con lu/.io o seaulole :2,000 cucos
eom ca-ca,. 200 bairiquinhas e (00 barricas com
>.S2i arrob s e IS libras de a.-sucar; 2. barris e 20
nieios ditos mauteiga.
Parabiba, bi ite bratileiro aCamoei, de :il tone-
ladas, con luzio .. segninle : volume
eslraugeiru-, I caisiu charutos, I
barrica familia, ( duziat
de ferro. 3 tambores eom
ios p iii.ii, 1 auilhao, | <-!
generes
saquiuho cafe, I
da taimas, I ||2 moenda
Bgailhdw, 2 rodete-, I di-
acelra, :l areola*, I ar-
galht corto, i.parnfosos, 2 rodetes, I arculha ^
lo, I argola, cru/alcs.
KECEBEU )KIA l); RENDAS INTERNAS (li-
RAES DE PEIINAMBUCO.
Rendimenlo lo lia 1 a 19 14:5879452
dem do dia 20........5x169600
I7KI964V357
CONSULADO PROVINCIAL.
Kei, liinti.lo ,1. da | (9
dem do da 20
'
M:376s933
2.02S;:.l
160059443
iwrt
....
chama pira vir proceder a iiivcnl.irio de sua lina la
mullier II. I nibelma Rosa Pessoa de Siqueira Ca-
valeanli, proseguir nos termos ,i,, mesmo a parlilha
al ii.il tantea
chame .
ressa.los (irsenles.
E.le sa fixar no lugar raais publico desla cidade
e i.elo (Diarios desla mesma cidade.
Dado e pastado nestS cidade do Recife sol o sgnal
0 ello de-le jui/o ou valba sem sello ex -causa,' aos
li de junllo da 1856.Ba Flonano Curia de lin-
io, esciivlo o liz escrever e subscrevi.
Joaquiin Francisco Uarte.
Pala inspeceo da sllandega IcPernambucocua-
trata-se o roniecimeiito dos gneros em quanlidades
aballo declarados pelo lempo de am anuo, a contar
do primeira de jullio prximo ao ultimo de junho do
aniiu vindi ni,..:.,i.1 a esculla iil.indnv a. n cojas quan-
lidades moolarao puuco mais 011 nienes as que a-
bauo vo designadas; as pessoas que se propozerem
a tazer o dilo fornecimento, dirijam as suas propoa-
las em carta fechada a mesma mspero, at o ul-
timo do correle me/, seinlo preferido quera melbo-
res vaulagens olleracer a faz-nda nacional, tanto
no proco como na qoalidade dosgenerot, os quaes
aooe segiiiules : agua-ral 12 liiiras, agulhat solli-
dasde maruiheiro 10, alcalr ila Saecia I barril,
aula prcta I libra, arrebem :l ', arrobas, baldes
de pao ferrados bandeir.is naciooaes de Iras pan-
nos 3, brim .1,1 Rosta ( pac,,,, brozas tortidas de
Pintare calar 13, cabo .1 cairo velho para morrao,
1 arrobas cabo novo da Indio de I hj a 5 fcj pole-
gadat da Russia 011 de patente ingles 12 quintaos
.arrobas, caderiiacs binn/eados de i a S poiegadat
15, cal de Lisboa I .dqucire, colla (i libras, -re 12
libras, croques fios9, dobradicat de metal ou ferro
.1 pares, lilele sorlulo ,, eoviidos, lo de algo.io :! I-
bras, fio de vela I ai roba malas de escalenta,
lia muas de navio 2, furquelas de ferro pira os es-
caleres 4, galos de ferro com sapalilhus S, larda :t.
liaba aicalroada IS libras, de barca i pecas, lnhaa
de cores am novallo I libra, lona estrena' da Rs-
ala, on ingiera :i pecas, lona larga da Rrjssia mi In-
glesa 7 pecas, livros am hranco de 50 a 100 folli is
2, inerlim 22 libras, moitoea bronzeados de a S
poiegadat 22, obresa i macos de :i paet, oleo de li-
nhaca 5 arrobas 20 libras, papal almaco :i resmas,
papel de peso 1 resma, peonas iie ac,"o 8 duziat,
piulara IN molaos, pregas sonidos IIOO, remas da
faia de I i ll e 17 pez 4, saceos de conduelo de al-
umino da Baha (. aapalilhos sonidos (i, sebo em
pan I ', arroba, spanla 4 libras, tolla 011 vaqueta
( matos, lahoas de louro e de puihu i, laxas de
da bomba de cobrOiH), dltotda ferro 600, lijlos in-
gleses 12, tinta ilcesrrever 2 garrafas, tintas sorlidat
13 latas de arroba, troco i qumlaes, varas de cro-
ques 3, vcslidouros 2, I, irclo 20 libras. Os quaes
olijectos sern fornecidus a proporeo qae orem
prOCiSOS a bario.
E para constar man,le allixar o presente edtale
poblicr pela imprenta.
Alfandega de Peroambnco20 o joabde1856.
O inspector, > nlo Jo- Femando.. Barros.
O lllm.Sr. contador da lliesoorana provincial
i-rvindq de lospeclor da mesma Ibesouraria, m
cumplimento ,a resalo{io da junta da lazenda,
mana fazer publico, que o Contrato do foriieeiinen-
t-. dos medicamentos e uteusis para a enfermarla
la caa da delenco desla cidade, fui transferido
para o dia 2! do crrenle mcz.
K para constar se mandeu allixar o prsenle e
publicar pelo o Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial de Pcrnam-
buco 20 de junho de 1856.
O secretario,
A. F- d'Annuneiac.lo.
de
I
i 1*1
'S ~
r ~ -
*S" I?
r.
y'OCtol entrados no dia 20.
Para o partos ialeraedios9 dias e S horas, vapor
Diasileira ajTocanlinra, commandsnta o eapilaode
rragala Oervasio Uancebo. PaSSagairus, ileres
Leopoldo Borget (lilv.iu lchoa, I). Germana do
Carrtio Csbral, Uanoel Ferreira dos Santos Cam 1-
rinba. I.uiz A. Ituii Mavignier, FaottinS Maria
Jos Thoioaz Coelho, Jos Coelfao, Ur. Fraocitco
de I aula 1.111. (uimare- Peixolo a I criado, Jus-
liniano Alvcsdojainlal. Jote Ignacio Feriian.l s
do Barros, sna seuliora. 2 filhot a 1 etcrava, Fa-
bi icio t.oines Pedrpsa c 1 criado, Amaro Brrelo
ao Albuqoerqae Meranhlo, ifanoel Modesto Pe-
rora das Chagas. Marcelino Ferrelra da Cosa.
Amonio JlSaquun de Figueire.lo. Joto Piulo Mon-
letro e Silva, Jos Feliciano Machado, Jos de
Azevedo Hua, Ignacio Ihiapina da Silva, .Lao
1 uito Rolnguss de Paiva e I esrravo. I). Auna
Leopoldiuj Leile, Jo- Ferreira HovaCS, Mano.!
Kodrigoesde Andrade Paiva, Rofino AK......la
1, U"ado' '" Pereira Lima, l'rimo
1 acheco Borges, Francisco do Hago Pontos, Cannl-
lo Augusto Parrara da Silva e sua s.nhora. Jo-e
Aolonio Vettru Vi......., e I escravo, liento Jos
da Costa, D.ineino Ro iriaues Leite e I lilla., ma-
or, Jaaqnm rraiiciseo da Rocha, Eduardo P
Wiltou Jnior e sua tenliora, M. Emilia Ramon-
dcar Aranpe c sua familia, Dr. C. A. \ andar
Londa, Adolpho Mullcr. Ur. Ignacio Manoel d 1
Lemns, Manoel de Anuda Medeiros. Jus Con
calves nos Reis, Joaquina Josc de Hodeiros Cr-
rela, Simeo Joo de Carvalho e I esrravo. e-
guen. par., o sul. Ur. Fraocitco Dominguesda Sil-
va, leante Amrica Braailio Silva, Jos Ped-
rada Silva Castro, J.aqiiim dus Sanios Crrela,
Jos Joaquun doSacramantao 1 irmSo, Loiz l.-
beii), Jus Joaqoim doMagalhlea i!,sts, isaml
Mana, Francisca itavinunda, Gabriel Mandes Ra-
poso da Cmara,Carlos A. de Lu Forte l.aporeine
Albino Alvnn di Rocha. :)| pnces.e reculas do
exercilo, a muiiier de urna .tas pracas, (i recrotat
de marinha. 2:1 escravosa entregar.
.Vanos xahidos no OMMOlfl din,
Nant.sck'lGalera americanaPlanler-,com a mes-
ma carga que Iruuxe. Segoiu do lameirlo.
Sloiiingi.oiiCalera americana Coriolanue, com.
mesma car ja q,,e iruuie. Segno do lameirno.
Suspende!, do laine.aoli.igue escuna d guerra
ingles oSpy, coinmandanie l.uckrafl. Fondeoo
110 rnosqi.eiro.
LihuaMarca porlugueza sGraUtttos
Ionio Pereira Burgas Pestaa
gneros.
PortoPatacho porlugnez S Jos,., capillo Manoel
lioacalves de Fraila, carga atsuear.
Para a rjorloi intermediosVapor brasileiro,.Impe-
ralriz.,, commandante o I.- leuenle A. C. da Bri-
to. Patssgeiros deste provincia, francisco Soares
da Relnmba, tua lenl.ora c escravos, Dr. Fran-
cisco Corris Qoeiroz Barros e I escravo, I ir.
Francisco Goncalves da Rocha o I escravo. Joslira
Norat, Lino Jos do Reg Braga, Joaqoim Catsis-
no Bezerra, William E. tiuest. Joan Baplisia de
Albiiquerqna, I.uiz Antonio Monleiro da Kriu.ca
Jos Jacimho do Beta, Ildefonso Rayraando J-
nior, Josc Lu/. Pereira Lima, Antonio Camilla
d? Hollando, Carlos Ernesto Hesqnila Fsldo.
1 ' 1 - M
O VI
O
- s
-

, O
" | C
jjM wl fl - 1. '"
&' IO ha, 0 .
s_":

c-S
N-5 =2 O
n
0" S



O N
capillo An-
caiga assucar e mais
-
r/i
~ C";
B5 O S"
OS"3
? S'a,
s ..
S o
O O'
=5 r-
O
o E
O '2.
6 ".
a ~
o
3
2. tx
trs -
6 fr
aixa ii i.
A directora tem (Jxado o preco do conto un prsenlo semana, desde 17 a 23
(Jo corrente junbo a 7 por ceuto ao auno.
As Itoias do expediente pan. as parte), li-
cuin marcadas ate a's 2 da tarde.
Devendo em cumplimento da or-
dem do tribuaaldothesourooacional.de
2 de Janeiro do corrente atino, saliir da
ctrculacao as notas de 5U.s\ de segunda es-
tampa, papel encarnado, que neila exis-
teni, sendo substituidas por notas dos
inesmos ou de menores valores, da caixa
Itlial do Banco do Brasil, estnbelectda
nesta provincia olllui. Sr. inspector da
ibesouraria de fazeuda desta provincia,
mtinda convidar os possuidores das ditas
notas de J000, para as apresentarem
na mesma thesouraria, alim de serem
trocadas dentro do prazo de oito me/.es, a
contar do I de jolbo prximo viodouro a'
28 fevereiro do seguinCe anoo de 1857 ;
declarando ao mesmo tempo que, lin-
do ene prazo. sollrerao o disconio
de 10 porcento du sea valor em cada
mez de demora na a|,.esentacao, na for-
a da lei de (i de outubro de 1855, ate
algum. Secretaria da
1 de I'ei m> tabuco,
> de junho de lSfi. 0 oliicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
licarem sem valor
thesouraria de fazem
.- quam parlencar
2 canoas de SO reamas de papel perlina, vndo no
toij-ue sueco oCIcoptra. ebegado a este porto de
Incsle, as II horas da miol.aa.
0 agente Vieira da Silva,
lailn aegauda-feira, :t do corrente, ao meio dia
poni, no armasen! do Sr. Casula, de 10(1 sarcos
farinlia muilo lina, boa para mesa, poi coula o
risiodequem perlencer.
-^ Dsoor^oda
Aluga-se o terceiro andar do tobra-
t.o 11. 2! da ra do Amorim, muito fres-
co e por preco muilo cotnmodr,: tra-
ta-le na ra Bella n. .
amm
*T3
Ha-
awasx
&*fta.
O l)r. Joaquim Francisco Dnarte, juiz ,1c nrphaos e
tenlas, tuppleille em excrcicio, nesla cidade do
termo pur S. M. I. u C. a que... lieos
este erro
Ih'o allir-
cidadaos pra loslentar o mesmo erro .
prrjodica o eommercia e os povot. Assim
ma o seu alenlo venerador
Agoslinho Josc de Viveirot.
(O l'harol.)
Hacifc e sei
suarde ele.
Faco saber em como Lu/ Hslaniro Franco, me
dirigi a pelic.t,, do Iheor seguinle :
, L>. Lili/ .Mc'.auiro Franco, residente nesla cidade
de seos ron-1 e casado com I. Joaquina llinbelina Correa do ilri
10, lilha legitima do primeiro malrimonio da (nada
11. I mlndiiij Kusa l'cs.o, Supiera Cavalcanli, cass-
ila que loiaseunda va/, com Lu/. Francisco da
.Mallo Cavalcanli, que lando fallecid
"a
"*ls

O presidente da assemblea geral do
Banco de Pernambuco, por convite da
direceSo, convoca os Srs. accionistas, pa-
ra nina reuniyo no dia 50 do crtenle,
na casa do mesmo Banco, pelas 11 horas
do dia. l.ecife 20 de junho de ISG.
Bariio de ttmaragibe, presidente.Jos
Bernardo Galvao Alcanforado, secretario.
'" "sa.v;.:".:''... "i .->.<,*
...... .- .-.
ARSENAL DE GUERRA.
I>e ordem do lllm. Sr. lenenle-coiooel di- :'_
rector se fa publico, qua as ofUciuai de '.
primeira e segunda ciaste do mesmo ar- '.:
J seal leem precisJo de qu.lro ulliciacsde -;'-j
j rar.ipniejro de obra branca, oa mareinsi- 3Z
" ros: aquelles> quam coovier ramparecam ":'
"..- no referido arsenal para serem admilli- "'J
J dos; previniudo-se de que aseadmiUe gfa
\ sendo livres. Arsenal da guerra de I'er- S
_? nambuco SO de junli de 1836.O escrip-
-_3 l'irnrio interino, ./. F. de Souza Muga- r-'.
:^ Hies Jnior. g
A ailm.nislr.icao geral dos cstahelecimentos e
cstlaad manda lastr publico, que nos diat 19. ->l c
a. do correle, pela* I horas da larde, na sala das
loastessoes, irte praea, a quam mais dr, -as ren-
das das casas abaixo declaradas, pelo lempo de um
anuo, a contar do I.- de julho do crrenle anno a :|0
de junllo de provino futuro.
airrn do llarife.
Msti6".1, '."' (LTln,"z Se Nova 2.'.,
28 c 30, l.apa .,, Pilar 93, 95 c 97.
Bairrode Santo Antonio.
tagne ara pooco tempo ., hri-
gue nacional HARA LLZIA,
capiAo Joo da Silva lloraos,
ni pode re.-elier algnma carca
mioda eeservos a ela, para
os quaes da es melhores ae-
cominodacOet e tratameulo:
Irata-se com Aolouio de Almeida Comes, na na
do Trapicha n. Iti, segundo andar.
A barcaca aConceicS ,te Marisa, ca' premp-
la a seuuir viagem pa.a a Parahiba ou Hamsngoa-
pe: qoem nella quier corregir oa ir de passagem
pode ilirigir-oe h.i tra],iche to algodgo, a tratar com
uetlre da meama.
Para o l'orto seue com toda .1 hrevidada a
liem conbecida calera puilusueza' (Braebarenses :
para carca e passagetrot, para o que lem os mais
acetados commodot, Irata-se com os eootignatarloa
T. do Aquiio iFonteea & Filho, ou com o capilto
na praca.
Rio de Janeiro.
O patacho uTI.ere/.a I, de qae he rapil.lo Jos lc-
nacio menta, vai seguir viagem para o Iti 1 de Ja-
neiro rom brciidade, por ler grande parle do seu
carregsmenloengajado qoem ..o mesmo quier csr-
recar, dirija-te ao escriplorio de lialtar A; tllivcira,
na roa da Cadeia du Ucc.f? n. 12.
Vende-ae urna barcada ainda nova, prompta
para qualquer viagem, a qual carraca :MK) saceos ;
para ver, em Fura de Portas, etlaleiro de joaqoim
da Cotia, a tratar, 110 Forte ci .Maltas, prensa de al-
eudan de Manoel Jos da Silva Braca.
Para o Ccar sahe com Inda brevidtds o pa-
llialile nacional Au^elica lem parte da carca
prompta, para o re-to ou pateageirot liala-secom o
consicnatario Luht Jos de fia Araujo. na ra dn
llruiii 11. 22, ou com o capililo Jos Joaqoim Alvos
da Si.va, largo da assemblea numero S, segundo
a..dar.
PARA t> RIO lK JANEIRO.
IIato nacional Ticrea trgne am poneos dias por
ler parte'do seu carregamenlo, para o rt-stodacar-
ca Irala-se na rua da Cadeia n. 39, secundo andar,
cm V. A. de Souza Carvalho.
(UOMPAHHi \ FHAHCO-AjMERI-
Espera-se
o vapor
r'ran-Con
lois com,
mandante
l'iitirnier ,
indo para
\. o ro pa :
~^^~^^c*'r*is para liele
e passageii-os, <:m esa de i.. Lecomte
Feron & C. rita da Ctu/. 11. :>().
Para a
.
tiln.
O veleiro e hem eonhecido hiato brasileiro (lAme-
llaa pretende seguir al 1. da 22 i corrente, tem
dous tercos da seu ca recmenlo promplo ; para o
raslo trato-te cora o sen consignatario Antonio Lak
de Oliveira Azevedo, rua da Cruz. n. I.
*.
-. rui'ii
->" :l!;t
vess
S:>
O
l.ua do Collegio n. 18. Iliro.ia :t,.-,, 7 e 133, tra.
isa do Urcarcim ||, 1:1 P 17. roa da Roda 39
ala Cecilia l6.eP.dre Floriona i:t '
flti
' '
_ ,. CAMBIOS.
sobre Londres, 271|ia 2'i;\\2.
- or.s. 3(io rs. por r.
o Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, |rj a I por ()|o a 13 e
Accocs do Banco, 35 0|0 de premio.
AecSes da companhia de Beberibe. .
Aecoes da companhia Per nmbucana
o Ltilidade Poblicn, M porcento da premio.
indemuisadora sem vendas.
.i di
istraejio
legiiima e era serem inventara tos. visto como ns
549OOO h-rdeiroida fallecJa querem addir a heranca a bo-
to par. j nefieio de invenlarin, por Indo islo vem requerer a
V. S. qnc dan lo inventarame .1 diloa bens, proce-
da-se nos termos do inventario, >endopara islo ci-
secue cora mulla brevidada o veleiro patotas brasi-
leiro Esperaocaa por lerja promplo melado do seu
Carregamenlo ; para O r, sto a passa^airo?, para os
quaes leu excelleulcs comraodos, Irala-se com 11
san consignatario Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo,
rua da Cruz n. I.
Seises.
dess? P^'C '""|,le4 al horas o raeii ;
e dessa as com o porte .tupio.
vidTr'.' '"i"" Sr- r'"eill>r ''" C-ymnasao manda con-
idar a,. alumnos internos, meo-pensionislas e es-
lernos. para enlrarem rom o quariel qna tem da
correr do I.-de julho proiimo vindonro" "
Agencia de leudes oa rua
da ..!;.\'., do LVos n.
5, da Vieira da ^liv...
SabbadbSI do correte, a's 10 horas
da roaohaa, serSo arrematados mui tos
olijecios, mobilias e pianos, e tudo mais
que estiver patente, e sera' vendido a con-
tento dos l'reguezes.
. O a;ente Borja lata" lei lao, quarta-
feira ,"1 do corrente, a's (I horas da
maouaa, em sen arma/.em, roa do Colle-
gio 11. 15, de 7 escravos mocos de bonitas
figuras, sem achaques de qual dade al-
gum,,, uns com officio, como bem, roes-
tro de assucar, purgador, destilador,
baoqueiro, carreiro, vaqueii-o, e outros
propriospara todo o servico e dousopti-
naos escravos cozinheiros, etc., os quaes
serao entregues sem recusa de rpia'quer
preco maioi que olFerecam, visto serem
vendidos para liquidaran de QOotas nesla
iraca.
Koslran Rooker & Companhia laro leilao, por
intervcnriio do aconte Oliveira, e por conta e risco
de quera parleurer, de cerca de \>M barricas defa-
rinlii de trigo, recenlemcntc importadas e avadadas
a bordo dos navios ainsricanos Naorj a e Em-
blem as ultimas viagens ..e Nova Oileans e l'lli-
ladelphis para este porto : secund i-faira. 2.\ do cor-
rele, a's 10 horas da manhaa, no seu armasem, no
beccu do tjoncalves.
Francisco Severiano Kabello & Filho faro lei-
lao, por iiilerveiicAo do agente (llvaira, am Inlas a
vontai c dos prelendeules, de porfo da viudo linio
deyJ.isbo.i, de superior .qualidade, e receulemenle
Fucio no da 15 do corrente o preto Antonio
de naci Augico : alto, magro, reste talhad.i e ce-
g da um ollio, he cBcial de funileiro e Vidrskairo
da fabrica de calderciro da ru do Bru 11. S ; ro-
ca-se a qoem o pegar que u leve a dita cata que sera
recompensado.
l'rccisa-se de um .obrador de divida, nesta ci-
dade. e saburbios ; defronledo r. Jos Narciso
primeiro andar.
Sociedade Philosoptica,
Os Srs. socios sus convidados a reuuic-se hoje l
em se-sio eilraoidinaria.
A viuva de Manorl Francisca Kibeiro, mora-
lora na roa do Sol n. 7, recebe eucoinmeiidas de
ica anrasentiindo-se-lhe os praloa na vespara
oras da norte, para vespera e da deS. Joo
a continua rasen :.. todo* os domingo, e dia santo
1 qu ilida* da cangiea he bem couhecida das pri-
meiras fain l'as desla udade.
Na padaria do Fnrie do Mallos, rua dos Bur-
cnsn. :!i. precisa se dedoot amassadores que cor-
lein maesas de bolacha e pao.
I'recisa-sejalucar una prela que seja boa engom-
madcira a costoreira, da'-se 159 rs. : na praca da
Independencia n. :i.
. Precisa-te alagar una prcla, escrava, para
comprar e cozinhar o diario de uina rasa de pouca
lamilla, cujo alognel nao esceda de I03 rs. mens.e,
nao sendo mota. : qoem a tiver dirija-se a esla tv-
po(raphia.
Precisa-se de mu. ruzinheira : na rua dasCru-
/.es i!. 39.
Perderam-sc cinco billeles da lotera que ha
de correr boje, no baino do Kecife : quera 09 lver
adiado, sendo que quaira restituir, pode levar a loja
lelrarrageiis, rua da Cadeia do Kecife n. 56 A, que
a' rreompensado.
j u Sf- oao Francisco da Mulla, morador em
Larangeirat. da r .marea d.; Nazarelh, qeira lera
idade de diricir-s a casa de Jo< Moreira Lopes,
loriante nesta nraea, rua do Queimado n. i9, pa
bar noticia de dous escravos seus de nome Pa-
iro e Isabel, mulatos, ou dirija-te a villa de Pi anc
provincia da Paran,ha, a cas, da Juao l.ele Fer-
'a, onde estilo dilo- escravos, ceno que nao se
reippnsalilisar o mesmo l.eile por qualquer em?r-
cia que por acaso sobrevenda.
Ko da .ti do corrento pela primeira vara civel.
i' a audiencia, tero lugar a arremato{aa do
berro do Iaibato, penhorado ao fallecido
mi Maique-Nogueiia, por exeeacaO ,',e !' lu
Sonre de Carvalho.
lariniia I
10 no
c
estrada de
a da
ferro
TRANSFERENCIAS.
Os senil,re, accionistas que quizerem Irantferif
sujsaccne. devrao dira r-s0 ao escriptorioda com-
pablua. para o fim da obtorem o esemptar d forma
adbptada para as transferencias, e pagarem o. emo-
lumentos respectivos na importancia de IJI20. E no
mesmo escriptono, roa do Crespo a. 2, em lodos os
dias nleisdat 10 horas da manhaa as _> da larde, po-
daran obles .: Sr. major Venlcer, ihesoureiro da
colnnanhia. lodos os iscla'acimenlos ,1a q,,e necessi-
latem relativamente no-' negeioi da obredila com-
panhia. Ilacif.; de junho de 1836. Por ordem
do Sr. major Ihesoureiro,
Joaquiui Mariano Cavalcanli de Alboqaerqe.
Companhia
estrada de
da
erro
que o saccador lera em sea poder a competente pu-
blica forma e a couciliacao ja eflelaada : o oalio
sim previne mais qua nincuem faca Iraosacrao algu-
111a com a dita lellra.
Joo Ferreira dos Saulos pelo prsenle faz
publico, que leudo Jos Antonio Ferreira hypole-
cado em IK7 legua e meia de Ierras, em que sao
silos os encaiilios Souzi e Palori.e outra propriedade
aManoel Zefennn dos Sanlos.cuja hypotecado provem
da compra das referidas lenas e "propriedadet;
acontece que esta h>potoca achando-se vencida ha
muilo, perlenre luje ao annuncianle como cessiooa-
ro, pelo que ja roove exteurao conlra o mesmo Jos
Antonio Pereira e sua mullier, na importancia de
8:60113000 e lanos mil rs.;pelo que previne que oiu-
cuein faca lrauza;3o alguma relativa aus dilosbens,por
que terso de disputar com o annuncianle apreferencia
na rciviudicacudelles.o que tudo faz sciente por l!ie
tar hoje chegadu a Dolida que dito' hypolhecante Ira-
la de querer negociar as referidas propriedades: fa-se
ver mus queja o anuo passado previno esle nego-
cio por meio de avisos pblicos.
Recife aOdejanno de 856.
O Dr. Lobo Moscozo dei\a de em-
barcar para a Babia, conforme tinlia de-
terminado, e declara a todos os seos
clientes, que o acharao dia ou noite
pfompto para o servico da sua prolissao.
No da Ti do corrente, finda a audiencia do
lllm. Sr. Dr. jui/. de orphaos e ausentes, e na sala
das rnesnias, se I1S0 de arrematar por venda j pares
de areolas com brilhanlcs epedras preciosas de mui-
to valor.
Permuta-ce ou vende-se por casas
terreas, e lambem se arrenda, um grande silio na
estrada nova, com lina casa de vivenda, jardim na
frente, cocheara, estribarla, quar los para pretos, poco
cora agna polavel, lanque para banho, 3 baixas coin
capim j plantado, sapolizeiroa, maugueiras, conde-
cciras, bastante* esjoeiros, com ^erto de OO pesde
larancirss e uiais diversas arvores de fruclo, com '
leneun devorlo para planlar-se ou fazer om oulro
silio, todo terreno cora freule para .tila e-Irada, pas-
sando a primeira bomba, o primeiro portan de ferro,
chaos foreiros; a tratar na rua da Ca en Velha 11, 6.
Na rua Diaeita, sobrado de am andar n. 33, ao
p da botica, fazem-se bolos de S. Jo3o enfeilados
com capellas, flores de alfnim, bolo trance/, bom
bucado, bandejas de boliuhos, pjo-de-ln, pastis de
nata, doces de varias qaalidades.
Fugio pela terceira vez no dia 10 do correla
o mulato Luiz, que foi escravo do Sr. Domingos Jo-
s Marques, oqualltm sido visto no Monleiro, le-
vou vestido calca e camisa prcla, representa 35 a 40
anuos, lem o loroozelo do pesquerdo ochado, que
o faz cochear.cor clara, cabellos sollos, olhar de ban-
da c inclinado, Irabalha desapateiro o de euxad., em
itio, e tem sido agazalhado por alguem na Casa For-
te e no Mauteiro :, quem o pegar entregue-o ao abti-
xo assigoado, que ser recompensado na rua da
Praia de Sania Rila n. 3 oo no carlorio n. 19 na roa
das Trincheiras. Na mesma casa se precita de um
feilar para silio, e afora-sa um (arreo 1 com 70
bracas de frente e tIO de fondo, sendo eslepara o
cam;.,bu de ferro e aquclle para a estrada do sal,
confroute a Boa Viagem.
Pacisa-se de um caiseiro para padaria: na rua
das Cruzes u. 3o.
Prec,i-ss de um immem forro ou captivo, qua
saiba tirar Icite em vaccas e andar com ellas no pas-
to : alzaz da maliiz da Boa Visla 11. 16.
Precjta-sa de orna tmilher prela 011 parda
l'vre, de idade, e da bons rostomes, que se en-
carregue do Ira!.ment de urna enanca : quoui se
ochar ueste caso dirija-sc ao sobrado 11. 8, da rua
de San Francisco, como quera vai para a rua
Bella, para tratar do ajuste.
Permuta-se um sobrado urna 'casa terrea e
duas ptimas olarias Jua lugar dus Cecilios, ludo por
um bom sitio perlo dVsta praca : quem esle negocio
quucr fazer entenda-se no ine-nia lucar com Josc
Carueiro da Cuuha.
Ainda continua a estar fogida a prela Luisa, de
na{io Mocambique, cega do olho direito denles li-
mados, reprsenla ler 40 anuos de idade, alta ma-
gra, coima que anda lavando roupa de canho, lem
sidu visla era SonlaAiina, Poco. Agoa-fria, e Ar-
rala!, he muilo conhecida era Behenbe : roga-te as
aulordades policiaes e capitaes de campo a prendam
a 11 nidem 1 roa Cadeia Velha n. 1, qne paearao o
seu trabalho.
Ainda se precisa de urna aras para o servico
interno e externo de urna casa de pouea familia'e
da-se sendo livre 8J000 mensaes, e escrava 1:>9000 :
quem qulzer dmja-se ao larao de S. Pedro sobrado
ue um andar u. 3.
OIT ha pouco taido da escola, para caiieiro de alguma
rasa, menos de laberoa
ce para
duela.
quem o pretender aunun-
procurado, e da fiador a sua enn-
i'elo presento s? coiniminiea ao senborcs accio-
mdlas da companhia da estrada de ferro, que por oc-
caaiao de recebarem tnat acc.es devergo apreseolar-
sa hor si ou por seus bailantes procuradores, para o
(mide fe assignarem no comnelenlo livro da inser-
pelo, de'acaordo c-.mi As e lidoa qne fizeram las c-
cois. Itecifn 20 de jimho de S;(i. Por ordem da
dircctotia, S. i1. Vei.ker, Ihesoureiro.
Aloca se um escravo para servir em casa de
pnuc> familia : quam o pretender dirija-se ao larco
do Paraso n. .
LATOEIKOS.E ITNILEIROS.
Precisam-se desles olliriaes, paga-se bem, sendo
buns: na rua Nova, casa encarnada n. 38.
Precisa-se da urna ama para cozinhar o eogom-
marpara pequen, familia : na rua da Crnz n. 31,
secundo andar.
:*'
O*
az-se lod., negocio com duas propriedades que
,!.':;, anoualraente :; rOgllO, sendo orna casa tor-
rea: com urna moi'agaa na rundo do quintal, sita na
f.cjcuezia d-S Jos, e outra -obrado de um andar
roa de Malhiat Ferreira, em Olinda, tendo no
toado orna onlra mei'agua, cuja frente delta para a
rua da Kineira nu Cadeia ; ambas estas propriedades
sa Hchain presentera ule aluzadas: quera quizer ne-
coitn-las dinja-se .1 rua das Cru/.es 11. 20, segundo
andar, que ah achara me.ores explicarnos.
- (1 baeharel Abren o l/ima, retirando-te para
a Franca no vapor ingles'7ay, nao pode pela ia-
pi ez de seu embarque deipedir-Se dos seus amigos:
pe, le-lhrs dcscnlpa, e oll'erece-lhes seus serviros na
Europa.
-- O Dr. Casa nova roca a lodasas pessoas que
ihe estn a dever, o obsequio de l!e mandarem
pai ar al ji fim do corrale junho,
llera ohrigado.
f- Aluca-se urna encllenle ama de lelc, parida
puucos das: alane.-se sua conduela : 1,0 A ler.
Ja Boa-Vista no sobrado n. T.por cima da leja da
leca de cara.
4- Antonio da Molla Silveira Cavalcanli, capillo
1 ulica suarda nacional do municipio de Naza-
relli, qurrendo reformar-se no mesmo poslo, entre-
gnos seus documentos ao sen finado amigo Her-
,11 ano Fraucisco Bandeira
m^- & s
,1o ute

yy
M.rtO.
a)

Chales do merino brdalos a seda da mesma cr o
a matiz, pelo har lo preco de sOO
Chales de merino lino com barras matizadas, a 79500
dos de dilo prelns com franjas de seda, a "9000
tilos deatilo de cores eom riefeito na franja, i.y>il
I matiz, palo liara lo preco de
Chales de merino fino com barras matizadas, a
Hilos de dilo prelos com franjas de seda.
Hitos dOadile de cores eom defelo na franja
, Hitos de 1.1a candes de ledas os coras, a -J98UO
qu. muilo Ihes Rjeot vrslidos i\ seda com loquo.de mofo, a -JUStm
Lindas sedas do cores de novos padroet, a IjOOO
o covado.
l'.haly de qoadros de lind-s cores, a !HJ0 rs. o covado.
rolar de seda com quadjos asselinados, 800 rs. o
covado.
I.aa de quadros com ."1 palmos de largura, a 660 rs.
o covado.
Sarja prela lavrada para vestidos, a 2$i00 rs. o co-
vado.
primeiro ba.alMo do mcMnflmui.c^rr^'^1^^ g"to '0m :' *" "" '"
rte detle ficaram os referidos documentos dc-enca-
ihados.pornao seren ochados em seos papis; ro-
porlanto a qu Iqu 1 pessoa que por ventura os
ha em seu poder, leona .1 bon lude d-' annun-
Sarja prcla verdadeira liespanhola, a Ij'JUO rs. o
covado.
Romoirat da reros mattsadas, a ItCOOO.
Mantas de blund pretal e brancas, a IIWHIO.
ciar 1 nr a-:-aliiario,, para seren procurados.ou ilr? />'.
11.7 comandar entregar no sen engento. dePwoes %* CrCS' "ww ,le ,,n,a' de 3**w
na li ecue/i.i de i racunhae,i,.,u em risa da Cnula c 1'-"u1
fj Lile na rua do (lueimado ,.. T, nos!, praca. O* \ .'",tn" "* Possivcl, a 33000 o CO-
dneumentos ronstam de um ofllcio a-. Exm.' iresi- r ','
delito da provincia, um attettado do jui/, da direito rlS. PBeM* '' r"r<" ""as: -,u cov"do-
I Jlilat Iraoeeza'aiargas moilo mas, a 2S0 o covado.
do mesmo lermo de Nazarelh, um alte
ndaule
lado ito'cora-
nperior, um dito do rne ne Ha-coronal, folha corrida, e una patento em 1111-
'.'m forma.
- Itesencaminhou-se una cana tabteripla a
iquim Kpifanin de Mello, 111 |iu,q co(em
a 'Miente da goarda nac,na!, e foi anlresua ao
Evangelista fen-do Cusanla, qne a
\ou lalvez "in ale, 1:11,1 loja onda romprou anco-
odas: r,,ca-se a
o ijuoininil
Jn
un
lili o de
d
>/ ,-om 5 palmos de laraura a 2i0 rs.
Klaca lo fral
o covado.
Palitos de alpaca prala lina, a IslOO
Corles de catemira de cores muilo flirt, a 39OOII
Uito- Je aita prela lina, a 45500
Cortes ,,.,.. ||e(C ,, ,eiim pr(l bordados, a 'i.-sHMI
Peitos ; ra remit s branroa e de enr, a 500 rs.
Collarinhos feilot a ramizas fraocetas,
- -roa euro- (;,,, .,, e ,.,,.. ,. ,
quem^i .chsr ., queir.i entregar 1 Lenca; de s|.-, de s ,. arandes. a 1500.
l-Prcclss-sedeiima'ama qne saiba cozinhar a I r para grasat^ a 880 rs.
er lo la o man servico de casa : ,:. r,n l re tc'n r h" *rM u ,'"' pl^' 8 /2L
tecondo andar Cobertores de Isa hespanhues, a :tJ000. .
-Aloca-senm etcrava que co/ioht lava a I :' "''' ,!V?'"-''" .'Ia, ^""yw:* passandoa
na e cose cun, ra.r.:l, ,, ZSlXZJST bolua' "- '-J<- ****.
rua 1
piden ler diri-
e a ma Nova toja n. 12.
I-Oabaixoatsignado declara une nada deve a
enmara, por << 1, annuncio do Diario* n. I iti nao
iilcnde com o mesmo.
Jo-e Das da Silva Cardeal.
UmiM GRADES.
I m lindo e variado sortimeUo de mudellospara
II c gradaras de cosi mndrriiissimo : na
fundirdlo da Aurora, era Sanio Amaro.e no deposi-
... _.-.--... .,b,.,_ 1 .ju .11111-1,1, 1-ilJ .'.lilil f
- I reri-n-e de urna ama que lenhl bon leile.pa-1 lo da mesma. na rua do Bruui.
-o bem : na ma du Queimade loja de minde- I Una Nova n. IS loja de II, A. Caj & C. con,
", ,. li'.ua sempre 1 ler um crande sortimento da
- Joiqmm Ferreira dos Santos perdeo quinhen- obras leilat de ahaiate, lauto superior, como
l&. ,S ";!ll's ,!.c a<>W>00 e una inferior, camisas frunceza,, brancas e de cores.
I o
le ItJO-'UK)
qoem ache.11 es| ,|ju|
mais
cores, cra-
ein. a qoeren lo j votas, colaiinhos, chapeos francezes, dilos de sol, do
re lilnr : dinja-se ao arma/.em de Palmeiro & Bel- I seda e p.innihu.uspeiisoros de bo racha.meiaa para
trl ano largo de CarpoSaoto, qae recettesmelada. Isooboras, horneas, meninos, razendas para fazer-se
Alaga-te oa preto oplimo Cozinheizo, lauto qualqu-r obra deencmmenda rom a maior preste-
para esta de lamilla como pira easa da mofos ollei-1 /a e bom desemnenho ; emlim quaquer pessoa que
ros : quem quizer annuncie ou dirija-se a rua do 1 vier a esta loja, tirara um falo completo e por pre-
Kiragel o. 42, que alu achara com quem Iralar. | co mais commodo do que em oulra ,i|ulqueaiparle.
MUTILADO
ILEGIVEL


UMIO E r MIM CO S BAO M I JUNHO U ISS6
Jfcv
-MMM
* PIHUAS PRECIOSAS-
*
9 Aderece* de brilhaiites,
B diamantes* peroles, pul-
u'ir.i-, alhuates, brinco*
e roletas, holOes aunis
de diflereutes goslos e de
diversas pedraa de valor.
Compran), vendein uu
(rucam praia, ouro, bri-
Ihanles.ilHiudDlese (wro-
4 las, e ealru qaaetqoer
* jotas de valor, a dinheiro
> uu por obra.
. ? ? **-! 9 -: : : -..-
I0RE1RA 4 ODifiTE.
\.m i muras
Ra do Cabuga n 7.
Recebo ni por Uj-
dono*vapresela Bu-
ropa iisoiu'ijs do mus
moderno justo, tan-
to de Franca coioo
txw i

1
OURO E PIl.Vl A-
J Aderemos completos tle "-
$ ouro, meiosdilos, puleci- $
* ras, alfinetes, briuros e *
jg roielas, conloes, trance- *
?; lias, medalhas, correles 5
* e enfeiles para relogio, e *
., oulros minios objeclos de ,
y ouro.
fj Apparelhos completos, Si
^ de preta, para cha, ban- *
~$ dejas, salva, caslicaes, ;..
.?' colheres de sopa edecha,
8 e muitos ouln objecin .
.I de prata. ;<.
:->- :* >:.?.' *:**?:<.; *?:.;:
de Lisboa, asquaes se venden* por
preco commodo como costumaiii.
Seguros.
A directora da companliiaIndemni-
sadota,em cumplimento do ditpotto
nos respectivos estatutos, anniiiuia que
no dia 21 do crreme pelas 11 horas da
manlia, na piara do Commcreio, tem de
de proceder-se a' arrematacao de cinco
acotes da mesma companliia, por talleci-
mento do accionista o Si. Fredenco Cou-
lon. Kecite 18 de jiinlio del8~>(i.Os
directores.Joao lgnaciodeMedeiros Re-
g.J. J. Tusso Jnior.Joao da Silva
Regadas.
Claudio Dubeuxinudou oseuescrip-
rio para a ra da C.tilr.i.i de Santo Anto-
nio n. lo.
Jos Antonio Moreira Dia&C.,fa-
/.ein sciente ao respeitavel publico, que
teemoseu escriptorio na ruadas Laran-
gerat n. 14.
Claudio Dubeux la/, sciente que sa-
biram desuacasa os seus dous caixeirot
Jos Antonio Moreira Dias e Antonio Ce-
zario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.
Precisa-se de um amassador que seja hom mes-
Ire de masseira : na ra da Seuzala Nova, padaria
n. 30.
Aluga-se urna grande casa terrea com sitio,
no Iiiii.it da Soledade ; a tratar no Maiiguiuho, sitio
de Herculauo Alves da Silva.
Eis as verdadeirns bichas de llamburgo do de-
posito da ra estreita do Rosario n. II : alugam-se
inais barato do que em nutra qualquer parle : em
Ireute a matriz da Boa-Vista na nova loja de liar
beiro.
Aluga-se urna preta que seja boa eugommu-
deira e coslureira ; da-se 155000 : na prar;a da In-
dependencia n. 34.
No dia I, as 4 horas da tarde, uo aterro
da
Aluga-se um grande e lamoso litio
no Hospicio com casa para grande fami-
lia, cacimba com agua de .beber, baixa
de capim e fructeiras de diversas quidi-
dades : quem quizer alugar dirija-ce a
ra do Kangel n. 50, que ahi achara
COm quem tratar.

Na ra Nova, luja e fabrica de chapeos n. ,
acaba de receber--e um completo sorlimenlo de cha-
peos de todas as qualidades.
Acaham de cheaar o* muilo desojados e bem
eonhecido* chapeos do palha americanos ; na ra
Nova, I -j., c fabrica ilc chapeos n. 14.
U abaixo assignado lem juslo econtratado com
o Sr. Joaquina Ignacio da Costa, a compra da casa
terrea na roa iVelha da Boa-Vista n. 67, e pede a
quem se julgar com dirailo a ella, dirigir se ao abai-
\ assienadn, na sua loja na i ua da Cadeia do Reci-
te, ii. 47, ate o lint do me/.
Manuel l'errcira de Sa'.
<'.*?...,.. .... ......... ... uvWS ,*'*
i,; O Dr. Olegario Cesir Cabosstt, B
$i lormado etn medicina pela Facul- H
5 dade da Babia, avisa ao respeita- @
5$ vel publico desta capital e especi-
vi alente a' pessoas pobres que @
B quizerem utilisar-se de seu prest- g
^ mo, que aeha-seresidindo no pri- ^jt
-";* meiro andar da casa n. 8, sita na ,];
$> ra do Collegio, onde pode ser ^
procure do a qualquer hora. @
t*7h *''A** \*i <*.XIV ,T jf- X*': *",*,, *>>* "'^(1!*.
@v5.wv.,--.-.,.- ...- 88 &
ESTRADA DE FERRO '
do kitctfeuo S. Francisco.
Os directores da companliia da estrada
de Ierro do llecile ao'San-Francisco* tem
Aviso.
Sao cuuvidados lodos os senhores deve.lores casa
L.llida de Antonio Auglislo de Carvalho Marinho,
;'ic leve loja de (azendas na pracinha do Queimado
todo caso tora' de pagar juros pelo lempo
que decorrer entre o dia indicado para o
pagamentoc a sua realisacao. Kecife 14
de maio de 185.Por ordena dos direc-
tores.S. P. Vercker, thesoureiro.
LOTERA da provincia.
Aos 5:000.s e 2:000s000
Sabbado, l do frrente, andam a-
rodas da primeira parte da primeira lo-
teria da igreja de oss.i Senhora do L-
vramento: aindatestatn algiins bilhetes,
meios e querlos, rubricados pelo abai\o
assignado, aos prcc/M abaixo declarados,
as lojas da pi-aea da Independencia ns.
I lo e V0; travessa do Queimado h.
"!A, iiias estreita do Rosario n. ."0,
da praian. 30,doLivramento n. 54,lar-
go do Terco u. IS, aterro da Boa-Vista
ns. 38e44, sendo que, os que obtiveren:
sortes grandes, .o possitidor recebera' nao
s o seu premio na COnformida.de da lei,
milis tambem os 8 por cento.
Bilhete inteiro 5J8O0 recebe oiOOO.sOOO
Meio bilhete o.sOOO 2:500|000
Quarto 15500 1:2505000
Antonio J'jS(: Rodrigues de Souza Jnior.
Boa-Vista, oa porta do Sr. Dr. juiz de ausentes, se
ha de arrematar a casa terrea sita na ru de Santa
Therejan.it, avahada em l:(Ki-, pelfucele a
Iht.uhj.i lcente da linadi Maria Joaquiua do Sacra-
mculo Dias.
No dia Jl.no aterro da Boa-Visla, na porta do | .. .
Sr. Dr. juiz de ausentes, a 4 horas da tarde, se ha eito a chamada da segunda prestarao de
de arrematar um relogio de ouro e urna pequea | duas libras esterlinas sobre cada accio na
iiorrlo de roupa, perlencente a herauca aconte do ,i;, _.._u: ..,....,1 J____
tinadot,uilhermc Rassanler. dita companl a, a qual deve ser pagante
odia idejulliode 185b: no Bio de Ja-
neiro, em casa dos Srs. Maua' Me. Gre-
gor&C.,; na Babia, em casa dos Srs. S.
UavenportiSt C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista
dista cidade do Recifc alim de se dirigirem ao abai-, que nao reahsar O pagamento dentro do
lo assignado, no aterro da Boa-Visla o. U, para termo indicado, podera' perder todo dl-
.inngavelmenlc sal tarem seus debilos, rilo com a i ,.
miar presteza que i he. n.r possivet, po.s pn.mei- reito as aceues, sobi e as quaes o dito pa-
lo ter toda alteucSo com oa que lorein in,i promp- gamento nao ti ver sido el I eel nado, e em
tos em seus pagamentos, em ra/.Au de estar compe-
tentemente habilitado a fazer esta liquidac.au.
Joaquim Jus Dias t'ereira.
Ileonque Callos da Cosa vaia Europa.
Deide a ponte da Roa-Vista al a ra do l.i-
viameotu perdeu-se no domingo, I' do crrente,
mu pulecira de ouro com cornalinas encamadas ;
quem a tiver achado e quizer restituir na ra do
Aragao u. IJ, ser gralilicado.
l-az-sc bolo e caugica de ruiilio verde muilo
hein lilla ; na cidade de Olinda, alraz do Amparo
D. 11.
Na ra da Madre de Dos n. li pri-
nietio andar pecisa-se de boas costurei-
ras para l'azer colletes, obras de brim.
l'recisa-se de um homem brasileiru mi eslran-
goiru, que saiba bem montar e tratar de cavallos,
para servir de pagem a um senhor de en^enho, da-se
boa paga : quem estiver nestascircomslaucias e qui-
zer, pode dirigir-se ao largo da matriz de Santo An-
louio, caa de um andar U. 3, que achara com quem
tratar.
Na loja do sobrado n. 13 do paleo da riiieira de
S. Jos, lava-se e engomma-se com minia porfeujao
oaceio, e com a maior brevidade possivel.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. Jo,ni Moren ,i Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Manoel Jos' Le-
te, na ra do Queimadon. 10, alim de
amigavelmentesaldarem seus dbitos.
Madama Malhieu, modista e coslureira france-
za, ua ra do Cruz n. 13, lerceiro andar, tem a hon-
ra de participar ao publico que lem recebido de
I-'ranea ferros de recortar o< babados para vestido de
senhora e meninas, os mais modernos que tem viu-
do, e de muilo bom goslo ; o prejo do recorte he a
meia pataca a vara, ele, etc.
l'recisa-se, para a celebrado da missa cm una
capella particular, de um calu em meio oso com
patena ecolhcrinha,: quem IrVcr e quizer. Iroca-lo,
lirija-se ao largo da matriz de Santo-Antonio, so-
brado de um andar n. 2.
Precisa-se saber se existe nesta cida-
de ou provincia o Sr. Manoel Jose'Fer-
nandes de Macedo, o qual ja aqui e.s-
teve em 1S7 ,i 185i; ecomo depois dis-
to foi para Lisboa, por isso quer-se saber
se ja voltou : quem disto tiver conheci-
mento lera' a bondade de fallar na ra
da Madre de Dos n. 56, primeiro an-
dar.
Precisa-se de urna ama para criar e
tomar conta de urna crianca de 15 dias.
paga-se bem agradando: atv ra do Cal-
deueiro n. 14 se dir' quem precisa
* ARRENDAMENTO.
A|oj a e armazem da casa n. 33 da ra da Cadeia
po Recite junio ao arco da ConceicSo, acha-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qualquer eslahelecimeiilo
em poni graude. para o qual lem coininuilos sulli-
rienle* : os prrleudenles enlender-se-hao com Jo3o
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
37, na mesma ra.
CASA DOS EXl'OSTOS.
Precisa-se de amas para ornamentar rrianras
ua casi dos eiposlos, a pesco que a isso se quira
dedicar leudo as habilitaccsnoccssana : dirija-se
a mesma no Pateo do Paraizo que ahi achara com
quem Iralar.
^.;-::-G-:X.-,::,.... :.iO
Deposito de vinho de champa^ C
$& *; Ciateau-Ay\, primeira qaav Q
& lidade, de propriedade do conde i'
O deMareuil.ruadaCru/.doReeifen. ffi
20: este vinho.o melhor de toda a S
f$ Champagne, vende-se a 36. cada ?
i.S eaixa ; acha-se nicamente em ca- &$
JS sa de L. Leeonte Fcron & C. N. ^
i' B.;\a cii\as sao marcadas a fo- Qi
f^S goConde de Mareuile os rotn- @
^ los las garrafas sao a/.ues.
Lotera
(fe JNossa ^eiihora do
i-iivrameiito.
Aos 5000- e 2 OOOsOOO
Corre sabbado 21 de junho de 1850.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ijue vcud 'u os si'guintes premios
da segunda parte da (piarla' loteria de
Nossa Senhora do Guadalupe de Olinda,
evlrahida a 14 do corrente
I bilhete inteiro u. 5523 2:000,^000
quarto ., 1-27(1 lOOgOOO
I bilhete inteiro 150! KIO.sOOO
' piarlos 1255 50*000
' ditos 2155 5(l.s000
lem exposto a venda novos bilhetes,
meios equartos da primeira parte da pri-
meira loteria de Nossa Senlioia do Li-
vramento, na ra da Cadeia do Becife n.
'i->, loja de iiiiude/.as de Jos Fortunato
dos Santos Porto,na praca da Indepen-
dencia ns. 57 e 2!>, loja de adrado de
Antonio Augusto dos Sanios Porto, na
mesma praca loja de bilhetes n. i. la
viuva Bastos, e as demais ja' conheeidas
do respeitavel publico.
Bilhetes 5.s8t)() recebe por inteiro 5:000$
Meios 5.1)000 << 2:500$
Quartos I500 .. 1:2308
Os dous premios grandes di referida
loteria do Livramento, uaoestSo sujeitos
acs 8 por cenlo do imposto geral, tra-
yendo ellesa rubrica de S. d'A. Ferreira.
Periiaubuco 17 de jiiqho de 1856.Sa-
histiano de Atjuiuo Ferreira.
g NO CONSULTORIO HOMtEO I
8 PATBICD.
8
f$
Ra das Cruzes n 28.
Cunlinua-se a vender os mais acreditados
mi'ili. menlos dos Srs. Caslellan e Weber,
em Unturas e em glbulos, carteiras de to-
dos os tamaitos muito em conta.
Tubos avulsos a JIJO, 800 e 18000.
1 onca de tintura......5000
Tubos c frascos vazios, rollias de corlica
para tubos, e tudoquanto he necessario pa-
ra o uso da homieopathia.
3K.
J. P. Vogeley lem a honra de avisar ao respcila-
vel publico, que no seu eslabelecimenlo na rua.No-
va n. 27, esquina da Gamboa do Carmo, encontram-
se os mais ricos e melhores pianos que tem appare-
cido oeste mercado, de uirma de armario, de supe-
riores vozes, conslroccao solida, do goslo mais mo-
derno possivel, seodo elles lodos fritos por ancn-
menda, e nao vindos em commissSo, e assim apro-
priados para este clima, dos mais acreditados fabri-
cantes de Europa, os quaes elle vende garantidos.
O eslabelecimenlo esta aberto ale as 8 horas da noi-
(e para a commodidade das familias que quizerem
ver e eiperimenlar os iustrumentos.
Os senhores proprietarios
que liverem predios edificados em terrenos foreiros
a veneravel ordem lerceira de S. Francisco desta ci-
dade as seguintes ras: l.ivramenlo, Direila, becco
de S. Pedro, laro de S. Pedro, Mundo Novo e ra
Bella, hajam de ir ou mandar pagar us respectivo*
foros ao abaixo assiguado, solicitador da mesma or-
dem, todos os dias das ti horas as 9 da manhaa, 00
aterro da lloa-Vitla, casa n. I, primeiro andar, al o
dia !. de'julho prximo futuro, depois do que se
robrar i" exuculivamenle.
Manoel l.ui/ da Veiga.
Quem precisar da quanlia de "1O3 a jurus sob
penhores de ouro ou prata, dirija-se a ra da l'e-
uha n. 2.'), primeiro andar. Na mesma casa vende-se
um bom banheiro por precio razoavel, em muilo bom
estado.
PIBL1CAQAO' L1TTEBABIA.
Bepertorio juridico.
Esl> puhlicacilo aera sem duvida do ulilidade a 1
principiantes que se quizerem dedicar au etercicio
do Mro, pois nrlla encontrarlo por ordem alphabe-
tica as priuci|iaese mais frequentes oceurrencias ci-
vis, orphanologica, cuinmerciaes eccclesiaslicasdo
nossoforo, com as remissoes das ordenares, leis,
avisos e te;ulainenlos por qoe se rog o*Brasil, e
bem assim resolu^Oes dos Praxislas anligos e 111 Per-
nos em que se lirmam. Conlcm semelhautemenle
as decisfles das novos direitos c dcimas, sem o Irahalho de recorrer
Baile de masca-
rado.
SABBADO 21 DO MMENTE, \0
PALACETE DA BA DA PBAIA
Cs aaloes eslarito decentemente ornados c illomia
nados, e os dircelores promeltem conservar toda ho-
ordem possivel, e a msica tocar novas e exceden-
tes quadrilhas : os hilhcles acham-se a venda na
esa do bailo, e principia a'8 horas.
I AO PUBLICO.
^ Mo armazem do fazendas baratas, ra do ^
Collegio n. 2, |S
vende-so um completo sortimento de fa- JS|
0i zondas linas e grossas, por mais barato S
^1 prer;os do que era outra qualquer parle, *
H tanto em porrjcs como a retalho, aflian- t
yj ^ando-sc aos compradores um s prego S
m para lodos: este estabeleciment abrio-so ^
I de combinaran cun a mnior parle das ca-
jv< sas commerciaes inglezas, francezas, alie- f.
|(| maos e suissas, para vender fazendas mais
H em conta do que se tem vendido, e por isto
Si oilerecem elle maiores vanlagens do que ^t
S outro qualquer; o proprietario deste im- S*
g porlanlu eslabelecimenlo convida todos 5Gj
f* os seus patricios, e ao publico em peral, &
para que venham (a bem dos seus inte- ip
resses) comprar fazendas baratas: no ar- ||
g mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- :g
IJ tonio Luiz dos Santos & Ilolim.
Precisase alugar um preto para o servico de
uina casa de pasto ; na ra do Trapiche 11. 8.
I'recisa-se de um hoiiiem para o servico de
urna casa de ptquena familia : na ra do Calinga'
n. II.
Jilassa adaman-
tina.
Francisco Pinto (Izorio chumba denles com a ver-
dadeira mansa adamantina e upplica ventosas pela
alrac;ao cu ar: pode sor procurado confronte 10
Rosario de Santo Antonio u. 2.
-
mi
Compra-se urna duzia de cadeiras, 2banca*, i
inarqueza, una meia commoda, orna mesa de janlar,
ludo com algum uso : quem livor dirija-se a praca
da Independencia n. 5.
Compra-se toda e (fualquer porco
(le prata velha de lei sem fetio : quem
tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
lejpo 11. 15, agencia de leiloes.
Comprase eflectivamenle, lalao, brouze e robre
\clho : 110 deposito d fundicau da Aurora, na ru-
do Urom. loco naenlrada n. :28,e na mesma fundi-
cilo, em Saulo Amaro.
(.oiiiiji .mi-s garrafas prelas regulares a 80 rs.,
e de uulras de diversos lamauhos e qualidades, como
valerem ; na ra das Cruzes 11. it>.
Cumpra-se umjpar de charlaleiras, orna cana-
na, um 1.ilini e una espada, ludo em bom estado,
para ollicial da guarda nacional deiufaiilaria ligeira:
quem liver dirija-se a ra da l-'lurenlina n. 1)6.
Coinpram-se escravos de ambos os scios, assim
como recehem-se pela vender de commisso : ua rui
Direita n. 3.
Compra-se para o serviro diario de
urna casa defamilia, um negro possante, e
de boa conducta, e pie nao lenha vicios
e nem achaques, pagare bem; a tratar
na ra da Cadeia do Becife n. 7., loja de
miude/.as.
stn&t.
Meias de boi racha.
Chegarara a loja de Boorgard, na ra da Cadeia
do Becife n. 15, meias de borracha c de laa. e calda
de lmales a 600 rs. a libra.
Para S. Jo&o.
Sorles de slalos com amendoas, confeilos, no-
m, de papis com llores duoradas, o de airas qua-
lidades : vendem-se por mono* preco que em outra
qualquer paite : na ra \o\a n. 1."
urtes envii'iiiHticas
|>a_ra o passameulo das nuiles de S. Joao c S. Pedro
a ."iUO n. o exeiuplar : vondem-a" no Kecif-, na li-
vraria do Sr. Barba-a, ra 1I.1 Cruz, e em Santo An-
tonio, ua dos Srs. Un .mili de Fraila >V Compauhia,
largo do Collegio, e na loja de bilhetes 11. na pra-
ca da ludop ndencia.
-Na ra do t'.ollegio n. ->. primeiro andar, \en-
de-se um,.....gitana de II a 1:2 anuos de idade, sa-
dia e de linda' figura.
. Veimesc na Soleilade, ra de Joao Kernandes
Vieira, casa grande do 1 janellai e I purl de frente,
20 pos de coquoirof, por cunmodo 1 raco.
Vndese manleiga iugleza a 560, dita a SSII e
19000, franceu a 560*640 : na taberna da ra de
Hurlas n. Assim como se aloa uina escrava que
sabe hein engODIOMr e rozinliar.
Neude-se I piano inuiln hom e I loucador por
proco muito em cotila : ua ra l;oruiosa, quarla ca-
sa, se vara o piano.
Vende-se un. escravo de DMS-J Angola, sem
vicios, de idade :M) aiinus : a Iralar ua ra da Praia
11. 29.
A nica superior o geaaina geaebra de llol-
lauda ueste mercado, em coiv.s, conlendo cada urna
12 frascos ri^ularu-, em illa* de 15 frascos gran-
de* : veude-se uo innntm de l.ui/. Joso da Cosa
Ainonm, ra da Madre de Deoa uu Kecite.
C1SAMEXT0S.
Uadaine Millochou Bueisard, icceheu risco vel-
lido* de bloud, maulas, capellas e caixos de llores,
lencos de m^o, ricos enfeitis e luvas de pelica : os
qoaes vendein se no aterro da Boa-Visla, loja u. I.
% A BOA UPAZIAIIA. %
9 M) PAIEO DA SA.M'A t:BI I. ;N. (i. 5
; tt abane sslsuado lem a honra oe seknli- g
-J licar a bella rapaziada, que cheearain ultima- &
mente de Pars para seu eslabelecimenlo, j.
uina pequeua faclura de carleirM com con- jss
;. tollos ludas enfeiladas de neo. goato*, pata se j.
;_ prendar u uialaiuisiu'i na imite de S. Joao, j-;
^ he obra priui..Joao Lou Kerreira Itibeiro. }j.
*&>&&&&&&&>&-& ; .:; j ii&U
^.| ra do Caldcireiro n. S2, vende-te por pre-
co cominiiilo uiu trancelim de ouro de le, com o
pesode ID >j oultvas, de goslo moderno, eipro-
prio para humun.
Vende-se superior doce de ;;oiaba e arac : na
ra Direila n. 2ti, padaria.
^*V^;;viv;VoVW">''-.-l>*v.-'V>>"<""?'"3
ij .Metal a 111111 ello para lorio- j*
7' Cabos da Kiissin e de Mandila. :.
Vlj Lonas, brinzao e brim de vela. ^5
i, Pixe da Suecia. ",'$
vji Cemento ainai ello. ^
i' Vinhode Champagne e lio UJieno. ^
:. Agurdenle de Franca. j
:.j Pianos de anuario de modelos no- ^
H vos. t %
,>- Armamento de todas as tpiahda ^J
i des. v)
J$ Alvaiadelino em p, oca e tintas Qi
& em oleo. {
Pedrasde inarmore para mesase $$
,ti consolos. ;,;-
i,,- Papel de jieso inglez.. ^jl
:f Chicotes para carros. -^
{ Ferro embarra, verguinliaccliapa.^
f$ Cornos de lustre; r;~
{]}. Vendem-se no armazem de C. J. Q
Q

Quem quizer cumprar om palanquira imito
bonito, novo, e dous pares de mangas de vidro lisas,
como tambem um viul.lo era bom estado, aonuucio
por este jornal para ser procurado: tambem veo-
dem-sc alguus (lestes objeclos separados.
VINHO DO PORTO St PEItlOK CHAMICO.
Em raias de duasduzias e em barril de oilavo,
receuleinenle cheuado pelo liricue Trovador,
vende-se nicamente no armazem de Barroca A;
Castro 11 ra da Cadeia do Kecife n. i.
Ni ra Nova, loja e fabrica de chapeo 1. 41-
vendein-se o* sasoiules objeclos, c perteuces da mes-
111.1 arle : colla mullo boa, gomm* lac-, papelfio de
n. 15-12, e oulros inultos mais objeclos rhejados
ulliinaiuente, o veinte mais barato do que em outra
qualquer parle.
a armariio da loja daj ra
a Iralar na mesma ra
AslLv & C.
TAHAS DE PERRO.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no El'OSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinba, lia
sempre um grande sortimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; e em
ambos os lugares existen! guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
presos sao os mais commodos.
AVISO AOS mOElROS. .
Vendem-w roda* de arco* de pao pan pipas, de
boa qualidade, e Hacas de vimes, por preco comino-
do, em pequeas e grande* porcoes, cliegada* lti-
mamente do Porto ; na ru 1 do \ mano n. 27, a tra-
tar com Autouio remandes da Silva Beiriz.
Vende-se una rnouliuha de S anuos de idade;
ua praia de Santa Rita, distilaco do moinho de ven
to. Tamben) se recebe em (roca aLuma casa terrea,
vuhaudo-se o que se convencionar.
Vendcm-se duas negras cnoulas, bonitas, com
idade de 20 auno- : na ra do l.ivramenlo n. 1.
Vende-se a taberna da ra de Santa Hila o. .">,
muilo afreuuezada para a lem r mallo : a Iralar na
mesma ou i\ r-ol.il.nle 11. l!S e 20, taberna.
Venden) se por preco comino lo' dous raixcs
envidracado* proprlos para se vender fatenda* uu
muidezas : na ra INuva 11. 10.
Ve:ide-se uina linda mnlaliuha de cinco anuos
de ulade e duas nearinhas, urna de dous anuos e
meio e a outra de 1:1 mezan na ra da Madre de
Dos 11. :lti loja.
RIA DO QUEMADO ^i. \
Vendem-se as se(;unles fazendas pa
quidar. muilo barato.
('.iiles de merino de tudas hs cores cor
ifiiij.i de retro/
Dilos de franja de laa
Albaneza com mais de vara de largura, n
cuvado
CriM de riscado escoc/.
hile- de i'.i'vi miudinlia muilo fina
l'iin- de chita francezn dn uIiimi l'm( >
llarnasro largo de algod&O, o covado
SedintiH de quadros iniudos rurla-cure^, o
covadu
iali-
caes
-* tj ------------------ 1, iiniva uu cuca C
:^0Q\^;000-0OO:.':'':-''::':\': ."cao de musas leis. aviso, avulsos. Consta-
<* -*r ^ w .... m .j ra de done voiu
lu.stnicca) mora
gi..sa.
fcsle iuiii[ieiniio de historia sagrada, nne foi ap- Da.'Ja Je Irnos acuna mencionada : no Itio de Ja-
ovado nara iiislrncr.iin npmr iJ... ...ji_l"eiro- "" l'vreria do Sr. Paula lrito. iraca da
V
raes em oilavo, grande fraucez, eu
ol 1 P'iaieirosiliio luz* esta i venda por 83 na loja de
I 1,1. livrosn 6*8-1* pracatda Independencia. Ilsse-
j uhores subscriptores desl puhlicacao'exislcnles em
Periiainhuro, po lem procurar o primeiro volme
provado para instruccio primaria, lendo-se rend-1 ,r- ra"la lir,l" '
Ui~J..,J^L ,. Coushtuicao; no Maranhan. casa do Sr. Joaquim
lo an tes da approvacao a laf.OO rs., passa a ser I Marque. Kodrignes: enoCeara, casado. J.Jo-
vendidoa 1JJ000: na livraria ns. 6 e 8, da praca e de Oliveira.
Troca.se por aulorisacao do Sr. Dr. joiz de
ausentes,um oratorio cora iinigeni ornadas de pia-
I la, ou rada urna de per si, sondo o oratorio e iuia-
ceiu, perlencente a heranca jaceule do linado pre-
lo Domingos Soares Hiheiro, os prelendenles po-
dem dirigir-se a ra de lionas sobrado 11. 22, I.*
andar, dasl) horas da manhaa, as i da tarde, e das
1, asG,
da Independencia.
{ J. JANE, DENTISTA, \
% coDtioa a residir oaruaNova n. 19, primei- 0
0 ro andar. g.
Na laberna das Ciuco Ponas, que foi do ic-
toriuo e-linje administrada pelo l.arangeira, -i'.i na
ra AuRusla.lveudc-se.loda a qualidade de eneros
por | roros muito comraodos,e a satisfazlo dos fic-
Uuezcs,bem cumo:
On-ijos do serlAo de Serido, libra 160
Oilus do reiuo superiores I j(00
Manleiga inglcza dita, libra 00
Dita dita libra 720
Uila franceza superior, libra .VIO
Cha superior, libra -JgOOO
Caf do Itio bom, libra 200
Sabao amarello muito seccu, libra 100
Hilo cinzento, libra 110
Arrcz pilado do Maranhao, l.'sorte, libra I2O
Cainoes de doce de goiah tino 900
Tapioca do Marauhau, libra IM
lienchr de llollauda, botija .~>t0
tumo superior do Kio, libra :120
Traques n. 1, caria ISO
Azeile doce de Lisboa, garrafa SO
Milho da trra bom, cui 180
Pralos heira azul, duzia 1^200
Vinho de Lisboa PKK, garrala 600
ito da Figoeira, dem ".00
Dito de uutros autores, idclu -i80
Vito dilo, dem 100
Vinagre de Lisboa superior, garrafa 200
I 'Uo mais inferior, dem 100
Charulos de S. Feli, eaixa 13600
Alelria superiur, libra 11"
M iT.inao e talherim muilo novo, libra iUO
Espermacele americano, libra 800
M1II10 alpisla, libra 160
Toiiciuho de Lisbua uovu, libra 310
Dilo de sanios novo, libra 900
Pomada, duzia :120
Azeile de rarrapalo, arrala .100
K oulros mullos objeclos. Os senhores lreuezes de-
\em aproveilar-se da boa vonlade que ha para se
receber os cobres, pois
Nao se enjeila
O metal luiente,
Que lano agrada
A toda gente.
Vende-se um escravo com algumas habilida-
des, muilo proprio para alum eiigenhu pur enten-
der muito de urna casa de caldeir, faz relame ele. ;
na rna du Novueira, sobrado n. :m.
li-
Vcnde-4e
Direita n. ir:
n. II.
Su . portas.
ljm /'rente do Livramento.
I-lores de -elroz para enfeiles de cabello e d ves-
tidos, camisiiihas ae cambraia para senhora cinco
lasloes, colUrinhua para lenqonisi pataca cada um,
salas de cambraia hinlada a Ires mil res veslidi-
iilins de se 1,1 para menina* de tres al 6 anuos cin-
co mil reis, cainisus para meninas a de/ tu-tes, ditas
para senderas a cinco pataca-, lencos de seda | reos
com salpicos brancns, proprio* paia quem et a' de
lulo a qu*lr presos, chalx do todas as cores, lit de lilil Uso c
lavrado. chitas francezas escuras e claras, e (liras
militas lazeinlas que quer acabar.
\ endem-se linsuicas do reino rouito novas a
OSO a libra, alel la a 640, queijos do reino nimio
frescaes .1 ijOOO, 1 ilos do seriio a 160, chi 1 nulo
superiur a 2800. passas ,.. a (iiO. bolachas VjiU-
Verdea 2'itl.ihhra, macarrao novo a lili; na ta-
berna da ra dos Mailxnos 11. 36.
Vendee laberna da roa do Hospicio 11. I.e
na mesma so dir quem da dinheiro a premio Sobre
penhores de prata e ouro.
Superiores escrivaniuhas.
Na ra Nova 0.20, loja de femgens, vendem-se
muilo supenure- escrivaiiiuhas, por barato preilo.
Vendem-se remos de f.ua de nimio boa q
dade, cheaados ulliniamenle da America : no
'' Hunos, aiinazein de familia delleorx Forslertx;
Compauhia.
Por menos do que em onlr qualquer arle
vendem-se ua ra estreita do Itozario u. II, u.
psito de sansuesuuas hamhurguezas, us ubj
ahaixo e novamento chegadus :
llolachiuha de suda
Hila iie Lisboa
Hita hamburguen*, lata grande 8
Hila de aramia dita 2
t,>ueijo londrino libra
Presunln para Hambre
Touciuho ingle
Amendoas runfeitalasa rancezas a libra 1
Pecesos, Peras, Damaaco e Ginja lata I
Biscoilo ingles, lala sorlida >
Irascos com conserva dedillereutcs quali-
dades
Pasaas novas a libra
Aineixas a libra
Batata a luna
Vinho chore/, carrafa
Hilo Itordeaiu linio carrafa
Dito dilo hranoo o
Doce fino iie niaba eaisle
-Marmelada.lala de :t libra
Boies com dore da Europa de dillerenles
qualidades
Azeile doce fraucez frasco
Vinagre n carrafa
Uanleigtinlezu superior libra
\ inlio de Lisboa o melhor que he possivel rjTOO
E oulras militas cousis, que serie nunca acabar se
fosse mencionar.
KlA l,0()imi\D0i\ MI.
Chegou 1 loja de SantosCoellio um com-
pleto sortimento deetteiras da India pro-
priaspara loriar salas e camas, com 11 na
jarda de laijjuia < as inelhores que ite
hoje lemviiido, e pelo I iratissimo |>reeo
I.S'KIO jarda. .
:'':'\:''.-'.:P.!'\' i": ': '- "\'


ma do Quei-
mado 11. \\)i
iiiitosCoellio.
de
i'
Eucoiilra-se o mais bello snrlimento de
sed^s esi-ossezas, as mais modernas qne lera
viudo a esta cidade,'tanto em goslos como
em padroes. pelo baralissiino preco de
130011 o covado; poloueza de seda e laa,
a 000 rs. o covado ; rhilas francezas mui-
lu linas e d* padres miudinhos, a 260 o
coxado ; bolones* bonila fazen.la para aca-
bar, a :12il o coxado: chitas tinas escuras,
a 200 rs. o covado ; maulas prelas de
hlond de lindos goslos, a 03 c IMIOOrs.,
chales de merino de cores.Iizos e bordados ;
merino teUm muita bom, a 13200 o cova-
do ; raadapolAo de jarda a 2300 a peca;
dita muilo lina com 20 varas a 13100 e
I38OO e .V-000, a dinheiro a vista.
... ... ... tt, ..,-. ... ... ... ... -.>*'T>1 O
m
400
13000
8(H)
39OOO
2.-S20O
392OO
71K)
19000
Pa poca em que se compra um escravo, por
um preco fabuloso, he couteslavelmenle a conducta,
a principal qualidade que se deve ler em vista. As-
sim puis, quem quizer comprar urna escrava de orna
conduela exemplar, com viole anuos incomplelos,
mi.iio sadlh, crioula, bonita (iuura, cnomma muilo
bem, cose costura chao, co/inha bem o diario de
uina casa, lava roupa, e tambem he excelleulc qui-
tandeira, e muilo amorosa para andar com crianca-:
dirija-se a estrada de Joao de Barros, sitio em que
inora o alferes Assumpc,ao, com quem lar negocio,
di/en lo-se-llie o motivo porque se vende, ou auiiuu-
cie para ser procurado.
Vende-se por precisSo, e com condicAode ser
para esta provincia, urna negrinha crioula, de idade
de II para 12 annos : quera a pretender dirija-se a
ra du Cabuga, primeiro andar do sobrado ao p da
botica do Sr. Jo.o Moreira Marques a. 9.
Fio de algodo d Baha.
Vndese cm saceos de 50 e 100 libras, por com-
inodo preco : na ra da Cruz, srmatem de couros e
sola 11. 15.
harutos.
Na ra da Cadeia do Kecife n.-15, loja de llnur-
Kard, ve idem-se charulos vrelas do fabricante Bran-
dao a 23:100 a caixa de 50 charutos, suspiros de Da-
vala a 29000, regala a 29OOO, ariaucando-sc a qua-
lidade.
Vende-se um resto de arroz moilo bom, pelo
preco de 2ti00 a arroba para fechar rodas : 110 ar-
masem do (Cazuza n. 7.
No aterro da Boa-Visla n. 80, vende-se esper-
macele iie composirao americano a 640 a libra, ma-
carrao, talherim e chocolate a 100 rs., ervilhas de
llollauda a 1211, grao de bieo a 80 rs., lalas com sar-
dinhus de Nanles 700 rs.. pequeas a i 10, cha re-
la superior, maco de 1|2 libra a 900, e de l|i a 180,
llgu' a :120, tapioca a 160, vinagre brauco superior
a :t20 a garrafa, /.pile doce de Lisboa a 560, supe-
rior vinho da Figoeira 640.
Vende-se um escravo de meia idade : mis Cin-
co Puntas 11. 66.
Keslatn ainda por vender algiins o\-
empiares do resuuio da Historia do Brasil,
por Salvador, adoptado pelo Collerjio das
Artes, os quaes te vendein pelo diminuto
[reco de l.s cada um : na ra do Crespo
oja n. l.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
consirucc.ao vertical e com todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
POTASS E CAL VIRGEI.
INo amigo e j bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do Kecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem do Lisboa em pedra, tudo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores salisfeitos.
Farinha de mandioca de
S. Matheus.
Vende-se (arinlia de mandioca muito
superior cnova, ebegada de S. Matheus
pelo patacho AUDAZ, com mu curta
viajjein,a pceo muito commodo : abor-
do do meneo patacho, ou no escriptorio
da 1 ua da Cruz n. W, primeiro andar.
Rclogios.
Vendem-se reoslos suissos de todas as
qualidades, tanto de ouro como de |>rata,
dito galvanisados e foleados: na ra da
Cadeia do Kecife n. 18: na mesma casa
ha tambem meios ebronometros e elo-
gios para senhora de ptimo joslo.
salitre superior.
Vende-se e muilo barato, ua loja de ferrazens da
ra do (Jaeim.ido n. 35, em porrofl c a relaHio.
Cm Cfsa de M. Galmoit >V C, praca do
CorpoSanto n. II, ha para vendero
seguinte :
Tabondo de pind, alcalino o pixe da
Suecia.
Alcatraode carvao.
Lonas de alj'odio.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Ksponjas de superior qualidade.
Cabos de linho edeHanilha.
Tudo muito commodo.
Vendem-se caitas com vidro* para vidrai;as,
vidro* oe bsieea larga com relhaa do rnesmo, o maior
sortimento possivel : en casa de llarll.olomeu fran-
cisco de Snuza. na larga du Kosariu n. .'16.
Nos qualro cantos da roa do Oueimdo, loja
de fazendas 11. 21), vendem-se corles de laa d? qua-
dre* de superior qualidade, e de muilo bom goslo,
pelo diminuto preco de 2)800 o corte, panno fino
pr* lo a 29800, 3)600 e IjOOO o coxado. dilo azula
1*800, :t5 e 'i*500, corles de casemira preta moilo
Una a 5, panno de Rlgodlo da trra de boa quali-
dade, sendo esta fa/enda a melhor que se tem des-
coberlo para escravos, cassas francezas muito finas, e
delicados padroes, eoulras muitas fazendas de diver-
sas qualidades, e por precos tao baratos, qu s
vista deltas s# podem admirar.
Pianos,.
VendeiD-se pianos verticaes miIp/c>, de ele^anles
modellos e eicellenles vozes, fabricados por um dus
mais acreditados aulores, pretTiiado na eiposicau de
Londres: noarma/em de Koslrou Kooker ^ Com-
panhia, prara do Corpo Santo.
Itelogos
eobertose descohertos, pecueuosc grande*, de ouro
c prata. patente ingles, de um dus inelhures fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimu paquete in-
frie!: em casa de Soulhall Mellor >\ Coiupauhia, ra
<\>f rorros n. :18.
liob l.'AHecleur, Vermifuo inalcz, salsa de
llristol, pilulas vegelae*, salsa de Sauds : vendem-
se estes remedios xerdadeirns em rasa de Bartholo-
meu Francisco de Souza, na ra larca do Kosario
n. 36.
Coii.ii 1. re> de laa lirspa.
MA Califor-
nia.
loja nova, ao p do arco de Santo Antonio, cuuli-
nuaiii a vende-se por muito barato prern as fazen-
das seaumles : corles de vestidos de satas a 1J300,
ditos luios a l}500, dilos de nsradn france/ de 14 cu-
vados, lazenda moilo boa a 2SiOO, dilos de -emite
viva, fazenda escoceza com barr a 29200, ditos de
cambraia muilo lina a 38000, ditos dilos pioprios
par baile masque a :;>, cambraias de coies muilo
finas a 210 o covado, merino prt0 con pequeno
deleito a I.-iieo o covado. dilo muilo bom .1 25500
sarja de seda prela a 19600, casemira ,ie cera* a 1 e
5? 11 corle, Hila prela muilo boa a 48, seliiu preto
maca* a 2^100 o covado, alpaca preta lavrada a 200
rs. o covado, chales de tarlatana muilo grandes a .500
rs., dilo* escocezes a 500 rs.. ditos de cas brauros
a 560, pecas de cassa branca bordada de 8 1i2 va-
ras proprias para cortinados, vestidos e babados a
1 -r.nl, .lila-iie dila mais fina a 29, ditas adamasca-
das de, 13 varas a 58, lencos de seda pretos a 800 rs.,
dilos brancns a 18, dilos de mu- a I.SiOO, dilos de
cambraia brancos com tuco, lisos e bordados a 200
i-., ditos muilo grandes de cores a 210, cobertores
d algodSo brancos a I92OO, meias prelas para se-
nhora a 'mu ,s para homem a 280, ditas cruas, a
duzia 1.-S20, pei;as de dula escora de cor lix.i a
48800, 58400 e (i>, madapolo a 2S500, 39, 39400,
d9-K)0 e 4oO0(l. dilo com pequeo toque de averia e
muilo fino a 39* 39200, lencos pequeos para me-
nino a 100 rs.. Silo* de chita a 160, e muilas oulras
fazendas, ludo muilu barato, a diuhei'o vista.
Vende-se manteista ingle** a 760 rs., e france-
sa a 560 rs.. muilo boa para bulos, queijos novos a
^jStKi, doce de fioiaba > 880 rs vinho du I'orlu a
700 rs. a garrafa, dilo soffrivel a'360 rs., fogos reju-
dos, proprio* para meninos: no pateo do l'araizo.ta-
berna da estrella n. 14.
Superior doce de caj' secco.
Na roa dos Guararapes, ultima casa do lado e-
querdo, junio a urna taberna, ha para xender-se por
preco razosvel esle excelleule doce, quer em libras
ruino em hcelas preparadas, segundo a encnmmeii-
da que lizerem, uela superior de arac, em latas,
cousa magnifica!
Vende-se na ra da Cadeia do Kecite,
loja de miude/.as n. 7, de Antonio Lopes
Pereira de Mello At C, ptimas velas de
carnauba, ebegadas i Itimamente doAra-
caty, por preco commodo : u tratar na
mesma.
Vende-se muito superior massa de to-
mates, ebegada no ultimo navio de Geno-
va : no largo do Corpo Santo n. (i, ar-
mazem de PalmeiratA Beltro.
Vende-se um escravo pardo.de 19 anoos, mui-
lo sadin e re bonita ligora : na ra da Madre de
Dos, vend?. 11, 36.
Veude-sc um pa.'dinhu de annos e de muilu
bonila figura : na ra Direita ,9.
Vende-se ou arrenda-se um s*Oo no becco do
Espinheiro : quem o pretender. diri)!se roa dn
l'ire. a fallar com Manoel Joaquim Carneravl.eal.
Ainda nio se ultimou a venda _
melhores toalbas de puro linlio, que tem
x indo ao mercado, tanto lisas como ada-
mascadas, asquaes se vendem pelo bara-
to preco de9|600 all|500aduzia ; na
ra doCrespun. Ki.loja.
Vende-se cortes de chitas escuras ina-
.izadas, de grande largura, a 2|400 e
I.S'8110 cada um, lazenda superior ; na
na do'Crespn. 15, loja.
nlio s multo
dos c grandes.
encorpa-
VARETAS E S. FLIX.
Os xerdadeirus charulos varetas c S. Feli da acire-
ditada fabrica do BrandAo, da Babia ; venden -se
em calla* de 100 e de 50 : na ra do Collegio 11. 12,
por menos do que em onlr qualquer parle.
por menos de
seu valor.
Tendo sido arrematadas as fazendas Ida
loja da ra do Crespo n. 9, o arrematan-
te vende as mesiuas por mei'os deseu va-
lor, dinheiro a" x isla.
BULI.MItIS PARA CHA*. t".
O abano assignado faz sciente ao respei- Ff
lave; publico, e especialmente a seus fre- |?^
Rrexe*, que em sua padaria sila no pateu da kt^
Santa Cruz. n. 6. se acha sortida re varias eoy
:"j qualidades de bolinhos c de ludas as qua- :,
S. dades de massas linas, como sejam, ailia- ,?k
~'r dos, ararula, biscuulinhos, faltas e oulras K*
._ massas, biscoutiuhos iuglezes em lalas, que -'.,';
''^ se vende pur preco commodo. '^
f Jo.o l.uiz l'errcira Kibeiro. fe?
mi s #^#
Ka loja das seis
portas
Fui (Vente dn Livrameiii >.
Hiscados franccies a meia pataca o covado, cassa
pintada a meia pillar u covado, chitas escuras de
indos padres, e inlo disbolam a meia polaca ocox,a-
do, chitas dediferenles cores a sois vinlcns, casias
de liores para cortinados pilara a vara, chales ile
gorgurao pruprios para agasalhar do fri na estar, lo
urinal a cinco lusles, chales de cassa com llore; a
duas patacas, chale* de ganga encarnados com floies
marellasa duas patacas; dinheiro vista para ac -
bar.
Vende-se o silin com casa de sobrado do falle-
cido Georue KenWONh), 110 loaar de S. Jos do Mi 1-
guinho, com arvoredos de fruclo e mais hcml'eilnr:is
que nelle se acliam, sendo as lenas do referido silio
proprias : quem o pretender procore em rasa de Sa-
muel P. Johnstou \ Companhia, ra da Seuzala >o-
va 11. 12.
Vendem-se madapoloes linos c de oulros, eorn
um pequeno loque dr axana, por precos muilo liar -
tos: na ra da Cadeia-Vellia n.2'i, primeiro andar
Vende-se arroz brauco novo, superior, cm
porcAo e a retalho a 1IH> rs. a libra : defrente d ca-
sa d'a rela5o n. 2S.
Vende-se sal do Asss abordo do hrigue naei*-
nal o ero : a Iratar na ra do Vigario n. 111. IL
andar.
A bordo do patacho Theret* I", fondeado de-
fronle do trapiche do alguda. vende-re flrinhajle
mandioca de superior qualidaile, pelo barato preco
de 39600 cada a'lqueire da medida velllefe por me-
nos em porc.io grande : Irala-se na ra da t'.adeia
do Hecife, escriptorio 11. 12, com Hallar k\ Dlive'ia
Em casa de RabeSchmettau x\ C, 1111
da Cadeia 11. .T, vende-se :
Um pande sortimento de vidrosde o
pe ho.
Kelojjios linos de patente ingles.
I Couros de lustre, marca eastello.
'Couros de era,\a.
1 Ervilhas seccas em garraloes.
I Vinho do Bheno superior,
I Tudo por precrj commodo.
MUTIOlxr

PAR Elfil
\ eudeui-se na rua do Crespo, loja da csquiua que
Vuill par,! a rua da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa n potassa da
Russia
Vende-so na rua do Trapiche n. '.I e 11, cal virgem
de Lisboa, nova a 39000 o barril, xelha a 500 rs. *
Brrona, e pola*** da Hussia a 300 rs. a libra.
iieiogioc) de patente
inglezesdeouro, desabnete p de vidro :
vendem-se a preco rn/.oavel, em cusa de
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
do Recite, armazem n. 56.
aenea
Itiscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
de escravos a 100 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo bom goslo a 5$, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a 1-lHMi a vara, loalhas
de panno de linho llcoioadll e lisas para rosto, as
mais super iores que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, uoardauapos adamascados e outras rouia
lis fazendas por preco commodo : venden).se na rua
du Crespo, loja da esquina que volla para n ru da
Cadeia. ,
Vendem-se velas de carnauba bem) acabadas,
sapalos e esleirs, ebegados recenlemenlc do Arara-
tx, por menos do que em oulra qualquer parte : na
rua da Cruz n. 11, primeiro andar.
Vende-se a muito acreditada padaria do Man-
guind, sila na casa do Sr. cirurgiao Jeivcira. com
muitas fregue/.ias na Capunga, Afilelos e Boa-Vis-
te, l.ui da da porta, a qual lem tudos os perteuces
a trabalhar, e 11 mesma'lem um cavallo para en-
trega de pOo na freguezia : para Iratar, na rua da
Soledade n. 17, ou 11 mesma.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para resai hortas e bi-
va de capim : na (uiulicaode U. W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, Se 10.
C 1 i (1<> Li.vlioa. .
Vcnde-se una pnrran de barril com cal de Lisboa,
por baratoprpe.o, a rei.illio aifo harril t ua rua da
Ctdeia do Recite n. 50.
Vinho do Porto superior.
O bfm conliccid* \iiilin do Torio superior, em
Inri is de oilavo ; no arnia/cm de Itarruca \ Calro(
rua da Cadeia do KeciTe n. ., oode encoulrarAo lam-
ber resular, cm barrisde qaiolo, por preco coro-
modo.
Rclogios ".
ing ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm casa de
llenry Uibaoo : rua da Cadeia do Rccifen. 2.
AGENCIA
Da fundiio Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesle esiabelec'unento contina a liaver uro com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para enfcnho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coado de todos os tamanhos para
dilo.
A3S500
Vendc-secal de l.isboaullimameiilrchegada,as-
sim como potassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fiindifio de ferro de I). W. Itowmann ua
rua do 15rum, passando o chafariz, contina lia-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e batido do .1 a 8 palmos de bocea, asquaes
acham-se a venda, por prec.0 commodo e com
proaiptidiio: embarcam-se ou rarregam-se em acr-
ro sem despega ao comprador.
Vende-se cm casa de S. P. .lohnston & C,
rua da Senzala-iNova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, randieires e casliraes
bronceados, rclogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 9?, vinho Clierry em barris, cimas de ferro,
lio da vela, chumbo de munic/io, arraios para car-
jo, lonasinglezas.
I m completo sortimento de bordados como se-
jam, caini'etai com mansa*, collarinhos peililhn,
romriras, eimis*, eoilinhas e pelerina'; lambem
tem vim completo sorlimenlu de ricas llores, enfeiles
para fcabeca, lilas e os ventadeiros e modernos bicos
delii.ho: ua roa da Cadeia-Velha n. 24, primeiro
ni.lai .
NA FUNDICO )E FERKO 110 KNGL-
MIEIRO DAVID W. BOWMAN, ,>A
RUA DO BRUM, PASSANDO 0 HA-
FARIZ.
ha sempreum grande soriimenlo dos seguinles oh.
judo- de mechanismos proprios para enucnlio-, a sa-
ber : moendas e meias moeudas da mais moderua
cnisii uccao ; taixas de ierro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodos os tamanhos ; rodas
dentadas para agua oo animaes, de todas as prepor-
Cues ; crivos e boceas de fornalhae registros de bo-
eiro, ajuilhOes. bromes, paralusos > civil lides, moi-
nhos de r--" -- --
i mandiqjca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
e'executain todas as encommendas'com superior
ridadejaconhecida.ecomadevidapiesle/iiecon.-
modidude em prn.o.
..availias a contento.
Continate* vender aSJOO o par (prero lim) as
ja bem conheeidas navalhas de baiba. feilas telo h-
bil fabricanle qoe ha sido premiarlo em drvriiM *-
posicoes : v*ndem-se com CMdirio de ni* agra-
dando poder o comprador devolve-la* ale 30 dias
depois da compra, restituiudo-se a imporlanria : em
casade AugusloC.de Abren, na rua da Cideia do
Kecife n. 36. *
XABOPE
DO
BOSQUE
Fui Irausfer ido o deposito dcslc varope paia a bo-
leada Jusc da Cruz Santos, n rua Nova n. .'(3
garrafas f>500, e meias 3)000, sendo also lodo
aquellc que mo for vendido nesta deposito, jk,
que se faz o presente aviso. V.
IMPORTANTE PARA 0 PIRUCO.
Para cura de pbtyiiea em lodososseus difleren-
les graos, quer motivada por consliparoes, lossr,
aslhma, pleuriz. escarns de saugue, rfur de roc-
iados epeilo, palpilacSo no cor....in. coqueluche,
bronchile, di u garganla, e todas aimolestias
dosorgos pulmonares.
Em casa de Henry Brunn & C., rua da Cruz
ii. 10, vendem-se .
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
F.spelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco. ^
Cemento romano.
Gomma lacea.
Moendas superiores.
Na lundirao d<-C. Starvi C, im San-
to Amaro, acha-gc para vender moendas
de caima todas de ierro, de um modelo c
construcrao muito superiores.
ggggjgg fttfli>0g7 "
No dia 1 para 13 de junho fugio do engenho
ltibeinio, termu da cidade da Victoria, um eicravo
de nome Flix, o qual foi encontrado por um mora-
dor do n.cio engenho, dos Afogados para as Cinco
Pona-, dizendq levava cartas para o Hecife, e lem
os signaes seguintes : altura ordinaria, rr bem ful,
desdentado de ambos os qotixos. quasi no lodo, he
rrioolo, cabello carapinho, as ranellas bastante ar-
queadas, quandu and bola um tanto os peilos para
fra.as ponla dos ps virando para ns lados, andar
miudo, o braros torios a proporclo d,iKanellas,olhos
brancos, barba moilo pouca, he muito rheloriro, lem
JH anuos, ponto mais ou menos, j foi surrado ha
lempos, e ainda hoje lem marca de relho as nade-
gas, em urna mais e em oulra menos ; levoo calca de
algedlotinne riscado, jaquea branca, chapeo de pa-
lha, e una trnuxinha a. cosas : qualquer pessoa qoe
o pegar, dirija-se a casa de Jos Vieira de Mello, no
lugar cima mencionado, que sor bem gratificada.
lia qualro annos, pouco mais ou menos, que
fugio um cabra adhortado, de nome Jos, o qual
lem us signaes seguinles : he aleijado da mlo es-
querd, baixo, grosso, peritas arqueadas, cabello co-
mo deraboclo, idade 10 annos, faeilmrnlo se pode-
ra inculcar como lixreseilanejo, he escravo de l'a-
eheeo Filho & Mendes, do Aracaly, e arhava-ae em
casa de Manoel Jos de Sa Araujopara ser vendido.
Consta que anda com lunada- pelas feras de Santo
Ailo e oulras villas, c parece qoe lambem lem vin-
do a osla cidade. aonde talvez steja presenleraeule,
pois qoe foi visto na praca da |b-v 's,a domingo 15
do crreme : rerommenda-se a qualquer antoridade
policial, capitilo de campo oo pessoa particular que
o apprehendam e levem-o rua do Brum n. '22, on
no Aracily a seus senhores. que serao uentrosunen-
le recompensados de seu irabalho, e inderanisadus de
alguma despe/a qoe li/ercm.
l'ugio lionlem do engenho Cuararapesuro es-
cravo de iiaro, de nem* Ignacio, .mida mor;o, alto,
secco, sem barba e bonila figura; levon roupas de
algodflo linio, ebtpeo de couro, e um pequen*
Irona rom roupi, sendo de presumir que mude de
roupa. Qeem o apprehendcr leve-o aseusenlior no
engenho Gorarape ou a travessa do Queimado n.
3, a Gabriel Antonio de Castro Quinlaes, que re-
compensar generosamente.
PERN. TYP. DE U. F: DB MU. 1856
ILEGIVEL
^


*

>

"


A
-
I


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYJQH1BWF_F0TU10 INGEST_TIME 2013-04-24T18:15:20Z PACKAGE AA00011611_07416
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES