Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07415


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Full Text

ANNO XXXII N. H6
i
SEXTA FEIRA 20 DE JIMIO DE lSS(
Por 3 mczes adiantaclos 4jj000.
Por ."i mczes vencidos 4#500.
Por anno adiantado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
tpt-...
i NtAHHF.l.ADOS DA SUBSC.KIPCAO'\> NORTE-
Parshiba, o Sr. Gertazio T. da Natividad ; Natal, o 8r. Joa-
um I. Pcreira Jnior ; Aneatv. o Sr. A. da Lemo Braga ;
tr*, o8r. J. Joa* df Olireira ; Maranho. o Sr. Joaquim Mar-
ine Rodrigue ; Piauhj, o Sr. Domingo! Herculano A. Peuoa
tureras ; Para, o Sr. JostinianoJ. gamos ; Amazona!,o 8r. Jero-
jma d lala.
PARTIDA DOS C.oitllF.los.
niiiiila : u*h* (>. In-, as 0 e paria Son iKnnmwu, i...........i .- i'.ii.ii>ii..i : n......inmilaa aaaiaa-Mraa.
V \iil., .. i:.-,,.,,,.-, I.iiiili.i:.irii.ini, Mutila, Garaattaa : "a lerra-feira.
' '.....rene, h.....r.xlho, x../.r,-ih. laSaorvo, Itreju, lv-.iiimj. foin-
r, FlooM. Villa-Bella, tlna-Vl,!.,. flarirari r I.mi : .... ,,aru-r.
i'.-iin. N.-nnti;.-,n. Kio-PumuMi, i...... Rarreiroa, Ana-I
J...I.,
i...
.111 l.or.
ilat
AUDIENCIAS DOS TIUHUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quimas labbadoi.
Relajo : lercas-feira* e aabbado!.
Fazenda : quarlaa e labbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : isgunda ai 10 horai e quintas lo meio-dia.
Juizo de orphaos .- segundas quintal ai 10 borai.
Primeira ara do civel- legundaa e nitaa ao meio-dia.
Segunda a do civel: quartai labbadoi ao meio-dil.
EPIIEMF.lt I DES DO MI"./. DE .11 MI
2 La noaai9 bar,33 minuto, segundos da tarde.
lio Quartoaeacente aoi 19 minutos e 48 seguudu da larde.
Il8 Luacbdaa 2 huras, 27 minutos e 48 segundoi da tarde.
" Quartoniuguante as7lior.is.4s minutle 4S segundos da m.
. I'RRAMAR OU llO.lb.
IPrimeira is horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda 7 horas e 18 minutoa da tarde
DAS DA SEMANA.
10 Segunda S. Joao Francisco Regs ; Ss. J ulna, .lurea e Justina.
17 Terca. 8. Ihercra rainha viuv. ; Ss. Manoel, Sabel e Ismael.
1S (Juana. Ss. Leoncio. Tribuno e Theodulo tura.; S. Osana.
19 'Juin'.a. S. Juliana de Falconieri v.; Ss. Gervasio e Protasio.
20 Sexta. S. Silwrio p. m.. S. Silvno m. ; Ss. Novato e Mecano.
21 Sabbado S. Luii t.unsaga ; Si Albauo e Demetrio min. ;
122 Domingo. 0. S. Paulino l>. ; S. piceas b. : S. Concordia v.
ENCARREGADOS DA SUIISCRIPCAO NO SUL.
Aligo, o Sr. I.laudino Falco Dias Babia o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereiri Martim.
EM PERNAMHt'CO-
O proprietario do DIARIO Uanoel Figoeiroa di Fina, na mi
livraria, praca da Independencia ns. | a 8.
pabtb ornciAL
MINISTERIO II GUERRA.
Decrtlu n. NI7 de 2S de maio de I85li.
Aaloriaa o governo, por lempo de I anuo, a transfe-
rir .le ana para oulrus cornos e armas os ollicies
.bailemos do exctcito, salva ,i- disponen* abal-
la ilirl.ir.nl.i-.
Hei por boro iinr.ronar c ruaudar que se execula
a resoluto -cumule da assembla geral legislativa :
Arl. I. O governo lira aulurisa le por lempo de
I ano*, a Iran-fetir de uus para oulrus corpos e ar-
mado eiercilo os oDiciaes subalternos, guardando
porm as dispoiaroesdn regulameuto que baixoucotii
0 decreto o. ,,-1 da 31 de marco de 1851.
Art. 2. O lenle e os primeiroa-tencules que
furesa transferido* de mis para uniros corpos e armas
serio reputados mais rr.odernos do que o officiae
promovidos a igual patente no mesmo auno, e per-
lenr-enles a > corpo ou arma para onde tiver liavido a
transferencia
Arl. X Ficam revocadas para este elleilo smente
as dispo.icoes em contrario.
O mirquuz de Csxias, do ineu ronsclbo, ministro
e secretario de estado do uegocins da guerra, assim
i> lenha entendido e laya etecular.
Palacio do Itio de Janeiro >S de maio de 1836,
tricsimo-quinto da independencia do imperio.
lAtm a rubrica de S. M. o Imperador.Mrquez ile
1 a.tia'.
Decreto w. SIS de 8 Je maio de 1836.
Declara permanentes as dispo-ices do decreto u.
KO* A de .10 de junlio de 1851, e as do art. !l do
decreto p. 783 de 21 de abril do raesmo auno.
Hei por bem saneciouar e inandar^jue
a resolurao seguihlp da assembla peral lenislatT :
Art. I. S3o permanenles as iliposi;es du decre-
to n. 801) A de .10 de junlio de 1851, e as do arl 39
do detrelo n. 783 de 4 de abril do mesmo auno, I
requrriineuto dos Srs. Joliiiu o baro de Quaraim, | u O Sr. II ..Iriiuii'- dos Sanios lie em verilade
Para que *e pe.lissem ao governo diversas inurma- mais votado que o Sr. Itibeiro de Andrada ; lie o
toes obre os ltimos naulrauios
na barra do Kio
Grande do Sul e acerca do recrulainento c pensio-
nistas do e-lado, coiilinuuu a disontdo do voto de
gratas.
primeiro suppleute, incoiilrstavelinenle aqurllc
sa que nao deve o-ti,uhar^e ; pacm o que real-1 Na.li acrrescenlareiiios boje a cariado nosoo cor-
rante nao se compreliende he qui naja pessoas que i rispoiidcnle, iicm conlrslarcmos a argumeiilai;ao da
devendo pensar e proceder de uta modo razoavel,; Nacin. >. Vollarcmos porem oppoitunamente ao
quem assiste o direito de substituir, primeiro que se lacata wm embarso o ocho di tilo mesquinhos'' assumpln.
nutro qualquer, falla que se d na represeutacao da | ir.leresses como sao as anlipathias. pessoaes de uro Em Baeoos-Aj res 0CCapava-K a |H>pulacao com n. !l de.-te anuo, -obre as suciedades
;u-lihi...in Jno da Silva Guimijiaes, primeiro sup-
plente pela provincia do Cear.
A orden) do dia de boje lie :
Na primeira parle; scsunla discussao do projeclo
dita provincia, purlanlo o de excluir o Sr. Kibeiro
Esta com a palavn o Sr. viscunde de Jcquili-, de Andrada, loso que queira vir lormar assento
llllllllll.i.
A cmara dos diputados approvou hojl em pri-
meira discussao, depois de algumas ottiemjSet do
Sr. Ileuriques, Kigueira da Mello, Oclaviano e Ri-
liciro da Andrada, sobe ant raa/aulmenlo da ada
nenio, que foi remellado, o projeclo que tiarmille
s sociedades em co.nmandila dividir o seu capital,
quaudo este nao for menor de cem cotilos de ris,
em acedes, hito sendo estas porem Iransferiveis sem
que esleja realisad.i melade do seu valor DOmirial, e
que determina que quaudo tacs socioda 'es liverem
por objeclo uperacfs hincarlas, s poderao diiiilir
o en rundo capital em acc.'ies depois de integral-
mente realisado, e com previa autorisacilo do go"
verno.
Eulrou depon em primeira discussao o projeclo
dispensando do quai'-qiicr impostos geraei as lole-
rias concedidas pela assembla provincial da Babia
a sonedade do artfices da mesma provincia. To-
maram parte nesta discnssAo os Srs. Paula Fonseca,
negla Taques, e Ileuriques, que oflereceran. um requeri-
mento de adiamento. que foi approvado, para ser
remeltido o projeclo commissao de fa^teuda.
Em seguida coolinuou a segn la discussito da
que deiermiuam m condiccs dos candidatos ao pri- i propnsla do governo fijando a forca nava para o
nreiro ro.lo ,Iim......... .la .. i.. a.. ..-_:,_______... i
meirn posto dos corpos de sude do eierciio e arma-
da, tirando as.im revogado o art. 2t do rcgulamen-
lo de > de fevereiro de 1851. e o art. ->. do plano
mandado eiecutar pelo decreto de 2b de noverubro
de 18.jO.
Art. 2. Ficam revocadas todas as disposices em
contrario.
O marqu. i de Casias, do meu ronsellio, ministra
e secretario de estado dos negocios da guerra, o le-
n u assim eulendido e faca executar com rhas ueressarios.
Palacio do Rio de Janeiro, em 28 de maio de 1836,
iriienmo-quinlo da independencia do imperio.
La* a rubrica de S. M. o Imperador.Morque; de para o anuo linauceiro de IS57
C-tf~aTtff,
tiOMMANDO DAS ASMAS.
Qwrtal ceneral ta eooamaoda dai aroaaa da
p"voe aa cid-de de Re el fe esa 17 de
laahe a 1856
ORDEM DO-DA V. 281.
O marechal de campo commandaiile das armas,
em resultado da inspecriio de saudc que II do cr-
renle fea proceder am diversas tiraras dos corpos do
cvercito aqai cxislenles. c das companlas fixas, de-
termina que sejara escusa- ,|0 servico, as que cons-
Um da relarao nominal n. I abaiso trauscripta. vis-
te como sobre terem concluido o tempo, leramjol-
gadas incoraveis e incapazes de lodo servico ; que
liquem consideradas como invalidas aloque o gover-
no delibere sobre os seus destino-, as praras eoo-
tampladas na relaCao iion.iualn. 2, julsadas't-mbem
incapaz < de tolo servico, mas que nao tem inda
inalisado o lempo ; e proiuplas para o aervico as da
retacas noinnul u. I, ambas transcriptas em segui-
da a priui. ii '
Determina oulro sim, para evitar irregularidades
que ha notado no servico das guardas da gnarnicao
da praca, que os comman laoles das raesmas devem
mencionar circunstanciad menle mi las parles as
occurreueas havtdas dorante as24 huras de servir-o,
e que as prises per fallas liada que leves, e cri-
mes commeltidos pelas praras das mesinas guarda
aejam feilas a sedea do marechal de campo com-
mandanle das armas.
Relarao nominal u. I.
Ouarlu balallio de arlilharia a pe.
I..iImiAntonio Francisco Ramos.
SoldadoJos Luii Antonia da Silva.
TamborAntonio Prestes.
Segundo batalho de ataUria.
Segando sargentoClemenlliio de Paula Soiizj .Ma-
lagueta.
SaldadoJoaquim Rodrigues Jos Sanios.
> Anlonio da Rosa.
Nono batalhao de iiifaularia.
Segando sargentoHerculano Antonio Ribeiro.
Segondo cadeteThomaz Pereira Piulo.
SoldadoFilis Francisco da Cunda.
Joaquim Pereira dos Sanio*.
Re\arao nominal n. 2. *.
Quarlobatalhao dearlilhana a pe.
AnspecadaJus Thomaz .\n -cielo.
SoldadoAlezandre I'ereir,- do Amor Divino.
-Manuel Gregorio,
a Manuel de lesas.
Segundo balalho de infantera.
SoldadoIgnacio fos Francisco.
FranHsco Carlos Soarcs de Souza.
Joaquim Alves Pereira.
Ka/.iliu Jos da Silva.
Moiss Ar.io.
n Raymundo dos Passos.
i Msnoel Ceiar Falcilo.
Domingos D as Moreira.
Nono lialalhaii de infanlaria.
CaboJos Feruandes Lapes.
AnsperadaMiguel Joaquim dos Alijos.
SoldadoManuel Thomaz da Silva,
o Jos Hara,
o Sabino Rispo.
o Joao Ambrosio Severino.
Jos Manuel da Couceirao.
Dcima balallulo de infanlaria.
Segundo sargentoFrancisco Machado Moreira.
SoldadoRaymundo Jos Coeiho.
- Jos dos Prazeres do Espirito Sanio,
a Geraldo Anlonio Ferreira.
Companhia liza de cavallaria.
SoldadoJesuino Anlonio de Maraca.
felaco nominal n. 3.
Qoirlo balalho de arlilharia a p.
SoldadoJos Antonio do Sscramenlo.
Secundo balalho ni infanlaria.
CaboAnlonio Joaqnim da Cosa.
SoldadoEstanislao da Abren.
a Alexandre Pereira dos Sanios.
Nono lia la I ha > de infanlaria.
Segundo sargentoManocl Freir Maris.
CaboAntonio de Oliveiri.
Anspecad*Jos Rodrigues da Cosa.
MsicoUra/. Jos da F'ouseca.
Joan Francisco de Moura.
Segundo eadelrjAflbnso Honorato Bi.loi.
SoldadoBernardino Jos.
Dam * Manoel Francisco 1.
Manoel Filinpe de Mgllbies.
Leopoldo Antonio dos Santos,
a Claudino Jos Francisco.
b Manoel Roma-i So>rer.
Dcimo balalho de' infanlaria.
Sargento ajudanle particularJulio Cezar da Fon-
seca.
anno linauceiro de 18571858.
Est com a palana o Sr. Saraiva.
O discurso do Sr. visconde de Jequilinlionha so-
bre a rcsposla a falla di (hroiio oceupou bonica] to-
da asestan do senado. A discus.flo licou adiada
por nao haver ;asa.
Couliiiuoii hontem na cmara dos dapatadof, de-
pois do resumo publicado no Siipplcmetito, a dis-
sae da proposla do governo Blanda a forra naval
1858. Depois do
Sr. Saraiva, oraram os Srs. Brotero. Sayao Lobato,
a Mello Franco, licandoo dbale adiado.
A a .1. ni de dia lie :
Primeira parte.EleirAo da mesa.
ContinnacAo da 2>. discussao da proposla du go-
verno lixaiido a for.;a naval para o anno l'uia.i-
ceiro de 1857 a 1858.
Segunla parle. Da meia hora depois do meio
dia em dile. | Discussao do parecer das coinmis-
oesdecuiisiiluirao cjuslica criminal sobre o pro-
eesse do Sr. depulado Manoel Joaquim Pinto Pac-
ta.
Coiitinuou boalem no senado a segunda diicus.
sao do vol de grecas. Orou uiiiramente o Sr. Fr-
rea.
A cmara das deputados pnaadea hontens '
eleicae da mesa, e aiprovou, defins de orar o :
Braadao, o artigo I da proposla do governo, lixaiilo
a turra naval para o anuo finaiirelro de 1837 a 1838.
Em seguida enlrou em discussao u parecer das
coininissoes de coosliluirao e juslir.a criminal, sobre
o processo do Sr. dcpuladu Manoel Joaquim Piulo
Pacca.
Peiliran a palavra.
Conlra : os senhores Magalhies Castro, l.eillo da
Cunha.Cansiisao, Firmino, Siqueira Queiroz, Savao
Lobato. Barrete Pedroso, Rocha, Andrc Bastse Ti-
tara.
A favor: Figueira de Mello, Barbla, Sarana,
/acharias, Ban.lrira de Mello.
0 Sr. Magalhies Castro tninou a palavra para ex-
plicar as razoes que o levaram, como membro da
commissao, a assignar o parecer com reslriccoes. O
Sr. Figueira de Mello defendeu o parecer e respon-
deuaalguns dos argumentos do precdeme orador.
A ordem do ci be a mesma de lionlem.
Enlrou dos porlos do sol o paquete a vapor Gua-
Babara.a Ira/, dalas de Porto Alegre at25, do Rio
Grande al 28 e de Saeta Catharina al :ll do pas-
tado.
Na la temos a accresrenlar i carta do Rio Grande,
que boje publicamos : essa caria resume ludo quan-
lo ha de interesse relativamente a provincia de San
Pedro do Sul, e so eslado villano.
nesta cmara cm lugar do Sr. Ncbias, cuja impos-
sibilidade de comparecer nao foi communicada, nem
consta que se d.
em romman-
individuo para com oulro, e se prestem a levar a as reala de maio.
discusslo (teas pequeninas aniovsdades a um re-1 O Sr. Alsina relirou-se do ministerio e foi substi-
cinlo onde s devem tratarse osinteresses do paiz laido as pastas de eslrangetros e interior pelo Sr.
e nao as aspirarles de oda nm. |)r. Veles, Sarsliebl.
O que de mais notavel pofi- Bprescnla esse i Fallecer em liuenos-Axrrs D. Nicolao Aiiclmre-
(PereslM cousideracoes cnlcode a commissao inrileula tltiginal, be que hojeAretendan provo- I a, a maior nnlabilidade da poca de Rosas. Dci-
cjue nao he nccessario expedir-se ordem para n cba-
mamouio de um sapoleote que pode quaudo quizer
vir supprir a falla queesla preenchida pelo seu im*"
incdialo em votos.
Contiuuou a discussao dos artigos additivos olfe-
recidus a pro|iosta do governo lilaudo a forca naval
para u anuo liuancciro de 1837 a 1858 ; orou o Sr.
ministra da marioha.
-> seguida contiuuou a discassao do parecer das
raniiiii<.ii!. reunidas de couslituirao e de juslira cri-
minal relativamente ao processo do Sr. depulado
Pacca, e lomaran parte do dbale, conlra o pare-
cer o Sr. Siqueira Queiroz, e a favor o Sr. Sa-
raiva.
Depois da leilura do projeclos e indicarles, a or-
dem do dia para hoje he a mesma de hontem, lano
na primeira como os segunda parle.
Na cmara dos deputados coulinuou boje a 2.^ dis-
ciiSfo da proposla do governo Ovando a forra naval
para o anno liuancciro de 1857 a 1858. Tomaran.
paile no dbale os Srs. mini-tro da mariuba o Za-
charias, e licou a materia adiada.
Em seguida coutinuou a discussao do parecer da
eommrisaede consliluirao ejuslici criminal relati-
vo ao proersco do Sr. depulado Pacca. E'l com
a palavn o Sr. l.-ilao da l'.uiilia.
As estarnos navaes ingleza e franceza fesleja-
fam boje a celebrarjo da paz, iy..ndo ao maslro
grande a bandeara da Russia e salvando-a com 21
tiros.
Amnala ha baile a bordo da fragata ingleza lu-
defatigable.n
O paquete ipglez Camilla Iraz dalas de Monte-
video al 30 e de liucuos-Ayies al 28 do pas-
eado.
Cnulirma-se a noticia viuda pelo Rio Grande de
leren bavide serias desonlens no departaineulo de
Tacuaremb.
Na carta do iiosso corres|ioudcnte vera uarrados
minuciosamente esse acontecimcnlos.
Susrilou se na cmara do deputados de Monte-
video urna quesillo que muito orcupava a altencao
publica, e cuja desrecbu nieguen) poda prever. Co-
mo e-sa queslao affecla direclamente o Brasil, tian-
creverenios aqu o que a respeilu refere o nosso
correspoBdente :
n No dia 12 do rorreute leve lugar tuna reuniao
polilira em casa do Sr. Palomeque, presidente da
cmara dos rcpresentanles. Assistiram a essn reu-
dUo quosi lulos os membros do corpo legislativo e o
general Flores. Segundo refere o Nacional do dia
13 Iralouse da siluacio, e, depois de orarem diver-
sos senhores, concordaram todos a final em que a
actualidale tra cDin c-llrilo pessima.
i A esta uova quedeu o jornalisla seus leilores
bem podil ser pplicado o dilo do capadocios da
no-sa trraMorreu o Nev* '.Que a siluacao do
Eslade-Orirnlal he pessima, quer encarada pelo I ido
poltico, quer pelo linauceiro, ninguein ha de corto
que dcixe de sentir e de ver.
Para cuncordar ni-so. escusadas eram sem du-1
vida as reumes, que a -.crem celebradas entre os
bornea mais iufluentes nos negocios pblicos, dc-
vi.-uii eirluaivamc-iilv ler por ubJecUicombinar nos
ncios ni.is convenientes e adptalo, para solver os
graves embalaros existentes, o arrancar o paiz com
a mxima possivel brevnlate aos males que "
auiuar.im.
A serem como ciemos, esaclas as informaroes
do Nacional, Imuve quem opinaste ns leunio
que as causis piiucipaes.do mal estar que lodos
seiilcm nascem da marcha irregular do ministerio,
dos manejos polticos de urna pottncia vizinha, in-
lere-a la em alir.ir o fuga da discordiai c em pre-
cipilar a dissoloi,ao da nacionalidade [oriental ;
e b uve oulro que reconbeceudo como aquelles
que algjima parle da siluacao era devida a condur
la irregular do ininislerio, nao acredilavam conlu-
do em que as cansas apuntadas fossem as nicas e
principaes domuo estare dos alarmas geraes da
populacao opinando estes que lodo o mal derivavn
da propria base da sitoaeae poltica do paiz, e da po-
siriVj desprczivel de um dos partidos a respeilo do
onlro.
A opinio qu. pormllimo leve maior acetacao
foi a de que se -enliam no paiz symptomas de novas
desordens e conflictos.
Antes de proseguir, chamamos a altencao dos
leilores para as palavras que ficam grifadas, por-
que f.ram ellas que levantaren acosaos albo*a
puna do veo que al ese momelo no nao permil-
lia veros dousimportantes fados de que no prin-
cipio desta correspondencia fizemos mencao ; islo
he, a oppnsirao systemalica que as camara's come-
rain a fazerao governo e a desintelligeucia senao
completo romp intento entre os genera Oribe e
l Flores.
O resultado da reuniao em casa do Sr. Palo-
; meque, reuniao que cumpre repetir, se compunha
de quasi balo os membros da cmara dos represen -
; lanles iiio se fez por nimio lempo esperar.
O .Nacional da larde de 20, dando coala da ses-
sao .la cmara do mesmo dia, refere
Seguirlo sargento primeiro cadeteJulio Cezar Pes-
aos de Ssboia.
MsicoII mi.i.i Pulcherio dos Sanios.
Segando cleteAntonio Candido Nogueira.
Vicente Anlonio Rodrigue.
SaldadoParticular. Flavio Jo. dos Sanios.
o Ezequiel de Aquino.
i Domingos Theolonio.
Paulo Jo. da Silvt.
Anlonio Jo' de Sjaza.
Jos Joaquim Rodrigues.
Compaiihia fila de cavallaria.
SoldadoJoPo Bapsla Guedes Alcanforado.
a Benedicto Goncslvcs.
Manuel Francisco de Paula.
Ponciano Pereira l.eile.
llieoliro Jos Rodrigue de Barro-.
Mmoel F'elix de Araujo.
Companbia de arttfires.
Aii.peradaJiivmiano Jos Antones.
Soldado -Ago.imtiii Jas Ferreira.
Apoliuario Jos llrgs.
TamborAmbiosio du |( sario.
ManceboFraiikliu Francisco Brrelo.
Os Srs. commandanles do corpos euviarao a0
quartel general em ormade relar.iu.os assenlamen-
lo das pracas coinprehendidas na ratelo n.2.
J*o.se Joaquim Coeiho.
Conliuuou hontem no senado a 2.* discussilo do
projeclo de resposta a falla do Ihrono, que aiuda li-
cou adiada depois de orarem oSr. visconde de Al-
biiquerque e bhlao de Piudar.
Na cmara dos deputados, depois do Sr. Leilau
da Cunha, que fallou conlra o parecer das commis-
ses de constituicao e dejuslica crimiual, lomou par-
le na dscos-io a favor do parecer o Sr. Barbosa, e
licou o debate adiado.
A ordem do dia de boje he a mesma de honlem
em ambas as parles.
Conliuuou hoja na cmara dos deputados a discus-
sao dos artigos additivos a proposta do governo fi-
jando a forra naval para o auno linauceiro de 1857
a I85S. Tomaram parle na dbale os Srs. Zacharias
e Pereira da Silva.
Depois conlmuuu a discassao de parecer dasrom-
raissues de constituicao e juslica crimiual sobre o
processo do Sr. depulado Pacca. Esta' com a pala-
vra o Sr. Firmino.
O sonado approvou hontem sem mais dbale em
ultima disctissau o projeclo da resposta a fallado
Ihrono.
Apprcvou igualmente em vari.s discussies as ma-
terias que coustam ila acta que publicamos, rejelou
em primeira a proposicao da outra cmara aulori-
sando o governo a aposentar a Dionisio de A/.evedo
l'rr inli.i uo lugar de ollicial-mainr da secretaiia da
mariuba.
car a animosidade contra o diploaila e as rrlaces
polilicas com o Brasil aquelte rieSTOOS queacei-
laram e pediram a iutervenrio asnada do imperio
qoaudo julgaram servir-se dcssedemenlu para en-
Ihroni-ar a sua dominaran pessod na repblica, e
para dispar dos dcsliuos dests Boieodo-se, nao na
vontade nacional, mas uo poder eslranseiro, de que
se quera fazei um passivo instrsmerito.
He admiravel a rapidez con que a ambicio do
malulo muda de meios para rlngar a seus funestos
lins, pois que os bomeiis que our'ora lisongeavam a
poltica do gabinete imperial e aTagavara a sua influ-
encia sao os preprioa que boje buscarism uo romp-
ment das retacaos com o lrasl um novo meio de
agilacao que Ibes facililaria o CHninho de sua am-
bicAo pessual.
Mas em nossa opiniao, qtc eremos ser'a do
paiz em geral us que tal preleulem se engaiiam, c
s conseguirao resultados nega'ivus, poudu-se mais
em transparencia.
Acreditamos ser juizes inparciaes nesta mate-
ria, purque, havendo sempre rsprovado a intervcn-
{a armada do imperio, e sobriludo o modo como
foi exercida, deisando Ilusoria! suas promessas de
fozer efleclivos os hbitos coislucionues, nao te-
memos ser acensados de incuuiequentes ou de par-
ciaes a respeilo de una iiUervenrao que sempre
julgamus eilraviada nos lus e los meios.
Assim como porem condennamos a iroprevisao
polilica dos hoiuens que mo lia muito lulo sacrili-
cavam a ioflueneia e aos recurrs eslraiilios, coman-
lo que coosegaissem a satisfarao de suas vistas de dc-
ploiavel ambicio pessoal, assim lamben acreditamos
ser justos nao rerouheceiido-llie ilircilo nem iaslica
para entrar em recriininai-cs sobre arlos do poasado,
que csses nie.mos hoinens Irouxe am por seus lastl-
maveis erros romo administradoirs da causa publi-
ca. Isso nao carece de demonstrirao, porque per-
lenco a hisloria dos nossos dias, c .is homens e as cou-
sas desse passado p.-i Icnceni ja ao que cm jurispru-
dencia se chamacausa julgada.
n llaveudo se retirado parificamenle a interveu-
rao ilo impeno, porcia com proveitisas liroes para
ambos os paizes, e estando as relsces com aquelle
governo no mellior oslado pos-ivel, ninguem que
ame sinceramente a paz do paiz e o stu progfeeso,
podera descubrir conveniencia algnina em later re-
j vivor as questes Individua do passado, procuran
[ do aellas ootra cousa quo nao sejilo meios de agua-
rn.
Felizmente o governo urinal nao po.ie n. ni de-
ve loruar-se solidario de artos que atrrlao lesenli-
mentos paramente |ies-naes. Longo di..o cumpre-
Ihe empenhar-se por collocar as boas relaroes com
as uares viziuhas em um poni de visla mais eleva,
do, qual cansera a paz publica interna e externa Em
iioso eslado de exlenuac.lo o proceder da cutro mo-
do, slm de Hito ser aconsclhado pelas conveniencias
do paiz, poderia at qualilicar-sede loucura.
Em vez de encelar essa polilica, que mo darle
polilica, mas desatino, oque as conveniencias geraes
do paiz reclamam beque o goveiuobusque com era-
peuho fortificar cada vez mais as boas relacoes com
os paizes viziuhos.afim iie que se deevaoecam as pre-
veuroes que podem despertar em seus govemos pro-
cediinenlus irreflecliduscoino o que acaba de apre-
sentar a morilo do Sr. Palomeque, que de cerlo n.lo
cucoulruu echo lia populajao.
i E be de esperar que lambem mo lenha accei-
liirao na cmara dos reprcseulaules, porque nessos
depula los, entre os quaes ha pessoas" bem intencio-
nadas, devem prever que questes desse genero, alm
de darem urna idea pouco favoravel da cmara, nao
produziran oulro resultado que o de tirar-lhe o pres-
tigio peraute o paiz, e proporcionar dilliculdades ao
governo, que em lugar de perder o lempo com usses
assumplos tao eslercis, precisa contrabir toda a sua
altencao a bem da mclboia da admiuislracao interna
do paiz, que os anteriores goveruaiiles deixiram em
completo callos.
Nao he por cerlo um meio adequado a esle l'un,
nem anda um autiliu heuecu a marcha do gover-
no. o que aprsenla a inoran do Sr. Palomeque ;
uao nos sendo por is-o possivel conciliar o procedi-
menlo deste depulado rom os protestos que mais de
ama vez o temos envido fazer, sobre seus desejos de
ijudar a marcha do governo, em cujo proposito alias
anda queremos considera-Io.
Sem duvida llavera impresionado o espirito do
xou urna fortuna rulo-sal.
O congresso de Santa F devia reunir-se lo da 18
do passado. Dizein as f dlias de Buenos-Axres que
o congresso (ero de decidir ditas quesles iraporlau-
les, a do rotnpimeuto dos tratados com aquella pro-
vincia, o a dos lucilos diflercuciaes sobre us gneros
importados de Buenos-Avres.
-V carta do nosso correspondente de Montevideo
resume ludo quanlo ha de interesse das provincias
confederadas.
O general Sania Cruz, u-- se achava em Salla,
vendo-se all rodeado de espioes do novo presidente
de Rolivia, general Cordova. e recriando que a sua
presenra as tronicar holiviauas servisse de vpra*
texto a persegnicjes polticas, relirou-se para a xilla
do Koiario no Paran, onde ficava.
1' i Paraguay ha datas al O do passado. No dia
7 chegara a Assuuipcio o Sr. Verges com a hoticia
de r.i-i.'in ainigavclincnte ajustadas a-i quesles
com o Brasil. Esla noticia foi recebida rom g'ral
salisfarao, e tiliba-se por ceito que os tratados seriilo
ratificados.
8
Depois de justificados e olT'recidos pelo Sr. Ferraz
ojreqiieririienlo e a indicaras) que publicamos na
acta da sessfto de lioulem no senado, oeeopoo-ae esle
com a piimeira discusao da in.licai;.io do Sr. llantas
para a revbiao da. posturas da cmara municipal da
cuite.
F^'sa riiicnssio licou adiada por nao haver casa,
depois de orarem os Sr>. Ferraz, Danta., Silveira .la
M"lta, Suiza Franco, e marques de Olinda.
A cmara dos diputados approvou hnnlein cm
segunda discussao, rom lodos os artigas addilivos. o
dila.
Na segunda parle: Volarao do parecer das com-
missoes de constituicao e juslica criminal sobre o
procesan crime em que he reno Sr. depulado Pacca.
Pnmeiri discus.Ao do projeclo n. t danta auuo,
que aottirisa n governo a mandar admiltir a rame
do segundo(auno do curso pbarmaceutico o alum-
no Pedro Jos Martin Pamplona.
Primeira dita do. projectus us. I'.l e 90 deste anuo,
que di.rirnsain as leis de amorlisar,. contraria de Nossa Senbora do lio-ario da cidade de
Campos, e ordem terceira de N. S. du Carino da
cidade do Rio Grande do Sul.
Tereei a dita do projeclo n. 7i* de 1855. decla-
rando que os cirorgioes do corno de saude da arma-
da iinpe ial tem direiti ao monte-pin da marinlia.
II
Conlii o ni.lo hontem no senado a discussao dos
requerir,eulos dos Srs. Danta-, e Ferraz, propon.to
que. reniettida as commi-soesde legislsrao e de cons-
tituirn i uidirariio do Sr. Dantas, sobr as postu-
ras da cunara municipal da corte, foram eslesrcqun-
ii ni.o 1.1 retirados a pedido de seus autores, e subs-
tituidos |ior oulro para que se pedissem acerca da
materia diversas informaras ao governo. Toma-
ram |iar[c no dbale os Srs. Dantas, visconde de Al-
liuqucri uc, e Ferrar, c licou a discussio adiada por
nao hai er casa.
Eitrou lionlcm cm seguuda discussao na c-
mara le nporaria o probjecto sobre as|sociedades em
eommai dita. Os Sr.. Caruciro de Campos, e Pe-
reira ib Silva ollercceram urna emenda ao artigo
I." para que depois ibis palavrasmenor de cem
coulos-.se accresrentena capital do imperio, e de
ciucoeu a eolitos as prov.ncias.Tomaram parle
ne.le de Can ios. A discussilo licou adiada.
Em s 'guida, depois lie una queslao de urden ;
ae
proceden se a volacao da emenda subslitutiva
parecer
das coinmissoes de coiisliluicao e juslica cri-
depois de orar o Sr. Eduardo Franca, a proposla do minal sobre o processo do Sr. depulado Pacca, a
governo lixuodo a forra naval para o auno financei- qual foi approvada, licando prejudicadu o mesmo
rod 1857 a 1858. j parecer
Tomn assento o Sr. Jos liento da Cunha l'iguci- i Votanm a favor da emenda os Srs:
relo, no impedimento di Sr. Mariel Monlciro, de-i Magalhaes Castro, Carneiro de Campos, Luiz A"
pulado por Pernambnco. raujo. .mlonio Candido, llipnolyto, Jos .Malinas
Depois approvou a cmara em urna f discnsso, ^ malicio l.t-boa, Sayao Lobato, Siqoeira (lueiroz,
a pedido do Sr. Wilkens de Mallos, a pensao au-
nu.,l de IHMI3 concedida ao conselhciro Joao Maria
Jacobina, em plena rcimiueraraodc seus serviros,
com a clausula de verificar-so lmenla depois de
seu fallecimcnto cm suas qualro natas repartida-
mente.
Entrn em discussao o segninle projeclo do anno
passada :
o Arl. I.O imposto que rtaelnenie pausa m
lujas c outros cstabel'-rimentos commercae, lira
dede ja elevado s 300/para aquelles quo liverem
ni.lis de un caixeiro estraugeiro.
Arl. :2. Os caixeiros brasilelros liraui isantos
do servico activo da guara nacional c do recrula-
raento.
Arl.:!. O estraugeiro que for couvencido de e-
lolli malario, introductor de moedl falsa, contia-
bamlista, vendedor de gneros corrompidos e preju-
diciaes ;i ssude publica, o cotnpradur de objeclos
fuados, .iliiii de soffrer as penas marcadas no c-
digo criminal e mais le. relativas a csses as-
sumplos. licar.i perpetuamente inhibido de eoai-
merciar no Brasil.
O Sr. I.-1 (io da Cunha ollreceu um requerimen-
to de adiamento para que .eja ouvida a cnmmissilo
de fazenda, c o Sr. Candido Borges urna emenda
para que, em vez da ccmmisso de fazenda, sejam
envidas a. de fazenda e diplomacia. Depois de algu-
mas cousideracoes dos srs. l.eilio da Cunha, Ki-
beiro de Andrada, Eluardo Franja, Figueira de
Mello, Dulra Rucha, e Oclaviano, passou-se a se-
gunda parle da ordem do dia.
Continuoii a discussao do parecer das commis-
ses reunidas de coiistiluicao e nsties criminal so-
bre o proccsio do Sr. depuladu Pacca. Oraram us
Srs. Consansiode Sinimbii, /icbaria*, e SayAo Lo*
balo, e licou o dbale adiado.
A ordem do dia para ieganda-reira be ;
Na primeira parle, continuaran da discussao do
a I .menlo do projeclo n. SO de 185.'.
o requerimento dos senliore Ferraz e Daulas sobre
as posturas da cmara muuicipal da curie.
Seguio-se a primeira discussau da proposicao que
aulurisa o governo para mandar matricular na es-
cula maiores" do imperio os alumnos que por motivos .
justificados, nao liverem comparecido no prazo Irxa-
do para as matriculas no presente auno leclivo.
Oraram os senhores Silveira da Molla, Ferraz e mar-
quez de Olinda, e passoi. a proposito a segunda dis-
cussao.
\p rmoii-s,. depois sem debate o parecer da mesa
sobre a liconca pedida pelo official da secretara do
senado Araujo Viauna, e provendo os lugares vacos
de pjrleiro e de coulinun do salilo.
Enlraiiilu em segunda discussao, depois de passar
em primeira, a propositan da outra cmara, autori-
sando o governo a mandar pagar a Manoel Antonio
Bastos Kactechir o ordenado de carcereiro da cadea
da villa do Pilar na provincia da Parahlia. reque-
reu o .-r. Ferraz que fosse ouvida a cummissao de
fazenda, c assim se vniceu.
Ullisaasnente pa:saram em varias discussoesas ma-
terias coastaales da acta que publicamos, e em ter-
ceira, depois de fallaren) os senhores marques de
Olinda e Dantas, a proposicao autorisando a irman-
dade da santa casa da Misericordia da cidade de Re-
sende na provincia do Rio de Janeiro, para poder
possuir bens de raiz al ao valor de sessenla cotilos
de ris.
Na hora compelenlc leu-sc |um oflcio do Sr. pri-
meiro secretario da cmara do depuladus, remellen-
do,-com o Ira.lado do processo do Sr. depulado Pin-
to Pacca. a daeNttfda mesma cmara, pira que esse
processo continu.
Mandou-se autoar e fazer depois o feilo couclusu.
Sayao I obalo Jnior, Casado, l'arjiagua. [aillo .1-,
Cunha, Soota Lelo, Ferreira de Agaiar : Pata Bir-
rete. Pinto de Campes, Andr Bastos, Aprigio titii-
maries, Salle*, Ges .-iquaira, Piosa, Taques, Sil-
va Guit laraes, Tlicophlo, Marcellino de lirilo, Co-
nego Ull, Luiz Soares, Paula Fonceca, Brrelo Pe
dioso, \ ieira de Mallos, Firmino, lloclla, Hurla, Li-
ma e Silva So'iirinho, Tsixeira de Souza, Paula Can-
,li o, G^uxa, KUieiro de Andrada, Currea de Nev
Sinirbii, N'abnen, Paranhus, t'clreira, Augusto de
Oliveiti, bara.i de Marom, Marlius Ferreira, Ja-
I ciullio de Mendonra, Pereira da bilva, b.ir.io de
Man-, Pacheco, llenriqne*,Cosa Hachado, Til-ra
Sobral, Angelo Ramos, Dias de Carvalho, Wilkens
de Mal as, t Mendea da Casia.
Volat am contra, os Srs.
Goiu ieira di Macelo. Francisco Ribeiro, Zacbarias, Du-
|ra liiu ta, Barbosa da Cunha, Saraiva, lirusque,
Barbos, Kibeiro da Luz, Azeredo Coiiliiihii, Fi-
gueira i e Mello, Bandeira de Mello, Eduardo Fran-
ca, Bra ul3o, Oclaviano, e Mello Franco.
Fina mente enlrou ein primeira discussao o pro-
jeclo qi
exime i lo segando anuo do curso- pharmacculico o
aluuinu
O Si
li vase
e a-.ilot '-a o edVerno a mandar admiltir a
Pedro Jos Martins Pamplona.
Paula Fon-cea requereu que este projeclo
una so discussao, e indo-se votar sobre esle
requerimeulo, conbeceu-se mo haver casa.
A orlem do dia de boje lie :
Na p imeira parte : as materias anteriormente de-
signadas, taulo para a piimeira como para asegun-
da parle.
Na Si guada parle : segunda discus-ao da propos-
ta do soverno que lixa a sforras de Ierra para o au-
llo lina icciro de 1857 a IS58.
Cout
Primeira discussao do projeclo n. 13 deste anno, co.....landila, e orou o Sr. baiao de Mau
que Tora no- | Sr. Palomeque aquillo que ouviu na reuniao de sita
meada una coromissilo especial, para dar n seu
pa-
recer acerrado faclu de ler sido uovameute reco-
nhecido o Sr. Amaral como ministro plenipotencia-
rio do Brasil, depois de havero governo da rep-
blica pedido a sui retirada, e ler sidu esla oblida
do de S. M. o Imperador.
Sabemos que a actual cmara dos representan-
tes se compie em quasi sua (otalidade de crealuras
do general Flure ; nio ignoramos que esle general
conserva aiuda resenlimeiilos pessnaes que lite dei-
xaram os successos de agosto do aunu passado ; mas
ingenuamente cofessamos que uao foi sem grande
sorpresa que lemos semelliaule deliberarlo, consi-
derando principalmente no melindroso alcance que
ella poderia esercer as relacoes entre o imperio e
a repblica.
Por mais justas e acertadas que fossem as refle-
xe que emiltissemos acerca desla etlraordinaria
oceurrencia, sobra ollerecermos assim margem para
ser averna lo de su-peilo/e acoimado de pnrcialida-
de nao a exporiamo seguramente com o talento e
com a habilidade com que o fez o redactor do perio-
dics Nacin em sea numero de 2i do cor-
renle.
Com tanto tino e perspicacia esta redicido esse
artigo, tao perfeilaraeute encara .'elle a queslao e a
colloca enij.eu verdadero poni de visla, que ape-
zar de exlsitso, enteude-uos conveniente traduzi-lo,
e transrreve-lo nesta correspondencia ; ponderan-
do apenas que a Nacin he um dos mais fiis e
dovolados orgilos do general Oribe.
Eis-aqui o artigo, ao qual o jornalisla da o t-
tulo de questes de polilica estril :
A esla classe dequeslOcs perlenre sem duvida
alguma a ni jr.i i ltimamente presentada pelo de-
pulado o Sr. Palomeque na cmara dos representan-
tes acerca de permanencia do Sr. Dr. Amaral, como
ministro diplomtico de S. M. o Imperador do lira-
A cmara dnsdepiiladosapprcvouhontemo seguin- [iM de cerlo que a uo serem contiendas as rau-
pareeer da commiisao de constituicao, depois de sas 0 BlM da quesl to suscitada pelo Sr. Palomeque,
le
alguma- cousideracoes
Uilieiro de Andrada. I
los Srs. Barbosa da Cimba,
Teiseira de Macedo.
l-'oi presente a cotnmissflo de constituicao c po-
deres a indicacao do Sr. depulado Barbosa da Cu-
nha para que seja chimado o Sr. Dr. Gabriel Jos
dillicil seria apreciarse a conveniencia ou oppoitu-
nidade de semelliaule quesiau na actualidade.
Essa mu..io. tao inopportutia romo be, liga-so
a nm farto bem couliecido do publico, a leuiiiii,,
que leve lugar em casa do Sr. Palomoque, assim
IITERIQR.
RIO DE JANEIRO
2 de jutiliu.
Depois da lides e approvados hoje do senado dous
Rodrigues dos Sanios, primeiro siipplenle pela pru- | cunl0 a presenta un,, e as palavras de una pessoa
que por calculo de urna poltica mesquinha, julgnu
lalvez que os motives de animo-idadc pessoal. joslo,
ou njuslos podem fazer-sc valer quaudo median) os
inleresses geraes do paiz e as boas relacee rom as
naco", vizinbas.
Que baja quem discorra desse modo, quando ja
(em dado provas de curio alcance poltico, he cou-
vlneis de S. Paulo, para tomar as.enlo em lugar dos
deputados que faltam por aquella provincia. *
A represeiilacaa da provincia de S. Paulo adia-
se completa, estando com assento na cmara o Sr,
Ribeiro de Au ira la, como supplente, em lugar do
Sr, Oclavu Nebia, nico dos depulados que falla
comparecer.
casa, e, segundo referem o< jornaes, disse o general
Flores sobre a nio oceulta de um goveruo viziuho
que agilava o paiz ; porem esse dito tillo he um da-
do sullicienle, porque o general pude estar mal in-
formado.ou engauar-se em seus juizo i. por excesso
de zelo, ii ou por suas a anlipathias acluaes para
com o governo imperial,
De lodos os modos porem he evidente que Ira-
tando-se de objeelo de tamaita importancia, como
sao as lelariies com um estadu limilropbe, se parla
de anlecedeules (lo duvidosos e de o tendencias He
equivocas para formarse delles una quesillo, e
di-lr.ihir assim a aUenc&n do governo da repblica,
provocando erabararos lias relajoes amigaveis que
existera com o governe imperial.
a Como o inleresses geraes do paiz devem sobre-
pr-se nessa materia a lodos os manejos que possa
por em jogo a ambirao pessoal disforzada, confiamos
que o governo encare como deve encarar scmelhan-
le assumplo, e que abcr aperceber-se de sua in-
conveniencia e inopporlunidade.
De cerlo nao deixatnos de lastimar que ns nos-
sos represenlaules prelo o lempo em qaesloea ISo
esteris para o ttos-o melhorameiito interno, e que
ero.vez de prestaren) urna cooperacao eflieal a acriio
do governo, que tanta dedirarao consagra a causa
publica, vilo procurar as relacoes exteriores ques-
tes que s podem aOeeiar a Inflnenciai Individuaes
de que deveriam desligar-se quaudo se trata dos in.
Icre.ses da patria, que nao he, nem pode ser o pa-
trimonio deste ou daquclle.
Sem embargo, dizendo islo, reconhecemos que a
niaiorta pensa de oulro modo, e que niln deilara de
deraonslra-lo por deferencia a si mesma, e por de-
coro do paiz, qu observa o seu procedimenlo.
Se nilo lora, repetimos, o receio de que nos a-
verhem de suspeito e de parcial, accrescenlariamos
anda algumas palavras ein ordem a provar que esse
fantasma de dominio por parte do Brasil, com que
a falta de inclhorcs recursos, calculadamente espe-
culan! de ve/, em quando algitns dos homens polticos
do l.-i.i i.' Oriental, sobre ser tima idea obsoleta e
gasla, lie por dentis na actualidade nina cruel in-
jusltca ao impeli, que tilo amigo n leal tem sido pa-
ra com os seus vilinhas, e que 15o franca e genero-
samente os lem auxiliado, visando apenas contribuir
para o reslalielecimenlu da ordem e da paz entre el-
le, o. para lomar normal a existencia de sua sorie-
dade. [reliaremos porm isso de parle ; o lempo
e encarregar de por fura de loda duvida essa var-
eada ; e uo esli por ventura muito longo o dia em
que os proprios que hoje aecusam o Brasil se procla-
men) della convencidos.
que crea no municipio \a corte mais uina freguezia
rom a denominaran de S. Cliri-tovao.
1.a dos projeclos us. 10 e 12 deste anno, que ap-
provam as pcnses concedidas a viova do lenle
Ignacio )l irinho da Silva e as lilhas do visconde de
Mag.
2. do projecto n. 11 desla auno, que aulurisa o
governo a mandar admiltir a exame do 2. anno do
curso pliarniaceutico o alumno Pedro Jos de Arau-
jo Pamplona Corte Real.
i'. iiinuir.io da primeira discussao do projeclo u.
128 de 1834, declarando rpic os lugares de auditores
de guerra no Rio Grande do Sul sao juizes de direi-
to, conjunclamenle com o parecer e o vol em sepa-
rado n. 18 desle anuo.
Na segunda parle : ContlnuacJJo da discussao do
parecer das coinmissoes de contituicao e justira cri-
minal sobre o processo em que he reo o sr. deputa-
do Manuel Joaquim Piulo Pacca.
!>
Cunlinuou hoje na cmara dos depulados a dis-
cussao to projeclo do anno passadu sobre o imposto
que pagam as lujas e outros eslabelecimeiitos cotti-
merciaes, e senta do servico da guarda nacional aos
caixeiros brasileiros : oraram os Srs. liratidiio e
Candido Borges, e foi approvado um requerimento
de adiamanto para que o projecto seja reinetlido as
contmissoes de fazenda c diplomacia.
A camina approvou depois em primeira discassao
um projeclo que crea no municipio da corte mai4
una freguezia com a denominacofreguezia de S.
Chrislovilo, a qual compreheudera o territorio que
o governo, de occ.ordo com o hispo diocesano, des-
membrar da freguezia de S. Fraucisco Xavier do
engenlio Velho.
Approvou lainlicm, leudo urna s discussao a pe-
dido do Sr. Wilkens de Mallos, a pensao concedida
aviara do lenle Ignacio Marinho da Silva, e a
concedida as tillias do fallecido visconde de Mag,
acerca da qual falltrara os Srs. Brandao, Candido
Borges, c SayAo Lobato Jnior.
F.m seguida continuoii a dsru-sao do parecer das
commisscs de consliluirao e justira criminal sobre
o processo d.Sr. depotado Pacca, c esl* com a pa-
lavra u Sr. Magalhaes Caslro,
10
llonlem, na cmara dos deputados, depois do Sr.
Magalhiles Castro, oraram os Srs. Brrelo Pedroso
c Itibeiro de Andrada contra o parecer das coin-
missoes reunida de consliluirao e justirt criminal
sobre o processo crtine em que he reo u Sr. depu-
lado Pacca.
Foi aprest-nlada pelo Sr. MiTgalhaes Castro a se-
guinte emenda substitutiva ao parecer :
o Oue continu o processo do depulado Manoel
Joaquim Piulo Pacca, licando esle suspenso no exer-
cicin de suas funeces.
A dsctis nao haver casa.
Nojprincipio da sesso tomn assento o Sr. Apr-
tiuuu lioulem na cmara dos deputados a elis-
io art. I." do projeclo sobre as sociedades em
Entliu depois em discussao a proposta do gover-
no lisiado as forras de Ierra para o auno de 1H77 a
a ISS Tomaram parle no debate os Srs. Braudilo,
Paula Fonseca e Ribeiro de Andrada, e licou a dis-
cussao odiada.
A utilern do dia de. boje he a mesma de honlem
em mujuas as partes, acrcsceniio, na primeira, a dis"
cussaOj da proposla para os logares vagos de conti-
a casi.
rolaran dos Srs. depulados que, segundo
diesen M lioulem, votaran) a favor dn emenda subs-
(ilulivi apresenlada |i'lo Sr. Magalhaes C'slro. o-
niittiii os os nomos dos Srs. Brelas e Pacheco Jordao.
-13-
A c i n

lili"- lo
posla
de ci
i ir.i dos depulados approvou hontem a pro-
Ja mesa para que sejam prvidos nos lugares
itinuus que se acham vagos, Joao Francisco
Xavier de Castra Jnior, Jos Joaquim de Souza e
Carlos! Domingos de Souza Caldas.
Conjtinuuu depois a discussUo do arl. 1. do projec-
lo relativo as sociedaJes em cominaudta, ao qual
ollero eo o Sr. Sayao Lobato asegunde emenda :
Eslas porm serto Iransferiveis sem que es-
toja causada a lolalidade de seu valor nominal.
lomaran! parle ueste debate os Srs. SayAo Loba-
to, e l'ereira da Silva.
Em seguida contiuuou a discussao da proposla do
governo lixsndo as forras de Ierra para o anuo li
nancero de 1857 a 1638, e licou o dbale adiado de-
pois i e orarem o Srs ministro da guerra, Figueira
de Millo e Pafanagua1
A irdem do dia de boje be, depois da leilura de
tus e iiidiciri'ies.as materias anteriormente de-
as.lanto para a primeira tomo para a segunda
projec
signa
parle
11
S. M. o imperador paisoa revista liunlem as II
da manhaa aos hnlalluies 7. de infanlaria e
2.* di arlilharia, que em ordam de marcha se acha-
vam I irmadns na esparosu csplanada dos quarteis
upo.
1.1., depois de passar pela frente e retaguar-
boras
do Ca
S..
metro
honra
Osl
ILEGIVEL
da do ; batallies, recebo* a Continencia em parada,
Biarcl ando a tropa primeiro a passo ordinario c de-
pois a passo dobrado.
Tei Diada a revista, esaminon S. M. I. os quar-
teis e o rancho do- batalii". de infanlaria c do pri-
meiru regiment de cavallaria ligeira, reliranlo-sc
logo i c-pois para o paco de San Christoxao.
O | rimeiro regiment do cavallaria, |uc montara
a cav; lio apenar romecou a revi.la, aeompanhoa o
imperador como guarda de houra al o paro.
S. ||, I. foi receido nos quarteis.pelo Si. initiis-
Iro di guerra. Eslavam prsenles os senhores geue-
raes ( ahrnl e Fonseca Cosa, e a officialidade do pri-
de fo/ileros, cujo balalho den aguardada
para o porlao dn quartel.
'na lo approvou honlem sem mais dbale
S. PEDRO DO SL.
Cidade do Riu Grande, 26 de maio. -
L'ra dos primeiro actos do presidente e cominau-
dante das armas desta provincia, foi dissolver a uos-
sa divida estacionada na Puahy, em cumprjmculu
de urdem di. governo, sendo as forjas de que ella se
compuoha distribuidas cm ciuco brigadas pela froo-
teiras e pontos principaes da provincia, para se"u-
ranc,a, defe/a e polica das mesinas frouteiras e do
interior da campanil.
Foi tambem sopprimida a respectiva intendencia.
A primeira brigada fieou sob o commaudo do bri-
gadero Flix da Fonseca Pereira Piulo, ua ironteira
de Jagnarao o Cliav. Acampamento, arroio du Te-
Hto. Forja, urna balera do |. regiment de arlilha-
ria a cavadlo, :l." balalho de infatuara, e o' 4. re-
giment de cavallaria ligeira.
A segunda brigada, cominandante u coronel Ta-
marindo, na frnnleira de Bag e l'rahy. Acampa,
ment, Pirahy Grande. Forca, I brigada do I." re-
giment de arlilharia a cavallo, i. balalhjo de in-
fanlaria c o 3." regiment de cavallaria ligeira.
A terceira brigada, cemmsndante o coronel David
('.atiabarlo, na fronleira de Ouai iby e Algrete. A-
campameiilo, o Passo do Baplista. Forca, 12. ba-
tattrae de rafasrtari*, I corpo de cavallaria, com|iosto
de 2 esquadrSes forles .la guarda nacional. r<
A quarla brigada, cominandaiilc ornronel Manuel
Luiz Osorio, na fronleira de S. Borja e Missoes. A-
campamenlo, villa de S. Borja. Furcs, 1 divisa0
de arlilharia a cavallo, I contingente do balalho
12 de infanlaria, e regiment de cavallaria ligeira.
A quinta brigaJa.xuinmandante o brigadeiro gra-
duadu Joilo Propicio Menta Brrelo, em S. Gabriel.
Forca, 1." regiment de arlilharia a cavallo, b. ba-
lalho de infanlaria e 3. regiment de cavallaria li-
geira.
Toda esta tanja recebeu ein ordem do dia de 5 du
correle, a queme retiro, o bem merecidos louvo-
res pelo seu excmplar compurlamentu quando esta-
cionada no Estado Oriental, eo seu commaudo geral
esla interinamente confiado ao brigadeiro Francisco
Flix, comniandanlc da primeira brigada ; e dizem-
nc que sera eectivamenlo Horneado para este emi-
nente commando o bravo general qoe na batalha de
Morn soube mostrar que o saugue rio-grandense
Ihe corra as vea.
i.lu.ni lo no dia S do correnle lograra allitn o
vapor /teciff Iraiispor os bancos qucjto lemivel tor-
nan) a barra desta provincia, de-emliarcava de Pel-
las o balalho 7." de infanlaria com o seu digno
coinniaiidanle o lenenle-coronel Fonles, e em abo-
no da venale, itiuguem dira que esla gente mar-
chara mais de 50 leguas de maos caminhos e no in-
vernu, pois o latido asstio que apre fonnalura, era o documento atilhenlicn do zelo, boa
ordem e di.riplina com que esle ofiical se pode
ufanar.
\ irnos tnuilas vszes relirarcm-sc nossos corpos
de liaba da campanlia, o metlia lastima v-loscobcr-
l>s do andrajos, descalcos ou quasi n.
Como noticei-lbe ja ler sido distolvida a divi-
so de observaco, dir-lhe-hei que nilo ser possivel
moverem-sc as cinco brigadas cm que ella foi dis-
tribuida pelos diversos pontos da cimpanha, nao s
em razao da falta de quarteis, como pelas militas
din va-quo tornando i n transita veis os caminhos, pro-
metiera intenso fro durante este dous primeiro.
mezss ; lalvez mesmo em selembro nao seja possivel
que as brigadas pnssam marchar para aeimparem-se
DOS pontos que Ibes foram designados, se o interno
fr como se espera rigoroso, porque a cavalhada esta-
r tan iraca que se nao podera mover.
Von narrar-llie sucintamente os desastres que
um fatal pre.colmenlo, ha perlo de dous anuo, em
quasi todas a minha carias, faiia lomar por minli.i
molna os perigoi da barra da provincia, e que se
acham realisados desgraciadamente muilo alero de
niitiha especlaliva.
lim formitlavel temporal do sueste apaulioo na
noile (lo l para I") do correnle, nove embarcarles
que a temeridade e a allduleza dos meslres us leva-
ram a demorar-se perlo da cosa para aproveitarem
o primeiro signal de eulrada. Seis deslas embarca-
ces perderam-se todas au norte da barra. O bri-
gue Faite l'iajanle, capitdo Francisco Goncalves de
Oliveira, proprietario Joaquim Pereira Marinho, da
cidade da Baha, carga agurdente e atsucar, perdeu
osmaslros esossobrou-se, salvaiido-se a (ripolarao
ua lancha.
O brgue Kmprthendtdor, propriedade de Manoel
Ferreira Porto, carga vinhos e assucar, com 16 dias
de viagem do Rio de Janeiro, morreu o capilao Ma-
noel Ignacio Pereira, um dos passageiros e tres pes-
soas da tripulario, silvaudo-se apenas tres marinhei-
ros. Desla embarraran salvaram-se algumas pipas e
barril de vinho e azeile.
Has embarca cues nacin nos por ora s temos certe-
za do naufragio deslas daas, havendo bem fundadas
suspeilas de haver tido a mesma sorte o brgue
Leoo de Peruambuco, com earregaicento de assucar,
pois que lem sido encontrada ao norte" da barra
lem do eslreilo, barricas vazias com a inscripcao
que coslumam tta/cr as viuda de Pe naiiibua ; eu-
tretanto hora em escrevemos nao In noJHi ex-
icl i se foi ,i pial.i ; e com esla, ruino se pajSume,
I iinbetn o patacho inducirla e a barca //vdrarsWinda
du Poito, que felizmente havia passado fura da bar-
ra para o vapor C'tmdcua centu e tantos passagei-
ios, licando apenas a bordo, cinco. <,
Desla barca appareceram honlem a noile rumores
vagos de que foram encontradas taboa, lendo urna
o leireiro Ilydra. Ha porem quem diga que* esla'
arribada era Santa Calharina.
Vamos ao resto, e o mais importante das.srei.as
desastrosas, das quaes rae propuz dar-lhe minuciosa
relac,3o-
s


DIlRiO DE PERNAHIBUCO S--XTA Fin, 20 DE JUNHC II 1856
Ou.iii i Iim .1 ni as embarcac<-cs eslranseiras pardi-
lla! iutcrameiilc. A encuna sueca .trethuta, capi-
lAoCarlusA. Ereitolt., vinda de Cabo Verde, Irazia
i- dias de viagem. carga sal, eunsigoatla a r.laussen
e Iterlram murreram 2 pessoas, salvaram-se ti, e
maiio capitn, liornvolmcnte contuso e rom una
perna fracturada, arha-sc tiesta cidade em tratamen-
lo, e proroetle sobreviver ao desastre de seu navio.
A estima hollandeza Orion, capillo Huges, Ir.zia
70 dias im.ii ol menos de New-Caslle, carga earvlo
Cunsiguada a l.iud & I'.. ; salvou-se a tripulado.
O brigue iucjei Ada, capillu Arlliur Gray prore-
denle do Liverpool cun um carregaroento de fazeu-
das no valor de mais de iltenlos cotilos, consigna-
do a Avelioe M.icraj & C. ; so moneu um mari-
uheiro, e salvaram-se sele pessoas da Iripolacao ;
trata-se de salvar o carrcgammlo, porque o navio
esta' ero secco.
O paiacbo iuglez I-dina, capilAo W, Mein-, carga
c'aivAo, consignado a l.ind & I'.. razeudo 73 dias de
viagem de New-Caslle. Diste embarcarlo apeoas
salvaram-se o capilAo, o pillo e um moro, morren-
do o reslo da IripolarAo.
Eis a descriprAu dessa falal noile, a pcimeira em
que i.iu lgubresscenas liveram lugar! Nao lia Ira-
dic.au de jamis se ler dado o fado de naufragaren)
Unas emba caoiies em una s noile. lias lerriveis
praiis do Rio Glande do Sul !
Nao Iba poiso desciever com precisan a sensac.au
que lana dcsgr.ca produzio nesla praca ; a couslcr-
lui.-ao foi geral! Os prejuizos recouhecidos calculam-
se em mullos coutos de ris As vidas perdidas sau-
grio o corara i do verdadeiro rio-grandense, da-
quelle que v com msgoa fugir desla provincia o
commercio e navesaeo, fonles principaes de sua
riqueza e prosperidade !
Anida sobre o nfimo de ideas tristes, vou no-
iciar-lhe o passamento, no dia 1*0 do crrenle, do
eenenle-curunel Antonio Jacintbo da Cuela Freir,
commaudante do batalbao 13. de infantera, que ha
nimio padeca de urna forte paralysia, que llie havia
lomado todno lado esquerdo.
Ovapor Guanabara aqu chegou a' visla da bar-
ra no da 18 ; a 19 enlregou as malasao CamacuAa
que foi fura busca-las, e nelle desembarcaram os
passageirus, e e no dia 2\ foi que o nosso folgazao
Salom pode investir a baria, sendo muito loova-
vel oseu comportaineuto denodado, pois que quau-
do pensavauos lodos que elle, aterrado com os suc-
cessos da imite de 14 de que leve noticia fora da
barra, se livesse escapado par Sania Calharina com
o lijo oesle que im noile de 211 tena a oulro menus
atrevido obrigado a arribar a'quelle porto.foi quamlo
S. S., passando loda a noite em vigilia, conseguio
sobre a m.nhfta suspender e traospor o banco, c
aqu vir dar-nos' um ar de sua graca. Forte roa-
gai.So !
Soube-se que o barao de Maua' lomara asen-
lo como deputadosapplenle por esta provincia, e foi
lauto mms agralavel aos seos comprovincianos este
pass de S. E\c, quanlo he cerln que seudo elle o
candidato que mais probabilidade rene para urna
volacAo unnime no circulo do Kio Grande, vozes
se espalliam de que rrjeilaria as honras da eleicAo
sspoulanea que o espera, pois que lodos sabemos
quintos sacrificios faria S. Exc. em acceilar essa
honra que esto disposlos a offei tar-lhe os seus com-
provincianos.
l'osso por lauto noliciar-llie que o barao de Maua
lie candidato dos Inleresses geraes da prpviucia, e
nao de um partido qualquer em que ella se ache di-
vidida.
I'.ir fallar em partidos, cumpre-me uoliciar-lhe
que o l)r. Joaquim Vieira da Cunha den o caVaco,
ou aules mostrou-se incoininodadn por o havemos
designado comu candidato do partido da maioria, e
gastado o oovimos protestar que nao perlencia a
partido algum, e que era caraucho mi por oo-
tra, que recorria aos seus amigos para obler as hon-
ras da cleicao, so para salisfazer a sua consciencia,
sem comprvinellimenlo de alheias ideas; e assim dir-
llic-hci quo o candidato do partido da maioria he o
l)r. I baluba. Tambem se diz que o da minora nao
he o Dr. Travassos, e sim o Dr. Francisco Brusque
que, ii.io sei porque razio, nao fbiapresenlado pelo
circul de Algrele.
Ora, a eleico nimia eela' longe e ja leraos quatro
candidatos pelo circulo de Jaguar.., o l)r. Joaquim
Vieira, o |)r. Francisco brusque, o l)r. Secco eo
Ur. Jos Mara de Azevedo ; o que nao succedera"
poi", pelos ouiros crculos ?
Segu nesle vapor um dos mais prestrnosos ctla-
dAui resideotrs na cidade de Jaguarao, o nosso ami-
go ,lo,i i Augusto Pcnedo. Fallaramos aos deveres
da ju.lii;a e gralidlo, se em uome da populacAo da-
quella cidade deixassemos de conmemorar os rele-
vAnlissimos serviros por elle prestados durante a ca-
limitosa quadra em que a epidemii all fez tantos
estragos.
I'enedo, pharmaceulicode vasla in.lrucro, caval-
eiro perfeilo, abri a sna bolsa ao enfermo desva-
lido, esgolou os recursos da sua.arte, os meios de sua
fabrica eoisoccorro de urna grande paite da popu-
lado, abandonada por loilas as autoridades ou pela
manir parle deltas, ao poni de ser u commandaute
da guarnirlo que com o ci.ladao Penedo, e6r. Jus-
tino Jote Alves Jacolinga, o Ur. .Jos Mara de
Azevedo, e um oulro ridadau mais, que foram o
O Sr. I.ui: Filippe : Ollie que Salvador foi jubi-
lado a 11 da mato di 1855.
O Sr.S/ten Braja :E que de extraordinario ha
nulo Pois sera extraordinario que peticionario
paatel na viagem, porque, em contacto com o professor jubilado, ecominie-
z, naosou lalnadu para em- | rcse no negocie, souhesse da apjsenlad
He rifao, lanas vetes vai o pola a fonle, que l
deixa a a/a, nao sel se em ntim lera completa appli-
eaela o lal aoe\iai, porque eu perder aza.
Nao Ihe direi o que
como i Ihe diese urna ve
bareadico, o quem fez uina viagem burilo de um
dos vapoies di: uossa companhi.i, tcm feilo mil. NAo
haveuilo variedades e incdenles importanles, nada
ha a contar.
Felizmente os iucdentes fnlluram. e eu nao cosi
das impres*ei vivas, para sentir lal falla, smente
pelo prater de coula-los.
Smenle Ihe direi que. razando nina vlzita ao
holel Thomp, rata de paslo d.s Alagas. encoulrei-o
conspiradissimo contra um senhnr, que o tiulia posto
em Mira redunda no seu (Mario, Se o magui nao
abil quem linha a honra de eslar chuchando aara-
beca de suas carapehas fritas, cert^meule o demo
Ihe fallara no ouviJo n'aqurlle inomenlo. Fiz-me
eslranho ao negocio, e deseiilenilido d> vero, m.i*,
he mi.le confesar-lhe, uve ineus suslos de que elle
me pregante aluuma pera.
Fiz-lhe sentir que o tal amigo linha tornado mais
conhendo scu acredilajo liolcl ; mas o palr.lo eslava
prevenido.
Pela inania de esciever a vrrdadc anda me aconte-
ce alguma.
Como Ihe dis'e, rheguei a esla corle, que achei no
meso o estado, nao digo hem, achei muilo vulgarisa-
do o svslema dos parallalo pipedes, que ah bempo-
dem aceitar com especial agrado.
Aluda por e esla muilo em moda o rifao tmilum
Mll quantum habe*. Quem liver a bolsa cheia er
bonito, sabio o nobre. quem nao tiver he a vasilba
mais sem pieslunn do mundo.
IJuem vir a riqueza da ra do Uuvidor. Ourives,
etc, enlendera, que por ca andatudona abundancia,
e desprezo dos bens da fortuna; mas desea a ma-
terialidade da vida, e eolio saliera o dinheiro que
\alor lem.
Ain la nao eslou em dia com os negocios mais in-
leressantes, c que ocenpam as atlenres nesle triduo ;
apenas sei, que as cmaras vilo ei calmara, e que
smente o dtgntnrittio llrandao levanta sua lebre pelo
negocia arelalho pela dispensa dMCJJXeiro*da guar-
da nacional, que foi remecida au baralhro de duas
cominissoes, d'onde nao voltarem quautn naohou-
ver unta omuipolencia que a faca sirrgir.
A acluai legislatura quer morrer christamente, cal-
ma e resignada. Nao direi que recouciliou-se com
seus inimigoos; mas comprehcruleu perfeilamente o
papel de qoem moire, e o deaenipenna a carcter.
Vira mais riiosa a no\a cmara circular ? Quem
for vivo vera.
A qortlao Paca lem de ser decidida amanhaa,
porque boj Hrou* a diaenftlo encerrada, por nao
haver mais quem quizesse a palavia. lia inui-
las opinioes ; parece, porem, que a dccisAo sei,
que continu o processo.
Consta-me, que aquelle brigadeiro esl sobre nina
cama, merlalmenle doenle, hem romo sua consorte,
acabrunhados pela dr moral de um tal acouleci-
menio.
I'arecc-me que a npiuilo publica Ihe he favoravel
e nao falla quem diga, que a ma ilistribuirau dos
cotilos titt finado barao do Mmho tem causado tanta
ccleuma i eu poiem. nada sei a lal respeito.
Aquelle bncadeiro. que. por tantos anuos, foi
constante representante da importante provincia da
Bahia.que uolahilisou-se por anas partidas liailes.esta
no ullimo quarlel da vida, paisan lo pelas mais dolo-
rosas proTancfei!
Vaha e muilo varia he a orle !......
Pela Syberia o Eim. II. Manuel e-ta calmo e re-
fleclido ; e al j.i confessa, que o govcrnii tem feilo
alguma cousa contra o contrabando de africanos.
Ja nao he Ido puuco.
O jornalismo por ca esl na iespeetaliva. Alcm
de ahuus rtlgoiohos de espirito forcado, nos qnaei
os golpes sao quasi que etclu*ivamenlc dirigidos aos
digiiissiinos, que se liuam.
No direi que os apedrejam pelas cosla. mas ao
menos arreganhain os denles a quem... era a quem 1
Os anjos que dig.im o reslo.
Nada mais orcorre, que lenha ehegndo ao meu co-
nheclmenlo. As palestras nadadizem.e a noticias
escaceam.
Saude, c quauto apetece Ihe desejo por mmcusos
anuos.
P. S. Nesle raomenlo leo, que em l'aris procu-
ra-se empregar a carne de rarallo para .: comida.
NAo sera mo o pelisco.
Tainhein consla, que os ladran de Londres li;eram
um cluh para Iratarem dos meios de viver honesta-
mente.
um pomo cxlranrdi-
ta de
?EM^.4MMS0-a
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Seaaa'e ordlanria de lli de jucho dels.'ji,
l'rettdenrta do Sr. oardo de Camaragibe.
(Candoio.
O Sr. Sitia tiraga : Sr. presidente, requeiro a
urgencia da preteurao do substituto das cadeiras do
ensillo primario de Olinda, por taso que o peticio-
nario ha inuilu que requereu a esla casa ulna deci-
s";.i a respeito de seu nircilu, o qual se ada um puu-
co eiiibararaii, em virlude de ttr -ni,, posta a con-
curso a cadeira, a que elle se julga com direilo in-
coulestavel, e como o negocio me parece muilo sim-
ples, alenla a justiea do peticionario, lequeiru, co-
mo disse, a uigencia, e estando na casa o regula-
inenlo de l de inaio de 1851, e o que reae actual-
mente a instrurrao public denla provine), podere-
inos recorrer a eHea, e facilmenie se vero quaes os
arlisos em que se funda o peticionario i ara se jul-
gar com Ululo a essa cadeiea, a mesino porque no
parecer da directora se avenan algumas ideas em
r, I,lijan a prelencao do peticionario que nioitu nos
pudem orientar ; por lano, julgo ronvenienle a ur-
gencia, e mandare! a mesa um requerimnto ueste
sentido.
ltequeiro a urgencia do parecer sobre a prcIrncAo
do subsliloto das cadeiras i:o ensino primario da ci-
dade de Oliiule, para que entre boje mesmo em dis-
eutsSo.S, K. Silva llratia.
Apiado, entra em discussao.
O .Sr. I.ti; Filippe : (Nao iievolveu seu discurso.;
O Sr. l'rendeute : Ele negocio se nao he a
execucao de urna le. he pelo menos urna inlerpre-
lacao de le.
e ,n,',' -ni" t|ue este parecer paeaanda
iinicus que naj abandjuarain a cidade e aecudiram a ";, ,eln adianlado nada, porque os actos da assem
pobreza enferma. \e, so lem loica fora da rasa por meio de resolu-
. Ots ; he preciso pois una resnlui.Au que ilerl.nr que
vai lambem nesle vapor um anciao respeila-
vel, o commendador Israel Soares de Paira, Kio
Grandense de grande Borneada.
Os jornaes da capital anuuuriam que urna de-
inoustracao publica e summamenlc imporlaule se
promove all, em obsequiu ao actual presidente a
cummandante das armas u general Jeiunymo Fran-
cisco Coelbo, em igual de gratidAo e respeilo pela
parle que leve como ministro da guerra do gubiuele
de -2 de fevereiro, que acabou com a revolelo da
seLemr.ro e deu a paz a esla provincia. Nesla cidade
algumas pessoas pretenden) preparar um recebiuieii-
lo cundiguo com o carcter do nobre general, e um
esplendido baile e oulros festejos mais se arao pelo
mesmo molivu, logo que aqu chegue S. EiC, que
se espera por esles 15 dias.
27 de inaio.
Temos noticias e jornaes de Montevideo al M do
correute. Por estas se conlirmaratn as que lia dias
corriam de terem havido no departamento de Ta-
quaremb graves desordena, recusaudo liarbale en-
tregar o commaudu daqoelle deparlameulo, e resul-
tando do choque que leve lugar uessa occasiAo a
morte de algons individuos da gente de Barhale c
do novo coinmandaule, seu successor, I). Pedro
Chucarru.
Segudm iiolc apur 00 pravas du bravo e lu
zido halalhae 7. de inantaria, commandado pelo
bizarro lenle coronel Fonles. O reslo ira depois.
Vimos mais urna caria de um commercianle de
Montevideo ; depois de narrar os successos de Ta-
quarembn, e de terem passado os habilaulesda ci-
dade incommuuicaveis por esparo de :|0 dias cum
a campanha, falla du que a guarda nacioual da vil-
la da Iniao, que resislira u ordem para ser desar-
mada, aliu.il ceden e o foi completamente, e aerrea-
ccula :
ii Bein convencidos eslamos que emquanlu govei-
narem os Orienlaes, a paz nao ser possivel, pois
que nao poder bav-la sem auxilio de forja eslra-
nha, que creio nao lardar muilo. Os ministros in-
gNn e francei, de accordo com o do Brasil, xrao
por termo a esla lula de discordia. S assim tere-
mus leguranca c puderemos Irabalhar, fazendo va-
ler os tnmeusos recursos deste rico paiz.
A' ultima hura. ,
NSo vai o l)r. Bello, ne.o o Dr. Barceiloi; a es-
le tilltmu anda he candidato pelo Ilustrado circulo
de Porto-Alegre.
O nosso eslimavel general Caldxvel, chegou, e com
a modesta conducta de seu genio especial desembr-
calo sem ser conhecido. Dizcm-ine que vai ueste
yap"r- I ''aia/iar/ici/ai-.
, Jornal ao Commenio do Rio.
%
injXSrONDEIUClA DO diario de
RIO UE JANr.lRt)
!) ii-' junliii.
Bo : Cheguei ,i curte, c aqu me arha.
Botero as sele horas da manhaa, gimas a um
sudoe-le. que arrutnando-se as venias do caucado
imperador,o conacrvou.e a mim lambem. em frente
i "',fJJ'lu Cabo-frio .les le as eini o hora- da ma-
1 T ""w-, ''-" l as 9 horas da noite,
desrefdo um pouco loan o qae pooco aules linhamos
'"Vw.' CODrorn>t 'prava mais ou menos'o leimoso
suooavte. 4 .
Contino, co*o v. em miuh perigrinatao annua
a esl|jrizonhiiXrte, e sempre com o meamo resul-
Ia. Jf-" **0u ''mOT0 fomoum Paolisla. e lano
he. d-rvir, e tanto hei de vollar, que linalmente hei
de bifar urna groaaa falla, dessas queenchem o ab-
domen.
COfcS
a le em vigor be entendida oesle ou daquelle mo-
do : o parecer fora da casa nao lem fon.a alguma.
O .SY. Siica Braga : Sr. presidente eu nao
contesto o que V. Exr. acaba de dizer, ncho mesmo
rasoavel, mas como foi esse n parecer da commisso
eu estimara que se decedisse esle negocio da forma
porque a commisso enleinteu. porque seno tixer
tanta f^rca para ohrigar ciniiu se fora una lei, ao
meuos serve para de alguma forma faiar sentir ao
soveruo de que o pelicionario lililia rallo de ser
Hendido piando rtccuiieu ao poder administra-
tivo
O Sr. II. de l.acerda : He urna caria de recum-
inrndara.
O Sr. Silca Braga: Como o nobre depulado
entender.
Agora quanlo a urgencia, eu julso-me, Sr. .presi-
dente, como que dispensado de dizer mais algumas
palavras a seu respeito em vista dojque ja disse, a-
rre-cr..lando a|ienas, que entrando o nenocio em
i)iseo--ao. mullos dos iinln es ile| ulailos 'serlo escla-
recidos pelos membros da commissAo. e pederemos
mesmo recorrer sem grandes dilliruldades a legisla-
rlo, poique ella toda nlo vem a pello, ou antes, nao
lem applicaelo ao caso veileute, apenas telemos de
invocar de II a h artigo*, e estes esto citados na iu-
formacao da directora, bein como no parecer da
nobre commisso, c a discussAo ira des,0|,rindo aos
nobres depulados, mais escrupulosos, esclarecimen-
tus bstanles por urna boa decisAo nu negocio do
qual nos uceupamos.
I.iniilo-me a islo e creio. que a urgencia lem
ludo o cabimento, nao obstante a impuguacAo que
se Ihe fsz.
Encerrada a discussAo be o requerimento de ur-
gencia suimiellidua vularAo e a|>piovado.
O Sr. Lats f'iUppe i Nao dexolveu oseu dis-
curso ).
O Sr. .Su l'ereiry Mo devolveu scu discurso.
Vio a moa e silo apoiadas as scguinles emendas :
Emenda a conclusao do parecei.
He de parecer que sejam os papis do supplicante
devolvidos ao presidenta da provincia para deferir
como for re justtea.S. R.B. de l.acerda.
b A ass-mblea legislativa provincial de Pcrnam-
huco resolve.
o Ar i. nico. O subsidio para a legislatura fu-
tura sera de cinco mil res diarios, e aju.la de cus-
i regnlar-se-ha pela lei n de :!0 de inaio delKl.'i,
rcviiiiadas as dispusiees em conliaiio.
o Paco da assemblea legislativa provincial de Per-
iiainhuco '.I de maiu de 185l.Theodoro Machado
Freir Pereira da Silva Jiiniur.
O Sr. Si'iVi Braga : Si. presidente, depois do
que disse o nubre depulado meinbro da rummissao
pareca excusado eu acrescentar mais alguma cousa.
porque lui prevenido purelle em algON aiguineu-
los que linha a aprc-enlar, mas a sorpreza da op-
posirao fetla ao parecer pelo nobre depulado I.' se-
crelaiin, que, fnzeudo-lhea a merecida jinlica, he
urna alia iiilclligencia,me collocou na ohrisaco'de di-
zer alituma coosa, porque as suas palavras de al-
guma forma deviain le impresionado a casa. Nao
leiiho a louca preteucAo de refular ao nobre depu-
lado com vanlagem. porque estou em una posicao
muilo inferior em inlelligencia, porem aqnillo que
a. iiiinhas fracas torcas perroilliiem, eu appreseula-
rei a casa, pura que ella apreciando a. nonas moas
decida como lor i'e juslica.
Sr. pre-i,leule, o nublo depulado quo lallou con-
tra o parecer da commissAoesquecen-sesem duvila
de una das regras de diieilo soBsIanlemenle invo-
cada, do que na verdada me admiro...
O Sr. I.m: Fillppe : Pe que a lei nlo lem ellci-
lo retro activo ?
O Sr. Sil'u Braga : Apoiado ; c vejo quc.essa.
reir fazia iinpresso no espirito do nobre depulado
ponpie na verdade,t dande-se elleilo retroactivo a
le, beque a .u.iiopiniAo poderla prevalecer naques-
!;Vi que nos oceupa.
Sr. piesidcnle, pelo regalamentn de 12 de inaio
de 1851, o peticionario em xirtude ao arliao -21 li-
nha direilo a ser mediatamente considerado, e ale
me-mo obrisado a entrar no exercicio da cadeira
como profesor calhiedralico,'porque diz o artigo 27
desse regiilameulo enlao em vigor para irger loda
inslruccao publica provincial e hoje anda em vigor
para o peticionario, o seguate : (10;.
posenladoria no Ma-
mo da em que ella leve lugar, e requeres o seu
direilo oesse mesmo dia '.'
' '.'i Sr. Dilatado: Parece
nario.
O Sr. Silla llrri./o .Bein, eu deisarel
parle, ecuannaarei em minhas observables,
t'm Sr. Depulado :O nobre depulado Irouxe
como a sua clava de Hercules o argumento do efTei-
lo retroactivo da lei.
O Sr. Silta Braoa : Nao he cousa extraordina-
ria, repilo.
Um Sr. Deoutaio :Mas nAo ha eflilo retroac-
tivo na especie.
O Sr. Slra Braga :lia lodo, e hei de provar.
.onio la dizeiido. Sr. presidente, o regulamenlo de
12 de inaio .de 1831 no arl. 21 di/., que o profesor
substituto logo que vasar a cadeira, pastar a calhe-
dralico, logo o peticionario nlo poda pasear a ca-
Ihedralieo einqnaulu a cadeira nlo ettivesM van.. :
vagou a |f de inaio de 1855, em virlude da jubila-
dlo de seu propnelario. e foi nese mesmo dia que
o profe-sor sobaliloto scienle da jubilaco do pro-
fessnrcalhedraticn requereu a presidencia, para que
que Ihe UMOdatN |>assar a prvialo em virlude do
direilo iiirontestavel que a elle linha, pela lei de 1:2
de mam de 1851 ; o preside.ilc mandn ouvir a di-
rectora da instrurcao publica, a qual nao querendo
por si su dar o seu parecer, reuni o conselho direc-
tor, e o conselho director recunheceu o direilo do
peticionario como pa-su a ler. ;l..
Ora, bein x o nobre depulado, que o director
leudo reunido o conselho. foi este de parecer, que o
peticionario linha lodo o direilo a cadeira em vir-
lude do arl. 27 do reuulamento rilado : pcrsiiuto
eu, a directora e o conselho director por ventura
Ignoraran) as disposic/ies do n vo reculaineolo
adoptado o anuo passado para reger a inslruccao
publica da provincia ".' Por certo que o uohre de-
pulado nao irrogara essa injuaia neto ao conselho,
iiem ao director. Asura l-rei o reslo do parecer,
que apenas he una opiniio nova, e s da directo-
ra l; : porlauto, he claro que, quando o peticio-
nario requeren a sua previsto para ser considerado
professor calbedratico. o seu direilo foi reronbeci-
do, e nlo vigoravain s dispusieres do novo r-itila
manto a sen respeito, lauto mais quanlo o novo re-
sulamento nAo linha anda sido publicado, te se islo
ha exaclo, e oem o podem nesar os nobres depula-
dos, he evidente que a negar-se-lhe hoje esle direi-
lo, he dar-se a lei lodo elleilo retroactivo, n que
he sobre inaneira injusto e menos digno de ns.
Sr. presidente, as le s s podem ler elTeilo retroac-
tivo, (mu lo as mesmas expressamente se declara
assim. nunca prejndieandu direitos adquiridos, e so
em casos muie\cepciouae.
Anula mais, Sr. presidente, da informacAo cu
antes do linal ^iiy parecer da directora segue-se um
absurdo, qual o de julgar-ae com hahilitacoes para
reger uina cadeira do segando gro como suhsli-
tulo esse individuo, que se diz uno ler as habilila-
ciies para a-reser como propiirlatin!... de mo-
do que os alumnos na falla do professo' lem de
desaprender com a recela da cadeira pelo substi-
tuto :..
Sr. pir'idenle, linda levo acrescenlar que os
prnl'essores actnaes, inclusive os substitutos, nAo
teem obrisarAo de estudar as materias do segundo
grao paia eser essas cadeiras, esluda-las-liAose
qtit/.erem. como se ve do regulamenlo em vigor, e
os -tibsliluios nao teem menos direilo que os pro-
fessores puis adqutriram o lugar comas inesmascoii-
dices.
Perianto, parece-me, que niio hl'rallO ncnliu-
ma para que se negu o direilo que lem o peti-
cionan > a ser considerado professor calbedialico.
Ouanlo as emendas apresenladas, creio, que nr-
nliuma deltas nev passar. primeramente porque
ja apreseiilei a rallo de que um projecto em sub*-
tilairAo ao parecer vai prrjnrticar ao peticionario,
por isso que. leudo elle de pasear por tres djseus-
0"j, pode nAo haver lempo para isso, e passando o
parerer, ao menos salva-se o direilo da parle, e ella
ci ni o parecer se contentara, porque mostrara a
presidencia, que a aeaemblea reconhecea ainalica
que Ihe a-sslia. he um meio para ella nao moslre
a presidencia que o seu direilo he recunhecido pela
propria assembla.
Na i qneren lo ronbar mais lempo a casa com
urna qoeslao h'iu simples, aperar de quererse fazer
muilo complicada c de mulla transcendencia, deixu
de apres-nlar nutras ra/.es, e termino aqui.
O Sr. Tliodirv : Nao rc-tiluiu sen discurso.!
Encerrada a discussAo he o parerer submettido a
votacAo e approvado, sendo resellada a emeuda do
Sr. Barros de Lcenla e jolgado objeelo de delibe-
raran a esolurAo apresemada pelo Sr. Theodoro.
ORDEM 1)0 DA.
Secunda diacnasld1 ilo projeclo n... qne anlorisa
ao Roverno a pasar dividas de exercicloa lindos.
Be approvado sem debate, c a requerimento do
Sr. I,m/. I'ilippe dispensado o Intersticio.
Prtmeira discu-sao do projeclo que anlorisa o
eeaapn mise da irmahdede do ciorioso padre S
Aolo iio da coroaica do Rio Formoso.
He aiiprovado sem debate e itispen-ailo o inters-
ticio a requerimento i'ii Sr. Theodoro.
Primeira diacnasae do projeclo, que desliga a ca-
deira tle prtmeiras lellras ilu cellegio dos orph.los
da capellana do mesmo collegio.
He approvado sem dbale e a requerimeulo do
Sr. Sabino dispensado o intersticio.
Segunda d sem-an du oreamento tnnnciipal.
Arl. I." he adiado.
Finir em discussAo o arliso 2.
\ Ao a mesa e sAo api iadas as scguinles emendas ;
A..S1-.
Em losar de hlOOSOOO Diga-ee 1:3009)000 aa
secretario ; e em lugar de HOOytOO disa-se
fOO-TOOO ao servente e coriem.S. R.Gameiro
Jnior.
Ao g >.
Em lugar de 700^X10, disa-se SOOjOlHI ao con-
ladiir.s. R.dameiro Jnior.
Ao :i.
Em lugar de :l.5(>000 a cada um dos- liscaes,
dig -se f50^000 e igual quantia de gralilicaru, a
rada nm dos das f freguezias du Recife.S. *R.
Gameiin Jnior.
Addiliva ao 1 do arl. 2.
E mais -JtlHmjtlOO para continuarlo das obras dos
eemilcrloi de S. Lourenco e oulr.is freguezias de
fora da cidade do Recife e dentro do municipio
ilella.Francisco Jlo,A. (de Souza l.eAo.
Emenda ao S 5 do arl, 2.
Com as cusas devidas ao escrivo Francisco de
llarros Corris, inclusive.Barros de l.acerda,
Machado l'orlella,Gameiro Jnior.
Para o remileno do Poco da Panella 1:(KK)rO00.
Carueiro Monleiro.
O Sr. llego Barros nioslrou que havia euexacli-
dAo as diversas verbas do orc,amenln designado no
arl. 2." .ojalo a diKas>lo,*e determinando qoaes
ellas fussrm, pedio a commissAo de cuntas e despezas
mtiiiicipaes os esclarecimenlos uecessarios para ba-
bilila-lo a dar o meu voto com conhecimenlo de
causa.
O Sr. Metra : (NAo devolveu seu discurso).
O Sr. FraHCttej Juiio suslenla a sua opiniio, hem
como pronuncia-sc a favor das apresenladas peloSr,
liameiro.
O Sr. dameiro :Sr. presidente, quando di-
linclos oradores leem lomado parle as qoesloes
mais momentos! que dixem respeilo aos liitercsses
da provincia, por certo que be mtiila lemeridade
n.mli vir lambem fazer alcumas consideracoes acer-
ca de um Objeelo, que anda que menos imporlaule,
nAo deixa dimitido de ser vantajoto ao hem publico.
Baldo de recursos iulellecluaes, >em os hbitos par.
lamentares, vivendo rumo pobre promotor can urna
das comarcas mais longinquas desla cidade, en n leria redmenle pedido a palavra, se, como mem-
bro da Cvmmissao de oreamento municipal, nAo me
corre-e a obrigaco de riar a casa os nnuivos que me
levaram a tssignar o projeclo i|uese discute com res-
triccOes.
Sr. presidente, cumquanlo esla assembla nao es-
toja adsliirla, absolutamente fallando, a approvar
toda e qualquer providencia, loda e qu.lquer medi-
da, que Ihe for apresenlada pelas diversas corporn-
cus .la provincia, todava emendo e supponho, que
liaste pensanieiilo mena nobres collegas me acampa
libaran, que nlo pudendo ler esla rasa um perfeilo
conhecimenlo de ludas as medidas, de todas as pro-
videncias que rerlamam o Imn andamento eas ne-
cessidniles do serviro que se sella Incumbido a laes
corporarAes, de alguma sorle nao podemos detaai
de louvar nos un pedidos e requisices felas por
coi porares cmnposlas de cidadaos dislinclos. de
varcs conspicuos, que por mais de uina vez teem
daalo snbejas provas de scu amor ao hem publico...
0 Sr. Usird da um aparte.
O Sr. i,anuir :Pero ao nobre collesa que me
nAo iuleironipa com apartes ; he a primeira vez
que fallo, e sendo perturbado desviar-me-hei de
meu proposito, e lalvez nlo possa continuar, lauto
mais quanlo ja dase que nao lenbo hbitos parla-
mentares e nem a inlelligencia precisa... uAnapoia-
das) para sempre -alisfazer os Dobles entiesas.
Entendo, repito, que esla assembla nao deve re-
rusai ou nesar a corporares lau imprtanles os
meios que ellas requererem para melliormeole con-
seguir seus lilis, salvo se esses pedidus s.in lio desar-
razoados, qu manifest e evidentemente se reco-
nheca a saa iiielucacia. Do exposto ja se v, qne
quero me referir a cmara municipal do llecifc.
Sr. prcsideule, no orfamcoto olTerecido a consi-
deracan deslj casa pela cunara municipal, pede-40
o aiiguieiito dos ordenados do aiunna deseos em-
preados.
Ora. se esse augmento :e ordenados nlo fosse ns>
eeasario, na fosse mesrou tndi<|ieiniavel ao servlco
pnliliro, por ceilo que a cmara municipal nao'o
proporia.
A camal,i pedia que foSsC elevado o ordenado do
secretario a nm conto edozeulos, islo nada mais
era do que urna tesiituic.io, c eu o mostrare)...
Crii/.aiu-se apar|es.
O Sr. Gameiro :Os nobres depulados teem mais
ideas do que eu, mais inlclliseiicia, nao me nter-
roinpam.
Sr. presidente, a. lei n. \20 de ^f de inaio de
ISi.l elevou o ordenado do secretario da cmara a
1:201)2, e en) isii a assembla redoxio a 7009, e
os nobres depulados au ignoran) quaes os mutuos
de semelhanie redcela.
O Sr. Florencio :Saben) lodos.
O Sr. I.u/'c Filippe onfros lenhore* :En nao
sei. Nem eu. Nem en.
O Sr. tlumeiro :Foi no lempo do partido hoje
em opposicjin. Nqueile lempo, sahein os nobres
coliegas, que a cmara era composta de homens do
partido domiiianti, e o partido hoje decahido uAo
podendo demitlir a cmara, procuran um meiu de
Ihe fazer mal diirninuilo o ordenadi do secretario
e de outros cmprtgados...
(Cruzam-se rruilos apartes.;
< I .Sr. Cameho :Desla inaneira sao se pode ar-
gumentar, e mulo menos eu, que Ol leulio as habi-
Iilae/ies necessaias (uAo apoiados! para competir
com os nobies eepuladu*.
loi urna injuilira que se fez nacuelle lempo por
espirito de parirlo, e site deve Sar agora reparada
por esla cmara Alem disto ha urna oulra consi-
deiarAo muilo viliosa, che queem ISf.l acamara
ilnba de reuihiieulo & ronlos, e hoje lem 7li.!.
< m .Sr. Depu'adu :E o sterelario ja tem hoje
um cotilo e cen.
O Sr. f.amem :Ja diste, que em 18i(i foi re-
duzido o ordennlo a 700:, a em 1850 fui quando
se elevou a 1:00*3 ; boje pern a cmara pede que
se augmente a l:-J0OJ) esse ordenado do secretorio.
Ja disse que naqaellc lempo o rendimento A cma-
ra era muilo menor, haviam sessea de 15 em 15
ios. os empreados nao eiam ubrigados a ir quo-
nao lem altendidn as suas necessidades roaleriaes,
os seus augmento* sao sempre era favur do pes-n.d,
em um aunu he a favor do secretario, no outrd do
I ,ii ii'im, no oulro de mais um ajudante ele, ei lim
ludas as importiiiiai;es que lemos das cmaras!
fereme anieamenle, nao as necessidades mate-
naes, mas sim au .pagamento de seus em
gados.
O nubre depulado membru da commissAo api
lando as suas emendas serviu-se dus argiimcJ
apreienlados pela cmara, disse que esle augu
era uina resliluii;ao e uarrou-aios o hisloricu i
reduejao, dizeiuo nos (|uc ella linha sido devl
molivus polilicos, tonteares, eu sei que em
lempo as idea* polillcas prepotideravam milito cintre
nos, que mesmo podiam influir no animo da asiem-
bla, mas a presumpcao de direilo que ha, beque
a assembla nesse lempo reduza ou augmeiilavi or-
denados como nos augmentamos e red asimos hoje,
por eonsegninte nao se pode dar como razAo para
juslilicar esse augmento o haver a assembla da-
quelle lempo sito guiada por motivos polticos, e s
nevamos supporque a assembla redu/.io o ordenada
pre-
leu-
ulos
nlo
essa
da a
lerlo
iidaanamcnle a lpamelo ; hoje porem os trahalhos i do secretario da cmara, porque enlendeu que era
leem auginentaio roiistderavelineiile ; a cmara I sulliciente o que Ihe marcou. Talvez, Sr. presiden-
luuccioua quasi tudos os Jias ; os empregados selle, que ludo quanlo se lizesse naauelie lempo fosse
kclum sobrecarrigadus de levos trahalhos, e portan-' devido a molivus polilicos, mas nAo podemos dar-lhe
til ii lr
lo n Irabalho d; oulro lempo nAo esla em retarlo i semelhanie inlerprelarao. Recorreu o nobre drpo-
GOm o de buje, e consesuislemenie o que a cmara lado a idea de restituican, a necessidade de enllocar
pede be multo jsslo... [Apoisdos.1 I as cou-as no eslado anligu. O que be certo, be que
Sr. presidente, oulra emenda sa acha sobre a | o lugar de secretorio da cmara municipal do Recife
mesa, na qual peco roaii 100; -
lambem uina asumirn
creou a ronladoria. e o tesla nenio determinen que I s'erviu cum o ordenado de 1:0008 ; em certo lempo
o contador percahesse o orlenado de 8003 ; lam- i leve esse lugar o ordenado de 1:-20Ucj sendo depois
oem em IHM. i reduzulo esse ordenado a 300) reducido o 700S al que lalvez em allemao a aquel-
pela ni.-m i razlu purqae fui reduztdo o ordenado | le que exerela seinelhante lugar, foi elle elevado -
do secretario, c >or isso digo, que he urna restitu- 1:00trj
cao que agora fa;em
ao exercicio de 53 a 5-f, chegou au cunhecimentu do
seguinte:
o Que estas cunlas se acbam romplela e regular-
mente examinadas, e completo ludu u processo, que
para semelhaulcs exames esta estabelecido, e ha ob-
servado Da lliesnuraria ; por quanlo disse o -2. es-
criplurario da seccAo de conlas em sua intormacle,
que verificara ler cobrado o culleclor rs. S:7ili?lS2,
e deisado de recolher a thesouraria apenas 47030:12
rs.; fez especial menea,i das falsificaces, irregulari-
dades e erros que occasionarain a lobtracflo da
quanla de rs. l:IJ;. incluida nesla qne deixuu de
recolher-se;e diz nalmenle que o reslo desla quan-
lia que sao rs. ^7s-n \i. poda anda ser juslicada
em face dos novo livros; observandu desla surto
todas as dtSposicBes do artigo 58 do regulamenlo
iulertiu da thesouraria, relativas ao exarne de conlas
da receila. a
n O primeiro escriplurario allirma em sua infor-
marlo que esle exame se fez ; o contador tirma-se
as informacocs desles duus empregados para pedir
a respoiisabilnlade criminal do colleclor; e o procu-
Um Sr. teputado : au apoiado, elle eslava
convenc,i j0 contrario.
O Sr. S. Olegario :Tanto eslava couveucidu
disso, que uccullou esses documentos....
O .Sr. .)/. forteWa :NAo occolluu.
lia nuli o- apartes..
O Sr.S. Olegario :-Se osambres depulado* me
.ttrero eu continao.
Um Sr. Depulado __j;
perinillia
nobre deputadu, a
linoo.
motilo gosiu. :~Sos "t,ayimos ,en,Pre C,u
OS*. S i'ereira :-A quertiu da commisso de
bjgiene esta peMiea, tanto na provincU eeao tora
della, i,.ni ha ningutin ooe a ignore.
t7m Sr. Depulado:Ignura-a u i
e ni isso pene documentos.
O Sr. S. Olegario :Ignoro-a, como depulado.
porque nada se uos lem ollicialtneute coramuicado.
Lmir. Depulado O uobre depulado tos res-
ponsavel e ex-presidenle pela chova e pelo sol, por
quanlo ja se disse, que os documentos estovan) na
imprensa.
O .Sr. S. Olegario :Nessa demora da impreusa
------------------ -- ._. ,__!------------ i a* -------------.MCI i IIJ |. i in-i
rador fiscal refere se a informarlo do contador, e I foi que elle se acaleltou'para nos rmbasacar- na
I .!,,! ..... .... I ..... ... f.a____ .A....11.... .id Jl i t ,,.....I,, II ,l,r,. i.i.n .. > I..__________Ll. '.
lambem pede que se lacain elle Uvas as dispusiees
do decreto de 5 de dezembru de I8i!t, oque nlo
leria tusar tent eslivessem examinadas as contase
verificado o alcance do colleclor no lodo ou em par-
te pelo menos, a
oReconheceu lambem a eomiliissAe, aae a depen-
dencia, em que lie n dos llvros du exercicio seguin-
na?r ohTi ? "S"r 7 seor,!,i,,"i Mn,ara "WPI d" R'clfe le a quaulia de rs. gn&f3S V> linal liquida-
lOOj .ara o eonlado be f, servido pur un. bo.ei.) de grande reprc-.nla- co, nada imporlava ao jnkame.Ho uas conlas : ..ao
.L .',/.'".?,' f. : ".!! i :t-A SST-fi'!"'"."" rrETJ.' eq"e s,e llu,nem 5" Praue "' 'o o lempo .o poderia fazer esla li-
Einquauto ao rvenle e correio da cmara peco,
que se eleve lamiera o seu urdenadu a '.un-... V.
lile, sabe, que ase emprrgado nao be s servente,
he tambero carado, e em occasilo de eleices lem
de ir a S. I.oureiro da Malta, na distancia de cinco
leguas, e a nutrs logares levar oflicios, e benvse
v que nao he posvel, que coro o ordenado de .'tOO?
um hornera possi cumprir fielmente seus deveres :
pero puis ura augnentode lUOj, que he muito justo
e muilo diminus.
OaSr. M. PorMIii d um aparto.
O Sr. Gameiro:O Sr. I)r. P, rtella disse, que
o srvenle da secBtaria do governo liiiha 300, mas
parece-mc, que oservico nAo tem comparacao...
Um Sr. Deputato:Tambem enlresa oflicins.
O ar. (irimein:Porem estou convencido que
nao ha de ler man, nem tanto traballio, como o da
cmara.
Sr. presidente, enquanlo ao ordenado dos liscaes
nada direi. porque a foi muilo bein demonstrada a
necessidade do augnento, pelo nubre orador que me
precedeu.
Um Sr. Depulaih :Sdependen ala um.
O .Sr. Gameiro De to los os fisr-oes, e lambem
a cmara pede esse augmento.
Eslas foram as nzes porque a despeito dos meus
bous drsejos me Titonjadii a divergir dos meus no-
bres collegas da commisso, quandu entendern)
que se au devia iicluir no oreamento o augmen-
to dos ordenados distes empregados.
Ora, se a cmara municipal be una das corpura-
ciies u.is imporlantfs da provincia, e que se com-
pe de caracteres d'minctos, que leem em lodus us
mas agora quer-se que se marque 1:^003,
liAu purqoe o seivico aogmeulasse, nAo porque o
rendimento da cmara seja maior, mas cumo esli-
luir.io. Senbures, nao ha lal re-lilu.rao, a assem-
pu se po
quidai.n, cuino por ter assim pralicado a ihesoura
ria em casos sementantes como se v ra informacAo
do dito 2.' escriplucarm, na qual sa disse, que se
havia liquidado a quanla de :i8o**80 rs. perleucen-
le au exercicio anterior, ne que nlo se havia tomado
conhecimenlo : e releva listar-se que a junto nesse
mesmu dia, em qae julgou as cenias de que se (rata
recunheceu, em visla das diligencias
ii. -",,"" ""T "" '"' 'es...u...u, wm- recunneceu, em v.sla das diligencias erapregadas
Una daquel e lempo be,,, ou mal rednzio o ordena- pelo Sr. inspector efferlivo, que a.ao baria mais es-
do du secieta.iu, esta redneelo tem a seu favbr o perancas .le obler o, ditos livrus, e por ss resolveu
pt.ncp.u de que ella se ellectuu por se coobece que que se responsabilisaase o colleclor pela falta da en-
case ordenadu era sufticieule ; veio outra assembla,
augmenlou esse ordenado, mas nAo se lumoii no
principio de resliluicAu, a qual se era devida devia
ser Invocada naqoella occasilo por ser mais rcenle,
e nlo agora depois de passado tanto lempo vir in-
vocar-se emclhanle principio de restiluicao.
I)ir-sc-ba que a corami-saj ausmenlou 1005 nesse
ordenado ; he verdade. ciso tormo medio e o obre
depulado memoro divergente da commisso, que as-
sislio a. nessas couferenr.ias sabe, que eo semprle me
moslrei contrario ao ausmento de despeza cojn o
pe--ii.il, he esla a miiiha regra ceral, fui e eula e a mira da maioria da commistsAo, mas njlteii-
dendo a algumas razOes que se us apre-entara), de
que por exe.nplo o.'..,presado he lioni. trabalha mili.
lo, tem merecimcnlo etc.. desviei-me do meu prin-
cipio pur momentos, e coucordei em um augintenln,
nlo no que a cmara prupunha, mas no de^003,
porem nunca lendo em visla o lal principio de res-
liluicAu, porque esse levar-nos-bia multo lause.
bein como se se atlei.desse ao outro principio de
|.asar ilevi,lamento, teriara. de marcar o duplo do
ordenado ou mais anda, porque seguudu a camar.
linha a%0009 de renda, dava I:003 ao seu setirela-
rio, hoje que lem minio mais o duplo ou triplp, le-
ria que Ihe dar -J:II003 e lar.lo, na razio desse aug-
raeuto.
Foi apreseiilada urna emenda com rularan
-,--------------------- -----.....-------------^ |..^^h..,n..t. .i,.,, ,i* ,,i,iT UUI III. I.OW ,1
aeanpos tniu por nmtre promover por todos os motos \ conslruccao de um cemilero em urna das frecnezias
a seu alcance a linpeza c saltibrilade publica, se de fura da cidade, c pur cello esla emenda na > lem
essa corporac,1o peas a esla assembla que se aug-
mente u ordenado iesses empregados, eu creio, que
nao leve em visla arillo o amor do mesmu .ruteo
publico ; eu creio, que ella foi levada a assim pro-
ceder, porque esla convencida de que esses seus
empregados ule mil pagos, de que seus ordenados
tolo coriespomleiii tu trahalbo que lem.
illa um aparto.)
O Sr. Gameiro :Porlanlo, que motivos lesiti-
mos, que cottsideraiOes valiosas havera para que e
nao faculten) a esto corporacau os meios que ella
exige para o hotn desempeDho da missAo que Ihe i inleresse publico e distribti
aliada ? P. tiento dizer por ventura os nobres I da oelo pessual, Iralam prim
depuladus. que < colre municipal nAu pode cumpur
lar esse augmente de despeza ? nao he de suppr,
porque, se a cariara VISM que seu cofre nAu pudia
supporlar esse augmento, rerlamcute que ella nos
nlo propon,i uita medida prejudicial a si pro-
pria.
Iiiialinenlc, seahures, direi, que nao podem ba-
ver bous e.nprega lus e servidores sera que os seus
Irabalhos sejam hem compensados, o por isso voto
era lavor de todos os ausmentos dos ordenados dos
relerencia com o pessoal. o Imuqutt apresenlido
pelo nobre depulado he muilo moral, vislo le) reto-
can com a saude publica, com i devoran ele.
pela mirilla parle declaro, que nAo Ihe suu in
mas cumpre que declare que a commisso na
Imii.an de verbas para mellioramenlos materia
o que podia, reduziu o augmento de despeza
pessoal, para augmentar a du material, o que ais ca-
meras nAu fazem. islu he, as cmaras talvea: oAu
couiprehen -enili. hem seus deveres, eui lugar de
marcaren! o que seria oeressariu para as obi
ir o restante de sua ren-
ien, menle de augmenlar
e eu
;enso,
liilri-
s, fez
Culi o
a despeza com o pessoal, dislrtbuindo eolio reslo
das suas randas com obras publicas, roas a commis-
s.1u separatido-se desse pensar das cmaras rminici-
paes, enlendeu que u que devia ser cuusignado em
primeiro lugar uo oreamento eram as ninas publicas.
eram as necessidades palpilaules du municipiuj e pur
isso alien i' n piimeiru a issu,reduziudu quanlo pude
a despeza du pessual. Creio, que a commistao proce-
den,lo assim, merece ludo u assenlimeuto da assem-
bla, salvo se os nobres depulados eslAo j itclina-
empresados da cmara. vMuilo hem., ; dos ao inleresses dus liscaes, islo he, se estad cun-
U Sr. U. de Ijicerda : Antes de entrar naques- vencidos cumu o meu nobre cnllega da commissAo,
ao do oreamento, devo declarar a casa, que o no- de que a cmara piopondo esses augmcnlus1 s o
tire depuladu inerohro da commissAo. que uAo se poda fazer por exigencia do servico publico.j.
acha assigaado no parecer, nlo he divergente de O Sr, K. I'orflla : En esluo minado com o
nossa opirn.io em geral, a commisso tendo muito S 7.
alrazados os seus trahalhos, depois de variar confe- O Sr. II. de Uirda : O nobre depulado por
rencias, concorden no resultado apresentado, mas certo concorda, emque a comruls-ao nao poiiia re-
no ...a era qne leve de sobmelle-lo considerarlo I dmir mais u pessoal, apezar de ter auameutodo
da casa, esse noble depuladu membru da commissAo I (IOS para o secretoria e 200J para o cirurgiAo, o
nao eslava presente; e nao querendo eu.nem o oulro que he un gratule crirae de lesa-dlrlto da cmara
meu collega fazer rom que a apre-enlarAo do pare-1 para slguein, visto a cmara nAo ler pedido1, mas
cer se derniira.se por mais lempo, foi o mesmo sub- a co.nmis-ao redoli a despeza do pessoal. quanlo
mellldon eonslderarao da assemblia, aem a asalg- |iorti,e ii.-pnn de rc.luz.da. d.str.buio a receili |*lav
natura daquelle nobre dopulado, e eren, que elle es | obras publicas ; as obras publicas existentes [foram
la concorde com lodo o projeclo de ornamente moni- I asmis at tendidas pela commissAo, e restando! u fon-
cipal, e concorde comigo nat rsslricfoea fetas quan- do de 6:0009 rs. e lauto, fui elle destinado
lo ao pessoal, que as cmaras ci.lcnderam dever
augmenlar.
O .Sr. .)'. Portella; Apoiado, eslou de ac-
cordo.
O Sr. B. de X.arerda : Tratando agora du or-
eamento vejo que o nobre depulado que primeiro se
levaiilou para pedircxplicacf.es i commissAo, veio
com nina pera de calibre fSou anda roaiur. apre-
seiilando o valioso argumento de um erro desoa-
nla. Mas se o nobre depulado examinasse como com-
pele a commisso e a qualquer me.nbro desla casa,
o projeclo que existo em discoisto e sommasae as'
suas verbas veaia, que em lugar de 67:070380b' rs.,
que existen] nu projeclo, deviain ser 66:0703806 is.
e eolio adiara nina dillerenca pequea e vena mais
que essa receila uflo he justamente a que deve l.a-
ara o
ado, e
lela
Irega da renda do exercicio. a que perleucetn esses
hvro, serv.ndo de base a esla responsahilidade o
termo medio da arrec. iacAo dos tres exercicios an-
teriores : o qne ludo cunsla da arla da sessao da
mesma junta. Porlanlo lambem recunheceu a com-
misso, que nao se podia allegar a espera desses li-
vros para se completar, ou fazer lodo u exame das
conlas em questoo.
i o despachu du Sr. inspector concebido iie-tes ter-
mosAppruvada na coufurmidade da informaran da
coa.ladorian.cii tero de irresul n au foi contra-
rio aos pareceres do contador e do procurador fiscal,
nAo abs.dve o colleclor dasprevaricarf.es que cuin-
melleu e nem oisenla da responsahilidade. Do ar-
liso 64 do i esul rnenlii interno da lliesnuraria v se
que esta he a formula das despachus ero casus laes,
e que se portero appruvar exames de cunlas, ero que
se eneonii.ilam illcgalidades; e do ullcio que o Sr.
inspector ellectivo dirigi au contador ntimes.no dia,
em que foram julgadas as cotilas, urdeiiando-lhe que
ma.tda.se lirar a cunta du alcance do colleclor para
ser cobrada judicialmente, tica evidente que em
virlude du dito despachu e fez effectiva a respousa-
bilidade pecuniaria do colleclor demorando-se a cri-
minal por se adiar elle demillido, c curo urdein de
pristo por ler deixado de entregar a renda du exer-
cicio crrenle.
a Por todas estas razes, c porque o Sr. inspector
interino com u seu despacho nada adiantou. e al
ubstou cum esle despacho que se lizesse losu effecti-
va a responsahilidade pecuniaria du colleclor, demo-
ra qoe muilo poda ser prejudicial fazenda) a que
seria illimilada senAo obelante as diligencies em-
pregadas pelo Sr. inspector effectivo nao viessem
a ser recolhtdos os ditos ltvros, he a coinmisslo de
parecer, que o despacho do Sr. inspector efleclivo
fui regular, e de manein. algum. contrario aos to-
lerse* ja fazenda, e a fiscalisnro ra renda publi-
ca, e por isso deve subsistir, a
nanlo a outra questAo, de poder ou nao o ins-
pector iuleriuo revegar o de-parho do inspector efto-
iv" sera recorrer pare a presidencia, a commissAo
recorren.lo ao resulamento ia thesouraria e ao aviso
de 2 de iioveml.ro de 1853 cilado peto inspector
interino na sua iuformacAu dada a esta assembla,
nada encontrn de positivo,
o Considerando purrm que pelo artigo i. do dito
regulamenlo, u cuidador e procurador fiscal sao
obrigados a dar conla ao piestlente da provincia das
decises tomadas pelo inspector, quando enlcnde-
rem qne sAo contrarias aus intereses da fazenda,
Ion.le se deve inferir, que au governo esta* commel-
lida aprecia.jAo dus actos do inspector: corsideran-
do niai. que se ao inspector interino fuste permiltido
revogar o despacho rio Inspector, efleclivo, esse di-
reilo se lomara millo porque vollando esle inspec-
tor ao exercicio do empregu com igual direilo res-
taurara o seu despacho, liculo dal.i por .liante a
sua ii-Misae n dependente do recorso para a presi-
dencia, como quer o regulaineutu: e que quando as-
sim nao pdente elle proceder, por nao se poderem
nullificar, operaces consumadas em virlude do des-
pacho que subslili.io o primilivu, Picara u mesmu
inspe. lor sujeilu as decise. do contador, a de petor
c irlico que esle empresndo, que no exerciciu des-
le emprego pode eoosecuir revogar os despachos do
Inspector, representando contra eltesao aovorno. ere
vosa-le anida sera precisar desle recurso, quando uc-
cupar o tusar dfchefe; considerando fioalmente
que ura lal direilu a ser entice lulo enllocara u ins-
pector efleclivo no impoasibilidade de defender os
eeus actos, por nAo ser uuvido, e na dura condico
de sujeilar-se ao juizo do inspector iulerinu, cumo
presentemente soccedeu curo qttehra de sua forja
mural, e do conceilu qne tem atlqtiirido, pur Ihe
ser allributdo por esle inspector engaos e irregu-
laridades, qoalificando o seu despacho de excenlnc
mercado publico, que anda nao esta principiado, e
o nobre depulado i laminando as outras olidas em
andamento, vera* em eouclunlo, que ellas dexiam
ser allendidas com preferencia pela commisso.
(m Sr. Depuado : E dous cuutoi, para a eslra
da do cemilero t
O Sr. II. de4-arerda : A commissAo nAo he
hostil, au- despreza de mudo algum os ..re-
menlos e u rrlalurio da> cmaras ; leu de sempie a | de lodos os'ii.reilos fiscaes, e contraria aus uteres-
curlaraquilloque heaugu.enludedespezacon^u pes- ses da fazenda : he a ruiuniissao de parecer que o
oeinprcgadu que substituir o inspector efleclivo em
seus inipedimeulo nao pode revogar us despaches
desle inspector sem cuiisei.liine.no da proviuoa. da
provincia. >.
o Sala dascommisses l6dejiinbo de ls",s.
Jos Quimino de Castro l.eao liento Jos da
Costa JniorSiqueira Cava canil. Vencido.
O Sabino Olegario pela ordem ) Sr. presidente
haveodo u cx-presidente da provincia em seu rela-
to, m por occasilo da abertura da assembla pro-
soal, mas allende n razcs que ella apresen a acer-
ca de suas necessidades ; diz n cmara o ieguin-
le: [l)
A .commisso emende que esla obra nao esta con-
cluida, que mesmo a quaulia volada nAti cbeg|i, mas
nu caso em que a obra seconclua, nlo ha nisso pre-
ver, porque o orcamenlfi apresentado para a receila 'juizo, porque esse dinheiro reverter para o. cofres
heo tormo medro do' lies anno anleriures, assim muutcipaes e n,1o s esle como os seis conhs para
lenbo respondido a esta per.. .Ir alio calibre, cuma o mercado, que anda au se comeron, nem lalvez
niinha pequea davina, e creio que let.hu desfeilo | se principie esle auno.
Indos os elleilos da sna bala tremenda. Senliores, eu fui, de.via.lo um pouco da idea em vincial declarado, qne linha de apreseular""alus
Oulro nobre deputadu levanlou se era segundo lu- qne eslaxa de responder ao nobre depulado nuanlo ape.isus paia in.lruir esse mesmo relatorio, acoute-
gar c pedio tamben explicac-s. as quaes em parte au cemilero. A commisso hem comprehcjideu a i ceu, que nao so o discurso, que loi aqui lido ja .ra-
ja auraiii .tanas pelo nobremembro da commissloque i necessidade que lem toda a provincia de crnate.ii.. presso, nAo veio a casa senAo ramios dias depois da
me preceden ; finalmente spresentarain-se dillereu- I c por isso devia recommeinlar as cmaras, qoe em
les eme.. las e todas ellas ja foram justificadas por prcgasse.n os dinheiros de suas .obras de despezas
seus autores, redniindo-se todas a auginenlus de I na coi.sIruccAo decemilertos, e neste sentidq con-
urdenadus, uns peto principio da saude publica, ou- | signou o ariigo a I, que como se v, nelle di o se-
Iros por devocAo, oulros peto principio de que he guile : l
preciso pagar hem a quem trabalha, todas as emeu
das se reduzem a islo, augmento de despeza no pes-
soal.
f m Sr. inputadn : E a du Poro lambem.
O Sr. B. de l.acerda : A exceptas da do Poro,
Por consesiiinlo, essa emenda do nobre depulado
esl alien,ii,l.i no projeclo de oreamento
Creio ler respondido as observarles dos nobre
depulados, Oso direi por ultimo ao nobre dc|iulado
que liuxe era apoio do atignaenlo da despeza du
todas as mais emendas sAu augmento da despeza no : pessoal, o carcter elevado dos metnbrus da cmara
pessoal. Entrando um ponen no histrico do Irabalho I municipal, carcter que nao pode ser por un... cui-
da rouimissAo, direi que he verdade que u nobre | testado, que o presidente, que se nao he mais ele-
memhrc que as li ve por muito lempo rom os papis em seu poder,! membros da cmara, e pelo menos lio o presidente
nlo sel se honve para isso combinarn, mas o que da corpurncio, assiguou rom reslricces rejal.va-
he certo, he que elle se encarrecou da parle traba- i mente aos fiscaes, de sorle que esse ap'uio na pode
Ihosi, da parle lerhnica, da parle material do orea- I ser invocado c tupidamente.
c presente esse Irabalho a commisso em Cieio que hei justificado oprocediraenlo d^i coin-
sua maioria, cnocor.lou na reduccao dos ordena-
dos...
O Sr. M. l'orlella : Apoiado,
O Sr. II. de Lacrrda: A commisso leve de
examinar por isso em primeiro luga, o orramenlu
da cmara do Recito, por ser a primeira da provin-
cia, e observou que os aocmenlos pedidos pelas c-
maras para ti sen pessoal, creio que monlavam a
5:0005000 e tanto, foi isso que a maioria da commis-
so enlendeu dever reduzir. Sr. presidente, se he
principio de eterna verdade pagar devidamenle o
nabal Im, iito he, dar os urdeuadoa dexidus aus em-
presados, lamben he principio de ele.ua verdada e
rigoroso dever o attrnder-se as necessidades male-
riaesdos municipios, islo he, as inuneusas obras pu-
blicas de que ellus c terem, principios que deven)
prevalecer por serem de inleresse geral ao inleresse
particular, principalmente na quadra actual em que
os municipios senlcm minia falla de ornas. Mu..lar.-
.In esse augmento, como disse, a 5:0005 e lamo, a
eonniiissao ero sua maioria rerolveu rotla-lu e fazer
delie applirarAo para os mellioramenlos roaleriaes e
no orr.menlo no a.l 20 das disposiroes geraes de-
lermiooo que as cmaras applique.n as sobras de lo-
dos os arligos de despeza ao* inclhoramentos ruato-
riaes ; esta disposi{ao roe parece so pur si bstanle
para justificar u proredimenlu da commissAo na re-
duccao da despeza coro o pessoal.
Sr. presidente, as emendas do nobre memoro di-
vergente da commisso, islo he, as suas restt trenes
qne para miro sao complicaces, referem-se por
exemulo au ausmento tos ordenadus dos liscaes.
Meus -fitlinres, o fiscal da Roa-Visto nAo sei desde
quando tcm veiieimentos maturos tlu que us das oa-
tras freguezias,..
Um Sr. Depulado: E cum razio.
O Sr. /;. de l.aerrda : Creio que isto he de-
vido a exleitsao de sua freguezia. a necessidade de
cavalgadura ele, emlim o que be cerln be que elle
lem c-sc augmento em rolar > aus oulros,e a cuna-
ra lodos osauuus auleri.it es lem sustentado esse prin-
cipio, isto he, a necessidade desle augmento, mas
este auno vem com o principio de uivelametilo, isto
he, ntvellar augmetilaiido os ordenados de todos os
liscae. na razAo de '.OO50 ao da Uot-Vislil na razo
de 100) pora os igualar. Mas a cmara leudo reco-
iibeciil,. sempre que o fiscal da Boa-Vista tem maior
Irabalho da que os uniros, por issrl rpic lite Ir.....lado
maior ordenado, t.Ao sei a razio porque agora araba
rom esse augmento eslabclrccndu o inv.llaii.ei.lo de
iodos os ordenados. Noto-se mais, que a cmara pro-
lita O augmento do encmenlo, tilo em rolaran a
gratificarlo somanto, mas lambem em lelaein ao
ordenado, ordenado que belrecebido pelo fiscal,em-
hora nao estoja em exercicio, de manein que a c-
mara n,io atienden smenle aos beneficios liscaes,
alien leu ao beneficio dos individuas, e sendo
o ordenado dos fiscaes actualmente de "007 rs. cum
u ausmento proposte, lirariam cllcs coro 0003.
Senliores, demos de barato que estojara mal pagos
esses empregados.que devamns e-labelecer esse prin
cipio dejustics, e de pasar hem o Irabalho, mas .le-
vemos lambem mirar oas consideraees tle juliea
relativa, c veremos que para esse tusar que se nao
exige se nlo certa actividade, se d !>O0-> de ordena-
do, quandu um juiz municipal lem menos ou lano,
e o promotor tero 6005 etc., o que por certo moslra
qne havera Injnstica relativa se tal altrnenlo for
concedido.
Sr. presidcDle. as cantaras mnuicpaes ale agora
missAo, e respondido aos argumentos apresenlados
contra o oreamento que se discute.
Kneeirada a discussAo be u arltgo submetlido ;i
volaran e approvado. sendo regeiladas as emendas,
menos as de numerus 1 e 5, que foram appro-
vadas.
Dada a hora
OSr. {'resiliente designa a ordem do dia e levan-
ta a sessAo,
e Sis.
Sessao'ordinaria em I" de |anho de 1856
l'ret'iilenria do Sr. barao de Camaragiti".
As lie meia horas reunido numero legal
depulados
OSr. 'residente declara aberla aseaste,
l.ida a acta da scs-Ao antecedente, he appn
0 Sr. 1. Secretario da conla do sesuinle
EXPEDIENTE.
1 ni ollicio 1I0 secretario to goveruo, reme
depois
aberlura da assembla, como lambem que as apn-
dices promet.dos ca 11,1 apparecerara seno com a
demora de mais de uro roe/., deputs de uina lequ-
siclo da mesma assembla ; e cumu livesse elle mui-
lo su. enlmenle narrado as circunstancias relati-
vas a epidemia, pi..mellen dar sob u. 5 um docu-
mento comprobatorio tle todas esSas occni rencias ;
mas vejo cum aduin oc.in que depuis de leretr che-
gado as nossas mus us ditos documentosuu appeusos
deixaram de apparecer duus que eu o t.-ulero de
Iransceudeiile ntilidade, c sin uro sub 11. 5 era que
elle prumelleu Barrar todas as circuinslauciasquese
deran na epidemia, e tutro sub b. 6 relativaroeu-
tc a exposiqo que a junta de hxsiene havia fei-
lo acerca du esladn sanitario da provincia. He no-
tavel, Sr. presidente, a falla cuininellida na apre-
-.iilac.'in desses documentos que sem din ma nn.hu-
ina deviain enlribuir para bein se avahar us ser-
vicos preslados pela adii.i.nsliacau iterante esse
lempu calamitoso, purqe acallamos de passar. N'3o
sei t|ual a razau que presidio a esse procedi-
rocnlo...
O Sr. Machado Por/e/'fu:Saiba o nubre depula-
du, que aailes tuestnu de ir para a iropressao o re-
latorio do presideule ja para la linha ido o relaloro
da conirnissAo de hvgieite ; e s,iba mais que nessa
uecasiAo o Sr. Figueiroa roe disseque o relatorio era
muilo extenso, pur cenaogoinle devia levar muilo
lempo a impriiliii.
OSr. S. Olegario : Acre tilo que liveoe ido
para a impreusa u da cumroissu de l.xgiene, mas
afliru.o qoe nAu fui para la o appensu n. 5 em que
S. Exc. promcllcu narrar-nos us acouleciraentos da
epidemia.
f'm Sr. \Deputado :Tcm mappas iinporlautes
que levara nimio lempo.
O Sr. 6'. Oicoario :Allirmo o queja disse, pois
lendo [ qoe o Sr. r'igueirua me asseveruu nao haver recehi-
\a la.
copia de uina representarlo da enmara intima .al da doesse appei.soe elle he muilo competente para isso
de ca- i porque he quem recebe esses papis,l.equem os man
da imprimir, deve saber u que se pasas em sua casa,
du mesmo -ctihor, remetiendo ora eque- | e por Consequencia esla mais que habilitado para di-
de Vasconcellos llorges zer se os recebeu ou nAo...
Iicclor
true-
ca.
cidade de Itlinda.A' cuimmssAo de nesocios
niaras.
Oulro
rmenlo de Leonor Carolin
Leal c copias das inlormaccs dadas pelo it.s
da Ibesournria provincial e director geral de in
cao publica.A' commissAo de iusl.occAo publ
Lina peticAo de Joaquim Ihendortco de Alhu-
querque Mara.thAo, escrivo do jury da cidade de
Nazarelll, pedindu que na lei i\ i.rcaiuentu moni-
cipal se marque quula paia pagamento do qae Ihe
esta a dever a le-pectiva camaia, provemen e das
cusas dos procesaos decebidos. A' coiumisau de
oreamento municipal.
Oulra tle Amia Mara (onralves Raines, viutva do
majur Manuel l'raticisco Ramos, arrematante rio
imposto de J-.'iOO sobre cabera de gado, pedind) qui-
se Ihe eonceda u abale da quarta parle no preco por
que fui arremalailn dito imposto.A' coininis-lo de
fazenda e oreamento.
L-se approva-se o sesuinte parecer :
A commisso de rumuiercin, asrictilltira
lendn examinado o requerimento dos nesocant
llairoca tV Castro, que se prnpoem. mediante 1.111
que
are-
lori-
uu
arles
conlralo com a provincia, a iulroduzr culuti.
po--,un ser empregadus na asriculltira ; be de
cer que por esla assonlbla liqne o goteros at
sadu |i-ra ellcrlnai rom us referido negociante I
cun quem tneihorrs vanlagens nllerecer.uro COI lalo
que promova rapi lamente e com chicara a en igra
{.o europea ; e pu. isso propta que soja a.l.q lado
as disposar.ies geraes do oreamento, o seguinte
11 Arl. O presideule da provincia lic.i aul
do a coulralar do modo que mais ruiivcmenl
isa
for
aos inleresses publico, com lia. ruca v\ Castr, uu
rom quero melilotos vanlagens ollercrer.a mln lu,-.
5A1. tle colonos nesla provincia
Sala ilas cominisses I" de jnnho de ISHi.Igna-
cio de Ranos Brrelo .Marques de Aioorim.
He tamben) lido e a reqoermenln do Sr. Birros
de Lvcerda mandado imprimir o srgelnle parece. :
A commis-Ao enmposta das commiaeoes de le-
si-l 11..10 e ,e emitas e despezas provinciaes, exami-
nando allenlamente todos o. documentos, que aom-
p.mliar.un o requerimento do Sr. drputado JosPe-
dro da Silva, e oulros que o mesmo Sr. Ihe nlle-
receu para n lim de justificar a regularidade p
venienria de ,eu despacho proferido em ses
junla da thesouraria provincial as conlas d
eon-
0 da
ev-
collcctor do Rio iurmeso Luna Freir perteitc ule-
ILEGIVEL
m Sr. Depulado:Jnutoa es-e ippenw esla urna
estalisttca tolla pelo Sr. Dr. Sarment c antros do-
cumentes.
O Sr. S. Oleoai 10 :lie verdade que existo na
Ivpographia una eslalislp'a do tralameoto empresa-
do pelo Sr. Dr. Sarniento e sen lilhu, mas nao existe
o documento de que faliou S. Exr. NAu devu oceul-
lar a casa o juizu que furniu desse prore.lamento.
Sahent os nubres depulados, que no principio de
nossas sessnes o Irabalho nao he muilo, por eoose-
guinle resta lempo de sobra para nos ucct:parmos
Coro o esludo do relaturiu do g,verti e dos ducu-
inenlos ri.ni que elle julgar conveniente ii.sltu-lo ;
desse esludo resulta sem duviJa u perfeilo cunhe-
cimentu dos actos do governo, c Consegui.leinente
1A0 he dillicil a poscAo que r.da depuladu pussa
lomar em relacao a admimslraclo.
11 nobre ex-presidenle nao isuorava, que erara
minios os descontentes de sna administraran era lo-
da a provincia, nlo ignorase que urna nuvem car-
regada se havia de presentar no liorisoole parla-
uienl ir contra sua administradlo...
O Sr. M. l'orlella :Apparece isto muilo tarde !
O Sr. S. Olegario :NAu duvido, que seta larde,
roas anda assim he lempo. Se he larde, he is-o ile-
vido .i calculada demorados laes appens.s.
f.;n Sr. Depulado:Mais val tarde, do que
nunca.
OSr. Stiiio .Em .punto a assemUas lunccio-
nar, pode o nobre depulado expender a sua opinin.
a]rcspeito dojoixn que forma da adimuisIrarAu.
Or. S. Olegario ;au isu rava, como disse
que .1 assembla provincial devia e linha neceas) lo-
do de lomar conlas de lodos os seus actos, nAo sti ero
relacao oulrus ramos do servicia publico, como
principalmente ent retarlo a epidemia, poique mui-
do recente fot ella, e sera duvida nos ofiereria panno
para mangas, para poderiii.s aquilatar seus serviros
ou suas fallas...
Um sr. Depulado :Os primeros sao relevantes,
O Sr. Olegario :E as mandas '.
O mesmo Sr. Deputato :Descmibecn-as.
OSr. S. Olegario :As segundas sao mais Irans
cendenlss. por tanto, romo disse-, ni Ignorava elle
que sem duvida devia apparerer ni assembla algu-
ma opposicAo.
quanlo, ja tl.sse que na lypographia nao existe se-
inelliaiik ducumeulo.
O Sr. M. Portella :O relatorio da cominis-.)
de hygiene e-la la ha muito lempo.
0 r. S. Olejorio :Sr. presidente, se a assem-
bla tero restricta obrigaclo de tonhecer dos actos
ta admiuislraro, se a aoininistracao tem larauem
restricto deve de apresentar a a.semblea os docu-
mentos relativos a esta mesma adminislracjo, esl
claro, que ella devia com antecedencia mandar im-
primir esses mesrous documentos porque a assembla
em lempo podesse tomar coolierimeulu driles ; mas
eaalrelaulo estaraos no lim da sessAo e laes docu-
mentos nlo nos foram apreseutados.
O .Sr. Machado Portella .'Note mais o uub.e
depulado, que nessa uccastlo o Sr. Figneira me de-
clamo, que a sua ollitina esleve ralla de operarios
e sobrecarregada de IrabaUos.
Um Sr. Depulado :EniaouAo esl elle habilita-
do para a i apresis dos Irabalhus da assembla.
O Sr. S. Olegario :Esla mais que habilitadu
para coulralar esaa impresso, por que a sua Ivpo-
graphia he bem motilada ; mas dizia eu, qoe parece
ler havido um proposito firme de ocCullar a assem-
bla esse dt.mineiito.
O Sr. Machado l'orlella:Nlo houve pruposilo
de oceultar cuusa alguma a assembla, pumo aOirma-
lu, se o Irabalhu se lera demorado mais alguma cou-
sa, he porque nAo podia deixar de ser faite por ulli-
mo, era um Irabalho imporlaule, precisava de infor-
mac,6es; e se lia alguma culpa na demora, son eu u
culpado.
0 Sr. S. Olegario :Supponha, que nAo houve
proposito, mas parece, que o houve, por isso que
havia recelo, que esses documento- produtissem al-
guma discu 1 l .Sr. Depulado :N'Ao recen.va isso.
O Sr. S. Olegario :Tanto receiava, que Iratau
com muito cuidado oe enlrincheirar-se na raoiusida-
de da Ivpographia para nos nao enviar os appeiieos.
O calculo foi bem feilo, puis qae em quanlo se de-
tnorou na provincia, depois de haver sido exonerado
do honrado cargu, que exercia, iienliiim depuladu
pude, seno nimio accidvulalraenle fallar coulra os
seus actos, porque se julgou convenanle esperar por
esses diicumculu'...
J) Sr. Miniado Portella :Issu he gratuito.
0 **>.Olegario:Depois da aasencia du Sr.
ex 1,11-1 d..nt-, te,n reinado na assembla esse prio-
Clpio do espellira-BX morios...
Uina co: : Parce sepoltis.
O Sr. S. Olegario :He verdade. mas eo enten-
do, que eese priuciptu nao pude de neuhum modo
ser appltrado ao presideule da pruviocia, que lera
deixado de admiuislra-la.por que se o presidente nao
existe, ah asila seus actos para serem apreciados
convenientemente, por quem esliver para isso aulo-
rissdo, existe sempre sua responsahilidade, ja nao
he urna nem duas vezes, que se lem dado o caso de
se lesponsabilisar o presidente depois de ler largado
a administrara>, e se bem me leinbro, aconteceu tiso
com o Sr. Franco de S no MaranhAu. qoe depois
de ter largado a administraran leve de responder
peranle o supremu tribunal de josli^a em conse-
queucia de accus.ces feilas na assembla provincial.
Um Sr. Depulado : E por signa) fui absol-
vido.
O Sr. Sabino Olegario : E o que lem isso f
A assembla enlendeu que curapria o seu dever
arcusandu-o, o supremo tribunal ahsolvendo-o esla-
va tambera em seu direilo,laes seria mas raides qoe
elle apresenlasse era sua defeza.
Aisim potsSr. presidente, lenbo de mandar a me-
sa um raquerimenlo par que com nrsencia se peca
ao governo a remessa dos laesd cumeutos ns. 5 e 6
por que quero saber de ludo quanlo houve em re-
laclo a epidemia, e tambem quero saber come _e
contara a historia de um buspilal homeopalhico,
pa.a que S. Eic. se dignou convidat-me cnearre-
gaudo-me de sua direcclo, mas que nao leve
elleilo nenhura.,.
Din .Sr. Depulado : Porque nao foi preciso.
0 Sr. .- ./,., Oleoario : Quero saber como se
conta essa historia...
1 ma toz: Essa historia esl narrada ha muito
lempo.
O Sr. Sabino Olegario : Nfs esla narrada por
nmuoem ; eu he que lenhu os .documentos p.ra
co .1-1,1.ipiand" me COIIVcr. I
O Sr. .)/. PorteOa Vai discolir-se na assem-
bla provincial o hospital homeopalhico !
O Sr. Sabino Olegario : Nao Ihe disse que
quena discutir causa nenhuma ; mas permuto que
ha lembre que a assembla uo esto inhibida de
tratar de um hospital homeopalhico ; quero lmenle
saber n que houve em relacao a islo.
Porlanlo. Sr. presdeme,'mando a mesa este ri-
quenmenlo e muito esltmaiei que desla ves seja-
mof mais felize, e nAo uns aconleca como nos scou-
leeso com a intormarlo pedida a cerca do eanrao do
conlralo do gaz, que tonda se votado o projeco em
tercena discussAo no dia 10, sta no dia II he aiiefui
remedida. M
Urna ro: : Esse ducumenlo anda aqui de sMo
em mo.
OSr. Sabino Olegario: A remessa ofllcial
ao chegou aqui f'enao no dia llt podiam haver
publicas formas ccerlides. mas o que|he| cerlo, lie
que a requisicAu da aseembla, que pudia ser satis-
fula ero >i huras, deniurou se mu i lus dias, o que
na reahdade foi um escndalo, muilo mais quando
a demora nlo foi da thesouraria, e sim da secretaria
lo governu.
Cunclutvjsperaiidu a appruvacao do meu reaue-
riineiilu. '
l.e-se e approva-se o segoiule requerimento :
o Requeiro que se pera a* governo da provincia
que remella coro urgencia a esla assembla os oma-
sos ns.., e|6 de que falla o|ex-presidenle da provincia
em scu relatorio por occasiao da abertura da assem-
bla provtocial deste anuo.S. R.Sabino Ole-
gario.
ORDEM 1)0 DA.
lerceira discussAo do projecto que marca quula
para os exercicios lindos.
lie approvado sem debate.
Segunda dscussao do projeclo que approva o
cumpromisso da irmandade de S. Antonio do Rio
Formte.
He approvado sem debate e dispensado do inters-
ticio o requerimento do Sr. Theodoro.
Primeira discussAo do projecto que approva
compromiso da irmandade de N. S. do l.ivramen-
lo da cidade da Victoria.
He approvado sem debate e a requerimeolo doSr.
ti. tiuim.it,tes dispeosado do inleislicio.
O itiinuacau da segunda discusso do orramenlu
municipal.
Enlra em discussAo o ailigo terceiro.
Vao a mesa c slo appoiadas as seguinte* emendas-
Aa S I do arl. :i.Accrescenle-se lOSIlOO rom o
ajudante tle porleiru e itOUJOllO para o fiscal da Se
e S. Pedro Marlxr.Caslio Lelo.
Ero lugar de S&aSO reis diga-se 'J033'J57.
(1. i niimarie.
Ao S I du arl. 3.-Com o ordenado du porleiro
IIjOjOOO em lugar fie :U)I3000 como esl no >
t.astro Lelo.Silva Braga.
Supprima-se o 3 do arl 3.Castro Lelo.
Ao i do art. 3.Com as despezas do i 4 em lu-
gar de6T333T0 diga-sc ItOBOJOOt-iSiino Caval-
canil.
A0S6.I0 art.3.Em lugar de 1138371 dia-
se aJOjOOO.S. R.-Caslru Lelo. 8
O ST. B de Lactrda uppe-sea emenda thjSr. Sil-
vino, com o fundamento de nao lera cmara muni-
cipal, reuda para fazer face a esse aosoiento da
verba que a mesma emenda consigna.
O Sr. G. Guimares emendo quo no S \ do
artigo em discussAo existe, ou un erro de calculo
ou de impresso, porqoanto dizendn-se nelle o 6
poc cento ao procurador calculados na forma da lei
em AtojoO, devendo snppor-so que a renda da ca-
a7aaia>aIM*?a!|M! """""""i'"' ""por-
tora ero-JOlsa,, -; assim he de- opiniio que s,
meoSa. e"' Pr quB a'reen'" '
0 Sr. Catiro Uo pede alguma. explicarOs
quauto ao ailign, e da as razes pur que apresenlou
a emendas que se achara na meta.
0 Sr. B. de \.ace,da explica o procrdimenln da
commissAo na redaceto do atligo, e responde b.
wrvaeoes aiirosenladas pelos precedendes oradores.
fcncer.ada a dscussao. he o artigo approvado
rom as emendas 11. I a segunda parle, e emenda
o. 2, sendo rejetadas as de ns. 3, 4, 5 e 6.
Entra em discussAo o artigo 4
Nao a mesa e sao apoiadas as seguinlrs emenda..;:
Ao S I.- do arl. i.-Com o ordenado do advo-
cado 301 tj rs. Eslellila.
o Ao S 3.- do arl. i.-Em vez de OO3disa se
liMlc rs Suuza Carvalho.
Ao S 2.- du arl. i.-Cera o ordenado do secre-
tario 6008 rs.Eslellila. a
O Sr. Mar llenrigues observa, que prupundo as
emendas oflrecidas ao ariigo em dtscus-ao o aug-
mento dus ordenados du advosado, secretorio e ci-
rurgiao, au pude dar-lhe o seu voto, porque com-
parando esle artigo com o segrale, v que endu a
renda da cmara de (ioianna de perln de 5:(I03 rs.
a da Victoria he de quasi Siilim*- rs. e os ordena-
dos dos empregados licatao desproporcionara, isto he,
licarao com menor ordenado os da cmara qoe tem
maior renda : pede, poi-, que os signatarios das e-
inendas deem as ratMa de joslaficacau das mesmas
emendas.
O Sr. Fstelila soslenlandn a sua emenda, fon-
da-se era que o ausmento nella proposlu he inicia-
tiva da cmara respectiva, e com raz.lo concedido,
porque esse empregido a que o augmente se refere
tem muilo Irabalho, e accresrenlnu qne os cofres
mnniripaes comportan) essa despeza, porque, alm
ds um saldo que existe de :700a rs. ha omndivi-
da acliva de 7:0003 rs.


DUftlO 31 PSMS-B^I SIXTA FlUA 20 DK JRHO DI 1856
O Sr. Sonsa Canalho tunanta a iui emenda.
Encerrada a diieusslo he approvado o artigo com
at emendas ns. 7, 8 e 9, flcando prejudicados osg
Entra ein discos.,... o artigo 5.'
Vio t mesa e aao apniada aa segainles emendas :
Ao | ti" do arl. .VEm lugar de rom o fiscal
diga-secom os licae do municipio 20 por cenlo
calculados em -itafc r.(',oii<;lves C.uimaraes.
Ao 2.- do arl. .">.Em ve de 15 rs.d-
i-te.lim-. rs.Lu: Filippe. Augusto de Souza
Lelo.
l>epois de afumas obstrvaces do Sr. Luiz Fi-
lippe em ansenla.."., de ana emenda, e do Sr. B. de
carda em opposirao i metro, he o artigo suhmt-t-
lido a volaclo e approvado com as emen ras n*. 10
e II, (cundo prejudicado o 2." do artigo.
Entra em disco-sao o arligo (i.-
\o a mesa e tilo apoiadas as segoinles emendas :
u Ao 5 !. do arl. (i.-Com o ordenado do secre-
tario em lugar (|e 1203 rs. diga-ae 008 rs.
Kego Karros. n
a Ao 8 8.- do arl. t.-Depoia dn n. .170 iliga-se
pela forma nella estabeleclda. ti. Cumarles.
Encerrada a discussao he approvado o artigo e a
emenda n. 13, sendo lejeitadi a de n. I.
Em seguida eulram em discussao. e sAo approva-
do sem dbale, oHigo 7.-,%; 9.-, 10.\ II.' e 12.-.
Entra em discussao o artigo l.'l.
Val a mesa e he apoiada a legointe emenda :
ii Ao 8 !* do art. 13.Em lugar de 3003 rs.
dga-se1 SOS rs.ti. Cuimariies.
He approvado o artigo e a emenda.
Em seguida sAo approvados sem debate os artigo!
14. 15 e 16.
Entra em discussao o artigo 17.
Vai mesa e he apoiada a seguinle emenda :
Ao $ I.' do arl. 17.Cun o ordenado do secre-
tario IjO> rs. Reeo Barros.
He approvado i'oiu a emenda.
Eulra em discussao o arligo 18.
Vio a mesa e sao apoiadas as seguintes emendas :
.. Ao 18.Uepois das pilavr.sa do l.imoeirii
diga-se 7008 rs. com as verbas seguintes :
Com o secretario .loo rs.
Com o porleirn 608 rs.
Com o ajadante do mesmo jos rs.
Com 6 por cenlo ao procarador 1205 rs.
Cum os (iscles 20{j rs.
Con o advogado 808 rs.
Com o expediente e despens miadas 258 r.
Com o jury e eleices SOf rs.
Com cusas de procesaos decaliidos e conlravence!
de posturas 150s rs.
Com agua e lu para a cadeia 80? r.
Com despezas eveutuaes e assigualuia do Diario
628 rs.
Com o pagamento da divida activa l.VOs rs.
din obras municipacs, concerlos e limpeza das
ras, inclusive a obra ilu cemiterio da villa 1:0539
r.S. R.ti. (iuimaraes.
ii Ao arl. 18 acere.cenle-se mais a quanlia de rs.
2003 de cusas a Joaquim Theoduricn de Albuquer-
que Maranh.lo. alm da quanlia de 2315 rs. que lile
mandn pagar pelo 6.- do arl. 8- da le n. 371 do
anuo passado.S. K.Silva Braga.
.. ^.Aoarl. 18.Depois das palavras de \azarelh
3:n0s rs.acerescente-sesendo o ordenado do se-
cretario .le 1008 rs.S. R.Castra l.eo.
Aoarl. 18.A' emenda ollererida pelo Sr. Bra-
ga accrescente-se o seguinle : No caso de que a
divida de Albuquerque MaraaMa esl-ja liquida e
anda nio tenha sido paga. S. R. Machado da
Silva.
b Ao art. 18.A cmara de Buique se servir do
oryamento da de Uarauhuns.Barros de Lcenla.
(ameiro Jnior.
Ao arl. 18.Em lugar de 2:0008 rs. diga-se
depois do l.impeiro 2:91 K80 rs.Barros de 1.a-
cerda.
Depois de algumas ubservaces dos Srs. Silva Bra-
ga, Meira Henriques. Lacerda, Castro Lelo e (ion-
caites tiuinanraes he encerrada a discussao e appro-
vado o arligo com as emendas ns. 17, 18, 19 e 21.
sendo rejeitada a de n. 20 c prejudicada a de n. Ili.
Entra em discussAo o artigo 19.
Vai mesa e he apoiada a seguinle emenda :
Ao arligo 19. 29 aJdilivi.Com licenea pa-
ra curris de peixe 5*000 rs.S. R Eslellila.
Encerrada a discnsslu he o artigo approvado bem
como a emenda.
Eulra em discu>sAo o arligo 20.
He approvado sem debate.
Eulra em discussao o arligo 21.
Val mesa e he apoiada a seguinle emenda:
Supprima-se o arligo 21.Meira llenriques.
Impugnado o artigo pelo Sr. Meira e sustentado
pelo Sr. B. de Lcenla, lie alinal suhm-iti.h. vo-
l.i.Ao e approvado, sendo rejeilada a emenda.
Entra em discusaAn o arligo 22.
\Ao a masa e sAu apoiadas as seguinles emendas
addilivas :
Arl. additivo. Fica a cmara municipal de
(oiauua aulorisada a conceder a Benlo Jos das Ne-
ves Wanderley om abale nos preros por que arre-
malouos imposlos municipaes, pela mesilla termo por
que he concedido em favor do arremalanle de Pao-
d Albo. lambem a coureder o abale de um quar-
lel ao arrematante do imposto sbrela familia, Fran-
cisco Anlonio da l'oo-.-ra___N. Porlella.
< Arl. additiv >.A cmara municipal oWcidlde
da Victoria lira'aulorisada a conceder a Jaquim
Jos Pereira Borges, arremalanle do imposto de 500
rs. sobre cabera de gado cuusiinimido no respectivo
municipio, iiiii abate da quarla parle do preeo da
arremataba j.S. R. l'ereira de Brilo.
Emenda ao arl. 22.Em vez deFica a cma-
ra de Pao d'Alho aulorisada a conceder o abale da
quinta parle nos precos porque Aleaiidre Barbosa
da Silva e f. nlonio de Castro l'ereira arremataran!
os imposlot municipaesdiga-selica acamara de
Pao d'Alho autori-aila a conceder ns abales da terca
liarle nos proco, por que Aleandre Barbosa da Sil-
va b Antonio de Castro l'ereira arremalaram os im-
poslos municipaes.S. R.Mello Cavalranli.
Arl. additivo.Fica aulorisada a cmara muni-
cipal da cidade delSazareth a conceder a Domin-
gos da Cosa Braga, arremalanle do imposto muni-
cipal de 500 rs. por cabera de gado consumido, o
abale da quinta parle do prego da arrematarlo.
Fraucisco Jlo, o
Encerrada a disco a sessAo seguinle.
Tendo dado a hora,
O Sr. Prndenle designa a ordem do dia e levan-
la a sessao.
ERR41AS.
No di-curso doSr. lN'nscimeiiio l'orlella pronuria-
do na sessAo do dia 11 e publicado no Diario de
16 da correle, entre outros enos da imprenta en-
conlra-se os seguinles, que por alteraren! o sentido
convern corrigir.
Ni pagina 1. col. 3. linh. 90, em logar dein-
convenientelea-seconvenienteem lin. 123 em
logar defoi por urna oulralea-sefoi seguida
por oulra.
Na col. (.. linh. 28 en lagar deporlanlolea-
seeem Inh. 40 em luar demas lea-se
unose em linh- 58 depois de reducto de 210 rs.
lea-se --o assucar que vera de eugenhos cinco legu-
as .lisiantes dos porlos, e 320 rs. o que vem barra
fre, como o de Campos, Macahc etc.
PAGM* VULSA.
PnsAo importante-----Ao amanhecer de bonlem
iii preso, na ra dos Pires da freguezia da Boa-Vis-
la, pela ronda dos inspectores, o celebre a Xico-
macho i>, lambem condecido por Xico-carteira,
chele da companliia do Tiro. Esse miseravel lem
ido por varias vezes as prises publicas; mas
( coro vergonha o diiemos ) lem patronato tal, que
em poucos das he posto em liberdade! Ago-
ra, porm, que a polica leve a fortuna de nuvamen-
te recolber esse audacio-o salleador, que ainda ha
bem poneos dlaa roobou a nice fortuna de um po-
bre cmpnnez. o Sr. Dr. chele de pulicia deve-nos
prestar esle nrvieo, arredando deotre mis esa praga
malenca. A polica uestes ltimos das lem i.- es-
forcos soberanos, e he para louvar a diligencia l'cita
coaira Xieo-raaeho pelo Sr. subdelegado da Boa-
Visla eseus inspeiloie-.
Estaremos atora tranquillos/ A nossas continua-
das reclamares vAo f"/.eu lo fleito : seja sollo em-
bora Xico-macho, quod Ueu* areitat, e o qoe du-
vidamos, nm o iremos fulminando, e lodos os seus
no mais elevado grao que possam estar.
Bem dizem que ha trastes que sefiarecem com
seos linos ; al os holi iro- queremassumir as hon-
ras do urgulho de seus amos oo senbores. Ha dous
din, um carro particular, cujo proprielario ignora-
mos quem teja, ia matando a um nosso amigo na roa
do Crespo : eslava elle n'uma das cateadas, quando
carro he dirigido para ella, e com rapidez tal
qoe II.e foi impossivel evitar o choque ; a laura le-
vando o de rojo atirou-o sobre o lagedo, ra-gou-lhe
urna das mangas da sobre-caiaca e fez-lbe varia con-
lutoes ii'ura brago e perna.
E nestea termos:
l'rovar que :
O homein cahio,
O carro pas*ou,
U chicote estalou.
O povo se rio.
l.m arriado. Rondando lia dias o Sr. Dr.
subdelegado de Sanio Antonio riicoulmu um grupo
sobre MI dasclealas da praea da lulepencia: era
mais de meia-noile ; approiimoo-se, vio enlao que
essegiopocompunha-se de um liomcm demasiada-
mente inchado, qoe disse ler 38 anuos; urna linda
menina, q>ie OMM lam,bem nAo ler feiln ainda 16, e
ditos meninos menores : todos elsvnm inmundos e
li.ipitli.i-. com especialidade a pobre mocinha, que
piasi nada cohria-lhe as formas. Interrogados, dis-
seram ter cbegido as 6 horas da larde de Porto de
Gallinhas, na ha caca Palmcira me-lre Fbri-
anno. "ue liaban um prente na Boa-Visla. iua da
Alegra, e que mornain lodos a fome e a nudez, -e
c.indade cbnsla nao os soccorresse. 1) Sr. subdele-
gado nAo pn len.l.i conseguir lev-nlar o doente, que
inchado e eihaosto pareci morrer, convidou a palm-
illa para que e prcslasse a levar al a aai casa a-
quelles miscraveis : fez-se urna cadeirinha de bra-
cos, e o pobre homem mais seus filhas foram trans-
portados cata da resdencia do Dr. subdelegado :
Iralou-se de indagar se etislia ese prenle i.a roa
d'Alegria ; achou-se-o. e para la foraru conduzidos
Indis. Esse hmem chama se Jos Tbeolonio da Sil-
va, e na filh.i Clara Feliciana de lal : casou-se com
urna filha de um dos mais ricos proprielarios de '**.
Esse casamento totalmente desigual, e nimiamente
infeliz, acarrelou o odio do Sr."' e a deagraia da
filha. qoe n3o podando resistir por mais tempo'aoa-
mlhem de mu pai, lio vivelmeole verificado era
sua miseria, morreu Desse consorcio desventurado, do algn- a. lemicoj lomado o partido rio terceiro
nasceu Clara, nasceram mais os dous menores. O! annisla e outros o do priineiru, arontecea que se
pai dcises infelites he menos que proletario..... era augmeulasie ob um almorreve !! ,,e ,.\\, esteva entregue a polica da escolarle me-
Clara eseus irmAos sAo herdeir.is, por parle de seu 'dicina.e furmaudo-se iiiconlluenteaggrodio ns acade-
avo, de urna fortuna inmensa. Clara vive no borra- i micos de bayoneta calada ;!!) Elles formando um 10
Iho da cozml.a de um seu prenle. I parli.li>, una roce asscntaiam deflnder-se de lAo
Mirem-se nesse espelho, minl.as senborilas, vos- inaudita aggres-Ao, o o lizeram armando-se uus de
iemeres, quejulgam que papu nAo .leve mctler a i adas que all se achavam, outros de bengalas, po-
se tido disseneoes oo inimisade com esse infeliz, de gue, ,. nAo digo o homem soperior, mas o
qneiu mesmo nao linha perreiloconhecimrnlo. ,Nes-
colher na escoiha dos seus iioivos!...
NAolicara em esquecimenlo. O publico he
leslemuiilia,' todas as vezes que frequeuta o Gabinete
Porluguez de l.cilura, do asseio que se divi.1 nese
eslabelerimenlo. o grande numero de obras novas
que amata toa estantes, e anda mais a bondade
com qoe He alli t >dos tratados pelos empregados da
casa. I.nuvores a actual direcgAo.
Antea de hontem foi preso, no aterro da lt.ia-
Vi misa e chapeo de palha.llrazemln occullamente umi
ii.n i.o-i.i na. Preso por urna das patrulhas de guar-
da nacional, M levado, por ordem do Sr. l)r. chee
de polieia, ao seu cnmmanda:ile, que nos dizem ser
o Sr. lenenle-ruronel Kelly.
exemplar castigo pralicado pelo inspector da ra da
Maiu-ueira, na noile vspero de Sanio Antonio, de-
clara, c -u-t. nlai.i mide, e quaudo o dilo inspector
deudo alguna aisim prevenidos.learmar seus aggr'e--
sores, de cujo confliclo aconleceu sabirem feridos.
Os acadmicos immedialainenlc dirigiram--eanEim.
preside.ile .l.i provincia, que lomando em minia
consideracaoo si]cecedido,lnnioii as medulas que jul-
gou acera las.
n A guarda foi logo rendida, e con-la nos que o
Em. general das armas providencia conformo re-
quer a disciplina militar.
SOCIEDADE.
e nonlem inslalou-sc em um dos saines da escola
de medicina a sociedade Impulso l.illerario.Fo-
ram eleilos, presidente o Bim. Si. arcebitpo, vice-
presidentes, 1- t Sr. Dr. A. J. de F-rias e 2- o Sr.
Dr. .lonalhas, |' secretario n Sr. Garra Bramlao, 2-
o Sr. Rodrigues da ('.osla. A commi-sAo de redacto
dos i-iat.iio. foi a seguiule : t) Sr. prole-sor Bal-
diiiuo e os senbores Drs. Aliiliu e Vasconcell s.
De Sergipe nada ha digno de menean. Cbegoo
quizer, que a casa ilocidadAo lora invadida a forra. all o vapor Araraj ; loi bem recelo lo por lodos, e
e puiado pelos dous soldados para fura della de- doos dias depois de sua ehegada pre-lou relevautes
pois .le ser mallralado que o homem nao Iralava serviros ao palactio brasileiro Alfredo, que preten-
da fugir, por isso que em volea alias ilizia ao i:is- deu sabir sem reboque, mas iufelizmenle .leu sobre
peelor que de auile nAo poda enlrar em sua ca- I os arrecifes e quasi de todo se pedo a nao ser o soc-
rca-la : oulro aim, quando n inspeclor corro prelado por elle, qoe anda o p.lc salvar e
rhcguu foi su, e depois fui batear os dous soldados
para fazer a lavado, oeeatiaa eala, na qual poderia
1er logar a evada, sem que fosse pelo quintal :
porlanlo o Sr. inspector na po.ler desmentir a vi-
sinhanea, e pettoat que paradas na ra em frente
da rasa presenciaran! urna tal violencia, a
Os carros ja' nAo transilam pela ponle velha do
Recife, porque conslon-nos que dera um .estallo
rebocar de novo para dentro do porto, onde se arha
concertando.
Nenhuin jornal recebemos de Macei.., por isso na-
da diremos a respailo,
Acliava-se a' carga para osle pono, no Rio, a
barra brasileira Flor de Olictira, e o palaeho Con-
/iaii'-u.
Chegaram procedentes deste porlo.l' Babia no dia
n'um desses dia, j quasi lodo Iransilo de carros he I do Corrate, c im (i das Je vlagem a sumaca bra-
feilo pela ponte provisoria, que em abono da ver-
dade eta' solida.
Hospital de caridade, I8|ilc junbo, 81 .lenles.
Air amanhua.
BEPAHTICAO DA POLICA
Secretaria da Ipolicia de Pernambuco 18 de junbo
de 1856.
Illm. e Eim. Sr.Levoao conliecimenlo de V.
E.c. que das d i 1 eren tes parlicipacii'i boje rerebidas
ncsla reparlirao consta que se deram as seguinles
ocurrencias :
Foram presos : pelo detegailn do termo de Naza-
relb e poslos a minlia disp .sie.io, os menores Ma-
nuel Jos de Memlonca, e Severino de Albuquer-
que, para recrutas.
Pela delegara do primeiro dislriclo deste termo,
o pardo Antonio Joi Franco, por haver deflorado
toa pi >pn,i filba.
Pela subdelegacia da fregue/ia do Itecife, o prelo
Manoel, por embriaguez.
Pela subdelegara da freguezia de S. Antonio,
Amonio da Cosa Carneiro, por infraccAo de postu-
ras municipaes, e c porlugu-z Jos Francisco Pe-
reir, por desordem.
E lela subdelegacia da fieguezia de S. Jos, Pe-
dro Celestino de Santiago, por insultos.
Dos guarde a V. E\c,Illm. e Bsnt. Sr. ron-
selheirn Sergio Telxeira de Macedo, presidente da
provincia.-O ebefe de polica interino, Dr. Po/-
carpo Ijjpn dt Leo.
A assembla provincial voloo hontem ai emendas
earligosad.lllitosapriseiita.1os .....o runenlo pro-
vincial, por ocrasiao da terrena diseu-so do respe-
tivo projeclo, Meando adiada a adopto definitiva do
mesmo para a sessAo seguinle, alim de se appreciarem
de novo as proposlas relativas.
Occnpnu-se igualmente com terreira dncussan
do nr.ii.....ii.i municipal, e sendo olrrrccidas diver-
sas emendas, approvou duas, reservando a ad.rpc.Ao
do projeclo para a ses-Ao seguinle. segundj o me-iu
motivo por que se adiou a do orramrnto provincial.
Appr voo em lereeira discuti 0 projeclo queau-
tors. o goveroo a reformar o reg.ilamcnlo da casa
.lo delencjlo,
A 1.1 ion em lereeira ditcUMAo o projerio qoe ap-
prova compromisso da irm.in la le do glorioso pa-
dre Sanio Antonio do Kio-Formo-o, e em se-
gunda o que se refere ao compromisto da irman.la-
d_e de Noasa Senhora do l.ivramento da cidade da
Victoria, di-pensan.ln-sc o intersticio, a reqiierinien-
to do Sr. Gonealvea GulmaiSea.
Approvou tamil.un em lereeira discus-ai o projec-
lo que desliga a ca.leira de primeiras lellras do rol-
legio da* orph.io-, da capellana do mesmo codegio.
Passaiiilo a apprcciar em segunda discussao o pro-
jeclo que Irala da preferencia relativa ao andamen-
to das rodas das loteras, concedida- matriz da Boa-
Vist, a-sim como as emendas olferecida ao mesmo
projeclo, e adiadas em urna das sc.ses anteriores,
foi elle approvado com una emen la, e rejeitadas aa
demaii, -eiido dispensado o reapeclivo intersticio, a
requeriineulo do Sr. A. Cavalcanli.
A ordem do .lia de boje be conlinuacao da an*
ce.ioule. a d.scuss.io dos projeclo-, cujo Inlertlieia
foi dispensado, a lereeira discussao do projeclo nu-
mero 9 e primeira do de numeto 13.
Os vapores brasileiro Imperalri:. e ingle/. Taij,
troiueram-nos jornaes do Rio ale I i. da Bahii ale
16. e de Sergipe al 7 do crrenle.
hiSi nomeado segur do c>ciiplurario da caiva de
amoriitafAoo amauuense da respectiva -ecr.io de
subsliluicao, Hcurique Allon-o llerfl.
S. M. o Imperador, por decreto de 31 do patudo
fez mere* do foro de moeo Bdalgo com enercicio em
sua imperial casa ao Dr. Ernesto de Soma e Oliveira
Coiiinb.i, iiliii do viieooda de S-peliba.
Foram agraciados porS. M. o Imperador, cora o
ollicialalo da Rosa o Sr. I.iliz Filippe do Am ral e
Souza ; ecom o habito de Aviz, os Srs. capitn Jos
Con-lauliuode Oliveira, o 1" lente da armada Cv-
priano de Azevedo Thompson.
Fallecen no dia 3 do crreme, na corle o Dr. Gon-
dun. F'oi sua Bacrle bailante sentida alli, por, du-
rante a quadra epidmica, te ter tempre prestado
candla e graluilamente aos chamadot do< pobres.
No da 7 do Correle enlrou a barra do Rio o va-
por de guerra l'iamo, levando a seu ''ordo o Evm.
Sr. Dr. eolisellniro Jos liento da Cuuha e Figuei-
redn, ex-prettenlede-la provincia. S. Eic. loinou
assjiito na cmara dos depulados no mesmo dia eui
quecbegou.
Foi aposentado o inspector da lliesouraria de fa-
zenda desla provincia JoA* Gonealves da Silva, e
nomeado para osab-liluir o inspe-lor da do Casara',
JoAo Baplista de ('. i-l.o c Silva.
S. M. o Imperador ainda conliuui a distribuir do
-en bolsinlio quanlias em soccorro das provincias ar-
commellidas do cholera. Este vapor he porlador
de 1:0005 para a Parabiba, a 3:0008 para o Rui
Grande do Norte. Aquc le< que furem salvos pela
raao do benfico e magnnimo m inarcha,jamais ces-
sarAo de chamar endientes de beneficios sobre elle.
Foram nomeados :
Addido da 2.' ciaste a' IcgaeAo de Lisboa, o Sr.
Carlos Hapley Taylor ;
Segando cirorgi.io do carpo de saulc da armada o
Dr. Jos Candido Marlius;
Thesoureiro da alfmdega de Sergipe, o Sr. Anto-
nio Manoel de Salles;
Inspector da lliesiuraria do Ceara', o actual da de
Sergipe, Josc Frineisco de Moura ;
Inspector da de Sergipe, o ebefe de Baceta da dj
Ceara', Manoel Nunes de Mello ;
Thptoureiro da do Paran' o bacbarrl Jos Ma-
thias Gonealves GuimarAes ;
Segondo cseripluraro da alfandega de S. Jos do
Norle, desuni Pinlo de Meirelles.
Foram demolidos:
O amauueiisedo consulado de Pernambuco, .'os
Francisco .Martin. ,|c Almeida : a s-a pedido o Ibe-
sourciio da Ihesooriria do Paran', Manoel Gon-
ealves do Moraes Roseira, o lerceiro etcriplarario
do tliesouru, Hermano Edgeim. lavares, e o tegon-
do dilo da alfandega de S. Josc do Norle, Israel
Dias da Costa.
O Sr. tegundolente da armada Manoel Antn
nio Vieaai, foi reformado no me-mo pulo a seo pe-
dido.
Por decreto de 29 do passado, foi perdoadn a
Adriano Henrique Mynssn o crime de drser^Ao que
commcllera em 1828, sendo primeiro tenante da ar-
mada nacional e imperial ; sem direilo a ser nova-
mente admiltido ao servicuda mesma.
0 Sr. com.nendador Jos Antonio Barroso de Car-
vall.o, fazemleirn do monicipio da Parabiba do Sul,
foi agraciado com o titulo de bario do Rio Novo.
Segundo diz o Crrelo Mercantil, achate-10 fei-
to o arbitramento da mulla que devem pagar os reos
do procc-so Villa Nova do Minho, que equivale a
sleira llnrirnaa, no da 1 com 7 das, a barca ame-
ricana Cloro lla.i'ill, no dia 9 eom ."i da- a galera
francesa OUnia, no da lt com 5 dias o patacho in-
gle Centurin.
Sahio do Rio para esle porto, no dia 13 do cor-
rente o patacho brasileiro luiente com vario* g-
neros.
O vapor francez Franie-Conitoit devia partir no
da 18 do crrente.
se lempo eslava o Sr. Sehaslao Lopes no principio
de sua earreira ; era eulAo Icocnle (se bem no- re-
cord un s Uue i-in-ideraco".pois.ou re-jii"! ha-
manos, fari.mi arredar de sobre elle a legal aecusa-
|i;Ao e punir;Au de -emelhanle crime? F. que nao
leinam os maldizenles que lingua se Ibes apegue
' a goella !
Vamos ao que nos resta, a infiirmacao do Sr. ni i -
' reebal baria de Tury-assii contra o Sr. SebasliAo
I Lopes, como commaudanle da companbia de caval-
| laria : mis onde e\ile esse documento 1 Na lerlil
seara de facilidades do autor da analysr. Pois le-
ve o Sr. SebasliAo Lopes contra si urna informacio
dada por peuoa lio iiualificad... qual um general
ein arlo de inspeceao, e pite /. mili ir de negocio tao
serio, e qoe mais importa e arrisca a sorle dos mi-
niares'.' Contiuiiou a servir sem que solfresse ao
menos urna reprehensAo ou nula das faltas co.nmtl-
lidas, e pelo contrario, meracendo sempre do gover-
no applausos e accessos al o posto em que se acba
boje collocado'! Com tfl'eilo, que benigna fada
proteger' ao Sr. SebasilAo Lopes ? !...
IHiail, Sr analysador, qoe ei-le na secretaria
esse documenlo, e porque Ole o exhibiste* por cer-
lidAo, e vos soceorreii do ri si vera esl fama ?
A ambicio e inveja que vos devora, nao vos deija
relleclir, que assiin clamis no deserlo. Fallis co-
mo opaixonado, e como se foreis aspiaole ao com-
m indo do corpo de polica ; parece que em vossa
vida leudes jugado todo-os dados para chcgardrs a
sse desidertum, e como a sorle vos desamparas-
sem. e vos lanbam sabido su azares ; viugai-vos em
ata-salliar o mererimento alheio. Reconiieeei que
-e houve nomeaiAo boa enlre as que fez. o Sr. con-
selbeirojos.! Bento da Cunlia e Figueire.lo, fui a do
Sr. Seba-liAo Lopes que tanto vos molesta : e eon-
lessai queoSr. lenle coronel Sebastiao Lopes Gui-
marAes Icm-se feilo re.-ommeiidavel por mal boas
.pnlidades e serviros ; porqoanlo como soldado Iri-
Ihou sempre o raminliu da honra, ese distingue por
sua li.leli.la.li'. disciplina c s.iborduiacAo ; e como
homem particular lem sido rom a maior peneve-
aoca activo no Irabalho, econmico, probo em seus
Iratot, e euiMn bum ci.ladao e bom amigo. Imi-
lai-o, e seris mais feliz.
O guarda nacional.
Sommmiicav.
2.080:(1(H3000 ; a de Cardlo de :M7:lHM>800tl ; e a
de Mello .1 00 e lautos contos.
Da Baha eis n que se le em diversos nmeros do
Diari da Baha:
n NOVA SOCIEDADE.
o llonlem em um dos sal6e da escola de medici-
na inslaloo-se sb a presidencia do Sr. Dr. A. Ja-
nuario de Faria, lente da meima escola, urna socie-
dade enjo lnn he promover liberdade da c a-:-e es-
crava, .'oinee ndo-se pelo seo reminino. Esta idea
que involverm si ludo quanlo ha de pliilantropiro,
moral e prngressisla, parti de clas.e acadeuiic
Lendo no Echo Peruambucano, o de 10 rio cor-
rente, voi. 7, n. i, a conlinuarao da aualvsc ao
relalorio, com que o Sr. conselheiro Jos Beiilo da
Cunta e Fig.ieiredo pa-sou a adminitlrae|e da pro-
vincia ao Sr. conselheiro Sergio Texeira de Mace-
do, pasmamos de ver o que naquelle artigo se diz a
re-peilo do tpico pertoucnle a guarda nacional, e
ao corpo de polica, especialmente contra o seu dig-
no cominaiidaule. o Sr. lenle-coronel SebasliAo
Lopes GuimarAes, sol o v menlu dolizem,que lauto a acoberla os infa-
mantes e calumniadores ; e enlAo ja como guarda na-
cional, ja como amigo do Sr. lenente-rorouel Lopes
GoiinarAea.nAo podemos conler o des-jo de repellir o
insulto feilo a aquella ditUnete corporajAo, e des-
truir as infunda las impul das contra o brneinerilo commandanic do corpo de
polica, nao porque semelhautes calumnias prcri-
sem de refutajAo para nos, que conhecemos as cau-
sas e o espirito, que as produzem ; inWs pelo efTeiln
que por ventura fura daqui possam produzir.
Na verdade. s incsquiibos nteres-es, srdidas
ambiriies. inveja do mrito alheio, c oulras pai-
xes ignobeis poden, cegar e degenerar os homem a
ponto de per lereni a couscencia e o pudor, e vota-
ren! um tolal desprezo e odio ferino a ludo quanln
he jaita e bonetto. Para etica miteraveit, assim
pro-tiluidos. nao ha sia de ; leis, autoridades, corporaees, familias, ludo
por mais retpeUavel e sagrado, que sej, bu victi-
ma da sua viperina maledicencia e insjciavel cu-
bica.
E com effeito, negar que guarda nacional e o
corpo de polieia desla capital rio, nos termo- do
mencionado relalorio, um grave elemento de ordem,
e allribuir-llies tendencia! anarrhicas, be por rerlo
injuriar e infamar atrozmente os Pernambacanua ;
lio mentir ilc-pejadamenle pei.mle.a provincia intei-
ra, que sabe c sent o Contrario,'comprovado com
o patritico e constante proredimento des-es briosos
e dislinetos corpos lias luctuosas crises, em rjue
com lo !o o deuodo e v..l..r leem sustentado a ordem
publica, portadilla por laes equejando! escrevi-
nliadores rom suas imposturas, fal-idades e menti-
ras. De relos lAo ioconleilaveis, e alguus dellet
bem recentes, fazse esqiiecido o aulor da amly-e,
e |i na embar e desvairar o juizo publico, arlira-
mcnle nota que o relalorio nao provnu a sua ciarla
e verdica assereAo, cuno se pegas olliciaes dcsta or-
dem l ...em arrasoa.los da rl.icana !
No entretanto, que provas apie-enlono anal\.i-
dor, para deinonslrar que a guarda nacional est des-
iii"iali-a la. o nao oll-rec aaranlias de o.dein, as-i.n
como o corpo de polica } Neohoma, e como que
Vencido pela reprovai;ao de suas maliciosas allega-
coes, e iusinu.e.i-s tiniatr, appella para algoma
futura e suspirada crise popular, apoando suas es
peranras na allu-Aj de um laclo, que neuliuma sig-
uiliceio leve no senil lo uCCuilO, em quej finge lo-
ma-lo,|e que suppoinus ser o da bofetada, que um
esiiipnl. e grotteiro mercader de couros impruden-
teineiile dra ii'uin individuo, guarda nacional, em
cuja defeza ipparecerara algn- oulros por mero es-
pirito do clas,e, sem que olTuidessem pesoa ou
cousa algunia. nem pers.slissem rrH eslrauhcza da c-
elo que os mover, logo que a nuloridade apresen-
tou se e della l.unou conliecimenlo.
Como pnis tir.ir-sc esse faci a consequencia de
que a guarda nacional lem perdido a confianza e con-
ceilo de que sempre gozou por seus honrosos prece-
dentes, e que mi sera j mais o inexpuginvel ba-
loarle ras liber.lades e ..i lem publica'.' Desenga-
ne-sc o autor da analyse, que nao ser lecebida a
sua appellacAo, e que ; so as suas alicantinas c as de
oulrospseudo-liberaes desgraciadamente poderem lin-
da Iludir aos incautos, lera Smc.imais urna liejloda
que senao abusa impunemente da docilidade e boa
S do povo pernambucaiio, e ofl'ereccri mais um.
occasilo ao- briosos corpos nacionaes, a quem vil-
menle infama, para Cobrirem-se de louros e enche-
rem-se de gloria.
Todava, he para uolar qne o autor da inaryse se
mo-lre meno.- prevenirlo c severo pira com o'corpu
de polieia, e renda liomenageiis i algons de seus olli-
ciaes, que a seu ver uTerecem garanda! de ordem,
sendo o alto a que dispara aeu- envenenados Uros o'
digno Sr. ieueu te-corone I Sebastilo Lopes Guima-
raes. que boje conunandao dilo corpo. Itisum te-
ucali* NAo duvidainus do m-recimenlo a qualida-
des pe-soaes desses senbores olliciaes; mas sendo
pela mor parte, ivos e ainda pouco versados na
disciplina e pralica das obrigaeo. militares, peder-
e-ha dizer, com sinceridale e jusli^a, que eslAo
alem do Sr. lenenle-coronel Lopes GuimarAes, mi-
litar velerano, experimentado, e de um ment re-
conbecido por seus servico-, e illiblda conducta'
i.aiet anguit in kerbu.NAo queremos eatebeleeer
parallelos odiosos, mas a verdade nos torea a di-
zer, que o autor da analvse nesla causa, afem iiicumpelente, he suspclo, e omprumelic aqu-l!cs
sennores olliciaes com a sua copima e baixa luonja
I'o leamos azer a rezeuha da vida milita, do Sr'
SebasliAo Lopes GuimarAes ; e dos seus relevanle
serviros conslanteincnle prestados a prolo da cons-
litnicA ., da in.lepen lencia e iilegr lade do imperio
assimc.moda ordem e Iraiiqoillidade publica, sem-
pre que lem sido alterada; mas dispensamos este Ira-
balb,, porque sAo fados contemporneos, gem-
nente sabidos, e bem recente l.c anda a memoria
VSti Sr'. '' 'pe< ^"'""rAes o primeiro que
em 1819 deseiubainhoii a sua espida c frenle da
disciplinada e valenle companlm de cavallaria, que
entA i romiiian.lava, rerhaenu os rebeldes, que as-
sallaram esta capital, insullados e capitaneados pelo
senhor analysador e-cus compari-is, de surte que
afuulameule se pode dizer, que o primeiro elemente
de ordem que actualmente evisle no corpo Ue p>li-
en he o Sr. lenente-rorouel Lape* GuimarAes, e que
por isso incorre na ugensa e odio do aulor do ana-
lyse que combalemos.
lito potto.ha concludeule, que o falsario analvsa-
dor, nao consegaira tirar a rorea moral, e marear a
bem randada reputar-ao do Sr. lenenle-coronel Lo-
pes (mimarAes com ridiculos chasques e inepcia-
cuino essa de ter elle commaulado pnhlanias que
acumpanhavam o Dt. pai Mantel, nem lAo pouco
eom essas aleivosia. e invences de atsas-inalo de
Mendes, e infonnaecs de inspeccOea contra a sua
conducta militar ele, ele.
A malignidade lujo inverle, o a. propria virlude
cliama vicio, ola admira pos. que o analysador,
desvirtuando um aclo de prudencia e moderaran
queira puerilmente p.ir em dovida a circumspeceAo
c pinla-lo
quera o
0 fado que cita o,analysador acerca do pralo Ma-
noel longe de depor contra a moralidade do Sr. Lo-
pes GuimarAes; be mais nina prava de sua dedica-
ro dos
Senhoret redarloret.Leudo a correspondencia
do engenbeiru JoAo l.uiz Vctor Lieutier, em res-
posta a urna oulra publicada por mim no Diario de
12 do ,- in. id-, nao pude deixar de vullar a impren-
sa .-eno para lestemunbar jo publico o meu despre-
zo pelo referido engeubeiro, ao menos para lomar
palele a sua ignorancia e para reslabelecer os lac-
ios que aponlei em initiba correspondencia ci-
tada.
Para se ronliecer a lampera do engenbeiro Lieu-
tier nada mais be preciso do que ler-se-lhe a corres-
pondencia em que me aggride furiosamente. A lio-
guagem servo para mostrar a clcvaeao d'alma c o
cultivo do espirito.
A educacao retalla as boas e comme.lidas pala-
vras, e se sao verdadeirai essas mximas o que se
pinto dizer de L.cutier .liante dos seguinles trechos
de -en inslenle embruglio '.'
.i Venho boje vizilar as columnas do vosso con-
ceituado jornal, alim de rc-ponder as acetwafoos que
me foram agrmenle nirilidat no de quinla-Mra
em urna correspondencia assignada por aquelle Ma-
noel Tl.omaz de Albuquerque MaranhAo, de quem
ja disse, mi dou f. >m Li me ns denles e ouco-lbe os latidos e mais odiante
limitar-me-hei a dizer .lando sempre as costas
liara MaranhAo e n frente para o publico sensato
desla provincia! e mais a da ule .i s um menliro-
so, s om calumniador, digo-te qut es nina praga,
que s una pesie, que es um demonio, e linda nio
digo ludo a, e mai a.liante lila* esas palavras
que se dirigen! au publico e nAo a MaranhAo. com
quem nAo gasto palavras, nem o capim que tenho
em meu silio.
Quem falla a-sim nao pude ler obtiilo urna edu-
caran apurada, e nem lem a sensatez que dislin-
commum.
E uine tal individuilidade figura no quai
eugenbeiros da provincia !
NAo ha nada mais pernicioso e inlnleravel lo que
d inepcia Infmenle en',..-! da la na- poscot offi-
ciaes. JoAo l.uiz Vctor Lieutier, foi por um, dessas
anomalas nexplicaveis chamado para exercei o car-
go de engenheiro da provincia,e al boje quasi que se
ple asseverar que nenlium trrico importante lem
pre-ta.I...i provincia.e queao contrario grandes males
II." lem causado : baja vista a ponle do Camorimso-
bre o Capibaribe, em que se gasino una soinnia con-
-ideravel | vinle e tantoa contos de res., e que se a-
cha boje de raz para u sol. segundo a expressAo de
um s.Mibor di 'pul; ido provincial ; haja vista a es-
trada de l'Ao d'Alho toda eheia de corvas deineces-
saras e muilas vezes fora das plantas ; baja visla
o mao e-lado da conservaran da mesma estrada (co-
mo uolou u director interino das obras pukcasj,
assim como o ..remenlo e planta do dcimo sexto
laen ; ornamento e perliz que marcam u .Ir..
bombas e plantas qoe marcam tres Fora eo longe
se quizesse enumerar os maos feilos do engenheiro
Lieutier, no que concerne nos negocios de sua re-
parlieao. mas dispensem-me disso, por que nio he
esse o n cu einpenho ; e pnrquc milito ja se lisie n !
auno passado na a-sembla provincial al? 'res-,
peito.
Nenlium dos fados apuntados tm minha pr meira
correspondencia foi contestado, apenas o ai rema-
tante do vigsimo lanc.o, a respeilo do qual houve
de mitilia parle am enganu, assevera em -na cor-
respondencia de 18 do correnle que eu eslava mal
informado.
O appello do Sr. engenheiro Lieutier aos arre-
matantes, nao serve e nem poden' servir nunca de
dtela as araulcCe* que llie liz ; porque empiegado
publico que se preza e que lem em llgom vslor o
cumprimeuto de sen- deveres, u.io se deve de mudo
algum soccorrer ao juizo de quem quer que pnr elle
lenha sido atleod.do e.n seus inleresses.
He Inleiramente rlzlvel o seguinle Irech
respoudencia do Sr. Lieutier :
Emquanlo ao vigesimu lance, que disse
le pn
o da
recelu sem inspeccau.por elle lico |! !i
las nao ha concussionaiio ou bandido
possa Tazar.
Quaulu a entrega .lo dcimo sexto lar.
Detezi des-
que ion as
, .p
impugnada, nada mais direi senAu.que tres ou
Iro dias depois da impugnacAo do senhor engei
e foi
qtia-
.. heiro
Lieutier, o senhor director interino das obra pu-
blicas achou o Unco em e-lado de ser recebi-
do !
Sera' extraordinario que urna estrada nova em
lempo invernoso possa, dentro de nove das, alkuma
difTerenca fazer, do estado em que eslava, principal-
mente sendo r. apreciador do estado dt estrada, c
recebedor della um bomem, que gratuitamente te
tem declarado meu inimigo '.'
I'aro aqu : nAo quero e nem posso enlrar eom o
engenheiro Lieutier em polmicas scienltlicasJ pri-
meiramente poique nao dizem reapeito a miiilia pro-
iis.ao e nem me Ifiteretsam laes polmica-, c em se-
gundo lugar porque lambem nAo posso julgar habi-
litado para laes embales, quem como o engenlieiro
Lieutier, foi, segundo dizem, expulso da academia
franceza por falla de inlclligencia.
Ale boje anda nao achei homem algum, por mais
audaz que fosse, que publica oo particularmente
manchas-e a minha vida com impulac.ies injuriosas
ao meu carcter.
Podera' dizer oulro lano o engenheiro analhema-
lisa.lo pela assembla provincial e pela opiniAo pu-
blica !
Reverlo as injurias que me foram laucadas para o
injuriador.
Em um lempo em que a liberdade da imprensa se
lem al cerlo ponto comedido em licenea, r em
qu* a negto dos tribunaes he nenhiima.fora urna nu-
lilidade eiiAo urna irr'nao arrastar eu o engenhei-
ro Lieulier aos Ihbunncs por crime de injuria, mas
nem por isso deve esle engenbeiro confiar muilo na
impuni.la.le de laes crmes, porque um dia a jusli^a
pode ser vngada.
Manuel Tbomaz de Albuquerque MaranhAo.
ypuhluacaQ a tbioo.
MOVIMENTO do hospital Poituguez de Benefcenca de 16 de maio ao
___________________ primeiro de junho. ,
NUHES DAS MOLESTIAS.
A na zarca.
Anemia .
Ilubao ulcerado
lr.ai. luir capilar ,
Cancro estomacal .
Dvspepsia c ulcera atnica.
Pebre amarella.
Fehre intermitiente
Gastrp-eulerile. .
Ih ir cele .
Ubuiimatismo
Sarcocele. .
Tubrculos pulmona
Ulceras venreas .
Si.ii-.ma .
POBRES.
III1
i
PARTICULARES.
2 10

i
30
^^iv^BSSSS^-tS!! do lodo" "'""t*0 radical *" hyHrle com excellertle resuliado,' feila com a njeccao
Os dous casos de bitos (veram lugar um K horas, oulro 12 depois da enlrada.
I. de juuho de 1856.
Dr. Ciirn-iro Munteiro, medico encarregado do hospital.
SynoiMe lo movimentodo hospital Portn- despachos de expoktacao pel\ mesv
guia le Bentsiicencia, de 10 de maio ao lifo^f^n0?^* C,I,A,,E K0 I,,A
l. de juuho. ---
prisao perpetua, vis,,, como sen importe hV de nm 3^ ^SSSZXtZ^SmST
vSSQEBS *. y!**0 Adolpho. de..... crera"?
O fado que cita o, analVsador acerca do
noel longe de depor contra a moralidade i
pes Goimarles; be mais urna prava de su ,
cAo a ordem, pois que se psssou do modo seguinle-
Havia aquello preto nos lame litareis dias da ulli-
...a epidemia, qoe solTrc.no., chamado sobre si a at-
tensAo do povo, e grangeadn a opinilo de saber cu-
rar o cholera cm raraio de algumas curas, que na
vcr.lade fez, e andava tempre scompanliado de mili-
ta gente : enconlrandu-o n'uma dessai uccasioes o
sr. Dr. Aqu.n ii.teninu prende-lo ; com lal pro
cedinicnlo ex-------------
me.liatamenle apresenleu-se no lugar, fez prender
um escravo do mesmo eslrangeiro, o qual mo-lrava
uo ler parle nn atUMnate rio seu senhor. O cada-
ver que foi encontrado junio a urna marque/a de
pao, liaba a maula inferior eatraiisalada pelo lado
direilo, a garganta Cortada e varios outros golpes so-
bre a cibeen. oonsla-nos que oulras pessoas tambera
foram recolliidas ao aljube. L.stimainos que felos
laes se deem na capital da 11 ilu.i. e que afiual seus
perpetradores eicapem ao castigo da lei.o
i CONFLICTO.
a Hontem ao mein-die. por eeeasilo de urna pe-
qoena qne i o. entre am acadmico do terceirn anao
e nm do primeiro, deu-se um raniim na academia
de medicina, qae ia lendo serian coosequenciai Ten-
I 5
l'obres......... I ( l jo
S I s
4| 2| I
'articulares. | 5~j ~l
I | I i I > | 2 | Ti
Somm.....
OiISKRVACiJ'liS.
Hoiivera lugar a uperarAo radical do h)drocrle
rom excedente resollado, feila com a injiccAo de
orlo.
Os dous bitos liveram lugar um 8 horas, oulro 12
depois da enlrada.
1. de junbo de 1836. Dr. Carneiro Monteiro,
medien eucanegaito do hospital.
LisboaBrgue porluguez Viajante, Tliomaz de
Aqoino Ion-era \ Filil), L"iH saceos assucar
mascavado.
Lisboa Barca porluguez.a ..Carlota & Amelia,
diversos carrega.lores. 550 saceos assucar branco e
_. j mascavado, ^(i arrobas de estopa da trra.
= | Porto Barca porluguez.a -Sania Clara, diversos
rsrregadores, 'MXl saceos assucar branco e masca-
vado, 170 ditos far.nl.a ito mandioca.
BarcellouaUrigue bespanliol nO-rar I. Ricardo..,
N. O. Bieber & Companbia, 2(i8 sacras algpdao.
Buenos-AviesBrgue dinara>rquez nAniia Cecilia,
\iuva Arnnrim -\ Filbo, .IDO barricas assucar
branco.
BBCEBBDOBJA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Ilendiiiieiiii. do li i 1 ,, |s. l;|i!)- dem do dia 19........ 4821641
o ., 'AMBIOS.
Sobre Londres, 27 1|i a 7JI|2.
ri Paria, tlli rs. por f.
o Lisboa, IIK) por 100.
Rio de Janeiro, t|2a I por (Im a
Aceitas do Banco, 35 de premio.
Acces da companbia de Beheribe.
AccOes da companbia Peruambucaua
Ulilidade Publica, 30 purcen
Indemiiisadora. sem vendas
Discnnlo de lellras, de 10 a 12 por 0[.
.. METAES.
duro.uii._a. hespanholas. .
Moedaa de 9MW velhai .
" 69M0 novas .
CtKX).....
Prala.Palacoes brasileiros. .
Pesos columoarios. ."..
mexicanos. ....
ALKANUEUA.
Kendimento dn dia 1 a 18. .
Idain do dia 19......
15 e ,10 dias.
. .i490OO
an par.
lo dt premio.
289 2S9..IK1
. 1I9OO0
. Hta . 95(110
. 29000
. 25000
. I58ti0
2l2:(i:l;ii|ii
Ki::i36j.2l
.'128:9,0JI3I
saiidc publica.
.......c-se pela
l ort.nio anda mais ne-la parle fez
um servieo o ,sr. SebasliAo Lopes, porque eviten
um mohn e respeilou a ainiccAo e anciedade.em que
se achavam os seus Concidldlas para encontrarem a
salvacao, partse ella de quem quer que fosse.
, A aleivosiadoassassinalo.Mendessorprendeuein-
dignou geralmenle a lodos ; e lique corlo o late
ador, de que com ella nada, nada adianto, alem do
horror que causa a coragem e facilidade, com que
impunemente se calumnia, e tanca sobre enfadaos
honestos nnputacrt desta gravidadt pelo abusivo
recurso do dizem |,, ia,,,,, publica etc., tan-
to mais. i|.lauto lendo inecadida esle faci ha im-
menso lempo, nunca se onvio dizer, ni;e nelle li-
TtJM pane o Sr. SehaslAn Lopes, nem qne hoves-
Desrarregam hoje 20 de junho.
IlrigucinglezChanecliiirbacalhao.
Biiiiie suecorteonu/rafarinha de trigo.
Bnitue sardoDainalagedo.
Escuna brasileira/-.leirafarinha de trigo.
Barca iugleza.IM/oraferro.
Escuna brasileiraLindao resto.
IMPORTACAO .
Brigne inglez. Clianticleer... viudo de Terra No-
va, consignado a Schranim Schaleig \- C, manifas-
lou o -cgumte :
2.(iltO barricas baealhao ; aos mesmos.
Biigue nacional .1 Elvira, 11 viudo do Rio de Ja*
nc.ro consignad ajote Joaquim Dias Fernandes-
manifesloo o seguinle :
I calile livros e carnizas ; a J. C. ,|e Faria
I.IOII barricas farii.ha de Irigo, SO rolos fumo, lili
saceos cafe (i caxoes, 91 volamos, 50 caixas e 85
litas com cha ; a ordem.
oO.NSULAIKJ'liKRAL
Rendimtnto dodial a 18 28:fillair,
,de"> ">"......:
:0:7l()al7.1
MVER.SAS PROVINCIAS.
Kendimento dn dia 1 a 18
dem do dil 19. .
I:729I.V>
99)385
1:82S3.M0
I :.V-7;,-)2
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudiinento do dia 1 a Is 12:l9(i;78l
dem do da 19....... 2:180811"
li:37(i-933
RIO DE JANEIRO 13 DE JL'NTIO.
Colacde o/ficiaes da unta din corredores.
Cambio!.Londres : 27 :1|8 a 9(1 ds.
Manelha : 3(i a 90 ds. direclamenlc.
Desrniilos8 l|2, 9 e Id Om,
Acces de compatibias.(.limpaubia de seguros ma-
ritirnos e terrestres a realisar
no dia 25 do correnle 8(t-000
premio,
dem dem a dinlieiio 8(ia"
dem.
Banco Rural: a realisar no
im do anuo 1.18-3 idem.
Ceorge Iludan, presidenle.
//. A. It'liitacr, secrel-rio.
As Iransaceoes cm cambio toram boje sem impor-
tancia, tochando-se a cularAo.
Em cate houve vendas insignificantes; nAo mon
laram a 2,50u saccas as Iransaceoes do dia.
O mercado em ..eces esleve animado, fazendo-sp
trausareoes de alguma importancia as dos seguros
martimos e banco do Brasil s cotacoes.
CAMBIOS.
Londres 27 1|2 a 27 3|8 a 1,11 e 90 dias.
Pars 350 ris a 90 das.
Hamburgo 653 rs.
Lisboa 97 a 90 "In nominal.
METAES E PONDOS
METAES. ticas da patria. .
" hespanholas
" Pecas de (5KKI vel
calves, Arislidcs Frankln de Morniy, 1 criada c
2 filhos, Frcderico Mornav, .mil!.cune Jos Fi-
lippe, o prelo Itere Botlo, 1 desertor e 3 praeta
do exercilo. Seguem para o norle, Dr- Manoel
I eriulrauo Thomaz. Hcnriques, Dr. Fulalio da
Casta Carvalho, commendador Jos Joaquim Tci-
xeira Viera Bellorl c escravo, Jo- Rodrigues |
dasNevese ua enhora, Joaquim de Souza An-
drade, R Jos da S-lva Azevedo. 2 pravas do ex-
ercito, Dr. Marcos l'ereira de Salles e 1 escravo,
Antonio Mendes Pereira, Joo N. de Andrade.
Rio de Janeiro e Babia5 dias. vanor inglez eTlv,
rnmii...n lauto \V. Slrult. Passageiros, Dr. Ncllo,
Dr. Francisco I'.m nan le. l'adilbi, Manoel Auto-
nio Alvares de Brilo, M. M. Bookcr, Luiz Jeau
Beau.
liba de Santa HelleuaI i dias, barca ingleza riNil
llesparanduiri'., de lii toneladas, .apila.. James
Ealav. equipagem 8, em lastro ; a Me. Calmout
i\ Onipanhia.
libas .le Sandwich mezes e l|2. galera amciicana
nCoriolanus of Mvstic, de 963 toneladas, capitn
W. (Jwynne, eqaipagem 21, carga azeile de peixe;
ao capillo. V eio refrescar e segu para Slooing-
ton.
Fuideou no l.nmeir.ioBrgue esenna de guerra in-
glez nSpvii, rommandaule l.uckrafl.
New-Zeallnd63 das, galera americana Plantar,
de 340 toneladas, capillo Ileury Peaie, equipa-
geni 23, carga azeile de peixe ; ao capilAo. Veio
lefrescar esegu para Niulucket.
.''aciox tahidot no mesmo dia.
I'irahiballii.le brasileiro nCiin-s, meslre Ber-
nardino Jos Bandeira. carga (aboa.lo e mais g-
neros. Passageiros, Jos Francisco Bilancourt,
iuiz E. Rodrigues Viaiina.
PbiladelphiaBrgue americano .iFairv, capitau
Samuel P. Willeby. carga assucar. Passageiros,
-Nicolao II. Jnior, Joao Baplista Nomeriano, Da-
vid Holln,mi.
BahaLaucha brasileira rrl.vraeAo, mestre Jos
Juaquim Silverio do- Sanios, carga (amiba de
trigo e saino.
demBiigue americano Hellen, com a mesma
carga que Irouxe. Suspenden do lameirao.
Liverpool por Macei Barca ingleza oHoaling
Cloud, capilAo Wm. Oirm, carga assucar e al-
godao.
Rio (randa do SulUrigue brasileiro nConceicaou,
capitn Joaquim Ferreira dos Santos, carga assu-
car. Passageiros, JoAo Manuel Rodrigues, Fran-
cisco de Paulo (oncalves Ferreira, Manoel on-
calves (-'erreira.
Southamplun e porlos iusermedios Vapor inglez
"Taya, commandanle W. Slrutl. Passageiros,
Albino Jos Goocah es. Adolpho Lalouelle, sua se-
nhora e 3 filhas. Heory Hangier, Jos Cesar de
Uniran, Jos Filippe llezena de Menezes Jnior,
Francisco de Paula Rodrigues, Henrique Luiz. da
Cunba e Mello, Henrique Jos da Cuuha, Luiz
l.ii' ion Poulaim. Lauriudo Jos Alves de Olivei-
ra, Vctor Jo beiro. Delphiiio dos Anjos Teixeira e I filha, Ro-
ben Bastn (ardiner, Manoel Jos Salgado Con-
t eseu pai, Seve, soa senhora el irmAa, Joaquim
Antonio I-arias de Abren e Lima.
0 Dr. Joaquim Francisco Duarle, suppllente dojui-
zo de orpbAos e ausentes, nesla cidade do Recite
de Prruambuco e seu termo, por S. M. I e C,
queDeos guarde etc.
Faro saber aos que o presente edital virem, que
findo os dias da lei, serAo arrematados em hasta pu-
blica por vendapio dia 27 de junbo correnle, os nena
constantes docscripto que -e acha em poder do por-
leiro deste joizo, cujas bens pertencem a l.eranea
do finado Conslanso Camucuiui, e vao a praja a re-
qucrimenlo do exequente Dr. Joao Baptisla Casa-
nova. .
E para que chegue ao conbecimento de lodos.
mande! pastar o presente que ser afiliado no lugar
do costume.
Recito li de junho de 1850. Eu (aldino Temis-
locles Cabial de Vasconcelloso snbscrevi.
loaquim Francisco Duarle.
O Dr. Joaquim Fraucisco Duarle, juiz de urphaose
ausentes, suppleule cm excrcicio, nesla cidade do
Recito e seu termo por S. M. 1. e C. a quem Dos
guarde etc.
Paco saber em como Luiz Melauiro Franco, me
dirigi a pelicAo do Ibeor seguinle :
Ol Luiz Metaniru Franco, resllenle nesla cidade
e casado com I). Joaquina limbelioa Correa de Bri
to, hllia legitima do primeiro matrimonio da finada
. tmbeliua llosa Peatoi Siqueira Cavalcanli, casa-
da que foi a segunda vez com Luiz. Francisco de
Mello Cavalcanli, que lemlu fallecido sua sogra no
dia 6 de maio, sem testamento, Picando pelo seu fal-
lecnnenln alguus i.cns de seu casal, e alem da mu-
Iher do snppluaiile e mais herdeiro legtimos do pri-
meiro casamentoAmonio, menor de 14 auiios, e
Mara, manir de 12 alios, e acontece que 0 dito
Luiz Fraucisco de Mello Cavalcantl.hi quasi 9 anuos
abaudonas-c a companliia da fallecida e presente-
mente iguora-se ae vive e qual o lugar de sua resi-
iteiicw, i'como i.Ao scj.i po.su el. que permane^am
esses seus bens por mais lempo tem adminstracAo
legitima e nem screm inveotoriado-, visto como ns
herdeiros da fallecida querem addir a heranca a be-
neficio de inventario, por tu 11 i_.to vera reqoerer a
V S. que dando im entonante a ditos bens, proce-
da-se us termos do intentarlo, sendo para islo ri-
lado com baixa o meeiro por edictos com os dias da
le, e os duus orphos por si, a de 12 anuos e am-
bos na pessoa do seu tutor Francisco Jos Arantes
eu Dr. curadoi geral. l'edcao Illm. Sr. Dr. juiz
dos orphaos assim Me detita.E R. M.I.niz Me-
laniro t raneo.
a qual sendo-me apreseula.la .le n despacho do
Ibeor seguale :
Dislnbiiida e juriiulo como requer.com ascitaeoes
necessarias. Recito 5 de junbo de 18>(>.Duarle.
.Nada mais se cocinilla em dilo meu despacho,pelo
qual replicn o mesmo snpplieante pela manera se-
guinle :
Illm. Sr. Dr. juiz dos orphAos. Com o devido
respeilo e por meio de replica vem o supplicante
allegar que o inventario da finada sua sogra esta su-
geito por depeudencia ao cadmio io esciivo deste
juizo linio.
Visto como nesse cartorio ja foram processados o
primeiroe segundo inventario, islo he, o do pri-
meiro marido da inventariada c dos pas deste, e
quando por e-le nao estoja est rigorosamente por
aquelle, islo he, o do finado sogro do supplicante e
por iso dispensa a dislriboiclo, sendo somonte ne-
psssario a nomeaeAo do nventariaute que prestara'
juramento. Luiz Melaniro Franco.
Como retraer.O asrtelo Brilo proponlia pessoa
idnea para servir de Inventarenle. Recito 5 de
junbo de 185b.Duarle.
Nada mais se coiiliiiha em ditas pelicese em vir-
lude das quaei se passou a preseule.pe'la qual man-
do a todos os prenles, amigos e conhecidos do dilo
o laeam scienle ein como por esle juizo se o cita e
chama para vir proceder a inventario de sua finada
mulher D. I'mbelin.i Rosa Pessoa de Siqueira Ca-
valcanli, proseguir nos termo- do mesmo c partUha
alo lina! senlenca, e para que em nenlium lempo se
chame a ignorancia, eslaudo ja citados os i.uns inte-
ressados prsenles.*
Esle se lixara no tugar mais publico desta cidade
c pelo n Diario desla mesma cidade.
Dado e passado nesla cidade do Recito sob o signal
o sello oeste juizo ou valba sem sello ex-causa, aos
II de junbo de 1856.Eu Flonano Correa de Bri-
lo, escmAo o liz escrever c subscrevi.
Joaquim Fraucisco Duarle.
Mnedas de .
11 Soberanos. .
Pesos liespanliiies
da palria .
Palacios. ...
Apolicesde t '........
proviuciaes
Pl BLICOS.
. 289800
. 29*000
lias. 169000
. 9*000
. 89900 i.
. 18920
. 19900
. 19920 ..
108 l|2 ',
102 a 103
9*000
25000
19020
19960
Correio geral.
BelacAo da crias seguras vindas pelos vapores in-
glez e hrasilciro, para os senhores abailo declara-
dos :
Anlrmie Joaquim de Moraes Castro.
A." Luiz de Oliveira Azevedo.
Fve.lerico L. (mimante.
F. Iligor.l & Companbia.
Francisco Jos Tarares da (ama.
F. de Paula Figueira Saboia,
(justavo (abriel Cocino de Smpalo.
Joaquim Alves de Freilai.
Jos Candido de tarros.
Manoel Buarque Macedo Lima.
rxs malas que tem de conduzir o vapor ..Impe-
ralnz., para|os pollos do norte, fecbam-se boje as i
oras da larde os jornaes deverao ser entregues Iros
llurilS iiiih1.
- Helo riscalI da freguezia de S. Jos se lavraram
ranos de acbada, uo dia 17 do eorrente. contra Josc
Das da a.lva Cardcal, multado em 2-XIOtl. por in-
fracto do art. 2.; lit. 11 das postaras de :t0 de junho
,-S:/!,t0,,,0-,l;Lo"" ,:areiro em (KrjOOO
reincidencia), por infraccAo do arl. 8 do mesmo li-
^i'i'T^VM'f S'crelra .tacamaca muni-
cipal do Recto 18 de junho de ISVh'.-O secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
Rio de J..iih-11'ii.
0 pataclio iiTbereza In, de que he capilAo Jote Ig-
nacio Pimenla, vai seguir viagem para o Rio de Ja-
neiro com hrevidade, por ter grande parte do sea
cirregamentoengajado: quem no mesmo quizer car-
regar, dirija-te ao escriplorio de Bailar & Oliveirt,
na ra da Cadeia do Recife n. 12.
Vendc-se urna Larca.;., ainda nova, prompla
para qualquer viagem, a qual carrega tlOO saceos ,
para ver, em Fra de Portas, estaleiro de Joaquim
da Costa, e tratar, no Forte do Maltas, prensa de al-
godAo de Manoel Jos da Silva Braga.
l'ara o Cear sabe com (oda a brevidade o pa-
utbala nacional Anglica lem parle da carga
prompla, para o resto ou pasiageirm trato-e eom o
consignatario Luiz Jos de S Araujo, na ra do
Brum 11. 22, 00 com o capilAo Jos Joaquim Alves
da Siiva, largo da assembla numero 8, segundo
andar.
PARA O RIO DE JANEIBO.
Hiato nacional n Tigre segu em poucos dias por
ler parle do seu rarregamenlo, para o reste da car-
ga Irata-se na ra da Cadeia n. 39, segundo andar,
com V. A. de Souza Carvalho.
COMPMu FRANCO-AMERI-
CAN*.
Espeta-so
o vapor
Fran -Con
tois com-
m andante
Fournier ,
indo para
E u'ropa :
para frete
L. Lecomtc
Feron iV. C, ra da Cruz n. 20.
Para a Baha.
0 veleiro e bem conhteido hiale brasileiro Ame-
iao pretende seguir al o dia 22 do correnle, lera
lous tercos de seu carregamenlo promplo ; para o
resto Irata-se com o -eu consignatario Aulooio Luiz
de Oliveira Azevedo, rua da Cruz n. 1.
Para a Babia v
segu com rauila brevidade o veleiro patacho brasi-
leiro Esperaoca por ler ji promplo melado do seu
carregamenlo ; para o resto e passageiros, para os
piaes lem excellentes commodos, Irala-se com o
eu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
ua da Cruz o. I,
SetfeS.
Agencia de leudes na rua*
da Madre ,de Dos n.
5, de Vieira da Silva.
Sabbado 21 do eorrente, a's 10 horas
da inanhaa, serao arrematados miiitos
ohjectos, mobilias .'pianos, e tudo mais
que esliver patente, e sera' vendido a con-
tento dos fregueses.
Las-erre & Tisset-ircre farjo leilao, por inter-
venca.i do agente Oliveira, de ama porcao de man-
leiga franceza da ultima importada i quinla-feira,
I!) do correnle, as 10 horas da manhaa. no arma-
zem do Sr. Annes Jacome, defronte da arcada da
alfandega.
O agente Borja por aulorisac.o do Eim. Sr. l)r.
juiz especial do commercio, conforme o seu despa-
cho proferido em requerimeoio dos curadores lis-
cae* ua mas-a fallida de Manuel Joaquim Alves Pi-
loiiil.o, f-r l.'iian .la. .lvidas pertencenles a referi-
da malta, as quaes monlam i quanlia de I0:23893HU
res, cujos livros e mais documento! se achara .era
poder do mesmo agente, em seu armazem, rua do
Collegio n. 15, oude lera lugar o leilao. .Sella fei-
ra -JS) do correnle, as II horas da manbla.
T. de Aquiuo Fonseca A Filhas, terSo leita
por 1 aiter venc.i do agenta Oliveira, de cerca 100
barricas da auperior farinha de'trigo de Lisboa, te-
les i vonlade dos compradores : seila-feira, tS) do
correnle, ai 10 horas da manhaa, no armazem do
Sr. Annes Jacome, defronle da arcada da alfandega.
O agente Borja Tara' leilao, quarta-
feira 25 do eorrente, a's 1,1 horas da
raanha, em sen armazem, rua do Colle-
fio n- 15, de 7 escravos mo^os de bonitas
guras, sem achaques de qual dade al-
guma, uns tm otlicio, como bem, mes-
tre di; assucar, purgador, destilador,
baii(|ueiro, carreiro, vaqueiro, e outros
propt ios para todo o servieo e dous pti-
mos escravos cozinheiros, etc. 03 quaes
serao enttegues sem recusa de qualquer
prero maior que oH'ereram, visto serem
vendidos para Hquidarfio de contas nesta
praija.
Roslron Hooker fc Companhia larao leilao, por
nlervenrao do agente Oliveira, e por conla e risco
de quem peitoncer, de cerca de PO barrica! de fa-
rinha de trigo, recenleineule importadas e avahadas
a bunio dos navios americanos 11 Nanrv e Em-
blem as ultimas-viagens de Nova Orleans e Pbi-
ladelphia para esle porto : segunda-feira, 23 do cor-
rate, a's 10 horas da manlia.i, no seu armazem, uo
hecco lo donralves.
UMo* SDeDcrSo^
9(;:i0Dd <
tSUUTi s
(Jornal do Commenit do Rio.'
SUS
. .Vatios entrados no dia IB.
Kio de Janeiro e porlos intermediosX das e li
horas, vapor bra-ileiro "Imperatriro, commandan-
le o I.- lente A. C. de Brilo, Passaseijos, re-
verendo Pedro Lina de Vasconcellos, Antonio Jos
deViveiros. Manoel Denlo da. Silva Mag.lhes,
Luiz Correia de Menezes, Joto Casemiro da Silva
alachado, Jos Joaquim de Oliveira. Jos Antonio
dos Sanios Andrade, Julo (arela Comes di Silva,
\ iclor Jos da l'reilai Reis, Vid..rio Antonia de
-Alrantar.1, Francisca Custodio Sampaio, Joo Oia
,le Cislrniniimaree, Homingns. Inj Pereira (mi-
ILEGIVEL
AO RIO
de Janeiro
soup enj ponen lempo o bri-
gue nacional MARA I.I.ZIA.
capillo Jlo la Silva Moraes,
sopado rereher atouma earej
miada e escravos a rrele, para
ni quaes da as mijlhores ae-
JSna^Sci conimodaces e Irnlameulo:
Irala-se ce Anionio de Almeida Comes, na rua
do Trapiche n. 1(>, segundo andar.
A barcaca uConceica de Mariao, ela' promp-
la a seguir viagem paia a Parabiba 011 Mamangua-
pe : quem nella quizer carregir ou ir de passagem
pode ..irigir-se ao trapiche do algoda.., a tratar com
o meslre da meima.
Para o Porto segu com toda a brevidade a
bem conhecida galera portogncia Hrarbarense :
p.ra carga e pa-sageros, para n que (em os mais
acetados commodos, trata-a com os consignatarios
T. de Aqunn iFonsera v-, l'jlhn, ou com o capitn
na pra-;a.
O r. Lobo .Moscozo dei\a de em-
barcar para a Babia, conforme tinha de-
terminado, e declara a todos os seus
clientes, que o acharao dia ou noite
prompto para o servieo da sua prolissao.
LOTERA Di PROVINCIA.
Sabbado,21 do corren-
te, s 9 horas, he a extrae-
co da primeira parte da
primeira lotera ae Nossa
Senhora du Li va memo.
Oliveira Jnior SC.
No da -I do eorrente, (inda a audiencia do
Illm. Sr. Ib juiz de orphaos e ausentes, e na sata
das atestis, se hle de arrematar por venda 5 pares
de argolas com brilhantes e pedras preciosas de mui-
lo valor.
Permula-se ou vetide-se pof casas
tarreas, e tambera se arrenda, ara grande silio na
estrada nova, com boa casa de vivenda, jardn) na
frenle, rocheira. estribara, qoarlos para pretos, poro
com agua potavel, hinque para banho, 3 bailas coin
capim j plantado, sapotizeirot, mangoeirat, conde-
ceiras, bastantes cajueiros, com perlo de 00 pes de
larangeiras e mais diversas arvores de Inicio, com
terreno devolulo para planlar-se ou fazer ara oulro
silio, todo terreno rom freule para dita estrada, pas-
satiilo a primeira bomba, o primeiro purto de ferro,
chaos foreiros; a tratar na rua dt Cadeia Velha o, (i.
tima das herdeiras da fallecida Mara Fraucia-
ea dos Anjos Bastes, previne ao Sr. Jlo Florentino
Cavalcanli de Albuquerque, conseuhor do eitgenho
Jussaral de cima, de Serinbaem, que nio eslea pelo
annuncio inserto no uDiario n. 113 delTdocor-
rente mez por Joiquim donralves Bastas, para que
no pas.ie sania a elle as (res lellras que fallan) de
1:1089995 cada urna, porque Ihe nao pertencem, e
sim aos berdeiros da dita fallecida, como se v do
codicillo'nas notas do labellite Cusa Monteiro, feilo
em l!l de dezembro de I8."i:{, cm que ella declarou,
que as qualro lellras da venda da parle do enzenho
feila a S. S., seu irmao Joaquim Gonealves Bailo!
linha licado com ellas para cobrar, sem que ella fi-
zesse iraapasao ataum, e o mesmo ja havia annoacia-
do pelo a I ii.irio. n. !17 de 27 de abril de 1R55, e es-
creven varias cartas para que no se pagase senao
a ella, e assim, boje que he fallecida, so ao testa-
ineiiieiio nomeado he que devem ser pagas, para dar
a inventario, e fazer-se a parlillia entre os mais her-
deiros.I-ahel llvpolita de Araujo Bastos.
Alusa-se um prelo ptimo cozinheiro, lano
para casa de famifia como pira casa de mocos sollei-
eos : quem quizer anuuncie ou dirija-se a rua do
II .ii-.-l n. i>, que ah achara cora quem tratar.
Va rua lliaeita, sobrado de um andar n. 33, ao
p da bolira, fazem-se bolos de S. Jlo enfeilados
com canellaB, flores de alfuim, bolo fraucez, bom
bucado, bandejas de hnliiibos, pao-de-l, pastis dn
nata, dores de varas qualidades.
Fumo pela lereeira vez'uu dia 10 do correnle
o mulato Luiz, que (o escravo do Sr. Domingos Jo-
s Marques, o qual Um sido visto no Monteiro, te-
vou valido calca c canjisa prela, representa 3 a 40
anuos, lem o lorno/.clo dr> peesquerdo inchado, que
o faz cochear,cor clara, cabellos sollos, olhar de ban-
da c- inclinado, (ral.alba de sapaleiro e de enxada cm
sitio, e lenisido auazilhado por alguera na Casa For-
te e noMonleiro: quera o pegar entregue-eaoabai-
\o Issignido, qoe sera recompensado' na rua da
Piaia de Santa Rila n. 3 ou no cartorio n. 19 na rua
das Tnncheiras. Na mesma casa se precisa do um
feilar para silio, e afora-se um terreno com 270
bracas de frente e 110 de fundo, sendo este para o
raininho do ferro c aquelle para a estrada do sul,
confronte Boa Viagem.
Precisa-se de um caiteiro para padaria : na rua
das Cruzcs n. 30.
Fica em poder de Antonio dos Santos Vieira o
bilhele n. 2b> da primeira parle da primeira lote-
ra do Livramento, perlencente ao Sr. Joaquim Fer-
reira da Silva Jnior.
Precisa-se deum homem forro ou caplivo', que
ssiba lirar leile em \ acras e andar rom ellas nn pas-
te,: aira/ da milriz da Boa Vista n. Ib.


jMWO* riftMMBHO sEXT feim 20 i junho 02. isst
i
*rbUHAS PRECIOSAS. -
% I
j Adcrec,otde brilhaulc:., '.
w, il 1,1111.1 ni- e perol, pul- .
jjj reiras, allineles, brincos jj:
S o rozelas, botes e aunis *
jjj de differenles gostos ede *
* $
I0REIBA
MARTE.
UJA !hf MUITO
Ra do Cabuga' n
Reccbetti
?i OUROEPRATA-
1
...,.
9
-
7.
i Adercoos compiclos de
B ouro, meiosdilos, pulcei- V"
* ras, alfiucles, brincos e *
Comprara, .dea, | ClwOS ViporNta JfiU-
Irocam prala, ouro, bri- J
II.....-- j:____..._______ *
K lhantcs.diamaotcsepcro- -*
* la, e mili .1- (fuaesquer H
H jis* de valor, a ilinheiro
? uu por obras. *
WHaBBRffiSBffiSB*S fctiil
rop
modet
lO 1!'
rozelas, conloes, trance- s
i lin. medalhas, crreme ;?
MfT t()- # eellfe"es Par reloBio, e *
oulros muitos objeclosde J
* ouro.
Apparelhos complelos, *
48 OlfS flO I1> S I ,le.lir4l;'. para cha. han- *
dejas, salvas, casliraes, SE
Fruncii como
*! colheret desopa ederh, .*;
. e muitos oulro objectos |
I de prala.
,-'> .?. o" ; i ;?.. :? ; ;..-
de Lisboa, asquaes se venden por
preco coaimodo como costimiam.
Irorase por utorisarao do Sr. I)r. jais de
ausenles.um oratorio con imagens ornadas de ma-
ta, ou cada una de per ,i, sondo o oratorio ma-
sen, pcrlencenle a heranca jaceuto do listado re-
to Domingos Moars Ribciro, os prelendeoto. no-
den dirigir-te ra de lionas sobrado n >> 1
V*"i daS!' '")ra'' Ha mal'ai'1 fls -',ld arda, e das
Lotera
Livratueiito-.
Aos 5 000.S e 2 OOOsOOO
Cono sabbado 21 do junlio de 1S.")(i.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa que vend
da segunda
Seguros.
A directora da companhiaIndemni-
sadora,em cumplimento do disposto
nos respectivos estatutos, annuuriaque
no dia 21 do crreme pelas II horas da
manhaa, na piara do Commercio, lem de
de proceder-se a* arremalarao de cinco
acroes da mesma companhia, por (alleci-
men todo accionista o Si. Frederico Cou-
lon. Recite 18 dejunlio de 1851.___Os
directores.Joao IgnaciodeMedeiros Re-
g.J. J. Tasso Jnior.Joao da Silva
Regadas.
Desde domingo t5 do correle mei est ausen-
te do grande hospital de caridade o africano de no-
uie Manuel, com idade de 20 auno, pouco mais ou
menos, de estatura baia : recummrnda-se a todas as
autoridades oliciaes a apprehenso do dito africano,
(randa hospital de caridade 17 de junho de 1836.
Luiz do Kego Barros, regeule.
Aloga-se o primeiro andar com grande solio
da casa do paleo do Terco n. 36 ; a tratar na roa da
beozala Nova u. 4.
Claudio Dubcuxmudou oseuescrip-
rio para a ra da Cadea de Santo Anto-
nio n. 15.
Jos Antonio Moreira Dias & C, fa-
zein sciente ao respeitavcl publico, que
teemoseuescriptorio na ruadas Laran-
geiras n. 14.
Claudio Dubeu.x la/, sciente que sa-
biram de sua casa os seus dous caixeiroj
Jos Antonio Moreira Dias e Antonio Ce-
zario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.
I'rensa-se de om amassador que seja bom mes-
tre de masseira : ua roa da Senzala Hova, nadara
u. .W.
~ Aluga-sa orna preta para vender palos, da-se
1 j^Utl ; na roa do Raogel n. 77, primeiro andar.
Aluga-se urna grande casa terrea coro sitio,
no lusar da Soledade ; a tratar no Man^uinho, sitio
de lierculano Alves da Silva.
Eis as verdadeiru bichas de Hamburgo do de-
posito da roa estrella do Rosario n. 11 : alogam-se
s barato do que em oulra qoalquer parle : em
matriz da Boa-Vista na nova loja de bar-
frenlc a
beiru.
Anda se nliisa a casa em Olinda, ladeira da
Misericordia n. 12, a qual esta deseofeclada e pinta-
da ha pouco, e au morrea ninguem da epidemia : a
fallar na ra do Kangcl n. 31.
Aluga-se titn grande e famoso sitio
no Hospicio com casa para grande fami-
lia, cacimba com agua de beber, baixa
de capim efructeiras de diversas quali-
dades: quem quizer alugar dirija-se a
ra do Rangel n. ")(i, que alli achara'
com quem tratar.
Na ra Nova, loja e fabrica de chapeos n. ii,
acaba de receber-se um completo sorlimento de cha-
peos de lodas a qoalidades.
No dia 20 do correnle, tuda a audiencia do
lllm. Sr. I)r. juiz de orpkioa, o na salla das mesmas
e ha de arrematar por venda, a casa de dous an-
dares sita na ra do Amorim n. 10, que vai a praca
a requerinienlo dns herdeiros della, e que loi ava-
hada em 3:000 rs.
Acaham de cheg.ir os moilo desejados e bem
couhecidos chapeo de palha americanos ; na rna
.Xova, loja e fabrica do chapeos n. 4i.
Oabaixoassignado lem justo e contratado com
Ogr. Joaquim leara da Costa, a compra da casa
terrea na ra Wllia da Boa-Visla o. 67, e pede a
quem se julgar com direilo i ella, dirigir se ao abai-
*o assicnadn, na sua loja na ma da Cadeia do Reci-
fe.u. 4i,aleo fin do mez.
Manuel Ferreira de Sa'.
os seguintes premios
parle da quarta lotera de
Nossa Senbora do Guadalupe exlralnda a li do crrante'
n. Tt'ylTi - :0(Mi$000
1-27(1 1 OOiOOO
1 ."id!) 1 (lO.sl)O
1255 ")0.s00(
h 2155 .".(i.somi
venda novos l)i Hieles,
v$ O r. Olegario Cesar Caboss,
^ formado em medicina pela Fcul-
& dade da Babia, avita ao respeila-
p vel publico desta capital e especi-
':" a'ln4'nt<' a s pessoas pobres que
quizerem nlilisar-sede sen presti-
@ mo, que aclia-se residindo no pri-
? meiro andar da casa n. S, sita na
fe ru do Collegio, onde pode


."):00(s
2:5000
1:250j
ser S
procuiido a tnialquer hora. S
P )%
ESTRADA DE FERRO
Aluga-se ama preta que seja boa ensomma-
doira c eoiiurura ; da-se 1550OO : na praca da In-
dependencia n. 3.
No dia 21, a 4 horas da larde, 110 aterro da Boa-\isla, na porta do Sr. Dr. juiz de auseotM. e A. JjL .1 C '
r. rr"D*,ar a Cils" ler,ea Slla '" '"' de Sania' us ""l'u0lts ua companhia da estrada
Hieren n. 23. avahada em 1:000, peilencentr a de ierro-do Recite ao San-l'iancisro tr-m
heraup1 lcenle da fin.,1, Maria Joaquina do Sacra- leilo a chamada da MD-iinrlo ,^, 1
nenio Das. cuo .1 ciiauaua ua segunda prestacao de
duas libras esterlinas sobre cada
^ dla 21,no aterro da Boa-Vista, ua porla do
.Sr. Dr. juiz de ausentes, as i horas da larde, e ha
de arrematar om relozio de oiiro a una pequeua
i'orcao de roupa, .perlencenle a heranra jaceule do
tinado liuilherme Rastanter.
VISO.
accao na
dita companhia, a qual deve ser paga at
o dia 7 de julbo ile 18")(j: r.0 Kio d Ja-
neiro, em casa dos Sis. Mana' Me. Gre-
gorAC.,; na Babia, em casa dos Sis. S.
Davenport& C, e em Pernambuco, no
cscriptorio da companhia. O accionista
<|ue nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
rato as acc/ies, sobre as quaej o dito pa-
gamento nao ti ver sido ellectdaqo, e em
todo caso lera' de pagar juros pelotempo
quedecorrerentreo dia indicdo para o
pagamentoe a sua icalisarao. Rccifc 1 i
de maiode I8.Por oletri dos direc-
tores.S. P. Vcrcker, thesoureiro.
I)a-se dinheiro a juros razoaveis ^or penhores
na ra eslreita do Rosario n. 7, ou d;|s Calcadas n
10, secundo am! 1.
Trecisa-se de um eilor que enlesida de plan-
taroes, para tomar coma de um silio :qaem e achar
nestu cin-umslaucias dirija-se a ra de Apollo ?r-
muzem de Mesqoila Jnior Cardoso.quc achara com
qaem tratar.
Sao convidados todo os senhore devedores a casa
ludida de Antonio Augusto de Carvalho Mariuho,
jue leve loja de fazendas na prarinha do (Jueiroado
desta ridade do Recite, alim de se dirigirem ao abai-
10 astigoado, uo aterro da Boa-Vista n. H, para
amisavelmeule sallarem seu dbitos, ilo corh a
raaior presteza que lliei for poasivel, poi* promet-
le ter toda allenr.io com os que forem 111.14 promp-
los em seo pagamento*, em mo de estar compe-
tenlcmente habilitado a Taztr esta liquidacao.
Josd.de Bilancourt Amaranto faz scienle ao
>r. arrematante do imposto de 20 por cenlo das cuas
ardenles de produejao brasileira, que deixou de'venl
ter ditos espiritas em sua taberna uo aterro da 'Boa-
Vitla o. 84.
Precisa se alugsr um prelo para o servico de
urna casa de pasto ; na roa do Trapiche n. 28.'
Ilenrique Carlos Ha Costa vai a Europa.
A re.sou qoe quer fallar com Joao Hndalo
rlo> mon. dirija-se ao sitio do Sr. /isconde de Loures,
no AITliclos, ou 110 aterro da Boa-Vista n. 5.
etde a ponte da Boa-Vista ate a ra do l.i-
vramenlo perdeu-sc 110 domingo, 15 do correnle,
urna pulecira de ouro com cnmlin.is encarnadas ;
quem a liver achado e quizer restituir na ra do
Aragae 11. 12, ser gratificado.
haz-se bolo c cangica de miiho verde rauito
BMj1 feila ; na cidado de Olinda, atraz do Amparo
No engeiiho Uchoa,
legua, precisa-se de um
teuha familia: quem pret
engenb* para Iratar.
Na ra da Madre de Dos 11. "iG pri-
meiro andar precisa-so de boas costurei-
t-ds para fazer colletes, obras de brim.
l'recisi-se de um homem brasileiro u eslran-
gciru, que saiba bem moniar e tratar de eavallos,
para servir de pagem a um seohor de engeiiho, da-se
boa paca : quem estiver nestas circomslancia e qui-
zer. pode dingir-seao largo da matriz de Santo An-
tonio, casa de um andar u. 2, que achara coro quem
tratar. ^
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de
a. Joc, lava-ie e engomma-se com muila perfeicao
aceio, e com a maior brevidade possivel.
Os Srs. devedores da casa .fallida do
Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
d.ngircm-se a' loja de Manoel Jos" Les-
te) na ra do Quebrado 11. 10, aim de
amigavelmente saldarem seus dbitos.
Vendem-e velas de carnauba a 12600 a arro-
ba e em libra a 420 : na roa de Hortas 11. 7.
Madama Mathicu, modista e coslureira france-
a, na roa do Crnz n. 15, terceiro andar, lem a hon-
ra de participar ao publico qoe tem recebido de
tranca ferros de recortar os babados para vestido de
senhura e meninas, os mais modernos que lem vin-
do, e de muito bom goslo ; o prejo do recorte he a
incia pataca a vara, ele, ele.
I'recisa-se, para a celebrado da missa em urna
capella particular, de um cali* em meio uso com
patena ecoll.criiih.i : quem (iver e quizer Iroca-lo,
dirija-se ao largo da matrfc de Santo-Antonio, so-
brado de um andar n. $&
^-Francisco Jos Fernandes Pires comprou ao
'"neisco da Costa Amaral as dua tabernas da
roa do Corredor do Hispo ns. 18 e20, livres de qual-
quer onns. '
Prccisii-se saber se. existe Desta cida-
de ou provincia o Sr. Manoel .loso Fe-
nandes de Macedo, o qual a aaui ev
levo i-m 1K7 -, tu-. 4 i- 80i ; e como depois dis- | eoeravel orden, terceira de S. Francisco desta ci-
* Kgaintea ra*: l.ivrameulo, Direila, becco
edro, largo de S. Pedro, Mondo ovo e ra
jan de ir ou mandar pasar o respectivo'
na ra furos ao abaiio aasignado, solicitador da manta or-
n. 36, primeiro an- ,!,e"1, u,'loosdj,1!* das ,lorils as '' ''' maiihaa, no
' aterro da Boa-Visto, casa n. I, primeiro andar, al o
da I.- .le pillio prximo futuro, depois do
cobranio execulivamente.
Manoel Luiz da Veiga
LOTERA da provincia,
Aos 5:000s e 2:000.s0u0.
Sabbado, 21 do corrente, andam a-
rodas da primen-a parte di. primeua lo-
tera da groja de Nossa Senbora do Li-
vramento: ainda testam alguns bilheles,
meios e quartos, rubricados pelo abaixo
m tsz:" mVt B01 pl*:? ?bsixo d^*.
reteuder dirija-se ao mesmo nJs l0J.as Ua V'a,l:> da '"dependencia ns.
I_~>, 15 e 40; travessa do Quebrado n.
39A, ras estieita do Rosario 11. 50,
da praian. ")0, do l.ivramento n. 34, lar-
go do Terco n. 18, aterro da Roa-Vista
ns. 58ei*, sendo que, os <|ue obtiverem
sortes grandes, o possuidor recebera' nao
s o sen premio na eonformidade da loi.
mais tamben os 8 por eento.
Bilhete inteiro sSOO recebe
Meio bilhete o.fOOO
Quarto I 300
bilhete inteiro
quartos
bilhete inteiro
quartos
dilos
lem exposto a
nejos eipiarlos (la primeira parle da pri-
meira luloria de Nossa SenllOta (lo l.i-
vrameulo, na ruadaCadeia .lo Kecil'o n.
>, loja de miiide/.as de Jos Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. .",7 e 2!l. loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
mesma praca loja de bilhetes n. i, da
viuva Bastos, e as dentis ja" conhecidas
do respeitavel publico.
Bilhetes .s-SOO recebe por inteiro
Meios 3$000 .<
Quartos I.SOO .<
Os dous premios grandes da referida
loleitado Livramento, naoestao sujeitos
acs 8 por cenlo do imposto geral, tra-
zendo ellesa rubrica de S. d'A. Ferreira.
Pernambuco 17 de junho de 1800.Sa-
lustiano de Aijuino Ferreira.
l'recisa-se de una mnlher preta-011 parda
livre, de idade, e de bous cosime, carreeoc do tral,ojelo de urna criauca : quem se
adiar ueste caso dirija-se ao sobrado "n. K, da ra
de San Francisco, como quem vai para a ra
Bella, para Iratar do ajusto.
Hermula-se :um sobrado urna |casa terrea e
duas ptimas olarias |no logar dos Coellios. ludo por
um bom silio perlo desta praca : quem este negocio
quizer fazer eutenda-se no mesmo losar com Jos
Carnciro da Cunlia.
O. Francisca de l'aula Chago e seu filho
t-raiiriscuJoseCabral e Anaslacio Francisco Cabral
Jnior, acradeceui cordialmeule a todo aquello
que hourarain com sua preseuca, as cieqaia de en
muito presado maridu e pai Anaslacio Francisco Ca-
bral e com especialidade ao lllm. Sr. Jos Nicolao
Ffaoea Selle e Manoel de Souza Fereira Jiinior, pela
maneara urbana com que se pre riodo de sua enfermidade, romo depois de sua mur-
le, ao quaes licarau eternaineule gratos, e junla-
inenle aos relisiosos Carmelitas que uraluilameiile
M preslaram a lao pi acto,
Ainda conllnua a estar fgida a preta l.ui/a.de
nacilo MorairRnque, cega do olho direiln denles li-
mados, reprsenla ler 10 anuos de idade, alia ma-
gra, con.ta que anda lavando roupa de gaoho, lem
sido vista em Santa-Alina, l'oro, Acua-fria, e Ar-
raial, he muilo conhecida em Beberibe : roga-se as
autoridades policiaes e capilaes dec.iropo a prendam
*mandem a ra Cadea Velha n. I, que paearao o
u Irabalho.
Anula se precisa de una ama para o servico
interno c torno de urna casa de poura Familia a
da-se sendo hvre XjOOO mentas*, o cscrava llOOO :
quem qulztr diri|a-se ao largo de S. Pedro sobrado
de om andar n. .1.
Perdeo-ee desde o principio da roa do Rangel
ale o beero do Podr, viudo pelo becco do Sara|iatel
um aIGneile de peilo, do uso, esmaltado : quem :
achuu querendo restituir leve-o na CWDM do Car-
ino 11. 1(1, que se gratificara.
OITerere-se um menino de idade de I i anuos,
ha pouco saludo da escola, para caixeiro de alsuma
casa, menos de taberna : quem o pretender auiiuu-
cie paia ser procurado, c da fiador a sua con-
duela.
Osabaixo assiunados fazem ver ao senhores
raolelistas que leudo perdido o nlliele inleiro II.
-.1.18, e que esta no verso OMigoodo ; l'a/em ver que
na j pagem o que salnr.
Manoel de Azcvedo Canario.
Antonio Itaplisla Pires.
Aloga-se um eaorove para servir em casa de
pouca lamilla : queui o pretender dinpi-se ao largo
do Paraizo 11. -Ji.
LATEIROSE FUNILEIROS.
Precisain-se destea elDciaei, pagase ben, seudo
bous: ua ra Nova, casa encarnada 11. 38.
Precisa-se de urna ama para cozinliar e engom-
niar para pequeua iaiuilia : na ron d Cruz 0.31,
secundo andar.
'OVIO
i-iOOO
MNI
:i9000
33uSW
71K)
too
IjCOO
8(KI
TLtl
-Vil)
9000
IH>
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lalO
900
UO
560
OU
I.S0
1S0
ISO
19-JIKJ
(UN)
UU)
KIA 1)0 OGEHADO N. 21 A
Vendem-se as segundes fazendas para l-
qidar, milito barato.
Chales de merino de ludas as core com
lranja de retroz
Hilos de franja de laa
Albaneza com man de vara de largura, o
covado
Cortes de riscado escocez
hito de cassa miudinha BIBito lina
Ihtos de chito trncela do ulumo goal i
Damasco largo de aljodao, o covado
Sedinhai de quadroi niodoa turla-cores, o
cu"1'". I9OOO
- iva poca em que se compra um cscravo, por
um prego fabuloso, lw cooultveliuenle a conducta,
a principal qualidade que e deve ler em vista. As-
smi pois, quem quizer comprar uiua cscrava ile urna
couucla Sietoplar,' com viole anuos incompletos,
inulto radia, crioula. bonita DgUra, eilgommi muilo
liem, cose costura chao, COZinha bem o diario de
urna casa, lava roupa, e tambero he etcullenlc qui-
landriia, minio amurosa para andar com crianca.
dirjase a estrada de Joan de Barro*, lilio em que
mura o alferes Assumpcao, con quem l.ua negocio,
cie para ser procurado.
Vcnde-se una linda mulalinha de cinco anuos
oeidaue e duas negriohaa, una de dous anuos e
meio e a oulra de 1:1 metes i u.i ma da Madre de
Dos ii. .i |0ja.
_ Na lalieiua das Cinco Paulas, que loi do Vic-
.01 e iioje adminulrada pe Laraiweira, sua na ra
Augutia, vende-se leda a quilnlade de geoeroa por
preros muito commodos, c a tatufaela dos frCgneiCS.
iiem como;
Ounjos do serlao de Serillo, libra
Uilo do remo superiores
M-nleaa iogleza dita, libra
Ihla dita libra
Dita iance/.a superior, libra
l.ha supciiur, libra
Calo do Kio bom, libra
Saldo amarello muito secco, libra
Uno cnizeiito, libra
Arroz pilado do Maranbao. I .a sor te, libra
Caucs de doce de goiaha lino
l.pioca do Maranbao, libra
tienebra de llollanda, botija
luino superior do Kio, libra
iraqqes u. I, carta
Azeile doce de Lisboa, garrafa
Miiho da torra bom, eoia
Prato boira azul, duna
Violiode Lisboa PKK, garrafa
Uito da Figoeira, idem
Uilo de oulros autore;, idem
Uito dito, dem
\ inagre de Lisboa superior, garrafa
"ilo mais inferior, nlem
Charutos de S. Feliz, caiza
Alelria operior, libra
Macarra.i e lallurim muito novo, libra
Lspermacele americano, libra
Miiho alpisla. libra
Toucinho de Lisboa novo, libra
Uilo de Santos novo, libra
Pomada, duzia
Azeile de carrapalo, garrafa
F; outru mullos objerios.
\a loja das seip
portas.
&m frente u [vranuiuld.
llores de -etroz para enfeitoa de cabello e de ve-
i.ios, camisinbas oe camnala para senbora a cinijo
lusioes, coltorinho para aenhoraa < pataca cada um,
aiaidecambraia bordada, a Iree ro>l re, vealldl-
linea de se ta para meninaa de tres at (i anuo a cu -
' o mu res, ,-amisus para menina a dez tusles, ditas
para senbora a cinco patacas, lenco lie seda prlo-
ruin salpico hrancos, prooriol para quem esta' d
mo a qiiaii,. paiacas, nubieza preta de difiranle i
jirecos, chai) de todas as cores, fil de linho liso u
lavraoo, chitos franeeaas escuras ,. claras, e oulrai
mullas fazendas que qoer acabar.
,t.T ^ eii-!eni-~i; liiiriiiras do reino muilo novas a1
l.t) a libra, alelria a (.',0. qoeijoe do reino muilo
frescaes,, -mkh). ritos do se.lao a (i0. chl multo
superior a l'JXIN), passas nova a 640, bolachas Villa-
verde a 210a libra, macarrao novo a it) : na ta-
berna da ra dos tfartvrios n. :i.
Vande-wa taberna da ra do Hospicio n. I.e
na mesma e dir quem da dinheiro a premio sobre
peonares de piala e ouro.
Charutos S. Fe-
IZa
Farinha de mandioca de
S. Mathetis.
Vende-se ariuna de mandioca muito
superior enova, ebegada de S. Hatbeus
pelo patacho AUDAZ, com mtii curta
viajem,a preco muito commodo : a bor-
do do mesmo palaclio, ou no escriplorio
da ra da Cruz n. '!). primeiro andar.
Vcndem-se dous pianos fortes de Jacaranda
construccao vertical ecoro lodos o melhoramems
ma.s modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra daCadeia armazem n. 8.
POTASSi E CAL YIRGEI.
ruada
Para ven-
i\o amigo e j bem conhecido deposito da
Lade.a do Recite, escriplorio n. 12, ha par
der
de Janeiro e cal
Os verdadeiros charol de S. Flix : vendem-se
na ra du Superiores esrrivaninlias.
Na roa Nova 0.20, loja de ferragen, vendem-se
muito superiores escrivaoiohai, por barato preeo.
\endem-sc remn de faia de muilo boa quali-
J*5' "'egados ltimamente da America : no caes
o liamos, armazera de farinha de llenrv Forsler &
(.onipanlua.
Por menos do que om oulra qualquer parle
imiem-sp na roaeslrrita do Kozario n. 11, no de-
posito de tangoMogn hamhurgueza, os objcclo
abano e novamenlc ebejados :
llolachinlia de -.hI;,
Dita
g"10S.
Vendem-sc relogios suissos de todas as
quaiidades, tanto de ouro comodeprata,
dito galvanisados e foleados: na ra da
Cadea do liedle n. 18: na mesma casa
hatambem meios ebronometros e relo-
gios para senbora de ptimo gosto.
salitre superior.
N eiidc-se e muilo barato, na loja de ferragens da
ra do yoeimado n. 85, em pnro-s e a relalbo.
Em casa de H. Calmo H i, C, piara do
CorpoSanto n. II, lia para vendero
muito supeor potass, da Russia, dita do R '
'ane.ro e cal v.rgem de Lisboa em pedra ludo
a precos tnuuo favoraveis, com os qaes ficarao
os compradores satisfeilos.
SVSTEMA MEDICO DE
l
HOLLOWAY
^mkS^M^^
.^-/
do de pinlio, alcalrao e pixe di
>em aproveitar-se da ba
receber os cobres, pois
Nao se enjeito
t> melal latente,
(Jue lano agrada
A toda eme.
Vendem se por preeo couunodo
eovidracadoa proprlw para n vender
miude/as : na ra .Nova u. III.
Vende-"
100
19600
io
100
800
160
.110
00
.120
300
Os Minores Ireguezes de-
vunlade que ha para se
dous caijcs
fazendas ou
por precisao, c com con licao de ser
para esta provincia, urna oegrinha crioula, 'de iuade
de 11 parala auno : quem a pretender dnija-sea
roa do Cabaga, pnmairo andar dn sobrado ao p da
botica do Sr. Joao Morena Marques n. 0.
Fo de ;
de Lisboa
Dita hamburguesa, lato graode
Dita de ararola dita
10 : Vueijo luiidiiun a libra
100 Presunto para fiambre
200 I l'ouciiiho nilez
Aniendoas eonfeiladas e rraacetaa a libra
eceaos, Peras, Damasco e Uinja lala
llisroilo niBlez, lala surtida
Frascos com conserva de lillerenlcs nuali-
dades '
Passas novas a libra
Amoixas a libra
Btala libra
Vinho chere garrofa
Uito liordeaiu linio garrafa
Uilo dito branco .,
llore lino de goiab caste
^larmelada.lala de .1 libra
Bolita coa .Ijce da Europa de dillerenles
qualidade
Azeile doce francez frasco '
Vinacre K;irra,a
Hantoiga iimle/a raporior libra
Mnbo de Lisboa o inelbor
b oulra umitas cousa
fosse mencionar.
que he possivel
>>O0
9560
89000
-(KMI
?T2II
96M
-MO
19600
i>(ioo
2--100
.-!)()0
^>00
aiKO
520
29000
29000
13600
2NK)n
23000
29000
3640
I3OOO
13120
3700
que serie nunca acabar se
Vende-s
"ti''
O du Bailij
se em saceos de 30 e 100 libras, pur com-
soto V\T '' ^ rU" d4 C'at' ",""em ue c,,ru*
harutos.
Ka rna da Cadoia do RecaTe n. |.-,, |0j.n|,. |t,lr_
Rord, ve.idemse clurulus vrela do fabr.ranle llran-
dao a 2.3:100 .1 caixa de :.() charolo, suspiios de lla-
vana a 23000, regala a 29000, aOaneando-se a naa-
3:000s000
2:(M),s()(l()
1:25()S0()
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
1
J. P. Vogelev lem a bonra de avisar ao respeita-
vel publico, que no seu eslabclecimeuto na ra No-
va n. 27, esquina da Camboa do Carino, encontram-
se os mais ricos e melhores pianos que tem apparc-
cido uesle mercado, de forma de armario, de supe-
riores vozes, constroccao solida, derno possivel, sendo ellos lodos feilos por enenm-
menda, e nao vindos em commlMad, e assim apro-
pnados para este clima, dos mai acreditado fabri-
cantes de Europa, osqoaeselle vende garantidos.
U eslabelecimenio eta iberio al as 8 horas da Dol-
a para a commodidade das familias que quizerem
ver e experimentar os instrumentos.
Luiz ie Pinho Borgs, cldldlo brasileiro, va'
a Europa iratar de sua saude.
Baile de masca-
rado.
SABBADO 21 DO CRREME, \0
l'ALACETE DA RIJA DA PRAIA
Os saines estarao decenlenieute ornados e illumia
nados, e o> directores promettem conservar toda bo-
ordem possivel, e a msica locara novas e encllen-
les quadiilbas: os bilheles acbam-se a venda na
casa do baile, e principia aa 8 horas.
Jn.quini oncalves Bastos, pelo prsenle au-
nuucio pede ao Sr. Joao Florentino Cavalcanli de
Alboquerqoe, seohor do eogeuho Ju-sara de cima,
fregueua deSeriobaem, qUe nao pague a petaos al-
goffli que nao seja ao aununciaiilc as Irts Icilra
que o me-i.io tenilor deu em pagamento pela venda
Uu ditu engeoho, cada uau da quaulia de um coulo
cento e lautos mil reis, ochando-te lodas ellas ven-
cidas, como o mesmo senhor deve estar ccrlo, visto
que aproveiliido-se algociu de sua casa dv estado de
cegueira do annunciaule, Ibe lirou ditas lollra, subs-
liluindo os uiesmas por oulras inteiranieiite falsas,
tem sello, e que mais parecem um papel sujo, o que
agora pode eonneeer o anonoetanle, mandando rever
aquellas letlias, eucoiilrandu-sc en seu lugar cssai
luleiramcule falsas. O auuuuciaule proiesla em
todo o lempo fazer punir aquelle que souber que foi
o autor desse crime, e espera da honra do Sr. Joao
Florentino, que se nao prestara 1 qualquer solicila-
?ao que Ibe faca alguem para receber o pagamento
dessa ledras em prejuizo to grave do am,uncanle
qoe vive cgo e sem os meios de poder subsistir.
Kecife 16 de junho de 1856.
Precisa-se de um homem para o servico de
urna casa de pequeua familia : na ra do Cabuga'
I idade.
Vende-se um resto de arroz muilo bom, pelo
preco de 2>I(H) a arroba para fechar conlaa : nar-
mazem do (.azuza n. 7.
No alerto ,ta Boa-Vista n. 80, vende-se esper-
maceti no eomposieso americano a (io a libra, ma-
carrao. lalberini ecbyoUtoa 100 rs., ervilbas de
Hol anda a 120. grito ue bico a SO r... la.a, con, sar-
(liiihas de ames ,00 rs.. pequeras a 140, cha pre-
lo OPerior, maco de l|2 libra a !)60, c de li a '.Sil,
-"l-'ii r.....r" a "'"' "m '" uporior
a .120 a garrafa, .xeilo doce de Lisboa a 360, s.jh-
nor vmlio da Plgueira a 640.
Vende-se oro eteravo de mola idade: nasCin-
co Ponas 11. 66
Restam ainda por vender algURS e\-
emplares do resumo da Historia do brasil,
por Salvador, adoplado pelo Collegio das
Arles, os quaes se vendem pelo diminuto
preeo de ls cada um : ua rita do Cr-
ioja 11. l(i.
Anda
respo
RU4 DOQIE1M4D0N III.
ChegOU a loja de SantosCoellio um com-
pleto SOrti ment de esleirs da India pn,-
prias'paia (qrrar salas e camas, com urna
jarda de lar guia e as melhores que ate
boje temvindo, e pelo baratissimo preco
.SOO jarda. K '
(ua do Quci-
19.
ina^
m
i
g 2 i f -ssiitos Joel!io.#
; Eiiconlra-se ornis bello sortimeuio de W
& sedas esfosse/.a-, as mais modernas qoe tem ^S
.\-J viudo a esto eidade, tanto em gostos romo S
-, Jm padics. pelo baratissimo preco de V"
"'.- 1$000 o covado; polone/.a de seda "e 'aa, -J
-.? J ".'.'" r*- -. c.va.l.. ; ohltM fraileemos lili
p.idres miudinbos, a 200
lissinio preco
seda "e '
.....s mu- a
;^ lo linas e d- padroes miudinbos, a 260 o iff
sj* covado ; bolonexa bonito fazenda para ac- '--
\ bar, a :I20 o covado; chitas lina escuras, $J
.'J a 200 rs. o covado ; inanias prelas de
|g blond de lindos goslo*, a 9a
l'aboado tle
Suecia.
Alcatrio de carvfto.
Lonas de algodao.
Ditas de linlio.
Untas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho edeManilha.
Tudo iniiiiocoiiimodo.
Vendem-M caitas com vi Iros para vidracaf,
vidros.le bocea larga rom rolhai do mesmo, o roaior
sorlimeiiin possivel : em rasa de ilartholoineu Fran-
cisco de Souza, ra larga do Rosarlo n. :16.
Nos qualio cantos d ra do (Jueimido, loja
le fazendas n. 20, vendem-se corle de laa de qna-
pros de superior qualidade, e de muilo bom gosto,
pelo diminuto preco de >80 o c.irle. panno fino
preio a 2>,S00, jlyioo e COOO o covado, dilo azula
K800, 33 e ijjOO, curies de casemira preta muilo
lina a 5, panno de algodao da Ierra de boa quali-
a.le, sendo esla fazenda a melhor que e lem des-
coberlo para escravos, casa francezas modo lina, e
delicados padies, e oulras rouitas fazendas de diver-
m quaiiitodea, e por preeni Uta baratos, que sa
Vista deltas se podem admirar.
Pianos,
Vendem-se piano erticae ingleses, de eleuanles
modello e eicellenles vozes, fabricados porum dos
mai acreditado autores, prerciado na etposico de
Londres: noarma/.em de Roslrra Kooker&Com-
anhia, pra^a do Corpo Sanio.
Rieiogos
coberlos r descobcrlos, pequeos e arailes, de ouro
e prala. patento ingles, de um do melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
elez: em casa de Southall SIellor i Compauhia, ra
do Torro n. 38.
Rob l.'Aflecleur, Vermifugo ingles, alsa de
Hrisiol, pillas veselaes, salsa de Sands : vendem-
se estos remedios verdadeiros em casa de Barlbolo-
meo Francisco de Souza, na ra lar^a do Rosario
n 36.
(/obei torea
nli s
UNGENTO HOLLOWAY.
lestomum,^6 il,divifluo1sde todas as naces podetu
h'eram ,"'"*"',eCeSSi,ri0',,UC' p" que dalle
-o, d "dl!tU '"T e mT,,r08 ''"lamento
trtame !'""!'n'Pre!"J '"'ilmenle oulros
l^iscraVnard'-"" Poder--''a convencer
nue II 'as rell fm 1'" fS" lel0ra do P""><'"^
m""o i^r c ll ,!r """ "" JU,UI """> e
ram oJmedico 'ma" ce eVr"^^^,'" ^ admi-
epernas, depois de (er permanecido longo
^Wbrt,r^H^5!f
:. ;"','' ae' Poas, na efuso de seu reconheci-
enlo..tocl.raram este resollados benellco diauto
MtoMl^SSed0r' oaUo* "Bi'T-dos, alim de
ma.sautenticareiii sua aflirnial.va.
livelseT,". ,le1seS"er.'"ia do ",,"1 d sa"d ""
'uiHan^m,." C """""'." I" eusaiaresle remedio
, ei nu"f """""d lempo o Irala-
255 Msailaaa nalur.zado mil, cujo re-
cura! ''""" ,"r,",s|e"velmeule : Que tu-
O ungento he ul mai particularmente
seguinle caxot.
matriz.
Lepra.
Males daspernas.
dospeilos.
de olho.
Mordedura dereplis.
Picadura de mosquitos.
Piilmoes.
-.e lila hespa*
milito encorpa*
1 dos e j^raiufes.
Yendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a rna da l.adeia.
Alporcaa.'
Caitnbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Uoresjde cabeca.
da cosas.
dos memhros.
^t";,^' c,,,is y""adel.s.
."^eeorte SS Kf
Fislulas no abdoiiuu em I.'*"" P-
Frieira" e e""dadC!- ll,Cras Da K
liengWas escaldadas. SISSL
Inchacocs. Vea7tnrH? TlKal#*
"-'animacao do licado. ^^jfe"*-*-
da bexiga.
Unde-se esto ungento no eslabelecinienlo aera
p
Vende-so
in-ll ll.-r.H.
a800 'ciscada bocelinha.conlcm bou
O deposito gera be em casa do Sr. Souro ohar
.naceul.co.na ru, da Cruz /, ernTernaml
buco
PABi E26E
11-5000 rs., %
nao se ullimou a venda das
melliores toallias de puro linho, que lem
\indo ao mercado, lauto isas como ada-
mascadas, asquaes se vcn.iem pelo bara-
to preco de!).sOOall.e.-)(IOadu/.ia ; na
ma do Crespn. l(i, loja.
Vende-se corles de chitas escuras ma-
-i/.adas. de (pande largui-a, a 2$400 e
I.sSOO cada um, azenda superior ; na
1 uado Crespn. ir>, [0ja.
.Vende-sena rita da Cadeia do Kecife,
loja de miude/.as n. 7, de Antonio Lopes
Pere.ra de .Mello cV C, ptimas velas de
carnauba, chegadas i.ltimamente do Ara-
calv, por preco commodo : a Iratar na
mesma.
Vende-se muito superior inassa
mates, ebegada no ultimo navio de
va : no larjfo do Corpo Santo n.
mazem de Palmen at & Beltafio
de lo-
lieno-
(I. ar-
\.y chales de merino de rores.liz. s e bordados ;'
;j( nierinii setim muilo boro, a 1a*)0 o cova- ?<
i do; nadapolflo de jarda a 25500 a peca; S
yf dita muilo lina com 20 vara a i-iOO" e W
'; 19800 e 59000, a dinheiro a vista. -'J
VARETAS E S. FLIX.
Osi verdadeiros cbarulos vrelase S. Flix da acre-
dilada fabrica de Kramlao, ,1a Rabia ; ven.lem se
om caixas de Ido c de 50 : na ra do Collegio n. 12,
Pvr menos do que era oulra qualquer parle.
por sueos de
seu valor.
Tendo sido arrematadas as fazendas da
loja da ra do Crespo n.!, o arrematan-
te vende as mesmas por menos deseu va-
lor, dinheiro a' vista.
'r
c
al
virgen]
Lsooii |>oiassa
Russia.
'en.le-se na ra do Trapiche n. *l e
ti;
l.isb,
I. cal viruem
SOOO o barril, velba a ,J0O rs. a
arr jba, e polassa da Russia a 300r*. a lil
telogios de patente
uij;le/.esdeouro, desabnete edevidro :
vendem-sea preco razoavel, em casa de
AllgustoC. de Abreu, na ra da Cadeia
do Kecile, armazcm n. ."(J.
A ttene

*-v,^>,-> .^vv*.*-- .-. ---..-. v.
- ,A J .. I *' *- "*. *^* -" '
*" BOLINHOS PARA CHA'. *"' ''".-';
_<>, O abaivo a-signado faz scienle ao respei- 'y
y lavcl pohliro, e especialmente a seus fre- *^
A Rreies, qoe em sua podara sila 110 palco da ti?
"f *'nla Cruz n. (i. se tchl sorlida de varias ".,,'
-;l'qualidades de bolinhos c de lo las as qua- ;*'J
. lidades de massas linas, romo sej~
:> dos, aramia, biseoolioboa, falias
allia- ..-.
oulras ''
Vende-te um esrravo pardo.de I! snnOS, mui-
lo sadio ede bonita ligura : ,,a ra da Madre de
venda 11. :1b.
l)eos
n. lt.
0mpxfa.
Os senhores proprieta i i.
H
lo loi para Lislwa, por isso quer-se saber!,lad? ""*
si- javoltou: quem dislo ti ver cotillee.- 'e.'ha
dla
eos
ment lera' a bondade
la Madre de D,
dar.
Precisa-se de urna ama para criar e
lomar conta de urna ci anea de I.". dias,
|wja-se bem agradando : na ra do Cal-
dcire.i-o n. ii se dir" quem precisa.'
ARRENUAMENTO.
A|oj a e armazem da casa n. 55 da roa da Cadeia
po Recito junio ao arco da Conceico. acha-sc de.oc-
ropadae arrendare p,ra qualquer eslahelecimenlo
que se
A peasoa que asnooeiou le a casa para 1:500,
punco mais ou menos, dirija-se ao paleo da Sania
Cruz aopu da taberna n. S, dt 2 horas em dianle.
que faz-s* lodo negocio.
yuem precisar dt qnanlia de .Via a joros
penhores de ouro du prala, dirija-se 1 ruada
Pe-
----^...un i^in iic |( l_ ll|| f |ltt> 1 i"" -------- 1
era noulo grande, para o qual tem commodos sulli- "" V l"im"lro andar. Ma mesma casa vende-se
cenles : o, prelendcnles enteuder-se-ho com Jo.lo
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da ca.a n.
S, na mesma roa.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precita-se de amas para am.menlar crianeai
na casa dns eipotlos, a pessoa que a isso se qu.ra
dedicar lendo as habililacoesnecessariat : dirija-se
a mesma no Paleo do Paraizo qoe ahi achara com
qaem Iratar.
um bom banheiro por preco razoavel, em muito bom
estado.
Precisa-se de um eaiseiro que enlenda de ta-
berna, c que d Piador a toa conduela : em IV.ra de
Portas, ra do Pilar n. 145.
Ouein auuuncioo querer 4:0009 am e meio
por cenlo, dando por (acaule 5 casas, appareja na
ra do Rangel o. 21, que se dir quem faz C9le ne-
gocio.
Comprase urna duzia de cadeiras, 2 bancas, 1
maraen, orna meia commoda, orna mesa de jantai
ludo com algosa uso: quem liver dirjate a praca
da Independencia n. 5.
. Compra-se toda e qualquer porrio
deprata velba de lei sem-eitio: quem
ttver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leudes.
Comprase effeclivamenle, lalao, bronzo e robre
vclbo : no deposito da fundido da Aurora, na ru-
do llrura, loco naenlrada n. 28,e na mesma ruudi-
co, em Santo Amaro.
Compram-te garrafas prelas regulares a Hi) rs.,
e de oulras de diversos tamaitos e quaiidades, como
valerein ; na ra dasCruzes n. 40.
Compra-te um|par de chailaleiras, urna cana-
na, um lalim a una espada, ludo em buiu estado,
para ollicialda guarda nacioual de iufanlaiia ligeira:
quem liver dirija-M a ra da Floreutiua n. 36.
Compra-se para o servico diario de
urna casadefamilia.umiiejp-u'possaiite, e
de boa conducta, e que nao lenlii
enemaehaques, paga-se bem
na ra da Cadeia do Kecife
miuilezas.
vicios
a tratar
n. "., loja de
**.Ofc!.
Votnit
WISQ VOS T.WUEIB0S.
i-s lodas de arcos de pao para pipas, de
l_ boa quahdad, e Hacas de vimes, por prec. commo-
do, em pequea, e grandes purioes, chegadas ulli-
mamcule de Porto ; uu ra do Vicario n. 27, a lia-
lar com Antonio Feruandes da Silva Beiriz.
\ eudc-se una crioulinha de K anuos de idade;
na praia de Santa Rita, dislilacao do momlio de ven
lo. Tambera se recebe em (roca alcuma ca-a terrea,
Miliainlo-.-e 11 que se coiivencionar.
Vendem se duas npgras crioulas, bonitas, com
idade de 20 auuos : na roa do Livramento n. 4.
Vaude-se a taberna da ra de Santo Rila o. 5,
muilo afreguezada para a Ierra e mallo : a Iralar ua
mesma ou ns Soledade o. 18a 20, taberna.
Vende-se um pardinho de anuos c de muilo
bonita (icura : na ra Direila n. 1.
Vende-se ou arrenda-se um silio no becco do
bspiuheiro : quem o pretender, dirija-se ra do
I iret, a fallar com Manoel Joaquina Carneiro Leal.
Ooem quizer comprar um palanquim muilo
noinio, novo, c dous pares de mangas de vidro |isa<
como lambem um violao em bom eslado, annuncie
por esto jornal para ser procurado: lambem vcn-
dem-se alguns desles objectos separados.
Vendem se esleirs grandes e peqoenas de \n-
gOto, ditas pintadas deCabindn, tnardanapos de
palha pintados da melhor qualidade, que lem vin-
do a esto mercado, amendoim de Angola novo, 1110-
Ibos de palha de carnauba, Istias com coln, casaes
de rolas de Angola, mel de,pao novo: quem laes
objeclus quizer comprar a grosso ou a relalbo, diri-
ja-se ,10 aterro da Roa-vina, venda n. 80.
VINHO DO PORTO SIPEIUOR CHAMICO.
fcinraiiasde duasduzias e em barris de
recenlemeuto rhegado pelo brigue
vende-te ehicamenle no armazem de Barroca A
Catiro na ra da Cadeia do Recito n 4
oilavo,
Trovador, n
Vende-se una negra de meia idade. que rnzi-
nha e vende na rna; na ra das Crnses a. 9, loja,
se dir quem vende.
Vende-se urna lida escrava muito moca, pro-
pria para iodo o servico; na ra da Credo Recito
n. 1, primeiro andar.
Na ra Nova, loja c fabrica de chapeos n. 44.
vendem-se os s.goiales objectos, o pcrlences da mes-
ma arle colla muilo boa, gomma laci. papelaode
iiim.",;t',ie "UlrUS 0,, ^"arto. Ve'"'e ma'S bar"0d0 I-cera oulra
Vende-se una negra com lodas as habilidades,
moi,a,.crioula. para fra da provincia, e oulra de
meia idade, que cozuiba alcuma con-.,, c vende bem
na ma : na ra do Livramento n. i.
Na estrada de J.,, ,|e Barros, silio cm que
!H!,-"_.l!"S-As<""1,"-'a.' v-'de-se um viicllo
boas
_.-._. massas, bisrouliiihus ingleses em latas, que !.\f
;:; se vende pur proco commodo. 1
Vi J"o Luiz Ferreira Hibeiro. ti
I\a loja das seis
portas
'm lente (I: Liviaitiento.
Itiseados franceses a meia pataca u covado, cassa
pintada a meia pataca o covado, chilis escuras de
lindos padroes, e nao disholam a meia palaca o cova-
do, chitas de dillerenles cores a seis vintn?, castas
de liores para cortinado! a palaca a vara, chales de
corgurAo proprios para acasalhar do fri ua estacan
actual a cinco lusioes. diales de cassa com llores a
duas palaras, chalet de canea encarnados rom
marcllas a duas patacas
bar.
llores
dinheiro vista para aea-
muito gordo : assim como rJoat vaccas naiida,
deleite.
Vcnde-se a armacao da loja da
Direila n. I : a tratar na mesma
11. II.
ra
ra
A SYBILLA
DE
Bajara.
Acha-sea venda este novo li?ro con-
leudo (inmenso o variado numero de sor-
bas, pelo diminuto preco de TiOO !-s. Pa-
pis de sortes avahas cm 48 quadras em
urna lollia por i(> re'is cada urna : na pra-
ca da Independencia, livraria ns. (i e 8.
Vendem-se aa ra Nova n. 3, taberna de An-
tonio Ferreira Lima, queijos londrinos, presuntos de
liamurc e bolachinhas de difTcrenles quaiidades, as-
sim como vinhose oulros muitos mais ceneros, ludo
de superior qualidade e por preco commodo.
\ ende-se o tilio com casa de sobrado do falle-
cido George Kenwurlbv, no locar .le S. Jos do Mao-
guinho, com arvoredos de fruclo o mais hemfeilorias
que nelle se acliam, sendo as Ierras do referido silio
proprias : quem o iirelender procure em casa de Sa-
muel P. .loluislon i; Conipauliia, ra da Senzala No-
va n. -12.
FARINHA E .Mil.III).
Vendem-sc saccas com farinha de inilho.por barato
preco : na ra da Cidria do Recito, loja n. 23.
Vendem-se madapuloes linos c de oulros, com
um pequeo loque de avaria, por precos muilo bara-
tos: na ra da Cadeia-Velba n.24, primeiro andar
Vende-se arroz branco novo, superior, em
ponjaO a a relalbo a UU) rs. a libra : dcfr:n(e da ra-
sa d.i relapso n. 2S.
Vende-se sal do ASM abordo do bricue nacio-
nal u ero : a Iratar na ra do Vicario n. 19, l.o
andar.
A bordo do patacho aTlierc/a io, fondeado de-
fronle do trapiche do algodao, vende-re rarinha'de
mandioca de superior qualidade, polo barato preco
de:to(<>0 cada slqoelre da medida velba, e por me-
nos em porcao grande : Irala-se na rna da Cadeia
do Recito, escnploiio n. 12, rom Rallar i\ Olivcia
Em casa de KalieSclimellaii A C, ra
da Cadeia n. ~>~, vcnde-se :
Um grande sorlimento de vidrosducs-
pelho.
Relogios linos de patente ingles.
Cutiros de lustre, marca castello.
Couros de graxa- <
Cr\ illias seccas cuvgarrales.
Vinlio do Rbenu superior,
ludo por preco comaiodo.
Vende-se cale de primeira qualida-
de vindo do Rio de Janeiro, e por mdi-
co prec-o : no l'asseio Publico loja n. 11.
Riscado escuro e muilo largo, profiri para roupa
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bom goslo a 5?, atoalbado adamasca-
do om palmos de largura a IjOOO a vara, loalhas
de panno de hubo alcotoadas e lisas para rosto, as
mai super lores que lem viudo ao mercado, ditas
liara mesa, guardacapas adamascados e oulras mua
leal llandas por preco commodo vendem-se na ra
do (respo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadnia.
-I Vendem-se velas de carnaoba henil acabadas,
sapa lose esleirs, chegados recenlemenle do Araca-
lv, |or menos do que em oulra qualquer parle : na
ra da Cruz n. :ii, primeiro andar.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
goiu io, sila na casa doSr. cirurciao Teneira, com
muilas freguezias na Capunga. Allliclose Boa-Vis-
la, a cm da da porta, a qual lem lodos os pertonect
a Irbalhar, e na raesma lem um cavallo para en-
Ireg, de pao mi freguezia : para Iralar, na ra da
Snlcilade n. 17. ou na mesma.
Moinhos de vento
com >omb.is dcrepuiopara resarhorlas e bal-
sa di capim : na rondicode I). W. Bowuian,
na r la do Rrum ns. 6, 8e 10.
G;i (I. Li-sltoa.
Veidc-sc uina porcao de barris com cal de Lisboa
por bu-alo preco, c relalbo a .'te o barril t na roa da
Cde a do Recito n. 50.
Vi
o
barr
ra d
IflO.
M LIRO DAVID W. liOVVMAX? ,,A
Ek' PASSAN|H> oJS,
liiisempreum grande soriimenio dos seeuiule. ,d,
teelos de mecban.smos proprios para enS5S- at'
bcr: niocndas e meias moendas da mai. i
couslruccao ; taixas de ferro fundido ""*""'
sanerior qualidade e de 1^-^M^Z
dentadas para agua oaaiijina- de i^T,. '
Cdes ; crivos c boceas de fu a||,ac tZ* '''"if
Jiro, goilhoe,, bromes, mSX2S+,JT
nhos de mandioca, ele. ele 'ceavilboes, moi-
NA MESMA FUNDICA'O
te eveciilam todas as encommendi.r^,. '
modidade cm preco. i">cs.ie con.-
c'Vav.tlIiHS, comento.
posicoes : vendem-se cen
dando poder o comprador
depois da
ca
I condic.lu iQ ..
devolve-lst bW 30 dias
casPa"d "Pr! '?"' a impct.nicia : en,
ReSc,?ee.f.,!!r('-deAbreU- "' *-.*
uno (o I'orto superior.
lem conhecido vinlio do Porto superior, ero
i de oilavo ; no armazem de Rarroca A; Catiro,
B Cadeia do Recito n. 4. onde euconlrarao lam-
bem legular, em barris de quiuto, por preco com-
modo
Foi l
he
carra
aquello
que se
I oi Ir,,.-fe, ido o deposito detle SarOM pura a I,.,
ra de Jos da Cruz Santos, na ra ola ,. VI
irraas 5*500, ;1W)00, ZJ*it
l- que nao for vendido Resto deposito,
fazo presente aviso. p

O
t&
en
ii^g ezes de pa-
tente,
os mel lores fabricados em Inglaterra: em casa de
llenry Gibsnn : roa da Cadeia do Recito n. 52.
AGENCIA
Da ftundicao Low-Moor, ra da Senzala-No-
va n. 42.
Nesieeslabelecimcnto contina a haver um com-
pleto orlimenlo He moendas e meias moendas
para ciifenho, macliinas do vapor e taixas de
ferro b.iiido e coado de lodos os tanianhos para
dito.
VeodB-secaldel.isboaullimamentechegada.as-
timeon o polassa da Rossiaverdadsira : na praca do
Corpo r .mo n. II.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na f^ndipo de ferro de 1). W. Bowmann ua
ra do lirum, passando o chafarte, contina lia-
ver um completo sorlimento de laixes de ferro fun-
dido c batido do : a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
prnnppao: embarcam-se ou carregam-se cm acr-
ro sen despeza ao comprador.
Vende-se cm casa de S. P. .lohnslon & C
ra Ha Senzala-iNova n. 42, sellins inglezes, chi-
carro e de montara, eandiairos e castiraes
los, relogios paienie ingles, barris de gra-
vinho Clierry em barris, camas de ferro,
vi la, chumbo Je manicio, arreios para car-
ao, lonas tnglezas.
coles de
broD/.oa
xan. 9
lio He
de linho
indar.
I rh completo sorlimento de bordados cnmnse-
jam, camisetas cora mangas, cullariuhos, peililho,
romeirai, camisus, roifinhas e pelerinas!; lambrm
lem um completo sorlimento de ricas flores, enfeilet
p.ra cabpca, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
n. -2i, primeiro
: na roa da Cadeia-Velha
adose peito palpilacao uo coraran,coqueluche,
bronchite, dor na garganla. e lodas atmolesii
dos oreaos pulmonares. i""wun
Km casa de Henry Brunn & C., ra da Crus
ti. 10, vendem-se .
Lonas e brins da Russia.
Inslrumenlos para msica.
Espetaos com molHuras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Visias de Pernambueo.
Cemento romano;
Gomma lacea.
itioeiidas siiperiore.
Na lundirodeC. Starr&C., amian-
to Ann.ro, acha-se para vender moendas
de caima lodas de ierro, de um modeloe
construceao muito superiores.
UiZh' d|a P?r'' V1 e J,,ho fuSio d0 ngMno
ll.be.rao lermo da eidade da Victoria, um eicravo
de nonie Flix, o qu.l toi encontrado por um mora-
dor do mesmo engenho, dos Afosados para as Cinco
i onias, dizendo levava carias para o Recito, e lem
ossicnaes tesuioles : altera ordinaria, cor bem foto
desdentado de ambos os qo.ixot.quasi no todo, he
cnoulo, cabello carapinho. as canellas batanle ar-
quelas, quandoanda bola un tonto os peilos para
tora.as poiiiat dos pes virando para ns lados, andar
mudo, os bracos turtos a proporeo dascanellas.olbos
lencos, barba muilu pouca, he mullo rhelorico, lem
pannos, pouco ma.s u menos, j foi serrado ha
lempos, e anda hoje lem marra de relho neSMdo-
-;" f.m !'ma "'ais eem oulra menos ; tovon calca de
alBodaoznba riscado, jaqueta branca, chapeo d; pa-
Iba, e urna Iroosioha cosas : qualquer pestoa que
o pegar, dinja-se a casa de Jos Vieira de Mello, no
lugtr acuna menc.onado, que sera bem gratificada.
lia quairo anuos, pouco mais ou menos, que
ftlgio um cabra ac.boclado, de nonie Jos, o qual
ten. os iianaes seguiulcs : be aleiiado da man es-
querda. bailo, grosso, pernas arqueadas, cabello co-
mo de caboeto, idade O nnos, facilmenlo .-e porte- .
raincolcar como livre serlanejo. he escrtvo de Pa-
checo l-ilbo A; Mendet, do Aracatv, e arhava-s em
cas, de Manoel Jos de S Ara ojo para ser vendido.
Consta que anda com boiadas pelas feras de Sanio
Anlao c oulras villas, e parece que lambem lem vin-
do a esta eidade. aonde talvez ealrja prcsenlemenle.
pnisqoe toi visto na praca da Boa-Visla di mineo 15
do correnle : rerommenda-se a qualquer auloridade
policial, capilo de campo ou pestoa particular que
o apprehendam e leem-o ma do Rrum n. 22, ou
no Aramlv a seus senhores, que sero genernstmen-
le recompensados de seu irabalho, e indcmnisadot de
alcuma despera que fi/.crem.
l'uuio hontem do engenho (iuararapesum es-
cravo de nacilo, de nome Ignacio, ainda iihm; secco, sem barba e bonito figura : levou roupat de
algodilo linto, chapeo de couro, o nina pequea
Iroosa com roupa, sendo de presumir que mude de
roupa. Quem o apprehcudrr leve-o a ten senhor no
engenho (.uararapes ou.a (ravessa do Queimado n.
3, a (ikbriel Antuuio de Castro Quiolaes, que re-
compensar generosamente.
PERN. TVP. DE U. F: DB FRU. 1856
4
V
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4
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J

ILEGVEL


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