Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07414


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Full Text
\NNO \\\II N. 143
>

Por me/os adiantados 4/J000.
Por Ti mt/.cs vencidos U500.
^p-*--^..
OIIMA FEIRA 1.1 DE JIMIO DE !86.
Por anno adjuntado l.sOOO.
Porlc franco para o subscriptor.
..M.UlUr.liADOS DA SOBSCBIPCAO' NO XOBTE
Pinhibi, o Sr. Geruzio V. da Natiridide ; Natal, o 8r. Joa-
quim 1. Pereiri Jnior; Aracaty. o Sr. A. da Lemoi lli i .-: ;
Crar, o 8r. J. Jote da Olivura ,- Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
que* Bodriguei Piuhy, o Sr. Domingos Uerculano A. Pessoa
Cornos*: Pari, oSr. JuitinianoJ. Rimos; Amazonas, o Sr. Jero-
njmo da Coala.
PARTIDA DOS CORUEIOS.
: lodos oa da, aulle aria baada
-" '.....'""i I-'.....ba : IV.....s.....!........IIM-Mr.
.. r- ,,, l:.(i.i....i..iflt.,rii. Mrnii.....uanwhHt : na n-o ,-r.-ira.
' '." '.....' "Albo, iN.i/.tri-lh. I.inin.-ii... Hrpju, IN--.il"-"!. /iisM-
:--. \i i-:-,. '.It i: ,-Vi.i.,. o,,,,, .i r I.. : naa -iikiij.-hu..
ni. >.-u.iii : II. Ui.i-| ..rm...... Lna, uarrairos, Asjai-I'reta,
iln.
- --v i
.:
.i. l" sama ,1a m,-nili-i,i
audiencias dos thiiilxaes da capital.
Tribunal do commercio quarlai tabbadoi.
Relacao : tercas-feirat e sabbadot.
Fiienda : quarlaa e aabbadoa ai 10 hora.
Juizo do commercio: tegundit aa 10 borai e quintas ao meic-dia.
Juio de orpboa ; segundas quinU ai 10 boraa.
Primeira Tara do eivel; aegundaa e aeilaa ao meio-dia.
Segunda vara do eivel: quarlai e aabbadoi ao meio-dii.
EPUEHERIDES DO ME/. DE JIMIO
2 La ora ai '.< horas, 22 minuloi, 4 segundos da larde.
10 Ojiarlo cresceme aos 10 mlnutoi e 48 aeguudoa da larde.
18 La elida ai 2 horas, 27 minutos e 48 aegundoi da larde.
U Quarlo miuguante ai7 horai, 48 minutose 48 segundos da m
1'ltEAMAH DE IIO.IK.
I Primeira as b horas e 6 minutoa da machas.
Segunda as 6 horas e 30 mi nulos da Urde.
DAS da semana.
II Segunda S, Joo Kranci-co Regs ; Ss. Jiilia, .lurea r Justina.
17 Terca. 8. .lhere/a rainlu ihiv. :Ss. Manoel, Sbele Ismael,
is Quaria. Ss. Leoncio. Tribuno o Tbeodulo na. ; S. Usana.
III Quinta. S. Juliana de Falcunieri i. ; Ss. Gervasio e Prolasio.
20 Sena. S. arteria p. m.. S. Siliino n. ; Ss. .VovSlo e Mecano.
21 Babbado s. Lu/ GoMMI : Ss Albuno e Denielrio mn>. ;
22 Domingo, il. S. Paulino b. : 8. IViceas b. ; 8. I oocurdia i. I
K
i;x<:.\iu:r,AiHis da siustiupcao no Sol.
Alagoas, Sr. Claudino Falcao Dias ; Babia o Sr. D. Duprai
io de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martioi.
Eli PKKNAMIHCO.
PABTK orFlCiJ.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sessiio judiciaria em 18 dejunho detKSG.
Presidencia do h\m. Sr. desembargarlo!' Suuza.
E.Uverain prsenles lodus os ineinbros do Iri-i
banal.
Julgamenlo.
Appellante, Amlr lleurique Wilmer ;
Appellaila, Dona Anua Sophia Elisabelh Wol-
phop.
Refurrauu-ie cm parte a senlenca appellada.
Appellaule, Joao Cardozo Ayres :
Appellarioa, os administradores da manta fallida
delKicaido Roxle ;
Julgoo-se .i iic-i-i, hi-i.i.
PaltMMCM.
Ao Sr. deseiubargador liitiram os embargos ein
que sao :
Embargante, Anlonio l'erreira da Silva, por seu
curador ;
Embargado, Joaquim Manoel (onralves ilusa.
O Sr. presidente deu provimenlu ao aggravo em
que sao :
Ageravanles, Jos Anlonio de Araujo e Francisco
Xavier de Oliveira,
E coro ludo, por mais hoiicrosos que lenhim silo
os seos encargos Qninceiros, o Brasil upporlou-of
lealmenle, e loda as obrigaroes ronlrahdas por el-
le loram escrupulosamente'aalisfeilas. Ha Irinla
i que elle se acha em contal com os capitalistas lia sido para o
mos de convcr.ao. Os leilores saheru que cada ron-' sr Mara lo ou milhao de reis val tres mil truncos da Dona i o ex-capilao do HCrcilO Pedro Jos Baplisla, pediu-
inoeda.
O algarismo lolal das receilas do thesouro publico
EXTERIOR.
O BRASIL
/'ir Mr. Charles /leihand.
d.i Europa, o pagamento dos seus crditos nao tem
sido demorarlo um dia. iiem urna hora.
Alm a recompensa deela prebidade ineontesta-
vcl Do se fez esperar. Nesle momento, quinto a
guerra tem feilo abaler os effeitos pblicos sobre to-
das as pracas, os fundos brasileiros se sustentar a
rima .10 par no mercado do Londres, e a opiniao que
os tiauqueiros fazeni da sua solidez esta eslabelecida
de tal sorle, quesoliritam como um favor a renova-
ran dos seus ttulos as pocas Ihada para o reem-
bolso du capital, e que as apolices do Brasil sao con-
sideradas em Londres nao como um fundo da espe-
cularlo, mas como um fundo de garanta.
lodos os anuos pelo efleito da amortisacilo : a 7 de
mar(o de tSVI, a somma lolal desla divida era de
li,l)2i,0IH) ; no I.- de dezembro do mesmo anuo,
esle algarismu eslava reduzido I { 5,8?,700, a-II
de dezembro de I85V era de C .1,824,-U0. Esla di
vida resulta de einpreslimos deativersas origeus con-
Irabidos ruso de cinco portento de juro. O mais
recente desle empreslimos he de I deprendo que a guerra ejerce sobre os fundos pu-
blieos, cola-se na Ixdsa de Londres de 'Jl a '.16.
O capital di divla interior, tobre que nAo se ap-
pliea a ainorlisaco, lie poucoinais ou menos e IK'i
milhncj de francos, ao cambio redondo de :t,000 fr.
por ronUrde reis ; o juro lie de li, 5 e i por cenlo,
poca em que a divida foi conlra-
CAPITOLO III
Sitnariia interior.
UiMinlo a dupla prudencia djai inSliTuicoes e do
goveruo lem assegurailo a um paiz a paz inlerna e
cuerna, e preparado a estrada a lodos os progrrs-
sos, garanlindo o (uluro. pode-se ler a esperanra de
ver a -iiu,.rn deste paiz melliorar-se de dia em dia,
e lodos os gerineus de prosperiJaJe que encerra
dcseu\olver-se tnecessivamente.
O nico limite ao complemento desla lei do pro-
sresso esla na propna medida dos recursos de que
este paiz dispoe. A rapidez ou lentidao da obra da-
pcruie da fecundidade do solo, do valor dos pro,luc-
ios, do vigor o .1o numero dos bracos que o culli-
vam, das lacilidadcs de coininuiiicac.lo que evislcm
entre as diversas paites do territorio e entre o pro-
prio paiz e o resto do mundo, emlim do grao de ci-
Mli-ar-lo geral, ao qual este paiz ha eliegldo.
Ora, ate esles ulliiuus anno-, o elemento humano
no Brasil, pareca ler lomado a peito contrariar a
accilo do elemento providencial, c, por man magu-
ticas; por mais abondaules que fossem as suas rique
zat naluraes, a sua marcha proressiva era embar-
gada por obstculos inveiirivcis. Ilissereis que a
na. dot linin-us se Inlromellia de urna maucira
sacrilega para eslerilisar os heuelicios de Dos.
As melropoles, ainda as mais esclarecidas, lulo li-
do pee sistema, ao menos no amado, Mcrilirarat
soas colonias a urna especie ile egosmo feral,
Ouanto mais a colonia era grande e rica, quinlo
mais a melropole se esfnrciva para sobrecarrega-la
de cadeias aliin de opprimi-la como urna presa. To-
das as leis que Portugal applicou ao Brasil iiuranle
Iras seculoa so liveram um alvo de depredarao des-
eofreada, e o mat* de que usava isla poltica
da, era ter a populacao da colonia tora de lodo
contacto cora a cnilisacAo coral. Ouando o regen-
te de Portugal, dcpois>l-rci logo VI, loi ela-
bclecei no Brasil a sede donen enverno, aproas ha
va no llio de Janeiro um collegio. e os lilhos dos
colonos i|iir >e dettinavam ou a nunztalmtur......i "
foro, ou a m aote i. eram obrgadoa a ir recclirr i's
.r.ots na uuisi sVlae da laimbra. Todo* ocfonc-
cionarios de alguiua imporlancia eram miuislrados
pela melropole. ISiiota inlcrdiccu de residencia
era pronunciada contra os esirangeiros, mas a pro-
pna industria era Iratada como estraogeira e pros-
cripta enexor.ivelmeulc. Delil sorle que os inise-
raveis habitantes do interior nao poiiam fabricar os
iniseraveis pannos de algodlo com que se vestiam, e
que Ibes deviam ser exclusivamente ministrado! pe-
lo emporio de Lisboa. Iloavereui guerras civis, ma-
lancas de homens que liveram par causa nica essa
abominavel prelturan du goveruo !
Assim ludo eslava por fazer.quaiijoo jugo da me-
lropole houvesse de ser sacudido, e o proprio esforco
da separaran aogmeiilav.i aos males do passado Do-
ras cbagas. Nao so a proclamaco da independen-
cia origiuava a guerra, mas ainda, por urna conse-
quencia eslranlia e singularmente iniqua, sii se fei
a paz, entre Portugal e o Brasil, com a comlicao de
que o Brasil supporlaria una porran da divida con-
Irahidapor Portugal : foi, como j ilisse cm oulru
lugar, o arbitramento da Inglaleira credura de Por-
tugal que imaginou esla soluco, fundando-se sem
iluvida na pratira usada na Europa da partidla das
dividas entre os Cstados que se separara, mas sena
se lembrar que esla regra nao tintas applicac,ao legi-
tima a i espeilo das colonias suor.liuadas, que ar-
raucaram a tua independencia a melropole, e que se
austiveram perfeilalneule de invoca-la contra as co-
lonias hetpanholas.
Assim, no comeco, o novo imperio acbou-sc oue-
rado com urna divida passiva de um milhao esler-
lino em que mo liiiha lyjo parte : nao tiulia liiiau-
cas e linlis dividas, ainda nao linha thesouro e li-
aba credoret.
Era couierar mal, e lano peior, que sob o gover-
uo de Pedro I c no meio dos embaracos que o op-
primiam da lo-las as parles, appareceo mais de urna
e-rola linsneeira. O carcter ao mesmo lempo ne-
gligente e absoluto do irnp'rador se accommoilava
mal com as regras de urna drena e liscal conlabili-
dade, e por oulro lado o espirito de desperdicio <
rapia, saprado -V/ melropole, ainda linha'em torno
do poder representantes de carne e osno. Em breve,
o Brasil se eudividava, c cada dia o algarismo dos
cus empreslimos no interior e no exterior ia cres-
cendo de um modo cuiiaideravel ; o papel inoda,
inundando as proras de commercio,. se substituir
pouco e pouco as moJas de ouro ede prata.
egurlfl
H.Ta.
Para completar o passivo do thesouro brasileirn,
compre mencionar urna divida sem juro, o algaris-
mo das suas emissoes em papel moeda, que se cal-
cula em cerca de 133 milhes de francos. Esle va-
lor de convenci he perfeilamentc aceito, peh sua
lava nominal, em todas as parles do imperio, e as
vanaces que sollre nas Iransaccdes em que o com*
mrcin europeu be inleressado, nao lem nutra causa
mais do que as lluctuac/ies do cambio que se eleva
ou se abale scznndo o Brasil lem mais ou menos a
pecar na Europa.
Acresccnio que o coverno lomou metidas ellica-
zes paca retirar pouco a pouco esle papel ra circula-
jSo, n que em cambio do privilegio que Ibe foi coa-
cedido, o novo banco do Brasil se eiirarregou de
operar esla retirada segundo condicOes antojosas
para o estado.
A conflaaei que o llra-il inspira aos senscredores,
e que se manifesla pelo curso elevado doa seus lilu-
Ins quor em Londres, quer no proprio Brasil, repou-
sa sobre bases sididas : primeiramcnle a leal lado do
goveruo imperial e a sua puolual exaelidao no paga-
inenl" do. seai juros ; cis para o passado : qoanlo
ao roturo, ollcrcce aos credores as mais cerlas ga-
rantas no prodigioso desenvolvimenlo da prosperi-
dad* do imperio, que se manifesla sobretodo pelo
sccresclmo successivo e rpido das receilas.
A obra ilo conde de Slrollen IViulhos, a Budgel
do Brsll, da, con as mais minuciosas purlirulaii-
dades, os algarismos das despezai e das receilai para
o exerclcio ,le ISli a 1817 o anuo (naneciro do
Brasil comer;] no I.- de jaiba}. A despeza para esle
eurciejo lie fiada, cm moeda brasileira. em.
2,116:833)9:19 rcis, oque, ao cambio de 333 l|3
".''. I '"' rr""'l"i por mil re- faz a somma de 72,330,307
fr. Kt c. : a rcceila he ealen'ada em -J"i mil cintos,
palo mesmo cambio, a 73 milhuas de francos.
O livro de .M. de Poulhos foi publicado em 1834.
Irrefareltensivcl na saas inlences, concebido sobre
um piano engcnlioso e sensato, ebrio de docomen-
'"' '' ''o alearamos nfllciaes. linha a falla Irrem'<-
le i! ehegar moi devagar .1 loz Ca publiclda
lias-,, que u linnrn I" esrriplor gropava rom d* ro os algarismos que recolbera, ao pasto que ll me-
ditara longa e rouscienciosamenle sobre as obserta-
>:"ef, as quenas, osconselhos quequeiia apresenlir,
emlim ao pasao que fazia imprimir os seut Ircs gros-
sos o helios roame*, o lempo linha caminhads : o
Brasil, de isi a |sj, dra pasaos de gigante, e
ua-se que esles algarismos. i alias perfeilamenlc
SOlhenlICOS, ja nao liaban, nada exacto, e que a si-
luacao actual dava, sobre muitos pontos, um des-
raenlido brilhanle a suas crilicas que se (inliam
tornado u-a.la-
lle islo o qoe explica a impresAo desagradavel
que o livro de II. oe Poulhos causoo no Brasil e as
uvas rcrlamaces a que deu lugar.
Evidentemente, os domnenlos os rigorismos de
M. de Poulhos ja nao linham o valor que elle Ibes
allribuia, e a esta laila involunlaria do livro. releva
arcrescenlar alguns erros de um espirito rellcclido,
profundo, mas lenaz e s\slmatico, que s racioci-
na aegundo um fundo de" idaa anlecipadas, e que se
inspira demasiadamenle, em minba opinuo, em
um seatimeota de absololismo proprio da esco-
laScalholica. Mjs, ainda repiln. posto que o li-
vro iva no passado c as vezes faca falsas cen-
suras, nenhum pcnsamenlo de malevolencia ani-
ma o escriplor. que deseja ardenlemenle, assim co-
mo lelos os que lem vislo o Brasil, a prosperidade
do imperio, c que acredilam lirmemenle nos seus
grandes destinos.
Valla aos algarismos dados por M. Poulhos. Na
poca de 1H,I a 18.17, em o orcamenln, ja em per-
feilo equilibrio, coulrabalancava as suas despezas
com as suas receilas, o Brasil sabia apenas desses
lemp-s de ogitaco que llie linham paralvsado u des-
ensolvimento.
Desde enlao a< cousas lem mudado mallo de s-
peclo, e lodos os orcamenlos que se lem succedido
lijo -_ r a i r i I os seus alsarismos em nina cons-
tante progres.lo, salvo urna ligeira pausa sentida
oestes dous ltimos anuos, em razia da rppcrcussDo
qoe o grande mullirlo europeu fez experimentar a
ludo o mundo cominercial.
Eis aqu a nomenclatura dos orcamenlos das re-
ceilas. desde n orcamenlo de 18ili-i7, de que se
ocenpa o livro de M. de Poulhos. Dou os algaris-
mos olliciaes em moeda brasileira, e por cotilos de
reis, para nao accumular esle Irabalho com alguris-
Anno de 181718
I81Nl!l
de 21,7:12 conlos.
6,156 o
28,001) u
31,533
" 33,809
n 36,391
:il..l8
o 181'.)3
185051
,. 183132
185253
185354
Os ilocumcnlos '|ue lenho lebaixo dos olhos, pu-
blicados no mez de inaio pasa resultados coiihecidos as receilas provaveis do orna-
mento de 1834-55, enlao em exercicio r.orrenle, o
que eram calculadas em 31,473 coutos. Qaaulo as
receilas de 18-33 a IKjli, e de 1856 a 1857, sAo ava-
lladas nos orcarnentos volados no auno passado, c
na sesean ultima, em 31.000 coritos. Pode-se ple-
iiainenle confiar nestas avaliares e repula-las nota-
vclmenle inferiores ao algarismo ilrlinilivo dat recei-
las, pois que us ministros das (naneas do Brasil lem
por louvavel cotlume nAo exagerar nein as suas es-
perances nem os seus algarismos, e he isto urna h-
bil reserva de bom goslo que ada, quando muilo, a
- M'sfar tu do amor proprio, poii que ha dez anuos,
nfn ba um exercicio que nao leuha sido regulado
rom um excedente ronsideravel de receilas. Seja-me
penniltido accresceular que nao he possivcl eslabe-
lecer nos relalorios das linanr>as urna mais bella or-
dem, um cuidado mais minucioso, mais clareza, mais
franqueza leal, e ludo isto se faz no Brasil quasi
sem repartirlo especial ; pois que he urna das boas
fortnnas do imperio conhecer mui pouco essa chags
dos paizes cenlralisados excessivameule e das civili-
sar;es maduras do mais.
Nao insislirei sobre as consequenciasque resullam
da ronranlario entre o ornamento com que argu-
menta M. de Poulhos e os ornamentos cujos algaris-
mos se acabam de ver. He claro que a. situadlo ha
sido rpidamente transformada, o o honrado escua-
lor, cujo bom senso previa nina melhora liuanceir..
cerlameule nao a reputava (Ao rpida e lao conaide-
ravel. Se elle livesse pensado que ha seis anuos de
distancia do 1816 a 1832, o seu orcamenlo de 24
mil conloa devia exceder a 36 mil conlos, sem novos
imposlos, sem artificios de thesourarias, nao se tsria
dado ao Irabalho de raciocinar sobre algarismos pres-
les a ilcsapparecer ; nao leria escripia o seu livro.
Verdade he que o orcamenlo de 1852-53 nao foi
excedido. Mas nao he urna causa que lhe teja pro-
pria que o brasil allribue esla imodicaco, que o
stu goveruo provira ; pois que na abertura da sessilo
de 1834, o Imper.dor aununciara ni sen diicursu
da abertura que se doria aguardar urna dimiuuirao
nas receilas, em consequeucia do coulliclo que ar-
rebenlara cnlre as principaes poleucias da Europa.
A Europa Iperturliou-se e a marcha progressiva do
Brasil se ressenlio disto ; he a forca das cousas ; o
Brasil tem necessidad di Europa, astim como a
Europa tem necossidaJe do Brasil ; as transarres
commerciaesse aproveilam ao mesmo lempo de ama
e de nutra. Ora, com a guerra, esias trausacres se
apertam, o crdito so toma menos fcil, as esperu-
laroes martimas te tornam menos audaciosas e mais
raras, pois que os serviros pblicos ahsorvem urna
boa pane dos capilaes e dos insimlenlos de nave-
gaco.
fc alem disto, em balde se tomam precaiicnv e
garantas,quando se consom muila plvora e cham-
bo de suerra, cousome-se semnre monos assocar,
cal>. alcoda*, madeiras de marceoaria r linluraria. e
vende-se em Iroca menos vinho,
imivela, maaniricaa inulilieadei
o lauta. He mui verdade qoo a guerra "dual lie f.i-
. Aol ta secundo rondirors do sesoranca como nunca se
vir.un, pois que as poteocus commerciaes ficaram
si'uhoras abaoinlas do mar ; assim, o clleito. que se
resenlioao Brasil n.lo passa de um effilo limitado,
urna pausa, como di-se. que imraedialamenlealcm-
cou o teu limite de influencia,e que nAo rteve Irans-
ll0"'0- "e i,,s'm 'luc muiislro das financas no
Brasil julgou a si(ua<>> no seu relalorio dos moti-
vos do orignenlo. Allirma que a goerra europea
produzio lodo o elleito desagiadavel que derla exer-
cer nas rendas no Brasil, que licarao n'ora a vanle
eslaciouarias al o mnmenln em que a paz realahele-
cida Ibes reetitoir o movimenio ascencional.
Oulro motivo tambera inlluio, em grao muito me-
nor, sobre a redurcao da renda publica ; esle he
proprio ao Brasil, he do fado do seu governo. Nao
Ih o exprobro, pe o contrario, louvo-o por isso ; pois
qoe he a applicarao intelligenta da regra econmica
mais feconda. 1,'m decreto de 23 de marco de 1853
redoli de 2 'ios direilos de exporlaco. As rendas
do consulado deviam iramedialamenle ressentir-se
desta redurcao ; mas isto nao passou de um elleiln
passageiro, e que nao desliar o governo brasileirn
da estrada que leude a procurar o acreseimo das re-
ceilas mo na elevarlo .las tarifas.raas no augmento
das saludas.
(CoHf/niiar-s-ia.)
do ser reintegrado na carreira militar..V com-
miaslo de mariulia e guerra.
Um oflicio do secretario do senado, datado de 14
ilo correle, participando que o senado adoplou e
vai dirigir sccc.lo imperial a resolocio pprovao-
crifica a sin vida c se priva de lodoso* coinmoda |da
iociedade, em suas molestias entregue a pesooas nao
bein habililadas, lie urna verdadeira desgraca, 'er-
dadeira barbaridade. Apiado.
Eu pois, Sr. presidente, volando pelo projeclo
se discale, lomo nota para cm lempo coiiveui ule
pedir que se inelhorem os ordenados marcados
0 proprieiario do DIAB10 Manoel Figoeiroa de Faria, os sua
Iivrari i, pra(a da Independencia ns. 6e 8.
que lodos ot empregadoa da casa que no (uluro fo-
rem rlispeasados do servico efloctivo, como esies,
percebam nicamente o ordenado u neo a gratilica-
Se esle principio lem sido admitlido no nosso di-
rcilo adraiuislrativo, nao lie urna razio para que
cmara dos depulados o sanecioue cegas o se re-
gule por elle quando traa de exlipular as condi-
do o contrato que a 2 de Janeiro de 1S55 foi cele- tualmenle aos cirurgiiies do exercllo.
l.a.i.t .. .1., astLa.MK___I_______:_ I ^____. I -~ .. "
IITBRIQH.
OS CASiMENTOS DE PARS.
Por Kdmundo \boiit.
PR1HEIBU.
l'errtnos cenda.
I.
Hcurique I nnrneur, queobleve agora nina primei-
ra mi'dallia na exposicao universal, nao he ftiulur de
tlenlo ; porm s faz quadros excellenles. Desenlia
quasi lio bem como Mr. Meitsonier, c teu colorido
he quasi lao rico quanlo o de .Mr. Daz. Sua pintu-
ra est na moda ha qualro ou cinco anuos, mas nao
lhe leme os caprichos. Seus precos sao inslezes, islo
he. exorbitantes.
/ Dama* da aSrtt titilando o gabinete de Joo
i.oujon furam vi-ndidas por IS.tMKI francos para um
musco de Pars. Ira banqueiro de I i -. i deu li.OOO
francos pelo Iteijo de Alain Cluirtier, c Mademoi-
srlla o:e, ourindo a* confidencias de Mademoi-
sella Mar* foi ullimamenle comprada por 11,000
francos por um rico amador belga. Elle lerr mais eu-
corainendas do que pode execular era dous anuos, e
nao tejo o que o impera de ganbar iO.OOO francos
animalmente.
Sua lama d.la da expsito de 1850. Al enlo el-
le viven obscuramente. Seu pai, coramiasario de vi-
oltos, relirando-se dos negocios com 10,000' francos
de rea, nilo ajudara nem contrariara a vocajao do
filbo ; aliindonra-o a si mesmo com estas palavras
animadoras : Se lens tlenlo, vivirs de las obras,
o se o nao lens, renunciares a pintora, c eu te cm-
pregarei no commercio.
De vinle a Irnta anuos lleurique desenhou bos-
ques para ssedirruesa 20 cntimos ; pinino leques.
loario ; procura nas vendas publicas a escrivani-
nha de Marin Delorme, eosinelede Ninon de Leu-
dos. Tal he o seu amor da eioetldio. Vesle seu na-
nequim com escrupuloso cuidado, busca um modelo
para a cabera e as astee, c ludo pinln ao natural.
Faz tmente um quadro de cada vez, a-aba-n sem
interrupcan e enlrega-o logo. Na sua casa nao se
enconlra esbocos nem rascunhos, nem a confusao de
ensaios inlerrompidos, de imaginares debuxadas e
de quadros por vender, que lodos'goslam de ochar
em urna oflicina. Acha-se smenle urna pintura co-
mecada e ja men na no caixilho. Mas. as paredes et-
lilo coherlas de lapecarias esplendidas e de armas
in.isiiiliras, mais de nina das quaes cuslou 1,000
Trancos. Os movis velhos. as praleleiras supporlam
urna mullida i de vasns de porcelana e de oulras
qualidadct, obras de bronze o nias da arle. Sua casa
he como filial do inuseu de Cluny.
Olanlo a elle, quem nao vio seu retrato gravado
por Calaraala jamis o recunheccr.i na ra. Asseme-
llia-se muilo menos a um artista que a um negocian-
le inglez. Seu semblante be regular, um lano fri,
sos lea aira, seus cabellos caslanho-rlaros. He bai-
lo, mas bem apessoado. Conhcco poucos homvna que
vislam-se com mais esmero do que elle ; seu Irage
he o mais bello, e sua casaca do mclhur molde. Nao
procura cores clacas, nem fcma excntricas, nem
Iraz jolas, eirepcao do relogio, o qual he de Breg-
nel. Se tem um bengala, he junco de 100 francos
com um casl.lo prelo, que vale cem sidos. Encnn-
lrei-o mollas vezes no lempo em que era seu proprio
camai i-la, e nao me lembro de lhe ler visto nunca
um grao de poeira. Deilou-se muitas vezes sem jan-
tarimas nunca sabio sem um par de luvas. Quando
lomara seu alimento em urna hospedara da ra l'i-
gsle, comprava seus chapeos na ra Vivienne, e suas
bolas na lojade Thomierieux. Pa oflicina veste-tc de
hranco, fazenda de lila ou de algodao, segundo o
lempo, e nunca s" mancha ; he aseiado, como soa
pinlura. Ha ura atino que lomou um negro para ca-
marista, lie um Abexim de dezoilo anuos esquecido
em Paris por um inclez, que \ollera do Egvplo.
Nao era haplisado ; Todrneur deu-lhe o noie de
lloln de \eie. Rnsinoii-lhe todas as arles liberaes,
que esiao ao alcance das rachas negras: varreraeasa,
RIO DE JANEIRO
CMARA OS SUS. DEIHITADOS.
SESSAO DO DIA 19 l)C MAIO DE 1856.
/'residencia do Sr. itsconde de /aependy.
A's III jioras da maiibaa, feila a chamada, e vc-
rihcandoseliaver numero sullicieiile, passa-se aose-
gnfnle expediente :
L'm cilicio do miuistro'da maiinha, datado de 23
do agoslo do auno passado, remellen lo copia da in-
formaban dada pelo chefe de esquadra eucarregado
do quarlel-geueral da marraba, sobre o primeirc l-
enle da? armada reformado Jos Pires Mooteirp,
que pede ser reintegrado na primeira classe.A
coramissao de niarinha e guerrs.
Dous oflicios do niiiiislru da guerra, com dalas de
17 de abril, remetiendo, um o requcrnnanlo, docu-
mentos e infirmaran sobre o capilo reformado Jo-
brado pelo governo imperial com o geieule dacom-
panliia de paquetes a vapor.pica a cmara inlei-
rada.
I:m requerimeulo de Luir rranciscode Carvalho,
tobdito porloguez. pedindo ser naturalismo cula-
Mo brasileiro.A' commissao de consliluicao e po-
deres.
Oulro da Ordem Torceira de Nossa Senhora do
Monte do ('.armo da oblada do Bio tirande do Sul,
pemndo permissSo para possuir bens de raiz al
o valor de 40:0008.A' conxmlssao de fazenda.
O Sr. Vresidentt declara que anda nao tendn
comparecido ns Srs. tiomes Bibeiro. B-dlhazar da
Silveira, Coes Siqueira c Vieira de Mallos, os dous
primeiros nomeados para a commissao de pensiles e
ordenados, e os dous ullimos para a commissao de
saude publica, noma para servirem inleriiiainenle
na primeira os Srs. Pacheco Jordiio e Das de Car-
valho, e na segunda os Sr*. Ferreira Brotas e I.uiz
Carlos. Os Srs. Soulo e Aieredo Omlinbo com-
rounicaro nao compareccrcm as tessoes por incom-
modados.
OBDEM DO DIA.
Dispensa de leis de amorlisariio,
Procede-s a volarlo do projeclo n. 79 de I85S
que dispensa as leis de amorlisar.lo em favor de di-
versas irmaudades, ruja disenssau licou encerrada no
da I." de selcmbro do auno passado ; he approva-
da em primeira diseussao.
Privilegio a F. A. Pereira Ilcita.
Entra em segunda diseussao o projeclo n. 54 A
de 1855, que approva o privilegio concedido a
Francisco Anlonio Pereira Bocha,par. eatabelecer
no porto da capital da Babia urna cale a haler ; he
approvada para pastar a (erceira diseussao.
O Sr. Mendes da Costa reqner dispensa de in-
tersticio, a qual foi concedida.
Entrando logo em lerceira diseussao. foi adoptado
e remellido i commissao de redarcao.
Cor/ros de saude do e.iercito e armada.
Enira em seganda diseussao o projeclo n. 82 de
1835, declarando permanentes as disposijes do de-
creto n. 800 A 'le :10 de Janeiro de 1851, e as do
srl. 2!l do decreto n. 783 de 2t de abril do mesmo
auno.
O Sr. Paula Candido : Sinlo, Sr. presidente,
que o projeclo em discus-ao nao tenha sido subinel
lido a opiman de urna commissao da casa, o que nao
acontecen por ser estylo nao se remellerem os pro-
jeclos viudos do sealo acommis.1o alguma ; e siutu
isso porque, conheceudo que a doulriua riesle pro-
jeclo he conveiiieulc, por tirar o governo de grandes
embaracen, lambem reeooheeo que elle nao pode
allioair ao lim que se leve em vista ; ao menos he
esla a minlia opiniao.
Segundo me parece, Sr. presidente, esse derrelo
a que aliada o senado obriga a ura concurso, pe-
ranle o rirurgio-mor do rxercilo, aos can lualos as
differenles vasas que se rieren) no corpo de saude
do eiereilo, e acontece que csses candidatos so nao
apreseolam, e cm cnnseqnencia vete o governo em
.puros para dar mlicos ao eiercito. Ora, para
conseguir se o lim desejado me parece insullicienic
o projecl", cainda inellicaz se torna se altendorrans
que a falla de concorrenles a csses lugaressnao de-
fazeudas, rendas, ( pende uuicaraciile da clausula de se sujeilar aos me-
-tnsagradiii pela | dieos formados nas escolas do imperio a um cun-
earse, mas >\.\ citen instancia d# i--r.ni mnito maioros
vanlagt'iis na sua clnica, do mesmo em oulio qual
quer ramo de vida a que sedoliqneni ap.ua lo ,
duque seudo cirurgiSo do exercllo; nAo appare-
cem candidatos a esses lagares porque o horneen
que pode Irabalbar menos e ganliar mais nao
se sojeila a Irabalhar mais e a gauhar menos. (A-
poiado.'i
Depoisdo que acabo dedizer v a cmara qoe a
minba dnvida nao he por querer negar o men vol
ao projeclo, nao, porque o acho bom. mas porque
ainda permillinilo-se ao ministro da gaerra numear
mdicos independeiitemenle de concurso, n.em por
isso o mal que actualmente se sent da Talla de con-
currentes desapparecer, por isso que subs-sle a mes-
quinhez dos ordenado*. Ora, qual sera o meio de se
remediar esse inconveniente, e mesmo habilitar ao
governo rom os mdicos neressarios para acudir ao
servido medico do exercito ".' Na toinha opiniao o
meio de se conseguir laes lins he marrar-.r um ho-
norario mais vanlajoso aos mdicos que se destina-
ren] ao servico do exercito.
Senliores, repelire asora o que ja mais de una
vez lenho dito. A medicina nao he ulil socieda le,
como em geral se er, s porque cura as molestias
existentes, nao he esas sua maior nlilidade ; a gran-
de ulilidade da medicina he invenir as molestias.
e se nos nao li termos no exercito homens habilitados
a prevenir as causas que arruinara a saude do mili-
tar. Reara elle reduzido nicamente a quem trate das
molestias ordinarias.
A cmara sabe o brilhanle asnelo das tropas frau-
rezas na Crimea relalivamoule a sen estado sanita-
rio, deiido esse b-rn a sua commissao medica, por-
que em l-'ranca o goveruo se esmera era procurar
grandes capacidades para curar do eiereilo dndo-
se grandes vanlagens ; quando o coraran humano
nao te levasse por e a niocidade esludiosa nilo se inovesse so por elle,
nil pode sem cerlos recursos procurar os meios que
mais baliililariain para bem desempenhar seus en-
cargos.
lie nesle poni que locou o nebro dcpulado por ces do servii-os de seus empregados, nao se devendo
S. Paulo, Julgou ella qoe, com. ale agora, aos umiltir que mi casu vertente vai-ae lomar ama reto-
ac- empregados da casa dispensados se pagarain-ordeua- I luc.lu com ellcilu relroscliocoiilra osacluaes em-
' dos e gr.ilihraroe-, esla regra devia ser seguida laio I plegados.
>/.ao
gados
O Sr. fibeiro de Indrwle : Desojara eu per-
gunter ao notare depulado qual a disposico legal
a mesa
O Sr. Candido lorget diz que vota pela resalo- i bem no rotara a retpeito dos que se huuve-.-in de
sao: l.o, porque naobavendo concurrencia para os I dispensar. Pens qoe o notara depalada nao lem
lugares vagos no corpo de saude do eiereilo, n.'ni v
iieuhuma vantagem de mulliplicarem-se as dillirn.-
dades para os camlidatos ; 2.", ponpie lhe parejeen
ternpre pouco conforme coro a decoro das escole
medicina, que mdicos approvadof por ellas s.. -
meltessem a uovosexamr- persnle urna cuuimiss
que se nao pode dar maior balnllacao que aos
fessores das refeiidas escolas. Cr eiilrelaulo qd
falla de concurrencia aos lugares vagos dos rorkios
de saude, nao depende s da legialaCttO que se li
de revogar, mas do nenhum futuro, das pequeui
vanlagens que o medico encentra na vida milita
que era occasiao competente tratar de ver se
do concorrer para o nielhoramenlo da classe a
se refere.
Jul,>a--c a malaria disentida, c he o projeclo
provado para pastar a lerceira dtsCUStSo.
O Sr. Salles requer dispensa do intersticio p
entrar na ordem do dia de amanhaa a lerceira d
cussao desse projeclo.
("insultada a ca.a. deci-lc aflirmalivamenle.
Lei proeineil de ,lfatfa-t#roxso.
Entra em primeira diseussao o projeclo n,
de 5 de julho de 1830, que revoga le provine
de Mallo-tirosso de S de agosto de 1835, o qual
approvado e passou a segunda diseussao.
/imprecados subalterno* do cmara.
Emra em diseussao o parecer da commissao do po-
lica, datado de 19 de inaio do anuo pastado, relati-
vo ao numero e vencimenlos dus empregados subal-
ternos ila ramars.
O Sr. Ribeiro de Amlriida : Nao pedi a pala-
vra, Sr. presidente, para discutir as quesloes r. lali-
vas aodelalbc do servico fcil-i pelos empregados da
Cmara, crcar.o de novos lugares oa suppress^o
de oulros, mas sim para re lmar contra a iujuslitja
que encontr no parecer, ronlra a desigualdade dis
circuiustancias em que ido se adiar os empregadis
da cmara.
Son informado q-jc al o presente os eraprrgvdiis
que lecm sido dispensados do servico nao team idli
privados das "ratilicacoes ; nao sei se he ialn ciarlo.
mas tire estas informantes a laf respeilo, v a mesa
pnder.i astegurar a sua exacli-hlo ou iuevac-Udao.
Se sssiin he, se at agora empregados ha que leer^i
sido dispensados do serviro recebendo es iralilica-
ces, nao sei porque razan os que d'ora em ilianlle
lorem dispensadoado mesmo servico nao bao de ra-
reber e-sas graliliraccs. Parece-me que laes indi-
viduo, dcveni ser considerados em circunislanci.ls
iguaes,e se he jusio qoe se deem gralllicasoes a uus,
lambem he justo que secoucedam a oulros que fo-
rera dispensados do servico.
Assim, declaro que hei de velar pelo parecer d
coiiiinis-ao, menos pelo quarlo ailigo.
Km vista doexposto, para poder rolar no sentid
das opinioes que acabo de expender, peen a \'. Exc
volacao separa'la a respeilo dos artigos |)ropos|o
pela commissao.
O Sr. Mendes dd Cos i : Sr. presidente, leu
lo en concordado com v parecei da mesa do aun
passado, divorciado porm em alguna pontos, julgo
me por isso obrigado a lomar n lomar a paUvra
primciramenle para aprc-senlar una emenda, een
segon.lntasar par oiToreeer alumaa ron.i-l,-i ir.
om ciinirnriu .i- do nobre deputailo por S. Paulo,
Aelaalmenle, conforme o orcamenlo, os cmpi.--
I gados subalternos ila cmara sao os s-guiules : un
poiieiro da secretaria, Iros ajuJaolea do porleiro
un porlsiro-mr, cinco ronlinuos e um crrelo
ao todoOlize empralos. Desles a him-.o provi-l
dos e cm exercicio seis, de modo que para prefazei
e-le Homero deveriam ser nomeados cinco ci ladaos ;
mas a commissao de polica inlerna redo/, esle un
mero, propoudo que se lixc assim: um porleiro-mor,
tres ronlinuos do salo, dous guardas das galeras,
um porleiro da secretaria, um ajudanle do mesmo e
um correio : ao lodo nove.
A primeira idea que aprsenlo he suprimir a dis-
traerlo entre OS continuos do salan e ila secretaria,
suardas das ualerias e ajudanle do porleiro : csla-
beleco na miaba emenda que a lodos esles empre-
gados se de.se o nome de continuos, AcandO a com-
missao de polica distribuir por elles o tarrico con-
forme conviesse. Nesse sentido propuz a segointe
emenda : o O numen, dos empregados suballenios
he filado cm nove, a saber : urn porleiro do saUo,
oulro da secretaria, seis conlinnos e um correio. O
servico do sabio e secrelaria ser distribuido pelos
mullimos como parecer a eommissto de polica.
Pens que assim lica melhor do que determinando
desde ja que sirvam Ires desles empregados no salo
e golerias com o nome de continuos, dous nas gale-
| ras com u de guardas dellas, e um com o nome de
ajudanle do poriero, sirva smenla de substituir
qualquer falla dos dous porleiro., pobj he obvio que,
conforme as circumslancias de momeulo, havera oc-
casies cm que seja necessario collocar nas galeras,
ou dentro do sabio, mais empregados do que os li-
xados pela commissao.
lambem proponhn nutra modiBcacao a respeilo
ibis empregados dispensados Jos da Silva Vargas e
Jos Mara Piulo, e vem a -er. I.. Esles empre-
gados, conforme oeslvlo anligo, perrebem nao s
o ordenado, como a gralifirarao ; mas eu ligo pude
lissenlir a islo, julgo que quando a respeilo de t
O Sr. Paula Candido (i.- secretario) :Sr. pre-
sidenle, apezar de ser um dos signatarios desle pa-
Oual he a dlOereoca que ha entre os empre- : recer, lenho de volar roolra. A nomeacao desles
la nossa casa e os oulros dasdill>rcn(cs re-: empregados nao me Iraz grande retpons'abilidade.
pail.cne. publicas, para so establecer nina eveep-; porque nao he o |.- secrelarm quem os nomea, e
cao ravor dtquelles Porventura elle* prealaram sim a mesa. Os empregados da secrelaria assim
-erueo, mais v.......as ao pai/. do qu. aquellrs que como o continuos, sao boje de uom.'acao da mesa,
-er em de oulro qualquer modo .\.,o ,io ceno ; e ,:;,,r oonseauinte a miaba espoi.sablid'ade he mnilo
a al-.uin empiega lo, quando dispersado d -itiic.. menor do que seria se fora eu o nico
por meio de reforma ou Me aposenladona, j se deu se ; nao obstante i
que nomeas-
por meio ele reiorma uu Me aposenladona, j, sodeu.se; Oto olnlante Mo, peen acamara licenca para
o ordenado e gralicaru ? Por cerlo que se algnm volar conlra o parecer qoe se discnle, e eipende're
raso houve em contrario, bu seguramenta motiva-, brevemente s raides. Cma dellas he a seguinle
do por alguma circumslaiicii especial, e is.....ao po- Nos oslamos no ultimo auno da ultima legisl'alurc.
n. hxar urna r.nn, geral Jlgmu/Srs. DepukvUM: Da altim legi.la-
I cuso, pois, que a i lea da commissao consigna-, lua !
da no artigo l.- do parecer, redigid. como en pro- : 0 Sr. Pigw.ira de Mello : ynem sano se itto
ponho, auh u, 2", deve merrei a appruvaeo da ; nao be urna pruphecia '.'
cas,, que assim ira de acenrdo com i regra que tan- OSr. Paula Candido ; Escapou ; queru di/er
las vezes lem eslabelecnlo acerca de todas a. ciaste* ultimo anuo da legislaiura corrente
de runccionanos pblicos, e ale da magislialiira. O Sr. rigneira de Mello : islo he nulra
(> Sr. /. Octariano: h-ssj regra he nina ver-I cousa.
gonbi no nosso direilo; nAo temos queacomplnba-I OSr. Paula Candido : lislou salisfeilo, se-
la:,c ,,,,... nhores. purque vejo que as lberd.des publicas estilo
O Si. Mondes da Cotia >e msim he, como o \ multo bem garantidas. (Hitadas:. Sim, penas escapa
nobre llnala lo eiitende, enlao o que devenios fa- urna palavrmha que nao poda anuullar a conslilui-
zer he considerar em uma medida geral loda e qual cao, logo apparece grande celeuma, cliovem as re-
quer especie de empreados pblicos, e darmos I clamaces! Bisadas.. Feliz nacao !
aquello que lor diapentado do.orvico. qualquer qu I Emlim, snhures, eu acho q'ue nao he delicado
sepi a sua categora, lodos o quaesquer venrimen- j que nos ltimos lempos da duracao da actual le"is-
los ; mas einquanlo a regra geral for a que acabei talara, vamos Hornear empregados que lera prnci-
e mencionar, nao posto eoosentir, rom o mea voto plmenle de servir com ,i nova cmara. Pelo me-
que se Uc.i uma eScepcn a favor .los empregados nos eulendo que be delicadeza da parle desla le-
da nossa rasa, que por seren laes nao fazem melhor gislalura deixar a cmara que vier a Taculdade da
serviro ao paiz, nem mais conveniente, para seren : monear os seus empregadoa.
l"- .l"*'"**". O Sr. Fiqneira de Mello : Eslamos nn nosso
C) hr. Hiiniro de Andraia : Senliores, senito direilo ; nao somos preiidenles de provincias
boavessem motivos ,ra insistir na minba opioiio O Sr. Paula Candido : Diz o uobre deputado
hasiava a cunfissao sincera fciia pelo nobre depula-1 que tato ngo ba previdencia ; querer lalvez dizer
do que acaba detallar para nella persistir, lie i que nao havera eandidalo aos lunares
nobre aeputado que nos aerba de revelar com loda O Sr. Figueira de Mello : Mo fallei em pre-
a sinceridadc a desigulela le qoe existe enlre os | videncia, e sim ni presidencias.
empregados desta cmara al agora dispensados rio 0 Sr. Paula Cundido : Uta vejo motivo al-
sernco ellcclivo.e aquellos que d'ora avante furcia i guin para que uma cmara uSo deva ser allenciosa
lis-pensados, uma vez que paste o parecer da com- com aquella que lem de vir
mi-sao lal qual esl.
O Sr. /". Octarlano : Apaido.
OSr. Oclaciaao : Preparar-llie a casa, deixan-
do-a com os empregados precisos, he urna allen-
co.
OSr. /'aula Candido : Sei que eslamos no
em que se lundou a mesa pan conceder esta dis- nosso direilo ; mas he uma deferencia para com a
penta de scrv.cos dando aos respccliros empregados nova cmara dmar-lhe a nomeacoo desles empre-
n ordenad, a cralihcacio, purque -- -
mu me
parere, rao --(lite lei eiprea a lal respeilo, se-
gue-se que .. essa reara he tioi, deve visorar lam-
bem nofuluro, nao s para aqoelles empregados
que ja' foram dispeqsadoa rio serviro, como lambem
para os que o forera d'ora avante
O Sr. /-'. Ociaran : Aperado.
O Sr. Hibeiio de Andradr : A Jispo-ieo de
vo abranger o geral. urna vez que nao sa pode alle-
gar que a lei n.i > te ell-ilo retroactivo, porque a mo
ha no caso vertente, oa entila iiodeve pasear o ai-
li-o proposlo pela commiss '.
Se a cmara enleu.teu une era Conveniente que
csses empregados, a quem dispensou do s'rvico,
conlinuas-em a pneeiier seo ordenado e gralili-
cae ni, deve concordar lambem em que essa mesnia
medula sB eslenda aos que forein dispensados do
servicu d'ora avante. II" poc isto que continuo a
solar ronlra a di.p.i.ir.ui do artigo proposlo pela
O Sr. /-. II. i u i mo :
lar ao que dlsse a mea
por S. Paulo.
A qiie-io be muilo
amigo aprsenlo uma
mesa fundada em um princiui
elle : Se os precedentes al
Pouco lenlin a aci re-ren-
h iiiafi amigo, dcpulado
imples. O meo honrado
iinitucuac.ao ao parecer da
de equiriade. Disse
hoj^ seguidos p.la
ncolas de confeiios, porcelanas, e me-ino fren les de espanar os movis, encovar a roupa, loslrar as bolas
rlniiin. O menino e 9 panrlla, que anda vende- e l*vai carta* ao seu destino, (iracas aos cuidados
se nas provincias, ho um de seus penados de mnei- .que leve, be por dez francos mensacs o bomem me-
did. Es. dr/. sones de pobreza foram-lhe provei-
loaos : ensiiiarain-ihe a econoniia. .No da em que
vio-se rom pan para dezoilo inezet, elle deu as cosas
i iiriu-lria, applicou-sc a pinlura.
Sua olliciua be a mais bella da avenida Krochol, e
uma das miis bellas de Paris. He om musen cm que
se v de ludo, menos quadros. A razio disto be mu
simples. Quando Tourneur quer piular uma miilber
do lempo de I.uiz XIII, fechando uma carliuha de
amores, corre primeirameule aos mercadores de cu-
riosidades : compra uma lapeearia do lempo para en-
rher o fondo do quadro ; esculhe nm bom movel an-
lizo, que manda transportar para sua casa. Desen-
lerra do fundo de uma loja uma pequera secretaria
ricamente incrustada, a qual paaa e leva debaixo do
braco ; adqoire seja porque prec,o for sedas velhas,
e rendas duas vezes centenarias para compor o ves-
Ibor servido de Paris
Dizem que ja f-z nolaveii economas ; mas eu que
o conheco posso esseverar que ll cousa nao be ver-
dade. Os artistas exageran) ludo, e particularmente
as economas dos oulros artistas. Tourneur lem dis-
pendido lano em compras de loda a sorle, que nao
lhe pode reatar muilo dmhciro liquido. Nole-se que
Bola de Nev devora Ires kilogrammas de pao por
dia, a coinprebeiiclcr-se ha porque a riqueza do amo
reduz-se a 30.000 francos em rendas sobre o es-
lado.
Embora essa c fra paraca mui modesta, prova a
Indo o homcm iiilolligenle que lleurique Tourneur
be artista de ba vida. Ixao percorre os bailes nem
os Iheatros, e smenle vai Comedia l'rauceza. Sua
conduela he 1,1o regalar quinlo pode ser a de um
hornera de Irinla e ciuco aunus ; ludavia nao juro
que elle seja indillcrenle belleza de Melliua Bar-
l. Quando ella despedio-se da Scala para vir can-
lar ein Pars, elle decidio-a a retardar sua eslra, a
qual ainda se espera. Enconlra-se muitaa vezesa Tour-
neur em casa detsa cantora, e o que he mais grave,
v-se as vezes a cantora na habitado do piutor ;
porm is.o nao be da nossa coma.
A 15 da......n desle anno, (1855) uma hora depnis
da abeilura da exposicao das Bellas Artes, llenri-
que Tourneur eslava em contempladlo diants de ti
mesmo, e sorria ao seu quadro de Alain Cbarlier,
quando rerebeu no hombro orna das palmadas fami-
liares, que abalariam o equilihi io -de um boi. Vol-
lou-se rpidamente, mas sua colera desvaneceu-se
dianle do surriso grosteiro de Mr. Chiogru ; elle pjz-
se a nr.
Bom dia, Van Ostadc, ntieril, Terburg, G-
rardDow! exelamou Mr. deChiOgm. Vi leus Ires
quadros, clles nao perdern! nada, sao magaificoa
com efleilo, su ba islo aqu. Veueesle a Franca, a
Blgica e a Inglaterra, Meissunier, Willcras e Mul-
ready. Se o governo nao le der 100,000 francos de
encouimondas e a cruz, demolirci a Bastlia !
Tomou a lleurique pelo braceo, c accresceulou em
yoi baixa :
Queres casar-te?
Deixa-me!
l'm milhao !
lim milhao nao me quereria.
E porque/ lu e um milhjo leudes o mesmo
valor. Quaulo gauha um milhao por anuo'.' (inc-
enla mil francos. Podes galibar oulrn lano : logo es
da forca de um milhao.
Onde desenterraste isso?
Ah ab a narraran le iulcressa. Pois bem,
ouve. lia cerlo Mr. Caillard...
Que joga.na Bolsa? Obrigado.
Ello joga lano como eu ; be archivista no mi-
nisterio...
I ni emprego de dez mil francos!
Nao ; iras mil e solcenlos francos, mais qaa-
Irocenlos de gralilicaco ; lolal qualro mil. Eis-ahi
o sogrn.
E meu milhao'.'
Ah meu milhao! Jn morder a isca. Van Os-
lad", ja nrnrdcs! .Mr. Gaillard be um empregadu
cxcmplar. lia Irinla anuos que chega i reparliro
as dez horas menos cien minlos, c sabe sqoalro
lloras cinco minutos, sem que dnraute esse lem-
po deis* o chap j por sen MbsUlulo para ir jogar
buhar.
Chingrii, lu me irritas.
Alguma paciencia 1 Esse archivista habita no
alto da ma de Amslerdaiu com a lilha, a irma e n
criada. Sen aposento he no quarlo andar : Ires al-
elas, sem salan. As analtas..,
Aden, Chiiigru.
Adena, lierard Dow. As mellas do para nm
terreno de 10,0)10 inelro. Anda n.to alusle'.'
Contina I
10,000 melrosa cem francos fazem ura milhao.
Quem oegasso islc desmenlin bellaiueiili' a Pilha-
goras! Esie milhao, charo Terburg, he a proprieda-
dc de Mr. Gaillard.
Eu, Sr. presidente, nao volar? conlra o projeclo,
mas faco estas observarocs porque euteudo que no
fuluro a cmara, podendo remediar os embaraces
em que actnairaenle lida n minislcrio iIa soerra, de-
ver marcar aos cirurgies do exercito um maior or-
denido ; islo devenios fazer se nao quizerinos en-
tregar a classe militar ao abandono, o que seria br-
baro, porque, senliores, ver-sc um hornera que sa-
Mas, como he que. .
Tranqulisa-le. elle nao furlou-a. r'nrta-s
uma earleira, islo v-se lodos oa das ; mas nao fur-
la-se um terreno de 10,000 metros : foram mistar
algiheiras mui grandes. No auno da groea de 18,10,
alguns dias depnis das historias de julho, Mr. Gail-
lard, supernumerario do quinto auno, vio-se u fren-
te de uma somma de 75,1100 francos, herane.i de um
lio quo linha em Narbonna. Procrala umeraprc-
gn para ella, que etlivesse ao abrigo das revolu-
cBea, quando descobrio esses felir.es terrenos, que
valium enlao sele francos cada metro. Seu calculu
foi logo feilo : 70,000 francos da compra, .3,000 para
o notario e para o fisco. Pagan de conlado.
Mas, depois porque nAo vendeu ?...
Depois? Elle nunca lirou o escriplo, e hei de
moslrar-le quando quizeres Terrenos venda
por inteiro ou em porcet. E he de crcr que nao
lem fallado compradores. Nn dia seguinle ao da as-
signatora da venda nUereorram-lhe loo.ooo francos
de lucro. Elle disse cora seus boloes : Bem nio
fizma compra. E cnnservoii o terreno. Alaiim
lempo depnis, um especulador Iroiixe-lhc 2H0,IKK)
francos. Ello cocn o nariz ( he o nico defeilu que
llio conheco ] e responden que sua mulher nto que-
ra vender.
Em 1S12 a mulher ja linlia morrido, urna compa-
nliia de gaz fez-lhe olleras deslomhradoras : meio
milhao a Bofe, responden elle, vislo que esperei
do/e anuos, poderei esperar ainda. Vejo com prazer
que o lempo Irabatha par mim ; nao convem cstor-
va-lo. Quando minba lidia eslver em idade de casar,
veremos! a llevo dizer-le que a lilha he contempo-
rnea do terreno. Em 1850 linba vinte anuos, bel-
la idade, e o terreno valia 800,000 francos, bom pro-
co. Mas elle aeo>(umuu-se de lal sorle a conservar
uma e nutra cousa, que sera misler grandissimn es-
forco para decidi-lo a vender ou a casar. DebaMe
se lhe prega que o caso he em todo differenle, que
os lerrenos nao perdrin por esperar, mas que as rou-
Iheres quando pa-sam de certa idade, licam sujeilas
a depreciacao : elle lapa osouvidos. c vai para o seu
archivo.
E a lilha .'
Enfada-se a cem francos por dia, c por tal
maneira que amar o primeiro homem qav vir bri-
lliar no hoTisonlo.
Nao ve a nioguem.
Ningueui c|ue lenha Agora humana; um vc-
Iho notario de provincia, o cinco uu seis empregados,
que parecen, serventes de secretaria. Cemprehendes
que au se podo dar halles era mu aposento compos-
lo de Ires alema- B nina sala. Son o unir., bomem
de npparenri.i sollrivel, que lem entrada na casa.
Ella nao he muilo feia V
Pelo conlrario, he mui bonita
Tem nome agradavel?
Bosalia ; agrada-le?
Sim. Bosalia... Bosalia... he bello nome. lem
alma um Unto elevada .'
'le artista, meu charo, < mota eco.
llisliiiL'uamos.
-- Ingrato! Ella nao loca iienhuin instrumento,
n n;lo vai copiar quadros in l.ouvre ; mas ama a
pinlura e a msica. Quanlo ao mais, educado seve-
ras a lem sido dar ao. empregados dispensados de
servir, alem do seu ordenado, a gratificoslo corres-
pondente, porque raigo, havendo ua casa emprega-
dos que lem inaur numero de anuos de servico du
que esses qu* foram dispensados, se Ibes ha de atu-
ra tirar a gratilicaego quando se honver de conce-
der-Ibes a dispensa de exerririo .' o,
O que ra-pond?u o nobre secretario a esla impng-
nseo ? Disse : lie um principio geral, ao qual
nao pilemos desobedecer em favor dos empregados
desla casi, quo as dispensas do sel vico era conse-
queuda .11 reforma ou de auosenladoria, s dao di-
reilo a percepeo do ordenado, c nao da sratilica-
co.
Seria umajlisparidide, aecrescentou o nobre se-
cretario, para a msgistrsturi e nutras distes de
fnnrciunariiis pblicos, que ficariam em peiores con-
dieoes do que os empresa los desta casa, a Desoja-
ra que o meu nobre colega examinasse se esas prin-
cipio geral foi adoplado rom bons fundamentos :
ha islo o que cunipre fazer, e nao scguirinos um
principio s pelo fado de oslar eslabelecido, sem
verificamos se sao razoaveis os seus motivos. (Apel-
ados.)
Cumpre saber se os empregados pblicos que lera
exercito com zejn ns seus lugares, na occasiao cm
que sao dispensados de servir por mnlivos justifica-
dos, em que por conseguinle mais precisara de
gralilicaco, para poderera livor, deveni perder s-
isa graidicarao e perceber- somonte o mingnado arde
nado. Compre examinar bem esle poni, nao so
sora, como a respeilo de lodos os empregados, para
esse abusivo principio administrativo
I que recala as licencia e aposanladorias, principio
gados.
O Sr. Figueira de Mello : Esta razSo nao he
procedente.
O .Sr. /'la ('andido : Assim romo o servico
lem sido feilo at boje com os empresados que exis-
lein, podera continuar a ser feilo durante us tres me-
/es que restara de ses*ao.
Alem ihsso, em minba opiniao. as galeras da c-
mara precisara cada uma de dous guardas que faram
o serviro que ah deve ser desempenhado, nao' de
um su como se propiie ; lambem la necessidade de
oulros dous empregados que guarden! os chapeos de
Chura,as bengalas, etc., dos esperladores.
S ibe-se qoe nem lodos os cidadaos que vem ai-
Islir aos nonos Irabalkos passoem segas, todos elles
vem a pe, o era lempo de chuva Irazem chapeos que
os reguardara das amias ; nao poriem entrar uas
me. las rom laes chapeos, romo lambem hao po-
ilem entrar rom bengala-, ijeiiam estes raslrumenlos
alu a unj cante dos corredores, e sem haver quem
se incumba de os uuardar. somera se com muila fa-
cihdade. He pralica am todas as incoes haverem
nas cmaras empregados que se uceupm na guarda
desles objeclos ; porque motivo mis lambem nao os
lercinos ? Pode se conseguir o mesmo lim fazendo-
se menor despeza. A minba opiuMo a este respei-
lo he a seguinle : que para guarda das galeras, e
lambem para guarda dos chapeos de chova, benga-
las, ele, a mesa conlractasse alguns militares que se
achara iuolilisados para o servico dat armas, c que
entretanto podem-se oceupar nesle emprego med-
anle alimma gralificacao, como se pellica em Irania.
onde se v nestas casas um pobre militar reforma-
do fizendo esle servico, como uma cerla recompen-
-a. Ora, cnlre nos a classe militar nao he cerla-
meule a mais bem paga ; porque motivo nao lhe
daremos estas pequeas aparas ? Ao menos por es-
la forma despenderamos menor quaulidade de di-
nheiro. c o servico nao deixaria de ser bem feilo.
Sao eslas as rainlias upiiies, e por consegoinlc
liei de volar conlra o parecer. Nao lenho em vis-
, las sendo o bem publico, e nesle senlido limilo-me
a lazer eslas simples rellexes.
L-se, apoia-se, e entra em discussau
emenda subsliluliv.i as conclusoes do
commissao de polica :
I.' O numero dos empregados subalternos da
cmara lica lila.lo em nove, a saber :
r I Porleiro do saja.
o 1 Dito da secretaria.
o (i Conliuuos.
I Correio.
. da
as oulras classes de empregados pblicos se lera es- se acabar con
labrlecido a regra de, nos casos de aposenladori
reforma, ele. cun-ederse lan smenle ordenado, : que revela a fraque/a era que se reconheeem esiar
o ve poderla sustentar qu os dous empregados os funccionarlos superiores em retaca a seus sub r-
-i seguinle
parecer da
re que se trata, dispensados do servico recebessera
lambem as gralilicacoes por um privilegio que ra-
/.ao alguma pude justificar.
Ora islo, Srs., est de acrordo com o que a com-
missao eslabeleca cm geral no seu parecer, islo he,
ra : o espectculo seis vezes por anno, os monumen-
tos duas vezes por mez, qualro semines na quares-
pnrau na
ma, biblinlheca seria, pon
ule/es, uenhurna rola em casa, iieiihum
familia!
Falla, falla, r.hingru, eu lesupporlo! Quando
me apresentars ?
Amanha, se quizeres. Ja fallei-lhe a leu res.
peilo.
Qoe lhe dissesle?
Que eras o nico de nossos grandes pintores de
que nao lenho quadro.
IIet -le romeeir um para li no dia seguinle ao
do casamenlo.
Obrigado. Tenlio de pedir-te ainda um favor.
Qual he ?
Salles, meu charo, que lenho quasi quarenla
annos, c nao lenho anda emprego. .Na ininlia idade
lodos eslo empregados; morifiea-me ser eiceprao
dessa regra, c ouvir murmurar em lomo de mim :
o Mr. deChingra, bello nome; que faz elle?
Tem de qne viver : he un homem que nao pede na-
da a ningiiem. Oh! porm que faz rile? I)
diados, abuso que denota que ns ministros, qu
lis iiresideules de provincias, que os chefes de re-
parlices, n.ln lem bastante corsgem para fazerem
5bogar ao cuiiiprimeulo de seus deveres os empre-
ados oimssos.
lor como es oulros, um Delacroix, um Trujon, um
Corel ; no dia sesninle eras quem s. E conlem-
roniances, e todos in- [ pl.i ainda. lira essa lela sem caixilho, leva-a ajanel-
I, cnehuga-a com a manga, e depois lorm a pd-ta
em seu Ingar.'prasuejando ronlra oa Bnrguezes, que
nao vem cobii-la de ouro.
Hilo da-depois rolla ; mas ulha para oulro lado,
evila esse canto, e smenle lanca-lbe a vista a furto
sullocaudo um suspiro. I'raa manhaa, chozando
com o sol : sonhuii que seu queridn quadru eslava
Vendido a rainha da -liiglalrna, o quer admira-lo
anda nina vez. Bnlo u artista perde a paciencia
o diz-lhe injurias : a Es um bruto ; ha aqui vate
qundrus menos mos, e vas enamorar-le desse e-foro
estpido, elle nao lem nenhum valor, nao quero
mais v-lo, leva-o porm nao me falles mais a lal
respeilo.il
Chingru nao faz-se rogado, corre ao quadro. dan-
do gritos de pigarg esfaimada, moslra-oao artista
eaalla-o cora mallos soperl.-ilivoa, e faz com que se
ponba all uma assignalura que Iriplica-lbe o valor.
Da-s.'-lhe de boa vonlade um quadro, porque sabe-
essa ru faria o mesmo que lodos, prego de Ires rail francos! Assim. meu charo Tour- ," c'"" "I '<'"', "',',*era coniproinellido ni galera.
Iieur, nao le puco nada agora ; algara dia, se lica- !
res talbfeito... Tem rredilo, conheres pesaras da I
alia sociedad, vais a casa dos ministros ; dirs algu-
lila cousa a mea respeilo, nlo ha verdade ?
Para que serves ?
Mas a galena de Chingru muguen) conbsce. Sua
casa he a gruta do leo : sahe-se o que entra, nao se
sabe o que sabe. Todo, os quadros sao logo vendi-
dos occallainenle a ura marcador, que osetped* para
as provincias, para a Blgica ou para a Inglaterra.
Seo acoso rccoiidur.issc alzum a Pars. Uiiuzru res-
Para lulo; nu esludei nada especialmente. I pon leria sem perlurbar-e : a Dei-o ; nao tenho na>
Pois bem, veremos. Amanha .i que horas ? da de meo. a Ou enlo : n Troqoei-o por um Van-
A's duas. Ella estara s com alia; iras com- Dvck. Ora, que pintor se queitaria de ler sido tro-
nzar urna porra.i de terreno. caita por um Van-Dirk ? Assim LuizThrrameiie de
Queres que eu va buscar-te? Chingru fez para si uma sociedad.- de beneficencia
.Vio, nao cu he que pastarei pela lila olli.-i- !de Iotas as ollicin.is de Pars,
na ; nunca estou m rainha rasa. Sabes onde moro .'
c O servico de sala e secrelaria, assim como o
das galenas, ser distribuido pelos continuos, cuino
parecer conveniente a commi-saolde polica.
a .- Otemprezadus acuna mencionados eonliana-
ru a perceber os vencimenlos rslabelecidos, e a-
quelles que d'ora em dianle forera dispensados pela
ram.ra, por motivo de molestia, nao lerao direilo a
gratificacao, que so he devida pelo exercicio.
o I.-I) actual ajudanle do porleiro da secrelaria.
Francisco (iil Vez Lobo, ser considerado continuo ;
e licam dispensados daqueile servico Francisco Jos,
da S.lva Vaizas. e Jos Mara Piulo, que ha anua,
por inolito de molestia, se acb.im impossibilitados,
conservando todava ot ordenados que ora perce-
bern.S. B.Mendes da Costa.
Disentida a materia, procede-se a volago por
N.io mu lembro justamente.
Bem le dizia eu a esse respeilo lodos os ineus
amigos estn adiantados como lu. Adeos.
I.uiz Therameue de Chingru, sera profiariio decla-
rada, e sem domicilio mohecido h-. o que ehama-se
vulgarmente pesie de olficina. Sen talento consiste
em inirodii/.'i-se em >*'* dos artistas, iucensa-lot I quando Chingru e o piular hrgaram porta de .Mr
groseramente, maldizer de o.....i casa do oulro, Gaillard. Foi Rosalia quem vio abrir ; vcllia lia
tratan lodo- com liberdada, e tirar re quando era : sahin cora a criada. Ella o- fe/ entrar na uta de
lleurique Tourneur niinca lhe dera nada, pela sim-
ples raza de que vendando todas as suas piolaras
nao ficava-lhe nenhuma para ar ; mas promelleu re-
compensa |,> largamenle, se concluste bem o nego-
cio do casamento.
Um e oulro foram eiaclos i |rpunio e davam duas
loras na eslaco da esleda de ferro de Saiul Lazare,
quando, um quadro que se lhe driva levar. Sem ser
artista nem critico, lera nariz de adido, c fareja inut
lo bem as telas de menos valor.
Nas ofllclnas onde he rvcelrida pe-se como ponto do f.illai
du admirar io ao longo das paredes gal.....rio lodo, o
bom o o mao, ale que tenha Uncido a vista sobre
una obra mediocre, a que o artista da pouco preco.
Eul > dirige para all lodo n esforco de sua admira-
Cao lodo impelo de seu enlhusiasmo. Ora afasla-se,
ora valla, depreciando uma obra primorosa em pro-
veio de sua p.ivo dominante ; quando retrate be
laucan!,: umallimo olhar sobre o nbjecto .le sua eo
bija. No da seguinle loma a apparerer, m>s n"o
v a ninguem : apenas ^-i bom di i vai direclainen-
teao quadro da vespera. lie seu pulo: dir-se-hia
nm homem altrahido pelo imn. Nao teme dizer no
arlisla: Eisaqui la obra prima ; quiudo lizesle
islo lice-le acuna de ludas ; iij vespera eras um pin-
anlar, dou a r.hingru novas de loria a Itnulia. |ier-
inilliu que lhe roste sprrsenddu Mr, Tourneur, as-
iiii i omo recebea nm homem de que lem-se ouvi-
muilo, e ouvio graciosamente as explica-
r/Dea que elle deu-lhe -obre a escolhl de um terrena
e a construccin do uma aliieina. Nao sabia com
que cunlire-i o |ii quoiia i.ndei, nem se consen-
ii.iillard i.re-a-e de descender dos coiiquiutadores
do inundo. Muilo o hiimilharia quem lhe provtssa
qu seu nome nao he mais do que um adjeelivo fran-
cez chegado ai classe de nomo proprio. Quando fal-
la sea ene respeilo elle encela uma disserlarao de lo-
dos us diabos para provar que havia soldados encar-
regados do cuidado dos capacetes galea, galearim,
donde se deriva Gaillard ; veja-se a estrategia deVe-
gece, (al capilulo, lal paragrapho.... He assim que
me nuves ?
lleurique linha os olhos filos sobre a casa do Mr.
Gaillard.
Nao lechas lano Irabalho. coulinuou Chiogru,
as janellas dao para o paleo. Enlo ella he de leu
goslo ?
Nao he mulher, Chingru, he deoia. Eu nao
a Bupponhalo fnrmosa. Dizesque lem vinle ecin-
cu anuos ? Sim, deve ler viole e cinco anuos,a idtde
da perleieao uas mulheres. Todas as eslaluas'gregas
tem xime c cinco annos !
Obscrvaslc-lhe os olhos ?
Vi ludo ; olhos graudes e negros, ricos cabel-
los caslanhos, sobrauceihas divinameule desenliadas,
bocea altiva, labios graciosos e nacarados, denlinhos
Iraosparentes, lindas mina afiladas, bracos grossos,
pes pequeos e nrelhas cr de rosa como uma con-
cluidla das Amlias. Seobservei-lheos olhos! Ob-
scrvei-lhe o vestido qoe he de bella fazendi, a gola
e as mangas que ella mesma desenhou, porque nao
se lazcm laes moldes era casa de Marius Vidal. t\o
lem aunis nos dedos, nein orelhas luradas. Bem
vs que sua iiuagem licou-mc eravada no co-
ra cao !
Oh .' se o corega loma: parle no negucio, nao
lenho mais nada que fazer aqui !
Sem dnvida eu disse um milhao de tolices ; nao
dava allenro as mirillas palavras. eslava ahsortu, ex-
perimntala pela primeira vez de minha vida o pra-
zer de contemplar urna belleza perfeila.
Pois bem agora vem contemplar nulra cousa.
Qual ?
Os terrenos.
Que rae importara os ttrrenos Ainda qoe es-
sa rapariga nao lenha nada, e me acreilo, hei de ca-
sar cora ella !
N3o te adujas, meu rh iro, se "- lerrcnus la en-
fadarem, tu m'os daros. Desde muilo lenipu lameu-
lo nao ler n.srido proprieiario.
Quando Mr. lisillrrd rolln da repartirlo, Ro-
sala conlou-llie que Mr. Chingru levara uin joven
ai lisia, Mr. lleurique Tnurnour, para \er os (erre-
no- que ella dera o plano, e que eisc senhor lomara
i ir fallar-Ble. a Mas, iccresceotou rindo, eu apos-
liria em dividir uma. porcao em duas meiades; porm tarn que elle lem oulra idea na eabeca porque nao
mostrou um plano lilhosraphadoque lleurique podio aflasloo os olhos ,|e mini. falln sem saber o que di-
a permissa de levar para sus casa por um ou dous,j zia, c alem dislo... nAo parece um simples compra-
dlas ,in.moliendo que voltaria para entender-te com dor de terrenos.!
Mr. Gaillard. A entrevista duroo dez minutos, e o
piutor sahio lestombrado.
Enlao pergantoa-lbe Chingru na escadt.
Deixa-me tranquillo parece-me que acabo de
fazer imi lia-.'ern a li -lia.
Nflo le engaas muilo, n dinailil dos l.aillani lencoes.
he originaria de Narbonna, cidade rumana. Mr. >
Ir. Gaillard na earregou o sobrolho : coeou
nariz, o qual linha mi: bello, e respondea '.
Mi Ibor f".ra que Mr. de Chingru e oecupatse
com seus negocios. Irei imanhaa 4 caSS desse ar-
lisla I use ir uin: plano, e ber ques <-0 suas iu-
[Continuar-tt-ha,)
ILEGIVEL


DURlO DE PEMtMjjM QB|NTI WH 19 DE JUHHO II 1856
parles, a periiJo do Sr. Kibeiro de Andrada ; he ap-'gurirr.lo Tenreiro Aranha levou a presentida as- lomada, nada emprrhendi smlo fazer linipar e pre-
provuda a emenda substitutiva cin lodas al *uas< hi.. ..,...;....;., ....... i..-.......
parles, licando por eunstguiilc prejudicado o pare-
cer.
leudo-se esgotado a ordem do da Oa-W a de
amanha e levnnta-sc a Masa a meia hura depois de
meio da. ________
PARA.
Expongo ap.esentiiiia pelo K\m. Sr.
imatilhrirn "trnnltiflo rfn Kego Barros,
presidente da provincia do Para", ao
t\m. Sr. tenste coronel de engenbei-
ro Henriqoe de Beairrepaire Roban, no
diaSBdemaio de 185(5. por occasiao
de passar-llie a administranio da mes-
iii.i provincia.
I'a/acio da presidencia da provincia do Par na
cidade de lie le m em 29 de maiode 1836.
lllm. e Exm. Sr.Haveudu S, H. o Imperador
por carta imperial de i de ahtil ultimo, concedi-
da a graca de exouerar-me da presidencia desla
proviocia coro que me havia honrado, lie do meii
rigoroso denref passando a V. Exc. a sua adminis-
trarlo apreseutar urna exposicAu tiel do seu estado
emplea provincial, e por i
gula inli i inamenl, pelo profe
melria leeetrare mandn xir para c-le lim por nao conta-
ren) as r.ldeiras de que lio proprielan,, a nuinern
,le alumnos marrado pela le : a exlinen de-las ca-
deiras deixei de ordenar em coDieCjoencia de que-
rer examinarse essa Falla lem por cama > Miado las-
timoso porque pasKiu aquoliacidade.
O rullegio ,le Nussa Sentara do Amparo das edu-
eandaajase acha emana propria ra-a desde o ilia
2.. de marcadest* anuo.leudo- e linalisario os eoneer-
tos e acrommodacOes precisas, edueandasealgo boje
muito mellior do qne estavara, porem he anda ne-
etssarra que o edificio seja augmentado para o que
fui conveniente comprar 10 cidad&o Joo Augusto
Crrela pelo pceo de 5005 um pequeo terreno que
esta' encravado no e*labelecimeulo, e-la acquisirAo
era de absoluta Mcessidade para a coiiliuuacai. e
resol.li l.ii.e do edlfleie, para o que
den o r.datlAn Manuel Hoque Jorge Kibeiro
pequeua paite de seos terrenos gratuitamente. Pera
iielhorameiito do* e-ludns rio colirio ronfeccionou
a assemblea provincial a lei n. 277 do 3 de dezem-
bro prximo paseado que ainda nAo poude ler exe-
c.irAo em toda
di/.er a V. Evt
-i ella sendo re-1 parar o terreuo ; e como me buuvessem es mesmoi
e seo- I cidadaos do rullo protestante, de qoe O inenrAu
na eiposicAo que apresei.lei .-. I i de maio do anuo
passado, pedido notamente mu le reno para de-
liraren) o seu eemileriu, propui-llws urna parle
desseja principia o com a rundirn de sepnlUrem
m eaaaverea do> colonos quelivessem esla.lo ao ser-
viro da provincia, pasando elles a purrnu dos ali-
cerces de que se apiuveilassem e um mdica fru,
par,i o que disse-lhes qoe olllciaria cmara muni-
cipal uesse sentido. Al o prsenle nao uve res-
posta, mas espero que tceilem, vista Uus grandes
desejos que mostraran! par.i nAo eslarem dependen-
do uo nico cemileno pruie.laute que existe, e que
lera dado lugar a desinlelligencui cun a arimiuis-
Iraro.
que
o cemileriu de Camela acha-se concluido pelo
seu arrematante, temi tida preeochidaa ascondi-
ce do respectivo contrato, seguudo informa o eu-
lambem ce- : genheiro que para cs-e lim un a aqoellc lusar.
A Santa t:asa da Misericordia val continuando a
fazer esbirros para melliorar seus hosp.laes e ren-
dimentos.
Mandei aonlinuar eom a preslacgo de 3:000a,
maleada na lei do orcaincuto em visor para ocou-
i parte-, no ctanlo folgo de I cerlo do hospital do seuliof Boa Jess, por se la-
marcha regularmente esle es-1 zcr anula uecessaro proteger a c-le oslahelecimen
e das providencias e medidas que lenho lomado a', "bcierimnilo, devido as pessoas que 1,1o disnainen- lo ale que iiielhnicm suas rendas e com eslas .
lim de dar execurAo a algumas disposifes legisla- "dirigem. | las aastgoel um contrato Com o provedor ua Ssnl
livas proviuciaes, e ordens do goveroo iilipcrial. O aemin.no epwonal lem suas cadeiras preen- i Casa, em virlude da lei provincial He l.'i de de/.cm-
A tranquillidade publica coiilinua I', li/.meiite uial-
leravel, grajas a boa ndole da popolarao e do co-
iilieeimeulo inlimo de que seni ordem uo ha liber-
laile e prnsperidade. s divergeurlas de opiuies
politicas nao sdo motivos que (acam receiar que as-
iin nao continu o que espero, ainda me essjs pocas em que no rgimen representativo os
espiritos mais se exailam e'a popularao salte, por "''.""''e solicitado augmento do dito crdito pr
bem diier, !o seu estado pacifico e ordinario para "lno "'*'' presidencia de de ftvereiru do pre
lomar una parle mais activa em seus destinos fu- sc"le ''"""
bar** ; he o que lem de acontecer com esta provin-1, ""' "'<'< aranliado romo lie prelemlia ol-.xm
ca no correte anuo, em que lem de proceder a es- bispodioce-anodar-IHe maior de-en.lvimcuto ; po-
colba de seus representantes a assemblea aeralleis- ""'} nando-ae perlo da uova lorlihc.;3o. 1Iue
liliva e para as cmaras muuipaes ,
lenho as eleic,es que acabam de ser feitas a seis do
eludas, e s0li as vistas do digno prelado diocesano bro do 1853, para mandar vir M rolnos pilra a
segu beni em seus esludos. Calenda l'inhrire ; este couiralo oi ellecluado era
A respeito decasa mal se achain os seminaria- dala de S de deiemhro do anuo lindo, como consta
taa por estarem accommodados na que deitaram as das ordena que a esle respeito foram expedidas ao
educandas em conscqueiicia de eslar elle em con-' llisouio provincial vxislniies na secretaria,
cello, para o qual fui concedido pelo governo impr- A iliiimiiiacao publica da capital he folla aclual-
lial um crdito ,1a quaulia de IKKKHlj, senda ulli- mente em virlude dus conlralos de til de Janeiro do
raez de abril para os membros da assemblea pro
vincial, onde reiuou a maior ordem e liberdade por
loda a proviocia.
A seguranra individnal e de propriedade nao esta
ainda como he de desejar, mas nao da motivos de
desanimo, poi* que fados ni,n- nntaveis s lera
existido uessas aglomerarles de sent que exislem
nos siringaes, nos muilos quilombo, etainhem. com
pesar o digo, na frtil e rica ilha de Marajii; mas
a cansa principal be o e-lado de abandono em que
sdo deixados eaaaa lugares. Poucas e mu puucas
sao M autoridades quenetles cumprem seus deve-
res, e apezar dea esforoos da primeira autnridade
da provincia dillicil he faze-las responsabilisar a fal-
la de juizes probos inlellisenles e imparciaes, em
alguns luzares, que receem curlar-se-lhes urna car-
reira que abrararam cora lautas faligas e sacrificios
he orna das pnneipaes razo?*. Corr, a eslada de dous
juizes de direilo de Macapa e Maiaj essas romar-
cascomecaram a sentir seus melhoramenlos depois
de algumas providencias por elles tomadas ; mas in-
felizmente o de Maraj leudo-se retirado para ir
lomar aaaaat* na cmara dos Srs. depuladcs lem
ella por isso de retrogradar. Para assegurar eslas
garantas apreciaveis, siuto dizer a V. Exc, que
esla proviacia anda se n.io acha habilitada com to-
dos os meios necessaries os quaes por vezes lenho
solicitado do governo imperial.
A destruirn de quilombos, para cuja existencia
muito se presta a lopographia da provincia, foi mais
ou menos providenciaba por alguns de meos ante-
cessores, e eu seguindo ese exeruplo, live como um
de meos primen os cuidados, logo que lomei po-se
da administradlo em novembro de th.*>3, acabar com
esses focos do crime. e oidenei immedialamenlea
destniiqitn do de Macajuba, um do* mais uolavuis e
prximos da capital : deigraca.ianienle a empreza
toi mal execulada. Pedi a lodos os delegados qu-
me informassem acerca des que existissem em seos
dislrictos, e qoe indicas-ern os meios que julsasem
melbores para os nniquillar ; ohlidas as informa-
CjNs que V..Exc. encontrar na secretaria, escollu o
de I rmbelas, outro lanibrin nolavel. e em dezem-
bro de IKH dirigi-me ao delegado le polica de libi-
dos remetlendo-lhe armas, rarluxame e dinheiro ;
ao C' ramandanle superior da guarda nacional de
Santarem para fornecer I finca precita, pondo-se de
iiile.lisenria com o mesmo delecada, e tambein ao
mis-ionaroi do Rio Tapajoz para mandar alguns In-
dios ondMurucs que servissem de cuias. Prompta
a ayarliga*, no da ,1a partida, 2S de fexereiro de
IK."m, de ppareceram os Mundiiruriis pelos moti-
ve que V. Exc. vera da parlicipacio do delegado
com dala de l e marco, expedindo eu a ti do
mesmo mez as ordens necessarias para se dccolrrir
s crimioosos ; em conseqoencia pois da foga dos
Indios ficoo frustrada 1,1o til diligencia e entilo foi
nece-sario esperar se para a e-taro proprin, o que
leve lugar depois de miuha chegada em novembro
do auno passado, iras anula desla xez nAn teve o re-
sultado esperado ; firaiido todava ronhecido e de-
vastado o lugar. Oalraa proxnlencias (algo dadas
para que na estacao c nveniente se continu em
soa destruirSo. V. E\r. rrcouhecendo o grande bem
que d'ahi vem a provincia niio os deixara seui du-
vida tranquillos, e nesejarei que seja mais feliz' do
que eu, teodn ja mais recorsos e encontrando menos
apoio eprolecrAo de alguns visinhns que com elles
se comraouicam, ou com recelo, ou levados lalvez
pelo srdido ulerate.
As forras de mare Ierra nenhum augmento lem
lido. pelo contrario diminue, e no porto d, cap
lal s existe, e em concert, o brianc Caliope.D
lis ofliciaec pertencenles a oulras provincias ja
marcharam para seul deslinos como por vezes foi
determinado pelo governo imperial, mas aquelles
que perleneem a guarnicSo desla provincia ainda
nao se recollieram lodu-, caosaudo essa demora gra-
ve atropello e lran*torno ao servido publico.
A guarda nacional, a excepcAo de urna ou oulra
vaga occasionada pela morte. tein a sua ollicialiilnde
comflela, a lian ser a falla total de majores para
es corpos, porquanlo s exislem dous nos batalhoel
desta capital, leudo sido exonetadu o do de Porto
de Moz ; emquanto porem aus guardas uaciuuaes
eslou habilitado para asseverar a V. Exc. que una
terca parle pelo menos nAo lem as qualdades exi-
gidas pela lei para pi, rem ser qualilicados. Kc-
nlium remedio encontr para esse geral abuso sem
urna re rma eflicez na maneira de qualilira-Ios.
llrvo tarahem clizer a V. Exc. qoe a experiencia
me lem felo ver que nao he possivel continuar cu-
ino se acha a urganisac,jlo e distnbuic^lo desses cor-
pos ua provincia ; como caigo, he quasi impoasivel
coniprimcnln da lei sem incommodus e aupa-,
raveis vexames dos eidadgoe, Eu coidava era pre-
parar esse arduo Irahalho para apresenla-lo no gu-
verno imperial, colhendu os dados piecisos ipie pa-
ram na a*cratarta, V. Exc. vai ja encontrar um
Irahalho adianlado, e ronheivndo pela cxpeiiencia
i sua argente necesidad* proseguir semduvila a
lim de dolar a provincia com esse bem.
O corpo piuMiinal de polica nao esta ainda com-
pleto ; a crise porque paaaou a provincia no seu es-
tado sanitario fot urna das causas que para isso cou-
correu.
< art. i. da le u. 974 do auno prximo passado
autorisou a presidencia a lazer as necessarias modi-
beaces ciu seu regulamento do primeiio de Janeiro
de I8i, e no da enfermara de 28 de marro de IS'il
para poder dar-lhe o devido comprimenlo ped ao
seu corumandanle as precisas informarles, que me
nao foram ainda fornendas, para que I vtsla dcllas
possa reconheccr suas necessi,:ades, e fozer cnllo as
modilicaroes aulorsadas.
A instrucftio publica lem merecido sempre da as-
semblea provincial loda a proteccilo e coidado ; nes-
la ultimasessao foi ella aindamehoradacom alsuma
leis, e enlre ellas a de I de dezembro do annofindo
pela qual foi a presidencia aulorisada a converle ro
l-vceo Parense em collegio eom intrnalo ; mas
infelizmenle nAo poude ler elfeito a exerucio dessa
lei em consequeocia do nAo haver um edilicio apro -
priado perlencenle a provincia que preencliesse o fim
para que se.fazia necessario, e uem mesmo parheu-
lar que se podesse alugar nu comprar. Hecorri ntsse
intuito ao goveroo imperial pedindo lhe um que
me parece ler as condirors necessarias, como V.
Exe. ver do rclalorio remetlido ao E
bia geralle-is- 'rcl" achando-se perlo da nova forl
; e como pruva **'" l*vaulando nAo consent ; no enlnlo c--.. pre-
leu^Ao loi remedida ao governo imperial para deci-
dir rnmojulsassc mais conveniente, porque para elle
reroriru o mesnio prelado.
Culto publico.
Itcscjaria informar a V. Ec. que era prospero o
seu estado, cono deve se lo em I, da a sociedarle ;
porem assiui ngo acontece, a falta de sacerdotes para
o preeuclumeiito das parorlu.s be mullo seusivel,
e a isso accresce aimla mais. o desnreao de alguns
nocumpiimcnlo de seus tteveres apCZaf do templo
e esbirros da digno prelado em acudir sempre Can
promptas providencias*
Uuilaa matrizes oecetsilam de concert* e para
metilos, a presidencia lem furnecido meio pra os
mais argentes, e at mesmo para a leedificaco de
algumas, norm forra he diser : puncas commisraea
que para esle fim e.io inrumbiiias por le pioviueial
lem sabi.lo ulilisar as quantias que recebem ruin eco-
noma qo,uni utilmente as empregam ; V. Exc.
examinando o inappa n. I cunhecea' o que acabo
de expor. Para aquellas inalrizc que necessilam
de paramentns or,leuei que a consisuarao marcada no
orrumenlp vigente no $:! do arl. 5 (Jsse empregada
dislnbuindo se entre ellas os objeclos que fo.-sem
mais precisos.
No mappa junto (n, 2) enconliara' V, Exc. alsuns
esclareciinenlos a respailo da divisAo ccrlesiastira
la provincia,
Destado da aanda publica ja ha inoito nao nos
causa temor, a epidemia qoe lanas vidas arrcnalau
sla Qorescante provincia e que continua a l'azer
anuo ultimo a ga/ liquido e.de 10 de agosto do mesmo
anuo a a/eile, una e oul'H eoulinuaiu sollrivel-
meule, segundo Informa o respectivo inspector, ac-
ceiulendo-se presentemeule 182 lanipee a gaz, e
l-tl a a/eite.
As municipalidades geraluienle ainda se nao coin-
peinlraraiu dn qiianlu dtllas depeu.le u inelhoia-
menlu de seus municipios e a felicidade de seus ha-
bitantes quaudo cumpiem seus deveres, e da res-
ponsnbllidada que recabe sobre ellas quaudo o dei-
xam em abandono, e islo muilaa vezes depois de ha-
verem envidado lujos os es forros para se bonrarrm
com esses lugaies, para depois os desprezarem.
Mu pnucas sAo as que .-e dcdicam as roosus publi-
cas, algumas s o fusta, quaudo negnos purlicu
lares ureopam a alleuijAu de seus membros: s a
instrucrAu e o lempo daiAo algum rriuediu, se a
islo se ajuulai alguina reforma na lei de sua
creae.Ao.
As cmaras de Santarem, Ol.idos e Viga pedem
oovos crmllerios, e para esse lim algumas quaudas
lem ja mandado a presidencia, prem seus orra-
uicnlos sAu lAu elevaiio-, que nAo he possivel por
agora leva-Ios a elfoilo. Ordan*l-lb*S que no ceso
de seniii titula de uigenle tiecessidadc que cercas-
seiu os terrenos para que os cadver** au sejam
profanados, e qua us nauden beuzer.
A da Viga apresenlou-m< um piano para o abas-
lecimeulu de carne verde nessa ctdade, dando os co-
fres proviuciaes a mdica quantia de ;HKIS ; nao
julguei qu* fossnn preenebidoa os litis que ella do-
sejava, e |>or isso nAo I lie dei derisio alguna -. V.
Exc. porem procedeudo aos ntcessaiius exames (ara
o que entender couveiiienle.
Pcdi a essa cmara que mu apic-enlasse oulro pla-
no que podesse larabem servir para abastecer o mer-
cado de-la cpiial de pescado, visto ser aquella lu-
gar tAo abundante dtsse seero ; lrou de assiin o
ili'-do lins do mez do Janeiro ultimo, e a n.io serum
ou oulro caso fatal de l'ebre amarella podenamosdi-
zer que nenhoma.....leslla contagiosa ou epidmica
nos presegue aelunlnient*. *
A mortalidad* causada em loda a provincia pela
mole-lia que ,-qu: romeron a reinar n anuo lin,lu
foi de iTtiM, cuino V. Eic. vera do'mappa n. 3, con-
feccionado em vista das uimas iulurtna^oes oblidas
perteu, eudo a capital o iiuiii, ro de Itl'il bitos,'
Gontinuam presentemente alsuns incommodoa
proprios aa alacio, as intermitiente* us locares
em que Costomam a aparecer etn ra/Ao dn- panlauos
o qu,- poda eslar hoje muilo melhorado, a nAo ser
o irprebf usivel abandono e tleleivo dos habitantes
e das tespcrlivas cmaras inumcipae, a proXa te-
mos en Macan* onde as inlermitleuis vAo desapa-
r,rendo em ct usequencla das ord- us que fpram da-
das para abeilura ilesses terrenos alagaileos, e para
os corles dus aracuzeiros. amores vunenosas que
mui|o abuii lam nos-es lugares.
, Para cbesarinos a ele estado lisonjeiro a res-
peiio da epidemia, alem '." melhor alimenlo o ou-
lras coasas nii" noa sAo dasconbecidaa, dexo notar
i V. Exc. alsnms que influiram, como a -ciencia
e a experiencia nos letn demonstrado, e foramo
asseio, as visitas para o exaine dos gneros alitnen-
licius. a caiacAo e desinfeccAo das casas que eratn
invadidas pela epidemia, providencias estas que fo-
ram ordenadas depois de tiunlia chegada, e que nao
foram al enlao lom.das. orque, srtn rtuvid*. o*
As de Pedro II e Areguaxa, promellem pela sua A ca*a onde se acha essa rep.irlicAo he .icanhada,
poncao, se forera bem dirigidas e protegidas, pros- porem fozeudu-se alguns cuucerlos em urna das sa-
perai e ser le glande vanlagem para a provincia, a I las que eslAo sobre a allandega, Meara' ella muilo
primeira depois dos Insics aeoul cnenlos de que, mais bem acommodada; mas essa mu,laura nAo
foi thealro o anuo pasudo, cometa a leurgamsar-se pode ser folla sem orilem do governo imperial* sobre
"pezar da dillculdadedas comiiiunicatOes e dos puu- : o que ja (enbu informa.lo
X
eos meios de que dispoi a pr*sidJ*DCa : se o governo
imperial Ibes nao dr algum auxilio, mu remolas se-
rlo as vanlagens que dellaaae deve esperar.
A l-.ll.i de colonias ucsla tica e lerlil provincia, nAo
us deve desanimar, e neni mesmo a pouca einisra-
cao espoulaiiea; he inhiba opiuiu que se o estado
sanitario continuar a ser favuravel. e a visla das De-
licias que nos chegam do andamento dos negnos
pblicos da Europa e do noile da America, breve
a leremos ; assim eslejatuus nos preparados para re-
cebe-la. pois que ja he mohecido u quaulo foi pro-
diga a naturexa para conniosco, para os que culli-
vam a ierra nunca I lies, rallan meios de subsisleu-
Passo a leierir a V.EtC.|OUlro| objeclos que.lizein
respeito a lei< proviociaes do anuo lindo, ninas que
foram promulgadas,* oulras que deixaram de ser de-
cretadas lelos motivos adiaule apuulados.
Nao pdenlo ser prorogada a assemblea provin-
cial, e uem lomada-oulras providencias por meio
das qua.-s. resta,,elccendo->e a calma us espirilos,
poilessem ser apprcsMladas as leis dos ore*menta*
provincial a municipal, em raz.io de ser encerrada
a segunda sessao da legislatura a jii de dezembro e
conesponder u auno liiianceiio ao civil, leve esla
presidencia por um semelbante motivo de mandar
vigorar as do anuo anterior ; e como nellas n,io es-
cia, sendo ete Irabalho abundaiilcnienle rclribuidu, livessem ineluidasas quanlia's necessarias para fazer
he verdad* que pAra os aventrenos que procuran, face as deapexa*creadas pelas novas leis nao asexe-
I riqueza sem o emprego nos meios convenientes, is- ] culci, por >sle moltvo, nesla palle, lalvez pareja
so nao conven, m-s lainbem nAo he essa a popula- que o arl. :i do orrainenlo em vigor d para elfos
Sao de que ueressila a provincia I autorisar-flo, porem a man simples rellexAo faz co-
lara favorecer a emigracgo a que me teliro, seria i nhecerqiie elle su deve referir-s* as leis promulgar
conveinenle que me o governo imperial periuitlisse I da* nesse anuo de I8.V1. Alem desle motivo liB
que a pre-ideticiaconcedesse terrenos devululos lab I OUIro* de n.io menor valar, O de economa e o de
res e determinadas candujo**, como actualmente iiaver desposa muito mais urgenlc-, como sejam a
se pralica a respeito dos de marinba, devendo seme-1 do abasleciinenlo da capital de gneros de piimuir
llianle prrmisAo ir lem daquellas concessOCs de ueeessidade, para o que se acha aulorisada a prtsi-
terrenos dos que determina decreto n. .">li de 28 dencia pelo arl. ;l da lei n. 2l de 27 de teuxnbr i
victimas em coiros punios do imperio ja nos tlcixou I l'azer, e a V. Exc. o recott meinlo pela grande Blili
' dade que liara a esla populafao.
Maudei couliunar da capital a preslaego marca-
da na lei do orcamenlo ni vigor, para o lim especial
do cairamente das ras ; Irabalho esle que tem me-
recido uo seu presdeme ledo o cuidado. O con-
cerlo dacasa de suas sessoes, que foi oreado em ris
l:l::l"'.teT:ltl, anida nao leve coniero ; essa obra con-
sideio a de ueeessidade afim de se eronomisar a
quantia de um cenlo de res, que be o alusuel p-go
pela casa que agora eslu servindo para aquetle fim.
O muro do terreno draappropriado au convenio
de Santo Antonio, ja esla demolido, sendo esse Ira-
baliio elaclnado eom anxillo da reparlic*o de obra
publicas provincia**, porque assim o julgoei conve-
niente.
As easai queem ls."ii- foram deopropriadas, c que
por nia teriin seus proprielarios concordado com a
avaliaro fela, anida se acham em poder dos mes-
mos, e eslSo ,dependentes da decisiu da relaro du
dislrtclo, mas creio que a leremos breveateute.
Urnnoou maladeuro publico, urna das obras
mais necessarias, marcha vagarosamente, ja em r n-
-equenna da epidemia, e ja em raigo das mullas
chovas ; porem eslou persuadido que he una das
que a cmaro municipal lem em mais considerarAo.
Neuhuina alterargo lem lia vido concernen te di-
vi-j,i civil ; a )udiciaria, porem, araba no ter a que
lhe du o decirlo n. IT'7 de li de abril oltim pelo
qual foram Creado* dous lugares de |utzes niuniri-
paes letrado* noslermoa do Chaves e Braganr-s, e
deoulubrode I8'8em sen artig tl> com asexpli-
casues dadas nelo aviso do mimslertu du ioipenu de
27 de dezembro de 18,'ii, porque com os trabalhos
demorailos aas medices de .Ierras nesla provincias
para muilo louge nos alfa-la aesperanja do lerinus a
,'iiii .me ,o e ns lerreuos oceupados, (piando, de ou-
lra -io le, seria muilo tnats prompla, como podem
alleatar alsuns pedidos feilos|>or naconaes e eslran-
geirosaesla provincia, que os lem dirigido au go-
verno imperial.
Aus colonos condal,dos para o serviro das obras
da provincia, lenho mandado rescindir os coolraios
daquelles que me o lim requrudo, e de um ou ou-
lro. nao lenho tambem exigido o pagamento das pas-
sagens em raigo do seu ma'o oslado de saude, por
que a experiencia lem demonstrado que quaudo se
se lties nao permitle laer esla rescisAo o seu Irabalho
perde o seu valor, fingindo-se contlnnamenle docu-
les, e emprcgat.do-su a trabalhar para os particula-
res, ou quaudo assim o nao fazem, descriara enlo, e
sAo acontados por mallos que os alliciam. apezar das
providencias que sSfl toniadss.
A esle respeito devo obseivar a V. Exe. que faz-
se necessario recommendacAo muilo explirila aos con
traa lores, e muila vigilancia para que nAo seja ira-
porlada gente immorigerada.reos de polica, e preleu
cosos qoe (rasara embarazos a V. Exc. com requisi-
roe exageradas, e a ile-moralisaciio para qualquer
nascenle colonia.
A catechese e civilisarAu dos indgenas n.oi lem
lido o progresso que devetia ler, poneos sAo as pes-
soas habilitadas que queiram eucarregar-se das di-
rectoras, e as que exislem pouco ou nada fizem |ior
cumpnros *eus deveres, cuino por inuiUs vezes lem
informado o director geral, a visla. pois, de lAo im-
prbenos resultados, s enxergo remedio quando pe-
lo augmento da popularan, forera invadidas essas ma-
locas habitadas pelas Iribus selvagens, e tambera pe-
las aldeias dos ja' domesticados, iu,lo ua sua frente
setenarios virtuosa* para faxer-lhea eanhecer os
preceilosda nossa religiflo, pois que de oulra manei-
i, e cora o que existe, he dar-Ibes persegoidores ou
senhores, e afugeula-los como por mais de urna vez
lem acontecido.
O cominercio enavegacio | cendente, e alada qus entorpecido actualmente pela
crise sanilari. por que passou a provincia, nao de-
vemos por isso desanimar. Espero anda que o ren-
ilinienlo do correnle anuo liuaRCClro nAo seja infe
rjor ao do passado, se oulros niales nao nos vierem
accon-meller, ese houver a precisa liscalisacAo. cui
dalo e stvera erunoinia as despezas, nAo recelo que
baja dficit algum na adminisIrasAo provin-
cial, como V. Exv. lera' ra roecita e despeza dos
me/es de Janeiro fevereiro, marro e abril, exislindo
um Baldo de mais de lili tontos le ris, nAu inrluiti-
du nesla quaulia a de T937B6*3, em que licuu al-
eanrado o ex-lhesoureru Amonio llias Goerreiro,
para rom o cofre provincial. Mandei continuar a
exerurao contra esse devedor em data de 7 de mar-
co deste auno, por n.io ler cumprido a moratoria
concedida por esla presidencia,
feudo eu pedido ao goveno imperiel um ollicial
de maiinha que fusse cunhecedor da navegacAo dos
ro* da provincia, alim de marcar os lugares mais
convenientes para a collocaslo dbalas taroletes,
foi uoiueado pala esla commssAo o capilAo lente
Franeisce Parabibuua dos Keis, queja apresenlou es-
le Irabalho, e com cilicio desla;presulencia de 2.", le
fevereiro desle auno foi elle remetlido ao Exin. Sr.
mini-lro da marmita
muitos afsxeres no cumprimenio de oalros deveres I acerca de seu peasoal deram-se nelle alguns pron-
baviam felo <-querer. meulos, sendo o ,!e juil de direilo de Maraj com a
>,e-le inluito exoedi de accordo rom o provedor, noroearAo do Dr.'Ambrosio l.nl.io da Cunha, e de
da Sania Casa da Misericordia o llr. Joaquini l-'ruc- Macapa rom a do O. Francisco Ko.lligues Selle,
nioso Percna Goimargea, o coromissgo de bvglene
publica, as convenienles ordens para que lulo e
Otease, e os cadveres, patudas qualro lior.s. fossem
levados para o deposito ,1o cemilerio e islo para
que na* se (lemoraasem 21 c i8 horas, eom as ve-
zes acunleria, por nAo have um carro que os con-
daxisse ; ordeoei lambem ao llr. rbefe de policia
que tratases logo da limpeza, que examlnass* ludas
as casas, e lizesse retirar do centro da capilal os ani-
maos que para isso se pieslavam, e alm de que
houvessi maior presle/.a na desttifcccAo de que es-
lava encorreando o l)r. provedor da Sania Casa, or-
denei qoe de tudas as obras publicas, assim geraes
como proviuciaes, se lhe foriir-ce-se (oda a genle que
fosse precisa ; inrnu.bi ao mesmo provedor de or-
sauisai i* bases de um regulameno que servisse
para melliorar o estalo sauilari i da capital e do Ma
seu porto, que foi-me logo apreseulado o rnnellido
roinmissAo de bxgjcne publica para dar o seu pa-
recer.
Uesse reculamealn formuleu a commissgo dous :
um. que dilia rrspeito ao porlo, mandei oovir so-
bre ello o inspector do arsenal de mafiiha, o oolro
fui remetlido cmara municipal para redoxir i
postura as medidas que anda ligo e-tivessem toma-
das e que fossem de suas allribiiires : de posse des-
se Irabalho, foi elle redit/.ido em |K>ucos artigo-, e
logo approvada.
Q inspector da arenal de maiinha concordando
com algomas medidas dn lesulainenlo ptoposlo pe-
la commissgo de bvgieiie publica, eticunlruu todava
CU) Oulras dillculdades ua evecurAo. e vio nellas
pouca atilidade ; a visla pulanlo desla opiniao, e
inellu,raudo felizmente o estado sanitario da eapi-
lal, deixei de mandar execntar e de tomar oulras
providencia* coudas nos meamosregulamenios, por
me imrecer que a sen respeito militavam as mesillas
razies
Otilias cousas inlluiram anda para esse inelho-
ratneutn : iiifeh/cieute nessa poca de dor pooca
1 ou nenbuina carne verde havia nu mercado, e os
generes n.io eran "dos mais eaeallidos ; poieni;as
providencias lomadas foram de promplo exoeuui-
das, o, alimentos deteriorados foram iliulilisados, e
ebegaudo us soccorros pedidos d Ceara e Mara-
nluio, e alsuns de Maraju muilo cooperaram pata
aquello illi.
As despezas fcilas com esla verba pelos cofres
seraes e proviuciaes loram : p-lo piuneiro de
7l:02ii^.'i7 is. ale o lim de fevereiro, c pelo se-
gundo de I7:07i;b:lli, rumooV. Exc. vcr.i na secre-
taria.
Guando a capilal ja se acbava ha 15dasdesas-
sombrada da epidemia, receb um oilicio da com-
mis-ao de hygieue publica, em dala ale l."> de fove-
reiro, pedindo que esla presidencia manda-se pr em
quarentena de observaeAu os navios chegados de lu-
gares que eslavam desinleclados.
Tendo eu observado a pouca eflieacia de laos qua-
rentenas, prncipalmeule enlre mis, e sem querer
entrar na queslAo de sua* vautagena em geial, jval
suci que os disuos membros da commisago haviam
felo esle pedido l.io soincute para afaslar qualquer
responsabilidad* que dahi Ibes podesse provir ; a
vi-la do que. nao recue anle ella c nada providen-
obte tudu pelos veanles que
atisscc/if* lem
com as oulras provincias do imperio : pela dilDeul-
d-de na sua execoe,ao, em razan da graitiie distancia
em que deviam licar us navios quarenlenarios ; pe
de 18 i, explicado pelo arligo II do orramenln vi
genle, e pela lei n. 27(i de I! de dezembro findo
As providencias que dei acerea desle ultimo ob4
jcriu foram, piiuiciraineuie, dingr-me aos excel
lenlissimos presidentes das provincias de Pernambu
co, Ceara e llaranblo pedindo-Um que me mandas
stm algum ga,lu, os dous ltimos remelterani-me
purera o i.e Peruatnbucn, leudo dado as ordens pr
esse lim, segundo me parlicipou, comerou infeliz
menle nessa eccasiao a deseuvolver-sc all a epide-
mia, e desta sorle nada vim a receber.
Keceiusas as oulras provincias do mesmo nial, ees-
saram de la/.er-ine laes lornecunenlos. mas enlAo jaj
havia eu providenciado mondando comprar algum
gado em Maraj, sendo incumbido desla cuminissSa1
o cidadao vicioiio de l'igueirodo Vascoucellos, ai
quera dei ordem para que fosse mandaudo em quaulo
hoiivessc folla na capital, e para esse fim lhe forami
dados lodos os meios necessario*. Esla comiiiissAuj
fui deseinpeubada com loda a iledicarAoa merecer os
agrailecimeulos desla piesidencia.
Autnti.ei ao Exm, presidente do Cear a conlra-
lar, segundo as iiiforinares que se digoou prestar-
me, sob as bases que lhe remetli e que junto encon
trar V. Exc, o fornecimenlo dealguin ga.lo pin
esla provincia, e leudo sido ellecluado esse coutralo,
comerou elle a ler execurao ; lambem oulros foram
concluidos cuinos cidudaos Domingos J^s Piulo
Braga e Antonio l'hom Kodrigues.
Eslas medidas nAo sao sollicienles para que baja
abaslanra nu mercado, oulras sao necessarias para
remediar esse calado de escaces peridica ; una del-
tas, a meu xr he eslar habilitada a presidencia com
mais alguns meios que ja lem sillo por inim requisi-
tadosao governo imperial para impedir o roubu e
exporlarAo do gado de Mar jo; oulra be a necessi-
dade de seren iniis bem contienda* pelos faxeodei-
ros de gado, as vanlagens d- utua criaeflo cuidadosa,
do transpone de urna maneira mais digna da rivili-
saeAo da provincia, e finalmente que o capricho e o
mal entendido mitres** particular, nao continen!
a inirom-tier-e em urna questAo de lana monta
para o bem estar da populaeAo.
O coutralo feilo com o ador Francisca de Salles
(iiiiin.'.re* e Cunha, leudo le ruinado o seu lempo
de durarAo, eu uu leria duvida em conlinua-lo, se
por ventura eslivesse elle habilitado para isso ; po-
rem nAo o estando como declarou-ma, apresenloo-se
me o Ur. Joaquim Fructuoso Pereira (juiraares,
para fazer esse conlralo segundo a autori-ar.io cou-
cedida pelo li, do artigo 40 do orsameuto em vi-
gor ; mas como e iiiiIim luali- ufo quem seja o conlraclador, nAo me
jolguei para lano aulorisado, por isso qoe nao esla
ella concebida em termos genticos.
Depois de encerrada a assemblea provincial, em
2I> de dezembro ultimo, rcraelterum-ine os membros
da mesa, em dala de J de Janeiro, dous oflicios, a-
conipaiihando a um delles inversos pareceres appro-
vadrs que deviam ser incluidos uus projeclos das
leis dos remenlos p-oviucial e municipal, e a ou-
lro um projeclu regeilado na redacrao ; guardei-os
para em lempo competente devulve los, declarando
que a presidencia itenhuroa providencia india a lo-
mas, por isso que pelo fono de ser regeiladu um
projecto ainda que ua redarro.nAo poda a presiden-
cia loma-lo em consuleracAo pelarazAode que qual-
quer propo-irAo emanada"da assemblea provincial,
para por.er subir a sanccAo, he necessario para seu
complemento que leuha sido appruvada a soa retne-
se V. Evr. ii.ni revogu-las, julgando serem juslas e
convenientes a es*es menores illudidos.
Anda nAo foram rumpridus alsons avisos do go-
verno pedindo diversas iiifoimares, porque para o
serem he nece-sario ohlerdas aulori.lades locaes res-
posta dos qutalos que para esle lim Ibes foram diri-
gidos pela presidencia. Esla relacao V. Exc. a en-
contrara'na secretaria, finalisarci esle tpico offe-
rueendo a V. Exc. oseos mappasjunios, que pulie-
ran servir de algum,i ulilidade para melhor conhe-
ccr a provincia,
>'Ao me occorr nada mais a apresenlar ao conhe-
cimenlu de V. Exc. nesla Ineve c incompleta expo-
SleSo, senao pedir que se digne deseulpar-mc nAo haver lito com aquella desenvolviinenlo e lu-
cidez que desejava, podando nu enlantu asseverar
que a liz cura luda a lidrlidadee franqueza.
E-la bella e inleressanle provincia encerra em si
tantos elementos de pro'peridade, que V. Exc.
muilo mais habilitad i que eu os fara, melhor desen-
volver sem os --loe,.- que empreguei para poder
colher alguns felizes resullados, era esse o meu de-
ver, sem duvida. mas aseguro a Y. Exc. que o eum-
pria com lodo o prazer e itileresse.poi* que ambicio-
nava tambem cooperar para a sua felicioade e grau-
deza tanto era n meu desejo que es*e futuro nao
eslivesse muilo dislanle.
Convencido, porem, que tsses mesmos senlimenlos
abundan no recomiendo patriotismo de V. Exc,
permillir-ine-lia que Minie-me desdeja pur ve-Ios
salisfeitus e a provincia por ler de gozar tAo sabia e
impardsl adimiu-lrarilo.
Dos guarde a V. Exclllm, e Exm. Sr. lenle
coronel lleurique de Beaurepaire Koban, presidente
desta provincia.
Sehailio do /lego narros.
Trezede Maio.
i-.,,' i,,i,, j ,., solU'.oes separadas e alo incluidas em leis de urea
un, ,,,o 1M,' rr TJI l,'"adVrra mel""s- sinja lem Delicado a asaemb
SLTLf."l!11ei'?,,,enl0 T. "f V.C'""ra fr e*-" l>rvincial em nutras occasioes.
que j i entraran! ambos em cicrricio de seus einpre-
gos ; assim lambem recullieu-se para a sua comarca
.lepul.-do linda a liceusa que havia obtido, o juix de
direilo de Camela'
Foram noineado* promutores publico- para as co-
marrr.s de balitaran e capilal, u- bochareis Francia-
co Mandes Pereira Jnior e Domlngii Antonio
Kaiol, a demillide, por assim o haver pedido, de
Camela bacbarel Kaymando Jos Kabello, para a
qual r. mov o de llraganra, baehorel Manoel Perei-
ra da Silva Brambllla.
II jitiz de.uireilo de lr.iginca Dr. Tri-lAo de Alen-
car Ararlpe, foi ollimnmenle sobsliloido pelo Di.
Filippe aiilino de Souza Uchoa, iu> ja parlo para
o seu destino.
O juiz municipal de Marapa bacbarel Aulonio
-i Machado, lem desamparado o seu lugar, por
que de oulro modo uau se pode explicar o proeedi-
meino que lem lido, relirando-se do seu termo e
conservando-s* etn Chaves a admgar desdo maio do
anuo lindo ; o de Breves, bacharel Joaqoim de Paula
Pcssoa de l.aretdj, Icndu oblidu licenra cnl.maiu do
auno prximo passado por lie/, me/es. fia pouco' illa*
rc.-olbr-u-se para de novo enlrar no exercicio de seu
eutpreeo ; a vista por lauto do que deixo dlt, V.
Exc. for unta porfoila idos do e-lain do foro nesla
provincia, que geralmente tenle a falla de juizes
inuuiripaes e promotores formados. Para remediar
c-le mal, lenho por diversas vezes representado ao
governo imperial ueste sentido, san levado a cree
que brevemente dar completo remedio continuando
as medidas comecada*.
Do inappa annexo ti. i ver V. Exc. se be bem
fundada minlia opinigo, de que para melhor dtslri-
buieAida jusura o commu.lo dos povs devein ser
creadas dua* comarcas inai, um quo ja foi por
miin lembrada a assemblea provineial em meu io-
Ialoiio do anuo do IS, e oulra que deve sabir da
de Camela, e que ficarSendo formada de lodo o ter-
mo de llreves, assim lambem a orearan de dous lu-
gares nial, para juizes uiuuiripaes lellrado, sendo
um driles na comarca de Maraj uo municipio de
Milano, o segundo na capilal.
^ Se esla minha opiniao liver larabem o apoio de V.
Ese. eslou persuadido que o governo imperial-e a as-
semblea provincial nao deixaro de amiuir a urna
lAo vital ueeessidade da provincia.
S existe nesla provincia a cob nia de Nossa Sc-
nhora do o', que agora principia, c as militares de
Obidos, Araguava e l'edrull. ba porem colonos tu
trahallnuluros conlralados pela presidencia para as
liras 'publicas, pela ronipaiihia de navegaego e
leclda por meio de orna linha de vapores a nave
sarao enlre esla capital i- a cidade 'le ISew-Voik,
tentada pelo rulada,) norte americano Thomnx itei-
nex, que nutre csper.nras de o conseguir segundo
pariieipou-m* ,l lo de Janeiro, anima 10 pelo b,,m
acolliimenlo que leve du governo imperial e da iui- nia u ,ac,llarap|,0 tl0i En)esU, Mesquita 1-alcAo,
T';, "'"" T"""*"" laus"-!debaixo das mesmas condices purqJe o foi em
nenie para esta provincia, mas sim para o coramir- 4. "
^ .^x<:" euconlrar na secretaria esses pareceres
e decidir cunin conxier.
Eiu consequencia orcamenlo em vigor, mandei contratar para os tra-
balhos da assemblea provincial em sua prxima reu
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRQ-
VLJCtAL.
.sessao ordinaria da Ib da Junho da 185b
Presidencia do Sr. burao de Camaragibe.
As II e meia horas reuuido numero legal de Srs.
depulados
O Sr. Presidente, declara aberla a sessSo.
I.ida a acia da ses'ao aulecedeule, he approvada.
O Sr. Io. Secretario da coula do sesuinle
EXPEDIENTE,
lim ollcio do secrelario do governo. remetiendo
copia de om ollcio da cmara municipal de lioUn-
na.A' eoinini-soo de negocios de cmaras.
Oulro do mesmo senlior, remetiendo U) exempla-
le- ioli l-nco da receila e despeza da Ihesouraria
provincial 110 exercicio da 18"i a 1835.A' distri-
buir. a>
tfutro do mesmo senlior, remellcudo um ducu-
menlu do exercicio de I85i a I8j."> de cunara muni-
cipal da Escada. A' comraissAo de COOuu e despe-
zas muoicipaes.
Urna pelir 1 em que Barroca A Castro se ullere-
ceaa esla assemblea para, sob certas coudicoe* que
apresenlam, conlralar a iiitruilucrAo de tHH) colo-
nos para o serviro agrcola desla provincia.A com-
inisso de industria e arles.
lina pelirAo de Manoel Jos Mauricio de Sena,
escrivgo da subdelegada da Ireguezia dos Afosados,
pedindo que se marque a quola de Iiii-mii, que lhe
li- deveilora a cmara desla cidade de cusas de pro-
cesos.A' commssAo de orcamenlo municipal.
I Oulra de Antonio Jos Snlos Copes, ajudante du
porteiro da cmara municipal da cidade. de Oliuda,
leilindua esla assemblea con-isn -eo de quola pa-
a ser elle pago da quaulia de ',109 rs importaucia
le 3 qoarleis.A coinraissiio de ojramenlo muui-
ipal.
, Le-se e lica adiado por pedir a palavra o Sr.
Francisco Joao, o seguinle parecer ;
I A commssAo de orcamenlo iniiuicipal, examinan-
1I0 o rrqaerimenlu da cmara de Sazarelh, em que
pede a repelirAo dog ". do arl. 8 da lei de S junho
ce 185-5, e urna quola 110 orcamenlo provincial para
concluir o seu cemilerio. e mandando no arl. 18 do
s*u projeclu do orcamenlo municipal vigorar o cha-
llo arl. 8 da lei de 8 de junho, lem alten.lulo ao pe-
dado da cmara 110 que ,1iz raspait* s sua, allribui-
Sies, e requer que Baja o requeriineulo remetlido
a commssAo do orrainenio provincial para dar o seu
p irecer sobre a quola pedida.
Sala das couunisses 11, de junho de I806,Bar-
r, de l.acerda. tiameiro Jnior.
I.e-sa e a requerimenlo de >eu aulor dipensa-se
di inipressgo. oseguinic projeclu:
Arl. 1. Fica a presidente da provincia, aulori-
* lo a dispensar os alumnos internos ou meio pen-
Sl mista*, da exigencia da idade de que trata o arl.
1:8 da lei 11. ilti'd, durante dous anuos, a partirem da
abertura doUymaasio.
0 Arl. 2. I'icain rexogadas (odas as leis em cu-
rio.
1 Pa^o da assemblea 111 de junho de 1856. Ig-
ciu de Barros Brrelo.
lio lulo o seguinle parecer:
A commssAo de insli necio publica, considerando
iielencAo de J0A0 Anloiuu da Coala Medciros que
qualidade desubatlluto em exercicio da cadeira
inslroeego elem-nlar da cida e de Oliuda, se
ga com direilo ao accesso de profesaos da me*ina
letra em eonsequoiicia da joMUco de Salvador
mriques de Albuquerqtie, e enlmdendo de histiea
ue allega o peticionario em visla do arligo 27 do
llmenlo de 12 de maio de 1851, he de parecer
co em geral pela prompla couimuicarAo enlre
duas primeiras grandes naresda America que lan-
o lleven, niljuir para a sua civilisaelu e engrande-
cimrnto,
II t-.anco commercial da provincia, essa instilui-
rao proleclura do couimercio, dobrou os seus fundos
-endo boje de iotl eonloa de res: por dccisAo da
maioria dos accionistas liliou-se ao Banco do Brasil,
porem ainda nao funeciona como lal ; elle goza de
bem'merecido crdito, e a provincia vai coltiendo
as vanlagens de sua puniente administrara*.
As obras publicas quer geraes quer provinriaes
carnnham lenlaraeule pelas raso** condecidas
epidemia e invern rigoroso : 11A0 liatarei de lo-
das porque V. Exc. a visla do rclatorio ultimo do
diligente e probo director dessa reparlieAo o Dr.
Jos Coellio da Cama c Alncu lera' dellas conbeci-
uieulo, mas iiuirainentc de algumas pela sua im-
porlancia.
A primeira destas o cnranaueiito das aguas
pOtaVeis leudo a sua plaa e urramenlu feilo ba
muilo, e arbando-se approvado em sessAo da ctirec-
loria, au quiz uo entonto dar-lhe principio sera
ouvir a opiniao do eusrnlieirn Ode,contratado pela
provincia, e lendo-lhe sido enviada urna e oulra
eousa em dala de 22 da outobro pasaadoat o pre-
sente nada apresenlou a esle respcilo. apezar de o
ler sido repelidas vezes pedido por esla presidencia,
dando como motivos de-la falta mole-lias.de familia
e indagare** a fazei ; quero acreditar que estes sAo
ns verdadeiros motivos e esperemos pelo seo Ira-
hall,,,.
A obra das comporta* Iflo necessaria para impe-
dir a entrada das aguas, alim de que assim sejam
esgotados com mais lanlulade os pantanos que cir-
culan! a cidade e que lano deve influir na salubri-
daiic publica vai em andamento.
Mandei novamenle au eiigenheiro Dr. Marcos Pe-
reira de Sales o plano e orcamenlo do Caes de Ca-
naula para o reconsiderar, visto 11A0 have-lo feilo o
. ? '' li,ca' do Recif" Mauoel Ignacio de Oli-
ven-a Lobo nos mderessuu a seguale ..ola, a qual
damos como um leslemunho o0 eouceilo que di S.
vi ,"";s e como ,e'P",ta "a ola.
role!?, ,1 f."3zi0 de 0",ei,i, l-0D '"8* ao Sr.
rededor da Vagina Atmtta se dgn, declarar, se elle
esla curapieliendido em sua censura tet. ao fiscae,
em geral, na Pajino de houlem, ou u excepcao
que eslabeleceu sendo que tendo consceocla de lo-
dos o. seus aclos, desde que ocupa esle cargo Z 1 i
anuos.' nao hesita um so ,., eai desariaKr < "
a, pessoas que lhe sAo des.lec,a,, a que apresenlem
especificadamenle um so f.c,, quB desabone como
emprogalo publ.cu. ^Eslava coro aala de 18 de junho)
Consla-nos qu. no hospit,, de mM ,ia
urna enfermara destinada para os novos accommell-
dos do cholera.
Priiicip.ou o Sr. Dr. Rufino a tratar da desn-
facego do velho pardic.ro do Chora Meuino.esse foco
de qua.ila molestia ha.
Consla-nos que fura absolvido o saigenlo du
nono balalhao de inlaularia, que lioha sido'submel-
lido a cuuselhii.
Ha dous das foi atsallado um liarliarel era lu-
gar erinou por um S... seu bem conhecido, m,i. ,0e
de*fex-se em dous inilhes de salisfacoes, logo qu o
condecen !
Antes de hontein a larde houve um eruto lao
forte de pancadas em um segundo andar da ra do
Rosario estrena, que o povo aglomerou-se confron-
le a casa, julgaudo ler apparecido dentro daquella
casa Xico-macho; o cerlo he que at mesmo na va-
rauda deu-se pancadas!
lim cerlo rancho na rapazas, lili.a. de familias
honestas neata cidade, leem-se porlado lAo mal na ra
da Alegiia, que mullas familias cerram asjanellas
quaudo elles penan: o Sr. inspector Maa sendo sa-
bedor prevenio os que os traiicali.ina na culea,
desde enlo a ra goza de socego, e ja nao se obser-
vara as obscenidades dn coslume.
Eviten qaanto for possivel ter negocios com
cerlos sugeilo-, que andam correntio va-sacra pelas
casas, ollerecendu fazendas ; dizem que sao la-drOes.
A roiiipauhia du (tiro lem-se ramificado por
mullas villas; elles lem a sua giria especial; por ex-
emplo : roubar he llroa, furtar cavallos be recru-
lar os biebosu, fugir pularo, fume anssaao, somuo
socega, ele, ele, quem nos ioformou estas cousas
foi o 1.0ni do nosso Pipilet Pira* Mulle : elle la o
sabe.
... '..-la-no* que um moco de c ucacoo apura-
dau, passando par certa ra u.n preto, lhe dera por
descuido um empurran, e que elle sem alleuder a
uraa familia honesta e sua cuuhecida, que se acbava
na occasiao iu varauda, fulminara o pobre preto com
um desses oras '.!!... mu comsinbos enlre arreei-
ros. A prupusilo: Temos observado al que ponto
acha-se germinada eulre enancas d mais lenra ida-
de a qi-snlirn 1 r liberlinasein : e-paula o desplante
com que menino* de cinco asis anuos travam de um
(ormidavel charuto, e pelas russ fumara, alfeclaodo
mesmo os gestos de um apreciador de bom charuto !
Espanta ver como essas crianzas pronunciam as pa-
lavras as mais obscenas em pleno dia.e na maior pu-
blicidade! Ab ludo, ludo depende ou de ama edu-
cac-Ao lolalmenle de*prezivel, ou de ama e lucarao
totalmente livre de aais, amorosa, moderna, de sa-
ldes e de maos exemplos Parecer j.icrivel que re
acredite que ba pais de familias que permitiera, e as
vezes ensinam a seus fi-los o que al cerlo lempo
ignoravaiixiaij parecer incrivel que houvessem pais
que levassem pela tafo seus fill.os, quandn nuil dar
pasio uesses infames p.oilibulos aos seus instinclos
brutees. Parecer iucrivel que cerlos pais conver-
sen com seus amigos e adiaule de seus filhos em
cuusas, que ou nunca deveriam 00 se o Gzessem fos-
se o mais reservado possivel ? Pois infelizmente nao
be....
Eis porque temos ouvido um menino disenrrer de
um modo qoe illucitla perfoilamente ao mais emper-
rado sceplico era materia que ii,io devia ; meninos
ha, como ha pouco vimos um, que o Sr. sea pai dei-
xando-oenlreter a societlaie porque o menino era
euji-aradinho elle tirou lanas deduccoes, lautas |l-
lares, que acabuu por dizer que.... que graja que
viveza ma* nos nAo a diremos.
1: .ii-i.i qu-' o Sr. fiscal da fresuezia de .^anlo
Antonio moilara a irmandadeda matrize orden ler-
ceira do Carino em razao de prolongados repiques :
conlinue. Sr. fiscal, pjiis que Vn-. parece .que pao
leva a mal nossas admoeslacdes e avisos, e eremos
qus he daquelles que na, cobra contribuirnos dos
laberueiros.
Consla-nos que na na do Sol existe om ho-
rnera com estabelecimcnlo de olllciiia de lanoeiro e
ar.nazem de madeiras, que nao mi est solfrendo
suerra de seus compauheiros que lidan uo mesmo
gyro, como al de seu mesmo proprielario, a quem
consta-aos nada o referido individua dever.e islo (di-
zem) por haver quem ande aligando ao lal proprie-
lario para buta-lu para lora, com promesas* de lu-
vas. etc.. ele.
Ora, islo em verdade a ,lar-se lie muilo barbaris-
rao, he querer desl'arle privar tim pobre pai de fa-
milia dos meios de sua subs,slencia. o que em nada
casa com os principios de nossa venladeira religiAn.
Hospital de caridade, f de junho, 82 doenles,
Consta-nos que a policia traucafiou na casa de
lotoncAo alguns dos socios do Tro. e qoe marcha
oulra os oulros ; muilo estimamos aue consiga po-
os es. seguro, e que os faca viaj.,.. .0 menos para
I
I 1 inando.
A( amanhaa.
Mandei ullimameule p,i*sar dos cofres provinciacs
para oda Ihesouraria de hienda a quaulia de........
20:0005000, que assim se fez necessario para que o
servido publico nAo v.esse a sollrer.
O chefe de policia parlicipou a presidencia em da-
la de 1.1 de novembro ultimo, existir no colredesua
secretaria, a quaulia de 2:100?, proveniente dos es-
crvos apprehendidos no quilombo de Mucajuba, e
que foi entregue pelos senhores dos mesmos em vr-
lude das le- ns. 99 e 222 de :1 de judio de 18I, e
8 tle novembro de 1852.
ixespondi-lhe que enlras*e com ella para o cofre
provincial, porque leudo sido feila a captura desses
escravus pelo curpo p.oxiuc.al de polica, uenhuraa
applicarAo liub.io os arligos :l da lei de 1811, e 2 da
de 1852 aspracas do niesruo corpo ; mas sim aos ca-
pil.u's do mallo,Horneado- pelas cmaras municipaes,
que nenhum.1 oulra vanlagem lem se nao a que re-
sulla das apprehcnsOes que fazem em suas diligen-
cias.
A ules de (intlar esla parle da exposirao devo in-
formar lambem a V. Exe.. qoe a grande innuiida-
r.io. qne houve ua ilha dellaraj, tleslruin quasi lo-
da a villa ta Cacboetvo, que se acha a margeni do no
Ararx, de maneira, que man.le vir os presos para a
cadeia tlcsla capilal, c o deslacamenlufoi estacionar-
se na villa de Muan ; e segando a opiniao dos ha-
bitantes c du juil tle direilo, leudo aquella villa de
ser novamenle reedificada, jolgam muilo mai* van-
lajosa a sua mudanca para o lugar chamado Caraca-
rn. V. Exc, examinando mellior esle objeclo far
conhecer a assemblea provincial u seo psieccr para
que seja derrelada a mudanca,
Se todas essas inlelligenciasquc lenho dado, e em
consequencia das quaei me icnlu. dirigido em miabas
denses 1100 estiveiem de aectirdu cura a maneira de
pensar tle \ Exc., e julgar que ellas sao errneas
e em damiu. publico, cunlio na ueniguidade de V.
Exc, que desculpar-ine-ha, e remediar esse* ma-
les, como me o garante *ua illuslracao e conhec -
que seja elle considerado por forra do citado arligo
tltJ regulamento, profanar proprielario da referida
ca|leira em virio le da jubilacAo tle seo antecessor
e desde a data della.
Ir Sala das commi-soes 1.1 de junho de I8"i(i.
M, ir., ileiiriqi.es.S Pereira

Sr. l.uir Filippe : Peeo a palavra.
Sr. l'restdenle : lira adiado.
Continua..
.1.110 passado por ter seguido para a corle a lomar; mfn|o, pri,,j,.,,1!( ,,, nf..ocio, p|,|co,.
isei.lo na cmara temporaria ; foi depois oov.da a Vou linalmeule informar a \ E\r. acerco <\ al-
dirrcloria das obras publicas e arha-se presentemen
le em arremataba* : espero que os proprielarios de
cada urna tas parles que Ibes carem finnlriras ar-
remalen, porque assim n.'o pediram, e esie ser o
commercio do Amazonas, c lambem por alguns I meio unie de levar -sea elfoilo com brevidade e-sa
cdadAos para seus Irabalhos, etisl.i.do porem coaira- I .mpt.rlanle obra para aquella cidade.
lo* ass.giiadusciim parliculaies que se lem obrjgado I Anda 11A0 liveram principio os melhoramenlos
a formar nurltos que possam vir* ler o nome de co- ; dos res e sarapes por ligo ler 1 besado a barca de
'""'t*- I escavano que foi ciicommendada para us Eslados-
. E-
EKRATA.
S'a ses*ao de li. em lu2i'r to |.rnjeclo do Sr
p. 11. mi'ii-i. is. deve ser o seguinle:
1 A assemblea legislativa provincial de Pernam-
huco icsolve:
t Arl. |. O presidente da provincia lira aulori-
sai o a fazer as despezis necessarias para os seguales
lilis.
1 5 I. lazer a conveniente esculla c eider do go-
ve no geral as l legu .s quadradas de Ierra* tievo-
l.i as concedidas a esla provincia pelu arl. luda lei
de28deoulul.ro de 1818, medi-las e demaica-las.
r S 2. Estabelecer ne-sas Ierras ou em oulros pon-
tos 1 onde mais convenha, colonias aercolas e in-
il* triaes, unas conipuslas de vagMiundos e com-
de miados, oulras de nrphaos e desvalidos chamados
do dilferentes ponlos tia prt.vinca, e oulras tle na-
cii naes e eslrangeiros que vulunlariamenle ah pro-
cu em emprego a seus bracos.
S 3. Estabelecer nessas colonias 011 onde me-
ll.i 1 coovier, fazendas modelos, onde se d o exe.n
plt e ensille o emprego das machinas, tfos utensis
e 1 os methodos mai* aperfeicoados tle cultivar e fa-
br car us difireme* producios agriroas ja conheci-
do no paz e oulros que cuneeuha iulroduzir.
Arl. 2. As -le-p. /,i- aulorsadas com estes ob-
jerjns n.io ^po I-roo exceder no auno liuanceiro de
I84G a 1857 a sornma de cem coulos de res, que o
presidente haver por meio de 0pera5f.es de endita
se for excedida a receila ordinaria provincial.
- Arl. :!. Fica lambem o presidente aulorisado
a fazer os regulameolos precisus e as allerar,es ne-
cessarias lias leis proviuciaes para a execueAo da
prsente, levando ludo ao conhecimei.lo da assem-
blea legislativa provincial, e executandu Indo pro-
visbriameiile. mas ficaudo dependeiile da approva-
gumas ordens to governo imperial que julgo deve-
rem chamar mais a altenrAu de V. Exc.
A exeeurgo .la le reguiaiiieular das Ierras marcha [ at d* "ssembfoa leg.sli.liva providelal todas as de-
cora morusidade. apezar dos bous desejos desla pre- I 'erfniroes que importaren augmento de despeza c
sideucia e das terminantes urdens que lem dadu pa- creacao de empregos com ordeuado
_xro. Sr. mi-
nistro do fmptiio a 11 de fevereiro do correte anno.
espero que esle cunhecendo a grande ulilidarie de "".' {l !>* solne tutlo pelos 1
laes eslabelecimenlos eulre n. dar as mais promp- '""" a0 c;""merc.o, que lAo poucas Ir
tas providencia*.
A visla desla dilljcnldatle, presentemente insupc-
narVoaueVe,rtn.CO,,!".'U''r 1,"reform1 rt" P**01.1 a imposibilidad, de serem a.l, visitados OSOnina
aova o macoes do direclnr da instrucro publica, foram em
cuiisequencia dellas prvidos alguns lugares de de-
legado de insIrucAo publica, e creadas algumas ca-
deiras nesla capital e em oulros ponlos da provin-
cia, para as quaes foram nomeados os respeclivos
professores, essas cadeiros sao 1111,1 tle inslrureo pri-
mara do primeiro grao para o sexo masculino no
pnmeiro dislrirlo da capilal ; duas no Irrceiro dis
Inclo, sendo urna dellas do segundo grao para o
sexo masculino, e oulra para o sexo fominiuo ; c as-
sim mais asscguiules do primeiro grao para o sexo
masculine-em cada una das fresueziasde Almci-
rim, Soozel, \ illar.nl.o do Monte, Monforle, N. S.
do Carrn de Mocajulfa, Arraiolos ,e urna para o
sexo fominiuo em Vixeo, live de abolir a de Sal-
vaterra, e a de lat.m da Santarem por nao ronler o
numero de alumnos que determina a le. vn.lo o
seu proressor reger a do l.xceu que eslava sendo
preencl.da pelo professor jubilado Francisco Candi-
do deCarvalho, que presin bom servir,, a mecida
de e a provincia ; e como a sua apose'nladoria lhe
loase dada anula com o amigo ordenado lirn elle
iral recompensado para poder passar o reslo de seus
das sem necesidades; pero pois a V. Exc. que re
commemle a aratecHo e benevolencia, quando 1.A0
seja josliea da aesfcmbla provincial.
I>odo .ido despachado jan de direilo da eomar-
e.nbarcares appropriadas, otjue s em data de 9 de
jauciru desleal,no foi que o governo imperial ordeuou
que se lixesae, en ronsequeiicia de oler a presiden-
ria reqU sitado 15 tic oe/enil.rt, lindo, e linalmeu-
le, port|iie a experiencia me fox ver. que leudo eu
ebesado 15 de oulubro do acno paseado e *e< ha-
ver quarenleuas. loi a epidemia depois de also.n
lempo dhiiilunndo, al que. gneas a Provitln.cia
Divina, de lodo se extingui, donde conclu, que a'
coi.liuuarAo tas prov idencias lomadas he prefrrivel
a quarenleuas : 110 cntanlo V. Ele. far o que jal-
ear 11.ai* arerladn.
I 111 pr-qorno lasareto esla prumido na ilha ta
i'atiin.a : nAo lie elle como es poneos que exisleni
na Europa, e nem romu deseja a cammiso de hx-
sieue publica ; he porem como os que exislem en-
lre mis, que so tlevein servir para raeolher-se os ae*
commellidos de ijualquer epidemia, que aportaren,
i provincia ; esta tambera foi Herido tic quai.lo
peda, a commssAo de liygiene publica por urna re-
A assemblea provincial sobre esle Importante b
jecto lem lomado algumas providencias : nos anuos
de 185:1 e 18-ii roufecciooou as leis nmeros 22li e
21KI, a primeira he relativa a rulnos, e a segunda
lem por lim favorecer a emigraijgo. Para exrrt.rio
le una e oulra exped as insirucci'.es de 12 tle feve-
reiro e 1 de oululuo de IK5. em xrlude das quaes
tesarse al esla dala contralado com os cidadoe S 1-
& Picaneo. Joao AugU'to Cunea e J0A0 Piulo de
Araujo. o primeiro desle ja dea cumprimenlo 1 sen
cuntalo, o segundo alcanrou proroga^go de prazn
que deve le minar a 30 de novembro desle anno, e o
lerceiroque obrigou-w a importar 800 emigrados,
nao lem Iraiidoalo prsenle sengo 190, contndo-
se ncsle numero 85 que cliegaram ltimamente, o
que escolni d'entre 105 que apieseiilou. porque os
queexcediam a aqoellenumero i.aj podiam ser in-
cluidosna lellrado ronlrato.
A Vista do pouco lempo que falla, tluvido que el-
la po-sa prceurliu: 1. numero de SIKI a que esla- o-
brigado, e romo essa lei ... 263 pela qual elle con-
traiou cu a juisue onerosa aos cofres proviociaes,
bom sera' que V. Exr lhe nao prologue o lempo, e
pen*ain!o da mesma surle. creio que foi por isso
apreseulado ua ultima seargoda assemblea provincial
um projecto refondindo as duas le* cima riladas,
queruniinbiiiinlispnsir'sdsnas de seren a loptadas,
e qoe nao tendo rnlo ido andamento, be de espe-
rar que a nova lcsislalura provincial tlellese OCCUpS,
para quo possam alsuns emprebendedores "ue pe-
dem prolerrao para seus eslabelecimenlps, ubter en-
lAo a precisa cvadjuvacgo.
Un desles, e cid ulgo Josc do O" deAlmeida, dn.
j, principio a' cniirao de'om ealabclrcimenlo desla
Unidos desde de novembro tle IS.Vi,sendo causada
esla demora por sere.n precisa* algum-s iufonnart.es
11.ais, que foram dadas, em dala de 7 de novembro
do anuo rindo depois rfo miuha chegada. ao nosso
vice cnsul em ew-York, que licou imcumbido
pela Exm. Sr. Carvalho Morena em consequencia
de se ter de retirar para a l-aara tle Londres
A presidencia tendo lhe dado todo o arbitrio alim
de que pode-se obler com loda a brevidade aquella
encomtrenda nAo leve por algum lempo communi
cacao alguna, ti- modo que foi necessario tle novo
olliciar a esle respe.lo em dala de 15 tle abril desle
anuo ; e quaudo era tle soppor que ludo eslivesse
decidido, acabo di* receber uinolliriu do mesmo vi-
ra que nada falle ao inspector grral das mediques
j que se acha era Brasanro no cumprimenlo tle sua
1 commissAo.
Ale o ultimo relatorio por elle apreseulado em
tl?la tle 8 tle fevereiro desle anuo, s eslava medido
um (endono cunleudn qualro polxgouus, e um del-
les. lAo smenle, com as linhas intermedias.
Vi nuineri aluda os juizes commissarios que de-
ven) medir as sesmarias sugeilas a revalidaran, ou
possesa legilimaego,pelos inolivosdnalrazo da med-
cAn, e de nao havercm agrimensores sufiicienles,
nea. mesmo para os irabalbos ta inspectora e mui-
lo menos por en..seguinle |iara us dos conimissarins,
provindo essa folla ta demlssgo que foi dada a um,
e da relira la de oulro pur duenie ; e por eslarera
tambein paradus os traliilhos era conscqucncid to
rigoroso invern.
N.io liz lambem as nonieardei dos empregados per-
re-coi.s,,l datado de 7 le marco acompanhado de I ,e,"eile* aiepatica' das ermTpr Dtolmm'por
urna plaa e mai* csclarerinicnlos, e pedindo a de-1
cisAo da presidencia por n.io querer usar do arbitrio
nalnri/a, sito na ilha tas Onraf, por meia tle ...na
lacAo exigida pela presidencia, e para esle forner- | associaro que fui inslallatla ni. da 30 de marco ulli-
n.enlo incumb ao aciivo e pie-limoso inspector .la I 1110, a e.colha du local, pela pe-no e proxmidade da
Ihesouraria de fazc.ula desla provino .Manuel Uo- capital muilo .leve influir para sua prosperidad*, e
drigues de Almeida pinto, sendo iodo entregue ao se a reronhecida aclivdade < dedicarto desle cidad
cuta lao x .clono de liguciredo \ aaconeellos, qoe de for prole
que lhe foj concedido
A v i-la pois do que acabo de expor a V. Exc, niio
.i leremos fin quaulo nao for receida a inhiba res-
poala quo fui dada a 2(i do mcitno mez de abril. O
dinheiro une se suppnnba necessario para esla en-
eommenda ja fui recebido o esla depo-Vlado no Ban-
co ta America em INtw-Vork.
A abertura da eslrada de Itracanra e.ir.inegada
ao engeuheiro capilAo Antonio Theodoro da Bosa
Cania fui ulliniaineiile suspensa por causa da ma
e*larAo. Oulras obra* alem tiestas .-irham-sr em
sndamento ruino \'. Evr. vera' ib. relalor.u r.latlo
e do que acaba tle dar o engeuheiro Ode das obras
ccaes da marinba, de que esla' in-
ifo Ihealro
coinhido.
II* e-.r pos de Iraba I hadares vio-se
creando-se novas'compaobia* a medi
perieneia va. noslrando a sua i.ere-
1 eori-aiu
la que
ildnde ;
le Maraju a Dr. AkbroiM Leilgo ta Cunha
biuii lirado preslou-
1 -11, eoii'queneia
guartl-i-l
dos recejos
o maior tropero para a ua romplela orsaiusacao
sAo as qualilicarar* illdevida follas pelos ronselhos
de qualifiracgo, resulUndu disso punca folga aos
Irabalhadores e atrpelo no servir... Para corlar
o seo cslalielecimento .leve em ponto esle abuso lenho determinado por ve/e* aos com
ora necessarius, como me o declaran o respectivo de-
legado. 1 hel desta reparliefje, e agunrdava que me
OS reqoiaitai.se para enlgo nomear, porque preliro
nAo sobrecarregar os cofres publico? coro despezas
superfinas, a crea-las para latisfaxer ao* desejos tos
prelendenles; logo poiem que melliorar a eslaro e
que eheguera alguns agrimenfores mais que petli au
governo mperisl, ser conveniente fazer algumas
di* uomeares, principalmente a de um cammissa-
rio para llraganra, o tjue V. Exc, sem duvida
melhor poder av.ln-r consultando as necessitlades
to serv.ru.
A rompaiihia de aprendiies marniheiros esl bem
orgmisada a ja cenia il menores, enlre os qoaes
exislem pequeos vagabundos que, prr bem dizer,
niio linhao quem por riles se responsah.lisasse.
A este respeito lenliu dado ordens para que srjao
renicllidos a presidencia para seren educados nesse
til ealabeleeimenlo, bem romo os tpie se acharen
poiem I sem arrimo cm consequencia du* astragoe causados
Arl. Ficain revogadas lodas as di*posic,es
contrario.
Paro da assemblea legislativa provincial tle Per-
buco 13 de jiinliu de 1830, Manoel do Nasci
nu ii'.u Machado Purlella.
o discurso do Sr. depulado Abilio 'lavares,
proferido na sessAo de li do corrcule e publicado
nu u Diario de Ierra-feira 17, alem de alguns erros
Ix pographiros, que fcilmente poderAu ser corrigi-
dos pelo leilor, nulam-se mais os seguinle*:
lia pagina segunda roluraua 4." em lugar de
qofrl.. por onde lea-sequarlo onde.
Jem dem, era Ing^r denAo se respire por nais
len pol*a-se se respire por mais lempo.
dem dem, em vez deo auno passadolea-se
ha mnos passades.
1 lem. columna 5.", em vez de pur Peinambiiro
lua-se para a provincia.
1 lem. columna 8.a, em ve:, de significa lea-se
11,11 significa, etc., ele.
ando,
,1 t'x-
que appareier.im
a-sim a xasar o lugar de direclnr da instruan nu
bina, que elle dignamente exercia, c o preenchl Ho-
rneando .. padre Flix Brrelo de Vasconrello., sil
ligo reilor do seminario episcopal desla pro-
vincia. de quem liv-b as melbores informanir* e ato
.> prsenle nao lenh|o lidomolivos de arrepnder-ine
anlee pelo conlrarioj, sua nlelligencn, iled.ra.ao,
esforros c imparc.ali lade medAo garantas de que
bem acerlel na*iibsl>luicAo.
As cadeiras vagas do l.xceu foram ollimamenle
preenchidas. svndoi* Pedro Crrela de ifreilas, e a de inglez pelo tidadAo
Jos* Loix da Cama e Silva, queja a rega iaterioa-
enie ha quasi rtoos annos ; a de geometra 11A0 foi
anda prvida purdue pende a decisAo do requeri-
meola qoe sen proprielario Juito Hapli-li de Fi-
veu : na popularao desta ritlatle de que a posleio do ce-
milerio da Soledade multo influia par 1 a pertinacia
da epidemia, mandei a comreissAo de lixsicne pu-
blica que tlrssc Sua opinigo a tai respeito, oque
ella fe/.: po.e.n enlre seu* memhres houve discor-
dancia; Ires, que foram o* Di*. Augusta Thiage Piulo
e .I0A0 Manoel de Oliveira, o Dr. Jnaquim Bara-
ta tit.es. qne eniAn servia interinamente, declararan
que nenhuma raigo havia para laes receios, p- i,-m
o provedor la saude Dr. Gamillo Jos .lo Valle Gui-
arse* divergi da maioria da rorumisso, propon-
do por algum lempo a eessaego dos eolerramenlos
e s factura do oolro cemilerio no lugar de S. Jos,
onde existen os alirerce* de un ja principiado, por
jo: -.o este local mais apropria.lo. rt-melli um e
oulro parecer a assemhla provincial, qoeentao Ira-
liaili iva e romo nenhuma pruvidencia podesse ser
lempo prestar grande ulilidade, c servir de ncrcio 1 ...ailantes dascompanhias que se apresenlem as
ra os habilanle* tiesta cidade. occasioes tlessas qualificacOes eexerutemas ordens
me colonia araba de recelen um excel- \ que a c.ie respeito lem tlatlo a presidencia. Na se-
rso de bracos, rom a chegadi tle alguns|crelaiia V. Exr. encontrara' a larga re
tu* ..... e uulio sexo. Iavradu.es e alsin
Esl
lente re
Individui
arlisla*. Mudos la pravincia du Ce
Sob oulras bases .latas por meu* dignos anteces-
sores em 1855, foram assignados Ires conlralos rom
os ruladAos Jigo Baptisla de I ig.ie.ra !u Tenreiro
Aranba, Jos do (1' do Almeida e Ai.lo.no Fernn-
des Su ir e Silva, destinados t favorecer seus esia-
belecimenlns agrcolas, e ullimameule tamben o liz
rom u provedor da Sania Casa da Misericordia como
ja/:in oulro lugar inforihei a V. Exc.
A colonia tle libidos prosr.de. nao obslanle os tro-
peros que lem encontrado pela falla de leumas ma-
rhinas, ja ba muilo enrommen.la.las pelo governo
imperial, e pela ma ascolha do* colonos --vntra-
lados. ',
que se
lao prestaii-
cuiiipt.e es-es corpos .pie tanloi lien*
du a provincia.
O servioa do correio para o interior da provincia
vai mrdhorando, novas agencia* loni sido creadas em
Caehorira e Viga, lus anda na,, sao sullinenles ;
nao sendo porem Ss novasrrearOei dependriiles lao
somenle ta presidcnria. ja liz 1 hrgar ao roi.beci-
menlo to governo imperial a sua ueeessidade, esem
duvida elle i.A deixara' tle a salisfaxer como lem
seonlecido de oulras v.zes; porque *em coiiimuni-
cacf.es frequenles e seguras, qne abraujam lodos os
pontos mais nolaveis da provincia, nAo he possivel
que urna administraran por mais activa e zefosa que
seja no cumprimenlo de eu- devele* pussv bem pre-
euche-lo* com proveilo publico.
I ela epidemia, comprims tiesta surte as ordens do
governo Imperial constantes da circular de 7 de le-11
xcreiro do corr ule anuo.
Os aprendiies do arsenal de guerra ngo vao bem
em quinto e sua educar.'., moral, he necessario ver
to.tile vem o mal psra o afasl.ir.
O -eu numero esla reduxidd a 15, por qne alguns
leem descralo, e a oulros lem-se-lhes dado balso,
porem em consequencia do aviso do governo impe-
rial de 17 de juil.o rio anuo passado, qoe desapio-
xava a baixa concedida a um df lies por ugo haver
precnebido as rnndifots ta lei. ordene! que fossem
recolhido* ao eslabeleciinento nAo s esse, como lam-
bem o* quo leiuio sitio despedidos por doenles, es
(avaui rom o maio. escndalo, un* Irabalhando era
ellleinas. particulares e ooiroi no mesmo arsenal de
guerra.
Alguns desses ja foram rrcolliidos, porem oulro*
seus protectores os ,-erullararh logo que soiibcram
que erara procurados, aguardando to lempo o logra-
rem dos saerifleios feilo* pela narao, sem fazerlhe
a re*liluieao legal pe- qual se havia* ompromeltl-
do porem o director lem as ordens precisas para ns
fazer apprehenjer, r essas ordens serlo execulada*
PAGINA aVULSA,
-- Houlem leve lugar em presenca do lllm. Sr.
Dr..auditor de marinlia a arcusacAo e dele/a dos
pro innciados no procesan to contrabando de Africa-
nos havido em SeruihAem. O Sr. Dr. promotor cum-
prindo o dever que a le lhe ImpBe, aecusou os reos,
e o- seu* advusados os senhores Drs. Felosa, Aleo-
forado, Jos dos Anjos e Kiilnn Correa trataran! de
os defender. Brilbantss discursos, militaran a fa-
vor tos reos: esperemos pelo jin/n do magistrado
que presidio a se-sAo.
4- Avante com o noesO lenho al o formo de nos-
sa jlrnada ; depois le alsuns raezes de Irabalho, pa-
ren) que nada haveino* feilo, mas ba qoemassim
nfio pense, c o cerlo be que*em nosso empeohoston-
indaremos al que Dos queira. Ainda uem pude
mus montar o cabo : lufoe*. pampeiro*. crrenles
furipsas c perfeilas lempesla.les parecem de alguna
sorle obstar a nossa derrota; mas niodesamparire-
mos,. leme nunca, senao quando avistarmoa o porlo
detejado, e qn.in 1 nu cenlro de lanos entreves nos
bradara o ucageiro do alio da gaveaIerra
A assemblea provincial approvoo na sesAo de
houlem algumas emendas olforecidas ao opulento
municipal, e juolameiile em segunda discu*sao o
projecto que desannexa da capellana do collegio dos
orpl.Aoso en-inn de primeiras lellra*.
Aprcciuu em lerceira discasea* o urea nenio pro-
vincial, ficando adiada .1 respectiva voterAo, cm
consequeucia de se lerera apresenlado as seguinles
emendas, cuja segunda dlscus ordem do dia de boje.
EMENDAS APPRO\ ADAS EM SECUNDA DIS-
CISS.VO DO PROJECTO N. 31 DO ORCAMEN-
TO MUNICIPAL.
Arl. I, F'icou adiado al o lira a discus-.U.
Arl. 2 e seus paragraphos, foi approvado, assim
como as segoinles emendas :
Dus senhores Francisco Joao e Augusto de Souza
l.eao.Ad Olivo ao S I.- do arl. 2. E mai 2:000--
rs., para continuacAo das ob.as do* cemiteros de S.
I.uurenro e onlras freguezas de fora da cidade do
Recif- e dentro do municipio delle.
Dea Srs. Burros de l.acerda, Porlella e Cameiro
ao s > do arl. 2."com as cusas devidas ao escrivAo
Francisco de Barros Correa.
Arl. 3 e os seos S, foi approvado, assim como as
seguinles emendas :
Do Sr. Calro Lego a segunda parte da emenda ao
SI.-2008000 para o fiscal da freguezia da SeS.
Pedro.
D Sr. Gonralves UomarAe* ao S I.'em lugar
de 222f).550 rs. dga-se 203957 rs.
Arl. e seus JS, foi approvado cora as emenda se-
goinles : ,
Do Sr. Eslellila ao :s t.- do arl.Com o ordenado
do secrelario 6OO5OOO rs.
Do Sr. E*lelila, au 8 2.- do arl.Com aaordei.a-
do do advogado 3009000 rr.
Do Sr. ouza Carvalho, era vez de 2OO7OOO r
digase-:iOO?000rs.
Arl. 5 e seus f foi approvado, assim como as
emendas seguinles :
DoSr. 1, u.e.iive- CuimarAes ao 1.- do art.
era lugar de cora o li*al diga-se com os liscaes
do municipio 20 por cento, calculados em res
2003000.
Dos Srs. Luiz Filippe e Auguslo tle Souza l.eao
ao S 2.- cm vez de 2O03000 diga-;e rci
30UJ0U0, .
Arl. lie seus s>; foi approvad 1. assim como a se-
suinle emenda :
Do Sr. Conralves CiiimarAe-, ao S 8.' do arl.
depois de n. 370 ftiga-se pela forma nella c* -
libelecida.
Arl. 7, 8, 9, 10, lie foram approvados.
Arl. 1:1 e seus^S foi approvada. assim como asse-
guinlus emendas :
Do Sr. Conralves GtiimarAej, ao $ i.- rio arl.
em lugar de .IOOOIK diga-se 1509000 rs.
Arl. I i, 15 c 16 e seus S. foram ipprovkdos.
Art. 17 e seu* f, foi approvado.
Arl. 18 e seus i, foi approvado, assim eomu as
seguinlej emendas:
Do Sr. Silva Braga,ao arl. 18, accrescenle-se
mais a quanlia de 2003009 de cusas a Joaquim
I beodo, ico tle Alhuqtierque Maranhgo, alen, da
quanlia de 231900-.! rs., que se lhe mandoa pagar
pelo S li .lo arl. 8 da le n. 371 .lo anuo passado.
Dr. Sr. Caslro l.eAo.ao arl. 18, depois das pala-
vras de Naiaretb 3:7705000 rs., crescenle-se
sentlo o ordenado do secrelario .OO3OOO rs.
Do Sr. Machado da Silva, a emen 'a ollVrccida
pelo hr. Mlva Braga accrescenle-se o seguinle :
.... raso .le que a divida de Aibuquerque Maranl.Ao
esle,a liquida, e aiuda n.io lenha sido paga.
Do Sr. Barros de l.acerda,ao arl 18, m lo-
gar tle 2000)000 rs.diga-se 2:9115680 rs.
Arl. 19, loi appruvado e seos S, assim como a
seguinle emenda :
Do Sr. Eslellila,ao arl. 10 addilivo, 4 29, com
liceiir;a para curraes de peixe 55OOO rs.
Art. 20 e 21, foram approvados.
Art. 22, foi apurovada a segonda parle do arl. ;
e approvada a primeira parle da emenda do Sr.
Mella Cavakanli.
I-ira a ranura tle Pao d'AIbu aulorissda a conceder
o* abales da lerr;.. parle no preco porque Alexandra
Barbosa da Silva arrematen os ini|ioslos munici-
paes.
ArtKqos additicns.
Arl. Fica a cmara munieipsl de Coianna aulori-
sada a conceder a lenlo Jnse das Neves Wanderlrx .
um abale nos precoa purqne arrenialou o* impostes
municipaes pela mesma forma porqoe he concedida
! 1 I \ I J x I r- n. .. I i. I ,l,i l' 1 ,.' III,., n I i. 11 ___
i- Di/.era por ah que ha quem nao sosle alsum.is!em favor do arremal-nte de Pao d'Alho, e lambem
vezas da nossa l'ai/ina ; era podera se elfo fosse a conceder o abale de .un quarlel ao arreraalanle do
uno i,1 de unro enlmenle que agradara raoilu e a I Imposto sobre a farinha. Francisco Antonio da Foo-
l.idc *. Se porem ha quem se moleste, ha quem gosle S**a.
se lia quem chore, lia quem ria-e, se ha quem inor-
da-ifos, ha quem fesleje nos: islo mesmo be ordem
do 11111 ntlo; mas quem lia que se molesta, que chora
e que morde-nos A resposla he obvia. Srt nos exi-
missjemos ratificar alguna inegaelidlo transen!, mas
feli^menle ah eslAo os ut.ssos pobres eseriptos, e ve-
rAo n cuidado com que acudimos a urna reclamadlo
quando nos pedem que acudamos. Felizmente ja
hoje essas susceptibilidades ngo es!3o Uo melin-
drosas; boje alguns qoe a principio se queixavam,
I ,/eui-ti-j.i-iu a e nos animam.
Ante; assim.
Arl. A cmara municipal da cidade da Victoria,
lica aulorisada a conceder a Joaquim Jos Pereira
Borges, arremtenle do imposto de 500 rs. sobre ca-
lleja de gado consummido no respectivo monicipio,
um abale na quarla parle do preco da arrema-
lacAo.
Arl. Fica a cmara municipal da cidade de Nata-
reih. aulorisada a eonceder a Domingos da Cosa
Braga, arreraalanle do imposlu municipal de 500 rs.
pur rabee* de gado consnmmido, o abale da quii)
parle do prejo da arreroala;Ao.
**iMjVi*S"~-

MUTIL ADO
ILEGIVEL

'1


DIA&O A PCMMniKI QUINTA f\M II H JNHO 01 1856
Recebemos noticia* de ltimb, comarca de tioi-
auna, rom dala de I i do rorrele, as quaes &o lo-
do o termo em pleno socego.
UOTACAO' AO OKCAMENTO PROVINCIAL.
. ; Se tivessemot vol no ornamento ta receila, que
esla' seudo discutido .na assemblea proviucial, Ihe
(Tereceratno* una verba que leudo podido fazer
parle da renda da provincia em alguna annos anle-
rores,esqaeceu-se della quero liuha immediala obri-
garo de a inserir no caloloro respectivo.
rallamos do reudimeulo das legitimaces que se
espe-dem em virlude do art. 90 do reg. n. 1211 de 31
de Janeiro ele I84.
Essas legilimaroes pag mi tJGOO reis de imposto,
qae pelo aviso de 4 de agosto do metuio auon do re-
gnUmenlo, foi declarado esclnsivo do municipio
neolro.
Al le'* do ornamento de ISi-S a IS'il contempla-
ra m em logar coinmum as provincias esse imposto
*)b o Halo legilimares ; mas logo que urna
lei de ornamento deixou de o cointemplar, declarou
o governo por aviso de t) de jullio de 18.il que esae
imposto se cobrava somenle n corte sob o til. E-
molemenlos de polica.a Agora portanto que a as-
serabla provioeial disrule a respectiva lei que deve
rgeme ercio de 1856 a IH7,echamos que o chefe
d Ihesou'.iria provincial perdeu uin bello ensejo de
inserir no capitulo da receila o imposto das legnima-
i;"C-, perda linio maisrrparavel quaulo au deve S.
S. ignorar essas disposires ciladas.e menos jiinda a lei
n. 810 de 15 de selembro de IH55,qoe como a* de ns.
Wjcte 719 deiiou de roinlemplar ese imposto na ren-
da g-ral.e por consequeiicia da lugar a applicarao do
avisa da 4 de agosto de 181:2.
Concluimos que o Sr. impeclorda provincial,rel-
lalor da cmmisaSo do ornamento, pu ignora o
qae ah tica dilo, o que nao concedemos alienta a
Ilustrarlo de S. S., ou nao ignora, e eniao por pou-
co amor a riqueza da provincia deia seos ente-
rcases baldonados na occasio mais opporluna para
os proteger.
A.
Recite 19 de junlio de 1856.
REVISTA JDICIARIA.
Jury do Recife.
IX.
Em oossa opinio procesaos como aqcelleque en-
Irou em julgamenlo no dia 0 de inaio prolimo pu-
jado, jamis deviam roubar o precioso lempo do
Inliuudl. Candida Maria da AnouncUejhi, (larda,
de seos 45 ou 5t> annos, era secunda de haver dado
orna dentada no umbigj de um lal Manoel Alves dos
Santos, que sahindo vencido na lula, e nftn obstante
haver dado algum.is bofetadas eiu sua conlendora,
segoudo pareceu-nos ouvir referir em um dos de-
poimenlos, correu juslca para pedir a vinganca,
qae por sua- raaos na podera obler. Ainda se nos
ii.lo euganamos, a re era a mesma em cojas costas
Jase llaralhada e outros em um dos julgamentus
passados foram accit-a lo- de ter quebrado etlicas.
As-irn pois, parece que a lal siuh Candinhit he
urna dessas mulberziuhas tndiabradas, que tanto
iadram romo mordem. Entretanto bouvera c ra-
mente rigor em fazer gemer raezes na cadeia e ar-
raslar at o Inboual do jury por um Cacto dquelles
I i insignificante, que niesino na visloria dectaroo--e
ser neniium o damuo causado, a urna pobre mulher
cercada de quatro lilho, um dos quacs Ira/ia nos
bracos por ser nascido de 8 'lias.
O qaei&oso deixou de apresenlar em lempo o li-
bello, pelo que.flcou a aecusaedo a cargo da juslic i
publica, visto ser o chine policial.
A torroacAo da culpa Uvera lugar perante a sub-
delegada de S. Jos, onde se nos nao engaamos o
ollendilo e a aecusada eram mmadores. Durante o
inlerrogalorio a aecusada mostrara-se mouca, ou por
calculo litera se lal, repeliudo as ultima, palavrasde
todas as pergunlas qu se Ihe. dirigiam : eram cau-
telas sem duvida para evitar que a conlissiio de sen
erime tahisse peloorgas que Ihe servir de instru-
mento.
A pena pedida era a do artigo 20! grao medio,
por se D.'todarem aggravaiitcs uem llenaanlej : isto
ja era grande fortuna para a re, pois uo lia litigio
que n.lo traja urna aggravaole, anda que Seja mofl-
eo friclo que he nariz de cera.
O Dr. promotor interino baseuu a accusar.lo nos
autos, dos qoaes conslava que a r dirigira-se a cas
em que o Hendido Irabalh i de lanoeiro, e inanllan-
do-o chegara a agarrar-se com elle e llie dera a den-
tada, nolando-se renitencia no procediuienlo da
mesma acensada, que lano insultara ao uflendidu
procoraudo-o pela fenle de sua casa, como pelo la-
do de delraz : a lal Candinh i nesse da eslava cun
a hossa do insulto em completo movinicnlo.
Voi delensor o acadmico F. F. Correa, que falln
com algum desembarazo, esloreando-se bstanle na
defeza de sua cliente : a defe/.a consisti em negar a
possibilidade dequ? urna mulher fo-se accommi-lter
uin homem armado ou rodeado de diversos instru-
mentos proprius de sua profi-s,i i, notando-se mais
que eslava acompanhado di* seus discpulos ; insis-
ti lamben a .defeza na iropossibilidade de ser a
dentada dada pela arcus*da que nao tinli, denles ;
e finalmente ali^gou a circumslancia de achan-sc a
ru presa lia 7 ukCzes, liavcudo na mesiua prisaoklado
a I o/, ha X dias.
Com a defeza terminaran) os debates, pois nilo
huuve replica.
A nosio ver o faci era tilo insignificante que nao
valia a pena nega-lo, quaudo no prnresso baviam
provasque c-nvenciain de sua existencia: jtislilica,-
ocrimecra a defeza que cabia perfeitameiile, m-
xime se, como parece-nos. constava dos autos que a
olleinli la levara bofetadas. Uaquelle modo a de-
feza deo lunar a que o conselho querendo absolver
a r se vis*e torrado a negar o Tacto, talvez menoa
conscieociosamenle mas einlim nao deve levar Ais-
la censura ; as funcroes do jurj nilo consideramos
lio materialmente como alguns ; o juiz deve alten-
der mnil'i para o resollado de seu voto : nos pois em
conselho volaramos talvez do mcimo modo porque
elle rotou unnimemente.
Em virlude pois, de urna unnime absulvicau
mandou a aecusada criar em paz seus lhos ; resta
que a dura I i (lo porque pasaou Ihe aproveile, dan-
do-llie jiii/.n e corundo-a da hydrophobia, que he
uin mal mullo feio, principalmente as molheres.
moa o seu capelina, coufessuu >c, sacramenlou-se, e
esperou pela inorte com loda a resiguaro de urna
alma pura : l) Sr. Manoel Antonio Das viven e
morreo na religiao de seus pas, na religin catholi-
ca romana, como um verdadeiro ebriilSo, sem nuura
ter taita mal a seu prximo.
Recife 17 de junho de ISli.
Portim Amigo.]
Eleicto do juiz, jtti/.a e mais devotos qtle
Icciit de servir na futurafestividade do
glorioso Santo Antonio da igreja de N.
Senhora da Conoei^&o da Congregado
desta cidade io auno de 18,">7.
Jui/ por eleirflo.
O lllm. Sr. Antonio (ioocalvea da Silva.
Juiz por devoro.
O lllm. Sr. Antonio Domiogoa Pinto.
Juiza por eleirilo.
A L\iu.-> Sr. t. Antonia, rosada com o lllm. Sr.
Jos Candido de Oarvalho Mc-
deiros.
Juiza por devoro.
A Km.i. Sr. I).'Antonia, rasada com o lllm. Sr.
.Manoel lu/, de .Mello.
K-cmiio.
O lllm. Sr. Antonio Pereira de Paria*.
Es.rivila.
A l.un.' Sr." I). Antonia, rasada com o I 'lia. Sr.
Joo C isemiro da Silva Machado.
Tliesuureiro.
0 lllm. Sr. Antouio Marques de Amorim.
.Mordomoa.
Os lllms. Sn. lenle coronel Anlonio Comes Leal
a Desembargador Amonio Uaplista Ce-
lirana.
a ii Major Antonio Jos de Uliveira.
" Anlonio da Cuasia Reg Monleilo.
' Antonio Ricardo do llego.
" Auloino de Azevedo Villarooco.
" a Dr. Anlonio naugel de Torres Ban-
deira.
" Anlonio Lab Givalcanli de AU
buquerque.
" o Amonio Jos da Costa Ribe'ro.
a a Antonio dos Santos de Siqueira
CavalCatltl.
n Anlonio Wilravio Pinto Itaadei-
r.i Accioli de Vascourellas.
Antonio Ignacio do Re^jo Medeiros.
" a o Anlonio Domiugai de Almeida Poras
< Antonio Alves Barbota.
a o .inlonio Pedro das Neves.
Antonio Antuues Lobo.
>i Antonio Joaquim Vidal.
Antonio Duarle le Uliveira Reg.
Antonio Bernardeayaz de Cirvalho.
Antonio Jos Enm-a Draga.
" o Antn o da Silva Ferieira.
a i) Antonio Lopes Pereira de Mello.
Antonio Jos liomes do Crrelo.
> a o Amonio Lmz Ijonr-aUes l*'erreira.
" > Antonio los Teiteira Bastos.
Antonio Pinto do Barros.
a l Ani.un i Benlo Froes.
Anlonio Francisco Marlins de Mi-
randa,
i* Antonio Aureliauo Lopes Coutinbo.
a o Antonio da Cunha SoaresGuimaraes.
Consislnrio da irmandade de .N. Senhora la Con-
ceirao da Congregar.'io em 15 de i un lio de 1856.
KKCEBEDU. IA DE HENDAS INTEK.NAS l.K-
hAl-.S HE PERNAalBUCO.
Keiulimenlo do dia I a 17 1:I0I;61.I
dem do dia IS........1:803*168
li:IOi;8ll
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendiiiieulo do dia I a 17
dem do dia 18 ,
39:632886
2:563j9O0
13:19611786
i'acios sahidos, no din 18.
1 arahibaPolaca haspgnhola Ardilla, capito Pj-
Uii Pagos, em lastro. Passageiros, Antonio Ro-
drigues Marlins l'crreira e o ortico da Costa
David.
Rio Uada do SolBrigue brasileo Algrele,
rapitiio Joso Ignacio Ferreira Jnior, carga aa-
surar.
Rio da PralaBarca braaileira u Amizaden, eapilii
Jarinllio de Ferias Jnior, carita asquear e agur-
denle. I'assagciro, Domingos Pereira Rosas.
PortoBrigue brasiliro S. Jos., capil.lo Victo-
rino de Uliveira Alves, carca assurar.
Porto e liba de S. Miguel(alera portagoexa Flor
do Porto, capil.lo Antonio Ignacio de Uliveira,
carga assucar e mais gneros. Passageiros. Ma-
nuel do Almei la Batios, su senhora SGIhoa,
Francisco Tavires Crrela, saa seobora c 1 lilho.
Cuilherme Jos Pereinr, I lillia e 1 rriada. Tho-
maz Soares de Alhergaria, l.uiza Candida da Sil-
va, Joilo Jos de Souza.
| N -.55.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazemla ameticaoo de 4 rodas, 1 oplimo cabriole!, 1 escrava
manda fatei publico.qoo nns.dias'8,15 e > de julbo prela, de brfnila figura, propria para lodo o servico,
prximo fotoro estar em prara permite a mesma ; 60 pejas de brim de algod.lo, e outros muilos obje-
thesouraria para ser arrematado i venda a qutm los, que serao entregues por qualquer pre^o maior
maior prero ulTercrer, um sitio no lu^ar da lliara, i que olferccain.
que perli'iiccii ao bacharcl Pedro Gaudiano Batis e Oageiitc Borja por aulori-arAo do Exm. Sr. Dr.
Silva, o que Coi adjudicado a M/cnl.i no valor do I juiz especial do commerrio, conforme osen despa-
litHrjOUO: os pretendentes devenlo comparecer Dalcho proferido em requ. rmenlo dos curadores lis-
sa da mesma Ibes Mirara, nos referidos dias ao caes da masaa fallida de Manoel Joaquim Alves Pi-
mplo dia. Secretaria da Ihesouraria de fn/euda de
IVrn iiuliiiro 28 de main de 1856.U oOlcial maior,
Emilio Xavier Sobreira de .Mello.
Caixa filial.
A directora tem livtdo o pfeco do dis-
conto na presente semana, desde 17 a 2o
do cor rente junho a 7 por cenlo ao auno.
As horas do expediente pan, as partes fi-
catn marcadas ate a's 2 da tarde.
Pela subdelegada da freguezia dos Afegados
se faz publico, que foram appreheiididna 5 cavados
no quarleirao do Barro, por se supporem furlados :
quein se julgar com direilo aos me-ino-, comparecain
na mesma subdelegara, que juslilicando, Ihe sero
i'iilregoes. Subdeleuaria da fregue/.ia dos Alegados
ti de junho de 1856.O subdelegado supplenle.
Francisco Carueiro Machado Itios Jnior.
*PubUcac0c& tt >e>ti>.
L'm lesleruunlio de gratidilo publico ao lllm. Sr. Dr.
Jos Cardoso de Queiroz Fonceca,promotor publi-
co da cidaue de i II ii la.
.S'r.. redactores.leudo por fatalida te no dia
sabbado 7 do rorrele ai; meio da, aolTrido inlera-
peslivameme o meu lilho mais velho um lenivel
ataque de cougesta > cerebral, arompanhado on pre-
cedido de um furioso ataque de espasmo pelas con-
torces que solTriam o- ervos, 1.- do lado.dlr-ilu. 2.'
do esquerdo, estando com tolo o corpo desde ac-
beca at os ps quasi roxo negro, rorri, eiu mais
preaVnbulos a casa do Sr. Dr. Moracs. medico do 4."
balalhao, e tendoa lafelioiJadada o naoacbar emea-
sa porque eslava no servido do hospil.il, oique en na-
quella hora igoorava, corr a duos boticas que eihteni
na Ierra e seus prnprielarus eslavam parece tambera
que por fatalidad?, ambos no leito da dor : atnita
j edesamparado de rerur.os lemlirei-me correr pela
! escola ac'inja do Sr. Dr. yueiiiis e esls com luaa
I maneiras obs-quiosas e docei,depoia de me lerouvi-
I de prmplo do abre a carleira c da-me urna
dose para o espasmo ; 2 horas rcpelio-lhe fortis-
siiini o ataque, poreiu leudo feilo de roxo negro
em que eslava o menino, licar em sua cor natural,
as 3 sessOes.e dessa hora em vanle licou em profundo
lethargo. Aa4*ejmeia horas da larde dignndose o Sr.
Dr. (Jucirii- a virpessoalmente ver o doenle, eis que
ao nirsmoitempo entra o Sr. Dr. Murac, a quempor
motivos do cholera son eternamente lamben]
grato pelos disvelos com que gratuiiamenle: Iratou
11 pa.soas de mioha familia cun resalla lo feliz em
lodos, l.i/. .s experiencias necessarias a,o menino e
leclaia qoe nada mais sollria seuao una furibundo
eoageal.Ao, e que o Sr. Ilr. Oerni comiuuasse em
seus Irabalhos aliin de nao haver mistara de medi-
raiiii'tilos. ora islo declara.I. lornoa-se Infleipa-
ravel o Sr. Dr. Qolini/. do lilo do menino e
colllinuanio a applicor os guioas 9 da nailo desinqaielar o menino do letargo
em ipie jazia, e virar por muilas vezes a cabera de
um par, outro lado, o que lulo fazia ate ento, por
nao ouvir sentir eOCOI fallar. A meia noile|deu.mus-
irs .le senlir dor. e as 4 da manhaa fallou perfeila-
menle por muilas vezes e mostrando que sent;, ou
soffria da cabera, continuaran! os medicamentos e
aojmcio dia do domingo ; :>i horas justas deitou pelo
nariz urna porcia de sancas vivo e em postas negro
o que ensopou bstanle urna eamisinha ; lem
5 anuos, coiuinuaram os medicamentos e dessa hora
avante levsotoa-se ou ja se linha levantado antes,
pedio cnnier, brincouc,oireu pela sala, e arliae per-
feilamenle restabrlecido, deisaudo-me deala arle o
Sr. Dr. Queirz pelo desvelo, amor e caridad com
que se p rlou para com o meo lilho. al que o vio
de p, pre-o a urna cadeialde|gratidnoque espero em
Deo* so se partir com a morle, e a senhora homeo-
palhia mais esle Iriumpho alcanrado sobre uin ca-
dver para es annaes de sua historia.
Oii-iiam, senhores redactores, dar publicidade a
estas lindas em prova de um publico agradecimento,
a qoem ellas foram dirigidas, que licar summa-
inenle agradecido o seu criado, ele.
Trojano Filippe Sery de BarceUos.
O lllm. Sr. contador da Ihesouraria provincial,
servindo de inspector da mesma theaouraria, manda
fazer publico, que nos dias 17, 18 e l!l do correte
se ha de arrematar a qupm por menos lizer, as im-
pressOea dos (rabalhoa das diversas reparticiics publi-
cas provincines, avalladas em 3,500$.
A arremaia.ja i sera feita por lempo de um anuo,
a coular do primeiro de juila,, prximo vindouro, ao
lim de junho de 18.57.
As pesaoas que se propozerem a esla arrematadlo
compareram na sala das sessoes da mesma junta nos
dias icima indicados, pelo mei dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se man Ion allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ern.iinl l-
eo 5 de jiiiihu de 1836. U secretario, A. F. d'An-
uunciarao.
U lllm. Sr. contador da thesnuraiia provin-
cial, servindo de inspector da mesma Ihesonraria,
em cumprimento da resnlurao da junta da fazenda,
manda fazer publicu, que nos ,a* 17, 18 e 19 do
crrenle se hade arrematar a quem por menos lizer
o loriieeiineiilo dos medicamaoloa e ulensis para a
cun uiari.i da casa de deleurSo desta cidade, por
lempo de um .nio, a contar u primeiro de julhu
prximo viudouro, ao lim de junho de 1857.
As pessoas qoe so propozerem a esla arrematarlo
comparefam na sala das aessOes da mesma junta os
dias cima declarados polo meio dia,compelenlemeii-
(e habilitadas, que ah Ihe sero prsenles o formu-
larme cuiidicc.no da arrematarlo.
E para constar se mandou allivar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesoraria provincial de Pcrnambu-
co 5 de junho de 1856. secretario, A F. da An-
uunciaruo.
U Dr. Joaquim Francisco Duarle, juiz de orphaos a
ausentes, suppleute em exercicio, nesla cidade do
Recife e seu termo por S. M. I. e C. a quem Dos
guarde ele.
Faco sabar em orno Lafz M'laniro Franco, me
diriga a pe'irito do Ifieor segumte :
l>iz Luiz .Me'.aniro Fraocn, residente nesla ridade
e casado com I). Joaquina Cmbelina Correa de Bri
lo, liilia legilima do pruneiio matrimonio da liuada
D. mbellna llosa l'es-o. Siqueira Cavalcanli, casa-
rla que foi a segunda vez com Luiz Francisco de
Mello Cavalcanti, que leudo fallecido sua sogra no
dia 6 de maio, sem testamento, lieauda pelo sen f.il-
lecimenln alguna beui de'seo casal, e alcm da mu-
lher do snpplicantc e mais lierdeiro legitimo do pii-
meiro casamentoAnlonio, menor de 11 .iiiiuk, o
Mana, maior delaaOM, e aconlece que a dito
Luiz Francisco da Mello C.ivalcanli.lia quasi !i anuos
abaudonasae a companhi.i di fallecida e preaenU-
nienle iguora-se e vive e qual o bisar de sua resi-
dencia, e como nao seja possivel que pannanecam
esses seus bens por mais lempo sem adiuinisirarilo
legitima c nem seren Inventariados, visto como os
herdeirosda fallecida querem addir a herauca a be-
neficio de inventario, por ludo isto vera requerer a
V. S. que dan lo inventarame a ditos bens, proce-
da-se nos termos do inventario, sendo para islo ci- I
lado rom baixa o ineeiro por edictos Com os dias da
lei, e os doiis orphaos por si, a ile i- anuos e am-
bos na pesson do seu lulor Francisco Joso Aranlcs,
e o Dr. curador aeral. PadeaoIRm. Sr. Dr. ioix
i Oes mpliaos assnn lim dclia.E K. .M.Luiz Me-
i lauiro Franco,
lomho. fara leililo da-lvidas perleurentes a referi-
da massa, as quaes moiilam i quanlia de 10:IKs390
res, cojos livros e mais documentos se acham em
poder do mesmo agente, em seu armazem. ra do
Collegn n. 15, onde tero logar o leilao. Scxla fei-
ra 'JO do coirenle, as 11 hora, ,1a mauhfa.
T. 'de Aquno Fooseca A Filbos, faro leilao
por inlervenrao do agente Uliveira, de rcrca lim
barricas da superior familia de trigo de Lisboa, lo-
tes v..na le dos compradores: sexla-feira, JO do
correle, as 10 horas da msuhaa, no armazem do
Sr. Annos Jacome, defronle da arcada da alfiuulesa.
O ajjenle Borja l'ara' leilo, quarta-
feira 2"> do correntc, a's 11 horas da
manhaa, em sen annatan, ra do Colle-
gon. 15, le 7 escravos moros de bonitas
ftjjuras, sem achaques de ciual dade al-
'hiiim. mis comoflicio, como heni, tues-
Pela subdelegacia da freguezia dos Afogados se ll'C de assucar, purj'ador. destilador,
faz publico, que se acham depositados i cavallosap- baiiqtieiro, CatrcirO, VatltieilO, e OUlrOS
prelieiulidos por se supporem furlados: quem se i ,
julgar com direilo aos mesmos, cumpareca na dita P'Op ios para todo O servico e dons 0|iti-
sobdelegacia,qoa justificando, Ibes serao entregues mos escravos cozitihciros, etc.. os quacs
*Sgg$3S%$?" U de i,,u"0i rao entregues s,-m recutt de' qualquer
Francisco Carueiro Machado Ros Jnior. prc'CO mal01 que ollcrecam, VIStO scrcm
Devendo em cumprimento da or- andidos para liquidarlo de contas nesta
dem do tribunal do thesouro nacional, de i P,:".'a-
2 de Janeiro do coi rente anuo, sabir da Oft Ijfl _,i4 fTAlti. i* 9
circulacao as notas de 50;;, de segunda es-1 WVW09 tPTVV*.
lampa, papel encarnado, que nella exis-! ,, .~ ...
* i ., l --"- Joaquim Pinto, morador nesta cidade, nego-
tein, sendo substituidas por notas dos: cianle de carne verde, faz ver ao publico, que prin
mesmos ou de menores valores, da caixa | cl"'a vender no dia > do corrente em dianta carne
de sua casa, a orig'm desta divida, suas
dalas e o seu venciinento, isto para evitar
dundas e acabar com ccrlos boatos que
consta ao abaixo assignado, (|tte o Sr.
Claudio propalla cm seu desabono.Jos'
Antouin Horeira Das.
I AROA RAPAZIADA. %
PAIEU DA SANTA CR17..N.6. ciJ
J O abaixo assignado lem a honra de scieuli- (a.
a llcar a bellarapaziad.i, que chegara oltima- @
; mente de Paria para seu estabelecimeulo ,\
Sb urna pequea faelura de carleiras com cnu- f,
j( ffeilos. lodas enfeiladas de ricos goslos, para[se jj
,-.;i prendar o na I..iiii-ii..i na noile de S. Joao, j.
j he obra prima.Joao Luiz Ferreira Kibeiro.
* a -
lilial do lianco do Krasil, estabelecids
I corda a dez palacus, e tambam de nove e de oilo. e
le meio dia para (arde vende por lodo prero. como
notas de 50$000, para as apresenlarem
na mesma thesouraria, alim de serem
trocadas dentro do pra/.o de oito mezes, a
contar do 1 de julho prximo vindouro a'
28 levereiro do segumte anno de 1857 ;
declarando ao mesmo tempo que, lin-
do esse pra/.o. soll'rerao o disconto
de 10 por cento do seu valor em cada
mey. de demora na apresentacao, na for-
ma da lei de de outubro de 1855, ate
licarem sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de fazenda de l'ernambuco,
5 de junho de 185(i. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de .Mello. .
mnso0
:' ;
-: .?3.
Moje, que a impress.io dolorosa que nos cauaou a
sbila morle do Sr. Manoel Antonio Dias se aclis
applacada em nosaa alma, vamos dizer aigumai pa-
lavraa sobre este varo preslanle, digno da saudade
elerna dos seus lilho-, mulher e amigos.
Nao sao palavras, dictadas pelo senilmente da li-
sonja, ou cabidas de urna peona mercenaria, silo fi-
ttias de sympalbica gratido ao morlo e um tributo
da sincera amizade que consagramos ao Sr. Dr. Jos
Candido Diaa, filho da illustre victima.
O Sr. Manoel Antonio Dias, posto que ja contas-
se 6i annos de idade, ainda se achava bastante ro-
busto, quaudo a 10 de maio prximo passado foi
repeutinaraeole roubado por um ataque de apople-
xia fulminante, qoe nSo durou mais de ama hora.
F'ilho de oulro de igual oome e de t. Maria das
Candeaa, perdeu o pai na mais (cura idade, ticando
apenas no mundo sob o fraco amparo de sua m.'u e
ilua- irmas.
Dolado de urna alma enrgica, e vendo que devia
servir de arrimo e protector das Ir crealuras que-
ridas, que seu psi Ihe havia legado, enlregou-se aos
!> annos de idade, com eran 1o deuodo, aos Irahalbos
da aglicullura, lanzando nulo dos pouros recursos
que o pai Ihe deiira, eneelou essa vida extrema-
mete labiriosa, qoe so abdiidouou no ullimo mo-
mento da eiMeucia, e, com a solicita coadjuvarfli.
da s'j,\ mili, que nunca o deixou, conseguio bons re-
sultados do tea liabalho.
Como sempre acontece na sociedsde em que vive-
mas justa ou injustamente, aopasso que o Sr. Manoal
Antonio Dias fui adquerindoClguns bens da forlona,
foi conqoistando amizade e eons.derar;ao de ludus
com qoem Iralavs, e favorecendo, segundo as suas
forras aquellos que o procuravam.
No anno de 1819 casou-ae com I). Maria da An-
nunciacilo, soa prima legitima, filha do capitu-mr
Manoel Thomde Jesua. Deste consorcio leve 16 fi-
lbos, doi qaaes cxlilem hoje seis : lo los, i excep^ao
de 3 rapazes licaram menores em 1836, quando o fi-
nado Manoel Antonio Dias solTreu o mais lerrivel e
doloroso golpe da soa vida,golpe que talvez bas-
tete ceacerreu para que elle tive-se ama morle
prematura : Perleo a sos querida consorte.
ricanoo cora quatro lilhas menoie<, que exigan,
os temos cuidados e a compmihia ifc uina mmlier,
rciilveu rasar-se segunda vez, e com .Helio, em
183T, easou-se na casa de Frexeins rom a Sr. D.
Feliciana Thereza do Nascimento. Apezar desta se-
nhora contar apenas IS anuos de idade e ter de en-
cirrecar-se da caa de um vinvo com 7 lilhos, com
todo o bom seos,, de que he dolada e a sua excel-
lenle alma Ihe permitliram viver ua melbor banno-
nia, lauto com seu marido como cm aeus ente ule-.
Do segundo consorcio leve ,"> filbos dos quaes se
acham hoja orphaos dous, um rapaz e ama menina.
Sem embargo do seo Iheor de vida particular o
das suas immenas occupacije', o Sr. Manoal Anto-
nio Das nunca foi iiHifferente aos negocios polti-
co* de sua palria. Em 1821 louinu alguma parle as
lulas que liveram lugar nesla prvincia, mas pde-
se dizer que so eolrava no-la- qoe-ldea para repre-
sentar o papel de medianciro ; em 1818 cuvulvcu-
se na poltica desde oa movimeuloa de LlgM, mas
sempre romo um irea de paz, e e nao conseguio rea-
lisar oa seus benignos intentos, foi eir. consequeucni
de motivos eslranhos que elle nao pode vencer. Ap
l n .vii a revolucao, e elle solTreu iocommodos que
talvez eoncnrrcssem para i .ua inorte piemalura.
F.m consequencia-lo seu carcter pacifico e con-
ciliador, era chamado para louvar un ser louvado
em qualquer negocio trincodo sobre agricultura, ter-
renos e obras, ja pela sua elevada inlelliger.cia uestes
negocios, ja pela prudencia de que era dolado, e ja
pelo conceilo dequegozava;e nunca tralou de arom-
modaralo aleuma.que uio salusse Iriumplianle, sen-
do a ull una a qae se celebroo o anno passado entre
ns hrs. Antonio Luiz (ionralves Ferreira e bario
de Ipojoca. no pleito qu. estes dous senhores sus-
tenlavam rtUlivamenle au engcnbo Arar ha.
Sendo dotado de int-lli-,.,,,-,, notavel, nilo Ihe foi
permillido culliva-la por fa||4 de meios. I'o.lia ser
a primeira casa da freguezia da Esrada; o sen genio
obsequioso e caridoso, e atguus deslalos, li/eram
que deixasseos negocios bstanle complicados, leve
muilas occasie de ostentar, mas sempre despre-
zou isto ; nunca mallralou o pequeo, e nem adu-
ln o grande. Ua alguus annos que se nao ronfesss-
va ; atretanlo, apenas se m.irufe-.tou o cholera, cba-
&0H&tfO.
rRACA DO RECIFE 18 DE Jt.NHO AS3
MOKAS DATAIiDE.
Colacr.es Oilleia.es.
Descont de leltraa8 ',, ao anno.
fredrrico /li.btitiard, presidente.
/'. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 l|i a 27|I|J.
Paria, 360 rs. por f.
a Lisboa. 100 por 100.
Uio de Janeiro, 1|2 a 1 por Owj a IS e 30 dias.
Aca;es do Banco, 35 0(0 de premio.
Acces da companhia de Beberibe. .VlfOfH)
Acres da companhia Per: amhucana ao par.
Ulilidade Publica, 30 purccnlu de premio.
a .' Indemnisadora.sem vendas.
Discoulo de lettras, de 10 a 12 por i'i.n
V1ETAES.
Ouro.Onras hespanbolas. 28 > 283.VX)
Moedas de 68100 vellias .... logtioo
6si00 novas .... 163000
4c000.......booo
Prata.l'alacres brasileiros......}>*)
Pesos columoarios......28000
u raesicano....... i;(o
A qual seudo-me apresenlada dei n despr.rbo da
Iheor secuinle :
Dislnbuida o jortn lo romo reqncr.coin ascitares
neeessarias. Recife 5 de junho de I8-16.Duarle.
Nada mais se cnolinhu em dito meu despacho,pelo
qual rcpheou o mesmo supplicante pela maneira se-
guinte :
lllm. Sr. Dr. juiz dos orph.los. Com o devido
respeilo o por meio de replica vein o supplicante
allegar que 11 Inventario da finada soa sogra esta su-
geilo por dependencia ao carlono do escrivSo desle
juito Brilo.
Visto como nesse cartorio ja foram processados o
primeiro a segundo inventario, ialo he, o do pri-
meiro marido da inventariada e nos paia deste, e
qoan lo pur c-le lulo estejj esla rigorosamente por
aquelle, islo be, o do finado ogro do sopplicante e
por i-.-.i dispensa a dilIrlboieSu, sendo somenle ne-
cessaro a uoniearao do invealarianle que prestara'
juramento.Luiz Melaniro Franco.
Como requer.U eserivlo llrilo proponhn pessoa
idnea psia servir de iiivciiUriinle. Kecife ."1 de
junho de 1856.Duarle.
Nada mais se cnuliiiha em ilitaa peliroes e em vir-
lude das quaes se pama a presente.pla qual man-
do a lodosos prenles, amigse conhecidos do dilo
o laram scienle em como por eslejuizo se o cita e
chama para vtr proceder u inventario de sua finada
mulher i). mbellna Rosa Pessoa de Siqueira Ca-
valcanti, proseguir nos lemos do mesmo e parlilh 1
ale final senlenca, o para que em nciihum lempo se
chame a ignorancia, estando ja rilados os mais inle-
resaados presentes.
E>le se fixara no lugar mais publico desta cidade
e pelo (Diario desta mesma cidade.
Dado e pasudo nesla cidade do Recifr sob o signa'
o ello deste juizo ou valha sem sello ex-causa, aos
17 de junho de 1856.Eu Floriano Corroa de llri-
lo, escrivSo o liz escrever e suhscrevi.
Joaquini-Friiucisco Duarle.
AO RIO
Janeiro
segu em pnuco lempo o bri-
zne nacional MARA I.L/.lA,
Capitao Joo da Silva Moraes,
su pode id -ber alguma carga
iiiiuila eesrravos a frete. para
os quaes da as rnelhores ac-
eommo.'acies e Iratanienlo:
Irala-te ro 1. Aolonio de Almeida Gomes, na ra
do Trapiche d. 16, legaada andar.
Rio de Janeiro.
U patacho Thereza I, de que he capitao Jos Ig-
nacio Pimenla, vai seguir viageip para o Rio de Ja-
neiro com brevidade. por ler grande par d.. seu
orregamenloengajado : quem no mesmo qaizer car-
rejar, dirijse ao escriplnrio d" Bailar & Uliveira,
na ra da Cadeia do Recife n. 12.
Real coiapanhiade paque-
tes ingleses a vapor.
e 22 ; Rangel 11. 62 e 71 ; rna da Cadeia Velha n....
Precisa-s de um amassa lor que seja bom mes-
Ire de masseira : na roa da Seala Nova, padaria
n. 30.
Aluea-se uina prcla para vender sapalos, d-se
Io/OOO ; na ra do Raugel n. 77, primeiro andar.
Aluga-sp urna grande casa terrea rom sitio,
no lugar da Soiedade ; a tratar 110 Manguiuho, sitio
de llcrculauo Alves da Silva.
Eis as verdadeiras bichas de llamburgo do de-
posito da roa eslreila do Rosario 11. II : alugam-se
mais 1 iralo do que ra oulra qnalquer parte : em
frente a matriz da Boa-Vista na nova leja de bar-
beiro.
Aluga-se urna prela que seja boa engomma-
deira e coslureira ; da-se 155000 : na prara da In-
dependencia n. 31.
No dia 21, as 4 horas da tarde, no aterro da
Boa-Vista, na porta do Sr. Dr. juiz de ausentes, se
lia de arrematar a casa terrea sita na ru 1 de Santa
Thereza 11. 23, avahada em 1:001)3. pertencenl a
lnraii'.'a jaccnle da liua.li Maria Joaquiua do Sacra-
mento Dias.
No dia 2l.no aterro da Boa-Vista, ua porta do
Sr. Dr. juiz de alsenles, as ': horas da tarde, se ha
de arrematar um relogio de ouro e urna pequea
porcao de rnnpa, perleiirente a lieranca. jarenle do
finado (uilherme Raasanler.
vE-fta fe ;;v
ISO.
J. P. Vngclej lem a honra de avisar ao respeila-
vel poblfco, que no seu cstabplecimeuto na ra No-
va 11. 27. esquina da Camboa do Carino, encontram-
se os mais ricos e rnelhores pianos que tem appare-
i'i.i.i ueste mercado, de fiirma de armario, de supe-
riores vuzes, consiruc^lo solida, do goslo mais mo-
iierpo possivel, sendo elles lodos feitos por encom-
mebda, e nao viudos em coininisso, c assim apro-
priidos para este clima, dos mais acreditados fabri-
cantes d Europa, os quaes elle vende garantidos.
O ristabelecimento esl aberlo at as 8 horas da noi-
le nara a commo.ladc das familias que quizerem
ver] c eiperimeiilar os instrumentos.
)s sennores propretarios
que liverem predios edificados em terrenos foreiros
leneravel ordem lerceira de S. F'rnncisco desta ci-
dai e as seguidles rua>: Livramenlo, Dircita, becco
de i. Pedro, largo de S. Pedro, Mondo Novo e roa
Be la, haiam de ir ou mandar payar os respectivos
fr is ao abaixo assignado, solicitador da mesma or-
dei I, lodos os dias das 6 horas as !) da mauhaa, no
aterro da Boa-Visla, casa n. I, primeiro andar, at o
liail.'de juilio prximo fuloro, depois do que se
cobrarlo executivamenle.
Manoel Luiz da Veiga.
-- A pessoa que annuncinuter a casa para 1:5003,
pouco mais 011 menos, dirije-so ao pateo da Santa
Cri z ao p da Liberna n. 8, ds 2 horas cm dianle,
que faz-se lodo negocio.
-- Quem precisar da quaotia de 508 a juros sob
penlioresde ouro ou prata, riiriia-sa a ra da Pe-
ni.' n. 25, primeiro andar. Na mesma casa vende-se
um bom banheiro por prero razoavel, em muilo bom
est ido.
Prerisa-se de um raixeiro que tenha bastante
pralira de taberna, e que d Bador a sua cunducta,
de dade de li a 16 anuos : a tratar na taberna jun-
to ii fabrica de sabao n. i 12.
Precisa-so de um caixeiro que entenda .le ta-
berna, e que d fiador a son conduela : em Fura de
Follas, ra do Pilar n. t5.
4- Luiz de Piulio Bors^s. ridadao brasiliro, vai
a Europa tratar de ;ua saude.
ROB LAFFECTEDR.
O nico autorisado por decisao do conselho real e
decreto imperial.
O mdicos doshospilacsrecommendam o Arrobe
de LalTecleur, como sendo o nico aulorisadj pele
governo, e pela real sociedade de medicina. Esle
medicamento li'um goslo agradavel, e fcil a lomar
em secreto, estaem uso na marinba real desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em pouco lempo
com podca despeza, sem mercurio, as allccres da
pello, iinpingcns, asconsequencias das sarnas, ulce-
ras, e os ai ei.leuie- dos partos, da idade critica, e
da acrunouia hereditaria dos humores; convm aos
cal.irrhos, a beiiga, as contracjes, e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injecces ou de
sondas. Como anti-svpliilitico, o arrobe cura em
pouco tempo os lluxos recentes 00, rebeldes, que vol-
veu incessautes em consequencia do emprego da
copaluba, da cubeba, oa das injecc,6es que repre-
senlcm o virus sem neulralisa-lo. O arrobe Laf-
ferleur he especialmente recommendado contra as
doencas inveteradas ou rebeldes ao mercurio|e ao
odurelo de polassi.Lisboa.Vende-se na boti-
ca de Barral e de Antonio Feliciano Alves de Aie-
vedo. prara de I). Pedro 11. 88, onde acabilde che-
gar urna -ramio porrao de garrafas grandes o pe-
queas viudas direriamente de Paris, de casa do
dito Bojveau-Lallectcur 12, ra Bicheo Paris.
Us formularios dao-sc gratis em casa do agente Sil-
va, na praca de D. Pedro n. 82. Porto, Joaquim
Arauju ; Babia, Lima & Irmaos ; Pernambuco,
Sniini -. Rio de Janeiro, Rocha & Filbos ; e Morei-
ra, loja de drogas ; Villa Nova. Joao Pereira de
Magales Leile ; Rio Crande, Francisco de Paula
Couto & C*
C. STARR & C,
respeilosamenleannunciam que no seu extenso es-
labelecimcnlo em Santo Amaro,conlinuan a fabricar
com a maior prfeic.ao e promplidao. toda a qaali-
dade de macliinismo para o uso da agricultor,
navegacao e manufactura ; c que para maior coib-
mudo de seus numerosos freguezes e do publico
cm gcral, leem aberlo em um dos grandes arnia-
zens do Sr. Mesquita na ra do Brum, alriz do
arsenal de marinba um.
DEPOSITU DE MACHINAS
construidas no dilo seu eslabelecimento.
All acharSo os compradores um completo sor ti-
me 111 u de moenda de caima, com todos os melho-
.rameutos (alguns delles noves e originaes) de que
a experiencia de muitos anuos lem mostrado a ne-
fessidade. Machinas de vapor de baixa e alia pres-
sao, taixas de todo tamanlio, tanto batidas como
fundidas, carros de mSoe ditos para condnzir for-
mas de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dilo, tornos de ferro batido para fari-
nha, arados de ferro da mais approvada couslruc-
i;,ii'. Pondos para,alambiques, crivos e portas para
fornalhas, e urna iofinidade de obras de ferro, que
seria enfadouho enumerar. No mesmo deposito
eii-.ii' urna pessoa intelligenle e habilllada para
receber todas as encommendas, ele, etc., que os
anuuncianlcs contando com a capacidade de suas
ofticiuas e machinismo e pericia de seus ofiiciaes,
se compromeltem a fazer execular com a maios
presteza, perfeir^Ao, e exacta conformidade com o
1110 ir lio- 011 desenhos, e intriiceocs que Ihe forem
ornecidas.
ALFANDEliA.
Rendimenlr do dia 1 a 17. .
[dem do dia 18. .....
-t):3l:t:!l:l:i
18:2898677
212:603:610
Descarregam hoje 11) de Junho.
Birca inglezaMedoramercaduras.
Brigue ioglezChanlerlairbaralhao.
Brijue suecoCleopilrafamilia de trigo.
Brigue sardoDainolagedo.
Patacho lira-ili-iro/-.'./leriiii; fumo e charutos.
Escuna brasileiraLindaliversos gneros.
JU.NSULAIIU liKKAL.
Reudimeulo do da I a 17 27:5UI;j.t'.i2
dem do dia 18....... 1:1318023
'httUttG-&t&.
28:6ila9l.
iM VERSAS PROVINCIAS.
Reudimeulo do dia 1 a 17.....
dem do dia 18. -,.....
1:6028677
363178
1:72.13155
DESPACHOS DE EXPORTA. VU PELA MESA
1)0 CUNSLUIX) DESTA CIDADE NO DIA
18 DE JUNHO DE 1836.
LisboaBarca porlngoez 1 aGratidio, Tbomaz de
Aquino Fonseca A Filho, 6 pipas agurdente, 50
saccos'assucarjliranco,.'!!) cascos inel.
Bo^nos-Avreslitigue dinam.rquez "Auna Cecilias,
Viuva Amorim \ Filho, 20 pipas agurdente.
LisboaBrigue prtame!Tanjo lo, Manoel Joa-
quim Ramos e Silva. jlK) saceos assurar masca
vado, 1.000 coco, 1.000 chifres de uuvilho.
Porlo Barca porliluueza Santa Clara, diversos
carregadores, 200 saceos assucar branca, 300 ditas
familia de mandioca.
Porlo Barca porlugueza Bracliarense, diversos
carregadores. 103 saceos assucor branco e masa-
vado,
LisboaB'i-ne potingue/ uViajaule, I ii..111,1/ de
Aquino Fouseta A; Filho, 200 saecus assucar
m.iscavado.
ExDortacao .
Buenos-A y res por Montevideo, harta brasileira
Amizade, de 251 toneladas, conduziooseguinle :
1,750 vnlumes com 13.303 arrobas e 24 libras de as-
sucar, 100 pipas aguard-nte.
l'hil.idelphia, brigue americano uFairyn, de 217
toneladas, ronduzio o eagointe : 3,000 saceos com
IK.OOO arrobas do asfoear.
I'arjo de Camaragibe, hiate brasiliro Santa L-
ala, de 21 toneladas, conduzio o seguinle :10 vn-
lumes gneros eslrangeiros, 1 barrica bolachinba, 1
taixo decobre.2 cobres de engenho, 2 meios de sol,
13 sarcos bolacha, 5 caixas sabao, 30 arrobas de car-
ne, 8 ranadas de espirito.
Tendo de se reunir no dia SU do enfrento, as
10 boros da manhaa. a junta medir, que por deli-
lieinrao do ronselbo de qualilirarao da freguezia do
S. Fr. Pedro Gmiralves, lem de" inspeccionar us ci-
.lad.los abaixo declarados, assim convida-se os mes-
mos senhores, a couiparecerem no referido dia e ho-
ra. Agoslinho Francisco Comes de Uliveira. An-
lonio Raymundo Paes de Lima. Anlonio Piulo de
Azevcdo Bezerra, Manoel Malaquias Franco. Ansel-
mo Jos Duarle Sedrim, Antonio Theodero do- San-
ios Lima, Manoel Francisco dos Sanios, Joto Ma-
noel Alves, Vicente Ferreira ChrislovaO, Gaodino
EslevSo da Fonseca, Antonio Joaquim de Alcm,
Francisca Xavier, Agoslinho Ferreira Fonles, Fran-
cisco Jiulo Alves. .Melquades Soares l'aur, Jos
Loureuro de Sania Anua Barros, Francisco Jos Ta-
rares da Cama, JoacCiislodio Peixoto Soaraj), Eduar-
do Claudino 1,01 rea Cabral, e Francisco Vicente dos
Santos.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Pela secretaria do tribunal do eommercio de l'er-
namboeo so ha publico, que nesla dala foi inscrip-
to no livro de matricula dos eommercinnlea o Sr.
Antonio da Silva Aboim, cidadauporlu^uez domici-
liada na cidade de Macelo, capital da provincia de
Alagoas, cummerriaiile em grosso e a reialho. S.-
erelaria 18 de Jonho de 1886.
Dinamerieo Augusto do Reg Raugel, ollicial-
mainr interino-
Pela snbdelegacia da freguezia dos Afogados
se faz publico, que se acba recolhidu casa de de-
leneao da cidade do Recife o prelo Jos, que di/, -er
escravode Benlo Ribeiro ila Silva, o qual cenfessou
eslar ausente de casa de seu senhor : quem se julgar
com direilo ao me cia, que apresen! indo os seus litlos legaes, Ihe ser
enlreuue. Subdelegada da fregoeala dos Afogados
18 de jniiho de 1856.O subdelegado mpplento,
Francisco Garneiro Juoior.
Pela lUbdelegaeia dos Afogados se faz publico,
qoe fura encontrado no lagar da cslrada nova da
Passagero, um cavullo sem dono, o qual se acba le-
galmenle depositado ; qoem se julgsr com direilo ao
mesmo cnmpaipra nesla sobl-legari.. que loslifican-
do, Ihe sen onlregoe. Subdelegacia dos Afogados,
18 de junho de 1856.O subdelegado sopplenle,
Franciico Carueiro Jnior.
Directori s gorai da instrti-
cAo publica.
Pela respectiva secretaria se faz publico, para co-
nheeimenln daquellca a quem convier e inlrressar,
que pelo conselho direclor em scsio de 26 do me/,
anlecedeiilc. com a;ipr v.iro do Exm. Si. coasc
Iheiro presidente da provincia, l'oi marcado o pra/.o
de seis metes, que principia a correr da dala desle,
aos Srs. professorea c professoras, directores c direc-
toras de collegioi particulares de entino, para se ha-
bilitaren), e regalaren! os seus e-labelerimenlos, na
fnrm dos arls. 83, 81, nsque 93 da le: regulamenlar
da inslrucro publica de I i de maio do auno prxi-
mo passado. E para constar se mandn publicar
esle pela imprensii. Secrelario da directora geral
18 de junho da 1836.U secrelario,
Francisco l'eieira Freir.
CORREIO (.ERAL
A administracSo encaja Immcns r.m-
uheirota IjOOOrs. diarios.
No dia 10
desle mez es-
pera-se do sol
u vapor 3Tl"fi
eommandanle
William Sliuti
o qual depois
ila demora do
coslume se-
-uir para Souihampton, locando nos porlos de S.
Vicenle, Tenera, Madeira e Lisboa : para passa-
geiros, etc., trala-se com os agentes Adamaoo llo-
vvie iV C ra do Trapiche Novo n. 12.
N. B Us embrulhns que pretenderen! mandar
pa-a SoMlharapton deveao e-lar na agencia doas
horas antes de sa feeharem as malas, c depois des-
ta hora oflose recebera volme algum.
Para o Porto segu com loda a brevidade a
hem coiihecita galera porlii2ue;a Bracliarense :
Tiara carga e pasaageirus, para o que lem os mais
acetados commodos. trala-se com os consignatarios
T. de Aquino l'ou-eca & Filho, ou com o capilo
na praea.
Para o Oaia sabe rom toda a brevidade o pa-
Ibabnle nacional Anglica lem parle da carca
prompla, para o resto ou pasaaiiros trala-se com o
consignatario Luiz Joso de S Araojo. na ra do
Brum n. 22, 00 com o capilo Jos Joaquim Alves
da Suva, largo da asscmbla iiumcru 8, segundo
andar.
PARA) RIO DE JANEIRO.
Dale nacional Tigre segu em puucus dias pnr
ler parle do seu rarregainenlo. para o resto da car-
ga Irata-se na ra da Cadeia 11. 3!), segundo andar,
rom V. A. de Soasa Carvalho.
COIPAHHAFaAICO-AIERI-
Espera-te
o vapor
fr'ran-Con
luis com-
111 an liante
Pournie]'
indo para
E ti ro pa :
>ara (Vele
e passageiroa, cm rasa de L. Lccomle
Feron iV C.. ra da Ciuz n. 21).
Para a Baha.
<> veloiru e bein ruitln'cido hinle brasileo Ainr-
lia prelemlc seguir al o dous itrros de spu caires^niputo promplo ; para o
rest ir.iLi-sf mni o eu consiuualario Anlonio l,ui
de Olivcira Azevcdo, ra d.t Cru n. 1.
Para a Bahia.
-i'jtip rom mulla brevidade o veleiro palacbo lia-i-
leiro E-iperanri pnr lerji prmnplo nielarte do so
carrpsmenlo ; para o resln e paMagfirof.
leu. es
S3o convidado'* lodos os senbores devedores casa
fallida de Antonio Aususlo de Carvalho Marnbo,
qoe leve loja de lazcndas mi prscnlia ilo Queroado
desta cidade do Kerife* alim de se liricirem ao abai-
xo as-ignado, no aterro da Itoa-VislP n. !., para
-.mis.ivelmeolc al tarem ---'(is debilos, islo com a
maior preslp/ que Mips fr posaivel, pois promet-
le ter toda alienta ruin os qoe furein IDH prump-'
los em *-'us paitanienlcH, em razfio de p*lar coinpe-
tenlemciile habilitado a fazer esla lu|iii E^G'JSH HOTEL,
PernaiubucO.
Moje I!) do frrenle, liaver sopa de tartaruga c
bifes da meam-, das 11 horas do rita ai aa :t da larde.
^a rol da lloeua, rasa n. :>'), rorinha-se com
lo.la a perfeirio c limpeza para dar ianlarea para
rjii.'icsiiucr pe ma ras para tratar.
Jos de ltilaticourl Amarante faz scienle ao
Sr. arrematante do imposto de -jo pur cenlo das aguas
ardentes de prntucrao brasileira, que deixou de ven-
der ,titos espirites em sua liberna no aterro da Boa-'
Vista ii. 81.
Precisa se alagar un prelo para o serviro de
urna casa de paslo ; na ra do Trapiche n. 8."
Ilenrique Carlos lia Costa vai a Europa.
A pessoa que quer tallar com Joao Deodato
Bov mon. dirija-se ao sitio do Sr. ,'isronde de l.ourej,
nos Altliotos, ou no aterro da Boa-Visla n. ..
Desde a ponte da Boa-Visla ate a roa do l.i-
vramciiln perdeu- do corrente,
um poleeira de uuro rom cornalinas encarnadas ;
quem a liver nchado r quizer restituir na ra do
Aragito n. 1-2, ser gralilir.ido.
Fax-se bolo c cangica de miibo verde muilo
bem leja ; ra cidade de Olinda, alraz do Amparo
o. 11.
t) abaixo asaignado faz renle ao respeilavel
publico, que contina com seu eslabelecimento de
olliciua de lanoeiro e armazem de madeiras, na ra
do Sol, e sem ingerencia de ningnem.
Ceraldo Jos Pereira.
Joilo Alves Ferreira, romo administtmlor de sua
mnlliT I). Anua Lopes Ferreira, e sua* rnnha.las
I). Morid Violante Copes, c 1). Candida Violante
Lope*, previneni 10 respeilavel publico qoe o pre-
lio em Lisboa, na ra das retiras Negras n. 102 a
tUl inrlu-ive. freguezia da Magdalena, nilo pode
ser alieoado inctade, e nem de quat^uer modo pus-
aar ao dominio e posse de milieni sem elles serem
ouvidos, a intervirena evpressamenle em qualquer
contrato que for concernenli' ao mesmo predio.
Kecife 17 de unlto de I85t>.
l;ugio boulem do engcnlio Cuarar.ipesum es-
rravode narilu, de mime Ignacio, ainda moro, alio,
secco, sem barba e bonita ligara ; levou roupas de
algoiito linio, ch&pco de couro, e urna pequea
tron\a com roupa, sendo do presumir que mude de
roupa. Qoem o apprebender leve o a seu senhor no
engenho Cuararapes ou a travessa do Quetmado n.
II, a iiiiii'. Antonio de Castro (luintaes, que re-
compensar generosamente.
Noeagenbo Uchoa, distanlc ilc legua-, |irecia-se de um feitur de campo, que nao
tenha familia: quem pretender riirija-se ao mesmo
engenho para tratar.
Francisco Tavarcs Correa*, cin via-
[etn para a ilha de S. Migue!, roja a's
pessoas de sua amizade, de <|iiem nao te-
ve tempo de despedir-se pessoalmente, se

^^
^
w
Baile de masca-
rado.
SABBADO 2. DO COUKEME, NO
PALACETE DV RIA DA PUVIA
(> saloes estsrSo decenlemeole ornados c lllomia
nados, e os directores promellem conservar toda bo-
ord^m.poasivel, e a musir locar novas e excellcn-
l"s qiiadrilhas : os illiclos icii'm-se venda na
c;s do baile, e principia ;s S horas.
A HOMEOPATUIA E 0 i
IHOLEIA.
nico tratamento ])ieservativo c
curativo do cholcra-morhus, VJ
TELO Ol'TOH (^
^Sabino C-c;ai ioLudgero Pinho. ffj
;-a v Segunda edicrao. S
4^9 4 riPiievoleiifia com q'e foi acoihida pe- *f*r
lo publico a pnmeira rdicrao desle opus- ,;%
culo, esgelatla nu curto esparo de dous rae- 2*
es nos Bduiio a reimpreso* \fy
Cu Careira1* rompidas para o Irala-
meniodo cludera e rfe muilas ou-
Iras molestias, a..........:M500
Meias earteirai..........IlicOOO
[)s m<-dicaiiien(os i'o os rnelhores privis.
Consullorio central homcopalhico, roa
p! S^nto Amaro Mni..!)^.Tn n. (.
i
1
tt
par
quaes lem excelTeules commodos, trala-se r.-tn o
sen riiii.ignalario Antonio l.uizde Oliveira Aleve
ra da Croa n. I.
Vndese uina barcaca ainda nova, prompla
para qualquer viagi-jn. qual rarrega I-.!).') saceos
para ver. em Fura de Portas, eslaleiro de Joaquim
il,i Costa, e tratar, no l'orle ,1o Mallos, prensa de al-
go lo de M tuoel Joso da Silva Brasa.
t.
Agencia de leudes na ra
da Madre de lieos n.
3!, de Vieira da Silva.
Sa libado I do corrente, a's 10 horas
<\.\ maullan, ser&o arrematados muitos
olijectos, mobilia* e pianos, e tttdo mais
pu- estiver patente, e seta' vendido a con-
tento dos freguezes.
Lasserre & Tissel-frere- farao letlu
ilijjticm desculpt
tr essa
falla involuntaria
uevida a' pressa de seu embarque, e Ibes
pede encarecidamente se dignem innn-
dar-lbe suas ordens aiptclla ilha. Reci-
fe, a bordo, IS do junliode IS.">(.
Seguros.
A directora da companhiaIndemni-
sadora,em cumprimento do dtsposlo
nos respectivos estatutos, anntiucia t|ue
no dia 21 do corrente pelas II boras da
loaultaa, na praca do Commerco, tem d
de proceder-se a' avremataco de cinco
acct'cs da tnesma companhia, por litlleci-
mento do accionista oSt. Frederico Ci ni-
ln. Recite IS de junlio de 1856.Us
directoresJoan IgnaciodeMcdeiros !c-
go.J. .1. Tasto Jnior.Joao da Silva
atpti cs-
| leve em 1847 a 1 S.~>-; o. como depois dis-
vencilo do asente Oliveira, de una po'rrlio'Te m'n- lo lo P"ra ,'sl>0i'. por isso quer-se saber
leiga rraneeza da ultima importada: qoinla-roira,I*e ja vollou : miem disto liver conbeci-
noarma- menlo lera' a bondatlc de lidiar na na
da manhaa
defronle da arcada da i
I!) do correle, aa ti) lloras
I zem do Sr. Aunes Jac.....c,
alfaadsga.
0 agente Borja, as til horas do dia quinla-li<-
ra, 19 do correle, era seu anuatein na ru do Col-
b'g"' n. 15, rara leilo de uina esplendida mobilia
de jacarandS, urna bis simples do mesmo, hu rico
iQiicni nnuunciou qn?rer 1:0005 a nm e meio
por (lento, dando por garante ."i casas, appareca na
ra do Kangel n. 21, que se dir quem faz este ne-
gocio.
Preciaa-sc, para a celebraran da misa em ama
capel la particular, de uin cali\ cm mein uso com
patena e collieiitiba : quem liver equizer troca-lo,
dirij;-se ao Ur^o da matriz de Santo-Antonio, so-
brado de um andar u. >.
l'rcrisa-s'e de mu lioinem para o servido de
uraalcasa de pequea familia: na ra do Cabuga'
ii. 1 .
Francisco Jos remandes Pires comprou ao
Sr. 1 raucisco d.i Cosa Amaral as duas tabernas da
ra i o Corredor do Hispo ns. 18 e20, livres de qual-
quer onus.
Desde domingo I. do rnrrenle mez esl ausen-
te do! grande hospital de caridade o africano de li-
me Manuel, com idade de 'JO annos, poueo mais ou
mema, de estator baila : renmunenda se a todas as
auloiidades aoliciaesa apprebensilo do dito africano.
(ra le hospital de caridade 17 de junho de 1856.
Luiz do Reg Barros, regente.
O Sr. Joilo dasCliagas Falla tem urna caria
vindi ilu Rio de Janeiro ; no escriplorio de J, Joa-
quiui Dias Pernead*.
Alnga-se o primeiro andar rom grande solao
da casa do nalco do Terco n. :!("; a tratar na ra da
Sen/ala Nova n. i.
Arabam de chtgar os muilo desejados e bem
r.onhecidos chapeos de palha americanos ; na rna
JiovaL loja c fabrica de chapeos n. 41.
JNa nu Nove, loja c fabrica de chapeos n. i,
acaba de receber-se um completo sorlimento de cha-
peos le lodas as qjalidades.
SSo dia 0 do corrente, finita a audiencia do
lllm. Sr. Dr. juiz de orphaos, e na salla das mesmas
se ha de arrematar por venda, a casa de doos an-
dares sila na ra do Amorim u. 10, quer vai a praja
a i'i ir-i mirtilo dos hcrdriros della. e que foi ava-
hada em ;t:000,> rs.
Ainda se lusa a rasa ero Olinda, tadeira da
Misericordia n. i-2, a qual esta desenredada e pinta-
da ha pouco, e nao morreu iiinguem da epidemia : a
fallarina ra do Rangel n. SI.
LOTERA DA PROVINCIA.
Aos 5:000.v e 2:000 0.-0
Sitiili.ulo, 21 do corrente, andam a-
rodas da primeira parle da primeira lo-
teria da igreja deossa Senhora do l.i-
vranento: anda restain alguns bilhetes,
eBa n meio t e tiucrtos, rubricados pelo abaixo
9d@Si as#-#S*afa#sl9 assigiado, aos preces abaixo declarados,
g SOCIEDADE \00L(HK;A, f "- '? *\JT* d" "dep^dencta ns.
^ Silo convidados os Srs. socios daSocieda- S '' '' e i travessa do (Jueimadn n. |
0 de Nooligira a rompiirererem amanlula % 59A. ras estreita do liusai ion. ~0
;> quinta.frira js '.) hora-, do dia etn ses*8o es- .*. .1.. ,...: ii\ .l i :....... i
- iramdinaiia. Re.tfe 18 He junho de 1856 1 ''' I !";'. "' ),, l" m*at<> > h "-
-s t.secretario J. Fiel de J. Leile. Z{f0(* .:;.. ;;?;:' @ g &&9H99&&Q j s. 3e i-i. sendo que, ns pie obtiverem
Precisa-sesaber se existe nesta cida-1S(utc: grandes, o pssuilorrecebera' nao
Jos:' Fer-|s" 1'" P'u'n'0 conformidade da lei,
mais lamb.'in os S por ci'ttlo.
Bilhele inteiro 5$800 recebe 5:OOO.sO()9
Meio | lu hele .i.sOIII) :."ii)().s()0(l
Quarlo l$5Q0 l:250j^)00
Antoliio Jote Rodrigues de Souza Jnior.
Aluga-se um grande e famoso silioi
Chales de merino bordados a seda da mesma core
a matiz, pelo barato pre^o de 99600
Chales de merino Uno com barras matizadas, a 7-"s ii i
Ditos de dilo pretos com franjas de seda, a "aflOO
Ditos de dilo de cores com defeito na franja, 49500
Ditos de 1,1a grandes de tedas as cores, a 9800
Ricos Vestidos de seda com loqoe de mofo, a 09000
(.indas sedas de cores de novos padres, a 19000
o covado.
Cbal; de qnadros de lindas cores, a 900 rs. o covado.
t-'olar de seda com quadjos assetinados, a 800 rs. o
covado.
Loa de quadros com 5 palmos de largara, a (M.I ti.
o covado.
Sarja preta lavrada para vestidos, a 9100 rs. o co-
vado.
Crosdenaples prelo tom 3 palmos de largara, a
>00 o covado.
Sarja prela verdadeira hespanliola, a 13900 is. u
covado.
Romeiras de relruz matizadas, a 109000.
Mantas de bloud prelas e lirancas, a 109000.
Panno prelo e de cores, prov de limito, de 31000
a 4.-O00.
Selim prelo macan o melhor possivel, a 39000 o co-
vado.
Cassas francezas de core finas, a 40 o covado.
Chitas francezas largas muilo tinas, a 80 o covado.
Kiscado fraucez com 5 palmos de largara a 40 rs.
o covado.
Palitos de alpaca prela lina, a IflOO
Cortes de casemira de cores muilo finas, a 59000
Ditos de dila prela lina, a J>50()
Cortes de colleie de selim prelo bordados, a 48000
Peilos para camisas brancoa e de crir, a 400 rs.
Collanuhos feilos e carnizas francezas.
Camizolas e meias de Ua braucas e pretas.
Lencos de seda, de peso, grandes, a 19&0. '
Lencos de seda de cor para grvala, a 600 rs.
Cobertores de alcodao grandes, a 700.
Cobertores de la hespanhoes, a 39000.
m frente do becco da Congregarlo, passando a
botica, a segunda loja de fazendas.
REMEDIO 1MCOMPAPWEL.
PILLLAS HOLLOVVAY.
Este iueslimavelespecifico, composlo inteiramen-
le de hervaa medicinaos. n,io contem inercurio.ni'm
alguma oulra suhstaucia deleclerea. Benignio a
mats leur.-i infancia, e a rnmplcirilo mais delicada
he igualmente prompto e seguro para desarraigar o
mal na compIcirTo mais robusta ; he oleiramente
innocente em suas operacOes e elTeilos : pois basca
e remove as doen^ns de qualquer especie e grao,
por mais anlisas c leares que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com esle re-
medio, muilas que ja eslavam as portas da morlo.
preservando em seu uso, conseguiram recobrar a
saude c forras, depois de haver tentado intilmen-
te lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem enttegar-se a deses-
perarn ; faram um competente ensaio dos eflica-
zes eleitos desta assombrosa medicina, e prestes
recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar este remediopara
qualquer das seguintes enfermidade :
4ccideutes epilpticos. Febrelo da epeci'a
de ou provincia o Sr. Manoel
nandes de Macedo, <> cpial ja
la Madre de Dos n. ~>{>, primeiro a-
il '
piano muilernissinio, diversas obra do ooro, prala, ras para l'a/.ei' co
llamante e peroles, um encllenle espelho grande,
diversos loucadorea, solas, roiiotn, mesas c r'adpiras i Precisa-se (I
N: ra da Madre, de leos O. 'ti pri-
meiro andar precisa-se de boas eosturei-
llelcs, libras de britii.
.--------- se de urna ama para criar e
oe aniarrllo, colnuioilas, gutrda-voslidos sorretinaa i ,
cama r.anreza de mogno, apara lores, lava.a.rio., ii l0,,,i"' C"ta (1'' UIM Or1U>9 de 15 das,
pareilio,,ie loor lina c inforior para almoro e jan- paja-se bem agradando : na ra do Cal-
lar, vtlros linos pata serviro de meaa, obieclos de deireiro n se dir' rtiipm nierin
porrea,, para enle.le de sala.eandelabn-s.lanlernaa ucl""" "" ,J ^'"ui 'I111'" P><<-lSa.
ulenrilios e mais objectoa de rasa. elr.. de um (a- O abaixo assignado pede ao Sr. Clan-
pttZU2SSt USA d ***** '''' ,<:"ll:' **de 'll-
Bihia, chicotes (loes para carro e cavallo, 4 Misas clarar por esteDiarioipial a quantia
comronervas .le carne e de ruclas, I carro novo | quelite licou a dever, (piando >e despedio
Alporcas.
Ampolas.
Arrias (mal d').
Asthma.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou exte-
nuaran.
Debilidade oa taita de
Coreas pura qualquer
rousa.
Dcsinleria.
Dor de carganla,
i de barriga.
o nos rins.
Dureza no veutre.
Kn for nu l.ulc- mi ligado.
ii venreas.
Enxaqiiera.
Ervsipela.
Pebres biliosas.
intermitientes.
Gota,
llemorrhoidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigcstoes.
I ii lian i n incoes.
I ir es ular i dades da
ini'iistniac.ui.
Lombrigas de loda es-
pecie.
Mal-de-pedr.
Manchas na culis.
Dbslrurraode venlre.
IMtlisira ou consnmp^ao
pulmouar.
l'eienr.io de ourina.
Itheuinalismo.
Svmplomas secoiidanns.
Temores.
Tico doloroso.
Cleeras.
Venreo imal.i
Vendcmse eslas pilulas no cslabelccimenlo'geral
de Londres, n. 244, Slroitd, e na loja de lodosos
boticarios, droguistase nutras pessoas encarreaa-
cias ds sii venda em luda a America do Sul, Ba-
vana e Uespanba.
Vende-se i$ bocelinbas a StK) rs. Ctda urna della
conleui uina inslriircii cm purluguez para eiplicar
n iiniiai ile sr usar testas pilulas.
t.1 deposita geral he em casa do Sr. Soum phar-
inacenco, na ra da Cruz n. em l'ernain-
buro.
lina Nova n. 18 loja de M. A. Caj & C. con-
tinua sempre a ler uin grande sorlimento da
obras teilas de airaiate, lauto superior, como mais
inferior, camisas francezas, brancas e de cores, gr-
valas, cojarionoi, chapeos francezes, ditos de sol, de
seda e paiiniulu,suspensorios de borracha,meias para
(fspicio com casa para grande laiiit-1senhoras, horneas, nieninrs, razendjs para fazer-se
lia, cacimba com agua de beber, baixa
de capim e fructeiras de divei'sas tiuali-
itailcs
rua ti
com i
pram
ossex
der ]
cia, c
isso l<


ILEGIVEL
quizer alugar (iuija-si a
o Uang'l n. 56, que ibi adiara'
uem tratar.
Na rua dos Quartenr n. i, com-
se e vendetn-se escravos dt ambos
>s, c lamheiu se rccebein para ven-
ir comniissao, tanto para a provin-
>mo pata fra della, havendo para
da a sp.cfiiranca precisa, emquanto
se Ihe; no der o competente destino,
qualquer obra de eiironimenda com a maior preste-
za e bom riesempoiiho ; einlim qualquer pessoa que
vicr a esla loja, tirara um falo rompleto e por pre-
ro mais ronimodo do queim oulra qulquer parte.
TAIXAS DE FERRO.
Na f'i mili; o da Aurora em Sanio maro, e
tambem no DEIH1SITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de marinha, lia
sempre um grande sorlimento de taixas, tamo de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares exislcm guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezss. Os
preeps sao os mais commodos.


,
IUKIO E IK*MB:C0 QUINTA F|8tt 19 JUNHO tt 18 6
t *
2'fc
e iti-Ii ipr,_.,'i ao povo
Terceira ed^ao,
TEiTAIEITO MiMP!K0.
Preservativo e curativo
DO CHOUhk ^nsu^:
PELOS DES
..-**. mm. ca JaTc jb: ss. j-* & .* ...
i pudor curar desta enfcrmidadc,adrainittrando os remedios mais
medico, ou mcMiix para eara-Ka iiidepeuden-
.. .----..u-^..vvv ,----- .- ,-------- ,--------. ~ .......... ,
ellirazes para atalha-la. emquanlo te recurre ao
(edenes nos lunares em que nao os ha.
TRADZID EM PKlfJGUEZ IJI
TKADZID EM POKTUGEZ I'ELO DR. P. A. LOBO MOSGOZO.
Esles doos opsculos ronlem as indiracoes mala claras e precisas, e pela sua simples e
e cnucisa expusiese eila ao alcance de todas as inielligcncas, nao 10 pelo que diz respeito aos
raeios curativos, como principalmente a..s preservativos que lem dado os mais satisfactorios
ressultados em| toda a parle eoi qoe elles lem sido pottoi em pratica.
Sendo o tratamenlo liomeopathico o nico que tem dado grandes resultados no curalivo
delta horrivtl enfermidade, julcamos a proposito traduzir eslcs dous importanles opsculos em
lingua mcala, para desl'arte facilitar a sua leilora a quem ignoie o francci.
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nova n.52, por 5000. Vendem-sc lam-
bem os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos rom um frasco de lindura 152000, urna dita
da 30 tubos com qualro e i frascos de tintura rs. 259000.
^ 9
* PKIIR.VS PRECIOSAS- *'
V
2 Adereeo de bullanles. *
?. diamantes e perolas, pul- .
'& cciras, altinetes, brincos m
S e rozetas, boles e aunis -'*.
JE de dillerenles goslos ede ,
*
Compran], tendera ou *
B Irocam prtla, ouro, bri- 8
* lhanles.diamanlesepero-
I las. e
I0RE1RA & DARTE.
lgji De ;!::''.
Ra do Cabuga' n 7.
:. mu mi
* OURO E PliA 1 \.
joias
Receben! por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras i> ma is
oet.rorS,.qrnhqei" ,,ldfJtM> *> Tit>-
to de Franca como
. ou por obras.
MBMWIWII'lllliil lllll HllllHII|,l)Uil
Adercros eompleloi de a
?; ouro, ineosditos, pulcei- '*;
* ras, alfiucles, briucos e <*
fc rozelas, cordes, trance- ?
< lias, medalhas, enrrentes :+
. e enfeiles para relogio, c (<
| oulrosmuilosobjerlosde J
ouro.
Apparelhos completos, ?
\.. de prata, para cha, ban- J
sv dejas, salvas, caslraes, ;;
g collieres desopa edecha, *
| e muitos outrui objectos S
Q de prata.
. :*::< -: -.;?.; i
de Lisboa, asquaes se venden* por
preco commodo como costumam
Claudio Dubeuxmudou o seu escrip-
rio para a roa da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 13.
Jos Antonio Moreira Dias & C, la-
usa sciente ao respeitavel publico, que
tcemoseu escriptorio na ruadas Laran-
geiras n. 14.
Claudio Dubeuxfaz scienleque sa-
biram de sua cata os seus dous eaiviros
Jos Antonio Moreira Uias e Antonio Ce-
/.ario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.
Massa adaman-
tina
francisco Pinto Ozorio chamba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applira ventosas pela
alraccao do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Santo Autonio n. 2.
O aballo assignado lem juslo cconlralado com
o Sr. Joaqoim Icnarta da Costa, a compra da casa
terrea na ra .Velha da Boa-Vista n. 7, ejiode a
quem se julgar com ilireilo a ella, dirigirse au abai-
xo assienadu, na sua loja na ra da Cadeia do Reci-
raia. 17, at o Bol do mez.
Manuel Ferreira de S'.
-; ,.,......-....-......- -,,.. >..:..;: ::\.:.\,:
O Dr. Olegario Cesar Caboss, Q
'r lbrmado em medicina pela Facul- C:
Q chul da Baliia, avisa ao respeila- @
ti vel publico desta capital e especi- .-
O alente as pessoas pobres que -,'
quizerem ulilisar-se de seu prest- ;]';
0 mo, que ucba-seresidindo no pri- -V
i- meiro andar da cata n. 8, tita na -;[;-
gS ra do Colle;io, onde pode ser {Bk
;;- procure do a qualquer hora. a
................... .. ,. .........*>_,. ...;.!
w *-' -. <*' '.- &r >. \.~ .... --\fc -:\t?':S
Carlos -Uiitiio Tresse, fa-
bricante iie orgose re-
alejos, na ra das i'o-
j Avisa ao rcspeitavel pubro, que concerta orgos
I e realejos, pe marchas modernas deste paiz, roncer-
a piauos, seraphinas, caixas de msicas, acurdees e
qualquer instrumento que apparera, tambera faz
o posto em ordem alphabetica.com a descripoao ai ^M^'^^^H^"^*"""C?
abreviada de todas as molcs.ias. a tiMct^Tf^S^ K^Vh,tSESSS? UomV'P3"c,"<
lgica e Iherapeulica de lodos os medicamentos lio- '"5 "^ eltS"les poss.vel,
ineopathiros, seu lempo de accao e concordancia, I
seguido de um diccionario da siguilicacao de todds
oetermos de medicina e cirurgia, poste ao alcance
das pessoas do povo, pelo
gt. A. J. DE MELLO M0R.4ES. i
Us hrs. assignanles podem mandar buscaros seu '
ezemplares, assimeomo quem quiztr comprar.
| 4. JANE, DENTISTA, I
continua a residir naruaNova n. 19, primei- fi
9 ro andar. T

tifEHOHi M Wm
H0ME0PTH
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
MM.UAUSEN E OUTKOS,
PBLICACAO' LITTERAKIA.
Repertorio jurdico,
bU publicacao sera sem duvida de uilid=dc acs
principiantes que se quizerem dedicar ao etercicio
lo furo, pois uella encontrado por ordem alphabe-
uca as pnncipaes e mais frequentcs oceurrencids ci-
vis. orphanologica, commcrciaes e ecclesiaslicas do
nossoforo, com as remisses das ordenaeftes, leis,
avisos reclmenlos por qoe se rege o* Brasil, e
nem assim resoluces dos Praxittat nimos e moder-
n.s em que se firmara. Conlcm semelhaulemenle
as deeiioes das .ueslocs sobre sizas, sellos, velhose
uovos trenos e decimas, sem o trabalho de recorrer
coliecrao da nossas leise avisos avulsos. Consla-
r.dedou, voiumesemoilavo, Rrande francez, eo
pnmeirosahio a luz* esta i venda por 83 na loia de ., i
Os se- gambito nao tiver sido ellecluado, e
I'rerisa-se de una ama forra ou esrrava para
casa de pouca familia : na ra dos (.tuarleis u. 1(.
Manuel Mariins .le Carvalho rclira-se para o
Torio.
- Ilcnr> Anuier,subdito de S. M. Britnica, reti-
ra-te para a Europa,
I'rerisa-se de 2 padeiroi que uiilendaiii perfei-
Umenle .te aunaaira c Irudedeira, aos quaes se pa-
H-r.i um liom ordenado conforme o seu merecimen-
lo : na padaria da ra larpa do osario n. IS.
TroCI-se por aulorisara.i do Sr. Ilr. iuiz da
nsenles,am oratorio rom Imnireni ornadas .lo pra-
Ih. ou cada urna de per >i, sondo o oratorio e hila-
sen;, pertcnrenle a lierauca jnreiile do finado pre-
lo lloininsos Soarcs Kibeiru, os prelendenles po-
dem diriair-se a rua .le lionas sobrado n. 22,1.'
andar, dasil horas da niaiihaa, as 2 da larde edat
4, a<(i,
Iaiuz Laclen l'oulain socio vercnle da casa de
Lelellier 3rC, nata eidade, leudo do fazo.- una
viagem Franca, deixa anearregado da sua casa
rom procuracao batanla para tratar de lodos os ne-
gocios '.endeules a mettli.i rasa ao Si. Jos de Albu-
qurrque Sime* do Amoral.
Alaga-te a can terrea com sotan, na Soledade
n. 17 : a Iralar no paleo do Carino n. 17.
Lotera
do Nossa ^.enhora do
Ltvraioehto.
Aos 5:000.s e 2000 000
Corre tabbado ii do junlio de lSli.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa que vend-m os seguintes premios
da segunda parte da quarta lotera de
Nona Senhora do Guadalupe de Olinda,
extrahida a 14 do crtente
bilhete tnteiro
quartos
bilhete inteiro
quartos
dilos
lem exposlo a
2:000s000
1 OO.sOOO
100.SOOO
O.SOO
50/J000
l)illtetes,
do
u. 5525
1-270
1509
12.").')
2155
_ venda novos
metos equartos da primeira parle da pri-
mei ra lotera de Nossa Senhora do Li-
vramento, na ra da Cadeia do Recil'e n.
5, loja de miudev-as de Jos Fortunato
dos Santos Porto,na piara da Indepen-
dencia ns. .")7 e 29, loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na
mesma praca loja di; billietcs n. -i-, da
viuva Bastos, e as dentis jV conbecidas
do res|ieitavel publico.
Bilbetes 5i800 recebe por inteiro 5:000J
Meios .".stlOO .. ., .< 2:500J
Quartos IJ500 < .. I:250J
Os dous premios grande da referida
loteiiado Livramento, -tio cstao sujeitos
BOS 8 por cento do imposto geral, tra-
zendoellesa rubrica de S. d.\. Ferreira.
Pernambuco 17 de jiinho tle 1800.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
I'rerisa-se .le una mnllier prett 011 parda
livre, de idade, e de bous costumrs que se en-
carregue do tralamenlo de urna criauca : quem se
adiar acata cato dirija-te ao sobrado "11. S, da ra
de San Francisco, como quem val para a ra
Bella, para Iralar do ajusto.
Aloga-ft um isrravo para sprvir a iiomcm
solteiro : quem o pretender dirija-so 110 largo do
'artizo, n. -1\.
Ollcrecc-se um rapaz para copeiro ou boliciro
de casa particular : na ra da Seniall Nova 11. IK,
egundo andar.
O padre Nicolao l'eixeira vai a l'orlugal.
Offerce-te um rapaz brasileiro para caixeiro
le liberna, o qual ainda se ada arrumado na mes-
ma oceupaciio : quem o pretender, anoooeie.
t'recisa-c de urna lavadeira para eneabotr
roupa para una casa de familia : na loja de qualro
portas, prxima ao arco de Sanio Antonio, 11. 3.
1)^. casa do abaixo titignado, ausenlou-se na
noite de quinta fera 12 d.. crreme, as nove horas,
muala esrrava de nomc Romana, baixa e secca,
lem falla de denles na frente, ospteom frieiras e
apalhelados, cabello amarrado, com vestido de chita
cahocla, afosado e franzido, reconheceodo-se mo-
Ihor por ler o dedo mnimo de una mo preso e
sem o 111 ni:, culo necc-sorio ; lie etcraTt do abaixo
astigoado, lendo-a comprado lu pouc-o lempo
ao Sr. Jos Candido de Medeiroa, que a comprou ao
Sr. Temporal, o qual a possnia ha lempos, e agora
t representa ter 35 anuos : quem a aprehender lera'
llamada da segunda prestarao de l",;,.:;r.a,,,i;ar.iiolBva,"lo "casa da ra Nova n. ::.
I i j ^~\*3rios 113ril \ .
ESTRADA DE FERRO
cafeuo 8. Francisco.
Os directores da companhia da estrada
de ferro do Recife ao San-Francisco, tem
eito a chamada da segu
duas libras esterlinas sobre cada accao tu
dita companhia, a qual deve Ser paga ate
odia "dejulliode 18.")(i: no Rio d Ja-
neiro, em casa dos Sis. Mana' Me. Gre-
gorixC.,; naBaliia, em casa dos Sis. S.
Davenport& C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista 2* Ze"aaS '"'as e Crossas Por mais baral m
que nao realisar o pagamento dentro do 1 P.r?os do Vf em .oulra qualquer parle, 1
termo indicado,podera' perder todo di-
reito as accoes.'sobre as quaes o dito pa-
gamento nSi "
todo caso tera' de pagar juros pelo lempo
.-------_ .__ 1 K-i!n,i arar n-j
h"'LeSia PC da Independencia. .
awtntSierUXTaKteaU pablieaOa nitientet em >"u caso iera ce pagar juros lelo tere
nX^d^racla^^^^^
ne.ro na livraria do Sr. Paula brilo. praca da! ligamento e a sua n5alisai;ao: Recife IV
SSgarsL^ ca?. %Tz\ %riie p8^0" sSdos ,li,cc-
ec de Ohveira. |toies.S. r. Verckcr, thesoureiro.
Roga-te ao Sr. Gostavo Augusto de l'igoei-
ARRENDAMENTO.
AM a e armazem da casa n. 55 da ra da Cadeia I rc ,,."ora.d"r ll0 Monleiro. o favor de apparecer
po Reate junto ao reo da Canclelo, achate desoc- "'- .r.e,lnaa
copada,,m arrenda-se para qualquer eslal.eleciinenlo : "a0 ,RI,ora-
em nofilo 1T.111 n..... -------1 I. .
|ua reflaaejn do paleo do l'araizo, a negocio que
era poni grande, para o qual tem commodos sufli-
c.e lie.: prelendenles enlnder-se-h;lo com J0S0
!>eponiuc5no Harroso, ,10 seguodo andar da casa n.
o/, na mesma roa.
CASA DOS EXI'OSTOS.
nTJ/!f'"""' de ama' |,ara a'anienlar criancas 1
J*" "P"<. a penoa que a isso se quera !
dedicar leudo ai habililaces neoessarias : dirija-te
qJem7,a.,a;.Pale0d0P',ra0 qUe l'i achara com '
lastruc^ao moral e roli-
fisa.
Est compendio de historia sagrada, qne foi ap-
provado para insirucco primaria, lendo-se vendi-
do antes da approvajoa 1J600 rs., passa a ser"
vendido a 1 J>000: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independeneia.
eposito de vinlio dechampag- Q
*& e Cliateau-Aj\, primeira <[ua- $&
t# lidade, de propriedade do conde gi
' rk1 e*lcv,n','omell'0'-detodaa (fy
Ch.anipagne, vende-se a 58 cada 9
^ caixa; acha-se nicamente em ca- A
*& a de L. Lecontc Feron & C. N.
8$ B. As cai\as sao marcadas a Ib- Q
%3 goConde de Mareuileos rotu- Q
j8 'os las garrafas sao a/.ties.
^Wtl^^^-;;-';-;;;-:;;-:--:;:-
-wm -rt6 I" Um '""nein bra!i'e'"> eslran-
W.aa>al>a bem moniar e Iralar de cavallos.
h^^T, Pagem a um senl,or de "enlio. da-se
r ES a qaem CS"ver ne"as c"conislancias e qui-
Unio^l a,g'r_SCa? Iarfi0 da de Sn'o An-
Star. """ aDd" qe *** coni 1uem
a s7 foleta 'T""" SeVe Taa Eur0,,a- C dnrf""
*'?" P us procuradore. ncsle
praca. em pnmeiro lugar o Sr. Lote Jote de aVAa
e emleree.ro o 0hr Anlonio de Moura lt"l m
OITerece-se urna mulher para cozinhar em sua
casa, rui das Calcadas n. II.
I)-se dinheiro a juros razoaveis por peuhores:
na ra streila do Rosario n. 7, ou das Calvadas 11.
10, segundo andar.
ESTABELECIMENTO PHOTG-
GRAPHIGO.
RLA NOVA N. 21, PRIMEIRO
ANDAR.
< abaixo assiRnado aproveita a OCCatiaa da
liansrerencia do seu estahelecimento para a ra
Nova n. 21, (primeiro annaij para rccoinmendar
ao respeilaval publico desta eidade os producios da
su arle. Tendo por Um dar aos amadores ludo o
que ha te mais moderno e mas em moda na Euro-
pa, em malerh de relralos e satisfazer ao mesmo
lempo a lodos os goslos, nada lem poupado para
alcanrar esle lim. Achar-se-ha com effeilo em soa
casa ludo o que se poder detejtr da mais peqnena
miniatura quasi microscpica ale n retrato de um
palmo c mais de altura, do mais barato ate o mais
neo.
i yuem lem vislo os seus retralos pliolographicos
piulados a oleo estar couvencido que he o que se
pode;desejar de mais perfcilo.sejaeomo semellianrae
riqueza das cores, seje como duraran ; e com'fffei-
lo nao pode er de oulra orle a etaclidao m'alhe-
malica do Irabalho da machina, achando-se reunida
ao agradavel effeilo do prudolo do arlisla.
Um segundo pintor para aqoerella he esperado
prximamente da Parta para sullicienlar atcneom-
meuilas frcquenles de que o estaheleciinenlo se echa
honrado. Finalmente o aununciante lem a salis-
lacAo de avisar seus honrados freguozes que ele
acaba de contratar para o eu ettanelecimenlo um
daguerreolvpisla viudo dos Esladot-Unidot da A-
mcrica, aonde elle exerceu por muitos anuos a cua
arle com o maior successo. De ora em diante
acha-sc sollo na mesma ollicin tamben! do que
satisfazer a (odas as eurommendas para o
Daguerreotypo systeitia
americano.,
com os mais recenlea melhorimentet.
O Irabalho Mine lamina prateada superada pela
pholographia sobre pape! por causa de seu relleno
melallico ollerece anda algumas vanlaaeut rcaes,
quando te traa de relralos em peqoenaa riimen-
. Mies. fCiimi narn lnlai.or nn. Am........1.. ....
" gu-em-se a' loja de M.moel Jos' Lei-
e, na rUa do Queimadon. 10, am de
amig,vel,l;,1,,.,;1|dar.,n Seusdebttos. -
MSTfS*i ,,""iisl''' n,s,"reira ,r-",ce-
Arrenda-se um engenbo de moer com asna nn
termo do Cabo, 7 ou 8 leguas di,..nie dta ," 2
dwijt-te a roa do Qoeiraado, lobrado de uro andar
faltar an o Sr. Jos Jotquim Jorge. '
velludo c marroquiui
Os relralos liram-te em nina gallera envidrara-
da, que permille que o Irabalho teja hilo quer com
sol, qocr/om lempo nablado c de fa/.ir em um so
quadro grupos de familia.
Tambem lira-e promptamenle retratos de pes-
tott fallecidas.
Heproduzem-se pinturas a oleo, estampas, dese-
nhos, modcllos c oolros ohjeclos de qualquer la-
nianho.
Os relralos se nagam a eotregt delles.
O re para visilar o e-labelecimenlo. embora nao quei-
ram retratar se.Aoguslo Slahl.
l'recisa-'e de um foitorque enlenda de plan-
larOcs, para tomar conla de um sitio : quem se ach
nesias circunstancias dirija-se a ra de Apollo, ar- .
raaiem de Mesqoila Jnior Cardoso.que achara com a' no ,ar do Lorpo Sanie
quem iralar. ma/.cm de Palmeirat & Beltrao.
1 ao rauco.
^ Ro armazem de fazendas baratas, ra do Q
B Collesion. 2,
SS vende-se um completo sortimento de fa- 9
zendas finas e grossas, por mais barato R
a Unto em porcoes como a relaliio, anual- C
^ cando-se aos compradores um s prego p
j| para todos: esle eslabeluciment abrio-se 2
m de coiiibinocau com a maior parle das ca- -CS
g sas commerciaes inglezas, francezas, alie- B
jaj- mos e suissas, para.vender fazendas mais |
^ em conla do que se lem vendido, e por isto 3
M ollerecem elle maiores vantagens do que 8
g ouiro qualquer; o proprietario desie im- M
H portante estahelecimento convida lodos ^
I os seus patricios, e ao publico cm geral, p
^ para que venham (a bem dos seus inte- 11
m resses) comprar fazendas baratas: no ar- f*
H mazem da ra do Gollegio n. 2, deAn- *
J^ ionio Luiz dos Santos tRolim. 6
I'recisa-se de urna ama para cozinhar e engoni-
marpara pequea familia : na ru.i da Cruz 11. 31,
segundo andar.
Cotf>ras.
Compra-s toda e qualquer porcao
le piala velha de lei sem feitio: quem
tiver para vender, ditija-sc a cua doCol-
legio n. 15, agencia de leiloes.
Precisa-se comprar dous prelos, nio se cige
habilidades, hasta que sejam mucos e robustos:
quem liver aniiiiucie.
Conipra-se um eiitilho em secunda mu;
quem liver para vender, dirija-sc a ra das Cruzes
n. II), loja de calcada.
Compram-se garrafas prelas regulares a 81) rs.,
e de uulras de diversos tamauhos e qualidades, como
valerem ; ua ra das Cruzes u. 40.
Compra-se um)par de charlaleirat, urna cana-
na, um lalim e urna espada, ludo cm bum estado,
para ofhcial da guarda nacional de infantaria ligeira:
quem liver ilmja-se a ra da l'lorentiua n. 3ti.
Compra-se para o servico diario de
urna casa deamilia.umnegro postante, e
c boa conducta, e que nao tenhu vicios
e nemachaques, paga-se bem; a tratar
na ra da Cadeia do Recife n. 7., loja de
miudezas.
x>mit>.
Restam anda por vender algunsex-
emplares do resumo da Historia do Brasil,
por Salvador, adoptado pelo Collegio das
Artes, os quaes sevendem pelo diminuto
preco de l.s cada um : na ra djo Crespo
loja 11. l(i.
Anda nao se uliimou a venda das
melhores toalhas de puro linlio, ipie tem
Vende-se corles de chitas escuras ma-
.izadas, du grande largui-a, a 2.S00 v.
l.sS'to cada um, liizendasuperior; na
1 tiu 1I11 Crespo n. I loja.
vende-sena ra dCadeia do Recife,
loja de miudexas n. 7, de Anlonio Lopes
Pereia de Mell carnauba, cliegadas ltimamente do Ara-
caty, por preco commodo : a Iralar na
mesma.
Vende-se muito superior massa de to-
ar mates, chegadaano ultimo navio de Geno-
va : 110 largo do Carpo Santo n. ar-
loja nova, ao p do arco de Sanio Anlonio, coiili-
nuom a \eiuler-se por mullo baralo preco as f.izcu-
das seguinles : corles tle vestidos de c.issa a 1^100,
dilos linos a 19500, dita* do ruteado francez de 14 co-
rado!, fazenda muilo boa a 4100, ditos de lempre
viva, fazenda escoceza com barra a 2-320(1, dilos de
canlbraia muilo lina ;. IIJOUO, .litos dilos proprios
para bailo masque a '->, cambraiat de cores muilo
linas a 2i0 o i.ovado, inerimi prelo com pequeo
defeilo a IjfiOO o cavado, dita multa bom a Jo-'H),
sarja de seda pretal a 19600, eatemin de cores a o e
59 o corle, dita prela muilo boa a Ja, selini prelo
inac.io a 29400 o covado, alpaca prela lavrad.i a 200
rs. o covado, chales de larlaUna minio grandes a tH)
rt., ditos eteoeciM a :M) rs.. dilos de casta lirancos
a ,iO, pegatdecana branca bordada de H 1|2 va-
ras proprias para cortinados, veslidos e bahados a
IfitiOO, ditas de dita mais lina 1 29, dilat adamasca-
das de |3 varas a ."5, lencos de seda prelos a MOO rs ,
dilos brancosa 19, dilosde cores a 10600, ditos de
cambraia brancos com bico, lisos e bordados a 200
r*., ditos muilo grandes de cores a 240. cobeilores
de algodao brancos a Io20ll, meias prelas pira se-
nhora a 400 rs., para hornera a 2S0, ditas cruas, a
duza 19930, pecas de chita escura de cor fu a
lKOO, 594O0 e 69, madapolio a 2S500, 39, 39*00,
J-iUO e *0000, dilo com peqoeuo toque de avaria e
muilo fino a :toe392O0, lencos pequeos para me-
nino a 1IMI rs., dilns de chita a 160, e mollas outras
iizendat, iodo muilo baralo. a dinlieiro vista.
_ V ende-se manleiga inuleza a "lili rs., e trance-
7.a a .iliO rs., muilo ba para bolos, queijos novos a
19HOO, doce de goiaba a NHO rs viiiho do l'orlo a
/Ou rs. a garrafa, dilo sollrivel a;l(ill rs., fogos raiu-
do-, proprioi para meninos: 110 paleo do l'araizo,ta-
berna da cslrella n. I i.
Ven.le-se um violao de amarello com caixa :
na ra dos Martyrios 11. 22.
Aviso aos tanociros.
Vendem-se rodas de reos de pao para pipas, de
boa qualidade, e liaras de vimes, por preco comino-
do, em pequeas e grandes porcoes, cliegadas ulti-
inameuln do l'orlo ; na ra do Vigarin n. 27, a tra-
tar com Antonio Kernaudes da Silva Beiriz.
Superior doce de caj' secco>
Na ra dos (juararapes, ullim.i casa do lado cs-
querdo, junio a urna taberna, ha para vender-se por
preco r.izoavel esle etccllenle doce, quer em libras
como em hcelas preparadas, segundo a encommeu-
da que lizerem, gela superior de traca, em latas,
cousa magnifica '.
UM l iNo anii^o ej bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do liecife, escriptorio n. 12, lia para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgen de Lisboa em pedra, tudo
a presos muilo favoraveis, com ,os quaes fiearo
os compradores satisfeilos.
Vende-se um eteravn parilo.de l'.l anuos, mui-
lo sadio e de bomla gura : na ra da Aladre de
Deot, venda n. .'lo'.
Vende-se um pardiuho de anuos c de muilo
bomla fisura : na roa llireil.i 11. l'J.
Vende-se on rrenda-se um silin no becco do
fc.-pinheiro : quem o prelender. dirijl-ie i ra do
Pirei. a fallar com Manuel Joaqoim Carneiro l.eal.
Vende-te muilo superior malta de lmales,
chegada no ullimo navio de Genova ; ni largo do
Corpn Sanio, armazem de Pahneira A: Rellrao.
Quem quizer comprar mn |>alanqoim muilo
bonilo, novo, c dous pares de mangas de vidro lisa,
como tambem um tMo em bom estado, aniiuiicie
por esle jornal para ser procurado : lambem ven-
dem-se ilguns desles ohjeclos separados.
Para liquidar contal, vende-se nm esrravo d-
idade 28 a 30 anuos, honi canoeiro, de bonita figos
ra e oplimo para pagem 011 cria lo : os prelendeulc
dirijam a ra da Concordia n. 2(i, armazem de ma-
tantes.
Ven lem se esleirs grandes e pequeas de An-
gola, ditas piulada' daCaninda, Runrdsnapot de
palha pintados da melhor qualidade, que lem viu-
do a esle mercado, tmendoim do Anela novo, mo-
l de palla do carnauba, tatlat rom colla, easaet
de rolas de Aofola, mel de pao novo: quem laes
ohjeclos quizer comprar a grosso ou a relalho, diii-
ja-se ao alerro da Boa-vista, venda 11. SO.
VINIIO DO PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Emcainos de doiisduzias o em barril de oitavo,
rerculemeute rhegado pelo brfsue Trovador.
vende-w anicamente no trmtiem de Barroca \
Catiro na ra da Cndeit do liecife n. .
Vende-se una negra de meia idade, que cozi-
nha e vende na ra ; na ra das Cruzes 11. 9, loja,
se dir quem vende.
Vende-se una linda escr.iva muilo moca, pro-
pria pan lodo servir,,; ,, ra da Croado l'.ecile
n. 7, primeiro andar.
Na ra No\a, lojn e faluira ,J.e chapeo n. 44.
ndem-se os ssguinles dbjeetoi, c perlenres da mes-
1110 arle '. colla muilo boa. gemina laca, papelilo de
ii- 15-42, e oulros mullos m.iis nbjeclos chegados
ullim'amciilc, e vende mais barato do que em oulra
qualquer parle.
Vende-se urna nesr.i rom Indas as habilidades,
inoi.a. erionla, para fura di provincia, e oulra de
meia idade. que cuzinha alguina colisa, e vende bem
na ra : na ra do Livramento n. i.
Na eslrada de Joao de Barros, -ito en que
mora o alferes Assunipcao, vende-se um viielln
muilo gordo : assim como duas vaccas paridas boas
de leil-.
ra
ra
Vende-se a armacao da loja da
Direila n. 13: a tratar 11:1 mesma
11. II.
a loja das seis
Em frente
portas.
do Livrmenlo.
Mures de 'elroz para endita* de cabello e de ves-
lidos, eamitinhii c cambraia para senhora a cinco
lusloes, lollarinlios para senhoras a pataca cada um,
saias de cambraia bordadas a Ires mil rcis, vc-lidi-
nhos ile seda para menina! de Ires al (i anuos a cin-
co mil reis, camisol p-ra meninas a de/, luslos, dilas
para senhoras a cinco patacas, lencos de seda prelos
com salpcos brancos, proprios pa'ra quem esta' de
lulo a qualro patacas, nobleza prela do dillerenles
prenw, chai) de ludat as cores, Dio de lindo liso c
lavr.ido, chitas francezas escuras e claras, e oulra
mullas faieildlt que quer acabar.
A SYBILLA
DE
Baj
ra.
Aclia-se a venda esle novo livro con-
tendo inmenso e variado numero de sor-
tes, pelo diminuto preco de 500 rs. Pa-
pis di' sortes avoltas com '18 quadras cm
urna iollia por VO reis cada nina : na pra-
ca da Independencia, livraria ns. (i e 8.
Vende-sc umr. esrrava erioula, de idade de 20
anuos, de bonita figura : na ra de llorlas n.|l.'>.
Vcndc-se um mualo de muilo bonita figura,
de idade 12 annos, muilo bom boliciro, c moilo pro-
prio para pagem ; ven.le-se para a Ierra 011 para o
Itio de Janeiro : na roa da Cadeia do liecife 11. .Vi.
Vende-se millio a granel muilo bom a (9500 o
llqnaire \clho, arroz de casca muilo novo a t$, ar-
roz pilado cm porcao de sacras a 2>ilM), ludo a bor-
do da barra uConreicao Poderosa, tundeada na ram-
pa do Hamos.
VARETAS F. S. FBMX.
Os verdadeiros charutos varetas c .S. Kelit da acre-
ditada fabrica de Brandan, da Babia ; vendem se
em caixas de 100 e de .50 : na ra do Collegio 11. 12,
por menos do que em oulra qualquer parle.
por menos de
seu valor.
Tendo sido arrematadas as fazendas da
loja da ra do Crespo n. 9, o arrematan-
te vende as mesillas por menos de sen va-
lor, dinheiro a' \ isla.
Vendeni-se liiiguicas do reino muilnno\asa
(lio a libra, alc-li 1.1 .1 r,o, queijos do reino minio i
frescaes .1 23000, ditos do serbio a 160, r!i muilo
superior a 2f800, passas novas a OO, bolachas Villa-!
Verdea 240a libre, mararrao novo a iO; na la- 1
berua da ra dos Marl\nos n. 3G.
Vende se taberna da ra do Hospicio n. |,p
ni mesma se dir quem d.i diiihcir 1 premio sobre
peuhores de prala e ouro.
(Jiarutos S. Fe-
Vendem-e remos de faia de muilo boa qnali-
dad*', rheuadns iilliinaineiite ta America : no caes
do Ramos, armaxem de larinha dclleiir) Forstert\
Com|>anliia.
/itlt'n;af)
Vendem-se queijos do reino a 1 #tiOO c 29000, iimii-
leigl liaureza a 960, dita ingleza a MOO rs.. e '.HiO da
melhor que ha no mercado : na ra do Caldeireiro
u. i.
Por menos do que em oulra qualquer parle
vendem-se na ra etlreila do Itozario 11. II, 110 de-
posito de sanguesugas hamburguezas, os ohjeclos
abaixo e uovamenlc chegados :
Bolachiuha de soda
Dila de Lisboa
Dila hamlnirgueza, l.ii.i grande
Dita de aramia dila
yueijo loiidiinn a libra
PreinnlO para fiambre
1'oucinho uiglez
Amendoas eonteita la> francezas a libra
Peeegot, Pera, Damasco e Cuija lala
Bitcoilo ingle/., lala sorlula
frascos com ronseiva dedillerentes quali-
dsdet
l'assas novas a libra
Ameixtl a libra
Hlala a libra
Vinho cherez garrafa
Dito Bordeam linio garrafa
Dito dilo hranro
Doce fin., re guiaba cailRo
Htrmelada.lata de 3 libra
Boioei com doce da Europa de dillerenles
qualidades
Azeile duce francez frasco
Vinagra garrafa
.Manleiga ingleza superior a libra
V inho de l.ishoa o melhor que he possivel
t onira. mnilas eousas, que serie nunca acabar se
fosse mencionar.
Vend0-M um sobrado de dous andares, bstan-
le grande, em urna das mellioi es roas de Sanio An-
tonio : quem o prelender. dirija-se ao paleo da San-
ta Cruz n. fi, que se dir quera vende.
RUI D0QIEM4D0N 11
Cliejjou a loja de SantosCoellio mn com-
pleto sortimento deesteiras da India pro-
priaspara forrar salas e camas, com urna
jarda de lar guia e as melhores que ate
hoje teinvindo, e pelo baratissimo preco
ISiOO jarda.
.ViOO
360
KjOOO
51100
5720
5610
580
15<>IKI
15000
2500
5!KK)
9500
5SS0
52W)
25000
251 KM)
l5tHM)
2^000
29000
23000
-i'i
150011
15120
5700
-..'
1*1
o
o
ua rioQuei-1
maclon. 19,
de
11
I;s Uoeiho.9
Enconlra-sc ornis bello sortimento de '*
sedrts escossezas, as mais modernas qne lem ^$
rindo a esta eidade, tanto em goslos como 2E
y't em padroes. pelo haralissimo preso de ^,
V. 19OOO o covado; polonett de seda e tai, '.5
l'i a IOO rs. u covado; chitas francezas rnu- r.a
J'^ lo linas e de padres miudiiihos, a 260 o 5
g covado ; bolonezi bonita fazenda para ac- w
iff bar, a :',20 o co\ado; chitas finas esduras, -'J
; a 2I)',I :s. o covado; mantas prelas de fia
2 bloml de lindos aoslos, a 95 e 1l>t)00rs., X
*" chales de merino de core9,lizos o bordados ; iy
- iiieriini selim muilo bom, a 152IK) o cova- *'
.>4 do; inadapolAo de jarda a 23000 a peca; -4
*;' dita ninilo lina com 20 varas a l$I00 e *"'
..i 5.SW) e .y>000. a dinheiro a vista. {5
.'-."'*./'..-',.'-*' '-.-''- *'. ''-,-.-'>.-'. .;-
-.y-Xs '.^ ;.-o-*-.*" .* -..' >.'...',: *-^V..*"v.'vSJ
Cortes de pisca-
dos eseocezes
COM13COVAUOSA3.
Vende-se na ra do Oocnoado n.j2l A, corles de
riscad0sescoce7.es, padiCet modernos, chitas france-
zas linas a 2S0 rs. o covado, alhaneza prela a SOO rs.
o covado coin mail de vara de largura.
y..-'-: .:':;''."::;:':;';:';';:'; -.^.-i:,>,
u ItOI.I.MIOS PARA C1I.V. ;-
'.'.^ O abaiio ailignado fu icietile ao respei- ';'
.. i.ive'. poltico, e ctpectalmenta a seus fre- f'h
..;. grezes, que em su.i padaria sita 110 paleo da '.^
'S- Santa Cruz i. ti. e icha sorli.la de varias r--J
-*.J qualidades de lioliuhos e de todas as qua- 93
'y. lidades de massas linas, romo sejam. allia- ,t^
'V dos, aramia, biscoulinlio, faas e oulras '&
ino-sas, biiroolinhofl fngleset m latas, qoe -^
-;* se vende por |ireco cc.uunodo.
'..-* loSo Lata l-'errcira Kibeiro. ^ff
'&**. -"- v'-. .'- ... .-..,,..-. .fc..*,x*J*,
..' -., : :-... -.:,: .r..r..;\,:.:s--::--':f
Parinhn <' mundioca (ie
S. M ttlieiis.
Vcude-se utnnlia de mandioca muito
superior enova, chegada de S. Matlicus
pelo patacho AUDAZ, con mui curta
vtafjem,a preco muito commodo : a bor-
do do mesir.o patacho, ou no escriptorio
da ra da Cruz n. V), primeiro andar.
Na loja das seis
portas
ni
frente <1 Livraiuentn.
Iliseados francezes a meia pataca o covado, cassa
pintada a meia pataca o covado, chitas escuras de
liados padres, e nm disbulam a meia pataca o cova-
do, chitos dedillerentes cores a seis viulen*, cassas
ile liores para cortinado* a pataca a vara, chales de
sorgurflo prepriot para agasalhar d fri na ettaejo
actual a cinco lustoes. chales de caita com llore's a
duas palacas, rtales de ganga encarnados com llores
imarelllta duas patacas ; dinheiro vista para aca-
bar.
Vendem-se ua ra Nova n. ;!, taberna de An-
lonio l-'erreira Lima, queijos londrinos, presuntos de
liamurc e bolachinhas de dillerenles qualidades, as-
sim como viudos e oulros muilos mais gneros, ludo
dcjsuperior qualidade c por piejo commodo.
'ende-se o silio cora casa de sobrado do falle-
cido George kenworlhy, no luuar de S. Jos do Man-
guind, com arvoredos de frurlo e mais hemfeilorias
que nelle se acbam, sendo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em casa de -Sa-
muel P. Jolinsloii \ Companhia, ra da Senzala No-
va 11. 2.
I'ARI.MIA E Mil.IK'.
Vendem-se lacca com farinhade milho.por barato
preco : na ra da Cideia do Recife, loja 11. 2!l.
Cortes de chita
FRANCEZA COM 12 COVADOS A 35OO.
Vende-se na rna do Queimado n. 21 A, corles de
chitas francezas largas de muilo lindo goslo a :t9200
o corle, cuja fateuda era o ultimo goslo em. l'arls.
Melosos.
Vendem-se relogios siussos de todas as
iiualidades, lano de ouro como de prata,"
Hito galvansados e foleados: na ra da
Eadeia do Recife n. 18: na mesma casa
a tambem meios clironometros e relo-
:jios para senhora de ptimo gosto.
Salitre superior.
I Veude-se e muilo barato, na leja de frrr'tseiis da
rua do (Jueimado 11. 35, em porcoes e a relalho.
Jim casa de M. Calmo it & C, piara do
Corpo Santo 11. 11, lia para vendero
segunle :
"aboado de pinlio, alcatrao e pi.\e da
Suecia.
iJcatrode carvSo.
Lonas de algodao.
Ditas de linlio.
1 intas em latas.
I sponjas de superior qualidade.
(anos de linho edeManilha.
Tudo muito commodo.
Vendem-se caixas com vidros para vidrafti,
drosde bocea larga com rolhas do mesmo, o maior
rlimemo possivel : em casa de Barlholomeu r'rtn-
c seo de Souza, rua larga do Rosario 11. :t(i.
Nos qualro cantos da rua do (lueimido, loja
db fazendas 11. 20, vendem-se corles de lia de qua-
d 01 de superior qualidade, e de muilo bota goslo,
pilo diminuto precu de 25800 o corle, panno fino
p elo a 25800, :1500o e400 o covado, dilo azula
#900, 33 c ijOO, curtes de casemira prela muilo
flua a a, panno de algodao da Ierra de boa quali-
dade, sendo esta fazenda a melhor qne se lem des-
cdberto para escrivos, cassai francezas moilo finas, e
delicados padroes, e outras muilas fazendas de diver-
sajs qualidades, e por procos lilo baratos, que s a
la dcllas se podem admirar.
Pianos,
|\ eildem-te piaiaV verlicaes inglezes, de eleganles
mjidellos e encllenles vozes, fabricados por um dos
mili acreditados autores, premiado na expolete de
Cendres: 110 armazem de Rn-fron RooUer & Com-
parihia, praca do Corpo Sanio.
Relogios
co lerlos e descobcrlos, pequeos e grandes, de oaro
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, vindos pelo ullimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, rua
do Turros n. 38.
- Rob l.'Aflecleur, Vermfugo inglez, salsa de
Br stol, pillas veselaes, salsa de Sands : vendem-
se listes remedios verdadeiros em casa de Bartholo-
mo francisco de Souza, na rua larga do Rosario
o. 30.
Cobettores de 19.a hespa>
nh s muito encorpa*
dos e grandes.
endem-sB na rua do Crespo, loja da t- \.l\u\ que
a para a rua da (,a lei.i.
Cal virgem de
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda
construccao vertical ecom todos o melhortmentos
mais moderaos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
EmcasadeHenryBrunn&C., na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimeri-
te de ouro do melhor goslo, assim como relogios
de ouro patente.
SYSTEMA MEDICO E HOLLOVVAY
L'.i'GUENTO HOLLOWAY.
Milbaresde individaoide todas as naces t.odeui
(cslemuiiliaras virludesdetlereinedio incomparivel
epruvarem casonecessario.que, pelo uso qoe dclle
liieram, lem leo corpu e Miembros inicuamente
saos, depois de haver|empregadu intilmente oulros
Iralamerilus. Cada pessoa poder-se-ha convencer
dessas curasmaravilhosas pela leilnra dos peridicos
que Ih'ai rclalam tudus os dias ha minios annos; e
maior parle dellassao Iflo sorprendentes que admi-
ram os medicus mais celebres, i.iu.uilns pessoas re-
cobraran) com esle soberano remedio o uso de seu*
bracos e pernas, depois de ter permanecido longo
lempo nos huspilies, onde deviam soflrer a amputa-
cao Helias ha multas, que havendo deiado eei
svlus dcpadecimenlo, paro senau lubmellerem a
essa operaran dulorosa, foram coradas complela-
menle, medanle o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das laes pessoas, na efusSo de seu reconheci-
inenle.dccl.raram esles resultados benficos dianle
do lord corregedor, e oulros magistrados, afim de
maisaulenticareni sua affirmaliva.
Ninguem desesperara do eslado de sua saode es-
livesse huanle confianza para eu>aiaresle remedio
constantemente, teguiido algum lempo o trala-
menlo que necessilaste a ntlurrzado mal, cojo re-
sultado seria provar incoostestavelmenle : Que tu-
cura!
O ungento he til ma' particularmente
seguintes casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidtdet da
em geral.
Enfermidtdet doanus.
EroprOet escorbticas.
alrii.
Lepra.
Males das pernal.
dospeilos.
de olhos.
.Mordeduras dcreplis-
Picadurade mosquitos.
Pulmoes.
culis (Jucimadclas.
Sarna.
SupuracOes ptridas.
I lidia, emqualqner par-
l'istulas no abduiueu. le que se)a.
Krialdadcou falla lleca- Tremor de nervus.
lor as extremidades. Ulceras na bocea.
vol
do ligado.
dasarlicnlares
Veas lorcid.is. uu u'udt-
das as pernas.
Vrieiritff. -__
Gcnais-as escaldadas.
Inchaccs.
Inflammacao do ligado.
da bexiga.
Vcndc-se esle ungentlo estabelecmenlogera
de l.ondres.n. 2ii,.Sra,id,e ni loj de tudos o.bo-
ticarios, droguislasc oulras pessoas encarregadasda
sua venda em toda a America du Sal, Havana e
llespaiiha.
Vende-se a800 retacada becelinba.conlm orna
insiruccao em portugoez para eiplicar o modo de
fazeruso desle unjuenlo.
O deposito gera he em casa do sr. Soum, phar-
macculico, na rol da Cruz n. 22, em Pemam-
buco
Lisboa t potassa da
Russia.
ende-sc na rua do Trapiche n. 9 e II, cal virgem
de Lisboa, nova a 5000 o barril, velha a 500 rs. a
arrcba, e potassa da Kussia i dun rs. a libra.
Uelogios de patente
niJ lezesdeou.ro, de sabonete e de vidro :
verdem-seapiecoiazoavel, em cusa de
Augusto C. de Abreu, na rua da Cadeia
do tRecile, armazem n. ."6.
Attenco
*
Riseado escuro e muilo largo, proprio para roupa
de ckravos a 100 o covado. colchas brancas adamas-
cadas de muito bom goslo a 55, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a 15600 a vara, loalhas
de panno de linho tlcoxoadat e lisas parroslo, as
maislsuper iores que teinvindo ao mercado, ditas
para nica. guardauapos adamascados e oulras mua
ls flzendas por preco commodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquina que voltt para a rua da
Cadeia.
i Vendem-se velas de carnauba bem. acabadas,
sapa(|os e esleirs, chegados rrcenleinenle do Araca-
lv, por menos do que em oulra qualquer parle : na
rua da Cruz n. .11, primeiro andar.
Vende-so a muito acreditada padaria do Man-
guinho, sita na casa do Sr. cirorgiao Teueira, com
multas fregoezias na Capunga, Affliclose Boa-Vis-
ta, alciii da da porta, a qual lem todos os pertenecs
a trabalhar, c na mesma lem um cavallo para en-
trega de pao lia freguezia .* para Iralar, na ruada
Soledbide n. 17. ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regarhorlas e bai-
la decapito : na fundicaode D. W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
Gal tle Lisboa.
Vende-se urna porcao de barril com cal de Lisboa,
por baralo preco, e relalho a 35 o barril t na rua da
Cadeia do Recife n. 50,
Virihodo Porto superior.
O bem conhecido vinho do Porto superior, em
barril de oitavo ; no armazem de Barruca & Castro,
rua da Cadeia do Recife n. 4, onde eucontrarilo tam-
bem regular, em barrisde quinto, por preco com-
modo.
SEMENTES.
Slochegadas de Lisboa, e acham-se A venda na
roa daCruz do Recife n. 02. taberna de Anlonio
Francisco Mariins as seguinl-ssemenlesde hoilali-
ces, como sejam : ervllhastnrla, genovezt, e de An-
gola, feljiV rarrapalo. riio, pintacilgo, e amarello,
alfacerepolliuda e allemila, lalsa, lmales grandes,
rbanos, rab.niele* bramos, --ncarnadus, nabos r-
io e brauen, lenoini hrancar e ama-relias, conves
trinchuda, lombarda, esabcU, lebola de Selubal,
segorelha.coenlro de (noceiie repolhoe pimpinela,
eoma grande porcao de dillerenles semental, das
mais bonitas flores parajardins.
ssu.
J o
Os verdadeiros charutos de S. Flix : vendem-ie
na rua do l.lueimado n. 9.
Superiores escrivaninhas.
Na rua Nova n.20, loja de ferragens, vendem-se
muilo superiores escrivaniulias, por baralo preco.
Vende-so superior sal do Astli, a bor-
do do hiate ANGLICA lundcado con-
fronte ao trapiche do algodao: trata-se
a bordo do mesnio.oii cun o consignata-
rio Luiz Jos de Sn' Ai'.iujo, na rua do
Brum n. 2.
Vendem-se madapoloes linos e de oulros. com
um pequenu loque de avona, por presos muito bara-
tos : n roa di Cadeia-Velha n. 24, primeiro andar
VeniR-le arroz hrauco novo, superior, tm
porra e a relalho a l'lll rs. a libra : defrenle da ca-
sa ila rclaco n. 2S.
Vende-te itl do Atss abordo do hrigue nacio-
nal o ero : a Iralar na rua do Vjgario n. 111. 1."
andar.
A bordo do patacho uThereza I, fondeado de-
froole do trapiche do ilgodto, vende-re fariuba'de
mandioca de superior qualidade, pelo baralo preco
de l-lillii cada alquere da medida velha, c por me-
nos em porcao grande : Irala-sc na rua da Cadeia
do Recife, escriptorio n. 12, com Rallar 4\ Oliveirt
-Emcasade RaheSchmettau& C, rua
da Cadeia n. 37, vende-sc :
l ni mande sortimento de vidros de es-
l(Tlto.
Relogios linos de [atente ingle/..
Cuinos de lastre, marca castello.
Cotilos de grava.
Ervilhas seccas em g'arraoes.
Vinho do Itlieno superior,
Tudo por prero eo ni modo.
Vende-se cafe de primeira qualida-
de vindo do Itio de Janeiro, e por mdi-
co preco : no l'asseio Publico loja n-11.
elogios
ing ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm easa de
llenry ibsoo : rua d* Cadeia do Recitan. 52.
AGENCIA
Da fundieao Low-Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesieesiabelecimentoconlina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para eneenho, machinas de vapor e taixas de
ferro batidu e coado de todos os tamanhos para
dilo.
NA FLNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. B0VVMAN. rtA
RUA DO BRUM, PASSANDO 0 oHA-
FARIZ,
Ma senipreum grande soriimenlo dos seguinles ob-
jectos de mechanismos proprios para en|.euhos, a sa-
ber : moendas e meias moenda da. mais moderna
coiisli ucean ; laisas de ferro fundido e batido de
superior qualidade e de lodosos tamauhos ; rodas
dentadas para agua ouanimaes, de todas as propor-
ces ; cri\osc boceas de fornalhae regislros de bo-
eiro, aguhies. bronzes.parafuios ecavilhfiei, moi-
nhos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
te'eiecntam lodas as encommendas com a soperim
ridadejcouhecida.ocomadevidapiesleziiecon-
modidade em preco. >
HVtlhas a contento.
Conlinna.se a vender aSSOOO o par (p,ero filo) as '
i bem conbecidas navalhai de baiba, feilas telo ba-
iil rabncanle que ha sido premiarlo em divenat e-
pos.ces : vendem-se com i condicl de na apre-
tando poder o comprador devoltc-lit ale 30 dias
lepoisdarompra.resliloiudo-seaimpoilancia: em
casa de Aosuslo C. de Abreu, na rua da Cadeia do
Recife n. 30.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o depotito desle >arope pila i bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n.l.i.l,
garrafa 5*500, e meias 35000, sendo talso todo
aquelle que nao for vendido neile deposito, pelo
que se taz o prsenle ai iso.
PITARTE PARA 0 PUBLICO.
Pira cura de phtysica em lodos otteai dideren-
lesgrios. quer motivada por conslipacoes, losse,
aslhma, pleuriz. escarros de sangue, dor de cus,
ladosepeilo, palpilaraono coracao, coquelucbe-
bronchile, diir na garganta, e lodas ai molestias
dos orgos pulmonares.
Em casa de Henry Brunn & C, rua da Cruz
ii. 10, vendem-se.
Lonas e bri ns da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano;
Gemina lacea.
^hiendas superiores.
Na f undiro de C. Starr&C, cm San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de canna lodas de ierro, de nm modeloe
construcefio muito superiores.
Vendc-secal de Lisbuaullimamenlrchegada.as"
limcomopolassa da Russiaverdadsira : naprara do
Corpo Sanio n. II.
TAIXAS PARA EXGENIIO.
Na fundieao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chnfariz, contina ha-
ver um completo soriimenlo d taixes de ferro fun-
dido e balido de .1 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
pio:nplid;io: embarcam-sc ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se cm casa de S. 1'. Johnslon & C,
rua da Senzala-Nova n. 48, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e do montara, candieiros c casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Clierry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municao, arreios para car-
io, lonas inglezas.
I'm cnmplelo soriimenlo de bordados como se-
jam, camisetas com mingas, collarinhos, peililhos,
roniciras, camss, coifinhas e pelerinas|; lambem
tem um completo soriimenlo de ricas llores, enfeile
pira cabera, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
de linho : ua rua da Cadeia-Velha u. 21, primeiro
indar.
@entt>o3fit6tfeog.
ii iT io ** ,a par' ''' de Jnnho r"Bio do engenho
llibeinlo, lermuda eidade da Victoria, um eicravo
de nome l'eli, o qo>l foi enconlrtdo por um mora-
dor do mesmo engeoho, dos Afosados para ai Cinco
Tontas, dizendo levava cartas para o Recife, c lem
os signaes seguioles : altura ordinaria, cr bem foli,
desdentado de ambos os qociioi, qnaii nn lodo, lie
crioiilo, cabello carapinho, ai ctnellas bstanle ar-
queadas, quando anda hola um tanto os peilos para
fura,as pona dos pos virando para os lados, andar
miudo, os bracos torios a proporc.lo dascanellas.olhos
brinco*, barba moilo pouca, he multo rhelorico, lem
28 annos, punco mais ou menos, ja foi serrado ha
lempos, e anda hoje tem marca de relho as nade-
gas, cm uma mais e em oulra menos ; levoo calca de
algedfmzinlio riseado, jaqueta branca, chapeo d pa-
lha, e una Irominha i costal : qualquer pessoa qoe
u pegar, dirija-se a casa de Jos Vieira de Mello, no
lugir cima mencionado, que sera bem gratificada.
Ha qualro annos, pouco mais ou menos, qoe
rugi nm cabra aciboclado, de nome Jos, o qual
lem os signaes seguinles : he aleijado dt mao es-
querda. baixo, grosso, pernas arqueadas, cabello co-
mo deraboelo, idade {0 anuos, facilmenlo se pude-
ra inculcar como livre serlanejo, be escravo de Pa-
checo lillio & Mendes, do Aracalv, e nchavu-se em
casa de Manoel Jos de S;i Araujo para ser vendido.
Consta que .una com boiadas pelai feiras de Santo
Aile e oulras villas, e parece que lambem lem vin-
do a esta eidade. aonde talvez esteja presentemente,
poisque ro vulo na prara da Boa-Vista domingo 15
do crreme : recommenda-se a qualquer aolorldadc
policial, capilao de campo ou pessoa particular qoe
o apprcbendam e levem.o rua do Brum n. 22, on
no Aracalx a seus senhores, que sern generosimen-
le recompensados de seu irabalho, e indemnisados de
alguma despeza que lizerem.
Desappareccu no sahhado, 15do correnle, om.i
escrava de nome Calharina, de iiaco Beugoella, de
IO a 32 anuos, eslalura alta, carpo regular, lem lo-
dui os denles da frenle, levou vestido muito usadu
de chita amarella j.i desholada, foi esrrava do coro-
nel l.eal. sabio de m.inli com o laboleiro com vi-
rios gneros de venda, romo era de cosime, e no
volloii mais : paranlo pede o abaixo assigntdo com
muila .illonr.o as autoridades policiaese rapiles de
campo, que a apprehendaiu e levem a roa das Cru-
zes n. 20, que serilo reci mpensados. Consta que esta
escrava esl.i aroulada em certa parle, porm eslon
empreando lodos os meios na descoberla, para ht-
ver perdas e damiios na lrm.i da lei, contal quem i
liver.BemardinoJoi Leitao.
PERN. TYP. DE H. F: DB FRM. 1856

PAR EIGE- <


i

1


i
ILEGIVEL


Full Text
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