Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07413


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO \\\II LL 144
Por 3 mezcs adiantadoi V.'j'OUO. \
Por 3 mczet vencidos 4,<500.
(HARTA FE1RV .8 DE JIMIO DE 1856.
Por anno adiantado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
EACARREiiADOS DA SCBSCRIPCAO' NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gerr.zio V. da Naliridade ; Natal, o Sr. Joa-
quim I. Pereira Jnior ; Aracalj. o Sr. A. da Limos Braga ;
i>jrj, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranbao, o 6r. Joaquim Mar-
ques Rodrigue! Piauhv. o Sr. Domingo! Herculano A. Pessoa
Cearense ; Para, oSr. JuilinianoJ. Ramo; Amaionai, o Sr. Jero-
nymo da '. osla.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oiin.la : i,h1s os lias, as 0 c meia btfM Ig.....i--"!, .>. i- i'f.i!ii:: na .einmila* i- .esus-feln.*.
f. Ama, Be........, ltorio,C*ni*r,Ailiiilni e GarMhaa* : u lere
S. Logren.,,, l'd.i-.rAllio, .\./.irelh, LiaMMifO, Unjo, Pesqneila, /nu,i-
fo*, ''I....... x Cl.i.Helia, Itua-Vt.L, Ourieiiiv r I.mi : na-. .ju.oa......
Cibu, Ipojuca, N.T111I1.V111, liio-Kurmo.u. L'n.i, Uamiros. AgM-f
laralrift c >.ual : aalalu-lriraa.
I .I... 11a rafreioa parlem a III horas la manhita.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do coramercio quarlai t labbadoa.
Relaco lercai-feirai e aabbadoa.
faztmi 1 : quartai labbadoi al 10 horai.
Juio do commercio: segundas at 10 horas e quintal ao meio-dia.
Juizo de orpbaoi .* segundaa e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civet segundas e sellas ao meio-dia.
Segunda vara do civel quartai e aabbadoi ao meio-dia.
I.PIIEMEIUDES DOME/. DE JIMIO
2 La nova ai 9 oras, 22 minutos. 4 segunda!da tarde.
10 Quarto crescente aos 19 minutos 48 segundos da tarde.
Il8 La cheiaas 3 horas, 27 minutos e 48 segundos da Urde.
16 Quarto minguante as7 horas, 48 minutse 48 segundos da n>.
. .'REAMAR DEIIOJE.
Primeira as i horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda M S horas e 42 minutos da Urde.
DAS da semana.
lli Segunda 8. Jooo Francisco Regia : Ss. J vi lila, .4 mea e Justina.
17 Tarca. 8. tbereza rainha viuv. : Ss. Manoel, Sbele Ismael.
18 Quarta. Ss. Leoncio. Tribuno e Theodulo mm. ; B. Usana.
19 Quinta. S. Juliana de Falconieri v.; Ss. l.ervasio e ProUsio.
20 Seita. 8. Silverio p. m.. S. Silvino m. ; Ss. Novato c Meca rio.
21 Babbado S. Luiz tioosaga : Sa Albano e Demetrio mm. ;
22 Domingo. 6. S.; Paulino b. ; S. Mecas b. i 8. Coucordia v.
PARTE QFWOIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da II de junho.
(Mlicio Ao Ero. presidente do Ovara, dizcudn
ti* pela factura e conlieciinento que remelle, ficarn
S. Exc. ccilo de que foran embarcadas sua ditpo-
sijao, no patacho nacional lnulurao, as cincoenla
barricas de farinha de trigo que S. Exc. requisiiou ;
rogando a expedanle suas orden* psra que a-
padla provincia seja paga a importancia do Irele das
nicnciouadas barricas.
IMo Ao mesmo, drlaupndo que ncs.a provin-
cia nao existe plvora peruViceiUo aquella, por ja ler
sido enviad.) para all a qulinha vindo da cile
ein diferentes pocas para ler semelhanle deslino.
Dito Ao Exm. mareclial, commandanle das ar-
mas, transmitiendo por copia o cilicio em que o
Batea. Sr. presidente do Ceara declara os motivos por
que anda nao pode ser enviado para esta provincia
o desertor do segando bstalhao de infaularia, Ma-
nuel Joaquim de Souza.
Hilo Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
Ii.insinillindo, para o fim convenirnle, o avisos de
ledras t-b n*. bo, ti6, 67 e 69, na importancia de rs.
": Ji." '>_;, sacadas pela Ihesouraria de fazenda da
proyincia do Rio tiraude do Norte sobre a de-la. e a
favor de Joaquim Ferreira Nobre Pelinca, Joaqoim
Ignacio Pereiri Jnior e Antonio Marques da Sil-
va.l'arlicipoa-se aoExm. presidente daquella pro-
vincia.
Dito Ao inspector da Ihesouraria provincial,
lecommendando que mande entregar ao Ihesoureiro
pagador da repaitic.ia das ubras publicas, o cont de
res de que trata o oflicio da presidencia de 9 d
corrente, alim de ser por elle enviado ao proprieta-
rio Joo Mauricio de Barroi Wanderley para as des-
pezas da obra da ponte do Gindahy. Comrauni-
cou-se ao sopradito director.
Dito Ao mesmo, para mandar fornecer ao dele-
sallo do termo de Olinda un livro grande para en-
tradas e sabidas dos presos da respectiva cadeia, e
tras menores, sendo um para alvars, oulro para ter-
mos de bitos, e o ultimo para registro de diversas
ordens. Communicou-se ao chefe de polica.
Dito Ao juiz de paz presidente da junta de qoa-
licaco da fregnezia de Tacarais., dizendo que, a-
Icm da lisia que S. me. envin dos cidados qualili-
codos votvntes naquella fregueiia, rumpre qoe laai-
bem remella copia da acta dos Irabalhos da mesma
qnal lic.'e.in.
12
Ollicin Ao Exm. presidente do Ceara, devol-
vcudo, julgadus pela junta de juslicn, os proceros
vcrb.es dos soldados Cosme Ferreira da Silva e Gui-
Iherme Anlonio Das, bemeomo do furriel Francisco
Valerio da Costa, todos pertenecntes ao meto bala-
Ih.u daquella provinci.-i.
Dilo Ao mesmo, dizcudo que com a copla que
emeltc da iurormarao do cunselheiro presidente da
rflacJo, e uurlaria i que ella se refere, responde au
oflicio em que s. E"'c. peilia'a rerncssa para o juizo
lar no inspector do arsenal de marinha para llie dar
o conveniente destino Ofliciou-se nesle sentido
ao referido inspector.
Dito Ao commandanle do corpo de polica, rc-
comraendaudo que faca apresentar ao Dr. chefe de
polica qualro pravas daquelle corpo, alim de escol-
laren! al o termo da Escada o reo Felisbcrto Jos
Meii le-, que lem de ser julgado pelo jur> daquelle
Icrmo ; licando S. me. na intelligencia de que as re-
feridas pravas d.vero all licar encorporadas ao res-
pectivo destacamento emquanto durarem os Iraba-
lhos do mesmo jury. Communcou-so ao predilo
cliefe.
j Dito Aojuizdu dircilo de Gara-iliuns, inlei-j
rando-o de haver concedidu a permissao que pedio
Jos Cesar de Y.isconcellos para entrar, independen-
da apresenlac.io da competente carta, no eiercicio
de labelliAo de uolas e escrivo do crime, civel e
provedoria do termo do Boiqne, visto jn ler elle pa-
go os respectivos direilos, como moslrou pelo ronhe-
cimenlo em forma que spresenlou na secretaria do
governo, e foi iu Jerec.ido do ministerio da josti-
Neste sentido fizernm-se as oulras commnni-
cai^es.
Dilo Ao juiz direito da comarca da Boa-vista.
Em resposta ao seu oflicio de 4 de miio ultimo, le-
nhoade.larar-lliequeao Dr. Thomaz Anlonio de
Abren, foi por este governo incumbida a direccil > e
iospecro de lodo o servico de saude dessa comarca
e da de Flores. Elle levou em sua compaohia um
esludanle de medicina tem do facultativo que ac-
tualmente se acha na comarca da Villa Bella ; e foi
munido nao s de medicamentos para aecudir as pes-
soas accommellidas da epidemia ; mas tambem de
diuheiro e roopa para seren distribuidos com a po-
breza desvalida,
Deve, por lano, Vmc. requisitar ao referido Dr.
us soccorros que forem necessarios para essa comar-
ca. Por ultimo, llie recommendo que de accordo
com os vigario* e autoridades dessa comarca, empre-
goe lodos os seas esforc.os para animar a populacho
e despertara caridade das pessoas prestimosas, em
beneficio da classe desfavorecida da fortuna. Igual
ao vigario do Ouricury, e communicou-se ao delega-
do da Boa-vista.
Dito Ao joiz municipal da primeira vara, re-
comiueiidaiidu' vi remover o lenle Joaquim Candido da Veiga F-
gueiredo, da fortaleza das Cinco-Pdotas, onde se
acha preso, para o qoarlel do 10." balalho de in-
famara, por assim o haver pedido o mesmo len-
le.Ofliciou-se nesle sentido ao mareclial comman-
danle das arma<.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria provincial,
recommendando a ezpedicilo de sua. ordens para
qu,de ora em diaule.o pagamento dos oidenadns dos
empregados da secretara do governo, seja elVecluado
na mesma secretarla no principo de cada mez por
um dos fnncri'inarios daquella Ihesaoraril a'visla
da coinpetenlc lolha.
DitoAo director das obras pn!:lieas,an|iro\ando a
EXTERIOR.
VIENNA.
36 de abril.
'Correspondencia do Sord.
De ludo oque nos lem de Pars, de ludo oque,
resulla das conversaces, on antes das reticencias de I
Mr. o conde de Buol, e dos empregados superiores ,
da chancellara imperial, adidos a sua alia misso, <
cerlo ferio cruelmente o corado da familia de llabs-
bourg l.arena.
Nao se deu esle successo, e nesle niomeiilo ja o
conde de Buol deve saber alguma consa.
Ha tres mezes eramos nos, os Austracos, a mola
principal da paz ; boje oliam-nos como esles com-
parsas de lliealro, que n.lo servein de nada, ou quo
por grande favor se collocam na ultima ludia.
O Sr. de Buol s foi homem de genio para levar
Mlbereta* quolo.no de ntoriawr o eniciheir,. j enlflo difilcihm, foi soverame
.i quo, da oppellacao queda lenlenea do jury da -"'k''' a collmaf '-ninas estivas na poni dos Afo-
Barbalha Merpol o reo Joaquim Rodrigues da ', 's rom Paisiio.
Dito \o Eviu. mareclial, commandanle das ar-
mas, devolvendn, julgados pelajunla de Justina, os
processos vcrliaes do oflicial e pravas menciouados
na relaco que remelle, afm de qoe mande eiecu-
lar as senleoeas proferidos pela mesma junta.
Relaeaj i/ue se refere o o/ficio tupra.
Segundo hatalbao de infnnlsria.
AlteresAlba I iba Duarle tiodioho.
SoldadoEstevao Jos l'ereira.
i Thomaz Anlonio.
Benedicto Francisco dos Pastos.
Ignacio Marianno.
Quarlo balalho de artilliaria a p.
SoldadoAntonio Pereira da Silva.
Nono balalho de infaularia.
Soldado Joaquim Nunes Ferreira.
o Bonifacio Jos.
Emigdio Jos Pedro Mendes.
Companliio de artfices,
soldadoMaooel Francisco dos Santos.
Igual, devolvendo ao commandanle do corpo de
polica o processo do soldado daquelle corpo, Fran-
cisco Anlonio do Nascimenlo.
Dilo Ao mesmo, inleirando-o de haver iudefe-
vi lo, em visla de sua informarao, o requerimenlo em
que o segundo cadete do quarlo balalhno de artillia-
ria a p. Joflo Nunes de Araujo Sudr, pede se Ihe
mande passrr escasa do servico, oirerccen lo para
completar o lempo qoe Ihe falla o soldado do mes-
mo balalho Manoel do Carme.
Hilo Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
rrroinmendando que mande entregar ao jai/, de di-
reito de Po il'Alho a qoanla de 1:0000000 r-. para
psgamenlo dos serviros dos eufermeiros qoe servi-
rsm nos hospilaes e diversos punios daquella co-
marca duranto a cpiJemia.Communicuu-sa ao re-
ferido juiz.
Dilo Ao mesmo, declarando que breve ser
restituido sua reparlicao u lerceiro escriplorario
daquella Ihesouraria, Januario Constancio Monlei-
ro de Andr.ide, visto que vai ser desaquirtelado o
h 'l dh.: i a qoe elle perleuce.
Dilo A1) director do arsenal de guerra, dizendo
que, visto nao poder ser ndmitlido na companliia de
aprendizes daquelle arsenal o menor Antonio Fer-
reira Marqnes, compre que S. S. o mande apresen-
POBRE BOLORE.'.
Por Fernn Caballero.
XV.
Eslevan fura conduzido para Scvilb.i, e liavia de
ser julgado por um conselho de guerra.
Suslenl.ira com Iranqnillidade e firmeza nos in-
rrogalorio* que Me era o autor do crime, que se
|li\Kh>74|ulava. Reconhecido pelo jardioeiro da viu-
.i, qucpK.,nc'ru rhearrn ao lugar da calarlropbe, v\
que Ihe fal. "-'He negava sua presenta, mas
ii'-_- \ a ser ii iiiii. -"- Objeclaram-lhe que adiando-
tela no momento m facto, devia ler visto o ,-issas-
fino, e elle negava. o ., "Ji aogmenlava as provas de
ni riilpaliilidade. Sin re' "'da ou fgida de Rola a
la*s lloras, apezar de dizer .|UH Rola era o alvo de
su.i via^in ; a asilaro com qu'nTiijrforrra no din
seuinle as labeniaa de San-I.ucar alfW de saber o
que dizi.v-sp da caiaslrophe, e e o ferido\succumbi-
ra ; a perlurbanlo, a hesilacao de suas reJTHelas. lu-
do depuiiba de tal orle contra elle, e o crin' era
l.io h irrivel, que a scnlenra de morlq foi proferida
unnimemente.
Estev.in onvio-a com serenidade. De faci a mor-
le vmienta deve ser menos borrivel, quando apre-
neniae como sacrificio, do que quando sobrevein
romo cvpiac.io.
No momento em que o con lemnado i.i ser recon-
ilu/nl i a priso, um rapaz sabio de nm gupn de as-
sisteules, e adianliui-se ;i pasto lirme para'o Iribunal.
A pallidez lvida qoe eobria-lhe as faces) nao pare-
ca er cfTeilo da emoro do momento, porm a tez
natural desse semblante, no qusl so ficra vivo um '
foao sombro em aihos negros c ardenljes.
Es-e homem he innocente, disse e>le com acen-
to firme e seco dirigindn-se ao consellin.
Cana o s.ilie Vmc., e como o pov.ir'.'
Enlregan.lo o culpado.
i.1 mido \
Nesle mesmo instante. \\
() Vid Diario o. 1.19.
Communicou-se a Ihesouraria provincial.
Portara NomeanJo o lenle do estad* malar
do c.ercito Jos Ignacio de Medeiros Reg Monlei-
ro, pata servir inleriiamenle o logar de vogal do
conselho adminislralivo para foruccimento do arse-
nal de guerra, durante o impedimenln do lenle
coronel Anlonio Gomes Leal. Fizerom-se as ne-
cessarias communicacoes.
Dila O presidenlcda provincia atlemlcudo ao
que Ibereqi-ereu Jos Domingues Codecira, e lendo
em visla o que iuformou o inspector do arsenal de
marinha em oflicio de 1 de dezembro ultimo, resol-
ve conceder-lhc liccnra para mandar cortar nas mal-
los particulares do lenno de Goianna,e conduzirpara
esla capital, : cavernas, um curvalio e 4 paos de
vollo, ludo de sicupira, com a clausula porem de vi'r
a referida madeira armpanbada de guia do capalaz
do dilo termo, quo sera' aprcsenlada ao mesmo ins-
peclor sem demora, e por esla occaslo recommen-
ds-sc a's uoloiidades locaes que tenham toda a vigi-
lancia, para qu se oo commetam abosot no cor-
le da referida madeira. Communicoa-se ao men-
cionado iuspeclor.
Mil i III----iTI lu, ni
COMMANDO DAS ARMAS,
Qoartel general do leanuda das araus de
Fernambuco na el da de do Recita em I li de
jnnhode 1856.
ORDEM DO DA N. 28(1.
O marechal de campo, commandanle das armas,
determina que d'ora em diaiite os reos coudemna-
dos por rrimesmilitares, apenas que imporlcm a c.-
cluso deliniliva do servico dos corpos a que pe len-
cero, sej.m inmediatamente remettidns com gua e
copia das respectivas aentencas para a forlalea du
Brum, abonando-se-llies pelo almo.ariOjdo a diaria
de 110 rs. marcada no decreto n. i21 de 26 deju-
nlio de 1Hi.>, e nas competentes pocas o vestuario
in lirado no aviso do ministerio dosnegoliosda guer-
ra de 15 de noverabro de 1831.
Oulrusim, determina o mesmo mareclial de com
po.com assenlimento doEim. Sr. conselheiro pre-
sidente da provincia, que a sua guarda da pessoa ( a
de palacio ) seja rondada como as demais da gnarni-
e,ao da piara.
Jone Joaquim Coelho.
Enlregue-o.
Elle est aqu.
Quem lie"!
Sou eo.
Vmc.'.'
Sim, eu o confesso.
11 un\e um momento de silencio deviJo i sorpre-
za e ao pismo que causou essa scena.
Meu iriiio, que fizesle? etclamou einlm Es-
levan.
Tinbas pensado, respondeU o outro, que en le
deitaria morrer.' Tomasle-me por um infame'.' Bem
sei que nunca fui bom ; Irouxe sempro em mim o
inimiao que lluvia de perder-me ; mas nao son lio
miseravel que deive pagar por mim um inuocentc.
Ouiz fazer-te fuar da prisao, e nao pude, porque
nenhuma cousa boa pode conseguir quem he aban-
donado por lieos. Assim alcance le o culpado,
ejecute se em mim a sentenca : quem com ferro fere
com ferro deve ser ferdo. Adeos, consola nossos
pas ; e perdoai-me lodos.
A esse incidente inesperado o conselho levantou a
sessao ; Lorenzo foi condozido ao carcere em logar
de Estovan, que Picara livre. Mas este pareca fulmi,
nado; eslava sem_vuz, sem movimenlo esem vonta-
de. Scnlio-se enllo f.u teniente agarrado pelo braco,
e arrastrado para longe desse lugar fune-lo. Como
nao oppoz nenhuma resistencia foi levado a orna ca-
sa, cuja porta fecliou-se apenas elle enlrou.
Elevan ergueu os olhos, e vio pela primeira vez
a pessoa quo aln o Irnuxera.
He Vmc.! exrlamuu elle ; e atreveu-se ..
Os amigos rewrvara-M para as occasioes, res-
pondeu-lbe o conduclor. o qual nao era oulro senao i
*cu anligo viiinho o carabtneirn.
E las deixar-le malar disse Pepa, a qual acu-
ilna. eabraeava Eslevan banhadi em larimas.
Dcvin enl.io denunciar ,i meu irmao'.' respon-
rlcu elle.
Agora mesmo, lornoii o carabneiro, vos par-
tir no vapor para Saii-l.urar, e de l para Rola;
looge dos olhos, [ouge do coraeo.
Perdoeme, responden Eslevan recobrando sua
energa, vollo para junio de meu irmao.
Pepo e o marido lizeram vaos psfnrrns para des-
viar i EslOVa de sen inleulo.
II rarabineiro aeompnnlinu-n ; mas quando che^a-
ram ; pn ler rom elles o ollieial per quem EllevM fra preso,
c disse :
O roo envii-me aoseu pnroulro. porque n.io
be que o governo austraco nao lem motivo algum
para se felicitar com as conseqoeucias do principio
que tralmi de eslabelccer. Naosomrule, como po-
lencia de primeira ordem, mas anda como povo,
fomos poslos de parle em Pars, e quer seja que or-
gulbo nacional, ou a rispidez das formas adminis-
trativas, tenlia algoma parte nesle isolamenlo, quer
seja que a forra dos aconteenientos dominasse o na-
tural germnico fallo deeipaosao fora de sna ilh-
mosphera especial, o que be cerlo he que depois
de havennos servido de instrumentos directos e ac-
tivos para a paz, camos no momento decisivo no
ultimo lugar.
Ficamos quasi sacrificado! ao Piemonlc. A Fran
ca c a Inglaterra eutregaram-nosde Mol aladas s
inlcrpellaccs do amemuraodum Cavour. A Rus-
sia poz se de parte c deixuu correr o negocio, con-
tenlando-se em sorrir, o que na verdade era para
ella urna doce viuganca ; e depois, qoando a im-
prensa anglo-franceza proleslava em favor da Italia
por milagro apparecia urna voz imparcial a dar a ca-
da um o que ihe peilenca.
Nao sera por cerlo uesln capital, onde a re-
cor.iae.io dos servidos prestados pelo imperador Ni-
colao, de gloriosa memoria, esl anda lao viva, qoe
ser proclamada a ingralido como a saude do rn-
raelo.e
Esla phrase 13o dura atlribuida ao defunclo prin-
cipe de Schwartzenberg, nosso autigo ministro, nao
passa de urna fanfarrice de iinaginaijo, ou de um
descuido desregrado de locuro.
O conde de Banl commelteu a falla de lomar a
serio esta expressao. Os espritus rectos e sensatos
| e felizmento o seu numero he grande | nunca po-
deram submeller-se a esla lctica de diplmala,
que consiste em fazer sempte a ventado dos inimigos
contando em ser sempre fcil a rcconciliaeu com os
amigos ou engana-los seguuda vez com a mascara
da lionboiuia.
Estas vistas extensas, que ordinariamente eucon-
Iram o sen castigo no Iriumpho que julgam arran-
jar, n.i i sed un rain os diplmalas espcrlos que prc-
suliram. e que anda um da presidirao aos destino!
da Austria. Ningucm em Vienna, mesmo no cor-
rlho administrativo, adoptava as quesles do amor
proprio oflendido deque Mr. de Bool quiz fazer
urna arma contra a Kussia.
Niis couheceinos aqui inuitn por miudo as offensas
fuleis, de que se queiva o embaix.i lor da Austria na
corle de czar Nicolao J.
il ceinportamenlo do .Mr. do Iliiul netta legarn,
e evalfodo em Vlen.
na ; mas causa exlraordiuaria, ain la que esperada,
o Irazida a terreno asura c jolgadl anda minio
niais severaincul.', por ssu que estamos colbeudoos
muilos e Instes fruclos, que produzio.
A poltica anli-ru-sa, ou anles anli-auslriaca,
adoptada pelo gabinete lluol desde o comer das
romplicaces orient.ies, (o forja lie coufessa-lo, con-
linuada no campo dos prolocolos e da notas diplo-
mticas com urna infatigavel perseveranra o urna
rara tenacidade. Cousa alguma poude fazer dobrar
esla nlisijiiaeii, que impcllia para a guerra com o
pretexto que era esle o caminho mais fcil e sm-
peles de conseguir a paz.
Mr. devlluol, entriuclieirado nas suas novas ami-
zades, e embeveeido por ouvir que a Inglaterra e a
Franca o cunsideravam o homem iudispensavel a
lalvacao da Europa, acceilon de bracos aberlos as
lisonjas em que deilarnm o seu orgullio.
Pioclamsram-no uecessario,e elle julgou-sc provi-
dencial.
A pones e pouco encurralou a sua corle em um
becco sem sabida, donde a nao saccar o (ralado de
Pars.
Esle tratado de que ja mohecemos pedagos e frag
Miento-, nao corla nenhuma qucslo.
A do Oriente e provincias danubianas fica adiada
oo apenas delibada ; mas a queslo da Italia, do ver-
me roedor da Austria, foi despertada pelo proprio
fado das conferencias.
Depois de haver sido bem on mal debatida nocon-
gresso de Pars, ei-la levada peranle o grande Iribu-
nal da Europa. He ah que ella vai icr jolgadl.
Pela exposiro succiula dts aecusacoes que a par-
le saa do nosso imperio lem direito de fazer ao conde
de Buol e aos adhcrenles da sua poltica de vistas
moras, fcil vos ser comprehender o grao de r-
rilaraoem que se est aqui, onde se apreciara as al-
lianras de seculos, as (radicos pairiarchaes, e a l-
delidadc aos bons senlimenlos.
A Austria lornando-se ingrata com salisfac,o, e
sem o menor proveilo, nem pela causa monarcliica,
neni pela sua particular seguranca, a Austria de
1855 ainearando a Russia de 1819 de vollar conlra
ella as suas armas, be um plienomcno de esqueci-
mento. Sii o successo, mas om desles successos es-
pantosos, qu alurdem as massas, e forjan, a razio
onvcrsal a incliuar-se momcnlaneamenle dianle da
fortuna, poda lalvel fazer perdoar, ou pelo menos
(ornar supporlavel urna (al monslruosidade que de
quer velo. Nao he falla de coragem, pois est resig-
nado c tranquillo ; tambem nao he falla de alfeic.io :
he porque Vmc. nao poderia v-lo sem sentir grau-
dssima dor, qae nao ser passageira como a delle.
Disse-me qoe se he sagrada a voolade daquelle que
vai morrer, Vmc. deve ouvi-lo, riar-lhe esla ulima
consolarao, vollar nesle mesmo instante para a casa
de seu. pas. Quaudo l dictar, abrir esla caria ;
he sua ullima commuuicaco com este mundo, e de-
pois que elle diclou-m'a seu espirito o pertence
cleriiidade, coja imagem be lao grande no momelo
da morte. Nao desespere, pois se lia de fazer quanio
for possivel em seu favor.
A estas palavras o desgraciado Estevan recado em
sua sombra inercia.
O bom carabineiro com suas raras palavras e seu
coraeo dedicado reconduzio-o, repeliiido-lbe :
Coragem coragem convem resistir a des-
grara. Volla para loa casa ; qoe farias aqoi?
Fallando assim, levava-o para o rio onde um bar-
co dispuiiha-sc a partir para San Lucir. Embar-
cou-o. pasou psssagem, recommendou-o a om ma-
riiiheiro que conheria, e vnllou pora Ierra no mo-
menlo em que o barco parta.
ijue penua poderia Iracar as scenas de desespero,
que succederam nessa rasa, oulr'ura lao feliz, da fa-
milia Lpez, quando ah recebeu-se as desastrosas
a Austria a novas Irapassarias, para resfriar, talvez
| para sempre, as amisades, que o sangue liulia ci-
mentado sobre vinle campos debalalha.
Fastas qoeixas.de que com mullo f^aco cebo, sahem
em \'ienii3 do todaaa boceas. 1'iaV parteas
exprimem com urna franqueza, que nao se dao ao
traballio de disfarrar ; mas he sobreludo no exercilo
que ellas relumbam com mais estridor.
Os nossos roas habis generaes, os nossos mais dis-
linclos officiaes queixam-se, c com jusla razao, por
verem sacrificar a velha honra austraca a combina-
ces, cuja lioneslidade Ibes nao parece mais bem de-
monstrada do que a necessidade dellas.
Perlendem que o papel desempenhado por urna
polencia como a Austria, lem sido desde o principio
al ao fin da crisc oriental, tao insensato como in
fiel. Sem carecercm se quer dos resultados para
julgarem, allirmam que os nossos negocios forain
dirigidos rom imprudencia e sem a mnima babi-
lidale.
lie soh o peso deslas recrimi atoca verdadeira-
menlc nacionaes que se acha o Sr. conde de Buol,
depois de ler sollrido nas conferencias de Pars lo-
dos os desgoslos. que aprouve a lord Clarcndon e o
Sr. de Cavour preparar-lhe, e lodas as amarguras
que a Russia pela sua forra e genero-i fule houve
por bem puupar-lhe.
A altilude das potencias deliberantes he ronlie-
cida c avallad i por inluicao, mesmo anles da pu-
blicado dos prolocolos.
No desconcert ceral das alliane.is, que provoca o
novo tratado, e as consequencias que delle se devem
deduzir, diz-se aqui,he de nrigem aulhenlica que
eu sei o facto,diz-se que a Prussa sustcnlou mais
do que dignamente o papel de grando polencia, e
que o bario de Manteotl I, e o coude de Halzefeld
se enronlraram corajosa e monarchicurncnle hoslis
an principios revolucionarios.
Esta allirmaliva, que nos vem de muilas partes ao
me-iii i lempo be para o governo imperial urna lico
e urna esperance, porque leva a fazer crer que a
Russia, sempre unida com a l'rmsa, sempre inse-
paravel delta, nao ha de querer que, estando paci-
fico o Oriente, se Iranstornem as cansas, no meio-
dia da hmopa.
Ora, se niR concedis mais algomaa iinhas VOU lo-
car nesle ponto lo delicado e iucoutioverso da Ita-
lia, porque he para a Austria o lado ulncravel.
O reino lombardo vene/iano he incontestavel-
menle para mis a tnica de Nes consome-nes ; mas lauto por dever como por oruu-
Iho e por inleresse, no podemos separar-nos
delle.
Este aunevo secular do imperio, que lem as soas
revolucoe- peridicas c os seus olios de lodos os ns-
tanlcs, n> nos assula, porm, nem com as suas
turbulencias, nem com a sua colera.
A Austria esta habituada ao carcter desles povos
da Italia. Conhece Ibes o forte e o fraco. Sabe que
Milao, ludo islo, licai cerlo, lie a historia de oilo-
cenlos e trila anuos, incessanlemeule reinipressa
ecorngida, liisloria ridiculi ou sangrenta, segundo
os iniiiin, c os lempos, historia que he confeccio-
nada fora do paiz, mas que (odavia /O corrompe c
mala.
A situarlo dos Austracos nassnas possesses ila-
lianat he ualacavel. lia enlre Peschera, Verona
e Mantua urna magestosa lmha de pesiara, de ferro
e fogo, que nunca ser possivel um exercilo Iraoa-
por. Depois das derrotas de Coslozza e de Novara,
depois dos cornpromissos contrahidos, no pode dal-
lar de causar espanto o encarnicameole, com que
o I', in inte se quer Inculcar como iutor e guarda
de urna nacionalidade italiana, que jamis Ihe foi
confiada.
A guerra emprehendida conlra a Rnssia pela al-
lianra anglo-franceza tiuha por principio a mais
completa abnegac.vi ; devia ler por fim conservar
e maulero statu qao europeu.
O Piemonle enlrou nesla ,-illianra, della deve
ter parlilhado as felizes e prudentes condiees.
Porque exigir pois in l-mnis.iea on recompens;
quando os seos chefes se cnnlentam coma gloria
ou com a paz, e qoando a propia. Inglaterra conj
sent em nao pedir, ou em nao lomar nada oqu
par ella he a mesma cousa ".'
Creio o comigo moilos bons espirilos qne na Ita-
lia alguma cousa ha a fazer, como em toda a parle
mas eila alguma cousa, t por mais vaga e elstica
nao In deser regulado por um visinlio ambicioso,
ou por necessidade de policio parlamentar.
lia anda luuila agilaro ntreos povos abalados
pela grande lucia que vem de acabar, agilaro ca-
paz de enlreler e fazer arder fomentos de discordia
no meiodas naroesmais fras.
Parece-nos mal < .coln io o momento para pensir
aislo de urna maneira seria.
Perfeilamcnle sabemos em Alleminlia,s a ini
prensa di o judicioso evinploque a paz be lao
neres-ana aos govcrnaiiles como aos governadqs.
Grandes interesses de lodo o genero esla > cont-
promcllidos em lodos os poni-. Inleresses religin-
sos, wilercsses moraes, interesses maleriaes procu-
rara urna solucfio piompla e eflicaz.
Estes motivos, cuja gravidade muilas vezes ai
invocada, fizeram pender a Ru de c nciii.c.i,,.
Ella no acceilou de crrlo eslas ideas com tanta
pressapara deixar periger Uo deprassa a obra
cemmum.
Sobre esle ponto oslamos complelamenle tranquil
los c a Europa lmbeos.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO NO MIL.
Alagoai.o Sr. Claudino Falcio Dial ; Baha o Sr. D. Dupral
Bo de Janeiro, o 8r. Joo Pereira Marlini.
EM l'I.HN \M1II ( 11.
O proprietario do DlAUO Manoel Figaeiroa de Faria, na tt\
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
fundo dasquesles, aprecia as razOes pro e conlra,
c decide quem lemnu no lem razao. oo aconsellia
Iransacrdes entre ambas as parles.
A segunda classe de meliac/io ronsisls nicamen-
te em interpor os seos bons oflicios sem tratar de
decidir as quesloes leligiosas. Posto islo, he evidente
qae a Sania Sede em um conflicto com o Piemonle
no pode aceilar urna medioro da Iprimeira classe
indicada.
Com elfeito nao se tala de quesles poltica-; mas
de qucslcs puramente ecclesiaslicas, da propria
doulrina o. da disciplina, da igteja, e neslas quesloes
s a Sacia Se le lio juiz competente, c juiz cm ip-
peliaro.
Emqoanln a segunda especie de raediarjo a Sania
Sede folgar milito de que a Fran; i inlerponlia os
seus cilicios, porm devera tratar com o Piemon-
le, porque o Piemonle he s quem ale agora op-
pem obstculos a unja solueau prompla c equila-
tiva.
A caria continua dizendo qae a Franja adoptar
esle modo de ver e obrar neste sentido com o Pie-
monte : depois continua...
Um dos prnneiros pontos ser compromeller o Pie-
monle a rc.'onhccer a forra obrigaliva das concor-
datas.
Com cffeilo, seria lidenlo (rabelnar em orna con-
crdala, se o Piemonle insislisse cni sustentar que
as concordatas nao ligan, os movernos que as fazem.
Ksle primeiro poni he nao smenle ccciesiaslico co-
mo tambem poltico, pois as concordatas pertencem
classe de Ir,liados pblicos, c fuimam parle do di-
reito internacional.
Se por exemplo, se disser que um tralado con-
cluido enlre Orlos Alberto c Gregorio XVI nao
lem valor, nao se poderia tambem ler por nao
feilo um ir.ilai',.i enlre Alcxandre II e Napoleao
ni;
Islo demon-lra a ligarao lgica que prende a
questao sardu-romaiia a do Oriente.
Na queslo .ardo-roiuana trala-se de um principio
que no pode desennbecer-sc sem tomar illu-orio e
iiuilil quanlo se lem feilo para resolver a questo
do Oriente.
Os que no fao miopes vrem porfeilainenle que o
accordo enlre o Piemonle e a Sania Sede no pode
rcalisar-se nem rom o ministerio actual nem com a
cmara dedeputados.que existe actualmente em Tu-
rim.
Foi assim que se esolvcu aqui, em Pari.;, cstou
cerlo disto, que luja em Turim modilicarors ini-
nisleriacs, seguidas ile unta dissolucao da cmara.
E > quanlo a tribuna estiver muda, comeraro as
negociacoei1 que seguidas do boa f pelo IVunonle
uo i.irdai a ler bom xito.
I cita a concordata nina nova cantara a reconbe-
eera' publicamente. EulreUnlolomar-se-liilo as me-
didas nere-saiias para p.'.r um dique a" licenra da
imprensa, alim le que na turne intil esta obra de
fCst.uir.ic.i.'.
Eiferania.
se os Lombardo venezianos nao acl.am apoio.consc- Iradicces, das quaes nao podem renegar,
Ido on alindo, no ralo da Europa, acc.nimodar.se- j gar, mesmo em fado, a sua SuUgoid.de, vollendo
bao lao racilineule com o nosso despotismo, como por assim dizer, sua infancia,
com a soa imaginada servidao. O Italiano, porm, I O conde de Cavoor leve a ous.dia de contestar di-
ama o inslmclo das ag.taCOes. | Mndo que cra ,;nc| um, concrdala com Santa
No entender de muilas pessoas.oSr. conde de lluol | Sede.
Commelteu omasem|raza>em adiar, em deferir nina Keplicou-sc paternalmente que urna boa vonladc
resposta calhegoricaao memorndum Cavour pitre, i-
l'.iii. 11 de abril.
Pego na peona para vos dar urna das indicias que
nlho como fiindamentaes....
Tende por cerlo que nina elevada pcrsol>agem le
eliamsr o conde de Cavoor e Ihe disse : Ja que
asta feila a paz entre as pilenciasalliadas ea l'.u-.....
o Piemonle deve tratar do recnnciliar-s.- com a San- j
la S.-de. o
Depois insisti sobre o escauJaloio d'um rotnpi-i
memo semellianie e prolngalo de tal maneira- He ja lempo para o Menil mr romper o silencio,
sobre o carcter religioso da casa de Sabova : man- l'"" l'"" r"r"" Io 'eva M eoosas, o tratado, os
feslado em lodos os lempos pelo seu resucito e ve- I P*"0'000'0*. M prucestoi verbaes serio calibeados p ir
neraro para os ponliflces romanos ; sobre a ucees-' l0* 'urol'il antes delle dizer nina pslavra.
tillada de permanecern, as riymnauiat liis as suas
liado por lord Clarendon; devi levantar francamen-
le a luva que Ihe era arrerr.essada. Ja que a ques-
l,i i era suscita la mais para a Europa do que para o
congresso, devia appanbar pelos cabellos a occasiao
e reduzir a nada as rsperanras do Piemonle.
O Sr. de Buol assuslou-se com as objurgares in-
leressadasda Inglaterra, e com o silencio dos ple-
nipotenciarios trncete-. A sua imaginario julgou
ver sob as allcnres, de qoe o conde Orloff era ob-
jeclo por parle do miuislro sardo, urna serie de ma-
chiavelicas combinares para por em fogo a Italia, e
para pregar urna pega a Aoslria.
Prtanlo mais urna vez ;e enganou o Sr. conde
de Buol ; porque seja qual for o seulimenlo (novo
que a allilude da Austria fez naseer no coraro da
ttussia, no deixa por isso de ser cerlo c manifeslo
que o imperio da Itussia nao ha de sacrificar a sua
poltica monarcliicaa urna irrilaro, justificada be
verdade, mas que daria vantagem aos principios de
desordem.
A Russia fez lanas concesses a paz geral c a ven-
| lura de lodos que Ihe era impotitvel manler ao seu
passado, porque a ella mais a obriga a nobreza, ilo
que a nos o recouhecimeulo.
A imagem da Russia, animando o Piemonle a dar
impulso as suas pretendes conquistadoras, he urna
cbimera rom que o Sr. de lluol leve a naensaloi de
sepreocupar. Estl qoestio da Italia, evocada pelo
Sr. de Cavour no tem, nem ple ler nas circums-
tancias actntet, o alcance, que certas pessoas Ihe
querem dar.
Ot crimes parciaes, de que sao lliealro sigan*
principados, as qucixas mais on meos fundadas,
mas indnbilavelmenta exageradas, que fazein nuil
de aples, e alravessar Roma, para cahircm sobre
consegua ludo.
Ciiou-se-lbe em provt a questao do Orienta, que
seguramente parece aprosenlal dilliculdides Insope-
raveis. e que, sem embargo, graras li boa Vontade
daspoleucias belligeranles, c s suas mutuas con les-
cciiileiieias, se resolveu em poucos diaseom applau-
so da Europa e do mundo.
O conde de Cavour no podendo negar fados re-
peli que o gabinete de Turim leria que vencer
grandes difliculdades para [abrir novas negociaro
com a Santa Sede, acrescenlou que a demago-
gia sobre ludo conceberia tal irrilaro, que pode-
ria fazer perigar tranquillidadc inlerior do reioo.
Respondeu se Ihe que precisamente, porque a cou-
sa dcsagradava demagogia, era necessario fazer-se;
que se desejava o accordo com Roma, porque nao po-
da deixar de ser ulil Franca, emquanlo pelo con-
O .Ininial de< Dehals publfcoo hontcni um grande
artigo, explicando circumslanci idamente a marcha
que a queslo italiana seguio ro congresso.
lio o protocolo da sessao de 8 de abril, qae cu ja
vos liz notar, e que coulem o que se disse sobre
pie.ti.i italiana. Confirma a iniciativa altribaida
franca de querer inlroduzir reformas na llalla.
O Sord a a Inlepcndence Ilelge, publicaram pro-
iocolos,aos quaes no se pode negar carcter aulheu-
tiro, porque um desles documcnlos, o protocolo de
S de abril, he acompanhadodc um discurso pronun-
ciado por Mr. de Walevv-ki nesta sessao.
O conde de Walew.-ki chamou a alienraodo con-
gresso sobre o estado da Italia e dos Estados Pon-
tificios.
A Franra.disse o diplomtico, desejava retirar as
suas Iropas, mas cra preciso primeramente que a
tranquillidadc dos Eslados Pontificios eslivesse se-
gura, o
No mesmo discursi o ministro dos negocios s-
Irangeiros de Franca, fez notar ao congresso a ne-
cessidade de modtfstsr a legislagao da imprenta na
Blgica, a qual iuc "demente compromette a Iran-
qnillidade dos estados visinlios.
Como a publicaco dos documentos, hule cansar
nolicias levadas por Eslevan'! Quem pode referir
lo profunda sfiliccaso, lo immenta dr t Tudo o
que se podesse dizer licaria muilo abaixo da realida-
de bem como o pincel quando quer pintar a agua e
o fogo sem poder dar-lhes o calor era o movi-
menlo.
No mel dessa alflicco frei Nolasco leo a caria de
Lorenzo, a qual ronlinha o seguiule :
Nao se implora debalde u perdo de Dos e de
seu pai. O perdo que pedi a Dos, pero tambem a
vos, que lio mal pagnei da affeiro que me haveis
lido. Nao vos consternis pela ninha sorle, colho o
que meroco, e recehu-n com losignaco como estilla
e como evpiacao. Dos le pa_ue|jp." ifn
dicaro por mim! Seeu vivesse quizera paga-n.
jando a Ierra a cada um de leus passos.
a Ha urna cousa que rugu-le faros, para qae cu
potM morrer tranquillo. Sustenta c protege essa po-
bre mora que entrego desgrara ; desposa-a, snavi-
sa-llie a vida que lornoi lo amarga. Fazei ambos
esla promessa ipian.lo lerdea minha rarla, a qnal re-
cebera v.issas palavras dadas aquelle que vai morrer
o pen-ainenlo de que Ihe seris liis lie ,i nica con-
solarao que levo desla Ierra.
o Perdnai-mc c encommendai-ine a Dos, conso-
lador de nos todos.
Terminada a I.atura desla caria nomeio das lagri-
mas e dos gemidos, Estevan chegou ao leito, em que
eslava a desgracida Dolores eslendida como um cir-
po sem vida, e disse Ihe :
Dolores, a ullima vonlade de meu irmao he
sagrada ; niio podes ler oolro marido seno eu, e no
posso ler entra mulher seno Iu. Elle espera que
obedeceremos ao seu ultimo desejo, c no devemos
faltar-llic.
Dolores conlinuou a solnrar em silencio.
Se no cnsenles, disse Eslevan com anguslia,
lie porque nao o amas, lie porque nao fazes caso de
mim, he porque no eslimas a familia. Prometi,
Dolores, o lempo insta.
Prometi, respondeu Dolores gemendo, fazer o
que elle quer, e o que Iu desejas.
XVI.
Essa agona durava desde seis dias. A pobre mu
arhava-sc em estado de convulso quasi continua ; o
pai envelliecOra repentinamente, e seu corpo al cn-
li direito e robusto curvra-se como a arvorc pros-
Irada pelo furarn. Duvidsva-se da vida do Dolores. I
Cathaiina arhava tarcas em soa dedicaran filial para
nao lueeumbtr dnr ; Istevan aui<|uilado rmlinba
seu desespero para nao augmentar o da familia. S
frei Nolasco moslrava-se apparenlemenle tranquil-
lo : era a seu turno a providencia dessa boa gente,
assim como ella fura a sua. Em lodos cuidava, a lo-
dos evhoriav i com fortes argumentos a r -i_t. i.;a.i,
invocando a vontade de Dos, e o admiravel exemplo
de sua M reeilando urna orarn, c seus acenlos conheci tos e
amadot chegavam aosouvidos no meio desse Irisle
silencio com toda a magia de urna consolac\ de
uina lembraura, de una esperanra, como o taro que
une os vivns e ns morios, e esla vida oulra.
- As viziiihas que aappenhavam-se lodos i s dias em
tratar dessa de-dilos familia, aguardaram um, ma-
nh ia a sabida do medico, e dsseraro-lhe :
Nada do que votsa senhori.i rcccjla melhora a
pobre in.ii ; he evidente que ella perdeni a vida.
O pai da-me mais cuidado, responden o me-
dico, emhora psleja msis calmo na apparencia.
E Dolores, senbor, deve-se mandar sacramen-
la-la".'
N;io pensemos anula nitao, ella lie mora, lia re-
curso ; nina rrise podera sdva-la.
N.....inomeulo a porta abrio-se violentamente, c
Irario o rompimento linha para a Franca graves in- rande inleresse, fico boje por aqoi.
convenientes ; que nao linha que deix.ir-.se dominar
pelo medo da demagogia, que ua realidadc nao he
de lemer, pon pela sua natureza e pelos elementos
dissolventes qne a formam.no lem verdadeiramcnle
Corea nem poder se nao contra os qoe se deixam a-
medronlar por ella.
Aqoi eliegava o dialogo, quando u conde de Ca-
vour declarou qua o Piemonle abrira novas nego-
ciari'ies com a Sania Sede, com lanto que a Franca
quizaste ser mediadora.
inmediatamente se escreveu nesle sentido ao car-
deal Aulonelli. Ocardeal respondeu com urna des-
sas carlasquc sao suflicionles para dar a mais alia
ida d'um homem d'eslado..
O rardeal comees agradecendo i Franca a sua
sollicilude ; depois distingue duas plastes de me-
dinco.
A primeira ha sobrs as dou trinas, en Ira mesmo ne
o carabineiro e-baforido e coberlo de poeira precipi-
tou-se na casa, gritando :
Usos amigos, Dos he pai de misericordia !
Agraciado! agraciado !
Nao pode dizer mais ; porm isso bastou para res-
tiluir a vida aos agonisanle-'.
Eslevan fra de si lancou-se para o carabineiro,
exclamando :
Quedizes? agraciado'.'
Sim !
Meo filbo! grilou a mli sallando fra do leilo
em que eslava eslendida.
Lorenzo!
Pelo Iribunal".' pergunlou o pai ergoendu-se
como um rapaz.
Pela rainha! viva a rainha! viva Isabel! gri-
lou o rarabineiro.
Elle nao morrer' murmuran Dolores com
voz dbil.
Quando Dos quizer, e nao anles, respondeu o
carabineiro.
A scena que segoio-sc be dillicil de pinlar-se, por-
que os proprios actores nao conservaran) nenliuma
leinlir.anca do que se passou. A m,ii calora sem seu-
lidus nos bracos do marido ; Estevan c Catharina ro-
dcavam o santo grupo que formavam seus vclhos
pais ; Dolores achara bastante forra para assenlar-se
sobre o leilo, por as maos, e dirigir ao reo fervorosa
acco de graras ; as boas vizinbas rhoravam, e o ca-
rabineiro pa-siv a a costa ila mo pelos bigodes h-
midos de lagrimas ; s fei Nolasco pareca irapas-
sivel.
Ja vedes, meas filhos, dista ell
Com estas simples observa;Ocs, quiz conslular
mais urna vez qae linha dito a verdade quando vos
avancei que linha havido urna eombinscao enlre os
governos frsncez e piemonlez, para tocarem
na questao italiana ; de que o porvir nos demonstra-
ra' a solacio.
Em qn.iiito sos oulros prolocolos, amanhaa be qne
minera a publicaco deller no jornal oflicial.
O S. conde de Cavour que vollou honlem de Lon-
dres, leve urna entrevia com o imperador.
A troca das ralicaroos hade eclebrar-se boje, < o
Mottileur de amanhaa dir o que se passou.
rol prohibido aos jornaes tfrancczcs rcproduzir
os {tratados e protocolos publicados pelas tainas es-
Irangeiras.
Dos prolocolos liraram-sc :l,0(K exemplaras; bon-
lem comecaram a ser deslribaidos por diffcrenles
personagens.
justo c misericordioso. Eu bem vos dira : 'iilimis-
ta A esperanca he o ultimo bem que desappare-
ce ; se ns bens desta mundo s i caducos, os do eo
so sempre cerlos. Por isso a Divina Maseslade fez
da esperanra uina viriu le, e presrreveu s cralo-
ras que a conservassem sempre no coracao para im-
pedi-lo de desfaleccr. O confio que desfallece,
me.i- iililao-, nao be fiel chrislao.
O'cari.tade! accrescenlava o bom frade, mel-
le fiequenlemenle a peana na m > poderosa que pu-
de agraciar. V. se nao for em consideraran do colpa-
do, seja por pielade para com urna familia iimo-
neiras e da lingoagem desses bomens, qoe saogeral-
menlc tratados de rsticos, os enternecer,]. Porque
esses semblantes Irigueiros e altivos, estas mus ral-
Icjadat pelo manejo do sabr, nao impedem os cora-
Ces de serem sensiveis e generosos muilo mais vezes
do que os corac.cs das pessoas elegantes de um e ou-
lro seculo, que commovem-se e cnlernecem-se por
conversajo.
Altos personsgens linham-se associadn a esse mo-
vimenlo de -> ipatliia ; tinham endorerado nma sup-
plica a rainba, tinham appellado para 'aquelle cora-
Co generoto, que achnu palavras para perdoar ao
regicida no momento em que acabava de ferir. Es-
tas palavras de clemencia, quo sao o direito divino
dos rcis nunca taran pedidas em vo raiuha da
llespanha.
Elle es! livre, vlri aqui f pergunlou a mi
quando alguma Iranquillidado succedeu a primeira
emofao.
Se dependesse da rainha elle viria... Meus ami-
gos, viva a rainha disse o carabineiro.
Ilemdila seja a rainha exclaniaram lodos com
gratido enthusiastica.
Se dependesse da rainha elle viria, toruou o
carabineiro ; mas a rainha so pode agraciar d mor-
a ; vem depois a pena inferior, o presidio.
O presidio'.' exclamou a pulir mal.
Sim, senhora, respondeu o carabineiro, e assim
deve ser. Quem faz o mal deve paga-lo.
Porm se Thomaz perdooulne, esse charo an-
o que morreo como Abel ?
I II* nina circuinstanria om seu favor ; mas nao,
que Dos be ssd nao basta.
Agora urna palavra sobre a queslo liespauhola.
Se anda se podetie duvidar que o governo francez
lem ids de intervir nos nrgocioi de lietpanha, nao
poderia haver a menor duvida a este respeito ven-
do a persistencia com quo ha dias as folhas semi-of-
liliaes fraocezas, e principalmente das que foram as
piuncir, a reclamar a intervenido, mas que grilam
conlra semelhanle idea dn governo francez. Eslas
folhas araaran, muilo e dersm minio cuidado aos
uruaes iuglezes, principalmente ao jornal de lord
Palmerslon.
F'oi por lano o governo francez quem deu ordem
para combaler esta triste nupressAo.
Aleiu disto todos sabm que o homem do gover-
no francez |wra esla intervenras be o general Mt-
vaez.
He esle o motivo, porque as folhas simi-ofliciaes
patalearan por ordem superior urna reclificarao aos
arligos doi jornaes hespanhoes, a proposito da pre-
senra do geneial Narvaez na grande revisla que se
celebrou em Paris no t"1 de abril.
Os jornaes tinham dito que o general Narvaez li-
nha sido convidado directamente pelo imperador.
A noto dirigida aos jornaes Trnceles declara pe-
lo contrario, que foi o mesmo Narvaez quera tolici-
tou esla honra, e que o convite Ihe foi dirigido por
Via do general Prim.
Nao Ihe tai mandado cavallo algum das Tulhe-
rias.
Mas part que sao talasestss precauroes a propo-
sitado marechal Narvaez, se nao servem para disi-
mular os prnjecto do governo
Continua a fallar-se na substiluic.io de Mr. Tur-
gul, o qual, he muilo protegido pelo doque d'EI-
ba, o como se eabe,|tai seu padriuho no negocio
Soul.
Em quanlo a queslo italirna e a hespanhola se
nao Iransformam em faclos n.Hilares, falla-se em
una ctpedirao menos consideravel. Falla-se em
Madagascar e em S. Domiugos.
A litdepriideiice llelge tambem fallava honlem no
Prata.
Eu, por nolicias que leiiho ds fonles aullicnlicas,
creiu poder allirmar-vns que a expedirn he para
Paran.
Deve ser dirigida conlra o Paraguay, que (ralou
mal os Boatos emigrados, e sendo necessario, conlra
o Brasil, pelo lado oriental, para que fique segura a
livre n.ivegarao do Paran.
A expediro constara de 15,000 llamen- e 'JO ca-
ilioneiras.
Esl decidido que Mr. de Morny he o personagem
cscolhido para renovar as relame- diplomticas enlre
a Franca e a Kus.ia, e para representar a Franca na
1 coroario du imperador Alexsndre.
Dorante esta embalsada far o principe Napoleao
urna viagem ao norlc da laslalcrra, a Escossia, ai
i Irlanda e ao sol da Noruega ; viagem que ser mo-
tivada por um pretexto qualquer, mas destinada a
distare presencaido mais prximo prenle da im-
pcralri. dos Francotes na ceremonia da curoarao do
imperador da Rnssia, na qual, como ji vos diste, os
ouiros soberanos se latera .representar pelos seos
-'* previmos prenles.
O principe Napoleao leva com sigo os seus amigos
demcratas, Mr' Uixio, Barllielemy, S. IItaire, a
talvez Mr. Emilia irardiu.
O Sr. conde de Mornv vai oslenlar grande luxo
ua embaxada.
I.eva cavallos c equipagens esplendida!, ludo en-
commendado evpressamenle para a sua misso.
ri priineirameiile a S. Pelersburgo cm om barro
a vapor, c de la a Moscovv pelos camiulios de feno
russos.
A sua mitsft lio longa, lodavia nao he substilui-
do na presidencia do corpo leislalivo. A instancia'
do imperador promclleu nao se iulroineltei em ne-
gocios induslriacs. Assim para por a coberlo ot in-
leresses dos sens numerosos amigos, diz-se que vai
lazer urna taso da grande central de que he pre-
sidente, com as Iinhas do meio da de l.von e do
Mediterrneo ; alem dista sera concedida a esla ulli-
ma companhia una linha completa do Puy a Mar-
seiba.
Em Paris vamos andar de fesla em tasla, e muilo
dillicil de contentar sera' o publico, se nao licar sa-
lisfeilo com o programma.
O baplismo, a coroacao, e finalmente a entrada
triomphanle do exercido da Crimea.
Tajnbem se diz que o baplismo religioso ha de ser
precedido de um baplismo popular, o qual hade dar
lugar a ama brilhanle funceao.
Parece que a commisso de subscriprao para o
principo imperial prepara urna inanife-taeo bri-
Ihanle ; deve ir at Tulherits spresentar ao impera
dor o producto da sul.sc ipeo.
Todos os subscriptores sero convidados a ir ate a
praca Carroussd.
As grades do paleo das Tulherias eslarao abenas,
e o imperador depois de ler recebido a bomeuagem
dos commissarios apparecer, com a imperalriz s ja-
nella do paviib.i) do relogio, e spreseular em seus
bracos o menino ao povo.
Mandei dizer-vos que a sentenca do tribunal de
Catsacao, commenlada polo discurso do cunde de
Monlalemberl, linha produzido deploravel impres-
sao no publico e mesmo no mundo poltico ollieial. O
overno 'conhece a necessidade de combaler esla
irapresso, c de reslabeleccr ao menos no papel l
verdade do suffrago universal.
He esle o motivo porquero Monilcur publicou bou
A mu poi-ie a c'-.oiar aniargainenle.
Melchiora, nao oflendas a Dos, dssc-lhe o lio
Mateo, rujo corpa corvou-te novameiile, e cuja ca-
bera rerabio sobre o peilo.
Iji o jaleara livre tornen a mai Mineando.
Para que einhalar-lr rom Isesesperaocat, mu-
lher.' O crime qu ello commelteu be dos mais gra-
ves, i|e>o ser castigado, rephcou o digno velho.
E para onde vai elle, senbor Canuta'.' pergun-
lou a pobre mi.
I'ara as ilhas Maraunas.
Par quanlo lempo'.'
Nao se sabe, rpspomleo o rarabineiro, o qnal
rente de ua falla.
O extraordinario arontecinpulo havido no sein do I Iipiii sabia que pra por'Inda a vida,
enntelho ilp guerra etdtara vivanipnle a Cnrioaidade '. O pobre lio Maleo atsim o entender,
c o inleresse publico, mas roiniiinvpia sobreludo sos Entretanto Dolores chamara a Eslean junio de
ollici.ies, que linliam as-islido a essa seena de honra MU leilo, e dizia-tbe
e de amor Iratarnal. A nobre smpl rdade das na-1 EetoVIO, vista que, graras a misericordia divi-
na e humana, Lorenzo conserva a vida, llcam Hul-
las aspromessasque lizemos. Emquanlo Lorenzo vi-
ver no sere muiher de outrem.
Pento da mesma maneira, Dolores, responden
Eslevan ; amo-te tanta quanlo a minha irroa Ca-
Ibarina ; mas sempre cnnsiderei-le como mulher de
Lorenzo. Casar-nos oslando elle vivo seria urna ver-
gonha e urna macula. Picaras comnosco, Dolores ;
lenho bons bracos, e posso sustenlar urna irroa.
Ora, sou duas vezes (eu irmo, urna vez por Loren-
zo, oulra por Thomaz.
Dolores tornou a chorar.
Oove-me, dissc-lhe. frei Nolasco qaaudo Esle-
van sabio. Rosita cncarregou-me de dizer-le que nao
vem ver-lo poique nao quer entrar nesla casa, nem
ver a nenhum prenle de Lorenzo. Demonslrei-lhe
que nbrava mal ; porem nada pode mudar sua re-
soluc.io, ao menos por ora. Encarregou-me tambem
de dizer-le que, emquanlo vivaste, uao poderiaa es-
lar em nutra parlo seno junio della.
Rosita bem como Dolores pastara da infancia i ju-
venlude pelas lagrimas ; a cor de rosa (ao fresca e
to risonlia, que adornava-lhe os dias, fugira-lhe pa-
ra sempre do semillante. Sua alegra desapparecra
como una luz ao sopro do tufo ; ella nao allraliia
mais a .ili-inj.i-.- de frei Nolasco para o retrato do
lio, nem suslenlava mais vivas putemicascoma mai.
Ficou seria, frequeutou as igrejat, oceupou-se com
os cuidados domsticos, e sobreludo com os pobres.
No anniv er-.u i i de 5 de selembro, dia de lgubre
memoria, v-se no conveli, a borda do mar, um
sacerdote velho, que diz lentamente urna missa de
:elun: i. Duas mnlheres, duas amigas eslrcilamenle
unidas vem oovi-la : una he joven, bem vestida c
grave ; sua saude nao soflreu ; ella parece dedicada
a uina existencia seria c ulil. A nutra be lambeui
moca, vestida de lucio, pallla, cnima^recida e ex-
tenuada ; parece camiuliai fiara o Ir......de urna vi-
da de suflrimenlo e de provares. A primeira he
Rosa, a segunda Dolores.
lloando ellas pastara lodos dizein rom cvpretrao
de viva sympallna :
Qoe mu l inca operou-se em llosa, a filha de
liona llraulia ella (ornou-se urna mulher sisada, ro*
nm agrada a Dens !
E arcrescentam com emncao :
Dolores, anilla de lia Thomatia, vai depere-
rendo romo a la quando declina ; apenas tesla-lhe
rosto para pertigoar-se. iem o rorarao morlo no
peilo coitada, naseen para soilrer'
FIM.
MUTIOm^xT
ILEGIVEL


DIIRIQE O PERMffiBUCO Q^TA FfW 18 DE JUNh E 1856
| rer o risco ile ulr miquillo que elle quera evitar,
lisio he. ser accionado |ior parle ih fazenda provin-
[cial. porque nao bailando lid documento, a lliesou-
i rana mandar as coalas para juizo, r ah o devo-
Esla circular recorda em termos fomines que a lei 1 ,|or Hbe que lera de pagar cu-las o imilla, iMlm lie
permille a publicarlo das proflsaOes ile le eleilnraes ; de sen proprio intercale nao deixar de ir a Ihi-suu-
te in mu.i circular do ministro do inlerT, a qua| ]
pode ser considerada como una verdadeira Milita a'
senlenea do tribunal de Cassar.lo.
e as distribuiees dos bullelins.;e para lato nada mais
lie preciso do que urna aulorisarao das piefeilos.
Mas a aulorisacAo dos prefeilos, segundo a circu-
lar, so lie necesiaiia para oscandidalos que appare-
cem in) e.rlremis sem lerem sido annunciados, e
anda assiin, diz o ministro, os atoa de prohibidlo
devem ser excepcionae, o molivados pelo periso de
un escndalo mi desorden) publica, e nunca podem
ser um favor indirecto em proveito de una candida-
tura perferida. Sera' porem obiervada esta circolar
nos oossos campos '.' Tanto como at aqu. Como
porem o nosso publico ae contena com bellas pala-
vras, a circular .icalmou certas apprehensfies.
0 govemo, porem, mo se limiten a esta simple,
circular para dar satisfacilo a' opiniao publica.
1 'na acia inserta no Monitcur no mesmo da, em
que appareceu a circular, declara que para interesse
das cla-.se- operaras ia o imperador lenlar algumas
cuiprozas.
S. M. vai comprar a' cusa do seu bolsinlio 18.000
metros de terreno situado ao pe de Madras, para
ronslruir bairros obreiros, os quaes a' medida que se
l'orem acabando tarto vendidos em bata publica.
Ja se fircram sem successo suaes experiencias, e o
oslado emnregou nellas un credilo de 10 milhoes ;
lalve o imperador teja mais Mt,
O Journal des Delial< applaudindo o pemmenlo
que inspirou o projecto, deplora fallar-llie a inicia-
tiva da industria privada, a qual julga de extrema
necessidade as emprezas de que s deviam encarre-
gar-se a indu-taia ou o e ''A .Yrtciio. i
AMERICA.
I.eroos na Vrtssc de Pars de 22 do pasiado.
Apenas a aoarchia se vi- vencida ni qualquer
ponto do Mlico vai logo acodadamente erguer o
culo em oulro.l'ucbla acaba de capilolar; e na
Baixa-Csliforni.i, mandou o general Klancarle em-
bargar os navios para com elles auxiliar urna nova
lula combinada enlre os generaos Alvarez, e San-
ta-Anua ; e o seneral Vidanr encorpora, por um
decrelo seu, a provincia de Coaliuila a de Nova-
lanas.
i> Oue pode fazer, no ineio de lana desorden), o
geueral Conionorl, que leudo predominio no sena-
do c no povo, conla, era seu desfavor, com a cias-
te rica e aristocrtica t Nao querendo elle recorrer
as providencias e decretos do seu antecessor con-
tra o clero, prnsegue corajosamente pela via das re-
Cormas. Lograr elle o seu intento? He a per-
guula que mutuamente l'.izem os partidarios das
ideas hberaes. Falla-1 lie o prestigio, e o que be
anda peior, o dinbeiro.A banca-rola ergoe-se-
llie na fente, com lodos os per'gos da mpopulan -
dade geral.
O exercito he commandado pelo general Ghi-
lard, pessua de inlera ronlianra. He om italiano
de grande intelligencia, c de reconhecida probi-
dade, qualidades eslas mu raras em trra de revo-
lucoes.
h Corre o hualo de que os governos de Franca
c Inglaterra vilo intervir nos negocios da Ame-
rica central, e qu a ministros destas duas po-
tencias, residentes em Washington, literam aaber
a mr. Mares, que qoalqoer tenlaliva de Walkcr
contra Costa-Rica, seria reprimida pela tlolilha al-
liada.
" As noticias de iiavena nao referem aso al-
gum impurlanle. a nao ser o naufragio de una em-
barcarn qne se destinara aquelle porlo, Iranspor-
lando 580 chinas. A quarla parle desla infeliz gen-
te linha ja fallecido na viagem, e o resto pode
salvar-sc na costa.Ser melhnr a sorle que os es-
pera ? u
Diario do Corerno de Lisboa.
rana.
Mas. diz aimla o nobre depulado. so o eoMolado
Ihe da quitarlo, com i qual anle o joizo. ou no car-
lorio poda dar-te-Ihe baixa, nilo precisa ir a Ihe-
souraria.
E quein dieta ao nulirt depnlado, qoe o consula-
do di ateripto daquollcs, que valein em joizo, que
valem no cerlorio '.' D-se-lhe um papel qualquer
demaneira lal, que o devedor por seu proprio inle-
resse va a tliesuuraria.
O Sr. Jos' Pedro :Alem de ser isso urna inno-
varan, tein de aoginenlar o traballio da repartirlo.
O Sr. Abilio:Por e-le modo se responde a ludo;
o nobre deputado su impugna esse men alvedrio pe-
lo principio de ser lonovtfla, mas a telo responde-
rei, que por islu lito soroeule nao pode ser elle re-
cusado, porque ha innovacijes boas, e que compre
adopta-las.
O Sr. Jos Veilro :Mas quera lia de fazer isto ?
eeniacrm del '4 por rento, quandojdeve ser meio por
cenlo.
O Sr. Souza Canailio declara tambera, que he
ette um des arlisus, que den causa is restrales
com que aaaignou o projeclo de lei do orcamenlo,
ra alsum.s considera^es contra o mesmo artigo e
termina votando contra elle.
II Sr. Jos l'eilro explica o sentido do rtico, e
responde as observaca.es, apreeentadaa em tentido
contrario pelo mador, que o precedeo.
Vao a mesa e sao apoiadas as seguales emen-
das.
Substitutivo.
Os empresarios da Ihesouraria provincial nilo per
cebcio porrenlagem alguma pelo examc das con-
tal das loteras da provincia.S. R.Abilio lava-
res.
Em lucar de elevada a )g por cento, diga-sese-
r de S por cenlo.Luiz FHippe.
O Sr. Abilio :Sr. presidente, he de juslira o
conceder se, qne os empregados da Ihesourana, alm
de seus ordenados lenl.a i urna gralificac.au pelo ex-
ercicio. que tenho mesmo una porcentasem me-
dica pela arrecadacao de receita publica ; mas por-
rent.imiM pelas eoutat que devem lomar aos diver-
O Sr. Amito :Fica a cargo do uobre deputado, os exactores da fazenda fora das horas do expdien
como inspector, que he muilo previdenle e zeloso,, le, porrcntaitem pela lomada de conlai ao thesou-
indicar quaes os empregados e o meio pratico. reiro das lolcrias, operadlo a mais simples, a mais
OSr. Jos Pedro :Pois nao. material que he possivel', lio o queme nao parece
O sr. .-/hilm :1'ac.a-o lo modo porque entender justo,
mais convenieute, urna vez quo nao seja do modo Sr. presidente, considero extraordinaria a medida
porque se dao e redigan M quitares... tendente a fazer com que o empresado publico.qoe
O Sr. Jos l'edra :igo-lhe, que nao pode ler ja tem seu ordenado, possa ser iicgligenle us horas
5?r'- -i do expediente de su reparlicao por cujo Irab.llio he
O Sr. .loilio :Sen.1o fosse a ma vonlade que o pago, com o firme proposito de aglomerar serviro a-
uobre deputado consagra a idea de encontr, creio lraado e fazer juis asidm a creajao do qne se cha-
qu echara n rio de realiaar a miaba id>. i ma commiao.
( .sr. Jo.-c' redro:O nobre depotado que I O Sr. Jos Pedro .Para que faz lats impula-
achou a potlibilidade, mo.tre como lia de ser. ee- .'
Sr. .foili:Eu na.i sei os lermos das quila-I O Sr. ..ilio :_,\ao faro impulacoes. f-lla em
cues, mas mppoaha que diraoval este a quantia de lliesc, mas admita o nobre' depulado que quero fa-
tanlo, que pacou Pedro, pelo imposto lal, relativo zcr iuiputacocs, parece-me que as posto fazer sob a
ao anuo liuanceiro lal.Isto he quilaeao que isen-; respuusabilidade >le membru da assembl provin-
la ilguem do imposto; ora, aquilloque en nao cha- cial.
raare quilaco. mas recibo, escripto, caocao, ou Sr. presidente, acho que pode na adop;io de tal
como o noble depolade quizer chamar, dir :Val; medida, haver grandes aboso que rumpre evilar-
esle a quantia de lano, cui dinbeiro, e laulo dos do- moa, alim de que o empregado de proposito, nao se-
comenlus cncoiilrados, c que s poder ler o devido ja omisso as horas do espediente, fallu em geral,
elleilo depois que for a lhe>ouraria asaignar o livro para que no Om de cerlo lempo, o inspeclor da Ihe-
competeute pela parle. souraiia possa dizer-nos; o Irahallin esl i accuninla-
Ura, aqui etta nm papel, que nao pode ter torca do, lie preciso p-le em da, e vos, Srs. da
de quiiaro, a vi-la da clautnll final. assemblea pronncul, dai nina providencia: e etta
O Sr. Jote' Pedro :(jual seta' a parle que ro- n;lo pode ser oulra sen"m a noineacao de urna com-
eaba ama quilaeao por esta maneara i missao para tal fim ; islo lio um abuso, que compre
O Sr. .ibilio :E porque 1 obviar ; he necesaario
O Sr. Jos Pedro :Porque etla' quite com a fa
tanda.
orcamentn lendenles a reformar a Ihesouraria pro-
vincial, que leudo lambeni sido creada com um re-
galamenlo pelo qual sedeve reger, eiilietouto todos
o. anuos lera ette reuolamenlo sido aqui mutilado,
lodos es annos tem elle sido aqoi assassinado na lei
do orcamenlo.
.Nao ha anuo em que scn.lo facam exigencias, em
que seiiao proponha una idea uova, em que seuao
proponha moa reforma ne-se regolamenlo.
/ i Sr.Dfputttdo : lie signal que algaida coli-
sa se esseiile de mu.
O Si". Meira llenni/iies :Isto prova que o re-
'-ulamenio he dc-IViluo-o c muilo; e se assim he fa-
{a-te nmareforma radical, ma nao ealejams to-
dos os annos talando inovnres, lomando providen-
cias desla ordem, eslabelecendo disposi^es novas
de encontr as que e achara eslabeleridas uo mes-
mo regulamenlo.
Eu Icnho sempre me pronunciado contra laes
coinmisses desde que livo a honra de tomar asien-
to nesla casa; teuho volado contra todas as commis-
tes e muilo embirrei al com una coramissilo clu-
oulubro ile HS! ; mas lamliem julga, que nao de-
ve a .issctubla lomar a medida requerida, visto que
o regulamenlo do anno passado marca os meios de
se loriiarein tfleetivaa laet aralificaQes.Sala dai
coinmis-es |: de junha da |S",ii._SilvinoCavalci.u-
li ile Albuquerque. I.. A. de Meira lleuriques.
(i Sr. llanos puucos das, fallando a rr-peito do projeclo que crea
uuia collecloria central, en fui torrado, nao sei se
por aleiiem. se por mim proprio a fazer una decla-
rac^io n' casa contra o collerior de [gaarass, mas li.
quei depois dbmi um pouco conlrariado coraifio mes-
mo ; nao conllevo o homem, o incl i que conliecei-
se, he sempre desagradavel fazer-se una aecusacau
dcslas por mai jaita que seja : embora, a juslija faz
desapparerer lodo o coiislrangimento, honlem reli-
rei-mc cedo da esa, souhe que veio a' baila o
collecler de fgaaratt, e i|ue o meu amigo llr. S|l-
vino, leudo do fallar sobre essa denuncia, sobre s-
sa minha proposito, elle a lachou de falsa, di/.endo
que, pelo couirario, talvcz livesse Iwas razes para
me suppur minos hem informado, porque elle Si-
mada dainlfga manqueira, como vem qualifi-| lava convencido da probidarfe c lio'nradeYdesse col-
eada no relatono do Sr. inspector da Ihesouraria. leclor, e eslava cerlo que elle nao era prevarici-
<) Sr. Josu Vcclio : Eu nao qualifiquei comoidor...
acabar por moa ve/, com
seinelianlc abuso, nao Ihesc dar entro nome. e que
nao continu a vigorar entre nos o principio de que
O Se. .Ibilio : S esta' qnile, quero tem quila- par haver qualquer excesso de Irabalho, sa d urna
ASSEMBLEA LEGISLATIVA FRQ
VLMCIAI..
Sessao'ordinaria em i I de junlio de 1S56.
I'retideneiii do Sr. turno de Ctwiara<;ibe.
Concluso.
O Sr. A''i/m :Sr. presidente, confesso que fui
lemcrario em entrar em dscussio cen o nobre ins-
pector da Ibetoararia, prnctpalmeole na parle do
urcamenlo, cojas arlisos >3o ue creacao meramenle ee nobre depuladoafll
mi.i, visto que, alenlos os seus incoinmolos de san- der d
de, elle nao pode ser provocado a fallar ; mas por
o'jtro lado, eu nao me posso loutar inleiramente
em suas palavras, e a-silll forca lie conliuimr. Sln-
lo muilo ser cauta de que o nobre depulado, que
se aclu doeute, se fatigue fallando, mas no desem-
penlio de meas deveres, a neceatidade de esclare-
rimenlos para dar o meu vol, junio a curte/.i de
nnnha intelligencia a iota me obngam, pelo que
peco desculpa ao honrado meiiibro.
Anda fui temerario, Sr. presidente, em chamar
eonlra mim um adversario da ordem do nobre de-
putado, que, lomanito a palavra avcoliiiou propo-
iri...-. eslabeleceu principios, e hrou collorarios das
los que regem as ufiera^es da Ihesooraria, que sao
para mira um labvrinibo, no qual nao posio acum-
paidia-lo ; eni primeiro logar, porque elle fui por
de ni.u- succiuio, eem segundo, porque nao lenlio
onlieciineiilo- linauceiros acerca de reparlices des-
la ordem ; mas comludo nenhum dos argumentos
apresenladns pelo nobre deputado, do modo porque
por mim fram compreheudidos, me fazem demo-
ver um pasta do terreno em que lia pouco me scha-
va enllocad' .
I) nrbre depulado diate, insislindo em ama rir-
rumslancia totalmente eslranha, que o procurador
fiscal nao quir cilar a iei no negocio de Figueiroa,
e nao contente com a explicarlo que Ihe dei, de
qne o fiscal nao era islo obrigado, por isso cum-
pre-me, Sr. presidente, que mesmo nesle campo
cu acompauhe o nobre depulado par paitu.
O fiscal n.io apoutou a lei, porque disto eslava
dispensado ale pelo regulamenlo da tliesooraria,
confeccionado pelo nobre deputado, onde se diz qoe
o fiscal lie o nico responsavel pelos pareceres em
materia de direilo. e de harmona com essa disposi-
rao alem de outrua, o fiscal lulo cilou a lei, porque
nao tulla esa obrigac.au ; tanlo nao poda o uobre
depulado emprestar ao fiscal iutenees menos to-
licilas ou caprichosas, por estar elle no sen di-
reilo.
t Sr. Jos' Paira:Para que e cislellus ; eo nao fiz arcusacao nenliama.
O Sr. /iMU'o :Sr. '.presidente, o nobre depulado
parece entender, que as disposifes geraes, as ins-
Irocroei qoe acaliei de ler a casa, nao fazem par-
te da legislatau, que regala a thesoorarsa provin-
cial...
O Sr. Jos Vcdro :Qnem disse isto ?
O Sr. .fintu :Assim, devo repetir, essas insli-
Irocres [t,lu leaisluan provincial por forca da lei
de 185-2.
Entrando na quetlSo principal, sSr. presidente,
vejo que nm dos argumentos mais valiosos que o
nobre deputado a meu ver tpreeeutou em opposicao
a minha upiniao com referencia ao art. 44 do or-
camenlo, foi de que eu quera cooverler urna repar-
iir.i" de anec.i'iar.iu em reparli^ao de pagamento ;
qne eu quena converler o consulado, que lem por
lim receber impostos, em paaadoria. Se bem que o
nobre deputado acoberle soa opinio debaixo da
palavra quilaeao a c como quer que esla s pos-
sa dar Ihesouraria, e nao o consulado, eu direi,
que qoando fallei em quilaeao, quiz dizer recibo,
documento, ou entra cousa que em direito roelhor
nome possa ler, significando escripto que aecusa pa-
gamento.
Ora, eo creio, qu o consolado recebendo os do-
cumentos d.'i urna parte por ordem da Ihesouraria,
como dinbeiro, e dando um cscriplo qualquer, que
deixo ao nobre depulado o denomina-lo como Ihe
aprouvrr, nao se constilue de maneira alguma re-
particau pagadora, porque o consulado hoje na ar-
reradae.i'i da decima urbana e oulros impostes d
eonheriinenlns em doplicala, por urna exigencia do
procurador fiscal, que por sua vez da quilaeao a
parle.
O Sr. Jos" Pedro d um aparte.
O Sr. A'\o \Digo eu, que o consolado bem
pode receber das parles qualquer documento com-
probatorio da sua divida, por ordem da Ihesoura-
na. romo e fose dinbeiro, e dar um papel qual
qmer, a exemplo do qoe d aos contnbuinles que
vo pa^ar a derima urbana, o qual pipel nao possa
ler vigor em juizo, para que fique o portador ua
dependencia de ir a Ihesouraria assignar o livro
competente eis porlaulo o remedie para o grande
cao, e eu Icnho repelido : nao se d quilac.au
O Sr. Jos Veiro :yuer que se eslabeleca urna
anomala, um absurdo, que.nao pode ler lugar.
O Sr. ./Mlio :Azora ja o nobre depulado ad-
mille o meio, e s o chama anomala, absurdo e nao
sei que mais : porem eu chamare!, quando muilo.
innovacAo. porque por ora eslou apresenlandu o meio
pralico, vislo que o nobre depulado me forrou a is-
lo, ate a dizer a formula do cunhecimenio para sal-
var os seus escrpulos, nao hequilac.o, he um pa-
pel, que btm longe diato obriga a parle a ir
Ihesouraria astignar o livro para receber a quilaeao,
e pur esta forma desapparece o inconveniente,
desapparere ocavallo de batalha de que se servio o
nobre depulado para cunbater-me, e a mea ver
aprsenle! o mudo de realisar o meu peusamento,
respondendo por e-lo mudu ao nico argumento,
que me parece o nobre depulado apresenlou, e que
mais puderia pesar no animo da casa, porque ludo
o mais que disse a islo se refereiunovacao irapos-
sivel pralicamenle faltando.
O Sr. Jote* Perfro :Apresentei mudos inconve-
nientes.
OSr. Afti/io :Eu ja di'sc ao nobre depulado,
que nao recaer peante a innovaran, que ato re-
coava, se laulo fosse preciso, perante a necessida-
de de refmma de um ou oolro arliao do rrsulamen-
lo da llicsouraria, ama vez que se elle oppoulia a
este meio de lao reconhecida inip'dlaucia a esses en-
conlrns Ulo vanlajosos ; pralica que esla' seguida
em todas as llie-ourarias, lefiUlda em toda parle,
porque, Sr. pre-idenle, n.lo se pode d-r maior ano-
mala, direi por minha vez, que obligar urna parle
a pagar 100? por exemplo, qiun.lo se Ib- lleve
:2005. sendo a mais fcil das operaces, a fazee se
o eiironiro devido, o que he teguillo em todas as
casas commarclaet, e esti.c
se delta de fazer (aes aperar,
O Sr. Josa' Pedro da' um aparte.
O Sr. /uit.'o :O nobre depulado recua ante
urna innovara*., mas, se pelas leii actnaas lie que se
dao .ni'mal: i-, -e o reaulameiilo actual lie que pro-
duz esses obstculo*, reforinemo-lo no senlio d
se rao \ioleiilar um ci ladao em nome da fazenda.
em nome do fisco j.i lio odiado, parece-me de
razao.
o .Sr. Jo.-c' Pedro :Eslabelecendo ama con-
fusa o.
O Sr. Abilio :Sr. presidente, o nobre denotado
lerou seo tosejo, ou por oulra levon a toa anli-
palhia ao pon,, .le confundir irahslhus de expedieo-
le com liipusices do reiultmento, e disse, que pi-
ra fazer um ntlicio, por exemplo nese sentido, era
precito que o reiiiilamenlo o mandaste...
(l Sr. Jo-e' Pedro :Nao diste i-lu.
(I Sr. .loitiu :Eu at dei nessa oceasino un
aparte, ilizendo que islo'era materia de expediente,
non, que si poderla proce-
r de lal sorle se o regulamenlo o mandaste,
O .Sr. Jos'IVdro :llisse que e-r-a dts
ia allcrar ore-iilamcnto.
t) Sr. Aotlio :Porlaulo, julga demonstrada a
ra?lo por que nilo recuo anle a coiisiderac^o de re-
formar o regalamento, por que acho que a idea be
recemmeodavel, he ulular cmsi masmn, nao se de-
vendo conluudir enlrelaulo maleria de expediente
cen mafeni propria de regulamenlus.
t) Sr. /ote l'ero da um aparle.
O Sr. Abilio :Sr. presidente, o nobre depula-
do tambcni fez consideracoes a casa no iniuilo de
provar, que os eneonlms Iraziam o grande inconve-
niente ele repelir-'C essas operaecs as culleclo-
rlas. Primeiro qoe ludo, nu ha raigo para se de-
terminar que taes operaces leuhao luaar somenie
na lliesi.ui que a primeira ds imposibilidades das colleclorias.
lie nao tirar dinbeiro em seus cofres para taes en-
conlros, vislo que o nobre depulado foi o primeiro
que derlaioo ha dias, que as colleclorias em geral,
dito urna lenda'iusignificante, sendo o nico impos-
to imprtame por ellas arrecadado o do sello de ho-
rnillas.
O Sr. Jo que na OSr. Abilio:Disse, qoe o nico imposto que
avuitava lias colleclorias, era o sello de herancs'.pur
que os oulros quasi nada davam comu receila da
Ihesouraria. ^
O Sr. lose Pedro iAlge'****cllecloriis.
OSr. AbitioiTNilo dissa todas, nas quasi (odas.
O Sr. Jo liosas.
O Sr. Abilio :E quanlas ha na proviucia '?
O Sr. Jos l'edto:9 ou 10.
O Sr. Abilio:Temos pois, qne snmeole .' oo (i
dao alumno cousa.e assim mesmo, nao lero diuhei
ro sullicienie em seos cofres para taliifazer encon-
Iros avulladoi, como de arremataran de estradas e
oulros; ma alem disiotuccede, que nao ha inconve-
niente nenhun em declarar, que os encontr, nao
se farao as cellerloriat, ale porque o nobre depu-
lado sabe, qoe taes operaeoes nao podem ter lagar
senao aule a Ihesouraria.
O Sr. Jos Pedro:De lorie que o beneficio be
t para os devedores da capital, e lodos os maii lieao
privados dellef vj
O Sr. Abilio :Sem duvida, visto como ha im-
possibilidade de que esm opera roes se praliquem as
colleclorias, e se o nobre depulado me mos-
trar que ha lal possibilidade estaremos de necordo,
mas nimia assim nao se legue que isto se d a reipei-
lo da Ihesouraria; he preciso que a casa saina que
s tele Mim, ha que o ndbre deputado se Umbruu
que o encontr! sao ama innovaran, pois que sem-
pre tem havido eneontros desde que ha thesoora-
rias.
O Sr. Jos Pedro :Aqoi nunca se fez encon-
tr.
gratificaban e empregados da mesma Ihesouraria, pa-
ra por em dii. esse expediente.
Pelo faci da defiaiidaca.i que se deu na anliga
Ihesouraria provincial, houve necessidade de fazer
una reforma cmplela em tuda essa repartidlo, e
para que se podessem lomar coutas, entilo era nn-
possivrl dar andamento ao expediente diario da re-
partirlo, e camiiiliar seos negocios, folheando-se si-
multneamente livro* e conlas abrazadas de uns pon-
eos de anuos, e verificar o alcance da exlincla Ihe-
souraria. Para occorrer a caso lao extraordinario
concedeii a assemblea a creadlo de urna commisso
especial, que podia ser composta de pessoat eslranhas
a Ihesouraria, masque foi coniposla do empregados
della, cuma mais habilitados, nessa especialidade.
Mais, sent.ue-, ha quanlos anuos, foi Humeada essa
enmmbjtiol >lla 10 annos, pouco maisou menos, e
ainda nao eslao concluidos seus trnbalhos; e segun-
do me ron.11, nma prorogarHo foi concedida para o
acaiamenlo e couclu lrelaulo os empreados a importancia de seu Iraba-
llio adianlado. .loqueo nubre deputado u Sr. ins-
peclor muilo legtimamente se oppoz, e nao obstan-
te foi ordenado o seu pasamento, c dispensados da
mulla em que incurreram ; mas emlim, ha quasi 10
anuos, dura essa commtseao das cenias da aotiga
toanoucira, comoaciba ile chamar-lhe o nobre de-
putadn.
Desde eniao.Sr. presidente, que com sorpreza mi-
una, tenha visto um tal meio para auamenlar orde-
nados em pralica ; e entiu a cada pasto se daocom-
mies para iroballiar fora das horas do expedienle
diario, pudendo isto como diste, dar causa a quo os
-;_...- ... uriiein omi--u> no cumprimento de
seus deveres, para que no fim de alsiim lempo se d
a liomeaeao de nma commis,,io ; tanto asiim que le-
s publica-, onde jamis inos ou :t cr.inmissdes. que dio empregado-, qoe
devem ler, seronda as forcas da provincia 1:0 ifTMKXI
eis ou r-ir-i.( i res de ordenada, 900 res 1:5009
ou 2:00U> reis Pode, be verdade, isso ser urna ne-
eetsidade em um caso especial, mas pode tambein
dar-'p propoa lo, pude haver ondulo calculada para
que se d essa satnenlo de trabalbo.e he por isso que
de mido alsum po*o convir, e sobre ludo no qoe
nao rnueorilo, he q^a pura tomada das cenias das
loteras, seja nects-ano ulna enmmissao especial, por-
que esse Irabalho he o mais simples possivel, he tao
-imples, qic he feiloqoasi sempre em :! dias, Iraba-
Ihando doos empregados 2 horas era cada um deilc-,
dan lo lo o este, empregados nina gratiflea{Io raen-
al de MI .i (IIISIIH) res, o que no lim do anno prefai
a soiiima da 400 uu G003000 reis, em prejuizo dos
cnucessionarios di* lolenet. e por Irabtllw, que po-|
da ser foilo 11.1. horas de expediente distribuido 1
i' milai iiieule lodo, us dias un esparo dos lili, qii',' o
llicsonreirn lem para dar contal.
Por I ola. e-la. razoes, enlendo que a emer la que
Uve a nonio de man.lar u mesa, est nos lermos de
mereeei a approvacSoda casa.
Encerrada a discusslo, heo arlso approvado como
a emenda do Sr. Luiz F'ilippe, sendo resellada a do
Sr. Abilio.
Eulr.i cm discasso o aitigo 48.
\ ao a meta alo apiadas as sesuinles emendas.
Suppiimo-se o arligu 18.Abilio lavares.
I ice:.do a prsenle dispusiijao em vigor al qne
presidente di provincia faca a reforma des rolleclo-
riss na conformidade do artigo 32.S. R. Silv.....
Cvales nlr.
OSr. ADi/ionppa-seao artigo.
OSr. Silciuo :Sr. presidente, tendo ido a mesa
urna emenda suppiessiva do rrtlgo em dilCasalo e
enlen leudo eu, que n artigo traz em sua execucao
vanlacena, eni quanio seinlo faz a reforma das col-
leclorias de confurmidtde com o disposlono artigo ;i-2
do projeclo de lei Jo orraineulo, julgo, que lulo devo
deixar que paste essa emenda sem fazer sobre ella
Isurna. rellexe.
rVilo scuilo possivel qne o presi.lenle da provincia
faca a reforma das colleclorias no mesmo dia em
que se livor de por cm execusio, a lei do orcamenlo
caria a tlio-ouraria provine!.I privada de um dos
recnrsns pelos quaes se faz effecliva a boa arrecada
cao dos impostos, que correm pelas colleclorias, se
acaso u arlisu futse supprimido, e como he preciso,
que facultemos a essa reparlirilo (i-cal lodosos iueio<,
porque a arreradacao e faca boa e inleira enlendo,
que, nao devenios deixar passar a emenda top-
pressiva.
OSr. Abilio :Senao impnrlar isto, a emenda lera
o voto do nobre deputadu ?
O Sr. Silciuo :tabe-me ainda, Sr. prrsidenle,
reclilicar agora urna proposito, que foi aiirada na
ca linha por fim reformar as colleclorias. ttis-e-se, 111-
dividaalisando-se, que ocolleclor da villa de Igna-
lass t iih.i prevaricado fazendo recolher a Ihe-uura-
ria una quanlia proveniente de um imposto, quan-
tia, que nao corresponda ao lolum d'esie Imposto...
O Sr. Sabino:Nao foi islo que se disse.
O .Sr. Abilio iObi ee se disse.
O Sr. Sabizio :Disse-se, que linha eise collaelor
recebido um imposto de legado, c que linha partici-
pado Ihesouraria u cunlrario ; fui isto o que se
disse.
O Sr. Jos' Pedro :Que linha recolhido ->t\MH\
re*, fin o qoe esse nobre depulado disse.
O Sr. Seino:Confesso, Sr. presidente, que to-
das a> vezes que vejo fazer-so una acrusacan a um
empie.- ido de qualquer ordem ou calhegoria, que
seja, tprcude-ine. e de-me essa accosacao porque
ou elle procede ou nao,no caso de proceder he signal
de que a reparlic-lo a que perlence eie empresado
nao lem camiuha.io por taes vias de regularidadc
quedeva nar cm resultado um Irabalho perfeito em
bem da provincia ; de-me pelo oulro lado, Sr. prc-
-: tente, porque qoando o empregado tem cumplido
exaela c risorosamente os seus deveres, nada inroni
(al.
O Sr. Meira lleuriques:Eu vi islo n'um rela-
lorio que assim denominava a lal ommissao; o real-
menle nSo se pode urgar que a lalcomiuissao era
da ntiga manqueira.0 que he eerlo, Sr. presi-
dente, he que esla comuiisao fui contratada, lindo
o praeo nao eoncluio os Irabalhos, fez novo coulralu
e pedio ,VI0? rs. adianlado, c agora acabo de ouvir
dizer que essa Comosistio tem de ser responsabilisa-
da.
O Sr. Jote Pedro : J foi absolvida.
O Sr. Meira llenriqutt: Minha consciencia
esta tranquilla, porque mo concorri para isso, sem-
pre me oppuz.
O Sr. Jos Pedro : Exccdeu o prazo do cn-
tralo.
O Sr. Meira lleuriques : Quando eo vi o con-
trato da committao exisindo dinheiru adianludo e
rompromellcndo-se a acabar a Irabalho em certo
lempn. previ los 1 que Imviamos de ser Iludidos.
O Sr. Jote X'edr) : Tevc urna mulla.
(' .Sr. Meira lleuriques : Mas qual mulla !
boje mulla quer dizer burla.
O Sr. Jesc Pedro: Duus mezes desconlou-se-
llies o ordeuido
OSr. Me; JUariques : Depois receberam
lupo. O que he cerlo lie que o cofre foi quera per-
deu. tira, o nnsmo se d a rcspeilo das colleclori-
as ; as colleclorias lem al boje sido regulada pelas
le- geraes ou por Icis especiaes conlida em regu-
lamenlo respectivo.
Em geral, Sr. presidente, os collcclores uSo cas-
sam de eoraraeller abusos, lomam-se rebeldes, nao
preslam em lempo as cenias, nao le esquecem de
quauto- prclexlos possam haver para se furlarem ao
cumpjimcntos de seus deveres, allegando motivos
de molestia, mollas veas liciicia] e que nao os pri-
vara de nutro- Irabalhos, mas nicamente de man-
darem o dinheiru a Ihesouraria.
Um colleclor para preslar cuntas nao precisa com-
parecer na Ihesouraria, pode mandar o dinbeiro
por intermedio de seus procuradores para ser reco-
lhido ao cofre, porque para oa Ihesouraria se pro-
reder ao exame necesario, uilo precisa que o col-
lector veulia ap. ntar as verbas, venha mostrar a
stin pliisionnraia ao tribunal; u que se quer he que o
dmheiro seja recolhido.
O Sr. Jos' Pedro d um aparle.
O Sr. Meira lleuriques : Se eu eslou dizendo
que a maior parle delles abusara, pelo que convem
que as le- sejam as mais restrictas possivel, porque
rea menle ha moilos extravos pelas colleclorias ;
mas enlrelaulo segundo eslou informado o nobre
deputado pretende ampliar o prazo concedido 00
colleclorcs.
',11a um aparte.}
Ao contrario a leis geraes hoje vsenles para com
as cullcctoras sao as mais restrictas, as mais severas
que he possivel ; estahelecendo al pena de pris.lo,
aulorissn.1i) o inspector para requerer a prisio de
san collecleres ele. ele, e como he que a Ihesou-
raria provincial quer ampliar o prazo, c por conie-
guinle facilitar o delexo, e aboso da parle do col-
leclore?
Por esla raz.1o pois me pronuncio cnica o artigo
tanto 1:,.1- quanlo acabo de ser informado nela ca-
sa qoe exisle um projeclo autorisando o goverun a
reformar as colleclorias.
I'm Sr. Depulado : Passuu 110 orramento.
O Sr. Meira lleuriques : He sempre na lei
do orcamenlo que pasean eilas colisas.
O Sr. t'raaciseu Joao : E aonde quera que
passissem ?
O Sr. Meira lleuriques : Era projecto especi-
al.
Mas urna vez que passou .1 aulorisacao, que ne-_ buco resilve:
O Sr. Silrino : Eu disse que o nobre deputado
eslava mal informado.
O Sr. Parro de X.aterda : Uein : vejo-int,
pois obrisado nao a denunciar esse homem, que n*o
eonli. en, mas a provar a proposic.lo por mim pre-
sentada, e nesle sentido faeo um requenmenlo, e
aproveilando a opporlunida'de, tenho a derlanr
ma a casa que alera desle fado qoe aprsenle!, sei
de oulros minios, que nao abonara o colleclor de
Iguarass, e quando liver de formar o meu llbel o
accusalorio, os apresenlarei...
I'm Sr. Depulado : Espera pelas uformacs
para isso '
0 Sr. II. de Lacerda : tic natural...
1 ni sr. Depulado : Enlo tem .que esperar pi-
ra o amiu.
O Sr. II. ile X.arerda : Melhor para elle, mas
preciso documentos para fun lamentar a minha ac-
cusacao ..
O Sr. Jos Pedro : O que he exacto he que
elle esla cura as toas conlas em dia.
OSr. B. de X.arerda : o que he exacto, he que
elle nao recolneu o dinheiro recebido.
O Sr. Jos Pedro : Essa collecloria esl reduzi-
da a cobrar o imputlo da meia sisa dos cscravos.
Um Sr. Depulado :_E o sello de heranc.as ?
O Sr. ./ose Pedro : Isso he muio eventual.
O Sr. H. de X.arerda : A lempu veremos isso,
e conheceremos o que lia de exacto neslas cousasl
Vai a' mesa c he apoiado a approvadu sem dba-
le o segnintc reqoerraenlii:
Keqoeiro qoe se pe;am a Ihesouraria provincial
por intermedio du presidente da provincia, as in-
formaees seguintes : 1., qual lem sido o reudimen-
lo aiinual da collecloria de Isuarass, especificando-I
do-se desde quando he encarregado della u a dual col-
leclor ; 2., a copia do ofiicio remellido pelo col-
leclor no mez de abril prximo passado, emque cla-
va conta do que receben no trimestre ultimo.Bar-
ros de I.acrrda.
O Sr. K. X'urtelia justificando o projeclo que offe-1
rece a consideraran da assemlda, diz qoe sobre
urna de suas parles no principio das sessOes desle to-
no linha elle apretenlado urna indicaco, acerca da
qual at hoje bao ha va dado parecer a illuslre com-
iniis9o a quem fura submitlida ; justifica sua opiniao
acerca do direito que lem as assemblas urovincites,
de legislarem sobre es Ierras concedidas pela lei de
1818, indepeudcnle da nova concessao ; descreve o
eslado actual desla cid.ide e da provincia em rela-
r.Vi aos vagabundos e condemnidos, dos orphaos e
desvalidos, as necessidades da agricultura e da indus-
tria e os Brandes malea que de lal eslado podero re-
sultar ; observa que, a idea de colonisar taes iniivi-
duos nao he una ehimera, e o demoDslr.i com a his-
toria de que a lal reipeilo lera havidoem alguns pai-
zes da Europa, especialmente na Hollanda ; moslra
a necessnlade e mili.lado das fazendas modellos e a
conveniencia da introducn da cultora e fabrico do
cerlos producios agrcolas ; faz ver a necessidade de
aulorisar-se a administrarse da provincia a realizar
laes ideas, e hem assim a cuusisnagAo de um crdito
de 100 eontos de nos, acerca do quesele n3o (er po-
dido a loptar o conselho de seu amigo o Sr. Jos Pe-
dro da Silva por jolgar que urna imposi;o nova
seria recebido com mais repognanciafdo que oem-
preslimo, que he de mais fcil e prompla reatieaeja
e menos oneroso que o imposto; termina dizendo
que est convencido de que o Sr. con-e Inoro presi-
denle da provincia, llusirada como he, |esforc;ar-se-
ha pela reaUtacgo de taes ideas, que Ihe oao silo es-
lranhas.
He lido a jolgado ohjecto de deliberacao c man-
dado imprimir o secuinle projeclo :
o A assemblea legitlaliva provincial de l'ernam-
sposicao
cessuiade temos de consignar nota dispoaleg alie-
raodu o regolamenlu ames que o soveruo apresen-
te a sua reforma '.'
Eu eslou cerlo que >e o governo julcar ursenle
esa reforma, hade faze-la comiedan presteza alim
de obviar os uicoiiveiiienles que a Ihesourana pro-
vincial lem encontrado, e deseja sanar com a pro-
videncia in 1 Icada no artigo a que me opponho.
o .Si. Tote Pedro tutlenta oartigo do projeclo
En' errad:, \ dltcussa he o artigo approvado com
a emenda do *'.r. Silvino.
Art. 19.
t> Sr. Abilio pe-le cxplicaccs a respeito do
artigo em disrussAo ; Islo he, se o artigo em discos-
sao tem por lim a rtrogaego do jrli^u ti. du regula-
menlo dos loteras,
I) .Sr. Jote Pedro sustenta o artiso, e d as expli-
ca enes pedidas.
O Sr. Mura llenquei: Sr. presidente, nao
poiso deixar de preslar o meu vol em favor do ar-
tigo, islo no iniere-e das loteras, no interesse de
Llodo que josam com as loteras, e no interesse do
o I proprio Ihesoureiro. Digo, no interesse do proprio
Ihesouiciro, porque sesundo sou informado, a Ihe-
souraria das lolcrias nao marcha regularmente. Pri-
meramente porque me consta, que os bilhetes sao
Art, I. O governo fiea autoritado para, enten-
dendo-se previamente com oa poderes serae-, fun-
dir e estabelerer nuil colonia nsricula na comarca
de Garanhoos destinada especialmente a cullura do
fumo.
Art, 1. Para realisacao desla medida lica auto-
risado a eonlrahir o eropreslimo da quaulia precisa.
Paco da assemblea legislativa provincial de
Peruambuco :l de malo de IKIIi. Antonio Epa-
mlUOOdaS de .Mello, o
OKDEM DO DIA.
Conliuua a segunda discusslo do orcamenlo pro-
vincial.
Arl. 50,
lie appruradi) sem dbale.
1.11 lia em discus-o o arl. 51.
O Sr. ouza Cnri'a\h'> declara ser esle um
dos nrligos que molivarain as relriccoes com que
assisnarn o projeclo.
O Sr. Meira lleuriques : Sr. presidente cu n.lo
posso deixar de ptooouciar-me eonlra o arligo, que
para mim he extraordinario. Tenho vislo augmen-
tar ordenados por meios indirectos como, eslabele-
cendo gralilicaces porcenlagens e emolumentos,
porem revosando dispusieres de leis e dando appli-
eaojle diversa a quota que ja esta' estabelecida em
o Arl. Fica o presidente da provincia autorisido,
a contratar o calcameulo e esuoto desta ctdade, com I
quem melhores condircOes nirerecer, mediante os
meios que para esla despeta eslabelece a lei 11. 350,
e urna despeza anual de dezeseis cotilos de res,
para completar o pasamento das ditas obras. A.
A. de Soma Carvalho.
o Arl. Fira o presidenle da provincia autorisadu
a fazer despeza precisa para mandar orjar os repa-
ros das capellas-nmr das matnzes de loJai as pro-
vincias. A. A. Souza Carvalho. Manoel de
Barros Wauderley Lint. Manoel Clemenlino.
o Art. Faca o presidente da provincia autorizado
a conceder a Jos da Maia a titulo de emprctimu a
quantia de cinco conlos de reis nos termos dos 3
segoniles :
11S 1. Esla concessao ser rsslisada em duas
pri-iaee- ; a primeira quando a machina de des-
carotar algudao esliver concluida, a poni de poder
aproraplar pelo menos duzenlas arrobas de algodjo
em rama em doze horas ; a segunda, quandu esli-
ver ella funecionando regularmente durante tres
mezes em algum de nossos serloes em qoe se culti-
va o algodlo.
8 1 A Ihesouraria sera' pa<;a da primeira presta-
dlo dentro em Ires annos, a partir du dia de sua
nv.1 isae.ui ; e da segunda, sera' paga dentro de dous
anuos, a partir do dia em que liver lido lusar.
o S :'- *> presidente da provincia eligir' as ga-
rantas que forem necessarias, e organisara' o rega-
lamento preciso para levar a elTeito o emprestimo
cima com |as condicoes estabelecida Ignacio
de Barros Brrelo.
Vai a mesa he approvado o seguidle requerimento
de .1 llmenlo :
Requeiro que seja adiado a arligo addillvo relati-
vo ao contrato da ilIuminac.o a azeite, al qoe se-
jam dadas informa^es a esla assemblea,as quaes op
portonameote serao pedidas; nao ficando adiado o
projeclo de orgameolo. S. R. B. de Ltcerda.
o Requeiro que lodos os addittivos, a'excepto do
que se refere aos ajustes o contratos que devem ler
felos enlre o governo e o Banco, sejam destacados
do oreaiueiilu e discusiio.S. R.Barros de La-
cerda.
O Sr. Metra llenriqucs faz algnmss considera-
Ces sobre a ordem, declarando ao mesmo lempo
que vota contra lodos s arligos addlivos.
JSr. S'Ju:a Carvalho justifica a aulorisacao que
propoz, para que a presidencia mande fazer os orea-
memos dos raparos de que necessilarem as capellat
mor de todas as malri/.es da aroviucia.
Kecouhece a necessidade de promover conjuncla-
meute as obras do c.deamenlo e do escolo dai ras
desla cidade, o qual nao pode alias ser emprehen-
dido sem liga cao com 09 planos de melhoramenlo do
porto. Discorre sobre a ellieacia dos meios que clle-
rece a le u. 330 para que varias ras sejam calca-
das, .luisa que esses meios e a quantia de Ib con-
los que a provincia dedica animalmente ao Calca-
mentu,podem servir de' nases para serem eoutraladas
por empreza essas obras, sem que ella precise de
imprudentemente eonlrahir para esle lim um em-
prestimo. Nesle sentido aprsenla urna emenda sous-
tiluliva, modificando um pouco a que foi olierecida
pelo Sr. Marques de Amorim.
Discute largamente e defende o artigo addilivo
relativamente ao arrcmalaute da Iluminarlo publi-
ca actual.
Por ultimo explica a idea qoe apresenlou com os
seus collegas da comroissao de ornamento sobre a re-
forma da Ihesouraria provincial relativamente a'
guarda das rendas da provincia. Dnueila a respeio
da medida condda no arligo addilivo, e fazendo va-
rias considerables com refeiencia aos interesses p-
blicos e aos iDteresses da caixa filial do Banco do
Brasil em Perhambuco, julga qoe nao ha incoove-
nenle em qoe o presidente da proviocia seja aato-
risado a experimentar essa dea.
O Sr. A. Cacalcanti combate especialmente os
arligos additivos com relacau aos emprestimos con-
cedidos a Antonio da Silva 1 ni.m.io e a Jos da
Mata.
Encerrada a discussao sao approvados os arligos
ad.lili vos ns. 1, 2, 3, 4, 6, 7 e 8, e resellado o de
n. 5, bem como o requerimento de adiameulo dos
Srs. Barros de Lacerda. Manoel Clemenlino e Mein
lleuriques, seudo retirado, a pedido de seu autor, o
do Sr. Barros de Lacerda.
O projeclo fui approvado em segunda discussao uo
fnrrn emendada.
Dada a hora
O Sr. Presidente designando a ordem do dia para
dia sesuinlc levanta a sessSo.
PICIM4 &WLSA.
I Hoje peranle o Sr. Dr. auditor de marioha le-
rao lugar os debates de defeza e aecusac^to aos pro-
nunciados no processo dos Africanos hucaes de Se-
rinhaem. Si" advogados os Sn. Drs. Fetoza, Jos
os Anjos, Alcoforado, e Rufino Correa. O promo-
ir ad hoc he o Sr. Dr. Candido Aulraii.
Do uspeclur de quarleirao que prendeu o ma-
doque deu na mul'ier ua ra da Alegra, recbe-
os urna caria, cuja summa he a segnintc a respeio
10 acciintecidu: que leudo silo chamado em 10c-
ebrro de urna mulher, que eslava sendo losada pe-
l'i Adao, fora com elleilo. e ouvira da mulher que
Temos na ra de San Francisco ora excellenle
diverlimento, que euppre ou amecipa a futura e-n-
preza do Ihealro: he um onurissimu raaracal do
melhor goslo, e da melhur msica pussivel, que ha
nesse seero; nao serla mao que o Sr. Dr. Dnurado
desse un passeio por essa ra, p rque fcil sera ou-
vir o troiir terrivel densa msica infernal.
Na ra da P.lma ha urna sucia de Africano-,
que ana domingos se reunem para nicamente 111-
coiuinodarem os vizuhos com oulro magnifico 1113-
racal.o Parece que esla agora muilo em moda es-
ta genero de divertimenlo, e Dos queira que os ma-
raeaiu. nao tragara coniequencias, cumo ja Irouxe-
ram os da Baha.
O lublelegado dos Afogado, conlinuaniln a
porlar-se com urna aclividade incnvel, (em feito im-
portantes diligencias, quaes oinguem pensarla que
fosse capaz de fazer um movo ainda tao novo ; aca-
bou de tomar cinco cavallos, que liaban) sido
ruubados por urna eoinpanhia de ladres ; lem
continuado a desarmar os faquislat e valeules, e a
popularlo dos Afogados se acha sali.reilissima com
elle.
Temos um novo correo de petas : lia um at>
geilo que lem a particular habilidade de anl-r de
casa em casa invenlaudo historias, creando BaMlcias,
augmentando fados, adulterando acontecidos, e de
mal a mais criticando, censurando e difamando. He
celebre! Ha sogeilinhos enlre nos que oulro nfiicio
nao tem, i-nji o de quebrar as calcadas, no entre-
unto que ou bao de estar as labolagens ou pelas
casas mentiudo desfasadamente....
Antes de honlem na praca da II >a|\ i-ta mor-
reu am bo, que de gorio descaiiQadoa eslicou :
nSo admira, porque temos visto carroceirus e-bor-
doarem desapiedadameute esses pobres animaes ; se
um desses brulos|raciouaes for algom da cadeia,
ja os oulros seemendarao.
Temos encontrado diversos carros Bolle com
ai I .iilernos apasadas: he bem hora para quera nao
quer quebrar urna peina.
No pateo de San Pedro, esquina que volta pa-
ra a ra ireita, um p jbre homem que lem ama pu-
blica forma de taberna,he constantemente peilurha-
do e ridiculariaado pur tlgnem, que devia nao pro-
vocar lano ao homem pacifico ; e um deses dias a
i.aeafasada foi lal, qoe o povo ajuntou-se a' porla
para ver. Pedimos ao Sr. nspeclor do lugar que ga-
ranta esse pobre hornera.
Sabemos de ama casa onde se prepara srande
porreo do buscaps lyKa a vespera de San Joio, e
por sisnal qoe hao de li\r com a taboca porque le-
atea mu diligentes rondas aeaaa noile as ras.
Previnam-se lodos que moraren) em sobrados,
qoe quando a noile haterem palmas na escada vao
ver com luzes, porque ha quem tenha dado na espe-
cularlo de apagar os lampees da escada, balcr
palmas para assim sondaren), se o douu da casa esl.i
ou nao presente.
Hospital da caridade 16 de janha 81 doentes.
Ati amunhaa.
BSPARTIQAO DA FOL.ICIA.
Secretaria da polica de Pernambuco 16 de jiinhi
de 1856.
Illm. e Exm.Sr.Levo ao conheciroenlo de V.
Exc.qua das dilTereoles participafCes honlem e boje
recebidas nesla reparlico, consta que se deram at
seguintes orcurrencas:
Foram preses: pela subdelegacia da freguezia de
Santo Antonio, o guarda nacional aqu .rielado do
terreiro haiilho de infantera, Manoel Rodrigues
Campello, por insultos, sendo logo poslo a dtspfirao
do Eim.commandanle daiarrais.
Pela subdelegada ua fresuezia de S. Jos, Satvro
Jos dos Prazere, Pedro Jo Ferrcra, por brga,
Luiz de Franca, e Manoel Feliz dos Sanios, por de-
sorden).
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista. F-
lix Pedro A Ivs, por insulto-.
Pela subdelegada da fresuezia dos Afogados, Ma-
noel Filippe Juaquim Mouleiro, e Antonio Jote do
Carino, ambos por furto de cavallos, o prelo Panla-
leao, piraso de armas defezas, Jnaquim Jos de
Sania Anua, por vagabundo, e liento da Costa
Aguiar Monleiro, por f rimenlos. '
E a requi-ieaa do depositario geral, o prelo escra-
vo por (er fgido do deposito.
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provine.O chafe de polica Interino, Dr. folicar-
pe Lopes de Leao.
17
Illm. e Exm. Sr.Levo so cptiliecimenlo de V.
Exc. que das differenles participar* hoja recebidas
nesta reparlico consta qoe se deram as seguinte-.
occurreucias :
Foram presos : pela delegada do primeiro dislric-
lo desle termo, Francisco Antonio de Mello, Ma-
noel Francisco da Silva Fras;lo, Jo3o Jos Ferreira
de Brilo, Antonio Rufino Raymondo o Joe Flix
Marraho, todos para averigua^Oes sobre crime de
furto.
Pela subdelesacia da freguezia do Recfe, Alberto
Caetano do Reg, por espancamento.
Pela subdelesacia da fresuezia de S. Antonio,
o |iardo escravo Marcolinn, por dnordeiro.
Pela suh talegada da fresuezia de S. Jos. Mara
as-e de ua casa aquella fera e que preeinleudo Joaquina da t^onceirai,, e Jos Gomes do Haga, ara-
vendidos em geral cora premio, tanto que no dia lei vigente he para mim cousa nova, he sai gene
em que elles se corUm, eu tenho mandado a' Ihe-
touraria comprar algum bilhele, e nao lem sido pos-
sivel adquirir um s sem premio, e em mo dos
canteliit, mas nunca na Ihesouraria das loteras,
o que prova que o Ihesoureiro lulo cumpre seu de-
ver, qual o de ven ler bilhetes era sua propria casa.
Ora, podem correr i ou :l loteras por mez, eo
producto dellas, e de oulras lanas era oulro mez,
pode muito bem exceder a importancia da flanea
prstate, e como nao vejo motivo alsum para que o
Ihesoureiro deixe de entregar ao concesionario em
1\ horas a parle que Ihe perlence, quanto mais em
elle das, approvo inleiramenle a idea consignada no
artigo em discussao. Consta-me que o Ihesoureiro
tem-se sempre militado do prazo dos 60 dus, e as
vezes excedido, e Uto cerlamenle me parece ser em
prejuizo do mesmo Ihesoureiro senSo ja ao menos
para o foluro.
Por todas eslas razoes e oulras que deixo de aprc-
senlar a' casa, c reservare para oulra occasiao, no
caso de caliir o artigo em discussao, voto por elle
no interesse da provincia, e em beneficio do pro-
prio Ihesoureiro.
Encerrada a discussao, he o arligo suhmeltido
Volac/10 o regeilado.
Teudo dado a hora.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e levan
la a sessao.
le evadira pelo quintal, a mulher pedir que en-
lijasse, 1: lego que o fez o lal mari o partir sobre
e|le com um ccete, e que era deteza elle poxara a
pada para o enlimidar, o que teito foi eff'cliva-
nicute preso, do que ludo fra informado o subdele-
gado.
\A polica di col. .le tem sido presentemente
felita pela guarda nacional; as rondas sao mullipli-
cijdas e se arham em movimenlo ; os inspectores de
los uur brisa.
Pela subdelesacia da fresneda da Boa-Vista, o
preto escravo Joao, por tuspailo de crime de roubo.
E pela subdelegacia da fresuezia dos Afogados.
Jos Joaquim de Sint'Anna, por vagabundo, Elias
Frrera da Paz, para recrula. Amonio Flix dos
Santoi, por insultos, Malliias do Carm), Joaqun)
Jotde SaotAuaa, Jote Angele, Sebtstii 1 Jos de
Sanl Anua, Raymondo Jos Antonio, e e preto Jos,
quaeir.i.i tambera rondara, e entre cle* temos vis- 1 que diz ser escravo, todos por josos prohibidos,
lulsempre a noite rondar conslaulemenle os iospec- Por ntlicio desta dala participuu me o delega'du do
tes da Boo Vista Maia, Pedro e l.mos. primeiro dislricto desle termo, que pelas ."1 horas da
I Na Capunga houve festa e procis^lo de Sanio j raanhaa do dia 15 do corrente a parda Eugenia,
incnivruienlc que o nobre depulado enconlra ua descendencia....
opiniao que emitti.
"Sr. /ate" Pedro :Nao percebe.
"Sr. Ibilio :O nuble depulado diz, que mo
pode concordar comiso a respeio dos enconlros,
p i-pie minha opiniao ten.le a converler o consula-
.10 1 in ri-|.iiir.io pagadora, vislo que o documeulo
dado por esla rep.nlieai na hvpolliese, Biaobriga
devedor a vollar lliesourarla para assignar o ii-
vro. pois ficara rom urna cauc.io quando foi chama-
do a ijuizo, pude bem ser apresenlada como qui-
larie.
O Sr. Jos' Pelro: Vai juizo desonerar-se.
"Sr. Abilio :Em vez desle papel ser nma ver-
dadeira quilaeao, diga eu, que pode >er oulro qual-
quer de forma diversa, que nao produza o mes-
mo rffeilu em juizo ; pode ser um documento |
O Sr. Abilio :Nao sei se aqoi se tem feito en- i\tVj0,?"Ll"JL?J'"..!i. '""?iM".bllf.-e
conlrns, o que sei he, que a lei dos enconlros he de
dala immemoriai, desde que ha the*ourarias, e lio-'
je he que n nobre depnlado se Icnibra disto ser in-
novaejeo.
Porlanlo, Sr. presidente, como di.ep, ou as col-
leclorias se podem realisar taca operaces oa nilo, se
nao podem nao tenha.1 ellas fif lugar, mas sf podem
devoraos re-p 11.ir esse principio de direito nalufal,
consignado em lei exprrssa.
O Sr. Jote Pedro :V resliingindo.
O Sr. Abilio:Das*o nobre depulado. que a re-
partirn de que he chefe. procede mullas vezes por
ron :i s 11 leuria.. i -.
O Sr. Jote' Pedro :Nao disse .to lamhem.
O Sr. Abilio :Disse que se ncabou de pagar a
Figueiroa em virluda da ordem da presidencia, e
1,!nilo-ni por rondescendeucia..
O Sr. Jos' Pedro :Tainbem.
O Sr. AbiXio :Assim, se foi ou nao condescen-
dencia, se os empresadus da reparlico de que u no-
bre depuldo he chefe, proceden) as vezes por con-
desceudeuria, n queco poaao asseverara casa he que
qualquet dos empregados desta repartirn rom quem
tenho relaces, sao Ido bous empreados como o no-
bre depnlado, e por isso incapaz.es de obrar por con-
deM'arle
especial, n.io urna quilaeao propriamenle dita, ura
bilhele, que 11A0 loaba a forma de quilaeao, e que
liiliviiluo seja obrisado a ir a'lliesoura-
|iiilar.lo depoi. de ludo.
Cotne ? Porque '
o .-sr. ^Hlio :Neste case a parto lera de ir f
(heuran 1 por seu proprio inleres-e, para nao cor-
O .sr. Jos Pedro .Non nistoha urna aecusa-
r3o, visto que havia.ordem da presidencia.
O Sr. Abilio depois de oulrasconsderaces, sen-
lou-se declarando, que volava eonlra o arl. -14 do
orcamenlo.
Encerra-se a discosso c approva-sc o artigo.
O Sr. h'raivisco Joo pede algumas explicaces
acerca desle artiso, mostrando oppor-se ao mesmo.
O Sr. Jos Pedro da as explicaces pedidas e sus-
tenta u arligo.
Vao a mesa c .-lo apoiadas as seguales emen-
das.
Supprinn-sc oartigo inFrancisco Joao.
Depois da palavra qnile, diga-aedas dividas l-
quidas.S. It. Silvino Cavalcanti.
Encerrada a discussao he o artigo approvado rom
na receber a verdadeira qu
" Sr. ./o.e" Pedro :--('.
a emenda dn
Francisco Jo
lvnlra em di'cossao n artigo
lie spprovailo sem debate.
Bnlra em riltcuiilio o artigo 17.
1/ Sr. Jote Pedro declara, que no
Sr. Silvino, seudo regolfada a do Sr.
6.
de:depulado, lancar-se sobre um homem um \cr-
dadeiro analbemo lapidados) em referencia a socie-
dade.
O .Sr. Tlttudora :Se esse nobre depulado fez
una acrusarao foi fundado em infiu macoes que jul-
gava veidaileiras.
OSr.SiXaiw :Eu faro jUstlca ao nosso collesa,
conheco as roas excellenlcs iuienees, sei que elle
nio leve proposito de ferir a esse empregado eslava
per-uaii-lo de que c-se erapregado.se teria om pouco
arredado do raminho do dever; mas como essa as>er-
ao eja foro da verdade, quero reslabelecer em hon-
ra d'aquelleempregado os lacios laes quaes se deam.
Sr. presidente, he verdade, que rccolheu-se na col
lecluria da villa de Iguaiass quaulia de um conl
novecenli.s e setenta e Ires mil e lautos reis, prove-
nientes do sello de heranras e legados no Invontario
feilo pela morlc do propnelariodo engenheMonjope;
recolhido esse dinheiro c cm lempo em que o collec-
lor mo poda \ ir preslar a suas cenias; iigoolMan-
le ser chegado esse lempo, porque o colleclor se
achara bastante dornte, leve de nfliciar n Ihesuura-
na, rommuniriindo os motivos pelos quaes nflo podia
vir prestar conlas : e islo toi o que se den e nao se
pode d'aqoi 'irar illacrgo nenhumaconlra o colleclor
de Igoaraisit, porque o motivo pelo qual elle nao
comparecen ua Ihesouraiia para preslar conlas foi,
curan diste a molestia di qual segundo me c nsla
ainda hoje sellre. Se na prestarlo das conlas elle li-
vesse por ventura sopprimido'parle des.a quaulia
enio te poda dizer qne realmente elle linha tcio
una sulilr. ri;ao lolora.
J se v puis.Sr. presidenle, qoe o que se disse na
cata a rctpeilo do colleclor de [guarattb, nflo pode
absolutamente fazer-lhe carga, nem prejudicar a sua
reputaran, o sera m-re-siiio" que se apresenlera fac-
Igs mais positivo*, mais hem pinvadus para que urna
semelhuile argoifio possa ler cabimento.
Pu rrein que provando 11 neressidade da approva-
r.lo do arligo do projeclo, tenho lamhem provado a
necessidade da minha emenda, porque ella apenas
rnnsisn a r.itiseivnro do arlis cm quanlo tengo
faz 0 regulamenlo das collecloria--, que deve lUbstl-
tur ao reculamente e leis fiscaes, que acloalmente as
regem.
II Sr. Mera lleuriques : Sr. presdenle, en
InHoposso deixar de pmnunciar-meeonlra oartigo
1 que ie atha em dlscastSo, I.- porque considero n.-
arligo exisle I rao um presedenle man, que e-la casa Indo ci. au-
- essa o ordinaria de M dejunho de 1856
Presidencia do Sr. baTao de 'uinariiqibe.
As 11 c meia horas reunido numero legal de Srs.
depulados
O Sr. Presidente declara aberla a sesi.lo.
I.ida a aria da leadlo antecedente, he approvada
O Sr. 1. secretaria da conla dn sesuntc
EXPEDIENTE.
I. ni ollicio do secretarlo do governo, remoliendo
a conla da receita e despeza da cmara municipal
do l.imoeiro A' eeminitsio de comas o despezas
monicipaes.
Oulro da cmara municipal de Nazareth, pedindo
que se consigne a q.....a de para a factura de
nm ccmili-no oaquella cida.le. A' commissao de
oreaitienlo municipal.
I.-se e approva-se a redaceao do projeclo n. que
approva o contrato feito pelo governo da provincia
para a illuinniie.lo publica desta cidade por meio de
gaz.
I.em-se lamhem e marujam-sc imprimir as se-
guintes resciluees;
o O padre Joio Jos da Costa Rheiro, capellao
do hospital dos Lazaros, pede que se Ihe augmeulc
.1 sralilcar,lo que percebe, em (onsequencia de ser
exigoidade.
ris. Ora, pergoato eu, a lei que organitou a ins-
Iruccao publica e a secretara da sua directora au
cunsignun o ordenado do seo secretario? Consignoo.
Eslabeleceu emolumentos para esse secretario"! nao.
Deu destino a Uta de que lala o artigo 51 '.' Creio
que sim. Como pois se julga a commissln autonsa-
01 para dizer-nos llca revogado oartigo 111 ou
1 do rcsulamento da nslruccao publica para quei
esses emolumentos periencam d'ora em dianle ao
secretario '.' Sr. presidente, se o secretario da direc-
tora merece por seus afazeres um ausmcnlo de
ordenado, d sj-lh-, m, dse-lbe em oulros ler-
moi, diga-se com franqueza, o secielario da direc-
tora da lnslrocc.au publica. tera'Jmas 1009 ou :200a
de ordenado, nu mesmo de gralicarao ; mas nao
se consigne na lei do orcamenlo, que a laixa qne
eslabelece o artiso do resnlamenlo da iustrucc,ao
publica Iba lica perlencendo como emolumentos,
mo, sejaiuos francos, ausmenle-se o ordenado se
he ciiiiveiii-nte.mc-mo porque eu me envergonho de
dar ao -e relario una quola lao ridicola como se diz
ser essa laixa, que poi mais esla rai3o deve conli-
tiuar a ler o destino que a lei Ihe deu. Demais, Sr.
presidenle, como faxer um beneficio a quem nao pe-
dio petile, el dabilur vobis assim o diz a Es-
criplura : se ese empresado se julga recompensa-
do com o ordenado que tem, para que dar-lhe o
que ella nao pede E, Sr. presidente nos nao esta-
mos no ciso de esperdi^ir qualquer receita por mais
pequea que seja, porque os cofres provinciaes
acham-se oneradus. e demandara toda a economa.
F.nitin:.- o.lenes,lie preciso acabar como abuso de
soa lei do orcameuto resolve-se toda a legislacio
do paz por um simples arliguinho nesle ou naquel-
le lenlido revosaudo-se dispo-ices vigentes, crean-
do-se novas etc., ele sem haver para isso razo es-
pecial e lalvez. s sob o privilegio que se arrogam
as cemmisses de oramenlo,que[enteodem poder e
dever enxcrlar no projeclo de orcamenlo lolas as
disposici3rs que por ventura Ihes p iree.nu conveni-
entes sobre quaesquer assumplos por mais eslranhus
que sejam ao mesmo orramento ; e nesle propoailo
anda vol contra o artigo cm di-.-n-n.
O Sr. Jos Pedro sustenta o arlso declarando que
a renda de que elle trali apenas produzio J69.
Encerrada a discussao he o arlso submeltido a
VOlaelo e icjeilado.
lOnlram | e 5:t.
Approvam-se sem dbale.
Vilo a mesa e sao apoiados os seguintes arligos ad-
dlivos.
Arlso. O presidente da provincia lica anlorisa-
do a (ozer com a caixa filial do Banco do llra-il os
ajustes e cootialos necessarios para que esla caixa
Antonio.
He urna embirrancia lerem urna guarita em
cima da calcada junto a rampa do caes da Aurora,
obstruindo o passeio, de sorle que ; de transitar pela arela, cu se quiz-r-m rhegar at
ju ilo a guanta hao de mo.har os ps, boa lem-
lu mea !
Porque a casi 11. 311 do aterro da Bia Vista nao
h do remover essa carrera de sua perla t Se esl em
le tao avise para quandu he, a fin de que alguein v
arrematar.
escrava de Joao Manoel da Veisa, precipllou-se do
segundo andar de am sobrado da na do Vigariu da
fresuezia do Recfe, resultando someule grande iu-
commodo desande. Inven lo declarado os facollali-
vos que nenhum peru-o de vida apresentava, igno-
rando se o molivo qoe a levou a por em pralica se-
millante aclo.
Deo guarde a V. Etc.Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe de polica interino, Dr. Poli-
carpa Lopes de Leao.
i|lANgO DA KECEITA E DESPEZA DOS ESTABELEC1MENT0S DE CARIDADE,
VERIFICADO NO MEZ DE MAIO DE 1856.
eceila.
V ir saldo em 30 de abril, a saber :
En letras.......I :(is_.-: i ,
Em recibos......:i( ir-'.iHi
A commissao de ordenados leudo oovido a res- receba em entila curente, vencendn joro, os dinhei-
um erro r, posraphiro, qual o deconsignar-se :i por- | no eleji a tmillind e rniisn.ini!o ideas na lei do
pello a adraiiiisiracao dos estabelecimenlos de cari-
dade, e ronforinan.io.se com a infannacao que della
obteve acerca de semelhanle prelenjao, be de pare-
cer qua seja deferida, e nesse sentido propoa a re-
solocao segunde:
o A assemblea legislativa provincial de Pernambu-
co resolve :
o Arl. nnico. A sralilicacao que percebe o capel-
ln do hospital dos lazaros 'lica augmentada mental-
mente com a quaulia de 1(1? rs.; revesadas as dis-
pusiroes em contrario,o
Paco da assemblea legislalva provincial de Per-
nambuco 1.1 de jniiho de 1856.Machado da Silva
Angosto de Souza Leo.Siqoeira Cavalranli. o
AcnmmitsSo de obras publicas lendo presente o
requerimenlo junto dejse Antonio dcAraujoem
que se propOe a calcar as ras desla cidade, c pon-
derando a conveniencia de adlantarem-te ditas o-
liras, he de parecer que a assemblea lome cm con-
siderara) a resolurao sesuinle :
A assemblea legitlaliva provincial de Pernam-
buco resulve :
Arl. 1. lica o presidenle da provincia auloiisado
a contratar as obras do calcameulo desla cidade cora
Jos Antonio de Araujo, ou con) quem otlerecer
vanlageiis maiarea do que as mencionadas em sua
prnposta.
ii Art. J. No caso de n.lo se realisar o pasamento
em dinheiro, e sim era ttulos de divida provincial,
couveucionara' o juro, nunca excedeudo ao de nilo
por cenlo.
v Arl. 3. Ficam revugadas as leis c disposicoes
em cunlrario.
o Sala das commisses 13 de jacho de 1856.I-
nacio de Barros.Isnacio Joaquina de Souza Leo.
O Sr. N PorlelU : Peco a palavra era lempo.
I.-se e lica adiado por pedir a palavra u Sr. ir-
ros de Lacerda o sopunte p.reccr :
A commissgo da nslruc^lo publica, em vista da
requerimento da professora de in-tnireao primaria
de Fora de Portea e.doa documentos que Ihe vera
tnnexos, n.lo pude deittr de reconhecer o direito
que tem a peticionaria a' gratificaran da le de 15 de
Recebido de Antonio Pires Ferreira e
Antonio da Silva Gusmilo para ser em-
pregada na obra do hospital Pedro II,
importancia de 55 avaliarcs que fi-
zeram como avahad..re- dos predios
rsticos e urbanos as causas curh-
merciaes.........
Da Ihesouraria provincial, importancia
lo curativo das proras do corpa de
Milicia nos mezes de Janeiro a inar^o
iIHbm.......1:3165700
Dita do curativo doi nien-
Higos.remellidos pela po-
icia, de julho de 1855 a
tnatso dito..... 81"97l
10:5260551
li3.?800
ftiswia
Del Schramm WJialelx (^ C, pelo Ira-
lamenlo do marojo Antonio Maatabn
I toque........185540
Idim idem de Joao Baptisla 1230O
He
-------- 305810
lo
Joao Pinto de Lentos Juniur dem
seu escravo Jo.lo.......
De Manoel Bastos Alves Lima, pelo Ira*
lamento de Severina Mara de Catiro.
Do procurador da adminislracilo por
conla do reudimenlu dos predios .
ros da provincia, e faca os pagamentos que se con-
vencionarcm medanle checles, ou ordens dos Ihe-
soureiros ou funcrionarios a qoein pelas leis compe-
le fazer esses pagamentos.
i Arl. Pico igualmente tulorisado a expedir to-
das as ordens e regulumenlin necessarios para a
execucao de-le sjslema. Jos Pedio da Silva.
Ignacio de [tarros Brrelo. A. A. de Souza Car-
valho.
Art. Tica o presidenle da provincia ameritado
a adianlar an contratador da iliuminacilo actual, a
quantia de quarenla Conloe, no caso que esle adan-
lamento nflo nhsle as differenles desperas contem-
pladas nesle tucamente, nem a regularidade das
operaces da Ihesooraria. Esla reparlico em lal
caso exigir' as garantas que julsar convenientes, e
l'ara' descomo em cada mez, a partir do dia do refe-
rido adiaulamenln, de modo que no praz.a du dous
anuos a fazenda lique pasa, nunca excedeudo porem
esse pasamento ao termo do referido coulralo. A.
A. de Souza Carvalho.
o Fica o goverun aalorisada a mandar pagar a
JoSe Vieira de M-llo e Silva ariemalaule que foi
das obras lio acude de Ciruarii a quantia de um
conlo de reis por ello de-pendida em dila obra, em
consequencia de erros e lacinias que co.ilinh.i o
respcclivu orramento. S. R. Luiz Filippe.
Addilivo a do Sr. Luiz Filippe.
i< Depois de ulorisado disa-se a verificar se
exislein erros no orcamenlo do acude de Caraira e
exiltindo snpi imillas as palavras em runsequen-
' "i lim. S. R. 11- de Lacerda.
. o.ildvo as disposicoes geraes du orra-
I, lo.
o Arl. I Fica o presidenle di provincia au\ori-
sado a conlraiaras obras do caleamento desla cid ade
com Jos Antonio de Ai aojo ou com quem oflere-
cer vanlageiis maiores do que as mencionadas cm
sua proposla.
Art. J. No caso de n.lo se realisar o panaraenlo em
dinheiroe sim em lilolot da divida publica provin-
cial ci.nvcitcinuain' .- jure nunca excedeudo de oilo
por cenlo. Antonio Marques de Atuniiin
Jt*6i0
155807
2:52*3523
Oespe;o.
Pago ao regente de grande hospital de
caridade, importancia da despeza de
abril...........
Aos enfermeiros e srvenles do mesmo
hospital seos jornaes vencidos em dilo
mez............
Ao regente do hospital dos lazaros, pelas
despezas dodilomez......
Ao dilo da casa dos exposlos idem idem
Ao procurador dos estabelecimenlos de.
caridade, por concerlos de diversos
predios ..........
Ao mesmo, por ditos dus predios doados
por D. Joaquina M ma Percira Vian-
na............
A viuva de Delfino (ioncalves Pereira
Lima, por 661 libras de tabee .
A JoSo Tavaret Cardeiro, importancia
de gneros que forneceu a casa dos
exposlos de julho de 185S a agoslo de
1855...........
A Joaqun) da S Iva Caslro por 1 Gar-
robas e 4 libras de carne verde que
lorneceu no mez dejaueiio. .
A Loorenco Juslinauo da Richa Fer-
reira por 19 sanguesugas para o hos-
pital dos lazaros......
A Joo Carneiro de Moraes, ex-porleiro
do grande hospital, seu ordenado do
primeiro a li do rorrete .
A diversos, por conceitos f-itos no mes-
mo hospital........
dem idem ua casa dus expusios .
Com a obra do hospital Pedro II, como
do livro respectivo......
Por saldo em caixa a saber :
Bu letras......1:0825115
Em recibos de diversos ere-
dores, por conla do qne
se Ihes deve.....8:66;!5.I'.I5
15:4029573
I05-I70
85549
27457X1
3659i8tl
8to8IO
36>i8tl
96&90
I:432*rj6fl
6093840
l-'NKI
25H
3531035
205200
1:7538145
5K671031
'J:"45>5O
I5:40i573
Adminislrac.lo geral dos eslabelccimentas de caridade 31 de maio de 1856.
O cscrivao, o Ihesoureiro.
Antonio Jase Come* la Correio.____________________j0gC p%ret Ferreira.
M.Vl'l'A to tnovimento dos
18:>(
osliibclecimentos de caridade, uo mez d
GRANDE HOSPITAL.
F'.xisliam........
Eiilrarain........
i Curados.....
Saliiram-iMelhotados. .
| Nao curados ....
,, i___,.. (Nae 21 huas de entrada
Morro a..i-.|)ep0js ^^ -^
Exi (em........
i i
32
17

i
0

51
il
9
>

0
0
3
28
HOSPITAL 110S LAZAROS.
ti
lo
V.
i
T
o
_8
711 Exislcm,,
Existan).....
Entraran) _" .
iCurJos' "
Salnram-) Mehorados .
^^Viao caradot.
Morrei-am ....
CASA UOS EXI'OSIos.
I8, 10 28
t 1 (
(l1 0 o
11 n o
" 0 ti
II I7| 10 1
Se,tos\
Existanla? **".....
I-ora da casa .
Enliarain......:
Sahiram........
Morieran,- *'<-"''unasde cnlrada
, Depois desla poca
B. i,... Na casa ....
r.vi-ie, i- ,. ,,
lora della. .
Sommo........
1:1 Gil
10.1 101
4 5
1) 0
li 0
i 4
'>: .58
1117 (O)
til, ttol
7:t
201
!l
0
II
8
li
211
278

MUTlOvDxT
ILEGIVEL
.liminisirar.-.o geral ihr- ettabeleeimenlna de caridade il de malo de ia56.
o eaemo,Anumio Jote Gomado Comi
I
,
de mato de


COMARCA 1)0 BONITO.
8 de junho.
Vio n-I mi,' as suas terminantes nimi, ppco-
llie permitan para interromper o silencio, por
quanlo, cuma ja llie lenlio lejo ver, sendo u escre-
ver-lhe o nico autlinho, de que posso dispor na-
tal allana ; lleve fazcr i.lea de cuino me conslran-
se o estar callado. Toaos pois paciencia, e acommodu
como poder esta em ligan cuulinho de saa folha,
ja pelos OipaoUl molivos, ja para descausar aos a-
miiios que, ignorando as alias razocs d'estado (fa-
nal razies da Estado bem le po.lias casar com a li-
bcr lade '. !... porque urna e ulra milito lea Jes-
i-ulp.i lu multa impiedade .' ) encaram meu sileu-
co par um lado que Ihes da cuidado. Este Bonito
gosa sauJe .as Litigas vio continuando lenta c'be-
niuoanieule j- perfeila p.iz e abundancia de ludo.
Ha cbuvido !ii.|,iut', as planlacoes promelcm lisin-
jeira colheita, e ale a fsritiha deu no sabbado atra-
cado s patic., a mais do I anuos que nao vejo is-
to lambem por la creio nao lia falla de auna,
porque o eu Capihariba segundo dabi me di/ mu,
tem andado bastante rhei. Nata termo nada ha
de novo moralmcnte fallando pois que alem de ol-
guns furlos de cavallos,
ISenhum liro nein facada,
Aqui lem apparecido ;
Cicla om em sua cama.
Dan louyado, lem morrido !
I>e Caruar nada sei ; o que ha de iiolavel lie a
abundancia de casamentas c;"t e l. Esses e oulros
lacios explican) sem duvida u modo prodigioso, por
que eiu pouco lempo s< relatera as popularles do-
pois das srandis calamidades que as dislrucm.melhor
ira o Sr. Malhus no sea Iractado da popula-
do.
Consia-me que fui substituido o nosso chefe de
p.i'icia. Nunca aventure! cousa .olauna a seo res-
peile,pireai h je q.u ell se relira o Feral. Dorante o
lempa que o Sr. Dr. Luiz lV!o do Paira Tcxeira
estere a tela da polica desla provincia conquislou
por -ii i delicadas maneiran, e servidos a causa da
persegiiicilo do crime multas alleiedes. O Sr. ex-
chefe. de polica de Pornambacu u.iu foi, alem da
aclividalequesempreo caraclerisou ; umempregado
de >imples expolenle, fez mais alauma cousa. l'er-
inita-nie o Sr. I)r. Paiva Texcira que sem olTeu.ltr
a sua modestia llie dedique estas duas palavrinlias,
senaa era salisfar.ia a juslica ao menos como um tri-
buto asimpalhia que Ihc teubo apesar de o iiAo co-
nliccer pessoalmentc.
Aguri estamos bem, correio toda a semana !
l' inoi. e ooticias frescas.....! !jjito he bello po-
rem os malvados caminheiros..... Oh que bre-
gOiraal Os dit lusloes diarios na> Ibes facilita-
ran- mais o mover daquellas enferrujadas gambi
as O da semana pastada ainda na. ebegou. Tres
ibas bastara para vir um bpede do Kecife aqni, e
o tal Invino at esta dala domine !
O cholera disimou nossa escravalura.e um segando
cholera a vai exlingi.indo, sao os laes compradores
vendedores de escravos, por todo o preco Hits faz
conla sacra famis auri! Iionlem se arremato.
nesta villa um prelo por ItlH.'ijOOil '. com 2009
do imposto qual o ganho ? Mas ja Ihe repel urna
ver o dito do Italiano penala la lege, penala la
malicia, pois nao sabe o que |fazem os taes sabido-
ros '.' Em lugar de levaren), 011 mandaran am es-
cravo como cnmpiadc, levam 011 mandam como le-
vado, fazem-sc ponadores, oa mandam os entregar
no Kio a um Sr. Fulano ufen irmiio e assim nao
se paga eis por lano os mininorios embolsando ol
JiWl> afora a eiza que tambera lica no esquecimtn-
lo,> e sera dizerem o escravo he meu, o comprei, e
vai se vender no Km.
O lllm. Sr. Dr. ehefe da polica dsqu entenda-se
com o Exm. da corle,ecombiuem-se para quandosal,ir
desla para aquella um dos laes a entregar ao Sr.
Sicrano mandarse logo indagar all quera elle se-
j i, pois quanlas vezes ser noine qoa so exisla na
algiheira do negociante de escravoa. Devo dizr-
Ibs que nao me responsabiliso pela Cerdada da des-
colarla, e quando assim me exprimo nao fallu com
lodos, pois em ludo ha, e eu as fac,o e farei sempre,
honrosas excepees. Aqu cabe bem o iui po-
lest capere capia!. Se Ptala, ao saber da cerveja
)a se idmirava lana, a ponto dVxclamar : ol a.l-
miravjl ivenr,,j dorlierajus, que dragaran, t
decobrir um modo te se einliebcilarera cun agos
como ralo licaria pasmado sa viesa o presente seculu
cm que se tem adiado lauta colisa boa e mu '. pois
iiera s be luz a pura elaridade do mimoso aspar*
mcele, como o fumaceuto ciarte da cebnza e felo-
renla bugia Adeos ao meu amigo 1;. M. que
-ni,i anda seus encommuilos e que me faca lem-
brado aos nossos de S. J. Acs rneus do P. que gra-
riis a lieos eslou bum, que recebi as carliuhas de i
o -te. adeos mea bum compadre, agradeco-lhe a ma~
neirj porqua reslrospeclou-me em um dos seus :
n;lo e engaa commigo. Quando e-crever para
tjaranliuns recomende-me aos collegas velbo e novo
i-Jo he ao J. a J.
(1 seuelr.
A* relournr
Piano W HmMm Qum fsa is n junho o tsse
era ilourado periamiiiho pilul i duurad.n i-ara
aran les da Ierra !
Qaando aqu chegoo o hr. lr. Almeida.ja raiiecia-
n.\. o (nicle Porlaguei de Leilan, ese prirnei-
ru pedrvto de gloria poriagueza : Sr. Dr. Almei la
a elle se (sneinu e pouco lempo depoia a ioslaneiaa
4e amieos e por m.iuria do coaseliio deliberalivo.foi
mveslido cora o earga de director d ini-mo gabine-
te, cargo que anda hoja auras cmn malla digoi-
dade. Os servicos prestado pelo Sr. Ur. Alenla
a esse estabeleciinonto Iliterario ah osl.lu pateles
aos albos de lodos ; elles que nao s.lo, seDo o lim-
pies ifllexo de sua gloria...
Com (ao forte auxiliar, com um amigo l,lo dedi-
cado, os portngnezas nuiriram a i lea de fundar,
a esperance sai, um hospial para asylo e sorcor-
ro .los seus compatriotas indigentes, mas fallava
quemrepresenlasse tito sublime quao humanitario
l>em,menlo, iilohe, iido hivi quera quize mar a iniciativa nene negocio, que sem offender
'ne|indrow suscepUbiHdadet forraisse urna socie-
nailc de portuguezes, para a sua provetlusa realisa-
cao, para o eomplemenio de una obra, que ira co-
brir debenijaos os seus fundadores e preencher essi
lacinia Uo prejudicial a mendicidade purtugueza e
a eivilisar.au do serulo. O Sr. Dr. Almeida compe-
nelrando-se da sublimidade do pensamoiituquiz
que o hospital porluauez losse fundado, e a sua von
toda ferie, e ao seu breee vigorozo. e a sua dedica-
4o espantosa, os porluguezes ammaram-se, o en-
thusiasmo deu vida ao pensamenlo, e lodos disserain
jueranos !
O S'. Dr. Almedu Iranspoe lodos os entraves
Mi :e-... adianle dos sacrilicios, e consullanlo lau
smente a voz de sua consciencia diz :sou Purlu-
auez, e aos Portusuezes nanea faltou enragem, pgra
as grandes ernpre/.a-, que li\i'-fin pur fim o bem da
humanidade. Convoca a directora do Cabnele
lortuguez, falla-lhe com vclieiuencii, e como que
inspirado a favor de >eu< irmilos indigentes, descre-
ve cora cores deslumbradoras um asvlo, onde se
recolham seus rmaos de palria. que 'fortuna e a
sande os desamparar : desenrola-lhe o lucluuso qua-
droda miseria, anima, desperla os senlmenlosde
philanlropia, invoca o passadu glorioso de Portugal
e sen porvir de felicidades ; apunta para o Ihrono de
sun palria, e m-llemostra u joven rei vinholo da pie-
*"_" e....."m br-"|o de applaus e", ora ipplaoso
ierl corresponde lio pios seiiliinenlos.
Pereerria a provincia., mi e norle do imperio
tornvel Majante das i n,, MU, ouaravamei.
I ara acudir->e prompto aus Porluguezes desvallidos,
resolveu-'e nessi reuniao a creai;ao de um hospital
provisorio, para cuja suslcnlacao se abriran) s-.bs-
cripcoe, o que realisoo-se, c ainda leve a iniciati-
va as assisnaluras o nome do Sr. Dr. Alma.la.
Eiislindo j ronsideravpi fundos por donativos
voluntarios de muitos senhores br silciros, e qua.i
lodos os Porluguezes nesla praja eslibelecidos, eles
se ajervoraram coui empenho era levar avante a fun-
dacao do hospital, animados lodo pelo espelho que
a Providencia Ibes anlepunha.
O Sr. Dr. Alenla conheri-uos bons desejos de lo-
dos os >eus compalriolas, e n'uma oulra reuniao con-
S'grou nlcuns inslaoles a deinonslrar, que estes dse-
los, ouessas leo lencias, paraum bu.pital permanen-
te viuliam sellar a respeitavel opiniao, que os Porlu-
guezes em Pernambuco sempre gozaram peraule o
governo de sua narjo.
Organisou-se a sociedade Iteneflcencia Portu-
gueza: o hospital ja nao faia objeclo de orna
mea, ou de um pensamenlo ; era um fado consu-
mado, era a reahsarao de to nobre empenho. affn-
gado por todos oa Porluguezes, que presaran) a glo-
ria, e o nome das duas naces alliadas.
Kealisada a inaugurarSo* ou ii ll porluguez, vio o Sr. Dr. Alme.da o Iriumpho de
sua iaoiaas, congralalou-se cora os seus amigo, por
lerem seus compalriola em solo e-iranho um refu-
gio aos seus padecimenlos, um abrigo para os lti-
mos instantes de sua vida.
Poder-sc-ha contestar os valiosos ervic.os prestados
pelo Sr Dr. Almeida nesse hospital, qaer antes, quer
ilepois da epidemia a lodos, sem dislinr^ao de pa-
tria, que procoraram urna cama no hospital porla-
goez Qoando as tribolarors desse ternvel llag-l-
lo, o cholera, que o misero enferma se debalia coin a
morle. quera se enconlrava jomo a raheceira du rau-
ribuado como medico, como -migo ?
Quera no maior assallo do moii'/ru vellou abraza-
do na sanio amor da caridade dentro desse hospial
animando a uns, curando a oulros. sempre corajo-o
sempre resignado, c cumprindo sempre ..* seu' deve-
res, sem hypolheci i uciosiilaile os cuidados do lillio
da sciencia ? Kehzmcn'.e uraa popolarilo iuteira n,lo
nos deixara fallar a verda le. Econ ma sen) vileza,
g-nerosidade sera esbanj-nienlo, limpeza san osten-
ti{ao, era a bandeira que Irerauliva entre o lellos
dos .In.nles, qu-abenciavinabor;. en maocarjdo-
sa, que para all In.li ,m ntralo, e sido roadnsidus,
e a quem tCBio i excellenle dirercao do Sr. Dr. Al-
mema, lleve se csse bem ?
vise humeiu incansavel (taha de coropromeller a
sua .o i" no centro de lano lldar : elle adocceu e
como medico mu dislncto conlieceu, que o cuma
iiao o favoreema no restabeleci ..enln de suasaude
Kfsolveu ir a Europa : parti deixando na leinbr.in-
ca de tolos os Porluguezes sinceros impressnsera ca-
I racteres mdeleveis to relevantes serviees. A sua ao
enca sera breve, mas de uir... saudade conlinuaila
liara os coraces de lanos dravallidoi, a qnem a sua
lo sempra orenlla, mai sempre bemfa-ieja ,i
| ncsrnrrciam hnje 17 de Junhn.
I Escuna brasil-ira/cVosadiversos genero
Escuna brasilairafilefrofarinlia da trigo.'
Ilrigue sardo Dainomercaduras,
Itri no sneco f!'i/i'ifrafarinha de trigo.
Ilrigue ingle/. Chanterlairbacalhao,
Birca iiiglezaMcdnrataixas de ferro e carvio.
llana purtuguezasanta Cruzpipu e barril di
vinho.
I 1 nlia- ile hu
; Sal,,,,, .
\ nagre pipa
canto
n.
91 dU
iHiaOO
f&iH.HjS'k-iiifs
IMPORTAiJAO.
Uialc nacin d o Amelia, viudo da llalli, con-
signado a Antonio l.uiz deOliveira A., manifestou o
seguinle :
:t volumes fazendas. I caiua cassas, :ll firdoi
fomo. 11ii sacros cafe, 10 ditos lio de algodao. -2 far-
dos cobertores do algod.i... i-> loro* de isearanda, i
harneas rarinha de mandioca, 7 caitolcs e 4,S0;l eai-
linhu charulos, 5,S73 qoarlinbis ; a orden).
I caita fazendas ; a K. I.asne.
II quarlol.is cal de pedra, 3ditos l\rio llorciilinu.
30 paeolw fumo ; a Meuron ii C.
Patacho nacional Eaperancaa viudo da Babia,
consignado I Antonio A. l.uiz de Oliveira. manir.
touo seguinle :
10 barricas genebra ; a Mannel lavares Cor-
deiro.
(i fardos fellro ; a Jo.lo da Costa l.ima.
-J eaildes charatas ; a Jos Antonio da Cuoba Si
Irania.
caixin peilos para carnizas ; a Barroca Si
Casiro.
18ti fardes fomo, IM) mollina de piassiba, i."> sac-
ros tapioca, 13 caixoes, Spacolet, 1 gigo e .",-J.) ca-
tinhas charutos ; a onlun.
O.NSULADO GEIIAL.
Itendimeuto do da 1 a l iii-iOjaV'
dem do dia 17....... 3:0sf>97i
r-= 2
i-. 5_
a, to
"= 5
| 1.
2. i SI'
27:ut)6-j993
UlVEItSAS PROVINCIAS.
Kendimento do da I a Ib".....
Idera do dia 17.....
JS5 y- O"
= _2. ~S

1?
M
i e> 5C
c:

-
r5 ,-.' JO l. -i E0 i*> -r "i i -~'i
%' j.9 3it xg j. j. <
1:6331737
569940
l *2a6Ti
n
SI
* w a. |Qsfi io w es es
llliliillllllgi
g
o
Oplidemaio ollirno: Dr. Pedro de Alhajde Lobo
.Mueos-i e Anluiiio Bernardo Qoinlairo, na mulla
de tgOO caca um, pur infraccao no art. 5,' til. -Y-
las poslaras de :;n de junho de Isl'.i. Ju.lu Baplis-
la Rodrigues, a de lo.-imo a Bernardo de Siqueira
ileCaiIro Muiileiro.ua de VlitHI, por infraerto do
arl. ."i.- til. 11 das inesmaa posturas, e art. .").' S 2.-
ila addirional de de novembro de 1855, Beoto
.Vives da Cruz, na mull de SsOIIO, pur infrarc,,
do arl. -22 tit. .- da- aladas posturas, Mannel Josa
Marital & Companhfa.nadalOaOOO, per ofraccao
do regiilameiilo municipal de bdeagostode 1851.a
irmandade do SS. da mesma fregueiia, em ljjOOO,
por iufrarcao do arl. 8. lil. 6. das poluras de l!)
repiques de sino). Antonio Jal Vllaca, em laafOOO
duai multas-, Jos Joaqnim Anastaciu. em 4gU00t
Elias Vieira de Mello, em 1^23000, e m,M regodo-
ra da ordem lerceira do Carmo, em U^JOO (dobres
de sinos), pur inl'r.icene dos arls. 31 '22, do lil. i.,
5. do lil. 3., e 8. do lil. b-, ludo das poslnras de
18(9. Pelo fiscal da Boa-Vista i lavraram termos
centra os segrales, no dia 10 do crrente: Mano-
el Antonio Teiteira. na multa de 1NI/S000, por in-
frarto do arl. 14. lil. 7.- das posturas de 1819. e
arl. 2 da addicional de 13 de junho de 18j.'), D. Jo-
sefa Kulina de Caslm Canalho n Antonio Ignacio
Pereira, na de 60|000 cala un, pelas rnesmU in-
fraejdes, Bernardo Kodruues Ciramnso da Cosa,
na de (000 e Antonio Pereira Simoes de l.ima,
em iguai mulla, por infracees do arl. 21 lil. !. e
arl. 18 lil.7 das poslnras q'e 1819. Secretaria 'da
cmara municipal do Itecie 17 de junho de 18.">b.
Manoel l'erreira Acciuli,secretario.
ssticar, ptu-gador, destilador,
ni), carri'ii'o, vaqtieito, e oulros
I re di
liiinijiii
propruspara todo o servir e dousnpti-
iiios estravos coziuheiros, etc., os quaes
serSo ei ibegues sem recusa de riuulquer
pirro natoi vendide i para liqtiidarto de cotilas nesta
praca.
m5i>i5 3tor<3>j>.
s
9?
5 ii ?; f. i P r
88S888II11I1|
w
recos dos
l.id"
gneros na praca di Parahiba, em
.. jonbi \ (SjC.
com: :,(l corri'",ce'r"'T l.ttW a
Algodao e forara ven tidal de feJOTJ a RaCOO
Assucar branco a 3,200 por arroba, ^ "
Assucar bruto I58OO |10r OTobi<
t.uurus 173 por lita,--,.
DESPACHOS DE BXPORTACAO PEI.A MESA
DO CO.NSIjl.viio DBSTA CIDADE M) DIA
li DE JITNIIO DE ISii.
LisboaBiigue porlogaez iViajaqle, Tbouiaz d
Aquino Eouseca & Filho, 110 saceos sssucar
mascavado.
FalmuulhBrigne inglez Kinavala, Schramm &
Cumpanhia, 2,420 saceos assucar mascavado.
Buenos-AyresBngue dinanwquez Anna Cecilia,
\ mva Amorim i Eilho, 80 pipas agurdenle.
1 orloBarca porluguea .Santa Clara, Barroca A.
Calro, 200 saceos assucar branco.
LisboaBarca portugueza Gralidaon, diversos car-
regadores, G00 saceos assucar branco e mascavado,
11(i cascos mel.
Lisboa Barca portugueza Carlota & Amelia.
diversos carregadores, 10 pipas agurdente, 45
cascos niel.
LisboaCalera portugueza Brarharemr, Thomaz
de Aquino I .i 4 Piulo, 12 prauchoes.
PorlnBrigue porliiguez Viajante, Fedel. Piulo
& Companliia, 3 barriquinhas .Tsucar branco.
Exporta cao .
Lisboa o liba de S. Miguel, galera portugueza
aUnr do Porto, de 192 toneladas, condono o se-
guale : 1,900 saecus c 712 barricas com 15,142
urrohise 15 libras de assucar, I sacea cal, 100 chu-
tos salgados, 8 pipas agurdenle, 2,900 cocos cees,
2,100 pnutoi de hm, 08 varas, ."> gamelas de pao,
3 barricas farinba de mandioca, ( pipas, :)0 meiai
ditas e 8.1 barris mel, illii.., ;
HECEBEDtmiA BE |ENI>AS IMTEKNAS E- \mnltt?attt^
KAES DE PEBNAMBUCO. fer publico, q,. o, ,1,,, 17 s, ,
Kendimenlodndialali;. UaM*a\**i^?^!i!^~*.
----------------, "Prov.nc.ae,. avallad*, em :i:.,yu-. '
l;30H6i3 I -' arre.nalaeau sera feita por le P do un, anuo.
CONSULADO PROVINCIA!.--------^T^m^'!'1'""" >~'- >
%UM0& %%,nvttm&$<
.... Xacos entrados no dia 17.
\ r,a~ l~ '.'i-'; "'?" hrasileir Coneeijao de
Costa IV "' ">"eld '"i n,,,slre ^veriano da
t ^ l. l1""0 Jw Baplisla.
d?o\"~:!VU:'9' b"s,,e in-'"- Cbanleelalr.,
e22l)iunel.das, capiiaoW,,,. pQ(, r,J
"m 1.1, carga 2,(1:10 barricas cm bacalhao^a
Schraram Whalclj & Compauhi.,. *
.Varia suhido no outmo dia.
It.o de Janeiro Ba.eaain-ricana Emblema, ca-
p>l.io Nimuel Davis Jnior, cm lastro.
M$<#,
ao mo
de Janeiro
segu em pouco lempo o bri-
gue nacional MARA LUZIA,
capiiio Jeii ila Silva Moraes,
su pode recebar alguraa carga
miada eesrravos a (rel, para
us quaes da as melhures ac-
a,-. iiiminn laees e Iralameulo:
Irala-se co u Aulonlo de Almeda Gomes, na ra
do Trapiche n. 16, segundo andar.
Kio de Janeiro.
O patacho iiThereza I, de que be capilao Jos Ig-
nacio Pinenta, vai seguir viagem para o Kio de Ja-
neiro cora brevidade, por ter grande parte do seu
carregainentoengajado : quem no inesmo quizer car-
regar, dirija-se ao escripliirio de Bailar $ Uliveira,
na ra da Cadeia do Kecife n. 12.
Da se por pouco dinheiro urna ca-
deira de piano de Jacaranda' e paratiso,
<|uasi nova : na roa do Rosario estretta n.
15, sobrado.
%
J. P. Vogelev lem a
vel publico, que no sen
O
io de Ja-
neiro.
Itendimento do dia I
dem do da 17 ,
a lli
I'A UTA
do.< prtfot carruata do otsucar, algodao, r ma
gneros do pai:. i/ne sr despacliam na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana dr (6
a 21 dr junho 1836.
Assucar emcahas brinco I. qualidade a g
:r.:l73 .79 As p-smas ,p,c ,e prop:erem .1 esto arreinalaeo
' W "'r'p'l"^:".....''P'ee,.-
.-.ere;lr,., da llin,,,,,,.,,!, !)10vinr.,, ,,, 9tnmut u.
11
u
I)
S
ci-.7 r! 1 5r',conl* -l.-TMndn deinspeeto, da raes,,,,, .l,euur.,.,a,
, l->%y?'"C'"lrU' "w'Ca..M.jun,a,lal.-,d
nandl f.ze. publ.cu. que 1.0. 1J, 17, is e 19 do
Nestes seis das seguir' a escu-
na nacional JOS, capitao .Ma-
noel Jos l'icslrcllo, pode receber algu-
ma carga mitida : tiala-se com consifj-
natario Antonio de Almeida (ioines, ua
litado Trapiche n. 1 Gompi'iihia hrasileira de
paquetes a vapor.
O vapor 'fo-
' i.'ii/i.s enm-
mindanle o ca-
pitao de fra-
gata (iervz/,10
Mancebo espo
ra-se dos por-
tas du noria
em iccoimen-
to para o a,,
sul al l'.l do
crrente mez
.10 Trapiche n. iO, se-
fiarlo x *$tvnimhmo.
A assembla approroo Iionlem um requerimento do
Sr. Sabino, pedindo locovern a remesa com ur-
gencia 'os appen rclslorio da presidencia na abertura du dapresente
Mato.
Passandn ordem do dia, appruvou em lerceira
di-cus-a.. o projeclo, que 111 mda paar os exercicios.
.in i 1-, em segunda o que adopta o corapromisso da
irmandade do glorioso Padre Santo Antonio do Rio
l*')rraos... e em primeira oque adopla tambera o
compromisso da irmandade de Nossa Senhora do
Livramento da ci-lade da Victoria.
Faram di ullimos projeclos.
Finalmente approvou todos es artigis do orca-
menlu municipal.
A ordem do dia para boje h 1 conlinuacao da
antecedente, a lerceira discussAo dos prnjectos n-
meros l'.i, 2, 27. e a segunda de numen, i'.i.
Temos carias de Garanhuns de 8 do correule, que
das comarca sem novidade,
11.011 tantas vez", o balsamo da mais divinal consola,
po. /.-...
Recito21 de raaio de 1836.
oxce$p0ni>ena.
Sr. redactores.\ gral.do sendo como he, um
dos mais nubres sentimenlos do homem social, que
se pre/a de pessuir um COraetto bem formado, um
uever sagrado para cura aquelles qne prezam o be-
nelicio recebido, e urna divida immensa, e insolavel
aquelles que se julgara obrigados aos innmeros fa-
vores espalbailiH pela mSo bemleilora de seus ge-
nerosos i.rutectores. cases entes priulegiados e dig-
nos de lodos os respeilos e cousideracoes humanas
nao Heve, por ser um pouco tarda em sua manifes-
laeflo, deuar de ser aceita por aquelle-, a quem ella
ne dirigida, valo como eSsa cirrumslancia nlu de-
pende quasi sempre, de m.ssa vonl.de, e somenle de
occuircnnas imprevi-tas, as quaes muilas vezes con-
traran, nosias vistas, desvndo-uos dos nossos mais
ardenle* desejos.
lato poto, c prevalecendo-me da bondade com
que Vm.-s.,me facilitam as columnas do seu aprecia-
vel Diario, venho peraule o publico desla ridade
razer a esiionlanea coiiussau dos minios e reilera-
dos lavores, e benelicios de que sou devedor aos
mu dignos e dislinclus faciillalivosos Illms. Srs
Ora. Pedro I) mellas Pessoa> Jos Foancisco Pinto
uimar.es. mtus benemritos bemfeiloie, peto
incansavel zelo, pericia, desvello e assidudade
cora que se pesiaran) (na doloro-a crise, porque
acabamos de passarj cura c Iralamento das pessoa
de ininha familia, qne rntrrmaram gravemenle da
1. mase. ,
bar. esac. branco. .
1 mascavado
" relinadi.......
Algodao cm pluma
ii-
ii 2
I.' qualidadc
'.a
:l.'
era caroca.........
Espirito de agnanJenlo......cm.ada
Agurdenle cachaca........
de caima.......
resillada..........,
do reiuo........ 1
Geaetaa.............Ciir,ada
" ............... bolrja
icr...............caada
* ............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqueirc
entornar H "* ""","'"""' '"' "le"s,s P"- a
e c in.ria da cas, ,.. detci.Saod.sla eidade, pur
ton,,. de -,m .,, ,,,,, ,,.,. ,|c j.,11,,,
pr.M.iiuviiitoiir,., a o |, de jonhn de 1857.
a pessoasque se pri.pworem a esta arremalacaq
""'"'"-"" '........> s- Oes da mesma junta us
;'" "-"': declarados p........eio dU.competonlemen-
.. ...iil.la.ias, qe al Ibo serSo prsenles o formu-
lario c cundiera., da arrem. i.eao.
lllW ln*"K.,,to,",""d* ''"',;'r DrMenta e P-
SeeMlam, dajKrarla previncial de Pernambu-
ira de avisar ao respeila-
, .. ..^.. eslnbeleriraeulo na ra No-
va 11. 27, esquina da Camboi do Carino, ciiconlram-
se os mais neos e melhores pianos que lem appare-
cido nesle mercado, de forma de armario, de supe-
riores vozes, coii(riirc,u solida, .'o go-lu mais mo-
derno pussivel, sendu c.lles lodos retios por enenm-
menla. e nao vin los cm cntninis.ao. e asim apro-
piiados para este clima, dos mais acreditados fabri-
cantes de purupa, os quaes elle vende garantido!.
t) eslabelecjmenio ei;i liberto al as s hers da noi-
ie para a cdmniodiriade .las famillai .uc quizerem
ver e exprimeiilar os instrumentos.
No d'a l^ paro !:: de junho rosto do engento.
Hiheirao, (trino da eidade da Victoria, um e-cravu
de nome Flix, o qu,| foi euconlrado por um mora-
dor di. me-iii engeiibo, dos Afogados para as Ciuco
1 ontos, dizeiilo levava carias para o Recfe, e tem
os signaes seguiutes : altura ordinaria, cor bem fula,
desdentado de ambos os qooixos, quasi no todo, he
crioulo, cabello cirapinho, as canellas bastante ar-
queadas, quando anda bola um lanto es peilos para
tora,as poutBs dos pea virando para os lado, andar
mu lo, es bracos torios a proporrAn dascanellas.olbns
brancos, barba multo pouca, be mullo rhelorco, ten.
28 anuos, pooro rais aq menos, jA foi surradn ha
lempos, e anda hoje lem marca de relbo as nade-
eas, em urna mais e era oulra menos; levou calca de
algodaozmlio rsrado, jaqueta branca, chapeo d pa-
ma, e ama Iroatinha s cosas : qualqner pessoa qae
o pegar, dirlja-se a casa de Jos Vieira de Mello, 110
lugar cima mencionado, que sera bem gratificada.
Ha quatro anuos, pouco mais ou menos, qoe
rugi um cabra aoboclado, d nome Jos, o qual
lem os signaes seguales : he aleijado da mAo es-
querda. baixo, grosso, pernas arqueadas, cabello co-
mo de caboclo, dada 10 annos, facilmenlo se pode-
ra inculcar como livre serlanejn, he escravo de Pa-
checu Filbo i- Mende*, do Aracaty, e achava-se em
casa de Manoel Jos de S Araujo'para ser vendido.
Conla que anda com boladas pelas reirs de Santo
Anlao c oulras villas, e parees que lambem lem viu-
do a osla ci^a le. aonde talvez esleja presentemenle,
pois que foi vilu na pra{| da Bua-Visla domingo 15
do crreme : recommenda-se a qualquer aoloridade
policial, capilao de campo ou pessoa particular que
o apprelieadam e le.vem o a ra do Brum n. 22, ou
no Aracaty a seas senhores, que serAo generosamen-
te recompensados de seu trabalbo, e indemnisados de
ale urna despera que li/.erem.
Os se..:oi\x proprictariosi
qae liverenJ predios ediQcadMem terrenos foreiros
a veneravel nr.fem lerceira de S. Francisco desta ei-
dade as seduinles ra.: Livramento, Direita, b-cco
>. Pedro largo deS. Pedro. .Mundo Novo e r.ia
Chales de mern bordados a seda da mesma cor a
a matiz, pelo barato prec,o de 93000
Chales de merino fino com barras realizadas, a 79500
Ditos de dilo pretos com franjas de seds, a "3OOU
Ditos de dilo de cores com defeilo na franja, -Vki
Ditos de lia grandes de todas as cores, a 31800
Ricos vestidos de seda com toque de moto, a 90MOO
Lindas sedas de cores de novo* padrees, a ISOOO
o eovado.
Chai} de qoadros de lindas cores, a 900 rs. o eovado.
I'olar de seda cora quadjos asselinados, a 800 rs. o
eovado.
Lila de quadros com .. palmos de largura, a 600 rs.
o eovado.
I Sarja preta lavrada para vestidos, a iOO rs. o eo-
vado.
Crosdenaples preto com :t palmos de iargora, a
25200 oeovado.
Sarja preta verdadeira hespanliola, a I98OO rs. o
eovado.
Romeiras de ralri malizadas, a IO9OOO.
Manas de blond pretal c brancas, a IO.3OOO.
Panno prelo e de cores, prova de limAo, de 3c00ll
a 4^000.
Selim prelo macoo melhor possvel, a 3M00 o eo-
vado.
Cassas francezas d core: linas, a 210 o eovado.
Untas1 rraneexai larg.s mullo linas, a 280 o evadu.
Kiscado fraucez com ."> palmos de largura a 210 rs.
o eovado.
Palitos de alpaca prela lina, a ',fioo
Corles de casemira de cores muilo linas, a SMOO
Dilo de dila prela fina, a ^^500
Corles de collele de selim preto bordados, a 49OOO
I cijos pura camisas l.ranros e de ci'.r, a 400 rs.
t.ollannbos feilos e carnizas francesas,
(.amizolas c ineias de la 1 brancas e prelas.
Lencos de seda, de peso, grandes, a IsOO.
l-enjos de seda de cr para grvala, a 000 rs.
Cobertores de algodao grandes, a 700.
Cobarlores de laa bespanhes, a 3g030.
tm frente do becco da CongregacAo, passandn a
bolica. a segunda toja de lazendas.
Srs. re/ac/ore,._Lendo eu urna corresponden-
cia inserta 110 Diario de Pernambuco 11. 139 de 12
do corrente, na qual o seu autor o Sr. Manoel Tho-
maz de Albuqutrque Marmitn, diz qae o vigsi-
mo lauco da eslrada do Pao d'Alho fura recibido
sem ser inspeccionado, e islo em prejnizo do bem
publico, assenle de nada responder por eslar tran-
quillo em rcinba consciencia, de ter concluido o
meu trabalho Murarme o contrato, mas tendo o
Sr. correspondente invocado o meu testemunlm,
vuu dizero qae se pasin, para que o meu silencio
nao seja interpretado desfavoravelmenle.
Durante o Irabalbo do mea braco o Sr. engenhei-
ro L-utier passavs conslanlemeule pela estrada, e
oepois de concluido ofhciei-lhe cm 20 de novem-
uro de ISoo, para que lomasse conla dedo, o que
su se rcalisou em das de dezembro, depois de exa-
minado pelo mesmo Sr. Leulier,queacbando-o cou-
torme con. a planta, parlcipou a reparliqao com-
petente, dizendo que a obra eslava no caso de se
receber.
Avista, pois, .lo etposlo, ve-se que nao foi evada
a iiitorinarAo que deram ao Sr. Maranhao.
Sou, Sr. redactores, seu constante leilor.O ar-
rematanto do .0 lanco do Pao d'Alho. Jo gonio Paes Brrelo.
de jnuho : agencia
. undo andar.
3j700
25000
iOiHO
(l-'iiin
l,-;. i '
:,-<; |0
1.-tii 111
cot)
E.100
'aqu^H:.:;,;,",:,,.1^ jeal companhiade paque-
.. -----.......i... ..iciiivme u.i -O""
epidemia reinante, r-cusando com generoso desin- Cera de carnauba
-------------, ~-.vn_.-r <.u*n _i-nri liso Ui'-Hi-
ieres>ea rcmuiieracao que Ibes era dev .la ; d.ndo
assim cspanAo a seus seniimcntos humanitarios,
ao espirilo de caridade. c philanlropia, que tan-
to os caraclensa c recommeuda; como cnsiima-
dos lilosotos e verdadeiros rhrislAos.
Tendo palentoado os relevantes servcos que rece
bi desle dous Srs. facultativos, ojo me he dado es-
quecer, que o lllm. Sr. Dr. Ignacio Firmo Xavier
lamliera lomou parle nos ineus infortunio, hon-
rando-me com algumas vizilas, sendo que, como os
rei'to 5 :'S' "cui0u a pa8a a a"c tenbadi-
Ue poicara mim, Srs. redactores, uraa especie
de consolara.., poder ainda depoia das dolorosss
perdas, porque passei, vendme privado do meu
uom ent-ado, muco estimavel c de esperancu, dos
poneos escravos que pus.uia, dirigir ir.eu's eter-
nos .gradecimenla aquelles Srs. facullalivu-,
meu. prez.dos amigos e berareilores, pelo, relevan-
tes serv.jos dilles recebido cura especialidade do
V. Ir. Dornella-, que lia cuco mezes a esta parle
me lem Iralado, com o mesmo desvello, e hundirte
que cosiuina eapregar em su.i exlenu cnica, de
varias enferraidades, de que leahu lido alTeelado,
asaim como a mmba mulber, a quem por vezs. de-
pois da Providencia l>,a, |1H a|Vado. arr.ncan-
La.C"'Drma0.S,'SUr:l e, Cerleiri' ,l0 <>ominio da
morle rateado assim declinar a gravidade de seos
sollriinenlos, e dcisindo bem rondadas esperancas
?a"ul0m resla'>^imento a sua primiln'va
Em vi-la pois do evposlo, e do mais que por bie-
vidade piissa (er omiltido n.sti breve exposicAn de
meus sentimenloa.dignem se oa memsos Srs. Drs IC-
cellar a seguranca que aqui Ihes ofle.ccii do mea
cierno rcconhecimentu.e dos votos que oir.jo au cea
pela su i pereciosa saude, e perenne prosperidade.
Boj. senhores redaclores.de Vracs. minio obligado
R..trn'^".''; {','!,nu Cavalcanli d'Albuquerque
Kecifj l2dejuiiho de 1836.
fltfl
ommuttictii?o.
TRIBUTO AO MRITO.
Nunca diremos de mais quan-
do o mrito assim exige ; elle
he a hussola da el .queucia.
N'uma poca, como a actual, que o mesquinho
egosmo qoasi que lem formado uini nova socie-
sade. tendo por divisa a mais inqualificavel irapar-
cialidade, quando em lodos os circuios a inepcia he
in 11 oa menos lisonge.iia, procurando-se occul-
lar por entre cerradas parsitas a mais bella tlor,
que alravez dos ubices embalsama o es|.a(o, quan-
do... em eloqoeotes allocucts aquilalam-se mere- pois da Providencia Divina
denlos bem e b;m eqnivucos, e a toda prova du-
vidosua, ao passo que os acloa meritorios, o presii-
giu, a illustraepo, a rraternidade, a caridade, e a
e turaran j.izem curridas e apopadas, on em total
esquecimenlo, e se nao contrariadas : nesta poca
diziamos, uilticullosose torna au liompm sincero ex-
hibir os seus pens inienli .1 respejiu de qnem pro-
cora-se bem pronunciadamente occultar seus 111c-
rilos.
Eis porque nos vemos embancados neslas lindas,
e a nAo ser a nossa consciencia, o dever restricto da
amizade, e o direito inaufcrivel qua g.za o eidadao
de expende! serrafn rertaidi*. os seus ptiiiamen-
tos pela imprensa,cerlamenle qne iiAonos animara-
mos a vir pela priineira vez.Srs. redactores,a deman-
dar de vi, em vosso arredilado jornal, um espaco
para nelle serem publictlas estas lindas, nico tri-
buto que podemos pagar ao mrito, no aliar singado
da mais roncal e sincera .un-ule. Queremos Ira-
m~Z ',,m- Sr- "r- Jo'6 rte Almeida Soares de Li-
ma Basl>. desse hameni coberto do lanas recam-
mendaqes qu, [>" mis julgamns larefa por demais
oncroza del.uc. "' ligciramenle i.'um q.iadro fiel
smis serviju-, sua ilAnstracAo e prestigio, nao ni co-
m, medico dislinclo, Vno lambem um dos mais
Indos llari.esque circula coros, quecingea fronte
du genio porloguez. .N.iu^yjuus, Srs. redarloies,
exagerados; nAo somos nos, qu^Nain) nos exprim-
mes, he a voz geral. he a cousciemSia publica, he
anida a mais profunda conviceao que Meai arrailra a
1 onfe-sar alio e boni soni, o que sentimsNe mais
nobre respilo do Sr. Dr. Almei 'a.
i Jeg i.i.i nesta encantadora e .Ilustre cipilal, e
recibido comas mais lilangeiril prov.is de amizade
pur este povo de lAo nol.ras quAo ouiadouros prece-
dentes, o Sr. Dr. Almeida priucipiou por dar as
mais vivas demun-tracurs de sua graiidao, de seu
cavalheir'smo, e de seus conbecimenlos scicnlificus :
iucetou a sua carreira pruressional de urna mamira
que tez honra sua Ilustrada inlelligeiicia ; suas
redigas, sua proraplidAo, seu zelo, sua dedicaran fo
r.im sens garantes ; elle nao se efi.rcoij, deu span-
Sa ao seu genio beuifaicjn, enmprio os dielames di
sua consciencia, e baslnu-lhe islo. para merecer dos
nacionaes um lugar mu disliucln nos mais allns cr-
culos da arislocraria, nAo desprezaodo, nunca esque-
cendo, que ohomem do b-m he aquelb- que lano
se recosa na mulle poltrona de vallado, coma no
mais prnsaien larabnrle de pinito ; nunca olvidando
a sua liebre e caridosa profi.sao de medico, ou anle,
le flho do povo, porqu, Srs. reductores, mm
medico ha aquele que 11A0 se desdoora tomar o pul-
so ao mais humilde plebCo, emLora depois receile
ftO,
e27
i-KACA DO RECIPE 17 DE JUNHO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colacf.es olliciaes.
Cambra .obre Lundre,_27 .1. (i0 d|v. a prazo
d. I|i GOdpv. a dinheiro.
Venda de aeces da Mirada de ferro 30 de pre-
mio sobre a entrada. '
frederico fnbilliard, presidente.
/'. Bornes, secretario.
c 1 -, CAMBIOS.
Sobre, Lendrc, 27 1|4 a 9711 r.
Taris, tio rs. por f,
Lisboa, loo por 100.
I Rio de Janeiro, 1,2 a 1 por ii, a 13 e :) das.
Actes do Banco, 35 o,n ,|e premio
Actes da companhia de Beberibe. 54SQO0
AccOes da companbia Per.-.amhucana ao par.
II Llilidade Publica, 31 purceulodt premio.
11 11 Indemiiisadora.sem vendas.
Diseonlo de ledras, de 10 a 12 por Ol.n
_ METAES.
duro.Oncas bespanhulas. .
Moedas de GjlOO velhas
65100 novas
15000. .
Prala.Palacoes brasileiros. .
Pesos columnarios. .
1. mejicanos. .
'-'89 a 28300
. KttHMI
lujOdO
. 99OOO
20000
. 2K)00
. 15860
ALPANDBGA.
Rendiinenlo do dia I a 16. .
I.Un. 1I0 di 17. .... ,
271:6009601
22:713j332
em casca.......
Azeile de mamona ....
mendopm. .
a de peixe.....
Cacau ...........
Aves araras .....
papagtios.....
Bolachas ..........
Biscoilos..........
Caf bum..........
1 rcsslollio........
a om casca........
>. muido.........
Carue secca ........
Cocos com casca......
Charutos bous .......
ordinarios ....
regala e primor

caada
.
una
um
9
u

cento
milliciro
una
um

alqueire
@
em velas........
Cobre novo mo d'obra .
Couros de boi salgados ....
verdes...........
espixadus......
de onca .......
v o cabra corlidoi .
Ca.U'himbo......., .
Esleirs de preperi......
Doce de calda........
goiaba.......
seceo .........
1 jalea .....
Estopa nacional........
" eslraiigeira, inao d'obra
Espanadores grandes.....
pequeos ....
Fariuha de mandioca.....
injlbo.......
aramia.....
Feijao............
Fui; liom ..........
. ordinario.....
cm folha boiu........ n
n o onlinaiio....... .,
reslollio........
Ipecaenanha............
''.Mima..........
(iengibre..........
Leona de acbas grandes .
o pequcuas.....
" n loros.......
Pranclias de amarello de 2 costados nina
.. loBCl.......... B
Coslado de amarello de33a40 p. de
C. c 2 '. a 3 de I..... ,,
de dito uanaes.......
Costadiiibo de dilo........
S...lilla de dilo...........
Forro de dito...........
Coslado de loara......... n
Cosladinho de dilo........ o
Soalho de dito...........
Forro de dito...........
.. cedro..........
loros do Majaba......... quintal
Varas de parreira......... dii/.ia
aguilbadas........
quiris.......... B
Em obras rodas de sicupra para c. par
o eixos a n o u
Melaeo.........
'.si
8600
380
tm
5.380
3-i0
73D0O
13600
1880
18280
19600
30000
103000
35000
59760
&J360
50300
45OOO
390000
890(10
595OO
39000
15700
9700
27300
HbOO
l2-0,10
5160
9200
5100
9220
I39OOO
5210
-5'100
30
92*0
9900
9800
5100
I96OO
I9OOO
29OOO
15000
25O0()
39500
6501)0
alqueirc .3-5000
9
t)Dr Joaqum, Irancco toarle, suppllenlc dojui-
zodeurpiiios e ausento,, nena eidade do Recito
qae Dos guarde etc.
l-ac.osab.-r ios que o presenta edilil vireni, qae
findo, o. dieidi le, seraoarreraalados cu, hasta pu-
blica por venda no da 26 de junho correule, os leu.
conslanlcs oesenplo qoe e acba en, pdenlo por-
,ZLiTVa'Z:'' C"!.>S l""S P"-"O0. a heranr,
do tinado Constante Camucui,,,, e vio praca a re-
nova.'"*'"0 "" exeq"c,"e r- ,0 piwli Caa-
E para que chegue ao conhecimenio de lodos
rcosluraT1- Pre"""e qUe ,eri an"d0 D '"-';
i itofrSh t! juvn1"'de 1,s:,,i- K" (;aMi re">-
lacle Labial de \asconcel|os o subscrevi.
foaguim l'rantiseo Duarle.
tes iuglezes a vapor.
-- '. ,-..'-
Bella, bajan
furos ao al...
111, todos i
' '- Plfa
. alq.
ceulo
i:313#tt
Milbo......
l'cdra de amular
lillrar .
rebulus
Ponas de boi .
Piassava.....
Sola un vaqueta .
Sebo em rama .
Pellea de earueiro
Salsa parriii.a .
apioca.....
IO9OOO
69OOO
IO9OOO
69000
.35000
38j kio
39OOO
19500
2-rO(K)
9900
11-5000
215000
165OOO
303OOO
1-'50(M)
saino
(iaooo
:t530'J
89000
69OO0
39300
500o
39000
15-J
t960o
19930
15280
4i?000
2O9OOO
9380
caada
alqueirc jOOO
una 9640
69OOO
1 9800
9000
9330
39OOO
6- -i)
I69OUTJ
cenlo
molbo
meto
{
urna
i...
,- O lllm. Sr inspector .u ihesoorarUdofazenda
manda Raer publico.que nos dias"8,13 O 23 de iulbo
!heU1!:!,rar.fUlUrU e5l'"a C'" *"* *"*** ~
mesaurim para ser arremilado n venda a que,,,
ma.or preco ullcrecer, um Hilo no lugar da Ibura
que pertenec ao b.icharel Pedro Gcudi.no Ralis e
b,'m iBJd?uw. o preti-iideiiie de.ei.iu comparecer na
casa da mesma Ihesuurana. nos referido, dial ao
me,., dia. Secretaria di ll.esourana de laceada de
I ernambucu 28 de maio de 1836.-0 ollicial maior,
Emilio Xavier Sobrera de Ucllo.
Caixu ti i i al.
A directora tem lixado o pi-eco do ilis-
contona presente semana, desde' I" ;) ->7,
docorreptejunhoa 7 porceutoao anno.
As horas do expediente pura is partes li-
cain marcadas ate a's i da tarde.
Pela delegara do dislrielodo termo do Ra-
c.le rara apprehe.idido, i, da 13 lo correule li
cvanos luriadus, vinOos da eslrmla da Victoria os
Uonos dos rctori .'os cavallos conipareeain iie-l dele-
gaci., para Ibes serem entregaos, viudo munido*de
documentos l-g,s. DelegaCII ,| 2." diricto de
ermu rio lenle aos I i de jualiu de 1K3.-0 de-
legado, Joao lraucico Xavier P.u-s Da i re lo.
Pela subdelegada da Iregueiia dea Afngadu
se !/. publico, qae loram apprehondidos 3 cavallos
no q .arle,,.,., du Barro, por se suppo.em fuitadus :
quem se julga, cm din ito aus meamos, compareram
na mesma subdelegara, que iusliOrando, Iba se'.au
enlre^ues. aubdelegacia da freguesa dus .Mugados
II de jonbo de IN,(,._o subdelegado anbplenle,
Francisco Carnero Machado Kios Jnior.
No dia 19
deste mez es-
|iera-se do sul
o vapor Taij,
commandanlc
vVilliam Slrull
" au;l1 ,1,,l""-
^^cSRir da n.-inora du
COSlume se-
guir para Soalhamplon, locando nos portos de S.
Vrenle, Tener,II, Madeira e I.i-boa : para pasa-
.ciros, 'le, Irala-se com os agentes Adamsoo llu-
wie i t; ra do Trapiche Novo n. 12.
N. O (Is embrulbos que prelenderera mandar
(..ira Soulbarapon deverao ollar na agencia duas
hora antes de sa fecharen, as malas, e depois des-
la hora nao se receber volme algi.iu.
'ara i Italiia,
a veleira c lm conbecida garopeira alJvraclon pre-
lende sabir com muila brevidade, por le'pule de
seu carregamenlo prompto ; para o resto os prelen-
denles entendam-sc cura o seu consignatario Anto-
nio Loil de Oliveira Axevedo, ra da Croi n. 1.
Para o Porto segu con, luda a brevidade a
bem conbecida galera porlucoeci llrarhirense :
para carga e pa-sageiros, para o que lem os mais
acetados eommodos, Irala-se cora os ron-ignataru.
T. de Aquino FonseCI iS; l-'ilho, 00 com o capitn
na praca.
Para o C-ara sabe com Inda a brevidade o pa-
llbale nacional Anglica lem parle da carga
prompla, para o rosto ou passageirus liata-se cmn u
ronsignaiario I.lz Jos de Si Araujo, na roa do
liro,ii n. 22, ou com o capillo Jos Joaquim Alvs|
da Si,va, lirio da assembla numero 8, segundo
andar.
PAMA O RIO PE JANEIRO.
Billa nacional Tigre segu em poucos das por
ter parle ilu seu rarregamenlo, para o resto da car-
ga irala-se na roa da Cadeia n. 39, segundo andar,
com V. A. de Souza Carvalhu.
de ir ou mandar pagar us respectivos
so a--. Miado, solicitador .a mesma or-
sdia .liis i; hura as II di, m.mli.ii, no
aierro da Ih i-Vi-ta. .asi :. primeiro andar, ato o
da I.'dejolho prximo toluru, depuis do qu; se
cobraran ex cotivamcnle.
Manoel l.uiz da Veiga.
A Sra. I). V. C. I., venba no prazo de 3 das
resgalar um icnlior qu lem na :,.i Auguiia, do con-
trario sera tendido para pasamento do mesmo.
A pes.i a que aiinun. i. u (er a cata para 1:3005.
pouco mus *u uien (!irjs-so au pateo di Saoli
Cruz aune ,t, laberna n. s, de 2 huras om lianle.
que laz-se lido negocio.
Ooem jpre. isar da quanlia de 309 ajares tob
penliores de louro ou prata, dirija-se ra da Pe-
nb.i ii. 2i, phmeiro andar. Ka uiesina casa VCnde-se
om bom badheiro por preco rar.avel, em muilo bum
f slado.
I'rerisi-M- de um caixeiro qne lenlia bat.inle
pralica de liberna, e que d lia lor a sua conduela,
-e Mide de la 16 annos : a tratar na taberna ,un-
i fabrica lie sabao n. 112.
Preci;|-se de om caixeiro qoe entonda dela-
l.erna, e que de ra.lor a loa con lucia : em Fura de
I orlas, ra llu Pilar n. I3.
l.oicifcPioho Borges, eidadao braieiro, vai
a r.iin.p Irnlir'dc sua saude.
masca*
&titt&.
lela subdelegaea da freguezia dus Afogados e
tac publico, que se echan, depositados 1 cavallos ap-
pruieudidos por se siipporera furladoi : quera se
jugar com .imito aira mesuras, compare.m na dito
abdetogacia, que joslilicando, Ibes seao enlregnia
SubdeUgacia da Ireguezu dos Afogados l de j.,bo
d 18-jb.O subdelegado supplenle,
Francisco Caineiro Machado Kios Juninr.
Devendo em cumpriinento da or-
dem do tribunal do thesouro nacional, de
de Janeiro do corrente anuo, saliir da
ctrculucao as notas de 5s, de segunda es-
tampa, papel encarnado, <|ue nella esis-
tein, sendo substituidas por nulas dos
inesinos ou de menores valorea, da caixa
tlial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia o lllm. Sr. inspector da
Uiesourara de l'azenda desla provincia,
manda convidar ospossuiuoies d s ditas
olas de 50'000, para as apresenlarem
na mesma tliesouraria, afim de serem
trocadas dentro do prazo de oito mc/.es, a
contar do 1 de julho prximo vindouro a'
2S fevereno do seguinte anuo de I85Y ;
declarando au mesmo lempo que, lin-
do esse prazo. sollrero o disconto
delO por cento do seu valor em cada
mn de demora na apresentacao, na for-
ma d.i lei de de outubro de' 1855. ate
icarem sem valor algum. Secretaria da
tliesouiaria de fazenda de Pernambuco,
o de juilio de 1850.o oliicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
CORREIO llU.
A administrarlo engaju liomcus cr.mi-
nheiros a l.slIOII rs. diarios.
oerli le -;. Anolnio .e lavn-
Ai?encia(Ie leudes ua na
da Madre de Dos n.
5a, de Vieira da Silva.
Sabbado 21 do corrente, a's 10 horas
da manliaa, serao arrematados muitos
objectos, mobilia e pianos, e tudo mais
que estiver patente, e sera' vendido a con-
tento dos freguezes.
Leiao
l'asso I rmaos azem leilio. por inler-
veucao do agente Vieira da Silva, de 20
iai\as de queijos liollandezes, no seu ar-
mazem da ra do Ainorim : (piarta-leira
18 do corrente, a's 11 horas da manliaa.
Lasserre & Tissel-frercs fario Icilo, por iater-
venefa do agente Oliveira, de urna purcao de mau-
leiga Irauceza da ultima impurtada : q'uiila-feia,
10 du corrente. as 10 horas da nianha, no arma-
zem du sr. Aunes Jacome, delronle da arcada da
alfandsga.
I) agente Borja, as 10 hora do da quinla-fei-
ra, 19 do correule, em seu armarein na ra du Col-
leeiu n. t, raa leilao de una explrndida uiobilia
de Jacaranda, ama dita simples do mesmo, um rico
ptaiiu iiuileriiissimu, diveri obras deouro, prala
diainanlc ep, rulas, um excellenle espellw grande'
divcrs/s louiadurea, sor.is, consol,,--, mesas e cadeira
de imarclto, eommodat, gu.rdl-veslldoi. secretarias
cama rrineeia de mogim, .-,para.,urcs, lavatorios, np-
parellui. do luuca lina e inferior para ilmoeoejin.
lar, vidros unos pin artico de mesa, objeclos de
porcelana para enfeite de ala.eindelabrvs.lanterna*
aleocilios e caais objeetoi de cisa, etc., da ama ra-
milla qoe se relira para fura do Imperto. Seguir-i -
ha a venda de urna pnrclo de rai.as de diarnlos da
Haba, chicles linos para carro e carillo, i canas
coip conservas de carne e de frucla?, I cairo novo
americano de i rodas, I opliinu cal,nolel, I escrav
preU, de bnuila ligura, proprii para lodo o servio
liO pecas de hrira de algodao, e uniros muitos oble -'
tos, que serao entregues por qualquer preru maior
que ollerecain.
O agento Borja por aulorisaera ,| Exm. Sr. Itr.
jui2 especial do cumiuercin, rinforiue osen despa-
cbo proferido em requerlmenio dos caradores!
SABBAllo 21 DO CRREME, M
IMLAfETE D\ 114 Di PRUA
Os saines stariio decentemente ornados c illumia
nados, c os directores prometiera conservar toda bo-
ordem poM ral, e a msica tocar novas e excelen-
tes quadrilhas : os l.ilbcles .charo-se venda na
caa dn baile, e principia as 8 horas.
Quem aiiuunciou qnerer_ 4:OOo a um e meto
por cenlo, d
ru,. do Kan
gocio.
Oesde
le do gran.l
me Manoel
menos, de (Mala
autoridades
ando por garanto ."> casas, apparec,a na
;el ii. 21, que se dir quem faz esto ne-
tomingo 1.". do corrente Bis esl ausen-
ii hospial de caridade o africano de no-
com i.lade de 20 annos, pouco mais ou
: reruminenda-se a todas as
,.olieiafea\*apprehenso do dito africano.
randa hospital de caridade 17 de junho de 1850.
Luiz do Ileso Barros, regento.
O abajxu Hdgoaito pede encarecidsmenlo a
qaem liveruma letlra da quanlia de 3113 sacada
con ra o mesmo abaixo assignado, e a favor de Mi-
'guel Martnis Costa Kibeirn, ja tinado, de >presnta-
la ao Sr. capilao Aulonio Cantoso de (ueiroz Fon-
seca paras(r paga, na ru na Conceicao.
Am la se aluca a casa em Olida, ladeira da
Misencorditi n. 12, a qual esta des-nfeclada e pinta-
da ha pouco, e niio niarreu ningucn da epidemia : a
fallar na ruj do Rangel ti. 21.
l'reciia-se de um feil-r que enlenda de plan-
lii.j.ies. para! lomar caula de um silio :qoem se achar
nesias ctrcumslancias dirija-se a ra de Apollo, >r-
maiem de Mesquila Jnior Cirdoso.que achara com
quem Iralar. *
-Uuga-se o^primeiro andar cora grande solao
da casa do atoe do Terco n. 3U ; a tratar oa ra da
henzala No),a n. .
Acallara de chegar os muilo desejados e bem
contiendas I chapeos de palba americanos : na ma
Nova, l.'ja r.ibrica de chapeos n. Vi.
Na rm Nova, toja o fabrica de chapeos n. }(,
acaba de rcteber-sc um completo sorlimeuto de cha-
peo de loifes as qualidades.
r*" ''> -* do correule, linda a audiencia do
lllm. Sr. ||r. ol de orphaos, e na salla das mesmas
e ha de arlremalar por venda, a casa de dous an-
dar s sita ila ra do Amorim n. II, que vai a praca
a iequer,m;nlodos herdeiros ,1.11a, c que foi ava-
llada em iB00#n.
Alujja-se um grande e lamoso silio
no Hospicio com casa para grande .imi-
'ia, caciiaba com agua de beber, baixa
de capim el'ructeias de diversas quali-
tlades: (uem quiser alugar dirijo-s.' a
ra do osario n. 56, que ah adiara'
COm qnem tratar.
; Ao respeitavel publico. ;';
:'i Jas Andelo hetn conhecido denlisla .".
i e sangriidor, po e ser procorailo a qualquer ',"
di dia, ua eamboa do Carran. 20, lo- -"-
-' ja de t
95 denle
fe lor a j
perfeii mente o denles da frente,'e ippli-
ca ven
Preci
i segundo .a
arbeiro, para sangrar e lirar bem
por .ir.cos a von lade, a quem Ihc
lerenda, chumba denles, separa
osas sarjadas
i-se .le nina ama para coziohur e engom
..,.,,. ..........I...... '"....." i. gUIII-
"'' pa i quena familia : na ru., .1, Cruz n. ,t|
.,,,',11.,1.x ai 4.a, '"1
I ir.
caes u i masa i.,11,... de Uanoel Joaquim xlves m- ~ A *
tombo. f.r leilSo das dividas pene,',- nlc< a role,i- '""" mV"
da masa, a, quaes n.....tan, :. quanlia de M-';-;-7in ''"' l"'lL'"
res, cajos hvros emais documentos se iicim'ein!*", '?'* '
poder do mc-iiio ajenie, em ion armazem, ra du I "'
Colleno n. 13, onde lera luga. ., leiao. Sexto fci- '"; rlT
ra 20 do crrenle, as 11 horas da ma.il.3a. I ,,rm
- I. Me Aquino lon-eca A li,|,s, l.uau ieilaf, '
porral iveiicao do agento Uliveira, de cerca 100'
barricas da superior farinba de trigo de Lisboa, lo-
tos a vootade dos compradores: usto-feira, 20 do
crreme, ai 10 auras da manliai, no armizea do
Sr. Aniie.Jarome, defronte da arcada da alfande-.i
- A ab ixo ,iignad.i l./ pnblira qae se acba
'dade de Ierras eila em Mira de Galos,
l ii .leudo paire Francisco Jwd Re.
qual .ra porluguez, c morrea em 1839,
lempo ale eiilo sinda nao appareceram
, DnadO padre, e cujas tura' esUo muila
cun.la que no liento exstem subrnibus
Ir ; assim quera l'ur subrinhu e juslifi
lie s,.,a entregue, diriginijo-se o mesmo
casa de J use Caneiro ,1a Silva.
Maria Magdalena,
mo assignado 1 publico aos seos credo-
lilicarera suas divida, que elle lien de-
LOTERA da provincia.
Aos 5:000, e 2:000,000.
Sabbado, 21 do corrente, andam as
rodas da primeira parle dt. primeira lo-
tera da greja deNosta Senhora do Li-
vramento: ainda restam alguns billielcs,
meios e quertos, rubricados pelo abaixo
assignado, aos preros abai\o declarados,
as lojai da praca da Independencia ns.
lo, 1) e 10; travesea do Oueimado u.
59A. ras estreita do Rosario n. 50,
da praian. 50,doLi7ramento o. 54,lar-
go do Ten-o n. IS, aterro da Boa-Vista
ns. .>8e sendo que, os ,ue obtiverem
sortea grandes, o possuidor recebera' nao
so o sen premio na confoimidade da lei.
mais tambero os 8 por cenlo.
Bilbete inteiro 5S800 recebe 5:000sOO0
Mcio bilhete 3s000 2:500$000
Quarto I 500 I:250s000
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
SSTABELECIMENTO PH0T0-
GRAPfllCO.
BA NOVA X. 21, PRIMEIRO
ANDAR.
O abaixo assignado aproveita a occaiio da
transferencia do seu eslabelecimenlo para a ra
Nova n. 21. (primeiro andar' para rccoinmendar
ao respeilaval publico desla ctdaie os productos da
sua arte. Tendo por tirn dar aos amadores todo o
que ha .e tnail moderno c ma.s em moda na Euro-
pa, em malaria d relnllos e sasfaier ao mesmo
lempo a lodos os goslos, nada lem poupado para
alcanzar este fim. Achar- casa ludo o que c poder desejar da mais pequea
miniatura quasi microscpica ale o retrato de um'
palmo e mais de altura, do mais barato aleo mais
rico.
Juem lem visto os seus retratos pholographicos
pintados a oleo estar convencido que he o que se
pode'desejar de mais perfcilo,eja como semelbancae
riqueza das cures, seje como duraeo ; e com elle,-
lo nao pode ser de oulra sorte a e'xaclidao malhe-
raaiara do Irahalho da machina, achando-se reunida
ao agradavel elTeilo do prudulo do artista.
Um segundo pmlor para aquerella he esperado
proximamenlo de rari. para luflicienlar as encom-
ineiiilas rreiiucules de que o eslabelecimenlo se ichl
honrado, l-inalmenle o annuncianle tem a salis-
lacu de avilar seus honrados frenuezcs. que elle
acaba de contratar para o sPU eslabelecimenlo um
ilaguerreolvpisla vindo dos Eslados-tnidos da A-
nicrica, aono elle exerceu por mudos annos a sua
arle com o maior successn. Ue ora em diante
acha-se entilo na mesma oflicina lambem do que
satisfazer a todas as eucommendas para o
Dcigiierreotypo system.i
americano.
com osiaais recentes melboramcnlos.
t) Irahalho sobre lamina praieada superada pela
pholoerapliia sobre papel pur causa de seo .eflexo
melallico olTercce anda alsunias vanlaceus rcaes.
quando se irata de retratos em pequeas cimen-
si.as,Bomo para jolas,por cansa da crande exac-
lidao do desenho. Pur esta ra.o ama machina es-
pecial iraball.a para esle genero de encommeodas e
lem so a disposicao cma srane esculla de objeclos
de miro ca da has, airiueles, puleciras, e caixinhas ricas de
velludo e iuarruquuj.
Os relratns liram-se em orna ealleria envidrara-
la, que pennitlc que u Irabalbo seja fallo quer com
sol, qii,-r cun lempo nublado c de fazer en, um su
quadro groposde familia.
Tambem lira-se promnlameale reUaloa de iiea-
m ai fallecidas.
Reprodaiem-se pinturai .. oleo, estampas, dese-
nlio, mudellos c ouln s objectos i!e quslqucr ta-
mal,I,n,
(is retratos se pasam a eotrega dellea.
II respciloel pul.be., continua a ser convidado
para visitar o e-tabelecimento, embora nao quei-
raai relralar se.AogOSlo lahl.
0 abaixo assignado precisa fallar so Sr. Fran-
ci olia, ouaosea correapondanto nesta eidade, para
negocio .1 interes.-e do mesmo ; no aterro da Uoa-
\.-i defroole di padsria ,io Sr. Barrelier, ou
no escriplono do Sr. Ijoerra ra d Trapicho n. li.
'Jl.rislovao Xavier Lupes.
f M CONSULTORIO HOMO
PATIIICO. S
tf Roa das Cruzes n. 28. /
medicamentos dos S. Caalellaa a Weber, ft
i) al
res para j
em tiuiuras e em clobeloi, carleiras de to-
dos lamanbosmuila en. cunta.
I'ub is avulsos a O, SOI) e ftMHl. it\
1 nuca de tintura......affOOO W
Tobos o frascos v.-.r.iu, rolliaade corlica Q
. j .-I .. .- "...........'"-, ("-eii liten oe
ve,, ateto da _>., de fevereiro de 1836, por fallec
(*, para lobos, e ludo quanlo he necessario pa-
V>.'r,i o mo da hunvreopithia. v/
'SS@S--@SS@
TAIXAS DE FERRO.
Na fundieao ,1a Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEI'OSITO na na do Brum, logo
Pela li-,-jl ,l.i f,v ,.
rain termos de achada de (infrarcAr
ni.i ...i ao corrente, as II horas da J"'.n- [* i de urpliaus na .eeasi.iu .i j inve- sempro um grande soriiinento de taixas, tanto ra
maoha, em seu armaxem, ra do CU,.- ';"'" ;4",&?.fM.",?r "J'"'1"" i'" l'r pur e,ie cr- fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
,r, ,. 1-. I ._ "'" .*l-".'i ai-lalos., .o iniihn .le iwj: i ____i._ .
i,-,,,, ..... <--iiiiii.,-io..s ue p'siuraa.
>"|<-'iilr:ii)s seguales, das i ,, 17,20, 21, 2i e
maohaa. em seu armazem, ra do Collc-
,,oii. 13, de 7 escravos mnros de hon'n.-.s
ligui-as, s,., achaques de qual .dude ;,l-
guma, un-rom oliii-ui, como bem, mes-
O Sr.
rin la dn
quim Di
publicar po
, le lalos.", te junho de 1836.
^I"..... l*'t i n luaresmi.
'" "' dast'.hau:- I ir, l,, un)..
Itin .le Janeiro
remande
caria
no ri',.[.li>riu ue .1 Joa-
MUTOHKT
ILEGIVEL
'das, grandes, pequeas, razas efundas; e em
'an;lio-: os lugares. eT3tem gnini.isi.s para carre-
lear candas oa carros, livrea ,le desppza?. O
| presos sao o' mais eommodos.


MfilO -E PilMRBCCO QUARTA FE!'* IS :i JUNHO 81 18-6
rs>
erceira eai^ao.
titiuto Mu.r,, mim.
Preservativo e e
: tVO
CHOLERA-MQRBUS.
PELOS DRS.
u ^^ w* es *p *ra ,.ir .. a_ jhw mes >v. -
e iiialrtirc.it> ao pov para poder corar tlcsla cufcrmida.lc. administrando os remedios mais
ellicazes para alallia-la, eniquanlo se recorre ao medico, 011 mesmo para cura-la indepeudeu-
ted'-ait"' nos I ufares *m que nao os ha.
TRAUZUIO EM PORTUGEZ PELO DR. P. A. LOBO M0SC0Z0.
KMes doos oposcolos conlm as indicaroes mais claras c precisas, e pela sua simples c
o concisa exposicao ett ao alcance de-lodus as inlelligencias, n;lo s pelo que diz respeilo aos
meios ruralivos, como principalnienle lu preservativos que lem dado os m i- satisfactorios
nulUdos ein(! na a parle eiu que elle lem sido polos fia prallca.
Sendo otralaroenlo liomeopatliiro o anico que lem dado grandes resollados no curativo
ileili lioirival nferiniditle, julgamos a proposite Inducir estes dous importantes opsculos em
lin'giii verncula, para del'arlc facilitar a sua leitura i queni ignore o franecr.
Vcude-sa unicameule no Consultorio do traductor, roa Nova n. 52, por-JaOOO. Vendem-se lam-
ben) os medicamentos precisot e boticas de 12 tubos rom um frasco de tiuclura ljoO, urna dila
de :) tubos com quatro e 2 frascos de tintara rs. 25jO0O.

KIIHAS HIECIOSAS
Adereces de hrithanlet, *
^ diamantes e perolas, pul-
* cciras, allinelcs, brincos -
* e rozetas, holcs e aunis S
J de differenles goslos ede '
* diversas pedras re valor. .
I ~
* Compram, veudem ou -**.
$ trocam prala, ouro, bri- *
y Itiantes.dianianlcsepcro- -
* las, e oulras quae-quer ffi
* joiasde valor, a dinheiro *
* ou por obras. <*j
'.seHKfSeaiataeBEsesss .?* *
BOREIRA A DARTE.
loja Dg mina
Rua do Cabuga n 7.
Itecebcm por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do iuhs
luoderiio gosto, (li-
to de Franci como
OURO E I'ltATA-
ji __
Aderecos completos de 5
miro, meiosdilos, piilcci- M
ra, alQoeles, brincos e +
^ rozetas, cordet, tranca- *
lins, mdalhas, correles -
e enfeiles para rclncio, e '
oulros muilos objeclos de S
ouro.
Apparelhos completos, .
de prala, [.ara cha, han- *
ilejns, salvas, castieaes, $
coiheres desopaercch, .
e muitos oulros objectos &
de prala.
de Lisboa, as quaes se vendem por
prego commodo como costuiuam.
Claudio DubeiiMiuidou osenescrin-
rio para a ra da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 15.
Jos Antonio Moreii-a Dias t\ C, l'a-
/.eni scienle ao respeitavcl publico, que
teeinoscu escriptorio na ruadas Laran-
geias n. 14.
Claudio Dulieux a/. Miente que sa-
liiram de sua cana os seus dous caixcii-os
Jos Antonio Morcira Uias e Antonio Ce-
/.ai-io Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer tervico seu.
Massa adaman-
tina
O abaiso astignado tem juslo eciitralado com
o Sr. Joaquim leara da Cosa, a compra da casa
terrea na ra |Velha ta Boa-Villa n. 07, e pede a
quem se julgar com diredo a ella, dirigir se ao abai-
xo assicnado, na sua loja na >ua da Cadeia do Hie-
lo ii. 17, ale o fin do me/.
Mauoel Ferreira de Sa'.
>X en. .n. M ,,v .> ,v.... tv .- ... ... .-h ... ..,..-.
^....-,..-..,--..-..;-.^v S-y ..:...-. .'-...-...-...-.vy
@ O Dr. Olegano Cesar Caboss, fg
formado em medicina pela Facul- @
t dade da Babia, avisa ao respeita- @
@ vel publico desta capital e especi-
alente a's pessoas pobres <|ue @
^ quizerein utilisar-se de seu prest- @
mo, cpie acba-se residindo no pri- &.
@ meiro andar da casa n. 8, sita na
@ ra do Collejpo, onde pode ser (
@ procurado a (pialquer hora. &
-i? .- V> y-ur -o 6? ->? -a> .- ur ti-- ti'r^-
l'recisa-sede urna prcla esrrava, que saiba tra-
tar de meninos e cuidar de sua loupa : quem a liver
dirija-se ao sobrado n. S da roa de S. Francisco,
como quem vai pura a ra Helia, para tratar do
| ajuste.
Carlos Claudio Tresse, fu-
brcante de orgao.se re-
alejos,
res ii.
na
t)
ra das Vio-
Francisco Piulo Ozorio chumba denles enm a ver-
dadeira massa adamantina e applira venlosas pela
alracrao do ar : pido sor procurado confronte ao
Rosario de Sanio Antonio n. 2.
uFMTO&i M *.i
HOBEOPATHA.
EXTKAH1D0 DE KL'OFF E BOEN-
N1NGI1ALSEN E OL'TKOS,
c posto em ordem alphabelica, com a descripeo
abreviada de lodas as molestias, a indirarao plivsio-1 Av ao respeilatel publico, que roncera oreaos
lgica e Iherapeulica de todos os medicamentos lio e realejos, poe marchas modernas .teste paiz, cancar*
mcopathiros, seu lempo de accao e concordancia. I piaDo> ""Pi.....'* canas de msicas, acurdees e
sesnido de um diccionario da sieniliraro de lodos slennos de medicina e cirurgia, i nosic ac alcance obri" "l,V!"- mesma casa rabricam-ae caiaspara
das pessoas do povo, pelo oiaa, rclralos, raquero, carleiros lioucopalhicM,
a... ______ ele. cir., a niais rica- e elreantes possivel,
|l. A. J. DE MELLO HUMES.
<)s s. amgBaDle podem mandar bascaroa seu
ciemplares, assim como quem qui/ir comprar. ,
*J 3te;:c c & ^ rC i.' : i :..
I J. JANE, DENTISTA, l
ft conliui'ia a residir naruaNova u. 19, primal- ^
ajt ro andar. a
PL'BLICAgAO' LITTEKA1UA.
Repertorio juridico.
Bata pnlilicarAo era sem duvda de ulilidide acs
prinrpiaolesquese quizercm dedicar ao evercco
do foro, pois uella encoinr.irao por ordem alphabe-
lica as principacs e mais frequenles orcurrencias ci-
vis, orphaDologicat, commerriaes e crelesiasliras do
iiosmi foro, com as remisses das ordenaroes, leis,
avisos e reclmenlos por que se rec Brasil, e
beni assim resoluces dos Pravislas anligoa e moder-
an em que se lirinam. Coulem semelhautemenle
as decises das {uesles sobre sizas, sellos, velhose
novos direitos e dcimas, sem o Irabalho de recorrer
collccro de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
ndedous volumesemoilavo, grande francez, ao
pnmeirosahio luz e esta venda por 8-5 na loja de
livrosn. (> e 8aa praca da Independencia. Os se-
nliorrssubscripioresilesla poblicacAo existentes em
I ernambuco, podem procurar o primeiro volume
Miaja de livros cima mencionada : no Kio de Ja-
neiro, ua livraria do Sr. Paula Brito, praca da
t-ooslituirao; no Maranho, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; c no tear, casa do Sr. J. Jo-
ec de Ohveira.
AKKENDAME.MO.
A|oj)l c armazem da casa n. X> da ra da Cadeia
po Kecife junio ao arco da Canatelo, acha-se desoc-
cupaila, e arrenda-se para qualquer eslalielecimenlo
em poulo grande, para o qual tem commodos sufli-
rienlcs: os pretendenles enlender-se-hao rom Joao
ivepomaceno Barroso, no segundo andar da caa n.
o, ua niesma roa.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amaraenlar crianras
na casa dos eipostos, a pessoa que a isso se que'ira
dedicar tendo s habililaroes necessanas : dirija-se
a mesma no Paleo do lVaiio que al.i achara com
quem tratar.
Instruc^Ao moral e reli-
giosa .
Esls compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para instruccao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvaco a 1J600 rs., passa a ser
vendido a UOOO: na linaria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
v, Deposito de vinlio dechamparj- ;
?3 ne Cliatcau-A>\, primeini qua- t$
fj) bdade, de propriedade do conde ^
O de.Mareuil.ruadaCruzdoRecifeii. fi
".i Champagne, vende-se a o.S cada ^
O caiga ; acba-se nicamente em ca-
sa de L. Leconte Feron & C. N. ;;;
Sj? B.As canas sao marcadas a fe- A
''.'i IConde de Mareuileosrotn-
B los las garrafas Sio a/.ues. to
Prccisvsc de um hoiueai brasileiro ou eslran-
gciro, que saiba bem moniar c tratar de catallos,
para servir de payem a um senhor de en^enho, tla-se
boa paga : quem estiver nestas circumslanrias e qui-
r, pode dirigir-se ao largo da matriz de Sanio An-
tonio, casa de um andar u. 2, qoe achara com quem
Iralar. '
Antonio Joaquim Sevevai a Europa, c durant
a sua ausencia dena por seus procuradores nesl
piara, em primeiro luuar o Sr. I.uiz Jo.-e de Sa A*
riujo, em segundo os Srs. Tinn Momsrn \ ina-sa"
e em (erceiro o senhor Amonio de Moura Itolim,
lis abaiio as=si;nad(i, com loj.i de ourives na ra
to (.abusa u. 11, confronte ao paleo da matriz c ra
.Nova, fazem publico, que estilo rccehciido corMnua-
dameula as mais modernas obias de ouro, lano para
wnborai como paia homens e meninas ; os preeoi
continua ni razoaveis.e passam-se cenias com respon-
sabilnlade, especificando a qualidade do ouro del i
ou 18 quilate, (cando asaina sujeilosos mesmos por
qualquer duvidaSeraphim t Inno.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fa/.er
publico, que tem designado o dia 21 ilo
corrente para o impreterivcl andamento
das rodas daprimeira parte da primei-
ra lotera de Nossa Senbora do Livra-
inento. Thesouraria das loteras I (i de
junbo de 18G.O escrivao, Antonio Jo-
s Duarte.
ESTRADA Di FERRO
do llecifeao S. Francisco.
Os directores da companbia da estrada
de ferro do Recite ao San-Francisco, tem
eito a cbamada da segunda prestarlo de
duas libras esterlinas sobre cada accao na
dita companbia, a qual deve ser paga ate
o dia 7 de julbo de 185G : no Rio d Ja-
neiro, em casa dos Srs. Maua' Me. Gre-
gonkC.,; na Babia, em casa dos Sis. S.
DavenporttS C, e em l'ernambuco, no
escriptorio da companllU. O accionista
(pie nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
ri'ito as accOes, sobre as quaes o dito pa-
gamento naotiver sido ellectuado, e em
todo caso tera' de pagar juros pelotempo
quedecorrerentreo dia indicado para o
pagamento e a sua realisacao. Kecife 1 \
de maiode 185.Por ordem dos direc-
tores.S. P. Vercker, thesoureiro.
Roea-se ao Sr. Coslavo Augusto de l'iguei-
redo, morador no Monleiro, o favor do appatec
na relinaco do paleo do Panizo, a negocio que
nao iennra.
Ofl'crecc-se urna mulher para cozinhar em sua
casa, ra das Calcadas n. II.
Precisa-se de um eaizeiro que leuha pratica
de padaria e di- fiador a sua conduela : quem liver
estes quisitos dirija-se ao l-'orle do Hilados n. 31.
CONSULADO DE PORTUGAL.
Por ordem do Sr. consol se (az publico, que lendo
sidoarrecariailos c arrematados na forma da lei, pelo
juizo de orphaos e ausentes do termo deita ridade,
os uens tos subditos porlueuezes Fr. I.uiz da Imma-
culada Conccicilo Lima, .Manoel Joaquim de Olivei-
ra Goimartes, i'raiicisro Antonio de Oliveira, Vi-
cente Jos Pereira, Antonio Dias Harlins Moreira,
Domingos de Souza Barroso, Joito Jos da Silva e
Antonio Chavena de Carvalho; c pelo juizo respecti-
vo do termo da cidare de lioiana, os de Slanoel Joa-
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira d V"" '''' ('U"a' ""'S (l'""c',l<" b-ile na ue denllil ,lue ,,, un,mmenle nesla provincia :
elC!l ;avisa-sea qoacsqiier pps.oas ijue forem lesalmenle
: creduras dos espolies dos ditos tinado-, para que com-
. pareram ueste consulado, alim de aerem verificados
1 c' os seus crditos, e depni-procederem peanle as jus-
sao convidados a liras respcrlivas. eobranca do que Ibes for devido.
* .'-'" '>-&.
Ilobrrl B. Uardiner relia-se para Inglaterra.
Ueorge Fnrnaai relira-se para loglalerra.
Madama Malhien, modisla e eosluraira rrnncc-
za, na ra do Cruz n. 15, terceiro andar, lem a hon-
ra de participar ao publico que tem rerebido de "". .. "'",
tranca ferros de recortar oa babadas para vestido .le I|V1''" l';"'a vender, dirija-se ti ra do Col-
eohora meninas, os mais modernos que tem viu- '
lo, o de inuilo bom goslo ; o prero do recorte he a
lucia pataca a vara, ele, le.
S, Jos, lava-se e en:omma-se coiii muila
c accio, e com a reaiur brevidade possivel.
Os Srs. devedores da casa f
Sr. Joio Moreira Lopes
llxl
dirigirem-se a'loja de Hanoel Jote' Lei- C, P8n le, na ra
amigavelmentesaidarem seus dbitos.
rln liiu>;.n.idn m r ~j em lempo complanle. K-cile I i de j .uho de IS.">(i.
mo (lueimadon. in, afim de -o ehanceller interino,S. M. AlvesCardoao.
Precisa-se alugar para rasa de homem solteiro,
\endem-se velas de carnauba a 12-lHKI,i arru- umil l'rp|" '",,a ou MtB"*i (|00 saina Cozinliar e
ba c em libra a i^ll
na ra de Hurlas n. 7.
Alaga-se um eaeravo i>ara lodo servico de ama
casa.curinba o diario a hebolieiru: quem o nre-
icuacr dirija-se ., ra Nova luja n. I'.
angommar : na roa das Cruzea em Sanio Antonio n.
I. segundo andar.
- Manuel Cavalcau de Albuquerque i,
l i a Europa o mu hlbo menor Joaquim Ma
Umb i Uvsleanti, de idade II anuos.
- Precisare alugar para aaa da hornera solleira,
'" preto ou moleqaa quo saiba cozinhar: na ra
das (....sem Sanio Antonio n. l, segundo andar.
- Precisa-se de
bern.i
um pequeo para caiaeiro de la-
AUENCIA HE PASSAPORTE.
I.laiidiuo do llego lima, despachante pela lepar-
(irao da polica, lira nassaporles para dentro e fra
manda pa- ,! imperio, por prcrn commodo, para o qua podera1
lachado da | ser procurado na ra da "raa i>. }:|, primeiro andar,
ou o.i ra eslreita do Rosario, iraves-a para .. Qoei-
mado, loja de miudezHS n. ls(!. do Sr. Joaquim
Francisco dos Sanios Maia.
Alaga-se nina prela para vender rpalos, o tla-
se I5SO0 : na ra do Itaiigel n. 77, primeiro andar.
Il.i-se diuheiro a juros racoaveis por penhorea:
leiaiadoT'-I3'11" da Cd4(Je : ,ra,ar "',ua d0 i n:l r,la eslreila 'l0 ""O n. 7, ou das Calcadas n.
I Id, segundo andar.
M GUSTO PARA QUE].
FAZ OBRAS HE VER A DATA DAS
LIFICAljO KS.
Executa-se toda c qualquer escripturarAo Rngindo
pedia ou mesmo para dourar, e mesmo sm oulra
cor que a do cemento ou gesso. ou oulro argamaato
le que sejam feilas as Icllr.i-.e seao asoeotadaS con-
lorme o assumplo da escripiurai^ao, dimeu^ps do
Iu:;ar que lem tle ser feila a gravara, e o gofio do
freguez, ou conforme o desenlio que Iraga e quei-
la por mudrllo oecular, alim de bem salisfazer
a quem tle seu prealimo se qui/er ulilisar : offerece-
se paia assentar tilla escnpturarii> dentro ou Tora
da ridade ; vendtm-se as latiros avulsas e a vonlade
do comprador, e faz-se ludo islo por presos lo ra-
zoaveis, que pessoa alguma deinar de fazer negocio,
e niuilo mais quai.do couliecerciu da elegancia e pre-
manencia da obra, com diminus! deapexai : na ra
Direila, loja n. 45, acharao rom quem Iralar.
Alosa-te urna grande casa terrea com sitio, no
lugar da Soledade : a Iralar no Manguinho, sillo de
1!, milano Altes da Silva.
Precisa-se de um caixeiro para padaria : na
ra das Cruzcs n. 30.
Arrenda-se um engenho de moer com agua, no
leruio do Cabo, 7 ou 8 leguas distante tlcsla praca, e
vende-te a safra para ,5(KI paes : quem pretender,
dirija-se roa to Ooeimado, sobrado de um andar, a
fallar com o Sr. Joso Joaquim Jorge.
Precisa-se de urna ama forra ou eterava paia
casa de puuca familia : na ra dos Quaileis u. 16.
Manoel Martius de Carvalho reiira-se para o
Porlo.
lleorx Angier,subdito de S. M. Brilanica, rcli-
ra-se para a Europa,
A pessoa que anuunciuu querer comprar urna
casa lerrea por 1:5002000, pouco mais ou menos, em
qoalquer das freguezias da cidade, declare sua mo-
rada para ser procurada.
Precisa-se de -2 padeiros que eiilendam pe fri-
tamente de masseira e lendedeira, aos quaes se pa-
gar um bom ordenado conforme o seu merecimen-
lo : na padaria da ra larga do Kosario n. 18.
Troca-te por autorisaraa do Sr. Dr. juiz do
ausentes,um oratorio com iuiagens ornadas de pia-
la, ou cada urna de per si, sondo o oratorio e lina-
sen', perlencciite a heranra jacente do finado pre-
to llomingos -> mi.'- Rilieiro, os pieleiideules po-
dem dirigir-se a ra de lionas sobrado u. 2,1.'
andar, das O horas da maulida, as 2 da tarde, e das
4, as (i,
I.ouiz l.ucien Poulain socio gerente da rasa .1"
l.-tel.ii i A; C., nesta cidade, lendo de fazer urna
viagem Franca, deiva encarregado da sua rasa
com proriiiarao bastante para tratar de lodos os ne-
gocios tendentes a mesma casa ao Sr. Jos de Albu-
querque Simes do Amaral.
Alagte a casa terrea com sola.), na Soledade
n. 17 : a tratar no paleo do Carino n. 17.
Lotera *
(fe Nossa en I) ora do
Livranieto.
Aos 5:000.s e 2000s000
Corre sahbado '21 de jiuiho de IS.'iii.
Saiustiano de Aquino Ferreira
avisa que vend-'u os segantes premios
da segunda parte da quarta lotera de
Nossa Sen hora do Guadalupe de Olinda,
extrahida a 14 do corrente-
I hilliele iiiteii-o o. 552H 2:000|000
5 quartos .. I 71 lOO.stiui
i bilhete inteiro > 1-509 lOOsOOO
quartos .t 1255 SOsOOO
i- Jilos .. 2155 5O.VO00
lem exposto a venda novos hilheles,
meiosequartos da primen-a parle da pri-
mei 111 lotera de .Nossa Senlioia do l.i-
viainenlo, na ruada Cadeia do Recite n.
i"), loja de miudezas tle Jote Fortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. .">7 e !l, loja tle calcado de
Antonio Augusto dos Sanios l'orlo, na
mesma praca loja de liillieles n. i, da
Mina Bastos, e asdemais ja' contiendas
do respeitavcl publico.
Bilbetes 5jj800 recebe por inteiro 5:000$
Meios jJOOO .. 2:500,$
Quartos l.sOO .t l:250J
Os dous premios grandes da referida
lotera do Livramento, nao estao sujeitos
acs 8 por cento do imposto geral, tra-
zendo ellesa rubrica de S. d'A. Ferreira.
Pernambuco 1*7 de junlio de 1856.Sa-
iustiano de Aquino Ferreira.
I'recisa-se da urna mnlber prcta ou parda
livre, de idade, c de bous coslumes, que se en-
carreguc do Iralamento de urna crianca : quem se
adiar nesle caso dirija-se ao sobrado n. S. da roa
de San Francisco, como quem Aai para a ra
Bella, para Iralar do ajuste.
Aluga-se um isrravo para servir a li.uncm
solteiro : quem o pretender dirija-se ao largo to
Paraizo, n. 24.
l'ede-se a quem achun um pe de bnr/eiiim
no bairro de Sanio Aulonio, o favor de annunriar,
ou levar confronte ao oilAo do Corpo 'Santo, loja de
calfido n. -JO, qne ser* gratificado.
Avisa-'e an scnliores que lem algum gado
na ilba de Auna Bc/.erra, que o prendam alim de
uao passarem para as quiulas da ra Imperial, que
ja estilo no vezo de virem lodos os dias ; e avisa-se
paia n3o se cliamarem a ignoranciaUm dos pio-
prie-larios.
Offerece-se um rapaz para copeiro oo bolioiro
de casa particular : na ra da Senzala Nova n. 10,
segundo andar.
O padre Nicolao Teixeira vai a Portugal.
Offerece-se um rapa/, brasileiro para caixeiro
de taberna, o qual ainda se aclia arrumado na mes-
ma occupacAo : quem o pretender, anuuucie.
Precisa-se de urna lavadeira para ensalmar
roupa para urna casa de familia : na loja dequalro
portas, prxima ao arco de Santo Antonio, o. :!.
Da c .-a do abaixo aisignado. ausenlou-sc na
noile de quinta reir 12 du corrente, as nove horas,
a muala escrava de nomo Romana, baixa e secca,
tem falla de denles na frente, os ps com frieiras e
apalhetadoa, cabello amarrado, rom veslidode eliila
cabocla, afogado e franzido, reconhecendo-se ine-
llior por ler o dedo miuimo de una mito preso c
sem o moviioenlu necessario ; he escrava do aliaiio
assignado, lendo-a comprado ha pouco lempo
ao Sr. Jos Candido de Medeirns, que a comprou ao
Sr. Temporal, o qual a possuia lia lempos, e agor;i
representa ler X> anuos: quem a apprelicnder tora-
boa graliiirarao levando a casa da ra Nova n. :!i.
Carlotliard).
I)eseja-sc saber da morada do Sr. Amonio Alr-
xandie de Faras, que moruu na villa de Isuarassu',
e iiliiiiiaiiieidi- na ra de S. Goncalo, na Boa-Vista,
ou em falta do mesmo com algum de seus lillios, pa-
ra negocio de seu inleresse : as Cinco Ponas n. 71.
No dia as tt horas, na sala das audiencia-,
depois de lida a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha
de arrematar um relogio de ouro e urna peqoene
porcSo de roupa. e oulros ohjertus perlencenles a
heraoea jacenle do finado Oailberme Rossnler.
AO PUBLICO.
*| No armazem de fazendas baratas, ra do S
m f.ollegion. 2,
; vende-sc um completo sortimento de fa- 3$
^ zendas linas e yrossas, por mais barato M
| prejos do que em oulra qualquer parte, M
;^ tamo em porroes como a roiallio, affian- g
2} r,ando-se aos compradores um s prego
^g para todos: este estabelecimento abrio-se S
de combinaro com a maior parte das ca- 5
jj| sas commerdacs inglezas, francezas, alie- |
^| ruaos e suissas, para vender fazendas mais *3
em conla do que so lem vendido, e por islo ^
Mt ollcrecem elle maiores vantagens do quo )&
M oulro qualquor; o proprietario deslo iin- M
* portante estabelecimento convida iodos g*
** os seus patricios, e ao publico em geral, ||
H para que venham (a bem dos seus inio- H
; resses) comprar fazendas btalas: no ar-
nusemda ruadoGollegio n. 2, doAn- yji
g ionio Luis dus Sanios & Kolim.
: msmtmmm-: m i
No .lia O, ua sala das audiencias, se ha .le ar-
rematar, aa II lloran, depoi- de linda a do Sr. Dr.
juiz de ausenlrs, a casa lerrea n. 23, sita na ra re
Santa Tbcif/.a, avahada em I:(H1II;, perlciiceiilc i
heranra jaceoleda tinada Haria Joaquina do Sacra
incido Das.
Compra-sc toda e qualquer poreao
de piala vellu de le sem Celtio: quem
lejjio ti. 15, agencia de lei loes.

Pr
. jecita-to comprar dous pretot, nao ^e exige
habilidades, bista que lejam muros c robusto.:
quem liver annuncie.
Compra-st um caixilho em tepanda roao;
qoem llverpaia vender, sirija-se a raadasGrozet
ii. 10, !<>ia de calcada.
Compram-aa carrafas pratat regularea ,1 Sil r-.,
e re nutras de diversos tamandoa e quididades, como
valeren) ; na ru.i das Cruzes n. JO.
30*
P na liquidar tontas, vende-se um escravo de
idade -J8 a :i(l annon, bom cauoelro, de bonita lisu-
ra e ptimo para pagem ou criado : os prelenlentes
dinj un a rua da Concordia n. ^(>, arin izeni re ina-
leriaes.
Vende-se una escrava, que ro/iuli.i c lava,
de idade Iti annes; a tratar na rua to Colovello n.
48.
Vendem-se esleirs grandes c pequeas de An-
gola, .tilas pintada*. doGabinila, cu.ir.lanapos tle
p.lln piulados da melhor qn.ili.lade, que lem viu-
do a este mercado, aniendoiin de Angola novo, mu-
llios re palliii de carnauba, latas com rolla, casaca
de rolas de Angola, niel de pao novo: quem laes
objectos quizer comprar a urosso un a relalbo, diri-
ja-te ao aterro da Uoa-vi-la, venda n. SO.
VINIIO l>0 PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Em caitas de .las duza- c em barril de uilavo,
racentemenle diegado pelo brlgoa .. Trovador,
vende-se oiticamenle no armazem de Barroca i\
Castro na rua .11 Cadeia do Itecil.- n. .
Vende-se una negra de meia idade, qn euzi-
nba c vende na rua ; na rua das Cruzes u. !l, loja,
se dir quem vende.
Vende-se nina lintla escrava inuilo moca, pro-
pria para lodo o tervico ; na rua da Cruz do Becifc
n. 7, primeiro andar.
Na rua Nova, loja c fabrica He chapeos n. (i.
vendem-se os mauinlet objectos, e perteocetda mes-
in i arte: colla multo boa. flomma lar., papelaoda
o. l.">-i-J, e oulros ntuilot mait objeciot clieoados
ulliinaineiile, e vende mais baratu do que em outra
qualquer parle.
Vndese um rico violto; no aterro da Boa-
Visla n. 17
Vende-se urna nesra com Indas as habilidades,
moca, crioula, para fra da provincia, e oulra de
meia idade, que czinlia alguma colisa, e vende bem
na rua : na rua do Livramento n. .
Na estrada de Jinio tle Barros, sitio em que
mora o alfares Aasnmptlo, vende-se um vilell..
muito ;ordo : asiim como duas vaccas paridas boas
de leile.
Vende-se a armaruo
Direila u. |."
Vande-M um tobrado de dona andar*, bastan
le grande, em una i\n* inellinirs ras de Sanio A
Ionio : quem pretender, dirija-se ao palco d.i >.
la Cruz n. <>, que se dir.i quem vende.
[UA DO QUEMADO N I.
Cliegou a loja de Santos Coelhoum coih-
pletosortimento de esteiras da India prn-
priaspara loriar sals e cumas, com urna
jarda de laigma e as melbores que alte
boje lemvindo, e pel baratissimo prera
l.Sillt) jarda.
I KuadoQoei-
Km
;S
I .1
cic
O il.
19,
aiitosCoelho.f
ti mais bello sorlimeulo de
as mais modernas qne lem i j
a tratar
da loja da rua
na mesilla rua
.^a soja das seis
portas.
km /'rente do Livramento.
I-lores de -. troz para enfeites de cabello e de ves-
tidos, eamisinhaa de cambraia para senbora a cinco
tu.l.ic-, cillarinhos para senhorasa pataca cada um,
aiat de cambraia bordadas a tres mil reit, vetlidi-
nliu. de teda para meninas tic lies ate (i anuos a cin-
co mil res, camisa! para menina, a de/, lustes, ditas
para senhorat a cinco patacas, lenco de seda pretot
rom salpirns branc.i-, prnprius para quem .--la' de
lulo a quatro patacas, inbieza prela de dillerciiles
nr.ros rhalv de lodas as cores, lili', de liuho liso e
lavrado, chitas Irancezaa escaras e claras, e outras
imillas lazeudds que (|uer ac.tbar.
Vendem-se sellins com ncriunces,
latente ingles eta melhor qualida-
de que tem viudo a esie mercado :
no armazem de Adair.son Howie
v\ C., rua do Trapicho n. 12.
LSS E CAL niSEI.
Ao inligo ej bem conheci.lo deposito da rua da
Cadeia do Kecife, escriptorio n. 12, lia para ven-
der muito superior potasss da Russia, dila do Rio
de Janeiro o cal virgem de Lisboa cm pedra, tudo
a procos muito favoraveis, com os quaes Bearao
os compradores satisfeitos.
'f-" superior.
\ ende-se muito baAto, na h>ia de ferrageni da
rut do (.loeiin.i.l.. ii. 33, -> porrOes e a relalbo.
A SYBILL4
DE
ajara.
Aclia-se a venda este novo livro con-
lendo immenso evariado numero de sor-
tes, pelo diminuto prero de 500 rs. Pa-
liis de sortes avubascom 48 quadras em
urna lollia por 40 reis cada urna : na pra-
ca da Independencia, livrara ns. e 8.
Vende-se um mualo de muito bonita Honra,
de idade \i anuos, muilvbom holieiro, c muito pro-
priu para pagem ; venda4a para a Ierra ou para o
Rio do Janeiro : ua rui da Cadeia du Kecife n. .">5.
Vende-sc millio a granel muito bom a i-jtHI o
Iqueire velho, arroz de casca inuilo novo a ift, ar-
roz pilado cm poreao da sacoas a SMX), ludo a bor-
do da barra n(/.nreicao Podero*n, tundeada na ram-
pa do Ramos.
VARETAS E S. FLIX.
(ls vcrdadeirut rharulns vrelas e S. Feliz da acre-
ditada fabrica de lirandilo, da llabia ; vendem se
m raixas de I00 e de SO : na rua do Collegio n. 12,
por menos to que em oulra qualquer parle.
Vendem-se remos de faia re muito boa quali-
dade, ehegados ltimamente da America : no caes
do Hamos, armazem de farfulla dcllenrv Fortler (J,
Cumpa ulna.
Aten;ao.
Vendem-te queijot do reino a 1 Clin e J.-lllili, man-
leiga frauceza a 360, dila inglesa a SIK) rs.. e 960 da
melhor que ha no mercado : na rua do Caldeirciro
ii. 91.
Enconlra-Mi
-,' sedns eseossexa
*h viudo a esla cidare, lanlu em gotloa rumo .'-.
H em padres. pelo haralissiuio preeu de
'..? I3(KK1 o covado ; polonesa tle seda e
Sh a MHI rs. o covado ; dulas francezas mu- *i
v. I<> linas e d padrbes miudiohos, a -2M) a .',
'." covado; boluneza bolilla fazenda para ara- 'BF
y bar. a :^ti o covado; chitas linas escaras, i, S
.-^i 200 IS. covado ; inanias prelat re U
;i; blvnd le lindos gotlos, a 98 c llgOOt) rs., 9
'. chales de nieriii .le cores.liz. s a burilados ; '"?
aQ merino telim muito liom, .i Itun o cova-
^ do; madapoln de jarda a 25O0 a pera; .
'-^ d.la muito lina con 20 v-.ra* a 'i>,00 e
:.j i;,S0O e 39OOO, a diuheiro a vista.
-...-'-. .' -.>.. "-' "... f-v>jJtuv**&
Corles de risc?i-
s escoeezes
COM i:t COVaDOS A 8.
Vftnde-sc na rua do Quelmadu n.|2l .\, corle de
riaeados aacocaust padrai nodernot, dulas frai ce-
ns Unas a :S0 rs. n covado, albaoeza prela a 80t
o lov.i! i com mais i!e vara de largura.
M .'>. 4Jt -"> t> >- -*', **, '',^>t *t>, ::::.:..::.;.;:.:...:. .-.. ,.;;..-,.,",...-...
.-. oi.imios para cha'.
1^ O abaixo asticnado faz scienle ao respei-
"-..- favcl publico, e especialmente seus fre-
a grezes, que em sui padaria sita no paleo da
' Sania Cruz n. (i, se aella sortida de varias! f<7j
j| qualidades ti? bolinhos c de ludas as qua- ^
... lidadet ile mass.is lina*, como sejam. allia-
'->' ros, aramia, bitcoatinnos, falias e outras
aok massas, biscouliuhos iuclezes em lalas, que
tj^ se vende por preco commoJo.
'.,. Joao I.uiz Ferreira Hibeiro.
:::; .;;'';'V- ;';:-\:::,;;!i:-^':;'iSt
IS -..- ui '.- 3* -- -..- -..- -- BrrxS -^a,x&1
t'ueijos do Serid.
t'.iirgoo nova remessa de queijos de lodos os (a
iihos, na taberna d. rua dos atartyrios n. 3o.
.'ailiiii.i !.{' iiiaitdiOCii
S. Miitlieus.
Vende-se arinlia de mandioca milito
superior cnova, chegada de S. Matlkeus
pelo patacho AUDAZ, com mui curta
viagem,a prero inuilo commodo : apor-
do do mesmo patacho, ou no escriptprio
da rua da Cruz u. 49, primeiro andar.
I
Na
>ja das seiis
portas
m frente do Livramci t.<>.
liiscados faneexesa meia pataca o cotudo, i
pintada a meia pataca o covado, chitat escuta
lindos pa Ires. e nflu ditbolam a meia pillara tit
do, chitos itedillcrculet core- a seis vinlena, le
I de liores para corliiados i pataca a vara, chai
Sorcuran proprios para ngasalhar du fri na s
( actual a cinco lottdeS, chales de rasan cun lt
i duas patacas, eludes de ganga encainados corq
lamarcllssa duas patacas ; thaheiro vista par
bar.
Vendem-se na rua Nova n. :'>. taberna ic Au-
lonio F'erreira Lima, queijos loiidrinos, presuhlus re
liainuiee bolacliinhas d diflerenlesquAidades.as-
s.in ,u.i.i" tiiili... oulro- inii.ln. milis i-eiierot, ludo
dt'r-upeiier qii.ilidade c por pceo c.iiiimuuo.
'. ende-se o litio i om rasa de sobrado do falle-
cido George K.-nw >r;h\, no lu^ar re S. Jos ro Man-
gninho, com arturedos re fiuclo e mais bemffilorias
qne nelle se aehain, sendo as lenas do relerio silio
proprias : quem o pretender procure em raaide ^a-
inuel I*. Johnsteii \ Caiiipanliia, rua da Senzala No-
va n. 42.
Vendem se quarlolas com superior vlulio de
Bordeaos,caisascom dosis re garrafas do ibcsmn,
e garrafas vsias cm raisaa de duzia, | nr precop com-
modos : em casa de l.asserre t\; Tissel-freres, rua do
Trapiche n. II.
FAIIIMIA E .M1I.HO.
Vendem-se suecas com farinha de milho.poi baralo
prcc,o : na rua da Ctdeia do Kecife, loja n. 2J.
ABiiendoas.
O 39 A, confronle ao Kosario de Sanio Antonio,
vende amendoas para sorles, ejunlameole vende ba-
las de eslalo, e recebe qualquer encommeuda para
apromplar.
Jorles de chita
FKANCIi/A COM 12 COVADOS A 35*0.
Vende-se na ma do Queinuido n. 21 A, ctrles de
chitas francezas largas de mullo lindo goslo I 35200
o corle, cuja fazenda era o ullimo goslo em taris.
risa de M. Calmil il t\C, praea do
Corpo Sanio n. 11, lia para vendoro
seguinle:
Taboado de pinlio, alcatro e pi.\e da
Siietia.
AJcati-fio de carvao. --> '
Lonas de algodao. :,
Ditas de lindo.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cahos tle linlio edcManilha.
Tudo muito commodo.
Vende-se cafe de pruneira qualida-
de vindo do Rio de Janeiro, c por mdi-
co preco : no Passeio Publico loja n. 11.
Vondem-sfl caixascom vidrot para vidra^as,
vidrosre bocea larga com ralbas do mesmo, o maior
sorlimenlo possivel : em casa de Barlholomeu Fran-
cisco de Souza, rua larga to Kosario n. 30.
Loja da pobreza
Na rua do l'asseio, loja n. 9, vendem-se ricos cur-
ies de cairas escuras imitando a ra-emira a 15. ditos
de brim escuros de liuho 800 rs., ditos de brim
trancado branro a S00 rs., chalet brancot de cassa a
(iid, ditos de laa e seda a 35.~)00, meiat prelas para
-diluir a 300 rs. o par, chapeos de sol com baleia
a 29210. ditos com junco a l;ti00. chitas finos a 1H0,
200,220 rs. n covado. cortes de casia chita Tinosa
2^, ricos cortes de cambraia brancot e re cores a
35">00, madapoln fino, a pera 35800 e <;20O, e ou-
ras muitas fazendas baratas.
Nos qualro cantos da rua do (lueimado, loja
de fazendas n. 20, vendem-se corles de liiadequa-
dros de superior qualidade, e de milito bom goslo,
pelo diminuto prero de 2800 o corle, panno fino
preto a 23800, rtclioo c fsouo o covado, dito azul a
15800,3.3e49300, curies de casemira prela muito!
lina a 09, panno de alsodao ra Ierra de boa quali-
dade, sendo esta fazenda a melhor que le lem coberlo para escravos, cassas francezas mudo lina-, e
delicados padrf.es, e oulras muitas fazendas de dlvr-
sas qiinli.liidis, e por precns ISo baratos, que so
vista dolas se podem admirar.
Pianos,
\endem-se pianos verlicaet inslezes, de eleganles
modellos eeicellenles vozes, fabricados por um dos
mais acredilados aotores, premiado na etpoticao de
Londres : no armazem de Knstron Rooktr & Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Relogos
cobertos e dcscobertos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente ii.glez, de um do melbores fabri-
cante- de Liverpool, viudos pelo ullimo paquele in-
fles: emeasa de Soutb,all Melior& Companbia, rua
du Turros n. 38.
Rob CAdecle-jr, Vermfugo inglez, sal-a de
Drislol, plalas vegelat, salsa de Sands : vendem-
se estes remediosverdadeirns emeasa de Barlholo-
meu Francisco de Souza, na rua larga do Rosario
n. 36.
Cobeitures nhs muito encorpu-
dos e grandes.
Veudem-se na rua do Crespo, loja da esquina qoe
volta para a rua da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa t- potassa da
Russia.
Vende-se na rua'do Trapiche n. 9 e 11, cal virgem
de Lisboa, nova a ."000 o barril, velha a 300 rs.
arroba, e polassa da Russia a 300 rs. a libra.
Vende-se urna escrava crioula, de idade de 20
anuos, de bonita figura : na rua de llortas n.|t.*>.
VARANDAS E GRADES.
I.in lindo e variado sorlimenlo de modellos para
varaurat c gradaras tle goslo modernsimo : na
fundicilo da Aurora, em Santo Amaro,e no deposi-
to da mesma, ua rua do Brum.
gf&M&fMsjfMiMa
'..i Metal amarello para forro. i,':-
Q Cabos da Russia e de Hanillia. 'S
S Lonas, |iiin/.,.o e brim de vela. -'.":
i,: Pixeda Suecia. S
'/ Cemento amai ello. Q
@ NinliodeChampaf'ncc do lilieuo. >*3
A Agurdente de Franca. gg
^ Pianos de armario de modelos no- jji
! vos.
;?. Armamento de todas as qualida- fl|
Q. des. "-I
$J Alvaiadeino em p, oca e tintas
@ em oleo. g
Pedras de marmore para mesas e @
$$ consolos. trjj
5 Papel de peso inglez. @
Chicotes para carros. /;
@ Ferro em barra, verijuinliaccIiapa.Q
^ Couros de lustre. &
@ Vcndem-se no armazem de C. J. S
Aitley&C.
REMEDIO IHCOM PARA VEL.
1

4
i
menos de
sen valor.
.Tendo sido arrematadas as (azendas da
lo'a da na do Crespo n. i), O arrematan-
te vende as mesillas por menos de sen va-
lor, diuheiro a' v isla.
Vendem-se lingnieaa do reino muilo novas a
liiO a libra, alel 111 a i;e. queijos do reino muito
frescaes a 2JC00, aitoa doterlao a liO. cha muilo
surerior a 8*809, pastas novas a 010, bolachai Villa-
Verde a 210 a libra, ssMSrrlo nnvo a iO ; na la-
I.cina da rua dos Marlvnos n. 30.
Vende-se taberna da rua do Hospicio 11. l,e
na mesma se .lira quem ra diuheiro a premio sobre
penhorea de prala c ouro.
Vndese milho a 38 a SBCCI : no caes da al-
fandega, armazem do Mello.
Charutos S. Fe-
S
Os verdadeiros eharnlas de S. I'eliv : vendem-te
na rua do (Jueimado 11. '.1.
Superiores esci-ivaninhas.
>a rua Nova n.20. loja de fcrraggns, vendem-se
muo superiores e-crivainubas, por baralo preco.
l'ur menos do iiue em nutra qualquer parle
vciuleiii-se na ruacslrcila do Rosario 11. It, no dc-
posilo do saiiguesogai hamhurguc/.as, os objeclos
abaio e novaincule clicgadus :
llol icliii.lia de suda
Hila .le Lisboa
Dila hamburguesa, lata grande
Dila de aramia dila
Queijn lourriiio ,1 libra
l'resunln para fiambre
jToucinho inglez
I Amendoas coufeil.i.la-c fiance/as a libra
; I'ecegos, Peras, Damatco c (unja lula
lli-ioilo ioglez, lata surtida
Frascos com cunseiva dcdillerenles -quali-
dades
I'assas novas a libra
Ameivas n libra
ItaLila a libra
Vhio cherez carrafa
Bordean, linio gatrala
dito hranco v
fino de goiabl cai*;lo
itlada. lala de 3 libra
lloioes enm doce da Enlapa de dulc entes
qualidades
A/eile doce francez fraseo
Viiiiiare ,, uurrafa
Manteiga ingleu superior a libra
Vmbo do Lisboa o melhor que lie possivel
K oulras oanilaa cousas, que serie nunca acabar se
fosse mencionar.
5300
)360
s-......
26O0
0720
5(ii0
;isO
taoo
18000
2>i0
^!KK)
>.Vl()
9180
S20
2MMMI
25000
15600
2-onn
-jniiki
28000
Mi 10
I5OOO
181-20
57110
do Ass.
Vende-se superior s..l do Ass, a bor-
do do hiate ANGLICA iundeado con
fronte ao trapiche do :dodao: tnata-se
a bordo do mesmo, ou com o consignata-
rio Luiz Jos de Sa' Aratijo, na r a do
Brum n. 22.
Vendem-se madapoloes finos u de outrut, com
um pequeo loque dr avaria, por precos muilo bara-
tos: na rua da Cadeia-Velhii 11. 2, primeiro andar
Yende-ae arroz hranco novo, superior, em
porco e a relalbo a 100 rs. a libra : defrcnlc da ca-
sa da relariio n. 28.
Veiide-^c sal do Asssii abordo do hrigue nacio-
nnl ero : a Iralar na rua do Vinario 11419.1."
andar.
A bordo do patacho ..Thereza i, ftiudaado de-
fron le do trapicha do algodiio. vende-re farinba'.dc
mandioca re superior qualidade, pelo baralo preco
de :iMiiid cada alqueire da medida velha, e por me-
nos cm porrilo grande: lrata-se na rua da Cadeia
do Kecife, escriptorio n. 12, rom Hallar i\ (Miveira.
SALSA I'AUKII.IIA.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veira A/.cvedo, rua da Cruz 11. I.
SUPERIOR FARINHA DE MANDIOCA.
Saccas com alqueire velho.
Anlouio Luiz de Oliveira A/evedo lem pura ven-
der superior farinha de mandioca, chegada ltima-
mente na garopeira sS. Pedroa : para ver e Iralar,
110 seu escriptorio, rua da Cruz n. f.
Em casa de RabcSchmettau &
da Catleia n. .~)7, vende-se :
Un grande sorlimenlo de vidroside es-
pelho.
Relogios linos de patente inglez.
Couros de lustre, marea easlello.
Con ros de fjraxa.
Ei-vilhas seeeas em garra loes.
Vinho to Rheuo superior,
Tudo por preco commodo.
litlogtos de patente
ingleses de ouro, desabnete edevidro
vendem-se a preeorazoavel, em casa di
Augusto C. de Abreu, na rua da Cadeii
do Recile, armazem 11. ."C.
Attenc
Itisra lo eseuio e muilo largo, proprio para ron,.
de escravos a IUO o covado, colchas brancas adamas-
cadas .le muilo bom goslo a 55, aloalha lo adamases-
do com 7 palmos de largura a IjfiOO a vara, loalhas
de panno de hubo Icovoadas e lisas parroslo, as
mais super iores que lem viudo ao mercado, dilas
para iiic-a. guardauapos adamatcadot e uulras muia
Its fazendas por preco eoimnodo : vendem se na roa
do Crespo, loja da esquiua que volta para 1 rua da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem acabadas,
sapalos e esteiras, ehegados rccenlemente do Araca-
ly, por menos to que em oulra qualquer parte : na
rua da Cruz n. 34, primeiro andar.
Vende-sc a muito acreditada padaria do Man-
guind, sita na casa do Sr. cirurgiao Teixeira, com
militas freguezias na Capunga, Afilelos e lloa-Vis-
l, nlm da da porta, a qual lem lodos os pertences
11 trabalhar, c na mesma lem um cavallo para en-
trega de pao na freguezia : para tralar, na. rua da
Soledade 11. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepnxopara regarhortas e bai-
la decapim : na (undicode D. W. Bowniao,
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
Gal de Lisboa.
Vende-se orna poreao debarris com cal de Lisboa,
por baralo preco, e retailio a 35 o barril t na rua da
Cadeia do Kecife n. 50.
Viiilio do Porto superior.
O bem condecido vinho do Porto superior, em
barris re oitavo ; no armazem da Barroca & Castro,
rua da Cadeia do Reciten. 4, onde enconlrarao tam-
bem regular, em barris de quinto, por pre^o com-
modo.
SEMENTES.
Sao .-lien-idas de Lisboa, eacham-se 1. venda na
rua .1,1 1.111/ do liccne u. 02, taberna de Anlonio
Francisco .Martin, as secuintessementesde hortalj-
cea,coma sejam : ervilhaslnrlt. senoveza, e de'Aii-
eola.feij .-arrpalo, r.ivo, pintacilgo, ejuirareiio,
altacerepolhadaa alionis, lalsa,tomates grandes,
rbanos, rabanetesbrancosr encarnados, nabos ro-
to e branco, senoiras brancrr e amarellas, couves
Irincbutla, lombarda, esabeit. sebola de Selubal,
segurelh.i.coenlrode(oaceiie repolboepimpinela,
e urna grande poreao de diflerenles sementet, das
mais bonitas flores parajardins.
elogios
C.,n
Vendem-se relogios smssos de ledas as
qualidades, lano (le ouro como de prala,
dito galvauisadoi c Coleados: na 1 ua da
Cadeia do Recile n. 18: na mesma casa
Iba tambem meios chroiiometros (
gios para senhora de o|itmo goslol
Atteneao.
\ endem-se lunillas e Euardsnspes de pan 1.1 de li-
nho do l'orlo : na loja de Su Manuel na rua da Ca
deia do Kecife 11. 47.
ing e/es de pa-
tente,
os melbores fabricados em lnglalerra: em casa de
llcnry Gibsou :rua da Cadeia do Recifen. 52.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua da Scnzala-No-
va n. 42.
Neste eslabeleeimento contina a haver um com-
piulo sorlimenlo de moendas e meias m cencas
para engenho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coailo de iodos os tamanhos para
dito.
.A 31 .
-:y V -VS. sol
m B 2 O
Vende-seca Ido Lisbo a ultima men ice llegada.;15-
tim como polassa da Hussiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo n. li-
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundifao de ferro da D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o cbafariz, conlina ha-
ver um completo sorlimenlo de laas de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promplido: embarcam-se ou carregam-se cm acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. 1'. Johnslon & C.,
rua da Seozala-Novs n. 12, sellins inglezes, chi-
cotes do carro o de moniaria, candieiros e casticsesl
bronzeados, relogios palcnte inglez, barris de gra- I
xa n. 97, vinho Chcrrv cm barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municao, arreios para car-
jo, lonas inglozas.
1'ui eoniplelo sorlimenlo de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, rollarinhos peililhos,
romeiras, esmist, coilinhas e pelerinas'; lanihem
tem um completo sortinienlu de ricas llores, enfeitet
pira caheca, lilas e os verda.le.ios e modernos lucos
do llano: na rua ta Cadeia-Velha n. 24, primeiro
9ndar.
PLELAS holloway.
Eslcineslimavelespecifico,compiislo inleiramtn-
le de bertas medie 1 mies, au conlem mercorio oeni
alguma oulra sobstancia dtleclerta. Benign'io a
mais tenra infancia, e a compleiclo mais delicada
he igualmente prompto e sceurn para desarraigar o
mal na compleicao mais robuila ; he iiiteirameiile
innocente em soasoperaces e elleilos : neis busca
e remove as doencis*de qualqoer especie e r;o
por mais anligas e lenazes que sejam.
Entre milhares de pessuas curadas com esle re-
medio, muilasque ja eslavam as piula-.'a morle
preservando em seu uso, conseguirn! recobrar a
saude e loicas, depois de haver tenlado intilmen-
te lodos os oulros remedios.
As mai- afilelas nao deveni entregar-se a deses-
perado ; fac,am um competente ensaio dos tflica-
zes elleilosdesla assombrosa medicina, e preslcs
recuperaroo beneficio da saude.
Nao se perca lempo eni tomar este remedio para
qualquer das seguinles enfermidadet :
\ccidentes epilpticos. Febrelo da epecie.
Alporeas.
A mpo las.
Arelas .tmal d'1.
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Uehilidade oo etle-
nnaci.
Debilidade ou falla de
torcas para qualquer
coasa.
Desinleria.
iiur tle garganta.
11 tle barriga,
a nos rins.
Dureza no ventie.
Eufermidadesno ligado.
venreas.
Enxaqueca.
Ervsipela.
Febres biliosas.
inlermiltenles.
Gola.
lleniorrhoidas.
llydropisia.
Ictericia.
Iudigesldes.
Ii lliiiniiiai.iii.-.
I rr eg olar i da'd es da
inenstruaciio.
I.ombiigat de toda es-
pecie.
Mal-de-pedrs.
Manchas ua culis.
Obstrucjiio de venlre.
Phlisica ou coosuroprao
pulmonar.
Helencfio de ouiiua.
Rheumatismo.
Stmplomas secundarios.
'temles.
Tico doloroso.
l'lcertf.
Venreo mal...
-'
Vendem-se estas pillas no eslabeleeimento grial
de Londres, n.244, .Slrand, e na loja ue lodos os
boticarios, droguistase oulras pessoas cucarrrea-
das ? sua venda cm tuda a America do Sal, 11a-
vana e llespanha.
Vende-se asiSocelinhas a 800 rs. Cda urna della
conlem urna inslruccilo em porluguez para explicar
o modo de se usar destas plalas.
O deposito geral l.e cm casa do Sr. Soum ptvsr-
maecutico, na rua da Cruz 11. 22, em l'cuiam-
buco.
ARADOS DE FERRO.
JVa fundicao de C. Stari- & C, "T&'to
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construcejo vertical o com lodos o melhoramenios
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
Emeasa de HenryRrunn & C., na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sorlimen-
lo de ouro do melhor goslo, assim como relogios
de ouro patente.
IECHAHISMO PIBA E1& -
no.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, ,\ \
RUA DO BRUM, PASSANDO O Ul-
FARIZ,
ha sempreum grande soriimenlo dos seguinles ob-
jeclos de mechanismos proprios para engeiihos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construcco ; taixas de ferro fundido e batido de
superior qualidade e de lodos os tamanhos ; rodas
deuladas para agua ouanimaes, de lodas as propor-
SOes ; crivos e boceas de fornalhae registros de bo-
eiro, aguilhOe?, bronzes.parafusos ecavilhes, moi-
nhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
le'execulam lodas as cncommendas com a superior
ridade jconhecida, ecom a devida piestezae coni-
modidade em preco.
avalhas a contento.
Conlinua-tea vender a80C0o par (preco lixe as
j bem conhecidas uavalbas de barba, feilas Lelo h-
bil fabricante que ha sido premiado cm diversas e\-
posieoes : vendem-se com 1 condico de nn apia-
dando poder o comprador devol\c-les .l 30 dias
depois da compra, reslituindo-se a impoilauria en
casa de AuEusloC.de Abren, na la da Cadeia do
Kecife n. 3b.
XAROPE
DO
Foi transferido o deposito deste xarope para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua nata 11 *S3
garrafas 35300, meias 35000, sendo falso'lodo
aquello qoe nao for vendido nesle deposito, bale
que se faz o presente aviso.
IMPOSTANTE PARA PUBLICO.
Ptra cura de phlysica em lodosos seus difieren-
lesgrios, quer motivada por conslipacoes, Ios-e
astlima, pleuriz. escirros de saugue, d'r de c..-'
(adose peilo, palpitacan no coraeilo, coqueluche-
broncbile, dorna garganta, e lodas as molestias
dos oreaos pulmonares.
Em casa de Henry Brunn & C, rua da Cruz
11.10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos com molduras.
Globos parajardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas. ^-""""'',
Vistas de Pernambuco. /-
Cemento romano. ^*-'
Gomma lacea. y*


Aaoeiidiis _fi|!t rions.
Na lundu^kra^C. Starr&C, cm San-
to Amaro, Acha-se para vender moendas
de caima lodas de Ierro, de un modeloe
construccao muito superiores.
S
f&$ct*b0$fu$ib0$.
MUTILADO
ILEGIVEL
I)eappareceu no sahbado, 15 do correle, nina
escrava de nomo Catharioa, du narao Benguell, de
30 a 33 anuos, estatura alia, corpo resalar, lem lo-
dos os denles da frente, lev.ui vestido muilo otado
de dula amarella ja desbolada, foi escrava do coro-
nel Leal, sabio de manhn com o laboleiro com va-
ri, s gneros de venda, como era de coslume, c nao
velln mais : pnrtaniu pede o abaixo assignado com
moila alienen aa autoridades polieiaese capules de
campo, qoe a apprehendam e levem a rua das Cru-
zes n. 20, que sero recompensad s. Consta que esta
escrava esta acooladl em ccrla parle, porm SSfM
fiupr: unido lodos os meios na descoherla, para ha-
ver peda- e tlamnos na turma da lei, conlrs quem a
liver.lleinardiiio Jote Leito.
PERN. fYpTdbIi, F: B FKIa. 185ti


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8ZWWMXZL_4F0J7L INGEST_TIME 2013-04-24T18:50:00Z PACKAGE AA00011611_07413
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES