Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07412


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Full Text
v.
1
INNO XXXII i ir
Por 5 inezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos -J500. ,
TEIUjA FEIRA 17 DE JIMIO DE .856.
Por armo adiantado l.sOOO.
Porte franco-para o subscriptor.
k\(ahiu;<;\iios da surscriih:\ Parahiba. o Sr. Gsrvaiio T. da Natiridads: NaUl, o 8r. Joa-
qoioi I. Partir Jnior ; Ararais-, o Sr. A. da Lemoi Braga ;
Caar, o 8r. J. Jote da Olireira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
S| Bodrigu.es; Piauhy, o Sr. Domingo! Herculano A. Pesioa
rania ; Para, o Sr. Juiliniano J. Hamoi; Amazonas, o Sr. Jero
jnw da Cmu.
PARTIDA DOS CORREIOS.
n.1,,.1.1 : :,.,.
l_...,r ..... .....i
N. Vio.,.. ILv.-r
S. I...111.-..r... !'
ir*, Hura, *
illu, i>9< nina Aor-adn
ni |-..i..l.il.i : ii.. -an-ab
--. I;..t.i'...i: .riurn, Miinhn i
KHl'tlki, .N.i/.i.-lli. I.im.i.it
i-I: ..... I:-.i-\i-i i. Ouri.
Cabo, lenjiiri. N,.....Ii...m, r.ti.-l'.iuii...
Tmlu
..I :
-i..
.at-.uiliioi- :.......rra-fl
... Ilr.j... l'.-..|.irira. h
t I'aii : mu ...alias-le
n.i. Ramiro*! Aaoa-Pi
nlir.i.
AUDIENCIAS DOS TRIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai sabbadoi.
liol.1 cao : lercai-feirai c aabbadoi.
Fazenda : quortaa a labbadoi aa 10 horaa.
Juizo do commercio : leguodu ai 10 borai e quintal ao meio-dia
Juizo de orphaoi .- segunda! a quintas ai 10 horas.
Primeira vara do elvel: aegundaa e sextas ao meio-du.
Segunda vara do civel; quartai a aabbadoa ao meio-dia.
r.PIII.MEItlDES DO MEZ DE JIINIIO
2 La nova as 0 horas. 22 minutos. 4 segundos da tarde.
lio Quarto crcenle aos 19 mlnutoi e 48 icguudoa da larde.
Il8 La cheia as 2 horas, 27 inmuto, e 48 segundos da tarde.
128 Quarto miuguante aiT horas, 48 minutse 48 segundo! di m.
PIIKAMAIt III. MOJE.
IPrimeira as 4 horas a 30 minutos da tarde.
[Segunda as l horas e 54 minutos da mantisa.
tti Segunda S. Joao Krane
17 Ttrca. 8. tlu-n-/.. rail
1H Quarta. Ss. Leoncio.
I'J Quinta. S. Juliana de
2 2t Sabbado S. Luiz (o
22 Domingo. 5. S. Paul
DlAS DA SEMANA.
seo Regis Ss. Julia, urea e Justina
ha vmv. ; Ss. Matinrl, Sbele Ismael.
Tribuno e Tbeodulo nim. ; S. Osana
Falconieri v.; Ss. liervasio e Prolasio.
. S. Silvino m. : Ss. Novato e Mecario
nsaga ; Ss Albano e Demetrio mro.
o b. ; S. Niceas b, S. Concordia v.
ENCARREGADOS DA SL'BSCIUPCAO NO BUL.
Alagoai.o Sr. Cliudino Falcao Dial ; Babia o Sr. D. Dunrat
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtm.
EM PKItNAMIU'CO
O propietario do DIARIO Manoel Figneiroa da Faria, na oiia
livraria, praca da Independencia ns. 6e 8.
PAftTE flff ICiAL
OOVERIVO DA PROVINCIA.
Expediento Ja dU 10 d junbo
Circular Aos Eira*, presideule* das provincia*
do Sul. Tenlio a honra de participar a V. bvc. que
c*l.i provincia gota da perfeiU Uaiiquillulaile.
O ''II estado anuario lie mu animador em quati
lodosos pontos, com exceptu da comarca de Villa-
Bella, onde a epidemia lavra coui inlensidade, enca-
minliiiido-se para a comarra da Boa-Vista. Nesla
capital, asMtb como em nlgatai localidades viiiniaa
lem-se dado uestes ultimo* dins varios casos de cito-
lera sporadico, seiundo a cornmunictc,ij que iecebi
da coiddiissAo de liygiene publica.
(Hlicio\ (in. presidente do Piauh>, aecusan-
do recetados os dous exeinplare* que S. b\c. rcmel-
teu, sendo -m da falla com que o seu antecessor
bro a ses*Ao da assembla leui-litiv i daquella prp-
vincia em o anuo passado e outro do relatoro com
que passar a S. Exc. a administracio da mesroa pro-
vincia.
Dio Ao Etm. roarechal oommaudaote das ar-
mas, remetiendo a relajo das alterantes que occor-
reraro no ii.cz de maio ultimo, acercado ofl.c .h e
mais pravas do 10 batalhao de infanlara que se
acham addidos ao meio hatalbao da I'araliiba.
DitoAo inspector da Ihcsouraria de rapiida> rc-
commondaiidn que man Aurelio de tiodoy e V'asconcp|lo*,que esleve emrom-
misso medica tu* i:marca de tiaranhuiH, n cralili-
cac^ao diaria de tl>A, a contar do dia 10 de janei-
io a 16 de maio uliiino*. dc^eontaiido-se-lbe neaaa
itccasiSo a qoantia de 900^(00 rs., que ello j rece-
ben pnrconla. Tombem manlou-se pasar ao l>r.
Ernesto dos Santos Malhado, que esteve#ein com-
inissAo fiedira na comarca de Naiarelh. o* venci-
mentos que Ihe competirem na ra/ de i(*(mi i dia-
rios, a contar do dia 17 de marro al 2 dn corrente,
descoutaudo-se-lhe a quantia de OOQbjOOO r-., que
elle j recebeu por conia.
DitoAo mesmo, iuteirando*o de baver concedido
quarenla das de.liceoca com vencimenlus ao coronel
Bento Jos Limeulia Lina presidente co conJho ad-
ministrativo para foriiecimtMilodo arsenal de cuerra.
Fizeram-se as oalras ronuminicarOe-. J
DitoAomesmo, recommendando que mande adM
O cousres<*o adbere a esta pruposta.
O Sr. conde de wa|e\vski faz emfim observar que
assisnando o Iraladode paz, o cangreno nao lera
cheicado ao termo de feus (rabalbo* ; que derer
continuar a reunir-se para combinar-se obre a que
respeid* a ces-.n;ao los bostilidades e particularmen-
te os bloqueio^, para preparar a iu>truc^&es desti-
nadas a commiss.'io que tem de ir aos principado-, e
concordar erofim as di pnra a ev^ruarilo de Indos os territorios oceupados
pelos eterolo* das potencia* al lindas.
Por consequeiicia o eongresao decide que conti-
nuara ;i reunir se no lunar de suas sesgues.
iSezuern as assifznaluras.)
PKOIOCOI.O N. XVIII.
Sessflo de 29 de marfo.
Presentemos plenipoleuciaiios da Austria, da Fran-
ca, da rao-Brelaiilia,da Prassia,da Hus-ia, daJSar-
denln e da Turqua.
He lido e approvado o protocolo da sessao prece-
deule.
E'-e successivamenle ;
1. O pmjccln de tratado geral ;
'2. O projerlo de conveuclo Jos e-lreito> ;
;t. O projecto de cpnvenclo relativa aos navios
ligeirnsde suerra que as potencias nbeiriuhas con-
servar.io no mar-Necro ;
4, {} projecto de <;oiivenrao a respeito das ilbas
de Aland ;
EnaSra. plenipotenciarios depois de terrm subs-
tituido o nome de Foultcha pelo de litcka no arl,
li. do priraero dnatea prejecto-, ten lo-os adiado
pnnrorme aos textos inacridoiinoa protocolos u*. XV,
XVI, \V||, inbricam-no* e deivain a assi^nalura
do iiu'-nio como concordaran), para am.mlida a hora
de meio dia.
<> prefine prolocolohe lido e approva lo.
Srsooin ds ^Miwafnra*.
PKUTOCOI.ON. \1\.
Sesatt> de' 30 de marco.
Prsenle* os pleDplonciarins da Au-dria. Tranca
(r;n.-Bri'iHiiha,Kusia Prassia.Sardeuba, c Turqua.
Reunidos'a bora de meio dit na sald de su:s de-
liberarles os Srs. plenipotenciarios ronferem >obre
os inslruinenlos rubricados na precedeute Mas8o :
1. O tratado seral de paz ;
'Z. A conveuclo dos eslreitos;
JJm* A couvenco relativa aos vosos de suerra h-
|Priro*queas potencias ribeiriubas con-ervarao no
Por consecuinte conrorda-se em que serSo dadas j Sr. presidente, diz o 9 de artillo 10 do |{tu addi-
asordena para o immedialo levaniamento dos blo-'ciona| angotte.1
queios existentes, e que serio igualmente sapprmi- \ <( l.esislar sobre conslrurcAo de casas de prisao,
da* sem demora as medidas lomadas na Kussia du- tralialbo e correc^o, p resimento lellas.
ranle a guerra contra a exportado dos productos | Esla di*posii;Ao que se acba surada clara, e po-
russos, e principalmente dos cereacs. sitiv-imenle no aclo addiccioual, tainbem se acha
Depois de ler proposto ao consresso, tratar da e- manire^t^da nos retaturios do ^r. ministro da jos- 1
de/.embro de 1 Si I e abi sa eshibelecem
gens, que os carcereiros drvi-m perceber. dfiicia da SSOOlbla provincial.
Ora, sendo islo j determiiMdo por le e regala- O r. Meira Jifitrit/ue* :Sr. presidente, o ac-
menlo setal, nao podia n resulameuto provincial nhamenlo que naluralmente se apodera de mim,
insenr-ae uas materias all estatuillas.. qu.ui I lenlio de l'alhr pcriile esta assembla, eres-
UlU Sr. Dtputad \ !Nem se interio. ce boje principalmente por mullas consideraras.
O Sr. Borroa de ha&rdm: Pois nao ha urna Primeramente porque tenho de fazer opposicAo a
vacuac;V> dos territorios russo e oltomano, u Sr. con- 11.; i de IS'il e Is.YJ, e no aviso do mesmo oiiuislro allerac.lu deerca cU carcerasem ? um rt'sulamenlo caufeccionadu po( un dos .ulminis-
de de Walewskf diz que quanlo aos alliados, sua in- | dirisido o auno pausado a presidencia da provincia, /'/. Sr. Drpulado : N;V, Sr. I Iradoaes da provincia que ja deiioo as redeas da ad-
lancRo, bem como ja aseveraran), be retirar sana are-peiioda casa de detem;o portanto me parece V) ^r. Barros de hacer da:Noto mase, que aen- LaniniuracBo ; em aegoodo logan porque tenho de ir
(ropas sem demora, e dar ordens para que <> mov- que tenho demonstrado a nimba propositan, iln he, do os ordenados dos raceeroiro* estabuliciilos em de- de encontr ao projerlo que se acha em d*COSBSo,
menlo do rehrad-i comece immedialameiite depois
do Iroca das r.ilitira(;es. Cr necessaro allinn.ir
que os lerrilorios da Kussia sero totalmeute evacua-
dos no pra/o de seis oiezcs. Accrescenta que os e-
xcrcilos alliados deixar.lo no mesmo espago de lem-
po as pnsicoes que oceupam na Turqua.
O- sen Irires plenipolenciarios da Ru-sia asseve
que a casa de delen^io e seu reqiroeii sAo provin-1 cretos, leudo os aaoa emplmenlo* eaareadoa ao re-
ci ii>-, e demonstrei pAo scom a dlSposifUsj do aclo soUmenlo do IS'fi, na.) pt lia o resulameuto pio-
addiciona como com a opini.lo de alto* funecio- 1 vineial iuvolver aa nesie (ionio.
niros do paiz
Vuu pois entrar na apreciicau
asfliois]sde por tres illusties membro-, cujos lalenlos
illiiklracao son o priineiro a reconhecer, e mi ler-
ceiro finalmente porque tambem leulio de fazer op-
da emenda, qae
tive a honra de ollerecer a consideracAo da caa.
Sr. presidente, a Dslnhi emenda deve ser uppro-
r.iin de sua parle que serAo lomadas as disposiroes! v.hI.i. e pec,o a casa disne sedei>rclar nlleuQAo ho
p>ra que as (ropas russas que arham-se era Kars, e
nos seos arredores, retirean-se iioaolo mais promp-
lameute poderem para o territorio russo. Obrigam
se a declarar ao consresso em urna das prximas reu-
nios o termo que ser jul^ado necessario para a
prompta exerurao den operarn. Exprimem o de-
sejo oc que n exerctos alliados que estilo na Crimea
que voii dizer a respeilo da coas de detencAo.
Oeste eslabelecimenlo apenas existe prompio um
raio, e estralo tem 50 prisoe-, mas someuto .'i
sAo oceupadas pelos presos, por isso que '< estflo
arrUcadas a serenTermaria, pois no estahelecimeuto
nao existe ainda enfermara om,losar appropria/lo,
o que por cerlo he bem de lamentar, pelo inconve-
ii- Krru* qu<; .i
antar aomnreclial Autunio (l-irn-, i Se.ir.i, o -ni l cor- rar-Naarc
respoudente ao correnle mez, bem como pasar Ihe os 4. A conveoro ;) respeilo da* ilbas de Aland ;
vencimenio* que em razan do seu empresn de ins-
peeior do i." distnclo militar, se l!ie estiver a dever
al boje, providenciando ao mesmo t^mpo parj qoo
se passe sota de soccorriment ao preditoinarechal,
visto que tem de seguir para a corle a lomar assento
na candara temporaria. Parlicipou-se ao referido
mareen al.
HiloAo mesmo, para mandar pasar ao Dr. Cos-
me de Sa Pereira, a aradfc *<> Que Ihe competir
como medico de dislricio, em conformidade da por-
tara de 30 de abril ultimo.
DitoAo mesmo, Iransmiltin.lo para o fim con-
veniente os avisos de lettras sob nmeros 6S e 70
na imporlancia de .l.t83-V)0 rs., soeeados pela tlie-
souraria de Uzenda da provincia do Kio Crande do
Norle, sobre o deala e a favor de Antonio Marque*
da S'lva e Paulo Risln-lh. Parlicipou-se ao E\m.
presidente daquella provincia.
Dito Ao mesmo, remetiendo para os conveni-
entes exames, c;ii& da acta do ronselno administra-
tivo, datada e -Ji. de maio ultimo.
Dito Ao juiz relaior da junta de jnslica, Irana-
millmdo para ser relatado em sessao da mesmo juu-
ta, o processo verbal feilo aoaoldado do 9.a DdUIhflo
de inaotaria Aurunio Geraldo Barbnaa. Pin
pou-se ao m-'ii'-'- 'I commandaute das arma o7 '' pnmeiro pleuipofeiiciarm da i.a/-liel inha diz
Dlo Ao enoenheiro ene^rresuto d obras mi- 1 qo ss- pso para com o soberano do p lltares, para mandar fazer os comerlos de que ne- 1 v ruusressu se acha reunido, lie mi mesmo lempo
o essita um do* poriaes da ala da oenlaria do 9. I onai homenaaem respelloaado recoolieclmenlo de-
batalho de infautana. Parlripoo-se ao marocha! \ida a alia benevolencia* e a i^aciosa bo-pedasein
commandante das armas. que "S plenipotenciarios individual e col lectiva-
x E len i. achado tmlos esses idos na forma devida,
os Srs. plenipotenciario* os assisnara e sellam coin
suas armas.
. Depois do que, e por proposla do Sr. conde de
Walewski, o ruiisres-o declara que em cousequeu-
Cifda as^isnalur.t Aa paz, o armi-licio tica prolonsa-
do at o momento di troca das ralificares, e con-
corjam os Sr*. plenipotenciarios da Franca, (irAo-
(Bretapha, Sardenha e Turqua de una parte, e os
Sr*. plenipotenciarios 9a Kussia da ontra parle, em
que ejam Iransraitildas sem demnra ordens para
eie fim.
O consresso decide alem distoque a troca das ra-
tilic*c/>essera feila em seis cxemplares ; que as ra-
lilic.icesdo .ii luo addicion.il un Iraludo seral se ta-
ran cmjnnclameoiecom o mesmo trata lo stsI. e
que as ratilicac^* dasse tratad, e de caIa uma da
coiiveiices aoujp^aj sarao cfou-isuadas cm autos se-
parados.
O Sr. conda^aVQarendon.propoc aos plenipoten-
ciarios dirisirem-ae as Tolh>*rius para iofonnarem ao
imperador de qno o conaresso acah de lenninj|f,t
"bra de pacilicacAo pela qual S. M. lomsvaV
grande inlcreoso, o que a Europa espera va com .
uva impaciencia
Dito Ao raiiim teiraiMl'j'O ile luver traiiMiiildiln a' iliesourarM pro-
vincia, pera ser pasa estando noi Iprmos li*^ac.. a
. cotila que Smc. remellen da dtspeza feila com o stis-
lenlo ilu- dous clcelas emprecados no servir da
limpeza e asseio rio iju.Tirl daquelle corpo.
Porlaria Concfdendo \\ meze* de licenca com
\encimenlo de odo, ao Capillo reformado Anlo-
tiio Alves de l'aiva, para ir st" corle. Kierain-se
a necesarias commonicar'S.
I)i(a Ao cenle da companhia das barcas de va-
por, mandando dar passagem para a Baha por coti-
la do coverno no \apnr que clle^ar do norte, ao Ur.
Ernesto dos Simios Malhado.
Dita Noineando de cunformidade com a pro-
posta do inxpcclor do arsenal de mantilla, a Francis-
co de Paula l.i'ii-t para aponUdor dos operarios das
obras do mellioraiiifHlo do porlo dcsla ri lade. E\-
|.f .hramf as ncessarias cominunirares.
- UOMMdNDO DAS ARMAS.
Qart.l seneral do oonamondo da. arBM4 d.
Fersuaabaeo na cld.de do Reclfo eaa 1:1 do
Jawhodo 1866.
OKDEII DO DIA K. 879.
O marechal de campo runimatidante das armas,
fai publico para eonhecinieuto da auarnicao e lins
necessarios.
I. Que a presidencia foi servida por porlaria de
III do correle, couceder SO dias de licenca para ir io
sul da provincia ao Sr. lenle coronel reformado
lenlo Josc l.amenda Litis, vocal do conselho admi-
uislralivo, para fornecimenlo do aAensl de suena.
J. yoe por 'enlenca da junla de juslica, proferida
"m -C--.IU de 9 do a o l.mli' me/, de juilio, fui confir-
m> da a senleiija absolviloria do conselho de cuerr.i.
f 1'*ie rpspondeu o Sr. alferesdo quinto balalliAo de
'."'"Mana Alalina Duarle Godinho, pelas culpas de-
,m'l1*j| noi anuos 16 e S dos de suorra.
.1. I '-lainienl- que em dal ile honlem fe/, a sua
apresenli/..1()i e |cuu rccolhido ao til halaihan de
infautana ., quf pertonce. o Sr. capillo Claudino
j "i.'" "i-i*' e" "VatOs o,ue se achava na provincia
da Parahiba.
Jos Joaquim Coelho.
EXl'XRIGR.
PROTOCOLO ai.XVII
Sessao de 28 *$ mr
V plenipojejifiijKf i Ta, Franca,
Hos>.a, Sardenha eTur-
"e lido e approvado o protocolo da sessao prece-
dente.
O Sr. conde Walewskile os ultimes arligos do
tratado geral, os quaes sao approvadoi e acceilos
pelo conarsso nos termos secuiutea :
- Arl. 11. Os torrilorios ottomauos.oceupados du-
rante a guerra pelas Iropas de SS. M.M. o impera-
rador dos Franceses, o imperador da Austria, a rai-
nha do reino anido da tjrao-Brelanhii e Irlanda, e o
reda Sardenha nos termos das convenres assignadas
em Conslantinopla aos M de mar^o de |t>i enlrc a
Frauca, a Grao-Bntanha e a Sublime Porla ; aos I i
ile juhIiu do mesmo auno eulre a Austria e a Subli-
me Porla e aos 15 de maio de I Ht.i, entre a Sarde-
nha e a Sublime Porta, senlo evacuados depois da
troc das raliliraees do presente tratado logo que
for possi.el. O pran e os meios de eiecujao serao
objeclo de um ajuste entre a Sublime Porta e as po-
lencia*, cujas tropas fverem oceupao seu terri-
loiio.
o Arl. 32. Al que os tratados ou convenc/ie* que
eiistiam antes da guerra entre as potencias belige-
rantes tenliam sido renovadas ou substituidas por
novos actos, o commercio de importarlo ou de ei-
porla^ao lera lugar reciprocamente para ama deltas,
segundo os regolamentos qae estavam em vigor an-
tesida guerra, e seus subditos em qualqucr oulra
materia serao tratados respectivamente cunforine os
da nacao mais favorecida.
a Arl. :l.l. A eonvenrao concluida ueste dia entre
SS. MU. o imperador dos Francezes, a rainba do
reino .nido da lirao-Brelanha e Irlanda de uma par-
lo e S. H. o imperador de todas as Kussias de oulra
parte relativamente as ilhas de Aland, he e ficaan-
ne\a aa presente tratado e lera a mesma forra e va-
lor coma w dclle fitesse parle.
Arl. :ll. o prsenle tratado ser ratificado, e as
raliliiMi;a> seta,) tiocadas em Paris no esparo de
quatro semanas, ou antes se for possivel.
ojassignaram. c srllaram com suas ;nm s.
i Feito em Paris, a....
Artigo addicional e transilorio. As eslipulacOes
da convennlo dos eslreitos aasianada neslc dia nao
serto applicada. aos vasos de guerra empregados
pelas potencias belligeranles para a evacuadlo por
mar dos territorios oceupados pelos seus ..errilos ;
porm as dit.s estipulavO-s recobraro inteiramenle
sen efleilo logo qo" e terminar a evacuacao
iiieutehao recebldo da parle de S. M. o imperador.;
lonl l'.lati'ii Ion accrescenta 'qtie esta1 aulecipada-
meiilo cerlo deque ludo o que liser por lim leste-
inonliar os senlimentos de respeilo e ilrr.iriu lt qua os plenipotenciarios estao animados
para como Imperador Mapoleo, cucotilrara'a mais
completa approvacao da parte dos soberanos que os
plenipotenciarios tem a honra de representar.
O concr.-sso acolhe com empeuho unnime a pro-
posla do Sr. primeiro pIeiiipoletiria.no da Grao-Bre
la olla.
O Sr. conde de Walewski agradece ao primeiro
plenipotenciario Ja liro-Brelanha a proposta qoe
acaba de fa/.er, e nu hesill cm assoverar que o im-
perador, sen angusto soberano, sera' mili sensivel ao
petaoaoggerido por lord Clarenduu, e nao menos re
conhecido loa senlimenlos que o diclaram, do que
ao nnpi'iilio unnime coin qne loi aceito.
II presente protocolo he lido e approvado.
Scgiiem as as^ignaturas.)
PROTOCOLO N. XX.
Ses.ao de ile abril.
Presentes os plenipotenciario! da Austria, Franja,
Grao-llrelanlia, Prussia, Bu.sia, Sardenha, e Tur-
qua. -
Bem romo fora decidido, o c.iugresso orcupa-se
com a que-l.'iode saber se 01 bloqneos pudem ser
levantaous aules da troca das ratiBctajDes do tratado
de pal.
O Sr. conde de Waiewski eipoe que os preceden-
tes eslabelecem que geralmenle os bluqueiosuto tem
ido levantados aeolo depois da troca das ralifica-
ees, em Virlude do principio, que a guerra s esla'
i...........la no inoinento em que as ealipulacOea
convencionadas pelo, plenipotenciarios tem recebido
a cotisagraao d. seus soberanos ; que todava o
espirito de liheralidade que exerce em nossos dias
i.i > feliz influencia sobre as relaces intoruacionaes,
acouselha que se uto guarde es Fr.nra e lirao-ltrelaulia que pozeram os bloqueios
eiiitenlea, combioaranv-te para dar nesla dreoma-
laucia um testeiiiiinlio de sua sollicitude pelo com-
mercio em aeral, decidiudo que todos o bloqueios
fos concrdiir sobre os meios de realizar sem demora
suas inlenroes a esse respoilo.
De accordo com o Sr. primeiro plenipotenciario
da Franca, o Sr. conde de Clarendon propoe con-
cluir 'mu armisticio no mar. K-l i medida em sua
opioiao teria por elfeilo o levantamento inmediato
dos pluqueios existentes.
O Sr. conde Waiewski accrescenta que essa combi-
nadlo permitliria ptese considerassem nullas as pre-
sas feitas posterioruienlc a assignelura da paz, c que
se restiluissem os n.vios e os rarregamentos captu-
rados ; que o commercio (icaria assim autnrisado a
continuar lo las as suas IransacrOes, te a Kussia de
sua paite revogasse desdeja as medidas excepcionaes
que lomara durante a guerra a respeilo das opera-
cues commerciaes que se fazem em seus porlos.
Adoptando com empenlio as ideas cxpnstas pelos
senhores plenipotenciarios da Frauca e Grao Brela-
nha. os senhores [ilenipoteuciariosda Kussia, respon-
dem que n proposta submeliida ao congresso, sera
provavelmenle acceila com extremo favor pelo seu
governo: que por couseguiule adherem a ella com
empenlio pela sua parle, mas que sao obrlgados a
reservar a approvaflo de soa corle.
lis plenipotenciario! das mitras potencias declaran)
que essa medida ser. acolhida com vivo rcconlieci-
menlo pelos estados neutros.
Por consegoinle decide-se que, se na prxima es-
sao, como he de presumir, os senhores plenipolen-
ciarios da Kussia, esliverem aulurisados a anuunciar
que seu governp levaiitou as prohibirles impostas
durante a guerra ao rummercio de importadlo e de
exporla^ao nos porlos e as fronteiras do imperio
russo, sero concluido entre a Franca, a Grao Breta-
nha, a Sardenha, e a Ttirquia ile uma parle e a Kus-
sia da oulra parle um armisticio no mar, o qual li-
car em vigor desde a assignatura da paz, e lera por
effeilo levantar lodos os bloqueios. Por conaequen-
cii serao resliluidas as presas feilas postenormeDle
a data de 31) de mairu.
Os actos consulares e as formalidades requeridas
dos navegantes r dos commerrianles seao preen-
chidas provisoriamenle pelos agentes das potencias
que coii-eiilii am iluranle a guerra em encarregar se
dos iuleresses dos subdilos (los Filados belligeran-
les.
Seguem as assignalur.ia.j
PROTOCOLON. XXI.
- Sotlo de i de abril.
Presentes os plenipolenciarios da Austria, Frunce,
tiran Rrelanha, Prussia, Kussia, Sardenha e Tur-
qua.
He lilo e approvado o protocolo da sessao prece-
dente.
Os senhores plenipoleuciarios da Kussia aiintin-
ciam que callo aatorisados a declarar que vao ser
snpprimidas as medidas prohibitivas lomadas duran-
te a cuerra para fechar os porlos russos ao commer-
cio de exportaran. f
Em cousequeiiria desla declarado, e conforme a
duran lomado na reiini.lo precedente, o congres-
cemecem seu mnvimertlo de retirada por kertrh e 1 nienle de fazer diminuir o numero das prisoe*, e
Jeuikal, alim de que u mr de .Vzoff, fique qnauto' ler enfermos ?no m.in do gente s, o qae he
aules aberlo a navegarao e ,io commercio.
O Sr. cuude de Buol felicila-ae pelo empeuho que
leslemonhain as potencias belliaerantes em retirar
seus exercilo- c em execular assim sem demora nina
das estipularnos mais importantes do tratado de paz.
Diz que de sua pal le a Auslna lera o cuidado de fa-
zer V"' i ii mu ao sen territorio as suas tropas que 00-
Copam os principa los. Accrescenta que e.sa opera-
ran nao encontrando as mesmas dtlliculdades que o
embarque dos exerritos que se acliao na Crimea, po-
dera ell'ecluar-se mais prona pamente, e por couse-
guiule qoe as (ropas austracas terao evacuado os
principa los antes que os escrotos belligeranles te
mIi i podido de sua parte evacuar completamente u
imperio ollomann.
Depois deslas explcac.des concorda-se unnime-
mente que todos os exercilos belliaerantes ou allia-
dos, comecaiao sen movimeulo de retirada, iinuie-
diatainenle depois da Iroca das ralifica<;es do trata-
do de paz, e que o continuaran sem interruprao.
Concorda se igualmente que os exercilos da Franca,
(irlo Bretanhn e Sardenha ler.lo um prazo de seis
mezes para ellectuarein a evacuarlo tolal dos terri-
torios que oceupam na Kussia e no imperio ollnma
no: csa evacuacao romerara'quanlo for possivel
por Kerleh, Jenikal, Kinburn, a Eupalona.
Eti[iulaudo os Iraledoa conrluidos em Constanli-
uopla a 12 de marco de 1851 e 15 de marco de 1855,
enlre a Franca, tinto Brelanlia,Sardenha e Turqua,
que re-tabeleridaa paz, n territorio do imperio ol-
lomann sera evacuado no espado de quarenla dia.,
e leudo-fe tornado materialmente impuive! a eie-
cucao dessa promessj, em consequencia do dcsenvol-
viniento loma lo pela guerra, concorda-se que ins-
truccoes e puderes serftn enviados aos representantes
da Franja, da tiran Brctanha, e da Sardenha em
Coiistaiiliuopla para que concluam coin a Porta tima
eonvenrao destinada a lixar novo Ierran, o qual n.io
poder exterior de seis BUZOS.
O congresso decide depois que os cominissarios
que nos termos do artigo 20 do tratado de paz, li-
vereni de proceder a dcinarcaco da nova froulei-
ra na Bessarahia, deverao rcumr-se em Galalz ana
6 de maio prximo futuro deseinpeuliaudo sem de-
mora a missao que liles for confiada.
Os Srs. plenipotencia.rioa da Kussia declarara
que as autoridades ru.sas, logo qoe essa upenirdo
for teraa^aaVIo enlreaarflo .i-'.mloi il.i moldav..s a
poreflo osawrriliiriu que, segundo a nova demarra-
c;lf .vera' ser autiexa a foldavia. Fica enteu ti-
esta eeasflo coniucidire1 com a evacuarao .ios
, loa russos polo! exercil-s alliados.
J Sr. conde de Clarendon faz observar que para
apiessar a evacuacao da Crimea, seria ulil que os
navios das potencias atliadas podesseiu liTreineute
penetrar nu porto de Sel istopol : esta facilidade,
na opinilo do primeiro plenipotenciario da Gr.ia-
Brelanh.i, araucana militas semanas o embarque dos
hoinens e do material.
Os Srs. plenipotenciarios da Kussia nspondrm
que pedirn a esto respeilo aa ordens de sua corle.
O Sr. conde Waiewski diz que he preciso que o
congressn e oecupa das inslrucces destinadas aos
commissarios que h.lo de ser encarregados de ir os
principados para n lim de iitfurmarem-se, conforme
o artigo 2.1 do tratado de paz, do estado actual des-
sas provincias e para propor as bases de sua futura
organi'aco. Klle expe que essas mal urroes de-
vem ser concebidas em lennos geraes ; que Blando
o otijerlo da missao dos cominissarioa, tal qual fora
prlmido pelo proprio tratado, deven) deixar-llies
a lalitude necessana para escl.irecerein-ae, pondu-se
em estado de ciiniprir de modo rompido a trela
que Ibes for entibada. Parece-llie que essa opi-
niao ;>oile ser approvada pelo congresso, laulu mais
que o lirm.m que presrreve a convocarlo dosdivans
ad huc, bem como resulta do protocolo n. XIV, de-
re ser concertado com os repre-ciitaules das poten
cias contratantes em Couslanliuopla e redigido de
modo proptio a provera iuleira eiscurao do artigo
do tratado que determina a compo-icao dessas
assembla*.
Propoe finalmente que se confie a redaccao dessas
inslruccoes a uma commissao lirada do seio do con-
greso.
0 congres'o adhere a proposla c a commissao he
rompo-la do primeiro plenipotenciario da Turqua e
dos secuu loa plenipotenciarios da (jrAa-Brctanlia.
Depois de novo examc, o congresso, jaleando
til modificar o que resolver sobre o mesmo as-
sumpto, na sessao de :)0 de marro, loma a seguid-
le resolurao :
iNas ralilicacea do Iralado aeral,esse tratado ser
seaoido, textualmente e in extenso,do artigo
addiccioual o das Ir-, couvcnc.es auuexadas ; po-
rem a ratificarlo aseentara1 sobre u tratado geral e
sobre o artigo ail.liecioual nos lennos srguinle. :
Sr. presidenl-, ooco dizer em a parle, qoe nao ha posiran ao nobre depulado que fallou cm prMiteiro
rarceraaens. Percunlo. esse quanlilalivo que pagam tacar cm api'io do mesmo regularaeoln. e que apre-
senlou uin artigo substitutivo ao qua'
Tendo sido approvados, lodos os arligos o Sr. con-
de vVrlewski^ propoe ao congresso reunir-se ama-i so decide que ca concluido um armisticio martimo
cutre a Franca, a Grao Bretanha, a Sardenha, e a
os presos, o que ha 1 lie ama carceragein ; em vir-
lude de queregulaineiilo he recebida, hado de IHi'2,
ou do actual '.'
Da de 1843nto pode ser. porque um regulameu-
lu provincial nao rod alterar uma lei geral. Se os
obres depiilalos enlendem, que a casa de delencao
Ulo he eadeia, e por iso perlence ao govornn pro-
vincial, enlaj nao pode liavcr carcereiro nem carce-
ragens, nem pode esse reaulameulo de 18(2 ler re-
ferencia a aquelle eslabelecimenlo. Os tugares de
carcereiro sao de creacao geral, e eoto o Boverim
prvoincial em um regulamenta nao polia extinguir
aquello lugar, vislnque para i-,so mo tulla llltiblll
3o. Sea casa de delencao nao lera na lacom a uli-
ca eadeia, nem n lugar de admiiii-lradnr rom o de
carcereiro, enlao pergunlu, como se extingui um
lugar creaio por le geral, por quanlo a eadeia aca-
bou-se e o lugar de carcereiro foi exmelo, o qu '
pur cerlo nao pidia ler lugar seno por meio de uma
revou.icao daquelle reaulanieuto pelo poder compe-
loulas, mas nao se den esse laclo, eo governo provin-
cial por a-lo pioprio extingui o luaai de carrerei-
ro que esl de [arlo cxliuclo, mas quanlo a mim,
nao o esl de direito...
I ni Sr. De/iu'i'to : So o nobre deputado al-
lendes-e differenea qua ha enlre a casa de delen-
rio e eadeia, nao raciocinara assim.
0 Sr. /;. i: Lacrela : Sella essa dillerenca,
pergunlare, .onde he qti* boje existe a eadeia da ci-
dade do Kerife ? ,
1 m .Sr. Oe/nitado : Mesei.
Oufro Sr. Depulado : Nao ha.
t)w/ro Sr. De/iufadv : A'vista da lcgi ral. a eadeia lie na lili, de Fernn :o.
t) Sr. Barros de {.acerd-i : (Juem he boje o car-
cereiro la eadeia do Kecife '! NJ sei, mas o que
he cerlo he, que lal lugar he creado pot lei aeral e
sem ordenado, ealabeleeido tambera por lei aeral,
(auto que. n.is nutras cnladea aonde exislera cadeias
(pie nao sao as creadas com as cnnriiroes exigidas tie-
la ciin-liluic.'i.i. ns carceieiros sao de creacao aeral,
h ah eumpr.su sentenca os presos; que prova,
que ni. he so Fernando que se pede chamarlcadeia,
porque ah hn que se cumpre.sentenca.
Mas o mea argumento lie o segoint. S< a casa
de li'leiic.tii he provincial, cninn'queicm os nobres
depotadoif e h? que-lai em que me nao quero inge-
rir por ora, perguulo aonde esla a eadeia, boa
mi que exisa|na ciiade do Kecife, aonde n lugar do
carcereiro, llameado p a carceragein ou em< lumeulos marcados lelo reg-
latnenlo de IS2'.' Ficou asinprimida, ou ttao".' S-
foi suppriini la, com que aulonlade '.' O que ne que
existe boje '.' Exist- um mixto incoraprelieusi^cl ;
M a rasa de rirleucan substitu- eadeia, digo, que
un podemos sobstilnir o que he creado por lei ge-
ral, c nem nos, nem o presidente da provincia, po-
damos dar .ii ; :!i'iic.',i.-. ou regulamento! para a ca-
sa de delcurau.
I'erguiii., oulra ve/, acabou ou nao a eadeia
-. K ife-.'
Hu .Sr. Depmlido: Pude acabar, ou deixar de
HCHtinr.
O Sr. 0. de [.'irei'da : A rasa de delengao he
um facto ii.,- e.vi-le entre mis ; acabou ou nao coin a
eadeia du Recite J
lia minios apartes .
O qo- he cerlo he me o que actualmente existe he
um mixto incnmprehensivtl, porque ao pasa i que Sf
sustenta que a casa de deletelo nao lie ca leia, perca
bem-se as carcerageas eaubelecidapelo regiilanien-
lo de ISi2, que nlo Icm npplicacao nem pode ler
referencia a essa casa, pie he tola, particular da
provincia. Se a ea*a de rielenc;in he provincial, se
he um cstahclcciinentn provincial ludo qua Ihe diz
re.pcilo, deve ser provincial, e nesie caso iieiihuma
i referencia nem applieacta devia a ella ler n regula-
mento de IS2 ; mas |se tem na perrepcaiL das
carecragens quera supprimiu o lugar de carcereiro,
que om realldade e-i.r meth.marplioseado*?
Ora, qoe loi mettiaiii'.irphoaeado o lugar de car-
cereiro em administrador, ninguem u coolesta. por
que he certn que o uubre deputado percebe as car-
ceragein que aquello roinpetiam...
O Sr. Florencio : E depois "
O Sr. /;. le \.arerda : Depois, esse mixto, essa
meiliamorphose, que he nm absurdo...
O Sr. hlorenri : E dahi'!
0 Sr. /; de Laceria: D.ihl J aao quero aceres-
centar mais nada, porque depois do absurdo.
1 ni ir. uepuiado : Depois, ou alera do absurdo,
esta' o nada.
O Sr. B. e*Y l.arerda : Diz milito bem o nobre
deputado, riepois do absurda, o nada...
l'm Sr. \)e;mlado : A concluslo '.'
O Sr. II. de \.acerda: A couclusao ha a pas-
sagera da emenda do iiobre depulado, que recouhe-
ce defedos no actual regulainculo, nao so os *que
contra todos os principio liygieiiic.is, e at coulra
o regularanlo.
Cumpre-me declarar, que a semelhante respeilo
lenhu feilo s dividas represealaces.
A enfermara, meus senhoren, nao deve existir
no centro das -rises, desviando as clulas do lim,
a que s,lo destinadas, ella deve ser feila. dentro dos
muros do circuito, para levar islo a elleito.'o almi-
uis|radr>r da casa de deteuc.lo est promptn apres-
tar tola a coa Ijuvacao, a einpregai tuina os estr-
eos ; at mesmo os presos se pdenlo prestar como
srvenles da obra.
Convein que seja quanlo antes aiabado o outro
raio ; porque a capacilade actual do ealaheleci-
menlo nao comporta o movimento que tem havidu.
e ira crescendo. Do inappa qoe aqui tcnlio, e sub-
raetto a consideradlo da casa, v se qii'|iie 22 de
agosto a .I de dezeinhro do IK'i.'i foraiu recomidos
"til preso*, sollos :lli, remetlidos para Fernando
SS, de.lina los para o ex*rcito lili, para a armada
21, falieceram III. e remellidna a dilferentes aulo-
ridades 211. V-se lambera que do primeiro deja
neiro a 2"i de abril desle auno, eiilrarara 7K, foram
sollos :177. seguiram para Fernandn il.'i. para o exer-
cilo.i, e falieceram 17 : a totalidad, do moviraenlo
dn 22 de agosto de 1855 a 2">de abril de ISVi he de
12:17 presos.
Ja v a ra-a que esse mariuienln he mmlissimo
superior as foicaa di nico raio proraplo, c que pa-
rece de evidencia s*r preciso a e ja fa/er-*e lodo o
esforco para acabar a oulro raio, que sem duvida
e*t n'um terco do sua eonstrucc/io.
O regulamento carece de alguma reforma, feliz-
mente sthoje lenlio conseguido os melhores resul-
tados ; entretanto devo confessar que com quanlo
ol nao lenha fallas grandes, e drfailo! notaveis,
piccisa ler o ciinho da pr.itira, e da experiencia, e
que contenlia dtsposicoes de modo que deem plena
exacuclo ao verdadeiro sv sienta do eslabeleci-
ineitto.
O regnlainenln nlo lem dispo.icao alguma que
mande approveilar o trabalhn dn* pees s ; U>que se-
na miiilu conveniente para prevenir a extraordi-
naria ilespe/a, que pesa sobre os cofre pblicos,
como adame demonstrare!.
Mai nara realisar convenientemente a idea do ira
balbo, he mitor inaior e-paco do edificio, q tanto se can 'ua o nutro raio ; mesmo porque o ac-
tual nao --' prests bem anjilasailiri-aV dasa;
coran nrdena o regolamenm. alcm do que a aaglo*
llicraco ,los presa- (rnnstoma lodo o svslellia.
Me parece mullo r.i/.o.ive.l. couio ja Oase, que lio-
inens que alli *e acham sentenciados ipiasi em nu-
mere de S) a ItH), quati lodos nlli lies de oflicio, e
que. po lem g.inliar termo medio, 1^ diariamente, sa-
jara sust.ut.dos a rusta dos cofres publico, quaudo
podeni cora o lucro do seu trahallio pagar as coine-
(lorias a roana, como que se Liria urna gran le eco
noraia.
Oulra conaideracan, Sr. presidente, presos de nu-
tras provincias, einquauto nao vio para Fernnido
lio aqu demorados e su-lenlados a custa desla ; o
leu numero nunca he menor de :tt), o que por r;.i
deve ser lomado em considerac-lo na forma do rogo-
laineiilo. fa/en In-.- com que es-as despe/as sejam
indemnisadas pelus cofres das provincias a' que os
presos perlencerein.
Sr. presidente, parecer lalvez contradicao de rai-
uli i parle, o pedir cu a relorina do regulamento, c
ao mesmo lempo asseverar, como ja o ti/., que na-
quelle eslaheleciinenln lera havidu perteila Irn*
quillidade; mas nao, pois he ceilo que se pas-am Ires
. quatro metas, sera que alli se d urna desea! -re-
das de -augue, que outr'ora eram repetidas, sem o,ue
baja o menor barulho, mi- islo lie devido a que a-
quelles homens trahalliam, e ncehem o fructo de
seu ii .tiilii... com toda a seguranc.i e honeslidade, e
nao deixo f izer o que se fazia em algura lempo, em
que elle- eram victimas, mal agora receben) o que
Ins perlence, e por isso vivera salisfeilo-. No mo-
mento porm era que se Ibes exigir, que enlrem cora
uraa parte do lucro deose Iraballio, para a rarao, se-
guramente elle- nao licanlo lao contenles, e par issu
ser necessario um regulamenlo mais severo.
Sr. presideule, esiou iulimamente convencido,
que sendo 250 o termo medio dos presos, 2'M) podem
siislenlar-se e veslir-se sua cusa, escudo o preeo I apoulou, mas utilrns de nina nalure/.a inuilo in-is
da diaria de iO rs. e il) rs. para roupa, havera nina grave, oulros como a antinomia, entre os regula-
ecoiiinia de ss-- diario*, e por annn se ecunomi- inenlos geral c provincial, e exdruxula aulni i-.u;.i.i
sira a omina de ll.i'i-, quantia por cerlo bem I dada pelo governo provincial ao Enverno geral, de
Importante, e lio importante, quando eu ole vejo I nomoar o adminisludor 'daquelle eslabelecimenlo.
n.-iiliunia dilViculdade para que ella se reali-e, mo
digo ja no lodo, mas seguramente em grande parte.
carrera-| cues jin governo. sem a alutar clausula da lepen- l'm Sr. Depulado :Enlao a apetito he de pa-
la v ras.
OSr. Meira lleurii/ues : Supponha-ae qae sim,
que em falla de raelhores argultlentos, na deficien-
cia de razes plausiveis para tem impugnar o pro-
jecto. recurn eu a essas que-les de palavras e de
significaran dellas, e/utei inde ? Parecea-me coove-
iiieule fazer agora quesillo de palavras por entender
que semelhante queslao pode influir maito para o
caso verteule.ao menos em minha opinio.e por isio
tulgo estar em raeu direiln apresenlando%stas ideas.
Di/.ia eu quea palavra carceraaem, sappe carcere
e carcereiro. e lano he assim que as leis geraea,
quaudo se Irata de carcerageas he com referencia
a carcere e a carcereiro. Como pois um einprega-
Hn que nao he carcereiro, pode ler dimito a- carec-
ragens'.' Nao posso comprehender isso, uma vez
que se enteu.le qua a casa de deleac-lo nlo he car-
cere.
Mas, senhores. en enlendo que cas. de delencao,
carcere e eadeia he uma e a ine-in 11 mi-a; da--e ape-
nas dillerenca de mimes e formulas. B pergunlo eu,
o actual legu'.aineiilo falla de carecragens e Ihes d,t
destino '.'
fosea :Nao, nao.
O Sr. Meira llmriques:Heais um argumento
era meu favor. Se a carceraaem compete ao car-
cereiro e nan ao adini lustrador, se o reculameulo
nao falla cm carcerageas : esses emolumenlos devi-
dos por lei geral, devem tr outro deslinu, nao po-
dem fazer parte do ordenado da adntioislrador, uma
vez que elle nao seja o mesmo carcereiro; e assim
lemosqua a casa de delenflo se rege par um regu-
lamenlo provincial, mas o adiuinistradar que (nlo he
carcereiro, como era o da atitiga eadeia, mas um
enipregodo diverso, percebe os emolumentos car-
cerageas que as leis geraea applicaram smente para
o. carcereiros, cujo ordenado he moilo inferior ao
do administrador.
Alem dislo talvez fusse da inleiicao do presidente
da provincia supprimir estas carceragens, pelo aug-
mento do ordenado litado ao arimiuistrador, visto
como no-actual regulamento nao ha dispatic,ao al-
guma sobre a creacao, conscivacao c-dc-lum desses
emolumenlos.
Por ludas estas razoesestoo disposto a votar con-
tra um e oulro projeclo ; enlendo qoe essa anlorisa-
c.lo uo he ueeessaria, pouco lempo decorrera' da-
qui a nova reunido da assemlila proviocial : o
actual presidente dir' o qu. occorrer a respeilo (le
execueao desse regulamenl >; c nem a seguran.?
publica soffrer.i' por esta demora.
Dernais, senhores, a experiencia tem sido pouca
para bem se apreciar esse regulamenlo em sua exe-
cuci >, e u esloo assas prevenido contra seraelhaules
autorisaees que sempre se pe em pralica mediante
rauilos abusos, de maneira qu ac'.mpaaho o nobro
deputado no peusanjeiilo de nao dar mais autonsa-
coea ao governo, principalmente para cerlos aclos,
sem a clau dependentes de approvacao desla casa para evitar
abu-'osque infelizmente se repeler por parle do
mesmo governo.
lenhu ilado ;s ra/es porque vol contra o projec-
to o arligo substitutivo em discussilo, reservndo-
me para fazer oulras roii-iderares no caso de ser
approvaoo o mesmo projecto, e quaudo pela lircei-
ra ve/, tenha de ser discutido.
OSr. Francisco alono sostena a emenda substi-
tutiva.
Val i mesa e he opoia la a seguiule emenda :
O presidente da provineia tica aulonsado a refor-
mar o regiilatneulo da casa de delencao, pondi logo
c:n execu^in e reforma, o ficanrio eata dependente
da approvacao ra assembla provincial.Barros de
Laccrda.
Encerrada a di-cussao he approvada a emenda ul-
tambem me
oppoho.
Declaro que prescindo da queslao do direito da ca-
sa, por minias razes e mesinn porque segando n-
vi u nobre deputado affirmnr.a mainri.i delta ja pres-
in o {tea a-sentimen'.o a uma idea, e euta.i para que
debahle luclar conlia a miioria".' Senhores, nao
sou tao lonco qne tenha a presump^ao de querer
Contrariar as cmivicces dos nobres depulados; uo,
tanto inlo confio eu de minli i- lares.
f.'m Sr. Depulado :Deve confiar mais na rons-
cienrja dos oniros. A
O Sr. Ultra tlenriquet:E lano confio que en-
lend ij que cora os meus argumentos, rom a minha
fr.ica yu/., nao sju capaz de fa/.er mudar de opiniAu
ana nobres depulados, por issoquerc prescindir dessa
questaoe des le ja declare qu- voto conlra o projec-
lo primordial e contra o substitutivo.
Um Sr. Diputado :Enlio, o que lica ?
O Sr. ,1/eira llenrn/urs :Logo direi. Voto con-
tra ura e contra oulra, e vol em. primeiro lugar
com oiapoio do mesino ex-presidente que confeccio-
ii o o regulamenlo ; em segundo com o apeio da
nobre commissao, e em terceiro cora o dn inesm-i
adininisiradnr da casa de delenrfo.
Com o voto do ex-presi lale da provincia, porque
foi clin mesmo, que se reconliereu tao cinbarar.iilu,
iao .mi .iraiiia i i na conlec^ao desle regnlaraenlo,
que .ni o querer eonfessOU a sila insullicieiiria ou
iucompeleiicia para coutecciona-lu, de que resulla-
r.iin l.-.lvr/ us defeitus que se acabara de citar e ou-
Iros uibitos, por quanlo moilo- rticos desse regula-
mento sao nutras lautas ftidas moraos no cdigo
do pro-esso, lei da refarma e regulamenlo de :lt de
de jan iro de ISi2, que sao alterados, sobreludo, na
forma lo processo. Latamos o arl. SI que na ver-
dade, ssnnorea, he celebre ;i Se cora effeilo ca-
-a dedek'nclo he ura eslabeUcisnenlo [eramente
pial, se os poderes geraes do estado nada tem
e. como he que o presidente da provincia se
reconhpceii autnrisado para Ihe dar um rgimen,
uma 01 ganisaclo especial, ao pa'-o que reconhece
ir somante ao governo geral a Humearan du
tirador? Pot! e-la nomeacjto he tan especial,he
provin
cora e
do
compe
imim
lao im Mirlante, iao grave, lio delicada, que su devn
-edida ao governo geral, quaudo dos demai
empri ados he da competencia do presidente da pro-
vincia
l'm $r. Depulado :Isso iia de ler una
cacao.
t Sr). Meira lleiirii/ues :Me parece que
oiiii o piesiileute da provincia podia dar um
e In I
expli-
assim
regu-
j seu
lameiilii para o cslab-leciiucnlo, sobr
regime i interno e externo, o nome-r Jlodos os era-
is, podia lambeta fazer a aomeanla ifo adrai-
r, para cuja excejicao inn vejo razan especial
qoe a justifique.
Um lar. Depulado :Agora, a couclusao ?
Metra Hetwigitc* :... lano mais quan lo
x-ndesideiile da proarii
te ipie .1 ei 3 irl d .- -
lo. nnine.H-a de -imi- empregados
pregad
ni-lrad
Se nao for tanto, sera' quanl
Alcm dislo, como disse, exislem alli preso- sen-
tenciados, presos que pcrlenccm ao exercilo, emliui
ha uma grande 'ni-lura qu eouvm ser remediada,
Nos.... leudo visto e eiamiuado n dito Iratado | e o pode ser com a relorina do regulamenlo, alim de
e o dito ailigo addiccinnal e transitorio, os e ap-
prnvaunis, em ludas c em cala uma das disposiroes
que Miles slo contentas, a Estas ralificaces serao
trocadas em seis excniplaies para cada" potencia
contratante.
A convncelo relativa aos navios ligeiros sera' ra-
tificada enlre a Porla c a Kussia.
A convenci relativa aos F.slreilos sera' ratifica-
da entre a Pnrla, de uma parle, qfte devera' api e-
senlar seis cxemplares, e as potencias, da oulra,
que nao leudo que trocar ratilicaces enlre si, nao
terao siinplesmeiile que ratificar......i i com a Porla
e cnnsegiiinlemeiile mo apresentar.lo seno um so
exemplar.
A convencan de Almd sera' ralificada enlrj a
Frauca e a Inglaterra, de urna parle que deverao
apreseular cada uma um exempl ir desuado a Kus-
sia, ea Kussia, da oulra parte, que devera' apresen-
lar dous exeuiplares.
(Seguem as assignatura*.)
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRQ-
VI&.C1AL.
Sessao'ordinaria em 12 de lunho de 1856.
I'retidenria do Sr. bar'w de l'amaragtlie.
A's II horas da manhaa, feila a chamada, ve-
ritica-se haver numero legal de Srs. depulados.
O Sr. 1'rediHte declara aborta a sessao.
Lida a acia da sesao anterior, he approvada.
t Sr. 'rimeiro Secretario menciona o seguintc
EXPEDIENTE.
Lm olllrio do Sr. depotado Antonio Gomes Leal,
parlicipando qoe por motivos jiiatus deixa de com-
parecer aos ltimos dias de sessao desla assembla,
Inleirada.
L-se o seguiule parecer :
Fui prsenle a commissito de consliluicao e Jpode-
res o diploma do Sr. depulado Caelano |Eslellita
Cavalranti IV- ia. o qual lendu sidu cunfronlado
com a acta geral da apurarlo, foi adiado regular, e
por isso he a commissao de opiniao que o referido Sr.
deputado seja juramentado c lome asiento.
Sala das eommisses 12 de juihn do IS5f. lMiz rrenlo que s refere aos ordenados dos
nh.1.1 para rubricar o traladu e as conven(es que
Ihe serao .mueva-. Prnpiio igualmente marcar o
domingo 30 do correle mez pira a assignalura da
pai.
Turqua de tima parte, e a Kussia da oulra parle, e
que serao restituidas as presas feilas posteriormente
a assigoalnra da paz.
I'iippe. .lugustti de Siuzu l.eiio.
Approvaodo-so o parecer, lie o mesmo Sr. depu-
lado introduzido na sala com todas as formalidades
do c-lvlo, presta juramento e toma assento.
OKDEM DO DIA.
Segunda dicu-s.lo do projeclo n. que approva o
regulamenlo dado pela presidencia para ra-a do dc-
lencan.
O Sr. Florencio : Eu nao me oecuparia hnje
em demonstrar que a casa de delencao he um esla-
bclecimenlo prnvnicial.e que sen regiment he l.nn,
fiera provincial, porque isln ja foi por mim mesmo
provado e recebeu o as-enlimeulo geral da casa ; se
nao observarse, que honlem o nobre depulado, qoe
por estar fura da provincia nao liulia assisli.lo a
aquella dcmiuislrac.iu, volou contra o projeclo em
primeira deusslo. e nao qui/.era, pois agora reno-
var aquella argumentacao, liinilar-ine bia a juslilicitr
soiiieiite a emenda qne boje ullereci.
que se possa fazer a necessaria classilicacau de pre-
sos.
Sr. presidente, deve passar a emenda: a presi-
dencia da provincia deu o reculameulo. a presiden-
cia o reforme, preencha as lacuuas que a pralica de-
monstrar, estabeleca as medidas que a experiencia
pedir.
Sao estes os motivos que me obriaaram a apresen-
lar a minha emenda, e qual espero que a casa Ihe
dar o seu valioso ipoio.
He lida e apoiada a seguale emenda.
F'iea approvado provisoriamaule o regnlamenlo da
casa de delenrlo, elado pela presidencia da provincia
em dala de lli de agnslo de 1855, a qual poder re-
forma-lo ou fazer-lhc as alteracdes que julaar coa-
venieales, submelleadn ludu ,i approvacao da assera-
bella.
Sala das cummissss, 7 de junbo de 1836. Car-
neiro Monleirj.
O Sr. /jtl Fillppe faz algumas coiisideiariles.
O Sr. Pareos de Ijxcerda : Sr. presideule, um
pouco incorainodado, nao eslou muilu apio para en-
trar nc-t i discusslo, mas lenhu de oppor-ine de ,il-
gom modu ao projecto apresenladn pela nobre Com
missao, porque nulo no regnlaineuln da casa de de-
lencau, se bem que mlolive-se lempo de eslillalo
convenientemente, irregularidades e colisascuriusis-
simas, e era apoto desta opinnlo, posso citar a opi-
niao do nobre depulado administrador da casa de
delenrlo, pnrqueroma apresenlacao da sua emenda,
elle moslruu que havia uecessidade de |ejue alguraa
cousa se fizesse a esle respeilo.
He v ei la le que eu nao pode prestar minia allen-
e;ao aos inolivos ap:esentados por elle a casa para
justificar a sua emenda,' purem ha pouco elle me
disse quaes eram ns pontos cardeaes era que encon-
trara defeilns, mas ni minha opiniao nao sao os mais
sllenles que nolo ao regulamento.
Sr. presideule, pelo que ha pouco vejo que no
regulameniu ha um arligo que da allribtiicesao go-
verno aeral, e creioque he o arligo Si, c quanlo a
mim nlo ha eoou mais exquisita de que o governo
provincial fazer ura reaulamenli. provincial e a as-
sembla approva-lo dando attriboicOes no governo
geral Nao pude, Srs., examinar a parle dn regula
empiega ns
gamsat
c\. lu
I
sao
lauto |
iniuisi:'
multo I
para
recaulieria natural-
stabeteeimento, sus or-
n
eside ole d.i
III o
lie i
competencia. Pergonto
provincia pur nui ,
de ana lirnamenf off.recida, flcando prejodirado o projeclo
' II emenda do Sr. Flurencin.
Continua a segunda discussao do ornamento pro-
vincia!. Arlign il) e seus paragraphos adiadosda ses-
sao anterior.
OSr. .V Por ella.: Sr. presidente, honlem na
tiseussao do i I do arl. il) do orcanienlo provincial
liz algumas consideranles tendentes a mostrar a in-
conveniencia da medida adoptada pela cninmls-An
quida a compelen i do governo provincial, acerca do augmento do impuslo do sssncar mascava-
ileceionai o regetlamento de que se Irada, > do, e quanlo ao modo porque entre us se arreca-
eu. r|uereria| o
lellercncia para
govern geral ilel-gar-lhe este poder que su
impele 1 Eu alo quero nem pe/aso presumir
islo. pirque lie para mim gratuita e insu-leulavel a
tesse .limito por parle la presidencia, por
ireee-me que com n le-te-nonio do ex-ad-
H-tor da provincia, pos,, mostrar que nao he
o qae II 9 incooleslavel, que o dito regulamenlo seldam os impostos do assucar qoe meu ver nao he o
a rs ruciado de mullo- defeitos, e em upposirao | mais regular, nem o mais conveniente au principio
leis j.i .i..'-. que o g jveruo provincial mo pode
derogan
da igual.la k que deve presidir aos iuleresses dos
coulribuinles. Disse en tambem, Sr. presidente, que
o iiii.i .-lo -.,tire qualquer prnducto nlais ou menos
recahil sobre o pnuiuclor e que assim o augmento
do imposto do assucar masravado reeahia sobre os
nussos agricultores .te canon,ruja surte prescnlemen-
te nao be lisoneira por militas rirrumstaneias, que
nns sao cotilleadas. O Sr. Dr. Ignacio de Barros
memhro da cummissao de orcamMilo, procuroo res-
poiiiler a rainia ar-unienic/ui pelo lado ecuuomico,
ervindo-se do lestemunlio de eacfiptorea imprtan-
les e mesmo de exemplos de paizes eslrangrims. e o
Sr. Jn-c Pedro fez sentir a conveniencia da medida
Pu Icr.i o presidente da provincia dar regulamcn-
los, dai| cerla orden, a casa de delencao, mas respai-
lando i mpreas di-posiraes geraes consagradas em
vatios arligos do cdigo do processo e seus regula-
ineuto-
Prnvah ainda coin o parecer da nobre comiaissao
qu rnfeccionou o projecto, porque o meu collega
pruneir -ecrelario ac iba de cunessar, que nao obs-
tante ser u o dos signatarios do mesinn prnjeclu, to-
dava ulo duvida, antes jnlga conveniente volar-se
em favor do arligo substitutivo.
Ora, jo uubre collega re uiihecc sem duvida a in-1 propoeta pela cimmisslo, servindo-se de um calculo,
conreuieiieia da adoprlo desse projecto, qoe subs- j .e que conrluin que nlu liavia para us productores
creveu t cotiseguintemeiite tambera reconhece que ', de caima mais do que um accrescimo de conlribui-
u reguli menlnde que se trata, necessiti de altera-1 {So na importancia de 1:1:001-3 rs.
efiat ue len naquelle sentido, em lira, que elle lem OSr. Sonsa 'arialAo : Nao diz nada sobre o
defeilns e imperfeiees que precisara ser sanados. algodo?
Provt finalmente com o vol do nobre depulado I t Se. N. l'erlellei : Ea direi o que enlendo, sem
autor di i emenda substitutiva, porque he elle mes- que me importe com u grito salvagein oulr'ura aqm
ino que exige e pede se conceda anlor!ac|o ao go- lvenla lo c pe > nohre'deputadu hontem referido,
verno pura reformar o regulamenlo, e certamen!. nem com a Idea que porveulura possa ter de inle-
queresia reforma, porque mo deixa de reconhecer resses eleiloraes taas vetes manirestadoaSnas dis-
ser elle efeiluoso e incompleto. [ eussAes, Eu iiisse honlem que prescindi da questao
Porlaiito nlo possa approvar o reaulameulo, por-1 do impoeto do algodlo por nie reconhecia cora a
que ello
opposir
Agn
ja unta
exi-lem
se resenle de lacunas e defeilos, que
tSr.
I'ozes
o Sr.
.laquelle eslabelecimenlo, mas na parte que ti/ r
pello ao qoe se chama carceragein, e ipie no regula-
mento se denomina emotnmeiilos, eu creiu que ha
uma rerla oppositjlo ao regulamenlo de I8l! : e he
cerlo tambem, que, alislrahiudo da pessoa que ov-
eree o lugar cm si, quanto a mira o ordenado he cx-
horbilanle.
Ja disse, que abstrajo da pessna, nan tenho pnr lira
mnleslar o nobre depulado, e declaro niesuio qu, se
eu (ivesse certeza de que n nobre deputado seria
sempre o administrador daquelle eslabelecimenlo,
ea nada diria a respeilo, mas considerando o lugar
cm si, digo, que o ordenado he exorbitante, e essa
eiorbilancia augmenta-ie com a ai-cumularan das
Carceragein, que suppouho lereiu sido alteradas pelo
recnl...nenio submellido n nossa considerado. Acho
Inmbemessa carceragein inulto extravagante, porque
nos sallemos que o regulamenlo ,ie IS2, he um re-
gulamenlo geral, dado por eiccuc.'io da lei de II de
Agora
tire segu
Senhores, qual sena n motivo porque foi deixada ae
governo geral esla aulorisaro ; seria por gralldlo,
ou por u'ii recouhecimeuto '.' Sena por gralldlo que
0 governo provincial disse comsigo mesmo, a mim
cnmpele-me a nomeaeao do lugar, ma< rendendo a
devida hoineuaaein ac governo geral, eu Ihe conce-
do que iioiue o empregado pira esle lugar....
l'm Sr. Depulado : Podis aquillo que deveil
e aquillo <|iie lago deveis.
O .S'r. II. de jxrerda : Enfilo, islo foi por ho-
menagem '.' Senhores, o regulamenlo carece de re-
forma, nao pela rarao dos presos gantiarem mais ou
menos, nao pela ra/.ao de estar su prompto um raio
da eslabeleciuicnto, mas pelas eslravagaiicias qu.
exislem, daudo-se nelle disposiroes contrarias ao re-
galaineulo de 18i2....
Um Sr. Deputado : Posso asseverar ao nobre
depulario, que revogou e alterou o cdigo do pre-
cesso, do principio at ao lim.
O Sr. II. de Lacerda: Eis abi, nao he pnis pe-
las razes que o nobre deputado aprescnlnu que a
emenda deve passar, mas sim pclu excessivo orde
nado que se marcea a cada um dos empregados
desse estahelecimeuto, pela anomala, que exisle en-
de o reculamente geral e o provincial e sobre a ex-
travagaulissima disposicao do arl. Si. E como o pre-
sidente da provincia passaudo a emenda dunnbre de-
pulado e volido que s as alternles indicadas pelo
nobre deputado haviam sido lembrada-, pndia sup-
por-se que su ellas erara a rauaa dessa nova autori-
sacan, entend que devia apontar estas nutras alte
reees, inuito mail quando a ttmmisffo de legisla
cao que examiiiou o regulamento alleutainenle, na-
da disse coulra elle, pelo contrario disse qae elle me-
reca a approvacao da assembla provincial....
Um Sr. Depulado : A commissao ja declarou
que runcorriava com a idea da emend i.
i) Sr. R. de l.acerda : Mas a coraniisaao disse
primeiro que o regulamento devia ser approvado, e
Callo agora appruvaiiiln a emenda moslra que au
estulnu a materia ou o OSr. Florencio : NaoesluJuu c o nobre de-
puladii esta com vonta le de ser raestre.
OSr. R. de l.acerda: Ora, vonlade de sr
Ule-lie .' Enlao, quando'o nobre depulado autor da
emenda, disse ha pouco, que o regulamento (iulia de-
feitos, nuil lainliciri ser mestre.
t Sr. Florencio : Vai fallei era geral.
O Sr. B. de l.acerda : Tudo qiiauln disse era
referencia au regnlamenlo, s se pndia referir au
presidente da provincia que o confecrinnnu ; mas n
meu lira lie diverso.
t Sr. Florencio : Eu nao quiz. fallei em ae
tal.
t Sr. II. lie lA-crda : llera, u qne digo no,
que as ra/.es qae n nobre depulado den, para qu .
regulamenlo soffra alieraces, nao -slo as unirs, c
como o presidenta da provincia poda em vista da
discusslo suppor que a a-seuitdei ludn apjirovava,
menos o (pie u nobre deputado indicava, vime
forca-bi a declarar que o regulami-ntn lem e-las ex
Iravagancia*, e pnr isso Dio pode deixar de ser re-
1 junado, e ueste seulido liulia feilo uraa emenda, I Crea, que nao,
propon.lo,que as alteracos depois de execnladas pelo
governo, voltassem a assembla, mas cuino esla idea
vera consignada na emenda do nobre depulado, a
adopto.
.Nao sei se .ato puter referir-se as allr.s quosl.ies
dt- couliaii:-,], mas por nr.ior que seja a eonliaiica
que eu lenh no covet.io da provincia, pode ser que
n.i.i o lenli,unas por iiinito lempo, o Miamos pre-
judicados, esloa resollido a nlo dar mais aulorisa-
oininis-.'io que a industria do algoifilo precisava de
por lodos non heridos. alguma medula tendente a anima-la. o que a dim-
Tenhii fls-iin.parece-me, jnslilicadoo meu voto em nuirao do imposto sena um incentivo p:ra que me-
i ao projeclo. llurasje ou augmenta-e, mas que essa mesma idea
pissire dar as r.i/es porque igualmente qne havia em favor da diiiiinuic.lo dn imposto do
me oppi libo au artigo substitutivo. Falliendo que
ez reconhecidos e indicados os defeitos que
no regulamento.(levemos sem duvida con-
fiar que n governo da provincia nao deixar de por
oecasiaoida .hertura desla assembla ponderar as II-
cunas encuntradas no rUjesino regulamenlo, ns iti-
cnnveui^ules que tem appareci.lo ua pralica, e de
propor mesmo as medidas e reformas que elle en-
algodlo eu cnamava em meu soccorro para combaler
o augmento do imposta do assocar.
O Sr. Soza CarcaMio : Enlao nao vola pela
emenda do Sr. Sdvino ?
t) Se. N. Pnrtclla : Acora qoer o mbre depu-
la lo sabjr oomo eu velo '.
Direi que se ha raz.lo para suppormos que dimi-
niiindo o imposto do algodao aucmenlamos a sua
tender ellicazes e necessanas em nrdem a salisfazer ,iroducc.ao, tambera he para suppor que aucmeulan-
a preeiiither os seus lins. Por conseguidle, ueste
caso na i approvemes p -r ora nem um, nem mino.
l'm Sr. Depulado :F^ o qne lie regendo ?
O Sr. Meira llenrii/ues -.1) qoe lem regulo al
agora.
Um Sr. Depulado :Isso he que acho miro.
Meira llenrii/ues :Kepilo, nao me pare-
ce convnienlc que se appiove nem um. nem outro
projeclo, pelas razes que dei. Demais,. senhores,
pergunln-vos, este regulamento foi feilo em virlude
de alguma autorisacao desla assembla ?
:Nao, nao.
Meira lenr'u/ues:Bem.se o ex-presi ten-
te da pr rvincia as jolgoo aulorisadn a confeccionar
lamento para a casa de delencao, sera au-
tori-arau da assembla, e lalvez aluda" antes de se
terem passadu para alli os presos, que estavam na
caleia, como u,lo poder agora o actual administra-
dor da provincia fazer as reformas de que esse re-
gulamenlu necessila '.'
senhores, iusslirei as observadles do no-
ido secretario. Na verdade o regnlamenlo
nan fall na entidade carcereiro. traa sim de adrai-
ni-tradoi ; mas, pergunto eu, como bem perguntou
icu eitlega, foi exlincla a eadeia desla eidade ".'
s nobres deputados, que mlu existe eadeia.
que evisle ca-a de delcnca i ; mas os empregados da
amiga radeia que eram geraes, poderiam ser d-mit-
tidos pelo presidente da provincia e licar sem desti-
no alguih'.' Seo presidente da provincia que cjii-
feccionoif o regulamenlo, que nomeou os emprega-
dos he o primeiro a rernnhecer que a nomeaeao do
administrador he da competencia do governo gerd,
como he |ue podia supprimir u lugar de carcereiro
que existi un virlude da le geral e por Hornearlo i
do governo geral '.'
Senlioies, eu inlo estou aqui fa/.enilo aecusa^es a
pessoa al [oras, estoa emtltindo a minha opinilo e
faro-o cojn Inda a linceridade e franqueza. Ainda
cnncideiido que cun elleilo o governo da provincia
pode-se itoraearos empregados da caso de delencao,
.lar-lhc regulamenlo etc.. o que he lora de duvida
he que os oulanados marcados a esses erapregudoa
nlu 'leixain de ser exagerados.
OSr. Florencio :Eu barato nlo sirvo.
o Sr. de .arerda :iJjc res|iosta para o uos-
-i argiimenlo.
ti Sr. Worenro:ralvci nlTscjti boa, mas es-
lou o meu dircilo era da-la.
O Sr. Meira Ilenrique' Une quer o nobre de-
putado di/er coin is-o '.' IJuer per-u,idir-sc, que eu
enlendo que o ordenado he grande, porque o nobre
leputa lo actualmente est serviudn esse lugar '
lu.i llie- smceranieule que nlo
nlho a persoiiali.tade du administrador da casa le
delenc.iu; se buje he o nuhrc depulado,amanliaa po-
der ser uulro.
iambein. Sr. presidente, acho uma especie de an-
tinomia un ulo sei que de absurdo enlre a nao
to o do assucar (eremos um excesso no cusi da sua
produceao e consecuinlemenle um mal feiln aos pro-
ductores : direi aluda qun se desejo desooerar do
imposto de 5 por ccnlo aos productores do algodao,
nao posso tudavie roocurrer para que em seu. bene-
ficia liquem enerados os agricultores da canna. Pro-
corare porlanto harmonisar os meus bons desejos
para cora una e uniros, favorecendo aos do algodao
com uma dimiuuic,.lo no impasto e livrando aos da
canna dos males que Mies Iraz o augmento da impo-
sicao ; porm fa-lo-liei de modo que aao compro-
mella as rendas provinciaes com um de-falque, e
para islo farei algumas considrraces baseadas nos
proprio* dados estatislicos deque se servio o Sr. Ig-
nacio de Barros.
Disse elle que na Parahiba o algodao paga o im-
posto de por rom.i e as Alagoas t por cenlo......
O Sr. /. de Barros: Na Babia he livre de di-
reilns.
O Sr. A. Porlella : Digo eu que para fazer fa-
ce a diraiuuicao da receita que deve haver com a
laxa dos direilos do algodao (levemos esperar da
ordem natural das cousaa, pois que os productores
do algodao, que actualmente mandara os seus gne-
ros para as provincias limitruplies.preferiraomandar
para esla cnlade como melhor mercado, leudo me-
llior porto para mais fcil export.c.lu.e enlao esla ei-
dade se tornara o cenlro commerctal dos productores
ile algodao e assim teremos muito maior rendimen-
lo. Baixando pois :l por cenlo o imposto sobren
nosso algod.lo,temos que o das provincias limilroplies
tirara sen lo maior, pelo que o internase dos produc-
tores os fara Ira/.er para aqui os seus generas e as-
sim a expoliadlo do algodao ser em rauilo maior
escalla, fieandu por couseguiule compensada a dimi-
nuirlo de 2 por cenlo que fazemos, sera que seja
necessario augmentar o imposto que pagam os pro-
ductores do assucar.
Segando me infoimam, Sr. prcsitleolc, vem boje
para aqui bastante algodao da provincia da Pra-
hiba.....
t Sr. .Iniorim : Pelo contrario, de Fernambu-
co tie que vai para l.
O Sr. V. l'orlclla : Bem, he verdade ; mas
he norque la u imposto he de i por n-ulo,entretanto
que aqui he de .1 por cenlo, porm logo que entre
nos o imposto baixar a -i e assim for menor do que
o ita Parahiba, os no-so- agricultores de algodao pre-
terirlo a nossa eidade e para aqui o mandarao,' e
pela mesma razao porque ns nossos agricultores
mandara o algodao para a Parahiba, os dessa provin-
cia mandarao enlo para aqui. e assim o augmento
la exportarlo compensara'a diminuido que fazemos
da 2 por cenlo. Se pois llevemos suppor que essa di-
minuirn no imposto do algodao mo sera'tal que
faca grande dillerenca na receila provincial, e qne
pelo contrario lalvez (raga augmento da receila.
Dio vejo inconveniente em que diminuindo-se o im-
posto sobre o algodlo deixemus de aatinenlar o do
existencia do lugar de carcereiro e a perreprfio das assucar. Isto posto e demonstrado q)ue ae miuha
rarceragens pelo administrador. No meu humilde I parle exislem bous desejos para bailar o imposto
entender a palavra carceragein suppe carcere ecar- que pesa sobre a prodcelo do algodao, enlendo que
cereiro,.. I devo apartar-me do pensar da iilustre cpmmisio que

MUTOv
iw
ILEGIVEL


lo
que
emenden <|iir si poda favorecer aos produolore
algo.irtu cuui ii _;i .1.1,11.' ilos productores ilo
anjear.
l>r. presidente, fu .nula tfisislirei as ideas
lionlem i'iniin.
rala-se de saber se pitrvimtura a medida indicada
pela commissAo servira pan melhorar a pruilurr.n.
du assucar, isla he, si- he preciso pin esse lim que a
assemhlo augmente imposto sobre o assocor b.uln.
Enlendo que uno. O nnlire depulado. o Sr. Ignacio
'le Itarrus, argumenlou eom o exemplo de Jamaica e
trouxe em -en fazer a p.uiAo do s>r. Ferrai. Eu
digo que. Sr. presiileule, se em Jamiira o d-
reilo que paga o assucar mascavado he maior do que
aquelle que paga o branca.
O Sr. Ignacio de llarru ;O exemplo que
aprsenle) ila J.mai .i era. quu leudse la lunado p
c.u.sideravelineiile o imposto sobre o .-.. i i r mas-
cavado, resullou d'aln que a produrcao dimiiiuii
uis.deravelmente de maueira que as qualidades in-
feriores ImnaeN muilo abuu.laiiles com prejuizo
das superiores.
O Sr. .v. I'orlella : Digo eu que essa razao
precedina se por ventura mis Irala-semns de aug-lvincial
meular u tmpuslo do assucar liranru e diminuir o O Sr
do mascavado : mas nao he disto que se (ral
DUB|0 DE PERNftffiBUCO T C* FCIRA 17 DE JMHi M 1856
A comun-sAo de ulnas publicas lenilo
o requerimenlo junio de J..... Antoniu de
em que se propoe a ralear as rilas desla
ponderando < conveniencia de a lianlare
obras, he de parecei que a asse.iihiea lome ..
sidoraon a residuo.u. segunde :
" A ......'''lea legislativa provincial de Pcrnam-
bueo resalvo :
Arl
Kira o presidcnle da provincia auluri-
Mdo eonlraln as obras do ralr-ameiito dula da-
rte .m Jos Antonio deAranjo, ou coni quera o-
rerecer vantagens maiores do que as mencionadas
em sua propoala.
Arl. No raso de i.Ao|se realisaro pagamcnlo
ern dinheir.i, e sim em Ululo- de divida proviOdil
Conveneionara' o juro, naneaescadando ao deoilo
r eenlo.
" Arl. :l. | jcam revocada- a- leil e disposieos
em Contrario,
S. la das rommisses 13 de junlio de 1836. Igua-
eio de lanos. Ignacio Joaqom de Sou/a l.eAu. u
OKIIK.M no DI.\.
Continua a segando dlscussan do ..remenlo pro-
KMio :Sr. piesidenle. leudo de opp.'.r-
y naaaeavaoo : usne neamoane se irau, poia mea arl. M. pilueipiarei respondeodo a ai-uns
apena, a cmm,-Ao o que es.abelece he o aug- j dos armenlos !,,, reputo v;, ''0 J
memo .o imposlo sobre ., mascavado, e po diao parle d. relator da eommissao do orean, ni,? fora .
que nao he de .oppor que mesDK, resultado se d honieni apre-enlados a ca,a. e,n anpSSo a allos
flllre n..v .1 em ,1e une. romo o ,,hra ..............._ ....-_..-_ Jl '.,l* uuuus
entre nos, alen de que, romo o nobre depiiladn sa-
be, a pruducAo de assucar em Jamaica esla inulto
luais ad.anlada do que entre nos...
( Sr. l,mino i!e Barros : Bala boje em viu-
de ilas medula-que o gove.no adoptou,
O Sr. ... Porrtla : A respeilo da Jamaica
dao-se eiriumslancias que lalvez se nao deem
cnlre 00,e tala nao podemos do tacto eilado con-
cluir que adoptada a ......,., idea enlre li" produ-
za os mesmos resnllado; as circnmslancias es|!eciaes
da locahdade e dos pontos de|sen corumercio sem
duvida muilo lerao influido.
I'ertendemos nwlherar a produ^ao de nosso assu-
car ; mas em que cnenle o mellioramenlo de
producAo"! Sera' sement em ser o proiluclo melhor
e maSs apeneieoaito ? Digo que nao, mesmo lailn-
do segundo os principios de economa poltica.
O melhorameiilo da producto venllca-se todas as
vezes que com a mesma quanlidade de Irabalbo e
de capital M consecue maior quanlidade de pro-
ductos, do que a oblida anieriormenle, ou quaudo*
oblem com a mesma quanlidade de capital a
mesma quanlidade de productos por mais apprfeir
eoados, ou quando com menos capital de couseituia
igual ou maior numero de producios da mesmo
qnalidade. Para consesuir laes resultados enlendo
que nAo rievemos empregar o augmento da imposi-
co, porque a completa liberdade deve deiar-se
aos agricultores ; elles que examinem os meios que
lem de produzir o a-sucar mascavado com prefe-
rencia a do branro. que atlendam aos bons resulta-
dos que pnfsam ler com o assucar mascavado no
porlo.|,la|Europa e dos que podem lirar dos residuos
para diBerentes rins, como agurdenle ele. Esla
assemblea uAo he a competente para obrig,i-los e
produzir simplesinenle o assucar hranco ou o ma<-
ravado.
(lia diversos apartes).
Oulros sAo os meios que temos para melhorar o
producao do assucar, e nao me lerobra de ler liiio
em escriplor algum que o imposto seja meio de me-
lhorar a producAo.
Oolros vio os meios que lem esla as9embla de
proleger os agricultores da caima e promover o me-
Ihoramenlo da producao do assucar, as vias de com-
municacAo, os e-t.ibelu'iinenlos baneaes, o aperfei-
roamenln do lrab*lho, dos inslrumenlos e das ma-
chinas, e o desenvolvimeiilo do e-pirilo de a-oria-
rao ele ele, e UAo estabelecer impostos, pois como
disse cumpre-nos proleger indirectamente a produ-
cto e nao ohrigar a prodnrir desla ou daquelh ma-
neira.
Ainda que demos remo eiaclo o calclo do Sr
Joso Pedro, do qual -e concloe que o augmento .le
imposto apenas monta a -_'lj:(KKrOO res, nAo pode-
mos admidir, como elle quer, qua so nielado dessa
qoantia be que lem de recahir sobre.os agrie,ilion-.
e que o resto he pago pelos cousomidores, por quan-
10 enleudo que alenlas as circumstancias especiaes
em que se achAo os no-sos agrirultores de caima,lo-
do e qualqoer augmenm de impostos sobre o assucar
ira lomar mais gravosa a sua sorle.
Se > casa enlende comigo que se deve Favorecer
aos productores do algodAo. deve lamben) convir
e.n qne esse favor por forma neuhuma seja ledo
em detrimento dos agricultores da canna.
Assim pois.Sr. pre-idenle, vol contra o proeclo
da eommissAo ea lavor|da emenda olTerecida pelo Sr.
M.deAmonm e |r mim lambem assignada, que
eslabelecer o nnposlode :| por cenlo i|o.ir sobre o as-
-urar bian.io e mascavado e, qur sobre o aluodao.
O ir. J. Pedro : lie urna deminuicao de reis
l.t:lHi-ljil sem proveilo algnm.
O .Sr. V. I'orlella : KnlAo o nobre depnlado nao
enlende que he conveniente urna diminuirn 110
imposto :...
O Sr. Jote Pedro : J honlem mcslrei o con-
trare.
Sr. .V. l'orlelh : Sempre val algntua cousa,
-Ao >:(HKl30() de reis.
'.) Sr. ./os Pedro I :t:(XI50on de reis.
' Sr. V. Porelln Seriam 1:t,IHMI; eon-oinidores lambem eomparlilhassem do agiimenlo,
r-ii espero que com a diminuir.,.) do imposlo do at-
ajadlo a falla qne lem i/e have'r ser supprida.
< Sr. Jote Pedio : Porque '.'
O .Sr. V. I'orletta : Porque o imposto na Pa-
raluba he de 4 por cenlo.
O .Sr. Jo$ l'edro : Ninguem vem Irazer o
-eu algod.io pra aqui para ganlinr r>5(IOO reis por
auno.
O Sr. .N. /,,/, 11.1 : Diga ,|0- porq,jc segando
me informa o Sr. Marques de Amonm. grande par-
le do nosso algodAo vai para a Parabiha.
! r- /"

O Sr. V. Porfelln : Pela mesma razAo porque
lo 1.....ngndao. alluc ao in-'rrsil.i da Paraliiba, elle
alluira para aqui, e a ditlerenca scr.i compensa,la.
lia diversos apartes .
Qual he o productor que nAo quer economisarf
Sao estas as minhas ideas e julso ler diloquantn
ara ba-tanle para justilica-las.
le lula e apoiada a segundo emenda.
hien.I,, substitutiva ao S I.- e >. do arligo 10.
> por sent do assucar e do algodao.Marques de
Amonm.
Encerrada ndiscasso, he o arligo e paragraphos
approvados, bem como a emenda substitutiva dos
S t.- e _'.-, as ao 5 .!. e relaliva ao 5 t.-, cendo as
de mais regeiladas.
Entra em di-ro-sao o arligo l.
O Sr. Jotr Pedro da as evpliracoes pedidas pelo
precedente orador.
Julgada a materia discutida, be o arligo suhmel-
tido a volacSo e appmvado.
Entra em disrus-o o arligo 2.-
O Sr. Catiro Leo justjlica e manda a mesa a se-
guate enenda
SoprusB-se o arligo 2.Caslro l.eo.
Apoiada entra em discus-ao.
Encerrada a diseussAn, be a amenda approvada,
brando supprimido o arligo.
Eolra em discussfio o artigo i:l.
He|approvado.
Entra em di-rus-A., o artigo ii.
" Sr- Francisco Joo oppe-se ao arligo e rede
eiplicaces acerca do mesroo.
< Sr. Jote Me suslenla o arligo, alando as ra-
UN de conveniencia que esiste
10 nobre depotado, que c,.....(o eembaleu -
11 do projecto de oreainenlo provincial.
O pruneiro argumento, na ordem pnrque foram
apretenladoa pelo nobre membro da eouimissao, a
quem me reliro, loi o seguinle :
Os eiiconlros deven ser prohibidos na Ihesoura-
ria, atim de que semelhanle parle deseu expediente
se;.1 uniforme, visto como lem tueeedido, que o
|irocura.|or fiscal respectivo, ora se pronuncie pelos
enconiros, ora se pronuncie contra elles.
O Sr. ./ove' Pedro :NAo del essa razflo, vc
accidentalmente.
(* Sr. /iMio :Apreseulou minias razoes, nilo
llovido, na- accidentalmente entre ellas vea tsla...
O Sr. Jote' l'edro :Nao aprsenle! isso como
railo.
(' Sr. Abili.,:poia bem, rilou este fado, apreseu-
lou raines muilo valiosas, que escaparan! a minha
memoria, mas enlre ellas .presenlou lambem esla
circumslancia, que chama accidental, e eu quero
agora referir-me a lal circuiuslaucia, suppouho que
o posso fazer. Primeiramenle a bem dos inleresses
publica-, para evitar coufu-ao ue-le ramo de ser-
vicu na ihesourana ; e demai-, como posaa parecer
slo urna accusacAo ao liscal. cuja probid.ide, inlel-
ligencia e zelo o nobre iusperlor, rreio, sera o pri-
meiro a coufessar
O Sr. Jom' Veiro :He por isso que me 11A0 po-
de emprestar pebsameiilo de arcnsai;ao.
O Sr. AMIio :(Ib euhore-! repilo, o nobre pulado quereudo apresenlar, e apresenlando de fei-
10 razoei rr-oito valiosas, que o levaram a confee-
ciunajr e art. i, cilou um etempln, na qual se re-
reno ao Inca I de sua reparisto, e como este e\em-
|>lo possa irazer o elTeilo de evidenciar inroberencia
da pane da Ibesoiiraria. por talla de le reguladora
de tal materia, ou da parle dtsse empregado, digo
cu, que quanlo a censura, 11A0 a pos-o coiergar,
porque o nobre depulado he o primeiro a coufes-
sar o zelo, ii'telligencia e probidade desse empre-
gado, resta-roe pois a incoherencia un falla de uni-
formidade da reparlieo iuiluzida de um fado que
devo explicar a casa.
O faci a que se referi o nobre depulado, be o
procediinenlu da thesuoraria provincial para com
Mai.eel Kigueiroa da Paria e l.uiz Jos Marques,
Ira/ido por elle aqui para mostrar o proceder encon-
trado que buuve quinto a .estas duas pretenres, o
que prova riinfu-Ao ou Talla de legislacAo'em lal
materia, ou enUo, o que nilo posso crer, parcialida-
dc da parle desse empregado. Asegunda mo lie
celta pelo nobre depulado, lira pois ,1 priraeira.
llevo pois a rrspeilu desle fado apresenlar loilas as
in|.,iin.iroes casa, e com as quaes espero basear a
minha opposicao ao arl. i. Com elTeilo, a Ihesou-
raria recusou aceitar o enronlro pedido por Mar-
ques, devedor e credor ao mesmo lempo da fazenda,
e apprnvnu, aceitn, cuncedeu eoronlro a favor de
Figueiina, mas em cada uina deslas circumstancias
Dooveram razf-es legaes para assim o fazer.
(I Sr. Jote' l'edro :A Ibrsourari nao fui quem
permiltio, fui o governo.
(I Sr, A/o lio :A Ihesouraria, que nae lie o no-
bre depulado, fui quem as-mi resolten por ordem
do governo, iligoeo, porem, em re-ulladii.i|iio, ou
por deliberarlo 110 governo, 011 da junta d.i ihesou-
raria. em nomo desla, foi assim decidido, negndo-
se a Marques o encontr que fui nredidu a Ki-
gueiroa.
O Sr. Jote X'nlro : Nao loi a Ihesouraria que
assim proceden, foi o g'overno.
" Si*, .llliv : Bem : o nobre depulado oppoi-
se ao encontr de l'igueira pelo principio de queja
se linha opposlu ao de Marques ; e qoe he orna ver-
dade he, que na sua informarlo di \ ia ra/ao para se conceder a Kigueiroa o que se li-
nha negado a Marques. Eu, porm. cont mostrar a
razio da dilTeienra de rirciimslancias enlre os dou-
preseniei ledas as disposic/iH que regulam o Ibeaonre geral
Aiaiijo. lera,, applirara,, a Pernaiiiburo naquillo que mo
cidade e ; for incompativel. Vamos ver se nesle regula.nenlo,
11-e ditas que be legi.|.,ea ;..... ,, a Pe, ,,..,l,ro. prohibe
om con- 00 permille os encomros : lerei o arl. Illqeduo
-eginnle : le,
Hipii se v que urna vez em jm/o a divida, ocre-
lor nao pode allegar como eiceprAo para nao 1
eserulada, eucoolro, mas vai a theranraria pede que
Ijrllie laca a conta da liquidar,), Ira/, o documenta e
ollerere com,, embarga nos leemos da proeesw. Em
juizo pob, em visia do artigo 31 qoe acabo de ler
nao se admille enrontros jiidiciariaiueiile. mus ad-
mitiera se admiiiislralivameiile. Ers a rail......rque
o presdeme decidlo, que Kigueiroa linha r.zAo, por
isso que a legi-!ara vigente assim o determina e sa-
be o nobre depulado, que os enconlros adinini-lr ,li-
vamenie -Ao aduiillidos desde o lempo em que a Ihe-
souranas ou aniel erario eram regalado! pela le
chamada regiment dos cuilo-. Eu vou ler a cas a
parle ,te-ia lei, ,|Ue falla na liquidacio por encontr
sempre administrativamente : cap. 60 do regiment
dos cnnlos, que be legislaeAo da data da fiindaeaodos
erarios, diz o seguinle :
l-l.i serve para provar, que os enconlros desde que
-e rrear/m as Ihesourariai ale boje fiiram sempre
permitilos. Vamos agora ver seo nobre depulado
lem mais ra/ao quando quer que deneguemos esle
principio que existe em vigor na lautos auno-.
0 nobra depnlado disse mais. quesiiarhou pro-
lubindo laes enrontros a or.len.irAo do reino, ma.
ralln depois da loi de 1823, que nandoii adoplar a
legislarlo porlugueza no Brasil, na qual diz ello,
achou disposices encontradas na ord. citada, isla
he, que iieriiiillc e prohibe os enconlros. Nao,he na
le de Irlt citada pelo nolire depulado, que se eu-
dis|,nsieAn algorna a seuielbanle respello, be
le i de 25 de mareo de 1821, que diz o segum-
eonlr
sim
le : [I
Daipii se concille que os enconlros sAo recoinmeii-
dados pelos principis de di re lo natural, c conforme
eomo a jii-iiea absoluta; e-la he a razao da lei, e
nao nreeisava que ;, lei o dissesse, porque a casa sa-
que a leve liscalisaoAo, o bom andamento mesmo
be
de qualquer ca-a cominercial rernrnmeiida antes de
ludo, que se nAu mande acnonar um devedor qual-
quer, para se Ibe pagar depois o que se Ibe dever
que pelo contrario, se devera deduz.r aquillo de que
elle lor credor, para se llie exigir o que elle be de-
vedor Ora, 1.1., qe be rerommemladojpelo direito e
pelo bo.n s,.,iso a respeilo descasas comajierciaea, nao
sr.i tamoem com a Ihesouraria i Mas, o nobre de-
pulado quer acabar com loe- enconlros...
O Sr. .lute. l'edro : Sera porque quero contra-
riar o direito natural.
O Sr. AMlio :Nem eu son capaz de dizer que o
nobre depulado quer assim procedel ; se se opone
aos enrontros, he porque enlende que ellos trazem
inconveiiienles ao bom andamento das operantes da
Inasouraria.
Sr, presidente, esta vist- i]ue no termo do 'lircilo
esciilo, dos principios da recta razAo e al do direi-
to natural, os eucoutroi sao peunillidos ; mas diz o
nobre depulado que devenios prohibir os enconlros,
devenios revogai essa lei natural, e do direilo escri-
to, porque islo complica os Irabalhos da reparluAo,
anto que o negocio de Kigueiroa, conforme sva
le, esta encamado ; o contador que r,.i ,. propno,
qucopinou em scu favor.inda nao pode .lar-llie
anuamriito. a
Sr. presidcnle, primeramente eu nao lenno cul-
pa que a conladoria de l'ernambuco s,.ja menos h-
bil, menos mlelligente pura fazer urna operadlo IAo'
simples ; e em 2 lugar, posso asseverar a casa,
que o negocio de Kigueiroa ja' leve n preci-o anda-
mento, e p,.ranlo o nobre depulado quando hon-
lem a-severou que es-e negocio eslava cncalhado :
eug,iiiuu--e rompidamente.
Diise o nobre depulado, fiindamenlando a di-po-
sijao do arligo ii, que um grande inconveniecle
liavia em laes encuulro-, que islo era lal nigroman-
cia, que o negocio de Kigueiroa eslava parado, por
inexequivel. r
Assevero e casi, repilo, que e-se negocio j leve
expediente solocao e mais natural e mais sim-
ple-, a soluc.lo que vos daris por eirmplo ao vos-
so airaiale, quando elle apresenl.indo-vo, a eonla
de 2 mezes, vos lile leudo ja' par um. Ibe morirs-
seis recibo, diz.....lo nao Ule dever sen.io onlro ; rui
slo oque e/. a Ihesouraria ; tumnu a eonla de Ki-
gueiroa ei disse ao administrador do consulado : re-
cebe! de hgueiroa lano, coii-laule do seos docu-
mentos laes e laes, que em dinlieiro lano, a ihesou-
raria Ibe be devedura, e em dinheiro lano, e o
cousulado no Ii o da semana, dir' a Ihesouraria
remello lano em dinheiro c lauto em documentos
que vos me urdenasles recehesse como dinheiro..
O Sr. Jott l'edro. yuaudo as-everei que o ne-
gocio eslava enralbadn, foi por assim ler sido in-
fotmado pelo sVcrelario.
O Sr. Jote, l'edm : Eu nao disse islo.
U Sr. /loilio ; () qU1, ||p cer(, porem, lie que
o negocio leve solurlo, e que -U foi a mais -im-
ple- ^ porem anda bou va onlro meio de re-
plver a que-IAo. O nobre depulado ilis-e, que nao
havia meio de coasir o devedor a Irazer o ronhaci-
raeiilo a Ibe-ouiar
des oo aquecunento das casa- de modo neiibuin, e
por i-so digo, que as as-eiees dos unlirrs depulado-
que o gazbvdrogeno puro be o -v-tenia adoptado
em I as-v, Anver-, M.i.ln I o alg.iuias ridades da Eu-
ropa, nao sao e\.,ria-.........i vou demonstrar, seiviu-
do-me para islo da autori lado de um escriplor di--
luirto, ,\i,. Mallei.
I ( Sr. UepiHado : Vai enlrar na cliimica.
O Sr. rlbilio : ||e verdade. embora seja malc-
ra alnea a minha |.roli.-,io, vou entrar nella do
mesmo modo qoe o nobre depulado pode iralar de
mathemaliea, recebeudo simplesmenle alguma
tas venia les, por ex implo : dnaa omisas iguaes a
urna lerceira. sao Iguaes entre si, sem eucarregar-se
de o demonstrar. No diccionario de artes e manu-
raciuras, e minas de Mr. l.>boula)e, obra publicada
no auno de Mu, e na qual veh tratada cuiuplela-
meuie a quesiao do gaz d'agua, como elle o denomi-
na, altlrma-se, que dep .is da sua descobcrla foi elle
ensalada por mullas ve/es ; que se lem feilo mollas
experiencias, mas qne infelizmente nAo foram ellas
COroadas dos resollados desojados; por que a par das
vantageiis, apresenlava a desvamagem de mo ser
"dorilero.....re oulras. c ta/em rom que o bydroge-
no carborelado Ihe seja preferivel, succedeido que
a qualnenip pela qual os nobre- depul.dos euleudem
que ello deve -er preferido, isto be, oser inodoro, be
aquella mesma'pela qual beelle repellido pela scien-
cia, segundo ...te auto,. Diz elle, depois de enu-
merar asxanlagens, que por brevidade deivo de ler
a casa,
O Sr. p. de llrilo : Sempre he bom lr.
o.sr. Abihn: O nobre depulado que falln
sobre a materia rom loda a lucidez, ja enumerou as
vani.igens q, n, ||e se davam, purlanto, crein que a
casa me dispensara de as repetir, mesmo porque se-
jam ellas quaes forem, alo cumpensam de modo al-
goaa na opiniAo do aulor ) as desvaulagens que se
ino reconheee. ||e com os olbos da sciencia, lan-
cando mao das descberlas ltimamente feilas, que
ello com unparcialidade. por que felizmente iiAo be
ernprezarin de illuminacAo a gaz. esse clumico nola-
vel, fallo de Mallel.... allirma que o gaz livdro*eno
""" l''"(ln la lace vanlagcns. lem lambem laes
contrato celebrado com Uibson, Brrelo e Nello, a
respeilo da llominarJa ,, gai da eMade do Itecire.he
o mais ventajoso possivel provincia e aos lulere-
i i .> |', ,,,.>, a A,., iu.ui" i .-,,. piosiuenie 'II-
sesda fazenda em -i absolularaenle fallan lo,e mullo a inlrodacc/Jo desse
constitu ule ja foram cousult.idos, e elle quer de n
vo concorrer !
Sr. presidenli
io- (qoe por ventara eommeltessela ihesoUrria
.. qoe deviamosaiar lttC3^ZB&_mBL,T2
11,1 til-
.......t, m ""' i mciiiu d mi. -imm.'ii : i mas o nolire licnnt i i
faci., eronsegu.iilemenle do ptOcedimeMo .la Ihe- ramenlo .. e-quere que o i,"te e-- L\* la ,
nao Ii.iuvb es-e detell I, em vala do qual o nol.re ,le- 11 jr l/,i|, y
pulido rom bu.
qu
'I1"" -.....'"-"- P- J-:8cr a do.r^l,o^erJ",7.;,T..^7onco.qb:,TlVZt
operarjorada Ihesouraria eonstam iiedu.es parles.
nina administrativa, oulra judicial ; quando se Ira-
la de om individuo que he devedor da fazenda, c ao
mesmo limpo seu credor. precede a ellerlivinade do
pagamento urna operaran administrativa, islo he,
faz-se a eonla na Ihesouraria em vi-la do deve e ha-
ver, e nesla oceasIAu verifica-sa o que se re-la ou
que elle deve, a assim paga ella ou recebe Immedia-
taraenleo que ha de dillerenca ; se a divida he pro-
venienle de lellras e oulras Iransacries, e nae de
imp-tos, que se devem ir pagar no'consulado. Es-
la operaoao administrativa a casa romprebende bem
que he muilo simples e regular, quem deve un lie
credor recebe ou paga a ditlerenca, Quando, porm,
a divida be proveniente de imposto, ha urna esta'
cao competente para tal recebiroento, que he o con-
solado, e enlAo a operaoao administrativa so da lam-
bem na Ihesouraria, onde o devedor recebe urna
gui, e com ella vai pagar ao consulado, que Ihe M
em troco urna quitaoAo.
Mas, se o devedor nAo apparere durante a opera-
cAo, por ignorar, ou porque nao fui publicado o sen
nomo, como devedor da fazenda, a the-ouraria faz
urna relar.io desses deve.ioreo, que remelle-a para
juizo, e o liscal, senhor da relarAo que importa a as-
severaoAo de que esses individuos relacionados sAo
devedores. requer mandado de penhora, e comer o
processo execulivo por parle da fazenda ; e sempre
que o li-cal requer a penhora nos beus de algum
devedoi, lira inhibido esle de gozer do beneficio,
que se denomina encontr ou liquidarao.
Eslao. portante, explicados, pouco mais ou menos,
quaes os dous meios de pagar e rerelwr atile a Ihe-
souraria : um administrativo, onlro jodiriario.
Vejamos, pois. se Marques e Kigueiroa eslavam
as inesmas rircumstancias. Assevero casa que nao.
Kigueiroa era devedor fazenda, mas a sua divida
ain la dependa de operaoao administrativa, eslava
em liquidarao.
O Sr. Jote i'cilro : Ja eslava liquidada.
O Sr. .<6l/o : Mas nao eslava em juizo'.'
O Sr. Jote' Pedro: N.o. senhor.
Sr. .ibilio: tem ; Figueiroa apresenla-se,
i
sr. presidente, eoncloirei lembrando ao nobre de
pillado, que urna operacAo de enconlros se faz cem-
mumnienle na t: esuuraria, e que i-so que o nobre
depulado julga inconveniente, he consa que se fas
constantemente na Ihesouraria com os ofliciacs do
corpa de polica, quando so demitlidos, ou lem ar-
cesso com referencia a* cavalgadur.is.
Por todas estas ron-ideracoes voto contra o arligo
do orcamento que prohibe os enconlros.
O Sr. Jote' l'edro sustenta o artigo e responde as
observaces do precedente uridur.
|CoH/i)iii(ir-. doniado l?.m ,'f nC'a qUe e"*'Vn' P! elle '" a_ I (,ua,"l ai,"u s"a dlvid;' "l0 es,a em juizo, esla-
ZiElitaZ n." u- P"r8n'" Pel no- V P""M Uqoidada adminis.rativamenle, e portan,
Tendo ddn VLr""namenlc fallon- |ln nu- '" '8llSao vigente, pedio qne fose
A discossao tica adiada
sr. Prctiitntt disigna a ordem do da e levanta
a-essao.
de Srs.
Lida a
O Sr. lo
da Ihesouraria. mas a Ihesouraria decide negaliva-
menle, porque linha recusado a Marques a mesma
coosa. apezar do parecer fiscal, que alien.leudo a
que a divida do Kigueiroa anda ralo havia sido re-
jnetlida para juizo. onde smente s,-,0 prohibidos laes
encontr-, em vista .la ordenarn I i.- til. 78, e
pelo contrario estando ainda na parle administrati-
va nos termos das inslrucces de :ll de Janeiro de
1851, sendo permiltido islo Kigueiroa se devia en-
contrar.
O Sr. Jote' Pedro : Nao fez esla dislincrao em
seu parecer.
O Sr. .lliilio : Entilo o que fez '.'
OSr. Jote' l'edro : Disse que eram permillidos
laes oncnniros.
O Sr. A'iiio : E he o que era bstanle ; entre-
tanto que o nobre inspector da Ihesouraria nao se
quiz conformar com o parecer do procurador liscal,
e indo o negocio ao presiileule, este decidi que o
encontr era permutlo.
Vjame- so o presidente decidi bem, se decidi
em vila ras leis. que inandam que laes enconlros
lenham lugar, ou se decidi arbitrariamente, por
cansa de cojo arbitrio se confecciono,! o arligo Ii.
que se di-cule.
O Sr. Jote' l'edro : Nao houve arbitrio, eu fui
al que apontei a lei.
O Sr. Abilin : O Sr. inspector nAo qnii respei-
lar a le fiscal...
O Sr. ./. l'edro :I um.. ola.
O Sr. Ab.lio : pode lomar. O nobre inspector
I........leu contra o parecer fiscal ronlra a disposicao
legal que manda qne administrativamente os encon-
lros sejam admitlirio, e so o- prohibe judicialmente.
V".....'" en rtigo, Sr. presidente, que o nobre de-
pulado nao quiz respeilar a le liscal, nao Ibe queru
allribuir inlenciit- mellos -overa-, menos honestas,
menos inlelllgenles, porque sena urna njuslija, ir-
rogar-liie semellianles faltas, quero dizer somonte
que no -eu modo de pensar, interpretando a lei que
entenden que nao eram
*' rsUauria do 13 de junho de 1851
Prendencia do Sr. baro de Camaraaibe
As II emeia horas remudo numero legal de
depulados
0 Sr. Presdeme declara aberla a sessAo.
a da sessao anlecedenle, he approvada
. secretario da eonla do seguinle
EXPEDIENTE.
1 m ollicio do secretario do governo remetiendo
ix inuirinarne. dadas pelo inspector interino da
irieouraria provincial pedidas por esla assombla.
A quem fez a requisirAo.
Ouiro do mesmo senhor remetiendo a informarao
lana pela cmara municipal da cidade de Dunda.
A quem lez a requisicao.
ma pelirAo de Francisco Antonio da Konseoa
rremalanle do imposto municipal di. consumo da
rarinha na comarca de lioianna pedindo a e-l as-
semblea a dispensa do pagamento do lquarlel ven-
cido, obrigando-o smenle ao 2 qnarlel.A com-
nii-su de urramenlo.
l.em-seeappiovm-se os seguinles pareceres:
Benlo t.oncalves arrematante da afericAo de
|ie,?*,e a1"'0"1"* do mO"icipio de niind pedi
" abale da ;qusrla Iparte no prero da arremata-
'.ao. A commissode contase despezas munici-
paes para dar seu p,,rercr precisa ser informada
pe a cmara de Hieda e pede que pelos camos com-
petente, sejam Ihe dadas es-as inrormaoes. >
- Sala das comnn-iies II de junbo da IS.M.
Vix'*acer,la- tiameiro Jnior. I'orlella. ..
i t,l "" n"'(1"'"li'l'rl"'ciiodePaular.iivalcaiili
ue Aipnquerque pedo a esta assemblea que o mande
ni leramsar do. serviros de sua prohssao qoe pres-
tara na cidade da Viciara e na villa .1" l.imuiro,
por oceasiao da epidemiado ebelera morbos, dos
quae- anida nao lora compensado pelo presidente da
provincia,embora o ajuste verbal que rom elle li/era l'C"in(lidos, mesmo administrativamente laes encou-
lo paga-Ios na razia de os diarios.A commisrlo !,ro? '""<"' '"'" 'sl0 '''-' explicaeao. min qui/ res-
peilar a lei, eno lome o noble depulado isto a ma
parle.....ni como censura, porque nem eu nem a casa
Ibe negamos 0- foros de iiilelgenle, zolnso e probo.
Peco-lho pois que nAo insista nieto.
o nobre depulado na sua irualidade
entenden, r|oe ii-j enconlros nao eran
mas o presidente enlendeo amen ver mi
Ditfirso do Sr. depulado ibiho. pronunciado na
tetto de i, lo rorrenle.
O Sr. Ibilio : Sr. presidente, lao calorosa foi
a discossao do projecto sobre a illuminacAo a' Baz,
quando pela pnmeira vez foi snlimetlida a deei-Ao
da casa, que, declaro, live serios leceios de que fo-se
elle impugnado at no ponto de visla 'lo sua utili-
dade ; mas felizmente, alenlo o crlerio que sempre
preside as dcliheraces desla cmara, passou elle
segunda discussito. aguardando-se seos upposilores
para nesla occasilo empenharem os ltimos e-forcos
em ordem a deinonslrar a ca.a todas s sua- d^s-
v.iiitagens a' provincia; eu porem, que pens res-
peilo diversamente de nieus nobres collegas, pero
I cenca a' c.sa e a elles para expender minhas ideas
sobre u conlralo a meu ver vaulajoso, que lem por
lim essa illuminacAo.
Eu oreio, Sr. presidente, qu a queslao da illu-
minacao i gaz deve versar sobre esles Ires pontos
i cardeae.:
' 1.a \ iiiiiminacao a gaz deve ser admittlda entre
I nos, em visla do nosso estado actual de eivi|.acao.'
3. Qual o sx-lema que deve ser preferido nessa
illuminaoAo, islo be, eleve sor adoptado o gaz hvdro-
geno carborelado ou o hydrogeno puro ?
:l." O contrato foi celebrado, l'eniln em visla e con-
sideraran as maiores vanlagens paia a provincia e
para a Uiesuuraria. Sao estas as qoestues principies,
e por aulo, sobro esles Ires pontos he que eu farei
a casa vanas consideraces, qae enlendo uAo devem
patssr desapereebidas, afim deorienlar-se para a vo-
larao romo costme. Achar-se-ha a cidade do Kc-
cife em lal estado de atrazoem civilisaoSo, qne'oie
possa comportar a illuminaco a gaz. dr'vcudu pre-
ferir o incompleto systema de illnminacao a azeile .'
NAo me demorare i em demonstrar que" semelhanle
melboramenlo ja nos lar.:ava, como a satisfacao de
urna nocossidade publica, e em subsIiluieAo do in-
completo e defeiluoso systema de iliuminarao aotual,
por que lodos concordam nesla verdade. Os contrata-
dores devem preferir para ill,miniara cidade do Re-
cite o gaz Ii-, .iingeini puro ao gaz hydrogeno rarln -
reado '' He no que divirgem alguna dos nobres de-
pulados, que levados por asserres de gazelas, poi
artigosall escriplos. lillios de svmpalhias por una
idea nova, ou do inleresse por um ou mitro rmpre-
zano de industria, cuja proposta fora raeosada no
concurso com a empreza llihson. Barros e Neto,
veem nesla casa asseverar, que em Pars, Madrid
oulras cidrales da Europa, est adoptad o gaz hy-
drogeno puro como o mais baralo e o mus ner-
feili...... r
i Ha um aparte. .
Eu diseee repito, que algn, depulados levados
pelo que nosjornae* se e-rreve; debaixo de laes im-
pres oes, veem asseverar nesla casa que o gaz hidro-
geno puro est aclualmeute em vega na Europa pa-
ra illuminacAo e aquecimento, quando ole be i-in
exacto.
Ilnba deb.iixu dos olhos.
de pet.coes alleiidemio que a satieraeio de despezas
de ordem desla que em -eu faxor reclama o peticio-
nario ,,ao rorre pelos rn|res provincU(,. ,., |WJ
--raes, por delerminaeio da presidencia da provin-
oa, a quem cabe apreria-la em suas relaoOes, he de
V.^rV.V" '" "licioiii-ria nAo cabe dir'eiln a ser
Mulilk!!!'?* **" ",-,'.mDle"' Revendo dirigir-se
le inspector,
permillidos,
lor que o
ei i.iua provincia para sei allendido como nobio depulado, porque vio qae a legislarlo one re-
.^iriE; gula tal materia, administrativamente ermiile <
\ fi i,*',""ml*""- 12 de junho de 1856. encontr, prohibindo-osjudicialmente ;e.....vida
canil ~ J- ,le "'""' '**. A. Caval- le Kigm inia nao estando rm nizo, devia <-r eneoa-
Irada, .i iparsu que a divida de Marques por eslar em
Vai a in-,i e approva--e ovinni. ,n...,.___. iuizu, o eucoolro nAo devia ser nermitlidn
canil
Vai.. me .- approva-se o seguinle requerimenle
l.eq,ie,ro.,uo--.. peca,,, 0 gverno e ll,,-,,,a-
,.., provine,., inforuiaroe, ,,.,,, aerea o
exeoai.ao da le. n. .Ii, 2, dp lna0 w ,sv
declarara., ,1 especie en, que fu. prestada afiance
pe a lirma social llego & Brrelo \ e ,,om assim ,
ludo quaiilo pos-a ler uccorrido (a| re.nelo
aeompanhandoae-sasnformaciiesa rpia do con-
lralo < do termo de fianes. Meirn Oenriqn..
Ir se e minda-se imprimir a seguin o res0iuoa0
I m Sr. Depulado : Trala-se di-lo
O .Sr. Ibiho : lie rom efleito a primerra visla
inopporluno seii.io soperfioo. o disculir.nos aqi 3 es
pec.e de gaz qu compre seja adoptada naillumina-
Clje desla Cidade ; ma. eu vi que o nobre depulado
qiieeoiuceou a impugnar .. parecer da eomniissao
uao fez mais do que combaler < sxstema de illumina-
c.o por ella indicado como preferivel, snslenlando
nesla orcasiao que o hydrogeno poro lie hoj o gaz
aceito p,la .ciencia para esse lim; be por esla ra/Au.
pois, que lalo desla queslao i qo ehamarsi preiu-
.lir.al.e la qual. emendo como |,re depulado,
qne a casa nao devora de oeeupar- mente nes-e contrato esbi bem claro que .leve reili-
sarsea,Iluminara,. gaz pelo meio que a scionoia
aconte har .orno mais efliraz para dar luz mais cla-
ra, mais intensa e menos ofieiieifa ; por lano s,. pnr
ventura na visse qu.....>.rcer da eommissao, de-
monstranito que o gai hydrogeno carborelado he o
que di ve ser preferido, determinan que os eonlrala-
am*....."pla-om, e deu como razao da repulse de
sua parle o nutro concurrente, lem do oolros.....ai
que elle pretenda adoptar.
O gaz hxdroseno puro fo descoherto com appli-
eaeao a illiiuini..co publica om Kranca no auno' de
|N '' porque ate ah era conhecido esae ga/ -em sp-
plioai ... a ii. nii-liT da vida, e da 1831 al h.je
essa ilescobrrlo solfreu apenas um inelliorameiili
..e-fol,.-rla en. IKIIi ou ls!7 por Mr. (llllard. q,.
vendo que a luz do saz hvdrogenu puro descobcrla
nn ls.li, hnha sido desprenda par ter mulle r.....r
e pones laz, aprcenlou um melhorai.......
linlroil.lZII no meio da chinama
I de platina para .lar nina luz n;
ra. He ledo o nielhon
la drscoberla d
elle om contrario aos nobres depulados a contesta '
C ni t-r. Depnlado : So elle pOe em duvida,'bs
ma.s nao.
OSr. .foi'o: Sr. prcsidenle, eu dou lodo o
peso as opiuies'scienlilicasj do. nobredepma/lo,
las elle nao pnder contestar que'.Mr. Mallel aSir
ma, e he que o gaz hydrogeno puro lendo suax
vanlagcns, esl^s de-apparercm complelamcnle com-
paradas eom as desvaulagens que Ihe sao inherentes
ate debaixo do ponto da economa.
Assim, pois, direi com esle escriplor, quaesquer
qn.ejam a- vantagens do gaz hydrogeno puro, ellas
ralo podem ser comparadas com osseus inconvenien-
tes, e para a muiha arguinentacAo aclualmenle,
coi.lenlo me com islo, reservando-me elilrarrm lon-
gos desruvoivimenlos para oulra vez em que me
compehr a palavra, se,os nobres depulados, usando
de igual direito, conleslarem esla proposiclo.
Diz esto escriplor, que o gaz bvdrogeno puro tem
a desvanlagem da lenuidade, isiu lie, que pela sua
pouc densidade, comparla com a densidade do
g.z.hydrogeno carborelado, faz com que elle seja
mais fluido, mais fcil de so escapar pur qualquer
juntura, por qualquer orificio que possa existir
nos conductores em que elle for comido, porque ape-
zar desses tubos serem de ferro, a mitro qualquer
melal igualmente campado, con.,, n.lo he possivel
que nao Icnhaiii juncluras e solardes de conluiuida-
oe se ellas nao forem cuidadosamente tonada, le-
remos o mconvcnienle de que o gaz hxdrogenn puro
pela sua lenoulade se escapar em grande porrao.
.Has, sr. presidente, eu posso asseverar a V. Exc,
com a auloridade desle escriplor, que n3u he esle o
nico.inconveniente, que he lalvez esle o mais ln-
s.gnibcai.le de todos os do gaz bv Irogeno puro, com
appl.raoao a illuminacoes ; lia ouiro-. A facilidade
que lem este gaz de perpa-sar o tubo de melal que o
contiver, e por consegninlederiaimir.se em grande
quanlidade, junio a oulr qualidade de mo deuuu-
ciar-s- pelo cbeiro, islo he, que pode exi-tir derra-
mado sem que se apercebam as pe-soa- do lugar em
que elle se acha, c enlan tasa grande quanlidade de
ga/ i.jdrogenopuro, enfrontarlo un a alniosphera,
Ii* bstanle para dar-se explosAo medanle qualquer
pbenomeno elctrico ; quer dizer, que nao he preci-
so quealgueinpor acuso ou de proposito, lance me
le una chamma viva para loca-lo, para que lenba
lugar a eipliMlo; nao he preiso isso, o seu derrama-
menlo em grande porcao e o seu contado com o ar,
'c'" 1oe,.....B '' -''ue, he capaz de determinar
aexplosAo, por ronseg.iinle nAo he preciso Talla de
cautela para que esse pbenomeno se d.
Esla' por lauto provado, que a lenuedadc ou falta
de densidade no gaz bvdrogeno puro, dando a faci-
niade dse derramar grande quanlidade, e pela ou-
lra qnalidade de ser inodoro, fazer con. que ex posto
por algum lempo a acoao alniosphcrira. possa por
umplienoinenu natural apparecer um ainislro, o que
poi rerto ibe da' o predicado de perigosse. Eotre-
';""" 1ae <..... -'""i* comprehende que o gaz hv-
'irogeuo carborelado. que lem a quali.lade de s'er
maisilenso n.lo pdenlo escapar-se lao fcilmente
peas aberturas oo rendas que nossam haver nos m-
- na canalisacao, soeradsqoe eenancia-se logo pe-
lo riieiro. cbeiro tul getterit, qoe cvlinli, e be por
islo mesroo preferivel -' aquelle.
I m Sr. Depulado : Basta elle ser mais leve
i '; vezes do que o ar. para sederramar com faci-
lulade.
O Sr. A'iiim : Ku nio comparo ahsolulamenle
a densidade de gaz hydrogeno carborelado rom o ar,
ou comparo com u gaz bvdrogeno, e, reronheeogo-
Sr. presiileule, que a prcripitae.aocoin que fallo
mais vanla|oso a fazeinla e provincia, com referen-
cia aos contratos celebradas no Hio de Janeiro, com
approvaro do ron.ol,o d'eslado em |S il,e o que ara-
ba de'ser celebrad,, na prox inda da Babia no corenle
anuo, porque temos, iluminada a cidade do Itecife
no permetro de mil lampen, eom a quantia puuro
mais mi menos, com que he .Iluminada a azeile, en-
Ireanto que qoanto ao augmeulo de mais dous ou
Ires conl.,8 de iois o prrsiueule da provincia usando
de legitima altr.b.uoao de lodos os governo, depen-
denle do Hll le indenmidade. pede SOS corpo. le-
gislativos approvaro do seu aclo, estando a casa ago-
ra no son direilo em decidir nesla parle, se a cidade
do Kecife estar su Hirientemente Iluminada rom
dio lampeos. Por eonsequeaca o conlralo, mesmo
sem esta clausula deve exi-lir, entao os nobres do-
pulii los que quizerern combaler esse augmento de
despe/a, devem demonstrar om primeiro lugar, que
a cidade do Becife pode dispensar o. rombo-lores
correspondentes a esse- tro- eoolos de reis.
Sr. pre-idenle. os nobres depulados que fallaran)
contra., conlralo, apre-enlnram-se declarando a ra-
sa que nao queriam discutir as qualidadesecondi-
te- de moraldade, intependencia e riqueza dos
coulraladores.
Eu pelo contrario, declaro que, se nos mralos,
da vida civil devenios sempre ler em visla a pessoal
com qoem tratamos, o presidente da provincia, len-l
do de por em contribuidlo, ou d.spender o< dinl.ei-l
ros pblicos, por maioria de razAo nio deve pre-cin-l
dir das condiof.es de moralidade, pasiesO, inde-
pendeneia e riqueza da- pessoas com quem COB-
l'in Sr. Depulado : Mis a clausula da lrans-1
mlssao dcstroe isso.
O Sr. Abilio: Eu enlendo que as cnndires di
moralidade, riqueza e posirAo dos individeui con
quem contrata a presidencia, -ao muilo allendivel-,
isto lie, se ellas sAo apreriaveis nos conlralos parli-
irc-, por maioria de razAo o devem ser nos con-
que >ei
...conveniente. ,,,. sbresahem a aquella, ; al- .Iralo, MHbZZ......* '""" """"" '"" ""
ene om contrario aos ..obres depulados a conle-la.. n c, ,i,...-. .'".
...o
O .Sr. Abilio : A conclosao que cu Uro he.qu
teudo-se aprsenla lo um principio contrario a esi
era meu dever oombale-l porque o governo
deve ser o ludibrio, n escarne,, de qualquer csp.-.
lador. O governo, assim como nos temos obrigaco
de fazer exhibir os ttulos de moralidade, riqueza e
pontiialidadoerii suas prome-sas, a respeilo de quaf
qoer peasoa com quem contrata. Mas deixandj
o-lo pnuio. passarei a ouiro. Dissceu que o contrato
do que nos ocenpamos. lie mais vaulajoso absolula-
meie fallando e relativamente aos contratos di.
Biojde Janeiro e Babia.
Nio he possivel que em Perusmbuco em IS3Q,
lC sembla provincial e o prcsidenle da provincia p, -
dessem prescindir de Irabalhos ,1a mesma i.alurezi,
de Irabalhos idnticos, que liveram lugar em ISj|l
na corle, approv.dos pelo enlio ministro da |ustirJ,
o Sr. Euseiuo, e leo.lo o sello e saneejM do conselln
d eslado, cuja scelo especial he emposta de erad-
teres milito dislindos e muilo Ilustrados. Mas lo
coulralo de Pernambuco boje esla em peior cdti l-
Cle do que aquelle em que foi Celebrado em IS',| rio
Hio de Jaua.ro'.' De molo algum ; e i.3o esta poi
que al pela lado do- lucros.aos emprezarios da lili
minaran de Pernanibnro, leem elles de galibar mu
lo menos do que g.uil.am os do Rio de Janeiro, p
las razoes seguinle-. Primeramente, sabe a casa qi
o lucro do on.itraiailur em lao. emprezas,- depon
do grande numero de metros cbicos, que Cornees
gaz para a iliuminarao. Se o permetro do Rio t
Janeiro, he maior quairo ou rien vezes mais do qi
0 de Poniamburo ; -e no Km de Jaiieui a illum
narilo dura dez horas, e enlre no- deve durar sei
he claro, he evdeme, que os emprezarios bao i
ganhar muilo menos, nao obstante o prero ser n
pouco mais alio.
Se olaeto dos emprezarios esta na razilo d.i malar
porc.iu de combuslore* oudegaz que elles foruere.n,
os do Rioe-I.i em melhor eondierajo, porque no Rio
a illinin ir.. duri, ,|CI horas eaqui dura seis, al n
da .iiminuico do perimelro.
Purlanlo, o conlralo he mullo mais vaulajoso par.
a provino, e mais prejudicial para os emprezarios.
fc como quer que o no Rio do JJaseiro seja o mJis
digno de ser imitado, j> se v que lenho raza., lo
que asseverei. O conlralo da Babia lie igualmente
mais vaotejoso para elles e menos ventajoso paTa
1 ernamboro. Esse conlralo da B lua garante ao eili-
prezario 1>,IKK) oombu.lores por dez horas a J E.
por hora,do mesmo modo que o nosso, se nos convuer
a- dez hora-, por eonseqneneia menos vantajoso jlo
que o de Pernambuco. I.ogo o administrador la
provincia nao se rsquereu um momento de cele-
brar o contrato nos termos precisos da lei do orrja-
ment con, Gibaon, Barros e Nello, os com qum
mais vantagens olforecesse.
Sr. presidente, eu au sei se disse na discussao, iqas
di uuvi na casa, qoe o conlralo celebrarlo em Per-
nambuco foi feilo sem ser aberla a devida concur. en-
ca, lauto as-un, que Dupral a meu ver, suppojlo
procurador Eslad'En., e.eu direi porque o chai mi
a.pposto procurador, be porque E-la.i'Eus acaba de
onereeer urna propoala do .lluinniaeilo a gaz l.vtio-
geno carborelado na provine.:, de' S. Paulo a
Se elle ollereceu em Pernambuco lazer a illt
;Aoa gazhxd.ogeao puro, cuno beque vaioi,
em S. Paulo essa mesma illuminacau alopl.....lo i
hydrogeno carborelado '.' Sera porque o clima .,
das provincias nAo se preste do me-rno modo a il
luminar/..) pr qualquer dos syslemas '.'
I 'ln Sr. Depulaito : Vendo
aqui nao fe aceila
mclliurau.etilo enlre nos, ale
onsirasse, qii^ o g.iz hydrogeoo
puro err melhor o o que o mitro. I
Ora, Sr. presdeme, lie n mesmo que dizer-se que
i.; se faca cousa a|gma exem!......e peizes mais do coiilral.. denm, ',""' 7 en,vo'e nullidade
adianlalo .loque o nosso, qne .e espe.e indefinida- vino,.. so\Z..'''" 'r*-iaeeu para pro.
adianlalo do que oosto, qae saeapsie'indefini
me.ue, porque sendo a luz elctrica melhor, quasi
igual a do sol. .levemos por igual esperar, que ascien-
da a aee.le para esse misler, illmiii.,r:lo das cid ules
pira ques-ja adoptada, liundo entretautu Condero-
aada indefinidamenlea provincia a ser illnnunada
pelo inromplelo systema porque est sendo seme-
lhanle argumento do nobre depulado, prova de mais.
Sr. Presidente lia oulras vantagens assaz nn-
porlaulesjconsignada- no contrato solio poulo de visla
de sua praticabilidadc.
Eu j.i dem-u-trei, que qoanln a,i prero, he elle
evidcuiemeuti: mais barato do que qualquer onlro
do imperio, assim como o do Bu. de Janeiro, be o
mais baralo, qoe se pode realisar no Mr.i-.l ._
do 0 parecer do conselho de eslado.
Ds nobres depulados que se soccorrem ao systema
de iliuminarao actualmente adoptado na Kranca
quanlo a naiureza do gaz dizem : em Kranca a iu-
rninacAo he feila por quairo cntimos o que curres-
pondea 15 rs. eenlrenajhe a S he sabido que na
Franca este auno foram fundidas u'u.nn s todas as
companbias de gaz para a illuminacAo, e aqueci-
menlo da cidade de Paris afim de ceiehrar-se o no-
vo coulralo, sendo o gaz por ella adoptado, o car-
borelado.
O Sr. Sabino Olegario : Nao me moslru isso.
O Sr. /..,.. : lie o que eu vou lazer, leudo
ilo
... .au,.i,i 11 o.- nena uis.a ii ..II., i, ;,,-
cia '""'"' l'mvenluri envolver nullidade
raurao .' Ninguem o dir emein.inla
t^biof' to-wrtJ-UWtlW Paranuliid,deao
O T. ^'.ilra:H-islo urna quio de direilo que
nesla 'vpothese rnenle traria c,n0 resollado ?e,!
ponsa.m.dadede qualquer do, emprega.los que "L
procedesse nos leemos da lei. os ,. oulrato mas
nanea a nullidade do mesmo cont,,n '
l.",or"i,Sa(!'Tr4":~A conlcucia primitiva
lie a nullidade do conlralo.
O Sr. .(ft,l,o:-NAo, Sr depulado ; he porque V
Exc. nao lem lalvez lido o regulamelo dastliesoa-
rana-, ueu. os principios de direilo administrativo,
que ensinam os meios prstico. de remediar l.e-t in
convenientes ; a consequencia disso era a ro-ooiisa-
bilulade do empregado e a nolilioacao aos empreza
nos para realizarem a conJir;a.i ex.g.da, sem que da
mo lo i.enhum a parte essencial do conlralo pode-e
ser prejudicada nem levemente...
O Sr. S. Olegario :l'.ra mim eslava ipso fado
O Sr. .ibilin :Nao lie iso assim aos olhos do
direito administrativo.
raz.'oSr' S' Ote9ari0 ET fa" com ""*
Sr" .'.-!!" :!'e P.or i"*0 I"" aclio coove-
aV
I
ao nnbre depulado os anuuncios da companhia, qoe nienle chamar T T "?0?'"' "" 8Cl' coove-
diz, que ten .o pelo goveruu de Napol.Ao sido recon- direito que regula7 USUl 5S2 l"r*n" de
s.derado os amigos conlralo, de gsz'qoe eram a n > o nl^r, "e o, ?I!;qU,e """""-
cntimo.. ror hora resolveu a compinnia ba.x ,r es- < mStSSSTtmS!, ,",0.ll,d'")B rt, c">>
le preco a quairo cntimos, e aqui est ', aonuncro K?te {*?Se^T e"e e,pecia'-
fe,... pela cumpmbia oenlral, c^nvidandu a a ZSS+T35 /Toafic^o"^
pelo syslema do gaz hydrogeno
coiicorrerem e be
carborelado
O Sr. Sabino Olegario : Me faz avor de ler.
O Sr. Abilur.Aqui esta a Presjs de 6 de maro.,
do correle anuo, onde se l o annuucio seguinle*:
A companhia central do g.z de Paris. em virtude
do arlig.i 1(1 do iea contrate, vende por vinle qua-
iro centesimos Hin ves de irinl.i porque venda a
quanlidade de luz emitida eiu uinuietioeuli.ro '
gaz de careno de pedrn. ..
t>uzam-se vanos apartes, i
O Sr. Abitio : Se houille uao he cirvo de
pedra, lambem mi > b- hydrogeno puro.
I.i lambem um artigo ,1a Reculo dos Don Man-
dos que diz. que depois ot cerlo tempo, vendo o
governo fraucez que a despeja com a illuminacAo a
(az devia ser diminuida, urna compaulua reonio a
-i ludas as nutras a quem permittiu anunciar por
parte da companhia central a venia do gaz ; mas is-
lo he qorslio que nao vem ao cas., he urna queslAo
econmica da Franca, porem o que he cerlo he qu-
a Kranca sem envida mais allantada do que nn-, fez
o conlralo para qoe Pars seja .Iluminado pelo gaz
carborelado...
O Sr. Sabino Olegario :\ c iisequencia he que
sendo a iliuminarao folla por ese prern, uAo pode
ser nutro gaz sena o hydrogeno puro...
O .Sr. Aliilio : Esia engaado, a menos, que o
..obre d-putado diga que houille significa earvlo de
pedra.
O *r. Sabino Olegario : Esla engaado.
( lia um aparte. ,
Mas como dizia, a Inglaterra e a Kranca, lobre
ludo que anda na vanguarda da civUa{la, nos deve
servir de modelo, e la nao esla admittido o hydro-
g'iio puro para illumiuaeio, e o aquecimeiito' uas
Casas particulares.
O Sr. Sabino Olegario : Mas eomo admilte no
hotel dos invalidas *
OSr. Abilio : Pergunle-u ao governo Ira,,ce/.
.Nao servindo islo para provar sent, que seme-
lhanle gaz su pode prestar-se ao uso da vida em
pequea escala, com referencia as illuniinaroes.
,OSr. Salino Olegario da um aparlo.)
O Sr. cotilo : Pela mesma ra/.Ao que os Iraba-
lhos da na Bivoli foi illuminada pela luz elerinca.
cuino o nonre depulado .leve saber, dorante as nui-
les, e enlrelaiiiu isso nao foi razao para se .Iluminar
a cidade iuie.ra por semelhanle systema.
O Sr. Sabino Olegario : E porque nao pode
OSr. .if.rlio : O nol.ro depolado sabe que e fa-
zem experiencias cuu. feliz soccesao e.n pequea es-
ralla, q^ue nao podem ser ariplira.las a urna escalla
superior, e do mesmo modo que a luz elctrica foi
adoptada para a con.irurrao da ra Rlvuli, ella >.
nio esto e.n neuliu bre deputad nao pode argumentar do particular pa-
ra o geial, e sim do geral para o particular ; a
Franra e a Inglaterra nAo adm.llem o gaz hvdroge-
00 puro, e d-sie mesmo jornal se v, que o g.z car-
borelado he preferivel ao gaz puro.
OSr.Hrito da um aparie.
O .Sr. Abilio : Aqu esla, sAo dilVereules jor-
naes onde vem o annuucio, i<> .os no mesmo seulido
Ojo que acal.. de ler a casa.
,1'ma vantager que enlre nsV >e d no contrato
pira a illum.uac.a a ga/., he que o rustri do pe-sn-
al, collocacao do. combo-loros, edili.-aoAo .loga/o.
rneiro, be iu,m custa da compaulua, enlre lanteja* i
-,ue em Fraeee e Inglaterra e-ie algaiismo
-----.,-------.. w t a iiiiuiiCd. .111 .US
veV'ne,u7adr0 J' ""* """ **
O Sr. S. Olegario da um .
Abilio
parle
Aos olhos da le., nao ; Sr. depu-
DSi
lado.
O Sr. S. OUgaro :_Aos olhos da mi-.ha razAo.
U Sr. Abilio :Ma-, leud o nobre depulado fe-
. 10 essa exigencia, eu Irale di indagar o que havia
ic a lal respeilo, live o cuidado de informar-me parli-
cularmenle. a lio. de remover qualquer escrpulo
da casa a esta respeilo. Sabe a ca-a e \ Exc. que a
companhia de vapores coslenos, ainda nAo admit-
l.o lia circulac,o as sua. acciios oo apolice, por nAo
eslarem anida impressase asSignalas.
O Sr. .\f. de Amorim da um aparte.
O Sr. Abilio :Eu app.llo pa 0 uobre um dos
direclores da companhia ; a .cees levaram muilo
empopara se imprimir e ltimamente estavam
pur.assiguar, depoi, do que lorian.de ser emiilida,
na, eirculacao como mueda. Tendo os emprezarios
a larulda le de reou.lier dinheiro, plices da divida
publica, ou acroes de companhias acreditadas fo-
ram a es-a compannia e peditam suas accoes, para
rerolher a Ihe-ouraria; ma a direccao disse-lhes que
nao estando anda assignadas as artes. ella lisa
Jara s,b a sua re-pn.,sabliiLje urna caucAo, um
val, um Ululo a Ihesouraria,en virlude do qual |ica-
riain ellesperfeilameuie ubr.gdoa a recollier e-as ac-
roes, pudendo entretanto tal aaCilo ler rculacio
rp^sna "r cumpe,i,,e jur'e hvsran'"-
O Sr' f ,'l '-"'"t1 :_"N5 b'5,a P"" m*
V sr. s. Olegaiio da mu aparte
O Sr. ,/'.i/io :Perdoe-me n
enlendo que o meio pralico de..
dlrjau do coulralo nao devia obrigar a Ihesouriri .
ciugir-se lao re-Ir ictanienle
'
".ubre depulado ; eu
se interpretar a cou-
.-, a lellr. do me-mo
onlralo, urna vez que se comeguia o mesmo fin e
se chegasse ao mesmo resulU
tibia obrigaj.) de recolher as
prumptas.se obrigava em seu
enlreanlo seu equivalente,
m Sr. Depulodo fistol, urna fianca, nio sSo
pMICMa
D Sr. A/.i/io :Perdoe o
Ibe nga qu- ganra tem oulras formulas ; d
do ; tendo a cumpa,
acones e nilo asiendo
lome a faze-lo, dando
nobre depulado,
digo
que
que
! nio a letlra do con-
isideravel lica a cargo das municipalidades em i'r'an- fi,_
nao .lev, mi.- adsiringir t
ralo e a pali.vra-apolices-jou acc.oes"como p7-
lendeiu os nobres depulados.
OSr. S. Olegario :_E eu restrinjo-me.
usr. aoiio:Eeu uao. Partalo ve nos toa
resiringirnins a pal.vra-afolices.-a Ihesouraria
n.lo po i.., razer p que fez. mas parece-rae que es-
tan la conseguid,, o m nio la ...couvemeocia no-
nhuma nem pengo na que se f-z.
O Sr. Pereira de Brifo di um aparie.
I) Sr iftiho .Un, se a fcnmpanh.a rliz.-as ac-
'.ues eslAo promptas, fall.m Uignar laes e laes pes-
-oa-, mis damos urna giran lia equivalente, como
reme lio provisorio, e se essaJ garanta be a firma
oOsSooS?""*"" q"e pmJem as"sn,r ,e,lri,s d
Un Sr. Depulado s-N'A.< e-l na lei.
O sr. Aoilio :Bem, sao mudos de entender
dando a palavraap.li.eslo.la a forra d sUa s.a-
n-hrariVo ; en porem enlendo que quando urna ror-
poracaa de negocianles em nome da comp.iihii f.z
e.sa -s.,veraca... nao remita disso" desvantogem ne-
nhuma a fazenda publica.
S.OIe9.,no :Enuio o eoalvalo diraama
he causa de nao ser eu comprehedido pelo bobre mudo.
depnlado. pbrlanlo repelire., seiba a cas;, que o gaz O Sr. Abilio;- Nao pode ser esse
hydrogeno puro be mais sul.nl do qoe o gaz hydro- "* ____-_______' -
geno carborelado. e porcomequencia qoe mais fcil-
mente pode derramar-se.
Ora, alem desla qualidade, tem a oulr!., de ser
inodoro, o que he cau-a par. que o hvdrogeno car-
horelBdo possa denunciar-se em qualquer parle que
estoja anda em pequea quanlidade, pondo de so-
breaviso as pessoas da casa, fazendo com que se re-
medie o mal em continente. O gaz bvdrogeno puro
lem" oulru inconveniente de maior monta, que he o
do cnvenenamenlo por asphixia....
f'm.Sr. Depulado : Isso se da no ootro em
grar.de escala.
O Sr. Abilio : Em grande escala, sim, mas en.
menor escala rio que no hydrogeno puro, nio por-
que lenba esle mais oxido carbnico do qae o onlro
mas porque, pela qualiibide de inodoro, derramado
em um quarto por onde a combnsiao u3o se opera
promplameiile, sem que as pessoas da casa se aper-
cebam e o reronlier un, faz com que por mello lem-
po o aspirem ; porlanlo, o que digo he, que o "az
bydr.igeno puro anda leudo-menos oxido carboneo- l. conlralo, houve >
I* hf;-'7*2SSE*'!l 'er C"e,r ="- Wrei:. duque om nenhuTouro pP" que
gum, l.iz que, derra vado em nna ....er Ino.. nm ..i,,.., a, i-; ___;...:., ^_ ____ _. ?.
le llnpral nao lem lim. n.. em resiillado, e que
eommissao mullo legtimamente disse, nao ni,re.or-
ille allenoAo, e assim Dio deve por nos ser adoptada a
que a sua proposl proposla Doprat Eslad'Ens, quer sujeitur-nos a mn.
ariannt.. ezperiencia. que nos pude ser bem doloro-a, visto ain
da nao ser confirma.la pelo- fados, nem pela auturi-
dade competente.
Sr. presidente, na sesao paseada foi combelida
pelus nobres depulados urna clausuia do conlralo
actual, que he a rio arl.gu i por poder dar em re-
sultado u- coulraladores, usando do bvdrogeno puro,
ue no pen-ar dos nobres depulados he summamen-
por se considerar experieucia
motivo, por
que ao lempo em que elle fez a soa proposla em S.
Paulo, ni. poda saber qae a qiiehavia de.xa,lo em
Pernambuco mo linha sido acceda, porque sendo o
contrato feilo aqui em abril.foi em abril que elle fez
sua proposi em S.Paulo. Elle saturnio daqui foi a lia- que no pensar dos nobres depulados he sunj .,-
ma, aluacbuu o contrato de queba pouco fallei, | iiu le mais barato, trazendo o resollado de licar a pro-
Kiodeu-se coro o contrato Maiin, foi emlim para.'S. vieta eom a iliuminarao muilo mais rara duque
i .mo, ia tez a sua proposta em lempo, que na" devj le;,r x ..<......... ....--------:.... ....
poda saber du resultado da sui proposla fe.la
y......."" ""-'",. un, pioposia .eii.i em .. i .nr.-i aos nobres depulados une e-la clau-ula
lernambuco. e disto sei eu pelo que lina cunes- pela qual lem elles lana repugnancia, he a mesma
nnnnenria ......... an c .1^..!.. ..n tm__...*, :__.___i* _
pondencia da provincia de S. Paulo no Merca ilil
de Ii de abril.
Mas vollando ao poni em que eslava, declJ.ro,
que enlendo, que nesle conlralo nao houve falta] de
concurrencia, pelo contrario, houve o possive ou
solea aque jamis sedeo em eonlrloa,algam;nao l|uu-
ve aind. um coulralo, e respeilo do qual houv
maior publicidade, e lana devulgarao, por qu
deu-se urna circamslanria particular e que vou
ferir, e em mea spuio peco o lesleiiiunhu de
;sse
..lo
re-
un
-............> i",n -''-"insioiicra ue nao ier ciieiro al-
gum, faz que, derramado em qualquer lugar, como
(requemes ve/es laceada, Uto se dando por eme-
Ihanle incidente, alo se respire por mais lempo urna
Ihmosphera envenenada, o qoe nao se da' a respei-
lo do onlro, porque'o seu rheiro especial o denuncia
----------------- -, .... ....... ....... i | .i .
alem da Iri provincial do auno passado ler ido
a competente publicarlo nos jurnaes, e por isso
desde o da seguinle a sua publ.car.lo, eslava aberla
a concurrencia, Eslan'Ens, chegandoaqoi da Ero-
r ----------...n.,o. pa no da seguinle apreseulou se na Ihesouraria
o na x e'/es ,.', v .7 ^ 'e",, '"" '' ",U"do 'l0 "n,,i f","<1 <>" P"*l"enle, duendo]: eu
mXta.no, t U qe "' v"lnr* ""- I""0 "" '* propo.las que ex.s.em no arrl.i-
ineniaiameme. v j,,.,-- iimi.,...,, c. ....___,________ r.
Marques pnr eslar em
r permitlidi
Agora, Sr. presidente, rumprc me demoilostrarse
os enconlros e-l,in regolados por lei escripia.
Sabe V. Exc... a rasa c .. nobre depnlado, que as
in-lriirri.cs rio .11 de Janeiro de 1831, ..Simeones gc-
raes. dada, para regular o pr. rurado. do juizo dos I respeilo
rollos da crie e das provincias, he para Pernambuco applirac...
...I.,.d.aria, faz parle da legislariu da Ihesouraria mu pergunro, ., es'se mellK'r.moul,', n
que I necessidades publicas qaanio a illaminoeSa d cida-
|..e loi o
una .de un mecha
- lorie e mais ele-
mento que >e leu. leil,, a
. ga/ hydrogeno puro com
llumuiaoAo .... aquecimento at ho
----- .__-__ ->.*ax.a ir, (, |||t,
399 de Iri.".?- esla lei provincial em vigor diz
O Sr. Aoilio : Mas se o quarlo for fechado,.sa-
be o nobr- depulado que a rombaslo nAo se ope-
ra inmediatamente para formar-se o acido carb-
nico.
Um Sr Depulado: Eviporase, porque o quar-
to nao he ben..encmente fechado.
D sr. Aoilio : Bem ; i.....i.i. serve senao para
demonstrar que o derramamenlo do gaz hx.lrogenn
puro, pola sua qnalidade de nAo (er cheiro, "pude ser
cousa que algum animal enllocado na sua visinhan-
oa respire por mulu lempo essa albmospl.era im-
pregnada de partculas venenosas.
<"m .Sr. Depulado- Collocando o animal no
meio em que elle esliver, s.in ; na visinlianra,
nao.
O Sr. Abilio : Perdoe o nobre depulado, eu
explico o que enlendo por visinhanra ou proximida-
de. Supponlia o nobre depolado, que no sen quarlo
de dormir livesse um condados de gaz para a illu-
minacAo de soa casa e qoe desse lubo ua altura do
sua cmara se .Ierramasse urna porrao ronsidenvel
de caz ; ora, estando o nobre depulado a dormir nAo
respirara pora, :|, ',, emais horas e.sa at.nespl.era,
ale que os primeros symptomas da asphixia o ac-
rordem '.'
D nobre depulado na eria assim virlima de um
ei.venei.an.enl por asphixia '.' Mas pelo contrario, a
exlialar-o mephinca do lixdregeno carborelado no
seu ojia, lo de dormir denunciar logo ao nobre
depulado ou as pessoas de sua Ismilia n derrama-
memo do gaz.
Porlanlo a qnalidade de inodoro qne lem o gaz
hydrogeno poro he a mais nociva que elle encerra
porque be causa oceasiomil do so manifestaren! os
Oros, lano que diz o escriplor, a quem me tenbo
referido, que aclualmenle o desidertum da silencia
en. tranca, qne be foco da illuslnoAo, be aromalisar
e gaz hv urgeno puro, visto qne om do. seos maio-
res defe.los, he nAo ler eheiro, qualidade esla que
.amo o recomniend.i no conceito dos nobres deno-
tados. '
Idilio pois r.'| elido o que diz o Sr. Mallel dis-
pensaiido-mn da leilura de d.ia- pagina, deste li-
/ ... Sr. Diputado : As vantagens sao maiores
porque uceupam maior numero de felliaa,
o sr. .//,i7/o : o nobre depulado parece-ea com
ceno poeta, que media versos ., compaseo, avalian-
do-os ,,e|. SUil exien.ao. c nao pela forra de sena
pensamenlos c belleza .lesnas i.nagens ; mas eu au
pens assim, essas doas palavras em que cumprehen-
.....V.....tn-ageos, sgo para mim ia,. valiosas, que
o noli... depolado e.irhen.lo quanlas paginas quiz-r
par., provar o contrario, nae me convencer! de cer
lo einquantua sc.euo.a au remediar esses incnnve
mentes que acabo de pomar.
Sr. presidente, creio ler demonstrado que o ga
bv.lrugeno puro he em si menos hrilhante, mais pe-
riges., au s pelo ludo das explu-,.o- u qe be s-
je.to. con.,, pela lae. lade de causar, .envenname.,.
lo por asphixia, o menos econmico ; nlreUnto
qn.- .. hydrogeno carborelado a lem contra i.. mar
cbeiro qualidade esta que com
vel, devendo accrescenlar, q
depulado que se acha prsenle. Disse en, que es
le contrato, hmive a maior publicidade pai
vo sobre iliuminarao, e o Sr. inspeclor respunu^eu
Ihe : que nao as moslrava, porque eslavam enj po-
der .lo procurador liscal ; foi enfilo Estad'EusL a
casi desle empregado, e em virlude da portarih de
que eslava ar.nadoa.s propostas ll.e foram conlidas;
lal era a franque-a, lal era a lealdade rom qie o
presidente proceda em tal negocio.
O Sr. S. Olegario : Parela.
O Sr. Ailio : Parecia pois visla del um
faci desla ordem, isla be.de se moslrarem a Es-
lad Ens, as propeslas dos sem compelilures, anda
sa pode dizer, parecia '.' Koram pois moslrado- a
esse concurrente a. proposlas, mas elle em
de fazer rumo ouiro concurrente, que copin
cerbis proposla Gtbson, apresenloo nulra, que
merece serio oame, porque nella se .dlereee ,.,-
ciindade ao governo n'um dos pimos es-euciae-s islo
lie, nessa proprata, nem -e dcrlarava o numeio de
lampees aque seobrigav, nem o numero de .oras
que a luz devia durar, Eis a spa propwla ;
i.Ar f../omlii Esdla'Keni sequer como onlro coi cur-
renle.que copin Literalmente a proposla do sen con-
trario com a d.lforenra de olferecer gaz pur -2'.l reis
em lugar de 31) res cmo elles. Alm dequernos-
Irem-nos os nobres depulados um s prelcnlenle
que bouves-e de.xadu de coi.co.rer por ignora ici.i'.'
Por lano creio ler provado, que em codlralo
ne.ihum, houve lana publicidade como nesle. Lu-
go a proposica.. de que o coulralo fora feilo -lau-
deslinamente be inexacta.
Sr. presidente, u concurrente Eslad'Ens, ni sua
edo de concorrer, apreseulou urna proposla que
nem meiecc as honras de ser examinada, pirque
ligar
Iptii
nao
ol.s
o nobic di|
falla nao seja esseiirial...
Um Sr. Depulado : Isso poda o govertiu le
exigido.
OSr. Abilio : Nao digo, que nao ; mais islo
serve pata provar, que urna proposla deslas u
din merecer do gbverOO altenoao, enlre lano
vernu formiilou suas bases a ollereeu ll.e
lo po-
o go
E
--------- .^-..... ...-.-v" ve .qirucii IIIC, ti
que havii renfrander o procarodor de EsCh.' ds
|t.. I,. ., ...l.l.s.la. ,1,^ __.
por diversos -crib.re-, que .. bvd.ngo'n,. carlHireUdo
soexnaia esse cheiro desagradavel ouando mln tslt
mltammadn, c qoando nao. amis be de modo a
produzir ...rominudo ; deven,!., arrescenlar que os
progressos da sciencia leem relio laes melhorameu-
los nesla de-robe, ta.qi... ceilanienle nAo be ella bo-
je o qoe era ,. ai...o paseado,
. lan-indo-me. Sr. pre-idenle. io qne rhamarel ,,
essencial da queslao. que be conlralo e que
presto'.....-..... '
Pedir., presiileule da provioeia a coa
cxlraordinaria, inaisesquisila, mais esdruxula
mo que be possivel, porque pedio que se es|
para elle cous.illar os inleresses de sen
tilinte. !
o .Sr. Uni -. Consultar os
con-tituiile !
O Sr. Abilio : Sim. repilo, pedio qoo
- pera.se, qoe elle ronsoltasse OS inleresses
constitoiale, O nao embique o nobre de
com a palavra ninleressesn porque nao sao i.
esses inleresses a que me roliros ; mas o qoe
lO be. que Daprnj tove o son. -eremouia de
ao presidente .la |>rovinela .. rondic. de e
que ello oon-iillasse os inleresses do seu ronsl
ao que de mo to algum poda a.muir
da provincia. Aberla a concurrencia par
liase, (i faz prefer-1 quer objrclo do servico publico, apresentan
na., seguida piolen.lentes, que se arbam habilitado
...ais
mes-
erasse
ui-li
i e das adminislrares ..e paroclua oro Inglaterra. n'fc \I,M v-
li Uve oecesiao de moslrar, que a ultima proposla ,, !, ->',u < Porque a l.rma desset ne-
i Dupral uao lem lim. ni le... resallad... a I e,oc,n'" '' lrausm.ss.vel na pr.ra.eomo as pro-
pr.a. apulices e a banca nao be Irausmi-sivel
lia um aparte.i
devia (icar. A clausula he a seguinle : i,le.
i.i direi aos oobres depulados que esla clau-ula
insta cerbis que se conten no conlralo de illumina-
{30 do Rio de Janeiro, conlralo esle que foi exami-
.ia.fi. pelo coaselho de eslado ; e porlanlo nAo poda
de modo melhor o governo da provincia denominar
a uatureza do gaz, que quena fosse adoptado, senao
indicando que aquelle o eslado actual da se.enca re-
co.mncndar.
Eis aqui o arligo 2 do contrato do Rio de Janeiro
(1*0
lie visto porlanlo que esta clau-ula lie Uo reeoinmen
davel, que o contrato do Hio de Jane.ro considerou-a
e o de Pernambuco copiou-a: nao ha disposicao per-
ianto, (naje bem pensada, afim de se aproveitar
qualquer melboramenlo, qualquer idea de pogresso
do que esta clausula.
A oulra clausula ventajosa que se consigna no
coulralo actual, he a seguinle : como quer que
O Sr. A/ulio :Eu lenho a precisa boa f sern-
om,,ir ?-r*y*"to> rW laso digo que seson.lo a
op.nMu,lealguem que embicar com a expressAo-
apol.ces-nao esii sali-feita a clausula do conlralo
mas eu pe,o_ diversamente, a assim Mo posso Ura.
a cor.seque,.c.a que lira o nol.re depulado da nul-
lidade .'.o coulralo.
Com estos coiisiderares, com que creio ler faliga-
do o animo da casa nao apo.ados a-senlar-me-
nei votando pelo parecer da eommissao. Vlguns
senboresmuilo bem. ) i...u..e
PAGliMA VULSA.
Esle mundo he um engao, e bem papalvo he
aquelle. que faz nelle nanea. No almenlo em que
" e-pir.lo minia vezjraligado de fazer castellos no ar,
es|iernado rcalisa-loS a mo.le, nem sequer deixa o
homem dar o ultimo suspiro de salisfacAo; sorpren-
de-.., e dernba-o para sempre, e tuio n'um api-
ce ima-se, deuando a todos coro olhos estpidos, e
agua na boca, e creiam la em fel.e.dade- cj debai-
xo !
No domingo, qoanto percorria as ras do bair-
ro de Santo Antonio o carro, onde (remulava o es-
cudarle da sociedade de bailes masques, e que
dentro ia repimpadn um impoilanle caricato, de
messa em puuho, um ouiro carro eucoiilra-se con.
K
Ksla,l'Ens fermalango o seri'Vai.iratV'tTves.'e' fi.lladu i "",;"*,"", e ** """e enlaocoi.lij*'
em seis ou sele velas de espermacole. sem dizer as "'""'' ,P*>ou' c'"" ">"' P" di,r Pnlttw/
ca a que o oplro p.ssassc, e aquelle i.mbem par,
------------- .....-...,... ,u .. 3c ......... ..,. --.. i,ii.aoo
em seis ou sele velas de eipermacele, sem dizer as
dimcnsf.es e peso deltas, nem quanlus graos em
peso haviam de se consumir no e-p.,..-.. de cada ho-
ra, o presiileule da provincia fui a>sz prevideule,
consagrando uo conlralo a clausula de que cada
combustor darla urna luz da inlensidade de dez ve-
las de esparmacele, gastando em rada hora lanos
grSsS : nAo podia porlanlo ser mais cauteloso e afim
de qae a sua boa fe nAo fosse illaqueada do que
eslabelarer no conlralo essa clausula ; e ainda nes-
la ponto be mata vantajoso o contrato de Pernam-
buco do que o do Rio de J-neiro.que diz cuja inlen-
sidade da luz se sera de seis velas de cera i le. I
Eu c.eio que dez velas de e-pe. ...arete rte haver equivoco con. a Mearina ou com a carnau-
ba purificada I dez velas fabricadas de gordura de
baleia.dau mais luz, do que sois velas.le cera, rom
no contrato do lllo de Janeiro, porlanlo alo esse
ponto ihe estamos superiores na qualidade c inlen-
sidade da luz.
Ds nobres depulados se lembraram de admillir no
contrate a coadlcdo, de dado o moliioramenl depois
de poslo e.n pralica .. conlralo actual, pelo -va-
lona do hvdrogeno carbereladd, o governo licasse
aotorieada a maular .una apparelbja, um eslabeleci-
menlo segundo as*aecessidaOes.la nova descuberla
para melhorar a iliuminarao. Jl's, quem nao ve
a inexequ.b.i.dade de lal medida .' Por cauta de
quem se lera de montar essa nova inacluoa, esse
gazumetro para o novo sxstema de iliuminarao f
Supponha-se mesmo e eu admiliua bxpolbese, que
daqui a dous ou Ires anuos se faz um ...e hurammlo
vaulajoso, devoremos nos esperar lodo esse lempo e
abandonar agora om nielhnraineulo exequivel que alias precisa a provincia '.' E nesla hxpothese
para de.xir o seu rs-a-oi's passar ; nesla deligi|.
passou o .miro, den rampo l.vr- o do ma.r n '"
que ha celebre ms-o he o seguinle : logo, q.' : "
dou- carros se avistaras, as parelhas, que aC9, ^
leanJo bem scisinaram. e e.barraram quasi a'1 "
mo lempo junio ao boceo do Ouvidur ; os, n,e!"
rl-seiivolve.aiD todos OS recursos da arle, '>"l">\">*
de minha vida al que alinal urna del1' f *"'"**
de orelhas em p, passou : e nAo lerian '',""![*'
nao .' N'um carro ia um mascar """ 'u,s
-laude habitado ; o defunlo lev, J" "ulr0 am
e o mascara, tremen da mora-' ," ','" "'<"
applaud.o, os bol.eiros nra., n",rr0; Pv"
ba.le, o uulru pira o ceuyi, e "'n fo' Para
as gloria, desle mundo: "H se ',a"8ra
veu.lou.n burro morlo-'T P"r1U8 .' o onlro,
- O baile n- >re na", mmo* n'ounem /
le.,,!., .id, ,%, e,e da rua PraiaJI
bo ; m.l.t. oraah^ %equel.":,.s,L"',-Ve 'b
la illumi....caoelc. '.. Sr. Ur. ourado complireceu
elle, como auloridade policial. ne coulinoero

nem meierc as Honras de ser examinada, pirque que alias precisa a provincia'.' E nesla I.vpothese
esqueceu dous p. utos cardeaes, que eram o Di mero acosla de quem ser feila esla brande despea* '.'
de couiliu-lo.es que se obrigav t dar, e o ni mero t'ma oulra claii-ul.riambom foi consignada no
de lloras, que deve durar cada da a illun.ii acao, contrato e he a do aparelho liudus os Iri..la auno-,
e o nobic diputad,, nem ninguein dirs, que sla "car pcrlenceudo ao governo no caso de elle au
falla lulo se.a essencial... nuerer oi.nl.nuar n eonlraln <.nniitr.n,,n.., --
.1.. aquello, que mais vaulage.u ollerer?
que n prncedi.nonio da ud.mini-Iraca
suslado ou inlerrompidn, e mesmo licr sob
de ao be... eslar de um individuo que qu
correr.
Eis como se deu o f.iclo, r ei- o que den
para Dupral vir a esla casa pedir oque Sr
I denle '.' Oque pede llupial no seu requer
Pede que rescindido o cunlralfi ,'lual se ahr
a censura ,1,., nn,,, depuladn, dir.? qLe I ^Tco^eZ., ^J \^Z
querer continuar o contrato, romprando-o a compa-
nhia pelo valor que enfilo tiver aquello eslahelec.
meato. Ela clausula he lambem do conlralo do
Kio de Janeiro, lindos os lrit.fi. anuos o governo
lem de mandar avahar o apparell.o pelo eslado em
que .-lio eniao e-tiver. e ne-sa orcasiAa ha de dar-tile
o valor que elle juslan.onle merecer, porque he vis-
" lo que ao prupr.o gaveruo conven., no caso de des-
pedir aos actuaos contraanles ter o apparefho mon-
tado para e-labeleer urna nova empreza com oulros.
lie anda mais vaulajoso. o mralo de Pernam-
huco do que o do Hio. por que la .. governo he obri-
'" gado a comprar a inoe la o apparell.o e em Pernam-
buco he obrigado a comprar, mas em apolla: ainda
inleresses e seo I pooto he mata vantejoo o coulralo de Per-
1 ambuco.
Oulra ulilhla le do conlralo actual lie a obrigacao
re fornecer a companhia o gaz sos particulares
polo mesmo preco porque o fornece no governo,
entretanto qne na proposla Dupral ou Eslad'Ens se
vendera aos parlieu.ar. s muilo mais caro, segunlo
elles ajustaren, vi-io que so uva preco ao que se
fornece ao governo, de surte qoe a empreza lhsoii
. he muilo mais vanlajo-a ueste ponto lambem
Sr. presidente, en. conclusa. firei urna
; vario c be a aecoinle : en vi que o nnbre depulado
jo Sr. I)r. Sabina combaten lo com todas as furris o
contrato de illuminacau a gaz celebrad pelo pre-
sidente da provincia, snbmeltidn nessa approva-
ro snmenle na parle que diz espeitu ao numero de
horas, que i r con- ; preciso, para esclarecer a mim e a casa, saber se
na Ibesooraria da provincia fu.am reCOlbdot pelos
motivo I eoBlraladoros oa AfhUOSeomo ca.icao, ese elles o
I re-i- 'mam em apolires ou em dinheiro.
nenio'; Eu. Sr. presidcnle. p.n ocrasi.'.o desse requer
o es-
de sen
Hitado
dignos
le cer-
propor
perar,
minio,
presidente
a qual
-se os
overnu
sem
p.js-a ser
irdina-
^
------- I -..., .... p. (-,. ,.,... y... .. .-...O UP-Se
H nova- nienln quu demnii-lrar ao nobre depuladu
de seu que nada linha a falla de cumpnmenlu de
. __----------- e-*111".. wiio imiunineiii
os directores a ollerecer ao pove esses momentos de
recreo.
Repiramns, |e comnosco mais alguem, que
leudo salud., a imagem de Santo Antonio do tren
em pruris-o, nao fosse acompanliado de urna guar-
da, tanto mais, quanlo he elle militar, e civall.ei-
O deposito dos restos humanos, que esla n'nm
beq-iubo na ord lerceir, de S. Francisco, esta "
mais in, verenc.ado pu.sive', porque de inislura
Oh"'" ;?me,.amr!a,nben, "** ',e -'" ""
Ol ncui lame apurar o -pulvis es- Convem
res us ossos humanos, como espelhos onde sempre
no, .levemos mirar e-pelhos com la., acos Z
ra -preilar quem he feto. V ^
Foi roubado um pobre malulo, que leudo Ira-
z.do uro escravo ( nico fi.lvez que pos u" | para
vender nesla cidade. e reiafc suas necess.dai-i. 11
abbado realizou venda VfioJl as ,' ,
deram-lbe un. Uro ,. uU*\Tl?t po'
C.ajajsabe c esta fazen.lo ,, pCsqUas a,P,s-
do .;V"r,"" "*' Xico 9+ZEfm tadrlta.
.."iJiSlrll! r" ,lns ''""lores.-JIorreu
naqurla-le.r.i ,n.i mulher e no sabb.do mo.reu
"marido, eale hoje nada da eaM ,er des.feclada, 0
eeeT ^JST"!***' '"" Cl"dn '' Pn<". qoe
e usJ; e srr,Uo pM,''>' ^ p-
cuio, fnni,. a -.","',aS *"'"- """"<" "" ,
ejes fu....... de.lain para ;1 pll(e, publieaneiito
despem-se, f. fallando com pouco cus,,,,, fa, ,"
r;pd:;.rccomme",ia an",u""-
Falla se uum baile, qu os oillciaes da- om
dos balalhoes de guarda nacional vaO dar
Continua o commercio degarapa pelo emnre-
-lo consta he voz geral. d.zem com certeza, que al
guus desses ro.us senherej para l.rem suas dispen-
sas surtidas, receben, certas men-.alidades de.-mo
Huirlos ., de algu.nas tabernas, .. para e-tas nao se-
rem perseguida, con. mullas oo para evilarem as
multas caprichosas.
Na veapera de Santo Antonio, na roa da Man-
guen., um marido maltraten com juncadas a sua
mulher. que bollo e Sanlu Antonio !. | alguem
r..t chamar o inspector d'oulra ru. o qoal veta
arompanhado de i soldados de polica, e achou ..
- q.uri- :
- > vixirujirs. i i c i i i i ,1 f .-i i" !
a ca.a marido tranquillo, e a mulher ralban.!., como mo-
ie\ eres Mhsr qoe era ; .leu a voz de prisiio, a qoal nio se
MUTOxT^
ilegive:l



I
>
t
t
i
DIIB'O g PM6R3B tr TERC* FlIM 17 D5 J!lNHO H 1856
quit render o marido, oliendo, que nao liavia cnm-
111 lllido crime, e im ensinara a mulher; porque
lo mirar em MI rasa, fallir por oulra y ru uin
contrabando o Mpoelof responleu, que sendo se
elreiase a prisro, o tirana de dentro do rasa, ao
que retorquio o linmeui, que estiva u-ir tiii i n em
sua casa, na qual elle inspector nao podia entrar.
em ] ni ti. fosse imite, psdendn im cerca-la : inli-
maiiduo inspector, erepelindo o lioinem cssas pala-
vras em vozds altas, ouvi las pela visinlianra, que
posia as purlas de suas casas uiiviam o quanlu se
p;ss>iva n: rtia casa ; o inspector rom os j solda-
dos inva liram n a forja a casa, n'ella enlr.iram-
pmaram-se espadas, e ilenin rom ellas no honiem,
que so taiagnUr na mulla casa nio pode en-,
ir.i, :..emlini o liraram da casa, levando-o preso
e agarrado pelos-J soldados !.. Como lie, que ne-la
ridade publicamente se anima um inspector a
pioce -ter desla maneira ".' Como he. que um tente
policial provoca um homein a car perdido para
sempre e t.zer a desarara de lodos, que llie per-
tcneem f Ao poxar das espadas, criluu a^propria
mulher nao d '!. Com a espada. Dio .. s.e
inspector porque nao se poe a cassa dos hamwM do
n Tiro?*' J'1 que he Ido u dilicente b queremos di-
zer valenle '.' poi nao com al-..m delles faria de
Que ageut-s polica**,
Sao cerlos inspectores
Ou sdo jogaderes.
Ou suardas desertores Can.
__Xa mesma noite do inesmodi.i. na roa ila Alo*
-na, dous amantes nvae lravar*m-e de raines e
pelo ciume chesanam as nidos se s camaradas nao
os I IHlimntll. e na verdade o fado, ou cousa esteve
clieia de poesa ; por quanlu passnu-se ao bello luar,
sobre a relva, n porta do templo da deosa adora-
batnr.
E ella de dentro
Vendo, e ouvindo ;
Elles I fra
(osos alindo.
Srs. subdelegados. Vi. Ss., uo lido de permiltir,
que algn* agentes poljciaes anda teolido occasio
iie lau escandalosamente calcaren! nos pe* o direito
ni.ii, sagrado do gula tan hrasileiro; consinlam, pois,
c dencm, que estes homeni lomem os beuliiihos do
sanio quurlel.
Tainos visto rondar diversas palrulhaa de suar-
da nacional; tal vet que agora as.cousas lomem ca-
minho.
|Uospilal de caridade, 11 de juulioSI docnlei.
da Btt
Aluda os sinos da matriz de Sanio Antonio.
llantn, os sillos desta matriz em um dos dobrea da-
dos, nao sabemos por quem, ou porque, consumi o
-hiti-i.v. ou algoem por elle i!) minutos marrados
por um relogin III Sr. liscal, queira olhar para o
que eicrevemos, e cohiba a este amigo das baJala-
il.i-. alias recorreremos a illustri-sima cmara.
Elista defronle da igreja dos franciscanos den-
la cidade um espado enlre as casas que esldo por
edificar, o qual serve de monloro e de actos inde-
centes, islo apezar de luver urna postura que deter-
mina que seinelliantes lugares sejam murados, ra,
quando as barbas da policia do governo, se dei-
\* de eiecular ai leis muiunpaes, o que ndu acon-
tecer' por este mundo de meu Dos! !!!
At amanhaa.
Sobre o l)r. Bonifacio de Abren, sem conceder-! novo, l'elo menos lie este o modo por que encaro! do contrato feito com Mi. I urnes, o nosso conlra-
llie o tlenlo potico do Sr. Almeida I rcit.i-. julga- [ a qiieslilo. \ \,\r :
mos que anda nao se poda sentar nos lagares de I Nao posso laminar e-la* eoniUerarfle* sem denio- o Elle.o mencionado George Fuenes*, pela presen
honra dos nossos poetas brasileiros. I rar-me algn* momentos sobre as atiene-oes rom que [ le declara que, nao obstante ,i reiponsabilidade illi-
O que so s,-gnj lie a jaUOca(So do Sr. Barro* de a ministro hrasileiro nestepaiz nos tem de continuo [milada do* accionUlui na me*ma eompauhi* ao diln
ser supersticioso por lodo- os pelas brasileiros, e Dio honrado. Sinto que elle aqu nao esic-|a buje. Ten- tieorse l'urness,sob o im-sino contracto, elle, Ueorge
exclusivamente pelos bldanos. Nao o contestaremos | cionava achar-sfl no ineio denos, mas infelizmente | Pernees, o* en* esecnloree, e administradores, uso
le Uoaineiile damos-Ihe ingresso na exrepcdo que onlros alazores o dcliveram em oulia p-rte. Em
Uzrramos, quando e-creveruos. iO* baliiauos pela
mainr parle -Ao supersticiosos pelos seus poetas, nos
congratulamos de encentrar na |iarle excluida o Sr.
Barro*.
Temos respondido. I', de Caltuttm.
&arn> ve tyttiwimbuto*
A as*emhlea oceupou-se honiem com a discussao
de um parecer da commsssdvde inslrnrro publica,
relativamente a pretendo de Joio d Costa Me-
deiros, profesor subslilulo das eadeira* de inatrne-
rdo primaria da cidade de Oiiiula, o qual foi ap-
prnvado, e rejeitada urna emenda ao niesmo ofle-
recida para que os papis fossem devolvidos ao go-
verno alim de deferir como entendesse ju>to, e jol
gada objeclo de deliherarfli nina resolural >, que no
*enti I.) do parecer loi rpreseutada durante a dis-
cussio.
Ilispensou a Tipress.lode um projecto aptesenta-
do pelo Sr. Ignacio de Barros, dispensando os
alumno- do Gj muasio da exigencia da ida le de que
trata o art. t_!K da le n. 309.
Approvou em segunda discu*>a > o -projecto que
aulonsa o aovrno a pagar etercicios lindos, a*>im
como tomou igual deliberarlo em primeira discus-
l.'io de don* projeclos. om que approva o c.unprn-
inissoda irmandade do glorioso padre S. Antonio
do llii-hiriii.is., e oolro que desliga a eadeira do
cnsino primario do eullegto dos orphSos da capella-
na do ni .-mi i collcgio, e aulonsa o governo a
mandar iruver esta eadeira. **
Oispeusaram-se os intersticios de-tes Ires projec-
los alim de serein da los para ordem do dio de
am>.ii'iAa.
I'assando segunda discossSo do orcamenlo mu-
nicipal, approvou < arl. :> relativo a cmara do
Kecife.
A ordem do da de boje he a continuac/io da an-
tecedente, a primeira disrussao dos projeclos ns.
SO o "il, segunda dos .le ns. 12 e 2". lerrira do de
ns. i I e das posturas da cmara de Nizarelh.
Becebemos noticias do Bouilo com d ila de id do
correnle. A Iraeqailhdade publica ala tinha of-
frido perturlnr.lo Iguni.i em taifa a comarca, O
invern era re-lar. Iiavia abund.iiu'ia de ludo,
-;oHid-se nina collicil lisougeira ; e a (arioha
lem-se vendido a S patacas o alqueire.
Becebemos igiialiueule cartas de Sanio Anlao,
Nazarelli e l.unoeiro, que a.io aquellas con arcas
em estado salisfalorio.
SontrnnnkaboZ.
O SB. l'ESsOA DE BAKKOS E A SUA DEFEZA
Quando. no campo da halalha, o hilador enoj ido
de eombaier com um cobarde da de frente com um
inimigo valente e generoso, que nao leme descubrir-
se, e cavalieirosamente manejar as armas; enUlo,
lome de tremer, as su,s forcas parecen! redobr.,r de
actividad--, o sangue bulha mais quentc as veas, e
o combate be um evercicio deleitoso.
Succedia-no< o inc-uio L'm iuimigo pobre de for
cas, mais bastante rico de ignobeis recurso*, sabio-
no- ao encontr mascarado no anonymo. Nao obs-
tante, combalemo-lo ; mas as arin-e a pafao eram
desiguaes: o combata u;lo poda, nao devi conti-
nuar.
He quando b Sr. l'essoa de Bairos, dispnndn da
capacidade, que ja por ve/es tem provado, vem eu-
vi-ta-la na refulac^o de uosso juizo critico sobre os
poetas seus comprovincianos.
Primeiramenle cumpre-uos agradecer ao dislinclo
i-ollega as expresses por ilemaisgenerosas e li-ongei-
ras, com que houve de tratar nos. Depoi-, permita-
nos que apresenlemos as razoes, porque anda jul-
gamos de pe a opinido que emitlimos.
Principia o Sr. Pes'ua le Barros por mostrar que
sobre os arremedo* do Sr. Dr. Caelano perdemo-not*
e por isso tancamos mu do ridculo. O Sr. Pessoa
de Barros, ]ue lr*z pella a queslao de compelin-
cia, desta vez nao foi feliz porqii-nto estamos mais
coui|ielentcmenle habilitado para julgar dos arreme-
ti*, do que o Sr. Barros para aflirmar que nos ner-
ilrmos em nossa critica, visio co no o mesm i Sr.
Barros confessa nao ter anda lulo os arremedo!.
Quem, pois, d'entre nos he o peior, o menos com-
petente julgador '?
O Sr. Barros nao refutou o nosso juizo sobre o Dr.
Caelano, : diz : -. Ao Sr. Dr. b'ihiueiraa appellida o
Sr. P. de Calas.m- de > poela de arremedo ; ado
hera cabido appellidar ao Sr. Calasans de arre-
medo de critico.
O nossos erro* (se os houve nao attenuam os do
Dr. Caelano; porlanto linda detn vez nao foi feliz
o Sr. Barros.
Diz mais : u*gsanlando-.c a imitar o Sr. I.i-
|-1- de Meu loin; i, nAo seguio os seus preceitos ; por
que o lii(erlo ilisse: a critira n.lo pode ser seve-
ra, -li pena de atacar peia raz a poesa nascenle, e
fazer desanimir as vocaces esperanzosas.
Se o Sr. Barros leu rom altenc.ln a nossa critica ha-
via de notar, que previmos essa ftil ohjeccao quau-
do dissemos que, sa os arremekp* fossem o fruelo de
un joven de 17i anuo-, seri.nn dignus de acolniuien-
lo. .Nesle caso a nossa etlica sena severa, mas o ca-
so em queslan he diamelralmenle opposlu : os
versos do Dr. Caelano Filgueiras nao sao poesa nas-
eente, o Dr. Caelano nao he vocaeflo esperanzosa. O
jui/. mais escrupuloso nao duvidaiia qualifica-lo de
negacAo potica.
Diz mais o Sr. Barro< que nos servimos do ridicu-
lo. Os arremedo desaliam o riso, e s o riso pode
algomas vezes adobar o amargor da critica. Depoi*,
ha mullas especies de ridiculo : o de que nos servi-
mos ao nos deslustra.
Diz mais, que tornando-nos censor, e ullr,i|i.i-- in-
do a missao que eonceberamos, cabimos na dcsa jra-
do. Nem todas polein ler felicidade de agradar,
como o Sr. Barros. Alin dis.o, ja era nossa couvic-
S*a quau-lo escrevemos, q le iramos desagradar pe-
lo menos a ibuito* dos comprovincianos do Sr. Cae-
lano. O qoe disse ja -ah.mos.
Continua o Sr. Barros: op.ss o Sr. Calaa* a
analvsar succiulamerilc ns poelas badiana*.* Quem
leu a nossa nabbalina vera' a' primeira vista o enga-
o que vendnu o Sr. Barros quando as-evera que
aualvsamos.il i equivoco lalvez ; porquanlo ern um
quaoro synlhrtico, e bem svnllietiro. apresenlamos
0 nosso iuizo sobre a Baha. D., symhese a' analvse
vai d difterenca do lioito ao inlnit.
Agora sim, temos necessidade de anah-e, e a|>pli-
qi-in.-.-lo sobre os poelas que o Sr. Barro* indica.
Perguuta o Sr. Birros : .quem negar ao Sr.
Camacan, gosto, boa;concepcao e facilidade lias suas
producco-s 1 Neganios-lhe osdous primeiros allri-
tiutos e coiiccdemos-lhe o ultimo, que nao he titulo
valioso para um poeta, ile quasi va de regraquan-
to mais se produz mais falla a D'piracjla.
O Sr. Barro*, para justificar o) pompos elogio
que leca do hornero baliiauno, cita estes versos, que
alie julga um verdadeiro primor :
Do lempo Ilimitado
No oreano infinito leve barca
Seu rumo he para as plagas d'alm-vida
Serena se de-lisa
A cruz sua handeira.
He nin pedaco de u-na ode Mas desculpe-nos o
coll -^a. se na* servimos de-des mesmus versos para
produz-los contra a gloria do Sr. Camacan.
Sobre o Sr. Almeida Freilas eeneur tamos que lio
mu morii de esperanzas, e que algamas compo-ices
suas *Ao bellas promelledoras; mas o Sr. Almida
1 i mi i- .un I,i uAo tem dirtiliis ao Ululo de poeta de
primeira ordem, como o visronde da Pedia Branca.
Para a futuro eremos que elle o podara conseguir
parque he nm dos que honram a* lileiras da mocida-
ile, de quema Baha deve esperar mais, romo diste-
mos, do que desses bardinhoa dos palanques nimios
tnnnecidos no carrancismo da-; glosas e soneto*.
A esliada de fe ro de Putnambuco.
\ acta da sessAo extraordinaria ta ass-'uibla ge-
ral ila roinpnnhia de e-lrada de ferro de Pernambii-
co, celebrada em u l.ondon Tjvern a, Londres, ter-
r.,-leiia '11 de abril de iNdi, de couformidade com
us e-lalulos do giverno hrasileiro em referencia a
essa companhia, alim de ratificar a noincacao dos
itireclares.
E igualmente a acia da l.'reuniao geni semes-
tral da companhia, no naamo da o lugar, alim de
ouvir o relalorio dos Oirectores.
Presidencia do Sr. Boberlo Benson.
Depois de ha ver o Sr. W. II. Bcllamx (seprelario .
a pedido do presidente, lido o aviso de convocarlo
da reuuiAo :
O presdanle leyanlou-se e disse : Senhores. A-
cbamo-nos boje aqu congregados em virlude de li-
ma dlsposicao dos estatutos du goveruo brasilciro.
alui de solicitar a Vaaaa approvat;Ao a lista dos di-
rectores ; e antes de ludo permilti que vos assegure
que o ii i--a empeubo na presente oceasiAo he lAo
frvido, como o seria se por ventura semeliaule
ohrigazAo nos uAo irapu/esse os estatutos, pois es-
tamos convencidos da necessidade e importancia de
possuiriuos a iuteira cuuhauca de nossos consliluiu-
les. Ja vos informamos iom bastante miuuciosidade,
por meio do prospecto e rlatono que lia dias se a-
cham em vossas maos, de todas as oceurrencias que
em tido lugar ale o prsenle mutlenlo. Com vivo
prazer acrescenlarei agora, que depois da publica
80 daquelle relatarlo, oblivemos resposlas as nos-
ta* primen.H carlas enderezadas ao Brasil, sendo o
theor de todas ellas eia'a*lrer*ya lisongeiro. O nu-
mero eomplelo de 12 mil arenes, que haviam sido
reservadas para o Brasil, loi de proiuplo subscripto
Recebemos nina altenciaia caria do presidente da
prov>ucia de Pernambueo, qoe, a iu-lancias no-as,
se diguou fazer parle da cniumissAo enrarregada da
ti-li ihmc lo das acres all, lodos os preliminares
para a acquisirAo dos terrenos vAo -elido levados a
elleilo de um modo sal.factora. Com effeito, o com-
plexo de lo la- as commuiiir.azcs tecabidas do Bra-
sil he suiimameiile aoimadur. Nia temos um so
motivo de qtieix.i a refenr-vos. Depositarnos in-
leira conlianca em todos os nossos empresa tos e a-
gentes, c pur modo alsum duvidamas poder apras-
sar a construidlo dos Irahalhos de maneira que mc-
recam a vossa plena -ali-fac.u..
Estamos apenas na infancia'de nossa empreza ;
assim pouco tenho a coiiimiiuicar-vns. Mas ha unta
ni duas quesloes que tem sido assumplo do discua-
Ao f.ira deste recinto, e com as quaes seja licito que
me oceupe algnns instantes. A primeira dessas quea-
tes refere-se snpposta insulliciencia de uossns nr-
Zamenlo*. Mas u3o lia futidaineulo algum para *e-
melhante assersao. Pela nossa parte temos a mais
perfeita seguranza e confianza uellcs, e na sua ade-
quada proporzAo a' obra projectada.
E quando vos disser que e-la Imita foi em pri-
meiro lugar estudada por um de nossos conce-siona-
roa, Mr. Alfred de Mornay, eminente engenheir,
couliccedor do paiz ; ao depois por.lohiisoo, enge-
nheir iuglez. enviado para esse liin especial, e em
ollimn logar pelo nosso hbil engenheir, Mr. Bor-
lliwirk, peusn que posso aliaucar com certa foileza
ao proprielario, que todas as cautelas hao sido acon-
selhadas pela prudencia, liAu sido tomadas, em or-
dem a couvencer-nos da suflinencia de-se- orz-i-
mentos.
I*or oulro lado, repara! bem para a grande dif-
dculdade de evitar a pecha de extravagancia.
Em verdade, para um 'paiz como o Brasil, be
mister confeccionar largos ligamentos. Assim,
pois. e ha poni sugeilo a duvida, he o da mAo
robra. .
Mas e*ta questAo refere-se antes aos mcios de ob-
lec Iralialhadores do que ao cusi do trabadlo ; in-
llue mais sobre o prusre-so do que sobre a impor-
tancia das obras.
Mas nos nossos clculos havemas tomado o dobro
e mais do dobro do lempo gisto m-ste paiz com obras
sementantes, e forza ern' confessar qoe, assim pro-
cedenoo, havemos lado provas de ampia preri-
den.-ia
Em segundo lusar, os Irabalhos de Ierra na nossa
liona nAo serflo de carcter mu dispendioso. Creio
que se podem calcular regularmeule ns enlnlhos e
Ierro* BOfCaminho* de ferro uglczcsem 70,01)1)jar-
as cubicas por milli.i.
Felos, poriu, os devidos abates para a dillcrenca
entre nina linha siusela de trullos e oulra dupla,
avalio em ill ou Vi obras, sappondo asTan,s,s entrada* iugletat dotadas
de iridio- aingela* ; mas o* alai ros etc.. no eamiuhi
d- Poiuainburo eiao ouicain -ule da 32,0fj0 jtrda*
c/ibieas por milha, ou cerca de nn-Va le, por cert aflore
que u.io .,, roosiderareis cuno formidavei*. ceder
r.omparemis a nossa linlia, por exeuiplo, enm a
de Londres e Bermiugli.ini, qoe he urna huta du-
pla. Nossos alerros e corles -i unicaineiile de um
terco em .'xlen-.'i i dos dalla, ten.lo allnenlo a dupti
cada proliKigazAo da linha de Irilhos,
Nao lereraos via lurtos, no rigor io termo. Exis-
te apenas um o luiinel i> de um quarlo de milha em
exlenso, o qual esperamos poder evitar mediante
um pequeo desvio. Se, pois. levantes em c >nside-
razAo esles poneos faci*, creio que concordareis
Com a nossa o|.iniAo acerca da sullicieucia de nossos
orcamenlo- para o iim a que se elles deslinain.
Qaanlo a nos, na qualidide da directores, nAo temos
a menor duvida solire a materia ; e quem quer que
se der ao Irabilho de aprecia-la, se cuiifornidr com
a nossa opmiAo.
He pos-ivel que os accionistas queiram alguma
informacAo acerca da que-IAo da alnnentazAo da li-
nha. NAo pretendo aatbaier esles desejos preseute-
iii.mi|". Beceio anles, em ver la.le, produzr clcu-
los baivis do que exagerados a semclli inte respeilo ;
e como em um paiz novo as circunstancias do Bra-
sil se ii i i .- 'Ih ou os dados com facilidade para esta-
belccer as bzses de um nrc.nnentn, creio que obra-
ra prudentemente ab-lendo-me de aventurar quaes
quer clculos, e conlento-me portunln de assegurar-
vos, que nos adiamos sullicieiiteinente ioleirados ilo
eslnlo geral do paiz, para nutrir a esperanza de nina
alimentaran avullada o mu lucrativa. Em lo los os
paizes onde se lein eslabelecidu i-imiohos e ferro,
aqui, ni coiiliiieulc, na ludia, e ni America do
N'orle, a tendencia cnnslaulc unifrin-.' tem sido
o desenvolvirnenlo dos recurso* desses paize.a ; e nAo
pode baver duvida de que resultados idntico* se
ub-ervem no Brasil e de um m ido lodo particular,
porque, alem da falla relaliva de e-irada-, quasi tolo
o coinmercio interno lie ellectuado em co-la- de caval-
vos e de molas. Alom dislo, o povo oesse paiz he
empreheudedor, a enlrctem extensas rclacots mer-
cantis comuosco e com os Estados-Unidos ; porlan-
to, urna va frrea, que ligue o interior >s co-las ma-
rtimas, he urna condizAo da maior impoitaucia pa-
ra a florescencia e o incremenU dessas rel-ces.
I'm arsinneiilo peculiar em favor da construczAo
d'uma estrada de ferro be o segumte : t) Brasil goza
de urna communicarAo lluvial interna, como pouco-
paizes fruem. Cma vasta extensAo do l-rrilorio he
barloada pelo S. l-'rancisco, cojo curso ollerece obs-
tculos ao livre acceso pelo lado do mar ; mas quan-
do se alcanca a patle superior do rio,, cnconlra-se
urna extensa coinmumcacao interiii mal franca e
desimpetida. t)ra, a nossa estrada de ferro tem por
Iim abrir a cominuuicazAo com esse interior, e leu-
do em l-iulr un; i a falla de caiuinhos ah, o a su-
perioridad da communicarAo lluvial, quando a liuu-
vermos alt'iisido, nenhuma duvida fundada pode
haver de que a nossa e*lrada de ferro seja em ex-
tremo lucrativo.
Mas o faci he, que nia julgamis necesaria -ub-
melier a tasaa canaideraejao ealealoada trafego a ihh-
ella letn deseivir de vehculo e de fomento. NAo
nos ap uaiiios sobre calclos do trafego para o juro
do capilal investido, porque temos a valiosa garan-
ta do goveruo imperial e a do gnverno provincial,
para urna aggrodado de 7:, sobre o de-pendio d
1.200,000 t. Em ref-rencia ao goveruo imperial,
he satisfactorio saber, se bem que uAo repute n ces-
sario alludir a i*lo, que toda a divida nacional do
imperto do Brasilquer externa, quer interna is-
ba apenas a 12 milbes de libras esterlinas, ao pas-
ta que as suas rendas aunuaes -Ao de 1 milhoc*, sen-
do notorio que a amorti-acAo da divida se realisa
regularmente lodos o* anuos. Ainda mais, uestes
ultimo- lempos de aperlo no mercado m.melaiio, as
apoliceside .")* hrasileins raras vezes dcsceram abal-
lo do par. Creio, pois, que a garanta de .VJ de se-
melhante goveruo he seguranza baslanle, e deve
conlenlar-no. Mas alem da garanta de .V't| do go-
veruo imperial, temos mais 2',', que nos garante
i provincia de Pernimboco. Creio que esta ultima
nao be tan c-iuhecid.i do publico como a garanta do
governo imperial, porque a provincia nAo lem di-
vida nem apalicoa de que pague joros f.u-a de seus
lmites ; porm podemos assegur.ir-vos, -oh as me-
Ihores e as msis verdica* autoridades, que a caran-
da da provincia he lAo boa como a do proprio go-
verno imperial. Tenho, pois, que a garanta de um
governo e de um povn de lia elevado carcter que
nunca, me-mo as pocas mais calamitosas, deixa-
ram de cumplir as suas prome*sas e nliifaier os
toda*a* circorastanciae, porm, em que livemos ne-
cessidade de o consultar, o temos encontrado facil-
nienlc acces-ivel, recebando delle reustanlemente o
auxilio o mais cordial c etlicienle. Elle he ex offi-
cio inembro da direccAo, e eu posso Maegurar-Vo*
que nos tem sido loinlo mil o apoin e cu.idjuvacao
de pessoa lia hbil. Nao he e-lrmho ao* n,is-os h.
hilos. Plenipidenciario do Brasil em Washington,
onde residi i annos, elle e-ia baslanle familiar
com os hbitos e molos de pensar da rara ansiosa-
xona. I-.litara aos meu* deveres, e nao inlerpre-
l.uia lielmeni os seuiimentns de neo*collegas, se
nAo me prevalecesse desta opportunidade para ma-
nifestar solemnemente as ohrigares eni que esta-
mos para com elle, e exprimir a" saltsfazao que te-
mo* de o ronlar no numero dos directores desta
companhia. Qaanlo aos governo* imperial e provin-
cial, exige a juslica que diga, que ambos olham pa-
ra a nossa empreza com muita benevolencia ; e se
desempenharmos, como espero, as nossas obrigazoes
rom honra e lizura para com elle*, podemos confiar
que igual procedimenln terAn comnosco, auxilian-
do-nos n,s rlilUealdade* que vierem a surgir, e col-
lorando sflnal a nos-a empreza as mais felizcs das
situar/ies. NAo me alargarei mais. O Iim de nossa
reunido be a approvazAo do prsenle conselho de
directores. Elle foi organisado de ronformidade
com os estatuios do governo brasilciro ; e lalvez que
algum accionista queira encarrtgar-so de (presentar
umii resoluzAo par este rll'eilo. Mas, anles de ser
apresenlada a mocito, lere mudo prazer em respon
der a quaesquer pergunlas que me quizercm di-
rigir.
Um accionista.Talvez. que o Sr. presidente me
permita que Ihe pergiinle, se hueve exame das con-
tas'! He roslume, quando direcloies provisorios sAu
Horneado-, unir ao relalorio al^uina cousa em for-
ma de exame ou alleslado, para o esclareciinenlo
dos accionistas que nenliiim coiiheciineulo previo li-
veram dos negocios,
O presidente.Consinla o honrado proprielario
que Ihe eu lembre, que scmelliante perganta ser
mais cabivel quando se adiar conslituida a sessao da
reuuiAo semestral ordinaria. Beservo-me para res-
ponder ne*sa oceasiAo.
Um acc.ioni-la.Desejo saber se o cavallciro qe
foi enviado desl paiz para se encan-enar da ses-
tAo de nosso* negocio* no Brasil, pre-lnu lianza '.'
I) presidente.Preslou fianza, e inuilo idnea, a
saber, .I.IHMI libras.
Um accionista,Que pmgreso lem tido as obras'.'
E quando. pouco mais ou menos, se lerminarAn os
trabadlos '.' Sei que he dilli-il dar urna re-posla cia-
ra e terminante ; miicm -cria agradavel aos accio-
nistas saber se serao precisos :l, \ ou cinco anuos
para sua conclu-Ao.
O presidente.He urna pergunta dillicil de res-
ponder-se, especialmente no comezo das obras.
Se podermoi prosegoir nos Irabalhos com a deseja-
da ra|iidez, creio que denlro de dons anuos e meio
leremos concluido toda a linha ; porem be prova-
vel que mais espatjo seja necessario, talvci i anuos,
prazo marcado ao empreiteiro.
Mr. Jiell.Peco liccnca para prnpor que os Srs.
Itoherl Benson,
CONSULADO PltOVINCIAI
iteiiiltinenlo do dia I a I i .
dem de da lli......
:tutioi3f:l
1771502(1
:ttl73\>i79
Satioi entrado no din 16.
nia lie JaneiroS dias, bngoc brasilciro .dKlviraii,
de loi toneladas, capujo Belmiio Ba| lisia de
Souza, eipiipagem II, carga farinha dr tric.ne
mais seeros; a Jo- Joaquim Illas le Pandes.
PaB*age>ro, Antonio Da* remandes.
BostonO dias, brigue americano ill.-M-Mi de ItKi
lerao ilireiiu ou pedirn, u demandargo, ou farlo
execncAo alguma conlra qoalquer arcinnisla, para o
futuro, a mencionada companhia, ou as Ierras e ar-
rendamentos, oua- suas propriealade* e bens movis,
em consequeiiria on em virluile do dita) contrato,
por mainr somma do que a -omina do capital na me-
ma coinpanbid pelo lempo subscripto por qualquer
accionista, e nao p.,so ; e que estas deClarafoea pos-
sam ser demanda.les em juizo qualquer acea ou
por oulro qnalqaer eonlecimento, pelo dito (eorge
l'urnes*, conlra qualquer acriaiiisia.n
Temos tanibein mlrodcizfa- nina rlau-ula obre o
mesmn elfeito no contradi com o no-so engenhei-
r, e o oulro unico contrato que lemos he a res-
peilo dos Ipneno*.
Sendo islo no Brasil, leums inleiramenle a tios-o
abrigo a nossa responsabilidade illitnilada naqoelle O lllm. Sr. contador da Ibcsouran.i pr vinrial,
paiz ; mas, sobre Indo isto, lenoiouamof, no caso de servimlo de in-peclor ila maama Iheaouraria! manda
nAo baver ohjeccAo alsuma que nAo podemos pre- fazer publico, que nos da- 17, 18 e 10 do orrenle
ver collocar-uos sob o novo acto log que passe se ha de arrematar a quem por menos lizerj as im-
laneladaa, capilga Abel Raynold, cqui)
carga l.tit barrieal rom farinha de Iriso
r\ pnrsler v\ Companhia.
agem 8|
a lien-
* 0*
como lei.
t) pie.i lente tendo persuniartn se era de deseio
da assembla que o relalorio, que tem estado duran-
te um lempo consideravel na* raaos dos accionistas,
reata lido, e (endo-se respondido unnimemente pela
negativa, conclua piopoudo : que o relatarla fmse
recebido e adoptado.
A mocAo leudo sido apiada pelo Sr. K. W. Ken-
presses dos Iraballms daadiversa* repa
lizerj
rliccB
puldi-
direclores desla compa-
J. II. Bevnell dgC-islro,
B. F. Davi-,
Wn. 11. Diik-on,
Wm. (ilodstone,
\V. B. Creenfield,
B. W. Keiuiard,
Alfredo de Mornay,
Eduard de Mornay.
sejam approvailos como
uliia.
Mr. I.aurence.Tenho milito salisfarAo em apoar
a mocAo.
Um accionista.Qoal be o sxstema adoptado pa-
ra a subsiiluic.lo .i. directores '.' Tem elles d'ora
em diante de ser substituidos por votazao ou porque
outro modo. Quanlo a actual direczAo nAo pode ba-
ver duvida acerca de sua nmiirazAo : porem me
parece que a companhia deve guardar alsum poder
em suas mAos, em ordem a evitar que os directo-
res possam-se eleger a li proprios no futuro.
t) presi.lente.Sobre este poni tenho de infor-
mar-vos que, de couformidade com os estatutos lira
sileiros, a direczAo actual lem de continuar a* Mea
funeces al um auno depois da abertura da linda ;
porem em virlude no diaposto no acto das coinpa-
nliias por acc/es, um lerzo dos directores tem de
re'.n ii -.; cada auno. Ha pois alguma desharmo-
ni.i entre os estatutos e o acto, a pode soscilar-se
duvida acerca do meio de liarmonisa-los. Talvez
que seja nielhnr que um ten;o s<- retire voluntaria-
mente uo li n de cada anuo. Afeando aos propieta-
rios a apreciacAo da conveniencia da reeleirAo. Fal-
lando'por miin, e porcerlo lambem por lodosos
meos collega*, se nAo merecennos a vossa conlianca,
ri-lirar-nos-hemo*, pois eslnu iiersuadido que sem
essa contiinca nada podramos fazer que preste.
n qecinnisl.i.>ena .. u i M -. ;.n que os direc-
nos as.i'suraem que eslavaui d.-poslos a pro-
Je conformald te com o acto da* rampa-
nliias por .nenes, embord venha a ser aUerado na
presente ses*Ao do parlamento, e qua- que ja nAo
nard, c proposla pela presidencia. I'oi unnimemente mente habilitadas.
approvada.
l'.m raapeala a urna persunla feita por um accio-
nista, como, ou par quem o aclual contador tinha si-
do nomeado ; o Sr. presidtule disse, que a noinea-
cAo de um contador era necessaria pelo acto do Joinl
Stock como urna condicAo precedente ao registro dos
livros, a direecgo nao pudia deixnr de nomear um,e
porlanto bavi.i escolbido Mr. Smilli.qoe era secreta-
rio da companhia de Dokas da Victoria, pessoa de
grande experiencia e_ de ubido carcter ; mas que
elles estavam pmmpos a siibm'ller a sua nomea-
ZAo a **seiubla, e com eiieilo .leixar a escolha Uos
contadores inleiramenle aos accionistas.
Acerca do que Mr. W. IJvans propoz. e M. II. II.
Maude apuiou, Mr. W. Srpith c Mr. (i. D. I.ong--
lal] f.jram unaiiimeineiite eleitus contadores para o
presente anuo. *
E, sobre a mocan de M- II. II. Mande, ..pinada
por Mr. R. \. Barlow, foi volado que se desse vin-
le e cinco smeos a cada um por anuo, como reniu-
ner.ic.'io do seus servizos.
Em resposla as pergontas feilas pela assembla, o
Sr. presidente disse, que se adiava prvido pelo acto
dejoint Stock que um do contadores devia reti-
rarse no Iim de cada anuo, mas que elle poda ser
reeleilo.
E, que a somma do salario para os directores ti-
nha sido Suda pelo Derdez Setllemeole em duas
mil libras sterliuas por auno, ale a abertura da es-
trada, depois do qoal periodo esteva ao arbitrio dos
accionistas marcar-Ibes qualquer somma que qui-
zessem.
Um voto de asradecimeato ao presidente e ao con-
selho dos directores, enlAo pa--.ui unanimidade, e a
ses-Ao terminou-se. I
A arreuialai-Ao sera feita por lempo de un anuo,
a cantar do primeira de jnlhu prximo vindi uro, o
fin ilejiinho de 1857.
As pessoas que se propozerem i esta arret MtOCftO
c.iuip.iice un na sala das seasOea dias acuna indicados, pelo inci i dia, couq etenle-
(s\M'l-t-v.V01l?urTCm,
Sr. redartotet. Sendo esta capilal atacada do
cholera, o Bini. Sr. presidente a provincia, para
que *eus habitantes fossem sem demora socrorridos,
dividi as qualro freguezias da capital em dislrictosj
| mdicos, confiando cada um delles aos cuidados de
um facultativo, afini de que ah prestassem os sc-
ennos de sua arle aquellas pessoas, que delles
precisassem ; eonbe entan o quarteiro n. 11, que
romprcheude osColbo*, em que son inspector, ao
Sr. cirurgiAo Jcse Francisco Pinto CuimarAes, que
na verdade lie digno da estima publica pelos rele-
vantes serviros, que preslou nesla oceasiAo ; estan-
do sempre prnmpto a qualquer hora do dia e da
imite, para onde o chamassein. IraUlldo ao pobre
com auie-ina urhanidade e delicadeza cora que Ira-
lava ao rico : e como eu fosse tcslemunba de tanta
caridade, pois eu proprio, como inspector, militas
vezes o fui chamar, e ede sempre prompto, nAo
quiz deixar de fazer publico tanto amor ao prximo,
como moslrou este digne tacullativn, adqninndo
por este molo as sympalhias e gratiiUo do todas as
peaaoaj, que Uveram a dita de seren por elle sor-
corridos. Com islo nada mais faro do que dar a
cnla um o que Ihe pertenre.
Son, Srs. redactores.Joaquim|Jorge de Mello.
I
\pitiufuuixo a ixDiDo.
ssa ser reputada le no presente momento
Um accionista.Seria mais acertado que se adop-
taste a susseslao do Sr. presidente. He o melhooo
uualmente seguida pela mr parle da* compa-
nhias, e os accionistas distantes olham cura muita
atlenfge para a e,culha dos directores, como o ni-
co meio de inspeczio sobre a -u.i propriedade, que
por ventura e-leja ao seu alcance.
t) presidente.Nao tenho a menor hesilarAo em
declarar a reunido que nAo he notaa iuieuzAu adop-
tar semelhame linhi de coi/duela, comquanto a
.|u-lio seja nova, e a direczAo nao a tenha anda
discutido.
Mr. I.aurence.En ja apoiei a mozAo, e o liz com
mullo prazer. Nada pode recommciidr a direczAo
provisoria a eoembica geral melbnr do que o rea-
torio que ella expoz a nossas vistas ; que ella dis-
Iribuio pelos accionistas, ha algn- dias, alim de
habitar-no* a meditar sobre elle no intenrallo, e o
qual conlem urna narrarAo mu satisfactoria de seu
theor de proceder. Esta be mea companhia como
muillS ah ha. Principia a sua existencia cheia de
vigor e seiva. NAo he urna companhia, nascula
honiem, que teuba ^de nos conservar muilos anuos
oas trevas sem podermos observar o progre-so de
seus arranjiw. Pelo contrario, os preliminar-* es-
lAo concluidos, e o relaturio acaba de nos declarar
que os Irabalhos esto enmecadas. ti nico poni
acerca do qual podia haver duvi la, quantn ao valor
da propriedade como investuneiito de capital, era
a sufliciencia ou imolHeiencia dos ere.inenlos ;
porquanlu, pur mais preciosa que seja a garanta do
governo imperial do Bra-il ea dogovruoda provin-
cia de Pernambueo. esse valor nao pedera ser cal-
culado com exaclidju, emquanlo nAo livessemns
certeza de que o cusi da linha nao excedera por
qualquer evenlualidadc, os urcamentos feilns. Ago-
ra nos informa o presidente e o relalorio dos direc-
tores, e nao lenbo menor duvi la de que senelhsn
te documento nAu seja confirmado pelo ensenbeiro,
que leudo o prazer de ver entre nos, que houve
ludo o cuidado na confecrAo dos orcamenlus, exa-
minando-o e coi-rigind'i qualquer ponto originaria
mente duvidnso, assesurando-nos qu* esta he urna
garanda elfecliva e substancial de 7 ', o mnimum
que podemos esperar como iolsjresta do empregu ile
nosso capital. Tenho. pois, muita salisfarAo. de
pceslar o nieu concurso para a inauguraeao de una
companhia, que no meu eonceilodeve -er conside-
rad como urna das maisfelizes que se tenha orsa-
nisado ueste paiz. Apoiaudo a nomeazAo dos ca-
valleiros nsencionada* na resoluzAo. eu lenbo igual-
mente a fcli.-i lado de apoar urna corporazAo de
homens. que liv^ ag .ra occasiAi de conhecer pes-
soslmente, e rujo zelo nu dcseinpenho de seus de-
veres recoulieri em lodo o periodo de auciedade
que cerca quslqiier empreza nascenle.
A resolncju foi cmaeguida posta a volarAo, e un-
nimemente approvada.
O presiente.Be-ta agradecer-vo* jur mim e
por meiis collega- a approvarAo unnime da resolu-
lurao, reilerando-vos a determrnaejlo, em que esla-
mos, de applicar todas as no-sis energas e capac
dades na promoi;o de vossas inlereascs, e no com-
plemento da empreza. Proseguiremos agora com os
negocios da assembla g?ral semestral.
Em primeiro losar, o que diz respeilo ;is coalas.
Apresentamos-vos toda a importancia da de-peiza
feita at filis de mareo ; mas, no futuro, as cuitas
da companhia serAo balanceadas no 1. de fevereiro
el. de agosto, Bceude a reuuio seme-lral da as-
sembla marcada para abril c ouliibro de ca la an-
no. Em respnsta i peisuuta dn lloarado propriela-
rio, Mr. Evans, tenho a declarar, que solicitamos
de nosso contador o exame das eootat, e aqu tenho
sua carta, que passarei a ler a assembla.
Londres 21 de abril de IS")(i.
Charo senhor.Examinei devidaineute os livros
da companhia da estrada de ferro du Bccife S.
Francisco de l'ornaubucu, e ,ios*o assegurar que
que sAu exactas as cotilas ppenta* ao relalorio dea
directores, em dala de 8 do correnle, e destinadas a
aerein iobmettida* a ronsideracAo da* accionistas na
reuuiAo que deve ler lugar'ainanbaa 22 do cor-
renle. Vosso, charo senhor, mu respeilosoll'il-
Uam mih, contador.Illm. Sr. Kobert Benson,
presidente do eanselhe de directores.
Agora he du meu dever prop r a a lopcAo do rela-
ELEH..AO
Dos juizes, escrivaes c Ibesoareira e mais llevlos
que bao de festejar o glorioso S. Antonio do Arco
da ponte du Recite em INY7.
Juiz por eleicAo.
lllm. Sr. Joaquim da Silva Castro
Juiz por devoran.
lllm. >r. Antonio MagalhMs da Silva.
Juiz a (ior eleieio.
Exm. Sr. D. Jo....... Mara do Beso Ncves mu-
lher do lllm. Sr. Jos dos Santos Neves.
Joiza por devozAo.
Exma. Sr. I). Emilia da Silva" tiuimares. irmAa
do lllm. Sr. Gailhersoeda Silva CuimarAes.
EscrivAo,
lllin.'Sr. Jos ('.ancaU Malveira.
EscrivAa.
Exma. Sra. D. Bernardina de Brilo Maia, mulher
du lllm. Sr. !( mar.Im i Maia da Silva.
Thosoureiro.
Illm. Sr. Miguel Jos Rarboza CniiinarSes.
Procurador geral.
lllm. Sr. Antonio Jos de Siquera.
Procuradores.
Illm-. Srs. Joo Mura Cordeiro Lima.
Joo de Siqueira Ierran.
Joaquim Ferreira de fii.
Anloniu GonZ'ilves de Dlveira.
Joaquim Jos da Costa Pinhciro.
Aduno Francisco Dias.
lio iieiitnr.i Azeve lo de Andrade.
Jos No&ueira de S inte.
Jos dos Santos Neves Jnior.
Jos Manuel dos cantos Yillara.
Francisco de Paula Pereira
JoSo de Castro (iuinaiAes.
Berilel.i de junho de 1836.
e e pu-
ambii-
. d'An-
iruvin-
uraiia.
E para coswlar se mandn allixar o presen
blicar pelo aDiario.n
Secretaria do llie-out-aria piovincial de Per
co i de jiiulio de 1856. i) secretario, A. r
uunciazAo.
O lllm. Sr. contador da Ihesonraria
cial, servindo de inspector da mesma IhesJ
em i-um primen lo da resoluedo da junta da f lleuda,
manda lazer publicu, que nos nas 17, 18 111 du
correnle se hade arrematar a quem por menos fizer
o hu.ccnnenlo dos medcamelos e utensis para a
enfermarla da casa de dtenrao desla cidaile, por
lempo de um auno, a contar o primeira slp judio
pruxuno Viudonro, ao din de junho le I8jV~
As pessoas que se propozerem a esta arrcrialacao
ila pos
emen-
compareram na sala das srs-oes da mesilla ju
dias cima declarados pelo meio dia.compeleii
le habilitadas, que ah Ihe serao prsenles o lormu-
larioc condirrAo da ariemalacAo.
E para couslar se inaudou allixar o present
blicar pelo nDiario
Secretarla da tbetoraria previncial de Penikmbu-
co ."> de juulio de 18jt>.t) secretario, A F. di An-
uunciazo.
e pu-
&tfi'4raa>t.
O Illm. Sr. inspector da Ibesoorariadefdzeuila
manda fazei publico.que nos dias'8,1.) e 2 de Ijulho
pruxuno futuro estol* ein praza pranle a...........
thesouraria para ser arremata j A venda a quem
rnaior prezo offerecer, um sitio no lugar da Ibura,
que perlenceu ao barbarel Pedro Gaudiaiio Bilis e
Silva, e que foi adjudicado a fazenda no val ir de
casa da mesuiu thesouraria, ni s referidos di s ao
meio dia. Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambueo 28 de mam de 1836.t) oflicial n aior,
Emilio Xavier Sobrara de Mell i.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de f. zen-
da inunda fazer publico, que us das 3, 10 e 7 de
junho prximo fuluru irj a praza pcraule a m 'sina
thesouraria, para seren arrematadas aquemiiaiur
prero offerecer, a renda anoual das casas al mixu
inencioiidiUs, perienccules aos proprius naci laes.
nes-
com
Os pretendentes devem comparecer na ea*a da
na reparlizAo nos referido] dias ao meio dia
seus fiadores. Secretaria d.i thesouraria de faz nda
de Pernimbuco 2S de indiu de IKiti. O oficial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
I'uidcasa terrea n. 10 na roa de^SanU Thereza
Urna dita dita n. 21 dem dem.
I'm sobrado de duus andares com o ti. II na ra1 f)i-
reita.
.Mi irii.
A directora tem li\ido o preco do
cont nu presente semana, desde 17 a
lis-
25
"iptii'-s DUndflOl-M rom o seu consisnatario Anto-
nio Luil l'dr-i o Porto spi;t,u rom (oda a hrevidade a
hem conlieci la calera porloKoea "Hra^hareiisc :
para cari;;t e paMageiros, para o que lein os mai<
aceiadoi rininodos, iraii--.o eon os conaignalarios
I. de A quino Fonseca & Filho, nu rom o capilAo
na pra^a*
A -"-"una porlo^iif/a .erps preliMtde salur ali;
o da \i't lo cirrenlo nial p^ra Loanda, quem qui/.t-r
carrfiar mi ir le pa^VSem i'n!*'nd^-*t! rom os ron-
sinalarin-. Rosron Rooker \ *.., na ra do Trapi-
che n. S ou rom o capitO.
%V&
do correrte junho a 7 por cet.lo ao anno.
As lloras do expediente para as partek li-
catn marcadas ate a's i da tarde. '
Pela deleuacia lo 2. di-lricto do termo do Ke-
cife foram appreliendnlos no da 1:1 do corre le 0
f.avallos fariados, viudos da estrada ila Victoria : os
donos dos referidos cavado- comparecen] nesta i ele-
sacia para Ibes serein entregues, viudo munidisde
docnmentn* legaes. Deleoaeia do >." di-trictu do
termo do Kecife aos II do innlio de tS36.t) de-
legado, Jcuo Francisco Xavier P.ies Uairelo.
COKRBIO CiERAI..
V mala que lein de rondnair o brisoe Aleen lea,
pera o Klo Orando do Sol, sera fechada hoja l ao
meio da.
Pelo ti-c.il do decir- larto mollados os seo nui-
les senhores : nos dia- 21 e 30 do met anlereiUnle,
:t e 0 do crrenle .Vives & Lapa*, Novaes Con pa-
nilla e Jos Joaquim Pires Soares, na quantia d; ,V-
rs. cada um, por infraccao do art. .1 S I.- da po-lura
addicional de 20 de novembro de 1855 ; l.uii l'ue-
ebe e Jos .Vives da Silva, aquelle na ip.i .nlia de 12^,
por infraecdlo do art. 10 tit. 11 das posturas de 3) de
junho de IX9, e este em lt\ por infraccAo do art.
5 tit. .1 das meamas posturas ; Cals c5; Irnio, B an-
ler a Brandis, llebrard, l.uiz Puecbe, JuAo Meidi-
bur, Andr de Abreu Porto. Pedro Pneetie, Gnil Ser-
me Purcell, Kernandes & Mcllo.Medeiros i\ G.rupa-
nbia, Brito & Queiros, Marques A Barros, Oarrero
6 Karnos, Brasi & Companhia, Manuel JosdnA-
fiuiar, Jos l'erreira Ealrella, JoAo Vital Careta,
l.ui Freir dn Andrade, Andr de Abreu Poi toe
Paln Nash, cada nm na quantia de .'VyKM), por n-
fracr.io di poslura rilada em primeiro lunar. Se-
cretaria da cmara municipal do Kecife li de ji nho
de IH5B.t) secretario. Manoel Ferreira Accioli,
O asente Borja, por autnrisacAo do Exm. Sr-
llr. jui/. especial do coinmercio, conforme o seu
despacho proferido em requei Hlenlo dos curadores
liscae*da maesa fallida de Manoel Joaquim Alves
Piloinlia, far.i leilA i da- dividas perlencenles a refe-
rida maesa, as quae* montam a quutia de ri*
10.-2388.190, cujos dociimenlos se a nan em podei
do mes-to asente, em seu arma/eni, ra rlu Colle-
-io n. l.i, uude ler,i lu^.ii o leil.io : lerza-feira, I.
do correnle, as 11 horas damanliAa.
Aduca tie letloes na ruit.
di .vJi ii; tij icos n. .
C', d eira ta Silva j
Salibado 21 do correnle, *as 10 horas
da ni.mil.1.1, serao arremata dos inuitos
olijccios, mobiiiaa e pianos, e tttdo inaisi
pie ettiver patente, e sera' vendido a con-
tento dos rrejjue/.es.
iaeia,^.
Tasso Irmaos l'azem leilo, por nter*
vencio do afjenle Vieira da Silva, de 20
cai\as de queijOS liollande/.es, no seu ar-
ina/.i'tn da na do Vmoriiii: liuarta-tetra
ISdo correte, a's II lioras da ma'nhaa.
O asente Olivi-ira faro Icil.io, porconlade um
personasem r|ue se relira desla provincia, da niobi-
lia e trem da rasa deste, con-islindo em eadeira-,
sof', mesas e consolos de Jacaranda' com lampos de
pe lia mormuro, mesa elaslira de jan I t, oulra- para
diversos usos, aparador, suarda roupa, locadores,
cummodas, leiio, urna esplendida secretaria, estau^e
para livros, relagioa, copos de cristal para vmlio,
.isoa e rhampunha, ditos de vnlro verde, compotei-
ras, garrafas, lalberes de marlim e de prala, colheres
de dita para ch', sopa e arroz e mais um completo
apparclho tambein de prala, obras de miro, appare-
dios rqisstmos de tiurcellana (Inorada e branca pa-
ra juntar e pira cha', e numerosos oatros arliiios de
bom soslo, que seiia enfadoutin mencionar; terra-
fera 17 dn correle as 10 horas da nianliAa, na rua
Nova ii. 50, primeiro,andnr.
LEIL40.
O agente Vieira da Silva fara leilao no
dia 17 do correnle ao meio dia em poni,
no arraazem doSr. Annes, defrontc daaj-
aodega, de 200 a 20 saccas de farinha,
por conta e risco de cpiem pertencer.
Lasaerre & Tf**el-lrero* forAn leilao, por inter-
venrA > do asente liveira, de urna poi,c:lo de man-
teiga franceza da ultima importada : qiiinta-feira,
10 lo correle, as 10 doras da mauliAa. no arnia-
zem do Sr. Annes Jacome, defronle da arcada da
alfandosa.
O asente Borja, as 10 lloras do da quinla-fei-
ra, 10 do correte, ein seo armazein na rila do Col-
lesio n. 15, fara leilAo de ama expen lida mobilid
dejacarand*, urna dila simples do me-mo, un ru-o
piano moderniasimo, diversas obras de onro, prala,
diamante o perolas, um excedente espelbo e/ende,
diversos loucadore-, sof.is, consol*, mesas ecadeir.is
de amarello, comoiodas. siurda-vestidos, secretaria--,
cama franceza de mosno, aparadores, lavatorios, ap-
parelbos de louca lina c inferior para almezo e jan-
lar, vidros lino- pora lereieo de me-a, objeclos de
porcelana para en! vte de sala.eaudelabros.laiilerna-,
liencillo- e mais ohjeclos de casa, etc., de urna fa-
milia que se relira para fra .lo imperio. Sesuir-se-
ha a venda de urna porcAo de celias de charuto- da
Uatiis, chicotes finos p^ra carro e cavado. 4 eaixas
com conservas de carne e de fruidas, I carro novo
americano de i rodas, 1 ptimo cabriulel, 1 escrava
preta, .te bonita fisura, propria para todo o servieo,
(JO pera." de brim de alsodAo, e onlros mallo* obje-
to-, que serAo enlrcsues por qualquer prezo maior
que oll'erecain.
1270
1509
1255
21..")
2:00000(,
lOO.S'OOO
100.-00()
TiOsOOO
"iOSOOO
&mt!ttti9
CAHMOS.
Sobre;Londres. 27 l| a 27|l|2.
a -'aris, 3(0 rs. por f,
: Lisboa, 100 por 100.
ir Kio de Janeiro, l|9 a I por nn a 15 e 30 dias.
Acces dn Banco, .'15 i)\l) de premio.
Acces da cumpauhia de Beberibe. 51^)00
Arenes da companhia Periambucaua ao par.
Ulilidade Pabliea, 30 por cenlo de premio.
a Indeniiiisadnra.sem vendas.
Iliscnulo de leitra-, de 10 a 12 por Opu
VIETAKS.
Duro.Onzas despalilllas. 2S.J -JHf.iOo
Moedas de (iS'iOO velhas .... Knhki
K500 novas .... I6g000
4oO(M)....... 0l)00
Prala.Palaces brasileiros...... 25000
Pesos columnarii-s. ... 25OOO
o mexicanos...... l>S!io
AliKANUBtiA.
Itemliineiitii do dia I a II. .
dem do dia Ib......
202:281*606
!):3l8f995
Barca
seus empenlios, seria estimiilo bastante para 1......z.r (orlJ ,,, ,|recltcSi e ilfS,'m f,,,,,,,,,, rererirr., a
qualquer corpo de capitalislas a animar e favorecer
os loirvaveis e-fircos que eslao r.i/.en lo para dolar o
seu paiz de vias frreas.
O aloro principal do soveruo hrasileiro introduzin-
do e-|e grande melhnramcnto em as suas estradas, he
facilitar a emisrai;Ao e promover o trabadlo Ijvre :
assumplo que deve excitar o mais vivo inleresse a
um pools qoe omilli quando li as inhibas oliserva-
Ze* na abertura desta a-sembld,aliado i malcra
de responsabilidade idiinila la. ( farln da no-a
responsabilidade ser Ilimitada lem sido a-snnipto de
conversazOes em olaumes parles ; mas, bem -abis
qu o unico meio que companhia linda para formar-
se quando a sua adminisIrarAo se echaste, este paiz
lodoso* liislezes. Verdade he que sobre o paiz ala- | era obre a le da responsaliiddd le illlinilada ; e"nao
da pesa a rala .ni 11 lo da escravidAo ; nAo e pode, Iiavi.-i de ser -alisfactorin aos accionistas daqui ter .1
porm, nesar qoe o governo drasileiro se tem ha- [ admiiiislrazAo da companhia no Brasil. Na verdade
vido lionradamente na execuelo dos tratados cele- a uuicatforma porque podis forma-I-,era sob o acto
brados para a suppressAo do Irafeso d eserave*. A- do Joipt Stock, e sob o principio de reiponssbilida-
nime-mn .1 fazer esla ailusAo inri lenlal :i que-t.10 de illimil.i l.i. Mas, os directoras leeni, de una ma-
da cscravidio no Brasil, porque havenlo alsiui- de j neira indirecta, prateaidu os nossos nteresaes, N.io
enlre mis feto parle do partido aqu chamado anli- somos una companhia de banqoeroi nem de nesn-
escravo, par-ria conveniente explicar os milivos de ciantes que nos exponliamos a ri-ros, porm, oas
no.ss coiinexA-i com a eslra la de ferro de um paiz simples companhia firmada com o din de c......ruir
onde pxsie a escravidAo, motivos que nascem da urna estrada de ferro para leva -la a elTeito e por eon-
cnnvicc.jo de que a inlro 111 -._ o > de cainiuhos de ler- sequeucia n.io existe responiabdidade ol^nini real.
ro he um dos maia poderosos o ellicazes meto) de que Mas, afiui de arranjar ludo em boa ordem, o prole-
pedemos lanzar mo, nAo sai para desenvolver os ser os vnssos nleresses, fermamo* eslipolafSe* espe-
lecui-u- e rapibilidades de um paiz, como para lo- ciaes nos nossos contretes que prevmem qii.lquer 1
mentar a rivilisarAu e inclliorar a condic.10 de mu evetitualiddde, e mu dos quaes passo a tu ler. lie |
27l:taKljti01
Dc'iarregam hoja 17 de junho.
pmtigueza."'oiifii t'ni:diversus seeros.
Kricue portu&uezTarujoo relo.
Escuna porluL-M -/ Ceretdem.
Ilii.ne sueroCleopatrafarinha de Irqo.
Iliate'brasileinimea fumo e charutos.
Birca Inglesa Mrdnralaixas de Ierro.
;;o.nsi la no i.ehai..
Kendimento dn da I a I '1 .
dem do dia |(.......
:0J-II20
IMVBKSAS PROVINCIA!
It-iiilin culo do da I a l.....
dem do di* lli........
2i:i20;252
l:2i7?(i:iS
388(699
1:635*731
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
WO CNSULVDO DESTA CIDADE NO DIA
td DE JIMIO |)K 1856.
PortoBarca porllieuez* Santa Clara, Barroca "y
l'.ai-lio, 300 saceos assucar branro e ma-cavado,
10 li.-irns mel.
BaicehonaBrisue hetpanhol nO-ear I. Ricardo,
X. O. Bieber c\ Companhia, tiSI sorras alsod.lo.
baliuoulliIfrisue niele/, o Kanav.d.io, Sclirainin t\
Companhia, l,-jto saceos ssanear maaeavado.
Lisboa Barca portiisni'/.a -Carila c\- Amelia,
l-rancisco Scvenaiio Itabetlu iV. Filbo. 72 CBSC0S
mel.
Baenos-AyreaBrisue dinamarqoez o.Vtina Cecilia,
Viuva Amoiiin .V Filtro, 630 barricas assurar
brauco.
LisboaBrigue porlusuez o Tarujo le, Manoel Joa-
quim Itainuse Silva, 31 cascos mel.
PnrloBrisue hrasileiro nS.Jese, Bailar l Oli-
vena, 200 arcos farinha de mandioca.
LisboaBrisue portusuez aViajente, Tilomas de
Aqoino Fonseca i\- Filho, 315 -.ceos assucar
mascavado.
LisboaBarra portusuezn uliralidann, Maooel Fran-
cisco da Silva AzavedO, 25 saceos assucar brauco.
Li-boaBarca pnrlusueza irtiralidAon, l'hjinazde
Aqoino Fonser. 0\ Filho, 200 saceos assucar
brauco.
Liverpool por MaceloBarca inglesa Finados
Clouds, Jnhntlon Palrr k\, Compaliliia, SSO sarcos
assucar ma-cavado.
Porto llri'jue brasilciro S. Jos". Antonio Jos de
renle*, 210 varas de quiri.
LisboaBarca porlusiieza *Gralidio, Manoel ls-
liaciude I lliveiia. II"!
'Mu** aWcrtttita^*
10
Janeiro
secup cm pouco lempo n >ri-
gei.;icion-.| MARA LL7.IA,
eapilao Joo la Silva M"i' *-.
s pt'-lc ret Uer alsuma corfla
111 ni l.i 'escravos a frett?, fara
os quaps 1.1 as mt'lliorc'i ac-
coiiimn t,u;n 's n Iralamento :
Irala-se ro Auloiiio de Almeiila jomes, na tii-t
do Trapiche n. 16, segundo andar.
Rio de Janeiro.
O patacho -tThereza I, le que he capitao JoscJ';-
nacio Pimenla, vai >ei;uir viajen part o Kio le Ja-
neiro com breviilatle, por ler Kr.mile par^e ilu 9eu
carrecameiiloenaajado : quem no rneomo quizer cjar-
recar, dirij*-se ao eschplorio ile Brillar i\ (Hiveira,
na rua da C.adeia do Hecife n. IJ.
Ao Uo de Ja-
neiro.
Vestes seis dias seguir' a escu-
na nacional JOSK", capitn Ma-
noel .lose Prcttrello, pode receber algu-
ma carga miuda : trata-te com > consig-
natario Antonio de Almeida (lomes, na
ruado Trapiche n. 10, segundo andar.
Coinptiihia iuasiieir.i de
{).:quites ;i Va|Wr.
O v.qior 7 o-
raMiiu cuili-
inandanleona-
pitao de frk-
Rata tiervaJio
llanrebo esrle-
ra-se dos p, r-
lo do noJle
eni negnimee-
lo para os lo
sul al l!l |,i
correnle iie?/
do Trapiche n. 0, .
Ilitlflo >? 'U(|-
Vapor,
dejuiilin : asencia uarua
tundo andar.
Realcoiit
i'!
es iiii-Urz-
Kitwmlur'."'.^ uJv"? ^"^'"'""^"- finra. antes des,, fecharem as malas.
No da !>
desic i|1P/ ,,.
pera-se ,| ,|
" vapor '/"o (.
coiniiiandan
William Sin
o qual dcpcji
da demora t o
costunie
unir;*! para Soiilliainptnn. tncanilo nos pnrlo* da *>
Vicente, Tenerifl, Madeira e Lisboa : pira pass;
teirea, ale, Irata-se enm os aaenles A lamson II
i" i\ V. rua do Trapicha Novo n. 1.
.N. II Os ciniiriiliins que prelenderem msnd
fiara Soalhampton deverao estar na agencia du
nira- antes de so fecharem as malas, e depiis dr
Kendimento dn da I a 11
Idi-m do di i II,. .
Para a Ha
de sjhir com muita lirevidade. por P-r por le de
I I: iM.;|-', i sen jric '.iiueiiio pininptu ; paran reslo i piden
s-3N-:i | asaeleira e lini condecida garopeira al.ivracou pre
-------1 leiil
ILEGIVEL
Avisa-e ,u>* M'iii.ires .que lem alcutn 2.1 lo
1 iiii.1 <- Aon a lle/or: ,1. que o preudam alim m pausaren para .- qirnurt rfi rua Imperial, que
ji e-lao 110 ve/,u le vircm lodCfl os dia< ; e avisa-e
para nflo se clMin.ucm a ignoranciaI'm dos pro-
pre-Urios.
OITerece-s? um rapas para copeiro ou bolieiro
de rasa particular : na roa da Sensata >ova 11. 1<>,
seguotlo andar.
() padre Nicolao Tei\eira vai a Porlusal.
OlVerece-se u;u r.ipriz braailairn para caixeiro
de Uberna, o qunl aindi se acha arruma.lo n< mes-
int occup-'.rao : quem o pretender, annuncie.
l*reci-M->e de urna lavhdeira para eusaboar
roupa para urna casa de familia : na toja de qualro
1 or s. pi'o\im 1 ao arco de Sanio Antonio, n. '.
Di Baiaa noiie le quinta fera l dn correnle, as nove horas,
a mulata esrru\a de noine Komana, baixae?ecca,
lem falla de deules ni frente, us ps com frieircis e
apalhetadot, cabello am-rrado, com vellido de chita
rabi)t-|a, afoRado e Transido, reconhecenilo-se" me-
Ih'tr por ter o dedo minnno de urna m3o preso e
sem o movioeulo necesario ; he escrava do abai\o
signado, lemlo-a compra aj Sr. Jos Candido de Medeiros, que a comprou ao
Sr. Temporal, o qual a po->suia ha lempos, e.agora
representa ter .J."> aunos : quem a apprehender lera*
boa uralHcac^lo levando < ca^a da rua Nova 11. .'t.
Carlos Hardy.
..-..!..r.,:-.:t:.:.,; -;; '..;..: :-.:-..^.i\.;
-'i ,No ens-nho San JoAO de Itamarac, distan- ;_*J
"'"' le daqui 7 lesoas, preeisa-Sa de I bem Cei-
*; tor: qaem para isso ettiver habilitado diri- -]J
' ja-se a rua da Aurora u. til. primeiro an-
'. dar, sobrado que foi esquina enm o aterro, '..f
:.:::-:>&% O O0;0O00
De*appareceu noaabbado, t"i ojerava de nome Calharoa de nac;V> H-'n^uelh, de
30a32annot( e-Matura alta, corpo recular, (ein lo-
do* os denles da frenlc, levou vestido muilo u^ado
d> rhiU amarella j devbolada, loi escrava do coro-
nel Leal, saino de manhlfl com o tabnleiro com va-
rios ".eneros de venda, eonn era de COStOIDO. D nlo
volinu mais : porlanto ped. o abaisa assiy;nado com
muita attenrao as aaioiidadea poiteiaoaa capiiae* de
campo, que a apprehendam e leem a rua ilts Ou
*te II. 20, que serao reC'm|iensad >s. Consta que e-la
e-crava esla acontada em certa p.rlo, poim eatoa
empraaando lodos os molos na descoberi. para ha-
ver perdas e damnos ua lonna liver.Bernardinn Jo* Leilao.
Deseja-se saber da mora la d< Sr. Anlonio Ale-
tan lie de Tanas, que momu na villa de Igaarasgii*,
0 ullimamenle na na di* S. (ioncal na Boa-VisU,
ou em falla lo mosmo com altora ra ii;oco de seu iniere-*c ; as Cinco Ponas o. 71.
Enlre aquelle-, (pie na cri-e alerra Inri do cha-
lera Sfl di*lmjuiram pelos s"rvic's pre*tailos a hu-
manidadOi sempre mIIIcIos o cudadoaos le alh-
viar os solTiimenlos do p an pcrnambocaoo, qui?
e-lava --endo viclim;t, au les-ie lerrivel ll^^ello,
como anda mais tu charlatanfcmo d<* meia doaia da
avpnlureiros. que se ersuTiin a especular coni os
nlTrimenlos la hnmanidade cemciiora, enlre es ra-
racleres mais elevadns .i\ ulta o 11*1300 Sr. cirur^a >
Jos Francisco Pinto Goiniarjles, oracu magn-
nimo, alim carnlosj, qac o 1 til r aqoocera-lho o cerebro o fo.,{o ardenla d'um'
amhiro -em [miles, que nao via prolUaida o eu
rainMrrio com a comcupiscencia r.uro ; porm
ludo sacrificara pelo bem do povo, pe| eiiurande-
cimenlo da -.ciencia, deseen.!- as claises nii- bol-
sas e humilles, abdicando *eus proprios inl-re.'-ps
pe. inleresse ueral la liomanida le: pirque os
povoa sao membros desa grao le familia unTersal,
que nfld pode ver impa--i\el BinpatacAu 011 uan^'p-
11 a d um delle*. (iracas, pois, an Sr. ciruru ao
Jos Francisco Pinto tioim*ra-s..quu i,io bem r,.!i,-
prahen leu o ministerio, que 1 1 ircpidou na menta
lo dever, que cnipri1 esctdljeil por -.mi noilo a !ii-
m a nidada : lem mais un litlo pelu qoe Ihe deve
ser urala, fazamln chuver -ll" .-heneaos a a Iiui-
rarao de en'* vin.'.ouro-.
Sou, Srs. redactores sen ronlanle leilor.
Je J. lerreira.
Se a beneficio e 'leve -c**-iir o acradecimcnto,
juslo he, qn- pela maneira a mais publica e Sol "lo-
na eu Irihiile ao ||!in. Sr. Francisca J isa da Silva,
linio qaanlo leoho em minln alma le mai* no.'ire e
icnsivcl, em retrihnic dos aoponlaneoc e lubidos
la\ore* por elle prestados no curalivo las pes-oa-i.
que me dlzam respeilo. muilo especialinenle na
d qual relobranlo le e-lorr.< desvaltoa, ostentan-
do toda a vasiitlo dossaos canhecimenlos medictia
obre maneira m lis un- caplivou pela miaculo-a
cura que fe/ no meu eslinmlo e lie] criado .lo.e,
salvan to-o do esledo lgido.
nu''ir,i. pois< o lllm. Sr. Silva ;cciiur asta
eximia, mas siocera e\pres-ao de meu verdadeiro
reconlieciinenltt ; e crea que -.'iiipre me clon-r^i
em confessar ser 'eu muituverdadeiro ami^o eoni-
gado* F. Pires
No dia lo. .1^ II horijs. ni sala d dpoi- de linda a lo Sr. I jui/. de ajenle, M Im
de arremaiar um relogio le mro e urna pequea
porcio de roup, a na tros objeclos perlencenles a
heranca jacenle do liudo liui lienne Rosaanter.
o ha '2'K na sala das ao haocias, se ha le r-
reraatar. as II horas depoi-* de linda a o Sr. llr.
juiz de aoienles, a ca-a lerrea n. -J:\, sita na rua ile
Sania Thereza. avallada cm 1:0009, periencenie a
hpnnca jacentela linada .Mana Joaquina do S'icr.v
nicnlo Utas.
Lotera
de .Nussa seniioiado
Livrautruto*
Aos 5:000.s e 2 000,000
Corre sabbado 21 dr jtnilit) de 18(>.
Salusiiano de Aquino Ferreira
avisa <|iie veod 'it os si-guintes premios
da segunda parte da quarta lotera de
Nossa Seiiliora do thiailalupe di: Olhida,
i'Nlraliida a li do corren te-
I liilliete i n lei ro n. .'i.-)
quai'toe
I liilhele inteiro
\ quintos
i dilos
lein exposto a venda novos billtetes,
ineios e ((liarlos da primeira parte da pri-
meira lotera de Nossa Senhoia do L-
vrainenlo, na rita daGadeia do Recil'e n-
-), loja de nniide/.as de Jos l'ortunato
dos Santos Porto, na praca da Indepen-
dencia ns. "7 e -I'.), loja de calcado de
Antonio Augusto dos Santos l'orlo, na
mesma praca loja de bilhetet n. 4, da
in\a It.islos, e as demais ja' conliecidas
do respeitavel juiblico.
Bilhtes "i.sHOO recelie por inteiro 5:000$
Meios .".stMMl .. .< :.')(l(l,s-
Quartos 1/iOO a 1:250$
Os dous premios (i-andes da referida
lotera do Livramento, nioesto lujeitos
acs S por cento do imposto [jeral, tra-
zendo elles a imbrica de S. d'A. Ferreira.
Pernambueo 17 de junho de 1856.Sa-
liisiiaiin de Aquino Ferreira.
ESTA8ELEGIMENT0 PHOTO
GRPfllGO.
BA NOVA N 21, PRIMEIRO
ANDAR.
O alomo asslgnado aproveita a occaiiao da
transferencia do seu estaheleciinento para a rua
Nova n.I* tpriineiru ainlar) para recommendar
ao tespeiiav.il publico desla cidade os ptoductos da
sua arle. Tendn por (im dar aos amadores Indo u
que ha le mais mnlerno e mais em moda na Euro-
pa, em malaria le reirAios e satisa/.er aomesmo
lempo a lodos o* f2oslts, nada lem noupado para
alcanzar ealo Iim. A casa lolo o que se poder desejar da mais peqnena
miniaiura quasi microscopict ate o retrato de om
palmo e mais de altura, do mais barato ateo mais
rico.
Quem lem visto os sfus relralns pholographico-
pintadu* oleo estar convencido que he o que se
podeilescjar de mais perleilo,eja como semelhanc,a e
riqueza las o'ire, sej? como duracAo ; e com.flei-
lo nao pode ser de oulra porte a exaclidao roalhe-
inahca ao agradavel elTeiic do prurluto do artista.
Um segundo pinior para aquerella he esperado
prximamente de l'iri para sutlicientar aseocom-
meii.las frequentes dV que o esiabelecimenlo se acha
honrado, l-'inalinente o annuncianle (em a salis-
liiiio de avieor seus (i'.nir i,i. freguezes, que elle
.cilia le conlratar par-f o -eu estbelecimenlo um
dagoerreotvpiflla vindo dos Esta ios-L'nidos da A-
merica, aonle elle exerceu por muitos annos a sua
arle com o maior successo. De ora em diante
acha-se entilo na mesma 'flicina tambem do que
satisfaifer a lod^s as encommendas para o
U;ii(nerreotypo systema
aiueiicrino.
com os mai rercnti's mplhoramcntos.
O traballiu sabr iniiiDa prate^a superada pela
pliutosrapliia obre papel por cauna de seu refleM
melalliro oll'erers anilla slgOIDH vantageus reaes,
quamlo se trata >le relralos era peqoena* dimeD-
s-,^iiio para jolas,por causa da srande eiac-
tidao do !e*enhn. Por esta raiio um-. macliina es-
pecial tr-tiallia |>ara este opriero ile encommeailas e
lem-se a ilispo-ic/io urna grande escolha de olijeclos
ile ouro rasquinlialo; como sejam : carolelas, me-
dalhas, .alfiules, pulceiras, e oalxiBhaa ricas de
\elluilo e iiiarroquiui.
Os retratos tiraiu-se em urna cnllcria envidrara-
da, que permute que o traliallio sol, quer com lempo nublarlo c de fazer em um so
qosdro gropo* de l.imilia.
Tambem tira-se promptamente retratos de pes-
soas fallecidas.
leproduzein-se pintaras a oleo, eslampas, desc-
nhrw, modello* e onlros objeclos de qualquer la-
manho.
Os retratos se | .i.oni a enlresa delles.
t) respeitavel publico continua a ser convidado
para visitar o o=labelecimen!o, embora nAo quei-
iain retratar se. Ao^u-to Stabl.
Precisa-se de urna mnllier prela ou parda
l.vre, de idaila. e de bons rastumes, que se en-
carreaoc do tradmeiilo de urna rriaura : quem se
adiar nesle caso dinja-se ao sobrado n. S, da rua
de San Francisco, corno quem vai para a roa
Bella, para tratar ito ajuslr.
Aluga-se um isrravo para servir a liomem
olteiro : quem o pretender dirija-se ao largo do
Paraizo, n. l.
Pede-sc a quem aclion um pe de horzesuim
no hairro de Sanio Antonio, o favor de annunciar.
on levar confronte ao oilfio do Corpo'Santo, loja de
calcado n. 29, que ser* srotificado.
O abaivo js-iuii.i l" precisa fallar ao Sr. Fran-
cisco Casado da Fonseca, Sr. doengcnho Jangadi-
nba, on ao sea correspondente nesla cidade, para
negueio d'inleresse do raesmo ; no alerro da Boa-
Vist*, delriinle da padana do Sr. Barrelier, ou
no eacriplono do Sr. tiuerra rua do Trapicho n. I .
I'^hristovao Xavier Lope*.
l'ergiinla-so ao Sr. major fiscal do 10 balalluiu
le iofanlaria, qniuu Ihe ha dado o poder de em-
porrar e om Mror ile molter a espada em um pri-
meiro cadete de seu balalhao .' porventura a ordem
e a disciplina do eterrlo he raanlida pelo ceeo ca-
prirlni ilo arbiliro ou pela lei regularaenlar de soa
lruanisacao N.io ser por acaso um terrivel esem-
pl'i para seus subordinados o que Ss. quer dar, vio- '
lando e despresando a le .'Se o i-adele delinqui,
nao esta abi o cdigo mililar para u castigar'.' Creio
que S. sera mais conceitii i.lo o digoo de elogio.,
se enlregar-se a estes dirtames da razilo, do que aos
impelo* de furor, so proprios dos qeuios irascivos
s faltos de luz.
Ollerece-se urna iiiulller para cozinbar em sua
cisa, rua ilas ("liradas n. II.
Itoi'.i-se ao Sr. Gustavo aVagustO de i-iguei-
redo, morador no Monleiro, o favor de apparecer
na relinaejio dn pateo do l'araiio, a negocio que
nao ignora.
Domingo* Pereira Rosa, brasilciro nalo, sc-
sue a Monte-Video.
O Sr. Joao dasCliagaa Faria lein una caria
vinde do Rio de Janeiro ; no esrriplorio de J, Joa-
quim Das Kernandes,
.loquiiii llniralve. Bastos, pelo presente an-
nuni-in pele ao Sr. Joao Florentina Cavalranli de
Alliiiqiierqne, senhor de esgenho Jnssara de cima,
fri'sue/ia deSeruihaem, que nSo pegoe a pesoa al-
aunia que nilu seja ao aiinuu-iante as Irrs letlras
me o nw*ma aenner den em pagamento pe'a venda
du dito euaenlio, cada u>n ,1a quanlia de um cont
rento e lanos mil mis, ichando-M todas ellas ven-
cida, como o mesma senhor deve elar certo, visto
qu? aproveilendo-se alsuem de sua rasa do estado de
resuelra do amiuneianle, Ihe lirn d las letlras, iubs-
liluinde ** mesma* por oulra* uiteirameiilo falsas,
*ein sello, c que mais parecem um papel *uj, o que
seora pilde eooheeer o .uinuiiciaiile. mandando rever
aquellos letlras, enconirendae em seu lomr essa*
inleiramenle falsas. O annonelanle protesta em
lodo o lempo faz.r puar nqoelle que soulier que foi
oanlor desse crime, o espere de honre do Sr. JoSo
Florentino, que se no prestar si qualqoer eoeite-
i;.i i qoe Mu faca alguem para rereber o pasameDto
desea* Miras ein prejuizo Me grave do aimuneianle.
que vive eeo e em os meios de poder subsistir.
lenle 16 de junho de 1836.
AO SR. TIIESOURElRO HAS LOTERAS.
O aluivi assu.n i,, i -c!::ra, que perdeu o meio bi-
Ihete da lo*eria .lo l.ivr.imento, caja e\lraccflo est
Aniiiinri.i t.i pera o da _'l do correnle, de n. ?KI!):l, o
1 qual esto ruliricadu ii -s cosa*, de chancella por An-
lo'nio d Silva Ijuun ires: previneao Sr. Iliesourei-
ro psra. o.i caso de s.:nr premiado nao pasa-lo,
( porqu. n abaixo asi<:n.i lo protesta conlra quem o
Ipossoir. Reife 16 de jtfnha de is'ili. f
Auto).....la Suva tiiiimariles.'
No domingo l'i do correnle feslejon-se o ;lo-
noso Santo Antonio do airo rom nexpleinlorouelhc
\ era devid i O que cli.inioii mus a allenrao do pu-
blico foram as bellas pecas esecoladns pela banda de
musir lu -::-......lo balalhio d.' iofanlaria da uuarda
nacional, dinsida palo hbil professor lleimogene*
Sorberlo de Gosmfl >.
O alian sssinnado fas publico aos seus credo-
res para joslificafem suas dividas, que elle ficim de-
vcii lo alo o da l' de fevereiro de 18.16, por fallcri-
in-iilo de raa lina la iiiiil'i-r alaria Joaquina da l'u-
tiiieacao, no prezo de s dias, para *erem aceitas pelo
lllm. Sr. lr. joiz de oephaos na oeeasiSo do inven-
tario ; e para eonslar mandn puolicar por este jer-
ii il. Alagoa de dalos ."i de junho de IS'ifi.
.Manuel Pereira i^uaresma.
A abaixo asunala faz publica que se acha
na propriedade de trras sila ein Alagoa de dalos,
que perleneia ao r;'v 'rendo pa Ir Francisco Jos Ro-
sa L.eoa, o qual era poiiusuc/. e niorreu em IK1II,
a des.le esse lenijio ale entan amia n.lo appareceram
herdeiroa do finado psdre, e cujas trras eslo muilo
destruidas ; consta que ne Rerife ex'Stem sobrinhos
de dito padre ; assim qeein tur suhrinho e justifi-
cando-so Ihe ser entregue, diricindo-se o mesmo
.i casa de lose Carre
da Silva.
Mona Magdalena.


;iv O E
*B CO T'RCA FElM 17
JUNHO
!3.6
Terceira
i'lr
>
Ouciu precisar de nina pe
hilit.ula para phsi
w m*t
ervath
V*1
J
6HLhw r4Ufi v-
PELOS DRS.
:,'- i.*. t-~ & ... MM l
mi-iim'r.ni pvu para te poder curar desla enterindade. administrando os remedios mais
rllir.ir< pan alalh, -la. einqnaiilo se recorre ao medico, ou mesmo pata cura-la independen-
le.lcsir- nos I usares ein que nao o- lia.
TKADUZIDO KM POKTUGEZ PEI.0 DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Bules iinus opsculos conten as indicardes maii claras a precita, e pela ina simples e
r i .'misa cvpi.si.vio esta a alcance de ludas as nlelligoiicia, nao S pelo que di/ respeilo aos
unios curativos como principalmente aus preservalivos que Icni dado os mais satisfactorios
resultados en toda a parle em que piles lem sido poslot ein pralica.
Sendo o tralamentu homeopainico o orneo que lem dado grandes resallados no curativo
desla horrivel cnfermidilc. joigamos a proposito traduzr estes dous imporlanlcs opsculos ein
lingos verujeola, para desl'arle facilitar a sua leilnra a qiiem ignore o francs.
Vende-se nicamente no Consultorio do Iradudor, ra -Nova n. .'>2, por 2? beta os medicamenlos preciso e boticas de 12 lulios coni um fr.isco de lindura lgOOO, uma dila
le .Mt tubos coni qualro c 2 frascos de tintura rs. 2.il000.
velas de car........a a U-miii ;, ,,no- '? """'"'-'o- I
* i 20 : na roa de Hurtas u. 7. ,,,-m dirigir-so

**.
PEORAS PRECIOSAS
|
Adereces de bullanlos. *
. diamantes e pe rolas, pul- \
? ceirat, alliueles, trines
*' e reteles, boles e aunis *
4; de ditVerenles gostos ede ^
3 diversas pedia de valor.
10RE1RA i DARTE.
IMI 1)8 MtllR
Ra do Cabuga' n.

if'rtlH'lli
XW
' Conipram, veudem ou
.- troceen prata, ouro, bri-
- liiaules.ilianianlcsepero-
* las, e nutras quaesquer S
* jolas de valor, a dinlieiro !
. ou por obras.
-.-** .-".* .?..* i
.*
.". I iS I- V. j
rojMi is o?
III >il*l f s'
1 ,. Fr
7.
lo-
S :s-
res(
I'!iK .'OSU. il'-
UH'ii COJ'-O
...... ;JV...... '
OURO BPBATA-
: _______ <
+ Aderecos completo!, de
ouro, meiosdilos, pulcei- 4
ras, allineles, liriucos e
roielas, cordoes, trance- T
> lins, mcdallias, corrnlea *
* e enfeiles para relotio, c
..- oulros muil-.s objerlosde <,
Ulllo. ---
\pparcllios completos, .?
s de prale, para cha, lian- *
dejas, salvas, caslicaes,
' colheres de sopa edeclni, *
'.. e niuitos oulros olnectos V-
i-- de prata. *
. I? >j*v- "
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o couimodo como eostumam.
Claudio DiiIk'iix mudou oteuescrip-
110 pai-aa ra H Cadeia de Santo Anto-
nio n. 15.
Jow Antonio Horeira |)as & C, l'a-
/."ii tcientc 10 rcspiilavcl publico, que
lean osen escriptoo na ruadas Laran-
geit as 11. I .
Claudio l)uuu\ la/, scienteque ia-
luram de sua cana os sois dous caixeiros
Jos AntonioMoreira Dias e Antonio Cc-
/.aiioMoreira Dias, c por sso dispensa-
dos Ir qualquerservico sen.
31ass;t adamaii-
liiia
OaiMiie ass.-nado tero juslo e rnnlralado com
o Sr. Joaqoin lenacle da Costa, a compra da casa
Icrrea na ra Vellia da Boa-Vista 11. f7, e pc Ojuemsejalger com direilo .1 ella, iliriuir c so iIih-
XO assicnado, na ua loja na rui ta Cadeia do Heri-
r n. I7,ele o lim do ni.
Manoel Kerreira de S^'.
"; -.-'."'... ...--.>...... !_ ...,';'.:.];,:','; ':
i];- O Dr. Olegario Ceso- Caboss, -;';-
y formado em medicina pela Facul- Q
;.; dade da Babia, avisa ao respeita-
.;- vel publico desta capital e especi-
:,; alente a"s pessoas pobres pie
quizerem utilisar-se de seupresti-
mo, que aclia-seresidindo no pri-
meiro andar da casa 11. S, sita
ra do Colle;io, onde pode
procitii do a qualquer hora.
oa. que o acha I1.1-
inusica, piano, o dana sendd
para fura da rida.le : dirije-se ama do Colovello,
11. ''I. que achara rom qoein tratar.
\ cudem-si
l'..|.'. ni libra
Alofta-se un escravo para todo serviro tic uma
rasa.cusinha o diario e Ue bolieiru : quem o prc-
lemler dirija-sa .. ra Nova loja 11. l,
Detappareccu da|8reja de IV S, da Conoeicao
'la Loogregac|lo nina estola branca nova, ,1 pestoa
a qnoiu da loi oflerecida a peder' apprehender, e
caso ja (etse comprada, se dar' o valor da compra;
eslo ohjtrio em qualquer parte que apparecer com
muila facilidade te provara' a quem prlence, por
is-o que cvistiMii nutras suaet : dirjam-se a ra
do Qoeimado n. -1\ derronte da luja miudazas .le
boa lama.
Todos os credorri do fallido .Malinas d'Axeve-
do Vllleroueo, facam eolrega de seus litlos .le
crdito nos Sr. James Crablree & C, para seremu
esainmadoi pida commissao, que fui noine.ida,
couiposta dos Sis. Crablree, J. I'. Adonr >\ C.
e Itiiinn Praeiter Si C. : .levendo os crditos .1.1 ccin-
mis-.io serem verificados pelos cura.lores Hscaes .
devendo esa entrega ser leiia alo o dia 18 do cor-
rele, visto que lem de ser apresenlado o traballio
da commUslo no dia 21 as It) lloras, dia em que *o
devcni reunir todos os credorea em a casa da
ilenria do Kwn. Sr. I)r. nii/ d
Trora-se por autorisacao doSr. lar. jola .lai
ausentes,om oratoria com imagens ornadas lo pra- 1
la, mi cada nina de pi 1 i, sondo o oralorio t 1111a-
zens, nerlencenle a berenga |acenle do liu.ulo pre-
|Soarei Ribeiro, es prelendenles no-
a ra de lionas sobrado 11. 22, I."
andar, das'J betas da manila.1. a- > da larde, e das
i. as,
Looil l.urifii l'oulain lelo cerenle da casa de
l.elellirr \ -, ne-la cidade, leudo de l'a/er nina
vias'm a Franca, deixa encarresado da sua casa
rom pioiuraca 1 bailante para tratar de todos os ne-
gocios tendentes .1 mesuia casa ao Sr. Jo- de Albu-
querque Simdes dn Amaral.
Dearja-se fallar rom o Sr.Jaeinlho A de Ama-
ral. a negocio que Ibe di/, respeilo : oirija-ee a ra
da l'r.11.1. arm.i/.em 11. 51, ou aiiniiurie sua morada
para ser procurado.
Terce-feira, 17 do eeerente, depois du fiada a
audiencia do Sr. I)r. jui/. municipal suppleute da
primeira vara, sern arrematados em hasla publica
tres qoadros piulados a ole > dn retrato do Bino. Ba-
rjii de llamaraca, em ponto grande), por esecorSo
de J.i.iu Itendcl conlra Jo.io Ozorio ile Castro Mar'iel
M nileiro.
Alega-ten casa larrea com sotan, na Soledade
n. I" : a tratar no pateo de (.anuo n. 17.
w.ompt<&&.
resi-l---------------------
1111/ do comnercio, para Compra-se ouro em obras velhas. e uma casi
se nar 011 negar concordata, ou.vutar no ronlraloi terrea : na ra larga do Rosario 11. I", e 1" iunto ao
ue '"..... quanel.
Compra-se loda
Manuel Cavaleanti de Alluiquerque malicia pi-
ra a Europa o seu lilbo menor Joaqiiiui Machado da
Cimba Cavaleanti, de idade II anuos.
Precisa-se alosar para casa de liomem solleiro,
un prelu ou inolequeque seiba COXinhar : na ra
dasCruzes em Santo Antonio n. II, segundo andar.
Precisa se atusar para rasa de liomem lolteire,
una preta forra ou esrrava, que saiba COlinllar e
engommar : na na das Cru/es em Sanie Antonio n.
II, segundo andar.
AGENCIA DE PASSAPORTE.
Can.lino do Kego lama, despachante pela repar-
licAo da polica, tira pasaportes para dentro e lora
rio imperio, por prego cominodo, para o que poder
ser procurado na ra da Praia n 1:1. primeira andar,
ou 110 ra estrella do Ito-ano, travesa para n Qoei-
mado, loja de miudexas n. 18 C, do Sr. Joiquim
Franceo dos Santos Maia.
Aluga-H urna preta para vender spalos, o da-
se 139000 : na ra do Rangel 11. 77, pnmeiru andar.
Precisn-se de un pequeo para caueiro de ta-
berna nos arrabaldes da cidade : a tratar na ra do
'.ueimado 11. SI.
U-se dinbeiro a juro* razoaveis por penbores:
na ra estrella do Rosario n. 7, ou das Cale
10, segundo andar.
liradas 11.
e qualquer porreo
ei sem le lio: quem
de piala velha de
tiverpara vender, diiija-se 1 ra do'Col-
legio n. 15, agencia de leiloes.
Precisa-se oomprer dous pretos, nao se exige
hahili lades, baela que sejam mocos e robusto.:
quem liver snnnoeie.
Compra-se um caisilho em secunda mao
quem liver raa vender, dinja-'e a ra das Cru/es
n. 10, loja de calende.
Comprain-ae ss secundas Hutas sobre o procos
so ci>il : quem a liver aiinuncir.
/-C5t;;'i5.
A SYBILLA
DE
Bajara.
Aclia-se a venda esle novo livio con-
temlo immenso e variado numero de sor-
les, pelo diminuto preco de 500 rs. Pa-
- Itobert t. (iardiner relira-te para Inglaterra. I peis de SOrteS avuhiscom iS iptadras etn
r..."
i.-"-;
na
ser
I laiui'co Piulo Oxore rliumba denles com a ver-
dadeira auwa adamantina e applic. ventosas pela
atrcelo do ar : pode sor prucurado ronfronle ao
K.- me de Santo Antonio u. 2.
?
f' f
HOMEOPTH^
I MltAlllD DE OFF E BOEN-
NINGHADSEN E OUTKOS,
pesie em ordeu alpllabelka, com a scripra'o
-.1. viada de ludas as molestias, a indica ophysio-
leoca tlierai.....lira de linios os medicaiiienlos ho
teestalhiras, seu lempo de aegao e concordancia.
seemaai .le um ilicciuuari da signilicagAo de lodos
struno* demedenla e cirurgia, t post ao alcance
das pessoas do povo, pelo
H. A. J. DE MELLO N0R4ES.
US >is. aaalgnanles podem mandar buscaros seu
. teaaatares, asstsa eosae queso qoiurMmprar.
POBLICACAO' LITTEKAR1A.
Repertorio jurdico.
'.. poblicagSo ser sem duvida de ulilidxlc a s'
V",1".....",!'- 'I'1"

*i loro, poM oulla enconlrarao por ordem alpbabe-
li" a as prtacip es r iiia^* requeiilcs occurreiicias ci-
vis. M-pii,.ii..l,i-ica<. c.nimcrciaet e ecclesiascas do
inssooro, c..... as reinisses das ordcnares, Kis,
Wtias e re..ul.imeiitn, por que se rege o' Brasil, e
tesa asesas resaJagoes .ios Praxieurs aotlgos e moder-
ii. :n que se brmam. Ointm semelbaulemente
as catees das ruestoec sobre sizas. sellos, velhos e
novo, direitos e dcimas, sem o trabalbo de recorrer
conecto de nossas leise aviso avulsos. Consla-
r. de dous volumetemoilavo, grande francs, eo
prun.iro^bio ., luz esto i venda por SS na loja de
Ih.-msii he 8.la prega da Independencia. Osse-
niior,-. subscriptores lesla publicado exislenles c
l^ernamlioco, podem procurar o priSMiro voluri
neir,
Cu
. ..: -...-......--. -v .-- ........ :
i -....-.... .^. -,..- ....".-"....;-._.
Precisa-sede una preta escrava, que saiba tra-
tar de meninos e cuidar de sua milpa : quem a liver
dirija-sc ao sobrado o. S da ra do S. Francisco
como quem vai para a ra Helia, para tratar do
' ajuste.
iio Tresse, a-
tic oreaos e pe-
na
is
o-
Carios CI; u
britant<
alijos, mi
res :;. c)
Avisa ao respeilavel publico, que concerla orejee
e realejo-, poe marchas modernas .leste paiz, concer-
la pian..-, serapUnas, caitas de mosicas,acordces e
qualquer nislrumenlo que apparega, tambera la/
obras novas. Na niesiua casa fauricam-se canas para
o.*, rrtralus, faqoeiro-, csrleins liomcopalliiras.
etc. ele, as mais ricas e elegantes possivel.
Os abaizo asasignados, com toja de ourives na ra
do Cabugi n. II, Confronte ao paleo da matriz e ra
IW.-i, fazem publico, que estilo recebando eonlinoa-
dament as mais modernas obras .le ouro, lano para
senboras como para horneas r meninas ; os preeos
continuam razoaveis, e passsm-aje cenias com respon-
sabilidade, especificando a qualidade do ouro de I i
ou 18 quilates, fieando aasim sujeiios os mesmos iior
qualquer duvida Seraplnn, a Irmau.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesoureirp manda fazer
publico, que tem designado o dia 21 do
corrate para o impreterivel andamento
das rodas da primeira parte da primei-
de Nossa Senbora do Livra-
das loteras Id de
----- pnmeiro volume
Mimes acuna mencionada : no Rio de Ja- i 'a lotera
ut Fa^'2: ft. BW : '-;*- Tbetourara
Uar.,ue< Rodrigues; e no Ceara, case do Sr. J. Jo-,J,,nl, d<; 18o0.O esciivto, Antonio Jo-
ee Uc (llivcira. i\
ARREMUMENTO.
Ajoj a eatmazem da esta o. 0 da ra da Cadeia
po Kecife junto ao arco da Conccicao. acba-sc desoc-
riipaia..e arrenda-se para qualquerfstalielecime.no
ein ponto ande, para o qual tem commodo. suni-
. lentes: os [.relendenles entender-se-liao com Joao
>c,Monuce R,ro.o, no segundo andar da rasa n.
". ua mesma ra.
se L'uartc.
CASA DOSEXPOST0S.
I reriM-.e ,|, amd, faft amamentar criancas
','*' "'' psetos. a petsoa que a issu se qo.ira
oeiiiear leudo as habililagcs necesarias : diriia-se
- inesina no Palea do Parat/u que thi achara com
quem tralar.
MSlIMl
ESTRADA DE FERRO
do Rec fe ao S. Francisca
-Va I niOia I ell- 0s directoro, da cotnpanl.ia da ,da
i,-!' S de ferrodo Recife ao San-Francisco, tem
Me compendio de historia sagrarla, qne foi ap- ,0I, a chamada da segunda prestacSo d<^
prmado para instniegio primaria, lendo-se vend- lll,;is librsM esterlinas sobre cada accao na
do antes da approvacao a l(>00 rs., passa a ser dita COmpanbia, a qual deve ser na'ciile'
w...l..loai5uoo: nalivraria m. 6 a 8, la Independencia. ,.,,, em (.;,sa dos Sn ^^ ^ _
ijuem precisa.- de mn criado poriusucx que gor&C.,; na Babia, em casa dos Sis S
serve o diario ne n.a esa, o qual jjavenporl & C., e etn Pernainbuco, n
-.....----------------------- w- I i Mili 1 ^-,1 t,
ananra a sua conducta, dirija-se ao palco rio C
lalierna da quina qoe entra para a Camboa du
mo noine n. ;<, que se dir quem be.
armo,
mes- ,
ua companlua. O accionista
Ique nao realisaro pagamento :'-:-}p^:-}^-00\':-.:0:::.:^} leT.mo.,nd,*do,|ode,'l' PerdeP todo di-
o
Deposito de vinfio oechampag- -;
ue Cliateau-.\v\, primeira qda- -;';
9 Ijdade, de propriedade. do conde Q
- de Mareuil.rua da Cruz do Ri
20: esle vinho.o melhot
O
Kecife n. i.;
.-- de toda a ;'_
-...- Champagne, vende-se a r.d.s cada
.' iai\a ; acba-se nicamente em ca-
C a de L. Leconte Feron & C. ,\.
V ,{As ,:;,^as sao marcadas a Ib-
v.> ROGonde re Mat euile os rtu-
los las ;;aiiafas
.-
sao a/.ues.
Prcci-.i->e de
eersa-se ue uma ama para o servil o interno
e urna casa ,!c pooca familia ; coulionle
do Lorpo Sa....., loja de calado
..uuilao
ii. 29,
Precisa-^ de
um feilor qe saiba tratar de
ardim. q, seje porluuez : tratar na ra da
Lnsj do Recife ii. 13, primen., andar.
i J. JARE, DENTISTA, '
* --~->:.. ti ;-jcv^---.,>.. ?. *
-riro ^ZTA""".....'"" "** "" "iran-
oa '''''''";"""'.....'"'r ''< .......... da-e
boap,,., :i|,1Pm l,.|lu.rri,.|s(ri;ii
^J^ingir-seao largo .la mafrixd,
a-a de un, anda, J, que echar.
i vito as acees, sobre as quacs o dito pa-
gamento naotiver sido ellecluado. c em
lodo caso lera" de pagar juros pelo lempo
quedecorrerentreo dia indicado para o
pagamento c a sua realisaco. Recife 1 I
demniode 1856Por ordem dos direc-
tores.S. P. Vei.ker, lliesoureiro.
Di-si- por ponco dinbeiro urna ca-
deira depiano de Jacaranda' eparauso,
quasi nova : na ra do Rosario eslreita n.
l-">, sobrarlo.
O bacliarel em direito Antonio Au-
nes Jacome Pires / scicnte aos seus ami-
gos ecorsliluinics desla provincia e lora
dclla.quc tem o seu escriptorio de advo-
gacia n.i ina da Cadeia de Sanio Antonio,
sobrado u. ."O.onde pode ser procurado
para os misteres de sun prossaode ud-
vogado.
Precisa-se .1.
(icorge Forness relira-te para Inglaterra.
Madama Matl'-ieo, modista e roslureira fr nrc
/a, na ra rio Cruz n. 15, terceiro andar, tem a hon-
ra de participar ao publico que lem rercbdu de
Frang ferros de recortar o bailados para vestido de
senbora e meninas, os mais modernos que lem viu-
do, e de inuilo bou. gosto ; .. prego do recorte be a
meia-palaca a vara, ele, etc.
uilluWtl'AitjiOl
FAZ OBRAS lili VER A DATA DAS
KDIFICAf.O'ES.
Eiecola-se loda e qualquer cscriplurprao lingindo
pedra un mesmo para dourar, e mcsmo'sem outra
cor que a do cernelo ou ;esso. ou oulro argamasaa
de que sejam feilas as leltras.e seio ezeeoladat con-
forme o .issniDplo da escripturagao, diiiiengrs do
lugar que lem de ser feita agravara, c o goslo da
fregu/, ou conforme o desenlio que traga c quei-
ra por modellg eaerular, alim de bem sati-fa/er
a quem de seu presumo se qui/er ulilisar : offereee-
se paia assenlar dila escnplurac'.u dentro ou lora
da cidade ; vendriii-se os le 'ras avallas e a voulade
do comprador, e fa/.-se todo islo por pregos lao ra-
SOaveit, que pestes llgoma deixara de fa/cr negocio,
e muilo mais quai.do conliecerero da elegancia e pi e-
manencia da obra, com diminuUs despezas : ua ra
Direita, leja o. ."), acbarao rom quem lialar.
Aluga-ee nina grande casa terrea com siliu, no
lugar da Soledade: a iralar no Mangoinko, sitio de
UerculanoAlves da Silva.
O abaixo sstignado, leudo de fazer urna viagein
a pioMiiria da Haba, deixa por *eo procuiador < .-n-
cariegado da gerencia de sua casa ao lllm. Sr. coni-
inemla.lor Manuel Joaquin Ranis e Silva, e rumo
pela rapidez de sua viagem se uu pode despedir de
lodos os seu* amigos, o faz pelo presente, olleiccen-
do all seo diminuto presumo.
Domingos Alves ftlallieu.
Precisa-se de um caixeiro para padaria : na
ra das Cru/es n. 'Mt,
Arren.ia-se um eugeoho de moer com .\zu,\, no
lermu do C.bo, 7 oo 8 leguas distante desta praga, e
vende-te a safra para 2,5UU paes : quem pretender,
dirjale a ra do Qoeimado, sobrado de um andar, a
rallar rom o *r. J...C Joaquim Jorge.
Joo Pe iro Ribeuo lemein seu poder urna en-
ciunnieuda, que do Maranbao Ibe foi entregue pelo
Sr. inaior Jos Anlonio da Silva tioimarAes, pareo
Sr. Joaquim Itorses Carneir.i, a qual podera ser
procurada no hotel inglez, onde elle -e aclia hospe-
dado.
Precisa-se de urna ama forra oo escrava para
casa dn pouca familia : ua ra dos Qoarteis ... Iti.
Manoel Manins .le Carvallo) reura-se para o
Porto.
lienry Augier,subdilo deS. M. BrUoicn, reti-
ra-se para a Europa,
A pessoa que auuiinciou querrr comprar urna
casa lerrea por 1:5009001), pomo mal ou menos, em
qualquer das frecue/ia- da cidade, derlaie sua ino-
rada para ser procorada.
Precisa-se de '2 padeiros que enlendam perfei-
lamenlc de masseira e tendedeira, aos quacs se pa-
gara um bom urilenajo conforme o s. u inerecimeii-
lu : na padaria da roa larsa do Rosario n. IS.
Na madrugada de 13 du correnlc fugio da casa
d* seo atanor a fscrava Ignacia, muale, idade i a
50 anuos, punco mais ou menos, a qual foi escrava
de Joaquim Jos Ferreira : pede-se as autoridades
polieitet e capilae de campo a apprebensao, e leva-
la i casa de seu lenhor, na Iravessa da .Madre de
Dos n. IS, que geiierosameule se gratificara.
iiui.i
Ic.lli
ia por i(l res cada uma : na pra-
ea ra Independencia, livraria ns. l e 8.
N.. rn.i larga do Rosario n. 39, primero andar,
vende-se para lora da provincia om ptimo escravo
eriouln, rom idade de 18 n Jn annos.
Vende-se ama escrava ernula, de idade de 20
Snnos, ds bonita ligura : na ra de Hurlas n. 15.
Vende-se om mualo de moilo bonila lisura,
06 idade \1 anuos, muitobom boiieiro, e muilo pro-
prio |iara pagem ; vende-se para a Ierra ou para o
Rio de Janeiro : na roa da Cadeia do Recife u. ."ii.
Vende-se milho a granel mullo bom a iViOO o
alqurire velbo. arroz de casca milito novo a i;, ar-
roz pilado em poirAo de saccas a -ilMI, ludo a bor-
do da barca aConceic.lo Poderos, fondeada ua ram-
pa do Ramos.
varetas E S. FLIX.
Os verdadeiros charutos varetas c S. l-'elix da acre-
ditada fabrica de Brandan, da Haliia ; vendem-se
m caixat de 100 e de .VI : na ra do Collegio u. I,
por menos do que em outra qualquer parle.
\ ende-se uma cardeira de arruar em milito
bom estado, quem a quizer comprar; dirija-se a ra
da Praia, nna/.em n. ."il.
Vendem-se rrmus de faia de muilo boa qnali-
da.lo. chegadot ollimamenlc da America : no caes
.lo Ramos, armazem de farinlia de llenrv Forsler A.
Companliia.
Vende-sc uma escrava crinula pa?va fura da
provincia : no paleo da Penha n. S.
Vende-se uma escrava erioula, que sabe cozi-
nbar, elmomniar e fa/er Indo o mais servico He uma
casa, sem vicios : na ra dos Marlynos n. .
\ en.lem-se sarcos vatios que foram de millio :
no paleo do Parai/o n. 10.
A- ,sJv
Vendem-se queijos .lo reino a I f (iiHi e 23000, majt-
leiga francc/.i a 360, dila majeza a 800 r*.. e 960da
mellior que ha no mercado : na ra do Caldeireiro
u. 01.
Vende-se umsoina.'o de dous andar, bstan-
la grande, em urna da melhorn ras de Santo \u-
lonjn : quem o pretender, dirija-te ao paleo da San-
ia I., ii/ u. i, que se lir:' quem vende.
Corles de rispa-
dos escoeezes
COM IICOVADOS A 39.
\'ende-se na ra do Qoeimado n.|2l A, c ules de
riscados escocezet, pa.ln.es modernos, chitas france-
zas lina* o -JSII rs. o covado, albaneza (ircla a SOO r;.
u covado com mais de vara de largors.
.-..-.."-: ....-. :::'.:.:.(;: --'..-. ."..""'
.-.>-.-.' '." ........-..-..-............y .
11(11.1.MIOS PARA CHA'.
I".. O abaixo asstgnado faz sciente ao respj
" fuvel poltico, e especialmente a seus I
.'. grer.es, que em sua palana sita no paleo da
'.' Sulla Cu/, o. fi. e acha sorlida de valias
". qualidadrs de Imlinhot e de todas a qia
'.\\ lidade de massas linas, c.uno sejam, al a-
w dos, aramia, bisrnuliubos, fallas e out as
,,-tx maesas, biseoolinhos ingleses em talas, e,ue
w >e vende por prego eomroodo.
'.> Joo l.oii Ferreira Ribeiro.
ei- *f
m
,n.':::..'::' : ::.:.: .: ".ea ....;. *%a
y\r \*s ............... -. <** Queijos do Scrid.
Cbsgoo nova remesta de queijos de lodos o lama-
ulios, na lahrrna d ru dos MarIjrios n. 30.
Farhili.'i ile tnandioca de
S iHathens.
Vende-se tari una de mandioca mulo
superior enova, cltegada de S. .Mullieus
pelo patacho ALDA/., com mu curta
viagem, a proco muilo commodo : a bor-
do do mesmo patacho, ou no escriptorio
da ra da Cruz n. 'i!), primeira a idar.
Vende-se uma cadeira com a trente
e lados de vidrara, estando todos os( per-
tences em muito bom estado: a |
que pretender d
uirga-se a ra lo
Si
lessoa
nlior
um
Bom Jess das Crioulas, sobrado dit
andarn. 54.
Arroz boro a _-Mx> arroba : uo caes .la alf .n
dega, arma/em do Cazusa n.
A a loja das seis
portas
- ni frente il> Liv-raaioM
Riscado* fraucezes a meia pataca o covado
pintada a meia pataca o covado, cliius eseo as de
lidos padrOes, e nfle disbolam a meia palaca cova-
do, cbilas dedillcreules cores a seis vinlens, icassss
de liores para cortinados a pataca a vara, chales de
gorgurSe proprios para agatalhar do Irlo na slarflo
actual a cinco lusles, chales de cassa com flore a
patacas, chales de ganga encarnados com llores
Vende-sc cale de primeira qualida-l
de viudo .I.. l!n, de Janeiro, < por mdi-
co pi.vo : no l'asseio Publico loja n.
Vendem-se caitas rom vidros para vidracas,. tundirn da"Aurora,emSaiilo A'maro,e "n"o"deposit
a larga com tullas do mesmo, o maior '" na mesma, oa ra do Brum.
VARANDS GRADES.
I m lindo e vanado sorlimentn de mndellospara
verandas e gradaras de gosto modernissimo
sorlimenio possivel : em casa de Bartholomen Fran-
cisco de Soo/.a, roa larga do Rosario u. 36,
Loja da pobreza
Na ra di l'asseio, loja n. 9, vcudem-se ricos cor-
les de calcas escuras imitando a ra-emira a 1*. ditos
de hriin escuro, ile Mullo a SOO is., ditos de lirim
trancado bronco a SOO rs., chales brancas de cassa a
640, ditos de lia e sede a 39500, meia pretas para 1
--.hua a :l(MI rs. o par. chapeos de s. com baleia |
a 29210. ditos com junio a 19600, cbilas linos a 180,
200,220 rt. o covado, cortes de cassa chita tinosa.
2>, reos corles de rambraia brancos c de cores a
3J>500, madapoln fino, a peca :i3HI e 9300, e ou- I
ras mollas fa/endas baratas.
No escriptorio de Domingos Alves Malheus, na '
roa de Apollo n. 23, ha para vender por preeos m-
dicos o seciiiule :
Ricos e elegantes pianos.
Salilre refinado em barra.
Salsa parrilha moito toperior.
Saceos de muilo superior larinha de mandioca.
Cotias de linbo para montara.
Cobertores de algodao muito encorpados.
I o all.i- de linbo pjra ro'lo.
Uaelilha branca de algodao.
Camisolas de ISa.
Algndo (raneado da fabrica da Rabia.
Semenle de linhaca.
Hila de moslarda.'
Flor de tilia.
Nos qualro cantos da ra do Qoeimado, loja
de lazendei o.SO, vendem-se curies de laa de qua-
dros de superior qualidade. e de muilu bom gusto,
pelo diminulo preco de -Hita o c.irle. panno fino
prelo a CS00, JI56OO e 1-sOOO o covado, dilo azula
I5SOO, :is e IgOO, corles de casemira prela muito
BBt a 5f, panno de aluodSo da Ierra de boa quali-
dade, semlo esla fa/enda a mellior que e lem des-
coherlo para teravos. cass franeezas moito finas, e
delicados padrOes, enutras mollas fa/endas de diver-
sas quali.lades, e |ior preeos 1.1o baratos, que s a
vists dcll.is se po.lein admirar.
de .Manillia.
brim de vela.
O
IS? Metal amarello para torro
'.,' Cabos da Russia i
v'i Lonas, brinzao e
i'/f Pixe da Suecia.
i"'i Cemento amai ello.
:'; Vmliode Champagnee do Bheno. S
;'i Agurdente de Franca. "\-:
Pianos de armario de modelos no- f'4
vos. \
Armamento de todas as qualida- \;
' des.
f%'} Alvaiadefino em pn, oca
A em oli^o.
_': Pedias de marmorc para
vjj consolos.
v.J Papel de peso ingle/..
vi Chicotes para carros.
fi Ferro embarra, verguinhaecbapa.fe
'J, Couros de lustre. S
Y.- Vendem-se no armazem de C. J. ^
SS Astlev & C. S

tintas Sv;
mesas e

*$%U&SQ%&&&
r&%$
Kl-IMEDIO IMCOMPARAVHL.

dinbeiro vista para ac-
Etiado u.
f*3
O
. j. <..c utos
liicoutra-se o mais bell
sedas escossezas, as mais mo
viudo a esla cidaile, lano em goshis como
padrocs. pelo baralissuno preco de '^
seda e laa, *..."
ucezas iniii- r"'5
lo linas e de pndres miudiubos, a -JW1 o 1$'
covado; boloueza bonita fazeuda para ac- :,,[- bar. a 320 o covado; chitas linas escuras, "'
.' ". a 200 is. n covado; maulas pretas de
l'l hl.....1 de lindos goatos, a 90 0 ll^OOOrs., ,
"1 chales de merino de rores.liz. s e bordados ; J
uei-
19*
. I r~". '"."s, 1 i'-.ii ...o i.u. a;
" i III ; e lelbas, por prec;o c
o sorliinrulode ? rheira da ra do Sol,
dems qne lem C,3 noeirus.
... 1 ... -. 1 1 ... umdiiiuiu
v.-> IJIKKI o covado; poloneza de s
& a 1)00 rs. o COVado; chitas fiim
r'.ti *" 'lnas e de padres miudiubos
S

duas
marellas a duas patacas
bar.
Vendem-se na ra Nova 11. 3, laberna d)c An-
tonio Kerreira Lima, queijos lon.lrinos. presuntos de
Haronee e bolachinhas de differeatea quali.lades, as-
sim como vinhos e oolros mudos mais teneros, ludo
.le[-uperior qualidade c por preco commodo.
Vende-se o silio com casa de sobrado do falle-
cido Geor^e Keoworlhy, 00 lusarde S. Jos do Man-
goinho. com arvoredot de frurlo e mais hemfeilorias
que ncllc se acliam. sendo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender prurure em casa de Sa-
muel P. Johnslon \ Companbia, ra da Senzala No-
va 11. 12.
Veudem se quarlolas com superior vinlio de
Bor.leauv, raisas com dozia de garrafas do mesmo,
e carrafas vasias em caixat de duzia, por preeos com-
mudos : em casa de l.asserre i\ Tiatet-freret, ra do
Trapiche n. II.
FARI.MIA i; Mll.lll).
Vendem-se saccas com farinha de milho,por haralo
preco : na ra da Cadeia do Recife, loja n. 23.
Vende-se urna casa terrea ni Boa-Vista, ra de
S. Cnnc.alo ; su.denle se vende para fora da pro-
vincia um escravo cnoulo, moco, com oll^cio de pe-
dreiru : os prelendenles drijam-te a ra do (Jueima-
do 11. 3.
aish ii(Soas.
O 39 confronto ao Rosario de Santo Antonio,
vende amendoas paro sorle, ejonlamoute vendo ba-
las i|iri>ii)|)|r.
Cortes de chila
HRANCE/.A COM 12 COVADOS A 3*200.
Vende-se na roa do Queunado u. 21 A, c.irles de
chiles franeezas largas de muilo lindo goslo a 392O0
o corle, cujn fazeuda era u ultimo costo em Pars.
Vende-se arca quer por caneas quer por ..ir-
rocas, posta as obras, lijlos de todas as qualidades
ominodo e brevida.le : na co-
confronte o lelhe.ro dosca-
PILL'LAS HOLLOVVAV.
Este ineslimavelespecifico, compnslo iiileiramtn-
le de bervasmedicinaes.iiau conlem mercoriu.ni'm
alcnma oulra substancia delrclerea. Benlgnio a
mais lenra infancia, e a compleirao mais delicada
he igualmente prompto e sesurn para desarraigar o
mal na rnmpleicSo mais robusta ; he inteiramenle
innocente em soasoperures e elleilcs : pois bosca
e remove as doen(as de qualquer especie e grao,
mais acreditados autores, premiado na eposicao de I Populis ulicas e leases que sejam.
Londres: no arma/em dn Rnslrou Kookcr & Com- Entre militares de pessoas curadas rom esle
1
*ianos.
Vendcm-sc pianos verlicaes inclezes. de elegantes
mndellos e escellenles vozes, fabricados por um dos
merino seUm muilu bom, .1 l>2tK) o cava- SiJ
fflt do; madapoln de jarda a 2->"i00 a peca; '
9 dila muilo lina com 20 varas a >" e j
.,.- ;S00 e ."OUOO, a dinbeiro a vista.
BOA DO QUEH4D0 N IS.
Chegou a loja de SantosCoellio um com-
pleto sortimento de esteiras da India pro-
^^t^S^>@@i-@-@S^@@ l)liasP:",a loll'a|- sal'S 0 anas, com tima
B Vil fAIVeill TAMA DAHA7A i laa de li"?l"a '" He""Ores que ate
9
i

ca II qill-
Siiilo An-
cn, quem
um caixeiro que tenha pralica
de padaria e de hador a ana conduela : quem liver
este qaisilos dirija-te ao l'oiledo Mallos 11. 31.
CONSULADO DE PORTUGAL.
Por ordem do Sr. ronsol se laz publico, que Icndo
sido arrecadado earremalsdos na forma .la le pelo
jui/.o de nrphns e ausente do termo desla cidade,
poiiociie/es |>. I.uiz da Imilla-
8 ^0 CONSULTORIO ROKEO
PATHICO.
Ra das Cruzes n. 28.
e9 Conliiiua-se a vender os mais acreditados f)
lA medicamenlos dos Srs. Caslellan e Weber, /. s
ST em linlura e em glbulo, ctrleiras de lo- W
V?7 dosos lainanbos multo em cinta. fe?;
/a. tubos avulsos a SOO, 800 e 19000- *
W 1 nuca d. Indura......000 *&)
?fa Tubos e frascos vatios, rolhts de cortina (fe
'* para lobos, e lodoqnanto be necetsario pa- S
c--'i- o oso da bom.....paUia. lff
C. STABB & C,
respeilosamentesnnunciain que no sen extenso es-
tabelecimenlo em Sanio Amaro.coutinuam a fabricar
com a maior perfeicao e promplid.o. loda a quali-
dade de inacliiiiismo para o uso da aarieuliora,
navegafSio e manufaclura ; e que para maior com-
modo de seus numerosos frecue/.es e do publico
em geral, teein aherlo em um dos grandes arma-
sen! do Sr. Mesquila na ra do llrum, atraz do
arsenal de marinbt um.
DEPOSITO 1)E MACHINAS
cunslruidas nu dilu seu estabelecimenlo.
All adiarlo os compradores um cmplelo surli-
meulo de moendas de caima, com lodos os melho-
ramculos (alguns dclles uovos e originaetl de que
a experiencia de muilos anuos lem mostrado a nc-
cessidade. Machinas de vapor de baila e alta pros-
sao, taitas de lodo tamaito, lano batidas romo
rundidas, carros de in.lo e ditos para condu/.ir for-
mas de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito. Tornos de ferro balido para fari-
nha, arados di ferro da mais approvoda construr-
cao, fundos para alambiques, cnvot e portas para
fornalbas, e urna iulinidade de obras de Ierro, que
seria enfa.lonho enumerar. No mesmo deposito
ciisio uma possoa inlelligeoto c habilitada tiara
recebar ludas as encommendas, ele. ele, que os
annunciantes contando com a capacidade de suat
ullirinas c maibiiiisnio c pericia de seus olliciaes,
se cnmproinellein a Tazer eiecular com a m.iio-
presleza, perfeiQgo, o azuela ennformidade como
modellos uu desenlio, e inlrnccoes que Ihc forcm
ornecidas.
lioje tem viudo
l.S'tOO a jarda.
de Sji A*
"n i\ \ maisa
Antonio de Moma Rolioi
Os
a
Ir
Sis. devedores
Sr. ioo Moreira Lopes
dirig rem-sc
le, na ra
ami;avelinenli'salil,
I'recisa-se
.1,. Itoa-Vista n.
hens ibis subdit
culada Conccicao l.im .. Manoel Joaquim de Olivei-
ra i,nuil.uros, iranri.n. Antonio .te Dliveira, V-
renle Jos Pereira, Antonia Dias Martins Moreira.
Domingas d Soii/,i Barroso, Joao Jos da Silva e
Anlonio Clnveii.i de Cnrvalho; e pelojoizo respecti-
vo rio I- uno .Ij .idade ,|c lioiaoa, o- de Manuel Joa-
quim d.i Costa, lodo- fallecido ab-intentUO da epi-
demia que reinou ullimamcnlc nesla provincia :
iivisii-se a qaaesqoer pessoas .pie forem le&almenle
credoras do espolies dos ditos finado, paraqu......m-
pareram ueste consulado, alim drserem veiifirados
o seu- crditos, edepui prncederem peanle as iUs-
ticas respectivas, cobrante do que Ibes ro devido,
.ojo pagamento lera tusar nette mesma consulado
.em lempo compele...... n>eire14dejonho de isvi.
".I-1 ae manoel Jos Lei-O chanceller interino, S. \1. AlvesCsrdoso
lo ueimado...
noga-srfsos Sra. correcedores da salera |.or-
'n.'iiiv. llor-do-Porlo. o obsequio de mandar
seus ronliecimeiilos ao escriptorio do abaixo assigna-
do, alim de se poderem organisar os manifeslos.
Recite, 12dcjunho IHStj.
Ii.it.i.
a tZ a-'.'',','",' J","l""" i* Kur.q,,, o riiiranl
ni- e,u V '"" "'" "Mradorw ne,|
i" '.' em primen-o Ingai .. Sr. I nii i
ntsue, eat teaondo ot Si
i em terceiro ,. .en|..
' "......" '..* muura Ifolim
Tos 'l'.v ,' V'l'r"1" ''''" I """ ''" "l"'1" *
.'., '""*" e ngomma-sc com muila nerfeirau
ce., ecom n,air brevidado possivel. S
e pelo baratissimo preco
por menos de
seu valor.
.Tendo sido arrematadas asfazendas da
lo'a da na do Crespo n. !t, o arrematan-
te vende as niesmas por menos ele seu va-
lor, dinbeiro a' vista.
Vendem-se Imnuo as do reino muilo novas a
HO a libra, alelriaaOiO, queijos do reino muito
frescaes a 28000, .utos do serlao a OO, cha muilo
superior a 2(K0O. pastas novas a MO, bolachas Villa-
Verde a 20 a libra, mararro novo a lO ; na ta-
berna da ra dos Marhrios n. 30.
Vende-se a laberna da ra do Hospicio n. l.e
na mesma se lira quem d dinheiro a premio sobre
penbores de praia e ouro.
Vende-se milho .i 3) a sacca : no caes da al-
fandega, armazem do Mello.
Vende-se um escravo molato. de idade 28 an-
uos a 30, bonila ligura, ptimo para pasen) ou cria-
do : os pielendeiiles dirijam-sc a ra da Concordia
n.2<>, armazem de malenaes de Pedro Antonio Tei-
leira Guimarles.
Charutos S. Fe-
40 PUBLICO.
da casa lid I ida do
sao cu:n dados a
saidarem seus dehj tos.
de uma
i, loja.
ama ; noaler
I

^ ^p armazem de fazendas baratas, ra do |
Collegio n. 2,
^i vende-se um completo sortimento do f.t- 1
M zendas linas s f;rossas, por mais barato B
M preeos do que, cm outra (jualquer parte, j^
% tanto em ponjdes como a relallio, allian- ^
;^S rando-se aos compradores um srj preco S
Q para lodos: este eslabelecimento abrio-sc *
combinaeio com a maior parle das ca-
commerciaes ingle/as, franeezas, alle-
| maos e suissas, para vender fazendas
H em entila lo que so tem vendido, e por islo jg
>',| ollerccein elle mejores vantagons do que J?
I nutro qualquer; o propiiettrio deste im- %
& portante eslabelecimento convida iodos S
g os seas patricios, c ao publico em geral, P
jai l'ara I"6 enhem a km dos seus inte- ?
s| resses) comprar fazendas baratas: no ar
jjsjj nuzem da ra do Collegio n. 2, deAn- s
| mnin l.ni/, dos Sanios & Rolina.
m
Os verdadeiros charolos de S. l-'elix : vendem-se
na ra do Qoeimado n. 0.
Superiores cscrivaninlias.
ISa ra Nova n. 20. loja de ferrasen*, \en.lem--e
muiln superiores escrivaninhas, por haralo prero.
Por menos do que ein oulra qualquer parte
vendem-se na roa eslreita do Rosario n. n, no de-
posito de sanguesuga hanihurguezas, os objcclos
abaixo e novamente chegadot :
Bolaehinha de suda
Ibta .le Lisboa
Hila hamburguesa, lata grande
Dila de aramia dita
i.lueijo Ion.hio a libra
l'resunlu para hambre
i'ouriuhn ingles
Amen.toas ronMladas e franeezas a libia
Pecegos, Peras, Damasco aUinjalata
Biscoilo inglez, lata surtida
Prascos com conserva dediflerentes qutli-
dades
Pastas novas a libra
Ameias a libra
Sal
do Ass.
Vende-se superior sal do Assti, a bor-
do do liiate ANGLICA tundeado con-
fronte ao trapiche do algodao: trata-sc
a bordo do mesmo, ou com o consignata-
rio Luiz. Jos de Sa' Araujo, na ra do
Brum n. 22.
Vendem-se madapoles finos c de oolros, com
um pequeo loque de avana, por preco muilo liara
tus: na ra da Cadeia-Velha n.24, primeiro andar
%'ende-se arroz branco novo, superior, em
porcao e a ret.illio a 100 rs. a libra : defrcnle da ca-
sa da relaco n. 2S.
Vende-se arroz pilado muiloMinm a 2JS0O a arrulla
saccas de milho muilo novoa :t9800,lrcs saccasdeieijao
arruinado para animics por preco commodo : uarua
do Vigario u. .
Vende-;c sal do Asssii abordo do brigue nacio-
nal .. .ero > : a tratar na roa do Vigario n. 10. I."
andar.
A bordo do patacho uThereta I, fuudesdo de-
fronle do ii..|iiclie do algodao, vende-re farinh.r.le
mandioca de superior qualidade, pelo barato prijo
de 3SC00 cada alqueire da medida velha, e por mo-
nos em porcao grande: Irala-se na ra da Cadena
do Recife, ocriplorio n. 12, com Rallar & Oliven;'.
SALSA PARRILHA.
\ ende-se no escriptorio de Antonio Luiz de Olif
veira Azcvedo, rus da Cruz n. 1.
SUPERIOR FARI.MIA E MANDIOCA
Saccas com alqueire vellio.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo lem para ven-
der superior farinha de mandioca, chegada ultima-
riionIe na garopeira S. Pedro ; para ver e Iralar,
no seu escriplorio, ra da Cruz n. I.
Em casa tic Rabe Sclimcltau i\ G., ru;
da Cadeia n. 37, vende-se :
Lm grande sortimento de vidros de c
pellio.
Relogios linos de patente ingle/..
Couros de lustre, marca caslello.
Cotilos de gra\a.
I'.i", illins seccas cm
piiibia, praca do Corpu Santo.
Relogios
cohertn descoberlos, pequeos e grandes, de ouro
e praia, patente inglez, de um dos melbore fabri-
canles de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
Blez : em casa de Soulhall Mellor ,\ Companbia, ra
do Torro n. 38.
Rob L'AOecleor, Vermfugo inglez, salta de
llrislol, pillas vegelae, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros em casa de Bartholo-
men francisco de Souza, na ra larga do Rosario
n. 36.
Cjobei tore* nhi s muito encorpa-
dos e gratules.
Vendem-se na ra do Crsspo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
Jal virgen) de
LslJon t- j.oiassa ta
Ruksi
Vende-SC na ra do Trapiche n. 0 l|, cal vir:em
de Lisboa, nova a ."i^HK) o barril, velha a 500rt.
arroba, e potassa da Russia a 300 rs. a libr.
. Soiiins de patente
ingle/.csdeouro, desabnele edevidro :
vendem-se a preco razoas el, cm casa de
Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia
ilo Recil'c, armazem 11. .
r ^
Atteiico
Riscado escuro e muito largo, proprio para rnupa
de escraeos a ItiO o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito lii.nisn.lo a .".?, aloalbado adamasca-
rlo com 7 palmos de largura a IjOOO a vara, loalhas
de panno .1 linbo alcovoadas e lisas parroslo, as
mais super iores que lem viudo ao mercado, ditas
para mesa, (Znardanapos adamascado e oulras muia
las fazendas por preco commodo : veudem se na ra
do Crespo, loja da esquina que volta para a ra da
Cadeia.
Vendem-se velas de carnauba bem acabadas,
sapatos e esleirs, chegadot rccenlemenle do Araca-
ly, por menos do que ein oulra qualquer parle : na
ra da Cruz n. :li, primeiro andar.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
gainho, sita na casa do Sr. rirurgiao Teixcira, com
militas fregue/ias na Capung, Alfliclos e Boa-Vit-
t. alm da da porla, a qual lem lodos os perlences
o Irabalhar, e na mesma lem um cavallo para en-
trega de pao iia freguezia : para Iralar, na ra d
Soledade n. 17, ou ua mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar borlas e bal-
sa derapim : na fun.Ho.iu .le l>. W. Bowmap,
na rna do Brum ns.6,8c!0.
Cal t** Lisboa.
Vende-se nina por<;Ao de barril com cal de Lisboa,
por barato preco, e relalho a 3 o barril i na ra da
Cadeia do Recife n. 50.
medio, umitas que ja eslavam as portas da morte,
preservando em seu uso, conseguirn] recobrar a
saude e forjas, depois de haver lenlado inulilmen-
le todos os oulros remedios.
As mais afilelas nao devem enlregar-se a dese--
perac.in ; fac,am um compelenle ensaie des tffica-
zes edeilosdesla assombrosa medicina, e prcsles
recnperarSoo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar esle remedio para
qualquer dar^eguinlcs enfermidades :
accidentes epilepWcos. I'ehreto da epeie.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas mald'\
Aslhuia.
Clicas.
Convulsocs.
Ilebilidadc ou exle-
nua^ao.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desiuteria.
Ilor de argabla.
o de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfermidades no ligado.
venreas.
Knxaqueca.
Ervsipela.
Pebres biliosas.
inlermilleiiles.
Gola.
Ileniorrboidas.
II > 11 o|.|-ia.
Ictericia.
Indigcsldei.
H i II.. miliar ot..
1 rr cg ular i da;d es da
meiislru.ic.i...
Lombiigas de toda es-
pecie.
Mal-de-pedr.
Manchas ua culis.
Olislrurjao da venlre.
Pbsica ou consumprau
pulmoqar.
Hetenflo de aurina.
Rbeumatismo.
Svmplomas secundario-.
Temores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo mal.)
eral
Viiiiiodo Porto superior.
' bem conherido vinbo do Porto superior, ero
s de oilavo ; no armazem de Barroca A; Castro,
la Cadeia do Recife n. 1. onde enronlrarao lam-
\endem-seeslas pilulasno eslabelecimenlo -.
de Londres, n. 21 i, Slrand, e ua leja de lodosos
boticarios, droguislase oulras pessoas encarreca-
das de sua venda em tuda a America do Sul, J|a-
vana e llrspauha.
Vende-se atboceliahat a800rs. C^da urna dclla
conten urna insIruc^Aorm pnrluaniz para explicar
o modo de se usar .testas pimas.
O deposito geral be em casa do Sr. Soum pbar-
maceulico, na ra da Cruz n. 22, em Peruain-
DOCO.
ARADOS DE FERRO.
INa fundijao de C. Slarr & C, em Sanio
Amaro, acliam-se para vender arados de ferro de su-
perior quaiidade.
Vendem-se dous pianos lories de Jacaranda
construccao verlical ecom lodos o melhoramenio,
man modernos, tendo vindo no ultimo navio d
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
"Emcasa de HenryRrunnd: C., na ra da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
te de ouro dn melhor gosto, assim como relogios
de ouro patente.
Salitre superior.
rijan'1!1."*'-e "l'"'0 i!?"10' "" lJ le hTSBeiK dd
rus du yoeimado u. .lo, em porciies e a relalho.
Fifii mi
Mt
NA FLNDICAO DE FERRO DO EMGK-
NHE1RQ DAVID W. BOWMAN. rtA
RA DO BRUM, PASSANDO O uflA-
Ijasempreum grande sori.menu. dos seguinte, oh-
eclos de inechanismos propriot para engenhos, a sa-
ber moendas eme.as moenda, da mais moderna
construccao ; laixas de ferro fundido e batido do
superior qoalidadee de lodosos tamanhos ; rodas
dentadas para agua ouanimaes, de lodas as pronor-
coes ; envose boceas de fornalbae registros de bo-
eiro, agu.lboes, bronzes, parafusos ecavilhoes, mol-
linos de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUXDICA'O.
se'execulam lodas as encommendas com a superior
ndade jacouhecida. ecom a devida pieslezae con-
modidade em prec;o.
'av.tlhsa contento.
Coi.linua.se a vender acOOO o par (prero fijoi as
ja bem conhecidas navaiha de barba, feilas lelo h-
bil rabr.canlc que ha sido premiano cm diversas ex-
posicoes : venoem-te com a condic.iu de nao
dando poder o comprador devolv'-I
ral
'atoes.
do Bheno superior,
Vinbo
tildo por preco comum.!".
O bem
barri
ra d
bem regular, cm barris de quinto, por preco com-
modo.
SEM ENTES.
Ssoehegadas de Lisboa, eacbam-se venda na
ra da Cruz do Recife n. 62, laberna de Antonio
Francisco Manins a es.ninltsiemenlesde herlali-
ce,co.n..sej-m : rrilhastwta, senovera, e de An- ,
nota, reijAi rarrapalo. roxo, pintacilgo, c amarello, dando poder o comprador devolve-las -,le lo dias
allaee repolhuda e all;mSa, lalsa.tomates grandes, \ depois da compra,retliloindo-sr a imroilaiiria rm
rbanos, rabanales brancos ?ncarnados, nabos r-| casa de Aucuslo C. de Abren, na ra da Cadeia do
so e branco, tenoirai brancar e amarellat, couves Recife n. :iti.
Irincbuda, lombarda, esabeis, sebola de Selubal.i
segurelha.roentro.lc tonceiie repolhoe pimpinela,;
eoma grande porcao de lincrenle- semenles, das
mais bonitas (lores parajardius.
I
ing* e/es de pa-
tente,
os mell.ore. fabricados em lnglalerra: m easa dt
lienry Gibson : ra da Cadeia do Reciten. 52.
ai; enca
Da fundifo Low-Moor, ra da Senzala-No-
va n. 4-2.
XAROPE
5500
500
S-sNlO
2S0O0
9610
3180
19600
I9OOO
2*100
-OO
950o
-so
S210
39000
29OOO
19600
_'-n(m
29000
mais 1 Hllala a libra
.:... s Vinho cheroz garrafa
Hilo Ronleaiix linio garrafa
Hilo dilo branco
Hoce lino de iniiabs caivao
Marnela.la. lata de :i libra
Ruines com .loco da Europa de illftVreilles
qirdlda.les
Azeile doce francs frasco
Vinagre .1 garrafa
alanlciua inglein superior libra
; Vinbo do Lisboa o melhor que he possivel
hm& Sf1' mfiln *W,8M" fle teric nunca acbar se
SHRJSStSMM^Silui'sc mencionar.
29OOO
96HI
l-IIIKI
IOS.
Vendem-se relopios suissos de todas ai
quaiidades, tanto de ouro como de prata,
dito galvanisados e (oleados: na ra da
Cadeia do- Recite n. 18: na mesma casa
lia tambem tnios clironometros e relo-
yios para senhora rli- opiimo goslo.
Atteiieio.
\ endem-sc loalhas c Euardanapot de panno ue li-l
libo do l'orlu : na loja de Sa Manoel I 11a ra da Ca
doia do Uecife n. 17.
Em casa ilc M. Calmo ti <\ C., praca rio
CorpoSanto n. 11, ha |ara vender
seguinte:
DO
I oi Iransferido o deposito desle xarope para a bn-
l:ea de Jos.- da Cruz Santos, na ra JSova n 153
carrafa 5*500, e roeias .19000, sendo falso lodo
aquello que mo for vendido ueste derosilo. relo
que se faz o presente aviso.
IMPRTAME PARA 0 MUCO.
Pira cura de phlysica em todos os seus dillercn-
tes eraos, quer motivada por consliparoes, los-e
aslbma.pleuriz.escarros de sangue, ddr de eos'
adose peilo, pal pilarlo no eoratto, coqueluche.
hronchile, dorna garganta, e todas as molestia'
Nesie eslabelecimento continua a haver um com- dosorgaos pulmonares. --------ai
sortimento de moendas e meias m oendas I _Em casa de Henry Brunn & Q rug da ^
ii. 10, vendem-se .
piulo sorlimentn de moendas e meias moendas
para en^enho, machinas de vapor e laixas de
ferro balido o coado de todos os tamanhos para
dito.
Vendc-secal de Lisbo a ult i mamen tec hegada. as-
sim como polassa da Russiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo n. II.
TAI XAS PARA EXGENHO.
Na fundico de ferro de D. W. Rowmann ua
rita do Brum, passando o chafariz, contina ha-
Taboado rli- pinho,
Suecia.
Alcatruo de carvAo.
Lunas ile algodao.
Ditas de linbo.
I inlas em latas.
lia p
alcatruo
pixe
1*120 Esponjas de superior qualidade.
" Calios de linbo e de .Mandila.
Tudo muilo commodo.
Lonas e brins da Russia.
Inslrumentos para msica.
F.spelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadciras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
C'turna lacea.
Moendas snp riores.
Na ItindicodeC. St.irrc\ C. em San-
mocnrlas
modelo c
ro sem despeza ao comprador.
Vende-sc em casa de S. P. Johnslon & C.,
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de monlaria, candieiros e castiraes
bron/.eados, relogios patente inglez, barris de gra-
sa n. 9?, vinho C.herry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munc,.io, arreios para car-
Jo, lonas inglezas.
I'ni completo sortimento de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peililho,
romeiras, Ctmiss, eoilinhas e pelerinas ; Umhem
lem um com|deto sortinienlo de ricas llores, enfeiles
para cibec.i. lila e os verdadeiros e moderno- lucos
de linbo : na ra da Cadeia-Velha 0. 2i, primeiro
indar.
o$ fmi$o&.
Contina a estar fogida a prela Victoria, de
uacao Mosambique, lem urna serrilha da lesla a
ponln do nariz, sianal de sua najilo, representa trr
Iti anuos, alia, magra, c falla altapalhada, he niea
lulo, consta ter andado na Ponte de l'chea, das S
para 9.horas da noite por ter sido ccrava desle
mesmo lu^ar; assim como lem sido vi-la na Mataii-
noira o Cruz de Almas; rosa-se aos capiles de cani-
no c Inda e qualquer pessoa a apprebensao da dita
escrava, a qul poder.1 ser entregue na prac,a da In-
dependencia ns. 111 e I"., loja de calcado de Joaquim
l'ereira Arante-, onde ser generosamente recompen-
-adn.
PBRN. TVP. DE MTroFFlUair^- ISVili
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEGIVEL
t
j
1


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