Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07410


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Full Text
ANNO XXXII & H.
SABBAO 1'. DE JIMIO DE .856.
Por 5 meut adiantados 4$00O.
Por 3 mczes vencido 4J500.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
INC AlllU.i, UniS DA SITBSCRIPC.XO' NO NORTE
Parahibe, o Sr. Geruzio V. da Ni.ividade : Naial, o 8r. Joa-
S"L Pereira Juoior : Aracaiv. o Sr. A. da Lemoa Braga
r, ofc. J. JosedeOliveira ; Maranhio. o Sr. Joaquim Mar
qaa Rodriraa; Piuhy, o Sr. Domingos Herculano A. Peisoa
Caareoea ; Par, o Sr. Juitinino J.. Bamoi; Amiionai.oSr. Jero-
jna da Cmu.
PARTIDA DOS CORREIOS.
laura
>. tala
S. I...nr.
[,lo. ... .1.1.. i-'i.
I, ......niu i Palalill,
i:.-.,-,..,.. Hu......i.,
lie, I"......1 Vil,.., Vif
-. V llla-lb-lla, II...-
...... hora* do
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ara, Vll.nl.....
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Serillliacm, l'.ii.-Korm...... I i.... Il.irr.'it..., .\.U4-I'|
al : .)
ni l.oi.i. .la manli.v
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai a labbadoi.
Relaco : lercas-feiras e sabbadoi.
Fazenda : quartaa eiabbadoa ai 10 horaf.
Juizo do commercio : segundas ai 10 hora! a quintal io me 10-dia.
Juizo de orpboi t segundas e quintal ai 10 borai.
Primeira Tara do civel.- aeguoda a aeita ao meio-dia.
Seguoda vara do civel : quartai a aabbadoi ao meio-dia.
EPIlEMKltIliKS DOMEZDE JIMIO
2 Lu aova ai 9 horas, 22 minutos. 4 segundos da tarde.
10 Quirto crcente aos 19 minutos e 48 teguudoi da tarde.
18 La chaia as 2 horas, 27 minutos e 48 segundos da tarde.
U Quartominguante as7 horas. 48 minutse 48 legundoidam.
IHK.WIAIt til, MOJE.
Primaira as 2 horas t minutos da Urde.
Segunda os 2 horas 30 minutos da manha.
*- '-----------------------------------------------------------------"--------------
DAS DA SEMANA.
9 Segunda Si. Pelagia v. ; Ss. Primo c Feliciano mm.
10 Terca. 8. Uar^ariria r.nnli.i : 8s. (tetulio e Primitivo mm.
11 yu.ma.f-. Bernab ap. : Ss. Feiii e Furtunalu irs. mm.
12 Quinta. S. Joao de S. Eagundus : S. Onolrc.
13 Seita. S. Aulonio I padroeiro da provincia.
11 Sabbado S. Kasilio Magno b. doutor da Igreja.
15 Domingo. S. Ss. Visto. Uacio. Libia. Lenidas o Rlanides mm
ENCARREGAD08 DA 8l!ltSCIUIH.:AO NO SUL.
Alago!, o Sr. Claudico Falcao Din ; Bahi o Sr. D. Daprat
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
F.M PERNAMBUCO
O proprieurio do DIARIO Manoel Figaeiroa da Fari, na ira
lirraria, praca da Independencia ni. Se 8.
parte orriciAL
O VER NO OA PROVINCIA.
Expedanle do dt* '.) da (unho
(lllicio. Ao Exm. mareclial commanriaule da
arma. Ilecchi o ollirio de V. Exc. de u. is e da-
la de I do correle, e lirondo inleirado do* motivos
que e impelliram a acolher as represealar;e diri-
gidas pelo eummandanle de alguns corpos em guar-
uieAo uesl provincia, com o lim de ser augmentado
o quantilatfvo marcado para elape dos meamos cor-
pos, pec.o-Ihe que sa persuada que. roohecendo bas-
tante as suas boa qualidades e modo de servir, j-
mala podena eu imaginar que V. Etc. incorresse
na pecha de irrefleclido por tratar ao conheciinenlo
da presidencia laes represen la ce.
Hito Ao mesmo, dizendo que pode mandar re-
tirar para esta capital, as 11 pravas 1o 2." balalhAo
de intentarla que se achara destacadas na comarca
de Si. AnlAo.
Dilo Ao Exm. director geral interino da ins-
iruccAo publica, approvando a resoluto que tomn
o rnuselho director, de marcar o prazo de seis inezes
para eomprimenlo das disposiciies do arligos s a
93 da lei regulamenlar da iiislruceo publica.
Dito Ao vice-consul do Brasil na cidade dn
Porto, inteirando-o de haver sulicitadn dn governo
imperial ama decisao relativamente matricula de
escravosque desla provincia houverem de seguir pi-
ra o portos daquelle reino.
Dito Ao inspector da Ibesouraria de fa/.imdn,
romtnunicanio que por accordao da relarAo de 7 do
correule, foi julyado improcedente o proces-o que
,*e manduu inslaurar conlra o jui/ municipal de l.i-
iniieirn Nabor Caroeiro Bezerra Cavalcanli. por ha-
ver abunden i.ln em liceuca o lugar que cxerci.i in-
lerraamenle, de juiz de direito rUqarll comarca.
l-'iztram-se a outras cummunicac,6es.
Hilo Ao inesmo, imeirando-o de haver o jui/,
municipal do termo de toiauna Caetano Eslpllila
Cavalcanli Pesaoa. participado que no dia I do fr-
renle entrara no exercicio da vara de direito da-ajoel-
la comarca. Igual eommunicaco se fez ao ronse-
Ibeiro presidente di relac,ao
Dito Ao mesmo, autorisando-o a mandar |>agar
ao alteres I.oiz Vicente Viaona, o qoe, em vil.i dos
papis que devolve, se Ihe e-livi r a dever relativa-
mente ao anno ftnanceiro correle, mandando pro-
ceder nos termos da circular de G de agosto de 1817
qoanto ao que pcrlencer ao exercicio de 1851 a
IH.V. ja encerrado. Participou-se ao mareclial
eommandante das armas.
Dito Ao mesmo, recommendando em vista de
na informaban e da do administrador da mesa do
consolado, dada a cerca-da represeiita^o dos nego-
rianle da povoarao do Pifar na provincia das Ala-
fioas, qoe expeca as auas orden para que no mesmo
consuladose cousinla no despacho de mercadoria com
deatino directamente aquella povoarao, vislo como
existe all yna mesa de rendas. Participou-se ao
presidente da referida provincia.
Dilo Ao coronel Domingos Mtnnso Nery Fer-
reira, dizend ticar inteirado de l.iaver Smc. aasomi-
do o rommando loperior da guarda nacional deale
mnnicipio.
Dito Ao enmmairtanle superior da guarda na-
cional do municipio de Goianna, concedendo a li-
cenca que pedio para tratar de MI samte Beata capi
tal, derendo passar o rommando superior ao ollicial
a qui'in por le competir.
DitoAo juiz relator da junl a de jualira, envi-
ando para ser relaladn em ser.n ila mesma jimia, o
processo verbal do soldado Antonio l'ereira Garda.
perlencenleao l." blalMo de tifaalaria,Parlici-
poo-se ao mareclial commandanle das armas.
liilo Ao ioiz monicipal da primeira vara, re-
cnmmendaiil.. que sem perda do lempo, mande re-
cebera bordo do brigue de guerra Capibarilie, o
sentenciado Francisco Antonio 'Ja Silva.
Dito Ao inspector da lliesouraria provincial, re-
commendando que mande nln;gar ao proprietario
Joao Mauricio de Barros Wandfrlej, mais um conlo
de ris para ronliiioaro da pa imniin da despexaa
da obrada ponte de Gindahv snhre o rio Seriuliilem.
Communicou-se ao director das obras publicas.
Dito Ao mesmo. dizendo .que em vista das ra-
zftes apresenladas pelo directo, das obra publicas
na informadlo que remelle por copia, cumpre que
Smc. mande eflecluar o pagamento da lerceira pre-
laco da obra do 2." Unco da cslrada dos Kemedios,
conforme ja te determinen.
Dilo Ao presidente do rxinselho de patrimonio
dn orpb.ios, declarando ahver o Exm. pielado dio-
cesano eOD.ignado da c.aixa pin 2trj contar desle me/., para seren applicados em favor
das o (dio i- que ficaram em rompido desamparo em
consequencia de terem seus psis fallecido da epide-
mia : e recomniPiidando que opporlnnamenlc man-
de receber referida quaiilia..
Dilo Ao vigarioda freguc/.ia de Sanio Amaro
de Jaboato, dizendo qne para poder resolver acerca
do sen rrfficio de lioiilem, fa/.-te oecessario que Smc.
declare se as pessoas que pre.endem reedificar a ca-
pella de ossa Senhora do Socorro, olTerecem a &.i-
ranlias precisas para realisan-m essa rccdificacau e
conservarem o templo com a decencia devida.
Dito Ao juiz de orpliAos snpplenle desle termo
em exercicio. Representando-me o cnsul de lr-.ii-
ra, que a respeilo da arrecadncilo dos bens do subdi-
to de sna na^ao Frederico Conloo, Vine, apfeseulara
lirelenn.es cnnlrarias ao tratado com aquella poten-
cia, apreso-me em recommendar-lhe que observe
o que a lal respeilo se acha dispaslo no ralada e em
oelros actos du governo imperial, que o ciplicam, e
de que Vmc. deve 1er conhecimenlo.
Dilo Ao administrador do cemiterio publico,
recommendando, visto haverem apparecido algn
caaos do cholera-morbos nesla cidade, que mande
enterrar immedialameute a qualquer hora em que
forem conduzidos ao cemiterio, os cadveres da pes-
soas qoe fallecerem do referido mal, e foro n acom-
panliido de atleladn de medico e do complanle
visto do chelo de polica, delegados e subdelega-
do ; curoprindo que Smc. para esse lervicn lenha
promptos o carros fnebres oecessario e o pessoal
indispeinavel, e faca relacionar em follia separada,
'para serem pagas pelo cofres geraes, as despezas que,
accrescerem sordinariii.Fizerimse asnecessarias
communicaces.
Dilo Ao administrador do correio, inleirandn-o
de haver o delegado do Brejo participado que Ihe fo-
ram entreguesa helanca peso e mais papis perlen-
centes a agencia do correio daquella villa, vislo Icr
u respectivo agente fallecido da epidemia.
UOMMANDO DAS ARMAS.
Quarxel general do coamaDdo dai armas de
Pernaabueo na el dudo do Recite eaa 12 de
(unho de 1856.
OKI1EM DO DIA N. 27S.
O mareclial de campo, rommandanle das arma,
declara, |iara que lenha o dcvido elleilo, que nesta
data conlrahio novo engajamento por mais seis ali-
os, nos lermos do regulamenlo de I de dezembro
de IS.V2, preredendo inspecQao de aiile, o soldado
da primeira enmpanhia do nono beulhio de infan-
taria, Jos Antonio do Nascimeulo, que perceber.
alm dos veucimentos, que por lei Ihe competir, o
premio de ilKI? rs. pago na forma disposta no arti-
go 3," do decieto n. 1101 de 10 de jnnho de 1851, e
lindo o engajarnenlo nina dala de Ierras de 22,500
bracas quadradas. Perder, no caso de desercao, nAo
so as vanlagens do premio, como aquellas a que ti-
ver diieilo, seri considerado como se fura rerrulado ;
ilesconlando-se no lempo de euuaiamenln o de pri-
5o, em virlude de senlenca, avarbando-se esle des-
como e a lerda das vanlagen no respectivo titulo,
como el por le determinado.
7n.se Joaquim Coetho,
EXTERIOR.
navios ligeiros necesarios ao servicn de suas coalas,
que reservam a si conservar no Mar-Negro, e*s.i
convencao lica annexa ao prsenle tratado, e ler.i a
mesma forca e valor como se fra parte integrante
dclle. Nao podera ser annullada nem modificada
sem o asseulimento da potencia signataria do pr-
senle tratado, o
O congresso deixa a Iciliira e a adopeao decisiva
dos ootro arligos para a se*sAo seguinle.
v Seguem as assignaluras. )
PKOTOCOI.O N. XVI.
Se*s.o de 27 de marco de 1856.
Prsenles os plenipotenciarios da Austria, Franca,
' r.i rel nili.i. Prussia, Kussia, Sardenha e Tur-
qua.
lie hdn e approvailo o protocolo da sessao prece-
dente.
O Sr. conde Valewski le o projeclo de conven-
cilu deslin ido a substituir o auto assigoado em Lon-
dre a 13 de julho de 1841.
mnuidades, collocados de nfa em diaule soh a ga-
ranlia collecliva daspolenetU eoiitr.ilaole.
o Por consequencia o dilo principado conservar
sna administraejao independente e nacional, e bem
assim a plena liberdade de culto, legislacAo, com-
mercio, e navegacAo.
Kevendo este ultimo artigo, o eongresso resolve
que a decisao que se Ihe segu no protocolo n.
XIV he mantida.
Arl. 29. O direilo de guarnicAoda Sublime Por-
ta, tal qual se acha estipulado pelos regulainento
antenotes, he mandilo. Nenhuma interven^Ao ar-
mada podera' haver obre seo territorio sem previo
-1 .mili eulre as alias potencias contraanles.
Arl. :M). S. M. o imperador de todas a Rus-
sias, e S. M. o sullAo conservan, em mi a integrida-
de. o estado de suas posseates na Asia, lal qaal
exislia legalmente antes do roropimento.
u Para prevenir loda a conlaalario local, o Ira-
cado da fronleifa era veriHeRou, e se heuver lu-
gar, rerlillcado em que dahl possa resultar pre-
ijt'a'icin di cidide o*d .lldflorzs. [ considerados para irmao instituidores da santa casa
Tamben] pequeos concertoa feram feilos nesla I da misericordi;,, que lem de reger o dilo hospilal.
cadcia que he urna das inelliores da provincia. Km virlude do arl. 1 da citada lei organise,! o re-
Em todas as outras localidades as prises a que gulainenlo de 15 de novemhro, que ser-vos-ha pre-
s.'io recolhidos os criminosos, ou mesmo os homeiis | sent, pelo qual an rege o remilerio publico desla
apenas uspeitos de crimes e muilas ve/es,innocentes j cida le. Eucarieguei a commissao por inin norn-a-
Ese projeclo he aceito,"e o eongresso decide que I juizo territorial para qualquer das duas parles
O Sr. aeerelario do governo, faca eiectar na se-
cretaria as sesiiiiiies regras qoe lem por lim a facili-
dade do expediente, economa do material, le tem-
pe e de trabalho, lauto para os empregados della co-
ma para o presidente,
1." A dita nos offlcios ser posta no alio da pri-
meira pagina, como se pcalica as secretarias de esta-
do. Para esse iitn a secretaria se provera' de papel
com as palavrn* que nio variam nesa data, lilliogra-
phadaa on impressas.
i.' Quando se dirigirem divero oflicio, porla-
riss, ou communicafuei mesma pessoa, serlo lo-
dos mellidos neutro de ama t capa e sobscriplo. A
secretaria comprar ou incommendar essas capas
ja se liada e gomadas, urnas em hraiicn e oulras com
os indereeos ja impreasos ou litographados, das au-
toridades, ou empregado, quem mais fcequenle-
mente se dirige a presidencia.
Fica abolida a dilTeren^a nos subrescripto al aqui
observada enlre os oflicios para deutro e fora da ci-
dade.
3." Aseommunica;5essde simples corte/.ia.comoos
conviles, as simples accosacoes de recepcAo de olli-
cios, as informacei dse terem dado orden ou
providencial, e de e terem encaminhado papis a
seus destinos, a imple Iranamisies de papis, do-
cumenlos ou oflicios, as orden ou pedidos para in-
formacOes de menor importancia, e emlim, lodas i-
quetlas communiocAes em que a assignatura do
Cresidente nAo he necessaria para cobnr a respouaa-
ilidade das pessoas a que se dirigem, serAo felasem
nota verbal, ou bilnele de recado em mime do presi-
dente ou do secretario, mas sem assigualura c no es-
Ivlo seguinle : \ O presidente da provincia { ou
ii secretario do governo', faz seuscumprimeulos ou
presenta seus respeilo*) ao Sr.......( H'm. Sr
PROTOCOLO Y- XV.
Sessho de 2(1 de marro de 1856.
Prsenles os plenipotenciarios da Austria, da Fran
c, da r.o-Brelanha, da. Prussia, da Itussia, da Sar-
denha e da Turqua
Sendo lido o protocolo da sessao precedente, os
Srs. plenipotenciarios da Austria, da tiro-ltrelanha
e da Turqua derlaram que considerara as explica-
e/ies dadas pelo Srs. plenipotenciarios da Hnssia a
re-peilo do Montenegro como implicando a allinna-
cAo de que a Russia n.o mantem com essa provincia
relaces de carcter publico exclusivo.
Ali Pacha accrescenla que a PorU considera o
Montenegro como parle integrante do imperio ollo-
inhiio, e declara todava que a Sublime Porla nao
lem a iolenc,Ao de mudar o eslato de cousas actual.
Depois desas explicacoes o protocolo he I ido e ap-
provado.
O Sr conde WalewtU faz urna Icilura gcral e de-
cisiva de lodas as eslipula^es adoptadas pelo eon-
gresso, as quaes sao successivamenle inseridas no
prsenle protocolo depois de haverem rerebido roo-
dilicacrs unauimemenle convencionadas :
" Suas Mageslades, etc., animados do desejo de
por lermo ;is calamidades da guerra, e querendo pre-
venir a volla da complicac/ies que a fizeram nas-
cer, resolveram enlender-se com S. M. o imperador
da Anlria sobre as bases que convem dar ao resla-
belecimenlo e consolidac.An da paz, asse^urando por
garantas cIVicazes e reciprocas a independencia e la-
tegridade do imperio oltomano.
n Para e? lim as dilas magesl.ide nomearam por
pleuipolenciarios...................
os quaes rcuniram-se em conliiesso em Paris.
T'en.lo-se felizmente cslabclecido a inlelligenria
enlre elles, Suas Mageslades, o imperador dos Fran-
cezes, o ni,per.i 1.n da Auslria, a rainha do reino
unido da Grao-Brelanha e da Irlanda, o imperador
dn lodas as Russia, o rei la Sardenha e u suliao,
considerando que pin um iniere eurofieu, S. M. o
re da Pru*sia. signatario da convenQAo de l!l de ju-
lho de 1841, devia ser convidado a lomar parle nos
novo arranjos, e apreciando n valoc que accrescen-
laria a urna obra de pacificac/io gcral o concurso da
dita maseslade, convidaram-na a que enviasse ple-
nipolenciario ao eonsresso.
u Em consequencia,
Mea para seos pleuipolenci
" Arl. I.' A dalar do diada Irora da ratifica-!
coes do presente Iralado haver pa? e amizade enlre
S. M. o imperador do Francezes, S. M. a rainha do
reino unido da Grao-llrelanha e da Irlanda, S. M.
o rei da Sardenha, S. M. o saltan de urna parle e S.
M. o imperador de tndaa m Kutuias deoutra parle,
bem como enlre seus hardeiros e ticcessores, seus
estadal e seus respectivo suhdilos perpetuamente.
o Ait, 2.' Estando a paz felizmente restabelecida
entre as dilas mageslades, os lerrilonni conquistado
oo oceupadna pelo sens exercilos durante a guerra
sern reciprocamente evacuado.
Cnnvencoes especiaes regularao o modo de eva-
cuaran, a qual dever ser quauto mais prompla fnr
possivel.
a Arl. 3.* S. M. n imperador de lodas as Russia
obriCa-se a reslituir a S. M. o sullan a cidade e a
cidadella de Km, e bem assim oulras parles do
lerrilorioollomano de que a iropas russas se acham
de posse.
o Arl. 1.- Suas Mageslades o imperador dos Fran-
cezes, a rainha do reino unido da Grao-llrelanha e da
Irlanda, o rei da Sardenha e o sullAo obrigam-sc a
restituir a S. M. o imperador de Indas as Russia as
cidades e portes de Sebastopol. Ralaclava, kami-
esch, Eupatoria, Kerlch, Jcuikalc, kinhurn, e lam-
bem lodos os oulro lerrilorios oceupados pelas tro-
pa alliadas.
o Arl. 5.- Suas Maeesladesn imperador dos Fran-
cezes, a rain.!)* do reino unido da Grao-Brelanha e
da Irlanda, o imperador de lodas as Russias. o re
da Sardenha e o sultn concedem amuislia plena e
geral a lodos os seus vassallosque lenham ido com-
prometlidos por qu.lquer parlicipacao nos aconleci-
menlns da guerra a favor da causa luimiga.
o lira expressameule enlendido que esa ainui-
lia se estendera aos subdiln de cada urna das parles
belligeranles, que lenham continuado durante a
guerra a ser empregados no servico de um dos ou-
lro belligeranles.
i Arl. (i.- 0 prisioneiros de guerra serlo imme-
dialamenle restituidos de parle a parle.
ir Arl. 7.* S. M. o imperador dos Francezes, S.
M. o imperador d'Aulria, S. M. a rainha do reino
unido da GiAo-Brelanha e da Irlanda, S. M. o re
d.i Prussia, S. M. o imperador de loda as Russias e
S. M o rei da Sardenha declarara a Soblime Porla
admillnl.i a participar das vanlagens do direilo pu-
blico, e do concerlo curnpeii. Suas Magetades obri-
gam-se cada um de sua parle a respeilar a indepen-
dencia e iulegridade terrilori.il do imperio nlloina-
no, garanlem em commnm a rigorosa observancia
deisa promessa, e conaiderarao por conseguinle lodo
o aclo capaz de ollende-la como queslao de inleresse
aeral.
o Arl. X.- Se sobrevier enlre a Soblime Porta e
urna on minias das outras potencias signataria um
ilissenliraenlo, que ameace a raanolencAo desua re-
laces. a Sublime Porta, e cada urna dessas polen-
cias antes de recorrer ao empreo da forca propor-
cionarlo as oulras parles contraanles os meioi de
prefinir essa exlremidade pela sua acc,Ao media-
dora.
Arl. 9." S. M. I. o sultao em sua cnnslanle so-
Jicilude pelo bem-eslar de seus vassallos, lendo oo-
lorgado um firman que, melhoraiido-lhes a sorle sem
dialiuccAo dereligiao nem de rafa, consagra suas ge-
nerosas inleuces acerca da populadnos chrislAas de
seu imperio, e querendo dar novo leslemunho de
seus senlimenlos a esse respeilo, resolveu eomrauni-
car a potencias contratantes o dito firman espont-
neamente emanado de su vonlade soberana.
n As potencias contratantes reconhecem o alto
valor desla coinmunicacAo.* Fica entendido que ella
nao pude em nenhiim caso dar as dila potencia o
direilo de se inlrnmellerem, qoer collecliva, quer
separadamente, as rellene- de s. M. o sullao com
seus subditos, nem na administradlo interior de seu
imperio.
Arl. 10. A convencao de 13 de julho de 1841,
qoe manlem a anliga regra do imperio ollomano re-
lativa clausura dos'estreilos do Kosphoro e dos
|i irdanell ,. foi revista de commum accordo.
u O auto concluido para ese lim, e conforme es-
se principio enlre as alias partes contraanles he e
fica annexa ao prsenle Iralado, e lera a mesma
forrea e o mesmo valor como se fosse parle integran-
te delle.
ir Arl. II. Fica neulralisado o Mar-Negro: a-
hertas i marinha mercante de lodas M nacrs, suas
aguas e seus porlos liram formal e perpetuamente
prohibidas a bandeira de gurira, quer da potencias
rilieirinhas, quer de alguma oulra. alvas as excep-
cie mencionadas no artigo.. .. *..... do prsenle
iralado.
o Arl. 12. I.ivrc de lodo o obstculo, o commer-
cio nos porlos e as aguas do Mar Negro smenle se-
ra sujeilo a regulauentus de Ilude, re alfaudeaa
ser aunexo ao prsenle protocolo.
0 eongresso decide alm dislo, que nm protocolo
particular, qoe era assignado antes dessa convencao,
estipulara para o prazo necesario evacoac,Ao dos
lerrilorios pelos exercilos belligeranles ama excep-
cao temporaria regra da clausula.
O Sr. conde Walewski contina a leilura dos ar-
ligos do Iralado geral interrompida fio fim da pre-
cedente scsao ; esses arligos sao successivamenle
adoptados nos lermos seguidles :
* Arl. !.">. O auto do eongresso de Yienna lenlo
eslabelerido os principios destinados a regular a na-
vegac/io dos rios. que separam ou alravessam mui-
lu estados, as potencias contraanles estipulara en-
lre si, que d'on era dianle ees principios serAo
igualmente applicados ao Danubio e as suas emhoc-
caduras. Declarara que esla disposicAu fica fazendo
parle do direilo publico da Eoropa, e a tomara sob
sua garauli?..
ir A navegacao'do Danubin nao podera' ser sugei-
ll a nenhum erabaraco, era laxa, quo nAo eslejain
expressameule previstos pelas estipalace comidas
nos arligos seguinles. Por consequencia nao se per-
cebera' i.en'inm porcenlagein baleada nicamente
no fado da navegaco do rio, nem nenhum direito
sobre as mercadorias que se acharem I bordo dos
navios. Os regulamenlos de polica e de quarenle-
n.i que se ilevem eslabeleccr para a seguranza dos
eslados separados ou atraveisados por esse rio, serAo
comcebidos de maueira que favorecam quanlo for
possivel a ciinil.ir.io dos navios. A' excepc/iodesses
regulamenlos nAo se por' nenhum obstculo, Jija
qual for a livre navegacAo.
o Arl. 16. Afim de reilnar a disposices do ar-
tigo precedenle urna coininissAo, na qual a Auslria,
a Franca, a Grao-Rrclanha, a Prussia, a Russia, a
Sardeplin e a Turqua serAo cada urna representadas
por um delegado, sera' encarregada de designar, e
de fa/.er execular os Irabalhns necearios desde o
Toullcha para desembaracar a embocaduras do Da-
nubio, e bem assim as partes do mar que se Ihe avi-
sinliun, de areias e oulros obslaculus que os obs-
Iruem para que essa parle do rio, e as dilas parles
do mar liquein as melhores condicoes possiveide
navigabilidade.
Para cubrir as despezas dces Irabalhos, bem
como dos eslahelecimeulns quelerAo por objeclo as-
segnrar e facilitar a navegaco as boceas do Danu-
bio, podero ser percebidos direilos lixo de laxa
convenienle. marcados pela coinmissAo a maioria de
velos, sb i coiidiccaj expressa de que tanto n ese
respeilo como a lodos o oulros, as li ni Icira le lo-
I da a niieoes taran Iraladas com perfeila gualdade.
M- o rei dn Prussia no-l, ",,",r." pl-nP"l-n'larios da Turqua de-
TClaram que a Sublime Purla lar.i de Jjoa vonlade os
' i lunlameolos nero-sarios execu^Ao dos traballios
Para esse fim urna cornojissao mixta composla
de dous commissariu russos, de dofls commissarios
nlloinanos, do um commissario ingleze de um cora-
mi-sarin francez ser enviada aos respectivos lugares
iminediataineule depois do reslabelecimenlu das re-
laces diplomticas enlre a corle da Russia e a Su-
bli'ine Porla. Son trabalho devera ser terminado
no alpaca de oilo ineze contados desde a lrora das
ralificacesdo prsenle tratado.
O Sr.'primeiro plenipoleuciario da Franca diz que
chega ao arligo que estipula a evaeoac,Ao do territo-
rio ollomano pelos exercilos das potencias illiadli.
Faz obseivar que as conveni;es anteriores cuuclui-
das com a Parla lixam a esse respeilo prazos que em
razao do desenvolvimenlo lomadj pela guerra loi-
naram se materialmente nwilrienles para a eva-
cua^Ao das tropa e do material reunidos ueste mo-
mento na Crimea. Accrescenla que a evacuacAo eo-
rnecir logo que for concluida a paz, e que a iulen-
cAi> da Franca, como a de lodos o< seus alliado he
lazer vollar seu exercilo com a menor demora que
for poivel ; porem que essa operacAo Dio eligir
menos de seis mezes ; que os adiarlos da Porla se
acharao por consegointe na impossibilidade de exe-
cular no pra/o convencionado as promessas que fez
sobre ese poni, e que releva lomar-se una resolu-
co a lal respeilo.
Em consequencia dessas observacoesa o eongresso
decide que se reunir immedialamenln depois da
conclusa.o dn paz para tralar do ajuste relativo a
evacuac.An, e para lixar os prazos em que ella se de-
ver ellecluar.
A adoptan dos ltimos arligos do lialadii geral he
deixada para a sessao seruinte.
O projeclo de convenca a concluir enlre a Rus-
sia c a Turqua, eque acha-se junio an protocolo no
\, leudo sido revisto he acceilo, etica approvado
bem como esla annexn ao prsenle prulocolo.
Seguem as assigoaluras.)
IITERIQR.
ii i'i v7giviaa> Z-I-S13 I xT-nirsciau--' ( ji ....... lilil i)lui>n .< ii r
o< IHm. e Exm. Sr..., e lem a honra de gnilicir-' 'le P""." oncelnoiM cora espirito lavoravel ao des-
Ihe.... enviar-lhe__ou pedir-lhc... ele. ele.
4." Hilando seja possivel sern empre impressas
mi lilographadas as circulares que se Itvcrem de di-
rigir a mais de viulc pes-oas.
Para esse lim a secretaria far a acquisic,o de
nma litographia, e em quanlo a nAo liver lar por
ajuste com quem eonvier.
5.a Depoi de examinar os objeclo cima referi-
dos qoe nela cidade o Sr. secretario me informara sobre I vanlagem de
er feila para Londres) encommenda desse meamos
objeclo, e dos qne se nAo acharem aqui.
Palacio do governo de Pernamhuro,'.) de jonho
de 1856. Sergio Telxeira de Maeedo.
eiivolvimeuto das Iransarcics cnminerciaep.
o Para dar aos' inleresse cominerciaes e raarili-
mes de loria a iiacc a desejada segurancj, a
Russia c a Sublime Porla admillirai Cumules em
seus porlos siloado no litoral no Mar-Negro, con-
forme os principios do direilo internacional.
Arl. 13. O Mar-Negro ficando neulralisado nos
lermos do arligo II, a conservarlo ou o eslabeleci-
raciilo em eu litoral de arsenaes militares marti-
mos ficam sem necessidade e sem objeclo. Por ron-
seguinle S. M. o imperador de loda a Russias, e S.
M. o sullao obrigara-se a nao elevar nem conservar
uesse litoral netiuura arsenal militar rn.i ilimu.
i Arl. 11. Tendo Suas Mageslade o imperador
de lodas as Russias e o sullAo coucluido ama con-
vencao afim de determinaren! a fon;a e o numero de
nec
de que e faz menean no arligo supra
Arl. 17. Urna comnnAo sera* eslabelecida, e se
rompora' dos delegado da Auslria, da llaviera, da
Sublime Poilaedo Wnrlemberg um para cada urna
desa pnleneias\ an quaes se reunirao o corarais-
sario do- Ires principados danubianos, cuja nomea-
Ao liver ido approvada pela Porta. E-sa commi.;io
que sera permanente, primeiro elaborara' os regu-
lamenlos de navegacAo e de polica lluvial; segun-
do, fara' desapparecer os embaraces de qualquer na-
lureza que S"jam, que cpp*e-se anda a applicacAo
ao Danubio das disposiees do Iralado de Vienna;
lerceiro, ordenara' e fara' execotar ol Irabalhos ne-
ceario em loda a exleneAo do rio; e quarlo, vigia-
ra' depois ila dissolucAo da coinmissAo europea na
manulencAo da navegabilidade das embocaduras do
Danubio e das parles do mar qne Ihe ficam visinhas.
o Arl. 1S. Fica entendido qoe a ciirDmiso eu-
ropea lera' prrenchido sua larefa, e que a commis-
san ribeirinha ter terminado os Irabalhos designados
no arligo precedente sb os nmeros I e 2 no espa-
do de dous anuos. A polencia signataria reunida
em conferencia, inlorm.n'.as desse fado, pronuncia-
roilepnis de ler felo um aulo diwo, a disolui;o
da commisso europea, e desde enlo a coinmis-.io
ribeirinha permanente gozara' dos mesmos poderes
que ale enlo liver lidu a commissao europea.
Arl. 19. Afim de assegurar a exccu^Ao dos re-
gulamenlos que hiiuverem sido decididos de cum-
mum accordo, segundo o principio cima enuncia-
dos, cada una das potencias contraanles lera o di
reilo de fa/.er estacionar em talo o lempo dous na-
vio ligeiro na embocaduras do Danubio.'
o Arl. 211. Em Iroca da cidade, porlos e territo-
rios enumerados no arl. 1.- do prsenle Iralado. e
para melhor assegurur a liberdade da navegaco do
Danubio, S. M. o imperador de lodas as Hossia's con-
tente na reclilicacAo de sua fronleira na Bessarabia.
A nova fronleira partir do mar Negro I kilom.
a leste do lago Rourna Sola, encontrara' perpendi-
rnlarmenle a estrada de Akerman, seguir' essa es-
trada ale ao valle de Trajano, passar' aosul de
Bo'grad, remontara' o riacho de Valpuk al altura
de Sarlsikn, e ira' terminar in kalamori sobre o
Prulli. Acuna dese poni i amiga fronleira enlre
o dous imperios nao sollrcra' nenhuma modificacAn.
o Delegados das pulencia contraanles Ikar.io
minuciosamente o Iracado da nova fronleira.
i Arl. 21 O ternlorio cedido pela Rusia ser au-
nexo ao principado da Mold via debaixo da sobe-
rana da Sublime Porla.
ir Os habitante desse territorio gozaro dos direi-
los e previlegio assegurados ao principados, e do-
rante o epaco de Ir anno Ihes ser permillido
Iranspnrlar para nutra parle seu domicilio, di-pondo
livremenle de suas propriedades.
ir Arl. 22. Os principados da Valaclii e da Mol-
davia eoiiiiiiii.ii.ii a un/ar debaixo da suzerania da
Porla, e da garanta das poiencias conlralantes) os
prevlegios e as imraunidadi deque gozara. Nenhu-
ma prolereAo exclusiva ser exercida sobre elle por
una das potencia garantes. NAo haver uenhum
direilo particular de ingerencia em seus negocios in-
teriore!.
n Arl. 23. A Snblime porla obriga-se a conser-
var nos dilos principados urna adminislracAo iude-
pendenle, e nacional, bem como a plena liberdade
de culto, legislaco commercio e navegacAo.
rr As leis e e-i,linio actualmente em vigor sern
revislos. Para eslabelecer completo accordo sobre
esa revisAo, urna commiso especial sobre cuja
composicao as altas poiencias contraanle se enten-
dern, reunir-se-ha nem demora em Bucharesl com
um commissario da Sublime Porla.
n Essa ivininis.n lera' por larefa indagar o esla
do actual dos principados, e propor as bazes de sua
futura nrganisacAn.
ir Arl. 2. S. M. osullAo prnmelle convocar im-
medialameute em cada|uma das pruvincias nm Divn
ad hw composto de maneira que constilua a repre-
senlacn mais exarta dos inleresse de loda as cas-
e da sociedade. Esse Divans lerAo de exprimir os
votos da populacoe relativamente a organisacAo
decisiva dos principados.
o Orna inlruccAo do eongresso regulara' as rela-
ces da coramsAo com o Divans.
ii Arl. 25. Tomando em considerac/io opiniao
emillida pelos dous Divans, a commissAo Iransmilli-
ra' sem demora a' sde actual das conferencias o re-
sudado de seu proprio Irabalbo.
ir A inlelligencia final com a polencia suzerana
sera' consagrada por ama convencao concluid em
PAris enlre as alias parles contraanle, c um halli-
scherill conforme a's cslipulaces da convengan
constituir' decisivamente a organisacAo desas pro-
vincia enllocadas de ora em dianle "sol a garanlia
collecliva de lodas as polencia" signMarias.
ir Arl. 2li. F ca convencionado que hovera' una
forca armada nacional orgauisada, a lim de manler a
seguranca do interior e das fronleira*. Nenhura obs-
laculo podera' ser poslo a medidas exlraordinarias
de defeza qoe ai principados de accordo com a Su-
blime Porta lenham de lomar para repcllir qualquer
gerenal rxlrangeira.
o Arl. 27. Se o repnuso interior do principado
foramearado ou compromcllido, a Sublime Porla se
entender' rom a oulras potencias contraanles so
bre as medida qne convira' toipar para mauler mi
restahelerer a ordem iegal. Nao podera' haver li-
lers.mi lo armada sem previo accordo entre essa
potencia.
o An. 28. O principadn da Servia continuar a
depender da Sublime Porl conforme *oi bats im-
PROVINCIA DE ALAGO.VS.
Falla com que o Exm. presldenla da provincia
das Alagoas Dr. Antonio Coelho de Sa' ai -
buqaerque, iutalloa a aisrniUi legislativa
da mesma provincia n da 8 da aaalo de cur-
ren te anno.
(Conetasan.
l/ldeira du povuonm do Vitar.
Esla obra foi entregue diliuiivainenie pelo arre-
matante. A ruinas cauladas pelo invern do anno
Dentario nao forara repelidas esle anno, e a obra
parece conaolrdaHa. **
('leia da raUlo de S. .\tiif\ie\i
Dise-vos o anno patudo que para a mnslruccao
desla obra eu havia nomeado urna commi.io com-
posla de oilo dstinclos cidadaoa do lugar, a qual
promovendo urna suhscripcAo enlre os povos dn
municipio ajudaria o governo na edifn-acao desle
edificio qua servira para cadeia, casa da eanlira e
jury.
A commissAo Horneada lem sidn zelosa, c se a
obra nao lem litio grande andamento, a causa foi o
invern do anno panudo, e logo depois o ippareci-
menlo da epidemia.
Dei o auxilio de;l:(HI0>, c convira que prosiga a
na cnnslruccAo se alguma causa exlraordinaria se
nAo oppurer : .lo contrario o patriotismo e dedira-
c.Ao rti commissAo comjuslo motivo moslrjir-se-hao
resentidos, e esle exemplo no sera benfico para
o futuro.
Vonte sobre o rio (in/aiii.
C un o auxilio que o anno passado aulorisei a
obra foi concluida.
Cenii/erinx publico*.
No arligo qpe deuei escriplo sob o titulocullo
publico.enconlrare* as minhas ideas acerca do
prsenle assiimpln que repulo de muila importan-
cia. Hogo-vo que lancis sobre elle as vistas com
a vosa costumada benevolencia.
MATRIZES.
Matriz da rapital
Prosegue a consiruccAo desie formoso Icmplo. As
obras exteriora! acham-se muito adianladas. Tr-
la-e do aformoseamenlo interior.
Cnnsideraudo que se achara quasi exgolado< o
auxilios qde esla obra lem tido de fonle dillcrenles
do cofre provincial, e considerando ainil que a
falla de um templo espaCoM annde se celebrem ne-
la capial o sanio sacrificio da mis-a e oulros aclos
solemnes de nossa religiAo be profuudamenie la-
meulada por lodo, conced porconla da verba de-
cretada para obra poblira o auxilio de 5:000'?; con-
fio, enhnres, que s.iuccionareis o meu aclo, por-
que n.oi sois menos religiosos e amantes de vossa
provincia do que eo.
Acham-se em andamenln ai obras de algomasca-
iras matrizes. Do relalorio do honrado ex-director
das obras publicas,que vejo enlre vos, cnrniilra-
reis os esclareciinenlos que riesejardes ler a esle res-
peilo. t
Enconamiento d'aguapotavel.
O anno passado chamei a vossa allencj sobre
esle assumplo que repulo de summa importancia
para esla capital.
Pessoalmeute explore, em companhia do major
de engenbeiros Chrisliaoo Pereira de Azeredo Cou-
linho. um dos confluentes dorio Bebedouro, o ria-
clioManoel Alves,o qual segando o referido en-
genheiro poda ser reprezado quasi em sua nascen-
i;a. c desla orle olTereceria em sua elevacso agua
a esla capital inriependentetaente de aparelho para
gainda-la.
Tendo de seguido para a corle, na qnalidade de
depulado pela provincia de Pernambuco recom-
mendei ao engenheiro Azeredo Coiilinho que me re-
mellesse np|Hir(unamenle as qecesaria informacoes
acerca da exlensito do encanamenlo que deverla ser
feilo, ila dimensoes dos canos de ferro necessa-
rios, etc.
Hendiendo essas informacSes, dirigi-inO an barAo
de Mau, e procurei obter os convenientes esclare-
cnnento. acerca do cusi dos canos, se foasem fabri-
cado na Inidieao da Poula da Areia. A resposla
me foi dada sera demora por esse inlelllgenle bra-
ileiro ; mas fui pouen animadora, porque s o cu(o
dos cano e seu transporte excedem a quanlia de
200:000$. Dianle desla dilliculdade qaas inven-
civel na aclualidade, jalguei conveniente nada mais
fazer, e dar-vos parle do que fica exposlo a fim de
lomantes na deviria cousideracAo o assumplo, e au-
xiliardes com as volea luzes a admiuistracao n'um
oulro mcio mais econmico de dolar a popula.;io
desla cidade com boa agua polavel, cuja falla he
lAo sentida.
ViaVifl*.
Aulorisaila pela lei provioriil n. 272 de 21 de
abril do anno pasado a presidencia mandn pelo
engenheiro major Clirisliano Pereira de Azeredo
Cmilmlni fazer a plaa e ornamento de um do lau-
cos laleraes da cadeia desla cidade. Oreada a obra
na quanlia de 26:6005 foi posl em airemalacAo
e nAo appareccu licilanle. Era meu proposito lva-
la a elleilo por adminislracAo, e ja leria sido come-
CAila no vean que liuiluii, se as circiimstancias ex-
traordinarias era que se arhou a provincia, no me
embaracas-em ehamando para oulras obras de mais
urgente necessidade a ininlia allenrao e os diiiliei-
ros publieos. A rrise poriu esta passada e he che-
gado u lempo de ser cumplida a lei provincial ci-
tada.
t'aile'a da dar do Vcncdo.
Algn pequeo reparos fnram feilos ueste ail-
en edificio, e aceitado seria la/.ercm-sc oulros de
que elle uerussili.
Cudria da i Uta do l'orto Caho.
Vesilandu pessoalmentc este edificio em mato do
anuo passado julgnei indispensavel a anlorisacao de
alguma dospeza para lorua-ln raenus iraraumln e
mais seguro. Aulorisei o delegado do Ierran fa-
zer a riespeza de 2SHJ2O qne Ihe parecen necessa-
ria par o melhorainenlo mais urgentemente re-
clamado, e com elleilo loi ja despendida quasi Inda
esla quanlia e aquella prisAo he hoje meno
Ao miseraveis postigos aonde faltara ludas as cun-
di^e de enmmudo e saude para os presos, c de se-
guranca para a justica. Esle ramo Jo servico pu-
l ico, do qual depende poderosamente a adiniuis-
Iracio da jusca he digno de vossa especial al-
tencao.
REPARITCOES PROVINCIAES,
Thesourarin prorinaa\.
Aclia-se em execuco o regulamenlo provincial
de 1 de marco do anno passado, e por ora val salis-
fazendo cora as suas disposiees a necessiriades do
sei viro.
Tendo sido nomeado por decrelo de... juiz de di-
reilo da comarca de Pajeu' da piovincia de Pernam-
buca o Dr. Ignacio Jos de Mendonca t'choa, que
elercia o lugar de inspector da (hesouraria provin-
cial, em dala de.... concedi-lhe a demis-ao des-e
cargo. A prnvincll ficou privada dos servidos de
um de -cu- iilli s mais dignos e jllnstrados que di-
riga com inlelligencia e zelo a ua repar'.icAo. Que-"
rendo pr a frente dessa importante reparticAo um
chefe em quem no faltassein iulelligeucia, pralic.
do servido, e zelo nomeei em dala de... para subs-
tilui-lu arreidado tuitberme Jos. da Graca, que
exercia as funeces de admioislrador do consulado
provincial.
Cnntadoria.
Pela primeira seccao .lesla eslacAo lomaram-se
regularmenle as cunta Iriraensaes dos admimslrado-
re. da* mesas e rendas provinciaes e inpecciie rio
algodAo e das dilferenles ag-ncia ; a menaes do
pagador das obras publicas, la mesa de renda in-
ternas, do consulado provincial, inspeceo do llgo-
dao desla cidade e definitivamente as que couslain
da relacau sob n. I annexa ao relalorio do ex-ina-
perlur da Ibesouraria provincial.
A mesma MCCJk> oceupou-se de lodos os oulros
Irabalhos a seu cargo, e os -ati-fe/. cora vanlagem
do servico publico. A escriplurao por partidas
aoradla adoptada pelo regulamenlo de I de marrt^
do anno passado e posla em pralica no me/, de julho
du correule anuo fiuanceiro vai leudo a devida a|>-
plica^ao.
Consulado.
O actual inipectof da Ibesouraria provincial dei-
xando vago o lugar que exercia de administrador do
consulado, leve por successor o cida.lAo Francisco
de Paula Mosquita Cerqueira, homein inlelllgenle,
zeloso no ciimprimeulu de -cus deveres e probo.
No auno fiuanceiro que tutnu foi arrecadada por
esta repartidlo a quanlia de 81:2369666 no primei-
ro semelre do exercicio correnle foi arrecadada a
de 51:9.175017, menos a de 1:9:1357:1:1 comparada
com o ultimo daquelle anno, e mais a de ....
21:71)25111. ilo que a arrecadada no primeiro se-
meslre que llie ne homogneo do mesmo anno. O
referido randineoto do primeiro emestre do c >r-
renle aiinu he Haai lisongeiro, e nao lia razan para
crer-se qoe o do segundo ser menor do que o que
he corresponde no auno fiuanceiro fin.lo.
Mesas de rendas e agenria*.
A mesa de rendas internas riesla cidade arrecadou
no anno fiuanceiro ultimo de IS.'t a IK-V a quanlia
de 1t:6RK?2i5i miis 22:921*5075 romparadu com
o seu anterior. *
A arrecariaran da nica .le rendas da cidade de
Penerio no ine-mp anuo foi suporiur era 11:102)233.
A mesa de rendas da villa de S. Miguel arrecadou
no anno de que se traa, a quanlia de 20:1995-599,
mais que no anno interior a de 2:355>775.
Ilisp'rro do ulqndtio desla ridille.
Esla repartieAo marciu regularmenle. Em dala
iln I t de feviTeiro concedendo ao cidadao Joaquim
Remani de Mendonca. a demissAo que pedir do
cargo de inspector por elle exercido com zelo du-
rante mullos annos^nomeei para substitu-lo ao ri-
dariAo Joaquim Tliemolen Romiro, cojasliabilitaces
prometiera umi feliz subsliluic.lu.
.Igencia de Pernambuco.
Esla reperlicio arrecadou no auno fiuanceiro lin-
do a quanlia de 24:0859471. O eu agente pro-
curador cumpre com zelo e aclividade os seus de-
vena,
Fiscatisariio e arrrcodariio das rendas nrooiMCfiei,
Demonstra o batanete definitivo de IS a 1855,
que a receila arrecadada ue-le annn inonlou \\a
quanlia d- 111:7929710 luclu-ive a de I5::I7S57IS
ris, procedenle de subras de receila, resliiuii;Ao,.re-
posicAo e receila extraordinaria, ir-, .Y7:l052:il
em lelras enlradas. sla receila comparada eoOl a
despeza na unpnrUncia de rs. :IH7:95N50SO, inclusi-
ve :I0::I97500S era lelria saludas, da de saldo
53:8:14365), sendo em raoeda 26:7713407, e era le-
tras 27:06:1522:1. quanlias estas, que reunidas ao
saldo 1I0 primeiro >rue-lre do correnle exercicio.
importa em 31:0239180, ido be, r. 9:3529180
em dlulieiro e rs. 11:17:15 em letras, prefizeramem
:tl de dezembro prximo lindo o saldo lolal de
71:8509810, sendo era diubeiro 36:3239387, a era
lelras :IS:536.5223.
No da 30 de abril prximo passado exislia em
saldo no cofre provincial a quanlia de 100:02S592I,
sendo em dinbeiro Iil::iili520l res, e em lelras
3:1:9315723. Esle saldo comparado cora o existente
110 u11uno de dezembro j a mencionado d un e\-
cesso de 25:121511 i. Regislro cora alguma satisfa-
zlo estes algarisraos, scnliores, porque elles de-
mnnslram que a proporcAo qhe a vcsa provincia
lulava com a maior calamida.le que pode allligir um
povo, o leu administrador por lodos os meios de eco-
noma ao eu alcance, procurava abrigar conlra os
elTeilos dess calaraiilaoe as vossas Rnaneaj, e de
feilo o conseguio.
Iloje nao deiva de er prospero o estado do co-
fre provincial, mas esle esladono deve illu lir-vos ;
elle Irocar-se-ha em fluencia, sean fordes muilo e
mullo parcimouiosos na decrelaeAo das despe/.as
provinciaes.
O abalo que a epidemia do chnlera-morbu pro-
duzio ua provincia, nao pode deixar de inlluir ma-
lign'ameulc lias fnica da renda publica, pois que
multa- fnrlunss particulares foram diminuidas. Por
amor de vossa prosperidad* futura evilni lodas as
despezas "que poderem ser dispensadas em daino
manifest do servico publico.
Preparai os vossos cofres para occorrer dimi-
nuicAo de renda que naturalmente experimentara
a provincia no exercicio, acerca dn qual leudes de
legislar. Eu nulro a convicc,o, conviccAo lisongei-
ra, mas talvez temeraria, de que a diminuicAo
das rendas da provincia ser apenas o tarn de um
ou dous annos ; porem esse periodo de reslabeleei-
inento, be melindroso, c pode comproineller o fu-
turo dn vossa provincia, senAo for Iralado cora se-,
vero cuidado e zelo.
Dos permita que seja ceria a ininji 1 prophecia,
e que nao pensis dillerentemeiile de mira qoando
(verde de decrclar despeza.
A receila para o anno fiuanceiro de 1856 IS57,
lomuurio-se por base o lermo medio dos tres lti-
mos exercicios, he oreada na quanlia de 3.V.):/i295,
inclusive 93:61.55 das verbas reslituieao, recoda ex-
traordinaria, c sobra de receila, e 5:15K5 de rendas
com applicacAo especial. A depeza. lomnndn-se
por bae a lei do orcainenlo vigenle e mais leis que
a decretara, he oreada na quanlia de 307:02:13196,
havendo ura excesso para mais, comparado com a do
ornamento de 1853 a 1856, de !th6019661, procede ;
primeiro, do angmenlo da despeza com a inslrur-
c.io publica na importancia de :SI93 : segundo, da
subveucAii companhia de vapores Pernamhiicana
na quanlia de Hii'OO? ; lerceiro, com o augmento
de despeza com o inatento de preso pobres em
man de 1:4669, e oulras menores.
lina rellex.lo consignei no meu ullimo relalorio
acere da maneira pela qual a verba das despeza
publicas vai angrotsando lodos os anuos ; e lie ella
o lrile futuro de que elo ameacadas as financas
de vossa provincia, senao forde ngorosamenle dis-
cretos dislribuidore* dos diubeiro publico.
A receila nAo pode acnmpanhar a despeza, e se
continuar o mesmo svsleraa, nao eslara longo o lem-
po em que ou eonlraniroii um cmpreslimo, ou cer-
ceareis despezas lalvez Deceonriu.
Divida actira e passira.
Dos ipiadros appcnsos ao relalorin do inspector
da Ihesouraia provincial veris o estado da divi-
d activa e passiva. \quella sobr a quanlia de
!KI:SIK507I1 : esla a quanlia de 2:271.-1 II.
Na primeira eslao incluidas loda! as divida sol-
vaveis e insolvaveis ; nesla somenle aquella que
l'.rain requeridas pelos seos credore e liquidada
na forma do novo regulamenlo de I de marco.
llospiU drcaridiie e cemiterio publico de la ci-
dade.
Hnereiulo dar execurjo a lei provincial n. :!87 de
30 de abril do anno pialado norneei era dala de 6
de novemhro ullimo una coinmissAo comp sla de
tres probos e zeloso cidadao, aos quaes rlei 11 slruc-
ees nei'e-s.'i 1.1 para adininislrar o huspilal re en-
rulado, tiscalisar a sua economa interna e a arreca-
dai-.io o disIribuicAo de seu reiulimenlo', bem co-
da de apresenlar-rae am projeclo de coinuroinisso
pelo qual se regesse a irmindide da santa rasa da
misericordia, e ella apresenlou-rae o compromio
que surabello ao vosso exame e approvaro, o qual
prnmelle salisfazer lodas as necessiriades da insli-
InicAo.
Coi data de 6 do correnle proceleu-se com lodas
as solemnidades, dignas de laes aclos, as heneaos do
hospHal e do cemiterio. Assim, ?rham-se esse. dou
importante eslabelecunenlos em eslado de prestar
n'.ei servidos ., humaiiidade, religiAo e alubri-
dade da cnpilal.
A commissAn por mim nomeada he cempnsla dos
ci ladAos Aulonio da Silva Lisboa. Rodrigo Anto-
nio Braajleiri Macei, e chefe de estado maior Ma-
nuel da Cola Moraes. Applaurio-me da nomearAj
fraca e
periaes que livio e delermiuam seus direitos e iiu- mais assciada.
3e fu. porque 11A0 seria possivel encontrar cora (-
lidale Ires eidadaos mii laborioMW, dedicados e
candosos. Sao o lypo rio verdadeirD hoinein du
elirislianismo. Se forem imilidos pelos companhei-
ros rpie Ins dei, acredilo que a anla casa da mise-
ricordia da cidade de .Macei se: muilo brevemen-
le urna iustiluic,,> digna de lodos os cultos a que
tem direilo as instiluiccs a mais sania.
O major Manoel Vicente rie Sumpaio. que em da-
la re 27 de novcrnbro nomee adinini-lrador Jo ce-
milerin, moslra-se desvelado pelo bem do eslabele-
eimenln, e duranle icrlso porque nansanaMmten-
tou urna coragem e zelo que s.o garantas seguras
de que a minha uomeaco foi feheissima.
O Dr. Jos Antonio Babia da Cunta, medico do
hospjtal, sabe cumprir seus deveres d" um modo lo-
do digno ile louvor. Nao reparte so com os infelizes
enfermos as suas presenpees e conselbos mdicos ;
dislnliiie cora elles os cou-olos da canilade e mem que sabe senlir as doisraeai aiheias. Para nao
retardar a execuco rio cora|iromisso, entend con-
veniente envia-lo por copia ao Exm. prelado dioce
sano, afim de receber a sua approvacao no parte es-
piritual. Peco-vos que approveis c-la minha reso-
.in; i". Poiiho debaixo das vossas vistas oollicio que
era dala de 9 rie Janeiro rio correnle .11100 dirigi-
me a commissAo administrativa do hospital de can-
darle. Delle. veris que presentemente a renda an-
ima do hospilal nAo excede a quanlia de 3:7005000
rs.. c a sua despeza somenle com o pessoal da casa e
rio cemiterio, rieve excerier a quanlia de :SdK)5000.
Batas quilinas comparadas enlre si rio um rieficil
que be rie pone importancia ; mas que lera de ser
maior se so atleuder riemai riespe/.as do e-labe-
lecimenlo. lie cerlo que o cemiterio publico tem
le elevar muilo a verba de receila, mas anda assim.
nos primeiros anuos, eiou persuadido qoe ser in-
auflietonte, e que o estahelecimeuto sem a prolec-
co rio corpn legislativo provincial nao podera' me-
drar, alliugindo o nobre lim rie sua inslnuicao. Fe
lizinenle no povo alagoano xivera com forca o mais
nohres senlimeulus de cinla.le. e vn*. seuhores,
qu- azeis parle d-sse povo generoso, e qoe o re-
presentis no elevado encardo de legisladores pro-
vinciaes, nao dentareis rio proteger essa ua-ceute
insliluicao .le que se ufana a vossa cvilis.cAa.
A disposicAo do arligo 1. 2. d resolur;o rro-
vincial n. 99 re 25 de mam de 1h55, em virlude
da >|oal o medico aneirregndo rio hospilal he obri-
gario a fornecer a ua cusa os remedios para os do-
enles nao he vaniajoso a marcha regular du eslilie-
lecimenio. Onvih revngar cs-a di-poicu excep-
cional e submelter no-la parle im[iorlau(e n hospi-
lal an mesmes principios pelos quaes se regem es-
le estabelcrmenlns.
Na provincia de Pernambna.) urna alma benulicen-
le e raridosa le'nbroa-e .1- Tazer orna imporlanle
doaeAo ao hospilal rre candado rie Macei. .V IHm.'"
Sr.n O. Joaquina Maria Pereira Vianna he .1 bem-
feilora rie quem fallo. Volando na ilade avancada
em que se aeha a maior parte de -u grande forlu-
11a ao amparo dos pobres e rios orpbos, nao riedig-
nou-e rie repartir com os pobres riesla provincia a
quanlia rie 3 conloa rie rei-, em que ponen mais ou
menos he avahad ama caa que loi por ella doada
ao hospilal rie carirlarie. De minha parle agradec
em meu nomo e em nome de vossa provincia essa
carillos iloaco.
( innpanhia Vrrnamburana.
Esla companhia dando execoco ao sen roolralo
celelnado em 2 de abril rio anuo passado, enlre e-la
pre-idoncia e o Exm. Dr. Salvador Correa rie Sa e
Renovles, apresenlou no porto riesla cidade no rila
29 de novemhro do anuo passado, osen primeiro va-
por Marques de alinda.
Como ja vos disse em nutra part dele relalorio,
lixc necessidaile rie mandar era coinmissAo provin-
cia da Rabia, orillo vapor, .Minha ordem foi promp-
laineute cumpriria, e he rie marca mullo elevada o I Irioso Laroch
Julgo do meu deverexporvosa conducta da admi-
nistrarlo no desempenho dessas aulrisaedes.
Em virlude da lei provincial n. 266, convidei o
dous seuhores de engenho alagoanosDr. Manoel Ro-
drigues Leite e Oilicic.e lenenle-coronel JosVieira
de Araujo Peixolo, parase encarregarem de ir a pro-
vincia rio Rio rie Janeiro, com o fim de l esludarem
o novo systema da plaalo da canna adoptado com
muita vanlagem pelos Ilustrados inglezas Dogdson e
Coals as suas fazenrias estabelecidas un termo rie
llaguatiy. Foi acceilo meu convite, e os ditos pro-
prielarios procurando cumprir rio melhor modo pos-
sivel as suas promeas e deveres, seguiram para a
Cirle era tempn conveniente, e la recelu lo com boa
vonlade e corlczia por aquelles dislinclos cavalleiros,
ledicaram-se .10 eslurio pratico do fe) tema, conten-
lanrio-so na parle da theoria com o- emisellin e re-
llexoesque a corea rio aump1o o dou nlelligenles
agncul>.re. ingleses riignaram-se de proriigabiar-
Ihe. Consigno nesle solemqe riorumenlo a minha
gradAo aos Srs. Dogdson e Coals, e o Exm. Sr.
Viscourie rie Bsrrbacema, que muito eo.idjuvova.me
no empeuho de levar a elteilo a minha id. Ke-
gressaram os mencionados pcuprielarios, munidos de .
iuslromenlo agrarios de recunhecida vanlagem a
porfaicae, ensaiaram o %ylema nos seus eugenlios
Mim l.o e Ponte Grande."
Como sabis, senliore, as condirres meteorolgi-
cas rio anno que findou, uao foram propicias para a
plantacAo da canua de assocar nos engenbos de terre-
no secco.
Alm da contrariedad? atroosphenca as desgranas
que riesde novemhro rio anno passado lem pesado
sobre a provincia loram re maligna inOoencia sobre
o i.'-nli 1! do ensaio. Os seuhores de engenho, suas
familias e escravos .ofireram grandes daino nal
suas saudes ; muilos f >ram ceifados pela epine-
mia.
Os dous proprielarios Oiticica e Peixolo nao live-
ram a fortuna de ser poupados pelo Oagello. O pri-
meiro sohreludo vio morrer a sua esposa, 3 fillios
seus, e 15 escravivs. O segundo perrien poucos escra-
vos, mas sna vida correu perigu. Em ambos os en-
genhos as lavouras dispresadas, sem o Iralo oecessa-
rio,era lula constante com a roa erva qoe Ihes disper-
lava a posse exclusiva do solo, cresceram enfeudas,
e resentida da cumrnunhAode lAo nocivo companhei-'
ro. Entretanto o ensaio, nimia uiesrao sob a presiao
de lao poderosas contrariedades, nao deixa de apre-
eatar vanlagens que eio ao abrigo de qnalquer
liscusso Iravada pela rol i na. Alguus senhores de
engenho vizilavam nos primeiro lempos o campo
ar"ado pelo novo sxslema, e eslS disposlos a lvalo
a pralica.
Enlre oulros os comraendadnres Jos Rodrigues Lei
t- Manga, e Loureuco Cavalcanli de Alboqoerque
MaraiihAo, pediram-me que Ibes facilitaste a obteu-
cAo dos instrumentos necessario. Prometli-lhes.
Parecendo-mcum grande melhoramento na indas-
Iri.i a planlacao da canna, o reforma dos alambiques
rus quaes he feila a agoardenle. essa parte certa e
elevada dos lucros da Industria do assocar, coolra-
Irei na provincia rie Pernambuco um hbil deslilla-
rior e 1 --a 11 olor de alambiques, e li-lo partir para
aqu afim de eslabelecer no engenho liba, do com-
110'1 I I t Manoel Duarle Ferreira Ferro, um alam-
bique pelo sysleina reconbeci.lo mais productivo en-
tre os agricultores daquella provincia. Oll'ereci laiu-
bem os servicos desse til industrioso a utios se-
uhores rie eugenho. *0 rominenilailnr Ferro deaejo-
so rie ahir ria retina nesa parle lAo importante dos
eslahelecimeulos de assucar, facililon ao reformador
lodos os meios de ser posto em proxa o novo syste-
ma com esperanca de grande resultados. Com eflei-
lo foi minando o aparelho, e com quanlo anda nao
lenlii I110cr1n.nl.1, teno para prova, os qoe o lem
visto 11A0 'luvidam ilo sea bom xilo, e alguns pro-
propiieurib dese)am fa/.er modilicaces iguae nol
sen engenhos.
lie !,-imeutave! n prejuizo que ri hoje sotfrem os
lOananeea de engenhos da provincia, com o e-per.tiro
lo mel. Alguns poneos l'.n>ncamn relame, mandan-
do dar depois ao ammaes o mel, reziduo desse assu- '
car de qualnlaile inferior. Os oulros vendem .por
dirririulissimos preco nos proprios engenhos o mel
produldo pela pnrgacaO do aisocar macho, e o que
n > he ven lirio passa a alimento ,1o gado.
Com e-le desprezo lem sido (ralada al hoje essa
parle da industria do plautador da caima, parte que x
ua provihcil de Pernambuco he calculada no lerco
rio lucros dado pelo assucar.
Com os melhoramenlos que procurei iulrodazir na
planlacao ria canna e 110 aproveilamenlo desla nos en-
genhos da provincia, nodispendi loda verba quepo-
zestes minha disposicAo. Ser-vos-ha presente o mea
ollicio aos fazendeiros Oiticica e Peixolo, e delle ve-
ris a con liees com que esse dous fazendeiros ae
rearam a commissan que Ihes conliei. Com i refor-
ma as deslilacoes apenas foi iliapenddo o diubeiro
necessario com as passagens de ida e volla do indai-
lervieo qaenesia quadra dillcil a provincia receben
da Comjiauhia Peniarabucaua.
Regressanrio a esle porto no rlia S rie ilezembro, e
arlian 10-se iuleclados M poulo de escala da provin-
cia, o gerenle da companhia lomoiio accordo de sub-
Ein virlude da resoluc) provincial n. 277, a ad-
minislragao experiiu em lempo opporluno rrcolar
lorias as cmaras munirpaes periindo iuforma^es
convenientes acere do assumplo da lei.
oram ministradas as informac,e pedidas, e com
meller o vapor a urna quarentona aqui, e depoi fa-1 toa** me "*0 parecam presididas pelo sjo pa-
e er
rao a direcc.lo c adminislraco da obra que de
continuada.
Em virlude do arl. 5. da mesma lei ea cort mis-
sio, propoz-me 102 cidadSos, que foram por
ze-lo seguir para Pernambuco, esperando ter livre
pralica em lodos os pontos da sua escala, naqirella
provincia, islo pareceu-ine razoavel, e merecen a
minha approvacao.
P-.rlio o vapor depois ria quarenlena, e Ihe sendo
vedada a eulrmla nos porlos de Pernambuco, em con-
sequencia rie haver partido desle,aiirornu 110 porto do
Recite no dia 2", e foi poslo era nova quarenlena de
13 dia. A repelic,Au de um laclo igual, devendo ser
muilo prejudicial aos inleresses da cuinpauhia, el"a
por interine lio de sua direcco, enderecou-me um
requerimenlo exponrio o occorrido, e pedindo para
que por qualquer meio legal esla presioencia procu-
rasae proteger os inleresse legilimos da companhia
lAo comprnmeltidns por um fado inleiraroenle Inda-
pendente de sua vonlade. Ailcirleurin a juslica do
pedido, e.i generosiJade e alien^es com que a com-
panhia procedeu quando live rie manilar em com-
missAo a Baha, o seu primeiro vapor, 11A0 hasilei
em determinar que Ihe fosse .lula a subvencAo do
mez de Janeiro, embiira pelas razes dilas o vapor
da i-oinpoiihi.i n.o visilasie us portos da provincia.
Entend que nao devia ser menos generoso e justo
para com a companhia do que ella havia sido liberal
e caridosa para cora a provincia. Peco para este ,meu
aclo a vosa approvsco.
NAo vos he riescoiilicciila a perita do bello vapor
o Mrquez de Olinria, na barra de liuiaiina da
provincia de Pernamboco,no rila 5 rie fevereiro. Esle
laclo fot raus;: de grau.lepezar para lodosquanlos se
inleresam vivamenle pelo desenvolvimenlo e pros-
peridade de seu paiz.
A companhia lendo segorado com loda as cnte-
las o referido vapor no valor de :ioo.-hoo^hio. nen-
hum preiuizo experimentar pela perda ; mas a fal-
ta rie cumplimento do contraln, a cessaca do tuero
que sem riuvida Orara na prsenle safra, e oulras
rirciimslancias lizuram a companhia olhar para a
perda rio vapor u Marque/, de Olinda, como para
um laclo de funesto alcance nos seus clculos de em-
proiarioa.
Coiila-me que so acham encommod.ulo dous va-
pore de menores dimensoes para o ervico da com-
panhia.' e que a direccAo proseg'ie no seu empenho
de eslabelecer a empreza com lodas as condicces de
prosperidade. Far;o virios arrenles para qoe o cali-
do patriotismo rio* riiguos directores' 0A0 seja contra-
riarlo.
Caixa econmica.
Lina reunio de cidadAos que nAo saoindifierentes
as necessiriades da civilisacaoedoprogresso.concebeo
a nobre inlelligenci e til idea de eslabelecer nesla
capital urna caixa econmica, para facilitaras Iran-
saedes cummerciaes e agrcolas, e sobrelmlo para a-
coro^oar o espirito econmico do povo, primen o ele-
mento de prosperidade ede engrandecimeulo de ura
pala,
' l.i com allenco o respectivos estatuios, e esloo
convencido de que esla insliluicao medrar.
De rainha parte he meu firme proposilo dar-lhe
loda a proleccAo que os governo amigo de su pa-
tria coslumam dar a laes inslituices,
Aaricultura.
O legislnrior sincero e amigo de seu paiz, cosluma
(alar com profunda allencAo os granos assumplo
po-losilebaixn de seu olbo* por aquelles que sao en
carregados ria parle exeCUtlva da leis e lambein ria
inriicacao rie novas medidas reclamadas pela cixilisa-
JlO em favor rio proeresao o ileseuxolvimenlo vos. Assim lrals|es o artigo que o auno passario es-
crevi oh a prsenle epgraphe.
Sem duvida a leilura alenla que delle /.esles. san
devidas as" resolncoes proxinnae nmeros 266 de
21 de abril, 277 rie 23 rio mesmo me/ e 29S de ." de
maio, todas do anuo passado.
Pela primeira aulorisasles a preidenca a despen-
der al a quanlia de 2:0005000, com inlrnduccAo
de qualquer melhnramenlo.a bem ila agricullura da
provincia.
Pela segunda procuraste providenciar cerca da
creacAo rie gado olio na provincia pela nociva ma-
neira, porque lem lugar. Pela lerceira filialmente
auiori-1 -te- a presidencia a contratar por espado de
20 anuos a emigracAo animal delOO colonos.median-
le a subvenido marcada na mesma lei.
inoii-mo, enleudo todava que habilitara a adminis-
lracAo a levar eflelo a lei com algumas condi-
coes de ulilidade.
Ainda nAo chegou a occasiAo de ser execolado o
sen arl. 5.', e lalvez o abalo porque acaba de passar
a provincia, exija am ariiamenln ua execucAoda lei.
A epidemia fe/, desapparecer muilos cheles de fami-
lias inteiras, e collorou a frente dos eslabelecirmulos
ranos de .iiio.ii e plarilacAo novo exploradores,
pela niaior parle pouco praicos e vacillanle na di-
reccAo desa industrias.
NAo rae parece pon muilo prudente a execoco ja
e jada referida lei, que al cerlo ponto tem de pru-
riti/ir profundas alleracoe no sxslema de vida de
muilos horneo, do campo. Sao proposites que aven-
turo, e que examinadas por vs cora o senso e dis-
crico que vos sAo proprios, podem 00 n.o autori-
sar adiamenlo na execncoo da lei.
Em virlude ila r.-ofucao 11. 298,acha-se a o presi-
dente da provincia aulorisado contratar com ama
oa mais pessoas nacionaes nu eslraugeiras, por espi-
co de 15 a 20 anuos, a emigrarlo animal de 100 co-
lonus, podendo preslar empreza para esle fim, at
a quanlia de 8 conlos de ris annuaes, alm de quaes
quer oulros auxilios que julgar conducentes, e se
conciliarem cora os inleresses da provincia.
I.-! 1 ler que reputo alias de muita ullidade exige
grande discrijAu e seguranca na sua execucAo.
A culonisacAo be um dos mais graves assumptos
la poca un paiz. .Nao comiste s em contratar es-
irangeiro e alira-los sobre o nosso solo encerr alm
desla parle ra ilerial urna oulra inlelllgenle, qaeue-
ve ser allendida pelo administrador.' O emprego dos
colonos no paiz em que sao importados, e as facili-
dades que ellas deven, encoolrar para a explorarn
de saas industrias, sao condicoes que devem ser pre-
viamente estabelecidas.
Asini,m 10dar vir colonos sem preparar-Ibes eom-
inodos be csconceitoar eilc poderoso recurso futuro
de nnsia agricultura. Pensando assim procurei ob-
ter de alguns proprielarios a promessa de aceilarem
por contratos rasoaveis alguns oslrangeiros morige-
rados, dando-lhes occupac.o nos seus engenhos : ob-
lve-a ; e em dala de 15 de marro enearreguei ao
fszendeiro e negociante Jos Aulonio de Mendonca
de mandar contratar cm algum paiz eslrangeiro, cu-
jos cosiames agcicolas nao repellsem os no-sos, 10
colonos morigerados, dous dos quaes possuam eo-
nhecimentos praticos de mineraca e os oulros sejam
mten lulo- na indu-lria do cultivo d canna e fabri-
co do asucar, ou onlras qoe a auxiliem. Esle pri-
meiro ensaio lendo feliz, como espero, nAo s paraos
colono, como par os fazenderosque oa receberem,
animar novos e mais importantes engajamentos, o
desl'arle, com a seguranza necessaria, ir sendo le-
vada a elleilo na provincia a execuco da lei nume-
ro 298.
Aulorisei a despoza de 2503 com a compra de al-
guna instrumento rie mineraca.
Pretendo ir por dianle com os ensaios que o anno
pasado fiz na exploradlo de cerlos terrenos da onde
foram exlrahidos fragmento de kMiH bituminoso
e lignile.
A possibilidarle da existencia de carvAo de pedra
na provincia, he um fado que vai desafiando 1 at-
lencAo e os capilac de algnns liomens inlclligcnles
da provincia de Pernambuco.
O anuo pussadu urna companhia quasi foi encor-
porada para lomar a si essa explonico; malcircums-
lancia estriabas empreza fiziram parar nm pro-
lerlo lo fecundo para a prosperidade da provincia.
Almenlar a allenco patuca sobre esle objeclo he
urna necessidade, *e he o que pretendo fazer com a
providencia que loraei.
No meu arligo acerca arlilices emita urna idea, cuja rralisar,ao julgo de
muila olilul.1 le para a agricullura da provincia. He
ella a convcalo do collegio de educandos artfices
era collegio de educandos agrcolas, eslabelecido na
colonia mililar Leopoldina. Peco-vos. senhore, que
auhmellais a vnssa meditarlo alrainha idea com a
benevolencia c inleresae de que he digno o assumplo.
Nao vos desanime a novidade, a audacia lalvez du
peusamenlo.
A rmeza e resoluc/o no legislador sao predicados

ILEGIVEL


DIARIO DE PER1BUCO SUMO 14 DE JUfHO R 1856
feruiitlos de beneficios quando exerci.lus cum dis-
crrrAo c lento sobre assiiinplos l!t rcconhecida utili-
dade necessidade. No sdmiuislrador *Ao igaatineu-
le eivilisadoras. dadas a* roesmas condiees.
Mu dignos mamaros d-i assembla legislativa pro-
vincial, ponho termo iqu ao meu dever. Se au
conl.isse rom a vosas benevolencia ii grao msii ele-
vado, achar-me-hia em situarao beni penosa. Os i ti
comraodos de minlia san le, a prensa cum que fui
obrigado a' redigir esle Irabalbo no meio de um pe-
sado espediente administrativo imposto |>elas cir-
cumslancias da poca, a minha lltui.'m quasi exclu-
sivamente absorvida ncsse ultimo calamitoso periodo
de minha administrar,,!., por um pensouienlu a sal-
varlo da provincia e algumas oulras consideraciles
roncorreram para tornar iucorapleto o nit'U tra-
balho.
Iloje mesmo pretendo deixar a adminislracao da
proviueia para ir occupar a minha cadeira de dcpu-
tado na cmara qualnenoal. O Exm.'Dr. Koberlo
Calheiros de Mello na qualnla le de primeiro vice-
presidente dirigir a provincia na minha ausencia.
Esse dislnclo Alagoano em quem abundain patrio-
tismo, illuslrac,Ao e pratic.i dos negocios pblicos,
tomara sem duvida como o seu principal dever fin
nislrar todos os escl-re. .nimio de que anda livor-
des necessidade para o boin desempenho de vossa
missao de legisladores.
Desejo-vos urna sessAo placida e patritica.
I&4L
ASSEMBLA LEGISLATIVA FRQ-
ViriClAL.
Sessao' ordinaria em 10 de junha da 1856.
Presidencia do Sr. baro de Camaragihe.
X* 11 horas :i|i da manhaa, fcita a chamada
verilica-se haver numero legal de Srs. depulados.
O Sr. Presidente declara aberla a sessflo.
lula a acia da sessAo anterior, he approvada.
O Sr. I'rimeiro Secretario meucioua o seguiute
EXPEDIENTE.
Lua pcliroo de Acchilles Estad'Eus,pedin.loa es-
la assembla a aunullacAo do contrato feilo pelo pre-
sidente da provincia com II. iibsou, Mauoel de
Barros e Lopes Vilo, para a illuminarAo a gaz det-
ta cidade.A' commissao de commercio, agricultura
e arles.
L-se e maada-se imprimir a seguidle resolu-
o:
A commissao do< negocios ecclesiaslicos a quem
foi preseute o compromisso da irmaiidadc de o.sa
Sendera do Livramenlo na cidade da Victoria, ap-
arovado na parte religiosa pelo Exm. prelado dio-
cesauo, he merecedor d'approvai-ao d'esta assembla
a por isso a mesma commissao he de parecer que se
adopte a rotuladlo segunde":
A asserableu legislativa provincial de l'ernnin
buco decreta :
Art. nico, tica approvado o compromisso da
irmaadade de Nessa Seuhora do Livramenlo da ci-
dade da Victoria, e lexugadas as disposiccs em
contrario
a l'ajo da assembla legislativa provincial de
l'eruambuco, 9 dejunhorie 856.Cuucalves (ui-
maraes.Silva Braga.Padre Margal, n
Le-se tambera, julga-so objecio de deliberado e
manda-se imprimir o seguinte projecto :
.< A commissao de eslatislica, leudo examinado o
lequcriiniv.lu dos habitantes da freguezia da Boa-
Vtsla desla cidade, e iniurmacAo do Exm. prelado
diocesano, acerca da .-reirn de uina nova fregue-
zia, julgando coaveniente essa crearan. oOerece
esta assembla o seguinle projecto:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco decreta :
Art. I. Fica desmembrada da freguezia da
' Boa-Vista desta cidade, e erecta em matriz a capella
de S. Jos do Maoguinho.
Art. 2. Os limites da nova Treguezia princi-
piario do' lado do poeulepelo rio Captbaribe, des-
de a ponte grande a Mas.Ulena at os Ismites ac-
loaes da Ireguezia da Boa-Vista com a do Pojo da
Panella; pelo lado dosula seguir da referida pou-
te ate o Chora-menino, dcste lugar pela estrada
calcada, novaueule lena, al a ponte do Mangui-
Dho e dalu pela estrada do Becco do Olho do Bo e
desle ao lieccu do Pomhal, seguindo al a ponto de
Santo Amaro e desla cid :irrcrao a ultima ponte da
ra il'Aun.ra; e peio nasccnle a seguir da ultima pon-
te da ra d'Aurora eucoutrar-secoma Ireguezia de
S. Pedro de Olin.l al onde esta se limita actualmen-
te com a da Boa-Vista ; e pelo do norte os limites
al agora existentes entre as freguezias da Se de 0-
linda e Poco daPanella.
Art. :l. Ficam revogadas todas as dis -icoes
cm contrario.
Paco da assembla legislativa provincial de
l'eruambuco, 3 de junhu de 1856.Joaquim Fran-
cisco de Mello Cavalcanli.Antonio Alves de Souza
Carvalho.
Em seguida tambem he lido e manda-se impri-
mir a seguinle resoluto :
A commissao de instruccAo publica, allendendo
ao que requer Menoel Francisco Coelho, professor
de I..Iim da fregueziade S. Jos, e sobre o que in-
forma o director uterino da ir.strucr.Ao publica, peu-
sa ser de equidade o augmento de ordenado que
pede o peticionario ; o nesle seulido subutet-
te a consi.jcracAo da assembla o seguiute projecto
de le :
.i A assembla legislativa provincial de l'eruam-
buco resoll: '
* Art. utico. O professor de lalim de S. Jos
desla cidade vencer o mesmo ordenado que os
professores desta Irugua do (jxmnasio Peruam bu-
cano.
.. Paro da assembla legislativa provincial de
l'ernambuco, S de junlio de 1856.Si Pereira.
Ovalcanli de Allmqaerque.
Le-se o seguinle parecer :
a A commissao de consliiu'ra.i e poderes exami-
nando o diploma do Sr. deputado Leonardo Anlunes
de Meira delinques, e adundo-., conforme a acta
geral dn apora;Au, he de opiniao que o mesmo Sr.
preste juramento e tome asseulo.
Sala das commisses, lu de junho de 1856.
Luiz Filippc.Augusto .re Souza Lelo.A. Caval-
canti. n
Sendo approvado o parecer he o mesmo Sr. de-
putado inlroduzido na sala com as formalidades do
estxld, presta juramento e lome Metilo.
L-se tambem e a requerimenlo do Sr. Barras
de l.sccr.'.a .iispen jecto :
.i A assembla legislaliva provincial de l'eriiam-
huco decreta :
Arl. onico. Fica o governo antorisado a dis-
|inder pela renda do ejercicio de IHIi a 1H37 com
0 pagamento da dirida dos excrcicios (indos, cons
1 ai. le da relacAo que a esta lei acoinpauhn, a quau-
lia de 3:!ll>9(l:l inclusive a de liisOOO para o pa-
gamento do que se est a dever ao professor de la-
tim de .\.i.irih dos seus ordenados dos meze s de
setembro de IKoJ c maio e jiinho de 1853 ; .lerendo
a roula desiadespea ser dada coma das despezasdoJ
mencionado exercicio : revogadas as disposiroes em
contraro.
Paro da assembla legislativa provincial de Per-
mmbuco, 10 de junho de 1M")6.Jos Pedro da
Silva.Ignacio de Barros Brrelo.
OKDEM DO DA.
Terceira discussao do projecto que approva o con-
trato para a illun>inae,ao a gaz, feilo pela presi-
dencia com-ltenrv (Jibsou, Barros Brrelo e Lopes
Nelto.
OSr. Meiro : ;f,|o devolveu sen discurso.,
Val mesa e he apoiado o seguinle requeri-
menlo :
Keqoeiro que Jeja adiado o_ projecto em discus-
sao at que a ommisso respectiva, emita o seu pa-
recer sobre o requerimenlo que hoje se otreiece em
contrario.Meira Henriques-.
O Sr. F. Joio : ^o devolveu o seu dis-
curso.)
O Sr. Pertira de Brito: (Nao devolveu icu
discurso.,1
O Sr. Metra : (>So restiluio seu discurso./
0 Sr. Sa'ifno 0\egario : Sr. presidente, consi-
dero de muila utilidade adopcao do rcquerimeulo
que acaba de fazer o nobre deputado, que pela pri-
meira vez nesla sessao aciba de tomar assenlo na
casa, tanto nais quanlo nao estando elle informado
de todas as oceurreocia* que lem havido relativa-
mente ao contrate em queslao, nao poder dar um
voto consciencioso. O nobre deputado quer ser es-
clarecido a tal respeHn, quer lomar parte Desta ira-
portantissima discussAo : e eu enteudo oue a assem-
(a Dio obra regularmente indeliriudo IJo justo re-
qu*rimepto.
Um Sr. Deputado : J dedarou que volava
contra.
O Sr. Sabino tlegario: Talvez vol a favor se
o deferiniiMil.i do seu requtrimeulo Ihe der tempo
para esludir a queslao ; se declaroo que volava con-
tra, foi pela ieilura perfuncloria do contrato, e pela
de na reqoesimenlo boje apreoeutado a assemola
por um dos inieress..dosna regeirao do projecto da
commisiao de commercio, agricultura, industria e
arles ; mas se Ihe for possivel estudar a materia, o
sen voto iera dado com sciencia e consciencia.
Ha um aparte.)
Naosei aiuda oque conlem o requerimenlo do
peticionario ; mas o que sei be que elle tambem
concorreu para qu> o nobre deputado autor do re-
querimenlo de adiamento declarasse que volava con-
tra o parecer da cemmissao ; o requerlmeutn nAo pe-
de scbAo um parecer da cnmiiiissln complente re-
lativamente a pelicoo que nos foi boj* apreseulada.
Eolendo que a a-enil.i.-.i nAo pode seni muita in-
juslica recusar o adiameul.-; visto que nao he por
longo lempo, e eim por viute e qnalro horas quan-
do muilo.
Ja linha feilo proposito de nao proseguir nesta
discussao. Ja tenho discutido c.imo me permilliram
minhas tracas lorrai...
J Sr. Franrtno Joo : Sempre muilo bem.
OSr. SiMu Olegario: Ja patenteei minhas
ideas como me (oi |iossivel ; todava se mi soubesse
que o adiamrnlo mo passava, eu repitiria algnmas
s razoei ja emillidas, que me levaram a oppor-
mecom todas as torcas a este mooslruoso con-
trato.
O .ir. Mtif Utmriamt : Fique certo que nao
O Sr. .Viliitto : Faz injuria a casa prevenindo-a
em s.-ii jui/.o.
O.S>. S. Olegario: Se en livesse ceileza da
regeifAo do adiaiiienlo. nao me ponpsria ao traba-
dlo de e st temdiloniducuasao, alim de orienla-lo conve-
uienlmenle, e poderjelle volar com pleoo coobeci-
maalndi causa.
O Sr. B. de Laceria : ttm.
O Sr. S. Oleonrio : Se me di esta certeza,
senlo-me porque al elOU hoja iiicuinmoJado.
O .SV. ,1/aira llenri'/tiri : S\o passa, nao. Vi
sempre di/eudo por cautela.
U Sr. S.O\egarlo : Sr. presidente, antes de
satisfazer ao nobre deputado oSr. Meira, c.rie-me
a obrigacio, na qu.iiila.le de inemaro desla casa, de
ealranhar, lio e boa om, o modo i- .ruue foi trata-
da nina reqnisic,ao da assembla pediodo .esclareri-
mei.tos a Ihesouraria provincial acere da caurao.
que os coiilrala.lores deposilarainna occasiao do'as-
igoaren o contrato.
Me parece. Sr. presidente, que he urna revoliaule
desconsidera..Ao, que he nina falla de respeilo a as-
sembla provincial .le Periiainbuco, ( numerosos
apoiados i deuar-se de salisfazer qualqucr requisi-
J80 sua, e limito particularmente as que orem exi-
gidas com urgeoeia.
O sr. Francisco Joiio: Nislc lem toda a ra-
lio,
U Sr. S. Otigario : Ja oi declarado nesla ca-
sa por um dos nobre depulados, que a informadlo
da Ihesouraria se chava na secretaria do governo
para nos cr remedida ; masja passaram un- puli-
ros .le .lias, boje se. val \otir o projecto em terceira
disciiss.lo, c nada de chegar a inl'oriiiatAo !! Sr.
presidente, recaia areapanaabllidada de 1A0 inslito
pioce lmenlo sobre qdeiu quer que o praticou.
apoiados.) Me persuado que o Sr. presidente da '
provincia be estranho a este manejo (apoiados mas
lique >lle sabeu.lo que o Meairegado do expedien-
te de sua secretaria he negligente no cumprimeuto
de seus deveres. Apoiados.
O Sr. Perara de Brllo : Essa demora he mais
urna ra/Ao em favor do adiamcnto.
O Sr. Sabino Olegario : Apoiadd ; he isso
urna razAo de mais para que approvcmos o requeri-
mento do nobre deputado.
O orador entrando na queslao expende largas eon-
sinerares acerca .la uullidade do contrato, desen-
volve algooa pensaroeatos euiillidos em seus dis-
cursos anteriores acerca do objeelo, que o levaram a
oppor-se ao parecer da coinniissao, e ronrlue di-
zendo :
Sr. presidente, informarei mais ao nobre deputado
que a opiniAo publica se oppe aucrlameiilc contra
este conlralu.
O Sr. II. de l.acerda : Onde mora esta se-
uhora ?
" Sr. S. Olegario : Mora em toda a parle,
onde chamamos por ella ; inora no parlamento,
mora na imprensa e inora no juizo do poto. No
parlamento est ella em minora, posto que o nao
adopte cm sua integra.
O Sr, Florencio: Bom.
OSr. s. Olegario : .Na imprensa esl cm maio-
ria.
O Sr. Florencio : Nao.
O Sr. S. Olegario : -7- E o juizo do povo a re-
pelle com grande vantasem de numero.
Um Sr. Deputado : E quem Ihe disie islo *
O Sr. Olegario : Digo-lhe eu, e dizcm lodos
com quem o nobre debutado conversar.
Im Sr. Deputado :O que fez a opiniao publi-
-ca com Jess Uniste ?
O Sr. S. Olegario : Fez-Ihe a jnslira que devia
fazer ; senAo no lempo em que releve entre us,
ao menos depois de sua unirle. A prepotencia e a
injuslira o crucificaram, e a opiniao publica lionron
sua memoria, adora suas doulriuas, e respeitsr
sempre sua sanlidade.
O i-hrislianismu nunca ha de morrer na opiniAo
dos homens, porque he fundado na UZio, najoati-
ca e na verdade. .Numerosos apoiados. Fique is-
so dito por incidente, porque 011 eutnido que se nao
devem Irazer para a diacussSo cousas ISo agradas,
.apoiados, e que lano respeilo nos merecer ; mas
sirva tambem para pruvar que as gerares passa-
das, presentes e futuras I1A0 de sempre manifestar
sua opiniao em favor das duulrinas chrislAas.
O orador continua a fazer algumas coiisidora^oes
acerca da iiiainfeslai.Ao da opiniao publica, e le. mi-
na dizeudo, que estimara bstanle que anas pala-
vras |..).Iessem satisfazer aos desejos do nobre depu-
tado, a quem se diriga.
O Sr. .Meira lleiirn/ues : Estou satisfeitis-
simo.
i O Sr. Goiicalces Guimares : Nao pielendia,
Sr. presidente, occupar a atiene. 10 da casa sobre a
qu.-slao que se aila, porque nAo suppuii'io po ler
esclarece-la, e mesmo porque de-de ha muito que liz
o meu juizo acerca da votarlo, us leudo dado na
segu..1.. discossAo um aparte, aparte que me pare-
cen desagradar, seuao.'i lodos ao menos a um no-
bre deputado, eu por issju vejo-mc forrado a dar
umasali-iaro desse aparte, para nielhor convencer
a esse nobre depulado ou alguns culros, que in-
lerpelraram mal miaba* intenCiies ncsse aparte.
(juando muilo bem orava o Sr. I)r. Sabino em
opposirau ao contrato a gaz, tirando elle a consc-
quenna de um principio que havia emittido, nao
aaradou a couclusAo aos nobres deputades, eu cn-
13o repet assim dinodo, nAo agrada. E esta pa-
tarra nAo agrada, na verdade nao agrado* aos no-
bre depulados, mas eu cnlendo, que com isso nao
iojuriei a niuguem, nein a susceptibilidade doi no-
bres depulados deve chegar a esse ponto. Eu dis-
se. Dio afonda, mas no sentido smenle que he na-
tiiral, porque quando a consequencia de qualquer
principio he tirada contra nossa opiniao, nunca nos
adrada ; nem nos accoramodamos com ella.
Assim pnis tenho dado orna satiafarao a cata e
ao nobre deputado a quem nessa. occasiao expliquei
particularmente .sentido de minhas palavras, e que
me parecen com essa evphc r.lu ficara salisfeilo,
porque promeltendo-me responder, quando de i esse
aparte, por causa de minha explic*(ao deixon de o
fazer.
Agora sobre contrato. nAo digo nada, que posa
guia-la c menos a1i.int.ir, quando grandes intelli-
eencias o lem feito, e por isso apenas direi. que voto
contra elle. esejari i moito que a cidade do Re-
cite fo;se iIIimAiii.iiI.i a gaz, porm com as circums-
lancias determinadas ueste contrato, uAo, e estou
no meu direito votando contra, porque enlendo, que
se poda fazer melhor contrato, fallo das circuns-
tancias que precedern a este conlralu, islo he
a falla de publicacAo nos jaroaes, o que se .cns-
luma fazer, anda as musas as mais pequeas. Di-
zcm porem os nobres depulados, que nao ha lei,
que obrigoe a essa publicarAo. Isso nao aalttlai
porque o governo em oulras occasies.sempre se servio
desle meio, per rousequeucia houve esta falta na
precedencia do conlralu 1,1o importante. Na con-
fecf;Ao dellr, tambem se dea falla, porque leudo
em vista o governo contratar o uaz hidrogeno car-
borelado, c nao o hidrogeno puro, todava deixoa ;
alem de preterir a concurrencia no contrato, a por-
ta aberl.?, para que a todo o lempo os coulratadores
mesmo usen desle segundo.que a experiencia tem dc-
mouslrado deve ser muito mais barato, entretanto
que 11A0 ha dilerenra e quanlo ao prero porque lem
de serfornerido a illominacAo da cidade. Emlim quan-
loas cirriimslancias posteriores provenientes da cau-
ca lomada pe* Ihesouraria provincial que grabas
a sua inercia nAo den ctimprimento a requisic.)
desta assembla ha esles deleito, e uniros,
que dexo de aprontar, para n.io cancar alien -
cAo da casa, por conseguinle enlendo, que se
poda ter feito melhor contrato, e como eu ueste lu-
gar, estou para advogar a economa dos cofres da
provincia, voto, contra o contrato, e assim tenho
explicado o meu voto, e dado satisfacao ao nobre de-
putado, quauto ao nAo resrada.
Vai a mesa e he apoia.la a seguinleemenda.
Os coulratadores serAo obligado* a fazer a-illu-
minarao pelo gaz hidrogeno puro a todo o lempo,
quo arbitros Horneados quer pela companhia quer
pelo eoverno, jolzarcm a possihilidade dcste siste-
ma.Pereira de Brito.
O Sr. Mein- (Man devolveu o sen discurso).
Ao S 13 Em lugar de 109 rs. sobre casas de mo-
das, diga-se 00? rs.exceptuaodo-se as nacionaes.
S. II. Keg Barros.
Jggada a materia discutida.
O Sr. S. Olegario requer, que a rolar,'., seja
nominal,
A casa convem.
He regeitado o adiamento e a emenda do Sr.
Brito, sendo approvado o projecto em 3." discussAo,
da forma emendada cm.- por -JO votos contra 7.
Conliuoa em '2." discussAo do ornamento provin-
cial.
l-.nira em discussAo o artigo 1J eseus paragra-
phos.
Arl. :i2. Com as collectorias, a saber :
S I'.oni osempregados HfcTOOjOOO
S 2." Com o expediente. 1^0^000
10:8203000
Vai a mesa e lie apoia.la a seguinle emenda.
I'irai. lu o presidente da provincia aulorisadu a rc-
gularisar as collectorias, como jolgar mais conveni-
ente; dependendo a reforma 011 regularisacAo da
appruvar.il) da assembla. S. II. Ilirros de l.acerda.
]le approvado o artigo e bem como a emenda
oflerecida.
Entra em discussAo o artigo 3o c seus paragra-
phos.
Art. 33. Com as agencias, a saber :
I." Com os empregados f:l'.Ki^O0t)
g-2.- Com o eipcdienle .... ll^KK)
i:i I"- 1 iu
lie approvado sein debate.
Em seguida ^.io approvados sem debate os legla
les artigo.
Art. 31.- Com os i-postulados 7:49$l88
Arl. 35, Com os jubilados. l'cNtiK'.i'.W
2983181
Arl. 36. Com a arrumalarao da divida publica
provincial.......... i0:00IJ30O Arl. 37. Com o juro desla divida. VOOosOoo
:OO>()UI
O arlino 38 que he o seguinle :'
Arl. 3S. I .um a divida de excrcios lindos
lie adiado, para depois que se volar o projecto
dos excrcicios lindos.
Eulra em disrussAoo artiga 39 que diz :
Art. 39. Com as evenluaes, inclusive o dote das
exposlas, e a gralilica;Ao da riinnni
sao enrailegada do Mama das cotilas
da aclual Ihesouraria...... 20:O0H;tKK)
Apprnvado.
Passa-se a discussao do artigo 10 c seus 2H para-
graphos, que he 0 seguinle :
Arl. id. Fica o presidente da provincia autorisa-
do, pera effecluar a despera do ctcrcicio de I85(i a
1S.Y7. a cobrar e arrecadar as rendas designadas nos
seguitiles :
S I. Dous e tres quartos por cento do assucar
I.raneo, e dualgmlAu exportados.
S 2. i.ij .lu. po reentro do assucar mascavado ex-
portado. #
S 3. Cinco por renta dos mais gneros de prodc-
elo da provincia, que tambem orem exprtalos,
nao sendo fabricado* com materia puma eslrangei-
ra.
S i. Dcima de predios urbanos.
S 5. Huusiuil a quniliciilus res por cabera de
gado varriim consumido nos muuicipios do Kecife,
oiin.la, Iguaratsu', Goiaona, Rio Formoao, a-zare-
th, Pao d'Alho, Viciona, Cabo, Seriuhaem, Agoa-
Prela : nos oulros mnuiripis, so pagarao este im-
posto aquellos que lalharera para negocio, eoscria-
deres pagarAo o dizimo.
S i. Dizimo do gado .avallar.
S 7. Sello de her.iuras e legados.
S X. Meia siaa de esciavos.
S !). Duzentos mil res por escravO exportados po-
ra lora da provincia, anda que importado das ou-
lras.excepto os que fbrem cm companliia de seus se-
nliores. e a sea serico, sendo domiciliados nesta
provincia ; Gcando limitada esta excepfao a tres ts-
cravoa por cid i familia, que n.o exceder de tres
pessoas, c dalu para cima na razAo do um escravo
para duas pessoas da familia, e provando, quando
levaren de dous, que os po-sucm a mais de seis me-
zes.
S 10. Emolumentos da polica.
S II. Hez por cento dos novos e velhus direiloa
dos empregados proviuciaes.
5 12. Qoalro por cento sobre os singuis da* ca-
sas em que se acharem na cidade do Kecile s se-
guidles slabelecimenlos : blicas, lujas em se vender
i relalhn, de cambio, armazem de carne secca, de
madeira, de ljelos, de cal, de capim, de assucar,
de sal, de blendas, de familia, de motilados, de ma-
raines, de couros de drogas, de reedher, de taber-
nas, botiqulus .serranas, alarias, typographias, co-
clieuas. e cavallarices de aluimel, "prensas de algo-
dA a c fabricas.
5 13. (.)ii,.rcnla mil res sobre casas de modas.
S I i. Cen res per libra de tabaco fabricado;
seiscenlos reis por arroba do nao fabricado ; mil
res por milhelro dccharulos, e ciuarros ; (riuta rs.
por cana.la de bebidas espultoosa.; e oiloceulos
reis por arroba de sabio ; fcando isentas destes m-
posles.as fabricas de-la provincia, e os productos dos
..uno. i|u,, foreiu lecxporlados.
S 15. Vinle por cento de aguar.leule de produc-
rao braslleira que for consumida na provincia.
5 ni. I ni routo de res porcada casa qoe vender
bilhelcs ou caulellas de loteras de outras provincias,
que su podero sor vendidas depois de rubricadas
iiiiultaiie.ni.nte pelo administrado! do consulado,
avislajlos bilbetes originaes, que lamben) o serAo.
17. Pedagio das pontos a estradas, continuando
em visor a disposi^ao do S 17, do rtico 34 da le n.
Mil, c p i,-n lo ser removidas as barreiras para os
lugares mais convenientes.
S 18. Kendimento dos liens do evento.
S 1!'- Apprebencjoea pela polica.
J1 t). Mullas por inlracrOes,
! 21. Krstiluires e reposires.
S 2J.Vinte mil res por cada casa de jugo de bi-
lliar.
S 23. Producto da venda dos gneros, utencilios,
e proprios i roviuciaes.
S 2\. Metade da divida activa anterior ao I." de
ullio de 1856.
S 25. Divida activa,
5 2ti. Kemlimento ta eapata/ia do algodAo, que
fica redolida a Ido reis por lacea.
; 27. Producto das loteras do Ihealru de Santa
Isabel.
S 2H. Saldo no exercicio correnle.
vgo mesa e sao apiadas as segundes emendas.
Substituain-sc o* paragrapbos !. e^*.- peln se-
Fuinles:
I. Cinco por cento do algodft* exportado
S 2. Tres por rento do assucar. S. K. Silvino Ca-
valcanti.
No caso de pastar o S 2.- do artigo 50.
Para ac .branca dos quatro por rento do mnscavado
sera reputado oomu tal pele consulado provincial
aquelle assocar, <|ualquer que seja sua denoininocAo
lio mercado ou no consulado gerai ; rujo prec "la-
xad pela paula da semana foi inferior a >."> por ren-
to do pnc .1 as.orar branc da I." sorle da mes-
ma pauta. S. II. Ignacio de Barros.
leudo dado a hora.
0 Sr. Preiidente designa a ordem do da e levan-
ta a sesao.
-.".' ^
PAGINA VULSA.
sin ns
Anl.'s que principiemos e nosso noliciario de
"hoje, permilli-iios o leilor fazer algumas breves re-
llexoes sobre o tivmnasio Provincial, rcllexees que
julamos .le algorn inlrresxe publico e que esUo na
aleada de nossas atlrihu!r.c*.
1 emiis notado, nao sem pezar, a especie de tibie-
za ou nenhiim iulerose. que o pas de familias
tem consagrado ao liymnasie Provincial, esse n-
cleo de iiislruccA.i, dedicado a mocidade, que quer
vver e nao vegetar na ignorancia e materiali lade.
O ymoasio eoiMtitoido comoasJA he a mais bella
instiluiijAo scienlitica que p elia ter Pernamhneo,
adaptada a promover ao esludo das setnelas supe-
riores a lodos qncqnizcrem maduramente se dedicar
aellas. Os elementos que essa nobre instituirlo of-
ferece i moral e n religiAo, illuslrando a iulelligen-
cia rnr .um.liando o espirito humano desde o' seu
deseiivolvimrnlo. ao aperfeir;oamento quer peto lado
moral, quer pelo lado inlellectuM sao de um meriio
inconleslaviis.
O Gymnnsio n.io fui o pens.imenlodc um homem.
foi o resallado de urna necessidade palpitan!", que
sallava aos olhos e que cada da se revelava na m
organisacao de um lyceu, onde os estudos primarios
c inlermediirios erain receidos sem aquelle metbedo
que boje se observa as distribuirles das materias
dos anuos lectivos, determina las por um regula-
menlo jndicioso cujos resollados l'elizcs n?o se pode-
r ja avahar.
A ordem, i mrlliodo que se observa no tivmna-
sio em ludo, que diz respeilo a educa-a e instruc-
cAo dos alumnos ; o pessoal dos seus" professores, e
os nobres caracteres dos eocarregadoi do rgimen
da casa, deveriam cerlamenlc ler excitado o interes-
s de lodos que desejassem ver sius lilhos .ipplicadns
seriamente um esludo regular e proveitosi: no
entretanto o (ijinnasie s eonla hoje dez alumnos!
IJual pms a razan dessa tibieza '.' SerAo as prevou-
jOes polticas ? Temos que nao. porque entendemos
que nao havera quem Mdcaprichoso seja, que pjr
preconceitus desarmad is. lolha a iiitelligcucia de
sen fillio o alimenln inlellcclual que o Gymnasiu lAo
econmica e commodamente ollerece.
Ser pouca vanlagem um Hludanle ter easa, co-
mida, commnilns de dormida, zelosos criados, rotn-
moda, e bem orsanisada sala de estado sem perlur-
bacilo de familia. Iivros cmais necessarios para cs-
ludar pela mdica qoantta de 3I)?000 rs. mensaes '.'
Cortamente qoe nAo.
Temos foque, qoan lo se eomprehender madura-
mente a ulilidade da iuslituirao do ti\miiasio, ces-
sarAo as hesitaroes e a mocidade Iriiiinpiiari nao se
da inorancia a que eslava volada a certas aulas..
da nossi trra, como a virga frrea da inexoravel
frula, e se Dio he que, digain os alumnos de certa
aula de lalim, dos quaes s um levou n'um desses
das unas 10 duzias de palmaloadas, segundo nos
dhocram, eal por e-te lado uAo ta que recciar po
(jymoisio, onde os aluu.no. 5.m tratados pelos
Rvmds. rcuedore censor como lilhos e amigos.
NAo he a primeara vez que temos chamado a
Hlleiica-. da polica para csses meus senliores. que
luerem fazer das ruis dc-ta capital uniros lanos
..curro" onde soltnm releas aos seus cavall.s, sem
a menor consideraran aos que transitam, Causando
desl'art- nao poneos siuistros. Ha dous das no
aterro da Boa-Vista um cavalleiro passou por junto
de um pobre matutinho 1,1o furiosamente, que o ti-
rou da cangallia, e o fez baquear redondamente, de
cuja queda licou atordoadissimo :
O homem passou
O malulo cabio,
O pavo applaudio
E I id acabou !
Com elleito, parece que este auno os tac* mal-
dito* bnscaps eslAu mais mansos dentro da cidade
porem lora estAo furiosos, o os seus atiradores loma-
ran os rargueiros por seu alvo : na noite de .pua-
leara no aterro dos Afogados jnsaram um busrap
sobre um pobre malulo que vinba com seus canias
arromado* da odselos de venda; o animalziiiho
apeiar de magro laceadlo cm Ierra rom a carga do
malulo, os cacetas ficaram pei.durados, c um ca-
hriolet que nesse momenlo passava ia carregando
o pato porq-ie o cavallo com'to.l > aquelle Icrcm
vi em direilnra a elle, que a uAo ser um rpido
manejo do bolieiro o inecessu seria maior. Sr. Ama-
ro, alerla com esses jugadores de boscapes!
Coii'ta-nos que depois de nossa adverlcncia a
certo fogoelriro, o Sr. subdelegado de Sanio Anto-
nio impoz-lhe um prato para sabir da cidade.
Meu amigo Sr. Salosliano, Smr. ha de conhe-
ccr um tal nciaarrciioi) humem pimplo, quo anda
easacalmenle vellido, ar de negociante inste/ oo de
senbor .le engenho quebrado... pois dntem por boc-
cas peqaeninas que esse eapadocia he Irompho no
.. liru ollio vivo com elle; que a cara nAo engaa.,,
Continua o celebre eoosistnrio da praca da In-
dopen leocia ; ah : e ilizein que nao lemos conside-
racecs com certa claase de liomem, q.....ni vimos,
que um delles lao indignamente esl proslilnindo e
avillando mis mais iiumundas lascas >uas vestes can-
didas !
A na Ho Sr. Bom Jess das Crioulas lira in-
Iraiisilavel de tantas lloras da noiie em .liante ; ha
all urna bodega, cujo proprietario he um tal__pa-
pai-siuh, que .ousentindo reunirse netla o quo
ha de mais ruim na plebe, alordoam a visinbaiira
com gria-inoiiia, carraspanas rariosas, a poni at
de se ter recelo de oslar de portas aberla*. .Vis cha-
mamos a attencAo do Sr. inspector do logar, o n.ln
queren I, temos o Sr. I)r. lloarado, que nao se faz
muilo rogado, quando tem de Irancanar tratantes.
O cAo Com o sato.Certo meco que he visi-
nho de una si-uhora u.i becuo do itoi vive em tal
icsinga cora ella (sem serem casados) que serve de
espectculo a toda c-nte, que passa e o mais he, que
mo ha a nis-nor reserva : oh I senhores, pois vosse-
mec. s ja o.t.i i assim '.' Cuidado com o... ro Boi, que
ape/.ar de escaros sempre deixa um lugarzinhu para
suas merces serem visto*.
Hospital da cari lade \2 de junho de 1856
existem 7'.l Joenlus; .lia 1381.
Honlem deo-se a sepultura o cadver do Sr.
Joo Jos da Cruz, o qual linhaSO anuos de id.'d,
e loi auligo negociante desla praca, e ltimamente
capitalista absstado.
Ate amaiihi'ia.
REPARTigAO DA POLICA.
Secretaria da polica de l'eruambuco II de junho
de 1856.
Illm. e Exm.Sr.Levo ae coiiherimento de V.
txc.que .las dironles parlcipatdei boje recebidas
nesla reparlirao, ronsla que se deram as seguin-
tes orciirreiicias:
Foram preso*: pela subdelegara da freguezia do
Kecife, o pardo Antonio Can lulo da Conceic.lo por
insultos.
Pela subdelegaba da fresuezia de S. Antonio,
Jnaquim Jos de a.iuza Los, por oftensas phisicas.
E pela subdelegara da Ireguezia da Boa-Vista,
Manuel da Cosa Seara, por insnllos. e o preto es-
cravo Francisco, por crime de furto.
Dos guarde a V. Eic. Illm. e Exm. Sr. con-
selhriro Sergio Teiieira de Macedo, presidente da
provincia.O cliefe de polica interino, Dr. I'olicar-
do Lopet de l.eao.
1
Illm. e Exm. Sr.Levo o conhecimei.to de V.
bsc. que das dirferentss participa toes hoje recebidas
nesla reparlirao consta que se deram as seguinles
ocrurreucias :
Foram presos : pela delesaria do primeiro dislric-
to .leste termo, Severino Harijas de Ferias, por se
echar pronunciado pelo juizo municipal da primei-
ra vara no art. i() d0 cdigo criminal, c o pardo es-
cravo Joao. por furto.
E pela subdelegada da fresuezia do Kecife, os
marujos Jorge Lambe, Williams llarrison. ameri-
canos, e Joaquim Antonio, portucuez, todos a ro-
qmsir.l dos respectivos cnsules, Francisco Amo-
nio dos Passos, pr riesordem, e Miguel Joaquim
Xavier das Chacas, por desobediente.
h pela subdelegada da freauezia du Pni-oda Pa-
nella, Cosma Maria Francisca, por suspeill em cri-
me de furto.
Dos guarde a V. Exc,Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Telxeira do Macedo, presidente da
provincia.-O chore de polica uterino, Ur. Voli-
tar po Lopet de Uo.
Illm. e Exm. Sr. Levo ao conberimenlo de V.
Exc. que. das difTerentCs participar...' buje recebi-
das nesla reparlicao, consta que se deram as seguin-
les oceurrencias :
I orara presos ; pelejaizo municipal da prinMra
vara, o pardo Manuel Pedro Soare<. para recruta.
Pela -ubdcb-acia da freguezia do Kecife. Joe
Francisco de Miranda, por insullos.
Pela sub.lelegacia da freguezia de Santo Antonio,
Antonio Luiz de'Fraiica Ferreira. por haver paisado
urna nota falsa, e os p'retos escravos Bento e Frau-
cisco. por hauerem|maliratado a um menor com urna
carrera, de que erum conductores.
I ela subdelegada da freguezia de S. Jos, o pre-
to Canuto de tal, para averiguarAo sobre crime de
furto.#
Pela iihdelegacia da fresuezia da Boa-vis|i, o par-
do Olegario Luir dos Saulos, por ler espancado a
sua propria miillier, e o preto escravo t'.aelano, por
ler maltratado a um menor cm um cavallo, em que
andava montado.
E pela subelegrcia da fregiiezia dos Afogados, o
pardo Jos Cavalcante de Albiiquerque, poj des or-
dem.
E pela delegacia do termo de Flores, L'rbano Fran-
cisco Coelho, pronunciado no arl. 201 do cod. crimi-
nal, Jos Seralim, p-.r crime de miirle em dill'eren-
tes termos, tialdiuo da Cunta, para averiguac.es,
Mariano Barbosa, por uso oe aimas defesas, e Maria
Viceneia, parorimede inerte, na povearAo da Baila
Verde.
Dos guarde :i V. ExcIllm. e Exm. Sr. conse-
Ihero Sergio Teixeua de Macedo, presidente da
provincia. O Dr. chefcd polica interino.Pol-
carpio Lopes de LeAo.
RELACAO DOS BAPTISADOS DESTA FREC.CE-
(AA DE SAMO ANTONIO DO KECIFE, DES-
TE MEZ DE MAIO DE 18.>t>.
No |.o Filismina, brama, nascida a23de feverei-
ro do correte auno.
Llein Antonio, branco, oascido a de novembro
do auno prximo passado.
dem Amelia, branca, nascida a t de maio de
ISIH.
Aos 3Joaquim, branco, nascido batiauuose '. SI.
Otros.
Aos i Claudio, pardo, forro por carta, nascido a
II de Janeiro do correnle auno.
Aos 5 JoAo, crin ubi. nascido a 21 de dezembrn do
anuo prximo passado.
Aos 11 ibereza, crioula, escrava, nascida ha dous
annos.
dem loaquim, branco, nascido a ."> de abril do
correte anuo.
dem Emilia, parda, nascida I 9 de novembro do
auno prximo paseado.
dem Felicidade, parda, escrava, nascida a 7 de
marro do correnle anuo. .
dem Maria, parda, escrava, nascida a S de mar-
ro do correnle auno.
dem Emidio, pardo, uaseido a -J-J de maio de
dem Idalina, parda, nascida em Janeiro do cor-
reute anuo.
dem Claudino, preto, escravo, sub condilioue,
nascido ha 5 annos.
dem Generosa, parda, nascida h i annos, San-
tos leos.
dem Therezina, parda, forra por carta, nascida a
i de fevereiro de 1853.
dem Primitivo, pardo, nascido a 23 de leverei-
ro do correnle anno.
dem Antonio, pardo, nascido no auno prximo
passado.
Aoslt Araancio, pardo, nascido a 8 de abril
de correnle anno.
Aos 17 Jos, branco, nascido a 15 de fevereiro de
1814.
Iderp Pampolina, branca, nascida a 3 de novem-
bro do anuo prximo passado.
Aos 18 Algeniira, parda, nascida lia II mezes.
dem Joao, pardo, nascido ha 2 mezes.
dem Maria, parda, nascida a 8 de dezembro do
anno prximo passado.
dem Jos, branco, nascida a 7 de abril do cor-
reute auno.
dem Francisco, branca, nascido bal 3 mezes.
dem Francisco, branco, nascido ha anno e meio.
Aos 10 Mara, branca, nascida a 2 de fevereiro
do crrente anno.
dem Olimpia, parda, nascida a -J'i de junho do
auno prximo passado.
dem Saturnina, crioula, escrava, na.cida :10 de
novembro do anno prximo passado.
Aos 22 Thomaz, branco, nascido aos 2 de Janeiro
lo correnle anno.
A 2~> Emilia, crioula, escrava, nascida aos 19 de
abril do correnle auno.
A 31 Julia, parda, nascida a 12 de abril do cor-
renle anno.
Fresuezia de Sanio Antonio dn Kecife, 31 de
maio de 1856. Ooenego vigaiio/ enancio llenriijutf
de It(zende(
pequeas cirriimslancias e impressoes sensiveis hue
agilam o curaca.) e perturbara a raza o ; nAo monos
destituida de fundamento foi a nosso ver a suspeirAo
do Sr. I nibeliiio, por isso que a le alin de exig.
juramento, smente considera como suspeitos aqujel-
les que sAo ntimos amigos., do acensado e imi a
qualquer que com elle leiiha mais ou menos rclacks,
sendo mais de notar que o Sr. L'mhelino, almde
nAo |urar fallou no prelerilu, no entretanto i\a\ a
tei se lem em vista o presente. Quanlo aos que de-
ram-se como docntes, entendemos'que ofacloilo
emparre i inciilo de um jurado indica qoe acha-lse
deveudo sement ser dispensado qoando rom elfejto
se verifique estar doente, e nao por simples alleaa-
res, o que por certo abrira a purta a mullos abusos,
permillindo que os jurados zessem jogo com a sorite
ledas as velos quehouvessem coutrahido cerlos com-
prnmissos.
Mais algumas rellexe's ileviamos ao que se pasan
nesse dia, como porem lenham melhor camnenlo
na sessAo de que passamos a oceupar-nus, para ei
lugar as deixaremos.
VIII.
No dia 11, aberla a sessao. presentes o reo c scii
advogado, o Dr. Kulino leudo em visla o aviso de
de abril de 1836, diese que difera para a oulra sesL
sAo peridica o julgamento do reo presente, urna voz
que na sessao anterior uAo houvera numero sofc-
enle de jralos para a formarAo do conselho eio
virlude das suspoires e parles de duente appreses -
la.las por alguns senhores.
I'edindo a palavra o Dr. Baplista, advogado di
deleza, passou a fazer algumas rellexees tendentes a
obler a reforma de semellianle decisAo, allegando
que o aviso em que fura ella baseada era do templo
da regencia quanlo era neressario para que funccii-
nas.eo jury que houvessem prsenles de quarenta
e oilo til) jurados, un entretanto que hoje o mesmo
tribunal traballiava rom trinta eseis; que mu cin-
trara a decisAo do I Ir.titulillo era o espirito da leiqut
conferindo ao reo toda a lber,I ule em suas recusa:,
nao quereria porcerloque em hypolheses seinelhaii-
te se vine o mesmo na rigorosa necessidade de acei-
tar os jui/.es Horneados pela sorle deixando de recu-
sa-tos com o receio le que se tal lizesse nAo houvei-
se numero sullicienle para a formara do consellio
que o devia jolgar, o que por certo ggravana a sda
serle, qo nao poda deixar de dizer que o Dr. Rufino
concorrera para que l'ossem mallogradas as esperar. -
ras de seu cliente. COOeedeodo dispensas a jurados
que nao eslavam no caso de obte-las, sendo de notar
que dizendo um delles ja ler seu juizo formado a
respeilo da causa, elle advogado ignorando se este
joizo era u nao favoravel ao acensado deixou de di-
zer coosa alguma a respeilo, no entretanto que a
promotoria fallou no sentido de ser considerado co-
mo suspeilo o mesmo jurado, e que aliento a osas
reflexftes o Dr. Kulin decidisse comoenlendessc ser
de juslira.
Dada a palavra ao Dr. promotor intorinn comB-
enn este dizendo que fa/ia breves rellexees nAo para
sustentar a derisA que lomara o Dr. Kulino, porirn
sim para justificar o seu procedimento na sessAo ap-
terior ; que se fallara a avor da suspeirAo apreseu-
lada pelo Sr.Joaquim Antonio Carneir, foi porque
eslava convencido de que realmente este Sr. viite
de sua declaracu nao devia lomar parle no julgjaa
ment do reo presente ; que nao podia drixar qu-
passassem desapercebidas ss expressoes do ndvogae
do quando disaera foram mallogradas as esperanza-
de seu cliente, expresses estas que em seu rulen le'
ficavam mal na bocea le um advugado, pois ojur
deixavam ver que os juizes eslavam incoados a fa-
vor do reo.
Fallando de novo, o advogado eitranhou que o
promotor,que uto de perlo o conhecia e que dejno-
doalgum eslava autorisado para formar a seu res-
peilo qualquer conceito desfavoravel, Ihe dirigisse
semelbanle prnvocarAo ; explicou as palavras que
empregara.dizendo que foram mallogradas as espe-
ranzas de ico quando este siippuuha que seria jul-
gadu pelo jury actual e que nAo licaria adiada por
mais tempo a trisle condirao de ignorar qual a sua
surte.elerminou prrgaatando ao promotor que grara
achara em semelhinte pruvocacAu '.' o que ganhara
creando a triste pusicao cm que achava-se collo-
c*vl ?
^a verdade parece-nos que nenhuma razAo leve
a promotoria na imputarAo que procuren lanrar su-
bre o Illoslre advogado ; prestamos toda atle^ao s
palavras do Dr. Baplisla. e pelo seu encadeamentn
parecen nos que seu pensrnoslo era mu diverso
daquelle que pn.curou attribuir-lhe o Dr. promotor,
o qual segundo pensamos tambem andn mal avisa-
do quando concurren para a suspeicAo do Sr. Joa-
quim Antonio Carneir, passa esle a' que tilvez fosse
levado pelo desojo de fazer (riumphar a cansa da
justira.seiido que segn.lo parece-nos,era esle o mo-
! tivo que levava S. S. a manifestar tanta ogerisa
contra os apartes que Ihe dirigiram por diversas vc-
zes os advogadns ; cum effeilo nAo lie das melhorrs
cousas um aparte qoe sendo hem manejado tem por
h'm desvirtuar a discussAo. porm isso s he de re-
celar cum catearose nAo com pessoas ameslradas nos
dbale; pblicos,como he o Sr. Dr. Candido Aulran,
quo por essa rallo se nAo devia mostrar atropellado
com os malditos apartes.
Deixemos porm as digreseoes.
I inda essa breve discussSoo Dr. Kulino insisti em
sua decisAo. ficando adiado para a primeira sesai
peridica ojuisament* de B-llarmino. Achamos qoe,
l>em ohrou o Dr. Ha fino com essa sua del Ibera.;.lo,
porquanlo segundo parece-nos, he isso oque sededuz
da legislarlo em vigor; e assim o declara o aviso de
31 de iiilli de 1851 em que alias niuguem fallou
nos debates; lamentamos porm queS. S. .ieivi.se de
tomar essa resnlurAo na sessao anterior guardando-a
pora esse dia ; nao valia a pena fosse presidir a
mais urna sessao somenle para ter a honra de en-
forquilhar ao advogado da defeza.quedesejavarrtelbo-
rar a condicAo de seo cliente ; ao publico que .inclu-
samente aguardava urna bella discussao da causa e o
destecho desse drama que tiiihu de representar a seus
olhos ; e a muaque pelas fei^Ocs que ia tomando o
conselho esperavamos quedellese nAo diriaque uieja
jurados capazos de declarar que ao meio dia esl
o sol sobre o hurisoote ou \ice-vcrsa, segundo exi-
gisseui os interessesde alguem.
EKKATAS.
No comniunicado publicado honlem nesle u Dia-
rio i) com o iiiuluu Sr. P. de Calasans, e a tua
crtica.
No 3. periodo Icia-se, juizo critico, emlugar
de juiz crtico.
No mesmo leia-se. nem ao menos toma por bus-
sula, em tusar de, que nem ao menos, ele.
No 7. periodo leia-se, querendo mostrar os in-
concussos aliccrces sobre que esl assentada a Igre-
jaem lugar dequeiendo mostrar os incoucussos
sobre alicorees que esl etc.
E leia-se :
Do lempo illimilado
No ocano infinito leve bares
Serena se desusa
Seu rumo be para as plagas d'alcm vida
A cruz -iu bandeira.
Em lugar do que esta escriplo.
A assembla provincial occUpou se honlem com a
coiilinuacio do orcsmenlo provincial, e foram apre-
ciados os artigo de ii at 10 inclusive,
A ordem do di. para hoje he a conlinuacao da de
Imilla, a primeira discussao dos prujeclos ns. 26 e
i c a segunda do de n. 28.
Kecebemos noticias de Paje de Flores, com dala
de 2 du crrante.. Al entao a epidemia tinha feilo
28(1 victimas as fruguezias de Villa Bella e Flores ;
entrelaulo havia esperanzas que o mal em breve se
extinguira, pois qoe desde o dia 27 do passado ale a
dala cm que oo% escrevam, uAo havia apparecido
raso algum de morle cm Villa Bella, onde o numero
dos accommetlidos era pequeo. Comtudo, ainda
conlinuava a devastar os lugares de Carnauba, Abo-
horas, Agua-Braoca, perteuceutet aquel.o dislricto,
e Eucruzilhadas e Agua Branca do districlu de
Flores.
PIALTIV.
Sr. redactores.Lendo do a Diario de Pernam-
buco o de 1(i de Janeiro ultimo uina correspoude1-
cia d'aqui remedida elogiando a adinini-traco
lesta provincia, durante o lempo que a governei na
qnahdade de vice-presidente,' e censurando as duas
ultimas, reconheci logo, e d 'darei diversas pes-
soas desla capital que o correspondente linha sido
prodigo comigo, e injusto rom|douj dos ltimos pre-
sidente e vice-presi.lciile meas antecessores.
Nao me leudo pois fascinado o bem que de mim
disse o correspondente, escrevi algumas buhas para
serem por Vmcs. publicadas, demonstrando jolgar
immerecidos quer as cenuras, quer o elogio, pois
sou o primeiro a reconherer que nAo tenho tAo ele-
vado luerecimeulo ; porm como na tiora de fechar-
se a malla do correio, em que devia ir esse mal tra-
ca.lo Irabalbo, tive cunlieriii.ri.lo de oulra corres-
pondencia publicada no referido jornal de 25 do
mesmo mez de Janeiro, refutando algumas assercijes
cuniida na primeira, principalmente as relativas, i
censura||feila i administradlo do meu particular
amigo e rollcga o Exm. coiumeiulador Ernesto Jos
Baplista,e como Desea refulacAo se conlm quas
ludo quanlo eu e\punha em sua deleza, deixo de
mandar publicar aquelle meu Irabalbo ; cumpriudo
porm o dever de declarar ueste, em abano da ver-
dade :
I'rimeiro, que o autor da segunda corresponden-
cia defendeu com jastic*. o Exm. commendadur
Ernesto, um dos mais dislinctos piauhienses, pelo
que me honra com a sua amisade.
Segundo, que nao temi incluido algumas admi-
nislracecs anteriores a do Exm. Dr. Anselmo Fran-
cisco Peretli, que em verdade perseguio os crimino-
sos, e prevenio a conlinuacao de grande parle dos
eriales, que secommetli.im, desarmando a popula-
rn, no numero das que com jutic qualilicou em-
penbadas em milhnrar a seguranza publica, nao se
me dcsculparia, se deixasse de cumprir o dever de
lembrar, visto como deve estar apar de quanlo se
passou uestes ltimos 12 anuos, em 0 admiuistra-
res, rom quem serv na qualidade de secretario,
que de mais longe dala comerou a ler lugar tAo
grande beneficio esta provincia, principalmente
na presidencia do Exm. conselbeiro Dr. Zacaras de
Goe* Vasconcellos, quando foram recothidos a cadeia
da cidade de Ociras, entre oulros criminosos im-
portantes, dous vigarios, eoterrisel Pedro Alva-
res, que cora oulros assassinou o infeliz juiz de di-
reito da comarca de Flores de l'eruambuco, e mais
pesioas que o acompanhavam. malvado aquelle que
contando com a prolecrao de potentados .(aquella
proviueia ed'algumas limitrophes, inclusive o i'iau-
by. zombava da accao da luslira a ponto de n.io se
oceultarem neuhuraadellus na espacodeO annos, e
de ser preso na capital desla, dentro dos muros do
maior personagem piauhyense.
Esta prislo e oulras dea a todos convic{ao de que
no l'iauhy j nao havia criminoso, que poiesse
contar com guarida segura.
lereeiro, finalmente, que foi injusto o -enlior,
que daqui mandn a primeira das correspondencias
em qoeslAo, quando denominou de iudolente ad-
ministrarlo do finado Exm. Dr. Antonio Francisco
Pereira de Cnrvalho. Parece que aquelle senhor
nao estove na provincia nessa poca Se assim nao
acontecen, devera ler conviccao de que nao se po-
dia esperar dessa boa adminislracao mais actividade,
pois toda a provincia nao ignorou os graves incom-
modos, que aquelle digno ex-presidente solTreu,
desde que ella chegon ; os quaes aggravados pelo
lernvet golpe porque passou, fallecendo lunge de si
a esposa, que tanto amava, poucos mezes a sobre-
viveu, finando-se no exercicio do cargo, que, se
n.io fosse a dedicarlo com que servia a governo im-
perial, esperando successor,.o teria abandonado a
tempo de salvar sua preciosa existencia.
Ouem pode contestar o empenbo e actividade que
desenvolveu aquella administraran na execucan dos
devedores da fazenda provincial '! Ah estao os hon-
rados insoeclor e procurador fisca u'admi i-lrara
da fazenda da provincia, que para salisfazerem as
exigencias dessa presidencia em semelbanle arreca-
dange, declararan), que para ella ter aquelle im-
pulso, indispensavet era dar-se procuradura fis-
cal eollaboradores que immediatamento foram
posto* a sua disposirao, desde qoando no conten-
cioso da tazenda provincial se comecou a Irabalhar
como convinba aos interessesda fazenda, entao ere-
dora de mais de duzentos cont de res '.
Quem tambem pode contestar que o mesmo fina-
do presidente se houve com muilo tino e dedicar.io
aos inleresses da provincia nos actos legislativos,
durante a sessao da respectiva assembla em 18541
Cerlamente, que ninguem ; pois entre minias le-
boas confeccionadas nessa sessao, leve lugar a que
declarou Jeixarem de ser vitalicios os empregos
que desde ento fossem prvidos; e todos sabem
quanlo custoo a presiJelicia alcancar scmelhaule
lei, preleudida por alguos de seus antecessores, ,c
quica cm pocas mais asadas, e nunca a coosegui-
ram, nem ao menos cm projecto.
Examiuem-se as i ruposiroes da assemble, qoe
n.l.. foram saneciunadas pela mesma presidencia por
inconstilucionses. e ver-se-ha qoe maltas leis acer-
ca de materias idnticas fazem parte das respetivas
colleccie* de anuos anteriores, sea bem de inleres-
ses particulares.
Assim pois. nao pode com jostica ser considera-,
da indolente aquella admioislri;Ao. Cnnelntndo
tao colad, im irabalho, he do meu dever agrade-
cer ao senhor correspondenle, qoe defendeu a roen
amigo, o Eira, vies-presidenle Ernesto, o bom con-
oilo qoe de mira faz para com o mesmo meu amigo.
Thereziua, 1 de abril de 1856.
' Batdoino Jos' Coelho.
Sr. rerfacorer.^sNSo he por consideraba as na
lavras ou a pessoa de Mauoel [homa/. de Albn-
querque Marauh.io, mas a susceptibilidade do pu-
blico em concaber mal da minha condocta na quali-
dade de empresa,I publico, engenheiro da reparti-
rAo das obras publicas,que venho boje visitar as
columnas do vosso conceiluado jornal afim, de res-
ponder as accnsaces, que me foram agrameule di-
rigidas no de quinta reir em ama correspondencia
asaignada por aquelle Manoel I boma/, de A. Mare-
ubAo, de quem ja disse nao dou f, ainda mesmo
quando vejo-lhe os denles e ouro-lhe os latidos. Assim
|ur,-i'u. enlendesscqoe MarauhAo he um ente sem
clajSsicac,HO,on alias urna praga.uma peste,um de-
monio, e fosse a tomar-me com elle.e nao Iratasse so-
mente de dizerjao publico alguma coosa relativamen-
te ..oque de acusatorio se reala na snpracilada corres-
pondencia, e islo nicamente por attencAo ao mesmo
publico, dir-the-hia lauto, que o faria ir para Pa'o
d'Alho com as orelhas bem descosidas, a cara bem
lavada, e o seu carcter emlim bem conhecido.
Ora fosse eu abrir rom Maronhao urna discussao
sciejulifica propria da minha prutissao, e quehrasse
eu razoe sronlra o seu frreo bestunlo...Com quem'.'
com Manoel Thcmaz de Albuquerque MaranhAo !
Por tanto.Srs. redactores, limlar-me-hei a dizer, .
lando sempre as costas para MaranhAo e a frente |
otte$ponbmci&<.
Vil.
A naturea do crime e a circustancia de ter sido
inuncciilado aquelle a quem a juslira publica aecu-
sara como seu principal autor, concorriam para que
anciosamenle se aguardassem os resultados do julga-
mento a que no dia 12 do mez proximu passado ti-
nha de ser submellido Belarmmo Alves de Carvalho
Cesar, por haver lomado parle no roubo deque fui
clima D. Joaquina laPereira Vianna, prodiga bo-
je, acarala In illa tempere.
O Dr. Kulin.i Augu-lo de Alincida que cnlo oc-
cupava a cadeira de presidente do liibun.il, no inpe-
diinenlo d > Dr. Ofivoira Mariel, abri a sessAo, pro-
erdendo iinmediaiamenle ao sorteio dos que deviam
lonnar o conselho.
Para logo revelaran) o advogado da dceza e o Dr.
promotor o ferande interesse que lumavam na deci-
sAo da causa : doze foram os jurados recusados por
cada urna das partes, e como quer que se houvessem
averbado de suspeilos dous senhores e dado parle de
ente oulros dous, surcedeu esgnlar-sc a urna, len-
du apenas tomado assenlo no conselho dez juradas
cora os quaes eomplelava-se o numero de :8, que
lanos eram os presentes. NAo pudendo por tanto
ser julgado Bellarmino, o Dr. Rufino suspenden a
sessAo adiando para n da seguiute 6 mesmi ivlga-
ir.ento. I
Digamos porm algumas palavras a respeilo dos
fados qoe originaran) tal aconleciinente : quatro fo-
ram os juradus que em virlude de seus impedimen-
tos roncorreram para que deixasse .le b;iver numero
sullicienle para a formar do COnseUis : dos os
senliores Dr. Pedro laudiano de Ralis e Silva e Joo
Joso de Moraes .'deram parle de .lenlos.,; ,. ,,, ou-
lros dous os senhores Lrabclinu Cuedus de Mello e
Joaquim Antonia Carneir allegaran! Mispeires, o
ultimo por ja ter Tormado o seu juizo sobre "a cau-
sa que anda havia do ser debatida, e a primeiro por
haver lido relajees doamisadcu com o acensado.
lie no.sa opiniao que erradamente andou o Dr.
Huilln allendendo as preteac,oes deasafi dous senho-
res, porquanlo o r.ictu de ler iim juizo formado antes
da Ieilura dos aulos o debales da causa cm lugar, de
ser urna razAo de escusa para o arado; pelo contra-
rio, he urna garanta le que seu voto qualquer que
fosse. pro ou contra e acensado, seria resultado de
urna razao pura, e calma, nao resen.liudo-se dessas
Sob a. rubrica Communicado publicaram
Vmcs. em seu Diario n. 136, deU do coirente, um
artigo em que o Sr. conego vigario da freguezia de
Santo Antonio, ostentando minio zelo pelos seus
direilos paiorhiaes. dos quaes assim como de oulros
quaesqner, qualica-me de perturbador, coola, a
meu respeilo, caso bem diveno do que se passou ;
alira. se bem que indirectamente, grave censura a
benemrita adminislracao dos eslabelecimenlos de
can I,. Ir ; e, fazendo varias considerares sobre
um dos artigos do projecto de compromisso da ir-
mandade da Misericordia, que se-trata de estabcle-
cer nesla cidade. como que pede sua completa ani-
quilarlo.
Sera emiscumir-ine na ultima queslAo que susci-
tou o dito Sr. conego vigario, e em que supponho,
sera acompanhado pelos Ilustres autores daquelle
projecto, por ser urna larefa superior as minhas de-
bis forjas, n,1u me he possivel deixar que passem
inclume a assercoes de 5. Kvma., que me dizem
respeilo, nao s para que de meu silencio nao con-
cilla alguem que se deu o laclo como elle refere, se
nao tambem fiara que nAo passe em julgado; que sou
eu esse liomem rixoso, que o Sr. conego vigario ap-
prouve figurar, levando sua cbsequiosidade au pun-
to de comparar-me com os sanUees que de perlo co-
nlicceu, quando, em pocas menos fclizes, viajan,
quasi incgnito, pela America du Norte.
Desde que sou regente da casa dos expostos, le-
nlio por devora fazer celebrar lia doiniuga do Espi-
rito Santo, com previa auloiisarAo da admiiiistrarAo,
urna missa cantada : em quanlo o e-tabcleciraenlu
esleve na freguezia da Boa-Vista, o respectivo pa-
rodio, que sempre era our'nlo e cheirado a respei-
lo, ja mais me perturbou na pratica de seinelhanle
acto, e cu atseulei itoe, somonte pelo relo de mu-
lar-se dito eslabilecimenlo para a Ireguezia de San-
to Antonio, c de fien, quauto ao espiritual, sob a
uspccjo de um vigario a quem cerca o prestigio | ,\
da autoridad.' da virc-presidenria, nao devia eu a-
bandonar a minha devoran. Islo posto, quando es-
le anno se loi aproximando tal doiniuga, rtin^i-me a
administrar io e sobcilei-lhe, como de cosame, li-
cciija para fazer celebrar a missa i que ja me refe-
r ; e, obti.la a perioisstfl, lu eulei.dci-mc com o
prioste da fieguClia, o Itvm. Sr. padre Leonardo
Joao lircgo, e disse-lho que Icnrionaiido quo a-
qaclle acto houvcsse lugar na igreja do Paraizu, e
desojando que o praticassem o c.ipello da casa dos
expostos, o do hospital de caridade, e o do hospicio
dos Lazaros, como era rommendara o Exm, piesidente da administrarn,
ia pedir-ihc a necessaria liceaea parochial .- salisfa-
zer-lhe as respectivas dspotas, como se a'soleinni-
dade livessrn de assislii o parodio e es padres da
igreja matriz : o Sr. padre tirego redarguio-me que
asim nao concedera a brenca, por rallar-Ib* SOto-
risa^o para lano ; e eu que nao quena, como nao
quer, arredar-mc um s pice da racommendarao
do dignu iiresideule da administrar-ao, sob cojas or-
den* sirvo, e que. romo mil run pre, muilo acato e
SrESiSof" P"S0, d C0D'rar *r Ud0
Kecife 13 de junho de 185C.
Francelino Augusto de Hollanda Chacn.

i
^ublicftcSeS apebibo.
REQI EKIMENTO LEVADO A ASSEMBLA
NO IHA 10 DE JUNHO.
ignissimos senhores depulados provinciaes
Ach.lle Marlin d'Eiladens, por sea bastante procu-
rador, vero requeier a annullacAo do contrato de
illuminacSo agaz desla captol, celebrado com o Dr
Nello. Barro Brrelo, e Cibsou, por caos* dis
dillerentes oullidades.que nortesnio sobresaliem'eomi,
passa a expor : primeiro, accresiimo dajdespea na
verba designada na lei do orcaraento vigente, na
quanlia de 3:900301)0 e tantos ris, augmeoto qoe
he absulolamenle.vedado pela mesma lei.
Segundo, por nao se ler observado a lei, que de-
termina dever se dar a preferencia a quero offere-
cesse melbnre condices, como o tapplicanle qoe
otTerecia H10 bicos pela qoautia votada, ao pasto
que uo contratadores propoem-se a fornecer somenle
1000 por urna quanlia evidenleraanle superior a
mencionada verba, resultando das doas proprostas
urna dilerenra de 50 por cenlo.
Terceiro, porque sendo o pagamento dos edificios,
PPertilhos, canalisacOes, ja com o juro de 6 por
cento no caso de o goveroojnao eftecloa-io ; imnie-
diameole um accressirno.de despezas, e sendo isto
lamben, iuteiramente vedado pela mencionada lei
do .-r..menlo, houve excesso de aulurisarAu, e por
conseguinle infraccAo da mesma le ; adrnillindo-se
urna tal condido no referido contrato.
Quarlo, uao baverem os contratidores cumprido a
clausula do art. 2.-> do mesmo contrato; loo-
ge de depositaren) a quanlia de 50 contos de reis em
moeda, ou em apotices ou accoes de compa-
nliias, apresentarao apunas um recibo, em qoe F.
Coalon declara haver recebido de Rottron Kooker &
C. a qoanlia de M contos, importancia do 500
accoes da companhia pernambocana, proveniente
de seis prestai-Oes, o qual recibo foi cedido ou Iraos-
mtlti.to ao Dr. Nello porJB. Tockay; esu cessao
he evidenlemente milla, nao s porque oppoe-se ao
dsposto no art. 8 dos estatuios da companhia per-
ii.imbuc.imi. qoe exige que semelhanles transferen-
cias te facam poodo-se a verba vista das aegoes *
sendo, assignadas pelas parles interesiadas, ou por
seus legtimos representantes, brando uo^rchivo as
procuracOes ; como porqoe nao declara Valor rece-
bido, donde resulta a sua manifest nullidade, por-
que nao lia litlo Iransmissivel cummeroial ou civil-
mente, que posta passar propriedade de oulrem
sem dechrac.i do valor recebido ; do contrario po-
dara ser considerado como doacao, que por falta
da compleme insmuai-ao, sera iinmediaiamenle
nolla ; accrescendo que o Dr. Nello nao juntoo pro-
curarAo especial, porque B. Tuckay podesse trans-
ferir a propriedade das acjes nu valor de 50 contos,
nem pagou sello da transferencia de confermidade
com as leis vigentes.
(.limita, finalmente, houve um completo conluio
enlr.a os conlratadores, visto como, lendo a aulo-
risacao concedida para conlratar-s com Henrique
Gibsun e Barros Brrelo, ou com quem rnelhores
vantagens olferecesse, iolrdozindo-se no conlrato
o Dr. Nelto inulilisou-se um competente que pode-*
ra, m nao ter admillido igualmente com os oolrn-,
olferecer m-thores Vantagens, para ser preferido, o
contcato devia ser celebrado, ou com Henrique G-
bson e Barros Brrelo, on com o Dr. Nello, e nun-
ca com lodos ao mesmo lempo, o-qoe importara
um conluio.
A" vista pois de |lodas essa razOcs he evidente
que esta millo o conlrato, e qoe por conseguinle
nova aulorisaro deve ser concedida ao governo
para o mesmo fin, sendo que nessa ocrasiao o sop-
plicawle esteja promplo a olferecer o forneciroeulo
de 1*10 bicos a 20 rs. por hora, au recebendo in-
demnitacao alguma pelo material da fabrica, oo
lim do lempo, qae o governo contratar com osup-
plicante, prestando tambera Banca idnea para ga-
ranta do contrato. Nesle* termos :
Pede a Vv. Eras., se digoem annullar o referido
contrato, eom o que se promover concurrencia para
a empro/a cm beneticio da provincia.i. R. ,!(.
Pernambueo, fjj de jando de 1856.Como pro-
curador de Achille Martin d'Esladens, Francisco
Maria Duprat.
Relarao' das fa-lusdos alumnos que fre-
i|in .-ntam-as aula* do Gvmnasfo Pro*Ml-
cial, conunrjttidas no mez de maiodeste
coirente ano.
Primeiro anno.
Virialo Sergio de lloara Mallos, jastilicadas.
Joaquim Pires Fesreira, 4 jostificadat.
Camerino Filippa'Nery Collaso, 2 justificadas.
Manoel l'heofilo ca Cusra. 21 nao justificadas.
Anuncio Concesso de Caotalicio, 1 justificada.
Francisco Ha van.) do Caotalicio, 2 justificadas.
Affonto Sergio de .Maura Mallos, 2 justificadas.
Francisco Elias do- Kego Dantas Jnior, 2 justifi-
cadas.
Jos da Silva Loy' Jnior, 2 justificadas.-
Mauoel Honorato .los Sanias, 1 justificada. '
Jos Rodrigues Pereira Jnior, ti. justificada 1.
Joao Manoel Mendos da Cuaha Aaevedo, 5, justifi-
cadas 4.
Joaquim Jos More ira, jtifiesdae.
Segismundo Raphaxl da Cuuha Mello, 1
rada.
Thomaz Luiz de Burros, 2 justificadas.
Anuncio da Bocha Bastos, I jutlificadii.
11 i: r,i I lo de l.agot 1 'em andes Batios, 18, justifica-
das'17.
Manoel l'ereira da Cunda, I joslificada.
Antonio Francisco Uorreia d'Araujo, \ juslifioada.
Americo Numerian.i Anlunes Villaca, 2 iustifi-
cadat.
JoAo Joaqoim Ramo., e Silva, 2 justificadas.
Bernardo Itabello da Silva l'ereira, 2 justificada'.
Paulino Das Fernn les, 10 nao justificadas.
Antonio Rodrigues Luna, 1 justificada.
Antonio Caelano de Morase Navarro, 5, justifica-
das 2. '
Joaquim Anglico Be tone d'Almeida, 3, justifica-
da 1.
Manoel d'Abres Macedo, ti, joslificada 1.
Marcolinu lerreira do- Espirito Saulo, 3 uAo lusti-
cadas. '
Cymnasio Provineiitl, fi de junho de 1856.
O censor.
Padre Joo Jote da Costa fibeiro.
justifi-
0%WttS0
PRACA DO REUIFE 13 DE JUNHO AS3
HORAS DATARDE.
Cuiares oftlciaes.
para o publico sensato desla provincia qne foi no Cambio .ol,r i i h^Li<> 1 tf.^
dia 22 de abril que recebi o omrio do Sr. director ,C h ,lh ^'?,%d|V^6.d.|T.-
uterino ,1. repartirlo a que perte-,co. para que fos- .nnl.-ii ^ **4 9 "* *'

se cii examinar as obras do tanjo IB.- da estrada de
Pojd'Alhnde que fura arrematante Maranhao. Por
circmstsoeias, porm,que se deram entao em mi-
nha saude, e pela chuva que foi copiosa nesses das,
tive la demora de urna semana no cumprimcnlo da
commissao do Sr. director : demora qoe, nunca ja
iiu.s poda redundar em detrimento do publico ter-
vlro, Mas, eflectivamente fui ver as obras no dia
30 eacbei que ellas nao cstavam as coudicoes de
serem aceitas, o que disse i MaranhAo a despeilo
dos Muse**** da sua mu' creadlo, e he lo rr.ia.lr
que o proprio Maranhao he quem o strma dizendo
quo do dia 21 ao du 30, ja se achava o lanro da es-
Irada com suas imperfeices, e careca de "reparos,
porqoe o Iranzto a linha prejudicadu cm varios la-
gares durante o curso de nove dias (!!."
lao boas eslavam as obras para seren recebidas!!..
Agora, quanlo aos favores que MaranhAo apona,
digo l/u ; dando-lbe sempre as cuntas) Marauhao !
s um mentiroso, s un calumniador! digo-te que s
ama braga, que s urna peste, que es om demonio,
e ainda nao digo ludo. Os arrematantes denuncia-
dos .I. 1H e 19 lauro sahirle a juslificarem-se por
si mesmo, ou por quem os respeile ; e d.i sua jus-
iihrur.n. resultara' a mesma viciara. E quanlo ao
vigsimo lauco que dlies, que eu recebi sem inspec-
c3o, por elle tico, e allianro a quem he da minha
protissao, e a quem qui/.er ouvir, que he o lau^o
mais bem acabado, e mais perfoilo que tem a estr
da de Ta'o d'Alho.
Hilas estas palavra, que se dirigen] su ao publi-
co, e nao a MaranhAo, com quera nao gasto pala-
vras, e{ nem o capim que, tenho no meu sitio, eu lico
descansado e tranquillo, como quem ha cumprido
os seu- deveres. Sou, senhores redactores etc. ele,
./o Lu: Helor l.ieutier.
eiro 12 de junho de 1850.
Meo
Seithwcs redactores. Tendn o Liberal l'er-
nambueano de 12 do correnle, publicado um rtico
em quelronla o ataque que solln na noite do dia 'J
crranle mez, era una das principa** mas desla
cidade, confesso ,-m amor da verdade, ser exacto o
que menciona o Liberal, de estar um dos individuos
que mojaccomnielleu de farda de polica; porm
longe di mim o persuadirnos que cse individuo
perlentjt na reali >ade a" semelbanle eorpo'ra{lo, c
estou tu in rerlo quo a farda de polica de que elle se
servia n i occasiao em que me atacou, era para me-
lhor ocr iltar o seu desfarce.
Api a,- eco ao Liberal l'crnamhucano o inleresH
que lomuu ueste negocio, chamando a attcur.lo das
autoridades policiae* : dando desla maneir'i urna
prova dd quanlo se iutercssa pela seguranra indivi-
dual. 1
Sou. senliores redactores, etc.tiemiuiauo Anto-
nia Vital, de Oliveira.
00 d|v. a
Frederico RoMlliard, presidente.
P. Borges, secretario.
c CAMBIOS. ,
Sobre Londres, 27 1|4 a 2T|I|2.
x Paris, 360 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1,2 a I por 0|, a 15 e 30 dias.
Actes do Banco, 35 (fifi de premio.
Acce* da companhia de Beberibe. aslOUO
Acues da companhia l'eraumbucaua ao par.
a Utilidade Publica, 30 por ceulo de premie.
a Indemuisadora.sem vendas.
Disconto de lellras, de M a 12 por Oi.o
" t METAES.
Ouro.Onras hespanlioTat. 28a a 38*500
Moedat de 65IOO vslhas .... ibjooo
> o 69)00 nova.....162000
" i) iBOOO. ...!.. gaooo
Prala.Palaces brasileiros. .....
Pesos columoarios. .
a meiicanos. ......
ALFANDEUA.
Kendimento do dia 1 a II. .
dem do dra 13......
219:316*752
26:942*347
246:2599099
Srnnortt redactores.D.".o-se fados que he neces-
sario serem por todos jalgados.
Fui inl'ormado de que uina pessoa dissera a um
seu amigo que eu fizera urna andise em seus feitos
e levei mi mandei levar ao redactor da .1 Pagina
espeilo,resolv sobrVslar na fesla, e rcdii/i-ia a nina. Avulsa, j e que esle mostrara a esta personagem.
missa rezada.
Assim le 11111.011 o inridctile que o Sr. conego vi-
cario tanlo encarecen, c a que, como que para cs-
inagar-me, deu importancia demasiada ; e o publico
que he o melhor jluz as quisloes que peanle si so
di/endo-llie : en como nao conliero e*la pessoa de
quem falla esta correspondencia, pero-lhe, caso vos
s confie;*, esclarera-me se ser islo que diz a mes-
ma correspondencia ou nao exarlo ; ao que respon-
den a mesma personagem que 11A0 ; potm tudo isto
veiililam, decida em sua consciencia se elle aulori-. uina er.ladeira faliidade de qualquer que sea
lava ratoavelmenle a S. Rvma. a porlar-se para co -
migo lao pooco generosamente.
Recife, Hile junho de 1856.
O regente dos expostos.
Geraldo Corra Lima.
ente que eu o entrego ao maior dc-prezo ; porque
in',11 tal faci se pa-snu, 6 nem cu pnderta jmais
escrever contra urna pessoa coro quem alguma ame-
lado entretenaos, e de quem favores tenho recebido,
e appello para o mesmo senhor redactor para me
justificar ; e desafio a esle miseravel para prova
ILEGIVEL
Dacarroaa hoje 14 d*>unAo.
Barca inglezaMtioramercaderas.
Barca ingleza Ktuocata idea.
Brigue suevoCleopatralarinha de trigo.
Brigue sardoDai'nolarinha, vinbo paisas
llrigue porluguez Tarujopipai deviuho.
Barca portuguezasanta Cru:diversos eenerog.
Iliale braslleiroAuaUafumo e charuto,
IMPORTA*5AO'.
Polaca hespaohol Ardilla > vinda de Barcelo-
na, consignada a Arauaga & Brvan., manrfestou o
eguinle :
lo pipas, 211 raeias e 50 barris vinho, 30 ditos
azeile ; aos ir.esmns.
Brigaesoecco Clcopalra, ovindo de Fime, rou-
signado a N. O. Bieber & C, rnanifesloii s se-
gunde :
2,907 bar iras farinha de trigo, .50 caias papel, 1
pocote imoilra* ; aos inesmot.
Ilute nacional Livrarao vindo da Babia, con.ic-
nado a Antonio Luiz de Oliveira Azovedo, manifes-
lon o seguate :
I caixa chales de seda ; a II. Bruno iSr Compa-
nhia.
1 caixole folhelos ; a Candido Alberto Sodr da
Molla.
2110 caixas charutos ; a Jos Anlonio da t'anba A;
IrmAos.
12(1 i-aixinhas charutos ; ,1 Demingos Alves Ma-
Iheus.
2 sacros fio de algodo : a Miguel Aelonio da
Costa e Silva.
1 Clin folhas de cobre ; a Joo Fernanda Pren-
le Vianna.
113 ramullas charutos ; a Antonio dos Santos
Vieira.
5i raixinhas charutos; a Edmrdo
7X ditas ditos ; a Palmeia A; Bellrao.
1(1 ditas ditos ; a C. II. Berln.
215 .lilas d.i .. ; a Isaac Curio A C.
IH7 ditas ditos ; a Jos Mendes de Freilas.
168 ditas ditos ; 1 Antonio de Almeida Gomes.
1,119 ditas ditos, 16 barrit vinho. 40 saceos o 1'-
lalas caf ; a Antouio Luiz de Oliveira Azevedo.
2 caixoescarueiras ; a Manoel Joaquim Ramoso
Silva.
115 sacas caf, 3 rneias barricas tarohi de mau-
X

y
7

}



i
DI O l PtHMUKI SlBtlO 14 f JNHO 0! 1856

diora, 1 eaiiole livros, 20 fardos fumo, 3,528 caixi-
nha- charuto* ; a ordem.
Ilute nacional .. Anglicas vindo do Assu', con-
signado a Antonio Joaqun) Seve, manifestou o se-
gninle :
40 cooros miudos, 39 ditos salgado! ; a Jos An-
tonio da Cunta & IrmAos,
20 dilos salgados, 20saceos coro 75 arrobas de ce-
ra de carnauba, ilHt alqueires de sal e 450 ditos de
palha de carnauba ; a ordera.
fBrigne Nacional a Nero, d vindo do Rio i, raudo
do Norte, consignado a ordem, manifestou o se-
gante :
350 alqueires de sal, ItO mollios de palha de car-
nauba, 600 toros de mangue ; aos mesmot.
Vapor nacional Paran, vindo dos portos do
Norte, Consignado a agencia roanifestou o se-
ginle :
152 rolos salsa ; a Manuel Joaquim Ramos
Silva.
2 fardos ignora-se ; a Guilherme da Silva ui-
mares.
2 caitas ditos ; a Antonio do Almeida Gomes &
Compinhia.
t pacole dito ; a Joaquim Anlunes.
becuna nacional Zelosa, vinda do Rio de Ja-
neiro, consignada a Isaac, Curio & C., manifestou o
agolte :
3 caitas rap ; a Seve & C.
1 dita dito ; a J. J. B. de Catiro.
II volme, mercadorias, 12 barris salitre, 3 cai-
dee cobertores, 225 barr- e 17 pipa Vlsiat, 50 gir-
rafes genebia, t caxao cha, 45 garraf6es, I barril-
zioho a 70 saceos caf, t casal de galltnhas garufee* ;
a ordem.
Escena nacioual o Linda, vinda do Itio de Ja-
neiro, consignada a Antonio Pedro das Neves, mani-
festou o seguate :
80 arrobas de plvora am barris, por couta do go-
verao.
2 barra carnes, 5 ditos vinhos, 50 pipas vasias ; a
Novias & C.
i pipas e 17 barris vinho, 10 pec,as cabos de cai-
ro, 3 caiic.es chapos, 8 voluraes mercadorias, 100
latas bvlaehiiiba, 30 saceos fio de algodio, t cuixao
aguardante, 312 saccat caf ; a ordem.
Patacho nacional Audaz vindo de S. Ma-
ineus, consignado a Isaac, Curio o C, manifestou o
segninte :
1,300 alqueires familia de mandioca ; aos consig-
natarios,
Brigue sardo Daine vido de Genova, e Ma-
laga, consignado a lia-lo- A; l.emos, manifestou o se-
guinte ;
400 barricas farioha de trigo, 5 ditas senne, 4 di-
tas crmor trtaro, 6 caitas chapos de palha, I dita
camphora, 2 ditas leos essenciaes. 3 dilas espritus
de alateme, 5 dilas comma arbica, 1 dita e I bahu
tai'ma-, 15 balas alfazema, 20 dilas a 30 eaitat
papel branco, 10 embrulbos dito de embrulho, 1 lata
sulphalo. 2 ditas assafrao, 1 boceta jalapa, 2 ditas in-
cens, 43 dita* mana', 10 ditaa cantridas, Iti fardos
barbante. 3 jarros galha, 70 hcelas e 4.50 canas
massas, 37 pipas vastas, t pote calda de tomates, 213
paos campeche, 7 caitas marmore, 2.1 ditas lijlos
da dito, 2,000 jardas de dilos de diloi, I porcAo de
pedra para lastro de navio ; a ordem.
290 barra vinho, 20 ditos ateile, 523 caita passas
e amenas, 11 surroet amendoas, 5 fardos erva doce ;.
a ordem.
CONSULADO GERAL.
Untes apresentar fiadores idneos, habilitados na for- estabeleridos as entradas para Euersuuil na cos i
ma i a ni tem n mi.- iiniwJiu.i inlir .. a: j...... ____ a-fceisuuu, lid IU5I.
Kendimento do da I a 12
dem do da 13 ... .
18:0888882
1:1815692
19:5735781
l-'IVKRSAS PROVINCIAS.
tlendimeulo do dia 1 a 12.....
dem do dia 13. ...... .
1:9171038
_____
1:2475038
UKSPaCUOS DE EXPOR1ACAO PELA MESA
DO CNSULIDO DESTA CIADE NO DIA
13 BE JUNHO DE 1856.
LiiboaBarca portogueza eralidSo, Thomaz de
Aquino Fonseci& Filbo,200 saceos assucar masca-
vade.
Torio Barca portogueza ..Brieliarenie, Vicente
Alvos de Souza Carvalho, 100 aaccos asaucar bran-
co o mascavado.
PortoBngoe brasileiro oS. Jos, Bailar & Oli-
veira, 300 saceos familia de mandioca, 8 barris
mel.
Rio da Peala Barca brasilira Amizade, .Manuel
Jos Goncalves, 1 caixjo eoatendo 6 barrilinhos
cum doce.
LisboaBrigue porluguez Viajante, Thomaz de
Aqoino Fonseca & Filho, 170 saceos issucar
mascavado.
Hueiios-AyresBrigoe dinamarqnez Anua Cecilia,
siuva Amorim 5 Filho, 50 pipas agurdenle.
Liverpool por MaceiBarca ingleza aPloaling
t.loud, Soothall Mellor & Compaohia, 100 saccas
algodAo.
ECKBKUOKIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PBRN.VMBUCO.
Rendimento do ha 1 a 12 8:75758l
dem do dia 13. ..... ,
ma da lei, sem o que nao poderao licuar, on a di-
nheiro, pago a bocea do cofre.
Pao da cmara municipal do Kecifc cm sessAo de
4 de junhn de 1856. Bal* de Capibaribe, presi-
dente.Manoel Ferreira Arcioli, secretario.
I) Dr. Francisco de sala Oliveira Maciel, juiz mu-
nicipal da segunda vara, e preparador dos pro-
cessos da jury do termo desla cidade do Rerife.
por S. Magostado o imperador, que Dos guarde,
ele.
Faco saber que pelo Dr. Aletandre Bernardinn
dos Res e Silva, juiz de direito da segunda vara cri
minal desta comarca me oi commuuicado ter desig-
nado o da 30 do eorrente.pclas 10 horas da manhaa,
para abrir a segunda sessAo judiciaria do jorv desle
termo, que l.abalhara em das consecutivos, havendo
precedido ao sorleio de 18 juiy.es de laclo que tem
de servir na referida sessao, e de conformidade com
o ari. 326 do regulamenlo n. 120 de 31 de Janeiro
de 1842, e foram sorteados e designados os cidada.is
segnintes : .
Freguezia de S. Fre Pedro Gonralvcs.
Francisco Eusebio de Faria.
Aletandre Jos da Rosa.
Maooel Joaquim de Lima.
Bernardo da Cunha Teixeira.
I.udgero Teiteira Lopes.
JoAo Miguel da Costa.
Joaquim Jos da Silva Lisboa.
Caelanu Cyriaeo da Costa Moreira.
Freguezia de Santo Antonio.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Dr. Manoel Ignacio de Medeiros Reg Mouteiro.
Antonio Climaco Moreira Temporal.
Dr. Vicente Pereira do Htro.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
Florencio Domincues da Silva.
Jojo Francisco Regis Quintella.
Dr. Jos Joaquim de Monea Sarmeulu.
Firmino Jos Rodrigues Ferreira.
Jos Joaquim da Cunha.
Luiz da Fonseca da Cruz Ferreira.
Freguezia de S. Jos.
Antonio Emig im it.beiro.
Jos Esleves Vianna.
Joaquim Jus de Sooza Serrano.
Antonio Rodrigues de Albuqoerque.
Severino Ileuriquts de Castro Pimeiilel.
Freguezia da Boa-Vista.
Bento Luiz de Carvalho.
Jos Alfonso Ferreira.
Joaquim Viegas.
Luiz de Azevedo Souza.
Coronel Trajano Cezar Burlamaque.
J".i" de S LeilAo.
Dr. Luiz Duarle Pereira.
Dr. Clemente Jos Ferreira da Costa.
Dr. ,lii,lu Domingoes da Silva.
Jauuario Constancio Monteiro de Audrade.
Jos Joaquim de Miranda.
Jo Goucalvea da filva Basln*.
Jos Joaquim Xavier Sohreira.
Mi mu i,i ii o Francisco Duarle Rigoeira.
Porfirio Ja Cunha Moreira Alves.
Jos l-'ilippe Nery da Silva.
Fre'guezia dos A togados.
Joan Francisco dos Santos.
Joao Ferreira dos Santos.
Freguezia do Poco da Panella.
Joo Alves Guerra.
Freguezia da Vanea.
Manoel Thomaz de Barros Compeli.
Freguezia de Munbeca.
Filippe da Sa' e Alboquerque.
Josc Roberto de Moraes e Silva.
Freguezia de Jabualo.
Dr. Francisco do Reg Barros Brrelo.
Amaro Fernandes Dallro.
A todos os quaes e a cada nm de per si, liem co-
mo a todos os ioteressadus em geral, se convida pa-
ra comparecer na sala do lorreao da alfandega. em
a sala da sessao do jury, lauto no referido dia e ho-
ra, como nos mais das segundes, em quanlo durar
a sessao, sob as penas da lei, se fallaren!.
E para que chegue a noticia de todos, mandei nao
so passar o presente edital, que sera' lido e all'uado
nos logares mais pblicos, e publicado pele impren-
ta, como remeller iguaes aos subdelegados do termo
para pohlica-los e mandarem fazer as r.otificaces
necesarias aos jurados, aos culpados e as lestemii-
uhas que se acharem nos seus distrielos.
Cidade do Kecifc, 12 de junho de 1856. Eu Joa-
quim Fraucisc, de Paula Esleves Clemente, escrivao
dujury o subscrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
aOettorttdfe*.
CONSULADO PROVINCIAL
Kendiinenlo do dia I a 12
dem do dia 13
O lllm. Sr. inspector da Ihetouraria de fazenda
manda convidar pelo presente aos proprielarins dos
predios sitos na ra da Praia de Santa Rita, do lado
do mar, e que precisen) de franco embarque e desem-
barque, e quizervm preferir no afuramenlo das por-
ches relativas a tuas testadas do terreno de mannha
alagado, comprehendido eutre a ettremidade do caes
1-5:344 A".R,mo* "-' ,,ok P'ojectad.i na eviene.... N. S. sob
*>-***. direccao E. O. a reierideVj>raia, alim de que anrM
10 2rilaOii *""em eu* '"q"Mimola.flcaoao Ibe. (Has- mm marrl
iJ cadoapratode 30 dias, Hndo os quieTo terreno
era aforado a quem ja o pedio, jolgaDdo-se por isso
rescripto o direito de preferencia de quem o podes-
te ter. Secretaria da thesooraria de fazenda de Per-
narubuco 10 de junho de 1856.O ollicial maior,
Emilio Xavier Sobrein, de Mello.
25:3191108
2:9375820
28:286:930
tox)imciUp &o pono*
-varo entrado no dia 13.
Baha5 dias, patacho brasileiro Esperanra, de
103 toneladas, meslre Manoel Jos da "Rocha,
equipagem 8, carga tabaco e mais gneros ; a An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo.
.Vacio* iahido$ no mexmo dio.
BahaGaropeira brasilira eS. Pedro, meslre Joa-
qiiim F'ernandes de Sonza, carga arroz e mais se-
eros.
Liverpool pelo Ceera-Brigoe ingleteYVm. Edoard,
capitn Wm. A. Smilh, carga assucar.
Wtotot.
provincial de Pernam-
O lllm. Sr. contador da thesouraria provincial,
-erviiidu de inspector da mesma thesouraria, em
virlode da resolucao da junta da fazenda, manda fa-
zer publico, que no dia 26 do corrcnle, val uova-
mente a praca para ser arrematada, a quem por me-
saos fizer, a obra do empedramento do aterro dos A-
fogados, avallada ero 25:3005 rs.
E para constar se maudou afiliar o presentee pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcruambn-
eo, 4 de junho de 1856.
O secretario,
A. F. da AiHiunciae.io.
O lllm. Sr. contador da thesouraria provin-
cial, servindo de inspector da mesma thesouraria,
em viituile da resolu{3o da jaula da fazenda, man-
da fazer publico, que no dia 26 do crrenle, vai no-
tamente a praca para ter arrematado, a quem por
menos fizer, a obra do empedramento das arei'as do
tuquia (estrada da Victoria), avadada em 1:11,55)00
res.
E para constar te mandan afiliar o presente e pu-
blicar pela Diario.
Secretaria da thesouraria
baco, 1 de janho de 1856.
O secretario.
, A. F. da Annunciaco.
. 0",D Sr- contador" da thesouraria provin-
cial, tervindo de inspector da mesma thesouraria,
em Tlrtpde da resolucao da junta da fazenda, manda
razer publico, que no dia 26 do correnle, vai nova-
mente a prusb para ser arrematado, a quem por me-
nos rizar, as dnras dos reparos de que preciaam a
cadea e casa da cmara da cidade de Olinda, ava-
lladas ero 6409 rs.
B para constar te mandn afiliar o presente a pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihetouraria provincial de Pernam-
aaco I de jaaba da 1856.
.0 secretario,
n A. F. da Annunciaco.
Olllm. Sr. contador da Ihjnoureria provincial,
," inspeclor da mesma thesonforia, manda
"f 5"W,C0' 1ae nos di" W, 18 a 19 do crrente
**_."*."e rteasatar a uuem per menos fliar, aa im-
preaaaea dea Irabalhos das diversas repartices pnbli-
caaprovmeiaea, avahadas em StOOJ.
A arrematado aera feita por lempo de um aono,
acontar do primeiro dejulho proitrao viodouro, ao
lim de junho de 1857.
As pestans que sta prepoierem a asta arrematacao
eompareram na sala das sessdes da metma junta nos
das .cima indicad., pelo meia dia, competenle-
anente habilitadas.
E para consta, se mandes afiliar o presente e pu-
blicar pelo aDiario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernamhu-
co .. de juDho de 18.56. O secretario, A. F. dAn-
nuuciai-ao.
. 'J- Sr. oinlador da thesooraria provin-
cial, tervindo de imipeclor da motma ihetouraria,
em comprmeme- da resolucao da juma da fazenda,
manda fazer publico, que nos dias 17, IX e 19 du
correnle se hade arrtlmatar a quem por menos fizer
o rornecimenlo dos medcamelos e uteusis para a
""fe <" delencao desla cidade, por
tempo de om anno, a coutar oo primeiro de julho
protimu vindour, ao Qm de junho de 1857.
As -pestoas qoe se propozerem a esta arremalarao
comparecao na tala det sessoes da mesma junta nos
i h 'cl,m^ded^ado, l'elu meio dia.compelenteraeii-
e nauitadat, que ah lhe serao presentes o formu-
lario e condiccao da arrematacao.
E para conur se mandn afiliar o presento e pu-
blicar pelo .(Diarioo.
Secretaria da lhe.orara provincial de Pernambu-
eo de junho de 1856. -O secretario, A F. da An-
nunciacio.
Parante a cmara municipal desla cidade esta-
rao em ptaa nos dias 1, 13 e 17 do correnle, os 16
taino* ltimamente feilos no quarteirSo do lado
do su da ribeira de :,. los, seo.lo a arremata-
cao pelo lempo qoe dccoi-rer de sua dala ao ultimo
rM lernoro de 18.j9. e endo por base a quanlia de
J2C "-'ennio, ou rjPO annnal, olTerecida por
. ?- Am" do que ot ar.ematar su>eiio ao pagamento da des-
pera que cota elle* e seus pertences te fez. na im-
porUsacu da 1:13*38*. O coulratod. arVem.lacao
evetido em cumprimento da ot-
dein do tribunal do tliesoui-o nacional, de
2 de Janeiro*do crtente anuo, saitir da
circularao as notas de 50, de segunda es-
tampa, papel encarnado, <|ue nella exis-
tem, sendo substituidas por notas dos
meimos on de menores valores, da caixa
filial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia olllm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os possutdores das ditas
notas de oO.SOOO, para as apresenlarem
na mesma thesouraria, alim de serum
trocadas dentro do prazo de oito me/es, a
contardo 1 de julho prximo vindottro a"
28 fevereiro do seguinte auno de 1837 ;
declarando ao mesmo tempo que, lin-
do jsse prazo. sollrerao o disconto
de I por rento do seu valor em cada
me/, de demora na apresentaedo, na for-
ma da lei de ti de outubro de 185, ate
flcarem sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de fazenda de l'ernainbuco,
"> de junho de 18(i. o ollicial-maior,
Emilio Xavier.Sobreira de Mello.
Pela recebe.loria de rendas geraet se faz pu-
blico que he neslo mez que os devedores dos impos-
tas abano declarados tem de pagar o segundu semes-
tre do correnle anuo liuanceiro de 1855-1856, lindo
0 qoal pagarao o dito semestre eum a multa de 3
por cenlo em favor dos recebcdores.a saber : decima
mtdicKiii.il de mao mura, imposto sobre lujas, casas
de desconlos etc., dito sobre casas de movis, rou-
pas etc. fabricadas em paiz estrangeiro. Kecebedo-
ria de Pernambuco 6 de junho de 1856.O admi-
nistrador, Manoel Carneiro de Souza l.acerda.
0 lllm. Sr. inspeclor da thesouraria de fazenda
manda fazer publico.quc nos dias'8,15 e 22 de julho
protimo futuro estar em prata peranle a mesma
thesouraria para ser arrematado venda a quem
maior prec,o offerecer, um silio no lugar da Ibura,
que penalicen ao bactiarel Pedro Gaudiano Kalis e
Silva, a que fui adjudicado a fazenda no valor de
flOjOOO : os preteluientes deveran comparecer na
casa da mesma thesouraria. nis referidos dias ao
meio dia. Secretaria da Ihetouraria de fazenda de
Pernambuco'98 da maio de 1856.O ollicial maior,
Emilio Xavier Sohreira de Mello.
Pela mesa do coosulado provincial se faz pu-
blico aos propietarios dos predios urbanos das fre-
gueiias desta cidade e da dos Afogados, que os'30
dias uleis para o pagamento a bocea do cofre do 2."
semestre da dcima do auno liuanceiro de 1855 a
1856, se principian! a contar do dia primeiro de ju-
nho : lodos os que deitarem de pagar, durante este
prazo, ineorrerao na mulla de 3 sobre seus de-
feitos.
O lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraria de fazen-
da manda fazer publico, que nos dias 3, 10 e 17 de
junho protimo futuro iro a praca peraule a mesma
thesouraria, para serem arrematadas a quem maior
prero offerecer, a renda animal das casas ahaito
mencionadas, perlencenles aos proprios naeioiiars.
Os prelenrientes devem comparen r na casa da mes-
ma reparlicao nos referidos dias ao meio dia com
seus fiadores. Secretaria da thesouraria de fazenda
de Pernamhoco 2H de mino de 1856. *0 ollicial
maior, Emilio Xavier Sohreira do Mello.
Umacaaa terrea n. t'l na r.i.i do Santa Thereza.
1 ma dita dita n. 21 dem dem.
In .- bra 'o de dous andares com mi. 11 na ra lli-
reita.
(MI.FJ0 !.[.! U.
do sudoeste da Noruega.
Pbarol livo em Vibher-odde.
Esle pharul esta rullocadn na pona do Sateta de
Egero, do lado do oesle da entrada dosul para Eger-
suml. A altura do pl.irol he de 69 pos cima do ni-
vel do mar. e .leve ver-sc em-tempo claro em urna
distancia de 12 mil has de S. I|2 O. lado de I/Este
para N. 3|4 E. Sera incendido durante lodo o auno.
A turre do pliarol est enllocada na laliiu le 58* 2'
N. I.ongilude 5 56' a l.'Esle de t.reenwich.
ti limile de S. I|2 O. desle pbarol lica etactamen-
le para LEtte dos rochedos lonsbo e Marra, que es-
lau da parte do O. do Canal cm frente de Skarvo):
na parle de l.'Fsle do Canal em urna demarcacao do
8. )|2 b.sS. Iii K. .lo pbarol ficam os rochedos
Isaks-flue e Svanas llue. O navegante deve ter cui-
dado porlanto para n.o trazer o pharol a una de-
marcifrao para o oeste de norte, nem para l'csle de
N. 1|2 b. emquanlo estivcr na distancia dentro de
tres imillas do pharol.
Pharol lito em tir.indsundholm.
Esle pharol est enllocado na pona do noroeste de
rundsuiidholm. o holm que se acha mais interno
e mais a I esle no|caual do oeste ou norte para Eger-
sund.
A altura do pharol he de it pes cima do nivel
do mar, e deve ver-se para o mar. em lampo claro,
ero urna distancia como de lll milhas entre os limites
de t). l. do S.. e O. i." do S. 3|i S. Da parle de
deniro da libla liiilebolm ..pharol ve-sedo O. S.
O. pelo lado do norte para E. IV. E. Ser inrendi-
do durante lodo o anuo.
J5A torre do pharol acha-se enllocada na lalitude
nH" 26 1|i N.. e longitude 5." .Mr li a l'etle de
Crceuwich. O pharol serve como silla para as ein-
harcacoes que passam pelo canal, que con,lo/ entre
o lado do noroeste de Egero e Culeholm (o uh.ilm.,
maior, que se acha mais ao ul em frente de (iruod-
snndholm para o lundeadouio do lado de Teste de
llousholmipara o noroeste do pharoll e para Ska.l-
bergbagen por deniro do pharol. O Canal he estrel-
lo e intrincado, e na.i se deve tentar passar sem pra-
lico.
I'odas a deniarcaces alo magnticas.
I'uriordem de S. Senhorias.
Assignado, Jobo Wakbingloa, hvdrographo.
Keparlicao hydrographira doalmraiitado de Lon-
dres 10 de dezemhro de 1855.
Esle aviso artecla os segiiinles niappas do almiran-
tado.Noruega cos do oesle folha I N. 2281: c
mar donorle n. 2330. Igualmente a lista de pbar.ies
da Noruega ns. .tilla, h.
Jos Agoslindo Harhosa, traductor publico e in-
terprete comnierrial juramentado.
TKADI CC.tO.
Avo -i' i:.iM'^anie*.
N. .55.
littaiat Inidot Maine.
A commissao directora dos pharea nos E-talos
luidos acaba de publicar que as scguiute altera-
(dea de phates no Estado de Maine deverao ler lu-
gar no primeiro de Janeiro de 1856.
Pharol do ancoradouro de l.ilte Kiver.
[Rio Pequeo, i
O actual pharol lito descontinua, e em seu logar
apparecer una luz lita, com fnzit alternados.
Omachinisnio illummador he um ..Lento da quiu-
taordem Pharul du funieadnuru nProsperl.o
O pharol actual lito ser descontinuado; e em seu
lugar apparecer urna luz revulvenle.
O machiuismo Iluminador cousislira detres lam-
pees .largando com relelos de 21 polegadas, e o
inlervallo entre os folia claros scrao de um minuto.
Por ordem de Ss. Senhorias.
Assignado, Johu Washington, hydrographo.
Keparlicao hylrocraphica dealiiranlado cm Lon-
dres 20 de dezemhro de 1855.
Este aviso airela os roappai do almiraulado se-
gu.ntes: America do Norte Coala de L'etle, folha
5 n. 268; e lista de phari.es dos Estados L'uisiis. do
2^ 7.
Jos Agoslii.ho Harhosa, traductor publico |e in-
terprete commercial juramentado.
TKADUCCAO. .,
Aviso aos iiavegames.
Trinily llonse. Londres 13 de iiovcmhro de
1855.Por quanlo as boiaa e hali/.as enllocadas pela
corporaca i ile olrunlx lluuse para guia das emhar-
caeocs que na>egam em varias parles da costa de
Inglaterra, e parli.ularinenle nos canaes que condu-
zem ou seguein para u porto de Londres, tem sidu
repelidas vezes por negligencia, ou por maldade,
partidas, ou por qualquer oulra inaiieira damnifica-
da*! 'cando uiiililisadas por eiubarcaces que correin
coulra ellas, ou que a ellas se amarram, finada all
seguras pelas mesmas : c as embaranin pliariie*
fuudeadas e amanadas em frente a dil'ereulea parles
da cosa tem por varia- vezes sido alial.oadas esof-
friilo grande averia, em risco de serem separadas de
toas ..marraces e perdern-te.
E por quanlo a seguranza das enibarcicnes, vidas
e propriedades nrllas embarcadas, etige que as em-
barcares pharues, boias e balizas eslejam sem inter-
rupcao conservadas as tatas respectivas posieoes,
pelo presente se previne nos capiles e oulras pessoaa
que se arhem cargo de embarcarles, para que nao
eomolfUam laes uflensa., r avita-te que fiquem sa-
rora e\ Catiro, ra da Cadeia do Recife n. ou com
u capillo na praea.
Para a Babia,
a veleirae lum conheeida garopeira i.l.ivracao pre-
leinlc sabir rom muila hrevidade, por ler'pule de
ten rarregamenlo p.ompto ; para o resto oa prelen-
dentes enttndam-ta com o seu eootignalario Auto-
nio Luiz do Oliveira Azevedo, roa da Cruz n. t.
A o Rio de
neiro.
la-
Nesles seis dias seguir' a escu-
na nacional JOS', capitao Ma-
noel Jos.; Prestrello, pode receber algu-
ma carga miuda : trata-se com .i consig-
natario Antonio de Ahneida Comes, na
ruado Trapiche n. 16, segundo andar.
Gonipanlia brasilira
paquetes a vapor.
ne
O vapor 7"o-
ranim com-
man.lanleo .'.,.
pilao de fra-
gata Cervazm
Manrcbo espe-
ra-se dos Dor-
ios do nurle
em scguimen-
lo para os do
sul at 10 do
O escrivao da irman.lade do S. B. Jesns das
t.hagas por ordem da meta convida a lodos os irin.los
para comparecer no da 15 as 'J huras da manha
no consistorio,para poder dar fin) a eleieo, que nao
se pude findar no da 8,por tiSo ter n. de irm.los co-
mo marca o i.osso compro.nisso.O escrivao,
I-'raneisco lves Kiheiro.
O aballo aatignado agradece ao Sr. subdelegado
dos Afugados, Francisco Carneiro Jiuiiur, o iinpor-
lantc seivico que araba de prestar prendendo o
perverso Aiitouiu Caburulo.
Francisco Kiheiro Pires.
Desappareceu da igreja de N. S, da ConceGaa
da Congregaran urna estofa branca nova, .. peatoa
a qoem ella for olferecida a podera' appreheuder, e
caso ja fosse comprada, se dar' o valor da compra;
este ubjecto em qualquer parte que apparecer com
muila f.ieilnlailc se provara' a quem perlence, por
isso que eiistem ootras iguaes: dirijam-se a ra
do Oueimido n. 21 deronte da loja miudezas de
boa fama.
Todos os credores do fallido Malinas d'Azeve-
do Villarouco, facam entrega de seus ttulos de
crdito aos Srs. James Crahlrce \ C., para serem
examinados pela commissao, que foi Horneada,
composta dos Srs. Crahtiee, J. P. Adour Si C.
e Bruuii Praeger a. C. ; devendo os crcdilus .la;com-
misao serem verificados pelos curadores fiscaes ;
de\endo essa entrega ser feila al o dia 18 do cor-
rente, vjtlo que lem de ser apresenlado o trahalhn
da eominiaaao no dia 21 as lo horas, dia em que >c
devem reunir lodus os ere tures em a casa da resi-
delicia do E\m. Sr. Ilr. |uiz du comniercio, para
se dar ou negar concrdala, ou.Votar no ronlral
de unia.i.
Koga-se aos Srs. corregedoree da calera por-
tuguesa. II. i-do-Porlo, o obsequio de mandar
mu conbecimeutos ao sjaeripiono da aballo assigna-
do, alim da se podere.u organltar os manifest..
Kecire, 12 de jucho 1886.
O abaiio assignado pede|eiicarecidamente a
cumio andar.
signado e a favor de Miguel Marlint Osla Kiheiro
jiliii.ilo. de ipresenla-la ao Sr. capitao Antonio
Lardoxn de Queiroz Fonseca. para ser paga : na
ra da Conccicao n...
Carlos Jus Comes de Oliveira.
An inda-te um si0 na estrada do Arruial,
com casa de pedra e cal, e com grandes coinmodos
para numerosa familia, leudo 2 salas, 1 gabinete, i
quartose
dos de fri
jaqueiras
boa cozinha ; o sitio lem diversos arvorc-
cto, como sejam. larangeiras, mangueiras,
pinbeiras, tapotizeiros, goiabeiras, eoquei-
ros e cajuleiros, etc. ; lem bastante pasto para sus-
ircas de leite de invern a verao, e muilo
ira se fazer plaiitaci.es a tratar na ra da
lentar jj v
terreno p
Clona lia lina-Vista, casa ... O, das ti horas da ma-
nha ate
Pre
milia : a
andar, e:
sario.
s 0, e das 3 horas da tarde cm dianle.
a-se de urna ama para rasa de ponca fa-
. tratar na ra do Oueimado n. 18, primeiro
squiua que vulta para a ra estreila do Ko-
O Ilr. Franja e Leile, medico operador, parti-
cipa ao rlespeilavel publico desla capital, que limu a
-na residencia naiuaiNovan.il, primeiro andar,
onde peale ser procurado para o eserciciu da sua
profissrj. Cousullastudos os dias das 8 as 10 da
maulla, bspecialida.lemolestias s\pliylilicss.
I'ijeeisa-se de om criado inlelligente para o ser-
vico defuin s.cerdole fura da [irovincia : na ra da
Cuia iMt.i, segundo andar.
O ..I, ,im assignado, rom loja de tirgueiro na ra
das Trinrhciras n. 61, faz scienle aos seos fregnezes,
qoe reeebeu um completo surtimenlo de objectos,
nao ai para ofliciaes da guarda nacional, como do
eiereilo, constando de cooro de anta para talabar-
tes, tallos bandas superiores, espadas finas para in-
famara e re vallara, e oolros muitos objectos de
superior qoatidade, attim como encarrega-se de
promplilicer qualquer faldamento.
Francisco do Freilat Barbosa.
Oficrece-se urna ama para o trrico interno
,t'l ~\J 7ii\iJi-rTitniil m/rk'aS i rtehuma CM de r"nilia oa de ''.mm 'ol,,iro' 1ue
V> \ ( \S( II |{ (I IKnllH) V* >''l, l,e"' lav;ir' "''*""" e coznhar, c sendo ne-
" PtTIlira S! *.'i-a.?*-r,ad0' .Ma conduela : jpeaaoa que
i I llll.W,
#
4\
Ra das Cruzes n 28
I.-.iiiiii.ia--e a vender os mais acreditados ^
melicamcnlos dos Srs. Castellan e Wcber, fe*
em tinturas e em clubulus, rarteiras dlo- w
doi os tanianhos in.nt.i em cinta. ^;
Tubos avulsus a ,'IH), 800 e 19000. S
nuca de li lisura......aMOOO W
ulio- c frascos vazius, rolhas de curtir A
pan tubos, e ludo quanlo he uecessariu pa- 2
r o uso da homneopathia. ^f
fiadoi a sua conduela : a pessoa
pretender dirija-se a travessa da roa da Roda n."2,
que achara com quem tratar.
CK0.
O agente Oliveira far leilao, por aulorisacoes
do Evm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, ezara-
das em requarimanloa dos depositarios e curadores
li-.ae. da .n,i-sa i illnl.i de Juan Moreira Lopes, del
todas as fazendas e arinncio da loja de dito fallido,
sita na ruado Crespo aj), atsiio como das dividas!
activas da mesma, importando aquellas segundo as
avaliaioesem 11:0165210, e estas em 2.i:jO-5i0,
cojos luvenlarios exislem era poder du referido agen-1
le, que se oflerece a palenlea-lus com auin-ipacn I
aquelles preteudenles que se dirijam ao seu escrip-
lorio para tal lim : sahhado 1 i do correute, as II
horas da manhaa em ponto, na indicada loja.
At'.ENCIA DE LEILO'ES NA IIL'A DA MADKE
DE DOS N. :I2, DE VIEIUA DA SILVA,
Segunda-feira 16 do correnle, as 10 horas da ma-
nhaa, scrao arrematados muitos ohjeclus, onde llave-
ra' uina rica mubilia tuda cmplela, de urna pessoa
que se retira para lora da provincia ; assim como
tambem mudas obras de miro e prala, colheres, gar-
fos e facas, crrenles de uuru para relugiu, re ojo..
de nuro para algibeira, ditos muilo ricos para cima
de mesa, o que tudo estar' patente, e sera' vendido
a runenlo dos fregones,
O agente Oliveira lar.i leilao, por despacho do
Exin. Sr. Dr. juiz especial do commercio., clarado
em lequerimeiilu du prueurador fiscal da massa falli-
da de Antonio Augusto de Carvalho Marinho, de
todas as dividas Activas d.. dita massa por lellras e
comas de livro, na importancia total de rs. 8:1 :ll?'.r.r>,
cii|a relacao u referido agente su olferece exhibir an-
tecipadaniciiie aos pretndanles : segunda-feira 16
du correute ao meio din em ponto, no escriplorio du
mesmo.
O agente Horja, por aulurisacao do Exm. Sr.
Dr. juiz especial du cuminerciu, conforme o seu
despacito proferido em rcqueriineulo dos curadores
fiacaeada massa fallida de Manoel Joaquim Alves
l'iioniiia. faro leilao das dividas perteiiceules a refe-
rida massa, as quaes montan a quanlia de res
l du mesmo agenta, em ten aradazem, ma do Culle-
gio ii. 15, onde lera luar n leilao : lerca-leira, 17
do correute, as II horas da manhaa.
II agente Oliveira far leiblu nu dia que de-
aunara, de cerca :l.V> barricas da ptima familia de
trigo de Lisboa, sol diversas mareas, e por isso con-
vida aos Srs. padeiros ou preteudenles a prueura-lo
para roceberem as amostras, que com atitenpacao
Hits terto entregues para seu melhurezaine.
O agente Oliveira far.i leilao, por cinta de um
peisonagrin que se retira desta provincia, da mobi-
lia e Ireni da casa desle, consislindo em cadeir.is,
sof', mesas e consolos de jacarauda' com lampos de
pedia matutore, mesa elstica de jantar, oulras para
diversos usos, aparador, guarda ruupa, locadores,
-.- cummodas, leilu, urna esplendida secretaria, eslaule
a, qwe pela le da uvaear.io iiiercautede Ihoi nara livros reaal
sessao n 414 se declara o teguinte : -' 09. 'JP
k*ari. feilas a nliare. hi. K.li. s. ..., au" e ,'1'n>panha, ditos de v.dro verde, compotea-
d.iajiaa, copos de cristal para v.ulio,
Avarias-feitasa pharoet, lunas ,- balizas. Se qual-
quer pessoa de proposito, o por negligencia, com-
anetler qtiaesquer das segujntes offensas, (isto ht'i:
i.' Causar damnos a qualquer pharul ou as lu/.es
que o mesmo cnolivcr,on a qualquer hoia ou balizas.
2." Kemover, alterar ou destruir qualquer embar-
caran, pharol, bola, nu baliza.
'I.'1 Fundear ao pe, amarrar-se ou ahalroar conlra
qualquer navio de pliarol ou boia, incorrer, alm
das despezas de pagar os gatlos de qualquer dettat
avarias, em unta mulla que nao eicedera a cincoeo
(a libras. ,
"or ordem.
Assignado J. Ilerhert, secretario.Jos Agostioho
Barbosa, traductor publico e iulerprcle commercial
juramentado.
A administraran sera| ,|os eslabelecimentos de ca-
ridade, manda lazer publico que nos dias 19, 21, c
26 do correnle, pelas qualro huras da (arde na sala
das suas sessoes, irio a praca, a quem mjis der, a
rendas das casas ahaixo declaradas, pe'o tempo de
um anuo a cunl.r do priman de ulho do correle
auno a 30 de junho do prximo futuro.
Uairru du Recife.
Kua da Cruz n. Ij Codorniz, 9 ; Scnzala Nova,
2j, 2b, e JO ; Lapa, ; Pilar 9:1, 95, e 97.
Ilairin de Santo Aulonio
Kua do Cullegio n. 18 ; ra limita. 3, j, 7 e 133
travessa du Carcereiru, tt, 13 O 17 ; roa da Roda
n. 39 ; Saula Cicilia 16 ; e Padre Fh.nano n. 13.
Os prelendeules eompareram nos das e horas de-
signados jacompanhadoi de seus fiadores,' ou muni-
do das competentes liaocat. Advertc-se porem aos
mquilinos que uAo esliveretn em dia, que nao aerte
recebidoa os seus leos sem qne eslejam quiles.
Administradlo geral dos eslabelecimentos de cari-
dad* 11 de junho de 1856.
O escrivao.
Anlouio Jos Comes do Correio.
A direcloria da caixa filial faz publico, que o
prec.u dos desconlos na presente semana regular
8 por cenlo. II-expediente desle estabelecimenlu
para as parles lica marcado das II huras da manhaa
as horas da larde. Secretaria da caixa filial do
banco do Hrasil cm Pernambuco aos 9 de j.inhu
de 1856. Antonio Marques de Amorim, secretario
interino.
Achando-te vagonollicio de segundo labelliao,
esciivao do crirnc. eivel e encarregado do regislr
geral das hypolhecas do termo de Pao d'Alho.S. Exc
o Sr. conselheirn preaideol* da provincia assim o
mauda fazer publico para eoiihecimento das partes
inleressadas, e alim de que os preteudenles ao dilo
ornen te halnlilem na forma do decreto n. 817 de
30 de agosto de 1851, e aprescniem os seusrcqneri-
inenlos ao juiz municipal do mesmo termo no prazo
de 60 das, que eomecon a correr do dia 2 de maio
ultimo em .liante, nara eguireui-.e os Iramiica
marcados nos artigos 12 e 13 do citado decrelo. Se-
crelaria do gnveriio de Pernambuco II dej.....o de
180bJosc liento da Cunha c Fiaueiredo Jun
ficial maior servindo de secretario.
Ji.ior, of-
5fj>Oij >2&i*ttmo4.
ras, garrafas, lalheres de marfim e de prala, colheres
de dita para cha', sopa e arioz e mais um completo
apparelho tambem de prala, obras de ooro, apparc-
Ihos riquissimos de purcellana dnurada e branca pa-
ra jantar e para cha', e numerosos outrus arligus de
bom Boato, que seria enfaduuliu mencionar; terc,a-
feira 17 do correnle as 10 horas da manhaa, na ra
Nova n. 50, piimeiru andar.
tttrtdttd -3Stt>er00.
A admlnistrarao enroja liomens
heirota IsOOOrn. diarios.
( i".mi-
sa tata oor laltru ,.n*.* h~~.7 "?>. """">" aevo oe publicar qne no dn H d no-
se la por isirr a vanctr, devendo por usa as liei-1 vembro ullimo, oseguinles pbaroes de canal foram
OTIIm.Sr. capitao do pnrlo, comprimi a
circular do ministerio da marioha de 28 de abril l-
timamente linilo, a qual retere-se ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, datada de bonlem,man-
da publicar as trnduccSes juntas do aviso do almiran-
lado hritaniiico, relalivamenle o diversos phaioes.
Capitana do porto de Pernambuco, 17 da maio de
1856.
O secretario,
Alexandre Rodrigeselos Anjos.
IKADLCCA'O.
Aviso aos navegantei.
N. 53.
Saruega.
Pharoes na cotia do sudoeste.
*.'pwllcao da marioha real da Noruega em
Chrisliania acabb de publicar qne no di i 2H .1 no
Janeir
segu em pouco lempo o bri-
gue nacional MARA I.L'ZIA,
capitao Joan da Silva Mucaes,
s.i pode receber alguma cama
muida eescravos a frele, para
os* quaes da as melhores ac-
coi.......daci.es e Iralameolo :
Irala-se com Aulonio de Almeida Comes, na ra
do Tiapiche n. 16, segundo andar.
A escuna brasilira tjosa, pan a sua viaMm
ao Kio de Janeiro, precisa de marinbeiroa brasi-
leros : para o ajaste, que sera' de grande vai.la-
gem, trala-se rom o capitao a bordo, un com o con-
signalariu Antonio de Almeida Comes, na ra do
Trapiche n. 16, segundo andar.
Rio de Janeiro.
<> patacho i.Thereza I, de que.lie capitao Jos Ig-
nacio Pimenla, vai seguir viagem para o Kio de Ja-
neiro com brevidade, por ler grande parle do seu
carregamciito engajado : quem no mesmo quizer car-
regar, dirija-se ao etcriploriu de Hallar t\ Oliveira,
na ra da Cadeia do Kecife n. 12.
Para o Porto sesue com Inda a brevidade a
bem conheeida galera porlugucza Brarharensc :
para carga a passageiros, para o qoe tem os mais
acetados cewsroudos, Irala-se rom os consignatarios
T. de Aquino Fonseca & l'ilho, ou com o capitao
na praca.
A escuna porlugoeza eCereso prelende sabir ale
o dia 25 do crrente mez para Luanda, quem quizer
carregarau ir de passegein euleii.la-se com ns con-
signatarios Koslrcn Kooker & C, ua roa do Trapi-
che n. 48 ou com o ea pilao.
o Porto,
a nova e veleira barca i Santa Clara o, segne com
brevidade : para o resto da caria e passageiros, para
o qua tem expelientes coinmodos, trata-se com Ma. -
Potra
Na ra dos Quarteis n. 2i, com-
prani-sc c vendem-se escravos dt arabos
os sevos, e tambera se teeebera para ven-
der por commissao, tanto pura a provin-
cia, como para fra della, havendo para
isso toda a seguranza precisa, emtiuanto
se Ibes nao der o competente destino,
Massa adaman-
tina.
Francisco Piulo Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applica ventosas pela
alrarcao do ar : pode sor procurado confronte ao
Kosario de Santo Antonio n. 2.
GraBlrsETE 'lKli iil i'//
HE \MWA.
I.embra se i sua illuslre direcloria, qoe, lendo tle
reunir prximamente a assemblea geral da tocieda.le,
evite ser no primeiro domingo de julho proiimo.
poit sendo ueste dia a reuuiao da junta adminisira-
liva do llospil.l Porluguez, motivarla que os seus
meiuhrns livetsem de fallar a alguma das rcunioes,
sendo quasi lodos, como sao socios do (abunde!
Igualmente que, .para se poder fazer urna eleieao
sensata, nccessila-se de urna lista de lodos ns'socios
accionistas com as suis residencial, ao renos 8 dias
antes da reuuiao : que esta seje inpressa, e manda-
da distribuir as residencial dos tocios. Por igual
ino'do, que o cuipregado que e-la na JHbliollieca et-
leja chancado como o anterior' evitando qua suc-
reda para o fuluru, u que se diz do Dias, pois nao
linha banca. Consta-nos que eslat lembran.;as ja se
fizeram ao Sr. I.- secretario, mas trae elle se enfa-
dara cara ellas !... Recife 13 de j.irvho de 1856.
dn accionista.
Desappareceo na dia 26 de maio proiimo pas-
sadu, pe quaila v.-/, nm pardinho de nome Jaciu-
tha, cum 1U afinos de idade e os signaos seguintes :
cor escora, nariz rhalo, heic,os om tanto s.lenles,
mlOS largas e curtas, pos grandes c chalo, .lem por
bailo do qucuo do lado esquerdo uina marca. .Nes-
sas fgidas que elle lem feilo cosluma dizer por onde
chega que o pai ea mili morreram do cholera, e que
elle se ocha ao desunparo sem tei ninguem por si.
F.ss.. pequeo fui tonudo com idade da um anuo por
una familia aonde criou-se, em cuja casa tem os pa-
drinhos de baplismo, aprendeu prlmciras lellras na
au\i do Sr. padre meslre Vicente Vnrejio, e nesse
dia em que aosentou-se ia para a escola, levando
c^\r^ de brim de quadrinhos pretos e brancus, ja.pe-
la de panno lino azul, honet prelu e rpales ja usa-
dos, mu chapeo de sjI de panno azul, um compen-
dio ,1c nstioeelo moral o outro m.is : roga-se a
quem o liver em sen poder o f vur de o mandar en-
ire-.ir na ra do Ihque n. 9, segundo andar, que
alera do agradecinieuto se dar alguma recompensa ;
o mesmo pedido faz-TC as aillo.dados policiaes a
quem se encarece a busca dn dilo pequeo.
OsTerece-so um rapaz para caiveiro de escrip-
lorio nu robranras : a tratar na ra do Rosario n. i.
O Ilr. Francisco de Paula Baptisla, nao lendo'
podido despedir-se ps amigos e pestoas a qum tribua respeito o conside-
rarnos, o faz agora pela imprensa, e pede que o dis-
culpen!.
Perdeu-se o hilhete inteiro de n.26i~ da se-
gunda parle da quaila lotera de N. S. do Guadalu-
pe, que corre buje: roga-se au lllm. Sr. Ihesourriru
e aos Srs. caotelistai de nAupagarem algum premio
que por ventora lenha.
Jlo Jos .Vive* da S. Jonior.
TERMO l>li COMPAKACAO*.
Alagoas e Pernamboco**
Aquella pobre e pequea provincia maudon un
professor publico aprender u molinillo Caslilhe Fs-
lo, a nova e rica Venen nao leve animo para la-
lo... I eco aos incrdulos das vantagens desle pre-
cioso melhodo, dignon-n de ler rom tteoeao o re-
latorio do Eim. Sr. presidenta-.'Sa e Albuqoerque,
Quem precisar de una pessoa, que se acha ha-
bilitada para entinar msica, piano, e dama sendo
para fra da cidade : dirija-se a ra do Coloveilo,
n. 61, que achara coa} qoem tratar.
0 abaixo assignado pede ao senhor paciente do
o Echo n ii. |4, qoe lenha a bondade de assignar
o sen nome ; pois nao se conhece devedor de tal
obra, e mesmo porque deseja publicar os documen-
tos, que tem em sua mi.
Jos Joaquim Ferreira Jacobina.
O tltesoiireiro da festa do glorioso S-
Aulonio do arco da ponte, rosa a todos
os moradores da na do Crespo para que
mis noiles dos dias lie lodo correnle.
illiirainein suas varanda e janellas; as-
sim como roga para que no dia !."> man-
dera botar colxas e n suas varandas, para
abrilliantar mais a lesla do mesmo santo.
O bacliarel em direito Antonio Ati-
nes Jacome Pires faz scienle aos seus ami-
bos e coRStituintes desta provincia e lora
della, ipie tem o seu escriplorio de advo-
gacia na ra da Cadeia de Santo Antonio,
sobrado n. 50, onde pode ser procurado
para os misteres de sua pi olissiio de ad-
vocado.
H ATIIENKi; l'KU.NA.MIH CANO. (0
( Moje, li do correnle, a'a 4 lio-
^k ras da larde, llavera' sessao e\tra-
ff ordinaria para trtame W da sessao funelM-e, que deve ter lu- ^
P gar no ultimo dia desle mez.O
0 primeiro secretario, Joaquim 1;;- '$)
;'^ naci Alvares deAzevec'o. ^
S^SSajfajtSSajt-SSSSS
LOTERA D PROVINCIA.
O lllm. Sr. tltesoiirojro manda fa/er
publico, cpie tem designado o dia 11 do
correute para o imprelerivcl andamento
das rodas da segunda paite da quarta
lotera de Nossa Senbora do Guada-
lupe da cidade manda transcrever o seguinte plano pa-
ra a evlraccao da serjunda parte da quar-
ta lotera de Nossa Seniora do Guadalu-
pe, epara todas mais pie se forera te-
guindo. Thesouraria das loteras 10 de
junho de 1856.O escrivao, Antonio Jo-
s uarte.
PARA
5,600 bi
Beneficio e
a
vs loteras da provincia.
"etes a jIOO. IS:O().sOOO
sello.
."i.tiOOsliOO
14:4008000
1 1 premio, dito. .
1 2 ditos. .
> ditos. .
i ditos. .
(i ditos. 10 ditos. 1(156 ditos. .
200X000.
IOOsOOO.
504000.
20'000.
lOjfOOO.
5s000.
5:000x000
2:000X0110
500jj000
400X000
500x000
200x000
120x000
1008000
5:7804000
A
earroea,
em que
essoa que aiintiucioo qnerer comprar orna
dirija-se a estrada de Joao de Barros, silio
mora n alteres Assumpcao, que achara unta
aliauea
taberna
mo nom
ti.
o Sr. Jo
terrea r
quasi iicva e com boi.
I'ririsa-sc do un homem desempedi.lo ai a
Irabalhar cm um sitio na Soledade, qoe eulcuda de
plantar lapim ; n paleu do Carmo, sobrado por ci-
ma da Ijulica.
Qoem precisar de um criado portiuiicz que
ava, oa omina c serve o diario le urna casa, o qual
sua cun.lucia, dirija-se ao paleo do Carmo,
la quilla que entra para a t'.amboa do mes-
p n. {(i, que se dir quem he.
baiio assignado lem juslu c contratado com
iquim luuacia da tosa, a compra da casa
a ra Velha da Boa-Vista n. 67, e pede a
quem seljulsar com direito a ella, dirigir se ao aLai-
\o assisoao, na ua loja na ra da Cadeia do Reci-
fe ii. 4"j ale o fin do me/.
.Manuel Ferrnra de Sa*.
A HOHEOPATHIY E 0
CHOLERA.
Ui ico tratamento preservativo e r
curativo do cliolera-morbus, w
PEI.1) DOUTOK
.^SabinoOlegarioLudgero Pinho.
Segunda edicran. < ^
A benevolencia com qu foi oeolliida pe- W
lo jiublico a prirneira c lic._.'.o desle opus- A
cnlp, escotada no curio esparode dous me-
es) nos induzio a reiropresslo' $)
tulo de cada eiemplar......IsOOO uta
parteiras completas para o Irala-
mjentodo rliolcra e de moilas ou- 1A
tr|is moleslias, a..........305000 2
leias carteirai..........1(^000
i
i
i
$1 Osjmedicamcnlns sao os melhores p':
^fllisiillorio c
iauln Amaro .Muu.lo-Miivo
msnltorlo renlral horneo
OS p :s
palhic.
da Kosa, brasileiro nato, se-
pc.sa-se de uina ama para o servico interno
o de urna casa, ciiendo Ulna pessoa 13o so-
quen- se quizer sjeitar, dirija-sai ao pri-
ngar m ra dn turres, junto no escriplorio
ores l.imio** Jnior c\ Leal liis.
S Ferreira da Silva relira-se pira f'.rliisal
le -ni sande ; qnem se jolqar sen credur
e as suas coalas,
-os Pcrelr
oulcvideo.
icsoureiro da irmandade da N. Is. de Guada-
eidada de Olinda coinprou por con!? da
airo hilhetes mteiros de nmeros 683, Ui.">,
. E |iede i pessoa, que tirar o maior
lia mesma lotera qqe fac,a nina esmola a
reja.O ll.es.ureiro, .
Thatbal da Cunha l.ima Canillara.
lotera a igreja de nossa se-
nuora d gaoelupe.
Aoi 5:000x000 e 2:000x000 res.
ai\o assignado tem exposto a' ven-
ilbetes, ineios e quartos ( cora sua
) pelospreeos abaixo declarados,
os qua s nao estao su jeitos ao descont dos
oito por cento da lei as nortes grandes,
o possuidor recebe, nio sti sen
conforme a iei, mas tambem os
to por cenlo do mesmo abaixo as-
Oa
da seus
rubrica
isto lie
iremit
11 tos o
signado, que prefax a sorte por inteiro,
Cilios bilbetes, ineios efiliarlos se acliam
: 100X000
1,184 premiados.
2,410 brancas.
Os dous pi imeiros premios sao SUJeitOS
ao disconto de S por cento. I'besoi.ra-
tia das loteras 24 de maio de 1856.O
tliesotireiro, Francisco Aulonio de Oli-
veira.Approvo.Palacio do governo
de Pernambuco de junlio de 1856.
Sergio Teixeira de Macedo. Confor-
me.Antonio Leite de Pinho.
t) Sr. Joao Jos da Silva Gainuriea lem urna
caria na ra do Trapiche n. I(i, segundo andar.
B O Dr. Olegario Cesar Caboss, Q
B formado em medicina pela l'acul- 0
0 dade da Babia, avisa ao respeila- fcS
" i? almentc a's pessoas pobres que $
{ (pii/.eretn titilisar-se de sen prest- Q.
VS mo, (pie aclia-se residindo no pri- X
^ meiro andar da casa n. 8, sita na .*>
g ra do Collegio, onde pode ser js
9 procurado a qualquer hora. S
tV -.- t -....- .. ,J {$ ".i? '._. ...V..- ..v ...:.i-.-
.Muoel Jos l.eile declara em lempo, que
examinando as dividas aclisas da casa fallida do Sr.
JoSo Moreira Lopes, as quaes vio ter arrematadas,
eucuiilrou-se debitado por TTSc-lMHI ; nao sendo
i exacto este debito, por quanlo, parlindo o annun-
I danta com o dilo r. Lopes, varias fazendas cora-
j pradas em dillerenles rasas nu valor de l:li,"i(-s|||l(|,
deu-lhe 1:4499000 am fazendat de im loja j con...
| consta da pona entregue, restan l..-lhe pola a quau-
lin de -jiMisDOt, que pagar a qoem liver o direito
de recebe-la.
CUJOS
a' vend
dencir.
tnado
30, ru
ment
ro da I
lem o
sabbad
conve
Bilheteji.
Meios.
Ouaitq
Antn
11. 39 A, ra estreila do liosario
l'lO
A de i
3 as I
:.) alim
i 1836
Sr. Trisl
dara n.
etes, ineios e quartos se acitara
i as lojas da Praca da [ndepen-
ns. 15, loe 10, travessa do Quei-
n.
i da IV.tia n. 30, ra do Livra-
n. S4j largo do Terco n. IS, aler-
i oa-Vista ns. 38 e 44, cuja lotcria
ndamento de suas rodas em o dia
I do crtenle, em o salao do
|lo de N.S. do Carmo desta cidade
5X800 recebe 5:000x000
3x000 % 2:500x000
s. 1x500 1:230s000
i d Jos Rodrigues de Souza Jnior.
x!5 O ibaixa assiquadu convida us sennores s^
|S eslu anles do primeiro auno da Facul.lade 5
D de Direito, que se iuscreveram o quij,erem -.*
-J inscr-ver-se no livro des socios du MONTE- }!*.
Al A hl.M Ka i, a reuuirem-se na casa f
sidencia do lllm. Sr. Dr. Ihesoureiro, j
horas da larde do dia 11 do correnle ^
do nomearein por eleieao ura niemhro c$
ti do respectivn anuo, que deveri cumpnr a nova S
P com lisso directora. Kecife de junho de ^
O primeiro serrelario, Francisco Fer- ip
Jeira it'.orreia.
Pl 'cisii-se fallar, a negocio de sen inleresse, ao
io Francisco torres, na Senzalla Nova, pa-
30. '
Pracisa-se de urna ama. quor livre, qnr su-
jeita, para u servirn interno de una rasa de ponca
familia a tralar-se na ra Velha da Boa Vista u. til.
Bi rio Sonta \ C. declaram que o Sr. Jos ls-
nacio Rodrigues Oria ileixnn desde hni.lem de ser
sen uiihiro. Kecife 11 de junho de 1856.
SSfc ''-."'.'-,.'-.'-. -'v.-v .->..-.. ... ,- .-. i.
'.'. x"' P u-* ** "*' '' '-''^-' *> Vs^*".ir ta>"
esta de San-1
O
uni,
MATlZ DA BOA-
YISTA.
. CommlssSo enrarreg.da pelos devotos
Inglorioso Sanio Antonio, erecto na m.i-
^-s tru da lloa-Vi-ta. la/a'.n scienle, que no
- doJninco 15 do crrente, pelas II huras da
ij, iiiiti.h i, lera lugar a fcsllvidaile daquelle
'"' pafroeiro, sendo orador no Evanselho o
Lstauelecimentos de caridade.
O procurador da adminitlr?c,o dos eslabelecimen-
tos de caridade faz ver aos inquilinos que se acliam
atrasados, que se deniro de 8 diat a contar de lioje
nao v mes publicados por este jornal, a igualmente o de
seus fiadores. Recife 11 de junho de 1856. Jos
da Cunha Teixeira, procurador.
C. STARR & C,
respeilosamenleannunciam qne no seu extenso es-
tabelecimeuto cm Santo Amaro.conlinuam a fabricar
com a maior perfeicao e promplidao, loda a qnali-
dade de machiuismo para o uso da agricultura,
navegacSo e manufactura ; c que para maior com-
mndo de sena numerosos Tregeles e do publico
em geral, (cem aherlo em um dos grandes arma-
zn- do Sr. esquila n ma do Brom, alraz do
arsenal de mannha um.
DEPOSITO DE MACHINAS
cunslruidas no dilo seu eslabelecimeulo.
Alli adiarla os compradores om completo toril-
mente de moendaa de canna, com lodot os melho-
ramentos (alguns delles novos e originaet) de que
a experiencia de mnitns annos lem mostrado a ne-
cessidade. Machinas do vapor de baixa e alia pres-
sao, laixai de todo lmanlo., tanto batidas como
fundidas, corroa de mao e ditos para conduzir for-
mas de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, Tornos de ferro balido para fari-
nha, arados da ferro da mais approvada conslruc-
cao, fundos para alambiques, en sos e portas para
fornalhas, e urna inhnidadede obras de ferro, que
seria enfadonho enumerar. No mesmo deposito
existe uina pessoa inlelligente e habilitada para
receber todas as encommendas, etc., etc., que os
annunciaiiles contando com a capacidade de suas
ofticinas e machinismo e pericia de seos ofliciaes,
se compromeltem a fazer execntar com a maios
presteza, perfeicSn, e exacta conformidade com o
modellos ou desenlio*, e inlrncQoes que lhe forem
orneadas.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
I -rvf TA' rjk -
"i'..' --Ci-''*
UNGENTO HOLLOWAY.
-Milharesde individuos de todas as ases podetu
leslemuuharas virtudesdesteremedio incomparavel
e provarcm raso nccessario.que, pero uso que dclle
h'.eram, lem seu corpo e membros inteirameule
saos, depois dchavcriempregadoinulilmenleoulrns
Iralamei.los. Cada pessoa poder-se-ha convencer
dessascurasmaravilhosat pela leilura dos peridicos
qoe Ih'as relalam lodot os dias ha muilos anuos; e
maior parle dellas silo tao sorprendentes que admi-
ram us mdicos mais celebres. Qunnt.is pessoas re-
cobraran! cum esle soberano remedio o oso de seos
bracos e pernas, depois de ler permanecido longo
lempo nos hospitaes, onJe deviam suflrer a ampula-
e.1o lvilas ha muilas, que havendodeixado esses
asj los do padecimenlo, para se nao submellerem a -
essa operaran dulorusa, foram curadas rompida-
mente, medanle o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das faes pessoas, na efusao de seu. reconheci-
menloT dedarararn estes resultados benficos dianle
do lord corregedor, outros magistrados, alim de
maisaiitenlicarem sna affirmativa.
-Ninguem desesperara do estado de sua saude es-
Ilvesse bstanle coulianra para cnsaiaresle remedio
constantemente, seguindo algum lempo o trala-
mi a qe neces,ilasse a nalureza do mal, cujo re-
sultado seria provar incooslcslavclmenle : Que tu-
cura!
O ungento he til mat particularmente
seguintes caos.
matriz.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dures de cabera.
das cosas.
dos membros.
Enfermidedei da
eni geral.
Enfermidadcs doan
Lepra.
Males das pernas.
dospeilos.
de olhos.
Mordeduras dereplis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
culis Queimadelas.
Sarna,
--.os. Supuraces ptridas.
EfnpSOet escorbticas. Tinha, emqualquerpar-
istulas no abdomen. te que seja.
trialdade ou falla de ca- Tremor de ervos,
lor as extremidades. Ulceras na bocea.
. do figado.
bengivas escaldadas. dasarliculacoes
nchacoes. Velas torcidas, ou.boda-
Iiillammac,ao do ligado. das as pernas.
_ da bexiga.
Vende-seesleungueiilojiio eslabelecimenlogcra
de Londres.... >2U,Slrand,e na loja de lodos oibo-
ticarios, drogijislasc oulras pessoas eucarrecadesda
sua venda em toda a America do Sel, Havana e
Ilespauha.
Vende-se a Sihi r0iscada bocetinha.cnnlm uma
instriiccao em po rtuguez para explicar o modo de
lazer uso dcste iiiizuenlo.
O deposito gera he em casa do Sr. Soum, i.har-
lico. na ru I da fru, n >K> nn. n-.
buco
maceulico, na ruida Cruz n. 22, em Perham-
^ji"%-'- '..... '......' '.'.,...'>.> ^' Hviii. padre meslre, ex-proviocial do Car- 5?
'-'*'.......'-."'-.- v.V'...'-...-'.;.-...-.^.--.^.i'., ....,,- -; md e pregador da capella imperial, ft.ttb
i,3 A-"'liga loja de tirgoelro da esquinada ;-. .'. I.i lo do Monle-Carmello. e a noile no Te- S
.. ra do Cahuga, do Antonio Joaquim Panas- "!? '-'' I), um o Itvin. padre meslre pregador da
exarado uo f Diario de PcrnanihuM.ideqhi'ra-iei nacao
"i ',r.'e"'eJ'.I,,S", '"-nd., (creeira enlumua.de pon
linhas'1(1 em dianle.Francisco de Freilas (lamboa
lirofcssor particular aulorisado pelo governo.
Alnga-so um eseravo para lodo lenice de uma
rasa.cusinha o diario e he bolietro : quem o pre-
tender dirija-se a ra Nova loja n. 12.
- Fica em poder de Antonio dm Sanios Vieira,
nm bilhele da segunda parle da quarta lotera de
Ouadelupe n. liw, perleucenta ao Sr. Joaquim
Ferreira d ,llva Jonior. -i"""
ur en. acha-se boje mmlada para a na .Nova
fflp II. 21, onde espera seu proprielario, pelos '[-
f coinmodos que o predio ollere p, l.eiu ser- :._
s*/V vir os seus freguez.es cum presteza e per- "'-
v,3 i'ico. ;;
-- '.. -.. '.:'. '-.. ....- .-. -': >-.
ay IILEHMAKUI
SABBADO I i 00 CORRENTE.
NO PALACETE DA lll A DA PIMA.
Os saines estarn decentemente ornados e .Ilumi-
nados ; os directores promellem conservar loda boa
ordem possivol ; a msica locara novas e escolen-
les quadrilhas : os hilhetes aehani--e a venda na ra
estreila du liosario ... |L>, segando andar, e iluda
na casa du baile. Principiar., as S huras.
Contina a estar fgida a preta Victoria, de
Mossambique, lem uma aerrilhl da lesla a
lo nariz, signal de sua nncio, representa ler
:lli anuos, alia, magra, e falla alrapalbada, he meia
fula, ronsla ter andado na Ponlc de l'choa, dasS
para !1 horas da noile por ler sido escrava desle
O
"-V-
'..' di
ella imperial, JoAo Caputraon de Men-
lo|nca ; a msica he dirigida pelo nrofessor g.
najoc Patricio Jos de Souza : rogam por JP
lio os mes.iins devotos, a todos os mu- ,C
I res do aterro e praja da lina-Vista que :'".
iminen. as frentes de soas casas, alim de "i*.
lo nar-se mais brilhante .. acto, assim como .
odos era geral para que veilham as-i-ln i
lelles actos no signal de gralidao para .-'-.
n aquello padrneiro, por nos ler livra.lo "',-;"
llagello da pesie, que tanto nos perse- "".;
;. guio. .--.
^J.,..,^;v..'i,-..':,;;,;v,^e-.M;
Honorato Joseph d Oliveira Figueiredo, iu-
venlarfaole dos bens deiaadot por seus fallecidos pas
Jos Andre de Oliveira csua rnolher, cujas parlilhas
ji passarara era julgado, declara aos herdeiros do
me-mo casal, que, se no prazo de .1 dias a contar
deatanata.nSo vierem ou oaodarem pessoa competen-
tenitnte aulunsada rereber do annuncianle o que
Ibes lorou em dilas parlilhas, qne sero rcrolhidos
an deposito publico lodo o bens que Ibes locaram
de suas legitima! em as referida! parlilhas, inclusive
linheiro que o annuncianle lem era seu poder.
mesmo lugar ; assim como tem sido vi-la na Malari- perlcncente aos mesmns herdeiros, correndo por con-
ncra c Cruz de Almas; roga-se aos cepilles de eam- '* destes as porcenlagens respectivas dn deposito pu-
blico. Itecife II de junho de letli.
no e toda e qualquer pessoa a apprelien-.u. da dila
escrava, a qual podera ser enlregue na praea da In-
dependencia ns. lll e 1"., loja de calcado de loaqmm
reajeira Arantes, onde se. cenerosainenlerecompen-
sado.
Precisa-te de 1 mi 2 moleques paraensfhar-se
a eozinheiro, sendo de idade de ISa !! annos a
pessoa que quizer dirija-se a ra do Irapiche Novo
HOBI.AIFECTEUR.
O nico aulorisado por decisao do conselho real e
decreto imperial.
Os mdicos doshospilaesrecommendam o 4.robe
de l.allecleur, comu sendn o nico aulorisadj pele
governo, e pela real socedade de medicina. Esle
medicamento d'um gosto agradavel, c fcil a temar
em secreto, esla em uso na inaiinha real desde mais
de 60 annos ; cura radicalmente em pouco lempo
com ponca despeza, sem mercurio, as affeccoes da
pellc. impingan!, asconsequencias das sarnas, ulce-
ras, e os accidentes dos partos, da idade critica, e
da arrimouia hereditaria dos humores; convm aos
calarrhos, a bexiga, as coulracces, e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injecces ou de
sondas. Como anti-svpbililico, u arrobe cora em
pouco lempo os Huios recentes ou rebeldes, qoe vol-
veu incessantes em conseqiiencia do emprego da
copaluba, da cubeba, ou das iojec^oes que repre-
tenlem o virus tem ncutralisa-lo. O arrobe Laf-
feeleur he especialmente recommendado contra as
doencas inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao
indurelo de polassio.Lisboa.Vende-se na boti-
ca de llarral e de Aulonio Feliciano Alves de Aze-
vedo, praca de I). Pedro n. S8, onde acaba de ebe-
gar uma grande porcfio de garrafas grandes e pe-
queas viudas directamente de Paris, de casa do
dilo Bovveau-Utreclciir 12, ra Bicheo Paris.
Os formulario! dAo-se gratis cm casa do agenta Sil-
va, na praca de I). Pedro n. 8J. Porto, Joaquim
Araujo ; Baha. Lima & lrmAos ; Pernambuco,
Soasa; Rio de Janeiro, Rocha & Filhoi ; e Morei-
ra,loja de drogas; Villa Nova. JoAo Pereira de
Msales l.eile ; Bio (irande, Francisco de Paula
Coulu (V C.
Ra Nova n. 18 loja de M. A. Caj & C. coi-
linua sempre a ler um grande sorlimenlo da
obras feilas de alfaiale, lano superior, como mais
inferior, camisas fraiicrza, brancas e de cores, gr-
valas, cnl.-iiinhos, chapeos francezes, ditos de sol de
seda e panninho.suspeiisorios de borracha.meiai para
senhoras, horneas, meninos, fazendas para fazer-se
quatqu.r obra de encmnienda com a maior preste-
za e hura desempenlio ; emfim quaiqner pessoa que
vier lata loja, tirara um falo completo e por pre-
( mais rummodo do quecm oulra qulquer parte.
\a loja das seis
portas.
Km /'rente do Livramento.
llores .le eetroz para enfeiles de cabell e de ves-
tidos, eanistahaa oe eambrala para senhora a cinco
Inslues. collarinlios para senhoras a pataca cada um,
saias .le rambraia bordadas a tres mil reis, vestidi-
nhus de suda para meninas de (res al ti annos a cin-
co mil rei, eamisos para meninas a dez lu-toes, ditas
paratenherM a cinco patacas, lencos de leda pretos
com salpico! brancu, proprios para quem eila' da
lulo a qualro patacas, nobreza prela de diflerentes
preeos, clialy de tortas as cores, filo de linho liso e
lavrado, chilas francezat escuras e claras, o oolras
muilas fazendas que quer acabar.
VARANDAS GRADES.
I m lindo e variado n tmenlo de modellos para
varandas e gradaras de gosto modernisiimo : na
fundirlo da Aurora, em Santo Amaro.e no deposi-
to da mesma, na ra do Bruto.
ILEGIVEL


MIMO E PtlUMBOCO SIBIOO 14 II JUNHO 01 1856
Terceira ed^o.
I8ATAIEIT0 HOKOPATBICO.
Preservativo e curativo
00 CHOLgfU-MRBUS.
PELOS DRS
i-- J
aa jt a. mm. vs
enfermida.le, adniinislrando os remedida mais
medico, uu mesmo para cura-li inilependen-
A. LOBO MOSCOZO.
e inslruccao ao povu para se poder cura
ell1ca7.cs para alalda-la, amquanlo se recorre ao
tedesies nos lasares em que n.io o- ha.
TKADUZ1D0 M POKTUGUEZ PELO DR. I>
Esles rtoiis opsculos conlm as indicacdes mais claras c precisas, e pela sua simples e
o concisa esposico est ao alcance de lodas as iotelligencias. Dio so pelo que diz respeilo aos
meios curativos, como principalmente aos preservativos que lem dado os mais satisfactorios
resallados em loda a parle em que elles lem sido poslos en pralica.
Sendo o tratamsnlo lioineopathico o anico que lem dado grande* resultados no curativo
desla horrivel enfermi.l.de.^ julgamos a proposito traducir este- dous importantes opsculos em
liugua verncula, para dest'arte facilitar a sua leilnra a quem ignore o francs.
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nova D. 52, por 29000. Vendem-sc tam-
bem os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos eom am frasco de liuclura 15*000 urna
da 30 tubos com qualro e 2 frascos de tintura rs. 259000.
dita

* *
* PKDRAS PRECIOSAS- *
* s
11
* Aderecos de brillianles, jj
diamantes aperlas, pul- J
ceiras, aliineles, brincos jn
e rozetas, bolies e anneis *
Jj de diferentes costos e de '
diversas pedras de valor.
1
I0REIRA k DUARTE.
WJ DiS W1R1VES
Ra do Cabuga' n.
Recebem por
7.
to-
Cmpram. Tendero ou 1 <0S OS VHJ)OreS(la El-
I BOSiStt i roPa as obi-Hs do mais
I^3?.?mS:| moderno gosto, uh-
IwRSMroxjimiiJ o de Franca como
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco commodo como costumam.
OBRO E I'KAT.V *
i ~ .*.
JJj Aderecos completos de '
S ouro, meiosdilos. pulrei- ';
* ras, airincles, brincos a ?
g rozetas, cordes. trance-
* lins, medalhas, correles 2
2 e enfeites para rclosio, e *
.. oulros muitns objeclos de
bj ooro.
C; -Vpparelhos completos,
jj de prata, para cha, han- *
.-. dej.., salvas, casticaes, ;>
> colheres de sopa edech, .y
. e muitos outros objeclos
V de prala. '%,
REMEDIO IMCOHPARAVEL.
m
IIOLLOWAY.
PULULAS
Este ineadimavelespcrifico, composlo inteiramen-
te de liervasmedicinaes. au conten inerrurio.ncm
alguma oulra substancia deleclerea. Itcnigiiiu .
mais tenra infancia, e a rompleirAo mais delicada
lie igualmente prompl c segara para desarraigar o
nial na complcic.lo mais robusta ; he inteiramente
iiiuorciite em suasoperacoes e elleilos : pois busca
e remove as doeneas de qualquer especie e grao,
por mais antipas a lenar.es que sejam.
Entre inilhares de pessoas curada com este re-
medio, moiiMqm ja eslavan as portas da morte,
preservando em seu uso. ronseguiraiii recobrar a
saude e forjas, depois de haver tentado inulilnicii-
le lodos os oulros remedios.
As maisaflliclas alo de*em cnlrcgar-se a deses-
peraran ; faram um competente eusaio dos effica-
zeselleilosdesta assombrosa medicina, c prestes
recuperar jo o henefcio da saude.
Nao se perca lempo em tomar ole remedio para
qualquer das stgulnlea enfcrinidadr:
Accideutes epilpticos. Fehrelo da epecie.
SS Deposito de vtnho de champag- -;;<
3$ ne Chateau-Ayx, primeira qua- fi
^ lidade, de propt-iedade do conde f
?J dcMareuil.rua da Cruzdo Reciten. Q
@ 20: este vinho, o mellior de toda a @
@ Champagne, vende-se a ."lis cada tf
@ caxa ; acha-se nicamente em en- J
O sa de L. Letonte Feron & C. N. A
^ B.As cai\as;sao marcadas a ib- ft
5 SConde de Mareuileosrotn- @
$g los las gart-afas sao azues. .:/.
WERTORIO M IEDIM
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
e posto em ordem alphabetica, com a dcscripelo
abreviada de todas as molestias, a indicacao phvsio-
logica e therapeutica de todos os medicamentos ho-
meopalhicos, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da sisnilicaro de lodos
os termos de medicina e cirurgia, a posto ao alcane
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. nssignantet podem mandar buscaros seo
eiemplares, assimeomo quem quizar comprar.
| J. UM DENTISTA. S
continua a residir na mi Nova a. 19, nrimei-
Sro andar.
Claudio Dubeux iaz scienletHe 8a-
hitam de sua casa os seus dous caixeiraf
Jos Antonio Moreira ias e Antonio Ce-
zario Moreira Das, e por isso d
dos de qualquer servico seu.
ltspensa-
Carlos Clsndio Tresse, fa-
bricante de orgose re-
alejos, na ra das Flo-
res n. I9
Avisa ao respeitavel publico, que roncera orgaos
e realejos, pe marchas modernas desle paiz, concer-
la pianos, veraplnnas, caixas de msicas, acordeoes *
qualquer insIraaMMo que apparera. tambem faz
olirai novas. Na mesma casa Tabricam-se canas para
iotas, retratos, faqueiros, c.rleiras homeopalhicas,
etc. ele, as mais ricas e elegala possivel,
CASA DOS EXPOSTOS.
Irecisa-se de amas para amamcnlar rrianias
na casa dos posto, a peatoa que a ion se qurira
dedicar leudo as habiluacesnecessanas : dirija-se
a mesma no Paleo do l'araizo que ah achara rom
qoem tratar.
Precisa-te de urna ama para o servico interno
de ama casa de pouca familia ; confronte aooitao
do Corpo Sanio, luja de calsado 11. 29.
. l'recisa-se de um feitor que saiba tratar de
rV^' un"re sfJ,a,l",rl0l|,I; "ralar na ra da
Lrui do Kecife n. 1.1, primeiro andar.
Jos Antonio Moreira ias v C, la-
zan cente ao respeitavel publico, que
teemoseuescriplorio na ruadas Larait-
geiras n. li.
l'recisa-se alagar para urna casa eslranaeira.
Mporcas.
Ampolas.
Arelas nial d'',.
Aslhma.
Clicas.
Convulsocs.
Dehilidadc ou exte-
nuacao.
Dehilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Uesinlcria.
lior de earganU.
1 de barriga.
nos rins.
Dureza no veotre.
Eufcrmidadesno ligado.
venreas-
En\aqucca.
Ensipela.
Febres biliosas.
inlermillenles.
Gola.
lleuiorrhoidas.
llydropisia.
Ictericia.
Iodigesloes.
Inflamiuaciies.
I rr eg ulari da d es da
menstrua^au.
Lombrigas > toda es-
pecie.
Hal-de-pedra.
Manchas na culis.
t )b-triici;."iu da ventre.
Phlisica uu consump;3o
pulmouar.
Helencao de ourina.
Kheumatismo.
S>raptoma< secundarios.
Tiunores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo mal.'/
Vendem-sc estas pillas no estabelecimeolo geral
de Londres, n. 4<, Slrand, e na Inja de lodos os
boticarios, droguistase oulras pessoas encarreva-
das de sua venda em toda a America do Sul, lla-
vana e llespanha.
Vende-se ashocelinhas a StMIrs. Coda urna della
conlem urna instrucrao em portuguez para explicar
o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito seral he em casa do Sr. Soiun phar-
maceutico, na ra da Cruz n. H>, em Pernim-
buco.
I.uiz l.ucien l'aulainn relira-se para Franca.
Pechincha !
Traca-te pnr sedlas relhas riacadinhot francezes
de lindos padroes e de cores lijas a -J00 rs. o covado,
islo para acabar: no aterro da lloa-Vitla ao pe da
ponlc u. 10.
Kicos chapeos e enfeites para cabeca, dos mais
modernos que ha, pan senhor, o por' prero coin-
inodo ; na ra do Collevio n. .
Vende-se I farda e I bonet pertencenle ao I.
batalhao de fozileiros da suarda nacional, por preco
rnuilo commodo : na roa Nova 11. 7.
>'eode-e muilo boa manleiga ingleza a 800 r.
I libra, Iranceu a (110. toncinbo de Sanios a ->i(l
arroz do Niranhlo a 100 rs.. e 120, sabao a 110 e a
INI a libra : na ra das Cruzes n, 20.
\ ende s-arca c,oer por canoas qiifr por car-
rocas, posta as obras. Jijles de lodas as qualidades
e tenas, por preco commodo e brevidade: na co-
cheira da ra do Sol, confronte o lelheiro dos ca-
Tioeiros.
S?3 Na ra do Cres|>o loja amarella -v;-
n. i, de Antonio Francisco -S
i Pereira, ;i
1^ \endem-se ricos chapeos .le selim e eoc-
m. sarao avellodado guarnecidos com Mea de 5
^P blond e flores de velludo, ,,s melhores ..
*.*3 chapeos qoe lem vindo a este mercado. Vi
*% Y?-' decambraia de liuho com ti varas, L
I-f a 10*000. '...
:.} Ditas de tarlalana brancas pecas com 10
,-L jardas, a jOOO. '
j? Colias de damasco de seda da India pro- ?
gP pnaspajyi casamento, a 509 cada ums, he &B
f vendida esta fazenda por Uo dimmulu prc- '.T
g co, para mandar conta de venda a quem a '.'
-.. mandn a esle mercado. ,',J
l'oalhas de puro liulio alcochoado para A
rosto e mos, a K>000 rada duzia. v
Hilas de algodao do niesnio soslo, -'
a& "O a dozia.
P'ilos de linho para carnizas de homem
QP a itlj a duna, fazenda a mais fina e mais
g moderna que lem apparerido. ,
^ Lencos de seda da India, branros e de
7S cores, a 1J00O cada um.
SALSA PARRILIIA.
\ ende-se no escnplorio de Aulouio I.uiz de Oli-
veira Azcvedo, ru da Cruz n. I.
SUPERIOR FARIMIA DE MANDIOCA.
Saccas com alqoeire vellio.
Antonio Lus de Oliveir.i Azevedo lem para ven-
der superior feriaba .le mandioca, chegada ulliina-
fuenle na garapelra oS. Pedro ; para ver e tratar,
no sea escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Sepas de quadri-
fihos 211111 dos a
1,000
covado.
rs. o
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
eoinlio, sita na casa do Sr. cirurgin Teixeira, com
Huillas frenoezias na Capunga, Allliclosa Boa-Vis-
ta, alm ila da porta, a qual lem lodos os pertences
1 trabalhar, e na mesma lem um cavado para en-
trega de pao na Ireguezia : para tratar, na ra da
Snledade n. 17, 011 na mesma.
Moinho- de vento
com bombas de repuxo'para regarhortas e bai-
la de capim : na tundido de D. W. Bowman,
na roa do Brum ns. 6, 8e 10.
Na ra da Oucimado n. 21 A, veudem-se sedas
furta-cures de quadriohos miados, de lindos goslos,
fazanda propria para vestido de senhora e menina ;
dlo-ie as amostras com penhor.
Vende-se cafe'
de pruneira qualida-


'4-cmpx
as.
Coinpra-se ouro em obras vellias. e urna casi
lerrea : na ra larga do Kosario n. 15 c 17 junto ao
quanel.
Compra-se toda e qualquer porcao
de prata vellm de le sem eitio: quem
ttver pata vender, ditija-se a ra do Col-
lejjio 11. 15, agencia de leildes.
I'recisa-se comprar 2 prelos, nao precisa que
elles lenham habilidades, basla que sejam mocse
robustos : quem liver annuncie.
Compra-se urna carrora em hom estado com
boi ou sem elle : quem liver, aiinuncie.
%cn^a$o
ama preta que lenha bons coslomese saiba en'-o.,,-
ear bem : a tratar na rna da Cruz n. 1.
Antonio Joaquim Seve vai a Europa, e durante
isa- .usencia deixa por seus procuradores uesla
praca, en, pnmeiro lugar o Sr. I.uiz Jos de Sa \-
raujo. em sesundo os Srs. Tiun Momsen A Vinassa
a em tercero o senhor Antonio de lloara Rolim!
ira de
perfeicao
O 59 a,
coufroula ao Rosario de Santo Antonio, avisa ao
respeitavel publico, que rcebeu pela eGralidaea
mermelada nova e doce de fructas em calda, o me-
Ihor possivel.
Os abaiio asssignados, com loj.i de ourives na ra
do Caboc* n. 11, confronte ao pateo da malriz e rna
Nova, fazem publico, que estao recebendo conlinua-
damciite as mais modernas obras de ouro, tanto para
senhoras como para homens e meninas ; os precos
continuam razoaveis, e passam-se contas com respon-
sabilidade, especificando a qualidade do ouro de 11
ou I quilates, ficando assim sajeilos os mesmos por
qualquer davida Seraphim e Irmao. .
_ Claudio Dubeux miidou eseucscrip-
110 para a ra da Cadeia de Santo Anto-
nio rl. 15.
Preeisa-se de um homem hrasileiro ou cstran-
seiro, que saiba bem moniar e tratar de eavaatos,
para servir de pagem a um senhor de engenho, da-se
boa paca : qoem esliver neslas circomslancias e qui-
zer, pode dirigir-se ao largo da matriz de Sanio An-
tonio, casa de am andar 11. 2, qne achara com qoem
Rolim.
Na leja do sobrado n. 15 do paleo da ribe
a. Jote, lava-se e encomma-se com muila
enceio, e com a oeaior brevidade possivel.
ARRENAMENTO.
no KJ-r ea,,n*le,n d csa n. .V, da rna da Cadeia
P Rile junto ,0 arco da ConceiCa0| acha-se desoc-
m^a;efrCa *"*' ,,ara l-'qiei-'stabeleciroenlo
em poni grande, para o qoal lem commddos sofli-
cienles : os prelendenles enlender-se-hao com lo*
nepomuceno Rarroso, no segundo andar da casa n.
S i,na mesma ra.
Aluga-se a loja do sobrado de "i an-
dares na ra da Cadeia de S. Antonio,
esquinado becco do Ouvidor: a tratar
com Ltti/. Comes Ferreira no Mondego.
Da-se ."1OO3OIIO com hvpolheca em casa lerrea.
que esleja livre e desembaracada : na ra do Hos-
picio n. 1 se dir quem da.
PUBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esta pahlicacao ser sem duvida de ulilidide a;s
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
40 r.,ro, po.s nclla.eiicontrarao por ordem alphabe-
tica as principaes e mais frequenles ocenrrencias ci
vis, orphanologieas, cummerciaes e erelesiaslicas do
nossoforo, com as remisses das ordenace., leis.
avisos e reclmenlos por qoe se rege o'Brasil, e
bem ass.m resolucSes dos Praxislas anligos e moder-
nc-sem qu se firmara. Conlm semelbanlemenle
as dec.sfles das auesloes sobre sizas, sellos, velhose
novos direitos e decimas, sem o Irahalho de recorrer
. colleccao de nossas leis e aviso, avulsos. Consta-
re de don, volumesemoilavo, rande francez, eo
nrirneiro sabio a luz a Mi i venda por 85 na loja de
livrosn 6e8da praca da Independencia. Os e-
uhores subscriptores desta puhlicacfio existentes em
Pcrnamhuco, po(lem prcurar prmeiro volme
na toja de livros cima mencionada-: no Rio de Ja-
neiro, na hvraria do, Sr. Paula tirito.
Consliluteao; no Maranho, casa
Farjnhct S. Matliotis-
de
V(
ESTRDA DE FERRO
do iicifeao S. Francisco.
Os directores da companliia da estrada
de ferro do Recite ao San-Francisco, tem
ieito a chamada da segunda prestaeo de
ditas libras esterlinas sobre cada accao na
dttacompanhia, a qual deve ser paga at
o da 6dejulliode 1856: 00 Rio de Ja-
neiro, em casa dos Srs. Maua' .Me. Cre-
gor&C.,; na Rabia, em casa dos Srs. S.
avenport& C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companliia. O accionista
que nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo dt-
reito as acc.ies, sobre as quaes o dito pa-
gamento nao ti ver sido eil'ectuado, e em
lodo caso tera" de pagar juros pelotempo;
qucdecorierentieo dia indicado para o!
pagamento e a sua realisac.o. Recife 14'
de maio de 1856"Por ordem dos direc-
tores.S. P. Vercker, thesoure.ro.
liistruc<;ao moral e rel-
T i osa.
Esle compendio de historia sagrarla, que foi ap-
provado para inslrucrao primaria, lendo-se vend-
do antes da approvac,o a 1J600 rs., nassa a ser
vendido a 1000: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Deposito de pia-
nos
1. p.
praca da
M do Sr. Joanuim
arques Rodrigues; e no Cear, casa do Sr J lo-
ec de Olivcira.
Na roa da Cdela de Sanio Antonio d. 16, de-
seja-se rallar com o Sr. HyEJftn Xavier da Fon-cca
I.-sargento particular, negocio de seu interesse. '
S l'recisa-se de um caixeiro que abone sua ca-
pacidade, para padaria ; no paleo da Sania Cruz im
principio da ra do Rosario n. 5.".
AO PUBLICO.
^o armazem de fazendas baratas, ra do B
Collcgio n. 2, ^
vende-se um completo sortimento de fa- M
zendas finas e grossas, por mais barato B
precos do que em oulra qualquer parle, U
lano cm porres como a rolalho, affian- f
5ando-se aos compradores um s preco S
para todos: esle estabclerimento abrio-so *
de combinac.o com a maior parte das ca-
sas commerciaes inglezas, francezas, allo-
maos e suissas, para vender fazendas mais
em conla do que se tem vendido, e por isto
ollerecem elle maiores vantagens do que _
ottlro qualquor; o proprielario deste im- B
portante esiabeleciment convida lodos M
os seus patricios, e ao publico cm geral, H
para que venham (a bem dos seus inte- 2
resses) comprar fazendas baratas: no ar- B
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- g
ionio Luiz dos Santos & Rolim.
Os Srs. accionistas do
vapor a reboque
v dados para
com a terceira prestac3o
de ES por cemo, at o dia
1 do corrate, na ruado
Trapiche b. 8, escripto-
rio de Henry Forster C.
l'recisa-se de nina preta escrava, que saiba tra-
tar de meninos e cuidar de sna roupa : quem a liver
dirija-se ao sobrado n. x da ra de S. Francisco.
como quem vai para a ra Bella, para Iralar do"
Sjusle.
At tenca O.
Ceiistaiido-nie qnc para com a inassa
, sao cou-
entrareui
ende-se (arinha de mandioca muito
superior o nova, chegada de S. Malhetts
pilo patacho AUDAZ, com mui curta
vtagem,a preco muilo commodo : a bor-
do do tnesir.o patacho, ou no escriptorio
da i na da Cruz n. W, primeito andar.
Vende-se urna cadeira com a lenle
e lados de vidraca, estando todos os per-
tences em muito bom estado: a pessoa
que pretender dirija-se a ra do Senhor
Bom Jess das Crioulas, sobrado de um
andar n. ."ii.
Arroz hom a 0500 arroba : no caes da alf-n-
deua, arma/em do Cazusa o. 7.
a loja das seis
portas
&'m frente do Livraiuento
Riseados franceses a meia pataca o covado, cassa
pintada a meia pataca o covado, chilas escuras de
lindos padroes, e nao disbolam a meia palaca o cova-
do, chitas de diflerentes cores I seis Vintn*. cas*M
ae llores para cortinados a palaca a vara, chales de
toraurao proprios para agasalhar do Trio na laclo
actual a cinco tustes, chales duas patacas, chales de ganga encarnados com llores
marellas a duas patacas ; dinheiro vista para aca-
Vcndcm-se na ra Nova n.:!, laherna de An-
tonio remira Una, qoeijo* londrioos, presuntos de
hambre e bolachinhas de difTercntes qualidades, as-
sim como vinhos e oulros mullos mais gneros, ludo
ue superior qualidade e por preco commodo.
\ ende-se o ido com casa de sobrado do falle-
cido Oeorge kenwortliy, no losar su.uho, com arvoredos de fruclo e mais hemfeilorias
que ne: le se acham, sendo as Ierras do referido sitio
propnas : quem o pretender procure em cata de Sa-
muel P. Jonnstoa S| Companhia, ra da Seuzala No-
-: Vendem se qaartolas com superior vinlio de
Bordeaiu, canas com duzia de garrafas do incsinn
e Barraras vastas em raivas de duzia, rr precos com-
modo. : eincasa de l.asserre \ Tissel-frercs. ra do
trapiche n. 11.
Vendem-se > molecoles de bonitas Hiaras cm
. a S annos : na ra da Seuzala Vclha n. 70, --
gundo andar.
\e!"]f-'e 'V"'1 ",uula ""a *> ennns, le mul-
las habilidades, bstanle .lenle, por ->0O>, .,r no
se ler pessoa sullinente para a Iralar : na ra da
.seuzala \ elha n. 70, segundo andar.
Vendem-se espingardas de > can
barato preco: na ru da Senzala
gundo andar.
FARIMIA E .MII.IIO.
% endera-se saccas com farinha de milho.por barato
prero : na ra da Cadeia do Recife, loja n! ->t
TAHAS DE FERRO.
Sal
do %ss.
\ende-se superior sal doAssii, a bor-
do do liiate ANGLICA (uodeado con*
i fronte ao trapiche do algodao: tiala-se
abordo do mesmo.ou com o consignata-
rio Luiz Jos de Sa' Aratijo, na ra do
Brum n. 22.
Vendem-se madapoles linos e de oulros. com
um pequeo loque de avaria, por precos muito bara-
tos: na rm de Cadeia-Vellm n.2l, primeiro andar
PANNO HE PIRO LINHO
Mm2 1|f varas de largura, proprio para lenroes e
hlealnado de algodao, por preco muilo convenienle;
vende-se na rna do Crespo loja n. 19,
Altencao.
Vende-sc cassa franceza de bonitos padroes a
a5l00 o corle de ti varas, chilas francezas cores li-
las e bonitos desenhos a 280 rs. o covado, chales de
merino e lapim bordado, ditos de merino liso, ma-
dapolao muilo lino, linissimas silesias e oulras mili-
tas fazendas de superior qualidade e bom susto e por
precos raoaveis : vende-se na na do Crespo loia
o. 19. J
CASTORES
de hondos padroes a 1)000 o coile : ea ra do Cres-
po n. 10.
Vcnde-se arroz hranco novo, superior, em
porcao e a relalho a 100 rs. a libra : defrcnle da ca-
sa da rclac.ni n. 28.
Vende-se a casa lerrea n. 2S na ra da Concei-
c.io da Boa-Vista a Iralar na mesma.
Na ra do Trapiche n. 29 ha para ven ler bom
vinho bordeam. dito clierez, Melle refinado .le su-
perior qualidade, diversas cons rvas chegadas lti-
mamente de franca, licores, cosuac, ludo bom e ha-
ralissimo.
& BOI.INIIOS PARA CHA". ~2
de vindo do Rio de Janeiro, e por mdi-
co preco : no l'asseio Publico loja n. 11.
Em casa de Ralle Scbmettau & C., rita
da Cadeia n. 37,, vende-se :
Dm grande sortimento de vidros de es-
pelbo.
Relogios linos de patente ingles.
Courot de lustre, marca castello.
Cotnos de graxa.
Ervillias seccas emgarraloes.
Vinho do Rheno superior,
I udo por preco commodo.
Vende-se a taberna do paleo do l'araizo n. 18,
bem afrcBiezada para a Ierra, mullo propria para
principiante.
Relogios.
Vendem-se relogios suissos de lodas as
qualidades, tantb de ouro como de piala,
dito galvanisados e foleados: na ra da
Cadeia do Recife n. 18: na mesma casa
lia tambem meios clifonmetros e relo-
gios para senhora de ptimo goslo.
Vende-sc urna preta de meia idade, boa la\a-
deira de roupa e propria para Indo o servico, e eo-
ziuba o .iario de urna casa, ao comprador se dir
o motivo porque se vende : na ra da Cadei. de
S. Antonio taberna n. 20.
-Attcocao.
\endem-se(OHlbase suardanapos de panno de li-
nho do l'orlo : t.a loja de Sa .Manuel';na ruada Ca-
deia do Recife n. 17.
Em casa Corpo Santo n. II, ha para vendero
seeuinte:
pi\e
da
SV
novas, pur
Velha n. 70, se-
\ogeey avisa ao respoilavel publico, nue
muden o se deposito de pianos do primeiro andar da i
ra !\ova ii. il, para o armazem n, 27 da mesma i
ra, esquina .:, ra da Cambo, do C.r.nn onde ^it",u-n}e <\ac P com a Inassa fallida de
enconlram m mais ricos e os mellmres pianos ale 2'.a uMt* Lf*t' *" ,eho "n">MenetMe
agora .pparecidosnesla praca, sendo elle Utos so- > "', ,p",ss":me "eclarar ao publico, que
mente por encommenda. c p'.l, ,ais .Tcritl(.lo fa- ?U1" "*""? 'Ie, a T c"s' fallil1'1- P""lae e"s"
lssSllZl l em m.e" |,oaer reci,' d<' s"'10 e <"" ""da que
briSMBN como de Rachali, Tranmann, Jisml urc e "" T" '!?der ,ec,,' d" s"'ln de uma c""18 1"^
W.Sawenhofrdellremen.eou.rosmni "abrean-1 k."01^ "" m"m0 Mo,eira l-',es' '"i0 rec"-"
les d:Earop. ; osqaae. se vendem otr mdico, c"l,l"re' "ecessano for ; presentemente nao devo
preco. e garantidos. O eslabelecimenlo estar "aberto PeSS"a alSuma- Kecile de junl.o de 1856.
at es 8 horas da noile para a commodidade das fa-! Jo'c l,rasilino ^ Silva.
milias etc., q
Irumentos.
i quizerem ver e eipcrimenlar os ins-
- Precisa-sc de uma ama que ,aiba cozinbar e
r.zer lodo ornis servico de cosa : na ,0a Direita
n. 86, segundo andar.
trancisco Luiz do Souza Coulo faz sciente ao
publico e aos seus freguezes, que mudou o seu esla-
belecimenlo dealfaialc da la do Oueimado n. 28
para Gamboa do Carmo n. 6: espera que conliniiem
como d antes que ach.irao seropre promptosna sna
Na fumlicao da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rna do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mariuha, fia
sempre um grande sortimento de tartas, tamo de
fabrica nacional como cstrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
precos sao os mais commodos.
Vendem-se scllins com pertences,
[atente inglez e da mclhor qualida-
de que lem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson llowie
* C, ra do Trapicho n. 42.
POTASSi E CAL YffiGEI.
Vo anltgo e ja bem conhecido deposit da na da
Cadeia do ecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior polassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a prccM muilo favoraveis, com os quaes licario
os compradores satisfeitos.
No lamo das Cinco Ponas, casa n. 130 ha pa-
ra vender um rico sorlimei>lo de sorles com amen-
iloas, propnas para a noile de S. JoSo.
Vende-se um lindo moleque eriouln, de l'II an-
nos : no largo do terco, casa n. :17,
e Ve,,ese uma casa lerrea ni Boa-Viste, ra de
S. I.oncalo ; isualinenle se vende para fora da pro-
vincia um escraxo cr.ouln, moco, con, ollici .1,. n...
dreiro : os prelendenles dirijam-se a ra do 11
do n. 39,
'Jueima-
Vende.n-se 200 Irave^ de :i(l ,. itl palmos de
comprimento. de diversas qualidad/s Inuro, c 25
SST*' ''"d as ,ravos a *) e os enrames a
IjWJO a quem comprar lucio. 1 canoa de lili palmo.
de cumplido, nova, com 3 palmos de bocea, 2 caitei-
ras de amarello, sendo I de 2 races, 2 cadeiras de
braco, I mesa redonda, 2 portas de vidraca, cancel-
la .le Inuro : os prelendenles dirijam-se a ra do
viganon. 17, primeiro andar.
Aitendoas.
O 39 A, confronleao Rosario de Sanio Anlnnio
vende amendoas par., sorles. e juntamente vende ba-
las de eslalo, e recebe qualquer encommeuda para
apromplar. ,

g O abaio assignado fax sciente ao respei-
> lavel publico, e especialmente a seus fr'e- p
.> are/i, que em sua padaria sita no pateo da '.il
"f Santa Cruz o. (i, >. .,, |, orlida de varias ';?
v.5 ejoaMandes de I.,,lml.es e de lodas as qua- -'-
... hdades de massas linas, como nejara, allia- '.''.
W dos, aramia, bisrouliiibns, falias e oulras w
i massas, bisroulinhos ingleses m latas, qoe $t
*gj se vende por preco commodo. i
'-' J"'1o Loia l'errcira Riheiro. S
Queijos do Serid.
Chegon nova remessa de queijos de lodos os lama-
lilMH, nalaberna d. ra dos Uartyrios n. :l(i.
Vendem-se velas de carnauba a ISg609 a arro-
ba, e em libra a 20 : na ra de llorlas n. 7.
Vcnde-se urna excellenle raen que da mais de
meia caada de leite : quem a pretender dirija-se a
estrada de Joao Fernandes Vieira, rasa cinzenla de-
Ironlc do hereo do Boi.
Na rila do Brum n. 22, armazem de S Araojo,
ha para vender relroz sorlulo de todas as qualidades,
pnmeira sorle, em porcocs, arcos para pipa e barrica
chesadus ltimamente pelo hriuc "Trovador, cel-
ias con, velas de carn.iuba pura da mellior fabrica
do Aracalj, champagne cm gicos, superior, I balan-
ce americana que pesa ale 800 libras, ludo por pre-
co mais_barato que cm oulra qualquer parte.
Vende-se farinha do reino a 120 rs. i libra:
defronte da malriz da lioa-Vista n. SS.
... t> ,.. ..? .5...-'.,.- -..-..."..:.;-...'..,-,......
1 SARTAS COELHO,
3 Ra (0 Qik'i;:<
lo
'3
Taboado de pinho, aleatro e
Snecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodSo.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho ede.Manilha.
udo muito commodo.
\endem-se caixaseora vidros pan vidraca*,
vidrosde bocea larga com reinas do mesino, o maior
sorlimento possivel : cm casa de llarlholomeu Fran-
cisco de Sou/a, rna larga do Rosario n. :i(i.
Loja Na ra do l'asseio, loja n. 9, vendem-se ricos cor-
les de caigas escuras imitando a ca-emira a 13, ditos
de brim escuros de linho a 800 rs., ditos de hrim
trancado branca a 800 rs., chales brancos de cassa a
'un. .til..-.1,-I ..,..,.! a :l9.*rfN>. 1..--1 -.- ,.,...,. ,..,,.,
nliora a 300 rs. o par. cluipeos de sol com balda
a ->5->lt>. ditos com junco a l.^iOU, cbil.s linas a IHO,
200,220 rs. ,. covado. corles de cassa chita finos a
29, rico, corles decambraia brancos e de cores
39500, madapolAo fino, a peca :t380t) e 41200, e ou-
ras multas fazendas baratas.
No escriptorio de Domingos a I ves Matheos, na
roa de Apollo n. 23, ha para vender por precos m-
dicos o sesuinle :
Ricos e elegantes pianos.
Salitre refinado em harris.
Salsa [lamilla muilo superior.
Saceos de muilo superior farinha de mandioca.
Colina de linho 1 >.-11-.. monlaria.
Cobertores de aleadlo muito encorpados.
roalhas de linho para roto.
Raelilha branca de algodao.
Camisolas de ISa.
Algodao trancado da fabrica da Babia.
Sement de linha(a.
Dila de mostarda.*
Flor de tilia.
Nos qualro canlos da ra do Oueim.do, loja
de fazendas 11.2<>, vendem-se corles de lia de qua-
dros de superior qualidade, e de muito bom goslo,
pelo dtminoto prero de 2?800 o corle, panno finu
l,^oa-5so<>..:WiO0e'..?00(l o covado, dilo azula
1S80O,_.l0 e-iS-iOO, corles de casemira preta muito
Una a .>5, panno de algodilo da Ierra de boa qoali-
dade, sendo esta Fazenda a melhor que se lem des-
coberlo para escravos, cassas francezas muilo linas, e
delicados padroes, eoulras muilas fazendas de diver-
sas qualidades, e por precos lao baratos, que so a
vista dellas se podem admirar.
A boa fama
fENDE BARATO.
Libras de linbasbrancas n. 50, 60, 70, 80, a 19100
Hilas de (lilas ns. 100 e 120 f)28 Duzias de thesuuras para costura ) -. 11.11
I iuzi.is de ditas mais finas e maiores 1*280
Maros de cordlo para vestido, aluina cousa
eucardidos com 40, .VI e (0 palmos, 210
l'ecas com 111 vara de bien eslreito 560
Carnudas con agulhas francezas 200
Caina com 1f nvelos de linbas de marcar 280
l'ulceir.is encarnadas para meninas c senhoras 240
l'ares de meias finas para senhora a 210 e 800
Miadas de lindas mnilo fiuas para bordar 100 e 100
Crozas de boles muilo lios de madreperola
Ditas de dilos mu 1 lo linos para calcas
Fivellas douradas par calcas e colles
Pentcsdeverdadeiro bfalo*para alizar,a 300 e
Pecas de lila de lindo brancas com e meia
varas
Caixa.com colveles grostos franceze.
Carrileis de lindas de 2(K) jardas de muilo boa
qualidade e de lodos os nmeros
Macinhoscom 40 grampas, e de boa qualidade. lio
Tares de suspensorios de bonitos padroes 40
torcidas para candieirn, duzia
linlciros eareeiros de porcelania, par
Carleiras de marroquim para alsibeir*
Canelas muilo boas de melal e pao 2(1 e
Caivetes de aparar peanas
Meias brancas e croas par. homem, 1(10,200 e
I rancinha de laa de caracol e de (oda. ascores
palmo
Italia de peales de chilre para alizar, bons
(irosas de holoes de lauca pintados
Tecas de lilas de ciiz 210 e .
Carreleisdelinhasde 100 jardas, aulor Ale-
landre
Liabas prelas de meadinha muilo boas
Carlas de aliineles d boa qualidade
Dotia de penles aberlos para alar cabello
Meiasde lio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazenda muilo boa 240 e
I'ivclas de aro com loque.de ferrugem para
cal^a
Grasas de livclas parasapatos
Caixnhas envernisadas com palitos de fogo
de \ cimbas
Caixinhas de po com palitos de fogo bons
Caivas com 50 caixindas de pdosphoros para
charutos
Cdarnle.ras de vidro 60 e
Casiaes para bengalas muilo bonitos
Atacadores prelos para casaca
Sapalinhoa dela para criancas, o par
Camisas de meia para criancas de Veilo
Trancelins para relogio, fazenda boa
Escovinhas para denles
Alem de lodas eslas miudezas, vendem-se oulras
rnuilissimas, qne. visla de suas boas qualidades e
baratos precos, causa admiracao aos proprios com-
pradores na ra do Queimado, na bem conbecida
loja de (Uidezas da boa-fama n. 33.
G;il de Lisboa.
Vende-se orna porcao debarris com cal de Lisboa,
por barato preco, e retalho a 33 o barril t na roa da
l.deu do Recife o. JO,
para
(00
280
120
500
50
60
Sil
10
Sil
OO
too
40
2(KI
240
IINI
800
300
320
40
20
110
2^00
320
* 40
60
120
ao
400
80
10
10
. 320
500
140
100
iS Metal amarello para forro.
Cabos da Kussia e de Manilha. &
@ Lonas, brhxzjo e brim de vela. $
dfi Pixeda Suecia. if.
igi Cemento amatello. a
%~) Vinhode Champagne e do Rheno. f^
3 Agurdente de Franca. 5
"^ Pianos de armario de modelos no- &
$ vos.
@ Armamento de todas as qualida- gb
A des.
$$ Alvaiadelino em p, oca
@ em oleo.
Pedras de marmore para
@ consolos.
Sg Papel de peso inglez.
1 Chicotes para carros.
$1 Ferro embarra, verguinha echapa.
g Couros delusUve.
Vendem-sc no armazem de C J 1
(M Astlev &C.
e tihtas
mesas e
'orto superioi-
vinho do Porto superior, em
Mesla loja eoconlra-se am completo sor-
;,, lmenlo de fazendas de lodas as qualidades
;'. e as mais moderna', como sejam : sedases-
.V. cossezas asmaisliudas que leu, vindo nes-
jg le mercado, lano em qualidades romo em -,-
~,' gosimde padroes, pelo baralissimo prci.o ;';
.\V. de iNiiNincvadn ; lili de quadros adamas- C
;; radi.s, a 00 o covado ; caml.raia franceza ''
.;. a240 o covado, paca acabar; .lila prela i]'
:'\ com pintas brancas, a 280 o covado : cor- d&
^ les .le cassa de cor, muilo lina fazenda a 5?
29I1IK); cambraia escos'eza a 280 o covado ; -:''
bolooa bonita fazenda, para acabar, a 320 o i
covado ; chilas finas escuras para casa, f-,
de modernos padroes, a 200 o covado : rna- J8r
lapolaode jtrda, a 2,>"iO0 ; diales dme-
lin estampados de ricos desenhos, a 7- &
rada um ; ditos tino, de lisira; a li^oiK) ; S
maulas de blond prelas e brancas, as me- '-J



r.; Miares que lem havido, romeiras de re- $vj
l-z Iroz, los prelos de seda, mern selim .
I>. para palito, a ty#H) o covado. lirias ^j>
v. ii.iu hnlii.s de linho,a liltl o covado, gan- W
'..'i s* msela.la a (O o covado ; assim como ilh
oulras muilas fazendas que se vendem mais "'T.
barato do que em oulra qualqner parle, a W
dinbeiro visla. '_"c
Cortes de chita
FRANCEZA COM 12 COVADOS A 39300,
Vende-se na rna do Queimado o. 21 A, corles de
cdilas francezas largas de muilo lindo goslo a 3;2O0
o curie, cuja fazeuda era o ulliino goslo em Taris.
Na taberna nova do retiro no caes do Ramos
vende-se ; uma porcao de caslanhas de caj, leuda
de lodas as qualidades. genebra, licor, aniz. agur-
denle do reino, eespirito de vinho de 36a 10 graos,
rtulos [.ara garrafas de licores, tanto ordinarios
como dourados, ludo por preco commodo conforme
a quanlidade-
Vende-se sal do Aewtl abordo do brigne nacio-
nal .. Ncrou : a tratar na ra do Vigario n. 19, I."
andar.
Vende-se arroz piladu muilo bom a 2(000 a arroba
saccas de mi.lho muito uovoa 3SB00,lrea saccas del'eijao
arruinado para animacs por preco commodo : na ra
do Vigario n. 5.
Vendem-se sapalos do Aracalv a I&000 o par,
malte do Rio Grande a280 a libra :' na ra do Cor-
loniz, em casa de JoSo da Silva lluavi-la
Vendem-se (i escravas mocas com habilidades,
Mire ellas 2 de idade 3., anuos,' propnas pura qui-
tanda : na ra Direila n. 3.
\endem-se os_ segniotes lime, os quaes te
acham em mallo bom estado : Drml des .-eu< par
\alel, Direilo Publico Geral pelo llr. Anlran, Droil
do, sensor Marlens, Encyclopedi Jund.ca por
Palea, Droil gene par I. L. Kluber, Code Penal par
llavou\ : na ra Nova II, 3.",.
A bordo do patacho ,(There/.i in, tundeado de-
froule do Irapirhe do algodao, vende-re larinha de
^,^2?d^4",frior,lMlidi|*. Pw ralo preco
de JSWU cada alqueire da medida -elha, e pnr me-
nos cm porcao grande : Irala-se na ra da Cadeia
do Reare, eseriplaria a. 12, com Bailar ( Oliveira.
Mar mello.
Vendem-se quarlas de marmello, pecegos, peras
mutSfl! e *"*" n '' coufronle
Pianos,
Vcndem-se pianos verlicaes inglezcs, de elegantes
modellos e eicellcnles \ozes, Tabncados por um dos
mais acreditados autores, premiado na eiposirao de
Londres: no armazem de Roslron Rooker A-Com-
paniua, praca do Corpo Sanio.
Relogios
coberlos e dcscobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Soolhall Mellor Companhia, ra
do lorrus n. 38.
Rol, L'Aflecleor, Vermfugo inglez, salsa de
llristol, plulas vegelaes, salsa de Sands : vendem-
se esles remedios verd.deiros em casa de Barlholo-
mea Francisco de Souza, na ra larga do Rosario
n. 3(>.
Cobertores de laa hespa*
nhes muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na ra .lo Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa e |iotassa da
Russia.
Vende-se na ra do Trapiche 11. !1 e 11, cal virgem
de Lisboa, nova a sOUO o barril, velha' a 00 rs. .
arroba, e potassa da Russia 300 rs. a libra.
Relogios de patente
iiiglezesdeouro, desabnete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
A11gustoC.de Alteen, na ruu da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
II VAS DE TORCAL.
Vendem-se lavas prelas de lorral, chegadas ulli-
ni.menle le Lisboa, pelo baralissimo preco de 1)000
o par : na ra do Queimado, loja de niiudez.s da
boa fama n. 33. *
Farinha de mandioca.
No rinazem do Sr. A. Aunes Jarome l'ires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para porc.ies irala-secotn Mauoel AItosGuer-
ra, na ra do Trapicdc n. 1i.
Atteuco
Itiscado escuro e muilo largo, proprio :para roupa
de cscraros a llill o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo hom gusto a ."i?, aloalhadu ndaniasca-
do com 7 palmus de largura a 13600 a vara, loalhas
de panno de lindo alciuo.ida. e lisas parroslo, as
mais superiores que tero vindo ao mercado, ditas
[ara mesa, gaardanapos adamascados e oulras mui.
las fazendas por preco commodo : vendem-se na ra
do Crespo, loja da esquina que volla para l ra da
Cadeia.
Vinho do i
O bem conhecido
barris de oilavo ; no armazem de Rarroc. & Castro,
ra da Cadeia do Recife n. 4, onde enconlraro tam-
bem regular, em barris de qoiolo, por preco com-
modo.
SEMENTES.
Silo chegadas de Lisboa, e acham-se a renda na
ruada t.roz do Recife n. 62. laherna de Antonio
francisco Marlmi as eguinlessemenlesde horlali-
ces.como sejam : emlhastnrU, genoveza, e de Ali-
sla, feja, carrapalo. rxo, pintacilgo, e amarello,
anacerepolhada e allemaa, salea,lmales grandes,
rbanos, rab.ineles brancosr encarnados, nabos ro-
vo e araen, senoiras branetr e amarellas, couves
trinchada, lombarda, esabeic. sebola de Selnbal.
segurelha.coeolrodeloaceire repolhoe pimpiaela,
e ama grande porcao dfedinerenles semenles, dss
mais bor.ilas flores parajardins.
. Relogios
ezes de pa-
tente, '
os melbores fabricados em Inglaterra : em easa de
Henry Oibson : ra da Cadeia do Re'!fe n. 52.
AGENCIA,
Da fundio Low-.Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Neste estabelecimenio continua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para en.qcnho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de lodos os lamanhos para
dito.
A3$500
Cortes de risea-
dos escocezes
COM 13 COVADOS A 3.
Vende-se na rna do Queimado n. 21 A, corles de
riseados escocezes, padroes modernos, chitas france-
za- finas .i 280 rs. n covado, albaneza prela a 800 rs!
o covado com mai de var. de largara.
Vendem-se velas de carnauba bem acabadas
sapalos e esleirs, chegados recntenteme do Araca-
lv, por menos do que em oulra qualquer parle ; na
ra da Cruz d. 3, primeiro andar. f
VELAS DE CARNAUBA.
.Na ra da Cadeia do Recife n. 07, escriplorio de
a;',h^""ae, ?* VM. vendero-e velas de
carnauba por preco mailo commodo, allimameale
chegadas do Aracalv. -.-.-.-
ARADOS DE FERRO.
P>a fundicao de C. Starr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda
construccj.0 verlical ecom todos o rrielhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n, 8.
-Em casa de Henry Bruna &C.. na ra da
mTL l Vender um 8rande sortimen-
to de ouro do melhor goslo, assm como niogio
de ouro patente. oogioa.
A boa fama
VENDE BARATO.
teteiKf1 *
Lindas meias de seda decores para crianc
Papel de peso e a mam .u.________ .
sar lambem de tartaruga
jlgOQ
peso e almaco o melhorVoeTode* 58W
pe
haver .niiki e
t:r'kitodelai,'oB*"'
Ditas muuissimo finas sem ser delanca
LaSSaeZ".^ de accom Sr.duacSe,
Lunetas com aimacaa doarada
Ditas com rm.cao de larlaruga
Ollas com arm.caode bfalo
"ila.de 2 vidros com armacSo de tari.rusa
Taed.,,, de Jacaranda com bons mS
Ditos sen, er de Jacaranda 1B.S00 e
.eias prelas compridas de lata
atcT'"',, d',janco com b0DI tasines
Ricos chicles para c.vallos grandes e oa-
quenos a 800 rs. e ~
Uaca^', daeda "e ,0d" ror" 1
Atacadores de cornalina para casaca
Suspensorio, linos de borracha a 400, 500 e
Peines muilo finos para .uissa. 0U *
fcscovas muilo finas p.ra cabello
Upacho, pmtaooa compridos
5(000
ing
pona relogios
Kic.s r.Mx.-i lianii ile
Escova*
It800 ,
el.I paia raji
SS^S muil0 n" "*" unl"" MkVa
Di a. iatahM para aal ello 1?300 e
linas ditas para roupa 1, Ijoo e
500 e
SJI000
eco
640
-joco
P.pe.de.ibopoprropSrcaXri.,, rtfB, g
Piareis finos para barba ''md ^"
Daiia de l.pi, muilo finos para desenlio 2S
L.p.s limss.mo. para riscar, a duzia 5
Doz.s. de facas e garfe. fin'. 00
Cani.v.t,f^'."p--T tEZPS?* ^S
na loja de
a de fa-

Salitre superior.
\-de-so e mnilo bar.lo. Ioj, oe f M ^
em porcoes e a relalho.
ra do Oueimado n. 35.
Vende-secal de l-isboaullimameniecheeada, as-
sim como polassa da Russiaverdad.ira : na praca do
Corpo .sanio n. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Leneinhos de reros de lodas as cores para pescoco
de senhora e meninas a IsOOO, baralbos de carias li-
nissimas para vollarele a 300 rs., toacas de laa p.ra
enooras e meninas a 600 rs., lavas de fio da Escocia
[''^'e ile core* para homem e senhoras a400,
aun e (.00 rs. o par. camisas de meia mailo finas a
15. ricas lavas de seda de lodas asieres e bordadas
con, suarniees e borlas a 3 e ltK), ricas abotoal
duras de madreperola e metal para colleles e palitos
a .illll e bOO rs., superiores meias de seda prelas para
senhora a 200, meias brancas muitissimo fiuas pa-
ra senhora a .>()<1 rs. o par, linissimas navalhas em
es I ojos para barba a 2S, ricas caixas para guardar
joias a S00 e lysOO, eaias muilo ricas com rep.rli-
mentos nicamente propnas para costuras, pelo ha-
rala preco de 2>",00. :le :i550, papel proprio para
os namor.dosa 10, (0, 80 e 100 rs. a folha. candiei-
ros americanos muito elegantes, proprios par. eslua
danles ou mesmo qualquer eslabelecimenlo pela boa
luz que dao a j. Iraresws de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo barato preco de I?, pastas para
guardar papis a SOO rs., espelbos de parede con, ar-
mario dourada e sem ser duurada a 500, 700. 1/e
19300, escavas muitissimo finas para denles a 500 rs.
ricosleques com plumas e espedios e pinturas finijl
simas a 2 e :l;, charoteiras finas a25, ricas galdelei-
ras para azeite e vinagre a 29, ricas e linissimas cal-
as para rape a 23500 e .1;, penles de bfalo, fazen-
da minio superior, para lir.ir piolhos a 500 rs., dilos
de in i r 11m muilo bous a 400, 500 e 610 rs., resmas
de 20 quadernos de papel de lodas as cores de Tullas
pequeas a 720, riquissimos Irascos com eOractos
muilissimo Baos n 1*200, 18300, 28 e 28500, jarros
de porcellana delicados e de moderaos goslos, com
lianha franceza mailo lina a 2?, frascos com essencia
de rosa a :120, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frasros pequeos e grandes da verdadeira
Bgua de Colonia de Piver a 180 e 13, sabonelcs linos
p de diversas qualidades, pos para denles o mais lino
qne pude haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras muilas perfumarlas,
ludo de muilo goslo c que se vendem barato, tesouras
-.uilissiino finas, proprias para papel, paracori.r ca~-
ello, para unhas, para costaras, trancas de sedas de
onilos padroes e diversa*larguras e cores, ricas filas
e seda lisas e lavradas de lodas as larguras e cores
.Icos de linho finisslmos de lindos padroese lodas as
arguras, ricas franjas de algodao brancas e decores,
Iproprias para cortinados, e oulras mailissimas cousas
que ludo se vende por hlo barato preco, que aos pro-
prios conipradoresrausa admirarlo: na ra do (luei-
mado, na bem conbecida loja de miudezas da boa
IECHAIISIO PIBA D-
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENCE
NHEIKO DAVID W. BOWMAN ,a
RA DO BRUM, PASSANO 0N;haA.
te^srrob-
br : moendas e mtmSSui da ^g*^.*
conslruccao ; laicas de ferro ond'deTl\Su"S
super.or qualidade e de lodosos l'i. *'Jd'
dentadas para agua ou anim.e,, de d,.h..SDro^rS
cues ; crisos e boceas de fornalbae regslrn/deC
NA MESMA FUNDICAO
se eteculam todas as encommenil,. M
>avalhasa contento.
Conlinna-s-
fama n. 33.
TAINAS PARA ENENMO.
Na fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafar, contina ha-
ver um complete sortimonlo de laixes de ftjrro fun-
dido c balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promplido: ctnliarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se etn casa de S. P. Johnslon & C.,
ra da Senzala->ova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de monlaria, candieiros e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munico, arreios para car-
io, lonas inglezas.
l'm completo sortimento de bordados romo te-
am, camisetas com mangas, collarinhos, peilillin.,
romeiras, camisas, coifindas e pelerinas ; lamben,
lem um completo sortimento dewicas flores, enfeiles
gara cabeca, filas e os verdadeiros e modernos bicos
de linho : na roa da Cadeia-Velha n. 24, primeiro
Andar.
ILEGIVEL
XAROPE
DO
BOSQUE
Koi transferido o deposito desle jaron. n>.. k
tica de Jos da Cruz Sanios, na ru.Tov? n T
sarrafa. 5*500, a meias asonn -n,i r.i ? i'
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
tara cura de phtysiea em todos os seus difieren
aslhma, p enru. carros de sancue, do'de rT.'
adostPel,-.Pf"P'caooo cor.cilo, coque'ache
dronchile, dorna garganta, e toda,a. molestia;
dos orgaos pulmonares. uioiesuas
-Em casa de Henry Brunn & C, ru. da Crur
(i. 10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentes para msica.
Kspelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Moendas superiores.
Na fundir-So de C Sijarr&C., om San-
io Amaro, ticlia-se part vender moendas
de cuna todas de ierro, de um modelo c
constriicnu) muito sur enori-s.
No da 2 do crreme noite. ausentoa-se da
casa de seo senhor a escrav j Cenoveva. crioola, da
2X aos de ,dade, alia e boa ligara, lem uma da
mami com pequeas pintas parecendu fovein, e na
espadua direila algons sien es amigos de junco, le-
xou vestido de chila escuro panno da Costa novo
com lisira. brancas e encarnadas guarnecido de
franja ; ella he natural das immediaroes de Igoaras-
sii engenho Prejnhy] e foi: escrava, diz, que do|Sr.
Cosme, filho do Sr. Cosme: Joaquim ; roga-se poi.
as auloridades policiaes e rapitiles de campo a apre-
hengao e leva-la i roa de Apollo n. 1 A, primeiro
andar que generosamente se gralilicini.
PERN. TYP. DB M. F: DB FBU. 836
1
J5200
G40
800 <
1*000 '
18000
SOO
3ftM ,
35000
28000
imo
500
18000
18200
320
00
300
6M
700
19200


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