Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07409


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Full Text
ANNO mu N. 140
Por 5 mey.es udiantados 4f000.
Por 3 mey.es vencidos 4o'500.
SEMA IKII5V 13 DE JIMIO E 1856.
Por anuo adiantado 15,8000.
Porte franco para o subscriptor.
MCAMUMAD06 DA Sl'HSC.lUPt'AO' NO NORTE
Parahibe. o Sr. Gamito V. di Naliridade : Naul, o 8r. Joa-
qun I. Pereira Jnior ; Aracaiv. o Sr. A. da Lemoi Braga
Ceert, otr. J. Jase de Olireirs ; Maranhao. o Sr. Joaquim Mar-
ai ftodrigues; Piuhj. o Sr. Domineos Hereulano A. PcatM
ihn ; Pir, o 8r. Juiliniano J. ftamoa; Amazonas,o Sr. Jero
erno da Cotia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
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I, fi . I!, /.ji..-, ti...... ..i:..iii.im, llluil.....Uaranh
.....C, IWH'Xlko. Nalarrta, lam.-ir... Itr.-|..
lilla-llella. l:....-\i-.... liun, i,.. I.,.
IM. N.-|MIt....ll. lil.-l Iri
| I.T^.I-ti-
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. parta

III l.or.i
l..... Iiirii'in". Ag-M-Prea
nh,!
AUDIENCIAS DOS TRIIIUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai t aabbadoi.
Retaceo : tercai-feirai eiabbadoi.
Fazenda : quartai e aabbadoa aa 10 horn.
Juno do commerco : segundas ai 10 boraa e quintal ao meio-dia.
Juizo do orphaoa .- segunda! o quintal ai 10 boraa.
Priraeira varado civel .* aegundaa a imiii ao meio-dia.
Sfgunda tara do cirel: quartai Mobados aa meio-dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE .11 Mo
2 La DOt ai 9 horas, 22 minutos. 4 se-cundoi da tarde.
10 QuartoTeicente aoa 19 mlnutoi e 48 leguudoa da tarde.
18 La clm aa 3 horas, 27 minutos e 48 aegundoi da tarde. 4
IB Quartoniuguante ai7 borai, 48 minutte 48 leguodosdam.
I'IIK AMA II DE HOJb.
Primeira a< hora a 1H minutoa da tarde.
Segunda a hora e 2 iniuuloa da manhia.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda Si. Pelagia v. : Ss. Primo etFelciano mm.
10 Torta. 8. Marganda rniuha } Ss. tietulio e Primitivo ruin.
11 Ouarta S. Uernabe'p. ; Ss.'Feiitc Fortunato irs. min.
12 Quinta. S. loto de S. Eegundo: 8. Onolre.
13 Sexta. S. Autoiiio I" padroeiro de provincia. _
li BabbadoS. Kasilin Magno bsdoulor da Igreja. *
15 Domingo. 5- 8. Visto. Decid. Libia. Lenidas o lllanides inm
ENCARRECADOS DA si:bscrip<;ao no Sul.
AJagoai.n Sr. Claudico Kalcio Diai ; Baha o Sr. 1). Duprat
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Manini.
F.M PKRXAMBLCO.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figneiroa de Faria, na sna
livraria, pnca da Independencia ni.Se 8.
EITERIQR.
PROTOCOLO N. XIV.
Sessa > de 5 d- murro de 18.V1.
Presentes os plenipotenciarios da Austria, Franca,
I.raa-Brelanha, Prussia, Kus>ia, Sardcnha e Tur-
qu*
mas como os intereses dilVercm cun as suacts
respectivas, di/, que lleve proce.ler-sc rom exlrema
circninspecrau cm un rciiiaiiuseamemo que locarla
em po-iees adquendas. e qif remontara dos pri-
meiros lempos do imperio otlomauo.
A-Pacha allribue Indas as .lillicul.lades queem-
hararam as relaroes comtnerciaes da Turqua e a
aeran ilii governo ollmnano a eslipulac/ies quefja
He liJo e apurovado o protocola da sesso prece- oh** l""'o. Desee a particularidades
. mte : tendente* a rslabelecor, que os privilegios adquir
(?. Srs. plenipotenciario, da Rosal), sao convidados I dos, eapilul.ic,ies aos Europeos prejudicaoz Mi pro
a eommamcar ao coneresso as observaroes que re- I'"" /guranca. e o desenvnlviineido de -nas Irau-
M-rv-rai. a ti apreseniar obre red.c^to inserida I *cS..e,, I......ando a intervengo da adnuniilrataa
local; que jurisdicc.lo i-nni que os agente* etlran-
lieiroa cobrem* liplicidade de covernos nu uoverno, e por ounse-
uuinle mu obstculo insuperavel a lodos os roelbo-
ramenlos.
O Sr. bario de Bourqueuev e os nulros plenipo-
tenciarios reconlieccni coro elle que as capitularnos
correspoiidem a uins aitnacjlo. que o Iralailo de par
nao lendera iifcossariamenle a terminar, que s
privilegios que ellas eslipulam para a* pwaoaa, cir-
ruuisrrevcn a auluridade da Porta em limiles la-
mentaVcie ; que convetn procurar- lemperaineulos
pmprios para conciliar ludo, ma que nao lie menos
no protocolo n. XIII e relativa ao quarto poni.
O hr. bar* > de Brunnow evpe que asseaurando
ao* dirislAosdo imperio ollomano o iuleiro o > de
e privilegios, ili-u-se a {./. lu.ie unid garanta,
qoe u.io >era menos preciosa ; que por esH raja
lie inaprectavel a importancia do bstii-sclierill rc-
rententenle emanado da voutade soberana do sul-
la ; que os plenipotenciarios da Kussia nao besilam :
em reconheeer, e ten alem dale a lalMiaeRO de de-
clarar qoe ene neto, cada par>irapho do qual altes
la admenle as inleni;ne. benvolas do soberano
i|ue o einiltm, reahsa e ale excede tolas as suas es-
peranzas ; que ser ranJer bomenasem alta tabe-
rloriz do sultn, e dar tesleinuolio da solicitud que
anima igualmeule todos os govemos ta Europa, la-
Ue no tratado de paz ; que iodos ealao
de accordo sobre esse poni, e que resta lmenla
conrordarem obre os termo-, Sr. baria de llrun-
no acrecenta que a particular alleieao que a Itus-
lemplo de Diana, Crease, a noiva, suspende coras
propiciatorias. De repente desembosca de um cami-
nbo moiilanboso uta mulher paluda, o1Ve|:anl?, fa-
tigada, rom um clianea ao eolio, seguida de nutra
um pouco maior, cami'ilia, approiima-se de Gre-
as ; lem milita bondade, lie terna, (reme para inte-
reeia-la pela oorte de seus lilbos. diz que be infe-
liz, que amou nm hroe, que o pede sinceramente a
todos os echo*. K-ia mulher infeliz he Medea, e na
lendeotea a ratobetoeer, que os privilegios adquir- sua ronversarao ehega de conlidencia em confiden-
cia, de lerna recordarlo em terna recordarlo, as sus-
peitjM /.elesas. e suspeilas que esta mulher rom a
llrunte Cingida de lilas branciis, ile quem implorava
piedade, tie a nova esposa do perjuro Jason.
iNesla sceua, queeuclie lodo o primeiro acto, His.
ton foi maravilbosamente bella, a sua entrada, as
suas Mttiludes de eslatua grega ao pe do templo do
Diana, e\cilaraiu immeusos a[iplauso, que lizeram
estremecer a ala. O seo nico aspecto realisava a
primeira vista o ideal do papel.
Depois, quando Orplieu rliegando, di* a Medea
que'Jasoii'existe, e quando Creusc declara que Ja-
s >n, ese noivo boje, sera seu esposo amanhaa. Bis*
ton bradou : elle, leu esposo, lalve/.! coin um gesto
de eamegailura ironia, que prn enlhnsiasnio. que he imposivel descrever-se, os ra-
be urna revelaban de ledas as fraqtezasdos adora-I evemplo n nobie deputado que o gaz liydrugenin pu-
dores modernos do Bezerro d'Ouro. ro era explosivo, exlremaineuto lluido, e que alem
Os humens das lin,iiii_ i- Ihe oflerecram urna soro- disto era asphixiaule, e que estes inconvenienles fa-
ma coiiMileravelipara que Ibes sacnliiue a sua obra, ziam cun que e-.te xaf. losse rejeilado ni limjia pa-
Os cmicos do Ihealro fraucez llie ofereceram oti- ra a illumiuar^ao. Mas o uobre ilepulddn nao quiz
Ira |iara Ih'a confiar, e o Odeon qu! a possue a- I aprcsenlar lainbem quaes c iiironvenffiil's do gaz
caba de Ihe fazrr ver as luzes de Kanpa. hxdrngrnio carboretaoo, os quaes eu clas-ifcarei de
As cnnlcndasila academia, as eleiroo. e lecepres luneslus,
em I 11 Ir.'- e l'aris nao se empresa o hxdrogeiioi se outro oiuilo inais barato, devia pela mesma razan
puro '.' It-[i 'ii 11 a islo. | haver ama ilimiiiuir.Vi de preco.
O Sr. Pereiro de rito : lte una descollara nova e que indo de encontr aos in- eu disse, anda nao fararn publicadas do jornal da
resses das a^tnae* rompanliMs, nflo admira se mani- i casa, pois levando eu o meu discurso a lypograpbia
fe-tirpin lautas dcsr.onlianrai c lano aulagonisiuo.! as 7 horas da imite do dia i, disse-me uro" Sr. Ivpo-
Mas deivjii'lo este ponto pa.sarei a rouiparar o grapho quo ja nao havia lempo, por que os trabadlos
contrato corji as prepoalai que foram oflerecidai. O eatavaei promplo., avista do que nu dia seguiote
dos seus novos membros se esforr^m de balde para! Oa, vejamos se posso equiparar ou comparar os I contrato oll'4Vece fornerer a illumiii'rAo a iraz ua eulreguei-n ao Sr. Kigueiioa para publiea-lo quando
lixar a atleuriin publica, desla vez liada Ihe dir- i incuiiveiiienle* do gaz hydrogenio carborelauo com o | razan de :MI|rs. por hora, porcada hico ou comhus- foosa possivel.
las a ele respeilo ; mas tornar*mos a fallar na caz hydrugenio puro. Dis.e o uobre depulado que | lor, livemosj urna proposla para ^*.l rs. t a do Sr. ; Mas, Sr. presidente, para ser coherente com as
Bolsa Terminaremos eslas llalla-, a-sigualando- j a fluidez do gaz nydrogenio puro, fazi.i com que elle BMSfoTElM para 211 rs. Os senbnresliibson. Nelto e ideas que emilli, enlendi de minha ubrigacao apre-
llie o ni grande lulo, urna granel perda que acaba i por cada leuda, por cada orificio dos conductores se Barros nao *e obngam a apreseutar, e entrelinto pe- sentar urna emenda, consignando o prazo de JO au-
la acontecer au mundo inu*ical c a franca : um dos podeaae c-capar. E lamber lene para n gaz )drnenlo earboretado. j mas o Sr. Esiasd'Kns, ouereceo-se a fa/.er asse ser- mente aos mil combustores actualmente conlralados,
O Sr. Anillo : Em menor eocala. viro fia razaj de ll rs. por hora, lie verdade que o nao nos que forera estabelecidoi alem desse numero,
O sr. Pereira de Brilo : Bacapa-se. porque| Sr. Estaad'Rns, na primeira proposla exigi do go- que o erao pelo preco que aa arbitros entender,
compusitures mais engenhosos e iii.u. fecundos, A-
d dphe Adam, fui roubado subiSroenU em todo o
vigor da idade, em tolo o e*pleidor do em lodo o irradiamenlo da sua gloria. Logo dire-
mos algumas palavras sobre rslemtslre, tllu-tre an-
da ao lado d'Auber e d'llalevv.
;. M.
importante proporciona-loa]aa reformas que a Tur- | malheles de llores obslroiram o thealro, e a sala em
delirio rli.in.ir ,in a actriz qualru ou cinco vezes se-
guidamente rom nuil furia inteirameute italiana.
No segundo acto Jason leve uoliria da chegada de
Medea, sabe de Orpheo que sii pude esposar Cieu-
se dc(Hiis de ler sido desabrigado do seu primeiro ju
quia inlroduz em sim dilnnni-tr.irao, aliui de com-
binar as garandas neressarias ans estraugeiros com
ai que uasreram daa medidas empicgadas pela
Porta.
lineadas essa exnlicares. os Srs. plenipiileucia-
sullar neulimi direitu de inlervenr.io para neiiliu-
ma potencia.
Em silencio, diz elle anda, de susceptibilidades
que respeitaraus, renunciamos pois a isso, e propo-
ino ao cougreso urna redac^ilo que no* parece sa-
tisfacer todas as necessidade*, permauecendo nos H-
miles que nos eslao trsrados. O Sr. barAo de Brou-
now le essa red.cran. a qual he a-sun concebida :
S. M. o -nltln em sua coustaule solicilude pelo
hera-eslar de todos os eus vassallos, sem dii.liiic.cai
de relig'ao jnein de rara, leudo oulorgado um lir-
inan que i-ni-i-r i suas generosas inteiiroes acerca
das populac'i-- elirilias de seu imperio, resolveu
levar o dito lrinan ao conieciiuanlo das potencias
contraanles.
SS. SIM. o imperador dos Fraiiceze*. ele, etc.
reconhecera o alto valor rate arlo espontaneo da
viHitade .oberana deS. M. a sullao. Aceilam essd
eiHiiinuni'ar.io como um novo peulior .lo me nora-
ineulo da sorle ilos idirishlos uo rlenle, ubjerlu
-ouiinuin de seus votos.em inlercssi: geral da huma-
^wle, nv ilisdrao e piedade.
M inife-t-n lo a esse re^peil'i a iinanimidade de
suas iiiteiif^es, as altas parles coiilralanies declarsm
de eoramum accordo que a coromunir.ro do acto
supra mencionado nao pode dar lugar a, iieiiliuma
ingerencia collectiva ou isolada nos negocio, d ad-
ministrado inlenor do imperio ollomano em pre-
juizo da iodepeudencia e dignidaae da auluridade
soberana em suas relaroes com os vas-allos da mes-
roa.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Franca, e de-
senfalde, das nutras potencias contratantes, para al-
canrar es.e dupla lim, em una medida canal de
dar iuteira HliefactjSo a todos os iiileressea legi-
tiinus.
O congresso ronlinua a discossio dos arligos re-
lativos a Servia. O Sr. ronde de Walewakl os le.
Uopois de lerem sollrido algum.s emendas, eses
artigas sao acedos pelo concresso nos lermos se-
gu ules :
a Arl. O principado de Servia continuara a de-
pender da Su lili ni e Porta conforme 0g hals impe-n
riaes que lixaiu e determinam seus direitos e im-
munidades, collncadas sob a garanda collectiva das
potencias contratantes.
" Por conseqiieiiei.1 o dilo priucipido conservara
ua administraran indepeiideiile e narmnal, e bem
assim a plena liberdade de culto, de Icgislacdo, de
Commercio e de navegaro.
berha e fulminante, rernrda-ilie todos os sangrentas
e rriminesos serviros que ella Ihe prestou, pergun-
la-lhe qoe raido de trra Ihe darla a seguraura da
vida, depois de tantas atrocidades pralicaJas para
servir a causa de um esposo ingrato. E quando n v
fugir com a ameaej do seu proprio casamento com
Creuse. entrega se a lodo o frenes deseo cracler
I' ni eiitao que Kiston pas desprezo amargo e placidez mais medonha que os
gritos, por athniraveis gradacfies.
No Icrceiro acto, Medea eucoiilrou a sua xingan-
a : coiisenle em se ausentar, deia os filhos, deu a
Creuse o vn envenenado, e a fesla nupcial val co-
mccir quaulo, de repente, a mal vera pedir eos li-
dio-, que quasi ja a tem esquecido. Orpheo vein em
pessoa Ih'os entregar, e ella val fugir conduzindo o
seu duplice (hesouru : emao um tumulto bornvel
arrebenta no palacio, nnweriada annuneta queOen-
S. Al. o sudu obriga-se a procurar, de combi- i se expira queimada pelo veo, dadiva faial da ina-
oarao cura as alia- potencias contratdiite-. o- medio- | ca, o povo corre, Jason pretende fugir, matando Me-
ramentus compativeis com a organissrao aclual do dea : j;i uiio be lempo, um terrivel sarrilicio acaba
principado. ^ do ser consumada no mel da mullidao, a rn.ii es-
11 Arl.Me mandilo o dimito de guarnido da | Iraugulou os seus dous lilbos. Quem os malou '.'
Sublime Poria tal qual se ach. estipulado pelos re-
gulameoios anlerinres. Nenhuma inlerveura i arma-
da podera ler lugar no lerrilono s-m previo accordo
entre as alias potencias contratantes. >.
O congre-so decide alem disto, que os ministros
tirada Ja.on : tu, responde Medea.
Ao man,i.\ II,h sublime pronunciado pela actriz
Id- un com um acento prodigioso, toda a sala estro-
mereu al os proprios funlaiiienlos, o enlliusia-ina
lornou-se delirio, urna nica voz sabida do pello de
da Porla se entender,) em Coiistanliuopla com os I um povo alrou nm bravo indulto, foi urna arclaina-
represenl.nte- .las oulras potencias contraanles so- rao poderosa, um impetuoso transporte, e nunca os
bre os meios mais proprini para por termo ais abu- e-pecladores do Ihnalro leslemuuliaram seinellunle
sos verificados por orna iuveslig.ic.lo, cuja ualureza fesla ; a iiicomparavel trgica foi sublime desde o
ASSEMBLGA LEGI8LITIVA PRO-
VINCIAL.
Seasao' ordinaria em '> do luaho de I8S6.
I'rt'iilenfia do Sr. Imnlu di (.'amarayihe.
()onclu-au.
O Sr. Si'/ueira f.'oi alraiili : Nao devolveu o
seu di*curso;.
Le-se (ulga-se ohjectu de deliberai;Au e manda-te
imprimir o seguinte projeclo :
Ail. I, He abarlo ao goveruo da provincia um
crdito de UHIiUOU-nOUU de reis em noed i crrente,
que ser realiaadu dentro ou fora So imperio por
meiu da venda de apatice-, ai qd.iet nao vencei.to
maior juro anuual de oito por cenlo.
Arl- 2. O producto da presente oporac,ao de cr-
dito, sera empregado nos melhoraoieolos maleriaes,
e de preferencia no d'agncullura da provincia.
Arl. :l. Fieam revogaias ludas as dispn-ic/ies em
contrario.
Paro da assomlilea Jegistaliva provincial de Per-
namtiuco t> de jiiulio de (Sii.-^Siqueira Caval-
c.inli.
OKDEAl DO DA.
Continua a segunda di-cussAo do projeclo. que
approva o contrato de illnininariio a gaz.
O Sr. Presidente : Tero a pilavra o Sr. Perei-
ra de Brito.
O Sr. Vertir dt Brilo: Sr. presidente, he
com bastante arauhamenlo que leoho de entrar ues-
! la ni-rus-ao. uto l pela sua maguilude. remo lain-
| bem por ler, como contendores, pessoas milito ha-
I bulladas neata malerin, e que a leeiu desenvolvido
perladamente ; porm mesmo por julgar a queslao
le sumiiia importancia, nao para a nansa provincia
como em relleno a materia, eiibarei india para
ju-iili.Mr o meu vol acerca d. projeclo em .lia-
cus-Ao.
Sr. presidente, mudo apreciei a divisan que se
dignas faxei o obre depulado o Sr. Abillo, quando
prouuucioii-se acerca do projeclo em quesUo divi-
diodo em Ir- ou qualro palles : U-1 qu-nlo a ron
venioucta d
basta ser gaz para ser Huido; por consequeucia be
de suppor que lodos leuliam o conveniente cuidado a
esse rspede, mesmo por economa, au su para os
vento que eafwnmrtsa a quina marcada para dlu- sendo serupre Inferior a iltl rcis por hora.
miliario. [>i.ri-iii depois reronhecendo que nena ver-1 l'm Sr. Depulado:He a coiiclu-no lgica do con-
ba se achava incluida 'a iliumiuarao de unir i- Inca-
emprezarios como laiiibem em beuelici i dd saude ) lulades rediiziu a sua propnslti a qunla de o1:7.V$).
publica e de oulros resultados de mis cousequenria
Disse o nobre depulado quando ti ..toa deste pool i,
que se poda dar o asplimainenlu pela aspirarlo
tbisse gsz : he verdade, he um gaz asplnxiaute que
pude asplmiar, assim coma o pode fazer, o gaz hx-
diogeuio-carlioretailo, di--c Idiiiliem qoe esle leudo i
este cheiro oesagradavel,. fazendo se senlir imme-
dialameitle era motivo para a preferencia.
O uobre d-pniadu porem deu lugo urna arma
contra e-sa pr t.ien.Ki, c fui, que aclualmenle Ja se
Iralavs de aroinalisar u gaz lixdrogeno puro, e mis
-aliemos que para is-o he -uliieienle um ponen de
obrigando se a fornecrr I,UN cnmliuslore
Ora, senberef, lll) hiros be quasi a uietade da il-
luminarao riue lem o contrato, por conseguidla te-
mos ah um iuleiro c urna ametale mais. ou quasi
(ralo.
O Sr. V. Portea : Se esta a concluan do cou-
tralo....
O Sr. AbUio : Expressa. ,
O Sr. ti. Portetla :Se he expressa laido rnelhor
para luiui ; e-clarero de algum modo a queslAo, e
I .l) oros, e que por esle lado deve ser preferido, ponho ao governo e a a esta casa a salvo de quaes -
porque lie mudo mais Ventajlo para us, se a ci- querduvidas futuras, se he esle o pensamenlo da as-
lade podo .ii.|ien..ir es-es .VK1 eombu-lores.o cover- semidea pelo coutralo entAo rnelhor, nAo ha difRcnl-
primeira parle da miaba
puro equiparado ao gaz hydrogenoearboretado, por
roiisequencia desaparecer este inconveniente, o ser
inodoro.
Di-sc lamber o uobre depulado, que mis poda- algum se Icln Mo tal exigencia que vaulagetu lia-
era diflleil,
nao sin .V):
mns estar em um somiin, e que podamos, pela qua- i veria par.
lid adn inodoro do gaz iv irog-uo puro, ser aspln- que se d
liados ; mas u nobre sabe" lambeui que o hydrugeiio d En-, a pe
puro, por es-a sua llui.lez, e por ser I i vezes e meia
mais leve do que ar, todas as vezes que -e evaporar
ira logo fazendo a sua ascencAo, e -atura pelas leu-
Has e orificios das perlas ejanellas; mis callemos o
peso da atino-plicra, por enn-equencia sendo o hi-
drogeno puro mais leve,cvapora-se com mulla tu-
pidez, e se o hidrogeno rarlmrela lo pa le pelo rhei
ro ser logo conhecido, como disse o uobre .lepufa lo.
he preciso tamhem adeuder, a que se esse cheiro In-
capaz de Bceordnr um ou nulrn individuo, porem se
ue se exigis-e ueste 1 NAo reconhec.0 ; o
na exigir era una lianr., e e-sa Esta-
ba dar, mas, o deposito de tal quantia
e de mais o que existe na thosouraria
J00.....
lia minios apartes.
) Sr. Ptreiro de tirito :Senhor presidente,dei-
Iflo, e insi-lo, que a ddTereura entre o
xn e-la que
coutralo e
er a favor
211 rs. para
Senhnre-,
cidade de 1
o que prev
no poden a^iruveila-los para a< repardries publica-, dade alguma quantu
lios|>il3es etr.. que desia illumindcao care-sein do emenda.
que residala grande economia para a provincia. O .Sr. S'. CarrnUto : Em parte infringe o con-
l)ise-se porem, que Eslad'Ens nAo quiz aceitar a trato, era parte he ociosa,
clausula da mulla e do depu-ilo.Nao be exacto, Srs. O Sr. N. Portilla : Em que infringe o con-
almiicar, que emitido em mu reservalivoiinmedUla-1 o procurador de E-la l'En- pedio, mas foi um prazo j (ralo '.'
mente cuiiimumcaru ao gaz o se cheiro, e esta se pequeninn, e esse prain devia ser concedido, porque OSr. S. CarcaUo : Infringe porque no cnnlra-
faiii sentir immeilialamenle na sala ou no juarlo o iuleresse da proviuria, e a nillercnra para menos lo nAo vem a clau-ula do preco ser menor,
em que habilarmos e assim Tirara o gaz bydrogeno nessa proposla, que tal ve/ chegue a ser milionaria, O Sr. .V. Por/ella : Eu digo que nao infringe,
mereca qu bouvcise esas demora e cu.ileniplaces. por qne os contraladores sujeilavam-se taml.em a
Ala-, senhores, no rontraio .Mau,que he muito maior fazer a illumiiidrio a 2." reis poT hora, se por veo-
o governo i|Jo exigi esse depona, em contrato tura era lugar de ser a duraran de b horas, fosse do
II), temos pois que a razao que se da para qoe os
coniraladures lizessem por menor prero a illumina-
r.io, se por ventura o Homero .ie lloras foise maior,
lambem se da, sendo o numero dos lampeei maior
do que aquelles que elles coulralaramo isto he, faze-
rem os contraladores a Iluminarlo de mais de mil
lucos por um prerjo menor, esta un mesma razAo que
faze-la por urr/pre^o menor se a dorarn fosse do 10
luirs cm lugar de li : portanlo o pensamenlo do
.i proposla he tal, qoe a preferencia deve I contrito he belmente traduzido.
desla, porque 1.0O bicos para I.OIIOe| Vamos poi-, a segunda parle. Quando se reali-
V) rs., he una dilletenra consideravel. |Sar a mudaiira do gaz prevista na cuiidicr.m 21 do
no conlralo de illuminarai a gaz rl.i | contriilo, llavera urna reduccSo no preco proporcio-
aris, houve urna fusao de companhias, nJ baraleza do gaz, que se livcr de empregar eos
suli-liluirao.
Sr. presidente, nAo be a urna nem outra pessoa a
quem leudo uuvido dizer. que essa i,lea est implci-
tamente comprehendiiia uuiSva das disposirijes do con
ala actualmente reilu em l'aris. o me- i """ qoando e-le eslabeleceu que ela inudanra po-
de gaz cu-la :m cenle-iinns de franco, :l ''? ser eflectuada consenlindo o governo. Eu ja ou-
bicos consomem por hora ao mximo IKI litros de vl ,ll*r> c P'ssoa muito respeilavel, que na pala-
gaz, que tuslam 12 ceiile-iino. ou i cenlesim >- vr consentin lo. eslava comprehendida a idea de
por hora, ida turo .lando una lili de lona de 10 Ulna aderaran de prero, por que nao he possivel qua
velas de ajermicale de ti em libra ; se lmarmns I c"'""lo livewe deixado esse arbitrio ao presirieoie
-em que como consequencia, Ihe ficasse a facoldade
de aderar o prero: logo, se be verdade que esta opi-
ilereu, mas ve|imos os preros porque
es-e contra ai foi celebrado.
xqoi le lio urna nula que vou ler
Pelo con
do cubico
ilc
Imhs delle o Sr. conde de Claren Ion bien observar* >"'"'* enlreSi. principia ale o bm ,1o -eu papel, excedeu-ss ne-le
que o projeclo apresenlado |M|us Srs. plenipoleiici- ^1eo,"le1 d< 1"""1 '""ns;' ''" '"" ?CCV'* .''"" i """,le'110 ?"premo. e chamada a serna pela ultima
'.., ... n 'i.. ..... a.,r..... ......J-..T..II. lilfereiile-.....dos de queo congr
"'l l i*i i i II l' 'i ii 1/ iI<'-> -, ,,
l.,rqu.a na ohigac.lo cll. | i respeto ,M|Monteegro
U.u.lauli.u>pUep."ovaea-ifK'"" *-1"' "-I'"*"-
,, ;.,, ___ 1 tum-lanrias qu- remnnt
arios da Russia nAo dilfera es-enciahlenle daqii
que qoeiiara substituir, e que in-iilindo poriam aoa
Srs. pleni|Hite->riario. ,|a
cvaMUlUr m oahA-sn* om
rian tneim novo, a.liameulns ; que se aa difieren-
nos notada- eulre os dous lexlos lem alcance digno I
de oceupar o congreso, os Srs. |ileiiipoteuriarios da !
Kus-ia devern determinar-lhe o carcter e a nato- ,
" reza : que se pelo contrario essas dillerenras sAo io-
siguilicanles, como se pode crer a primeira vista, os
raesmu plenipotenciarios deven estar pela redarrAo
que ja obteve a occeilaeii do governo olloinauo,
principal inleres-ado na queslAo.
O Sr conde OrloO responde que de accordo cora
o Sr. bara de Brunnow, e lomando eui cunsilera-
r;o us motivos enunciados pelos Srs. plenipotenci-
arios da franca e da GrAa-Brelaiiha, renuncia a fa-
zer que seja aceito o projeclo aiiresenlado pelo Sr.
segundo plempulenciario da Kussia, e que adhere
ao qoe foi aprsenlado pelo Sr. cunde AA'alewshi, pe-
diiido todava urna leve inudaiira. e reservando a
a|itirnvarau de sua corle.
I.ord Cowley diz que nAo pode deixar passar as
eipressoes do que servio--c o Sr. balito re Brun-
no fallando da alfeu;a i parliculsr que lem a Rus-
sia aos subditos cbrislAos do sullao, e que a alfeirAo
qne nunca cessarain de lesleraunhar-lliea as nuda-
potencias chrislaas, nao be meuor nem menos par-
ticular.
O Sr. barAo de Brunno responde que lemhraiijo as
riisposicaxes de que sua corle sempre lera estado ani-
mada, nao leve a inleucAo de por em duvida ou
cnnlMlar as das nutras potencias para seus correltgo-
enarie*.
Depoii de ler declarado que suas in-trucres nao
Ihe perinilem adherir a iienhiima modilicarao sem
lomar ai orden* de seu governo, Ali-Paelia rero-
uherendo qoe a ultima niiid lira pedida peloSr.con-
de Orlofl consiste em urna simples Iran-po-cao de
palavras d>-lhe seu asseiidmcnlo, e o congesso adop-
ta a redaci;Ao-eguinle, a qual lorna-se decisiva, sal-
va a reserva feila aeima pelo Sr. primeiro ptenipn-
lenciarjo da Bussia.
S. M. o sullao em sua musanlo snlliciliidc pelo
bem estar de seus vassallos sem dislincrAo de red-
giAo nem de raes tonda oulorgado um firman que
mellior.ndo llie n soile, consagra igualmente sua
generosas Inleiiroe- ..cerca das populare- chrislAss
do imperio, e querendo dar novo leslemunho de
ans seiiliinentos a esse respellu, resj|v>u cammii-
nicar a< potencias contraanles o dito lirinau, ex-
puulaneamenle emanado de sua rentado soberana.
uAs potencias eanlrataiitesjreroubecem o alio valor
de.sa cotnmiiiiicarfln.
o Fica euleudido que ella nao pode dnr em ne-
nhora cuso s ditas Dolencias o direitu de seinlro-
melterem, qoer collectiva, qaer separadamente,
nas relaroes de S. AI. 0 sullao com seus vassallos,
nem na dminislrarjto interior de seu imperio, a
O Sr. conde Walenabi diz, que leudo o estado de
guerra invalidado os tratados e convelieres qne exis-
tan) entre a Kussia e as oulras potencial bellige-
ranles, releva cunvir em una eslipulatiio transito-
ria que lixe as relaroes coiiiuierciaes de seus respec-
tivos subditos depois da couclusAo da paz.
O Sr. conde de Clareudon emule a opioiao de
que convem estipular mutuamente para u eommer-
rio e para a naxegaro o Iralawento da nacao mais
favorecida, al que cada potencia adiada po-sa re-
novar com a Russia seus auligos tratados, ou nego-
ciar novos.
Os Sr. .plenipotenciarios da Kussia respnulein
qne nao lem iostruccoes a esse respeito, e que nao
pudein tomar iieuhum accordo capaz de crear um
oslado de causas differenle do que exisda antes da
g jerra, e que aules de preslarem-se a coinhinarAo
proposla ipelo Sr. conde de Clareudon, deviam con-
sultar seu governo ; que a Bussia tem concluido
alera disso cun os eslados limtti oplie- tratados, que
concedem aos respectivos vassallos vautagens que
oao Ihe couviria (alvez conceder, raesmo tempora-
riamente, ans subditos de oolras potencias, visto que
poderla nAo resudar ilulii justa reriprocidade ; e por
esses motivos prnpe que os tratados e convenres
existentes antes da guerra sejam de novo postes em
vigor dorante um pruzu determinado e sulliciente
para psrraitlir as partes fazerem onlre si novas esli-
pulaces.
Sendo reservada a qoesljo, o Sr. conde de Cla-
reudon diz, que convidando a Turqua a participar
do sxsleraa poltico da Europa, as potencias contra-
anles dardo um leslemunho manifest das disposi-
ees qua as onem, e de sua sulicdude pelos inters-
eles geraes de seus subditos respectivos, se procuras-
sem cutio lar, alim de por as relaroes de seu
commercio e de iua i.avegscao era harmona com a
nova po-ic.io em qoe licara o imperio ollomano.
O Sr. conde Walewaki apoia esse parecer bssean-
do se us principios novus que hilo de sabir das de-
liberares do enngresso, e lias garandas que dAo
Eiirups as rcenles medidas tomadas pelo governo
do sollo.
OSr. conde de'Cavour faz observar que nenliuma
potencia nosSM y ma legislaA" commercial de carcter
ser-a til
I"
Ote
los Sis. plenipotenciarios da Kus-i.
segiiraucas que provavel-
a Jar. Acre-cenia, queclr
qu- remontan- a rliver-as ...pocas lem
poslido facer crer, que a Rui.ia piolen.lia exercei
nessa proviuria urna eccalo de nk'uui modo an.lnga
a que Ib.' fora devolvida nas provincias danubianas.
gresso araba de Iralar, vez, inundada de flores, vanllou debaixo de nina
ualsr, mas que lazem
leaaes emneOea, que parerem
viver, e duplicam o talento.
* Ernesto Legour* leve grande redri.lade. a -na .Me-
dea. ol.ra alias ,,niavi, dep< s de rerusa-la por ina-
demoisella Itachel, eucoiitroii urna marnvilllOfa in-
lerprele. Para chegar aos labios de Ristori fui Ira lu-
zida em italiano por Munlanelli, e nao he a seu re
e que -eu. plenipotenciarios poderla por u.eio de p.j|n ,, ,^ ,,. lrail[ore% traitori, ale
una deca.,,;.,,, que licana consignada no protocolo, se ^ ,,ler ,,. e||, ......, m ..fl;, cmn
conlacto desla bella lingos italiana, lAu concisa e lAo
harmuuixa.
tirar ludas as .dividas a ese rspede.
Os Srs. plemp ilenciarios da Kossia|respondem,
|.l' nAo se fez ineucAo no Alonlenegro nem nos do-
cumentos qoe lablram da* conferencias de Vienna.! e denarmos odia segainle da tragedia, vemos
nem nos autos iioa piecederara a reuniAo do coa- q"" '""r-e SJ",, <<"> ao Ihealro Macal um esludo
gresso; que ludavinao hesil.m em declarar, visto I P """'co caprichoso sobre o as you Mr ,1 de
que silo tnterpellados, que seu governo nao ende- I ""'spearr, o publico nAo compreheiideu esle dr.i-
lem cun o Montenegro oulras relacoes. tenia as ma cal'r'ehoso.
que nascein da. ympalhiss dos Moiileii-grino. pela I Miguel Cervantes foi o hroe de um drama repas-
Kussia, e das disposiv;s benvolas .la Kus-ia pelos I sado de seiitiineulu. da digmdade luterana e do va-
Alnuleiiegriuos. |lnr moral doescriptor, hade Theodnro Alurel, fui
E-ta declaracao he julgada sal.factora, e o cou-
greiso pa-sa ao ex iras dos artigo- relativos aos prin
ripados danubiano, os quaes foram revistos pela
eommiss.io de redacrao.
Depois de lerem sido olijeclo de nova di-cussao,
esses arligos ticam coosiguados no protocolo como
se segu:
Art(li principados de Valacbia e de Aloldavid
conlinuarAo a gozar, sob a snzerania da Porla, e
sob a garanta europea, dos privilegios e iminuni-
dades que po-suem Nenliuma prolecc.ri exclusiva
sera exereida sobre elle, por alguma das pillea-
das girantes. NAo hovera iieiihuui dueilo particu-
lar Ue Uuereuria era seu. negocios interiores
" Arl,A Sublime Porta uhnga se a conservar nos
dito, principados urna administraran iiidrpeiideutc
e nacional, e bin assim a plena liber.ladc de cultu,
de legi-lar.i, de eom.'nercio e de navegar..
c( SerAo revistas a. leis e eslalulus que agota as-
ido em vigor. Para eslabelecer completo accordu
sobre essa revi-Ao, urna cummissAo especial, our cu-
ja coinposirAo se entenderlo as altas parles coulra-
laales, se reunir sem demora era Bucharesl com
om roinmj-siri
representado no Odeon com grande fortuna.
N'oulra scena, na scena do (ivinnasio, (ieorge
Sand lem outra obra, qu abita nAo leve o acolbi-
menlo que merece, e se poda dizer que foi a si pro-
prio que o publico f-z injuria, pois que esla obra
em qualro arlos he a manifestarao de am imtnenso
talento.
Este drama nomeado, denominado l-'raurtsr.a, he
clieioda pintura inaravilhosameiilc verdadeirade um
deises caracteres mu rummuns, de nina dessas na-
lurezas indolentes e frivolas; que nao podein passar
-em o luxo, e que lemem os graves deveres da vida.
Ilenriqoe de'l'regeuese ama todas as elegancias da
existencia dos dandys. entregou-se i dissiparAo vol-
gar, ronsumio a forlona e o corarAo, v se arruina-
du. e rhrga a esie limito extremo, em que releva li-
quidar o pas-ado ; deixou Par.: ei-lo un fundo Ber-
ry, era rasa de um verbo doulur, amigo da familia
qoe o recolbe com bondade sob esle ledo guardado
pela sua propria lili, nina alma de flor, um aojo de
pureza.
Manrique retirado do tnrbilhAo das frivoleiras pa-
risienses, v Francesa, qoe elle sempre conheccu,
ra capaz de ler o mesmo elleilo para rom todos, por i P | venale que o gaz hxdrogeno-earboretado, he
[Ule quando nos estamos durmiudo o olpb.lo nao es-
ta lAo desenvolvido, como quando estamos srcor.la-
dos, o principio uele'erio do gaz, be que coucorre-
r para dispertar o individuo, ea nutres fallara'
e-le rerorso oxiuro.
Falln tambera o nobradepnlado na detonaran do
gaz hyorogena puro; ma- 'o nobie depolado sabe,
que esss gaz su se pode detona! sem estar combina-
de com vinario, e para ss-o he misler una hugia
mi por eireito de um raio elctrico, mas estar is- i ceutesimiisau cambio de .idiir-.n franca,leremns ^tl
eniplo de insendiar--e o gaz bvdrogeno earboretado? por hiro. i| e tomarmos ao cambio actual de X>u rs.
lereinos I i| reaes, diller^iira extraordinaria e mons-
truosa.
Por roiiSrqoencia paiere-in ler demon.lrad.i a
o que lem siicccdido u.; Europa, que rom a chegad
eu i|vanv |><" '-> nanj, aj x> aa s.u i
amiiiecSo a gaz de preferencia a Hlu- (le """ lui a um quarto. lem pro luzi lo um inceii-
ininarAo a a/eito ; 2. a preferencia do gas hvdro-1 "'* P* "esse quarlo derramado o gaz, por
geno earborefSo, ao caz hyd-oeoo poro ; 3.. I sjMWaiejnaiieia o* inconvenientes sao os mean-as.
ii roimni-s.ro ,1, Sublime Porla risiei.se-, ve Iranceza. qoe elle sempre condecen
n r.uiimt.sirio i.isuuime loria. em quem nunca reparara al enlo, acha-a encanl.
Essa co.nraissao lera por larefa informar-se do ^ cr e dil_|he' ,,. ^
estado actual dos principados, e propiir as bases de
sua futura oig.iu-arAo.
Art.S. Al. o sultAo promelte convocar itiune-
dialdinenle em rada una das provincias um Divn
ad lior. comoslo de inaueia que constituaia repre-
sentarn mais atada dos internases de todas as das-
sas da suciedade. Esses Divans teran de exprimir
os votos das popiilaroe- relativamente i urgantsarao
deliiiidva dos principados.
lina iusIruccAo do congresso regulara SS rclar/ies
da coininissao com e-sea Divans.
k Arl.Tomando em considerarlo a opiuidu emit-
idla pelos dous Divans, a commi-sAu Irausmitlira
sem demora a sede actual das conferencias o resul-
(adu de seu proprio Habadlo.
o A combinaran linal aom a potencia soberana
sera consagrada por urna Convencen cooclinda cm
Paris eulre as altas partes conlialautes, c um I. ilh-
srhcrill conforme** es! lares da ronvenrao cons-
tituir definitivamente a urganisaro dessas provin-
cias, cullocadas de ora em diente si.b a garanda col-
lectiva de ludas as putenrias signataria...
Art.Fies convencionado que llavera uina for-
ra arin.il.i nacional orgauisada, alim de uiauler
seguraura do interior, c das fronteiras. ftenhiiiu
A pobre meuitia qoe peo-ava nAO ler no corarn
sendo urna longa e Iraemal amizade. descobre que
slo he o amor, c estrale a man a llenrique. O velbo
medico o roiife-sa enlan, arranca-lhe a ronlis-Ao da
-ua ruina, mas nAo importa, Ihe diz elle : eu le em-
presto cein mil francos, abrir-te-hei una carrea, e
lo Irabalbaras, raalabeleasrs a la forluua, gnda-
ras a inflo de I-1 anci-ca.
Ao aspecto desla exislencia modesta, tranquilla e
laboriosa, desla feliridade obscura, Heniique ja nao
aba se ama Francisca, e como v passar em loruo de
si urna virgein, lidia de um cainponez, rico e am*
bicioso, imagiua que poda por esle lado entrar no-
varnenle no seu elemento de luxo e de preguica, e o
caiuponez Ihe da a entender que comprara lilulos de
crdito, que trucara por um titulo dado a sua
lidia.
Eis que em um baile dado pela orgnlbnM menina,
eiicnntra Eranci-ca como sol reinnos e sob a im-
pressAo do linimento, laura-se aos ps da pobre me-
nina mu prompta a perdua-lo, e entrega ao seu fu-
turo sngro as ledras de cambio ; mas como lera sem-
pre medo de urna feliridade, que compre adqurrir
com dignidade e trabadlo, redra-se para a Brela-
a conveniencia da adopeflo du prsenle conlralo,
ro n preferencia ao coutralo Eslad'Ens.
Supponho que fui esta a divisan fetta pelo nobre
depolado. balando do projeclo em di-ciissfln. Vc-
rei, Sr. presidente, se posso locar em todos os tres
pon ,s, que o uobre depulado apaasentott. e les.le
ja agradado ao nubre depule.l.pav haver me lame-
cid, o*, um ItVrii, porm um thesouro, e qual bmm
de esclarecer o meu espirito. Se presidente, eu pe-
d ao nobre depulado que tive-se a bondade. uina
vez que liulia d.la os inconvenientes do gaz hy.lro-
geno poro, apresei.lar lambem as suas vsnlagens,
de preferencia ao gaz bvdrogeno Cdrboretado.porco
o nobre demiUdo julgnii lAo grandes as suasconve-
nieurlds, coiifesseu que se cansara lendo-as para a
casa ouvir, assim live eu de recorrer a esle hvro. e
ua realidade coiiciirdo cora u.l.ic depulado, qua
porcertose faligsria em ler a preferencia do gaz
hvdrogeno paro, ao gaz hvdrogeuo earboretado.
Sr. presidente, a iliumiuarao a gaz. como vi na-
quede, escriptor, nAo dala de milito lempo, fui des-
cabella ha meto seculo ; devenios i.le bello adiado
ao inglez Aluudorh, foi em I72 que islo se deu, de-
pois de mudas lontadvas e profundo eslu lo sobre
esta m.leria,anda que em anuos anteriores, se apre-
seiila-seni diversos observadores a pre-rrutar o piiu-
cipio coulido nesla materia brula, o eartlo de pe-
dra ; appareceram era 17117 ou 1738 alguns obser-
vadores, eulre. e-l o l)r. Clailom, que reronheci-
ram un gaz no c.rvflo de pedra, o Dr. (nai-
lon detiominou espirito de carvao, ainla as-im
nAo podeiam ter liiim andamento essss experien-
cias, e fui prensil que era I71II um ngenheiro frau-
cez, o Sr. I.'bou, inventos.e um instrumento parti-
cular, que o I-110111111 ."i Kei ni .1 ntipa. para que a
experiencia sobre a illuminaro agiz livesse um
Imui Filio: depois fez a applicarande-te iii-lriimeil-
lo, o Sr. Aloudorh, o qual eiperou c'ez aiinii- com
assiiluidade a Irahalbar, para qoe ubtiveasu um ver-
d.deiro conhenmenlo da appliracAo do gaz de car-
vflo para as illuiiunai;oe..
Disse eu que u Sr. Aloinloch espern ilez 'anuos ;
poique em 180! apresenlou-se iiovameule rom a -na
descolierla. mas leve de soffrer graves conlraleinpos,
porm foi sohranceiro a ludo islo, e fez vei a sua
descolierla, em una grande fabrica em Londres, de
que oblcve iniiilo bous resudado-. t
I inmediatamente os ob-erva.iores Iralaram de a-
Creio ler fallado arinca dos des punios era que
Incou o nobre depolado, ou cm que dividi a qoes-
IA<>. Agora vou ver se posso mostrar a preferencia.
grande dill'ereura enlre u preeo de um turo ou cora- j
hustor aqu, e um hiro ou comliu-tor em l'aris.
O uobro depul-dn disse, que a maten prima nAo
he aqu l.ia abundante como la. Nao be t aiitindaii.
mu ,le oliter ConCSSSlS do governo geral p.-ia esle
m.
Marhado Pprltlla : Lea o que di: o
I) Sr.
conlraioj
(.Sr.
do Sr J.
f) Sr.
1 Il.il di-ifs
pooso inlenor dos pnncip
amearato ou compromelddo, a Sublime Porla se
entender cora as oulras potencias contratante- sobre
as medirlas que deverflo ser lomadas para manle*
ou rettabelecer a onlein legal. Nenliuma inler-
venrAo rmala peder ler lugar sem previo accordo
cutre as mesmas potencias.
Por una observar.io apresentada pelo Sr. conde
de Clareudon lica euleudido que o firman que
lem de preserever a convocarlo dos Divans ild hoc.
sera comhiuadb cun os representantes das potencias
contratantes eir. Coualaiilinopla, e redigido de ma-
neira que prnduza a iuteira exerucao do artigo que
determina a coinposirAo dessas as-rmblas.
Antes de levanlar a seisao o Sr. conde de Wale-
wski faz notar que a mor parte dos arligos do tra-
tado geral .estando decididos e achando-se inieridos
nos protocolos, o congresso na prxima reunio po-
dara' pa-sar era revi-la lodos us lexlos destinados
a cornndr u instrumento final.
. Segucni as assignaluras. )
OIIKKSI-OMIIACIA DO DIAIIIO HE
i'i.iivvuiu <:<>.
PARS
li de mu. de iK'ili.
Ouanlo s cou-as do Ihealro, a quadra se Snbs nas
suas ullimas lolemoidadea ; a primavera en.aia os
seus ptitneiriis s.unso-, e toda a gente se prepara
mais liberal que a da Tarquia, e que a auarrliia que \ para respirador aos -eus grarinsus, poslo que tardos,
reina nas Irausacciies ou untes nas relaroes pes-oaes i convite. Enlre aa fe-las dramticas mais hrilhanles
dos eslrangeirus residentes nu imperio olloiiiuio. |rilaremos em primeiro lugar a apparirAo sobre a
provera de esiipularoes nascidas de urna siluarao ex-1 scena italiana .la tragedia francezu de Erneslo Le-
cepcional. gourc. Kislori rerolheii o que Barbel despresara,
O Sr. bar;!., de Alanleullel diz, que leudo a l'rus- represenlou Aledea, c islo foi para ella um Ir-
ais querido negociar um tratado de commercio com umpho,
a Porla, elle leve a oecasieo de reconheeer as dilli-
cnldades de Inda a n dureza a qoe da lugar a mull-
pbeida le da* conven^oes concluidas com a Turqua,
estipulando para rada potencia o Iralamento da na -
rio mais favorecida.
O Sr. conde de Buol reconhece que resuda-
ran! csrlas v.iiitngoiis do regiil.iineuin das relares
cofajMrciaei da Turqaia com ts nutras potencias ;
A liernina desla grande e sublime, potica e for-
midavel lierflo, a mgica anliga he a irinfla dos Che-
que se lornou desla maneira seu anjo da guarda, e
recuia aceitar semelhanle servirn, e a pobre menina
arahrunhada no lim de lautos sacrilicios, vendo que
llenrique j nao lem necessidade della, um nobre
corarAo, que, mudo e silencioso al enlo, se deve-
lara as-ira a este miseravel robar le, por quera ella
se nao deve iuronimodar : a lilha do camponez Ihe
sorrio anula malignamente. Aladame Rosa Cheri
represenlou cora extremo encanto a personagem gra-
ciosa e severa de francisca, e liiorge Sand deve es-
lar salisftita.
A a opera cmica n substituto a Alanon Lescaut
de Auber pela n Valentina d'Aubigny odellalevv,
eis-aquj u lbrelo : dous viajantes se cncoutram : um
corre os grandes camitihns para evitar urna comedi-
ante com quem promedeu casar-se, o oulru para
reunir-so com una nnlva que nflo va ha del anuos.
O primeiro lie o cavalleiro de Bois-lloberl,. o e-
gundo be tiilherlo De Alaulenn, acomedante be S\I-
via, a noiva he Valentina d'Aubignx. Bois-Boberl
cerca a Valenlna, Maule >n, sem condece-la, defen-
de-a, c eis que Svlvia quer pedir a seu amante o
cumprimeuto du sua promes.a, e Bois-Boberl Ihe
diz : ha de rasar-se, mas lian ser romigo. Tome o
iioine de Valenlna, e um bella rapaz, Al. de Aluu-
leon que esla aqu, ihe dai o sen corarAo.
O amor nasre e rresre enlre Srlvia e liilberln ;
mas Valentina que desrobre ludo esclarece o aman-
te, arranra-o a sedurrAn da rnmedianto, e Ihe esleu-
de lealmenle a inao.
Sobre esle Ihema llalevv esrreveu urna partitura
deliciosa, raras vezes elle lem sido rnelhor inspira-
do. O publico feslejou esla msica, que permanece-
r cun i nina das inaii ticas olas do autor da Ju-
dia o, e o chamou ao descer do panno ; quando pro-
feriram o seu nome, for^ou-o a vir scena receber
as acclamaross mais unnimes, as ovantes mais li-
songeiraS. Carolina Duprez com o seu methoiln tan
f'.'rt.'!_ ..ir, de Indar este principie descoberto, islo
be, o gaz conti.to nu carvo .le pedra, e enlan apre- I neito e para algumas provincias anuiinrtou, .
senlou-se o Sr. Winsor, que foi lazer suas expenen- con-trucrao por muito lempo e lez anuuncios al
cas ni paizescstrangeiros.e rallando Londres em na Europa, islo para que bouvesse a devida concur-
180:1, quiz por em execur,Aoa iduuillldcan a gaz, po-, rencia, e se pn lesse assim nbler o Tordadeiro lira
que se deve ler em vista, a coiicurreiicia e roni|ie-
lenria, as quaes acarrelaui com sigo dimiuiiirAo uo
pre;o deslas empresas. Ora, e-la falla de annuii-
que tem o hydrogeno puro, sobre o hv.lrogenu car- i le. porem vera um arligo tambera no contrato, e
bordado.
Srs.. ncni -e .liga. qu*. ea son antagonista da ido
uiiiica a gaz/.' nAo ; eu son mu enhustaSta. e do-
seos pr.i-.ei,i., naSBass riiina no.la ra-.i za fui vir-
dma o diiMn passado, anude infelizmente nao havia
laehigrapbia, de ser elcunhadu per luda proviuria
de ininiigo dos c.iminlio> de ferro, preciso fazer
sta derlar.M-iio bem explcita, o agora declaro mais,
que nflo foi, nem son antagonista das vias de ferro,
sempre quiz uscamiiihos de ferro, assim como que-
ro a illuminaro a gaz, mas quera? gozar des-e indnl
lo que o governo geral uo< conceden, garantid lo
o juro de ."> |nr rsnlo a u n | iidn;. que se or-
gsniansss para ronstrucrio dessa empreza/assim nAo
cuslasse sserificio lAo oneroso a provincia como
esla casa ja lem eonfotaade e-le anuo I porque o ju-
ro de 2 :l por cenlo para raiulaes, que nessa ncra-
siflo e.tavaiu varilautes na Europa,* era um premio
extraordiiiari-simo, e demonslrei aqu nesU rasa,
que em Pertumhucu casas eslrangetras baViaBI que
ollereciain diuhero a i por cenlo, mas enlre tanto
-nllii a pecha de iniraigo dos caiuiulius de ierro,
iuimigo do progresso e da civilisarao ; sirva pois
islo assim dito de pa-sagem, cuino de prolesln ; e
saiba-se tambera que son um dos enthusiastae da il-
luminac.io a gaz de preferencia a illuniloacan azeile
ou selio, porque proinoverei sempie o progresso das
Industrias o cntralo de que -e trata, he mudo one-
roso, he necessario que o esludemo-, que o medite-
mos muito e devo con tensar, que o meu e-pinto ale
osle momento varilla o respeito deste contrato, por
que Srs.. apezar le ler procuradu e-tuda-lo c a
profunda-la, vrjo-me em conlingenrias. A primei-
ra lie, que se elle nao p.s-ar, leremos de continuar
com a mosma i!!umina(Ao que temos aclualmenle,
e isla nunca eu querere, o -Jr he se elle pas-ar. a
provincia lica enerada com condires, que eu julgo
mais pre.lidaes.
Assim como o nobre depulado o Sr. Abilio pedio
liceni;a aos mdicos aqu pre-enlee; para entrar na
apreciando do gaz.Jeu p-di liceurarei aos Srs. laejstaa
para apreciar um contrato, sendo materias dueas
prnli-o-s, e desculparlo desde ji os raeus defleitoa.
Sr-, o governo geral, quando leve de ciiipiebeu-
ler a factura dos camiulios de Ierro lie Ido de Ja-
lao um he fura de razAu.que pelo conlralo de algum
inodn el preheiidida, eu vejo que a segunda parle da minha
emenda, adan In se comprebendida na disposirAo
do contrato, de modo neiihum ullnde aus contrala-
dores c ao governo que o realisaram, julgo|que de-
ve ser adoplada.
lia alguns aparles .
linio muilp oAo se achar aqui pre-enle o nobre Ins- A="" qnanle a alleracao do preco be razoavel :
pectol ildt'aesourari, que n'iima sua informarAo P",s "je illuminaro lem de ser eflecluada pelo
d,--e ao \ pr.-idenle. que i.ao poda fa/er o con- '"" ra lioniado. que segralo se sabe, be moito mais
trato, porhiie ia de encontr i le do orcamenlo, e "J" ou" h>drogeno puro, e se he adraiisivel a
que no. niio pojiamo benlar a esla ramapanliia dos '' l'""^** de haver ama mu.laura do bvdrogMo car-
imneelns Sobre as materias prima*
contra neto oddicional, e ntrela
bureta.(o
porque isso era """""' para o bulrugeno puro, parere que he bem
tu a governo ti- ri,*oavelqoa se tome orna providencia para que
dios, dos An nios, dos Pasjploaes, de todas as fataes I poro, e seu tlenlo lAo verdadeiro, crcou maravilho-
viedmas da in.plaeavel Venas, apaixona-se por Ja- | smenle o papel daa\ alenlina.
son, deia el-rei, sen pai, para parlilhar dos seus Einliin, urna cvenlualidade dramtica nos he da-
azares, e este deixa-a e os lilbos para casar-se com a
lidia de el-rei de Corinlbo.
Em uina pr.ica, s portas da cidade, diaule de um
da para o lim desta estadio. Ponsard, o feliz aalor
do bello drama a llolira e o Diuhero escre-
veu urna comedia, que iulilulou a Boba e que
rem eucunlrou muilo- antagonisla-, que diziaiu que
o gaz nflo era preferivel para illumiiiarflo; os inte
rees particulares se apresenlaram de' encontr a,
setnela, e leve de lular por muilo lempo, al que
lin.i lu rule em 181 -, jiode obter aulorisarao do go-
verno para que a culade de Loudras fo-se Ilumina-
da a gaz, e d ihi sahio e foi a Pars em IKI.'i, c du
leve de lular com as mesmas ou maioresdilliculda-
des, su nessa poca a que me retir i foi que pode ob-
ter permisiao para a illuminaro de um puni de
Paris, que rae nao lenibro agora goal foi, supponho
que a Passagem dos Panoramas. Uepois disso, apre-
s-ntarain-se mudos emprezarioia e-ludar a illumi-
naro a gaz, nimias fabricas liveram de fallir, por
cau-a do pouco conliecimenlo qee linliam os fabri-
cantes, da maneira mais econmica de extrahir o
gaz, tiveram, pois, de monlar-sOoalras fabricas em
que foram admididos rlnmicos ptOMOOS enlendidas a
respeito da materia, e que coiihect.un a economia
necessaria, e entAo depois de lutarem com esles obs-
tculo-, estas companhias poder,un nAo s illuminar
Paris, curan lambem os seus arrabaldes.
Sr. presidente, parece-ine ter demnstralo por
consequencia, que a illuminacfln a gaz nflo he Iflo
enliga como lera parecido a dguein. Se para aqu,
pois, vai ler cometo, Unibum para o miindu civid-
sado nflo be mudo anliga.
N.is sabemos, que de dillerenles materias primas
se extrabe este principio a que denominamos nn,
esle principio cumbustivel. como por exeinplo do
rarvAo de pedra, da gordura dos uleos, ccrlos ridos
gordiiru-os, de materias orgnicas, e cinlin desle
grande elemento da ualureza, a agua.
il'agua se exlrahe sem duvida o hvdcogeuio-puro,
masas experiencias anlgss nAo linliam piavado a
sua vanlagein para um lio udl empregn; eso ago-
ra, in .'iiii'iiieiiie essas experiencias he que moslra-
rain couvenieiitemeule que com efieilo a illumina-
ro pelo gaz bvdrogenio puro era urna realidada.
Assim, pareee-me que lenlio demonstrado que nao
he muito anliga a de-coherla da illuminaro a gaz, e
lambem de que corpas podemos ohler es-e gaz, pa-
reec-me, pois, que agora llevemos ler em vista qual
cius e edilaes, he que lenbo a censurar no aclual
contrato, e nem se diga, que a le foi publicada
pelo jornal ollicial, porque a leilura de una lei n'utn
jornal, e-capa, enlretaulo, que annuiicios repelidos,
nao esrapam cen facilulade; appareceu a le publi-
cada no Diario, mas nflo se apresenlaram edilaes.
Ora, nao quero com islo dizer, que h.ja le que abri-
gue a isto, mas, o costurar, lauto que assim proce-
deu o Sr. conseleiro Kego Barros presidente do Pa-
ra, e o governo geral quando Iratuu da factura das
estradas de ferro.
Um Sr. DepiUaln: (.nn-la-lba que algucm fosse
repetidlo .'
O Sr. I', de liritn : Nao me consta, nem mes-
mo digo que boavesse legrado, mas creio que sena
de grande vantagem, que a concurrencia se abriste
francamente por raein de edilaes.
Sr. pre-ideule, na Eurupa romo aqui ja se disse,
succedem-se com a rapidez imiiieusa, e por is-o. pa-
rece-me poder alllrmar ao nobre depulado que as
do hvdrogeno puro, vAu dando resultado- Iflo satis-
factorios, que elle ser por rerlo o preferido para as
illuin mi./. e conveniencias domesticas, as-im como
esla mesma companhia que fez o conlralo de que
nos oecupamo-, nflo empregara oulro, porque nu seu
cuntraln se lali.'U're que ella empregara o gaz, que
a experiencia e a scicncia reconheeer como o rne-
lhor. Ora, se a scieucia daqui a um mez ou ue.-le
prosimo vapor, nos lizer couberer que o hvdrogeno
puro he o mcllior gaz. a companhia adoptar romo
lal, e o empregara.. Alas diz~se que o parecer da
nobre romfiiissan -unsigna a-odea de que o gaz sera o
bvitrogeiio-carburelado.
Sr. pre-ideule, ue lal clausula existe un parecer da
cnmmis-A'), declaro que preliro o Contrato SO dilo
parecer, porque alias se pora peas ao desenvolvi-
nietito do progresso da srienria ; nao podera fazer-
sc lima miid.iiira que a scienria rccunliecer rumo
quando isiu se realise.haja una diminuicAo de prero,
e por consequencia os cutres da provincia deiieiu "de
ser enerados de uiua despeza que actualmeule nao
pode deixar de ser considerada como muilo aval-
lada...
Um ^r. Deputado : Quem disie que era mais
barato
O Sr. \. VorlrWa : Esla aqni raesmo, e se u
gaz. for barato nao ha reducro...
f i Sr. Depnlado : He superllua nesta parle a
emenda.
O Sr\\. Portella : He qbe pode dar-se a liy-
pothese de haver nina mu.lauca de hydrogeno car-
til:7iK-JKS. e a lei que" concede aulori.ar.Ao ao go- j l!ore.'?d.0. _Pata 1u"q"er outro gaz, e que esse seja
i a gaz. '
do no contrato...
Pereira de tirito : Eu leio a infirmaran
Pedro da Silva.
Marlindo Purlella: Lea o contrato, que
nu es-es direilcs.
t ,NVJ Pereira de brilo : Dispensan, nbrigou-
se a ohliir do governo geral dispensa dos direitos so-
bre a iiiateria prima.
A lei du orramenlo n. :llii diz no seu arligo IS
l : nara a illiimtiiarao da cidade do Kectfe ra,
c-sJll
vento pina
consigna a mesma quota com a ileclararAooAo ex
ceder.
Pelo contrato celebrado obrigando-se os contraa-
f-zer o conlralo pela illuminarAo a gaz, mi"* ri|""
mesma quola com a declararAonAo ex- u '"' r lorenro: Al-s isso ja nao esla" previni-
I do no contrato...
Iralo celebrado obrlgando-se os Contrato- poll',;^;,Vdraiti.
lerer rada biro de luz a :lt) res por hora : ,,' ,., eJ,
iinpurU era 6&:7.iH-J.HX> rs. tomos que a dilferenra he .,,, ,,.,, ,,
. i .,-, pe tina, ponen.lo i
le .l.!fci-MI0t rs., e quera nos diz, que es-e numero llor pr ', |((
de coinliuslores sera sufliciente Eu devo declarar a ,,.,i- *! t,
rasa, aloe eslou inleirameute convencido que Iimi.i
bicos i lo sao* sullicienles para illuminar e-la cidade.
s'r. Deputado : O contrato adradle o aug-
tm
metilo
OS
'. /'. de lirilo :Sim,augmentando a de.peza
pens, nao sao sull-
tambeiii e se rail luro-, eomn e
cieule
vamos
CUII II
para illiiiniuar a culade, prava fado que mis !
iiigmeiitar mnito i
le do orrameuto.
O .S'r. V. Por/ella : Pode admillir-se esla by-
pothese.e adtnillida ella be noiso dever nflo ir sobre-
carregar os cofres provinciaes com urna despeza lu-
dia fazer o raesmo por muilo ine-
case o gai for mais barato do que a-
quelle que boje pelo cunlrario se emprega: digo, qoe
estamos na abrigacAo de fazer com que baja ama re-
doccio no prero, c de nao carregamos com lima
despeza Iflo poderosa...
OSr. Abilio : E'la' prevenido no contrato.
O Sr. A. forfella : Tanto rnelhor para miin se
esta' previui.'o no contrato, porque segue-se que
augmentar moito mais a quola que se mar-1 t^J^.?*' **" "" -"
en lonlrcsldenrsli'qne lenho canrmlo baaUntoLJ- t'[0re"c"': ~ '-0?0 "lo he DeCe!saria a e"
a rasal e vejo me-rno que a maior parle -"dos nohres : ||a outro aliarle
ilquitidos, que lem mostrado pouco desejo de me I (,Sr- v, ,,;/,.,, ^ Sr depu(|o iz qu|.
0 ir. S. Olegario : Pelo contrario. I "1-e" '*}* '0,"Pr'l,1""lida ''Irato, oulro diz que
O :,r.(;,e,r,. : Oh Nao. '-'". h.go ba duv.da ; e quando ha duvida o que
O. | ir. P. de Brito i-NAo, senhor, e o susurro he 2 'e"'"*' "t. P"-1-1" < P0"' "ea ."'-
m j ni-* emeu.lei n1o he unta claosola epeci.u, esla de
tu. k iJ s^_--. i .i i conformidade com o pe lisa ment o conlralo, lano
da .... i n n 11 it aiu-l, pela qual demonstro que nao i. r -ai^nnii-
leidiif iodsposirflo alguma ao contrato, e apenas de-1 l-.... < l i
, ", l h-lmo mu n que a as-emli ea ia hoie reconbeca,
seju que haia uma salvaguarda que veuha a ser o i___ *"";*""" ""'. ""-" *:
.. 1. .. 11UP oulro da eu nao es ava fora da ra/ao, e que as
pie u ja aprescnU'i, i-lo he, a lodo o lempo, que
-e lixler verificada a illumina^Ao na Europa pelo hy-
genif puro, os conlraUdores seio a isto ubrigadosae i
ne-le caso lerAo de abaler o prero em relatlo ao gaz
lixdrbgenio puro que be sera compararflo mudo mais
barato.
OHr. Sabino Olegario diz, que examinan lo as
disppsiccs do projeclo apresenlado pela commis-flo
de iommercio ele, submellendu a approvarflo da
casal Uo sorneute o numero de horas, durante que
deveiii estar acezos os combustores, c u acresciino
de despera, julga que no caso de ser o projeclo re-
geilji.lo, fieam cm vigor as disposices do contrato,
meiiqs no que diz respeito as duas clausulas expres-
sa ai.i projeclo ; mas como elle orador emende que
a re;...c... do projeclo n.io be sullicieute para sanar
o nr.1 que dito conlralo lai prodiizir, Ihe pareceu
conireniente mandar a mesa uma emenda lubstituti-
va re-cindiiido o contrato, e autorisando o governo
a (Azer novo contrato com quem melbures coudic-
res olfereres-e precedendo a maior publicidade.
Enlrou cm algumas considrateles mais para pro-
vara uullidade do conlralo, e lermiuou mandando
a njiesa a emenda suhslituliva.
VAu a meza o apuiatn-se as segnlnles emendas:
minhas duvidas e escrpulos de enlo. sendo boje
sanados pelas emendas, merecessem eslas o assenli-
meulo dos nobres depulados, adoplando-as como
meio de previnir os males por mim apuntados ; di-
go, que os nobres depulados boje remunerara, que
as mutilas emeudas ja se achatn comprebendidas nu
ruiilralo. '
Seja-me permitidlo agora, Sr. presidente, fazer al-
gumas observares acerca do qoe disse o uobre de-
pulado, quando se oppoz a emenda, pela'razao de
que a assetnblea nAo poda fazer aderar,in no con-
trato.
Sr. presidenle, eu pergonlo, as emendas consig-
nara uma clausula especial do conlralo 1 aluos se-
nderes depulados teem dilo, que be a minha idea
implcitamente cutida no contrato, por lano, esta'
claro que nao be uma alterarlo que ella sofire.
E. se estas duas ideas aqui consignadas, aderara o
contrato, entilo o que se podera' dizer das palavras
a hvdrogeno rarborelado de que se serve a com-
mis-Ao no seu projeclo'.' por ventora essas palavras
estovan no contrato ".' ( A pojados).
Um Sr. Depolado :He o que se conclue.
O Sr. .V. Porltlla Tambero os nobres depula-
dos dizem, que as duas ideas conli Jas na minha
,> rescindido o conlr.to^celebrsdo pelo governo, ,lnem|a J, p.Ils,menl. do 33, e por con-
saqueada,nflo o aderara de maneira nenhuma, pela
uiesina razo dizetn os nobres depulados que no
conlralo ja eslava a idea do emprego do gaz earbo-
retado, mas a commissAo enleudeu que nao eslava
claro e consignou no seu projeclo essas palavras :
pergiiulo, por ventura a commissAo allerou a essen-
coih os Srs. Gibara. Neis e Barros Barrelo.acerca da
Ilumina.;lu a gaz, e aulorisado o mesmo goverun a
.'II clii.ii nova conlralo com quera inelbores van-
lasens ollerecer aos cofres provinciaes, dando a
miior publicidade as bases.que hnnyerenideeslahele-
cet para sua confesego.S. B.Sabino Olegario.
A lodo o lempo que a setnele livor demonstrado c
a exeqoliilidade da applirarao de hidrogeno,puru ;- ,__^,
para as illuminac/Sei, a rnmpauliia sera' obrigada a
por em exerucao este melhoramenlo, mediante um
ahidmenlo rniivcncinnado com o governo da pro-
vi icia.Pereira de Brilo.
0 privilegio de :ltl anuos de duraro consig-
lu no contrato refere-se apenas aos mil com-
bustores .i~! nal mente contratado-, e nAo aos que ex-
lestes enrpos productivos de gaz deve ser preferivel
par i sua exlracrao, lie logice que devenios esco-
Iher aquella eorpo produelivo que for mais barato, e
que rom um prores-o n.ai- fcil, po-samos ohler e-te
principio eombiistivel cm malar qaanlidade.
As experiencias do relehre rhinnco o Sr. Ihiina, siva'.' Nao, essa lux ha varillante, bara e fumaren-
pessoa de muda cousiderar.io e de muito ronlieri- la, u bydrogeno puro, a quem niiigueui pode negar
'i.enfn dos iiohres depuladu- petos seus priifundiis a prnpriedade riiinduslivel he que de perraeiu rom a
e-ludns sobre | rbiuiira, um doa humen- qoe pude I pl dina, pode dar eSSS luz serena, hrilliaute. iunof-
abranger, ruiiipreheraler e dar um golpe decisivo I fonsive, e pelo parecer da nobre innirai-sao n.iu po-
sohre e-la materia ; esle bomem lem constantemente dendo os contraladores ctnprega-lo, uunra allingi-
convenirme, o pie n.V. pode n.-.ivir de manara al- Ifeiendo desle numero honverem de ^er ro-lerior-
mima. em.ivanlein conlralo pela nuneira que esla m Bto ubelacidua, s iiii.es o ser.o pelo prero
redigido.
Mas, dis-M qu o ai empreado dever dar tima se
lu/. -erena e iniofliMisiv^. I'ois na/. h> Iroseno cir- I
Imrelado pode nunca dar urna luv serena e'iunnITen-
ju.n'- o ser.io pelo |ireo
*Ii)e imarbitro! deque irtla o conlm( esUbelecerem
ido sempre inferior a :ll. re* por hora.
i '2.' H'i ni.!.i ie minar a mudadla do sa/.. pre-
rii na coinln.lti ido conlralo, llavera' urna relu-
no prern propoicion.il a baraten do uaz, que
O Sr. iV. Vorlelta :Logo lemus. que as minhas
emendas (amhem nao alieraudo o cuntalo em sua
essencia, o loruaiu claro de modo que era lempo
algum uiusuem se podera arrepender...
Ha um aparte.
O Sr. V. VorteWn:Eslt feilo o conlrato, esla
celebrado, o que quer mais que eu conl'essc ?
O Sr. t'ranrisro JoIo :EnUo luda a queslo
ce*sa, be perder lempo.
O Sr. N. Porteilit :Perdoe-mc, seeu enlro era
quedoes qoe alTeclam os inleresses da provincia,
nAo perco lempo. Apoiados
Toda a vez que a BMN coii-ideracio vem um cou-
m lver de empregar em >l>siiiuic>.,a qual reducto ,ral s sem.que o alteremos em ua
esile a sua iiilaucia ale a sua vcllitee, porque ja nao
be moi;o, esludado e**a scieucia a fundo, esle hornero
be que se apre-enla ulliraameule disteiido, im- pode
mus obter u lm/. Iiydroseiuo puro para a illumiuir.in
deste principio, a aguo, nao su porque elle he muilo
mais barato, como muilo mais salobre; ao Sr. liud-
lard e Tiodin, comotu ve do sen relatorio, muilo do-
vemu<.
O nobre de)u(ado o Sr. Abtlio parcee-me que
nao qui/ negar-I he eaai qualidade*. e mppouho
menino que o nao poderia fazer, em vi*la da expo-
sirau dele sabio chimico, ms se dis-e que esle ga.-
apre-entava almins inconvemeiile, o qu*" confeso,
assim como nao se poder.i ueuar que os tem em mriior
escala u gaz hydrogODio earboretado. Vrouxe por
riamos esse l'im.
Sf. presidente, eu li as iiifonnures dos setthore
enaenheiro*] director m obras pblicos e inglaZM,
e ellos di/.em que o u/. Iiv drtieii'i puro, pode ser
aceito para a illuimparao publica.
l'm Sr. It.'/ifiiao*o: Mas nAo o he em Londres.
OSr. Vereirn de linio Mis dei\uios e-la
quesillo e direi apena* que sendo o yaz hvdroceuo
puro M)0 mil reos mais barato do v nrocesso para oble-1j laii.beiu muilo poocodis*
penda -o iiodevein os contraladores receber por es-
le. o.mesfuo prero ilo que por aqueie, quando te-
lilla r*ie fa/er-se lllmnina^o porests svslema.
[Ha minios apartes
for.i lambem pelos arbitros.N. Porlella.
O Sr. Silvinn cmbale o augmento dos dous em-
p ecados criados no srlieo.
< Sr. IN. I'ortclfa:Sr.presdanle,quando por oc-
So la primeira diSCUSsAo do projeclo apresenlado
la conuniSKlo de commeretoi ndosiria e arles,
erra de dous ponlOfl >lo contrato de illuininac;to a
z, que eslavam sujeitos a sua con-xiderac.lo, eii pe-
MUTOtfT
d
c iraplelamente a maneira por que a ildistrc com-
issan encarim a materia sujrita a sua cuusidcrarao,
i aules razendo ih'lractan dessa parle do contrato,
ir a meu ver nao poda entilo .'? modo algara oc-
ipatvnoff, eu lir todava algumas rellexjes a nieu
r imporlanles arerca das condir.'es do conlrato.
Oeervei que pelo contrato se poda tirar .1 conclu-
o de que elle pedera ler uina durado perpetua,
oliserve taniliem que havendo a possibilidade da
cs-encta, he nono dever lorna-lo claro...
I m Sr. Depulado: Quando ha direito de o
faier.
O Sr. S.Vortelhi iE quem eonlrsla m assetn-
hlea esse direilo '.' Pergenio, a assetnblea esla in-
liihida de esclarecer, de examinar qoalquer con-
lralo '.' he a Dobre commissin a quem muilo repel-
la, vendo que o conlrato nao era claro a respeito da
a palana e fil algumas rellexnes, approvando "aleria do g.ir. que devia ser empregado pelos con-
. Sb.l 1 *A .*<*- f~ a. arintnn
tratadores, foi escrupulosa como devia se-lo, como
deve ser qoalquer depulado, como deve ser esta as-
semhla, ao ponto de indicar qual o gaz que se de-
via empregar...
Um Sr. Dtputado :Excedeu-se.
OSr. -V. P rasoavelnienle...
vCru7am-se apartes.i
O Sr. .V. Poriella :Pelo qoe dijem es nobres
(y$r. h'.vrtitcto : -Mas qual he a rai5o porque iiuudanja de um agente de luz para outro, sendo es- depulados agaju, segue-se que a eommisdo errou...
i
I
ILB3IVEL


0"*' "i T$ i SXTA FtlMI 13 DI JUNHO DI 1856
t.msr. Deputaao:Ji o nubre deputado* quer
persistir no rro.
OSr. A', l'orletla :Ka quero eslpbelecer a ver-
darte e luuvo a nobre commisso uesse ponto.
' IH Sr. Diputado :Quer nullificsr o controlo.
OSr. .Y. l'orlella :Como se alguns uobres di-
putados dizem. que isso esla eonipreheiidido no cuu-
tralo .'
(da mu aparte.
O Sr. -V. l'otieta :Mas nao vai contra o pensa-
meiito do contrato, porque os nobre* depulados di-
zem que esta idea est uelle consignada, como pois
vai nulltnca-lo ? O privilegio por nula anuos re-
fere-se unicainenle aos mil hicos e nao ao mais que
se liverem de estabelecer, s quaes o serfio pelo mo-
do porque os arbitrse eiilenderem sendo sempre o
piuco inferi) a :i> ic,.. Eu digo que nesta parle
uno altera do mudo nenhum o contrato, porque al
alguns sis. diputados dizem que he falta de lgica
laminha parle, querer suppur que u contrato ex-
ceda dos liinla anuos, que seja e-lic perpetuado.
O Sr. AlnUo :O eieinplo da couipiinhia de He
berihe nao pode servir para ocaso.
OSr. .\. Portel fa :Eu fu ess.i comparadlo'.'
Digo que os Imita anuos para a dui.ir.an do con-
trato se devem referir iinicanienle aos mil bicos. ou
cumbustorea acluaes.eque se tiflu lurnarmos claro
sse ponto, pode dar-se que a medida que se forem
augmentando os roinbuslures, se auxilenle lainbein
a duracao do conlralu...
iCruzam-se apartes
O Sr. -Y. l'orlella: As minlias ideas sao aquellas
que iii j.i expend, porque reconheco. que o lent-
elo ii-o hetlaro ; evislem siias dilliculda.les as quaes
terminan) ein duvidas. e be para que ellas nesapa-
iccaiu, que eu aprsenlo j emenda...
I) Sr. Francisco Joo :I'ara que luz aonde
cata l 0 Sr. .V. l'orlella:A l.uz do aieile nau se
compara eom a lu do gaz ; sera lur. um pouco man
bfilbanlc, que lalve v tornar a quesillo anda
ra.ia clara.
Le
Inzem s nubrvs depulados que islo vai uullilicar
o contrato ; eu digo que esla condirAo nao he no-
va. O que eu vejo no contrato lie que os ronlrata-
dores obrigam-e a fazer a llumiuacAu por -_>."> res
por hura, se por veutura os cumbuslores livessem
de estar acezos por des horas em lugar de seis, coniu
a commisso deterroinou ; lia pois um punto de par-
tida e he que os coutraladores obrigam-se a fazer
por menor preco, islo be, urna dilTcrenc,a de ."i res
por hora liavemlo aogmenlo de horas, higo da-se a
niesiua razao todas as vezes, que o permetro da I-
luminac.au tiver de se alamar, por eiemplose o
numero dos rombuslores for'de duusinil: da-se pois
o mesmn princiaio que elle eslahrleceiam para
bver urna diminuido no preco, essa idea pois esla'
no coutralo. n.i.i he urna alteradlo ; o pensamento
he o mesmo cm a diik-rei.ua que pelo cuntrato er
smenle em rulara., ao numero de horas, e pela
emenda he em realo lambem ao numero dos coiu-
bostores...
1 m Sr. Diputado :Ou a idea esla' oo contrato
oa ii.io esla' ; se esla' lie inulil, se nao esta' lie urna
alterarlo.
OSr. .Y. Por/ella:Tem poi fim esclarecer a
queslao, nilu he una alleiarao.
Eis aqui quanlo ao primeiro puulo da emolida.
Agora quanlo ao segundo diz :
i Le
OSr. Idilio:Esla' lamben) previsto no con-
trato.
O Sr. .Y. Porrillo :Melhor, liada se ola altera
o contrato quando da ao governo aulurisaritu de
consentir ais conlraladoies mudarem de gaz quan-
do estes o julgarem cunveniente...
(/as Sr. Depurado :Podo nao convir nos eus
interesaos.
O Sr. .Y. Porfella :Se o nobre depulailo reco-
nliece que pela condumio vinle e qualro do conlralo
que sulurisa aoconlratadores a mudarem do cm-
preodogsz cari retado para oulru qoalquer que a
aciencia recoii.meu.lar cont mrlnor, se o imbre de-
putadu reconhece, que mi nulo o conlralo da ao pre-
sidente a faruldade de consentir, nes-e arl. 21 esta
comprehendido o direito tambenvde fazer allerares
no prec,o, que mal Ihe vem queapoioa miaba emen-
da, una vez que ella precisa perfeilatnente esse
(Milito "?
' Cruzam-se apartes.;
0 Sr. .v. Por/ella :-a*|alvez a expres-Au seja sua,
e quanlo a ella aceito luda e qualquer correcrao.
.Mas o cerlo he, que avista da cundidlo Tinte e qua-
lro, rteve liaver urna alinenlo no preco prnfToruio-
nal a nalureza do gaz empregado e eslabelnida
essa reducrAo por meio dos arbitros. Parcce-me
que islo de maucira alguma altera as disposi Tes do
contrato, mormenle quando o nobre depul. la re-
conhece, que essa hvpolhese esla' nelle incluida,
que ni. i vem pois da emenda '.'
1 ot Sr. Deputaao :Supponha que o coninla-
tores uio queirain aceitar essa re I necio.
O Sr. .Y. Porfella :Entilo porque ? nao he o
mesmo que est no contrato ?Se os minies depulados
por essa razao nao querem aceitara emenda, enlao
dir-lbes-hei que os cun'.raladores nao do ao Coli-
tralo feilo com u governo a inlelligeucia que Ihes
dao os uobres depulados.
O Sr. Francisco Joo da nin aparte.
O Sr. A'. Porfella :Eu respeilo iouo a sua iu-
lelligencia.
Pela palavraconsenlindeesla aulnrisido o go-
Terno a diminuir o preco, e por isso digo eu, que
se he verdade. que as Ideas contidas na emenda es-
t.io contidas lanibem no conlralo, nao Tejo razao
porque bao de os coolraladores jolgar esla clausula
uova.pelo contrario lem de eslim-la porque eu ereio
que ningiiem quer fazer conlralos oDscurog. .
O Sr. Lactrda :Mas he cm fawr delles essa
condi^Ao ito contrato.
O Sr. .Y. Porfella :Se por ventura os contrata-
dores, reconliecido como esla que a idea da emenda
esla' cuntido no contrato, di-serem que Ihes nao
quadra, digo cu com luda a franqueza, rescuida-se
o conlralo.
Cm .Sr. Deputado':Agora he possitcl, mas de-
pois que elle estiver em exei urao '.' nao vir' dahi
, um grande inconveniente para-o governo.'.'
O Sr. .Y. Porfell :Nao senhor, porque os con-
tratadores leen obrigaeao de saber dos actos do poder
leai.latiTo.'estAo na obrigar.lo de saber se tta inca
esla' ou nao uo conlralo, e estando, como dizem os
nohres depulados, n;lo Imi nutro remedio seno su-
geilarem-se, porque o poder administrativo dir'
essas clausulas sao as mrsmasdo contrato, eslo milis
claras, esse foi o men pcnsameiito, com estas1 conoi-
.i>es foi queco-iliale, poi couseguinle sugeilnrcm-
se i ellas.
lia um aparte
O .Vr. Y. Porfell :Porque ".'
O Sr. Lucira :Porque di rilo ellcs po.icmo-nos
-pioveitar do inilhnranienlo cun'ciiliudo o governo,
mas nao estamos obrigados a adopla-lo.
O Sr. Y. Porfella :Eu aceito a sua ideaPican-
do o governo com o direilo de os olirigar a inelhur
a illuminacao.
Pulanlo do que lenho dilo e do que disse oulro
dia, lenho demonstrado que nao desejo de mudu
algaa uppor-me a que a cidade do Recite teja illu-
niinada a gaz, au desejo censurar a administradlo
por ler contratado detta ou daquella niaueira, o
contrato esta' feilo reconhero todava que cm cerlos
ponlos nao istava elle claro, c porronsesuinle podia
dar logar a que para o fuluro hoavesseui quesles,
duvidas que devenios sanar, mormenle dizendo res-
peilo a um objeclo de lana importancia como
a despeza, ao emprrgo do nosso dinheiro,. que
deve ser dependido com muilo criterio, para isto
aprsenlo esla emenda, que a meu ver esla' de ac-
cordo com o pensamento do contrato e folgo de ver
que alguus nnliu. depulados que pnrecem' impug-
nara emenda, recoohe;am cem ludo, que ella esla'
de accordo com o Conlrado. e por couseguinle n3o
|iorte ser considerada como urna illersrio, e se aca-
so eu e os uobres depulados uos engaamos, se na
iniih.-i emenda esla' urna'idea que se nao acha con-
signada no conlralu, carregue Cu com a responsa-
bilidade.
O fl>. Aarrrfo:E o que fica t
OSr. rV. Porlella:Fica-me o senlimenlo...
O Sr. LacerJa:O que fica pois provincia '.'
O Sr. .Y'. Porlella .'Fica para miin como .ipre-
aemedor dessa idea o pelar de ler concorrido para se
incluir uma clausula no conlralo, que se julgnu nel-
la inrluido.
O A'r. f'rancitco Joo d um aparte.
O Sr.'.Y. Porlella :... e que por nao ser acceila
pelosennlratadorescausasse a nao reall*ac,3o rie um
rnelhoraraenlo pava esta cidade;epara esta provincia,
fiear sem davida a satisfagan de que a sua assembla
qaiz priva-la /t despezas superuas e avulla las.
Encerradas discussHo, he arl. 1 do prneclo ap-
provndo cniu a emenda do Sr. Porlella,al a palavra
stabelecidosbe.n como o S.da mesma emenda,
s^ndnregcilado o de mais; nssiui lambem is oulras
emendas. Oart. 'i. he apprnvado.
A reqaerimenlo do-Sr. Siqueira Cavalcanli, foi
dispensado o intersticio deste projeclo,para ser dado
para ordtm do da de amanhaa."
ConlinuacAo da 2.a discu-so do orrameiilo pro
vineial. .
Entr.im em discusso e lo approvados sem di balo
os segnntes arligos.
Arl. 19. Com o hospital de raridade, a saber :
f la Com os caralivos dos pobre. 1-tJ(M)y)IHI
S -J. Com o alugnel e reparo da
caca, aonde a-sim como em lodos os oolrcsestele-1 noroue aclualmenle aa fai liiMainna* > ____: ..
"-""'--.....>,-eu cpel.no ,crve graluita- den"!,.,,,.,,, se ^"S&SSSTTJiJEt ^^^^ ^'^^
nienle, ou he pago petaquilla, que a assembla vola le
para luaiiulenufhi deases e-lalielccinienlos pios; e
suppondo eu que a asseinlilea esta noseens principios
de rigorosa economia, este anuo |ii ii.cipiitmeiile, nao
pono approva em augmento de despeza para as reco-
Ihnias de Papacaca, que uo julgo de melhor ron-
dicao, que as de (Miada, Igoarstae lioiaiuia....
f m Sr. Depulttd:Eslo de peior condicAu.
(' Sr. .fdili,,Eu quando digo de melhor cund-
cao quero dizerquu uAo preeUam mis esse apoio que
se Ihe quer dar de 1009 rs. para seu eapellao.de quena
uniros, por que elle pude ser snsUntidfl da mesma
forma queu sao os de liiuarassu, Olinda e (ioiinas,
que nao lem cun ludo verba especial para seu se-
uiellianle lim.
Eu sel que o recolhecimeulo de lguarassu, por
cccasnlo da epidemia, abri as sinis portas, e recebeu
em seu sem mu grande numero de desvalidas orphA.is,
islo por cerlo augmenlou as suas ueesaidadea e en- ..
Irelauln a conimhuSo que fui to solicita e generosa | llcando apenas
a respeilo de Papacaua.que por cei lo n.io sollreu mais | da le, que pod
com a epidemiado que Ig.inrasu' apelar descus
principios de severa economa, nos vem ptopor a
despeza forrada de itl" rs. pan um capellAo ; digo
fori.aiia. porque ale boje nAo se'lum volado para o
copell.ies desses e.ilaliulecimeulos quanlia algiima,
que un sera gratuitamente ou receliein-na da quota,
que a assembla yola animalmente a inaiiuleiic.io de
laes eslaheleciineaUs. Se se volar a veibade i(XI?
para mu capellAs nu reculhiineiiio de l'.ipacaua, para
que se nao de d.siualdade devora volar-se igual
verba para os recolliniienlos da Uoianoa, lguarassu
e tilinda, cespern desde ja o voto da commissiio pina einpic/a e a posc
uinaemeu.la ueste sentido... emendo mesmo qn
laes para que hniiv
do que. pelo mello
reu quem ulo quiz ; enlenilo rnialiueule que pela
ii.ilurez.i drFguz que devia ser adoptada nao ha gran-
Um Sr. Drputado : Papacara he um eslabele-
ciuienlo noto e muilo distante.
I Infio .sr. Deputado : Os oulros lem Blgnm pt-
trimonio e u-iu nAo.
O Se. AbiliO : Em que consiste o palrimonio
de Ignaras e mesmo de Olinda '.'
eslrirUmeule ao preceito da
; evee leu a despeza c por Sto'pedio I assembla
a appruvacAo de.se exresso. Ora se o exceuo uAo
fose appravado aubsisllria o contrario ?ereio que
nao : Qoal he a bis,, do contracto mil Incas de
luz ou combnstorea e a quanlia pecuniaria que Ibes
he correspondente : listm pois. meu ver, logo que
a assembla deixasse de approvar o evee-so e por
tanto dimiuaiiM a quanlia pecaniaria do conlrado
e na mesma propori-aa o nuin-ru dos eamhuslores,
liulia enliadona apreciaran .lo lodo na esseucia e
base de conlralo, c por roiisegumle uullilicailo es-
le mosmo contrato : asa miuhi opiniXo be lano
mais fundada quanlo be grande a eonviccao que
lenho .le que se i presidencia evredeu o preceito da
le loi porque sem duvida Ufo Ihe foi possivel fazer
o contracto pela maueua por ella prescrlpta. Nao
se diga que o fado da mo approvac.io do excesso
apuna, Ira/, nina inodiliracAu ao coulraeto, pois en-
in.1 que, romo ja disse, Iraria a sua rcproTSC*)
salva e aubsislenlc a autorisarao
|ue poderia enU.cler ell,.livulade mesma pa-
ta com os nclnii's conlraladoies se a ella se qni/.es-
seni siijciliir.
E >iliiul>> asiim a iiiiuha traca opioiao .levo lam-
bem dizer ao nobre iledalaJa u Si. Dr. Sabino, que
o nao acompanharel no modo porque enrclou e
diiiiu a dlsrussAV.
l'.-ili'iido, Si. prusi.leiilc, que u presidencia da pro-
vincia prucedeu regu.amiente contratan lo com a-
quelles individuos que Ihe ollereruraui mala garanta,
cojos e-lorcos devenios suppr que soiau empie-
lados de um modo conveniente magiiiludc da
que occupaui na aociedade ;
]ue nAo p'eci-ava da lixacao de edi-
laes para que hoiivesse ciucorrenria,poique he sabi-
do que, pelo mellos tiesta provincia, s n.io concor
de diflerenra enlre o |ire>; > esli
eo .la ilhiiniuar.io do It'io de
"I"
lielccido
Janeiro,
no conlralo
porque i-m-
Em nada, ou quasi nada, as eoncessfiea que esla i ''" '''" peiiiuelio da illunnnar.io he maiur que u
casa t"in feHo ao e-t.ilieleciinunlo de Papacara sao "'aqui. ludo i milito niaiores do que as que tem feilo a lguarassu ,"'' menor oppoaiejo ao contrato; eu o res-
e (Unid
I ni Sr. Deputado : Teul-c rcedilirado lodo o
convenio de lguarassu a cusa da provincia.
O Sr. ./olivo : Infelizmente para elle, nao he
islo exacto ; porque esta anda ameacmidu ruina, as-
siin i'iiiiin o do ijliuda.
Sr. presidente, ficarei aqui,leudo a honra de man-
dar .. mesa una emenda aoppieasivs dos IHI~ para
o capelln de Papatnca, porque a passar esta despe-
za, eu ereio que ,i mesma razao se da para se volar
igual quanlia aos oulrus e-labelecimeiiloi da mes.La
naloreza, e como a uobres depatadot esto anima-
dos de s.uliiucnls de rigorosa economa no que eu
os louvo, eu Ihes fajo eslas consulerajes, que es-
pe.o aceilanlu.
^ai a mesa e he apoiada a legninle emenda :
Menos os lKi- do CapelUo.-S. K.Abiliu la-
vares.
Encerrada a discnsso he o artigo approva.lo. sen-
do a emenda regeiado:
He lulo o aegoinle urlico addilivo.
Com a propagaeo e conseiv.ica.i da varcina, seu
archivo e o da comiuis-o de bvgieue publica (ilHI>.
Su l'eicira.
Uepuis de breves rellexoes dos Srs. Sa Pereira,
Joc Pedro e Francisco Juio, he o artigo submetti-
do a vota^o e approvado.
Entra em discu-sAo o arl. -7 que diz :
.. Arl. -J7. Com os coadjuctore das
freguezias.......... 5:71X1)000
O Sr. Florencio : Sr. presidente, quero man-
dar nina emenda a esle artigo cm que propouho a
sua suppresso, por isso que euteiidu, que sendo 08
coadjmures das freguezias empreados gernescomo sao
os vicarios,devem como esle icceber suas cuugruas,
peloscofiosscraes. Si. presidente, lodos osdiasou-
co di/er qve os cufies da pioviuria eslilo evhauslus,
que nao pod. mus salisfazer as despezas iiece lulu sei < (uno uesta posirao os sulirecarrcgamus de
despezas que us lulo compelen!. l>ir-se-lia, que se
nos nio vularmos congrua para 01 coadjutores elles
a nao recbenlo, porque e goxeruo Ih'a nao consig-
na, mas eu I- miro i casa, que einquanlu a provin-
cia cousideruu os viganos. o governo geral nao disse
nada, mus quando a provincia entended, que Ihes
uAo devia pagar, foram lago alteiili.tos pelo governo
geral, deixe-se pois de pagar aos coadjutores, que o
mesmo socceder e por cerlo nnguen) contestar,
que u culto publico nAo he um survico geral. He
verdad que islo be clamar sem proveilo, poique ja
vimus o corpa de poiicia pago pilos cofres pro-
vinciaes, cointudo mando sempre emenda q
mesa.
Yai mesa e he apoiada n seguale emenda :
Supprirua-sa o arl. is.Carneiro Montero.
Encerrada a dlscjinSo he a emenda regtilada e
approvado o arligoJ
Entr.i em di-cussAo o ail. -7.
.. Arl. J. Com o guizaineno e l.t-
brieadasmalrizea....... 1:7:l!>;fKMi
Vai a mesa e he apoiada a aeguiote emenda :
Supprnna-aouart. S.Carneiro Monteiro.
J ulgada a materia discutida neo artigo approvado
e legeitada a emenda. *
Entra em discusso o arl. 29.
.. Arl. ~2\h Com os religiosos Capn- ^i
chinhos........... Nl.5.--u1lU
He approvado sem dbale.
Eulram em discusso o art. 30 e seus paragra-
phos.
:W. Com a Ihesour.iria, .i saber :
Com o inspector, secretario.
secretarla, porleiru c con-
|ue Ihe s
idllillllila i
S:0Ug000
;l:(>ij>0tl0
HKI^III0
i..::r.tixnHi
UotHl
l-aragra-
S:sUI>ll(HI
2: 7.">-simki
I:.>(HH1IIU
Art.
i S 1
ofOcJal d
linuo .
a '2. Com o procura.Inr SCal, seus
ajudautes. escrivao des feilus da fa-
zeiiilj, solicitador e olliciaes de jus-
liea............
i. S .1. Com os seis por cenlo da di-
vid activa que veneem, o juiz dos
leilos da fazeuda e os referidus empre-
ad. s, mellos os aldanles .
i. Com us.empregaibs da conta-
dura e pagadura.......
.( S "> taa o expediente e aseas*)
da casa...........
Approvado sem dbale.
Eulram em diacnsifla o arl. :\l e seus
phus.
s Arl. 'II. Cora o consulado, a saber :
I. Com os veucimeiilos dos em-
pregados inclusive o de dona laucado-
res, cojos lugares Reara creados com,
a calheuuria de lerceirus esi'riptura-
rios ; elevandu-sc para ilu a lies e
meio a porcenlagem de tres e um
quarlo, que aclualmenle se lira da
renda desla reparlicAu para o pga-
me;:!.! dos ditos veucimentos. .
a ; '2. Com a capalazia do algodAo.
.. 3. '.ein u cvpedicule asseiu
da casa...........
(I Sr. Siliiiin oppoe-se a rrcaco dos dous empre
gados propuslos no psragrapho I.
O Sr. lunario de llarros ansenla o artigo.
O .Sr. Jntt l'edro respou.teit.iu ao orador que eu
eclou a discusso diz, que os dous lancadores que
a commiss.ii. .lo orcainenlo piope huaro por *duaa
ve/es pedidos pelo chefe do consulado piovincial em
seus ii!,dorios ; que elle recnnliece a necessidade
.lestes empregados, poraue essa reparliclu nfio pudo
fazer o laucamenlo dos imposlos com os empregados
dcslinadus para o servico interno sem que esle ser-
vico sollra, ou sejiim subsluuidos esles empregados
pelos guardas, como leem siducum prejulio de fi.'C.i-
IrsacAu que deve haver nos puntos de embarque
que exceden) ao numeru de guardas ; que reputa es
la medita econmica, porque sendo o lanramento
feilo por empregados exclusivamente para isto des-
tiuadus, poderla ele trabalho inseguirte rom a
maior eiacUdlO, empregando-se para i-lo o lempo
que fosse preciso, e conteguinlemenle a nada de-
veria crescermuilo alm da despeza que com os ven-
cimenloi dealea cmpicgados se fi/.esse; e rasando ou-
lras considerarles concille declarando que uAo far
questau desla pruposla, visto como leudo cumpri-
do o seu dever pouco se importara de ser cdfiira-
rlarte.
Vai ;i mesn e he apoiada a aegoinle emenda :
Uiga.se con o Tsoclmento dos empregaduaSK:bi9d
e suppiima-sc lodo o reslodo puragra|.ho I.S. K.
A. Cavalcanli.
Encerrada a discusso he approvado o artigo com
a emenda, hem como os paragraphos.
Dada a hora.
O Sr. Vrtdienle designa a ordem do da e levan-
la a sessAo.
peilo pur esse lado
Farei por ora algumaa reilesoea sobre o conlralo
acerca de oulros ponto- a meu ver mu importante?.
He por ventura luna ilibato perleila o adi.inlaiiiuu-
lo e prugres.o que lem lido a aciencia em reanlo ao
gaz Kvdrogeno poro uo lem ella lido alcuma re-
alidaue praliea aenio no lodo au menos em parle ?
Sera uma liri.an que .. gnz bydrogeuo pino, rujas
experiencias para a illuiuiuarao lem sido por vezea
e .le ha mullo ludadas e verificadas, possa ser con-
siderado coma o mais prelrrivel ? Niu, s.'iihores, c
lano assnn uAo beque a presidencia ...lu.iiliuilo a
possilnlida.ie de sua cmplela venlica.an, diz na
condira.1 2'i do comralo que se por ventura no uv-
riodo da duracAo do contrato v.rilir.ir-se aperleicoa-
inenlo ou descollara scienlifica de oulro qualquer
agente pruductur de luz, de que possa resultar ine-
Iberamenlo au servico, pdenlo os tinprczarios lau-
car man delle, obleu.io previo consenlimeul.i do go-
verno. Se a par desias eonstderatdei v-sequeo
gaz hydrogeno puro he reconliecido como o mais
barato mes..... CM, altencAo a.materia pruna de sua
proilurc.lo, alem de oulras vaiilagens e propriedailes
sao inhereiiles, qual a razao porque sendo
poasibilidade de ser elle empregado nao
se cstabelerui a dilleienra do preco quando tal ae
realisasse, e n.io foi essa realisacAo considerada otiri-
galona para oscantraladores f... No contrato ne-
nhuma clausula exisle a lal respeilo : conserva-se
o mearon preco seja qual for a malaria de gaz que se
empiegue, faculla-se nos c.uilraladores o mudarem
uu neixarein de mudar desle para aquello oulro
meio do illiiiiiiuac.io, lambem lio vejo que no con-
lralu se eslabelecesse que a illiiininuc.iu s-ja folla
pelo gazhxdrogeno carlxirelado.
t m Sr. Deputaao :Esla ei.leiididu.
O Sr. X. l'orlella ;Entendido, cumo '.'..... Ve-
jamos.
En digo que pelo conlrno, poroecasiiade safa-
zer ellecnvas as sii,,s disposicus, nao pode a presi-
dencia da provincia uhiigor que os rotilratadures fa-
carn a lIluiDinarO pelo gaz hvdrugeno carboreladu,
e i-lo laido he assim, que a illu.tre commissAo para
prevenir esta falla, empiegoii cm seu parecer a ex-
preaaHo gaz hydrogeno rarhoielado evpres.Ao*
que nAo -e enconira no conlralo, e cuja determina-
cao parece d. sapparecer n visla ilu artigo -Ji do cou-
tralo, que diz : s empresarios evlr.diirAo o gaz
das substancias, que recommenda o alado actdal da
sciencia, para se obler urna luz brilhanU'. serena e
inollensiva.
Pergunlo en aos nohres deputtdos.por ventniaoes-
ladu actual da sciencia ai.lo lecniimenda lambem o
gaz hydrogeno puro, e por tanto nao esta elle eom-
prelteudido na evpres-ao do citado ailigo do contra-
to para poder ser empregado .'.....
NAo denarei de insistir ueste ponto, j que os no-
hres deputadus parerem duvdsr de mirillas asser-
ces.
Sr. |iresiilenle, os uobres ilepula.ks sabelll que
n.io be de boje que se trata de aproveitat o gaz by-
drogenu poro para a illumiiiiicau, e para miri), Sr.
presdeme, dos jroaes scicnlilicos do Brasil oque
merece mulla consider.iuAo, he sem duvids o Auxi-
liador u Industria Saeionnt, c he ueste jornal, ero
o numero '.I do niez de marco de IS.M, que eu en-
conlro ob-ervacoes que fundaiuenlam oque lenho
dito sobre a materia.
< i" br. Deputado :He um jornal lodo experi-
meulal.
O Sr
puro, an hydroee-
n i.iih ii.-i i. Se pois desde 1810 a ciencia lem
feilo progresas ineonlealaveh), como se nAo darao
eliea e em mno maior escala no prazo de ;n an-
uos f Sendo conlralu perpeluo estes melhora-
rnenloa nao porAo ser admitlidoa na illummacAo da
lude, e mesio se conservara uma despeza que.
em virlude deaes melhoramenlos, pode ser muilo
diminuida,
l'm Sr. Deptado: Conservar se-ha uma des-
peza honrosa.
Huiro Sr. Dilatada : A coinpanhia de lide-
nlo' he que le um Conlralo perpetuo.
""tro Sr. limitado : Faz favor de ler a cou-
dicao Ha.
O Sr. .Y. I'olellii: Os aparles sAo lanos que
me diaviaro do sen propoailo. Leret oarligoll queu
-bre dcputadopede que lea, diz. elle : os empre-
respeclivos, mas com as seguinles alleracnes
aucar e o algodao exportados pagarlo :l por ren
ao s :(. aeereaeenlaram-se as palavras mald
prima is seguinles : importadas de nutras p
Viudas, assim comii que o cal pagara sme
meio por canto, e nu 5 H accrescenluu-se : pag
do u vinagre 1.1 rs. pur caada.
O artigo 41 fui approvidu. n ando aopprimid
artigo i^, e licou adiada a discusso do artigo i:ll
A arden) do dia para hoje be a conlinuacu da
tecedenle c a primeira discussAo do projeclo n
&ommunka\>o

is-1 sileiros: e eu filho do Hia-ii almejo a gloria de mi-
rilla patria.
l'estua do Barros.
ANDA DliAS PAI.AVKAS AO SENIIOK
PEDKO l)E CAI.ASVNS.
Em Fl'sposia ao vosso bem elaborado escrirllo.
zanas oungam- peciivus uo prau de seis mezes, e a conclu-lu- no contra o mais helio e llorido eslvllo, a mais compl
harmona e admiravel ordem, permillirea que
le I rus anuos, pra o que etc.
Permilla-me > nobre deputado que Ihe diga, que
a dispusirao den arligo nao pode destruir a argu-
meiilacu que ,-nrenenlei.......
Ha muilns a arles.
l m Sr. Depuido : Hao de eslabelecer-se no-
vas cundic.ies. .
i' Sr. \. Polilla : Nao senhor ; o artiga que. -
li diz, que os ccnbuslores alem dos mil, eran pela sublime, eu que a muilo rusto mal pnw
mesma furnia, neco e condiciies que lem ni mil do uuslilnno de palavras mal engendradi
cuntrato: se etes tem o privilegio de :Mi anuos, I nAo paaao de um acriplor besonho
aquellcs hao di ler os mesmos 30 anuos de pttvi-
coutiuue a dizer algumas palavras que chamaesatre-
vidas, se hem que sem or.leni, sem eslvllo, sem u-j
demies gramroalicaes, e com ludo mais que raai I
do uiinlia ignorancia da uiiiiha obscuridade.
Seria uma preleucau loura de miuha parte,
porventiira vos quizesse arompanhar nos voseas
de agina, quereudo imitar esla vossa linguag^rn pruporcao que se augmciilavam us mart)rius de lu-
fa zer
cu
A. Porlella .He um jornal pralicoeas
vezes eiperimenlal.
Uiza eu que ueste jornal enconlrei o eeguinle so-
bre a materia le.
Ora, seja em 1831 esle jornal reconliecia a ap-
plicacAo do gaz hydrogeno paran illimiiuacao pu-
blica e. ulros misleres em Londres.....
Um Sr. Depulido :Ero Inglaterra, mo.
[Ua mala apartes.]
o Sr. A. Porlella :Prosegnlrei em mlnha ar-
guinentacAo c deiso ios uobrea depulados a leilura
desie jornal e o campa teienlifleo.
Se he reconliecido que 0 gaz liydrugeuo puro he
muilo mais barato que o carboreladu, e muilo me-
lhor, porque alem de oUerercr luz mais clara, de
chairo mo detagr*davel e nao oOeoalvo, nfio esla
sugeilo as expliisoes ruino -i carboreladu, digo que
quando o conlralo di aos coutraladores a /aculdade
de adoplar para a illuminacao da cidade a materia
de gaz que silencia reconhecer como melhor e
mais peifcilo, e como tal a do hydrogeno puru, ra-
so seja verificada e ronsentida peln governo, sendo
esla mulla mais barata devia por esle memo moti-
vo eslabelcrer uma redneco ou diminuteflo mi pre-
co de cada cuinhuslur, quando se livetaa de elVecluar
a mudenca.
Blas algoem dir que o gaz hydrogeno puro re-
clama app.irelhos novos e de maior preco, c que as-
iim ailnnlda a possibilidade de ser adoptado eui-
pruga.lo pelos cuulraladorcs, Irar novas despezas,
para ruja compciisacAo be justo que contine o mes-
mo preco que pilo cuntrato se da por rada com..:.-
lor : devo, potan}, dizer, que o eroprega do gaz hy-
drogeno nao precisa de novos apparelbos; os do
gaz hydrogouo carborefaulo servem para o hydro-
geno '.uro, precisando apenas do empregb da pla-
tina, e he o irresmo jornal citado quem me leva ,. aa
sim pensar le .
Esla, pois. lora de duvida que o apparefbo be o
mesmo, que a miidanca do gaz hydrogeno carbore-
lado para o hydrogeno puro nao" demanda grande
despeza, que a materia para o gaz hydrogeno poro
he milito mais barata que a do rarh.irela.lu, e que
assim (odas as veze. que se d os contrata lores
facnlda.lo de cmpiega-lo un iltiiniinacAo, deve.
lambem estabeJeeer nina redcelo no preco, e lan-
o sto assim he que no contracto se estableca ;l(l
r<. por hora de ca II coinhu-lor pelo gns hv.lrogeiio
rarhorelado e na proposla 211 rs. por coinbuslor pe-
lo hydrogeno pur...
lina lal redurAi. a meu ver. devera lambem eata-
bclecer-se acerca dos combualorea excedentes a do
Homero do emirato, por isso que se conhece que
quanlo maior he o permetro da Iluminaran lauto
menor .lev.- ser o preco de cuda combaslor, como
se rata que a nosaa um real em rada Comboslor.
Vou agora considerar o condal., por oulm la o ameu
ver nao menos imprtame. Bu vejo que > contra-
to lem o praao de '!0 annoa dedorarAo, islo he, que
os conlratadorea lem direilo de fazer a illominacAo
por elparo de lili anuos; mas v-jo lambem que uesta
contrato ae estabelece que esle prazo era cunado
na proporc.io que a illumiiiacao for eslab decida as
freguezias, dislrielos ele., em qi e a cidade foi divi-
dida, assnn como v.jo que os mil coniluistiires serao
augmentados a pruporcao que Farom sendo neeeaaa-
rius para a illoininaeA da cidade, e que esle prazo
OfgCUTMO do Sr. \ascimeiito Poriellu, pro/erido ta i de .'ID anuos devera ser contado para os novos rom-
jso de -2 do crreme. boslores, alemidoa mil, desde poca cm que forem
IISr..\. Porlella4Sr. presidente en nAo pie- eslabelccidos.
tenda lomar parte na di-ru-siiu .lo emirato da illu-! Ora, ao boje sao nsceasarioa mil conibusl. res be
minara.i i gaz, pur que, sendo malcra muito impor- i nnlural que daqoi l :itl anuos scjain precisos
lante e sendo vieses ..s inlerreaaeaque illa enc-rin. ""'; aasim pois us eumlratadurea tem direilo
e r'ecoiilieccndo as minhaa debis forcea apenas es-1 Iros :ltl anuos de efleelivi la.iu em seo contrato, c pe-
perava ouvir a discuss.lo para volar com perl'eilo I ';l mesina aazAo quando liverem mais oulros mil le-
ronlicimcnlo ; mas depnis de vet o modo porque rilo oulros :ii> anuos, c enlAo leini s que n contrato
.. anuos de
leaio.
I ni Sr. Dentada : Mas o prazo dos primeiros
ira' acahando.e enlo seguir-e-ha que so acabara'
a illuminacao no Kecife e S. Antonio, e durara'
na boa-Visuau anda para diante,
.Ha mais alarles simultanees *
buha a fazer; esluu bligadu e us uobres depulados
lem me dadl laiilus aparles, que devo suppor que
falle) sem rado: mas devo dizer, que o que lenho
evpuslua casa hao resultado de mnima talvez desa-
certadas upiuies.iuas he a manlfestafAo sincera do
que euluiiMi. Se a* minhaa duvidas ou arros forera
esclarecidos pela discusso eu cora nanita salisfarAo
serai o pumeiro ; confessa-lo.
PAGin\ IVULSA.
^2z_ E-L.! i
~ Embiircoo pa-a a Cosa d'A frica, com escala a
Babia, um grande minero de Africanos livres, que
ha mullos anuos viiam enlre nos negociando. Foi
un embarque bur,e:o, como ludo dessa gante, e
nemnunca vimos ari grande, numero .te casacas ve
Inas e exquisita.. Pira mais de IrtzenloS peicorreram
as roas processioagmenle era oa embarcaiulns, dan-
sandu, pulaudo, fidcinlo momices e tregeilos. Bases
anida sAo daouelles que enlravam cm bandos por
noaaas ras de Umfaii>has encarnadas e cabecas ra-
padas ; negociaran: por lodo nosso litoral era ovos,
pe ve, cocos e outeu fruas, e boje possuindu nio pe-
quena fortuna, ctda um delles relira-ae para a sua
peina pobre tente!
He boje a hala do Ilustre santo porluguez em
seu convento do- religiosos de San Francisco ; esl
ella cora pompa divida Uo smente as asmlas: ta-
para admirar que cases religiosos sempre faram suas
leaiividades con toda decencia, nicamente com as
asimilas dos liis !
Ionios ni, atheo moderno, rulo por eonviccao
(porque uunc.i os houvu e nem haverAo) mas por
bruialidade e Talla de um processo e cadeia ; esse
misera)el he bem couhecido, e dos Din declaramos
seu i.uine, porque temos at asco de o pronunciar.
Cercado sempre de uma rale nauseabunda em sua
lasca, esse brulo lauca as inaiores imprecares
contra ludo que hesaulu e sagrado; um padre, "um
religioso sao para eHe ohjeclos couslanles de escar-
neo ; se passa o SS. Vialico nem se curva, c quando
lie pedido que u faea,diz cura basofia, que i.nAo se a-
joelha a... Irememos al dizer I Fique porm cario
esse carera, que mis nau supporlantoa de san-
gue fri oteas napiedades de jumenlu, era esses
terriveis exeraplo, de irreligiosidade adiaiilede crian-
tas e escravos; st livermos mais noticias de suas es-
tudeles, o levaremos pelo cachaco acompanliadu de
leslemuuhaa diante das aaloridadea civis e ecebssiss-
licas para ensila In a ser cominedidd e reapeitador
do cu lo publico do oslado: queres ser alheo, s na
toa coz.inha, e u3o escandelizes !'. '.
Mao uso!Nao sabemos porque quera lera
seu i.ligreu nau o lem trancado era suas jaulas, e us
delxam transitar pelas mas murdendo os respeita-
bilissimus nasos, principalmente dos que por lacei-
rico vivero sempre respirando essencias-; Ailluslris-
sima deveria, se achasse conveniente, determinar
que quando laes cearas Irausitassem.fussem bem aga-
zalba.los, uAo s para nao aterrar os meuiuos, cuino
para nao morder o nariz da gente....
O celebre Aulouiu Caborlo, la Ires dias preso
pelo mu disimula subdelegado de Afogados, havia
lu la o uu engenhu Cuerra.da Ipojuca.douscavtllo-;
e nAo satsfeilo cbupiluu o Se, do Sr. Franciscu
Kibeiru Pires.
Oh '. seuhor... vossemece veja, que aperar de
viver em Iriiicheiras, lem miiila gente que Ihe ve,
ihe observa a censura seus pessimos feikis; se Vine,
quer iverlir-se csmpri uro cach.qrinho de eolio e
~ laclme que nao sii n. oninio 1 i seus seu-
ridmiro a contemplo naslenebraa da nihil.l.ii a
enormidado de vosea iololligeocia, a voasi vaalie
orobranle eriulic.io. Admiro a bella applicacao I*m a mais pura afabilida.le me convulcu para o
seguir. SegUt-0,0 fui por elle cuuduzi-lo a um quar-
lo em casa mesmo de sen patrio. All me fui aga-
.Srs. redactoret.Na lamenlosa crise era aue nos
acharaos, luan jo peno a pcilo cora o mortfero cho-
lera-morbos, derain-se a conhecer muilns cera.oes
generosos que al ah sC nao havium podido conhe-
cer, assim como se patunleaiam no meiu.de lodos
esses sollrimenlos, almasenlolhadaj de vi.ieza, que
pareca mesmo que algara malevulo espritu liona
rerlido nellas o letal veneno da ferocidade. Nessa
poca assola tora arbaya-me cu prustiadn no leito
desespero, deren.lendn-me das losuporlaveis garras, Jos Belisirii Uenriques da Cu.iha deu
du maldito inimigo Era (orno de miro s devisava primeira dita no dia 2 justificada,
a dor, o prantoe a mais ponaenU bobatarMtfO < segunda dita no dia 22, ju.l.licada.
i. Ii.iy i 11 1.1 um i l.i tu il-viii. i) i i -11>.... _. ... __.
dia 21 joslilicaJa, e 1 na segunda dita, ua dia '1
lushficada.
Secundo anuo.
Alvaro Barbalho L.hoaCavalcanli deu 2 fallaa na
primeira cadeira nos das 1 e 22, ju uta na segunda dita no da 1, justificada.
rilinlo Elvsio .te l.cm.is Goazagadou I dita na prj- %
mena dita no da 23, justificada e 1 na segunda
dita no da 2:1.
Francisco Sevenuo do Souza l.eAo deu 2 dilas na
primeira dita nos oi.-.s 5 e 7, justificadas.
JoAo Piulo de Men.loiica deu I dita na primeira
dita no dia 22, justificada.
Joaquim Pereira de t>*lTo Cuelho deu 1 dita na pri-
meira dila no da 29. justificada e 1 dita na e#
guilla dila no dia 29.
I dila ua
c I dila na
que lem a infeliculade de as soflrer ou presenciar.
Vendo eu que I miuha aaodfl ia dimiouindo cm
las na primeira dila nos dias 21, 22 e 23, justifi-
cadas e I dilas ua segunda dita nos dias 21, 22 e
2:1 justificadas*.
i.,. da a iiiinha familia,deseiei ver-mc d'alli ausente com' l.,*.. i. V r, -.
0" u fim de eaperimei lar a. deua sor.e poderia o meo "'a,!,'i n de M,n"",a ^JSS^lI^t ?r""
I atribulado espirito osar alcuma iranquillid.de. 1*1 n P T 1"' "f o^1, 'r'^"
sa Nesle momenio me aparece ou, amigo, a qu-m p,** .^""u "0 u J". f ""
n,..,.ru.ii ,. i..-.!. ...... i.............i' i.. Cavalcanli de Albuquerque Maranbau deu
manifeslei a resulurAa que havia lomado, e elle
la-
na
lar
( or-
la,
ir
lio
do
10-
lIC
Ivas
que fazeis dosOu'est ce quecela piouvedo
narquel que son ele, ele, etc.
Na vossa bella e almh.iv.da resposta dissCSteit,
luslra lo Sr. Calasansque en linha envenenad., cu
plelainenie as vnssas palavras. Eslaisenganadu ;
hz mais do que palenlear o negruioe de vossa al
pcqueuiua c baiva ; nao lia- mais do que repro
osle vosso miseravel senllmenio de bairrbana
lo irapii.lenleraeiiti! eonfessaia nesta voasa respo
e que adiis lao generoso! Sois um barrala,
Calasans, de lal maneira, que n.i.. ruspeilais u ijue
ha de mais sagiadu e nubreo amor pelo lar
natal,\ ossa critica mo se limilou s poesas!
l'r. Filguciras, foi mais longe. Todos us bahia
foram lachad... de supersticiosos, de discpulos
um mestre desacreditado, e de ludo o mais que
aprouve.
E qual I razAo de ludo isla Porque criticando o
Dr. Filgueiras, vem luda I llahia, veein lodos
seus poetas? A raio he porque esle sentimtnto
miseravel e reprovado occopa a vossa a|ma dene
grida ; porque d'uulra maneira se nao pode expli-
car :i eslupida argnicAo que fazeis Babia de nAo
ler sent bardlnhosde-2d*uil!io, alm do visdou-
deila Peilra-llrnnca, e de seguir anula Os preciilos
do Sr. Mmi:/, apreciando sonetos ele.
Oe uma mentira eatapidamente grosseira, e n'um
erru vergoiihusiinenle iinperdoavel lachis meu
poeta, a breche da miuha resposta, era qu'i ajfir-
mei que lindis ippellidado Babia de igu iranio
ele. Erro vergonlinso e iopenloavel be o tosso
proceder pan com a Babia; mentira eslupidanienti-
groaaeira, he a vossa asserrAo, de que a Baha n.io
linha poelns, e sim bardiohos, que ignorara o pro-
gresso da poesa, que apenas aprecian) sonclos e
glozaa ele. ele. E tendea o despejo de negar ago-
ra ludo: Eu vos comprebendo, Sr. Calasanf., n-
laes arrepentido, nos vos perdoamos ; acrcilaraos a
vossa satisfacao. Somos muilo Leuerosos.
Por ulliiu.i, Sr. Calasans, eu vosdirei que milita
gloria aconrpanha aos bahianos, como sectarios do
Sr. Muniz, e agradeciendo as VOtSaa admoestac.ies,
as qaaes ainila ensislh), as desprezamos aaberana-
meute, assim como vossa crtica ; e vos nderece-
mosentre nosioa bardlnboa de 2 de julho ura lugar,
do qual sem duvida vos resullar.i mais gloria nao
ubslaiite lerdea Ja rejeilado' do que das vossas sab-
baliuas. Eiaaresposla ultima
Do llahiaiio.
mquerqu
'tilas na pnmeira dita nos das 1, 4, 5. 7, 8. 9,
II, 12 el), justificadas e 9 dilas na segunda dila
"us tita,i, a, .-,, s. 7,8, 9, II. 12,s. e II, justi-
ficadas.
i|_ sainado .la_maneira que me parecen mais conveni- Francisco lail,rio Verneeb deu i dilas na primeira
,. enlc e principie, a respirar mata all.viado : roa. ,la nos oas U, iU -y, e 9, jUi|eada. e i na
a qu.ll foi a nimba sorprez. ao aber, depois de me ler segunda ita nu das 11 'I e "9 iuslilicadas
a aproveitado do conv.le do meu amigo, que seu pa- Jos Juaqu.m deItoraos Navarro deu 6 dilas M
Irao rom urna insulencia inqualihcavel o rrprtheii-. priuvira dila nos das 'I II 1-) < 14 ti, 23
dera cora aquella sevendade que he smenle pro- insidiadas e 7 na segunda dita nos das 8 9 ll'
pria du ura lioineiu bucal sera educacAo, sera desen- 12 s. U, 13 e 2,1, ju.nlicada '
voiviineulo algom Caritativo ? Mas'liqne crrio esse JoseCariolano de Souza Lima deu 1 dila na orimei
21, ju.lific.da, e l a segunda dita
pali.10. que os epilelos que foram lancadus por meu
respeilo ao rosto do meu amigo, tic.un gravados pa-
ra sempre no seu e meu c-Taces, e ura da.de deses-
pero chegari lalvez para elle, e nesta oeeasiAd re-
couinieiida-se-lhe que pnnha em paralelo n seu pru-
ce.Mnenlo reprehensivel, cuino procedimenlo innes-
lunavel du meu amigo, para eutao entrar 110 couhe-
ciuiento de que as boas acues aAo sempre mais apre-
ciaveis do que as mus.
Mas fique cerlo ee joven benvolo, que nao
btanle ter-se ausenta lo de Peruambuco para po-
ra dita 11. da
no dia 22, ju-lificada.
Lenidas Ces-r Borlamaqoc deu 2 ditas na primeira
lila nos das 21, :H). justificadas.
MailiiKano da Silva Peieira den I dila na primei-
dila, no .ha 22 julilicada, e I na segunda dita no
dia 22, justificada.
Cun.lamino Kodrigues dos Santos deu .1 fallas ua
primeira dila nos das 16, 18 e 21, ju.tificailai e
.1 na segunda dita nos das 16, 18 e 21, justifi-
cadas.
OSR.
CBI
Au
liores, como toda viiinuaiiea; nos lite pedimos por
bondade.
Vamos a ver quem cansa.Cutala que o ul.is-
marque* vendedor de carapao com parles com o ca
luiu.lem um jogo de bolla no laudo de sua lasca mis-
leriusa, onde se aglumeram cunslanlergenle nos do-
mingos c dias sanios, cerlos c determinados rapazol-
las de boro calibre, incsino lillius familias: essa a Lis-
marque he um droga*, nem lem medo nem nada
da polica faz muilo bem.
1,'rua especulacfto. CoiHa-iios que o Sr. lo- desagradi
dar mostra-lha que o n-cu corac.i.i hade ser-lhe Ueiuusiheues Jellerson daSilveira Lobo dea 9 dilas
na primeira dila nos das I. \, j, s. 21,25,
2', s. 28, 29 e 119, justificadas e 9 dilas na segun-
da dila nos dias I, 4,.>, s. 21, 2.1, 26, s. 28, 29 e
30, ju-liliadas.
Eugenio Augu-i.i de Coulu Belmoole deu I dila na
primeira dila 110 da 23, justificada e 1 dita 111
segunda dil 1 no da 23,justificada.
Joao da Cusa Kibeiro Marliado deu 2 dilas na pri-
meira -na nos dias S e 7, juslicadas e 2 ua se-
gunda dita us das ."> s. e 7, justificadas.
Joao l.uiz de Franca Miranda .leu 3 ditas na pri-
pruneira dila nu. dias 11, 22 e 23, juslicadas e 4
dilas ua segunda dila nos dias 11,14, 22 e 23, 1
nao justificada,
couslanlemenle lao grato, quaulu linde ser recio em
odiar esse horacm,' que se aireveu a injuriar sua
benevolencia.
O pai de lamilla.
JptbUcas"ti) t p&'&o.
LISTA
tas /alfas aos etludanle do primeiro anuo, dadas
no me; de marro rom iectarirao ot dias.
Primeiro auno,
i Gaspar Cavalcanli de Albuquerque I choa, deu
uma (alia na piimeira ca.leir.
. nu dia 31
22 Manuel Franciscu Cavalcanli de Albuquerque,! Juilu Alves Das Vilella deu I dila na primeira dila
deu uma Talla na pimelra cadeira, dem dem. no da I2.jusiificnda.
27 Felisberlo Jeronvmu C.elh 1, deu umi filia na Olimpio Adolpho .le Soaza Pilanga den I dila na
PEDUO DE CALASANSB A SLA
TICA.
He innegavel o sprecu que merece, e be devido as
pruducoes puelicas. c prosaicas do Sr. Pedro de Ca-
lasanseu o reconhero purera be lambem inne-
gavel que st continuar na earreira que lao cedo es-
Ireouarvurando-se era rriiico, c drsapiedadamen-
le esforcaiidu-se cm obscurecer o talentoo campo
MDeudo de glorias o Irophos, para u qual jii deu
alguus |.assus, desapparecera de suas vistas, e nao
mais o vera'
O Sr. Pedro de Calasans he poeta senlimenla-
slahe tiro nova e.cnplor que coineca a entrar
na senda Iliteraria creando o bom goalo; mas que
comeen desaniman Jo oa genios esperancosos, e as-
suinindoa auloridadedejoiz, que ca'bem b.uge
anida de Ihecaberlie cura etreilu bem evti.or.ii-
liarla a sua empre/.a. l.en-se o seu escupi no
ultimo numero do Clarimllllorarrio a Sabbalina
uo qual se acha cuinpiovado este juizo.
Principia o Sr. Pedro de Calasans apresentairoo o
seu juiz critico sobre us (Tremados de poesa .10 Sr.
Ur. Sonza Filgueiraa, uu qual se perdeudo, lomai
por taboa ..e s.ilvanienlo o ridiculo. Ao Sr. l)r.
Souza Filgueiras apellida o Sr. Pedro de Calasans de i
poeta de arremeda acho bem cabido apellidar. I
ao Sr. Pedro de Calasans dearremedo de critiuo
parque agig.ntaiido-se em imllar ao critico Iliterato !
portuguezque nem an menos tuina pur bu-sula |
os proeelloa que elle Ihe da'. < Sr. Lupes de .Meu- i
doiiua assim se esprime a critica nAo pode ser se-1
vera, sub pena ds- atacar pela rail a poesa nasfirnle,
efazeraoaanimar aa voeacOes esperancosas. OSr.
Pedro de Caanos anda f..z maissrvese dori-
diculo. Ora fallaiid.i-lhe as habililac.ies e auluri-
dade nocessarias, elle loroa-se censor, d'sviadu dea
principios que deve .observar, e ultrapasando i mis-
no que coucebeo, e como devia acontecer, cabe 110
ulros
1 ou-
nenla encarregado de repartir o cosiuraraenlu cor-
lado du arsenal de guerra, e manulaclura.lu cm ca-
sas particulares subre flanea, nan lera sido muilo res-
nelo com eslas dislribuicoes, dando para unas casas
muilo e para oulras pjuro. senuo que o pouco coin-
iiiumineule sempre recaba para quem mais precisa.
Alem de que ouvimos dizer que us rustas corlado-
res das obras que ja ganliaui o seu salario, tambera
rreeadam boa porcao de obras, c... vao especular, [ hiauo
dando a quera cosa pee menos. Ora,a ser evado, n.io
he juslica, Sr. lenle, e temos para mis que nao loi
esta a ordem que S. me. receben do mu dislinclo
Sr. director des-e arsenal ; deve haver igualdade
para Indos, e nAo bavendu quem padece he quem
mais necessila.
Consta-oda que os ladmes de cavallos e genle
du ..lirn levantaran) dosAfogadoj seus quarleisde
invern, e c-IAo fazeuda sede na Vai zea : Sr. sub-
delegado da Varzea, olhe para essa genle com for-
ro, c deive que elles espirrem para c.i', que temos
mulla gente para osag. rrar.
Conveni que o Sr. inspector da ra da Praia
(que lanos eervteat'mi prestado de combiuacao com
u da ra du Collegio, d sulire .cenos granosa que
se arruinara sobre os bancos do caes ue.sas uoites de
la, cun u raaiur desrespetto e inlaraia. Se aos ciies
leva-ae a pedradas, aos palifea leva-se as prise'.
Ua dous das dorman) a somno sollo sobre as
caluadas da matriz de Sanio Antoniu dous sujeilos de
sobrecasaca.poderiainao ser onza da uoile: collados !
Dizeni-iios que na ra duSeutior llouijesus das
Crionlas, um sujeilu lorceiava n'uma das noiles pas-
sadaa por abrir urna geloza, e era de dentro repel-
lido por si.lemnissunas descomposturas, as quaes elle
rtlriiiuia (fe |j meni forme, al que desengaado
que ua puderia invadir o santuario davuludea
Iravou de uma pedra e jogou-a no lelhado: uo era
um la.lrao, mas quera ser um aladraoznno.a Te-
mos mas e beceus, onde pde-ae a salvo malar e es-
lolar, sen) que ao menos mu inuradur se anime a
defeuder a victima ao menos se quer cun palavras.
O cholera aocaulouou-se nu Chura-Menino em
algumas is, e prinuip I.....ai-- na du liuado Se-
bastiau ; ja fez da victimas durante esla emana,
e existen) tres doantes, o n.io poda deixar de ser
assim, porqoe alein de ler ella sido un principio
nial desinfectada, por nao poder sei melhor, hoje
he habitada por.rnutta genle pobre, mal pastada, e
! -11;: :iii-i.i.- vestida .' a casi he |ior sua nalureza
hmida, e agora ;mais que nunca be ura luco de
immundicias, alm de estar edificada n'um local de
peesimas cuudicocs, gbnlanoso por lodos os la lu,.
O Sr. Dr. Rufino, que lem tratado dos doenlcs
cora ludo u zelo, vc-se em grandes dilliciildides.
porque nAo he pussivel, que all deivciu du cahir
lodos, que moran-, vislu a habila^lu eslar cura-
plelamente infeccionada. Princips obsta: cuii-
vcni qne a pulicia faja Iransporlar, seja la para
onda f.'ir, essa guille, c maule abrir as portas da
casa, cala-la, desinfocla-la, alim de que o mal nio
progrida, no entretanto he. rnsler haver Iraiiquilli-
dade de espirita, e promptidAa mis rorinalidailes
dos enlcrraincotos.
Por causa do baile dos chicoenla.siippomns fiea-
r a Indo o primeiro baile, masque da nova aocie-
dade da rua da Praia para o domingo.
Ha na rua Velhl da Bol-Vista 11111,1 casa, que
fez um vol de bauliar a lodos que passam por bal 10
Arl. 20. Cora o hospital dos la-
2:UOU5tMJ
-3:300ri00h
i:U0(iy(KI
Arl. 21. Com os esjiostos. .
Arl. 22. Com o soslenlo e curati-
vo dos preso, pobres.......... 28:0IMr^iK)(l
' Arl. 23. Com as recolliidaa do
Convenio de Coi.una.......... -' 17-vn h .
Em seguida entra em discusso o arl. 21 que diz o
segunde :
Art. 2i. Com as de Igoaraat.. ((KWKKt
vai a mesa e he approvada a seguiul
a discuss.lo em seguido nao pule doiiar de pedir
a palavra para expender as nimbas ideas laes, i,.., -
se apresentarar ao meu espirito em vista do cou-
tralo, em vista .lo parecer e ero vista daaproposlas,
que se ipresentaiam,e u farei de um modu franco e
Mocero.
Sr. presidente enleudo qoe a illuslre commisso
procedeu muilo regulaiinenle quanlo aos dous pontos
do contrato que pstiivnra sujeitoa 11 sua [reciacao, as
horas de durar,!. da luz. e o accrescimo de despeza.
Na verdade acerca do accrescimo de despeza en-
lenilo que tres ciinlus, de res nao era quanlia lal.
ijue fosse bstanle para qu-; a commisso recuasse
mte illa, e que esla assembla por sua uo acceila
cao .esiiatiirasse nu nuililicasse as esperancas que
deve ler para a reaiisuca-i de mclltorameuto tilo iin-
porlaute. Olanlo ao augmento das horas enleudo
.. emenda
1.0111 as de lguaras-11 StHlNHN'.Abilio lavares. ; lambem que a commisso protedOO regularmente
bucci ladea discussAo he o arligoappruvado e re-i pelo lado ecuiiomiru e n.esii.u lalvez que pelo da
gestada a emci.ia. utilidade.
Seguidamenle entra em discuso, e he approvado
o seguiule art. -i".
Arl. 27. Com as de Olinda. ."lOtljDtlO
Eulra em dhcustao o arl. gti, que diz assim.
' '. Arl. 2. Cm as de Papacac., inclusive a grali-
nrafAode i(IO?(K)(l para um .apellao.. I:IHI3i>HJ
OSr, Abilio: Sio devolveu oseo diacorso.
O Sr. Jos l'edro responde ao precedente orador,
dando as raziea em que se fuudou a commts apgmeol.r a verba.
O .ir. Abilio:Sr. presdeme, n senlimenlo de eco-
noma que tero presid 10 aa deliher.c,6e. desla casa,
leyou-a a rejeftar uma emenda, que Uve a honra de
ouerecer sua considerarao, com reflKucia a Papi-
ein lugar de ser temporario, sera |ierpetuo
f l S/'. Deputado : il'onde l.roii essa illarao''
O Sr. Sancimenlo l'orlella:Eu explicare) me-
lhor. Crea-ae uma nova freguezia na. prosimida-
des da cidade em lugar aro que aetualmenle nao ha
illuiiunarao, e ueceasila de ser illominada : n.io le-
rao os rnntral .dores o diieilo de contar p:a.-.o de
:W anuos desde da em qoe estabelecer. 111 a illu-
minacAo nessa nova freguezia.
Um Sr. Deputado: Da modo nenhum.
O .Vr. Sancimenlo Porlella: Vejamos o que
diz o,ai ligo 3 do conlralu :Fica.n lambem......11-
prezarios obrigados augmentar esse numero .1-
mil ) ruin os combuslore., que o governo jolgar ne-
cessarias pela mesma rbrma, prei.o .. cou-iiroes
contratadas para os mil.
0 arligo 13 diz que esparo de :'.!! .muios sera 1011-
lado para cad 1 .lisirrio, quarteiro ou fregoezia do
dia ura que principiar a illoninacao rrspeeliva.
Ora quaes sao a forma, preeo e eondiroaa '.'.,. sao
Ku purera, leoropanhaodo a commisso ueste mu- i alem de .miras o preco de :l'l*is. e a dor. cao de :KI
anuos eooiadoa .!. dia em que a illominacAo tor-
nar elleetiva : logo, o contrato "em vez dn durar .'10
anniis durara por I illas vezes :UI anuos, q.iiulos fu-
rrio o aogmenlo. de mil eomboalore que se lize-
rem alem .ios mil agora COutralados, e toruar-se-ha
assim um contrato nerpetnn.
1 m sr. Deputado: E que mal vem dahi Y
O Sr. Sasclmenlo l'ortelta : V. que m;d vem
dahi, pergunta o Sr. depnlade : Responder!.Des.
de quando se eslaheler.-u a illumin -cao a gaz em
Londres J Em |S|0, e em Paiiz ein'lMI.7. E des-
das suaS varandascom oorioi de infusu
precia que ueisa casa uu n.io lenha genli
casa de lioncafto, (pie a galliuha podo
tira, he
ou seja
.. mais do
que o gallo.
Hospital de Catidade, II de jonho.Entraran) 2,
saino I. c morrea oulroeuslem 7S.
Cumoriminlb de posturas. lloniem .1 ma-
triz de Sanio Antonio 'repicoa 22 uiiiiulos consecu-
tivjs para chamar ns fiis nussa do Siinlisaimo as 7
horas da maoliii! Assnn se compresa as pusluras ;
asiim ae desafia 11 respectivo fiscal! !
Sanio .intimo. Moje he o dia em que ha
bem puncos anuos toda popularlo de uossa pro-
vincia se encina de alegra, e recordava is virtudes
de seu proleclor, e rara era a casa que nao accendia
suas velas 10 milagroso Santo! Mas ero sojnhra
desla alegra boje se divisa Acabuu-se o dia sanio, I
e cun elle ludii 11 pra/.ir.
At amuiilia
Nao entro na apreriaeo das poesas do Sr. Dr.
Souza Filgueira as quaes anda nem li | purqne be
agura um trabalho bem arduo para 1111111 apenas
escrevo dehauo da impressan que deivuu-me a cen-
sura ridicula que o Sr. Pedru de Calasans faz aos
senaarreiuedos de poesa.
Coniiuuando a sua Sabbalina passa o Sr. Peoro
de Calasans a analizar succinlameule espuelas Ba-
liiauusejulga definitivamente. A Balita lem li.lo
alguus buus poetas he verdade ; mas de alguna
anuos para ca s visconde da Pedra-branca se "dis-
tingui dessa ulluviAo de improvisados bardinbos
dos palanquea do 2 de julho. Com elleilu u Sr. Pe-
dro de Calasans nao lem conliecimculu dos puelas
Bahanos.
Para prova vou cilar-llie alguus dos poetas, que
se coinpreheii-.lcn na poca que elle menciona
desde o viscuiide da Pedra-branca al nos e per-
gunlo. Sera bardioho dos palanquea do2de]ulnu
o Sr. II..II,.11. Camacan i .Qnemdeilara' de reco-
nhecer ooSr. B. Camaean glisio, boa eoucepcSo, o
facilidade as suaa prvducuesl O'iem nao respeita-
ra' au puela Bahiauo, que o Brasil uo admira an-
da, porque he su a sorle dus genios .' e que lal-
vez, cuino ., principe dos poetas opaida poesa
pica se levante, apd. sua marte, orgulhuso a lor-
rAo que o vio misccr ? !
Alem de nutras produeces suas, cm que o poela
deixa vera suhlimidade de su.s conceprjvea, ah te-
mos uma O.lepublicada cm 1831na qual u poela
ebriaiso queremio mostrar os iaeoncuasoa sobre ali-
cerces que esl/ a.-i-nlada a igreja, e os seculos que
lem atravesado a Cruz de Chrislo sempre victoriosa,
assim se exprime.
Do leiiq o illimilado
,\o ocojiio infinito leve barca
Seu rumu be para as plagas de alem vida
Serena se deshsa
A cruz sua bandeira
Apreseulare vntroo Sr. Almeida Freilas. Se-
ra bardiulio .1... |Mlauques do 2 dejolhu u Sr. Al-
meida Fieilaa. que Collocou-se a par dos poetas do
scula com uma nica pro liicao sua.1 Pensativa?
Ouein len-lo-.i. quaudo eile q.ier determinar hora
em que vio anjo. que to docemenle imprentona
sua alma, nAo senliia' no fundo do coracao um doce
sentir, de que o poela aoube revestir as* suaves ev-
preasoes, que nos dizem a hora do seu airnubn '.'
Cuino Iraduz elle lambem essaa huras da larde era
que u sul se val perder alera .... Quem nao dar'
ao niencs mu doea suspiro as suas ultimas phrases.
quando o poela diz :
F.ra na horra era que o sul
O rosto nanita no mar
Depnis de n'um rain trmulo
San.loso adeos nos mandar.
Nessa hora lao suave
Fin que o nnssn lindu eco,
lera laais encanto, e pureza
Km seu ailado ven.
Em qm: o eicio Beijando mimosa ilor,
I! 1 1 nina nota modosa
l'.i. mu suspiro ,e amar.
llora de lernas leml-raii.;..-,
lima de melaucoliH.
llura de amor, de saudade,
Ilor?. luda poesa.
primeira cadena, dem dem.
id Maximino Bibeiru de Asedar Munlarrovos,
deu uma falta na primeira cadeira, dem 1 icm.
3S Feliciano lleniiques llar.linau, deu uma falla
na 1 11:11.111,1 cadeira, i-teiu dem
13 l.uiz Jos Carneiro de Souza l.acerda,deu urna fal-
la na primuira cadeira, dem dem.
Terceiro anuo.
17 Amonio liipli-t.i Gilirana Costa, deu unta falla
ni primeira cadeira, 110 da 31.
2.7 trancisco t^eraeiittno de Vasconcellos Chaves,
den ama dita na primeira cadeira, dem dem.
32 Antonio Bogeno Freir de Carvalho, deu uma
dita na primeira dila, 1 lem dem.
3 Jos M.11 qi.i-s Camilo, deu uma dila ua primeira
dila, dem dem.
33 lli-urique Pereira de Lacena, deu uma dila na
primeira dila, dem dem.
0 Jos Francisco Viapna, .leu uma dila na primei-
ra dila, dem dem.
i I Manuel Candido eje Araujo Lima, deu uma dila
na* primeira dila, dem dem.
12 Ernesto Francisco Lima Santos, deu uma dita na
primeira dila, dem dem.
13 Salvador Vcenle Sapucaia, deu urna dila na pri-
meira dita, dem dem.
i! Miguel l.u.z Yiaiina, deu nma dila na primeira
lila, dem dem.
1.7 Juliu Accioli de Brilo, den uma dila na primei-
ra dila, idem dem.
'it, Joao Pedro de Alcamim, deu uma dita na pri-
meira dita, idem dem.
17 Xoaquiin Jos deOliveia An.Irado, deu uma dita
na primeira dita, i.le.11 dem.
S Francisco l.uiz Correa do Oliveira Amlra.le, deu
uma dila na primeira dita, dem dem.
1) Antonia Joaqaim de Magallnles Calro Jnior,
deu una dila ua primeira dita, dem idoin.
.7(1 l'hunia/. liarcez da Uncha Vasconcotlua atahlene-
gro, deu uma dita ua primeira dila, i.tem dem.
.71 Tbomaz Antonio de Paula Pessoa, deu uma dila
na primeira dila. dem idem.
72 Brnuiuo Candido Meudes, deu uma dita ua pri-
meira dila, idem idem.
73 Joaquim do llego llanos, deu uma dila ua pri-
meira dil, idem idem.
.71 leonino Claro dos Sanios e Silva, deu uma dila
na primeira dila, idem dem.
.77 Paulina Ferreira da Silva, deu uma dila ua pri-
meira dila, idem idem.
ABRIL.
Primeiro auno.
Benedicto de Barros Waaconcellos, dea 2 fallaa na
_ primeira cadeira nos ibas l!l e 27 juslicadas.
EslevAo Lopes C.islello llrai.c.i Jnior, deu I falla
na segunda cadeira, no da i justificada.
Gaspar Cavalcanli de Albuquerque L'cho.i, deu 2
fallas nos das 1 c i justificadas.
Pedro da Veiga Orncllas, den 2 falla, us dias 5 e 7
e 2 fallas na segunda cadeira us dias o e 7 jusll
liradas.
I.e-nciu de S Cavalcanli d'Albuquerqua deu2 fal-
las ua primeira dila uos das I e II justificadas, e
i fallas ua segunda dita nos das '1 e 11, lli, e 27
justificadas.
Paulo Martins de Almeida deu I falla no -h-i 2li
na segunda dita justificada
Franciscu Dias Carneirn Junio.- deu fallas lia pri-
meira dila uos das 2, 22. 27, e 211 sab. justifi-
cadas e i fall is na segunda dita nos dial lli, 21,
27 e gli sab. justificadas.
Joaquim Jos de Campos deu 3 fallas uu primeira
dila nos nas II, l'.i, 27 justificadas.
Mauoel Francisco Cavalcanli de Albuquerque .leo
3 falla, ua primeira dita us dias I, 1,5, 21 e
2-7 justificad**, e I na segunda dil. no") da i jus-
tificada.
Manuel Lopes de Azeve.lo e Araujo dan I falla na
segunda dita no dia 2:1 justificada.
Fehsberlu Jerunvmu Cuelho deu 2 fallas na primeira
dita nos dias le 21 justifica use I falla ua segun-
da dila nodia 15justificada.
Ameiieo Nelu de lleudon^a den 1 falla na pri-
meira dila no dio justificada, e I falla na segun-
da dila nu da 211 justificada.
Joilo Uenriques Nafra deu t falla na primeira dila
uo da 12sab. justificada.
Ileurtque de Souza Lima deu I falla na se-
gunda dila nu da .7 justificada.
Bodrigu Ignacio de Souza Meiiezes den I falta na
primeira dita no dia 27 justificada e t falla na
segunda dita no .lia 1.7 luslilicada.
t'.arlos Jos de Mallos Vjoiqu.if'trr17 g fallas *u.i pri-
meira dila nos .lias J^SjTisiJiica.l..-, a -' fallas n.
segunda dita nos dias 7 e 27 justificadas.
Joao Fernandes Luna den I falla ua primeira dila
no dia 21 justificada e I Ma na segunda dila no
da 21 justificada.
Feliciano Uenriques ltardman deu I falla ni pri-
meira dita uo illa I justificada.
Jos times de Souza Portugal Jnior, deu 2 faltas
na segunda na. us das 21 c 23, justificada..
Antonio Serephtco de Araujo tioes. deu 3 fallas na
primeira dita, nos dias 21, 22 e 27 justificadas e
li na segunda dila, nos das 1.7. Iti, 21, 23, 2.7 c 2S
justificadas.
Joan Carlos .le Men doea Vasconcellos Jnior, deu
I .'alia na primeira dila, no .lia 21 justificada e I
na segunda dil*, no .lia 22 justificada.
l.uiz .tus Carneiro de Souza Lcenla, deu .7 fallas
na primeira dila. nos .lias I, i, j sab., 21 e 22
justificada c 2 ua segunda dila, n-a dias i e .7 jus-
tificadas.
Joaqaim Moreira de Castro, deu I falla na scguuJa
dita, uo .11.1 23 justificada.
.lona Napolcao de Carvalho Moura, deu I falla na
segunda dita, no dia 23 justificada
primeira dila no da 21, justificada e I dita na se-
gunda dita no da 21, justificada.
Antonio Justino de Souza deu I dila ua primeira
dila 110 da 21, justificada e I dita na seguud di-
lua lio da 21, Justificada.
Antonio America de L'rzedodeu '.I dilas mi primeira
dila nos das II, 21, 22, 23, 25, 2li. s. 28, 29 e 30,
justifica las o9 dila. na guma dila us das II,
21, 22, 23, 27, 2li. 2S, 29 e 30 justificadas.
Cario*Spindiu de .Mello Mallos deu I dita na pri-
meiradila no da II, justificada e 1 dila na se-
gunda dila uo dia 11, justificada.
Aureliano Augusto Pereira de Carvallio deu i ditas
na primeira dila uos dias t, 1, 9 e 17, 2 nao jus-
licadas 3 dilas na segunda dila nos las 1, 15,
e 311, 1 sal, e t nao justificada.
Olimpio M.rcelluio da Silva deu 10 ditas ua pri-
meira dita nos da. 1,-1,5, s. 7, 8, 9 11, 12, a.
1 i e 1.7, justificadas e 9 dilas na segunda dila nos
dias I, i, 5, s. 7, 8, 9, II, 12, a. e li, justifi-
cadas.
Antonio da Tindade Antones Mein Uenrit"es
ditas ni primeira dila us diasl e 21 jusl.
Benjamn Praiiklm deOilveiri Mello deu I dita na
primeira dita no da I, justificada e I dila na se-
gunda ..la nu da I, justificada.
Epaininunilas de Souza Gouve deu uma dita na
primeira dita no dia 21, justificada e 2 dilas na
segunda dita nos dias I 29, justificadas, '
Ciceio Odn Peregrino da Silva deu uma dila ua
primeira .na no da 21 justificada e 1 dila na se-
gunda dita'ne dia 23 ju-tilnada.
JuA<> Gouzaga Bareellar deu I dita ua primeira dila
.....Ha 21, justificada e 1 ua seguuda dila uo dia
21 calificada.
A.Homo Caldiuo de Abreu Soares dea 3 ditas na
primeira lila nos d,..s II, "t e 23, justificadas C 2 "
lilas na segunda dita n.i. lias 2 e J (justificados.
Pe irn s-ecuiidiim M-udes Luis deu 5 ditas 1 pri-
meira dila nos dias lli, IS, 19, s. 21 e 23, josti-
li.a-las e ftua segunda dila nos das 16, 18, 19, a.
21 e 23, justificadas.
Jlsu Ciraco Soares Baposo Kiinnia deu I dila 11a-
pnmrira dita no da 23. ju-iilicada e I dila u
segunda no dia 23, justificada.
Arialide. Leibnili da Silveira Lobo deu !l dilas na
primeira dila nos das I, i, 5, s. 21, 25. 26. s. 28,
29 e 30, juslicadas v 9 dilas 11a seguala dil. nos
das I, ',, .,, s. -j|, -.;,, -je, s. 28, 29 e 30, justifica-
das.
K v inuii 1,1 Parlado de Albuquerque Cavalcanli dea
2 ditas na primeira .lita us das 21, 23 ju-lilica-
das e I dila ua segunda dita nu da 21. justificada;
Manuel iN'ello Carneiro de Souza Bandeira deu I
dita na primeira dila nu da 21, justificada el dita
n. segunda dil no da 21. ju-lilicaJa.
Rotulo Ciellio da Silva deu 2 ditas na segunda dila
uos das 21 e 23. ju-lilcadas e ti dilas na segn
rl dila us das 7. II, II, 2l, 23, 26, s. 3 fallas e
I sal, n.io ju-lllicadas.
Pe iro Caiasaus deu 3 dilas na primeira dila nos dias
22, 21 e 25, jusl.. e 3 dila, ua segunda dita nos
das 22. 23 e 27 ju-l.
Jos C.ucalves da silva deu 5 dilas oa primeira di-
la nos ia, 22. 23. 27. -.6 e 29, ust. e 5 dilas ua
segunda dila nos don 22, 23, 25. 26 s. e 29jusl.
F.-lu ,idu '..in- C. Valdea... deu 2 dilas na puniera
lila nos dias le II. jusl. e 1 dita na seguuda dila
uu dia It. jusl.
Francisca Uanoel Paraso Cavalcanli deu I dila na
primeira dila no dia 21, jusl.
Eduardo Kaslcllv deu 1 dila ua primeira dita no
dia 29, jusl.
Francisco de Paula Saulos Jnior deu uma dila na
primeira dita no dia 1, justificada.
Americo Fernandes Trigo de l.oureiro deu 3 dilas
ua primeira dila nos das 12, s. 21, 22, 23 e 30,
juslicadas e .7 ditas na segunda dita uus dias 12,
s. 21, 22. 23. e 30. justificada..
Aprimo Cailos Pessoa de M-llo deu 2 dilas na pri-
111 ira dila nos da. 5 e 21, juslilic. e 2 ditas na
segunda dila nos das 5 e 21, justificadas.
Benjamini Jacinlhn Thoinaz. deu 17 ditas na pri-
meira dila. nos das 7, 8, 9, 12 s.. II, 15, 16, 18.
19 s.. 21. 22, 23, 2.7. 26, 28, li dil.s simples e 3
sahbalnias, 30 ditas na segunda dila, uos dias
7,8, 9, 12, l, 17, 16. IS. 19 > ,21, 22, 23, 25,
26 I., 28. 29. 30, idem.
Auluuio Jos de Amurira, deu 2 dilas ua primeira
1 1 i. n lia. II, 23 jusl., 2 ditas ua seguuda
dita, nos dias It, 1.7 jusl.
Francisco de Paula B. I.eile ilran-IAo. deu 3 dilas
na primeira dila, nos dias i, >, II, I dita e I s.
naojii-l.. 3 dilas na segunda dila nos dias 1.3, II.
I .lila I s. uo ju-l.
Abilio Alvaro Martina de Castra, deu .7 dilas na pri-
meira lina, nos dias II, 15^22, 23, 30, 2 lulo ju-l.,
J dilas ua segunda dita nos das 9, 15, 22, 23, 30,
3 mln nal.
Amaro Joaqun) Bapozo de Aiboquerque, leo 2 di-
las na primeira dila, nos dias 11,12 jusl., I dila
ua segunda dila no dia 12 jusl.
Ernesto F.i uudo.de Castro Mniezes, deu I ditana
primeira dila, na da 21 jusl., I dita-' na segunda
dipi nu da 21 jusl.
lerceirn auno.
Agelo JoseConzaga, deu I falla no dia 22 aa pri-
meira cadeira, I na segunda e I nAo justificada.
Angosto Elisio da Fiinteca, deu 2 dilas na primeira
dita nos dias21.e 22juslificadas, e oa segunda di-
la no di.i 30 justificada.
Franrisco Jos Martina Peana, ren I .lila na pri-
meira dita no .lia .7 justificada, e na 'seguuda di-
ta nos das 5, 11 justificadas.
Joao JuvencioFerreira de *guiar. .i.-u 2 ditas n.
primeira dila, nos das 18 c 19 ; e ua segunda dila
no dia 1 justificadas
Manuel.Ilemeleriu Baposo de Mello, deu billas na | J"se tionfave. de Moura. deu
justificadas
9 e 23 jus-
primeira lita, nos .tas 7. s, 11,12
e .7 na segunda dita, nos das i, 7,
ile Calasans. sera bar.li- tiflcadas.1
d" Z de rutila o ST. Dr. Bonita- Jnaquim de An.lrade Fortuna Pessoa. deu llalla
.1 que l.io suave e meliflua- | primeira .Illa, 110 dia 21 justificada.
Manuel Anluni's Pimenlel Jnior, den 2 fallas na
primuira dita, nos das 1.7 e 21 justificadas, e 2 na
segunda dila, nos das 15 < 21 juslicadas.
I dila na primeira
ua segunda dita nu
9& *> a$fcft.4ayttf|||C0,
du de peu-ar mi poHO deivar jia-sar una propasa-
c.l.i enunciada pur aquelle de seus raeinluos que
acaba de seular-se qual a de nao ler esla assembla
direilo de reprovar n ronlralu por ler a pre-i lenria
contralado em verlude de uma autoiiiweAo dada
por esla casa na lei do oianienln vigente e com.i
lal n.i precisar de approvarao. Pergunlu en ao nu-
bre depuladn qual loi a aulnrisacAo que se deu o
presidencia ".' era que lermus'e com que forca '!....
Dru-se aiii.,ri.aran para contratar a llliiininaca.i
ngar.com llenrv Cib.im e Barros Brrelo, ou em
quem melbori-s vantageiis nflerereasp.rnm lauto qnel de entilo al boje a arienew nao lem feilo pr
nao se excedesse a respectiva verba da le, aquella
aos'.'... Tem; lano que hoje ja sejulgii prefeiWela
A assembla provincial nceopoo-ae hontein eom a
segunda discusso do projeclo que approva o regu-
lamanto dado pala presidencia a easa de dclenrao.
Tomaran) parle no respectivo debate us Srs." Flo-
rencio, Barros de Laearda, Mcira e Francisca JoAo,
sendo aliual adoptada uma emenda, approvando
provisoriamente o regolamenlo exilenle, e anlori-
sandn o presidente a fazer aa alleracnes quo forera
convenientes, sendo as inuililicaces postas logo em
exeeoeao, mas depeudenlet da approvarao da as-
sembles.
Passando .1 -.- :on 11 rliscaMo du nrcamenlo pro-
vincial, appruvou u artigo 10 coro os 29 paragraphos
Anda pergunlo ao Sr
nhu dos pal 111 |ue
ca de Abren ? e-
mente lem-noa dadu IAo bellas llores, com que va-
mos preparando nina bullanle aureola para deisar
mus a poaleridiide *.'
NAo aprsenla mais alguna, porque bastarla ura
s.i |iara dar o desmentido a' proposicio do Sr. P. de
Calasans.
A Baha lem lulo algn, bouspoelaa, lie verdade:
mas do alguus anuos para ca sii o vi-ron-le de Pedra
Brancaac distingui dessa illuviAo de einpr.ivi.ados
bardinhosdos palanquea do 2 de julho. Os poetas ri-
lados se coiuprehi'ii.ieni ne-s,, poca ; ora, 011 eSla
sAo bar.linb vs .I.- palenques do 2 descunhecidns pelo Sr.
dos casos evcuk'U-se
do o talento e mrito ; no segn.],., migando in- i Francisco Paonil Fernandes Bastos, deu 2 tallas na
coiiipatenlemente. primuira dih-.uos dias |o ,, e 2| justificada,. 2 na
Diz mais .. Sr. I de Cilas.ns. que somos supers- I .e:iiu.l. dila, nos das 21 e 27 josflendaa.
Uosos pelos poetas hahiaonos, digo-lhe desde ja I ciaiidiiio Francisco de Araujo nanla, deu llalli
qua o iiau son. P. de C.las.ins; 111 qualqner j Jai
no primeiro. descanhecen-1 dita, nodia 23 justilicAda
dila, no da 2 justificad
da 1 justificad
Jos Mariaunn da Cosll, deu 1 dila na primeira dit.,
no da 21 jn-lilicaila.
Manuel Innoeeneio Pires de IVgueiredo t;.margo,
.leu I dila na primeira dUa, 110 dia 21 ju-iilira la.
Jo-e Manuel de KreiNs, deu 2 dilas na primeira di-
la. luis das 2 e 311 pislificadas.
Jo-oj Francisco Lopes Lima Jnior, uea 1 Lilla na Francisco Merlina da Fans.ea.deo 3 dila. na pri-
pnroeiradiU. no da :HI justificada, e I na segan-1 meira dila, nos das | 't e u-lincadas, e na
da dita, no dia WjosliBcada. segunda dila no ,1,,, |fi jaslificds.
Manoel Januino Be/erra Montenegro, deu I fulla I Auluuio Baptist, (iilrana Cosa dea-Mitas na pri-
m primeira dila. mi dia 15 juslilieada. mena dila. nos das 21 e >> justificada.
Pedro Alexaiiilnno Alios, de Mello, deu I falta na Francisco j ,.e Femandea Uil'rana, dea I dila na
primeira dita, nu .....21 justificada. primeira dita, no da 21 ju-lilicada.
Manoel da Cunha ligueire.lo. den I ralla na seguu- Manuel de Araujo dus Santos Pereira, deu 2 dila na
1.1 dila. nos .lias 21 e 2i iiislihrada. nnniai .1.1.. .___.;. .. 1 ,..i,ii-..i.. e na se-
inel di Confia ligueire.lo. den I falla ni seguu-, Manoel de Araujo dus Santos Pereira, deu 2
. dita, nos .lias 21 e 2d ju-lihrada. primeira dila, nos .lias 7 e .< justificadas, 1
1 Anliinesile Alencir, deu I falta mi seguuda gnu la dita no dia 7 jiislilradu.
_.a jiisiiiir.
Jiise Silvano llermogeoes de Vasconcellos, den 2 di-
las na primeira dila us diaa Se21, e na segunda
lila mi dia 18 justificadas.
Jos C'ilaudriui de Azevedo, deu I dita na primeira
dila, ni dil I i justificada,e na segunda dita lio dia
12 ju-iili ada
I ----------------------------------------------I ll.l IN ||l|i II O .... ., 1 r 1 1 l_ lll-Hlll < I I II I I I IM'I
aprecio o monto e louvo os talenjoa dos que eompfie Fenelon Cesar Burlaraaque, den I ralla ua primeira Manuel Ceibo Cintra Jnior, deu 13 ditas na pri-
0 mondo Iliterario. dila, no dia 9 juslilicata.e 4 na segunda dila. nos meira dila, nos diaa l,' 11, 1.7. 16, 18, 19,21
Son siipcr'licio-o. mas pelos poetas brasiltiros, se-1 dias 1, t 21, 26 s, jusiific .das. 22, 23, 25. 26 sabatina. 29, 30, e na seaunna dita
ja qualqner n ranlo onde ecbuein s suas vozes. As-lJes Mariano de Campos, deu I falla na segunda lio-das 12 sai.alina, I i, 1.7. 16, IS, 30 juslilieadas.
sim cuno me esforca por Arredar a venda qoalm-1 dita, no da 23 justificada. Manoel Pereira de Meraes Pinheiro, dea 2ditesna
pede ao Sr. 1*. de Calasans ile'olhar para a Babia. Innoeeneio Marques de Araujo Ciies Jnior, den U primeira dila, nos dias 22 e 23 justificadas.
faltas na printelra Vita, na dUi 7, s, 9, 11, 12 Antunio Trizeiri Belfurl Ro*o7deu 1 dit.i na pre;
ib., II, 15, 18e 19 sab.. justificada., e It) na meira dila no dia l, e na segunda dila nndia 13
segunda dita, nos das 7,8, 9, ti, 12 sab., Ht juslicadas.
1.7, 16, 18 e 19 sab., justificadas. I Fr.inris.o Cleroenliiio de Vaiconcello. falaajjajjajjajna
ilermillo DuperoD, dea 1 fall na .primeira dita, uu I 10 dilas na primeira dila, nos dias 1, 2, #*?<-
cuino berco de alguus poetas, que hoje ella conla
nrgulhosa, as.HH lambem o feria, e vendada preleu-
dessejular os de oulra qualqner provincia, sendo
esle. ronbeci.lns por mim. Me orgulho du Babia
contar poelas romo us que meucionei.por erein lira-
J
4
MUTILADO

ILEGIVEL


DIARIO DE PERRBUCO SFXTA f-'U 13 DE JURHO tf 1856
\

>.
li.hn.i. 7, s. 9, II, 12 sabatina justificada, 14, e
na segunda ilil Aius llu.idos.
PeJru ae Alcntara Minada Vera, dau 2 dilai na
primeira dila, nos dial I e IS justificadas, e ua
agamia lila lio ola IN justifica-la.
Severinu DuigCa neiru, deu \ ditas ni primeira ca-
deira, mis d'as 2, ti 19 e 31 justificadas.
Leaudro Franciscn Burgos, deu 1 dita na primeira
iliU, no da 21 justificada,
Virgilio Alves de l.ima Gnnlillio, den 3 dita* na
pimi-iM dita, n das I, 2.28 justificada,, e na
segunda dita us-dias 1. e lid justificadas.
Francisco Jo< ue Vasc 11.--11)~ Lean, den 2 ditas na
primeira da, noi das I i c 22 justificadas, e 2
na segn la justificada'.
Antonio Rupeno Freir de Carvalho, deu 11 ditas na
primera din. nos dial i, 2, 1, 3, 7, 8, 9, *11. 12.
I i 13 juslifirml.s, e na secunda dita uos das -i,
5, 7, 9, II, 12. II e 13 justificadas.
Manoel Peil >to de Lcenla Ve me k, deu G ditas na
primeira dita nos dia> 8, 9, 21, 22, 2:1 e 28 ju.li-
lic.idas, e ua segunda dita nos Jim 9 e :l jusli-
licadat.
Jos Marques Camarho, deu 6 ditas na primeira di-
ta, nos da- 1, *. 3, 22 e 29 ju-liliradas, e na
egunda ilila ir dia* 4, 3 e 30 justificada-.
Heunqiie Pereira de Luc-na. deu I dita na primei-
ra du i. no dia I juslilicada.
Jos Aiiluuio Coelh Ranialho, d-u I dilas na pri-
meira dita, nos lili 7. 8.9 e 2:1 justificadas, e n.i
segunda dila nos .lias 7 e 8 lusulicadas.
Miguel Joaqun) de Almeja Ci-Uo, deu i ditas na
primeira dita, n.s dias 2S. 29 e 30 justificadas, e
ni segunda dita ni da30justificada.
Jnliao ila Cost. Monleiro. >eu 3 dlUI ua primeira
dila, nos .iia2l,22e 23justificadas, e ua segun-
da dila dos dias I 15 juslilicdas.
Jo,o Franc cu Vianna, deu (i dil.s a primeira dila.
nos da I i, 18. 21, 22, 23 e 30 justificadas, e na
seituina dila nos das 4. I i, 18e 30 ju.lilicailjs.
Mauoel Cin li lude A'auju Lima, deu I dila na se-
gunda .lila, no dia 13jusulicada.
Erue-lo Francisco de Lima Santos, den t dita ua
St naiiia dita, no di 30 justificada.
Salvador Vicente Sapuc.ua. deu I .1 la" na primeira
dita, un da 13 justificada, e ua seguudu dila no
dia 13 justificada.
Miguel Luir. Vtanua, deu 21 lilas n.i prm*ira dila,
nos rti.s 2, 4. 5 sabbaiiua, 7,8, 9, II, 12,14,13,
16, 18, 19, 21, 22, 23, 2>, 26, 28, 29 e :t justifi-
cadas, e na segunda d'.li ims das 3, 7, 9, II, 12,
ti, 13. 16, 18 a 30 justificadas.
Julio Arci-.li do Brila, ueu 1 dita na primeira dita
justificada.
Joaqun) Jos de Oiiveira Andrae, > 1 - primeira dila, as liai'l, 2, 4. 3, 7, 8, 9, II, 12,
14, 13, 16. 21 justificadas, e na seou la dita nos
dias 4, 5, 7, 9, II, 12, li, 13, 16, 18 e 30 jusli-
ficnlas
Franei-co LuizCorrea de Oiiveira Andradc, deu 8
ditas na primara dita, uus din 1,2, 1, 3 sabba-
lina, 7 jil-tiraila. 12, 21, 22. 21 i e ua si-guuda
dita n-is da 4, 3, 7, 12, 16 ;UIjustificadas.
Antonio J laquini de M 'S-ilhAes Castro Jnior, deu
4 ditas na primeira dila, nos da-. I, 2 mullicada,
21 e 29, e ha segunda dita no illa 13 justificada.
Thnmai Garcei da Kocha Vasconcelos Montenegro,
'deu 3 ditas na primeira dita, nos i-s I, !. I i jus-
tificadas, c na seronda dila us das I, i e 11 jus-
tificadas.
Brauliuo tendido alendes, deu 22 ditas, no- ilias
1.2,4.3.7,8,9,11,12 sabbalina, li. 13, 16.
18, 19 bbHua. 21. 22, 21, 23, 26, 2S, 29. 30 ;
ua segunda uila no das i, 3. 7, 9, II, 12, II,
13, 16, 18 e 30. I -ni 2\ u :u justilicad-s na pri-
meira ea leira e 10 na -/cunda uju justificada-. *
Jesiriuo Claro .iusSanios eSilva, deu tsde-s na pri-
meira dila, nos dias I, 2, 21, 22, 23, 23, 28, 29
. ju-llii-.i tas.e oa segunda dila us das 29 e 3J jus-
tificadas.
Paulina Ferreira da Silva, do 22 lilas na primeira
dila. n li.s I, 2 i. 3, 7, 8. 9. II. 12. li. 13,
16, 18. 19. 21, 22. 21, 2>. 2li. 2S, 29. 30. e na *~
gundi dita nos diaa i. 3, 7, 9. II, 12, 14, 13, 16,
18, e 30 toja, jallficailas, 23 na primeira e 10 na
segunda.
(Ruarlo auno.
Agostiuho Emilio ne Ledo Jnior, deu 3 filias, na
primeira ca.l.-ira nos .nas II. 12 ., I6,jusiilicadas,
-vj'.'ji -eauudj dita deu 3 ditas uos das 11, 12 s., e
14, pawlifiraia.
Auiceto Jd.r- Borge*. deu i dita no dia 23,jutliiica'la,
c na seguuuti .dita deu 1 dita uo dia 23, justifi-
cada ,
Antonio loso de Alcoira, leu 2ditas nos dia 13 e 22,
justificadas, e ua egunda -liu deu 3 ditas nos da.
13, 21 e 23, justificada.
Ceiar Octavian* de Oiiveira, det ;j dila na primei-
ra dila uos dia 11, 12 e 22. juslicud-s, e ua se-
gunda dila deu ditas mis d ia (1, 12, 22 san., e
23 ju.t.li-ada.
Francisco Ferreira Correia, deiu I dila uo dia 22,
na nuil-ii.i dita, justificada, e na segunda dita
deu I dita mi da 22 justificis,
Francisco Teneira de Sa, deu 4 ditas na primeira
us das 13, 21, 2e 23, justificada, e na secun-
da dila deu 4 ditas nos dias/1.,, 21. 22 c 23, jus-
tificadas. /
llefinuiicne, tsUStilejv-iaft-JraSfva lavaros Vasconcel )
Ufi,__deullft laiiaTiM primeira -un no* da. I, 2,
yi%b, 7, 8, 9. 11, 12 sab., 16, 18. 19 sab 21.
22, 23, 25, 26 s. justificada. na segunda dita deu
16 dita uos das I, 2. 4, 7, 8. 9, II, 12 s.b..
16, 13, 19, 21, 22, 23, 23, 26 sab., justifi-
cada.
J u.io de Aguiar Telles de Meuezes, deu 6 falla na
primeira dita nos das 4, 18. 19 sab., 21, 22 e 23,
juslica las, e segunda dita deu 6 us das 4, 11,
18. 19 sab.. 21 e 23 justificada.
Joao Cueliio Bastos, den i ditas na primeira dil. us
dias 22 c 23, jusl. e na seguuda dita deu > ditas
no dias 22 23. jusl.
Joao Floreulino Mir-ira de Vaseopcello*, deu 22
Tallas uos di.s I, 2, 4, 3 sal 7, 8, 9, II. 12
sab, 14, 13. 16, 18, 19 -ab, 21, 22. 21. 23,26
sab, 26, jusl., e ua seg. dita dea 22 ditas rna
diiisl, 2 4, 3 sal. 7. 8. 9. II. 12 sab., 11, 13,
16, 18. 19 sab. 21, 22. e jusl.
Padre Juaquun Graciano de Ar.iujo, deu 1 dila no
da 29 na primeira dila, e ua segunda dita deu 2
ditas nos das 2 e 28, jusl.
Juaquiiii M.iinho de Csinpo Amaral, deu 3 ditas
na primeira dila no 21, 22 e 23, just. e na se-
gunda ma 3 nos das 21, 22 e 23, jusl.
Joaqun) T.ivares da Cosa Miranda, deuldilina
prim. dila uo da 18, just.
Jos Ai' \ ni.tre de Aiiiurim (jarcia, deu 3 ditas na
pniiieiru .ila uo das 3 sili, 12 s-ll, 14,13, (i.
jusl.. e na seg. dna deu i, nos das 12 sal, 14,
13, 16, jusl.
Jos Jua pun Oiiveira da Silva, deu 3 dilai na pri-
meira dila nos da. II, 19. 22. jusl. e ua seg, di-
ta deu 3 ditas us da II, 19, 22, just.
Joso Leandro *i >! .\ do Va-couc-lles, Jen 6 ditas
na priui. dita nosdiasl, II, li, 2i, 22, 29, jusl..
a na segunda deu 6 ditas no dias I. II, 14,21,
22 e 29 jusl.
Antonio Columbino Serapbico de Alna Carvalhu.
deu 7 dilas na primeira dita, nos dias 2, 7, 8,
9, 21, 28,29 justificadas, e 3 na segunda dita,
uos das 2, 7, 8, 9 e 21 justificadas.
Lu Rodrigues Nones, deu 3 ditas na primeira di-
ta, nos das 1, 21, 22 jusl.. e 3 na segunda dita,
nos das I, 21, Si ja!.
M.nuel Alves de Lima Gord-llio, deu 6 dilas na
primeira dita, n..s .lias 1, 8, 9, 16, 21 e 22 jusl.
e 3 ua segunda dila, nos das 2, 9, 16, 21, e 22
just.
Mciini' I Anlonio Moreira, dej 7 ditas na primeira
dita, nos das 14, 13, 21. 22. 21 28 'e 30 jusl.. e
na segunda dila. uu das ti, 1.3, 21, 22 e 30
jusl.
Miguel C-rqueira Lima, deu I dita na seguuJa di-
ta, no da j:t jusl.
llemique Ceiqueim Lima, deu 8 Hilas na primeira
dila, nos das 8, II, 21, 3, 26-ab.. 2S. 29, 3(1
jut., e (i dilas m sefuuda una, uos das I, 2.1.
23, 26 .ab.,29, 30 ji.st.
Jo,iu l!apn-la d i Asaaial e Mello, deu I dita na pri-
uicia dna, nu diaS2 jut. e I na segunda dila, no
dis22ju-l. ,.
Joaquim Tlieu.loru Clsneiro Albuquerque, deu 3 di-
las na primeira dila, us das 1,2, II. 16, 28jusl.,
e 2 ua segunda dita, nos dtMj e 2 just.
Joso Carneiro Lean, deu i (MR na primeira dila,
nos dias 1 e 2 just.. e I na seg. dita, uu da
29 ju-l.
AiiIdiiio Jos da Aisumpco Neves deu 6 dilas da
primeira dita nos da* 7, 8. 9.12. 14, 23 justifi-
cadas e ns euuirda.dita deu 6 ditas nos di.s 7, S,
9, 12.14.'IjusHticdas.
Domingos Mmileiro P- i\, t" deu 3 ilitas na primei-
ra dila nos dias 1, 2. 9, 21, 23 justificada e na
segunda dila deu 3 dilss uos das I, 2, 9, 21, 23
justificadas.
Raymoudo Augusto de Sii den 3 ditas ua primei-
ra dila nos dii* 2, 9, 22 juslifieadase n,i s.gunda
dila dea 2 dilas nos di..- 2. 22 justificadas
Segismundo Coellio l.-ile da Silva deu 1 dila na
primeira .lila uo da I juslilica'l.i e I dita na
se.uuda deu 1 dita no ida I justificada.
Alvar Neslnr le Alhuqnerque M dio deu 2 dita-
lia primeira dila nos dios 1.21 ju-l. e ua segunda
dita d-u I .lita n.is das 10, 21 jusl.
Vicente Cy-III Marinlio deu I dita na primeira
dila no da 2, ju|. na segn 1a dita deu I
lila no da I jusl.
Jorge Augusto de lint.. Inglez deu 4 dilas ua
primen dita nos d'as 1.3. 16. 21 22 jusl. i..i
sea. .diias deu 3 dilas no. das Id, 21 23, jus-
tificadas,
tion-alo de Almcids Souln deu i dilas ua pri-
meira dila mis das 2, 13, 21, 22 jusl. e na se-
gunda dila deu 1 ditas nos das 2, 15, 21 22
justificada',
ellil llomem de Almeida Braga, 3 Mi na pri-
meira cadena, us das 1.3. 16, IS 19, 28, jiist.fi.
ra la e i ditas na segunda dita nos da 13, l(i. I'l,
29, justificad.
Domingos Antelo A. Riueiro, deu i dilas na pri-
ir-eua dita, nos da. 7, 8, justificadas, ,. na segun-
da dita 3 dilas nos dias 2. 8, 9, justificada.
Ile-lin I Mendes da Silia M 'Iira,den3 ditas na pri-
meira dita, nos das II. 18, 22, ju-lificadi., e na
seaunda dila 2 dilas nos das II, 22, justificada.
Anlii.uo Joaquim Rodrigues Juniiir, deu 4 dilas na
primeira ma, nos das 14, 15, 28 e 29, justificada,
e na segunda dita 2 dilas nos dial 2 e 29, jo'lili-
eadas.
Joan Severiano Carneiro Ha Cunha, deo 9 ditas
na primeira dila, nos da 1, 2, 4, 5, 7. 8, 16, 22 e
29, ju>lificida<, e na secunda dita 9 ditas nos dial
1, 2, 4, 5, 7, 8,16, ,22 e 9, jastlfteadas.
iarqnnio Brsolio deSoura Amaranlo,deu.i dilas na
tVfseir.i diU, nos ditas 1, 2, t e 13, joslificadas,
e na 'gonda dita 3 dilas nos dias 1, 12 e 15, jus-
tificadas.
Francisco Jos de Soma Lepes, deu 1 dila na se-
gunda dila, no da 28. justificada.
Tilo da Silva Machado, deu 1 dita no dia II, justi-
ficada.
Jos Francisco de Lacerta, deu :| dila ua primeira
dila mis dia< I. Ila 22. justificadas, na segunda
dita den 2 utas nos das | ,. ai, justificadas.
JoJo Bernardo de MatMlhilea, den 5 ditas na primei-
ra dita,nos da 2, i. 5 sabbalina, I 4 e 22. ju-lili-
das. e ira-canil la dita deu i ditas nos das .5
sabbalina, li e 22, ju-tificada.
Aurelio Ferreira E.pinlieir.i, deu 3 dilas na primei-
ra dila us das l, 23 e 29, justificadas, e na se-
gunda dila Jeu 2 dilas no das 14 e 23, justifi-
cadas.
Jos Ribeirn de Alm-i.i.i Santos, deu 1 dila na pri-
meira dita uo dia 22. justificada, na segunda di-
la leu 2 ditas us das 22 e 39, justificadas.
Manuel Jos Miriuliu da Cunha, neu 5 dilas na pri-
meira dita us das 1, i. 5sahti.ilina,lli e 21, justi
licadas, e na segunda dita deu 3 ditas nos das I,
2 e 21, justificadas.
Tertulian> Arabroiino da Silva Machado,' deu 1(1
ditas na primen*jdita nos das I, 1, 5sabbatina,7,
8. 9, II, 12, II. |5, justificadas, e na segunda di-
ta deu 9 dilas nos das I, 5 sabbali.....7, S, 9, II,
12 sabbalina, II e 15, justificadas.
Manoel Figueiroa de l'aria Filho. deu 4 fallas na
primeira radeira mis das I, 2. 16 e 28, justifica-
das, e ni segunda dita deu 3 dita nos dias i, 16
e 28. justificadas.
J ijo de miiiiiiu Gaspar, deu 3 ditas na primeira di-
la nos das I, 2 e 4. juililicadai.e na seaunda di-
la deu 3 dita nos .lias I. i e 28, justificadas.
Antonio Joaqunu Correia de Araojo. deu dilas na
dita uos da
dita nos das I i, 21 e 26, jusl., 2 dilas da lerrci-
ra dita nu diaa 12 e 21, jusl.
Francisco Auau-lo da Cu-la. deu ditas ua primei-
ra dita nos .lias 12, 21, 22e 23 2 ditas nao jusli-
cadas i dilas na lerceira dita nos dias 12, 21,
22.23 I dila nao justificada)
Emilio Marques re Santiago den I falla ua segunda
dita no da 21 justlfirada, e i tallas na lerceira
cadeira uos dias i, 14 21 e 22josl.
Jos Memles C-rueiro Lean Jumor deu 13 faltas ilu-
das 2. 1. 5. 7, 8, 9 -., II. 12. 15. 16. 21. 2.1. 29,
jusl., 12 dilas na seaunda dila nos da- 2, I, 5, 7.
8,9,12, 14, I6e2l e 13 ditas as lerceira dita
pagem 12, em lastro ; a Viuva Amorim \ Filho.
Hiu de Janeiro22 dias, escuna brasilea Lindan,
de 153 tonelada, capilAu Manuel do l>asns Vian-
ua, eqeipajiein 42, carga cale, plvora e mail g-
neros ; a Daarle Ferreira Bailar.
Babia7 dias, Male braslleiro (Aintlian, de 63 to-
nos dia- I, 2, 5, 7, S. 9, II, 12, l{, I"
21, just.
Jos Rufino Pcssua de Mello ren 7 dita.....- 2, 1, 5,
12 s., 21, 22. 23 just., 7 ditas na segunda dita ilu-
das 2, I, 5, 12, 21, 22 e 23, sendo I nao jusl., e
8 dita na lercejra dila nos dia- I, 2, i, 5 s., 12,
21, 22 e 23, I s. nao jusl.
Joo Capialrano Bandeira de Mello deu 3'ditas na
primeira dila us dias 2, 15 e Iti just.. 3 dilas nos
das 2, 14 e 16 e dilas na lerceira dila nos dia-
2, li, 15 e 16just.
Lua Francisco da Veiga deu 6 dilas nos dias 7, 12,
21, 22, 23, 21 s. jusl.. 7 dilas na segunda dila nos
das 5, 7. 12. 18, 21, 22 e 26, 3 nao jusl. s. no
ju-l. e II ditas tu lerceira dita no* das 2, i, 8,
9. 12 .. 21. 22. 23, 23, 26 e 28 jusl.
Ignacio Alves Nazarath d-u 4 dilas na primeiii di-
tai nos dias,J, 9.22 a 21 just.. 2 ditas oa segunda
dil uos dias 5 e 21 jusl. e 2 diia- us dias I i e
22 ja-i.
Joaqun) Antonio da Silva Barata deu 5 ditas aos
dias 7, 12. 21.22 e23josL, 3 ditas na -eaunda
dita us da. 2, 7 e 21 jusl. e 7 dilas n is .lias I, i,
' 12,21 22. e 23 just.
aeni i, ciiiga l.iai'u e man
l.uiz de Dhveira A/.evedo.
.Vuros itaiii/iis mt meiaso din.
Aracat)Mate brasileiro Inveneivela, mclre Au-
luiiiu Manuel AITous, cirga Faaeiidas u mais g-
neros.
earragaron ir de pagem enlenda-sc com i
signatarios Rustran Rooker & C., na ra do
che n. 8 ou cum u capitq.
f^.. ,. porto,
ra e valeira brua
para u re-li
ron-
api-
ta o
^ v-leira barca o Santa Clara", sean" com
Dejadas, mestre Mauoel dos Sanios Co.la, equipa- brevidade: para o resto da carga o pasugeiros, para
; a Aiiluiiio u que lem ctcellenl.s coimnudus. trata-e com Bar-
roca t\ Castro, ra da Cadeia do Rente n. ou com
o capitao ii.i praea.
prun-ira dita uos das I, 2, i, o 5 sabliilina. j Juaquun R ulriaues S-i\a- den 2dilas na primeira
lina ja lineada, e na segn la dita deu i dita* nos I cadeira us das 21 e 23 jusl., 2 dilas nos das I i
da I, i, 5 sabbalina el I, justificadas. e 21 jotl., 5 ditas ua lerceira dil i uoi dias 2, i.
Brauliu iloiuulo Colunia, den Id ditas na primeira 21, 22 e 23 jusl.
dita nos dias I. 2. i. 5 sabbalina, 7. 14, 2l, 26 Francisco Pinto Passa deu 7 dilas nos dias 12 21,
-lili iiiiu, 29 e 30, jiisiilic.i lis, e na seaunla dila
deu 7 dilas nos das 3, I i, 21, 26, 29 e 311, jus-
tificadas.
Antonio Lipes ,|e Alen.tunea, deu 2 taitas na pri-
meira uta us das 22 e 25, justificad is, e na se-
gunda dila deu I dila no da 22, jaitificda.
iranciscu Jase Cirdoso (uinaraes, deu 13 dilas na
primeira lita nos das 1,2,7,11, 12 Sabbalina,
21, 22, 23, 25, 26, 28. 211 3J, 8 mA justificada,
e ua segunda dita d-u II ditas nos das 2, 7, 12,
21, 22, 23, 25. 26, 2i, 29 e 30, justificadas 3. e S
nao justificadas.
Ani.i,n J...I- de Castro Luna, deu 5 ditas na primei-
ra dita mis das 1. 2. 12. sab. I i. 22. justificada,
e na segonda deu 3 dita nos das 12, I e 22.jus-
1 tiradas.
Aul .ni,i l'i ii lo ,l.i Rocha, deu i dilas nos dias I, 2,J
lo e 28,justificada, e na segunda dita deu 2 fil-
' las no- das 16, 22, justificadas.
Flippede Mallo Va'eouceilus. deu 3 fallas na pri-
meira cadeira no. dia. II o 22, justificadas, a
na segn la dita deu 3 dilas uos dias i, II, e 22,
ju.tilici'las.
Juli i Augusto da Silva, den 3 faltas na primeira dita
nos das I, 21 e 22justificaJa<, e na seaunda dita
dea 3 ditas us da- I. 21 e 22, justificadas.
CuuraJo Alvaro da Curduv.i Lima, dea 4 dilas na
primeira dita nos diaa 1. i, 8 e 21, justificadas, e
na segn ia dita deu i dil.ii 1105 das 1, i, 8 e 21,
i --tifie idas.
Jos da Huella Viaiiua, deu 7 fallas na primeira ca-
deira nu das 1, 8, 25. 26 sab., 2S 29 e 30, ju.tili
eadas, c na s-auu la lila deu 9 ditas nos illas 1, 8,
II, 23, 25, 26, 23. 29 e 30, justifica las.
Joan Peinlo de Miran la, deo 13 .Illas na primeira
dita mis das I, h, 16, 18, 19 sal., 21. 22. 23, 25,
26, 28, 29 c 30, justificadas, e na seaunda .uta deu
12 .lilas nos .lias I, S. iti, 19 sab., 21, 22, 23, 23,
sab.. 28, 29 o 30 justificadas.
Filippe Xavier de Almeida, deu > ditas ni primeira
dila nos dias 1,8, li, 18 e 22, justificada, e ua
seaunda dita deu 5 ditas iij da I, 16, 19, 22 e
23, justificadas.
Quinto auno.
Avie, de Albuquerque liaiu.i, deu 3 rallas na pri-
meira cadena us das 21, 22,23, lustilicalas,
3 ditas na segunda ditau s das 21, 22, 23. justi-
ficadas e 3 dilas na lerceira dita nos das 21, 22,
21, justificadas.
Allino l.elis de Meraes Reg Jnior, deu 2 ditas na
primeira dita mis dias II. 18, 23, justifica as, 3 i
dilas na segunda dita, nos das IS, 21. 23, j istili- i
cadas, e 3 ditas u i ierceir4 dita mis das l'l, 21,
22. justificadas.
Antonio de Sampaic Almeniua, deu 3 ditas mi pri-,
meira dila u.s dias II, 21,22,justificadas, 2 di-1
las na segunda dita nos da 21. 22. justificada', el
3 dilas na tercena dita na das li, {I, 22, jus- '
titira.las.
Aiit.niu le Suma Lima, deu I dila na segn la dita
no dia 2S. justificada.
Aurelio A. Piresde Figariredo Camargo, deu 2 di-
ta- na primeira dila no. dias IS. 21. justificadas,
2 ditas n,i seauu la dita uus das IS, 21, justifica-
das, e2 -tilas na lerceira dita nos das 12, 21. s.
mo ju.tilica.las.
Gamillo Jus Pereira de Faro Jnior, deu .'. i.i ~
na primeira dila nos du 21. 22. 21, 25, ju--r
tllii-adas, O dila na seaunda dila un. Olas l'l, 21,
22. 33, 25 e 26, s. pisiilicadas, 7 dilas ua lerceira
dila uus das 5, t, 21, 22, 21, 25, 26, s. Ro jus-
tificadas.
Carlus Augusto Ferraz de Abren, deu 3 dilas na
primeira dila nes dias 21, 22 e 23, joslificadas,
1 ditas na seguod i dila uos lus 21, 22, 23 e 29,
justifiadas, 3 dilas ni lerceira dita nu< da- 21,
22 e23, justificadas.
Enea. Jos Nogueira, deu 2 ditas na primeira dita
us da- 22 e 28, ju-ldira las, I dita na segunda
dila no dia 28, ju-lilieada, 3 ditas na lerceira dila
nos dias 22 -2i, 28. I falla n.l i justificada.
Fernando Vieira de Sou/.a, deu 3 ditas na primeira
lita us dias 21. 22 e 23. justificadas,* i ditas na
segunda dila uus oas 21, 22, 2! e 29, justifica-
das. 1 dita na lerceira dita us dia 21, 22, 23 e
292 dilas ilAo justificadas.
Francisco de Paola Peona, deu I dila na lerceira
dila no dia 21, justificada.
Ir. nkiiii Washington de Sou/a Reao, deu 1 dita na
primeira dila nos da- 18,26. ., justificadas, 2 di-
tas na segunda dila nos das 21 e 29, justificadas,
2 ditas na lerceira dila nos das 11 e 21 justifi-
cadas.
lleraclilu Alenca.lru Pereira dajliraea, deu 1 dila na
primeira dila no lia 21, justificada, 2 lilas na se-
gunda dita nos dias 12 e 21, justifica Jos, 2 di-
tas na lerceira dita nos dias 12 e 21, justifi-
cadas..
liinorcncio Pinheiro'Correia, deu 2 falla na |iri-
me ra dilH nos das 21 e !H, justificada*, 2 ditas
n seaunda dita nos das I i e 21, justificadas, e 2
ditas na lerceira dita uos das li e 21, justifi-
cadas,
Joao Diint Riheiru da Cunha, deu I dita na pri-
meira dila uo da 21, justificada, I dita na seaun-
da dita no da 21, justificada, i dila na lerceira
dila no da 21, justifica.la.
Joan (jomes Ferreira Velloso, den 15 dilas na pri-
meira dila nos dias 9, II, 12. 15, 16, 18,19, 21,
22. 23, 25 e 26, I i dilas na segunda -lita nos dias 9.
12. l, 16, 18, 19, 21. 22, 23. 25 e 26, .. II ditas
ni (eieeira dita nos dias 1, 2, 8, 9, 11, 12, >. I ,
15, 16. 21. 22. 23 e 2..
Jus Bonifacio de S Pereira. den II ilitas na pri-
meira dita nos dias 8, 9, II, 12. 15,16, |K, 19.
s. 21, 22 a 23. 10 ditas na seaunda dita nos das
8. 9,12, li, 16. IS, 19, 21.22, 23, I d t. nao
justifcala 10 dilas mi lerceira 'Uta nos dias
8. 9, II. 12, li, 1.3, 16,(21, 22e23, juslili-
cadas. |
Pedro Vello.o Rehollo. 2 dilas na primeira dila nos
dns 21 e 23, ju-lilicadas.2 ditas na segunda ditas
nos dijs 21 o 23, justificadas. 2 dita- ua lerceira
dila nos das 21 e Justificadas.
Leopol liiiu II. Hu i de Am,.,i, d-u 2 dilas na ler-
ceira dita nosdia* 8e Injustificadas.
Joau Francisca de MuuijsjXia.ilh.io-. deu 5 -litas na
priiiieirjjiHljWssVuWri. 22. 25, 26, s. 28. juslili-
licdiiT, 9*aitaa na seaunda dita nos dias i. 21, 25,
iti, 28, justificada'. 8 .lilas n sdias i, 21, 22, >.|
25, 26,8.28,30, justificadas.
Jo- Antonio deSampaiu, 3 ditas na pnmeira dita
nu dias 15, 18, 19, sajjuslilicadas, 3 dilas na se-
aunla dita nos das U, ls, |>J. justificadas, .1 di-
las na lerceira dila nos dias II, 21 e 22, justifi-
ca las.
Luiz Antonio pires, deu 6 ditas na primeira dita
us dias 21, 22, 23. 25. 26 e 28. justificadas, 6
dita na segunda dila nos das 21, 22,23, 25, 26
s. e28, joslificadas, 6 dilas na lerceira dita nos
da- 22, 23, 25. 26, s. 28, justificadas.
Joo Vicente Pereira Dulra, 4 ditas na primeira di-
la mis das 2, 4, 5 e 6, justifica mi, 5 dilas na se-
gunda dila uus da. 2, i, 3 e 25, justifica las, 3
ditae na lerceira dila nos das I, 1 e 5, justifi-
cadas.
22, 2!. 28, 29. 30 jusl 7 dita Da segn la .lila mu
das 12, 21, 22, 21.28, 2:1 e 30 jusl.. e 7 ditas na
terrena dita nos das 12. 21, 22, 21, 28, 29 e 30
just.
Antonio Telles da Silra Lobo luni .r, 3 ditas na pii-
ineir.i ca leira nos dias 2, i e 23 just., I dilas na
seaunda dita n is dias 2. i, I i e2l, 2 n.li jil-l., e
5 dilas ua lerceira dita ll is das 2, 21, 23 e 2S
JUSl.
Mauoel Juse dos liis Jnniur d-u 2 fallas na primei-
ra dila mis din. 2 e 22 just.. 2 dil .s na seaun li
dita uus das 2 e 22 just., e dita- na lerceira dita
uus dias 2, 21, 22 e 23. 2 dilas n.iu ju-l.
Jo-e lavares da Cunha e Mella deu 3 ditas ua pri-
meira cadeira mis das 21. 22, 2 ju-l., 3 dita- na
segunda dila nos dias 21, 22 e 23 jusl. eilditas
na lerc. nos das 21, 22, 23 jusl.
Juvenrio Alves Rihciro da Si Ira deu 9 ditas na pri-
meir.i dita n n das 4, 5, 15, 16. 18, 19. 21 e 22.
9 dilas na seg. ditil
I6e | Pollos do suiPolaca despachla iiD'irollieau, cum
a misma carga que Irouve. Suspeudeu do la-
meiro.
Rio de Janeiro a porlos intermediosVapor brasi-
leiro eParana'a, commaml nte F. V. Burgos, len-
i do sahiilo osle vapor as 10 horas du uoile de lim-
telo. Passaaciros desla provincia, E\m. Bar.io da
Boa-Vista, sua senhora e 2 criados, general Anto-
nio Correia Seara, l)r. Franciscofle Paula Bapus-
la, 2 esrravus c I cu do, llr. ilhlollio Coelhu de
Sa* Alhuquerque e t criado, Iluminaos A,ves Ma-
Iheus, I IillH) ineiiur e 2 esetavos, I). Felicia l.u
cilla Alves da Silva, II. Natalia M.uia R.inius e
Silva, II. Joaquina Amalia Ramus e Silva. Dr.
Francisco Elias da R>a> Dantase2eseravot, Tho-
in da Cosa Passos Jnior, Miauel Bernardo
Ujinleirn e 2 e-cravos, l.ui/. AdoniO Lekcllul,
Mirrelino Antonio Pereira Jnior, -ua familia e I
eacravo, Joilo Cancia Gomes da Silva Antonio
Marcelino, Joao S-.verino da Silva, II. Thereza
Mara d-Jess, coronal BeuluJ .s l.nmeulia Luis,
nn familia e 2escravu, 22 africanos livres, Jus
Jacorn de Araujo, Manuel J .- Feuiandes Ri-
heiin, Candido Joso Pereira. Maier Moral, Joao
Comes Riueiro, Rufino Marquee Cantadlo, All .n-
so uabral Raposo da Cmara, teiientc coronel Juilu
Nepumu eiiu da silva l'.irlella e 1 ascravo, com-
iiieudaitor Louraaco Cavalciuti de Albuquerque
Marauhao. sua liili.. I sobriaba e 2 i iv ... Dr.
Manuel Mipeira Sampaiq Maria do Carm
Para i liahia,
a veleirae hin cuiihecnla gampeira vLivracSu |ire-
tente sabir com malta brevidade, por ler parle de
teu carregamenlospromplo ; para o resto o prelen -
denles eiilmlain-e cum u seo cuiisigualariu Anto-
nio Lui de Oiiveira A/.cvedo, ra da Ci u/. n. 1.
ttuots.
O agente Oiiveira faru leillo, por anlorisacjdea
du Emii. Sr. Dr. jui/. especial du i umiiiercin, enra-
das em lequerimeutos dos depositarios e curadores
liscaes da ina-sa lallida de Juiu Mureia Lopes, de
ludas a lamidas e armaran da luja de dito fallido,
-ila na ra do Crespo n. 9, assim cun das dividas
activas da uicMiia, importando aquellas segundo as
avaliacf.es em Il:0ili?2l0. e estas em 2>:30i3i69,
cujus luvenlarios esislem em poder do referido agen-
te, que se ull'erece a paleutea-los ruin anlccipacan
aquellos pralendentes que se dlrijsm ao eu escrp-
luny para tal lun : s.ihlialu ti du corrale, as II
llura- da maullan em ponto, ii.i indicada luja.
AGENCIA DE LEILO'BS NA RA DA MADRE
DE liEOS ;N. 32, HE VIEIRA DA SILV,
hcgumia-leira 16 du corr-ule, asalll horas ua nia-
ohfla, sero arrematados muilus objecin, onde have-
r<* urna rica mobilis lud completa, de omapessoa
que se ret sti para tura da provincia .' a-sim como
lambeta mu laobras de ouro e [iraia. eolherea, gar-
ios e facas, crrenles de uuro para relugiu. relogios
-use iiiglusicr, Francisco Pereira da Rocha, Luil ouro P*r* ilctbeira, dilus mullo ricus para cima
le Franca e Silva, Dr. Vicente lauacio Pereira e Jo '"'** o que tudu estar' palele, e sera' vendido
l criado, Dr. Ernesto dos Sanios Machado, Frao-
Cisco Alllonio Rudriguesda Funseca, sda senhora
e i escravus, Francisco Custodio de Sampaiu, Fran-
cisco de Assis Aeve.lii tiuim.n.ie-, eiif-rmeun Is-
mael Valeriano Ribeiro, I recruta, II esjravus a
entregar.
Sus|icndeu du lameirao o bricue escuna de guerra
mate/ u.Spvii, e iinin. mi mi,- l.u,'l,i(i .
^iitte^.
Peranle a cmara municipal desla culade esta-
rlo em praca nos dias 11,13 e 17 du crreme, os 16
talhos ullimameulc l'eilos no quarleii.lu do la lo
do sul da lasen,i de S. los, sendo a arremta-
nos das i, 5, | i, 16, 18, 19 21,1 tan pelo lempo que deeorrer de ua data ao ultimo
22, 21, 8 ditas na terce ra dita BOI das 5, | i,' I de Selembro de 839, e temi por liase a quanlia de
'> 16, 21, 22, 23. |l:.50ll3 par triciiuio. uu VOS annu'.il, nllerccida pnr
liuslave ti ibriel Coelh de Sim;iaio deu 1 dilas na I Francolino Ainencu de Alhuquerque e Mello, lican-
prnueiri dita u >s di as 15, 2: e 22. jusl., i di-1 do quein os anemaiar sujeilo ao pagamento da des-
tas na seguit la dila no. dia i, 21, 22 e i5, jusl., i pes que rom ellos e seus perlences se fe*, na im-
e 6 ditas na lerceira dita aos das 4, 12. 15, 21,1 porwneia de 1:1799384. O contrate da arremalacao
22, 21 3 dilas no ju-l se lara por latirs a vencer, devendo pur isso os lici-
I.iii Marques ,1'mlo Wan lerle;, den 3 dilas na I lantes apresenlar fiadores iloneus, liabllilads na l'ur-
primeira dita uus dias 21, 22 e 23. jusl. 5 dil
na segunda dila nos dias 4,7, 21, 22, 23, 2 di
las au jusl., 1 dita na lerceira dila us das 1,
21,22 e 23, I Augustu Cirios de Almeil i Alhuquerque. den 15
dilas na primeira dila, nos das 2, S. 5, 7. 8. 9,
11. 12. 15, 16, 18, 19, 21. 22, 26 jusl., II dilas
ii'seaunda dita, nos dia 2, i, 5, 7, 8, X, 12, I ,
16, IS, 19,21. 22, 26 just.. l dilas na segunda
dil, nu d as 2, I, 5, 7, S, 9. ||, 12, II, 15, 16,
21, 22,26 s. jusl.
Francisco Lui Auiuiie.il.' Campos, den 2 dilas na
primeira dita, uos da*2. 22 just.. 2 ditas na se-
aiiula dita, ues da- 2, 22 | isl., I ditas na lerceira
dila, no-das 2, 21,22. 2:1 jusl.
Antonio Ferreira Cree*, deu dilas na primeira
dil i. mis dns 16, IS, 21, 22 jusl.. 5 dili.s na se-
giied.i ilita. no das 9, lii. IS, 21, 22 jusl., 6 di-
las na lerceira dila, nos das 4,8,12 s!, II, -'1,
22 jusl.
Dioni/io lludriaoes Dantas, deu \ dilas na primeira
dila. nos das 9, 12., 23, 25 just., dilas na se-
gunda dila, no, da-9. 12. 23. 2) jusl.. 6 ditas na
lerceira alta, mis da-9, II, 12. 21, 22. 23 jusl.
Francisco,Ferreiri run ifl i, leu 9 unas ni primri- i
ra dita, nos dias i. 12 s.. 15, 16, 18, 19 s., 21. 22,
23 jusl..'10 ditas na segunda dita, uus da. 9
12, II, 16, 18, 19.21, 22.23
ma da le, sem o que n.iu poderte licitar, ou a di
nheiro, paao a hueca do cofre.
Paco da i-amara uiuiiicip.il do Recito em irinln de
dejuiilm de 1856. liaru de Capibaribe, presi-
dente.Manuel Ferreira Acciuli. secretario.
>eiwe*$t$.
I ralla liiln jusl. | "'I1
ns 12, II, 15, 16, "",''
8 dilas na lerceira I la, uus di
21. 22, 23 ju-l.
Jou Alre lo Cirreii da Oveir. Alldrade, deu- 1
ditas na primeira dita, ni dias9, 2 s., 2.1, 28
jusl., 1 dil.s na segn la dita.aio dias 12, li, 23,
2S just., 6 dilas na I recita dita, nos dias 9, II,
12 s.,21. 22. 2Sjust.
Jos II ni jni Becerra de Mena/es, deu 1 dila. ua
primeira la, us da- 9, 12 -., 21. 26 s. ju-l., i
Inas na segn.la dita, uus das 9. ;2. 21. 26 just.,
.".lila, na tercena da. uo ui.i. 'I, II. 12-., al,
22 just. ,
Secretaria da Facul lade do Recita, 27 de umu de
1856. Dr. Joaqnim ,1. <". C Miranda.
CORREIO (.ERAL.
A mala que tem de Condotir a garofeira brasileira
uS. Pedrea rom destino a provincia da Babia, fciha-
se buje 13) as 8 l|2 huras da maullan.
A a liiiiinst-acau aeral dos estabeleiiinenlus de ca-
ri ia.le, manda laier publico que nos dias 19, 21, e
26 du crrenle, pelas qualru huras da larde lia -ala
las mas ses-es, Iro a praca, a quem mus der, as
rendas das casaaabaiso declaradas, peo lempo ga
mu auno i cont i do primeira de juina do correnTe
.innu a 30 de junliu du prximo fmuro.
Bairru du Reeife.
Ron I*. Crol n. 15 ; Codorniz, 9 ; Sen/ala Nova,
25, 26, e 30 ; Lapa, 5 ; Pilar 93, 95, a 97.
llairru de Saab) Auluuiu
lina do Culieaio n. 18 ; ra Direila, 3, 5, 7 e 12.1.
rraveasaduCarcereiro.il, 13 c 17 ; ru da Rula
ii. 39 ; Saula Cicilia Iti ; e Padre Flmiaiiu n. 13.
o- pretendenlea comiiarecam nos din. e horas de-
a cunieiito dos tregen*.
, O agente Oiiveira lar.i leilao, pur dcsfncho do
Exm. Sr. Dr. joii especial du cuminercio. exarado
em requeriinentu du procurador fiscal da roassa falli-
da de Aulouio Augusto le Cirvalhu Marinlio, de
(odas as dividas ilclivas di dila massa pur ellras e
cantas de livro, na importancia total de ra. 8:1368995,
cuja relajo oieferi.lu agente se ullrece eihibir an-
lecipadamente aos orelen lentes : seguuda-feira 16
du un unte ao mcio da em ponto, no escri|ilorio do
inesuiu.
O aaeute Burj.i. por autorisacSo do Exm. Sr.
Dr. jui especial do couunercio, confuruie o seo
despacho proferido em requeruneulu dos curadores
fiscaesda massa'fallida de Manuel Joaquim Alves
Pttotnba, faro leilil.i das dividas perlencenle a refe-
r la mas,), a, quaes nioutaiii a quanlia de ruis
I0.*238$390, cojos documentos se acliaan em poder
du msalo agente, em seu ..nn.i/.'iii, iua do Culie-
aio u. I.5. onde lera lugar o leilau : lerca-feira, 17
du crrenle, as 11 huras da manota.
O agente Oiiveira Tura leillo no dia quo de-
sianara, de cerca 350 harneas da ptima l'ariiiha de
tugo de Lisboa, sol ditersas marcas, c por isso con-
vida aos Srs. padairea ou pretendenlea a proenra-la
para receberem as amustias, que com anteclpacjk)
Ibas serao eutreaues para sea melhoi evame.
O agiiile Oiiveira far.i leil.io, por coala de um
persunag'iu que se retira de-la provincia, da mobi-
lia e Irem da casa de-te. c.ui-istin lo em cadeira-,
ofa", mesas e cjn-nlns de Jacaranda' cum lainpns de
pedra marmore, mesa elstica de jantar, nutras para
diversos usos, aparador, guarda roujia, locadores,
Commodas, Iciio, urna esplendida secretaria, estante
para livros, relogios, cunos de cristal para vinho,
aaua e chaiiipanh.i, ditos de v-dro verde, cuinpulei-
ras, garrafa-, Inlheres de marlim e de |irala, colheres
de dila para cli.'. sopa e artu/ e mais un completo
apparelho lambeiO de prala, obras de ouro, appare-
Ihos riquissimos de pqrcellana doarada e branca jia-
ra aotar e para cha", e numerosos outius artiaos de
oi ansio, riia seiia enfadouho mencionar; lerca-
fera 17 in crrente as 10 luirs da nianbaa, na na
Nuva n. 50, primeiru andar.
Manuel Jus l.eile declara em lempo, que
examinando as dividas activas da casa l'allida do Sr.
Joilo Moreira Lopes, as quaes vao ser arrematadas,
encuiilruu-se .debitado por 778S000 ; nilo sendo
exacto este debito, pur quanlo, parlindu o annuu-
ciante com o dito Sr. Lupe-, varhis raxndas com-
pradas em difierenfes casas novator de I :t,'ili-.Hril.
deu-lhe l:9jU00 em faaendaa ue sua luja ; como
cunsta da coala entreaoe, reslaodo-lln pois a qjan-
liade206)000, que paama aquiuiiivcr o direilu
de rerehe-la.
O abaiio aasignado declara que deixou de ser
eaixeiro dus Srs. i.aserre ^ Tissel-lerea ; declara
mais que saluu de bes armona cun os ditos senbo-
res, a quem agradece a boas maoeiras cum que
aempre o Iralaram. O abaixu assignadu ralala de-
'larac.io para aegureafa de sua repulsco, e para
nao er mal iuttrprelndo o aiinuncio dos iT.esmos
seohures. Rerife. 12 de junho de 1836.
Carlus Augustu de Barrus Lima.
Preciaa-seencarregar a urna fami-
lia capa/, a lavarjem eengommado de rou-
>a ilc um liomcui solteiro e cinco meni-
ims. varela c ensaboado ma com
milita pei'feicSo e aceio. Dirigir-se a' ra
do Hosaiio larga, por cima da loja de lou-
ra, terceiro andar.
O ahaixo assignado dissolveu amigavelmenle a
suciedade que l.ui i com Manoel Joaquim na taber-
na da eocroxilhada de Belem, ficando Manuel Joa-
quim cum a taberna, assim comu lodo o activo e pas-
sivo do o.,-mu negocio, e por isso desouerado de to-
do dloaununciaute. Belem 9 de juuho de 1856.
Joaquim Machado da Silva.
l'recisa-se de um amasiador bora, e tambem
de um eaixeiro para dejiosilo, que d.fiador a soa
:';.:''j':<":':: : -. ':_:'-. rg-tfl '.''..''.': cc"",ucl" quem esliver neslas circumslancias di-
ww'tf^stf .'?VTi>~^^VuSl^^a>-'iyW rija-Ma ruada Floreulina u. 6, que achara com
; 'i A amiga |..ja de sirgueiro da esquina da quem iralar.
.'^ ra doCaboa. de Antonio Joaquim Panas- '.'"
'u? cu, arha-se buje mudada para a ra .Nuva \r \ Precisa-se
y ii. 2i, onde espera sen proprielanu, pelos |; "ma caSil (,e P"i
.'V commodos que o predio ollerece, liem ser- j A",oniu n. 26,
de urna ama para eozlnhar em
puuca familia na roa da Cadeia,: de S.
taberna.
',', vir ,. ,eus fiegueies com |iresleis e per- >f Os abaixos assignado faiem publico que dis-
:f .'";'."': ., ,. V'solv,ral" a so'ciedade que tiveram al o dia 2 d-
..".;..':,; :.. Sfi,;v.^@OS crr""le.oalojde.funileirodaruado Vigarion.17.
que girava ua firma de Braga 4 C", Gcaodo a li-
^i*;;.:-'.if.; i
HACA DO RBCIFE I2UB;JUKH0AS3
IIOItAS DA TARDE.
Colaces olllciaes.
Cambio sobro Londres27 d. I|i 6(1 d|v. a iliuheiro.
esconlo de Icllras de 2 nieesK e 9 ao anuo.
f'redericn /{nol/iuru, presidente.
/'. Borne*, secrelariu.
, CAMBIOS.
Sobre LonUrc, 27 d. por lj
"arls, 360 rs. por f.
Lishua, 100 por 100.
o Rio de Janer, ||2 a I |iur Onj a 15 e 30 dias.
AccOes du Banco, 35 0,0 de premio.
Acces da cumpanhia de B-beribe. 54)000
Acr/jes da cumpanhia l'er-jiimbucana ao par.
o 11 Ulilidade Publica, 30 pur ceuto da premio.
liidemnisadora.sem vendas.
Discunlo de mitras, de 10 a 12 por 0|.n
U ESA es.
Ouro.llura- hespmiholas. .
Moedas de 63OO velhas
" i) 65100 novas
-15000. .
Prala.Patacoes braaileiros. .
Pesos columnarios. .
> indcanos. .
2} 285-300
. 165OOO
165OO
. 95OOO
25 25000
. I586
Hl.lAM)E(iA.
Rendimetilo do d:a I a 11. .
ide.ii do dia 12. .... .
188:8iiy,l5
:l:i75.-:l:17
2l!l::!lliC752
esrarregam lioje 13 de jiniho.
Barca ingleza l/edoramereadorias.
Barca inaleta Kanocaln genebr, queijus c pe-
cas de Ierro.
Brigue diaamarqaez .luna Cecilia trro eni
ha ira.
Brigue sardoOainufarniha e viuho. .
Polaca liespanhula.Irdiiluvinho e iieile.
lii i,ne suecoClenpalrafariaba de irigo.
Buco porluguezaSania Cruzdiversos generes.
Esioiia portugusCerasaleite de pilma.
(i.iropeiraUcrafSofumo e charutos.
laONSIILAIKJ liBKAL.
Rendimeiilo du da I a 11 .... I6:()l5--5:l(i
Ide do dia 12....... 2:07:!-ti;
18:0S85SS2
l'IVIiil.sA-. PIIOVIMIIA.-.
Reiidiineulo do da I a II.....
dem do dil 12.......
l:02i-liS
222-370
1:2175038
FiaiinsniJnaquijn da Silva, den 7 ditas mu dias i,
5, 7, 8. 9, 21. 22, justili-adas, 7 ditas na segunda
lila us da. i. 5. 7. 8. 9, 21 e 22. justificada, 7
ditas na lerceira dila mis dias 1, 5,7, 8, 9, 21 e
22, justificadas.
Anl"iiin(,uilh-rme de Figueiredo, 7 falls nos dias
IS, 19. l, 22. 23. 2.5 e 26. justificadas, 7 ditas
na segunda dita nos das IS, 19, 21. 22, 23, 25 e
26, justificadas, 6 ditas na lerceira dita nosdiasl
5. 21. 22. 23, 25 e 26. ju-lifi-adas.
Francisco Anlu..... Pessoa de Barrus, den 12 ditas
na primeira dila nos dias II; 15. e |a {g -i|
22,25. 26. 28. 29, 13 Jila........guada dila us
dias 9, li. 16, 18. 19. 21, 22. 22, 23, 13 ditas na
lerreira*dila mis das |, ||, |, |5" |( ->\ j
23. 2.3, 26. 28. 29 e 30. jusl.
Femando Alve-de C.rvillio, 2 dita- na primeira
dita BoS da 21 e 23, JUSL, 3 dilas da segunda dita
no, .lias I i, 21 c 21. just., 3 ditas ua lerceira (illa
uus das 12, 21 e 23, just.
I 1.111 l-ru Dumiiiaue- da Silva Jnior, ditos ua
primeira dila DOS das 9, II, 22 a 30. jusl., 3 di-
. tas na segunda dita uus dias 9, 18, II, 22 e 25,
3 dilai n.iu jusl. 5 dilas na lerceira d la nos das
8.9,11, 22 23, jusl.
Joaquim de Castro Barradas Jnior, I dita na pri-
meira parte uu dia 22, ju-l., 3 ditas na segunda
dila nos .lia- 1(, 21 e 25.just., 5 dilas na lerceira
dila nos das I, i, 21, 22 e 23 3 dilas jq.(. e 2 nao
ju-l.
IIerru!ano de Mendonra Yasconcellos Dinii, deu 3
ditas ua [ir un.-ir a dila nos dias 2, i e 23. jusl., i
ditas na segunda dita nos dias 2, i, 23, 25, jusl.,
7 ditas na lerceira dila nos dias 1, 2, 1,12,21,
22 e 28, i2 ditas nao jusl.)
Ricardo Amavel Rodrigue, den urna dila na pri-
meira dila no da 18, jan. 12, 3 dilai na segunda
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
IM) CNSUL. 11)0 DliSIA CIDAIIIi NO DIA
12 DE JIMIi) |)E 1856.
LisboaB.rca poiiagoesa aOralidSoo, Thomatde
Aquinu FonsaCs i\ FilbO, 1 caisa a-suear inasca-
v.ido.
PortaCalera porlugueza uBracharcineu, Tnomta
de Aquiuu Funseca i( l'ilhu, 95 harneas assucar
braucu e mascavado.
Lisboa Barca porlugueza Cnrlola & Amelia,
irancisci. Sevcriano Rahello & Filho, 300 sacros
a-sucar braucu.
LisboaBrigue portugus Viajautea, Tliomai de
Aquino Fonseca $ Filho, 210 rceos assocar
mascavado.
| PortoBarca porlttguoza (Flor do l'orloii, diversos
M arcos assucar braucu e msca-
os acompaohados de sus fiadores, ou muui-
dos das competentes fiaucaa. Adveilu a- parem aos
inquiliiius que nao eiiiverern em dia. que nu serlo
recebidos os ,seus laucos sem qne e-tej.uu quites.
Ali......slrachii aeral dos eslabelecjmentos de can-
dada 11 de junho de 1856.
i) eserivlo.
Anioniu Jos Uomes doCorreio.
A directora da caixa filial fu/, publico, que n
preri dos descontus na prsenle semaua regalar
X por 00010. i expcdleiite dSra e-lnbelMumeiiio
para m parles lies maread.!i 11 luirs da manhaa
as2 h.iras da larde, secretaria ,i, caixa filial do
banco de Brasil em Peroambuco aos 9 de junho
de I816. Antonio Marques le Amorim, secretario
lill'IIU".
Aebandfl-se vago o ulliciu de tesando IsbetliSo,
escrivao du crime, eivel e encarregadu do reaistr
geral das bypotheca do lermo de Pao d'Alho,S. E\c.
o Sr. eonaeibeiro presidenta da provincia assim o
innu la razar publico pare eonheeimenlo das partes
ioieresaadaa, e aiiindeque ea pretendenlea ao dito
olliriu se habililem na forma du decreto n. 8!7 de
30 de agosto de 1851, e apreseniem us sena reqneri-
menlos ao jui/. municipal do ine..inu termo no prazo
de 60 dias. que cniiecuu a correr do da 2 de maio
ultimo em dianta, para seaiiir>iii-se os tramites
marcados nos arligos 12 e 13 do citado decreto. Se-
cretaria du aoveruo de Peruamhucu II de junliu de
1856-lose Benln da Cunha e Fiaueiredo Jnior, o-!
iieial maior serviodo de secretario.
No dia 13 do correle, o con-elbo administra-
llvo do palrimouin dos orpbgos, tem de levar a pra- -
ca publica,*pela ultima vez. a renda anoual das ca-'
aaii ah i xii declaradas, que, por fulla de licitantes,'
deis irem de ser arremata.las,a romerar do 1.- de ju- ,
Un prozimo futuro, a 30 ne juuho d 1857.
I Sala da casa do ce'nselho, largo do Cullegin.
1 Luja grande, dem.
10 Csu teirea, ra de S. tjoncalo.
16 Casa de subradn, ra da Cadeia do Reeife,
17 Mein, ide.,
18 dem, dem.
21 I un, i ton.
27 Casa terrea, run da Madre de Deu*.
31 dem, idem.
33 I lera, idem.
S dem, ra do Amorim.
(9 Idem, idem.
5i Idem, idem.
5.5 dem, idem.
57 Lien., iu.i do A/.eile de l'eixc.
58 Casa de sobrada, dem.
61 dem, idem.
65 Idem, ru.i da Cacimba.
lili C-a terrea, idem.
68 dem, ra du Burgos.
69 Idem, idem.
81 Idem, ra da Setizala Velha.
S:l l.lein, ra da Uula.
'.U Idem, ra de Fura de Purlas.
97 Idem, idem. '
98 Ide.n, dem.
99 Idem. idem.
2 Sitio grande, Kusarinlio.
5 Idem, Fumo da Cal. em Oiinda.
Os licuantes com seos fiadores hujum de compa-
recer uu sala du inesimi run-elbu, as II horas du
mencionado dia, e ue accrdo liquem os acluaes m-
quiliuos dos ditos predins, que, a au appreseuta-
rem-se a anemaiar suas leudas, quamln assim lile
cunvenha. licaraopa gando da !. de jullio era dian-
le, aquellas que o conselho Iniuver de arbitrar a bem
dus interesaos doa orphftoe
liiesouraria do conselho administrativo do palri-
monio dos orpbius, 7 de junho de 1836
O Ihesuureiiii,
Joaquim Francisco Daarle.
Na ra dos (Jitarleis n. 24, corn-
|iraiii-i',i' vendem-se escravoi d. ambo*
os sc\os, e tambem su rerebem para ven-
der por commissao, tanto para a provin-
cia, como para lora uella, liavundo para
isso toda asegranos pvecisa, emquanto
se llies nao der o competente deslino,
jojjjaj i asna mJBmmamaaKBmBHtHRKB.
rarrega lores,
vado.
I'biladelpbiaBrigue america.....iFalrja, Mathcus
Auslin A; Cumpanhia, 1.200 saceos assucar masca
vado.
Buenos-AyresBarca brasileira Aniado, Viera
Amorim i\ Filho, 25n barricas assocar braneo.
PortoBarca porlugoeaa Santa Clara-, Barroca A,
t.asiro, IIKI saecus assucar liianco.
KtCtltInjlA IIK KKMDAS I.M KHN \S i,li-
li AliS DE l'lili.NAMBL'l.i).
Renilimento do dia I a II 7:97S;7Vi
dem do dia 12........ 778826
8:75758l
Cd.NSLLAIIO PKOVINCIAI.'
Keudiineiilu dodia I all 22:373s7la
Idem do dia 12....... 973)330
2.5:319:108
j| Os abaivo assignados sumiuaiuenle recu-
S nbecidos is pessuas que se digiiaram as-islir
' ao enterro do rallando Francisco Cuilherme ^.
al da Cu-la, Ibes ,.^i .i.l.'.-.'iu uifur^o- ruin que
J para e-se aclo lano se empeuharain, e espe-
1 clmente luuvam " mandante do primeiru batalhaa Ue ruzileiros,
g seus otliciaes e inferiores; bem comu aos olli-
ciaes inferiores u.> primeiro iialallu, i de ar-
lilharia do Recite, a solicitud, dialincc.lo e
caridosos seiilimenlos que liverain para cum o
fallecidu. pelo que us lenaram eternamente
graloa. E pelo firesenlc eonvidom os meamos
aenlioroB que qoizerem honrar a eveipiias
que e le.n de laZCf no selime da, na matriz
doCorpoSanto, fiara que se diaoem de com*
parecer aquella iareja, is 9 huras da iminha
de I i do crrenle, ceno de que amia easa
vez mais reconheciilos ficarfio us abauo assig-
nado*.Joao Evangelista da Cusa e Silva.
Domingos Jos da Cunha l.ages.Jola Ma-
nuel da Cusa e Silva.
TCoanKajres-raas:,
assa adainan-
lina.
Francisco Piulo Ozorie chumba denle com a ver-
dadeira massa adamantina e jipplica ventosas pela
itraccilo Jo sr : pode s,.r procurado confronte ao
Itusarui de Santo Antonio n. 2.
-^-."'.'s.'';.'.''.:'-;',;...'.", .-,, ',- .->,.-..-...>,,-.,
:"''",\';\""ru: '' -': -*".-...,":.?
r-..-
ni
Ser
de Janeir
O Dr. Olegario Cesir GjboHii,
;; formado em medicina pela Facul- m
{} dade da Baha, avisa ao respeita-
-; vel publico desla capital e especi-
-;.J almente a's pessoas pobres que
@ quizerein utilisar-se de teupresti-
.,,: tno, que acim-sc residindo no pri-
ij? meiro andar da casa n. S, sita
;;.' ra do Colfegio, onde pode
O procura do a qualquer hora. t
LOTEFilA DA PROVINCIA.
0 lllm. Sr. Ilicsonreiro manda fa/.er
publico, que tem designado o dia lido
crtente para o impreterivel andamento
das rodos da segunda parle da quarta
lotera tle Nossa Senhora do Guada-
lupe da cidade de Oiinda. Outrosim,
manda Iranscrcver o seguillte (llano pa-
ra" a extruccao da segunda parte da quar-
ta lotena de Nona Senhora do Guadalu-
pe, epata todas mais que si forem se-
guiudo. Thesouraria das loberas ll) de
junho de i S."(J.O escrivao. Antonio Jo-
s Duarte.
^--m _~as
PARA AS LOTERAS DA PROVINCIA.
3.600 hilltetes a ,i.S ifllti: iliiSCARASIO
SABBADO I i DO CRREME.
MI PAL4UTI DA IDA DA PR4IA.
<*s -alijes estar.lo ilccenlemenlc orna los e illumi-
uados; oa directores promellem conservar toda boj
ordem possisel ; a msica locara nova- e evcellen-
tes quadi lillas : os bdlirtes acliam-se a vnda na ra
esirrita du Ku-ariu n. 12, aegoado sillar, e no dia
na casa do baile. Principiar al N lloras.
CoMioa a estar logida a preta Victoria, de
mu.o Uoasambique, tem ama aerrllha da lesia a
pona du uanz, Siliual de sua nai;u. reprsenla ler
Hi anuos, alu, magra, e ralla sUapalhada, lie meia
rola, coasta ler andado oa Punte de chea, das 8
para '.I horas da uuile por ler silo efterava ile-te
mesino luitar ; as-nn rumo lem sido vida na Ifalari-
neira e Cruz de Almas; ros-se aos Capitaes de cam-
po c lodo e qualqaer peasoa a appielieu-ao da dita
eacrava, a qu.il poden ser eulreuue na praca da In-
dependencia ns. Lie l',. loja de calcado de Joaquim
Pereira Arante-, onde ser generosamenterecompen-
sadi,.
lliaz Carneiro l.eau Ui publico por juslos mo-
tivos, que uenliuma divida lem cuntraliido nesta
praca ate a peseme dala ; poilaulu toda e qualquer
que ppareca he flsa.
Arreoda-sc um sitio ua estrada do Arr.uaI,
com casa de podra e cal, e cum grandes commodos
para numerosa familia, tenju 2 salas, 1 s-binele, i
qoarlos e boa eoziuba ; u sitio lem diversus arvurc-
tlos de irnciii, cuino sejam, laraogeiras, uidiisueiras,
jaqueiras, pinlieiras, aapolizeiros, goiabeiras, ruquei-
ros e cajuetros, etc.; lera oaslanto na-ln para sus-
tentar .| voceas de leilf de invernu a vero, e muito
terreno para s faer planlacoes : a iralar na rus du"
iiluna na Boa-Vala, cusa u" ;il, das (i boraada ma*
ollfla ale as 9, e das :l huras da larde em diante.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-!
milia : a tratar ni ru.i du CJueiniudo ll. IS, primeiru |
andar, esqaina que volla pura a ra estrena do Ro-
sario.
ricaeid poder de Antonio dus Sanios Vieira o
pilbele da segunda parle da quarta lotera de (joada-
lupe, perlencenle ao Sr. Joaquim Ferreira da Silva
Jumor.
O Dr. franji c l.eile, medico operador, p^irli-,
cipa ao respeilsvel publico de-la captlal, que li\ou a
sua resideoeia oa ma Nova n. l, primeiru andar,
onde lude ser procurado para o oxercieiu da sus
pronasio. Cunsollaslo tus <>< dias das 8 as 11) da
manilla. IsspeCiaUdade inole-lius s\pliylitess.
. Precisa-sede um criadu ialelligenle-para o ser-
vicu de um s.cerdote fura da provincia : na la da
luna n. (ii, segundo andar.
A peasoa que nauocioa querer comprar una
earroca, dirija-so a estrada de JuAu de Barrus, sitio
om que mura o alteres Assuuipr.iu, que nchan orna
qaasi nova e com boi.
Precisa-se de um buinem ic-emp-dido para
tr.ili .|li.:r em um s.tiu na Soledade, que eutenda ,ie
plaular capim uo paleo du Carme, -obrado pur ci-
ruja da botica.
i Quem precisar de um criadu portusoez que
lasa, angoinma eaerve o diario ie lima cusa, o qual
alUuca a sua condoets, i'.irij i-m* ao pateo no Carino,
taberna da quina que entra para a Camboa do ms-
m|i nomo ii. '.(i, que dir quem be
O abaizo assignado lem justu ecuulraladu com
compra da ca-a
Ulan. (i7, e pede a
. dirigir -c au ibai-
u assisoad i, n,i soa loj.i na iua da Cadeia do Iteci-
fejn. 17,ilolim do mv.
Manoel I erre.ra de S.'.
] Precisa so Tle urna ama pira o-ervico interno
e eslerno de u mente ; nu-rs se qui/er sojeilar, dirjase ao pri-
mpra an ar u i roa do Torres, junto au escriplorio
tu- Senhores l.emus Jnior & -cl Keis.
t Jos l'errcir d,i Sd\a retira-se para Portugal
:i Ir.ilar de sua -ande ; quem se julssr seu endur
aprsenle as suaa CuOttS.
Alaga-seo primeiio andar de nm sobrado na
ra da Penlia com TunJus para ru llireila u. 9 : a
tratar nu mesinu.
Domingos Pereira da llosa, brasileiro nato, se-
2ue a Montevideo.
As amostra* de Irangas, pedidas pelo (Diarios
o. 137,138 e 139 javieraru.au mesmo lempo de-
cla-a-se. que nao se cnteiide com a Exma. I'amilia
du 'Sr. Jos Carlos de >oui Lobo.
O tbesoureiro da irmandade da N. S. de (iuada-
lupe da cidade de (Unida roinprou por coula da
uriij.i quairo Jailhelt-s inleiros de numeras 683, l'i.">,
2688, 3112. E pede .i peaaoa, que tirar o maior
premio da meema lotera que laca urna asmla a
mesma greja.O Ihesoareiro,
lllomai da Cuiiba Lima Caitluaria.
LOTERIA DA IGREJA DE NOSSA SE-
NHORA DE Cl ADELDPE.
JAos 5:000$000 e 2:000x000 reis.
0 abaixo anignado lera exposto a" ven-
da seus bilbetes, meios e i|Uartos ( com sua
rubrica ) pelosprecos abaixo declarados,
os (jtiaes naoeataosujeitot ao descont dos
pita por cento da lei nas tortes grandes,
islo lie, o possuidot recebe, nao SO sen
pro uio, conforme a iei, mas tambem os
dilot oito por cento do mesmo abaixo as-
signado, (pie prcl'a/. a sot te por inteiro,
ciijcs bilbeles. meios equartos se acham
a venda nas lojas da Praca da Indepen-
den :if. ns. 13, 15 e 10, travesa do Quei-

I IIabaizo assignado lem just"
r. Joaquim lunada da Costa, a
rea ua ra [Velhs da lioa-Vn
, 'ni se j-ils-ir cum direila a ella.
Beneficio c sello.
):lil)0.s'0()(l
I i:llOs(>IIO
^
ZHoblimuto j t>0rt<>.
Sociot mirados no dia 12.
S. MalheosII das, patacho brasileiru uAudazu, de
11)5 loneta la<. eapilio .Manoel Jos de Amlrail.
equipagem 10, carga I,.100 slqneires de familia'
de mandioca : a Isaac, Curio & Companhiu.
Kio de Janeiro20 das, escuna brasileira u/.pIos.-ib,
de til lonei. idas, cpn.iu ,\. lelim. Elpidio Pioho,
equipaaem 7, carga lizemlas e mais gneros ; a
Isaac, Cui tu ,S Compsnbia. Pasaagearoa, A.....nm
Raymnmlo da Cotia, Juse Alves de Azevedu.
Montevideo22 dia, hrigne hespanliol MtglMlii,
de2fii leneladss, capillo Antonio Foulenill, equi-
seaue em punco lempo u lu-
eue< nacional MARA Ll ZIA, I
im|ui.i i .|...i ila Silva Mu,tes. .
sii pode reeeber alguma earga
miiida eesrravos a (rete, para
ns quaes da as mcihures ac-
iuinino.iiir.s e Iralamento:
trata-!,1 ro, Autuniu de Almeida Cuines, na ra
do Trapiche n. ni. segando andar.
A escama brasileira Jos, psrt a sua viagem
ao llin de Janeiru. precisa de i m .rnib-irus bra-i-
cirus : para o ajuste, que sera' de grande v.mta-
gem, tratase com o capilAu a bordo, nu ruin u cun- j
sjeaalario Antonio de Almeida Comes, na iu.i du | |S preniiadus
1,156
1 premio. . .
1 dito. .
1 dito. .
2 ditos. . OO.S'OIM)
" dilos. . IOO..00O.
dilos. . ."iO.SOOO.
t ditos. . OsOOO.
0 ditos. lOjjOOO.
i dilos. . 5^000.
50,
tnatlo n. 59 A, ra estreita do Rosario n.
ra da Praia n.
0, rita do Livra-
meaSton. 54, largo do Terco n. IS, ater-
ro a Boa-Vista ns. 58 e 44, cuja lotera
tem o andamento de suas rodas em odia
tablado, 14 do correte, em o salao do
con rento de A. S. do Carino desta cidade
Bilbeles. 5.<80 recebe 5j000.,000
Meios. .... 5s000 2:500s000
Quirtos. I.sOO ,, 1:250*000
Antonio Jos Rodrigues de Sou/.a Jnior.
- As propostas para Ibrnecimenlo de
doin devem ser 'evadas a' casa da
viu a Raymuudo, ra do Trapiche u. ,
arqazem : dirigidas ao Sr. C. J. M. a-
conipanhadasda amostras e do preoo por
i tal, (jUjj; quantidade pude fbrnecer
vez,, devendo ser entregue, livre de
a
niti
um
poi
des
lezas, no lug.tr cima indicado.
;)
t ijiiem livor para alagar una eacrava que seiba
ensal.o.ir e engommar, para servir em casa de faini-
lirlja-se a rus da Praia, armazem de carne n.
ii n.l roa do tfoadego, casa n. i i, que adiar
quem Iralar ; advert--se que se paga bem.
-'.: 33S-.a*e*j>ljffce9
I) abaixo assignado convida us seii'iure- ajj
slulaules du primeiro auna da Faeoldode C
le Direitu. quo -e inecroveram c qnizerem ;jf
rever-se nu livro d s socios do MONTE- 7t
|lii> ACADMICO. ieiiiii.-em-e na cass B
[de residencia du lllm. Sr. Q/. ihesoareiro, i
i huras da larde do da 14 du crrenle ;
um memliiii ejj
y du respectivo auno, que devera eumpor a aova
-W.Sl.t.il i t ,...|nini-sui direciura. Renlc '. lie junliu de
I OO.sOllO I 'fi IH36.O primeiro aecrelario, l'rancisro Per-
5:780l00o|S2ftrs^
i|ui i,n;.i i de lodn o activo, perlencenle a cargo do
Sr. Kranci-co Ribeiro Pinto Ominara, declarando
oulro sim quo a casa nao tem passivo, e qoem se
ul-ar credor, aprsente -nas comas oestes trae dias.
Juse Bapltsla Braga.Francisco Ribeiro Pinto
Uoimartea.
Recito 10 de junho de lVi.
^Precisa-se de om portuguez preferindo-se das
ilb.i- que Irabalhe de euiada para ser oceupado na
ciinservocao de um sitio, daudo-se-lhe sustento e o
mais que se ajuslar .devendo este ser solteiro: a tra-
tar ua ra da Pr.iia, uriuatem n. 18.
Lasserre i^ Tissel-lrres declarara que Carlos
Augusto de il.irru Lima nao he mais seo caiseiro.
Arrenda-se um sitio no logar do Oiqui, com
grande terreno para plantagqOs, com arvoredos de
iruciu-, cuqu. irus, inangueiras e oulras frucleiras :
qoem preleuder dinja-se a ra do Passeio Publico,
loja de i j/end.is n. 7.
Precisa-se de urna ama de bons costumes para
casa de pequea ramilla : na ra do Cabug n. 11.
Precisa-se de urna ama secca para lodo o ser-
vicio de nina casa de i.nna de duas pessoas : na
ra da Cruz, do Itecife n. 49, armazem de tazendas.
Precisa-se de urna ama, quer lvre, qor so-
jeila, para o servico iulerno de urna casa de pouca
r-milia : a Iratar-se na roa Velha da Boa Vista u. 64.
Borle Souza & C. declaram que o Sr. Jos Ig-
uaciu Rodrigues Oria deixou desde tioulem de ser
seu caixeiru. Reeife 11 de junliu de 186.
Francisco Lniz de Souza Couto Taz scieote au
poblieo c aos seus rrecueies, que mudou o seu esla-
belecimeulr) de alfalate dama do Queimado n.
para a Camboa do Curran n. li: e-pera que continen!
como d'aoles que achanlo sempre prumptos na sua
arle.
O O O Q >:>i Q0> 0^i?^^
q Festade San-
g to Antonio, |
1 te MATRIZ DA BOA- I
VISTA. |
-''. A eonamiasSo eucarcec-da pelos devotos tj\
... do glorioso Samo Aulmuu, erecto o> ma- S
\y Iriz da Boa-Vista, lazem scieule, que no w
^j domingo 13 docrrenle. pelas 11 horas da ^
-ja inanhu, lera lugar a le-lividade daqoelle "-
'^ pa.iroeiro, sendo orador uo Evaugclho o ^
..i Kvm. padre meslic, cx-pruvineial do Car- Q$
-y. nio e plegador da capilla imperial, Fr. t
'._ Lino do Monte-CarmeUo, c a noile no Te- 1%
Deuin o livui. padre mesbe pregadur da '"
i,?ipaUa imperial, Juio Capislrauo de Meo- j-
;,'- donca ; a msica he dirigida pelo professor ;'';
X mjor Patricio Jos de Souza : rogam por jff
V tanto us ine-iu devutus, a todos os mo- ^
:\* t'"1' res '.. llumiiien. as trentes de soas casas, ali m de Jv
sj lornar-se mais brilhante o acto, assim cerno w
0 a lodos em geral para que veuharo a-i-lir
y; aquelles ailus em sgnal de gralidau para -v.
^ cum aquelle padiueiro, por nos ler livrado ^"
"vf do uagelto da peste, que tanto nos pene- vS
;:? -ui0- '..:
-*...,!'.;'..''- '.;'--.*.- 'i-*v -*, ?* 'X' -.fi .-r-S*
wx> -. .w-.-w''...- "-..-.; V^tf'FpSfe1
Honorato Josepb da Oiiveira FigoeiredO, in-
veutariaiiie dos bens deixados por seus ladenos pas
Jus Andre de Oiiveira esua inulher, cujas parlilba-
j paaearaaa em julaado, declara aos herdeiros do
me-ino casal, que, se Mo prazo de .i das a contar
desla|dala.no vierein ou mandareis pessoa compelen-
tem-iile autortsada receber do annonciaute o que
Ibes locuu em ditas parlilhas, que serao rebolludos
au deposito publico ludo os beus que Ibes tocaran)
de suas tegtbmaa em ..- rerendas pardillas, inclusive
u diulieiru que u auiiuiiciaiile lem em seo poder,
perlencenle aos inesiuos herdeiros, correndo por coti-
la desles as porcenlaitiis respectivas do deposito pu-
blico. Recite 11 de junliu de I s Vi.
Luiz l.ucicn l'.uil,mu retira-se para Franca.
z\ttciiCo.
Ccuslando-me que para com a massa fallida de
Joao Moreira Lopes, eu me ado incompetentemente
iiebitado. aprrsso-me em declarar ao publico, que
quanlia algoaza devo a essa casa fallida, porque exis-
te em meu poder recibo de saldo de urna conla que
tive na luja do mesmo Moreira Lopes, cojo recibo
exiblure se necessario tor ; presentemente mo devo
a i ..--i.i ,1 ..um i. Kiti i.- 10 ile junho de 1856.
Jos Brasilino da Silva.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinbar e
lazer indo u mais servico de casa : ua ra Direila
ii. $6, segundu andar.
I .si ,i li.'liciiiieni x de caridade.
O procurador da ,i mim-iivcu dos estsbelecimeu-
los de caridade taz ver aos inquilinos que se acham
atrasados, que se dentro de 8 dias a contar de boje
nao vierein pagar os seus dbitos, serSo os seus no-
mes publicados pur esla jornal, e ualrneote o de
-eus hadoies. Recite 11 de junho de 1856. Jos
da Cuaba Teizcira, procurador.
Aluga-se um molcque de O anuo--, cozinbeiru
par odiarlo, muilo fiel e boa conduela, a qual se
afiance : na ra das Trincheiras n. -), junto au
nicho. ,
1 m muro brasileiro que ainda se acha arruma-
do, se oHerecc para raxfiro de cobranza deulro des-
la praca de qu.uquer casa de negocio, de que lem
bastante pralica, e d fidor de sua conducta : qoem
du -eu presumo se quizer utilisar, annuncie por esla
Tulla para ser procurado.
Precisa-se de 1 ou 2 mufeques para ensiuar-se
a co/.iubeiro. sendo de idade de t a 14 aunes ; a
pessoa que qoizer dirija-se a ra do Trapiche Novo
u. JO.
O Sr. Francisco de Almeida Villaverde dirija-
se a ra d.i Senzala Nova u. 2b. para receber noti-
cia de sua lamilla. \j mesma ha urna caria para
o Sr. Julio Jos da Cosa Sanios.
PARA BAILE.
Enredes para caiie.ja. vestidos de larlataua e de
bloude. anarnices de Mures para os vestidos, ricas
llore de cores para caliera e lavas de Jouvin ; em
casa de inadame Milluchrau Bucssard, aterro da Btfa
Vista, luja n. k
Foi Iraiisfcrili dous vezes a irrcmatacsao da
jusa da ra Direila n. loa para o dia 14 de corrale
as 1 horas da larde na porta do lllm. Sr. Dr. jui/ de
nrpbi.s avahada em 2:110115000.
r:0(K)sOOO
2:000s0OI)
-illll.sOOll
KM),sOO0''
."iOOsOOO 831
200S'0001 ~ I*-'"" demimearem pur eleica
j : -.
J.
1
Ii:i00.s000
Trapiche u. Iti, segando andar.
Urlicos.
ido de Janeiro.
O palaclio .i I bereza lo, de que he eapilao Jos lu-
naeio -imenla, val seguir viagem pira o Rio de Ja-
neiro rom brevidade. por ler grande parle da seu
carregamcnloengajado : quem nu me-mo qaizer car-
regar, uirljs-*e ao eserlptorio de Bailar & Oiiveira, tlltSOUiNairo, I
'"......" 'ti' mS6^ 3&RO. \--:;-A|>p.ovo.-..ala,
' dous primeiros premios sao stijeito
ao disconlo de S por cento. I'lieso r>-
i .i das loteras 2

- AugustoStahl
2. .le njtuo .le ^.-U-^^^rlT,
ancisco .Vnioni'i de Ol-1 tratar no mesmo sobrado
. 3 91 -
srinte aorespei-
vei publico desla cidade, que o seues-
lieleciinenlupltoloji-apliico aclia-se
agora miniado de todo para a ra Nova
. '2'., primeiroandar.
Aluga-se orna sala com 2 qnarlos e boa eo-
uba du primeiro aada do sobrado da ra do Colle-
para o Passeio Publico : a
lo jovernol
Josn seuui brevemente,Id 'V'i tiainhiico (i de jiinlio de IS.'ili.
eo carregamenlo IraUdo : ISergio Teixeira de M.icedo.Conlbr-
me Vnlonio l.eile de Pinito.
O Sr. Jo.io Jos da Silva GnimarSe lem una
caria na roa do Trapiche n. Iti. segando andar.
O lllm. Sr, director da socirdade da- arresme-
cbanicas e '.iberaes de-la ci lade, manda lazer publi-
co aos Srs. serios da inesm.i, que no dia lj du cr-
rente, pelas i huras da manbiia. havera' se=so em
assembla geral para se eleger a nuva udminl-lracno.
Secretan-, da socle lade das arles mecha.licas e lihe-
raes elesta cidade II de jimlij de 1856. Antonio
Baitio Ferreira Barros, 2.- secretario.
A escuna brasileira
por ler grande parle de
para o resto c miodezas, como esciaves a trele, Ira-
la se com o consignatario Antonio de Almeida Go-
mes, na rua do Tupidle n. Iti, segando audar.
Para n Porto seuue com toda a brevidade a
bem condecida alera porlogaeza aBracharenaoB :
para carga c pasaageiros, para o que lem os mais
areiadoi coinmuibis. trala-se com os consignatarios
T. de Aquinu Fonseca f Filho, uu com o eapilao
na praca.
A escuna porloguezn rcCsresui pretende sabir alo
o din 2~. do crrenle raer, para i oanda, quem quizer
que estej.i em
Anda se precisa comprar ama cadeira de piano '
tjuc reja de Jacaranda e de pvafaao,
Boni esta.lu : quem liver annuncie
ado.
(lacea liver .ilsun engcnlio d'agoa pina arren-
ar, e o queira r.o.er agora, dirija-se a rua do Rao-
el n. 71, que achara' ruin quem Iralar, ou entilo
nniiiirie sua murada para ser prnrurado.
Prcclsa-se de um criadu para Fater as compras
le urna caa de punca lmilia c Iralar de um quin-
al : na rua do Cabug n. II.
Precisa-se Tallar, a negocio de seu interesse, ao
ir. TrisISo Francisco Torre, na Sen/illa Nova, pi-
lara n. 10.
MUTOflVT
O abaixo asshmario, cum Injn de sircueirn na roa
das Trincheiras n. (il. Ui. --cenle aos seds frfQue/es,
que recebeu uu Completo -..riimeiitu de objectos,
ndo so pura ullii-iae- da cnarila nacional, come do
exeieiiii. cuustando de cooro de anta para talabar-
tes, lalins, bandas superiores, espadas finas para in-
r.nii,,ri.i ii cavallaria, e uniros muilos objectos de
superior qualidade, aaslm ccino encarrega-se de
promptiticar qeatquer rardamenln.
Francisco de Freilas Barbosa.
-s S.s acci
fapor i rejoqui
|ta i a
COIIJ i (tM'i'LMIii jH'r/StagS.t
para ser prora- ,JC gjg jH{,. Cl?i(,u> nt Q (Jja
!) do correule, ua rua do
Trapiche n. 8, eseripto-
rio de Heui y Forstr $ C.
Precisa sede urna prela escrava, que saiba tra-
tar de meniqps e cuidar de sua luupa : quem a liver
dirija-se ao sobrado n. 8 da roa de S. Francisco,
como quem vai para .1 rna Bella, para tratar do
ajuste.
V
dad
m
instas do
, sao cou-
tMtrareiu
ILEpIVEL


Din
10 e mnun co sixti fhwa 13 m junho 01 \m
Terceira edi$&o.
TULTAIEIT HlEOfATHICfl.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
ejrja -A- W*l S *3 E3 JT i% K ~
* instrurc,a.o no povo para se poder curar des
eltieazes par* alalha-la, emquanlo so recorre
te desle nos lagares tm que nao os ha.
TRADZ1DO KM POUTl/C.UEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles doos opsculo conten as indiraces mais claras c precisas, e pela sua simples e
c concisa eiposicao fila ao alcance de lodas as inlelligencias, nao so pelo que diz respailo aos
ineios curativos, como principalmente la preservativos que Icm dado os mais satisfactorios
resollados em loda a parte em que elles lem ido posto etn pralic.
Sendo o tratameut homeopathico o nico que lem dado grandes resultados no curativo
desla horrivel nfermidde, oigamos a proposite Iradiuir esles dous imporlanies opsculos em
lingo verncula, para desl'arte facilitar a sua untara a quem Ignara o Trance?.
Vende-so nicamente no Consultorio do traductor, ra Nova n. 52, por 'JsOOO. Vendem-se lam-
hem os medicamentos preciso c bolicas de 12 tubos c.uu um frasco de lindura 151000, urna dila
de :W tubos com qualro e 2 frascos de tintura rs. 25S000.
entermidade. ailministrandii os remedios mais
ao medico, ou mesmo para cura-la iudepeuden-
a-3
CoW"**-.
m PKDBAS PRECIOSAS- *'
^m fea
S Aderemos de brilhanles, 3
> diamanles e perolas, pul- .
Sceiras, alunles, brincos ;
e rotlas, holes e aunis "
de diflerenles costos c de i.
* diversas pedras de valor. .?
H Compram, vender ou ?
J Irocam prata, ouro, bri- g
* Ihantes.diamanleseporo- ?
* las, e outras quaesquer ?
* joiasde valor, a dinheiro *!
* ou por obras. *
H0RE1RA L DOARTE.
LJI Di ni ni\hv
Ra do Cabuga' n. 7.
ficelieiii por to-
do os vapores da Bu-
ropa as obras do ma is
moderno gusto, tan-
to de Franca como
.*
* OURO K PRATA-
Adereoos completos re S
ej ouro, meiosdilos, pulcci- '?.
* ras, alunles, brincos e *
^ rozelas, cordoes, trance- V
* lins, medallias, correales ?
* e enfeiles para reoslo, e *
X outros muiles objeclos de
... ouro. '&
> Apparelhos rompilos, *
^ de prata, para cha, ban- _
.;. dejas, salvas, caslicaes,
4j collieres de sopa e (lecha,
, e inultos oulrns objeclos
.s de prala. je-
,: Precisa-se tle un riseiro que abone sua ca-
pacidade, para padaria ; no paleaba Sania Cruz, no
principio da ra do Rosario n. 53,
Lotera
Con
de Nossa Sen hora dalupe de Olinda.
Aos 5:000.s e 2 000 000
t mdubitavelmente tabbado I i d
junlio.
Salustiano de Aquino Ferreira
respeitavel puMiro juc
premios I I I L
lotera un uymnatioloiini
taz sciente ao
venden os seguate)
parte da quarta
rernambucauo.
Um meio billietc
Lin nuarto ..
Tein e\poslo a
:. BOI.INIIOS l'AKA CHA*.
^" %?<&.*!'. :'>. I Vende-se una pros de meia idade. boa lav-,
_ deira de roupa e propria para lodo o servico, e cp-
0 abano apianado la/scienle ao respei- *?' I zin,lil o c.iario de urna casa, ao comprador se d ra
-ivel publico, a penalmente a.scus fre- owolivo porque se vende: na ruada Cadeia jde l
... grexeo, que em sua padaria sila no paleo da s- Antonio taberna n. 26.
W Sania Crol n. ti, se acha sorlida de varias
." y qualidades de bolinhns e de lodas as qua-
lidades de masas linas, cont sejam. allia-
doo, aramia, biscoulinho, falias e outras
mataos, bisooulinhos insle/es em latas^que
se vende por preco conimodo.
J.1o Luir. I'>rreir Kibeiro.
:::
Oueijos do Serid.
de algodo a
oamaseo largo
72a rs.
o ovado.
\eii'le-sc na na do Queimado n. 21 A. diniat-co
largo d lindas cores, l'zeiida itronria D-ra iai ios
-sk isssssri i=r. asir = (aA-
\ endem-se velas de carnauba a l?li(KI a arro-1
ba, e em libra a (-J0 na ra de llorl
Li-
as n.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o commodo como costumam.
iQ!
Sj Deposito de vinlio de c!iatD|)uj- 3
i$ lie Cli!iteau-A}\, primeira pa- Sjj
i@ lidade, de propriedade do conde ^;
'_$ deiMareuil.ruadaCruxdoRei'il'en. $j*
1^ 20: este vinho.omelbcr detodaa @!
-$S Champagne, vende-se a -~)(i.s cada ,<
?$ cai\a ; icia-se nicamente em ca- ^
B sa de L. Leconte Feron \ C. ti. ^
tf B.As caixas: sao marcadas a l*o- ^
i^ /joConde de Mareuilvos roto- j^
^ los las garrafas sao a/.ues. -;'-'
Callos Claudio Tresse, fa-
bricantc de orgose re-
alejos, na ra das Flo-
res ii. l<)
Avisa ao respeilavel publico, que coucerla orgaos
e|realejos, poe marchas modernas docto pait, roncer-
a pianos, lerapMnas, raivas de msicas, arurdeoes e
qualqoer instromento que appareca, Umbem faz
obra* novas. i\a inesina casa labricm-ie caiaspara
jnias, retratos, faqneitos, c.rleiras liomropalliicas,
i etc. etc., as mais ricas e ele gantes possivel,
CASA DOS KXPOSTOS.
Precisarse de amas para aiiiainenlar criancas
.na casi dos espoalo, a pootoa que a iso se qu I dedicar leudo as babililacesnecessarias : d'mja-se
| a mesma no Paleo do Parain que ahi achara com
' quem tratar.
. 1081 V:()00.s00(i.
( 2702 I:00(I.SO venda novos liilheles,
ineios e quai los, la segunda parte da
quarta lotera de Nossa Senhora do Gua-
dalupe de Olinda, na na da Cadeia do
Kecile n. V.T, loja de miudivas de Jos
Fortunato dos Sanios Porto, na prava
da Independencia ns. 57 e 59, loja <1(?
calcado de ASitonio Atifjuslo dos Santos
Porto, na mesma praea loja de b'dbetes
tes u. 'i, da viuva Hastos, c as demais
lojas ja' conliecidasdu respeitavel publico.
Vende-so orna cvcellenle vacc, que d;i mais ile
meia cauada de lene : quem a pretender rlirija-se a
la de Joan remandes Vieira, rasa ciuzeula de-
Ironle do boceo do Boi.
f> ra do Itrum ll. li, armazrm de Si Araojo,
ha para vender relrozsorlido de. ludas as quididades,
primeira surte, em porcues, arco* para pipa e harnea
cheaados ultininineule pelo beigue Trovador, cai-
as com velas do rarn.ioba puta da melhor fabrica
do Aiacalv, champasneem sicos. superior, I balan-
ca americana que pesa at 800 hlira-, tudo por pre-
^o mais barato que em oulra qualqunr parle.
Vende-te familia do reino a I-JO rs. a libra :
deirnnie da malrlz da Hoa-Visla ii. W.
i. ^'x^' -. <0> ... ,? Vf *.;. .,- ... ... ..'. x*S ^* **
usas, c .ian-se amontas com pennor.
Cacherina ada-
Vende-se a tnuito acreditada padaria do Man-
gainho, fila na tasa dff Sr. cirargian leueira, com
minias rregnetlai na 'Japunca, Allliclose lloa-Vis-
la, alm do da porto, a qual lem lodos os perlences
a Itabalhar, e na mesma lem um cavallo para en-
trega ile pao na Ireguezia : para Iralar, na ra da
Soledade n. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regarhortas e bai-
la decapim: na randieio de W. Bowman,
na ra do Brum ns. 6,8e 10.
A boa fama
YENDE BARATA.
i
ilida-
Itilhetes
Heios
Quartos
Os dous
">S800
n.sooo
I 300
9
SAHTOS COELHO,
Kna do Quf.iiuado
-..
5:000x000
i 500.V000
1:2.")0.s000
premios pndesela referida \ Q
lotera do Guadalupe,
aos 8 poi cento do imposto sera!, tra/.en-
do elles a rubrica de S. A. Ferreira.
Pernambuco lOdejunlio de 1850.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.

(?DmjprttS.
\a loja das seis
portas
F
IEPERT0RI0 DO.lEDICe
HQMEOPTHA.
EXTRAHIDO DE RL'OFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
o posto em ordem alphabetica, com a descripejio
abreviada de todas as moleslias, a indicaco physio-
logica e therapeutica de todos os medicamentos ho
meopalbiros, seu lempo d aceito e concordancia,
seguido de um diccionario da sicmlicacao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, o posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO -10R.4ES.
Os Srs. assigoantes podem mandar buscar os seu
cieroplares, assimeomo quem quizer eomprar.
I J. JA%E, DENTISTA, J,.
#coolinuaareidirnaruaNovan.l9. pnmei- i A\Si l tu ;)()!' til! it iS.SU. tO <10
H mandar. fy V
aa&oca respeitavel publico.
Qaudio Duheux fa/. scienteque sa- Salustiano
liiram de sua casa os seus dous caixeiros
tu lenle (! Livramento.
Cassas pinladas a meia pataca o covado. riseadi-
nhos fr.iiici'/c. a meia pal.ira u COVado, chitas cscu-
'ras que nao disbolain a meia pataca, chitas dcdillc-
renlos cores a seis vinleus, lenco de seda praios com
salpico braneos propries pata" as senhora> que esliio
de lulo Irazerem por casa a qualro patacas, lencos
de seda escuro, prupnns para rapo a qualro ealacas
cada um : veude-se barato para acabar, a dinheiro
visla.
Jos Antonio Moreira Diasr e Antonio Ce-
tario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de aualquer servioo seu.
O 59 a,
cuulroiile'ao Rosario de Saulo Antonio, avisa ao
respeitavel publico, que recebeu pela Uralidaea
mermelada nova e doce de (rucias em calda, o me-
lhor poi-ivel.
Ua abano asssignados, com loja de ourives u.i ra
do Caboa n. II, confrnule ao paleo da matriz e ra
Nova, fazem publico, que eslao recebendo conlinua-
dameolt as mais modernas obras de ouro, lano para
senhorai como para humen- e meninas ; os precos
continuam razoaveis, e passam-se contas com respon-
sabilidade. especiGcaodo a qualidade do ouro de 11
"n 18 quilates, ficando assiin sujeilos os mesmos por
qualquer duvidi.Seraphim e Irin.m.
Claudio Dubeiixinudou oseuescrip-
rio para a ra da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 13.
Precisa-sc Je um humero brasileiro ou eslran-
gciru, que iba bem nioniar e tratar de cvanos,
para servir de pai;ein a um senhor de eiigenbo, da-se
L-oa paga : qaem esliver ueslas circumslancia e qui-
zer. pude dirigir-se ao largo da matriz de Sanio An-
touio, casa de um andar n. '2, que achara com quem
tratar.
de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel publico, que os Srs.
Jos Fortunato dos Santos Porto, esl ibe-
lecido na ruada Cadeia n. 43, e Antonio
Augusto dos Santos Porto, estabelecido
na praea da Independencia ns. 57 e 5!t,
e na praea da Independencia n. i, loja da
, Sra. viuva Bastos, estilo encarnizados a pa-
gar todos e quaesquer premiot-que salii-
reni em seus bilhetes, ir.i-ios e quartos das
j loteras da provincia, au obstante serem
I vendidos por outios, trayendo a rubrica
de Salustiano de Aiiuino Ferreira, sen-
do os premios glandes sera o disconto de
8 por cento doimposl) geral.
Pernambuco 50 de maio de 183fj.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Precisa-ie de urna ama para o serviro interno
de urna casa de punca familia ; confroal'e aooilao
do Corpo Sanio, loja de calsado u. ).
Precisa se de um feilor que saiba Iralar de
jardim, e que seja poriusuez : iralar na ra da
Cruz do Kecifc n. II), primeiro audar.
Jos Antonio Moreira Oias S.C., la-
zem sciente ao respeitavel publico, pie
teemoseu escriptorio na ruadas Laran-
geiras n. 1 i.
l'recisa-se alugar para urna casa Mlrangeira,
uma^prela que lenha bou eoslumesenaibaeogoni-
mar bem : a Iralar na ra da Cruz n. 1.
Na travesa do Collegio, loja de encadernai;au.
eiisle a venda o grande diccionario histrico, ou
miscpllanea curiosa da hislona sagtada e profana,
r nirii lo a vida e arenes uolaveis dos palriarchas,
jui/es e res dos judeos, dos papas, dos marl)ics, con-
(essores e padres da igreja, dos bispos, careaes, im-
peradores, principes illustres, autores auligos e mo-
dernos,'e de qoaiilos se lizeram famosos etn -r encas
o arles ; conten lambem a hislona dos concilios ge-
raes c particulares com desiguacao db lagar omle se
celebraran!, Iraduzido do frailee/, por Moren, S vo-
luntes em folio glande e papel de llollainla.
fto laruo das Cinco Ponas, casa u. 13(1, ha pa-
ra vender um rico sotlinieuto de orle) com ainen-
doas, proprias para a noite de S. Judo.
Vende-se um lindo inoltquc ciioulo, de JO ali-
os : no luriio do Terco, Casa n. :I7.
Vende-se una casa terrea ni lloa-Vi-ta, ra de
S. ioncalo ; igualmeule se vende para fura da pro-
vincia um esclavo crioulo, moco, com ofliio de pe-
dreiro : os prelendentes dirijam-se a ra do Queiina-
do ii. 39.
Vendem-se 200 Iraves de 30 e 40 palmos de
coinpriineiilo. de diversas qualidadel e louro, c :i-)
enlames, sendo as Iraves a isOO e os enrames a
1-3000 quem comprar ludo, 1 canoa de 30 palmos
de comprido, nova.com II palmos de J>occa, cartel-
ras de amarello, sendo I. de 2 faces, 2 cadeiras de
btaro, I mesa reduuda, 1 portas do vidrafa, caucel- j Chales de merino
U Vigatio 11. 17, primeiro andar.
Pecliinclia !
Troca-se por sedlas vellias riseodinlios franrezes
de lidos padriies e de cores flias a 200 r. o covddo,
islo para acabar; no aterro da liba-Vista ao |>c da
ponle u. 10.
Tomase a quantia de i:tXKto a premio de um
e meio por cenlo ao mez, e da-se por garaule ."> bel-
las moradas de casas aqu no lenle, e enlre ellas
11 n 1 c Mllenle sobrado: a quem convier dar este
dinheiro aunando para ser procurado.
Antonia Joaquim Sevevai aEoropa, e durante
a sud ausencia dei>a por seus procuradores nesla
praea, em primeiro luaar o Sr. I.uiz Jos de Su A-
raujo, em segundo os Srs. Tinn Morasen & \ inarta,
e em lerceiro o senhor Antonio de Moura Kolim.
Na loja do sobrado 11. I.i do paleo da ribeira de
S. Josc, lava-se e enciimnia-se com minia pcifeinlo
eaceio, e com a reaior brevidade possivel.
ARRENDAHENTO.
Aioj e armazem da casa n. ji da ra da Cadeia
po lenlo junio ao arco da Cunceieao, acha-se desoc-
... cupada, carrenda-se para qualquer eslalieleciinenlu
tlU IxCCttd UO &. F'MHCist'O 'e v"la eral"le- Para ooal ,em eotnaaodos suili-
gx. j- l j 1 1 ,* ?!e",e, : os preleudenles enlender-se-hao com J010
U aireciores aa companiua da estrada Nfpumuceno Barroso, no segundo andar da rasa n.
de ferro do Recife ao San-Francisco, tem'5 7>na n>esma '<"
lito a chamada da segunda presta;ao del Aluga-se a loja do sobrado de 5 an-
duas libras esterlinas sobre cada ac;ao na i dares na ra da Cadeia de S. AntOujo,
dita companiua, a qual deve ser pa'gaate esr|uina do becco do Ouvidor: a tratar
odia 6dejulbode 1850: no Rio de Ja-com Lui/. Comes Ferreira
ESTRADA DE FERRO
Compia-se toda e qualquer poivO
de prata vellia de lei nciu Celtio: quena
tiver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leiloes.
Precisa-se comprar prelos, Dito precisa que
elles leiiham habilidades, bata que sejam mocos e
robustos : quem liver aniiuncie.
Compra-se efTeclivamenle. laliio, btanze e cobre
velho : no deposito da fundirn da Aurora, na ru-
do Itrum. logo na entrada n. :2K,c na mesma fiimli-
co, em Sanio Amaro.
Compra-so urna carroea em hom oslado rom
boi ou sem elle : quem liver, llinnncie.
Nesla loja encoulra-se um coiuplelo sor- 'i'
lmenlo de fazendas detnias as qualidadea .''
e as mais morlernal, como sejam : sedases- ;'\
i'assezas asrnaislindas que lem viudo nes- ',',',
le mercado, lano em qualidades rumo nn t;*
nao 'StiiO Slljeitos '/t; aoslo de padres, polo baralis-imo pre^o j'J
.. de |-O(J0n covado ; li'-i de quadios adamas* at>
; ca los, a UIM) o covado ; cainluaia fraileen r*i'
\i~ a ^10 o covado, para.acabar; dila prela $-;
.'3 com piulas brancas, a 89 o covado ; cor- i?.
i*.4 lo. de eataa-de cor, moito lina fa/.euda a .'.',"

>.\' bolona bonita fazenda, para acabar, a .to o
,--. covado ; cliilas finas escuras para c;
'; do modernos padroes, a 30Uo covado : i
*,. dapulan do jalda, a 29500 ; el.ales del
para casa, *.,
eni5a5.
no- '.Z
tur e>|,uii| (iIhh SE finia mu ; dito* tinos de .isir.iT h I-SmK> ; *
;* manas *le bloml pretu t hrnic.i-, > me- *>
V, Miore-i que lem liaviil, lomeiras ile re- r^
*' 1ro/, los prlns de ifitU, uierno selim *%\
JT para ihiI6, a 1?imi o covado, bri u *,*
-.? minilinhos de linho, a 6i o covado, gan- v,;
v't 21* menclada (>ii> o covado; a-Mm romo ;?%
;-'a milt,,- mallas faiendas que h *ndem mais *.
*f* barato do que em oulra qualquer parle, a '
'.,."' dinheiro u vista. \'t
-.^...^....-v..-..; v.- ..r-....-...-.^vi,-.i-J@
Cortes de chita
FRANCEZA COM 14 0OVAD08 A 39300.
\ ende-se na rna do Qneimadd n. I A, corles de
elidas franeezaS laruas de muilo lindo goslo a :|r.JIK)
o corle, cuja fazeuda era o iilluuo gesto ra Pars.
mascada de lindas core:
a 600 rs. o covado.
Vende-ce na lojan. 21 A dama doljueiinado, es-
la fazenda, a qual he opliina para forrar canos, ejl-
vas, e para pannos de uiesi, e assim como para fu-
tras muilas cousas, e d,lo-c amostras.
Atteneao.
\ endrm-se toalhas e cuardanapos de panno de li-
nhn do piulo : na loja de Sa Manuel na ra da Ca-
deia do Kecile n. \~.
Em casa de M.Galmott >\ C, praqa lo
Corpo Santo n. II, ha para vundY-ro
(eguinte:
Taboado de pinho, alcalino c pixe
Sueciii.
rVIcatro do arvao.
Lonas 'le algodo.
Ditas de linlio.
linths em latas.
Esponjas de superior iiualidade.
Calios de linlio edeManilba.
ludo muilocummo(Jo.
Vondom-so caixas com vidros para vidraras,
vidros de horca Inra* com rolhai do inesino, o maior
torlimonto possivel : etn COM de Karlholomeu Fran-
cisco de Sonia, na larga do Kosario n. .16.
iaOJa da |H>hrcza
Na ra do Passeio, loja n. '.I, vendem-se ricos cor-
les de calens escaras imitando a c.i-ennra a 19, dilos
(le brim oscuros de linhoa 8KI rs., dilos de hajini
trancado bronco a Mili rs., chales braneos de cassa
lili), dilos de i;a e soda a 39300, meia prelas para
mliora a .mi rs. o par. chapeos de sol com bol ra
a ftJJO. ditos rom junco a IgOOO, chitas linas a I lio,
mi, 'O rs. o covado. corles de cassa chita lino
\ ende-se una casa lerreasils na ra do Cha-
rol n. (iS em Pora de Portas : a iralar na ra da
Seuala Velba n. 118.
.Na taberna nova do reliro no caes do Kamos
vende-se : urna puni de ra-lanhas de caj, l-nha
de lodas as qualidades. genehra, licor, aiu/. acorar-
aj>ule do reino, eespirilo de vinho de .'llia 50 ataos,
roalos para aarraas de licores, lano ordinario!
como domados, ludu por pceo coinmudo conforme
a quanlidade- _
Cortes de lila a 2,1500 rs.
Na rix.. ilo (Jueimndn n. i:l, pa-saudo o becco da
CongregacJo, vendem-se curtes de l.i.i de varias rn
res para vestidos de senhorn a foO o corte.
Atteneao.
>._ ricos corles de eambraia braneos e de cored
39300, madapoln lino, a pera :te800 e UOO, e no- r-ncelms para relocio, fazenda boa
ras mullas (alendas btalas.
tn esrriplorio de Domingos Alvos Malheus,
ra de Apollo n. -2!l, lia para vender por precos m-
dicos o leguinte :
Ricos e ele'.-aules pianos.
Salilre rofinado em barris,
Salsa parrillia muilo superior.
Saceos de muilo superior feriaba de mandioca.
Libras de liuhasbrancas n. 50, 00, 70, ni. a
Ditas de (lilas ns. 100 e 120
lluzias de l'iesouras para costura
lluzias de dilas mais linas e maiores
Macos de cordita para vestido, alauma cousa
encardidus com 40, ~A) e 60 palmos,
Peras cun Id varas de bicoeslreilo
CaisinhasCOR) agullias francezas
Caitas cun lli nvelos de luibas de marcar
Polceiras encarnadas para meninas e seuhoras
Pares de meias linas paia senhora a Ju e
.Miadas de luihas mnilu linas para burilar 100 e
lirozas de boUes muilo linos de madreperola
Dilas de dilns muilo linos para calcas
Fivellas douradas para calcas e coltes
F-?ulesdeverdadeiio bfalo para alizar,a 300 e
Pecas de lila de linho brancas com li e meia
varas
Caitas com colvetes arossos francezes
Carrileis de lindas de 00 jardas tle muilo boa
qualidade e de lodos os nmeros
Macinhos com 10 arampas, e de boa qualidade
l'aresde suspensorios de bouitos padres
torcidas para caudieiro, duzia
Tinteiroa e areeiros tic porcelania, par
l.arleiras de marroquiui para alaibeira
Canelas moito boas de metal e pnoSOe
Caivetes de aparar pennas
Meias brancas e croas para homem, ItiO, IKI e
Tranrinha de laa de caracol c de todas asetires
palmo
Duzia de-frenlcs- ele cliilre para alizar, bous
lirnsrt.tle bulOes de louoa piulados
Pecas de lilas de cciz id e
Carreleis de lindas de 100 jardas, aulor Ale-
xandre
Lindas prelas de meadinha muilo boas
Carlas de allincles dt boa qualidade
Duzia de penles aheilus para alar cabello
Mcisde lio Escocia para menino, brancas e
de core-, fazenda nmilo boa 10 e
Tivel.is de aro com loque de lerrugem para
ealc.a
(rosas de bvelas parasapalos
Caisiiihas envernisadas com pajitos de fogo
de valnbas
Cailinhas de |io com palitos de foao bous
Caivas com 50 caivinhas de phospboros para
charutos
Charuleiras de v idro (iO e
C.isles para benaxjas muilo bonilos
Atacadores prelo-, para casaca
Sapaliuhos de laa para enancas, o par
Camisas de meia para crianzas de peilo
19100
1B280
18000
1?80
210
560
200
aso
10
300
t0
000
KO
t0
500
50
60
80
iin
10
SO
300
tiOO
40
IHI
10
IIIII
SI 10
300
;io
lo
ao
lio
rooo
10
500
120
ii
i IKI
e tintas
mesas e
d
FAZENDA BARATAS.
Ccrles de cassa cinta
Dilos de eambraia trncela linos
Itiscadiuhos france/.cs de bnm goslu, o
vado
13600
3IW
Ainendoas.
II .10 A, confronte ao Kosario de Santo Antonio,
rende aniendoas iwr.i sortea, e junlameule vende ba-
las de eslalu, e recebe qualquer eDcommeiida para
aprompl.r.
Iticos chapeos e enfeiles para cabera, dos mais
modernos que h.i, para seuhoras, o por preco com-
mudo ; ua ra du Collegio li. i.
Veude-se I farda e I bouet perteBCeni ao 1.
balalhao de fuzileiros da guarda nacional, por preco
muilo commodo : na ra Nova n. 7.
\ eode-se mullo boa manleiga ingteza a 800 rs.
a libra, frauceza a li'iO. loucinhu de Sanios a 10,
arroz do Maranhao a 100 rs.. e l0, sabilo a 140 e a
ISO a libra ; na ra das Cruzes n, 0.
N ende-se rea quer por canoas qurr por car-
rocas, posla lias obras, lijlos de lodas as qualidades
e lelhas, por preco commodo e brevidade : ua co-
cheira da ra do Sol, cunfruule u lelheiru dos ca-
uoeiios.
.'-;'.:'*..',.-. '..'i'h f\ (afc-oantt *
-.. -....... ,-... .... .-..-... ... ...-^...:..-^.-,;.
i? Na ra do Uespo loja amaiella
W n- ^i !<-' Antonio Francisco
:'f Peicira,
;'j Vendem4c ricos chapeos de selira e gor-
'^ aurao avelludado guarnecidos com Meo de
i? chapeo qne lem viudo a esle metcado.
.,. I'e .. .I, i i.l i .1.. I...I. ..n c ...
,*''.-'-
I
Q
C .bei (ores de alaodao linos
Sarja de seda bespaiiholo, o-covado
Chales de -oda pei|uenos com patillas
Lencos de lila e seda linos ;C*7"
Corles de casemira prela lina ..
K oulras muilas mais fazenda, qne nao se ai
Mond
L'fJO.
Da-se 500)000 com hypolheca em casa terrea'
que esleja livre e ^esembaraijada : na ra do Hos-
picio o. t se dir quem du.
PLBLICAC.AO' LITTERAIUA.
Repertorio jurdico
neiro, em casa dos Si-s. Mana' Me. Gre-
goi-AC.,; na Bajiia, em casa dos Srs. S.
l)avenport& C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companiua. O accionista
que nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-i
reito as accoes sohre as tinada, r, A\t h publicado sera sem duvida de olid.de aos
niioasacriiex, soDre as ciuaes o dito pa-| p,,llclplaniesqueso quizerem dedicar ao esercicio
jamento naotiver sido ell'ectuado, e emil)o fr. poisnella aneonirafflo por ordem alpbabe-
lodo caso tera' de pagar juros pelo tempo ,ica as ESS'S "lais fre1u.enles ocurrencia ci-
...,.____ 6,. J. ,u,t-'"H"| na, orpbanologicas, commernaes eerclesiaslirasdo
|ueaecoiierentieo da indicado para o nossofdro, com as remisses das ordenarse, leis,
pagamento c a sua realisacao. Recife 14 ,visos e 'enlmenlos por que se rage o Brasil,
Af main ete maio de 185b.Poi o.dem dos duec- nostroque ^ Hrmam. Conlm semelhanlemenle
lores.-~-s. P. Vercker, theSOUreirO. as MoM das ^oesloes sobre sizas, sellos, velhose
novos direilos e decimas, sem o Irabalbo de recorrer
I tlstl'llri'tl > llinral f rc-' nlloee|de nossas leis o aviso avulsos. Consla-
UUIVl1' lUOntl e rtl.-j,dedou, voiomesemoilavo, grande francez, eo
R|AB|| primeiro sabio u luz o esla i venda por 85 na loja de
. |livrosn (i tS.u praea da Independencia. Issc-
Ksle compendio de historia sagrada, qne foi ap-' nbores subscriplures desla pohlicacao evislenlrs em
provado para inslrucro primaria,, lendn-se vend- i Pernambuco, podem procurar u primeiro volme
do antes da approvac.io a 19000 rs., passa a ser;
veodido a 19000: na livraria ns. 6 e 8, da praea
Imteos e de
vi;-
o
da Independencia.
Deposito de pia-
nos
J. I'. Vogelsv avisa ao respeilavel publico, que
mudna o seu deposilo de pianos do primeiio audar da
roa Nova u. II, para o armazem 11. 27 da mesma
rna, equina da roa da Cainbna do Carino, uude se
enconlram os mus ricos o o melbores pianos al
,i?ora appareeido nesla praVa, sendo elles feiloss-
in.iile por encommenda, e pelos mais acredilados fa-
hticanle como de Radiis, Traumann, llamhurgo e
W. Sasenhofl" de Kremen, e oulro. muitos fabrican-
tes da '.Eoropa ; os quae se vendem por mdicos
procos e Branlidos. O eslabelecimeulo eslaraaberlo
ate as 8 hora da ooile para a commodidade das fa-
milias etc., que quizerem ver c eipcrimentiros ins-
trneaeatos.
Pi.-cisa-se de orna ama de Isile 1
Independencia os. :lo e 38.
na loja de livros acuna mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula brilo, prara da
ConstitoicAo; noMaranbfo, casa do Sr. Joquim
Marque Rodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. Jo-
e de Oliveira.
Na ra da Cadeia de Sanio Antonio o. IK, de-
seja-se fallar com o Sr. Ilvgino Xavier da r'oucca,
I.- sargento particular, a negocio de seu Inloroase.
Oflerece-se um poituguez com familia peque-
a para feilor de silio, he ptimo horlclao e jardi-
nciro, etrelleule podador e enxerlador, t de tudo
lem demasiada pralica, lem encllenle conduela c
iaualmenle sua pequera familla.ede ludo da nao sus-
peitos abonos: a Iralar na Iraveisa da ra da Concor-
dia, penltima rasa anles de clieaar a rasa de deten*
ciio, do lado do norte, cm casa de llouoralo Josepli
de Oliveira l-'igueiredo.
l^ecisa-se de una ama pira o servido interno
c estenio de urna casa de duas pes.oas : quem pre-
tender, dirija-se a ra do Nogueira 11. ti, primeiro
andar. .
Aluga-se um bom armazem para assucar ou
para oulro qualquer eslabelecimento, lambem pude
I servir para nina eieellenle cocheara, em razao do
! bom quintal que tem : na ra do Bruin.em freule do
na presa da cbafariz : qoem o preleuder dirija-se a ra de Apol-
1 lo n. 1 A, oun. 6.
Pecas decainbraia de liuho com (i vara,
<*? a IU30OO.
W Dilas de larlalaua brancas prcas com 10
J, jardas, a 5>000.
Qp Coilas de damasco de seda da India pro.
a priai para casamenlo, a 509 cada um, be
." vendida ca fazenda por laa diminuto pre-
;" *J0, Para mandar conla de venda a quem a
\J maiiduu a esle mcrcadu.
.--, lualhas de puro lilil*. lcnrfioado para
'" rosloe roaos, a 8,tOII0 cada duzia.
Dilas de algodao do mesmo goslo, a
lo a dozia.
Pcitusde linho para carnizas de homem
tf a 05 a duzia, fazenda a mais liua c mais
_.t-_ iiioderua que lem appareeido.
W Lencos'le seda da India, bri
9 cores, a I3OOO cada um.
Sal
do Ass.
Vende-se superior sal do tVss, a hui-
do do hiato ANGLICA tundeado con-
(Vonlc ao trapiche do algodao: trata-sc
a hordo do mesmo, ou cora u consignata-
rio Lu/. Jos de Sa' Araujo, na ra do
Brum n. -i.
Vendem-se inadapoloes linos e de outros. com
um pequeo loque de avnna, por precos muilo bara-
tos : na roe da Cadeia-Velba n., primeiro andar
PANNO DE PURO LINHO
com i|i varas de largura, proprto para lencoes a
ktoalhado de algod.lo, por preco muilo conveniente;
vende se ua ra do Crespo loja 11. I'.l.
ltentelo.
Vende-se eassa l'ranceza de honilot padriies a
4000 o corle do 6 varas, enllas fraaeeaas eores li-
jas e bonitos desenhos a SO r>. o covado, dalos de
merino o lapim bordado, dilos do marin liso, ma-
dapollo muilo lino, lini.simas silesiase oulra
las fazenda de superior qualidaile c hom cosi e por
precos razoaveis : vende-se na na do Crespo luja
n. 19.
CASTORES
de bonilos padroes a IjOOO o corle : ca ra do Cres-
po 11. I'.l.
Vende-se arroz branro novo, superior, em
pore.10 e a relallio a IHI rs. a libra : delrciile da ca-
sa da relaco u. S.
Vende-se a casa terrea 11. S na ra da Concci-
cao da Boa-Vala a Iralar ua mesma.
Na ra do Trapiche 11. !> ha para vender bom
vinho bordeaux, dito diere*, azeile relioado de in-
perior qualidade, diversas conSTVaa rhegada nlli-
mameule de Franca, lieoris, coguac, tudo bom e ba-
"VRANDAS E GRADES.
tim lindo e vanado snrlimenlo de model los para
varandas e gradaras de goslo modernissimo : na
fundie.lo da Aurora, em Saulo Amaro,e no doposi-
to da mesma, na ra do Brum, ,
10
19300
SgOOO
19500
ligOOO
19000
7*400
annun-
cia : na loja de Rodrigues ,\ l.mia, rna do Queima-
do 11. :i:l A, junio a loja da fama.
Vende-se sal do ASM abordo do brigoe nacio-
nal u eron : a Iralar na ra du Vigario n. 10. I.
andar.
Vende-se arroz pilado muitn bom a >S00 a arroba
laceas de milho muilo iiovoailjSOO.lres-accHSdefeijao
arruinado para animaos por preso commodo : na ra
do Vigario 11. 5.
Vendem-se sapalos do Araralv a l>000 o par,
malla do Kio Grande a80 a libra : na ra do Cor-
iloniz. em casa de Joio da Silva Boavisla.
Vendem-se 6 escravas mocas com habilidades,
entre ellas 2 de idade 33 annos, proprias para qui-
tanda : na ra Direila n. II. ,
Vcndem-se os segointes livros, os quaes se
achain em muilo bom estado : Uroil des uen> par
Valel, IMreilo Publico (eral pelo Dr. Aolran, Droil
des seos par Marlens. Boeyelepedia Jurdica por
Kalrk, Droil gens par I. I.. kluber. Code Penal par
Itavouv : na ra Nova 11. 35.
A bordo do patacho vTherezi I", fuudeado d-
fronte do ii apii he du algodao, vende-re familia de
mandioca de superior qualidade. pelo bacilo prego
de .I3OO cada alqueire da medida cellia, e por me-
nos em purcilo grande: Irala-se na tua da Cadeia
do Recife, ctcriploris 11. I, com Rallar i\ Oliveira.
Marmello.
Vendeui-so qoarlasde marmcllo, pecegos, peras,
alperche, figos, sinja e m 11 niela la no.a ; coulronle
ao Ro-ario n..'!! A,
SALSA l'AllrflI.IIA.
Vndese 110 escriptorio de Amonio I.uiz de Oli-
veira Azevedo. rus da Cruz 11. I.
SITEKIOU F.VB1NIIA I)E MANDIOCA.
Saccas com alqueire velho.
"'I* Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo loin pira ven-
m I der superior farinba de mandioca, ebegada nllima-
"<> mente na garopeira S. Pedros : para vei e iralar,
no st'U escriptorio, roa da Cruz 11. I.
Cobertores do akndao muilo encorpados.
Toalhas de linho para ro-lo.
Ilaelilha branca de slgodSo.
Camisolas de lila.
Alodao (raneado da fabrica da Babia.
Sement de linhaca.
Dila de mostarda.
flor de lilla.
Nos qualro cantos da ra do Oueim.lo,
de fazendas 11. II, vendeaa-se corle"de laa de qiia-
dro de superior qualidade. e de muilo bom goslo,
polo diminuto prego de 9800 o corle, panno I no
prelo a 9800, a^GOO o I9OOO o covado. dilo BU I a
l?S0O, :l> e IjjlH), cortes de casemira prela mullo
lina a 59, panno de algodao di Ierra de boa qua
dade, sendo c-la fazenda a melhor que c lem d
cobarlo para eraros, cassas francezas muilolinai
deseados padroes, o mitras muilas fazendas de div
sas qualidades, c por precos lau baratos, que
vista dellas se poden admirar.
Atteneao.
I 'ja
1 azetulas muilo
Corles de Mazinba de
barata .
par
:i0
500
140
Escoriabas para denles ion
Alein de lodas salas miudezas, vendem-se uulras
niuilissimas, que a vista de stias boas qualidades e
baratos precos,cansa admiraran aos propries com-
pradores na ra do Queimad, na bem conhecida
loja de uiidezas da boa-fama n. 3:t.
Gal de Lisboa.
Vende-se urna porfo de barris com cal de Lisboa,
por barata preco, e relalho a 3J\> barril t na ra da
Cadeia do Recife n. 50.
W Betal amarello para torro. m
g Cbw da Kussia e de Manilha. @
@ Lonas, brinzao e brim de vela. at
A Pixe da Suecia. ;;.;
% Cemento amai el lo. f-:
C\r Vinho de Champagne e do Rheno. %
O Agurdente de Franca. 8
$& Pianos de armario de modelos no- S
tvos.
Armamento de tcxlas as
M des.
Q .Nnvaiadeino em p, oca
$5 em oleo. >
@J Pedras de marmore para
<~$) consolos. .
J Pajiel de peso ingle/..
djfjj Chicotes para carros.
$t Ferro embarra, verguinha e chapa. %
ij Couros de lustre.
s Vcndem-se no armazem de C. J. &
?^l Astlev A C. a
Cortes de risca-
los eseocezes
COM i:i CO VA DOS A 3.
\ ende-se na ra do Qoeimado n. 21 A, corles de
riseados esrorezes, padies modernos, chitas frauce-
za, linas .1 SO rs. .1 covado, albaneza preta a 800 r.
o covado com mais da vara de largura.
Vendem-se velas de carnauba bem acabada.,
sapalos e esleirs, rhegados recntemele du Araca-
iv, por menos do que em oulra qualquer parle : na
ra da Cruz n. 34, primeiru andar.
VELAS DE CARNAUBA.
Na ra da Cadeia du Recif* o. 57, escriplorio de
Joao remande. Prenle Vianna. vendem-se velas de
carnauba pur preco muilo commodo, ltimamente
chegadas do Aracalv.
ARADOS DE FERRO.
INa fundijo de C. Starr & C; em Santo
Amaro, acliam-se para vender arados de (erro tesu-
"! perior qualidade.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda
consiruccao venical e com todos o melhoramenios
mais modernos, tendo vindo no uliimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n, 8.
Em casa de Henry Bruno & C., na ra da
HO-jlruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
10 to de ouro do melhor goslo, assim como relouios
11 de ouro patente.
A boa fama
VENDE BAKATO.
Vinho do i
Ricos penles de larlaruaa para cabera
Hilos de alisar lambem de tartaruga
Lindas meias de *eda decores para rriaur.
Bandejas gr.lides e de pinturas liua 33,'4 1
Papel de peso e almaco o melhor que pode
haver 4^000 e
j fennas de ac, bico de lanja, o melhor qua
ha.a gruza H
Dilas muilissimo finas sem ser de lanra
Uculus de atmaciio de acocom graduantes
I.nela com iiiiaeao dourada
Dilas com aruiHcao de tartaruga
Dilas com amuelada bfalo
Uilas ile vidros com armado de larl.ruga
roncadores de Jacaranda com bous espelho.-
IMossem ser de Jacaranda la.,00 e
Meias prelas romprdas de laia
Beaaalaa dr junco com bonlo-r'a,,.,
Ricos chicle para cavalln .,,.' '" ,.
qoenos a 800 rs; e "des e po-
5. '"I*"* '""<* "' IS o
uda e allcroila, talsa, lmales srandes, i alzZT^"i de..corDilina para casaca
mel- branc os oesmados, nabos ro- fSe tt Si ,e bor,acl" a 400> 50 '
orto superior.
O bem rnnhecidn viudo do Porto superior, em
barris de oilavo ; no armazem de Barroca & Castro,
ra da Cadeia du Recife n. i, onde eneunlrarAo lam-
bem resillar, em barris de quinlo, por preco com-
modo.
SE.MENTES.
Sao chegadas de Lisboa, e acham-se i venda na
ruada Cruz do Recife 11. FranciscoMarlini as seuuiuUssemeulesde hotlali-
cc,com.i sejam : ervilhasli ela, feijai arrpalo, rxo, pintacilgo, c amarello,
alfacerepulbuda e
rbanos, rah
to ebranco, senoiras braaegr e amarellas, conves
Irinchuda, lombarda, esabeit, sellla de Selubal,
Lscovas muilo finas
Capacho
ara saissa
para cabello
itoOO
:i!O0i
IB800
1 55000
JO
1S200
640
800
1;000
18000
500
m
:tiooo
3C00
1S800
500
IjlHKl
l00
:io
1:00.
500
610
7CO
t
19
IHI
iKI
cores Ccuras
vestidos J Dilos de eambraia braneos bordados de agulha is 100
l.ilaziuha escoras para vestidos, o covado '90
Lenjos de seda de cores sraude
Meias de algod&o prelo com pouco loque de
mofo, u par
Damasco depura laa com li palmos de lar-
gura, u covado
fauno da Cosa francez, superior qualida-
de, o covado
Corles de Golletes de casemira bordados de or ir. iki
Dilos de fuslSo de barra cores linas
Dilos de casemira para calca linos decores
Dilos de meia casemira escura, cores lisas
com loque de mofo
Dilos de brim de ludio de cores lranc,ado
Brim de linho trancado lino, cor de gauga.
a vara
Dilo de linho brauco (raneado entrelio, a
vara
Dilo de dilo pardo de quadro, lino, o covado
Selim branca de Maco, superior qualidade,
o covailo
Dilo prelo de Macao muilo lino, o covado
Selim de diversas cores com pouco loque de
mofo, o covado .
Chapeos prelos frauep/.es para meniuo
Ditos para liomeui muilo modernos
Alg'idilo americano largo com loque de
avaria, peca
lleta como muilas oulras fazendas de gasta por pic-
eos muilo baraloa : no armazem de fazendas de to J-
veia 61 l.eile, na ra do (Jueunado 11. 7.
I3OOO
"CdOO
2at00
le 00
lHOO
l((HI
: lili
Qiieijos do Se-
rid.
Cliegou nova reiaesia' de queijos na ra estrella do
Ro-ario 11. 11, deposito das bichas de Hamburgo.
Sedas de qtiadri-
nlios miudosa
1,000 rs. o
eovado.
.Na 1 na do gueiroado n. I A, vendem-e sedas
furia-cores de qnadriabns muidos, de lindos soslos,
la/anda |iropria para vestido de senhora e menina ;
dt04a as amostras rom pculioi.
Pianos,
\ en Icm-se pianos vertieses ingleZOS, de i'len.inle.
modellos e eclleule> votes, fabricados por um dis
mais acreditado aulores, preisiado na evposicao ile
Londres: noarma/ein de Roslreo Rookjr A Con-
panhia, praea do Corpo Sanio.
Reloglos
cubcrlo. e descoberlos, pequeos e grandes, denu
e prala. palenle inglez, de um dos melbores fabrl
cantes de Liverpool, viudos pelo uliimo paquele i
glez: em casa de Soutball Mellor (\ Compaotiia, r
do rorros n. .'18.
Rob L'AlIrcIcur, \ ermifugo iuglez, salsa Ae
Bristul, plalas vegelaes, salsa de Sands : vnden-
se esles remedios1 verdadeirns em casa de Barlhol
nipii francisco de Souza, ua ra larga d
i. ao.
segurelha.coenlro de looceiie repolhoe pimpinela, ,,',?,'.'' P".'ladu Sompridos
o orna crande pnrrilo de dillercntes semenle, da ,,,s "nlss,,mi,9dc madreperola para camisa 1S00
"uadernos de pape, n.,anf ,e ,), lillo g,,
mais boi.ilas llores parajardins.
ing
elogios
e/es de pa -
tente,
paquele muilo lino
R?e"a. """""" merino para crian
BieascaneUs para pnna9 de ^ VM
merino para enancas
Ricos purla relogios ', i<>urHj
Si^Llf?*"",.0^" de "">l ra>a rape a 500 e
Escovas muilo linas p>..-.Lims .i,
Hilas bnissimas para cal ello 1MTido
Dilas dilas pata toupa 18, IJilH) e
Papel de liaho proprio para carlorios, resma
Placen linos para barba
Duzia de lapismoilo Baos para desenlio
l.apis hnissimos para riscar, a duzia
Duzia de lacas e garfos finos
IJOO
'00
amo
coo
640
IIKXI
JOO
4l(XSi
00\
800 Ns
ij .
390W
:ouo
os melliore. fabricados em lnglalerra : em easa de I '>'!" dilas liUssiBJIlBM;bl^narI^^SlS
Henry Oibson : ra da Cadeia do Recife n. 52. I Caivetes de aparar penuas muilo linos wji
AGENCIA S "!" 'l0 " Uualro Canlos, na MZ
n r ,-. 1 A"', IA miudeza, ...boa fama a. 33, derrama da loja de f.!
Da undicao Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Neste eslabelecimento contina a haver nm com-
pleto soriimento de moendas e meias moendas
para en^enho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de lodos os lmannos
dilo.
para
A33500
Vende-secal de l.isboaultimamenlecbegada.as-
limcomopolassadaltussiaverdadsira : oaprara do
Corpo Sanio 11. II,
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
I.eneiiihns de relroz de loda as cores para pescoro
de seuhora e meninas a ISpOO, baralhus de carias l-
r.issimas para vullarete a 500 rs., luucas de l,i.. para
seuhoras e meninas a 600 rs., lavas de fio da Escocia
branca e de cores para homem e seuhoras a 1011.
500 e 600 rs. o par, camisas de meia muilo linas a
la, ricas lavas de seda de lodas as cores e bordadas
com goaraicSes e borlas a 3| e 39500, ricas ahelea-
duras de madreperola e metal para colleles e palitos
a 5011 e 600 rs., superiores meias de seda prela pora
senhora a .;500, meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, liin-sim.is navalhas em
estojos para barba a 3, ricas caixas para gnardar
joias a 800 e 19500, eolias muilo ricas com reparti-
meulos u ..icamenle proprias para costuras, pelo ba-
rato preco de ?.*>00. .190 39500, papel proprio para
os namoradosa 10, 60, 80 e 100 rs. a folha, caodiei-
ros americanos muilo elegantes, proprio para eslua
danles ou mesmo qualquer eslabelecimeolo pela boa
luz que dito a 59. Icavessas de vo idusodunji
prender cabello, pelo barj|lu. paalaaSra
guardar papis a SOII rs,7eipelhos de patede rom ar-
maran dourada e sem ser dourada a 500, TOO. 1/ e
r 119500, escovas muilissimo linas para dentesa500rs.,
zendasda boa fe.
Salitre superior.
IECHAHISMO fifia EHtf
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO E.NGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN ,>A
RA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
F A RIZ,
ha semprcum crande sor, .ment dos taala ob-
jeclos de mechan... proprio para enge.ih" ,Z-
lier moendas e meias moendas da mai, moderna
conslruccno laivas de ferro fundido e ba ido ",
superior qualidade e de lodosos (amanhos ; rod,
dentadas para asuaouanimaes, de luda as propor-
coes emose boceas de fornall.ae regislro de bo-
e.ro, agu.lbfies, broozes.parafusos ecavilhoes, mui-
uhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO.
eeiecuianilodasaseuconimendasconi a suneriot
ridade ja conhecida, e com a devida piesiezaeciii-
modulade em preco. m
a vallina a contento.
C0.1linua.se a vender aSjOCO o par (preco fi.o) as
bem eoabeeidaanavalhas de ha.i^, f,ii>s ,f| ba.-
111 fabncaiile que ha sido premiarlo tro diversas e-
0 Rosario 'icosleques com plumas e espedios e pinturas finis-
sima- a e 3?, charuleiras finas a 9, ricas galhetei-
Cobeitore de Ia.i hespa
11 li s limito encerpa- **'
1 t ,le-'
tos e grandes
Vcndc-sq cali;
de viudo do Rio de
du primeira quitlidu-
Janciro, e por mdi-
co pirro : no Passeio Pul>lico loja n. II.
Emcasade RabeSchmettau&Vj., ra
da Cadeia n. .17, vendse :
I ni grande sortimento de vidros de es-
peflio.
Relogios linos de pllenle iuglez.
Couros de lustre, marea eastello.
Cornos de gra\a.
Ei-vilhas seecas em garralAes.
Vinho do Rlieim superior,
II ido p ir preeo commodo.
Vcmle-se a laberna do paleo do l'araizo n. Is
bem arrecuezada para a Ierra, mullo propria para
principiante.
Veudem-se na ra do Crespo, loja da esquina qr^e
volta para a roa da Cadeia.
Cal virgera de
Lisboa t^ jioias.-a da
Russ;t.
VenHe-SO na roa do Trapiche n. 0 a 11, cal virseni
de Lisboa, nova a ."15OOO 0 barril, vclha a 500rs.i
arroba, e polassa da Russia a 300 rs. a libra.
Relogios de patente
iuglezes de ouro, desabnete edevidrol:
vendem-sea jiieeo ra/.oavel, em easa ce
AugustoC. de Abren, na ra da Cadeia
to Reeile, armazem 11. r(.
II VAS DE TOKCAI..
Vendem-se lovos prelas de loroal, chegadas ol
inamenlede Lisboa, pelo baralissinio prc^o de I9OKI
o par : na ra do ijueun ido, loja de miudezas da
boa fama 11. 33.
Faiinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Aune Jacome Pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos sran- ro sem despeza ao comprador,
des ; para poree Irala-se com Manuel .Vives liuer-
ra, na ra do Trapiche n. \ i.
ras para azeile e vinagre a 9, ricas e liniim. cal-
vas para rape a 29500 e 3o, penles de bfalo, fazen-
da muilo superior, para tirar piolhos a 500 rs., dilos
de inarlim muilo bous a 400, 500 e 610 rs., resmas
20 quadernos de papel trF lodas as cores de folhas
pequeas a T0, riquissimos Irascos com extractos
muilissimo linos a I900, 19500, 9 e 9500, jarros
de porcellana delicados e de moderuos gostos, com
hanlia franceza muilu fina a 9, frascos com esseneia
de rosa a 30, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e grandes da verdadeira
asua de Colonia de Piver a 480 e 19, saboneles finos
c de diversas qualidades, pus para denles .1 maisfino
qne pode haver, aaua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras muilas perfumaras,
ludo de muilo cosi e que se vendem barato, lesouras
muilissimo linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costuras, trancas de edas de
bonito padroes e diversaivlarguras e cores, ricas lilas
de seda lisas e lavradas de (odas aVlarsuras e core
biros de linho linissimos de lindo padroese lodas as
largores, ricas franjas de algodao brancas e decores
propria para corliiiMilos, e oulras muilissiinas cousas
que tudose vende por lAo barato preo,o, que aos pro-
prio compradores causa admiraron : na ra do Quei-
mado, na hem conhecida loja do miudezas da boa
fama n. 33.
TAI VAS PARA ENGENHO.
Na fundipio de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o cbafariz, contina ha-
ver um completo soriimeniode taixes da.ferro fun-
dido c batido de .'1 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-e a venda, por preco commodo e com
prpoiplidao: einbarcam-se ou carregam-se em acr-
"ios.
Vendem-se relogios suissosde lodas as
qualidades, lano de ouro eomo d
Aenco
dito galvanisados e
Cadeia do Recite 11
lia tambera
Je pial;
Riscado escuro c muilo largo, proprio 'para roupa
de cscravos a Idll o eovado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo hom goslo a 5>, aloalbado adamasca-
do com 7 palmo de largura a I96OO a vara, loall
de panno de linli.i alcovoadas e lisas pan
"" mais superiores que lem vindo ao mere
ra roslo,
ado, di
foleados: na ra
18: na mesma easa I para mesa, goardaoapes adamascado e oulras mala
ineios elii'onometros e relo-1l"9 f?/endas R01" i're" commodo : vendem-se na ra
iln I ii'.i'i, lu .1 1 11.11111I 1 illli' 1
ido Crespo, loja da esquina que volla para a ra Ida
gios para senhora de ptimo gosto. Ica.isia.
Vende-se em casa de S. P. Jolinston C.,
ra da Senzala-Nova n. -42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montaa, oandieircs e castices
I bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
I xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munirjo, arreios para car-
jo, lonasinglezas.
I.'tn completo sortimeolo de bordados como se-
jam, camiseta com mangas, collariuho, peitilho,
romeiras, camisii, coilinha e pelerinas ; lambem
lem um completo sorlimenlu de ricas flores, enfeiles
para cabeea, filas e os verdadeiros o moderno bicos
de linho : ua ra da Cadeia-Vclha n. i, primeiro
andar.
posreoes: v.noem-se com a condicSo de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las al 30 dias
depois da compra, resliloii.do-se a imporlanria : em
casa de Aoausla C. de Abren, na ra da C.deia do
Recife 11. Jb.
XAROPE
no
BOSQUE
Foi iranuferido o deposilo dcste arope para a bo-
tica de Josc da Cruz Sanios, na ra Nova n.fjil.
Earrafas ,J00, o meias 38000, sendo falso lodo
aquelle que nao for vendido ueste deposito, polo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLItO.
fara cura de pblysica em lodos os seu dillereu-
les graos, quer motivada por conslipacoes, losse,
asinina, pleuriz.escarros de sangue. dr de eos-
adose peilo. palpitado no corarlo, coqueluche,
bronchite, dor na Garganta, e lodas as moleslias
dos orgaos pulmonares.
Em casa de Henry Brunn & C., ra da Cruz
n. 10, vendem-se.
Lonas ebrinsda Russia.
Instrumentos para msica. '
Espetaos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para ardins.
Oleados para mesas. ,
Visias de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
VI oe nclas su pe iorts.
Na iindieaodeC. Starr & C, em San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de canna lodas de ferro, de um modeloe
construcean muito superiores.
No dia -J do concille a noile, ausentou-se da
casa de seu senhor a escrava ti.noveva, crioola, ds
-JK anuos de idade. al'a e boa lisura, lem ulna da
naos rom pequeas piolas psrecendo fuveira, o na
espadua dirrila alson sicnaes anligo de junco, le-
vuu vestido de rhila escuro e panno da Cosa novo
com lislra brancas e encarnadas guarnecido de
franja ; ella he nalural da minie.liarnos de Iguaras-
sii .engenho Prejuby) e foi csrrava, diz, que do|Sr.
Cu-mi', filho do Sr. Cosme Joaquim ; roga-se pois
as aoloridades policiaes e rapilaes de campo a apre-
liriiean o ledi-U .1 ra de A pullo n. 1 A, primeiro
andar que generosamente se gratificara.
PtRN.Typ. DB M. F: DB FRA. 18S6
MUTID^FT
ILEGIVEL


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