Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07406


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Full Text
VNN0XXX1I N. 137
Por 5 mczes adiantados i,<000.
Por o mees vencidos 4$500.
tuca feira ni e jimio de \m,
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.

I \< ARREG Allis DA SUBSCRIPCAO' Ni NORTE
Pirihiba, o 3r. Gamito V. d Natividad* ;NaUl, o 8r. Joa
quiml.i Preira Jubi; Araeaty. o Sr. A. de l*moi Braga ;
Ca*ra, o 8c. 1. Joat fiOlieita ; Minnbao. o 6r. Joaquim Mar-
Si Bodriguei Piauav, o Sr. Domingoi Herculaoo A Pesioa
ihh ; Para, o Sr. Juitini ano I
o jmo dt Coila.
Hjraos; Amazonai, o Sr. Jero-
PART1DA DOS COKREIOS.
Ih
tll.n.l.-i : I...I.- of I...........,. I...,iin.i r,
s. Ah...,, Rrirrru, Ron
s. Unp, l'.i.,-d \lli.
'-- H..H-, Villa-tU-IU,
t-ii.... I|h*mm, s.-iuiii,'>
l'iiiifni, ifj. ,* N.iul : ,|ui,ii,i.iirt-.
[Todo! <'.- i'-rfi-h,.. |..irlt'lii .1* 10 ll^M
iraUba
il...i:..ni
.. X.UI
ltoa-1.
ia> ,1o ,li.i.
ii.,. .,-,ni,l.i. -I.1I.,.-fi-ira-.
H, Vll.i.l..... (i.ir.iiilimi- : H t.'i. ,-i
li, l.iiii..,irn, Itf.J.i, lp--|il-n-i. /
.(Inri, un < f.xi : W .(iMri.i.-l.
iiriiii>.ii. Inti. BaRelro*. Agaa-t1
,U manria.)
AUDIENCIAS DOS TRIIHJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai a aabbadoi.
Relaco : tercau-feirai eiabbadof-
Fazenda : quartai eiabbadoi a> 10 horai.
iuizo do commercio : segunda ai 10 horai a quintal ao meio-dia.
Juizo de orphoi legunda a quintal aa 10 licrai.
Primeira Tara do civcl .- aegundaa a Mitai ao meio-dia.
Segunda ar do civel: quartai Mbbadoi ao meio-dia.
EPIIEMERIDES ln ) MIZ DE JIMIO
i La ora ai 9 Iioi.i-, 22 minutoi, 4 segundos da tarde.
10 QuarM creicenle aoi 19 mlnuloi e 48 seguudol da larde.
18 La cheia ai 2 horas, 27 minuto! e 48 aegundos da tarde.
25 Quartominguante ai7 horas,4* minutse 48 aegundoidam.
l'Itl'AMAR DEIIOJE.
Primeira as 10 horas a Si minutoi da manhaa.
Segunda asII doras e Is minutos da larde.
DAS da semana.
9 Segunda Sa. Pelagia v. ; Ss. Priuio e Feliciano mm.
10 Tarca. 8. Margarida rainha : Ss. tietulio e Primitivo mm.
11 Quaria. S. Bernab ap. ; Ss. Feiixc Fortunato irs. mm.
12 Quinta. S. Ioao.de S. Eagundosi S. Onolre.
13 Beita. S. Autnnio f padroeiroda provincia.
14 Sabbado S. Basilio Magno b. doutor da Igreja.
15 Domingo. 5. Ss. Visto. Dacio, Libia. Lenidas o Blanides mm
EXCAItHEr.ADOS DA slbscripcao NO SCL.
Alagoai, o Sr. (ludano Falcio Dial ; Babia o Sr. D. Dunrat
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martin.
EM PERXAMBL'CO-
O propietario do DIARIO Manoel Figaeiroi dt Fans, oa tua
lirraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.

PARTK OFFICIAL
rOVERNO DA PROVINCIA.
N. 3B.
Sernio Teixeira de Macedo, presidente da pro-
vincia de l'ernambaco. Fac,o aher lodos os seus
habitantes que assemblea legislativa provincial de-
rrrtou. e eu sanecionei a resoluc,ao seguinte :
Artigo Hinco-, Ficam approvmlos o* coropromis-
os das irmaudades de Nossa Sanliora do l.ivramen-
lo da Villa Formoia de Serinhein, de Nossa Se-
nbora do Rosario da cidade do Kin Formnso, do
Sanlissimo Sacramento da cidade lie Naxarelh, e
das Bemdita* Almai da cidade da Victoria ; revoca-
da* a* disposic/ies em contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quera
o coiihecitiiento e execoco da referida reoluqiio
pertencer, que a eumpram facan cumprir lie in-
leiramente como nella se contera, O secretario da
provincia a faca imprimir, publicar e correr.
Cidad do Recife de Peruatnbueo, aos ."> do mez
de junlio de 1836, trigsimo quinto da indepen-
dencia e do imperio.
| S. Sergio Teixeira de Macedo.
Carta de lei pela qual T. Esc. manda execular
a rt-.nlui;Ao da assemblea legislativa provincial, que
sanecionuu, approvando os compromisos das ir-
mand.idcs de Nossa Senlinra do l.ivramento da Vil-
la Fonnoja de SeriuliSem, de Nossa Senhora do llo-
sario da cidade do Kio Fnrmoso, du Sanlissimo Sa
trmenlo da cidade de Nazaretli, e das Bemdilas
Almas da cidade da' Victoria.
Para V. Exc. ver.
Francisco de Leaos lluarle a fez.
Sellada publicada tiesta secretaria do governo
da provincia de Pernambuco, aos ."> de junlio de
1856. Jos llinl j da Cunha e t'igucireio Jnior.
ofHcial tnaior servindo de secretario.
Registrada a (ulna do livru \. de leis proyin-
ciaes. Secretaria do governo de l'eruainboco 5 de
junbo de Inm.JoSo Domingnt* da S'lva.
LEI W. 383.
Sergio Teixeira de Macedo, presidente da provin-
cia de Peruambuco. Faco saber a lodos os seus ha-
bitantes, que a assemblea legislativa provincial de-
creloo, e eu sanecionei a resolucAo si>guinle :
Artigo nico. Fica approvado o compromiso da
irmandade de Nosia Senhora do Desterro da fregue-
zia de Pao d'Albo, e revogadas as disposires era
contrario.
Mando, portante, i todas as autoridad, a quera
o conbecimeDto e execuc.ao da referida resolurau
pertencer, que a rampram e tacan cumprir l.io la-
leirarcente como nella te conlcin. O secretario da
provincia
morbus no luaar denominadoTorra, na freguezia dos
Afosados, e recommeiidando que depois de ouvir o
delegado daquelle termo indique ai providencias que
juluai}cun venientes.
Dito Ao mesmo, para que em satisfa>;ao a re-
quisirao da assemblea legislativa provincial ministre
es esclareciiueulos que possam existir na ecretaria
a Carito de S. S acerca da comprcheusa'j do 3" dis-
trictu da delegada de polica creado na freguezia de
S. I.ourenco da Malta.
Hito Au juiz relator da junta de justica, Irans-
milliudo p;ir.i ser relatado em sesso da inesraa jun-
ta, o proceaso verbal do soldado do 2" balalhau de
infautaria l'auln Vieita de Hrilo Parlnipou-se
ao niareclial commaiidaole das armas.
Dito Ao inspector da Ibesoararia provincial, re-
comiiiendando que faca recebrr da casa comraercial
desla prara, Santos & Uolini. e recolher aos cofres
da mesma tliesouraria, levandu-a em ennta ao tlie-
soureiro pagador da reparlirao das ol.ras publicas,
a qiiaulia de io-'i.m rs. que o director daquella re-
particao despriideu coto o frele de varios inslriimen-
toe de ensenliaria que foram remetlidos para a pro-
vincia do t>ara Cominuuicou-sc ao referido di-
rerlor.
DiloAo tacao, inteiraudo-o de haver olllcia-
do ao inspector da thesouraria provincial para man-
dar pagar aooilii-i.il maior da secretaria ilosoverno,
o bai'harel Jos Metilo da Cunha e Figueiredo Jnior
o ordenado de secretario a contar do dia 3 de maio
ultimo, visto constar ler o secretario Honorio Perei-
ra de AzereHo Coulinho tomado asseulo na cmara
temporaria como depulado supplenle por esla pro-
vincia, recoiM'.neiidnndo que faca abonar ao ollicial
Antonia (.elle de l'mlio a contar tambem do refe-
rido dia 3 os vencimentos que Ihe compelirem por
estar exerceo.lo interinamente o tusar de ollicial-
mator da secretariaUlliciou-sa a respeilo a uiesma
IbeMOTaiia de fazenda.
Dilo Ao Dr. Ignacio Firmo Xavier, dizendo
que proponlia o quanlitahvo da gratificarlo que de-
ve ser abonada a Ignacio Jo*Pacheco que servio de
enlermeiro no hospital do Carino.
Portara Ao agente da companhia das barcas
de vapor, rccomrneiidando que mande dar pa-sagem
para a corle por conta do governo na vapor que se
espera do norlc ao lente coronel Jo.lo Nepomocc-
poda silva l'ortella Parlicipou-se ao marecbal
cummandante das armas.
OllicioAo E\m. presidente sando receblo o ollicio de V. F.xc. de 17 de maio
ultimo, cahe-me em resposta dizer-lhe que muito
agradec) a solicitude rom que V. Exc acudi ao
reclamo dos habitantes da fretzaetM do t loricury nes-
i U provincia,euviainlo para all alguns medie; aenlo*.
os fados que o moveram a queixar-se delle.Ofli-
ciou-se ueste sentido ao mencionado chefe.
PortaraO presidente da provincia, atlendendo
ao que le requereu Eusebio Piolo, e tenpo em vis-
la a informarlo do inspector do arsenal de mariuha
de :.".> de mato ultimo, resolve conceder-lhe licenca
para mandar cortar as malias de siih propnedade
no Ierran de lguarassu'e conduzr para esta capital,
8")() pao* de secupira para serem eropregadoi na
couslrucrao e fabrico de barcaras e pequeas era-
barrirOt's que Ihe perlcncem ; hcaiido essamadeira,
lauto "na sua qualidade como na venda e appliracn
aogeiU i liscalisarao da iaapectoril do arsenal de
raarinha, e por cssa occasiao se recommeuda as au-
toridades locaes que tcnh.im lodo o cuidado para
que se 03o commeltam abusos no corle a cnaduQao
dos referidos paos.Communicou-se ao referido
inspector.
Oflicio Ao E\m. marecbal coniman.lante das
armas, recoinmeiulanilo que mande postar em fren-
ir da igreja de N. S. do l.ivramento no dia 8 do cr-
reme as 10 horis da manhaa, una guarda do honra,
paraasstslir, nao s a fcsla que na mesma igreja se
lera de fazer a Triudadr Sautis^iuia, mas tambera ao
Te Deitm noite ; devendo a referida guarda dar a*
alvas do coslume. Ofliciou-se ao director do ar-
senal de guerra para fornecer aos encarregades da
festa o uectssario carluxatne, mediante a competente
indemnisaco.
DitoAo mesmo, recommendando a expedicaode
loa* ordens para que o cadver do recrula Manoel
Francisco, que falleceu a bordo do vapor ,S. Salta-
dor, seja com urgencia transferido dalli para o ce-
miterio publico. Communicou-sc ao agente da
companhia.
Dilo Ao inspector da Ihesenraril de fazenda,
mandando pasar pela verba salubridade publica, a
quanlia de 200)000 ra. ao acadmico de medicina
Francisco de Aniz Azevedo (oimarrtes, para ser des-
conlada na provincia dasAlagoas, dos veocimentos
que elle raceber all como empregado em cotnmi dosoveruo. Igual acerca do enfermeiro Ismael
Valeriano Ribeiro.
Dilo Ao mesmo, Iransmittindo o aviso de letra
na importancia de .770? rs. saccada pela thesouraria
de fazenda da provincia do Rio (irande do Norte,
sobre a desla, c a favor de Francisco Alvesde Souta
Carvalho c\ Fdho. Participou-so ao Exm. presi-
dente daquella provincia.
Dito Ao mesmo, para mandar abonar ao Exm.
Dr. Antonio Coelho de Sa e Albtiquerque, a ajada
de cusi que Ihe compele como depulado a' assem-
blea gcral legislativa por esta provincia.
Dito Ao mesmo, communicando que de coufor-
tnidade coro a sua informarlo, deferio favoravcl-
meiilco requerimento em que o bacharel '/.efenno
determina que no dia tt do correle, pelas 10 horas
da iu inliia. esleja ranla de satide reunida na se-
cretaria militar, alitn de proceder-** a urna inspec-
rau neral as praras dos carpos do-eiercllo e cora-
panhias lixas, que seacharem .lenles. Os Srs. coin-
mandantes dos corpos serio preseate* a essa inspec-
Cao, etiviand j previaineole urna reVe^au quimil,il das
refentlas praras, comprehendidas as que estiverem
em tratamenlo uo hospital regimental.
Jote loai/inni Coelho.
afMTaSr
faca imprimir, publicar e correr. Cidade I filu rto qile eiU H|es |Mbin|.ldo, ,, Clllnua. fi mjfo~ZJT Reea para transferir a
do Recfc de Peruambuco, ao. .. de junbo de ltb6. ler ocholera no caso de ser aquelle termo accommet- I Pedro de Alcanlar,
L. S. Sergio Teixeira de Macedo.
Carla da lei pela qual V. Exr. manda eiecular a
resolur.io da assemblea lesislativa provincial, qne
saoccionou, approvando o cnmpromiso da irmanda-
ile de Nossa Senhora do Desierro da freguezia de Pao
d'Alho.
Para V. Exc. v-r.
Firmino llerculann llaplisla Kiheirn a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria do governo da
provincia de Peruambuco, aos .') de jonho de 18.511.
Jos Beato da Cunha e Figueiredo Jnior, olli-
rial-maior servindo de secretario. <
Registrada a fulha do livro I* de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernamboco, 5dejunho
da 1850.
Joao Domiagues da Silva.
.X.EI N. .W.
Sergio TeixeiJl da Macedo, presidente da provin-
cia de Peruainbnro. Faro saber a lodos os seus lia
hilantes, que a assemblca legislativa provincial de-
iTctou. e ea sanecionei a resolucilo scguinle :
Arligo I." A for^a policial para n anuo linanceiro
da 1856 1857 constar de quatrocenlas praras, rom
a organisacAo prescripta pelo regulamento de 2 de
dezembro de 1853, pudendo era circumslancias ex-
traordinarias ser elevada seiscenlas.
Arl. !.' As referidas pravas de prel terao mais ca-
da ama sessenla ris diarios sobre o sold que ac-
tualmente vencem.
Art. 3." O* capilaes, major e comraaodante lerao
mais sobre o sold dez mil res, e os lenle- e alfe-
res cinco mil rcis mensaes.
Arl. 1." Os olliciaes destacados terao as me-inas
vantagens, que leriam se eslivesseni recolhidos ao
eorpo.
Art. .5.- Ficam supprimidos os lugares de capellaa
c cirurgiao ajudante.
Art. 6.' Para o curativo das pracas enfermas se
observar o disposlo no artigo O da lei provincial n.
59 de II de junbo de 1850.
Arl. ". Fica autorisado o presidente da provin-
cia a aproveilar-se da disposiro da lei geral de li-
xa^io de forras de larra de 15 de julho de 18.51,
qoe autorisa o governo a conceder as provincias
numero conveniente de rerrotas para preeiichimeiilo
dos coros de polica.
Art. 8." Ficam revogadas ai leis e disposiees em
contrario.
Mando, porlanlo, a todas as autoridades, i quem
o conlieciiDcnlo da referida resoluc,o pertencer,
quaa rumpram e faram cumprir lao inteiramenle
como nella se contera. O secretario da provincia
faj* imprimir, publicar e correr. Cidade do Recife
de Peruambuco, aos .5 das do mez de junbo di:
1856, trigsimo-quinto da independencia e du im-
perio.
I,. S. Sergio Teixeira de Macedo.
Carla da lei pela qual V. Exc. manda exerutar a
resoluta da assemblea legislativa provincial, que
sancciouuu. ftxando a forca policial da provincia pa-
ra o atino linanceiro de 1856 1857, como cima se
declara.
Para V. Etc. ver.
Firmino Ilerculano Baptista Rhciro a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria do governo da
provincia de Pernambuco, aos .5 dejunbo de 1856.
Jos Beato da Cunha e Figueiredo Juuior, olli-
cial-maior servindo de secretario.
Registrada a follia do livro i de leis provinciaes.
Secretaria do goveruo de Peruambuco, 5 de jonho
de 1856.
Joao Durningues da Silva.
.. dos Guimaries Peixoto, pela
Iido de seinrltianle llagello. Iquauliade 1:8008 rs. o dominio utit do terreno de
UUcAo Exm. marecbal cominandatite das r- I marinha n. 81 na ra da Aurora,
mas, recommendando que mande avisar a tres ofli- | |)i0 _Ao c|,efe ,ie pn|ca, nieiraudo-o de haver
eiaes superiores para servirem devogaes na junta de transmitido.i thesouraria provincial para serem pa-
justira, que lera de se reunir no palacio da prest- i as, estando nos termos legaes, as conlas que S. S.
denria no dia 9 do crrente.Fez-se a respeilo o
neressario expediente.
DiloAo mesmo, dizendo licar iuteirado d ha-
ver S. Exc. exonerado o capillo reformado Pom-
peo Romano de Carvalho, do cumulando do forte
de (jaiba', determinando que o me *Eja exereidn interinamente pelo major Jofij Jos
(lomes.Commiinicuu-se ao inspector da thesoura-
ria de fa/eu.la.
DitoAo mesmo, remetiendo para tero conve-
niente desuno a guia dos soldados do 9 halalhao de
naii!,na De^jderi Perpira e .Manoel Fr*nciscoilo
remellen das despezas felas com o sustento e dieta
para os presos da casa de deteurao, com o forneci-
inenlo dos da eadeia de Serinhnem, todo no mez de
maio ultimo ; rom a factura de dua< goarilal para
a reterida eadeia, e com o tapamento dos arromho*
nella encontrados, Isual acerca da conta da des-
pera feila no mez de abril com o nstenlo dos presos
pobres da eadeia do Brejo.
DitoAo inspector da thesouraria provincial,
para que visla do pedido que remelle, mande a-
diantar ao lliesoureiro pasador da reparlirao das
obras publicas, a quanlia de ItiOOOors. para cotsli-
-Viscinientn rpie leudo vindo nandoa sciviro por or.terado respectivo roininaii- \x repartido no concille raez. Commiiiiicoii-se
damei era urna balea, ipnrtaram por arribada no Rio I rtireclo daquella reparlirao.
(rande do raerte e arh.im-se a disposieaa de S. Bxe.! Dito Ao presidente do rnnelhn administrativo
a bordo do vapor oS. Salvador" I an patrimonio dos orpbaos, recommendando, a' vrs-
DiloAo mesmo. para mandar recebar a bordo |, de soa informarao, que mande admillir no res-
do vapor .S. Salvadoro, ahm de ser tratado no hos- pectivo collegio, as orphaas de que Irala o juiz mu-
pdal regimenlal, vislo achar-se doenle, o recruta nicipal de Olinda : devendo ellas ficar alli recolbi-
Manoel Iraucisro, que veio da Parahiba rom des-
uno a corle.Commtitiicoa-se ao agenle da com-
Ezpedlanta de da 1 de junho.
"llicio Ao inspector da thesouraria de fazen-
da, devolvando, afim de qoe proceda a respeilo de
couformidade com o que propoz em o liual de seo
ollicio o. 2)6, os papis que vieram annexos aus ci-
tado oflicio relativo a' compra que fez Antonio Ro-
drigues de Oliveira de urna casa terrea perlencenle
i Constancio da Silva Neves, sem que para isso pre-
cederse a competente licenca, visto como a referida
casa acha-se edificada no terreno de marinha n.
3l A, em Fora de Portas.
Dito An mesmo, dizendo que as duas cargas
de bolacha, a que S. S. se refere, devora ser entre-
gues ao Dr. Tborosz Antones de Abreu, o qual se-
ga* em commissao para as comarcas de Flores e
Boa-Visla.
Dito Ao mesmo, autorisando, vista dos pa-
pis quedevolve, a mandar satisfazer o pigamento
que pede Antonio da Costa Chaslinet, romo herdei-
ro de sen finado filbo o acadmico Joaquim da Cos-
ta Chaslinet, da importancia das diarias que vencen
quando empregado era commissao medica nesla pro-
vincia.
Dito Ao mesmo, dizendo que, visto achar-se
esgotado o crdito aherto a esta provincia para as
despezas da rubrica guarda-nacional em o pre-
sente exercicio autorisa a S. S. a pagar sob a res-
ponsabilidade da presidencia as despezas ja felas e
que furem correndo por conta da referida rubrica,
al qoe o soverm imperial resolva o que Tur servi-
do. I'articipoa-sc so respectivo coinmandaule su-
perior.
Dito Ao mesmo, commnnicau.lo, alim de que
o faca constar ao inspector da alfamlega e ao admi-
nistrador da mesa do consulado, que, segutido cons-
tou de avisos da reparlirao de estrangeiros de II de
margo e J6 de abril, ludo dcsle anuo, se conceden
imperal beneplcito asnomeares conferidas aos Srs.
Johann Uermann llenrick llolne F. I). Feolhard,
o 1 para vice cnsul de l(amhurt>n nesta provincia
em suli-iiinicio ao Sr. T. Jules Figlcmeur, eo 2.o
para que possa exercer aqui interiiiHinente as fouc-
coes de cnsul da Suecia durante a ausencia do Sr.
Itoul,. I- i/erani -" as oulras cotnmunicaroes.
Dito Ao mesmo, inlriran.lo-o de haver em ,
visla de sua informadlo deferido favoravel.neule o "Ao s" f1-"'1" s?ulir ao subdelegado da
requeriiiienln tro que Joo Ozorio de Castro Maciel Barroiros, que leudo Vine, honras
pinina dos paquetes a vapor.
DitoAo memo, Iransmiltindo para ler o con-
veniente desuno, a goia do soldado desertor do -2.-
halalhao de arlilharia a p, Manoel Francisco Avel-
lino, que por ordem do Exm. presidente dj Itio
tirandedo Nurle veio para esta provincia no vapor
S. Salvador., onde se acba a disposiro de S. Exc.
DiloAo inspector da thesouraria de fazenda re-
rommen lando era vista de requisicSo do marecbal
commaiiilaulc das armas que mande adianlar ao
soldado da roinpanhia fu do Rio (.runde do Norte
Francisco Filippe Nery. o sold, elape e gralilicarao
de voluntario, corresjioudenle! ao correule mez ;
fazendo averbar esse abono na guia qoe remelle e
que devera ser enlregue ao mesmo soldado, alim de
poder rearessar para aquella provincia.
DituAo mesmo, declarando que a despeza a fa-
zer-se cora a compra das cincuenta barricas de fa-
rinha de trigo requislladas pelo Exm. presidente do
Ceara, deve ser escriplurada cumo soccorro presta-
do aquella provincia em conseqneiicia da epidemia
reinante.
DitoAn commandante sup-rior da guarda na-
cional de lioiaiiua, devolvendo os prels que acon-
panharam ao seu ollicio de 20 de abril ullirau, para
que veuha em duplcala, deduzindo-se delle- a im-
portancia da eralilicacao de voluntario, pois que
este veucimento s perteure a praras de primeira
linba engajadas.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, dizen-
do licar interna lo de haver Siuc. contratado com
o un -tu- du patacho nacional Kniolae.loi a re-
mes-a das 27 harris de plvora desuados a pro-
vincia do Ceara, e remoliendo para ler o conve-
niente destino o ollicio e m que solicita do Exm.
presidente daquella provincia, que mande pasar
alli a importancia do afrete dos mencionados ha
rris.Olliciou-e ueste sentido ao referido presi-
dente.
DiloAo juiz municipal da primeira vara desla
cidade, rocommendaiido que mande recebar com
urgencia a bordo do vapor tS< Salvador os senten-
ciados Manoel Francisco i mimarle- e Jos Joaquim
daCrur, que leudo viudo do presidio de Fernando
por ordem du respectivo commandante em orna bal-
sa que aportou no Rio Grande do Noria devem vol-
lar para o mesrao presidio na primeira opportuni-
dade.
DitoAo inspector da thesouraria provincial,
-para-fUrr-as iTonnres exigidas pela assemblea le-
gislativa provincial sobre a especie em que se reco-
Iheu a garanta pecuniaria deque trata o contrato
da illnmn ii\io a gaz fetlo com o negociante llenry
lbsoii e Drs. Manoel de Barros llarreto e Filippe
Lopes Neto.
UiloAo inspector da alfandega, declarando que
acaba de transuiiltir .inl'.vm. ministro di Tazenda
os papis que Smc. remclteu conlendo o trabalho
feilo pelo commandante da escuna ul.indova acer-
ca das observantes hydrographicas qoe apresenlou
o commandante do vapor inglez Sharspshoolcr
acerca dos bajos denominadosRocasna costa
desla provincia.
DitoAu agente da companhia das barras de va-
por, dizendo que os dous sentenciados viudos do
Rio Crande Jo Norte no vapor S. Salvador de-
vera ser entregues no juiz municipal da primeira
vara logo que elle os mande receher, c o desertor
bem como as suas pracas de prct de primeira linlia
que os acompanharam devt-m ser poslos disposi-
ro do marecbal conimandaute tas armas, pudendo
desde ja mandar desembarcar as praras de polica
que no mesmo vapor regressarain da Parahiba, c
declarando que expedir orden- as thesourarias ge
ral e provincial para fazerera pagar a Smc. a im-
porlancia das passagens das praras, sentenciados e
desertor de que cima se Irala.Fez-se a respeilo
o necessatio expediente.
DitoAo juiz de paz presidente da junta de qua-
lili-.ej o da fresuezia do lloiuto, declarando que
deve Smc. reunir com brevidade a mesma junta,
alim de proseguir nos Irabalhosda revisao da lisia
dos votantes, visto qoe pelo apparecimenlo da epi-
demia naquella comarca foram elles inlerrom-
pido--.
DitoAo joll de pal presidente da junta quali-
ficadora da fic.'itezia da llaa-\'isla, aecusando re-
cehidaa lista los ei laiblos qualilicados volantes na-
quella freguezia.
DiloAu tenenle Jos de Mello Albuqucrque
Mntili'iiegru. Ante-de leceher o ollicio do Vine,
de 18 de maio ultimo, a que respondo, ja cu bavia
freguezia de
privilegios
Monleiro pede liceuga para ceder a Juaquim Loba- mberenies ao tro posta de tenenle da guarda naci-
lo Ferreira pela quanlia de 6.10a rs., o dominio til "
de parle do terreno de maritrlia n. 189 na ra da
Senzala-velba.
Dilo Ao mesmo, approvando o conlraln que
fez com Jo.e lioncalves da Porciuncula para a factu-
ra dus concerlns de qoe precisa o armazem e pimle
do coosulado denominado Trapiche do algodAo, cora
o abale de 509000 no valor do respectivo oreamenlo
a sendo fiador Joao Jos de Carvalho lloran.
Uilo Ao chere de polica, dizendo ficar tile-
redo de n*vtr-*e de novo maoisfestado o cholera-
nal, m poda ser preso cuino o sao os ullkae de se*
melbaueitirporarau eos do excrcito, mas tambem
re'-ioi,ilion ai. l.i aquella auloridadc, i;oe o fizesso
remoler para a pn-au que Ihe compele.
Vuii agora remeller ao Di. chefe de polica o
Bell cilado ollicio, para o tomar na rou-ideraru que
tnererer e providenciar a respeilo du sen conlendo
como for conveniente.
Cumpre-me per ultimo ohseivar que devia Vmc.
ser mais comedido no modo de laprcsenlar cnnlra
aquelle sul'delegado, limilaudu se somente a expor
Has al quo o enverno lome algama medida geral a'
cerca do destino que devem ler a? meninas desvali-
das que reclaraaiem a cndalo publica. Comrau-
nicuu-se ao referido juiz.
Dilo Ao presidente e mais membros do rae-mo
rouselho. A epidemia que lanas vidas custou a es-
la provincia, deixoudesamparadas militas meninas,
que lodos os das reclamam a caridade publica. Nem
as retidas do patrimonio dos orphaos, nem as da pro-
vincia, se a isso fossem applicadas, podaran com-
portar as despezas que re-uliaiian da sustentculo de
l.io grande numero de pessoas. Por nutro lado naq
convi'in que os soccorros pblicos, em quaesqner li-
mites qoe sejam prestados, sirvam para dar meios a
individuo alguna de viver na occiosidade, quando lem
forcase saude para trabalhar. Nos misteres da vida
se esl a ra-ia instante sentindo falta de Irabalhado-
res e de pessoas que se preslem a certos servidos, e
os salarios sohem desmesuradamenle. O que pede a
moral publica e o dever do governo, e de todos os
humen, generosos enllocados em posieo elevada, he
que se acostme o povo ao trabalho.
Para este lim recorro ns luzes e patriotismo de
Viiirs. para que, Cuiistttuindo-se em commissao, ba-
jam de propor-me os meios de eslalielecer-se um asv-
lo onde aquellas nfclizes sejam educadas e manli-
das, i'inpresando-se en trabalho. adequados ao seu
sexo e coinlie io social respectiva, e cujo producto
sirva para seu sustento ; onde se formem pessoas ap-
tas para serem empregadas nos serviros o emprezas
particulares, que ahi as iriso coutraar, vigiando a
attl nida le sobre a moralidade e conveniencia de
laes cnntrato<.
Esse conselho poder propor-me as pessoas que Ihe
pareccrem prsprias para auxilia-lo no desempenho
da commi-s.io que Ihe tenho incumbido e muito re-
commendado.
Por ultimo declaro que me achara sempre protnp-
lo para ouvi-lo e expoi-lhe as minhas ideas.
Dito Ao juiz de paz de Caruar Silvestre An-
tonio de Oliveira e Mello, dizendo que.com aco-
pia que remelle rio parecer do cntiselheiro presideu-
le da retaceo, responde ao ollicio em que S. me. con-
sulta acerca da duvida em qoe se acba de poder ou
n.lo exercer as funcce9 de juiz de paz.
Poi laria Ao agente da companhia das barcas
de vapor, recommendando a expedidlo de suas or-
dens para que sejam transportados para a Hahia,
por conta do governo, os acadmicos de medicina
Jos Augaslo Barbota de Oliveira, Octacilio Arisli-
des Cmara e Fraociico de A-i- Azevedo tioima-
raes. guaes acerca de Ismael Valeriano Ribeiro,
que sega* para as Alagoas.
l>ita Nomeando, de conforinidadc com a pro-
posla rio director das obras pallucas, a Francisco
Ferreira de Alcntara Barro, para o lugar vago de
conservador do primeiro termo da estrada do sol.
Fizeraro-se as necessarias comraunicaces.
GOMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel ceneral do eoaamanda da* armas da
Pernambuco aa cidade do Rectfo era 7 do
Junho de 1856.
ORDEM DO DIA N. 37i.
O niareclial de campo, commandante das armas,
declara, para que lenlia o devido elleilo, que, nos
termos da imperial provisao de '21 de novemhro de
1852, conlratoii nesta data para servir por lempo de
seis anuos na banda de msica do dcimo batalli.io
rie infautaria, na qualidade de msico de segunda
classe, o paisano Tiago Joe de Sotiza, o qual per-
cebar por sobre os vencimenlos, que por lei Ihe
compelirem, o premio de 3002000 rs., pago segun-
do o disposlo no artigo 3.' do decreto n. 1401 de 10
de junho de 1854.
One tambem boje coulrahio novo engajamenlo
por igual lempo, em cooformiriarie com o regula-
metilo rie t de dezembro de 1852, preceriendo ins-
pecc,ao de sadc, o tambor da sexta companbia do
segundo halalhao da mesma arma, Augusto Cesar de
Medeiros, que, alcm dos vencimenlos que Ihe forem
devido* pur lei, haver o premio de 'ilHrjOOO rs. ,
lalisfeito pelo modo indicado no supradito artigo e
decreto, e tiudo o engajamenlo urna dala de Ierras
de -22,500 bracas quadrados. Se desertar, incorrera
na perda das vanlagens que esliver fruindo, sera li-
do como recrutario, desconlando-se no lempo do en-
gajameolo o de priatlo, em virludc do senlenra, a-
\ .-i ha lutoe esle descomo e a perda das vanlagens
no respectivo titulo, como esta por lei determinado.
Oue resignou, no dia do correnle, o reslo da li-
cenra que eslava Iruindn, e lica promplo para o
serviijo, o reverendo rapellaoila reparlirao ccclcsias-
tica, era commissao no nono halalhao rie infantaria,
l'rci David da Nalividade de Nossa Senhora, vislo
como concluio os negocios rie seu particular inleres-
sc. que o levaram a provincia da Parahiba.
O mesmo marecbal de campo determina, que rnn-
linuem os ejercicios nos corri* c companlnas lias
desla guarnirn, visto teretn cessado os motivos de-
clarados na ordem do dia n. 219 de 3 de marro rio
correle anuo, era virlude dns quaes se mandoii sus-
pender.
./use Joaquim Ctielho.
8
ORDEM DO DIA N. 275.
O marecbal de rampo, rommandiale das armas,
PROVINCIA DE ALAGOaS.
Falla com qne o Exm. pre> ideada da provincia
da* Alagoas Dr. Antonio Coelho de Sa' Al -
buqnerqu, Installou a auaaauea lcilslattv
da mesma provincia n di i 8 da malo de cor -
rente orino.
Senhores Membros da jissvmblea Legislativa
Provincial.
Cabe-me pela segunda vez a konra de adiar-
me no meto de voz para expor vo.-j mediaco
ee\ame, nao s<> a marcha t[uetiveram os negot^ios
pblicos desde odia 1 de margo do anuo passado
al hoje, romo as providencias legislativas que a
met ver deveis tomar no intento de promover o
desenvulvimenio e prosperidade de vossa provincia.
L'm motivo imperioso que nao ejtava em mim
vencer, fez com que a vossa reuoiao tivesse lugar
mais larde do que por lei estiva determinado.
Granas porem Divina Providetjtia cessou elle;
e hoje a provincia vai j esqunndo as grandes
magoas edores que a desolaram por mais de cinco
me/es.
O uno estado de minha saude nao permiite que
eu .-.i-i minucioso na presente exposicao, na qual
direi apenas o que me parecer de absoluta necessida-
de. s detalhes o desnevolvimenio das ideas ad-
ministrativas Bctrao ao vosso cuidado e discrie-io.
Por uin grande favor do co concedido esta pro-
vincia superabundao nos seus representantes, illus-
traeo, palrtolismoe conhecimento dos negocios p-
blicos. As lacunas que eu deixar serao convenien-
temente suprtdas.
Tenho a saCisfaro de annunciar-vos que a pre-
ciosa saude de SS. MM. Imperiaes e da Sua Au-
gusta Familia continua sem alterado.
TRANQUILLIIIADE publica.
Amostrado pela dolorosa experioncia do passado,
o povo olagoa-no compreliende perfeitamenle que
a iranquillidade publica he o primeiro elemento de
prosperidade de um paiz ; c dando verdadeira im-
portancia a este do;ma social eleva o altura de seu
primeiro dover a manuienro da ordem publica.
SEGURANQi IND1M0AL.
Nao era possivel que laograndcs o nao nlerro-
tiipillos exforcos da parle da autoridade no pro-
posito de garantir ao cidadao o maior bem que elle
pode aspirar no meio da sociedade, fossom por
muito lempo infructferos.
A seguranea de pessoo ed pwpr'*l8 he boje entre os Alagoanos mn rtaliii -Jo soiiipre
constante, he ao meaos umobjeclo quo prende a
ailencao do ludos, cxpond-i animadversao publi-
ca, aquelle que a vicia, soja qual for, a .sua posi-
cao o estado social.
Se os liouicns honestos eos autoridades publicas
nao arrefeeerem no seu zelo pela consolidarao desta
condicao indispcnsavel n'uma sociedade regular,
nao estar longe o lempo em que de lodo desappa-
recera a inlluencia do criminoso substituida pelo
imperio da lei.
Ajusticiada autoridade publica, nivelando to-
dos os criminosos, sem se importar com a sua gra-
duaco, quebrando perante osolhos do povo o pres-
tigio o encantamento dos potentados, quando estes
tornao-se merecedores de punieao ncttlralisando,
tanto quanto pode, a acrao malfica dos proteclo
res e protegidos, ostentando dcst'arte urna inllexi-
bilidade que leva o desalent aos m.ios e o aco-
rotoamento aos bons, lera dado novo rumo as ideas,
fazendo com que o criinc nao pareca virlude, ou
nao perca a hediondez que llie he propria.
Os seguinles dados eslatislilicos de urna vera-
cidade que posso garanlir-vos, dcmonsitao at que
ponto sao verdadeiras as proposites que deixoes
criptas.
Nao irei compulsar as estalisiicas criiuinaes de
annos muito atrasados nos quaes os dias eriio quasi
contados por crimes. Tomara como ponto de
partida o anno de 1853, lempo em que a admi-
nistrarlo da provincia, ja desembarazada das dt-
fliculdadcs das epochas anteriores, podo detlicar a
esle ramo importante do servico publico inais viva
c constante altenrao. Estabeleceiei urna compa-
rarao entre os trez annos de 1853 IS5i, 1854
1855,0 1855 1856, e della ver-se-ha o pro-
gressoque tuin feilo a seguranea individual nesta
provincia.
Morlca......... :ib
I eriinento, graves. dO
----
, I ol.,allenlaili-.de-angui; ,5t>
I Criminosos preso* ... K7
.Mor tes......... 1!)
I lerimentos grave.s. II)
Anuo de I KM i 18.57.1 ------
(To(.,attenladoidesaague 29
Crirniuosos presos. 1!)l
^'Morle.......... 9
11-ei imento- graves ... ti
Anuo de 1855 i 1856.} ------
I i'ot.,atteDtadosilesaiigue 15
J Crimioosos presos. ... 71
As respectivas estalisiicas deraonstro quo no
anno de 1854,1855 collocado diante do de 1853
i 185- os crimes de sangoe descerara melade,
o que as prises elovarara-se a um numero dupli-
cadamente maior, sendo entre os criminosos cap-
turados 115 de morte, 10 de tentativa de moile,
12 de ferimentos c o" de oulros alternados me-
nos importantes. Demonstro ainda que no an-
no de 1855 1S5C collocado diante dos dous
anteriores de 1853 1854, 1854 a 185j os
crimes de sangue adio-se na seguinte proporco:
Em relaro ao primeiro 1853 1854 a propor-
cao be de quasi 1 para 4.
Em relacao ao segundo 1854 i 1855 a pro-
porcao he de 1 para 2,
Aeslatistica do 3ntio de 1855 1866 ainda
moslra quedos criminososdesse anuo apcuas dei-
\arant de ser presos 1 de morte e 2 de feri-
mentos.
O espado de tempo comprehendido as citadas
estalisiicas he o medeiado entre o ultimo de feve-
retro de um anno ao primeiro de marco do anno
seguinlc.
Os algarismos que licu registrados, inspiram-
me a convicro de que a sociedade alagatta vai
fugindo a passos accelerados to estado de barba-
ria ero quo se acliava na parle relativa seguran-
ea individual.
Nao tenho arefeiir-vos um sattenlajo desses
que sao vivo protesto contra a civilisarao de um
povo.
Os crimes que livero lugar no anno passado sao
devidos causas que nao he possivel remover so-
nienle cora a acrao da autoridade. O temor da pu-
nicio su por si nao corrige os iiistinctos mos, nao
sulToea os impetos do momento, e nem d au povo
ideas exactas acerca do verdadeiro valor social das
ollensas c aggrayos recebidos : pode conlor a reso-
lucao do jiotonlado nos seus clculos de vioganca ;
pode tornar mais fraco e raro o braco mercenario do
assassino; pode convencer o turbulento e espa-
dachn! da fraqttesa e nullidade deseus prolectores
perante a auloridadc publica e a lei; mas s a mo-
ralidade inlillrad.i noespirtodospovos Ipela educa-
co inlolleriu.-il u religiosa pode dar as primeiras
victorias, que revelo civilsaciio e prderesso.
O nocivo coslume de carregar armas"como r-
nalo esl quasi oxtincto. Nao he impossivel per-
correr o viajante a provincia em quanke todas as
suas direccoes a nao encontrar armas! as mies
do pvo. Tenho sido inllexivel neste ponto.
aoconclui-ei este atligo sem manifestar ao dig-
no chefe de polica da provincia Dr. Manoel Jos
da Silva Neiva a minha devida gratido pela :na-
neira por que mn ha coadjuvado no rurpprimen-
t dosmous deveres nesla parle da adminisiracao.
Aclividadc, dedicado, sumiiio espirito dejustiea,
constante conanca, indilleren(a completa por es-
sas susceptibilidades de autoridade que mais presa
as formulas esteris do quo os ftns uteis, tem elle
ostentado no importante cargo queorcupa.
A minha gratidao estendo-se tambem s auto-
ridades subalternas da polica.
administi!ai;o da ji,stk;a.
O mappa dos julgamentos proferidos pelo ju-
ry da Provincia, durante o anuo passado, demons-
tra que foram juigaJos 270 crimes coiumeidos
por 251 reos, sendo 58 crimes contenidos ni
dito a uno e 212 desde 1S2S at 1854.
Tiveram lugar 89 condemnarocs o 181 absolvi-
ees : daquellas2 4 em crimes comineltidfis era
1855, e 65 em criitie cammcidos nos annbs an-
teriores : destas, 34 de crimes de 1855 a 147
decritnes dos annos anteriores: deram-se 4 ap-
pellagos, sendo 27 por parte dos juizes, 'O por
parle dos aecuzadores publico, o 11 por parle dos
reos.
No met relatorio do auno passado collocando
a eslatistica dos julgamentos proferidos durante o
curso do anno 1854 diante da eslalislica dos Ijul-
gamentos proferidos no anno de 1853, live atsa-
tisfacao de ileclarar-vos que os algarismos confnon-
lados apresenlavam em favor do anno de 1854 os
seguinles resultados : 1. maior n. de julganlen-
los ; 2.o maior n. do Mtvkmoao5es : 3 m; tor
n. de appelliroes, guardadas neslas Hez
cluses a devida proporeio.
Esle anno sou ainda feliz, asseverando-vos |ue
os resultados do anuo de 1S55 nao sac, rol
vamente, menos lisongeiros do que os de 184,
notando se ainda em favor de 1855 a circuns-
tancia de tor a justicia tomado conhecimento Ide
crimes de datas remolas,u que revela de parlo das
autoridades sincero proposito de nao perdoarlos
crimes ainda nao proscriptos.
Existem na provincia S comarcas, 17 muni-
cipios sob a jurisdieco de 10 juizes formado!,
qualorze delegacias, 42 subdelegacias e 45 dislriu-
os de paz. Estes algarismos diante dos do annp
passado dao o augmento de 3 subdelegacias, que
foram creadas em consequencia das circunstancia
extraordidarias era que se achou a provincia.
Por decreto de ;(1 riedaaeinl.ro rio anuo pro\i-(
mo passado foi removido o juiz de direito da co
marca da Malta tirando Ignacio Calos Freir d
Carvalho, para a de Cetele na provincia da Baha
sendo removido para aquella o juiz de direito da|
comarca de Pastos Bons .loiio Paulo Monleiro d
Andrade, o qualatnda nao entrn em evercicio
Todas as uulras comarcas se acltam providas di
juizes de direito e estes no exercicio de suas func -
tes a excepjao do desta capital que seguio par,
a corle como depulado supplenle por esla proL
noria.
Por decreto de 23 do Janeiro uitimo foi Jemol-
tido o juiz municipal letrado da comarca du Pe-
nodo, Candido .los de Moura esubstiluido pelo bs-
charel Jos Prospero .Tehovah da Silva Caruata,
que exercia entao as funecoes de promotor publi-
co na mesma comarca.
O bacharel Francisco do Araujo Barros, qt|e
exercia as funecoes de promotor publico desta ci-
dade foi nomeado secretario dapresidencia da pro-
vincia do Cear por carta Imperial de
Em portara de nomeei o bi-
charel Jos Benlo da Cunha e Figueiredo Jiinirjr,
para subsiitui-lo ; mas as circunstancias extrri-
dinariasem que se adtou a provincia de Pernafn-
buco fizeram com que aquelle bacharel nao pudesse
vr lomar coma do lugar, o em data de 23 de abril
prximo passado a seu podido demitti-o, setdo
substituido pelo bacharel l'.nnilindo AccioleTde
Barros Pimcntel, (jne ainda nao entrou em eier-
HYGIENE PUBLICA.
Eis-mc cltegado parte mais diflicil e penosa de
mcu relatorio, aquella de que me uid possooecupar
sem dor profunda em meo coraciio.
lioferir os males, e calamidades quo a epidemia
do cholera-morbus trm foito pesar por mais de 5
mezas sobreest infeliz provincia he bem alllicliva
larefa para o hornera quo tem coracao e alma sonde
as desgracas alheias e propiras nao locam resvalan-
do.
Para mclhor ordem de meu trabalho, dividilo-
liei om duas partes.
Na primeira darei roma das medidas de caulclla
e preveneao que oram lomadas para impedir a
introdurc/io ou desettvolvimento do mal: e na 2.
das providencias que foram empregadas para mi-
norar os estragos e soccorrer a populado depois da
invasao delle.
1 PARTE.
Quando em outubro de 1854 chegou-nos a in-
fausta noticia de qne o cholera morbus grassava
om ranos lugares da Europa, e que transpoudo
mesmo a linha equinocial, bavia atacado comin-
tensidado a cidade de Porlo-Luiz na llha Mauricia,
cuja latitude he a mesma da cidade da Victoria,
capital da Provincia do Espirito Santo, o governo
Imperial leve seios receios de que fosse por seu
lurno o Imperio visitado por esse lerrivel hospede
e sempre desvolado pela sorlc- de seus governados,
detorminou aos seus delegados das provincias mar-
timas que eslivessem acamellados, dirigindo-lhes
a confidencial de 10 de outubro, em a qual re-
comraendava nos respectivos portos o emprogo das
medidas tendentes obstar a introducido da epi-
demia que podia ser trasida por navios procedentes
dos portos infeccionados. Apressei-me pela minha
parle em por em pralica todas as medidas prescri-
ptas em a nota que acompanhou a referida confi-
dencial, procurando obrar de modo que nao a-
lerassea populado. Nomeei provisoriamente para
exercer as funecoes de provedor de saude do porto
ao Dr. .los Antonio Babia da Cunha, e nao ha-
vendo nesia capital algum predio que ]>odes$e ser-
vir de Lazareto e estabolecimento de quarenlenas,
lao recommendados pela medicina como um dos
mais elucasej meios preventivos contra a introduc-
cao de epidemias, ouvi a este respeilo as pessoas
mais habilitadas, e com ellas foi pessoalinente es-
collier ao sul da capital um lugar adaptado para a
conslruccao de um Lazareto.
O Porto do Francez qualro legoas ao suliala
cidade ollereceo os quisitos necessario
esse estabalicimento e para a quarentona de
vacao que foi marcada no mesrao porto. Mirtidei
logo levantar a planta e fazor o oreamenlo da obra
para a qual me acliava aulurisado pelo Exm. Sr.
ministro Imperio e sem demora fui ella aneelada
Itilguci tamliem convenientea pressar aproinptifica-
co do hospital de caridade c do cemilerio pubilco.
pelos diversos povoados, destinando cada um o
seu posto, e prevenindo a todosque eslivessem. de
sobre aviso e prompios parlirao primeirorecla-
mo para os dislrictos que llie haviam sido designa-
dos.
As noticias dos estragos do cholera em Sergipe
eram cada vez mais assustadoras : a epidemia ca-
minhava :i passos gigantescos e falaes para as
margensdo Rio S. Francisco. A invasao pare-
reu-me inivetavel. Entretanto ainda quiz levan-
tar a ultima trincheira, e exped ordens expressas
todas as autoridades das duas comarcas rebeiri
nhas para que nao consentissera communicarjao
alguma com os habitantes das povoacoes d'alem
rio que eslavam aflectadas. Hemelli s commis-
soes do Penado socorros pecuniarios, vveres c
grande copia de medicamentos, tnaudei eslabeleccr
mais um hospital, autorisei as despezas que se
lornassem indispensaves, e fiz seguir com toda a
pressa para aquella cidade os Drs. Constantino
Texeira Machado o Jos Sezinando Avelino Pi-
nho, os cirurgioes Lino da Penha de Franca e
Jos Pinto de Meirelles, os quaes de acordo com
o medico da municipalidade delinque Birketde-
viam acudir sem perda de lempo aqualquer ponto
que fosse atacado. Para a comarca da Malla
Grande, alem do Dr. Miguel Alvos Feitosa, que
eu bavia designado para aquelle ponto, fiz seguir
o Dr. Joaquim Telesphoro Ferreira Lopes Yianna
para o coadjuvar. De maneira quo as duas
comarcas inmediatamente ameaQadasacbavam-se 7
facultativos munidos de ambulancias e de qutros
recursos.
Taes foram as providencias que tomei para de-
ITender os ponlosmais arriscados antes da invasao
da epidemia. Agora passarei a segunda parle do
meu trabalho, relalando-vos os danmos cauzados
pelo llagello depois que altavessando o Rio S.
Francisco enlrouno territorio da provincia.
( Continuar-se-fca.)
PSRiAaMQCa.
Acha-se vaga a promoioria da comarca de Ana-
dia, o que lem sido ora grande tropec para a mar-
cha fcil e regular da Justina naquella comarca.
Em 1852 eu escrevi na provincia da Paraliyba
era met relalario a assemblea provincial o ( S6-
cuinle :
Hornera da lei, sei perfeitamenle que
(plima posicao dos- governos, quando se
de julgamentos crirainaes, he a contemrj
fra e muda dosjulgadotes e dos fados,
guadei-a eu relisiosameuto dianie de
le-
trata
jlacao
Bata,
ns e
jus-
lira dos proleclores da lei, e estigma tisajndo o
indilTcrenlismo o escndalo dos protectores do
crime. A iiupassivel e indillerenie conlempla-
rio dos aovemos do lodosos aclos bons oijt mos
que alTeclam gravemente a sociedade, lie um
crime na administrado. A opinio dds go-
u vernos manifestada em epoebas oppotjtunase
com tino e discrip^o que nao absorta a vjontade
e liberdade dos cidadaos he um dever. I llirei
no ultimo circulo. '
Em 1855 em o relatorio que apresenteif-vos eu
disse as seguinles palavras
Sempre entend que a impassiblidade dos
governos djanlo dessas conquistas que as crimes
o querem fazer contra as le?, bemlonge/ de ser
natitralida.lc ou respeilo a um poder estranlio,
beao contrariojinfidelidade ou traico no cum-
tt primenio de seus deveres ; por que sai be dever
dos governos nao entrar nos julgaj menlos,
tambem o he nao consentir que ncllps entrera
.' elementos que as leis nao admiltem. I Se o pri-
tneirodever he um dogma constitucional; o se-
guiido be tira dogma administrativa. Um e
it oulro lleven) sor mandamentos sgralos da rcli-
giao dos governos.
ln 185G no solemne documento qub vos esloo
en,!o cu censigno a asseverajo de que os meus
principios administrativos professados e deseuvoUi-
dos com fe e sincoridade tem sido rio be telico elToi-
lo para a sociedade alagoana.
O tospeilo evencraco que voto-as hisdo paiz
exigequeo primeiro magistrado da provit.cia nao as
abandone no moio das lulas estabclcritli 8 ntreos
criminosos t|ue as violara, e as aulori lades que
a.ptoiegein. Sempre collocado dentro das] leis, pro-
curo constantemente neutralizar as maleteras influ-
encias daqtiollcs que lomam lugar fora deJIas.
lo um principio administrativo contra o qual se
rcbcllam aquellos que suppem o paiz uin campo
tle cmbale aondo as aunas do crime lovent ser
mais vigorosas do que as da lei, aonde ji crimi-
noso deve tor mais recursos o faculdades lio que a
autoridade publica. Ileum principio en favor do
qual se levantam aquellos, que desojiai quo o
paiz seja um campo de paz aonde prosperem com-
vicn a ai'fto constitucional das leis, a inlliiuncia
legitima das autoridades, e a verdadeira (ilierdade
e wridade dos povos.

ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRQ-
VIStClAL.
Sessao' ordinaria em ti de junho da 1856.
I'retiieiicia do Sr. bariio de Camaragibe.
As ti horas erneiatla mantilla, feila a chamada
venlica-s haver numero legal de Srs. rlepulados.
ir. Presidente declara aberla a sao.
I.ida a acta du sesso anterior, he approvada.
O Sr. primeiro secretario menciona o lexuinte
EXPEDIENTE :
Um oflicio do speretario do governo, remetiendo
capias du orcaiDeiito e despezas (eitas com a aber-
tura do canal dr* reunido da ramtioa da Mangabeira
eom o Posso, declarando que nenhum contrato se
celehrou cutre o governu e a companhia de uave-
gac.lo eosteira, a qual a presidencia cedeu a factura
daquelle canal, visto como ella se obrigava a con--
trui-lo pelo oreamenlo feilo pelo engenheiro direc-
I tor das o'iras publicas. A' quem feE a requl-
desta cidade os iruaes so achavio em principio de s';',">; ., ,
Oulro da mesmo Sr., remetiendo o mappa da po-
polacSo da rregttecia de Ipojuca.A' commissao da
suas construiros.
Ti ve de ir oceupar em maio do anno passado a
minha radoira na cmara qualrienal, e enlie;;andoa
adiriiinislracao da proviucia ao primeiro fice pre-
sidente, reeomendei-lhe especial cenle cssas duas
obras. Na minha ausencia nao se descuidou o Exm.
Sr. Dr. Roberto Caberos tic Mello de minhas ro-
commendacoes.
Era lins de maio do anno passado raanifesiou-se
e grassott na provincia do Par.i urna molestia de ca
racter maligno qualificada cholera morbus pela
medicina. Entao o governo de sita magestade o
Imperador reiteran as reconimendacoes do empre-
;o de medidas tendentes a evitara propagacao da
epedimia pelas demais provincias e hbilitou esla
presidencia com os meios necessarios para vale-
las a exsccueo"
O primeiro cuidado do Vice-presidente foi Pr-
videnciar i cerca do asseio e limpoza da cidade,
armando a zelosa commissao que eu j bavia no-
meado para oceupar-se da direccao desle trabadlo
com lodos os meios para bem cumprir seus de-
vores : instituto tambem urna outia ronunissao
para inspeccionar os vveres, e fez entrar as res-
pectivas funecoes o Provedor do saude do Porto
i lira de por cm pralica os regulamentos sanita-
rios relativos a-esta objecto.
Entretanto a epidemia dando uin grande salto
nianifestou-se na Babia em litis de agosio; j
so acliava enlao concluido o lazareto do Porto do
Francez, e foi guarnecido dos movis indispen-
saves lim de que pudessem fazer nelle quaren-
tena os passageiros procedentes dos lugares inli-
eionados.
Dous cirurgioes do corpo de saude do excrcito
foram alternadamente incumbidos de assislir com
os passageiros quarentenarios, tendo sua dis
posicn os necessarios medicamentos; e esio servi-
co foi feitu constantemente com regularidade.
A noticia do apparecimenlo do cholera na pro-
vincia da Babia chamou a alleneao da Vice-presi-
dencia para a cidade do Penedo, ponto mais ar-
riscado da provincia em cunsequencia das conti-
nuas e frequentes relaces cora a praca da Babia.
Foram alli empregadas as medidas preventivas
compativeis com os recursos de que a administrarlo
|iodia dispor. O asseio e limpesa da cidade, laza-
reto para quarentenas e oulras providencias foram
lomadas.
No entanto a higiene publica nao soreu no-
lavel alicrajao at meiado de novembro. Apenas
em lins dejunbo intermitientes perniciosas gras-
saram na \ illa de Santa Lusia do Norte, ceifan-
do algumas vidas.
Vendo o Vice-presidonle que a obra do cemi-
lerio desta cidadeno podia ser concluida com
presteza por suas vastas proporcies, e receiando a
cada hora o apparecimenlo do cholera queja se ba-
via manifestado na corle mandou, por caitlella,
erigir um cemilerio provisorio no lugar que mais
conveniente llie pareceu.
Concluidos os trabadlos legislativos da Assem-
blea geral na sessao do anno passado, regressei pa-
ra osla provincia, reentrando era sua administra-
gao no dia 29 de outubroi
Procurei corroborar as acertadas ordens cmitlidas
pela vico-presidencia tendemos deffender a pro-
vincia, conlra o inimigo qticnos batia porta,
rganisei inslruccoes e tabella para regularisar o
servido e dielxdo lasarelO, e nomeei um administ-
rador para aquello ostabclecimcnio' Institu pro-
visoriamente urna commissao central de hvgionc
publica, a qual defera funceionor no caso de
desenvolver-so a epidemia ; dei o necessario regu-
lamento commissao, o podi ao .governo imperial
a approvacjo dosto mcu acto, aqual opportuna-
mcnle me foi dada.
No dia 9 do novenbro recebi da conunjssao de
socorros pblicos da cidade de Penedo a infausta no-
ticia deque o cholera bavia prorompido na provin
ria de Sergipe. Autorisei entao a conslruccao
do um cemilerio provisorio e o cslabelecimenio de
um hospital tambera provisorio naquella cidade, o
nomeei urna commissao pava providenciar acerca
do abasiccimoulu do viveros para ti caso de deseu-
volver-se a fumo. Nomeei commisses de socorros
publicse autorisei o estaboleciment decotniteriose
hospitaes provisorios em todas as villas e povoacoes
desde Piassabuss'i a foz do Rio S. Francisco al
o poni extremo da enmarca da Malla (irande
na caxoeira de Paulo Alfonso.
Distribu todos os mdicos existentes na provincia
esialt.tica.
Uulro do mesmo Sr., remetiendo a informado da-
da pela ailmiuislracilo gcral dos estalielecimciit.il de
caridade na peticAodo padre JoioJo.- do Cosa Ri-
heiro.A' quem foz a requilieflo.
L'mi pel'nSo d Mara Clementina de Figoeiredo,
profe.-oia da fresuetia de S. Jos, pedindo a grati-
licaeito que por lei Ihe compete, visto ter mais de l
anno* de servico.A' commiss.lo de in.lruccao pu-
blica.
(I iira Jos amanuenses da secretaria do goveroo,
pedindo o augmento de -cu- ordenado-, ou que na
di-!riloiii\io dos emolumentos se observe a regra oa-
Ir'ora seguida cm partes iguaei.
i lutra de lo.lo francisco Kcgii dos Alijos, eierip-
lurario da directora das obras publicas, pedindo o
deferimento de um seu requerimento que em ISi
iirigio a esta assemblea, pediodo o augmento de
seu ordena lo.A' commis-ao de ordenado!.
I.-se e m ni ta-sc imprimir seguinte rc-oluc."io :
A commissilo dns negocios ecclesiasliros a queui
fui presente o compromis.o da irmandade de No-sa
Senhora da ConceicAo da( colonia militar de Piraen-
teira, approvado na parte religiosa pelo Exm. prela-
do diocesano, julga o merecedor d'approvacilo d'esla
assemblea e por isso he de parecer que se adopte a
re-olucao seguinle :
A a-semhlea legislativa provincial de Pernam-
buco resolvc :
Arligo nico. Pica approvado o compromisso da
irmaudade de Mossa Senhora daConceicao da colonia
militar de l'imenteiras, e revogadas as disposi^oes
em contrario.
Pac.0 da assemblea legi-laliva provincial de Per-
nambuco .' de junho de I85t>. O vigario, (ion-
calves Guinartles. Padre Marcal Lopes de Si-
qtietra. #
l.eem-se em seguida e approvam-se os seguinles
pareceres :
i Francisco de Paula e Silva, Jos Cavalcanli de
Aiuquerqiie.Luiz de Azevedo Souzae Anlonio loa-
qtiim de Oliveira Baduen, empresadoi do consolado
provincial, pediram a esla assemblea a 20 de abril
do annO prximo passado, que se Ibes maodasse pa-
gar os vencimrulosa que se julgam com direito, por
un em exercido interinamente, na- sem os percebe-
rem, ns (usares em qoe depois foram prvidos, e
que actualmente oceupam.
A commissilo de ordenados examinando seme-
ntante pretenco, cuten le quo se nao pode mais to-
mar conhecimento della, pur ler sido inde&rida na
-e-sao do anuo passado como oflensiva s diipo-
-ici'ics do reculamenlo interno daquella repar-
U(le,
Sala das commissSe (i de junho de 1856.
Theodoro M. Freir Pereira da Silva.Augusto de
Souta Lei,Siqueira Cavalcaoti. a
a A commiss.lo de in-trucc,.io publica para dar sen
parecer sobre o incluso requerimento do prufessui
Francisco Manoel Bezerra de Vasconccllos, em que
pede que llie seja pago o ordenado ni r.izau da 60(13
e nao de I.M'.f'. como enlendeu a thesouraria provin-
cial precisa ser informada pela mesma thesou-
raria acerca deste asiumpto, e por isso prope
que pelos canaes competente! se soliciten) os neces-
larios e-clarecinifnlos.
u Sala das commisses S de junho de 186.
Manuel Clenieuliuo.S. Cavalcanli de Atbuquer-
que.
lie lido e remetlido eommissa) de obras publi-
cas o seguinle requerimento :
" Requeiro que esla assemblea devolva ao Exm.
presidente da provincia o parecer da cenmii.-ao de
iiiqtterilo sobre a geslo dns negocios da reparticao
das obras publicas, alim de que tomado o parecer
na devida considerado, resolva S. Exc. como for do
miMe-se da provincia.
it Paco da asiembla legislativa provincial de
Pernambucu, ti de juuho de l<'n.Silviao Caval-
canli de Alhuquerqoe.
l.e-se, julca-se ohjeclo de deliberacjio e manda-se
Imprimir o seguinte projecto :
(i A assemblea legislativa provincial de Peroara-
huco decreta :
Arl. I. Fica o governo aulorisado a encorporar
urna companhia qne tenha por lim encarregar-ae da
conslrucrilo e edificarlo de todas as obras publicas
provinciaes.
ii Art. 2. A con-i?nac,fio velada annualmente pira
ai referidas obras, ser destinada ao pagamento dos
juros do capital que a cnmpanlua efectivamente
despender, e o remane-cente applicado amortisa-
riu da divida que para com a companhia tiver a pro-
viucia coutrahido.
ii Alt. 3. A proporc,ao que a companhia se for
tornando credora da provincia, ira recebendo apoli-
ces da thesouraria, cujo valor sera estipulado pelo
gover.no de accortlo com ella.
it Arl. i. Os oreamenlo* e plantas das obras se-
rlo Teilas pelos engenheiros da companhia de corn-
il uacdlo com os da provincia, e approvados pelo pre-
sidente da provincia. Os engenheiros orgiDisaro
tima labelki cm que sja determinado o cuito pro-
vavel dos diversos maleriaes, e que dever* servir
de bas.> aos orramenloi. Esta tabella aera posta etn
exccui;ao snmenle depois que for approvada pelo
presidente da provincia, e podera ser reformada
quando a neccssidade o exigir.
ti Arl. 5. Se cnlre os ensenheiros da companhia
e os da provincia hutiver dasaceordo acerca do or-
eamenlo de alguma obra que se tiver de conitruir,
prcsiiieiite convocara o conse'hn, de que adianto
se tallar*, para o lim de ver se da discussao resulla
a coiiiliiiiacao.
No caso negativo sera preterido o orcaraanfo do
MUTILADO
r.
ileg;vel


eiigenheiro da provincia, se mandar circular a
obra sub a adroinisirac,dn do mesmo. que seta ubri-
gado a foiiclui-la coro o orcameulo felu, sol) peni
de demiss.lo.
a Art. 6. De dous mi daus mezes le reunir.i mu
cooselho de enseuheiros composlo do da provincia
e da companhia, que ser presidido pelo presidente
da proviucia' que lera vol deliberativo. Esle ron-
seibo que podera ser convocado extraordiuariameu-
te pelo presidente da provincia, qunndo o julg.r ne-
cessario, e lera a sea cargo.
I. Determinar quats as obras que devem ser
teilas de preferencia.
a 2." Approvar os orramenlos e resolver as du-
vidas de que trata o artigo .., e outrns qu.es-
quer que possam eslorvar o regular andamento das
obras.
Arl. 7. Nenhuma obra ser feila pela cornpa-
ohia sem a insperrao de um engenbeiro da proviu-
cia, o quai em relalorio mensal dar conln ao leu
director do estado della.
ii Se a companhia na execurao da obra se desviar
dascondiedes do orcamenlo. o eDgenheiro da pro-
vincia llie intimara' a demolido da parle da obra em
que aquellas condires oao lentiam sido ubservadas,
e haven.lo reluctancia da p.irle da compauliia. o
presidente da provincia, verificando ser eiaclo o
que Ihe .informara o engenheiro, ordenara' a com-
panbia que nao prosiga na exetuco da mesma, que
entretanto ser' conminada por um engenbeiro da
provincia '.ewll da companhia.
Art. 8. Fica extincla a actual rci.artir.Io das
obras publicas.
ir Art. 9. Em seo lugar podera' o presidente da
provincia crear um oorpo de eneenheiros, que nao
exceder' de seis memliros, coin os ordenados dos
actoaes, que sera' presidido por um director que
nao habitara' fura da capital.
Arl. 10. Cada urna das qualru grandes estradas,e
suas rarailicacije. lera' seu engenheiro.
i Art. II. O director lera seu cargo a nspecro
das obras da capital, e servir'de intermediario entre
os engenheiros e o presidente da provincia.
ir Art. 12. Ficarn revocadas asdiposirf>esem con-
Iraro.
ii Paco da assemblea legislativa provincial de
l'eruambui'o ti dejunlio de 1856. Luiz Filippe de
Sou/.i Leao.
OKDEM IX) DA.
lercoira discussao do projecln n. 10, que marca
o subsidio dos deputadus para a futura legislatura de
1858 a 1859.
He approvaJo sem debate.
Segunda discussao doprojecto n. >, que appruva
u coolralo de illumiuto a gttz, feito eulrc u go-
verno e Heury ibson e os Drt. Manuel de Barros e
Lopes >'ello.
O Sr. Abiliu ; .Nao reslituio o seu discurso.
A discussao tica adiada pela hora.
Couliouaro do 2.' discurso do ornamento provin-
cial.
Arl. I i. Com as obras das matrizes. 1 i:iun -n,iu
Vao a meza e s3o apoiadasat secundes emendas.
Seodo 1:0009 rs. com a conlinuaro das obras da
malriz da cidade de NaxafethS. K.Mello Csval-
cjiii Catiro l.e.uiA. A. Souza Carvalbo silva
Praga ('mural ve- CuimaresA. G. l.eal.
Seodo 1:000* para a conhnuac.io dos reparos da
tuslriz de Flores.
Siqueira Cavalcanli.
Seudo um coulo de rs. para a conlinuatao dos
reparos da malriz de C-arauhuus.Siqueira Caval-
canli.Neivas.
Seodo um cont de rs. para a matriz do Cabo.
Barros l.acerda.
sendo um cont de reis para a continuado dos
reparos da matriz do Hinque.Siqueira Cavalcanli.
Seodo um coolu de ri. para a continuarn da ma-
triz da Ingazeira.Siqueira Cavalcanli.
Sendo com a matriz de S. Jos desla cidade tris
conloa de rs.S. R. A. A. Souza CarvalboAhi-
lio 'Lavares Hucha Bastos l.uiz Felippe Silva
Braga G. Cuimares A. S. Leao Quinlino
Pereira de BrilnMello CavalcanliA. G. I.ealA.
CavalcanliSabino Olegario.
Seudo tres eolitos de rs. para a continuar;."m dos
reparos da igreja de Nossa Senhora da Cooceicao
do Militares desla cidadeUliveiraAliilio lavares
A A. Souza CarvalboA. G. LealBeolo Costa
M. de AmorimNeivasS. Cavalcanli de.Mbu-
(iireniiip Siqueira Cavalcanlipadre MarcalSil-
va Bragal.uiz FelippeS PereiraCastro I.eao
G. Guimaraes Mello Cavalcanli Manoel de
Barros Wanderlev Los Epamiuoodas de Mello.
Sendo com a malriz da Boa-vista qnalro conlos
de rs.S. K.Maooel de Barros Waoderiey Luis
Pereira de BriloA. A. S. CarvalboSilva Braga-
padre MarjalMello CavalcanliAbio lavares
Epaminonas de MelloBento Josc da CostaSi-
queira Cavalcanli Castro Leo A. Cavalcanli
G. CuimaresRocha BastosSa Pereira.
Sendo para as obres da isreja malriz do limo-
eiro a quanlia de um conlo de rs.S. H___G.
(ioimraes Machado da SilvaSilva Braga Pe-
reira de Brito.
L'm cont de rs. para a matriz de villa Helia, e
oulra para a malriz de Ouricury e oulro para a no-
va malriz do Brcjo Ja Madre Deoj S. 1!.Man.al
A. G. LealNeivas*
Seodo com a malrir de S. I.ourenro da Malla um
conlode rs., e com a matriz de Serinhaem oulro
S. R. Augusto de Souza LeaoJ. J, de Souza
Lat.
Com os reparos da matriz de Maranguape dous
contos de rs.S. R.S. Cavalcanli de Albuquer-
qoe.
Para as matrizes de Flores, e Ingazeira dous coti-
los ders.A. G. Leal
Para a cooclutao das obras da capella-mr da
matriz de llam.raca um couln de rs..S. R.
Abilio lavaresA. A S. Carvalbo.
E sendo com a matriz deMuribeca um conlode
rs.N. Ponella.
Com a igreja do Loreto cmMuribeca 5005.J' J.
de Souza LeaoN. Porlella.
Com a matriz da freguezia da Escada, a quanti.i
de dous coulos de rs., e com a malriz da freguezia
de I lambe um conlo de rs. N. Porlella.
Ficando a distribuirlo da verba i arbitrio do go-
vernoLoiz FelippeBarros de Lacerda.
O Sr. Francisco Joao nao quer por maneira algu-
ma oppor-se a cada urna das dilferentes gollas desse
grande ebuveiro de emendas, nao so por seu prin-
cipio ser o respeilar o culto divino aobre tudo depois
da calamidade porque passa'mos, que graras ao auxi-
liu a providencia uio causou maiores estragos, como
por que lambem est isso de accordo com o uosso
pacto fundamental. Mas apezar desse seu pensa-
inciilu nj pode deixar o honrado nienibrn de fazer
urna simples considerarlo e lie que a distribuirao
dessa quota marcada para concert de matrizes dte
ser feila por quem db direilo deve saber da conveni-
encia ou da necessidade mais ou menos orgenle des-
ses reparos. Eulende, que ao poder administrativo
compele untes essa dislrilmu.au do que ao arbitrio
de cada um dos membros da casa, que lem no seu
corceo, uos mais devoc.no por S. Aolonio do que
por S. 'Joao, outros mais devoto por S. Joao do
que por 8. Francisco.
Pede licenra a casa para fallar com a Iranqtteza
que Ihe he propria e diz, que o artigo com todas
as suas emendas o faz lembrar de una obrinha hes-
panhola que ba pooco leu que se intitula Iralado
detoda las cosas e de algunas consitas mais,por
que o resultado ser que se bao de pedir quotas
por todas asiualiizes, pura queja se pedio c per
todas as oulrat que aiuda restam...
O Sr. Pereira da Brilo:Nao lem algoma emen-
da tant bem '.'
O orador diz que nao, o que nao be socio signa-
tario, como pera mesmo commandalario, que ueste
caso suppoe serem aquelles que assignam as emeu-
das sem assumirem a responsabilidade primitiva.
Assim, he de opiniao que ou se deve votar para
lodas as emendas, ou alias contra (odas ellas e que
caso veja que algoma pasta esl.i disposlo a volar
para lodas, vislo qoo reconhece, como ja disse, que
todos os honrados autores dossas emendas tem um
motivo de dcvorlJo mullo justificado; mas a sen ver
o melbor he deuar-se a admiuislrai-ao o arbitrio de
fazer a dislnbuicio dessa quota, uro pelo priucipio
de couliaura que a seu ver be omita grande, e ao
inesrno lempo muito pequeo; mis porque esta con-
vencido, que por esta forma serio preenihidas as
vista da casa, que o que quer, he que dentro des-
sa verba sejatn atlendidas aquellas matrizes que es-
tiverem em tu*lhores condirOcs de receber esse fa-
vor, porque do contrario diir-se-ha que tendo a ca-
sa de escolher 3 enlre 15 achara lodas 15 com igual
nerccimeiita, e assim ter-se-ha de tomar urna deci-
sasi de Bernardo, qual a que se lotnuu a respailo da
lundarao do convenio, qoe foi qoe se escolhesse o
logar mais conveniente.
Observa, que deixando a arbitrio do governo fazer
semelhanle di tnbuirao, os diversos logares viram
mostrar o bom empreg- que lem feito das quotas
anlecedenlemcnle voladas bem assim o diraito
qoe Ibes assisle para serem iiovamenie conlempla-
das as suas respectas inalrue.. Julga, que assim
tica lambem preeuchiao o verdadeiro Om da devo-
jao, isto he, que em vez do dinheiro ser applicado a
le. se "ihe" i" J0,,1"nen"! TPlicssao que n a
Se outrts considerares se apresenlarem que me-
Ihor o convencam, dcil como be ao honrado mem-
bro volara por essas emendas.
"..Sr. SiWno:Sr. presidonle, a despeno das
cons,deraroeS feila pelo nobre dtpul.ido' ,ue me
.!n^edae.u:,.:.ejrn,r i" *** **! *Z
DIARIO DE PERWBUCO Tc FIH1 10 DE JUNhO II 1856
Arl. 15. Com'o reparo e conserta-
(So de ludas as mais obras. 0:0005000
Vai a meza e he apoiada a seguinte emena.
^Uei-ois da palavraobrasaugmesla-Mconcer-
lo;e piolar* da casa da asaetaua Barros l.acer-
daMachado da Silva.
OSr. .V. /'//ella: Sr. prcsidenle, quando bon-
lem ped explicar-oes a coiumissao de orcamenlo
acerca da idea consignada no proicelo, para que fos-
sem leitas por anerualarau as obras do hospital Pe-
dro 11 e da casa de deleuc,ao, tive em resposU, que
a idea, que liaba presidido na conmistaa a erca de
obras pui.liras, he, que ellas lossem de preferencia
feias por meio de arrematacaOi e uiio de admi-
nistratao, no entretanto no artigo 15, vejo, ou pe-
lo menos quer-me parecer, que a tomn.o uao
obrou de cunformidade com esse seu modo de peni
sar, porque a lei do orcamenlo viganwdii no ai ligo
I., o seguinte (W.l
Mas no pro-ccio que se discute illiminnu-se esla
clausula, de serem os reparos e conservado das
obras, feilas por urremularao, logte opensamenlo
que presidio na coniiniss'io. Toi que as obras publi-
cas lossem feilat por arrematlo e nao por admi-
nislraelo, conteudo o orcamenlo vigente acta clau-
sula; quanlo aos reparos e conservacau das obras,
vejo que no ,ojelo ssnao consigno essa disposi-
(So, e que me faz crer, que a coiumissao allerou o
seu principio.
Ha alganl uparles.
Peto pois, que a nobre coinmiss.io, me de. as ra-
ines para as-mi alterar o seu principio, porque se el-
las me nao couvei.cerem, eu tere de propor, se res-
i.ii'. le.; i a clausula da lei vigente.
Ha alguna a parles.:
Espero as explicares da commissao, e por isso
nao OOereco por em quanlo emenda.
OSr. JoU Pedro da as explicares, pepidas pelo
precedente orado.
(' sr. Satcimei-lo Porlella: Sr. presidente, eu
levaalo-me iuleiramenle saiisfeila com as explicucoes
quedeuo imbre depulado em relatan aos motivos
que leve a rommissau para nao consigoar ueste pro-
lecto, a ideaj consignada no orcanwalo visele,
isto he, de que ella be escusada, por isso que o pie-
sidenle lem o arbitrio, segundo o regulamenlo das
obras publicas de mandar fazer as reparos e con-
servado das obras, no por arrematadlo, ou por ad-
minisirato ; se assim he, se o presidonle tem esse
arbitrio, tinao escusada he a consignadlo dessas
ideas, e com islo juslifcou a commissao o sea proce-
dimciilo ; mas lambem justificado est que-, ratao
Uve cu quando suppuz da parte da commissao con-
tradierao com os seus principios, oao que eu disses-
se havia coulradiri.-au eulre o laclo do projeclo, con-
signara idea da airemalacao para as obras do hos-
pital ledro II e rasa da delator*, a ojo consignar
essa ulea nesle artigo, mas sin que se Java conlra-
diccao entre a eliminadlo da idea, e os prideipios da
conimissaii quanlo ao geral das obras.
Asexplicaeins dadas, me salisfazem, por isso uada
mais lenlio a dizer.
Verilirase nao baver casa, feila a chamada ua
lorina de resimento.
O Sr. Presiden! designa a ordem do da e levanla-
se a scs'o.
Saaaa'o ordloaria de T de jaobo de 185(1.
Presidencia do Sr. barrio de Camaragihc.
Ao meio dia reunido nomern lesal de Srs da-
putados
OSr. Presidente declara aberla a sesiao.
Lida a acta da sessao aulecedeulc, he approvada.
0 Sr. I, secretaria da coula do seguinte
EXPEDIENTE.
1 m uilicio do secretario do Roveruo remeltemlo
10 exemplarcs do quadro da divid* pasaiva provin-
cial dos exerciciosde 1850a 1855. A distribuir.
Oulro do mesmo Sr., remetiendo o parecer da
commissao de hvgiene publica sobre o requerimen-
to da mesa reaedora da veneravel ordem lerceira
erecta no convento de Nossa Senhora das Neves di
cidade de Olinda. A quem fez a requisito.
Oulro do mesmo Sr., envan.lo copia dos esclare-
cimeDlos pedidos a secretaria da polica sobre a com-
prehemio do lerceiro disinti da delegada de po-
lica creado ua Iregttezia de S. I.ourenco da Malla.
A quem fez a requi>irao.
LO-se, apoia-sc c a requerimeiilo do Sr. Silvino
dispensa-so da impressao um projeclo que Irata de
colouisacao.
L-se lambem e mandase imprimir om parecer
da commissao de legislacao. I
Lambem he lido e juado o objeclo de delibera-
tan e man lado imprimir o sexoinle projeclo :
o A commissao de loslruceao publica apreciaudo
devidainenle o requeriioenlo do professor do Gvm-
Msta provincial, e os documentos juntos, e atlen-
d,lHM,,ra "' J",l* nmlivos de isualdade que de-
vea presidir a ennfecrao de tima le, quer eru nbri-
ariles quer em direilus, soppnr e he de parecer que
se allenda ao que pede o supplicaitle em seu reque-
nmenlo para o que submette a consideraclo desla
assemblea o segoiate projeclo de lei.
A assemblea legislativa provincial de Pemambuco
decreta :
ii Arl. 1. Fica equiparado o ordenado do profes-
sor de dcsi nho do Gymnasio provincial ao dos pio-
fessores mencionados no arl. IS5 S 1 da le de 1 de
malo do anuo passado, revogadas as disposii-i.es em
conlrario.
Sala das coinmissr.es 7 de junlio de 1856. Sil-
vino Cavalcanli de Albuquerque. Sa Pereira,
Manoel Clemenlino vencido.
He approvada a redacro do projeclo n. 10 que
marca o subsidio para os membrus da assemblea
provincial na futura legislatura.
I.o-see julga-seo objerto de deliherarao e roan-
da-se imprimir o seguinte projeclo :
ir A assemblea legislativa provincial resolve :
Arl. I. A poca da abertura das sessoes da as-
semblea provincial, sera no dia 1> demaio de cada
anno.
Ali. -'. Ficam revogad.is as disposiraes em con-
trario.
n Paco da asembla provincial de Pernamhuco 7
de juihode 1850. Manuel de Barros Wanderley
L-se e approva-se o segoiute parecer :
i A commissao de iiislrucrao publica leudo al-
tenlameiitc o requerimento da professora da ius-
Iruecla primaria da freguezia de S. Josc desta cida-
de,e os docuraeutos aniiexos, nao pode deixar dere-
coiihecer o direilo que tem a sopplicaule a urna sra-
liucacao pelo ensillo de tuais de \> aonos e em n.
soperior a (O alumnas durante lodo este esparo de
lempo, mas mateando o arl. 28 do regulametio ge-
rl da inslrticrfio publica do anuo passado o modo
porque se devem faver efleclivas essas gralilican.es
he a commissao de parecer que a peticionaria deve
recorrer aquelle meio.
i Sala das comtnissoes7 de jitnho de 185(1. Sil-
vino Cavalcanli de Albuquerque.Manoel C'ementi-
no S Pereira.
O.S'r. Franrcisco Joao juslilica e manda mesa
o seguinte requerunento :
ii Requeiro a que da secretaria da polica por in-
termedio da presidencia se soliciten) todos os esck-
recimenlos que possam existir em ordem a eslabe-
lecer as distancias parciaes dos dillerenles ponlos
annexados a freguezia de S. I.ourenco e desmem-
brados d,i de Jguarassti pela forra da "lei provincial
n. 396 de 18.1, sen Jo que a referencia dos esclare-
cimeulos be pedida lomando como poni de partida
a sede de S. Loureuro. S. R. Francisco Joo.
A potado enlra em discussao.
O Sr. llrilio: Sr. presidente, membro da com-
missao de eslatislica, levanto-me simplesmenle para
explicar a casa qual o raeu procedimento tiessa qua-
Hdade, a respeilo do negocio que Tez objeclo o re-
qiterimenlo do nobre deputado.
Eu nao me farei cargo de defender o procedimen-
lo da commissao, porque ella oja precisa de juslifi-
carao nesle poulo, e nao precisara de cerlo do meo
concurso para esto lim ; mus cumpre-me declarar o
segoiute: sou merabro da commissao de eslatislica
e o nobr$ depulado com o sea empenho de ir lodos
os das por sua parle suggerndo-lhe esclarecimeolos,
da de algunt modo a entender, que a eoniniasaa nao
he assas activa como elle, apezar de nao lazer parle
dalla. Eu se podesse tomar parte no parecer, que
se tem de confeccionar a respeilo do meu projeclo
desde o prmeiro da leria defendido acumn.iss.1o'
moslraudo que o nobredepulmlo n,lo be mais solici-
lo do que ella, mus nao me faro cargo de juslilica-
la corno disse.
O Sr. Frantisco Joao: Sao caprichos e velel-
1 Hir f"suifo1'- f-" pr.ineiramenlc, porque vi
qoediirereotes outras eslavam na me/.,, c i.orqoc
quena que rase comease a achanta d.souir.s an
cesando luuar, porque cnle.tdo que lodas as vezes
que nao podermos fazer tuna dislriboimo especial
*r***" ?. S.na as necessidades da
*Z?: "i0 ',cyemos de,sa-''' '"> arbitrio da pre-
2e. POr'1Ue "e," semr"c ,em ",a len'P.
Sdade Uectssar,os Para hem a,,end a r';i>^" conv.m I L" e".r'.amcom 'I"'"* "enca que
asseveTarao "*** '" ""*> mil ba
S?gft *m Pr" d documento irreragavel
qnesobmelo aconsideracnodacasa e quelpa.so a
mfli r./ T "' docume>"o estou cene que a aa-
na emenda0 dn',,a',a "'V0,ar "naro pedida
La.ST2 Marangu^."" """^ "S '* da
O Sr. S. r.^ao reslituio seu discurso
a, eZnoa;1 VET' h' "U P^ado salvas
Katra era diir..*9n,0 ,5j ,,, hf o w|B(
dades rninbat, as quaes se em algoma cousa podero
ler molestado ao nobre deputado, foi seui ioleorte,
OSr. Abilio : A sua inlenrao hesempre a mais
pora e sania.
O Sr. Francisco Joao : Pelo menos be sincera.
leal e franca.
O Sr. Abilio: Bem; mas eu devo declarar a
casa, que sendo aolur do projeclo a que allude o re-
qoerimenlo do nobre depulado, leudo elle sido re-
mtllido a comtrissao de eslalislica, eu logo ao prin-
cipio, minio de proposito oao quiz concorrer com
qualquer pequea parte de influencia pe-so a I de col-
Itguismo, para que me.us nuhres companbeiros po-
dessem ler para riimsigo, na conferrao de seu p.re-
cer.por ato desde o prmeiro dia disse-lhes que pa-
ra dar parecer sobie este negocio nao me considc-
rava membro da commis-aodc eslalislica.
l'm Sr. Depulado : Foi espirito de cavallciris-
mo.
O Sr. Francisco ./ua :
juiz no lut-ar do depulado.
O *r. ib'lio : O nobre depulado falla ti
I nram escrpulos d3
ment, por me persuadir que esse pensamento
punlia o nnpecilio de relardamenlo ao parercr que a
commissao podesse dar sobre o projeclo respeclivo,
miniei todava de opiniao e hjto por ver que se nao
dava, visto como a coinmissan pude dar o seu pare-
cer iiidepeii.ienleuienlc dos esclarecimeotoi pedidos
pelo nobre depulado, c rcsolvi-ine a votar pelo seu
requctimeiiln addiclooando-lhe una emenda, por
ver que ni lie existe urna lacuua na parle que se re-
fere a proporcionadla le das distancias dos dilleren-
tee lugares desmembrados de Igoaraasb e annexados
i S. I.ourciico, pedindo-se smenle a lungilude com
relarao a S. I.ourenro, e nao se pedindo na mesma
proporcionalidade em relcteiiria a iKuarassi.
Voto poli pelo requerinienlo do nobre depulado, e
sendo os mol vos de minli.i emenda idnticos aos
que elle leve para a aprescnlac.lo do seu requeri-
mcnlo, conlo que ella ser approvada se o reque-
rimeuio prevalecer.
Encerra-se a disctalo sendo o requcrimcnlo aii-
provado, bem como a emenda.
ORDEM DO DIA.
Prmeira dismis-ao do projeclo que daaanoeil a
rieiie/.ia de Salgoeiro do lermo de Ouricury.
lie spprpvado sem debate.
Continuaran da segunda discussao do projeclo que
appruva o contrato para a llumiu.it,ao a gaz.
O Sr. S. Olegario | Nao devulveo o seu dis-
curso.)
\ai mesa e he apelada a sesuiule emenda de a-
diameuln:
Requeiro o adiamenlo da discussao at que rlie-
guem os esclareciineulus pedidos a Ihesourana.
; Sabino Olegario.
A discus-ao fica adiada pela hora.
Coiitiituarao da seguuda discussao do ore.tneolo
provincial.
Enlra em discussao o artigo 15 que he o se-
guinte :
ii Arl. 15. Como reparo c conset-
vaco de lodas as mais obras. (0:0003000
He app.-ovado sem dehale.
Seguidamente entra em discatsao o artigo l( que
diz :
"Como ordenado do administrador 1:803000
\ ai a mesa e he apoiada a seguiute emenda :
Com as representarles de Ihealru de Santa Isabel,
ricando o presidenta t^ provincia autonsado a res-
cindir desde j o contrato celebrado com Hapbael
Lucct a quanlia de 18:000c000. S. R.Abilio Xa-
vares.
O Sr. Abilio : SenliKr presidente, autor de um
projeclo que lem por Um rescindir um contrato ce-
lebrado pelo goveruo com Rapbacl l.ucci, respeilo
das rcpresenlacom do Ihealro publico, cuja manu-
lenr.) i m pin la 111 nada menos que o prejuio dos
cofres pblicos c a laansformaijaa desie ediOcio em
casa dejogos prohihidns, com grave risco, deque o
edificio para elle desuado, o melbor que lem a pro-
vincia ueste genero, sej.i um da talvez victima das
Clunmas, como podera succeder se um semelhanle
Contrata for manlido ; e nao podendo a casa na le-
te.sida de de discutir medidas muito Importantes,
por lalla de lempo apreciar esse projeclo. que apre-
senlei a sua con-iderarao. agora por occasiao de dis-
cutir-sc o arl. || do orcamenlo em que se vola a
quota para o Ihealro. eu arhei occasiao asada de of-
ferecer a mesma idea do meu projeclo, como emen-
da no arl. I( c nessa emenda co no a casa acaba de
ouvir, se consigna a idea de autorisar o governo para
que, apreciando esse contrato, e o Tira imuior.il a
que elle se presta o rescinda legalmenle ; e como
quer que esleja demonstrado pela experiencia, que
nao he possivel, que em Pernanibuco se luanleuha
ihealro publico, unic.i dislracao que mis podemos
gozar, sern que luja subvenr.lo dos cofres pblicos,
eu proponlio que volemos nourrameulo una quota
para semelbanS liin.
Eis as con-ideraroes q,,e per emquanlo enteodo
dever subineller ao juizo esclarecido da assemblea.
O Sr. N. Porlella : Sr. presidente, pedi a pala-
vra apenas para fazer algnmas ronsideri;6es acerca
da emenda que esciiide o Contrata e consigna a
quanlia de uezoilo cotilos a' companliia que der re-
ptesenlaces em bosso Ihealro, e me limit ire pi-
meira parle. A emenda, como disse, consigna a res-
cisao do contrato relabrado pelo governo cum Ra-
pbael l.ucci. Sr. presidente, como gusto de ser mol-
i coherente com as miuhas ideas, una vez enun-
ciadas, cnleiido dever entrar sempre nos discossoes
para musitar que a-sini sempre procedo.
Ora, tendo o nobre depulado aprcsenlado tiesta
casa om projeclo rescindiudo este contrato, por cerlo
rerunheceu que a materia elle conlida nao lie de
ualureza lal que possa ser discutida n'uuia emeud.
i lei do orramenlo....
l'm Sr. DeptltadO : Isso lie .-i aeaerfs.
O Sr. .V. Portilla : Eu emendo que nao, mas
vou ,-ipresenlar as duvidas que tenho e que nascem
da ualureza da materia em relacao tima lei de
orramenlo c rm retarlo a ruculdade que posta ler
esta assemblea. Sr. presidente, eu nao deixei de ad-
mirar-roa ao ver agora apreseniar-se essa emenda :
esperava que e projecln do nobre depulado fosse
subrnellido casa c apreciado devidameale, segundo
a gravidade da materia e segundo os motivos que
leve o nobre depulado rara aprescnla-le, que se
apreciassem lodas as disposic.Se desse cntrate, por
que su assim se pedia entrar em una discussao justa
e esclarecida, podendo eolio qualquer do nos eiiui
lir a sua opiniao de modo que a rtactsM fesse ou
delxasse de ser recehid e approvada.
(.liando, porrn, eu assim me expresso nao se pu-
de suppor i e modo algosa que eu queira favorecer o
coulralarior, porque us fados demonstrara o contra-
rio, ese qutzesse entrar na denionsltacao dos fados
lena de remontar-me mais alio, justamente cunles-
sando que se o rotilralador nao merece, como reco-
nheccu a commissao de pelit;oes, a proleccan desla
assemblea a' poni de empreslar-lhc :I0 coulos de
reis, como elle pedia, todava em virlude dos direi-
los adquiridos pelo asnlrato lem-se collocado em po-
sicao tal que reclama de us minia cirrinnspeccao ;
pergunlo eu, existe ou nao o contrato feito pela pre-
sidencia da provincia'.'.... eslava ou nao a presiden-
cia aulorisada a fazer esse contrato com o proprio
Raphael l.ucci '.... Creio que sim ; e por isto euleu-
do que a queslao da rescisSo deve ser esclarecida
convenienlemenleapresenlaiido-se os motivos...
O >r. Abilio: Eo ja os apresenlei.
O Sr. V. Porlella : O nobre depotado apresen-
lou-os quando fundamenlou o seu projeclo. mas islo
ja ha lano lempo quedcllcs me nao lerabro bem.
Do que lenho dilo, Sr. presidente, ve-se quaes os
inconvenientes qoe podem resollar dn approvarau
da emenda do nobre depulado nesia occasto. Mas
rlado o caso que esla assemblea esleja sciente de lo-
dos os motivos e ralbes ja presentadas pelo nobre
depulado, estar' esla assemblea cura direilo de res-
cindir um contrato celebrado legalmenle pelo go-
verno? Sao osles ns pontos acerca dos quaes desejo
ser esclarecido. Nao desejo, Sr. presidenle.ser (dia-
do de impertinente, precipitado, ele, utas quero
ser esclarecido,e por islo pero as explicares que jul-
go necessarias sempre que o quizer.
O Sr. Abilio :Sr. presidente, por occasiao de
apreseular o projeclo a que se refere o nobre depu-
lado.liz urna dissertar.lo lunga e dessa vez disse ludo
quanlo me occorreo, por islo emendo nao dever
agora repetir o que eniao disse, parque a casa disto
se lembraru ; mas leudo o nobre depulado apresen-
lado desejos de que eu repita, o que urna vez di-se
n3o posso deixar de siinuir aos seus rogos e com isso
reconhero que o nobre depulado lem a memoria
mais infeliz do que cu pensava, visto que se esque-
ceu das raziies que enlan aprsente!, c por esse mo-
tivo vou repetir o que enlo disse. eadmira-me que
o nobre depulado lulo conlleva ainda us inconvenien-
tes que resullam desle celebre coulrato, quando ellos
sao de iutuicao e que a infeiicidade da memoria do
uolire depulado chegue ao poulo deuao recordar-se
de lao graves inconvenientes, lendo dado sobre eile
om parecer. Disse o nobre deputado que havia in-
conveniencia em se .presentar esta idea em urna
le do orramenlo que he de ualureza uitnua e que
tem duvidas sobre poder a assemblea rescindir um
coulrato celebrado pelo governo. E.le segundo ar-
gomen(o he o principal, be u mais importante.
yuattto |ao prmeiro responderei apenas com a
leiim a du regiment da rasa, que permute que na
le do orramenlo se confram aulonsaccs ao gover-
no, ao que eu proponho nao he senao urna aulorisa-
t;Bo. Eis o qoe diz o remenlo l :
Consigiia-se com a emenda no orramcuto urna
quota xjiie por certo compete a urna le lal, he unta
disposic/loque ba de realisar-se dentro do atino tinan-
ceiroe a aulorisarilo para a rescnAo, Ma nos termos
do regiment como com a leilura do mesrao acabo de
demonstrar.
O oulro argumento e o principal, lie se nos poda-
mos rescindir o coulrato.
Se nos na vida civil podemos reseiodir qualquer
contrato, donde nos resulte lalo enorme para tima
das paile?, assim romo lambem be nullo o contrato
quando feito pelo procurador, se esle excede os po-
deres da procurado ; applicando esles principios que
sao de lodos reconhecidos a v ida social, digo,. se de
um contrato que o governo relebrnu, resultar pre-
juizo a morahdade publira ou aos inlercsscs da pro-
viucia.esU no seu direilo a assemblea tesciudindoo,
salvo quando muiio a ubrigacao de indemnsar aquello
tora quem se ronlralou. Ora, resultan lo d,. ron-
Irata em ajueelio prejiuzo a inoralidade publira e
intuios utiiros inconvenientes que Uve occasiao de
demonstrar lie evidente que elle pode reciiidir-se
reservando quando muilu o direilo a"parbj de rece-
ber unta indemnisacjlo arbitrada admiuislraliva ou
ficam as (oreas e os mereeiroentos artsticos dos aclo-
es, elle pode apreseular ama coiupauhia cumposla
de artistas sem raerecimenlo algum, e assim tem sa-
tisfeilo o coulrato, entretanto que o Ihealro se trans-
lurina em rasa de jogo, e em um dia lercinos de ler
Diario a noticia, que o Ihealro do Sania Isabel, foi
victima das chamlas,como foi o de S. Pedro de Al-
cntara no Rio de Janeiro.
Nole-se anda, que esla atlrihiiirao nao he a pri-
me-ira que a assemblea usa della, porque j era
I88, por urna lei o mesmo se resolveu a respeilo de
oolru contrato.
Muito mais poda dizer, porrn, nao querendu a-
busar da paciencia da casa, vista e.lara hora adian-
lada, coiicluojesperandi), que a casa era vista deslas
nabas approve a rumba emenda.
Vai a meta o he apoiada a seguinte emenda subs-
titutiva.
S 1. I. mi as representa i l00l>3.
S 'i. Com o ordenado do administrador 1:800?.
Souza Carvalbo.Barros de Lacerda.
O Sr. Franciteo Ju.o justifica e manda mesa a
sesuiule erneuda de adiamenlo.
Requeiro o adhm'ntn por huras do artigo em
discussao.-S. R.Francisco Joo.
Encerrada a discussao, he regeiladu o adiamenlo,
sendo approvada a emenda sub-liluliva dos Srs.
Carvalbo e Lacerda, licaudo prejudicado o artigo, e
reueilada a emenda do Sr. Abilio.
Enlra em discussao o arl. 17, que be o se-
guitttc :
u Arl. 17. Com o corpo de polica, a saber :
SI. ('.om o suido e gralilicares 102:9089500
" ^ ^',ul fardamenlo .
S 3. Cora ascavalgaduras .
5 i. Com as (majen. .
ir ; ... Com o armameoto e equipa-
ment........
S (. Com o sappriinenlo para o
curativo das prafaa .
a 7. Com agua e luz para os
quarleia do corpo e do dos
destacamentos..... l:7O0?O00
ii 8. Com llvros..... "JoarOOO
11:0373(100
HOOsUOO
4:380|0O0
aMOOBOOO
bWMOOO
... ... I7:226100
vai a meia e be apoiada a scaunile emett la :
Em lugar de 10-J:90rteV)0, diga-se 11829SI80.
Juso Pedro da Silva.A. A. de Souza Carvalho.
O Sr. Ignacio de Harros :leudo assignado com
ro-li n-toe-, este artigo, devo declarar qoe eslas res-
Iricroes lem somonte por liin una es|iecie de pro-
testo, de que pelo menos para raim, mi i be cousa
liquida o podermos pagar e orcanisar o corpo poli-
cial. Dilo Islo, anda mais tenho a acresceular.
O Sr. Florencio :Apoiado, e com islo escuso
fazer igual protesto.
lie approvado o artigo rom a emenda.
Entra em discussao o arl. 18, que he
guitile :
' Arl. 18. Com a illuminacu
das cidades do Recife, Oliuda o
Goianua........
He approvado sem dbale.
Tendo dado a hora
O Sr. Vre-idenle desigua a orden: do dia c levan-
la a sessao.
e-
ffir9}sJ00
Discurso do Sr. Abilio Jote Tacares da Si7io, pro-
nunciado na sessao de 19 de maio de 1850.
O Sr. Abilio : Sr. presidente, na qualidade de
membro da commissao da redacro, leudo de justi-
licar o Irabalho por mim e ineus collegas elaborado,
eu me vejo adslriclo a demonstrar simplesmenle, que
a commissao comprehendeu o pensaineiiln da casa
a respeilo da materia sujeila e ja vencida nella, e
reduzo-a a forma de lei.
Vm Sr. Deputado : Maso nao lia queslao.
O Sr. Abilio : Sr. presidente, dizia eu, como
membro da comniissao de redacc.ao, cone-me a obri-
gajao de justificar o sen procedimento, e mostrar a
casa que a commissao leve eru vista o que nella foi
volado e vencido, e procurou o mais possivel Iradu-
ztr belmente em termos legislativos | permilta-se-me
a expressao ) procurou dar forma de lei a aquillo
que a casa decidi e celou. Mas, Sr. presidente,
apreseotada a redacro a casa, com admirarao vio
ella que os nuhres depulados, que, por occasiao da
discussao de emenda que faz buje objeclo do artigo 7
da redacro, mais se pronunciaram|coutra a idea ah
consignada, pelo odioso daquiho a que elles cha-
mam pomposamente, utas que direi odiosamente
tributo desangue, sao os m.is extremos impugnado-
res da redaccao.
Os nobres depulados na discussao reprovaram
US liinine, lal idea e com tal alan, que se pro-
nunciaran, contra o recrulamento em geral, vislo
serem |eslss, a sea ver, as ideas dos paitas livres.
lermiltamos honrados membros, que eu divina
nesle poulo de sua opiniao ; e direi que lodos os
que chaman), sd para dispertar o odioso subre o re-
ciulamenlo, tributo de sangue, sao os que pen-
sam exageradamente ; poi que o recrulamento ;
na phrase de um legislador pbilosophoser urna lei
lernvel para as familias, mas he em si a sesuranra
dos estados.
. ,Sr- Florencio : Sao os homens mais eminen-
tes do pai/, que ii di/.. Tri.
O Sr. Abilio : A casa, porlanto, sabe que esles
nobres depulados que mais se pronunciaran! contra a
Idea capital do arl. 7, por ooeaSBsDda discussao, sao a-'
quelles mesmos que impugnan! boje. Vejamos po-
rem, se a commissao comprelieudeu o petisameulo da
casa para Ihe dar a forma de lei, visto que os nobres
depulados insisten) era que a dea he odiosa, em que a
idea he absurda em si, mas eu espero provar casa
que a commissao comprehendeu perfeilamente a sua
deliberaran, e foi seu fiel interprete.
/ mSr. Depulado : ftiuguem aecusa a commis-
sao.
O , Sr. presidente, peco a V. Exc. permisso para dizer
duas palavra- simplesmenle, a respeilo da expressao
recrutameto, de que usa a nossa cousliluicao do im-
perio.
O Sr. Presidente : Peca ao nobre depulado
que se cinja a materia o mais que pudar.
| Ciuzam-se varios apartes '.
O Sr. MIM : Eu vejo, Sr. presidente, que a
consiiluirjio diz no artigo 15 i) 11 : e no arl. :l( 5 2,
o seguinte: (le ;.
E ser imraoml, na phrase dos nobres depulados,
qualquer desles artigos constilucionaes, que eslabe-
lecetn o recrularaenlo como meio de manler as br-
eas de mar e Ierra do imperio ".'
O Sr. P. de Brito : He redacro islo t
O Sr. Abi.io : O recrulamento, islo he, a leva
de gente para o evercilo e armada, lie admillido em
todos os palies ctvilisados, laea como luglalerra,
frailea, Prostja, Austria etc. etc., com a dllerenca
de que em alsotis islo lera legar por engajamenio
voluutario, sendo ahi o incentivo os grandes sidos;
intuiros, por engajamenio toreado, alienta a exigui-
dade dos cores pblicos ; e n'oulros finalmente, o
recrntamenlo lem lugar pelo syslema que eu cluma-
re u mixto por participar de um e de nutro, co-
mo enlre nos, lendo os poderes do estado lodo o coi-
dado em adorar o mais possivel a condirao do sol-
dado.
lie vislo por tanto, Sr. presideute, que o recru-
laraenlo to Brasil, bem como em lodos os paizes ci-
viltsados...
OSr. Fpaminondas : Ue materia de expedi-
ente. r
O .Sr. llego Barros: Se havia lei nessel sentido,
nao precisava aMertaaeJo da assemblea.
O Sr. Abilio: Poram como sabe nao pbdeti
presidenta ulilisar-sc della sem que a assemblea pro-
vincial o decrelasse porque a lei gerat Ira/, a clau-
sula se as respectivas Icis provinciaes a listo se
nao oppozerem.
OSr. C. Leo:Moslre-me qoe essa disposifjiono
he aniiu
OS'r.|Aiili:-- Sr.presideme.creiusemdesvaiiecimen-
lo terdemon-lradolque a cuinmissao de redaccao nao
cabe a pechado falso interprete dos seiilinieni.es da
cmara ; e parere-me agora ler chegado ao Lulo
justamente da queslao, que he provar a casa\e aos
nobres depulados que impugnara a n- latean,que
delta nao resulla absurdo.iiicoherencia nem coolra-
dicroes nos termos do arl. 123 do regiment, Wa
poder ser rcgeilada.
OSr. /'. Leo:A incoherencia he noque paatou,
nao he na redaccao.
OSr. Abilio: Se o nobre depulado conven) qoe
a commissao Iraduzio lielmeute a ememda, nm ha
contrailicrai. iicnhuma eulre o que passou e o
se redisio.
Cruzam-se moi(os uparles,
() Sr.,6ilo:(I nobre depulado sabe qoe asieiprls-
sues de que usa a lei quando he preceptiva,
a assemblea nunca -ao eslas, que se achara ba
emenda e no arliso cuja redaccao se combat;
quando a assemblea determina que tal cousa se faCa
diz o presidente da proviucia lar.t islo ou aquillo.m'
nunca o presidente tica aulonsado a aprovcilar-
da disposiro da lei lal. II nobre depulado que .
jurisscoii-i.il,,, comprehende bem, que nao ha na I
uros idea imperativa, nao se determina ao presiden
que lance inu des-e meio ; elle pode nao se aproi-
vetlar da aulorisarau, se nao quizer, ou n.in arlia-l i
cotiveulenle. I) nobre deputado labora n'um falsl
supposto, e lauto assim, que fas a seguime per-,
gunla : 1
Se o sorverno nos nao der reerolat, o que far il
presidente da proviucia ?Digo eu, utiltsar-se-hal
da intuid i.ie de engujar como dantes, porque o tio^
bre depulado sabe, que a cuncessao da lei awalj
para completar o corpo de polica uao exdue o meu.
do engajamenio actualmente adoptado para a sua
organisaro; poilanlo esta respondida a pergtinta do
nobre deputado, vislo ser a emenda facultativa, co-
mo disse.
tCraianvte varios apartes. 1
O Sr. afMso :Diz o art. 123 do regimeulo da
cas ( l i
>r. presidente para que possainos entrar ua apre-
ciadlo da materia vencida e reconsidera-la afim de
sanar a coutradieco, incoherencia oo absurdo ma-
nifest, be parecer meu, que cumpre definir o que se
deve entender por incoherencia, cotilradicro e
absurdo, com attineuew a red., i ,n, ao vencido na
casa, ou aos principios da reda raiao.
Pode resultar iucoliereiicia nao so das expressoes
como da forma, e como lambem de esseucia; a vista
do que tenho expendido h.i por ventora iocohereu-
V^t'i i (1'*P~'Cilo que aqui nao est accor-
de.llepreciso que os tiobrcs depulados demnustrem
qual lie a falla de harmona que existe ua le asstm
redgida, com qualquer oulra que por v en Un a exis-
ta sobre esta materia, nu em materia idntica ; a
lata de harmona e congruencia eulre o art. 7. qual
quer dos antecedentes uu subsequenles, e he isto o
que eu emendo por incoherencia.
O Sr. C, l.eao:Cora o vencido.
O Sr. A'/ilio :Ao nobre depulado cabe demons-
trar o que be que se venceu na casa, que nao este-
ja conforme com a redaegao, e se o nobre depulado
nao enconlra islo, como eu creio ja ter demonstrado,
tem mesmo comireferencia a oulra qualquer deli-
berado desta assemblea de Batanea idntica, por
que incoherencia he a discordancia, a nao horaoge-
ueidade, e o nobre deputado anda nao provou que
a redaccao nao exprime o vencido e tem se haruio-
nisa com oulras leis, logo, nao se da incoherencia ;
se he que eu naodesconhero a forca desle substan-
tivo.
O Sr. C. Leao :o nobre depulado be que esl i
n um f.il-n supposlo.
O Sr. Abilio :(lual be elle *
O Sr. ('. I.eo :lie querer applicar a sua argu-
mentadlo ao genrico.
O Sr. Abilio :Nao comprehendo. Eu vou ao
vencido, vou a oulras leis, vou a mesma,cuja redac-
cao se discule, vou finalmente a essencia e por to-
dos esses lados nao descubro lal incoherencia que o
nobre depulado enverga ; em qoo consiste pois da|
minha parle o falso supposlo ?
O Sr. C. |.eo :Ha incoherencia, porque ate!
boje nao legislamos ueste sentido.
OSr. Abilio :Pectce-rae miubredeputado, e
o desconhero nesle mumenlo Pois Iralarmos boj
de um objeclo de que nunca (raamos, ndoplarmn.
tima medida nova, urna vez que ella be razoavel
be, e j.mais foi em lempo algum incoherencia '.'!
O Sr, Horeniio :A niaioria decidir.
O Sr. Abilio :Nao he occasiao opporluna djt
maioria .dual decidir d'aquillo que oulra man,na
competentemente decidi, a menos que nao levemos
lod-- -------
h
ma le de fuacao de forcas, que servio da base a e-do cholera. A Dos nada he in
menda do Sr. A. de Olivera, conten dispusieres si, como pelos seus bemaventurados escolhidt,. ^
que por sua nalureza lem o carcter de ftxtdade ; e : e sempre a darmos coro cousas, para o mZ',''
quando assim nao fosse, anida mesmo dependendo e sociabibssimos inuleis..... Pme(nsroo
Diz-se que a assemblea provincial nao pode legis- eilupeuda descompostura"' H
lar condicionalmente, Sr. presidente, es fados e os Senhor..... com laberua na ra" da
eslylos da casa q.iando lalhassem os pr.ncipios de- Kecfe, be a lerceira vez ,"', vo.serece he t.e(e
inonslram o conlrario. O anno alrazadu o nob- '- iriunn! ,.mj----------
put.dii volou tiesta casa urna lei de credilo de....
00:0003000 ao presidente da provincia, se por ven-
tura o meriin geral nao nos desse om auxilio para
Oanno alrazadu o nobre de- tribunal aponlado como""um"esp\o7Te!2cr7ditad'r
........ vad'".' nu' eule^'an>o. mui ,ummsri,.mei.(e : se-
ra o
dro
occorrer na provincia aos eslraeos da cheia. Seta
islo ou n3u urna lei hypolhelica '.' O que he a lei da
garanlia do Juro da estrada de ferio-.' O que he a
le que concedeu um sahsidio a compauhia de vapo-
res costeiros, que se houvesse de orgauisar? Todas
eslas s3o leis hypothelicas o condiccinuacs, e alem
dellas m uilas outras se volam, que em virtude de va-
rias cirrumslancias deixam de ler execut.lo.
l'm Sr. Depulado :SaoaulorisarOes"ao governo.
O Sr. AbUto:E o que run'.em 0 artigo 7
do projeclo que se discule sendo urna aolo-
risacao'.' Sr. presidente os corpos legislativos, mui-
das vezes vulam de um modo condicional, porque a ..
re.ilisacao de suas deliberac,es,depeude de urna cir-1 maos.
cumslancia qualquer eventual, o queconvem porcm
he, que as assemblas lenham o necesssrio criterio,
para nessas trulorisares, ou disposi(;Oes legislativas
nao figurarem hypolheses granulas ou impossiveis.
E por ven tina a bvp'ilbese dse reprodnzir a dispo-
sicao da lei de 15 de julho de 1854, sera gratuita, ou
absurda? De modo algum, continuando, direi, se a
lei de fixajau de forras fosse iulendida do modo por-
que pretende o nobre depulado, cooslaria de urna
so disposisao, diria ella.A forca de mar oo de tr-
ra para o anno linanceiro de 1855 a 1856 ser de
lanas pravas.Mas a lei de fixaco de forjas a qoo
me bei rele ido, consta de artigse peco licenra
a casa para l-los le.
Como v a casa, ha nesles H arligos om, que ao-
(orisa o governo a crear um batalhSo de engenbaria
e por cerlo nineuem dir |ue esla disposicao naose-
ja permanente indepeodenlemenle da sua'reproduc-
rao no atino seguinte, e qoe lenba o carcter de an-
uualidade. Nao he pois a lei em que se consigna a
disposiro, que Ihe da o carcter de Imdade e per-
manencia, he a nalureza dessa dispo*c,ao ; tanto as-
sim que se auginenturam os sidos em 1852, em
urna le das que chama o nobre depulado annua,
mas ficou este augmento sendo ditposirao perma-
nente al hoje.
Senhor pre-i lente, segundo os priucipios do no-
bre deputado, se u artigo em discussao or urna su-
tanssejM dada ao governo. o nobre depulado queme
precedeu est com sigo de accordo,porque ronce den-
me ha pouco, que er urna lei annua, se podiam con-
ler disposicoeslpermanenlcs, com lauto que ellas im-
porlassem urna autorisarao ao governo...
O Sr. C. Leao da om i parte.
O Sr. Abilio : O nnhre deputado disse, que as
leis animas susepode.n conceder autoris-::oes, como
com o carcter de lixidade.
O Sr. C. Ij'io :Nao disse isso.
O Sr. Abilio : Emo n i comprehend', \ argu-
mentado do nobre depulado ; mas sempre direi,
que, he minha opiniao, a disposii.-ao nao he annua
nem deixa de se-lo, por conter em'si autorisarao ao
governo ; assim como, repito, nao a denominar,.!
da lei, que d o carcter a disposiro nella conlida,
he a naiareza desla, lanto assim, que eu ja moslrei,
que n urna lei annua ha disposiroos permanentes.
Senhor presidente, concedo, que a disposiro do
artigo 5." da lei.de 15 de julho de'18-ii seja anima, e
. summariamente ; se-
ja, portanio, vosseraec considerado d'ora em viole
como locorrigivel, e exposto so. olbo, do publico co-
jj^roaior capadocio da r.guezia de S.n-Frei-Pe-
dootempo a desfazer boje oque fizemus, amia
onleiii; a maioriu nao pode decidir hoje, qoe se
trata da redacro da lei volada, senao quanlo a co-
herencia, coulradicrao ou absurdo della, nunca coiO-
ira a aua asseneia oo substancia, sd porque conlra ..
ella volaratn urna vez os nobres depulados, que liie- Om Sr. Depulado : Eu sou inimi dclle
"a^SJS ""a- i O Sr. Abilio:- Mas o odio do, nobre. deoota-
mesmo concedo, o que nao est preado qoe na lei
de 185( a 1857 nao linha sido incloida tal clausula,
concedo ludo islo ; mas pergunlo cu, e as disposi-
Cites da. leis geraes encontraremos orna faculdade,
da qual a assemblea provincial se possa aproveilar
com vanlagem, se essa disposicao nunca lendo sido
posla em pralica em Pemambuco, sendo evidente-
mente til ; por ler existido em 1855 a 50 somenle,
em vista da possibilidade de poder ser repruduzida
de 1857 a 1858. porque razo a assemblea de Per-
namhuco, no intuito de ler completo o seo corpo de
polica, na dillicoldade de com'sullicienle sold ler
encajados em numero preciso, na necessidade por
oolro lado de ler sempre ion prata-, nao deve con-
sigoar oo seu projeclo de Torca policial unta disposi-
ro, que lem justa razio de eiperar que a assemblea
geral consiene niamente '.' !
/ ni Sr. Depulado: Nao tai o que he legislar
intilmente.
Oulro Sr. Depulado: He lesislar ociosa-
mente.
O Sr. Abilio : Sr presidente, os nobres depn-
(ados ja concedern!, porque nao o podiam deixar
de fazer, que em utna le annua se cotisignam dis-
posicoes permanentes, mas dizem acora que sera
legislar intilmente. Mas ninguem dir, que legis-
lar intilmente sol. o pomo de vista figurado seja
incoherencia,.contradice,*?, e absurdo manifest : e
sao estas as hvpolhezes do regiment.
Eu nao vejo laes inconvenientes nesle projeclo, o
odio que os nobres depulados volam ao recrula-
mento.
:on-
es
duer
judicialmente depois de provade o nreinin.
Ouvi aqui dizer, desle lado, o governo se loma
nas ve- i juiz c paite ao iiicsma lempo. Si. presidente, nao
ccr. Como merabru da commi-so de eslalislica, di
zia cu, entend dever declarar a casa, que nao lenho
a menor parla no acod.imenlo ou na procraslinaro
que a comroitfSo lenba mostrado uesse negoeio ; 'fui
pai a ido nicamente que pedi i palavra, concluin-
do por declarar igualmente que voto a favor du re-
quertmenlo do nobre depulado, que se assenla a m-
nlii ilireila.
He lulo e apoiado o seguJnle requermento :
o Requeiro que a distancia dos lusares desmem-
brados nao .sejatn sd considerados em relaj.lu a po-
yoacao do S I.ourenco, mas lambem a villa de
Igiiarass.!-!,. K.-Silvino Cavalcanli. ..
IJ .-.r. tran-.isco Juo comer declarando que
vola pelo requenmenlo que acaba de ser lido
da algum.- explicaron em reeposta ao precedente
orador e conclue iusislitido em suas ideias justifica-
tivas do rt querimenlo que apresetttou.
OSr. Stlcmo : Teodo eu, logo que o nobre de-
potado que acaba de assentar-se, aprewnlou eu re-
quermento manileslado uma opiniao contraria ao
nensemenlo, qna elle ennncion
Se pois ti governo per
sua propria auloridade pode rescindir um contrato,
como ha que a assemblea nao lera' o mesmo direitat
Se os particulares, repilo, lem o direilo quando dos
contratos que celebren!. Ibes resulla prejuio, pedi-
rema sua rescisao pranle os lribnaes|competentes
se o governo o pode fazer gualracnle pelo seu direi-
lo de l.-cali-a.ior, nosei como se pode duvidar que
a assemblea lenha lambem igual iliieilu !
I m Sr. Deputado :ludo pode mostrar o nobre
deputado, menos qoe no confalo baja leso enorme.
O Sr. Abi'.io Mas provarei, qoe ha prejuizo
para a morahdade publica que he hito com um ho-
mem. qoe nao oflerece a menor garanda de exequi-
bilidade desse mesmo conlralo. e por certo a assem-
blea n,lo se deve privar por simple, consideracocs
pessoaes de usar do seu direilo, ficando a provincia
privada por mallos mezes de eozar do seu Ihealro
publico que lautos sacrificio, Ihe ha cuslado.
Que o coulrato he inconveniente, prejudicial,- n.ia
esres-e longa demnnslrar>, porque quanlo a cam-
panilla Ivnca, elle he ubrigsdo a apresenla-Urno
em sen requen- lim do 8. anno, e a dramtica, como se nao especi-
O Sr. Abilio : Aceito o aparte do nobre depu-
(ado, he materia de expedieute...
OSr. Preitttaite: Devo dizer ao nobre deno-
tado, que nao be islo o que se trata de discutir ; te-
nho-sido restricto com os outros uobres depulados,
devo s-lo lambem acora.
O .Sr. AlUio : Mas me permita V. Exc. dizer
anida alguma cousa.
O Sr. Presidente : So pe millo a discussao no
que diz respeilo a confruutsr o que est redigldo
com o que foi vencido aqui.
O Sr. Abilio : Ja que V. Exc. ma marca limi-
es lao estrenos, eu mrei. simplesmenle qoe na pa-
lavra recrulamento a que os nobres depulados
se moslram (o opposlosjhe ainda por elles tomada
a liarlo mais odiosa, islo be, como leva de pessoas
parejo exercilo forradanieole, qoando orecrutameolo
significa leva ouajuotameulo de pessoas para man-
ler e eicrciln, quer voluntaria, quer fon-admenle,
sendo que enlre us, o systema de recrulamento es-
ta regulado comottos paizes mais adi.nlados em
cmlisac.no, he volunlorio e focado, succeden-
do que a rspede dos recrulas forrados, o legisla-
dor brasilciro. (em procurado ielborar o mai.
possivel a posirao desses recrulas, marcando-Ibes lum
pruzo curto para o seu engajamenio, dando-Ibes uma
dala de Ierras, um premio, o permttliido-lhe assubs-
tiluirors ele ele,
O Sr. Leal : Isso he coro os voluntarios.
O Sr. Abilio : Algumas deslas vaulageus sao
t......nun- .um- e uulius.
O Sr. F.Joo : Recrul.imenlo forrado e cons-
cripru voluntaria.
OSr. Presidente: O nobre depulado nao pode
continuar a rallar sobre a malcra.
OSr. Abilio : Agora, Sr. presidente, em obe-
diencia a V. Exc, vou dcmonslrar que a COUeaissIo
do leaco roniprebendeu petlelamenle o que Ini
volado na casa, e para islo me servir! do jornal del-
la, donde se v que o nobre autor da emenda, cou-
signada no projeclo de redaccao, aprcsenlou-a com
os fundamenii s secuintes : l .
Eis o que diz a lei de 15 de julho de I85 por elle
citada '
EiCa o governo autorisado para conceder as pro-
vincias o numeru conveniente de recrulas para pre-
eucliimenlo dos ro pos de polica, nao sendo esle
meio excluido pelas respectivas leis provnciaes, que
reculara a organisuro de laes coi pos..
lie esto o pensamento da le geral, qoe lie facul-
tativa, e rm volada a instancias de alcuinas provin-
cias para cumplcmenlo de seus carpos de pohcia. He
vislo por lano, que era preciso un, aclo lecjslalivo
da assemblea de Pernamburj, para que o presdeme
podesse ap'oveilar-s de 1.1o salular aculdade, que
llio (ot concedida pela le geral.
A commissao de redaccao porsua parle tendo deapa-
nhar credu/ir a forma de le o pensamenlo da casa
que tal aqu volado e comido na emenda do Sr \'
de Oliveira pelas raze, por elle aqu spretentadas.
quesaoas que acabo de inencionar.lraduzi.. essepen-
samejilo da cmara, noart. 7. doprojecto de re-
daccao do mo do seguinte : .i Rea o presidente
da pruvnicia aulorisado a sproveilar-se da dispos-
-;uo da le de 13 de julho de 1851 para preeucbimen-
lo do corpo de polica, i
A emenda original est assim concebida (l
Eu creio a vista disto, que nao poda a commissao
de redaccao inlerpor e veil.r ntaisfielineute o pen-
samento do nobre autor d einenda.que a casa adop-
tou .e nao do modo ,.,., ,," o fez, addkionando-lhe
apenas a date da lei, qne sen ,-iulnr riiou no dis-
Sr. presidcnle, a respeilo da coutradieco, seau-
da hvpolhese do rtico do regimeulo, sabe V. Etc.,
e a casa que se dara coutradieco na le, se em qfal-
qoer dos seu, rticos antecedentes uu subsequelttes
houvesse dis|iosicao em contrario, se estivessem elles
redigidos de modo lo diametralmentc opposto que
se tornassem nexequiveis.
Encunlram os nuhres depulados em qualqueil dos
arligos da lei esla opposicao\' Na de cerlo.nera a]re<-
peilo delles, entre si, nem a respeilo do que a casa
adoplou.
O Sr. C. Leao :Vamos a essencia.
OSr. Abilio :Bem ;ja o nobre depulado
vem em que nao ha conlradict-So us expre
dos arligos desla lei enlresi senao a respeilo de qual
oulra, assim como nao encentra enlre o que a oro-
missau redigio e o que casa adoptoo.i'to he,a emen-
dado Sr. A. Ollveira, cuja sumraa meu asprobrias
pnlavras se lem no arl. 7. lanas vezes repetid.. A
coutradieco, se exisle.Sr. presidenle.he, enlre i vo-
l que os nobres deputaJos deratu conlra o pro eclo
nessa parle e o que hoje se vem obrigados dar.
approvaudo a sita redacro. Mas felizmente na i he
desla coulradicrao e incoherencia de que falla a lei.
ralla-me aiuda demonstrar, Sr. presidente, qoe
na redarean senao d absurdo manifest, que le o
lerceiro motivo pelo qual pude uma lei er recinsi-
di r.ida na occasiao da redacro, e al regeitada.
' M Sr. Depulado:Porque u3o quer que se con-
sidere a lei J
O Sr. Abilio :Para islo, o nobre depulado i eve-
ra demonstrar previamente que so dava absurd uo
modo pelo qual a commissao rediso o projeclo^ ou
ua nina vencida e nelle consignada, para que a casa
podesse considera-lo, no que esla' oo seu direilo. po-
dando ale nollihcar a deliberaran tomada.
O Sr. tiorenno :Reconsideremos.
O Sr. Ati/o:Ja demu'n-trei, meo ver, que nao
ha para isto motivo, pelo lado da iiin.herenn.i ou
cuulradicrao, vejamos agora se ha ab-urdo marjifes-
lo, o qual cunsisle, no que he repugnante cpm o
bom seuso, desarrasoado, extravagante^
Dnr-se-bia absurdo manifest digno de ser consi-
derado oa redacciJo, se por ventura a lei conliWe
una disposiro, roanlaudo o presidenta recrtilar
para o corpo de polica, e recrutar indislinclam|enle
todo o cidado, inclusive os dispensados disto ndr lei
geral.
OSr. ('. Leao:He uro eng.no.
O Sr. Abilio .-lie um engao na verdade ;
da parte do nobre depulado, quando ligurou
hvpothese.c por muilas vezes interpellou a casa
zendo:e o presdeme pode recrolar para o corpt de
polica '!Cunto se nlguem houvesse aqui aventura
do lal projiosijao.
Ainda um sxemple : tranlamln-se na prsenle
sao das |iosturas do l.imoejro tendo-se decidido,
as cmaras hoje uao compele comminar penas ....
crimes de injurias verhae, em outrodia por occ! de disculr-se as posturas deN'azarelh, por inadver-
tencia volou-se em sentido contraro, ora felizmente
ua lerceira discussao houve lempo de dar-se edm o
engao e restabelccer-e a coherencia ; mas se por
acaso isso tivesse passado desappercebido ?
Cruzam-se vatios aliarles/
OSr. .idilio:A commissao de redaccao, diudo
com semelhanle incoherencia, seria absurdo, eslava
mus
essa
di-
ses-
que
tos a uinahisiiluit.yi enn-inni ionnl oo pode fa-
zer com que uma disposiro que passou pelos trami-
tes lecaes, e fot vencido naeasa pos.a cahir hoje im-
portunamente, e sem raaao plausivel aos olbos do
reclnenlo e da rasao.
l'm Sr. Deputado : Cahir pode.
O Sr. Abilio : Eu nao devo esperar d assem-
blea senao deliberantes dignas della porque ella
que exige de lodos obdieucia as seus aclus, nao
deve ser a primeirua infringir a sua lei orgnica.
Nao cooclairei sem fazer mais utna obsrvatelo.
Eu ouvi ha pouco am nobre deputado expraiar -se
no campo dosdesvios.que elle suppOe lerem se dado
tesla casa em idnticas circumstanci.s. Sr. presi-
dente, nao sei se- laes desvos liveram lucar, uem
mesmo devo vcrediclar uisto ; mas se elles se de rain,
tanto que sao boje objeclo do exlgma do nobre
deputado, nao queirantos por crio retrogradar ao
ponto de secuirmos precedente, menos dignos, me-
nos respeilaves e por islo mesmo mais inmi-
laveis.
Senhor presidente, eslou (aligado, nao disse ludo
quanto pretenda ; como porcm anda posso fallar
uma vez, aguardar-me-hei para o faicr nessa occa-
siao se julgar uecessario. Apoiados.'
Muilo bem.
PAGINA aVULSA.
Appareceram ulguns pasqun, ua Boa-Vista
crJulra una autoridade policial, segundo nos infor-
mara : cumpre que seja por uulro meiu, que se cen-
sure a uma aalondade, se ha nella u que se ceusu-
tar e nao por intermedio dos pasquius.
- He fallecido na Parahiba o Sr. Francisco An-
tonio de Alraeda Albuquerque, irmo do Exm. se-
nador l'redenco de Almeida Albuquerque. (1 il-
luslre fallecido era coronel de legiv, oficial da Ro-
sa, c um dus vice-presideolLs da Parahiba. Proprie-
lario abastado detxoo uma forluua avultadaaos seus
llhos. Seu falleciraeulo foi geralraente sentido por
lodos, que oelle recouheciain um cidado prestante,
orden o, e devotado amigo da monarchia.
Consla-nos que S. Exc. o Sr. bispo lera des-
pendido de esmolas com as obras da faraoza malriz
de S. Josc perlo de 30 cuinos de res, haveudu coad-
juvudo o governo cum (res contos. Seria muilo pa-
ra desejar que a Ilustre corporaco legislativa con-
cocresse, quauto ser podesse, para de sua parle dar
um impulso a obra desse verdadeiro monumento de
glora para a igreja pernambucatta.
Pedimos ao Sr. inspector da ra do Alecrm,
que absleuha a que esse Tynban e Ecbdua eonain-
t.nii n sen i'.iru-.i (C.rberoa em vista |iara quem
paasa uaquclla ra,pois se elle aoiuia algumas almas
in'etizcs, como o da fbula, odo lu por rn neniium
Orpheu, que o laja adormecer ao som da sua Ivra,
uem Hercules, que va tirar da ra do Alecrm em
algum Alccsle, para o fazer prender com cadeias u
obriga-lo a seguir ; o que ba he uinjiuspeclor e ex-
cetlente uux. vom.,que abrigar a nao mai, morder
e iuveslr para quem pama.
Parahiba.A freguezia da Bsrra de Naluba
acha-se no maior estado de miseria possivel. As
cheias do no Parahyba tem sido extraordinarias a
I ponto de levar em seta crreme uma porr.lo de casas,
Coiista-nos qoe fura varejada, no Kecif neln
subdelegado um. cas,, por ao.peil de l.aver' nella
sedlas falsa,. Todo o cuidado he pouco a este re
pello; haorna descoofiaoca geral 0 COmmercio ;
uma sedula azul he examinada como um iludo ca
vallo, qoe lem achaque encoberlo ; os trancantes es-
I lio audazes, e os homens probos servindo de ne
lecas. ~
Consla-nos que, em das da semana passada o
ex-chaoceller du consulado francez fra atacado por
ladres na Capunga, e que ainda chegaram por-lhe
~aos.
O (al sugeito, que dizem houvera dado n'oma ir-
ma, no becco do Joio Francisco, foi immediatamen-
te preso pelo inspector da ra do Araiiao. e do eia-
rae dos facultativos n3o se eoconlroa coolaso algu-
ma, nem era mi, nem em irraa ; mas houveratn
excellentes., bordas .
Nao sabemos sej noliciamos que uro pardo,
na sexta-feira, enlroa na praca da Boa-Vista, em
uma loja de charutos, armado com um formidavel
lacao de arra.lo alado cintura por uma correia. e
com um bem sotTnvel ccele ; ar .meacador, pre-
senra alhlellca, olbos sngrenlos, ( cor de canda )
borne,,, hornvet : .Igomas pe,,s que fl. |,ja H
achavam, forum-se escu.ndo corlezmenle, e nao sa-
bemos se o caiietro da.taja pode acertar com a con-
t dos charutos que pedia o rerrabraz !
Hospital de caridade, 9 de juuho77 docnles.
Al amanhaa.
A. assemblea provincial adopluu honlem em se-
gunda discussao, com alcumas mudilicaces, o pro-
jeclo que approva o conlralo relativo i illominaco
a gaz, rejeilanilo o adiamenlo proposlo pelo Sr. Sa-
bino, assim-como a emenda do mesmo Sr. para que
o dita contrato fosse rescindido. A requermento do
sr. Siqueira Cavalcanli loi o projeclo dispensada do
intersticio, ana de que fosse dado para a ordem do
da de boje.
fosando i seguuda dscus'ao do orcamenlo pro-
vincial, approvou os arligos 19, 90, 21, 22, 23, 21
25e26docaplolo6.-,osarlicos27, 28 e 29 di ca-
pitulo 7.\ o artieo 30, e os par.graphos do captu-
lo 8.-, assim como o artigo 31 do mesmo capitulo,
sendo rejeitada a parle, em que. se eream dous ern-
pregados para lanradures do consulado.
A ordem do da de hoje he a mesma de honlem, e
mais a lerceira discussao do projeclo n. 22, segunda
do de n. 21 e primeira do de o. 35.
No da 7 do correle, falleeeu de ama hepatitis
chronica, complicada com orna periloniles com gran-
grena e perfuracao do intestino, o Sr. F. Coolon,
um dos negociantes francezes eslabelecdos ueste
prac, que mais se iuleressava pela prosperidade da
provincia, promovendo lodas as empresas oue se
propozeram em seu lempo.
Como um dos concessionarios do privilegio da
empreza de vapores costeiros, lomou parte moi acti-
va na encorporacao da respectiva coinpanhia, sendo
depois nomeado Ihesoureiro e uto dos membros do
conselho de direc^o.
Conhecendo as grandes vanlagens qoe resnllariam
para o uosso commercio de mportac,ao, dos vapores
de reboque para a introduccao dos navios em o nos-
so porto, solicilou junlamenle com uro dos seus a-
migos o compleme privilegio ao governo cera!, e
orgamsou uma companhia para esle lim. Nao leve
a tarluna de ver pralicameule realUado o seu pen-
samento ; mas, dentro de poucos mezes, o corpo de
commercio desla cidade gozara das vantsgeos, qoe
esle novo melhoramenlo Ihe proporcionar.
O Sr. Coulon era iticansavel, c dispendia a maior
p.rie da -ua aclividade nestas empresas, sendo in-
citado pelo nobre desejo de concorrer para a pros-
peridade de om paiz, onde pas.ra mais de vinle e
cinco annos da su. vida, e onde dexou grande nu-
mero de amigos.
Depois de ler passado mullos aonos aqoi. como
socio gerente da casa de Meuron & Companhia, o
. Loulon volteo para Pars, a l collncoo-se
frente,desuna empreza bancal; mas, em conse-
quencia do seu excellenle corado e generosidade,
compromelteu a-ua soflrivel fortuna; enlretantu
esta circunstancia nao Ihe amesquinhoo asexcellen-
les qualidades.
Dexou um vacuo enlre nos, e por muilos annos
sera lembrado pelo graude numero de seos amigos.
t i sepultado uocemileno ang i, onde maitos
Bias,tetros e eslrauseiro. Ihe foram rauder o olmo
tributo de syinpalhtca saudade.
Kecebemos carias de Nasarelh com dala de 8 do
crreme ; toda a com.rea continor.a gozar de Iran-
quillidade, e nao lendo occorrido circurostancia al-
cuma alera do que dissemos honlem. Apronte-
mos a occasiao para declarar que os nossos joroaes
que se naviam desencaminhudo for.m ler por en-
gao a villa do Limoeiro, donde foram remellidos
ao no.-o ageitle de Nazarelb.
&ommnnkabo.
-""* "-'-. "' oujui.iu, es ava pomo ae levar era sua crreme uma pondo de casas,
deveror ;PK ,: *'*"' f "n,ra-,erns0- a L. bem conslruidas, das quaes nem seus proprie-
?m. IS.',' aao '"""'r para ''".' co"'r ,ur,us Pdera P'">"^ algM material. As eho-
cida a livpnllii'-e cni que a rommis-.lo.ou qualqoerdos
membros da casa poda reclamar pela reconsidenlcao
da in..tena ; por isso que as postura, de Nazareth
havia passado lal disposicao contraria, ao que a Cusa
ludia decidido as posturas do Limoeiro ; utas succe-
deu como disse.que na lerceira discussao fosse reine-
ili.i lo o nial.
lina cu: :Mas a commissao poda fazer isso.
O Sr. Abilio :Pois havia incoherencia, ha-
via conlradicco, e mesmo absurdo em vista da lei
aeral? Mas percunto cu, raoslrou-se a cmara qui-
se dava dt-sarrasoamento mi absurdo entre os arligos
do projeclo quer enlre si, quer com disposicao de ou-
lras leis, de modo iienliiim'.' consegiiinlemenle lio
ha motivo para entrar de novo era discussao a mate-
ria.
Cruzam-se varios uparles
O Sr. Abilio :Ja sei, eslou boje infeliz, ou sou
por dentis estril para liaurar ao nobre deputado
uma hvpolhese que Ihe qnadre. N3oabstente, Sr.
Iiresideulc, conrliilici, di/.eiiiln, que a teilacrm du
projeclo se nao acba de forma alguma compreheiidida
iisshjpolhesesdoarl. 123 do regiment, para ter
logar nova discussao sobre a idea consignada nu arl-
7-, que foi approvada na casa, e que a commissao li-
elmenta tradutio em forma de leis. Passsndoaar-
gumeulacao do nobre depulado,qoe boje em primei-
ro logar faiteo sobre a materia, disse elle, que era
nm absurdo a assemblea provincial, legislar hv po-
ilielit.imenle, legislar lomando por base uma le an-
nua. .
/ m Sr. Deputado:Loso, ser intil, mas nao
absurdo.
Oulro Sr. Deputado :He uma monslroosidadc,
que be mais que absurdo.
O .Sr. Abilio:ir. presidenta, as leis de livr,lo
de forras de mar e Ierracomprehendcin.alciu da de-
Iri nnn.ie.l.i do numero de pracas, que lecm de ser-
vir no exercilo e armada, duran le o anno fiuaoceiro,
disposic.i>es, que por sua nalureza n.lo sao c nem po-
dem ser annos*,' isto he unta verdade; e a propria
lei do ort.imentii, quer da assemblea provincial quer
da assemblea geral, rnuiem icualmente disposiriies
permanentes, queemhra te reproduz.lo annualmen-
uri;aiiieiito,ii;., deixam de ter eose carcter ; c a mes-
v.s lem sido lio fortes que tem feito desabar enor-
REFORMA NO SYSTEMA DE ARRECAUACAO'.
Eslavaraos de proposito lirmc.com a publicaco do
nossu artigo anlerior, uao vollar mais a quesia'o, a-
pezar da materia exigir maiores deseovolvimentos e
erraos disposlo de arompaulia-la em lodosos sen-
tidos ; porque nao deviamos em verdade abosar da
benevolencia do digno proprielario do DIARIO aao
m generosamente nos aceitamos arligos ; ma. len-
do hoje saludo publicado o discurso do illoslro de-
pulado o Sr. Dr. Abilio em opposico ao projeclo,
cujas vaolagei.s nos propozemos demonstrar, e reco!
nhecendo nos que o referido Sr. deputado soccorre-
se a certa arcumenlacau que nao he verdadeira e as-
senla em bases alsas, forja he deraover-nos de
nosso proposito, occopaudo a altenro do publico
coin algumas consideraron respeilo'.
Disse o nobre depotado, que o projeclo nao sa-
lisaz a falla de codificado das leisger.es e provin-
ciaes ; porque presume quedess. codificaco he qse
sahtra o nico remedio possivel para as colleclorias,
tornando-se ellas assim regulares era sua economa.
e proveilosas como he para desejar ; de sorle qoe a
linsl pretende, que o projeclo so inicie essa aulori-
sacAo ao governo.
Essa medida, de que traa o Ilustre deputado. nao
lie de modo algum realisavel ; porque sobra oao ha-
ver legislacao nenhuma provincial acerca de collec-
lorias, os avisos e regulamenlos geraes nao preen-
chem todas as necessidades dellas. A fiscalisarao
emiiiida sobre essas cslaeijes, e o modo como deve
ella ser pralicada, e ainda as altribuicoes claramente
deliradas de seus empregados, nao se achara consig-
nadas em leis geraes ; de maneira qoe alm de n3o
poder baver rodilicacao de leis geraes e provinciaes
viste qoe estas nao cxistem.com a das atraes smen-
te nenburo passo dar-se-ha por dinte," e loda a ao-
lorisarao de reforma sera intil sem resultado or-
tico. p
A idea do projeclo, por lano, he a nica verda-
deira : nada crea, e ludo aulorisa presidencia,
que levada pela pralica e experieucia he a ornea
compclenle para fazer o melbor.
Habilitado o governo coro os meio de qoe o arma
o projeclo, estadari a queslao e far o que cnleudei
proveiloso. Se nao for conveniente a reforma, na-
da tan ; aceitando a propnsta codificaco s vir qoe
he ella o salvaterio das collettorias, como parece ao
tlluslre deputado, cujas idss impugnamos com pe-
zar ; se entender ainda dever sauccionar as incom-
pletas e vaga, dispusiroes de certas inslrocrftes filbas
doa.bilrioda Ihesouraria, as quaes de "nenliuma
uliltdade dos parece, fa-lo-ha.
O projeclo, por lano, quer fazer ao governo o ar-
bitro dessa reforma ; e em boa lgica he islo o qoe
raes pedras das alcaulilad.s rochase .erras que rir- Sr^mtJS^^1-01**
culam aquelle territorio, dando lugar a que o! lufel,- ^?^^X%
es babilaules andera espavoridos pela, raallas, pe- te as vis" rda ilm lea
dindo misericordia Infeliz Naluba. T7Z2JEZ2?L.
O cholera assolou em forma aquella loralidade
que os habitantes redozidus a ullima exlreraidade,
sera recursos, a excepr.io de algutis vidriuhos coin
remedios e e1|2 etica de ludano de sidenham,
.iliiu I,nur un suas casas e louiarain os tnuules, em
cuja marcha mtntos cahitim.
Na Mancla ha um covil de ladrees de escra-
vos e cavallos ; all mora ura lal B... que a voz ceral
u apunta como capataz dessa quadnlha. Os agente.
s3o nos pticos, enlre os quaes um celebrrimo Joa-
quira Policiano, qoe foi aqoi soldado de polica. O
Sr. subdelegado de lguarass cousla que ja fora mi-
uuciosuuicule informado dos feilos dessa calila de
caluas o ate mesmo ja poda -em multa custo pren-
der ulguns ; mas cm lira nao saberoo- qo.ies sejatn as
sitas iuleurcs. Nos nao temos roiilcmplaru com
ladtoes, e iremos scentilicandu o publico "do que
souber.nos a respeilo dessa classe de gente. Cusa
muilo a um pobre runipnite/. comprar ura cavalliubu
e depois ura umaiitai' mleriiul desse se apossar, alar-
dear, e depois no jury ser absolvidocoste muilo!
Verdade be, que ladres sempre liouveruni, mas
quera os puna severamente be que cusa a||iarecer..
Na ra da Madre de Dos ha unta casa mal-
assombrada ; correles, cernidos, ais, suspiros, pluu-
(asmas, pedradas. Ireinotes, sios, adeoses, o diabo a
igreja encostara o roste junt a uma das imacens dos
Sainos Cosme e Damiao, e tlie culura o mencionado
carolo. Esla inulhcr esla perfeilameule boa, e cha-
raa-sc Joaquina Maria da tiraba.
(irande lem sido naquella pnvoaru de Ipoju-
ra a devorao por S. Hoque, e ha a.-liialmenle uma
le, viste que a ellas se referen, cilra. qoe vanara no, rrenea enlre aquelle povo, que lodo, quanlns arom-
tein os re-
ndo ouvir'a Ihesouraria
meios de levar a' elTei-
Se a assemblea conlia na esclarecida adminislra-
cao, que temos, porque nao ha de deixar-lhe livre o
uso de laes medidas ? Desconfa accaso que S. Exc.
"eoSvo a<"o"9aco para limila-la sem proveilo.os-
Como parenthesis.ttolaremos ainda que, .i as leis,
recolamentos e avisos ceraes fossem sufucientes e
ellicazes, as co.lectorias geraes por cerlo leriam on-
Iro aspecto mais hsongeiro do qoe o que exhiben);
por taso quasi o mesmo que sollrem a> provinciaes,
d.i se para com as geraes.
Desta exposieflo por conseqoencra v o illoslre de-
pulado, que as collect..ri,s nao estira conveniente-
mente reguladas, tute su pelas leis geraes, como pe-
las provinciaes. que ainda nao existem, ao trenos na
collecrao que por ahi corre; e quanlo a' uliltdade
da ciearai. da i-ollerlona ceulral, ja-a demonstra-
mos com lucidez no DI APIO de honlem, restando
acresceular acora que ella n.lo deve Irazer esse re-
cro de luxo de empregos, porque nao eremos que a
sua organisarao consagre om pesoal, que espante,
alem do que for o restrictamente preciso,e que talves
uno exreda de ires, segundo nosso pensar.
E le mais.se ba necessidade de augmentar-se em-
pregados, por que nao ha de islo fazer-se Nao es-
la na lei do orcamenlo, que se discule, o augmenta
qu.torze! O certa he qoe ha un, sujeilo, que, rin,P.,Sral P"r:', to",o'al,0\ ? Junlamenle accres-
porneivoso, ouporraof.no, esla vendo ,em?r de," i IZ.EW! '"'" *" ,alve ,, menos WDto
sas toases, que tasen) tremer us carnes : be preciso O servfrl ''"'i8 f"' coI1'c,0"a ntral V
que va a polica exhorcis.nar esla casa. I [SS* uurCM..... "',fom ,,na,s ou men' "><-
- Consla-nos, cora lod, certeza, que un... mulher ,.?,, ir f^t^^l L, na,,ue"" es,,c?>
moradora em Ipojuca, que padeca' Se ^jSZ ^^^'^^T^o? h*.
croco, especie de cancro, denl.o da bocea, indo a |10, ceriaracnle o he ueste. *!** "
panhjram as procis;.* de S. Roqqe nao ollreram
( '
Em relarao a superintendencia ou atlribuices
qae, por meio da crearao da collectoria ceulral, se
dizem liradas a Ihesourana sobre as colleclorias par-
ciaes, he unta aberraran roanifesla da verdadeira io-
leilicencta da qnesto o pensjr-e assim ; porque I
collectoria central no;ser nutra ronsa senao orna
estar.lo rommissionada pela Ibesoarnrla, psra ex.r-
cer saas vexes no tocante a axrecadacao Je imposto
MUTILADO
ILEGIVEL


a cargo dan collectoriai eagencias; e que nessa coro- .
misaao deixa iai.icUs todas as allribuicues e aupe-1
intendencia da (lieaouraiia.
E quando anda o projeclo as coarclasse, que mal
nisso haveria, urna vez que o negocio fosse a me-
Inor?
DIIBIO g IgMMICI TftCI FEIM 10 DI JUNHD M W
O zelo de allrbuice e superintendencia da Ihe-
souraria lie mal cabido ; se ella funesla e prcjudi-
";lm'n'8 lem usado dessas regalas, porque uo se
Ib as ha de tirar para outra eslaeAo quu mais habi-
litada esteja para goza las".'
Nao queremos com isso dizer, que a tbesouraria
por pouco zelo d lugar a abusos da parle dos col-
lectores, ja desfalcando as rendas ein proveilo seu,
ja ruglndo com quantias avultadas, como mais de
mo o lem feilude l&Wi para cu ; queremos nntes
dizer, que ella no meio da coofu-.to em que se a-
cha, sein saber o meio que adoptar, e que possa
ser ellcaz, nem tendo auperabunilancia de pessoal
para bem exercer suas allribuicoes, ve se, mao gra-
do seu, 'evada presenciar cssa serie de escndalos
e delapidarOes, sendo obrigada no so a dissimula-
li, seno lamber a desculpa-la por crdito seu.
Ha ponco fallou-se na assernblea sobre um col-
lector que, recebando pcrlo de dous contos de re-,
lindo o quarlel nAo orecolheu a Ihesouraria. a qual
ulliciou no sentido de nao ler eilo arrecadc,Ao al-
guna oaquelle quartel por motivo do cholera.
o que se disse na inesma assemblea por parte
da Ihesouraria '.' Disse-se que o rolleclur ainda 11-
nlia um semestre para d Avisos e iuslruccAesgeraes ordenara que, linda a
epuea do recolhimeuto do diuheiro, o colleclor que
o nao realisar, soOre um juro sobre a impurtancia
da quanlia demorada e a perdn da porcentagem
alem da responsabilidade.
Se istose faz ao qoe deixa de vir logo recollier o
dinhciro, o que se au dever fazer ao que recebe,
e ollicia diceodo que nAo fecebeu Tao insolilo
proceder n,lo lem desculpa, todava he a propria Ihe-
ssoran.i que o allenua, abrindo cainiulio por tal
forma a prosecuc^o de abusos semelhantes.
Tudo por eonseguinte prova a iueflicacia relativa
da thesourara no exercicio [ranlo compre darem se-lhc agenle*poderoaos que
eolloquem uo verdadoiro pe de sulllicieucia, que
Ib* compele.
Acerca das fuDcrSes dos promotores fiscaes, dire-
mos que o visto, de que falla o honrado depulado,
tem lugar as guias de recolhimenlo de dinhei-
ro, e nunca cm couhecimenlos exlrahidos de lelei.
Informe-se disto o Sr. depulado, va a lliesoura-
ria venlica-lo, que Reara certo de que nao existe,
seraelhaote visto,., e da ido existencia de livros,
ein que escreva o fiscal.
O lisc.l nao tem na la com os livros de lalo, nem
tao pouco ,com o procedo material da collectoria,
isto he que he verdade ; mas dado que o nao fosse:
liada puderia elle remediar, porque o colleclor dan-
do a parte um conhecimenl.. de llbaOOO rs., como
ja acouteceu, recolheria a thesourara por conla do
mesmo conhecimeulo somenle 09000.
NSo fallemos no nreal erariuu essas ideas retro-
gradas nao sao para a poca. Aquellas estaces
nunca foram regulares em suas operares, n3o (ve- i
nm iiunc o progresso e deseuvolvimenlo que lem
boje a thesourafta.
Deseo I pe o nohre depntado as rellexes que ahi
consignamos : saa palavra para nos merece lano
ps. teu carcter tanlo respeilo, que nao podemos
donar de fazer a prsenle reclainacao para que ou-
tros menos versados na qnesIAu, se nao deixem
preoecupar por esse valor e elevado aprern. que te-
mos pela passoa e qaalidades dslnclas" do nobre
depulado.
^ubitcttctto pe&i&Oa
Illm. Sr.Diz a admiuislracao ceral dos estabe-
lecimenlos de caridade. que leudo diversas quesi>s,
enlre as quaes lisura a promovida contra os herdeiros
do Mrquez do Recito, que pende por eiiit>arKos, e
julgandoque V. S. nao podo ser juiz nesla causa, e
nem em oulras quaesquer.ein que fot inleressada dila
admiiiistrac.le, porque osla litiga com o lilho de V.
S." o bacharel l.uiz Rodrigues Villares, que bahila
com V. S.'. na importante quesiao da duarAo feila
por I). Joaquina .M,ana Pereira Viaona. e 'esle lem
mostrado a aiiunosidado re que e-l poaenido Contra
.lila admtnisIracAu por diversas publiraces Celias
pelo-Piano de l'crnimbuco, omosidde que V
S." nao pode deuar .le partlhar, vem respeilosa-
menle requerer a V.S.' que se digne de averbar-se
de suspoilo na quc.tao, que pende na relacao, e que
lem de ser por V. S. i julgada, como em oulra qual-
quer em que f,.r parle a supplieanle.
Pede,,, Il|l0. Sr. do-embarga Jor Manoel Rodri-
soei Vlllate*. que llie delira na forma requerida.
fc K Me Monsenhor Francisco HodIi lavares
presdemeAntonio Jos Gomes do Cureriu, e-cri-
vao.Jose Pires Ferreira. Ihooureiro. JoAo Piulo
de Lcmos Jnior, vogal.
Recife 21 de maio de IKjli.
Presentemente nao son juiz nesla causa, e o meu
eiercicio heno I>rbunal do (,'ominercio. Recife:!
de junho de 185(1.Villares.
cialn. Illa de 15 de maio de 18,)i, e sb as clausulas
spe ciaes abaixo copiadas.
As pessoas quo se propozerem a esla arremataran
compareram na sala das -.esses da mesma junta no
da cima declarado pelo meio da compcleiilemeii-
le natiilitadas.
B para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
hli-.ir pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernamhu-
co 27 dem.iio de IS-ili. o sccrelario, A. F. d'An-
nunciacAo.
Clansas especiaes para a arremalaiio,
l. As obr;is do calcamenio di primeira parte do
&0mmereit>.
i e I :,1 j e
9RAQA 1)0 BECIFE9 0BJUNUOAS3
UUKAS DA TARDE.
Colaces olllciaes.
Lamhio sobre Franca360 rs. ii() d|v.
Cambio sobre o Rio de JaueiroIi2
30 d|v.
Assucar braneo3.-J70O por arroba com sacco.
rrele para o Canal,'i2|( com .">.;assucar.
frederico fnbitliard, presidente.
/'. Burgo, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 7 d. por 1;J
a Pars, 360 rs. por f.
Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, ||g a 1 por 0|U a 13 e 30 dias.
A.-ni,- do Banco, 3 0|0 de premio.
Acfcs da companliia de Beberibe.
Ac(;0es da compauhia Pen.ambucana
ii Ij'tilidade Publica. .'IU porcentodt premio,
(i ii Indemnisadora.sein vendas.
Disconlo de lellras, de 10 a 1 por ll|.ri
_ METAES.
Ouro.Oncas hespanholas. .
Moedas de 69OU vellias
i> i) 6>lK) uovas
i) 4COO0. .
Prata.Palacoes brasileiros. .
Pesos coluinnarDS.
" mexicanos. .
ir. r.
^orre^on&encia^.
Ar. redaalorc* Agradeeo ao conespondenle
Observador do Diario 11. 134, o ler confessado
que o orejo exigido na minha proposta para a illa-
innacAii desta cidade com gaz uAu fosse ll rs, por
non, como disse o cerrespondenle du
Diario a. 112, mais smente il \\> res por hora
doude resulla que este anouymo, quando qualilicou
o meu preco de verdaderamente mullo elevajo .
commetteu ao menos urna inexaclidAo.
Cooliuiio a crer que eu nao oQVccia, e que o -o-
veruo cAo aceilava, o lempo medio de 5 horas e id
niatos, como salisfatorio cumprimenlo da respec-
tiva clausula da minha proposla. porem, como nao
lenno mieresse nem desejo de demonstrar agora a
uperiondade nesle respeilo da minha proposla
abandonada ha ja tantos anuos, nAo quero di.pular
com correspoudeiitei anon>mas a rwpeito da luz da
loa e lies contente, se me permiltircm, a deixar Bear
a compararan na razo, por el les mesmos agora ad-
mithoa, da 3-2 lia a :tO.
O Observador aecusa-me de.ler procurado 110-
vamenle empreza com o iulenlu de crear embara-
ros a approvac 10 do contrato actual.
Islo he mais urna inexaclidAo ; equivale as cuas
lalsidades.
Os teus leiiores sabem perfeilamenlc que a minha
prim-ira caria, publicada no Diario n. 117 foi
provocada pelas observacf.es feias a meu respeilo
anteriormente por .., no Diario 11. 112, as
q'iaes elle ou oulro coaa o pseudnimo de .1 Obser-
v4or confesma aWt serem inexactas. E quauto
.1 impiilarao do de-eo do por em'.Mt ...;u. he l;lo
absurda que nao merece seria refalar^Ao* porque se
e quizesse tentar frustrar a pretenrAo dos Srs.llen-
n> (iibjn it Compauhia, parece-i'ne queosmeius
mais efltcaz seria ter eulrado em concurrencia com
este* Srs.
Recummendo aos referidos correspondente ou cor-
respoudunles que liusquin os seus elogios do con-
trato nos seus proprios mritos, e nao nos meus
presumido; demritos, ou nos da minha anima pro-
posla, porque o Ph iriscu nem por isso ganliou a
salraclo por aponlar com o dedo a oulro peccador
que nao Ihe fazia mal algum,
Soa de Vs. S.Muilo respeitador e atleulo cre-
ado. David W. Bownam.
Recife 7 de janho de 1856.
UAS PALAVRAS AO SR. PEDRO DE CALA-
SANS.
Leudo o vosso artigo a Sibbatioa confesso
quehqoej cumpleUmenle sorprendido, por isso
que nunca suppuz que senlimenlos tao pequeoinos
exishssem de vossa parte.
1, xifesso que nao pude conter-me, e sahindo do
meu obscuro silencio, eu quero provar-vos o qoaulo
sois orgulhoio e pouco delicado. Se o rosso artigo
se tivesse limitado a urna verdadeira critica, e senau
tivesseis allrapassadn as raas da polidez ; se em
Um o mesquinho espirilobairrsmjnAo tivesse
presidido a esta vossa Sabbatina, nenhum Pahiano
tena de que qoeixar-se ; mas quando in'ultais a -na
provincia, quando a tachis de ignorante, quando
querendo criticar os seus poetas, vos os desrespei-
lais e desprezais todas e quaesquer considerarles,
na* ha neuhum que nAo se revista de um juslo e
nobre orgalho, e de urna bem cabida ibdignarAo.
llevemos urna rciposl. Ei-la.
i.ue nAo sois delicado pois basla para provar-vos esle
metrao escripto. Ninguem vos contesta o alireito de
" ull **** a T0"a cri,ica noexclue a delicadeza
a polidez, e a boa cdocaean ; ella nAo vos da' direi-
10 a uzardes destas expressoes com que tratis o Dr.
r ilgoeiras.
Para provar-vos lambem que sois um grande orgu-
inoso basla a leitura dos vossos rticos ; e admire o
pabhco imparciai estas palavras, Sr. Calasans nes"
ta sua sabbaliua. a Folhear as suas poesas, e nao
encontrareis urna so que nAo tresanda a prosa, c
que venha altamente convencer-nos de que o seu
autor nAo possuc as chaves do cofre da poesa, cu-
}ot segredus Dos confia de muilo poneos. Com
effolo Sr. Pedro de Calasans O vosso orgulho
lie colossal, permilti a expressAu.
I'ossnis sem duvida as chave deste corre, e uceu-
pau om lugar bem dislincto no diminuto numero
da que as possuero. NSo he assim ? ;
Coai qualiHcarei este procedimeniu do Sr. Cala-
w-no momento qoe acaba de reeeber mais
suhidoielosios de nm dosjornaes da praviiicia da
Baha I E o qoe diris desles eloios '! Nada vos
naiira, por isso que ella he a obra da ignorancia, he
o joizo das carrancas, das glozas e dos souetos ; lal-
vei seja o deste mestre, desacreditado e enlAo vos,
poeta gigante, estis muilu alio para que possam lo-
car estes elogios, trazendo-vos alsuma gloria. Vos
desprezais estas palavras de animacio, ...un como
desprezais estes bardinhos de palenques de i de
jullio-no numero dos quaes leve a Baha a honra de vos contar.
Como podenaui os Bahianos apreciar o sublime
das Paginas Solfas do Sr. Calazans, quandosmentc
apreeum glozas e sonetos, e ignoram o progresso da
moeidade esperanro-aV
A vossa alta inlelliaencia desconhece a do nosso
digno poeta o Sr. Miiniz, vossa iiitellnrencia nena a-
qaiilo que Pedra Branca, Alves Braneo e roiiilos
oulros se orsulhavam de reconhecer.
E o qoe dirSo agora de v. u Bahianos :
(I que vos dir o Sr. Mumz ?
O qe di..,., lambem os amigos dos velhos sonelos
c gloaa., os carrancas, erafi.n, do amigo do progres-
so, do poeta gigante .' h
Dirao com razao que sois muilo pequenir.o para
razer admoestaci.es a urna provincia, que lem a clo-
na de ler em seu seio lanas capacidades e lanas II-
lustraroes. Agradece as vossas advertencias, e vos
obtervam qoe se qnizerdes tomar proveilosas lic-
g^jJ!'i,?*r* b,ons "Ires como perleilamen-
. D-rto lambem que quando no mundo I
ano eris zuro |a o Sr. Miini
ALFANEGA,
Kendimenlo do da 1 a 7 .
(dem do dia 9 .
Descarream hoje 10 de junho.
Barca ingiezaFloaimg Cloudmercaduras.
Barca ingieza Kmoeala pecas de ferro e ma-
deira.
Barca americanar-.'mftlemfarnlia de Irigo.
Brigue dinamarquez^n;m Ceciliamercadorias.
Brigue porluguezroraiordiversos seeros.
Bngue porluguezranyoarroz e ceblas.
oONSULAIlO EKAL.
Hendimento do da 1 a 7 .... 8(i8"370l
dem do da 9....... 2.-2529717
DIVERSAS PROVINCIAS.
rlcudimento do da I a 7.....
dem do dii !>,.,.
priinciro lauco da estrada do Pao d'Alho. lar-se-hAo
de conformidade rom oorramenlo e perlis appn.va-
dos pela direclona en conselhn e apresenlado a ap-
provacAo do Exm. Sr. presidente da provincia i.a
iinporlaucia de 37:9403,
2." O arremtame dar principio as obra no pra-
zo de 30 das, e devera' couclui-las no de 16 mezes,
ainbos contados na forma do arlisu 31 da le provin-
cial 11. 286.
0 pasamento da importancia da arrematacao rea-
lisar-se-ha na forma du arligo :l!t da inesma le pr..-
Miinal. sen-1,, meta le pasa em moeda correle e 011-
ra melado em apolices da divida publica, creada pe-
la le provincial n. ;);,}.
.' O arremalanle excedeudo o prazo marcado
para a conclosao dasob.as pasara nina mulla de IINI3
por cada me/, embura Ihe sej. cuucedida proroga. ,".
>' O arremtlanlc durante a execu^iu das obras
proporcionara Ir.nsilo ao publico eaos carros.
l<.' O arremalanle sera obligado a empregar na
cxeciicau das obras pelo menos melade du pessoal de
gente livre.
1 7. Para lodo o mais que nao se adiar determina-
do as preseules clausulas nem no orcamentnsesuir-
se-ha o que dispoe a respeilo a lei 11. 'Sli
Conforme. O secretario, A. F. d'AnnuneacAo.
0 Illm. Sr. canjador da Ihesouraria provincial
( servindo de inspe lor da inesma Ihesouraria, em
cumprimenlo da orden) do Exm. Sr. presidente de
; provincia de 18 do curenle, manda fazer publico,
I que no da l'.l de junho prximo vindouro, peraule
I a junln de razenda da mesma Ihesouraiia, se ha de
arrematar, a quem por menos Qzer, a obra do 15.
: lauco da eatrada do sul, avahada em 12:320?.
A arremalacAo ser* feila na forma da lei provin-
, nal n. 3,3 de 15 de maio de 1834, e sob as clausu-
, las especiaes aballo copiadas.
As pessoas que se pro|.ozerem a esla arremala-
.')isO00 ?du- comparceam na sala das sessoes da mesma
ao par. J"'"'1 "" "* "Cima declarado, pelo meio-dia com.
pelenlemenle h.ibililadas.
li para constar c mandn aflixar o prsenle, e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
Duco -2, de maio de 1836.-0 secretario, A. I', da i
AnnunciacAo.
Clausulas especiaes para a arremalacAo :
1.a As obras du 15. taino da estrada do sul lar-
se-liAo de conformidade com u onamenlo, plaa
e perfil approvados pela directora "em conselhn. e
apresenladas a apprnvacau do Exm. Sr. presidente
da provincia, na importancia de I2:;I2U0
2.' 0 arremalanle dar principio as obras no pra-
zo de um mez e as concluir no de onza mezes. am-
?-"'J0S "" ,armt dn arl- :" ,la lei Provincial
11. a%b, devendu lambem dar Irausiio ao publico no
>> me/es em toda a exlciisao do labeo.
'. pagamento da importancia da arremalacAo
v.riiicar-se-ha em qualro prcslaces iguaes, cuja ul-
nma sera pesa na occasio da entrega defiuiliva e
as oulras corresponderAo a cada terco das obras, sen-
do pasas dilas preslacoes em apollen da divida pu-
blica creada pela lei provincial n. 334.
*. Motada do pessoal empregado na obra rotula-
ra de Irabalhadores livres.
).' O prazo derespunsahilidadc ser Je um anuo,
duranle o qual ser. o arremalanle obrigada a conser-
var a eslrada em pereilo eslado de conservaran re-
parando as ruinas todas as vezes que o exigir" o en-
geuheim da estrada.
ti.-1 Para ludo o qie nAo se adiar determinado
as prsenles clausulas, nem no orramenlo, segair-
se-lia o que dispoe a resneilo a lei 286.
Conforme.O secretario, A. F. da Annun-
ciaran.
2855 a 2805IKI
. 16jO00
161000
. 90000
. 25000
. 25000
. 1-3860
mente a praca para ser arrematado, a quem por me-
nos Oiar, as obras dos reparos de que precisam a
cadeia e casa da cmara da cidade le Olinda, ava-
hadas cm 2-.Mil') rs.
E |-ara constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Dnu-ro.
Secretaria da Ihesouraria proviorial de Pernam-
uuco i de jiinlio de 1856.
O secretario,
A. F. da Aunoucia(Ao.
Olllin. Sr. coiiladoi da Ihesouraria provincial,
arvindo de luspeclor da mesma Ihe.ourana, manda
laijsl publico, que nos das 17, 18 e 19 do crrente
se ha de arrematar a quem por menos lizer, as im-
pressnes dos trabalhos das diversas reparlires publi-
cas iirovinci.ics. avalladas em 3:5005.
A arremalacAo sera feila por lempo de um anuo,
acular do pnn.eir.. dejulho prximo viu.luuro, ao
lim de junho de 1857.
As pessuas que se propozerem a esla arremalacAo
compareram na sala das sesses da mesma una os
das acuna mdicados, pelo niei da, competente-
mente halnliia.las.
E para constar se mandn allixar o presente e pu-
blicar pelo u Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernamhu-
co .> de junho de 1856. ) secretario V, F d'An-
nunciacAo.
O Illm. Sr. contador da Ihesouraria provin-
cial, servndo de inspector da mesma lhesouraria.1
em cumprimenlo da resulur.io da junta da fazenda I
manda fazer publico, que os dias 17, |8 e 19 do
correnle se hade arrematar a quem por menos lizer
o fornecimenlo dos medicame-ilos e ulensis para a
enfermara da casa de delem.-Ao deaU cidade, por
lempo de um anno, a contar no primeiro de julliu
proximu vmdouro, ao fim de juuho Je 1857.
As pessoas que se propozerem a esla arrematacao
ciuparecan na sala das sessoes da mesma junta os
Has acuna declarados pelo meio dia.coinpelenlemeu-
le habilitadas, que ahi Ihe serao prsenles o formu-
larme rundirc..) da arrcmalarlo.
E para1 comlarie mandou aJBxar o prsenle e pu-
blicar pelo Diarios. '
Secrelaria da Ihc-uraria previncial de Periiambu-
co de junho de 1856.O secrelario, A F. da An-
nunciacAo.
^fdorac5e0.
1 8:258!5 i
29:9130775
15S:202J029 ,im
10:9125118
629-S49
869I8
7168033
DESP.xCHOS DE EXPORTACAO PELA VESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
9 DE JUNHO DE 1856.
Lisboa- Brigue porluguez (Viajante, l'homaz de
Aquino Fouseca fS Filho, 200 saceos assucar mas-
cavado.
Illia de S. MiguelCalera porlucueza ullor do Por-
to, Francisco Tarares Cordeiro.' 8 pipas agur-
denle, 2i varas de quiri, 2,400 chirres de boi.
IhiladelpluaBrigue americano eFairy, Malheus
Anslin & Cumpanhia, 1,200 saceos assucar masca-
vado.
Lisboa Barca porlucueza ..Carila & Amelia..,
FrancMcu Seteriaoo Rabello tv Filho, 90 pipas
niel.
LisboaBarca porlocueza (GralidSo, Thomaz de
Aqoino Fouseca & Filho, 2U0 saceos assucar inas-
^-avado. x
U|enos-AyresBarca braaileira ..Amizade, Viova
Am irun ,\ lill.o, SO barricas assucar braneo.
PortoBarca pnrluguezi Santa Clara.., Barroca &
Ca*tro, 2iK) saceos assucar braneo.
LiverpoolWllliam Edoard, 981) saceos assucar
mascavado.
Exoorlacao'.
Rio de Janeiro, brigue brasileiro nSasilario, de
266 toneladas, couduzio o seguinte : 213 pipas ca-
chaca, 6 dilas e Safbarria de 5.- espirilo, 150 saceos
e 1 harnea com 7,55 arrobas de asinear, 190 sacras
arroz, 210 meios de sola, :18I mullios courinhos de
cabra, 11,000 cocos com casca. 2 barricas sebo, I
caixAo doce de guiaba.
KECEBEDOItIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeulo do da 1 a 7 .... -i:l(i8}282
dem do dia 9.....'. 1:166-3-529
O Illm. Sr. contador da Ihesouraria provincial
lemudo deinspeclor da mesma Ihesouraria. em
cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. piesidcnle da
proviucia de 18 do correnle, manda r.ier publico,
que no da 19 de juih,. p- Mndouro. peranle
ia da fazenda se hade arreinal
nos fizei
3:634J8II
CONSULADO
Rendimento do da I a"
dem do da 9 .
PROVINCIAL.
CORREIO CERAL.
Reudimeitlu liquido do mez de maio .
13:.58(',::.i
.1:5:1706.19
17:1245095
. 1:2645928
ptto.
-'actos entrados no da 9.
Babia8 dias, garopeira braaileira eLivra;Ao, di-
.0 toneladas, me-ire Jos Joaqoim Silverio dos
Sanios, envinasen) 5. carga cafe e mais gneros ;
a Amonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Jersey33 dias, palaehe iaglez uCenturion, de i75
toneladas, eaplo lheodoro Jones, equipagem ll),
carga 1,950 barrica! com bacalbao; a Schramm
xVhalel) ^Cumpanhia. Seguio para a Baha.
Fiume66 dias, brigue sueco Cleopatra, de 302
lonelaias. capilao Dannberg, equipagcn- 15, car-
ga ariiilia de trigo a N. O. Bieber A Compa-
uhia.
Barcellona e Mallaga 49 dias, polaca liespanhola
"Ardilla-, de 112 toneladas, capilao Paulo Pages,
equipasen! 10, carca vinho e mais geueros ; a
Aranaga Bryan \; t'.ompanhia.
Barcellona51 das, polaca hespanhola -Dorolbea,
de 180 (oueladas, cpitao Thomaz Ferrer, equi-
pagem 12, carga vinho e mais gneros ; a Amo-
rim limaos.
jun-
a quem por me
a oora do 27.- lauco da eatrada da Vicio-
ra, avahada em 18:9(125118 res-
As pessoas que se propozerem a esla arrematacao
compareram na sala das sesoes da inesma junta "110
da anua declarado pelo meio da competentemen-
te habilitadas
A arrematacao aera feila na forma da lei provinci-
al 11. 343 de 15 de maio de 1834, e sob as clausulas
especiaos abano copiada*.
E para constar -e mandou allixar o prsenle c pu-
blicar peloDiario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 27 fle maio de 1856.O secrelario, A. F. da
Auuuuciacao-
y dauaulaa especian para arremalerao.
1." As obras de 27.- lauro da eslrada da Victoria
ar-se-liao de coufarmldade rom o uicamcnlo, plauo
la e perlis, approvados pela direclona em coi.-elho
e. apresenladas a apprevacao do Exm. Sr. presiden-
te da provincia na iinporlancia do l8:'.M).^H8reis.
3. O arremalanle dar principio as obras no pra-
sudeum mez o as concluir 110 de cuinze. ambos
contados pela forma do arligo :tl da le 11. 286.
i.- pagamento da importancia da arremalarAo
veriliear-se-ha em qualro prcsl.rOes iguaes a ultima
das quaes sera paga na occasiAo da enlresa delinili-
va e as oulras correspondern a cada terco das
obras, sendo dilas preatacOM pas trn apolices da
divida publica criada pela le provincial n. 354.
i.- O prese de responsabilidade ser.i de um anno
duranle o qual o arrematante sera nbrigado a man-
ter a estrada em pereilo estado de conservacAo.
>.' tara ludo o qoe nloae acl.a determinado as
presentes clausulas nem no or-amento sesuir-ie-ha
o que a respeilo disp.e a le. ii. 286.
Conforme.O scrcelario A. F. d'AnnuneacAo.
U Illm. Sr. contador da thesourara provincial,
servndo de inspeelor da mesma Ihesouraria, manda
mar publico que em cumprimenlo da ordem do
fcxm. sr. presdeme da provincia de 18 do correnle.
vai a praja para ser arremalado a quem por menos
lizer no Oa 19 de junho prximo vmdouro a obra
do lauco da estrada enlre a cidade de Goiaana ca
poma do Bujary, avahada em 12:2I(I>600 rs.
, arr,e.'-? 'H-''-" ser't ella "a rrma >la le' provin-
cial 11. 343 de la de malo de 1834, e sobas clausulas
especiaes abaixo copiadas.
No da 13 do correle, o cousellio adminislra-
livo do palrimouio dos orphAs, lera de levar 1 pra-
ca publica, pela ultima vez, a renda animal das ca-
sas abano declaradas, que, por falla de licilanles,
deixaiem de ser arremaladas.a comecar dn I.- de iu-
llio prximo fuluro, a 30 de junho de 18.57.
I Sala da casa do cunselho, largo do Collego.
1 l.oja grande, idem.
10 Cata terrea, ra de S. Gouralo.
1i Casa de sobrado, ra da Cadeia do Recife.
li dem, dem.
18 dem, dem.
21 I iem, dem.
27 Casa terrea, ra da Madre de Dos.
31 dem, dem.
33 l.lem, dem.
S dem, ra do Amurim.
19 dem, idem.
34 Idem, idem.
55 dem, dem.
57 Idem, ra do Azeilc de Peixe.
59 t'.asa de sobrado, idem.
6.1 dem, dem.
(5 Ideio, ra da Cacimba.
66 Casa terrea, idem.
68 Idem, na do Burgos.
69 Idem, dem.
81 rdem, ra da Seuzala Vellia.
83 Idem, ra da 1 .un.
91 dem, ra de Fora de Portas.
97 dem, idem.
98 dem, dem.
99 Idem. inora.
2 Silio grande, llusamiho.
5 Idem, Forno da Cal, cm Olindj.
Os licitantes com seus lia Jures hajam de compa-
recer na sala do mesmu con.elho, as II horas do
mencionado dia, e de aecrda liquem os acluaes in-
quihnos dos dito) predios, que, a nao appresenla-
rem-se a arrematar suas rendas, quando assim Ibes
cenvenhf, ficarAopa gando do I., dejulho em dian-
le, aquellas que o rons-lho huuver de arbitrar a bem
dus inleresses dos orphA- s.
Ihesouraria do cunselho administrativo do patri-
monio dos orphAos. 7 de juuho de 1856
O Ihesoureiro,
Juaqoim Francisco Duarle.
Ucveiido em cumprimento da or-
dem do liikmal do thesout-o nacional, de
2 de Janeiro do crtente anno, laliir da
circulaeao as notas de 50$, de segunda es-
tampa, papel encarnado, que nella exis-
tem, sendo substituidas por notas dos
mesmos ou de menores valores, da caixa
ilial do Banco do Brasil, estabelecida
nesta provincia o Illm. Sr". inspector da
lUiesout-aria de Fazenda' desta nrovincia.
pendicnlares prelas e brancas, acaba de collocar-se
pela parle de fora de Charlesion (Carolina do Sul)
narra .Mam Shipj, em riuro e qualro bracas d'asua
as mares baixas. () pharol Carleslou .Main em na-
rllelo, demorando N. O. para o .N.; a embarcaran
pharol do bailo Balllesnake N. E. para o norte | a
baliza de f..ra da Una Sulhvai,\;.\. i o N. O. 1,', o
Coniprimcnlo da crrenle da amarrarlo 32 bracas.
0 siuo est sobre um mastn e loca pelo movi-
menlo do mar.
Os capilAes de emharcacoes, pillos e pescadores
sao rogados particularmente para dar nlormacesna
alUndrga ou no esrriplono du inspector de pharoes,
no caso que vejain que algumacousa val mal cun
esla embarcarau.
lodos os rumos e demariares sAo magiielicos.,
1 or ordem de Ss. Seohorlas.
Assignado, Ji.lm Wasliinglon, Indrosrapho.
Kep.rliro hydrographica d.. iilmiraulado, l.uu-
dres 23 de novemhro de 1853.
Esle avisos alleclam o niappa do almiranlado
America do NorleCosta de L'esle, folha 7 11. 270.
Jos Agoslinho Barbota, Iraducior publico e iu-
lerprele cummercial jurameniado.
TKADLCCAO.
Aviso aos navegaules.
W. 52.
Mar do Mediterrneo.
Pbarol do Purtu de Nice.
O capilao du Porto de .Nice acaba do fazer publico,
que uo I. de julho prximo lindo um novo pharid,
para substituir o que exista, foi eatabelecido na ex-
(remiJaJe domolhe exterior do Porto delSice no gol-
fo de lienova.
t) pha-ol he urna luz Inilhanle, clara e lixa, va-
nada por fuzi. encarnados, cada meio miuulo. Esla
colloeada em urna elevarAo de ojenla pea ingUzes
acuna do nivel do mar, e lie \isivel em teiupu claro
ua dislancia appruxunada de 12 imillas.
O apparelhu de luz hecaiadiuplrico, da quarla or-
dem oo ayalema ue Fresnel.
Naquellas nuiles, em que a enlrada da baha se
loma pensosa por molivo do graude vagalhAo, o
pharol sera apagado, como aviso de que euibarca-
cues, eiu laes occasioes, no podem eutrar |wra a
baha ou ruudeadouro, e devem bu-car abrigo em
> illa I-ranea a L'Esle, ou Aulibes da parle de Oesle
r*llo. cartasgeographicas. globos lerreslre e aimilar,
Idilos de Jacaranda ede ferro para meninos, diversas
rrlesas para leilura e oulros mvtieret, consolo,guar-
da papis, espingardas e pistolas, toucador, mala
dd viagem, moldura de pao esculpida, e muilos ou-
lras arligos feilos de lidas madeiras: e assim mais
del muiias obras de ouro ede prati, sendo desta uro
bello jarro e baca : terca-feira 10 do crreme as 10
horas da mauliAs, no predio ondo exisle o consu-
lado britnico, ra do Trapiche.
O senle Oliveira faia leilao, por aulorisates
do Exm. Sr. Dr. juiz especial do comraercio, exara-
das em requenmenlns dos depositarios e curadores
B*c tes da maua fallida de Joto Moreira Lopes, de
lod, s as blendas r arniaco da loja de dito fallido,
sila na ruado Crespo o. 9, assim como das dividas
acli as da inesma, importando aquellas secundo as
aval ucOesem 11:046*210, e eslas em 25:501j)69,
cojos inventarios exislem em poder do referido agen-
le, jue s'e offerece a palenlea-los com anlecipasAo
aqu lies preleiulenlts que se dirijam ao seo eterip-
loric para lal lim : sahbado I dn correle, as 11
horas da innnhaa em poni, na indicada loja.
O agente Oliveira tara leilao no da que de-
sistir, de cerra 350 barricas da ptima larinha de
Irig de Lisboa, sob diversas marcas, e por isso con-
vida aos Srs. padeiros ou pretemlenles a procura-lo
para receberem as amostras, que com auleciparAo
Ibes serAo cnlresues para eu melhorexame.
segundo a direrrAo do vento.
Por ordem de S. Senhorias.
manda
olas de
ovincia,
s ditas
convidar os pussuiJore d;
e 50/JOOO, para as apresenlarem
na mesma thesourara, alim de serem
trocadas dentro do prazo de oito me/.es, a
contardo I dejulho prximo vindouro a'
28 ievereiro do segumte anno de 1857
declarando ao mesmo tempe uoe, fin-
do esse prazo. soifrerSo o disconto
de O porcento do seu valor em cada
miv. de demora na apresentarao, na for-
ma da lei de G de outubro de' 1835, ate
licarem sem valor algum. Secretaria da
tbesouraria de fazenda de Peinambuco,
3 de junho de 1856. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela recebedoria de rendas seraes se faz pu-
blico que he nesle mez que os devedores dos impos-
los abaixo. declarados lem de pasar o secundo semes-
tre do correnle anuo linanceiro de 18.55-1rt.56, lindo
o qual pagarAo o dilo semestre com a mulla de :t
por ceiilo cm favor dos recebedorrs.a saber : deciros
ai dicional de raAo mora, imposto sobre lujas, casas
de desconlos ele. dito sobre casas de movis, iou-
pas etc. fabricadas em
Assignado, John Washington, h\drographo.
Repartido hydrographica do alniirautadode Lou-
dres aos 24 de novembro de IK55.
Esle aviso airela os seguintes mappas do almiran-
lado :Mediterrneo u. 2158; Cabo Uoux para Mo-
naco n. 152 ; Villa Franca u. 15:1 ; Palomos para
veiilimigha u. 1182 ; Lista de 1 han.es no Mediter-
rneo ii. 6(1 ediccAo de 185.5.; Jos Agoslinho Bar-
bosa, Iraducior publico e interpreta cummercial ju-
Lmenla lo.
O Illm. Sr. inspeelor da thesourara de fazenda
manda fazei publico.que nos dias'8,15 e 22 de juuho
prximo fuluro elara em praca peraule a mesma
Ihesouraria para ser arremalado i venda a quera
mamr proco olferecer, um sitio no lugar da lbura,
que perlenceu ao bacharel Pedro audiaiio Ralis e
Silva, e que ui adjudicado a lateada uo valor de
tWMJOU : os preleiidenles deverAo comparecer ua
casa da mesma Ihesouraria, nos referidos dias ao
meio da. Secrelaria da Ihesouraria de fazenda de
I eruarabuco M de maio de 1856.O oflicial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela mesa do cousulado provincial se faz pu-
blico aos proprielarios dos predios urbauos das re-
guenas desta cidade e da dos Afogados, que os 30
das uteis para o pagamento a bocea do cotreilo 2."
semestre da decima do auno linanceiro de 1855 a
18oo, se principiam a contar do da primeiro de jo-
nho : lodos os que dcixarem de pagar, durante esle
prazo, mcorrerAo na mulla de 3 sobre seus de-
leites.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazen-
da manda fazer publico, que un, das 3, 10 e 17 de
juuho prximo futuru irao a prac.a peraule a mesma
tbesouraria, para serem arrematadas a quem uiaior
preco ufferecer, a renda animal das casas abaixo
mencionadas, perlencenlcs aus proprios nacionaes.
u> preteiidenles devem comparecer na casa da mes-
ma reparlicAo nos rclerido das au :ueio dia com
MUS Dadoras. Secretaria da Ihesouraria de fazenda
de Iern-mbucn 28 de maio de JUati. O ollicial
maior, Emilio Xavier Subrcira de Mello.
Lina casa terrea n. 19 na ra de Saula Tbercza.
Uma Jila dila n. 21 i lem dem.
Um sobrado de dous andares com on.il n i ra Di-
reila.
Tendo esla rcparlic.iu prec'Ao de urna caldei-
ra de ierro, conforme u desenhn que ai.resenlara aos
concurrenles para a barca de e'cava.o; o illm Sr
inspeelor manda iazer publico ler drealisar o con-
trato da respectiva factura i.. dia III de junho pr-
ximo, em vista das proponas recetadas ale o raes-
mo da, com quem mais VanUgens olferecer a favor
da fazenda.
Capitana do porto de Pcrnambuso 30 de maio do
lafi. O secrelario, AUxanJre Rodrigues dus
Alijos.
CORREIO GERVL.
A adminislracao engaja liotnens c&mi-
nlieiiosa l.sUrs. diarios.
COl-
das
lot
lup
das
U*&0 &*V$0$.
na
es-
W>i&0 zurittm&.
AO KIO DE JANEIRO.
A escuna hrasilcira ajotes seguir brevemente,
por ler grande parle de seu carregamenlo tratado :
para o reslo c miudezas, como escravps a frete. Ira-
la se cora o consgnala, n. Antonio de AlmeidaGo-
raes, na ra do Trapiche n. Ib, segundo andar.
Para o Porto segu com toda a brevidade a
bem couhecida salera, porlusueza Bracbarense.. :
para carga c passageiros, para o que lem os mais
acerados commodos, Irala-se com os coos.snalarios
l.de.Vquino i-enseca 4 lilho, ou com
na pr.n.1.
capitAo
paiz eslranseiro. Recebedo-
zerem a esta errema.a.Ao laSfiaBST^^
s da mesma junta -O Illm. Sr. capilao do porlo, comprimi a
circular do ministerio da marinha de 28 de abril ul-
limamenie Tindo, o qual relere-se a ordem do Exm.
Sr. presidente da previueia, datada de hmitem.man-
da publicar as traduces juntas le aviso do almiran-
lado lirilaiinico, relativameule adiversosphaies.
CapUiuia do porlo de:l'ernambuco, 17 de maio de
18ou.
na
Exm.
mitaca
O Illm.Sr. ejjjajjajjtjasj aa-jUesoarari.. provinciali
servndo de inspeelor da inesma Ihesouraria, rmriinr
primenlo da ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia de 18 do correnle, manda fazer publico que
no da l'.l de junln. prximo vindooro, peranle a
uuta da fazenda, se ha de arrematar a quem por
menos lizer, a obra do calrarocnlo da seaunda parle
do primeiro lanro da estrada du Pao d'Alho, avalla-
da cm 1 i:66OS00O.
A arremalacAo sera feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1851. e sb as clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo,
compareram na sala das sessoes da mesma junla no ''"'os ullimameul
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo .iDiario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co, 27 de maio de 18.56. O secretario, Antonio Fer-
reira d Anaonciacjk),
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1." As obras do calrameulu da segunda parle do
comparecam na sala das sesees da mesma junta
no da acuna declarado pelo meio dia compelcnle-
menle habihlades
E para constar se, mandou aluzar o prsenle c pu-
blicar pelo-D.ario.-Secrelaria da Ihesouraria pro-
vincial de Pornamhuco 27 de maio de 1856.O se-
crelario. A. !'. d'Anuiinciaco.
t.laosulas especiaes par'i a arrematacao.
I.' As obras dn lauro da estrada enlre a cidade de
t.oianua e a ponte do Bujary, lar-se-hSo de confor.
idade com .. orramenlo upprovado pela directo-
ein cunselho .e apresenlado a appruvacAo do
de liaijOOO rs*.01* "" pruvi"ci'' M 'PO'tai'cia
2.- O arremalanle dar principio as obras no pra-
so de um mez a dever conclui-as no de 18 nieze-,
a'"?' conlados na forma du arligo 31 da lei pro-
I.; O pagaiuriilo da iinporlaucia i!'arremalacAo
rcahzar-se-ha na (orina do arligo -39 da mesma 'lei
provincial n. ogli.
V O arremalanle excetiendo o prazo marcado pa-
ra conclosao das obras, pagara orna mulla de ce.n
mu res por cada mez, emhora Ihe seja concedida
prorogarAo.
. O arremalanle duranle a execuc,au das sobras
proporcionara transito ao publico e ao carros
b O arremalanle sera ohriga.lo a empregar na
execucao das obras pelo meuus melade do pessoa
de seuie livre.
'.-' Para ludo o mais que ii.io esliver determina-
do as preseuoei clausulas, nem no orcamenio se-
PSi!. ". q"C d,sp"e a ""l'C'l" lei provincia
n. -80.Lonlorine.O secrelano__A. P. d'Anuun-
ciari.o
Peranle a cmara municipal desla cidade esta-
r,, em praca nos das 11, 13 e 17 do correnle, os 16
lalhos ul imamenle feilos no quarleiao do lado
du su da ribeira de S. lose, sendo a arremala-
Wi pelo lempo qu derorrer de sua dala ao ollimo
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anios.
TRADLCtjA'O.
Aviso aos navegantes.
N. 19.
/.N/jS ORMNTABS.
Pharol era Singapore,
O gov'erno da India acaba de fazer publico que uo
'"demarco ultimo se inceudeu e appareceu
I ara Lisboa segu com brevidade, por lera
maior parle da carga prompla, a barca portugoeza
Carlota e Amelia, capilao Manoel da Cosa e Sil-
va : para o reslo do carresamenlo, Irala-se com os
seus consignatarios Francisco Scveriano Rabello di
runo.
Para o Porto.
O patacho porluguez S. JOS' si-
gue ate o dia lo de junho vindouro, tem
ja' dous trros da carga prompta : para
o resto trata-s cora Novis & C, na ra
do Trapichen. 54,
Pl
ra o P
da I
do go-
um pharol lixo uo pao de bandeira dmenle d
veruo em Singapore.
A luz hebrillianle ; esla colloeada em nma eleva-
rAo de 226 pes anua du nivel do mar. e ser visi-
vel, cm lempo claro, na distancia aproximada de
seis millias.
JT**, .1? I'"'lude 'le 'O' IV H. Long. 103- 51'
li a l.tsledel.reenwch, segundo os mappas do
almirauladr. '
Pharol llalles na illia Coucv
A pozar de mo sa ler receido iuformacao algu-
ma oflicul a respeilo desla luz, faz-se publico aos
navegantes, que lia lodo o mativb para crer, que ,
na luz lisa clara, denominada Phajsl Rallles, se '
acl.a estabelecida na ilha Conev, prxima enljada
d,"x "Ir d0-e"r"1" Maw Singapore. O pharol
I-' milbas, exceplo uo quarlo de N- O. Sara O. si-
raudo pelo IX. para E. N. E,
Par ordem de Ss. Senhorias.
Assignado, John Wasliinglon, hydrographo.
Iteparlii.ao l.v.irograpliica do almiranlado, Lon-
V-|.c,u ernpo qu. decorre. de sua dala au ullnnu dres I de novembru de Vs"-.
orto,
a nova e velera barca a Sanl.JCIara, segne com
brevidauc : para o reslo da carga e passageiros, para
o que lem excellenles commodos. Irala-se com Bar-
roca & Castro, ra da Cadeia do Recife n. ou com
o capilao na praca.
Para a I taina.
A velera garopeira S. Pedro., perlende seguir
para Baha neslisoilo dias por ler parle de seo car-
regamenlo promplo, para o reala Irala-se com o seu
consignatario, Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
PARA O ARACA1V
o hia te Crrelo do Norte., segu com brevidade-
recebe carga e passageiros : a tratar com Caelauo
Cvriaco da C. M.,ao lado do Corpo Saulo u. >:,.
O hiale nCapiliarbe.. sabe para o Aracaty no
da i do correnle imprelenvelineiile ; para o reslo c
passageiros, irala-se na ra do Vigario n. .">.
0 brigue brasileiro aCooeeieJbW precisa de ma-
nija brasileira para a sua prxima viasem ao Rio
Crande do Sul ; quem esliver habilitado, dirja-e a
bordo do dito brigue, a Iralar com o capilao Joaquim
l-erreira dos Santos, ou na ra do Trapichen. I i
com Manoel Alves l'.uerra.
Para a Baha,
a velera e bem eonhoeida garopeira Livracle pre-
tende sabir rom muila brevidade, por ler parle de
seu carregamenlo piompln ; para o reslo os pretn-
denos enltn.latn-se com o seu consignalario Anlo-
nio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. I.
lotera da provincia.
O Illm. Sr. thesoiireiio manda fazer
Mitlico, que tem designado o dia 1 i do
ente para o mp rteme I andamento
roJas da segunda parte da rjuarta
tria de Nossn Senhora do (uada-
da cidade de Olinda. Thetoura
loteras 7 de junho de 1856.O
cnviio, Antonio Jos Duarte.
Lotera de Pfossa Senhora
do Guadalupe.
I'rincsco Landelino da Silva avisa ao respeilavel
poblijco, que seus bheles, meios e quartos da men-
cmnalda lotera, rubricados com seu nomo nao eaUo
sujeitos ao descomo de 8 por ceuto do impasto geral
os qujacs eslao exposlos a veuda as lojas Oueiniadon. II, e na roa estrella do Rosario, tra-
vessalpar o Qneimado, loja de raiudezas n. 18C,do
Sr. Joa,|oiin Francisco dos Sanios Maia, em cuja to-
ja ee iaga todo e qualquer premio que sabir em seus
bilheles. .Na mesma loja vendeu-se o quarlo a.28702
daqubrla parle da uuarla luleria do (iyniiiasioTem
cojo numero sahio 1:0009000.
Bilheles .">.>S0U Recebe por inteiro .>:000?s000
Meios 3o<)00 SOOOOO
Ouartb, |;>)0 :H)cm)
Antonio Joaquim Brilo do Oliveira relira-se
para o Cear, e julga nada dever a esla praca ; mas
se algoem sej-ilgar seu credor, dirija-e "a ra do
'.'iriina I O. ".
Joaquim Goncalves de Almeida rehra-se pira
I'urlugal. r
Ouem liver para alugar urna escrava que saiba
cusaboar e engoraiuar, para servir em casa de fami-
lia, dinja-se a ra da I'raia, armazem de carne n.
iJ, ou na ra do Mndese, casa n. H, que achara
com quem Iralar ; adverle-se que se pasa bem.
Tede-se por favor a urna familia que mora na
ra Augusta, de mandar as amostras de (raneas na
ra larga do Rosario n. 38.
Otterece-se urna ama de leite com bom leile :
a Iralar na ra Aususla n. 8.
A peMoa que aununciou precisar de S:000s000
a um e meio ao mez, dando por garanta ."> bellas
casas, enlre ellas i sbralo, dinja-se a na da Croz
n. 33, loja, que 11 se dir quem d.
Da-se OOcUOO com h) polhcca em casa Ierre,
que esleja iivre e HeSmbaracada : ua ra do Hos-
picio n. 1 se dir quem da.
" sahbado (7) licou puresquccir.icnlu na aca-
demia, depois da seaunda aula do secundo anuo,
um capole novo de cir a/.nl, gola de velludo; por
iso roga-se a quem o irliou o favor de entregar a
seu dono, oo becco do Caera u. ;t, ou de deila-lo
no mesmo lugar.
Precisa-se compiar urna machina elctrica :
quem a liver dirija-se a ra Xova n. J neslej dous
das. ,r
Nao leudo o taludo Malinas de AzevedtM'i!-
larouro roustiluido procurador que o repreieiilassc
na reaniSo de credores convocada para o dia 7 desle
mez, alim de proceder se a nemearan dos raembrot
que devem c.mpor a commsto "examinadora dos
crditos respectivo-, resolved o Kxm. Sr. Dr. juiz de
direilo eepeeial do rommercio adiar para 1:1 do cor-
renle a predila reuniao, pelo que sao convocados
lodos os credores do mesmo fallido, afim de, no dia
aprazado, rompirererem por si ou seus procurado-
res. ..a cssa da residencia do dilo Exm. Sr., as 1(1
oras da manhx*.
..~ A Pessoa qu aununciou querer 1:0009 a juro,
dinja-sea roa Augusla n. 3, que se dir quem dd.
Ainda se precisa de urna ama para cozinhar :
na roa Augusta n. .1.
Na ra da Cadeia de Sanio Antonio n. 16, de-
seja-se fallar com o Sr. lljsino Xavier da i'oiueca,
I.- sargento particular, a negocio de seu intereme.
1 recisa-e de una ama psra o servico interno
e externo de urna casa de duas pessoas : quem pre-
tender, dirija-se a ra do Vigario n. H, primeiro
andar. '
~ -^,u-a-s= mensalmente urna preta que seja qui-
tandeira e enleuda -Iguma cousa de coziuha : na ra
do (JaHeireiro n. i i.
Quem aununciou precisar de urna eadeira de
Jacaranda para piano, pude apparcrer na roa de
Apollo ii. 5, que achara com quem Iralar.
reglo no dia i do correle um escravo de na-
cao. de nomc Uabriel, reprsenla ler -J8 a :t aunos,
comossignaes segu ni es: allura regular, secco do
corpo e epadaudo, lem a rabeca Brande, e na mao
esqnerda lem o dedo pollegar com a mil,a ruida,
lem algumas marcas de bexigas e urna marca de urna
hslula no queixo, em urna das pernas lem uini mar-
ca de ferida e oulra as cruzas, e ostuma vender
caranguejos, lem cilicio de oleiro e falla alrapalna-
do : quem o appreheuder lev ao Forle do Mallos
u. 1^. segundo andar, que sera' bem recompensado.
O abano assignado muilo deseja fallar eom o
ST. Jlo Joaquim- Eugenio Axres a negocio qoe
ib diz respeilo, na ra da Madre de Oeos n.
Lotera
de Possa Senhora do Gua-
dalupe de Olinda.
Aos 5:000 e 2000,s000
Corre indubitavelmente sabbado 1 i de
junho.
Salustiano de Aquino Ferreira
BB sciente ao respeitavcl publieo que
vendeu os seguintes premios da miarte
paite da quarta lotera do Gimnasio
l'etnambucano.
L'm meio bilhete n. 1081i:000s000.
L'm quarto .< 2702 1:000000.
Iem exposto a venda novos bilhetes,
meios e quailos, da segunda parte da
quarta loteria de Nossa Senhora do Gua-
dalupe de Olinda, na ra da Cadeia do
Recife n. 45, loja de miudezas de Jos
Fortunato dos Santos Porto, na praca
da Independencia ns. 37 e 39, loja de
raleado de Antonio Augusto dos Santos
Porto, na mesma prara loja de bilhetes
tesn. \, daviuva Bastos, e as demais
lojas ja' conhecidas do respeitavel publico.
Bilhetes 5J800 recebe 5:000$000
Meios A'000 2:500,^000
Quartos Is.'jOO < l:250g000
Os dous premios grandes da referida
lotera do Guadalupe, nao esto sujeitos
aos 8 por eento do imposto geral, trazen-
do ellos a rubrica de S. A. Ferreira.
Pernatnbiico lOdejunho de 1856.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
LOTERA DA PROVINCIA.
Oliveira Jnior & C, venderam as se-
guintes sortee da quarta parte da quar-
ta loteria do Gymnasio ; os possuidores
podem vir receber o premio, apenas sa--
hir a lista geral, em nosso cscriptorio da
ra da Cadeia do Recie n. 50, primeiro
andar.
10811:000*000 eml meiobilliete
27021:0004-000 em 1 tiuarto.
235..5004-000 em bilhete inteiro.
Alguns premios de 100$ e 5OfOQ0.
Oliveira Jnior Sf C.
Aluga-se a loja do sobrado de 5 an-
dares na ra da Cadeia de S. Antonio,
esquinado becco do Ouvidor: a tratar
com Luiz Gomes Ferreira no Mondego.
Jos Goncalves Ferreira Costa embarca para
o kio brande do Sul, uo brigue'Cinceicao, os seos
dous bllios menores de nomes, Manoel Goncalves
lerreira, o Francisco de Paula Goncalves Fer-
reira. w
Deseja-se fallar com o Sr. Daniel Pereire Bra-
ga, na ra do Amorm o. 33.
No dia 31 do mez passado fogiram do engenbo
aovo de Munbeea os escravos Eugenio e Fortunato,
ele de gento, baixo. corpo regular, cor preta ; e
aquelle, cr.oulo, cor fula, bailante alio, rosto re-
dolido, lend.. urna cicalriz n'uma das peroas, urnas
conloada sobre a sobrancelha do olho esqoerdo e
maodireita, e cosluma a embriagarse; ambos so
jogaderea : roga-se a quem os apprehender, dirja-
se ao dilo engenbo, ou a roa do Collegio n 25, qoe
sera recompensado. Ue provavel qoe o escravo Bo-
celo esteja acoulado em Foralde Pollas, onde mora
a mai do mesmo.
U-se dinhero a premio sob penliores de ouro
ou prata, letlras com boas firmas, por om juro ra-
zoavel : os pretcndenles dirijam-se a ra Nova n.
33, casa de negocio, que se en-inari com quem so
devem euteuder.
Antonio Baplista Pires, porluguez, retira-se
para o Kio de Janeiro.
iiaile masqu
Previne-s. a bella rapaziada, que sabbado U do
correnle, havera baile de mascaras nos vastos saldes
do palacete arnarello da rus da Praia, paracnio fim
eslarao convenienlemenie illuminados, e elegante-
mente ornados, observando-seque terSo enlrada gra-
tis as damas que forem mascaradas.
Oflerece-se um poitugoez com familia peque-
a para feior de silio, he opiimo hortelao e iardi-
neiro. encllenle podador e enxertador, e de ludo
em demasiada pratica, lem excelleote conducta e
i-ualmente sua pequea familia.ede ludo da oo sus-
peitos abonos: a Iralar na Iravesaa da ra da Concor-
dia, penltima casa antes de chegar a casa de deten-
cao, do lado do norle, em casa de Honorato Joseph
de Oliveira 1-igueiredo. K
36, ou ua Iravessa do mesmo nome, armazem o. 'J.
Joao lavares Cordeiro.
A pessoa que exige a quanlia de i:(KH)-} a pre-
mio de um e meio, pude procurar na Boa-Visla, bo-
tica n. .>>, que se indicara' quem pretende.
A ciimmissao cncarreaada da reala da Saaliaai-
ma Trind.ide na igreja de \. S. do l.ivramenlo em
ac^ao de eraras pela eitincejto do cholera, leudo
concluido essa fe'lividade, agradece, cheia do maior
prazer, as maneiras urbanas c philanlroricas rom
une a irniandade da i.iesma Senhora do Livramenlo
I |ireslou a commis'ao, coadjuvando-a em seos Ira-
balhose fornecend j-lhe lodasai alfaias, paramentos,
e ludo o mais qoe pertenceule a' mesma igreja se fez
misler, mererendo muila c mnila especialidade os
Uleat.Sre.jaia, secrelario e Ihesoureiro: qmiram
pois eUes aennorea e a irmandade em geral receber
os agradecnnenlos e votos de eslima, que esla com-
minSo Ihe dirige em nome de lodos os concorrenles
para a mencionada feslvdade.
8* ?-
T-9 i abai\o assignado convida os teubores
S eslu lanles do primeiro auno da Faculdade ';
li do Direilo. que se inscreveram e qnizerem fl
'S nscrever-se no livro dos socios do" MtTE- M
9 tlO ACADMICO, a reunirem-se ua casa
; de residencia do Illm. Sr. Dr. Ihesoareiro, q
9 s i horas da .larde do dia 11 do correnle
9 alim denomearem por eleiio um memhro

do respectivo anno, que devera compor a nova M
rommisso directora. Recife !> de junho de $
1836.0 primeiro secrelario, Francisco l'er- d
mappas do almiran-
da India n. s A; ^ingapore es-
' folha n. > e segunda n. ai03
primeiro lauro da eslrada do Pao d'Alho, lar-se-hao i la",c, apresentor liadoics idneos, habilitados na far-
de cnnlbrmidade com o orcameulo e perlis approva- "* .(la le'- ssm u 1'' nao poderao licitar, oo a di-
dos pela directora em conselho e apresenlados a ap- i n,lcl'o. pago a bocea do cofre,
provarao do Exm. Sr. presidente da provincia na I P"? "Je amara municipal do Recife en esslo de
impnrlancia de 1S:WJ. dejuohode IM.-.ti. Barao de Capil.arib "
2. O arremalanle dar principio as obras no pra- d"11".Manuel lerreira Accioli.Jsecrelari
lo de 3(1 dias, c devera concl.ii-los no do M mezes, ; "" "l,n- Sr- COnlader da Ihesourar
pjr Iriennio, on 3C0J annnnl, olTer'ecida por | lado.Ocano
d ne" 'C0. ^ A."B1|M Meti, liran- ; Ireilo folha n. 2 e
do quem os enemaUr sujeito ao pagamento da des- n- I27U isaim 1 ," TrJl' -" 'i \r i* (-'""a
pez, que com elle, j seus r*rlene7ae fe/, .na i I bur'd,' ,' "^.n. -. -" 'V '."v" ''" "
ras xstsissates & **H,ifc. ,.
lerprcle coiumercial jorauenlado.
ors-
e lista de
oe, prcsi-
... -. .. .niz B^irelo
'"ha ama repulacao e um crdito bem fundados pa-
ra v o offerecer. Hirao e.nlim. ,lue |le impera.
'el o vo.o proceder quand,. desconhereis tnlelli-
genaasqueeslAo a perder de vista superiores a vos-
aa. rieai certo, senhor t.alazans, que alo lemo
supersticao^ um orgulho bem entendido ,. nol
bre de encontrarmc-i poetas dignos deste nome em
nos* eoroproviocianns, laes como Balduino. (a-
maean, Mouiz. e Almeida Freilas, etc., m..ro, e.n-
renfOfen, romo Meudonca, Hodrigues da Costa, A-
crino, ce.
E dizeis com toda empbase, que o Sr. Muniz des-
acrediloo-s com a publicarAo de suas poesias. ||e
preei, meo charo Sr. Calazans. qoe reconhecais
que nao eslais anda em eslado de vos nroiiunciar
des. Sois muilo moco na carreara das letras, deixai
vos pois desias presumpeoes. deste orgulho desme
dido. Respeitai a qoem ja lem urna repulacAo fun-
dada, e na longo lidar as letras, e vi que nascris
Iwje nao p-deis dizer desacredilou- hia lem muilos Calazans, mas elle, nSo alrevera;
a diier ao Sr. Muniz estis desacreditado
Encarta, os vossos agigantados pa,,, 'nio TQJ
qnerenprecipilaron latJMM insond.vel do pedan-
O HoniMO.
.. ------------ia provincial,
do artigo 31 da lei previa- ervindo de inspeelor da mesma ihesouraria em
virtudeda resolur.au da jimia da fazenda, manda fa-
zer publico, que no dia >i. do correnle, vai nova
; moiile i pra-;a para ser arrematada, a quem por me-
nos lizer, a obra do einpedrameulo do aterro dos A-
ambos colilados ua form
cial u. Sli.
'!.' O i.agamento ;da imporlancia da arrematacao
reahzar-se-ha na lorina do arligo 39 da inesma le
provincial, sendo melado paga em moeda cnrreule, e
oulra melade em apolices da'divida proviuciul, crea- ''ee, avallada em -2'>:.'11HI- rs.
da pela lei provincial u. 351. E P constar e mandou allixar o prenle
1." O arrematante excedeudo o prazo marcado pa- ,,llp1,r l"'lu Diario.
ra a conclusAo das obras, pag.r nina mulla de lBf Secrelaria da Ihesnuraiia provincial de Pcrnambu-
por cada mez, emhora Ihe seja concedida proregaro. I co' "" lulin 1856.
.). O arremalanle durante a execuran das oliras i O secretario,
propnrcionara transito ao publico e aos ca;ro. A. F. da Aniiuucia.'.io.
fi.'1 O arrematante ser obligado a empregar na ~ "lm- Sr- conlador da Ihesouraria piovin-
execucao das obras, pelo menos, nielado do pessoal nal' scmi.dn de inspeclur da mesma Ihesouraria
de gente livrc. i em viitude da rewlnele de jimia da razenda, man-
7. Para ludo o mais que Pao se achar delermina- : ''* r'"er Publico, que no da -JU do cnrreule, vai no-
do as prsenles clausulas, nem no orramenlo se- amonte a prnca para ser arremalado. a quem per
guir-se-ha e que dispoe a respeilo a lei n". 28<. menos lizer, a obra do empcdramenlu das arelas di,
ConformeOsecrelario, A. I'. d'Annuiiciacao. '"/lua eslrada da Victoria avahada em iII.VjKxi
serTin t"'IU- fr- c0l"1o1r (la "rvnido de inspeelor da mesma Ihesouraria. em blirar pelo Diario.
nromvrnr,ra';d!,0ls',d0r',em E"m- !t P*"1""'d' SeereUrie da Ihesouraria provincial da Pernsm-
provinc.a de IH do correnle, manda fazer publico buco, S de junho de IS.->.
que no da 19 de junho prximo vindouro, per.nte a
junla da fazenda, se ha de arrematar, a quem por
menos lizer a obra do calcamenlo da primeira parle
de primeiro laen da estrada do Pao d'Alho, avaha-
da em 27:940.
A arremalacAo era feila n forma da lei provin-
dos aca-
iKAiirccvo.
Aviso aos navegaules.
H.-J50.
Hslttiot I nidos da Jmeria
A c.i.imissau dephares nos E-lados luid
ba da publicar os leguolcs avisos.
Sino de nevoeiro no pharol de ilha pjg, ,10 n
Savannah.
i1';"vc"^rit!"nv,,n""."'' "cv,"'ir"no i*"! 'i
i "'wneu. ......orgia, que locar.,
em lempo nchulnso.
.... L Ai r,"'3,1'al,s ue deaejarem eoubeeer a posleAn
pu-; do pharol da ilha Fia, debati de nevoeiro, locar,o
os scus sinos o:i asininos do van >r, que aereo respon-
didos pelo (oque de sino para nevoeiro
lloi.is para os bailes de Cabo lloniaiii e barra na
baha de llull.
1 lia hua de primeira classe pinlada com lillas
Pl'r"....."*W e prelo, e urna bandeira
I rea eu, un ma-lro acaba de collocar-se em 15 pea
daa na baila mar, no canal Slue, nos baixos de
Ubo Romain; demorando o pher. 1 de Cabo Romeio
. W. O. I|2 .V a pona do norle da ilha do Cabo N.
O. para K. Devene pasear mallo prximo a esta
bpia por qualquer dos lados. O, ,,, da boi. pare
lora do canal Mu S. (,. p8ra 0.: eN. E. pa? le le
As-iui m umaboia de segunda classe, piulada'
com lisias perpendiculares -
ttm*.
Aluga-se um bom armazem para assucar ou
para oulro qualquer eslabelecimeulo, lambem poda
servir para nina excellenle cocheira, em razio do
bom quintal que tem: ua ra do Brum.em frente do
enerar: quem o preleuder dirija-ie a ra de Apoi-
lo n. 1 A, ou n. 6. ^^
Cava-se e eugomma-se com perfei.-ao, e maia
em coma que em outra qualquer parle i nn rna Im-
perial n. 1UN.
No dia ii de maio fagio do engenbo Ouiaombo
o mualo de nome Dionizio, de idade 19 a Oannos
pouco mais oo menos, alio, corpo reforcado.alrapa-
tba-se qnaudo falla : roga-se a qaem o pegar leva-lo
au engenho Moribeqoinha, ou as Cinco PonUs.casa
do Sr. Manoel Eleulero de Kego Barros.
Antonio Joaqoim Seve vai aEoropa, e durante
a sua ausencia deita por seos procuradores nesta
prac,a, em primeiro lugar o Sr. Luiz Jos de S A-
raujo. em segundo os Srs. Tino Morasen & Vioaisa,
e cm lerceiro o senhor Anlono de Moura Holim.
Deseja-se saber a morada do Sr. JoSo Deodato
liowman, para se Ihe fallar a negocio de seu inle-
resse : porlanlo o mesmo senhor, oo quem delle
souber, anuuncie para ser procurado.
Tomase a quanlia de 4:000 a premio de om
e meio por cento ao mez, e d-se poV garante 5 bel-
las moradas de casas aqu no Recife, e entre ellas
um excellenle sobrado: a quem convier dar este
dinhero anouAcie para ser procurado.
..r KV?3 A, ^,ngel "' Primeiro andar, la-
zem-se bolos de Saolo Antonio e S. JoSo, e du-se de
m"nuem *""**-* bauJ'J Pa bailes e casa-
ARRENDAMENTO.
~2J e.ar,oazem da n. 55 da rna da Cadeia
Po Kecife junio ao arco da Concejero, acha-se desoc-
cupaaa. e arrenda-se para qoalquer eslabelecimenlo
em ponto grande, para o qual tem commodos ofli-
cieme. : os prelendenles entender-se-hAo com Jlo
>epomuceno Barroso, no segundo andar da casa o.
di. na mesma ra.
Precisa sede urna prela escrava, que saiba tra-
tar de meninos e cuidar de soa roupa : quem a liver
d.nja-se ao sobrado n. 8 da roa de S. Francisco,
quem vai para a ra Bella, para tratar do
aeiranCurrea.
a3asae-^sj"s9j|eeZ
UM JUSTO PEDIDO.
Pede-se ao Illm. Sr. Ur. Sal.iuo, depulado a
semblen provincial desla provincia, que, por amor
a honra alheii, queira declarar qual a collecloria
provincial, qi.e, secundo disse S. S. em seu dis-
curso poronnciado ua sessao de 1 do correnle re- ^afm Prec'*ar de urna pessoa capaz para co-
cebendo 1163009 rs., -penas ;. lencameale, e re-1522*"1 caaU" da loJa. u oulro qualquer
colheu a Ihesouraria (i-Ootl rs., por qu'anlo similhan- e",'e'ecimen|.., e mesmo despachar qualquer papel.
como
ajuste.
Precsa-se de um hoinem portugnez, qoe en-
lenda de servico de engenho no campo, para dirigir
nina fabrica : a tral.r na Iravessa do Queimado n.
t, com Oabriel Antonio de Castro Quintaes
________________^"V4 V" 'e accusacAo sem a declarado pedida, importa nma I a i au."'la;r emprego de ra aqu ua praca
l a ,. v T... i- ~~r~TT~,------------7~ "'Te"a "** eelleeiare, no enlretanlo qoe ,LP5 ISS1 ridur,s "" apacidade, dirija-se
I...7., "- I 2 r i- r?2? Ieil:in' por ln" ma""s 'al='"n 'sc'tlo'de l.il procedimenlo, e roes- 1 ao ecco TaPado matriz de Santo Antonio u. 6,on
lerveotfio do agenle Oliveira. de 100 ou ma harris mo nao he conforme com a razao, que pelo abnoda < au""neie.
de manleiga IVanreza do muilo superior qualidade,
recentemenle importada neale mercado, lotee von-
lade dos prelendenles : quarla-feira 11 do correnle,
as 10 horas da manida, no armazem do Sr. Amonio
Aunes den-oiile da arcada da alfaudega.
A:eii(;i; de le oes, na rna
.; Aladre a- Dzo* n
52, ti- ieir-i ii. Silva.
um empregado, ee pnaba en, dnvida a honra de lo- Ailuga-se e precisa-se de i
dos os que perlencem a mesma deste. Com a de- le e que eje sadia : a traUr na
claracsoqee lhepedimoe.naileobr|gar< a om seu a-ls, segundo andar.
pauonado.qne he colleclor ; cedo do quesenAo a t- !
zer passara por um raluimiador da honra alheia, da-' Precisa-se
quelles que como Olee apaixonado se julgam juno- ,n,1epeiidencia os. 36*38.
Precisa-se de um cozinheiro para urna casa da
pouca ramiha : ua ra do Hospicio n. .
yaarla-teira, II do correnle, ai 10 lloras da roa-.!
iiIih.i, mi arremaladoi moilos ariiuo- de mobiliai, i
o muilos oulros objeclos, o que ludo esla patente, e i
sera vendido a conleulo d.,-. frcgueies.
ua ra do Collegio u.
..7"-P.re.ci,a"se de ama *m d l'le : na prac,a da
cenes.
.No dia. li do correnle per.lcu Antonio I:na-
cio da Silva desde Pee d'Alho aM a ladeara prela,
nina caileiracom 579, em sedlas, c OSe m onro'
urna letra de 1009000, a pagar ao aiinuiicianle'e i
vencer em 11 do correnle, aceita por leupodlin de
lal, nma carta para Kisto Vieira Coellio, e algomai
lembranrai para compra de encommenda
acboua dila carteira eaqoizer restituir, dirija-sel
nesla praca a \slo Vieira Coelhe, na roa de l.res-
rna do l.olleaio n. I... de nina inluiidade de nbjeci,,,,' 5era' recompensado. q ,
le difireme* qualidade*, como bem. obras de mar-I Foi transferida pare o die Id do correnle as I Vai>t>" l
cinena noval o uadas, grande qoaulidade de obras | hora, da inrde mi porto do Illm. Sr. Dr oiTde i i
de ouro c prala, diversos reloaios para .Igibeira, pa- I orphXoi, arremalacAo da casa da na liireil. a lm V i U( )S
i ra cuna de mesa c parede, ohjecl,,, de poreell.na, I perlen-enlo aos orphaoa, aiavaliada em 2:0001000
louca e vidro, vanos nlenciiioa de rasa, I cana com Ouem aununciou nn .Diario de Pemanibuco COIIl rl eCfi;
opimas bolinas de seda cm borracha para senhora, de boje precisar da quanlia de i:D0ONM)O a premio
1 dita com borzecaini para homem, 4 caixas com dando como caranda cinco prnpnedades silu,
a- de Sanies rercnleinrnle chegadas, I caivao Recife, entre esles usurando um ex
llosp.
O abaixo assinnado ruga a todas as pessoas une
lem penh ,res ein seu poder, o ravor deas vir lirar
uo prazo do quinze dias contados de boje; e Ondo
os quaes ser.li. citados, par, ver vender erespon-
sabilisar-se pelo quo follar, para pagameulo do
qneui, principal e juros a'c rea', .-inbobu.
Joao Una Ferreira Hibeiro
Os Srs. Hcciouistas do
rtbotjj
Ul3
Osecrelario,
A. F. da Annunciarao.
O Illm. Sr.(conlador da Ihesouraria provin-
cial, aervindn de inspector da mesma Ihesouraria,
em virtnde da rewlnrao da junta da fazenda, manda
fazer publico, qne nn iba :t do cnrrenle, vai nnva-
prelas e brauca.
com superior papel de li\a. e oulros moilos aicos
que se (orna desneceaserio mencionar, os quaes se
arham eiposlos no referido armazem : quinla-feira,
12 do correnle, as II horas da meante.
O agenle Oliveira lera leilao por conla de um
bracas d'aiua' na alia ejS."'"i^t^T^}"J! i n.c-'ooi'"'le P'vi 'l"e n relira com sua remi-
ra da I lia para fora do imperio, da mol,,ha da sua cas. con-
sistmdo cm um grantte leilo frncez, guarda-vesli-
dos, commoda com lampo de marmurc, sofi, mesi-
ihe com lampo de marmore, mesas de jogo difieren-
lee, nm riqusimo piauo do autor Ilirard, me'.ro-
uomo e-cadeira para o mesmn, conversadera, di-
vn, nieJ.i de roldanas para jamar, eadeiraa eom ee-
senlo i( junen, dilas de palliiuba e oulras de araa-
balna de Bu... O pilaron, ba\,a de 7u O Til
a pona do sul de Racoou Ko\ j\. N. o til O De'
KaST ,nU"0 PW,lm0de9U boU Por qualquer
Embarraran de sino em frenle ltarra de Charles-
Ion, Carolina dn ul.
Um trabarcacrm de ferro pialada, com lalas per-
xcellenle sobrado,
pode vir ao primeiro andar do sobrado da ra Nova
n. I i das seis as oilo horas dtjiianliAa.
A porlucueza Isabel Mana Itodricoes da Silva
astllenle examinada e approvada plenamente cm
distincao, participa ao respeilavel publico que mu-
den a sua residencia da na do Aragao pira a ra
dos Pires n. 50, rasa lerrca de porta e janella de vi-
draca prxima a caixa d'agna : qncm precisar uli-
lisar-se do presumo da sua arle, pode procura-la em
toda e qualquer hora.
Precisa se no aterro dos Afogados n. 167 a-
logar urna prela boa quilandeira e lavadeira.
Francisco Custodio de Sampain, snbdilo par-
(ligan, vai a Macei.
sao con-
para eutrareiu
"ra prestaxjao
STSmjde i5 por cento, at o dia
15 do corrate, ua ruado
Trapiche n. 8, escripto-
rio de Henry Forster rfr C.
Fngo na noile do dia 5 do correnle o prelo es-
cravo, de nome lliomc, crioulo, de idade 35 annos,
pouco mais ou menos, com os signaes seguinle: cor
lula, picado de bexigai, altara regular, levou camisa
de madapolAo. calca de chila encarnada, e chapeo de
baia : roga-se aus capilacs de campo e a loda e
qualquer pessoa que o apprehender, de dirigir-se a
rna do Queimado n. S, que serao gratificados gene-
rosamente.
MUTTCSD"
ILEGIVEL


DIARIO i .'IIUMBdCO
tjfr lidade, de piopriedade do conde
.. de Maivuil.rua da Cruz do Recife n
Deposito de vinho de cliampag- 0
ne Ciateuu-Av\, primeirn <|da- 5$
5 20: este vinho, o mellior de toda a )
fe Champagne, vende-se a 3ts cada
f eai\a ; acha-sc nicamente em ca-
jg n de L. Leconte Feron & C. N.
B.A caixas sao marcada! a fo-
coConde de Marcuile os rtu-
los '.las garrafas sao gzues.

1
1EPEET0R10 M MEDICt
HQMEOPATH.
EXTRAHUMJ DE RUOFF E B0E.N-
NINGUAUSEN E OUTROS,
r posto em ordem alphabetica, com a descripro
bieviidade todas as molestias, a indicado fisio-
lgica e Iherapeolica de todos os medicamento, ho-
meopathicos, seu tempo de acc.au e concordancia,
seguido de um diccionario da significarlo de lodos
oelennos de medicina e cirurgia, posto ao alcance
das pewoas do povo, pelo
DR. A...I. DE MELLO MOIAES.
O Srs. assignante. podem mandar bucar os sen
templares, assim como quem quizer comprar.
CASA DOS EXI'OSTOS.
Praeisu-se de .una- para amamentar cra mas
na casi dos evposlos, a pessoa que a isso se qura
dedicar tendn habililicoc*. uecessarias : dirija-se
a mcsma no l'ateo do Paraizo que ah achara com
quem tratar.
S J. JANE. DENTISTA, l
Q cont inua a residir na ra Nova u. 19, primei- f)
Sro andar. j
c ac#senes
Claudio Dulieux fa/. sciente que sa-
iir.iin desla casa os seus dous cai.viros
Jos Antonio Moreira Das e Antonio Ce-
/.ano Moreira ias, e por isso dispensa-
dos de ciualquer servico leu.
O 59 a,
cuufroule ao Rosario de Sanio Antonio, avisa ao
respeilavel publico, que receben pela Gralidao
uurnieladi uova e doce de fruclas em calda, o me-
Ihor pouivel.
O abano asssiguados. com loja de ourives ua ra
o Caboga n. 11, confronte ao pateo da matriz e ra
>oa, fazem publico, qoo estao rrcebendo continua-
daroeut. as mai. modernas obras de oaro, tanto para
seuhora. como para humen* e meninas ; os preros
canlinuam razoaveis, e passam-se contas com respo'n-
sabihdade, especificando a qualidade do ourodeli
ou 18 quilates, (cando assim sujeitos os mesmos pof
qualquer dovida.Seraphim e IrmSo.
. Claudio Dabeuxmudou oieuetcrip-
rio para a roa da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 1.1.
"~ Precisa-se alogar um prelo, para servico de si-
tio, como seja corlar capim e carregar agua : em ca-
a de I alniHM &;Companhia, ua ra do trapiche
Precisa-se de um liomom brasileiro ou eslran-
i,eiro,queMiba beui moma, c tratar de cavados,
para servir de pagem a um senhor de engeiiho, da-se
>oa paga : quem esliver bmIm circumslaucias c qui-
zar, pude dirigir-scao largo da malViz de Santo An-
ouw, casa de um andar u. 2, que achara com quem
ESTRADA DE FERRO
do Recife ao S. Francisco.
Os directores da companliia da estrada
de ferro do Recife ao San-Francisco, tera
leito a chamada da segunda prestacao de
duas libras esterlinas sobre cada aceito na
ditacompanhia, a qual deve ser paga at
odia 6dejulhode 185(3: oo Rio d Ja-
neiro, em casa dos Srs. Maua' Me. Gre-
gor&C.,; na Bal lia, em casa dos St.S.
Oavenport* C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companltia. O accionista
que nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
reito as acc/tes. sobre as quaes o dito pa-
gamento nao ti ver sido ell'ectuado, e em
lodo caso tera' de pagar juros pelo tempo
quedecorrerentreo dia indicado para o
pagamento e a sua realisacao. Recife 1 i
de maio de {SliPor ordem dos direc-
tores.S. P. Vercker, thesoureiro.
Instrucca: moral e reli-
giosa.
Esu compendio de historia sagrada, qoe foi ap-
provado para inslruecao primaria, lendo-se vendi-
do antes da approvacaoa 1600 rs., passa a ser
vendido a 19000: na livraria ns. 6 a 8, da praca
da Independencia.
Deposito de pia-
nos
mLJL' VoR*Iiy !visa l0 resPei'vel publico, que
mudo, o seu deposito de pianos do primeiro andar da
roa Novan, ti, para o armazem u. 27 da mesma
IlLS?0"" "" fBa da C"nboa d0 Carm- "de se
eucootr.m os m.i, ricos os melhores pianos ale
agora apparec.dos nesla praca, sendo olios Felina s-
neme por eocommenda, e pelos mais acreditados fa-
lcante, como de Rachals, Traumann, Hamburgo e
-" ^S** de Be*' o oulros mullos fabrican-
te da 'fcaropa ; os quaes se vendem por mdicos
prece garantidos. O eslabeleeimenlo estara aberto
c ass oras da noite para a commodidade das fa-
irmen;:,Ue qaa"tm W ,Pw'ros ins-
craT.^raeNdeun,a<,J,lnade lei,e fof'aoues-
*!*. ro" NoY o. 23 primeiro andar, sobrade
14fiuina para. Gamboa do Carmo. '
Carlos Claudio Tresse, fa-
bricante de orgose re-
alejos, na ra das Flo-
res n. I9
SZT il?,TrCh"5 D"",""adesle p.iz, concer-
'S'' 5S cai"s dB msicas, acordeoes e
obra. n?v, ,\. ^' """ appare'-'a' !aml:m <"
ouras novas. Ha mesma casa fabricain-se ealuanwa
intc'Tm'ai/r *m\ C",erilS "^''' "'
ele. ate, as mais ricas elegantes possivel,
Wtmxmam
_ ao reiin:
o armazem de fazendas baratas,
Collcgio n. 2,
vende-se um completo sortimento de fa- B
zendas finas e ;rossas, por mais barato 8
precos do que em outra qualquer parte 8
unto em porces como a rctolho, afiian- 8
cando-se aos compradores um s proco S
pra iodos: este eslabeleeimenlo abrio-se *
de combmaco com a maior parle das ca-
sas commerciaes inglezas, fnrncfzas, tile-
maos e su.ssas, para vender fazendas mais
em conla.do que se lem vendido, e por isio
otierecem elle maiores vantagens do que
outro qualquer; o proprieurio desle im-
portante eslabeleeimenlo convida a todos
os seus patricios, e ao publico em geral
para que venham (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da ra do Collegio n. 2, de-An-
jonioj.ui/. dos Santos & Rolim.
S Jos 'la ,'i" sobr"10 t5 do pateo da ribeira de
&*ufgi declaram- *,ue Joao
:r^ml*do--'-:ixrdir.^
ra do
Xa loja das seis
portas
?m (rente do Livraiuento.
Cassas pioladas a meia pataca o covado, riscadi-
nhos frnceles a meia pataca o covado, chitas escu-
ras que nilo disbolain a meia pataca, chitas dcdille-
renus cores a seis vintn, lencos de seda pretos com
salptcos brancos proprios para as senhoras qua estao
de lulo trazerem por casa a qualro patacas, lencos
de seda escuros prupnos para rape a nualro patacas
cada um : vende-se barato para acabar, a dinheiroa
vista. ^
- Capitao ISamuel F. Uuovns "lira-sc para
fora do imperto, levando em sua ............hu sua
senhura, > tilhos menores e um criado.
Aviso ifflp0rta.1t.ssi.no ao
respeitavel publico.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavelpublico, pie 03 Srs.
Jos Fortunato dos Santos Porto, estabe-
lectdo na ra da Cadeia n. i, e Antonio
Augusto dos Santos Porto, estabdecido
na praca da Independencia ns. 7 e "!,
e na praca da Independencia n. i, loja da
Sra. viuva Bastos, estao encarregados a pa-
gar todos e quaesquer premios que salii-
rem em seus bilhetes, meios c quartosdas
loteras da provincia, nao obstante seren
vendidos por otttros, trazendo a rubrica
de Salusliano de Aijuino Ferreira, sen-
do os premios grandes sem o discontode
8 por cento to impost j gera
Pernambuco 50 de maio de 18."i(.___Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
OSr. cai\a da Companhia dcBeberibe
aclta-se autorisado pela assemblea geial
dos Srs. accionistas da mesma compaihia,
a pagar o 1G- dividendo, na razao de
2*500 poraceao. Recife .". de junho de
IS.i.O secretario, Lttiz da Cosa Por-
tocarreiro.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
do torpo Santo, toja de calcado n. ).
1'reciia-se alujar urna ama para o servico in-
terno e externo de urna casa do pequea familia,
da-se, sendo livre, 8s por mez, e escrava l>, pro-
me teodo-se alem disto bom tratamcnlo : diriia-se
ao largo de S. Pedro, sobrado de um andar n. ;i.
A pessoa que liver adiado urna almofada de
carro, que se perdeu na uoile do dia ti do correte,
da ra Aocusla ate o porto das canoas, querendo
restiiuw, pode leva-la a ra dos Quarleis, padaria
do br. .M.iimel Anlouio de Jeius, que sea generosa-
mente recompensado.
Depois da audiencia do lllm. Sr. Ur. joizdos
orpiiaos suppleiite, no dia 10 do correnle mez, se ha
de arrematar a quem mais dcr. na mesma osa das
audicucias, o cscravo crinulo, do nome Leocadio,
com -J.1 anuos de id.idc, ollicial de rarapina, sa perleiicenle a heranca do tallecido coronel Francisco
Mamede de Almeida, |mr autorisacio do mesino Sr.
I'r. juiz dosorphaos supplente. tomo testamenteiro
e iiiveiitariaule, l'rbano (.. Mamede de Almeida.
Constando ao ahaixo assignado que entre os de-
vedore* do Sr. Joao Moreira l.opes.cuja fallcncia fora
aberla ha pouco,figura o nome do annunrianle como
devedor da qnaulia de :li^H)tl vem o abaiso as-
signado por ele meio declarar .0 publico que nada
Java o dito Sr. Joao Moreira Lopes ; que liavendo
este Sr. pooro antes de sua I llencia pedido ao an-
nunciante que Ihe endossasse urnas ledra., o recu-
sndole o mesmo a isso, foi immedialainente o a-
baixo assignado a loja do dito Sr. Lopes, e aiii
pagou em ouio ao|scu caixeiro Bernardo Jos da
Caoba urna pequea couta qoe la linda, de fa-
zendas compradas, a qual nao edegava a viute
mil res.
lote Oaptista Kibciro de 1'aui.i.
Ilecife l: de juulio de \t\*\.
No dia 17 de marco prximo pastado pedindo
licenca para ir ao Kecife a escrava Cttb.rina de na-
cao geutio, representando ler :lj aouos pouco mais
ou menos, estatura alta, hom corpo, cor prela bem
parecida de cara, olhos poupolados, ponta da oaril
grnssa, um ou dous dente na frente podres beicos
>ernMlhos por beber agurdenlo e caximbo," quan-
do bebe Lilla multo, pernas crossas, pl cortos e
groiws, os dedos niinimos nao a-semam no chao, da
empo era lempo rebenlam-lhe ftidas ua cabeca.cos-
uma a Irazer lenco na cabeca fea,, muca.e quandu
sabe cosluina levar um balumbo cahe.a, he bas-
ante face.ra levou panno da tosa, 'com mala-
mes brancos de fraujas, tres vestidos sendo u.n
de eambrtia e dous de chita, descoulia-se andar
na c.dade pelo Uto Hoce, por i!80 roRa.se aos capj.
Ua* de campo ou a quem a prender, pode leva-la
a seu senhor morador em ierras do ei.genho ta-
marag.be do fcxm. ,. barao Ur. Padro, distante
desU praca .1 leKuas, que ser geuerosamentere-
compensado do seu Irabalho.
Joao Baptista .Marinho.
Souza Loto (az publico,
Marmello.
Vendem-se quartasdo marmcllo, pecegos, peras,
alperche, hgos. ginja e marmelada nova ; courtonte
ao l; .-ario 11. 3:1 .\.
SALSA PAKHILIIA.
\ endose no escriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, ra da Crm n. I.
SUPERIOR FARINHA DE MANDIOCA.
Saccas com alqtteire velbo.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo lem para veu-
der superior farinda de mandioca, chegada ltima-
mente na garopeira nS. P.dro ; para ver e tratar,
no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Atienc/ilo.
Vende-se ama escolenle negra de narao, de 30
anuos, cozinha o diario de urna casa e engomma, de
muito robusta para lodo servico porter ptima ligu-
ra : quem a pretender, diriia-se a ra dosMarhrios
n. U.
Na roa do Vigario n. 15, vendem-fe a livros,
cnnlendo a anatoma do corpo humauo, completa,
uriduid. por Francisco Soares Franco.
^endenl-se os MgalalM livros, os quaes se
acham em muito bom estado : Uroil des gen par
VoJl, llireilo Publico tieral pelo l)r. Aulran, Kroit
des gens ,iar Marlens, Encvrlopedia Jurdica por
l-alck. Droit gens par I. L. Kluber, tode Penal par
llavuux : na ra -Nova 11. 35.
A bordo do patacho 1 here/a I, Tundeado de-
Ironle do trapiche do algodno, vende-re farluha'de
mandioca de superior qualidade, pelo barato preo
de gGOO cada alqueire da medida velha, e por me-
nos em porcao grande : Irata-se na ra da tadeia
do Recite, escriptorio n. 12, com altar \ Oliveira.
Vendem-sc -J molcqiies de 7 a 8 anuos, e I ne-
gra de nacao com 3(1 anuos, para todo servico: na
ra da Sen/ala Velha n. 70, segundo andar.
\ enilem-se B escravas mocas com habilidades,
entre ellas -j de idade 35 annos, proprias para qui-
tanda : na ra llireita o. 3.
Veiidem-se saccas com arroi superior a rijjOO
a arroba : uo armazem do Cazuza, no caes da allau-
dega n 7.
Yende-se um laminador em meio uso por 1011$
rs.^ na ra do (Jueimado, loja de ourives n. -2H.
SfS
TRCft FEIRA 10 II JUNHO BE 1856
Ti
y-t:ma>MMi
VIMIO E OPIATO AMICHO- |
LERICO 8
i)t>
DR. ANTUNES a,
F.tes dous medicamentos conhecidos por 5*
. SSxPSo" rosull',d,ls. "o Iratamenlo do a
W I.IKiLbKA. vendem-se, acompanhados de _
9 um folheto, na pharmacia de Luiz Pedro das
9 Neves, ra da Cruz n. 50. 9
J5 Preco de J vidros e 1 folheto 3M00, de
I cana /J5000. jj
r Vn1de-se farinha do reino a 1J0 rs. a libra :
derrame da matriz da Itoa-Vista n. H8.
Vendem-se velas de carnauba bem acabada-,
sapatos e esleirs, chegados recentemenlc do Araca-
l>, por menos do que em outra qualquer -parle : na
ra da Lruz n. :, primeiro audar.
VELAS E CARNAUBA.
-\a ra da tadeia do Recife n. :,7, escriptorio de
Joao l-.mande. Prente Vianua, vendem-se velas de
carnauba por preco muito commodo, ullimameule
chegadas do Arncalv.
-Vende-se cafe de pritneira qualida-
de vinddtlo Rio de Janeiro, e por mdi-
co precd : no Passeio Publico loja n. 11.
Em casada RabeSchmettau A C, rus
da Cadeil n. 57, vende-se :
lini gratde sortimento de \idrosdees-
pelho,
Relogios linos de patente ingles.
Cotilos t e lustre, marca castello.
Couros de (jraxa.
Emilias seccas em garraes.
Vinlio do Hlient>sit]ieiior,
ludo por preco'coinmiido.
Vende-se salitre retinado da mellior
qualidad? que lia no mercado, a I0$000
.arrolla: no eicriptoi io da rita das La-
rangeirasln. i.
Vende-se a taberna do paleo do l'araizo n. 18,
bem afreguezada para a Ierra, muito propria para
principiante.
Relogios.
Vendem-se relogios suissos de todas as
qualidadesJ tanto de ottro como de piala,
dilo {alv.misados c oleados: na ra da
Cadeia do Recife n. 18: na mesma casa
Da tambeln tneios cln-onometros e relo-
gios para sen hora de ptimo {oslo.
Charutos da Havana.
NA DNIAJO, RA DA CRUZ N. 10,
ha para vender urna |>orco de charutos de llavi-
ua j conhecido*, ebegadoa ullimainente, que se
vendem por preso razoavel.
Vinho do Rheno.
NA UXIAO, RA DA CRUZ N. 0.
Vende-se nm molequeV'^r linda, de Illa 1
anuo, bem como um iiiulaliilhj de 10 a 11 anuos ;
a tratar com Francisco Custodio de Sampaio, na ra
da tadeia do.Kecife n. .">l> loja de ferrageu..
Cacheri na ada-
mascada de Jindas cores
8 600 rs. o covado.
Vende-ce na loja n. !l A da ra do Oueimado, es-
la fazenda, a qual he ptima para forrar carros, col-
tas, e para pannos de mes, e assim como par. oo-
Iras in ni la- cousas, etfan-ae amostras.
C4KNE DO SEHTAO'.
Vende-se na roa eslreila do Kosario n. 16, e qui-
jos do reino a 1)600.
Attcncao.
Vendem-se (oalhas c suardanapos de pauuo de li-
ndo do Porto : na loja de Sa (Manuel: ua ra da Ca-
deia do Kecife n. 17.
Em
casa de M. Calmoit & C, praca
Corpo Santo n. 11, ha para vend
seguinte :
de pinlio, alcatro e |ii\e
Vende-se a muito acreditada padaria do Man-
guind, sita na casa do Sr. cirnrgian Teneira, cum
mudas fregoezis na Capunga, Afilelos a Boa-Vii-
t., alem d. da porta, a qual lem lodos os perlences
a trabalhar, e ua mesma lem um cavallo para en-
trega de pao na freguezia : para tratar, na ra d.
Soledade n. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regarhorlas ebai-
xi ecapim : na lundico de D. W. BowmaD,
na r ua do Brum ns. 6,8el0.
A boa fama
VENDE BARATO.
bras de liubasbrancas n. 30, 60, 70, 80
las de ditas ns. 100 e 120
g SAHTOS GOELHO,
m Ra do Queiiiado
"'^ T^^.' B M te
@
@.
- U
naci Joaquim d
para que ninguem chame a engao qu o euobo
Csrneiro silo na freguezia de Serinhaem llie esta'
o>potecado e por isso neulium negocio se pode fa-
zer com tal engenlio.
Roa d Collegio, o Sr. Cvprianno Luiz da
lar, aterro da Boa-Vista, a Sr. Joao Ferreira da
Luz, na padaria do Sr. Botris, dirio qoem d.i com
4^0,1,.^m6SoT.S,erreaS,,Ua,,laS "e H**
O Sr. a quem o jarriim publico emprestou 1901
sem intere.se algum, e ja se lem pedido o pagamen-
to por duas veies, baja rie mandar pagar anes que
este negocio va a mais clareza.
Na ra da Soledade n. 70, aluga-se um cozi-
nlieiro, copeiro, boleeiro, etc., (para servico de casa
estrangeira.
Continua-sc a dar a juros razoaveis por penho-
res, qoantias de ."iOS a 400BOOO : na ra eslreila do
Kosario n. J, e das Cacadas n. 10, no segando an-
dar.
Precisa-se de um feilor que saiba tratar de
jardn., e que seja portuguez : tratar na ra da
Cruz do Kecife n. 1:1, primeiro andar.
Jos Antonio Moreira ias & C, i'a-
zem sciente ao respeitavel publico, que
leem o sen escriptorio na ra das Laran-
geirat n. I \.
Perdeu se no domingo K do correte, de ma-
drugada, desde a ra Dirtitl ale a fabrica do sabo.
urna pulceira de ouro, formando seis coraees com
esmalte azul : quem a adiar, quereudo resti'tuir, di-
rija-se a ra Direita n. 12'., padaria, quesera recom-
pensado.
QaM precisar de urna mulhcr de meia idade
pira ama de urna casa de pouca familia, a qual co-
zinha c engomma, ludo com pcrfeiClo, diriia-se a
ra da Florentina, cata do Ilrangel.
Aluga-sea loja do sobrado novo na ra Velha,
com os couimodos precisos para um grande armazem
ou ootro qualquer eslabeleeimenlo : quem a preten-
der dinja-se a praia do Caldeireiro, em casa do ci-
rurgiao Miguel Felicio da Silva, que achara com
qoem tratar.
Precisa-se alugar duas prelas que sejam boas
qoilandeiras : quem as liver diriia-se as Cinco Pon-
las n. ,i.
Precisas de um pequeo de 14 a IGannos,
que saiba ler, escrever, a que se queira dedicar a
pharmacia : no paleo da Sania Croz n. 8.
_ Precisa-se alugar para urna casa estrangeira,
urna prela que tenha bons eostumes e saiba engom-
mar bem : a tratar na ra da Cruz n. t.
Precisa-se de um caixeiro liel para armazem de
mantimenlos, que de flanea de sua conducta ; da-te
informa roes na ra da Crol n. id, primeiro andar.
Precisa-so de urna ama para casa de pouca fa-
milia : quem pretender diija-se a ra das Cruzcs
n. 10.
$
Nesla Inja encontra-se um completo sor- 9
S? lmenlo de fazendas de (odas as qualidades 3
9 e as nlil', "10l|erI"'s, como sejam : sedases- h
;-T^ cossezas as mais lindas que tem vindo nes- V
9 le mercado, tanto em qualidades como em
-,,, gustos de padrnes, pelo baratissimo preco :'_i
ate de IsOOO o covado ; la.de quadros adamas- ,-;
g cados, a 660 o covado ; eambraia frauceza 9
IB a i<) o covado, para acabar; dita prela iS
: 5 com pintas brancas, a NO covado ; cor- fg
_., les de cassa de tir, muito lina fazenda a 5,
;; SOO ; eambraia eseosseza a 80 o covado ; 9
t botona bonita fazenda, para acabar, a :l0 o S
;-: covado ; chitas finas escuras para casa, '"
y.' de modernos nadroes, a OOo ovado : ma- "g
i.- dapola.i de jarda, a SS300 ; chales dme- 9
?' ri estampados de ricos desenhos. a 7 gK
-te cada um ; ditos linos de lisira, a 6$5d0 ; ^
w mantas de blond pretas e brancas, as me- V?
'.i lliures que lem havido, romeiras de re- $
ff Iroz, los pretos de seda, merm setim *&
fg. para palito, a 1!}00 o covado. brins W
B ga mesrlaila a 6W o covado; assim como A
gk oatras nimias aiendas que se vendem mais ,:.
g barato .lo que em outra qaalqoer parle, a Vi?
y; dinheiro i vista. ''-
sai:?De 9 @@-3
Vende-se a casa terrea n. 67 na na Velha da
Boa-\ isla : a tratar com o Sr. Joao da Cunha Keis,
na sua coedeira.
Trastes
Vende-se duzia e meia de cadeira9 de oleo, 1 par
de consolos, 1 sof e I mesa de meio de sala, tado
em simetra, e por preco commodo : na ra da gen.
zal Velha n. !)*'.
!*?*
pira una sala.
Na ra do Crespo loja amarella
n. \, de Antonio Francisco
Pereira.
Chegaram ltimamente de Paria o se-
guinte :
Casacas de panno lino forradas de seda
t}| o mellior quo de possivel, a JOotKlO cada
._ um.
"j* Palitos de panno lino preto e de cores
f" com gola de velludo, a OjOOO cada um.
Olios de pumo mesclado lodos saceos, ."'i
a-OOOcada um. W
Ditos de alpaca prela, a 10f 1531000 ca- O
fyf da um. a
A DiOje de bramante branco e pardo de pu- ~
gg ro lindo, a ."ijOOO cada um.
7 Ditos do metim de cores fisas, a IJ-iOO
@ 'iASol'rec'"acas dc Pan" r""> prelo. a
9

9
8&
-"-
m
ir
O
9
if
309000.
l"5
W Colletoi de seda de setim,preto c de cores, t3
J a J50IKI caria um. gk
.-. Sobre-ludo e capas de panno lino preto e '/'.
W de cores, a 301)000 cada urna. W
.- Palitos de seda de crese pretos. a l3 ;
'J cada um. j'.i
[1i Sobrecasacas de seda crep todos pretos, 2
W a 239000 esda urna. H
.i
cada urna.
E outras muitas fazendas' de superior
& qoalidade, tanto de lioho como de seda. &
w \endem-sopor menos do que outra qpal- ^f
Queijos do Se-
rid.
ChegoO nova remessa de queijos na ra eslreila do
Rosario ti. II, deposito das bichas de Hamburgo.
Veude-sc millio a 3)000 a sacca : no caes da
alfandega, armazem de J. J. y. de Mello.
e (uiaiijuer porcao
61 sem leilio: (iiiem
Com|)ra-se toda
de prata velha de
liver para vender, dirija-se a rita do'Col-
legion. I, agencia de leiloes.
Compram-se para urna encommenda escravos
de ambos os setos : na ra da Cadeia do Reefe, ar-
mazem n. 36, ou na ra do Oueimado u, S. seiuu-
do andar.
~Nara de Apollo n. 1 A, primeiro andar da
caa do Sr. Ilelphiuo, eompra-se uns escrava moca,
de boa conducta, e que cuienda de cozinli. e en-
gommado, paga-se bem.
Compram-se laminadores em bom estado :
quem os liver e qui/.cr vender annunrie.
Compra-s urna casa terrea em bom estado,
ESJE1 qU'r rU" d'5 f8e''. 1 *eja para
1..XW8, punco mais ou menos : quem liver aununcie
para ser tratada a compra.
SatdaS.
* adamascada, a 100 rs. cada covado"
:.r Ditas dc cores e matizadas, a 700 rs. ca- '
i.? da c?Vi,do e 600 rs. de urna s cor.
Sh .Rcos Pelllesne tartaruga para senhora, K
'> a 19, 169 OjOOO rs. cada um. W
;.,? Camhraia de Organd) de gostos moder- O
:\y noso desenhos novos, a N00 rs. cada cu- ''
lt' vado. -i?1
-,3 Rica, liras bordadas e enlrc-meios bor- V?
m dados a agulha, todas de eambraia de li- :'\
_-3 nho, a a e 5.51)00 rs. cada lira. ;::
W Seda folar de quadros escossezes. a NOO W
,,} rs. cada covado.
''i Manguitos de eambraia bordada a
Jg Iba, a e :WOiNi,-,,], um par.
Ir Saias dc cainhraiela bordada para senlio-
.;g ra, a 30000 cada urna.
:-,, Chales dc casemira da ludia bordados de
velludo com Iraujas de seda, a I35O00 ca
Chogou pelo ultimo navio de Hamburgo, urna
poreo devinho do Kheno verd ideiro.marca : Niers-
teiner, que ptlo eo baratissimo preco de 189000 a
diuia, avista d. boa qualidade se pode rrcommen-
dar aos amantes desle vinho : os compradores po-
dem couvencer-sc antes de comprar.
Uniao
.RIJA DA CRIZ li 40.
J. Praeger avisa ao seus freguezes e ao publico
em geral, que pelo segundo navio ebegado este au-
no de II nnliiiij .. recebeu mais um outro sorliineo-
lo de gneros alimenticios de todas as quaiidades,
consisliudo em
Novos presuntos.
Salames.
Novos (jucijos de na la, dc ptima quali-
dade-
Ditos ditos de Limburgo
Ditos ditos verdes suissos.
Carne de fumo.
Arenque* em sal, em barris de 25 e 30.
Sardinlias iescas ditos em ditos de Hi-
hras .
Arenques furnridos em latas.
Salmaiv dito muito hem conservado.
Fjnjjuirasd-' ligado, de ptima qualidade.
Caviar da Ruma em latas de una c duas
libras.
Beterraba.
Kepollio em liarris dc 17 libras.
Fejao verde cm ditos de 17 ditas.
Vinho do Porto, Od, Slicri \ c Dry-Ma-
deira.
Dito Bordeaux lino e do Klieno, pela ba-
rato preco de I8$000 a duzia.
Bitter.
Extracte de poncb. -
Licor de pimenta de hortela.
Clierry cordeal.
Charutos de Havana.
Palo Brandy.
NA UNIAO, RA DA CRUZ N. 40,
ha para vender cognac de ptima quali-
dade (PaleBrandv), por preco mais ba-
rato do que em qualquer outra parte.
Vende-se urna taberna na Boa-Vista, na roa do
Hospicio n. 1 : na mesma se dir o motivo da venda
lia
llls
en-
be-
Taboado
Suecis
Alcatro de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho ede.Manilha.
ludo limito commodo.
Vende-se organdiz preta a 3-JO o cov.do,
de quadros para vestido a (0I> rs. o covado. pa
de alpaca a 59 : na rua ,1a Cadeia do Kecife n.
loj. de .M uinel I erreira de Se. Na mcsma loja v
de-te um randieirode :l bico, para nuilqiier esta
lecimento.
\ cndein-.se casaesde paves, e lamben, paveas
smenle : quem pretender dirija-se a rua do Crespo
n. 1(>, esqonia.
Vendem-ie eaiaseom vidros para vidra-as
vidros de bocea larga com roldas do mesmo. o maior
sort.menio possivel : e;n chsh de llartholoineu Fran-
cisco de Souza, rua larga do Kosario n. 36.
Loja da pobre/a
.Na rua do Passeio, loja n. >J, vendem-se ricos cir-
ios de calcas escoras imitando a casemira a 1s, ditos
de brini escuros de linho 800 rs., ditos de I. un
raneado branco a 800 rs., diales brancos de cassa a
MO, ditos de laa e seda a 39500, meias prelas p ra
"SSE \m rs- ''" c,,"Peos de b.leia
uZ?,.: los com '""^ ,''*,,,, l,',as Ri i ifc.
-l"i,--ti rs. o covado. corles de cassa chita finos a
-5, ricos corles de eambraia brancos e de co
KMOO, madapoln fino, a peca 35800 e 4X200
Wl muitas fazendas baratas.
- No escriptorio de Domingos Alves Maldeos,
de Apollo n. -23, ha para vender por precos o
os
le cores
e U
M
por precos mio-
No
roa
diros o seguinte .
Kicos e elegantes pianos.
Salitre rehilado em barris.
Salsa parrilha muito superior.
Saceos de muito superior farinha de mandioca.
Cosuisde linli,i para montana.
Cobortero.de algodao muito encorpados.
I oalhas dc lindo para rosto,
llaelilha branca de algodao.
Camisolas de laa.
Algodao trancado da fabrica da Baha
Sement de linhaea.
Hita de moslarda.'
Flor de tilia.
(Jueim.do, loa
>os quatro cantos da roa do
de f.zendas n. 20, vendem-se corles de la'a de qua
dros de superior qualidade. e de muito bom sstei,
rJ2,i'r:K0',:l lymu.dj, o 9500, cortes de casemira preta muillo
O. panno de algodao da trra delloa quali
lina a .V
dade, sendo esta fazenda a mellior que se lem des-
eo Iierlc. para escravos, cassas francezas maitolinas, e
delicadosi padrees, eoutra. muitas fazendas de diva
sa. qualidades, e por precos trio baratos, que so
visl. dcllas s podem admirar.
Attenco.
Fazendas muito baratas!
Na rua de Santa Rila n. .">,
vende-se urna escrava.
primeiro andar.
Vende-se urna das primeiras padarias, sita no
pateo da Santa Cruz n. li, que desmancha 8 arro-
bas de farinha diarias, de que se vende com liados
ou sem elles a vontnde dos compradores : a tratar
na mesmo.
Vende-se urna escrava com bonita figura : n"
rua do Nogoeira u. 3'J.
Damasco largo
de algodao a 720'i'S.
o covado.
Vende-se na rua do (.lueimado n. 21 A, damasco
largo de lidas cores, fazenda propria para ponaos
d. mesa, cobcrlas, assim como para outras muitas
cousas, c do-se amostras com peohor.
Lindos cortes de
vestidos de se-
da a <2 Vendem-se enres de vestidos de seda de cores pe-
lo barato preco de 20?, para acabar.
Sarja prela lavrada muito encorpada, o co-
vado
iir,,-ileii.iple preto liso com 3 palmos de
largara
Cortes de colleles de velludo de cores
Panno preto e de cores Ano, prova de limao,
o covado
Casemira prela selim elstica, o curte
Cortes dc casemira de cores muito 'finos, o
corls
Mantas de bfonde pretas para senhora
-Na rua do Queimado n. 10, em frente do bocea da
t.ongregac,a, passando a botica, a| segunda loja de
fazendas, de Henrique & Sanios.
Corles de lilaziuha de ci
vestidos '
Jilos de eambraia brancos berdado de agulha
.aaziobas escnr.s para vestidos, o covado
etico, de seda de cores grandes
Meias de algodao prelo com pouco loque de
molo, o par
Damasco de pura loe com ti palmos de lar-
gura, o covado
l'anno da Costa
de, o covado
3930a
I900
22(
francez, superior qualida-
I
200
l?:ioo
"00
Cortes da colleles de casemira bordados de or 49000
I )if i._ i., 1 a -*
29300
292OO
1)9000
41000
7.-000
SOOO
njooo
I..-
Vendem-se madapolfles finos e de oulros, conr
um pequeo toque dc avaria, por precos moilo bara-
los: oa rua di Cadeia-Velha u.2t, primeiro andar.
\ ende-sc 1 piano, 1 eadeira de dito, c I tou-
cador de jacarand. muito hom; por prcro muito cm
conla por seu dono se retirar para fra": na loja de
livros do sr. ligueiroa se dir qoem vende os ditos
objectos.
Sedas de quadpi-
nhos miudosa
.1,000 ps. o
covado.
Na rua do (.lueimado n. 21 A, vendem-se sedas
furta-cores de quadrinhns miudos, de lindos gostos,
razando' propria para vestido de senhora e menina |
dao-se as amostras cora penhoi.
Vende-se superior farinha de mandioca a 39
a sacca : oa rua eslreila do Kosario n. 1, taberna do
Aviso
aus eapitaes dc navios.
Ha para vender, na rua
da Cruz n. 26,
gtlifltes objectos.
Urna biijarioa.
Um latino grande e
Do
ja (toles,
latinos.
bolaxos no vos.
polaca grande de
Ditos de fustao de barra cores linas
Uilus de casemira para ca!c,a finos de cores
Ditos de meia casemira escura, cores lisas
com loqoe de mofo
Ditos de brim de linho de cores transado
Bnm de linho trancado lino, cor de gauga,
a vara '
ilo de linho branco trancado entrefino, a
vara
Dito de dito pardo de quadros, lino, o covado
Setim branco de Maco, superior qualidade,
o covado
Dito prelo de Macao muilo lino, o covado
Selim de diversas cores com pouco toque de
mofo, o covado
Chapeos pretos franee/es para menino
Ditos para homem muilo modernos
Algodao americano largo com loque de
avaria, peca
B.m como muilas outras fazendas de goslo
eos muilo baratos : no armazem de fazeudasde (jou
vea & l.elte, na rga do (Jneirnadu n. 27.
19001
59OOO
39OOO
I98OO
19000
(OU
360
ISOC
sjMoc
">0'
39501
79001
2o00tt
por pref
Pia
nos.
\ endem-se pianos verticae inglezes. de elegantes
inodellos e excelleotes vozes, fabricados porumdps
m.iis acreditados autores, premiado na evposicaoile
Londres: no arma/.em de Kostron Kook.r &C011.
panilla, praca do Corpo Santo.
Re 101 ios
coberlos e dcseobcrlos, pequeos e grandes, de
e prata, patente inglez, dc um dos melhores fatj
cantes de Liverpool, viudos pelo uttimu paquete
glez: em casa de Southall Mellor & Companhia,
do Iorros n. 38.
os se-
no vo.
Pocas.
I
US
Dous
Tres
Dous
lima
proa.
Um joa nete.
Um traquete redondo.
Duas vairedoras.
Una vella de estaos.
Una bambinelia de tolda.
(tete pordos.
Tudo por muito barato
preco.
Vende -se, loucas ricas
de metal, imitando a pra-
ta, e outros objectos, tudo
baratissimo : na rua da
I Cruz n. '16.
em
rs. a
, ~ Roo l/AOectcur, Vermfugo iuglez, salsa.de
Bristol, pilulasvegelaes, salsa de Sands : vendem-
sc estes remedios verdadeiros em casa de Bartholo-
meotranciscodeSooza, na rua larga do Rosario
n. 36.
Cobei teres de la lies
nli.S muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina Iqoe
volta para a rua da Cadeia.
Cal vipgem de
Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vendc-se na rua do trapiche n. '.1 e I|, cal v
de Lisboa, nova a 59000 o barril, velha'a 500
arroba, e potassa da Kussia 300 rs. a libra.
Uelogos de patente
nglezesdeoiiro, desabnete edeviclro :
vendom-sc :t prcro ra/.oavel, cm casi dc
AugustoC. dc Alircn, narua la Cadeia
do Recife, armazem n. o.
I.I'VAS de tokcal.
Vendem-se luvas prelas de lorcal, chegadas) lti-
mamente de Lisboa, pelo baratissimo proco de i 9000
o par: na rua do Queimado, loja de miudekas da
boa lama n. 33.
Farinha dc mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jarome I'iroL ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceo gran-
des ; para porees irala-se com Manuel AlveslUuer-
ra, na rua do trapiche o. O.
Attenco
Ki- .1,1,, escuro c muito largo, proprio para roupa
de esemeos ,1 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas dc_muilo bom goslo a 59, al,ni ha,lo adamasca-
do enm 7 palmos de largura a I96OO a vara, loalhas
de panno de linho alcoxoada. e lisas para rcjslo, .s
mais superiores que tem viudo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e outras mua
las fazendas por preco commodo : vendem-se na roa
do i.respo, loja da esquina que volla para a roa da
Cadeia.
Libra
Ditas
11,i/ia- de thesouras para costura
Duiias de dilas mais finas e maiores
Macos de corrillo para vestirio, aluuma cousa
encardidos com 40, SO e O palmos,
Pecas com II) vara de bico eslreito
Caiiinhas com agulhas francezas
Caixas com 1 li nvelos de liubas de marcar
l'ulceiras encarnadas para meninas e senhoras
Paros de meias finas para senhora a 210 e
Miadas de liuhas mnilo linas para bordar 100 o
rozas de botes muito linos d. madreperola
Ditas de ditos muilo linos para calcas
Fivellas dourad.is par. calcas e coltes
Fenlcsdeverdadeiio bfalo"para alizar,a 300 e
Pecas de lila de linho brancas com ti e meia
varas
Caixas com colxeles grossos francezes
Carriteis de liuhas de 00 jardas de muilo boa
qualidade e de lodos os nmeros
Macinhoscom 40 grampas, e de boa qualidade
I ares de suspensurios de bonitos padroe.
I renlas para caudieiro, duzia
I inteiroscareeiroi de porrelania, par
Carteiras de marroquim para al::ibeira
Canelas muito boas de metal o pao30
Canivetes de aparar pennas
Meias brancas e cruas para homem, 160,900 e
I raiiriiilia de laa de caracul e de lodat acores
palmo
Duzia de penles rie cdilre para alizir, bons
lirosas de holes de louca pintados
Pecas de lilas de coz 40 e
Carr.teis de lindas de 100 jardas, autor Ale-
xaudic
Lindas prelas de meadinha muilo boas
Carlas de allinetes d. boa qualidade
Duiia de penles abertos para alar cabello
Meiasde lio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazenda muilo boa 40 e
rvelas de aro com loque.de ferrugem para
calca
llrosasde fivelaspara sapalo
Camiihas envernisaria com palitos de fogo
da velinhas
Caiiinhas de po com palitos de fogo bons
Canas com 50 caisiohas de phospduros para
charulos r
Charateiras de vidro 00 e
Casto*! para bengalas muilo bonitos
Atacadores pretos para casaca
Sapatiuhos de laa para criancas, o par
Camisas dc meia para nanea', de peito
Tr.neelinspara reloain, fazenda boa
Escovinhas para denles
Alem de todas estas miudezas, vendem-se ootrn?
muitissimas, qne. vista de suas boas qualidades e
baratos preco,, causa admiraco aos proprios com-
pradores na rua do Queimado, na bem condecida
loja de lindezas da boa-fama n. 33.
Cal de Lisboa.
Vende-se orna porcao de barris com cal de Lisboa,
por barato preco, c retall.o a 39 o barril t na roa da
C.dea rio Kecife n. 50.
Vinho do Porto superior.
O bem condecido vinho do Porto superior, em
barris de oilavo ,,., armazem de Barroca A Castro,
rua da Cadeia do Kecife n. i, onde encoiilrarao tam-
l>em regular, em barris de quinto, por prco com-
modo. *
SEMENTES.
Sao chegadas de Lisboa, e acham-se a venda na
ruadat.ru/doKecifcn. (i-2. taberna de Antonio
rrancisco Martin as seguinlessementesde horlali-
ce, coma sejam: ervildastorla, genoveza, e de An-
sola.reijac earrapalo. rolo,pintacilgo, e amarello,
atracerepolhndae allemaa, salsa,tomates gr.ndes,
rananos, rahaneles brancos. ncarnados, nabos ro-
so e branco, senoiras braiicer e amarella, couves
trinclinda, lombarda, Ofoboia, sebola de Selubal,
se^arelha.coenlro de looceira. repolhoe pimpinela,
e ama grande porcao dediflercnles sement, das
mais bonitas dore parajardins.
19100
1^280
1^X)0
19280
>)
560
00
aso
240
300
160
000
KO
10
500
50
60
80
60
40
80
500
600
40
200
40
100
800
300
320
10
n
140
5600
320
560
10
, 0
400
80
40
M
320
500
140
100
59000
19200
6>
800
I9OOO
lOOO
500
31000
33000
SCOtl
13800
500
19000
19200
320
00
500
640
700
gios
Helo,
ezes de pa-
tente,
-
ing
MUTIES
os melhores fabricados em Inglaterra : em easa de
llenry ibson : roa da Cadeia do.Recife n. 52.
AGENCIA
Da fundijo Low-Moor, rua da Senzala-No-
va n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um com-
pleto sorlimeflto de moendas e meias moendas
para en(-;cnho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e eoado de todos os tamanhos para
dito.
A3$500
Vende-secal de LisboaullimamenleclieEada.as-
iim como potassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo hanto n.11. v 4
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
I.eneindos de relroz do todas as cores para pescoco
de senhora e meninas a I3OOO, baralhos de cartas li-
n.ssimas para vollarele a 500 rs., toncas de laa para
senhoras a meninas a 600 rs., luvas de fio da Escocia
nrancase de cores para homem e senhoras a 400,
auu e 000 rs. o par, e.-misas de meia muilo linas a
13, ricas luvas de seda de todas as cores e bordadas
com guarnirle, e borlas a 3o e 33500, ricas aboloa-
"m 0m,aurPe'l metal para colleles e paliio,
a .hhi e tiUO rs.. soperiore meias de seda prelas para
senhora a >.>(M), meias brancas raoilissjmo linas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, finissimas navalhas em
eslojos para barba a 3, ricas caixas para guardar
joias a 800 e 19500, e.nas muito ricas com parti-
mentos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco rie 29500, 39e 39500, papel proprio para
os namor.dosa 40, 60, 80 e 100 rs. a folta, caudiei-
rosamericanos muilo decantes, proprios par. esloa
danles ou mesmo qualquer eslabeleeimenlo pela boa
luzqu. d,loa.>3. travs, de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo barato preco de I, pa.taspara
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
mario dourada e sem ser doureda a 500, 700, 1/ e
19500, escovas moilissimo finas para denles a 500 r.
ricos leques com plumas e espedios e pinturas finis-
simas a -i e :i3, cdaruleiras finas a2, ric.s galdetei-
ras para azeite e vinagre a 29, ricas e finissimas cai-
xas para rape a 23500 e 3-3, pentesde bfalo, fazen-
da muilo superior, para tirar pioldos a 500 rs., ditos
de marfim muilo bous a 400, 500 e 610 rs., resmas
de 0 quadernos de papel de lodas as cores de fnlhas
pequeas a 720, riquisaimos Irasco, com extractos
muilissimo finos a 13200, 13500, 3 e 3500, jarros
de porcellana delicados e de moderaos gostos, com
A boa fama
VENDE BARATO.
T" t^' bC d ,aDa B"I,'OT 9"
Hilas moilissimo fina sem serdelanca
Oculos de armado de ac com grado'acoe.
Luneta com ai macao dourada
Dit.s com arma,.,10 de larlaroga
Ditas com armario de bfalo
Dita, de 2 vidros com armacSo de tarUruna
Toucadores de Jacaranda com bons e.peJho.
Ditos sem ser de Jacaranda I9500
Meias prelas compridas de Inia
Bengalas di junco com bonitos easloes
Kicos chicotes para cavallos erandes e oe-
quenos a 800 ra. o *^
G-ravata. de seda de todas as core, a 19 e
Atacadores de cornalina para caiaea
Suspeniorios finos de borracha a 400, 500 o
rente muilo finos para soissa.
trovas muilo fins para cabello
J-apachos piulados compridos
(Jad\^nn0Lsrti.,nosde1InadrePero,i' P camisa 1*5
Ao lio. 5 *pel Pi,aDe" nu'lo lino i
Boinlos saplnno, de g,^,^ (
U la finissimas para cholla Ditas dilas para roupa lTnSv ^"M
Papel de II. ho prap. o l e- "R
Pincel, finos paraTrha Car,u"os- """ W
Lapis Sniss.mos para riscar, a duzia
Duzia de facas e garfos finos -
Ditas de facas e garios de balanCo muilo fin, SX?
Dilo. ditas mu.tissimo finas, cabo de marfim 15wS
Caivetes de aparar penoas muito linos ""22
2ZEZPSXS+nos 0oalro Ca1".io d2
Teot/da boa'c.fama "' ^'""^ da"Ja ^
Salitre superior.
iechaiismo pial mi-
no.
MIEIRO AVH) W.BOWMAN ffA
?AIUZ BKLM' *AS^D0 0J-
ber : moendas e meias^o'enda.' di Tttjj'T
conslrncao ; taixas de ferro fundido eballd
superior qualidade e de lodosos i.m.n, 'J*6
dentarias para agua ouTnim.e/, dV tcX ,7nront'
coes ; crivo, e bocca.de forn |,ae nSZJmSS'SZ.
eiro, aguilhoes, bromes, parafu.os .?',!. b"
nhos de mandioca, etc. fe"^ eavillioo, rooi-
NA MESMA FUNDICAO
le execnlam lodas as encommenda. ron, ^
saMsae con,a *wlw:
POTASSA E CAL TIRGEI.
jxo amigo ej bem conhecido deposito da rua da
Cadeu do Rectfe, escriptorio n. 12, ha para ven-
der mu superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem dc Lisboa em pedra, tudo
a precos nm.lo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores salisfeitos.
Navftlhasa contento.
Conlinua-se vender a 88000 o par (preco fiol a
MI fabricante que ha sido premiaoo em diversa* Z
d,IZ n :/,noeln-S(' n, a condic., de nao ag'l
dando poder o comprador devolve-lis ale 30 dits
depois da compra, restiloindo-se a importancia em
atar*1'c-de ALreD-'"'s^ssi"
XAROPE
DO
BOSQUE
l-oi tran.rerido o deposito deste jarope para bo-
bea de Jusc da Cruz Santos, na rua No
- ova u. '53.
meias :i&000. sendo falso todo
qoe fr vendido ueste deposito" po
59500, e
garrafal
aquello
que se f.z o prsenle aviso."
IMPORTARTE PARA 0 PLBLICO.
lara cura de phtvsica em lodos
pulmonares.
-Em casa de Henry Brunn & C, rua da Cruz
n. 10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs parajardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Moendas superiores.
Na und.<;ao de C Starr&C, en San-
to Amaro, acha-se para vender moenda
de carina lodas de ferro, de um modelo e
construceao muito superiores.
lia n ha franeeza muito fina ad?, frascos com essencia
de rosa a 3-20, paos dc pomada franeeza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e grandes da verdadeira
agua de Colonia de l'iver a 480 e 1?, sabonetes finos
e de diversas qa.lidades, pos para denles o maisfino
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar o denles, e outras muilas perfumaras
ludo de muito goslo e que se vendem barato, tesouras
mnilissimo linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costaras, trancas de serias de
bonitos padroes e diversasWarguras e cores, ricas lilas
de seda lisas e lavradas de lodas as larguras e cores
blcos de linho linissimos de lindo padroes e todas as
larguras, ricas franjas de algodao brancas e de cores
proprias para cortinados, e outra mnitissimas cousas
que tudo se vende por lio barato preco, que aos pro-
prios compradores causa admiraeao: ua rua do Ouei-
mado, ua bem condecida loja de miudezas da boa
lama D. 33,
TAIXAS PARA ENGENHO;
Na fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chnfariz, contina ha-
ver um complet sortimento de taixes de ferro fun-
dido c batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-e a venda, por pre?o commodo o com
promptidao: cuibarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se cm casa de S. P. Johnslon & C.
rua da Senzala-Nova n. 12, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de monlaria, candieiros e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munjo, arreios para car-
io, lonas inglezas.
l'm completo sortimento de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peililhns
romeiras, cannss, caiiinhas e pelerinas ; tamben)
tem um completo sortimento de ricas llores, enfeile
p.ra cabeca, filas e os verdadeiros e modernos bicos
de linho : na roa da Cadeia-Velha n. 24, primeiro
indar.
- No da -2 do correnle a noite. ausentoo-se da
rasa de seo senhor a escrava Genuveva, croola, d*
Sanos de idade, alta e boa ligora, tem urna da
mao.i com pequeas pintas pareceudo foveira, e na
espadn direita algn. ,ign.es amigos de anco, lo-
vou vellido de chita escuro e panno da Costa novo
com lisira. brise e enc.rn.d.s goaroecido de
franja ; ella he natural das immediacoei de Igoaras-
c' m'n 1" Wve foi e,"ava- <*" i-e do|Sr.
Come, f.lho do Sr. Cosme Joaquim ; roga-se pois
as autoridades potkiae, e eapitaes de esmpo a aire-
henvao eleva-la roa de Apollo n. 1 A, primeiro
andar que generosamente se gratificirii.
And. fogida a negra Vicloria, de oaeao Mos-
sambique, en. um. .arnlba do alto da testa a pona
alrapalhada, anda co.o orna Irooi. de roupa 6 cabe-
ra, ten. sidoivi.li na Capunga o Mangninho : quern
a apprehender, leve a seo senhor Arantes, ni Ca-
P'inga, ou na pr.ra da Independencia, loja de cal-
cado n. l.l e 1 j do Arantes.
. GRATIFICACAO".
l-ugioasShoras da. noile, no da 3 do correnle.
a escrava cabra escura, de nome Anloni, com os sig-
uaessegnnites: id-de de->0 aD0J ^m mai. ou
menos, sarda, com os babello. corlados rente, tem
um pequeo def.Ho em urna da. menina, do
olio, altura regular, lem as pern.s diversa, feri-
da pequeas, quasi juntas aos lornozello, mais
para cima ccalrize., de bem fallante, levon veslioo
le edita rosa, esta eserav. foi arrematada em ei-
l.en a0"."?r '*" e P"'" a um homem
\VMu- pr^aJconsla -n.isquetem om. fi-
Ihanacidade de Olmda ; quem apegar leve-a a
praca ria ludenendenci. n. 24 a 30. loj- do Maia
cbapeleiro. que sera generosamente recoropemado.
No dia 7 de abril do correle anno desappare-
eeu a seu senhor Jos Bandeira de lanas, morador
na Barr do K.o-Iormoso, o ocravo Roque, di cor
cabra, de 18 annos de idade, estatura bai.a, corpo
regular, pernas um pouco arqueadas, ps largos, de-
rio curtos.cabellos um pouco corridos.denles perfei-
tos, sem barba, e com alguus cabellos um peilos ;
presume-seque dito escravo intitulado forro, seabri-
gasse na companhia rie pessoa, que de boa t o acei-
(oii cm qualidade de trabalhador: sendo aralm, pede
o senhor delle, a quem quer que o possa ter, o obse-
quio rie fa/e-lo prender e remeller, qoe satisfar
promplamenle as despezas : aos cpiiaes de campo e
pessoas do povo reeommenria ua captura, o prnmet-
te paga generosa por sua entrega, tamben) recom-
pensa a quem der noticia certa. Confia das autorida-
des policiacs toda a vigilancia, mrmenle intilolan-
do-seelle forro,'o que ii.rallivelmenle praticari.
Contina andar fogida a puta Mermeii, crl-
ouia, idade de 28 i .'(0 anoos, pooco mais ou menos
com os sigoaes seguinles : falta de denle, na frente ,
una d>s orelhas rasgada proveniente dos brincos :
quem a pegar leve-a a rua do Broro, armazem de
assueai n. 12, qoe ser bem gratificado.
Iii.ii, oo dia .". pelas 8 doras do dia o negro
Jos, de nacHo Costa, o qual lem os sigues seguin-
les : dastante alto e muilo beicudo, no rosto tem
laidos proprios da narao delle, grns*o do corpo, pos
meio trono levoo calca c omisa de algodao da
Ierra : quem o apprthender oo snnber aonde eslrja
orcollo, dirija-se a casa rie eu senhor o l)r. Ignacio
Nery da t'onseca, na roa Direita, que ser gratifi-
cado.
PEKN.TYP. DB M. F: DB PARIA. 1856

1
-
I

ILEGIVEL


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