Diario de Pernambuco

." i* <.. '?,<&- ;, Mursulmas ou brilhantiuas toda branca ;'\
^,' adamascada, a 00 rs. cada covado. '.''.,
V Ditas de cores e matizadas, a 700 rs. ca- f-.-*
'l da covado e MO rs. de orna s cor. $3
,'"' Kicus peutes iic tartaruga para senhora,
'y a li?. lllj e OgOOO rs. cada um.
-..; f.ambraia de Organdy de goslos moder-
,-:- uo-o desenhos novos, a 800 rs. cada co-
;:' vado.
%S Ricas liras bordadas e enlrc-meios bor- *
'V tlados a auullia, todas de esmbraia de li-
^ lio, a A) e 59'JOO rs. cada tira.
' Seda fular tle quadrus escussezes, a SOO
\?$ rs. catla ouvedo..
'i Mansuilos de camhraia bordada a agu-
g Iba, .i ; e ll^lOOcada um par.
V;r Saias tic camhraiela bordada para senlio-
t ra, a 'loOOO cada urna.
."% Chales de casemira da Iodia bordadus de
'i.? velludo com fraujas de seda, a lllgOOO ca-
da um.
E outras muilas fazendas de linho c seda.

0
a
. ,5
si?
I. Vendem-se ua rua do Crespo, loja am-
'.;; relia n. i, de Antonio Francisco Pereira.
Queijos
do Se-
rid.
(HALESDE MERIWPRETO.
Chales de meriun de cores bordados a seda 11
Dilos de dilo trancado, lino, de cor, com
um pequeo defeilu na franja de seda 43500
Corles tle vestidos de sedo com loque de mofo iSOOO
Sedas de quadros de luidos padres, o covado 18000
Corles de frondelina de seda
Corles de camhraia de seda
Lita de quadrus de lindo goslo, o covado
Cassas fraucezss de cores finas, o covado
Chitas tronco/.i- de cures, n covado
Itiscados francezes cun 5 palmus de largu-
ra, o covado
Alpaca prela lina milito larga, o covado
Palitos prelos de alpaca lina
Corles de rasemira preta lina
Ditos de dita de cores
Lencos dt seda de cr, grandes
Ditos de dila de dila para grvala
Kuslties decores linos uara collele
Camisolas e meias de lia.
Pelos para camisa de cor e brancos
Collarinhos brancos feitos
MadapolDo liuu de jarda, a poca t
Cobertores de algojo
t.halv de quadros de lindas core, o eovado
Sarja prela hespaiihola, o covado
Chapeos de sol tle seda para senhora e menina -J-.Simi
Cobertores de laa grandes hespauhues 3s00t)
Camisas francezas brancas e de cor -_-'i.m
Komeiras de relruz de muilo gosto lOfOOO
Em frente do becco ta Cousregaco, passando a bo-
tica a segunda loja de fazendas.
1-teuOO
TjsOOO
TOO
240
2H0
310
Mili
43500
13.500
!>(HI
19600
600
SOO
400
S40
3500
750
000
2t000
ESTRADA DE FERRO
do Hdfea S. Francisco.
Os directores da companhia da estrada
de ferro do Recite ao San-Francisco, lem
leito a chamada da segunda prestacao de
duas libras esterlinas sobre cada accao na
dita compaoliia, a quai deve ser tugaate
o dia Cdejulliode ISii: ro Rio de Ja-
neiro, em casa dos Sis. Mana' Me. Gre-
gOT A C,; na bahia, em casa dos Sis. S.
Uavenport& C, e cm l'eruambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista
pie nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
'


4i?
COMPANHIA DE BEBSRIBE.:i|)OStO eptk-^SrSSi:jSt:Z%^SSS?sS
OSr. cai\a da Companhia deBeberibel lodo caso lera de |Kigar juros pelotcmpo '-^ dapolodejarda.a 2^300; chai
acha-sj atttorisado pela tissemblea geral I
dos Srs. accionistas da mesma companhia, I
a pagar o 10'- dividendo, na razao de
S'OO poracr/to. Kecife "> de junho de,
1856.-O secretario, Lui/. da Costa Por-
tocarretro.
Precisa-te de uina ama para o servico interno
de urna casa de punca familia ; cuufrunle aouilau
du Curpo Sauto, loja de calsado II, 29.
I'reci*a-se alujar urna ama para o servico in-
terno c externo de urna casa do pequea familia,
da-se, sondo livre, SJ por mez, e escrava l3, pro-
mellen,!,,-.,. ,.,!,., disto bom tratamento : dirija-se
ao largo de S. Pedro, sobrado de um andar n. 3.
Eugenio Didicr & C. parlicipam que, as duas
leltras de llOOjsOO e 315*7:20 vencendo aos :ll de
ouluhro prximo, sacarles por elles, e aceitas por
Anlonin Lopes Pereira Mello, lendo-oe desencami-
nhadn, ninznem faca negorin rom as ditas letlras,
qoe licam de nullo valor e em elidi nenlium.
IlOsS
argo i
riciij
o lieos
J. I1. \ oit'lej avisa ao respe.Unc pololeo, qio
liu ion o son iteposiln te pianos do primi'iro andar i
rua Nova u II, para o arroatem n. '27 da mcsnni
ma, esquina iU rua da (laiuboa do Carino, onde i i
enconlram o mus ricos e os niflhores pianos al
acn nppaiccido^ nesla praca, sondo elles foi.03 so
ineulo por cneoinmonda, e polos mais acreditados fa
bieanh's como de Kaclials. Trainnami, Ilainliiirgo
NV. Sassonliolf de .tremen, <> oolro* milites fahr
les da ^Luropa ; os quaes so venden, por mo
preeos c garantidos. O eslabelocimonlu talar abcrld
ato asS horas da noile para a commodidade das fa-
milias ele., que quizerem ver e experimentaros ins-
Iruinentos.
Precta-ce do o.liciaes de chapeleiro:
na rua Nova, loja n. 44.
r- Prpcisa-sp de ana ama de leile forra ou es-
crava ; na roa Nova o. 23 primeiro.indar, sobrade
qtrttaz quina para a Camboa do Carmo.
MUTILS

ILEGI
I icio tempo
ijuc ilecorror cutre o dia indicado para o
pagamentoe a sua realisarao. Itecife I h
de maio ile ISli.Por oidein dos direc-
tores.S. P. Vercker, thesoureiro.
iustrucca moral e reli-
i i- ss.
Kste compendio de historia sagrada, que fot ap-
provado para nstrucrao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvactioa 19600 rs., passa a ser
vendido a 13U00: na livraria ns. 6 e S, da prafa
da Independencia.
AVISO.
l'dle-se n pessoa que em companhia de oulra foi
comprar um sobrclodo de borracha noaabbade III de
maio as 7 horas da larde, pouco mais on mruos, e
deu em pasamenlo urna muerta de ouro de Ifi ve-
lha, lenha a bondade de ir trocar por outra, Da rua
do Collegio n. \.
Chegu nova remessa de queijos na rua eslreita do
Rosario n. II, deposito das bichas de Damburgo.
Jl Na rua do Crespo loja amarella ^
n. \, de Antonio Francisco @
Pereira. '.[;
Chegaram ullimamcnle de Paria o se- g$
S0'n'e ^
Casacas de panno fino forradas de seda *;'
-;S o melhor que he possivel, a 305000 cada
A um. g,
"jj Palils de panno fino prelo e de core w
Q com gula de velludo, a OoOOtl cada om. $3?
|S& Ditos de panno mesclado lodos saceos, --A-
S a aOVOOO cada um. ^
W Ditos de alpaca prela, a 108e 15*000 ca- W
9 da.,,,n- m
Ditos de bramante branco e pardo de pu- m
ro linho, a j?()00 cada om. ^
Dilos de melim de cores lisas, a 4500 ."
Sohrec.isacas de panno tino prelo, a
aopoo.
Coiletes de sc.la de selim,prelo e de cores,
TsOOO cada um.
Sobre-ludo e capas de panno lino prelo e
de cores, a 30)000 cada urna.
I'.iiit..- de seda de cores;e prelo,. a 1)
'^ cada um.
... Sobrecasacas de seda crep todos prelo,
W a 19000 c.da urna.
i E oulras muitas fazendas da superior
_>, qualidade. lano de linho como de seda.
S Vendem-se por menos do que oulra qual-
99 quer parte.
Vende-se a casa terrea n. 117 na rua Velha da
ti i.i- Vi.i, a tratar com o Sr. Joao 4a Cunta Res,
na sua cocheira.
Trastes para urna sala.
Vende-se duzia e meia de cadeiras da oleo, 1 par
de consolos, 1 sof.i c I mesa de meio de sala, todo
em simetra, e por prec,o commodo : na rua daSen-
mla Velha u. 96.
| SARTOS COELHO, |
Rua do Queinado
.T* ?esla loja enconlra-se um completo sor- ^y
lmenlo de fazendas de lortas as qualidades $$
.'.i e as mais moderna*, como sejara : sedases- e<&
\ cjssezas as mais linda* que tem viudo oes- S
'y le mercaitu, tanto em qualidades como era yv
-".'- posto de padrn, pelo baralissimo preco fjQ
.'i i IcOOO o covado ; ISide quadros adamas- vtx
Jg ca.l.is, a GtiO o Covado ; camtiraa frauceza *&
'S? aSIO o covado, para acabar; dila preta 5,
:-'j com pinia* brancas, a SO o eovado ; cor- J
' les de csea da cor, muilo lioa fazeuda a ...^
';' aSOOO ; cainliraia cscosseza a S0 o covado ; tv
la, para acabar, a 3i0 o B
para casa, p?^
vado ; ma. W
es de me- i?
lino cslampados de ricos de*cnhos, 7^ ^
rada um ; dilos linos de lisira, a ti?5u0 ; ^
ni,ma- rte uloiid pretas e brancas, as me- -ri?
Ihorcsque lem haviJu, romeiras de re- @
Iroz, Ins prelos rte seda, merino selim vjg
para palito, a IjlK) u cuvado, brini X
v3 iniuilinlios de linho, a 1110 o covado, gn- xi?
.["- ga mcsrladj a 1110 o covado; assim como J
.-'(j outras muilas fazenda que se venden) mais g>,
"..." dinheiro vala. *.."
Vendc-sc familia do reino a 12t< rs. a libra :
defronle d,i malriz da Uoa-Visla u. 88.
Vendem-se velas de carnauba bem acabada*,
sapalos e esleirs, chegados recentemenle do Araca-
t>, por menos do que em oulra qualquer parle : na
rua da Cruz n. 34, primeiro andar.
VELAS DE CARNAUBA.
Na rua da Cadeia do Itecife n. 57, escriplorio de
Joio Fernauoes Prenle Vianna, vendem-se velas de
carn cuba por preco moli commodo, ltimamente
chegadas do Aracatv.
O
y
EL


OI1RI0 E FIIUMB:C0 SiGONIA FURA 9 II JUNHO DI 1856
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
PILULAS HOLLOWAY.
tile inesUmavelespecifico, composlo inteiramsn-
le de hervasniedicinaes.nao conteiumercorio.nem
alguna outn labstiacii deleclerca. Brnicnio a
mais teora infancia, e a compleicao mais delicada
he igualmente proroplo e seguro para desarraigar o
mal na compleicao mais robusta ; he uteiraruenle
innocente ero soas operares e effeilus : pois busca
e remore as doenc,as de qualquer especie e grao,
por mais antigs e leases que sejam.
Entre milhares de pessoss curadas com esle re-
medio, muilas que ja eslavam as porlaa da morle,
preservando cm sea uso, conseguiram recobrar a
saode e forjas, depois de haver lenlado inulilmen-
le lodoa os oulros remedios.
Asmaisafflrciasnao devem enliegar-sea deses-
peradlo ; facam um competente eusaio dos eflica-
/sefleilosdesia assombrosa medicina, le prestes
recoperaraoo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio para
qualquer das se guiles informidades :
Accideutes epilpticos
Aiporcas.
Acoplas.
Areias .mal d".
Asthma.
Clicas.
Coovulsoes.
Debilidade on exlc-
uuajao.
Debilidade ou Talla de
forjas pura qualquer
ruau.
Uesinteria.
I'or de tari; a uta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no veutre.
Enfermidadesno ligado.
venreas.
Knxaqueca.
Erisipela.
Febres biliosas.
intermitientes.
Febrelo da epecie.
Gola.
Ilemorrhoidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigest.
Iiiflammacots.
I r regular i da des da
menslruacu.
I.ombrigas pecie.
Mal-de-pedra.
Maucbas ua culis.
Obstruccao de ventre.
Phlisica uo cousumpc.ao
pulmonar.
Helenio de outiiu.
Rheumatismo.
Sjmplomas secundarios.
Temores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal.'
Veudem-se eilas pillas no estabelecimenlo geral
de Londres, n.244, Strand. e naloja de lodosos
boticarios, droguistas e outras pestoas encarreea-
das desna renda ero toda a America do Sul, la-
vana e Uespanha.
Veude-se asbocetinhai a8UUrs. Cada urna della
eonlem urna instrucc.3o em portuguez para explicar
o modo de fo usar deslas pillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum phar-
miceolico, na ra da Cruz n. !, em reman-
Barandas e grades.
Um lindo e variado sortimento de modellos para
varanda e gradaras de gosto modernissimo : na
fundido da Aurora, em Santo Amaro,e no deposi-
to da mesnia, na ra do Bruin.
Vendem-se sellins com pertences,
patente inglez e da melhor qualida-
de que tem vindo a esle mercado :
no armazem de Adamson ilowie
A C. i ra do Trapiche n. 42.
*
TAHAS DE FERRO.
Na fundido da Aurora em Santo Amaro,
tarabem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fa
sempre um grande sortimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como estraogeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para cir
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
proc,os sao os mais commodos.
ARADOS DE FERRO.
Na fundico de C. Starr & C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior quaiidade.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
liamburgo: na ra da Cadeia armazem n, 8,
Em casa de Henry Brunn & C, na ra da
Gnu n. 10, ha para vender um grande sortimen-
to de ouro do melhor gosto, assim romo relogios
de ouro patente.
Vende-se superior farinha de mandioca a 38
-acca: na; ra eslreila do Rosario n. I, taberna do
Poras.
Em cusa de BabeSchmettaud C, ra
da Cadeia n. .77, vende-st* :
Um pande sortimento de vidros de es-
peflio.
Relogios linos de [latente ingle/..
Cotilos de lustre, marca castello.
Couros de grasa.
Ervilhak seccas cm garra loes.
Vinho do Rheno superior,
Tildo por proco commodo.
Vende-se salitre refinado da melhor
(rualidadequeha no mercado, a I0000
a arrolla : no escriptorio da ra das La-
rangeiras n. 1 i.
Vende-se umcabriolel descoherlo, em perfeilo
eslado, e com excellenles molts, por preco commo-
do : a tratar na ra do Amorim n. 50, primeiro an-
dar.
H Na ra das Cruzes n. *, vendem-se duas mu-
alas mojas com habilidades, um mulalinho de 1
anuos, una preta da ('.osla, bonita figura, com mul-
to leite para criar, e sein (ilho, urna prcla de nac.io,
de meia idade, ptima figura, cuma criouladelK
annos com habilidades, e de bonita figura.
\ endem-se 2 escravos de bouilas figuras, que
representan] ter 110 a 35 auno, bous remadores, e
proprios para servico de engeiiho : a tialar na ira-
vessa da Madre de Dos n. 18, das i i. 8 horas da
Mana.
Vende-se a taberna do pateo do l'arai/.o n. 18,
bem afreguezada para a Ierra, muilo propria para
principiante.
Vendem-se I lindas mulaliuha* por preco com-
modo : na ra do Collegio n. I, tereciro audar.
Vende-se nma escrava rrionla do servido de
campo, e lamt>em salte coziuhar o diario do urna ca-
sa e lavar roupa : para ver, na ra Bella, casa n. 35
Vende-se cali: de primara <|ualida-
de vindo do Rio de Janeiro, e por mdi-
co prero : no l'asseio Publico toja n. 11.
Vende-se t piano, I cadeira de dilo, e 1 lou-
eador de Jacaranda muilo bom, por preco moilo ero
foiita por seu dono se retirar para fura : na loja de
livros do Sr. Figueiroa se dir quem vende os ditos
objeclos.
Sedas de quadri-
nlos iniudos a
1,000 ps. o
covado.
Na ra do (.lueimado n. 21 A, veudem-se sedas
furia-cores de quadrinhos liudos, de lindos goslos,
Cazan da propria para vestido de senhora e meniua ;
do^e as amostras cora penhoi.
55? Metal amarelio para forro. S&
fift Cabos da Russia c de Manilha. %
Lonas, briuzao e hrim de vela. @
Pixeda Suecia.
9 Cemento amai ello.
S$ Vinhode Champagne e do Rheno.
@ Agurdente de Franca.
@ Pianos de armario de modelos no-
m vos.
Armamento de lodas as qualida-
1 des.
$5 Alyaiadeno em p, oca e tintas
em oleo.
Pedias de inarmoic para mesas c
consol*.
3 Panel de peso ingle/..
0 Chicotes para carros.
g Ferro embarra, verguuhae chapa.
@ Couros de lustre. jfe
J Vendem-se no armazem de C. J. @
$ Astlev &C. sg
;>o.
i h-
i
m
Relog-os.
Vendem-se relogios sttissos de lodas as
quididades, tanto de ouro como de prata,
dito galvanisados e Coleados: na ra da
Cadeia do Recife n. 18: na mestna casa
ha tambem meios chroiioinetros e relor
gios pan senhora de ptimo gosto.
Charutos da Ha vana.
NA I.'NIAO. RIA DA CRUZ N. O,
ha para vender urna porreo de charutos dt llava-
na ja conhecidos, chegados ultiinaineule, que se
vendem por prero razoavel.
Vinho do iilieno.
NA UNTAO, RA DA CRUZ N. *0.
Chegou pelo ultimo navio de Jlamburuo, urna
l'iirc.i i devmho doHheno verdideiro.marca : Niers-
teiuer, que ptlo eu haratissimo pre^o de I8SO0O a
duzia, avista da boa qoalidade se pode recomraen-
dar aos amantes desle viuho : os compradores po-
dem couvencer-se antes decompiar.
Uniao
RIV U CRUZ N. 40.
J. Praeger ai i,a ao seus freguezes e ao publico
em geral, que pelo segundo navio (bagado este au-
no do liamburgo, rerebcQ mais um oulro sorliinen-
lo de gneros alimenticios de todas as quaiidades,
consislindo em
Novos pre/.unlos.
Salames.
Novos (]ueijos de nata, de ptima quaii-
dade-
Ditos ditos de Limburgo
Ditos ditos verdes suissos.
Carne de fumo.
Arenques em sal, em barris de 25 i
Sardinhas liescas ditos em ditos de
bras .
Arenques fumarados em latas.
Salmao dito muito bem conservado.
Linguiras di ligado, de ptima quaiidade.
Caviar da Russia em latas de tima e ditas
libras.
Beterraba.
Repolho em barris de 17 libras.
Feijao verde em ditos de 17 ditas.
Vinho do Porlo, Od, Sherry e Dry-Ma-
deira.
Dito Bordeau\ lino e do Rheno, |>elo ba-
rato preco de 18s000 a duzia.
Bitter.
Extracte de ponch.
Licor de pimenta de hortelaa.
Cheri v cordeal.
Charutos de Ha vana.
Pal Brandy.
NA UNIAO, RIJA DA CRUZ N. 40,
ha para vender cognac de ptima quaii-
dade (Pal Brandy), por preco mais ba-
rato do que em qualquer outra parte.
Vende-se urna taberna na lloa-Visla.na ra do
Hospicio n. 1 : na mesraa se dir o motivo da venda.
Na ra de Sania Rila n. .>, primeiro andar,
veude-se nma escrava.
Veodem-se 3 etcelleutes vaccas de leile muilo
graudes, e de bezerros pequeos; ao comprador se
dir a razao por que se vendem: na estrada de Joito
de Barros, primeiro sobrado passando o becco do Boi,
se achara com quem tratar.
Vende-se urna das primeiras padarias sila no
palco da Santa Cruz n. (i, que desmancha -J8 arro-
bas de farinha diarias, de que se vende com liados
ousemelles a vonlade dos compradores: a tratar
na mesmo.
Vende-se um moleque pec, linda, He 10 a ti
annoi, bem como um mulalinho de 10 a II anuos ;
a tratar com Francisco Custodio de Sampaio, na ra
da Cadeia do Kecife n. ti loja de lerrageui.
Vende-se urna eseravA com bonita figura : na
i ra do Nogueira n. 39.
Vende-se nma escrava com M) annos de idade:
na ra estreitadwKosario n. 15.
Cachen"na ada-
mascada de lindas cores
a 600 rs. o covado.
Vende-ce na loja n. '21 A da ra do Queiinado, es-
la I a/- ma, a qual he ptima para forrar carros, col-
xas, e para pannos de mes, e assim como para ou-
tras muilas cousas, e dilo-se amostras.
Damasco largo
de algodo a 720
o
a*
covado.
rs.
\ende-sc na ra do Oneimado n. 21 A, damasco
largo de lindas cores, Telenda propria para pauuos
dt mesa, roberas, assim como para outras muilas
cousas, e dan-se amoslras com penhor.
Lindos cortes de
vestidos de se-
da a <20S000.
2?:MM)
"tdo
3U0
ii-HM)
7*XK)
."000
91000
\ emlr-m-se ctum de veslidos de seda de cores pe-
lo barato preco de -JUs, para acabar.
Sarja prcla lavrada muito encorpada, o co-
vado
(Jrosdenaplc prelo liso com :i palmos de
largara
Cortes de collelea Panno prelo e de coies lioo, prova de limao,
o covado
Casemira preta aelim elstica, o corle
Corles de casemira de cores moilo .linos, o
crls
Mantas de Inunde pelas para senhora
Na ra do (Jueimado n. 40, em frente to becco da
(.onsregarao, pastando a bolica, a| segunda loja de
fazendas, de Itenrique ii Santos.
A viso
aos capitaes de navios.
Ha para vender, na ra
da Cruz n. 26, os se-
iuintesobjectos.
Uina bujarromi.
Um latino grande e novo.
Dous cutellos.
Dous jfaftofes.
Fres latinos.
Dous bolaxos novos.
Urna polaca grande de
proa.
Um joanete.
Um traquete redondo.
Duas varredoras.
Un 11 ve Ha de estaos.
Urna bainbinella de tolda.
"efe pordos.
Tuno por muito barato
prego.
Vende-se loucas ricas
de metal, imitando a pra-
ta, e oulros objectos, tildo
baratisfeimd : .ua ra da
Cruz n. 'i.
CAHNE 1)0 SERTAU*.
Vende-se na ra estrella do Rosario u. Iti, e quei-
jos do reino a l?800.
fia taberna da ra das Crozas n. 22, vendelm-
so as fazendas seguiutes : manteiga ingleza boa a
KOOrs., dila l'ranreza a lili), familia de aramia a
280, gomma do Marauliflo a HO, arroz do Mara-
uhao bom a 140 a libra, cafe a 200 rs., feijao mula-
linho a 500rt, a cuia, hanha de poreo a 480, vijiho
branco a 500r. a garrafa, dito (inlo a 500 rs., iXei-
te doce de Lisboa hom a bO, farinha do reino a IDO
a libra.
Aftencao.
Venden) >c loallias c guardanapos de pauno c(e li-
ndo do l'orlo : na loja de S.i Manuel na ra dii Ca-
deia do Recife n. f.
Km osa de M. Calmoit t\ C, praca
Corno Santo, n II, ba para vende
seguinte:
Taboado le pinlio, alcatrao e
Suecia.
Alcatrao de carvio.
Lonas re algodo.
Hilas de I i nlio.
Tintas em latas.
Esponjas de superior quaiidade.
Cabos de linlio e de Manilha.
Tudo muito commodo.
pxe
Vendse organd! prela a 380 o covado, lia
de qu.Klrn- para vcslidn a 600 rs. o covado, pa tos
loja de Manoel I>rreir de S. Na mesma loja len-
de-sc um caudieiro de 3 bicos para qmlquer estabe-
lecimenlo.
Vendem-se catae* de pames, e lambem pabias
smente : quem pretender dirija-sc a ra do Crefcspo
n. It,, esquina.
Vendem-se caixas com vidros para vidraras,
vidros de bocea larga com rolhai ,1o mesmo, o maior
sorlnnenio DOMlvOl : en ca,a de Barlholomeu Fran-
cisco de Souza, rua larga do Rosario n. :tti.
Loja da pobreza
Na rua do l'asseio, loja n. 9, vendem-se ricos cor-
tes de calcas escuras Imitando a casemira a 13, ditos
de unm escuros de liuho a 800 rs., ditos de brim
trancado branco a 800 rs., chales brancos de cassa a
640, ditos de la e seda a llOO, meias prelas para
senhora a 300 rs. o par. chapeos de sol com baleia
a 23240, ditos com juuco a 19600, chitas finas a 180,
aK), 220 rs. o covado. cortes de cassa chita finos a
-?L ricos cirios de cambraia brancos e de cores a
CMKI, roadapohlo fino, a pera :l^jOU 6(43200, e ou-
ras muilas fdoudas baratas.
No escriptorio de llomingos Alves Matheus, na
rua de Apollo u. -1, ha para vender for precos m-
dicos o seaiiMite : *
Ricos e elegautes pianos.
Salitre refinado era barris,
Salsa pardilla muito sig.erior.
Saceos de muilo superior farinha de mandioca.
CoiIqs de linlio para moularia.
t-oberloresde alodao multo encorpados.
loalhas de hubo para rosto.
Baetilha branca de algodao.
Camisolas de taa.
AlgodAo Irancado da fabrica da Babia.
Sement de lnihaja.
Dila de mostarda.
Flor de tilia.
Nos qualro canlos da roa do < luouna I", loja
de fazendas n. 20, vendem-se corles de lia de qua-
dros de superior quaiidade. e de muito bom gosto,
pelo diminuto preco de 2*800 o corle, panno fino
prelo a 2*800, _3#600 e 19000 o covado, dilo azula
19800, 39 e 19500, cortes de casemira preta moilo
Oua a .13, pauno de algodao da trra de boa quaii-
dade, sendo esta fa/.enda a melhor que se lem des-
coberlo para escravos, cassas francezas muito linas, c
delicados padrees, eoulras muilas fazendas de diver-
sas quaiidades, e por precos lao baratos, que s a
vista dcllas se poden] admirar.
Aitenco.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-,
Euiiilin. sila ua casa do Sr. cirorgian Teixeirs, com
muilas freguezias na Capunga, Afflicloso Boa-Vis-
n, alcm da da porta, a qual lem lodos os pertences
1 Irabalhar, o na mesma lem um cavallo para en-
trega ge pao na freguezia .* para tratar, na roa da
Soledadc n. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regarhortas e bai-
1a decapim : na fundirlo de D '* Bowman,
na rua do It ruin ns. 6, 8e 10.
A boa fama
YENDE BARATO.
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120
500
50
80
Fazendas muito
Corles de laazinha de
vestidos
Dos premios ta quarta parte da quarta lotera a beneficio do Gyiiiiiasio Pernmbucafio, extrbida a
de Juulio de 1856.
NS. PREMS.
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65 9 47 19
68 1* 60 43
72 i3 61 4-3
71 81 1-3 3 63 O 18 4a
86 19 65 1-3
93 1600 10 i-3 i-3 13 70 73 77 49 19 48
11 49 79 18
13 i> 81 i-3
15 49 81 19
17 i- 90 48
19 3 3901 18
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35 3 19 13
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12 43 29 13
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68 19 56 13
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3701 i-5 95 4-3
2 19 96 13
1 'O 98 43
6 19 99 43
baratas.
cores escuras para
23500
ilos le cambraia brancos bordados deagulha 4*000
UailOBM escuris para veslidos, o covado 220
Lencos de seda d*> core^ srauden I90OO I
Meias de algodfla prelo com pouco loque de
mofo, o par ^iyo
Damasco de pura |."M com (i palmos de lar-
gura, o covado 13:M)0
Paiiuo da Costa franeez, superior quaiida-
de, o covado 700
Cortes de colleles de casemira bordados de cr 49500
UHos de uslao de barra cores linas 18000
Ditos de casemira para calca finos de cores 58000
Ditos de mcia casemira escura, cores lisas
com loque de mofo 29000
Ditos de brim de linho de cores Irancado 98OO
Brim de liuho trancado fino, cor de ganga,
a vara I3OOO
Dito de linho branco Irancado enlrefino, a
vara (oo
Dito de dito pardo de quadros, lino, o covado 360
Setim branco de Maco, superior quaiidade,
o covado 13500
U1I0 pelo de Maco muito fino, o covado 29500
Selim de diversas cores com pouco toqne da
mofo, o covado 500
Chapeos pretos fraucezes para menino 5-3500
Ditos para homem muito modernos 7-3000
Algodao americano largo com loque de
varia, Peca 25O0O
Hem como militas oulras fazendas de gosto por pre-
cos muito baratos : no armazem de fazeudas da Gou-
veia & l.eile, na rua do Queimado n. 27.
Pianos.
Veudem-se pianos verticaes inglezes, de eleganles
modellos e excellenles vozes, fabricados por um dos
mais acreditados autores, preciado na euposicio de
Londres: no armazem de Ruslron Rooksr&Com-
pauhia, praca do Corpa Sanio.
Vende-te rape'
fresco, a retalho e
Libras de linhasbrancas 11. 50, 60, 70, 80, a
Ditas de dilas ns. 100 e 120
Duzias de lliesonras para costura
Dotias de dilas mais finas e maioras
Maros de ronl.io para vestido, alguma cousa
encardidos com 40, 50 e 60 palmos,
Pecas cum 10 varas de bico estreilo
Caiiinhas com sulhas francezas
Caixas com 16 nvelos de linbas de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas e seuhoras
Pares de meias finas para senhora a 210 o
Miadas de linhas mnilo finas para bordar 100 e
tirozasde botes muilo linos de madreperola
Dilas de ditos muito linos para cairas
Fivellas douradas par calcas e coleles
Pentesdeverdadeiro bofalo para alizar,a 300 e
Pecas de lila de linho brancas com 6 e meia
varas
Caitas com coUeles grossos francezet
Carrileis de linhas de 200jarda de muilo boa
quaiidade e de lodos os nmeros
Macinhos com 10 grampas, e de boa quaiidade
Pares de suspensorios de bonitos padroei
Torcidas para candieiro, duzia
Tinlelros e areeiros de porcelania, par
Carleirasde marroquim para alsibeira
Canelas muilo boas de melal e pao 20 e
Caivetes de aparar pennas
Meias brancas e cruas para homem, 160,200 e
Trancinha de 1,1a de caracol e de todas ascres
pono
Duzia de peiilss de cintre para alizar, lions
(irosas de holoes de louca pintados
Pecas de filas de ciiz 210 e
Carreteis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
landre
Linhas prelas de meadinha moilo boas
Carlas de allineles de boa quaiidade
Duzia de pentes aberlos para alar cabello
Meias de lio Escocia para meoino, brancas e
de cores, l'azenda mnilo boa 240 e
Eivelas de aro com loque.de ferrugem para
calj
(irosas de fivelas parasapatot
Caiiinhas envernisadas com palitos de fogo
de vetinhas
Carnudas de po com palitos de fogobons
Caixas com 50 caiiinhas de phosphoros para
choclos
Charoteiras de vidro 60 e
Casloes para bengalas muilo bonitos
Atacadores prelos para casaca
Sapaliuhos de la para criancas, o par
Camisas de meia para crianzas de peilo
Trancelins para relosio, fazenda boa
Escuvinhas para dentes
Alem de todas estas miudtzas, vendem-se unirs
muitissimas, qoe a vista de suas boas quaiidadese
baratos precos, causa admirado aos proprios com-
pradores na rua do Queimado, na bem couhecida
loja de uiidezas da boa-fama n. 33.
Cal de Lisboa.
Vende-se orna porgao de barris com cal de Lisboa,
por barato preco, e retalho a 33 o barril t na rua da
Cadeia do Recife 11. 50.
Viuho do Porto superior.
O bem conhecido vinho do Pono superior, em
barris de oilavo ; no armazem de Barroca i Castro,
rua dr Cadeia do Reciten. 4, onde encontrarlo tam-
bem regular, em barris de quinto, por preco com-
modo.
SEMENTES.
Silochegadas de Lisboa, e acham-se a venda na
roa da Croz do Recife n. 62, taberna de Antonio
Francisco Marlini as seguinlessemenlesde horlali-
ces, como sejam : ervilhastorla, genoveza, e de An-
=ola, feijao carrapato. roxo, pintacilgo, e amarelio,
alfacerepolhudae alleroaa, salsa,tomates grandes,
rbanos, rabaneles brancos. oucarnados, nabos ro-
vo e branco, senoiras branca* e amarellas, couves
Irinchuda, lombarda, esabeie, sebola de Selubal,
segurelha.coeotrodc looceira. rcpolhoe pimpinela,
euma grande porcilo de diOerentes sementei, das
mais lio.* iljs flores parajardins.
Reloffios
ag ezes de pa-
tente,
80
60
40
80
.500
600
40
900
240
1(10
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300
320
40
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320
40
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120
20
100
80
40
10
320
500
140
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A boa fama
VENDE BARATO.
Usar tamben, de larl.ruga
PUS <{< iuH. .
48500
Lindas meia. de sedVde'I.UJla :tOO
Bandejas gr.nde. 7tf2EXSu& o S
18200
640
800
19000
13000
500
' melhor que pode
Penas de aCo, bico de laD5a, 0 melhor que
ha,a groza
Dilas muitissimo finas sem ser de lanca
Oculos de armado do afocom graduacOes
Lunetas com aunar.io dourada
Dilas com armscao de tartaruga
Dilai com armario de bfalo
Dilas de 2 vidros com armaclo de tartaruga 38000
loncadores de Jacaranda com nona espelhoa 3*000
Ditos sem ser de Jacaranda I9AOO o
Meias pretas compridas de laia
Bengalas de junco com bonitos casloes
Ricos chicles para cavallos grandes e pe-
queos a 800 rs. o
Grvalas de seda de todas as cores a 18 e
Atacadores de cornalina para casaca
Suspensorios finos de borracha a 400, 500 a
Pentes muilo finos para suissas
Escovas muito finas para cabello
Capachos piolados compridos
98000
19800
500
I9OOO
I9200
320
600
500
Mearon di C, muito
em oilavas: na loja
do Sr. Domingos Teixeira Bastos, na rua
da Cadeia n. 17.
Relogios
cobertos e descobcrlos, pequeos e craudes, de ouro
e prala, pateute inglez, de um dos inelhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Southall Mellor & Companhia, rua
do I orn. n. 38.
Rob I.AflecIcur, Vermfugo iuglez, salsa de
Bristol, pilulas vegelaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeirns em casa de Bartholo-
meo Francisco de Souza. na rua larga do Rosario
o. 36.
Cobei torea de Ifta hespa*
nlius muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa e potassa da
Russia.
Vende-se na rua do Trapiche n.!) o 11, cal virgem
de Lisboa, nova a 38000 o barril, vellia a 500 rs. a
arroba, e polassa da Russia a 300 rs. a libra.
Lleiogios de patente
inglezes de ouro, desaboneta ede vidro :
vendem-se a preqo razoavel, em casa de
Augusto C. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n.56.
I.l VAS DE TORCAL.
Vendem-se luvas prelas do terral, chesadas nlli-
mamenlede Lisboa, pelo baralissimo preco de 13000
o par : na rua do Queiinado, loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jaruine Pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para porcfiei (rala-se com Manoel Alves Guer-
ra, na rua do trapiche n. 11.
Aenco
d)
Itiscado escuro e mnilo largo, proprio para roupa
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bom giislo a 53, atoalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a I56OO a vara, toalhas
di: panno de liuho alcotoadas e lisas para rosto, (as
mais superiores que lem viudo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapns adamascados e nutras muia
las fazendas por preco commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
' Cadtia.
os melhores fabricados em Inglaterra: sm casada
llenry Gibsou :ruada Cadeia do Recifen. 52.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, rua da Serizala-No-
va n. 42.
Neste estabelecimenlo contina a haver um com-
pleto sortimento do moendas e meias moendas
para enfenho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de lodos os lamanhos para
dilo.
A3$500
Vende-secal de Lisboaullimamentechegada,as-
sim como potassa da Russiaverdadsira : na praca do
CorpoSanto o. II.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Leneinhns de retroz de lodas as cores para pesclo
de senhora e meninas a I3OOO, baralhos de carias li-
oissimas para vollarete a 500 rs., toncas de laa pira
sen horas e meninas a 600 rs., lavas de fio da Escocia
brancas e de cores para homem e senboras a 400,
500 e 600 rs. o par, camisas de meia muito finas a
13, ricas lovas de seda de lodas as cores e bordada -
com suarniccs e borlas a 38 e 33500, ricas aboloa-
duras de madreperola e metal para colleles e palilis
a 500 e 600 rs., superiores meias de seda prelas p.v a
senhora a 2-3500, meias brancas muitissimo finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, linissimas navalhas -'m
estojo* para barba a 23, ricas caixas para guardar
joias a 800 e 18500, eaixas muilo ricas com repirli-
menlos nicamente proprias para costuras, pele ba-
rato preco de 29500, 38 e 38500, papel proprio para
os namoradosa 40, 60, 80 e 100 rs. a folha, caodiei-
ros americanos muito elegantes, proprios para esloa
danles ou mesmo qualquer estabelecimenlo pe'a boa
luz que dilo a 53. travessas de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo baralo pre;o de 13, pailas para
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
luaceft duuicJu em 1 '- -n n/i s u ,
13500, escovas moitissimo .. ..esa 500 rs.,
ricos leques com plumas e espelhos e pinturas finis-
simas a 2o e 33, charoteiras finas a 25, ricas galhetei-
ras para azeile e vinagre a 28, ricas e linissimas cai-
xas para rap a 23500 e 33, pentes da bfalo, fazen-
da muito superior, para tirar piolhos a 500 rs., dilos
de uiarfim muito bons a 400, 500 e 610 rs., resmas
de 20 quadernos de papel de lodas as cures de folhas
pequeas a 720, riquissimos frascos com extractos
muilissimo finos a 13200, 13500, 23 e 23500, jarros
de porcellana delicados e de moderaos goslos, com
Imnlia franceza moilo fina a 23, frascos com essencia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeuos egrandes da venladeira
agua de Colonia de Piver a 480 e 13, abneles finos
c de diversas quaiidades, pos para denles o mais fino
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e outras muilas perfumaras,
tudo de muito gosto e que se vendem baralo, tesouras
muilissimo finas, proprias para papel, paracorlar ca-
bello, para unhas, para costaras, trancas de sedas de
bonitos padres e diversastlargaras e cores, ricas filas
de seda lisas e lavradas de lodas as larguras e cores,
bicos de linho nissimos de lindos padroes e lodas as
larguras, ricas fnnjas de algodao brancas e de cores,
proprias para cortiuadus, e oulros moilissimas cousas
que tudo se vende por Do baralo prec,o, que aos pro-
prios compradores causa admiraco: na rua do Quei-
madn, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
TAIXAS PARA ENGENIIO.
Na fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina ha-
ver um completo soriimonto de laixes de ferro fun-
dido c batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-e a venda, por prece commodo e com
promplidao: cinbarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despea ao comprador.
Vende-se em casa de S. 1'. Johnslon & C,,
rua da Senzala-Mova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieiros e costicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
Go de vela, chumbo de numic/ao, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
Um completo sortimento de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peidlhos,
romeiras, camisus, coifinhas e pelerinas ; tambem
lem um completo sortimento de ricas llores, enfeites
pira cabec.i, filas e os verdadciros e modernos bicos
de linho : na roa da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
indar.
Roldes finissimos de madreperola para camisa 18200
Ouarfei nos de papel paquete muilo fino 80
Houilos sapaliuhos de merino para criancas 18500
Ricas canelas para pennas de ajo a 120 e 300
Ricos parla relogios a. 18800 e 28000
Ricas caixas linas de melal para rap a 500 e 600
Escovas muito linas para uuhas a 320 e 640
Dilas linissimas para cabello 18500 e 2J00O
Dilas dilas para roupa 13,132OO e 21000
Papel de liuho proprio para carlorios, resma 4|000
Pinceis finos para barba ono
Duzi.i de tapia mnilo lino; para desenlio grjO
l.apis finissimos para riscar, a duzia 500
Duzias de facas e garfos finos 38000
Dilas de facas e garfos de balando rnnilo liuas 63UO1)
Ditas dilas muilissimo finas, cabo de marfim lofOOO
Caivetes de aparar peonas mullo finos 800
na rua do Queimado, nos Qualro Canlos, na loja de
miudezas ra boa fama n. 33, defronle da loja de fa-
zendas da boa fe.
Salitre superior.
Vende-se e muilo barato, ua loja de ferraseos da
roa do (joeimado n. 35, em porces e a retalio.
MECHAHISMG PAR EMGE-
.
NA FUNDIAO DE FERRO WO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. r*A
RUA DO BRUM, PASSAttDO O oHA-
lia sempre um grande soriimenlo Jos seguintes ob-
jeclos de mechaniroos proprios para enfeenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslrnccso Unas de ferro fnndido e balido! di
superior quaiidade c de lodosos lamanhos; roda,
dentadas para agua or, animaes, de lodas as propor!
C0es ; crivose bocea, de forn.lhae reBi..r dX-
eiro, ago.lhoes, bronz.s.parafusosec.vilhoe,,,t
nhos de mandioca, ele. ele. '
NA MESMA FUNDICO.
seexeculam lodas as ericonrmendas com a saperiot
r.ilade j conhecida, eppm a devida prestezaecom-
modidade em prejo. )
POTASSA E CAL YIRGEI.
-No amigo e ja bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior povassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra. tudo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficarao
os compradores satisfeitos.
Navalhas a contento.
Conlinua.se a vender a 88000 o par (preco fizo) as
ja bem conhecidas navalhas de barba, feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ti-
p..su;oes : vendem-se com a condicau de nao agra-
dando poder o emprador devolve-las al 30 das
depois da compra, reslilnindo-se aimporlancU : em
l fC 36 dC Abreu "a '"* da Ctiti* d9
XA-ROPE
DO
BOSQUE
loi transferido o de psito deste xarope para a bo-
tica de Josc da Cruz S-anlos, na rua Aova ik'I
garrafas 53500, a me ias 38000, sendo falso lodo
aquelle que nao for vtendido neste deposito, palo
que se faz o presente avfiso.
IMPORTANTE ?ARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtysica em lodos os seus difieren-
es araos, quer motivada por conslipacSes, losse
asthma, pleuriz. escarros de sangue, dr de cos-
ladosepeilo, palpilacao no corarao, coqueluche,
bronclnte, dorna garganta, e.lodas as molestias
dosorgaos pulmonares.'
Vendem-se madapolots finos e de outras, con
um pequeo loque de aaria, por preces mnito bara-
tos : ni rua da Cadeia-Velha u. 24, primeiro andar
Em casa de Henry Brunn & C., rua da Cruz
ii. 10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia. .-
Instrumentos parja msica.
Espelhos com molduras.
Globos parajardins.
Cadeiras e sofs! parajardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano;
Gomma lacea.
VItleudas superiores.
Nft fiindirio de C. Sta'ir&C, em San-
to Amaro, acha-sc para vender moendas
de caima todas de Ierro, de um modelo i:
construcrao muito superiores.
500 I
na
No da > do correle a noile, aosentou-se da
casa de seo asaltar a escrava lienoveva, crioola, ds
J8 annos de idade, alia e boa figura, tem urna da
m,lo com pequeas pintas parecendo foveirs, e ua
espadoa direila alguns sisnaes amigos de jonco, le-
\ou vestido de chita escuro e pauno da Costa novo
com hslras brancas c encarnadas guarnecido de
franja ; ella lie natural das immediagoes de Igtiaras-
sii (cngenlio Prejuhv 1 e foi escrava, diz, que dopr.
Cosme, filho do Sr. Cosme Joaqoim ; roga-se pois
as autoridades polieiaes e capitaes de campo a apre-
htiicao e leva laa roa de Apollo n. 1 A, primeiro
andar que generosamente se gralilicrii.
Anda fgida a negra Victoria, de ncelo Mos-
sambique, lem urna sarrilha do alto da testa a pona
do nariz, signal de sua nac,.lo, magra, alta, fafla
alrapalhada, anda com urna Irouxa de roana cane-
ca, tem sido vista na Capuoga e Mangninho : quem
a apprehender, leve a seo senhor Arantes, na Ca-
punga, ou na praja da Independencia, toja de cal-
cado n. 13 e 15 do Arantes.
GRATIFICACAO'.
Fngio as 8 horas daj noite, no da 3 do correte,
a escrava cabra escura, de nomc Antonia, com os sig-
naes segniutes : idade de -20 annos pouco mais ou
menos, sarda, com os babellos corlados rente, tem
um pequeo defeilo em urna das meninas do
olhos, altura regalar, tem as peroas diversas feri-
das peqaenas, quasi juntas aos lornozellos, e mais
para cima cicalrizcs, he bem fallante, levou vestido
de chita rxa, esta escrava foi arrematada em les
lao do correlor Oliveira, e perlenceu a um homem
dacidadedeOlinda, que falleceu. por esse motivo
he que ella foi a praca, contla mais que lem orna i-
Iha na cidade de Olinda ; quem a pegar leve-a a
praca da Independencia n. 4 a 30, loja do Maia
chapeleiro. que sera generosamente recompensado.
No dia 7 de abril do correle auno desappare-
ecu a seu senhor Jos Bandeira de Farias, morador
na Barrado Kio-Formnso,o cscravo Roqoe, de cor
cabra, de 18 annos de idade, estatura baia, corpo
regular, pernas um pouco -'jrqueadas, pes largos, de-
dos corlos.cabellos um po.nco corridos.deoles perfei-
los, sem barba, e com alguns cabellos nos paitos;
presume-se qoe dilo es gasse na companhia de pesaos, que de boa o acei-
lou em quaiidade de trabalhador: sendo assim, pede
o senhor dclle, a quem quer que o possa ter, o obse-
quio de laze-lo preuder e remeller. qoe salisfaM
promplamciile as despezas : aos capiacs de campo e
pessoas do povo recommenda sua captura, e prpmet-
le paga generosa por sua entrega, lambem recom-
pensa a quem dec nolicia cerla. Confia das autorida-
des polieiaes toda a vigilancia, mormeole inlilolaa-
do-seelle forro, o que infallivelmenle pralicara.
Conlin.'i andar fgida a prata Merencia, crl-
oula, idade .'. -_is a :i annos, pouco mais ou manos
com os sign^es seguinles : falta de denles na frente ,
urna d.s r.relhas rasgada proveniente dos brincos :
quem a r egar leve-a a rua do llrum, armaiem da
assucar y. 1, qoe ser bem gralifieado.
Kugio no dia 5 pelas 8 horas do dia o negro
Jos, de nae.lo Cosa, o qual lem os signaes seguin-
les : liaslanle alto muilo beicudo, no rosto lem
lalhos proprios da BS{3e delle, "grosso do corpo.T)**
meio srossos. levou cal^a o camisa de algodSo da
Ierra : quem o apprehender oo souber aoude esteja
occallo, dirija-se a casa do seu senhor o Dr. Ignacio
Nery da Fooscca, na rua Direila, que ser gratifi-
cado.
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4
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MUTTUS
ILEGIVEl


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07405


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Full Text
1
ANNO XXXII L 13$.
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4,$500.
MU MU FEIRA II DE JIMIO DE 1856.
Por anno adiantado 15S000.
Porte franco para o subscriptor.
em:\hiu:<;.\i)(is u.\ subschipcao' no NOKTE
Parahiba, o Sr. Certuio V. da Niliriiiada ; Niul, o Sr. Joa -
nuiml.' Ptraira Jnior; iraciii. o Sr. A. dt Lemos Braga;
Ceara, oSr. J. Jote de Oliveira ; Maraoso, o Sr. Joaquim Mar-
UM Rodrurues i Piauh. o Sr. Domingo! He reulano A. Pessoa
-Caarense ; Para,o Sr. Jusiiniano J. Bamos .' Amazonas, o Sr. Jero-
jo da Gnu.
PARTIDA DOS COIIREIOS.
"luida : t.,.1,,. M iha*, ... o r rn.-M henil *0 ili.i.
'-"'...... Coiaaaa Panaiba : ni.....gaad.....-. ,.-f,.,r..
5. lu.. .. R.'/.rr.i.. It.ii il...i:.iru.irn, Vllilil.....'..irantuin. n.i ll I Mn
S. I.....r....... |..,.,-.llll,... >, ,.,|,. I........Iro, Orejo, lv..|u<-ir., fata.
vira, H..,.-.. li;i..-n..| a. u.,.,-1 io.. Oarirap rEn: aaa i|aai.....tara
<-.......I|...jr. >,i,i, ,.,.,. i;,...|,....... In... l:irt.-ii.... Agaa-l'reU
Pinealrir.....Natal : o,ainta*-friraa.
I'...l.
. ai
i a. In liora. la
mil..l
AUDIENCIAS DOS" TRIBIINAES l)\ CAPITAL.
Tribunal do comraercio quarlai a aabbadoi.
Relacao : terc-ai-fciraj csabbados.
Fartnda : quarlaa e aabbadoa aa 10 horas.
Juizo do commercio : tegunda aa 10 horaa a quintas ao meio-dia.
Juizo da orphaoi .- tegundas a quintas aa 10 horas.
Primeira varado civel.- segundas e senas ao mrio-dia.
Segunda vara do eivel: quartas a aabbados ao meio-dia.
LPIIEMEIUDKS lio MI/DI. .11ATIO
2 La aova aa I horas, 22 minutos, 4 lecundui da tarde.
10 Quarto (rcenle aos 19 minutos e 48 segundos da tarde.
18 La cheia as 2 huras. 27 minutos e 48 segundos da tarde.
25 Quarto miguante as7 horas, 48 minutse 48 segundos da m.
. PREAMAR DEHOJE.
Primeiri as 10 horas e l minutos da manliaa.
Segunda as 10 horas a 30 minutos da tarde.
DAS da
9 Segunda Ss. Pelagia v. ; Ss. Pr
l'l Terca. 8. Margarida rainha : t
11 Quarta. S. Bernab ap. ; Ss. F
12 Quinta. S. Joode S. Eagund
13 Sella. S. Aulonio I' padroeiro (
11 Sachado S. Basilio Magno b. r
15 Domingo. 5. Ss. Visto. Dacio,
EMANA.
uio c Feliciano rnm.
f s. Oelulio e Primitivo mm.
lili* Fortunato ira. mm.
S. Onolre.
a provincia,
autor da Igreja.
Libia. Lenidas o Blsnidcs rnm
PARTS QFFICIAL
OOVEBNO DA PROVINCIA
Expedienta do di 2 de Jaaho.
Oflieio Ao Exm. presidente da S. Paulo, accu- I
salido receido uro examplar do relalotio com que
foi atrege a S. E\c. a adminislraro daquella'
provincia.
I parle nos trabalhos da prsenle sess.lo do senado,
I in.iii la puhlirar pata conliecimento dos corpos sob
I seu commando, que nesla dala passa, segundo os
i termos da lei, o commando superior desle munici-
| pi ao Sr. coronel commandante do I. batalhAo de
l infanlaria, Domingos Alfonso Ner\ Ferreira, que
desle ja entrara' no eiercicio di) referido com-
, mando.
S. E\c. ao separar-se temporariamcule dos Srs.
nao Ao Ka.ni. presdeme das Alagas. Te-1 'om""."d'"" de,."rl,os deta capial. do sea esta-
nho prsenle o ollicio de V. Ec. dalado de :!l> de T'T' V,c,""dil?c c "j P" > mesma
no almo, no qaal me communica qoe o ealad. f.U""^ Jt''? P<>'? M'i"1" 1T*" ?, bn"WB'
sanitario desea provincia conliuoi com melhorameo-1,e em q'": >8 "-* Ma "nl"u.' lo bem liaongeiro.
Comgralolo-.ne com V. Etc. por lio Feliz aconte-
eirnento, e turo votos para qoe desapparec.a inteira-
nieiile de lodo o Brasil esse ilageilo que 1 lie ha cau-
sado lentos males.
Dito Ao Exm. marerli.il cummandanle das ar-
mas, irasinilliii.io por copia o aviso circular do rai-
nislerio da guerra de 17 de maio ultimo, declaran-
do o modo por que devem ser escripias as relares
semestraes as etpresses do juizo dos presidentes,
commandanles das armas e dos corpos do exercito a-
cerca da conduela dos olliciae- inferiores c cadetes
dos meamos corpos.
Dilo Ao mesmo, dizendo que para poder dar
cimprimenln ao disposto no aviso da repartirlo da
guerra de 19 de msio ollimo, constante da* copia
que remede, faz.-se necessario que V. Esc. mandando
rever os livros meslres que eiislem archivados aqui.
informe com o qoe constar a respeito do major de
artilharia reformado Lab Aulouio da Cosa Afiliar.
Odiciou-se ueste sentido a Ihesouraria de fazeu.
da.
DiloAo mesmo, dizendo qoe vistfazer-se ne-
cessario examinar-se o estado da botica do hospital
regiraenlal e to.uar-se cotilas ao boticario Antonio
Jos de Brilo, conveni que S. E\c. propontia a com-
missau que deve encarre: irj de semelhanto ea-
me.
Dilo Ao consclheiro presidente da relarao, re-
roinroendando que faja remetler para o juizo que
a appeliar.io que da sealaaca do jury da llarbalha.
pertencenle a provincia doCera, inlerpoz o reo Jo-
aqoim Rodrieues da Paiao, visto assim o haver re-
qaisilado o K\m. presidente daquella provincia no
ollicio qne remelle e que ser devolvido.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fatenda,
declarando qoe, designa o chefe de secro que esli-
ver exercendo o lunar de contador dess Ihesouraria,
para servir de eliminador no concurso a que se val
proceder para preeiichimentu das vagan que axis-
Ha*, de pralicautes ua tnesma Ihesouraria.
Dilo Ao mesmo, transmitlindo com copia do a-
viso da repartirlo da guerra de 12 de maio lindo, a
tabella lamben) por copia da distribuirn da quan-
lia de :|80:82"3 to aberlo a esta provincia para as despezas do mi-
nisterio da guerra no corrrule eiercicio.
Dito Aojuir. relator da junta ilaju'tic;a, trans-
mii11ii 1 para s junta os processos verbaes dos soldados Jo Fran-
cisco do Nascimenlo e Jos de Andrade Correa este
perlenceole ao 9 batalhao de inf.iiitaria, eaquelle
ao I' h.italhao da iiicm i arma. l'articipou-seao
marecbal commandante das armas.
Dilo Ao director do arsenal de juerra, para for-
eeer ao commandante do u" halalhAo de infaularia
da guarda nacional desle municipio i aspadas rom
cinlurftes para os cornetas do mesmo hataihan l'ar-
tn'ipou-se ao re-poclivo commaiiitantc superior.
Dilo Ao inspector do arsenal de mannli.i, re-
metteudo por copia o aviso de \ de maio findo, no
qaal o Eim Sr. ministro ,1a inarutha coinniiiinra
que de mandara
cuna de goe
os projectos apresentados pelos Srs. primeiros pie- dia que quizer locupleinr-so pdedeiiar de faze-lo
nipolenriarios da Franca e i\a Turquia sobre a ad- | para que o fiscal nao comparec ; e nao me cabeudo
missilo do imperio ollomano no direito publico eu- ntlerccer na primeira disrus-o urna emenda ao pro-
as nossas leis conferem urna das mais uobres e bellas
missps : c agraileceudo a lodos a leal e sincera
road|nvar.in que Ihe preslaram. espera e confia que
sob o iiilerino commando de um dos veteranos mais
antigos e dislinclos da suarda nacional, ella sabera'
conservar a mesma disciplina, o mesmo espirito de
arden, fralernidade e harmona rom que lano se
ha distiegaide e Mostrado. SeliasiiSo Lope (ni-
marti, chefe de eslado-maior.
TRIBUNAL DO COMMEKCIO.
SaMoV udiciaria em 7 dejunhn de 1M.'i6.
Presidenria doEvm. Sr. desemhargador Souza.
Fallou rom causa participada o Sr. deputado Si-
queira.
Julgamtnlo.
Appellanlea, os administradores da inassa fallida
de Ricardo Koxle ;
App'llado, F. Coulon.
Foi reformada a sentenra appelladn.
Foi marcado o primeiro da til para Ojulgaraen-
lo da appellarilo, em que sao :
Appcllanles, os administradores da massa fallida
de (lliveira Irn.aos & Companhia ; appellados, Kus-
sell Mellon jV Companhia.
ropeu.
O Sr. conde VValevraki annuncia que em resposla
I commuiiiracan que fora encarreuado de enviar a
Uerliui, como orgao do;cougresso, recbera a noticia
de'qiie a Prussia.aceilaudo o convile.que Ihe fora di-
rigido,Horneara para seus plenipotenciarios aoSr. ba-
rio de Manteiifell, presidente do conselho e minis-
tro ilos negocios elranceiros e aoSr. ronde de llal/.-
feldl, enviado eilr.iordin.irio e ministro plouipolen-
ciario junto a corle de 1'ranea.
iSeguem is assicnaluras.J
PXRIASBQCQ.
EXTERIOR.
PROTOCOLO N. IX.
SetwSo de 11 de marro de 18."iti.
Presentes: os plenipolenciari'os da Auslria. r'raa-
ra, Gran-B'elanha, Russia, Sardenha, e Turqua,
he lido e approvado o protocolo da ses'ao proce-
dente.
O Sr.conde OrlolTannancia quo d tratado de demar-
carlo entre a Russia e o imperio ollomano, na F.u-
ropa, lxado pelo rongrassn em sua sessao de 10 de
mano, ohlivera a approvarao de sua corle.
O eoDgraen prosesue no eiaine da rel.irao dos
artigo! concerneutes aos principados e destinados a
figurar no tratado de paz. preparada pela coraniiss.io
e que o Sr. bario de Kourquency em qualidadede
relator comiiiimicara ao congresso na sess.lo prece-
dente.
Cada paragrapho deesa relarao lie ohjecto de
ama diecuasao na ipial lumam parte lodos os pleni-
polenciarios e depois de haver sido emendada sobre
dona pontos, he adoptada pelo congresso nos termos
seg^iinles ;
uNenhuma prolecrao exclusiva ser d'ora em
vante nereida sobre os principados danabiaoos. Nao
llavera Baraiitia exclusiva, nem direito particular ile
ingerencia em seus negocios interiores, lies: conli-
ASSEMBL.EA LEGISLATIVA PRQ-
VINClAIa.
Seaaa'o ordinaria de 5 de jucho de 1$5'>.
I'res'dencia do $r. liaruo de Caniartigtlie.
Ao meio dia reunido numero legal do Srs. de-
pulados
O Sr. I'residrnte derlara aborta a sesiSo.
I.i.la a arla da sessao antecedente, he approvada.
0 Sr. 1. secretario da conla do sezuinlc
EXPEDIENTE.
1 ni ollicio do secretario do governo, remetiendo o
plano de um edificio projectado para a cadeia da ci-
dade do Rio-Kormoso, que por esla asscmbla foi
pedido. A' quein fez a requisirao.
Outro ollicio do mesmo Sr., remetiendo a infor-
ni.i..11 dada pela cmara municipal desla cidade so-
bre a prelenr.io de Manuel Elias de Moura. A'
qoem fez a requisirao.
I.'ma pelirao de Domingos Josc da Cosa Brasa,
pedindo que seja aunexado a um seu requerimeulo,
encaminhado a commissao oude o mesmo se acha, o
docuiiieolo que ora nfl'erece para ser considerado pe-
la referida corumissao. A' commi-s.lo de orna-
mento municipal.
Outro de Antonio jone Campello, arrematante da
tata de rMI u. sobre cada carsa de legume, que se
vender na feira da cidade de Mazaretb, pedindo urna
diminuidlo no proco da arremalaao. A' com-
missilo de ornamento municipal.
I.e-se e m.iii l.ie imprimir o projecto de orea-
meulo municipal.
OltDEM DO DIA.
Continuaran da primeira ili.ruio do [irojeclo n.
2, ailiada pela hora na ses <^ Sr. Jliilio : Sr. presidente, o projecto que
so .irli.i em discussn, foi justificado por seo aulor
i-11 ni os segundes luiidamenlos : a falla reconhecida
c coufessada ai pelo nobre iuspeclor da Ihesouraria
de um regulamento especial, alim das operar/ies das
colleclorias seren convenienlemenle examinadas c
liscalisadas, e a improbidade dos collcclores em
geral.
Em opposirao a semclhanle prnjeclo direi, que
alie nao satisfaz a falla de nidificarn das Iris geraes
e provinciacs, que resulam a arrucadac/io deasas es-
laroes publicas ; porque nem ao menos o notara de-
pulado, aulor do projeclo, apresenlou as bases so-
bre que se deva elaborar um novo regiilainenlo.
Kste ramo do aervico publico, estas estac/ies publi-
nuaro a gozar, ilehmo da sozeranii da Siililime
Porta e aoh a garanta europea, dos privilegios e im- i cas, por meio das quaes se recolhe Ulna parle das
munidades de que se acliam de posse. I rendas da provinria, arliam-so convcuienlemeiite
uNa revisu. que ha de ler lugar das Icise estatuios reguladas por leis geraes e provinciaes, e dsposires
boje em vigor, a Sublime Porta conservara aos ditos | adminislralivs provisoria*, que gaeviiicn essas frau-
prlncipados um adiniuislrarrilo independenle e na- des de que lano se arreceia o nobre depulado, e de
cmnal bem como a plena liberdade do callo, legisla- lal aorte, qoe ron a ereario daaaa coUeetoria ren-
tandara Vr para esla provincia o bngue es- l ':'"\\""''"Ta Mam /.To al,,,, deque H Ihe f.ran, a,,o, ,.u f s i lSL?" Cam,M" ^T" "'
com btevidade os reparos de que precisar. 1^7''V 'T' '22Fm*aZ "'^''^ 90''"
'ruja riiiupiiMcan se entendern as altas parles con-
tratantes, rcuuirse-lia sem demora em lturb.re-l
com um commissario da Sublime Porta.
Esla commissao lera porlarefa informare do es-
l.i lo actual dos principados e propor as bases de sua
futura orffaiiisnr.io.
S. M. o suliAo convocar inimedialamcute em
cada urna das ouas proviucias, um Divn ad hoc,
composlo de modo a cou-liiuir a representaran mais
exacta dos inleressc d ludas as classes a socie-
dade. Esses llivans serao chamados a exprimir os
votos das populacoes, relativamente a nrganisaro
definitiva dos principados.
I ma insirucr.i i do congresso regular as rela-
roes da commiss.lo com esses Divans.
n Tomando em considera^ao a opiniAo emillida
Iransmiltir sem
eu proprio
Dilo Ao mes ,,o, dizendo que lude mandar vir
de Inglaterra por compra o chronoinelro e mais ins-
trumentos de que trata o seu ollicio n. 11S ; visto
que sao elles necessarios aquella arsenal.
Dito Ao r'inim in 1 inte do corpo de policia, de-
clarando que pode mandar dar haixa do servido
daquelle corpa no msico Manoel Marianuo de Mal-
los, vislo achar-se doente.
Dilo Ao capitn Brazilio de Amnrim Bererra,
dispensaudo-o da commissao em que lem estado em-
pregado na colonia milit r de Pimenteiras, e recom-
raendando que se recolha a esla capital com hrevi-
dade. Fizeram-so as necessarias communicares.
Dilo Ao juiz de direilo da comarca da Boa-
Viala, dizend que para poder sstisfazer quanto se
determina no aviso do ministerio do imperio da H de nel T.7.. Z .2 ,
maio ullimo, faz-se preciso que Smc. -leclare o lu- ^^"V? % ''' ^ r "
garonde se acha orna colleccao defoesell. queseuu- f,1^, conferencias
fio coasta do citado aviso, Smc. remellen para o mu-
seo nacional vislo como nao chegaram elles ao seu
desliuo.
DiloAo iuspeclor da Ihesouitaria provincial,
recommendaodo que mande snhre'star na execurao
que pelo jaizo dos failos da fa/.enda se move muir
o coronel Jos Pedro Velloso da Sdveira como fia-
dor de Francisco Po da Silva Valeura, vislo ler n
referido coronel apresenlado ua secretaria da presi-
dencia coohecimento de haver recolhido aquella
Ihesouraria a quanlia de 'i: cia da !' pres'larAo que se ochava a dever.
Dito Ao Dr. Ernesto dos Santos Machado, di-
zendo que, vislo n.lo ler Smc. seguido opporluna-
inente para a comarca de Flores conforme se Ihe or-
iliMinu, resolveo nomear o Dr. Thomaz Anlunes de
Abren para semelhanle commissAo, da qual lira
Smc. dispensado.
Dilo A' cmara municipal do Kecife, rcconi-
meudando que com urgencia mande alerrar 2 par-
le do prolougameuto da ra dos Pires, que tica em
frente do hospital regimenlal, vislo como na csta-
r. i invernosa forma-se alli orna ligua que minio
concorre para a insalubridade do inesme hospital,
segando consta do relalorio apresenlado pelo tenen-
le-corontt encarregado das obras militares nata
provincia.
Portara Coucedeodo dona mezes de licenra
com o ordenado, na forma da lei, ao quarlo escrip-
turario da coniadona da Ihesouraria de fazenda,
Manoel Anlonio F'eruandes Trigo de Looreiro para
Iralar da toa saude, onde Ihe convicr.Commuoi-
con-se a' mencionada Hiesouraria.
Dita Designando o engenheiro director das o-
brat publicas, Francisco Raphael de Mello fleco,
para eiercer inleriameale todas as funcres, pro-
ceder a lodos os exames e dar os alicatados e in-
forroar,es qne compelem ao eiigeiihen do governo
nos trabalhos relativos a' eslrala de ferro desla pro-
vincia, na forma dos estatuios, contratos e regula-
roenlos existentes. Fizeram-se as necessarias
rommonicajes.
O accordo final com a potencia su/.erana ser
consagrado por urna rouvenrAo concluida e.D Paris
entre as altas parles contratantes ; e um llalli
Scherill; conforme aseslpulacOes daconvenrao cons-
tituir definitivamente a orgaolearao deesas provin-
cias colloca las para d'ora avante debaiso da ga-
ranta collecliva delodasas potencias signatarias.
a llavera orna torca armada nacional organitada
para o fim de manler a -emir.mra do interior e as-
segurar a dasfronteiras. Nenlium etlorvo poden ser
npposlo as medidas exlr.iordinarias de defensa que
os principados de accordo com a Sublime Porla,
jnlgnomconveniente lomar para repcllir qualquer
aggrassAo cslrungeira.
Se o reponso interior dos principados se adiar
amcarado nu compromellido, as potencias garantes
se enlenilerAo coma Sublime Porla sobre as medi-
das que se deverAo lomar para manter ou rcslahele-
cer a ordem legal. Nenhuma inlcrveni-u armada
poder., ler lugar sem acrordo preliminar entre essas
polenrias.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Tarquia l'ai ob-
servar que nao Ihe permillindosuasinsliuccoes adhe-
rir defeuilivameiile a esla redacro,reserva a appro-
varAode sua corte, a qual solicir por via lelegra-
pbica.
Os Srs. memhros da commissao que preparar o
Irabalho de que o congresso acaba de oceupar-sesao
es fraudes, suhsislindo apenas deste projeclo a Idea
da noeotaidade de colloecionar a legislarn, qu
aeha dissemina.la aqui e all nemes regulamenlos ge-
raes e provinciaes ; portauto, o projeclo devia ter
por fim smenle a aulorisaco ao governo para codi-
ficar em um regulamento toda* as ilisposices geraes
e provinciaes tendentes a esse ramo de serviro.
Ja se inostrou, a meu ver, que a disposira desle
projeclo ia de alguma forma tirar as aitnbuirdes,
senAo superintendencia da Ihesouraria, ou pelo me-
nos superfinamente crear urna repartira com iguaes
allribuirus, augmentando assim o ja bem crescido
numero de empregados pblicos, e o qae mais be,
usurpando urna prtela renda da provincia com
purreulageni, que se tivesse de destinar para os or-
denados desses empregados. Ora, he minha opimo
que este luxo de empregados em qualquer repart
r.i i para o expediente della he mao, e peior ainda
para as parles ; porque qualquer medida, qualquer
despacho, o mais simples, nao podo ler prompto an-
damento, seguir seu camiuho, sem que corra todas
as secres, sem ler o vislo de uiuilos empre-
gados, o que por cerlo be prejudicial e oneroso as
parles.
O sistema opposlo eu o julgo preferivel, islo be,
quanto mais reduzido, quaulo menor for o pessoal,
inelhurmeiite seremos servidos, e direi ( talvez me
chamein retrogrado | que no lempo do real era-
rio havia apenas um escriv.lo depulado, qualro
empregados, um almoxarife. um lhe dor, sem essa dislincr.lo de rendas provinciaes c ge-
raes, internas e externas, c esle ramo do publico ser-
vico era perfeilamenle salisfeito. c mo sei mesmo
se iiaviam prevaricares lao frequenles, como as que
infelizmente nos vemos boje lodos os dias!
lie verdade, Sr. presidente, que a poca he oulra,
que as necessidades cresceram, e que a par do pro-
resso cresrem as necessidades publicas; e por oulro
toda a iinmoralidade nos costumes anda infelizmente
par da civilisacao ; c he por islo talvez que nos
vemos lao repelidos esses fados. Mas islo nao pode
ser remediado pelo projeclo qoe se acha em discus-
"o, por consegu i,te iiAo o posso adoplar.
Diase o nobre deputado que he preciso regulari-
sar-se as colleclorias, concordo inteiramenle com
elle uesle ponto ; mas nao pelas razoes por elle apre-
seutadas, de que nao ha disposicoes geraes e provin-
ciaes que deem ao promotor fiscal a interferencia no
racehimenlo dessa renda publica ; be islo um enga-
enrarrecados de reunir-se para elaborar o projeclo de no, os promotores fiscacs interveem na arrecadacAo,
ni ARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA
til VRDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
KECIFE. 5 DE JU'NHO DE 1836.
Ordem do dia n. -> i.
5. Esc. o Sr. commandante soperior, leudo de
rtlirar-se para a capilal do imperio, afim de toma;
um texto que deva ser igualmente inserid no trata-
lado, e que lixe as desposires que deverAo ser loma-
das, havciido necessidade, a respeito da Servia.
OSr. primeiro plenipotenciario da Franja diz
que be preciso convencionar sobre os lermos de que
se rara' uso no tratado para attestar a entrada da
Turquia no concert europeu, e um projeclo em
dous arligos.
_ OSr. primeiro plenipotenciario da Turqu.! peha
que sen., conveniente adoptar a redacrAo que elle
propozera as conferencias de \ lenn'a e submctle-
a ao congresso.
Sobre proposla do Sr. conde Watewski, o con-
gresso decide que urna commis'o,computa de Ali
Pacha e dos Srs. seguudos plenipotenciarios da Aus-
tria, Franja, Gran-llrclanha, Russia e Sardenha, se
reunir', o mais sedo pu-ivel, para preparar um
projeclo de redacrAo de todas as estipularoes do tra-
tado de paz, lomando em conla as resoluces con-
signadas nos protocolos, e remelle a essa commissAo
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
8 DE JOlft.0 L'L 1856.
Na pleiada dos nossos benignos leitnres, natural-
mente se bao de eucoulrar muitos desejos e mullos
goslos diversos.
fto nos he possivel salisfazer a lodos ao mesmo
lempo ; e assim somos obrigados, de quandn em
quai,do, a proporcionar a cada um alguna instantes
de peculiar dislracco.
Por oulro lado, nem sempre o presente nos pode
ministrar assumptos de palpilaroes seductoras do
momento, as diversas mamfcslaroes da sensibilida-
de, da razan e da humandade, estas tres gr.ir.is da
Vida humana.
Nos momentos de infallivel obrigaro, somos for-
rados a recorrer messe das locuhrares d'oulr'ora.
lloje ofiereceremos aos nossos leilores algumas pa-
ginas de um livro que, se a fortuna nos ajudar, um
um dia pretendemos dar-Ibes.
Mas, relera confessar, qoe eslas pagiuas nao pas- i dlo de clareza
rain os principios fundamentaes das malhematicas,
e indicaram a estrada sriencia moderna.
Reslava lomar accessiveis as altas eonceproes ues-
tes grandes engeulios.
Foi esla obra dos sabios do teclo XVIII, d'Euler,
deClairaul, de d'Alembert, e principalmente de l.a-
grauge e de Uaplacc.
Lagrangc mo-trnu una rara precocidade. Aos l!l
annos, resolvi elle um problema eslabelerido por
Eoler.
No anuo seguinlc, escrevia as primeiras lenlali-
vas do Melliodo das varirSet, que baslaria para im-
morlali-ar-lhc o mime. Seria demasiado longo enu-
merar lodos os Irdb.ilhos deste espirito eminente-
mente indagador.
Basta dizer que elle elevoii a analyse pora ao mais
alio grao de perfeiro, desenvolveu o calculo dille-
renciale integral, cuja descoberla Newton c Leib-
nitz di-potavam entre si, e que neuhum fallou urna
linguagem ao mesmo lempo lAo elegante e l.ij clara
na e\p i-ir i das Iheorias mais abslmclas.
Nascera em Turin de pais de origcm franceza, e
murn o em l'aris em 1813. NapoleAo o fez senador.
O marque/, de Laplace deu na Mcrhanica nelente
urna ileuion-lrirao completa ,ls ilillerenles leis as-
Ironomicas que regem o sistema do universo.
A sua Hrpotir o do '/llama do mundo he um mo-
da elegancia ; o sen Tratado da*
sam de aponlamenlos descarnadas ; e, se para min-
ios apenas lem o mrito de avivar recordares, para
alzunt poden, ter alguma utilidado.
Assim, trataremos hoj das prinripnes descoberlas
scienliticas e gengraphicas do seculo XVIII.
O seclo X\ III foi para as scieucias o que foram
os dona precedentes para as lellras e as arles, urna
poca de immensos progressos e quasi de crearAo.
A physira he regenerada or Franklin e Volla, a
analvse mnthematica por Lagranre e Laplace ; a
botnica por Linneo e Jnssieu, Huiln acha a geolo-
ga ; e l.avoisier da ., chiraica fundamentos inaha-
lavseis.
AoiT^mo lempo navegantes sabios vo comple-
tar a obrtf dos grandes marinheiros do seculo XV,
e concluesB o recouhecimento do nosso globo.
Descarten, Pascal, Newlon e Leiboilz eslabelece-
prababilidole* nr rxlreinamenle nolavel'
Laplace morreti quasi em nossos dias, accumola-
do de honras ,, ,r Napoleao i e por l.uiz XVIII. Foi
ministro do interior no lempo do consulado e salla-
dor no lempo do imjierio.
Lalaode nSo le lao imporlaptet Iraballiot mas
popularisuu o esludo da astronoma por meio de um
cnsino, seguido de quarenla e seis anuos no collegio
de Fraura.
Eul'T, ualural de IIlo i, app*rfeiroou o calcu-
lo (lilleronnal p integral, applirou a analyse a me-
rhanira e consli tierno dos navios, e escreveu em
francez as suas cartas celebres a uns princeza alie-
ma, as quae trata da phvsica. da inelaphisica e
da lojira.
Clairaal, gemetra e astrnomo, apresenlou, na
idade de VI unnos, iulcressautes memorias a acade-
porque pessoa alguma vai pagar na collecloria um
imposto qualquer sem que receba um documento ex-
Ir,iludo de um livro, aun le lira o lalAo desse dom-
nenlo, e sem a rubrica do promotor fiscal, sendo en-
tretanto laucada era oulro livro a qaaulia recebida,
a natureza do imposto e a pessoa que o pagou, livro
esle, que dado pela Ihesouraria para aquelle fim, be
por ella depois examinado a vista do dos tales de
tntierimeutos e demais, as proprias partes sAo in-
teressadas em receber um documento daquillo que
pagara, e nao Ihesconven) um documento falsifica-
do, porque, alera ilo pagamento em duplo a que -
cam sujeitas se o documento he viciado, commellem
ellas um crirne.
I'ni lano, o projeclo nao eslabelece a interferencia
pessoal, islo he, a presenra do fiscal em todas as ope-
rares das colleclorias, por ser islo um impossivel,
visto que a toda hora que o collector tiver de rece-
ber J00 ou .VH) rs., por exemplo, nao ha de mandar
chamar o promotor fiscal a sua casa, e porque oo
jerlo, voto contra a sua ulilidsde, em ludo que uAo
di^scr respeito a redacro de um regulamento espe-
cial para as rolleclorias.
O Sr. .1. Caialranti faz algumas cousiderares a
re*peilo do projeclo, sustenta -a sua ulilidade e res-
ponde aos argumentos produzidos em contrario a sua
opiuiao.
O Sr. ./ose' Pedro insiste nas suas ideas anterior-
mente emiili las, e responde a? bserrac,ei do pre-
rtedenlc orador.
Julgada a materia suflicieulernente discutida, he
regeilado o adiamenlo e apprado o projeclo em
primeira discussAo.
Cooliuuaro da segunda discauo do orramenlo
provincial.
Art. Cl. Com o pagamento das preslaroes das
obras arrematadas ate o ultimo dejunho do correle
exereicio, eatttdoa graplucos, continua;Ao das obras
que se eslAo fazeu lo. sendo lfi:(X)0-3 para o Calca-
menlo das ras, e devendo preferir-se a arremata-
rao para as obras do hospital Pedro II c casa de de-
lenrAo ITOKMMW.
Vilo i mesa e apoiam-se as seguidles emendas :
Devendo o goveruo mandar construir urna cadeia
na cidade do Rio F'ormoso.Loiz Filippe.
Inclusive 11111- com obras do recolliimenlo de
Iguarass.S. R.S. Civalcanti.M. de Amoriin.
Supprima-se a idea de arremataban nas obras do
hospital Pedro II.S. R A. Cavalcanli.lenlo
Jos da (aisla.Nasrimeulo l'ortella.Machado da
Silva.
Depois das palavrasse elio fazendodiga-se e
com a cadeia da cidade de Nazarelh.S. R.A. A.
Soma Carvalho.Mello Cavalcanti.Castro LeAo.
Rocha Bastos.ti. (iiiimares.
Depois das palavras se estAo fazeu io. acrescenl-
seralo menlo da mu Imperial, e conlinuae 1.1 ale
encontrar a estrada da Victoria.S. II.A. Caval-
canti.Manoel de Barros Wanderlev Lilis.
Com os reparos de que necessita o elicioque
serve de casa da cmara e cadeia da villa de Seri-
iibaem a quanlia de .l:iii-.Manoel de It. Wan-
derlev Lins.J. Joaquim de Sonza LeAo.
Approvada ale a palavra Serinhaem.
E suhsislmdo a disposirAo do art. IJ da lei n.
:ltii de S du maio de 1SVi, relalivamenle a compra
da casa que serve de cadeia em Pcsqueira.S. K.
Percira de Brilo.
Acrescenlem-se as palavrasqoe se eslAo fazen-
doas seguinles e as ramificaroes das estradas.
S. R.Manoel (Jlemcntino.Maunel I!. Wander-
lev Uius.Francisco J0A0.J. Joaquim de Souza
LeAo.Auguslo de Souza LeAo..V Portella.J.
J. liego Barros.Joaquim Francisco de Mello Ca-
valcanti.Carneiro Monteiro. A. Francisco.li.
(iuimaraes.Barros de Lacerda.
Depois das palavras IHtimo.? arcresrenlc-sein-
clusive um caes 110 porto do Varadouro na cidade
de Ulin.!., e urna rampa.S. R.Castro Leao.
Silvino Cavalcanti.Sabino Olegario.Mello Ca-
valcanti.Silva Braga.Rocha Bastos.Reg Bar-
ros.Mercal,oameiro.Pereira de Brilo.
E com a factura de um acude ua travesea do
clieos ao olho d'agua da Onra na estrada que vai
desta ridade ao centro da provincia.S. K.O vi-
gario lionralves tiiiimarAes.
Depois da palavra ras diga-secomecando des-
de ja no bauro da Boa-Vista o entrmenlo do M011-
dego, no lagai que volta para a Trompo, a terminar
na ra do aterro.S. R.lenlo Jos da Costa.
A. Cavalcanli.Marques de Atnuritn.
O Sr. \. 1'orleUa ;~Sr. atxftidcntc, eu ped a
palavra para ftzer algomae HSaer 1 aa;r>*Vacerea do
art. Lt do orramenlo provincial, e ao mesmo lempo
pedir a illuslre Commissao as razoes qne a lear.un
a consignar ,1111a idea iiiteirameule nova na casa,
acerca da materia sobre que ella be dirigida, e que
a meu ver nao he proveitosa, islo he, della uto re
sulla ulilidade nenhuma, e pelo contrario talvez
inesmo seja muilo perniciosa mesmo em relar,Ao ao
fim que a illuslre commissao lem em vista.
Diz o art. 13 no seu finallevendo preferir-se
a arremalaao para as obras do hospital Pedro II.
Eiaqu a cunsiguacAo di idea...
O Sr. Ignacio de liarros:E lambeta casa de de-
tenerlo.
O Sr. S. Portella :Eu nilo fallo da casa de de-
lencAo, trato do hospital Pedro II. A consiguaro
da idea de ser feila a obra do hospital Pedro II por
meio de arrernalarao, e nao como ate boje se lem
feto, islo he, por administradlo doseslabeleciinentos
de caridade, me parece que nAo teto fandatnanto,
islo be, que nAo ha razAo para que a*commissao as*
sim proceda. I'ergunlo eu, por ventura a consig-
uarao desla idea nao faz da algum modo cahir o de-
sar sobre essa administrarlo, qoe alias acerca das
obras do hospital Pedro II tem-se mostrado por de-
mais zelosa, e assim merecido os elogios das adminis-
Iraroes da provincia...
OSr. Francixeo Joao'.Se diz gcralmentequu a
olirn do hospital Pedro II he um corpo de delicio
vivo para a reparlico das obras publicas.
O Sr. -V. Portella :Se a obra do hospital Pedro
II feila por administrarn dos Miembros da direc(Ao
dos eslabelecimeutos de caridade, he como diz o nobre
depulado em aparte, ale um corpo de delicio contra
as obras feilas pela repartirn das obras publicas como
e com que fundamento a commissAo coustgnou que
1 essa obra seja feila por um ,-islema dillerenle'.'
Tema illu-lre commissao por ventura conliecimen-
to 011 rallo su luciente paia crer, que essa obra se
lem Teilo sem se attender a economa dvida sua
boa conslruccao '.' Eu, segundo as informaciics que
lenlro, creio que he talvez das obras da provincia
aquella que se faz com mais presteza em relarao a
quanlia volada por esta assemhla, com mais segu-
ranza em rrlar 10 a qnalidade dos maleriaes e com
muilo mc.is ecouomia do que qualquer oulra, por-
que segundo me coiislu, o estado em que esta o edi-
ficio, apenas lem cuslado cenlo e lanto:> contos de
reis...
illa um aparte., 4
OSr. Silcino : lie porque nAo lem referencia
com a reparlico das obras publicas.
V Sr. .V. l'ortella: Sa pois assim lie. como se-
nhores, irmos mis retrogradar e fazer parVisar o an-
damento para nos lao favoravel que vai lendo aquelle
eslabelecimento...
O Sr. Ignacio de Barros :Parausar o anda-
mento '.'
O Sr, .V. Portella :Sim, pois me parece que
foi esta a razo do procedimeuto da commissAo
que uos orramentos provinciaes de anuos anteriores
sempre se consignando quula para essa obra, no
anno passado coiisignaram-sa 2C):O0?MKIO, desla vez
a commissAo nao cousignou quula alguma e apr-
senla a idea de qoe essa obra seja feila por arrema-
tarlo...
O Sr. Josc Pclro :Pois nAo lera 17li:(KM)#IOU
para obras publicas?
_0 Si. -V. Portea :NAo lem quota especial.
En quero suppre digo que suppunho que a inten-
rAo da illuslre commissAo, nao foi parausar as
EXCAItREGADOS DA Si:BSCRIP<;aD NO SLX.
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Dial ; Baha o Sr.D, Duom
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERXAMBL'CO
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
livraria, praca da Independencia ni. te 8.
obras, mas digo, que rom 11 apresenlar a idea de ser 1 consentira di
a obra feila por arrernalarao e o faci de nao con-' havia convida!
signar quota especial para esse lim, da a entender
que itsd importa a parausarlo da obra.
Sr. presdeme, ser porque a illuslre commissla
reconheee, que as obras feilas por arrematarlo sAo
feilas com una promplidAo inmensa, com'toda a
seguranra a que por ronseguinle o hospital dentro I desla runiiiiis
de dous ou tres anuos pode ciar completamente ac-1 e eu fui um
hado, sera isto'.'
O Sr. Josr de liarros;Onem sabe '.'
O Sr. N. Porlrlla :Eu eren, que nao, creio que
nAo foi esla a idea da rommi O Sr. J. de liarros ;Ao menos quanto a mim
levei-me por e., idea.
O Sr. N. Portilla:Entilo drei que toda a quan-
lia votada na lei do ornamento nao he sullicienle
para essa obra.
Portauto, Sr. presidente, eu de conformidade com
o que tenlio expendido,apresenle um, emenda sup-
primindo essa parle do artigo e decedidamenle voto
contra essa disposirAo, porque eu della nao reco-
nhero vantagem uenhuma para o publico, e pelo
cuulrario 1 nten In. que seria muilo pengosa e mui-
lo da limosa para esseeslabclecimenlu.
As considerace que linha a fazer eram v< relati-
vas ao art. 1:1; desejo ouvir as razoes que a com-
missAo aprsenla em aliouo de sua idea, c por ora
sculo-me
O Sr. /.i: lilippe :Sr. presidente, nao he para
fazer urna confroutarAo de cifras que boje lomo a
palavra, he para entrar em cousiderares de urna
oulra ordem o a quo son levado, mao grado meu,
pelas I i<; o das circunstancias.
lia mais de um auno, na sess.lo pastada, alguns
depoladot lcvantaram-se aqu, e deuunciaram a as-
semhla as irregularidades e escndalos, que se
eommelliam na repartic-ao das obras publicas : esses
depulados arrostrando o comprometlimenlo que
sobre si chamavam de parte dos engenheiros da pro-
vincial levados sonieule pelo amor c zelo dos inle-
resses puhlics lizerain aqui accnsares que Inda a
provincia pelo menos eslou convencido disto ) ad-
mitlio como procedeules.
Entilo, V. Exc. se ha de lembrar que a idea da
lomearan de urna commissAo de inqnerito se levjn-
tou na casa...
O Sr. Plorando :E >so est em discussAo "'
O Sr. Lu: 1'iUppe : E o senhoresti autorisado
a chamar-me a ordem '?
O Sr. Florencio :Istn he qae cu Ihe queria ou-
vir se eu 11A0 eslou autorisado parachaiua-lo a or-
dem, romo eslava o nobre depulado 110 outro dia
para chamar-me ?
O Sr. I.ui: Filippe :A idea da nomrnrio de
ama rommisso parle da attembla, repito, foi le-
vantada nasta rasa, mis ella uAo merereu o acollii-
meiiln da sua malaria ; nao quero entrar nos moti-
vos, porque tal nomcacAo nao se realisou o que
tanto conlrariou o ex-adminisirador da provincia,
como o disse em sea relalorio ) por parte desla as-
semhla, mas o eerto beque o reqnerimento de um
depulado, que lamento, esleja ausente, marnenle
nesla coijiiuctura, foi reprovado. Encerrada a is-
semblea o presidente da provincia........... alguns
depulados e algumas outras peatoas exlraolias atla
essa quesillo para comp rem urna commissao que
lena por fim sindicar os actos da repartir? das
obras publicas ; essa commissAo qu- lanos caracte-
res dislinclos em si coulava, Icvou algum lempo
para apresenlar os seus trabalhos que nao foram le-
vados a lim tenia depois de bastantes fadigat;eo
modo iicnhun que urna pessoa que 1 de dispor ; enunciei minha ideia, entrego-a aassem-
1o, instado para fazer parle de urna I blea e ella fara o que entender..
isse udicialmcnte injuriada e insultada. O Sr. Presidente : Mas o nol,re depulado se
oue quaudo o Sr. Jos Benlo dirigi-1 hade convencer mesmo de que a sua emenda iuvol-
:iode nomeacao para a commissAo de j ve urna disposicAu inleirarneute perroauenle : alle-
pu-lo na algibeira e lu nnmediala- ra a legislarAo exislenle, nAo he urna simples aulo-
Eio e disse-lhe nao pjsso ser rnembro ; risacao : o uobre depulado creio que convem nisto.
ao, julgo me de algum mono suspeito o Sr. Luiz FiUppe : Sr. presidenle, conve-
lido em que esle projeto, que oQerecia como emen-
da siga os tramites dos projectos. mas entretanto vou
pedir o adiamanto de materia em discussAo al que
oiideraroes de pesao.s qoe posso com- I se lome urna deliberaran.
r este encargo, os empregados pblicos ; ; O Sr. Vra'identc :- Mas ama cosita nao invnlvo
mas o senlior nao be empregade pu-< aoulra, c a dis
O Mi-, tawa
commiatla t<
Saina a casa
me 11 seu ofli
iuquento, eu
mente a pala
leputados que fallaran! contra .1 re-
partirlo e pi isso o meu juizo pode ser lomado co-
mo parrial. O Sr. Jos Benlo responden-meeu
pu- a oulra, c a discussAo do orramenlo pode proseguir.
> se quizer e eu Ihe peco por favor, por I '>'- ''-
nao adini
pellir a aceita^
hilo de servir
blieo, Tara isl
favor especial feto a minha peitoai que se incumba
desla commissAo.
Eu retiroi linmediatamenle o meu pedido de de-
misar.lo e enlrei com os collegas na syiidicaucia que
linhamos de fazer.
Ora, itaodoj.sc essa circumslancia especial e nao
leudo eu accaitado a uomaac.Ao Senao para fazer
serviros a sua administradlo, me parece, que linha
o direito de exigir que o Sr. Josc Bcnto nao tivesse
para coraigo I lauta dadeaiJade servindo de canal
para que se Aie insultaste 1A0 atrozmente cnvol-
vcudo-se aljncssa queslo, tan indignamente trata-
do, o nomc de pessoas que eram completamente cx-
tranhas aos negocios da reparliro de obras publi-
' cas, so porqqe nhain eonisiaje lgares de paren-
tesco cotillero qoe foi um laca que me armou, e em
qoe eu, iiiexiiurieule, cahi : dou-lhes as honras da
victoria, de multo bom grado.
Nao entrara, Sr. presidenle, na confrontarlo dos
dous relatnos, da commissAo c dos engenheiros,
porque conhprju que esse negocio ja perdeu seu inle-
ressc e seria 1 miliar lempo a casa repelindooquehe de
lodos sahidoL e porque estoa persuadido|de que todas
as accusarQs que ua assemhla o auno passado se
lizeram, qu todas as irregularidades qoe a coinmis-
soo de inquerito nnputou a reparlico das obras pu-
blicas, estq em p, perfeilamente em p e 11A0 pre-
cisam de di le/a. Os faclos que se seguiram demons-
trara a jusUza do nossas observaejes.
Vejamos a estrada do sol que acaba de ser exce-
dida pelas aguas da cheia, foi na altura do enge-
Filipa I "roa vez qoe V. Exc. nAo
po-le aumillir como emenda i minha idea, eu nAo
enlrare na juslificatAo della, deixarei isso para oc-
casio apportuna.
Passarei agora a dizer duas palavras sobre urna
emenda que Uve a honra de tubmetter a conside-
raco da casa : ,l .
Sr. presidenle, a importancia da cidade do Rio
lormoso nao he contestada por ninguem ; sabe-se
que he a segunda ou terceira comarca da provincia,
he baslaole rica, lem um comraercio imporlanlissi-
mo, etporta milhares de arrobas de alinear, era
lim, tcm vida e animarAo qae.promeltem um bri-
Ihante faluro ; mas urna cousa que nAo pode lam-
oc-m ser conleslada, lie que aquella cidade nAo lem
merecido do legislador todas as alteoces a que tem
direilo. Nos vemos, por exeraplo. qoe alli nao ha
urna casa que offerera seguranra para cadaia, e onde
se possam rccolher oa presos de jusliea e os poli-
ciaes ; existe urna casa'immuuda, mesmo insalubre,
como o podera' confirmar u meu nobre collega, eme
he alli auloridade...
O Sr. Jheodoro : He urna verdade, eu (enho
talado com embaraces muilo serios.
O Sr. Luiz Fthppe : Os presos sao guardados
pelas ponas das b.lonetas : ora orna casa neslas
mndicoes esta' propria para a casa de prisSo, que
deve ler orna comarca da importancia do Rio For-
mse .' bu, por tanto, peco a casa que atienda a
estas razoes que acabo de expor, e seja benigna pa-
ra com a minha emenda.
O Sr. Silcino Cactcanti: Senhor presidente,
que as aguas a 11111:1 lamn nAose via senao a
e montes, nao se sabia aonde era a estrada ; entre
nho liba djs Cobras e Boa Vista segundo me ditera, duas'palavras sobre o'passado, maisobre um'pasVa-
guas I do que tem toda referencia com o oresente e com
nosco.
Eu enlendo, Sr. presidente, que nao convem dar
largueza a queslAo dai obras publicas e as qae sao
consectarias della, e he por isso qne nAo quero tra-
zer para o cmbale de hojo esgrimieses, que foram
tai,lo quando a commissao disse 110 sou rotatorio qne
aquelle local havia sido mal escolhido, os engenhei-
ros respondern! que nAo. Veja-te a eslrada do Pao
d'Alho acaba de ser tambera quasi que interceptada
a cominunicacAo, porque a forra d-s aguas fez urna
grande eseavarAo ua estrada e por (Casestove o tran-
zilo interrompido. Veja-se a ponte do Caraorim...
O Sr. <'. Cuinitires :Esta com os pillares de
rait para cim.a
O .Sr. Lili: Fiippe:...que a cheia arrasou com-
pletamente e nAo sei quanlos orramentos se lizeram
para essa ponte, ja me nao record,mas *ei que nao pe-
quena-omma se gastona entretanto hojesii reslain
ruinas Veja-se a ponte do Cachanga.o primeiro monu-
mento deste genero em nossa provincia e no imperio,
est n'om estado que faz lastima. Vejase aponte
da Madaglens, que nao tem dous anuos de existen-
cia, amearando ruina. Veja-se a cadeia de Olinda
quanlos orramenlos leve ; lancem-sc es olhos sobre
lo.l.n essas obras publicas c fcil era contaros erros
senao prevaricacoes que nellasse leem commellido.
E -robore* o que se devcni lanos desles resultados?
n.lo ser em grande parle a verdadeira pareialidade
seu relalorio foi pararas raaos ,1o presidente da pro-I com que o presidente da provincia encaran estes
vi,tria e milito depois apparcceu ao publico e foi | negocios ".* Que punicn liveram os seus autores ?
resposla da repartirn E o presidente da provincia em vista deste qua.tro
di io a luz do dia com una
,tas obras publica
NAo quero agora entrar na questnosh devia cu !
nao o presiden!- ouvir os me nbros da reparlico,
para mim be evidente que nao. o que elle posando I
por si, e segundo o conreilo que ihe merecesse o p,,- .
reccr da commissao, devia proferir o seu juizo final, |
para o qne tinba dados Ioncenlos por pessoas era
quera se presume que depetilava loda a confianza. I
O Sr. Florencio :Nao apoiado. Uto por forma
nenhuma.
O Sr. F.Joo :Ninguem pode ser condemnado
sem ser uuvulo.
OSr. tuls FMppe:NAo se Iralava de um pro-
cesso judiciario. a audiencia era dispensavel.
O Sr. presidente da provincia havia chamado es-
pontneamente pessoas, que se presume, gosavam
de loda a sua confianea, o Sr. presidenle da provin-
cia nao era compellidu por circumslancia alguma
para nomear pessoas que Ihe nAo mcrccessein "ple-
nsima confianza ; portauto se elle fez sem corar-So
urna Hornearn tada dependente de sua esculla para
sindicar, para apresenlar ara parecer sobre os ne-
gocios da reparlico das obras publicas, devia sa-
lisfazer se com esse parecer c nAo dar delle urna
apellaro para a repartidlo das obras publicas. Eo
que sucre ieu senhores'.' Nos vemos que a resposla
que os engenheiros da provincia 'derara ao parecer
da roioinisso. nao he mais do que um apouloado
de intuitos..,
O Sr. /Vrrtra de Brilo :Nesla casa lamhem se
dirigiram muilo. insultos.
O Sr. Lui: FtttppeiNo* vemos que um enge-
nheiro se desviando de lodas as regras de honesto,
tomn a minha pessoa para assumplo de discussAo e
cobrio-me de injurias e de insultos : eu nao proco-
lAultato qoo acabad de tiarir se bem que imptriol- "' Si'- DePa*ado :Juro nas suas palavras.
lamente, nao achou no
lorio da commiss.lo 1110-
livos sullieieiiles para dar lugar ao processo desse
engenheiro .' nem ao ineuus a demissao, e ?o con-
trario elogia o in,is culpado delles*?
Eu roohero. que he de mo eHeilo esl.ir hoj a
fallar de um honiein que se auseulou a qualro 011
cinco di-, que gata' desmontado do posira ) oflieial,
mas eu lenho muilo ergulln para me o'ccupar em
demonstrar, que so elle ainda estivesse assenta lo
sobre a cadeira presidencial, eu dira o mesmo que
agora digo e talvez que rom mais folia, far-lhe-hia
uina accusacAo mais forte e minuciosa.
O Sr. Horen-io :Era por isso mesmo que nAo
devia fallar agora.
OSr. \.ui: Filippt: Eu desprezo o juizo da-
quelles que supposerem, que se o ex-presidente aqui
eslive O Sr, Florando : Eu digo o nobre depulado
faria una accusacAo formal,
O r. Luiz Filippe: Mas por elle estar ausen-
te da provincia nAo devo callar urna ollensa que
delle recebi no meu carcter publico como empre-
ga lo na commissAo de inquerilo, o no meu carcter
privado.
Sr. presidente, lamento que o Exm. Sr. conse-
Iheiro Macedovenha para a provnola em occasiAo
em que a reparlirAo d'obras publicas esla' lAo m. I
montada. S. Exc. que eu julgo anmalo de muito
boas desejos de cujas ideas em relarao aos melho-
ramenlos maleriaes da provincia, eu formo o oais
subido conceilo, ver-se-ha quasi raauielado sem ter
de quein laur.ir in ,...
O Sr. Florencio : Nem tanto.
OSr. Lili: Filippe: lia muilo pouens ense-
ro agora deslzer essa iinpressao. n.l me oceupo de I nheiros na provincia, ha o Sr. director' Interino das
tarefa lAo mesquinhj, quein quizer que julgue como obras publicas, ha o Sr. Millel e o Sr. I.eutlner;
IheSparecer... apoiados.
OSr. Sil vino :O nobre depulado esl sbreos
insullos e sobre a pessoa do engenheiro.
O Nr. /.ni: Filippe :Mas n que digo he que o
outro o Sr. Barros Brrelo nAo quer emprego pu-
blico, ja pedio demissao, nAo he mais engeuhiro da
provincia ; o Sr. Mamedc felizmente nao be mais
empregado, nem eu acconselharia ao presidenta que
presidente nesla occasia >, esqnecendo a sua propria fe nmeasse, porque deu taj ma copia'd si quanjo
dignidad*, ( nao apoiados j o presidente da provin- ; foi engenheiro...
mu das scieucias, e aos IS foi recebido neila cora-
nanhia.
Foi 1.apona para medir, perlo do polo, am grao
do meridiano que Bouguer e La Condamue medi-
r m sob o equador.
Depois de algum lempo, Lacaille se eslabeleceu
no cabo da lloa-Esporaui;a, aliuide Irarar a caria do
co austral.
D'Alcmbcrl lambem se fez conhecer na idade de
i anuos por memorias sabias Foi ao mesmo lem-
po grande gemetra e hbil escriplor ; e a esla glo-
ria duplico junlou elle oulra, a de resistir as oller-
as mais seductoras dos monarebas para licar i fren-
te da academia das sciencias.
Ilaillv he mais celebre pelo sea papel na revolocao
franceza do que por sua Historia da astronoma,
que todava srangeou-lbe honra elevada.
O ingles Bradley descobrio a abeirar.lo da luz e a
rolaro do eixo terrestre.
Williara llerschcll, simples orsanista, que a for-
ra de voulade lnrnou-se graude aslrotiomo, fahricou
com siiniina perrei^lo os instrumentos que nao poda
comprar, e descobijo o planeta Urano, dous satli-
tes de Salaron r o movimenlo do nosso sistema so-
lar para a conslellar.10 de Hercules, c crcou quasi
ao mesmo lempo a aslromia slellar por um esludo
atiento das nebulosa-.
A pbysica redunda a experiencia por llacon, tor-
nara a cahir com Desearles nas regioes da I11110-
Ihese. '
O tenlo XVIII liroa-a deste estado, c desde en-
tilo ella caminhoii depressa.
Dous bnineiis contribuirn! especialmente, durante
esla upoca, para os progressos desla scieucia, Fran-
klin e \ olla.
Ambos eslu laram. reconheceram e approfilnda-
ram os eneilos tilo diversos desse agente misterioso,
que se chama eleclricidade.
Nascido em Boslon em 170. Franklin se forma-
ra so e sem o socrorro de mcslre algum.
Amando 011,o,neos, embora os eonhaecM* a fun-
d,i. ciillivou a scieucia, o,.o por prazer ou vaidade,
mas para esleuder o bem-eslar dos seus semelhanlet.
Foi d esl arle, que tendo demonstrado, com risco
da propria vida, que a eleclricidade das nveos era
a mesma qoe a das machinas, c observado a pro-
priedado das ponas* applicou immediatamente esle
principio a rnnservac.Ao dosedilicios pblicos ou par-
licularcs, e Philadelphia, sua patria adoptiva, se co-
brio de conductores elctricos.
Etcedeu sobreludo na arle dilficil de vulgarisar a
sriencia : o sea Almanal. e a Scieucia do liom Ri-
cardo lizeram para os Eslados-Uuidos o que lodos
os regulamenlos mo loriara podido fazer. a Para
me serven os balites:! perganlava-lhe alguem.
Para que serve o menino que acaba de nascer .' res-
pon leu elle.
O Italiano Volla, mostrara cedo una Sagacidad*
extraordinaria na direcr,Ao das experiencias.
A phvsica Ihe deve urna mullido de apparellios
engenhosos, o clectrophoro, o condensador elctrico,
o electroscopio.
Mas, a sua grande descoberla he a do principio
lAo fecundo de que o contacto mutuo dos corpos he
uina fontc de eleclricidade.
Ualvani, natural de Bolonha, achara cm 1791 os
singulares phenomenos de eleclricidade, aos quaes
derain o seu proprio nome.
Volta inventnu, depois de Ira annos, a pela, que,
apcrfeicoaila, operou na cliimir.i, no commercio e
ua industria uina revoluro profunda.
Accumulado de riquezas c de honras por Napo-
leao, esle grande phvsico morreu em 182b, na idade
de SI anuos.
Ainda citaremos Iteaumur. que consinti o tbcr-
mometro quo lem o seu nome ; i mi 01,fio. o inico-
lor da balance de lorso, que lambem lem o seu no-
me, e por meio da qual descobrio as leis das allrac-
coes e das replseles electrictt.
Aleo serulo XVIII, a chimica, por falla de um
hora mclhodo, nilo liuha podido realisar progressos
notaveis. Crande numero de phenomenos linha sido
observado ; mas ninguem sabia tirar delles urna lei
geral.
A Iheoria do medico nllemAo Slahl sobre o phlo-
gbtieo desvairav.i as inlellicenrias mais aagates. I a-
voisier foi quem fez da chimica urna scieucia.
Em 1775, demnnstrnu que a combuslAo dos cor-
pos e a calcinar 1 dos raelaes sAo os resaltados da
uui.'io do oxygeueo com e9les corpos, e que a separa-
ra nesla occasiAo servindu de instrumento...( re-
clamarte! ) ao derramamcnlo da bilis de uu enge-
nheiru contra mim...
( Crusaram-se diversos apartes, reclamarOes.
Deixem-me ir para onde eu quizer qum pode
por peas ao raen discurso lie o Sr. presidenle...
OSr. .V. Porte'.U :lio um conselho.
O Sr. Lili; Filippe:Ea digo aos uohres depu-
lados qae Dx 11111 salud* milito especial para ser mo-
derado nesla occasio, mas us uobres depulados nao
fdzem idea de que indignarlo eu me enchi leudo
esse relalorio ; eu quiz recoirer a imprensa, noix
expor ao publico nas columnas* do jornalismo toda
aquella -questo, naja disculi-la, mas roncordei com
os ineus uobres collegas em que seria prudenle dar
de maOa este proje lo. abandouei-o, mas ainda as-
sim por mais desejos que lenho de couler-me agora
eu nAo posso, nao teuho forras para dominar a in-
dignadlo de que me acho possuido...
O Sf. Silri/io :A baba do insulto s pega bem
na cara do insultador.
OSr. Lui: Filippe:Eu dizia, que o Sr. ronte-
Ihciro Cunlia e Figueircdo tiulia servido de vehcu-
lo a um lecido de nisultos que um engenheiro me
havia dirigido, sem duvida despeilado por haver eu
sido um dos que, no lempo de sua adminislracao,
denunciaran! da reparlico das obra? publicas.
Eu na qualidailc de presidenle de provincia, nAo
Cao do cab.r que entilo so produz, lem por causa a
miid.,nc,a do estado do oxxgeneo.
Em I7K| derompoz a agua que achou formada de
oxvgeneo e do hidrogenen. A iheoria do phlogisli-
ro ja se achava derribada, assim como a das qualro
elementos. Cumpria fundar a nomenclatura chi-
mica.
Foi esla a trela de Gavin de Morveau ; mas La-
voisier, Berlhollel e Fourrroyx se associaram a esla
gramle reforma. Iodos ellts assignarain a famosa
memoria de I7S7.
A phvsica agoraceti fcil, dizia Uagranse. apren-
da-** como algebra. O Escossez Black foi o primeiro
que suspeilou a existencia do acido carbnico, que
elle rhamouar lixoe fez conhecer o calor alen-
t ; Caveudish anahsou as propriedades do gaz I11-
drogenco, e di'pulou a l.avoisier a honra de ler det-
r fiei .n a composico d'agua ; e Priestley fai o pri-
meiro que isolou o oxigenen, o que abri a eslrada
a l.avoisier.
O que l.avoisier linha sido para a chimica, Hu-
Ion c Linneo foram : um para a zoologa, o oulro
para a botnica.
Ambos nasceram cm 1707, BotToo em Monlhard,
na Boorgooha, Linneo em Roeehnll, na Sneci*.
n 1 arado intendente do jardim d'el-rei, Bolln nao
ronsagrou menos de cincuenta anuos ao saludo da
historia natural.
Os :tti voluntes it Historia natnral te aoccode-
rain sera inlcrruprai de I7M a I7SS, univrrsalmen-
le admirados pela niageslade do estilo belleza das
discripete*.
ilipiofir .mi -n n ler prodigali-ado as In polbeses
nas toas Fporas da tinturrza. Entretanto, cabe-lhe
a gloria de ler fundado a geologia.
O Sr. Brillo Segundo o voto do nobre depu-
lado.
t> Si: l.uiz Vilippe :Assim como o do nobre
depulado pode ser dillerenle...
(I Sr. Brilto : E eslou no meu direilo.
(.' Sr. l.uiz FiUppe : Eu julgo que o Sr." Mello
Rogo rene as habilares precita* para salisfazer
bem as condires exigida! para director, acho que he
iiilelligenle e probo...
O Sr. Brillo : Foi quem fez o orramenlo da
cadea de Olinda.
O Sr. l.uiz Ulippe : NAo foi lal, mas elle pro-
prio eonfetsa que Tui sorprendido, illudido: desse
faro bom conceilo, dos oulros dous me abslenho de
fallar.
Neslas circurastaucias.Sr. presidenle, juico de ol-
lidade habilitar n Exm. presidente com mais ampios
meio* para bem poder salisfazer as necessidades des-
se 1111111 lAo Importante do publico servico. e por
isso propouho que se Ihe conceda a aulorisi(o cons-
tanle do proiecto, que como emenda, vou oflerecer a
consideracoes da casa.propoudo igualmente a exlina-
r.lo da actual reparlirAo das obras publicas, causa de
lautos males, [14 o projeclo'.
O Sr. Presidente : A emenda nao he muilo ca-
bivel no orramenlo.
O Sr. Luiz Filippe : Pois bem. n.lo questiouo
sobre isto. nilo queru ir contri o que V. Exc. acaba
leitas hootem, nAo, porque eu pinse. senhor presi-
denle, que nos n.lo possamos esmerilhar ama a ama
todas as pilases da adminislrarAo Iransacta, noque
diz respeito a esta materia,, nAo porque eo pense,
que o ex-presidenle da provincia seja cadver, como
se disse, lio, o presidenle que foi hehomem polilico
que lem aspirarles no presente e no futuro, e como
lal, precisa ser conhecido pela sociedade, para bem
ou mal merecer della. Debaixo desse poni de vista
nos com o etealpelln da nossa soberana, podamos
csmerilhar um a um lodos os aclos da toa adminis-
IratAo, nAo se diga por tanto, que o ex-presideole
he cadver, porque a comparado al eovolve a
idea de repulsAo...
O Sr. Francisco Joao : Adminislrativamcule
fallando.
O Sr. Silcino :Mas politicamente existe.
Salvo o direilo da assembla, eu declaro qu* nao
quero fazer urna accasacAo formal ao ex-presidenle,
porque consideracoes que dizem respeito a miaba
propria dignidade, rae prohibem de dar esse passo...
respective volume ou as app.irenrias mais exle-
rioies.
Linneo souhe penetrar os misterios ntimos dar?-
prodaccn das plaas, e creou o methidv sexual. A
sua classilicatAo, abandonada hoje pelo methodo na-
tural que Jussieu fun.lou sobre a subordinarAo dos
caracteres das plantas, era tjinbem um grande pro-
gnato.
Por outro lado, ha na sua obra alguma cousa que
nao parecer : sao as suas desenproes mu originan
c mui precisas, he lobre tu lo a sua nomenclatura.
Cumprc dar lugar, ao lado ,e i', mil ni. aos seus
dous collabeadores, Daiibenlon para a historia dos
animae*, e Goeneau de Monlbeiliard para a historia
dos passarinhos.
Adaoton lambem merece como botnico urna men-
taran particular : residi einco anuos no Seneeal
para esludar a respectiva historia natural.
A mineraloga foi creada pelo padre llaily c des-
envolvida por Dulomieti que percorreu a pea maior
parle da Europa, alim do proseguir nas suas obser-
varnos.
Era medicina e eirorgia, daremos somenle os no-
mes de Borde, adversario das ideas de Boerhaavee
que allribnia .1 cada orgo um simsibilidade que Ihe
era propria ; de l'armeulier que popnlansou 1 cul-
tura da hlala e prestou nomerosot servicos i aliracn-
l.ir.i.i publica ; de Desaull, ura dos fundadores da
.Hiato,,,ia cirurgica.
I iinbem referiremos o italiano Vallisneri, que fez
varias experiencias de enlenologia, e de orgui jlogia
humana, e combaten a rtoolrina da gerara 1 espon-
tanea ; Spallanzani. celebre pelas suas bellas inda-
gares sobre a circulacAo do sangue. sobre a digeslilo
e sobre os animaos rairrosropios; Morgani. ara dos
O Sr. Silcino :Todava, senhor presidenle, cum-
pre-rne dizer alguma cousa a respeito das observa-
ras apresenladas pelo cx-presidente da provincia em
seu relalorio, pelo que diz respeito reparlirAo dat
ouras publicas.
No relalorio parece que se qoiz fazer urna grava
censura aos agentes fitcaes da Ihesouraria provincial
porque se diz :
o Ouando tomei conla da adminislrarAo. poocas
eram as obras, em execurao, porque a* duvidas fis-
caes enloipeciam o proeresso dos trabalhos.
Atienda ainda a assembla para a couliouacao des-
se trecho do rehtoro :
Entre nada faxer, ou faze-lo, ainda com rico
le urna ou oulra malversacAo inetilacel, prefer o
segundo arbitrio, por ser de maior proceito.n
Senhores, qeando a moralidade poblica se escao-
dalist, a sociedade nAo pode nunca tirar proveito do
acto do escndalo.
Se o ei-presidente jalgou, que malvcrsacoet ine-
vitaveis, se davam na reparlico das obras publicas,
como he que diz, que nAo achou no parecer da
commissAo de inqueritos materia para aecutaees no
dissiscoes '.'
No parecer que a commissAo de in bre a gest.lo dos negocios da reparlirAo das obras pu-
blicas, diz-se por exeraplo, que na'obra Oa casa da
delenrAo se deraiii extravos de dinheiroi pblicos,
que un,Hirl.ua dizer, que o respousavel desses extra-
vos era o administrador dessa obra, err o engenhei-
ro qae a linha a sea cargo. NAo seria isto am auto
formal de acco.iac.Ao ? Seria preciso, qae a commis-
sao delerminasse o nome do individuo t Crtio qoe
nAo ; por lano, nAo se venha com e subterfugio, de
que se servio o nobre depotado, de que a conraissao
iiaoaccusoo indiiiduos; qoaudopor exemploa com-
mi-silo disse, que linha havido oro desfalque de um
milho e oito ceios e lanos mil lijlos, (o que im-
porta em vinle e lanos contos de reis) nAo linha di-
lo tambera implcitamente que os erapregades a cajo
ctrgo eslava essa obra, luilum por impericia, negli-
gencia, ou mesmo malversarn, esbanjado esses di-
nheiros ".'
Poda pois, em boa fe o ex-presidenle da provin-
cia, dizer, quedo parecer da commissao de inqueri-
lo, nada se deduzia contra a probidade desses indi-
viduos, de modo que podessem elles ser diraillidos,
oo arcusados pirante os Iribuutes '.'
NAo, enhor presidenle, sto parece um eDgodo a
noss boa fe, ao nosso bom tenso, ao bom senso da
provincia, porque a commissAo chamoa a allencAo do
ex-presidenle para essa obra e para outras, que ca-
hiram debtixo de sua allenjo, porlanto a querer-e
desculpar o ex-presidenle o mais que se pode dizer,
he, que com efleilo elle foi muilo e muito imprevi-
ilente.
Senhor presidente, lia urna idea, qoe rae ferio o
espirito e o coracAo desagradavelraente. idea que vein
consignada no relalorio do ex-presidente da pro-
vincia.
O ex-presidente da provincia fallando da commis-
sao de inquerilo, fe-lode modo a fazer crer que que-
ria captar as boas grabas dos membros da commissao
e da assembla, para isso trarou algumas palavras
em abono da commissAo, mas fez ora capitulo mnito
especial, em elogio ao ex-direclor geral das obras
publicas, islo em seguida ao que havia dilo cere*
da commissAo. Ora, podaremos nos homens, que se
suppe de limhre e de honra, aceitar esse parallelo
infamante, esses elogios de eovolla com os de um ho-
Eslabelecendo o grande principio de que O eslado grandes meslres da scieucia anatmica ; einlim o in-
actual do nosso glnbo resulla de inudancas, coja bis-! glez Jenner que descobrio a vacrina, e Cheseblen
loria he possivel fazer, inoslrou a estrada a Cuvier e que fez a primeira operarn da cataraa era om
l'.l.e de Beaunionl.
Linneo, o reformador da botnica, foi primera-
mente apiendi7 de sapaleiro, e t pude dar 11111 dea-
envol,intento livre ao eu talento ua idade de23
annos.
Ao principio era preciso adiar um methodo. Ot
sabios apenas classificavaiu os vegelaes segundo o
reg do naseen.
As d.'sroherlas songraphicas do serulo Wlll nao
liveram o meslo principio qun as do lim dns seclos
\V e \ VI. O movel derlas ultimas fra on o amor
do gaoho ou o senlimenlo religioso. Aa viagens do
seculo XVIII liveram antes do ludo um alvo scieu-
lifico.
Colomb achara o novo conlinente, Gama a estrada
dos Indios, Magalhaes faz a vingem roda do mun-
do ; no seculo XVII os Hollandezes aporlaram na
Nova llollanda, ua Terra de Diemen, e o allemAo
Kaempl'er no Japo.
Mas, se havia pouca esperanza de encontrar novos
continentes, ainda era preciso demonstrar, qae, alera
de certas latitudes, o uosso globo he inabitavel.
Tal foi o resultado das tres viagens de Dampier
era torno do mundo, das de Antea, deByron.de
Vallis e de Carteret, sobre ludo ts do cipito
Cook.
Esle grande marinheiro, que devia a sua scieneia
a si proprio, comecra a sua repulacAo, Iracundo
uina caria de S. Loorencoque ainda nAo foi exce-
dida.
Na sua primeira viagem roda do mundo, visilon
o I .i'i. ro-.....; a Nova Zelandia, e se eslendeu at as
cosas da Australia.
Menos feliz do que o francez Bousainville.sen rival
de glori], qaeacabavade descubrir as ilhas da So-
ciedade, o archipelago Perigoso e a ilha de Bougain-
ville, Cook foi como MagalhAes, assassinado pelos
naturaes da Ocoania. A sua morte lornou celebre
a fi ilna de Karakak nn, nas lillas Sandivichs.
Sobre as pegadas de Cook e de Bouzainville, La
Perouse c Enlrecastcau percorreram cm lodos 01
seolidos o perigoso labyrinthn deilhate archipellagos
que formara boje a quima parle do mundo. Elles
lornaram o grande Ocano quasi lAo accessivel como
os mares europeus.
La l'ererouse pereceu nesla lida. Enconlraram-
se em 1S27 os oltimos deslroros do seu naufragio
junto das ilhas da Vanikoro. Bass e 1 liiu'cr- deram
a volla aTasmania ; Bering descobrira o eslreito qoo
tem o eu nome, e o francez Kergoelen percc.rreu ot
mares sustraes.
Mas eslas viagens serviram menos a geographia do
que a phisira geral do globo, a astronoma a histo-
ria natural.
Pora impossivel dizer quanlos fados ir iere-'inte-,
qnanlas observaijes curiosas, o indicar des uleil es-
las viagens proporcionaran! scieneia.
(s-WalaA-rv'-A'ral/'.)


MUTIOi
ILEGIVEL


DIARIO DE EPRMBCUO SEGUNDA FlilA 9 DE jUNhO II 1956
nii'iii que he ileiiunci. ilu cela opiniao publica e pola
conmiis-aii como prevaricad!'.'
Sr. presidente, eudevo repetir de mim esse paral-
lelo o rever le-l para a Tole d'onde elle sabio.
Srs. be preciso que se lume adniiiiislralinuieiile al-
guma medida a repeilo dos aea escandalosos pra-
liacd, s na reparlie.lo d;is obras publica* durante a
.1 IroioisIrar.Ao do ex direclor dessa rcpartirAo, por
isso iou inieiramenle do parecer do nobre depuia-
do que acaba de fallar, que devenios devolver lodos
os papis' que dizem respeilo .1 repartirlo das obiat
publicas, ao presidente da provincia, e ser isto una
prova de conlianr.i que Ibe damos, porque, Srs. seni
querer cslabelecer parallelo entre a admiiiislrar.ios
que foi e o que he, eu vos digo, quecsla me merece
loda a cuiilianra e que aquella uAo me mereca
ueuhuma ; exorno nao me he possivel boje dar
direcc.Au a aquelles papis, eu me obligo pura cum
iCisa, a apresenlar amanliA una iudicac.au, uu
requerimentu nesle sentido.
Ea nao quero. Sr- presidente, fazer como inembro
da coinmi--,! 1 defesa inaneira poique me porlei no
comprimen lo dos deveres que me impuulia aquella
cumniittdu; porque a iniuli deleza be miuha pet-
an.
O Sr.Sou;n carralho : Kefule as nidal do
N-. I.ui/ Filippe.
O*. Ignacio de Barro* : l'edi a palma, Sr.
presidenta, suinvule par; dizer duas palavras alim
de salit.rzer o liebre depulado que se assenla mi-
uha esquerda. Pergunluu elle raz.no porque a
commissAo de blenda e orramenlo tinha indicado,
que as obras do hospital Peuro II, fossem felas por
arremataran eni vez de o seren por admiuistrac.o
como aclualmente. Eu como membro dessa com-
mi-s.lo vou dizer nicamente o pcnsamenlo que me
levou a coucorrer para <|ue assun se dsipuzesse, e me
parece que isso satisfar ao nobre depulado. Eu
mloiidu, que a Cunimissao procedeu desla inaneira
lio tomento pela conveniencia que achou cm seren
as obras publicas felas por arrematado em vez de
a serem por ndmiiiislrarao : ella enfeude que em
regra u svslema de arreuialacao he preferivel ao
systema de administraran.
' m Sr. Depulado :' As vezes.
O Sr. Ignacio de Barros: He levada por esle
piuicipio, que ella reconimendo lal svslema no irl.
em discussao, e ulo lem seu fuudamenlo, que certa-
nenle nlo he o que luppe o nobre depola.do pen-
sando que a coroniinAo o que teve em vistas foi <>e
algum modo oflender aos merobros da actual admi-
nistrarlo de caridade.
IIa uin aparte. )
Nta se pode inferir lal, poique a commissAo tem
romo priuripiii, que o svslema de arremataran das
obras ha preferivel ao do admiiiislrarAo : ora se ella
consagra este principio, lio natural que Iralasse de o
appliear aquellas obras a que ale hi.je nAo tem sido
upplicado.
Islo nao lie fazer orna oflensa a administrado, a
menos que a actual se repule perpetua, se porem
alia nao lie nem vitalicia, por quanlo, seus mem-
oro de hoje podem deiiar de sc-lo araanha...
O Sr. aitfmento PorleUa : Nesse lempo farr-
ee por arremalarao.
O Sr. Laceria : E se for no meio do auno .'
O Sr. Nainlaiajita Portel\a : No anuo scgaiala
vole-se eulao para ser por arrematarn.
U Sr. Ignacio de barro*: Mas se o svslema
por nos adoptado he o preferivel, e te fomente poj
causa da boa admiuislrarao que tem lido a obra, e
qae sera duvida uao lem-se adoptado ate boje tal
sytlema d ah uao se segu qae devemos regeita-lo
para sempre.
lia um aparte.)
O Sr. Ignacio t Barro* : Eu nao don grande
importancia a es-a quetlao, apezsr do qae repetir!
que nao foi de cerlo para oflender a aleuem que a
commifaio adoplou lal idea,
Todo* nos sabemos quanto .1 adminisIracAo actual
ha credora de elogios ; e qoanlo a mim voto al
mam considerarao e estima a um de seos membros
o Sr. 1 ires rerreira, cuja probidade dAo foi al boje
contestada por pesoa rgana,
(Ha um aparte.)
0 Sr. Ignacio i Barro*i Ja expliqoci meo
uentamenlo, vole para qne as obras do hosplial Pe-
Uro II fustera felas par arreroala.cao por amor desse
ystema, e porque ninguem me podera dizer se le-
remos sempre uessa admiuislrarao de caridade como
actual.
.Sr. a. Cacalcanti : O svslema em geral he
Dom, mas nao para o caso.
Sr. Ignacio de Barro* : Tendo dado as expli-
car,* pedidas pelo nobre depulado, que se acha a
muira esquerda assenlar-me-het para n3o fatigar
jate a casi.
Encerrada a ditfinnlil, he o artigo approvado com
todas as emenda olTerecidas.
1 einio dado a horas
O Sr. Presdeme designa a ordem do dia e levan-
la a sessdo.
mas n a Humaremos Banco de descont, de de-
posito, livpolbecarioe de pietlude. como dizem os
Francezes; seja como foi desejamos que a propu.-t
soja adoptada, pois que nAo M larililara o'de-envol-
vuuenlo da agririillura, como llvrara as classes po-
bres das garras da usura.
lalvez ,1 medida encontr iinpugnaeo em conse-
queucia da legi-lario geral a respeilo das hypothe-
cas. mas pdese avilar esse inconveniente solicitan-
do-se da poder compeleole una modificarlo no arto
Ifgulalivo que diz respeilo 10 aasompto ; "mas anda
aim entendemos que .1 aanroblea provincial poda
fazer um bem eousideravel .1 populado pobre da
Cidada, admilliodo a parle do prujocto'quc se refere
ao inipieslimo sobre penhores.
I'inalnieiile leve lugar a reuniao da companhia de
Bebenbe, em atsemblea gem, ma> aperar de ser
convocada pela quarla vez-fiara lal lini. c puhliran-
do-se alem dislo a arta cm que a directora tomara
a deliberadlo de nao lazcr o dividendo sem que ap-
pareiessc numero sullicipnle de socios para ronsti-
qual he lilial a igreja do Paradlo, fosse, como diz o
povuouvido nem rheirado: e como cu me op-
pozesse a essa invasao dos m-us direitos por esse
\ankco de nova rara, em ruja vitiulianra ninguem
pode vivar com seuraura do gozo tranquillo da pos-
se de seu-. diralloa, acabeu-ie a taita, porque pare-
ce qoe, nao a devurAo,,mas una leulaliva para apal-
par terreno, inspirara esse projecte de reata.
ludo, piiioin, me pareca acallado, quaudo, ha
poneoa dial, fui prevenido do que recabara um ofii-
cio, no trarAo da caridade, em que dneilo mefundavaeu
para oppur-ine que por parle da roda dos eiigcila-
dos >e lizesse celebrar nina loria; tinha eu prum|ila
a reapoita, a qual ronsi>lia cm urna contra pergiiula
deem qae dirailo aa apaiava rata admiuistraoAo
para invadir os meus direiloa parochiaes, ranada
pelo sen capelln canlar na nimba igreja lilial nina
mista sem licenra minha.
Eslavam, senliores redarlores, l.io conos da con-
quista desla nova California, que ja se dava a' igreja
luir a lanmbla geral. tmente se reuoiram 8 ou 10 I do Paraizo o titulo de rapella dos Espeatoa, so por-
accionislas, a excepto dos niembrot da direcloria, que o Sr. bitpo baria concedido um oratorio no in-
uccurreucia bstanle eUrauliav. I em una associa^ao! lerior da antiga roda da lina Vista,
que coola mais de (K) membros. Bsle facto prova 1 .* igreja de NotM Senbora do l'araizo he buje ini-
que o espirito de associarao nimia se acha penco de- lilla lilial, como todas as entras da Rregnelia, que nao
senvolvido entre nos. He provavel que a causa de lem 11111 privilegio especial, e o de que gozava essa
semelbanle procedimenlo seja a conanra que ios- j igreja como couueva no hospital, que p.issou depois a
pirla direcloria, mas be convenieule que os encar- ser lireu e ltimamente roda dos encellados, cada-
sos da companhia recaiam em lodos os seus mem-
bros e lian exclotivamenle n .- peatn dos Srs. vio
Piulo de I,emos, c Ifanoel Gon$alvn da Silva.
U citado sanitario da cidade i'oiilinua a ser satis-
factorio. Verdade he que durante a semana se de-
ram tres casos de cholera ; mas pensamos que nao
passam de casos espordicos, como os denomina a
tciencia.
I > generes alimenticios, a etceprao das cantes
verdes, que forain lalhadll do 1:1 a l palaras.conli-
iiuam a abaiaar de precs, Em a uossa revista pas-
tada, ao fallarmos sobre esle assumplo, cilranhamos
que nesla qoadra se vendesse carne a 1l> patacas.
i 111 dos taes maullantes pretenden contestar o que
haviiimos dito, mas felizmente nada couseguio, pois
que o facto he notorio; entreunto, ainda continua-
remos a reparr.r que esle genero se venda por lAo
alto prero, pois qoeea as eiichenles dos nos he que
molivava esta cirrumstaiicia, como disse o marchan-
te a que Mu.linio-, islo tem desapparecido, e te-
mus debaile dos olhos algum.is carian que dizem que
as f.iras Mu sido abundantes, c se tem veudido ga-
do batanle gordo para 8 e 10 pnlacas, c ale para
menos, lclo ele que se tem verificado em todas as
feras desdo os lins de abril, poca em que a epide-
mia ja se acbava quasi ettincla em loda provincia.
Atsim a continuar o escndalo a ele respeilo, nao ha
outro remedio mais do que appcllarmos para a in-
lervenrao do poder competente.
Morlalidade de I a 7 de junbo. Livres, hoinens
9, inullirrrs 11, prvulos 1.1 ; cscravos, homeus 5,
mulberes 5, prvulos .Total i".
I5ECIFE8 DUUMIODEISI).
AS 15 HORAS DA TARDE.
RtTROSPECTO SEMANAL.
(.ranhun. foi ponto mais longi^quo da provin-
" 1.1 uontie recebemos communica<;Oes positivas, du-
2*!l" temana. Por meio de urna carta Com dala
"* --"o Psadosoobemos que toda a comarca se
aenava livre da epidemia, e que o respectivo juiz d
direilo ja l:nli.i dado por concluida a commissAo das
Penan ollicialmenle cncarregadas do Iralamento dos
cholencos ; entretanto, oulra carta de 31. annuncia
que a epidemia reapparecera no lugar denominado
Oravata-assu, perleiirenlc freguezia de Papacara,
e lavrava com alguma inlensidade. Para soccorrer
ot iccommeltidot lralava-e de enviar os meios ne-
cessanos e urna pessoa qae applique remedios. Pa-
pacara lem sido o ponto da proviucia mais flagelado
pelo cholera, pois lendo sido o primeira atacado, ain-
da boje nAo te acha livre ; com Indo nos oulros lu-
gares da comarca o mal nAo lem reapparecido.
At noticia! do Bonito com dala de2 do crrenle
dAo a comarca em plena paz, sob todos 01 aspectos.
O invern lem tido regular, mas nct ltimos dias
do mez que acabuu, as chuvas foram 13o copiosa,
qne lodos os nos licaram ebeioscomo 110 invern de
>. e alguns assudes desappareceram. Ha abund.ii-
cia de vveres, c por precos salisfalorios, inclusive
at propnas carnes verdes. Ainda conlinuavam ai
bexicas, mas em fazer grandes estragos.
As noticias da Victoria de ti do corrente annun-
eiam que at cousas iam bem cm toda a comarca, as
le ras hae tido mui concorridas e abundantes, e a
seguranza individual e de propriedade nAo lioham
solfrido vtolarAo alguma.
Em lpo|uca, ullimamente linham apparecido al-
guns casos de cholera, e havia r-ceio do que o mal
te desenvolvesse de novo. Tambem recebemos com-
muincoooes de Nazareih que repulam salisfalorio o
estado sanitario de toda a comarca. Alem de muitas
chovas que lem cahido, a |seguranra individual foi
alterada por um atsassinatn em Ierras do eiigenho de
l.iniHiaupe de Plores, mas dizem que foi casual,
nenhum oulro acontecimenlo nolavel tinha tido
lagar.
Cartas de Iloianninlm, cojas datas chegam a 23 do
pass.ido, aunuuciam que a epidemia eslava quasi ex-
mela, leudo com ludo feilo grandes estragos em lo-
do o municipio.
As noticias da Parahiba dao a capital em comple-
to sucego e livre do flagello. Enlrelanto, na Taqua-
ra havia reapparecido e feilo ltela o lanas vicli-
mai, c anda continuava a fazer estrago. 11. agri-
cultores paralnbanos aguardam urna colhcila salisfa-
lona, nAo obstante os prejuizos causados pela peste.
Esta semana apenas lavemos um vapor, que veio
dos pnrlot do norlo ; mas nada adianla as noticias
Irazidas pelo Imperador.
Entre as noticias que ltimamente nos Irouxe o
Tocantin*, depiramos urna que embora entendamos
que enge alguma modilica^au, com lodo reputamos
ventajosa. A cmara municipal do Rio de Janeiro,
a reqaerimeoto de dous membros, resolveu unoni-
memenle queterepretenlasseao corpo legislativo,pe-
dindo-tcdispensa absoluta dotervico activo da guar-
da nacional para qualquer cidadao brasiletro que se
empregar na vida commercial, quer como caixeiro,
quer como negociante.
Com elTeito, ettando o caixeiro brasileiro obrigado
a paradas, a guard.s, a destacamentos, etc., tert
dillicoldade de encontrar urna casa commercial em
que se arraoje. Atsim, cumpre garantir os servicos
do caixeiro contra quaes quer exigencias que o des-
traiam das suat occopces ordinarias; e cerlamenle
esta circumttancia talvez fc,a que alguma casas
commtrciaes nao aceilem Brasileiros para caixeiro.
Portento, fora convenieule que outras cmaras mu-
mcipaes acompanhassem, neste sentido, a cmara da
capital do imperio ; pois em nosso eulender 'o faci-
Itlar a procura dos Brasileiros pelas casas de com-
mercio para caixeirot, he um dos meiotde nos habi-
litar atim de que em um prximo futuro, possamos
concorrer com o eslrangciro nacarreira commercial,
pois qae so he desta maneira.quesquelle qne nAo ber-
dou bens da orlun, pode adquirir proprieda.de e
crdito, para um dia ettabelecer-se como com'mer-
cianle.
Ale este poni, islo he, o livrar-se o caixeiro bra-
filetro da qualquer aarvire da guarda nacional, coti-
cord>mrcoma reprcsenlacAo da cmara municipal
da corle mas quanto parle em que ella exige, que
o propriu negociante brasileiro teja igualmente dis-
pensado do mesmo servico, entendemos qne he mui
inconveniente. O guarda narioual deve oerecer a'
iociodade garanlias de seguranza e independencia,
e se o negociante for privilegiado, como he a mor
parle dos empreeados pblicos a oulras muilat cias-
te, entao tobre quem rccahiia' oontis '.' Cerlamenle
sobre individuos qe nAo ollcrerem nenliiima das
garanlii. que devem caracterisar o guarda nacional.
rrovera a Dos qae lodo o corpo do commercio bra-
sileiro podesse ser guarda nacional: Em verdade a
ordem publica assc.ilaria em bases mais solida. A
menos qae os autores da represenlarao lenhain em
yittt, com scuiclhaiilc alvilre, obriga'r indirectamen-
PAGINA &VULSA.
II;. 11 lem fallecen o Sr. Conloa, depois de tres
dias do penoso padecimento. Foi urna perda mui
sen-ivel para a provincia ; araiso della, o fallecido
coopcr.iva quanlo ser poda para que as emprezas
de que elle fazia parle, tivesscm o xito desojado.
A (erra Ihe teja leve.
(iabinele portuguez de leilura. Em nosso
itinerario noticioso acerca do que temo de mais im-
porlaute em nosta capilal, deparamos cem o gabi-
nete portuguez de leilura, esse vinculo eivilitador,
que ala em um ski feixo as duas nares imigss. Mo-
ralisar a nobre instituirAo do S'binele, demonstrar
a sua uliliiljde e necessidade, historiar o passado das
duas irrra.s, revenado salienlemeule n'uma lAo hu-
manitaria. tcienlilica e civilis.i lora associarAo, seria
objectn, nao de um artigo noticioso de gzela, mas
um de um Iivro volumoso, onde a luz merediana,
se podesse demonslrar sem melle eslorc.0, que o ga-
binete portuguez de leilura lie o anuel mgico, in
ilislrurlivel, qoe prende dous apelan vigorosos por
Dos unidos nos altares de urna mesma religiao.
No sabbado de manhaa derramaram se alguna
saceos de iliuheiro na ra da Cadea do Recife, em
virludc de e haver partido o carro, que os couduzia
oh '. ja anda assiin a granel'.'
O Sr. Barrclitr ia sendo roubado ao anianhe-
cer de si'bbado ; o. ladrAo pulou dous muros pura
vir ao lugar onde est o eslabelecimenlo do Sr. Bar-
relier ; visto por um seu escravo, e persesunlo pelo
mesmo, deilou a correr com urna faca alravetsaila
enlre os denles, e qnando ia galgar uovanieiilc o
muro lie i'ii nina lurte bordada na cadeiras dada
pelo fiel ne^rn, mas o ladrao Dio esmoreceu, veloz
como urna cursa, tallou o muro, c evadio-n.
O Sr. Dr. subdelegado de S. Antonio acaba de
prender um ladrAo, que roabara o Ur. Childerico ;
esse mo^o vindo do Rio, ptecisaii de um criado, e a
|nem haviam de inculcar J a um lal Joo Baplisla,
lami.i'i...lo -ocio do TIRO, e o resollado foi oque
se vio ; Inuvamos muilo o zelo, e dedicacao do Sr.
Ur. Honrado.
O Sr. lr. subdelelega lo da Boa-Vista, co-
iiheceudo.qae Ihe era neceando a lodo o custo aca-
llar oom a companhia de ladrees, que vive attal-
lando al 01 babllanlea detllro da cidade, lem ron-
dado com os seus inspectoras, e 1 rdenanra. Ajuiza-
mos que o Sr. Dr. rhefe de polica, alarefado cuino
esla agora de Irabalhos, nao podera anda providen-
ciar a esle respeilo, bem romo a respeilo de certos
lo seus subordinados do seilao, que por all andam
dando caberudas :pobresscrlauejos, que ou I1A0 de
ser tratados por distuictos Peuleados e Camises, ou
por troca-triulas, que ootro lim nAo teem, senao
tratrem-os como negros, levando-os uu a bolos ou ;
ccele Taes bomens maniendo o socego lie um
epigrama.
Acha-se' instituida na ra da Praia, palacete
amarello, urna casa de bailes masques, que ter
meusalmenle de dar urna reuimlo : a idea nao he
ma, tendo, que se guarde, como he de esperar, toda
decencia devidl ; he preciso que hajam dislraroes,
animaoAo, uuiao, e que nao hajam mais ladres...!
tslevesoberba a fesla de Monto 11 na igreja do
l.i\ rainriito, celevrada em acrAo de grabas Sanlis-
sima 'I rinda le pela extincrAu' do cholera ; nada lal-
loo para o seu completo realce.
Hospital de caridade 7 de junho, enlraram > e
exislem 76.
Dia 8 enlrou I, exislem 77.
, ^lf ainanhiia.
Con, aninquilou-so. pela dissolurao do vinculo e ex-
1 i 1.c. 1 o do padreeiio, e lauto que por essa occasiao
foi manda a entregar ao parodio a igreja no que
respelta au culto, liraudo a irmaudade das Cbagas na
admiiiKliarao do material ; e ludo ia a-1111 corren-
do inaii-a e Iranquillamenle.
E vai senao quando, vejo no seu Diario 11. I:ltde
sexla-feira (i do correle junlio eulre os arligos do
projecto de rompromis-o rejeilndet pela nobre com-
missAo da aowabla provincial, o ert. 7, cm que a
administrar/lo da caridade dando como coosii assrn-
lada de pp.ira e cal osea direilo de privilegio sobre a
igreja do Paraizo. estabelece que o capelln da rota
dos engaitados, tica sendo o rapello da irmaudade,
e como tal encarregado do culto, etc.. ele, te. Em
que Ma-c fiindam i.o inslita pretenr,;'io, n3o pedem
um privilegie, mas o dao como estabelccido ".' (lo/.a
a adniiiMrarAo da i-oinnnin,,-ar.io de privilegios co-
mo as ordons religiosas:' Uu tem ella um hospital
innexo como danles a es'a igreja'.' A roda dos en-
cellado nanea pertcneeu, nem leve relace* de de-
pendencia com o vinculo, cujo admiuislrador epa-
droriro era o margado do Cabo, boje exilado.
O govvrn-.lur ecapullo general D. Ihomaz Jos
de Mello fuudou, como ludus sabem, na que por esle
motivo se chama boje ra da Roda, urna casa desti-
nada a receber essas inflim cre.ilurinba, que al
enliiii servia m de pasto aos porcos e. cAes, sem com-
municar.io alguma direcla ou indireta com o bospi-
lal do Paraizo. E he islo lano verdade que lodos os
expottus vinhain ser baplisados nesla matriz ; e eu
que romo minorista servia de ajudante do padre sa-
crisiao era, pode-te dizer, u padrinho nato de lodos
elles. Se pois islo assim he, como pretende boje a
administraran da caridade invadir o territorio alheio,
c reduzir como os Rasaos, Fioara Senbora do Parai-
zo icondiccao de Santa Sophia Dar-te-ba caso que,
concluida a guerra da'Cnmea, deva elia rtturgir na
igreja do Paraizo".'
Bem baja a nobre commissa 1, qae conliecenilo
odiosos os privilegios como derrogalorios de direilo
coinmum, patsou um Iraro prelo sobre esse artigo.
Se em todos os demas militam iguaes razes, o
compromisso nao podera passar como est.
U conego vigaiio, l'enamij llenrique* de llesende.
anlos os augmentan] ; elevados pela cobica de um
Lunli-i inaioi, do que o que Ihe pude dar o' producto
licito de seu irabolbo, abusam de suas funcces a
ponto de dcsralcarem as rendas a' seu cargo, sendo
disio causa malla! vezes a existencia em um inesmn
municipio de colleclorias e imposto arrematado
a Poram presos.....
o Pela subdelegsria de Santa Autoniu o prelo Sa-
lyro Francisco da Silva, por desobediencia e insul-
to, e o portuguez a Jos Pinto Jnior, >i por
/itrio, o
He relativamente a ollima parle deste trecho
ua verdade he uin conlrasensn a adoprAo de dous | que venho pedir a Vinrs. se dignem de publicar os
systemas da arncadajflo cm una mesma locali-| documentos abaixo, os quaes reslabelecendo a vera-
''"'' cidade dos faclos, taes como elle infelizmente se
tlemonslrailo o estado deploravcl, e ale mesmo de deram, teudem principalmente a arredar de sobre
abandono ern que vo as nllecloriaa, cojos empre-1 meu lilbo a pecha infamaulc que sem duvida por
gados levam a avidez por dmheiro a altura de serem I descuido de quem esrreveu a parte da polica, ahi
mu poneos os que recolhein a' Ihcsuuraria a mpor- 1 se Ibe atsara.
launa integral do que arrecadam.enlretanlu que ou- Por tal favor. Sis. redarlores, ter-liies ha elcrna-
Iros converteio a renda da colleclona em palrmonio menle giulu n de Vmct. venerador e obrgado-Joie
seu ; passaremtt agora a dar urna succuila idea do | Piulo,
como coinpreheiidemos a reforma proposla, e a vau-1 Por meu lilbo Manuel Ignacio de Torre Bandei-
lagein da crea^ao da collecloria central.
Nenhome reftrma sera' proficua se. enlre oulias
mtdidas que a experiencia ja deve acouselhar, nao
adoptar um systema de arrecadar os imposto com
igual inlerveurdO do collector, seu escriv3o e fiscal,
embora a allribuires respectivas divirjam, no lan-
raiiieuto e cobranza do* m*smos imposlos.
Essa Irladada no priaeipio duevercicio sahira'a
fazer os laiiram'Milos, firaudu estes depois de feilos
em poder do esrrivAo; masdeve-sc etlrabir una co-
ra recebi do Sr. Jos Piulo Jnior, cm pagaiiienlo
de igual -.omina, que este recebera do preso J0A0 de
tal, que havia fuado ao dilo meu lilbo a quanlia
de qualrurenlus e lanos mil ris, e que cotuessara
ser aquella somma de 159 perlencente a quanlia
furiada, pois que elle nenliuiu outro dinlieiru pos-
suia.
Recife ll de maio de 1854.Antonio Ignacio de
Torres llandeira.
llin. Sr. Manuel Ignacio de Torres Bandeira.
- --------------- -------- 1 ....... ... .......... ,...,,... ,,c i.nir- 1, 1 nuer 11.----
pa, amn de por alia abrir o hscal livrns de contas j Rogo-lhe por obsequio i verdade. se digne rispoo-
coireulet, e cjrregar em debito n conlribuiules de ner-me, se meu Mllio Jos Pinto Jnior algum dia
imposlos laneadoa. leudo oeacrlvao os livrot de llie furlou alguma eousa, ou se Ibe consta que o
--..._ ...... *""| ""** '"'"'" ')<" -"uso) wti se 1 iic 1 uiiMH QUC O
lanramenlos do imposlos, O Dtcal osdeconta cor- | mesmo fosse cmplice no roubo que a V. S. lez
eme, e o collector os de receila, o primeiro extra- j J0A0 Duarle de Oliveira, assim como, se V. S. foi
111ra o coiihecimenlo do debito, o segundo abonara' pago da quantia de 2.K5. que a mea lilho empresla-
a conta do devedor, e o terceiro, depois de veril]- ra o mencionado Oliveira. sendo lOlqui Ihe era de-
car-seo ronlieciment) esta' averbado pelo fiscal, o vedor, c I.V5 por empreslimn. e por c|uem fora V. S.
assignar.i recebendo o dinheiro e carrogando-u nu j indemnisado da dila quantia ; com sua resposta
llvro de receila. rnuilo obngar a quem se preta ser de V. S. vene-
Uolloeadaa a cousas ueste p, podcrAo a collec- rador e criadoJos Pinto,
lorias marchar com oulra regularidade, cuja ciiuse-! Recife 21 de malo de t8.'>t>.
cussAo senao pode realisar de oulra forma ; mas po-! Illm. Sr. Jos Piulo. I endo-ine Joao Duarle de
-!'! "AC-0n,ec*r a."2 c,ses '"'., omprega los, ou por i Oliveira furtadn a quanlia de itrj. recurr polica,
' potentados, ou final- | que deenvulvendo a respeilo a maior e mais lou-
KEPABTigAO DA PDLKJIA.
Secretaria da polica de Pernambuco 7 de junho
de 1856.
Illm. e Evm. Sr. Levo ao couliecimento de V.
Exc.que das dillcrentes parlicipaces boje receblas
nesla reparlirao, consta que se deram at seguinles
oceurreucias :
Foram presos : pela subdelegacia da freguezia do
Recife, o portuguez Jos Rodrigues da Silva, ea
parda Paulina Mara da ConceicAo, por briga, c os
prelos escravos Riymundu e Joaqun], este por de-
sobediencia, c aquelle a requerimeulo do senhor.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Antonio,
Jos Antonio dos Sanios, por briga, a preta Bene-
dicta, por suspeita em crine de luVIo, e o prelo et-
cravo Sehasliao, por fgido.
E pela subdelegacia da Ireguezia do Poro da Pa-
nella, Mauocl Jos de Sampaio, por suspeito de ser
fugitivo de prisao.
leo guarde 1 V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
telbeiro Sergio Teixcira de Maccdo, presidente da
provinciaOcbefe de polica uterino, Dr. /'licar-
po Lopes de Leo.
S&iatto $> yetnsmfritco*
A assembla na sessAo de sabbado, depois de jal*
gar objeelo dedeliberaro e manda- imprimir al-
auns projectos e approvar diversos pareceres de com-
mittoes c requerimtnlot cm que se |iediram escla-
recimento ao governo, oceupou-se com a primeira
discussao do projecto que desannexa a freguezia de
Salgueiro do termo do Oarcury, o qual foi appro-
vado sem dbale.
Passando a segunda discussao do projecto que ap-
prova o riintrato relativo a illaminactlo a gal, fallou
sobre a materia o Sr. Sabino, ficando a mesma adia-
da pela hora, e com a palavra para a sessao seguinle
o Sr. linio.
Em seguida oceupou-se com a segunda discussao
do orramenlo provincial, e approvou os arligos 15,
lli. 17 e IK.
A ordem do dia de hoje he a continuarlo da pre-
cedente.
mmunica'>0&.
A PONTE 1)0 RECIFE.
I m pequeo reparo aoque se d;sse na Pagina
CMlra a respeilo da ponte vellia do Recife.
Concordamos rom o digno redactor que n ponle
do Recife ueve ser aliviad do enorme servico que
esla preslando, pois parece perigosissimo o Transito
de cairos e cargas.
Ja foi examinado segundo nos consla, e verificado
que essa ponte pode ser mantilla para o transito a pe
com a levissima despera de a ti cnnlos de reis ;
coucedendo que o duplo seja neceanrio, e ale mesmo
o triplo, he incotilesiavel a olilidade de lal despera
par.i conservar um? ponte rollocada no centro do
commercio. prendendo as arterias principan da
communicaro dos don bainos, e em cuja extremi-
dades, piincipalmenlc na do Recie, se acbam fun-
dados grande eslabeleciiiienlos commerriaes.
He sabido que o estado nAo pode ja emprehender
a substituido da velha ponte por oulra decoustruc-
cao conveniente e eslavel, alientas as desperas que a
calamidade epidmica lem causado ao lliesoaru ; e O
mente por combinarlo enlre si, coucorram pira a
ma' cobranra dos imposlos ou dclapidarAo na arre-
Mtlatla, indispeiiiavcl se torna urna agencia Hscal-
sadora, donde parla o movimenlo da regularidade
para as collecloria.
Essa agencia, que bem qualicadi se acha no pro-
jecto com o titulo de collecloria central, devera' 1er
a seu cargo a distribuirlo de livro, rubrica destes,
correspondsncia e lomada de contas trimensacs das
collecloriasr licandoeasim alliviada a Ihesouraria do
grande peso do Iraballio, porque ate a sua curre dencia com a colleclorias o devera' ser por inter-
medio da ceutral.
Alem disso, para prevenir os abusos que cima
disseinus poderse dar, deve a collecloria central,
sempre que forpossivel, dirigir-sc desltcadamenlee
semlempo determinado a lucalidade das colleclorias,
eahi proceder minucioso exame nos conbecimentos de
ello de berancaie legados, que exislirem nos car-
torios, com os repeclivos lanr.imonlo no livro de
receila, para verificar a conformidade das impor-
tancias far tambem esse exame de conhecimeulos
em lodos os de mais imposto, ja pelas casas parl-
cuh;res,j.i chamando por edilaes lodo aquello que
houver felo pagamento a collecloria no auno, cuja
averiguarlo esliver faado, com commiuarAo de
que os qse oppozeTrm relurtanria ao chamado do
collector central, serAo sujeilos a novo pagamento
do imposto ; por isso que, depois da corren;iu ilesse
empregado n'uma collecloria, nenhum conbecimeulo
lera valor, sendo relativo aoexercicio do exame, sem
que esteja com o silfo do collector ceulral ou de
quem su. vezes tizer.
Igual iisr.-ilisic.io -i- fui na agencias, e por esta
forma ninguem deixai de concordar que o. negocio
em queslao tome a face mais proveitosa.
No lim do cada trimestre o fiscal das colleclorias
remetiera a collecloria central urna mlajan nomi-
nal dos coolribuiitcs, que se acharem abouados
nos seut livros por leiem pago os imposlos, com de-
clararlo da imporlancia paga por cada nm. O col-
lector no lim do trimestre, e dos dia de prazo que
Ihe forem concedidos em allencAo o distancia da col-
lecloria, te apreseular na mesma collecloria cen-
tral por si ou por seu escrivAo, com urna rclarao se-
melbanle a do fiscal, de qae cima se falla, e'com o
dinheiro qoe houver arrecadado : e o collector cen-
tral, depois de combinar com a nota, que Ihe re-
meneo o eaerlvao do numero de c inhecimenlos dis-
pendidos al aquella data, adiando ludo conforme,
ovirahii.i ,1 gn 1,1 de rerulhimeuto para a Ihesouraria,
pagando as porcentagens aos collcclores.
O colleclor ceulral deve ser empregado de lianra,
urna vez que tem a collecloria ale ingerencia nosui-
nhtro;*.
Desle plano he manifest, que a collecloria ceu-
lral nAo he urna crea(l0 milla, assiin como que
-ua arc.io se extender. 11.I0 su a fiscalisarao indi-
rerla, mas anda a directa, indo faze-la as propri-
as colleclorias, sempre que o lempo Ihe chegoe para
ir a grandes distancia, podendo no caso de impos-
sibilidade do colleclor, ser cammissionado emprega-
do de sua coufianca e sob sua responsabilidade,
para fazer os exames que julgar preciso, ou que por
outro inconveniente nao pona de prompto faze-lo
em pesoa.
Resta agora Iralirda inconveniencia da arremala-
rao de imposto.
Para qoe esse systema de arrecadar.io vigore, he
preciso impor-se a lateada um grvame extraordi-
nario, visto como laes arrematarnos 11A0 poderiam
ter lugar se nAu deixassem grandes lucros aos arre-
matantes.
A prova dcsta verdade esla em que qussi todos us
arrematantes sao pessoas que nAo se sjjeilam a co-
branra dos imposlos ; arrematam-o, e depois ven-
dem-os destacadamente a oulro, obleudo uissn lu-
cros consideraveis ; e esses compradores a seu tur-
no (ambem ganham nao pouco. Ora para que a ar-
rematarlo de imposlos posa dar 11111 lucro cerlo e
vantajoto, como succede, aa arrematante, e outro
nao menor ao comprador, necessario he que as ar-
remataces dem de prejuizo a fazenrta nunca me-
nos de 30 por cenlo, sem levar em linba de conla
anda o grande prejuizo, que Ihe trazem os abates
nos contratos; os quaes sendo computados hoje, or-
oariam por nao pequea quanlia em sua tolali-
dade.
Alem do prejuizo originario dos abale, ahi vem
fazer-lhe choro as moratorias aos devrdorcs, que
prolongan! o real embolso do dedilo, e dAo nao raras
vezes lugar a desperas judiciae e a porcenlagem
para os empregdo do juizo. E nAo se dig que as
moratorias e abales pedidos polos arrematantes,
provam contra a asseveracao dos lucros que elles li-
ram dos contractos : porque aquelles nanean que lo-
dos os anuos te apresenlam pedindo-osa assembla,
sao os proprios que as arrematarles snbsequentes
tornam a arrematar o* roesmostimposlos, e por maior
valor, o que de cerlo 11A0 dar-se-hia se o prejuizo
allegado fosse real e nao delicio.
Se houvesse prejuizo cerlo, ou fossem os lucros
insignificantes, ninguem haveria que tenlasse urna
arremalarao nina, daa nuil vana aumente para
ler perdas, 011 ganho enfonor ao trabalbo.
Eslabelecida assiin a utitidade da reforma das
colleclorias, para que seus empregados lenhain me-
Ihores vanlagen, e os liscaes Irabalho mais activo,
ja que para isso sao pagos ; e provada igualmente
de modo irrespondivel a imporlancia e conveniencia
da collectorin central, ao mesmo passo que em cer-
tas localidades, onde a distancia e a exlensao dos
municipios acunsclharem a conveniencia da arrema-
tara.1 de imposlos, lica livre a execarao dessa me-
dida ; iremos mostrar que essa reforma e a crearAo
da collectori central nao M n3o sAo dispendiosas
para a fa/.euda provincial, como at pelo contrario
Ibe allrahem iuteresse pecuniario ; e para isso, ser-
vir nos-hemos de dados, que nos ofierectm os balan-
ros da Ihesouraria provincial.
Os imposto arrematados fura do municipio desla
cidade rrndcram no anuo finalicen > de 1851 a 1855
J7:(ilti.-01t rs. Considerndose sobre esse rendi-
meulo um lucro mnimo de 45 por cenlo, que flea
em proveilo dos arrematantes e de seu cessionario,
lera de haver um accresciino de :titi8?i97 rs. que,
reunidos a primeva quantia, pref menlo animal a qoanlia de ."id:JM>:ii:t rs. Desseac-
crescimo de renda dever-se-ba deduzir30 por cento
de porcenlagem para as colleclorias; importante em
l.i:08.V>38!) rs., e per conseguate ahi resta um sal-
do em favor da Ihesouraria de 7:"*:>698 r.
As colleclorias renderam no mesmu excrcicio a
quanlia de Wi!H8ISIl'> rs. e sendo certo que por el-
las nAo pode deixar de haver um desfalque animal,
Icnno medio, menor '2f> de loda a arrecadac.Ao,
visto como colleclores ha, e nao poucos, que nao
entregara lilO della, vir a haver um augmento
sobre a renda de I8:792$5tr2 r. que, ajunlado a
primeira addirao, Cun-lilue unv, reiiilimenlo anuual
de li:77'J3!)77 rs. Deduzuido lo augmento sobre
a reuda a porcenlagem tambera de M por cenlo
para 1 collecloria, imporlanle em :(j:l7?7(i8 rs., so-
bra ainda em saldo a favor da fazenda a quuatia de
l:l:l5iS"'Ji rs.
A arrecadai;ao da divida activa no mesmo anuo
de I8">i a 1855 foi de 7+:998#50 rs. Deba foi de-
duzda 30 por cento para as colleclorias e :i| por
cento para o consulado ; perianto lionve para a fa-
zenda um prejuizo real, por ser ajlporcculagem da
divida activa smenla devida aos empregados do jui-
zo, da quanlia dt 10:l'i>12ti rs.
Reunindn por ceweqaeneiaem addioes a quan-
lia do 7:82c'.l7 rs. de lucro, que devcrAo deixar
os imposlos uta arrematado, passando a eren co-
brados pelas colleclorias, com a de l:l:l.'ii?7!li rs.
quede uiiuliscalbaio regular de mais renderao as
Basa ortica, alm de opposta as lois, be cm ex- colleclorias, juntamente com IO:iJo(i rs. que iu-
tremo irregular, vi-lo que iusinua al aos funccio- j devidamente se paga da parcentagem da divida ac-
uarios pblicos a licgligenciarem os seus devore. 'iva, vem a dar em resumo uin lucro aunual para a
toda essa runlradiroAo de leis, loda essa roiifusSo I fazenda, ua importancia de :II:I699I8 rs.
REFORMA NO SYSTEMA DE ARRCCADACAO'.
II
Promrltemlo em nosso artigo anlerior proseguir
no ileseuvohmenlo da vanlagens, quede necessi-
dade devem piovir da refoinia do svslema de arre-
cadacAo dos imposlos arrematados e cargo das col-
leclorias e das agencias, queslAo que eala merecenr'o
a atientan da Bosaa illattrada assembla ; boje que
volvemos .1 arena, nos he Minio mais lisougeira essa
larefa, quanlo he rerlo que o projecto iniciador da-
quella til idea ja foi approvado em primeira dis-
cussao por nina maioria con-ideravel.
Esle fado he bem significativo, e inqueslionavel-
menle prova com lucidez que aquella illuslre cur-
porarao liga a devida importancia< essa necestidade,
urgeuiemente reclamada por um dos ramos de arre-
cadarao das rendas publicas.
Na primeira parto do nosso Irabalho ludamos en-
celado apenas e por alio a nianifestai-ao da ulilidade
e importancia reaes da reforma propoata pelo hon-
rado depulado o Sr. Dr. Sabino ; mus agora na pro-
securao acbavamo-not quasi que allivindos desee en-
cargo.a que nos propunhamos.pela razao de que.sen-
do ella una necessidade leconliccida por lodos, s
nos cumpria a dcmonslrarao das vanlagens que de-
ven! resollar da creargo da colleclorfa central, con-
tra qual dirigen sua arguintnlarao os inimigos da
reforma projertada, urna vez que nao podem con-
lestar esla, e antea s.lo forcadoa a reconhecer a sua
imporlancia.
Todava, para levarmos i evidencia ai vanla-
gens e 11I1I1 Mu da cons.igrorAo da collecloria
central, conven) que domo mais amplidao a ma-
teria mediante dado irrecuavei, prevatecendo-
nos da oppoiluiiidadc para dhcorrermn acerca da
ceiada reforma como comprehendemo-la, c lemo-la
arcuradamento eludadu, sem que nesse em|ieubo
poopemos runiderare, que leiidam a altender a
desurden) e a irregulandade observadas na acluali-
dade da arrecadarSo do imposto.
Pelo arligo SI 00 regulameulo de :! de agosto de
1852, em falla de legislarlo especial, o negocios de
fazeuda devenlo ser regulados pelas leis e regula-
menlos geraes.
Tao lerminanle dsposirao nem seu.pre lem tido
completa observancia, mxime no que he relativo i
cobranca d*s leudas, porque, bavendo inmensos
avisos e ordens qoe poderiam ter acerca da collec-
lorias, urna applicacao mais proficua, do que a di-
recrAo actual, que Ibes be dada, sen) ser fundada
em lei alguma, a menos que nao seja em regla-
mentos incompleto! e lillios de um arbitrio a que se
arroga a Ihesouraria ; he certo que uto tem olio si-
do otilUados de modo algum cora seusivel desprovei-
lo publico.
Ora, nesses avisos for.im determinadas as pocas
do recolhiinenlo dos diuheiros a Ihesouraria.e u pia-
zo a cada collector a-signado paia satisfago desse
dever ; mas disto apenas se admillio, que os reco-
Ibimeulus lossem rebsados por trimestres, no enlre-
lanto que o prazo para elles uo tem sido observa-
do. I) aviso de 20 de marro de 1819, por exemplo,
eslabelecc que as colleclorias situadas cinco leguas
distantes da cidade, lenban um prazo de cinco dias
para depois de lindo o nniz da arrecadarao, fazer a
entrega dos dnheiros Ihesouraria, sendo concedi-
do as de maior lnngilu le dous dias por cada 'ciuco
legua, depois de decorrido um quartel.
Essa dispii-.ic.ao, alias ulil c conveniente, 11A0 tem
sido adoptada, acconleceudo por isso que as collec-
lorias su ellecluain seus recolhimculos um e duut
inezes depois de lindo o quartel, por mais prxima.
que estojan) da cidade ; e as vezes o fazein no lim do
segundo sen cslre smenle : c essa procraslinacao,
pennitlida uo recolhimtnlo da arrecadarao, be sem
duvida alguma una das couccsscs bciu falaes aos
interesses da fazenda, dando anda lugar a que se
ulilisem os colleclores dos diuheiros pblicos, qoe
assim vo correr conlingeiicas darauusas a fazenda
e a elles mesmos.
Oulra pralica anda he everci.la com o maior des-
proveilo para as necessidades do lisco, e em inani-
feslo piojuizo da renda publica, a qual consisto no
procediniento autorisado por urnas inslrucri.es da
Ihesouraria, aperar do disposto no arligo do re-
gulameulo geral n. ll.l de -17 de marro de 1851, e
ua ordem de 10 de de/embro do mesmo auno que,
pelo cilado arligo 81 do regulameulo de II de agosto
de 18.")l', devera ser applirado aos negocios da fazen-
da ; pic.....lmenlo que da lugar ao pagamento de
porcenlagem, deduzida da......ratttar.i > da divida ac-
tiva a oulro empregados alm dos "do juizo ; o que
expretsamente he prohibido pelo regulameulo e or-
dem cima citados.
Purcenlugens sempre se concederam como um in-
centivo para os empregado encarregados da arreca-
dacAo dos imposlos, per.lendo elles o direilo a essa
porcenlagem, quando dentro do excrcicio da ane
cadarSo deixarem de fazer colectiva a cobranra de
qualquer imposto ; o qual, depois de encerrado o
exercicio, pasa a constituir a divida activa. Essa
divida be a vezes paga voluntariamente pelo deve-
dor, iiidependrnte de coacrAo dos cobradores da fa-
zenda, on de execucao do juizo.
Do exposln v-se, que o faci de pagar-se a por-
cenlagem pela arrecadi-rAo da divida arliva, rulo s
a colleclorias e agencias, senao tambem ao consu-
lado, be, alem de irregular, um meio prejudicial
fazeuda, c destruidor do incentivo, que se propor-
ciona ao empregado ; o qual lendo sempre cerla a
toa porcenlagoni, qaer a cobranca. seja feila por elle
proprio, quer pelo juizo, nao precisa aclivar-se no
ciimpriineiilo de seus deberes, desejandu al que os
llovedores nunca paguem sanio judicialmenle, por
que diminuindo-se Ihe o trabalbo por lal forma, sAo
Ibe em cima augmentados os venciiuentos, visto co-
mo ale das cusas, mullas e juros lecebe porrcnla-
gcni.
Em quanlo a fazenda snllre o prejuizo do paga-
mento de porcenlagem dupla, porque a paga aos
empregados rio jaizo e aos da estai,A que recebe o
dinheiro para recolhe-lo Ihesouraria ; os empre-
gado das colleclorias lem a vanlagem de Iraballiar
menos c ganhar mais !
vavel aclivldade, prendeu ao criminoso, e em sua
casa na mesma uccasiu, que por lal motivo fora va-
rejada, confesara dito Oliveira o furto, aflirmanrio
que desa qoautia emprestara ao Sr. Joe Pinto J-
nior o, u qual conlirmou o facto depois de haver
sulo preso, e \ S. como sen pai ja me pagot esse
dlllboiru. do qje te Ibe den recibo. Nada sei mai
relaliramenle a conducta do Sr. teu lilbo, que ato
o ni.1 1 nAo o contiena. Ha quanto se me oll'ereoe
a dizer em resposla a sua caria rclro. De V. S.
venerador e criadoManuel Ignacio de torres Ban-
deira.
Illm. Sr.Diz Jos Piulo Jnior, que a bem de
seu direilo c joslica se Ihe Taz preciso que V. S. Ihe
mande passar por certidAo o dia, mez e anuo em
que fui o sapplicanle recolhido a essa casa, ordem
de quem, nota de sua colpa, e lulo mais qae cons-
tar nos livros de assento, de modo que fara f ; per-
ianto,
Pede a V. S. Illm. Sr. ajndaule servindo de ad-
miuislrador da casa de deteucao assim Ibe delira.
E R. II.
Paste. Casa de delenrAo S de maio de is"iti.
O ajudante serviudo de administrador, Costa Mon
teiro.
Candido Thendoro Rodrigues Pinto, escrivAo da
casa de dclenoAo, por Hornearlo do Illm. Sr. Dr.
Chele de polica da provincia de Pernambuco.
Certifico que revendo os livros de entradas e sabi-
das de presos euconlrei o assento do supplicanle, u
qual he do Iheor seguinle :
Jos Pinto Janior, brauco. solleiro, natural do
Porto, filho de los Piulo e Maria Candida, reco-
lhido em 1:1 de maio de IsMi por ordem do subde-
legado de Santo Antonio, por suapeito de furto, e
sollo por ordem do mesmo subdelegado em 19 do
mesmo mez e auno.
Nada mais te conlinha e nem declarava em dilo
assento, que eu esc ivau no principio desta declarado
e abaixu assignado bem, fiel e verdaderamente ex-
Irahi seu conteudo na presento certidAo do proprio
livro, a que me reporto, e esla vai sem cousa quo
duvida fara, por mim subscripta e assignada nesla
casa de detenoo da cidade do Recife, capital do
Pcrnambnco, aos -28 dias do mez de maio do anuo
do_ N'aseimeiito de Nosso Senhor Jess Cbristo de
I8"li. l'.-cr.-M e assignei.
Em f de verdade.O escrivo, Candido Thto-
doro Rodrigues Pinto.
Os alanos assignados declarara que tem entre ti
feilo ama tociedade com at furmalidadet legaet, pa-
ra u fim de estabelecerem na cidade de Coiaona um
casa de negocio sob as condici^oes seguinles :
Primeira.que a sociealadehe feila. e celebrada por
anuos consecutivos, que romeral.i 1 do primeiro do
correnle raez em diaule ; lera por objeelo o commer-
cio de lodo, e qualquer objeelo do paiz, ou de fura
delle que sem prohibiro se posta vender, e comprar,
e que o teu doiniciliocommercial sera em qualquer
das ra da cidade de Goanna desla proviucia.
Segunda, que todas as lransa<;oes d inenna socie-
dade serao ellecluadas sob a firma de Chagase tc.au-
tos. pelas quaes serio solulai iameulc obrigados, am-
bos us socios, para o que qualquer delles hipoteca-
rio como garautia das .respeclivaa Iraosacje, e do
fundo tocial lodos os seui-bens Mav idos, e por haver,
cuja obrigarAo, e hvpotBca deverAo subsistir em-
quanto durar a dila sociedade.e te nao proceder sua
liquidado final.
Terceira.que a mencionada soriedado dever fanc-
cionar sob a gerencia du socio Joaquim dos Sanios
l'ei reir, que no lim de cada auno, ou de cada ba-
lanru que derem no fundo activo, c pastivu da casa,
apresentara urna conla exuda oe todas as despezas,
que tiver feilo, com ordeuadus decaixeitos, comedo-
rias destes, alugueis de casa, e com as eventuali-
dades que forem oecessarias, ou que exigir o movi-
raeulo cummercial da sociedade, cujo socio gerente
depois de decorrido o primeiro auno da sociedade,
eflecluado o balaoro respectivo, e de conbecido o
lucro liquido e annuo da mencionada suciedade, le-
ra direilo a urna razoavel remuueraca du Irabalho yavio entrado no dia 7.
de sua gerencia, a qual tar nessa occasiao arbitrada Loandol dias, escuna portuguesa eres, de 121
iii.r 1-, 1 tu 1 ii 11 en 'icoii'lii 1111I111 i. 1 I .v-1 ..- I l...al___ ^ *T Z
Estados I. nidos. U deposito mon-
ta a 8,000 barricas, e os donot ea-
forcam-ae em relalha-lat, porem
os compradures eslfio mui pouco
animados, e ollerecem precos mqi-
lo li mu!, em consequencia das
oolicias do tul, por rojut molivoa
os precos de 22? a .OS. sao quasi
.... .. "ominaes.
(la de OMiidioca-ConliUi, a (!>, |)jUa
D.sconto-----------Reb-leram.se letrat de 9 a 12 por
cenlo ao anno, e espera-se que o
banco conserve um prec.o que a-
mme o commercio,
lreles.....Eltocluoo-se para Liverpool a V,
pelo tancar e 3|8 pelo algodao;
o a 9|bcarreg>nuuesic no Cena.
Tocaran) no porto : 1 navio com Mu, outro com
bacnlhao e I apor.
Enlraram : I de Loanda, I de Por-tugal,L2 de ca-
lioi igoin. 1 em la-'.ru e oulro para concluir sen
carregameulo.
Sahiram : 12 com carregamento para portoe es-
Irangeiros, 2 com a carga que Irouxeram e 3 em
lastro.
F'icaram no porto 40 embarcarles ; a saber : -
americanas, 19 brasiieiras, 1 dinamarqueza, 1 nee-
panbola, (i ioglezas e II porlugaezat.
^otimcnt0 5o potto.
por coramum accordo entre elles socio.
iMiHrin.qiie cora quanlo a sociedade lenlia de du-
rar por espado de seis anuo, como ja lica acordado,
todava te por algum fortuito, ou cato imprevitlo,
algum dos socios se qoizer retirar antes de expirar o
prazo convenciouado de seis annos, o podera fazer
depois que o socio, que quizer licar com a casa, se
toneladas, capilao Jos Louren gem II, carga azeilc de palma e mais gneros ; a
ltoslrnn Rooker & Companhit. Passageiros, Joa-
qun) 111 Mono de Brito Hurla maque, Joaquim Jos
Rodrigan, Joaquim Antonio dos Posaos, Marii
Rosa da t. moeic.ni e I criada.
Sacio* sahido* no mesmo dia.
houver responsabilisado para com os credores da hr-; Liverpoolbalera inglcza Iraogeneu capillo Wil-
ma social por todas as lellrat, e qualquer oulro li- liam, com a mesma carga que Iroui. Suspenden
lulo de divida passiva ; reformanlo-se nesle caso to- rio lameir.lo.
das a dilas ledras, e crditos quaesquer, por mu- j Lisboa pelo AssoresPatacho portuguez I iberda-
do lal que fique o tocio, que e relirar inleiramenle i de, capilao Jo3o Vavier da Foosoca, eargt assu-
desobrigado para com os referidos credores ; e que car e mais geoeros. Passageiro, Ma'noel do Beso
emquanlo nAo houver essa liquidcAo social, que se- | Pedroso.
11A0 reforinarein couveniente, e devidamente lodos | Rio de JaneiroBrigue americano u.Nanrv .1, capilao
o ttulos de divida passiva, nao podcr.i neubum do Eduard Mnsses, em lastro.
sorios sejao quae. forera as circumslancas, e causas PhiladelphiaPatacho americano oScolia, npilu
superveuieules segsregar-30 da sociedade. A. Forsvlli. carga couro e a.sucar
Ouinla,que a sociedade uao lera Tundo certo.e im- Liverpool pela P.rahibat.alera ingiera' Hermio-
vanavel, que cada um do ocios podera' enlrar pa-; nc. capilao John Towill, em lastro. Pastageiro
ra ella com as quanlia- que quizerem no principio Jos Aulunio Piolo Serodio.
de cada anno, ou no lim de cada balanro, e qae per- .Vartas entrados "no dia H.
coberte dot lacros que se liquidaren) parle cor- Lisboa.10 dias, brigue portuguez farojo b de
respndeme, e proprocionada a imporlaucia de suas 23:1 toneladas, capilao Manoel de Oliveira Fane-
entradas, cojas enlr.das urna vez feitas, n3o pode- co, eqaipagem 15, carga vinho e mais gneros a
rAo ser retirada', duranle o prazo em que subsistir; Manoel loaquim Ramos e Silva,
a sociedade, menos que elles socios nao convenci- ; Parahibali dia, hiato brasileiro uCamdeso de 31
nem o contrario, assim como que as referidas entra- 1 toneladas, metlre Bernardino Jos Bandeira equi-
dn devem ser escnpluradas nos competentes livros I p.igem 1, carga toros de mangue ; ao meslre.
da casa, e para maior garant delles socios, licara' liba de Sandwich7 mezes, barca americana Loui-
o contraanle Joaquim dos Santoi Ferreira obrigado za, de 1,550 tonelada, capilao Daniel B Greco
a dar a Francisco das Cbagas Ferreira Duro, urna de- equipagem 32, carga azeite de peize ; ao capilao'
elaraetle por elle firmada, de loda e qualquer quau- Veio refrescar e segu para ew-Bedford
lia com que o dito Cbagas, houver de mirar para a ; Camaragibe3 dias, hiato brasileiro Santo'Loria.,
sociedade meuciunada em uta declararAo.o dia, mez, I de 21 toneladas, meslre Estevao Ribeiro, equipa-
^ubiieacoed aycDi)i>.
Illm. Sr.insperlor da Ihesouraria provincial.Diz
Adulto Martin de Eslad'Eoj peto seu bstanle pro-
curador, que a bem de sea direilo Ibe faz precisa a
certidAo do theor da cauc.Aocom que enlrou o Dr. Fi-
lippe Lopes Nelto.para habililar-se para contratar a
illumiiiarAo a gaz desla cidide e povoa;odosAfoga-
dos: por iso pede a V. S. se sirva mandar passar a pe-
dida cor u 1.ni com todas as especificacGes.E R. M.
Como procurador de Adulto Martil de Eslad'Ens.
F. M. Dupral.
Certifique.Thesournria provincial de Pernambu-
co. 2 ile junbo donJXoli.Cruz.
Em virlude do despacho tupra certifico que a
cam. in que seach no cofre desla Ihesouraria, reco-
lluda pelo Dr. Filippe Lopes N'ello, a lim de hab,
lilar-se para contratara llluminarAo desta cidade,
por meio de gaz, he do Iheor segointe :
ilecebemo do Srs. Roslrou Rooker A; C. a quan-
lia de cincuenta eolitos de reis, importancia de qui-
nhentot actes da companhia Pernambucana, e por
nos ser pedido, pastamos esle, proveniente de seis
prestares que nos pagaram os mesmos senliores.
Recito de Pernambuco, 11 de dezembro de 1855,
Por ordem do conselho de direceloF. Coulou.
Ris 0:000JO0O.
Transferimos ao Sr. Dr. Filippe Lopes N'ello
as presentes arres da companhia Pernambucana,
na importancia de .")0:000j000, que licam des-
de ja pertencendu ao dilo senhor.Recito 23 de
abril de 1856.Pp. Rostron Rooker A- CB. Tuc-
kay.
Fica averbado no livro competenle. Recife 21 de
abril de 1836.Por ordem da directo,Jos Izidoro
l'ereira doi Reit.
E nada mais coulem a mencionada caucan a qual
rae reporto, e para que conste onde convier, eu An-
tonio Cardoso de Quefm Fonseca, passei a presente
certidAo.Pliesnuraria provincial de Pernambuco, .3
de junbo de 1830.
O Ihesoureiro,Thomiz Jos da Silva Gusm3o.
1 aj a 1
N. 1062.Decreto imperial autorizando a socie-
deauooyina formada em Paris sob a deuomina(Ao
COMPANHIA PARISIENSE DE IU.UMlNAClO
E AOUECIMENTO l'ELO OA/.. (1)
NapoleAo, pela grara de Dos e tentada naci
nal, imperador dos Francezes: a todo* os prsenles e
a Vir s.llld.ir lo.
Sobre o relalorio do nosso ministril e secretario
de eslado do negocios da agricoltural commercio e
obras publicas ;
Visto o traladu apresenlado em adida jullio de
1855, de conformidade com o voto ia coinmissflo
mnuicip! de iO de julho, precedente, enlre a cida-
de de Paris, de urna parle, Emilio e base Pereira
e os representantes das companhias entalegadas da
llluminarAo dentro de Pari, de oolral oarte, para
a concessao durante .30 annos, a partir Ido 1 de js-
ueiro de 1836, da llluminarAo c aquecimenlu pelo
gaz denlro desla cidade as clausulas la condicroes
enunciadas no dito tratado.
Visto nosso decreto de 23 de jolho de 18.33 appro-
vando esto tratado ;
Visto os arligos 29 a 37, Sil g 1 j do cojiao de com-
mercio ;
Nosso conselho de esla lo ouvido ;
Temos decretado e decretamos o quo tegtie :
Art I. Asociedaleanonvma formadil em Paris
sob a denominad,, ue
e anno, em que qualquer deslas entradas tctiliarn lu-
gar ; e o mesmo fara' o socio Chagas para com o ge-
rente Sanios.
Sexta, finalmente que nenhum dos socios podera
ter na cidade de Uoiauna negocio algum,que se pos-
sa dizer commercial,ou que cumo tal seja coramum-
menle considerado, sem ser por conta da sociedade,
aqual lidos os seis aonot convencionados para sua
doi tc.io, podera' contiouar sob as mesma condic-
roes, se atsim apcoaver a elles socios, e for nova-
mente convencionado.
E para qoe lenba esse contrato a maior publici la-
de possivel, e produza o ell'eitot convenientes, fa-
zem a presento declararlo por este jornal.
Francisco das Cbagas Ferreira Duro.
Igaarassu, 1 de maio de 1836.
Joaquim dos Santos Ferreira.
Eslava recoubecido.)
Xotimccfi.
r-RACA DO RECIFE 7 DE JUNHO AS3
HORAS DATARDE.
Colac.o- olliciaes.
Ajenen mascavado23500 por arroba com sacco.
Dcscouto de letlras9 ao auno.
t'reierico ItobUliard. presidente.
/'. Borges, secretario.
CAM ROS.
Sobre Londres, 27 d. por 15
Rio de Janeiro, ar, par.
Acues do Banco, 35 t)d) de premio.
Aci;oes da companhia de Beberibe. .>(5000
Acres da campanilla l'on ..inbucan 1 ao par.
Ulilidade Publico, 30 porceulo do premio.
ir o Indemnisadora.sem vendas.
Disconto de letlras, de 10 a !_' por d|.(i
METAES.
Duro.nras liespanliulas. 28} 2S-*jO0
Moedat de 69100 velbas .... in.-miii
o 6-3100 nov3s .... 16^100
3U00....... Prala.Pataces brasileiros......23000
Pesos columDarios......^3000
mexicanos.......i->8(0
aLFANDEOA.
Rendimeotcdodia 1 a 6 .
dem do dia 7......
103:232J237
25:lr.1i80l7
128:1382231
Descarregam hoje 9 de junho.
Barca inglezat'loainuj Cloudinercadorias.
Barca americanambtemfariuha de trigo.
Barca porlugueza Carlota imelia pedras de
canlaria.
Brigue portuguezTrocadormercadorias.
Brigue dinamarqnezAmia Ceciliao resto.
;.iMT.AHU UERAU
Reudimento do da 1 a 6
dem do dia 7
7:013331'
1:01633.31
8:u89s70l
IINACAO'
nlercsse publico nao pode sollrer a pnvarao de um
le os ..egocitules eslraiigeiVo; ^Trside^.Tqi E"""S "'"""* i,""ld ^ac limitad io '"",il0
llitcm, o que collamente proporcionara
grandes vanlagens polticas esociies ac se-
rnos que d. segunda parle da medida proposta resul-
te algnm beneticio publico.
A asteinblea provincial duranle alguns dias da se-
maua, oceupou-se com a discossao do proieclo que
approva o cntralo celebrado pelo governo relalita-
neule a illuminar.,,, a Baz desta cidade. He mui-
lo provavel que a resolucJo teja defiuilivanienle ap-
provada. Ja passou e,n primeira discussao ; com
lado na segunda lem soltrido Iguma opposicAo,
a qual licou adiad, na ollima sesto da semana.
Entre os projectos que toram apresenlados, no-
la-te um qae reputamos de inmensa vanlagem lau-
to para o poblico romo para os caniculares. Que-
remot fallar do projecto qoe lem por fim a r'rearao
de nm Rjnrn. A InslilurcSo nao foi denominada
peasoas escoleiras.
Porlanlo, nada mais razoavel c ecnuomico duque
remover para a ponte nova e provisoria lodo 0 Iran-
silo de maior peso, e proreder opporlunamento aos
reparos llgeiroi que habililario a ponto velha a
prestar por aun js o serviro proprio do seu estado, e
que mais urgenlc se nos faz.
Sabemos que a repartidlo da obras publicas est
animada desta ptame, e'que os commcrciantes da
ra da Cadeia do Recito eaUra disposlos a conliiliuir
con) urna boa e expontanea quol.i para quenorseja
interceptada essa imporlanle commiinicaco.
Fin urna das domingas anlorinres prelendeu o re-
geiili da roda do> engeilados, nome Iradiccinnal,
fazer canlar na igreja do Paraizo urna missa pelo ca-
pelln da Roda, sem que n parodio da Iregnezi, da
notada as colleclorias revela um deleito profundo
em sua actual organisarao, um deleito radical que
reclama ingenie reforma.
A falla de irtcallsacio as colleclorias he rccojilie-
cida, e n indefinido da illriboicOes do reapcelivot
liscaes he um dos niaiores males que pesan) sobre a-
qaella eslnres. Um fiscal, lal qual se enleude a,c-
lualmciile, he mais um onus p,,ra a fazenda do qne
urna crearlo donde Ihe resulto ulilidade ; porque
quasi que sua missAu limila-se apenas a um tillo lias
guis de rerolliimenlo, recoliendo era coinpensaoAo
a porcenlagem de don por canto sobre a imporlan-
cia da mesma guia.
Nulo nao ha censura directo, teja dito de palia-
sen, ao empregado, o sim ao empregu cujas allri-
buioes siio resnelas.
Desse cali em que se acbam as colleclorias, que
nao lia directamente liscalitadas as proprias luca-
lidade, apezar da incumbencia que d o regula-
menlo da Ihesouraria, vislo nao ler ella pessoal tuf-
ficieute, como o deraonslranios, no anterior etciip-
tn, he que nasce nao se inleressarem n colleclores
pela prompla cobranca das renda, pois qfe com
1.1 11 i jiiein diroinuirAo em seus inineie-.e
He o mais reduzido possivel esse nosso calculo,
e por elle ve se que nada perder a fazenda com a
crearAo da collec lona central.
A collecloria central, por mais pomposa que seja
em sen enxoval de nasciimnlo, nao he possivel que
dispeuda mais de l|i desse augmento de receila. 'ao
passo qoe sema ana nntagracjlo podadar-n o facto
de nao rolher-so esse aogmenlo oalcnlado; porque
as delapidaruesdc diubeinx.a negligenciae a incuria
podeao cunliiiuar as colleclorias.
Pomos sollrivelmenle evlcnsos desta vez, mas o
fizemos porque assim demaudavam as circumslan-
ciase a resoliioAo de ii.u, vollannos mais as olliciosas
columnas do DIARIO, que nos tem sido Tranquea-
das, como cavalleinsmo proprio de seu honrado pro-
pnelario, a quem muilo agradecemos lana liueza.
11. v.
COMPANHIA PARISIENSE DE II.LU
E AQUECIMENTO A GAZ,
he aulorisada.
Sao approvados ot estatutos da dila socledade.laes
quaes elles s3o conteudo no contrato nainda. Icilo
em 19 de dezembro de 1833 perante Mr. Moc-
quardeMr. I.avocal.uolario em Paris, cojo contra-
to licara .innovo ao presento decreto.
Arl. 2. A presento nutorisac.ao podera slpr revo-
gada no caso de violadlo ou de nAo execucAo dos-
eslalulo, approvados sem prejuiz> dos difeilos de
terceiros.
Arl. 3. ira estabelecido perlo da sociedade um
commissario que sera encarregado de exereer urna
vigilancia especial tobre o todo das operac/ics da so-
ciedade e vigiar a cxecuciu) do estatutos.
Esle commissario sera nomeado por noso minis-
Iro secretario de estado dos negocios da agricultura,
commercio e obras publicas que fivar o seo orde-
nado que ser pago pela companhia.
Arl. I. A sociedade sera' obrigada de remoller
lodos os seis inezes um extracto do seo estado de si-
luacan ao ministro da agricultura,rominerrio o obras
publicas, ao prefeilo do departamento do Seme.au
prefeilode polica, a cmara do commercio e ap ar-
chivo do tribunal de commercio de Paris.
Arl. .3. Nosso ministro c secretario de eslado dos
negocios da agricultura, commercio c obras publicas
lica encarregi.lo da execucAn do presente dedrelo,
que ser publicado no bullelim das leis, inserido no
uMoniteun, e em um jornal de auuuncios judicilirios
do departamento do Saine, e registrado com u'Lcto
de associarAo no archivo do tribunal de roinmercio
de Paris.
Feilo no palacio das I uilerias em 22 de dezeirlbro
(e 1833.
Assignado.Napoleio.
Pelo imperador :
O ministro c secretario de estado dos negocios! da
agricultura, commercio cobras publica.
Assignado.E. Rouber.
0ttep0ttbmci.
Srs. redactare*.-\\m 011. 117 doten mui con-
caituado jornal o sob a epigraphe Reparli, Ao da
polica,so !,' o seguinle trecho :
' O art. s dos Estatuto da companhia Pejr-
nambucana, diz SAo accionistas da eompaoUta
Peruainbiicaiia lodoa os possuitorcs de acues del
cii|o lilulos ealiverem compclenlemenle averbac
us livros da companhia. No caso do Iransfereucil
a a verba sera' posto visla das acones, e anignaoa
pelas |,arlcs inleresads ,. 011 seus legitimo repn
seiilantes, licando no archivo as procurarues.
Em face desle arligo nao pode haver queslao si
brea illegalidadeda transferencia operada 110 S
Nello.e por consequencia a insulliciencia do deposi o
ordenado no arligo 12 do contracto ; ao que ma
accretce a nAo ser essa i-aur.ao lalvez; sellada, sem
que nao podia ser recehida.
(I O gaz de iquecimeulo, lio o gaz hydrogeno qole
serve nAo s.i para ilturainacAn como para os uso di |
metticos e indnslriaec, por ser inodoro n nao fa/i r I Feriaba de Irit-o- O mercado fni supridn mm mi
1111110' !
MUTILADO
ILEGIVEL
gem 3, carga assucar e mait gneros; a Jos l.eile,
Passageiro', Joaquim de Barros.Calittro, Antonio
Joaquim do Livramenlo, Paulino Accioli da C-
mara, Miguel ArchanjoCardoso, Amonio Dias da
Silva Cardeal. Manuel Marinho Falclo, Jos Cu-
perlino da Cmara.
.Vacie sahido no mesmo dia.
Parahiba Lancha brasileira Nova Esperanr.au,
meslre Hypolilo Jos da Silva, carga bacalio,
plvora e Irais gneros.
O Illm. Sr. contador da Ihesooraria provincial,
servindo de inspector da mesma Ihesouraria, em cum-
I rmenlo da ordem do Exm. Sr. pretideote da pro-
viucia de 18 do correle, manda fazer publico qne
no da 19 de junhn prximo viodooro, peraole a
una da fazenda, se ha de arrematar a quem por
menos fizer, a obra do calramenlo da segunda parto
do primeiro lanci> da estrada do Pao d'Alho, avalla-
da em 11:6603000.
A arremataran sera feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 1.3 de maio de 1851, e sob as clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
As pessoas qoe se propozerem a esla arremalarao,
comparecan) na sala das setses da mesma junto 00
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn atusar o presento e pu-
blicar pelo "Diario."
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co, 27 de maio da 1836.O secretorio, Antonio Fer-
reira il'Aiiuaiiciaca'.
Clausulas especiaes para a arremalarao.
1.a As obras do calcameulo da segunda parto do
primeiro lauco da estrada do Pao d'Alho, far-te-bo
de conformidade com o ornamento e pertis approva-
dos pela direcloria em conseibo e apresenlados a ap-
provorao do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 11:6609.
g.- O arrematante dar principio ai obra uo pra-
zo de 30 dias, e devera conclai-los no de 90 mezes,
ambos contados oa forma do arligo 31 da lei provin-
cial n. jH<.
3. O pagamento da imporlancia da arremalarao
realizar-se-ha na forma do artigo 39 da mesma lei
provincial, sendo melade paga em moeda correte, e
oulra melade cm apolices da divida provincial, crea-
da pela lei provincial n. 351.
i.'' O arrematante excedeudo o prazo mareado pa-
ra a couclusAo das obras, pag ira urna malta de 1008
por cada mez, embora Ihe seja concedida prorogar,Ao.
jo' O arremtame duranle a execucAo das obras
proporcionara transito ao publico e aos carrol.
6. O arrematante ser obrigado a empregar Da
execucAo das obras, pelo menos", meto de do pessoal
de_genle livre.
7. Para ludo o mais que pAo se achar determina-
do as prsenles clausula, nem do orramenlo se-
guir-se-ha o que dispe a respeilo a lei n. 286.
Conforme.O secretario, A. I d AiiinjaciacAo.
O Illm. Sr. contador da Ihesouraria provincial,
servindo de inspector da mesma Ihesooraria, era
cumprnneiiio da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia de 18 do correnle, manda fazer publico
que no dia 19 de junho prximo vindonro, perante a
junto da fazenda, se ha de arrematar, a quem por
menos lizer a obra do calcamenlo da primeira parle
do primeiro lanjo da estrada do To d'Alho, avaha-
da em 27:9103.
A arremalacao sera feila na forma da lei provtn-
ciaiu. 313 de 13 de maio de 185i, e sob aa clausulas
spe ciaet abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalacJo
compareram na sala das sesses da mesma juna'no
dia cima declarado peto meio dia competentemen-
te habilitadas.
E para constar se raandou atlixar o prsenle e pu-
blicar pelo .'Diario.,.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 27 demaio de 1836. O secretario, A. F. d'An-
auuciarAo.
Clajisas especiaes para a arrematarlo,
l. As obras do calramenlo da primeira*parte do
primeiro lauro da estrada do Pao d'Alho, far-se-hau
de conformidade com o orramenlo e perfis approva-
dos pela direcloria e-n conselho e apresenlado a ap-
provacAo do Exm. Sr. presidente da provincia na
imporlancia de 27:9103.
2.a O arrematante dar principio as obra no pra-
zo de 30 das, e devera' conclai-las no de 16 mezes,
ambos contados na forma do arligo 31 da lei provin-
cial n. 286.
0 pagamento da imporlancia da arrematarlo rea-
lisar-se-ha na forma do arligo 39 da mesma lei pro-
vincial, sendo melade paga em moeda correle o ou-
lra melade em apolices da divida publica, creada pe-
la lei provincial 11. 334.
l. O arrematante eicedendo o prazo mareado
para a conclusao das obras pagar urna malta de 1008
por rada mez, embora Ibe teja concedida prorogar.io.
3." O arremalanle duranle a execac,ao das obras
proporcionara Iransilo ao poblico eaos carros.
6.' O arrematante sera obrigado a empregar na
execur 1.1 das obras pelo menos melade do pessoal de
genle livre.
7. Para todo o mais que nAo se achar determina-
do as presentes clausulas nem no orcimeuto seguir-
se-ha o que dispe a respeilo a lei n. 286.
Conforme. 0 secretorio, A. F. d'AnnunciacAo.
O Illm. Sr. contador da Ihesooraria provincial
servindo de inspe-lor da mesma tbesonraria, em
cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente de
provincia de 18 do correnle. manda fazer publico,
que no dia 19 de junho prximo vindooro, perante
a junta de fazenda dt mesma Ihesouraria, se lia de
arrematar, a quem por menos fizer, i obra do 13.
lauro da eslrada do sul, avahada em 12:3203.
A arremalarao ser feila na forma da lei provin-
cial n. 313 de 13 de maio de 1854, e sob as clauta-
cado. Os brauco foram muilo 1 la especia abaixo copiadas,
procurados, vendeudo-sc os finos As pessoas que se propozerem a esla arremata-
do W00 a I330O por arroba, os 1 rAo. compareram na sala das sessts da mesma
de lerceira sorle de 3;800 a i-, os Ijoota no dia cima declarado, pelo meio-dia com-
baixo de 38500 a .'WiOO, e os so- pelenlemenle habilitada.
menos de :M00 t iWll: o masca- [ E para constar se mandou aflixar o presento, e
vado superior rlmnado de Lisboa, publicar pelo Diario.
regulon de 2*850 a 2900, o da | Secretoria da Ihesouraria provincial de Pemam-
Anierira de 29650 a 23730, e do buco 27 de maio de 1836.O secretorio, A. F. da
AiinuiiciarAo.
Clausula especiaos para a arremalarao :
1. A obra do 1,3. lauco da eslrada do tul far-
se-bao de conformidade rom o orramenlo, planto
e perfis approvados pela direcloria em conselho. e
aprosenladas a approvarao do Evm. Sr. presidente
da provincia, na importancia de 12:3203.
2.- O arremalanle dar principio a obras lio pra-
zo do um mez e as concluir na de onze mezes, ara-
lIVERSAS PROVINCIAS.
Reudimento do dia I a li..... .3103980
dem do dia 7........ 889869
6299819
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
7 DE JUNHO DE 1856.
Bueuos-AvresBarca brasileira oAmizaden, Viova
Amonm & Filho, 313 barricas assucar branco.
Buenos-Av resBrigue dinarmrquez Anua Cecilia,
Viuva Amorim i Filho, .30 pipat aguardeule.
PortoGalera portugueza oFIor do Porto, diversos
carregadores, 130 saceos assucar branco e masca-
vado.
S. MiguelCalera porlugueza oFIor do Porto", Pal-
meira c\ BeltrAo, i2 varas de canoa.
Porto Patacho portuguez Companhia, 200 saceos assucar mascavado.
Exoortacao .
Lisboa com escala, pelo Assores, patacho portu-
guez 11.1 lien Mi le", de 151 toneladas, conduzio o se-
guinle :100 saceos, 360 barricas e .321 meias dilas
com 6,180 arrobas c 9 libras de assucar, 80 barri
melaco, 96 cascos agurdenle, ", barris mel, SI t|2
duzias de varas de carrear, .3 pranches de amarello,
200 meios de vaquelas.
Parahiba do Norte, lanra brasileira irNova Etpe-
ranc.a, de 31 toneladas, conduzio o seguinle :363
voluntes gneros eslrangeiros, .3 saccas caf, iO latos
fumo, t canastra lou;a, 10 caixas velas de carnauba,
100 dilas sabao.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeoto do dia I a 6 .... 10:9212979
dem do dia 7....... 2'66ici77
13:3869456
PRACA DO RECIFE 7 DE JUNHO DE 1836,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Recula semanal.
Cambios S.icii-'o a 36 1)2 d. por I- com
prazo. e 27 a dinheiro a visto.
Algodau Enlraram 227 saccas. Vendeu se
a 69OO por airona. falla-e mes-
mo em maior prero ollerecido por
especuladores pela qualidade mui-
lo escolhida.
Assucar- Enlraram 9,80.3 saceos, e o mer-
cado estove animado, pela ;oncur-
rencia de navios porluguezes, que
eslAo carregando para seus incr-
Canal de 23500 a 39550 por arroba;
esle uliuiio foi o mi procurado.
e mui pouco ha em ser. Cumo a
safra estoja a ler minar e o depo-
sito soja pequeo, he provavel que
us prrros se suslenlem.
Couros ----------As ullimas vendas regularan) a
200 rs. por libra dos seceos salga-
dos.
Bacalhao I ivemos um carregamento, que nos contados na forma do art. 31 da lei provincial
toi vendido a l:WKH> para o raer-, 11. 286, devendo tambem dar transito ao publico ao
rado do K10 de Janeiro. t> consu- (im de seis mezes em loda a exlensao do tonre.
1110 lomou-se anais activo, rea-1 .!. O pagamento da imporlancia da arremalarao
lluiidu-se as marcas inferiores de vorificar-se-ha em qoatro prestaroe iguaet, cuja ul-
IIIi a I2f, e ai superiores de 13> lima aera ptga na occasiAo da c'nlrrga definitiva e
al*- o deposito esla' reduzido a oulras corresponderAo a cada tero,o das obras, sen-
a 0,500 barricas, cora esperanzas do pagas dila preetaeSn em apolle da divida pu-
de subir de prega, peto dimiuui- blira creada pela lei provincial n. 354.
rAo d.i carne secca.
Carne secca- Smenle ha em ser 2.000 arrobas
de Rueos Avres, e 3,000 do Rio
1,raudo do Sul: veudeu-st de
1,700 ,1 .3,000 por arroba daquel-
la. e de SfSOO a .3.-H.KI desla.

lurricia de Porlncal,1 e 2,-00 dos
i. Melade do pessoal empregado na obra eonilar-^"
ra de Irabalhadores livres.
.3.1 O prazo deresponsabilidade ser de um ajino,
duranle o qual sor o arremalanle ohrigndu-rrin var a estrada em porfolio estado ,lecilnsrvac.ii> re-
parando as ruina (odas as veres que o exigir o en -
genheiro da eslrada.
b.' Para ludo o qie nlo ie achar deiermioado


D 1*310 >I PEIUII0U SE6UN9A FEIU 9 DI JUNHQ 1 U 6
:




I.
na presento clausulas, uem no orcamenlo, seguir-
te-ha o que iljspe i respeilo a le n. -Ni!.
Conforme.O secretario, A. F. da Annun-
Ciacin.
O lllm. Sr. eonUdor da thesouraria provincia1
servio,lo de inspeclor da mesma tliesouraria, eni
cumprimeolo de ordem do Eim. Sr. presidente da
provincia de 18 do correte, manda fazer publico,
que no dia 19 de juuh.- p' vindouro, perante a jun-
ta da fazenda se ha de arrematar, a quein por me-
nos liier a obra do 27. tanjo da estrada da Victo-
ria, avaliada em 18:90-2M8 res-
As pessoas que se propuzerem a esta arremalarao
comparecam na sala das sesses da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia eompulenleuien-
le habilitadas.
A arremalacao ser taita na forma da lei provinci-
al u. 343 de 13 de maio de IH34, esob as clausulas
especiaes abaixo copiadns.
E para cuuslar se mandn atli\ar o presente e pu-
blicar peloDiario.
Secretaria da ihesouraria provincial de l'ernam-
buco fiade maio de 1836.O secretario, A. 1". da
Anoouciacao-
Clausulas especiaes para arreraalarao.
1.' As obras de 27.- laoco da estrada da Victoria
far-se-hao de conformidad* cora o orcamculo, plauo
la e pcrfis, approvados pela directora em conselhu
empresentadas a pprovac.au do E*m. Sr. presiden-
te da provincia na importancia de 18:9031*8 rei.
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
mi de un mez as concluir no de quinie, ambos
coutados pela forma do artigo 31 da le n. 286.
'!. O pagamento da importancia da arrematarlo
verilicar-s-lia em qualru preslic,oes igoaes.a ullima
das quaes sera paga na oaceililO da entrega definiti-
va e as outras corresponderaO a cada ierc,o das
obras, sen iu ditas prestaces pagas cm apolices da
divida publica criada pela le provincial n. 33i.
4.' O praso de respunsahilidade ser de uui auno
durante o qual o arrematante ser obrigado a.man-
ter a estrada em perleilo estado de consc rvai.o.
5.' I'ara ludo o que nao se acha determinado as
preentes cljusola* nem no ornamento aeguir-se-ba
o que a respeilo dispe a lei. o. 286.
Conforaue.O sercetarioA. F. d'Annunciac,o.
<) Illa, 9r. contador da thesouraria provincial,
servindo de inspector da mesma thesouraria, manda
fater publico que em comprimento da ordem do
Kxa. Sr. presidente da provincia de 18 do correnle.
vi i i proca para Ser arrematado a quem por menos
fizer no da 19 d,junho prximo vindouro a obra
do lairco da estrada entre a cidade de (ioiaiina c a
poni do Bujary, avaliada em 12:2ll>stiiKl rs.
A arrematar sera taita ua forma da lei provin-
cial n. 3-43 de 13 de maio de 1K3I, e sob as clausulas
especiaes abano copiadas.
As pessoas que se propozercm a esta erremalaco
comparecam na sala das sessOes da mesma junta
no dia cima declarado pelo meio dia competente-
mente habililades
E para constar se mandn afiliar o presento e pu-
blicar peloDiario.Secretaria da Ihesouraria pro-
viucial de l'eruambuco 27 de maio de 1836.t) se-
cretario. A. F. d'Annnnciacio.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1.' As obras do lanco da estrada ende a cidade de
oiaona e a ponte do'Bojary, far-sc-ho de contar-
inidade coa o ornamento approvado pela directo-
ra em couselliu ,'e presentado a appruvar.io do
Eim. Sr. presidenta da prct incia, na imputlantia
de 12:2109000 rs.
2.* O arrematante dar principio as obras no pra-
to de um mez a dever concluii-as no de 18 mezes,
ambos contados na forma do artigo 31 da lei pro-
vincial n.286.
i.' O pagamento da importancia d'arrematac,o
realizar-se-ha na forma do artigo 39 da mesma tai
provincial n. 286.
O arrematante exceden lo o prazo marcado pa-
ra coocluso das obras, pagara urna mulla de cein
mil res por cada mez, embora I lie seja concedida
uroroga(au.
5.* O arrematante duran te a es.ecuc.ao das sobras
proporcionara transito ao publico e aos carros.
6a. O arrematante ser ihrigado a einpregar na
ciecujao das obras pelo meuos melade do pessoal
de gente livre.
7.a Para ludo o mais que i'o estiver determina-
do as presenoes clausulas, uem no ornamento se-
gnir-ae-ha o que dispe a respeilo a lei prox incia
n. 286.Conforme.O secretario.A. F. d'Anuun-
ci(o
Peraole a cmara municijial desla cidade esta-
ra em praca nos das 11, 13 e l" do correnle, os 16
tainos ltimamente tallos no' quarteirau do lado
do sul da ribeira de S. los, -un lo a arremala-
So pelo lempo que decorrer de' sua data ao ultimo
i Miembro de 1839, e tendo pi'r base a quanlia de
1:3009 por trienio, su 3C09 an-nu.il, offerecida por
Francelino Americo de Albuquer que e Mello, fican-
do quem os anemalar sujeilo ao pagamento da des-
peza que com elles e seus perteiyr.es te fez, na im-
portancia de l:179c:is. cot|lralo da arremalacao
se far por lallras a vencer, devrMido por isso os lici-
tantes apresentar fiadores idneo}*, habilitados na for-
ma da lei, sem o que uo poderao licitar, ou a di*
nheiro, pago a bocea do cofre. /
p-44.ii
IS66. --- I
denle.Manuel teireira Accioli.lsecrelariu.
Pace da cmara municipal '
4 de junho do IS6. Barao\
Sr. presidente da provincia, datada de houlem,man-
da publicar as tradures uulas de aviso do almiran-
lado brilannico, relativamente a diversos pliates.
Capitana do porto de^'ernambuco, 17 de maio de
1836.
O secretario,
Alesandro Kodriguesdos Anios.
TRADICC.VO.
Aviso aos navcgautei.
N. 19.
IbBIdS orwntabs.
l'harol em Siugiipore,
t) goveroe da India acaba de fazer publico ;juo no
dia 17 de marco ultimo se ineendeu e appareceu
um pharol fixo no pao de baudeira do monte do go-
verno em Singapore.
A luz tiebrilhanle ; esl enllocada em urna eleva-
cao de 226 ps cima do aivel do mar, e ser visi-
vel, em lempo claro, na distancia aproximada de
sci- inilhas.
Fiea na lalitude de 1- |(' IV ,\. |,ong. 103- 31'
" a l.'Esle de Greenuich, segondo os mappas do
almiranlado.
IMiarol llalles na ilha Cone>
Apezar de nao se ler receido Infarnaacao algu-
ma ollirial a respeilo desla luz, faz-se publico aos
navegantes, que ha lodo o mativb para crer, que
orna luz lisa clara, denominada PhaJ i I llallle-, se
icha eslabelecida na ilha Conex, prxima -ntja.la
do oesle do estrello Main de Singapore. O pharol
deve ser visivel, em lempo claro, na distancia de
12 inilhas, excepto no quarlo de N- O. para O. gi-
raudo pelo N. para E. E,
Por ordem de Ss. Scnhorlas.
Assignado, John Washington, lixdrocrapho.
Repartirlo hydrosraphica do almiranlado, Lon-
dres 21 de noveinbro de 1833.
Este aviso atcela os seuuiules mappas do almiran-
lado.Ocano da India n. 748 A; .--ingapore es-
treito folha n. 2 e segunda n. 2403 ; mar da China
n- 1270 ; ajaim como asdirecc,ocs da India de llors-
burgh's vol. 2.', pagina 271 7. edieco;, elisia de
phares das Indias Urientae* us. 32 e33:
Jos Agoslindo Barbosa, Inductor publico e in-
terpreta corumcrciel juramentado.
TKAIHXCAO.
Aviso aos navegautes.
N. 30.
hilados I nidos da Amrica.
A commissao de phares nos Estados Unidos aca-
ba de publicar os seguiole* avisos.
Sino de nevoeiro no pharol de ilha Fig, no Kio
Sdvanuali.
Coll.?cou-se Om sino para nevoeiro no pharol da
ilha Fig, uo Kio Savaunah, na lieoruia, que locara
em lempo nebuloso.
As embaicafoes que desejarem coiihecer a posi^o
do pharol da ilha Fig, dehaixu do nevoeiro, locaro
os seus sinos ou assobios de vapor, que seao respon-
didos pelo toque de sino para nevoeiro.
Boias para os baixos de Cabo Kouidiu e barra na
baha de Bull.
I na lioia de primeira classe piolada com lisias
perpendiculares de brauco e prelo, e urna baudeira
pretaem um inaslro acaba de collocar-se em 13 ps
d'agua na baixa mar, uo canal Slue, nos baixos de
Cabo Homain ; demorando o phari I de Cabo Komain
. N. (I. 1)2 N. a pona do uorle da ilha do Cabo .
O. para IV l)eve-se passar muilo prximo a esla
boia por qualquer ilos lados. Os rumos da boia para
fura do canal Slue S. O. para O.: e E. para leste.
Assim mais una boia de segunda classe, pintada
com lisias perpendiculares pretas e brancas, em tres
bracas d'auua na baixa mar, em frente barra da
baha de Bull. O pharol da balda de Bull O. N. O. ;
a puna do sul de Kacoon key N. N. O. :i| i O. He-
ve-se passar inulto prximo desla boia por qualquer
dos dados.
Embarcaco de sino em frente i barra de Charles-
Ion, Carolina do sul.
I ra embarcarlo de ferro pintada com listas per-
pendiculares prelas e brancas, acaba de collocar-se
pela parta de fura de Chartasloii Carolina do Sul)
barra Main ShipS em cinco qaafro bracas d'agua
as mares bailas. O pharol Carleslon Main em pa-
rallelo, demorando >'. O. para o .; a embarcacao
pharol do baixo Kaltlesnake N. E. para o norlo; a
baliza de fura da ilha Sollivan'sN. lo V O. I[ O.
Comprimento da correute da amarradlo 32 bracas.
O sino est sobre um maslro o toca peta movi-
mento do mar.
Os capites de embarcacoes, pillos e pescadores
sao rogados particularmente para dar informacesoa
alfandega ou no escriptorio do inspector de phares,
no caso que vejam que alguma cousa vai mal com
esla embarcacao.
(Todos os rumos e demarcaces s3o magnticos.)
Por ordem de Ss. Seahorlat.
Assignado, Johu Washiiiglon. hydrographo.
Keparlico hxdruuraphica do almiranlado, Lon-
dres 23 de oovembro de 1833.
Esle avisos afleclam o mappa do almiranlado
America do NorteCosa de l.'esle, folha 7 n. 270.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico e in-
terpreta commercial juramentado.
TKAUl'CCO.
Aviso aus navegantes.
M. 32.
iMar do Mediterrneo.
Pharol du Porto de Nice.
que no 1. de
para substituir o que exista, fui eslabelecido ua ex-
Iremidade domollie exterior do Porto deNice no gol-
fo de lienova.
O pha'ol he una luz brilhanie, clara e fixa, va-
riada por luzis encamados, cada meio minlo. Esla
enllocado em uina elevado de oilcnla pes inglezes
cima do nivel do mar, e he visivel em lempo claro
na distancia approximada de 12 milhas.
O apparelho de luz he caladioplrico, da quarla or-
dem do s)slem de Fresnel.
Naquellas noiles, em que a enlrada da bahia se
loma perigosa por motivo do grande vagalhao, o
pharol sera apagado, como aviso de que embarca-
res, em taes occasits, na podem entrar para a
bahia_ ou fundeadouro, e devem buscar abrigo em
I'ara o P<
orto,
I nova e vtleira barca a Sanla|Clira, segne com
brevidade : para o resto da carga e passigeiros, para
o que lem exrellenles cominodus, Irala-se com Bar-
roca (X. Catiro, ra da Cadeia do Recita n. 1, ou com
o capitn na praca.
Para a Babia.
A veleira garopeiru uS. Pedro pertende seguir
para Babia uestes oilu das por ler parle de seu car-
rcgamenlo promplo, para o reslo I rala-se rom o seu
consignatario, Antonio l.uiz deOliveira Azevedo.
PARA O ARACATV
o bialcoCoireio do INorleo segu com brevidade ;
recebe carga c passageiros : a tratar com Caelano
C> riaco da t".. M., ao lado do Corpo Sauto n. 25.
O hiato oCapibarihe sahe para o Aracaty no
dia 7 do corrente imprelenvelmenle ; para o reslo c
passageiros, tralu-se ua ra do Vigario n. 3.
Companhia
de luivegaco a vapor Lu-
so-Brasileira.
Espera-se nesla alejy do correute o vapor t. Ma-
ria lio, coiiiinaiidaiile o teneiile liuimaraes, proce-
dente de Lisboa pelas escalas, e depois da coslumada
demoia argir para a Baha e Kio de Jaueiro; re-
cebem-se carias uiiicainenle du correio, e os passa-
geiros dirijam-se ao nenie Manuel Uuarte Rodri-
gues, ra do Trapiche n. 26.
O brgue brasileiro Conceico precisa de ma-
ruja brasileira para a sua prxima via2em ao Kio
tirando do Sul ; quem esliver habilitado, dirija-se a
bordo do Uno brigue, a tratar com o capillo Joaquim
Ferreira dos Santos, ou na ra du trapichen. II
com Mauuel Alies Gueira.
&iii>?0.
ARRE.NDAMENTO.
A I tija e arma/eni da casan. 33 da ra da Cadeia
do Recita junio ao arco da Conceicao, acha-sc desoc-
cupada, e arremla-se para qualquer eslabelecimenlo
em limito grainle. para u qoal lem coinmudos sufli-
cicnles : os prelendenlea euieiider-se-liu com Joao
Nepumuceuo Barroso, uo segundo andar da casa n.
37, na mesma ra.
Precisa sede uina prcla escrava, que .aib Ira-
lar de meninos e cuidar de sua inupa : quem a liver
dirija-se ao sobrado n. 8 da ra de S. Francisco,
como quem vai para a ra Bella, para Iralar do
ajuste.
Precisa-se de um homein porlucuez, que en-
lenda de servico de engenho no campo, para dirigir
una fabrica : a Iral.r na Iravessa do Qaeioado O.
3, com Gabriel Antonio de Carteo Quinlaes.
Quem precisar de urna pessoa capaz para co-
brar dividas on conlas de loja, ou outro qualquei
estabelecimeiili, e mesmu despachar qualquer papel,
ou outro qualquer empregn de ra aqu na lirada,
daudu para issu fiadures a sua capacitlade, dirija-se
ao becco Tapado da malriz de Sanio Antonio n. 6,ou
amiuncie.
Allnga-se e precisa-se de urna boa ama de tal-
le e que teja aadia : a tratar na ra do Collegiu o.
8, segundo andar.
Precisa-se de urna ama de leile : na pran da
Independencia os. 36 e 38.
Precisa-se de uiu cozinheiro para uina casa de
pouca familia : na ra do Hospicio n. 9.
Precisa-se de um aina-sador : na ra das 1.a-
rangeiras padaria n. 21.
O abaixo assignado roga a todas as pessoas que
lam pcnliores em seu poder, o favor deas vil tirar
no prazo de quinze dias contados de boje ; e lindo
os quaes sero citadus. para as ver vender e respon-
sablli3ar-ss pelo que fallar, para pasamento do
principal e juros ato real embolso.
Jo3o Lins Ferreira Hibciro
Claudio Duhcii.\ i'a/. scienlequcjsa-
hiram de sua cana s leus ilous cai\c!ros
Josi A ni' mili Morara I)iis c A.ntono ICe-
zarioMoreira Das, e por sso (lsi>e(isa-
O 59 a,
confronte ao Rourio respeilfivel publico, que i"celpo peU Grddoa
ui niii'liti);, nova c doce tic fruclas em calilri, o me-
Ihor pusfivel.
i\a loja das seis
portas
Fin frente do Liviauc ito.
Cassas piuladas a meia pataca o corado, isradi-
nhos francezes a meia pataca o covado, chilis escu-
ras que nao dishnlam a meia palara, chitas i c dille-
rentas cores a seis violen!, lencos de seda pre os rom
salpicos brancns proprios para as senlioras q le e-t.io
de lulo Ira/eiciu por casa a qnalrO patacas, lencos
de seda escuros propriM para rap a qualro patacas
cada um : veude-se barato para acabar, a di iheiroi
vista.
Capilau ISamuel F. Dunyng relira- c para
fora do imperio, levando em sua coinpaulia sua
sciihora, J liliios menores c mu criado.
viulio de champa
primeira
'l- .ib.uxo asssignados, com loja de ourives na ra
do Cabuga u. II, ron I ron le ao paleo da matriz e ra
Nova, fazem publico, que eslao recebendo conlinua-
damenlc as mais modernas obras de ourn, tanto para
senlioras como para homein e meninas ; os preros
conlinuain razoaveis, e passam-se emitas com respon-
sabilidade, COpeciOeando a qualidade do ourodeli
ou IS quilalt-s, licaudo assim sojeilos os tiTesmo- pur
qualquer duvida Seraphim Irn-.ao.
... x. '? *-.. -^r u> **r ur
Fest-.i e
;:h.;0-'-;'-
pir
glorioso

Deposito
;- 9
Recite em aBo do
de Capibanbe, presi-L
>li,|secrelariu.
O lllm. Sr. coulador da'thesouraria provincial,
servindo de inspeclor da nesma thesouraria, eio
virludc da resolurao da junta da fazenda, manda fa-
zer publico, que no da -26 do curreute, vai nova-
Diente a praca para ser arrematada, a quem por me-
nos fizer, a obra do empedramenlo do alerru dos A-
foga los, avaliada em "23:301)5 ra.
E para constar so mandefu aflixar o presenta e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesourari a provincial de Pernambu-
eo, 4 de junho de 1836.
I O secretario,
A. Y da Aunonciaclo.
O lllm. Sr. contador da thesouraria provin-
cial, servindo de inspector' da mesma Ihesouraria,
em vr'tade da resoluto da .junla da fazenda, man- ^m^^Tlt"^'^ \nUb, da'n'i'rte'd Oeste
d. tazer publico, que no di. do correnle, vai no- ^^S^direerf, do veiiio '" P"r'e "' **
vameole a praca para ser arrematado, a quem por
menos fizer, a obra do empea'rameulo das areias do
Gtquia (estrada da Victoria), avaliada em 4:II3?IUU
Lasserre di Tisset Ireres fardo leilo, por in-
lervencao uo agente Oliveira, de 1UU ou mais barris
de manleiga fiauceza de mullo supenur qualidade,
receulemenle importada ueste mercadu, lotes a voli-
tado dos jirotcndenle- : quarla-feira 11 do correute,
as 10 horas ta mambla, no arin/.ein do Sr. Anlouiu
Aunes, defroulu da arcada da altaiidega.
Agencia de leiioes, na i ua
xi;i Madre de JDeo^ n
32, de ieilada iiva.
Quarla-feira, 11 do correte, as 10 horas da ma-
uhaa, seio arrematados mullos ailigos de mobilias,
e mudos uulrus ubjectos, u que tudo esta patenta, e
sera venJnlu a conteni dos Ireguezes.
O agente II,n i i l na leii.t i em seu aniiizem na
ra do Collegio n. 13, oe urna inliiiidade de objeclos
de ilillerenijp t|Ualidadrs, como bem, obras de mar-
cmeria novas e usadas, grande quaulidade de obras
de ouro e prala, diversos relogios para algibeira, pa-
ra cima de uiAa e parede, objeclos de purcellaua,
l^j>..i e vidru, farios uleiicilius de casa, 1 caixa com
ptimas bolinas de seda com borracha para senhura,
I dita com orzegmns para homein, 4 caixas com
sardiuhas de >autes receulemenle chegadas, 1 caixao
com supenur papel de lixa, e uulros muios ariigos
que se torna desnecessanu lueuciuuar, os quaes se
acham eiposlos nu referido armazem : quiula-taira,
12 do correnle, as II horas da mauliaa.
O ageulc Oliveira fara' leilo por mandado do
Exiu. Sr. Ur. juiz especial do comiuercio, de todas
as lazendas da loja embargada a Antonio de Mello
Rodrigues l.oureiro, sita na ma du Oueimado, assim
como dos dividas activas da mesilla por letlras na
importancia de 3:0979947: seguuda-leira 9 do cor-
rente, a' II horas da mauli.n ua indicada luja.
O agente Oliveira fara luan por conla de um
negociante dota praca, que te retira cun sua fami-
lia para fora do imperio, ua mobilia da sua cas. cou-
sistuido cm um grande tallo frucez, guarda-vesti-
dos, commoda com lampo de inariuure, sof, mesi-
uha com (ampu de inaruiore, mesas da jogu dillereu-
les, um riquissimo piano to autor llu.ird, metro-
nomu e cadeira para o mesino, conversadeira, di-
vau, mesa de roldanas para jaiilar, cadeiras com aa-
sento de junco, ditas de palliiiiha u outras tle ama-
rello. Carlas geograplucas, globos terrestre e anudar,
Icilos de jaearaoda ede ferio para meninos, diversas
mesas para leilura e uulrus mxlcres, consol,guar-
da papis, espingardas e pislolas, luucador, mala
de viagem, moldura de pau esculpida, e muttus uu-
lros ariigos fetos de lindas madeiras : c assun mais
de mullas obras de ouro e de prali, sendo desta um
bello jarro e bacia : lerc.i-leir.i 10 do cureme as 10
horas da niauliAa, no prediu onde exisle o consu-
lado britnico, ra do trapiche.
O geme Oliveira falo leilo, por nulorsac,es
do Exm. Sr. I)r. jan especial do coiiunercio, exara-
das iin requeriiiieiilos dos depusilarios e curadores
Bieaaa Ua maaea hllida de Jo.iu .Moraira Lopes, de
tuqui estrada
ris.
E para constar se meudou itlixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
baco, 4 de jonho de 1856.
Osecrelario,
A. I'. da Annunciaco.
O Illa. Sr. coulador da Mhesourarla provin-
cial, servindo de inspeclor da (mesma Ihesouraiia,
em virtude da resulu^o da juna da fazenda, manda
fazer publico, qoe no dia 26 do\correnle, vai uova-
nienle a praca para ser arrematado, a quem por me-
nos fizer, as obras dos reparos de que precisam a
cadeia e casa da cmara da cidade de Olmda, ava-
lladas em 6t09 rs.
E para constarse mandn alliiaro presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco I de jonho de 1836.
O secretario,
A. F. da Annuiiciac.io.
i i. a v T ,, u, (Tlodas as fazendas e armaciio da loja de dito fallido,
io PorlodeN.ce acaba de razerpubl.co.l jlU ,u ,. ,, ,cmo dS d,vlda;
HLESE l'^."1^"^'^'"l- activas da mesma.'iniporlaiidu aquellas segundo as
portando aquellas segundo as
avaliacocs ciu ll:Oi(;2IO, e estas em 25:3049469,
cojos invenanos exislem em poder do referido agen-
te, que se olerece a palenlea-los com aulecipa^.lo
aquelles preleiideules que se dirijam ao seu escrip-
torio para lal lim : sabbadu II do crrenle, as II
horas da mauliaa em ponto, na indicada loja.
O agente Oliveira far leilo uo dia que de-
signar, de cerca 330 barricas da ptima fariuha de
triso de Lisboa, sob diversas marcas, e por isso con-
vida aos Sr-. padeiros ou prelendeotes a procura-lo
para receherem as amostras, que com aiileciparo
Hits serio entregues para seu melhurexame.
ttftHoS it>it^^o.
Z)tnwcot.
Correio seral.
A mala qoe tem de conduzr o palhabole brasilei-
ro Lindo Paquete com destino as provincias do
Maranho e Par, fecham-se liuje l9J as '.0 horas da
manida.
Devendo em cumpriinento da or-
dem do tribunal do thesouro nacional.de
2 de Janeiro do corrente anuo, saliir da
circulacSo as notas de 50$, deegunda es-
tampa, papel encarnado, que ierl-T
tem, sendo substituidas por notas dos
mesmos ou de menores valores, da caixa
filial do Banco do Brasil, estabelecida
nesla provincia o lllm. Sr. inspector da
tlieaouraria de fazenda desta provincia,
manda convidar os possuidores das ditas
notas de OtfOOO, para as apresenlarem
na mesma thesouraria, afina de serem
trocadas dentro do prazo de oitome/.es, a
contardo 1 de jullio prximo vindouro a'
28 fevereiro do teguiute anno de 1857 ;
declarando ao mesmo tempo que, lin-
do esse prazo. sollierao o disconto
de 10 por cento do seu valor em cada
mez de demora na aprescntaeo, na for-
ma da lei de 6 de outubro de 1855, at
licarem sem valor algum. Secretaria da
thesouraria de fazenda de Pernamhuco,
5 de junho de 1851. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira di; Mello.
Pela secretaria da cmara municipal desla ci-
dade se faz publico, que forain mulladus pelo liscal
da freguezia da Boa-Vista os segointes Srs. : Manoel
Jos de llrilo em 89 por infricran do arl. 2. til. 11
das postaras de 30 de junho de 1849 ; Antonio Jos
Soares em 45 por iofraccao do arl. 17 til. 0. das
mesmas posturas ; Joflo Francisco do Kego Maia c
o herdeiros do Jos Maria Uorges em 405 rada um
por infraecao do arl. 61 do regalamenln do ccmile-
rio publico. Secretaria da caara municipal do
Recita 5 de junho de 1836.O secretario.
Manoel Ferreira Accioli.
Aracalx, sahe imprelerivelmenle no dia 10 do
correnle o hiate Invencivelu.sii recebe passageiros: a
tratar com os proprielarios na la da Madre Dos
n. 2, e recebe a mala no correio as 4 hojas do dia 9.
Pela recebedoria de rendas geracs se faz. pu-
blico que he nesle mez que os devedores dos impos-
tas abaixo declarados tem de pagar o secundo semes-
tre do corrente auno lioanceiro de 1855-1856, lindo
o qual pagaro o dito semestre com a mulla de 3
por cenlo em favor dos recebcdores.a saber : decima
addiciooal de nulo mora, imposto sobre lujas, casas
de desceios ele., dita sobre casas de movis, rou-
pas etc. fabricadas em paiz eslrangeiro. Recebedo-
ria de Penumboco 6 de junho de 1856.O admi-
nistrador, Manoel Carneiro da Souza Lcenla.
* O lllm. Sr. capitn dn porto, rnoiprindo a
circular do ministerio da m irinha de 28 de abril ul-
Por ordem de S. Senhorias.
Assignado, John Washington, hxdrographo.
Repartirlo hydrographica do almiranlado de Lon-
dres aos 24 de oovembro de 1855.
Esle aviso altela os segointes mappas do almiran-
lado :Mediterrneo n. 2158 ; Cabo Koux para Mo-
naco n. 152 ; Villa Franca n. 15:1 ; Palomos para
Vcnlimiglia n. 1182 ; Lisia de Phares oo Mediter-
rneo n. 60 -diccao de 1855.!Jos Agostinho Bar-
bosa, Iraduclor publico e interprete commercial ju-
ramentado.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda
manda fazei publico.que nos dias'8,15 e 22 de junho
prximo foturo estar em praca peraule a mesma
Ihesouraria para ser arrematado venda a quem
maior proco ufferecer, um sitio no lugar da lbura,
que perlenccu ao bacharel Pedro Gaudiano Ralis e
Silva, e qne foi adjudicado a fazeuda no valur de
OfXbOOO: os pretendentes deverao comparecer na
casa da ,'nesma Ihesouraria, nos referidos dias ao
meio dia. Secretaria da thesouraria de fazenda de
Peroambuco 28 de maio de 1856.O nllioi.il maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela mesa do comuladu provincial so faz pu-
blico aos pruprietarius dus predios urbanos das fre-
gueiias desla cidade e da dos Afogados, que os 30
dias uleis para o pagamento a bocea do cofre do 2."
semestre da decima do anno fiuanceiro de 1853 a
1856, se principiam contar do dia primeiro de ju-
nho : lodos os que deiiarem de pagar, dorante esle
prazo, iucorierSo na molla de 3"., sobre seus de-
tai los.
-* O lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraria de tazen-
da manda fazer publico, que nos dias 3, 10 e 17 de
junho prximo futuro irao a prac,a peraule a mesma
tlie-niiraria. para serem arrematadas a quem maior
proco ufferecer, a renda animal das casas abaixo
mencionada, perlencentes aos proprios nacionaes.
^spr'ajaj*^^^ ^^gjjiParecer na casa ta mes-
ma reparlirlro^.- T^.cridos diag au meio dia cun
seus fiadores. Secretaria da Ihesooraria de fazeuda
de Pernambuco 28 de maio de 18M. _() ollicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Lina casa tarrea n. 19 na ra de Santa Thereza.
I ni i dita dita n. 21 idea idem.
Um sobrado de doos audares cun o n. 11 na ra Di-
reita.
I en lo esla reparlir/io precisan de urna caldei-
ra de ferro, conforme o desenho que apresentara aos
concurrentes para a barca de escavaro; o lllm. Sr.
inspeclor manda fazer publico ler de realisar o con-
trato da respectiva factura no dia 10 de junho pr-
ximo, em vista das proposlas receblas al o mes-
mu dia, com quem mais vanligeus ollerecer a favur
da fazenda.
Capilania do porta de Pernambuco 30 tic maio de
18.56. O secrelariu, Alexandre Rodrigues dos
A njos.
CORREIO (ERAL
A adininistrarao engaja lioinens cami-
uheirosa l.s'OOOrs. diarios.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fazer
itibliio, que tem designado o dia 14 do
corrente para o impreterivel andamento
das rodas da segunda parte da (marta
lotera de Nossa Senhora do Guada-
lupe da cidade deOlinda. Thesouraria
das loteras 7 de junho de 1856. es-
crivao, Antonio Jos Uuarte.
Manoel Jos da Molla convida a seus col-
legas c amigos, para assisijrem a missa que se
ha de celebrar no dia 9 do correnle, is 6 e "
lloras da mauhaa, na malnz de S. Antonio
desla cidade, por alma de sua prezada e sem-
pre lembrada consorte,
ltacife 6 de junho de 1856.
Wt>i$0d iutiimo*
AO MO DE JANEIRO.
A escuna brailcir.i Jos semina I ire vera en te,
por ler prande parle de "eu carre^ainento IraUdo :
para o resto e miude/as cuino escravos a Crete, ir.i-
(a se cora o consignitarjo Antonio de Alineida G-
ines, Da ra do Trapiche n. 16, segundo andar.
Para o Porlo segu com luda a brevidade a
bem conbecida calera porlucueza Biachrense :
para c aceiados commudos, lrala-se com os consignatarios
Ta do Aquiuo l'onseca A' lilho, ou com o capitao
na I-rara.
I' ii.i I,sito.i segu com broNidade, por ler a
maior parte da carga prompta, a l>arca porlugoe/a
nCarloli e Amelia, capitao Manoel da Cosa e Sil-
va : para o reslo do rai'regamenlo, tratarse com os
seus comignalarios Francisco Scveriauo Habello
Filho.
Para o Porto.
O patacho porlugue/. S. JOS" se-
gu ate o dia l."> de junho vindouro, tem
ja* dou tercos da carga prompta : para
o.re*to trata-se com NovacsAt I'.., na ma
(menla fiado, a qual refero-se i ordem do Exm. 1 Ti apicliP n. ." i,
No dia 31 do mez passado fogiram do engenho
Novo de Muribeca os escravos Eugenio e Fortunata,
esle de genlio, baino, corpo regular, cor arela: e
aquelle, crioulo, cor fula, bstanle alio, roslo re-
dondo, leudo urna cicatriz n'uma da peroas, urnas
conloses sobre a subrancelha do olho esquerdo e
m3o direita, e costuma a embriagarse ; ambos sao
jogadores : roga-se a quem os apprehendcr, dirja-
se ao dito engenho, ou a ra do Cullegio n. 25, que
ser recompensado, lie provavel qoe o escravo lio-
genio esteja acoutado em Fura|de l'oitas, onde mora
a mi do mesmo.
I)-se dinhriro a premio sob pcnliores de ouro
ou prala. ledras com boas firmas, por um juro ra-
zoavel : os pretendentes dirijam-se a ra Nova n.
93, casa de negocio, que si ensillar com quem se
devem entender.
Antonio Haplisla Pires, portuguez, retira se
para o Kio de Janeiro.
Baile masqu
I'revine-se a bella rapaziada, que tablado 1! do
corrente. Rivera baile de mascaras nos vastas salces
do palacete amarello da ra da l'raia, paracujo lim
eslarSo convenientemente lllominadoB, e elegante-
mente ornados, observanrto-seqiie lenlo entrada gra-
tis as llamas que forma mascaradas.
Oltarece-se um pnilusuez com familia peque-
a para tailor de silio, he opmo hortalao e jardi-
neiro, encllenle pudadur e enxerlador, e ita Indo
tem demasiada pralica, lem oxcelleole cundurla c
igualmente sua pequea familia,ede ludo da ,io sus-
peitaa abonos: a Iralar na Iravessa .la roa da Concor-
dia, prnullima casa anlcs de chesar a casa de ileleu-
cao, do lado do norte, cm casa de Honorato Joseph
de Oliveira Flgaetrado.
Aluga-se um hoin armazem para assucar ou
para outro qualquer eslaheleciinento, lambem poda
servir para urna etrellentc cocheira, em rallo do
hnm quintal que tem : na rui do Ilrom.em Trenle do
chafan/ quem o pretender dirija-se a rua de Apol-
lo n. I A, ou n. l>.
t) senbor lloutor Francisco llernardo ac Car-
valho tem urna carta na rua da Mangueira n. 9.
Consta que um juiz municipal lem excedido
o seu quatriennio : ser nul'o a que lem tailn?
I.ava-se c engomm.i-se com perfeicao, e mais
em cunta que -muiiira qualquer parle: n rua Im-
perial n. 108.
No dia 2i do maio fuiio do enzenhn (Juiaoinho
o mualo de lime Dionizio, de i lade 1!) a dOaonof,
pouen mais ou menos, alto, corpo reforrado, itrapa-
Iha-se qiiando falla : rosa-se a quem o pegar leva-lo
ao engenho Mui'iheqiiiiiha, mi nas Cinco l'onlas.casa
do Sr. Manuel Blonlerio ti Roeo llarros.
Antonio Joaquun Seve vai a Europa, c dorante
a sua ausencia deixa por seus procuradores nesta
prafa, em primeiro lugar o Sr. l.uiz Jos de S.i A-
raujo, em segundo os Srs. Tmn Momsen Vinassa,
e cm lerceiro o seuhor Antonio de Moura Kolun.
I)escja-se saber a morada do .Sr. Jo3o Ueodalo
llowman, para se Ihe fallar a negocio i1e seu inte-
rcale : porlanlo o mesmo senhor, ou quem delle
louber, amiuncie para ser procurado.
Tomase a quanlia de i:(KI05 a premio de nm
e meio por cenlo ao mez, e da-se por garante 5 bel-
las moradas de casas aqui no Hecife, e cnlre ellas
um c\rc liento sobrado: a quem eonxier dar esta
dinheiro annuncie para ser procurado.
Na rua do Raugel n. 77, primeiro andar, fa-
zem-se bolos de Sanio Anlnnin eS. Joao, e da-se de
vendagem ; armam-se bandejas para baile-, e casa-
mentas.
Os Srs. accionistas do
Vapor a reboque, sao con-
vidados para entraren.
com a terceira prestagilo
de i5 por cento, at o da
15 do corrente, na rua do
Trapiche n. 8, escripto-
rio de Hem y Forster < C.
K .1.1 do Collegio, o Sr. Cyprianoo Luiz da
l'az, aterro da Koa-Visla, a Sr. Joao Ferreira da
l.uz, na padaria du Sr. Beiriz, diro qoem da com
bypolheea em casas terreas quantias de -OO3, :KHJ3,
4U9, ">O05 e 6009.
Sr. a quem o jardim publico empreslou 1203
sem inleresse algum, ejase tem pedido o pagamen-
to por dua vrzes, liaja de mandar pagar anisa que
esta negocio va a mais clareza.
Dia rua da Suledade u. 70, aluga-se um cozi-
nheiro, copeiro, boleeiru, ele, ;para servido de casa
eslrangeira.
I'recisa-se alugar orna prela forra ou captiva
para todo o servido de urna casa de pequea familia,
paga-se bem ; a Iralar na 111,1 dn Amurim n. O,
pruneiru andar, ou na rua dn Hospicio, primeira
casa terrea de solo vindo da praca da malriz.
Hecebeu-se por engao um barril com louci-
nho : quem for seu douo, dando lodos os signaes
delle, putlera dirigir-se a rua estrella du Kusario,
taberna n. 16, para se Ihe eulregar.
C. STARR 4 C,
respeilosamenle aiinunciam que no seu extenso es-
lahetaciincnlo em Santo Amaro,roiiliuiiain ufabricar
com a maior perfeicao e promplidao, toda a qnali-
.1.1 lo to in.ui.ui-u:o para o uso da a;icultura,
navcgacfio e manufactura ; c que para maior coin-
mudu de seus iiiimerusos freguezes e do publico
em geral, lecm aberlo em um dos graudes arma-
zens to Sr. Mcsquila na rua do llruui. alrax du
arsenal de inarinha um. I
DEPOSITO DE MACHINAS
cunslruida notlilo seu eslabeleciuieuto.
All acharan os compradores um cmplelo snrti-
meulo de moendas de caima, com lodos os melho-
rameulos (alguna deltas novos c originaes) de que
a experiencia de muitos anuos lem moslradu a ne-
cessidade. .Marlnn.i- de vapor de baixa e alta pres-
sAo, laixas de todo tamanho, tanto batidas comu
fundidas, carros de niJue ditos para coiuluzir for-
mas de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dilo, fornos de ferro batido para fari-
uha, arados de tarru da mais approvada cuuslruc-
fornalhas, e una inliiiiil.nlo "te obras de ferro, qoe
seria enfadoidio enumerar. No mesmo deposito
existe urna pessoa inlelligeule e habilitada para
receber todas as eiicommendas, ele., ele, que os
annunciaiiles cuutaudo com a capacidade tle suas
olli,111,1- c machinismo e pericia de seus ofiiciac.-,
se comproineleiii a fazer execular com a maios
presteza, perfeicao, e exacta conformidude com e
modellos ou desenhos, e inlrncces que Ihe furem
orneadas.
0 abaixo assiguado faz scienle a lados os her-
deiroa dos tinados Jos Audru de liveira e sua mu -
Iher, e a mais quem pussa interessar, que o mesmo
abaixo assignado nada de fia au casal daqueiles fina-
dos, a e\ci-|n. 10 da quanlia que 110 inventario a que
se prucedeu o mesmu abaixo assignado couferio, no
sendo veridico um oulro debilo em dilo inventario
deseiiplo pelo inveiilarianle, e que foi pelos berdei-
ros parlilhado, o que em lempo competente se mos-
trar em juizu ; e para que pessua alguma faca com
a dita quautia ja panilliada alguma Iransac^ao, se
faz o presente, pois que O abaixo assignado 11.10 de-
vendo lal debilo, protesta nao pagar.
Pedro Josda Costa.
Continua-sc a dar a juros razoaveis por penho-
res, quantias de 509 a 1003000 : ua rua estreila do
lio-ano n. 7, e das Calcada- 11. 10, no segundo an-
dar.
Precisa-se alagar urna negra ou negro captivo,
que Hiba co/iuliar, para casa de pouca familia, pa-
ga-se bem : ua rua estreila do Rosario o. 17, segun-
do andar.
Aluga-se urna graude casa terrea com quintal,
na na aliaz da malriz da llia-Vi-1.1: trata-se no
M'iiguiuhu, silio de Uerculauo Alves da Silva.
Deseja-se saber a resideueia du Sr. Flix l'aes
da Silva, para se Ihe entregar nina caria de impor-
tancia : no l'asseio 1'11 tilico, loja 11. II.
I'recisa-se de um moleque para o servico de
urna ca-a eslrangeira : quem u liver dirija-se a rua
da Cadeia du Recita 11. 3ti, das 'J horas al as i.
I'recisa-se de um amasador na padaria do
Brilu, no Monteiro : a Iralar na mesma. ou ua rua
uireilu 11. id.
Precisa-se de um taitor que saiba Iralar de
jardim, e que seja porluguei : a Iralar na rua da
Cruz do Recita n. 1:1, primeira andar.
Jos Antonia Braga, porluguez, relira-se para
lora do imperio.
Al te 11 Cro.
Precisa-se de um tailor para engeuhu e paga-sc
bem, com tanto que seja pessoa que teuha pralica e
d liador a sua cuuJncla : a Iralar no armazem 11.
-t da rua do Krum. No mesmo armazem vende-se
urna porco de azeile de carrapalo em bons cascos,
assim como meias pipas xasias, barris de i e i cm
pipa.
Carlos Claudio Tresse, fa-
bricante de orgaos e re-
alejos, ua rua das Fio-
res n. I9
Avisa ao respeilavel publico, que conceda orgios
e realejos, poe marchas modernas desla paiz, comer
la pianos, serapliiuas, caixas de msicas, acordetics o
qualquer iiislruuienlu que appareca, lambem faz
obras novas. Va mesma casa fabricam-te canas para
olas, retratos, faqueiros, carleiras homropathicas,
ele. ele, as mais ricas e elegantes possivel,
Jos Antonio Horeira Uias i\ C., fa-
zem sciente ao respeitavcl publico, que
teem o seu escriptorio na ruadas Laran-
geiras n. 14.
CASA DUS E\ POS IOS.
Precisa-so tle amas para amaineiilar enancas
na casi dus exposlos, a pessoa que a isso se qiicira
tledicar lando aa haliililaoes necessanas : dirija-ae
a mesma 110 Pateo quem lialar.

^J ne Clialeau-A\ \, primeira i|. a- Bp
y lidade, de propriedade do eon
'^ de Mareuil.rua da Cruz do Keeili
ij 20: este vinho.o melhor detod
v3 Champagne, vende-se a 56$ ca
-yj eai\a ; aeha-se nicamente em (
i sa de L. Leeonte Feron & C.
" m
------------------------------------------------- Xtf
tfg B.As caixas siio marcadas a ip- C)
i5 TConde de Mareuileosrot|i- Q
tjJf los las garrafas sao a/.ues. ^
Aviso iiiiportantissiuic ao
resi eitavel pubiieo.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel publico, que o' Srs.
Jos Fortunato dos Sanios Porto, etUbe-
lecido na rita da Cadeia 11. i."), e Amonio
Augusto dos Santos Porto, estabelecido
na practt da Independencia ns. 37 f .">!!,
e na praca da Independencia n. i-, loja da
Sra. viuva Bastos, estao encarregadosia pa-
gar todos e quaetquer premios que pahi-
rem em seus bilhetes, meios e (|uartdsdas
loterias da provincia, nao obstanu- serem
vendidos por outros, tra/.endo a rubrica
de Salustiano de Aiju.no Ferreira, sen-
do os premios grandes sem o disconlodc
S por cento doimposti geral.
Pernambuco ">( de maio de 1856. -Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
AU .'lltLICO.
^ Ko armazem de fazendas baratas, rua d
B Collegio n. 2,
^ vende-se um completo sortimento de fa-l f
2 zendas linas e rossas, por mais baralol S
y i
icissa > do
nadre S.

. nUmio, iiit Ca\miia.
Os enca regados da lesta e pro- w
cissao que os habitantes da Capun- V.-
ga e Manguinh" pretender fazer 9
celebrar, em honra e como signal ',.'
de agradec ment ao glorioso pa- '.$
dre Santo Antonio, pelo patroci- ?
".3 nio com que valen a todos os liis j
{'.: (|uea elle recorreram, nos alllicti-
vj' vos dias da epidemia, teem dado w
,'3 as providencias necessarias para ''i
9 que ilitos actos se ellectuem com a ;
:,ii maior decencia que for possivel, ^|
-? no dia Iodo corrente impreteri- $
i/ velmcnte (salvo o rigor do inver- B
i no' ; e por isso rogam a todos os S
03 liis, a quem se dirigiram cartas fy
V; pedindoesmollas para um lim tao 0?
03 pi e ortodoxo, tenham a bonda- fj
03 de de entrega-las aos encarrega- 0.3
v'3 dos do lecebiinento. .';
00000^00 & 0>3O0
lUuacio Joaquim de Souza l.e.io faz publico,
para que ninauem se chame a engauo qoe o engenho
Carneiro silu na fresuezia de Serinhaem Ihe esla'
bxpolecado, e por isso ueuhura negocio se pode fa-
zer com lal encenho.
ADVERTENCIA.
Clara Maria da Cunceic.H'o Silva, parleira exami-
nada, faz publico a todas aquellas peanas qoe se uli-
lisam de seo presumo, e juntamente aquellas que se
quizerem ulilisar, que mudou a sua residencia do
paleo oe S. Pedro para a rna Direita, sobrado do
um andar u. ti. A mesma participa, que no mesmo
sobrado lava-se e cn;omma-se por proco commodo.
l'erdeu-se no domingo 8 do corrente, de ma-
drugada, desde a rua ireila al a fabrica do aabo,
urna pulceira de ouro, foi mando seis eoracOes com
esmalte azul : quem a achar, querendo restituir, di-
rija-se a rua Direita n. li'.t, padaria, quaser recom-
pensado.
yuein precisar de urna mulher de meia idade
para ama de urna casa de pouca familia, a qual co-
ziuha e eiu-omma, ludo com perfeicao, dirija-se a
rua da hlorcnlina, cata do Brangel.
Alujta-se a loja do sobrado novo na rua Velha,
com os coinmndos preciso* para um grande armazem
ou outro qualquer estabelecimenlo : quem a preten-
der dirija-se a praia do Caldeireiro, em caa do ci-
rurgiao Miquel l'clicio da Silva, que achara com
quem Iralar.
A pessoa que liver adiado urna almofada de
carro, que se perdeu ua noile do dia 6 do correte,
da rua Aususla ate o purlo das canoas, querendo
restituir, pude leva-la a rua dos Quarteis, padaria
do Sr. Manoel Amonio de Jess, que ser generosa-
mente recompensado.
Depois da audieucia do lllm. Sr. Dr. juiz dos
ni plios supplente, 00 dia 10 do correle mez, te ha
de arrematar a quem mais der, na mesma casa das
audiencias, o escravo crinlo, de nome Leocadio,
com '22 anuos de idade, ollicial de carapina, sadio,
perlenceule a heranca do fallecido coronel Francisco
Mamede de Almeida, por aulori-acao do mesmo Sr.
Dr. juiz dosorphaos supplente.Como testamenten o
e invenlariante, l'rbauo C. Mamede de Almeida.
Alags-ea urna uegr que sabe cozinhar e en-
gommar : na estrada de Joao de Barros, primeiro
sobrado depois do becco do Boi.
Francisco Tiburcio de Souza Neves, vai ao
Cear.
SomptQ.
Furlaram do sillo da Trompe do sobrado n. 1,
ao anoilecer do di I) do crrenle mez. um laixo de
cobre quasi novo com o peso de roaisde meia arroba,
roga-se a quem elle for oflerecido loma-lo e avisar
no referido silio da Trempe que tem escritos as
lejas, mide foi taberna, que muilo se Ihe agradecer
e recebera' gralilicacao de seu Irabalho, c uo caso
de o ter pago se Ihe entregara' 11 que deu por elle, e
mais uina uralifirac.lo pelo empenho que ha de se
saber quem a lirou.pois ha luda a certeza que forain
prelos que moram 110 mesmo silio.
precos do que em outra qualquer parte,! H
i

S S@@ @ -9MMM
A H01E0PATHIA E 0
nico tratamento preservativo e
curativo do cholera-morbus,
PELO DULTOK
ASabino OlegarioLudgero Pinho.
Segunda edicrlio.
A benevolencia com que foi acollada pe-
lo publicu a primeira edirc.ao desle ops-
culo, essolada no curio espacode dous me-
zes nos indu/io a reimpresso*
Cusi de rada exemplar......Inuii
Carleiras complelas para u trata-
i
meuludo cholera ede niuitas ou-
tras molestias, a.......... .11151100
Meias carleiras..........1<5000
Os medicamentos sSo os no Uniros pc.ssiveis.
Cousullorio central lioineopalluco, roa
deSaulo Amaro Mi;,i,|.i->ovi u. ti.
Compru-se toda e qualquer porcao
de prata velha de lei sem fettio: quem
tiver para vender, dirija-se a rua do Col-
legio n. 15, agencia de leiloes.
Compram-se para urna encommeoda escravos
de ambos os sexos : na rua da Cadeia do Itecife, ar-
mazem n. 36, oo na rua do Queimade n. 28, segun-
de andar.
Na rua de Apollo n. 1 A, primeiro andar da
casa do Sr. Delphino, compra-ie ums escrava moja,
de boa conducta, e que enleuda de cozinba e eu-
gommado, paga-se bem.
*^i.
55 ffOO^
o?
Aviso
o?
o?
PARA OS LAVRADORES.
Cotnpra-se constantemente semen-
te de cm rpalo : na fabrica de
oleo de ricino, rua dos Guara-
rapes, em Fora de Portas.

-.;
*Qt
S tanto em porgues como a relallio, aflian
J| cando-se aos compradores um s prerol^
i para lodos: este estabeleciment abrio-se
w de combinado com a maior parte das ca-
> sas comniernaes ingle/.as, francezas, alle-
Bj maos e suissas, para vender fazendas mais
^ em conta do que se lem vendido, e por islo
$$ ollerecem elle maiores vantagens do que
$* outro qualquer; o proprietario deste ith-
^ portante estabelecimento convida todos
B os seus patricios, e ao publico em geral,
*S para que venhm (a lim dos seus inle-
S nasas) comprar fazendas baratas: no ar-
^ mazom ra rua do Collegio n. 2, deAn-
j^ ionio Luiz dos Santos 4 Holim.
Rna Nova n. IS loja de M. A. Caj Ov C. cen-
tinua sempre a ler um grande surtimenlo da
obras feilas tle alfaiate, taulo superior, como miis
inferior, camisas frunce/as, brancas e de cores, gia-
vatas, colaiinhos, chapos francezes, ditos de sol, de
seda e pannioho,suspensorios de borracha.meias p ra
senlioras. horneas, nieuinos, fazendas para fazer se
qualquer obra de encommeiida com a maior pres e-
za e boa desempenho ; emlim qua'quer pessoa que
vier a esla loja, tirar um falo complelo e por pi e-
ro mais commodo do queem outra (qulquer parle.
Claudio Dubcux mudou oseuescrip-
rio para a rua da Cadeia de Santo Anto-
nio n. ir>.
I'recisa-se alniar um prelo, para servico de si-
lio, como seja corlar eapin e oarreizar auna : em ca-
sa de l'alon Nash Companhia, na rua do Trapiche
NOVO, n. 10.
l'recis-se de um hornero brasileiro ou eslran-
geiro, que s.nba bem niouiar e tratar de cavallos,
para servir de i .no ni a um senhor de engenho, da-se
boa papa : qoem eativer neslascirciimstancias e qui-
zer, piule dirigir-so ao largo ta muflir, de Santo An-
tonio, casa de um andar n. -i, que adiar rom quem
Iralar.
.t,.-. .*..,
Compra-se urna cadeira de piano de Jacaran-
da' de parafuso peifeilu : quem tiver annuncie para
ser procurado.
Compram-se 2 laminadores em bom estado :
qoem os liver e quizer vender aunuucie.
Cumpra-se urna casa terrea em bom estado,
em qualquer rua das freguezias, qoe seja para
1:.V)UB, puuce mais ou menos: qum liver annuncie
para ler tratada a compra.
Compra-se nm ou dous tamandas baudeira :
na rua do Crespo, 'oja de 4 portas a. 3, prximo au
arco de Sauto Autouio.
SSenDod.
4TP
HOSEOPftTH-
EXTKAIIIDO DE RUOFF E BOEX-
N1NGHAUSEN E OUTROS,
e poslo em ordem alphahetica, com a descripcEo
abreviada de todas as molestias, a in.licaco phvsij-
locica e tberapeulica de lodos os medicamentos h-
meopalhicos, seu lempo de acc,o e concordauc
seguido de um diccionario da sicnilicacilo de lodlos
os termos de medicina e cirurgia, c posto ao alean
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MOtUES.
Os Srs. assicnaules podem mandar buscaros si u
exemplares, assim como quem quizer comprar.
^t8K^*(J :-::?* e>
I J. JANE, DENTISTA, .1
9 conliona a residir naruaNova n. 19, primei- tp
aWo &***?
Na loja do sobraden, lo do pateo da ribeira < e
S. Jos, lava-se e ensomma-se com milita perfeic*
eaceio, e com a rcaior brevidade possivel.
l'alon Nash & Companhia tleclaram que Jo
Pedro Jess tle Malla deixon de ser sen caixeiro ded
de honlem IV do crranle mez. Recite 15 de abr
de 1856.
Precisa-se alugar duas prelas que sejam Iios
quilandeiras : quem as tiver dirija-se as Cinco l'un-
Ins n. 5.
I'recisasse de um pequeo de li a 16 auno,
que saiba lar, escrever, qus s queira dedicar a
pharinacia : no palee da Santa Croz n. S.
Pcde-se ao autor de um arligo publicado no
tiKcho de ti do crrenle sob o anonxmo deUm to
focoque ii.io tleixe entre uuvens o sen p^nsanieq-
10 ; convem a mais de urna pessoa que S. S. indiquje
maia claramente quem he esse que soppe ser o J
coso, porque, pareceudo pelo titulo que lomuu, que
quiz uflendcr a alguem que nenhuma responsabilij
dadv lem com o que escreve o ojocosoa, desoja-1
esles e-clarecimeiilos, alim de que cabalmente "
respondaL'm do mesmo foro.
I'recisa-se alugar para urna casa eslrangrir
iiuia'pi ct a que leuha hons rostumes e saiba engonl-
mar bom : a Iralar ni rna da Cruz n. i.
I'recisa-se de um caixeiru liel para armazem (le
manliinenlos, que tle flanea de sua con lucia ; dase
iuformaciies na rua da Cruz n. 10, primeiro amia .
Precisa-se de nina ama para casa tle pouca fi:-
milia : quem pretender dirija-se a (ua das Cruz s
u. 10.
Olferecc-se um rapaz de lli auno para rriariu
de oo' la a baixo ; na rua ta l'raia n. t>.
I-"lisio na imite do dia ."> do correnle o prelo e
cravo, de nome Thomc, crioulo, tle ida.le Xt anuo i,
pouco mais ou menos, com os sisnaes sesuinles : c r
nla, picado tle bexifta*, altura resular, leven cami a
de madapoUo, calca de chita encarnada, e chapeo i
hacia : roga-se aos capilaes do campo c a lotta
rpialquer pessoa tpic o apprehendcr, tle dirigir-so
rua do QueimadO n. S, que sero gialilicados cenp-
rosameule.
Vende se milho a 3S0O0 a sacca : no caes da
alfandega, armazem de J. J. P. de Mello.
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