Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07404


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Full Text
ANNO XXXII li 135.
Por 3 mezet adiantaclos 4,000,
Por 3 mezes vencidos i.s..(Mi
SAMADO 7 DE JUfWW DE .856.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscripto!.
KKC.VHREUADOS DA Si lts( llll't :.VO' NO NORTE*
?arahiba,' o Sr. Gervazio Y. da Natirdade : Natal, o 8r. Joa-
qun) I.| i'ereira Jnior; Aracaij. o Sr. A. da Lemoa Braga ;
toar, o 8r. 1. ot da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Kalodrigaei, Piauhj, o Sr. Domingos Herculiao A. Pessoa
rease ; Par,oSr. Justin.ano J. Bamos; Amazonas, o Sr. Jero-
njrno da Coala.
PARTIDA DOS CORRBIOS.
Lit.tr
S. \i
S. I,
>''.......Ila>. ..-". in.i.
a, I.IIHI Pa.al.iba : i
.""-...... li........i.......m,
i".". I'......l'.Uta, .\/.,.ili.
i-.. t'HU-IMk, lhu-Vi.u, 0>
otara, eriaalr, Ii.,-I,,l....
-. V,t,l : .|U,.,,-i,...
- rorr......partea. ... loteras da
horas*.
i -.i.n.h
lilil.....
">.....ir.
m-Mi.-I. tr i-.
an mli mi
llr.j... I
I......>. /n.-t-
.|ii.^i.i.-i.i,.,.
-. .gna-l'rfla.
AUDIENCIAS DOS 1 ltll;i \\ A i:s DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartaa e aabbadoi.
Relacao : tercai-feirai c sabbadoi.
Faienda : quartaa e labbadoa aa 10 horas.
Juizo do eommercio : segundas aa 10 horas e quintal ao meio-dia
Juizo da orpbaoi : segundas a quintal aa 10 horaa.
jPrimeira varado civel aegundaa a Mitas ao meio-dia.
|Seguoda vara do civel: quartaa aabbadoa ao meio-dia.
EPIKMKItIDKS IIOilKZDE .11.Mo
-2 La nova aill httu, 22 minutos, 4 segundos da Urde.
10 Quarto creseoie aus li mluutos e 48 seguudos da Urde.
18 La oheia a 2 horas. 27 minutna e 48 segundos da tarde.
U Quarto miiguanle as 7 horas, 48 minutos e 48 segundos da m.
PREAMAR ni iin.ii..
Primeira a* H .oras a 3 minutos da manhaa.
Segunda as8 loras e ai minutos da tarde.
PARTE OFFICIL
^MINISTERIO DOS NEGOCIOS
ESTRANGEIROS.
Relaiorio da .eparcao das negocios
estrangeiros apresentado a assem-
bla legislativa na quarta .sessao' da
nona legislatura | elo ministio ese
cretaiio de Estado o Exm. Sr. Jos
Maa da Silva Paranhos.
BRASILEIRAS.
Estados Ponli/v-ios.
Pierogativa da cora imperial relalivamcntente a no-
ineac.au ile nuncios apostlicos para esta corle.
A corle do Roma nomeoa uo auno de 1853 .i mon-
senhor Bediati para residir junto a S. M. o Impera-
dor no carcter de nuncio, sem que ftesse preceder
apreaenlarao ao mesmo Augusto Senhorda lerna
do est)lo, 11101 de ser es.-olhi.lo o prelado i|ue devesse
desempentiar aquellas alias funeces.
l'odandt-se ver no modo por que fora annaocia-
da aquella manearan a pretericAo de tima prerogali-
ti de que au/.ar.i sempre a curte de Portugal, e que
se observara lanibrn) no anno de 1K:7 pr occas.ao
da nomeacAo da pnmeiro nuncio que veio a este im-
perio, a qual lora precedida de urna lisia trplice, es-
colhendodella S. M. o Sr. Dim l'edro I. a inouse-
Bhoc Ostini, apresauo-se o sorerno imperial a repre-
sentarlo governo pontilicio, por intermedio da lega-
cao imperial ein Roma, para que aa guardasse na-
quella nomeacao o privilegios da cora brasileira.
O governo pontificio procurou explicar aqoelle
Tacto, declarando que nao juluara noces-ana a apre-
sentaoao da lerna, ein conseqnencia de tarja monse-
nlior Bedini acreditado nesta ciirle como inlernun-
cio, desde 18V3 al 1817, deveudo prtanlo eonside-
rar-se como un promocAo a sua nomeacao de
nuncio.
Nao parecendu procedentes as circunstancias al-
legadas para se preaciudir na enviatora daquelle
nuncio, do- privilegios e facilidades que a Sania S
ludia reconliecido nos soberanos do Brasil, porquan-
tohivia moilo lempo que monsenbor Bedini se reti-
rara desla ciirte, por llie 1er sido confiada oulra mis-
sao, o governo imperial insisti para que fossem
guardadas as prerogalivas da cora brasilea.
O governo de S. Sanlidade assegurou, que leudo
sidodado oulro desuno quelle prelado, seria ol.ser-
DIAS DA SEMANA.
2 Sagrada Si. Marcelina presb. a PedrouoreiMa ni.
3 Tarca. 6> Pergeitlinu c Laiiroiitino irms. mni.
I Quarta. S. IJiierino b. ; Ss. Itoslilio e aciano mm.
Quinta. S. Pacifica I. Ss. .Nicicio. Appaionio e Zcnaidrs mm.
'> Seiia. S. Norberto h. : Ss. Einlergio e Claudio bb.
7 Sabbado S. Roberto ab. ; Ss. Lieariao c Valebono diac. mm.
8 Domingo. S. Maximino sh. ; S. Ueldardo e lleraclio bb.
Fronta.
Navios brasileiros apresados pelas forras navaos He
tranca, quatido bloqueiaram os porlos do Rio da
l'rala, desde oannoile I8t( ale principios de ISS
Os brigues S. Chrislovam: c l'ensameule, neo
patacho Eduardo, lodos brasileiros, farain apre-
lados, ao sahirem de Buanoa-Ayres, plasforras na-
vaea de iraa^i que do ISSti ale princinins d 1K
bloqueiaram alguns porlos lo Rio' da t'rala, o cou-
duzidos a Moulevidco para serem submellidos ao
jalgaroentu de urna cummissao de prezas alli in-lilui-
- da pela Fr.inra.
A legado imperi.il am Moulevidco prolestou
-outra)a captura daquelles navios, e cncelou urna
discussao de principios com o encarrecado de neg-
ciosde Franca, ledenle a demonstrar que ajuris-
diesao que a commissao de prezas prelendia excrcer,
era contraria aos principios do direilo ialeroaeional,
e as reveraaes de II e li de novembro do l!, Iro-
cadas entre o Brasd.e a Franca.
Nao obslaole essn protesto c discussao, os brinc.
o S. Chrislovam eSPensameuto, neo palaclio Edo-
ardo u, foram subitiettidos ao jul-aiiienio da com-
missao, por ella coudemnados cuino boas pre/.as. a
arrematados ein basta publica por urdem do cnsul
fiancez naquella prara.
Dessa sentcn;a proferida cm primeira instancia,
o* ineressddos nos cascos e carregamentos dos ditos
navios, appellaram para o cousellio de estado em
tranca.
A appcll.M..iu seguio os seus Iramilc regulares.
UBI advogado por parte dos proprielarios, e carre-
gaderesdo brgue S. Christovitoi, e outro como pa-
trono dos intereasados nos navios Pensameulo e
Eilaardo a, produziram em nome dos seus ctenles
todas as razes de direito que mililavam contra a
captura daquella barcos e seu julgamenlo em Mon-
levido.
leudo na forma do estvlo sido ouvitos os minis-
terios da marinha e dos negocios eslraugeiros ein
tranca, o consellio de estado coulirmou a enleura
da commissao de prezas instituida em Mnuleviduo,
em consequeucia do que foram expedidos os respec-
tivos decretos julgando hoa^ aquellas prezas.
O governo imperial, logo que fui chamado a n-
tervir para o bom andameulo das dilas reclamaces
em Pars, onde tinbamdeser resolvidas etn segunda
instancia, mandn preslar toda a protecrlo c auxilio
aos inleressados.
Devendo este assumpto serveuliladn peraute as
autoridades judiciariss de Franca, segunda as for-
mulas prescnplas para seinelhaules processo*. cnlen-
de.i o governo imperial que n.lo caba a inlerveu;Ao
diplomtica, e s devia o agenle lira-ileico apoiar
convenienlemente aquellas reclamaces.
O governo imperial aguarda o parecer da eccao
dos negocios eslrangeiros do conselbo de eslado para
resolver sobre a direeiaoque poderao ter estas recla-
maresja julgalas em t.- e >. luslancia pelos Iri-
bunaes fr.uicezes.
f.,rua-/yri(iii/ia.
I'rejuizos causados a subditos brasileiros por actos in-
justos dos cruzadores brilanicus.
O governo imperial, para dar acertada direcr.lo s
reclam.cea pendentes com o de S. M. Britnica
pelos actos injuslus dos seus cruzadores, entemleu
ouvir a sec^Ao respectiva do conselbo de esladu.
Su depois de bem considerado o parecer da mes-
ma seceso, poiler ogoveruu imperial enviar as pre-
cisas iustrucfes lega^Ao imperial em Londre*.
Juilas deslas reclamacoes procedem da faculdade
dada pelo governo brilanuico aos seus cruzadores e
lubunaes no anno de trt(>, para apprebendi"'cin e
coudemnarem os barcos brasileiros euipregados ou
suspeil, i luirs sao mais antigs, e foram recooliecidas enmo
procedentes pelas prnprias autoridades brilaunicas,
que fuuccionaram as commisscs mixtas creadas em
virio.le da convenci de 2X de julbo de 1817, que
e.'-r do disposio do artigo separado de ti de se-
lembro du mesmo anno deixaram de exishr em
18V.-,.
O governo imperial vos Informara da solu<;ao que
liver este uegocio.
Portugal. f
I'rejuizos causados a subditos brasilairos por illegaes
apresamente* eflecluados nos mares d'Africa pelo
cruzeiro da maiinha portuguezi.
Eslas reclamaces esli commettidas legacAo
imperial em Lisboa, a quem sesderam as inslruccoes
necessarias. He de esperar que brevemente pregri-
da asna negocenlo, demorada pelo guverno de S.
M. Fidelissima em razio de circumslanrias muilo at-
lendiveis.
Os principies em que asscnlain as nossas reclama-
ces sao Up evidenle,,iOs aprezunenlos (Ao desti-
tuidos das forma, leiraiarprescriptas no proprio de-
relo de S. M. Fidelissima de 10 de dezembro de
18:, que serv.rade norma s instrucees expedidas
aoi cruzadores porluguezes, que uAo se pode re-
celar que esse negocio deixe de ter resultado satisfac-
torio.
Tema aido npprovadA pela asseohlca geral em 1:1
de agosto do anno prximo passado, na parle que
era de ana compelencia, a conveucao celebrada em
'- <.J"nifo lo mesmo anuo com a governo de S.
M. Fidelissima para reprimir e punir o crim de
falsiflcacAo de moeda e papis de crdito com o
curso legal doi dous paizes, S. H. o Imperador ra-
lilican-a em I de selembro do mesliio anuo.
As corles geraes de faringal ja haviam apprnvado,
a S. al. Fidelissima ratificado ern 11 .le outobroa
raesma convenrAo. Verilicou-sc, pois, a troca das
i.ihhr.acues em 1.1 de oolul.ro prximo lindo.
Para que esla convencAo pudesse produzir os su-
rlevidos eOeilos, Toi expedido o decreta imperial mis
mero 1707 de :*ldc dezembro do anuo prximo pas-
sado. '
l'osteriormeu'.e 6 sna promulgacao leni sido ap-
prehendidas nesla curie algumas nulas falaas brasi-
leiras, importadas a bordo de nivios prucedeules do
Porto.
O governo proceder contra OS autora a cmpli-
ce, em ennformidade do que se acha eslipnladu en-
Ire os dous paizes,
A IrgarAo imperial em ijihoa nao deixar de re-
clamar do governo de S. M. Fidelissima lodas as
medidas administrativas que forem necessarias para
assegurar a extinccAo de lao perniciosa industria.
Eilado Oriental.
Attenlados commellidos nu Eslado Uricnlal conlra
subditos brasileiru.
Oecorreram lia poucos mazes na campauba do Es-
lado Oiieolul, junio a fronleira do imperio, alguns
alleutadoa graves da qne foram victimas suliJilos
l>rasileiros all residentes.
Ninguem desconneca quautu he dillicil policiar
urna fronleira liu ilcuu e eui grande parle despo-
ro^aar os malfeuoresde um e uulro p* que a,,, se ^^^^^^^^^ X^Z^^A ~ "^^ ,. a lu,laj a, aulor(laes ,_
,J?!1!:.J.C,S?'L.! -, a.tenU-.o p'assap'orle privaSoa Tuaprincip7dc^ S, L T\> ^ S^at n"s 5^ '|Zl" T11'"1"'1" t* ''" <^ ""V
.Ao I equivalen, i derogacao de dispusices declarad T.SX ,i,i,!" "i''.. ^SSSS*t 555r! !""'"c"- 1 enprn facam eomprir .... iu-
EX<:.\RHEGAIM)S DA SCBSCRIPf.:AO NO SIL-
Alagoai.o Sr. (.laudino Falcao Dial ; Babia oj Sr. 1). Duprat
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM rERXAUBL'CO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
livraria, praca da Independencia ni. 6 e 8.
Portara Desonerando, de enmformidade com a
proposta do chefe de policia. do lugar de subdelega-
do da fregaezia dos Afbgadoa, o lenle coronel
Francisca Luiz Maciel Vianua, por assim o haver
pedido. C.inmunicoii-se ao referido chefe
0 do assassinalo da familia de JoAo da Silveira. per-
petrado na da 27 de selembro ollimo. no Corral das
l'edras, dislrirludo di-parlamento de Cerro Largo.
Segundo iiiformaces fidedignas, e que nao foram
conlesladas, consla que aqoelle Infeliz subdito hra-
sileiro, liomem pacifico, sua mulher, cinco lilhos
neuores euina esorava, foram brbaramente assas-
siiiadosdenlro de sua hahilarAo.
I) zoveruo imperial espera'que as autoridades da
repblica, boje que sna aceto aa moslra mais forte,
sendo que cessaram os roubos e assassinalo, que se
lam aiinuda.nl.. as visinhanras da noasa fronleira,
nAo daiiarlo impunes aquelles allomados.
As boas relaces entre os dous paizes dependen)
muiio de que o braa.leiro no territorio orienlal e o
oriental uo territorio brasiMra enconlrem a maior
prolecr,.o,|e que mais do que|loda< as oulras. as au-
toridades dos di.tr.clos liniilrophes se esforcem para
assegorar essa mutua garanda.
O governo imperial por sua parle lem Baaaa con-
ven.nncias muiloem vista, como o altestam numero-
sos fados. Suas autoridades civis e militares da
Ironloira, sau escoJndas com a maior escrpulo, e
mo ha reclamarlo fondada do governo oriental que
nlo lenha sidu por elle allejidida.
1 e.iawcsde i/uc se aaeixaram oioantl sulidilns brn-
Meirot eslabelecidoi no Hilado Oriental.
Cnwgando ao conhecimento do soverno imperial
que o rominisaano do policia d0 (".erro Branco no Es-
tado Urieulal, eslava Oligiado doos pesos por cada
individuo que passava a pe dalli para a provincia do
Kia l.rande, e l) rs. pelos que iam para o lerritorio
da repblica, ordenou a legajao imperial can Moule-
vidco que avenguasse
e era anda leste asaticia, e
vado as notneacei futuras o precedente de 1827 qoe no ca<0 all'rrn"i"0 red imasse conlra semellian
do qual Me fora soa inlencao aparlar-se. ,e ,.mP01"-
Segundo n artigo lo do Irala.lo de commercio
com a repblica, a pasaagom de gado he isenta de
lodo e qualqu.-r imposto. Ora, a imposicAo nAo mu-
dara de salaren, nem se lomara legal, "por ser ap-
plicada as pessoas queennduzem o gado.
liuenot-Aijret.
Proleecao dada pelo governo imperial aos subditos
brasileiros que Ihc conslava acliarem-se na Babia
Branca desde o lempo \ta guerraVom a confedera-
Cta Argentina.
Em I8)S o subdito brasileiro Jo Uomingaes, di-
ngio-se ao consol geral do imperio em BuenosAv-
res, sollicilando os seus bons ollicios >lim de que'a
elle e a maisquatorze companheiros arda do serv.co miniar qne prestaran) na guamicAo da
llania Branca, desde que baviam:sido fetos prisio-
neiros na goerra que termiiiou pela convenrao pre-
liminar .10^7 de agosto de 1828.
A inlervL.icio da legae0 imperial nao se fez de-
i morar, e o governo do eslado de lluenos-.Ures
apreaaoo a dar baixa a
r vain uaquello senrico.
f Depois iiu loi o governo imperial informado peto
COmmartdanle da diviBAo auxiliadora em MunlEVlde.s
que ao mesmo commandante se haviam apresenladu
dous individuos que di/iam ter servido no exeicilo
imperial durable a guerra com a CooMeracao Ar-
sentioa, e que roram deslerrauos como pns.onciros
para a Patagonia. Esles individuos declaraiam que
no mesmo lujar haviam oulras praeaa em idnticas
circumslancias.
Ogoveruu imperial mandn proceders necessa-
rias iudagaces em 18 de junbo do anno prximo
passado, autoriaando a Icaacan imperial em Buenos-
A\ res a fazer as despena que forem uecessarias apara
o transporte dos Brasileiros quealli cxislam, se quei-
ram aproveilar desse auxilio.
Iteclamarri em /acorde subditos llrasileiroi i/ue fo-
ram iircjwUiado* por arios das autoridades de
llnenos-.njres.
Amonio Jos Doura.lo, subdito brasileiro, carre-
gou e despaehou. em lins de \K>>, de Montevideo
para o porto das Conchas no Estado .le llucnos-Aues
o palhabole oriental Sociedad.
Ao aproximar-se esle navio aquella porlu foi mi-
mado do hloqueio eslabelecido pelo decreto de 7
de dezembru do mesmo anuo.
A iBliotacao foi feila pelo brigue de guerra Mai-
/> .cajo commandante aconselbon que o palhabole
Sociedad se dirigala para o porlo de Buenos-Avrea.
No porlo de Bueuo<-A\ies foram o navio e o seu
carregamento appreheudidos, e vendidos, exigindo-
se em deposito Ii2 1|-_> onras que exisliam a bordo e
atan deshiladas ao pagamento de direilos e outras
despezas.
Antonio Jos Dourado requereu indemnisacAo
pelas pardas e damnoa provenientes desse apresa-
meulu, mas os seus requerimeulos nao foram alten-
didos.
A IcnicAo imperial, a quem recorrer o inleressa-
do, reclainou do governo do Esladu de Bueaoe-Ay-
raa o pagamento das oncas cecebidas em deposito", e
a indemnisacAo do valor do carregamento do navio.
O governo de Buenos-Avres nAo salisfez a essa re
clamaran, allegando que o palhabole Sociedad fora
apprebendido e coudemnado por naver infriugido o
regulamenlo das alfandegas, enlAo em vigor, dirigln-
do-ae para um porlo que nAo eslava aberto ao com-
mercio cslrangeiro.
A corres|.ondencia trocada entre a legacAo impe-
rial e o governo do Estado de Buenos-Avres sobre
esla re.-la.iu.;.o. encontrareis no annexo (i.
Narcizo Martnez e lilhos, negociaolea da praca de
Bueins-Ajrcs, frelaram em i de dezembio de 8j,
por cunla e ordem .le Manoel Joaquim Ferreira Nel-
lo e MilitAo Maxjmo de Souza, negociantes brasile
ros, eslabelecidos nesla pasea do Kio de Janeiro, o
berganlim brasileiro Aisia, propriodade do satxl.to
brasileiro Joaquim da Costa Araojo, para receber no
porlo de Barracas um c,-rregainuto de carne seces
e conduzi-lu an do l'.io de Janeiro, ou, dadas certas
circumslancias, ao da Babia.
Eslava o negiicin em fia de exeeticae quaudo, cm
consequencia dos acoulccimentoa polticos da poca,
o governo de Buenos-A\ res, por decreto de 11 de
dezembro do dilo anuo, fechou varios porlos do es-
lado ao commercio, sendo um delles o de Barracas.
-V vista desla occurencia, nao pudendo ser carre-
gado c despachado o berganlim Lisia, os heladores
requereram a inlervencAo do consulado geral do a>-
perio alim de obler permissu para exporlarcm as
carnes contratadas.
A solicitado do cnnsolado nao foi satisfeita. Os
fretadores proleslaram e beta assim o consignatario
do navio em favor dos seus commitlenles.
A legacAo imperial, leudo conhecimento do occor-
rido reclamou indemnisacAo pelos prejuizos causa-
dos aus referidos ubdilos brasileiros.
O governo de Uuenos-Av res enluudeu que nao po-
da ser admilli.la a intervengo da legacAo imperial
nesle negocio, que smenle devia ser decidido pelos
Iribunaes do paiz, accrescentando que nao eslava
provado que os frelado.es livessem .leixado de enm-
prir o seu conlralo smente por cansa do decreto :
que, havendn decorrido 33 dias desde a dala do cou-
Iralo de frclamenlii al .i expediro do decreto, nAo
conslava que os fretadores houve-sem dado principio
de execurAo a esse contrato; e, finalmente, que cum-
pria ao reclamanle dirigir-se em primeiro lugar i:
pale principalmente obrigada, c so subsidiariamen-
te contra um lerccirn.
KECLAMAC()ES ESTKAMJEIRAS.
.fBat(r*B,
l'roposla da legaro de S. M. imperial e real apos-
tlica para se allerar a forma dos passapertes dados
BM subdilos austracos ip.e leiibam de sabir do
imperio.
A legacao da Austria nesla corte |reclamuu do go-
verno imperial,*em ^"S de jiinliu ultimo, que se lizes-
qne os subdilos Porluguezes se
subtraiain a matricula nos respectivos consulados.,
em consequencia das disposici.es do decreto im-
perial de 10 de Janeiro de 185,") relativo a pataa-
porles.
O encarregado de negocios de A. M. ndeltsainu
nosla corle, por ola de 2i de julho du anuo prxi-
mo pastado, propoz ao governo -imperial, de urdem
do de sua dila mageslade, com o fin. de facilitar a
organisacAo dos mappas eslalislicos da popularo
purlugueza residente no Brasil, que se recummn-
dasse ..s autoridades do imperio, a quem compelisse:
1. Que os passaporlcs al agora entregues aos
proprius passageiros pelo encarregado da visita da
policia fossem restituidos aos capitaes dos navios,
a fin de qoe esles pudessem conlia-los aos agentes
consulares, que os devolveran) aos passageiros no
aclo de -e eflecluar o respectivo registro consular.
2." yua na secretaria de eslado dos negocios es-
lrangeiros, e as repartirles de policia, nAo se d
andamento, nem seja visado passaporle alguin de
sobdilo portuguez para qualquer parte do imperio,
sem que o portador demonstre previamente adiar-
se matriculado na chancellara do agente cousular
de Portugal.
Importando a adopejfc) deslas medidas a deroga-
cao das disposiees dos arligos (i. e 8. do decreto n.
1,531 de 10 de Janeiro de I8.'>t, nAo pode o governo
imperial satisfazer aos desejos do de S. M. fidelis-
sima.
Etn vista deraes arligos, o eslrangeiro chegadn ao
imperio, apenas nbtenha o visto da auloridade bra-
silcira uo seu passaporle, acha-se habilitado para
ir livremente a qualquer poulo do interior, ou mes-
mu para mudar de provincia, sem dependencia de
oulra alguma cndilo.
Se fossem adoptadas as providencias solliciladas
pela legacao de S. M. Fidelissima, o eslrangeiro re-
jem-chegado, pono que ja desimpedido pelas auto-
ridades do paiz, licaria ainda dependeudo de aclos
consulares, que poderiam demorar, ou de oulro mo-
do prejudicar a realiaaee de seu ulterior destino.
A libcrdade de viajar que no inleresse da coloni-
sacAo o governo imperial quiz couceder ans eslran-
geiros |ielo decreto de 10 de Janeiro, supprimindo
os ululo- de residencia e os pasiaparlea at enlao
exigidos, seria maiiifeslaineiiie contrariada pelas
medidas que n'um interetta muilo menos alten.livel
prelendia o governo deS. M. Fidelissima.
Demais, laes medidas seriam inelcazes para pre-
cncher as valas do goveruo de S. M. alenla a faci-
lidade com que pjdcriam ser Iludidas. Para coin-
plela-las tena sido preciso derogar igualmente
arligos Te II docilado decreto, os quaes peimit-
lein que o eslrangeiro refugiado e o colono, e mesmo
qualquer oulro individuo nao suspeito, poasam en-
trar no imperio sem passaporle. (Ira a supprcs-Ao
nula brauleiros que seacha-i deslas franquezas a..nullan. em suas ...ais impor-
ta, n tes determinares, e contra os sos lins, o decreta
imperial da 11 de Janeiro
t:. Occrurenciana provincia d., Kio Grande do Sol entre
oeapiUa de urna barca norte americana, um ma-
iinl.eiro porlognea, que fazia parle da tripulacAo
da mesma barca, e o delegado de policia.
No dia 2) de dezembro de IS.H deu-se a segninte
ucc.irrencia no porlo do HioGrande do Sul oulre o
eapHaa Lang da barca norle-americana Ucermaun,
um marinheiro porluguez que fazia parte da tripu-
lacAo da mesma barca, e o delegado de policia du
diilriclo.
Sendo informado o delegado de policia que a bor-
do daquella barca eslava sendo rigorosamente casti-
llado um marinheiro, e que este fado dera causa a
ser perturbada seriamente a Iranquillidade do porto,
resolveu ira bordo lomar rnuhecimenln do delicio
que excitava o clamor publico, e olliciou au cnsul
unrle-americauo cunvidandu-o a que comparecesse
para assislir ao proccdimenlo daauloridade local.
O cnsul respondeu que nAo devia cousenhr que
aquella acto osse pralica.lo por oulra auloridade
que nao a sua. que la a bordo, e do resollado de
suas averiguacoes informara o delegado.
l>.rignido-se o cnsul dos Estados-luidos para
bordo, quaudo segoia com o mesmo desuno o dele-
gado de p.hcia, relirou-seaquelle precipitadamente,
ordenando ao capillo Lang que collocasse a sua
ban.leira ao prtalo.
-V vista desla demonstrarn de reistencia, o de-
Mga lo de polica lornou para Ierra, para adoptar ou-
lras providencias relativas a mesma ocenrrenci-, e
cnlAosoube que se l.avia subsliluido a ban.leira
norle-americana a braiiletra. e que, melhor aconse-
Hiado o cnsul dos Eslados-Luidos, o bavia procu-
rado.e nao punba mais difiiculdades aoprocedimen-
lo ollielal da auloridade local.
A inlervencaudo delegado era inispensavel, por-
que o proced.mento do espitas bavia prodazido grau-
de exc.lacao enlre a gente do porlo, que cm gran-
de numero se reunir em frente ao navio, que se a-
cnava mu prximo Ierra.
le accordo com o consol, foi o delegado a bordo
da barra Ocermami, e. leudo lomado conhecimen-
lo do delicio, fez desembarcar o marinheiro, em
quem se reconheceram varios ferimenlos, e preudeu
o eapilAo Lang. '
O cnsul reclamou conlra esses aclos da aulorida-
de local, exigindo a enlrega do marinheiro, c a sol-
tura do eapilAo.
O delegado nao annuio reclamacAo, responden-
do que o eapilAo achava-se incurso na disposicAo
penal do artigo 201 do cdigo, e s podia ser relaxa-
do da prieta mediante liao.;a ; que o marinheiro se-
ria entregue, se cnsul provasse que no eu con-
lralo imlia sido cumprido o artigo 63 do decreto de
1! de maio de ISli.
O processo do eapilao Lang seguio os tramites le-
gar, c ..linaI oi o reo absolvido pelo jurv.
A legacao dos Eslados-Lnidos apoiou as redama-
Ces do sen cnsul, c fundando-se na senlcnca do
tribunal do jury, enlendeu quelinlia bavido insulto
a nandeira norle-americana, e que era devida urna
indemnisacAo aocapilo Laug pelos
soffrera.
i Pars...
parle.
Para V. F2xc. ver. Firmino llerculano Baplisla
Itiheii.. a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria do eoverno
da provincia de l'ernambflco, aos 5 de junbo de
I8V5. Jos Denlo da Cunha e t'igueiredo Jnior.
uflicial maior seryindo de secretario.
Registrada a tulla 1 do hvro i. de leis provin-
ciaea. Secretaria do governo de Peruamboco > de
junbo de I8">(>.Joo omingues da S''.-a.
N. :iso.
Sergio Teixcira de Macedo, presidente da provin-
cia de Pernamhuco. Faro saber lodos os seus ba-
tallada no dia 12 de Janeiro do crreme .uno, e p.o-
segue nos respectivos Irabalhos.
Devo aqui recordar-vos outra reclama/. em que
sAo inleressadas algumas casas commerceea bnlui-
cas, proveniente do excesso dos direilos lirados nos
anuos de 1827 a 1828 em Montevideo, mando este
estado fazia parle do imperio.
/leilamaco em favor da casa rommercid dt Dullon
& C'omn.a
Tendo fallido na Babia a casa commercial de Dut-
lon cV C.', com quem a lazenda uacionil coulratara
um saque de S 3,000, foram equeslradoios bens da-
quella firma para seguranca e embolso di menciona-
da .(Manila.
aVi^i^'il! S'-'\'' ,,ri4a",ica neM;l ,c,'"le rlamou I bi'aiiles,"n7a'ass'em'bTe Tg'islliva" provicTa
ao governo imperial o levanlameulo des.e *c.|eslro, cretou, c eu saneciouei a resolucAo segninte -
allegando ser injusto e illegal por terenos Iribunaes
do paiz decidido que fazeula naciuna nAo he de
lace um devedur privilegiado.
Os tnbauaes brasileiros nAo lem profirido decs..o
conlra u privilegio que a fazenda nacional julgacom-
pelr-lhe quando concorre com oulros madures.
Os inleressados pareciam refenr-se so sequeslro
reilo nos bens da casa fallida de Deaoe Youle \C.'
de Pernanibuco, eque (ora levantado por parle da
fazenda publica.
Onlro, porem, foi o lundamenlo que lev o go-
verno imperial para assim proceder, sen-Jo que con-
viuha nesse caso aus tnleresses do Ihesuuro desistir
do aeqoeslro, alim de facilitar o andamento das di-
ligencias que os seus agentes tinanceiros em Londres
promnvein contra a casa coobrigada da mesma praca.
A casa de Dullon v\ C. nao eslava as uiesnus
circumslancias.
Por eslas razes; nao pede ser altendida a recla-
macoes vrteme da legacAo de S. M, M. Britnica.
/leclainacao em favor dt dous subditth britnicos.
No da 13 de novembro de 1835 foi preso no Pai
um subdito britnico de nome Francia Wiltoa, por
queixa conlra elle dada de haver crapenhado objec-
tos que nao Ihc perlcuciam.
Depois de oilo dias de prisAo, foi o reo poslo cm
liberda.le por ordem da auloridade competente, e
em consequencia de ler a parle queixosa desistido
da accusac.Au.
A legaban britnica reclamuu conlra o orocedi-
menlo das auloridadea do Para, sustentando que
W ilion linlia direitu a urna iidemuisagAo peloscons-
Iraugimenlos que sollrera.
O governo imperial fez ver legacAo de S. M.
britnica :
1. Que nao fura arbitraria a prisao que sollrera
i ilion, estando provado, e al confessado pelo pro-,
prio reo, que commellera elle o crime de que era [S'"Jns lni|a as d.sposcos el
acensado. Mando, portento, a lodas
2.- Ouc a demora na invesligacAo do crime nAo
era lamben) illegal, concedeinlo as leis do imperio
oilo dias para a fonnacAo da colpa.
!-np, ... .. auloridade compolente liouv.--.-pro-
eedi.lo "regularmente, dev... u oil'cid.do promover
Pel0" ''......les legaes a ponteA doofferaW, procu-
rar haver delle a reparacAu a qoe livesse dire.lo.
as necessarias coinmunicages.
\rligo nico. Fica revogada a le n. illili de 10 de
maio de 1853. e qualquer disposicAo em coutrario a
prsenle lei.
Mando, porlanlo, i lodas as autoridades, quem
o conhecimento e execncao da referida resoluto
perlencer, que a compran) c facam camprir lAo )ii-
leiramenle como nell.i se coulm. O secretario da
provincia a faca imprimir, publicare correr. Cidade
do II.rifo de Periiambuco, aos cinco dias do mezde
junbo de 1836, Irigesimo-quinlo da independencia e
do imperio.
L. S. Sergio Teixeira de Macedo.
Carla de lei pela qual V. Exc. manda encolar a
resolurao da as.embla legislativa provincial, que
revogou a lei n. libo de 10 de maiu de 1835, cunto
cima se declara.
Para V. Exc. ver.
Jos Antonio da Silva e Mello a fez.
Sellada publicada nesla secretaria do governo da
provincia do Peruambucn, aos .. de junbo de 1836.
Josc Benlo da Cunha e Figueiredo Jnior, olli-
cial-maior serviudo de secretario.
Registrada a folha do livro i" de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernamhuco, idejuuho
de !S5(i.
JoAo Domingues da Silva.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel general do conatoando aa armas da
Pemanabuco ua cidade do Recite en de
junbo do 1856.
OKDEM DO DIA N. 372.
O inarerhal de campo, rommandaulc das armas,
determina que nesla dala fique desligado da compa-
nhia de arlilices a Sr. aireres reformado JoAo Nu-
nca da Furriera CalvAo, que passar a exercer inle-
rinameote as f.ii.cccs de ajudante do forle do Bu-
I je- raco- ''e cujo emprego he dispensado o Sr. segundo
lenle, lambem reformado, Jos Antouio de Arau-
jo Pernamhuco, que ir servir como addido no quar-
to batalhAo de artilharia a pe, que lem carencia de
ofliciaes.
Jos Joaquim Coelho.
ORDEM DO DA E. 272.
O marerhal de campo comman.laiide das armas
declara para o fins convenientes, que a presidencia
lendo allencAo a falla de ofliciaes para o serviro
do i.- hatalhAn de artilharia a p, ao qual perlei.ee
o Sr. eapilAo Bra/.ilio de Amorim Bezerra, foi servi-
da por ..Hiri de 2 do correle mez dispensar o re-
ferido Sr. eapilao da commissao, de que fora in-
cumbido na colonia militar de Pimenteiras.
Declara igualmente achar-ie compreheudido as
.lisposiccs da circular du ministerio da guerra de
2"> de agosto de 1853 o Sr. eapilao do mencionado
balolhao Francisco Luiz da Trindade c Souza, por
iso que lendo sido promovido ao dito poslo por de-
relo de -JS de clembrn do anuo preterilo, ainda
nAo fez a sua apresenla{3o, e como tal manda, que
seja considerado ..senle, observando-se o qoe
verno prussiano a enviar plenipotenciarios i
O rriugresso approva.
O Sr. cunde de Clarendon.Uslemuuliando a cou-
nanca que deposil nos seotimcnlos da corte da
Russia e fallando em nome das potencias alliadas,
er poder estar cedo que o ccmilerios em que re-
pousam os ofliciaes e soldados que sucenmbiram di-
ante de Sebastopol ou em oulros pontos do territo-
rio raneo, bem como os monumentos levantados em
pnoria dos mesinns, serAo manlidos para sempre
t Moa do respeilo devido as ciozas dos morios ;
elle ac.eie.reu I a que esl linaria com todo ouvir a
promesa disso da bocea dos Srs. plenipotenciarios
da Russia.
O Sr. conde Orlor agradece ao congiesso a oera-
siao que Ibe he ofierecida do poder significar as dis-
posicues que animam o imperador, seu augusto amo
de quem esta certo de ser leal e fiel interprete, de-
clarando que serio tomadas todas as medidas pro-
prias para realisar plenamente o voto eipreasado
pelos Srs. plenipotenciarios das potencias lalliadas.
O Sr. conde Walewski lembra que o tratado de
paz devera' fazer menr^ao da amnista plena e inlaira
que cada potencia belligeranle conceder' a seu* pro-
prios vassallos por qualquer cooperacAo dos meimos
nos fados da goerra.
Os Srs. plenipotenciarios da Russia apoiam esla
opini.ni, a qual he igualmente acollada pelos oulros
membros do congresso.
uSeguem as asaignaturas.
PROTOCOLO N. VIII.
SessAo de 12 de marro.
Prsenles : os plenipotenciarios da Anslria, I ran-
c.i. Iirao-llrelanli.i, Russia, Sardenha e Turqua.
He lidu e approvadoo protocolo da sessao prece-
dente.
O Sr. barao de Bourqaeuev da'conla do trabalho
da commissao que na ullima renniao fora eucarre-
gada de preparar o texto dos arligos do tratado con-
crcenles a urganisacAu faluia dos principados.
Antes de Icr os arligos propoilos pela commissao
o sr. barao de Bourqueney eslabelece qoe o fin do
trabalho dessa commissao fora conciliar as opiuioes
aventuradas na ullima sessao.
A marcha proposla pela commissao, accreseeuta
o Sr. barao de Bourquenev, repousa sobre tres
principios :
Concluir a paz sem subordinar o inslrumenlo fi-
nal della a um acto diplomtico que lenha licado em
suspenso.
lomar as medidas mais proprias para conheccr o
volalas populares sobre quesles de.principios
anda nao resolvidas;
Respeilar os direilos da potencia suzerana, e nAo
Charles Lucas, segundo pillo da barca iogleza
11 enmono.,, foi preso em Peruambuco no din 21 de
dezambro ollimo, e processado. por haver pisado a
um menino com o cavallo em qae i., montado, e
em corrida.
A legacao de S. M. Britnica eotendeuque liouve
demasiado rigor e illeg-.Ii.la le no prucedimnntu das
autoridades locaes, e reclamou que o paciente fosse
sollo e indemusado.
O governo imperial nao pode alien ler a esla re-
clamacao, por entender qae as autoridades de Per-
oamboco procedern) como era do seu dever, e com
todas as formalidades legaes.
prejuizos que
O governo imperial, que est sempre disnoslo a
lomar em considerarlo e salisfazer as justas recla-
macoes que Ihe dirigem por parle dos oulros gover-
nos, nao acquiesceu a esla de que sa trata, pela cer-
teza que liuii.i de que as autoridades brasileiras pro-
cedern) regularmente, e uenhuma oflensa se tizera
l.,ui -.-ira iiorte-aii.ercuiia.
Entrega de um marinheiro i/ac deserlou da barca
norle-amencana iSoan em Sania falharina.
leudo .na marinheiro hespanhol desuado em
Sania Catharina da barca norle-americana Swan,
recurren ao juizo do commercio da provincia para
Haver do cap.lao da .lila barca as suas soldadas, que
entenda Ihe serem devidas ale ao dia em que aban
donara a e...l.,...-.....,,.
A legajao dos Eslados-I'nidos inlerveio para que
nao se proseguiste no processu iuslaurado naquelle
juizo, observando que, segundo as leis norlo-ameri-
canas, aquelle marinheiro perder todo o direilo de
receber as soldadas que reclamava, e que de mais o
uegocio era da competencia do cnsul.
0 governo imperial Httstex esla reclamarao.
Cea llrctunha.
Providencies para serem sepultados fura do cemile-
no hrilamco na provincia de Para ..< cadveres de
subdilos proleslanles de oulras uai.-nes.'
1 m muflirlo se deu nu Para no anno|proxiino pas-
sado entre alguns eslrangeiros all residentes e o cn-
sul britnico, por se haver fetn um enterro no cc-
milerio britnico sem lieenca daquelle cnsul, que
lie sen administrador, n sem o pagamento da laxa de
cera mil res, que era urlica salUfazer-se pela sepul
se urna modilieacjo na Torma dos passaporles que lu. all dada a individoos queolo nerleu en
Cilline.le.lll as ao on, ailos hnallaln. ,nl ,,..,1,1,,. .,.,, ,....:.i... i _:,. """ !" "''" .1
conceden) as autoridades brasileiras aos subdilos aus
triaos que slica do Brasil.
Consista essa medificarSo em supprimir-se nos
passaporles a indicaca.) do lugar para onde se diri-
-isseui os indivi luos a quem fossem dadus.
^ AOegou a legacao austraca quo n governo impe-
rial uAo tem o direilo de conceder pasaportes a sub-
dilos auslriacos para irem do Brasil Austria, ou a
qualquer onlro paiz : que, podendn haver motivo-
para recusar-se a um subdi'.o aualriaco a entrada
no seu paiz, uu ein qualquer oulro, era aquella les
arflo a nica auloridade apta e competente para (ali-
gar dessea motivos.
O governo imperial nao pude acquieseer aquella
recia.uacao, pelas seguales razes :
I.' Poique o direilo de conceder passaporles he
um direilo inherente a independa e soberana ter-
ritorial, direitu a cuju exeteicio nenhum governo
muuidaile britnica
Sendo aqoelle cemiterio p.riicular.....o estando a
sua admiuislracao o brigada a dar sepultura gratuita
a subdilos de oulras nacoes. n governo imperial,
oin o fim de previnir a repetirlo de conlliclosseme-
llianles, reconimendou ao preslenle da provincia do
I ara que promovesse o cslal.elecimeulo de um ce-
miterio particular, ou publicu, para os nroleslautes
que n.lo forem subditos brilauiroa, em local especial,
ou em terreno para esse Bol desuado denlro de al'
gu.n cennlerio publico, semnlhanra do que dispe
o artigo .i, do decreto n. I.V.? de 17 de fevereiro de
1835.
Esle acto do governo imperial fui dev 1 amonio a-
preciado pela legarSo de S. M. Brilaniea. ao mesmo
lempo que proveo m necessalades utgentes que se
faziam sentir nu inleresse de oulras commuuidades
proleslanles.
DESPEZA DO MINISTERIO DOS NECOCIOSES-
TRA.NCEIROS NO ANNO FtNANCEIRO UE
18>i a 1855.
No quadro resumido do crditos concedidos a os-
le ministerio pela lei o. 71! de-28 de selembro de
1853, e pelo decreto n. 1571 de :i de marco de 1853,
que vos loi presente oa sessao do anno prximo lindo,
bem como a., quadro das despezas eltecluadas, an-
nexo u. 1, e tabellas explicativas de ns. 2 a 7. veris
que das difierentes verbas do ornamento de 183435
licou a favor d-s credilos u:n saldo de 9:6518830, a
saber : 5lly>7:( na verba du s I.- do arligu i da re-
ferida lei ; 7: IOKjUK, ua do [ >. ; .^101, na do 3.-:
'lOTpO, na do S i.- ; e 1:0:15>088, na do S 3.
Foi, porem, preciso, denlro do referido auno, mau-
dar-se pagar pelo crdito indefinido do S ti.- do arl.
i da ineneionada lei n. 7111 de -J8 de selembro de
IS.I a quanlia de :l:iO>7:|il, coucerneule a dividas
de ejercicios anteriores, que nio podiam ser salisfei-
lai pelos fondos do exercicio enlao correule. En-
contrado este pagamento as sobras cima referidas,
ollerecem ainda ellas um saldo de6:2469120.
Crdito supplementar.
Ten lo orcomdo circumslancias nao previstas na
poca em que se formou o orcamenlo qoe rege no
corrcnle exercicio, aa quaes fizeram crescer as des-
pezas das verbas dos 55 -J, :t o do arl. i da lei n.
77!l de (i de selembro de 18-34. de confonaidade com
o S >. do arl. I da lei n. 589 de !) de selembro de
1850, foi .iberio nm credilo auppiemoni.tr por este
ministerio, ta quantia de :i!:o()a?000 au cambn de
2~, tlinheiros slt-r inos por 15000, dislribui.lo pela for-
ma secunde': :i:8003000 para as despezas da verba
do 2, Lega^es e consulados ; 8IK)jO00 para as
da verba do :).Empregados em dis|.onibilidade;
e 33:0009000 para a da verba dog i.-Extraordina-
rias no exterior.
O dterelo que aotnrsou o referid., credilo sapple-
menlar tem o u. 174:1 e a data de 29 de marco do
correnle anno.
A expoiicao que precede e as tabellas que Ihe sao
annexas jusficam a sua necesatdade.
Sob os ns. 8 a 12 do annexo 11. 1 encontrareis 01
dorunenlos a que acabo de reportar-me.
Orcamenlo para o anno financeiro de 185758.
No projedo do orcamenlo desle miuisteriu para o
anno financeiro de 185758, que tem de vos ser pre-
sente na actual sessao legislativa, documento n. 13
do annexo I, pede-se para as despezas da verba
Serrdana de eslado P::I15;088, quanlia igual a
volada para o prximo exercicio de 185657.
! ?" ,'le?',eza5 da verbaLegacilo e Consulados
l45:oOI9666, mais 52:8169666 do que a quanlia
votada para o referido exercicio de 185637.
Acharis no fim di segunda tabella explicativa do
s-obredtlo projedo de orcamenlo as razes desla dif-
ferenca.
Para pagamento dos F.mprezados em disponihi-
lidade1:7999999, menos SlKlyKK) do que a quanlia
volada para 185657.
leudo-se dado destino ao miniatra resiliente e ao
encarregado de negocios que seachavam em disponi-
biildade, o accrescimo que ocenrreu de um enviado
extraordinario aa .lila classe dos dispuniveis 11A0 cle-
vou o algarisino da respectiva verba.
Julgo suflicienles, para a* despezas .las verbas
exlraortlimirias no exterior e extraordinarias
110 interior -,. inesmas quanlias que foram vola-
das para o prximo anuo financeiro de 185637, e
asaini vio consignadas em o novo projedo.
lando sitio o orcamenlo de que tralo calculado e
oraanisado seguido as acinaes neceandadea, a .liire-
reiira que te ola na verbal.eg.u.es e Consulados,
de .i2:SI6ijli6, p;,ra mais, comparado o pedido ac-
tual 11.:..015666 com o volado :i'.l77.".-slHK), nao
prova conlra o projedo que ora vos lubsnelto, pois
nelle se leve em vala toda a parcimonia poaaivel ;
musir sim a deficiencia do referido tormo de com-
pararan em rolar.10 as circunislaiicias acluaes du ser-
vico publico.
Efpero, pois, qoe vos dignareis votar os landos
que solicito para as despezas desle ministerio no au-
no l.i.aiiceiro de IN565-7.
Palacio do Rio de Janeiro em I de maio de 1856.
Jos Mara da Si.10 Paranhos.
N. :t8l.
Sergio leixelra de Macedo, presidente da provin-
cia de l'eriianil.aco. Faco saber li todos os seus ha-
bitantes, que a aateuiblea legislativa provincial de-
crelou, e eu saneciouei a resolocAo seguinle :
Artigo nico, l-icain approvados os compromissos
das Irmandadea de Nosaa Senbora do Rosario dos
liomens pretos da fregaezia de Pao d'Alho, menos
na parle que eslabelece disii.iccao de cr. o do San-
lissano Sacrameulo da freguezia de Papacai-a, revo-
em contrario.
as autoridades, i quem
o conhecimento e exc-ncAo da preaeMe resoluta,.
perlencer, que a cumpram e facam eomprir to in-
leir.menl" romo nella se cnuiin. 0 secretaria da
provincia a fac imprimir, publicare correr. Cidade
do Recite de Pcrnamliuco, aos .5 do me/, de junho
de 1856, Ingesimo-quiitii da independencia c do
Imperte.
' S. Sergio Teixeira ale Macedo.
Carta de lei pela qual V. Exc. manda exerutar a
resolujao aa assemblea legislativa provincial, que
sancrioiiou. anprovando os compromissos das irreali-
dades de Notaa Senhora do Rosario dos liomem pe-
los da freguezia de Pao d'Alho, menos na parle que
eslabelece d.-lincea,, de cr, c do Sunlissimo Sacra-
mento da freguezia de Papacara.
Para V. Exc. ver.
I armio llerculano Baplisla Hibcirn a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria .lo governo da
provincia de Pernamhuco, aos 5 de junho de 1856.
.1 o-.- lenlo da lanilla e l'igiieiredo Juuiur, Hlli-
cial-maior servindo de secretan...
Regislrada a Calila do livro i" das leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernamhuco, 5 de iunho
de 1856.
.lo ... Domingues da Silva.
Expedienta do da II de maio.
Offlcio Aoinspeclor da Ihesourana de fazen-
da. lendo o Exm. presidente da caixa filial do
Bancu do Brasil nesla provincia, parlicipado-me
110 ollicio por copia junio, que a mesma caixa vai
110 dia > de junho proximu vindouro dar principio
as suas nperaciies, e qae as olas que lem de ser e-
imllitlas na circulara sao as couslanles da relacAo
jauta por copia, asum o communico a V. S. para
seu conhecimento, c alim de que experta suas or-
den* 11.1 senil 1,1 de serem as mesmas nulas aceites
nAo s nessa Ihesouraria, mas lamben) lias reparli-
ces que Ihe forera subordinadas.Igual a Ihesou-
raria provincial, c coinmuiiicou-sc ao presidente da
mencionada caixa.
Dilo Ao Exm. marerhal commandante das
armaa, declarando haver aoloriaedo o inspector da
Ihesouraria de fazenda nAo so a indemnisar o 9 ba-
lalha.) tle inf.tnlaria da quanlia de 8-s|60 ra. que se
despenden com a conducc/10 de dous soldados que
por tlocules regressaram do .lealac tinenlo de (ioian-
11a ; mas lanihem a pagar ao alteres do 2" da mesma
arma, Joao Baplisla do llego Barros Cavaleanli so-
meote a de 2834NH) rs., ijue elle lem tliruilo prove-
niente tle al.ig.ieis de cavallos para .1.llrenle* mar-
chas quando esleve destacado na comarca do Linio-
eiro.
OiloAo mesmo, dizendo que para poder S. Exc.
resolver .. que for conveniente acerca to lenle
Joaquim Marinho Cavaleanli de Ahuquerque, que
veio preso da colonia militar ale Pimenteiras, onde era
subdirector, rom-lio o ollicio e mais papis sobre o
laclo de que he argido o mesmo lente.
Dilo Ao mesmo, luteiraudo-o de que licam ex-
pedidas as couvenieules ordens para que a Ihesourc-
ria de fazenda, a' viste dos documentos que S. Exc.
remelleu, fat;a indemnisar o 2. I.,ilall.no de infante-
ra da quantia tle 16>IMK) rs. que se despender con)
a inhomacAo dos cadveres tle i tracas du mesmo
balalha.i fallecidas no hospital regimenlal.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenda, He-
volvcndo o requerimenlo em que Antonio lionralves
Pereira Lima pede que se llie mande passar titulo da
um terreno alagado de marinha contiguo a um pree
dio que elle putaa no aterro dos Allogatlos 011 ra
Imperial, alim de que proceda a respeilo de com-
fermidade com a sua inlonnacAo sob n. 218 datl-
com referencia a do 2. lenle, Aulomo Egidio da
Silva, e au parecer du procurador fiscal daquella
Ihesouraria, constantes 11 copia que remelle.
Dito Ao mesmo, Iraiisimlliudo para o fin) con-
le de 2b de maio de 18.).. Jos Joaqun) Coelho. para consagrar os principios ade
1EIUTAL.
Jos Joaquim Coelho, llidalgo cavalleiro da casa im-
perial, granrruz ta ordem militar de San Benlo
de Aviz. dignilaru da imperial do Cruzeiro, nia-
rechal tle campo e commandante das armas desta
provincia de PernamLuco, por S. M.o imperador, I da* duas provincial.
___doptadoa come bases
da organisac,.Ao dos principados e de um llalli Sche-
rilT para promulgar sua applicacAn.
I'.n luid,1 deslas tres ideas, commissao prope
enviar sem demora a Bochares! delegadoi que la se
reouirao a urna commissao ollomana.
Divaus ad hoc serao convocados logo as capitaes
a quem Dos guarde.
Faco saber ao Sr. eapilao do quarlo balalh.lo de
artilharia, Francisco Luiz da Trindade e Souza, e 1
lodos aquelles que poderem e quizaren) fazer chegar
ao seu conhecimento, que nao leudo elle se apre-
senlade ao dito balalhao.Jpara o qual fora promovido
por decrete de -JS de selembro ultimo, no praia de-
terminado pelo aviso circular da ministerio da guer-
ra de 23 tic agosto tle 1832, foi de-larado ausente em
Estes Divaus serao ro.opuslns de modo qae offe-
recam aa garantas de urna verdadeira e seria repre-
aenlacjbi.
A commissao europea, lomando cm considerarlo
os votos expressos pelos Divaus, rever os cslntnlos
e regolameotoa enVWigor. Seu irabalho sera trans-
miltitlo 1 ie actual das conferencias. Urna con-
vencAo diplomtica, bascada sobre esl trabalho, se-
ra concluida eulro as potencias contratantes, e um
urdem to dia desl 1 gtiarnicAo, sob n. 27:i de 6 do I ILill-Scheril, ser p.-omulgado pelo sullAe, cousli-
(orrente mez de junho, e he cbam ido plu presen- | lolndo a nrganisacAo definitiva.
n elilal para que se aprsenle dentro lo prazo de,. O congresso adopta a marcha proposla e adia
..... mea, 11 contar da dala deste. son pena-de pn.ee-1 Ptr* <""'< eaaao a adopcAu definitiva do texto
der-se a respeto de sua lalta de coinpareciineulo, ,llu* arligos lidos pelo Sr. barAo de Bourquenev
nos.termos da lei da96 da maio ,le 183.3. Os Srs. plenipotenciarios da Russia e da Turqua
1. para que o referid Ihe conste, liz lavrar o pre- communicam ao congresso o projedo da couvencao
enle edildl, que assignei e (iz sellar com o siuele
das armas imperiaer, e .|ue sera publicado as gaze-
las tiesta cidade.
Qu.irlel-gcncral do rummantlu daa armas de Per-
naml.uco na cidade do Recite, em 6 de junho de
IS .(>.tote Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
VII.
PROTOCOLO t
SessAo tle 10 de marro.
Presentes: os plenipotenciarios da Austria, Fran-
ca, llrAa-Brclanha, Rua.ia, Sardenha e Turqua.
O Sr. segundo plenipotenciario da Turqua, im-
pedido pelo estado de sua saude, nAo assisle a
sessao.
qae deve ser concluida entre elles, depois de ler si-
tio approvada pelos orteos plenipotenciarios, relati-
vamente aos navios de guerra ligeiros qoe as po-
tencias nl.eirinhas conservarao no mar Negro.
annuuciam que nao s3o concordes em um
Elles
ponto : Os Srs. plenipotenciarios da Russia pensara
que a convenrao deve aulurisar urna e outra poten-
cia a enlreler, alera dos navios de guerra qoe forem
empregados ua policia do mar Negro e nm numero
determinado de transpones, uavios de meuor lone-
laaem destinados a vigiar a execusao dos regnla-
meiilos adminislralivos e sanitarios nos portes. Os
scoliores plenipotenciarios da Turqua nao estao au-
lonsados para acolher orna eslipula.-Ao concebida.
nesses termos.
Os Srs. plenipotenciarios da Russia do ao con-
gresso expbcacr.es ledenles a demonstrar a necessi-
dade de urover polica interior dos porlos e de in-
Del.do e approvado o protocolo da sessAo pie- | senr na eduveapio urna clausula relativa aos esta-
t'iouarios que nelle forem empregados, alio
ccdenle.
O congresso prosegue na discnssAo sobre a demar-
cacAo das lrouteiras na Bessarabia.
O Sr. harAu de Brunuow expc que os plenipo-
tenciarios da Russia tendo examinado o lrat;a.lo que
Ibes Tora preposto na sessao precdeme, com u
mesmo espirito de concordia, que sugerir ter-
mo em que esla concebido, reconheceu quanlo
esse trocado justifica a conlianra que linli.im depo-
sitado as disposices conciliadoras do cougresao,
mas declara que tendo consultado suas inslrucces,
fundando-se aln) disso lias consideraces lpo-
graphicas e administrativas queja zer'am valer,
julgam-se obrigados, mesmo no iotereose de una
boa demarcacao, a pedir uina ementla ao Iracado
que Ihes fora olierecido, de modo que a fronleira,
parlindo do confluente do Prulh e do Sentsfkn, re-
monte este ullirao rio ate a provaplo do mesmo no-
me. para dirigir-tedahi ao rinde Valpok cujo car-
so descer at ao poulo em que elle euconlra o valle
de Trajano, o qual seguir, al ao lago Salsyk para
terminar depois na cxlremidade septenlnonal do
lago Alal.ie-.
Esta proposla torna-sc objeelo de um exame em
que lomara Iparle todos os plenipotenciarios, os
quaes concordando, decidera que a fronleira partir
do mar Negro, um kilomelro, a leste do lago Bour-
ria Sola, encontrara' perpendicalarmcnle a estrada
de Akcrman, seguir' essa estrada ate ao valle de
11 ajan .. pasara' ao Sul de Rolgrad, turnara' a su-
bir ao longo do rio Je Valpuk ate a altura de Saral-
sika e ira' terminal em halaraori sobre o Prulh.
Of Srs. plenipotenciarios da Russia adhenndo
esla deliberacao declaran) todava que lendo-se
apar/lado rimo de suas inslruccoes, reservan) a ap-
|iro*arAo de sua curte.
l'jma commissAo composla de engenheiros e geo-
me-as, sera' encarregatla do lixar, era suas parlicu-
I..ma.es. o Iracado da nova fronleira.
O Sr. conde Orloll, fundando-se sobre os prece-
dentes, prope ao congresau deeidif que us habilan-
les du lerrilorio cedido pelo Russia conserven) o go-
zo pleno dos direilos e privilegios em cuja posse se
acham, e qae Ihes seja permitlido transferir para
oulra parle us seus domicilios, cctlendo toas propie-
dades a troco de urna iudemnisarSu peeuniana con-
venciouada a vonladj, uu por meio de um accordo
particular couclulnWr'i
principados.
Fazeudo varios
com a admiuislracao dos
plenipotenciarios nbjervar nue
IWi?^,lSSfL^,L"p0^7W^8?>^ Propotta podia suscitar difiiculdades. que elles
nAo eslAo habililadot para apreciar o congresso a lo-
OOVERNO SA PROVINCIA.
N. .1711.
Sergio Teixeira tle Macedo, presidente da pro-
vincia de Pe, a.nuliiin.. Faco saber a lodos os seas
habitantes que a assemblea legislativa provincial de-
creten., e eu saneciouei a resolucao seguinle :
Artigo nico. Ficara sapprimidas na le numero
-,2 tle 7 de abril de IK.I aa palavrasRibeira de
i.upili, que n.meca de Carahihas de Esle?ao Ma-
rinho ale o lugar do Brejiohn lieaniio esla porcao
, .. larra,,.. .,,,.,.. ...1 .__.______ ... *.
s. saccada pela Ihesouraria das rcudas provinciaes
do Rio tirando do Norte sobre essa e a favor de Pe-
dro de Alcntara Pinheiro. l'arlicipoii-su ao Exm.
presidente d'aquella provincia.
Dilo Ao mesmo, commnnieando haver o Dr.
Bernardo Machado da Coala Doria prestado jura-
mente, alim de culrar no exercicio do cargo de juiz
de direilo ta I > vara crime desla capitel. Fizeram-
se as oulras coininunicaces.
Dilo Ao mesmo, rcconuuendando que man le ,1-
bonar ao alteres reformado Jos Martins da Silveira,
que lem de seguir para a c.irle nu va|.or procedente
do norte, o sold correspondente ao mez crreme,
bem cun passar-lhe guia tle soccorri.nenio.
Dilo Ao juiz relator dajuula deju raillia lo para ser relatado em sessAo da raesma jun-
ta o prucessu verbal do soldado do 2. balalh.io tle
infantera, Manoel do Nascimenlo Alves. PaTlici-
pou-se ao marechal commaudante das armas.
Ililo Ao director do arsenal de guerra, decla-
rando que fallecer no hospital regimenlal o africa-
nos livro Ma. lilil,., que daquelle arsenal fui remel-
lido para 1. mesmo hospital como servente.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria provincial, di-
zendo que mande elleciiiar n pagamente da prest,1-
t.-Au a que lem direilo o arrematante dos cunearlos
da pt.iile de Belier.be, conforme se delcrmiuou par
despacho de 2'.\ do correnle ; visto como, segundo
informen o diredor das ol.raa publicas, o menciona-
do arrematante coinmiinicou era lempo que acha-
vain-sc concluidas as obras do seu conlralo, as quaes
n.in foram logo examinadas por causa da epidemia
que enlao reinara nesla capitel.
DiloAi. director das obras publicas, concedeinlo
a aulnrisacao que pedio para contratar com Manoel
Carneira Leal. Domingos Jos Pereira da Coala e
Joan Caetano Coelho a factura das 73 grades de Ier-
ro que se lazem uecessarias para o rain do sul da ca-
sa tle delenc.io. Cuinmuiiicun-se a Ihesouraria pro-
vincial.
Ditu 4o Dr. Ignacio Firmo Xavier, auloris.ia-
do-o a Jn.iinlar caiar e pintar a parle do convento do
ma ad referendum.
O Sr. conde Walew.ki lembra que o desenvoivi-
menlo do priiueiro ponte, 110 que res|>eita a organ-
sarao fulura dos principadus, exige que anas par-
licularidades sejara confiadas a u.aa co ..missAo, co-
jos Irabalhos, se a elles se devesse subordinar a cou-
clusAo da |.az, retardaran) sem motivos sullicienles
o principal objeelo confiado aos cuidados do con-
gresso. Ao ver du Sr. primeiro plenipotenciario da
Franca, o congresso poderia li.nilar-se a consigoar
no tratado as bases do rgimen polticoe administra-
tiva qae para o futuro ha de regeras provincias da-
nubianas, coiiveucionan.ln que as parles contratan-
tes concillado no mais curio eepaeu de lempo, nina
convenci a esle respeilo. Ueste modo, accrescen-
ta elle, o Iralado de paz poden' ser assignadn pr-
ximamente ; o a rxpcrlacAo ta Europa nao sera'
conservada por mais lempo luspenH,
Esla proposta he objeelo de ama discustao, na
qual Uimam parle os Sis. plenipotenciarios da Ans-
lria c Uraa-Brelanhe.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Austria pro-
pe urna emenda que he accila ; e COnseguinte-
meule o cuugresso decide que una commissiio com-
potla do Sr. conde Baol, .lo Sr. barao de Bonrune-
nej e de Ali-Paehe, apreseolara" aa prxima seano
o texto dos arligos do Iralado de paz destinados a li-
xar as bases ta conveucao que ha de ser concluida
a respeitu dos principados.
O Sr. conde Walewski dizque no poulo que as
negociaces bao felizmente rhegado, julga ser oc-
io de nAo
expor a potencias ribeirinhas do mar Negro as in-
lerprctan.es qne o silencio guardado a este respeilo
poderia aulurisar.
Os Srs. pienipulcuciariosda Crau-Breanha e da
1 rauca respondeiu que, nao pudendo esses navios
comportar nem as dimeuses nem o armamento de
navios de guerra. 11.10 ha motivo para fazer inenrAu
delles na convenrAo, e que se a Russia nao pretende
ter cm seus portes tent navios chamados patachos
para o servijo da albudeca e da saude, o que por
conseguiiile nAo ttevem ser empregados no mar, nAo
harazAo para temer que a presen.-a desses patachos
nos portes tic cmiiine.cio possa ir dar occaaiao a
nilei-pretaroes deploraveis.
Os Sis. pleuipoleiiciarios da Russia retiraram o
seu pedido relativamente insersao na convenrao
da clausula concernenle aos pequeos navios desu-
ados aoservico interior dos porlos, reservando, to-
dava, a approvarAu de sua corte.
O Sr. conde de Claren Ion. faz observar que
os navios (rausporles 11A0 devero ser armados.
O sr. conde de Orion" responde que bem como lo-
dos os transportes empregados pelas oulras potencias
em oulros mares, os da Russia no mar Negro serao
exclusivamente munidos do armameulo de segurau-
ca exguio pela nalureza do servico a qne forem
destinados.
Nao cren.lo o Sr. conde de Clarendon dever ad-
millir eslas esplicaces, a quesl.lu fica adiada.
O congresso prosegue na discussAo do projedo de
redae{ao do segundo ponto, obre o qual versa-
rain as suas rlelil.erari.es na sessAo de ti de marru.
O Sr. conde de Buol expe que os principios "esla-
belecidos pelo congresso de Vienna e desuados a
regular a naveg.icao dos rios que atravessam minios
lisiados, eslabelecem como regra, priucipal qoe as
potencias ribeirinhas serao exclusivamente chama-
das a concordar sobre os regulameulos de policia flu-
vial, e a vigiar em sua eiecurio ; que a commissao
europea, de que se faz meocao na redaccao inserta
no protocolo n. comprehender, alm dos dele-
gados das potencias ribeirinhas do Danubio, delega-
dos de potencias nao ribeirinhas ; qoe a commissao
permanente que Ihe ser sobsliluida, ser encarre-
gada deaiecular as resoluces tomadas por ella;
que desde enlao, e para permanecer no espirito bem
como nos termos do aclo do Congresso de Vienna.oroa
e ootra commissao dever limitar seos Irabalhos ao
bauo Danubio e suas embocaduras.
O Sr. conde Walewski lembra as bases da nego-
ciadlo aceites por todas as potencias contraanles,
as quaes dizera que a liberdade do Danubio e de
suas embocaduras sera fftcazmente assegurada ;
que se entemleu conseguintemente que se prevera
a livre navegajao desse ro. 1
O Sr. conde de Clarendon acrescenta que, se fura
de outra sorle. a Austria, ficaudo s de posse do alio
Danubio e participando da navegarAo daarle in-
terior do rio, adqueriria vaiiurgens particulares
e exclusivas que o Congresso nao pode eonsa-
grir.
Os Srs. plenipotenciarios da Austria responder
que lodos os esforcea de seu governo, bem como snas
tendencias em materia commercial, tem per objeelo
eslabelecer e propagar sobre lodos os pontos do im-
hPCrto, os principios de urna inteira liberdade, e que
a hvre navcgacAn do Danubio est naturalmente
coinprchcnDda nos limites dos mclhoramenlo-a que
elle se prope ; mas que acha-se a esle respe'.to, em
preaenea de compromelliinenlos anteriores ; je di-
reilos adqueridos. que lio abrigado a levar em cun-
te : que suas 1ulenr1.es corresponden! por lauto ao
vol de confianca consignado los preliminares de
paz ; que todava nao podein roconhecer as com-
imsses qae se traa de instituir urna auloridade
que nao pode perlcnccr-lhe sobre, o alio Da-
nubio.
O Sr. primeiro plcn 1 poten,-iario da I ranea diz que
ha raiAo cora elleilo para tlislip.guir eulre'duas re-
suluces igualmente admiltidas em principio, mas
que lera una e oulra um objcto perfeilameule dis-
linclo; qoe de urna parte, o congresso deve prever
a livre navegarAo do Danubio em todo seu curso,
cas..... de convidar a l'ru-.i 1 a fazer-se represenlar
no congresso, bem como se decidir na sessAo de JS i sobre as baseVesTabled7arpdo"con"ressode "vi'e'n-
de fevere.ro, e porisso prope que a sego.nte re- na ; a da oulra procurar os meios de'fazer desappa-
.1,. .... -----a..................... ,,,. ini-u 1 Vii. 11 i.t. i-aiiii e piular a pane ao com
de terreno perlenceote ao termo de Cimbres, dekarmo"|ue servio de liospiul dos clioleri.os.
solucAo seja rt'inellida para Berlim.
O congresso considerando quo he de inleresse
europea que a Prussia, signalaria da convenrao con-
cluida ein Londres aos II de julho de I81, tome
parle nos BOVOS ai ranja.lenlos que vao ser feilos,
decide que um estratto de proloeolo de hoje seja
ri-uifiii.il> par.1 Hei lim. pelos cuidados do Sr. conde
Wa enski, orgao do cougreiso para couvidet o go-
ILEGIVEL
desappa
recer os obstculos que eslorvaiu o mrivimenlo
commercial na parle inferior do rio, e em suas
embocaduras ; que he nicamente esla ultima la-
refa que sera devolvida aoa commissaros qae elle
se prope instruir ; mas que nAo he menos essen-
cial que considere sobre desenvnlvimeulu do princi-
pio geral afim de complelar a obra que aa potencias
coulralantes liveram em visla eitipulando que a


DIARIO DE EPRMBCUI SBfiO 1 DE JUlHO K 1856
mu lucro,
navegarao do Danuhin edcsuas emboeaduras ser
ellirazincnte asscgurada, reservando M posiroos par- dias aburilados ruin pelires. alim de roucedcrmus
tirulares dos riheirinhos que serAo reculadas obre abales ai vezes inuilo consideraveis, como agora se
n* principios eslabclecidos pelo aclo do Congrcsso lem feilo rom o imposto di* 2-allO, segundo pens,
de Vicnna, cm maleria de navesaco lluvial. | por caliera de gado,allegando-se circumslancias ver-
Depois d,i rxplirarnes que prercdem, decidht-sa I dadeiras ou Deudas.
que os Sis. plenipotenciarios da Austria aprsenla- [ Cm Sr. Depulado : E isso obsta'.'
riam em una das prximas es'es as emenda] que j O Sr. Sabina Olegario : Sem riuvida, perqu
julgassem dever propor i redacrAo inserta no proto- nao]'.' Junlnndo-se o prejuizn que os abales dAo rom
col n.
'.Scgucm as as
igualaras}.
PISMAHBSCQ.
ASSEMB1UEA legislativa pro-
vincial.
Sesoa'o ordinaria da i dejunho de I85<>.
residencia do Sr. barrio de Camaragibe.
Ao meio dia reunido nomcro legal de Srs. de-
putados
O Sr. /'residente declara aberla a ttalo.
I.ida a acta da sessAo aulecedenle, he approvada.
0 Sr. Io. secretario da couta do seguiilo
1 EXPEDIENTE.
l'm ofllcio do secretario do governo, remetiendo
o eompromisso da irmandade de Nossa Senliora da
l.onceico da colonia de Pimenleiras, alimde ser ap-
provado.A' commissao de negocios ecclesiaslicos.
(tu 11 (i do mesmo Sr. remetiendo a intormaco da-
da pelo director geral da insIruccAo publica sobre o
requerimcolo do padre Jos Joaquim Camello de
Andrade.A' commissao de inslrucrflu publica.
< tu tro do mesmo Sr. remeltendo om exemplar da
ralla do Himno na abertura da quarta sessAo da no-
na legislatura da assembla geral.A archivar.
1 ni.i pelipto de Juan Visita de Mello e Silva, ex-
arremalanle da obra do assude de Caruaru', pedin-
do a inderonisarAu do prejuizo que solireu na excu-
rao da referida obra em conseqiiencia de erros e en-
gaos que hooveram no ornamento.A* commissao
de fazenda e orramenlo.
(lira de Francisco Manuel Bezerra de Vaiconeel-
los, professor publico do rnsino elenieular da villa
do Pao d'Allto, pediudo ser considerado como pro-
fessor do segundo grao e como tal pago em virlude
do regula raen lo de 12 de maio de 1851, e pelo qual
pagou os direitos respectivos na razo de 15005 cor-
respondente o segundo grao.A' commissAo de
in.lrncrao publica.
(tulra de llerculano Julio de Albuquerque Mello,
pediudo ser aposentado 110 lugar de bedel do autigo
l.yeeo.A' cummissAo de petices.
1 luir em que Joaquim Jos l'ereira Itorges, ar-
reroaltnle dos imposlos municipacs dos spos o re-
pesos, e de 500 ris sobre cabera de gado do con-
sumo da cidade da Victoria, pede o abale da quarla
parle da qntnlia de HUtifBQD prero pelo qual ar-
remalou dilos imposlos.A' comraisao de orra-
menlo municipal.
1 luir dos habitantes da fregoezia do Poro da l'a-
nella, pedindo que Ibes seja concedida urna quola
para compra do terreno em que prelendem fundar
um cemilerio na referida freguezia, bem romo para
a conslrucro de obras iodispensaveis.A' comrois-
*Ao de orramenlo municipal.
I.eem-sc e approvara-se osseguinles pareceres :
Joaquim Joso de Carvalho Siqueira VarejAo. pro-
fessor publico da cadeira de dezeuho do Ovinnasio
Provincial, pede que se iguale o ordenado que per-
cebe aus dos demais profesares do mesmo iivmua-
sio vltto ter menor qne o desles. A commissAo de
ordenados, a cojo conheciraenlo fot submettido o
requerimento do sopplicante, allendendo que pre-
lenroes idenlicas de professores que pedem augmen-
to de ordenados, sao sempre dirigidas e submelli-
das a prcciarau da commissao de in-lrucono publi-
ca ; he de parecer qoe seja igualraeulc a do sup-
pleule. declinando por isto de si o apreeia-lo.
Sala das commissdes 4 de jocho de 186.Theo-
doro M. Pereira da SilvaAugusto de Souza
l.eaoSiqueira Cavalcanli.
A commiss.io de fazebda e orramenlo reconhc-
cendo que esta assemblca 11A0 deve volar crcdilos
pora pagamentos das dividas passivas sem que pela
Ihesouraria provincial Icnham sido liquidadas estas
dividas, e remullendo o direto dos credores, he de
parecer que para ser atlcndido o suppiicanle Paulo
Caetano de Albuquerque, que pede a decretarlo de
fundos para pagamento de 12:0003 que Ihe sAo de-
vidos em virlude das senlenras que obteve contra a
fazenda provincial, seja primeiramenle ouvida a dita
repartirn, remctlendo-se-lhe para isto o requeri-
mento do sopplicante c os aolosqoc o accompaohani.
Saladas sesscs das romraissocs I de junhode
1K.VJos Pedro da SilvaIgnacio de' Barros de
Barreto.
I.e-ic e approva-se a segoinle rosolucao :
A commissAo de negocios crelesiaslicos, a quem
foi prsenle o compromiso da irmandade de S.
Francisco de Paula,erecta na igre-ja doiCachanga da
fregoezia da Varzea, approvado na parle religiosa
pelo K\m. prelado deocesano ; he de parecer que
se adopte a revoluto seguinte :
A assemblca legislativa provincial de Pernam-
buco resol ve :
Arl. nico. Fica approvado o contproinisso da
irmandade de S. Francisco de Paula, creca na ca-
e alera dease lucro, iros vemos lodos os para mclhoranienlo de rios o nutras despezas, lite
pode aproveilar, perqu eu veju que no oiranienlo
se diz : (l *
\d-se, por tanto, ,|ll(. osla dispo.ir.o he muito
espacial, he luda relativa ao rio Capibaribe-Meirim
de l.niaiina, e nao se pode tirar dahi a illarao que
lira o uohre drpulado.
II Sr. Seuui CartaVio: E
aclo
o lucro que os arreiiialaules liram, faz-su um com-
puto sullirieute para pagar os euipregadossem cada
comarca, e enlo a renda ueste raso sera mtll(> me
Unir arreradada do que se se h/.e-se por meio do
arremalacAo.
nanlo ao adiamenlo, acho que ello nao deve ser
acreito...
f'mSr. Dcputado : Porque importa a inortc do
projeelo.
OSr. Sahino OUyario : He verdade ; e eu j
ando desesperado rom a lal historia de pareceres de
coiuiiussoe*, que nao sao oulra cousa menos ;comn
muilo bem dicte um dos nobres deputadus. do que
carrascos de i|uanlus projcclos aqu se apresen-
lam.
Porlanln tratemos do projeelo em sua primen.1
discussio ; se for conveniente ter inais algiins esrla-
rerimentos, nos os ohteremos por meio dos dbales ;
por ora o que nos couvni tabee be se o projeelo tem
alfEnnu uiilidade.
< i;i Sr. Dtptitadj : Entao de que rrodo quer
a reforma '.'
o ori;amento Iraus-
O Sr. I.ki: Hlippt : Nao vigora man. lio in-
suslcnlavcl a illirAo de qiiealei|qiiizesseco:nprehen-
der todos os rios da provincia,
II nobre depuiado diste : Islo he nm melhora-
menlo que aproveila provincia c 11,10 limplesmen-
0 a eompanhia. Sr. presidente, eu julgo que o no-
bre depulailo aiiinj por al> nao derendeii o proce-
dimeutn do e\-prcsideute da provincia : se esse ar-
gumento do honrado incmliro devesse a/.er sanar a
censura que eu acabo de denunciar .1 casa, enlAo se-
guir-se-lua que a eompanhia podeiia licar isenla de
gastar nm su viutem de scus cofres, porque a pro-
vincia que lem interesse lio prnaresso e 1111 regular
indamenlo da eompanhia, devia incumbir-se do
ledas as obras de que ella ecessita.
O Sr. SUriltO : A conclusAo excede as primi-
cias.
II Sr. .1/. i'Amorim :As despezas^sAo fcilas re-
ciprocamente.
O Sr. I.m; l'Uippt :E para que se bata encar-
regado o goveruo dessa ranalisac,A3 '.' Que interesses
lem i> governo nisso".' Poli cnlo a companliia iiuau-
11 sr. aluno inegauo : Do modo que se acha do se abrigo* a eslahelecer 1 navegar-So eosleira a
indicado 110 projeelo. auloruandu ao governo, que vapor fez evcepres '.' Dista ella por ventura lacs e
sein anvida nenhuma ouvira ao nobre inspector da | laes melliorainenlos ser.lo feitus por minlia conla, e
iiiesoorari., para dar um regulamenlo. c reforma. lacs e laes pelos cofre* da provincia '' liiiplicilaiueiito
o que julgar digno de reforma .la maneira mais con- nao se obrigou a realisar todos os nielhoramentos
pella do Cazang da imperial freguezia da Varzea ;! por
veniente para a melhor arrecadario. O negocio, do
modo porque val, ido vai bem ; Vi appellamos pa-
ra a honradez do collertor. Se o colleclor nilo l'nr
um homein de bem, pode aronlecer que em lugar
de av01 har quanlia recchida, lance outra muilo in-
ferior ; isso he faeil tanto inais quanlo sendo, se-
gundo crcio, o eserivao de sua confianca talvez nao
resista as tugestoes do collertor : e nese caso jamis
09 promotores liscaes poderAo conheeer a velliacada;
so a casoa lidade pode descobrir isso, romo ja lera
acontecido ; eslou informado que um collertor leu-
do recebido de oro coiilribuinte 11 ^ reis averbou
apenas c reeolheu i Ihesouraria a quanlia de 65 l-
cando em si com II03.
l'm Sr. Drpulado : SAo arrusarncs vasas.
0 Sr. Sahino Olegario : NO "sao accusares
infundadas, pois que leudo o coiilrihoiute de reque-
rer a Ihesouraria una certidao, fui-lho esta pastada
com a quanlia de 6*9.
Se o promotor publico, que he o promotor fiscal,
liver um livro especial em que lari lamhem o lanca-
menlo d'aquillo que tiver recebido o rullertor, se es-
te nao recebe* dinheirosenAodepoisdeludopassarpc-
lus tramites leuaes, islo be.depuis do esccivoier fei-
lo o lancnenlo, c ser levado ao promotor Bical para
fazer o sen, por rerlo que nAo haveria prevancacAo,
a nao se dar conivencia de :i individuos, e. a casa sabe
que nosuciu de3o diabo o fez .
Demais, Sr. presidente, cu confio muilo nos Srs.
promotores ; sgo moros muito l>ein educados, que
aspirara um futuro hnlbanle, e nao quererAo por
120 ou -Jllll.-s rs. perder a sua reputarn.
1 i" Sr. Diputado: Isso he ai guenlo que nilo
deve ser Irazido.
U Sr. Sahino Olegario: He um argumento que
serve para mostrar que o colleclor nao pode obrar de
un modo 'contrario ao que se quer, por isso que lera
um hornero que esta all vigilante para svudicar do
MU procedimenlo. Sr. presiden le.comparado-1 s dous
livros, de que.ha |iouco fajlei, se ,19 verbas nao com-
binaren],he rertoque bou've ladroeira ; e nao sendo o
promotor quem recebe dinheiro, hade a rcsponsabili-
dade pesar sobre o colleclor e eserivao. Para pre-
vinir ludo isso he que apresentei a idea de reforma ;
e porlanln enleudoqiie o adiamenlo he inulil e que
o projeelo deve pastar.
O Sr. Jos /'euro em um longo discurso rc-pon-
deu au orador que o preeedeu e inoslron a inulili-
dade do projeejo,
A discussao lio. adiada pela hora.
Continua a segunda discusso do orramenln pro-
vincial.
Entra cm disAo o arl. 8.
Art. S. Com a subvencao a associa-
cito dosarlislas........ 1:3003000
lie appruvado sem debate.
Entra cm discusso o arl. '.I que sem debate he ap-
provado.
Art. 9. Com a ilo artista Arsenin
Fortunato da Silva, para concluir os
seus esludos cm liorna...... 1:2003000
Ero seguida entra em discussio o art. lo que he o
eguiute :
Arl. 10. Com o guarda de biblio-
H'cca........... liOO^MMI
Vai mesa c he apoiada a tegninlo emenda :
Em vez de 60O9, diga-te &0009, sendo 1:1009 pa-
ra compra de litros.Epamiiiondas de Mello.
He upprov.ida a emenda c prejudicado o ar-
tigu.
Pasta-so .1 disctalo do arl. II que diz :
Arl. II. Coma subvenrAo a' eom-
panhia de oategacao eosleira a va-
e revegadas as disposiroes era contrario
Paro da assemblca legislativa provincial de Per-
11.unl1r.ro i de junho de 1856.4) vicario (jonralves
Hulmanes.Padre Marral Lopes de Siqueira.J0A0
Francisco da Silva braga.
I.c-se e tambera julsa-se objecto de ileliljrr.ir.in, c
manda-se imprimir o seguinle projecte :
A assemhlalegislativa provincial de l'eruam-
lnn n decreta :
' Art. 1. Fica elevada a cathegoria de villa ,1
povnao.'o de Agua-Prela, termo da comarca do Kio
Formuso.
Art. i!. Ficam revesadas as disposires em con-
trario.
Paro da assemblca legislativa provincial de Pcr-
narobuco I dejunhc de 1806.Manuel de Barros
Wenderlev l.im.
UHIIEM DO DIA.
Primeira discusso do projeelo n. i, queauldti-
sa o governo a dar regulamenlos para a boa arreca-
dario dos imposlos.
) Sr. Jote Pedro oppoe-sc ao projeelo.
Vai a mesa e he apoiado o seguinle requeri-
mento.
Kequeiro que o projeclojn 21 seja remettido a
commissAo de fazenda e orramenlo para daretnteu
parecer a respeito.Kego Barros.
O Sr. S. O/eoarto:Parecera Sr.|prctidcnlc,lal-
vez urna temeridade da iniuha parle, haver apre-
senlado aqu um projeelo, aotorisando o governo
para dar um regulamento especial, afim de conse-
guir-se a melhor arrecadarAo das rendas da pro-
vincia.
Antes de apresenlar esle projeelo eu quiz ouvir
ao nobre depolado muilo digno inspector da ihesou-
raria provincial, mas live a desventura de chegar
elle nesse dia mais tarde, c por isso 11A0 o fiz ; mas
elle tem muila benevolencia para me desculpar, se
em miro lioove ousadia em apresenlar um projeelo
acarea de um objecto, que csla sob sua guarda. De-
vo ler loda a deferencia com o digno inspector, por-
que -ou remoliendo a delicadeza com que se digna
de tralar-me. Tudavia ulgumas razes me coudu-
ziram a apresenlar esse projeelo a consideraran da
assemblca.
Desde muilo Sr. presidente, miro fallar que as
rolleelorias do interior, nao tem produzido aquellos
resultados, que se tiverain em visla, quando foram
creadas. Mullos collectorcs, ( segundo he voz pu-
blica em tocar de cumprirem seus deveres, cons-
tantemente tem-se arredado dissa senda de honra
e probidade que as leis sociaes exigem de quat-
quer ridadAo, e muilo mais de qnalquer funcciona-
rio publico. Procurando saber qual a razao que ba-
ta, para que esses collectorcs jirocedessem de um
modo irregular, foi informado, de qfle nao haviam
regolamcnlos especines, que determinassem, 011 qoe
regessem soas funrees, im-.s que apenas eiisliam
algons actos administrativos de Ihesouraria dando
certas delerminaces.
Cm Sr. Dcputado :nanlo a esrripluiar'u.
O Sr. Sa'iino Olegario....dando certas disposiras
para que e'les se pudessem reger e tambera, que
n-o havendo lei provincial, que regulasse o escrci-
rio da> collcclorias, a Ihesouraria lem-sc visto na
necessidade de abracar disposires geraes pelas quaes
se regulassem as mesinas colleclorias. A' visla disto,
a vista do muilo que em alguna lugares lem feilo
algons collectorcs, eu julguti conveniente, que se
fizesse nma reforma nesle sentido, tanto mais quan-
lo os collecloros, quando vem dar cotilas a Ihesou-
raria rouham urna grande porrn de lempo. Para
poupar a Ihesouraria muito trabalho e ao mesmo
lempo habilila-la a reconhecer qualquer desvio dos
collectores, apresentei as Ideas consignadas no pro-
jeelo aotorisando ao governo a dar um regulamenlo
para as collectorias, e a crear, se julgar isso conve-
niente, urna collectori.i central com a obrigacAo de
sindicar do procediracuto das colleclorias parciaei,
tomar-lhcs contas, o ao depois dalas a ihesouraria
provincial.
Cm Sr. Deputado : Augmenta a despeza.
O,A. SaWno OUgario: Moslrarei ao nobre
depulado que esse augmento de despeza hu produc-
tivo, he urna despeza inferior as vanlagein que se
pode obler.
A ttieaooraria, segundo eslou informado, v-se
sempre em graves embararos para poder lomar con-
tas aos collectores, sendo necessario distrahir seui
empregados para que cssas contas sejam lomadas
regularmente. Ivenhum meio lem a Ihesouraria era
^gsyeeWtwwM para poder conheeer da
exactidJo das contas das colleclorias ; 05 collectorcs
apresentam os seuslivros de contas. e a Ihesnuiaria
alienas venrica se esses litroaeslao convenientemeD-
le esenpiurados, se as parccllas eslo em estado de
seren approtadas, c coro isso se da por .aliifei-
la, porque nao lem oulro meio de verilicar se co
511:00(1-001
elTeito M rendas reccb.das foraui aqucVl" qc'o 'col-
lector aprsenla ou se foram oulras.
u^iu-f "l""C' '" cxeu,l'10 e moilos exemplos nclitos o eivilitacSo.
rJi, .Sl q"e. a,resenU"n reeadarao de urna O Sr. Souza Carral/ fa
.11,1 qu.inua, cnli-eiaulo que leem arrecadado una artigo e coDCloe volanto por e
OSr. 'Iheodoro (.N'Aodevolveu sen discurso.)
O Sr. Marqnet de Jmorim : Sr. presidente,
euiupre-nie cm -prraiciro lugar agradecer ao honra-
do depulado a niaiieira delicada porque se di^nou
tratar aos nicmbros da directora da CompanhiaPer-
namhuraiia, de que faro parle, e passarei depois a
dar os motivos pelos quaes esta empreza requercu
ao governo da provincia a abertura de alguna canaes
e a feilura de estradas que toruassem mais impor-
tante o porto de Tamaudar.
Iteconhendc, Sr. presidente, que essa coneessAo
seria de ulilidade para a eompanhia e cunseguinte-
inentc para a provincia, e tendo all a ronstruccAn
de utn magciOco trapiche de um trilho de ferro so-
bre inadeira, obsts que lalvez excedam a vinle e
seis cotilos de reis.lappellou alada mais urna vez pa-
ra a generosidade da provincia, qoe com laes ine-
Ihorainenlos ia sem duvida engrandecer c augmen-
tar a sua agricultura c o seo commercio.
ISAo era possivel qoe os vapores costeiros, embora
fossem de acanhadas dimenses, enlrassem na barra
de Serinhicm e na do Kio Formoso, ambas obstrui-
das, e s accesstveis s pequeas emharcar,Aes que
ora txtslem deroudo contra a nossa nvilisarAo, mas
por essas barras dcmonslram os mappas, etu cada
safra a subida expotlacAo smente em assucar, sem
fallar de utios gneros, de 6011,000 arrobas, au pat-
io que a exporlarAo do porto de Tamandar, apenas
he de 20,000 arrobas.
Se para a eompanhia era poilanlo, Senlior pre-
sidente, de ulilidade chamar o commercio para
Tamandar porto de um fuloro magnifico i
provincia lamhem inlercssava approveilar-se dos
meios apcrleiroados de transporte que se Ihe facilita-
va, porque, como disse, Sr. presidenlc, os oulros
porlos sAo iunacccssivcis a navegarao a vapor. Fissa
ramificaran pedida era, porlanlo, um beneficio real
para a nussa provincia.
S. Exc. o Sr. couselhciro Cunha c ligucirrdo lie-
silou a principio, por nao estar aulorisado por csla
asseinhla em conceder o qoe requeria a a Compa-
uliia Peruanibucana mas recuuheceu tanto a im-
portancia que leria para a provincia o melhoramcn-
lo do v slcuia de transporte que se Ihe proporcionava,
que piomptamenle prcslou-lhc essa coadjuvacAo dos
cofres pblicos, c sem duvida leve ero considerarAo,
para lao acertadamente proceder, ezcessiva des'po-
za que seria necessario fazer parcialmente em qual
quer dessas barras difticeis, despeza muilo superior
por ccrlo ao cuslu desses melhoramcnlos internos pe-
didos pela Companhia Pcriiambucana. Keccia-
va, pcrin, que as obras excedessera os orramenlos,
e por isso a eompanhia preslou-so a ser dcllas em-
prezana correndo o risco de qualquer excesso de
despeza que houvesse.
A Companhia lem envidado lodos os seus esforros
apezar das contrariedades com que nfeliziueule lem
hilado, para o fiel curoprimento das obrigajes con-
Irahidas por esse novu contrato, lem empregado os
meios ao seo alcance para bem fiscalisar essas obras,
c confia na rcsponsahilidade das pettoas que as diri-
gen, visto corno s<> pude lucrar com a ecunoraia, e o
tan perfeito aeabaiuento, e veja-me psrmiltido, se-
nhores, nesla orcasio referir a esla easa que o
Exm. Sr. S e Albuquerque, digno presideule das
Alagoiu, cora que live a honra de estar esta inanhAa,
me disse que pastando por Tamandar vira essas 0-
bras ; assegurou-me que eram lambeni em sua opi-
niAo melhoramenlos importaulissimos para a pro-
vincia, c que se admirava da pequea quanlia que
se dizia Icr-sc nclla gasto. Invoco o Icslerounliu du
nobre dcputado o Sr. Dr. Clemenlino, que presen-
ciou a nossa cunversac,ao a tal respeito
O Sr. Clemenlino :He exacto.
0 Sr. .y. de Aniorlm :Se, pois, Sr. presidente,
a provincia faz um pequeo sacrificio despendendo
algumas qoaulias curo tacs iiicllioraraciilos, tambero
lera vanlagcns de subido alcance; as vautagens se-
r3o reciprocas.
1 m Sr. Depulado : Em quaulo ful oreada a
obra '.'
0 Sr. Al. de .Imoiim : Creio que em reis.....
18:7005.
1 111 Sr. Deputado :O nobre depulado sabe-me
dizer se o engeiiheiro que esta' incorobido dessa obra
leve iirrura especial para isso '.'
O Sr. M. de Amorim Creiu que sira.
O mesmo Sr. Depulado : Por onde recebe us
seus vencimenlos ?
O Sr. ti. de Amorim :A companhia Ihe paga o
liaballius de que encarregou.
Sr. presidente, nao leudo o nobre ilcpuia lo im-
pugnado (e na iniuha upiniAo nao o pndia fazer a
vciba do orramenlo ipie ora se discute, e que con-
cede a labvenrAo que esta illuatrada assemblca leve
a generosidade o acert de conceder ,1 Companhia
Periiambiiraua, tiroilo-me as breves obse varoes quo
acabo de fazer.enlonilo que do progresto de una em-
presa d? lo ritonbo futuro lia de a provincia lam-
bera cclher excellenle resallado em seus inclhora-
de que neressiiasse para poder funrcionar, c con-
segiiinlemeiite ler direilu a' subvenrAo concedida '.'
Sr. presidente, o que eu vejo he que a consigna-
rilo de idrOOlrj rs. foi mallo excedida ; o que eu
vejo, he que a lei do orramenlo vigente foi tundi-
da, o que cu vejo he que iienhum raso se fez da
limitaran que esta assemblca poz na lei, e que alem
da sobvenjao legalmente consignada, a provincia
melleu nos cofres da companhia nilo poneos roulos
de rei, importancia da obra de Tamandar, que a
companhia liuha de eraprehender para bem con-
sultar seos interesses. O nobre depulado lera a hon-
dada de dizer-me a quaulo chega essa despeza?
fl Sr. M. d'.lmorim : I 7:000$rs.
'O Sr. l.uiz Fi/ippt : A con-iiraarAo com que
provincia efTeditamenle cuucorreu para a suslenla-
r,lo da companhia, foi de 57:0009 rs.
O Sr. SoaZa Cariallm : Para a navegando lu-
ram 10:IK)0-000, o mais foi para obras publicas.
O Sr. I.uiz FilUpp*. Os :0:OOO?OOO torain
para prolecr.io a cumpamhia, e os ri:tHMHlUO tam-
ben', foram para isto....
O Sr. flarros de La. erda : Apoiado.
O Sr. SiltilfO : Nao apoiado.
O Sr. I.uiz flippt: Vejo anda, Sr. presidente,
que um engenheiru da ropa: no a 1 das obras publicas
foi dslrallido dos serviros que interessam imediala-
menle a reparticjlo, que corre por cotila della, e foi-
se empregar n'oma obra toda particular, n'uma
obra da cumpanhia nAo apoiados.) A ranalisarAo
de I a.11,111 lare he urna ubra de Interesse particu-
lar...
(I Sr. Souza Carcalho c oulros senkores :Pu-
blico.
O Sr. I.uiz l'ilippe :lie de interesse da com-
panhia.
Cruzam-sc parles.)
" *!" '"'- l'ilippe : De modo que se a com-
panhia jul^asse convenicnle, por rxemplo, melhorar
a barra das jangadas o governo devia se encarroar
desse melhoramento, por i|uc dahi tambero resulla-
va uro bem para a proviucia. Se a companhia qui-
zer fazer um trapiche na oosla de Olinda, o governo
devo coadjura-la ainda, porque dahi pode resultar
uro melhoramenlo.
Eu por tanto considero a obra que esta sendo fei-
ta pelo governo, devendu se-ln por conla da com-
panhia, em beneficio puro e simples para a compa-
nhia de vapores, a ulanos que os nobres depulados
queiram persuadir-nic, que a companhia se incum-
bi de rcasar a navegarAu eosleira .1 vapor somcote
por palriotisino, sero eousiderar os seus inleresses
particolares...
O Sr. Mari/ues de Amorim:A companhia podia
com a subvenrAo que lem eslahelecer dous vapores
e nAo se importar com o transporte do assucar ; lo-
cava nos pollos e linda dircilo subvcr.cAo.
O Sr. /.uiz Filippe : A companhia culAo so
liuha vapores para perceher os O;IIOO>000 1 nAo he
do interesse della, facilitar os meios para ter maforea
carregamentos '! e por eonsegiiinle maiores lucros '.'
Poder-se-lua ella sustentar somenlo com as subven-
rues. Eu veju por lano, que ainda se deve e-la ir-
regularldade, c he que o engenbetro das obras publi-
cas foi empregado era servido particular da com-
panhia, S'ui cora ludo deixar de perceher o ordena-
do dos cofres provinciaes.
E perinilta-ine o nobre invpeclor que eu o quesli-
one sobre esle ponto ; desejo. que 1110 diga limples-
nienle donde foi lirada essa quota de 17:000^X10 pa-
ra as obras da companhia...
O Sr. Josii l'edro : A Ihesouraria impugnou
esla desposa, mas depois que o presdeme inandou
fazc-la, eu vi, que podia ser coinprcliendida nesla
disposu-.io do orramenlo (|V
II Sr. Hunos dr Lcenla d um aparte. .
O Sr. ./o Pedro: O nobre dcputado U
"aje dposlo 3 conlr.idi/.er lodos as mullas expres-
les '! Pois rallo nAo podia depois fazer um jui/.o
a cerra do procedimeuto do goveruo-; (Apoiados)'
Pareee-me que u goveruo tuio quererla cumroeller
uina illegalidade e sera duvida se rinio a esla dis-
posirAo da lei, porque suppondo que das estradas ge-
raes se vai ler a essa localidade e enlao poderla mui-
to bem julsar essa obra como urna ramilicarao das
estradas, foi islo o que eu suppuz. ,
O Sr. I.i ; Filippe : Oh Sr. '. pois fazer ca-
naes he urna ranulicarAo de estradas !..
O Sr. Joto Velro : Foi um juizo que fiz. Na
minba inl'ormaoao cu disse ao governo que nao es-
lava autorisada essa despeza, roas depois suppondo
que elle nao quereria commeltrr una illegalidade
entend, que se haseara nesta dispnsico da lei.
O Sr. Cati Fihppe : Nao se persuada que cu
Ihe eslou fazeudo censuras, eu pcigunlei-ihe sim-
plesmente donde linha sido lirada essa quola.
OSr. Jos l'edro: Ja disse que a Ihesouraria
impugnou, mas nao olulanl u governo maudou fa-
zer a despeza.
O Sr. /.uiz l-'ilippe: Maso nobre depulado de
que verba fez lirat essa quola'.'
O Sr. Jos l'edro: Dos 2O0:00 decretados
para ubras publicas.
OSr. I.uiz Filippe: Senhoics. quem nos diz
que quando a assemblca provincial vul >u iOiOOo.?,
nao leve ia mente fazer com que essas obras de que
a coinnauhia precisaste, fossem l'eilas tambero em
beneliiio da provincia com esse dinheiro que Ihe ha-
via consignado?
da muilos apartes.)
O Sr.tuis Filippe : Qual foi a mente do legis-
lador"; loi dar una piotecrao a eompanhia ; eu en-
tralo portan! i que a assemblca so quiz que se des-
peudesse ruin a companhia 10:000$, e nAoJque se
dispendesse mais dinheiro cora urna obra qoe diz res-
peito aos inleresses particulares da curapauhia.
lina I o." : Geraes da provincia.
ti Sr. i.uiz Filippe: E nao ha tambera uiis ar-
mazens'.'
O Sr. M. de .tmnrim : Siin, senlvor.
O Sr. /.uiz Filippe: E tambero sao de ulilida-
de publica.'
II Sr. .1/. de Amorim : EttOS sao feilos pela
companhia ; assim como o trilito de ferro que se vai
fazer.
fl Sr. Souza Carcalho : Provera os anjos que
ludo que o goveruo fizesse de mal fosse islo, que he
urna gloria.
(ISr. I.uiz Filippe: Eu, como disse, voto pelos
(0:01X1; que o ornamento consigna, mas Dio posto
deixar de fazer estas observares, que sobre ludo lem
por litas o fazer desapparecer esses abusos, c quero
que recaia a censura sobre quem quer que exceder a
alIribuirAo que lho fui conferida e que Ihe nAo com-
pela.
O Sr. Francisco Joo : He louvavel. he nobre.
O Sr. Manuel de llano': Sr. presidente, leu-
do dado algons aparles aos oradores que lem fallado
sobre csla questAo, e tendo ellos lau smente tratado
de provar que he do interesse e proveilo da provin-
cia a ranalisarAo dos rios, que se csla fazcudu entre
Seriuhaera o Kio Formoso, eu me vejo na ohrigacfio
de declarar que de maneira ulguma piteo desconhe-
cer as vanlagcns provonicnles de seiiielhante obra :
o que nao quero porm, Sr. presidente, he que se
negu que os inleresses della provetiiculcs, sejam era
maior escala, e mais directamente percehidos pela
companhia de paquetes a vapor, para a navegac/io
eosleira desla provincia : uto quero que se desco-
nbera que esle inelhoraueuto, posto que seja de uli-
lidade publica, foi su emprebeudido era beneficio da
companhia, por isso que a uao ser a cummodidade
que cora elle goza a companhia, por ccrlo se 11A0 de-
cretarla mais esla despeza.
(Ha um aparte.)
o Sr. Manoel de Barro: Nao posso realmente
ouvir de boro grado dizer-sc, Sr. presidente, com
O Sr. Al di Amorim : O uMarque/. do Olinda*
entrn em odus us pin los.
O Sr. A', de Horros: .... a eompanhia emprc-
garia outrotytlema para os carregamiotot dos pa-
quetes, lao ero SeriuhAein como ero Kio Formoso,
c ilispensav I se lornaria urna lao dispendiosa eaoa-
lisarao.
NAo se cnia. Sr. presidenlc, que pelo que tenho
dito son infuso a' companhia eosleira, pelo contra-
rio en empegare! todos os mcus eslorres era benefi-
cio da incsin., e derlaro que eslou de mui ba von-
lade disposUa volar pela siibveiu.ao marcada.
tila um aprle.)
II Sr. Al. ie llarroi : Ouintn ao estar o governo
aulorisado onnde para fazer essa despera, nada mais
diiei, pori|ui ja disse que julgo muilo irregular,
muilo 111.10 ete proco,limento.
O Sr. Froicisro Joiio (Nao resliluio sen dis-
curso.
II Sr, ./. Ctcnlcanti: Depois de uina discusso
como a que Un havido, muilo pouco lerei que BC-
crescenlar a espeito.
a-i he mci iutiiilo oppor-me a verba de 10:00003
que rousla di orcamento provincial, a qual he devi-
da cm virtud) de um contrato feilo pelo governo
coro a ronipaihia de vapores, como subvenrAo que
Ihe foi dada |or uina aulorisaro desla asseuiblea J
lendo-se, poiem, senlior presidente, apresentado
nesla casa una qneslflo i|ue iroporla nina leve cen-
sura a adroiiislraro, alero de importar a rcgulari-
sarao do dispnidin dus diuheirns pblicos na factura
vel: acha-H nccultu, porque a lei n.io devo entrar
nesses omnenme. ; a lei pune em face docime:
se K... excrce as funcres de medico com um titulo
falso, he um avrnlureiio ; se porm s Ihe hila o
o exame de habililar.10, c apezar, excrceu sua pru-
lissAo em nostopniz, foi improdcule...
A fesla do ultimo dia dn inez Marianuo ijii ce-
lebrada em Apipncos, e nao na Capunga, salido o
orador della o Rvm. padre-rocstre Ir. Lino do Mon-
to Carmello.
O hospital militar dos Pires, csla presenilmen-
te representando um edificio llurluanle, porqluc
longe parece edificado dentro d'airaa; orj 1
agua sera hvgictiic.i para n< doenles^ do hospital
Talvez seja das caldas da ltainha. Agora niio te-
mos mais rnmpanhias de nbeirinhos, de quem se
qiieiv.irao
A ra da Morda pordeu seus furos de nobreza :
de moeda passou a ser de m,mundicias. Ainda
bem que acabaram-se os riheirinhos, de quero se
queixarfio'.'
Antes de honleni loi sepultado nm remita vin-
do da Paralxha, e fallecido 110 vapor S. Salvadoro.
na quinta-fera.
lem havido grande lllucnria de IrabalhkdorM
para a estrada de Ierro; cnnsla-nns qucus encarrega-
dos quercm crear urna policia para manler a or-
dero e disciplina nos Irabalhos, medida esta adoptada
em todas as obras de estradas de ferro da Europa,
e que aqni vero muito ao cato.
As prelecces de Direilo Romano dadas
;l.if.^rlU|i'3r,Cm'l|Cl"'l'JC?u''lq''er'icrvi5UlPeli,sra-|se *ral,de P>'le dos agricultores nao livessem dado
pelidas molestias de que san arcommellidos; e pelas preferenria facil.ma do alrodao. 122 mesmo
interruproes occasionadas pelas tetses do jurx
as quaes, sero exceprao ar una s, iem sid0 cj,
dos dous, Ires, qualru e al seis enipre-a los.i.
Avista do esposto, be obvio que por mtio
interrupres oecasionadas pelas testWdTjurt para | bseVvamosuTetlTl pro7,"ekoA^T m"m
as quaes. sem excepr.,u ar ,-, 5ll, lem sid0 ,.-,,,. | Bm |ffl6 mial.&l *% J m, ^'^^
1I2 a 10
,...iorque| IS.'il 11 ,1 "2
teja o ZMO empregado, que por maior que seja sua ilo he duplicada produccao em cada oilo anuos
bualvonlade, ha de |.er sempre impell.da a Ihe- i No mappa da exporlaro total dos princ
sourariaiireslringir.se ao evamo das conla., que "
Ihe apresenlar o colleclor que sendo mal recom-
pen-.i lo do seu Irahalho
, w---.-___. -----,-------------- ub ....... ||u,l,ol,4 lldll.
Uas obras pubiras de que sao cncarrrgados os exc- l-aculdadc de Direito, pelo mili dislincto lente subs-
critores da natas leis. cuinpre-me dizer seinpra al- ululo Dr. Jos Bonifacio, leem sido ouvida com
guias palavns cm suslentarAo da minha opiniao. profunda interesse; esse Dr. lem preciichidd per-
Eu enlendi. senhur presdeme, e me parece que fcilamente o lugar de seu retpeilavel proprii lario
\. Exc. e a casa da raesina maneira o enlendem, Depois que apparecen afogada urna das iriiser-
que nlo podio presidente da provincia mandar fa- rimas Didos do Campo-Verde, as oulras afutenla-
zer obra alguna tem urna autorisarAo da assemblca ram-sc mais do quarlel. Ha males que vcerr para
provincial, qie nao pode o presidente construir ra- bem...
mrlicaroes il( estradas, nein estradas -ojo pagamento I _Notou-se que depois das nossas rellexfn 1 das
lenha de serfeilo pela verba volada pela assemblca, obras da fulora matriz de San-Ju sero ulorisa;o expressa, sem uina Iti expressa. Eu res, nllriacs e srvenles Irabalham com mais pres-
cntendn, r>r. presidente, que he necessario distribuir sa c mais gosto ;.......1 os liis nAo se descuide n, de
contntenle 1 renda, relalivamenle as estradas de j ajudar os esforros dos que se inleressam que essa
maneira que que perlcncf a oulras. Eu me explico : tratando- ; malriz de Sania Engracia ; de vez em quam a iras
so por exeroilu de estradas, quando te marcou uina iremos Icrohraudo. e (tosejamos mais que a fn gue-
verba nos .remenlos anteriores, nao foi ao nao lia de S. Jos lenha nma inaanifica malriz, dn que
para as rsrridas terrestres, porque lie islo oque cons- teja um importante circulo eleiloral. Coro ; roa-
la das leis trovinriaes, e sAo leilas em virlule de Iris gauhan lodos, e com us circuios pi rdero
deliberara la assemblca ; a respeito de navegacio muito*.
existe uro cntralo feilo pelo governo cun a compa- l'm dos guardas municipaes da Boa-Vi-la he
nhia coslein, contrato para o qual a assemblca pru- o terror das quilanilciras da ribeira ; ruin o seu in-
viucial volantn subvenrio, e em compensara.! della fallivel lUgieioa lcni-se tornado o mais econmico
a companln, se obriga a navegar dentro dos por- possivel de patarras ; uAo sabemos que espirito san-
tos da mesua provincia, para o que me parece, que 1 loe ha de urelha que ainda bem ellas nAo
lem um prsilegia exclusivo. divisara o lt de tabica, ja tudas Iremem, leUero,
O Sr. Al de Amorim : Pelo contrato geral he horrorisain-se, c alcrrorisam-se nm que hoinem-
que esta rnosla a obrigacAo de tocar cm diversos jzinho lemivrl para as quitandeiras !!
''"i!"*' r. \l* dous dias indo um sugeilo a Solcdadle, na
(I ."sr. .1. Cacali anli Mas, me parece, que a 1 vnlla encnnlrou dous homens ,vestidos de prito, e
companhia ero privilegio de navegarao a vapor 1 misteriosamente encostados a uina cerca ; rceioso
dentro dos [orlos da provincia, se ella lem esse pre-! le passar tnudou de caminho, roa. enronlranil 110
viselio, e se a assembla vota um 1 subven,i;.o para : principio da eslrada de Joan de Barros :l soldados de
como he acluaineule, be
levado a defraudar as rendas publicas sub sua arreca-
essa 1 darn, a menos que 11,10 lenha grande forra de abnc-
'" gacjic.
Para renior.u dcsle inconveniente, he capital a
crcarAo da CollelOril central proposla, cujas vau-
tagens a Ilustrada assembla deve melhor apre-
ciar peto choque .la ilisruAo, vislo como por meio
della loroar-se-ha manifest que, longe de ser urna
despeza para os eoffires, sera de toda ulilidade evan-
lagem real para os mesraos ,pelo accrescimo iufalli-
vel da arrecadarAo.
Nao cunvein a ai rematar ao de imposlos, devendo
ludo convergir para as rolleclorias.alim de que sir-
va de estimulo a bem servir o colleclor, reno de
uina paga correspondente a seos esforros.
Em verdade, lo;o que esle obliver vencimenlos
laes que Ihe faram conla viver nicamente de seu
emprego, tem bom empregado ; e como conseguir-
se este desidertum senao aiiipliandn-se-lho os im-
poslos, afim de qoe cresja a porrenlagem '.'
As arrematantes de imposlos sao desconvenien-
tes,porque devemser realisadas de modo que deixem
grandes lucros aos arrematantes, quando pelo con-
ipaes pro-
ducios da provincia, q' brevemente seii apresenta-
do na assembla provincial, se pode ver com loda a
exaelidAu o poucu adiamntenlo de alguns e a deca-
dencia de uutros.
O quadro, porem, que aprsenla boje a praca do
Kio de Janeiro, be bem diverso !
A exportarlo do cal que no anno de 1820 nao
chegava a lOOjmil saccas, foi aubindo rpidamente,
, arha-se lrje elevada a perlo de 2 milhes d di-
tas. Prngresso magnificeute, que tamanhas rique-
zas lem dado e em tAo pouco lempo, aquella ditosa
provincia! 1 luarml.i mil cont, de reis animalmen-
te ] 1 .i-ri-i roetade do valor da produrrao de todo
o imperio !
E a par desla prosperidade mmensa, definha em
nossa provincia n cultora do algodao, permanece es-
tacionaria a do .is-nrar, e nao se promove a rica
planlarao do caf !
Oh senhores representantes .' Grande he a res-
ponsabilidade que peza sobre vossos antecessores !
juanlo lempo perdido em filis discuste, quando
podia ser lAo bem aprovcilado Tempo, que segun-
do 09 economistas inglezes he dinheiro! 'fimii mo-
"ay. >r,0 voa deixeis dominar pela doulrina dos
sectarios do laissez [aire. Em nossa provin-
cia esla doulrina nao pode ser porora raiilajommeote
auxiliar ess< navegar lo, he claro, que nenhuma ou-
lra verba di orramenlo s pode referir a encargos
relativos a raesma companhia...
Urna I oz:i.>uiudn se faz nina obra deslas nilo
he ero benclcio s da companhia.
O sr. .1. Caealcanti :Nao contesto que o inle- ditrad assim por demaisII omero, vmoa-T-
resse publici muilo ganhecnm a navegara eosleira, I llora esla maltratando a quem o procura, Sr.
mui ganhc coro a aberlura dus rios, o com essa obra | ajudaate de bolicario Pota olhe, que a primeara
policia, e um inspector de qu.irleirAi, dirisio-se a
elles e eiiiitou-lhes o que tiuha visto : o inspector
quiz logo (lartir, mas os soldados segundo nos cons-
ta, cslavain cun muilo somno, abriram a bocea... cs-
| pregoiraram-se... e viraram-se iras para osjoulros
Jiic se fez ;m Tamandar, mas, dahi senao segu
que i provincia corra a obrigacllo de fazer essa obra,
porque para ella e para ludo o mais que se referea
navegarao vapor, a provincia j vola O:OI)0-?000,
o por isso ludo que exceder a eses 50:000; he exor-
bitancia, he fura das altribuires do governo, que
nAo deve faier mais do que cxeular as.netsM delibe-
rafes...
O Sr. Francisco Joo :Tudoque passar almdas
obrigares, merece eoinpensarAo,
O Sr. A. Cieatcanti :Acompanhia lem privi-
legio exclusivo de navcga;Ao a vapor denlro dos por-
los da provincia, esse melhoramenlo nAo pode ser-
vir senao para a navegarao a vapor, por consequcu-
cia he claro que essa obra he de inleresse da compa-
uhia, essa obra est comprehendida no9 iOHMOf da-
dos pela assembla provincial...
O Sr. /;. de l/icerda :Apoiado.
t) Sr. Francisco Joo :l.eia o contrato lodo.
OSr, A. CacoXranti:r.sl comprehendido ludo
quanlo dizrespeil0 i navegarao dos porlos da pro-
vincia, ludo quanlo pode servir para a navcgarAo a
vapor denlro desses porlos he negocio de interesse
da coinpauliia, se tambero o he de interesse publico,
para isto se dio 10:000$, e a companhia no pode
exigir da provincia mais do que es-a quola, que se
dan para auxilio da inesma. EnlenJo, senhor presi-
dcnle, por lano, que a administrarlo exorbilou...
Um Sr. Deputado :Agora.
OSr. .1. Cacalcanli .... dando mais dinheiro do
que aquelle, dinheiro que era votado para oulras
obras, com desvanlazcm do servido publico.
(lia diversos apartes.)
O Sr. A. Cacalcanli: He urna verdade qua nos
dev emiu ler loda a generosidade para com a admi-
nistra rAo...
OSr. S. Carralho :Jnslira.
iA Sr..l. Cacalriinti : A hi nao uno ha justica,
jhttifa he aquelle qu emana dodireilo e ahi uao ha
ireilo...
Cm Sr. Deputado : He um dos actos mais hon-
rosos do governo passado. Apoiados!
OHr. A. Cavalcanli : NAo apoiado. Eu nao
letto a utilidad" da obra, nao contesto que o pre-
sidente fizesse muito bem em exisir da rompanhia
que essa obra se fizesse, porque ella era de interes-
se publico, assim como era do interesse da compa-
nhia.
lia algons apartes.)
O Sr. A. Cacalcanli: Mas, que importa, que os
vapores loquera em Tamandar ou em oulro qual
quer ponto da provincia'.' Isso be um argumento
que caduca ltimamente.
Se niuguem mais pode navegar a vapor denlro dos
porlos da provincia, a companhia dcixando de loc.r
ueste ou naquellc punto, nada importa entretanto que
a ella aproveila omite o melhoramenlo, ainda que
.1 prove icjao ulerease puulico, purera ja disse, para
isso he que se d.i a subvencao. Essas obras, senhor
presidente, devem estar a cargo da companhij, de-
tem ser fetas por ella c se o presidente as fez, me-
rece censura como merece todas as vezes que ter-
dinheiro dos colres pubiieos para gastar miquillo
que disser respeito ao roolrato feilo com essa compa-
nhia, o que importa uina arbilrariedade qual a de
empregar dinheiro em obras dilferenles daquella-for-
ma, que foi volado pela assembla.
Ha diversos apartes.)
OSr. ./. Cacalcanli:O raeu lim nao he censurar
o presidente, o raeu lira he protestar contra esse abu-
so e contra lodos os oulros, o meu lim he fazer cessar
a pralica abusiva que quasi lodos os annns se se-
guem de excederera-se as verbas voladas ; he neces-
sario, que os iiosso ornamentos lenliain algum valor.
Crna I oz : Agora he que reconhecen isto '.'
O Sr. ,1. Cocalcauli:Agora he que son depula-
do, quero dar a minha opiniAo e eslou no raeu direi-
to quando exijo qoe o orramenlo provincial seja res-
peilado. Se o presidente pode exceder as despezas
voladas para alteuder a una medula de' necessidade
argente, viudo depois pedir a apprnvaro da casa,
(lio inconleslavcl. que em casos muilo especiaes nos
podemos couceder islo,: u presidente nao deve espe-
rar por essa aulorisaro ; mas todas as vezes que a
autorisarAo lio possivel, que a obra pode esperar, a
assembla deve ser ouvida, na la se deve fizer sem
previa aulorisaro della.
Sirva esla minha declararan como de um protesto
para quo se 11A0 dispcndan as rendas da provincia
cm negocios alhcios i quelles para que furam vo-
ladas.
Encerrada a diseussAo he o artigo approvado.
Arligo 12. Coma reparlirao,a saber :
SI- '-om os empregados, continuan-
do era vigor a disposir/io do 5 I do arl.
11 da lei do ornamento vigente acerca
do engajamento de ura engeiiheiro de
ponles e calcadas........38:021^)00
u S 2. Coro o expediente e asseio da
c'a............1:2003000
vez que nos avistadnos com o Sr. K... Ihe diremo
que vosseroer vive monada dcsd a maullas al a
noile.e que em vez de depositar na mochila de Mor-
pheu, o que lirn da sacolla de Baccho, d em mal-
tratar a quem o procura :ha muito dessa genle.
Cousla-nos que uo da : do correle mez indo
ao acoogoe o trabalhador do arsenal de marinha eu-
carregado das compras, e levando em sua Icompa-
nhia o moleque Joaquim, um, dos africanos litros,
que existo na mesma reparlirao, succcdjm que
aquelle deixasse esle embriagarse, ou talvez con-
corresse para islo : de volla Joaquim nao aqosluuia-
do a esse modo de viver, cahio -opilado, e o] bom do
capataz queretido corrigi-lo foi-lhe as mijos, com
vento fresco epespegou-lhen com urna for
ma-- ola de bolos Perguula-se : he do rcJ
tu da "i\ip 1 l.i/'a dos africanos livres dar-se bolos
Se he, nada melhor: he que n digno Sr
nao sabe desses abusos, porque nao ha quen
cahir nos furores da frula do feilor dos
nos. Pode ser qoe no seja exaela esla nol
nidolosa
ulamen-
uspeclor
queira
Africa-
da, c se
nAo for tica subentendido que tal cousa lian se deu
Uuercmos por obsequio qoe 1109 inform
moros.especies de bjuifralesn que ao pass
urna casi na Boa-Vista fazera careta a
nhora respeitsvel, que sempre est jane
que por ser miope, e d vista canr-ada pt
nada v de longe '.' Como ficam lindas aque
boceas escancaradas, repudiadas, contrahid
iradas '.' !
Senhor meu de casaca, vossemec o hue quer
espiando para essa casa da ra das Flores i Nao ar-
ranja nada, que as portas cora cedo se cerraro. e a
visnilianra esla alerta.
Hospital da caridade, 6 de junho. K|ilraram 2
ducutr-, existen! 7.
Ale' amanli'i'i.
era esses
rem por
ima se-
mas
la idade
las duas
espri-
HEPABT15AO IJA t>OIaXGI.F*.
Secrelaria da polica de Pernamhuco (
de 1856.
III111. e Exm.8r.l.evo ao conlieclrneiilo de V.
Exr.,que das dilferenles partiripaees boje receblas
nesla reparlirao, consta que se deram as seguinles
uceurreucias :
Foram presos : pela subdelcgacia da freguezia do
Recife, o porluguez Domingos da Rosa, e o prelo cs-
cravo Fernando, por desorden!.
Pela subdelegada da freguezia de S. Antonio,
o pardo J0A0 Baptisla Carneiro da Cunha, por sus-
peilo em crirae de furto.
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Visla,
0 portuguez Joan Bntelho, por ferimenlo, e a parda
Risa Mara da ConccirAo, para averiguantes sobre a
roorte da prcla.rnjo cadver fura encontrado no poro
do quarlel do Hospicio.
Dos guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. con-
sclheiro Sersio Teixcira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe de policia interino, Dr. l'elicar-
po Lopes de Leo.
Irario sendo elles arrecadados pelas colleclorias, esse i applicada ; por que ainda estamos muito tlrazados e
lucro cessaole deve accrescer ao collre. j pobres, para nos drigirmos na introducta 1 de ine-
E 11A0 se argumente contra este enunciado cora di-1 Ihoraraenlus e funilarAo de grandes eroprezas sem
zer-se vagamente, que as colleclorias toflrem em- ] auxilio do uoveroo." ||ea es(ei e a vos, senhores
bararos na arrecadaco por parle da reluctancia de I repre senlaules, que compre nesle caso lomar a ini-
certos contribuidles ; porque nunca fic.iin imposlos nativa, para desobstruir a tonle, e alargar o roanan-
por pagar, vislo como a cobranca judicial- os lem
sempre realisado. Alem de qu, com um venci-
mcuto condigno o colleclor sera solicito nAo so em
recebar o dinheiro. que Ihe vierem trazer a casa,
romo tambera era ir a casi e a fazenda do conlri-
buinle arrecadar o imposto, a que osliver obriga-
do, evitando esa reluctancia no pagamento de im-
puslo lao propalada.
_ Loro a liteaiisacfto que propoe a ideia da collcclo-
ria central, esse mal lirara' sanado lio lodo.
Como lemas de volver ,1 queslAo, aprecia-la-be-
raos ainda sob outros aspectos.
Kecife 5 de junio de 1836.
'/'. 1.
&iavi0 )c ^ctiam&tKO.
O excrcilo he urna das bases solida;, sanias c in-
couleslavcis de uro bem regulado estado ; ja alsuem
o disse ; c nos acrescenlainus, o exercilo como de-
ve ser, e nao como he entre iis.
Iloje que a razao esclarecida domina o mundo,
que os homens cunlierem-se iguaes peraule a lei, e
que os principios de liberdadc c prugresso n3o cn-
coulrain bice na sua desenvoliirAo, boj", dizemos
o nosso exercilo que desde que nos cousliluimos
o.irao nada mais lem sido do que urna mana de ho-
mens que se lem deixado guiar pela voz de um, que
as mais das vetea, pelos seus precedenle. honrosos
de indignidade ebaixcz.i, be feilochefe,vai com-
preheudeodo que deve oceupar umu posic,Ao no
mundo social, que devo tambero ter parto nos des-
lios do pai/: que deven! os homens que o formaran!,
Brasilcirus, ler taola interveurao nos negocios pol-
ticos do seu paiz, como lem os que se chamara pai-
sanos ; vislo que elles sao tanto lilhos do poto co-
mo aquelles : boje qoe ludo isto he pura verdade ;
nos com grande prazer vamos alguns, poucos sim,
porem briosos militares se afastarein dn antiga ro-
tina de oppres-Ao e man trato aquelles de seus
iirnSaa, que lem a infelicidade de vestir uina farda,
e que sao chrismados com o uome de soldado, sv no-
mino de escravo, e peior ainda ; pois que lem mais
de um senhor : com prazer vemos, repetimos, mili-
lares que reunem aos conueciraenlos de sea arte
una polola educaran, por meio da qual adquirera
um titulo que faz mais sobiesahir as qnalidades de
um carcter severo c verdaderamente militar, um
titulo qual o de amigo daquellcs a quera elle di-
rige ; Ululo por sem duvida precioso ; porque del-
le atea o espirito de classe, origem de Uo grandes
coosav.e COnQanca reciproca, que nos dias de pe-
rigo anima aos Traeos, e faz com que os fortes se
tornero .afoulos.
Aos poucos, porem distinetns militaras deslc jaez,
residenici na provincia de Pernainbueo, por felici-
dade velo-te unir o lllm. Sr. major Fernando Ma-
chado de Suuza.de 2 batalhao de infamara.
L'uidu a estes, o lllm. Sf. roajur Machado de Sou-
za, lem sabido sustentar a dignidade da farda, mos-
Iraudo sempre um carcter uidepeudenlc, incapaz
de commeller haixezasc indignidades. O Sr. major
destinado naturalmente a seguir a carreira das a r-
mas, he um militar de .ispelo marcial, e que com-
penetrado de seus deveres faz-sa respeilar, respei-
taudo a todos os seus eaniaradas, desde os scus su-
periores ato os seus inferiores : cmpreganJo sem-
pre maoeiras urbanas e delicadas para com lodos
Se a homens do carcter do Sr. major Machado
de Souza fossem confiados os enramando., de todos os
bal,ilhoes do nosso exercilo, por sem duvida dara-
mos um paato gigantesco na ostra la da reuenera-
, Sao : pois que mu bem sabemos, que o exemplo he
de junllO ; o melhor nie-ti e e guia que se pode eucoulrar, e
principalmente par pessuas ignorantes, que mais
laxen) pelo que vera fazer, do que guiados pelos
principios da razao.
E inlelizmeulc, o pessoal do nosso exercilo he
igniir.inle !
Homens do carcter da Sr. major Machado de
Souza que lem sempre sabido nianter dignidade,
honra e independencia, com seu exemplo, fariam
rom que o exercilo sustentaste lamhem Ires Jons
IA 1 apreciaveis como dignidade, honra c indepen-
dencia, que si por si sAo sul'licientes para distin-
guir o hornero do irracional.
Infelizmente assim nao acontece ; a escolha re-
cabe as mais da9 vezes, ou por direilo de anli-
guidade, onde o mrito be calcado ios ps do ca-
luquismo, sobre Porluguezes os in.iis velhos oHi-
ciaes do nosso exercilo, que s cuidam do inleresse
proprio ; ou sobre alguns Brasilcirus lao desnatura-
dos que smente pela baixeza c servlssino sao dig-
nos de oceupar laes lugares: fallamos
pois que algumas exceptes lemus
cial da nossa prosperidade e riqueza." Erna nota
era acaba de abrir-se. Avante !
Temos, conforme nossas debe.sjfori-as permiltem,
lembrado ja alguns meios para desenvolver a pro-
dncoao e riqueza do paiz : oulro agora nos occorre,
para fomentar a planlarao do caf.
Os direitos cobrados 110 consulado provincial so-
bre a exportaran desle genero no anuo protimo pas-
sado, foram apenas 135781, quanlia que por Insigni-
ficante nada inllue na renda da provincia. Se os
uossos representantes alioli'sein estes direitos por oos
10 annot, estamos bem persuadidos, que ao menos
por|espirilo de novidade. senao por nma nobre am-
birao, mullas pessoai se lembrariam de teutar algo-
ma plaularAo de ca. que ponco a pouco iriam ac-
ereseenlainlo, e no firo de alguns anuo-, veramos
coro soslo a prosperidade dessa cultura, que mais
tarde bavia de concorrer em -ran le parto para al-
livar os colres nacionaes do9 pesados encargos cou-
trahidos principalmente para a conslrucro da es-
Irada de ferru e navegajAo eosleira a vapor. Nao
desprezeis, senhores representantes is nussas relie-
xet: lembrai-VOt qne muilas vezes crandes ideas
lem parlido de obscuras e acanhadas inlelligeucia..
Assim a respeito da culonisarao lodos reconhecrm
a necessidade qne tomos de colonos, principalmente
agora que o cbolera-morbus roubnu a provincia la-
manha qoanlidadedc bracos dedicados a agricultura,
c no entretanto aprsenla-se o projeelo de lei do or-
ramenlo e nem se quer ao menos meia duzia de con-
tos de reis lao alli consignados para a promover. Es-
la quanlia servira para despezas preliminares ou
accidenlaes ; pois que segundo o meio que tomamos
a liberdade de apresenlar, nao Ao necessarias grao-
des despezas. O cofre provincial lera apenas a fazer
adianlamenlo das passagens por algum dias os se-
manas.
Aulorise-se ao presidenlc da provincia a contratar
com as pessoas ou companhias que melhores condi-
roes oflerecerem.oengajamenlo ecoodueco de colo-
nos |m- nnlo n governo a importancia das passagens
chegada dos navio., Tazendo reembolsar o cofre pro-
vincial desle adianlamenlo por meio da transferen-
cia dos contratos parciaes aos Srs. agricultores, que
com mu-aniecip-ira 1 os tiverem requerido. Em
nosso entender esle meio he tao fcil e exequitel,
que julgamos desnecessario entrar cm maior desen-
volvirocnto e por isso deixamos de procurar e con-
sultar os contratos desla ualureza feilos no sal do
imperio, e que correm impressos era diversor jor-
naes.
Concluindo os no-sos arligo., protestamos que se
livermos o goslo de ver qoe alguma cousa delles se
aproveila nao dovidaremos continuar a empregar
alguroai nuiles no esludo de outras imporlanles ma-
terias, para as oltorerermos igualmente a considera-
rlo de nossos dignos representantes.
* R
Maio 25 de 18-jG.
A assembla oceupou-sc honlem com a lerceira
diseussAo do projeelo que marca o subsidio para a
futura legislatura, o qual foi approvado, e com a se-
gunda do projeelo n. 22, que approva o contrato
relativo illnminarao a gaz, c fallando sobre a ma-
leria o Sr. Abilio, a diseussAo ficou adiada pela
hora.
Depois, seguio-se a discusso do orramenlo pro-
vindal, sendo approvado o artigo tt ; 'enlrou igual-
mente em disenssao o artigo 15, que licou adiado,
por nao haver casa.
A nrdem do da de boje lie a conlinuacao da pre-
cedente, c a primeira discossao dos projecos ns. i"t
e 27, e a segunda do projerto 11. 17.
."-.
Continu o lllm. Sr. major Machado de Souza
Srs. redactores :Vendo transcripto na gazela of-
licial, o Sotiriatlor Alagoano, o ollicio do Exm. Sr.
prcsidenle da provincia que me dirigo a 21 de de-
zerabro, infer que a publicaran .elle mi cm resu-
mo romo demais, c sim era toda sua integra,) lem
por lim expurinea exerrarAo geral, e animar os roeus
iuimigos na ronlinuarao de una intriga manejada
por modo til,que sempre apprere o eu effeilo sera
se conheeer a fonle de que parte.
Sua Bseelleneia leria evitado a redacrao de seme-
lliaule ollicio, se o nAo livera expedido "sem dar-me
prnneiro audiencia, como he curial, porque couhe-
reria que os fundamentos delle sAo lodos fallos, co-
mo passo a deduzir para que o respeilavel publico
avalie alo que| ponto posso eu juslificar ineus ac-
tos.
Em primeiro lugar,rae ar=ueSua Excellencia de a
verem inorrido sem conlissAo, duasescravas ; ja eu
Ihe liz saber que se esse caso se deu, a culpa nao foi
minha, porque ellas erara assislidas pelo padreSalv-
ro o qual no risco de vida podia confessa-las: e por
que as pessoas que assisliam, nao me fizeram conhe-
eer lal risco : nessas circumslancias quasi que ou-
lros pn 11.1111 ler a mesma sorle sem culpa da minha
parle, pois nAo be possivel que u paradlo adeviuhe
o grao de enfermidade de cada nm dos seas freguezes,
os mdicos ou as pessoas asistentes ao curativo, de-
_ viamavizar-meinstautaneamcnte.sdepois dessa no-
em geral "hcaao me P0(1'a ser estranhado a falla de cumpri-
' I meulo desse dever Uto sagrado, se nessa falla en in-
porem eonbece-se que a especialidade da
Iridiar caminho lAo honroso que Ihe auguramos um es,ra"beza, foi de proposito urdida contri mira por
futuro bello e brilhanlc; pois, para nos que cada vez I ?ue wverendistinio v gario do Pilar abandouou
REFORMA NO SVSTEMA DE ARRECADACAO*.
I
l.m projeelo de nolatel.importancia csla submelli
do discusso da nossa assembla: fallamos do pro-
jeelo que apresenlou o Sr. Dr. Sabinu acarea da re-
forma das colleclorias, agencias o imposlos arrema-
tados.
He geralmenle sabido que a pralica actual, que
dirige essas irradiarnos do centro arrecadador, lie
insullieienlc esusceplivel de muilos abuso.,do ma-
neira queda logar distraceSo de rendas do seu
verdadeiro c legitimo lim.
A vanlagein de remover esse mal consigna o pro-
jeelo na autorisacao roncedido presideueia : e a
crearao hv polhelica, que Ihe he adduzida, ('o urna
colleelorra renlral he rerlamente a coroa dessa re-
forma palpilatilp, he romo que a chave que ferha a
abobada do edificio do tyalema de arrecadarAo.
ludo quaulo ha hoje para direcrao das rollecln-
rias, cifra-se na applicarao de algumas disposires
de leis geraes e em medidas lomadas pela inspecto-
ra da thetooraria provincial; uro regulamenlo espe-
cial que delina em loda a sua cxIcn.Ao os devores
das colleclorias, que Ihes marque o modo ortico
uniforme de procederem, que em lim lites d una
ordem eronninica no movimenln-de suas funcres
ordinarias, be cousa que nao existo ; mas que he re-
clamada a cada passo pela experiencia constante dos
factos.
Reconhecemos que ha collectores dr muila probi-
dade, porem lamhem os lem havido, c lalvez os baja
:l!>:22i>000
He approvado sera debato.
Dada a hora lica a disenssao adiada.
11 Sr. 'residente designa a ordem do dia e levan-
la a Hsto.
' 1 '
PAGINA AVULSA.
O Icilor estar' sem duvida lemhrado, que no-
ticiamos ha dias passados a ordem de prisao. que
h.via sobre um homein, que a'visla do que ha ol-! ainda.que mcrcaitojam coma coiisriencia propria,nio
cial contra elle, pdese sem medu de errar chama- recuandu ante a tenalidade nem a prevancacAo, ero
10 de iventurenu~ : pois bem, Iralainos de inda- I pura perda des rollres pblicos,
aar o que havia a esse respeito, isto he, a respeito | K o que indica esla tltoacao '.'
desse honiero. se havia ou 11,10 estuda.lo, so linha A ausencia de om regulamenlo por certo, c nao
011 nao diploma douloral, c, se como se diz. nAo li- menos a da existencia de uina rolleclnria central
nha exarae (le haralilar.io em alguma das l'aculda- | quo proveja ero lodo o nomnenlo das parciaes, qoe
des de Medicna do Brasil, e eit as noticias queco-
llieron-, quo por julgarnius curiosas as ollereeemos
maior summa de dinheiro ; c a Ihesouraria nAo pode
por maneira alguma verilicar se na verdade uue
elles escriturar,,,,, esta na raan dauu.llu que arc-
cadaram ou se houve algum desfalque, isto lie, se li-
raram coro algum dinheiro, cm si, se so desviaram
do trilito da honra. Ora, para que as rendas postara
ser arrecadadas com melhores resollados, part que
os collectores postara exercer cero dianidade seus
empregos, me parece que essa reforma uas colleclo-
rias he iodispcnsavel.
Quanle ao acreicimo de despeza de que fallou n
nobre depulado, eu digo, que fazendo-se arrematar
m imposlos provinciaes, ns arrematantes que van
buscar es.M impujli.-: fazem-n'o, pnrqoe dahi liram
1. observsejies sobro os
lie.
acabou de dizer o nobre depulado, que a c.iuianlHa "'emt; 1U(> Por jularnius curiosas as
esta lazando o sacrificio do te encarregar .1,1 execu- ao '"J".'00 e "' H|C,a- ,.
rAo da obra da canalisacao, que he feila a cusa do r,.~? l\ -,CS.Udou "'eil'c'"'1 na fCola
goveruo, so porque se comprometan a fazer a obra '''", |)uri'm depols ,le ,cr
pela quanlia porque loi oreada, daando assim ver
que de ponca monta se repula a grande e quasi que
especial rnadijuvir;Aoqoe o governo provincial tem
prestado a companhia.
Por corto, Sr. presidente, que lio esla a empreza
que enlie mis lem sido mais protegida ; visto como
o governo provincial lem sempre tratado de favore-
ce-la, alo por meios irregulares romo ltimamente
ojfez decretando a despeza de 17:000$ para a qual
nao cslavain aulorisado para a canallsaraoque se esla
f.izendu, alem da 11,111 pequea quanlia de 10:0008,
cora que be ella subvencionada : parerc que erara
as vistas do governo remover lodos us obstculos que
a companhia podesse encontrar....
para
mais camiuliamos pressurosos para o dia era que se-
ra' pura realidade, e nao fiugida (funja, o mrito
e a virlude, Iriumpharcni do demerito* e do vicio.
Continu, o que esperarnos, e na occaiAo de crise
os seus eaniaradas, os seus coramandadus guiados,
nao pelo temor nem pela obedieucia cega e 1 a-iva.
mas pelo espirito de elasse, pela confinara derivada
do exemplo de 13o dislincto mililar. mosIrarAu que
obedecido he quero para ser respeilado respeila, pa-
ra ser obedecido empresa smenle os meios legaes
e estes mesmos, quando compalives com as luzes
do secuto, coro a rasgo c dimiidade do homein.
Nossa penna, nunca escrevendo tributou incemo
no altar da lisonja : disto lemos orgullio ; mas nao
apodemos sulTocar um lirado de prazer que vem do
oorarAo quando vemos em uina qualquer c asse, e
mxime 11a mililar, quo (Au espesinhada ha siau en-
tre n., crguerem-se sobranceiros homens que sao
o orgullio da clas.e, centre usque sAu dignos do
nome de verdadeiro Brasilcirn.
Permiltam-nos os poucos, porem mui briosos nf-
liciaes da guaruicAo de Pernamburo, que dfto apre-
ro ao mrito ; que nos um eslranlio, nos Congratu-
lemos com elles, e principalmente com os do 2" ba-
1.illiao de infanlaiia, por torera em sua companhia
lao denodado e dislincto mililar.
Ao lllm. Sr. major Machado de Souza, com
quera as temos a honra de gnlrelrr relarost
de ainisadc, pedimos descolpa se o que havemosdl-
lo "Hender a sua modestia ; cerlo porem de que he
a expressan sincera do que sentimos, quando vernos
um humera huurada c iccoimnendavel por lautos ti-
tulls e qualidades.
O. M.
Recife li de junho de 1836.
AGR1C1 I.ITIIA E COI.OMSAC.AO.
IV.
Terminando nosso ultimo arligo distemos que era
preciso cuidar no aperleiroaiiienio da industria agr-
cola, sobre ludo nos meios de aupftrir os bracos que
iiliam. Vamos pois emitlir nossas iracas ideas a esle
respeito.
-Nao podemos deixar de notar queo processo do fa-
brico do assucar, que em oulros p u/es proilurlores
tero alcanrado, grandes)] uiellioramenlos, uenhum
progresso lera feilo nesla provincia. Fabricamos
anda o assucar, quasi pelo mesmo turibulo seguido
por nossos aulepassados 110 secuto passado.
Sabemos que as experiencia, sao eoslosas e arris-
cada. ; porm nao vemos dillieuldades 11a inlrodur-
rAo e applicarao de aperfeiroamenlns, ramente
adoptados em oulros paires : anles julgaroot cont-
nienle aproveilarmo-nos desses irabalhos eallieias
experiencias.
Para mais fcilmente pdennos nbter esle I resul-
sobre ellas exerca una HtcaltNCO direcla por seus
ampregadot, que em lira Ibes tome conla de suas ope-1 lado, podena uossa assemblca provincial aulorisar
carnes. 1 au presidente da provincia, para enviar, com as cau-
Dir-se-ha lalvez qne isto pode fazer a Ihesouraria lelas necessarias, iimac.cmmissau de joveni illuslra-
por si, sendo por ronse:uinte dispcnsavel a eonta-1 dos agricultores ai Watt-Indias e l.ouiziana, para
griego da eollectoria central. | verificar c estodar os novos inventos, que com mais
He um perleilO engao (al asseveraeao, assevera- proveilo e fanlidade podrram ser aqu adoptados,
US/*. Ah; Filippe:Sr. presidenlc, cu laro-
beui vol pela coiisignanio inarcaihi uo orcaineulo
para a cumpanlua de vapores, mas sem embargo dis-1 canalisa
so n.lo me posso eximir de fazer algumas observa-, e fazeodo
res lendenles a mostrar que a obra que se e.l cm-
prcluMidciulo cm Tamandar, l.m sidu feila a cus-
a da provincia rom irregularidade, cura infrarrao
da lei, e que a cumpaiihia fin sido a provincia mais
onerosa, duque o quiza legislaro provincial.
Na lei do orcamento doaunn paseado 11A0 se mar-
ren quola nenhuma para o melhoramenlo dn porto
de Tamandar, e nem mesmo essa tangente, dp que
se servio u nobre deputado que arakon de fallar,
di/endo qne eilata eonipwhendida na quola vnljda
(I Sr. Souza Carcalho: E:n hendido da pro-
vincia.
II Sr. 1/,11-nvl d$ Huiro*: ..... na su fa/.endo a
0 subiiieiicionando-a. ronin inelborando
novas estradas, e qma dallas muilo dis-
pendiosa era porlo de Gallinhas, obras atlas das
quaes so a companhia retira om interesse immediato.
OSr. Soiira Carralho : Facilita aos agricul-
tores os transportes dos seus atracares.
U Sr. Al. de Barro*: Como dizia, Sr. presiden-
te, de todas eslas obras e mclhoramentos s a com-
panhia eosleira relira uro inleresse inmediato, por-
que se no fnsse a ivpoatibilidada de enlrar r. vipnr
iiM.irquez (UOliiidan na barra de Sennlieiiv e Rio
Inrinoan....
medico-ci-
feito todos
os exames exigidos pela lei, deixou de tomar ogra'o
de iiuulor, porque quiz fazer um casamento, an
qual seu pai1 se uppiiulia. Tendo, pon, era consc- pin queso podo partir du nao conheciincnto exaelu dando conla c apprcscnlaiido o relalorio de seus Ira-
qiiencia dislo rumpido srelares com sua Tamilia daqoella reparlirao. balhos dentro de um anuo, r'ar-se-hia rom csla
relirou-te, c como o Brasil Ihe proporrionas'se enl.i Admittindo-Sl que seja dado um regulamenlo as coiniiiissao apcuas a diminua despeza de i ooGcon-
ns meios de subsislenria, cscolheu o Km de Janeiro I colleclorias, sera .1 crearao da eollectoria central ; tos de reis ; da qual a provincia seria copiosamente
para sua residencia, ha Hpara W anuos. I'oi para I adrailtndo-se que sija a thetooraria rmnmcilida a remunerada em poneos annot. O axioma comoter-
Uinas, onde oaaou-se com torluna, leotou viver de : vurificn..) > de todas as opnaroes das rae-roas, ruino nalpara muilo lucrar he prenso perder a propo-
agricultura, masin.aorta nao lite roi propicia: lanrou u he pelo svslema que hoje as rege, diremos qoe I sito, que corresponde ao agrariopara colher he
entao iniiu da medicina, para o (pie ilirigio-so a San- nenhnm pasto se deu no melhoramento desse ramo preciso torneartem aqu bem entendida appli-
la t.alliariua, onde llxou a sua esideiiria. Ahi pro- iniporlantissiiiin do crvieo publico. ; cacito.
curou relacionar-so cun ura medico, nico lalvez que | E prota-te: Algum progreso que lem aparecido na qii.iulida-
linna .1 manir clnica do lugar, lornou-se cunha-1 A Ihesouraria provincia! pelo seu niecaiiisnio 11,10 1 de de Ittuca produzido nesla provincia, Im sonien
ndo, uesenvolveu liabilidade, loi leliz, e afuial ab- diipe dos reearsot .....tessarioi para que es-a in-' le devido ao maior e-paro de Ierra roteada,
sorveu rlinira daquelle. |, oiuliencia por ella seja plenamente saiiileila. t) seu I mais eonsianle e apurado trabalho de nossos agricol-
Mesdc esse lempo principiramos seus Irabalhos: pessoal, que he o absolutamente reslrirlo aotervieo lores. Esto progresso be bem insignificante, com-
a cniularao 011 a ju-lipi n perseguiu, e rumo o ten I ordinario, n.io pode nermillir que sa dislraiam eni- t parado cora o que lem alciiiradu 011 Iros pailas
f!im.C'_S-e-'"" ''"'"'''"".era nao ler ura diploma don- pregados para commiationa-lo* na liscali-arao das que rom hosco concurren! na producrAo desle gc-
nore.
toral, parlio para a Allemanha, onde defendendo I colleclorias nos dilTeroulet puntes da provincia
Ineses tomn o gran de doutor. uina vez, que essa provideocia nao seja cllclva, e
vlinio para a^ llabia a fazer o seu exame I uina vez que a* colleclorias n.io sejam intpecciuna-
de babililai-ao, a raculdade eslava encerrada, por-1 das na propria localidade, nao ha fisealitacao di-
ana era o lempo cm que a epidemia laviava. Suu- reila.
be que Pornambuco e.lava araearado, e como en-1 Qoe o pessoal da Ihesouraria provincial he insuffi-
lendesse que podia adiar o sen exame, aproveitnii o cicle para rnmpiim' nlo dessa medida, csla mani-
eonvile do governo e veto para esla provincia, e foi feslo no relalorio do Exm. Sr. presidente, que pede
contralado para os Alegados. por solirilarAo do respectivo inspector, um angmen-
I etoa jornaes algneni souhe no sul de ana rheu,i-1 lo nesle sentido para nma de-ma* secres : e isto
ila aqu, e Iralou-se de n prneessar, coran lalsilicador ainda sobreKthe -le-le Irecliu do relalorio dn mesmo
de (linios que na Ihe perlenriara, orime io.ifiiaor.i- | inspector.,- pcli lilla de hahililacn ,tc j il ,,n- pa-
-Nolamos por exemplo que a produrrAo de Cuba,
que
Ero 1790 era apenas de 12:500 toneladas do70 :t>
IS20 chegava a 10:000
ISiO i> siflKUl n
ISlfj n I.SOMKK
ISil n '250:000 a
quasi o duplo da produccao do Brasi', {apelar da
hnrrivNs lempeslades, que algamas vezo: de.iropra
toda* a* pl.inl ,, i,e-,
INa l.nnitiana niiiito maiur ueru esle progresso.
sua freguezia, deixaiuloraorrer mais de 100 victimas
nAo foi por isso eslranhado : o vigario de S. Miguel,
deixando morrer sera os soccorrosespiriluaes mais de
100 viclimas na barra daquelle rio, nAo foi por isso
eslranhado, ele.
Em segundo lugar me arge Sua Excedencia de
haver eu abandouado a cidade c rclirado-me a meu
silio, sera considerarAo a escolha qoe de raim fizeia
para inrml.ro da commissAo de soccorros pblicos.He
notorio que eu nunca ahandonei a cidade, rezidindo
sempre uella e suas iraediacoes no apparecimenloda
epidemia estiva em Taparagu onde niinislrei reme-
dios ao sacrislAo dalli, depois Vollei para o silio que
he por delraz da ra do Amparo, onde moro mais
perlo della do que lico o Carino para a malriz, ou
esla para o convenio, porem a especialidade da es-
Iraubez.i he sn para commigo, porque o comman-
daulc superior do Penedo aliaudnnou a cidade, e nao
foi por isso eslranhado, a joiz municipal dalli aban-
douou como alera de 30 leguas, e uao foi eslra-
nhado.
(.iiianio a escolha de membrn da commissAo de soc-
corros, mal havia ella nomeado-me seu presidente
prova da couaiir,a que em miro depositsva) fui sor-
prendido com o ollicio de Sua Excellencia com mili-
cia de haver eu incorrido no desagrado popular; es-
sa r.inli anac.ui me fez acreditar qoe mao occulla
procurava desligar-me do meio de meus collegas, e
julgei prudente enlAo exonerar-me de urna tarefa
onde algiieni nlo me quera, porem aecusarao he es-
pecial porque ojuiz de dircilo sendo nometdo igual-
inenle ineinhro ,1a comminlo, 000 se reeolheu a ri-
dade, cuiiservaudu-sc na villa do Norlc onde reside,
e nem por isso foi eslrauhade; o promotor da co-
marca sendo nomeado membao da commissSo nao se
reeolheu a cidade,conservaudo-se na extrema do mu-
nicipio, no logar Bocea da Caixa.onde rezioe.e nem
por isso foi esiranbado.ele.
Conelne Sua Excellencia depois de exprobar-me
de fallas que nao cnmmeli, ame irado-me com os ef-
fcilos da responsabilidade.
He patente a lodos os meus paroebianos qoe eu liz
preces pela salvarao delles (i vezes na cidade,e :l em
Mstsagueira, fregando nellas, exorlando-os a peni-
tencia e a conciliarao com a igrejn, nessa quadra em
que o castigo da divina Providencia cahia sobre os
percadores.
.Nanea togia ralamida Je paral, minislrei remedios
ao primeiro cholenco,o protostor da barra de S. Mi-
guel e a oulros, nem era possivel que em nm lempo
em que todos procuravam a sociedad, como centro
de soccorros commiin* que podiam ministrar un >ot
outros, eu me isolassc era algum ermo, distme di
cidade. onde podia ser aecommelldo da pesie sem
recurso. Essa simples considerarAo moslra eviden-
temente a falsidade, e mesmo a banalidade de umi
argirn de fuga para u malo.
ltimamente quando eu son argido da fuga nos
perigos queamearam meas comprovincianos, he ne-
cessario que a bem de minha defeza record a lodos,
que son eu o sacjrdole que nos perigos roaiorrs ser-
viros preslou a provincia, islo quando o lagello da
guerra dos calanos a desolava, nenhnm oulros se
allreveii a coniparlilhar os sarrilicios porque paste i.
O Exm e Rvm. Sr. hispo diocesano rom a vz do
evaogetho conseguid a paz que um a forra das ar-
mas, snh a direcrao de lanos chefe?. que foram as
malas, nem a tabedoria de lanos govcrnanles, al-
guns dos quaes lambrin foram ao acampamento con-
seguirn!; naquella larefa gloriosa fui cu quem mais
o Sjudou, junios passamos pelas |irivares proprias
de lugares lao agrestes, |>ercerrcnios vas inlransila-
veis, exposios aos caprichos do inimigo.ora solTrendo
fume, nu sede, ura ainleinpcre das estaroes.pernoi-
e ao lando ao desabrigo, e mnslraiido-mo intaligavel nos
serviros ja do confissioiiario onde letava o lempo
al meio dia, ja da pia. cousa que alternava, ja -los
casamentos ale pela alta noile, j,i do pulpito para en-
de era mandado pelo prelado rnin aviso apenas da
vspero ele.
i.luem passrro por todas essas provas, quando ou-
lros servidores do oslado nAo soulinvam de o ser, de
certo nao pode ronformar-se rom a nju'lica de urna
argirn periida sa idade avanrada que boje lora,
o intuito, pois rrpellir o disconceilnque se Ihe roga.
pede aos senhures redactores a publicaran dcslasmal
Iraradas liuhas, e a todos que as lerem indulgencia
as fallas que contiverem.
ll cine-1 vigario Dominaos Jos da Si/ra.
A laidas, to de abril de 1X.'ilj.
ILEGIVEL


OI MO tl PttMiroct SIBA30 7 01 JUNHO I lt 6
t Sr. redczclorc.Nao podernos deixarde por meio
do seo jomai. protestamos solemnemeule contra a
assecsao do correspondente de bananeiras desla pro-
vnicia, publicada em o uamero 33 do lieho Per
iiambucano de S) do correle, relativa M liosso di-
110 presidente o Exm. Sr. Costa Pinto, diz elle: u ua
parle que respela a epidemia, soccorros, desvelos c
cuidado com a miseria dos povos, o presidenta
lem ido e foi de faci summamenle imbcil, me-
recido o estigma de seus goveruados !
He a mais revollantc e clamorosa njuslra feila
de sangue trio do hornero, que nao poupuu esfor;oa
em fadigas, desvelos nem cuidados para snecorrer
seu goveroado* na quadra de calamidades porque
passaram e estilo ainda passaudo 1 Felizmente e em
honra da provincia o juizo parcial e leviauo do
correspondente de Bananeiras dSo he rompartilha-
do pela ni ai una dos Paralbanos que, rerotihecidoj
a gratos, aprecian) devidamente os boos serviros por
S. Exe. caridosamente prestados .i humanidade uf-
fredori em lodos os pontos atacados pela (errivel
e pi Jornia,
Com efleilo seu palacio tl<* c noite ar;essivel a
todos quantos tiuhain pelieoes, reclamaeoes e exi-
gencias a fezer-llte; suas Irequenlcs e reiteradas rc-
comrneodaciies a todas as autoridades civis o milita-
res : suas philantropias cvhortac,6cs a lodos os pro-
prietarios e fazendeiros do interior por si e pelas
cmaras mniiicipaes e autoridades lcaos; as con-
tinuas e mui anticipadas IWW de fulhetos ira-
pressos contendo conselhos hygienicos c prescrip-
cOes teraputicas sobre a molestia ; as numerosas
ambulancias homeoplhicas e allopalhicos enviadas
para lodos os lugares affoclades ou que protima-
rrenle podiam vir a se-lo ; os contratos celebrados
com quaulos mdicos, esludantes de medicina, boti-
carios, curandeiros e cnlermeiros elle pido haver
d'aqui edeoutras provincias por suas incessantes
requisitos a ellas feil.n ; os cofres aberlos e grandes
Mnimas generosamente despendidas a bemjde todos;
a crcrf.io da alguns cemiterios provisorios era varias
villas e povoares ; a nomearlu de commisses in-
cumbidas de cuidarerli dos indigentes edesvalidos ac-
rorometlidos do mal, as subscripres promovidas
em favor dos pobres ; a acquisic.lo de gneros ali-
menticios para aprovisionar a capital c outres luga-
res do interior que driles baviam mislcr; ludo islo,
e aindamis, que foi feilo o ejecutado na provin-
cia como poderiamos prnvar com os documentas que
conslam do expedirme do govemo publicado na fo-
Iha ofllcial aEpocha dtmonslram eihuberante-
mente os soccorros, os desvelos, os cuidados de S.
Eic. com a miseria dos povos que acertadamente
Ihe foram confiadas pur S. M. aos qoacs lem elle
administrado magistralmentc mxime sob esta rea-
is
E qua mais quera o illuslrc cnrrespondenle que
o presidente lizesse "' Como era possivel acudir, ao
mesmo lempo e de modo que nem urna falta se des-
se, a tantos lugares, que como sabemos, foram as-
saltados quasi simultneamente'.'
Qua providencias seriam capazes de fazer com que
em cada villa, em cada povoacflo, em cada entienho
se achassem mdicos, boticas boticarios al ruine lu-
nas que chegassem para lodos forros e escravos, po-
bres e ricos, enllocados a grandes e diversas distan-
cias, todos feridos como que de om so solpe ? Sii
assim leria o presidente cumprindo o sen dever !
Porque sedao preveniram para si e para suas fa-
milias e apaniciiados os homens que estavam i)o
caso da o fazer J .Nao foram avisados cun anteci-
pa ja"o ?
He bem diflicil senao impossivel de contentar o
illuslrc correspondente '. Itananeiras leve nm me-
dico, um boticario e asamhulancas que foi possivel
para all mandarem-se sem prejuizo de uniros nim-
ios lugares, inclusive a capital, que linham as me-
mas "preclsiies. U juiz municipal respeclivo j se
acanhava de fazer requisires ao presidente q' salis-
fazia l.lo prompta e completamente como era possi-
vel em um lempo do suslos e terrores em que lodos
sofi'riam, lodos pediam, c ninguem quera sabir e
abandonar sua familia para fazer viagens.
Se a pezar da previdencia e das providencias do
goveruoos pobres de Rananeiras mirreram a min-
Stua, como diz o correspondente, he porque em
Bananeiras nao houve quem eflicazmenle cnadju-
vasse o goveruo em suas diligencias ; he porque alli
ninguem se achou que quizesse imitar os bellos ex-
empTos dados pelo coronel Elevo Cavalcanli e
seos filhos em Pilimbu' e na Taquara.
O governo, por melhores que sejam os seus dese-
jos, por maiores que sejam os seos esforros, nao
pode era urna crie como a pela que passamos fa-
zer todo por sis, a lempo econvenientemente ;
nao possuiudo o dom de ubiquidad-, nem dispon-
do de recursos inexgnlaveis. tem neccssidaJe e pro-
cura o concurso dos cidadaos ricos e prestrnosos
que o coadjuvem e com elle cooperen). Se assim
proredessem us homens importantes epopulares do
Bananeiras, os pobres nio morreriam all a miiigua
por falla de soccorros do governo, como quer fazer
rrer o seu digno correspondente ; cujo juizo toda-
va esperamos que ser modificado mais de confor-
midad* coma verdade dos fados c rom ajaalica a
que nao he certamenle iodiilerculc um homem que
suppomos illusirada ede boa fe.
naneas c de seus escravos levantando, os cabidos,i i barris e 2 mei.npipas vinho, 2 barricas liahaca;
conduzndo-os para o hospilal, dando esmolas aos| a Ferreira & l.oiireirn.
2 caixes drogas, I dito vidros; a Uma Jnior &
Companliia.
s eaixas pomada, 2 pipas. i,s barra c 22 caisoes
vinho; aManoel Joaquim Ramos e Silva.
I cauao salpic.ies; a Antonio Francisco M.Mi-
randa.
IS barris vinho ; a Novata P '
ditos ensadaa, orinas radiadoras, I lila fri-
sos. 2 caixes brides; a Lino Ferreira Piulo.
."> contretes sarvm de pao; a Jo-c Mooteiro de Si-
qtirira.
."> ineias pipas e ill barris vinho : a David I'errei-
ra Bailar.
aiNSlI.AItU tiERAI..
Reiidiinciilo do da I a "i .... 7:1088605
dem do dia ti....... .Yli?7:*
pobres e curando elle uiesuio ; nesse dia mcmnravel
em que as faces de lodos lescuravam, a primeira
autoridade da corncea foi lamber o primeito a dar
0 exemplo de coralera e de caridade, en posso asse-
vcrar-llie que Bailas veiea sabia de sua casa pela
manliAa, e vullava as 11 huras da tioite extenuado
de lome o de fadigas, c se nao fura sua dedicarlo
aramios seriam os estragos da epidemia, porqualo
nesse lempo nohavi. nesla cidade ainda um s me-
dico, e nem ambulancia, us printeiroa doeules fo-
ram curados exclusivamente por elle, dos quaes ape-
nas suecumhio um In.tio de nome l'clishcrlo, e cn-
trelanlo o numero dos duentes sabia de il), e seus
remedios anda boje esli francos para quem delles
se quer ulilisar. Honra pois ao magistrado cariduso
e probo que se dedica ao bem do publico.
Silo tambern dignos de lodo louvoros dous mem-
hros da commisso beneiicente desla cidade, os Srs.
Jos Ribeiro Dantas e Alexandre Francisco de Sal-
les Silva, pela dedicarao com que al o prsenle se
teem prestado na prsenle crise ; unidos ao Dr. juiz
de direilo, elles leem sido inrausaveis em requisilar
ao Exm. presidente da provincia ludo quauln he
necessario para milig.r o mal, e durante a doenra
do llr. juiz de direilo, por si deram todas as provi-
dencias, prjrlaudo-se com um desinleresse digno de
nolar-se.
O nosso vigario, o reverendissimo Sr. Gregorio
1 en cna l.uslosa, lem desempeiiludo as pesadas obri-
gacoes de um bom pastor. Apczar de ler sido um
dos primeiros accommellidos, ainda assim, a pretex-
to de doenle, na* consta que morresse alguem sem a
reeepcao dos sacramentos, c apenas convallesceu um
pouco, ei-lo a cavallo acodindo al aos povos da fre-
guezia de Papari, apczar da perlencer a jurisdicrao
de uiilreiii : cou>ta-me que a todos carava, c assislia
i cabeccira dos docnles, donde s se relirava depois
que seus serviros se lornavam dispensaveis.
Invadindo o cholera o povoado de truruluba, e
fazendo-se nolar por um estrago assombrosu, o re-
verendo vigario se offereceu a commisso beiicficeu-
le desla cidade para curar aquella popularan desva-
lida, e recebendo da commisso bcnelicenle difle-
rcnlcs soccorros para distribu -los com os pobres,
consta-mc que desempenhra esla Commisso com o
desinleresse e laaldade proprios de seu carcter.
Deinorou-sc nove das no referido logar, onde cu-
rou para mais de 8(1 pessoas, solfreudo,' durante es-
se tempo, sdo, fume c oulros muilos sollrmcntos :
eonsla-me que levava noiles inleiras a curar, d'aqui,
pois, rcsulluu que fos'e segunda vez accommettido
do cholera, do qual vollou para esla cidade bastante
doculc Dos n quena proteger, para que continuo
a prestar aos seus parochianos iguacs serviros.
Durante sua ausencia foi cs|a cidade curada pelo
reverendissimo Joaqoim Severiano Itibeiro Daulas,
sacerdote de urna caridade a loda prova, e cujos ser-
vicos sAo lAo Importantes, que cu deixo de referir,
tan lo mais porque supponho que nao licar.lo no olvido,
como n pralicados durante a febre amarella, no an-
uo do 1850, nesla cidade; disn-lhcsoccinlamentequc
esle sacerdote mora nicamente onde existe a dr e
o padecimenlo ; elle mesmo lem sido encontrado
aquerendo agua, e dando escildaps aos pobres In-
dios :
Juando o estado da cidade permute, elle sabe pe-
los arredores a confessar, e a ministrar medicamen-
tos s pessoas miseraveis, manifeslan lo semprc urna
caridade verdadeiramente evanglica.
Ouro dizer que seus serviros sao em muilo eslima-
dos pelo Dr. juiz de direilo : Dos queira que o Sr.
Dr.juiz de direilo lomasse a si sua publicaran, como
um trbulo ao verdadeiro merilo, porque d'est'arte li-
cariam suflinenleineiile suppridas ludas as lacunas
de nina peona fraca, corno he a minha.
Eiistem nesla cidade Ires mdicos, e dizem-me
que a roramissao bcnelicenle ollicira ao Evm. Sr.
presidente da provincia, commonicando-lhe que dis-
peosava us serviros do medico Paulo Highelli, lican-
do, poreni, se assim he, em cvn|inai(!o de seus Ira-
balhos os Srs. Victaliano /.osimo de Bastos e Manoel
do Nascimcnln Porto, e por fallar no Sr. Porto, oc-
corre-me duer-lhc que impnrlaulissimos sao os seus
serviros : o Sr. Porlo lem-se feilo nolar relos seus
bons curativos, e por uma diligencia uirolavel, acu-
de a lodos os seus doenle, o semprc est promplo
para acudir aos doeules peilencenles aos dislriclos
dos oulros mdicos ; para o Sr. Porlo oao ha dia
nem noile, era sol nem ehuva !
O Irabalbo do Sr. Porlo ela por certo muilo alm,
ou cima da pequea gralilicarao rom que fra en-
cajado ; mas, consnle-se csse nosso amigo, que no
acradecimenlo eterno de lodos os seus curados, elle
encontrar por certo uma paga digna de seus servi-
dos, e lodos os eos sacrificios.
lie o que boje posso rcmellcr-lhe para as colum-
nas do seu bem conceiliiado jornal.
Appelero-lhc ba suide. grossu dinheiro, e que
Dos o livre dos miasmas deleierios, que infelizineii-
Ic boje vou respirando. O Mipibueme.
.6*39.14:
il VERSAS
Rendimento do dia I a
dem lo dii 6 ,
PROVINCIAS.
V.lS-'.llil
138019
VlO-IIKI)
(&0mmnci0<
DBSPaCUOS dk exportacao PELA MESA
DO CONSIIaih) DESTA CIDADE NO DIA
i DE JIMIO iik 1836.
LisboaBriaue portogaez Viajante) diversos car-
reaadores, \-2itsaceos aaaaear mascavado, 2\ diloa
cacao.
LisboaBarca porluaueza GralidiloB, diversos rar-
rcaadores, IUt) saceos assucar mascavado, 2 duzias
de costado de amareilo.
PorloBarca porliigue/.a (Santa Claran, diversos
caricgadores, 33 barris mel, 2.\ quinlaes de madei-
ra lalajuba.
PorloCalera porlugueza Flor do Porlon, Manoel
Joaquina Ramos c Silva, ISO sacros assorar masca-
Vado.
Sxnortacno .
Liverpool, barra ingina al. Thariel, de isi (o-
neladas, comluzio o segaiole:."i,0(i saceos com
S,03tl arrobas de assucar, V. saccas algoilo.
Philadeiphia, patacho americano Scolia, de t;i~
loneladas, condoli o seauinie : 1,450 saceos rom
7,">tl arrobas de assurar, 5,000 courus de boi sal-
gados.
Liverpool, barra nalc/.a Midas, de 382 tonela-
das, condoli o seguinle .lli saccas rom JI.71I).
arrullas de airo/, I caixa I oculo para concertar.
Parahiba, blata brasileiro Flor do Brasil, de 2H
lunelailas, rondiizin o seumnle : -J.V.I voluines aene-
ros ealrangeiroSj IJ saccas arroz, -.11 libras de cha, 1
caixa velas, I rolo fumo, _' saccas cafe, I barril xi-
naare.
Canal, escuna ingleza Etiu, de 17(1 toneladas,
rondu/.io o seaiiinle :I,!M1D sacros com il,-*/00 arro-
bas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimeiilu doilia I a 5 m IH;HI-':liJ(
dem do dia (i....... 9099353
10:!>lj!l
^acio entrado no dia (i.
Mirei":ifi horas, galera ingleza Imogene, de
543 toneladas, capilao \V. William, equipagem
17. caraa assurar c algodilo ; a C. J. Aslley c\
Compauhia. Veio receber urden- c segu para Li-
verpool.
o Sario* sahidot no mesmo dio.
CopenhagueEscuna dinainarqueza Dannehros,
capilao L. O. Juul, carga a mesma que trouxe de
Colmenilla.
Liverpool(alera ingleza Jolin l.inn, carga arroz.
Suspendeu do lameirao.
Parahiballialc brasileiro Mor lo Brasil, meslre
Joan Francisco Marlius, carga farinba de Inao c
mais gneros. Pasaageiros, Juaquim Filippc da
Cusa, Jos de Souza Vieira. Manoci de A/evedo
Pontea, Antonio Joaquini Teixeira, Herciilauo
Moreira Cavalcanli, Joaquim Marques Demaso.
CanalEscuna ingleza .Eliza, capilao Charles P.
h'ragarlhen, carga assucar.
tg&ttafS.
Srs. redactoresConslan lo-ine que na assenw
hla provincial, emscs-aode honlein, o Sr. riepd"
lado Joc Pedro da Silva, por uccasio de rnniba-
ler um projeclo do Sr. Dr. Sabino, relativo .'.s col-
lelorias, Irouxcra a disem-o o que cu alli dissera
nn auno pas.ado, a respeilu do collcclor do Rio
Formoso, qualilicando de lrai;oeiro o meu procedi-
meiilo ; venho por intermedio de sua conceiluada
folha, rogar a aqoelle Sr., que se sirva por esla xez
fazer nm excepc.loeo systema que lem adoptado,
le nao consentir que os seus discursos sejam inte-
gralmenle publicados no jornal da casa, facilitndo-
me assim um meio leal #de jastilicar-mc de uma
imputacau por demais gfave, <|ue me foi lirigida em
auzencia, e da qual so poderei delTcndcr-ine no
campo da imprensa ; vislo que nao tenbo mais a
honra de occopar, como S. S., um lugar no recinto
da representaran provincial.
Confiando, que o Sr. Jos Pedro sabera lomar esle
meu pedido em seu jnslo valor, quer ja pelos moti-
vos que o dictam ; quar porque contendo com nm
negocio .1 lodos os respeilos importante para S. S.,
principalmente depois da queslao por elle proprir
aventada acerca do proccdimenlo do Sr. inspeclo.
interino e procurador fiscal da Ibesouraria provincial
em sessao da junta, aguardare como he licito, a pu-
blicado do discurso do Sr. Jos Pedro, para eniao
mostrar ao publico, que a mam-ira por qao se houve
o Sr, Inspector da lliesouiaria provineial, no negocio
do colleclor do Rio F'ormuso, nao lem explicacao
salisfaloria. Desde ja roai a Vmcs., senhores rc-
daclore, qoc, para (al fin', reservem em suas co-
lumnas um lugar ao seu constante leilor
F. Raphael de Mello Reg.
6 de juoho delSjti.
S. Joc de Mpibu' 27 de maio.
Senhore* redactores. O silencio em que lem
permanecido seu primeiro correspondente, lesdc 10
do passado al o prsenle, e islo quando se compro-
melleo a noliciar-lhe os nos'os sollrimculos luranle
a eriie epidmica,que nos alllige.meobriaa a dirigir-
Ibes esta pequena correspondencia, para que liquem
Vmcs. inteiradosdo que va pelo mundo de c nesla
poca de verdadeira provar.11.pela qual a Providen-
cia nos la/ passar em seusallos designios.
Derigindo-nie a Vmcs^ meo lim por cerlo nlo be
imitar ao seu primeiro correspondente; porqualo eu
nao leoho sua erudiccao, e muilo menos seu eslylo
pomposo e eloqoenle ; mas sim supprir onicamen-
le sua falla ; muilo principalmente quando a elle,
que confessou-se em soa ultima correspondencia de
10 de abril, nm dos curandeiros do cholera, natural-
mente lera faltado o terapo para salisfazer o seu em-
penho para com Vmcs. e como publico, por so ha-
ver dedicado exclosivamcnle salvacilo dos affec-
lados.
(.incenla e oito das fazem que entre nos sedes-
'HACA DO RF.CIFEnEJI NHO|AS:i
HORAS DA TARDE.
ColagCes oiticiae*.
Caml.....ubre Londres27 d. 30 das vista. '
Assucar mascavadoitvito por arroba com sacco.
Dito braneol>i!O0 pur arroba" com sarco.
Frelc do Ceara para LiverpoolV|l6algodao.
Hilo ilaqui para Liverpooll.'q assucar.
Descoiilo de lellras'.1 \ ao auno.
rederico Itobilliard, presidente.
/'. Borgti, secretario.
O lllm. *-r. ronladnr da lliesouraria provinri.il,
servindo de inspector da mesma lliesouraria, em
virludc da resolurao da jiuila da fazemla, manda fa-
zer luldiro, que 110 dia J'. do rurrenle, vai nova-
menle a praga para ser arrematada, a qoem por me-
nos li/cr, a ubra do einpeilrainrnto lo aterro ios A-
foga bis, avahada cu 25:3009 r*.
E para conslar se maiulou alxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernainbu-
co, \ de junho de IS5li.
Osecrelario,
A. F. da Anuonciarao.
jU <1 lllm. Sr. colllailor
Tcial, servindo de insneelor
em virlmle da resolurao da
lliesouraria piovin-
mesma lliesouraria.
envolreo a epidemia, c merc de Dos, n.io lernos (juur.ilit- i!a Si|-,
lastimar os estragos cun pie a peste se lem r7Teb~ri-
sadoem oulros lu ires ; eiitrelanlo o numero las
viclimas deiilro desla cidade sobe a 80, eojndeu
lem feilo soa destruicAo nos arredores desla cidade,
que muilo maior seria se alguns bomens de uma ca-
ridade a' loda prova nitoemidassem suas forras pa-
ra mitigar os solTrimentos de seus semelhantes; e se
niio fra lambem a promplidao, com que o Exm.
Sr. presidente nos lem soccorrido, satisfazendo as
jostas requisires de commisso bciicficenle desla ci-
dade, a qoal por soa dedicacAo palriulica, pelo seu
zelo e desinleresse merece um elogio unicameble
proprio de uma penna bem aparada.
Invadindo a epidemia esla cidade no dia 29 de
marjo, a sociedade benefiecnte creada pelo Sr. Dr.
juiz de direilo luterano da comarca havia providen-
ciado do modo queso podia combaler o mal; foi
assim qoe uesse lempo a sociedade henelicenle, da
qual he merecidamente presidenta o Dr. joiz de di-
reilo, ja liiiha um hospilal mnnt.nlo a'sua cusa com
todos os olensis nccesiarios equepoz a disposigiio
da commisso bcnelicenle creada nesla ridaile pelo
Exm. presidenle da provincia, poupando desla for-
ma ao Ihesouro pohlico a quanlia de seis ceios
mil res, que tanto se gaslou em montar-se esle pi
eslaheleeimenlo: oolros muilos serviros foram fei-
los pela mesma sociedade : eo me dispenso le re-
feri-los, porque seu pnm'iro correspondente ja os
referi em eslx lo claro e pomposo, Receba a socie-
dade beneliccnle por lanos wrvijoe prxslados aus
povos desle municipio esse trbulo de gratidao e cssa
homenagem. Ainda nAo temos esneraneas le que
>e retire o imporluno hospede que, inao arado rrosso,
nos prorurou a casa ; honteui foram arcominelli-
das muilas pessoas, e enlre. eslas a lllmi. Sra. D.
Rila Francisca d'Albiiquerqiic, mai do Dr. joiz de
direilo interino, e arcoinniellida gravemente ; c
sendo uma senhora dbil e septuagenaria, Ihe falta-
Vu lo^'*'1, ,Para resislir aos asallos da epidemia :
Deoa proleja cssa victima, e dgnese de preservar
le lao grande dissahor ao nosso juiz de lireiio. que
mili bim valiosos servidos lem pro-lado nesla acloa-
MMo loda de dor e de lulo. ,
tu nAo pretendo expor os importantes serviros do
lr. jmz do direilo, mas romo corresponden le
cumpre-me expor-llie os farlos, e he por isso que
alauma cousa Ihe direi ; sai ha que o Dr. juiz le
oireiio he a nica autoiidade que actualmente per-
manece nesla cidade ; e por is.o alm dos trabadlos
do seu magisterio, elle lem assumido lodo o -ervico
da polica ; o servico do enterramenlo lem sido
u*X m,dli"^e ,ua "dministrarao, com uma promp-
CAMBIOS.
Sobra Londres, 'J7 d. por 15
Paris, 355 rs. por f,
Lisboa. 100 por 100.
r Rio de Janeiro, ao par.
Acces do Banco, 35 0(0 de premio.
Acres da companhia de Bcberihe. 54f000
Accoes da rompanhia Peruainhucana ao par.
11 n t'lilidadc Publica, 30 pur cenlu de premio,
n Indemnisadora.sem vendas.
Disconlo de ledras, de 10 a 12 por 0|.(i
META ES.
Ouro.Onras hespanhulas. -J83 a 2SJT.00
Moedas de (">5i00 velhas .... 169000
11 65i00 novas .... I69OOO
15000. ...... 99OOO
Prala.Pataca es brasileiros......2>000
Pesos coliimnarios......29000
11 mexicanos.......Ij860
aLPANDEUA.
Rendimenlodo dia I a 5 .
Idsin do dia l>......
8:9779i ill
162549797
10:i:2:i-.'2:i7
Dnearregm Ao/> 7 de junho.
Barra americanaKmMc'n farinha de Iran.
Barca inglezaFlonling Clmidlouea e barrilha
Barra porluauezaC'ar|o/o J me lia diversos g-
neros.
Barca ingleza Kanocala peras de ferro e ma-
deira.
Rrigue ilinaiiiarqoc/.lima Ceciliabarricas com
geuebra.
Brigoc americano/-'u-r//merradorias c farinha.
IMPORTACAO.
Patacho nacional I fiereza v vimlo do Rio de
Janeiro, consignado a Bailar A; Oliveira, manifesloo
o seauiilc :
1 la hienda, man-
da f.izcr puldiro, qu; no da :!li do crrenle, vai no-
vainenle a pra;a para ser arrematado, a quem por
menos li/er, a obra du empedraiiienlu las arrias lo
(iiqui (estrada da Victoria), avaliada em 1:1159100
ris.
I, para conslar se maiidou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario. ,
Secretaria da lliesouraria provincial de Pertiam-
buco, de junho de IX."i(i.
O secretario,
A. F. da Annonciaro.
O lllm. Sr. contador la lliesouraria provin-
cial, servindo de inspector la mesma Ihcsuuraiia.
em virlude da rcsuluiVio da juula da fazenda, manda
fazer publico, qoe no la 26 do crrenle, vai nova-
menle a praca para ser arrematada, a quem por me-
nos fizer, as obras dos reparos le que precisan) a
cadeia c casa da cmara da cidade le Oliinla, ava-
hadas cm 2:610-:*. rs.
E para constar sC maiidou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pcrnam-
buco de junho de 18"i6.
O secrclario,
A. F. da Annonciaro.
&cdttrac)e$.
MREIO rau.
A administrado engaja liomcns cami-
nlicirosa l.sOrs. diario.
Aracal;, sabe imprelerivelmcnle no dia 10 do
correnlc o hiate '(Inveiiriveln.su recebe passageiros: a
Iralar com os propritarios na ra la Madre Dos
n. 2. e recebe a mala nn correiu as 1 horas do dia 9.
Pela recebeiloria le rendas aeraes se faz pu-
blico que he neslc niez que os devedores dos impos-
to] abaiso declarados lem de paaar o secundo semes-
tre lo correnlc anuo liiianceiro le 1855-1856, lindo
o qual pagaran o dito scmcslre rom a mulla de .1
por cenlu em favor dus recebcdores.a saber : deeim
addicinnal de mAo mura, imposto sobre lujas, casas
de descontus etc., dilo sobre casas le movis, rou-
pas ele. fabricadas em paiz eslranaeiro. Krccbed
2,450 alqeeircs farinha de mandioca, 200 caixas ria de Pcrnamboro 6 de junho de 1856.O admi-
sab.lo, 1 saquiibo rafe ; a nrilom. lustrador, Manoel Carneiro de Souza Lcenla.
Iliale nacionalCorrcio lo Norteviudo do Ara-
calu' e Assu', consignado a C. C. da Costa Uoreira,
raanifestou o seguinte:
3I meios ue sola, 7 masaos couros niudos, 2
couros seceos, I barrica c t callao cera de carnau-
ba, 1 flilo chapeo le palha e pennas : Manoel
lid.lo digna de encomios:
a sorit dos presos Ihe mo
lem ,id indilTereiile ; iodo, .,m ,ido curaJo< e fe-
.ni.ti. r m lla,"l0 Como em '.
lenlaliva de fuga.
Ouando no dia 29 de marco prximo lindo o cho-
lera appareoeii nesla cidade, o Sr. Dr u, de di
iminj aprsenlo, nn raascercadu de tus orde
111 nicios (sola, 2(1 massOS cuurus miudos ; a or-
dem.
80 etqoeire st a ordem.
22 Saceos cera de carnauba; a Marlins e frm.lo.
60 molhos couros; aManoel Florencio Alves de
Aloraos
Barca porluaueza Sania Cruz,o vimla do Porlo.
consignada a Francisco Alves da Cunba, manifeslou
o seguinle :
20 pipas, 20 barris e O caixes vinho, 10 barricas
linfiara ; a Francisco Alves da Cimba .V C.
5 pipas, 56 barris e i caixes vinho, 2 caixas pre-
suntos, | ^tn coxinilbos, 25 eanaslras albos, 1 lila
mcela, 60 rodas arcos de pao, 50 ancorlas azeilu
as, S canastros folln de louro: a Manoel de Frcitas
Pires (iuimara.es.
I lila salpieOos; a Joaquim Ramos.
20 rodas arcos de pao, i barris presuntos, i ca-
nastras rolhas e rolhoes, I volume cunhetes abatidos;
a Joaquim Vieira de Barro--.
7 caixas diversas mercadorias ; a Josc Antoni o
Bastos.
1 lata carnes ; a Jos Francisco Dins.
3 barriera linbaca, 3 eanaslras rolhas, 1 caixa e I
fardo coxins e coberlores ; a Domingos Alves Ma-
Iheos.
I c.iixao obras de prala ; a Jos Vetazo Soares.
SeatxOea magens e adornna ; a Luiz Antonio de
Sqiicira.
10 roilas arcos de pi, 6 caixas palibs, barricas
linliaea ; a Joaquim Ferreira Mondes (iiiininraes.
1 rndele freios, eslribos, etc.; a Jos Baplisla da
Fonseca.
2 canas merca|oria< ; a Campos \ Lima.
1 cau.io obras de prala : a Moreira & Huarle.
2 barricas rnxadas, i ditas pregn, i cunhetes fui-
ees, 2 caixas niiudczas, I caix.io merradorias ; u A-
orada \ Irinao.
2 cana fechadnras ; a .1. I-. P. Viainia.
i dilas mercadorias, 2 fardos rapadlos ; a Jos
Alves da Silva (animarnos.
caitas cerneja, 5 lilas hinca, 1086 vasos de tau-
ra ; a Francisco Cuedes de Araujo.
2caixies brides, t caixa 1'uias e liemolas; a An-
tonio Joaquim Voz de Miranda.
2 caixas hutas ; a Feldei Piulo A. C.
2 fardse I molli tullas le louro; a Joaquim Jo-
s alendes.
1 barrica premunios ; a Francisco Jos de Barro*.
2 barris vinho ; a Manuel Uoneatvcs da Silva.
18 barris vinho; a Bailar<$ Oliveira.
lii barris e 36 caixes vinho; a Josc Antonio Cu-
nba A; frmai.
50 rodas arco, |(N) Hacas vime ; a Antonio ler-
nandes da Silva .
1 caixa miuilr'.i.. 1 f,rds capachos ; a lloinngus
Rodrigues de Andrade.
190 eadeiras le pao d'nleo-, a Jos Anlnnio de
Carvainn.
O lllm. Sr. capilao do porlo, riimprindo
circular do ministerio ,|a marinha ric 28 le abril l-
timamente lindo, a qual refere-sc a ordem lo Exm.
Sr. presidenle da provincia, dalada le hoiitem.man-
da publicar as Irailuroes juntas do aviso do alinirau-1 i ,
lado brilanuico, reldlivaineulc a diversos phaies.
Capiiania do porto do- Peniinhiico, 17 de niaio de
18..
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
TRADICCVO.
Aviso aus navegantes.
N. 19.
INDIAS ORIENTABS.
l'liarol em Snaaporc,
(I governo da India acaba de fazer publico -,uc no
dia 17 de mar;u ultimo se acendn c appareccu
um pharol fixo no pao de bandeira do motile do go-
verno em Sinsapore.
A luz fiebrilliante ; esla enllocada em uma eleva-
rao ue 226 pos cima du nivel do mar, e ser visi-
vel, cm lempo claro, na distancia aproximada de
seis milhas.
Pica na lalilmle le I- 16' IV N. Long. 103- 51"
16 a l.'Esle de (irceiiwich, segando osottappasdo
almiranlado.
Pharol Radies na ilba Cuncx
A pezar de nao se ler receido informaran algu-
ma ollirial a respeilo desta luz, faz-sc publico aos
navegantes, que ha lodo o mativh para crer, que
uma luz fu clara, denominada Phajal Rallles, se
echa eslabelecidn na HhaConev, prxima enljada
do oeste do eslreilo Main le Singapore. O pharol
deve ser vsivel. em lempo claro, na distancia le
12 milhas, excepta no rutarlo de S" O. para O. gi-
rando pelo K. para E. N. E
Por ordem le Ss. Scnboriaa.
Assignado, John Washington, Inilroaiapho.
Reparlirao bydrogrspbica do almiranlado, Lon-
dres 21 de noveinbro de 1855.
Este aviso anecia os aegoiatoa mappaa do almiran-
lado.Ocano la India o. 748 A; Singapore es-
lreilo folha n. 2 e segunda n. 2403 ; mar da China
n- 1270 ; assim como asdrec<>es la India le llors-
borgli'svol. 2.-, pagino 271 7. c.licrao elisl-.de
pharues das Indias Orientaos ih. ,V2 c 53:
los Agostlndo Barbosa, ira.iuclor publico c iu-
terprele roniniercrial ommenlado.
i'RADI C( \().
Aviso nm navegantes.
N. 50.
/atados l nidos da Amrica.
A commisso de pfianics nos Estados luidos aca-
ba de publicar os seguimos avisos.
Sino de nevueiro nn pfiarol de ilba Fia, no Rio
Savannah.
Collucou-se Din sino para nevoelro no pharol la
ilba l'ia, no Rio Savannah, na lieorgia, que tacara
em tempo nebuloso.
As emiiarcacis que desejarem conliecer a pusirno
do pharol da ilba Fia, debaixo de novoeiro, locarlo
os seus sinos ou assobios de vapor, que sent respon-
didos peta loque de sino para nevoelro.
Itaias para os baixoa de Cabo Romain e. barra na
baha de Bull.
I ma lioii de primeira rtase pintada rom lisias
perpendiculares de brinco c prelo, e uma bandeira
prcla em um maslro acaba de rollocar-se em 15 pea
d'aaua ua baixa mar, no ranal Slue, nos hnixos de
(Ubo Romain ; demorando o pbard le Cabo Romain
O, N. O. I|2 N. a pona lo nnrle da ilba do Cabo N.
O. para IS. Deve-se passar muilo prximo a esla
boia pur qnalquer dus lado. Os rumos la boia para
fura uo rail .1 Mu S. O. para ().: e N. E. para leslr.
Assim mais urna boia de segunda claise, piulada
rom lisias perpendiculares pretal e brancas, em Ires
bracas d'agna na baixa mar, cm frente a barra la
baha do Bull. O pharol da habla le Bull O. 1N. <). ;
a pona do siil de Raroon Kcy N. N. O. :|i O. lle-
ve-so passar muilo prximo desla boia por qnalquer
Ins dados.
Embarcarlo le sino em frente barra de Charlea-
Ion, C minia do sol.
I na embarraran da ferro pintada com lisias per-
pendiculares preas e brancas, acaba lo colloear-se
pela parle le fra de Cliarleslou (Carolina da Sol)
barra Main Shipn em riuro equalro braras d'agua
as marrs bailas. O pharol Carleslon Ma'in em pa-
rallclu, demorando N. f), para o N. ; a embarcaran
pharol do balso Ralllesnake N. E. para o norte ; a
baliza de fura da ilba SullvanVN. 1 o N. O. 1|i o.
Comprimenlo da crranle da amarrarao 32 bracas.
O sino esta sobre um maslro c taca pelo mvi-
menlo do mar.
Os capilaes de emharcacnes, pillos e pesiadores
rao rugados particularmente para lar iulorraares na
alfandega ou no esrrqitorio lo inspector de phare*,
no raso que vejaui que alguma cousa vai mal com
esla embarcaijao.
Todos os romos e demarraees sao magnticos.
Por ordem de Ss. Senhorias.
Aasigndo, John Washington, hydrgranho.
Reparlirao hydrograpbiea d> almiranlado, Lon-
dres 2:1 de novembro de 1855.
FIsle avisos affeetam o mappa do almiranlado
America do NorteCosa de l.'esle, folha 7 n. 270.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico e in-
terpreta commercial juramentado.
TRADUCCO.
Aviso aos navegantes.
N. 52.
(Arar do Mediterrneo.
Pharol do Porlo de Mea.
O capillo do Porta de Mee acaba de fazer poblcn,
que no I. de julho protimo findo um novo pharol,
para substituir oque exisli, foi e.labclecido na ex-
Ircmidailc do inolhe exterior do Porlo le Mee no gol-
fo de (icnova.
O pba'ol he ama luz brillmnte, clara e fix.i, va-
riada pur razia encarnados, cada meio minlo. Ksta
enllocado em uma c!evai;ao de oilonla pos iuglezes
cima lo nivel lo mar, e he visivel em lempo claro
na distancia approzimada de 12 milhas.
O apparclho de luz he caladioplrico, da quarla or-
dem do svstema de F"resncl.
Naqueliaa noiles, cm que a entrada da baha se
(orna peraosa por motivo do grande vagalhao, o
pharol sera apagado, ciiino aviso le que embarca-
rnos, em laes oecasies. Hito po lem enlrar para a
baha ou fundeadouro, c devem buscar abrigo em
Villa Franca a L'Ette, ou Aolibts da parle de Oeste
segundo a direccao lo venta.
Por o .Iimii do S. Senhorias.
Assignado, John Washington, hvdrographo.
Reparlirao hydrograpbiea lo alniiranladode Lon-
dres aos 21 de novembro de 1855.
Fisle aviso affecla os seaninles mappaa do almiran-
lado :Medilerraneo n. 2158; Cabo Roux para Mo-
naco n. 152 ; Villa Franca n. 1.V1 Palomos para
Vcnlimalia n. 1182 ; Lista de PnaroeS do Mediter-
rneo u. 60 edieeno de 1855.1Jos Acoslinbo Bar-
bosa, traductor publico c interpreta commercial ju-
ramentado.
Correio gem.
A mala que lem de conduzir o hale brasileiro
iCapibaribcii com deslino a cidade do Araealy, fe-
cha-se boje (7 ao meio dia.
A mala que lem de conduzir a lancha brasilci-
ra Nova Esperanca com destino a provincia da
Parahiba. Icclia-se boje 7) as :l horas da larde.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria de fazenda
manila fazei publico.quc nos dias'8,15 e 22 de junho
prximo futuru eslara em praca peranle a mesma
lliesouraria para ser arrmala lo venda a quem
maior preco ullerccer, um silio no lugar da lbura,
que pe tuneen ao badare! Pedro Oaudiauo Ralis c
Silva, e que foi adjudicado a fazenda uu valor de
IKKttOOO: os prclendentes dcvcrAo comparecer na
casa da mesma lliesouraria, nes referidus dias
meio dia. Secretaria da lliesouraria de fazenda le
lVrnatnbucu 2N de maio le 1856.O nllicial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos propritarios los predios urbanos das fre-
gueiias esta cidade c da dos Atagalles, que os 30
dias uteis para o pagamento a bocea do colredo 2.
semeslre la decima do auno linauceiro le 1855 a
1856, se principian) a contar lo dia primeiro de jo-
uho : lodos us que dallaren) de pagar, taranta esle
prazo, acorrerlo na mulla de 3 ', sobre seus de-
fcilos.
O lllm. Sr. Inspector da manda fazer publico, que us das 3, 10 e 17 de
junlio prximo luluro iraoea prara pcraue a mesma
thesoararia, para seren arrematadas a quem maior
preco ullerccer, a renda aiiuual das rasas abaixo
mencionadas, perlenecnles aos pruprios nacionaes.
Os prelctidcntas devem cumparecer na casa da mes-
ma reparlirao nos referido das ao meio dia com
seus fiadores. Secretaria da lliesuarara de fazenda
de Pernambuco 28 de malo de 1856. O ollical
maior, Emiliu Xavier Sobreira de Mello.
Uma casa terrea n. 19 na ra de Santa Thcrcza.
Uma dita dita n. 21 dem idm.
1 in sobrado de dous audares com o n. 11 na ra Di-
reitn.
Tendo esta reparlirao precisao de uma raldei-
ra de (erro, conforme u desenlio que aprescnUra aos
Concurrentes para a barca de eseavaro ; o lllm. Sr.
inspector manda fazer publico ler d realisar o con-
Iralo da respectiva factura uo dia 10 dejiinho pr-
ximo, em vista das propostas rcrebidas al o mes-
mo da, com quem mais vauligeus ollerecer a favor
da fazeuda.
Capitana do porta de Pernambuco 30 le maio de
1856. O secretario, Alexandre Rodrigues dos
Anjos.
Devendo em enmprimento da or-
dem do tribunal do thesouro nacional, de
2 de Janeiro do corrente anuo, tahir da
citciilaruoas olas de 50$, de legonda es-
tampa, papel encarnado, que nella c\is-
tem, sendo Substituidat por nulas do
Banco do Brasil, dos mesmos pn de me-
nores valores, o lllm. Sr. inspector da
lliesouraria de fazenda desla provincia,
manda convidar os possnidores des ditas
olas de U.sOO, para as apresentarem
na mesma tliesonraria, alim de serem
trocadas dentro do prazo de oitomezes,a
contardo de julho prximo vmdouroa'
28 fevereiro do seguintt; anno de I8,">7 ;
declarando ao mesmo lempo que, lindo
esse prazo. sollrenio as notas o disconlo
de 10 por cento do sen valor em cada
iniv. de demora na apresentaco, na for-
ma da lei de (i de ontiibro de IS."), ate
liiii.ni sem valor algum. Secretaria da
lliesouraria de fazenda de Pernamliuco,
jiinlio de I8.")(i. o ollieial-maior,
Emilio Xavier Sobreira dt Mello.
brevidade : para o resto da carga o passageiros, para
i que lem csrellenles eommodoa, Irata-se rom liar-
roca \ Caslro, ra la Cadeia du Recita u. i, ou com
o capilao na praca.
Para ;i Uahia.
A veleira garopeiru "S. Pedros perteude :,e^uir
para Babia oestes oito das por ler parte de seu car-
rcgamenlu promplo, para o rr-lo trata-se rom o seu
consignatario, Antonio Laia de Otiveira Asevedo.
PARA A PARA III HA.
O hiale "Nova Esperancan meslre llvpoliio Jos
da Silva, segu em puncos ibas por ler parle do sen
rarregamcnlo prompta, para o redo da carita ; Ira-
ta-se com n dito meslre, ou na ra da Cadeia lo
Recita n. 16, primeiro andar.
Coitipanhia brasileira de
paquetes a vapor.
O vapor Pa-
ran romman-
lanle Francisco
Ferraba lior-
ges espera-se
dos purlos da
norle a 9 ou 10
lo correnlc. e
depois da le
mura >\o costa-
nao seguir' pa-
ra Mareiii, Ha-
ba e Rio: agencia na ra do Trapiche n. 10 se-
gundo andar.
PARA O ARACATV
o hiato Corrcio lo Norleu segu com brevidade ;
recebe carga c passageiros : a Iralar com Caelano
Cyriaeo la C. U.,ao lado do Corno Sanio n. 25.
O hale iCapiarihe sabe para o Araealy no
dia T do correle imprelenvelmente : para o reslo e
passageirus, trata-sc na ra do Vigario n. 5.
Companhia
do iiavevacao a vapor Lu-
so-Brasileira.
Espcra-sc nesla aljll du correnlc o vapor !). Ma-
ra II. cominandanle o tencule (lUmaracs, proce-
dente de Lisboa pelas escalas, e depois da rostomada
lemora seguir para a Babia e Rio de Janeiro; rc-
cebem-80 carias unir.un,-ni- tu crrelo, e os passa-
geiros dirijam-se au agente .Manoel Huarle Rodri-
gues, roa do Trapiche n. 26.
O brigoe brasileiro Coiiccirao |irccisa de tnii-
ruja brasileira para a soa prxima viagem ao Rio
(raiide do Sul ; quem esliver habilitado, dirija-sc a
bordo do lilo brigue, a Iralar com o capilao Joaquim
Ferreira dos Sanios, ou na ra du Trapiche n. I i
com .Manuel Alves Guerra.
No dia 2 do corrente a noile, ausentou-se da
casa le seu senbor a escrava Genoveva, crioohi, de
2S anuos de iilade, alia e hua ligara, lem uma das
mitas n ni peijueuas piulas parecendn foveira, e na
espadua direila atauns skiiaes auligos de junco, le-
\ou vestido de rliila escuro e paunn da Costa novo
-om listras brancas c encarnailas guarnecido, de
franja ; ella be natural das immedisejoea de Iguari
si'i engenho Prejuh) e fui escrava, diz, que doSr.
Cosme, lillin du Sr. Cosmr Joaquim ; roga-se pois
as autoridades poliriacs e capilaes de campo a apre-
liencio o leva-la ros de Apolle n. 1 a, primeiro
andar que generosamente se gratificara.
Precisa se le um pedreiro para fazer um con-
cert : na Gamboa do ('.armo n, :s. primeiro ailar.
O escrivo da irmaudailc do Sciifiur llora Jess
das Chagaa por ordem da mesa regedora convida a
lodos os irmaos para comparecer no lia 7 as 9 horas
da maufiaa no nosso consistorio para elecer a nova
mesa que lem le fuuccionar no auno de 1H56 a!857.
O esrrivau, francisco Alves Kibeiro.
Precisa-sede uma ama de leilc : na praca da
Independencia ns. 56 c !IS.
Precisa se de um coznheiro para uma casa de
pouca familia : ua rua do Hospicio n. 9.
Prerisa-se de um amassador : na rua das l.a-
ranseiras paitara n. 21.
(I abaixo assignado roga a todas as pessoas que
tom penhores em sen poiler, o favor deas vir lirar
no prazo de qunze dias coulailos de boje ; e findo
os iiuacs scrao citados, para s ver vender e respon-
sabilisar.se pelo que fallar, para pagamento do
principal e juros ale real embolso.
Juan l.ius I erre ir. i Ribeiro
Testa da Santissim Trin-
dade.
A commisso encarregada da fesivida-
dea" TKINDADE SANTISSIMA, naigre-
ja de Nossa Senhora do Livramento, em
accSo de gtacas pelo desa[)parecimenlo
do cholera, pretende levara eieito essa
festividade no dia 8 do corrente. man-
dando cantar vesperas, mista e TK-DKUM
orchestra pelo
ttm&.
?H)to& mQxlxm0$.
Para u Porto segu com loda a brevidade a
nein condecida galera poilusueza Itracharciise :
para carga c passageiros, para o que lem os mais
acetados commodos, iraia-se com os consignatarios
i.deAquino Fonseca X Filbo, on com o capilao
ua praca,
O brigue escuna brasileiro lraciosan, para a saa
viagem ao norte do imperio, precisa de 5 marinhei-
ros Inasilcros: para os ajustes, liala-se r.un o capi-
lao a bor.lo, ou em casa do consignatario J. B. da
Fonseca Jnior.
Para Lisboa segu com brevidade, pur lera
mnior parle da carga prompta, a barca porlugueza
Carlota o Amelia, capilao Manoel da Costa e Sil-
va : para o resto do rarregamcnlo, Irala-ae cuinos
seus consigiialarius Francisco Severiano Kabelta !k
Filbo.
Para
seguir'
receber passageiros on escravos a l'rete,
a barca nacional FIRMEZA, que se es-
pera nsjsles dous dias do Assii: ipiem pre-
tender tratar pode dirigir-se ao csi ripio-
rio de .Manoel da Silva Santos, na ma
da Cadeia do Rccifu.
Rio
o to tic stneiro
com a demora siillicienle, para
rara o
O patacho portugui1/. S. JOS' se-
gu .lie o da 15 de junlio vindouro, i-m
ja dous Giros da carga prompta : para
o resto trata-se com NovatsxV C., ua rua
do Trapiche n. 5i,
Para o l!io de Janeiro
ahe com muia brevidade o brigue SA-
ITARIO, o qual lem a maior parle lo
cure,
^amento promplo: para o restante
e passageiros, trata-se com .Manoel Fran-
cisco la Silva Carrico, na rua lo l'.olle-
gio n. 17, segundo andar, ou a bordo com
o capilao Manoel Jos Ribeiro.
iara o Porto,
a nova e \tinta barca Sania Clara, segu com
Agencia de lei loes, rua dt
Madre de Dos n. 542,
de Vieira di Silva.
Aletu dos objeetos annunciados para
sabbado, serao patentes tres crioulinhas
de menor idade, as mesmas horas.
_ O agenle Olivcira Tara' leilao por mandado do
Exm. Sr. Dr.juiz especial do commercio, de lodas
as fazeudas da loja embargada a Anlonio de Mello
Kodrigoes Loureiro, sila na rua do (lucimado, assim
como dos dividas activas da mesma por lellras ua
importancia de 3:0979947 : seganda-feira '> do cor-
reute. a' lt horas da manilla na indicada luja.
O agente Otiveira lara leilao por cunta de um
negociante dla prara, pie se retira com sua fami-
lia para lora do imperio, da inobiha da Ma rasa con-
sislindo em um grande leilo trncez, guarda-vesti-
dos, commoda com (ampo de marmure, sof, mesi-
nha com lampo de marmorc, mesas de jogo dill'eren-
le>, um iiiiui-imu piano do autor lliiard, iiie'.m-
nomo e cadeira para o mesmo, couversadeira, di-
vn, mesa de roldanas para janlar, eadeiras com as-
iento de junco, ditas de palhinha c nutras de ama-
relio, carias geographicas, globos terrestre o amular,
Icilos de Jacaranda ede ferro para meninos, diversas
mesas para leilura e oulros mvslcres, consoloa,guar-
da papis, espingardas o pululas, loucailor, mala
le viagem, moldura de pao esculpida, e muilos ou-
lros arligoa feilos de lindas madeiraa : e assim mais
de mullas obras de uuro ede prals, sendo desla um
bello jarro e hacia : lerja-feira 10 do crreme as 10
lloras da mandila, no predio nudo existe u consu-
lado britnico, rua do 'l rapiche.
Agencia de leiiocs, q rtt t
da !Hadre de leos n.
52, de Vieira da Silva.
Sabbado 7 do corrente, as 10 horas
da manha, serao arrematados muilos e
diversos artigo* de mobilia, c muilos
'mais objeetos: o que ludo estara' paten-
te, e sera' vendido a contento dos ire-
guezes.
No dia (i, as II horas, jia roa do Amorim no
armazn) do liuailo polieiru Jlo Kaptisla do Espi-
rito Saiito Amorim, em preaenca lo SV. Hr.juir.de
ausentes, havera leilao de diversos rolos de madeira
e ferramenla propria do ullico, perleucenle a he-
ranra jronle do mesmo linado.
O ageule Olivera fara leilao, por aulorsa;ues
do Exm. Sr. Dr. jais especial lo commercio, alan-
dal cm requerimenlns dos deposilarios e curadores
Tiscaes da mansa fallida de .loao Mureira Lopes, de
todas as fazendas c armarn da loja de lito fallido,
sila na rua do Crespo n. I, assim como das dividas
aclivas da mesma. importando aquellas secundo as
avaliacoes ern ll:0fb>JI0, e estas cm 25:3019189,
cujos iovcularios exislcm em poder do referido agen-
te, (ue se oiferece a palenlea-los cora anteciparjio
quelles prelendenles que s" dirijom ao seu escrip-
torio para tal lim : sabbado t i do corrente, ai 11
horas da manhaa em poni, na indicada luja.
O agente Olivera fari leilao no dia que de-
(Is abaixo asssigiiados, com loja de ourives Da rua
Cabuga ii. II, confronte ao paleo da matriz e rua
Nota, fazem publico, qoe eslo recebeudo continua-
damente as mais modernas obras de oorn, tanto para
eoborai romo para homens e meninas ; oa precos
continan) razoaveis, e passam-se contas com respon-
sabilidade, tspecifieaudo a qualidade do ouro de I i
ou 18 quilates, tirando assim sajeilos o mesmos por
qnalquer duvida.Seraphi.n c rmio.
(,)uer-se fallar ao Sr. Jos Francisco de Oli-
vera I.un i, ou ao Sr. Joao Uvpolito de Meira Li-
ma ; ou nnnnunciem ahoas moradas oa dirijam-se a
travessa do Carioca n. 11.
Osabaixos assignados fazem scienle aos seas
fregaezes e ao publico em geral, que compraraui
no Sr. Jos i i'.nraives Braga, a fabrica de charutos
sita na rua da Cruz o. lid, e que continan) a servir
os seas Ireguczes com os bons charutos eomo an-
tes.
Manuel'I.ni/, Correia S C.
Nicolao llarlery, manda aos Esladoi-Unidus
seu flho menor de nome Nicolao Hartery, e um
criado pardo de uome|Joo Baptista Nomerano.
APIPCOS.
Pedro l.ocllio Pnlo, tendo acabado com soa ta-
berna, pede as pessoas que Ihe esiao devendo de
irem salisfazer seus dbitos al o dia 18 do corrente,
pois lambem lem obrigai^Oes .cumprir.
Prerisa-se de um homem solleiro, qne saiba
lr, escrevar e contar, para o logar de eufermeiro
do hospilal le marinha : quem (iver tees habilita-
rles, e quizer o referido lugar, pede apresenlar-se
no mesmo hospilal.
Farlaram do sitio da Trompe do| sobrado n. 1,
ao anoilecer do dia 3 do corrente mez, om taixo de
cobre quasi novo com o peso de mais de meia arroba,
roga-se a quem elle for offerecido loma-lo e avisar
no referido sitio da Trompe que tero escritos as
lojas, onde foi taberna, qoe muilo se Ihe agradecer
e recebera' gratificarlo de seu trabalho, c do caso
de o ler pago se Ihe enl regara' o que" dea por elle, e
mais uma -ralilicaru pelo empenho que ha de se
saber quem a lirou.puia ha toda a certeza que foram
prelos que muram uo mesmo silio.
Quem peicisar de ama ama com muilo bom
leile e boa conduela, queda' pessoas que a coabecero
de seu bom comporlamenlo, de verliudo porem que
ella tem uma lilha de 18 mezes : dirijam-se a rua
Direila n. DI primeiro andar a qoalqoer hora do
dia
Festae procissaj do
H glorioso padre S. S
S Antonio,naCapuog-a. $&
w Os enea fregados da festa e pro- w
9 cissao que os habitantes da Capun- %T
'kLi {ja e Manguind pretendem fazer
W celebrar, em honra e como signal ^
x3 de agradeeimento ao glorioso pa- w
&- dre Santo Antonio, pelo patroci- w
$SS nio com que valeu a todos os liis
V$ que a elle recorreram, nos alllicti-
V vos dias da epidemia, teem dado 0
S as providencias necessarias para
'-. que ditos actos se ellectuem com a @
i3 maior decencia |ue for possivel,
-..i no dia 15 do corrente impreteri- S?
i velmente (salvo o rigor do inver- $[i
^ no) ; e por isso rogam a todos os
J,'i liis, a |uem se dirigiram cartas i??
'.J pedindoesmollaspara um imtao c
I';- pi e ortodoxo, tenham a bonda- @
%[' de de entrega-las aos encarrega- @
?3 dos do recebimento. fe
lima farinha le
e por isso con-
signar, de cerca :I.V> barricas da n
Ingo de Lisboa, sol) diversas marcas
vida aos Srs. padeiros ou prelendenles a procura-lo
ni) auleciparo
exanie
para receberem as amoslras, que r
"es serao entregues para seu inelbo
senuo dirigida a msica li
professor F. Jos Correia de (lueiroz, e a
militar pelo professor l'edro Garrido,mes-
lre da msica do primeiro balalhaode fu-
/.ileiros da guarda nacional ; serao Bre-
gadores na festa o Rvm, pregador da ca-
pella imperial .loao Capistrano de Men-
donca, e no Tl-DEL'M o padre-mestre
Leonardo Joao (reg: a imagem ben-
/.er-se-ha antes das vesperas; a dita
commisso roga aos moradores da mesma
rua do Livramento tenham a bondade de
inundar Iluminar nos actos das vesperas e
TE-DEUM as frentes de suas casas, e na
testa ornaren) as varandas com colxas.
Os Srs. accionistas do
vapor a reboque, sao con-
vidados para entrarera
com a ereeira prestacao
de !5 por cento, at o dia
l<$ do corrente, na rua do
Trapiche n. 8, escripto-
rio de lien i y Forster $ C.
Hua du ta'lli'-i'i. o Sr. Cyprianno Luiz da
i'ar, aterro la Boa-Vista, a Sr. JoAo Ferreira da
lu/. na padaria do Sr. Iteiri/, dirao qoem d com
hvpolhcra em casas terreas quanlias de 20(15, itUO,
1003, 3000 e (00?.
O Sr. a quem o jardim publico empreslou 1201
sem inleresse algom, o ja se lem pedido o pagamen-
to por duas vc/.es. baja le mandar pagar antes que
esle negocio va a mais clareza.
Na rua da Soledade n. 70, aluc.a-.se um cozi-
nheiro, copeiro, buleeiru, etc., para servico de casa
cslranseira.
I'rccisa-se alujar uma prela forra on captiva
para todo o servico de uma casa de ppquena familia,
pasa-so bem a Iralar na rua lo Amorim n. jO,
primeiro andar, ou na rua lo Hospicio, primeira
casa terrea le suto viudo da praca da matriz.
AJoga-se pata algonsa oasa estrangeira um es-
cravo ja coslumadu a serviro de casa : na rua de S.
f,oncalo ii. \2.
Ueccbeu-se por cnuaiio um barril com Inuei-
niio : quem lor seu duno, dando lodos os si;naes
delle, podera dirijir-se a rua eslreila do Itosario,
taberna n. t(i, para se Ihe entregar.
Tosi na noile do lia 2 desle mez o prcto la
Cosa, Miguel, alio, rorpoleulo, barbado, com lodos
os denles da frente, lalbado no roslo, e j pinta :
levou caira branca, camisola le baela verde escuro,
ramisa de iilaodaozinhu branro por dentro e chapeo
de muro ; cosluma aassislir as casas onde muram os
preloside narao : ruga-se a qualqucr que o appre-
hender, cunjiizi-le a casa da abaiso aasisnada, sua
senhora, ua rua do l.ivramculo n. :I7, sobrado de
um andar ; da-se boa gralilicarao.
O abaixo assignado faz scienle a lado os her-
deiros los Tinados Jos Andr le Olivera c sua mu -
lher, e a mais quem posea inltressar, que mesmo
baiu assisnado nada de.ia ao casal daquelles fiua- bypotecado. e por isso neuhum negocie se pode fa-
dos, a exerpro la quanlia que no inventario a que zcr com tal cnsenho.
se procedeu o menino abaixo assignado couferio, no
sendo verdico um oulro dehilo em dilo inventario
descriplo pelo inventariaule. e que foi pelos herdei-
ros parlilhado, o que em lempo competente se mos-
trar em juizo ; e para que pessoa algoma fa;a com
a dita quanlia ja partilliada alituin i Iran-arrn, se
faz o prsenle, pois que o abaixo assignado n.io de-
vendo lal debilo, protesta nao pagar.
Pedro Josda Cosa.
Na rua da Cruz, sobrado n. ti, segundo an-
dar, engomma-se com aceio, o por preco muilo com-
modo. a mesma casa se ollerecc um moro brasilei-
ro. que escreve bem, !: e conta, para caixero de
urna :asa eslrangeirs.
Conlinoa-si; a dar a juros razoaveis por penho-
res, qoanlias de 509 a HKI3OO : na rua eslreila do
Kosario n. 7, e das Calradas n. lo, no segando an-
dar.
11 iiiciiiu c.tiiiii
(luem pretender comprar 17 animaes de roda,
bous, novo, e fortes, e em bom estado de moer, di-
rija-se ao engenho Arariba da l'edra, (reguezia do
Cabo, que achara com qnem Iralar, pois se vende e"m
razo de se mudar o dilo engeuho de animaes qoe
era para moer com agoa.
A abaixo assignada como viuva e inventarame
dos lien- do casal de seu marido Francisco Jos
da (aisla Campello, e aubarisada pelo respeitavel
despacho do lllm. Sr. Dr. juiz 4c orphaos, vende
os seguinles lieos : um silio na rua Imperial n.
UO A, um sobrado de um sudar na mesma rua 11.
100, uma casa terrea lambem na mesma roa 11. 98,
mirlenrn i cunliguo a mesma casa, e uma casa ter-
rea na rua do Itom-Fim n. 32, em Ollnda, o pre-
lendenles dirjam-se a rua Imperial n. 10, segun-
da casa depois da fabricado salan.
Sciihorinha Solera d' Albuquerque Campello.
l'rerisa-so trucar as imagen, seguinles,sendo
pcrfeilas e do tamaito de um palmo pouco maisou
menos; N. S. da C.uncti.; 10, S. Jos, Sanio Anlonio,
e S. Sebasliao; quem liver dirija-se a roa dos Mar-
n vo. n. 3U.
Ifioacio Joaquim de Souza l.eao faz publico,
para que itingoem se chame a et.gauo qoe o engenho
Carneiro silo na freguezia de Serinhaem Ihe esla'
ARRENDAHENTO.
A loja e armazem da casa n. ,V. la roa da Cadeia
do itecife junio ao arco da Conceirau, acha-se desoe-
eupada. c arrenda-se para qoalqucr eslahelecimeiilo
em poni erando, para o qual lem commodos ofli-
cicnles : os prelendenles enlender-se-ho rnm Juan
>'epomuceuo Barroso, 110 segundo andar da casa 11.
57, na mesma rua.
Fugio uo dia ."> pelas S horas lo dia o negro
Jo-e, le narao Cosa, o qual lem ossignaes seguiu-
les : bastante alio e muilo beirndo, no rosto (em
aillos proprios da narau delle, gTOSSO do corpo, pos
mriu (raoMM levou caira c camisa de algodao da
Ierra : quem o spprebender ou aoober aoude esteja
orcollo, dirija-se a casa le seu senhur llr. Ignacio
Nery da l-'ons:ca, na rua Direila, que ser gratili-
cado.
I'recisa sede urna prela escrava, que saiba Ira-
lar de meninos c cuidar de sua roupa : quem a liver
dirija-se ao sobrado n. S da rua je S. Franrisco,
cuino quem vai para a rua llalla, para tratar do
ajuste.
I'recis.i-se de um homem porlueucz, qneeo-
teoda de aervira) de engenho 110 campo, para dirigir
uma fabrica : a tratar na travessa do (.lucimado 11.
I, rom Ciabriel Anlonio le Caslro (Jui}laes.
Anda fgida a negra Victoria, de nar.io Mos-
sambique, lem urna -arnlha do alio la testa a pona
do nariz, signal le sua iiaeAn, magra, all, falla
alrapalhaiia, anda com unta Iruuva de roupa a cabe-
ra, lem sido vista na Capunga o Manguind : quem
a apprehender, leve a seu senhor Arantes, na Ca-
punga, 011 na ('rara da Independencia, luja de cal-
cado 11. l:i c 15 do Aranles.
Na rua Aucusla n. 01, cmpriihain-se algumas
obras le ouro e prala, a pessoas condecidas,
l.lueni prensar le orna pessoa capaz para co-
brar dividas ou conlas de loja, ou oulro qualquet
cslahelecinienl a. c mesmo despachar qnalquer papel,
on miro qualquT emprego lo rua aqu na praca,
dando para isso fiadores a soa capacidade, dirjale
ao becco Tapado da matriz le Sanio Anlonio n.(i,ou
aiiiiiincie.
MI TA A ITENCAO.
O aballo assignado, morador na ru.i da Alegra,
roga as autoridades (inliciaes e mais pessoas. de ap-
prehenderein os mena ilous esrravos que se arharn
futidos, Galdiuo, crioulo, pedreiro, oleiro, mor
baixo, grussu. olhos vivos, nariz afilado, algumas v
ICS anda calcada, e diz que he forro, perlenceo esl|
escravo ao engenho d'agua de Igaarass dn finad
llenriqne Poppa i'.ir.iu, a consta que trabadla pelo
arrabal.les da cidade : Manuel da Malla, rrioulu. d
JO aniius de idade, allcu seeeo, anda rbido para
frctile, leui um grande signal nos peilns a imita
le queimadura, he rasado roma e-rrava Catuliiiadi
dito engenho : este escravo leu) 3 lilhos eaptWi
porteneeo ao dilo engenho ; usa de nina patrono pe-
quea que alara ua cinlura ; rouliuu-mc 3559; lal
vez fngisse para o mallo por ler sido encontrado com
um sarco do roupa, c ha tuspeitas que fura sedozido
pur pc-soa |iie pruciirou-mc para o comprar, mas
que inleirainenle o desconbeco : quem us apprehen-
der ser gratificado.Marcelino Josc Lopes.
No ha .1 do presente mez perdeu-sc da botica
lu Sr. Bravo alo a rua da Calcada, um embrulhu
com ."> riixinhas de pilulas vegelaes lo llr. Ilran-
Iclh : quem achou dito embrulhu e o quizer resli-
luir. lrja-so a rua da ('.airada n. l(i, nu entregue.11
na loja da Boa Fama ao Sr. Miguel, qu; o dono o i
procurara.
^- Allugi-se e precisa-so de urna boa ama de lei-
le f l1"" 'ja aadia : a Iralar na rua do C.ollfeio n
x segando andar.
l'reeisa-sc alagar uma negra ou negro caplivo,
que saiba cozitihar, para casa do pouca familia, pa-
ga-se bem : na rua eslreila do Kosario n. 17, seguu-
do andar.
Aluga-se tima grande casa terrea com quinlhl.
na rua aliaz da matriz da Boa-Villa : Irala-se no
Manguinbo, silio de llerculanu Alves da Silva.
Deseja-se saber residencia lo Sr. Flix l'aes
la Silva, para se Ihe entregar urna caria de iitipor-
lanca : no l'asscio l'ublico, loja 11. II.
I'rccisa-se de nm inoleqtic para o servico de
urna casa eslrangcira : quem o liver dirija-se a rua
da Cadeia do Kccifc n. 36, las'.) horas ale as i.
l'rerisa-sc de um amas*adur na padaria do
llril". no Monleiro : a Iralar na mesma, uu na rua
llireila 11. ('.'.
A pessoa que quer saber la morada de quem
lem n val do Sr. Anlnnio Borgcs la Fonseca. mora
nos Coelhos, rua dos l'razeres, casa pintada de cin-
/.enlo que lem lous lees no porlao.
I'rccisa-se le um feilor que saiba Iralar le
jardim, e que seja porlugtiez : a Iralar na rua da
Cruz du Recite n. 13, primeiro andar.
Jos Antonio Braga, potingue;, relra-se para
fura do imperio.
Attenc&o.
Preeisa-se de um feilor para engenho c paga se
bem, com lano que seja pessoa que letiha pratica e
dd fiador a sua conduela : .1 (ratar no armazem n.
30 da rua do Hrum. No mesmo armazem vende-se
urna porro de n/.eilc de carrapaln em bous cascos,
assim como meias pipas vastas, barris de e 3 em
pipa.
AVISO.
l'ede-se a pessoa que em companhia le oulra fui
comprar um sobretodo de borracha rio sabbado 31 de
maio as 7 horas la larle, pouen mais ou menos, p
leu em pagamento urna meada lo ouro de l(i> ve-
II1.1, tcnlia a bondade de ir trocar por oulra, na rua
doCollecio n. i.
Aluga-sc uma negra que sabe roziuhar e cn-
gomm.tr: na estrada de Joo de Barros, primeiro
sobrado depois do bcrco do Boi.
Prociia-se alugar uma ama para o serviro in-
terno e evlcrno de tuna rasa do pequea familia,
da-se, sendo livre, S> por mez, o esciava \2>. pro-
metlendo-se alm listo bom Iralamenlo : dirija-se
ao largo de S. l'edro, sobrado de 11111 andar n. .'.
Bogeiiio Didicr & C. partieipaaa que, as las
lellras de 300$000 e ".l"'-7-.u vencendo aos 31 de
oulubro prximo, sacadas p ir elles, e aceitas por
Anlonio Copes l'ereira .Mello, londo-ae Icseiiruiui-
uli.ido, iilugiieiii .i^.t negocio rom as dilas lellras,
pie licain le uullo valor e -om elleilu ueiibnm.
francisco
Ceara.
Ko;a-se encarecidamente ao Sr. Jo
ao Francisco da Costa, morador nacida-
de de Olinda, que liaja de dirigir-se a
rua Nova n. 'i, a negocio que nao i-
1101 a.
I'rccisa-se de olliciaes de cliajif leiro :
a rua Nova, loja n. H.
I'rccisa-se de urna ama de leile forra 011 es-
rava ; na rua Nova 11. 23 piimeirolmidar, sobrade
|uc faz quina para a Gamboa do ('.armo.
I'recisa-se de uma ama para casa de homem
olleirn : ni roa da Cadeia do Iteeife 11. 13.

Tibnrrio de Sonza Nevos, vai ao
MUTIUilVT
ILEGIVEL
Qoem for parenteda parda Geralda, qoe falle-
ceu do cholera na Torre, a 28 de maio do correte ;
queira apparecer na rua do Hospicio n. io', a nego-
cio de seo inleresse.
Lotera
do Gvmnasio
y
Pernambucano.
Aos 4:000s. 2:000s e 1:000 000
Corre induhitavelmente sabbado 7 de
junho.
Salustiano de Aquino Ferreira
participa (jue venden as seguiates sortcs
da |n-iineiJa parte da primeira lotera, a
benelicio do convento de ^Jossa Senhora
do Carino,
Billiete inteiro n. 25924:000s000
< 9572:000.s000
2080 500.s'000
Tem e\posto a venda novos billietes,
meios c (piarlos da quarta parte da quai-
talotera do (vmnasio Pernambucano,
na rua da Cadeia do Recite n. 45, loja de
miudezas de Jos Fortunato dos Santos
l'orto, na prata da Independencia ns.
57 e 59 loja de calcado d Antonio Au-
gusto dos Santos Porto, e na mesma pra-
ca n. V, loja de bilhetcs da viuva Bastos,
c as otttras lojas a' condecidas do respei-
tavel publico. Os bilhetes das tres pri-
men-as sortes grandes, sao pagos sem o
disconto de S por cento do imposto ge-
ral, rubricados por S. A. Ferreira.
Pernambuco 4 de junho de 1850.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Duarle Josc le Mello Pitada, convida a
seus amigos e collejas, para assiilirem a missa
que se ha de celebrar no dia 7 do correte,
as 10 horas de manhila, oa matriz da Boa-Vis-
ta, por alma de m presada avii.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
OSr. caiva da Companhia de Beberibe
acha-se autorisado pela assemble'a geral
dos Srs. accionistas da mesma companhia,
apagar o 16- dividendo, na razao de
.S'OO por accaO. Uecil'e 5 le junho de
185(i.0 secretario, Luiz da Costa Por-
tocarreiro.
Anlonio Alexandre Vieira relira-se para tora
da provincia.
I'rerisa-e le nina ama para o serviro interno
le uma casa le punca familia ; cunfronle aooiUu
do Cirpo Sanio, loja de caisado n. 211.
Aloganaa urna prcla 00 pelo para vender sa-
pada,viudo da casi do seu senhor asK lloras do dia, e
vollaodoas (ida larde : a quem convier esle negocio,
dirija-se a roa do Rtnsel n. 77. primeiro audar.
Alaria Joaquina Alachado faz publico, que
lendo arrematado em prac,a publica, a taberna cita
na rua lo Collecio, n. .">, e au mesmo tempo com-
prado lodas as dividas, a Paulo lose Comes, que
se esl.io devendo a mesma taberna que foi do falleci-
lu Joao Clirysostomo da Silva, pelo presente avisa
a lodos os devedores que se acharo a dever a dita
taberna, que no prazo de 30 das venharolpagar na
dila taberna a francisco (ioncalves CoimarAes, seu
procarador bastante, o qnal se acha aulortiado para
S dila rub aura, e lindo o dito lempo passara' a che-
ma-Ios a juizo, e espera dos senhores "devedores
nao ser necessario.



DUMO iE PilanB CO SBADO 7 li JNHO 01 1856
rdancia,
o de lodos
fasto ao alcance
IEERTORIJ DO IEDK?
HOMEUPTHA.
EXTRA1HDO DE RUOFF EJRoEN-
NINGHAUSEN F OJ
c porto em ordem alphabeljsf; com a deseripeo
abreviada de lodas as molesUI, a indicar.io pnyWO-
logica e Iherapculica de> meopaiicos, scu lempo de aejao
seguido de um diccionario da siguiij
o. termos de medicina e cirurgia,
das pessoas do novo, pelo
R. A. I BE MELLO 10RAES.
Os Srs. assignanles poden) mandar buscar os scu
cxemplares, assim como quem quizer comprar.
S J. JADE, dentista, I
contina aresidir uaruaNova n. 19, primal- *j)
je ro andar.
**
Nn loja do sobrado n. 15 do pateo da riheira de
S. Jos, lava-se e enguroma-se com milita peifeicao
e.ieeio, e com a reaior brevidade possivel.
Palou Nasli iSrCompanhia declaran) quejoo
l'edro Jess de Malta deixou de ser seu caixeiro desl
de hontem 14 do corrente me/. Heclfe 15 de abri-
de 1866.
Massa adaman-
tina,
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applica ventosas pela
atraerlo do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Santo Antonio n. 2,
PUBLICACAO" L1TTERAIUA.
Repertorio jurdico.
I'--1" publicado aera sem duvida de nlilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do fc'iro, pois nella eucoulraruo por orden) alpl.abe-
lica as principaes a mais (renuentes oceurrencias ci-
\is. orphauologieas, commerriaes eecelesiaslcas do
nosso foro, com as remsses das ordeuaees, leis,
avisos reirolamenlos por qoe se rege o"Brasil, e
bem assim rcsoliiroes dos l'raxi-las ulicos e moder-
nos em que se lirmam. Conten semelhautemenle
as decis&es das quesles sobre sizas, sellos, velhose
hotos direitos e decimas, sem o trabalho de recorrer
i eollecco de nossas leise avisos avulsos. Consta-
r de doui volomesem oitavo, grande fraocez, eo
primeiro sanio a luze est venda por 83 na loja de
livrosn. 6 e 8 da prar,a da Independencia. Os te-
Mam subscriptores desla pnblicarao existentes em
Pernambuco, podem procurar o primeiro volume
na loja de livros cima mencionada : no Kio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Lrito, praca da
Cooslituicao; no Maranho, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. Jo-
ec de Oliveira.
Precha-te de urna ama para cozinliar: ua ra
do Itangel n; II, primeiro andar.
Aviso.
Os abaixo atsignadoi LidminUtradores
Horneados pela maioria dos ciedores da
mana fallida de Nuno Mara de Seivas, na
reuniaoque tere lugar em 23 do coi ten-
te, em presenea do E\m. Sr. Dr. juiz do
coininercio, por ordem do mesmo, eem
conformidade eom o art. 8.VJ do cod.
comrc., convidam oscredoresda mencio-
nada mana aapresentar-lhei os respecti-
vos ttulos, no pra/.o deoilo dial a contar
desta data, na rita do Trapich n. 54, pri-
meiro audar. RecieO demaiode 1856.
Novaes & C.Atireliano de Almeida
Rodrigues Isaac.
O 59 a,
confronte ao Rosario de Santo Antonio, avisa ao
respeitavel publico, que i-cel.eo pela uralidao
mermelada nova e doce de fruclas em cabla, o tne-
llior possivel.
Na loja das seis
portas
Fm Tren te do Livraiiieuio.
Cassas pintadas a meia pataca o ovado, riseadi-
ulios franceses a meia palaca o eovado. chitas escu-
ras que uno disbotara a meia pataca, chitas de dille-
rentas cores a seis viuteu, lencos de seda prelos com
salpicos brancos proprios para as senhoras que estilo
de lulo Irazerem por casa a qualro patacas, lencos
de seda
escuros pruprios para rape a qualro patacas
cada um : veude-sc barato para acabar, a dinbeiro
vista.
Capillo Samad I'. Dunxng relira-c para
fora do imperio, levando em sua conipauhia sua
senhora, 3 lillios menores e um criado.
%&?$*$ O-Q :;^Q?%\
Depo
sito de pia-
nos
J. P. Vngeley avisa ao respeitavel publico, qoe
niudeo o seu ruaNovan.il, para o armazem u. 37 da mesma
ra, esquina da roa da Camboa do Carme, onde se
encontrara os miis ricos os memores pianos at
cora apparecidos nesla prara, seudo el les feitos M-
mente por encummenda, e pelos mais acreditados ta-
bicantes como de Radiis, Traumann, Hamburgo e
Sasscnhoff de Brcmco, e outros muitos fabrican-
tes da Europa ; os quaes se vendem por mdicos
preces e garantidos. O estabelecimenlo estar aborto
atei as 8 horas da noile para a commodidade das fa-
milia etc., que quizereai ver e experimentaros ins-
trumentos.
. Claudio Dubeuxmudou o|seu escrip-
iio pWra a ra da Cadeia de Sanio Anto-
nio n.\l.">.
>a-se alugar um prelo, para servico de si-
lio, eomolseja cortar capim e rarregar agua : em ca-
sa de I aldn .Nash rVCompanbia, na ra do Trapiche
-Novo, n. 10.
Precisa-so de um hornera brasilciro ou estran-
geiro, que skiha bem moniar e tratar de cavados,
para servir lie pagem a um senhor de engenho, da-e
boa pasa : dnem esliver neslas circamstaocias e qui-
zer, |MH)e drlgir-se ao largo da mafriz. de Santo An-
tonio, casa de\um andar u. 3, que adiar com quem
DetKisito de vinho de cliarupag- gg
i? ne Cliateau-Ayx, primeira qua- jj
S-2 lidade, de propriedade do conde ";
(^J de.Maieuil.itiadaCtuzdoRecifen. Qt
@ 20 : este viulio.o inellior de toda a ^
^ Champagne, vende-te a 30$ cada @
@ caixa ; acha-se nicamente em ca-
^ sa-deL. Leoste Feron & C. N.
Cf^ B.As caixas sao marcadas a l'o-
J foConde de Maiettile os rolu-
^5 los las garrafas sao azues.
-...--
:OOi
i.--:r::
:::::

O
9

Aluga-se um rasa torra, com aolao de vana-
da, coulendo, 4 salas, i qoarlos, cozinha fora. quin-
tal grande murado cacimba proprta ecom um rc-
creioao fundo do quintal c estribara para dous ra-
vallos sita na trfveasa do Lima rom o oilio cor-
rido dejanellas para o lailo do mar : qnem pre-
tender.dirija-se a ra do t'.ollegio i. 10 segundo an-
dar.
i

ESTRADA DE FERRO
do Uecfe ao S. Francisco.
O directores da companha da estrada
de ferro do Recife ao San-Francisco, tem
leito a chamada da segunda prestaeo de
las libras esterlinas sobre cada accSo na
dita companha, a t|ua deve ser paga ate
odia Gdejulhodc 1856: r-o Ro d Ja-
neiro, em casa dos Srs. Maua' Me. Gre-
gor&C.,; na Babia, em casa dos Srs. S.
JJavenporttSi C., e em Pernambuco, no
escriptorio da companliia. O accionista
|ue nio realisar o pagamento dcnlro do
termo indicado, podera' perder todo di-
retto as aceex, sobre as juaes o dito pa-
gamento nao tiver sido el l'ecl uado, e em
lodo caso lera' de pagar juros pelotean
<|uedecorrerentreo da indicado para o
imgamcnloc a sua realisacao. liccife 14
de maode 185o'Por ordem dos direc-
tores.S. P. Verckcr, thesoureii'o.
Instruc9ao moral e reli-
ffiosa.
Esla compandio de historia sagrada, qne foi ap-
provado para inslnicjao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvacao a IJGOO rs., pasta a ser
vendido a 19000: na livraria ns. 6 e 8, da praja
da Independencia.
Carlos Claudio Tresse, fa-
bricante de orgos e re-
alejos, na ra das Flo-
res n. I9
Avisa o respeitavel publico, qoe concerta orgaos
realejw, poe marchas modernas dcste psiz, concer-
ta pianos, serapninas, caixas de msicas, acordeftes e
qualqoer instrumento qoe appare;a, (ambem Eu
obras novas. Na mesma casa rabricam-se caixas para
totas, retratos, faqueiros, csrleiras homeopalhicas,
etc. etc., as mais ricas e elegantes possivel,
Canta filial do Banco do
BrasH em Pernambuco.
k directora da caixa fia publico, <|ue
s dscontos da semana que decorre de 2
a 7 do corrente, serao feitos sol a ta\a
de! por cenlo ao anno. Recife 2 de ju-
nhode 1850.Antonio Marques de Amo-
im, secretario.
Francisco (ornes Castellao, e Jos GoDCalVM
> leira, faiem scieole ao poblico, e particularmente
o corpo de rommerrio, que dissolveram |amigavel-
Dente a sociedade que girava sob a firma de Cas-
tellao 4 Vieira, ficando todo o activo, e passivo des-
la casa a cargo do socio Francisco (ornes Castellao
desde o.dia primeiro do correle raez de junbo.
M CONSULTORIO HOMO i
PATUCO.
Ra das Cruzes n 28
Conliiiua-se a vender os mais acreditados t5)
medie menlos dos Srs. Caslcllan e Weber, /A
em 1 mi oras e em clobulos, carleiras dlo-
dos os lmannos muilo em conta. ^
Tubos avulsos a .'i()0, S00 e IgOOO.
1 oii(a de tintura......OOO V7
Tubos c irascos vazios, rolhas de cor I ira tfA
para lubos, e ludo qiiantu lie uecessario p-
a o uso da homiivpalhia. tpf
WMM9-MMSM
Aviso imporlantissimo ao
respeitavel publico.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel publico, (|iir <> Sis.
Jos Fortunato dos Sanios Porto, esti.be-
lecido na ruada Cadeia 11. 43, e Antonio
Augusto dos Santos Porto, estabelecido
na prara da Independencia ns. 57 e .">!,
c na prara da Independencia n. i, loja da
Sra. vntva bastos, eslao encarregados a pa-
gar todos e quaesquer premios que salii-
rem em seus blhctes, meios e quartosdas
loteras da provincia, nao obstante serem
vendidos por outros, trazendo a rubrica
de Salustiano de Aquino Ferreira, sen-
do os premios grandes sem o disconto de
8 por cento do imposta geral.
Pernambuco 50 de maio de 1850.Sa-
lustiano de Aquiio Ferreira.
uwmMmmtBKaBKmBem
AO lillLItO.
Ko armazero de fazendas baratas, ra do g
Collegio n. 2, !gj
vende-se um completo soriimemo de fa- ^
zendas finas e grossas, por mais barato 13*
presos do que em oulra qualquer parle, ^
tanto cm porcocs como a retallio, afiian- ^
nndo-si! aos compradores um so prejo K
para todos: este estabelecimenlo abrio-se 5
de combinar;ao com a maior parte das ca- fe
'& sas comiuerciaes inglczas, francezas, alie- ||
jg maos suissas, para vender fazendas mais *
Ji em conta do que se tem vendido, e por isto ^
M oderecem elle maiores vantagens do que gt
M outro qualquer; o proprietario deste im- |
^ portante esiabelecimcnlo convida todos
S os seus patricios, e ao publico em geral,
** para que venham (a bem dos seus inte-
j* resses) comprar fazendas baratas: no ar-
% mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
5Sj ionio Luiz dos Santos & Rolim.
Ha-se al 1t5 por urna casa terrea nas segnin-
les roas: Cruzes, Camboa da Carino, ilorlas, pateo
do Hospital, dito de S. l'edro, ra de S. Francisco :
quem a tiver e quizer alugar, procure na ra estrel-
la do Rosario n. t7, segundo audar.
Relogios.
Vetidem-se relogios SUSSOS de lodas as
quulidades, lano de otno como de prata,
dito galvanisados e Coleados: na ra da
Cadeia do Recife n. 18: na mesma casa
ha tambem meios cliroiiometros e relo-
gios pata senhora de ptimo gosio.
Charutos da Ha va na.
NA I NI.VO, RA DA CRUZ N. 0,
ha para vender urea porrao de charutos de davi-
na j condecidos, cheiMdos ullimameule, que se
venden) por prejo rizoavel.
Vinho do Rheno.
NA UN'IAO, RA DA CRUZ N. 10.
Chegnii pelo ullimu navio de Uamborgo, urna
poroao devinho do Hlieno vcrdideiro,marca : Niers-
leiner, que pelo seu barati-simo precn de IK^OOO a
du/.ia, avista da boa qualidade se pode recommen-
dar aos amantes deste vinho : os compradores po-
dem couvencer-se antes dccompiar.
Uniao
IRLA DA CRtZ 40.
J. Praeger avisa ao seus Jreituezes e ao publico
em peral, que pelo segundo navio chegado este an-
no de Hamburgo, receben mais um outro sorlimen-
lo de gneros alimenticios de lodas as quaiidades,
consistindo em
Novos presuntos.
Salames.
Novos <|ueijos de
dade.
Ditos ditos de Limburgo
Ditos dlos verdes suissos.
Carne de fumo.
Arenques em sal, em barris de 2o i
Sardinbas frescas ditos em ditos de
bras.
Arenques fumacados em hilas.
Salmao dito muilo bem conservado.
Linguicasdrt ligado, de ptima quulidadc.
Caviar da RliSSia em latas de urna las
libras.
Beln aba.
Repolho em barris ilc 17 libras.
Fejo verde em ditos de 17 dita.
Vinho do Porlo, Od, Sheny e Dr\-Ma-
deira.
Dilo BordeauN inoe do Hhcno, pelo ba-
rato prero de I8.SH00 a duzia.
Bitter.
Extracte de poncb.
Licor de pimenta de horle(a.
Clien v coideal.
Charutos de Ha vana.
nata, de ptima quali-
50.
'li-
Pal Brandy.
NA UMA O, RA DA CR0Z N. 0,
ha para vender cognac de ptima quali-
dade (Pal Brandy), por pirco mais ba-
rato do que em qualquer oulra parte.
~ .\*nde-se urna taberna na lina-Vista, na roa do
Hospicio ii. I : na mesma se dir o motivo da venda.
Na ra de Santa Rila o. 5, primeiro andar,
vende-se urna esrrava.
veodem-se s escellenles vaccasde leile muilo
grandes, c do hezerros pequeos ; ao comprador se
aira a razan por que se vendem: na estrada de Joao
de larrns, primeiro sobrado passando o becco do Boi,
se achara com qnem tratar.
\ende-se urna das pruneiras nadarlas, sita no
palco da .Santa Cruz n. (1, que desmancha S arro-
bas de larinha diarias, de que se vende com fiados
ou sem elles a ventada dos compradores : a tratar
na mrsiiin.
Vende-se um moleque pera linda, de 10 a l
anuos, bem como um mulatinhu de 1(1 a 11 anuos ;
a tratar com francisco Custodio de Sampaio, na ra
da Cadeia do Kecifc n. o( loja de ferragens.
Vndese urna eterava com bonita figura : na
ra do Nonoir n. K.
Vende-se superior larinha de mandioca a :f
a tacea : na ra eslreila do Kosario n. I, taberna do
locas.
Em casa de RabeSchmettau i\ C., ra
da Cadeia n. 57, vende-se :
Um grande sortimento de vidrosdees-
peUto.
Relogios linos de patente ingle/..
Couros de lustre, marca castello.
Con ros de graxa.
Ervlhas seccas em garraoes.
Vinho do Rheno superior,
Tudo por preco commodo.
Vende-se salitre refinado da
(nulidad j que ha no mercado, a
a arroba : no escriptorio da ruadas
rangeiras n. 1 i-.
Vende-se um lindo Tmolcquinho de auno e
meio de idade : no fim da la da Aurora, passando
a fundirao, dcfrcnle do pharol, conjunto a taberna
ompta$.
O Dr. Juan da Silva llamos,' tendo rc-
gressado a esta cidade, continua a residir
a roa do Cabug n. I(>, onde recebe as
pessoas que o qui/cien, consultar, das S as
10 da inauliaa, e das 3 as i da tarde;, bem
como se presta a ir vizitar com prompti-
do os doentes em seos domicilios.
i
Jos Antonio Moreira Dias i\ C., fa-
zem scente ao respeitavel publico, que
leem osen escriptorio na rita das Laran-
geras n. 14.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de ama, para amamcnlar crianras
na casa dos eiposlos, ,, pessoa que a isso se qu.Ira
dedicar tendo as habilitares oeeessarias : dirija-se
mesma no Paleo do Paraizo que ah achara com
qoem tratar.
Claudio Dubeux fa/. scente que sa-
hram de sua casa os seus dous caixeiros
Jos Antonio Moreira Dias e Antonio Ce-
tario Mprera Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico scu.
Compra-te toda c qualquer porreo
de prata vclhn de le sem leitio: qoem
tiver para vender, dirija-te a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leildes.
Compram-sc para urna encoinmenda escravos
de arabos os senos : na ra da Cadeia do liccife, ar-
mazem n. :J(i, ou na ra do (Jueimado u. -JH, segun-
do andar.
Compra-te um bomjogo de pistolas
com sua competente calxa : quem tivci
annuncie.
Compra-se urna morada de rasa (errea qoe se ja
nas seguinles ras : Mondego, Santa Cruz, S. (on-
,-alo ou Aragao, que lenha enmmodos para familia :
, tratar no Mondego n. li.
Na roa de Apollo u. 1 A, primeiro andar da
casa do Sr. Delphino, compra-se ums escrava moca,
de boa conducta, e que cuteuda de cozinha c c'n-
gommado, paga-se bem.
Compra-se urna cadeira de piano de Jacaran-
da' de parafuso perfeilo : quem tiver auuuucic para
ser procurado.
Compram-c 2 laminadores em hom eslado :
quem os tiver e quizer vender auouucie.
Compra-se urna casa terrea em bom eslado,
em qualquer ra das freguezias, que seja para
I:."i005, pouco mais ou menos : quem tiver aun inicie
para ser tratada a compra.
________$8enba&.
Vende-se I |iiauo. I cadeira de dilo, c I loa-
cador de Jacaranda muilo bom, por preco muilo cm
conta por seu dono se lelirar para lora": na loja de
livros do Sr. t'igueiroa se dir qoem veude os ditos
objeclos.
Sedas de quadri-
nlios miudosa
.1,000 rs. o
eovado.
Na rna do (jueimado n. Ui A, veudem-se sedas
furta-cores de quadrinhos miudos, de liodos goslos,
fazenda propria para vestido de senlivra e menioa ;
dao-se as amostras com penhoi.
melhor
IOjOOO
La-
Vcndc-sc urna canoa de um m pao,
quem quizer annuncie.
pequea
Vende-se um cabriole! descoherlo, cm perfeilo
estado, e cora excellenles mol.s, por preco comino-
do : a tratar na ra do'Amorim n. 30, primeiro au-
llar.
Vende-se urna escrava com :10 aonos de idade:
na la estreitado Kosario n. i.~>.
Na rua das Cruzes n. >, vendem-se duas mu-
latas moi;as com habilidades, um mulatinhu de 12
anuos, ni a prcla da Costa, bonita figura, com mui-
lo leile para criar, e sem lillio, urna prcta de narao,
de meia idade, ptima (gura, e urna crioula d 18
anuos com habilidades, e de bonila figura.
Vendem-se -2 escravos de bonitas figuras, que
representara ler 110 a :i"i auno,, bous rcmadoies, e
proprios para servico de eiigenho : a lialar na tra-
vesada Madre de Heos n. 18, das li is 8 horas da
manhAa.
na rua
Vendem se -1 moleques de" a 8 annos
da Sen/ala- Velha n. 70, segundo andar.
Vende-se a laberna do palco do Paraizo u. 18,
bem afreguezada para a Ierra, muito propria para
principiante.
Vendem-sc J lindas mulalinhas por urna com-
modo : ua rua do Collegio u. 21, terceiro andar.
Vende-se urna escrava de meia idade, que co-
zinha bem o diario : na rua das Cruzes u. II, loja, se
dir quem vende.
Na Uniao
RUA DA HOZ R. 40,
ha para vender, chegado ltimamente de
Hamburgo, urna porcao de prezuntos,
queijos de nata, dlos de Limburgo, di-
tos verdes suissos, carne i'uinacada, con-
servas linas em lalas e de diversas quali-
dades, harenques e sardinhas em sal:
que se vende por mdico preco.
Vende-se urna escrava crioula do servico de
campo, e laiunem sabe coziubar o diario do urna ca-
sa e lavar roopa : para ver, ua rua Bella, casa n. 35
Vende-te ca; de primeira qualida-
de viudo do RC de Janeiro, e por mdi-
co preco : no l'asseio Publico toja n. 11.
Vende-te a obra de Jahr em > volume*, de
medicina hnmeopalhica em porluguez com o com-
plente diccionario, ja' bem conbecido, c urna car-
Icira de iS tubos, tudo no melhor estado possivel, o
por preco conimodo : no primeiro andar do ultimo
sobrado da roa do Kosaiio da Boa-Vista, junto a fa-
brica de charutos.
Caeherira ada-
mascada de. lindas cores
a 600 rs. o eovado.
Vende-ce na loja n. 121 A da rua do Oueimado, es-
ta fazenda, a qual he ptima para forrar carros, col-
xas, c para pannos de mes, e assim como para oo-
Iras muilas rousas, e dao-se amostras.
oamaseo largo
de algodao a 720
rs.
o eovaco.
Vende-se na rua do (Jueimado u. i A, damasco
largo de lindas cores, fazenda propria para pannos
d mesa, coberlas, assim como para oulras m|'tas
cousas, e dao-se amostras com penbdr. ^

MUTTDilWT
No aterro da Boa-V'isla n. 80, vende-se sag e
cevadinha de branca a 330 rs. a libre, tapioca a 160,
ervilhas de llollauda a 130, grao de bico a 80 rs.,
espermacete>mericann a (10, azeile doce de Lisboa
a "iGtl ajrerrafa, lat.s com sardinhas de Nanlesa "OU
rs. e to urna, vinho engarrafado do l'urtn, de 1850
* 19380, de 38 a 13100, de 53 a 19000, vinho da Ma-
deirasccco a 19, cognac a 15, chocolate a 00 rs. i
libia.
Na Uniao
IUA DA CRIZ N. W,
lia para vender :
Vinho do Porlo a 15x000 a du/.ia.
Dito Madeira de ptima qualidade, a
lSOOOa duzia.
Dito Bordeaux a I3|000 a du/.ia.
Itlium da Jamaica, a mdico preco.
Vrrac, a I5s000 a du/.ia.
Aguldente de Franca a l$500agarrafe.
carne do sertao*.
Vende-se na rua estrella do Kosario n. 1(1, c quei-
jos do reino a l8(K.
Lindos cortes de
vestidos de se-
da a O^OOO.
V eudein-se curtes de vestidos de seda de cores pe-
lo baralo preco de 305, para acabar.
Sarja preta lanada muilo cucorpada, o eo-
vado
Crusdenaplc prelo liso com : palmos de
largura
Corles de rllele- de velludo de cores
Panno prelo e de cores lino, prova de linio,
o eovado
Casemira preta setim abalice, o corte
Corles de casemira de cores muito .linos, o
corla
Mantas de Inonde pretas para senhora
Na rua do Queimado n. 10, em frente do becco da
Congregaran, passando a bolica, aj segunda loja de
(alendas, de lleniiquc & Sanios.
Vende-se a casa da piara da Boa-V isla, do
fallecido Cadaull : os pretendentt9 fallera na rua
Nova li. II.
Em casa de M. Gilmint
Corpo Sanio n. II, I
segunte:
S9300
-J-JIHI
!l000
IjlHKI
73000
39000
'JOOO
i^ C, piara do
la para vendero
rao e pise c
laboado de pinito, alcal
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lunas de algodSo.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho e de Manilha.
ludo muito commodo.
Vndese organdiz preta a 330 o eovado, la
de quadros para vestido a 600 rs. o eovado, palitos
ile alpaca a .">; : na rua da Cadeia do Kccife n. T,
loja de Manoel Ferreira de S. Na mesma loja ven-
de-ee um candieirode 3 bicos para qmlquer estabe-
lecimenlo.
Ka laberna da rua das Cruzas o. -2, vendem-
se as Uzeada- seguales : mantena ingteza boa a
800 rs., dita francesa a tilll, fariuha de aramia a
380, gomma do Marauhno a 160, arroz do Mara-
nho bom a 110 a libra, calo a 300 rs., luao niula-
linho a 300ri, a cuia, hunha de porro a 180, vinho
bronco a TiOtlrs. a garrafa, dito linio a 300 rs., azei-
le doce de Lisboa bom a (110, fariuha do reino a 160
a libra.
Vendem-se os livros seguinles, cm porluguez, a
manir parte novos, cm muito boa encadernacao e
meia dila.
O Panorama desde seu principio al 185i
em 11 volamos 33*000
Universo Pitore (jaleria das ordens religiosas com estampas,
Unto em colloridu como cm tumo, (i v. 1^-SHH)
Muzeo Pilorcsco, I volume 3;00
l'anoraina cm 7 volumes por nao ser col-
leccAo seguida ljOOO
Galera da Historia Portugueza, 1 volume 39000
Fabulista da Mocidade I^OOO
Thealro Ecclesiastico, 3 volumes i.skiii
Biographia de varios hroes porluguezes, 1 v. iOOO
49000
115000
88000
39000
7.^000
:icoo
59000
Historia de Portugal em 3 grossos volumes
Archivo Popular. 7 volumes
As obras completas de Luiz de Caines,
edicr,lo de 1700, i volumes
Uescriprao da cidsde do Porto, cora urna
grande eslampa apresei.lando a vista da
mesma, em 1 volume
Colleclion des Polelypages, junto com os
i'o-iiiines de algumas ordens, c mais nina
collecrilo de estampas de diversos bomens
illuslres, G volumes
Todas as estampas do jornal llliulracao, I v.
.Mo i lmenlo sacro do real hasilica e conven-
to de Mafra, impressAo de 1731, I v.
Kelratos dos prepsitos geraesdacompanhia
de Jess, impresso em Koma em 17:11, I v. 3000
0 (iuarda do Livros Moderno, 3 volumes (oOOO
Historia de todos os soberanos mahometa-
nos alo 1838, impressa pela academia real
de Lisboa, 1 volume iOOO
Arle de furiar.pelo padre Antonio Vicira, 1 v. nnhi
Memoria e destriprao do Bom Jesusdo Mon-
te, em ltraga, com eslampas, 1 volunte
Director ecclesiastico das ceremoiiiasda cin-
za e ramos, I volme
J ard ni sagrado, imprestao de 1733, I v.
Vida de Santo Antonio, I volume
Dita do padre Antonio Vieira em um grau-
de volume, impressao de 1713
Dita de Santo Agostnhu,3 graudesvolumes,
impressao de 1710
Dita de S. Vicente de Paulo, impressao de
1738
Providencias que se dersm no lerramoto de
Lisboa, um grande volume, iiniitesso de
1738
No beccu do Carioca u. 7.
V-000
4-3000
(i-3000
33000
89000
83O00
109000
(30O
Aeneao.
Vendem-se loalhas e suardanapos de panno .le li-
nho do Porlo : na lja de Sa'.Manoel na ruada Ca-
deia do Hecife n. 47.
Vcndem-se ladrilhos de marmorc de 13, 10 c
S pollegadas em quadro, 10 estatuas muilo lindas c
umchafariz de marmore.obra delicada, para adorno
de jirdira, assim como lapides morluarias, pias para
agua benta, propriaa para igrejus ou capellas, e 3
pe Iras redondas de marmore, ludo por prejo* com-
modos : em casa de llasto ii Lemos, rua do trapi-
che n. 17.
S88@esa:fSf-S;..Si58Ca8
I ift! QUE fECHINCHA. I
Na rua do Oueimado n. I! 0
vende-se madapolao lino com um pequeo to- 3
ft quedeavaria, a ;ij"im a peta, chitas finas A
JD de padres modernos para chambre a 300 rs. 0
u eovado. A
0eSaG-8S838St@
Aviso
Aviso.
Vendc-se una armacao de amarello. enverni-ada,
loda envidracada, propria para qualquer estabeleci-
menlo, he quai nova e tem Inicio de volla, 3 cumas
de ferro, sendo I de armai.o c oulra ,'sem ella, I cv-
ccllenle piano de armario quasi novo e de muito
boas vozes : na rua do Collegio n. 4 era ca,a de J.
falque.
Vende-se rape princeza do Lisboa, viudo pela
barca OralkUo, o melhor que tem viudo deste se-
ero a este mercado : no paleo do Carmo, laberna da
quina n. 3. o na laberna da quina quem volla para
Camboa do Carme n. i(>, cm libras e meias libras.
Vendem-se rasaei de pafea, e lambcm pavas
rnenla : quem preleader dirija-se a rua do Crespo
u. Ili, esquina.
. Vendem-ae caitas eom vidroe para vidraras,
vidros de bocea larga rom rolhas do mesmo, o ma'ior
soriimemo possivel : em casa .le Harlholomeu Fran-
cisco de Sou/a, rua larga do Kosario n. :i(i.
Veode-se urna escrava a qual cozinha o diario
de urna casa, lava de sabio e vende na rua : quem
pretender dirija-se a rua do Encantamento n. 3, ar-
mazem, que achara com quera tratar.
Vende-se milito muito novo em sarcas de bom
tamanho a 39800, e arroz pilado a 39 a arroba : ua
rua do Vigarie n. 3.
Loja da pobreza
Na rua do l'asseio, loja n. !>, vendem-se ricos cor-
les de calcas escuras imitando a casemira a 13, ditos
de bnm escuros de linho 800 rs ditos de brirn
'raneado branco a 800 rs., chales brancos de cassa a
MO, ditos de laa e soda a 39300, meias pretas para
senhora a 30(1 rs. o par. chapeos de sol com bleia
292*0. ditos com junco a 19600, chitas linas a 180,
1(10, 330 rs. o eovado. corles de cama chita linos a
28, neos corles de cambraia brancos e de cores a
JOjOO, madapolao lino, a pera 39800 e 1-300, e ou-
ras multas fazendas baratas.
No escriptorio de Domingos Alves Malheos, na
rua de Apollo n. 23, lia para vender por pre.os m-
dicos o seguinlu :
Jticos e elegantes pianos.
Salitre refinado em barris.
Salsa parrilba muilo superior.
Saceos de muilo superior fariuha de mandioca.
Coiini de linho para muntaria.
Cobertores de alsodao muito encorpados.
lualhas de linho para reato.
Kaetilha branca de algodo.
Camisolas de 13a.
Algodo trancado da fabrica da Babia.
Sement de Unliaca.
Hila de rnos,larda.
Flor de tilia.
Nos quatro canlos da roa do Oueimado, loja
de fazendas n. 30, vendem-se corles de laa de qua-
dros de superior qualidade. c de muilo bom goslo,
lelo diminuto preco de 3-800 o corle, panno fino
prelo a J5800, :!s(00 c ioOOO o evado, dilo azul a
18800, 39 e 1-300, cortes de c.
Hua a 59, panno de algodao da trra de boa quali-
dade, sendo esla fazenda a melhor que se tem des-
coberto para escravos, cassas francezas moito linas, e
delicados padrees, e oulras mnilaa fazendas de diver-
sas qualidades, e por precos tao baratos, que so a
visla dcllas se podem admirar.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
ainho, sila na casa du Sr. cirorgio Teixeira, com
l iuiUs freguezias na Capunga, Allliclose Boa-Vis-
i, iilrin da da porla, a qual lem ludos os perlenees
a Irabalhar, e na mesma tem um cavado para en-
trega de pau na freguezia : para tratar, na ruada
: oled ni.' ii. J7, ou ua mesma.
Moinho- de vento
< om bombas dcrcpuiopara regarhorlas e bai-
a de capim: na fundirao de D. W. Bowman,
a rua do Brum ns.6,8e10.
A boa faina
VENDE BARATO.
.ihrasde liubasbrancas n. 50, 60, 70, 80, a
Mas de ditas ns. 100 e 130
luzias de Ihesooras para costura
, luzias de ditas mais fiuas e maiores
I lacas de cordao para vestido, alguma cousa
eucardidos com 40, 30 e 00 palmos,
'eijas cun III varas de biro eslreito
aixinhas com agulhas francezas
aivas com 16 nvelos de linbas de marcar
'ulceiras encamadas para meninas e senhor js
ares de meias finas para senhora a 340 e
: liadas de liuhas maulo linas para bordar 100 e
' rozas de boles muilo liuos de madreperola
l
Ditas de ditos muilo I
r
inos para calcas
vellos douradas par calcas e culetes
1 enlesdeverdadeiro bfalo para ali/ar.a 300 e
I eras de fila de linho brancas com (i e meia
varas
aivascom coheles gros ailis de linhas de 300 jardas de muilo boa
qualidade e de lodos os nmeros
i acinhoscora 10 grampas, e de boa qualidade
'ar.'- .le suspensorios de bonitos padrcs
. oradas para candieiro, duzia
inteiros careeiros de porcelania, par
.arleiras demarroquim para algibcira
/metas muilo boas de metal e pao 30 e
aniveles de aparar pennas
leias brancas e cruas para homem. 160,800 e
raneinba de laa de caracul e de lodas ascres
palmo
lu/ia de peales .le cliilre para alizar, bons
.rosa de hol.es de louca pintados
eras de litas de coz 3iO e
-arralis de linhas de 1(10 jardas, autor le-
sandre
inhas prelas de medinha muito boas
arlas de allincles da boa qualidade
o. i.i de penles abertos para atar cabello
tiaade lio Escocia para menino, braucas e
de cores, fazenda muilo boa 340 e
velas de ac com loque.de ferrugem para
calca
osas de fivclas para sapatos
Ciivinhas enveruisadas com palitos de fogo
de veliuhas
Ci isinhas de po com palitos de fogo bons
Cenias com 50 caixinhas de phosphuros para
chralos
l'.liaruleir.i- de vidro til) e
Catloes para bengalas muilo bonitos
Al aradores prelo. para casara
Sapaliuli. s de laa pa
1-!ii
1-3280
19000
13380
310
560
300
380
310
300
100
(iOO
380
130
300
38000
19800
640
800
15000
1J000
500
:1900o
.IJOOO
39000
1300
500
19000
13300
330
600
500
6*0
700
30
60
80
60
O
MI
500
600
40
Jim
310
ll>0
Mili
300!
330
Vendem-se chapeos de palha de Italia, dohra-
dos e singlos, de pbanlasia abortos e rendados para
homem, e por oreos commodos : em casa de Basto
i\ Lemos, rua do trapiche 11. 17.
Attcncao.
Fazendas mu
Corles de lazinba de
vestidus
to baratas.
cores escuras para
10
30
10
39600
330
40
560
130
30
400
80
40

:i.ii
500
lo
loo
...,.,...,,.. c .,.,. ,,,ira enancas, o par
is de casemira preta mujjo Camisas de meia para crianzas de peilu
Iralncelinspara relogio, fazenda boa
Esoovinhas para denles
Atem de todas estas roindezas, vendem-se uutras
mujlissimas, qne avista de saas bas qualidadese
baratos preces,causa admirar,.o aos proprios com-
pradores na rua du Queimadu, na bem couhecida
lojaide luidczasdj boa-fama n. 33.
Clele Lisboa.
A boa fama
VENDE BARATO.
Ricos penles de tartaruga para cabeca auMn
Dilosde alisar tambem de tartaruga !SyM
Lindas meias de seda de cores para crianras iaKOO
laudejasgrandes e de pinturas finas 39/49 52000
Papel de pesu e almaco o melhor que pode ^^
haver 45OOO o
l'ennas de ac, bico de lanca, o melbor que
ha,a groza
Ditas rauilissimo finas sem ser delanra
Oeulos de armacao de ac com graduarSes
I.nelas com ..imar.lo dourada
Ditas com oiinar.lo de tartaruga
Odas com armario de bfalo
S"V ",e Mei com armacao de tartaruga
Ditos sem ser de Jacaranda 18500 o
Meias prelas compridas de leja
Miro rSh,?7anC0 Cm b0Dl0S *"
""nenes^sJS r?::^"'-"- I-"
Crava(as de seda de lodas as cores a 19 e
Aacaoores de cornelina para casaca
Su pensnos finos de borracha a 400, 500 o
lentes multo finos para suissaa
tscovas muilo finas para cabello
Capachos piulados compridos
oXnsSd.n,USde,n,adrepero,a P"a ""i" ****>
u^,i.! l!apel Pi,au*,e lU'lo fino M
Bolillos sop......0, de merno crianes. 1-301
K.cas canela. p.,a pe,,as de E \ t^u **f"
Rico, porta relogk, ,80 'M ^J
Ricas canas lina, d. metal para rap a 500 e 600
tscova. muilo fina, para uhas a 330 e 5
tt^swaw- ag!!
Duzia de lapismoilo linos para desenlio m,
Lapis hoisaimos para riscar, a duzia
Uuzas de facas e garfos finos ^Cj
Ditas de facas egarlos de balance moito finas Sota
pilas ditas muilissimo linas, cabo de marfira tlEtf
(.aniveles de aparar pennas muilo linos 'mi
na rua do Queimado. nos Qualro Canlos, na loia de
zonadatt.h-' '- *' tttlZmt
Salitre superior.
fECHAHISHO PAB1 EI6E-
RHO.
NA FUNDICAO DE FEKRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN A
RUA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha sempreum grande soiiiraeuto dos aronlis 1
jectos de mechanismos proprios rara ent.hl.
her : moendas e raeias^enu^ da X!*S25:
conslruccao -. taixas de ferro fundido
Vende-se orna porrAo de barris com cal de Lisboa,
por barato preco, e retalho a 33 o barril 1 na rua da
Cadeia do Itecife 11. 30.
Vinho do P.01
Pto .superior.
I aem conbecido vinho do Porlo superior, em
barril de oitavu ; no armazem de Barroca \ Castro,
29300
pilos de cambraia brancos bordados deagulba loOOO
l.aazinhji escuras para veslidoe, o eovado 330
Lencos de seda de cores grandes
Meias de algodao prelo com pouco loqfte de
mofo, o par -,()q
Damasco de pura laa com 6 palmos de lar-
gura, o eovado
Panno da Costa francez, superior qualida-
de, o eovado -,,o
Corte, ,|e colletes de casemira bordados de cor 49500
Ditos de fusilo de barra cores linas
pilos de casemira para calca linos de cores
Dlos de meia casemira escura, cores lisas
com loque ,le mofo
Ditos de brirn de hubo de cores trancado
Bnm de liuho trancado lino,
a vara
1-000
19300
Ibooo
59000
3-000
1-800
r de ganga,
Dito de linbo branco trancado entrelio, a
vara
Dito de dito pardo de quadros, lino, o eovado
setim branco de Meci, superior qualidade,
o eovado
Dito prelo de Maco muilo fino, o eovado
Sclim de diversas cores com pouco toque de
mofo, o eovado
Chapeos pretos trncelas para menino
Ditos para homem muilo modernos
Algodao americano largo com toque de
avaria, pera
Bem como muilas oulras fazendas de goslo
tos muilo baratos : 110 armazem de fazendas'de Gou
vea cv Leite, na rua do Oueimado n. 37.
Na rua do Ctbug, loja de miudezas n. i, ven-
dem-se por baralissuiio preco as soguiutes fazeudas:
pacotcs de papel de cores co,n 30 cadernos a 630 rs.,
butues de osso linos para caira, pregado, em papel, a
sroza ara rs., franjas com bololas brancas e de cores
a peca .15300.
Na rua do Calinga, loja de miudezas n. ven-
de-se un cmplelo sortimento de balado do Porlo,
lauto alieno como lavrado, e de todas as larguras.
11 r 111." 1 111 -111 4.1 1 .,. .4 1 ._ _~
1-000
000
:i(iO
1?300
J-7300
.300
3-.300
7-000
2jO0O
por pre-
rua .
bem
111 lo
a Cadeia do Reciten. onde encoutrarao lam-
regular, em barris de quinto, por preco com-
l
aos capites de navios.
a
da
1 a rua
os se-
e iovo.
de
para vender, i
Cruz n. 2B,
guitites objctos.
Una bujarrona.
Um latino grande
Dous cutellos.
Dous gatofes.
rres latinos.
Dous bolaxos novos.
urna polaca gran1
proa.
V\\\ joalete.
Um traquete redolido.
Duas vai redoras.
Um 1 volla de estaos.
Una bambinella de tolda,
ete pordos.
Tudo |)or milito barato
preco.
Vende-se loucas ricas
de metal, imitando a pra-
ta, c outros objctos, tudo
principiando por :l dedos e acabando em I palmo re!
Iorcado, o qual se vende mais baralo do que cm ou-
lra qualquer parle, por se querer manda
breve possivel a coula de venda ao fabrican
Pianos,
Vendem-se pianos verlicaes inglezes. de ch
modellos c ezcellentes vozes, fabricados poru'n dos
mais acreditados autores, premiado na evposirao de
Londres: no armazem de Roalrra Rooker& Com-
panha, prara do Corpo Sanio.
Vende-se rape Neurona C, muito
fresco, a retalho < etn oitavas: na loja
do Sr. Domingos Teixeira Bastos, na rua
da Cadeia n. 17.
Relogios
cobertos e descobcrlos, pequeos e grandes, deouro
eprala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Southall Mellor cv Companha, rua
do lorros n. .'IS.
Rob L'Affeclenr, Vermfugo nglez, salsa de
Bristol, piliilasvegetaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros emeasa de Barlholo-
meu I raucisco de Souza, ua rua larga do Rosario
n. !i(>.
Cobeitores de lila liespa-
nli.s muito eneorpa-
dos (; grandes.
Veudem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
vulta para a rua da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa e potassa da
Russia.
Vendc-se na rua do Trapiche n. !l e 11, cal vr-em
de Lisboa, nova a 59000 o barril, velha a 500 rs. a
arroba, e polassa da Russia a ;iiki rs. a libra.
Relogios de patente
inglezes de ouro, de saboneta edcvidrol:
vi'tulein-su a [itero ra/.oavel, etn
Augusto C. ile Aliren, na rua do Recite, arma/.em n. ."(i
SEMENTES.
Sajchegadas de Lisboa, eacham-se a venda na
ruara Cruz do Recife n. 63, taberna de Anlooio
liico Martina as seguinltsscmentesde horlal-
(orna sejam : ervilliaslorla, genoveza, e de An-
. teijSoearrapalo, roso, pintacilgo, eomarllo,
aifacerepolhodae allemla, salsa, tomates grandes,
rabaios, rabaiieles bramos encamados, nabos ro-
zo e iranco, senoiras brancrr e amarellas, couves
trine inda, lombarda, esaheia, sel.ola de Betabel,
segurelha.coenlcodelonccia, repolho e pimpinela,
eoma grande porejao de dillercntes semenles, das
mais no..ilas dores parujardins.
Relogpios
ig ezes de pa-
tente,
os milhores fabricados em Inglalerra : em easa de
Ueiiiy Cibson : rua da Cadeia do Recifen. 53.
AGENCIA
Di fundido Low-Mor, rua de&mzala-No-
va n. 42.
N^ste estabelecimenlo contina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
paraienr;enho, machinas de vapor e laixas de
ferrolbalido e coado do todos os lmannos para
dito.1
A3$500
dc-secal de LisboauUmamenlechegada,as-
sim edmo potassa da Russiaverdadsira : narrara do
CorpojSanio 11. II. *
boa fama
superior qualidade e de lodosos Xam^hZ".""a""
e balido, do
ios; rodas
as propor-
ces ; cr.vos c boceas de fornalhae reMra. ,. h'"
eiro, agu.lhues, bronzes, parafu.os eSvHI^'JS"
nhus de mandioca, ele. ele. >ioea, mui-
NA MESMA FNDIQA'O.
sc'eseculam todas as encommendas com a superior
nod Ja coohtc'da' dev ida presiezae com.
modidade em preco. "cura
POTASSA CAL YIRGEI.
fio amigo eja bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior polassa da Russia, dila do Rio
de Janeiro e cal virgem du Lisboa em pedra^tudo
a precos muito favoraveis, com os quaes ficarao
os compradores saliseilos.
Navalhasa contente.
Connnua.se a vender a KjOOO o par (preco lixo) as
j. bem eonheedas navalha. de barba, feitos telo h-
bil rabriranle que ha sido premiar. em diversas ei-
posicoes : vendem-se cora a co.,diCau de nao aara-
dando poder o comprador devolve-las at :i0 dias
depo,,, d, eompra resliluiudo-se a importancia : em
Recifer^u3s6usl *" d Abren, na roa da Cadeia do
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
constructao vertical ecom todos o roelhorameDlos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
XAROPE
DO
BOSQUE
I o transferido o deposito deste xarope para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua INova 11 153
Barraras 5f500, e meias" :tjooo, udo falso' todo
aquclle qoe nao for vendido neste deposito, pelo
que se faz o presente aviso.
IMPORTASTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtvsica em lodos os seus difiran-
les graos, quer motivada por constipardes, (osse
asthma, pleuriz. escarros de sangue, dr de cos-
tados e peito, palpilacflo no coraeao, coqueluche
bronclule, dor na garganta, e todas as molestias
dos orgaos pulmonares.
Vendem-se madapolOes linos e de outros, com
um f
tos
de senl
nissiin
senhor
branc
500 e ti
19, rica
VENDE MUITO BARATO.
Lene! nlms de relroz de todas as cores para pescoco
ora e meninas a 19000, baralhos de cartas l-
as para voltarete a 500 rs., loucas de laa para
ijs e meninas a (00 rs., lavas de lio da Escocia
c de cores para homem e senhoras a 100,
K) rs. o par, camisas de meia muilo linas a
i lavas de seda de todas as cores e bordadas
cora giiirnices e borlas a .Iji e &500, ricas anuda-
duras A madreperola e metal para colleles e palitos
a jOO ejdOO rs., superiores meias de seda prelas para
senhorala 23300, meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhora a 501) rs. o par, linissimas navalhas em
eslojos dar barba a 3?, ricas caixas para guardar
joias a HIKI e I.VKIO, eaixas muilo ricas com reparli-
nienlos bniranienla propras para costuras, pelo ba-
rato preio de 2J500, :le :te500, papel pruprio para
os naraoi adosa 10. 00, 80 e 100 rs. a folba, candiei-
rosamer canos muilo elegantes, proprios paraeslua
liantes o mesmo qualquer eslahelecimeoto pela boa
luz que daoa.5?. Iravcssas de verdadeiro bfalo par-
prender abello, pelo baralo preco de lj. paitas para
guardar | apeis a son rs., espelbos de parede com ar-
mac^o do irada e sem ser duurada a 500, TOO, 1/ e
19500, escovas moilissimu finas para denles a 500 rs.,
ricos lequ >s com plumas c espelhos e pinturas linis-
simas a 3;i e :l?, charoleiras finas a'3s, ricas gal helei-
ras para azeile e vinagre a 3f, ricas e linissimas cai-
xas para tap a 3?500 e SJ, penlesde bfalo, fazen-
da muilo superior, para tirar pinlhos a 500 rs., ditos
de um liin muilo bons a 400, 500 e 010 rs.. resmas
de 30 quarjeruos de papel de lodas as cores de folhas
pequeas a 730, riquissimos Irascos com extractos
muilissim i liuos a 19300, 1?500, > e 39500, jarros
de porccll 111a delicados e de moderaos gostos, com
rasa de
iia Cadeia
baratissimo
Cruz 11. Jt6.
na rua da
LUVaS DE TOllCAI..
\ eudem-se lavas prelas de tornal, chegadas ulli-
mameiitedo Lisboa, pelo baratissimoprefode I?ikm)
o par : na rua do Queimado, luja de miudezas da
boa lama 11. da.
Fariuha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jaeome Piral ven-
de-se superior fariuha de mandioca em saceos gran-
des ; para porces irala-se com Manoel Alves Guer-
ra, na rua do trapiche n. li.
Acnco
Riscado escuro e muilo largo, prnprio para roupa
de escravos a 100 o cavado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bom goslo a 59, atoalhado adamasca-
do cora 1 palmos de largura a l-r.im a vara, loalhas
de panno de linho alcoxoadas e lisas para roslo, ,,.
mais superiores ipie lem viudo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapns adamascados e oulras mua
las fazendas por preco commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volta para a rua da
Cadeia.
agua de C
e de diver
qne pode
conservar
ludo de 1111
n.uilissirm
helio, para
bonitos pa
de seda I i
blcus de li
largoras, r
prios coinf
nado, na
fama 11. .'!$.
Iianha fra Kan muilo lina a2j, frascos com essenci..
de rosa a I 30, paus de pomada franceza muito boa a
100 rs., frseos pequeos e grandes da xerdadeira
lonia de l'iver 1 iw) e 1j, saboneles linos
as qualidades, pos para denles o mais lino
Ver, agua propria para lavar a bocea e
os denles, e ontras muilas perfumaras,
ilo gasto c que se venden) barato, lesouras
linas, propras para papel, para cortar ca-
millas, para costaras, trancas de sedas de
roes e diversaslarguras e cores, ricas litas
is c lavradas de todas as larguras e cores
nlio liuissimos de lindos padroese lodas as-
eas franjas da algodao brancas e decores
proprias p ia cortinados, e outrn muilissimas couas
que ludo su vende por lao barato preco, que aos pro-
radorescausa adrairacao: na rua do i.Hiei-
>ein conheeida loja de miudezas da boa
TAI XAS PARA ENGENHO.
Na (unlifo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Rriim, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo soriinienlo de tai.xes de ferro fun-
dido e bal do de ,! a 8 palmos de bocea, as quaes
ac.ham-eja venda, por preco commodo e com
proaiptidao: emliarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem de-peza ao comprador.
Venrle-se cm easa de S. P. Johnston & C,
rua da Sekwala-iNova n. -12, sellins inglezes, chi-
cotes de cirro e de montara, candieiros e castinaes
bronzeadds, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho C.herry cm barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo .le municao, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
I "mi ampielo sortimento de bordados como se-
jam, r.mu elas com mangas, collarinhos, peitilhos.
m pequeo loque de avaria, por preces moito bara-
s: na rua da Cadeia-Velha n. 3i, primeiro ambir
Em casa de Henry Brunn & C., rua da Crur
11.10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos com molduras.
Globos para ardins.
Cadeiras c sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Moendas superiores.
Na fundirao de C. Starri&C, em San-
io Amato, acha-se para vender moendas
de eanna lodas de Ierro, de um modeloe
construcrao muito superiores.
Em casa de Henry Brunn & C., na rua ta
Cruz 11. 10, ha para vender um grande sortimen-
to deouro do melhor gosto, assim como relogios
de ouro patente.
romeiras,
tem um cd
para caber,
de linho :
indar.
amisus, ruifinhas e pelerinas ; lanibem
inpleto sortimento de ricas llores, enfeiles
lilas e os verdadeiros e modernos bicos
ua roa da Cadeia-Nclha 11. 3, primeiro
___ggrrgjwjj fttgipog.
GRATIFICACAO'.
1- ugio as 8 lloras noile, no dia 3 do crrante,
a escrava cabra escura, de.nome Antonia, com os Big-
uaes seguinles : idade de 30 annos pouco mais ou
menos, sarda, rom os babellos corlados renle, lem
um pequeo deleito em urna das meninas dos
olhos, altura regular, tem nas pernas diversas feri-
ilas pequeas, quasi juntas aos lornozellos, e mais
para rima cicalrizes, he bem fallante, levou vestido
de chita rxa, e;ta escrava foi arrematada em lei-
lio do correlor Oliveira, e perlenceu a nm homem
diicidadcdeOlinda, que fallecen, por esse motivo
he que ella foi a praca, consta mais que lem orna fi-
Iha na cida.le de Olinda ; quem a pegar leve-a a
praca da Independencia n. 34 a 30, loja do Maia
chapeleiro, qne sera generosamente recompensado.
Fusiono dia 19 domez passado urna
preta crioula de nome Isabel, de idade
ti inla c tantos annos, bai\a. magra, ca-
taollia, tem os dedos dmp e maos mui-
to cabecudot e estes com falta de unhas,
tambem tem as costas com marcusdesica-
tii/.es, he muito ladina e regritta : quem
a pegar lew-a a rua da Cadeia-Velha do
Reciten. 2, loja de Joao Pereira Mouti-
nho. que sera recompensado.
.No da 7 de abril do correte auno desappare-
ceu seo senhor Jos Bandeira de t arias, morador
na 'Jarra do Kio-I'ormoso, u cscravo Hoque, de cor
cabra, de IS anuos de idade, estatura Lana, corpo
regular, pernas um pouco arqueadas, pes largos, de-
dos curtus.cabellos um pouco corridos,denles perfei-
los, sem barba, e com alguus cabellos nos peilos ;
presumo--!'que dilo escravo intitulado forru, se abri-
garse na companha de pessoa, que de boa f o acei-
tn cm qualidade de trabalbador: sendo assim, pede
o senhor dellc, a quem quer que o posta (er, o obse-
quio e aze-lo prender e remelter, qoe satisfar
promptamenle as despezas: aos capibtes de campo o
pessoas do DOVO recommenda >na captura, e promel-
le paga generosa por.sua entrega, tsmbem recom-
pensa a quem der noticia certa. Confa das autorida-
des policiaes loda a vigilancia, marnente inlilolan-
do-seelle forro,'o que infallivelmenle [.roncara.
Contina andar foeida a preta Merencia, cri-
ou.a, idade da 3S a 30 annos, pooco mais ou menos
com os signaos seguintes : falta de denles na frente ,
11111,1 ds ralbas rasgada proveniente dos brincos :
quem a pewr leve-a a rua do llruin, armazem de
assu. .o u. 13, que ser bem gratificado.
PBUT. TYP. DS al. F: DB FARU. 85
ILEGIVEL


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