Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07403


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Full Text
m% xxxii n. .;,'..
Por 5 iriLV.es adiantados 4$00().
Por ~> mczcs vencidos 4,|>'oU.

SEXTA FEIRA 0 l)E JIMIO DE 1856.
P Porte franco pm o subscriptor.
LAI VKULli.VDOS DA SUBSCRIPCAO' NU XORTE.
Pirehiba, o Sr. Girvizio V. da Natividad! : Natal, o 8r. Joa-
quim l.l l'ereira Jnior ; irini'. o Sr. A. di Lemoi Brasa ;
Cura, oBr. J. Jos de Olveira Minnho, o Br. Joaquim Mar-
que* Rodrigue! Piaubj. o Sr. Domingo* Hereulaoo A. Pfwoa
Ceareniw ; Para, oSr. Juiliniano J. Hamo.' Amnonai, o Sr. Jero-
njmo da Coala.
PARTIDA DOS COKREIOS.
iii.n.i.
k.,r..
I..l|.,.. I|>...... I. S-
- ditL, M.............I*- ilii iH
ih -- I'nialiiln : "... nwiiiiIui -.H.i.-f.il.i-
... i: .i.ii ..Orear, Ali.nh.. i. i.....ian : u.....rr.i-1-ii
~d V-t... .Y.mi.-Iii. I,j.......iro, trrjo, I'.-)-!"', tu:
-.'lia, BoO-Vl*( .. Iliin. un : \.i : bu '|iwri.i t.-ii.i
j i H*n -1 i ni...... 1 ii.i. DtrmnMi Agna-I'rd
il : .iiillll.1--I.|r.i-,
lig (..ii fin is lll hora. ,u nilili.* '
AUDIENCIAS IM)S TRIBONAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quartaa a aabbadoi.
Ilrl.iv io tercai-feirai e aabbadoi.
Fazenda : quarlai aaabbadoi aa 10 horaa.
Juio do eommercio: segunda! ai 10 boraa e quintas lo meio-dia.
Juio de orphooi : aegundaa e quinlaa aa 10 boraa.
Primeira Tara do civel .- aegundaa e aeilaa ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quarlai wbbadoi lo rueio-dii.
I IMlK.UiT.tm s DO HEZ DE JIMIO
2 Lu non ai 9 11 o r i., 22 minutoi. 4 leiundui da tarde.
10 Quarto cretcente au m minutoi e 48 leguudui da turiic.
18 La cheii ai 2 huras. 27 minutoi e 48 avgundol da tarde.
16 Quirto miuguinte ai 7 horai, 48 minutte 48 leguodoidim.
, PREAMAR Oh MOJE.
Primein as 7 lions e 42 minutoi da manha.
Segunde as 8 horas e o minutoi da Urde.
DAS DA SEMANA.
2 Sagitada Si. Marcellioo presb. c Pedro exorcisli ni.
3 Tarca. Ss. Pergenlinu e Laurontino irms. inni.
4 Quarii. S. Queriuo b. : Ss. Roslilio c Uacianomm.
5 Quinta. S. Pacifico I. Ss. Nicacio, Appoioniu e Zenaides mm
i> Sexta. S. Sorberlo l>. Ss. Eustorgio e Claudio bb.
7 Sabbado S. Roberto ab. ; Ss. Lieario e Valebono diac. mm
K Domingo. S. Maximino ab. ; Ss. Geldardo e Heraclio bb.
EACARREGADOS DA SLRSCRIPeAO NO SUL-
Alagoai, o Sr. Cltudino Faleao Dki ; Bihia o| Sr. D. Duprat
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereiri Martini.
EM PERNAMIll<:<).
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Paria, na iua
iivnrii, praca da Independencia na. 6e 8.
PARTE OFFICIAL
MINISTERIO DOS NEGOCIOS
ESTRANGEIROS
O izoverno imperial nunca se rcciisou a celbra-
los. Esleve seinpre disposlo I eiileudt-r-se com o gu-
veruo paraguayo para esse I un. c lenlou por mais de
una ve/, consegai-lo.
A queslo de .limites er.i a sania de 1.1o lameula-
vol de*iulelligcn;ia ; mas cala queslo estarla lia
Relalorio da reparticao' dos negocios "' reolvida.-se o governo paraguayo nao preten-
. desse mala do que he razoavel e possivel.
estrangeit OS apresentadO a assem-! Mizmrnle, senhure. o goveriio di repblica me-
peudc a prospeiiJade do seu departamento do Ama-
zonas.
As leis marilinias da repblica nao podem (er
idenlica applicacu i uina navecajao lluvial apenas
nascenle.
Sendo por esla ponderosa considerajo isenlos o*
barcos peruanos de lo I u direilo, quer -;f r.i 1 quer
provincial, nos porlos 11 uvi.il-- brasileiro.
que nao t pelo sen proprio interese, ra
hospicio, lano do lado da academia, como da roa.
l'articipou-se ao E\m. cuininandanle das armas.
I'.i i Aojuiz de orphos, approvanJo a medi-
da que lomou a respeilo da orphas Senhoiinha a
Vcnaiicia, de que traa o seu ollicio de 21 do cr-
renle.
Dito Ao director das obras publicas, deciafau-
juslo lie i do que a lliesouraria provincial lein ordem para pa-
l.iinliem gar, a' vista do competente certificado, a itnpurtau-
bla legislativa na quatta S6SSaO da ; Ibor aeonaaUldo pela >ua illmlraclo e experiencia, I pelo principio de reciprocidade, o governo da re- cia da MgODdl presta^o, a que tem direilo o arre-
i i _i wiSnisti n dli do Hlenlo de tornar dependente do ajuste publica iseule lamliein uos scus porlos de lodo a I malanle da empedramenlo do legando Unco di es-
nua egiMaiui a | eio nunisuu cse (|e |llni|es elerclci0 l1o ajre,0 l(o B.asil a livre ni- i qualquer direilo u einharcacoes braM.eiras.sej.. qual: Ira la da Eicada. l^
Cretat'lO de Estado O E>m. Si'. Jos asacAo lluvial. lr a raa lotaco. Ihl Ao mr-rri". iiileirando-o de baver o Exm.
cietatio de Estado o Exm. St
Mar i a da Silva Paranhos.
ConlinuaAo.'i
Kelares do Urasilcom a repblica do Caraguay.
i* folies iuformadodos motivos que delermiuaram
o governo imperial'a enviar ama miman especial,
ac.ompaiiliada de alguma loroa, repblica do l'.i-
ragay. Coiivem, todava, para dar-vos conla do se-
gaiiDenlo que leve essa missao al ao seu desenlacr,
recordar-vos aqu que os si-us lilis eram :
1." Reclamar urna salisraco pela ollensa leita au
vegar.io lluvial.
Xa ciladaaasata de S de jollio, dopois de moslrar
toda a rala* que mililava a sen favor, rclamon o
governo imperial que Ihe fosse desile loso rec mlie-
eido e respcila.lo-o direilo que deriva do ai i. ti.* do
tratado de 1830 ; o para que nao conlinuasse adiado
o ajusle dos assumptos a que se retere o arl. I.~> do
mesmo tratado, sidlicilou ao menino tempo a viuda
ile mu plenipotenciario para^iiavo a esla corle.
O governo da repblica responde a nos*a recla-
iii ir .u, em dala de 2 de --elemiiro. declarando que
enviara o Mil breve possivel um plenipotenciario
"nt"" "a T.d' seu ?n<:*"W0 de negocios, o ,, d i,l kr I.I. i.,... [.. .. 1> ....... I .. I r
Sr. I'ilippe Jos l'ereira Leal.
2. Reclamar que o simples transito pelos rio* Pa-
raguay c Paran, na parte em que sttai a^uas per-
tence a repblica, fosse franqueado aos navios e sub-
ditos brasileiros, como se aclia estipulado no arl. 3.
do tratado de 83 de deicmbro de I8.V).
3. Celebrar, se o governo da republica a isso se
preslasse, os ajustes concerneules aos limites. na-
vegado e eommercio entre o< daoi paizes, em cou-
furini la le do arl. ti do mesmo Iralado.
O rilen Mtiteceworvos expoz o modo pacilicii, e hon-
roso para ambos os paizes, porque lermiuuu a desiu-
lelluenci.i que deu causa a violeocia pralicada coiu
o encarregado de negocios do Brasil em Assumpcau.
Realabelecidas assim as rela(6es enlre o imperio e
a Repblica, eocelou o pleuipotenciarin braiileiro a
uegociarAo das outras quesles pendentes.
O governo rapenal inoslrou-se seinpre ilisposln a
celebrar, e por varas vezesleulou realisa-ln, os ajus-
les de que falla o artigo 15 do Iralado de 2"> de de-
zembro de I83U, islo he, o de limites, e a de nave-
. gur.to e eommercio entre os dous paizes. M.is o que
n governo imperial reclamava com urgencia era a
liberdade do Ir.msito lluvial, cijo ejercicio na de-
peudia daquelles ajustes, cujo direilo era perfeilo em
virlude di. arligo .1.- do mesmo Iralado.
Desde \Hy a navegarao da Paran acha se fran-
queada a todas as baadeirat, por elleito dos aconle-
ciiuenlo* em que o imperio leve nao p^quena fiarle ;
e. todava, apezar da nliru.i.'M que a repblica do
Paraguay cunlrahira pelo tratado de ISVI, de per-
roiltir esse transil leiros, a piovincia de Mallo-ljrosso contiiiuava pri-
vada da sua lacil e uatural communica<;ao com o
Rio da Prata.
O exercicio do Uve transito pelos rios Paraguay e
Paran, na parte em que perleacem a republica, era
portanlo, o objecto priecipal da misino deque se Ira-
II. Em raspalo, porem, a obrigaraa eonlnhidn pelos
dous governos de regularem dentro do prazo co Ira-
lado da I8JO os limiles e as relaceicommcrciaes dos
dous paiz-s, e porque esles jjusles poderiam facililar
a solocao amigavel daquella re-laroaco.o pleiiipoleu-
riario brasileiro foi^iulur'wad para celehra-los.
O governo Iraperilllaltfiupreheiideu em om projec-
lo datralalo de amizade, navegarao e eommercio os
ajustes de todas ai ajoesles pendentes com a repu-
fi'ir a sua lolaajSo. Di lo Ao mesmo, inleirando-o de liaver o Exni.
He este o espirito do arl. Io da convenc/io da 231 piesiduule do Caira' participado, que mandara pi-
de nulubio de 1831, segundo a qual os dous gover- Rar pela casa eommercial desta pracu, A. L. Sauloi
no", no intuito de promoverem repeclivameute a 11\ Roliiu a quaulia de 10*000 rs. que Suic. de-
navegai;ao do rio Amazonas e de eus allluenle por-) pandea com o frele dos instrumentos de cu^ciiha-
brar os ajustes conveiiieiiles sobre lodas as quesloes
peiitlenles. Esta declararlo nao continha em si o
reconhecimeiito preciso e nimio explcito que u go-
verno imperial exigir a respeito do transito lluvial,
mas foi lodavia Meta como urna seguranca lueiui-
vocad*>qot.o goveruo|da repblica eslava resolvido
a cumprir o Iraudo de 25 de dezemhro de I8."i0.
Oplenipolcnciario paraguayo, o Sr. I. Jos lles-
ges, apreseutoii as suas credencias S. M. o Impe-
dor em ."> de marco ultimo, e no da 9 do mesmo inez
deu-se coiucco a negocia^u, que lerminou em (i de
abril.
Desde a primeira conferencia o plenipotenciario
ila repblica declarou-se autorisado a celebrar um
Iralado amizade, navegado e eommercio conforme
ao que fura aarignado na Assumpco em 27 de abril
do anuo prximo passado, e que S. M. o Impera-
dor nao poude ralilicar pelos motivos ja expostos. O
governo da republica atleuttia a esses mulivos n.i-i
(ornando o referido Iralado dependente do ajuste de
limites, mas evigia que uts>e mesmo icio, ou em
urna couveurao di-liucla, se estipotassecerln prazo e
clau-ulns para aquelle ajusle.
O governo imperial desejava que ambas as qaes-
les pendentes fossem resolvnlasiao mesmo tempo, e
do modo mais satisfactorio, mas nao lile foi possivel
onaggnir .lo amigavel accordo.
Depois de louga discussAo,cujos prolocollos vos se-
nloopporluiiameiili; apresenlados, ciincluio-se e as-
ignuu-sc no dio ti de abril com o plenipotenciario
da republica um Iralado de amiz.ide, navegac.lo e
barcos de vapor, co.ivieram em que as mcrcadorias,
producios e embarcares que to*sem de um para
outro paz liquem isenlos de ludo e qualquer direilo
imposlo uu alcavela, a que nao eslejam sujeilos
iguaes producios do proprio territorio, com os quaes
licam em ludo igualados.
(I governo imperial faz voto* para que o e-l.ulo
poltico da republica permita ao seu governo al-
tender, como couvem, a esle importante assumplo.
fepubiiea da Bolina.
'feudo terminado em agoslu'do anuo prximo pas-
sado o periodo constitucional da presidencia do Sr.
capilao general Manoel l/.i.loro llclzo, foi elevado
ao poder supremo do eslado o Sr. general Jorge
Cordova.
t'o.- essa occiisiodirigio-se o actual presidente da
repblica a S. M. o Imperador, manifestando que o
prinu'ii'o e principal cuidado de sua adminislracu
seria coiiservar, olreilar e desenvolver cada vez
mais as relacoes de boa inlelligeucia e amizade que
existen) enlre as duas naces e seus governos, ac-
crecentando que o governo da republica vera com
pra/.er chegada a opporlOnidade de cultivar aquel-
las relacoes e promover os inlrresses commerciaes
com o imperio, como uji,.io amiga e limilroplie da
republica.
ii governo imperial muilo aprecia as amigaveis
ilisposices de que se mosira animado o actual go-
verno tlaquelle eslado visiuho, equaulo esteja de sua
parle procurar maule-las, como eouxein aos inte-
resses recprocos e permaueules Esles seiilimenlosdo governo imperial n3o silo de
boje, deiles tem a republica de Bolivia recebido
inequivoeas provas.
Sefdario de limite com a franca.
l'ostfs informados no ultimo relalorio de que o
governo imperial se prestara a proseguir na corlede
Pars a iieociacAo de limites enlre o imperio c a
uvaiina l-raiiceza, e de que S. M o Imperador
ra que remellen para aquella proviucia
Dilo Ao inspector intenno da lliesouraria
provincial, recomnieudaiidoque com urgencia iiuirne
entrenar ao Ihesoureiru pagador da reparllco das
obras publicas quintil de 3:000} ri., alim de po-
der o respeclivo director occorrer as despera que
se v.io fa/.er com os reparos dos estragos cansados
uas estradas e mais obras, pela endiente do ro Ca-
pibarihe.Conimuiiicou-se ao referido director.
Dilo Ao subdelegado de Cabrobo. Tendo-
me olliciado o juiz de paz do segundo dislriclo de
Cabrobo, dizeudo qiia a epidemia reinante se avi-
ziuha ilessa villa, e pediiido-me soccorros e medi-
camenlos com muila argeoda, para u que euviou
dous portad remello a Vine, urna ambulaucia c ,">3 follielo^ das
presenpeoes liyglcaicaa contri o cholera, para se-
ren distribuidos pela populacho dala. E como
quer que o Dr. Thomaz Auloiies de Abreu -ieja
de partida para as comarcas de Flores e Boa-\ isla,
para onde vai encarregado da iuspecrao e direccilo
de lodo o trrica de saude, deve Vmc. dirigir-se ao
mesmo donlor. que leva recommendacoes para es-
tender seus cuidados mdicos a essa villa, oo caso
de ser accommellida pela epidemia reinante-lez-
se a respeito o necessario expediente.
Portara Coucedendo ao capilo quarle|-meslre
do riiiNiiiHii.iu superior da guarda nacional do muni-
pio do Kecile Domingos Alves Malheos '. arezes de
licenc.a para ir ao sol do imperio Parlicipou-se ao
respeclivo coinmaiidante superior.
applicar a le de desaprupriacao por utilidade pu- i territoriaes e geoftraphicas operadas na soberana de
blica, eis-ahi o que nao recciam aventurar algumas! estados nao representados no congresso.
pessoas sisudas. Pertende-se lambem que urna memoria do conde
Na Inglaterra, varias proposiees de certo iiileresse | de Cavonij ministro pleu|M>teuciario da Sar.leelia,
hilo sido discutidas no parlamenlo. Lina proposi- reclamara igualmenle a iiilervencilo dosalliados
jilo que exigi uielhor eslabelecimenlo da inronte la.r, [ em aples, o reconiiecimenlo da uoidade nacional
fui rogeilada pela queslo anterior a pedido do chan- da llalla, a relinda das guarnieres eslrangeiras,
celler do Ihesouro ; o nobre lord observeu que a a nina de altan legas eulre o Piemonle e a I. un-
income ta.i devia desapparecer complelameule em bardia. emlim melhoramentns maleriaes, in-liliii-
Isnil. e que por eoosequencia era mu larde para j (oes liberae-s ua llalla austrica, assiin como mais iu-
commercio, ipie desenvolve os principios eslabele-, houve por bem encarregar essa missao aa Sr. vise .u-
cidos no de 2"i de dezemhro de ISO, e urna con- de du I ruguaj, que pardo iinmedialamenle para
veucao pila <|oal se estipula que dentro do prazo
daquelle Iralado se nuiaeiarao novus plenipotencia-
nos para exainiiiarein e recouhecereui definitiva-
mente a Ijnhi divisoria dos dous paize*.
S. M. o Imperador houve por bem ratificar os Te-
lendos ajustes.
As ralilicaeoes serao trocada* na \--impa.ia no
prazo .le S das ruinado- de l> de abril, ou antes se
for possixel.
I cnezueln. Soca (ranada, e Ecuador.
Anida mo loram dcliiiilivameiile appruvados pelo
cenroslo de Venezuela os ajustes de limiles e de na-
vegado lluvial celebrad
desempenha-li.
(. .meeai.'ni oo dia itll de agosto prximo pas-ado
as conferencias enlre o plenipotenciario brasileo e
o Horneado por S. M. o Imperador dos l-'raiicezes
versando sobre a iolelligeneia do arl. 8 do iralalo
de l'lrechel. Esla diienrajle eslava lerininada, e pa-
ra o aecurdo que dclla se deve deduzr pedio o ple-
nipotenciario brasileo as ulteriores ordens e ms-
Irurces du governo imperial, as quaes ja foram ex-
pedidas.
O soverini imperial, em \isla daquella disrussfio
e dos senliiucutos moderado- e amigaveis que ina-
enlre aquella repblica c nifeslou n plenipotenciario Irancez em nome do eu
' nin desfecho
JSSrZZ9 -SftSVEZi r o" bdi ,diV'ein I """"' P"'^ en, 2. de ,,;ve,bro de .8.2 gaverno, espera que a negociacao lera'
dos tratados o dito projeclo, so o governo da repu ? 5e,"""- '" J' ''"!'"'' u" '**. I *<-* ,
blica desejuae que o ajaste de limiles fo- e sepa- ,>,*?",*"* da "^S* "v,jl ':" l"-" W- I l-''la I_f- i % i i v.ida pelo poicr execulivo o pelo senado, mas o del Ma sendo possivel aprcscniar-vc- n
re-J toitea
yia i i
S-Tlo Ja,
limites eucoiilriiu op|io>icAu na rain.irM do.
e convnerc.o, senao a eonlirm.t! ""'"f,! .....""fUle ,i'".r """"" ,"?''*
t. e desenvolviTnento das li.-es ja estabalecidas .... -""r" d" "P"1'" reconheeStl en. 18.1.
Nesla sua pr.t
quaulo ii'V'^.ii
r*pre-J in
I',
me
|ue marca o inappa da CodaRl, publicado sob
os auspicios do congresso venezuelanu, c que lem a
seu Tavor um juiz Un competente c respeitavel como
he o sabio bardo de llumboldl, cujo parecer cuusla
do relalorio do nieu anlecess T.
leudo porem ja a sanecao do poder execulivo, e a
approvaco do senado, e dependeudo somenle de
du.ts discusses na cmara dos representantes da re-
pblica, o soveruo imperial confia que aquelle ajos-
i le de limites, l,o reclamado em ISil pelo governo
Respundendo a esa note em dala de 10 de abril do ______ ',.,- 1
' i ,i- veiiezuelano, nao sera por mais empu di lendo.
auno passado, de-arou o governo da republica que ,hl> ,,,,.,
. ^ r Achar i-se tu nbein peudenles os auisles que sobre
us seus deseos eram acedera lulo quaulo fosse razoa- __ .'
.., ^____ os mesmos assumpli.s loram negociados em Botla
val, decoroso e compalivel corn a sua seguranza c
ranqnilli la.le, mas que, nao podeudo as concessoes
m quadro de
aa recia...arr.es, nacionael oo esln*najelras, .pie
m por esle mibisterio, dar-vos-hei eoulieciinen-
lucllas que me parecein mais dignas de vossa
tratado vigente, consullaiido pelo modo o raais a.ni- i
Bivel os inleresses recprocos dos dou< paizes; e.quan-1
tu a lmites olfereceu i repblica a maior concesso
que ella pudera razoavelmenle pretender, una divi-
sa que ia alem do que o governo paraguayo propo-
zera por dilfereoles vezes ale ao anuo de 18't.
O projeclo de Iralado do governo imperial foi as-
sim ofiereeido como complemeulo dasiia nota de til
dedezembro de I*.Vi, Je que ja lendes couhecimenlo
feilas pelo imperio acerca de limiles ir alm do que
eslava no proj*>clo, a scnlo-lhe anuuociadas como
um ultimtum tnvariavel, receiavn que seui bsns
desejos fossem ioulilisados.
Esta declaraeao, depois do desenlace amigavel da
queslo que inlerrompera as relacoes dos dous gu-
vernos, nao po lia deixar de sorpreuder e causar o
mais profuu'lo p -/ir ao governo imperial.
Assitn se enuuciou o meo anleccssar cm sua ola
de 30de abril,accresceolando que sentira profunda-
mente que nao fossem bem
por parle du imperio c da repblica de Nova lira-
nada, sendo o de limites assignado em i") de jullio
de 18)3, e o da uavegac/iu lluvial em I i de juuhj do
dilo auno.
As circunstancias polticas daquella republica, se-
gundo parece, lem iulluido para o adunenlo dos
referidos ajustes ; mas he de lana vanlagem par
ambos os paizes a franqueza da navegado pelos seus
rios cumniuns, e do eommercio pela respectiva fron-
leira, que nai se pode recelar que n governo da re-
poblica deixe de por lodo oempeiiho do sua parle
afim de que se resolvam sein maior demora eteat ne-
......... .-............. apreciadle pelo governo
da republica os esbirros pacficos que cnnlinuava a ,. ; .
fazeru governo de S. M;, para obler por meio de|^^ '
negociarues pacificas e hnreles, a joslira que i
Ihe poderia ser negada sem ullensa do* direitos de
Brasil, sera violarlo de um pacto internacioual, su-
rcarse a Ironleira ilos dous paizes;.
Ainda cm 1 ~i qucixuu-so o goveru granadino,
por uola de l'.l de ouiubro dirigida ao ministro bra-
bre assumplos coja soluto era de lao vital inleresse ,,le('ro 1u0 ,lh >e "* ""f'" I'"'*1;'' 1ue
para a eivilacilo pata o desei.vulvimenlo do com-|'im"'" ""* *" lerntorio pelo lado do
mercio e industria, nao todos dous paizes, como de
todos os Estados vizinhos.
As duvida- e objecc/ies du governo de republica re-
le mn-c juicamente a quest.ao de limiles. O seu
plcnipolenciario, declarando que um aju.le a respei-
to da navegarao e eommercio enlre os dous paizes
' Coitliuuar-se-ha
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do Ola 30 da rano.
Oflicio Ao Exm. cuinmandaole superior da
guarda nacional do municipio du Kecife, dizendu
que pode, como ja Ihe foi permitir lo, passar o com*
inandu superior au ullicial a quem por lei competir,
visiu ler S. Eic. de seguir para a corle na qoali-
dade de seuador do imperio.
Dilo Ao Exm. marechal commandaute das ar-
mas, remellendo para ler o conveniente desuno a
conxnANDo das armas,
Qnartol ceneral do coramaodo das ana di
Fernambuco xxa cldade do Recite em i de
Junho de 1*56
ORDEM DO DIA N. 271.
O marechal de campo, eommaudaute das armas,
faz cerlo, para os lim convenientes, que o Sr. Dr.
Bernardo Machado da Costa I),na, nonieado juiz de
direilo \a primeira vara crime desla cidade por de-
creto de 12 de novembro uitiino, enlruu a 3o do
me/ prximo lindo no exerciciu do seu cargo, e por
cunsequencia as funeces da auditoria de guerra.
O mesmo marechal de campo julga opporluua a
occasio para declarar, que o Sr. Dr. juiz ile direi-
lo da segunda vara, Alexandre Bernirdine dos Reis
e Silva, no longo (empu que fuucciniiou ua quali-
dade de auditor de guerra, se houve com a maior
pontualidade e inleresse no cnmpnmento dos res-
perlivos devere, que deseinpuiihou rom zelu e m-
telligei.cia, pelo que Ihe da os devidos louvorcs e
agraderimenlos.
Determina que o Sr. capil.io aggregado arma de
inlaniaii Antonio Mara de Castro Delgado, pas-
se a fazer o serviro qoc Ihe competir no quarto ba-
lalhao de aililhana a p, visto a necessidede que
lem Delerinina, nulrosim, que os Srs. coinrraiidaiites
de corpos e cniipaiibuis fices, na confecrao das m-
rormacoes de ri.nducta dus olliciaes, inferiores e ca-
detes, concedientes ao crrenle semestre, ubservem
o disposlo na circular do raiuislerio dos negocios da
guerra de 17 de maio lindo, que vai abarlo Irans-
cripla.
CIRCULAR.
Rio de Janeiro. Mini-leiio dos negocios da guer-
ra, em 17 ile main de 183ti.
Illui. e Exm. Sr. Seudo sobremodo oneroso ao*
pre-iili-ntes de provincia, aus cummaudaule* das ar-
mas e aus de corpo de exercilo o escrevereiu, data-
reru e assignarem em cada follia das informares
seincsiraes de conducta dos olliciaes, olliciaes infe-
riores e cadetes dos Corpus a eipressiio do seu juizo
mudar as bases segundo as quaes se percuda este
imposto,
O governo ohleve i iiomeaeao de urna coinmissAo
para a nriMiiisaeau das escolas municipaes, mas o
bil da educacao nacional (o laboriosamente prepa-
rado por lord Johu Kusseil naafragoe dame das
communas depois de um dbale de duas mufla ; n
nobre lord acabara reduzindo as suas proposin.es a
dous pantos, |. o reslabeleciuieulo dos ministros do
conselho privado, enearregados da direcro da edu-
caban naru.ii.il ; 2. a nomearao de inspectores leudo
por missao averiguar as imperfeires do eiisino na
Inglaterra,
O governo aceilava a primeira deslas proposiees,
mas Mr. Idadslone, Sir James lirahan e os con-
servadores cotnbaleram o bil modificado de lu.'d
Johu Kus-flll e conseguirain fazer regeila-lo pur 2110
vulus conla 138.
A questAo de jaramente de abjuiarao se apresen-
lou novameiile diante da 'cmara do* communs,
Sabe-seque nu eslado actual da legislac/iu, us depu-
lados novimenle eleilos sao ob.-igados a preslar um
jaramente, no qual "se acnam estas palavras: fe de um christuu... e urna declaracAo de abjurarao
de qualquer religiao nao chnsl.ia. Esla duplico dis-
posiro oppoe um obslaculo inveucivel a adinis-
sio dos momio u. israelitas. He por isso que desde
varios auuos u baru L. de liolhchild. iiurueado de-
puladu pela cidade de Londres, ainda nao pode seu-
ar-se na sua cadeira.
Ja a abolirn do juramento actual linha sido pro-
posta pela cmara dos coiiiinuus em urna das suas
precedeules sesses, mas fora repellida pela cmara
dus lords onde funcciuiiaui us bispus inglezes, e que
se encarreguu da missao de defender palmo a pal-
mu u espritu e o lexlo do- velhos cosliimes. O mi-
nisterio actual (rala de fazer juigar definitivamente
a queslau.
O bil que able, ou ao meaos modifica o jura-
n.eutu acaba de ser adoptado pela seguudd vez ua
cmara dos conminas, e Sir Thesiger, o iufaligavel
defensor do pruteslanlismo, declarennlo Itrlnbjecrao
dulgeucia em facililar as relaces cum o Piemonle.
I ii lo i-l he mais ou menas verdadeiro, e ames
que ludo urna eousl evidente he a necessidade era
que esla a Saula Su de licar completa e absolula-
uienle indepeudeiile. IJucr possua najl paiz exleuso,
urna provincia, ou simplemente ama '.Ja-Ls, he inis-
ter que seja senhor de si e de suas arenes e garantido
coulra qualquer invasao equalquer sor|H-eza. Eslelu*
leresse he mu superiur au inleresse italiano, e sa re-
fere a uiiiii I inleiro, pois iiomuiidu inleiru ba Cl-
Iholicus que reconhecem no papa o seu chefe espiri-
tual.
V.-nr.i. posto que a queslo italiana r>3o teulia si-
do e iiem lenba podido ser deferida uo congres*o de
l'aris, como depois de ter tratado s quesillo urieti-
t-l, o i un ha que fazer om exame prufuudo sobre a
siluarao geial, occepoo-M extensamente cum ns ne-
gocios da Italia, mas fe-lo com ladea c.rcumspec-
'.a.'. pois que sea pennsula he um foco de pertur-
barles e desordens, se sollre cm consequenicia disto,
nao he menos verdade que ella ha sido constituida
tal qual he boje pelos actos du cougressode Yienua ;
esles aclus nao lem cessado de reger o direilo pu-
blico curopeu, lixaram os limites, proclamaran) a
independencia dos Estados contra cujos direitos e
existencia nao se pode coiumetter violaro al-
guma.
Nao ha motivo para operar qualquer Irausfurma-
rao no terriloriu italiauu ; semelhautes transforma-
eiies se realisam depuis de luugas e saugrenla* guer-
ras pelos Iralados que cuiisliluem e pruclainam os
iiuvos direitos dos vencedores e a resgnamelo dos
vencidos, c a guerra nao leve uem bastante duraran,
iiem bstanle deseuvulvimeulo para occasionar esla
necessidade.
O ttatu-quo as cirrumscripci.es lerriluriaes nao
impede que grande* reformas se lornem indispeusa-
veis, que sejam desejadas e esperadas pelos povos,
promet (idas pelos guvernus o reclamadas pelos pro-
gressos da razao humana, pelas numerosas relaces
esiabelecidas entre us subdiios e os governos ; Stcs
sao nbngadus a prover as novas necessidades qoe se
relarilo das allerares occorridas acerca do capilao i sobre cada individuo, em consequeucia de ser muilo
Jos Aurelio de Maura no mez de abril ultimo. I avollado o numero desles, determina o governo int-
uito Ao inspector da lliesouraria de fazenda, perisl qu, cunlinuandu aquellas iiiformar,es, se-
Conslara aquelle govcruu |que o encarregado da
direcro da aldea dos indios de Japacoa, uas mar-
gens do Ir ., procurou allral.ir ao Brasil aliuns in-
dios eslabelicidos no lerrilurio que se repula gra-
uadinu.
Me encontrara a menor dilliculdade, porquanto em ,. l"firte'" 'la provincia de Ama/unas, logo que
sua celebraco vil o governo da repblica conven.-',eve ""llc';1 ,le?'e, I"1"' "m,Jou fgc,,Ur '?">"">
encas e vanlageus para ambas as pules, exigi que !a 5Ua< i,""'ai l,ab"i,uei a,os 1"c aii"" ,]-
a negociado comerasse pelo ajusle de limiles. .cm : no imperial, recoiiimendanilo provt-
0 pleuipotenciariu bras.lci.o anuuio a e-a exigen- deuc,i,s''" ,e ""^^ a "P"!":-"' qualquer lelo
cia. la esperain-a de que em ncul.um ca-o seare- M"te*M dar caus, a conll.ctoscum os aulonda-
cusad* a celebrarlo do Iralado de eommercio e na-
vegario, ou pelo menos o rceool.eciniei.lo do direi-
lo do imperio ao simples Irn, lo lluvial cslipuladu
uo arligo 3." do Iralado de I8U.
A discussao sobre limites nao cunduzio a oolro re-
sultado que delxar a queslao indecisa, e no mesmo
p em que se achavs. O governo da republica, como
veris da correspondencia annexa, declarou que nao
aceiiiva a propusla do governo imperial, mus sem
dizer francamente porque a rejeilava, ncm offerecer
outro accordo que enleudcsso mus juslu ou cuuve-
uienle. '
Depois de inuteis esforr.os de sua p-ile, o plenipo-
teueiirio brasdeiro tevs de annuir a que lica-se in-
decisa aquella queslau, e assiguuu com u da repbli-
ca, aos 27 dias de abril do anuo prximo passado,
duas convencis, urna relativa ao simples transilu
lluvial, e navegara e eommercio enlre os dous
paizes. a nutra marcando o prazo de um anuu para
o ajaste de limites.
A primeira das duas sapradilas conveo^es, se-
guado ama clausula nella expressa, nao poda ler
eolito sera que se decidase a queslau de limiles ; e a
convenra relativa a esle essumplo apenas eslipula-
va, como Tica dilo, que dentro de um anuo procura-
ran! os dous governos chegar a um accordo amiga-
vel e definitivo. Ambas as convenees, porlanlu,
ada mais erara nem viliam do que urna promessa
decuroprimentodeobrigaces ha muilo ronlrahida vem em reciproca vanlagem, preparara de cerlo os
polos dous governos, continuando no ciilretanlo in- dous paizes para regularem as suas relari.es sobre
terdicto a bandeira brasileira o uso da navegado dos, bases mais largas e duradourasdo que as da conveii-
reconimendaiido em vista de requisiran do Exm*
presidente do Cear, que manda pagar a casa com-
mercial desla prac.a. A. L. Sanios ex Rolim, a
quanlia da 3:2283800 rs. proveniente de i,03ti cu-
vados de bata, que pur cotila do governo foram
compra tu. a mesiiia casa para abasteciraenlu da-
quella provincia, unde o cholera-morbus se acha
inimiiieiile. l'arlicipou-se au referidu prcsideule.
Dilu Ao me-na, recoinmeiiddudo que mande
comprar e reuieller para o Cear, a' disposic,ao do
Exm. presdeme daquella provincia, lincente bar-
rica* de fartnhu de trigo. Inleirnii-se au Exm.
presidente daquella provincia.
Dilo Ao mesmo, transmitanlo para o lim can-
veniente qualro avisos de lellras na njporlaucia de
2:'.l'.l;l'.l rs., scenlas pela lliesouraria de fazenda
da provincia du Riu Craude do Norte sibre a desta,
e a favor de Joaquim Ignacio Yreua Jnior. Jos
do llego Bezena e ll.omaz (jomes da Silva.Part-*
cipriiise ao Exm. piesidonle daquella provincia.
Dilo Ao ci.mmandaule da eslafau naval, di-
gubdo o mesmu syslema irescripio pelas inslruc-
ces geraes em vigor, baja, no lim de cada callearan,
urna rullr.i em bronco do formalu das nutras, e cumo
ellas numerada, ua qual os dilos presidentes, com-
maiiilaiiles de armas e de corpos do exercilo decla-
raran que se ronfermam com a opima > dos ebefes
dos coi pos quaudo seu juizo concordar com o (lestes
relativamente aos individuos a quem se referirein as
iufurinari.es ; essa declaraeao ser por elles escripia,
datada u assignada. A respeilo, porem, daquelles in-
dividuos a quem elles leiiham de fazer una ou oulra
ola que divjrja, pur auipliac.io ou reslricru, da do
commandaule do corpo, e tambera respeito des-
te, seguirao as prescriprcs das citadas inslrucc.es
geraes.
E porque o mesmo onus pese sobre os cominan-
dantes dos corpos, que lem de escrever o seu juizo
em (res collecroes de infurmaroes em cada semestre,
o governo determina, que elles o faram por sua lel-
Ira, como esla eslabelecido, smenle naquella collec-
eSo que lem de ser remellida secretaria de esladu
zeudo que a urdem du encarregado du quarlcl ge- 'du* nugoci s da guerra, e permille que as oulras se
no ral re marrulla para que u regresso do vapor l'ia-1 jara escripias e datadas pelos rcspeclivos secretarios,
mSo a corte se elleclue a vela, loi ualuralmenle ex- sub s anignalan dus litios cummandanles.
que i
des limilrophes, mandou ao mesmo lempo demillir
u sohreddo eni|ircgado.
Tacs occiirreuci.is melhor se acaulelariam, se es-
livessem bem discriminados os domiuios do um e ca-
iro esladu.
O governo do Equador ainda nao julgou chegada
a uccasiao de entrar cm ajustes cum o imperio sobre
a navegaran lluvial.
O governo de S. M., acreditando um agente di-
plomtico junio a esses Ires estados liinitrophei, deu
urna nnvn pruva dos amigaveis desejus de que para
com elles se acha animado.
Hepublica do I'eru.
A melhor iiitelligeueia amizade subsiate entre o
governo imperial c u da repblica du Peni, desde
que leve inleiro e perfeilo cuinpriinei.lo a conven-
00 especial de eommercio e Divegacao lluvial, ix-
Iradiro o limiles de 23 de oolubro de 1831.
As boas relaroes e iuleresses dos dous paizes na
(em sido prejudicadas pelus acontecimeotus polticos
que ltimamente occoireram naquella republica.
Ambos os governos se empeiiham por cimentar a
melhor harmona enlre as povoari.es dos territorios
limitrophes, cujo trato e eommercio vao lendo aquel-
le de.emolumento que era de esperar com o esla-
belecimenlo da linha de vapores que navegara entre
o porlu de Belein e o de Naula.
Os iuleresses conun^rriaes que boje se desenvol-
rios Paraguay e Pirana.
A esla considerarn aerresce que, nem nos aclos
que se trata nem cm documeulo algum de sua ne-
aociacao, se fez a mais leve referencia ao Iralado de
'23 de dezemhro de l-sMi. o que este silencio poder'a
ser considerado como dccuoliecinienlo do direilo
que nos garante aquelle Iralado.
S. M. o Imperador, atienden In .is razes que li-
cam expo-t.i-, houve por bem nao ratificar as refe-
*j^ ridas conveornes, o qae se communirou ao governo
da repblica por nota de 8 de julho prximo pas-
sado.
O governo imperial demooslrnu por esla uccasiao
o seo direilo perfeilo ao livre transito lluvial pelas
agnas du Paraguay e do Paran, na parte em que a
repblica tem a soberana deles rios, bem romo o*
fundamentos da muilo moderada proposla que oll'e
recera para o ajusle de limiles.
Ilavia sampre allegado o governo da repblica,
para jqsliflcar a falla de cumprimenlo do Iralado de
cao de IR3I.
(I* ajustes iniciados pelo governo imperial com as
repblicas de Venezuela e de Nova iraiiada foram
baseados nos mesmos principios, c calculados para os
mesmos lilis das eslipi.lari.es que boje nos ligara a
repablica do Peni, r'uudada he, purlanlo, I espe-
r.iura que lambem nulre o governo imperial de qu
aquelles estados vunliam brevemente a ewnprehae-
der que em seu proprio inleresse, e no inleresse ge-
ral, deveui concluir quaulo antes us ditus ajusles.
O governo imperial lem o maior prazer em dar
publico leslemuiihn da lealdade com que a republica
do Peni observa os Corapromisaos que ronlrahira
com u imperio pelo Iralado de 1851, lealdade que
aftianra o necessario desenvolvimenlo e estabilidade
dos futuros ajusles que lera de celebrar os dous
governos em beneficio da sua navegaran ecom-
mercio.
I'or tim regulamento d.i repblica, lodo n navio,
nacional ou ettrangeiro, de mais de 200 tonelada!
"> de dezemhro de 1850, que o simples transito llu- i esl sujeito a rertos direitos de porto e de louel. gem
vial estipulado no arl. 3." dependa dos ajusles i que qu indo precede do exterior. O invernador da lion-
lelligenria, poini, era luir peruana exigi que al embarcarte! brisilcira*
se refere o en. 15. Esla
evideutemenle contraria lellra e espritu daqeellai
eilipulartes, que pur sua parle o Brasil emnprira
com o mais amigavel zelo, e em Inda a sua ex-
lenvio.
Os ajeites indicados no arligo 15 do tratado de
18-511 -,1n de cerlo mui convenientes para as boas re-
lirdes e lodos os interesses permaueules dos dous
paizes, mas a pendencia de-ses ajusto*, ou de algum
dalles, nao poda prejudicar o exercicio do direilo
perfeilo que pelo arligo :|.- lem o Brasil a qoe sua
bandeira e seut subdiios pnssam transitar livreinenle
pelo rio Paraguay.
Culpa nao he do governo imperial o nao se lerem
realisado os referidos ajustes com a promptidao que
se devia esperar da amizide qoe existia eulre elle e
o da repablica.
que entraren] no porlu de Lorelo.se coiifoniiem com
aquelle regiilaiueiilo na parle que Ibes (r relativa.
A legarao imperial em Lima leve por seinelliiute
raolivo'de dirigir algumas observacnes ao governo
do Per.
O eommercio lluvial era complelameule nuilo.aules
da promulgaran daquelle regiilamenlo : urna lal
dispusicSo, quandn esse eommercio corneja a desen-
Milvcr-se. diminoiria o favor que o* dous governoi
assegur.iram a companlna de navegaji. do Amazo-
nas por elles subvencionada.
Ni i he de rrerque o governo peruano, que inoslra
desejos de piomover as cominuiiicajes da republica
cora os oulros esladus blihadus pelas mesmas aguas
interiores, queira eslabe'ecer resiricjes que preju-
dicariam o inciementu de umi empreza de que de-
pedida na pursuasao de que u uiesino vapor uao se-
ria iproveiUdo para couducc.il de passageiros ; mas
que indi, a bordu, como ja se delerininou. o Exm.
ex-presidenle desla provincia conselheiro Jos len-
lo da lainlia e l-'igueiredo e o Dr. Joao Jos remi-
ra de Aguiar, que lem de lomar assenlo ua cma-
ra temporaria, parece de necessidade que a viagem
dessa enibarcarao seja feita a vapor por ser mais
abreviada, podeudo S. S. entretanto rccomiueular
ao respeclivo coinraandaiile que use das velas lias
occastes de venios propicio*, poupando o carvao.
Dilo Ao mesmo, reromioeudaudu a expedijao
de suas ordens para que no vapor l'iaiiiao seja
transportado para a corte o ex segundo constructor
do arsenal de raariuha, Jos Joaquim Ribeiro l'i-
ipeaita. e bem assim a sua familia.Coramunicuu-
se ao inspector do mesmo arsenal.
Dilo Ao direclor do arsenal de guerra, re-
r..mm.ai I iii lo que faja eulregar ao alferes qu.irlel-
mlie du lucio lialalha.i da Paralaba, Amalla
Mii*. os arligos de fardameulo que se maudaram
ipromptar uaquelle arsenal para o referido meiu
balalli.io.l'arlicipou-sc au Exm. pre-i lente da-
quella provincia.
Dilo Ao mesmo, dizeudo que visto achar-se o
aprendiz daquelle arsenal. Marcolino Jos l'ereira
da Silva, alleclado de elephantiasis dos rabe*,
couvem em que seja elle desligado da respectiva
companlna, e removidu para o hospital dos Lazaros.
Ollii iuu-se nesle senlido a' adrainistrajao dos es-
lalieleciinenlos de caiidade.
Dilo Ao ine-mo, para mandar fazer com ur-
gencia us pequeos reparos de que necessilarem as
portas, janellas e vidrajas do palacio da presiden-
cia, sendo fnrnecidu por aquelle arsenal u malerial
que for precise para os ditos reparos.
Dilo Ao coinm.ldanle superior da gnarda na-
ciunal do municipio do Rio l'ormoso.Accuso re-
cebido oollicin em que V. S. parliripaudo-oc que u
lente quartel-meslre du balalhao n. 15, nao obi-
lantc eslar fardadu e apresenlar a sua patente, fura
preso a' arder do suh.leleg.idu da fregiiezia de Bar-
reiroa por um soldado de polica, e recolhido a' ca-
deia ; pede au mesmo lempu que esle governo pro-
videncie sobre semelhanle fado. Ao que me com-
pre responder, que rutando o referido lenle uo
gozo da* honras e privilegios librenles ao seu poe-
to, n.lo deveria ser presu senao do modo porque o
sao us olliciaes da guarda nacional e do exercilo.
Nesle sentido acabo de olliciar ao subdelegado
para que remuva aquelle ollicial para a pri-ao que
Ihe competir. Olliciou-se ao referido subdelegado.
Hilo Ao inspector de arsenal de marinha, ap-
provando a compra que Smc. fr-z de duas peras do
rabo de linhn, pelo preeu de 7.-SHKI rs. o quintal,
alim de seren Olivia 'os para a Pirahibl, de runfor-
n:i 1 ule cum asrdeos imperi.ies.
Dilo Ao mesmo, ficando inlcirado de baver
Smc. coulralado eor%o mostr da bureara s. z7er-
nordino I a condueo dus ohjectos que lem de ser
enviados para a Paralaba, e declaranlo que acaba
de sulicilar do Exm. premenle daquella provincia
a expedirn das conveniente! urden* para ser pago
alli o frele dos mesmul objeclos.Olliciou-se a res-
peilo ao referido presidente.
Dilo Ao mesmo, approv.indn a deliberarn
que lomou de mandar fazer os pequeos reparos de
que preCiiava o vapor de guerra I aman, e de fnr-
necer n combuslivel e mais objeclos uecessarios ao
mesmo vapor.
Dilo Ao teneiile-coronel encarregado das o-
bras mililare*, para mandar fazer com urgencia os
reparos de que necei/silam os muroi do quarlel do
Dos guarde a V.
Exc.Mrquez de Cavias.
Jos Joaquim (.'ovino.
IRI1UNAL DO COMMERCIO.
Sesmo indiciara em dejunlio de 1856.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador Suuza.
Eslivcram prsenles tudus us membrus du Iri-
bunal.
Luirn lo em julgaiiicnlua appellaro eommercial
desta cidade eulre parles.
Appellaulc, Jao Jo* do Reg ;
Appellado, Antonio Jos de Oliven a.
Fui relam ca a seiilenra appellsda.
Appresenlada para se designar dia, e assignadu o
de boje ; sorteados os seuhores deputados, llego e
Lemos.
l-'icou adiada a appellaro entre parles.
Appellaule*, us administradores da ina-.i fallida
de Ricaidn Roy le ;
Appellado, I'". Cuulon.
l'assou du Sr. desembargado! Lean a appellajo
eulre parles.
Appellaule, Andr lleurique Wilmer ;
Appellada, Dona Anua Sopliia Elisibelh Wol-
phup.
EZTE3IQR.
COBBISPONSENCIA DO OAltlO l)t
KUJIAHBDCQ.
PARS
(i de maio.
Nupoleo III pretende, no lim dcsle verlo, visi-
tar a Algeria, e asu a preseuja na colonia deve ler
orna alia ligniOcajtO ; em cousequeucia desle acon-
lerimento Irata-ss de acabar ueste mumculo u lele-
graphu eleclnru mediterrneo de Marselha li Alge-
ria, eondattodo-M o fio at frica.
*A mperalri/. ja foi igrej dar graras a Dos pe-
lo seu bomsuccesso, no I." de nioiu, sem solcmni-
'lade algum, ntli-ial.
Parece cerlo que a ceremonia do baplmo do
principe imperial esla designada para segunda fei-
ra '.) de jiiiiho, e que c seguir o programma adop-
tado para u baplismo do rei de Rema, A ceremonia
religiosa lera lugar .na igreja da Tiosta Senhora s
qoalro horas da larde, e depois o joven piincipe ser
recoinliiziilo o S. Cloud.
Dizem que depois do baplismo seguir-seha a
volla triumphal do exercilo ib. Oriente. Paria an-
da lem cmlra praoeeapaeSo : o projeclo ,le l'aris
porlo de marcomer, a lixar de novo a alleiiro,
e sera um laclo de una importancia iocalcu-
lavel.
Eis-aqui algumas linhas a esle respeilo pxlrahi-
das de um coircspoiidenle da Imlepr.nileifia lichja :
Vou cuiiiuiunicar-llie um projeclo lo giganlesco,
tilo incrivel, que foi preciso que o boato mi fosse
repelido militas vezes e em varios lugares, para que
rae resulvessr a menciona-lo aqui. Dizem quu se-
ra cuncedidu a una rompinhia organisada em una
inmensa escala, a aolonsajlo para exerular Iraba-
Ihus que faram rhegar o mar al l'aris.
Paris. ravaodo-aa om ranal cm linha recia, o
qual po.ler rrceber a maior u.iu. Alinr-se-ha um
porlo cima de S. Cloud : a companlna recebera
urna subvenc.ia de cem millme*, pagaveil em varias
preslares. O eslado pagar o heuecio de 5 ',
por cen.o. e garantir/i lambem a 5 por ceuto us ca-
pilaes empregadus. A companhia teria o direilo de
las sem o eoncurso dus seus subdilus ; e esles sub-
dilus recusara u seu concurso, se uo silo admillidus
a disputar as vanlauem e a convcuieucia, ja se nu
pode contar com a submisso dos povos, os povos
querein saber pur que alguem os guverua e por que
ubedecem. Islo he verdade em toda a parte, he
verdade sobre ludo na llalla, e o procedimeitlo do
i'iemoule uestes ltimos lempos deve ser urna adver-
tencia e um exemplu.
Anda repelimos urna vez, u congresso de Pars te-
ve pur nica missao reslabelecer a paz, removendo
liara vaiit.igem de luda a Europa ludos os embara-
zos da queslo do Oriente, e uo poda agitar por
nielo de pruleslos sem alcance dilliculdades taes co-
mo asila transformaban da caria da llalla e du res-
labelecimenlo da Polonia. Foi pois de. balde que os
jornalislas ingenuos procurar-tu acuuselhar eslar
larefa aos pleuipoleuciarios das grandes poten-
cia*.
Dogodo; os Estado* italianos, o ducado de Parras
he que nesles ullimos lempos se acha na pesico mais
critica, he o foco de coiispirares uiazziinai.as. L
reina aauspeila em luda a parle, os minislros se
dviuilliraii., e a sollo de Luixa de Baurbou. regente
parece mui eiraproinellid-. l'ralicanx-su prises
em massa, e as Iropas austracas oceupara o lerri-
lurio.
Fin Francfort a Diela M lem oceupado com a
queslo da emigrifJtO : a conimisso fez um relalo-
rio que recnhece a utilidade da proposicao feila no
inluilo p-la em pralica. Tem para si que a execucau desla
proposicao seria igualmente ventajosa aos iuleresses
da mal patria, pois que deal'arte se manloria a na-
^cnnalidade dus emigrados e as suas relajoes cum a
Alleinanha ecom as dos proprios emigrados.
A Diela adoptuu estas cuucluses que sao : pedir
aos governos federaes que cummuuiquein as leis e
regulamentos que dirigen a emigrajo em cada
p,i/. e que eucarreguem a eommissao de fazer um
relalorio sobre estas communicajes e propotihaiu as
medidas que se devem lomar.
Na Austria scucciipam muilo com urna reforma
de alfandegas que cnglubaria lodo o zoolvrreiu e
que a in i confederaeo allem urna verdadeira
unida le econmica. Ja varias tentativas li.la sido
feilas nesle sentido ; a commissu monetaria con-
vnc ida ean Vienua o anuo passado nao linh* oulro
alvo, mas al boje, ou por causa das circumslaucias,
ou peta oppusijau da Pros-ia. os esforros.la Austria
nao lem tido resultado. Em Vienna, as confeiencias
episcopaes. cuja primeira ses-o aniiuiiciamus, em a
nussa ultima correspondencia, ja se tem oceupado
com varias qoesle*.
Primeirameme. sepolluras commuus das dilTe-
renlcs contisses, depuis u augmento das rendas dos
membrus do rleru secundario : a solujao deslas duas
quesloes exige o assentimento do poder temporal. O
arcelnspo de Vienua deposilou era nome \\o cuide
que apresenlar. 'Apenas Mr. de Israeli annunciou i reproduzem incessaiilenieule, nao podem saliilaze-
que na lerceira leilura prnpuna reslabelecer ua for-
mula do n ra me n I a* palavras : sub a ( de um
chrilio, mas junlaiido-lbe una dispensa formal
que ieeoteril os meiabros israelita*.
Uesla saber se a cmara dos lurds modificara a
sua opposico, e ha razao paca crer-se que acceder
esla vez a' resuluju da cmara do* coinmuns c ao
vulu da opiuiao publica. Ja fallamos nu bil apre-
riiadu pelo governo para a reforma da corporar.io
da cidade de Londres s julaova-se com algum fun
iiamento que este.bill concertado d* atileiniio com
M representantes da cidade, nao sollrena por este
lado opposico alguma. Nao aconleceu assiin, o con-
selho coinmuiii se repula levado em cousequeucia
de cerlas disposires, que elle qoalica de vagas, e
selpropo a proleslar : una asseinbl.i geral he indi-
cad.i para esle lian.
Tildo indica que a couelusau da paz turna a abrir
a* Iotas parlamentare!, u que ja cuincjou urna nova
rampanlia da nppuiijuo; dar-se-ha acaso que o gabi-
nete de que lord l'almerslon he o chefe, aindaJreiiaU
per muilo lempo aos revezes que lem sollrido de-
puis il- muilo lempo e aquelle* que u imeacaaa '.'
il itobrv lord parece oiuprebei,,1er a siluarao de-
sesperada e a flaqueza du sen ministerio, pocu se
pie. i-ini.. com us caracteres e antecedenlts du h-
meos qoe n podem servir para rebocar o seu go-
verno anda pr algum lempo. A ato releva acres-
renlar que una dissoluco do parlamenlo passa por
iuevilavel dentro de pouco lempa, e queus colleuios
eletlnraes se oceuparo de sustentar oulras candida-
turas, que nu as dus representantes acluaes, a' c-
mara dos communs.
Teve-se na Inglaterra a singular idea de celebrar
a conclusao da paz por mel de urna grande revista
naval eu Spilhead, e a imprensa iucleza roocluiu
desle giganlescu desenvnlvimenlu de lorras inaril-
mas, que no termo de uim guerra em que os allia-
dus da liraa-Brelauha, assiin como os seus nimigo*,
sao ohrigados a cuufessar que estn HgoUdoi, a tira
Brclaulia pude mostrar que o seu puder esla' intac-
to, que us seus recursos eslu iuteirus, que dillicil-
meuie senlio u larda da guerra.
Seinelhanle faufarronice excede os justos limiles
do orgulho nacional : verdade he, que embura a
Franca tivesse i Graa-Brelanha por alliada nesla
lula coolra um inimigo commum que os Inglezes
lem aprendido a re.speilar, a tranca lOstenteu
aleo limo fardo, que a victoria he devida sobrelu-
do ao* seus esbirros, e au numero, assim cumu ao
valor das suas (ropa*.
Sem os duzentus mil homens que a I-ranea envin
u anno passado i Crimea, os Inglezes, apezar do
concluso dessas esquadras de que elle* lem lam.iuho
orgulho, lalvez ainda esperassem dianle do UaeJute
as legii.as que o seu governo procurava rerrular em
lodas as parles do inundo : emlim, a prava de que a
Iraura naoesla' exgolada, he que no dia segrale da
victoria, e prompla para recomerar urna nova cam-
panha, pode dictar a paz ; e releva coiire**ar que a
pouca salislajoque a Inglaterra lesleinunha acerca
da conclusao da paz, demonstra da inaneira mais
manifest quain pouco ella se acha contente do pa-
pel que reprcseulou na gaorrt,
O objecto desta gaerra e desla paz UO laboriosa, a
lurquia |irocura corre.pnuder a lanos esforcos ge-
neroso* : mas depois da proiaulgajo dus aclos re-
lativos au novo eslado social dos subditos do sullao,
cerla Icrmcnlagao se fez observar em varias provin-
cias. Na sua sulido, u governo lurcu estabeleceu urna
cuinuiissu para indagar as causa* das perturbarte!
prodiizidas e os meius de impedir que reappureram
para oluluru.
Esla commisso se Heve transportar as provincias,
afim de ver as necessidades das populaji.es e tians-
milti-las ao goveruo;ao mesmo lempo o exercilo
deve auxiliar a autoridad! alim de que em ludas as
circunstancias as medidas do sull3u sejam execuladas
cointoriuc u vulu das poleucias europeas. A cum-
iniss.iu de luquerilu cumroumcara os sen Irabalho
aos represenlantes das potencias. Por um lado, a
populaju olloinaua mal exclarecida sobre os iule-
resses dos geveruos europeos, e excitada por alguns
fanatice*! pareca ver uas ullimas medidas urna viu-
lajSo feilmos seus direitos e i sua independencia ;
por oulro lado as rayas e especialmente os gregos,pa-
recan] querer sublrahir-se as ohrigares que as no-
vas reformas Ibes impe e principalmente a cuus-
crpjo.
A prudencia e euergia do governu do sullao Irium-
pha lodos us dias desles obstculos. Os pachas uas
provincias lealmeulecutdjuvados pelos cnsules eu-
ropeo*, cuja inlervenjao em semelhanle materia he
de feliz ellicacia, Coiiscguiram superar estas dillicul-
dades panageirui ja um rcceuseamenlo geral se es-
la execulandu em virlude das urdeas emanadas de
Coiistanlinupla, e n'um fuluru que uo esta lunge.si
pussiiira os elemenlus neces*arius para uperar u re-
crul.imenlu subre as bases rcenles eslal.elecidas pela
nova ciinstiliiir.lo.
Em apoio desles fados, o governo lurco lem pelo
orgo de Fuad Ellcodi dirigido a lord Slrall'ord de
IteJclif, embaixidor da Inglaterra em Conitaatino-
pl.i urna nula relativa a queslo lo dillicil dos re-
negados. Sabe-se que em virlude da lei miissul.nana,
qualquer individuu que abandona o Islamismo para
abracar oulro culto era punido rain a peona de mor-
le ; buje a I urquia para se conformar cora u espirito
dos lempos modernos nu so aboliu esla penalidadr,
mal ainda para cousagrar em luda a sua plcnilude
a liberdade de con.ciencia,contei e ai.s renegados em
geral us mesmos direitos que aos oulros subdilus i\o
-ullao. Keleva ronhecer o espiilo do Oriente para
couiprcbcnilcr lodu alcance, e luda a lealdade desla
reforma.
\ l'orla por meio de um protocolo, concerlou a*
snaa diipoeieAei a cerca dai provincias danubianas e
concedeu novas immunidades:eiiaqoioi tre pontos
principad que reiullain do documeiilo : os llospo-
dares sero iiomeadns vilaliciainenle, nu sero de-
mill-idos, scio eacolhidoa pelo Sultau sobre urna lil-
la do lies Humes que a elcijo foiuecera ; u ducu-
m.Miia que emana ao meimo tempo do* represen-
lantei da Franca, da Inglaterra o da Austria foi diri-
gido ao ronde N\'alevv*ki p.ira ser submcltido como
bases aos irabalhoi da commis-o encarroaadaide
examinar a luliira siluar.io da Mnldavia e da Vala-
chia. Aliro de deixar o campo livre a orgauisajo
fulur*. ns principes tihokae Sieibey resigiiarain suas
foncriies e san subsliluidos provisoriomcule.por dous
kaimacans.
A snrle da pennsula italiana continua a preoero-
par vivamente a epiaiio publica ; a imprensa in-
gleza,especialmente o Ti'.', preslou a* grande* po-
leucias europeas dillereules projeclo*: o de substituir
em Itnm.i a adminislracn ecclesiaslica por nina
adininislr.ico secular, o de separar du lerrilurio ro-
mano as legajoes e colloca-las sob urna admiuis-
tac.i i secular. Islo nao passa de palavras, pois que
lat's piojeclos nada menos serum que uiodilicajoes
Discutida a materia passaram a indicajao e o pa-
recer 2.' discussao. '
O Sr. / i" nu de de Jepuitinhonha requeren i or-
gencia para que a 2." discussao livesse lugar na pri-
meira sesso.
Apoiada a urgencia, nao passoo.
Foram appro,adas em 3.a discusstio, para sobirero
iinx.'i.i imperial, as preposirOes da cmara dos
de,uiado* anin-ando u governo a conceder carta
de iiaturatisac.ni de cidadao brasleiro : 1.- a Joan
Claudio Mauveruay, subdito francu; 2.* a Joaquim
Gianini, subdito de Toscaua, e a Fraocisco Lang,
ubdilo austraco: 3.' Joao Jos Comes Leal, sub-
dito portuguez : a Raphael Ariani. subdito lustri-
aco ; a Luiz Manoel Bozzano, subdito urdo, e a
Job Calis, subdito iixglez.
0 Sr. 1'residenU declarou eigotada a ocitem do
da. e deu para a da seguinle tesso, a 1.' rfiiirar*"
do projeclo de resposla a lilla do throoo.
Leraiilou-sc a sesso as 11 horiaea miavuloe.
19
'residencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanti de
I.acerda.
A's 10 horas e 3|l da manbaa, arham-se preseules
lili Srs. senadores, abrio-se a sessSo.
Foi lida e approvada i acta da anterior
O Sr. l'aliuques .tpeli urdem) disse que leudo u
Crrelo Mercantil, dando a volajau nominal sobre
a indicarn ,|u Sr. v iscunde de Itaburahy, approva-
da na ultima sesso, publicanu o nome delle ora-
dor como volando a favor, alteraudo at o onmero
dus Srs. senadores presentes, cumpria-lbe rectificar
esssc eugano, declarando, que volou coulra a referi-
da indicardo.
OBUEM DO DIA
Enlrou em primeira discussao o projeclo de ri>-
posla falla do Ihrouo.
\eio a mesa e loiapoiado, o seguiulc requerimcnlo
o Requciro o adiaiueulo da 'resposla a falla do
llirono ale.i distribuir o dus relalorio!Bario de
Pindarc. v
Fui regeitadu.
Cunliuuuu a discussao du prujeclo, e pdssou para
2.a OitCUSiOv
0 Sr. 'residente declarou esgoladaea urdem du
dia. e deu para a da segunde sessrQl
1 lnm.1 discii-s.'in da indicajao sobrvsVcreajlo de
mais urna cumiins-o com a deiiominajao deCom-
misso de emprezas privilegiadas e obras publica!.
I'erceira discussu da proposijo da cmara den
depuladoi declarando que o eatudanle da faculdade
de medicina da Babia llerculauu Aulooio da Fuu-
seca pude ser admillido a exame des materias que
cotnpunhim u curso do 3.' e 4.a .anuosj conforme
os estatuto! que regiam em I8S2.
Primeira discussao da propusijau da cmara dos
depulados aulurisando u goveruo para aposentar a
Dionxsio de Azevedo Pejanha, ullicial da secretaria
de e licial -maior da mesmu secretaria com o ordenado
anniial de 2:4005 rs.
Levaulou-se a ses-o a' meia hora depois do meio
dia.
.No dia 20 uo houve esso.
pm*a apeo.
ASSEMBIaEA LEGISLATIVA PRQ-
vxaciAZ..
-essa o ordinaria de 3 deJHnho de 1856.
'residencia do Sr. Jos Pedro da SUia, cntinuu-
da pelos Srs. prlmeiro e segundo secretarios.
Ao meio dia reunido numero legal de Srs. de-
pulados
O Sr. 'residente declara aberta a ses3o.
Lida a acta da sesso antecedente, be approvada.
O Sr. Io. secretario da conla do segoinle
EXPEDIENTE.
L'mollicio do secretario do goveruo. participando
que S. Exc. desiguara o dia de hoje, a' urna hora da
larde para receber a eommissao que tem de apresen-
tar alguus aclus desta assemblea a sua saoejao.In-
leirada.
Urna petijAo de Jco Francisco do Reg Maia, pe-
dmdii que >eja lomada em cousideraro urna sua pe-
licu dirigida a esla assemblea no auno passado.A'
cummisso de obras publicas.
Oulra de varios proprietario! e caxeiros de hiber-
nas eslabelecidas nesla cidade, pediodo urna medida
legislativa, para quelejam fechados lodos os eslabe-
lecinienlos desle genero nos domingos e dias santos,
do meio-dia para a larde.a commisso de nego-
cios de cameras.
Oulro da mesa regedora da irmaudade de Nossa
Senhora da Conceijo da freguezia de llamaraca,
pedindo que na le do orjamenlo se marque urna
quuta da quantia de um cont, para a conclusao das
obras de sua igreja.A' commisso de nrjimenlo
provincial.
Oulra de Joaquina Delfiua de Mello prnfessora pu-
blica de primen as Ultras em Fra de Porlas, pedin-
do a gralilicajo a que se julgi com direilo por ler
ensillado por mais de 12 auuos. A'commisso de
inslrucjo publica.
Oulro da irmaudade de San Francisco de Paula
erecla na capella duCacbangu, pedindo a approvajo
de seu cutnprumisso. A' commisso de negocios "ec-
clesiaslico*.
Oulra de Francisco de Barros Correa escrivo da
ubdelegacia da freguezia de Saulo Amonio e inte-
de Tliuq, ministro da instruejo publica as propusi- I rio da Boa Vista, pedindo a esla assemblea que na
ee* do goveruo. Enlre estas proposijoes se encon- | |ei do orcaraento muu.cipal se marque quota para
ira.n a nova lei sobre o calamento com o novo ca- ser pago da quaslia de 4O024,que Ihe esta' a dever
pilulo do cdigo civil cunrerneutea este objecto, ora
prujeclo de le relativo a'inderanidade dus conven-
a* para a suppresso das corveas dos campoaezes,
prujeclos relativos s relacoes da juslira temporal c
da juslija ecrlesiaslica sobre a admissao de fundos
ere lesi asi icos por urgos ecclesia*licos, etc.
Na Prussia, o negocio do roubo du* despacho e
Polsdam foi formalmente inlruduzido ua cmara dos
depulados por una iulerpellaju dos membrus da
direila e da exlrema direila. iNoraeou-se urna eom-
missao.
Segundo urna memoria noliriameiile allnbui.la a
Seillard, vice-presidenle do In: unal de rautas, ami-
go empregado na polica superior secreta, autigo
consui aeral da Prussia uu Mxico, Techen, o ageule
principal do roubo feilo a Cerlach e Nielhor, deu a
entender que linha os despachos iltf criados desles
ullimos, e que elle proprio aMilarieda norManleuf-
fel, presidente do conselho, a quem elle fa/.ia re i-
(orius sobre os homens e us acuuleciinenlus de Post-
data, assim como do proprio llinkel ley.
Failre esles papis encontrou-se um relalorio feilo
a Celarh, subre os faelus e gestos do principe da
Prussia, durante a sua viagem de YVestphali.'i. Esla
memoria de l.eissarl receben grande pubticidade. O
seu lulor procura juslilicar-se cuuln ludas as aecu-
saji.es de cumplicidade, e fui sobre o boalo que elle
espalhou, que liveram lugar as iulerpellaji.es, e a
nomeajj da eommissao, de que fallemos mais ci-
ma. Algumas correspondencias recentes allirmam
que lodo este grande negocio lende a sepullar-seno
silencio, o processo de iuslrucro camiuha vagarosa-
mente, e he mui dillicil achar se o lio. Techen es-
capa pela ei.fermidade, as pesquizas corneadas cou-
Ir.i si, e se as cousas coulinuarem ueste pe, parece
que dentio de 10 anuos n.io se lera feilo nada.
Eulrelaulo a legislatura encerra os seus Irabalhos,
depois das ameajas de uma perigosa manifeslajo
dos reaccionarius, se reslabelece u negocia, a exlre-
uie direila, depois re urna ollnsiva enrgica c pro-
vocadora, se encerra em urna defeza quasi tmida.
Prtsume-et que, assim que a sesso se terminar, de-
ve baver urna inodilicajo ministerial ; o gabinete
de Manlcullel. depois de 7 anuos que se acha no po-
der, ja parece muilo veiho. Tem sido lanas vezes
balidu, que us adversarios o julgaui completamente
gasto, e pensara que uma nuva corabinajo teria pro-
babilidade de Iriuinphu.
lamia nao he presumvel que seja subsliluido por
um gabinete neu-prussiauo, leiu-.e laujado no pu -
b'ico os noiiies dos membrus de um gabinete mixto,
cuja existencia anda he problemtica. Dezignum
BiraHMk para us negocie! eslraagelroi, Gasta para
juslira, l'izarh para as linanjas. c Kleist Aclzuti para
o interior. Se estas coiiibinares uo sao reaes, in-
dicam ao menos que o partido, que alaca ao minis-
terio actual, nu se cauca as suas tentativas.
BTBRIQS.
RIO DE JANEIRO
SEWI).
SKSSA'O EM IT DE MAIO DE 1836.
1'rcHencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanti de
l.accnla.
A's II horas da manha, reunidos 30 Srs. se-
nadores, alirio-se a sesso, fui lida e approvada a ac-
ia di anterior.,
OKDEM DO DIA.
Coiilinunn a 1.a discuwo da indicajao para que
o senado delibere se o exercicio de presidente do
banco est incluido na disposijo do artigo 32 da
consliluicSo, com o parecer da commisso de con
liiutc.i j a lal respeilo.
a cmara do Recito de cusas de processos crimes.
A' cummissaude orrameuto municipal.
Le te e manda-se imprimir a seguinle resoluro :
o A eommissao de inslrucjo publica, alleudeodo
ao que requer .Manuel Francisco Coelho, professor
de latim da freguezia de Sin Jos, e sobre o que in-
forma o direnlor interino da iustrucjo publica, pen-
sa ser de equid.de u au-ment de u.tenido que pe-
de o peticin ana ; e nesle sentido submette a con-
siderajo da asserablua o seguinle projeclo de lei:
o A assemblea legislativa provincial de Peruam-
buco, resolve :
i Arl. nico. O professor de latim de) San Josc
desla cidade vencer o mesmo ordenado que os pro-
fessores desla lingua do Gxmuasio Pernambucauo.
i< Paro da assemblea leuislaliva provincial de Per-
n.niibuco 3 de i un lio de 1836. Sa l'ereira.Lava I-
canil de Albuquerque.
i.e-se lainhem e manda-se imprimir a seguinle
resol ujo:
Saulo Antonio da freguezia dn II I- orrausu, appro-
vado na parto religiosa pelo Exm. prelado diocesauo.
he merece.Inr da* pprovajo desla as&embla, por
isso a coraraisso dus negucm* eccletiaslicos, a quem
fui remellido u mencionado ectupromisso, be de pa-
recer que se adopte a resolujao seguiute:
u A assemblea legislativa proviucial de Peruani-
buco, resolve:
u Arl. Inico. Fica approvado o compromisso da
irmaudade do glorioso padre Sanio Antonia di fre-
guezia do Rio Fnrmuso, e revogadas as disposicues
em rnntr.il lo.
n Paro da assemblea legislativa provincial de Per-
nambuco 3 de juuhu de Isti.Vigario, Gooralves
Cuimares. Padre, Marjal Lopes de Siquefra.
Jeito Francisco da Silva Braga.
O Sr. -'orencio (pela ordem;: Sr. presidente,
boje pelas 10 horas da manbaa tive occisin de ler
esla tulla musirn lo um papel) que se intitula o
/'ai;, com i qual eu muito sympalhiso.e por isio ate
cerlo ponto me molesloo a maiieira purque foi trata-
da urna parle da assemblea a quo perlcnci. quandn
se nrcupuu de uma queslo de que faz o objecto da
dita mina.
Enlendo, pois, cm visla destas sympithiis, que
me corre a obrigajao de protestar ale certo ponto
contra a manen,i porque ah lomos tratados.
Seithur presideulc, eslou convencido qoe su o iuxo
da victoria he que deu causa a se eseraver um cora-
municadu dcstes...
Um Sr. Depulado: He a folha ollicial.
O Sr. Florencio : ovo Sr., mas he urua folha
que se cscreve na proviucia, e pela qual ter.bo mui-
tas -ni patina-.
UinSr. DcpnMo: Ns uo temo*, nada com
essa folha.
O !_Sr. Florencio:Esl eoganadn o -.lobre depula-
do, eu dnu muito aprejo ao que esla fulba diz, assim
como as oulra*. com excepro de uma, que nao leio,
porque he um pclourinho infame, a qual me porte
descompor, que eu fico muito satisleilo, mas esla
nao, nao su por iiiiin, mas mesmo pelas pessoas qoe
escrevem ; nao quero pois uma represalia, mas que-
ro (azer uma queixa, e se os nobres 'epulados nada
tero com esla folha, eu euleodo rfue eslou era meu
direilo fazeudo o protesto que pretendo.
l'm Sr. Depulado : A cas., nada lem com islo.
' O Sr. Florencio : Perd.oe o nobre depulado,
mas eu posso-lhe apreseula',- exemplns em que assim
se ujfii procedido.
tramo disse, Sr. presidente, ai a lucro da gloria,
si. um zelu de mais fr.,. corn q0e se escrevesse o que
vou ler:
u Depoi! do quo fica exposlo, o irabalho que mais
preocupou a all'.-uran da auembli, foi a diicussao
da redaejo da. |ei que lixa a forra policial. Ella lei
diipe que 'j ptesideule us aprveite da lii getal,
WUTILAD^
ILEGIVEL


DIARIO OE EPRMBCUO'S.*tR FEIM 6 DE JUKHO IE 1856
que concede as provincias mu certo numero di seus
inriilj-, para a oiganisac.io do corpo de policia, ca-
so a islo uAn se oppouharu a le' proviuciaes.
Alguns senhores depulados leudo-seopposlo a se-
inclhante auloi saoAo delegada ao presidente, pro-
curaran) inul,ilia-l.i e revoga-la na redacto da Ici,
a pretexto de que tal medida, o vencido ua forma
do requerirucDto da casa, continlia incoherencia,
conli.nlieeao c absurdo manifest, casos nicos en
que na redacrAo se permute apreciar de novo a ma-
teria pnucipal, a esseocia e nAo a forma da dispusi-
u. Estes genitores depulados, consliluiram mu:
uphalanse opposicionistan a rodaccaodo projeclo po-
licial, que I lio fez a guerra mais desabrida e injusta,
eigotaram loda as "estrategias., e recursos parla-
mentares que se empregam ero laes oecasioes, mas
mim.'m; a redaccao do projecto foi defendida rom
luda a vantagem do lado opposlo, pelos senhoies l)r.
Souta Carvalho, AbilioTarares e Tbeodoro .Machado
que redla, m e pulverisaram completamente o car
duiue de argumentos e raies improcedentes que se
apresenlaram contra a rtdacr.ii. d0 projeclo. O ni-
co fundamento plausivel que apresenlaram os inimi-
gos da redacrAo, foi que le geral sendo de 1851,
canana por ser de fiasAo de forjas para IKVj a
ls"Ki, eslava revogada por ter lido o exercicio cm
que ella vigora, eque assim era pelo menos intil e
ocioso lcgist;,r sobre tal medida, inulilidade e ocio-
sidade que na hvpolhcse sujeila equivala a um ab-
surdo manifest. Mas o Sr. I)r. Epaminondas de
Mi'l 11, dando cerlos eselarecimentos a casa, petos
quaes rooslrou que 1 disposir,ao geral linba sido re-
producida na le de 1855, que fu a forja para IV..
a 1857, provoo com evidencia que a lei nao eslava
revocada, e desl'arle desatojou os adversarios da re-
dare,!.> do seu ultimo acautonamenlo, onde se acha-
vam pessiroameole abrigados palo fogo mortfero
que ha Ira das soiTriam. Velaran) a favor da redac-
5*0, 15 depulados e contra 11. ueste modo o bou)
senso, esse genio da humanidad* como chama Goe-
the, presidio ainda ama vez as deliberarme da nos'a
asscmbla provincial. Piada mais alai lem liavido que
chame nma allenc.io especial.
V, Exc. me ha de permitlir e a casa tamben, que
euanahse este artigo c esplique o nosso proced -
ment.
O Sr. Presidente : Com tanto que o nobre de-
putado nao protesto coutra o vencido.
O Sr. Florencio: Pio Sr., pelo contrario, Jpor
que cu sei como deputado, recoiihceo como cnladao,
que o qae se vence na assemblea he lei do paiz, ht
nbrigalotio para lodos, e nado estes os meas prin-
cipios, nio posso deixar de ter lodo u re? pe lo pelas
deliberarles da casa.
l'm Sr. Deputado : Mas qual he o resultado
que o nobre depotado espera tirar disto ?
OS>. /'orenao: Responder a este artigo, a
explicar o nosso procedimenlo...
fin Sr. Deputado : A tribuna lem uro Ihrono,
a imprensa lem outro Ihrono, o que se diz na tribu-
a, responde-sc ,08 tribuna, o que se diz pela im-
prensa respoode-se pela imprensa.
O-Sr. Florencio : Respeito rruito os allos t-
lenlos do nobre deputado, mas en quero responder
aqai como teem respondido os graudes homens do
paic em casos semelhantes, e podia ale apresentar
nos pencos de tactos e por eonsequencia respeitatido
a ua alia inlelligencia, lodavia respeilo mais os
precedentes havidos e praticados por pessoas mais
amigas na gerencia dos negocios pblicos. Farei,
pe, as minbas observaees, c se as nao quize-
freja onvir vAo-se embora, que en pouco me im|iorto,
kei de continuar emquanlo o Sr. presideute me nao
andar assentar.
Como drise, so o luso da victoria poderia dar cau-
sa a eserever-se este artigo. Diz elle que urna pha-
lange opposicionista se constiluio contra a redacrAo
do projeclo e Ihe fez urna guerra desabrida e injusta,
etc.
Sr. presidente, nao se passaram assim os fados,
nao procedemos eslralegicamenle, diga se com
loda a franqueza, o que ruemos foi empenhar os es-
forros de nossa inlelligencia na defeza de nossa opi-
nia.i, 111 as nio estafamos nossos cavallos, nem mau-
damos vir os depolados que estavam distantea, pe "
dindo-lhes une viessem a toda a brida, pelo contra-
rio alguna dos nossos amigos, isto he, dos qne con-
cordavam com as nossas opinioes se retiraram
e nos nao os mandamos chamar, alguns deixaram
de vir e tambem os nao mandamos chamar, enifim
repilo, nao estafamos os nossos cavallos.
t'm Sr. Deputado : E alguem os eslafou.".'
O Sr. Florencio: Nao sei, o que sei lie que um
depotado me disse chegando muilo caaudo, ea sou
mu soldado lu. sou qnati discpulo de Bosque!,
vim a toda brida para dar meu voto.
Sr. presdeme, a nossa principal quesllo era, se a
.Ii-|mi,i,;.io volada conlinha ou nio absurdo, enten-
demos que sim, pode ser que eslivesscinos em erro,
e por certo esluvamos, porque a inaioria de um vo-
to assim o decidi, mas se livessemos o Inror da
victoria que locura os nobre depulados, chamara-
mos qnatro depulados qae nos faltaran), e que coro-
nse volavam, mas nao o fizemos.empregamos o re-
curso da nossa inlelligencia, c 11,10 houve de nossa
parle estrategia alguma.
I'm Sr. Deputado:Se linham convicio, de-
viam empenhar ludo.
O Sr. Florencio : Menos eslratrgia, porque no
parlamento nao sei que estrategia seja um mel de-
cente, a_eslralesia he para oulras cousas, para aqu
nao, e nao houve, e sirva isto como de protesto, e
por coosegoinlc foi injusto quem quer que escreveu
n artigo, nao so nesla parte, mas ainda qoando disse
qoe foi refutado completamente o cardume de ar-
gumentos que se apresenlaram conlra a reduce.u do
projecto.
Sr. presdeme, se eu tivesse de escrever um arti-
go tratando de um vol dado pela assemblca pro-
vincial, nao escrevena com a nimba penna e a san-
goe fri, que os meus collegas linham empregadole,-
trategias, ele... I
fas Sr. Deputado : E sabe se o autor do arti-
go he nosso collega'.'
OSr. Florencio : NAo se, nio o conheco, di-
=0 qoe se en livesse de escrever um artigo, nao era-
pregaria laes palavras...
I'm Sr. Deputado : (Juera fez o artigo nlolhe
deputado provincial.
O Sr. Florencio :Enlo o nobre depulado esla'
iniciado nos myalerios. Comiuuando diz anula esse
artigo, que nos desalojaran) do ultimo acanlonamen-
lo etc. v. presidente, creio que esse escriptur len-
do lido us feilos gloriosos e impon.mies da tomada
de Malakoff, e leudo lomado sympalhies pelos ret-
ios de Bosquet, quiz usar das expresarles bellicas
de que elle usou. mas nesse caso eu Ihe darei om
ronselho, e he que va' para o Iheatro da guerra e se
faraajudantedeordensdesse general. (Risadas.)
('i Sr. Deputado :O aulur do artigo he um mi-
litar que velo da gaerra.
O Sr. rXorencio :Do Oriente '. Nao me parece
que lera a eiperiencia daqaelles campos.
f'mSr. Deputado :Pelo artigo?
OSr. Florencio:Senhores, eu nao sei que foso
mortfero foi esse qoe aqui existi por II dias, pelo
menos nao me consla que nem um deputado sahisae
erido, ja nao diga no sao phisico porem mesmo no
seo moral, nao: lodos expres-aram o seu voto, cada
um emiitio soa opiniso com rraoqucza e com leal-
daile, Toloa-se e nos respeitamos a votaco da casa,
eadmirame, senhores, que um depulado a quem
alias oso fall.im talemos e habilidade para conven-
cer e que por certo esla' em melhor coudicrao do
que en, qoe nao lenho tanta habilidade e capaci-
dade, deelarasse que se affligia com a derrota qnan-
do he fora de duvida que as derrolas nAo sao dsai-
rosas.
Sr. presidente, o que lenho dilo sirva como de
protesto contra este artigo, fiqne bem claro que de
nossa parte nao houve estrategia, mo houve senSo
aro rigoroso dever a enmprir, e que foroos vencidos,
derrotados por om voto, somente por um voto, e
nanea mais de om vol.
Dada esta explicarlo eu me asiento tranquillo
oppondo ter cumprido um dever.
O Sr. Francisco Joao (pela ordem; : Peili a pa-
lavra, Sr. presidente, nao para me oceupar da ma-
lena, cuja discossAo acaba de ser avenl.nl.1, mas
para simplesmenle apresentar um reqocrimeulo c
sujeita-lo a consideraco da casa, sendo Toreado a
dar as razoo-, que a i-so me levaram.
Ao chegar a esta casa, livede ver nos joruaes que
lao conta de seas trahalhoi, que om projecto de lei
lu apretenlado, propondo a revogarao de una lei,
que unlia pasiadoaqui no auno anterior e que esse
projeclo tinha sido commetlido a cororoissao de es-
lalistica para dar o seu parecer acerca de convenien-
cia no desvantagem delle.
Nao me cabe de modo alguin interferir desde ja
um jiizo critico qualquer acerca do merecimenlo
do projecto, mas sim apenas e em bem dos esclare-
rimentos que esla casa deve possuir na apreciarlo
desae mesmo projecto, vou apresentar o scguinle re-
quenmenlo para coja approvai;ao conlo ou devo
uniar com o concurso ate mesmo do aulor do pro-
jeclo oderecido.
Vai a mesa e he apoiado o scguinle requeri-
inculo :
Requeiro que por inlermedio da presidencia provincia se sollicile com urgencia todos os esela-
recimentos que possam por ventura existir na se-
cretaria de polica acerca da comprehens do Icr-
ciro dislnclo da deiegaciade policia, creado na fre-
g* de S- -ooreuso da Malla, S. R.-rraocisco
joao.o
Ha approvado.
0 r. Scino (pela ordem): Sr. presidente.co-
mo qoer que lenh. aparecido ua casa um reqneri-
rnenlo de um p,lmo ,,., 0 r Nabor Car'nciro
Bezerra Cavalcanle e lenha eu como raembro da
comm..saodcjusliSa civil e criminal de imittir o
meo Man a respeito do que elle pede em seu re-
qo.r.roenlo ; peco a V Exc. .dispensa desta com-
miatio sobre e.....egocio. c qae uomee um oalro
sr. deputado para esse lim. .
del SP" tp,ltada : ~ 'eiuerlmento nao he
Otr.Sihmc:- Ni. je pode conlesiar que o
XEZSE-Nabor- vc' *-
mSSc2S?">"U0' "e -"-o.Sr.
r. T*r"u",U,'*- to ,en,l imm na
Sed. H.n *" Barros' nomeio P"" f
parte da deputacJo qM ,., de aprc.enlar a !ilncraD
artt' ,V Sl,Mw"e ,l4 provincia, algn,
los da assemblca, a., Sr. Marques de Amorim.
ORDEM Do Div
1 .oulmua a primeira discusso do projecto, que
approva o coutralo para a illuminaro a -ai
l.e-se e apoia-se o seguinlc reqocrimcnlo
K,"f.,"(' qa pe?^ '"(o"n'& a lltesouraria
rtnlh.^ Pro,,,OC111 J*2 P em que se
***1ht9 aquella repaitn.o gwaaui petuniari
exigida no coutralo. r.cando cnlrelnlo adiada a
disrussao.Aabiuo Olegario.
O Sr. Florenci :Sr. presdeme, eu nao vejo
urna razao palpitante que opponha ao requerimento
du uobre depulado, mas vejo urna razio de ordem
para me oppOT a elle e vou submetle-la a conside-
rajao do uobre depulado que Ihe dar o devido
apreso.
Sr. presidente, nao digo qu.inlo a este adiamenlo
somenle, mas quanlu a lodosos adiameulos que se
aprescnlarein ueste genero, que os eselarecimentos
sao -c ni jn necessarios, por eonsequencia que o no-
bre depulau esla' era seu direlo pedindo-o*e a as-
semblea Votaudo para que ellos venham, mas lendo
de ponderar ao nobre depulado e a casa que me pa-
rece que a thesouraria obre quem pezam deteres
milito imperiosos, doc ter cumprido religiosamonle
. o disposto ueste contrato e lalvrz o nobre depulado
Isupponha que nao se lizessem as consas muilo regu-
larmente, mas he principio meu o suppor que as
reparlices em regra cuiiiprem sempreosseus deve-
res e nao me oppondo a que se pecain lodos os es-
elarecimentos, nao posso destruir o meu principio
tm que os (actos deinonslreui o contrario. Venham
pois os eselarecimentos e o nobre depulado aiuda
mesmo pensando o coulrario esta na obris.irao de
admitlir o lueu principio em quanlopravas ein cou-
ir.ino se nao apreseotarem...
OSr. (;. (VuiHiar As cousassAo tantas que
me razein inricdulo.
0 Sr. Florencio :O nobre deputado que lem por
principio a creura, esta' licando incrdulo .' Um mi-
uisiro de Dos incrdulo !
Sr. presidente, eu declaro solemnemente que nao
so quando se trata da lltesouraria como de qualquer
reparlicaooii empregado, o que supponho he que
cada un cumpre o cepcao he o Contrario, mas para isso he uecessario
que a prova seja e\ denle, porque o que vejo he le-
vautarem-se a cada canto calumnias quer, as reparli-
ces, quer aos empregados...
1 m $r. Deputado :A par das calumnias, an-
dam as verdades.
O Sr. Florencio :Nao quero a verdade a par da
caluroma, nAo quero he una luz rauilo bonita mis-
turada com carvAo...
lina lo: :Do carvAo se tira una luz muilo bo-
oila.
O Sr. Florencio : Senhort, nao rae quero des-
viar da queslo, repilo, n,1o coutrario a emenda,
jaco este reparo e como ouvi dizer ao nobre depo-
tado que o seu fin he eselarecimentos, eslou di-poslo
a dar o raen voto a sua emenda.
O .sr. Presidente :Esla em discussao o adiamen-
lo conjunlamenie com a materia do projeclo.
Osr. Florencio :Sr. presidente, se a emenda se
discute c jiijiin 1 iinenie com a materia, enlflo vejo-roe
feriado a dar o meu voto contra ella. Eu queria
que \iessem os esclarecimenlos com urgencia, mas
sem prepuzo da discussao, porque tenbo leceio que
pedindo-se esses eselarecimentos e licando a dis-
cussao adiada nAo nos venlia a fallar o lempo para
que esla materia passe. Como a discussao do pro-
jeclo 11A0 impede, que os esclarecirremos venham
anda a lempo da segunda 011 terceira discussao, nao
lenho remediu senAo votar contra a emenda, e faro
esla declaracao para se nao enchergar no meu pr-
cedmenlo alsuma contradiccao, cousa qae so p.sso
cominellcr involuntariamente.
O Sr. Sabino Olegario :Sr. presidente, exi-
gindo eu eselarecimentos da thesouraria da provincia
acerca da especie em que foi recolhida a caurAo que
o contrato exige dos contratantes na occasiao de o
assignarem, e nAo reconhecendo absoluta necessida-
de de lazer passar em primeira discussao o projeclo
sem que venham esses eselarecimentos, rae parece
que se pode muilo bem adiar a discussao, porque
nAo ha msso o menor prejui/.o. visto que esses escla-
recimenlos nAo podem demorarse muilo lempo.
Sr. presideute, nAo sei quedesejo he este de volar-
se logo ero primeira discussAo esto projeclo, sera
qoe venham os eselarecimentos pedido?, quando taes
eselarecimentos podem influir muilo na volara.
Parece-me que se quer dar um precedente avora-
vel ao projeclo por meio da approvacao em primei-
ra discussao ; venham esses eselarecimentos e rubio
legoiri o projeclo os seus turnos, e pooco importa
qoe estejamos no meio ou no lim da sessAn, urna vez
que temos recursos para adiantar as dicusses. Eu
eotendo que sernpre qoe se pedem escUrenmenlos,
devem ser concedidos, porque ludo quanlo tender
a esclarecer as i|iifsles be ci vanlagem ; e pelo me-
nos eu, ainda tenduennviccoes contrarias, voto sern-
pre em lavor desses eselarecimentos. Sr. presiden-
te, n,1o pretendo por pedra em cima do projeclo. nio
qoero que elle lique mono, peco apenas um adia-
menlo de 21 horas.
Cm Sr. Depulado : (iaranle que ser de 2
horas ?
OSr. S. Olegario :lieos me livre, qae os em-
pregados da Ihesouraria para darein um esclarcci-
niento dcsta ordem, livessem necessidade de mais
das, porque enlAo eu diria, que nAo era someute
por causa desses eselarecimentos que se daria tal
demora, mas sim que baveria aUuina causa mullo
particular, que razia com que assim se procedesse.
Repito, nio vejo necessidade de qne o projeclo passe
cm primeira discussAo quando a vala dos esclareci-
menM elle pode canil em sesunda.
Venham pois os eselarecimentos, porque elles po-
dcrAo mlluir muilo nu animo de cada um .le no.,
pude mesmo acontecer, que elles concorram para
que se julgue que n conlrato nao esla em vigor c en-
laocm lugar de ser um inconveniente, he um meio
de poupar lempo a casa, porque podia-se logo era
primeira discus-Ao votar contra, poupaudo-se o lem-
po da .nula e lerccira.
Senhores, o negocio he muilo serio, precisa de
mura medilacao e de muilo estudo.e todos os escla-
recimenlos sAo uecessarios para se poder votar com
consciencia.
nAo esta nos termos do contrato, qual a conclusao !
O Sr. S. Olegario : Que o conlralo nao esla
ailo...
Outro Sr. Deputado :A concloso nAo he esla.
Cruzam-se varios aparles.;
OSr.S. Olegario: Oh, senhores, pois sendo
una das clausulas do contrato o deposito de 50,0008
em dioheiro 011 cm aceOes de coinpanlnas ou apo-
licet de divida publica seraes ou proviuciaes, e nao
exislindo essa caucan era alguma dessas especies, o
contrato nao est pso fado nullo ".'...
Um ir. Deputado :NAo apoiado.
O Sr. S. Olegario : Apoiadi.-simo,porque sendo
urna das balea a canelo, nAo estando essa clausula
curaprida, o contrato est.i nuil 1. mas em lim o que
en quero sAo os esclarecimenlos, e em quanlo ellos
nAo vierem enlcndo que a assemblca nao pode con-
tinuar nesla discussao...
filia lo: :Olhe o l'ai: papel.
O Sr. S. Olegario :Nao me importo com a opi-
niAo do l'ai: 'jornal ; quando expendo os meus
pensamculos elles me nao perlencem mais, perleu-
cem a lodo!, qaera qoizer que os aprecie e Ibes d
o devido valor, se o aeolhimcnto for favoravel, he
mais um prazer que lerei, se lr desfavoravel be
mais um datRotto que me acoapanbara.
Sr. presidente, a discussao deve ser adiada ate
que venha o que exijo, da Ihesouraria; pois emendo
que esse documento vir irazer alguma luz dis-
cussAo.
OSr. ,llil\io rli um aparte.
O Sr. S. Olegario :Sin, scnhnr, se a thesoura-
ria obrou rrcsularmento, responsabilise-se a Ihesou-
raria ; mas nem por isso o contrato devera' deixar
de ser considerado nullo.
Crazara-M varios apartes.)
O Sr. S. Olegario :Ouco aqui dizer-se que a
assemblca sempre resolve o nielhor ; mas eu, que
au reconheco o poder da infallibilidade em nos, nao
pens assim ; por quanlo muilas vezes ha de a as-
semblca resolver o que Mr peior ; deixemos a infal-
libilidade para o papa, que segundo a crence, lem
esse dom, que Ihe da' um carcter superior aos ou-
Iros humen..
IIj iuuiIs apartes..
O Sr. S. Olegario :Sr. presidente, pelo que es-
lou ouvmdn o mea requerimento nao passar.i' ; pa-
ciencia, he mais urna dessas derrolas a que ja rae
vou acoslumaudo, propuz o que julgei conveniente,
a ca6a resolver' o que julaar raeliiur.
O Sr. Francisco Jvo :,N'Ao devolveu seu dis-
curso.} i
Euccrrada a discussao he a primeira parle do re-
querimento approvada e regcilada a segunda, sendo
lambem approvado cm primeira discussao o pro-
jeclo.
Continuado da segunda discussao do 01 menlo
provincial.
n Arl. .V Com o (jymnasio, a saber :
"SI. Cora os empregados e profes-
sores............
Si Com o exjicdicnte da secre-
taria...........
o S :i. Com o alugucl da casa, mo-
vis, uteucilios e serveules ....
5 :. Com as mentalidades de doze
alumno.-, sendo seis rucio pensionis-
tas ......
da instrucrAo publica, que se disculio e passou. sus-
en lado a.existencia das cadeiras de lalim das ditte-
renles villas e cidades da provincia, essa sera duvida
heu exisl.ndo, pelo que a direcloria geral a man-
dn ha pouco por a Concurso.
\ ai a mesa e poia-aa a egoinlo emenda :
B Mais .lOtWKHI rs. com o ordenado do prnfessor
le alio, da villa de Iguarassrr.-S. R.-.S. Cavalcan-
ti de .Albuquerquc.
o sr. Jos Pedro malala o artigo do projeclo,
respondendo as duvidds do humado inembro uuc o
lulrrpclla.
( Sr. ClemenlUio pela ordem, Pedi a palana
para communicar a casa que cm cuinprimenlo da
commissao de que tomos enearregados, apresenla-
D)os ao Exm. .Sr. presidcnle da provincia alguns ae-
os legislativos approvados por esla assemblca, e el-
le DOS disse que os lomara na devida cousidera-
cao.
-O sr. Presidente Fiel a casa inleirada.
O Sr. SilM/10 sustenta as suas idas.
O Sr. Jos Vedro iusiste em suas ideas a emit-
idas.
Encerrada a discussao he o arligo approvado com
a emenda.
" *1'" "" *'"" "* scolas primarias, a saber :
S Com os professores, inclusive
dous adjuntos a Irezcntos mil reis cada
um...........
o S Com o alugoel das casas .
S 3. Com o expediente das aulas,
livros, movis e mais objecloa neces-
sarios aos alumnos pobres.....000301 Kl
S i. Com o sustento, vestuario c
coralivo dos alumnos indigentes liOOO^OUO
I0:is.l>:li
7:ll,Vtetioo
3K8GOa0O0
lOOjOO
:l:C00cO00
:1:l>'iOSHK)
.i:.'.IMl!it>Otl
lie approvado sem discussao.
Alt. (i. Com as aulas de latim, a saber :
SI. Com os ordenados dos pro-
fessores........... :I:901N)00
n S Com o alogucl da casa do
professor de S. Jos...... ftHljOOO
60:3339329
Vai mesa c >poia-ae a seguinlc emenda :
o Substitutiva ao S I* do arl. 7.
Cora us professores, inclusive de/, adjunclo?. a
OItjOllO rs. cada um, e licando o unveruo aulonsa-
do a exceder esta ronsignacao para augmentar o or-
denado dos proie-sore- que se habilitaren), na forma
da lei n. 369, 50:58393;.Jos Pedro da Silva.
A. A. de Souza Carvalho.
O Sr. Josi Vedro justifica a emen.la da coramis-
sAo.
OSr. SascimenloVorMIa :-Ouvi aa explicacocs
dadas pelo nobre memoro da commissao de orra-
menlo quanlo i ditterenca que se ola entre o orna-
mento vigente e o projeclo que actualmente se dis-
cute, mas essa explicarlo me nao salisfez, porque a
razao nica que deu o nobre inspector, foi acerca
da nAo babililacao dos professores, e por couseguin-
Ic por nao conlar-ae que elles lenham direilo asvan-
lagens que Ibes da' o regulamenlo da Instrncclo pu-
blica.
Eu creio, Sr. presidente, que essa dillcrema en-
Irc a consignarlo do orramenlo vigenle e do projec-
lo arlual, nAo vem lmenle des-a razio dada pelo
nobre depotado.
Eu vejo no paragrapho terceiro da lei do orea-
memo vigente que se diz : rom o expediente
das aulas, livro. movis e mais objeclos necessarios
aos alumnos pobres 2:5009000 ao passo que essa
mesroa verba no or<;araenlo que ora se discute, se
acha diminuida, lixa-seessa despeza em dous Conlos
de reis, temos, pois, urna dlminoicSo de OONHKI
reis.
Vejo lambem no paragrapho quarlo que diz :
Com o su.lento e curativo dos alumnos indigentes,
000s0(X> rs.
Ha portauto una dillcrcnca de um cont de reis,
com quinhenlns mil res que ilizem respeilo aos mo-
vis das escolas, livros, etc., temos urna dillerenra
ja de 1:5009 rs.
Eu deaejaria saber qual a razio que leve a com-
raissAo para fazer runa diminuicAo deslas ; sera' por
que o numero dos meninos indigentes lenha dimi-
nuido f creio que n.io. Sera' porque o numero das
escolas lenha diminuido '.' lambem creio que 11A0, e
at se deve suppor o contrario, porque vejo que ha
tim projeclo aprcsenlado pelo Sr. Or. Silvino.crean-
do urna cadeira em lapissuma, c muilas emendas
se apresenlaram creando oulras cadeiras ; por conse-
guidle temos, que sendo maior o numero das esco-
las, nao tinha rallo a commissao para suppor que o
numero nos alumnos dirainuisse.
Olanlo a \prba dos movis, livros, Iraslados. ele,
da'-se a mesma retan, ha nutro motivo para se sup-
por que es-a necessidade anmente, visto que se aug-
menta o numero das escolas, e assim nao sei qual a
razao que levou a cumniissAo a diminuir essa quola.
tu sou muilo amigo das economas, daquellas que
Irazem algum beneficio ; mas sobre esle ponto, pelo
que du respeito a'iii5lrucc,io publica, pelo que diz
respeilo a' instruccAo do povo.'eo nAo concordo.
Creio mermo que nAo sera' nimio diflicil obler da
nobre commissao urna modificacAo nesle sentido,
lano mais quanlo eu vejo, que ella acerca de outros
pontos do orcamenlo njoslrou bastantes desejos de
favorecer a insIrucjAo. Polla eslas reflexocs espe-
ro pelas cxpliraces do honrado membro.
O r. Jos Fedro tuscula uovameolc a emenda
que ollereceu e o arligo do projeclo, justificando a
conduela da commissAo.
O Sr. .V. I'orlclla : Eu anda lenho de fazer
alguma) obscr\aces em raanoata aoque acaba de di-
zer o nobre deputado, inspector da Ihesouraria.
Disse o uobre depntatlo que a thesouraria a fazer
todas as despezas eveiuuacs, o que eslAo consignadas
no SS II e do arligo 7 sao dessa natureza.
Mas, Sr. presidente, me parece que esla razao
nao procede para a diminuioAo, procedera sim para
a suppressAo.
Eu nao couheco o m.irhinismo da Ihesouraria, nem
suas dill'erenles liincees, por isso nao posso entrar
na apreciarlo verdadeira desse sxslema de salisfa-
cao de despezas publicas ; mas, parece-me que elle
nao be muilo regular, porque a asscmbla que ava-
lia e aprecia devulainenle o eslado 0111 que so acha a
insIruccAo publica, a asscmbla que examina e co-
ndece perfeilamciite o eslado dessa ioslruccao em
reUraa ao estado dos eldanles, e mesmo em rela-
Crto ao estado de riqueza ou pobreza que existe da
parle da popularlo da provincia, deve consignar
aquella verba que julgar Bollicenle.
Um Sr. Deputado: Pouco mais ou menos ;
exactamente, nao he possivel.
0 Sr. X. I'ortella : Pouco mais nu menos ;
nao he possivel exactamente, bem ; mas he por isso,
he porque a assemblca lem o direilo de allendcr a
essa necessidade, que est na obrigacao de salisfa-
zer a lodos as despezas evenluaes, lodas as vezes que
se decm com rclacAo a materia que apreciar.
Mas, parece-me, Sr. presidente, que sendo neces-
sano marcar urna base no orcameoto, a commissAo
devia ir de accordo com a Ihesouraria ; mas islo nao
acontece, porque no orramenlo desta consignam-se
verbas dilterenles da que a cummissaD propc, no
que nAo vejo razao alguma. porquanto be de pre-
sumir que lendo a insIruccAo publica de progredir e
nao de retrogradar, as despezas com compras de mo-
vis, expediente, ele. das aulas, deve, senAo ser
augmentada, ao menos conservada.
Se, porm, a razao que'deu o nobre depulado
prevalece, enlAo esta sauado lodo o mal, islo be, se
a Ihesouraria esla autorisada a exceder todas as ver-
ba, cuja natureza he eventual, e esla he de seme-
lanle natureza, escusado sera mandar emenda al-
guma, e mesmo podeiia lalvex eliminar-ee a verba :
como, porem, se carece, de urna base, nao mandarei
a emenda c volarei pelo artigo.
Julgada a materia discutida, he a emenda subs-
titutiva approvada, licando prejudicado o arligo,
sendo approvados os paragraphos.
1 eielo dado a llora,
O Sr. Prndente designa a ordem do dia e 1c-
vauta a ses.-ao.
I:l00a000
O Sr. Saltillo : Sr. prcidcnle, constando-me
que o professor de latim da cidade do Recito lem
percebido conslanlemenle urna gratificarlo da 9009
r-., gratificaran que nos empreuos. em geral, serla'
quando os individuo., os exercem : cuiistanilo-me
aiuda que elle nao lem lldo, durante esses ltimos
lempos nem um so discpulo a leccionar, o eonse-
i'uiuleincnle nAo exercendo elle o seu magisterio,
parecc-me razoavcl que scmelhanle abuso se nao
eoullnae a praear ; pelo que cu enicamenle, com
as vistas de chamar a alleafilo do enverno e do Ilus-
tre inspector da Ihesouraria provincial, taco esla re-
clainaeio em favor dos cofres proviuciaes.*
Assim lambem nAo se lendo considerado no arligo
6.- do projeclo que se discute, a quola correspon-
dente ao ordenado do professor de lalim da villa de
Iguarassu. pedi a palana para mindarurna emenda,
addicionando a qoanlia marcada para os dillerculcs
professores, a de ."iOOtOOO rs. que he o ordenado da-
quolla cadeira.
Ha um aparte.)
O Sr. Si'.iH'i :Essa cadeira foi creada em 1S5
con,la a sua erejeo da le do orcamenlo daqnelle
anuo, e lendo eu o anuo passado por una emenda
auditiva ofierecida a um dos arligos do regulameulo
ERRATA.
Na discussAo publicada no ')iar subslituam-se as palavrasbydrogeuo carbonelado
pelas de hvdrogeuo carborelado.
Erratas essenciaes do discurso do Sr. depulado
ailviuo na sessAo do dia > do crrente. Pagina 2."
colomn.i ti llalla -2,\ em lugar das palavraspor
conseguinle a bem dos dados, diua-se por couse-
-111 "le alem dos dados:
Pagina col. 2. linh. liti as palavrasa pos-
sihilidade Juridica da realisaco do conlrato. Ica-se
a possibilidade juridica .I,, resilico do coiilrato :e
linh. loque (persistir a illacao, diga-se a que
persistira a illacao : linh. IK'.Ique devem os eon-
lialadorcs, diga-se em que devoro os coutrlaladoies
"i ea 1
PAGINA AVULSA.
t) Sr. subdelegado da Boa-Vista mandn reco-
Iher a prisio o sujeilo que se atreven a insultar o
religioso de San-francisco. I'r. Traucisco de Sania
Candida : diz elle, que houve exagerarlo da parle
do padre, lira islo na consciencia do qeixoso; nos
romos seu orgao peante o publico e a juslica, e de-
viamos crer as palavras de um sacerdote,'que go-
za em nossa tena de conecito. Tina eorrercAo ilAo
agrada, bem sabemos, ra.s quem poder applaudir,
que um padre seja cantado e ridicularisado.' To-
dos nos tarao julica: se o pacicnle 1 ainanbaa nos
procurar, qnenando-se .le algoam que o maltrata-
ra, e a polica providenciar, ha de costar e nos fazer
juslica.
Agora quem quer andar al mais larde, ande
acompanhado, porque os assallus sao repetidos relos
quadnllietros do TIRO.
Ja principiara, j.i andan alvorocadosos correios
de mao agouro; ja pensara que nao de ler oulras
mmalas; pois enganam-se redondamente, nem ha
choleras recrudcscidos,el tmpora mulanlu :
tranquillisem-se lodos, que casos isolailos da eiiide-
niia sempre se derain em lodas as localidades, onde
ella reinoit, e dcsapparecem J c nao he para receiar,
quando houvcr conlianca na Providonciae algum cui-
dado.
N'uma ilas lardes passadas, no lim da ra da
I ni.io, ou por aln algures, soliararn-se evcelleules
buscapes, bem bellos e rabeladores. porem pouco
brilhavam |iorr|ue cram aiuda i horas da larde ; pois
olhem, menino que brinca com fogo cerle na cama.
Sr. inspector da ra da L'niao, lance suas vistas pa-
ra esse abuso.
Na roa Augusta, na loja de um sobrado, mora
um enchame de urab'ts, que loda noile levam a di-
lareiar-se. a ponto de 11A0 consenlirem que os vi/i-
nhos lepouzeio.
lia quera por ah lenha propalado que os dous
janlares ultimas dados por alguna senhores acad-
micos e ollici.es, livcram una signiracao poltica
bem pronunciada, c que houveram brindus revolu-
cionarios, ele. Podemos asseverar que he falso,
1.1-1-una. |falsiissimo e muilissiiiio falsissimn, por-
que a Jilea assislimos, e bem conbecidos alo os no' -
os principios de ordem pata a vos acreditar, lajto
mais quanlo nada houve que podesse compromet-
ler a Iranquillidade: adeos... Em lorias aa corpora-
{es l apparere urnacolher de paoque lano
meche c remedie, que alin.il vai acabar ri'iuii ril
de boeiro... queremos dizer, que Intrigaoiaenao fal-
lara, que desejam ver aniquiladas as mais bem cons-
tituidas sociedades.
as r.iiico-l'onlas, alm dos cslabelecimenlos
de garapes, que exi-1tm, segundo dizem, so-
bre prolecrao, ha mais industriosa, fabricas de
perfumarlas de eslrumes : o quintal de urna das
|lacs casas que he onde est rooqtada a fa-
brica, excede cm mao d'olira ; he a praia mais
iinmuuda que se pode imaginar ; nAo ha quem poa-
aa resistir (lo odorferas exhaladles; e alm dease
inconveniente sAoalormenlados os vizinhos com o
enrhame de moscas. <|ue estragara roupi.lra-lcs.ali-
n.enlos, ole, ele, ele. O Sr. fiscal he bem prova-
vel que saiba disso, e senAo sabe souhesse, pelo que
hque labendo.
Na mesma ra, dizem haver urna casa de ran-
cho, rujo agente di] que uo saldr porque be p-
renla de unid... (Ira, Sr. fiscal. Taca ver ao tal
agente qoe devora dar as Irancas, puxar rom
a Irona, porque a lei lie igual para lodos, e as re-
galas dos seus prenles sao rircurnscriplas c nao
Irenamiojveii. Nao se descuide.
Na taberna da casa, rujo aillo faz frente para o
lugar, onde em uniros lempos morou a -enliora for-
ra uuc o demo baja consla que ha dous temos de
pesos, um serve para ser afendo, visto c revisto, o
oulro para Iludir os fregoezes. Sr. fiscal, lance
suas vistas para essa tasca, pois o lempo da benefi-
cencia o galo lamben...
Todas as noiles licam csleinlidas cm linha, unto
aos muros dos quintaes da ra das Cinco-Pontas,
vanas carracas trnobres, lias quaes alguns traqui-
nes e vadlos, encarapitados, e dellas fazendojam-
jam-galamasire, bispam e observara quanlo se
passa nos quintaes, impe lindo assim que os mo-
radores das ditas casas e.-lejain em liherdade nos di-
tos quintaes. O Sr. fiscal devera' fazer com que o
ndoiioi. recolha ao seu lar as ditas carraca, por
isso que nAo he pcrmillido obslruir-se as ras.
a- Com escndalo, e incommodo da vizinliaiira he
constante descompostura em vozes altas, que d ra
se nos assemelha essa casa enfermara de fitriosos
alienados entre os membros de urna familia resi-
dente em certa roa das Cinco-Pontas : fallam pais,
gritam fllhos, nrrara manos, guinrham estes, es-
Irugem nquelles, tnia o galo, lana o raiorro, par-
la o papagaio, relincha o cavallo, canta o sallo, piam
os pililos, e o pobre publico de roaos nos ouvidos,
na carreira :... e tudo porque !... por causa da gor-
dura de objeclos, dos quaes fabricam-se :
As curdas do violAo
Dilacera um coraco.
~ Ji "lo correnle, no pateo do Hospital
dolaraizo snllaram-se pela primeira vez urna es
pecie de fogueles do ar de nova iivenc,ao ; em vez
de subircrn, linham a propriedade de viraren) bum-
ba-canaslra, e eulincarem-seno chAo, onde ah en-
fesados roncavam. c eslouravara. Na verdade he me-
recedor o arhsla de um a brevet d'invcntion porque
se todos os fugele- fossern assim, n.io corria a po-
pulacAu taiUo risco. Muilo apurada est a nossa in-
duslria. honra a Mr. llorl-rua !
Consta-nos que um amabillissimo fiscal, a ho-
mem pichuso no cumpriraenlo dos seus deveres, pois
nAo i anda pelas boticas, tabernas acougucs, pa-
darias, lojas, esquinas, coebeiras, praras, ras, sa-
crislias, ir campanarios, cemiterios, praias, lalrinas
e lupanares, procurando provar que a nossa Pa-
jina seria uiil se locasse em lodos, menos nclle :
pois nao sera o Sr. fiscalissimo servido, guardar-
Ihe-hcmos a devida defereucia, e ao seu cr braco di-
reilo. E Dio se querem persuadir, que nem" urna
pauu ruiro nos move a escrever, c que s, exem-
po dojornalismo de quast lodo o mundo, procura-
mos iniila-lo F. nao se querem persuadir, que fe-
lizmente temos bastante sancoe fri, e resignarlo
para onyirmos o que nos diz, por cxemplo. um lis-
cal deleixado, um inspector josadnr, um traficante,
um falsificador, um pelinlra Por ventura a maio-
na dos homens ser! composta de gentes como essas.
que acabamos de mencionar? Por certo, que nAo,
pois com ella nos entendemos perfeilameule, e vola-
mos a css. gente, nAo despreso, porque a 11 bichos
nio se despresa, e sim eterno esquecimento. (Jue
nos nuca a policia sempre lio benignamente, como
ate boje lem felo, que nos preste um pocachiln de
atlcncAo a illuslrissitna cmara, que continen) os
humen, sensatos a nos estimaren!, qne merco de Dos
temos mui tranquilla a consciencia para nos
abalaren) uivos de lazarcntns ces.
Consta-nos que a feslivtdade que ha no dia S
na isreja do l.ivramenlo, lem de ser com summa
pompa, pelo que indican) os preparativos.
Hospital de caridade ."1 de juuho cnlraram -J,
saturan) 2, exislcm 72 doeutes.
Ale' amaiihiia.
diario i>c gcyttjgggcge
A assemblca oc*capou-se hoolem com a primeira
discussio do projeclo n. '4, o qual autorisa o presi-
dente da provincia a dar regulametilos para .1 boa
arrecadaco dos imposlos arrematados, o depois de
lercm rallado os Sr. A. Cavalcanti,Abilio e Jos Pe-
dro, loi approvado, sendo regeitado o adiamer.to.
Pateando a' segunda discussao do orcamenlo pro-
vincial, foi approvado o arligo 13, pois" que hontem
so se discuti ale o artigo 11 e nao 17, como por en-
gao dissemos.
A ordem do dia para boje lie a mesma, e a pri-
meira discussAo do projeclo n.-JS, a segunda da de
11. 22 e a terceira do 11. 10.
il'oitttuituiitiJi)-',
me do nosso distinelo patricio e honrado jui: de di-
reilo desta cidade o Illm. Sr. Dr. Beruardo Machado
da Costa Doria, vos declarar que por graves iticora-
modos deixa de comparecer a nossa reuntAo ; porm
me icde para vos alliancar que, muilo louva a idea
em quesl.io, c que ludo que cstiver era seu alcance
nao s para esle lim, como para qualquer oulro que
seja de prove lo para a nossa provincia, podis ena-
namente exigir.
He mais urna esperanja, e urna arma bstanle
poderosa para auirr.ar-nos 110 caminho da nossa ero-
preza.
No dia i do correle reunindo-se os filhos de Ser-
gtpe, conforme uro convite publicado nesle Diario,
loi apprescnlada a idea da crearAo de um jornal ties-
ta cidade, como orgao daquella provincia, em visla
do atrazo da impreusa, em que ella ainda se acha, e
da allocucAo seguinle, pronunciada pelo autor da
idea, ver-se-ha quao gigantesca he ella.
A renliiao reconheceu a ulili.lade, mas npparecen-
do algomas opinioes em contrario, foi decidido que
se consullassem as pessoas mais (lisatelas naqoella
provincia, pedindo-lhea sua opiniao e auxilio em (al
empreza. Depois do que Iralou-se da Hornearlo
da mesa que ficou composta :
Presidente.
Ur. Antonio da Silva Dallro.
Secretarios.
I." Dinnizio Rodrigues llantas.
2.' Joo de Aguiar I elles de Menczes.
Saudamos, desde ja, a provincia de Sergipc, que
i esforcos, onicainenle, de seus filhos, se ha de lal
sorle disfiigoirlo, qoe lalvez nao esleja longe o dia
em que seja mais bem olhada pur quero al hoje s
a lem tratado como filha a mais ignota ; e espera-
1110! que o aulor da idea e aquellos que aceilaram os
honrosos cargos da mesa nao deixarao passar essa
lio favoravel occasilo de ajudar sua bella provincia
na carreira que ale boje ha Irilhado.
xllor 111 a o |.n.i, iiI.i por .lus- l'irl Ir
>< su- Lelle. eaaa 4 lo rorrenlc me*..
por onasiao la 11 taiilii ., do fllhos* dn
l>i-oiici.-i de jcrgiaie.
Senhores.
O eslado trale e deploravel da nossa bella provin-
cia, hoje ainda tornado peior, depois do llagello do
cholera, que lanas deslruces Irouxe comsigo, re-
clama de seus lillios promplas e eilicazes providen-
cias, proraptos e ellicazes remedios, grandes c lou-
vaveis esforros. Cada um de nos r-i obrigado a
concorrer para isso com todas as suas lorras, a ver
se assim ella so pude salvar da miseria a q'ue se lem
reduzido. Compele-nos o ruinpi tinento desle dever
que eu qne todos vos, seultores, devetnos reputar sa-
grado. Para um lim lio nobre, como este, eu vos
coitvidei por ora annuncio inserto no Diario de Per-
nambuco de hontem.
Passarei a aprenenlar-vos resumidamente urna idea
que de ha muilo lem oceupado o meu pensamenln,
e a jiilgo lanto mais u(l e proveltosa, quanlo nobre
c realisavel.
Vos lodos sabis, senhores, que a imprensa he o
echo das sociedades, que a ella recorremos para que
os nossos pensamenlos tornem-sc conbecidos e justa-
mente apreciados no que elles leem de bom, e cen-
surados no que elles teem de mo. Sabis mais que
a neressidaue, o intcresae e a riqueza de um lugar
oa de um paiz smenle sao conbecidos e avallados
pela imprensa. Assim cenvireis comigo, que a im-
prensa be a vuz da humanidade, que della principal-
mente emana a felicidade de um potro Sabis fi-
nalmente, senhores, o modo porque ae faz uso da im-
prensa em nosia provincia. Ella em vez de ser ap-
plitada a um lim Mil e proficuo, he pelo contrario o
orgao das mais vergonhosas e incsquinhas odiosida-
des polticas, das mais acanliad.is e iniseravcis ques-
Ies iudividuaes. E sendo assim a applicacao da
imprenta em Sergipc, lendo alias pessoas munidas
das hubililaces precitas para crear um jornal itn-
paicial e lorna-lo mporlante.que proveilo, que pros-
peridade Iraz i provincia *
Dnvcmos, senhores, muilo embora, loncc da nos-
sa querida provincia, chorando com os nossos rmtlos
os nossos males, ajurla-los no progresso commum, e
seja o nosso meio a imprensa, o mais forte baluarte,
pura pdennos chegar um dia consecucAo dos nos-
sos desejus. Creemos, por lano, nesla" cidade um
jornal, que sendo oalo imparcial c justo rio nossa
provincia, advocar os seus direilo. lembranda com
mais iroparrialidade aos poderes ueral e provincial as
suas necessidades. Parlecipemos esla nossa retolarao
aos nossos comprovinciaaoa.pediodo Ihea o seu valioso
auxilio, coadjuvacao das suas assignaluras, escrlptos
e apoota.mentoa, que lodo busque nicamente o cn-
graudecimenlo da provincia. Assim, e-H.ii conven-
cido, que ludo conseguiremos, porque eu fclizmen-
le couhec as oplimaa inlencoes do coracAo sergi-
pano. He islo que vos lenlio "de apresentar, pensai,
e inostrai-rae o melhor meio de por em pratica o meu
pensaueiito.
Escplbei d'enlre vos os meml.ru- necessarios para
organisar-se urna mesa, alim de que pulsamos com
mais clareza emillir as uussas opinioes, o melhor
coordenar as nossas ideas. Cotilo que lodos vos me
haveis de animar o acumpanhar nesla marcha espi-
| nliosa, porm vantajOM e desummo inleresse para o
lusar, que nos vio nasccr.
Eu muilo espero e confio rio vosso palrintismo. o
do vosso amor por aquclle abencoado lort.io. Im
rcsimen estillado e approvado par lodos nos sera a
nossa bandeira e salva-guarde.
Com a vean acccilaco, com o desenvolvimento
que devela dar a idea, que vos acabo de apresentar,
e cora as vossis justas e sabias cerrercoes. encelemos
o nosso esperanc/me e glorioso Irabellio.
Prevale._o-me da qccalo, senhores, pata, m to-
Na /terina dos Dotu Mandes de I .le man, de
1856. primeira edieagao a paginas 540 511 relaio-
no da compauhia do crdito movcl de Paris, acha-
so o texloseguinle relativo ao oa; de illumiiiarao e
aquecimenlo; dirigido aos acctouislas da coinpaiihia
do endite movel:
Temos eiiifim. senliorc, de fallar-vos em um
negocio de grande inleresse para a cidade de Pa-
ns, e cuja feliz conduelo, nos felicitamos de ler
" alcancado.por meio da nossa iiiteivencAo ; quere-
. mus fallar da reonilo em nina si. empresa, de k-
o das as antigs coinpanhias de illuminac^o por
i' gaz.
Depois rio alguns anuos, essas companhias, ven-
ir do npproimtar.se o Icrmo de eus contratos ti-
>i libara procurado obler prorogacau; mas lodos os
11 seus esforcos liuham naufrasadn dianle d volitarle
cr inabalavel que minilcslava o imperador de obter
ir para o servico publico da cidade c dos seus babi-
11 laitlcs, nao o ama redcelo nolavel no preco da
n illuminacAo, mas anda a iiitroducrAo por preco
o barato do emprego do gaz para os diversos usos rio
a industria e da vida domestica. "
11 Para responder a este peusainenlo fecundo, as
o companhias linham procurado na fusAo dos seus
ir inleresses, o meio de lazer que a sua industria rea-
ir lizasae os progressos novel que se Ihe rcclama-
u vam.
Esle problema, cujo alvo o proprio imperador
linha indicado, foi felizmente resolvido pela adop-
cr rao de urna lana que corrcspnndendo pelo aba-
lmenlo de seus precosaa precises e as raculdades
o de todas as classes de consumidores, assegura a lu-
ir doslria d.t gaz um desenvolvimento de consumo
1. nasal consideravel, que Ihe permille, n'um futuro
o approxtmailo, urna larsa cumpensiirlo aos sacrtli-
11 co do presente.
Eis aqui cm que termos S. Exc. o ministro do
o imperio expressa-se norelalorioao imperador, que
" precede o decreto comprobatorio do conlrato cele-
a bradu com a cidade le Pars. Essasconsideracoes
o inesperadas, submellidas por vossas ordens a corn-
il missao municipal, impressionaram vivameule esla
ir assemblca, pela sua deliberarlo de 20 de jnlho el-
la accctlo-as anciosaroente : submetlo a approva-
11 rio de vossa maaeslarie esta deliberacno.
A commissAo tein-lhe consignado*.! exprselo
ir respeilosa ros seus senlimenlos de rcconheciinento
a pela alia c consienta sollicilude com a qual vos-
sa mascslade vela sobre os interessea parisien-
K ses.
He assim, senhores, que os iulerssses da cidade
o e os dos seus habitantes loram defeudidos, ao mes-
rao lempo que, pelo proprio cfleilo da baratez, a
ir nova compauhia de gaz lem adquirido por longos
o anuos a certeza de beneficios que serAo tanto mai-
res, tanto mais seguros quanlo repousam sobre as
11 precises do maior numero, u'uma cidade lao po-
" pulosa e lAo extensa como Paris, onde o consumo
e do gaz restringido al aqoi pela elevacAo dos pre-
a ros, ainda nAo representa mais que um fr.iroo
b mnima do.algarismo proporcional que atlinge em
ir omros pontos da Europa, em Londres, por em-
ir po, esla industria nAo pode deixar de obter um
successo prompto e duradoum.
- A idea fundamental dessa combinarn lem sido
r tirada dos excmplos numerosas Torneados, pela
o historia da industria moderna, e que mostra que
a cada vez que um objeclo corresponde a una pre-
ir csAo universal.sabe, pelo abatimenlo do seu preco,
o da calhegoria dos objeclos .le luxo para entrar "na
11 dos objeclos de consumo geral, um Iriumpho infa-
a livel acolhe a IrausformacAo ensaiarla.
" No que loca a queslao do gaz, a combioacao
o proposta por nos, foi imraediatameule acceil? com
o a satisfarAo de lodas as parles interessadas, e ja os
11 primeiros passosda companhia nova justifican) nos-
ir sas previses.
O algarismo rio consumo, qpe linha sido em
ISi de 33 milhes de metros cbicos, lem-se ele-
" vado em 1835 a cifra re :W milhes de metros ; e
a esse augmento, occasionado em grande parle pela
o nica previsAo do abaliroenlo de prero que devia
principiar 110 I.- de Janeiro de Ixjfi.lem conlinua-
11 do nos primeiros mezes do exercicio correnle.
A compartira a que se refere o que cima lica di-
lo, he a rouipanhia Parisiense do gaz de illumiua-
SAo, e aquecimenlo da cidade de Paris.
Al :il de dezembro de 1855 o preco de um melro
cubico de gaz, era de il centesimos."
Do I de Janeiro para ca o preco foi reduzido a :M)
ceulesimos.
A este ultimo preco, calcula-se que :l bicos de gaz
consomem, ao mximo, 100 litros de gaz por hora,
custamlo 12 ccutesimi.s, ou i centesimos por cada
Mee da iulensidadc de 10 vellas de eaperinacele por
hora.
A Il.l IMINACAt) A t.A/..
De lodas as qucsIOe*. que oceupam na actualtda-
de a imprensa pcriiainbucana, ncnbuma me parece
mais ulil e conveniente, nenhtima mais uecessaria
e digua de uina seria discussao, do que a que se ha
suscitado acerca do contrato de illuminacao a gaz,
celebrado a 2(i de abril do crrente auno entre o Sr.
conselheiro Jos lenlo da Cimba e Figuetredo, co-
mo administrador desta provincia, rlevidameule au-
torizado pela lei do orcamenlo do exercicio de 1855
a 185(i,e os Srs. Drs. Eilippc Lopes Netto.Manoel de
Harros Brreloe llenry Gioson. He uina queslao que
repulo de inleresse palpitante para nossa trra, que
parece caminliar cora passos agigaulados para aquel-
le grao de prosperid.rde e perfei;Ao, a que a Provi-
dencia dcstinou-a ; he nina queslao de honra para a
admiuislracao, que acabou. e que soll're a grave bc-
cu- leo de haver celebrado esse conlrato, "sem con-
sultar os ioleresses da provincia, mas .ruada nica-
mente pelo espirito de patronato, cscaudilisando as-
sim o paiz inleiro, e comprometiendo de urna
maneira espantosa a diguidade do proprio go-
verno ; he finalmente urna qoesllo, que deve in-
tertssar particularmente a cada um dos membros da
assemblea legislativa provincial, a quem se acha
submellido esse contrato para obler ou nio a sua
approvacao.
Nio me aecusem pois de lomar parle neala dis-
cussio, de procurar com os fracos recursos de mi-
nha razio simplifica-la, esclarece-la, e justificar e
defender oaclo da presidencia, que realisou o peu-
samenlo, ha muilo enunciado, de urna illumm.ieao
a gaz para nossa bella capital ; acto que embora
censurado e aecusado mesmo por alguns, movidos
lalvez pelo espirilo de desafeiclo c de partido, ero
uosso humilde pensar deve merecer a approvacao e
o elogio dos homens imparciaes.
A queslao da illamiuacAo a gaz, romo lem sido
discutida, pode ser cooniderada e efiectivamente o
tem sido, ja como um meio de opposicAo a admi-
nislrar;Ao, que lindou, ja pelo lado do inleresse le-
gitimo da provincia, islo he, ennsiderando-se o con-
trato em queslao como prejudicial aos cofres pbli-
cos proviuciaes.
Debaixo, porm, de qualquer desles dous pontos
de visla, em que se considere o conlralo referido, os
ataques contra elle dirigidos serio improficuos, por-
que, nem foi o espirilo de partido que diclou o con-
lrato, nem ello foi om excesso e um arbitrio, prati-
cado pelo primeira magistrado da provincia, nem oa
cofres pblicos solTreram lesao com esseaclo, tiln, da
lei, itconselhado pelo inleresse do paiz, que de ha
muito clama pelo melhoraiiienlo de sua illumina-
cAo, e diclado pela consciencia de haver vanlagens
rcaes c positivas na areitacao, que os actnaes empre-
zarios dessa illuminacao deram s cpiidicr.es estipu-
ladas no conlralo de q.tc se falla.
As razcs al hoje apresentadas nao poderlo calar
os nimos, e nem (ario jamis que a adruinistracAo,
que fez o conlralo, possa por esse faci licar menos
bcro oonceitaada c empella de urna immoraiidado
ou de um escndalo : o acto argido e armiado de
mao, parcial, leshoe iudifiiode um presidente, me
parece bom, justo, conveniente, lodo legitimo e hon-
roso para a adimiuslrario : he um litlo de gloria
quo essa admiuislracao quiz cousecuir, e que, quan-
to inini, leve fazer esquecer, ou pelo menos alie
nuar alguns desvos e erros, que por ventura se Ihe
possa imputar.
A lei provincial, qne aulorisa o governn da pro-
vincia a contratar a illumiuacio a gaz, nio he urna
lei lixa c permanente, porque' seiuelhaule aulorisa-
jao se acha consignada no orcameoto para o exerci-
cio de 1855 Siti, que. como se sabe, he urna rlis-
posicAo transitoria, que lera apenas a durarlo de
um anuo. Essa aulorisacao acaba nu presente me/,
de iniil. .
O governo da provincia, pois, que por sua posico
e rclacAo iinnicdiata em que se acha para com In-
dos os ramos da publica adinintstracao, para com lo-
dos us inleresses legitimo! da snciedade, que presi-
de, julgou vaatajoso substituir a illuminacao actual
pela de gaz, nao quiz desprezar a aulorisaco, que a
lei Ihe couferio, ara promover e contratar essa il-
luminacAo, a lodos os respeilos preferivel a que ora
lem; s ; illuniiuac.ro digna de ser eslabelecida quanlo
antes na grande cidade do Recite, una das mais po-
pulosas e importante) do imperio, onde diversat
emprezas principian) a realisar-te, e onde o progres-
so se loma cada dia mais sensivel c mais rpido.
O Sr. conselheiro Jos Bcnlo deu-se presea, por-
tauto, a contratar a illuminacao a gaz, deu-se pres-
sa em fazer esle beneficio real a cidade do Recite, c
por esse lado, lonse de merecer opposicao, longe de
merecer reprovacao e o estigma, creio que nns o
les, quero evitar as occasii.es do aquilata-loa : essa
larefa deve correr por cotila de oulras, que os le-
nham esludado e feto sobre elles um exame impar-
cial c profundo. Meu lulcnlo nao he cinar^nhar-ine
no intrincado labyrinlo da poUUca, quasi sempre
pouco fiel e segura em suas bases, algumas vezes
contradictoria nos raelos que emprega para ror.se-
guimenlo de seu lim. c estril, quando nao Talal,
em seus resultados. Falle principalmente da pulili-
ca do nosso paiz, que al certo ponto se ha tornado
iiicomprehensivel e mvsteriosa, e Cajo! resultados
lodos nos temos vislo e apreciado. Fallo dessi poli-
tica, que sendo cada dia considerada a nosso modo,
interpretada pelo juizo de cada um de nos c 00 iu-
Icresse de cada um, segundo nossos odios ealleicoes,
segundo as patxoes do motneuto, nAo lem sido o cam-
po das discusses ule e proveitosas, do exame e a-
veriguacio das quesles imporlanics e momenlosas,
que se lem agitado no paiz, mas o arraial dos insul-
tos e improperios, com que as parcialidades polili-
css constantemente se debalem. NAo : aeredilem os
leilores, nao lenho por fira Iratar da poltica, e nem
elogiar o Sr. Jos Bcnlo por lodos oa seus actos ; mas
unicameule defend-lo da accusac,.io pouco leal, que
se Ihe ha felo por ler celebrado o conlralo cm
queslao, e mostrar que a oppoiirao, que solTreu por
esseaclo, he destituida de tolo o fuudaineulo, care-
ce de juslica.
Eslou no meu direilo, ninguem me pode privar1
de analysar esse conlralo, de apreciar as suas vanla-
gens, e de promover pela impreusa a sua appro-
vacao.
A lei que aulorisou o presidente de Pernambuco a
contratara illuminacAo a gaz, foi devidamenle pro-
mulgada, e os concurrentes, ou aqttelles que linham
inleresse em azer esse conlrato com a provincia,
deviam sab-la. sem carecer que se aiixassem edi-
laes, se distribuissem annuncios nu avisos impressos,
ou que um pregneiro andasse de roa em ra e por
toda ,1 parle, fazendo sentir a promulgacao dessa le.
que alias foi publicada pelo iario de Pernambuco.
Assim o Sr. Jos Bento, contratando aillumiiiar.au
gaz com Pedro ou Paulo, precedeudo as condicoes
da lei, uao podia ser aecusado de have-lo fello em
segredo. S. Exc. nAo se trancou em palacio para
proceder esse acto, nao expellto ninguem do con-
curso : he isso urna malicia, que se Ihe empresta,
um fado vergonhoso, que se Ihe imputa, mas abso-
lutamente destituido deluda a prova, inverosimi-
Ihanle mesmo. E como se pude dizer. que fot em
segredo praticado esse facto, qua o contrato, que
se alinde, fura fe i t ti nas Irevas, sera a menor publi-
cirlade, sem duvida para dar ganlio de causa aos ac-
tuaes conlraladores, se appareceram concurrentes, e
no exame das proposlas, apresentadas por cada um
delles, o presidente emenden, e rreio que enlendeu
bem _e consullou os inleresses da provincia, dan lo
preferencia s condires proposlas pelos Srs. Nello,
Brrelo e i.ili-un'.'
Desde ISti appareceu nesta cidade a idea de il-
InniinacAo a caz : os Srs. David Bunman i Compa-
uhia, se me Dio engao, foram os primeiros que len-
laram e prelenderam conlralar essa illuminacao,o que
nao leve lugar, lano pelo excesso do prero que que-
riam paraeffectua-la e coinli;0es om pouco onerosas
aos cofres da provincia, como principalmente porque
naquella poca ainda a asscmbla legislativa provin-
cial nao linha dado presidencia semelhaule aulo-
risaco.
Em 1852 o Sr. Iliaco, boje bario .le Maua, lam-
bem pretenden esse conlralo, e enlAo requereu-o
mesmo assemblea provincial, porque ainda nessa
poca o presidente da provincia n.io tinha aulori-
sacAo para faze-lo ; mas desisti da empreza e re -
lirou o seu requerimeulo, antes mesmo de se lo-
mar urna rcsolurAo sobre elle. Assim, pulanlo, he
evidente, queja de muilo appareceu a idea de illu-
minacAo gaz para a nossa capital, e que os prelen-
dentes deviam ir-se preparando para, na poca era
que se Iralasse de realisar essa idea e de levar ao ca-
bo projeclo tao importante, se acharen) promplos e
habilitados para entrar ero concurrencia. Se o nao
fizeram quesem-se de sua incuria ou deleixo.
Apparece i final a le provincial de 1855, aulori-
sando o governo a realizar essa idea de cmliacio
e de progreaso, c quaes foram os concurrentes '.' To-
do o mando o sabe: for.in os Srs Estad'Eus por in-
termedio de seu procuracor o Sr. Dupral, e os Srs.
Netto, Barrelto e Gibson, representando urna coro-
panhia ou a-ociaeao. O Sr. Ousmio, que a prin-
cipio bavia requerido esse conlralo, copiando ipsis
verbis a proposta do Sr. Nello, nio compareceu.
abandonou o seu projecto; o Sr. Itonman, que em
ISiti, quando nio bavia autorisar;lo para til con
trato qoerta faze-lo com o Se. conselheiro Clticltor-
ro na Gama, tambem se desvaueceu dessa empresa,
a nao deu o menor passo sobre ella.
O Sr. Estad'Ens nao linha conferido plenos pode-
res ao Sr. Dupral para entrar nessa negociarlo e
celebrar o conlralo; limilou, segundo a prapria con-
nalga do Sr. Doprat, esses poderes, ou cireonscre-
veu as raas dentro ras quaes queria que girasse o
mandato do tr._Dupral, e embora o pedido e rc-
clamaraodeste Sr., como procurador de Estad'Ens,
para q' o governo demorasse por mais [lempo a cele-
brarlo do 1 conlralo c o cumprimenlo da lei, em
quanlo elle so ia ^entender com Batad'ElUr, que se
chava no;Rio ou em S. Paulo de mais a mais 11A0
sabia onde eslava o seu consliluihle; <--a preleurAo
,nlo podia ser ..iic.nl. a, parque em ventarle excede
(on>s os limites do justo e do rasoavcl. Era um con-
Totador, que devendo epreaenter-te competenlemen-
te habilitado, eeiente do que a fazer, para ludo
prompto e prevenido, na occasilo do conlralo, ha-
ven.lo outros concurrentes, pede urna demora para
melhormeote considerar seus inleresses. Onde se
vio islo?
O Sr. Dupral nio queria sujeilar-se a's coiiaicf.es
do contrato, apresentadas pelo presideute da pro-
vincia, por Ihe parecerem muilo onerosas, e pedin-
do lempo para escrever e consultar a seu coosliluiti-
le, que aiuaa nAo sabia onde eslava, se as achava
boas ese as queria, privando assim a presidencia de
celebrar o conlralo cora outrem, que se sujeilava i
essas condicoes, e que por coi.sequeucia se dispuuha
e obrigava a dar proviucia aquellas vaotaaeusque
o Sr. Doprat recusava. l'ica patente pois que a
preteuco do Sr Dupral, como procurador de Eala-
dEns, sendo demasiadamente exagerada, cstravagan-
Ic mesmo, nio podia ser altendida, como de fado o
nao foi, porque, a passar um semclhaiite preceden-
te, o goveruo deveria conceder prazos, alem daquel-
ies marcados na lei, para os procuradores, que pre-
tender contratos desta ordem, consullarem sena
consumiles acerca de quaesquer condicoes apre-
sentadas no contrato, e isso importara, m muitos
casos, a uao|realisaco da ideia e de um conlrato van
tajoso para o paiz.
D'este arte o Sr. Estad'Ens, oujpor elle o seu pro-
curador, se collocou volunlariameule fora do cob-
curso, mas ique culpa lem por esse fado o presi-
dente da provincia |Onde aqoi o escndalo c a
r.dla de diguidade do Sr. couselheiro Jos Bento?
O lempo urga qne o contrato se realisasse logo,
com quera mais vanlagens ollerccesse e se sojeilasse
as condicoes estipuladas pelo governo, porque a lei,
que aulorisa esse coulralo.he aunua e tero de lin-
dar no correnle roez de juuho. Devia o Sr. Jos
Benlo cruzar os bracos, c esperar que o Sr. Dupral
se enlcudcsse com Eslad'Em, depois de procura-lo
por loda a parte para ver se o eucontrava, para de-
pois de todo esse lempo, cujo espaco ninguem po-
deria calcular, e sabida opinilo" de Estad'Ens,
celebrar cntio o contrato ? Isso, loruo a dize-lo,
he urna prelenc.io digna de desprezo, he urna per-
feita extravagancia.
Mas he aecusado o Sr. Jos Benlo pela pressa.que
leve nesse negocio, nAo atienden.lo a essa reclama-
cAo do.Sr. Dnpral, porque quiz para ai orna gloria,
que poderia peneneer a outrem, he aecusado porque
nAo deixouque esse conlrato fosse celebrado pelo Sr.
couselheiro Sergio, actual administrador desta pro-
viucia, e que elle sabia o vinba substituir. Em pri-
meira lugar direi qae nao se podendo calcular o lem-
po em que o Sr. Dupial adiara Eslad'Enspara com
elle entender-se e conferenciar acerca das condj-
ees estipuladas no conlrato, como o gove.uo o que-
na, era para temer, que linda.se a le, que aulorisou
esse conlralo, c ainda nao houveaso nu\as, nciii man-
dados do Sr. Estad'Ens, deixando aasim de haver
contrato para a illun.iu ..;...1 a gai,ou pelo meuos pro-
crastinando-secada vez mais a poca desse melho-
rameulo, (Ao pedido o lio reclamado pelos inleres-
ses da populaclo desta cidade : em segundo lugar
Bao duvidaret sustentar, que anda sendo a gloria o
alvo, a que> allin.in o Sr. Jos Beuto. quando se deu
pressa a promover e conlralar a illuiniuaclo a gaz
para a nossa cidade, quereudo qoe esse grande me-
Ihoramenlo se desse un lempo de sua administrarlo,
esse fado esla iscuto de censura, porque essa gloria
he por sem duvida legitima, e creio que nenlium
presidente a teria desprezado. Colloque-se qualquer
na postcao de administrador de nina poovincia, c, se
nao for um imbcil c um inepto, hade nnrHilarla
mente procurar que ns iiiclhuramentos dessa provin-
cia seja devulos a seu zelo e cuidadus, no lempo
de seu duverno. Isso he tao natural no homem, que
ule sei mesmo como pode ser Iraduzidopor um erro
e por uhi crime.
Crei, pelo que tica dilo, que o conlralo de Ilumi-
narlo p gaz, submellido a approv.1c.A0 da assemblea
provincial, nAo devera ser considerado como meio de
opposicao : suppoz-se lalvez que elle fosse urna mi-
na, cujas exploraces em relcelo a esse assumplo
produzissem beneficios resollados. Os que saaim
pensaran), engaosratn-ee completamente, lor.im in-
leli/.es nessas exploraroes, e nesse adiado. Volva-
ino-iios porem para o outro lado, c examinmosse o
conlralo he prejudicial c lesivo aos cofres da pro-
vincia.
OSr. Estad'Ens propz ae a fornecer esta cidade
com luz de gaz hidrogeno puro, a 20 res por hora,
por bico 011 combuslor equivalente a densidade de 10
velas de espermacete ; mil Dio as quiz >u|eilar, co-
mo ficou dilo, a ncnbuma das lies condicoes estaba-
cenlas pelo goveruo cm pro dos inleresses da pro-
vincia .mmenlo de exlencao no conlralomulla
{le do gaz, e levar-se a efTeilo a obra projeclada
ale he equivalente as oolraa oderecidas pelos con-
lraladores aduaes, nem, quando o fosse, seria iuO-
cientemente garantida, vislo como o Sr. Dupral,pro-
curador de Estad'Ens.nAo qoizsubscrever as coudia-
Qrtes da multa de a0:)tlfJO0 e deposito de M:00Oa
para garantir o cumprimenlo do conlralo. E de que
servira um conlrato, cheio de vanlagens extraordi-
narias para a provincia, maa sem o governo ler a
certeza de seu cumprimenlo. sem orna garanta de
suaexecucao? Um conlralo d'esla ordem poderia
equiparar-se ao d aquelle individuo, que sem ler
heos de fortuna, sem contar com recursos cerlos
para cumprimenlo de sua palavra, nio duvida com-
prar ludo e passar letlras obrigaces para
um lempo, em que perfeilamente sabe que Dio pode
pauar. r
Quanlo ao oflerecimento da hvdrogeoo pura em
lugar de hydrugeno carbonelado. creio que essa van-
lagem ofierecid. pelo Sr. Ealad'Eos, nao podia ser
'"n'lde'?da' alln ""o das sciencias. Desde
IS.1S a I rain; 1, foco de eivilisaeao e de lozes traba-
Iba por conseguir o aperfeiroaraento do gaz'bvdro-
geno puro em ordem a faze-lo Iluminar uma 3_>
de, mas al hoje ainda nio porle chegar a es lado. Trabalhos, indga>;0es, exploracoes,experiencia
ejs ludo quanlo se ha felo com mais ou menos vanla-
gem para a coosecuro d'esse desidertum, mas ua-
da de difinilivo aiuda ae lem resolvido sobre esle
punto, quero dizer, ainda senio poude conseguir 1-
luiiiinar uma cidade inteira com o gaz hvdrogeno
puro. Uso he lauto verdade, que Paris acaba de
contratar, oulra vez, a sua illuminaro coro gaz hy-
dregono carbonelado. Onde pois o Sr. Estad'Ens ira
conseguir para o Recife aquillo que a immensa, po-
pulosa e requssima Paris nao pode obler para si ?
se o contrato se rivera fcilo com esse seuhor, eu
creio firmemente, que leriamos de sofirer maja este
logro, alem de oulros.
Demos porem de barato, qoe o hvdrogeno puro
lem chegado a perfeicao que se deseja, eque se
presla eicellenlemenlc illuminacao de uma cidade,
eu creio que o conlralo celebrado com o. 3rs. lYetlo,
Brrelo e Oibson nao se exclae o emprego dogaz hv-
drogeno puro, ao contrario, ua hipolhese de que se
trata, os emprezanos sao obrigados a extrahir o -az
dessa substancia, porque no arligo v)gesimo (Marta
de conlralo se acha estabelecidoque os ernpre-
zarios extrahirao o gaz das substancias, que recom-
nienrla o estado actual das sciencias para se obler
luz serena e inoOensiva : porlaulo essa vanlagcru
olTerecida pelo Sr. Estad'Ens se acha comprehendi-
da no conlralo, que defeudo.
Nao julgo fora de proposito aproveitar o eoseio
para responder a uma allegacAo, muilo Icom-
munt i aquellas, que se leem pronunciado contra o
contrato: esn1 allegaran he-deque essas condi-
coes, estipuladas pelo Sr. Jos Benlo no referido
conlrato, foram muito calculadamcole ioventadas
para afugentar.Eslao'Eus da concurrencia, e dar g-
libo de causa aos acluaes conlraladores, em prejuiro
dos cofres da provincia. Contesto com loda a sin-
cendade de mioha alma que n ao posso compre-
liender semelhanle argumenlajjao em ordem a fazer
eslabetecer o patronato, como se quer, do presiden-
te da provincia nesse negocio. Ou as condicoes, im-
postas pele ir. Jos Bento no contrato em queslao
sAo onerosas, fortes e pesadas, ou nao: se o nao sao'
ellas nao podiara afugeular ninguem da concurren-
cia, ninguem se devia intimidar com, ellas, e o Sr.
Bstadeai, fugiudo, muslrou uma fraquesa inaudita'
lelo sem motivo ; se o sao, as garantas que d'ahi
resultan, sAo para a provincia, as vanlagens, os be-
neficios SAo para os cofres pblicos. eoSr. Jos
liento, contratando com os actuaes empresarios sob
laes condicoes, uAo qniz por cerlo favorece-los. On-
de o palionato, onde o escndalo, onde ajles.lo para
a prdvmcia .' Pois exerce-se, um aclo de patroci-
nio, pratiea-se um escndalo, coromette-se umale-
s.lo aos cofres pblicos, eslabeleceudo-se condires
onerosas para o particular que lem de .conlralar
com a provincia ? Declaro que nio comprehendo
essa lgica.
Mas, se diz ainda, he nullo o conlralo, e nullo
porque o Sr. Jos Benlo excedeu a aulorisaco con-
signada na lei, islo he, foi alem da quola, marcada
no orcamenlo de 185.") a 1856, a qual nao podia ex-
ceder : ha um exces-o de mais de Ires conlos de
reis uo conlrato : logo a assemblea provincial nao
o deve approvar. Para sustentarse esta doulriua
supponho, que se ha recorrido al a auloridade dos
jurisconsultos francezes e romanos etc. ele. Esse
he o ullimo poni, em que se cntrincheiram e
acastellam, aquelles, que alacam o conlralo. Veja-
mos se se pode responder a essa objeccAo, e vencer
tan,anha difliculcade.
Se a assemblea provincial, aulorisando o governo
ra provincia a contratar a illuminar-Ao a gaz, Ihe Ole
concedes-e plenos poderes, c essa aulon-ac.io fosse
bailada, exigindo a mesma assemblea que o contra-
to nao vlgorasse sem sua approvacio, poder-se-hia
dizer que a assemblea podia annuflar no lodo o con-
trato celebrado, porque emfim ella ae reservou o
direilo de iulervir direcla a positivamente nesse
contrato, se reservou o diieilo de approva-lo ou nio;
mas desde que a assemblea d plenos poderes ao pre-
sidente para eflduar o conlrato. marcando-lhe
a[.enas a quola, alem da qual nio qoer qoe exceda
a importancia do ajuste ou do conlralo, be indobita-
vel, que o excesso nessa parte nao node annullar l-
alo o conlrato. 1111 contrato nio cr nlem s Bonica-
mente a condigno do preco, muilas oulras, alias pon-
derosas e imporiaules, se acham inseridas nelle, e por
que hoove excesso de autorisarao n'uma dessas con-
dicoes. nem por isso se deve sustenlar a nullidade
completa do contrato.
Assim pois, se se quer, seja re provado esse exces-
so, fique annullado e considerado de nenlium ellei-
lo esse augmento de despeza, mas nao se pretenda
tirar daln a conclusao de que se deve annullar o
conlralo lodo iuleiro'.
E que motivo para annullar-se um coulratoda or-
dem do que se traa ? quando o corpo legislativo
geral constantemente approva actos semelhantes e
concede o a bil de inde.....idade a ao governo, por
fados, que elle pratica, julaando-os uleis, conveui-
entes e necessarios so paiz, mas nAo aulorisados por
le, sena com elTeito para admirar que o conlrato
em quesillo fosse julgado nuil., e de nenlium efTei-
lo, bavendo nelle lana vanlagera para a provincia,
so porque ha um excesso de Ires conlos de reis.
ludo se lera envidado para tornar-se odioso ocon-
Iralo que sustento : al os Srs. David|Bowman &C.
que depois que requereu em 1810 esse coulralo de
illuminacao a gaz, vendo frustrada a -ua prelencAo,
nunca mais.se aprescntaram,|procurando novamenle
a empreza, agora, depois de passados 10 anuos, sem
duvida no intento do crear embalaros para a appro-
vafAo do conirato actual, se apreseniara no Diario
de Pernambuco, fazendo sentir as vanlagens de sua
proposta, e dcsconceituando este contrato.
Diz o Sr. Bou man em sua correspondencia de
12 do roez prximo passadoque a sua proposta
exigia, nio 210 reis por noile, como por ahi se di-
zia, mas 8 libras esterlinas por aono, equivalente,
segunde o cambio actual de 27 'j a I8ti reis por
noile, e quaulo as coudicc,oes assevera, que erara
as seguiules: uacender 01 lampedes meia hora
antes de o sol pr-se, excepto durante o perio-
do, em que a la se acha elevada cima do horison-
le, uao iiicluiudo os quatro primeiros dias de la
nova, nem os qualro ultimo, do quarto mmguanle,
em que uAo ollerece bstanle claridade ele e con-
laiido.que o lempo medio por nmie.resultante dessa
clausula de estarero os UropeOes acasos, nao deve ser
calculado era meos de sele a nito horas, conclue
que a boa proposla ero de mais vanlageus da que
foi abracada pelo governo da provincia.
Cuinpre-nos convencer ao Sr. Bowman, que alias
uAo quiz apparecer, era coucorrer com' os acluas
eraprezarios da illuminacAo a gaz, que labora em
erro, suppondo que sua proposla de ISili lie mais
vanlajosa do que a dos cootraladores.
Segundo essa proposta, fazendo-se o respectivo
calculo, temos por la oito dias de 10 horas, qoe sao
80 horas, quatro dias, os da aproximaran da loa
chela que nAo slo contados, e 17 dias de cinco ho-
ras por dia que sAo 8". horas, prela/endo ludo 165
horas. Desle modo os 20 dias da la conten 16.
horas, c se procurarmos o termo medio para cada
rlia, ser elle de 5 horas e O" : ora sendo o preco
re I8(i reis por uoile, segundo a proposla do Sr.
Bowman, c sendo, seuundo o clcalo feilo, cada
noile de horas e 10", vem a sabir cada hora a
32'. reis, e por conaequencia f> horas 105 reis, o
qne por cerlo he mais caro, que 180 reis pelo con-
trato actual.
Muilo poderia ainda allegar era favor do contra-
to, que defeudo, mas contenlo-ine com o que Dea
dilo ; ponderando, que as pessoas, que entraran)
nesse conlralo, ja pela posicAo que oceupam na so-
ciedade, ja por suas opinioes polticas, e finalmente
por oulras muilas circumslancias, nos devem assa-
gurar, que o conlralo nio foi filhodo espirilo de
partido, nem do patronal o, e provado conlo esla
que nAo he lezivo aos cofres da provincia, he de es-
perar que seja approvado pela as-embja provincial
O Obsercador.
devenios louvar eepplandir. lie ura uielhoramenlo de20:lHKNMKi, no caso de nao principiar o
......'(...I lie i material de que precisamos, e que nos da, sem con-
radiecao, urna Importancia valiosa, mrmenle quan-
do j se achara principiados os trabalhos da estrada
de ferro, que vem abrir uma nova era para nossa
provincia, quando lemoa uma compauhia quando minias oulras empresas nos devem apresen-
lar aos olltos do mundo como um povo civilisado e
rico, amigo da liherdade, e lodo devotado ao cugrau-
declnenlo do seu paiz.
Meu intento nao he elogiar a administrarlo do Sr.
.la-e Benlo, e menos lazer a apolhcose de seus ac-
tos : eu procuro mesmo fugir de apreciara todos el-
^iTMOiiOaicitt.
I) aqui se conclue er a aa/. Imlrogcno puro
o que 11 imperador quiz fosse empregado |.ara os uzos
domestico e 111 lu-triacs; pois sabem lodos que o gaz
. re earvo de pedr.i, romo o de Indas a< oulras subs-
i tanda*, por cansa dn seu mo cheiro, e fumara nio
I se presiio a e.'les mos.
J Irahalhos
dentro de (i mezes e de rouclui-los dentro .le 3 an-
uos obrigacAo de deposilar 50:O0lHI00 na Ihesoura-
ria da provincia, romo garanlia dessa multa e cum-
plimento do coulralo.
Os Srs. Nello, Brrelo, e Gibson propozeram il-
luminar a cidade, segundo as coildiccve), estipuladas
pelo governo na razio de 25 leis, .por hora, durando
a illuminacao 10 horas por noile.e 30 reis, durando
lmenle t horas, sendo a iiilcuaidade de cada com-
buslor e quivalenlc a rio 10 velas de esperinaccte,
exlrahindo o caz das substancias, que recommeiula
o eslado actual das sciencias sojeilando-se a mulla
de 20:000-000, ao deposito de 5thOaJO0fJ0 na Ihesou-
raria provincial. Deque lado esla a vanlagera? II
Sr. Estad'Ens so lem ern sua proposta de mais ven-
tajoso para a pro. nina o preco de 20 reis por hora
para cada bien oo combusror; mas esta vantagemolle-
recida pelo prelendeu|e, alem de le. imposalvel rea-
lisar-se, allanto-, os sajlos uecessarios para a forma-
Sr. redarlores.Lendo no seu Diario dePerna-
mhuro n. 128 de 30 de maio p. ., nelle viasli-
aongeirai expressoes com que me honra o illuslrado
aulor da correspondencia do Maraohao, em eon-
sequencia dos serviros que prestei durante a epi-
demia uesta provincia; rogo-lhe lenhAoa bondade de
pelo rnesmo jornal mostrar ao mesmo autor da cor-
respondencia, a quem nao lenho a honra de conhe-
cer, o meu sincero reconhecimanin e ailadlo, nao
leudo eu eilo mais do que cumpnr fielmente com
o dever ,1c muida prolisso ; assim como lodos o
meus collegas; c nao rae consla que neiihum so por-
tas-; mal na cnsu actual. Com a user.Ao desta-
lianas IMmo obrigado Ibes licara' o sen venerador e
criado-
Francisco Jos Cxrillo Leal
Rccile > de juuho de I8..
$ 11b cac 1 v a vi'^iti*
ESTABELECIMEMOS DE CARIDADE.
A commitftto re neaocios ecclesiaslicus. a quem
loi submeltidn o comproinisso da irmandanrlc da
Misericordia, que se pretende crear nesla cidade, e
leudo em visla as informaces dadas palo Ihesou-
reiro da a.lministracAo dos estabeleclmentos de ca-
ndad?, he de parecer, que nao pode s>r approvado
dito compromis'n por esla asscmbla ; primeiro,
jiori(iie a curniniss.io duvida. que possa ser appro-
vado um compromisso de uma irmandade, cuja ins-
tallaca.i legal ainda se nAo deu : segundo, porque
ainda quando labore a commiaslo em erro, qaantn
a primeira parle de eu parecer, entende que nio
podem ser approvados os .iris, 27, 30, 31 e 35 do
MUTILAD*
ILEGIVEL


apillo 5., lodos o artigo do capitulo.,., os arls.
AS, 54. 55 e 56 do capitulo 9- n"' os arla. 60,
61. 82, 63 e 61 do capitulo 10; f 111..Inienif. os Irla.
72, 74, 76 < 77 das disposic/'e geraei, por se oppo-
rem as tliapoiicei legislativaa geraes e provin-
cias.
Sala das commissOes da assembla legislativa pro-
vincial de Pernamboeo 9B de inaio de 1856.O vi-
gario, Antonio Francisco lionc,alves (iuimardes.
Joao FraaciKO da Silva Brasa.
rticos a qua se refere o parecer cima :
CAPITULO V.
Arl. -S. O proveJor lie o cliefc da i 1 ni 1 n li.it-, e
nesta qoalidade tero a superintendencia de lodos os
stabeleeimeotos de candade, e dos beus i(ue fur-
mam o seu patrimonio.
Arl. :t0. Coropele-llie nomear, suspenler e de-
millir os diversos empregados dos estabelccimenlos
de caridade, que Ihe sao condados, dando.Ooata .1
mesa da rj/.lo de seu procediraculo.
Arl. 31. Aulorisi as despezas ordinarias para a
roanutenrto dos ditos eslabelecimeu.os. mas ..< po-
den crear, nem ordenar despezas extraordinarias
ten o consenso expresso da mesa.
CAPITULO VI.
Arl. 33. O escrivau substituir o provedor cm
iropediincnlvs.
Arl. 34. Todo o espediente da irmandade est .1
su cargo ; rediji as actas, que devein s*r assigna-
das pelos membros prsenlo- da mesa, e leni a seu
cuidado todo o archivo da irraandade para que exis-
ta era portera ordern.
Arl. 33. Para o coadjavar lera um amanuense
'un a Rralicaco aunual, qi'e a mesa arbitrar,
proporcionada ao sen trabalho.
Art. :W>. No caso de impedimento por molestia,
"ausencia, servir em seu lugar o conselbeiro mais
vaUdo.
CAPITULO IX.
Arl. 53. Joando nessas visilas encontrar alcuma
pessoa eufenua Ihe propori o recurso do hospital :
se ellaannuir, passar-lhc-ha logo urna ordem para o
regente do hospital recebe-la, e se o enfermo uao
IKkier por ai sii transportar-se, o fara conducir da
maneira que julgar mais conveniente : se porem o
doeute preferir ser tratado no seio do sua familia,
avisara' irnmedialamente o medico do municipio
par* hr ve-lo, declarando que as receilas que pastar
sejaru levailas a botica do hospital para all serem
graluitameule aviadas.
Art. 5i. Executado esle acto caridoso, dar par-
le sem deeaora ao provedor para sua inlelligenci.i,
alim de qa elle ordene a porc.,'10 de alimentos que
deveser subministrada.
Arl. 55. Se as visitas que lizer encontrar algu-
ma familia honrada, lio desprevenida demeios, que
apelar de seu trabalho nao tcDba que eomer na-
quelle da, Ihe dar logo por coma da irmandade
dea lujloes, e disto, assim como do que tiver nola-
do, inlormai.i no provedor, para que este valendo-
se das iriuiias da caridade possa mandar-lhe o soc-
eorro que o estado do cofre permittir.
Art. 56. Se na sua paroebia succeder que algum
individuo, caia repentinamcnle na ra, ou soffra al-
guin ataq<|e que o prive,'!e dirigir-se a sua morada,
ler.i especial cuidado de faae-lo transportar com a de-
cencia devida a respectiva morada, ou para o los-
\pital, so o individuo atacado assim o pedir.
CAPITULO X.
Arl. 60. Os dous irroitos visitadores do grande
hospial, alternarlo entre si em cada mez. .V roez
que Ihe tocar sera' obrigado a visitar lodos os dias,
em horas lacertas, os pobres enfermo-, que alli se
acharcm, cuotolando-os em sitas dores, e velando
com a mxima tolicitude para qu nada Ibes falte :
que sejam prvidos justamente das dietas e medi-
camentos ; que as roupas eslejam sempre limpas, e
o edificio em completo asseio, e mais particularmen-
te sobre os enfermeiros, lembraudo-lbes a graude
recompensa que recbenlo no reo.
Art. 61. O visitador do hospital dos Lazaros de-
ve ir ao menos urna vez na semana consolar aquol-
les desvalidos, e fara' de sua parte tudoquanlo lira
declarado no artigo antecedente. Se os poder visi-
tar mais vezes, maior mrito lera' para com o nos-
ao Redemplor, que em sua missilo sobre a Ierra nao
se dedignoa de corar os leprosos.
Arl. 62. O mesmo pencara' o irmao destinado
para a casa dos expostos. Nao deixari' jamis de
visita-la dua. vezes ni semana em dias que llie
apcouver. Examinara' se o regente e mais empre-
ados da casa dos expostos cumprc exactamente is
suas obrigares; amparara' e pmtajajra' aquellus
iufelizes abandouados, piorno vendo a sua educaran,
ilim de que um dia pussam s:r uleis a si e a soie-
dade.
Art. 63. O visitador da bolica laucar suas vis-
las sobre us empregados que all exislirem, e se in-
formara'minuciosamente so as prescriprOes medi-
cas sao em lempo e lielmenle executadas. Nao se
descuidara' de examinar se ti. algum extravio
dos medicamentos, nao conseniindo que all se
viem receilas para fura, excepto para os indigentes,
que a irmandade soccorrer em seus domicilios, cu-
jas receltas serao autenticadas pelos mdicos ou ci-
rurgioes incumbidos dos mesmos indigentes, por or-
dem do provedor.
Arl. 64. Kara' as suas visilas ao menos urna vez
por semana, em dia e hora iocerta, e no lim de ca-
da anno fara' dajSjjbalao^u, ou antes se lor inislcr, pa-#
ra mellior se iaajjaccr a rcgularidadc de 13o interes-
sante estabetecimento.
Disfsiciies geraes.
Art. 72. Logo que o hospital da Misericordia de
Olinda se reunir, na coufoimidade da le, ao graude
hospital de candade desla cidade, serao eleitos em
mesa mais ser irruios visitadores, para preeuclierem
all as Inncroes a qoe se acham obrigados os qoe pa-
ra esta cidade do Hecife foram Horneados.
Arl. 74. O cipellao da casa dos expostos ser
considerado como o capello da irmandade, e por
esle Ululo lera' a seu c.rgo o culto da reja de
Nossa Senhora do l'araizo, onde exercer o seu mi-
nisterio sacerdotal, e se esmerara em ter a mencio-
nada igreja naquella decencia que a sanlidade do
lugar exige.
Arl. 76. O regulainento de 2> de l'evereiro de
1817 cunlioua provisoriamente em vigor na parte
em qoe por este compromisso uao se adiar dero-
gado.
Art 77. A mesa logo que entrar em exercicio Ira
1 tara de examinar quaes dos artigo* daquello resu-
lamento lem encontrado na pratica dilliculdade de
execuo, e passar a reforma-Ios com todo o escr-
pulo eallcoc.ao, aflm de que nada soffra o rgimen
interno dos estabelccimenlos de caridade.
oimo ci mmm su fiika s de junho i u.
tins Moreira, Jos dos Santos Smies, Manuel Jor-
ge Piloto, Manuel l-'raucisco Corda Jnior, 'Ma-
uoel Teixeira Machado, Joao Teixeira Machado,
Manoel Autunes.
.Yac-ios sahidot no mesmo dia.
Londreslialera bremense Europa, com a mesma
rarsa que Irouxe. Suspemleu do lameirao.
Uarb^desllrigue ogloa Molina, capitao Kol.ert
J. Tliomaz, em lastro.
Rio de Janeiro e portos intermediosVapor brasi-
leiro S. Salvador, cominandante o 1.- (euenle
Santa Barbara. Passageiros desla provincia. I)r.
Cuslavu Julio Pinto l'acca c I escravo. allere
Manoel Joaqunn de Souza e loa inulhcr, C.
Wucherer, Antonio Ferrara da Silva. Francisco
Julio de I-reilas Albuquerque, Manoel Alvea
Toyal. Bertolino Jos Antonio Vieira, Manoel
presentes clausulas nem no orcamento seguir-se-ha
o que a respeito dispe a lei. 286.
Conforme.t scrcelarioA. F. d'Aiiiiunci.iro.
Olllm. Sr. contador da lliesouraria provincial,
serviudo de inspector da mesma tliesouraria, manda
fazer publico que em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de IX do rorrele,
vai a proeja, para ser arrematado a quem por menos
fuer no da I! de junho prximo vindouro obra
do laen da eslrada entre a rielada de lioiauna e a
ponto do Bojary, avaliada em I2109600 rs.
A arrem.larao ser rellana forma da lei previa-
cial n. 3441 de 13 de malo di- IX,i, e sobas clausulas
especiaes abaiso copia,la..
As pessoas que se propozerera a esta errcmalaro
cornparceam na sala das leaaoea da mesma junta
Antonio lernandes Trigo l'do meio dia competente
nenie habililades
miro da Silva Machado, Antonio Jos,, do Figuei-
redo. I)r. Jos Lobo Vianna, l)r. l.uiz Pinheiro
de Siqueira c sua senhora, Arceliuo Jos de Al-
meida Pemamboco, Amerino Fabita de Freitas
Brrelo Nobre e I escrave, 1 escravo a entregar.
1 artfice de fogo, 2 ileserlurcs, II recrulas, l-
ente Jo< Mara do Mascimento, 2.- cadete Jlo
Moreira Marques, 2 nidadas, l)r. Manoel UarUns
dos Santos Penna e 2 criados, Eustaquio liorno.
1 escravo a entregar, Jos Bodrigues de Carvalho,
E para constar st maudou allixar o presente e pu-
blicar peloDiario.Secretaria da lliesouraria pro-
vincial de l'ernambuco 27 de maro de 1X56.O se-
cretario. A. F. d'Annnnciaro.
Clausulas especiaes para a arremataran.
I." As obras do lauco da eslrada entre a cidade de
l.oiaiina e a ponte do Bojary, tar-M-hao de cnnlor-
inidade com o orramcnlo pprovado pela directo.
cm couselho Je presentadn a approvaco do
1 rauai a enirrgar, jse uourigues ile Carvalho, -----------"-rw"aBni appiuvarao 110
Pedro Jos de Pinho, Dionizio Dias Moreira A11-, ,'!,', ;.r# l'res,nen|e A provincia, na importancia
tonia Benlo da Silva Coellio, padre Manoel lava- | '* rs.
res de Souza, Claudino Alfonso de Carvalho \r- "/ '"aaMUaila dar principio aa obra* no pra-
d..; 1.-....._. j. w-*>... .....' SO de un inp, 2 il.vni i ^...,..1..;:........1. ,. -___._
senia Fortunato da Silva, acadmico Jos Augus-
to Barbosa de Oliveira, Oclalicio Aristides Cama
ra, Olimpio Lopes da Fonseca, Frederico de
Mornay, Esperidiao Barbosa da Silva, alfares re-
formado Jos Marlins da Silveira.
<$&itaeS.
0mn$fco.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 13
Pars, 353 rs. por f,
Lisboa. 100 por 100.
itio de Jaueiro, ao par.
AcQes do Banco. 35 (id) de premio.
Acri.i-s da companliia de Beberiba. .'.i.-nim
Ac^oes da compauhia Pernambocaua ao par.
11 Ulilidade Publica, 30 por cenlo da premio.
< a Indemuisadora.sem vendas,
lliscoulo de letlras, de 10 a 12 por Oi.ij
UETAES.
(turo.Onjas hespauholas. 289 2S9500
Moeda da M00 vellias .... 16g(MHJ
u b 63(00 novas .... 16SIO0
'. -.....'.......9SO00
Prala.Pataees brasileiros......29000
Pesos columnarics......29000
* mexicano........ 13860
Hl.FANDEl.A.
Reudimentedo dia 1 a 4 .
Ids/n do dia 5.....,
6-J:X60J856
21:116)584
86:977jii0
Diacarregam hnje ('< de junho.
Barca iuglezaFloating'Cfoudmercaderas.
Barca ingleza Kanocala pecas de ferro o ma-
deira.
Barca americanalimlilem fariuha.
Barca porluguezaCarlota melia diversos g-
neros.
Brigoe diuamarque/.Mima Ceciliamcrc^doras.
Brigue hrasileiru/Celosapipas e barr vasios.
CONSULADO lilil Al.,
Kendimenlo do da 1 a 4 .... 5:i57j854
dem do dia 5....... l.-90f7j|
7:1083605
UIVEKSAS PIIOVTNCIAS.
Hcuilimenlo do da I a i..... !:i"-71l
ldero*tlo dit 3 ........ :!6o5tl
1989961
DKSPaCUOS BE EXPOIITACAO PELA MESA
1K) CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
> DE JUNHO DE 1836.
Buanos-AyresBarca brasilcira Amiade, Viuva
Amonm& Filho, 287 barricas assucar branco.
PhiladelphiaPaiarh americano aScolia, diversos
earregadore, 151 saceos assucar branco e masca-
vado, 1,445 rooros silgados.
PortoBarca porlugueza Sania Clara, Barroca &
Castro, 10 caixas assocar mascavado.
Porto Patacho porluguez S. Jos, Novaes &
Companhia, 600 saceos assucar branco e masca-
vado.
LisboaBrigue porluguez Viajante, Tliomaz de
Aquino Fouseca k\ Filho, l.'0 saceos assucar mas-
cavado.
Portolialera porlogueza Flor do Porlo, Itczen-
'le iV t.ompaolna, 59 barricas assocar bruno e
mascavado.
LisboaBarca porlugueza adralid-lo, diversos car-
regadores, 200 saceos assucar mascavado, I!) bar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidlmenlododia I a i .... 7 X.wi.,
,d,m d0 *'....... ffl
________________ 10:OI2sti26
O Illm. Sr. contador da tliesooraria provincial
serviudo de inspector da mesma lliesouraria, elnrum'
primelo da ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia de IX do correnle, manda fazer publico que
110 dia 1!l de junho prximo vindouro, perante a
unta da fazenda, se ha de arrematar a quem por
menos fuer, a obra do calcamenlo da segunda parte
do primeirn lanc;o da estrada do Pao d'Alho, avalla-
da em 41:6609000.
A arrmala,;.m sera teita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1X31, e sb as clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se prnpozerem a esta arrcmalacao,
coraparecam na sala das sessnes da mesma junta no
da cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se maudou allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.-
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernambu-
co, 27 de maio de 1836.O secretario, Antonio F'er-
reira d'Annnncincao.
Clausulas especiaes'para a arrematarlo.
1. As obras do calcamenlo da segunda parte do
primeiro laneo da estrada do Pao d'Alho, far-sc-ho
de cuuforinidade com o ornamento e perlis approva-
dos pela directora em conselho e apresentadns a ap-
provacao do Exm. Sr. presidenta da provincia na
importancia de I i:66o?.
.- O arrematante dar principio as obra* no pra-
zo de 30 dias, e devera coiiclui-los no de 20 mezes.
ambos contados na forma do artigo 31 da lei provin-
cial 11. -Mi.
3.a O pagamento *da importancia da arrenial.n-ao
realuar-se-ha na forma do artigo 39 da mesma lei
provincial, sendo inetade paga em mee 1.1 correle, e
outra rneade em apolices da divida provincial, crea-
da pela lei provincial n. 35.
4." O arrematante excedendo o prazo marcado pa-
ra a conclus.lo das obras, pagar urna mulla de IOO9
por cada mez, Ombora Iheseja concedida proroguc/io.
5.- O arrematante durante a execurao das obras
proporcionara transito ao publico e ao carros.
6. O arrematante ser obrigado a empregar na
execucao das obras, pelo menos, metade do pessoal
de gente livre.
. Para ludo o mais que pao se adiar determina-
do as presentes claosulas, nem no orrameulo se-
guir-se-ha o que dispoe a respeito a lei n. 286.
Courorme.O secretario, A. F. d'Anuuuciac.ao.
O Illm. Sr. contador da lliesouraria provincial,
serviudo de inspector da mesma lliesouraria. cm
cumpriineulo da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia de 18 do correnle, manda fazer publico
que 110 da 19 de junho prximo vindouro, per-ule a
junta da fazenda, se ha de arrematar, a quem por
menos fuer a obra do calcamenlo ita primeira parle
do piimeiro lauco da eslrada do Pao d'Alho, avalia-
da em 27:9i0.">.
A arrematarlo ser feila na forma da lei provin-
cialn. 313 do 15 de maio de 18'ii, e sb as clausulas
spe eiacs abaixo copiadas.
As pessoas que se prnpozerem a esta arrcmalacao
comparceam na sala das sessoes da mesma junta "no
da cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
E para constar se maudou allixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
ccar retara da lliesouraria provincial de Peruamhu-
co -J, ilem.no de l."S-i(. O secretario, A. F. d'An-
nunoMclo. O-"..".'.""""?"' "
-i a '"' oanla Jo 1.0
Clausas especiaes para a arrcmalacao, / iX56.
!.' As obras ,1o calcainento da primeira parle do
prnueiro latido da eslrada do Pao d'Alho, aMe-ho
de conformidade com o orramcnlo e peilis appn.va-
dos pela directora eii conselho c apresenlado a ap-
provacao do Exm. Sr. presidente da proviucia na
importancia de 27:9409.
2.J O arremtame dar principio as obras 110 pra-
zo de 30 dias, e devera' couclui-las uu de 16 mezes,
ambos contados ua forma do artigo 31 da lei provin-
cial n. 286.
O pagameuto da importancia da arrematarao rea-
lisar-se-ha na forma do artigo 39 da mrsma 4ei pro-
vincial, seudo metade paga em uioeda correnle e ou-
tra metade em apolices da divida publica, creada pe-
la lei provincial 11. 334.
.* O anenlatante excedendo o prazo marcado
para a couclusao das obras pagara urna multa de 1009
por cada mez, embora Ihe seja cuucedida prorogarao.
5..' O arrematante durante a execucao das obras
proporcionar transito ao publico eaos carros.
6.a O arrematante sera obligado a empregar na
execuco das obras pelo menos metade do pessoal de
gente livre.
~. Para ludo o mais que nao se adiar determina-
do as presentes clausulas nem 110 orciinenlo seguir-
se-ha o que dispoe a respeito a lei u. 286.
Conforme.O secretario, A. F. d'Annunciac/10.
O Illm. Sr. contador da lliesouraria provincial
serviudo da inspector da mesma tbesouraria, em
cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente de
provincia de 18 do correnle, manda lazer publico,
que no dia 19 de junho prximo viujooro, perante
a juotu de aienda da mesma lliesouraria, se lia de
arrematar, a quem por menos fuer, obra do 15.
lanijo da estrada do sul, avahada em 12:320;.
A arrematarao ser feila ua forma da lei provin-
cial o. 343 de 15 de maio de 185i, e sob as clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrcmala-
cao, comparceam ua sala das sessoes da mesma
junta no da acuna declarado, pelo meio-dia com-
petentemente habilitadas.
E para constar se maudou allixar o presente, e
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de l'ernam-
buco 27 de maio de 1856.O secretario, A. 1". da
Auuuuciacau.
Clausulas especiaes para a arrematado :
l. As obras do 15. lauro da estrada do axil far-
sa bao de conformidade com o orcameuto, plaa
e perlis approvados pela directora "em conselho. a
apresentadas a approvar,ao do Exm. Sr. presdeme
da proviucia, ua importancia de 12:3203.
2.' O arrematante dar principio as obras 110 pra-
zo de um mez e as concluir un de ouze mezes, am-
bos coutados ua forma rio arl. 31 da lei proviucial
o. 286, devendo lambem d*V Iransito ao publico uu
hm de km mezes cm (oda a extensao do lauco.
3." O pagameuto Ua importancia da arreiuataeao
vcrilicar-se-ha em qualro preslaces iguaes, cuja l-
tima sera pga na occasiao da entrega deliuiliva e
as oulras currespoiiderdo a cada Ierro das obras, sen-
do pagas ditas preslajes cm apolices da divida pu-
blica creada pela lei provincial 11. 354.
4. Metade do pessoal euipregado na obra cOHla-
rujie Irabalhadores livres.
3." Osprazo deresponsabilidado ser de um anuo,
duraute o qual sera o arrematante obrigado a couser-
var a eslrada cm perfeilo estado deconservacao re-
parando as rumas todas as vezes que o exigir" o cn-
geuheiro da eslrada.
6.J Para ludo o qce nao te adiar determinado
as presentes clausulas, nem no orrameulo, seguir-
se-ha o que dispoe a respeilo a lei 2X6.
Conforme.O secretario, A. I", da Annun-
elacSo.
O Illm. Sr. .i'uiii.i.jui- da lliesouraria provincial
serviudo de nispeclur da mesma tbesouraria, em
cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia de IX rio correnle, manda fozer publico,
que no dia 19 de junh,. p- vindouro, perante a juu-
la da fazenda se hade arrematar, a quem por me-
nos lizer a obra do 27.' lango da estrada da Victo-
ria, avaliada em t8:9029'i'iX res*
As peatOM que se propuzerem a esta arrcmalacao
comparceam na sala das sessoes da mesma junta 110
dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
A arrematarao ser feila na forma da lei proviuci-
al 11. 343 da 15 de maio de 1854, e sob as clausulas
especiaes abaixo copiadas.
so de um mezadever concluii-as mide IX mezes,
ambos contados na forma do artigo 31 da lei pro-
vincial n.286.
3." O pagamento da importancia ('arremataran
realiiar-se-ha na forma do artigo 39 da mesma "lei
provincial 11. 286.
1." O arrematante excedendo o prazo marcado pa-
ra couclusao das obras, pagara urna mulla de cem
mil reis por cada mez, embora Ihe seja concedida
prorogacao.
o." O arrematante durante a execucao das sobras
proporcionara transito ao publico e ai carros.
6". O arrematante sera obrigado a empregar n
execujAo das obras pelo menos metade do pessoal
de gente livre.
7.' Para ludo, o mais qoe nao esliver determina-
do nas presenocs clausulas, nem 110 orrameulo se-
guir-se-ha o que dispoe a respeilo a lei provincia
11. 2X6.Conforme.O secretario.A. F. d'Annun-
ctac/Do
O Illm. Sr. conla lor serviudo de inspector da
lliesouraria provincial, manda lazer publico que
no dia 3 do correle por liante, se pagam os orde-
nados e mais despezas proviuciaes ro mez prximo
lindo.
Secretaria da tbesouraria provincial de l'eriiam-
buco 2 de junho de 1X"i(i.
O secretario,
Antonio Ferrelra d'Aununriacau.
Perante a cmara municipal desta cidade esla-
rdo em praca nosdiis II, 13 e 17 do correnle, os 16
talhos nli 1 mamenic fetos no quarleiido do lado
do sul da ribaira de S. los, seudo a arremata-
fro pelo lempo que decorrer de sua dala ao ultimo
le seieinbro de 1X39, e lendo por base a quantia de
1:3009 por Irieiimo, 011 5t1IJ annual, Merecida por
Francolino Amenco de Albuquerque e Mello, fic.in-
do quem os arieraalar sujello ao pagamerrto da des-
peza que rom elles e seus pertences se fez, na im-
portancia de 1:1799381. O contrato da arremataedo
se fara por Mira a vencer, devendo por isso os lici-
tantes apresenlar fiadores idneos, habilitados na for-
ma da lei, sem o que 11A0 poderao licitar, 00 a di-
nheiro, pago a bocea do cofre.
Paco da cmara municipal do Itecilc em sessao de
i de junho de 1856. Bario de Capibaribe, presi-
dente. Manoel Ferrelra Accioli, secretario.
>ctlWi0e0.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria do fazenda
manda fazei publiro.quc nos das 8,15 e 22 de juuh'i
prximo I aloro estar em praca peraule a mesma
tbesouraria para ser arrematado venda a quem
maior preco ofl'erccer, um sitio uu lugar da lbura,
que pcrlenceu ao badarel Pedro Gaudiano Ralis e
Silva, e que fui adjudicado a fazenda no valor de
600SOOO : os preteudentes deverao comparecer na
casa da mesma tbesouraria, tus referidos dias ao
meio dia. Secretaria da lliesouraria de fazenda de
Pernainliucu 28 de maio de 1X36.O ollicial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprielariosdos predios urbanos das fre-
guezias desla cidade c da dos Afogados, que us 30
das uleis para o pagamento a bocea do cotre do 2."
semestre da dcima du anuo liuancciro de 1853 a
1836, se principian! contar do dia primeiro de ju-
nho : lodos os que dcixarem de pagar, durante esle
prazo, incorrerdo na multa de 3 sobre seus de-
feilos.
O Illm. Sr. capillo do porto, cumprindo a
circular do ministerio da niariulia do 28 de abril l-
timamente Dudo, o qual refere-te ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, datada de houleui,man-
da publicar as traduees juntas de aviso do almiran-
tadu liriiaiinico, relalinraaule a diversos phares.
rio de l'eriiaiubuco, 17 de maio de
gilude
Savias entrado no dia 5.
P01I026 dias, barra porlugueza Sania Cruz, de
322 toneladas, rapildo Manoel de. Freitas Pires
de tioimarSes, equipagam 16, carga' viuho e mais
Pffj Francisco Alvo da Cimba cV Compa-
nhia. Passageiros, Julin Mana de Carvalho de
Yaseoorellos, Antonio Jaciolbo Simas, Anlnuio
da Silva, JJomio;o-1 erreira Coala, Antonio Mm-
O secretario,
Alcxan lie Kodriguesdos Alijos.
LIIADI.Cl.AO.
Aviso as navegaules.
N. 51.
Pharoes na costa do Oeste da Noruega.
. "V ropi"U*o Ja marinha real da .Noruega em
Cbrisliauia acalm do tazar publico que no da 16
de dezembro prximo (1855 os seguinles pbames
de caual serdo tsUbelecidoi na passagem do sul,
^ue conduz a Bergen, na co^ta do Oasle da Norue-
ga. Serao accesos todo o auno, excepto de 15 de
maio a 15 de julho.
Pharol fuo sobro Lille Blcgen.
Este nharol acba-ae collocado em Langcvaad na
parle de l.'Eslo da ilha Bommclo. Esta colloca-
do em nina altura de 16 pes cima do nivel do mar,
c he visivel em distancia de tres a qualro milhas.
Aluruia o canal de N. N. E. para o lado de l.'Eslc,
e sul para o O. S. O. Bziale um rece de podras
na distancia de 30 jardas cm directo de O. do ro-
chedu, sobre o qual esta construida a casa do pha-
rol. A torre aclia-se na latilude de 39 37' N.
Lougitude 5" 16' a Leste de UreenwicB.
Pharol lixo sobre Midlholmeu.
Esle pharol acha-ae collocado cm Moslerhavn em
urna altura de 37 pea cima do nivel do mar, e he
visivel na distancia de a 5 milhas de K. N. E.
para reate e sul de S. o. para O.
O pharol est coberlo para o lado de MosterhuL
para o S. O.; e para o lado de Orsuecs ou Oostueea
para o N. [V. E., de maneira que einharcarocs, que
conservarem o pharol avista, passam livres dcslas
poiilas, as quaes calta ambas do lado do oeste do
caual.
Como na distancia do cumprimento de duas
amarras N. E. para N. do pharol lica Svarlcr-skiirr,
e como meio ciiinprimenlo de amarra dsquelle ro-
chedo se ada Ratoxs-flue, sobre o qual ha apenas
dous pes de agua. A torre acha-sc na latilude 59.
52' N. loagilude 5-2i' 3| a teste de tireenvvich.
Pharol lixo sobre Folgerocn.
O pharol sobre Folrferoen em Sloksund adiare
collocado em una altura de 19 ps cima do nivel
do mar, e he visivel de 5 a 6 mimas, Alunita o ca-
ual do norte, roda por l'tste, e sul para Oeste.
A lorre,|acha-se em latilude 59" 18' N. longi
5- 20' a leste de recuvvich.
Pharol Dio sobre l.eerocn.
Esle pharol acha-sc collocado ua parle do Oeste
da Ilha para guiar pela passagem chamada Leer-
osen. Acha-ae em una altura de 5i ps cima do
mar.e he visivel ua nislancia de 6 milhas. Alumia
0 canal do sul pelo Oeste e norte para M. N. E. '.
N. Como em distancia do coiiiprimculo de Iras
amarras aoN.do pharol, existe um baixo que se es-
lende de l.ecroen doas amarras de comprimenlo
para o Oeste, terminando em um rochedo chamado
1 ngel,ulleu, leudo uuicameutc sobre elle dom a
tres pes O pharol adla-ae na latilude de 60" l' N. lou-
gitude.".." II' a l'E-te de reenwich.
, Todas demarcacoes sao maguclicas.
Por ordem de Ss. Seahorlaf.
Assiguado, John Washiiiglon, hvdrographo.
Keparlico hvdrographica d almiranlado em
Lou.ires a 10 de dezembro de 1X55.
Esle aviso orela os seguinles mapaai do alini-
ranudo : costa do Oeste da Noruega, folha 2 11.
2301 eJalar do iiertc 11. 2339 ; assim como alista
de pharoes da Noruega ns. 252 a, b. e 251 a, h.
Jos Agoslinho Barbosa, traductor publico a in-
terprete coiumcreial juramentado.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria de fazen-
da manda fazer publico, que nos das 3, lo e 17 de
junho prximo futuro iro a praca perante 1 mesma
thesooraria, para serem arrematadas a quem maior
preco ollerecer, a renda unnual das casas abaixo
mencionadas, pcrleurcnlcs aos proprios nacionaes.
Os pretcndcnles devem comparecer na casa da mes-
ma rcparlicdo uos.referidos das ao meio dia com
seus liadores. Secretaria da lliesouraria de Fazenda
de l'ernambuco -Js de maio de 18..6.__O ollicial
meior, Emilio \avicr Sobreira de Mello.
Urna casa terrea n. 19 na roa de Santa Tbereaa.
I ina dita dita 11. 21 dem dem.
I.111 sobrado de dous audares com o 11. II na ra Di-
re I (a.
feudo esta reparlirao preciso de urna catdci-
ra de ferro, conforme o desenlio que presentara aos
E para constar s maudou allixar o prsenle e no- ""c'"-"-''"* l';"'',a ''"", ,Je cscavacao ; o Illm. Sr.
bl.car pelo-Diario. .1 S"}01 ma"' a '',l" l'uul,cu ltr ue con-
Secrelaria da ihesoararia provincial da Parnauv^!''"'" ',1."^V ,' rHC",ra1"0 'lia W buco 27 de maio da 1856.-0secretario, A. i. da *",',, ^i|W"i.' rMebd Annuociaro- ""' ,"'' "'" 1UCI" ,":J,S v-'nl ig-.ns ollerecer a ravor
... I da 1 ''cnatt.
Llmalas especiaes para aneiiiatncao.
I." As obras de 27.- lauco da estrada da Victoria i Capitana do porlo de Pernambaco 30 de maio de
far-se-hao de conformidade com o orramcnlo, plano ltr" ''rio, AlexauJre Kodriguesdos
(a e perlis, approvados pela directora em conselho Aojos.
empresentadas pprovacao do Exm. Sr. presideu- n. .,,!.. ..___: 1
leda provincia na 'importancia de I8-J09I48 rea. _*".* e Cl.inpfl.un.lO (la 01'-
2. Oarrenialanle dar principio as obras 110 pra- dei" do *!'"''"' '> tlltsoiiro llaciOlial, til-
n mez e as confluir no de quinze, ambos 12 de Janeiro do coi rente anuo, saliir da
contados pela forma do artigo 31 da le. .1. 286. 1 ciicillacdOas olas de ."><>.S\ de cunda (S-
3.* O pagamento da importancia da arrematarao uu IU|1 '
verilicar-se-ha em qualro preslic&ea rguaes.a ullima Lulipa, papel encarnado, ipic iiella e\is-
das quaes ser paga na oecasiSo da entrega delinili-1 teill, sendo substituidal por olas do
va e as oulras correspondern a cada terco das' n.,,, ,| n...... I 1 1
obras, sendo lilas nreaUftiei paga, cm apolices da Bum d B,',Sl1' tlos ""-'S'nos ou d
na mesma lliesouraria, alim de serem
trocadas dentro do pra/.o de oilo nie/.es, a
contar do I- de julho prximo vindouco a'
28 livereiro do seguate auno de 18.")" ;
declarando ao mesmo lempo que, lindo
esse prazo. soUreriio as notas o disconlo
de III por cunto lo seu valor em cada
mez de demora na apresentacao, na for-
ma da lei de (i de otitubro de' 187)5, ate
licarem sem valor algum. Secretaria da
tbesouraria de l'a/.cuda de Pernatnbuco,
3 de junho de 1856. o ollicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
StotoS matitimo.
Para o Porto segu com toda abrevidadea
bem ronhecida galera poiluaueza aBraeharense :
para caraa c pawageiros, para o i|ue teio os mais
acetados commados, trala-se com os consignatarios
I. de Aquiuo fonseca i l-'illio, uu com o ra......
na praca.
(Oirigue escuna brasileiro liraciosa, para a sua
viaucm ao norte do imperio, precisa de .", mariahei-
ros brasileiros: para os ajustes, Irata-se com o capi-
lao a bordo, ou em casa do consignatario J. B. da
l-onseca Jnior.
Para Lisboa segu com brevidade, por ler a
maior parte da carga prompla. a barca portugoeza
Carlota a Amelia, eapitio Manoel da Costa e Sil-
va : para o reata do earregamenlo, trala-se com os
seus consignatarios Francisco Severiano Rabello &
Filho.
Para
leitos de Jacaranda ede ferro para meninos, diversas
mesas para leitura e nutro mystercs, consol,goar-
da papis, espingardas e pistolas, lourador, mala
de viacein, moldora de pao esculpida, e muilos oo-
Iros arligos leitos de lindas madeiras: e assim mais
de mollas obras de ouro e de prati, sendo desta um
b.llo jarro e hacia : lerca-feira 10 do enrenle as 10
lloras da manida, no predio onde existe o conso-
lado britnico, roa do I rapiche.
fttH&o? &$>eri$>3.
Rio
o mo de Janeiro
seguir'com a demora sulliciente, para
receber passageiros ou escravos a Frete,
a barca nacional FIRMEZA, que se es-
pera uestes dous dias doAss : ipiemprt-
tender tratar pode dirigir-se ao escripto-
rio de Manoel da Silva Santos, Ha ma
da Cadeia do Recife.
Para o Rio de
Janeiro
segu com mnita brevidade, por ler
parle da carga prompta, o brigue nacio-
nal FIRMA, capitao Manoel de Freitas
Vctor : para o resto, |>assaf;eiros e
escravos a frete, para os quaes tem e\-
cellctitescotnmodos, trata-se com os con-
signatarios Novaes & C, na na do Tra-
piche n. 34, primeiro andar.
PAKA 0 HIU MlANDEIDO SUL.
Segu coi brevidade por ter paite da carga enga-
jada o biigue Conccic.ao, capilao Joaquini Kcr-
reira dos Santos; para o restante Irata-se com Ma-
noel Alvea Guerra, na ra do Tapiclie n. It.
Para o Porto.
O patacho portuguez S. JOS' si-
gue ate o dia 15 de junho vindouro, tem
ja dous tercos da carga prompta : para
o resto Irata-se com Novisi\ C, ua ra
do Trapiche n. 54,
Para o lio tle Janeir.o
ahecom mnita brevidade o brigue SA-
GITARIO, o qual tem a maior parte to
carregamento prompto: para o restante
e passageiros, trata-se com Manoel Fran-
cisco da Silva Carrico, na ra do Colle-
go n. 17, segundo andar, ou a bordo com
o capitao Manoel Jos Ribeiro.
Para o Porto,
a nova e velcira barca Santa Clara, segu com
brevidade : para o resto da carga o passageiros, para
o que tem cxccllentes cominodos, Irata-se com Bar-
roca & Castro, ra da Cadeia do Hecife n. ou com
o capitao na praca.
Pra a Uaiiia.
A veleira garopeira S. Pedro prrtendc seguir
para Baha uestes oito dias'por ler parle de seu car-
regaraeolo prompto, para o resto trata-se com o seu
consignatario, Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo.
PAUA A PARAIIIBA.
O hi.ile Nova E.perauca mestro Uvpolilo Josv
da Silva, segu em puucus dias por ler parle do seu
carregamento prompto, para o resto da carga ; tra-
ta-se com o dito mestre, ou na ra da Cadeia do
Kecife u. 10, primeiro andar.
31aranhao e Para.
Na prsenle semana, seguir para os dilosporlos,
o brigue escuua Graciosa, que tocara no Ceara,
para-onde recebe carga ; convindo ainda lem vo
correspondente a 00 barris que nas obsta, para
deixar do seguir no estado em que estiver ; trata-
se com o consignatario J. B. da l'onceca Jnior ;
na ra do Vigario n. primeiro andar.
Compaoliia brasileira de
paquetes a vapor.
O vapor l'a-
rand coinman-
danle francisco
i'erreira Bor-
g c s espera-se
dos portos do
norte a l ou 10
do correnle, e
depois da de-
cora do cnstu-
;nie seguir' pa-
. ra Uacei, Ba-
ha c llio : agencia na ra do Trapiche n. 40 se-
gundo andar.
PAKA I) ARACTY
o lii .lo ot.or ci do Norte scaue com brevidade ;
recebe carga e passaaeiros : a tratar enm Caelano
Cvriaco da C. M., ao lado do Corpa Saulo u. ". '
CEAHA' E ACABACU'
segu ate o dia ti ou 7 com a carga que tiver, o mili-
to veleiro patacho oEmiiUcAo : quem qoizer car-
regar ou ir de passagem, dirija-se ao Sr. Slanocl
Goncalves da Silva, na ra da Cadeia, ou ao capilao
u bordo.
0 hiale aCapibaribaa sabe para o Aracalv no
dia 7 do correnle imprclerivelmenle ; para o resto c
passag.'iros, Irala-sc na ra do Vigario n. 6.
Iloa do Collesio, o Sr. Cvprauuo l.uiz da
Par, trro da Uoa-Vista, a Sr. Jlo I'erreira da
l.uz, na padaria do Sr. Benz, dirio qoem d rom
hypothera em casas terreas quantias de -JOS, :UX)\
lotlj, 3008 e IUXI.}.
O Sr. a quem o jardim publico emprestoii I8O9
sem inleresse algom, e jase tem pedido o pagamen-
to por duas vezes, baja de mandar pagar antes que
este negocio va a mais clareza.
Na ra da Soledade n. 70, aluga-se um cozi-
uheiro, copeiro, bolceiro, etc., para servico de casa
estraugeira.
Precisa-sealagar una prela forra no captiva
para lodo o servico de urna ca. de pequea familia,
paga-se bem ; a tratar ua roa do Amorim n. 50,
j primeiro andar. 011 111 ra do Hospicio, ^irimcira
casa terrea de soto vin lo 1H1 praca da matriz.
Alaga.se para algoma casa estrangeira um es-
cravo ja ro^tiimado a servico de rasa : na ra de S.
tionralo n. t->.
Kecebeu-se por engao um barril com louci-
nho: quem lor seu dono, laudo lodos os signacs
delle, poder diriair-se a ra estrella do Rosario,
taberna n. tli, para se Ihe entregar.
Folia na nole do da desta mez o preto da
Costa, Miguel, alio, i-orpnleuto, barbado, com todos
os denles da frente, lalhade no rosto, e j pinta :
levoo calca branca, camisola de baca verde escuro,
camisa de algodaozinho branco por dentro e chapeo
; de couro ; custumn aassistir nas casas onde moram os
; pretosde nago : roga-se a qualquer que o appre-
lien ler, condnz-le a,casa da abaixo assignada, aoa
senhora. na ra do l.ivramento n. :I7, sobrado de
um andar ; dase boa graliflcarao.
Joaquina Jerouvma de Jess
Antonio Joaqoiui Unto de Oliveira retira-sc
para o Cear, e julga nada dever a esta prara, mas
saalgoem se julgar seu credor, dirija-se a" ruado
ueimadn u. ,",7.
ZdlocZ.
divida publica criada pela le provincial n. 354.
t) pa.o de responsahilidade sera de um auno
duranlo o qual a arrematanle er nbrigailo a man-
iera eslrada em perleiln talado deconservacao.
o." Tara ludo o que nao ss acba determinarle DD
tlos mesmos ou de me-
nores valores, o Illm. Sr. inspector da
lliesouraria de fazenda desta provincia,
manda lOnvidar os pussiiidoi^s das ditas
notas de SOgOOO, para as a presen larcm
Agencia de leudes, ra da
Madre de Dos o. 5i,
de Vieira d i Silva.
Alciu tlos objectos annunciados para
sabbado, serao patentes tres crioulinbas
de menor idade, as mesmas Loras.
O asente Oliveira fara' leilao por mandado do
Exm. Sr. Dr.juiz especial do cummercin, de Indas
as faiouda da luja embargaila a Aiitnnio de Mello
Bodrigues l.oureiru, sita na ra do Ouoimado, assim
como des dividas aclivas da mesma por ledras na
importancia de :l:(l',)75'.ll7 : segunda-reira !l du cor-
renle, a 11 horas da maanai na indicada luja.
Agencia de lei loes, na ra
da Madre de Dos n.
5i, de Vieira da Silva.
Sabbado 7 do correnle, as 10 bocas
da inanha, serao arrematados unidos e
I diversos artigos de mobiha, c muilos
mais objectos: o que tudo calara' paten-
te, c sera' vendido a contento dos l'rc-
1 guezes.
O A..EXTK VIEIRA DA SILVA
se\ta-leiru (J do correte, fin-a' leilao, de
urna [torcao de saccas de arroz, por con-
la c risco de quem peitenccr: ao meio
dia cm ponto, defronte da alfandega, no
armazeni to Ca/.u/.a.
No dia li, as II horas, na rila do Amorim no
armazern do liuado polieiro JoaoKaptla do Espi-
rito Santo Amorim, em prese rica do Sr. Hr. juiz de
Bsenles, baver leilSo de diversos rolos de madeira
e rarramenla prnpria do ofllcio, perlencenle a he-
ranca jacenta do mesmo tinado.
O agente Oliveira lari leilao por cunta de um
neg-.cianle desta praca, que se retira com sua fami-
lia para lora lo imperio, da mobilia da sua casa con-
si-l.n lo em um grande leilo frncez, guarda-vcsli-
dos, commoda com lampo de marmore, sof, mesi-
nha com (ampo le marmore, mesas dejogo diOeren-
tes, um riqusimo piano do autor llirard, metr-
nomo e radeira para o mesmo, convrrsadeira, di-
vn, mesa le roldanas' para jantar, eadcirai com as-
ienta de junco, ditas le palhioha a nutras de ama-
rallo, caitai ^eograpliicas, -lobos terrestre e Similar.
!aa^35 I liliJ
O abaiso assiguado sob a impressao de iu- I
consolavel dr pelo passaineulo de sua presa- B
da consorte I). Joaquina Maria da Silva -Mol- g
la, apreaea-ee a dar um leslcmooho de grali- I
drto o mais explicilo, que pndera' exhibir aos I
seus amigos, na presente conjuntura, pela be- B
nevla assisteucia com que se dignaran! hon-
rar o funeral de sua dita saudosa consorte, na
igreja matriz de Santo Antonio, ua tarde do
dia I do correnle. Se dislrahir um momen-
to a' profunda dor, importa um motivo lio
alien In el como a mesma dnr, tica evideute
qoe o mcu dever,o meu rccoubecimenlo, a mi
liba eslima para os amigos que honraram as ,
ciuzas de iniolia mullier, eslao em meu cora-
{ao,a par da memoria dalla.
Kecife ,"> de junho de 18(i.
Manoel Josv da Molla.
A'visla da declar-cilo do Sr. procurador J. F.
S. fico scicnlc que, na igreja de N. S. do Terco nao
ha irmandade de Santa Hits, e sim um.i raui io de
pessoas ^bem entendido fura da isreja encarregadas
,sem aulorisac,ao legal] de promover o festejo annual
la gloriosa Sauta Rila. O que deu motivo a minha
perguula no Diarioa de :i do correnle, foi ler visto
no -Diario do da antecedente duas eleinies, a pri-
meira de ruurcionarios por devocao, i aegoodt com
visos de mesa regedora, porque'faz m-ncio de juiz,
cscnvilo. Ilicsoureiro, procarador geral. procurado-
res c-diliniilares, e de mais a mais datadaConsisto-
rio em mesa, etc.A'visla dito nao se devia deivar
passar dasapercebilo negocio de algum moula, e
que de alguma forma compromette a administracan
da igreja de N. S. da Terco, embora a actual nao de
com isso cavaco, e alo roadjuvasse para a irregulari-
dadedo expendido.Um frnvao.
O absixn assiguado faz sciente a lados os bcr-
deiros los hilados JosAulrc de Oliveira e sua mu-
llier, e a mais quem poaai iuleressar, que o mesmo
abano assiguado nada de.-a ao casal d.nquelles lina-
dos, a excepcao da quanlia que no invenan j a que
se proceden o mesmo abaixo assiguado conferio, nao
sendo verdico um oulro debito cm dito inveulario
deseripto pelo invenlarianle, c que foi pelos herdei-
ros partilhado, o que em lempo competente se mos-
trar em juizo ; e para que paasoa alguma faca com
a dita quantia ja panilliada alguma trauaccao, se
taz o presente, pois que o abaixo assiguado nao de-
venJo (al debito, protesta nao pagar.
Pedro Jos da Costa.
. <> Sr. Gaspar l'creira da Silva tem urna caria
viada de Nazareth, ua livraria da praca da Indepen-
dencia.
OITerece-se nina ama para casa de um hornera
solleiro : quem pretender dirija-se a ra do Codor-
niz n. 18.
Na ra da Cruz, sobrado n. l, secundo an-
dar, eiigomma-sc com aceio, e por preco minio com-
modo. Na mesma casa se ollerccc um moco brasilei-
ro, que escreve bem, 14 e conla, para caixeiro de
urna casa estrangeira.
Coolinua-sc a dar a juros razoaveis por penho-
res, quantias de 509 a lUOsUtH) : na ra eslreita .lo
Kosario n. 7, e das Calcadas n. 10, do segundo an-
dar.
I'recisa-se alugar urna negra ou negro captivo,
que Mina coziubar, para caa de pouca familia, pa-
ga-se bem : na ra estreila do Kosario n. 17, segun-
do andar.
Aluga-se urna grande casa terrea com quintal,
na ra alia* da matriz da Boa-Vista : trala-se no
Mauguinho, sitio de Ilerculauo Alves da Silva.
Descja-se saber a resideuria do Sr. Flix l'aes
da Silva, para se Ihe entregar urna carta de impor-
tancia : no Paaaeio Publico, loja n. II.
Prectsa-se de um molcque para o servico de
urna casa estrangeira : quem o (iver dirija-se ra
da Cadeia do Recife n. :i(i, das ',1 horas ale as i.
I'recisa-se de um amassador na ptdaria do
Urilo, no Monteiro : a tratar na mesma. ou na ra
llireila u. ti'.).
A pessoa que quer saber da morada tle quem,
lem o val do Sr. Antonio Bar-es da Fonseca. moral
nos Coelhos, ra dos l'razere, casa piulada de cin-|
zento que lem dous lees mi portan.
Kespoude-se ao Sr. lin irm.io da irmandade de
.Y S. do Terco, que na mesma isreja nao existe erec
la irmandade de Sania Hita, e que a eleigao que fot
publicada foi nicamente dos llevlos da mesma
imazem. Isto responden) os dous procuradores.J.
F. S., Manoel Turianuo do liis.
Fugio uodia 10 do mez de maio do curenle
anuo urna pretadeuomc l.uiza, ncelo Mossamhiqud,
cegado ollio direilo, denles limados, reprsenla ter
O anuos, belavadeira, lem sido vista un Poci.Moij-
leiro, eberibe e Oliuda ; consta que anda laaaadja
roupa do ganho : por isso qualquer pessoa ou ca|
lito de campo a podera apprchender e levar ti ra
Cadeia Velha n. I, que soro panos do seu ii ali.ilI
I'r. David da .Nalividade de Nosla Sendo
comprou por ordem do Sr. Fr. Manoel de Santa I.
dovina, da cidade da Parabiba. nrri bilhele inleiro i
quarta parte da quarta lotera do (iymnasio Fernn
l.uc,ni.) de n. 2134.
I'recisa-se de tim feitor que saiba tratar le
jardim, e que seja portuguez : a tratar na ra la
Croz do Recife n. 1:1, primeiro andar.
Jos Antonio Braga, portuguez, rrtira-se para
lora do imperio,
At te 1190,0.
Precisa-se de um feitor para engolillo e paga
hem, com tanto qae seja pesaos que teuba pralicrl
de Mador a sua conducta : a tratar no armazern
0 da ruado truui. .No mesmo armazern vende
urna porriio dc.neite de carrapato em bomrcasc s,
assim como mcias pipas vasias, barris de 4 e :t 1111
pipa.
AVISO.
l'ede-se a pessoa que em compauhia de nutra Foi
comprar o ni sobreludo de borracha no sabbado :ll
maio as 7 horas da larde, pouco mais ou menos,! c
den em pasamento urna moeda de ouro 'de lli" |e-
Iba, teuba a hondada de ir trocar por outra, na
do Collevio 11. i.
Alaga-so ama negra que sabe rozinhar e
gomroar : na estrada de Joao de Barros, primero
sobrado depois do boceo do Bji.
Preci lerno c externo de urna casa do pequea lamilia,
da-se, sendo livre, Kj por mez, e cscrava lS, >ro-
niellenilo-se alom disto bom Iralamento: diriji-se
ao largo Eugenio lli.lier cv C. parlicipam que, as uas
letlras de HllOaOOO c M&ijo vencendo aos 31 de
oulul.ro prximo, sacada p ir elles, c aceitas] por
Antonio Lopes Pereira Mello, temlo-se desenclimi-
nh.ido, ninguem faca negocio rom as ditas Icllras,
que Beam do nnllo valor c asm elfeilo nenbomJ
Pede-se a quem pegn nm canario do pino
nieslico no dia :tl) ile malo, o queira restituir ao
seu legitimo dono na ra da Cruz do Kecife a. tiJ,
terreiro andar, que sera recompensado,
Francisco l'iburcio de " Cear. I
Roga-se encarecidamente ao Sri Jo-
o Francisco da Costa, morador najeida-
de de Olinda, que liaja de dirij;i/r-se a
ra Nova 11. i, a ne;ocio que ni/o ift-
1101 a i
. xiRATIFICACAO'.
I 0:10 as S horas da noiie, no dia 3 do correnle,
a escrava cahra.escura, de uome Antonia, com os sig-
u.ie seguinles : idade de -O auoos pouco mais ou
menos, sarda, com os babellos corlados rente, lem
um pequeuo defeito em urna das meninas dos
olhos, altura recular, lem nas pernas diversas for 1-
dai pequeas, quasi juulas aos lornozellos, e mais
para cima cicalnr.es, he hem fallante, levou vestido
de chita rxa, esta escrava foi arrematada era lei-
lao do correlor Oliveira, e pcrlenceu a um homem
da cidade de Olinda, que falleceu. por esse motivo
iie que ella foi a praca, consta mais que tem urna li-
dia na cidade de Olinda ; quem a pegar leve-a a
praca da Independencia n. -2i a 30, loja do .Maia
chapeleiro, que sera generosamente recompensado.
Ouer-se fallar ao Sr. Jos Francisco de Oli-
veira Cima, ou ao Sr. Joo Uvpolilo do Mcira Ci-
ma ; ou auuiiunciein alsuas moradas 00 dirijam-se a
Iravessa do Carioca n. II.
Osabaixos assignados fazem sciente aos seus
freguezes e ao publico em geral, qoe compraram
10 Sr. Jos Ijoncalves Braga, a fabrica de charutos
sita na ra da Cruz u. .'10, e que continan) a servir
os seus freguezes cum os bous charutos como an-
tes.
Manoel l.uiz Cfjrreia C\ C.
Nicolao llarlcrv, manda aos Eslados-Cnidos
--11 lilho menor de uome Nicolao Hurlen, e um
criado pardo de uomc.Joao Baplista Nomeriauo.
i'recisa-se de urna ama para rasa de homem
solleiro : na roa da Cadeia do Kecife 11. 13.
APIPCCOS.
Pedro l.ocllio Pinto, leudo acabado com sua ta-
berna, pede as pessoas que llio eslao devendo de
rom satisfazer seus dbitos alodia 13 do correute,
pois lambem tem obrigaces acumprir.
I'recisa-se de um homem solleiro, que saiba
ler, escrevor e contar, para o lugar de eufermeiro
do hospital do marinha: quem tiver laes habilita-
Coes, e quizer o referido lugar, pode apresentar-se
no meslo hospital.
Parlaran] do sitio da Trampa do) sobrado 11. I,
ao anoitecer do dia .1 do correnle mez, um taixo de
cobre qaasi novo com o peso de mais de raeia arroba,
roga-se a.quem elle for oPTerecido loma-lo e avisar
110 referido sitio da Trompe que lera escritos nas
lojas, linde foi taberna, que nimio se Ihe agradecer
e recebera' gralilicacao de seu trabalho, c no cao
de o tej pago se Ihe entregara' 'o que deu por elle, e
mais urpa gralilicacao pelo empenbo qne ha de se
saber quem a lirou.pois ha (oda a eerteza que foram
prelos que moram uo mesmo sitio.
. Quem percisar de urna ama com muilo bom
leile e boa conduela, quera' pessoas que a conhecem
de seu bom comportamento, de verlindo porem que
da (em urna lilba de 18 mezes : dirijam-se a ra
Dircita o. *.t| primeiro andar a qoalqaer hora do
dia
&
r st. e procissa > do
glorioso padre S'.
-ex.
i.?*
i
&
a
;-.

O
O
O
o
',:
'6-
I'recisa-sc de olliciacs de chapeleiro:
na rita Nova, loja 11. '1 '1.
I'recisa-se do um caixeiro para lomar Irona de
urna padaria. c qne saiba deaempenbar a tea lagar,
e que enlenda de mastaa ; paga-se bem preflandn fl-
anea de sua conduela : a tratar na Iravessa da roa
das Cruzes n. S.
Prccisa-sc de urna ama de leile futra 011 es-
crava ; na ra Nova n. 23 primeiroIandarL sobrade
que faz quina para a Canil.0,1 do ('.armo, f
O Sr. M. .1. de M. que foi empregailo na Ihe-
oiirar 1,1 geral do Km Graude do Norte. boje est
na do Cear, queira mandar pagar quanlo antes o
Wldaqnanlia de 27ljlaltl que pasmo : M. B. de
Sopea .|<- ser publicada por este mtmu
riciii de-ln debilo.
DATA INCORRETA
MUTILADO
ornal a o.
inlonio, ua Capuaga.
Os enea 1 regados da festa e pro-
ssfio c|ue os habitantes da Capui-
9 ;i e Manguinbo pretendem fazer
t cdebiar. em honra e como signa!
?; ; agradecimento ao glorioso pa-
'>* d-e Santo Antonio, pelo patroci- ,
nio com que valen a todos os liis &
fjiiea elle recoiieram, nos alllicti- O
v dias da epidemia, leem dado jS
':3 a providencial necessarias para @
'u que ditos actos se ellectuein com a %
'. npaior decencia ijue for possivel,
j np dia lodo correute impreteri-
i't vfclmcnle (salvo o rigor do inver-
:..' 1101 ; c por sao rogain a todos os
v.3 Ubis, a <|tiem se dirigiram cartas
O 1 edindoestnollas para um limtao
:.' 1 io e ortodoxo, teiihain a honda-
'' tie de entrega-las aos encarrega-
B t! us do 1 eceliimento.
lotera da provincia.
Amanlilu, sabbado 7 do
cofrrciite, andaui as rod.-ss
di*)' quarta parte da qaar-
tai lotera do Gyrnnasio
mi
Pernatiibuoano, anda res-
tam alguna j)illietes, meios
e'quartos, rubricados pe-
lo abaixo assiguado, aos
precos ab tixod clarados,
tas lojas da praca da In-
ciependeucin ns. 15, lo e
40 e nas oulras do costu-
me, sendo (jue os tjne ob-
tiverein sortes grandes, o
possuidor receber n4o
s o sen premio na con-
formidade da le, mas tam-
bem os 8 por'cento
Bilbete inleiro. .s"00 recebe Meio bilhetc. 2^400 2:000/1.
Quarto. I 200 u -^1:000|.
A..L II de Sonta Jnior.
Ueseja-se saber a morada do Sr. Joao Oeodato
Bow man para se lite rallar a negocio de seu inleresse:
porlauto o mesmo aeulior, ou qoem delle soober
annuucie para ser procurado.
_ Qoem pretender comprar 17 aataaaa de roda,
bous, novos e forlcs, e em bom estado de moer, di-
rija-seaoenubo Arariba da l'edrs, Ireguezia do
Cabo, que adiar com quem Iralar, pois se vende em
raxio de se mudar o dito ciigenlio de auimaes qne
era para moer com agoa.
Espirito i9 ito de S.
Fian i.^co.
O lliesourciro da irmandade do Divino Espirito San-
to.erect no convenio de S. I'iancnco.julga ler pago
todas as despezas feitas com a festa de seu divino pa>
drociro. porem se alguma pessoa se julgar credora da
dita ruundade. poda apresenlar sua conla ao dito
tbesoureiro uo prazo de S dias. que promptamonte
sera paga, na roa eslreita do Kosario n. II, primei-
ro andar.Manoel do Nascimento dos Santos.
AVISO A ObEM IM'ERESSAR.
Falb Venancio ile Canlalice |comJ casa de jal-
f.iiale na ra do Crespo n. 6, jvisa as pessoas que
rom elle coniraliir.in" debito de-do agoslo.setembro e
ouiubro do olmo passado, hajam de vir pagar, do
contrario passarao pelo dissabor de ver seu nome por
extenso nesta folha ; esle aviso serve para cerlos e
determinados individuos.
Aloga-ae urna prcta de idade,.que saiba lavar
e seja quilaudeira, prefere-serescrava : quem tiver,
auunneie.
CASA l)lS EXPOSTOS.
l'reriso-se de amas para ainamontnr crianzas
na cas i dos expostos, a pessoa que a io se qoatra
dedicar leudo as habilitaesea naeeaiariaa : dinia-aa
a mesma no Paleo do l'araizo que ah acharo com
quem Iralar.
Kecife .1 de junho de IHti.
A abaixo assiguado como xiuva e invenlarianle
dus b-ns do cas.il de son mando l-ialin-co Jos
da Costa Carnpello, e aoloriaada ptlo ropeilavel
despacho do Illm. Sr. Dr.juiz do orpbilos. vende
o seguinles baa: um aillo na ra Imperial n.
1-1) A. um sobrado de um andar na mesilla na n.
1011, uina casa terrea tambero ua inesina ra n. tts,
um terreno conliguo a mesma casa, a urna casa ter-
rea na ra do Boro-Fin n. 32, em Olinda, os pre-
tendenles dirijam-aa a roa Imperial u. 120, segon-
da casa depois da fabrica do aabao.
Seuhorinha Sotena u' Albuquerque Canipello.
I'recisa-se trocar ai iui.igens seguinles, sendo
perfeilas e do lainanhn de mu palmo pouco maisou
menos ; N. S. da Couccicio.S. .lose, Santo Antonio,
o >>. Seliasiuio ; quem tiver dirija-se a ma dos Mr-
tir) os n. :m.
Pira em poder da Antonio dos Santos \ eir
o bilhele da quarta parlo da quarta lotera do pvro-
nasio ii. J:j."i. partencaoie ao Sr. Joaquim Farreira
d.i Silva Jnior.
Ignacio Joaquim de Son/a l.eao taz publico,
para que mnanem chame a ei.eann que o ensenho
Carneiro sito na Iroguezia de Serinhaem Ihe eia'
bvpotecado. e por isso neiihum negocio se pode la-
zer rom tal eugenlio.
Oum for parenteda parda Gerafda, qoe falle-
ceu do cholera na I orre, a 28 de maio do correnle ;
queira apparecer na ra do Hospicio n. iti, a nego-
cio de seu inleresse.
ALERTA APAZEADA
As noiles se aproximam, consta-nos que na
ra da Prara ha dous bailes masque, nas noiles
7, a ti do correnle, Dos o permita qoe em logar
dedout.iejam qualro.para divirlir a bellar apaziada.
* (
Y
"2.^B fc_ )
JSnfei PV / m\'

T "^>'\')i^T l^M:
7^^^"'M I
VM ^f'l

A coinmisso encarregada da festivida-
de a TR1NDADE SANT1SSIMA na igre-
jn le Nona Senhora do Livramento, eni
aci;ao de graras pelo desapparecimento
do cholera, pretende levara effeilo essa
fesliviilade no dia 8 do correte, maji-
dando cantar ve|ieras, miasa e TE-DEUM
sendo dirigida a msica de orchestra pelo
profesor F. Jos Correia de Queiroz, e a
mili la r pelo proiessor Pedio Garrido,mes-
tre da msica do primeire balalho de fu-
zileiros da guarda nacional; serao pr-
gadores na festa o Rvm. pi-gador da ca-
pella imperial Joo Capistrano de Men-
donra, e no TE-DEUM o padre-mestre
Leonardo JooGrego: a magem ben-
zer-se-ha anles das vesperas ; a mesma
enmmiss.iii roga aos moradores da mesma
ra do Livramento tenham a bondade de
mandar Iluminar nos actos da vespera e
TE-DEUM as frentes de suas casas, e na
lista ornarem as va raudas com colxas.
Lotera
do Gyrnnasio
Pernambucano.
Aos 4:000, 2:000s e l:000s000
Corre indubitavelmente sabbado 7 de
junho.
Srlustiano de Aqu'no Ferreira
participa ijue vendeu as seguintes sorte
da primeiaa parte da primeira lotera, a
beneficio do convento de Nossa Senhora
do Carmo,
Bilhete nteiro n. 23924:000s000
972:000s000
.< 2080 500S000
Tem e\posto a venda novo* bil tetes,
meios e quartos de quarta pacte da quar-
ta lotera do Gyrnnasio Pernambucano,
na ra da Cadeia do Recife n. 45, loja de
miudezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto, na praca da Independencia na.
">7 e 39 loja de calcado de Antonio Au-
gusto dos Santos Porto, e na mesma pra-
ca n. 4, loja de bilhetes da viuva Bastos,
e nas outras lojas a" conhecidas do respei-
tavel publico. Os bilhetes das tres pri-
meiras sortes grandes, sao pagos sem o
disconto de 8 por cento do imposto ge-
ral, rubricados por S. A. Ferreira.
Pernambtico i de junho de 1851).Sa-
lustiano de Aquiuo Ferreira.
-.;; Deposito de vinho dechampug- {
:.j ne Chateau-Ayx, primeira tjua- t
$3 lidade, de propriedade do conde ^
^J de Mareuil.rua da Cruz do Recife n- aj
g 20: este vinho, o mellior de toda a %
v*S Champagne, vende-se a tis cada ^
@ t:ai\a ; acha-se nicamente em ca- '/;
A sa de L. Leconte Feron & C. N.
t& BAs caixas sao marcadas a ib- %}
^ goConde de Mareuile os rotn- g
^ los las garrafas sao a/.ues. r""-
Do largo do Paraizo.esqulna do becco
do Ouvidor sobrado de dous andares, fu-
gio he nianhaa de sabbado 51 do mez de
maio prximo lindo, urna preta crioula
de nome Rosa, estatura regular, com 24
annos de idade pouco mais ou menos, ca-
ra larga, bocea grande, tem falta de um
denle na frente, nariz chato, testa cur-
ta, he natural que ande de roupao, por
ter leviido alguns, tem os pe's grandes <
mal feitos ; tem sido encontrada por di-
versas vezes, e sempre diz que anda em
mandados : protesta-se com todo o rigor
da lei contra quem a tiver acodada, c
gratilica-se generosamente a quem a a-
prehender e levar a" casa cima..
OsSis.accionistas do
vapor a reboque, sao con-
vidados para entraren,
com a terceira prestoslo
at <> dia 1*1 dejnnhodo
correnle, na roa do Trapi-
che ij. 8, escriptorio de
Henry Forster C.
T
lijarte Jos de Mello Pilada, convida a^i
sem amiso ecollfds, para asstircm a mis-a
que se ha de celebrar no dia 7 do crrante.
as tU doras de mauliaa, na matriz da Boa-Vis-
1,1, por alma de-ua preada av.
COMPANHIA DE BEBERIBE,
OSr. caixa da Companhia de Beberibe
acha-se autorisado pela assemble'a geial
dus Sis. accionistas da mesma companhia,
a pagar o 16- dividendo, na razao de
2.S-S00 por accao. Recife de junho de
185.0 secretario, Luiz da Costa Fot-
rocarreiro.
Aviso imporfantissiino ao
resneitave! publico.
Salustiano de Aqnino Ferreira
a\ isa ao respeitavel publico, que os Sis.
Jos Fortunato los Santos Porto, estabe-
lecido na ruada Cadeia n. 43, e Antonio
Augusto dos Santos Porto, estalielecido
na praca da Independencia ns. 57 e 55,
e na praca da Independencia ti. 4, loja da
Sra. Viuva Bastos, esto enea negados a pa-
gar todos e quacsqiicr premios que sahi-
rcm em seus billietes, meios e quartosdas
loteras da provincia, nao obstante serem
vendidos por otitros, trazendo a rubrica
le Salustiano de Aquino Ferreira, sen-
do os premios grandes sem o disconto de
X por cenlo doimpst) geral.
Pcrnambuco 50 de maio de 1856.Sa-
lustiano le A|uino Ferreira.
0 Sr. teneiilc Jos Antonio Pestaa lem orna
carta na ra da Madre de Dos, armazern de Bastos
Cv Silva.
Claudio Dubeu.N la/, sciente que sa-
hirain de sua casa os seus dous caixeiros
Jos Antonio Moreira Dias e Antonio Ce-
zavio Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.
Pergunla-se as autoridades da cida-
de da Victoria, porque nao tem cumpri-
do a ordem da presidencia, pondo a con-
curso os lugares vagos de escrivfio, con-
forme manda a lei.0 inimigo dos en-
capotados.
Ha-xa at 165 por urna casa terrea nas KguiO-
tcs mas: t'.ruz.es, Camboa do Carmo, IIorlas, pateo
do Hospital, diln de S. Pedro, ra de S. Francisco :
quem a liver e quitw alosar, prnrure na roa eslrri-
talo Rosario o. 17, segundo audar.
ILEGIVEL


(JIMIO t Ptl*MBCO SiXTI FUS, 6 Si JNHO 01 I8b6
IEmiOBlru DO IEBCI
HP/lEOPATHA.
EXTB^HIDO DE Rl'OFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS.
c potlo cin orilein alphabelica, coni a dcscripco
braviada de lodas H mule-t i as, a iadicafaO physio-
loitica e therapeulica de lodos os medicamentos lio-
nieopalbicos, seu lempo de acr.lo e concordancia,
seguido de uro diccionario da siguilcac.3o de lodos
os termos de medicina e cirurgia, t posto ao alcance
da* pessoas do poro, pelo
1)1!. A. J. E MELLO 10IAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscar os seu
eiemplares, assimcomo quem quizer comprar.
.***3:S&.- *>#
i J. JANE, DENTISTA, i
9 contina a residir na ra.Nova n- 19, primei- a)
ro andar. y
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de
S. lac, lava-so e engomma-se com imilla perleirao
aceio, e com maior brevidade passivel.
Paln Nash ,\ Companbia declaram <|ue Joo
I'edro Jeso de Malla deinou de ser seu caiseiro desl
de hontem I i do curenle me/.. Kecifc 15 de abri-
de 186.
Massa adaman-
tina,
Kraucisco l'inlo Ozorio chamba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applica venlosas pela
alraccSo do ar : pode sor procurado confronte ao
Kosario de Siulu Antonio n. .
PUBLICAgAO' LITTERARIA.
Repertorio j u ridico
El publicado tero sem duvida de ulilid.de aos
principiantes que se) quizerem dedicar ao exercicio
do foro, poi nella encontrarn por ordem alphabe-
lica as principios mais frequenles oeearreneiaa ci-
vis, orphanologica, commerciaet eecclosiaslicas do
nos.- loro, com as remissoes das ordeoaces, leis,
avisos reglamentos por qoe se rege o* Brasil, e
liem assim resolacoes dos Praiislas anligos e moder-
nos em que se firman). Conlm semelliaulemente
ai deeises das araesles sobre sizas, sellos, velhose
novos direilos e decimas, sem o trabalho de recorrer
eollecro de nossas leis aviso avulsos. Consta-
r de dous voinmetem oilavo, grande fraocez, eo
onmeiro saino a Iota osla venda por 83 Da loja de
livrosn. 6 ida praca da Independencia. Os se-
nhores subscriptores desla poblicacAo existentes em
Pernambuco, podem procurar o primeiro volurae
a loja de liyros cima mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula brilo. prara da
Lonsliiuicao; ooMarauhan, casa do Sr. Joaquim
Marque* Rodrigues; c uo Cear, caa do Sr. J. Jo-
ec de Oliveira.
sito de pia-
nos

Vogeley avisa ao respeilavel publico, qoe
ruudou o seu deposilo de pianos do primeiro andar da
ra Nova u.4l, para o armazem u. 7 da mesma
ra, esquina da ra da Camboa do Carmo. onde se
encoolram os mais ricos e os melhores pianos al
gora spparecidos nesla prara, sendo ellos feilos s-
mente por enrommenda, e pelos mais acreditados fa-
iMicantes como de Rachals, Traumann, Hamburgo e
i a *?f" de Breme"- e oulros muilos fabrican-
tes da ;huropa ; os quaes se vendem por mdicos
precos e garantidos. O eslabeleeimeulo eslar.1 aberlo
ale a* 8 horas da uoile para a commodidade dat fa-
milias ele, que quizereui ver e experimentar os ins-
Irumenlos.
Claudio Dubcuvinudou o|seiuscrp-
iio para a roa da Cadea de Sanio Anto-
nio n. 15.
Precisa-so alugar nm prelo, para servieo de si-
no, como Wja corlar capim e carreaar agua : eqi ca-
sa de I aln Nash cMCoinpanhia, na ra do Trapiche
ao ramee.
J No armazem de fazendas baratas, ra do
Collegio n. 2,
vende-so um completo sortimento do fa-
|| zondas linas e rossas, por mais baralo
H presos do que em orara qualquor parle,
|5 lano em porgues como a relaHio, aflian-
B cando-se aos compradores um s prego
3^ para lodos: esle esiabelecimenio abrio-se
j* de combinarlo rom a maior parle das ca-
jjg sas comracrciaes inglezas, franeczas, alle-
B maos e suissas, para vender fazendas mais
3S em conla do que se tem vendido, e por isto
S| ollerecem elle maiores vanlagcns do que
*s outro qualquor; o proprielario deste im-
*| poriante eslabelecimento convida lodos
H os seus patricios,^ e ao publico em peral,
| para que venhan (a bem dos seus inte-
ijg renes) comprar fazendas baratas: no ar-
j3j mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
| Ionio Lu dos Santos & Rolim.
Meiii m #as &n. *a?*X sw Hk> *?,
Vende-se urna canoa de um
quem quizer auiiuiicie.
Vende-se um cabriolel descoberlo, em pereilo
estado, c com ecellenles molas, por piejo coi.....o-
do : a iralar u ra do Ainorim n. 50,
dar.
' po, pequea
priiiieiio au-
>.v
f&t&S
^pf>
Qf -nAo.
'Mi
s
7>
o

\p
Depo
Novo, o. 10.
Preeisa.se de um hornero hrasilciro ou estrau-
i;eiro, que saiba bem momar e Iralar de cavallos,
para servir de pagem a nm seohor de engenho, da-se
noa paga : quem esliver neslas circuinslancias e qui-
zer, pode dingir-scao largo d.i maiii. de Santo An-
jonio, casa de um andar u. -J, que adiar com quem
CHALES DE MERINO' NIETO.
Chales de inerum de cores bordados a seda 119000
Oilos de dilo (raneado, tino, de cor, com
um pequeo deleito ua franja de seda 4?00
Corles de vestidos de seda com loque de mofo l-TOO
Sedas de quadros de luidos padrAes, o covado 180(10
Corles de froudeliua de seda 1_~ i"i
Corles de cambraia de seda 780IHI
Ua de qoadros de lindo goslo, o covado 700
Cassas fraucezas de cores linas, u covado :iO
Chitas fraiicezos de cores, o covado SO
Riscados francezes com .'i palmos de largu-
ra, o covado j',ii
Alpaca prela fina muilo larga, o covado IKHI
Palitos prclos de alpaca lina isOO
Curtes de casemira prela lina 8.700
Ditos de dita de coras i-IUKI
Lencos de seda de cor, grandes ljtOO
linos de dita de dila para grvala (00
Fusloes de cores liuos para coplele 800
Cmisolas e meias de Ua.
Peitos para camisa >ie cor e brancos 4011
Collariulios brancos feilos j jm
Madapoldo lino de jarda, a pesa -JS-TOO
Cobertores de algodo ~M
Chaly de quadros de lindas cores, o covado !HH)
Sarja prela hespanhola, o covado 23000
Chapeos de sol de seda para sendera e menina 2>800
Cobertores de laa grandes hespanlioes :teO0O
Camisas franeczas brancas e de cor 4)000
Homeiras de relroz de muilo goslo 108000
Em freule do becco da Cougregaeo, passando a bo-
tica a segunda loja de lazcudas."
Pracisa-se de nina ama paia coziuhar: na ra
do Rangel u: II, primeiro audar.
Veudc-se urna e-crava com :ll) anuos de dada :
na ra estrellado Rosario n. i.">.
i\a na das Cruzes u. i, vendem-se dua, mu-
alas mocas com habi.l lades. um mnlalinho de \-
anuos, uo a prela da ('.osla, bonita ligura, com mul-
lo lene i-ara criar, e sem lilho. urna prela de naci,
de meta idade, ptima figura, e urna crioula d IX
anuos com habilidades, e de bouila ligara.
\ endem-se d eicravoi de bonitas figuras, que
reprcsenlain lar 90 a X, auuos, bous leimidores, e
proprios para servlcu de engeuhu : a lialar na ira-
veasa da Madre de Dos n. IS, das i> as 8 horas da
maiihaa.
\eude-se urna eacrava de meia idade, que co-
ziuha bem : na ra das Cruzes n. 'J, loja, se dir
quem vende.
Vendem se > moleques de7 a 8 anuos: na ra
da SeoulaVelha u. 70, segundo andar.
Veade-se a labaraa do pateo do Paraiza u. 18,
bem afreguezada paro a Ierra, muilo propna para
priucipiaule.
Vendem-se 3liadas mulalinhas |or prceo com-
modo : na iua do Collegio n. 21, lerceiro audar.
\ ende-se urna estrave de nina idade, que co-
zinda I. o. odiarte : na ra das Crazas u. 9, luja, se
dir quem vende.
^@#Ms^@^^feSNfll
59 Metal amanillo para lorio.
Cubos da Hussia e de Manilliu.
Lonas, brinzao e brm de vela-
j! l'i\u da Suecia.
Q Cemento amaiello.
Vinhode Champagne e do Rlieiio. t
Agurdente de Franca. ^
Pianos de armario de modelos no- "'-
m
vi?
Vende-se rap princeza de Lisboa, viudo pela
barca (jralidAow, o meldor que lem viudo desle ge-
nero a esle mercado : no pateo de (armo, laherua da
quina n. e na laberua da quina quem volla para
Camboa do Carino n. 4, em libras c meias libras.
AtteiicfiO.
Vemlc-se urna famosa negra crioula, saliendo co-
zinh.ir o diario de nina cusa, vender ua ra, e pro*
pria para lodo servieo por ser muilo robusta e esper-
ta, e barata pelo preco, para quem nao quer arriscar
muilo dinheiio : quem a pretender dirija-M a la
dos Mari jilos n. 14.
\ ende-se urna cscrava de bonila figura, ida 40 anuos, ba venJeilora : na ra das Cinco Ponas
n. ;>.
vos.
..-
o
Aviso.
, ESTRADA DE FERRO
do itecife ao S. Francisco.
s directores da companbia da estrada
de Ierro do Recite ao San-Francisco, tem
leito a cliamada da segunda prestaro de
litas libras esterlinas sobre cada accao na
dita companbia, a qual deve ser paga ate
odia dejulliode I85(i: i>o Rio de Ja-
neiro, eru casa dos Srs. Maua' Me. Gre-
garAC,; na Baha, em casa dos Srs. S.
avenport& C, e em Pernambuco, no
cscriptorio da companbia. O accionista
<|Ue nao realisar o pagamento denlro do
termo indicado, podera' perder todo di-
reito as acvoes, sobre as quaei o dito pa-
gamento nao tiver sido ellectuado, e em
lodo caso teta' de pagar juros pelotempo
i|iiedecoirerentre o dia indicado para o
paganaentoe a sua realisacao. Recife li
demaiode 1850Por ordem dos direc-
tores.S. P. Vercker, thesoureiro.
Istruccao moral e re i-
iosa.
Esle compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para instruegao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvaeio a 19600 rs., passa a ser
vendido a lJSOO: r.a livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Carlos Claudio Tresse, fa-
bricante de orgos e re-
alejos, na ra das Flo-
res n. I9
Avisa ao respeilavel publico, que concerla orgaos
realejos, poe marchas modernas desle paiz, concer-
la pisos, seraphinas, caisss de msicas, acordeoes e
qoalquer instrumento qoe appareca, lambera faz
obras aovas. Va mesma casa fabricam-se caiaspara
ioias, retratos, faqueiros, carteiras homeopalhicas,
ele. etc., as mais ricas a elegantes possivel,
Caixa filial do
Brasil em P-
A
Banco do
ernamouco.
directoria da caixa faz publico, ijue
os discontos da semana que decorre de 2
a 7 do corrente, seo eitos sol) a ta\a
de 9 por cello ao anno. Recite 2 de ju-
uhode 18.")(.Antonio Marques de Amo-
nm, secretario.
10, e Jos (iniiealvos
ico, e particularmente
Francisco Gomes Caslell
> "eir, faiem scienle ao pobli.
ao corpo de commercio, que dissolveram Jamigavel-
"u ." *?cierti"le euao & Vieira, cando lodo o aclivo, e passivo dcs-
1 uesde o.dia primeiro do correnle mez do juuho/
Os abaixo assiguados administradoret
Horneados pela niaioria dos credores da
mana fallida dcNuno Hara de Sei\a, na
reuniao que leve lugar em 25 do corren-
te, em presenea do E\m. Sr. Dr. juiz do
commercio, por ordem do mesmo, eem
conlbrmidade com o art. S.'i!) do cod.
comm., convidam os credores da mencio-
nada uiassaaapre.senlar-llies os respecti-
vos ttulos, no prazodeoto das a contar
delta data, na rua do Trapiche 11. -, pri-
meiro andar. Recite SO demaiode I Noli.
Nova'es A C.Aureliano de Almeida
Rodrigues Isaac.
O 59 a,
confronte ao Rosario de Sanio Antonio, avisa ao
respeilavel publico, que r-.-cebeu pela nGralidaoj
mermelada nova e doce de troclas em calda, o me-
Ihor possivel.
i\a loja das seis
portas
Fm frente do Livrameuto.
Cassas pintadas a meia pataca o covado, riscadi-
nlios franeeies a meia pataca o covado, chitas escu-
ras que nao disbolam a meia pataca, chitas de dille-
rentas cores a seis viulens, lencos de seda pretos com
salpicos brancus proprios para as seuhoras que estilo
de lulo Irazerem por casa a qualro palacas, leiuns
de seda escuros proprios para cape a qualro palacas
cada um : veude-se baralo para acabar, a diuheiro
usa.
Capullo Samuel I'. Duoyng relira-sc para
lora do imperio, levando em sua coinpauhia sua
seudora, 2 lilhos menores e um criado.
Antonio Alesandre Vieira relirase para lora
da provincia.
Precisa-se de urna ama para o servieo interno
de urna casa de pouca familia ; coulronl aooilao
Aluea-se urna prela ou prelo para vender sa-
palos.viudo da casa do sen sensor as N horas do dia, e
vollaodoas (ida larde : a quem convier osle negocio,
dirija-se a rua do Ranijel 11. 77. primeiro andar.
ftlaril Joaquina Machado faz publico, que
leudo arrematado em prafa publica, a taberna cila
ua rua do Collegio, n. :>, t> ao mesmo lempo com-
prado ledas as dividas, a Paulo Jos Gomes, que
se eslu deveudo a mesma taberna que foi do falleci-
do Joao Chrysoslomo da Silva, pelo prsenle avisa
a todos os devedores que se achara a deve a dila
laberna, que no prazo de :tll .lias venham|pagar ua
dila laberna a l-rani-i.-co (encalves Guimaraes, seu
procurador bstanle, o qnal e aeda aulorisado para
a dila robranca, e lido o dilo lempo passara' a cha-
ma-Ios a juizo, e espera |dos seuhores devedores
11.10 ser necessariu.
Aluga-se um casa lorra, com sodio de varn-
da, comen.iu, \ salas, quartos, coziuha fora, quin-
tal graude murado cacimba prupria e com um re-
creio ao fundo doquiotal e estribara para dous ca-
vallos sita ua Iravessa do Cima com o oilao cor-
rido dejanellas para o lado do mar : qnem a prc-
lender.dinja-se a rua do Collegio u. 10 segundo an-
dar.
9 Arinaracuto de lodas as qualida- ^
i des.
Alvaiadelino em p, oca e tintas
@ em oleo.
5jj Pedias de marmore para mesase
53 consolos.
& Papel de peso inglez.
i,': Chicles para carros.
Ferro embarra, verguinbaecbapa.tt
^ Cornos delustre. au
@ \endem-se no armazem de C. J. g
^ Astley A C. Q
TAHAS 0E FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
tambero no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronie do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sortimento de taixas, lamo de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, raas c fundas; e ero
ambos os lugares existem guindastes para carro-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
prejos sao os mais commodos.
ARADOS DE FERRO.
Ka fundicao de C. Starr & C, em Saoto
Amaro, acham-sc para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
J\a Uniao
RUA Di fJtl'Z N. 40,
ha para vender, chegudo ltimamente de
Hamburgo, urna poicao de pre/.unlos,
queijos de nata, ditos de Limburgo, di-
tos verdes suissos, carne fumarada, con-
servas linas em latas e de diversas ipiali-
dades, baremjues e sardinhas em sal:
que se vende por mdico preco.
SAL DO ASSC
a bordo do Male "Crrelo do Nortee, vende-se por
preco commodo : a Iralar com Caelano Cv aco da
C. M., ao lado do Corpo Sauto 11. ,i.
Vende-se una escrava crioula do servieo de
campo, e lamiiem sabe coziuhar o diario do ama ca-
sa e lavar roupa : para ver, na rua Bella, casa n. 35
Vendse cafe' de primeira qualida-
de vindo do Rio de Janeiro, e por mdi-
co proco : 110 Pasaeio Publico loja 11. 11.
Vende-se a obra de Jahr em X volumes, de
medicina hoineopalliii-a em porlugoez com o com-
peleole diccionario, ja' bem condecido, c uuiacar-
leira de 58 tubos, ludo no inclhor eslado possivel. e
por prei;o conrmodo : no primeiro andar do ultimo
sobrado da ru,i do Kosario da Boa-Vista, junio a fa-
brica de charutos.
Cacherina ada-
mascada de lindas cores
a 600 rs. o covado.
Vende-ce na lujan. '21 A da rua do (Jueimado, cs-
la Tazeuda, a qual he oplima para forrar carros, col-
xas, e para pannos de mesa, e assim como para ou-
Iras muitas cousas, e dao-sc amostras.
oa masco largo
de ilgodao a 720
Vende-se um bonito csrravo, cabea, com SO ali-
os de idade : na rua das Cruzes n. H, segundo
andar.
Vciidem-sc casaes de pasoes, e lambem pavas
somanta : quem pretender dirija-se a rua do Crespo
n. III, esqiuua.
I ende-se urna casa lerrea na rua Imperial u.
'Jli.no alerro dos Alagados, com .1 -alas e i quartos,
coziuha fina, qaiulal grande, com cacimba so ; e
urna canoa abarla, grande : a Iralar na rua Uireila
n. 120, loja debarbeiro.
Vende-se um grande oratorio lodo dourado,
com S iraai^eus com seus rcspleudores, e lodas em
muilo bom eslado : quem o preleudei dirija-se a
Uavessa da Trempe u. *J.
Vendetn-se caias com vidros para vidrajas,
vidros de bocea larga com rolhas do mesmo, o maior
-uilimenin pussivel : em casa de llarlholoineu Fran-
cisco de Souza, rua larga do Rosario n. :16.
Veudem-se i escravas moras de bonita ligura
com varias habilidades : ua rua Direila n. :l.
Veude-sc nina cscrava a qual coziuha o diario
de urna casa, lava de sabio e vende ua rua : quem
pretender dirija-se a rua do Encantamento u. S, ar-
mazem, que achara com quem Iralar.
A. viso,
Vende-se urna armarao de amarello, envernUada,
loda envidracada, prepria para qoalquer eslabeleci-
mento, he quasi nova e lem ballo de volta, camas
de ferro, sendo 1 de armarao e onlra sem ella, I cv-
cellente piano de armario quasi novo e de muilo
boas vozes : na rua do Collegio n. i, em casa de J.
Falque.
Em cesa de M. Calmoit &C., praca do
Corpo Sanio n. 11, ha para vender o
segnnte:
alcatrao e nixe da
Vende-se milito muilo novo em saccas de bom
lmannos 39H00, e arroz pilado a 3f a arroba : na
rua do Vigurio n. 5.
Loja da pobreza
Na rua do l'asscin, luja n. 'J, vendem-se ricos cor-
les de calc,is escoras imitando a casomira a ls, ditos
de brim escaros de linho a 800 se., ditos de hrim
trancado braveo a WM> rs., chales brancos de cassa a
640, dilos de 15a o seda a :iVH), meias prelas para
senhora a .tOO rs. o par, chapeos de sol com baleia
a 28340, dilos com junco a 1*600, chitas linas a IS,
^00, SI rs. o covado. corles de eassa chila linos a
\ ricos cortes de cambraia brancos e de cores a
:i->">00, madapoln lino, a pera ll.?S0<) OvIyJOO, e ou-
riis in iu i azandas barates.
^o eseriplorio de Domiogos Alves Malhcos, na
roa de Apollo n. 23, ha para vender por precos m-
dicos o seguinle :
Ricos e elegantes pianos.
Salitre refinado em harris.
Salsa narriilia maito superior.
Saceos de muilo superior farinha de mandioca.
Cosins ile linho para inunlaria.
Cobertores de algodSo muilo encorpados.
Toalhas de linho pira rixlo.
Kaelilha branca de algodao.
Camisolas de l.i.i.
au.ii! i,i trancado da fabrica da Babia.
Sement de liuhaca.
Hila de moslarda.'
Flor de tilia.
Vos qualro cantos da raa do (.lueimado,
de fazendas u. JO, vendem-se cortes de laa de qua-
dros de superior qualidade. e de muilo bom goslo,
pelo diminuto preco de 2^M) o corle, panno Hnv
prelo a s.Sdll, jldilKI c 19001 o covado. dllo azula
I9S00, Ite e 9VMJ, corles de casemira prela moilo
Una a .">?. panno de algodilo da Ierra de boa quali-
dade, sendo esta blenda a melhor que se lem des-
coberlo para escravos, cassas francezas muilo linas, e
delicados padrona, eonlras nimias fazendas de diver-
sas qaalidades, e por precos lilo baratos, que s a
visU dellas se podem admirar.
Vende-se a muilo arredilada padaria do Man-
guind, sila na casa doSr. cirurgio Teueira, com
muitas freguezias na Capunga, Alfliclosa Boa-Vis-
ta, alem da da porta, a qual lem todos os perleoces
a Irabalhar, e ua mesma lem um cavallo para en-
trega de pao na freguezia : para Iralar, na rna da
Soledade n. 17, 011 na mesma.
Moinhos de vento
com bombas de reputo para regarhortas e bai-
la de capim : na iundic,aode 1>. W. Bowman,
ua rua do Brum ns. 6. Be 10.
A mm faina
VENDE BARATO.
A boa fama
loja
pinho,
Rompas.
O Dr. Joao da Silva Ramos, leudo re-
gressado a esla cidade, continua a residir
oa rua do Cabog n. 1K, onde recebe as
pessoas qoe o quizerem consullar, das 8 as
10 da manilla, e das 3 as i da larde; bem
como se presla a ir viziiar com prorapti-
ao os doenles em seos domicilios.
<$)
Jos Antonio M01 eir ias i\ C, fa-
tam sc.enle ao respeitavel publico, riuc
llVIll,,,.,,, n..... 1
rua das Laran-
porem
leeuioseueseiiptorio na
geiras n. II.
- Oabaivo assiguado miga uada deve
al toTr'rJ f' Se" Creur M conla,
LaJLr.'""?!'," -la Cadei. do Recife u. 57,
alim de serem sal.feiUs.-Albiuo Jos uou. alve.
JZ^SfiSV^fiS!" eci* 1e despedio-
I do correnle. e avias a quem se julgar seu credor
a|>resentar suss contas para serem pagas.
Antonio Joaquim Se ve vai a Europa le-
vando m sua eompauhii, laa. senhora" P
e urna
Compra-se toda c qualquer porrao
deprata velha de le seujj.fetio: qum
tiver para vender, dirija-se'a rua do Col-
legio n. 13, agencia de leiloes.
Compram-se pars urna encoramenda escravos
de ambos os sexos : uarua da Cadeia do Recife, ar-
mazem 11. d(>, ou na rua do Queimado u. 28, segun-
do andar.
Compra-se um bom jogo de pistolas
com sua competente ca va : quem tiver
aniiuncie.
Compra se nina morada de casa lerrea que sej.i
as seguiules ras : Mundego. Sania Cruz, h. liou-
calo ou AraoSo, que lenba commodos para familia :
a Iralar no Mondcgo 11. I i",.
Na roa de Apollo n. 1 A, primeiro andar da
casa do Sr. Ilelphino, compra-se nms escrava moca,
de boa conduela, c que euleuda de coziuha e eu-
gommado, paga-se bem.
V
PARA OS LAVRADORES. S?
Compra-se constantemente semen- j;
b^ de Cfil rpalo : na fabrica de 5
oleo de ricino, rua dos Guaia- ;v
rapes, em Kora de Corlas. \'?
:t'j
-.
@
@
'.:
O
9
Aviso
LAVRADORES.
fjag*V'.', WV :::: .',*',.-;;. *'-.:.":.. -,
..... <" *a www wVWVWWQr &
Compra-se urna cadeira de piano de Jacaran-
da' de psrafaso perfeilo : quem tiver auouncic para
ser procurado.
SJett5tt3.
Vendem-se 3 eicellenles vaccas de leile muilo
grandes, e de bezerros pequeos ; ao comprador se
dir a razio por que se vendem: na estrada de Joao
de Barros, primeiro sobrado passando o becco do Boj,
se achata com quem Iralar.
rs.
<> covado.
\ ende-se oa rua do Queimado n. 21 A, damasco
largo de lidas cores, fazenda propria para pajinos.
de mesa, coberlas, assim como para oulras mallas
cousas, e do-se amoalras com peuhor.
Na Uniao
R D\ CRUZ \, 40.
ha para vender :
Vinho do Porto a 15000 a du/ia.
Dito lladera de ptima mialidadc, a
lsOOOa du/.ia.
Dito Bordeaux a lo.sOOO a du/ia.
Rhum da Jamaica, a mdico preco.
Arrac, a I5$000 a du/.ia.
Agurdente de Franca a I.SO a garrafa.
CARNE DO SERIAO1.
\ ende-se na rua estrella do Rosario 11. 10, e quej-
as do reino a I98OO.
No alerro da Boa-Vista n. SO, vndese sasu e
cevadinha de Franca a :120 rs. a libra, tapioca I llil),
ervilhasdc llollauda a 120. grflo de bico a SO rs.,
aspermaceleamericann a 640, azeiie doce de Lisboa
a .>(i0 engarrafa, latas com sardinhas de Naulesa 700
rs. e to orna, vinho engarrafado do Porto, de WO
a 19J80, de 52 a 1SI00, de .",3 a 19000, vinho da Ma-
deira secco a 1?, cognac a 13, chocolate a O rs. c
libra.
Vendem-se toalhas sramles e pequeas para
mesa, de linho e algodao, frondas para Iravessciros,
cortinas para camarotes, espingardas de -2 cannos :
na rua da .-v.-n-.ila Velha n. 70, segundo andar.
Vende-se um jogo de diccionarios porlugnezes
por l-'oiiseca e Roquete, novos, cncaderiiadus. por 49
rs. : na rua do Queimado n. 18.
Vende-se urna armacan nova, de louro, pro-
pria para qualquer eslaheiccimento, sila na rua Di-
reila n. 1.1 : quem a prelender dirija-se a mesma
rua 11. II; que achara com quem Iralar.
Vende-se nm lindo niolequinho de auno e
meie de idade : no Um da rua da Aurora, passando
a lundico, defruule do pharol, conjunto a laberua
Attenccio.
Na rha Direila, loja de miudezas n. I, vendem-se
bous charutos ila Bahia por mdico preco, chegados
pelo ultimo vapor.
Lindos cortes de
vestidos de se-
da a O^OOO.
Vendem-se corle; de vestidos de seda de cores pe-
lo baralo preco de ^119, para acabar.
Sarja prela lavrada muilo cncorpada, o co-
vado
Urosdenaple prelo liso com .1 palmos de
largara
Corles de foleles de velludo de cores
Panno prelo e de cuies liuo.^irova de limao,
o covado '
Casemira prela selim elstica, o corle
Corles de casemira de cores muilo .'linos, o
crls
Maulas de Inonde prelas para senhora
2SKJ0
iftrjoo
'.ijikhi
i-HMKI
79000
.'aoiKi
'.ISOIHI
Irenle do becco da
Na rua do Queimado n. iO, em
Congregacao, passando a botica, a] segunda loja de
Iaz.emas, de llenrique & Sanios.
Vende-se a
fallecido adaull:
Novan. 11.
casa da praca da Boa-Vista, do
os preteudeules fallem na rua
Taboiido de
Suecia.
AJcatriode carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho e de Mantilla.
udo inuitocoiiimodo.
Vende-se ergand prela a 320 o covado, laa
de quadros para vestido a liOll rs. o covado, palitos
de alpaca a 59 : na rua da Cadeia do Recife 11. 17,
loja de Manoel Kerreira de Ss. Na mesma loja ven-
de-se um candieirode :) bicos para quilqiier eslabe-
leeimeulo.
Ka laberua da rua das Crazas n. -2>, vendem-
se as fazendas seguiules : inanleiga ingleza boa a
800 rs., dila francesa a l10. farinha de ararula a
2N<, somma do Maraubao a 160, arroz do Mara-
nhilo bom a lio a libra, cafe a :>O rs., feijilo miila-
linho a ."KlOrs. a eme, huiha de porco a 180, vinho
blanco a 500rs. a garrafa, dilo linio a .100 rs., ai-
la doce de Lisboa bom a lO, farinha do reino a 160,
a libra.
Vendem-se os lino* seguiules, em porluguez, a I
maior parle novos, cin minio boa encadernaerto e
meia dila.
0 Panorama desde seu principio al 1854
em 11 volumes
1 Diverso Piloresco, li volumes
lialeria das ordens religiosas com eslampas,
lano em collorido como em fumo, v.
Mosao Piloresco, I volume
l'anoi-uia em 7 volumes por nJUj ser col-
leccao seguida
Calera da Historia Porlovucza, I volume
rabulisla da Mocidade
l'liealro Ecclesiaslico, -2 vnlomes
lliographia de varios hroes portugueses, I \
Historia de Portugal em :t grossos volumes
Ai chivo Popular, 7 volumes
As obras cmplela- de l.uiz de 1...... -.
ediceflo de 1701), i volumes
Duscripeao da cid le do Porlo, com 11111.1
grande eslampa apresenlaudo a \ isla da
mesma, ern I volume
Colleelioo des Polclypages, junio com os
coslumes de algumas ordens, e mais urna
colleceao de eslampas de diversos homeiis
illuslres, li volumes
Tedas as eslampas do jornal llluslracao, 1 v.
M,anmenlo sacro do real baslica e eonveu-
lo de Mafra, impressao de 1751, I v.
lie lalas dos prepsitos geraesda companhia
de Jess, impresM) em Ruma em 17.11, 1 V.
O liuarda do l.ivnss Modrruo, 3 volumes
Historia de todos os soberanos inahomela-
nosal 188, impressa pela academia real
de Lisboa, 1 volume
Arle de furlar.pelo padre Antonio Vieira, 1 v. 1^)00
.Memoria edesciipcao do Bom Jess do Mou-
le, em Braga, cun eslampas, I volume
Director ecclesia-lico das ceremonias da cin-
za e ramos, t volume
Jardiin sagrado, impressilo de 17:15, 1 v.
Vida de Saulo Aulonio, I volume
Dila do padre Antonio Vieira em um grau-
de volume, impressao de 1712
Dila de Sanio Agosliuho,:! graudes volumes,
impressao de 17i'J
Dila de S. Vicente de Paulo, impressao de
1738
Providencias quo se deram no Iciramolo de
Lisboa, um grande volume, impressao de
17.58
No becco do Carioca u. 7.
Vendem-se chapeos de palha de Ilaa, dobra-
dos e singelos, de phaul.isia aberlos e rendados para
huinem, e por precos comm dos : em casa de Basio
Ov I eiiia-. rna do trapiche n. 17.
i\a loja das seis
portas.
Fm /'rente do Lirramcnlo.
Nohreza prela para vestido* de senhora e meninas
a lll lusles o covado, chaly de seda liso de todas as
cores para vestirlo a 2 cruzados o covado, e 3 patacas
o de quadros, fazenda de goslo, chales de merino de
Indas as cores a '1 mil e 500cada um, chales de cam-
braia adamascados a 2 palacas, dilos de ganga encar-
nados a 2 palacas, dilos de gorguraoa 5 lusles. pro-
prios para agasalhar do fiio na estacan prsenle, go-
linhas para senhora a pataca cada una, camisus para
senhora a 5 patacas, e para meninas a 10 lusles,
sajas d cambraia bordadas a 3 mil rs., para acabar :
a loja si abena desde as (i horas da manhaa ate as
J da noile.
Attencao.
0
baratas.
para
33/000
iaOO
129000
3SO00
169000
30110
:touo
69000
. 19000
42000
H--JOUO
89000
3,?000
73OU0
3g000
59000
:1500o
69000
I9OOO
43OOO
45OO
ii.3000
5O0
83000
Fazendas muilo
Corles de blazinba de cores escuras
veslidos .w
Jilos de cambraia brancos bordados deagulha 5IMK)
Laazuiha,' escuras para vestidos, o covado 20
Lencos de seda de cores grandes I3OOO
Meias de algodSo prelo com pouco loque de
mofo, o par joo
Damasco de purs la com 6 palmos de lar-
Eura, o covado 1-3300
Panno da Cosa francez, superior qualida-
de, o covado 7(X
Corles de Blleles de casemira bordados de cr 19500
Oilos de fuslo de barra cores linas I3OOO
Dilos de casemira para calca linos de cores 55OU0
Ditos de meia casemira escura, cores lisas
com loque de mofo 3.3OOO
Dilos de brim de linho de cores trancado .3HOO
Brim de linho (raneado lino, cor de sansa,
a vara IjOOO
Dilo de linho branca trancado entrelio, a
vara
Dilo de dilo pardo do quadros, liuo, o covado
Selim bramo deMaco, superior qualidade,
o cov.oio
Dilo prelo de Alacio muilo lino, o covado
Selim de diversas cores com pouco loque de
mofo, o covado
Chapeos prelos Aranceles para nicnioo
Dilos para lioiiiem muilo modernos
A,.:,,;, americano larso com loque de
varia, peca
Bem corno minias oulras fazendas ele goslo por pre-
cos muilo baratos : 110 armazem de fazendas de Gou-
veia 6t Leile, na rua do (.inenuadu u. 2~.
Na rua do Csbuga, loja de miudezas n. 4, ven-
dem-se por baralissimo preco as seguiules fazendas :
pecles de papel de cores com do cadernos a (jiO rs.,
bolOesde osso linos para calca, presados em papel, a
greta 900 rs., franjas com bololas braucas c de cores
a peca 3f500.
Na rua do Cabogi, loja de miudezas n. veu-
de-se um complelo sorlimcnlo de babado do Porlo,
lano aberlo como lavrado, e de lodas as larguras,
principiando por 3 dedos e acabando em I palmo re-
forjado, o qual se vende mais baralo do que em ou-
Ira qualquer parle, por se querer mandar o mais
breve possivel a conla de venda no fabricante.
Pianos,
19100
15280
15000
15280
-JiO
560
m\
281
210
:100
IliO
liOO
280
120
500
50
o
80
Ii0
40
80
.500
600
40
200
240
100
800
300
320
iu
ao
no
25600
320
40
560
120
20
400
80
iu
10
320
500
1111
too
000
360
19500
39500
.500
.">WlO/
7*)0O
23000
\ endem-se pianos verilead inslezes, de elesanles
modellos e asedenles voxes, fabricados por um dos
n*'uw i mais acredilados autores, premiado na eiposico de
nivuu 1 l-onJres : no armazem de Roslron Rooker VV Com-
lu.ouo i panhia, praca do Corpo Sanio.
Vende-sena rua do Collegio n. 21, lerceiro
andar, urna bonita escrava crioula, de idade 18 au-
nos, e urna molalinlia de 10, muilo linda.
li-UOO
- Atteucao.
\ endem-sc loallns e suardanapos de pumo de li-
nho do Porlo : na loja de Sa Manoel na rua da Ca-
deia do Recife n. 17.
Vendem-se ladrilhos de marmore de 12, 10 e
8 pollesadas em quadru, "
um Chafsris de marino
de jardim, assim como
asua henla, pioprias para igrejas"ou"'capcVlss*,' e 2
podras redondas de marinle, ludo por precos com-
modos : em casa de llaslo & Leaos, rua do Trapi-
che n. 17.
a3@8s-is@s)i5cesjs
Sem en tes.
Vendem-se sement* de hortalicas e llores de lo-
das as qualidades tbegadas pelo ultimo navio de Lis-
boa : na rua d> Cadeia do Recife, loja de ferragens
n. 56, de Francisco Custodio de Sampaio.
Vende-se rape Memon iV C, muito
fresco, a relalho e em oilavas: na loja
ru 10 csiaiuas muito lindase | do Sr. Domingos Teixeira Bastos, na rua
ore, obra delicada, para adorno | .1.. r..,!: ,-
> lapides morluarias, pas para I '1 y",aua n-J'
vRelOaSios
OH! OUPEGHINGBA.
Na ruado Queimado n. I!)
vende-se madapoln lino com um pequeo to-
que de a\ aria, a 39600 a pcc.a. chitas Pinas
de padrees modernos para chambre a 200 rs.
o covado.
t
VISO
aos capitaes de navios.
Ha para vender, na rna
da Cruz n. 26, os se-
guiules objectos.
Urna bujarrona.
Un latino grande e novo,
Dous ciitellos.
DoL8 galtofts.
t res latinos.
Dous bolaxos novos.
(lua polaca grande de
proa.
Um joanete.
Un tramtete redondo.
linas varredoras.
volla de estaes.
> a tu bine
"cte pordos.
Tndo por muilo barato
prego.
Vende-se louv?;s ricas
de metal, imitando a pra-
la, e ontros objectos, Indo
baratissinio na rua da
Cruz n. '16.
Urna
Una J
la de tolda.
6
coberlos e dcscoherlos, pequeuos c grandes, de onro
e prala, patente ioglet, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ullimo paquete in-
gle/.: em casa de Soulhall Mellor i\ Companbia, rua
do lorros n. 38.
Kobi l.'Affecleur, \ ermifuso ingles, salsa de
Brisiol, pillas vegetaes, salsa de Htartn tundasu
se esles remedios verdsdeiros em casa de Barlholo-
meo Francisco de Soma, na rua larga do Rosario
n. 36.
Cobeitorea de la liespa*
nh; s muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa e potassada
Russia.
Vende-se na rua do Trapiche n. il e 11, cal vir-em
de Lisboa, nova a 5;O00 o barril, velha a 500 rs. a
arroba, e potassa da Hussia a 300 rs. a libra.
Relogios de. patente
n;;le/.es de ouro, de sahonete e de vidrol:
vendem-se a pieeo ra/.oavel, em casa de
ViigiistoCde Ahieu, na rua da Cadeia
do Recite, armazem n. .~.
I.LVAS DE TORCAL.
Vendem-se luvas prelas de loreal, cliegadas ulli-
mamenlede Lisboa, pelo baralissimo preco de l.-iiuu
o par : na rua do Queimado, loja de uiiudezas da
boa fama n. 33.
Farinha de mandioca.
Noarmazem'do Sr. A. AnnesJacome Pire ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para porcoes tratase com Manuel .Vives Guer-
ra, na rua do Trapiche n. ,.
Atteucao
Kiscadu escuro e muilo largo, proprio para roupa
de escravos a IliO o covado, colchas brancas adam.is-
cadasde muilo bomzoslo a 5$, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largan a 1-MiOO a vara, loalhas
de panno d* linho slcotoadas e lisas para roslo, tas
mais superiores que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, goardanapes adamascados e oulras muia
las fazendas por preco commodo : vendem-se na rua
do Crespo, luja da esquiua que volla para a rua da
Cadea.
Libras de buhas brancas n. .50, l>0, 70, 80, a
Hilas de ditas ns. 100 e Un
Dalias de thetouras para costura
I i,w i..- de ditas mais lina- e maiores
Macos de cordao para veslido. aluuma cousa
eucardidos cem 40, 50 e 00 palmos,
l'ecss com 10 varas de bicoeslreilo-
Caiiinhaa com asulhas francezas
Calas com Ib nvelos de liabas de marcar
Puleeiras encarnadas para meninas e seuhoras
l'ares de meias finas para senhora a iO e
Miadas de linhasmnilo linas para bordar 100 e
Crozas de bolees muilo linos de madreperola
Dilas de dilos muilo liuos para cairas
l'ivellas douradas par calcas e colles
Penlesdeyerdadeiio bfalo para alizar,a 300 e
Pecas de lita de linho braucas com li e meia
varas
Caitas cem colveies grossos francezes
Carrileis de liuhas de 00 jardas de muilu boa
qoalidade e de lodos os nmeros
Macinhos com id grampas, e de boa qualidadt
Pares de suspensorios de bonitos padroes
Torcidas para candieiro, duzia
I nuciros e areeiios de porcelania, par
Carteiras de marroqaim para alsibeira
Caetasmoito boas de melal e pao20 e
Caivetes de aparar peonas
Meias brancas e croas para homem. tljO, 00 e
Irancinha de liia de caracol e de lodas as cores
palmo
llu/.iade penles de chilre para alizar, bous
II r,i-i- de hotes de louca pintados
l'ecasde lilas de coz 2iO e
Carraleja de liaba* da loo jardas, auior Ale-
landre
Lionas prelas de meadinha muito boas
Carlas de allineles ds boa qualidade
Duzia de penles aberlos para alar cabello
Meias de lio Bseoeia para menino, braucas e
de cores, fazenda muilo boa 240 e
tirelas de ac com loqne.de ferru&em para
caifa
'rosas de fivelas para sapalos
Camnhas euvernisadas com palitos de foso
de reliabas
Ciiisinhas de pao com palitos de ogo bons
Canas com 50 caixinhas de phosphuros para
charulos
Cliaruleiras de vidro liii e
Cssloes para bengalas muilo bonitos
Atacadores prelos para casaca
Sapatiuhos de la para criaucas, o |iar
Camisas de meia para crianzas de peilo
Trancelinspara relogio, fazenda boa
Escoviuhss para deules
Alem de lodas eslas miudezas, vendem-se oulras
muilissimas, que a visla de sitas boas qualidades e
baratos precos, cau*a admiracao aos proprios com-
pradores na rua do IJueimado, na bem conhetida
loja da lindezas da boa-fama n. 33.
Cal de Lisboa.
Vende-se orna porrso debarris com cal de Lisboa,
por baralo preco, e relalho a 3-3 o barril i na roa da
Cadeia do Recife n. 50.
Vinho do Porto superior.
O bem conhecido vinho do Pono superior, rro
barra de oilavo ; no armazem de Barroca A Castro,
roa da Cadeia do Kccifen. i, onde enconlrarao lam-
bem regular, em barrisde quinto, por preco com-
modo.
SEMENTES.
Siochegadas de Lisboa, eacham-se a vends na
ruada Cruz do Kecife n. li-2, taberna de Antonio
franciscoJUartins as seiiuinlesscmenlesde horlali-
ces, como sejam : ervuTiasttfta, cenoveza, e de An-
ela, reijai, carrapalo. rovo, pintacilgo, c amarello,
airacerepolhuda e allemaa, salsa, lmales grandes,
rbanos, rabanales brancos. encarnados, nabos ru-
so e bronco, senoiras brancef e amarellas, couves
trinchada,lombarda, esahoi., sebola de Setnbal,
segurelba.coenlrodelooccia repolhoe pimpinela,
e orna grande poreJIo de diSereales semenles, das
mais bonitas llores parnjardins.
-eioi'ios
o
ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em lnglalerra : em casa de
Ueury Cibson : rua da Cadeia do Recife n. b2.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesleeslabelecimenloconiinaaliaver uro com-
plelo sortimento de moendas e meias moendas
para en;;enho, machinas de vapor e Uixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos oara
dito. v
13$500
Vende-secal de l.isbuaullimamenlechegada.as-
sim como potassa da Russiaverdadsira :napracado
Corpo Sanio o. 11. "
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Lcneinhns de relroz de lodas as cores para pescoco
de senhora e meninas a I;O00, baralhos de carias li-
nissimas para vollarele a .500 rs., toucas de lia psra
senhoras e meninas a 00 rs., luvas de lio da Escocia
branca* e decores para homem e seuhoras a 400,
ilKI e OO rs. o par, camisas de meia muilo finas a
19, ricas lavas de seda de lodas as cores e bordadas
Com .-uarniees c borlas a 3s e 3*500, ricas aboloal
duras de madreperola e melal para colletes e palitos
a 500 e IHKrrs.. superiores meias de seda prelas para
senhora a 28500, meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, linissimas navalhas em
eslojos para barba a 2S, ricas callas pala guardar
jonis a 800 e I&500, aaixas muilo ricas com reparli-
menlos uniramenla propriaa para cosluras, pelo ba-
ralo preco de 28500, 3 e 39500, papel proprio pura
os namoradosa JO, fiO, 80 o 100 rs. a folha, caudiei-
ros americanos muilo elegantes, proprios para esloa
danlesou mesmo qualquer eslabelecimenlo pela boa
luz que d3o a 5-3, trareesas de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo baralo piejo de 19. paalaspara
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
-marilo ,l,,i,i., la sem ser dourada a 500, 700. 1/ e
1?-)00, escovas moilissimo finas para denles a 500 rs.
ricos leques com plumas e espelhos e pinturas linis-
simas a i? e 39, cliaruleiras linas a 9, ricas galhelei-
ras para azeile e vinagre a 9, ricas e linissimas cai-
vas para rape a 29500 e .T?, penlesde bfalo, fazen-
da muilo superior, para tirar piulhos a 500 rs., ditos
de marfim muilu bons a 400, .500 e (iiO rs., resmas
de 0 quaderuos de papel de lodas as cores de folhas
pequeas a 720, riqusimos Irascos com extractos
muilissimo finos .1 19200, 19500, 9 e 29500, jarros
de porcellana delicados e de moderos goslos, com
banlia I ranee/a muilo lina a 2?, frascos com essencia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
loo rs., frascos pequeos egrandes da verdadeira
agua de Colonia de Piver a i80e I9, sabonstes linos
e de diversas qaalidades, pos para denles o mais fino
que pode haver, agua propria para Uvar a bocea e
conservar os denles, e oulras muitas perfumaras,
ludo de muilo gostoe que se vendem baralo, lesouras
muilissimo linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costaras, Irancas de sedas da
bonitos padrees e diversasdarguras e cores, ricas iilas
de seda lisas e lavradas de lodas as larguras e cores
hlcos de linho linissimos de lindos padroese lodas as
larguras, ricas frjijas dealgod.lo brancas e decores
proprias para cortinados, e oulras muilissimas colisas
que ludo se vende por lao baralo preco, que aos pro-
prios compradores causa admiracao: na rua do IJuei-
mado, na hem couhecida loja de miudezas da boa
fama 11. 33.
mg
VENDE BARATO.
landa.mei..d..eoad!Blr MUM ;te00
Bandejas grandes e de u,m fV "'""C" U*00
Pape, de pos. e alsaa\K2ST % j e 5900
haver ibOOO e "* <>ue I"'"
1,r,ar^r,bic<,e,a^.<'-''.q.
Dilas muilissimo finas sem ser de ian-
Oculo, de armacao.de ac com grEoe,
I.nelas com aimajao dourada uu"-u"
Hila, com aimae.lo de Urlaruga
Dilas com armaco de bfalo
Dilas de 2 vidros com armacao de UrUruaa
loucadores de Jacaranda com boos espelhos
ilos sem ser de Jacaranda 9500 e
Meias prelas cun, ndas de lina
Bengalas de junco com bonitos casloes
Ricos chicolea para cavallos grandes e do-
qoenos a 800 rs. e
Grvalas de seda de lodas as core a 1a e
Atacadores de cornalina para casaca
suspensorios finos de borracha a 400, 500 e
entes muilo finos para soissa.
Kscovas muilo linas para cabello
j-apaclio, piulados compridos
Boloes liniuimo de madreperola para camisa Isoli
teSZ"?.^ R'F" P-"l"ele muilo fino w
5B0OO
1200
WO
8011
19000
19000
500
:uooo
:icOO0
-29O0O
19800
500
18000
W
:t
600
500
640
700
Bonitos sapaimi,
Ricas canelas 1
os de merino pira chancas 18500
a para pelmas de ac a 120 e 200
Ricos porta relea* isim ^g
Klia- i-jin, lu.,..,.. ____. ""S
Jilas finissimas ftmSJZ iSoOT um
Dilas dilas para roupa IfclaanoV $.X
Papel de linho proprio para ^ 2555
Puicei, linos para barba tat,ul,os. '" *)WW
Dozio de lapis moilo lino; par, J(s, ,
Lapte hoisumos para riscar, a duzia
Uuzas de facas e garfes finos
Jilas de facas egarfea de balanco moito linas fcrT,
Ditas lilas muilissimo finas, cabo de marfim iSoll
Univeles de aparar peonas ,uii |illos
200
800
500
39000
na rua do Queimado,"oos'yuato CanTos, a |aJ&
zDe,;dtd;dbo:,fe.raraa ":'3' "erronl.d.'.oj.K
salitre superior.
lECHaUVISIO PAR EIGE-
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. rfA
RUA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
lia sempre nm grande soriimenlo dos seguiules o
jectos de niechanismos proprios para engenhos, ,J-
ber moendas e meias moendas da mlis nrodrm,
conslruccao ; laisas de ferro fondido tbSS^l
superior qualidade e d lodos os tamanhos-rAda,
dentadas para agua ou animaes, de iSmSilSSS.
Ces ; cr.vos e boceas de fornalhae reaMm X
aire, agu.lboes, bronz.s, parafusos ee". SL,.
ullos de mandioca, ele. etc. ""oes, rooi-
NA MESMA FUNDICAO
!feXieCI"","u0d^ase,1C0D",iendi,SC0"' a soperiof
POTASSA E CAL YIRGEE
0 amigo e ja bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, eseriplorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dila do Rio
de Janeiro e cal virgen, de Lisboa en, pedra, ludo
precos nimio favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores satisfeilos.
Navalhas a eontento.
Coniinua-se vender 89000 o par (preco fso) as
a bem conhec.d.s navalha, de barba. Mu, tSeC
bil fal.ricanle qoe ha sido premiado em diversas e-
dando poder o comprador de^olve-lss al 30 das
cas*,7. A co,npr!,-r"i"'i''-lo-'e. importancia : em
Beca,;eenA3r0C-deAbreD' M C-ei. da
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda
construccao vertical e com lodos o melhoramenlos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8
XAROPE
DO
BOSQUE
l"oi Iransferido o deposito desle sarape para a bo-
lica de Jos da Cruz Sanios, na rua Mam 11 NOJ
garrafas 51500, e meias 38000, seudo falso tad
7Sft&S?ne,e deposi,0> No
PORTANTE PARA 0 PIRLICG.
Para cura de phlvsica em lodos os seus difleren-
iea graos, quer motivada por coustipacOes, tosse
aslhma, pleunz.escarros de saugue, dr de cos-
ilos e peilo, palpilacao no coracao, coqueluche,
bronchile, dor na garganta, e lodas as molestias
dos orgaos pulmonares.
Vendem-se madapoles linos e de nutro-, cora
um pequeo loque de averia, por precos moito bara-
tos : na rua d. Cadeia-Velh.....2i, primeiro andar
Em casa de Henry Brunb & C., rua da Crui
ii. 10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
F.spelhos com molduras.
Globos para ardins.
Cadeiras o solas para jardins.
Oleados para mesas.
Visias de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Moendas superiores.
Na tindirao deC. Slarr&C., em San-
io Amaro, acha-se pai-a vender moendas
de canna lodas de li-rin, de um modelo r
construcrao muilo superiores.
Em rasa de H.>chmettau
& C, ru;t da Cadeia n.
37, vemie-se
Um grande sortimento de vidros de es-
pelho.
Relogios linos de patente inglez.
Cornos de lustre, marca castello.
Cotiros de gra\a.
Ervilhas seocas em garra (..es.
Vinho do Rlieno superior,
1 udo por preco commodo.
Em casa de Henry Brunn&C., na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
to de ouro do melhor goslo, assim como relogios
de ouropaienie.
^scraDoo fttgi*og%
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fumlipao de ferro de I). W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz,. contina ha-
jrer um complelo soriimenlo de (aixes de ferro fun-
dido e batido de .'i a 8 palmos de bocea, as quaes ios, sem barbad
acham-*e a venda, por preco commodo e com
promptidao: cinbarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despena ao comprador.
Vende-s.! em casa do S. P. Jehnslondt C,
rua da Senzala-Nova n. -i-2, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieiros e caslicaes
bronz-eados, relogios patente inglez, barris de g'ra-
xa n. 97, vinho Ciierry em barris, ramas de ferro,
fio de vela, chumbo de munifo, arreios para car-
ao, lonasinglzas.
I incompleto soriimenlo de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peiltlhos,
romeiras, camisiis, cnifinhas e pelerinas ; lambem
tem um complelo soriimenlo de ricas llores, enfeites
para cabeco, lilas e os verdadciros e modernos bicos
de linho : na roa da Cadeia-Velha n. 34, primeiro
indar.
l'ujp'o no dia I'.) do me passado urna
preta cnoula de nome Isabel, de idade
trilito e tantosannos, baixa. magra, ca-
raolha, temos dedos dos pes e maos mui-
to cabezudos e estes com falta de unhas,
lambem tem as costas com marcos de sica-
tn/.es, lie mu.t. ladina e regrista : quem
a pegar leve-a a rua da C.ideia-Velha do
Recle n. >>, loja de Joao lVreira Mouli-
nbo.que sera' recompensado.
Na da 7 de abril do correnle anoo desappare-
ceuiiaseuse.,liorJoc|tan(ic.iIa de v,rl SnM
e com alguns cabellos nos peitos;
presume-seque dilo escravo mtUuIsdo forro, seabri-
casse na companhia de pessoa, qoe de boa f o acei-
lou em qualidade de trabalhador: sendo assim, pede
o senhor dellc, a quem quer que o possa 1er, o obse-
quio de la/.e-lo prender e remellar, qoe satisfar
promplameule as despezas : aos capilacs de campo a
pessoas do povo recouimenda sua 'japlura, e promet-
i paga generosa por sua entrega, tamben) recom-
pensa a quem der noticia certa, t'.oufia das autorida-
des pohciaes loda a vigilancia, mormenle inlilelau-
do-se elle forro/o que infollivelineiile pralicara.
Contina andar regida a piala Herencia, crl-
ou.a, idade de 28 a 30 annes, ponen mais ou menos
com os sign.ies seguiules : falla de denles na frenla ,
nina d.s orelhas rasgada proreoienle dos brincos :
quem a pegar leve-a a rua do Brum, armazem do
assucar n. i2, qoe ser bem gratificado.
PERN. TYP. DE M. F: DE FAJU*\S 1
MUTIOi
ILEGIVEl


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