Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07401


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Full Text
AMO XXXII N. 131

Pur 3 muzos atalantados Por 3 mezes vencidos 4$500.
QUARTA FEIRA \ DE JINHO DE 1856,
Por auno adiantado 15'000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUHSCUIPCAO' N< NORTE
Parahlba, o Sr. Cervario V. da Natiriflade !; Natal, o 8r. Joa-
qun, 1. l'ereira Jnior ; Arteaty. o Sr. A. de Lemos Braga ;
Catre, etVr. J. Jote de Oliveira ; Marnhao, o br. Joaquim Mar-
ques ftodrigotl i Piaubv, o Sr. Domingos Herculaoo A. Pessoa
Cetrtatt ; Para, o ftr. Justiinano j. Ramet; Amaionai, o Sr. Jero-
jmo da Coala.
f.i : Unta*
.......M l'ai.itiili
tn, ll.ii.ii .. l.,.,..,,|,.... H......I'Mil... V,
. I[..,,-. \ll|.l-l'll.l. Il,l-'
I-.. 1 .>< i... S,riiil,,..i. Ili
PARTIDA DOS CORBBIOS.
i .ii
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.i, II.-,
Todo
. pan
m- Jo dia.
: ni- -.....hu si-vl-if.-ir.i
laiu, Alinil.....araaliUBn I n
i.-lli. I.ii,i..n.i. Ilr.-j.., IV.i|
I... lilil.-......I "I
-l.-rii,...,.. Uta, Itai
111 hoi.i- da nuili-la.
l.'i.'.i-l.-ira.
i.... /i.;..-
faanan-frinu.
, Acaa-I'reu,
AUDIENCIAS DOS TIUItUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai aabbaJui.
Relacao : tercai-feirai e aabbadoi.
Fazenda : quartaa etabbadoa ai 10 bsrai.
Juizo do commercio : legunda aa 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo dtorphaoi i segunda* e quintas as 10 horas.
Primeira varado civpl .- segundas e aellas ao meio-dia.
Segunda ara do civel: quartas i sabbados ao meio-dia.
EPIIE.MEIUDES Do HEZ DE JIMIO
2 La ora as U horas. 22 minutos, i segundos da urde.
10 Qmrto erescenle aos 19 minutos e 48 seguudos da tarde.
18 Us ciieia as 2 boras. 27 minutos e 48 segundos da tard-
is Quallo miugutnit as 7 horas, 48 minutse 48 segundos da m.
, PREAMAR ni. lio.11,.
Primein as li horas e 16 minutos da manhaa.
Segund| as ti horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
2 Sagunda Ss. Marcellino presb. c Pedro exoreista ni.
3 Terca. Ss. Pergenlino e Lauronlino irms. miu,
4 Quarta. S. Qucriuo b. ; Ss. Hostilio e Daciano mm.
5 Quinta. S. Pacilicu f. Ss. Nicacio, Appoionio e Zenaides mm.
< Seiu. S. Norberlo b. ; Ss. Euslorgio e Claudio bb.
7 Sabbado S. Roberto ab.; Ss. Lieara> c Valebono diac. mm.
8 Domingo. S. Maximino ab.; Ss. Geldardo e Ueraclio bb.
ENCARREGADOS DA SEBSCRIPCAO NO SEL.
Alagoai, o 8r. Claudino Kalcio Din ; Babia o Sr. 1). Duprat;
Rio de Janeiro, o Sr. Joto Pereira Mirtins.
EM PEUX \MIil lo.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
lirraria, praca da Independencia ni.Se 8.
PARTE OFFICIAL
MINISTERIO DOS NEGOCIOS
ESTRANGEIROS.
Relalorio da i eparlicao dos negocios
eatrangeiros apresen tac! o a assem-
bla legislativa na quarta sessao' da
nona legislatura \ elo ministi o e se-
cretario de Estado o Exm. Sr. Jos
Maria da Silva Prannos.
AHgtulot e dignt'siiiio* scu/iore* represenlanln da
Sarao,
Veoho i'iu eumpriniento da lei apresenlar-vo o
relalorio do ministerio dos negocios e.lrangeirus,
cuja direcc,ao me esli confiada.
'I'.io lucidos e complatus i.ir,un o* relalorio dos
meas Ilustrado* aulecessores, sobre as diflerenles
questes que de louga,data oceupam eslc ministe-
rio, que so me cabe o dever de chamar mais urna
vea vosia alienlo para algunas dellas, e expor-
vos o que de novo occorreu a respeito de oulras, de-
pois da vosea ultima reumiu.
O esciareciinenUis que aqui nao eiiconlrarilei, e
julgtrdes uecessarins, ser-vos-hao promplamente
suliiuinislrados, conforme o permitlirem a uatureza
e o estado dos naancins.
Secretaria di- estada.
O governo imperial anda nao usou da auluri-
sacao que llie esta concedida por lei para reformar
a secretaria de oslado do* negocio* eslranaeir.,*,
pela* considcrar-es que vos furain presentes na ses-
sao legislativa do anuu passadu, as quaes al boje
lent subsislido.
A neee.isidadc de urna reforma nesta imporlanle
reparticao cada dia se lorna mais seosivel. Julio
indispensavel, como lambem reconbeeeram os meus
aulecessores, eslabelecer urna nova ordem de sub-
divisao dos (rabalhos, de modo a facilitar o pen-n-
roento e a execur.in.bem como a raentanca de Iradi-
ciies, to necessarias em neaocos ititernacionaes.
O consellieiro ollicial m.imr da reparticao sussere
a medida de suseilar-se a um ensaio a omana-
i;lo que se tein em visla, ante* de (ua-la deliinliva-
inenlc no intuito de se proctidcr.com inaor seauran-
i;.i aquella reforma, e meltioraro inecanismu actual
cojos principies defetus estao lieiu couliecidos. O
aoicmento do pessoal he urna necessldade que elle
api escuta como indeclinavel e ursente.
O servic o se tem feilo com os empreados de
que aclualmeiile se acba dolada a repartirlo, mas
nao em sacrificio dos que se prestam ; o que lie lan-
o mais digno de atiendo, quantu lie cerlo que os
ordenados nAo eslao em prootrfilv co a a Caresta
dos ineios de subsistencia, ja nao diao com a de-
cencia que de laes funccioiiario* se exiae.
Os veocimenlos, que nflo erara sullcienles, sof-
pedido, do carao de enviado extraordinario e mi-
nistro pleDipulenrianii da inesma repblica.
O Sr. Lamas fui substituido pelo Sr. U. Antonio
Rodrguez, uuiueado com o mesmo carcter de en- independenlemente desta circunstancia, respeilando
viado extraordiuario e ministro plenipotenciario, i o* principios porque se regulavam as potencias bel-
cujas creilenciaes apresenlouaS. W.olImperador em I liaerantes, o aoverno imperial mandou relir^r a no-
li do referido mez de junho. A nii's.lo do Sr. Ro-1 mearAo daquelle aaenle, e nao julaou necessaro,
driauez paree* bar sido destinada a obter do aover-
no imperial a coiiliuiiarAo do subsidio pecuniario
que o Imperio preMava a repblica. NAo tendo po-
dido conseguir es-e objecto, e sobrevindo araves
acoutecinienio* poHtioof no sen paz, aquelle se-
nbor rf lirou-se para .Montevideo.
'A repblica Oriental do l'rupiiav su lein presep-
lenieute nesta corle um cnsul aerA*l.
O dilo vice-conul, segundo cnnslnu ao governo cerencia. e como a nAo poilerit tercer pe*oalmeii-
imperial, aclinva-sc mpossibilitado, pelo eu estado ; te, que Ibes deve ser permiludo faze-lo por iuter-
de sanie, de exercer as funcees consulares; mas | medio de um procurador.
Os naeiitcs consulares da Frania ainda boje en-
lendein que a sua competencia para a arrecadacan e
admiii'SlracAo das herancas de subditos francezes
nao lem oulra reara que as dispasiroes do ti atado
por emqiianlo, dar-lbe successor.
Commisiiao mirla brasi\e*ra e portugueza.
l>erietuoileS de Janeiro de t820 ; e como lie cerlo
que osle tratado n.i i especilica taes attrlbilire*, ea-
lendem que devem reger-se pelodireilo franca*, em
OSr. I.anuoy, que se liat'a ausentido desta cor-
le, cummuiicuu ollicialinenle de liruxellas, em 15
de novembro prxima p.is,ado, qoe o seu soberano
llie havia dado oulra misso diplomtica.
S. M.orc dos Uelaas nomeou para sulMtitinr
aquelle minislro nesla corle ao Sr. Demaisicres no
carcter de eucarreaado de negocio*, continuando
eutrelanlo o Sr. Eduardo l'ether, cnsul aeral da
Belaica, eucarregado da res|iecliva legacao.
A nomearAo do Sr. I>. Aulouio Winspeare na
quadade deeucarrea*do de negocios de S. M. o re
obs lluas Sicilia* nao foi levada a elleilo, e o Sr.
Enii-slo de M*rolla continua a exercer as funcres
dese cargo al a plegada do novo acente-o Sr. con-
de Salvalore (irifco, uoioeado com o carcter de eu-
carreaado de negocios.
S. M. Britnica den oulro destino ao Sr. Itenry
I'. Iloward, que se havia retirado desta crfe com
liceuoa em l.idejuulio til I uno, cando desde eulao
o Sr. U'ilam Stallord Jeriiiiigbaui exerecudo
uuc;oes da enr.irregado de negocio* interino.
leudo S. M. Cth)lca dado por linda a missao de
seu ministro residente o Sr. D. Fabricio l'oleslad,
eslc ministro regressou para u sen paiz no dia 15 de
dezeinbro prximo passado, licaudo na qualidade de
eiicnrrcgado de negocios inlcriuo.o Sr. G. Pelano y
Maiariegns desde o da '.I de jaueiru do corrente
anuo.
OSr. D.Jos elaval y Riocou, que por lautos
anuos residi nesta corle no carcter de ministro
residente, fo reconduzidQ nesle cargo, reasuinindo
as funi-r/jes diplomticas da legarAo de S. M. catlio-
Itca des le o da tilde abril ultimo, cm que apresen-
ton a* suas credeuriaes a S. M o Imperador.
S. M. ridelissiina linuve por bein dr oulro des-
tinn ao seu enviado extraordinario e minislro pleni-
potenciario o Sr. Jos de Vasconcellos e Soma.e re-
ceiitementc tioitieou para sub-lilui-lo nesla corle com
o mesmo carcter ao Sr. conselbciro l.uiz Augusto
l'inlo de Soveral.
O Sr. JoAo (.ornes de Oliveira Silva lian leira
de Mello, ecretario da legacao licou inlerinamcnle
servindo d* eucarreaado de neaocos, e relitou-se
no flirt 15 de marco lindo para sus corte.
Em lugar do Si. Oliveira foi nomeadoe ja se arha
Como sabis, a liquidadlo das reclamaces de que |0ja, a) Yuncres relativa* i suwessAo do* subditos
trata o artigo 3 da eonvencAo addicional ao tratado je S(11 nac/.o.'ailminstracSo, liqoidanto e entrega
do 2tl de agosto de I83, licou dependente de ura de soas branca*.
accordo entre o governo imperial e o de S. M. F- \ legaclo d'e 5. M. o Imperador dos l-rancezes,
delissima, acerca ra duvida suscitada na commitsSo ll0, CM0," UCcurreiiles dessa nalureza. lem sempre
muta, relativamente a poca de que devem partir al | jolaado do seu dever apoiar as reclamaces dos agen-
reclamac^ de governo a governo ; prelendeudo os consula-es de sua nacao.
usxeuc.raeiuo, queiiAo erara ,u ..nenies, so.- | sr. j ln AoIOIlio t;0,K,e. yU-
7, nT. .? '""' cn,."rlUI", U" 'lccrc- era, que eulrnu no exerccio das funccOes de encar-
lo de 0 de Janeiro do anuo prximo panado, que d ,,,. a d ua ,, llovu millis.
permute aos eslrangetros viaiareiu dentro do impe- .,/? 9 '
H
/A
permute aos eslrangeiros viajareiu dentro do impe
ro sem passaporte, e prescreve que teja graluilo o
visto da aulondade brasileira uos passapurtes que
elles Irouxerem.ou aqui obtivererade seus agentes di-
plomticos ou consulares.
0 meu antecessor, tratando da reclamarao que
Hit dirigiraiii os prejudicados, dis>e no seu ulliino
relalorio que o governo a julgava justo, eslava dis-
posto a atlende-la, porque os emolumentos que per-
cebem os olliciaes e mais empreaadus da secretaria
sao ama parle integrante dos seos vencunculos, sol-
ale assim eslabelccidos por lei c reroiibecjdos por
di fl'erentea acto* do governo. ,
A indemii.sarii que aliadlo o meu antecessor
nAo toi ainda Tivad^*, mas he de toda a juslira que
saja, e oesa occasio entrndoque se deve tam-
bara inelliorai a posti;d dus amanuenses, que nao
teem vantagens correspoudenles ao trabalbo que
sobre elles pera.
Carpo diplomtico brasileira.
S. M. o Imperador bouve por besa, como adiaste
vos iuformarei circuiuslauciadameiile, conliar ao
Sr. visconde de Abaelu urna mis.Ao especial junto
aos Rosemos da Repblica Oriental do Uruguay e
da Confederarlo Aigenltna. Ambas estas inisses
se acharo terminadas.
O Sr. Tliomaz Fortunato de tirito; que fora re-
movido de Roma para a legarlo imperial na Con-
federarlo Argentina e Buenos-Ay res, na qualidade
de secretario, servio uas missoes espeoiaes encarre-
gadas ao Sr. viscoude de Abael, e aclualinenle se
acba ao seu ellesiivo emprego.
O Sr. viscoude do L'rugoay acha-se ainda na ciir-
t de Pars desempeuhaudo a missAo que llie foi
conliada, relativa ao ajuste de limites do imperto
com a Guyana Franceza. lie esta a nica missao
especial que actualmeule existe.
O Sr. contelheiro Carvalho Mnreira, que 13o bou*
servidos prestara oa legacao de Wasbiugtou, foi re-
movido ua uiesma categora de enviado extraordi-
nario e ministro plenipotenciario para a leaac.Ao de
Londres, onde o governo imperial confa que cor-
responder igualmente ao apreco que faz do seu me
recimenlo e /.elo.
Cooi a retirada do Sr. Carvalho Moreira, dos Hi-
tados Luidos, licou all o Sr. Agotar de AnJr.nl,i
servindo de encarregado de uegoctos, al a ebegad. i
ileuir, aovo ministro de seaunda ordem.
OSr. conselbeiro SergioTeixcira de Macedo fora
nomeado para a legacao de Washington : leudes
porro, quando ebegou a esla corle, solicitado di*-
pens i desss nova missao, S. M. o Imperador bouve
por brm allender asde*ejos desse dislincto fuuc-
rinnario, que por issu foi posto era disponibilidad e
activa.
Em ennsequencia de dispen*a concedidatMo Sr.
Sergio l'eiieirade Macedo, foi o Sr. conselbciro
Jos Francisco de Paula Cavalcanli de Albiiquerqtie
nomeado no mesmo carcter de minislro de segu'.i-
da ordem para os Estados-Unidos da America. All
servio elle desde o aouo de ts:l.i al ao de 1837, na
qualidade de eocarregado de negocios, e, poi*,'|as
proras que tem dado de sua aptidAo rena a expe-
riencia do seu novo deslino.
A legacao imperial em Lima, qoe Picara vaga por
aquella nomeacAo, foi conliada ao Sr. Miguel Maria
Lisboa no carcter de enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario.
O Sr. Miguel Maria Lisboa eutrou na carreira ili-
ploraaliea no anuo de 1828, servio qualorce am ios
como encarragado do neaocos em vario* Esta'los
Americanos, e desde 1852 como ministro residente
jtnlo as repblicas de Vaoe/.uela, Nova franada e
Equador, onde bons servidos presto. O seu acc es-
so era portanlo bem merecido.
O Sr. Ilenrique Cavalcanli de Albuquerque, d-
dido de primeira classe legacao em Londres, fui
promovido a secretario dt legacao em Lima, onde
ft.'la ufeessario um mpregado desla dl.lie-
goria. N
Estao dependentes da apj irovarAo dos conar:s*cs
da Venezuela c Nova liraailda o* tratados de I mi-
les, navegarn lluvial e ei tradijan, celebrado em
Caracas n Bogot, \pelo pliiuipotenciario hrasiteiro.
Ja por esta razAo, ja prela conveniencia de manler e
estrear as relaroes do f.'ui iitio com csses Estados
limitrophes, dignou-se S. M- o Imperador notnear
ao Sr. Filppe Jos l'ereira Leal para ir all residir
no carcter de encarregadn de negocios, comprc-
liendeodo sua missAo a Repblica do Equador, con-
forme a divisAo preexistente Jos nossus districlus
diplomticos na America.
O Sr. conselbeiro Josu Alaria do Amara), caTn a
retirada do Sr. viscoude i le Abael de Montevideo,
a quem preslou toda coad juvacAo que eslava ao cu
alcance, reassumio em lo da a sua extensao os deve-
res de chela da legacAo ii nperial na Repblica Ori-
ental do Uroauay.
Foi promovido, por de:retn de 7 de abril do cor-
rente anno, a laltiejarte, de minislro residente o
Sr. Anlonio Jos Lisboa, chele da legirio imperial
em Vienna de Austria, lisie senbor serve no cor-
po diplomtico desde 1KI6, em que comecou na
qualidade de secretario d e legacao. A sua antisui-
dade como encarregado i le negocios d*la de ISli.
Neste carcter servio em, alguns Estados da Ame-
rica.
Como veris do quadr 3 respectivo, liverara lam-
bem lugar algumas ooir. leaces de addidos de pri-
ineira classe.
Corno diplom alien ei'rauai.iro.
Tendo sido reslahelec idas as relanirs entre o im-
perio e a repblica do l'araauav, pelo modo que
?os be referido no luga r coinpelnle, e sendo ins-
tado aquella coveruo p; ira por termo as nutras ques-
loes ainda pendentes, e avin elle para |cslc liin a
esla corle o Sr. I). J 0sc Borges 'no caracler de
minislro pen i potenciar io.
Este Sr. ehegou ao R m de Janeiro no dia 10 de
levereiro prximo pass sdo. p apresenlon a sua cre-
dencial i S. M. o Imp erador no da 5 de marro,
desde qoando dea prin cipip a sua misino, que ler-
minoa no dia b de al jril, por una solucAo aru-
gavel. Do resultado de*la negociacao seris adian-
le informado*.
A funcees diplom ticas do Sr. I). Andrs La-
mas nesta crle cessar am em !l de junlio do anuo
prximo pastado com a entrega a S. M. o Impera-
dor da carta pala qua .1 o presidente da repblica
erteoul do Uruguay se servio dspensa-lo, t seu
lariio.l e
rvifes) m,n;oe
^
tro.
Corpo ronsular.
O corpo consular brasileiro mu poucas altcrace*
l?ve depuis do ultimo relatorio, como se v doqua-
dro u. i do annexo A.
leudo o Sr. Manoel Altonso de Frailas Amorim
I o,ti,lo demisfn do cargo de cnsul aeral na repu-
tdica oriental no Iruausv, S. M.|o linperadur uo-
meou para osle carao, por decreto de 1 de outubr
tllimo, ao Sr. 'ose Pedro de Azevedo I'essanba, 1.
oflicial da secretoria /i-iiJa," qaere*in UNlaa as qual.i.i ir* c hahi
necessarias. como o atleslam os seas bous s
u.iquelle rou.nl.ido.
No r I t >i, > no anuo prximo passado vos foi
ponderada a neeestidade de te crcarem mais alauns
vice consulados no estada Oriental, al'un de pro-
mover o coinoiercio da l'rouleira dos 2 pactas, obs-
tar ao contrabatido que pur ella se faz, (a proteger
os subditos bra-iieirosque restdem nos departamen-
tos da campanil! : Coiacidiado 0 governo da rep-
blica uesle pensameuto, por una e oulra parle se
llie lem dado appltcac,Ao. O governo imperial esla-
beleceu os referidos aaeulcs nos departamentos Ori-
enlaes de Laquarembu, Sallo. Paitand. e Colouia.
Seinellianlemeuto o governo Oriental os lem em al-
gn* departamentos brasileiros liinilropbes.
O nosso cnsul geral tem procedido nessas no-
meares cora o maiur escrpulo, o que llie foi, e lie
milito recoinmciidado.
A nossa posicAo relativamente a confedertcAo Ar-
gentina lie mu poseo diversa, mas nao lano que
dispense o eslabelccimenlo de vice-cousulados nos
portes do Paran' e le entre os dous paizes, a sua navegarAo e commer-
cio fluvial assim o pedem.
A leaacAo imperial, fundaiido-sc as considera-
roes a que alludu, indica como conveniente o e*labe-
lecirneulo de vice-consules : na cidade de Corrientes,
capital da provincia do mesmo nomc; M Paran,
capital da provincia de Eutre tilos e da Confedera-
cao; no Bo.aro, cidade da provincia de Santa Fe e
principal porto comiucrcial da Coiilederacao ; em
luaeguaycbti, cidade da provincia.de Eulre Kios,
e seu mais importante porto no I ruguay ; e na Con-
cordia, villa da provincia de Corrientes, situada ua
in.ii-"in do Uruguay.
O incremento que vao leudo as nossas relnce*
com o interior do l'ern pelo lado do Amazona*, e a
seguranra individual e de proprie lade que coiivm
asseaurar aos subdilosdo imperio,uesses lugares onde
a civilisai;,"io coineca apenas a inlrodiizir-se, aconte*
Ibaram ao aoverno imperial a nomeaco de dous vice-
cnsules,um para todo o territorio pertenr'enle ao go-
verno do litnral de Lorelo. e oulrocujo districto com
prebeuda as provincias de Max as e de Chachapoyas,
que boje Cinislituem o departamento do Amazonas
Sendo o porto de Nauta aquello at onde ebegam
os vapores da companhia brasileira de commercio e
iiavcaarAo, portanlo o principal deposito dos al liaos
de mporl.icAo c cxportarAo, ou o ceulru das com-
iiiuucac,oes e (rato cummercial dos dous paizes, all
teucioia o aoverno imperial eslabelecer um dos
dous sobreditos vice-consuladus, lugo que encontr
pes*oa idnea para exercer as respectivas funcres.
Moyobamba be a maisconsideravel cidade do do-
parlainenlu do Amazona*, e onde o commercio bra-
sileiro mais avulta. Ahi deve residir n outro vice-
coosul brasileiro, que ja se acha nomeado.
O dislricto do consulado do Brasil na Confedera-
rao Helvtica foi ampliada rntfTfnrtrlo do-7 de de-
zembro do anuo pastado, sendo o mesmo agente o
Sr. Jos Francisco tuimaracs, nomeado para exer-
cer iguacs lunrroes nos reinos de llavicra t du Wur-
lemberg, no (irAo Ducado de Badn, na llessc GrAo
Ducal e na llesse Eleiloral.
A emigraran da Allemanba he a que mais promcl-
(e ao imperio, e para promove la e bem encaminba-
la enlcndeu o governo imperial que devia ler um
agenljsen naquelles paizes. A facidadee frequen-
cia das communicai;es entre os referidos dislrictos,
permitlem que um mesmo individuo possa exercer
as luncii>es consulares em lodos elles, com a vanla-
gem dccouceulrar cin si a undade de pen-anieiiio e
de acrSo.
Este coihuI.iiI.i c os da l'rnssla e de llamburgo
poderAo bem informar n governo imperial sobre o
eslado da iii.'II i emtgrarao, c nculralisar as especu-
lares de aveuturciro* que prucurara lucrar cum de-
trimento dos emigrautes, c do paiz para onde esles
se diiigcm.
O Sr. Fredcrico Hermenegildo Nileroy, nomeado
rnn-nl geral d*i imperio em Augola, deixou de se-
guir para o sen destino no devido lempo. S. M. o
Imperador bouve por bem exonera-lo desse cargo
por decreto de 10 de dezeinbro do anuo prximo
passado, e por oulro de ~-> de Janeiro ultimo conce-
deu a mesas! nomearAo ao Sr. Ignacio Jos Noguei-
ra da Gama, que j parti com as nstrucres neces-
sari.is para zelar os ioleretsat brasileiros.
O governo imperial aguarda informarOe* que Ihe
sAo precisas para resolver se convm ter outro* agen-
tes consulares uas possesses porluguezos d'Afri-
ca.
O governo da repblica de Peni cassou as paten-
tes dos cnsules que linba no porto do Bio de Ja-
neiro e nos de Pernarnbaeo e Babi-i. Beceiileniei-
le nomeou o Sr. I). Jeau Gasl consol da repblica
no ParA, com n encargo especial de colber todas as
informacnes que possam servir para o descuvolvi-
meiito du comm-'icio lluvial do* dou* paizes.
O govern i da :-. M. n Imperador de todas as Kus-
lias, em eouveiiuencia de adherir S. M. o rei de sar-
d'-nlia llianra anglo Iranceza, retirou exequ-
tur a tollos os "agentes r insulares sardos recouheci-
dn< cuino laes no imperio, inauleiido o principio
estabelecido desde o romero das hostilidades rom a
Franca e a Inglalerra, de que iirtiliuin subdito das
potencias cm guerra com a Kussia poda exercer
funcres cuticulares, neni mesmo por parle de una
potencia neutra. Tinbainos em Odessa um vice-cou-
sul que se aebava uesse cato, o Sr. Vicente Napole.io
Itossi, subdito sardo, e coiisequculemenle foi-lhe ap-
plieada a probibicAo geral, declarando aquelle go-
verno que nAo seria mais reconhecidn nesse ca-
rarler olllciat al que a* relare* amigaveis entre a
Kussia e a Sardenlia se reslabelecessem, ou at que
o governo do Brasil couliasse o mesrao emprego a
pessoa apta para exerce-lo.
commissanos porloguezes que devem ella* remon
lar ao anuo de 1816, e enlendendo os Brasileiro*, de
accordo rom o governo imperial, que taes rerlama-
eei s dizem respeito As tropa* que se moveram por
motivo de nossa independencia.
O governo imperial enrarregnu a legaras impe-
rial em Lisboa, de se onlender cum o de S. M. Fi-
delsima, para solver-se aquella dillieuldade. Leu-
do re..a,lo a* circumslancias, que segundo er o i|ilo
ministro de S. M. o Imperador, obslavam a que o
aoverno de S. sM. Fidelissima se oceupasse desseas-
siimplo, he d" esperar que brevemente se oblenba o
desejadu accordo, e que o novo minislro nomeado
para esla corle venba ja inteirado do pensameuto do
seu aoverno, sobre a questo verlente, e oulras que
por ventura possam anda sobrevir.
Nu eulrelrelauto, conforme foi adoptado pelacom-
1111 r<, > naquelle seu accordo prelimiuar, lem eHa
prosecuido no exame das reclamaces particulares,
proferindo era algumas despachos inlerloculorios,
para que sejam devidamente instruidas, separaudu
oulras para serem consideradas e julgadas afnal, e
regeilatidn aquellas que, ou por n ao haver causa da
duvida ou por ser oulro o juizo em que derem ser
apresenladas, sao estranhas aos seus Irabalbos.
Acha-se annexo sob o n. dos documentos olli-
ciaes o relalorio que lizeram oscomraissarios brasilei-
ros dos seu* Irabalbos, desile 2:1 de abril de 1855.
CommitsSo mi.rta brasileira e hespunhola.
O ullimo relalorio vos deu completa e circums-
tanciada inlurmarAo sob a nalureza e importancia
das reclamares lietpanholas e brasileiras.
As primeiras procedem dos apresameulus occorri-
dos nos anuos de 1S2I) c 1K2( dos bergaulins t Saula
Itit.i e k Becuperador escuna i Ismeuia e barca
1 Sultana.
O* dous primeiros desle* navios loraro aprezados
na Co*ta d'Africa pela trgala porluane/.a ir UniAo
em 18211. rumu suspeilo* no trauco illicilo era portes
exclusivamente de Portugal. A Isineuia mu Sul-
tana ii o l'oraui em I82l>, por suspeila de pirutaria,
aquella na Cosa d'Afrtsa pelo bngue de auerra bra-
sileiro u Empreliendedor, i> c esla dentro do porto
da Babia peio commanda'ite do reaistro naval.
As rerl.iin irnr* brasileira* sAo de dala mais anliga
c de mui diversa origein ; provem de fornecimeulus
de vveres e objectos navaes, feilos no Rio da Prala,
A* tropas e navios de guerra liesjianlies no anno de
ISIi, pelos subditos brasileiros Antonio Soare* de
Perra ajot Uudaero Gomes da Silveira e C. Em
tome de l'aiva reclaroAo os seus lierdeiros, e pelos
oulros apreseulam-se ns socios liquidantes ou re-
presentantes da dita firma cummercial.
O governo de S. M. C. reclaiuava desde 1815 a
iudemuisaraod.iquellas presa* e depois de luga dis-
cussAo sobre a competencia de aeran diploma-
lica em neaocio allecto .ios (ribuiiac< do paiz,
rnuvieram o* dous governo* no anuo de Isl'i
miar examinar e liquidar a^ dita* recia-
pur mci i de coinmissarios de una e nutra
uarAo.
O governo imperial, que par sua parle lambem
desde 1835 apoiav i a reclaimirAo dos lierdeiros de
Soarat de Paiva. :i que accresceu a dos socios liqui-
dantes da casa de Joso Ludaero Guies da Silva &
Companhia, declarou logo pelo oraAo do seu coto-
inissarin que esle nAo eulraria na liquidaran das re-
clamaces hespanholas, se nao lossein igualmente
consideradas e liquidadas as inderanisaees daquel-
les subditos do imperio.
Lu consequencia de se nao adiar o commissario
hesp.Hibol ulllcieuleraenle habilitado pelas inslruc-
res da sua ciirle, N Irabalbos da commissAu lica-
rain por muilos anuos suspensos, At que recebeu
elle ordeus em 1850 para inlervir tambera as
liquidacoes concernenlcs aos reclamantes brasilei-
ros.
II 'movido cite embaraco, suscitaram-se logo ou-
lras duvidas eulre u* comniissarios brasileiro e bes-
panhn! sobre os seguales poulos:
I." Se deve conlar-se juros do lempo em que es-
liveram suspeusus os Irabalbos.
2. Se deve aduplar-se como base de liquidaran o
pagamento dos dainos emergenles somente, ou tam-
ben! dos lucros cessanles.
,"t. Se deve paa ues durante ludo o tempo da dcteiiQSo das presas,
ousnincutea parle ellecliva e paga pelos recla-
mantes.
O cummissario bespaobol uslenlou a allirmativa
mais favoravel aos itileresses bespaiiboes. U cmr.-
mitsario brasileiro oppoz-sc primeira prelenrAu
e lian admillio senfle a da coinpula^Ao de damuos
emergentes e das soldadas ellerlivameiile pagas.
laes sAo as duvidas que lera retardado o anda-
mento desle negocio. Lina liquidarAo feta s/rirfo
jure, qual pretenda o commissario bespanbol, con-
siderando as reclamaces como se fossein sujeilas
um proceso judicial e mercantil, suscitara todas as
qiiesles de que o* dous governos quizeram prescin-
dir nesse exame e liquidaran pelos seus commi*sarios,
aluu de lerein una base clara e razoavel sobre que
procurassem unta decisAu liual. A liquidarAu c>
'Pi/tto el bono, como era reclamac.cs de igual nalu-
reza lent admiltido o governo imperial, e os de ou-
lra* naeos, inclusivamente a lleapanha, era o meto
que puderia preeucher as vistas dos dous
vernos.
O ex-miiiislrn residente de S. M. Calbolica nesti
corle, o Sr. I). Fabrico Potestad, instando pela de-
risAo do negocio, se moslrou disposto a algum ar-
bitrio que, cortando as queslOes pendentes, sa-
lislzcsse cquilalivamente aos direilos de urna e nu-
tra parle, mas nada iniciou nesse sentido.
O governo imperial continua disposto a entender-
se |iara esse lira com o de S. M. Calbolica, e sendo
de esperar que o actual ministro o Sr. Delavat le-
uh* rccebido.uu leceba iusffttcres definitivas de sua
corle, cora elle procurar chexr desejada solurAo,
tAo depressa Ihe seja poisivel applicar urna attenr,1o
especial a este assumplo.
Heranras.
InterprelaCAo do atligo (i pa'ragrapho I da Constitui-
rn do imperio
O governo imperial tem inuilo prsenles as duvi-
da* e reclamaces que se referem ao reaiilameuto u.
855 de% de novembro de 1851, que lixou e defini
as iseii^ase allribuiroes dos agentes consulares es-
lrangeiros no imperio.
As duvidas suscitadas na.execucao du mencionado
reaulametilo versam sobre a iulelligencia dealau-
mas de suas disposires, principalmcnlc daquellas
que dizem respeito au modo por que devem ser ar-
recadadas, adminislradas e entregues as heranras de
estrangeiros que falleccra iulcslados, ou rom lesla-
mento, quando nao baja prsenle pessoa a quera
conlurinc a direito perlenra licar em posta c cabera
He casal para proceder a inventario e dar par-
dilla.
Alguna juizes oauloridtdes liscaes se lem adiado
embarazado* em harmouisar essa ingerencia que se
permute aos aganles consulares eslrangeiros, na ar-
recadarAo, adminislrarao, liqoidarAo e entrega das
heranras dos subditos de sua* naces, com as dispo-
sires doTegulamtnln de !) de maio de 182, do de
27 de junho de IS5e do alvara de ',1 de agosto ds
17-50 5, que marcam o modo da arrecadacao dos
bens de defuntos c ausentes, e da babililacao ,lo-
herdeiros ; c bem assim com as disposires do re-
gulainenloda38 de abril de I82, do de de junbo
de 18(5, c do alvar de 17 de junbo de 18IKI, na
parle do pagamento do ello da dcima ou da quin-
ta parle da beranca dos intestado!; e finalmente
com a ultima parle do i 12 da tabella auue.xa lei
de 30 de novembro de 1811.
Estas duvidas lem sido resoltioat pslo aoverno de
modo a conciliar as variat dispusiees coiici nenies
a esle iinporlantn a-sumpln, mas subsi-'.einem p.ulo
os seus inconvenientes, que so novas, Itera claras e
lermiuanles disposiraH poderlo remover.
O regulamenlo de s de novembro de 1831, arl. (i,
dispne: que, nos hiaares onde nao bouver agente
consular, douscnmpatriolas do finado, ena falla des-
tes, dous negociantes ou propnctaiios, nouieados
pclnjuiz, servirlo de administradores e liquidadores
da beranca, ale que se proveja subre o destino li-
quido e nao controvertido dclla, em conformidade
do arl. 7.
Tem liavido da partede alguns agrilles eoosutares
a prelenrau de que aquella medida s be spplicavel
qu.in Ini'in neuliiim poni da provincia exisle cn-
sul ou vice-consiil da narAo do lnado. I or do ca-
so desta etcepcAo, anda que so trale de beranca
de estrangeiros fallecidos em lugares nAu compre-
hendidos no districloemque reside o cnsul, eiilen-
dem os ditos agentes que Ibes compite a inesma io-
s que emigram para as possesses inglezas da Aus-
tralia.
O segundo encarreaou ao seu cnsul geral nesla
crle da cuinmissAo especial de visitar os ncleo* de
emigrantes ttttsot que exisli.im eulre nos, e de in-
furnar-se do eslado da ciiluiii*ac,ao em geral, aliv
de que o cunselbo federal possa regular a tendencia
que se lem manifestado nos Canles Helvticos a e-
iniarar para o Brasil.
I'rodtizio na Suissa muilu auimadura imprenta o
facto de lerein os colonos que se furam eslabelecer
na colonia Vergueiro, aalisfeito dentro em dous ali-
os, multo ante* do prazo litado, as subvenrocs que
rereberam das muuicipalidades Helvticas.
O governo Imperial nao cessa de empregar lodos
o- ineios que esta i ao sen alcance para aprovcilar
I Ao favoraveis circumslancias.
No entretanto h cerlo que o* agentes consulares
do Brasil, em Franca, proce.letn ta guarda e aduii-
iiislracao das heranras pertenecer* a sabdilos bra-
sileiros, como em lodo* os seis acto* pblicos,
conforme os u*os e pralicas legaes do paiz em que
residen).
No relalorio do. anno passado vo foi referido o
facto do subdito brasileiro Jos Anlonio Msrques
Craaa, que fallecer em Pars, deixaudo avnllada
fortuna, um lil/io do primeiro matrimonio, uascido e
domiciliado uu Urasil, e dos oulrns meuores do se-
gundo matrimonio, uascidos em Franca, e que sil
se acbavam em conipaulua de sin mili.
O nosso cnsul aeral, por intermedio da Icaarao
imperial, nAosollicitou das autoridades francezas le-
nta qne Ihe permiltissem toda a iulervenrAo com-
palivel com a legislacAo do paiz, aiiui de reguardar
e proteger a beranca daquelles menores.
Era de recelar que alguina davida se su*citasse
.pi lulo competen-i.i do cnsul para inlervir em
favor dos dous menores fora do Brasil, posto que
segundo o codige civil de F'ranca devessem ser con-
siderados como purteucentes nacionalidade paterna.
Havia anda urna outra circajmstancia a allender na
liquidarAu e partilba daquella beranca. e era que
i.ih iv se achassempro indiviso es baus do primeiro
casal.
Allendendo asduas referidas circumslancias, e nu
intuito de psevemr us embaraces que dellas pudes-
sem resultar em prejuizo dos lierdeiros brasileiros
foi que o cnsul do Brasil por intermedio do sea
nacnte diplomtico sulliciloa do governo francez ius-
Irucces que os evitassem.
O processu dessa beranca corree conforma a leis-
lardo de Franca, qual inleiraiutiile sujeituu-se o
nosso cnsul, bmitando-se a nitcrveiir.to ollicialque
a mesnid legisl.iro Ihe conceda.
O governo francez, como veris do annexo A do-
cumento n. lo. respondeu ao pedido da legarao im-
perial, assegurando as mais amigaveis disposices
da sua parte em garantir aos subdito* brasileiros
no tcrrilorio francez Inda a prolecrjin possivel,
em conformidade do tratado subsisleule eulre os
dous paizes.
O regulamento de 8 de noVembro de 1851 lera
de ser revisto e modificado, em vista das duvidas que
em sua latir lem encontrado as autoridades brasi-
leiras, e em harmona e de accordo com o novo re-
gulamenlo que prepara o ministerio da fazeeda rela-
tivamente au iinpurlanle assumplo das heranras.
EnIAu ser tambem ocrasiAo opperluo* para allen-
der as reclamaces pendentes da parle daquelles gu-
veruos que pela diversidadc da sua legislacAo n.io
pnderara estipular a reciprocidade exigida no arl.
21 do mesmo regulamento.
Das disposires puramente liscae*. e das que re-
sera o procedimeulo do nueso juizo de detunlo* e
ausente*, dependen! essencialmente as recl.imarcs
dosaacutes etlranaeiret.
Melliorado o rcg*men toluol como lem em vista o
governo imperial, essas rcclamaoes tarto cm gran-
de parte salisfeitts.
Ficarao, porum, subsistindo asquesles que se de-
rivara da nacionalidade da* bardeirus, em quantu
nAo iuterpretardes, como em varios rotatorios vos
lem sido sollieilado, o > I ,ln art. ti da con-liluirAo
do imperio, dclaraudo se os lilho* de pas eslran-
geiros, uascidos no Brasil, antes mesmo de ebega-
rem a maiondade, devera ser reputados como bra-
sileiros, ainda que contra a voulade de seus
pais.
Desla Interpretaran depende tambem a soluto de
rerliiinaries a que tem dado logar alislameutos na
guarda nacional de llhns de estrangeiros uascidos
no Brasil.
O decreto do governo de S. M. Fidelissima de 10
ie marro de 1852, que mandou observar para cora
os agente* consulares e subditos brasileiros as dispo-
siedes do nosso regulamenlo concernenle arreca-
dar.o e adminislrarao dos bens dos subditos eslran-
aeiros fallecidos no imperio, tem sido era aeral exe-
culado as Ierras daquelle reino sem estorvos era
reluctancia da parle das autoridades lcaos.
Havendo fallecido em 2:1 de agosto do anuo pr-
ximo passado, em um dos bairros da eidade de Lis-
boa, o subdito brasileiro Joaquim de Siqueira Al-
meida Luureiro, o juiz a quem cumpria lomar co-
nhecimeato inicial desle objeclo, enleudcu dever
admillir a intervencAo da curadura geral, que tam-
bera deliborou nomear e ouvir um conselho de fa-
milia.
Tendendo esta innavardo na pralica de taes pro-
cessos a demorar, em prejuizo dusinleressadns, a en-
Ireaa dos bens do* brasileiros que fallecein naquelle
reino ao consulado geral e vice-comulados brasilei-
ros. o minislro de S. M. o Imperador euleiideu-se
sobre essa oceurrencia cora o governo de S. M. l-i-
delisiima, reclamando o reslabelecimenlo da pralica
seauida, que be a mais conforme com a ndole do
decreto citado, e com os seus lin-, que parlicular-
niente se cifrara em acaulelar e garantir a fazenda
deixada, collucando-a sob a guarda e administraran
de urna auloridade nacional, tal qual he o cousulido
respectivo.
lie de crer que o governo de S. M. Fidelissima
faja observar -tridamente o decreto de 10 de marco
de 1852, e as recommendac,es expedidas para a sua
boa execuro por portara de 15 de dezembio de
1854.
Coutiiua i merecer a seria allenco do minislro
brasileiro naquella crle a arrecadarao e entrega, a
quem du direilo, do produelo xlas heranras de "sub-
dilos brasileiros fallecidos as possessoe- porlugnezas
da India e Cosa d'Africa, sempre que be chamada
a sua inlerveurao por falla de consulado brasileiro
aquellas paragens.
O cnsul geral do imperio nomeado yiora o reino
de Angola levou iostruecnes para a protccc,o que
Ihe incumbe prestar a esses inlere-ses.
limigrarao e Colonisnnao.
N'n seu ultimo relalorio o meu Ilustrado antecessor
julgou conveniente apresentar-vosalguinas considera-
rues sobre o eslado a lendenciis rsvoraveis da emi-
grarAu europea, principalmeule da Allemanba e
Suissa, para o imperio.
A concurreucia que nos fazem os Estados-Unido*,
para unde os cinigranles se dirigem esponlanea-
inenle, e a do oulros estados que procurara prover
de bt aros suas colonias, e os mcos qoe para etse
lim eniprcgain cora vaulagem, vos foram lambem
ponderados naquelle relalorio.
Esle objeclo continua a merecer a mais seria at-
ienr.in do mu nuil imperial, como um inlcrcsjo ct-
seucial para a prosperidadc do paiz.
As di*pusircs favoraveis a que se referi o meu
antecessor cuuliuuam e progriduui era alguns paizes
da Europa.
I'iide se dizer que o Brasil be boje considralo
ua Allemanba como olferccendo vanlagens retel e
minio apreciaveis para aquelles que por necesslda-
de, inclinaran, ou desejo de melhorar a sua sorle, -se
decidera a procurar um solo eslrangciro.
A^iiupreusa desses paizes al ha punen actuada
or especuladores, ou por gratuitos uiiniigosdo Brasil,
que se mostravam empenhados em ;des,icrcdila-nos
na Europa com o lim de dar A sua popularAo supe-
rabund-nle oulra direcjAo. boje esla mais* bem in-
formada e sob nielliores influencias, sendo que algu-
mas gazclas nAo s deixaram de Irabir-nos, senAo
tambera conrida'm us einigranlesa queseaprnveilem
da hospilalidade que Ibes ollereccmus.
Aluilo lem contribuido pera esla mudauro que se
manifesli entre os emigrantes e seus principaes di-
rectores, os escriptos que em varios pontos da Euro-
pa tem sido publicados, lazando Conheeido o nosso
paiz pelos seus iiniiieusns recursos naluracs, pela boa
ndole do eu puvo, c peli.s factos que assiaualam
o seu pacifico desenvolvimento moral c material.
A tociedade central decolooiiac{oam Btrlim.que
lama influencia exeree sobre a popularan da Prussia
e de ouiiiis;cstado* da Allemanba, que tiuda ha
pouco nos era intensa, parece inclinada a nosso fa-
vor, sob os auspicios do guverno daquelle reino, que
boje interven! em sua adminislrarao.
Na Blgica, Uavera,_Suissn e Estados Germnicos,
as circamslaocias nos sao anda mais favoraveis, por-
que nesses peiies a emigracto nan be sujeita As rea-
tricees que enconlra da parle do governo da
Presta.
SAo indicio* da svuipalbia que o Brasil vai adqui-
rindo entre os emigrantes europeus, alaumas pravi-
dcifrias recenleiiienle lomadas pelo governo de S. M.
belga e c pelo da Suissa.
O primeiro concedeu aos colonos qne se dirigi-
rera para o Brtiil ai mesmas duuiia, de que gozam
Os iiossos agentes no exterior tem como enea rgo
muito especial entudar o movimenlo ta emigrarAu e
os mcos de attraln-la au nosso lerrilono. neata
intuito o aoverno imperial Ibes ha dado minuciosa*
informaroes, assim a respeito dos favores cora que
promove a imporlacao de colonos, como a respeilo
da* garantase franquezas que estes particularmen-
te, c us estrangcru* em aeral, gozam enlrc nos, pelo
que loca a direito* civis e reliaiosos.
Nos documentos ns. 12 e Id, aunexo A, encontra-
reis algumas inforatlfoes geracs que, ueste sentido
foram transmitidas ns legacoes e consulados dus
dislrictos em que se raziara mais necessarios.
Os nosso* agentes diplomticos e consalares, se
moslran em aeral compenetrados da importancia
que Ibes deve merecer este assumplo ; sAo. todava,
dignos de menrao especial os cnsules era llambur-
go, na Blgica e na Suissa, a quera mais incumbe es-
se servico, por serem os que residera nos principaes
ceiros da eraigracAo europea.
Eu seria injusto se, como o meu antecessor, nao
desse aqui um publico le*len.unho do muitn que
creio devennos, no juizo favoravel que buje se fu-
ma du Brasil na Allemanba, s infurmares esclare-
cidas e imparciaes do Sr. Levenhageu, encarregado
dos negocios de S. M. o re da Pruisia nesta crle,
que tem procura jo esludar o nosso psiz sub o duplo
poni de vista dosiuteresses commerciaes e da emi-
gracAo.
O relalorio dn Sr. minislro da juslira considerou
o casamento mixto sem dispensa do impedimento da
disparidade dn callo, assim como o casamculo de
protestantes tem as solemnidades, que podein atles-
t ir a -ua cxislcucia leaal, privados das garaulias ue-
cessarias para que produzam os efleiios civis, e nao
sirvam de iuslriiineiilo a iuiinoralidtdc para concu-
binalos dislarcados.
O muisteriu da juslira da l'russia, comprclienen-
du mal aquella passaaem do relaturio do illuslrado
Sr. conselbeiro Nabucu. desejuu ser informado se
ai Minia lei especial do Brasil declarava illegac* nAo
s os casamentes mixtos, mas lamliom os evangli-
cos, .-ipczar de serem estes reconhcciJus pele direilo
cannico.
O Sr. Levenhagen, encarregado dos negocios dos
negocios da legacao de S. M. o re da l'russia, solli-
ciloa, por intermedio deste miuislerio aquella infor-
marlo, que llie tai cera minio prazer prestada, co-
mo veris dos documentos nmeros I i a _!(> do mes-
rao annexo,
A falta de garantas suRicieiiles em coudires lao
essenciaes Iranquillidade de couscieuca, e i sorle
de familias dos eslranaeiros que nao professam a re-
liaiao do e-lado, be apuntada na Allemautia como o
inaior ubslaculo para que os seua naluiaes xciiliam
habitar o solo brasileiio. Os defeilos das nossas leil
que regulara a arreeadtcSo e adminislrarao "as be-
raucat, llgarain logodop,.ii daquuila neoetMidtaie.
Algumas legacc* nesta corle lera chamado a ai-
lenr.jj do aoverno iinpnrial parosles importantes
a.siimptus, e miles ine.mo que sua* rerlam.,rBS se
fliesseni eentir lao vivamente, o governo imperial
delles se ocenpava com solicitude.
A refurma dns (lispo*ires elativas as lieranras
uAu pode lardar. As medidas uecessarias para rea-
lisar em luda asna- plcuilude a tolerancia religiosa,
que a nossa le luudaraenlal garante aludos oses-
Iraugeiros, lem ido esludodas, e vos serao propos-
tas pelo ministerio dt juslira.
A vossa solicitude, e a do governo prometlem.
prtenlo, que em breve sera lambem salisfeila esta
segunda neressidade de que lano se qucixa a popu-
larAo eslrangeira no imperio.
Parte poltica.
O desenvolvimenlo de nossas relac.es internacio-
naes se torna de dia em da maii notavel ; resultado
devdoao zelu cora que o governo imperial lem pro-
curado ni me-las e culliva-las as coudires da
raai* perfeila inlelligeucia c amizade, e aos novos c
multiplicados vnculos que crea o nosso progresso e
prosperida.le.
O abominavel trafico de escravos, poslo qile se
pos-a ronsiilerar para sempre extiuclo uu Brasil, he
todava anda causa de incidentes desagradareis eu-
lre o governo imperial c o de S. M. Britnica. He,
porem, de esperar que o goveruu brilanico, conven-
cido por tantos fclos de que sen prucedunenlo lie al-
tamente injusto, alera de contrallo aos bem entendi-
dos inlercsse* dos duus paizes, vira brevemente a
urna poltica mais ainiaavel para com o imperio.
Durante a guerra do Oriente, que felizmente aca-
ba de cenar, neiihuma oceurrencia detagradavel
proveio de nonti amigaveis relares cora as polcn-
dai belligeranles.
Apenas um apresamente levo lugar, era qne po-
diam ser cnraproraotlidos interesses braileiros. mas
esles foram logo salvos pelo procedimeulo rauilo es-
pontaneo do apresador, em respeitu aus nussos direi-
los de nacao neutra.
O I telo a que acabo de rel'erir-me foi o seguinle :
o briaue russo Couriren, em viagein ile Pernain-
buco para Vnlparaizo. frelado e carregadodea.sucar
por um neaocianle brasileiro desla praca. fui apre-
sado nos mares por cruzador francez. Esle e o cn-
sul de I ranc.i cm Valparaizo, a cujo porto foi levada
a pie/ i. regulando-se pelos principios a que a Fran-
ca e a lirda-llreanlia se liiiham obrigado para cura
as naces neutras, nao hesitaran! era entregar a car-
ga brasileira ao respectivo consignatario, antes mes-
ura dedeci-.iostiperior,cuino o exlgiam as circumslan-
cia* do facto, e a ualureza da mercadoria.
Os esforros do governo imperial, para firmar as
nossas boas relares cora oseslados limitrophes, vAo
conseguiudo osseusjuslos lin*; pelar das ditliculda-
des cora que era alguns delles luamos, ditticulda-
des pruveuieiiles, nao lanlu de anligos precouceitos,
como das ciicuraslaucias excepciouaes porque lem
elles passado.
A opiniao mais prudente e illuslrada nesses p,ii-
zecs, faz juslira a polilica moderada e generosa do
governo imperial, e comprelieude as vautagens que
Ibes ollrecemos, oAo sno desenvolvimento dos inte-
resses recprocos de coinmerciu c navegarAo, sendo
tambem uu salutar exemplo de nossa paz e rgimen
constitucional.
Ilepressao do trafn-o de Ajrkanos.
N.io leudo a s.ilisiar.i > que coube ao meu anteces-
sor, de poder aununcar-vosque ucnbuma nova ten-
tativa de imporlarAo de Africanos se deu no imperio.
Us audazes avenlureiros tenlaram de novo altronlar
nossas leis c a animadverso publica. 'I'enbu, pu-
rem, a salisfar.io de assegttrar-vos quo a sua reuci-
deneia servio para demunstrar ,a vigilancia do
aoverno, e A ellicacia dos ineios repressivos do ijue
disponios.
As uuvas lentativa dos (rabeante?, ao que parece,
foram animadas pclaevenlualidade, que alguns sup-
punbam infallivel, de ler o governo imperial de em-
pregar em lins du anno passado nina parle da sua
forra naval lina do imperio.
A epidemia que lanos braros lem ceifado a nos-
sa lavuura, puderia acurucoa-los a novas empre/.as,
se as primeiras lumvcssem sido bem succedidas, mal
nAo pens que inlluisse para especulares dos deas
nicos carreaameulos de Africanos que vicrain aos
porlos do imperio em os mezes de oulubro e Janeiro
prximos passadns, porque evidenteraciile foram el-
las planeadas antes que aquelle iliaello apparecesse
eulre mis.
Fossem, porem, quaes rosnen as causas que de no-
vo neila-isein a avareza e audacia desse* deshuma-
nos especuladores, o malloaro c puuirAo dos seus
inlenlos sTvir-lbcs-ba de escarment, e acabara por
runvcucr-lus de que n.io he mais possivel lograren!
fortuna ueste palz.
NAo ves darei cunhociinenlo de Inda a correspon-
dencia ilipbiinaltra lijuda subre este a- limpio, pul-
que, aloui du raiirr intitilincute a vossa alleurAo,
haveila inconveniente na publicid.ide rto retas cir-
ciiin-lanc.isc fados, que itilerr-.jiii A iuvesligarcs
um que proseguem as auloritla les cncarregadas da
repres-ao. I.iiml.ii-mc-hci a submctler o vossacon-
siderarau os docuinenlcs mais iinportanlcs, e que
podem ser dados luz publica sen dclnni .nlo das
diligencias policiaes.
Iloalos de desnnbarque de Africanos que se nao ve-
rificaran.
A legarao de S. M. Brilaunica deu conliecimenlo
a este miuislerio, em 20 de sclcinbro do mino pro-
xiuio passado, que por uina ctula escripia de Lin-
da conslava lerein partido para o rio /aire dous pa-
lbabules, cun o destino de ievarem Africanos para
Havatia, uu, o que se cria mais provavel, de virem
tentar um desembarque no Brasil, entre a Babia e
Campo*. Segundo a referida noticia, us dous navios
negreirus poderiam ebegar s nussas costas al o dia
15 ou 20 de outubro.
O aoverno imperial expedio inmediatamente suas
urden- para que se manlivessc um rigoroso cruzeiro
naquellas paragens, e inslrucciies aos presidentes das
provincias da Babia, Espirito-Sanlo c Ko de Janei-
ro para que as autoridades do litoral fussem preve-
nidas e reiobrassera de vigilaucla.
Em seguida aquella communicarao, o encarregado
[de negocios de S. M. Unanme i chainou a altencAo
do governo imperial para us boalo* que eolAo corre-
rain, de ler havido em agosto ultimo um desembar-
que de mais de duzeutos Africanos naa proximidades
de Anara dos Reis, e outro de trezenlo*, no mez de
oulubro, ao norte desle porlo entre o Cabo de San
Thomc e cerlo pouto da provincia do Espirilo-
Santo.
'"i pensar da leg3r;A0 de S. M. Brilannra, esle
ultimo boato coincida com t noticia dos dous palhi-
botes, que tinbam ido receber Abricanos no rio /.ai-
re para raporta-los no Brasil.
O goveruo imperial tratou logo de averiguar que
fundamento poderiam ter taes boatos, e as avergua-
res vieram cunlinnar a cunfiinca ein que eslava de
serem falsos.
A o,di,-ir de ura desembarque ao sul desle porto
procedeu do facto de haver naufraaado na costa da
ilha da Harambaia, a 12 deseterabro ullimo, ura
pequeo navio que neiihuma rclarAo linda cum o
trafico de escravos.
Deu orlgcra an segundo boalo oulro naufragio,
que occonra no dia 12 ou 13 do mesmo mez de se-
lerbro ao norle do cabo de San Thom, dn navio
belga Sycerheid, que vinha de Antuerpia para San-
tos carregado de sal.
Tentatica de desembarque de .l/ricaiw na cosa
de SerinhSem.
Em 5dejulbo do anno prximo pas.ado conslou
ao presdeme da provincia de Pernambuco, que na
comarca do Kio Formoso se fallava de um desembar-
que de Africanos, que por all devia ler lugar. Ape-
nas recebeu elle esla indicia, posto que muito incer-
la e vaaa, ordenou ao chele de polica e ao com-
mandante da estncAo naval, quo dirigissem especial-
mente a sua alientan para aquello poni.
No decurso de mais de ires metes nada se pode
descubrir que cuufrinasse o dito boalo, apezar da vi-
gilancia da primeira auloridade da provincia, das
autoridades lucaes e dos nossus cruzadores.
O vapor de guerra hritanuicn Ilt/leman fez por es-
se lempo vario* cruzeiros ao sul do porlo do Heme,
provavelmeole cora as mesmas vistas, e tambem na-
da descobrio que induzisse suspeila.
Deve-se boje crr que a vigilancia das auloridade.*
acobardan os curapromeltidos na fallada especulaeao,
e que por sso licou ntetraiueiite occullo al ao ulli-
mo momento aquelle seu criminoso intento.
No dia II de outubro appareceu um palhabole uos
mares de Serinhaeni, ancorado juulo da Iba de
Santo-Aleixu. Niuguem suspeitou que fosse ura na-
vio ncareiro, a persuarao geral fui que viera du por-
lo do Recite para all fazer qaareutena, porque a
esse lempo ja algumas provincias do imperio se acba-
vam invadiJas pelo cbolera-inorbus.
I mi eircumslancia forluila descobrio o lim illici-
lo daquelle navio, e enlregou-o polica local. Ven-
do approximar-se um barco do commercio de cabo-
lagem, a aenle do palhabole suppoz-se perseguida
por um navio de guerra, e precipitadamente levan-
tou ferro, e entrn pela barra de ScrinhAcm, onde
cnrulhnn e dito nalliabote, e foi apprehemdo com
1B2 Alncanos a sen bordo.
V appreben.Ao fui ellecloiida no dia i'5 de outu-
bru pela madrugada, sendo u apprcheos.or n com-
mandante do deslacamenlo policial do municipio,
qne para css lim loee de Tazer urna marcha violen-
ta de mais de cinco leguas, por acbar-se a esta dis-
tancia quando no da 12 a mcia-noile recebeu o avi-
so da auloridade policial do dislricto.
Duas rirctfmslancias muito lamenlaveis se deram
ne*se successo : a IripnlarAo contrabandista conse-
auio evadr-se, o fnram extraviados algn* Africa-
nos, antes que aquelle activo e honrado ollicial to-
11 i conta da presa.
Informado era l(i de outubro o presidente da pro-
vincia do que se linba passado em SerinbAem, fez
em continente sabir para aquelle ponto o hrgae de
guerra llamarac sob o coramando do che Te da es-
lacAo naval, a quem encarreaou a conducen > de lo-
da a presa para o porto da capital.
O briaue llamarac' ehegou de vnlla ao porto do
Becife no dia 21 de outubro, e apenas o chele de po-
licio conclaio as vslohas e examrs preliminares que
prescreve a lei, e proveu ao deposito e Iralameulo
dos Africanos, parti para SeriuhAem, afim de dili-
genciar a captura da tripulado contrabandista, ap-
prebender os Africanos extraviados, e instaurar o
competente processo.
Um navio de guerra foi para all estacionar a d*-
posirao da sobredita auloridade, e oulras providen-
cias *e adoplaram para auxiliar as enrgicas dili-
gencias que llie foram recommendadas.
Ciinbeceu-sc enlAo que o navio apprchendido era
porluguez, e fura construido em Angola ; que o seu
carregainento, orisinariamente de 2,0 Afrioanos, es-
lava redozido a 1(i2 quando foi feta a anprebensao,
por (erem fallecido durante a viagein M), e um na
cosa de SernbAeni, e lerem sido extraviados 47.
Nove dos extraviados foram loao descoberlos as
mallas du ctigenbo Cachoeira, onde ns abaudouaram
em consequencia das pesquizas policiaes.
Nu dia lt> de novembro acbava-se o chele de po-
lica de volia na capital, e seis das depois proniiu-
ciou prisAu c livramcnlo', como incursos nu arligo
2 da lei de 7 de novembro de 18)11, oilo dos indi-
viduo* rompromeltidiis naquelle criine de contraban-
do, dous como autores e os mais como cmplices.
'lodos estes aclos foram encelados e concluidos em
0 das, contado este curto prazo desde que u presi-
dente da provincia leve conliecimenlo do occuirido
era SeriuhAem.
O guverno imperial por sua parte, desde que re-
cebeu as communicacijes do presidente da provincia,
nao cessuu do expedir ordens a* mais lerrainanlc*,
a de activar o zelo das autoridades locaes para a com-
pleta averiauarAo do crrae e dos seus culpados.
Ilaveudo motivos para crer que o delegado de po-
lica do termo deSerinbaem se hoove com fraqueza
e negligencia, e que por isso tiverain lugar os duus
fados que deslustrara aquella apprebensAo a fuaa
da IripulacAu cuntrabandisla e o exlravio de 17 A-
fricauos, ordenou o governo imperial que fosse a-
quella auluridade responsabilisada.
Oulrosim, foi pela ii.esti.a occasiao ordenado que
se repelissero as buscas nos lugares suspailos, em
prese ura do chefe de polica, ou de oulra aulorida-
de de conlianca, afm dt coraplelar a apprehensao
dos Africanos extraviados ; e que semelhaotemente
se procedesse alim de conseguir a prisAo dos deln-
queme* pronunciados, e pronuncia de oulros que
por ventura fossem descoberlos vista das proras que
de novo se colbessem.
O governo imperial nAo conhece ainda o resulla-
do definitivo destas ordens, mas j consla que dos
IS Africanos que fallava apprehcndcr foram descr-
benos e salvos mais 12.
Expuz-vos, seubures, circumslanciadameule o lac-
lo do desembarque que se leulou cQctuar em uos-
sas praiai, pela primeira vez depois de 1852, bem
como o zdu o rigur com qoe o guvcruu imperial or-
denou que se prucedesse ua pnica, desse novo al-
lenlado.
Nu esleve uas m.ios do governo imperial evilar,
iicm a audacia dus espcculaduies eslrangeiros, que
vieram experimentar mais urna vez u estado da opi-
niao publica no Brasil contra o trauco, e a ellicacia
da aceto repressiva do governo, era o escndalo
com que se dearadarara alguns dus habitantes de
SeriuhAem, sublrabindo apprcheusAi) legal alguns
Africanos.
O governo imperial c seu delegado em Pernam-
buco estigmalisaram o atteulado, e nada piiup.tr,un
para casliga-lo cxemplarmente.
E quera conhece as facilidades que o extenso e
despovoado hu.nal do Brasil olerece a taes empre-
zas, os embaraces que o interior do nosso vasto ter-
ritorio, ainda em grande parle coberto de mallas, e
privado de vas do coinmunicacAo, oppem ns pes-
quizas e diligencias das autoridades, nAo desronbe-
r que o faci de SerinliAcm falla a favor; c nao
am descrdito da rcpressAo do traben no imperiu.
Na obstante, purera, Indas estas consderares, a
legarn do S. M. Brildiiuica, itiipressinnada por
inexaetti informaceei do comal bniannicti em i'ei-
iiambuco. aprecinu aquellos tactos du um raudo raui-
lo di'-favoravcl au paiz, nao hesitando era dirigir ao
govern.i imperial a nota de 7 de inarru ullirao, que
lereis na correspondencia couceruenlc a esto as-
sumplo. >
Sorprenden e magoou profundamente ao governo
imperial a acc usa., a > injusta e a ameuc.a que se con-
ten na referida nula da legacAo de S. M. Britan-
uica,
O governo imperial julaava que sua boa f e deci-
dido empenbo na repressAu du Iralico j eram devi-
dainenle apreciados pelo aoverno britannico. que
conbere bem as dilliculdades que o guvernu impe-
rial se prpuz vencer, e tem sabido vencer para cou-
seguir a completa exlincr.ij desse abominavel cora-
ineiciu uu Brasil.
O guverno britannico, posto que larde, havia dado
solemnes lesttmunhos da sinceridade e ellicacia dos
esforcos do governo imperial, (, pois, era de crer
que estivesse disposto a tratar-nos, senAo com bene-
volencia, pelo raenus com juslira. A sua legacao
nesla corte anda recenlemeute havia dirigido ao go-
verno imperial expresses que contrastara nolavel-
iii".ite com a aineaea e termos da nota de 7 da
marro.
O desgoslo do governo de.S. M. Brilaonica era at
cerlo ponto explcavel sob a impressAo das primei-
ras iiolirias incmplelas e exageradas do successo de
SeriuhAem. Essas iioprrsses, porm, deviam ter-st
lugo desvanecido com as iuforrascese segarancas qoe
o overno imperial deu legarAo de S. M. Brilauni-
ca, e com a importante apprebensAo. qne depois oc-
correu da escuna americana Mari li. Smilh.
O governo imperial se compraz, perianto, em erer
que a nova olleasi que llie irroga a nota de 7 de
.narce na loria lugar, se. antes da exeeeir.so dts
ordens.a que se refere a legacto de S. M. Brltanni-
xa, o seu goveruo hoovesse podido apreciar exacta-
mente a origem e circumslancias dos factos de que
se trata, e as irrecusaveis provas que o aoverno im-
perial havia dado do seu empenho em perseguir com
a maior severidade as ultimas tentativas dos avenlu-
reiros traficantes de escravos.
At o anno de 1850 a repreisAo do trafico foi de
cerlo poacu etlicaz, apezar da coadjuvacto regular
que ao goveroo imperial prestaram os numerosos
cruzeiros brilannicos as costas do Brasil e d'Africa,
e apezar das violencias que o acto do parlamento
britannico de 1815, que ora se nos records, aulori-
sou e foram exercidos pelos seus execulores.
A lei de 7 da novembro de 1831 era insuflicienle,
e as circumslancias do paiz aiuda mais enfraqueciam
a acrAo do govefl
*Vo intereste do imperio, e em sa-
oaproraissos, logo qne as circurai-
ain, o governo imperial solicitoa
les o poderoso recurso da lei de 4
de selembro de 1850, e das disposicries addiccionaes
de 5 de junho de 1854. Desde enlAo a repressao do
trafico tor uou-sc lao ellicaz, que s um altentado po-
de escapar i soa viailancia e severidade.
Iloje nenhum espirito desprevenido, e bem infor-
mado do que se passa no Brasil, dnvidar de qne o
nosso progresso conta seguro inai este assignalado
Iriumphoa completa exlincrAo Jo pernicioso com-
mercio de escravos.
O governo imperial respondis^ nota da legarao
de S. M. Brilannica, como veris no docomenlo sob
n. 12 do annexo B, e est firmemente persuadido de
que o seu juslu resentoeiilo, e-as anaigaveii consi-
leraees que dirigi ao governo britannico, serAu
por este devidaraeule apreciados.
Cntwfiar-se-ha.)
fio bem en
lisfacao ao
lancias o pe
e vos llie codi
QUVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta do da 28 de maio.
Circular Aos Exras. Sis. enviados extraordina-
rios c ministros plenipotenciario*, encurregados de
uegocios, e ministros residentes.Tenho a honra
de participar a V. Exc. que, nomeado presidente
desla nruviocia pur caria imperial de 2b' de abril ul-
timu, tomei hoje posse da respectiva adminislrarao.
Nesla qualidade e.larei sempre promplo a salisfa-
zcr as ordens de V. Exc., nao s relativas ao servi-
ro publico, como ao sen particular.
Approveilo esla opportuoidadc para apresenlar a
V. Exc. os protestos da minba dislincta cooside
derarao c eslima.Neste sentido ofliciou-sc aos
Exm*. pre-idenles das provincias do imperio.
tiln, e Exm. Sr...
Sergio Teixelra de Macedo.
Ollieio Ao Exm. mareehal comraandanle das
armas, inteirandn-o de haver tomado posse do car-
go de presidente desta provincia, para o qoal fura
nomeado por caria imperial de 26 de abril ullimo.
i-iiaes rommuiicares foram follas a lodosos che-
fes de reparliccs. cnsules, commandantes superio-
res, juizes de direito e municipaes, e camillas.
Dito Ao inspector da iheaouraria de fazenda,
aulorsando-o a mandar indemnisar. nos termos das
ordens do ministerio da guerra de 24 de uutubro e
:lt de dezeinbro do anno prximo passado, ao cap-
lio Manoel de Campos I.eile Peoleado, e aos alia-
res Augusto Leal Ferreira e Manoel Aogosto Barba-
Iho Picaneo, d que se Ibes esliver a dever de forra-
gens para beslas de bagagem, -pelas marchts de qua
tratam os papis que devolve ; tendo a conta de se-
mentante despeza organisada em vista do qoe expoz
o mareehal commandanle das armas na intormacalo,
que remelle por copia.
Dilo Ao mesmo, recommeodando qoe manda
abonar ao Exm. conselheiro Jos Beato da Cuoha o
Kigueiredo a ajuda de cusi, que Ihe compete como
depulado supplenle i assembla geral legislativa
|ior Dilo Ao juiz relator da junta de justica, trans-
mitlindo, para ser relatado cm sessAo di mesma jun-
ta, os procesaos verbae* de Manoel Francisco do Ro-
sario e .lusliiii.inn dos Reis, esle nnsperada do qaar-
lu balalhao de artilbaria a p, e aquelle soldado do
mundo de infamara, -r Parlicipoo-se ao mareehal
comraandaute das arma*.
Dito Ao Dr. Po Aducci. Em resposta ,i re-
quisicao que Vmc. me diraio com data de boje,
leiiba a dizer-lhe, que do ollieio do Exm. Sr. presi-
dente da provincia da Baha, datado de 20 de mar-
co ullimo, c do modo por que elle foi executado a
rtsjieito de sua passaaem para aqui, se deduz clara-
mente que as despezas de viagem correal por conta
de Vmc. ; o qoe naturalmente foi tido em conside-
rncao quando S. Exc. marcou o sen vencimento dia-
rio. O pagamento da passagent para a saa pessoa,
marcado pelo meu antecessor, j he um acto beue-
vulu, que com muito prazer confirmo.
29
OfficioAo Exm. mareehal commandanle das ar-
mas, remmeltendo para o Gm conveniente duas re-
lajfies de alteradle*, sendo urna acerca do capildo
Jos Aurelio le.Moni a, que se acha servindo oa pro-
vincia do Piaubv, e a oulra, relativa ao soldado Ja-
clnlhp Manoel Comes, que est addido ao 5. bala-
lhao de infamara. ,
DitoAo inspector da Ihesouraria da fazenda, in-
teirando-o de haver o juiz municipal do Cabo, ba-
rbarel Ernesto d'Aquino Fonccca, participado qoe,
no dia 2i do crreme, assumira o exercicio da vara
de direilo daquella comarca.Igual commauicacAo
se fezao conselheiro presidente dt relarAo.
^ DitoAo mtimo, trausmitlido para o lim conve-
niente ti avisos da letlras ua importancia de res
7:9079310, sacadas pela Ihesouraria de fazenda da
provincia do Kio t. rinde do Norle, sobre a desta, e
a favor de Joaquim Ferreira Nobrt Pelioca, JoSo
Chrisostnmo de Oliveira, Domingos Ilenrique de Oli-
veira, e Jos do Reg Be/erra. Parlieipou-se ao
Exm. presidente daquella provincia.
Dito Ao mesmo, communicando qoe, segando
constou do aviso du miuislerio da juslira de 16 do
corrente, foi prorogado por mais 3 mezes, u prazo
marcado ao bacbarel Bernardo Machado da Costa
Doria, para vir lomar posse e entrar no exercicio do
lugar de juiz de direilo da 1.a vara crime desla capi-
tal.Tambera se communicoa ao conselbeiro presi-
dente da relee ii,.
Hilo Ao mesmo, recommendando qoe mande
pagar ao acadmico de medicina Jaime Gomes Ho-
biiisni. que vai em noramissao s comarcas de Flo-
res e Boa-Vista, um mez de gratificaran qne venceu
em 17 do corrente, e bem assim adiaular-lbe mais
um mez da referida gralilicacao, lado na razao de
308000 diarios.
DiloAu commandanle da eslaclo naval, recom-
mendando a expediro de suas ordens, naospara
que o vapor nacional I iamo esteja promplo a seguir
para a curte no da 31 do corrente, mas tambem
para que o respectivo commandanle reeeba a seu bor-
do e transporte para alli o Exm. conselheiro ex-pre-
sidenle desla provincia, Joso liento da Cunha e l'i-
aueredo e as pessoas de sua familia, bem como o
depulado assembla eeral legislativa, JcAo Jos
Ferreira de Aguiar. Ofliciou-se ao inspector dcar-
senal de mariiilia para salisfazer os pedidos que pata
esse lim Ihe forein feilos.
DiloAo juiz relator da juula de justica, transmit-
tiudo para serem relatados em sessao da mesma jun-
ta, os procetaoi verbaes dos soldados Pedro Jos Al-
vos c Venceslao (joncalves de Amorim. perlencentea
ao meto balalho do Cear. l'arlicipou-se ao Exm.
presidente daquella provincia.
Dito Ao direclur Jo arsenal de guerra, para
mandar substituir a africana livre de nunic Rosa,
que asta servindo no collegio dos orphaoi, por urna
das existentes naquelle arsenal.
DtuAo mesmu, recommendando que, logo qoe
chegue ao porto desla cidade a escuua /./ida,taca S.
S.1 desembarcar della e recolher a aquelle arsenal
nAo so os objectos mencionados na relajan que remel-
le por copia sob n. 1, mas tambem os voluntes deque
(rata a de n. 2, pulido esles di-posie.'io do inspector
do arsenal de marulia.0(Hciou-sc ao mencionado
inspector para promover a condur3o dos referidos
volnmes para as provincias a qoe se destinara.
DiloAo doulor juiz de direilo Policarpo Lopes
de LeAo, inteirando-o de o hiver nomeado inlerina-
men(e pira o cargo de chefe de polica desla provin-
cia, em lngar do doutor l.uiz Carlos de Paiva Tei-
xeira, que por decreto da IS de abril allimo foi exo:
MUTILADO
ILEGIVEL


llorado rio referido cargo,c.ronvidando-oavir pro-I.ir
o juramento do csl>lu, nlim de eolrar logo cm ex-
erciciv. l'i/..T,im--e ai uccessarias coiuiuuuica-
res.
Dito\os inspector do arsenal de niarinlia, para
mandar i ,/ r no telcgrnpho da lorro do collesio os
roncertoti que se fazem precisos. Comrounicou-sc
ao administrador do eorrcio.
DitoAo inspector di lliesouraria provincial, rie-
clinndo qne o l'.xm. presidente do Cearn parlicipou
haver pedido ordem a respectiva lliesouraria de
rendas provinciaes para mandar indemnisar cssa re-
pjrtij.lo da quanlia de 17 i.Viin r-., que ein conse-
quencia da ouleni desle governo, foipaga casa coro-
mercial desta praja I.ecomte cj Pern, como saldo
U importancia de diversos objectos de engenharia,
encoramendados para o servido daquclla proviucia.
BiloAo presidente interino dacomroissilo de hy-
itiene publica, remetiendo, em consequencia desua
requisijao, dnas laminas de pus vaccinieo.
tifioAo mesmo, mandando sobr'eslar na remos-
ta das ambulancias destinadas a provincia do Kio
l irande do Norte, visto assim o haver pedido o Eim.
presidente daqoellu provincia.
DitoAo presidente da junta de qualificaj.lo da
Iregueiia do Pojo da Paoclla, aecusando recebida
a lista que Smc. remelteu, dos cidadaos qualilica-
dos volantes naquell.i fresuezia. Igual ao juiz de
par presidente da junta qualiticadora de Bezerros.
l'ortaria Ao agente da campanilla das barcas do
vdpor, para mandar dar patsagem at a Babia, por
conta do governo, nn primeiro vapor que seguir para
<> sul, ao aradeimc6 Francisco Julia de Frailas e Al-
buquerquer.
IZTISIflR.
PIMO BI ggMMM QUABT* Fgg< 4 01 JUNHO M US6
Com o sistema dcrouiribuijoes voluntaria-, as es-
ColassaO geralmenlo fun.lajocs de pessoas pidosas e
a educarlo alci be por issu religiosa ein grande par-
te. Se be o publico que paga, d'aqoi pordiaiitaiiae
sera mais do quo cuna c locacao -ocular que be nos-
sivcl dar. '
A Sarao.
Londres Id de abril.
Ha dias que tornamos a inania das discusses
theologicas com que se divertem cerlos membros da
cmara dos commuiis.
Muila-, vetes temos ouvido sustentar a tliese da
eicellencia o da supremaca da religiao anglicana so-
bre todas as outras.
Ha na cmara um cerlo numero de representantes
que goslam desta queslao porque a teem tratado ate
a saciedad o no parlamento, amen como em reu-
nics particulares.
Esta jgrtja que se cstabelecea tob a baudeira da
tolerancia religiosa, cunta em o seu seio os mais ar-
deotes adversarios da;lolcrancia. Os Spoonass, os
Nowdegala os Dummond sao de cerlo os humen*
mais doces do mundo as reljeles ordinarias.da vi-
da privada, mas no que rcspcila is quesloes religi-
osas sao tigres.
Foi a proposito da admissao dos judeos no parla-
mento o a respeito dos seminarios catholicoi de Max-
iiolh que a cmara dos comamos se formou ji por
.lu- vetes em concilio. A primeira quesillo he lito
velha como a segunda. Ha oilo anuos que ella se
reproduz peridicamente no parlamento.
Heve porem dizer-sc que a cmara dos communs
sempre a tero locado ravuravelineuie, em quanlo
que a cmara alia sempre a tom repellido.
Desde que a cidade de Londres escolheo por re-
presentante o barao Kolhschild nao se tem passado
urna legislatura sem que a cmara dos communsdei-
xe de emillir nm voto em favor de sua admissao.
Todava fiel ;'n exigencias da lei, como hoje vigo-
ra, a cmara nao quiz admiltir o barao Rothschild
antes de se mudar esta lei. Em vSo lhe tem dado
divorsos meios de a Iludir, ella os tem recosadu ape-
lar de seus desejos polticos.
Em uma palavra a cmara nao tem querido dis-
pensar o dito naran do juramento que a lei exige,
mas declara estar prompta a mudar a le.
De cerlo ja sabis da queslao. Depois da queda
definitiva dos Suarts c do eslabelecimento do ramo
de Harraover, fez-sc urna lei que impunba un ju-
ramento qae tnha o carcter religioso e poltico.
Tratava-se de consagrar o novo eslado de cousas e de
evitar principalmente o cornejo das lulas quo a
lDglaterra|prolesl*Bte Uvera a 'sustentar contra os
catholicos, ou contra os inclinados ao calbolicismo.
Ijuramento prenda a fidelidade dos vasallos .i uo-
va dinasta, a eiclusao de outra qualqucr, c consa-
grava o principio religioso, que devia presidir aos
destinos ae Inglaterra, excluiudo explcitamente do
tbrono quem alo pcrlencesse a religiao anglica-
na..
O juramento terminava e anda termina com urna
formula inleiramenle indepcndenlc das ideas, que
linham presidido i redaccao do seu principio, a for-
mula be esta :
Sobre a verdadeira fe de christio.
Para lodo o homem imparcial e que conhece a
historia de Inglalerra, be evideule que esia expres-
sao nao quera significar que os judeos n.o podan)
ser admittidos no parlamento. Ninguem se podia
lembrar de que em 181!) dara a cidade de Londres
i mana de cscollicT por representante um israelita.
Islo be monstruoso c impossivel do mais para nos
determos a fallar nislo.
A nica consa que foi importante aos olbns do le-
gislador da tatas foi assegurar a cora da liraa-Bre-
lanha .1 um re protestaute e excluir jin para sempre
os Sluarls.
Ouafnlo a esta ultimo Om, lia muito lempo que el-
le se conseguio, por qoauto a familia dos Sluarls es-
ta boje cxlincla, quanlo ao primeiro fim niugueiu
peina em o desilludir. Tor occasiao da cmaucipa-
Jau poltica dos calbolicos, cumpria fazer urna leve
modificajao ao juramento no que lite ditia respei-
to ; em vez de Ibes fazer jurar defender a f anglica-
na, contentarain-se em Ibes faicr jorar que uao a
liaviam de atacar.
nuanlo verdadeira f de cliristao, os catholicos
nao poderiam ter alguma hesitarlo em invoca-la.
Mas para um judeu, era bem difierenle, e a phra-
so nao poda passar pela sua garganta. O bar.10
Kolhschild proonociou pois lodo o juramento, excep-
to a dita librase.
Apezar da boa vontade da cmara, a seu respei-
to, ella declaroo que o juramento, assim truncado,
nao poda Mitaer.
foi quasi immedtatamenle depois introdazido um
bil e adoptado por ella, para modificar o juramen-
to, mas a cmara dos Iprds rejeilou-o, como o lizera
em todas as sessocs, e em todas as novas tentativas
da cmara baixa.
Desta vez anda esla ullima adoplou o principio
por urna manira importante 2:11' votos contra
195 mas a cmara dos lords insistir provavcl-
menle na sua resistencia.
He muito extraordinario 11110 os representantes, to
liberaes e tao tolerantes, quaudosc Irata dos judeus,
0 srjam Uo pouco quando so trata dos catholi-
cos.
Quero todava acreditar qbe a votarlo de bonlcm
a respeito do seminario ralholicn de Maynoolh foi o
resultado d'uina comdinajlo organisada pelos ul-
Ira-anglicanos, que passarara palavra para serem
exactos na sesso, cm quauto que aquellos que le-
riam podido volar contra elles. licarara cm urna cri-
minosa apalhia, e nao liveram o incommodo de vir
a sesso.
Da reslo n3o he a primeira vez que semclhanto
victoria foi ganha pelos primeiros. e seguida quasi
iinmedialameiile d'uma derrota em consequencia da
jnnejao das tropas adversas.
Seja o que for, Mr. Sproner pedio o que elle pede
peridicamente ha dous auuos ; que se retire a allo-
cujao feta ao seminario calholico irlandez de May-
noolh, ea cmara anuuio, esla vez, a esta peiicao
por urna maioria, de reslo milito pequea, de 1!)'
votos coolra I i.
Nao me ocenpare dos promenores desta discussao.
Acha-los-heis ao resumo da sesso de 15, e conleo-
1 ir-me-hei com algumas rellexcs incidentes.
He muilo proavelTque o ministerio que faz a re-
serva da sua maioria com-o auxilio dos representan-
tes irlaodezes, fr ver por occasiao da primeira Ici-
tura do bil, a queslao do gabinete. He, pois possi-
vel que, neslas circumslancias, elle teoha ama
maioria semelhaote que votara a admissao dos ju-
deus, e Mr. Sproner devera esperar pela prxima
primavera para reproduzir a sua proposito.
* s prevavelmente admirai-vos de que eu nao
admiti a cousa senao como possivel e nao como cer-
ta. EOeclivameute, sguiudu as leis da lgica, di-
ris : ae 30 volos se reuniram contra 195 para mu-
dar orna formula de juramento, que fechara impli-
rilamenlc a porta do parlamento aos Israelitas, esla
niaiuiia nao pode deixar de seapresentar quando se
tratar de fazer um acto de ju-lira a seis milhdes de
subditos da rainha de Inglalerra. He com efleilo o
raciocinio que se aprsenla muilo naturalmente ao
espirito.
Mas eis-aqu como os fados desmentem a ruzo.
Lsid queslao de Mayuoolh tem o privilegio de ser
tratada com urna graudiisima importancia nos illfe-
renles collegios eleitoraes. as provincias cm que
iulluencia dos ministros anglicauos he muilo grande,
minios liberaes leem querido lomar em frente dos
elcilores o couiproinisso de votar contra a allo-
curao.
II parlameulo aclual 11.10 tem j muilo lempo de
durado, e os rcpresenlanles receiam apresenlar-sc
nos seus elcilores com um voto opposlo a sua cousci-
ejicia.
Quanlo queslao dos judeus, nunca foi lubmetlida
a algum candidato, porque os au^licjinos nao re-
ceiam, em deliniliva, iuva.-ao alguma d'uma religiao
que1 nao conta sen.lo algantdez mil individuos.
Quanlo ao calbolicismo, he oulra cousa.
Kllc reina d'uma maueira obsolula em Irlanda, e
conta eulrc os seus adeptos pouco mais ou menos a
quaria parle dos subditos da rainba.
lie o que faz que os representantes tenli.im a lber-
dad* de volar como elles querem 110 negocio dos ju-
deus, mas que elles desejam submelter-se s vigen-
cia de seus eleilores no negocio dos catliuliot.
a esiaiistica he una muilo bella cousa; faz-sc-lhe
oizer oque so quer.
Asuro em quanlo que lord ohn Uossill a toma
l.V.,l ",U,nl' |iara l'rVa'" 'l"ci educa.onacioual
oblemnm^',"" '. Sir John Uraham
ua re ull e5'CmUI'110 .*U7mm* PP" *>
gmso ,1UB ad"'' tduc'"-au esl Pro-
Osen lem ou nao lemrazao ?
idIUm-'",'l'-'-'"''1'rqUa,Ul" m,*"yi* cilr*>
I1TEHI0R.
RIO DE JANEIRO
SENADO.
SESSA'O EM 13 DE MAIO DE 1836.
/'rcsttlatcia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanti de
l.acerda.
A's 10 dorase :iil da inaiihaa, reunidos 30 Srs.
senadores, abrio-se a sesso foi lida e appmvada a ac-
laida aulorior, e leu-se o seguinte;parecer:
A cominissao de constituirn examinou a indica-
cao feitapelo.Sr. senador visconde de Jequitinhnha,
propoodo que o senado delibere se o exercicio de
presidente do banco do Brasil esla incluido na dis-
posi.-.io do artigo :\> da consltuirao : e entenden-
do a commissao que o principio do incompalibilida-
de dos empregoa com o axereicio das funecoes ie"is-
U'livas n.ia dove ainpliar-se, e convencida' de que a
presidencia do banca do Brasil nao lem os requisi-
tos que sao 111 hspensaveis para sievet cooaiderar-se
um emprego |iublico, nos tormos do artigo M da
conslilufo, be de parecer que a disposicao leste
arliuu nao rompreheiide a presidencia do banco do
brasil. Paco do senado, cm 12 de maio de I85G__
v iscoude de Abaete.Viscondc de Sapucahv.
Sendo julgada a indicaran objecto de deli'berarao
na conformidade do artigo liT 1I0 regimcnlo, fi
inip.nnir com o parecer para eulrar na ordem dos
traba Inos.
Leu-se c foi a imprimir o seguinle prnjeclo de
rcsposla a falla do lhrono, apresenlaJo pela respec-
tiva commissao.
ci Senhor.O senado vem agradecer a Vossa Ma-
geslade Imperial, e retribuir com o maior acata-
mento a eoogralolaelo, altamente honrosa, com
que \ossa Mageslade Imperial se dignou saudar a
pro-ente reunido da assemblca eeral.
Acompaulia o senado respeilosamenlc a V. M. I.
na -profunda inagoa que senle o seu paternal cura-
cao em presenra dos lamentaves elleilos di epide-
mia que luvadio algumas provincias c esla corle, e
vai acommeltend a mor parte das oulras ; e espe-
ra lambem da infinita bondade e misericordia do
lodo lodernso, ante qoem uva hiiinilhainos, que o
BrasilI hcara preservado, e para sempre, desse ler-
rivel llagello.
Alera do conforto
e para sempre,
que
liara sua missao de clareza o de looica.
Lomludo ha um faci ceno, be que a educar .0
publica repousa aqui sobre urna base beu. ZSS
pois que ella nao lem ou.ro eleraen. d'e? ,Te, a'
saiiao as subscripijoes voluularias.
Lord John Russell quercriadar-lhe urna base mais
solfda, dividindo o ramo ero disiriclosdeeducacao,
e pe indo ao imposto os fundos neceasarios
Ha aqu tao pouco de conlradicco, que!'bem que
.".JIM 'Wf fTe di"d; "S ** o p"
jeeto de lord John foi regeitado por uma maioria
coosideraval. He preciso accrefceutar qae ba anda
nina qqesiao religiosa.
. nos da esta esperanra
no mcio do 1.1o acerba provacao, o senado so apraz,
> aiibor. de recouhecer, e recomineudar i gralidao
nacional, o que anda .nos vem dos desvelados es-
rorros com que o governo de V. M. I. nao cessa de
acudir as puvoacei atacadas. Kem be menos con-
soladora a prahea que teslemunhamos, de nume-
rosos actos de resignaran e coragem, de caridade c
dedicaran, que lano houram a humandade, como
sao dignos de especial louvor coui que V. M. 1. se
servio coiiimoiuord-los.
n Quando mullos e vlaes inleresses do Brasil nao
inessem demonstrado a uecessulade de allrabir colo-
nos uteu, seria em verdade bstanle para lorna-la
evidente e imperiosa a diaria c rcenle perda de
bracos que tem sofTrido a lavoura, e promella aug-
mentar a producrao do nosso solo. E cerlo de que
salislac.no desla uecessidade depende do concurso
simultaneo do eslado e dos parliculares, o senado
alianza a sua msis decidida coopera^ao para que o
governo de V. M. I, sja habilitado > promover iao
urgente empreza, c inslanlemeula invoca o patrio-
lnmo e boni sonso dos no-sos proprielarios auricolas
para que ocoadjuvem com edicacia e constancia.
Oovio o senado com prazer que, a despeito daa
diriiculdades da poca, a renda publica' arrecadada
foi superior a oreada, c sc-lo-hia a futura despeza
se nao rosse o augmento natural desla e a elevaro
eral dos oreos. Da esclarecida administrado e
economa do governo de V. M. I. confia opaizqqe
esle lisongeire estado das nossas linancas loruar-se-
ha cada vez mais salisfalorio.
o Convencido da dupla uecessidade de reduzir al-
gn* dlreilosdas alfandegas, c prevenir o desequi-
librio da rtceila que a nova paula possa causar,
eraban temporariamente, o senado anegara a V.
M. I. que acceder de boni grado is medidas in-
dispensaveis para um lien tao vanlajuso como inde-
cliuavel.
i Lastima o senado que ligaos avenlureiros, af-
rontando a enrgica perseveranra do governo impe-
rial na represuo do abominavel "tralicci de escravos,
ousassem aluda tentar novas especulaccs. He po-
rem de esperar que niallogra los, cmo foram, e
conscios, como devem estar da vigilancia do mesmo
governo, do desfavor da opiniao publica e da execra-
do da f hrislandade, terao elles de dar-se por cs-
carineulaclo-, e renunciar ao seu alroz commercio.
O senado empregara, Senhor, loda a sua dili-
gencia no ex.im c artoprAo das medidas de novo re-
comincndadas pnr V. JI. 1. para o melhoramenlo
da adininislrarao da juslic;.i, e da organisarao e dis-
ciplina do exercilo e urmaoa.
o Com o maior jubilo e profundo recnuhecimento
rccrlieu o senado a segurante de que V. M. I.,
sempre atiento ao bem do imperio, lia continuar a
desvelar-se por mauler a paz em que vivemos com
as outras nacoes.
l-'ui ero extremo agradavel ao senado, nao s a
delermiuacao que V. M. I. se dignara lomar, com
accordo do governo oriental, de rclirar o auxili-
milil.tr que prcslavamns a repblica do Uragoa) ;
como a honrosa mein.ao que V. M. I. houve por
bem fazer do loovavel'procediraciilo da divisao bra-
sileira. cuja disciplina e moralidade foram publica
e solemnemente reconhecidas pelo proprio governo,
e pelo povo da mesma repblica-
O senado respeilosa e sinceraraente se congra-
tula com V. M. 1. por haver estreitado mais e des-
envolvido as nossas relaces com a Coufedcrarao Ar-
zcnlma, e terminado de um modo honroso e paci-
fico as qucsloes pendentes com o Paraguay. Os
tratados de nmizade,. commercio e navcaoao, Jrc-
cenlemenle ajustado com e-las repblicas", devem
trazer-nos por cerlo, alem das vanlagens reciprocas,
a-lo completo desengao d.iqoellcsq', movido linda
por preconceilos auligos, preleudcni ver na poltica
do imperio outras aspirarGes que nao as de concor-
rer de boa mente para o prosresso da civilisarao,
concordia, c prosperidade dos Estados nossos con-
terrneo?,
Senhor! o senado, interprete da conscicncia
publica, nao hesita em reconheccr que a actual cal-
ma dos espiritos, a 111 unosla tendencia do povo pa-
ra os Irabalhos da industria e a progressiva cousoli-
dajao da paz c ordem internas, silo oulros lanos
fruclos da elevada poltica que o governo de V. M.
I. lem seguido com Ilustrado patriotismo e pruden-
te firmeza.
n Digue-se pois V. U. I. de aceitar com a mais
expressiva e cordial felicilarao por tao prospero re-
sultado, a sesuran^a de que o senado continuara a
prcsiar o mais franco e leal apoio a mesma poliUca;
assim como de que nunca cessaru de contribuir
com esmerado esforz para o engranderimento mo-
ral e material da r.ossa pajria, e augmento da feli-
cidade e gloria de V. M. I.
11 Taro do senado, 13 de maio de 1856.Mr-
quez de branles.Visconde de Abaete.J. A. de
Miranda, o
OKDEM 1)0I)IA.
11 Conlinoon a 3." discussao, adiada em 13 do cor-
rele, da proposito da cmara dos depulados ap-
provando o contrato celebrado pelo governo, era -2
de Janeiro de 1835, com o gerente da compaohia de
paquetes .t vapor, conjonlamenlc com as emendas
apoiadas 110 mesmo dia 12.
Discutida a malaria, foram rejeiladas as emendas
e approvada a proposito para subir a snenlo im-
perial.
0 Sr. Pre-iiiie.nlr declarou eagotada a ordem do
dia, e den para a da seguinle sesso : 1." discos-
sao da indicarn obre a creaoio de mais uma com-
missao permanente com a denominadlo de Commis-
sao de emprezas privilegiadas e obras publicas ; 3.a
discussao da proposiro da cmara dos depulados
declarando que os esludanles malrcolados nos cur-
sos pharmaceuliros antes da publicacao dos acluaes
eslalu los das faculdades de medicina", eslaohabilita-
dos para matrieular-se no segundo anno.
Levanla-se a sesso a 1 hora e 1 quarlo da larde.
CMARA DOS SRS, DENTADOS
SESSAO DO DIA 15 DE MAIO DE 1836.
/'residencia do Sr. ciscoiide de llaependy.
A' hora do coslume, feria a chamada o verificado
muinero suflicienlc, passa-se ao seguinle expe-
diente: '
1 m reqnerimenlo do barao de Pinj, na nuali-
dade de tutor, pediudo aulorisarao para quc seus so-
brinhus o tutelados Domingos Anlouio Pires de Car-
valho c Albuquerque, e llarcia Dias de Cirvalho e
Albuquerque. possam fazer exame do primeiro auno
do curso jurdico de t Viuda, que frequentam como
ouvintes.A' commissao de iuslrucro publica.
Oulrude Ventura tionralves.suhdi'toporlguez pe-
dindo dispensa de lempo para naluralisar-e cida-
dno brasileiro.A' commissao de constituirn c po-
deres.
Dulro de Joo Luiz Teixcira Jnnior, cscrivao in-
terino do jury da cidnde de l'orlo-.VIegre, pedindo
provisao do dilo emprego, rom a gratificado de
tiOOS annuacs.A' commissao de juslica criminal.
L'm ollicio do Sr. ministro da juslica, datado d
denutubro re.1855 remetiendo o decreto de 13desc-
temhro ullimo, pelo qanl|foiaposentado ojaii de di-
reilo Francisco Vieira da Costa, com o ordenado de
8.3J5, depeodoudo essa nrerc da approvarao do cor-
lo legislativo,A' ccinmisso de penses e orde-
nados.
Oulro do mesmo senhor, datado de 17 de abril de
IH.Vi, remetiendo o ollicio da presidencia de S, Pau-
lo, e requeriiiieulos da irmandade do Nossa Senhera
do Itosario dos liomciis prelos d. capital da dita pro-
vincia, pedindo fdeuldade? para poder adquirir bens
deraizaleo valor de 25:0011.3, afim do que sendo
prsenle ao carpo legislativo elle os lome 11a consi-
derarao que merecerem.A' commissao de l'azenda.
Outro do mesmo senhor, datado de lOdeoulubro
de 1855, rom-tiendo a represenlarao do cabido da
Se do Para pedindo que assoas congruas, sejam ele-
vadas pela maueira por que o foram as dos couegos,
afim de que a cmara lome a prelenran na devida
cnr.sidei'-irao.A' commissao |d penses e ordena-
dos.
O Sr. Figueira de-Mella participa que porincom-
modado nao comparece a sesjo.
OKDEM DO DIA.
/ileiccio de cuunissoes.
Iii'lruerao publiea (59 cdulas.)
J.J.da Bocha 8 volas, Dutra Bocha iil, Octa-
vianouv.
Arhando-se na aala irainediala os Srs. minis-
tros ,lo imperio, juslica,guerra, marinha ceslrangci-
ros, stlo lulroclu/idos, caria um por sua vez, com as
formalidades do cstvio. i,.,.m os relatorins das repar-
tirnos a sen cargo, e retirara-se rom as memas for-
malidades.
0 Sr. Presidente declara que os relatnos vao ser
remetiidos as commisses compolentos.
Cenlinua a eleic;ao das cninmisses.
SdKi/e publica ,57 cdula.)
1 aula 1-onseca i 1 volos, lioes de Siqueira 13, Jos
Agoslinho 10.
Corrcndo o escrolinio para elci^o da commissao
de eslalislica, verilica-se nao haver casa.
O Sr. Presidente manda proceder a chamada, e
da para ordem do dia : l.cilura de projeclos c in-
dicarnos : continuarlo da eleictto das commisses, e
se houver lempo, volarao do projecln n. 7!) de 1855
que dispensa as leis da aniortzar,1o em favor de di-
lerenles irmandades c cslabelerimeiitos, que licou
encerrado em primeira discussao no primeiro de
seleinhrodaquelleanno.
Segunda discus-ao do pj-ojeclo n. 5i A de I8V1,
queapprova o privilegio concedido a francisco An-
tonio l'ereira Bocha.
Segunda discussao do prnjeclo do senado n. 82 de
833, declarando permanentes as disporoes do de-
creto n. 800 A de 30 de jiaeiro de 1831, c as do ari.
29 do decreto n. 783 do 2 de abril do mesmo auno.
Primeira discussao do projecln n. 21 de 1850,
que revoga a lei provincial de Hatto-Crosso de 8 de
agosto do 1835.
Leanla a sossao 1 1 hora e 20 minutos.
ASSEM3LEA LEGISLATIVA PRQ-
VING1AL.
Sessa'o ordinaria de :ll de maio e I85t>.
Presidencia do Sr. liarlo de Camaragibe.
(Conclusao.)
O Sr. T/icoihro :Sr. presidente, quera liver
ouvido c presenciado cora calma a discoMa que, ha
don dias, se lem agitado nesla cas, de cerlo per-
gonlar a si propriose por ventura as no-sas li
brdailcs publicas esli amoscadas de serio perigo '.
T.io porfiada ha sido ella ; lauto calor, animaran e
estrategia se lem india empregado, que sem dvida
parece que o artigo stimo do projcclo, cuja redac-
rao se discute, alTecta inteicsse grave, interesse
momento-o. Mas, senhores he islo um eDgano ; il-
lu,lc-se coiiiplelamente quein assim peusa ; por-
que, com effeito, do que se Irata apenas he da re-
daccao de um projecln adoptado pela casa. Ainda
mais !... Do que se traa apenas he do que os 110-
hres depulados reputara uma inutilidade, pela qoal
entretanto levantaran! c lem lmenmelo loda essa
discus Kealmenle, Sr. presidente, se se atlender que o
projeclo, cuja redacto se discute, passou por lodos
os turnos que prescreve o regiment da casa, ver-
se-lia que toda aquella discussao be devida omis-
sao dos honrados membros, por nao lerem olfere-
cido, na lerceira discussao uma emenda ao arl. 7.
daquclle projectn, afim de poderera volar sobre elle
parcellaria e deslacadamente do mesmo projeclo, o
que alias sem a emenda nao lhe era licito, omis-
sao esla que querem agora reparar por sua vontade
e a lodo o transe, nullilican lo o mesmo artigo 7 do
projeclo, que adoplaram ; mas quo a nao ser sua
omissao, segundo dizem, talvez uao houvesse pas-
sado !
E como, Sr. presidente, querem os nobres depu-
lados conseguir o seu lim .' Ollcndendn directamen-
te o regiment da casa Perdoem pnrlanlo os no-
bres depulados, a quera muito respeito e a quem
.guardo a maior deferencia, que se Ibes diga que
cima de sua vontade e ca de todos nos est esse
mesmo regiment, cuja infracrAo aconselham.
Atienda a casa que 1 discussao calorosa, a que
me refer ha poueo, principiou por uma reclama-
Cao extempornea, intempestiva (no ipoindos.1 Se-
pilo, por urna reclamarlo intempestiva : atienda
mais que durante olla, protestos e infinitas queslcs
do ordem lem npparecido, bem como as mais ex-
quisitas interpretacOes ; que at os jomaos laan*
riaram que o projeclo de livarao de forra policial
la morrer 11a discussao de sua redacciio ; c emlim a
quintos recursos protelatorios so lui posto era jo-
KO ; e Indo islo o que revela .' ttovola quo a raza~0,
sem divida, uao est da parle dos nobres depula-
dos; revela que os nobres depulados, a quemarlas
muilo respeito, com o prop isilo firme ne fazer pre-
valecer sua vontade, lem empregado lodos os
meios ao seu alcance...
Cruzam-sc varios apartes. 1
O Sr. Tliemloro : Declaro, sniores, que as
minbas palavras nao ha 1 menor cll'ousa...
Iicpciem-sc os apartes.)
O Sr. Theodoro : Talvez fosse alora do que do-
sejava, e nao me exprireisso bem e convenienle-
mcule ; mas direi aos nobres depulados que nao he
rio meu genio e nom da uiiiilia ndole o ollcndcr a
I alguem.
Sr. presidente, cnlendem os nohrcs depulados
que, com quanlo os projeclos, depois de haverem
passado por Ires discusses, devam ser respellado;,
lodavia o regiment da casa lem eslabeltcido Ires
casos, nos quaes sepodc reforma-Ios, embora le-
nham sido adoptados. Esses tres casos sao os se-
guidles : quaudo no projeclo ha incoherencia, con
Iradicrao ou absurdo manifest.
En nao o conloslo ; ao contrario, loa o primeiro
a recouhecer, que com quanlo na discussao da re-
daccao de qualquer projeclo se deve, em regra,
disculir-se a forma, seo apauhameulo da idea adop-
lada pela casa no mesmo projeclo, foi convenieu-
lemenle feilo e bem redigido, lodavia reconheco
igualmente que nessa discussao da redacto pode-se
aventar, pode-sa tratar a queslao materia venci-
da, afim do que seja reformada, se por ventura nel-
la houver incoherencia, coulradiccao ou absurdo.
Nesle potito achn-rae de accordo com o nobre di-
putado. Eotrelanto, dizem, se assim he, deveis con-
cordar coranosco sobre o merecer reforma o projec-
lo, de cuja redacto se Irata, na parte relativa ao
arl. 7-, porque a disposicao desse artigo be absurda
manileslainenle.
Pero aos nobres depulados que me deseulpem ;
concordo com os seus principios, mas nao com a ap-
plicaro que delles fazero. Se por ventura o art.
7" do projeclo cousagrasse urna disposicao absurda,
eu seria o primeiro a unir-mo aos nobres deputa-
dos, para fazer com que essa disposiro nao preva-
lecesse, fosse nullilicada ; mas os honrados mem-
bros, sem embargo de suas luzes, o a despeilo dos
estorbos que lera empregado, nao provarum c nem
poderao provar que a disposicao daquelle arligo
conlenha em si absurdo manifest.
Oque lem dilo os nobres depulados a respeilo ".'
Qae a disposicao do art. 7- do projeclo, sobre cuja
redaccao versa a discussao, referindo-se ou leudo
por base uma le geral, que ja nao lem vigor, que
ja nao existe, he conscguiiitcineute intil ; e que
nao sendo razojvel que nos legislemos sobro cnusas
inuleis, he sera duvida alguma absurda a mesraa
disposirao do citado arligo.
Seuhorcs, ou eu nao oi o que he enfardo c o que
he iuutil, ou os nobres depulados raais do que eu o
saben). Eslou certo, Sr. presidente, que lodos nos
coinprehendemos perfcilamenle a dillerenr. que ha
entre inulil e absurdo : portanlo os nohrcs depula-
dos em consciencia devem couhecer que nem sem-
pre o quo he iiulil be absurdo, c que ha grande
dlfferenra entre esses dous termos. Nolsin os no-
bres depulados que o regiment autnrisando a re-
forma rio vencido, so falla cm absurdo manifest,
entretanto que deduzindo-se do arl. 7" do projeclo
que elle be inulil, concluem dahi que lambem he
absurdo.
Sentaras, o caracleristico do absurdo be a irra-
zoahilidade, o do inulil porem he a desnecessidade,
e ninguem dii por certa que aqoillo que he desne-
cessario Icnlia sempre em si o cundo da irrazoabili-
dade. Logo, nem sempre o intil he absurdo,, e por
conseguinle os nobres depulados eonfundindo esles
dous termos, qoe exprnnem ideas diversas, vao
mal...
Mas, senhores, quero conceder, quero concordar
com 05 nobres depulados, em que o arliso do pro-
jeclo he inulil na apparenria...
I ni Sr. Depulado :Logo he absurda.
O Sr. Tltcodoro :Essa conclusao he que nao
posso adinillir, porque para o fazer seria necessario
que intil c absurdo fossem sinnimos. Nao admiti
til conclusao ; sois vos, ao contrario, quein dizeis
que o artigo do projeclo he absurdo, por ser intil
porque confunds estes dous termos, porque sun-
ponrios que elles san s) nonimos.
Ha diversos apartes. 1
O Sr. fhcodiro :Dizia cu, ainda concedeudo
que a dispasic.Au daquclle arligo fosse intil, mas
nao concodendo por forma alguma que seja absur-
da, enfeudo anda assim, quo nao ha rulo para
aiiirmar-se, que ella be inulil. absolutamente Tal-
ando, porque, cmlmra o cilado arl. 7 do projeclo
lenhi por base uma le geral, que ja nao existe, to-
dava nao era elle motil, absolutamente fallando,
porque pedera ser repetida a disposicao da lei ge-
ral, a que elle se refere.
jhsse-so, porem, que islo era legislar condicio-
nairaente, c, entretanto, nenhum dos nobres depu-
lados poder negar que seja esse mu dos modos le-
gtimos de legislar. Para prova ah eslao os eem-
plos produzdos considerara.) da rasa n'oulra
ceasili ; c, alem delle<, ahi est para prova o
memo COdige criminal, que be lodo condicional...
'.anida mais, a propria constituirn, que, cnlre
outras parles, principalmente quando trata da sue-
ro-sao do imperio, he loda condicional...
lii' Sr. Depulado :O cdigo criminal nao he
condicional, os crinM he que sao enndicionaes.
O .-sr. Theodoro-.Se purera, senhores, ,.s esem-
plos nao fallara huanle, alio, eu poderla reipou-
lar-me a mais longo, para provar que o legislar cou-
diciuualmonle he nm Jos meios legtimos de legis-
lar. I odena ir a nalureza c a missao do legislador,
e mostrar que elle, collorado cm um vasto campo,
para atlender a tojas as neco-sidades do rorpo so-
cial, nao traa su de remediar aquellas que se lhe
^presentara1 argentes, e de perlo ; deve alem disso
prever aqoillo que nao he necessario hoje, mas que
pode so-lo araanhaa. E, pe.gunto. assim ra/.ondo-o
elle nao legisla condicioualinente ?
t orlanlo, repito, se mesmo nao eslivessa cm vi-
gor a le geral, a que se refere o arl. 7 do projeclo,
nao se poderla rcpula-lo intil, absolutamente fdl-
laudo, e nem tamtiem absurdo por maioria de ra-
z0, porque embora a sua'disposirao nAo podesse ter
applicarao boje, poderia cntrelanlo lula c ser pro
hrua para o anno Bunceiro futuro, para o qual
legislamos, porqoe, be beiu possivel, o nem se nos
pone assegurar o contrario, qoe para esse anno te-
lilla sido reproduzida a lei geral na parle d que so
rcere o projeclo.
Logo, nao luvendo absurdo no arligo de que se
lem oceupado os nobres depulados, errnea he a
applicacaoqoe querem fazer do arl. 123 do regimen-
t, para regeitarem-no.
(Ha diversos apartes.)
O Sr. Theoiioro :Senhores, disse-se que o arl. 7
era,,nul,V Pr<|oe referia-so a ama le geral de li-
xacao rte forras de Ierra de nalureza aunua ; e que,
portanlo, sendo essa lei de 1851, ja nao lem vida
pira anno para o qual legislamos, do que resulla
a inutilidade daquelle arligo, que lem por base
uma le sem vigor.
Meas senhores, eu nao conleslo que as leis de fi-
xacao de forras de lerra.sejam animas; nao : he
aa constiluirao do imperio ; nella evpressamenle
se determina que se fivem aonualmcnle as forjas de
mar e Ierra. Logo, as leis dp fivarao de forras de
ierra eniar sao, cm sua essencia, de nalureza an-
.u nao o conleslo, repilo ; mas o qoe digo
Tenho concluido.
Algum senhores :Muilo bem, muilo bem.
O. EpamfnOHdat !-Sr. presidente, lomo se-
cunda vez a palavra nesla discussao, mais para inor-
inar a rasa de um tacto do que para refutar as ra-
zos que nella lem produzido alguns nobres depu-
lados 'inili,1 a materia.
Ea creio que a queslao, 011 toda argumenlarao se
pode resumir ueste ponto. Esl ou nao esta revoca-
da a le geral, que estabelece a medida de serem
concedidas as provincias alguns do, seus recrulas
para orgamsaCao do corpo de polica Os honrados
membros que impugnara o projeclo de redacr.io di-
zem, que esta revogada, porque sendo cssa di'sposi-
rao da le de ISj qoe fixou a forja de mar e Ierra
para o anno de 1855 a 1856, ella finda com o anno,
e que nos legislando para que se aproveilc uma dis- u
perigo de I8.,i, legislamos com inulilid.de, porque i Com a, msal
Parece, senhores, que. da parle doshonrados mem-
bros coma a ohrisacau rigorosa de provare
le de I8./1 que eslabeleceu esla disposicao t
m,que a
u eslava re-
vocada os nobres depulados deviam apresenlar
uma dnposirao expressa posterior que a revogasse.
ou enUio moslrar que havia uma revogacao tacita
que mu
Um Sr. Depulado :Oque be inulil para o paiz,
he absurrio.
('Sr. Theoditrn:Kepilo, nem sempre oque
ha intil he absurdo...
lim Sr. Depulado :Isso he. uma subtilcza.
O Sr. Tlieoilorii:Eu 11A0 sei donde partir a
siiblileza, se da parle dos honrados depulados, que
confunden! termos cnlre si disliuclos e de nalureza
dillercnle, se da minha parle, prelcnclendu distin-
guir o que dislinguiram lodos os lexicographos.
Mas, dizia cu, que enlrc o inulil e o absurdo ha
grande dilforcnca, porque o caraclerislico do ab-
surdo _hc a irrazoabilidade, ao passo que o do
inulil de a desneressidarie, c que oomqnanlo al-
gumas vezes o inulil toase irra/oavel, nao era possi-
vel lodavia >i prior! e absolnlainenle allirmar, como
fazem os nobres depulado*, quu elle o fosse em lodos
os caso-. Keconlieco, por exemplo, que legislando.
se sobre materias |iliilosopbiro-juridicas, se pode fa-
ze-lo intilmente e cura uirensa dos principios do
juslo e do injusto ; mas rcronhero Idiubem, que se
pode legislar intilmente sobre'laes malcras, bem
como sobre quaesquer oulras, sem que se ollenda,
entretanto quelles principios.
^(| primeiro caso, portanlo, a lei que se coufec-
eionasse involveria absurdo, resultante ric sua irra-
zoabiliclade, mas nao de sua nnliriade, ao passo
que no segundo seria inulil.
(Ha um aparle.
O Sr. Theodoro :Alenla o hoorado-rasmbro
para o que vou dizer. A disposicao do art. 7 do pro-
jeclo, cuja redaren!, so discule, "ainda quo fosse in-
til, nAo era iirazoavel.
Compare-se esta disposi(8o cora o nosso direito
escripto, c vejamos se ella o he ou nao. Porgunlo,
o recraUmenlo he 011 nao aulnrisadii c pennillido
pela nossa lei eonstilaeional'.' Sem duvida.
/ ni Sr. Depulado :\ Mseoiblea provincial uao
pode decretar o regulamenlo.
O Sr. Theoion : \ asscmblea provinnal nAo
derrclou o rccrulameiilo ; o que a assemblca foz,
foi aprnveilar-se da disposicao de uma lei geral, a
que 1 constiluicao nao se oppa, porque ella mesmo
he que pennille c aulorisa o recrulamento. Ainda
pois, que a disposirio do arl. 7 do projeclo seja
intil, por ja uao ter vigor aquella lei geral, nao
se pode dizer ique seja absurda, porque nao vai
de encontr, nem olleude a no-so direilo escriplo.
Logo, nao leem razAo os nobres deputados, prevale-
cendo-se do arl. 12.1 do regiment, para rejeila-
rem aquelle arligo do prometo, agora que s traa
desua redaccao, bjndo sido entretanto adoptado pe-
la casa.
c para o que chamo especialmente a vossa alinelo,
lie que nessas leis de Hucao de Torcas, que a'lis
sao ce nalureza annen, os estvlos, c o procedimenlo
parlamentar da a.semhla geral leem introduzido,
a par de disposires fugitivas e passageiras, disposi-
roes perminenlea...
.'."'Sr-neP>i''"'o:.U quaes se reproduzem.
u r. IheodoT:N.io, senhor ; as quaes lAo
permanentes sao. que nem se repelem.
Ha diversos apartes.'
" Sr. Theodoro :Sr. presidente, continuando
direi, ou por outra rep-tirei, visto que sou interrom-
pirio incessaiilemenle, que, com quanto as leis rie
11 vde.lo de forjas em sua esencia seja o animas, to-
dava os estilos teni admitlido que nellas se consi-
guen! disposicoes, que nAo sAo fugitivas nem passa-
geiras ; disposires que ao contrario, sao de nalurc-
li permanenlc. E note V. Exc. que uestes esl\ los
e ueste proceder descubro eu uma razo.
naquillo que diz respeilo a l'uaeao de forras, sem
duvida nAo podiam deixar de ser nnuas s disposi-
joes das leis de livarAo de forras; mas Iratando-se
nessas leis de ludo quanlo diz respeilo melhor orga-
nisajAn do exercilo, e a saUsfajaoda suas necessida-
des mais palpitantes, 11A0 podia'm as disposiees que
Icndesscni a este lim aer passageiras nem fugitivas,
mas deviam ser permanenles.como sao, visto nao di-
zeremrespeilo|aliiajaodaforcipropriamenle,porem
a organisarao e salisfarAo das necesstdades do exer-
cilo.
Piquemos, porlanto, cerlos disso ; e nAo duvideis,
senhores, do que acabo de dizer-vos.
Aqui esl por exemplo o decrelo n. 198, de 27 de
jando de 1818 que, depois de litar no arl. I, a for-
ja le Ierra, para o anno de 181!); diz o seguate:
Art. L. in linoos novos alistados, sondo voluntarios
servirao i. anuos, e oilo, se forem recrutados.
Quem dir que esla diaposijao de de nalureza pasT
sagetra Siolo, Sr. presidente, que nlo esteja pre-
sente o nosso collega, o Sr. coronel Leal, porque a
elle perguutaria se esta disposicao nAo est em vigor.
* (|!le ea vo-l allirmo; e'de n'uma lei de lixa-
c.-ao de forjas, quero dizer.u'uma lei de nalureza an-
nua, e de 18i8, que ella vem consignada, entretanto
que lem carcter permanente.
Ainda da outras disposijcs idnticas no citado de-
creto : no seu arligo 3, diz-se o seguinle: O governo
poriera abouar as prajas dos corpos do exercilo, que,
pudendo obter baixa por lerem completado u seu lem-
po rie trrico, quizerem continuara servir,umagra-
liticajao igual 10 sold da primeira prara, eraquauto
forera pracas de prel.
KAo esta' esla disposicao lambem em vigor?
lisia i porque ainda a essa gralilicajao lem di-
reito actualmente os soldados do exercilo. He. pois,
uma disposicao permanente cnusagrada n'uma ei au-
nua de 1818. Ainda ha oulro arligo mais Trizante,
rio qual haveis do ler noticia,porque apezar do ser do
decreto de I8s, qQe cilei, ainda boje se observa
rallo dO arl. (i. nue diz assim ll rernihcnaii.
segundo os meios admiliidos em direiln
O Sr. Florencio :Muilo bem, islo he o
fazer hoje.
j< Sr. hpaminondai :Eu direi aos nobres deno-
tados qua o nao poderao conseguir...
O Sr, Florencio :Porque '.'
O Sr EpamlHoniat:Com elleilo, a medida foi
adoplada cm 1831 na lei que lixa a forja para 1850
1-1 a IS,|, por proposla do honrado ministro da juslija
masem IS> foi esla medida repelida, reproduzida
na le que na a forra de mare Ierra para o anno
de l*A a 18.,,. O Sr. Wanderlev depulado pela
Danta levantou-sc e pedio ao ministro da guerra
que Iba dissesse se por ventura as proviueiat do im-
perio linli.un pedido aos poderes geraes semelbante
medida ; o nobre ministro o Sr. llellegarde respon-
den-lhe, que com elfeilo o seu collega na sessAo an-
terior tioh.i apreseutado essa medida, porque mui-
ti'S prcsidenlcs de provincias a linham reclamado.
>ao houve discussao desenvolvida a respeilo ; ape-
nas houve o que acabo de referir, nm depulado que
pedio esses esclarerimenios 1 que foram dados pelo
Sr. ministro da guerra ; foi o arl. 5 da lei de l'narao
de Torras de 1833 que lixa a forra para IH:(li a 18:7
approvado pela cmara, sanecionado e ptomulgado
segundo o eslifo he a lei do inno passado, repilo
he, o art da le ric 1835, que llxa as forjas para o
anno de 1836 I 18,7 : porlanto a disposiro esla ero
seu inleiro vigor...
O Sr. llego Barros:Logo prova que he intil.
O Sr. hpaminondas :Portanlo, os nobres depu-
lados nao poden hoje, nAo podem em quanto na as-
amblea geral se nao volar a nova lei de lxajilo de
lorjas para 1837 a l8Vsestahelecendo um artigo oo
disposijao que revogue expressamente o que aponlei
ou estabelecendo uma [oulra disposijAo que lacila-
meute o revoque, nAo podem jamis provar que esla
le esl revogada. E, se os nobres depulados nao
podem ler sean depois de quatro mezes perfeito co-
nhecimenlo do que ha rie fazer a assembla geral.es-
ta provado que os nobres depulados estAo phiiica e
absolulameula impossibililados de moslrar a revo-
gajao da lei em queslao, islo he, da lei de 1851 e de
1855, cuja disposijao a nossa lei aclual manda o pre-
sdeme aproveitar ua organisajao do corpo de po-
lica. Mas se os nobres deputados estilo nesla im-
possibihdade phiJica e absoluta, he claro que ap-
provanrio a le cuja redaejao se discute nem, legis-
lam sobre ama ociosidade, nem intilmente de mo-
do que resulte um conlrasenso um absurdo mani-
fest segundo o regiment.
(Ha diversos aparles.)
O Sr. Fpaminoiidas :Os nobres depulados o
fie reelamam agora be queeo aprsenle a lei : en
j:i riisse no principio do meu discurso que da parle
dos Honrados membros corra a obrigarao de apie-
sanlaiem a le revoganle ; eu ja mosuc'i como essa
revogajAo podia-se ler dado, e lambem moslrei que
ella nao se linha dado ; agora como os nobres de-
pulados pedem positivamente a lei, e querem por
conseguinlB que eu a tire da algibeira e a aprsente
a casa,visto que nAo acredilam ns miubas palavras,
en direi aos illustres membros como cheguei aoco-
nhecimenlo desle fado. Nao possuindo ainda a col-
lecrao de leis do anno passado, procurei adquiri-la
particularmente, mas nao achei em m3o alguma,
indaguei se existia na secrelaria do governo, e ic-
formaram-me que n,1o ; enlAo riirigi-rae a oulro ar-
chivo, fui a lliesouraria geral honlem, quando se le-
vanlou a eessao, e la ainda nao achei a collecjao do
anno passado, o que fazer ? Ja ha rijas que os hon-
rados membros grilmVejamos a lei. em quanto a
nao virmos com os nossos propriosolhos, nao acredi-
tamos na soa existencia.
O Sr. Florencio :Se o nobre deputado allrma
que vio a lei, cu acredilo.
O Sr. Fpaiiiinondas :Como disse, nao achei a
collecrao de leis geraes na lliesouraria.e eutdo recor-
r 11 collecrao do ,/ornal do Commercio que lii esla
encidemada, folhei mais de meia hora para poder
dar com esla lei, li loda a discnssAo sobre a lixajao
de forjas, lorias as emendas apresenladas, e cntAo
achei o art. 5da lei d
He approvado sem dbale.
Arl. Com a directora geral, a saber :
5 I. Com os empresarios 3:00000
5 2. Com o allugurl e as-
iese da casa, expedienle, e
um serveute que servir de
carleiro..........70O;00o
3:7003000
O Sr. /.. l-elippe: (Nao devolveu o|seu discurso.
O Sr. ^osci Pedro :D as explicajes pedidas
pelo procedente orador e be o arligo approvado.
Arl. 5. Com o Gimnasio, a saber:
5 I. Com osempregados, eprofessores 38:8fiOaO00
S 2. Com o expedienle la secretaria tulBJMO
S 3. Com o aluguel da casa, movis
ulencilio, e srvenles......... fcOMfOM
idades de doze
meio peosionistas 3:2iir?0O0
. 43:500*00
l.e-se a seguinle emenda.
I 1. ando nivcllado o ordenado do secretario do
Gvmnasio com o do secretario da directora geral da
instrucjAo publica, c assim revogado o artigo 13a da
le provincial n. 36!) de 11 de maio de 1855.Epa-
minondas de Mello.Castro Leao.
O Sr. Presidente :Declaro que a vista do regi-
ment, nAo pode a emenda ser recebida.
O Sr. tlonealres lluimaraes :Sr. presidente, le-
vanlo-me para obter alguns esclarecimenlos acerca
da quola marcada na le do orjamenlo que lem de
vigorar no auno futuro a respeilo do arligo que se
acha em discussAo.e que importa em 15 colos e lan-
os pan. o Cymnasio.quanlia quelexcede o orramen-
lo passado em 10:500$.
Adrairo-me, Sr- presidente, que os honrados auto-
res do projeclo em discussao fossem to benvolo
peten J ff ,EI" fm do tribunal com-
.,hdo --. P "rommond jprineipiaram os traba-
se lir ,1 rJU'-"ranlo, cando adiados pela hora o
fez' l V" P0"Ca moS,rou nu "''rogater" '
S '"IfPWleueia e imparcialidade? quedn
um rcVeTo'irir6 u>m"a"f <|" "*& T-.nX
dadedesuadef^, eUJul8ador arantiasa' liber-
O pi.Ao mole .. h Ve d0 "mytterio>-'
mais desabrida guerra R.|TiT *"""'"' *
fazer a via-sacra ,'r" fS^L n'"' '"V"""1 a
mimoseando, quando he,n"aSf &** '
draeomposton. a ^mTS^SPSSSLT
esse pirao ja nao regula... J 8 -anrion:
aZ??0r^ t?1'-q"jI ai011 "ixar o eogenho
aipiu do sr. Jo.e Flix da Cmara Pimental, nico
lugar oude exirte ero Ipojoca, se b.m que s seis
escravos. lhe lenha roubado. H
O Rvm. vigario de Ipojoca perdeu qnasi todos
ou todos seus prenles, ce.fados pela mflo de ferro
do 1 oexoravel cholera morbus. S. Rvm. acha-se wib
o peso do mais profundo senlimento.
Um boleeiroj ia sendo victima de um couce
decavallo; esses rapaze quando se pilham as
boleas sem seos senhores, fazem dos cavallos mais
mansos endiabrados coreis.
Consta-nos que os gafanhofos azues com pen-
nas encarnadas, cstao-se reunindo em certa ra a-
irabidos pelo cheiro de carnes seccas ; s qoem tem
o privilegio de acabar com semelhanle praga he a
polica.
A proposito. L'm larapio, galano, ou era bom
portuguez ladran, larapiou, Jgatuuou 00 forln na
ante sala da secretaria da polica na segunda feira
im chapeo de sol de um dos circi.mslaules: ora
bem dizemos connuadamenle que as socios da com-
-------------at-actj <|UU ^ WVIVS Ud CUIII'
oCymnasio,.ug,en,ando .0:.^ entre- ^^^'^^^'^mS^i
..I ?'" "m.aad.a.!eSS':eS. Pf?"^ "ua"d.0 se di'- 52! "--.al eC.eoaque JZnZ "
culia a creajAo de orna cadeira em Tai)uarilinga por
urna emenda que Uve a honra de apresenlar, os hon-
rados collegas se levanlassem, o Sr. inspector da
Ihesouraria e o Sr. Souza Carvalhn, gritando contra
esse augmento de despeza, vislo ler a provincia gra-
ves encargos. Se essa razan he sullcienlc para se
combater a creajao de um pequeo ncleo de ins-
Iroecao publica 110 cenlro da provincia, aonde ha
muita falta della.-eu entendo, qne a mesraa razao
deve clar-se para una crearao no centro da ios-
Irurcao....
< Sr. Beyo Barros:Taes sejam as razoes dadas...
O Sr. (i. Guimaraes :Foi para isso que me Ic-
vanlei.
() nobre depulado o Sr. S. Carvalho, quando enn-
Icslou a ulilidadc da creajao de cadeiras aponladas
para os cofres provinciaes que eslavam pblisicos, e o
mesmo dizia o nobre inspector, diziam que as em-
prezas de navegajo a' vapor e da estrada de ferro
exigiam muilo riinheiro.pelo que nao deviamos volar
creajAo deten cadeiras. Mas o que he a creajao
de urna cadeira com a despeza que dahi pode pro-
vir em rolaran ao bem que vai prodozir na proviucia
quando uma cadeira hoje pode importar em 900f ou
anda menos ? Entretanto, Sr. presidente, eu vejo
que cora facilidad! na lei rio onamenlo se cria um
augmento de 10:5003 somenle o arligo Gvmnasio.
( Ha nm aparle. )
O Sr. Gonralves UuinarXes : En respon-
ricre ao nobre depulado. vislo que o sea dis-
curso nao foi publicado a conseguinlemenle o
uparle qna nessa occasiao lhe dei; digo, que o nobre
depulado lambem foi levado por amor de localida-
des, porque achava pouca a iostruejo qoe havia na
cidade do Recife cora a academia de direito, com o
collegio das artes, com eslabelecimentos da inslroc-
Jdo primaria, com aulas publicas de lorias as scen-
cias e conhecimentos, ao passo que combata o aug-
mento com aerearan de algumas cadeiras nessesser-
loes, nesses deserto! aonde se nao pode aprender ao
menos a assignar o nome,aonde diaria tac- mizeraveis
he que especulam, recebendo sommas dos pais para
ensinar a seus filhos. Acho orna conlradicjao mani-
fcsla nos nobres membros la commissao, que ra-
pugnando a creajila de uma carieira, sao tao genero-
sos para com o Gymnasio; esse Gv mnasio que s foi
creado para gloria e renoine, porque me consta que
su tem ti alumnos.
O Sr. Florencio :Nao, isso n.lo.
_ O Sr. ti. lluiniaraes :Eu desejo, que a commis-
sao que confeccionou esle projeclo com tantos repeios
que: Imita do cofre.me explique essa sua contradiej o-
I-eitas oslas breves rellexes sento-me para oovir
os nobres depulados, que suppoubo satisfarAo o nvau
desejo.
0 .Sr. ,s'o;a Carcalho responde ao precedente
orador danrio as explicajes pelo mesmo pedidas..
O Sr. N. Porlella pede alguns esclarecimenlos
a cerca da verba destinada a inslmcjjo publica, e
faz diversas considerares a respeilo da dilTeren<.-a
que observa entre a litada no orjarnenlo vigente" e
a consignada no projcclo de lei do orjamenlo fu-
(uro.
O Sr. Jos Pedro d as explicajes pedidtes
pelo nobre deputado.
OSr. i; Filippe ; (Nao devolveu o seu dis-
curso;.
o Sr. Souza Corcalho d as csplicajOcs pedida:..
t) Sr. presidente nnmcia
cipio que os honrados memhros, parecc-me que o
lem por crrante, e que eu cotendo que o n.lo he.
He sabido que qualquer disposijao de lei existe em
quanto nao he revogada expressa ou tcitamente ;
e cu direi aos honrados membros que esse principio
geral be lambem applicavel em toda a sua extenrao
pura as leis annoaes, he applicavel para ai lera n-
nuaes em virlude de disposijAo expressa da consli-
luijAo. Tanibem a lei annua em quanlo nao de re-
vogada expressa ou (acitamenle esln em sen pleno
vigor ; n.lo se segu simplesmente do faci de eilin-
guir-se o anno para o qual a lei foi volada, n,lo se
segu quo chegando o ullimo dia desse anno, esleja
a le acabada : nAo, a le annua subsiste cm quanto
nao for revogada, be um principio constitucional
eupresso no arl. 171 que diz o seguinle :Todas [as
conlnbuijoes directas, a exccpjAo daquclla* que es-
liverem applicarias aos juros e amortisajAo da divi-
da publica, serAo animalmente estabelecidas pela as
arl. (i, que diz assim: O recrutamen- semo'ea geral, mas cominuarAo al que se publique
lo preciso para completarem-se as forjas de trra ein a s,la derngarAo ou sejam substituidas por oulras.
Portanlo islo he claro.o principio he que a lei an-
nua em .quanto nao tor revogada esl era sen inleiro
vigor, n.lo he o fado somenle de ter-se chegado ao
ullimo dia do anuo para o qual a lei foi confeccio-
nada, que Iraz a sua rierogajAo.
0 Sr. Francisco Joo da um aparte.
O Sr. lipain'nomlas :Aceito o aparle do honra-
do raembro c espero que vol pea redaccao do pro-
jeclo. r
O Si: Harros Lcenla :Muito bem.
O .sr. Hortno.Sr. presidente, prinripiarci por
azer umprolesto e espero que elle seja absolutamen-
te admillido : creio que lodos os nobres depuludos
sem excepruo nenhuma Dio lera o menor interesse
ein que essa disporijOo passe ou doixe de passar ;
nao lia nisso um interesse absolutamente individual,
lie um interesse publico, he um interesse reconheci-
do. l ode ser que mis leudamos entendido mal a
queslao, e cnlauhc apeuas ura erro e por isso, be
juslo, de bom e nos temos o direilo de esperar de
nossos collegas, que rcspeilem as nossas conviejes
que nAo supponhdm.lqiie he o mleresse individual,
o capricho |que uos niove. t'eito este protesto eu
entro na queslao.
tu digo, Sr. presidente, que essa dispusijo no
deve passar, porque do iinnioral...
O Sr. Presidente.Ka n.lo posso admillir, nem
mesmo a prova dalo.
O Sr. Florencio., he iiinulil, he absurda.
O Sr. Presidente:X|n vern nada para o caso.
O Sr. Florencio:V;Ex."o*eu Rail ttberdade aos
oulros oradores.
t) Sr. Presidente:Porquo se circumscreveram a
que be pcrinillido pelo regiment. Iratn-se de sa-
ber somenle ae ha ou nAo absurrio, mas se a merii-
ria he imuioral ou nAo, isto nada vem para o caso,
seria reproduzir as 2.- e3.- discusses.
O Sr. Florencio:Pois eu moslrarei, que ha ab-
surdo. Absurdo beaqui'flo queseoppOe a razao,
nao he islo .' O autor dessa emeuda vendo que nao
podia elevar o sold dos soldados de polica a lauto,
que postease competir cora os salarios parliculares.
M'n I 1 q ii.iu era possivel complclar-se o corpo de po-
lica aclnu um remedio, determinou, que os solda-
dos fossem recrulaclos. PoisSrs-, ha alguem. que
persuada da uliliriade desla medida Pois todo o
mundo n.lo sabe, todos nos sabemos que o numero
dos recrulas uAo ebega para completar os lileiras
exercilo, que ha nina imniensiilaris de soldados
cora u lempo vencido c que na > dio bain porruc
o numero do recrulas au lem sido sullicienle'.' Cura
be pois q' o governo geral ha de dar recrulas, q'es-
lao destinados para o exercilo eque nAo ebegam
circumslancias ordinarias sera distribuido pelas pro-
vincias, segundo a pupulajAo livre inJisliiiclaraeule.
fc.ni quanlo nao esliver feilo o arrolameuto da po-
pulajAo, lomara" a governo por base da dislriboirao
o numero dos deputados que der cada provincia."
I ergunto aos nobres depulados, he ou nao perma-
nente esla disposijao? He, perqu, apezar de cs-
larmos em 185b, ella ainda se observa, datando, eu-
Irclanlo, de 1818.
Podia ainda apresentar-vos oulras disposijes per
nianentes as leis do livajAo de forcas dos anuos de
t8>0, 1851, 1852, 1853. Na deslcuuimo anno lera-
liro-me que n'um de seus arligos aulorisa-sc o gn-
verno a crear um enramando de armas na pro-
vincia do Amazonas ; e nao sera' isso uma disposi-
ro permanente'.' Ninguem 0 coatest-ra'. Becor-
do-me anda de oulras raoilas Jisposices iden'icas
as leis de fixai.'Ao dos anuos do I8"il o 1852, por
meio das quaes se augmenlarem os sidos as prajas
do prel, cabos, furrieis e sargentos.
Se pois os estilos lem admitlido que as leis :m-
nuas de lix.eao ,0 iusirain disposires pe 111 inento-,
que tendeni a melborar a organisajao do exercilo,
nao leudes razAo, senhores, quando auirmais que,
ein consequencia do arl. 7, do projeclo referir-sc a
um artigo da lei da fixajAo de 185*, que de annua,
intil por conseguinle he a disposijao daquelle ar-
I111 Sr. Deputado:Tive a conclusao.
illa oulros apartes.)
U Si: Theodoro:Esperem os nobres depulados,
que seja nao (enho concluido, he porque se me in-
terrumpe frcquentemenle. Cada vez mais me con-
venjo de que as inlerrupjes mo revelara muila ra-
zAo da parle de quem as faz; mas vou salisfazer ao
nobre riepulado. Se reconheceis que, pelo faci de
ser uma le de fixajAo de forjas as suas disposijes
nAo sao todas fugitivas e transitorias, por que, cmo
vos tenho mostrado com a lei as maos, ha disposi-
jes permancnlcs, em quasi todas as leis de lixucao
de rorjas, a consequencia que d ahi se deduz be que
a disposijAo da le de I8.M, que nia se refere a fi-
xajAo da forra de trra, e que serve de base ao arl.
a que be vos oppondes, be por cerlo de na-
lureza permanente; e que, portanlo, nao leudes
razao, nao sois lgicos, quando dizeis que esse arl.
do projnclo he inulil, por que se refere a uma lei de
lixarao que nao existe, que 11A0 esta' mais era vigor;
entretanto quo a parle dessa lei .a qne se refere aquel-
le artigo nao emende cora a lixarAo de forras, vislo
eonier apenas uma providencia adoptada para salis-
larao de una das ntcenidldef das provincias que,
nao poileiilo completar os seus corpos policilM com
vcnmlheXir aTS?"' ',reci5;,vi"" ^ 'lUB W I para "o corpa d'e policia'T"
ex ercil .,|,n rio""','", S """'*' f,',l0S ''"' \ s' "s Bob" Inalado. nAo
excreto, jriln de salislazcrem aquella necessi- dizer qualfoi or.go.n do-sa I
Sr. presidenle,so a lei de 1851 e gor, que decida-o a casa ; mas decida-o rom o seu
hora sonso, decida-o cora toda a raima e rellexo.
.sejamos cautelosos ; nAo infrinjamos o regiment ;
nao vamos abrir ura precedente funesto, porque, se
boje c- nobre depulado prevaleremto-se da dUposicaa
ao arl. 121,1o regiment, .-, a meu ver pr-.lenrin-
do apphca-lo mal e indeviriame
subem eu Ibes vou
ei : houve um prosi-
cleule do Rio Grande do Sul, foi urna inconvenien-
cia, eu Bao devia dizer donde era o presidente que
recratou para ocorpo do polica ; tendo pralicado
esse acto a que as neeoMidades o levaran, levou ao
cnnbrcimciilii do ministro, esle vendo que nAo
era legal c-le proceder, fez passar na lei de lixajAo
de forjas essa disposijAo.
O Sr. .tbilio:\ cmara nlo se leva por um mo-
....lite conscguirem o tivo ilotr.-
.rece" > Sr. farendtn-On, man srs.. isso he muito
rencga' "*'pra1 o, I do "* C""""'e"cla de : bn dito, mas en leudo v,o cous.anlemen.e pa,,
Tlmi. c ," I medidas ad Iric e cssa medida nessa caso foi muilo
ermino, 5r. presidente, lembranrio que elevemos bem adoptada.
ler um giande respeilo as formulas, como garaotido- | Querer forja reri citis cian lo se po le pagar, he
l .1 ..q.!!f,^'i" orcm e PenHvai lo arbdrio ; um absurdo, porque be uma cousa 11.10 se opnOa
e ta anarebia : uAo concorramos, porlinto.pan que! boa razan.
e\?e"st re'0*!1"0 """" r,Sime"'" sc>3"< iul'riugidas i Qaaodo ninguem porie dizer. que os cofres geraes
Kiiia..a'j,.i 1011 provinciaes nao pudeiii pagar a quera sirva no
r,i ,1111,1,1ponera lizer alguma cousa era referen- corpo de policio o querer-so reentar, he uma coma
ca aoimemo em ai rio artigo rio projeclo, a que 1 que se oppe a razAo. logo be um absurdo.
ciiscussdo de sua redaejio se oppde os nobres de-1 O Sr, Presidile, consulla a casa sobre se a dbjpo-
imiaoos nao o fajo porem porque entendo, que se I sirio do arligo 7.- contcm absurdo e riecidindo esla
1 uzesse desviar-me-hia da ordem. lodavia lem-1 negativamente, be a redac.au approvada.
osares, a casa que os nobres deputados tendo im- tllll'EM lio DIA.
KriJ li *" por dpscahrircra nelle grvame ConlinuarAo da 2.' dneosiao rio arligo 2.- do or-
'r n Z2 "' !,U,! n' f"r'"" rel'"s' "S*a-! C-rnenlo provincial cora a emenila a elle ollerecida.
lacle imn. C,rDp0' ma" '.,e" ua ver" I "8 PPWado o arligo cora a emenda sera discus-
aue, impugnando o com os sens senlimentos phi- I sao.
lanlropicos, acoberlados com o liberalismo conlra o '- Arl. 3. Com a secrelaria da presidencia
recrulamento, s.m atlenderem, entretanlo. qu. o 5 I. Com os empresarios .
pnijecio mo vai augmentar o que ehamaram tomos-! S 2. Com .1 expediente e
f de sciHowe, esem altenderem i-ualraenle ao res-1 :v.mo da casa .
peno que rievem a ronsliluicao do imnerio, qua he I
quem aulonsa.o recrulamento 1 i 3:7M0O
saber
t knufJMO
2:30000 PAGINA AVULSA.
SSgBSS HA 8
A matriz de S. Jos.Esle lemplo que pelo
bom goslo de sua arcbileclura, proporjes gigan-
tescas e solidez de seus fundamentos prometi ser a
mais famosa casa de Dos de nossa Ierra, vai sendo
construida morosamenle, porque nao he possivel,
que de esrnollas, e eslas lAo escajas, se possa fundar
uma matriz, como a que se esl conslruindo na fre-
guezia de S. Jos.
tm principio houve .influencia da parle dos fiis
para se dar principio a esse grande leinpl > ; e lodos
animados pela boa vontade, zelo, e dedicajAo do
Exm. prelado diocesano concorreram de bom grado,
para queessa obra ebegasse com velociriade al certo
ponto, depois do qual arrefeceu a iulluencia, esca-
cearam-se as esrnollas, embora todos conhecessem e
conhejam que o comnlcmenlo desse sanio edificio
he nm dos mais nobres desejos do Exm. Sr. hispo,
que anda cootinua a empregar lodos os esforjos pa-
ra que lenha em seus .dias de nelle exerror por
mullas vezes os myslcres pontificios. O Rvm. Sr.
padre Jos Antonio Jos Saulos l.essa, a qoem mais
particularmente esl altela a fiscalisajAo dessa obra,
igualmente nn se lem poupado a sacrificio algura
dos seus commoctos, para em pessoa activar os tra-
balhadores, agenciar esrnollas e animar aos freguezes
de S. Jos, e das demais paroebias, a qoe concor-
ram com suas cinnllas, alim de esla capital ler mais
um lemplo magnifico. Nos pedimos que se h.lo de
pagar nina mensa lidade a corlas contrarias e di-
versos rilos, .leem una e-molla, que pelo menos
corresponda ao lerjo deisa pia meosalidade, para
coadjuvajao das obras da matriz de S. Jos. Ah !
se a factura dessa matriz concorresse para um feliz
resultado cleiloral... eolio ha muito que nella se
celebrariain os sagrados misterios de nossa religiAo;
purera la est o Tcrciuho, no iiual cabe bem uma
mesa eleiloral, ouro he o qne 011ro valle ; quem nao
lem cachorro caja com galo.
Na segunda-foira tirando esrnollas na freguezia
da Boa-Vista, para a fesla do Santo Antonio, o Sr.
Ire Francisco de Santa Candida, foi atrozmen-
lo ridicularisado c insultado pelo dono de una
taberna quasi confronte a matriz da Boa-Vista,
e 11A0 safisfeito de assim pralicar a primcia vez, re-
peli a dsc, quando esse religioso pela segunda
vez p 1 i\ por sua casa, chamando-o para com
zonibiiria, perguntar-lhe se sabia as Obras de mise-
ricordia Ora veem Vmcs.".' No entretanto he a um
religioso, que psde, nAo para si mais para o seu con-
venio, uma esmolla, que se qner jogar pulbas,
ridicularisar, ele. Se cm noss Ierra a poli-
ca protegesse os frades nos chamaramos a allen-
r.lo dola para esse fado, o qual nos foi relatado
pelo proprio Sr. padre, a quem conliccemos como
lionicm donesto. A conlinuarem desses exemplos,
amanha os esraolleres do convenio de S. francisco
tarto apedrejados.
O especlodor, que ptrcebendo a diaria de 509,
fora pelo governo encarregsdo dos clinler icos dos Ale-
gados,acha-se oecalto,porqoe seudo pronunciado nos
arls. 1li7 e.301 do cod. peu. pelo chele de polica da
corle, segundo he crranle, alrevense a vir incul-
carse de medico enlre nos, luvendo sempre sido o
seu costurae fabricar cartas falsas, e dellas so ser-
vir para cm algomas provincias excrcer as funcees
rio medico! Tem ebuvido de limiten logares requi-
sires para a pristi desse avcnlureiro. Eis porque
no furor da epidemia sempre disscmos.que ella para
muitos seria desolarlo, e para mitro- lanos salvate-
rio. Nada melhor ; 30)000 diarios,com caria bran-
ca para malar, eom importancia, sera ao ineuos ter,
segundo be voz geral, a menor tintura de medi-
cina '...
O subdelegado dos Afogados pedio a sua exone-
rajao, e lhe foi concedida.
Na li.M- \ 1.1,1. no becco do.lo.lo Francisco, um
filho espancou sua mai e a uma irona, doslocandn
um brajoriaquella, que terriveis lormeulos de des;-
Inrares sallreu, quando o quiz dar a luz'.' Heu
Heos, quanlas impieda.les, profanajiles e sacrilegios !
Porem luilo passa : inquiro-se nmai dnas Ic-lemiu-
nhas. que naria viram, e ra como filhoquc e,mur-
rou a ni 11.
Consta-nos que pelos fundos do ura rfMrle da
ra de llorlasha um lerraro que, servo de passadico
para oulro edilicio, do qual sahe ao rc'.locbao um
cano, que nAo s ilespeja agua limpa, como mais
rehilada de perfumaras, pira a ra do Caldeireiro,
lizendo urna poja que nAo se podo supportar.
Sr. fiscal, Vmc. esla' adoeulario dos olbos, he
-----.,., que nao diremos por
fodade.ae.c,SeTc'.f" esl"Jas e JoAo de Barros, 0-
inT..t;on,la""OS q"8 no domi"So a polica de San-
cas'-i a&fESi!; Um Prel "'-len.ro de nrra
casa afim de Prende-lo, e que uma das senhoras di
familia v.o-seem tallu, porque o prelo a segu-
rou para protege-lo. F eu
Tomamos a liberdade de lembrar ao Sr. Dr
cliefe de polica, que seria muito conveniente arre-
dar do Campo Verde, seja para onde for, essa mulli"
000 de mulheres dissolulas, que alrahem soldado. -
paisanos, e que ja vao constiluindo uma coloniae
Depois qoe esse exercilo all se acampou, sao repel.
dos os disturbios, os roubos, e agora vio-se oque s-
m.nta' -i 1 qUDlal d 'i'"ne, o>od
muila ut.lnlade ; por quanlo essas mulheres sae
coinranmente a cansa da insobordinajao dos soldao
dos se bem qoe os Os, segundo balalhao tcoh.oVlid-
d, y*Un"' ,la P'edo, seus superiores. Atno
lamis; he inconveniente a estabilidade dessa re-
pblica pelas imediacoes do eslabelecimento do-
t.ymnasio, pelas conseqoencias que todos podem a-
veolurar de Uo prxima e .. ediGcanle vi-
dZi"'plalde-cariade--:2 de >aah<>< sahioum
tZEr* ^-Sah-n.3, morrerara
Falleceram duas pessoas do cholera na roa do
Aragao ; uma escrava do Sr. Dr. Pinto, e nm Fran-
cez ; os mdicos assislenles e que atlesUiram a poli-
ca foram os Srs. Drs. Velho e Pinto. Consta mais
que se acha mal urna senhora no pateo da Penba da
mesma enfermidade.Cautela.
Honlem a noile doos ordenanjas do Sr. sub-
delegado da Boa-Vista brisarara|no corredor da'easa
de residencia do mesmo.e foi urna lide de gladiadores,
de abres desembainhados.de murros de partea parte
a quedas ; a nao serem diverses paisanos
malar-se-biam.
Ate' amanha.
a&jgtoje Wcrnambnco.
A assembla oceupoo-se honlem em primeiro la-
gar com uma reclamajilo do Sr. Florencio acerca de
um artigo publicado 110 jornal o Paiz ; e em
seguida apprecioa um requerimenlo do Sr. Fran-
cisco Joio, pedindo com urgencia os esclarecimenlos
que enstirem na secrelaria da polica acerca dos li-
mites que comprebende o lerceiro dislriclo da Sub-
delegada de pohcia, creada na freguezia de S. Lou-
renjo da Malla.
Concecleu ao Sr. Silvino Cavalcanli dispensada
commissao de legislado, para nao dar seu parecer
sobre um reqnerimenlo do Sr. Nabar, em ronse-
qnencia-de ser o mesmo sen prenle, e o subslituio
o Sr. Manoel Clemenlino.
Mandou imprimir um projeclo da commissao ec-
clesiastica. approvando o compromisso da irmandade
ao glorioso Padre Santo Antonio do Rio For-
mlo.
Approvou em primeira discussao o projeclo rela-
tivo ao contracto para a illuminajAo a gaz, regeitan-
do a segunda parte de um requerimenlo do Sr. Sa-
bino, em que pedia o adiamento da discussao, e ap-
provoii a primeira em que se pedia que a Ihesoura-
ria informasse em que especie havia sido recebida a
caur.io eslahelecida no contrato.
Enlr.indo na c.nlinuajao a tomada discoasao do
orjamenlo, approvou os arligos .., 6.- e 7 com
aiuumas emendas, ficanrio a discussao adiada peta
A ordem do dia de hoje he a conlinuacao da an-
lreoce1den,ee'1 Primeira discussao do projeclo nume-
Recebemos noticias de Caranhnns, com data de
-- do passado. A epidemia era reputada extincla
era toda a comarca, mas inda apparecia algum caso
em um ou outro lugar ; enlrelanlo o juiz de direito
ja linda dado por concluida a missao das pessoas en-
carregadas do tralamento dos cholencos em lodos os
pontos da comarca.
A populajilo da freguezia de aranhuns pede a'
assemblca provincial qua vote mais algum auxilio
para a onra da respectiva matriz, eao mesmo lem-
po deseja que se realisa a enlrega do cont de res
consignado na lei do orjamenlo do exercicio cr-
reme para a mesma obra, que presentemente esta
sendo executada a'cusa da coadjuvajao do povn e
dos esforjos do vigario.
O projeclo offerecido no principio da presente
iMMe, no intuito rie eslabelecer-se urna colonia agri-
.:01a naquclle municipio, foi muito applaudido pelos
I azeudeiros e agricollores, como um beneficio im-
prtame concedido a comarca.
fambem temos dcbaixo dos eUwa urna carU de
I pojuca com data do primeiro do crreme. Ultima-
neme lindara apparcc.do alguns casos de cholera, e
iiavia receos que o mal se desenvolvesse de novo,
t OU eremos que islo nao passa de um pnica.
Segundo a caria u que alludimos, dizem que oa-
q uellas proximidades ha um foco de criminosos, e
nlre estes contam-se os celebres assassinos Pacora,
P erreira, Careta, etc. Nao nos responsabilisamos
p ela veracidade desle facto, regislrarao lo siraples-
meule como um boato, alim de que a aaloridade
ci impleme trate de verifica-lo. Consta igoalmenta
qi le ato aqoe la data, ainda sen.lo linda feilo a re-
vi -ao da qnalilicajAo.
Honlem uma das sepulturas do cemilerio nglez,
es .abelecido em Santo Amaro, fechoase sobre uma
victima iltustre, que pereceu longe da palrla edos
amigos. '
V companbia que se encarregou da construejAo
da estrada de forro do Recife a S. Francisco, envia-
ra no paquete inglez que ull,mmente chegoo aqui,
vin do de .-soulhampion, Mr. A. B. Borllivvick para
dir igir os respeclivos Irabalhos.
( ) distinclo engenheiro, quando parti psra o la-
gar do seu destino, ja so achava gravemente enfer-
mo : de sorle que, ao chegar em Lisboa, uma juota
le mediros que o examinara,poucas esperanras con-
ceb ora cerca do resiabeleeimento da saude* do en-
rert no. Enlrelanlo, os mdicos assemaram que a
v,a:em J a mudanja de clima lalve modificaasem a
gra vidade da molestia, e nesle intuito acoostlha-
raii 1 ao engenheiro que continoasse a sua jornada.
I .ntao elle resolven-s* a conlinoar a viagem, e,
pos lo aqui chegasse extremamente doenle, comtndo
nos primeiros dias obteve alguma melhor. ; mas o
mal agsravou-se consideravelmenle, deciaroe-ea
uma febre lyphoide. e a final, depois de inaudilos
solTr iraenlos, suecumbin honlem, 3 do correnle.
1. '' "V Drlliwick, era uma da' mais brilhan-
les r intu io de Roben Stepheson, tu, das glorias scien-
in.ca s europeas, e depositario os segredos da mecha-
nica applicada I invenca-i os camiohos d* ferro, c
cora t .acra Mr. BorlhivicU Tiajoa no invern pas-
lla dous anuos quando aqui veo Irajar a direrclo
docatninhodeferro, lambem concorrea, a pedido
do pre stdenle lajxrovinc.v, com as soas lum para o
,0 ,"' ^r''me.efl', d* P'"> 'I" Recife, irabalhos,
quo ,, .receraw, a approvajAo do governo geral, e
que foi ainaublicados tll,,!a sa,ela "' '
. ^f '-r*""0 !'e e"' K'r.d urn.i perda sensivel para
un J% q',,,e ,leo" Privl",;, "o ma intelliger.cia de
LfcSr* "" er"aiDucl> em parlirular, a quem elle
OBI ci OSIgrar a pralica das grandes obras p.ibli-
^? que linha colhido em varias paragens da Euro-
pa e no r.gx po, cujo cami abo de ferro o uvera ua
qualiriad e .le engenheiro e,m chefe.
da
cslrad.i d
alen 1 do :
bavii Iracado, o que diipeaeiva a sua presenra aqu
por algum lempo, a cemparmii conta com os"recur-
sos intcllc :luaes e pralicos de Mr. Tacker, oulro
engenheir. 1 de subido mrito, qoe ji aqui se achava
dirigindo a obra.
1 oslo iuc lenbamos rie lamentar esla grande per-
la, roml udo podemos asseverar que os Irabalhos da
- d. 3 ferro ii 1 ficarao interrumpidos, pcis que,
sem jo qae la de Londres Mr. Borllmirk
mmiwicb0<.
Assim as acrocs vis e mr-quinlis sao dignas de
vituperio, e elloclivamenle consliluem quem as pra-
!.T-iTJ? SCnil 'a 'l:','"inaS --'^--! -".o ^ .e'doV'q.T'^.icr u^TccZ
d,m dLl?.,nTr!::.:^?iraDJ,len!.:n- !, >ao mb.a> con*! S.?a qne dalla
dem, esquecem-se, que eslao rodeados de familias
honestas, e abrem suas boquinhas decravo, e fallam
cousas!... cousas.... anjo denlo, que fazem arripiar
as carnes ao mais rapadocin holeciro. Pois bem : ve-
jam Lem,que se o Dr. subdelegada sonder vnsceme-
ees csiao empalhartos, nn entretanto nqoem cerloi
que Ihes queremos bem.
he merecedo r.
Faada a| iplicarao desle principio a um fado
cerlo e delern linado, he nawtl inlenjao fallar do Sr.
Domingos He nriques de Oliteira, cojo procedimen-
lo generoso e verdadeiramende evanglica na qua-
dra calamitosa porque pacuna e paa o Rio tirande
do IVorle, esta.' cima de todo o elogio possivel.
MUTILAD^
ILEGIVEL



Com effeitn, mw digno Rio-grandense, esse honra-
do negociante, com louvavel abnegado nao se lu
poupado (.'aquella localidad R soccorrer por todos
os meios o infelices accomellidos do lerrivel mal,
que os flagel's, buscando dar allivo nao so aquel-
lea com os quaes ramlira relarftes de amizade, co-
mo tambem aos que Ihe So cfesconhecidos, a poni
te ir procurar o desvalido em sea lello de miserias
para Ihe ertender a ruo bendceme as horas dedr
e de consternarlo.
I ni do-arlos.le philanlropia, que mais o honrao
aos olhos da hnmanidade. he por cerlo o oflereci-
mento que de saa habitado fez aos commandanles
MI embercacOes eslrangeira* surtas naquelle porto,
hm dahi serem gratuitamente tratados os-r.holeri-
coi.
Ue sublime semelhante amor lo protimo, mr-
menle qnando se considera que lodos fogem do con-
tacto do aneciado do cholera.
Este seu proceder he lano mais honroso e Inuva-
Tel, quants Ih'o nao imponha urna restricta obriga-
<;ao; e pela sua pratica mostrou. que em occasiocs
dessas calamidades nao se deve s olhar para o ami-
go, IMI igualmente para o estrangeiro, que se acha
em posirAo idntica a delle : pois que o solTrimenlo
os Igerfla.
As honraos do eco csliir.ii certamenle sobre 13o
l'reslimoso e honrado cidadao, a quera M Rio-gran-
dense* jamis riscarao de sua memoria, onde com
gralidio inscreveroo o nomo de Uorcingos Henri-
ques de Oliveira.
F. F.
UMatGWAL PE RECOMIECI.MENTO AO SE-
M10R CORHESrONDEME DOMARANH AO'.
Srs. redactores.Sammamenle penliorado pelas
eipressoes obsequiosas e demasiado lisoiijeira-, que
em eor.seqiicuea do trabalho a que me preslci' na
poca da epidemia, me san dirigidas na correspon-
dencia do Maranli.i i publicada em seu importante
Diario uumero 1:28 de M) de raaio prolimo pas-
tado, rogo-llies a permisso de, tambem pelo -
jornal mostrar ao illuslrado autor da mesma corres-
pondencia, a quem nao teulio a honra de conhecer,
toda a exleusAo do meu reconherimento e gralid.lo,
fazeudo apenas nm breve reparo, e he que durante
a quadra epidemia porque desgracadnmente pas-
samo!, iodos os meus collegas, que se acharam em
eircumslancias iguaes as em que me vi, prest.iram
lao bous- se nao nui- valiosos serviros ; e nao co-
nllevo qual fei aquelle que se portou mal. Com a in-
sereno destas poucas liuli.i-, muito obrigado Ihcs t-
car.
Seu venerador e criadoFrancisco Jos da Silva.
Recite :t de jonho de 18j<.
Publicrtcoc aprtito.
AO PUBLICO.
Para ludo he preciso ler 1'nrtinn, e na quadra
Eresenle para se adquirir alguma cuusa pelo menos
e necessario genio de adulador ; durante o lempo
do cholera so se via elogios de todos os lados, fuaoe
reio literam ito, fu.io e fuao salvaram a tantos, fu-
lano de tal deu tinto, o curioso tal tem-sc prestado
Je urna maneira espantosa, e os que eram pelogo-
verno empreados alm das grandes sommas que re-
cebiam, nao havia urna s correspondencia do cen-
tro que os nao pozessem cima da la ; no entre-
tanto un cirurgiao nosso patricio que dirigi por
ordem do governo um hospital gratis, e que
saropre cumprio com mu la exaetidao suas obrga-
c,es, como he publico o notorio, um cirurgiao que
em um feegaezia nunca se oegou a qualquer hora
do dia ou da noile, ainda que fosse para a peisoa
mais baixa da sociedade, e quando este cirurgiao a-
parecia, sempre era com bastante polidti, e com
termos mu mimosos, e que nada eilgia de sen tra-
balho, mostrando sempre muito desinteresst evon-
lade de salvar a lodos, um cirurgiao que ha bem
poucos diai fei urna operarao tirando um cancro na
per na do Sr. JoSo Paulo rerreira.com urna habilida-
de que o faz digno de toda considerarlo, e um en-
tendedor da materia que assistio a referida opera-'
f,Ao dcclarou que nao se podia operar melhor, esle
cirorg>ao nao he lembr.ido em folha alsuma a vala
de tantos serviros o earidade pralicados por elle, no
entretanto que sao outros que nao eslao em idnti-
cas circumstancias, Pero que ninguem se vexc com
esta dcclaraco, pojs ininha intenco nao lie Hen-
der a pessoa algum.i, so si ni de lazer sciente ao pu-
blico, o que be alma grande, Picando s a salisfarao
em pedir todos que leem reerhid favores do Illm
Sr. cirorgiao Francisco Jos da Silva, de pedirem a
Dos que Ihe conceda diUlados anuos de vida, com
saude e meios em companhia de sua familia, para
amparo dalla e da hununidade, assim espera ver.
O morador da fregoezia do Poco da Paoella.
I." de in.no de 18l.
4." caixas e t:i fardos lecidos dealgodo, > ditos di-
to de la.i, :l caixas mindezas ; a II. (iibson.
^38 calate tti fardos lecidos de, alaodao, ."> ditos
dilo de linl.0.5 ditos dito de laa, 1 embrulho objec-
tos de escriplorin, 75 barricas cerveja. Icaixa farinha
de Irigo ; a Paln Nash ,V C.
J! barrica Diadas, 12 |emlirulhos ps de ferro,
209 fogareiros, I barrica grades para ns ditos, liO cha-
pa para fog.lo, I barrica lampas para as meimas ;
a Brander Brandis ,\ C.
"i fardos fazendas de algodao ; a A. C. de Abreu.
32 ditos e ti csiias fazendas de algodao, ;i fardos
lona ; a N. O. B'ebcr A; C.
II caixas lecidos de algodao ; a J. Crabtree S
Companhia.
.7 b.irris manleiga, > caixas lecidos de algodao,
dita meias; a L. A. de Siqueira.
i fardos lecidos de algodao ; a II. I. da Silva.
M barris manleiga, 3 fardos lecidos de algodao -,
Me. Calmout C.
;l fardos terido de'algodao ; a Bvder & C.
IJ taixasde ferro, 1 barrica ferragens, I dila en-
tilara ; a r. Johnslon A C.
ti fardos lecidos de laa ; a Soulliall Mellor A-
Companhia.
1 caixa lencos de seda ; a I. R.da Silva.
.) ditas el fardo teeido de algodao : a Adamson
llowia & C
10 fardos tecidode algodao ; a Babc Schmmcttan
i\ Companhia.
Iti fardse 16 caixas teeido da algodao. i ditas di-
lo de linho. 18 ditas folha de Handree, I 16 tnnelladas
carvao, 70 embrulhos com ferro, 3*0 barras de dilo,
I cesto plantas ; a C. J. Aslley i\- C.
t caixa acido nitroso, > ditas olijcctos de cseriplo-
rio, G ditas e 7 barricas drogas. I dilo figado de ba-
callao, I fardo papel ; a Joao C. Bravo.
2 fardos tecidos de algodao ; a Isaac, Curio i\
Companhia. .
> caixas dilo de dito, 2 fardos cobertores de laa ;
a J. keller, C.
1 canole chapeos ; a \Vm. Portier Nash.
i caixas biscoilos ; a I. C. >ova.
H ditas e 15 fardos teeido de algodao, :i,dilos di-
to de lia, 10 dilos dilo de linlio ; a Roslroii Rooker
&C.
1 caixa raiudozas ; a YVm. Cowie.
29 barricas fcrragoiK, 10 dalas presos ; a I. S.
Ilallida> & C.
50 lanas de ferro ; a I). W. loninan.
2 caixas % I fardo lecido de laa; a Timm Momsen
& Vieatu.
"0 barra manleiga, > raixas teeido de algod.io ; a
Barroca J C.
1 barrica lacas, 12 ditas ferragens, ;! ditas en-
xadas ; a Burle & Souza.
NO barris salitre ; a I). Alves Mallteus.
2 barricas ferragens; a R. II. Wyall.
20 ditas euxadas; a Jato Fernaudes Prente V-
an na.
2 barris vinho, I dilo agurdenle, 5 dilos e 2 cai-
xas cerveja, 60 ditas queijos, .1 jarras panas. 74 pre-
suntos ; a ordem.
:l caixas e 3 saceos amostras ; a diversos.
Paquete nacional n Tocantins procedente dos
porto, do -ul, consiguado a agencia, manifestoo o
seguinle :
1 caixa iguora-se ; a caixa filial do Banco do
Brasil.
1 caiiote dito; a Antonio Jos Rodrigues de
ana.
1 dito dito ; a Viuva Amorim & Kilhos.
I pacole dito ; a Domingos Antonio Pires.
1 embrulho dito ; a D. Rosa Candida Mecha-
do I..
1 volurae dilo ; a Agoilinhn E. de Leo.
oO.NSUI.AUU (hit VI..
Rendimenlo dodia 2..... 1:7651551
dem do da :t....... 1:K1S228
PIMO DE EPRWBCUO Qmu FEIM k DE JNHO %l 1856
3.-6I6978S
IVERSAR
Kenilimenlo do dia 2.
Ide.'n do dil 3
PROVINCIAS.
.-.V.II
2.J9687
7!l-20:i
(Tasso.\
Rio (jraiide do Korle, 25 april 1856.
Illm. Sr. Domingos llenriquc de Oliveira.
hir.I have Ihe honour lo acknowledged rceeipt
ur jour roiiniiiinicjth.il al ,,.(,!,i,n In wlliell >ouj
of ter lo me and (lie crew ad pane agen of my shipl
an azylum in \oor housc in case of being atacked
by Ihe epidemie lo falalj prevalent in Ihis cil>. 1
beg in my owr ame and llial o my psssenge'rs el
crew lo tender to you my mosl sincere thanks for do
generous and humane au oflcr of which he -hall
gladly avail ourselvcs should iiifortunalelv Ihe epe-
demic. make il appearance among uo.
I beg lo reciprcate to the i.illo.it exteot your pro-
fessions of Esleem and cousideration for Ihe En-
glish nalion under whose flag i have the honour lo
sail.
I am Dear sir vour ohlidged
William Stabbl.
iComt Roger.)
Rio Grande do Norte, 21 avril 1856.
Monsieur Dntoingos llenrique de Oliveira. J'ai
bien riiuiiueur de vons aecuser rceplion de volre ho-
norable letlre en dale d'aujourd'hni.par laquclle veos
olfre moi el toules les personnes eiubarques
sur mon navire ; un asile el des soios mdicins;
eu cas d'allaqocs du cholera. Veuillez Mr. recevoir
mes remerciemenls bien sinceres, pour volre olfre
genrense el louled'humanit. Si le malheurveutque
j aie beso i n de votre mnison que vous mettez si lib-
ralement man disposition ; j'cn prolitcrai avec
bonheur pour le soulagement de mes m.ilades.
Recevez Mr. les salulalions bien sinceres de volre
humblc serviteur.
Tomharcl.
Rio Grande do Norte, i de maio del85G. *
Monsieor Domingos llenriquc de Oliveira.
J'ai en l'honneur de recevoir vos lettre du 2 de
april el du i maio. Je rcgrelte beaucoup de n'avoir
pas repondr votre premiire letlre, mais jessere.
Monsieur, qoe vous aurez la bonte de roexcuser
parce que je ne comprenez pas beaucoup volre
ecnlure ct ne pouvez pas ccrire le lauguage Brasi-
lien. El d'aillour j'ai ele en parfaile santo. Grice a
Dieu. A mon equipage aassi, je vous suis Irez-obli-
gede votre bonte, je rcgrelte de vous avoir donn
tant de peine a crire, mais monsieur j'cspre daller
vous vuir au plus vile pour vous remercier de volre
bonle.
Je sois, monsieur, votre trez--.be servileor,
,, David Le Boolillier.
^A bordo do patacho Albina.)
(Hlicot.)
Illm. Sr. Domiogos llenrique de Oliveira. O
abaixo assignado, capitao do hrigue inglez zVffof,
lema honra de aecusar o recebimenlo da circular
que \ S. Ihe dirigir, dalada do t do correle, a
qual nao respondeu immedialamenle.como Ihe cura-
pria, por incommodos de saude : do que pede des-
colpa a \ S.
Reconliecido a lao generosa esponlaneidade, ma-
nifestada ai referida circular o abaixo assignado a-
proveila o entejo para fazer sJ.(Tr--?.^,(Mr% ^r.
do nesU eidade os seus cqAi-aii, Pacheco .\
Mendes.os quaes de sobejo ;fli |,30 provado o seu zc-
lo e inleresse, por ludo q.aanlo perlence ao navio,
sob seu commando, ro pode por >so prevaleccr-se
do oBerecimento de V. v, que todava considera no
mais subido aprero, proieslando-lhe o seu reconhe-
cimento.
He com estima e c onsderneao, de V, S. altelo
venerador e criado, '
...... David Brown.
Natal, 4 da maio i le 1856.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PEI.A MESA
UO CONSULADO KESIA CIDADE NO DIA
i UE JIMIO DE 1S56.
PortoBrigue brasileiro S. Josco, l'rancisro Alves
da Cuuha i Comfnnliia, 1 cunliete aanear hranco.
LisboaBrigue por.uguez o Viajante, Thomai de
Aquino l-'ouseca & l'ilho, 11(1 saceos assucar mas-
cavado.
Lisboa Patacho porluguez Liherdadc, Bailar &
(lliveira, SO barris melero, sil barris cachara.
LiverpoolGalera ingleza Imogencs. Mita. U. E.
Balleras ,\- Companiua, 2 caixas doce de guiaba.
LiverpoolGalera ingleza linogene, Eduardo Cs
vVyall, 1 caixa doce de goiaba.
Liverpool Barca ingjeza I. Thuriel, Soulhal
Mellor ,V; Companhia, 2 barricas assucar branco, i
caixa doce do goiaba, 1 barriquiiha ararota.
lalinoulhF.scuna Elizan, C. i. Aslley & Compa-
nhia, I ,S")0 saceos assucar masc.ivado.
ExDorlacao .
Ilavre pol., Babia>galeijcv hjWXiL_utHHrfa,\<>e
111 toneladas, ronduzio o tegaial* :820 couros s*f=
gados verdes, :177 dilos ditos seceos, :t'JO ditos ditos
aapixadaa, laVsaeeaa algodao, 5 saceos carnauba, 2
barris cafe.
Rio de Janeiro, polaca hrasileira /.alosa II, de
250 toneladas, conduzio o seguinte :;| saceos cera
de carnauba, 1 calilo doce de goiaba, 25 calimbas
velas de carnauba, 420 saceos, 250 barricas e 8 bar-
riquinhas assucar, 3,010 meios de sola, 163 pipas,
2j barris e 8 quarlolas ageardenle, 300 cocos com
casca. 2 pa cotes doce.
dem, brigue brasileiro ollor do Ro, de 205 to-
nelada?, couduzio o segninle : 2:10 saccas eijao,
1,651 meiosdaaola, 1,520 saceos assucar, 77 pipas
agurdente.
Liverpool por Macei, brigue inglez Odem, de
133 tonelada, conduzio o seguinte : u80 saceos
com 1,000 arrobas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da 2...... 2:55'"690
dem do dia 3....... :616j03l
6:l92j62l
t^loxtimento i>*> potiv.
.Sanios entrados no dia 3.
Sidney63 das, galera brmense Europa, de 900
toneladas, capitao Airnes, equipagem 22, carga
Ua c mais gneros ; ao capillo. Caudal 80 pas-
sageirns. Veio refrescar e segu para Loodres.
Rio de Janeiro17 djas, patacho brasileiro Hire-
la I, de 2S7 toneladas, capitao Jos Ignacio Pi-
menta, equipagem 10, carga farinha de mandioca
e mais gneros a Bailar & Oliveira. Passageiro,
lato Pedro de Alcntara.
.Vacio? lahidoi no mesmo din.
Havre pela BabiaGalera franceza Olinda, cap-
lao Durroly, carga couras, algodao c mais gneros.
Buenos-A}res Brigue escuna Rpido, capilao
liancisco Jos Goncalves, carga assucar c mais
gneros.
Lisboa Brigue poilngucz Relmpago, capitao
Rodrigo Joaquim Corroa, carga assucar e mais
gneros.
@>itaca.
&6mwtttdo.
.... ri. CAMBIOS.
Sobre Londres, c d. por 1}
Paris, 355 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
Rio de Jaoeiro, ao par.'
AccSes do Banco, 35 0|0 de premio.
Arroes da companhia de Bebenhe. 513000
Acedes da companhia Pernambucana ao par.
litilidade Publica, .10 purcculo de premio.
e Indemnisadora.sem veildas.
Discono de ledras, de 10 a 12 por O o
, META ES.
Ouro.Oncas hespanholas. ,
Moedas de 69(00 velhas
6>i00 novas .
48000. ,
Prala.Palacoes brasileiro-.-.
Pesos columnarii s. ,
ii mexicanos. ,
a ap-
provlncia na
283 289300
. 16-3000
. 163000
. 09000
28000
. 25000
. 1>*60
HLFANDEGA.
Reudiroenlododia 2.....
dem do dia 3......
15:5609131
31.-005*768
I6:565|99
hje i de jiuihn.
Cloudmerr.nlorias.
de ferro e ma-
Dctearrcgam
arca ingleza-Mon//,,,. .
Barra ingleza Kaiiocala peras
deira.
Barca americana/mofemfariuha de Irigo.
Brigue american._.\aHq/_dein.
Bngoe americanohir,jidem.
brigue d.namarqoez-,1,,,,, rc/Ka-mcrcadorias.
alera porliigueza-GraHd0_pedras paramoinho.
Brigue porluguez-Troeador-ireos de peo.
IMPORTACAO .
J9S1 ,n*lM1," Mdl>- > viuda de Liverpool, con-
signada Fox Brolher., m.nifesiou o seguinte :
i i a^ a*, *a J ler'do'' d8 Igodao, 2 caixas e
11?1 "'"' L*2M mei" aaaatta, 3 far-
*-y M"" e '"ca, V) barris salare;
O lllm.Sr. contador da thesooraria provincia',
scrvindo de iuspeclor da mesma thesouraria, emriim-
primcnlo da ordem do Exm. Sr. presidente da pr-
vincia de 18 do corrcnle, manda fazer publico que
no da 19 dejunho prximo vindouro, parale a
una da fazenda, se ha de arremalar a quem por
menos fizar, a obra do calrameiilo da segunda parle
. do primeiro lanco da estrada do Pao d'Alho, aralia-
A atreroatataa sera leila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1851, e sol. as clausu-
las especiaos abaixo copiadas.
As pessoas qoe se propozerem a esla arremalaeao,
comparecam Da sala das sessoes da mesma junta no
da cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar ,e mandn afu'xar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario. v
Secretaria da thesouraria provincial de Pernarobu-
co, 27 de maio de 1856.O secretario, Antonio Par-
rara d Aiinunriar.lo.
Clausulas especiaes para a arremalajao.
1. As obras do calc.amenlo da segunda parle do
prnneiro lanco da estrada do Pao d'Alho, far-so-bao
de conformidade com o orc.amenlo e perlis approva-
dos pela directora em conselho e apresenlados
provaeao do Exm. Sr. presidente da
importancia de 41:6603.
-' arrematante dar principio as obra no ra-
le de 30 das, c devera conclui-los no de 20 mezes
ambos coudos na forma do artigo .11 da lei provin-
cial li. i8(>.
3.a O pagamento da Importancia da anemnlacao
rcalizar-se-ha na lorma do artigo 30 da mesroa lei
provincial, sendo metade paga em moeda corrente, e
Mira melada em apolices da divida provincial, crea-
da pela lei provincial n. :l5i.
O arremalanlecxcedeDdo o prato marcado pa-
ra a conclusao das obras, pagara orna mulla de 100?
por rada mcz. embora llieseja concedida proronarao.
>.' O arrematante duranl a execurao ilas obras
proporcionara transito a publico e aos carros.
6. O arrematante ser obrigado a empregar na
execue.m das obras, pelo menos, melado do pessoal
de gente livre.
Para ludo o mais que nao se adiar determina-
do as presentes clausulas, nem no orramenlo sc-
guir-se-ba o que dispOe a refocilo a lei n. 286.
Conforme.Oseerelario, A. Y. d'Annaneia{ao.
O Illm. Sr. conlador da Ihesooraria provincial,
serviu lo de inspector da mesma llieaonrara, ciri
cunipi iiii'miIo ,1a ordem do Exm. Sr. presidente Ha
provine ia de 18 do corrcnle, manda fazer publico
que no da 19 dejunho prximo vindouro. pnala a
junta da fazenda, se ha de ai rematar, a quem por
menos fuer a obra do caleameolo da primeira parte
do primeira lauco da cslrad do Pao d'Alho, avaha-
da em 27:9111.-.
A
ccar relaria da lliooiiraria provincial de Pernambu-
co 2, demaio de 1856. O secretario, A. F. d'An-
nunciarao.
Clausas espeeiaes para a arrcmalaro,
1." As obras do caleamcnlo da primeira"parle do
prnneiro lauro da estrada do Pao d'Alho, far-se-hao
do conformidade com o orramenlo e perlis approva-
dos pela directora e-n conselho e aprcsenlado a ap-
provaeao de Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 2i:940j.
2.a O arremtame dar principio as obras no pra-
to de 30 dias. e devera' couelui-las no de 16 mezes,
ambos cornados na forma do arligo 31 da lei provin-
cial n. 286. '
O pagamento da Importancia da arrematado rea-
hsar-se-lia na forma do arligo 39 da ineama'lei pro-
viurial, sendo matada paga em moeda corrcnle e un-
ir metade em apolices da divida publica, creada oc-
la lei provincial n. 351.
. O arrematante excedendo .. prazo marca.lo
para a conclosao dasobrai pagara urna mulla de itltw
por cada mez, embora Ihe sej concedida prorogacao.
.. () arrcmilante Jurante a execucao das obras
proporcionara transito ao publico eaos carros.
i>. O arrematante sera obrigado a empregar na
exenieao das obras pelo menos melade do pessoal de
gente livre. '
/.* Para todo o mais que nao se arhar determina-
do lias presentes clausulas nem no nreamenlo seguir-
se-lia u que ilispAa a rcspeilo a lei n. 286.
Conforme.O secretario, A. P. d'ADnaoctieao.
0 Illm. Sr. contador da Ihesooraria provincial
serondo de inspector da mesma thesouraria, em
cumpmnento da ordem do Eini. Sr. presidente de
provincia de IS do curenle, manda fazer publico,
que no da l'.l dejunho prximo vindouro, pcranle
aJOBIa da fazenda da mesma thesouraria. aa ha da
arremalar, a quem por menos liier, obra do 15.
lanco da estrada do sul, avahada em I2::I20-.
A arremalarao ser feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1851, e sob as clausu-
las especiaes abano copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala das sessoes da mesma
jolito no da acuna declarado, pelo meio-dia com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandoii allixar o prsenle, c
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcrnam-
bueo 2i de maio de 1856.O seerelario, A. F. da
Annunciaeau.
Clausulas especiaes para a arremalaeo :
1 .a As obras do 15. lauro da estrada do sul f.ir-
sobao de conformidade com u orramenlo, planta
e perbs approvados pela directora "em conselho. e
apresenlaiMs a approva(So do Exm. Sr. presidente
da provincia, na importancia iie 12:3203.
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
zo do um me/, e as concluir no de ouze mezes am-
bos Motados na forma do arl. 31 da lei provincial
n. 386, devendo tambem dar transito ao publico uo
nali de seis mezes em toda a exteoeao do tanto.
..'' Pasamento da importancia da arremalarao
venrirar-se-ha em qualro prcslaees iguaes, cuja l-
tima ser pega na accaaiSo da entrega definitiva e
as oulras correspouderao a cada terco das obras, sen-
do pagas ditas prestaces em apollis da divida pu-
blica creada pela lei provincial n. 3ji.
4.' Melade do pessoal empregado na obra i onsla-
ra de Irabalhadores livres.
o." O prazo deresponsabilidade ser de um anno,
duranlc o qual ser o arremtame nbrigadu a conser-
var a estrada em perfeilo eslado decoatervacOo re-
parando as ruinas lodas as vezes que o exigir" o cn-
genbeiro da estrada.
6." Para ludo o qi.c nao se adiar determinado
as presentes clausulas, nem do orramenlo, seguir-
se-ha o que dspoe a respeilo a lei 286.
Cooforme.O seerelario, A. I', da Annun-
ciac,ao.
O Illm. Sr. .contador da thesouraria provincial
servimlo de inspector da mesma thesouraria, em
cumpnmenlo da ordem do Exm. Sr. presdeme da
provincia de IS do corrcnle, manda fazer publico,
que no dia 19 de juiiIk. p- wndouro, pcranle a jun-
ta da fazenda se hade arremalar, a quem por me-
nos bzer a obra do 27.- laooo da esliada da Victo-
ria, avahada em 18:0023148 reis-
As pessoas que se propuzereni a esla arremalaeo
compareeam na sala das scsses da uiesma junta "no
da cima declarado pelo meio dia coiiipeleulcuicn-
le habilitad
A arrcmal.ir.'io sera feila na forma da le provinci-
al n. 3*3 do 15 de maio de IS5I, e sob as clausulas
especiis abaixo copiadas.
I-, para constar se inandou allixar o prsenle o pu-
blicar peloDiariu.
Secretaria da thesouraria provincial de i'crnam-
buco 2-. AnnuCiaco'
Clausulas especiaes para arrcn'alaeo.
I." As obras do 27.- .'aneo da estrada da Victoria
ar-se-bao de coniraidade com o orfameolo, plano
la e perlis, ap.nRJvados pela directorio em coiiselhu
e, aprsemelas approvarao do Exrei. Sr. presidcu-
ledaprovincia aa importancia do 8:903l48rcis.
-. Oarremalaiile dar principio fu obras no pra-
so de um mez eascoucluira no <|eqoloze, ambos
contados pela forma do arlijio :i di lei n. nt.
I.' O pagameulu da iinporlaiiuva da arremalaeo
verilicar-se-ba em qualro prei'i.C.0 iguae-|a ullia
das quaes ser |>aga na occaalAO da entrega deliuili-
va e as outras cnrrespondferao a cada lcrc;o das
obras, sendo dilat pretlafoe pagas em apolices da
divida publica criada pela le provincial a. 354.
la* O praso de responsahiliilude sera de um auno
durante o qual o arrematante ser obrigado a man-
tera estrada em perleilo eslado do ronservaco.
> Para ludo o que nao se a cha determinado as
presentes clausulas nem no orr.amenlo seguir-e-ha
o que a respeto dispc a lei. a. 286.
Conforme.O sercelarioA. F. d'Annunciar.io.
O Illm. Sr. conlador da ,'besouraria provincial,
servindo de iuspeclor damesnia thesouraria, manda
fazer publico que em cumpa ment da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 18 do correle,
vai a praea para ser .urr.n.it,ulo a quem por menos
lizer no da 19 dejunho prximo vindouro a obra
do lauto ila estrada cutre a cidade de Goiauna
pona do Bajar)', avahada m 12:2103600 rs.
A arremalaeo sera feila na forma da lei provin-
cial n. 313 de 15 de maio de 1851, e sobas clausulas
especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla crremalar.io
comparecam na sala das sesses da mesma jula
uo da cima declarado pelo meio dia compelcnte-
menlc habililadcs
E para constar so mandou arhxar o presente e pu-
blicar peloDiario.Secretan a da thesouraria pro-
vincial de Pernambuco 27 de inaio de 1856.O se-
cretario. A. F. d'Aiinniiciaea').
Clausulas especiaes para a arremalarao.
I." As obras do lauro da cslr.ada cutre a'cidade de
oaniia c a ponte du Bujars, Jar-se bao de contor-
midade com o orramenlo appVovado pela direclo-
ria era conselho _c presenlad.o a appiovaro do
txm. Sr. presidente da provincia, na impo'itancia
de I2I03000 rs. '
aV O arremalante dar princ ipio as obras no pra-
so de um mez a dever condol--as .no de 18 mezes,
ambos contados ua forma do arligo :ll da le pro-
vincial n.286.
I.; O pagamento da mporl ancia d'aircmalaro
rcalizar-se-ha na lorma do artigo 39 da mesma "lei
provincial n. -sil. #
i.- O arrcmalaulc exceden do o prazo marcado pa-
ra conclusao das obras, paga r ama multa de cem
mil res por cada mcz, cm'nora Ihe seja concedida
prorogacao.
5.' O arremaljilc durante a execucao das sobras
proporcionara transito ao publico c aos carros.
fia. O arremalante sera obrigado a empregar na
execucao das obras pelo ni enos melade do pessoal
de_genle livre.
7." Para ludo o mais qoe nao esliver determina-
do uas preseuocs clausulas,! nem no orramenlo se-
Suir-stotsi-. o_jiu-U>. -a respeito a lei provincia
n. jkii.ConformeO secretario.A, Y. i! Vnnun-
ciaco
O Illm. Sr. inspcrlor da thesouraria de fazen-
da manda fazer publico, que nos dias :1, 10 c 17 de
junbo prximo futuro irao a praea peraute a mesma
uteaonraria, para serem arrematadas a quem maior
preco olferccer, a renda animal das rasas abaixo
mencionadas, perlencciiles aos proprios naciouaes.
Os prelcndenles devem comparecer na casa da mes-
ma reparlieao nos referidos dias ao meio dia com
seus hadorc Secretaria da thc-souraria de fazenda
de Pernambuco 28 de maio de 18'di. O ollical
maior, Emilio Xavier Sobrea de Mello.
Lma rasa terrea n. 19 ua ra de Saula Thcreza.
I ma dila dila n. 21 idem idem.
Um sobrado de dous andares com o n. 11 na ra Di-
reila.
leudo esla reparlieao preciso de urna caldci-
ra de ferro, conforme o desenlio que aprcsenlar aos
concurrentes para a barca de cscavacao i o Illm S
inspector manda fazer publico ler d realisar o con-
Iralo da respectiva factura no^lia III demolpr-
ximo, em vista das proponas rerebidas al o mes-
mo da, com quem mais TauUgeo ollereccr a avo
da fazenda.
Capitana do porlo de Pernambuco 30 de maio de
1856. O secretario, Altxandre Kodrigues dos
Aojos.
Maranhao
Para.
(
Ncslcs suis dias seguc
aos pollos indicados o pa-
lliapote LINDO I'AQUIi-
.TK, capitao Josti Pinto
.Nuiles, pode ainda rece-
sar algunsvolumet miudo, para osquaei
bata-se com o contignatario Antonio de
tVImeida Gomes, na roa do Trapiche n.
lfi, srjjiindo andar.
Para o iio de
secue
ineiro
com milita I*cxidadc, por ler
parte da carga prompta, o brigue nacio-
nal FIRMA, capitao Hanoel de Freitas
Vctor: pata o resto, nassageiros e
esetavos a fete, pata os quaes tem c\-
celtcntes commodos, trata-se cora os con-
signatarios Novaes&C, na ra do Tra-
piche n. 3*, ptimeiro andar.
PAKA O RIO 1.RANDE DO BUL.
Segu com brevdade por ler parte da carga ensa-
jad> o brigue CunccijAo, capitao Joaqnim l-'er-
reira dos Santos; para o restante Irala-se com Ma-
noel Alves (uerra, na ra do Tapiche n. II.
Para o Porto.
O patacho portugus S. JOS' tu-
gue ate o dia 15 de junlio vindouro, tem
da carga prompta: para
c a
O Illm. Sr. conlador servindo de inspector da
Ihosouraria provincial, manda fazer publico que
no da ,, do correle por dianle, se pagam os orde-
nados e mais despezas provinciaes do mez prximo
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 2 dejunho de 1856.
O secretario,
Antonio lerreira d'Anminciarao.
ja' dous tercos
o testo trata-ce com Nvai si\. C, na" rita
do Trapiche n. 34,
Para o Iio de Janeiro
ahecom muita brevdade o brigue S.\-
(ITARIO, O qual tem a maior parle do
cuircgatnento promplo: para o restante
e passageiro, trata-se com Manoel Fran-
cisco da Silva Carrico, na rila do Colle-
gio n. 17,segundo andar, ou a bordo com
o capitao Manoel Jos Ribeiro.
Para o Porto,
a nova e velcira barca Santa ClaraB, aegoa com
brevdade : para o resloda carga e passaEciros, para
o que tem exccllenlcs commodos. Irala-se rom Bar-
roca i"v t^islro, ra da Cadeia do Recifc n. ou com
o capilao na praea.
Precisa-te de um pillo de caria ; o que assim
se jalgar habilitado, dirija-ea a bordo do bligoa bra-
sileiro (AmiudeB, a Iratar com u capilao ; e assim
co.ino marojos uacionae'. aa
Preeua-te de Iripolaetle nacional ; os que cs-
livercm tiestas cirrumslaneias,dirijam-se a bordo do
bngoe nacional Pirma, a trotar com o capilao do
mesmo \ iclor Salido.
Para a Baha.
A veleira garopeira S. Pedrea perlendc seguir
para Baha nestesoito dias por ter parte de sen car-
rcgamenlo promplo, para o resto Irala-se com o seu
coiisignalano, Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo.
PABA A PAB.VIIIBA.
O Male Nova Esperanras meslre llypolilo Jos
da Silva, segu em poucos dias por ter narle do eu
carregamenlo promplo, para o resto da'carga ; Ira-
la-se com o dilo meslre, ou na ra da Cadeia do
Recifc u. 16, primeiro andar.
Alaranl]o e Para.
Na presente semana, seguir para os dilos porlos,
o brigue ecuna Graciosa, que tocara no Ccar,
para onde recebe carga ; convinde aind.i tem vio
correspondente a 200 barris que as obsta, para
deixar de seguir uo eslado em que esliver ; Irala-
se com o consignatario J. B. da fenceca Jnior:
na ra do Vigario n. 23 primeiro andar.
. Para o Porto
segu infallivolmente por toda a corrcnle semana o
brigue brasileiro S. Jetea ; para o reslo da carga
ou passageiros, trata-se com os consignatarios Fran-
cisro Alves da lanilla & Companhia, ra do Vigario
n. II. O incs.no brigue precisa de luarinhciros na-
conaes e um pillo de carta.
CofDpanliia brasileira de
Saquetes ;i vapor.
feira, ."> do corrente, as 10 horas da manha, no ar-
mazcm do Dantas, defronte do liapichc do algOdaO.
Agencia de leudes j)iil)l-
cos, ua riiii da Madre de
Deoa ii. 52, d< ieira da
Silva.
Ouarlafeira de junbo, as 10 huras da manb.la,
serlo arrematados inuitos e diversos ailigos de mo-
bilia c inulto, oulros de ouro, umitas duzias de pel-
los de couro de lustre, romo t.unbem 2 pianos, I
nimio novo c oulro em lucio uso, urna rica preuda
de urna escrava moca e bonita figura, e diversas pe-
ras finas, u que ludo esla patente, e ser veudido a
conteni dos l'reguezcs.
^Ti>i0S 2ttO$0&
Trapiche n.
O vapor
S. Saltador
comandan-
te o 1* l-
enlo San-
ta Barbara ,
deve chegar
por estes :)
dias dos por-
los do or-
le em se-
g i m culo
Para os do
'O, segnndo
Precisa-se na ra do Vigario d. 3 da urna senho-
ra qoe leuba instrucres primarias para aiudar em
um colleciu : a pes.oa que Ibe convier faz-se um
bom inleresse : dinja-se a mesma casa que se dir
quem precisa.
Aluga-se urna prcla de idade, que saiba lavar
e seja quilandera, prefcie-seescrava : quem liver,
aiinuneie.
Antonio Joaquim Seve vai a Europa le-
vando em sua companhia^ suaj seubora, e urna
ricila.
Adiamos chisto e graca na sofreguidao com
que foi publicada a decifraeao da charada do Li-
beral Pernamlmrano de boje :l de junlio ; tanto
mais quaiilo nos consta haver sido b driir,ir,io que
alias nao era dilril] inspirada por qem leva'va a
charada a tvpozmphia. Eu mesmo
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amameotar crianeas
na casa dos expostos, a pessoa que a isso se queira
dedicar leudo as habilitarles necessarias : dirija-se
a mesma no Paleo do Paraso que ah achara cora
quem tralar.
O abaixo assignado lendo o Diaria de Per-
nambuco de boje, ficou surprendido ao deparar
com o annuncio que fez Antonio Francisco da Cos-
a Braca, em o qual previne o publico de nao fazer
negocio algum com o abaixo aatignado, com sua| Precisa-se alugar um negro para o tervico ex-
r. ou mesmo com oulros quaes | lerno de una padaria : quem liver dirija-se a roa
dos Pires n. 4i, ou annuncie a sua morada para ser
Carlos GIrudio Tresse, fa-
bricante de orgos e re-
alejos, na ra das Flo-
res n. ljj
Avisa ao respeilavcl publico, qne concerla orgos
o realejos, poe marchas modernasdeste paiz, concer-
la piauos, seraplnnas, caixas de msicas, aeordeSes e
qualquer .nslrameIllo q0e apparera UlBbem fa
obras novas. S a mesma casa fabricam-se caixas para
ic-ias, retratos, faqueiros. rleiras homeopalhieas,
etc. etc., as mais ricas e elegantes ponivel,
Sala de danta.
Manoel Francisco de Souza Magalbaea participa
ao respcilavel publico, qoe a sua sala de eosno de
dansa se aclia aberla ua ra das Aguas-Verdes n. 64:
quem de seu presumo se qnizer ulilisar, dirija-se a
mesma sala das 6 as 0 horas da manha e de
meio da as .1 da larde. O mesmo dar.licott as ca-
sas dos prelendentess horas coovencionadas, tam-
bem dar nos rol lomos pelo prejo qoe os mesmot li-
verem marcad.
A commissSo encarregada da festivida-
dea' TRINDADE SANT1SS1MA na igre-
ji de oa Senhora do Livramento, ora
anaii de graraa pelo desappareciuiento
do cholera, pretend: levara ciTeito essa
(eslividade no dia > do corrente, man-
dando cantar vcspcr.is, mitsa e TE-DEUM
sendo dirigida a msica de orcltesti-a pelo
pmfessor F. Jos Correia de Queiror, e a
militar pelo prolessor Pedro lian-ido, mes-
lre da msica do primeire batalliaodc l'u-
/.tleiros da guarda nacional ; serfto pr-
gadores na Cesta o Rvm. pregador da ca-
pclla imperial Joao Capistrano do Men-
donca, e no TE-DEUM o padre-mestre
Leonardo Joao Grego: a imagem ben-
/.er-sc-lia antes das vesperal; a mesma
commissao roga aos moradores da mesma
ra doLivi-amenlo tenbam a liondade de
mandar illuininai- nos actos da vespera e
TE-DEUM as frentes de Sitas casas, c na
testa oruarem as varandas com colxai.
Lotera
do. Gvmnasio
av
Pernambucano.
Aos 4:000.v, 2:000.s' e l:OOO.sO0O.
Corre induhitavelinente sabbado 7 de
jllllllO.
Salusliano de Aquino Ferreira
participa que venden as seguintes surtes
da primeua parte da primeira lotera, a
beneficio do convento de Nossa Senhora
do Carino,
Billiete inteiro n. 2392i:000.s000
9372:000lj000
, 2080 llOsOOO
Tem cspnslo a venda oovos billietes.
lucise (piarlos di: ipiailu parle da piar-
la loleria do Gymnasio Pei-nambucano,
na ra da Cadeia do Recife n. loja de
miudezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto, na praea da Independencia ns.
>~ eiiMoja de calcado de Antonio Au-
gusto dos Santos Porto, e na mesma pr.i- i proteste que abaixo aa seque, e qoe existe anoe-
:< n. i, loja de bill.etes da viuva Bastos. X a0iac,os da t*!*- ,p. s... .
1'mnni.iJ.Ut i -j i 'turbara M-iria da *ilca Sei.cas
i. as outras lajas a conhecidas do respe- ocife :iii do maio .ie 1836.
lavo
quer bens, porque (iliz elle eslSO tojeitas ao paaa-
iiicnlodc urna lellra da qaanlia de l.'iOSOOO reis
que esla em jujo e consta que o* quer vender
para se retirar, c nao pagar a quem deve; o abano
assignado por sua honra e deferencia ao publico
que uAo o conhece, he que se da ao Irabalho de
responder pelo |.re-ente, e declarar que muilo antea
de ler sido rb.iniSo ao jui/o de pa por esla lellra
a que o dilo llraita alile, havia aniiunciauo para
vender sua taberna e o buhar, porque achando-se
i dever della apenas cerca de l'.MINXlt) reis ; e nao
r.i/.eiulo quasjajiegocio algum, nao quera maisalra-
ar-sc, u.lo leudo outras in enras seno pagar a
quem deve.mas o dilo Braga liuha receio de perder;
Oevia uar dos meios que a lei em laes casos con-
cede o qoe mu i bem sabe, mas sendo seo nico lim
expar o ahaiio asaignado i uxpecla(Do publicacalum-
nian.lo-o e injiiciando-o. ve-ie for;ado a chama-lo
pcranle a competente autoridale para provar quan-
lo avanrou em o dilo aiiiiuncio, proleslaudo nao
dar mais reepesla senao pelos meios compelciilcs.
l'rancisro Joaquim Ouarle.
Kecifc3 de junho de lctoti.
A abaixo ajsiguada como viuva e invenlaranlc
dos bens do cas.il de seu marido Francisco Jos
da Costa Campcllo, e aulorisada pelo respeilavcl
despacho do Illm. Sr. III. \a\ de orph.los, vende
os seguinles bens : um sitio ua ra Imperial n.
1:20 A. um sobrado de um andar na mesma ra n.
100, nina casa terrea tambem na mesma ra n. 118,
um terreno contiguo a mesma casa, c urna casa ter-
rea na ra do llom-1'in n. :12, em Ullnda, os pre-
lendentes dirijam-se a ra Imperial n. lil), segun-
da casa depois da fabricado sabAo.
Sculiorinha Solera d' Albuquerque Campcllo.
.Iriso e protesto.
I). Barbara Mara da Silva Seixas. por si e como
bstanle procuradera do seu esposo Nnno Maria de
Seixas, vendo no Diario de l'ernambiiconde 30 do
correle maio, nm annuncio dos Srs. Novaes &,
Companhia, Au rellano de Almcida Rodrigues Uacc,
intitulados administradores da niassa que nu I lamente
fora declarada fallida, chamaudo os credores do seu
referido esposo i'appresenlar-lhes os seus litlos na
conformidade do artigo 859 do cdigo' comro, e
dizeodo-se nomeados pela maieria dos credores :
se appressa a declarar, ea protestar solemnemente
contra essa nomcacao ; primeiro, porque nao houve
maioriareal nessa alludida reunio do dia -t de
maio ; por isso que o numero dos credores legal-
nieiiio habililados, que a ella compareceram e vota-
rtm foram apenas tres Srs. Novacs id, Companhia.
como procuradores, llr. Adolpbo Cvalcanli e Jo'
Jernimo Monleiro. que havia sido declarado habi-
litado como credor directo por um jolgamento do Sr.
juiz r. Uhveira .Maciel, na sentenca de desempale,
qnando alias tentencu panada em julgamenlo pe-
los superiores Irlbouaes do llio de Janeiro, o de-
clararan) procurador de Colesworth I'owll 6; Prycr,
ile Londres ; sendo que os oulros dous volantes
pretensos credores : Sr. Izaac nao podia represen-
tar a Emery &. Companhia, do Rio, poique falli-
ram e de cuja dnuni>tr.rao ou dos mesmos com au-
lorisac.io dos administradora o.-, lscaes da sua r
massa, nao havia recebido novos poderes; e o Sr. tSJ'USll Clll
Me-quila ele llalla, porque nao eram ee-siouarios le-
gaes de l'rancisro Alves .'a Cimba, em face das leis
respectivas: segundo, poique ainda qne os dous dos
cinco volantes podewem volare ser volados, a uo-
meacao do Sr. Izaac he milla.ipio jure, por nao re-
presentar : primeiro, amas-a fallida Kmcrv & C. oa
.1. r. Emery por falla de poderes novoa ; secando,
porque leve o voto'do togro o Sr. Monleiro, o que
be prohibido pelas lei. E pelas raxoei expostas a in-
fra assi^nada protesta solciiiiicinciile conlra lodos os
actos que detsa adminiriratia dimanarem, como
ja o seu esposo opportunamaiile em julho de 18.31
o (izera, conlra lodos ua actos dimanados do curador
fiscal Sr. Perno. Jnior, Monleiro, e
procurado.
Fagio do engeoho Muribequinha no da i
para aiiiauliecer o dia 2(, de maio, o escravo pardo
por mime Vicente, o qual foi comprado ao Sr. Es-'
tevao Jos I'aes Brrelo uo engeoho Campo-Alegre,
cujo escravo tem os signaessegointes ; baixo, secco,
principiando a barbar.com muilas espiabas ua cara ;
roga-se as autoridades que hajam de o appreheoder
e levar oo engenho Muribeqniuha ou em casa do Sr.
Manoel Eleulerio do Reeo barros no paleo do Ter-
(o n. f4: o seuhor do dito escravo protesta contra
quem o liver oceulto.
Antonio l'erreira l'into. tem justo e tractado
sociedade com o seu caixeiro Maneel Jos Lopes Gui-
inarcs em perceber melade dos lacros livres de det-
pezas que houverem, segundo o tracto feito, na sua
taberna n. 3, no largo do l.ivramenlo, e por isso
na qualidade de socio gerente, anloriado a vender
e comprar ludo quauto necessario for para a dita ta-
berna, debaixo da firma de Pinto & Guimaraes, li-
caudo o annunciaote incumbido de lazer os paga-
mentos debaixo da mesma Grma de Pinto & Gni-
maries, e por isso fax o presente annuncio.
lenle I de junbo de 1856.
Os abaixo assigntdos fazem sciente ao respei-
tavel corpo de cummercio, que leen, dissolvido ami-
gavelmenle a suciedaae que linham na loja de sir-
aueiro sita na rna larga do Rosario n. 24, enja loja
girava com a firma de Costa socio Antonio Joaquim Panasco respootavel pelo
activo e passivo da exmela Grma. Recife 30 de
maio de 1856.Jos Ribeiro da CotiaAntonio
Joaquim Pauasco.
O abaixo assignado faz ver a quem convier,
qoe ninguem faca negocio com a la nema sita na
Capunga e um buhar ejmesruo. com ootros quaes
quer bens perlenccntes a Francisco Joaquim Dnarle,
por eslarem sugeilos ao pagamento de urna letra que
ja se acha em jnizo, e consta qoe o dilo Duarte os
quer vender e retirar-se, para nao pagar a quem
deve.Procurador, Antonio Francisco da Costa
Braga.
Prerisa-sa fallar com o Sr. Benedicto de Bar-
ros Vasconcellos, em Santo Amaro taberna de Jos
JjciiiIIio de Carvalho.
Precisa-sede urna, mulher de boa conduela
para tratar de dousmeuinos ; oa rna da Cadeia Ve-
lh.in. 45.
OfTerece-se um escravo erioulo para servir de
criado a algurua casa eslrangeira, o mesmo he hbil
em tralamcnlu de cavado*, pois sempre servio de
criado, lambem pode ser bolieiro oo copeiro por
>3 rs. mensaes : quem o pretender dirija-se ao ler-
ceiro andar do sobrado da roa da Aurora n. 56, on-
de foi o hotel d'Europa, ou annuncie para ser pro-
curado.
Cl
;liX;i
filial
do Banco do
'jr ii ni time o .
A diiectoria da cai.va aipublico, que
os discontos da semana que decori-e de 2
a 7 do coriente. serao feitos sob a ta.\a
de !l por ccnlo ao anno. Recifc 2 de ju-
ulio de 18.">(.Antonio Marques d* Amo-
rim, secretario.
uiblteo. Os b

Conipunliiu brasileira
[>aqueten i vapor.
de
rd
otn^c.
A arremalarao sera feita na forma da lei provin-
cialu. 343 do 15 de maio de 1855, e sob as clausulas
spe ciacs abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalarao
compareeam na sala das sesses il* mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
E para constar sa mandn aflixar o presente e pu-
blicar pelo ii Diario.
Pela secretaria da thesouraria de fazenda se faz
publico, de ordem do Illm. Sr. inspcrlor, que os cx-
amet dosconeorrenlet as vagas de praliranlcs exis-
lenles na mesma Ihesooraria, eomecnrlo no dia i de
junbo prximo ruluro, c que prtanlo os mesmos
concurrentes devenio apresenlar-se na referida re-
parlirSo as '. horas da manha do mencionado dia.
Secretaria da Ihesooraria de (azenda de Pernambuco
em -J8 de maio de 18'ili.o oflicial maior.
Emilio \avier Sonreir de Mello.
O Illm. Sr. inspector da Ibesonrarta de fazenda
manda fazci publico.que nos dias'8,15 c 22 de ionlio
prximo fuluro cslara em praea pranle a mesma
lliesouraria pina ser arrematado venda a quem
maior preeo ollereccr, um tillo no Inuar da Ibora,
que pcrlenccu ao hachare! Pedro Gautlfano Ralis c
Silva, e qne foi adjudicado a fazenda no valor de
MMIJOOO : os prelcndenles deverao rninparcrer na
casa da mesma thesouraria, m s referidos dias ao
meio da. Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 38 de maio de 1856.-0 oOlcial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos propriclarios dos predios urbanos das fre-
gue/ias desla cidade e da dos Alegados, que os :l|
dias uieis para o pagamento a bocea do cofre do 2."
semestre da dcima do
1856, se principiam a contar do dia primeiro de ja-
iibo : lodos os que dcixarcm de pagar, durante esle
prazo, inrorrerao na molla do .1 ', sobre seus .le-
fcilos.
O abaixo assignado, encarroada pelo Exm.
Sr. presidente da provincia do exereicio da vaccina-
rilo, como livesse em dala de .10 de maio recebido
pela presidencia alguna! laminas de humor vaccini-
eo e oulras, en. III dome-ino mez p,|a commissao
de hyaiene publica da llihi,, pedido que se fez em
dalas esle huios das quarta-feira e sabbado de carta se-
mana, pelas !) horas,|,, manliaa, na tala.....,,,|C (ra.
balba a commisjao iuleriiia de livaiene publica.
nenie l.de junbo de 18.M;.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
lua c Rio : agencia na ra
gundo andar.
O vapor i'a-
ran comuian-
danle francisco
Ferreira Bor-
get etpere-te
dos porlos do
norle a Don III
do corrente, c
depois da de-
mora do costu-
nie seguir' pa-
ra atcelo, Ba-
i'rapiclic n. U se-
PAKA O ARACATV
o Male Crrele do orle segu com brevdade ;
recebe carga.o passageiros : a balar com Caelano
Cyriaeo da C. 11.,ao lado do Corpo Santo n. .
CBAKA' E ACAUACI '
segu ale o dia Ii ou 7 com a carga que liver, o mili-
to veleiro patacho Emalifaoa : quem quizar car-
regar ou ir de paasagein, dirija-se au Si. Manoel
(.malves da Silva, na ra da Cadeia, ou ao rapilao
a.bordo.
~ O liiale Capibaribea sabe para o Aracaly no
da do corrente impreterivrlincnle ; para o reslo e
passageiros, Irala-se na ru i do Vigario n. 5.
~iiii
i agente llorja fara leil.io em sen armazam, na
ru do Lollegio n. I5, rlc um araude e variado sor-
iimenlo do obras de marcineria.....vas e usada, co-
mo bem mohilias de Jacaranda, ditas de amarello,
olijeelos avulsos, obras de ouro c piala, relogios dilos
para akibeira,lindos enfeibwde porcelana para sala,
bellos qua.lros a l.ui/, W.uma grande poreao do lon-
aano| Hnancelre de 1855 a [."' nna e vidroa para tervico de meuj.diversos uienci-
lios para casa, J cai.is com borsegnini de borracha
para senhora, I dila de dilos para linmcm, 5 pe-
iieiras de rame, l'i libras de retroz azul ferrle, 17
Irigideiras de cobre e cobre eslanhado, 18 laivos de
metal amarello, 70 rodas de arcos de pao para pipa,
e oulros mullos objeelos, ele, que seria eiifadonho
menciona-los, os quaes se acbaro expostos no mes-
mo armazam para esame dos Srs. prelcndcntcs :
quinla-feira, 5 do corrcnle, as II horas da manha.
(i agente Oliveira far Icilao, por coala c risco
de quem pertencer, de 2!K) rodas darcos de pao pa-
ra barricas, 1,1, ,-anaslrase saceos com albos, 800 ro-
das de viajes, :itl feisaa d'areaa de pao para barri-
cas routeodo :l rodas cada um, 50 lernos rada
um com Iriva, esenva e almal'ara para limpir raval-
los, e -m duzias de rselas para esporas: janla
respei-
Hltier.es das tres pri-
meiras sortes 'laudes, sio pagos sem o
dtsconto de 8 por cenlo do imposto ge-
ral, rubricados por S. A. Ferreira.
Pernambuco i de junlio de 185b.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
*& Deposito de vinbo de cilampa/;- $&
O ne Cbateau-Av\, primeira tpta- S
B lidade, de propriedade do conde @
O deMareuil.rua da Cruz;do Recife n. @
@ 20: este vinbo,o melhor de toda a S
Champagne, vende-se a otig cada 9
J caixa ; acha-se nicamente em ca- f'
sa de L. Lecontc Feron & C. N. ;;';-
"As cai\as sao marcadas a fe- S
? TConde de Mareuileosrotn- @
) los Di; largo do Paraizo.esquina do becco
do Ouvidor sobrado de dous andares, lu-
gions manbaa de sabbado 31 do mez de
maio prximo lindo, nina pi ca crioula
de nome Rosa, estatura regular, com 2i
tumos de idade pouco mais 011 menos, ca-
ta larga, bocea grande, tem falla de um
denle na fenle, nariz chato, testa cur-
ta, lie natural que ande de roiipao, por
ter levado algum, tem os pe's grandes e
mal feilos ; tem sido encontrada por in-
versas vezes, c sempre di/, que anda em
mandados: protesla-se com Iodo o rigor
da lei contra quem a liver acuitada' e
gratiica-se generosamente a quem a a-
preliender e levar a' casa cima..
a ni ;;v* v- -' '*/
Q9 U Vi. ((lgano Cezar Cahottu Q
formado em medicina pelaFacul- ?
@ dade da Babia, avisa ao espeita- ?$
publico, e especialmente as fi
Francisco Gomes Castellao, e Jos Goocalvet
\ ieira, fazem sciente ao poblico, e parlicularmeole
ao corpo de commercio, que dissolveram (amigavel-
onlros, 110 I me,He a sociedade que girava sob a firma de Cas-
tellao \ Vicira, Picando lodo o aclivo, e passivo des-
la essa a cargo do hoco J/taiftciaeo Uouie* Caslellau
desde o|dia primeiro do correle mez de junho.
Ihz .Nuuo Maria de Seixas. que achando-se V. S.
por delcrminarao de um juiz incompelenle, qual
be o municipal da segunda vara, com jurisdicao
eommercial, proccdeiHo a aposir.lo dos sellos nos
livrosc bens do supplicanle, o qual fora, alias, a
requerimcnlo de Jos Jeronvmo Monleiro. nella e
incompetentemente declarado fallido por senleuea da
quelle juiz, em que sohresahem nao s a Injusliea
e iniquitlade como o desprezo o mais absoluto da
legislaeao eommercial eiislenle, e de todos os prin-
cipios que rcgulam a maieria, ho do dever do -mes-
" su;.plicanle, nao
O senhor que tem um peohor em poder do
abaiio 8ssignado, e que mora ou inoroo em Olinda,
haja de o ir tirar : se o nao fizer, sera" publicado
seu nome por extenso.
Jos Jacintho de Carvalho.
Precisa-se de um menino para cai-
xeiro de urna taberna e d liador a sua
conducta : a tratar na ra do Collegio n. .
O abaixo assignado roga a lodas as
pede a V. S. Illm. Sr. jniz de paz da freue/.ia "de
San rrei Pedro Imnralves, do primei
io dislricto, <[ne
/1/aria de bebas.
.v....u uc |,i,iic>,u que z mino .llana
Aos dous dias do mezdejolho de 1851,
guezia oo San Prei Pedio Uonealves, c
--..- ve
-3 casa n. 8, sita na rna do Collegio, $g
0 onde pode ser procurado a pial- Q
@ quer hora. Z
" > \. sj*..- .... .^. .., .,.,., ... ... ..... ,..--J
Os Srs.accionistas do
vapor a reboque, .*ao ocu-
pa ni cutrarem
tereeira prestac&o
al o dia 1*1 dejunho do
corrente, na ra do Trapi-
che u. 8, cscriptorio de
lien
vidados
com
;i
COMPANHIA DE BEBZMBE.
assim o mande.E R. M..VH0
Detpaeko.
Tome-se por lema e protesto do supplicanle.
I nmeiro dislriclo do llccfe, 2 de julho de 1831.
Protesto.
Termo de protesto que taz Simo Maria de Seixas.
De-la fre-
., em casa da
morada de >uno Maria do Seixas, em nina das sa-
las da mesma casa, aonde oi viudo o jui da mes-
ma freguc/.ia. o capilao francisco Jos. Silveira
commigo esenvao do sen cargo, para effeito ,de se
porem sollos em seus bens, papis e o mais que
be delenninado ; o sendo ah foi-me entregue pelo
mesmo Seixas o requerimcnlo retro para eireilo
de se lomar por jermo o protesto requerido no
referido requerimcnlo : e porqne se achasse des-
pachado pelo juta de paz cima declarado, lomei
por termo o mesmo protesto, o qoal versa sobre
o allegado na mencionada palelo retro, peranle as
Icsleinunhas abaixo assigndas. E de como prole-tou
assignou o termo com as tettemanhas.
En, Manoel Joaquim da Silva lliheiro, escrivilo
r. esrrcvi.Nnno Maria de Seixas.Manoel do Nas-
cimento da Silva Basles.Jos Antonio da Silva
V launa.
l)eseja-se saber a morada do Sr. Joao Oeodalo
Bowman para se Ihe fallar a negocio de seu iuleretse:
porlanlo o mesmo seuhor, ou quem delle souber,
annuncie para ser procurado.
Quem pretender comprar 17 animaes de roda,
bous, novos e fortes, e em bom celado do moer, di-
rija-se no engenho Ararib.i da Pcdra, fregucza do
(.abo, que achara rom qnem Iratar, pois se vende em
raiao de se mudar o dilo engenho de animaes que
era pura moer com agua.
Espirito Santo de
Francisco.
Olhcsoiireiroda irmaiidadc do Divino Espirito San-
lo,erecta no convenio de S. l'ianciseo,julga ter pago
todas as despezas feilas com a fcsla de seu divino pa-
droeiro, porem se alguma pes.oa sejulgar eredora da
dila irm.indade pode anreaentar sua anata ao dilo
lhcsoure.ro no prazo dcS dias. que promplaiUCntc
ser., paga, na ra eslreila do Rosario a. 41 primei-
ro andar.Manoel do Naaelmenle dos Sanios.
AVISO A Q0EJJ INTERESSAR.
Flix Vasconcellos de Cantalceo com casa de at-
raate n ruadoCrespo 11. 6, avisa as pessoas que
com elleeonlraliiram debilotdesde asoslo.sclcmhio e
lutooro do auno panado, hajam de vir pagar, do
. ouirario pastaran pelo diasabor de ver sen nome por
extenso nrsu rolha esle aviso (ve para cerina e
determinados individuos.
No da 7 de abril do correnlo auno deaappare-
ceu asen senlior.los II in.iei,., de larias, morador
i na Barra do Rio-tormos,, escravo Hoque, de cor
i cabra, de 18 anuos de idade. estatura baja, corpo,..
regular, pernos um pourn arqueadas, prs laruos, .le- I 2, csciiplorio.
dos eortos.c.ibellos um pouco corrido-,denles iierfei-
los, sem barba, c com algum cabellos nos peilot;
presume-seque dilo escravo inlilulado forro, scabri-
lKsse na companhia de pessoa, que de boa f o acei-
tn em qualidade de Irabalhador : sendo assim, pele
; o senhor delle, a qnem quer que o posta ler, o obse-
quio de faze-lo prender e remelter, que satisfar
' promplamcnle as despezas : aos capitaet do cam
tS.
1-856.Dr. Lobo Mosco/.o.
rugi no dia 19 do mez passado urna
preta crioula de notne Isabel, de idade
truila c tantos annos, baixa, magra, ca-
laolba, temos dedos dos ps e maos mui-
lo cabezudos e estes com falta de unhas..
tambem tem as costas com marcKS de sica-
tti/.es, be muito ladina e regrista : quem
a pegar leve-a a ra da Cadeia-Velha do
Kecile n. >>, loja de Joao Pereira Mouti-
nbo, que sera' recompensado.
LOTERA DI PROVINCIA.
O Illm. Sr. tbesoureiro manda fazer
publico, ipic scacliam a' vendaos bilbe-
tes, meios equartos da tiuarta parte da
(piarla lotera do Gymnasio Pernambu-
cano, cujas rodas andam impreterivel-
nienle no dia 7 de junbo prximo futu-
ro, no saliio do convento de Nossa Senho-
ra do Carmo. Thesouraria das loterias
-29 de maio de 1856. O eserivao, Anto-
nio Jos Duarte.
Precisa-se de urna ama de leite, pa-
gsxc generosamente: na esquina do
becco (lo Scrigado n. 95, segundo andar.
Xo dia 51 de maio prximo (indo,
desappareceu ou frigio do sitio das Ro-
sen as do teuente-coronel Joaquim Elias
de Moura, o seu escravo Adao Quinta-
feira, ollicialde sapateiro, tem as mos
aleijadas do ollieio, idade -O annos, cor
fula, principia a barbar, bastante feio de
Cara, nariz chato e grosso, estatura regu-
lar e secco do coi po: quem o pegar ou
delle liver noticia, va' ao-dito sitio das
Hoseiras, defronte da capella do Rosari-
nbo, (pie sera' bem pago.
i
t) Dr. Joao da Silva llamos, (endo re- /
gressado a esla cidade, contina a residir ()
na roa do Cabugi n. It, onde recebe as 6%
pessoas que o quizerem consultar, das 8 as S
III da manbaa, e das .1 as i da larde; bem fgj
como se presta a ir viiilar com prompti- U
d.io os .lenles em seos domicilios. WM
Pi -'cisa-sc de um escravo para tra-
tar iie dous cavados, e urna preta cozi-
nheit a forra ou escrava, para casa estran-
eira: a tralar na ra do Trapichen.
OSr. caixa da Companhia de Beberibe
adta-se autorisado pela assemblea p-etal
d,S.*.acdonistasdamemaco,npanl,ia, SEtt^lLZtt~2
a pagar O 16- dividendo, na razito di* ,e P*"" aanerota por ana entrega, lambem reeom-
2s500 por ac.io. Kecile 3 de iunbo de aT" q" liiiinii .., jw poi,,,,,, lotU vigilancia, mormenle inlilolau-
(Itt tosa Por-
I.
1856.Osccrctarit
locarreiro.
O ahaivo assignado julga nada dever, porem
se alaueni se julgar seu credor aprsenle raaa comas
al 10 do corrente na roa da Oadeii do ltecife n. 57,
afim de serem salisfeilas.Albino Jos lionealves.
Domneos da Cosa Dias declara que despedio-
sc da casa do Sr. Jos Alves da Silva liuimaraes em
.'1 do corrente. e avisa a quem se julgar seu credor
apresenlar suas cuntas para seren paga;.
- O Sr. lenle Jos Antonio re-lani tem urna
caria na ra da Madre de Dos, armazam de Bastos
& Silva.
lo-scelle forro, o que infallivclnieiile pralicar.
Apparaceu um .avallo no dia l>| ,ie maio no
Ingar do l.luu.i Menino : quem for sen dono, dando
os signaes cerlo:- tugara as despezas e o annuncio.
Precita sede nina ama que saiba cotinhar.para
casa de penca familia, (sendo s para esse servi.-o :
na ra Aususla n. 3, sobrado.
I'recisa-se de um feilor de campo, que seja sol-
(eiro, e d conhecimento de sua pessoa : a Iratar oa
ra do Collegio n. "i, primeiro andar.
Pede-se aos Srs. Kulino da Silva Ramos e Eva-
risto Vieira Cavaicanli de Albuquerque Una, que
por favor deelarem as suas moradas, pois se Ibes pre-
cisa fallar a negocios de seos nteresses.
Jase Antonio Morara Dias & C, fa-
zem sciente ao respeilavcl publico, que
teem osen cscriptorio na rita das Laran-
geiras n. 1 .
Alusam-se ditas escravas, que saibam lavar e
engommar com perfcieao : quem as liver, dirija-se
a' ra da matriz da Baa-Viala u. -<>, segundo audar,
obrado junio ao do Kun. Sr. bario de Capibarbe.
Precisa-so alugar una negra ou negro caplivu
que saiba cotiobar, para casa de poura familia, pa-
:a-sc bem : na ra eslreita do Rosario n. 17, segun-
do andar.
Da-se ale lio por una casa lerrea as tegnin-
tes roas: Crur.es, Camban de Carato, Hurlas, paleo
do Hospital, dito de S. Pfedrn, ra de S. Francisco :
quem a liver e quizer alagar, procure na rna estrel-
la do Rosario n. t~, segundo andar. *
Claudio Dubeux faz sciente que sa-
lnraiii de sua casa os seus dous caixeiros
Jos Antonio Moreira Dias e Antonio Ce-
zario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.

w'conve SulSd STSfiT parl cm "m" I ,n"il pe>orado". Kecife 2 dejunho de
po conveniente usar doten direito, nao so conlra I |-,fi n r l
quem a ella deu causa, como tambem contra o juiz
que a ordci.ou, e ron ira V. S. e mais pessoas que
eslao dando execucao aquella senleuea proferida
com manifcsta nfraccao das leis ; o por laolo, ro-
quer que, visto eslar-se traanlo da mencionada ap-
posirOo de sellos, V. S. Ihe mande lomar por termo
o seu protesto e iulima-lo ao supplicado, pelo que
MUTtTW^T

ILEGIVEL


LllUIO s i'.K- -. MB CO QU WTA F.I2 4 >'
JUNHO 55. 1316
Terceira edi$ao.
Preservativo e curativo
DO CHOLERAKOBBUS,
PELOS DRS.
es ix jflk. Km a*s M33 jr >>_ non Wev
tns.lrurc.to aupovuparase podercurardesla eufermidadc, administrndoos remedios mais ifflNM
paraatallia-la.eraquaoto serecurreaoiuedico.ou mesmoparacura-laiudapendeutedcste moslugares
om que o.lo os ha.
TRADUZ1D0 EM P08TGEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estesdousopusculoscoulmasiudicacesmaisclarase precisas,e pela sua limpete concisa exposi-
So eslnaoalcance de todas asi ulolligoncias.ui'ioi pelo que diz respailo aos meioscurativos,comoprin-
cipalmenle aos preservativos qae lemdado os mais satisfacloriosresollados em toda a parle enique
lies lem iido poslos em pralic.
Sendo o tralamenloliomeopaihicoo anicoqae Tem dado grandesresalladosnocurativodes!alioru-
vel onfermidade, julgamosa proposito traduzn estes dous importantes opsculos em lnigua vernaci-
lj, para deat'arte facilitar a sua leilura a queui ignore a francez.
Veode-se ooicamenle no Cousultoriodo traductor, ra Nov n.52, por 23000. Vendcm-se tamhfm
os medicamentos preciaoa e bolicasde 12 luboscom nuifrasco de lindura ijfl, urna dili de JO tubos com
qualro e 2 frascos de tintura rs. 259000.
i
*.
'>-?*(
PKDR.YS PRECIOSAS- I
I I
j Aderaras de brilhanlcs, S
' diamntese petlas, pul- !Jj
ceiras, allinles, brincos '?
$ roala, botdes e aunis *
5 de dillen ules gostos e de y
4 diversas podras de valor. *
Compram, vendem ou
trocam prala, ouro, bri-
lhantes,diaiuantese paro-
las, e uulras quaesquer
joiasde valor, a dinlieiro
uu por obras.

IE1RA DDARTE.
LOJA Di crnr.F;i
s
Ra do Cabuga' n. 7.
i
*
; Keceheni por to-
| dos os vapores da Eu-
| ropa as obras do mais
moderno osto, tan-
" ii 'IfW'i i
* s
J OURO E I'K.VJW- *
% Aderccos completos de i
i ouro, uieosdilos, pulcci- !-!
* ras, alfincles, brincos e ?
;,.' roalas, cordoes, trance-
o. lins, medallas, corrcnles i
rt e enfeites para reluci, e K
... oulros muilos objeelos de J
-> ouro.
'i Apparelhos completos, *
5 de prata, para cha, lian- J
.;. dejas, salvas, caslic,aes, &.
S colheresdesopaedecha, *
J a muitos outrus objeelos
4 de prala.
to de Franca como
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre?o eommodo como costumam.
REPERTORIO DO IEDICI
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E B0EN-
NINGHAUSEN E OL'TROS,
1 AO PUBLICO.
t No anuazein do fazendas baratas, ra do
Collegion. 2,
s"| vunde-se um completo soriimento de fa-
|$ zendas finas e grossas, por mais barato
| precos do que em oulra qualquer parle,
tanto em porgues como a retalho, afiian-
cando-se aos compradores um s preco
para todos: este estabeleciment abrio-se
de combinado com a maior parle das ca-
sas commcrciaes inglezas, francezas, alle-
mos e suissas, para vender fazendas mais
em conta do que se lem vendido, e por isio
ollerecera elle maiores vanlagcns do que
oulro qualquer; o proprietario deste im-
portante estabelecimento convida lodos
os seus patricios, e ao publico cm peral,
para que venham (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas batatas: no ar-
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz dos Santos & Rolim.
HW
S-^>l^iMM106EM3SiJK
c posto em ordem alpbabelica, com a descriprio *g
abreviada de Indisas molestias, a indicacao physio- I **
lgica e therapeutica de todos os medicamentos ho- I 53
meopathcos, seu lempo de acc.io e coucordancia, gjs
seguido de um diccionario da significado de lodos **
slennos de medicina e cirurgia, a posto ao alcance I P
das pesjoas do pove, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Oa Srs. assignanles podem mandar buscaros seu
exemplares, issimcomo quem quizer comprar.
t J, JANE, DENTISTA, i
9 contina a residir ama Nova n. 19, primei-
a> ro andar. as
**8 *?
Na loja do sobrado n. 1.5 do paleo da ribeira de
S. Jos, lava-se a engomma-se com muila perfeicSo
e areio, e com a maior brevidade possivel.
Paln Nash i Compauliia declaram que Joao
Tedro Jess de Malta deixou de ser seu caixoiro leal
dehootem 14 do correla mez. ltecife 15 de abr-
de 1856.
Alassa adaman-
tina.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira mass.i adamantina a applica ventosas pela
alracfSo do ar : pode sor procurado confronte ao
Kosario de Santo Antonio o. 2.
PUBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico
Eslm poMcarSo acr.i sem duvida de ulilidtdc ais ,
priucipiaoles que se quizerem dedicar ao ejercicio /iiiii'ii nr isrnivik' IIIH'tii
do foro, poisnell;: encontrarte por ordem alpliabe- UIALLN UL JltalIAU Hit IU.
tica as pnucipaes a mais requentes occurrencias ci- Chales de merino de cores bordados a seda 11*000
vis, orpbanologieas, commcrciaes e ecclesiaslicas do Ditos de dito trancado, lino, de cor, com
nossoforo, com as remissOes das ordenacoes, leis, um pequeno defeilo na franja de stda 45o00
avisos a rc heui assim resolncoes dos Pranslas anligos e moder- Sedas de quadros de lindos padroes, o aovado IWJOO
| l'recisa-se de um leilor para um sitio perlo
desla cidade : quem se quizer aisle oceupar, v a
ra de Santa Thereza, sobrado n. 2, que achara1 com
quem tratar.
Precisa-H de um amassador, eonhecedor des
pontos da massa,e forneiro, para turnar conta de urna
pillara em ponto pequuuo, nos arrabaldes desla
praca, paga-se bom ordenado : aquelle que se adiar
neslaa liraumslaiicias, dirija-sea laberna da ra lar-
ga do Kosario n. ib.
BMEDERICO BUT/.HANN.
Avisa ao respeilavel publico, que estabcleceti-so
com sua leuda de ferrcn, que fui perlencente Mr.
Alberto, na ra da Solcdade n. II, ruga aos dono
de carros que quizerem fazer obras, dar-Illa prefe-
rencia, que sero servidos com a maior ptrfeicAoe
promplidAo que he possivel assim como lrrar
os cavallose qualquer olijeclo perteuernte a lerreiro.
Alberto, ferreiro, |na ra da Soledade n. II.
avisa ao respeilavel publico, e commercio em geral,
que veiidcu a sua tema ao Sr. Iriederico llut/inanii.
Francisco da Cosa Amaral eahi justo a vender
a sua taberna da ra do Corredor do Hispo n. 20 ao
Sr. Antonio Jet Barbota, por laso roga aos seus ere-
dores que Ihe apreseutein suas cuntas at o dia 0 do
presente mcz.
Val ,i praca a casa sita na roa das Calcadas n.
I pelo valor de KKIjj, depois da audiencia do Illm.
Sr. Dr. juiz municipal da seguuda vara docivcl, no
lia do corrente.
Anlouio de Souza l'inlo e Manoel de Souza
l'a>, subditos porluguezes,
imperio.
l'recisa-se de urna prela e traanle meninos e cuidar da sua roupa : quem a li-
ver diri|a-seao sobrado n. S da ra de S. Francisco,
como quem vai para a ra Bella, para tratar do
ajuste.
Anda fgido o eteravo prelo de mime Manoel,
ne Dacao, sl.ilnr baila, cor prela. p.iuca barba,
peruas arqueadas ; levou camisa de madapoln, cal-
ca de cansa amarella : roga-se a qiulqocr aulorida-
ue policial ou capil.lo de campo de o apprchender e
leva-lo a ra do \ igario n. 5, ou na ra da Penda
n. .i, que serlo recompensados.
No da !l de jundo deve se arrematar em hasta
publicado lir.juii deorpbJhM, a cata terrea n. 109
Uta na ra llireila, levada a piara requerimcnlo do
tutor dos orpnaet inleressados, avallada em 2:IKJ0. :
os pretendemos coniparcr.ain oa sala das audiencias
no indicado dia.
Precisa-se de um bom cozinheiro para bordo
(la b.irca bra-ileira Amizadc : quem se adiar ha-
uniiado para isso appareca a bordo da mesma barca,
que se arda Tundeada cm frente do trapiche do algo-
uao, a tallar cun ocapilao.
laz-sc todo c qualquer negocio com um val
pasado peloSr. Antonio Boruca da Fonseca: a quem
convier annuucie para se Ihe fallar.
Precisa-sc de urna penal que cozinde bem,
para casa de domem solleiro ; da-se preferencia a
escravo : na iu.i do (ueiuiado n. j:j.
relira-msc para frajdo
compres.

o
Compra-te toda e qualquer porcSo
de jirafa velha de le sem f'eitio: <|iim
[iver para vender, drja-sc a rita do Col-
legio n. I"), agencia de leilr.es.
Compram-se para urna encommenda escravos
de ambos os sexos: na ra da Cadeia do Ker-ite, ar-
mazem n. :i(, ou na ra do Queimado n. 28, segou-
uo andar.
Compra-te urna carraca para cavallo, em bom
uso : em .Sanio Amaro, ao pe da fundir-So, taberna
de Joso Jaciutho de Carvalho.
Compra-se um bom jogo de pistolas
com sua com peten te caka : quem tivci
anniincie.
Ka liliem.i da ra das Cruzas n. 22, vendem-
se as fazendas seguintes : manleica neleza boa a
00 rs., dita francez a (SO, lanuda de aramia a
380, goinma do MarauhAo a 160, arroz do Mara-
Dbao bom a lio a libra, caf a 200 rs., IcijAo mula-
linlio a .'i(KJ rs. a cnia, banda de porco a ISO, viudo
branro a ,"i(Hlrs. a garrafa. Jilo tinto a .".00 rs., azei-
te doce de Lisboa bom a 010, familia do remo a 160
a libra.
\ endem-se os livrosseguiules, em portuguez, a
maior paite novos, em muilo boa encadernai-Ao e
mcia dita.
t> Panorama desde seu principio al 18j|
cm II \olumes
Universo Pilorcsco, (i voluntes
Oalcria das ordens religiosas rom e-lampas,
tulo em collorido como cm fumo, 0 v.
Muzeo l'iloresro, 1 vnluine
l'.iiioijiii,, fin T voluntes por nio ser col-
leejao seguida
('aleada llisloriaVortugucza, I voliiiuc
Fabnlitla da Mondado
Tbealro Kcclesiastico, 2 voiumes
Biographia do varios deroes porluguezes, I i
Historia de Porlngal em :l grossos TOlumca
Archivo Popular, 7 vulumes
As obras completas de l.uiz de Canioes,
cdicrilo de 171X1, I voluincs
escriprao da cidade do Porlo, com urna
grande estampa apresenlando a Vala da
mesma, em I volumc
Collcclion des Poleljpages. junio com os
cosanles de algumas ordens, c mais urna
collecr.lo de eainpasde diversos liomeus
Ilustres, (i voiumes
odas as estampas do jornal llluslrarao, 1 v.
Monumento sacro do real basilica e conven-
to de Mafra, imprcelo de 1751,1 v.
Helratos dos prepsitos geraesda rompandia
de Jess, impresso cm Boina em 17:11, I v
O Guarda do l.ivros Moderno, :i voiumes
Historia de lodos os soberanos maliomela-
nosal 1828, mpreasa pela academia real
de Lisboa, 1 volume
Arle de fartar.pelo padre Antonio Vieira, 1 v. 000
.Memoria e descripro do Bom Jesusdo Mon-
te, em Braga, com estampas, I velme
Director ecclesiaslico das ceremonias da cin-
za e ramos, I volume
Jardim sagrado, nnpressao de I7:l.">, i v.
Vida de Sanio Antonio, 1 vulume
Hila do padre Antonio Vieira em um gran-
de volume, impressAo de 1712
Dita de Santo Agostindo,2 grandes voiumes,
nnpressao de I7II
"',- S- Viccnle dc l'"010' 'Tressao de
Providencias que se dersm no Icrramolo de
Ijsboa, um grande volume, iinprcssao dc
ti'iH '-
1*0 becco do Carioca u. 7.
::i#ikhi
2>IHKI
129000
:i>oo
11SW10
29000
39000
b000
CKIII
45000
1134X10
8^)00
38000
7s000
33OOO
5?O00
:i;OiK)
(3OUO
19000
Vfiidem-sochapens dc palha de Italia, dobra-
dos e HOgelCM, de pbanlaeia abcilos e rendados para
hoinem, e por preros Gmmodos : em casa de Basto
eV Leinos, la do trapiche 11. 17,
Xa loja das seis
portas.
Em /'rente do Livrctmento.
Nobrcza prela para vestidos de seuliora e meniuas
a 10 luslnes o covado, chah do seda liso dc todas as
cores para vestido a 2 cruzados o covado, e :t patacas
" de quadros, (alenda de misto, cdales odas iis mres a 4 mil e 500cada um, diales de caro-
''raa adamatcadoa a 2 patacaa, ditos de ganga encar-
nados a 2 patacas, .titos de orguraoa lustoes, pro -
pnos para atratalbar do rrio na eslarao presente, go-
iinlias para sendora a palaea c '
enhora a :> paLieas, c para 111
sajas d cainbraia bordadas a :l mil rs., para acabar :
a loja Asia aberla desde as t horas da maudiia ale as
8 da naile. S3S33
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
guind, sita na casa do Sr. cirurgian Teueira, com
militas freguezias na Capuuga, Aducios e Boa-Vis-
ta, alfin ila da porta, a qual lem todos os pcrlences
a Irabalbar, e na mesma lem um cavallo para en-
Irega de pie na freguezia : para tratar, na ra da
Soledade n. 17, ou na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regarhorlas e bai-
la derapim: na undirode D. W. Bowman,
ua ra do Brum ns. b, 8e10.
A boa I ama
VENDE BARATO.
Attcncao.
Fazendas
baratas.
cores escuras p.ua
J-3000
I9OOO
3000
23000
83000
89OOO
109000
63OOII
fetidit
nes cm que se lirmam. Conlm semelhautemenle Corles de rrondelina de seda
a decisoes das quetles sobre sizas, sellos, velhos e Corles de cambraia dc seda
novos direilos e dcimas, sem o Irabalho de recorrer Lia de quadros de lindo goslo, o covado
a colleccao de uossas leis e avisos avulsos. Coqsla-, Cassas rranetzas de cores linas, o covado
radodout voiumesem oilavo, grande fraucez, e o; Chitas francezas decore, o covado
pnmeirosabio a luz esla a venda por 83 na loja de
livrosn. 6 a 8 da praca da Independencia. Osse-
ubotes subscriptores desla publicado eiisteolts em
Pcriiamburu, podem procurar o primeiro volume
a leja de livros cima mencionada : no Bio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula brito, praja da
(.ouslituir.lo ; no Marauho, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigoes; e uo Cear, casa do Sr. J. Jo-
c de Oliveira.
123008
79OOO
700
210
280
Deposito de pia-
nos

J. V. Vogeley avisa ao respeilavel publico, que
mudou o seu deposito de pianos do primeiro andar da
ra Nova 11. 41, para o armazem n. 27 da mesma
roa, esquina da roa da Camboa do Carmo, onde se
enconlram os mais ricos e os melhores pianos al
isora apparecidos nesta praca, sendo elles feilos so-
mante por encommenda, e pelos mais acreditados fa-
'icantes como de Kachals, Traumann, Hamburgn e
W. SassenholT de Bremcn, c oulros muitos fabrican-
tes da lEuropa ; os quaes se vendem por mdicos
preros e garantidos, estabelecimento estar aberto
ale as 8 horas da naile para a commodidade das fa-
milia* etc., que quizcreui .ver e eipcrimenlar os ins-
trumentos.
Na fabrica de calcado
Irancez do aterro da Boa-Vista precisase de olliciaes
de sapaleiro para obras lioas, paga-se bem.
Aosenlouse de casa de seo senhor o prelo Jo-
vencio. idade de 20 anuos, estatura regular,cr mui-
le prela, he coiinheiro : quem o appiehender e le/ar
a case de Luiz (ornes Ferreira, no Mondego, ser
beaa recompensado.
Claudio DubcuMnudou osettescrip-
rio pava a ra da .Cadeia de Santo Anto-
uio n. 15.
Perganla-se ao Sr. thesooreiro das loteras aon
da austero os seus bilhetts venda ;,
Precisa-se alagar um prelo, para servir o de si-
tio, como saja corlar cepim e carregar agua : em ca-
sa de Paln Nash &Companhia, na roa do Trapiche
Novo, n. 10.
Biscados fraucezes com 5 palmus de largu-
ra, o cuvado 210
Alpaca preta lina muilo larga, o covado 000
Palitos pretos de alpaca lina ifoO
Corles de casemira prela lina i.-.Miii
Ditos de dita de coras 19000
Lencos de seda de cor, grandes 19000
Hilos de dila de dita para grvala 000
Fosles de cores Uuos para collele 800
Camisolas e metas de 13a.
Peitos para camisa de cor e brancos 400
Collariubos brancos feilos 240
MadapolDo lino de jarda, a pera 290OO
Cobertores de algoJao 7jO
Chaly de quadros de lindas cores, o covado 900
Sarja prela hespaohola, o covado 2C000
Chapeos de sol de seda para senhora o menina 23800
Cobertores de laa grandes henpaulioes :nhhi
Camisas francezas brancas e de cor ^.nmii
Romeiras de relroz de muilo goslo 103000
Km frente do becco da Cougregaro, passaudo a bo-
tica a segunda loja de fazendas.
C. STARR & C,
respcilnsamenteannunciam que nu seu extenso es-
labclecimeulo em Sanio Amaro.conliuuam a fabricar
com a maior perfeico e prompddao. loda a quali-
dade de machiiiismo para o uso da agiicullura,
navegado e maiiuTaclura ; o que para maior com-
mudo de seus numerosos freguezes e do publico
em gcral, teem aberto em um dos grandes arma-
zeus do Sr. Mesquita na ra do Brum, alraz do
arsenal dc marinha um.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas nu dito seu eslabelecimeiilo.
All acharan os compradores um completo >nrl-
menlo de moendas de canna, com lodos os inelho-
rameutos (alguns delles novos c originaos dc que
a experiencia de muitos anuos lem mostrado a iif-
cessidade. Macdinas de vapor de baisa e alia pres-
so, tai\as de lodo lamanbo, tanto batidas como
fundidas, carros de nulo e ditos para conduzir for-
mas de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dilo. Tornos de ferro batido para 1 ai i -
uha, arados de ferro da mais approvada couslruc-
c3o, fundos para alambiques, envos e perlas para
fornalbas, e una infinidade de obras dc ferro, que
seria enfadouho enumerar. No mesmo deposito
eiisle urna pessoa intelligenle e habilitada para
receber todas as encommendas, ele, ele, que os
annuncianles contando com a capacidade de suas
oflicinas e machinismo e pericia de seus ofliciaes,
Precisa-se de um feitor para umsilio perto da' 5e comprometlem a fazer execular com a maios
praca: no aterro da Boa-Vista, numero 43, segundo presteza, perfeico, e exacta contormidade como
andar. modellos ou desenhos, e inlrncces que Ihe forem
Precisa-se de om hornero brasileiro ou eslran- \ **
r?r7ar!rH|'.b* bem """"" u 'a'" dC k?*ffS ~ *** ao! "' finantes, que 110 aterro
E?r-a eg? 3 Um 1 engenho, da-se d.( Boa.Vjs,a D. 7!, existe um completo soriimento
? SE JS V ""'a8 c,rcoms'a"ia,,e I"1" de charutos de d.versas qualidades, a por proco mu
ier, pode dingir-seao largo da raafnz de Santo An-, raloaveL
Ionio, casa de om aodsr 11. 2, que achira com quem ,
tratar. l'rccisa-se de urna ama para cozinhar: na ra
do Kangcl n: 11, primeiro andar.
Instniccao moral e reli-
giosa .
Este compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para inslruccio primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvacao a 19GOO rs., passa a ser
vendido a 1000: na livraria ns. 6 e 8, da pna
da Independencia.
ESTRADA DE FERRO
to ltecife (to S. Francisco.
Os directores da companliia da estrada
de ferro do Recil'e ao San-Francisco, tem
feito a chamada da segunda prestacao de
la libras esterlinas sobre cada acefio na
rlitii companliia, a riuai deve ser raiga lite
o dia dejulliodc 18."j(i: do Rio de Ja- ,.
acaro, em :asa dos Sr>.. Mana' Me. (jre-
;;oi ft C,; ,, Bala, eth casa dos Srs. S.
Uavcnporld, c., e em Pernambuco, 110
istriptoi'io da companhia. O accionista
SAL 110 ASSL'
a bordo do date Crrelo do .Norte, vende-se por
preeo eommodo : a tfalar com Caelano Cvriaco da
C. M.. ao lado do Corpo Sanio 11. 25.
Vende-se urna escrava crionla do servicode
campo, e lamnem sabe cozinhar o diario do ama ra-
sa e lavar roupa : para ver, na ra Bella, casa 11. 35
\cnde-sc cafe do prnneira (jualida-
de viudo do Rio de Janeiro, < por mdi-
co prero : no l'asseio Publico loja n, 11.
Vende-so organdiz prela a 320 o cavado, lila
Je quadros para vestido a SOD n. o covado, palitos
le alpaca a 59 na ra da Cadeia do Becil'e 11. 47,
loja dc Manoel Ferreira de Se. Na mesma loja ven-
oe-tc um caudieirode 3 bico para qnaloMr estabe-
lecimento. .
Veude-se rape princesa dc Lisboa, viudo pela
baica Oratidiio, o melhor que lem viudo desle ge-
nero a este mercado : no paleo do Carino, taberna da
quina 11. 2. e na taberna ua quina quem volla para
Camboa do Carino 11. cm libras e meias libras.
Attenyao.
\cnde-se urna famosa negra crioula, sabeudo co-
zinhar o diario de urna casa, veuder na ra, e pru-
pria para lodo servico por ser muilo robusta e esper-
ta, e barata pelo preso, para quem nao quer arriscar
muilo diuheuo : quem a pretender dirija-sea ra
dosMarlyrios n. 14.
Vende-se urna crioula com idade dc I anuos,
e muilo bonita : no aterro da Boa-Vista 11. \.
Vendc-se urna escrava de bonita figura, idade
40 anuos, boa vendedora : na ra das Cinco Ponas
11. 54.
Que pecbiuclitt.
Vende-se um palanquim da Babia c urna cadeiri-
nlia de vidraca, ludo cm muilo bom estado, c por
preco eommodo : ua ra do Hospicio o. 50.
Vende-se um bonito escravo, cabra, com 20 an-
uos de idade : na ra das Cruzes n. 28, segundo
andar. "
Vendem-se casaes de pavoes, e lamucm pavas
smente : quera pretender dirija-sc a ra do Crespo
n. Ib, esquina.
vende-se urna casa terrea na ra Imperial n.
Jo, no aterro dos Alegados, com :l )alas c i quarlos,
coznha fora. quintal grande, com cacimba so ; e
urna canoa aberla, grande : a liatar na ra Dircila
n. 120, loja debarbeiro.
\ende-se um graude oratorio todo dourado,
com 8 Imagens com seus resplendores, c todas em
multo bom estado : qocm o preleuder dirija-se a
iravessa da Trompe 11. 9.
Vcndem-se caitas com vidros para vidracas,
vidrosde bocea larga com rolhas do mesmo, o miiior
soriimento possivel : em casa de Barldolomeu Fran-
cisco de Souza, ra larga do Bosario 11. lili.
Vende-se parle do litio da ra do Hospicio n.
-.dada na parlilda para pagamento das dividas jus-
lilicadas 110 inventario a que se pracedeu por lallc-
cimento do sargento mor Francisco Joaquim Pertira
deCarvaldo, na ra do Hospicio, primeira casa ter-
rea a Direila passando o quarlel.
Vendem-se iescravas mocas de bouila li"ura
com varias habilidades : na ra Dircila n. 3. '
Vende-te ama escrava a qual coziuha o diario
de urna casa, lava de sabio e vende na ra : quem
pretender dirija-se a ra do Encanlamenlo u. 3, ar-
mazem, que achara com quem tratar.
Vendc-se milho muilo novo em saccas de bom
lamanbo a 39800, e arroz pilado a 3S a arroba : na
ra do Vigario 11. 5.
Aviso,
Vende-se urna armarlo de amarello, envernisada,
loda envidr.icada, propria para qualquer cslabeleci-
ineulo, he quasi uova e tem balda de volla, 2 camas
de ferro, sendo 1 de amianto e oulra sem ella, I c-
ccllcnte piano de armario qoeti novo o de muilo
boas vozes : na ra do Collegio n. 4, cm casa de J.
Falque.
Em casa de M. Calmoiit &C., praca do
Corpo Santo 11. II, ha para vender o
seguate:
Aviso.
Os abaixo assigoados administradore
nomeados pela maioria dos credores da
masa lallida dcNimo Hara de Sei.vas, na
reunido que leve lugar em 23 do crten-
le, em presenea do E\m. Sr. Dr. jui/. (|0
commercio, por ordem do mesmo, e em
conformidade com o art. 859 do couini., convidan) osciedoresda meucio-
nada massa a apresenlar-llies os respecti-
vos ttulos, no prazodeoilO lias a contar
todo caso lera' de pagar juro, pel tempo : "a' '"^
juedecorrerentreo dia indicado par, o ^lT^^
pa;j.imenioe a sua realisaco. Recife li-
demaiodc 185CPor ordem dos direc-
tores.S. P. Vercker, thesoureiro.
ma olaria no lugar dos Remedios,
para toda a qualidade de obras, urna ca-
noa do ervico da mesma olaria, dous encllenles tor-
nos, e lodas as proporces para bem se trabalh.ir : a
tratar no caes do Ramos, sobrado de dous un Jares, uu
primeiro.
alcatro e pixe da
qualidade.
la.
Tnboiido de pinho,
Sttecia.
Alcatro de carvao.
Lonas le algodao.
Ditas de linlio.
Tintas em latas.
Esponjas de superior
Calios de linho e de Man
ludo nuitoconimodo.
IMIM 9 Q-B 9 ftoM
i-i Santos Coeldo, ra do Queimsdo 11. 19, i
5 vende m.idapolao muilo lino pecas de 12 jar- M
das, a SjOO, cambraia franeexa mallo tina
a a 240 o covado, ditas prelas com pintasbran. ($
S cas a .120 o covado, loa do quadros adamasca-
M do> do ultimo goslo, pelo baralissimo prci-o t:
t, dedsiio covado, uangis mescladas para poli- ?
los e talca a CO o covado. a
MIHMIMMt-MtMtMH
Vende se oo* permula-sc por casas terreas, e
tambera se arrenda, um graude sitiu na estrada no-
va, com boa casa de vivenda, jardim na frente, co-
cheira, estribara, qnarlos para pretos, poco com
agita polavel, tanque para banlin, 3 bailas com ca-
pirn j.i plantado, upolitetroa, inaoguelras, coadecei-
ras, Imitantes cajueiros, com perlo de 200 oes de
larangeiras e man diversas a'vpres de fruclo, com
terreno devolulo para plantarse ou fazer um oulro
sitio, todo terreno cum frente para dila estrada, pas-
sandu a primeira bomba, o primeiro porlao de forro
chaos foreiros: a tratar na rua da Cadeia Velha tj. li'.
autos ira 11 ce /es.
\eudera-se palilos e sobrecasacos de pauno lino
prelo e de cores a l(i, 1s e 2O3OOO, dilos de alpaca
a SaOCV, dilos de bnm de linho a W o 3-3500 : na
rua .Nova n. 4.
Camisas francezas.
1 endem-se camisas francezas, brancas e piladas,
pelo barato preco de 2b e 383 a duzia : na rua No-
va, loja 11. 4.
Barato.
\ endem-se chitas linas de cores l'uas a lo, 1(0 e
1XU o covado, cassas francezas muilo largas a 200 rs
o covado ; d3o-se amostras com penhor : na rua No-
va, loja o. 4.
Milho a 39 a sacca : no caes da alfandesa, ar-
maztmde J. J. p. de Mello.
Vendem-se saccas com miiho, por preco eom-
modo : na taberna da rua das flores u. 21, confron-
te o porlo dos canoas.
Attencao.
\ endem-se loalhas c gu.-1rdan.1pos de panno de li-
ndo do Porlo : na loja de Si Manoel) na rua da Ca-
deia do liecife 11. 1".
Vendem-se ladrillios dc marmore de 12, 10 e
S pollegadas em quadro, 10 estatuas muilo lindas e
omebararil de marmore, obra delicada, para adorno
de jardim, assun como lapides morloarias, pas para
agua beata, preprias para igrejas ou capellas, e 2
pudras redondas de marmore, ludo por precos com-
modos : em casa de Basto & i.cmos, rua do" Trapi-
che 11. li.
gsstt@e-a.*3@ss@.ef
I .OIOIEPECIIIMA. I
Na rua do Queimado n. III
?S vende-se madapollo lino com um pequeo to- A
que de a\aria, a :l?4iU0 a pcoa, chitas linas R
9 de padres modernos para chambre a 2IKI rs. 9
l.ia/uibds escuras para veslidot, o covado
Lencos de seda de cores graudes
Meias dc algodao prelo com pouco loque dc
moo, o par
Damasco de pura la com 0 palmos dc lar-
gura, o cuvado
Panno da Costa francez, superior qualida-
de, o covado
Libras de liiihasbrancas 11. 50, lio 70, KO a
Hilas de ditas ns. 100 e 120
Du/ias de lliesouras para costura
cada orna,combos para n,u'u' 'le "<*L" <>""*
para meninas a 10 tuslOcs, a'jos de coidaopar.i vestido, algumacousa
encariaos com 40, 50 e lio palmos,
Per-ai com 11I varas de bico eslreito
Caninhas com agulhas francezas
Canas com 10 nvelos de linhas de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas e senhoras
Pares de meias linas para senhora a 210 e
Miadas de linhas mnito linas para bordar 100 e
Crozas de boles mnito linos de madreperola
Ditas de dilos muilo linos para calcas
hivellas douradas para calcas e cultes
Pentusdeverdadeiro blalo"para alizar,a :K0 c
Pecas de lita de linho brancas com (i e meia
varas
C.aixascom coketes grossos fraucezes
Carrileis dc linhas de 200 jardas de muilo boa
qualidade e de todos os nmeros
Macinhos com 40 grampas, e de boa qualidade
I ares de suspensorios de bunilns padroea
Torcidas para eandieiro, dzia
Tinleiroa o areeiros de porcelania, par
Carteiras de raarroquim para algibeira
(.anetas muilo boas de melal epao20e
Caivetes de aparar peonas
Meias brancas e cruas para homem. 100,900 e
I raiiciuba de laa de caracol c de lodas asoires
patino
Uuziade peiOes dccbilre para alizar, boas
rosasde hules de loui a pintados
Pecas de lilas de coz 2i0 e
Carretel de linhas de 100 jardas, autor .\|e-
stadre
mu 1 (o
Cortes de l.wiuba de
vestidos 2J..0O
Dilos de cambraia brancos bordados deagnlha 4|000
2211
15000
200
l$300
700
Corles de collcles dc casemira bordados de ciir iJOO
I9OOO
2aO00
IWOO
1^100
Ditos de fotUo de barra cotes linas
Dilus de casemira para calca finos decore!
Ditos de meia casemira escora, cores lisas
com loque de molo
Ditos de briui de linho de cores trancado
lirim de linho trancado lino, cor de ganga,
a vara
Hilo dc lindo branco trancado entrelio, a
vara
Dito de dilo pardo dc quadros, lino, o covado
belim branco de Maco, superior qualidade,
o covado
Dilo prelo de Mac.10 muilo lino, o covado
Setim de diversas cores com ponco toque de
mofo, o covado
Chapeos pretos fraucezes para menino
Dilos para bomcm muilo modernos
Algodao americano largo com loque de
avaria, pea
Bem como multas nutras fazendas ile goslo
eos muilo baratos : no armazem de fazeudasde ijou-
veia c l.eile, na rua do Queimado u. 27.
ende-sc cale de primeira qualidade do Rio de
Jaueiro, e mais em conta do que em oulra qualquer
parle : 110 armazem do Sr. Antonio Aunes Jarome
Pires.
Na rua do Cibug, loja de miudezas n. 4, ven-
dem-se por baralissimo preco a soguintes fazendas :
pacolos de papel de cores com 20 cadernos a 020 rs.,
MHoesde osso linos para calca, pregados em papel, .1
groza 200 rs., franjas com bolotas brancas e de cores
a peca SSaOO.
Na rua do Cabug, loja de miudezas n. ven-
de-se um completo soriimento dc babado do Porlo,
lano abarte como lavrado, e de lodas as larguras,
principiando par 3 dedos e acabando em 1 palmo re-
rorgado, o qual se vende mais baralo do que em 00-
Ira qualquer parle, por se querer mandar o mais
breve possivel aconta de venda ao fabricanle.
15100
15280
taooo
15280
210
300
200
2X0
340
300
I MI
000
2H0
120
500
50
60
so
00
1(1
80
500
(un
40
900
940
100
soo
:ido
390
000
:10o
18300
29500
500
39500
7;00
5000
por pre-
10
90
lo
25000
ianos.
Linhas prelas de medioha muito boas
Carlas de allinetes dt boa qualidade
Duzia de pentes abertos para alar cabello
Mei.itda lio Escocia para menino, blancas e
de cores, fazeuda muilo boa 210 e
I velas de ac,ocom loque.de ferrugem para
calca
(irosas de livelas para sapalos
Catatabas envernisada com palilos de fugo
de veliuhas
Caisinhasde pao com palilos de fogobons
(.aixas com 50 caixinbas de pbosphoros para
charutos
Charuleiras de vidro 00 e
Casles para bengalas muilo bonitos
Atacadores prelos para casaca
Sapaliuhos de laa para enancas, o par
Camisas de meia para enanca'- dc peilo
Trancelinspara relogio, fazenda boa
Escovinhas para denles
Alem de lodas estas miudezas, vendem-se oolras
muilissimas, que a vista de suas boas qualidades e
baratos precos, causa admiracao aos proprios com-
pradores na rua do Queimado, na bem conbecida
loja de uiidczas da boa-fama n. 33.
Gal de Lisboa.
Vende-te orna poreflo debarris com cal de Lisboa,
por barato preco, e retalho a .15 o barril t na rua da
Cadeia do Recife 11. 50.
390
40
500
120
20
400
MI
40
10
390
5IHI
140
100
Vinlio do Porto superior.
O bem condecido viudo do Porlo superior, *m
barril de oitavo oo armazem de Barroca & Castro,
rua da Cadeia do ltecife n. onde eiteonlraraO lam-
bem regular, em barris de quiuto. por preco cora-
modo.
\ endem-se pianos verticacs iaglexes, de elegantes SEMENTES.
modellos e excellentes vozes, fabricados por um dos Saochegadas de Lisboa, eacham-se i venda na
mais acreditados autores, premiado na exposicio de I rua da Cruz do ltecife n. (i2. taberna de tnlonio
Londres: 110 armazem de Knsirou Kooker & Com- 1 "aaeljeo Uarlins as seaiiinlfMsemenlesdc horlali-
panhia, praca do Corpo Sanio. ces.ojOma sejim : ervilliaalnrla,
Loja da pobreza
Na rua do Pstelo, loja n. !), veudem-se ricos cor-
tes de calcas escuras imitando a casemira a 15, dilos
de brim oscuros de linho a 800 rs., ditos de brim
trancado branco a HIJO rs., chales brancos de cassa a
(n0, ditos de laa e seda a 39300, meias prelas para
senhora a 300 rs. o par. chapeos de sol com baleia
99940, dilos com junco a 19600, chitas linas a ISO,
200, 220 rs. o covado. corles de cassa chita finos a
29, neos corles de cambraia brancos c de cores a
39.10, inadapolao fino, a peca 358O o 49200, e ou-
ras muilas fazendas baratas.
$$MM@ -@@
m lt 1 ta do Queimado n. 1!), @
7i Grande soriimento do sedas de quadros es- ft
gm. cossezes, novos dezenhos, chegadas pelo ul- ii
J;' limo vapor viudo da Europa; eslas sedas 5B
V. 'auto pela qualidade como pelos padres iJ'J
f-3 sao as mais bonitas que lem viudo ao mer- h,
Ji cado, tapetes de laa de lindos desenhos, |g
i ricos cortes de collele de velludo, romeiras S;3
o* de relroz, lencos de dilo, los pelos de se- a
& da, mantas brancas de Uoad, chales de \
g merinu de lodas as ccres, e oulras muilas "
-. fazendas de gosto. Sh
No escriplorio de Domingos Alves Mallieus, na
roa de Apollo n. 23, da para vender por precos m-
dicos o seguidle :
Ricos e elegantes pianos.
Salilrc refinado cm barris.
Salsa parrilba muilo superior.
Saceos dc muilo superior feriaba de mandioca.
Codal de lindo para montara.
Cobertores dc ligedlo muito euenrpados.
loalhas de linho p.ra roslo.
Baetilha branca de algodao.
Camisolas dc laa.
Algodao trancado da fabrica da Babia.
Sement de linbaca.
Dila de mostarda.'
flor de lilia.
O
VISO
aos capilaes de navios.
Ha para vender, na rua
da Cruz 11. 26, os se-
ruiites objectos.
Urna bujarrona.
Um latino grande e novo.
Dous cutellos.
Dous ffaftofes.
res latinos.
Dous bolaxos novos.
Urna polaca grande de
proa.
Uinjot nete.
Um traquete redondo.
Duas varretforas.
inn volla de estaos.
Urna bambinella de tolda,
'efe pordos.
Tudo por muito barato
preco.
Veude-se lonjas ricas
de metal, imitando a pra-
ta, e outros objectos, ludo
baratissinto : ua rua da
Cruz 11. ft.
Nos qualro cantos da roa do Oueimado, lua
1 e lazcndas n. 20, veudem-se corles do laa de qua-
dros de superior qualidade. e de muitu bom gusto,
pelo diminu,, proco de 2--KII0 irle, panno lino
prelo a 23K0O, SSOflO o .>(J(l(l o covado, dilo a/nl |
l.N(K), :i? e fSjOO, cortea de casemira
Boa I 5, panno de algod.lo da Ierra de boa quali-
dade, sendo esta hunda a melhor que se lem des-
eo heno para escravos, cassas francezas mudo linas, c
lelicado padres, e oulras muilas fazcudaade diver-
sas qualidades, e por precos lao baralJT qu
vista aellas se podem admirar.
Vende-Una rua do Collegio n. 21. terceiro
andar, urna boniaMcrava crioula, de idade 18 au-
uos, e nina majtaUnba de 10, muilo lida.
Semenlf.
\ endem-se semenles de borlali.is o flores de to-
das ai qnalidad.-s ehegadas pelo ullimn i.tto de Lis-
boa : na rua da.Cadeia do Kecife, luja de'irrageiis
n. 06, de Francisco Custodio de Sampaio.
lAftlMIA E MII.IIO.
Vemlcm-se sancas com r.irinh.1 e milho, porharalo
preco : na rua d-Cadeii do Kecife, loja 11. 2:i.
Vende-se rap^ UeuronAt C, muilo
fresco, a retalbo t) em oitavas: na loja
doSr. Domingos'L'e\era Bastos, na rua
da Cadeia n. 17.
Rclogos
coberlose descobertos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente ingles/ dc um dos moldures fabri-
cantes de Liverpool, v, ndos pelo ultimo paquete in-
gle/. : em casa de Soulleall Mellor & Coinpaodia, rua
do lorros u. 38a
......., genoveza, e de An-
ela, reijao carrapalo, riixo, pintacilgo, e amarello,
airacerepoldudae allemaa, salsa, tomates grandes,
rbanos, rabanelea brancos -encarnados, nabos ro-
so e branco, senoiras brance; e amare'.las, couves
irmciiiida, lombarda, esaboit, sebola de Selubal,
segorelda,coentro de tooceirr.. rcpolhoe pimpinela,
euma grande porcao de di itrenles semenles, das
mais bo:.ilas llores parajardins.
Jos Joaquim Conca'lves da Silva, eslabelecido no
aterro da Boa-Vista n.. 8, defionle da bonec, avisa
ao respeilavel publico, e particularmente aos seus
freguezes, amantes dos bons gneros e baratos, que
sua casa de negocio se acha orlida dos melhores -c-
neros de molhados, e vende mais baralo do que m
oulra qualquer parle chegadosullimamenle de di-
versos porlos da Europa: conservas alimenticias v in-
das do l'orlo de urna fabrica nova, as melhores que
lem vindoa este m-rc.do. bolachinda de soda em
lalasgrandes e pequeas, biscoilos linos inglezes do
lodas as qualidades, em lalas. queijos londrinos, di-
los do reino de todas as qualidades, conservas ingle-
zas. presuntos de l.aifnego, dilos para fiambre dc pri-
meira qualidade, lal.'as cum bolachinha de aramia dc
Ido, vinho do Porlo'velho engarrafado |de lodas as
qualidades, dilo Bonloaux, dilo musratel de Selubal,
e mullos ouirosvindolsdc superior qualidade, bola-
cinl.,1 de Ballimorc redonda e quadrada, cha da In-
dia o melhor qu* tcm-vindo a este mercado, dito
Chira, chocolate baunili.i allemilo, dito de Lisboa,
dilo francez, massas finis para sopa de todas as qua-
lidades, inanleiga inglerta e Tranceza, nova, de supe-
rior qualidade, eevadinlka, cevada. sag, ervilhas,
marmelada de Lisboa muilo superior, sal retinado
pararelada, azeile doce retinado de primeira qoali-
dade, champagne calman.te em garrafas e meias, ba-
tatas inglezas, e muitos oblroa gneros de primeira
qualidade, queso.1 vista-dos compradores acharao
verdade o quantn se diz nesle annuncio.
Hob L'AecIcur, 'avn.l'aj'A nglcj.. salsa de
Brislol, pilulas.vegclaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros em casa de Barlbolo-
meo Francisco de Souza, ua rua larga do Kosario
n. 30.
Cobeitores de laa hespa-
nhes multo encorpa*
dos e grandes.
Vcndem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
miIij para a rua da Cadeia.
Cal virgen, de
Lisboa e potassa da
Russia.
Vendc-se na rua do Trapiche n. 9 e 11, cal virgem
de Lisboa, nov a SSOOO o barril, yelda a OO rs. a
arroba, e potassa da Kussia a :)00 rs. a libra.
ilelogios de patente
'e/.es deouro, desabnete e d<
ing ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em lnglalerra : em casa de
llenry Oibsou :rua da Cadeia do Recife o. 32.
AGENCIA
Da fuiKlirao Low-.Moor, rua daSenzala-No-
va n. Al.
Neste estabelecimento contina a haver um com-
pleto soriimento de moendas e meias moendas
para en;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido o coado de todos os tamanhos nara
dito. '
A3$500
Vende-secal de l.isboaultimamentecdegada,as-
sim como potassa da Kussiaverdadsira : oa praca do
Corpo Sanio o. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
J.eneinhns de relroz de lodas as cores para pescoco
um excellente carro de
Vende-ge um cvceueme cairo de i
'odas e urna das melhores parelhas deca-
vallo de carro que existe nesla cidade
na cocha, a do Sr. AdolpJ.o, rua Nova
REMEMO IMCOMPARAVEL.
IMLL'LAS HOLLOVVAY.
Este neslimavelespccilico.coroposlo iuteiramin-
le de hervasmedicmaes, nao contera mercari, p
algoma oulra substancia deleclerea. Beni-ni
mais lenra infancia, e a cumpleic.ao mais delicada
he igualmeule prompto e seguro para desarraigar o
mal 111 cumplaran mais robusta ; be inteiramenle
innocente em suas operuces e efleitus : pois busca
* remove as doeneus de qualquer especie egnio
por mais antigs e tenates que srjam.
Entre milhares de pessoas curadas rom este re-
medio, muilasque ja rilavam as portas da morte,
preservaudo em seu uso, conseguiram recobrar a
saule e farsas, depois de haver lenlao intilmen-
te lodos os oulros remedios.
As m.ii- alilirias n.io devem enlregar-se a deses-
perado ; lac.ui, upj compleme ensaio dos effica-
zesellei los desla assombrosa medicina, le prestes
recuperaraoo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio para
qualquer das segumles enfermidades :
ccideutcs epilpticos, lebrelo da epecie.
Alporcas.
Amputas.
Arcias mal d';.
Aslhroa.
Clicas.
Coiivulsocs.
ilebilidadc ou exte-
uuacao.
Uebllidade ou falla de
forras para qualquer
cu usa.
nesinleria.
Uor de gargaula.
de barriga.
nos ruis.
Dureza 110 veulre.
Enfermidades no ligado.
venreas.
Lnxaqucca.
Erisipela.
I clm biliosas.
intermitientes.
Veudem-se eslas pilula
da epecie.
(jola.
iiemorrhoidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
ludigestes.
luIlHiniiiai.iits.
1 ir egular i da des da
rueiulru.ic.iu.
Lumbrigas de toda es-
pecie.
Mal-de-pedra.
Manchas ua culis. -
Obslruccao de veulre.
I'hluica uu iconsumpcau
pulmonar.
Helenco de ouriaa.
Rheumatisrao.
Svmplomas secundarios.
Temores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.)
uo estabeleeimcDlo geral
haver icOOO e
l'cunas de ajo, bico de lanca, o melhor que
da, a groza
Dilasmuilissimo finas sem serdelanra
Oculos de armaeflo de ac com graduces
Lmelas com aimacHo dourada
Ditas com armacao de tartaruga
Ditas com armacao de bfalo
Dilas de 2 vidros com armacao de larlrzoga
Toucadorcs de jaciranda com bons.japeldos
Ditos sem ser de Jacaranda I5.W e
.Meias prelas compridas de l^
Bengalas de junco com banilos casloes
Ricos cdicoles par.i ca'allos grandes e pe-
queos .1 800 rs. '
eslojos para barba a 2, ricas caixas para guardar Uravalas de serta dc lodis as cores a 1 o
joias a HIH) e I$00, eaixas mnito ricas com roparti. '
de senhora e meninas a l,NKKI, baraldos'de cartas li-
titssimas para vollarela a .,00 rs., loucas de laa para
entraras e meninas a 00 rs., luvas de lio da Escocia
lirancas e de cores para domera e senhoras a 100,
500 e 000 rs. o par, camisas de meia muilo linas a
19, ricas luvas de seda de lodas as cores e bordadas
com guarnirles e borlas a :(o e 39500, ricas abotoa-
duras de madreperola c melal para rlleles e palilos
a 500 e 000 rs., superiores meias dc seda prelas para'
senhora a 29300, meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, liuissimas navalhas em
de Londres, n. 211, Slrand, e na loja de lodos os
boticarios, droguistas e oulras pessoas encarrege-
dasdesua venda em loda a America do Sul, Ha-
vana e iiespanha.
Vende-se asbocelinhds aSOOrs. Cada urna della
conten una instruccSb em purluguez para explicar
o mudo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soom phar-
maceolico, na rua da Cruz n. 22, buco.
Em casa de EL ^chmettau
&C., ruada Cadeia n.
57, venue-se
L'm grande soriimento de vidros de es-
pellio.
Relogios linos de patente inglez.
Couros de lustre, marca castello.
Couros de graxa.
Ervilhas sectas em garraOes.
Vinlio Tudo por preco eommodo.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical e com lodos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
Vendem-se madapoloes linos e de oulros, com
um pequeo loque dc avaria, por preco moitq bara-
tos : na rua da Cadeia-Velha n.21, primeiro andar
MECHANISIO PARA ElfiE-
NHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W-liOWMAN. iVA
UA DO RRUM, PASSANDO O ^HA-
FAR1Z,
ha semprcum grande soriimento dos seguiules ob-
jectos de mechanismos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslroccao; taixas de ferro fondido e balido, de
superior qualidade e de lodosos tamanhos: rodas
deutadas para agua 00 animaes, de lodas as propor-
coes ; crivos e boceas de fornalhae registros de bt-
eiro, aguilhdes, bronzes, parafusos e cavilhes, moi-
nhos ilc mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se'execulam lodas as encommendas coro a superior
ridade ja condecida, e com a devida piestezae com-
modidade ero preco.
Salitre superior.
Vende-se e muilo baralo, na loja de ferrageus da
rua do (Joeimado n. 35, em porcors e a retalho.
A boa
VENDE BARATO.
Kicos pentes de tartaruga para cabeca
Ditos dc alisar tambera de tartaruga "
l.iuaks meias de seda decores para mancas 1
llandejas gnndes e de pinturas finas 33,"49 e
Papel de peso e almaco o melhor que pode
CoOO
:teooo
15800
59OOO
ni
veni
lem-si
se a preco razoavel, em
AugustoC. de Alii'cu, narua da
do Recil'e, arma/.cm 11. .
vnirol:
casa de
Cadeia
l.l VAS DE TOUCAI..
Vendem-se luvas prelas da lorcal, ehegadas lti-
mamente do Lisboa, pelo baralissimo prer,o dc IjOOO
o par : na rua do Queimado, loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Fai'inha de mandioca.
>o armazem do Sr. A. Aunes Jarome Tiro ven-
dc-se superior tarinda de mandioca em saceos gran-
des ; para porcOea Irala-ae com Manoel Alves Guer-
ra, na rua do Trapiche n. li.
Atlencao
Itiscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
do csrrnvos a 100 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo bom Rosto a ."i>, aloalhado adam.isca-
preta muilo I do com 7 palmos de largara a I9GOO a vara, loalhas
de panno de linho alcurniadas e lisas para rosto, tas
mais superiores quo lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras muia
las I i/cu las por preco eommodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquiua que volla para a ru.i da
Cadeia,
que s a
mciilos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco de 2>i00. :le 3J.iO0, papel proprio para
os Demorados a 10, (O, 80 e 100 rs. a fulha, candiei-
ros americanos muilo elegantes, proprios para eslaa
danles ou mesma qualquer eslabelerimenlo pela boa'
luz que dito a 59, Iravcssas de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo baralo preco de 15. paulas para
guardar papis a 800 rs., espeUio's de parede rom ar-
macao iiuura.i'.i e mu mi ohovllm a- J6V, rott", tf*
19500, escovas moilissimo finas para denles a 500 rs.,
ricos leques com plumas e espelhos e pinturas finis-
simas a 2. e .!?, charuleiras finas a 2?, ricas galhelei-
ras para azeile e vinagre a 2j, ricas e fiuissima cai-
xas para rap a 29500 e 39, penlesde bfalo, fizen-
da muilo superior, para lirar pinldos a .VIO rs., ditos
de marfim muilo bons a 400, OO e (iiO rs., resmas
de 20 quadernos de papel de (odas as cores de folbas
pequeas a 720, riqusimos frascos com extractos
muilissimo linos a 19200, 19500, 2j e 2s.j00, jarros
de porcellana delicados e de moderos goslos, com
banba franceza muilo lina a29, frascos com essen
de rosa a 320, paos dc pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e grandes da verdadeira
agua de Colonia de l'iver a 180 e le, sabonetes linos
c de diversas qualidades, pos para denles a mais fino
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras muilas perfumaras
ludo de muito goslo e que se vendem barato, lesonras
n.uilissimo linas, proprias para papel, para cortar ca-
bello, para unhas, para costuras, trancas de sedas de
bonitos padres e diversaalarguras e cores, ricas lilas
de soda lisas c lavradas do lodas as larguras e cores
lucos de linho linissimos de lindos padres c lodas as
larguras, ricas franjas de algodO brancas c decores
proprias para cortinados, e oulras muilissimas cousas
que tudo se vende por t.lo baralo preco, que aos pro-
prios compradores causa admiracao: na rua do (Juei-
mado, na bem condecida loja de miudezas da boa
fama 11. 33.
5000
18200
040
800
Ijsan
isooo
500
39OOO
:i;-ooo
25000
15800
500
limo
iaoo
390
(00
500
640
700
Hotoes linissimos de madreperola para camisa 19200
i.luadei us de papel pacjuele muilo lino
Itonilns sapalindos de uierin para criancis
Kicas canelas para pei'"as de ac a 120 e
Itic.is i.uri-, viogius a 15800 e
Kicas caixas finas de ijicial para rap a 500 e
Escovas muilo finas paf* unhas a 320 e
Dilas finissimas para caheHo 1&500 e
Dilas dilas para roupa 1>\1&200 e
Papel de lindo proprio pari cartorios, resma
l'inceis finos para barba
Duzia ile lapismoilo finos p.aradesenho
Capis linissimos para riscar, a duzia
Duzias de facas e garfos finos
A lacadores dc corna.'ina para casaca
Suspensorios linos d" borracha a 400, 500 o
l'enles muilo finos pal* suissas
Escovas muito liuas para cabello
Capachos piulados cotrjpridos
i

y
i
f
(
80
l5CO
200
25OOO
600
640
28000
25000
4J0(X)
200
800
500
33000
os Ollas de lacas e garfos de balnco moilo finas 6500o
m Ditas dilas muilissimo liuas, cabo de marfim 159000
ia Caivetes de aparar pennas mtiilo linos 80o
na rua do Queimado, nos Quatro Cantos, na loja de
miudezas da boa fama n. 33, cteCronle da loja de fa-
zendas da boa fe.
Navalhas a contento.
Conlinua-se a vender a 89000 o pjr (prero fio) as
ja bem conhecidas navalhas de barba, feitas pelo h-
bil fabrcame que ha sido premiado tm diversas ex-
posicocs : vendem-se com a condiclo de nao agra-
dando poder o comprador devolv-lis ti 30 das
depois da compra, resliluiudo-se a importancia : cm
casado AugnsloC.de Abrcu, ua rua da Cadeia do
Kecife n. 30.
Emcasa deHenryRrunnicC., na roa da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimerr-
lo de ouro do melhor p.oslo, assim como relogios
de ouro patente.
ua
lia- "
$mmw9 fto*i**&
TAIXAS PAISA ENGENHO.
Na fumlifao de ferro de D. W. Bowmann
rua do l>rum, passando o chafariz, contina
,ilTilti7ldl.0>S0ar,8n,cn,,de TT fcrro fu"- i r CoB,tol in"" wm a w* M". *
dido e batido de ., a 8 palmos de bocea, as quaes ""la, idade de 28 a 30 annos, pouco mais ou menos
acham-ce a venda, por proco conunodo e com *
prooiptidao: embaream-se ou carregam-so em acr-
ro sem despea ao comprador.
Vende-ffi cm rasa de S.
rua da Scnzala-iNova
P. Johnslon & C,
com os signacs seguiules : fall de denles na frente ,.
urna iUs orelhas rasgada proveniente dos brincos:
quem ,1 pegar leve-a a rua do Ort m. armazem de
assucar n. 12, que ser bem gratificado.
iiiaiiiic.i--e
fOOsOOO a quem pegar o es-
tl. -i 2, sellins inglezes, chi- eravo cabra, de mime Paulo, fu sido no dia 1.-de
coles de carro e da montara, candieiros e caslicaes I "''0 do C0"'"U: all""> '"l00, f s.'aaes seguiules :
i,mn,.,i, rn\n,, 1 ~S"V alto, grosso do corpo, sem barba. | icado das bexigas,
Dronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho l'.herry cm barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo do munialo, arroios para car-
jo, lonas inglezas.
m completo soriimento de bordados como se-
jara, camisetas com mangas, collarinhos, peilildos
romeiras, camiss, eoilinhai e pelerinas ; tamben!
lem um completo soriimento de ricas flores, enfeites
pira cabeca, litas e os verdadeiros"e modernos bicos
de linho: ua roa da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
indar.
rom um lalbo junio ao nariz 110 la do direilo ; levou
bastante roupa, seudo calcas de hram, um palito de
alpaca preta ele. e l.orzeguins : jo.lga-se Icr ido pa-
ra .1 provincia de l'ernimbiiro, o ude lem prenles
no Limoeiro, 011 para a Alagoa Ni iva nesla provin-
cia, pudendo cuiiduzi-lo a esla cida de a seu Sr. Jos
Antonio 1'ereir.i Vinagre, ou a Per nambuco a entre-
gar so Sr. Antonio Francisco Tere, ira com loja na
rua do Crespa. Paralaba do Noi le 2demaio de
1850.
rERN. : TYP. DB U. F. DE f AKIA. 186

V

-
>
.
i
v
\
4-
MUTILADO
ILEGIVEL


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