Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07400


This item is only available as the following downloads:


Full Text
\
ANNO XXXII | 131.
Por 3 metes adiantados 4$000
Por o mezes vencidos 4jj500
TER4 FEIRA 5 DE JIMIO DE 1856.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
I \i; AHUECADOS DA SUUSCRIPCAO' NO NORTE.
ParaMoa, o Sr. Gervasio T. di Nuiridade ; Naial, o 8r. Joa-
quim I. Perein Jnior; Arica, o Sr. A. d Lemoi Braga ;
Ceari. o Sr. J. Joa de OTCira ,-Maranhao, o 6r. Joaquim THar-
eoee Rodrigues; Piauhv, o Sr. Domingo! Herculioo A. Peuoa
Caarenae; Par, o Sr. Juitiniano). Ramoi; Amaionai, o Sr. Jero-
njnH) da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
linda : l..l
1..... ... !)< i..,i l. .1- ,1o .ln.
Ignara**!!, l.ui.irinj e I'ti.il,,!,., : .. -.-tina,.- i, leitaa-feins,
h. Am.i... i./,.... i;.......J..IH.MI, \iiuih.., i.,i.....(.un.: n.i icr..,-frira.
S. I.r,-i.. I-.......MI,,.. V.,.,.||,. |.,........ Ilnju, IV.,|U.'ir.i, faga-
eira, riun. Yllla-nVIla, |l.,-Vt,.,.Ouii,,in l.v, : mi. qaarta,-IWr...
'a..., i,....." .'rini.ri.'iM, i:...-l*,.tm...... l'n.i. Hirr.-ifDs. Agu-Preta,
ia.......'rase \u\ : .|,i,i,i.I..,-.
I ...i... i. ,.,rr....., parleta as 10 lio,.,- AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai o labbadoi.
Relac.io : tercai-feiras e stibbsdos.
Fazenda: quarlai esa libados al 10 horai.
Jui/o do commercio: tegunai ai 10 horas e quintal ao meio-dia.
Juio de orphaoi .- segundas e quintal ai 10 borai.
Primeira Tarado Mi legunda e Kitai ao meio-dia.
Segunda vara do cirel: quarlai a wbbadoi 10 meio-dia.
I 1' 111 A i l l; 1111 s DO MEZ DE JIMIO
2 La ora al 9 hora. 22 minutos. 4 segundos da tarde.
10 Quario crcenle aos 1!) mlnutoi e 48 leguudos da tanle.
18 La eheia ai 2 bons. 27 minuto! e 48 legundoi da urde.
15 Quarlo miuguante ai 7 horai. 48 minutos e 48 Kgundoa da m.
^ na. 'EAMAIl l)l. Ilo.li:.
Primeira as 8 horas e 18 miniaos da manha.
Segunda as.ihoras e 42 minuloi da urde.
DAS da semana.
3 Sagunda Si. Marcellino presb. e Pedro exorcsta ni.
3 Tarca. 8i. Pergenlinoe Liuronlno irms. mm.
4 Quarta. S. Querino b. ; Ss. Boslilio e Daciano mm.
5 Quinu. S. Pacifico f. ; 8s. Nicacio, Appaionio e Zenaides mm.
' Stiu. S. Norberto h. ; Ss. Eutiorgio e Claudio bb.
7 SabbadoS. Roberto ab.; Ss, Liearo c Valebono diac. mm.
8 Domingo. S. Maximino ab.; Ss. Geldardo e Heraclio bb.
PARTE OFPICIAL
MINISTERIO DA JUSTICA.
Sessao de justica do conselho de eslao.
Jolgaraento do hiale norle-americano uMary E.
Smith. apretado com Africanos a bordo pelo bn-
gue eacuna de guerra uOlinda.
Seulior>o dia 211 de Janeiro desle auno, a. 5 '
horas da tardc.obrigue escuna deoerraaOlinda,i>coru
mandante o primeiro lenle Dernardo Anlonio Lou-
reiro, apresou o hiate iiorlp-americaoo o.Mary E.
Smil'i.a que le acliava fundea-ln a dual milhas da
barra de s. Malheus, que llie demorava a S. O.
Alm do capilao Vicent Daniel Cranalich, 8 lio
toen* de equipasen, e 2 passageiros portuguezes, fo-
rain appreheudiJos a bordo do mesmo liiale :t8i A-
(ricanos, rallando e cotendendo alguns a linguagem
purlugoeza, e .sen lo lodos os oulro, complelamcnle
MW,
Remedida a pre.i para a K.liia, foi all processa-
ila e jaleada pela audiloria do marinha, caja sen-
tenca coro dala de Jl de fevereiro allimb declara
o hiale boa presa, c livre os Africano que transpor-
tar, mandando em ludo cumprir as leis e regula-
menlos em vigor.
Iolerpofla a appvllacao desla senlenc.a para a con-
selho de estado, dignou-se V. M. Imperial, orde-
nar por avt.o de 18 de marco prximo pussido que'
a secr.lci ele juslica do mesmo conselho leaaeSSS co-
ta pela qual nao podem ser respon.aveisaquelles .Mi-
randa Leona )5| C.i mas nnicamenle o dilo comman-
danle, ordena ao Sr. iuspeclor da Ihesouraria da mes-
ma provincia quel lies (ara restituiros direiios pasos,
urna vez que a mercailoria de que se Irala coulira
coin a cerliilAo do despicho remeltida pela mesa do
consulado desla curie, visto como, sendo despicha-
das por ella caixas com !HI duiias dos chapos ja
dito*, so S caixas com so dazias pajarara ahi direiios
de consumo.
A mesma.O marque/, de l'aran.i. presidouln do
tribunal do Ihesoorn nacional, observando do ollicio
n. mide 27 de jiiuho de I8->5, e mais papis que o
acoinpanli.iram, que o Sr. inspector da lliesonraria
de Pernamhuco, por morle de l>. Joaquina Vieira
Cavalcanli, que comparlilliava com tres irmaas a
pensao que ihes toi concedida por decreto de li de
junho ile ISIKmamlara abouar e pasar a ellas a par-
le da dita pensao que locav aquella, relativa ao e-
ereicio de I8'it a 1855, eousiderando-.-is desde loso
creoras da oulra parle, que baria cabido em cier-
cicio lindo na importancia de 1099159, relativa ao
lempo que deroireu de 3 de maio de 185.1, em que
fallecer, ale :lll de junho de 1834, declara M dilo
Sr. inspector que tanto o pagamento feilo como a
liqiii,lai;5o da divida de que se traa nito podia ler
lusar se n.io depois de urna hahililarOo regular, e em
presenra da apostilla pascada pel Ihesouro ; por-
quanlo, n,lu ohslaule a ausencia da clausularapar-
mi imeiilequt se nota no decreto, nao eslao as ir-
i:\CAItHEr.ADOs DA SLBSCRIPCAO NO SEL.
Alagoai, o Sr. Cliudino Falcao Di ; BabU o Sr.D. Dupnt;
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perein Mirtini.
EM l'i:ii\ \mim( 11.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figneiroa de Faria, na iua
mana, praca da Independencia ni.Se 8.
uhecimeuto dalla. m,las da fallecida isenlas da habil.Ucao, "vislo Vomo
Do exame das parlicipacoes olliciaes, autos de vis- < ,.,,......... -ii. .:__i_____ _.
loria, interrogatorios do capullo, mariuheiros c pas-
sageiros. e depoimento das lestemunhas iuqueridas,
r"*lantes do processo, colheu a seccAo os fados se-
gulnle. :
Sendo eonslruilii em Esset, no Estado de Masa-
ehotaets(e de proposito para o Iratico, como allir-
mam o peritos', o dilo* hiale Mar\ E. Snnili. de
122 toneladas, propriedade do mesmo capilao Cra-
nalien, sahira de Boston aos 25de oulubro de 1855,
m lastro, coin deslino 4 Cosa d'Africa, levando a
sen bordo 8 homens de equipagern, e o l'orluguez
Jlo Jos Vianna, como passageiro.
Chegado a Cosa d'Africa,ao sui do Cabo l.opesfdiz
0 capilao) encontrara orna canoa com um senle de
Rlvarosa.JIespanhol, eslabelecido all, propondo ao
ditoeapito o afretamento ou compra do sen na-
vio.
Aceito o fretc, preslou-se o mesmo capilao a re
eeber a bordo do hiale nos pontos] diz o marinheiro
Manoel da Silva! da Cabera da Cobra e llaogaa
tirande, mais de WX) Africauos com a aguada e maci-
timentos indispensaveis, assim romo oulro passa-
geiro, Manoel Alve da Silva Bastos, e ui marinhei-
ro Manoel da Silva e Manoel Anlonio l.eilao, lo-
dos Porlaguezes, os quaer{diz o capilao encarresa-
ram-te de armar os bailos a bordo.
Assim aviado, largou o hiale da Cosa aos 1 de
dezembro do anno prolimo (indo, e naveson para o
Brazil, eom deslino a Aldea Velha na provincia do
Espirito Sanio, ponto que diz o capilao llie tora in-
dicado pelo marinheiro LeilSo.
Lhegando o hiale a vista desle ponto, e sem dar
fundo, o pass'geiro Bastos Toi no bolea Ierra a fal-
lar com um irrao que all tinha, segundo o afflr-
mar. De volla a bordo na manh.'n aegaiiile, de-
"larou o mesmo Bastos nio ser possirel o desembar-
que na Aldea Velha.
Segaio porlanlo o hiale para o Mocorv, e depois
para a barra de S. Mathens, onde deu fundo, e foi
apresado, como dilo (lea.
A esees factos criminosos lamenta a ceccao aere
cenlar o de li&ver perecido grande numero de afri-
canos, assim durante a Iravessia como depois da cap-
tar do hiatc. MtV"Ir" rwnltado -e Savia espe-
tar da airea acco*pali\yo de mais de l individuos
no porfl* de um navio de 122 toneladas.
Em altenr.'ni pois aos precedentes felo-, colhi-
do* da processo, embota alguns possam ser inexac-
tos ; e a villa principalmente do fado esseucial, c
pleoamenle pruvado, de ler sido n mesmo hiale ap-
prehendido uas aguas lerritoriaes do Brazil corruga-
do de africanos bucaes he a serr.io de parecer :
Oae a sentenra da auditoria *da marinha da It.i-
hia relativa ao hiale n.Mary E. Smith lie bem fun-
dada, e deve >er confirmada.
Sala das conferencias da serro de uslica do con-
selho de alado, em 17 de abril de 18511.Mrquez
de Abranteiviiconde de MaranguapeEnsebio de
Oiieroz Coulioho Maltoso (jamara.
Como parece.Paco, 17, de maio de 1856.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Jos Thomaz Na-
boco da Araojo.
Cumpra-se. Paco, 17 de maio de 1856.Jos
1 humas Nabuco de Araujo.Conforme.Josino do
NaaciarMio Silva.
EXTERIOR.
nao menciona elle nominalmenle as'pessoas que ti-
nliam de comparlilhar a pensao de sobrevivencia,
caso em que nao devia o Sr. inspector prescindir da
habilitaran em urna e oulra hvpolhcse. E porque
loina-se evideute a irregularidiido havida lano no
pasamento feilo como na liquidadlo da divida que
reclama ni as inleressadas, cumpre que o Sr. inspec
lor, depois da hahililarao a que deverSo recorrer, e
em presenra da apo-lilla que obliverem, proceda a
nova liquidarlo da divida, nos termos da circular de
( de agosto de I87, sujeilando a revisao do llie-
souro.
8
A directora do contencioso, declarando, para fa-
zer constar ao procurador fiscal da (hesouraria de
l'ernambuco, que, de ronformidade com as orden
de 11 de noveinhro de 1833, de 10 de selembro e II
de novembro de183U, lem os procaradores liscaes da
(hesouraria direilo a percepgao de urna quanlia ra-
zoavel quando se empresarem lias mudiroes e de-
marcarles dos terrenos de marinha que devem as-
islir, nos termos das orden, de :li> de agosto, 3e 10
de selembro ile 1836, quanlia que IV- devera ser sa-
tisfeila pelos concessionarios, segundo o disposlo nos
arls. 7e8 das iiiitrucres de li de ooverabro de
1832; comprimi porem que a despe/.a com os em-
pregados da inedirao seja a menor possivel, como se
acha determinado na ordem de (1 de junho de I80.
A direclorja da conlabilidade.S. M. o Impera-
dor, leudo cuvidn a. seo;oes reunidas da fazenda e
do imperio do conselho de eslado sobre a duvida sus-
citad, no Ihesouro, relativa a gralilicacao que com-
pela ao Ta.lecido professor rio inslrurrao nrimaria
da fr?suczia da Caulelaria Kelizardo joaquim da
Silva Moraes, enjo p.gamento reclama sua viuva D.
Joaquina Rosa Perpetua de Castro Moraes, perten-
cenle ao lempo em qoe o dilo prole-sur esleve
com licenra. desde o I de Janeiro de 1851
jUe o da 5 de abril do mesmo anno.em que falleceu,
houve por bem, por imperial resolueo de 30 de abril
ullimo, determinar que seja observada a resotncSo
de Ir de ooluliro do 1851, lomada sobre consulta da
neceo do raienda do i-uusellio de estado, que ia de-
cidlo que a referida viuva devia rereber melaile dos deracJW o (ralailos por ella preparados,
veneimenlos le sen fillecido marido desde !l de ile- < Sr. conde de Buul l o auneio ao protocolo de
zeinbro de 1853, em que se complelavam seis raezes N '""! >
de licenra, al 8 de marco do anuo seguinle, em : Sr. conde Walewski prope a redan-ao dos seis
que lerminou a 2. prnrogarao de Ires mezes ; licaii- Prasraplios seguinles.
MINISTERIO DA FAZENDA.
li.rpediente do dia 5 de maio de 185(1.
A (hesouraria do Marauhao, communicando
que o (ribunal do Ihesooro ndeterioo recurso que u
agente da eompanhia l'ernambncana inlerpozria mul-
ta de 1009000, imposta ao rommandanle do vapor
.V'rgmez te Olinda pela alfandega da provincia,
porquaulo, alm do rondamento lomado pela Ihe-
sotrraria na suslenlacao da molla, estando os vapores
da eompanhia sujeitos a ssralisacao das alf.mrtesas
os porto* para onde levarem passageiros ou cargas,
seria irregular considera-los isentos da visita depois
da descarga, que faz o objerlo do $ lo do arl. 115 do
regnlaaaenlo de 1 de jaulio de 18.311, por ser ella por
saa natareza efin um ado de verdadeira li-cili-ac m
daquellas reparlicjfs.
A de l'ernambuco.O marqoez de Paran, pre-
sidente do tribunal do Ihesooro nacional, reconhe-
ceaoo, da informarao eligida da mesa do consulado
desla corle, que as oito caixas com chapos de pa-
Iha da Dalia, de que Miranda Leone A; C. pagaram
direiios de consumo na alfandega da provincia de
l'ernambuco. deiiaram de ler incluidas 110 manifes-
t do vapor Tocanfiiis.por nao ler o respectivo com-
mandanle cumplido a obrigac.io que Ihe impie oirl.
112 do regula'menlo da 22 de junho de 1836, falla es-
mero desles, determina o governo imperial que, | No cao de n3o roncordarem relativamente in-
cnuliiiuanilu aquellas informaoes, segundo o mesmo : lerprelar.io que se deve dar aos regolamenlosdefi-
Mstema prescripto pelas inslrucroes geraes em vi- j nilivos, appcllar-se-ha para as potencias conlralan-
gor, baja no lim de cada colleceao una folha em tes.
branco do frmalo das oulras, e como ella numerada O Sr. conde de Walewski observa que o ronsres-
11a qual os ditos presidenles.commandantes de armas ] so devera orcapar-se ulteriormente da composico
e le corpos de -exercilo declararao que se coufor- j das duas commissoes, ero que se falloo uos dona ul-
mam coma opiuiao dos chefes dos corpos quando i limos paragraphos, mal que devendo a eommissao
seujuizo concordar com n dest-s relalivamenle aos ejecutiva com prebendar delegados de todas as po-
individuos a quem se referirem as informaroes; es-
sa declararao ser por elles escripia, datada e assi-
gnaila. A respeilo, porem, daquelles individuos a
quem elles leuham de fazer urna ou oulra nota que
divirja, por amplicarao 011 resIrircAo, da du com-
maodaute do corpo, e (aihem a respeilo desle, se-
guirao as prescriprcs 'das citadas inslrucroes ge-
raes.
E porque o mesmo onni pese sobre os comman-
danles dos corpo, que lem de escrevnr o seu juiao
em Ires collccc/ies de informaresem cada semeslrc,
o governo determina que elles o faci por sua letra,
como esta' eslabelecido, somentc naquella collecrai
qoe lem de ser remeltida a secretaria de eslado doi
negocios da guerr., e permute que as oulras lej.io
escripias e d-jladas pelos respeclivos -ecrelarios, sob
a assigualura dos ditos commandanles.
Uoos guarde a V. EscMrquez d'. Cavias.
>i*. presidente da provincia d...
17
Ao do Espirito Santo, declarando que, na falta
de olliciaes de linha ell'ectivosou reformados, ou de
2. liaba, pode Hornear para os conselhos de guerra
os da suarda nacional em deslacameulo.
Ao de S. Pedro, declarando, em resposla ao
sen oflicio n. 215 de 23 de abril ullimo, que as pia-
res condecoradas lem obrigarao de opreseotarem-se
as formaluras dos corpos com as respectiva- meda-
Iba*.
PROTOCOLO N. V.
Foi lido e approvado o protocolo da precedente
aserto.
O Sr. conde OflolT parlicipou que os plenipoten-
ciarios da iu-id eda Turqua nao podera anda
presentar ao congresso o projeclo de Iralado relali-
vo aos navios de suerra, que a. potencias margiuaes
I o ici 1 ler no mar Negro, c pede que esla com-
municacao fique adiada para a seguinle sesso.
O Sr. primara plenipotenciario da (iraa-Brela-
nha pergunla aosSrs. plenipotenciarios da Russia se
a declaracao fela pHo Sr. conde Orlor, na aessae
anterior, a respeilo de Nicolaiell, tambero he aplica-
vel a Rherson e ao Mar de Azul!.
O Sr. primeiio plenipotenciario da Russia res-
ponde que, como Nicolaiell, o mar de Azoff nao
podia cahir dehaiio da applcac,ao directa do princi-
pio aceilo pela Russia : que, por oulro lado, nao
sollre a menor duvida que os navios de alio bordo
nao podem navegar neste mar ; d, lodavia, as se-
suranrasque lord Clareudoo eiaio, e repele que a
Russia, querendo conl'ormar-se plenamente com os
compromissos que coulrahio, nao fara d'ora avante
construir em parle alsuma das margena do Mar Ne-
gro ou dos seus all acales, nena as aguas que dclle
dependen!, navios de guerra, alm daquelles que a
Russia dever ler 110 mar Nesro, segundo os termos
da sua coiueuc.i 1 com a Turqua.
O congresso passa aodeseovolvimenlo do segundo
pomo.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Franca obser-
va que a conferencia de Vienna linha esludado com
rutilado todas as questes relativas navegacAo do
II Minino ; que. porlauto.se devem lomar em onsi-
POBKfi DIILUnrX
Pot Fbbxan Caballbiw.
Devemos dizer ao lailor quem era esse Dom Mar-
cellino Toro, que lem apparecido muilas vezes nesla
narrarao.
Dom Marcellino, filho de um anercador de Ulo
poaea importancia, qoe o pai e o filho 11,1 > pudiam
juntos ler orna luja, foi enviado America pelo pai.
Ahi entrn em urna casa de commercio, onde, com
os annos, eom a paciencia, e obrando honradamen-
te, achoo-sc de repente millionario, segundo diziam
seas compatriotas, e na realidada com vinte e cjnco
mil lluros. Vollou triomphaole para a soa aldea,
ornado das divisas de nao sei que funcres. He ver-
dade que erain das mai. intimas na elasse abundante
de bordadoras e de galoei concedidos a pessoas que
lem menos analoga com as insignias de que se a-
dornam.
Aam como ha grandes inforlunios, ha lambem
grandes felicidades, qne passam dcsapercebidas ues-
te mando. Com eneilo, nao he fcil imaginar a ei-
tretaa facilidade com que Dom Marcelliuo lahindo
I"nte como Job, vollou para o seu paiz rico como
Creaos.
Primeiramenle comprou urna casa digna de um
penoaagem de sua ordem. Amava a rommodidade
e brilbo, mas lambem prezava as moedas mexica-
nas, doce producto do Irabalho de toda a sua vida.
Iropetlido por urna pah.io, retido por oulra, dividi-
do entre eu mo goslo e um vago desejo de elegan-
cia, vire orgaoisoo-se como vamos dizer.
Na querendo edificar, comprou a mais bella casa
que eslava para venderle, achando-a mu pequea,
**a|prea ama casa viziaha, que reuni primeira.
do entendido que a mofelo de 21 de Janeiro de
183*, lomada sobre consulta da ssesjao do imperodo
conselho de astado, em qne se lirma a regra deque
as gratihnaces concedidas aos professores de primei-
ris lellras, em virlude do arl. 10 da le de 15 de ou-
lubro de 1827, nao ensilo quando esles funciona-
rios eslao legilimamenle impedidos, deve reger os
uuims casos de impedimento, que nao sejao os que se
regulau pelo arl. 93 da lei de 21 de notubro de 1832,
Oqueeommunicoa V. S. para sua iulelligtnciu e
devida Mecagan.
10
A lliesourana do Espirito Sanio.O marquez
de Paran, presdeme do tribunal do Ihesouro na-
cional, em rumprimeuto da imperial rcsolucao de 30
do mez pmimo passado, lomada sobre consulta da
secrao de fazenda do conselho de estado, declara ao
Sr. inspector da thesooraria do Espirito Sanio, em
resposla ao seu ollicio 11. 93 de 20 de selembro do
anno passado,em que pergnulou qual o procediroen-
lo que deve ler lugar contra o. cscrivaes do conten-
cioso qoe deitarem de remeller semeslralroenle a re-
larao dos processos que lenhan de pagar dizima,
que he da competencia do Ihesouro e Ihesourarias
a imposieSo da pena de mulla de que Irala o arl. li.
do decreto n. i 13 de 10 de junho de 1815, aos es-
crivaes do contencioso que deitarem de remeller em
devido lempo as relarcs dns processos sojeilos ao pa-
samento da dirima, c qe.c tal multa deve ser cobra-
da executivamente, na forma da legislaran em vigor,
nao embargando a disposirao do arl. 7 do mesmo de-
creto, que so se refere aos casos do arl. .3.
MIMSTEKIO DA GUERRA.
Circular.Rio de Janeiro. Ministerio do. nego-
cios da guerr.. em 17 de maio de 1856.Illm, e
Lim. Sr.Sendo sobremodo oneroso aos presiden-
tes de provincia, aos commandaute. das armas, e aos
de corpos de exerclto, o eserevercm, dalarem e asi-
gnarem ero cada folha das infermaroes semeslraes de
conduela dos ofliciaes, olliciaes Interirese cadetes
dos corpos, a expresso de seu juizo sobre cada indi-
viduo, em ennsequencia de ser multo avullado o nu-
da murtas, e as plaas Irepadeiras formaran! sobre
os muros ricos doccis arreiados de llores. O tanque
de pataca yermelhos rodeado de laladas licou um de-
licioso reliro cheio de sombra e de frescura ; as ro-
seiraseoulros arbustos cobriram decenlemcule as
eslaluas de urna Diaua 'rachilica e de urna Venus
ana, de maneira que s deitavam ver-Ibes o nariz
poucojrego.
'.loando tralorj-se de mobiliar a casa, o primeiro
pensamento de Dom Marcellino foi pedir ao borra-
dor que litesse o ana retrato, afiro de perpetuar a
memoria de suas divisas.
O artista desenhou com efl'eilo em urna lela gran-
de o triste semblanle de Dom Marcellino, anda mais
enlristecido por algdmas sombras sinislr.s, que, par-
lindo-llie dos cantos da bocea bem como bigodes,
debu>avam-se-lhe sobre as fonlc como emplastros
de emaqueca, e sobre o nariz como una eropola.
Mas, em compcn parle esseucial do retrato : a mao esquerda apoiada
110 peilo inettia no rllele Ires dedos semelhanles 3
cavilhas, e sobre a manga brilhavam as famosas
divisas. Na oulra mao Dom Marcellino linha urna
Carla aberla como um aunando de corrida de lou-
ros, na qual lia se : Juan .llmazarron jecil.
E-sa obra primorosa foi enllocada no lugar mais
apparenle da sala, e coberla com uro veo para eslar
ao abrigo das irrevcrcnles moscas. Dom Marcellino
eiilhusiasroou-se de lal sorle por esse quadro, qoe
dacidio-se a cullivar a arle de Apelles, e a dedicar-
Ihe as horas vasas;
llem como o burguez de Moliere, que aos quareu-
la annos achou-se repentinamente poela, Dom Mar-
cellino aos cincuenta dispertou feilo artista. O bor-
rador eicilou-lhc os seotimenlos, bons e pacficos
veteranos, fez-lhe naseer urna nobre emularao e um
ardent" amor das glorias de Murillo.
Jolgue o leilor que monstruosos marmanjos debo-
saram o ntnslra e o discpulo! Todava acharam
minios admiradores, e entre esles o mais sincero era
fre Nolasc, amigo de Dom Marcellino. Islo gran-
geon ao non Irada o immorlal vestuario preto.
Os primeiros eusaios que fez ao natural nosso a-
prendiz artista forain quadros do interior domestico.
leudo o ado do congresso de Vienna eslabelecido
que os principios deslinados a regulara navegacao
dos ros que alravesseni muitos estados, as potencial
contratantes eslipulam entre si que de futuro serao
esles principios igualmente applicaveis ao Danubio
e as suas emboceaduras, declaram que esla disposi-
rao fiea fazendo iarle do direilo publico da Europa
e lomam-na debaiso da sua garanta.
A navegacao do Danubio nao poder ser sujeila
que nao soja ctpressa-
a algum obstculo 011 laxa
raltava-lhe um jardim, e Dom Marcellino quera a O liorrador cir anegado da dispo-ir.io pilloresca dos
oda o raalfU nm jardiin ; mas um jardim aristocra- "bjeclos que ahi deviam figurar, lu cozinha, lo-
*ko, esa harmona com as divisas do dono, coro lei-1 mou um figarciro, um candieiro, qualro esfregoes,
*** oHalaia, penpeclivas, lauques povoados de |iei- Orou legumes da dispensa, c para fazer honra a" Ro-
9 vermelhos, e suhreliiili) um labvriulho: o [ab\- la, una de sna famo-asaboboras. destinada a oceu-
rmtlw era o ideal de Dom Marcellino. Comprou en- par 110 quadro o primeiro lugar. A abobora foi col-
^*oreeira casa com grande paleo conligoa
aairea as paredes a bao, e planlou ahi seu jardim.
asaionloou Indo o qne acabamos de enumerar ex-
^PC** j* perspectivas, oque nao era possivel;
ina aa BaaMos manilon pinta-las nos muros. Cbamnu
*** fim de Madrid um borrador com o qual,
" **',ao*. 'ravanj depois retaques mu sympa-
caa. Esse jardim, gratis aoi jasmineiros, a.ma-
ailvas. as laladas, at reseiras, s murtas e a mil
"Iras nxmphai da corte de Flora, lomoo-se em
"oeo lempo nea paraizo, sem embargo de lodo o
ridiculo de soa tormacSo.
I) labyriotho, que amenle servia para deancl-
tnaar as Inopdras, veio a ser nm bello bosquete
O VHe Otarte B. 129.
locada sobre os esfregoes, osquaes formavamlho co-
mo ampias barbas de sapador, na vanguarda esla-
vam alguns nabos, aqoi e all fa/.iam senlmella os
espargos. O candieiro pintado eom vermelhao e pos-
to no fundo do quadro, relleclin sua cor sobre os
nabos, couvcrlaodo-os em belerrabas, e sobre os es-
tregu., os quaes davam abobora cerla semelhanra
com o semblHiite do famoso pirata llarhn-ruiva.
Completado felizmente esse quadro, que foi ornar
a sala dejanlar, o dscipnio animado poz-sc .1 piu-
lar s-nto-. As dimenses augmeularam com o en-
Ihnsiasmn do pintor, e elevaram-se al um San-
Chrislovao colos.al, que luda a aldea quiz ver, e
que causn grande einoc,o. Frei Nolasco, que esla-
va mais ulano do que o proprio autor, irouxe ao lan-
o ama mallidao de admiradores, a Vinde c, Ibes o pobre pinlor cahio de br uros como uuia rfi
menla previsla plas eslipulaces que se sesuero.
Porlanlo 11.10 se percebe taxa alguma bascada
nicamente no fado da navegacao do rio. nem direi-
lo algum sobre as mercadorias que se acham a bor-
do dos navios, nem se por aobslaralo de qualldade
alsuma .1 livre navegacao.
A Sublime Porta compromelle-se a fazer execular
de accordo com a adminislrarao local tos principa-
dos, lodos os Irabalhos e que sao ou que poder.io a
vir a ser necessarios lano para desentulbar a emboc-
cadan do Danubio das arcias, qne a obslrucm. co-
mo para por o ro as melhores condiroes uavesa-
veis que seja possivel, em oulros pontos, e princi-
palmente entre os porios de (ialalz e de Itraila.
Para cobrir os g.slos desles irabalhos, assim co-
mo os dos eslabelecimeulos, cujo fim he assesurar e
facilitar a navegacao, pdenlo ser percenidos dos
navios que uavcgam pelo Danubio direiios fivos, de
um prero conveniente, com a condicao ezpressa po-
rem de que a esle respeilo como sobre lodos os ou-
lros, os pavilhoes de lodas as oaci.es ser.lo tratados
com p-Meila igualdadc,
Para realisar as disposicoes do arlgo precdanle,
una eommissao, que nao poder ser dissolvida se-
na 1 de commum accordo, e composla de... ser n-
earregada de delerminar a exensao dos Irabalhos
que se bao de cxecular e de elaborar as bases de
uro rcsulamcnlo de navegacao o de polica lluvial
e maritima ; rormar igualmeule inslrucroes desti-
nadas a sei virein de guia a urna comiuisia'o execu-
tiva.
Em confoimidade coro as eslipulaQi.es dos Irala-
dos de Vienna, esla eommissao sera composla por
.....na sua qualidade de estados marginaes.
dizia elle alirahiftlo-os i exlremidade opposla do ga-
binete : a pintura, o rei e o sol devem ser vistos de
longe. 11 E depois, moslrando os pinceis e as tintas,
accrescenlava: Islo, Miguel, vale mais dinheiro
do qne la colheila ; como he possivel, meus am-
gos, que elle nao pinte bem lendo lanas tintas e
lanos pinceis?
Esse Iriumpho de San-Chrislovao exalton a pai-
x;io de Doro Marcellino, sen ardor nao leve mais li-
mites, e elle preparou urna lela de cinco varas de
largura e qualro de altura para ensatar o genero bis-
lonco. Ilesitou enlrc a tomada .le Kola por Altanen
XI, diz le Sage, no anuo de 1200, e a lomada de
lima pelo conde de Essex, que ahi desembarcou em
1700 favorecido pela IrairJo do governador do cas-
lello, o qual era Italiano e chamava-se Scipion
Ilraiicaclio. Dom Marcellino preferio o primeiro
fado, nao pnr ser mais palriolico, porm porque da-
va-lhe occasio de piular (urbanas.
Enlao apreseularam-ie serias dillicoldades, nao
difliculdades da arle, pois essai nao exisliam para
Almazarrn c seu discpulo ; porm dilliculdades
malertaes.
Doro Marcellino, que era pequeo, nao alcani;ava
nem a Ierra parle da altura da lela. Foi frei Nolas-
co quem deu um expediente pera por o artista ao
nivel do objeclo que pinlava : achou um pulpito ve-
Iho que evslia anida em seu convenio, mandn por
uro carreiro alar-ll.e rodas, e Iraze-lo para junio do
painel mnndro, o qual pinlava-se no paleo ao ar li-
vre, abrigado por urna leda. Subindo ao pulpito
como um prosador, Dom Marcellino execulnu com
o seu acolilo a segunda parle ; mas reslaxa a lercc-
ra, e elle nao poda alcanra-la nem mesmo pondo-
se sobre a pona dos pos. O meslre, o dscipnio e frei
Nol.sco davam vollas o juizo para acharem uro ex-
pediente. O-desalenlo substiliiia o enlhusiasmo as-
sim como sobre a praia a baixa-mar succede a en-
diente.
Todava n.1o era possivel que ficassem os caslellos
sem ameias, os cavados sem orelhas, os hroes sem
caberas, os Mouros sem turbantes, as lancas sem
ponas, e o eco sem numerosas lisias de "azul da
Prosda. Era |.ois inrtispeusaxel procurar uro meio
para que Dom Marcellino podes.e distribuir ameias,
on Ibas, lurbanles e ponas de lenca. I rei Nolasco
propoz pernas de pi, o meslre um oseada ; asduas
cousas foram rejcKadas como incommodas e perigo
sas por Dom Marcellino, o qual sendo o mais inle-
ressado achou emlim o meio commodo e seguro de
cnllocar-se na allura uecessaria. Comprou urna c-
Iha, a qual alou urna corda grossi, mandnu prender
no ledo um annel .le ferro, pavana alli a corda, e
cinsindo-secom a cilba foi i^ado pelo meslre e por
frei Nol.sco a allura desalada, A principio ludo es-
levc mnilo bem, e nosso Dom Marcellino levando a
palhela e os pinceis na mao, foi-se pelos ares como
nm seraphim com grande salisfacao de seo macbi-
uslas.
Mas. quando o ?rlsla chegou a corla allora, a
corda que era nova e bem torcida enlrnii a deslor-
cer-se rom rapidez crescente. Vendo .1 Dom .Marcel-
lino de bracos aberlos, a grlar lerrivelmenle, e a
fiyrar sobra si mesmo, frei Nolasco e o meslre per-
lurbaram-se, soltando a corda deiiaram a correr, e
leucias marsinaes do Danubio, dava-se o caso de
convidar a Baviera para alli se fazer representar.
(I Sr. conde de luo observa que o regulamento,
cuja vigilancia esla eommissao sei encarregada de
execular. nao pode dizer respeilo sen.ln aos inte
resses da navesaran no bailo Danubio ; que a na-
vegacao do alio Danubio nao lem suscitado o me-
nor conflicto entre os taterossados, e que nao ha
razao alguma para dar a auloridade da eommissao
una cxlcnsao que nada justificara.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Franca res-
ponde que o congresso esla oceupado de urna ques-
lao seral que ulerea a navegacao do f.o, que as-
sim (o eslabelecida no documento qne serve de
base a' navegacao, e que no momento em que le
combinoii que a eommissao chamada ezeculiva de-
ve ser composla por marginaes, nao se poda ex-
cluir a Baviera, acrescenla alem dislo, que o texto
dosarligos proposlos nao se aprsenla a ambigui-
dade, e indica snllicienleinenle a nalureza dasallri-
huires desla i'ommissao.
O Sr. conde Walewski le o selimo a ullimo pa-
ragrapho, que be concebido assim :
ir Para assegurar a ex.eciir.iu doi legulamenlos
que torero combinados de commum accordo, segun-
do os principios cima mencionado-, cada urna das
potencias contraanles lera o direilo de fazer esta-
cionar um ou dous) navios ligeiros as embocea-
duras do Dadubio.
O congresso ada para a prxima sessSo a redac-
rao defioiliva desles diversos paragraphos.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Gra-Bretanha
emille a opiuiao de que a reducen das eilipulares
inseridas nos protocolo, nao dever prender o con-
gressn de urna maneira irrevogavel. Accrescenta
que na sua opiniao, cada plenipotenciario conserva
a faculdade de propor ulteriormente as modillca-
ces, qucjulgar ulil apresenlar.
O Sr. conde Orloll responde que os plenipoten-
ciarios Irausmillindo os protocolos a seos respecli-
vos governos, nao podiam a dimitir que as clausulas,
acceitas de commum accordo, podessem ser muda-
das indefinidamenle.'
Os Srs. plcuipotenciarioi da lira-llrelanha res-
ponden! que elles nao enlendem que se reservasse a
cada plenipotenciario o direilo de destruir as de-
termiuac/ies tomadas c os principios aeccilos pelo
congresso, mas sim a f cuidado de propor urna sim-
ples revisao de lexlo, para melbor lhe precizar o
lexie e o alcance.
Circumscriplas a esles limites, as ob>ervac,ocs do
Sr. conde de Clarendon foram approvada* pelo con-
gresso.
Segnem-se as assignaloras. '
PROTOCOLO N. VI.
Sessao em S de marro.
O Sr. primeiro plenipotenciario da I urqoia fez
laber que Melieinmed-lljcmil-ltei nao podia assistir
a esla sessao por lli'o nao permillir o seu eslado de
saude.
I.eu-se depois o protocolo da sessao antecedente
que foi approvado.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Itussia an-
nunciou, que a sua "'rle dera a sua approvaela a
inslilnir.io da eommissao niixla, que sera encarre-
gada da revisita da fronlera da Asia, c a qual, as-
sim aj"i' o f../. constar o protocolo n. os pleni-
potenciarios da Itussia nao tirihamS adherido seno
reservando a approvarao do sen gaverno.
Sobre a proposta do Sr. conde Walewski, o con-
gresso passou ao deseuvohimeiilo do primeiao pon-
i, e decidi que anles de encelar as questes que
dizem respeilo a organisaco dos principados, se
oceupar da 1 atdicacan das fronleiras entre as pro-
vincias danubiana, e o lerrilorio russo.
O Sr. barao de llrunnon leu urna memoria (en-
dent a e-lab. lecer, que a dsposicao dos lugares e
a direccao das vias de commuuicacao nao permil-
tem determinar um Irarado diredo entre os dnus
pontos exiremos indicados uos preliminares da
paz.
Recordou que as potencia, alladas lem lido em
isla assegurar a Irvre navegacao do Danubio, e foi
de opiniao qne esle objeclo seria ale,meado por meio
de um oulro Iracado, que teria a vanlage .. de nao
Iranslornar, de modo algnm, a economa da provin-
cia, parlindo este Irarado de Waduli Isaki, sobre o
Prulh, seguindo pelo valle de Trajano, e terminan-
do ao norte do lago de l'alpul.
One nena* raso a Bossia abandonara as ilhas do
Della. e mandara arrazar os fi,rles de Ismail e de
Kilia Nova.
OSr. conde Walewski diste que esla proposta se
aOaslava mulo das bases da, negociadlo, para que
os plenipotenciarios das potencias alladas a podes-
sem lomar em cousiderac,ao.
O Sr. barao de llrunnon, vollando anda as ob-
servares que ja linha apresenlado, expoz quesera
dillicil lixar urna boa limitaran all'aslando-se dos li-
mites qoe bavia indicado.
Accrrscenlou que com lodo se pedera accrescen-
lar ao territorio que a Itussia cede, pelo Iracado que
ja llalli proposlo, aquelle que se acha compreheu-
ddo entre o lago KalTabug, o vale Trajano e o lago
Salsyk.
O Sr. primeiro plenipotenciario da llraa-Brela-
nlia rcpresciilou que a admissao do Irarado indicado
pelo Sr. plenipotenciario da Russia equivaleria ao
abandouo das proposlas formuladas pela Austria
coin a approvacao das potencias alladas. que estas
proposlas liuhain' sido aceitas ero S. Polesburgo,
confirmada, em Vienna e Pars, e que os plenipo-
leuciahos deltas potencias, qualquer que seja o es-
pirito de concillaran que os anime, nao podem af-
f.islar-se, em urna semelhanle medida, das condi-
Esse accidente coroparavel aqoellc que cuslou a
vida ao pobre Murillo, gelou o enthnsiasino de Dom
Marcellino, e o fez depor as armas de Appellcs.
XI.
Dom Marcellino gozava de urna salisfacao sem
mistura. Se alguem lhe livesso dilo que uro I-ran-
ee? nao podera achar hornero perfeitamenle feliz
senAo ora nari ero urna cboupana iudia, (*] elle
nao leria r:do, porque nao era risonho ; mas er-se
indignado conlra as insolencias e os paradoxos dos
e-rrevinliadnros. Passeiava em sen jardim c ero sua
casa em urna especie de tranquillo exlase, e seu uni-
co pezar era que o dia nao lvesse mais de vinte c
qualro horas, e o anno mais de Irczenlos e sesseula
e cinco das.
Durante dez annos Dom Marcellino gozoo essa
branda felicidade oceupado em despender suas que-
ridas peras mexicanas; mas, no lim desses dez an-
uos, e quando menos o pensava, urna pulmona le-
vau-o em oilo das para melbor vida.
Doro Marcellino leve boa roorlc ; nao perdoou aos
lalmigos, porque nAoos linha ; dislribuio numero-
sa esmnlas pelo seu testamento, cncoinineudou pie-
dosnn.eule sua alma a Dos, c como ultima prova
da friqueza humana pedio que o veslissem com o
seu uniforme para ser sepultado.
Sua irmaa, Dona llraulia Toro, "viuva de um ar-
rieiro, herdou lodos os bens, e eslabeleceu-se na ca-
sa. O famoso retralo permaneca no posto de honra,
e depois da morle do original as sombras se tinliam
oscurecido anula mais. Frei Nolasco nao o va urna
su vez sem (azer-lhc um elogio, e sem recitar de-
pois dcvolamenlc um l'adre NottO. Rosa linha re-
parado nieto, e quando o bom frade vinha casa a
loura mocinha nunca dcixava de ehanur-lhe a al-
lencao para o rclralo, cerla de qne nao se passava
una vez que frei Nolasco nao exelamasse : c (Jue
bella pintura .' c nao rezasse loso o Padre Nosso. .,
A mai que observara essa malicia, reprehender a
filh.1, e prohihira-lhe rnnlinuar ; mas Rosa com sua
iildocilidade habilual nao fazia caso da prohibico
c lodosas vezes que ella fallava do deunlo o bom
rrade sobrevinba coro o seu inlallivel : 11 l.lue bella
pintura ., c seu nscparavel l'ater S'otler.
No dia sesuinle ao da convcrsaeao que Uvera coro
Dolores, frei dolasen cnlrou cm casa da viuva e
dissc-lhc :
llraulia, achei-te urna criada cediente.
I.,r.,a"-".n,e.".'.r'r.es',on'u'u sl"- moitoestimo.
Ella lanijuizo-; He boa chrislaa- be asseiada.' e
sohrelndn nao he muilo rustica?
Molher, digo-te que be ptima pessoa.
Fre olaaco, disse Rosa, nao lhe parece que
a gero bateu 110 relralo de meu lio f Elle esla lodo
atravessado.
O frade levanlou a cabera, e responden conlem-
piando o relralo :
Alravessado nao ; elle esla lao direilo como era
leu lio. querepousa ero paz. Oue bom desenlio!
base Juan Almazarrn sabia seu ollicio. O curadi-
se-me um desles das, que ha um cm Madrid, que
roes de paz e renunciar lolalmenle a concessoes ad-
inillidas em principio pnr todos os governos repre-
sentados no congresso.
O Sr. ennde Walewski aprescnlou observacoes
anlogas,
O Sr. conde Itael fez sualmenle observar que o
Irarado ollerecido pelo Sr. bario de llruunow nSo
coropreheiide -eno unta pequea poryo do larri-
lorio caja 1 enuncia foi consentida pela Itussia ac-
reilando as condires de paz que a Austria enviou a
S. I'etersburso, e declarou que espera que os Srs.
plenipotenciarios da Russia apreseulem 110 congres-
so uroa proposla que se aproxime mais dos fados
que precedern! a abertura das negociacoes.
O Sr. baru de llubner recordou que o tracado
indicado, pelos seus dous pontos exiremos as pro-
postas auslriacas, he fundado sobre a conliguracAo
repro.luzda ero lodas as cartas.
Os Srs. plenipotenciarios da Russia respondern!,
que ero toda, as scsses lem sempre moslrado que
eslao animados de sentimeutos conciliadores; qoe
apresenlando peranle n congresso coosiderari.es que
na sua opiniao lem lodo o lugar, nao lem oulro lim
senao provocar uroa inquirirn conforme a lopo-
grapbia do paiz e aos iuleresses das populiQoes que
o habilain ; mas que nao obstante isso, eslavam
promplos para discutir loda oulra proposta que lhe
fosse aprc-enl 1 I 1.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Franca repe-
li que as potencias 1II1.1 las nao podem adherir
urna limilarAoqueuao esleja ero harmona como as
concessoes estipuladas na negociac,ao ; comludo que
he permillidu proceder por meio de compensaran,
e que lalvez seja possivel enlender-se prolonsad'o o
limite ao sudoeste, c alm do lago Salsvko, se, co-
mo pensam os Sr. plenipolcnciarios da Russia, mas
ella encontra ao norte dilliculdades Ivpograpliica).
Sobre esta emenda segoio-se urna discussao na
qual (omarain parle Indos os plenipotenciarios, e of-
fereceu-sc aos Srs. plenipotenciarios, da Russia es-
lebececer fronlera por meio de urna luha que,
parliudo do Prulh, cnlre Scova e Hnih, passaria ao
norle de Salsvk e terminara acuna do lago Al-
bdes.
O Srs. pleniplolenciarios da Russia declarando
que eslavam obligados a assegurar-se da posiro que
resultara para as colonias dos blgaros e dos* reetaa
eslabelecidas nesla parle da Bessaraba, pediram
que se adiasse e-la discussao at a prximo sessAo.
O congresso adhera; roasjoa plenipotenciarios
da Franca e da Grla-Brelanha eslabeleceram, que a
proposla que sostenlaro, animados pelo espirito de
concordia, conslitue, cessao coja impurlancia he alleslada pela exlensao
do lerrilorio coiiiprehendidn enire Cholyn e Hush,
e exprimiram a conviccao de que esla coiicessAo ser.
plenainentc apreciada pelos Srs. plenipotenciarios
da Itussia.
OSr.conde de OrloiTledemanbonM boasdispo-
liroesqueos plenipotenciario-da Rus.ia nconlram
em lodos os oulros membros do consresso, e accres-
cenlou que prdindo poder snbmetter a nm estudo
particular a proposla que Ihes linha sido fela, nao
linham em visla oulro objeclo mais que o procurar
concilia-la com as exigencias locaes. *
O congresso passou em seguida ao exame das pro-
poslas relativas a organisaco dos principados.
O Sr. conde de Walenskv lez observar, que anles
de locar neile ponfo importante da nesocacao, lie
iudispensavel deliberar sobre urna quesillo que he
dominante, e a solucao da qnal se acham necessa-
riamenle sugnloa os Irabalhea ulleriores do con-
sresso : ca quesiao he aquella de saber se a Mol-
davia e a Valachia lerao d'ora em diante reunidas
em um sii principado, ou se ellas continuaran a
ler urna adiniui-lracito separada.
OSr. primeiro plenipotenciario de Franca foi de
opiniao que, a reunan das doas pro\ incias" corrcs-
puu,leudo as necessidados reconhecidia por um al-
iento exame dos seus verdadeiros inleresses, o con-
gresso devia admilli-la e proclama-la.
0 Sr. primeiro plenipotenciario da liraa-Bre-
lanha apoiou esla opiniao, fundando-se particular-
mente sobre a ulilidade c a conveniencia de lomar
em seria consideracilo os votos das popularoes, que
nunca se devem desconhecer.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Turqua m-
posnou a proposla.
Al-Pacha stisleiilou que nSe se polia allribuir a
sel 11 ac..,, das dual provincias a ritanejM a que se
quer por um lermo; que a leparacjlo dala de lempos
mais remolos, c qne a perturbaran que lem reinado
nos principados remonla a urna poca relalivamenle
rcenle ; que a separarlo he a conseqoencia natu-
ral dos cosanles e dos hbitos, que difieren) em urna
e oulra pronuncia, anualmente que alguns indivi-
duoi sob a influencia de consideraroes pessoaes, pode-
rain foi mular urna opiniao contraria ao estado actual,
mas que lal nao he ceilamente a opiniao das po-
pulacoes.
O Sr. conde de Buol. declaren queapezar de nao
eslar aulorisado a discutir urna queslao quo as suas
instruccoes nao lem prevenido, pensa como o primei-
ro plenipotenciario da Turqua, que nada justifica-
ra a reun in das duas provincias.
As populaces, ponderou o Sr. conde de Buul,
nao lem sido consultadas, ese se considera o prero
que cada agslomcracAo da sua aulonomia, pode-se
adduzr a prtorii que lano os Moldavos como os Va-
lachos desejam ante ludo conservar as suas iuslilui-
res locaes e separadas.
() Sr. conde Walewski, depois de ler desenvolvido
lodos os motivos que mililam pela reuniao, disse que
u cnugressu nao pode consultar directamente as po-
pulaces, e qoe necesariamente lemjde proceder a
eslo respeilo por estimativa.
Ora, observen o Sr. conde de Walewski, lodos os
esclarecimientos concordan) ero representar os Mol-
davos e os Valaehioa como unnimemente anima los
do desejo de. para o fulurp, nao formaren) seno
um so principado : esle desejo explica-se pela com-
munidade de origein e de rcligao ; assim como pe-
los precedentes que leein moslrado os inconvenientes
da ordem poltica ou administrativa, que resultan)
lira o relralo da rainlia ; rli.ma-se Frederico Ma-
drazo. Todos aflrroam que he admiravel ; mas nao
rreio que seja assim como aquillo. Se Juan Alma-
zarrn tivesse eslado em Madrid, oolro gallo lhe
cantara. Se li fosse vislo aquelle retralo Oue bella
pintura! Paler .\01ter...
O que azes be urna acrao grosseira, disse Do-
na llraulia i lilha cerla de nao ser ouvida pelo fra-
de ; urna moca bem educada nao deve porlar-se as-
sim. Se continuares hei de dar-le lal beliscao, que
chupars os dedos de prazer. Quero que seias po-
lida !
Deixe-se de polidez, mnha mai. ha lempo
para ludo, e dome uro cacho de uvas: Vmc. guar-
da-as romo pedras preciosas.
A genle bem educada nao come a loda hora,
responden a mi econmica.
I'rei Nolasco, grilou a rapariga, mnha mai
nao quer darme uas, dixendo que he grosseria co-
m-las de quando ero quando. Nao he verdade que
meu lio Marcellino, que alias era bem educado, as
cumia al farlar'.'
He verdade, responden o fraile sorrindos suas
lembranras ; as uvas muscalcis vinhain as cargas.
E como as uvas engordan), disse Rosa suspi-
rando, elle andava como cabrito nutrido por duas
mais.
Fisle auno vend as uvas rouscaleis, disse Dona
llraulia.
Mentira, murmurou a rapariga.
oue di/o- per^uiitmi fre Nolasco.
Nao lhe parece, grilou a pequea, que meu
lio lem sobre as fonles emplastos como as ciganas, c
uro grande sisnal 110 nariz?
Nao respondeo o frade observando o quadro ;
esl exacto ; aquella mo he a propria ; soccorreu
a nanitas pessoas. que della nao se lombram mais.
A miro elle deu esle vestuario, dizendo-me : Frei
Nolasco, praza a Dos qne sua sadc lenb. mais da*
racao. E lambem sua vida, respondi-lhe. Porm
meu vol nao se cumprio melbor do qoe o dclle se
da separacao ; sendo pelo ootro lado a uniao, sem 1 Arl. I. As alias partes contratantes obrigam-sa
conlradiccao, um elemento de Torca e de prosperida- mutuamente a u3o ler no mar Negro en3o aquellas
de para as duas provincias, e lambem corresponde ao
objeclo proposlo solicitude do congresso.
O Sr. primeiro plenipotenciario .la Auslria
ob-
lervou que nao podia conceder urna fe inieira s
inhumarnos, sourc as qU,es e funda o primeiro
plenipotenciario da Franca.
Oue, alem disso, a opiniao do primeiro plenipo-
tenciario da Turqua, collocado em poMC,ao mala
ventajosa que* ueuhum ootio membro do congresso.
para poder apreciar as verdadeiras necessidades e os
votos das populaces, merece ser lomada em parti-
cular considerar i ; que, por oulra parle, ai poten-
cias sao, primeiro que ludo, amuladas do desejo de
emharcares de guerra, cujo numero, forra e dimen-
ses, esiao estipuladas no seguinle artigo.
Arl. 2. As altas parles coolralaules reservan) o
direilo de ter cada urna nesle mar (> vaporea de 50
metros decomprimenlo, de 800 toneladas omaiimo,
e qualro embarcares ligeirai de vapor 00 de velas,
de uro porte que nao exceder a 200 toneladas cada
orna.
Arl. 3. A prsenle eonvenro. aunexa ao tratado
geral assignado boje em Paris.'sera ratificada, e as ra-
tilicires trocadas no e-paco de qualro semanas,ou
m.is cedo, se for possivel.
Em f do que os respeclivos plenipotenciarios A as-
onservar os privilegios dos principados, c que seria I signaran), c he pozer'am o sello da's suas armas,
um grave preju.zo obrigar e-las provincias a forma-! Terceiro pon"!
reto urna s, principalmente porque no numero da-
d/uelles privilegias te adta em primeiro lugar aquelle
de se administraren) separadamente.
Acrescentou que mais tarde, e quando se liver
constituido nos principados urna insttuicao, poden-
do -er regularmente considerada como o orgao le-
gitimo dos votos do paiz, poder-se-ha, se houver
lugar, proceder 1 unan das duai provincial com
um perfeito couhecimcnlo de causa.
O Sr. barao de Bourquenev respondendo ao pri-
meiro plenipotenciario da oslria, disse que nao
poda parlilhar da (na apreciac-lo, |>ois que na. ba-
ses da uegociario se consigna qne os principados
conservarlo os seus privilegios e immuiiidades, que
o sullao, de concert com os seus alliados Ibes con-
ceder ou coulirmara una organisaco interior con-
forme as necessidades e os desejos das popularoes,
lenna.
Temos, pois, disse o plenipotenciario de V
entendido ruie devemos reservar ao sultao c aoi seus
alliados o direilo e o cuidado de se enlenderem sobre
as medida, proprias para assegurar a felicidade des-
tes povos, tendo atienc.iu aos seus desejos.
Ora, a Franca deposituu as conferencias do anno
passado urna acia que collocou a queslao sobre o
campo da dscnssAo, e nao se eleven de" nenhuma
parle, desde eniao, urna 111 nnlesUicao tendente a
prejudiear os esclarecimenlos qoe nos induzem a
crer qoe os moldo-valachios desejam a ouiao das
provincias em um s principado.
O Sr. primeiro plenipotenciario da Sardenha cha-
inou a attencao do congresso, alim da estabelccer
qne o vol das pepnlae/5es este respeilo he anlerior
as circumslancias aciones ; qoe um arliso do esla-
lulo lem prejudicado a queslao depondo nesle ac-
to o principio da reuniao eventual dos princi-
pados.
Ali-Parh suslenlou que n.e se poda dar urna
lal inlerprelacao ao artigo citado pelo Sr. conde de
Cavour.
O Sr.|conde de OrlolT declarou, que os plenipolcn-
ciarios da Russia, lendo podido apreciar as necessida-
des e os desejos dns dous principados, apoiam o pro-
jeclo de reuniao como devendo ajudar a prosperi-
dade deslas provincias.
Tendo declarado Al-Pacha qoe os plenipotencia-
rios da Turqua nao eslao anlorisados para pmse-
guirem na discussao sobre esle campo, e nao lendo
lambem os plenipotenciarios da Auslria as compelen-
les nslruecoes, a queslao licou adiada para oulra
sessao, alim de que podessem receber as inslrucces
das suas corles.
Seguem as assigualuras.
( / Karo.
ARTIGO ADDICIONAL E TI'.ANSITOHIO.
As eslipularoes da convengas) dos eslreilns assie-
nada buje, nao serAo applicaveis as embarcarte* de
guerra empragndaa pelas potencias belligeran'les pa-
raba evacoacao por mar dos territorios oceupados pe-
lo* seus exercitoa, porem as dita, eslipularoes adqui-
HrSo a sua plena lorca, logo que a evacnarAo estiver
termnala.
Dado em Pars a .10 de marco de lSJij.
Primeiro annexo.
Os plenipotenciarios, depois de lerem Irncado os
seus plenos poderes, que foram echados em boa e
devida Torroa, :coimeram nos legjalas arligos:
Arl. I. S.M. o sullao, de urna parle, declara que
lem a (irme reeolncaa de mauler para o futuro o
principio invar.avclmenle eslabelecido como auliga
regra do seu imperio, e em virlude do qual foi pro-
hibido sempre as embarcares de guerra das polen-
ciea elranseiras enlrar nos eslreitos dos Dardanellos
e do Boaphero, e que em qnanlo a Porta eslver ero
paz, S. M. uAo adniitlira uuuhuuia embarcarao de
guerra eslrangeira uos dilos eslreilos.
E SS. MM. o imperador do. Irancezcs, o impe-
rador d Austria, a raiuha do Remo Cuido da Graa-
Urelanha c Irlanda, o re da Prenda, o imperador
de (odas as Russias e o rei da Sardenha. .de oulra
paite, obrigam-se a respeilar esla determinacAo do
lullAo.e a conformar-secom o principio cima es-
labelecido.
Arl, >. O sullao reserva, como at agora, o dirci-
o de conceder hrinans de passaseni s embarcaron
llgeiras com pavilhao de guerra, as quaes serao m-
pregadas romo he cusluroe, 110 servico .las lesaces
das potencias amigas.
Arl. :l. A mesma excepeao sei applicada as em-
barcares ligeiras com pavilhao de guerra que cada
urna das potencias contratantes he autorisada a ler
as embocaduras do Danubio, para assegurar a exe-
curao dos regulamenlos relativos a liberdade do rio,
e cojo numero nao devera exceder a dous para cada
potencia.
Arl. i. A presente convenci, annea ao Iralado
geral assignado hojeen) Pars, sera ratificada, e a.
ralicares, trocadas no espaco de qualro semanas,
ou mais cedo se fr possivel.
Em fe do que os respeclivos plenipotenciarios a as-
liguaram e lhe pozerara o sello das suas armas,
Segundo annexo.
Coiiceiinioenlre SS. MM. o imperador du /lussia
e o sulto.
Os plenipotenciarios, dapois de lerem Irocado os
seus plenos poderes, que foram adiados em boa e
devida forma, convieram nos arligos seguntes:
Concmrao entre SS. MM. o imperador dos r'ran-
cezet, a minha do Reino-Viudo da Graa-Breta-
nha e Irlanda, e o imperador de todat at Rustios.
Os plenipotenciarios, depois de lerem trocado os
seos plenos poderes, que foram adiados em boa e
legitima forma, convieram nos arligos seguntes:
Art. 1. S. M. o imperador de todas as Russia-.
para corresponder ao desejo que lhe foi exprimido
por SS. MM. o imperador dos Francezes e a rainha
do Iteino-Cnido da Oras Brelanha e Irlanda, decla-
ra que as ilhas de Alaud nao -er.io fortificadas, e que
nao ser conservado nem creado oellas estabeleci-
menlo algum militar ou naval.
Arl. _'. A presente coovenco, annexa ao tratado
geral assignado boje em Pars, ser ratificada, e as
ralilicaraics trocadas no espaco'd qualro semanas,
ou mai. cedo, se for possivel.
Em fe do qoe os respeclivos plenipotenciarios a
assiguaram e lhe pnzeram o sello das suas armas.
[PeriodicodosPobres no Porto.)
IITERIQR.
por
Rosa; mas anude esl
legal que nunca o negam aquelles que elle lig.
isso Dolores respoudeu mu simplesroenle.
Teuho.
E's mu feliz, lornou
elle ''. Anda ala o vi.
Esla' ausente.
Ausente ah meu Dos I E como sabes nue
elle ama-te t H
Assim como elle mesmo sabe que amo-o.
I m namorado ausenle he como um pinlasilgo
qne nao cania. De que serve Eu nao o quererla.
>e lvesse um namorado sera para ouvi-lo canlar e
locar, e quererla casar-roe logo.
E para que tanta pressa de casar-se ?
Crea que eu nao lenha razao Para sabir de-
baixo da palmatoria de minha mai,que he mais fat-
game do que urna mosca a'hora da sesla. Mas ouve-
nie ; quaudo leu namorado vollar..... como se cha-
ma elle ?
Lorenzo.
forense Lpez ? Ah Jess! so he verdade n
que tenho ouvido dizer delle, lamento-te, Dolores !
I'ois bem, se Lorenzo vollar e eulrar aqu para ver-
le, minha mil he capaz de morrer do colera. Creio
que ella Imagina qoe todos os namorados sao assai-
sinos. Eslou convencida de que meu pai foi seo
marido sem ser seu amante.
Klle nao vira' aqni, disse Dolores sorrindo
brandamenle.
Meque nem poderas fallar-lhc a'janella, se
mnha mai chegar a saber. Ella esla' persuadida
de que lodos os namorados irazeiu corasigo a pesie.
1 Nao irei a'janella, senhora, disse Dolores.
Nao me chames senhora, quando minha mil
n.lo eslver prsenle ; (enho-le pedido isso mais de
onze mil vezes. Com o corpinho de espartilho que
ella adoplou, com o seu malelele da moda, minha
pobre mAi bem poucu formosa assemelba-se a um
pacole mal aperlado ; o titulo de seora e de dona
asseuta-lbc como me assenlaria o vestido de cauda
da infanta. E he em ludo o mesmo. Amigamente
. ella fazia doces e bolinhos que so leria podido offe-
ha de cumprir, porque o vestuario durara mais do recer a el-rei, ninguem a venca cm coilfeilos cos-
1l11n.11 1 li,a I,ol-, ,.i,,l,.r,'---------------------- ------*- ..,__._ ,_______ .___.
RIO DE JANEIRO
mm.
SESSA'O EM 12 DE MAIO DE 1856.
/'residenciado Sr. Manoel Ignacio Cavalcanli de
Lacerda.
A's H) horasc :|i da manha, reunidos 29 ISrs.
senadores, abrio-se a sessao, e passou-se ao seguin-
le expedieulc, tendo sido approvadas as acias de 9 o
Ollicio dol.- secretario da cmara dos depolados,
communicando que por ollicio do ministerio do im-
perio de 12 de selembro do anno findo, constou na-
quella cmara que S. Magestade o Imperador tanc-
ciooara a resolurAo da assembla geral qu altera a
lei de 19 de agosto de ISli.I"icn o senado inlei-
rado.
__OSr. ministro da fazenda, inctuindo o mappa n.
.>70, dai operaces occorridas na sessAo da assignatu-
ra e subsliiuicao do papel moeda al 30 de abril ul-
limo.A' eommissao de fazenda.
O Sr. minislro do imperio, Irausmillindo copia
do ollicio do presidente da provincia de Gayas de 27
de fevereiro ultimo, e de outro que o acompanhon
do 1.- sobslitnlo do jniz municipal da villa Formosa
da Imperalriz, da dita provincia, do 1.- de Janeiro
antecedente, dan lo itifonnaoes sobre a doar.io fei-
la por Pedro Alenleiro Jos de Abren e Sooza, para
patrimonio da pella de Nasal Senhora da Concei-
cao, de urna porrao de terreno em que se acha as-
sentada a mesma villa,A quem fez a requsirao.
Do mesmo minislro, arcusando a receprao do of-
ficio de S do corre:,le, cm qoe se lhe commonicou
a organisaco da mesa do senado na actual sessao
legislativa.Fica o senado inleirado.
Do roesme minislro, enviando, em iddilamenlo
ao;seu ollicio de 2 do correle, a acia da elcicio de
dous senadores a que se prozedeu no colleg'io da
villa do Conde, proviucia da Baha, para preeoche-
rem as vagas dxadas no senado pelos fallecidos Srs.
viscondes da Podra Branca e Caravellas___A' secre-
taria.
Do Sr. leador marquez de Valenra, participando
achar-se de nojo pelo fallecimento "de seu genro o
Dr. Jos da Cosa Lima e Caslro.Fica o senado
inleirado.
ORDEM DO DA.
Conliouou a terceira discussao adiada, em 9 do cr-
reme, da proposito da cmara dos deputados ap-
provando o contrato celebrado pelo governo em 2
de Janeiro de 185 com o gerente da eompanhia de
paquetes a vapor.
Vieran a mesa, e, sendo apoiadas, enlraram con-
|iin. lmente em discussao com a proposic.10, e as
seguioles emendas :
a Suprima-se a condicao 2. do contrato.Silva
Ferraz.T
Additivo condicao. 20V1 do contrato, caso n.o
passe a approvacao proposla.Toda a differenra do
cusi do carvao para menos do lermo esiabeeddo
de 259, reverlera em favor do governo, sendo com-
pelenlemenle indemnis^ido pela eompanhia.Silva*
Ferraz.
A discossaa ficou adiada por nao haver casa.
O Sr. Presidale den para a ordem do dia a con-
linuaro da mesma discussao, e levaulou a sessAu s
2 horas da tarde.
que en. Oue bella pinina I accrescenloo suspiran-
do. Dos o lenha em sua gloria l'ater Sosler.
Ai! ai! srilou llosa deitando a correr.
Senlira 110 braco o contado dos dedos da sua gra-
ciosa mAi.
() La Chauuiiere imliemie de Bernardio de Saint
Fierre.
No da seguinle Dolores entrou na casa. Kra iris-
ir. lunilla, submissa, e desejosa de agraciar e de des-
empenhar seus novos deveres.
Lm pouco lempo ganhou a alTecao de Rosa e Do-
na llraulia declarnu-se mili salisfeila. Era silencio-
sa, laboriosa, aaseiada, e lioba duas grandes quali-
dades para essa econmica multier ; coma pouco
e n io era grosseira.
Dolores passou nessa casa um anno tranquillo ;
polrn.iiim-.!i/er feliz, se seu coracao nao conlives-
se, con o tristes cinzas, a lemhranra da mai, e como
dua. \ivas chammas agitadas pelo cuidado, a lem-
br.tnr, de Thomaz e de Lorenzo.
Um dia Roa perguntou-lhe repentinamente :
Dolores, tens um uamorado ?
O iiior nos campos he sempre precursor do casa-
mento,. HecousaiAn natural, (ao aulorisada, iao
1
cores, geleas, lorias, ele. ; agora queima ou deixa
cru ludo o que faz. Mas dize-me, Dolores, visto
que leus um namorado, devias citar comele e ale-
gre em vez de leres um semblante de Nossa Senhora
das Dores ; em toda a lu sania vida nSo fallas, nao
ris, nao canias !
Houve um lempo, respoudeu Dolores, em que
euiria c cautiva; mas se perd roen pai afogado,
minha mai abandonada sobre urna praia deserta se
meu querido irmao anda embarcado e lAo longe'de
roro que sua ausencia pode durar annos, e lornar-se
eterna ; se Loreozo foi sorteado para soldado e lam-
bem parlio, como queres, Rosa, que eu possa fallar,
canlar e rir ?
He verdade, disse Rosa, cu jos olhos deixaram
bnlhar nma lagrima, collada Mas consola-te ; os
morios estAo com Deo e os vivos voltarAo.
Amen respoudeu Dolores suspirando.
lima larde Dolores eslava oceupada nn javdir., o
qual Dona llraulia, ua econmica ama, nasci', com
CMARA DOS SRS.DENTADOS.
SESSAO DO DIA 13 DE MAIO DE 18C.
Presidencia do Sr. pisconde de faependij.
A's 10 horas da manha, fela a chamada, e ve-
rilicando-se haver numero saldenle, passa-se uo se-
guinle expediente :
Cm oflicio do Sr. ministro do imperio, datado de
10 da novembro de ISj, remullendo o parecer da
scelo dos negocios do imperio do conselho de esla-
do emcousulla sobre os actos legislativos da assem-
bla provincial de S. Pedro, promulgados em sessao
ordimriadelSji, tendeules a cobrauraa daajdividas
o espirito de posiiic/sBn lAo reeommendado presen-
temente, transformara em borla. Couves robustas 8
vicosas subsliluiam as muras, as ceblas iolectavatn
o lusar que danles embalsamavam as vilelas, e os
nabos linham usurpado os canteiros das dahlias.
Como be de pcns>r, Rosa se exasperara e derra-
mara mas primeiras lagrimas dianle desias flores ar-
rancadas.
Veja, dizia ella a' mai em tom afllielivo, Vmc.
banio lodas as flores; brevemente nAo restira no jar-
dim oulra rosa senao eu. Praza a Dos qoe soas cou-
ves morram eticas, qoe snas alfaces saquem, e que
seus nabos apodrecam.
A tarde era triste; o vento qoe gema annnnciava
o invern. Dolores vis as nveos pastaren) precipi-
tadamente como balalbes que prepiram-se para o
combale ; ouvia o rumor louginquo dai vagas que
se quebravam sobre a praia, emquanlo a atmoiphe-
ra carregava-se. Longa faxa negra e sombra eleva-
se no horiaonle, e cobria lodo o espaco para o snl.
Ah! pensava ella, onde meu pobre Thomaz
encontrar a tcmpeslade que se prepara ? Sera so-
bre o mar, sobre a trra ou na sepultura ? Talvez
nao verei mais esse querido irmao!
Nesse momenlo Dolores ouvio baler a' porta da
ra e foi abrir. Sobre o liminar eslava nm rapaz de
bella estatura com elegante vestuario de marinheiro.
Trazia galantemente o barrete calal sobre seus ca-
bellos Inuros e frisados; pelas suas faces morenas e
n-iuhas cahiam duas lagrimas que conlrailavam
com esse sorrisoe com a alegra do coracao, que elle
exprima.
Nao me conheces ? disse elle vendo qne Dolo-
res pareca esperar em silencio que explicaisa o ob-
jeclo de sua vinda.
A esia voz um grito parlio do coracao de Dolores,
com estas palavras: altea irmao !d e ella precipi-
ln-se nns bracos do marinheiro. Mas a pobre rapa-
riga habituada ao soflrimento e enfraquecida pelo
Irabalho continuo nao pode inpporlar um; alegra
lao viva o lao sbita, e cabio sem sentidos.
ao grito de Dolores acudirn) Dona llraulia eRosa-
O que he o que he isso? quera es to, rapaz'.'
pergunlou a primeira.
Senhora, sou sen irmao; responden Thomaz.
Se .1--1111 furai IU10 a lericjj asiuslado.
Mas senhora ..
Vai-le, relira-te, nao trotee cerlido de baplismo,
e Dos sabe tuas inieiu 0-;
Minha mAi, dis-^ Rosa com firmeza, esse he
Thomaz, irmAo de I j0|nrei; baita ve-lo para reco-
nhece-lo; elles as jeme|ham-se como|nma rosa de sua
cor a urna rosi branca.
Cala-le., cirigaita, disse a mai, e vai buscar Vi-
nagrearoro^|co para Dolores respirar. E lu, acres-
renlou <1:,rigindo-ie ao marinheiro, pe-le na ra ;
"I"' pao lens qne fazer. Que alrevirnenlo Entrar
,,a c'aia alheia como Pedro entra na que lhe he pro-
prJM I
Pareca que nm iostncto propheclico indnzia assim
a viuva a repel ir esse bello rapaz. Se seu dinheiro
e seos beu. n3o corriam risco am sua preserjea, o
risco era pac a oulro Ihesouro de muilo mais valor.
(ContinMar-se-M.)


MUTILS
Ijaaf
ILEGIVEL


o i mo se peimbbuu mu fina 3 di junho id im
activa, das cunaras inunicipacf. para que cala au-i Cuinmcrcin, industria e artes 56 cdalas.)
gusta 1.1111 ira haja Je resolver sobre o objectoconfor-
me julgar conveniente.A'commisiao ua assembla*
provinciaes.
Outro do mesiiia seohor, datado de 9 de novem-
l>ro de 1855, traosmiltindu copia do decreto do 2i
do mesmo mez. pelo que S. M. I. liouve por bem
conceder s filhas do Tallecido mareehal do eercito
visronde de M, a pensAo anuual de 1:8009 i-.
repartidaoientc. incluindo o meio sutdo que ja per-
cobein, depadendo esta merc da approvajo do
i-orpn legislativo. A' commissAo de pemOes o or-
denados.
i lu'ro do mesmo senhor, datado de 11 de Janeiro
il enfrente anuo, remetiendo copia do decreto de S
.lo mesmo mea e auno, pelo qual S. M. concede i
viova e falli do alteres lo corpo policial da provin-
ra de S. Tedro, Vrenle ^Francisco I tas Jnior, a
peosAo annual de 1803 rt., dependendo esla merc
da approvajAo do corpo legislativo. A' commissAo
de penases e ordenados.
Outro do mesmo senhor, dalado de 15 de Janeiro
do crreme anno, enviando copia do decreto de Indo
mesmo mez, pelo qual S. M. I. concede a viuva e
lilhos menores do l)r. Jos. Vieira Rodrigues de t'.ar-
valho e Silva, rcparlidamente, a pensando 1:0003
dependendo e-ta graca da approvajAo do curpo le-
gislativo. A nunniissAo de pensOes e ordenados.
I m ollicio lo Sr. depalado I'idua l'leurx, ciiminn-
nirandn que por ineommodosds saude nAo pode por
ora comparecer as sessoe. Fica a cmara iulei-
rada.
I'm requerimcnlo do juiz e mesarios da contraria
de Nossa Senhora do Kosario da cidade de Campos
dos (jov tacares, provincia do Rio de Janeiro, pedin-
do permmSo para possuir em lien* de rail, ou em
apolices da divida publica, a qnaulia de tiO:ll00>-A'
commissao ile fazenda.
Oolro do bacharel Dominaos Marlins de l'aria,
pedindo er aposentado no ultimo lugar em que ser-
To de juiz de direito, com ordenado por inteiro.
A' commissao de constituido e poderes.
ORUEM i i DA.
Tendo-se de proceder ratoolo sobre o parecer
da commissAo de constituirlo e poderes relalivamen-
lo chamada do sapplentes, cuja discussilo havia l-
cado encerrada na sessao antecedente, he approvadi
a eoncliisAo do parecer na parle em que determina
qne se d assento aos Srs. A velar Brotero, sapplente
pela provincia de S. Paulo, e lose Marlins Ferreira
pela do MaranhAo.
Passando-se a volar sobre a emeoda substitutiva
do Sr. Ilutra Rocha, e pedindo o Sr. lleuriques que
esla votacao fosse feila|por partes, suscita-so a este
respailo urna qaeslao de ordem, e decide o Sr. pre-
sidente que esta divisAo s podra ler lagar quaudo se
vntasse a ootra concluiAo do parecer.
RH conformi3ade,fproseguindo-se navolajAo.hc
rejeilada a primen a emenda do Sr. Huir Rocha ; e
pondo-se a votos a segunda conclusao do parecer se-
paradamente a respeilo de cada un dos lupplentes,
approva-se tSo somente a admissAo do Sr. couselhei-
rn Joaquim Marcellno de llrito, supplente pela pro-
vincia da Babia. A segunda emenda do Sr. Dolra
Rocha he rejeilada, e considerae prejudicada a in-
dicarlo do Sr. Octaviauo acerca da chamada de mais
um supplente pela provincia do MaranhAo.
I.-se e vai commissAo de constituido e poderes
a segainte indicacAo dos Sr. Angelo llamos o Eduar-
do Franja.
Proponho que soja chamado para lomar assen-
lo o desembargador Jos Ferreira Soulo, sapplente
pela Baha, que se acha na corte.
Aehanin-se na sala immediala o Sr. Jos Marlins
rerreira, depnlado sopplcnte pela provincia do Ma-
ranho, he nlroduzido com as formalidades do cs-
Ixlo, presta juramento o loma assento.
hleirao de commissoes.
Commisslo de fazenda i 57 cdalas'.
Carneiro deCum *( votos, Hcnriques 31. Pau-
la Santos 18.
O Sr. Borges Monleiro I pela ordem ) Observa
queja cleieAo desla commissAo devia ser nalla, vis-
to ler tido votos ora cidadAo que nao faz parle mais
desla cmara.
O Sr. Prndenle responde que csses votos eram
considerados perdidos.
Continua eleij.lo das ccmmijsoes.
Jostija civil ( 59 cdalas.)
Finsa i:t votos, Firmiuo 32, Cerqaeira l'into 29.
Diplomacia | JH cdulas ).
Pereira da Silva M votos, Paes Barrcto, i Min-
utara 41.
Marinha e guerra ( 5K cdulas'.
/araras 38 votos, Pereira da Silva 31, Salles 32.
Correndo o escrutinio para a eleico da commissao
de redaccao, verifica-se nAo haver casa.
O Se. presidente da para ordem do dia a continua-
I* da eleicAo das commissoes ; manda proceder a
chamada, e levanta a sessao a I hora e meia.
Paula Fonseca i volos, CansansAo Jl, Augusto de
Oliveira 28.
Indo-se proceder i volarlo para a commissao de
Mratelo publica, verilica-so nao haver casa.
O Sr. /'rndenle manila proceder a ohamad.i, da'
para ordem do da a mesma de
ma a I liore e meia da tardo.
boje e levanta a
PERMJMHQa.
SESSAO DO DIA 14 DE MAIO DE 1856.
Presidencia do Sr. cisconde de \taepeitdy.
A' hora do costume. feita achantada e venlicado
numero uflicienlc, pisss-se m seguate expediente:
l m oflicio do Sr. ininislro du imperio, datado de
-I de Janeiro do corrente anno, remetiendo copias
das eousallas da sccj.lo dos negocios do imperio do
ronselho de estado, a respeilo da lei da assemhla
provincial do Para de J. de abril de 18:18, autori-
zando a croajAo de corpos de trahalbadores, cora
organisa^Ao militar, para que o corpo legislativo de-
libere como jolgircoovenienle.A commissao de
assemblcasprovinciaes.
Outro do mesmo senhor, do 8 de fevereiro do
corrente anno, en-iando copiaido decreto n. I7IT
de 1 de Janeiro do mesmo anno, pelo qnal S. AI.
I. concede a Francisco de Paula Brilo privilegio c\-
rlusiv o por 5 anuos para o fabrico de cartas de jogar,
dependendo esta erara da approvacAo do corpo le-
gislativo. A' commissAo de industria.
Outro do mesmo senhor,dalado de ljde fevereirodo
corrente anno, transmittindo o parecer da secrAo dos
negocios do imperio du conselho de estado sobre
actos legislativos da aiseroblca porvizcial de Minas
lieraes, para que o poder legislativo resolva como
jnlgar conveniente. A' commissAo de assemblas
provinciaes.
Outro do mesmo senhor datado de 15 de mareo
do corrente anno, remellando o parecer da sccc,o
dos negocios do imperio do conselho de estado, ten-
dente aos actos da asscmblca provincial das Alagas
qne dizem respeilo a Manoel Flix de Barros Caval-
canli. escriturario da mesa do consula do provincial
e declarando invalida a prhea do corpo policial Fe-
liciano Teixeira da Silva Biquib para que o corpo
legislativo, tomando na devida cnn-nleracu baja de
resolver romo julgar conveniente.A' commissAo
de assemblas jirovinciaes.
Outro do mesmo senhor datado de 5 do corrente,
remetiendo o oflicio do vice-presidente do Ccar.
acompanhado da represenlarao de varios habitanles
da mesma provincia em que pedem isenc,Ao por 110
annos dos direilos de eiporlae.io para os" assucares
fabricados nn engenho que ali eslabeleruram deno-
minado S. Antonio de Pitaguari, para que scudo
presente ao corpo legislativo, elle lome na consi-
deraco que merecer.A' commissao de industria.
Outro do Sr. roioislro da fazenda, datado de 8 do
corrente, remetiendo o mappa das operaciies occor-
ridas na seceso da awignalura do papel moeda at
:K) de abril ultimo.A' primeira commissAo de
oreamenlo.
Huiro do Sr. primeiro secretario do senado datado
de 9 do corrente, remetiendo a proposi;Ao do sena-
do antoriando o governo por lempo de um anno a
transferir do uns para outros corpos e armas do exer-
rilo os ofcises subalternos, guardando purem &s
disposiroes do regulamenlo que haixou com o de-
creto d. 772 de :ll de roarjo de 1851.A imprimir
para entrar na ordem dos Irabalhos.
OnlrodoSr. ministro do Jmpirio. datado del i
"* corr-nle, pedindo dia e hora para ler o relalorio
do ministerio a seu cargo.Marcou-se o da 15 as
II e meia horas.
Outro do Sr. ministro da justiea, datado da 18
corrente para o mesmo flm. Fui designado o dia
15, is 11 horas e'3qnarlos.
Cairo do 8r. ministro da guerra, para o mesmo
lim. Fo designado n dia 15 ao meio dia.
Oolro do Sr. ministro da marinha, para o mesmo
fin. Foi designado o dia 15, ao meio dia e um
qsarto.
Outro do Sr. ministro dos eslraugciros, para o
mesmo lim. Foi designado o dia 15. meia hora
depois de meio dia.
l^-sea approva-se o segiole paracer da cora-
musAo de coiutiiuieao c poderes:
A CommissAo de constilniclo e poderes, a quem
Toi presente a indicacAo dos Srs. deputados Angelo
Ramos, e Franca para ser chamado a lomar as-
sento como supplente pela provincia da Bahia o Sr.
desembargador Jos Ferreira Soulo, em vista da de-
liberado desla cmara que mandou admittir o Sr.
coneelheiro Marcellno de Brilo, immediato em vo-
to* aquelle senhor, he de parecer que seja appro-
vada a dita indcaeSo, e consezuintementa convida-
do o mesmo Sr. desembargador Soulo, para vir sup-
pnr orna das vagas dos senhores deputados ausentes.
" Sala das commitsSes, em 14 do maio de 185H.
(aoea de Vasconcellos. D. T. de Maccdo.
rigueira de Mello. >
*J*r- Brandao participa que nAo comparecer as
ssoes de i- e 13 por incommodado.
sessoes i
OSr. I'edreira manda participado de que nao
pode comparecer a sessAo poriimpedido, c o Sr. Bar-
bosa por incommodado.
O Sr. Marim Francisco : Ped a palavra, Sr.
prnldente, para fazer urna pequea reclficacAo re-
hi 8 nma 'Dacl'llo que encontr ia pu-
nticayo dos debates da nossa sessAo do dia 10 do
corren., Ahi se illribne, na occasiAo em que fal-
lava um *> nossos collegas depnlado pelo Rio de Ja-
neiro, um .narle qne nao dei, e no qual se declara
um facto cuj, ver.cidade nao posso allirmar.
Uiz-se nesse i[Mri,. que os Srs. Rodrigues dos
25 fM viam rtBcla"0 T"> nao (omariam
assento este auno u, recinto da cmara. .Nao sel
S Z f "a" la""'10 eu,1U0 dei aparte, e
poruucniendiqueerl.dejUSl.;a reclamar contra
..f.'lS*> m "a "la '.""ntliala os Srs. depntados
dor Jot 'i, d8 ^V"ar -"",cro -lesenSbarga-
forrnadad,",'*'S?U "' '""* eom
M'i-tnio. e,l,l<, PM,Um H"**" "-
ORUEM UO DA.
/-fefao de commissoes.
..- ii ,Ke7aceao 57 cdulas.)
Ssivao Lobato .1 voto.. Paranagoa 38, Nebu,K
Cmaras municipaes 57 cdulas.)
Borges Monleiro 11 votos, Teixeira de Souza 10, i
J. da Rocha 38.
Assemblas provinciaes 03 cdulas.)
Firmin 49 volos, Feroaodes Vieira 40, Traraswi
ASSEKBI.EA LEGISLATIVA PEQ-
VEMC1AE.
Sessa o ordinaria do 31 de malo de I85ti.
Presidencia do Sr. iaruo de Cainaragibe.
Ao meio dia reunido numero legal de Srs. de-
putados
O Sr. 'residente declara aberla a sesiAo.
O Sr. secretario le a acta da sessao antec-
deme, que be approvada.
0 Sr. 1. secretario da conla do sesuinle
EXPEDIENTE.
1 m ollicio do secretario do governo, remetiendo
10 exeniplares dos apndices a que se refere^o rela-
lorio dcS. E\c.A distribuir.
lina petu.ao de Jos Antonio l.eite, pedindo que
se marque quola na lei do oreamenlo municipal pa-
ra pagamenlo municipal de Pao-d'Alho llie osla a dever de casias
de processos decahidos.A' commissAo de oreamenlo
municipal.
tlulra do ltr. Manoel Teixeira Peixolo, juiz de
direilo da comarca de Pao-d'Alho, pedindo que na
lei do orcameulo municipal se marque quola para
pagamento da quantia de 12I?|80 rs., que a orna-
ra daquella comarca Ihe est a dever de cusas de
processos decahidos.A' mesma commissAo.
Lem-se, apoiam-se, juigam-se objecto de deli-
beracAo, e inandam-se imprimir os seguales pro
jeclos :
A assemhla legislativa provincial do Pernambu-
co decreta : #
n Art. I. I i.-a creada ncsla capital um banco com
o lim principal de proteger a lavoora da provincia,
facullando-lhe os lucios tanto para mclhorar os ins-
truinenlos e productos agrcolas, como para adqui-
rir colouos.
Art. 2. O fundo do banco fcr de ires mil con-
los de res,devendo coinecar auas operaees loi:o que
tenha em caixa um tarjo desse capital.*
Arl. 3. O banco podera eniillir vales ou bi-
Iheles al o duplo do capital que livor em caixa.
Arl. Os vales ou bilhelcs do banco serao ac-
ceilos as repartiees provinciaes.
w Arl. .i. As operares oo banco consistirao :
S I. Em emprestar dinheiru a juros de seis por
cenlo ao anuo sol hypollieca de propriedades ruraes
ou urbanas, uu sob Ultras de tirinas reconhecida-
menle acreditadas na praca.
S 2. Em emprestar dinheiro soh pcnliores de ou-
ro. prata, diamaulcs e joias, e cauees do apolices
da divida publica, e acees decompanhias acredi-
tadas.
" 5 3. Em receberem deposito c guarda, medan-
le mdica porceutagem, ouro, prata, diamantes,
joias e quaetquer ttulos de valor.
Em receber, como e quaudo lhe convier,
dinheiro a juros para applica-lo s transaceoes do
banco.
Art. 6. Os dinheiros recebidos do banco serao
amorlisados annualmentc na razao de vinle por
cenlo sobre ocapital.
Arl. 7. A disposicao do art. antecedente nao
inhibe de entrar o devedor com todo o capital, ou
com melado dellep.ua os cofres do banco no fim
de um auna, se isso lhe convier.
Arls 8. Fica o governo autorisado a encorporar
quaulo antes urna companhia ou associacao par.idar
prompla cxocuc/io a esla lei.
I Arl. 9. O governo faro organisar os estatuios do
banco de cenformidade com estas bases, e Ibes dar
immediala execuc,Ao scudo todava obrigado a sub-
melle-los a approvacAo da asscmblca ua seuointe
reumao, com as allcracOcs ou observaees que
julgar conveuienles, ouvida a directora do banco.
nambuco, 31 de maio de ls'iii.i)r. Sabino Olega-
rio l.udgcro Pinho. u
A asscmblca legislativa provincial de Pernaiubu-
co decrela :
Arl. I. Para a boa arrecadatflo dosimpostosar-
rematadosc acarso das colleclorias c agencias, lica
o prc-idenle da proviucia autorisado a dar um regu-
lameuto especial.
"Art. >. -\esse regulamenlo podero ser refor-
madas as adlectorias, ageociaa c o s>stcma de arre-
mataeao des imposlos, creando-se urna eolleclona
central, se as.-im for conveniente, destinada a Baca-
lisa^Ao dessas rendas.
a Art. 3. I iea igualmente autorisado o presi-
dente da provincia a marear os vcucimcnlos dos
einpregades quer da collcctoria central, ituer das
agenciase collccloiias parciacj.
Arl. t, O regulamenlo que for dado pela pre-
sidencia, lera' desde logo exacueao cin todas as suas
disposicesj se bem que fique depoudenlo de appro-
vaeao da aatombla provincial.
Art. 5. Its empregiidos da collcctoria c*u-
tral serao de nomeajao do presidente e como t. es
gozando de tedas as garantas que cm lei sao conce-
didas aos empreados provinciaes.
Art. (i. I-'icam derogadas as disposii;es em
contrario.
" l'aco da assemhla legislativa provincial de
Pernambuco, l.lde maio de 1S.G.Dr. Sabino Ole-
gario l.udgero Pinho.
lie tambem lidocjulgado objcclo de deliberadlo
o segainte projeclo :
ii A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco decrela :
Arl. 1. Fica approvado o contrato da illnmi-
n*'/; i a gaz fcilo pelo uovernn da provincia com o
negociante II. Gtbson e os Drs. Manoel de Barros
Brrelo c Filippe Lopes Nelto, na parte relativa ao
augmento de to latupcoes sobre o numero dos an-
tigos.
ii O numero das horas para a illuminar,ao ser
lernio medio, de (1 "horas.
Arl. 3, Fccra rerogadas as disposiroes em con-
trario.
" Sala das commissoes 31 de maio de 18511.S.
CaralcanU de Albuqucrque. Marqaes de Amorim.
J. J. Souza LoAo. >
a A requeriraenlo do Sr. Silvinn lio dispensado
da impressao.
Ci-nimua a discussao da redaccao do projeclo n.
8 que fixa a forja policial.
O Sr. S'tvfao : Sr. presidente, pouco acres-
cenlarei ao muito que se ha dilo a respeilo desla
materia, nao acumpanharei mesmo a discussAo ha-
vida, qoc no meu entender fui desencaminhada do
seu verdadeiro terreno, nem lio pouco fallare
nos incidenlcs que se deram ua casa, porque nAo
quero qoe os nimos se azedem, e porque ciilemlo
que, para fazer prevalecer a miuha opiniao, nAo me
he necessario reviver lodo esse passado de doas das,
Sr. presidente, disculio-se e anda est em dis-
cussao a redaccAo do projeclo que fixa a forja po-
licial para o anuo vinduuro, e por occasiAo de en-
trar em discussao essa redacro suscitoo-se a ques-
lio de achar-se abrangida no art. 7 do projeclo a
idea consignada no arl. 123 do regiment da casa,
islo he, que a disposijo daquclle artigo contem ab-
surdo manifest.
Ora, quanlo a islo, no meu entender nao resta
dnvida al;nina, porque me nAo parece curial, mas
lim contra a razo, que nos fajamos ama lei ou
lomemos urna delibcracAo sobre qualquer materia
que dependa da existencia futura de urna lei geral
e he esle o caso em qaeslao.
A lei de livagOo de forea policial que lem de vi-
gorar no anuo vindouro na parlo que4rala do re-
crularaeulo, fica dependente da lei de ixacAode for-
ja de Ierra e mar, que ha de pasear na assembla
geral para o mesmo anno. Ora, o nosso Irabalho
he mais adiantado e acaba mais cedo, o Irabalho dn
assembla geral he mais prolongado e acaba mais
tarde, eonseguintemente nos tomamos una deli-
bcrajAo que tem por base urna cnusa que realmente
nAo existe, o que na realidade lie contrario a' razo,
e o que he contrario a' razAo e repugna ao bom sen-
so, he no meu entender absurdo ; por isso enten-
do, que o arl. 7 do projeclo de lixajao de forra po-
licial conlendo absurdo, esl no caso de soltrcr a
modifieajao que marca o regiment no artigo que
ja cilei.
AMim pejo a V. Exc., Sr. presidente, que con-
sulte a casa se realmente o artigo do projeclo de li-
xajao de torea policial envolve absurdo ou nAo; por-
que segundo a deliberacAo qoe a casa tomar a res-
peilo desla materia, eu mandarei nina emenda de
modo a supprir oinconvemenle du artigo.
O Sr. Vresidenf: Eu entendn com efleito que
a casa he competente para decidir so um projeclo
envolve oo nAo absurdo, e que nAo cabe ao presi-
dente tal altribuieAo, mas nAo posso delxar de pon-
derar a c*sa que ella deve usar desla sua allnbui-
jAo com toda a circumspcceAo e madurza, e que a
titulo de um projeclo Motor absurdo, nAo se vai re-
considerar urna materia que ja passon pelos trami-
tes logaes.
ti Sr. Manoel de Barros : Sr. presidenle, l-
nha pedido a palavra justamente para dizer o mes-
mo que o nobre depnlado que me preceden acaba de
expor, islo be, de qoe no artigo 7 do projeclo, de
cuja redacjAo nos oceupamos, se envolve absurdo,
como porm fui prevenido, cedo da palavra.
(Continua.)
nicipaes e deive as relajes para urc lado, pois Vo-
seniecj toi inulto diligente...
Coustou-nos que no ullimo do passado dissol-
veu-sc a companhia de Klbeirinhoi, por se ter aca-
bado a quola dedeioilfl cunlns de res 18:000?!'.!
dinheiro louco, quantia exim hilante : verd.de he
que as ras cslAo que fazem misto. Foi dissolvida
pin tanto a companhia, fulgada denieccuariii, por se
ler assignado o tratado de paz.
A carne verde (em subide a 18 patacas cm um
dos lallios de acougue da Boa-Villa.
I.embrames tambem ao Sr. arrematante, que so
houxer morosidade na Iluminaran a gal, nao cria
desirrazoado rollocar-se um lampean na ra doi
Prazeres, que lem til casas c A noile ha quem
queira, aprovcilando-se das Irevas, jogar a cahra-
cega.
Anda no domingo festejou-se o mez Mananto ;
dizem, que em algumascasas Imuveram quadrilhas ;
he que dizem, que David lanibeni djusou dianlc da
Arca santa...
Continuara anda asinveHigacnesda polica sobre
o cadver apparecido no pojo do quarlel do segando
balallifio, por ora, pouro ou nada se hit conseguido,
"pie oriente-a na causal do fado.
A pomo do Recite se acha cm eminente perigo,
seria prudencia ser quanlo anles desmanchada as
extremidades para assim evitar o transito, ou fcha-
la antes que a provisoria fique velha.
Dizem, que no alerro da Boa-Visla ha um qu-
dam, que donla do silencio da noile, da em experi-
mentar os portas dos eatabclerimenlos.
Consta-nos, que o Sr. subdelegado dos Atusado
homem reoiihecidameule prudente acaba de nomoar
para um dos inspectores nma enanca, que sub e
ser enanca, lem o diploma de doudo e (ao doudo,
q ue por parle delle ia liaveudo em uns presepes
grande dislurbio, para o qual ja cslavam preparadas
minio boas pasmadas.
Kara he a noile, qne na ra da Conreicao nao
baja, ha curtos das delta parle, foco buKa-p; na
du dia :Ml esleve forte o que se soltou na porta de
Mr. Mon-.Morc.
l'e/.-se leilAo de ludo quanlo possuia o fallecido
Fr. Lniz, umadas victimas mais Ilustres da epide-
mia, romo he publico e notorio ; rendeu elle dous
coolos pouco mais ou menos, os quaes tem de seren-
treges a nina sua irinAa em Portugal.
Esse moco A. A. deC. P. dizem ser innocente no
jal negocio dos pasquius ; e autor he oolro, segundo
informa o bedelque nesse negocio be jubilado !
Oh lo I... esla com etOM iiotinlias perjuras'.' o
Pois olhe. s traficante, nAo a iutrodu/.a na circula-
cao... vossemer he espcrlnilio de mais.
No boceo da Lama no Recite nao ha noile, na
qual nao baja um disturbio; e?se becco he aisin) urna
especie de lin^uija, onde nao ha remssAo ; chegou.'.'
Ilado-M arruinar por forja, embota em cada caa
morem qualro, e oilo, e fcrvain de nodo os bofe-
loes.
Cerlos rapuzlas, que nao tem ,que fazer, vio
para a aHemblea para depoia que sabem, expnrein
em carvao n paredes da escada seus pcnsainciilus
a respeilo das disctisses. Alg-jni senhores deputados
all esli exposlos em seus iiomes zumbaria.c ao ri-
diculo. Por mais de Ires ve/es Icmosleiubra'.o a mesa
da assembla. que requeira una leoltnella para a
porta lateral, que ludo sanar, mandando-se no en-
trelanlo caiar o que de obsceno por all vai. Parece,
que nao ser iUMOqnivel nina providencia tal. Se o
dono ou inquilino do una casa deve ler o maior as-
scio na porla de sua ra, que he o aponlador da lim-
peza de sua casa, o que mo diremos de tima casa,
onde fuucciona a representajao provincial. Se os se-
nhores deputados qiierem benzer-se, dem alu l.i um
passeio, e nos dirAoque nAo he tem razio, que
pedimos por amor da liouestidade publica toda al-
tencAo da polica da casa para laes escndalos.
A barra de Naloba csl.i um deserto ; a tome im-
pera, c a mi/.eria triompha.
Hospital de caridade, I de junho 7li (lenles.
Ate ainanha.)
' rawagi "
COMARCA DE NAZARETH.
29 de maio.
Ha seis das que cahem abundantes chuvas, c, o
que mais he, temos tido trov e relmpagos, como
se eslvcsseinos anda cm lempo de primeiras aguas !
Os rios lodos eslao transbordando : as cominuiil-
oaeOea com os mais lugares, cespcrialmcnlc cou
essa praja, esiao interceptadas, sendo este o motivo
porque lhe nao lenho escripto, antes de agora, esta
semana.
A Hlobridade nao lem solTrido allerajo alguma
depois da ullim.i data, cm quo cscrcvi-lhe : graeas
a Providencia, por to assign-lado favor !
No dia 20 celebrou-se na matriz desla cidade um
ollicio solemne por alma do finado teiieiiie-roronel
llerculano Francisco Bandeira do Mello ; eoncor-
reram a elle doze padres c um grande numero de
pessuas gradas desla e de oulras comarcas, bem co-
mo dessa capital.
A msica uAo se pode dizer que era boa, nem
lainbem que era mi ; era sollrivil.
No meio da igreja via-se um mausoleo, decente-
mente ornado, onde eitavam depositadas as insig-
uias militares do linado.
>a occasiao cpporluua o padre mostr JoAo Ca-
pislrauo de Hondonca recilou una orac.lo fnebre,
pondo em relevo, com os mais vivos Irjos, as emi-
nentes qualidades, que caraclerisavam ao mesmo
tinado, dorante a qual orarAo, todos ou quasi lodos
quo prsenles cstavam, nAo poderam exmir-so de
pagar o trbulo de abundantes lagrimas a memoria
de iim homciu, cuja bondade c cavalleirismo eram ;i
toda prova.
O Ilustre tinado era um desses que possnem o
agredo tle agradar ; para ser amano baslava ser
vislo. Com a sua morle todos perderam ; a pro-
vincia perdn um lillio devotado, a virtuosa esposa
perdeu um esposo, como se procura, o filho um pai
desvelado c carinhoso, os amigos um amigo, nao
ni acccpjAc. vulgar, mas um amigo sincero, gene-
roso c prcslimoso, os pohres e desvalidos perderam
um protectorum defensormu pai A Ierra lhe
seja leve !
No dia 22 leve lugar a fesla, procissAo e Te-Deum
lauaamus, de que ja ihe tallci, em acjAo de grajai
|icla exliiicrao da epidemia.
Acha-sc anda aqu um dos mdicos, qoe vieram
cm commissao para esla comarca, o qual, se tivesse
partido para Paje de Flores, como me dizem lhe
tora lia inuilo ordenado, ja all deveria estar ; po-
rem... oa adeos, nao lia nada, como ludo mais he
historia.
Dizem que o J udcu errante reapparecera por aqu,
mas que se retirara lugo, sem que ningucm senlisse
sua inlluencia ; vinha ver se cnlrosava umOe-
icuncr en gunonfioTcm adiando os negocios em
oulro p, encheu a estrada, islo he, levantou o
acampamento.
Com a nolicia doDejeuner en garrno Zeus
estremecen lodo, como se tivesse levado urna des-
carga elctrica.
Esse Zelis lio rabagcnlo I nnnea pode s\ inpalhisar
com una brincadeira Iflo conforlabl !
A feira de sabhado passado, nao obstante a muil
Chava, foi sollrivel ; a familia vendeu-se s 20 e 21
patacas o alqucire, e a carne a 1(1 e 12 patacas a ar-
roba, bavendo tambera abuud.ntcia de peixe, fructos
e oulro gneros.
Al mais ver.
A.
Carla particular.'
*>i?rS0 > $(ttutmlu(0
A assembla provincial na Mirto de lioulcm oceu-
pnu-se com a primeira discussAo do projeclo que ap-
urova o contrato fcito pelo governo da provincia pa-
ra a illuminajao da cidade, licando a mesma adia-
da pela hora. Fallaran! sobre n materia os senhores
Sabino, Silvino e Porlella.
A ordem do dia de boje he a cnnlinuajAo da ante-
cedente, e a primeira discussao do projeclo u. 21.
Recebemos nolicias do Nazareth com data de
29 dn passado. O eslado sanitario da comarca conli-
nuava a ser salisfalorio. No dia 20 celebrcii-sc na
matriz respectiva um ollicio solemne por alma do
tinado tcncnle-coroncl llen-nluno Francisco Bandei-
ra do Mello, victima da epidemia ; alm de copio-
sas chuvas que havinm cabido, cauande endientes
nos rios, circumstancia que inlcrceptou a commu-
nicajo daquella cidade cotn a capital, nenhum ac-
contecimento nolavel linha tido lugar.
de 27 do mez lindo, que me nAo oceupava da mfor-
niajao que em 11 desse mez havia dado a presiden-
cia da provincia o Sr. Dr. Cosme de Si Pereira se-
n.o em altenjAo ao publico, e nAo a elle que des-
prezava, juluo que nAo devo responder ao que se
l cm sua correspondencia publicada nn Diario de
Vcmamhacn t\a boje, lano mais que, nAo temi elle
feitosenao insullar-ine, sem desliuir as miuhas as-
serres, cumprc-me continuar a despreza-lo, como
fajo desde aluum lempo ; coiilcntan lo-me com di-
rigir a aileucao publica para o final dessa informa-
c.lu em que elle, esquecendo-se du que cUava es-
erevendo. cuidou de saber quem recebera o ordena-
do do lugar que, em meu impedimento, oceupava
irregnlarmenle, afim de que nAo houvesse duvida a
respeilo do pagamenlo, e pedir que seleia com rclle-
xAna correspondencia que meu irmao, Deco d'A-
qu no Fonseca,fez inserir no mesmo Diario de 19 de
maio lindo, a qual moslra al a evidencia que meu
incsquinbn adversario nao esl nu caso de diriiir
urna ropa i helo identifica, pois que nito pode lazclo
quem se julga tAo ponco habilitado que pede pes-
aoa oncarregada de auxilalo cm sua cscrplurajao,
que Iho corrija os erros.
Se eu Uva una discussao scienlilica rom o Sr. ltr.
J. J. do Monea Sarniento acerca das allcccs uteri-
nas, nao deixci de sustentar a miuha opimAo de um
modo honroso, sendo eo quem eucerreu-a; e se em
sua reapoala nolou o Sr. Dr. Sarment alguns erros
de lnguagein que ciieontrou cm meu artigo im-
presso nos Annaes da Medicina P?niainbucana, nao
> provei, sem que fosse contestado, que esses erros
havian sido inlrodii/.idos uesse artigu pelo Sr. Dr.
Simplicio Antonio Ifavignior, redactor em chefe da
Sociedade de Medicina desta provincia, senAo tam-
bem mostrei que na resposta do Sr. Dr. Sarniento
se encoulravam oulros tanlos. como se pode ver no
final da miuha resposta que curre impressa cm um
lolhelo de 98 paginas; todava uAo lio islo que me
faz nao ler labido conceilo do tlenlo e nslrucjAo
do Sr. Dr. Sarment, e, se nAo me enganam aquel-
los que dizem le-ln ouvido fallar a meu respeilo,
honra-me ojulzo que elle do niim forma. Se, po-
rem, porque em urna resposta mitiliade muilas pa-
ginas nolou o Sr. Dr. Sarmculo erros do liuguagem,
que licita foram iiitroduzidos. sem duvida por des-
cuido, pelo redaclor em chefe da Sociedade de Me-
dicina, que pe|os Estatutos linha o direito de re-
formar os cscriptos, devo perder a repulajao que
hei adquirido, enlAo com que rcpulacio licara o Sr.
I ir. Si Pereira, que nunca a leve, nem he possivel
quo a loaba, de lillcrato c instruido, se forcm
analvsados esses seus escriptos que, nao obslanle se-
rcm locadus e retocados, revisios c corriidos, sAo
urna prova irrefragavel de que precisa ate de liees
de grammatica aquclle que os Iraca '.'
NAo fui Horneado presidente do exlinclo Conselho
(eral de Salulnidade Publica pelo Exm. cou-
olheiro Antonio Pinto Chichoiro da llama, de
quem sou amigo devoladn, e sim nelo Exm. Conse-
Iheiro I boma; Xavier C-arcia il'Almeida que me
honra com suas carias; e, se aquclle distinelo magis-
trado oirereci a memoria que escrevi acerca da lepra
csuas especies, que o Sr. Dr. Sa Pereira denomina
uiorpbra,memoria que tem sido lida com ai-
leucao mis Provincias do Imperio, em Portugal e
Franca, foi porqac, facilitan.lo-:nc elle os meios
de la/e-la, pondo minhadisposijao os doenles do
Hospicio dos Lazaros, jalguei que assim devia pro-
ceder, c niuguem anda censuroume por isto ;mas
nao foi esse olTerccimenlo que me fez conservar na
presidencia desse Conselho, cm que me inaiilive al
que se extinguisse, havendo-mc nesse lugar lio digna
0 inlelligenlemenlc, que do Exm. consclheiro
A. P. Maciel Monleiro, com quem eu nAo eslava
enlAo em relajees amigarais, recebi elogios que me
foram dados de frente na Assembla Provincial cm
1852, em Cuja ionio tambem se achara prsenle o
Sr. Sa Pereira. No lugar de presidente desse Con-
selho estivo desde 9 de J albo de 185 al II de Agosto
de 1833, em que desappareccu para ser substi-
tuido pela CommissAo de llxgienc Publica, da qual
fui presidente por escolha do (ioverno Imperial.
Admira, porm. que sendo eu o que o Sr. Dr. Sa Pe-
reira quer fazer crer, depois que substituio-me por
nomeacAo interina, se tivesse elle prestado a per-
lencer a esse Conselho, em que enlrou por influen-
cia miuha, e do qual foi depois secretario airtda por
esforcos meus; devendo anda o ler sido nomeado
um dos membros da CommissAo urna informajAo
mnha, levada pela presidencia da provincia con-
sideraco do (iuverno4mperial.
Scrvi como presidenle do exmelo Conselho Geral
de Salnbridade Publica sob as adminislrajocs dos
Exms. Sr. Pires da Molla, Costa Pinto, Ferreira
Peona, \ ieira Tolla, Carneiro LeAo, Souza Ramos,
Vctor de Oliveira e Ribeiro, e por corto nunca adu-
lei-os ; c, para conservar-me nesse lugar, nao dis-
putado por oulro medico, era precisa que cu tivesse
habilitajes, tanto mais quanlo, nao pertcncendo eu
a mesma poltica,emborV nuuca tivesse ideas repu-
blicanas, nem houvesse assislido a reuuies de pes-
soas quequeriam propagar essas ideas, nAo podia
gozar das syropathias de lodos. Nao ha pessoa alsuma
que Dio recunheja a miaba aclividade, c a dedica-
cao que lenho ao servijo publico ; e, havendo eu di-
rigido, como chefe, repartir...es composlas de lautos
dontores ern medicina, a nao ter habililajes, ne-
nhum se sugeilaria a islo : meus cscriplo's correm
in.pi e-es. assim como alguns do Sr. Dr. Sa Pereira,
e quem se der ao Irabalho de ler uns e outrosf reco-
nhecer que eu dovo estar satisfeilo com a repulaj.ao
que hei adquirido, c nao invejar a que podem
dar os escriplos do Sr. Dr. Si Pereira que, nAo obs-
tante nada ser a Academia Imperial do Medicina de
Pars, ainda alli nAo chegaram, e, se IA chegaram,
uAo foram lidos, o qoe nao he a mesma couia. E
porque, tendo cu dcixado a presidencia da Commis-
sao de llxgienc Publica em 22 de fevereiro, anda
nao foi confirmada pelo (ioverno Imperial a nomea-
cAo interina que, depoii de oulros a nAo quererem,
levo o Sr. Dr. Sa Pereira, n.io obstante os esforcos
que se ha feilopara islo.e todas asfalsidadcs oflicies
de que se (era laucado mo '.'
Nao duvido que os homens da lempcra do Sr. Dr.
Si Pereira creiam que a mnha memoria cerca da
lepra fosse meio de que lancei roAo para conservar-
me na presidencia do exlincto Conselho Geral de
Salubridadc Publica, otferccendo-a aoExm. Sr. con-
selhciro Chichorro da Gama qae me encarregou de
Mudar essa atlccjAo, e que, nao sabendo o Sr. Dr.
Sa Pereira oque he a Academia Imperial de Me-
dicina de Pars, onde seu nome anda nao chegou,
mella a ridiculo os agradecimenlos que essa illustre
c_doula corporajo, que sabe conhecer os charla-
(es mesmo entre o mdicos, pois que tambemos
ha enlrc estes, dirigio-me por intermedio de sou se-
cretario perpetuo o Dr. Dobois d'Amiens ; mas nin-
guem dir que cu me irrlei contra o Sr. Cunta e
Figueircdo por ver nome,i lo. para as duas radeiras
de scienrias naluraes do Gymnasio Pernambucano
os Srs. Dr. Sarniento o Bruel, reputando islo ver-
gonhoso para a classe medica, por screin eslrangei-
ros ; e quem sabe o que he a Academia Imperial de
Medicina de Pars, que nAo se compoe sement do
Sr. Dr. Gilbcrl, nAo despreza a honra que eu lenho
recebido dessa Academia, onde me ado inscriplo
como seu mcrabro correspondente nesta Provincia,
em que nenhum oulro existe ; honra que provavel-
menle nAo obtera o Sr. Dr. Si Pereira que, para
mostrar o que he, basta que escreva ; e, se nAo
cstoit esquecido do que do Sr. Dr. Sarniento dizia o
Sr. Ur. Sa' Pereira, devo admirar-me de que elle,
mesmo depois de um recado qoe Ule devia ler sido
dado por um de seus collegas e amigos, precure ago-
ra o seu apoio.
Se o que disse o Sr. Dr. Sa Pereira podesse irri-
tar-me, e me inspiratse oatro senlimento que
uo o desprezo, cu emprehenderiu a analxso dos es-
criplos do presidente interino da CommissAo de lly-
giene Publica. Para miuha satisfajao basta a corres-
pondencia do Sr. Dr. Sa Pereira, em qoe elle,
depois de revista c corregida, ostrn o que he ; c,
para quesesaiba at que ponto rhcgam a suainstruc-
jao e erudiccao, alo he preciso mais do que ler o
que tem escripto, figurando em primeira linha
esse relalorio que fez acerca do maladouro publico,
as suas .illocujoes de entrada e sabida da Comrrissao,
em quo deu prova de ignorar ale o que hecafe,e
e-so discurso pronunciado na Awemblca Provincial,
publicado nn /.fiano de Pernambuco e por elle cor-
rigido, cm que nem mesmo os nomes de IHppocrales
e Galeno eslao escriplos como devem ser, nAo obs-
lanle lhe ser referido que eu havia dilo que nem
mesmo esses nomes, |Hir elle citados, saina es-
crever. Para homens similhanles eu devo ser urna
praga, assim como o serAo todos oquelles que se nao
diarera ouviudo oo leudo
dade ; por islo e mesmo por que nAo quero imitar
ao Sr. Coriolano, acreditando noque diz a voz pu-
blica a seu respeilo, enlcudo, Srs. redactores que a
inelhur c mais digna resposta que merecem insinii-
aees tAo prfidas, he o desprezo soletnne.
Oueira, pois, o .Sr. Coriolano Vcllozo da Silveira,
aceita-la em relajao a lulo quanlo a meu respeilo
disse em seu protesto e desabafo; deixando ao
publico que bem conhece o 8r. Conolano Vellozo
da Silveira, e a tumi, fazera juslira que cada um de
no- merecemos.
Tenham os Srs. relaelores a bondade de inserir
no seo bem conceiluado jornal estas pouras lindas,
que muilo obrigariO o seu assignantee criado.
./. Luiz dos Sanios
Kecife 2 de junho de 1850,
1
Senhores redactores.(.luerendo levar ao couhec-
menlo dos dignissiiuos represenlanles da assembla
provincial algumas observajes acerca do parerer da
commissao, relativo ao contrato da illuminacno a gas,
venbo rogar a Vine, de as inserir no seu "mui con-
ceiluado jornal.
:>ou de Votes, aliento vcticrador. criado o ebriga-
do, F. M. Duprat.
Observaroes.
No segundo periodo do parecer da commissao pu-
blicado no Diario de boje (2 de junho] nola-se qae a
principal razo, porque ella recusa a proposta de
Esladens para appruvar o contrato recentemeute ce-
lebrado, por de mais oneroso aos cofres pblicos, he
que o gaz hydrogeneo puro ..lerendo pelo meu com-
mittenlc Esladens, nao psjH por ora de meras ex-
periencias scientificas.
No requerimeuto quo subnielli coiisidcrajao da
assembla em 2li de maio prximo passado, declarei
que o dilo gaz hydrogeneo puro boje he empregado
para II JininaeAj c aquecimeulo em dillerenles ci-
dades da Franca, como sejam Paria, Passx, Neuillv,
Havre, Nautes, Narboiie,|l'oulouse, Mr.i-b.ur_- ; em
llespanba, Madrid, na Italia, Oenova, Napoles'e
oulras que nAo me occorrem.
Se pois lanas cidades da Europa ja se servem do
gaz hydrogeneo puro para illuiiiinajAo e aqaecmen-
lo. uo se pode mais allirmar que elle seja urna mera
experiencia scienlilica.
O argumento portanlo em que se basca a commis-
sao, nao lem forea nenhum i avista das razes anua.
tanto mais quanlo, o concu.reiili- Esladens so rom-
pruinctleu de apresenlar um aparelbo para fazer
amostra do gaz, que se obrigra a foruecer, cuja luz
licaria patente a todos no lugar mais publico desig-
nado pelo goveriio.nque por certotiraria todas asdu-
vdas apresepladas pela commissao.
Os senhores depulados provipciaes qae quizerem
ser justos o Impartaos, podem recorrer ao Mario de
Pernambuco de 31 de maio prximo passado, onde
vero publicado o raen rcquerimenlo, do qual esta de
posse a commissAo de obras publicas ; e eulAn pode-
rAo se esclarecer da injuslija manifesta qae soffrcu o
concurrente Estadeni,preferindo a sua proposta urna
oulra, que accarrela sravissimos prejui/os a fazenda
publica e aos particulares.
linda, a quem dando tnslrucroes a cerca do traa- de algodAo, 2i ditas fio de algodAo, 1 dita e 2 bar
ricas ferrages; a James Halliday & C.
16 fardos e 0 caitas faienda de algodo ; a N. O.
Beieher A C.
2 ditos dita de dila ; a James Ryder Compa-
nhia.
^uMicGcScS apebibo.
;*, Joaquim Pinto .Morador nesta Cidade negocian.
te de carne verde vendo no rcslropecto Semanal do
da 2 do crrenle dizer que acame verde eslava
a lti patacas pois eu no \- do corrente vendi alhe lo
patacas gorda e anda me sobrou huma porrao que
eu levei para miaba raza o que eu provo pois se ella
cliecou a este proco de 16 patacas por cauza das gran-
des cheias porque os gados de pedra de fogo estAo
comprados o nao podem passar athe hoje pois o que
se lem comido nesta praca athe boje tem sido
da pequea feira de Santo AnlAo, pois esla feira
compremos 280 bois que he o que estamos matando
pois se nao houvesse agrande ipedemia no Sertao
e grandes chuvas c cheias eslava boje cm Pernam-
buco acame a ti patacas gorda e amenos e tal vez
alarde hir para amar por nAo haver quem compre:
como ja temos botado ou vi dizer que esle homem
que esla cscrevendo no diario sobre carne verde ade
ser qaem quer arrematar acame para compra o gado
ao serlanejo a 12 e a 13 mil reis para fazer 25 e 27 mil
res, islo he ser muilo feliz no sabe qoe o marxanfe
ganha cmhum semana perdeduas e tres quem qu-
zer sabei o que he bom vetilla malar no meio dos
manantes par! saber o que he bom nAo ha como
compra so e vender sil melhor do que cavar ouro.
NENIA
a'sentidissiina morte do Illin. Sr. teoen-
te-coronel Antonio do Almeida c Alltu-
quercrue, ol.crecida ao ujcu presado
amigo c colleja Augusto Carlos do Al-
incida c Albuquerqne.
A memoria do justo permanece,
Por isso u justo he mortal.
Morreu, ja nAo penence a sociedade o tenenlc-co-
ronel F. A. A. A. !
O seu espirito desprendendo-se das cadeias do
corpo subi ,-i malicio dos justos nn alcacar celes-
tial, deixando aquello pcilo varonil s.mp'rc aqoe-
cido pelo fogo do amor patrio, santuario da paz e
da justija, fri como o proprio gelo '. '.'
Sua alma goza na eternidade dos premios de sna
virlude. Mas o seu cadver".' Oh dor, oh cruel
saudade '. dorine no tmulo abandonado as densas
sombras da noite, seggregado dosobjeclos mais charos
desla vida.
Nao he urna illosao, he urna verdade, que ludo
altesla, qae o Par.ihibano honrado e prestimoso, o
esposo fiel e desvelado, o pai terno c cariuhoso, o
amigo leal o constante, o arrimo da miseria, o con-
solo dasailliclos, ja nAo exsle, passou-se 1 '. Aquel-
la astro de paz e justiea chegou ao sen occiso, mas,
cheio de benjAos e louvores. Aquella columna rale-
le contra os plireneticos aoarchistai cabio, mas
contemplado com dor e saudade pelo povo parahi-
bann !
Sim, morreu. Mas que importa se elle legou ii
sua provincia um padr.ln de gloria, e sua esposa,
lilhos e amigos um nome inmortal !
Dedicado desde a infancia a vida da lavuura, on-
de formou cousideravel fortuna, nao era indillerente
as qucstes pollinas da poca, para ellas sempre
concorreu frenle dos maiores perigos. Os leus ser-
vijos nao toram esquecidos do governo de S. M.
I., sempre os aprecou, condecorando e chamando-o
a oceupar cargos honrosos, os quaes sempre desem-
peuhou com ntuila aclividade.
Emfim, a lyraooa parca cortando lio cedo o fio
desla existencia estrilaraeiite ligada a outros, en-
cheu-nos de dor, cohno-nos'de lodo, mas anda
assim nao completou o seu Uiumpho, porque licou
a sua memoria, e a memoria do justo he immortal.
l'bi mors victoria la .'
Aceitai, amigo, este pequeo tributo de amizade,
que vos consagra, como prova dos meus senti-
mcnlos.
/. C. A. A.
ment precio procurava habilitar quanlo era pos-
sivel em laes circumslanciasi para soccorrer a tan-
tos quanlas fallassem os meios para curarem-se ; e
animando-a o.un o exemplo da caridade a ensigua-
va a combaler o egosmo vil c especulador com o
amor do prximo, com a caridade !.....e fi-
rariam hurladas suas esperanjas nao, por cerlo : o
Sr. Ileurique Kabello foi um socio verdadeiramen-
le hroe ; j;i mui curto da vista, acabriinhado pela
idade, demasiado pobre, nunca hesitou perante a
circumstancia alguma, e quanlas vezes, guiado por
um filho, venca os Irevas d'alla noite por lu-
garea solitarios e quasi despovoados para ir ler a
choupana do pobre abandonado .' mas cans, sea
corpo velho c enfraqaecido, poderam resislir anda i
tanto Irabalho, e ao lempo de deslruijAo : outros
modos foram constantes cm sacrificios ; e quem du-
vidar pergunlea (ioianna inleira o que foi e o que
fez o psludanlc seminariala Manoel Vicente. Bas-
ta : nao passemos alem de nosso fim ; muilos no-
mes leamos de ap.mt.ir, mullas caridades a narrar,
se a lauto nos ajudasse nossa penna; porem o pouco
que dissemos era uecessaro para que o publica po-
desse avahar bastante os serviros prestados por
aquelles de quem fallamos, sto be, do Sr. Indgena,
puis foi elle quem ao campo chamou lanos hroes.
Qnal sera seu premio lalvez qne a ingratidjo '..
o que I na o governo, que [se diz premiad..r do m-
rito ? esperara, sem duvida, nova occasio mas
ao Sr. Iddigena bastam a estima e considerajAo pu-
blica, e ellas nAo lhe faltarao, mis o esperamos.
O secretario da cmara municipal da cidade de
Oliuda, abaixo declarado, por deliberarlo da
mesma cmara, em sessAo de boje 8 do corrente
mez de maio, manda publicar o segniute oflicio,
dirigido ao Kvm. 1). abbade do mo.teiro de S.
llanto de dita cidade.
N. 3.
lilin. e Kvm. Sr.Achando-se extincta nesta ci-
dade a lernvel epidemia do eholcra-morbus srajas
a Divina Providencia esla cmara dirige a V.
Kvma. e aos religiosos Beiiediclino*, os seus since-
ros azradecimenlos. pela generosidade e bondade
evanglica com que cederam provisoriamente o ter-
reno de propriedade desse raosleiro para o cemile-
rio, em que foram sepultados os cadveres dos indi-
viduos que falleceram dessa epidemia ; o desejando
esla cmara perpetuar o seu rccouliccimenlo por
esse rasgo de houdado e caridade dos religiosos Be-
nedictinos, mandou exarar na acta da sesso de ho-
je esle oflicio, para que seja em lodo lempo comme-
morado o seu cleruo agrauecimeulo.
Dos guarde a V. Kvma. muilos annos.Paro da
cmara municipal da cidade de illinda, em sessAo
ordinaria de 8 de maio de 1856.
Illm. e Kvm. Sr. Frei Filippede S. I.uiz Palm,
di_.ui.-imo D. abbade do mosteiro de S. Benlo desta
cidade.Salvador Ileurique de Alboquerque, pro-
presidente.Antonio Joaquim de Almeida duede.
Alcanforado.Francisco l.uiz Virios.Joo Itaplis-
(a da Silva Maugoinlio.Miguel Jos Teixeira.
NAo se coiitiuha mais em dito oflicio, aqoi fiel-
mente exlrahido do competente livro de registro de
ollicios a que me reporto.
Secretaria da,cmara municipal da cidade de Oliu-
da 8 de maio de 1856.Conforme.O srr.relario-
l'.iuario Daniel CaralcanU l'cllc: de Cuicara.
a A.
1 caixa meias,.. ditas fazendas de'algodAo ;
C. de Abren.
12 fardos fazeudas de algodAo ; a Isaac, Curio &
Companhia.
50 barris manleiea ; a F. G. de Oliveira.
a. ____?V. fd.rd. f?end "le algodao, 1 caixa dila
de lAa, 1 dila dita de dii. algodSo. 1 dila dita de
algodao e lio, 1 dita dita de dila e dita e seda, 12
ditai l.nhas, 12 tonellada i0 quiulaes de Ierro
para arco. ; a Barroca ( Castro.
100 barricas barrilhi, llOgigoi 08 barricas loura
356 barricas vasias, .* molhoi de fondos ele, 81 m-
Ihoi de aduellas para birris, 145 molhos de arcos ;
a ordem.
-barrica drogas, 40 ditas nitro ; a b. Fraoeisco
de _iouza.
3(1 ditas cerveja, 5 ditas e SO ggos louca. 3 far-
dos lazendasde linhn, 1> dilne dita de Ka 19 ,|i(n,
dila de 13a, 12 dito e 8 caixas ditas de aaodao a
Johnston Palor C. 8 ao *
2 caixas amostras ; a diversos.
' Brigue inglez Kanavala, rindo de I.omites, con-
signado a Rolh e_v Kidoulae, manifestou o seguinte -
_KXI barricas plvora ; a Patn Nash & C.
__)0 ditos ditas, 5 ditas alvaiade ; a Fox Brolheri
50 caixas queijos, 100 ditas genebras ; a F. d
Oliveira.
_! [ditas trastes, 1 dita colxOes ; ao consigna-
tarios.
1 dita lawparinas ; a l'imm Monsen A; Vinaisa.
5 ditas chapeos de palha ; a Isaac, Curio.
12 barricas tinta para escrever, 5 caixas fazendas
de algodao, de Ha etc., 1 dila obras de metal : a Fot-
de! Pinto.
1 caixa colxfles, 1 dita trastes, 1 dila objeclos de
escriptorio, 3 ditas diversos objectos, 1 cama de far-
ro ; a Scolt Tocher.
52 caixas e 2 barricas conservas, I caixa obras de
casqutnlia, 1 barril cervaja ; a ordem.
81 trilitos de ferro, 11 pilares, 4 parafosos, 1 cano
1 banco para serrar, 331 carrinhos de m_o e rodas
para os mesmos, 51 barris pregos, 3 fcxes, 12 caixas
e 1 saceos lerramenia- diversas, 2 forjas, 2 pares
de folies, i bigornas, i machinas completas, etc.,
568 taboas, 59 barras de ferro, 10 feixes da dito, 1
(erro com corrente, i caixas ps de ferro, 1 dita 1
burra de ferro, 13 barricas graxa, i caixai arreios, 5U
ditas wagzons, 53 grades para os ditos. 106 pares de
rodas e cixos ; aos agentes da companhia da estrada -
de ferro.
Brigoa americano Nanex, viodo de New Or-
leans, consignado a Koslron Koocker Se C, manifes-
tou o segointe :
1783 barricas forraba de trigo ; aos mesmos,
CONSULA UO GKKAI..
Rendimento do da 9..... 1:765955i
tlVEllSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 2...... 538516
RENDIMENIO DA MESA DO CONSULADO DE
PERNAMBUCO NO MEZ DE MAlO I)E
1856.
Consulado de 5 por cenlo.
$ttWlX0.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1}
o Pars, 355 rs. por f,
_ Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Acjes do Banco, 35 0(0 de premio.
Aojaos da companhia de Beberibe. .544000
Acjes da companhia Pernumbucaua ao par.
a Blll-dada Publica, 30 pur cento de premio,
tt a Indemnisadora.sem vendas.
Disconto de leltras, de 10 a 12 por Ol_n
METAES.
Ouro.Oncas hespanbolas. 288 28*500
Moeda de 6*i(K) vellias .... 16*000
65OO novas .... 16-000
4*000.......95OOO
Prata.Patacoes brasileiros......2*000
Pesos coliimoarics......2*000
i> mexicanos.......1*860
Aiiroragetn........
Direitos de 15 por rento das
emharraoo.?. eslrangeiras
que pass.m a naciouaes.
Ditos de 5 por cenlo na
compra e venda das era-
barc icue-.....
Expediento da ramitazia.
Multas. .".'.".
Sollo lixo e proporcional. .
Emolunieulos de cerlides.
W:!97376!l
----------------43:997#76'J
1:9399530
6*003
ALIAN DE.A.
Rendiraentcdodia2.......15:560*131
Descarregam boje 3 de Junho.
Itarca inglezaFloalmg Ctondmercadura-.
Barca ingleza hanocala pecas de ferro e raa-
deira.
Barca americanaBmUemfamilia de triso.
Brigae americanoAajtci/dem.
Brigae americanoFairydem e cha.
Brigue diuamarquezAnua Ceciliamcrcadorias,
tialera portuguezafiralidaocantara.
Barca portuguezaCarlota meliafarinia, azei-
Ic e pipas vastas.
Brigue portuguezTrocadorarcos de po.
Iliate brasileiro Correio do Sorlegneros do
paiz. 1
IMPORTACAO
323800
619*230
1.5*1137
81105008
7*240
Dircrsas producas.
Dizimo do algodao c oulros
seeros do Rio Grande do
N'orle....... 20*000
Dito dito dito dito da Para-
laba........ 264*514
Dilo do assucar, c oulros
gneros da dila..... -220*260
Dito dito das Alagas. 1:952*705
3:480*745
47:478951 i
2:134*479
49:912*093
Depsitos aohidoo
Ditos exisleutes .
29.5*787
5:184*944
&0ttmtttnia90
llcsullado da primeira parle da lotera concedida
pela assembla legislativa.provincial para a com-
postcSs e impressAn das biographia. de aiguns Per-
nanibucanos Ilustres.
Capital 16:000*000.
Vintc por cento 3:200*000.
Rcdu/.io-se :
Oilo por cenlo para a fazenda nacional
Sello das bilbeles............
Cinco por cenlo para o Ihcsourciro. ." .
Tres e um quarlo por cenlo para ajus-
te de cotilas......... .
1:2S0niOO
tiOOBOOtl
SUO-IHHI
539331
que ipreciam os esforcos inlellccluaes, mnha repu-
tacAo sera diirereute dessa a que tem direito o Sr.
Dr. Sa Pereira, e nao he o que esle dz-ou escreve
que me prejudica na opiniao que de mim faiem os
collegas desla o de oulras provincias do Imperio, in-
clusive o Presidente da Junta Central de llvgiene
Publica, do COJO juizo a mea respeilo iee.hu prova
escripia, assim como dos Presidentes das Commissoes
do Para, Maranho o Babia, c de mdicos que nao
s.io do Brasil,
Creio ter dito bailante para justificar o desprezo
qae vol ao Sr. Dr. Cosme de S Pereira, que anda
esla vez nada ronseguio, uAo obstante haver orneja-
do c escouceado a vontade.
Sou". senhores redactores, com toda a considerado,
etc.Dr. Joaquim de .li/uino Fonseca.
de juuho de 1856.
IIIM IIOMEOPATIIA.
O acanhamenlo, a timidez, o medo, cederam em
lim.eo pensamentu concebido, meditado, mil vezes
resolvido, e oulras llantas regeilado, vai passar .10
dominio do publico, de cojo bom senso confiamos a
apreciajAo de nosso lim, ueuhuma importancia dan-
do as grosseiras formas de que nos servimos pan
manifestal-u
Puucos dias sAo decorridos depois que ueste mes-
mo jornal lemos um arli_o sob a epigraphe a llo-
nneopalhaassignado pelo Sr. Camilo lleuriques
da Silveira Tavora Indgena : das ideas all comidas,
dos argumentos de que se servio para provar urna
grande verdade. de sua mesma linzuagein e eslvlo,
nada diremos ; oigamos palanas porem acerca" do
autor: eis nosso lim.
Nao estamos certos da poca 0111 que o Sr. Ind-
gena assim he ge.almeute Mohecido chegou a tloi-
anna, eremos todava que nao exceder de qualro
aunes ; dedicado .1 homeopalhia, india procurava os
honestos meios de subsistencia ; sem que porem o
egosmo lhe fizcs.e desprezar a indigencia quaudo
esta Iho bata porla : as pocas de calamidades
que alravessou euconlrando-o pobre, pobre o deixa-
ram, quaudo tamos felizes se lizeram : eis que final-
mente a mais terriv.l das pocas se aproxima, en-
lAo desempenhou elle o papel que a seu carador
asneiras; mas para os | combina ; quaudo militares de especuladores aqu c
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de maio
de I8S6.O escrivao, Jacomc Gerardo Maa Ui-
macUi de Mello.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
2 DE JUNHO DE 1856.
LisboaBrigue porluguez Viajante, Thomaz de
Aquino Fonseca & Filho, i pranches de ama-
rollo.
FalraoutliBrisue inglez , Paln Nash i
Companhia, !):t0 saceos aswi- mascavado.
Buenos-AxresBarca brasile ." .-Amizade, Viava
Amorim & Filho, 50 pipas aguaCMente.
litigue americano 1 Fairv, vmdo de Philadelphia I '-'9boa Patacho porluguez Liberdade, Bailar &
consignado a JoAo Matheus A; Companhia, manires-i Oliveira, 80 barris melajo, 4 barricas auocar
lou o segniute : hranco.
1,330 barricas familia de trigo, 500 barriqoiuhas' PortoBrigue brasileiro S. Juica, diversos carre-
bolachinha, 119 caixas cha, i dita vidros vazios, 50 madores, 10 barris raelajo, 625 saceos assucar
PAGIA AVULSA.
_S_^ fliSA, _
O Bical da fregue/.ia de Sanio Antonio com la-
ciili.iinu- e guarda-, deu 11 ma busca na casa de Lis-
marque no caes do Ramos, e nada encontrn que
podesse deuuuciar a existencia de um tal negocio,
apezar de que be notorio que esse homem ellecliva-
menle tem o (al negocio ; porem os seus espides o
sabem por fora do alcance das buscas ficaes.
O mesmo fiscal despedio o guarda municipal, do
qual ha dias tratamos : fez muilo bem.
t) garapl-ta empregadoo consta que deiiara es-
sa Iralicancia.
Existen, as iinmediac.es da ra das Cinco-Pon-
las qualro casas onde se Ubricam e vendem garapas
picadas populajAo : os propriclarios deseas espe-
luncas vivcm intrigados pela cubica de quera mais
negocia ; entre elle, ha um ex-olli'ciai do exercilo
provincial todos clles couhecidos do fiscal de S.
Jos.. Ora na verdade. quando uAo ha galo-sapaio
o,e ignore nessas casas laes commercios, o Sr. fiscal
"abe, nem nada, de nada .'... Nada, Sr. fiscal 1
Pelo njor de Dos I faja respailar as posturas mu-
2:73:.-:::i
Receben o beneficiado .(,(.-.(06.
(.luem foi o beneficiado .
Assim se amesqainhoa a liberalidade 1.1o louvavel
des legisladores provinciaes i nma empresa Ilitera-
ria, que tem por lim o viventar, e dar a conhecer
as glorias passadas da nossa patria, porqae so dedu-
zio ludo, romo cima se v. do beneficio, o au do
capital lomado, 011 adoptado para a lotera, como
deve ser.
A lei geni de II deoolabro do Is 17 artigo _!.,
que estabeleceu u imposto dos oilo por cen", he
bem clara cm nao gravar com clles o beneficio, e
em querer que el!" fique sempre miarlo, o inteiro
empreza beneficiada. F.is a sua disposicao :
Todas as loteras eoneedidas,oa que o forera para o
fulnro, serao de 120:1MMJ_.ltMI res, c dcllas se dedu-
zirAo oilo por cenlo para a amorlisajao do papel alem
dos dozo por cenlo para aqaelles a queui foram, ou
forem concedidas.
Os sabios legisladores provinciaes reslnbelccer.lo
est materia na conformidade da le transcripta, 011
como cuten lereiii melhor couvir. e ser justo, c cerlo
nAo a deivara 1 no estado c natureza estronba, e er-
rnea iulelligencia, e execujo, que se lhe lem dado.
all se puiili.ini de vigilia a lim de por todos os rao
Jos traficaren! eom as lagrimas da popularAoalll cta.o
que fez elle '.'!-... Reuni urna inocdade esco-
1$0i'tc$ppnbcnda.
Srs. redactores.Tendo eu dilo em minlta cor-
respondencia, publicada do Liberal Pernambucano
Senhores redactores: Consignatario do brigue
"Hercules nesta praja nao posso dcixar de recla-
mar contra a inexarlidAo quc se encentra no Diario
ue 1 ernambuco de boje relativa as noticias do Riode
Janeiro.
,}l>ilo navio sabio de Pernambuco em 1 de maio,
chegou ao Rio de Janeiro era 21 do mesmo e a va-
gem que levnu, nAo conlando com o dia do saluda
".......entrada foram IN dia-, cnibora o ..Jornal do
t.ominercio de 23 do dilo mez mencione 16 e o'.Dia-
rk> de P_rnaw6uco de hoje, 23 he nina rectifica.ao
que f..ci a bem da verdade e dos inleressosdo po-
prielario do referido navio. ienho 1 honra de ser
de \ raes, atiento, venerador c criado. luuuslo
Duarlc de Moura.
Sua casa ra de Apollo n. I, 2 de junho de 1856.
aoai ____a_-_-M-_
Sn. redactores.Qoudo pretenda publicar os
motivos que me obngaram a levar ao coiihecimenlo
da polica as olas falsas q,,c me havia dado oSr.
Coriolano \ellozo da Silveira, em pagamento de
f.rzcndas que me compran, xi noLiberalde 31
de mino, nma especio de pioteslo teilo pelo mesmo
-r., em deteza contra a sua priso o processo, sen-
do que para este lim, alias legitimo. Srs. redacto-
res, nao recuon o Sr. Coriolano Vellozo da Silveira
em arohrrtar-s. com a voz publica, para sobre mira
e miuha honra descarresar prfidas iminuajo.es,
que bem moslrnm serem anles filhas do desabafo de
sua situajAo do que diiadas pela raro e pela ver-
,*) Em o nos-u Helrosperto.puhlirado cm o nume-
ro de hontein, dissemos que era ndmiravel que, no
invern, se lalhasse csrbo a 16 patacas. Ouan.ln
escrevemos isto estsvamos convencidos da veracida-
do da asserjao que aventuramos, c suppunhmos
que ninguein se atrevera contestar-nos.
Entretanto, cora grande sorpreza, recebemos no
mesmo dia, cm que foram publicadas as nossas re-
flexes a esle respeilo, a resposta supra de um tal
Sr. Joaquim Piulo.
Mas o que elle diz, longo de contestar a nossa as-
cverajdo, confirma-a plenamente. Em verdade
declara que venden carne a 16 patacas, diz que a
que se (alhpu a 1 patacas, foi por causa das chu
vas. Masa que rasa islo 1 Vendeu-se ou nAo car-
ne a 16 patacas, romo dissemos"? NAo ha duvida,
pois que, nu su o Sr. Pinto da a entender isto, co-
mo he um facto inroule-lavcl. C_m efieilo, assim
que rcrebemos a rcctificaelo do Sr. Piulo, tratamos
de verificar a verdade, c no acougue grande da R-
beira .ouhemos da bocea do talhador Manoel Car-
neiro dos l'assos, e do varios oulros talhadores, que
certamcnle se lem lalbado carne a 16 patacas, que
hoiilem mesmo se l.illnra por e-le prejo, e, para cor-
roborar o que dia apresenloo o lalhador Pasaos
amo ordem impressa da Sociedad Criadora, id-
Iregando-lbe urna perjAo de carne para que xendes-
lea 16 patacas.
Pode ser qoe o Sr. Pinlo tenha mandado talhar
Carnea 10 patacas, mas o que he cerlo he qoe esle
genero se lera vendido pelo prego que denunciamos;
e quaulo ao motivo das chuvas, anda sustentamos
que he um pretexto, pois que em oulras pocas a
populajAo lera comprado carne por um prejo ex-
traordinario.
Emfim, pondo de parle a rfcsa da asscrcAo do
Sr. Joaquim Piulo, era que elle diz qne o 'liomcm
quecscreve sobre as carnes verdes o que quer he u
contrato de-le rtico, ri.-poiideremos-lhc que est
engaado ; o que queremos he que a popularn nAo
seja depredada no preco d carne, nem tesada no
peso, o que queremos he que o governo nos livre
do Sr. Joaquim Pinto e dos seus collegas, e nos ga-
ranta a abundancia desle genero c um preco ra-
7oavel.
ditas panno de algodAo, I dila um carro com todos
os aparelhos. 2 Ollas relogios.|13 ditas chapeos de pa-
lha, 1 dita icnora-se, 2 voluntes vermfugo, 20 bar-
ricas araxa_ em latas, 6 caJeirasde bal aneo. 40 rollos
esleirs, 75 saceos pimenta ; aos mesmos.
Barca portugyeita ir Carlota e Amelia, vinda de
Lisboa, consignada a F. S. Kabello & F manifestou
o sesuiule :
100 barricas fariuha de trigo, 15 pipase.) barris
vinagre, 171 cascosvasiose abatidos, 10 pipasS meias
e 30 barris viiilms, 1,200 molhos ceblas, 115 bar-
ris loucinho, 2 caixoles vidros vastos, sacco dinhei-
ro de ouro, 1 dilo dilo de prata ; a Francisco Seve-
riano Kabello r\ F.
50 barricas fariuha de trigo, 50 ditas bolacha,'.
pipas e 5 barris vinagre, 5 pipas, 4 meias e 10 barris
vinhos, 5 ditos loucinho, 20 ditos azeile de oliveira ;
a Thomaz de Aquino Fonceca A. Filhos.
2 quarlolas vmho ; a Isaac Curio St C.
20 pipas abatidas, 20 molhos de arcos da pao, e
ferro, 1 caixote tiiros impressos, 1 dito mercurio, I
dilo candieirose perlumadores ; a Joao Jos de Car-
valho Moraes.
30 barris loucinho ; a Jos Joaquim Borges do
Coulo.
30 ditos dito, 6 ditos cliourijos, 5 ditos azeile de
oliveira. I dilo violto, 5 barricas alpisia, 10 ditos ce-
vada ; a Antonio C.iscmiro .oaveia.
iO pipas vasias ; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
1 caixote bolacha, I caixa alfazema, 1 dila nlecrim ;
a Eduardo F. Banks.
1 caixa alcauphor, I ditasulphatoqiiiuiuo; aJoao
Baplista da Fonceca.
130 ancoretas azcilouas, 8 barris peixe ; a Manoel
da Cosa e Silva.
2 caixas cobertores, 1 lata carnes ; a Domingos
Alves Mullica-.
24 nedras de o.otaria. 1 caixa urna e-tolla a Ber-
nardiuo Jos Monleiro.
15 bjrris vinagre ; a Francisco Alves Monleiro
Jnior.
1 caixole eboricas, 1 barril ditas ; a JoAo lavares
Cordeirc.
I ancorela carnes : a Theodora Custodia de Oli-
liveira Lima.
1 caixa bixas ; a Bernardo Francisco da Silva.
3 caixoles pedra ; a Francisco Maria Barboza.
1 dito iraagens ; a Antonio Jus Leal.
6 caixas drogai ; a Vrenle Jos de Brilo.
3 ditas brochas ; a Morcira e Fragozo.
Vapor trance, n Franc Comlois, u viodo do Havre
consignado a agencia, manifestou o seguinte :
1 volme ignora-se ; a Francisco de Assis Mou-
liulio.
1 dilo dilo ; a Miguel Jos Alves.
2 ditos dito ; a L. Lecoiulc Fcron & C.
1 dito dilo ; a Schafeillin A; C.
2 dilos dilo ; a Burle, Souza A; C-
Barca ingleza Floaling Cluod. vinda de Liver-
pool, consignada a J. Palcr & C, manifestou o se-
guinte :
5 fardos fazendas de Ua, 18 dilos e 11 caixas dila
de algodao, I dila miadezas ; a Adamson II. 0.
Companhia.
5 caixas o 25 fardos fazendas de algodAo, 50 bar-
ricas nitro, 12 dilas, 72aaos e 20 meios dilos louca,
50 barris manteiga ; a Me. Calmonl & C.
1 caixa tpeles, l fardos fazendas de linlio, i gigos
batatas, 1 tonelada, 13 quintaes c 2 arrobas de
ferro ; a S. P. Johnslon Ov C.
1 caixa relogios, I barril carne ; a Widoxv Ray-
raond A: C.
4 ditas queijos, 1 dila moslarda, 1 barril sal, 1 gigo
presuntos ; a J. da C, Ncves.
2 caixas fazendas de linho ; a II. Urano & Uom-
panhi.i.
57 dilas fazendas de algodAo, 3 dilas e I fardo di-
la de laa, I dila relogios, i dilas chapeos de sol de
seda e algodAo ; a Southatl Mr Mor i\ C.
5 lardos fazendas ; a J. Crablree A; C.
I caixa bolOes de metal ; a Feidel Pinto.
73 barricas cerveja, 5 dilas culcl.iria, 1 caixa f.r-
ragens, ti dilas e 5 lardos fazendas de algodo, 2 far-
do fazendas do lila, 1 caixa colmeias ; o Paln Nash
& Companhia.
1 caixa fazendas de algodao c seda ; a J. Ixcller
iS Companhia.
I caixa cha, t. dilas eerveja, 2 barris agurdenle.
2 barris sal, I dilo xinho, I caixa sepa, 3 dilas quei-
jos, 2 ditas tabaco, 2 gigos presnnlos,20 ditos o I cai-
xa bengal currie ; aWm. llame.
10 caixas e 8 lardos fazendas de algodao ; a Kos-
lron Kooker fi C.
10 fardos fazendas de l.ia, I caixa tilas de algodo,
I baruca (orragena, 21 tonellada, 2qniotaes, 2 ar-
robase 9 libras Ierro ; a K. 11. Wjalt.
1 cmbrtilho com i fouees ; Jolu'i Carrol.
i caixas chapeos de sol, 26 fardo fazendas de al-
godAo, 2 caixas fazendas de seda e alsodAo ; a II
tiibson. '
1 barril xinho, I dito carne, 1 dito presunlos. -'
dilos manteiga. I dilo lingnas. 1 caixa queijos, di-
tas cuuservas,2 dilas loucinho,-. dilas bolacha 23 ai-
gos hlalas ; a Ccorge Nesbetl.
10 gigos garrafas xasas ; a ,\. M. Machado.
12 lonelladas carvao de pedra queimado, 39 ditas,
1 quintaes e 1 arroba de ferro ; 1 C. Slarr Com-
l fsrdo fazendas de linho, 12 caixas chapeos de sol
hranco e mascavado.
Liverpool Barca ingleza I. Thuriel ., Johnston
Paler & Companhia, 66 saccas algodao.
PhiladelphiaPatacho americano oScolia, Henry
Forster & Companhia, 1,500 coaros silgados.
ExDortacao .
Porto, brigue porluguez S. Manoel I, de 255 te-
ladas, conduzio o seguinte :1,730 saceos, 2 caixas
e 8 barricas com 8,781 arrobas e 25 libras de assu-
car, 119 saccas com 619 arrobas e 8 libras de algo-
dao, 533 couros salgados, 4 pipas, 5 malas dilas e 93
barris melaco, 1 sacco cera de carnauba, 4 dazias
de cocos, 36 arrobas de toros de tata juba. 1 sacco ar-
roz, 5 dilos e 2 barricas farinoa de mandioca, 1 bar-
ril agurdenle, 2 caixoes e 16 caixoles doce.
Buenos-Ayres, brigue escuna brasileiro Rpido,
de 14 toneladas, condoli o segainte:650 barri-
cas e 15 saceos cotn 6,033 arrobas e 18 libras de as-
sucar:
Lisboa, brigae porluguez Relmpagos, de 323
toneladas, couduzio o seguinte : 2,185 saceos e 3
caixas com 11,066 arrobas de assucar, 512 cascos
mel, I caixiuha relogios.
Ro Grande do Sul, brigue Argonauta, de 187
toneladas, coudazin o seguinte : 883 barricas com
6,829 arrobas e 28 libras de assucar, 1,500 cocos cora
casca, 50 barris manteiga.
CONSUI_ADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 2...... 2:545}690
PALTA
dos preros corrmles do assucar, algodao, e mais
teneros do paiz, que se despacliam na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 2
a 7 de junho 1856.
Assucar em caixas brancol." qualidade
11 n n i> _La n
ticnebra
11 o mase......... .1
bar. e sac. bronco.......
11 i) mascavado.....
refinado ..........
Algodao era pluma de 1." qualidade
l) 1) 2.a
i> w i) 3.i 1)
era ,ii 11., -.........
Espirito de agurdenle......caada
A;iiurdenle*cacliaea........ .
de caima.......
resillada......... a
do reino........
............ caada
> ...............botija
Licor...............caada
11 ............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas, um alqueirc
era casca...........
Azeitc de mamona ........caada
mondohm........
de peixe.........
Cacan............... 19)
Axes araras.........urna
" papagaios.........uro
Bolachas.............. 0,1.
Biscoilos..............
Caf boa..............
11 rcsstolho...........
a om casca...........
muido.............
Gare secca.........-
Cceos com casca..........ecuto
Charutos boas...........
ordinarios........
regala c primor .... "
Cora de. carnauba......... t'
em xclas........... "
Cobro novo mao d'obra...... ii
Coaros do boi salgados......
a vcides..............>
i'spixados......... "
de 011ra.......... "
n cabra curtidos.....
8
3
5
39600
29600
**8o
6920O
53800
53400
1*550
9610
9610
-l-sii
8600
9580
210
8580
9210
83000
19600
9880
19280
I96OO
59OOO
IO9OOO
3900(1
5J7HI
89960
59500
49OOO
590000
83000
595OO
29OOO
18700
8700
9500
109000
I29OOO
9160
8190
9100
159000
9320
./
-

I
\
*
:

Caacliiruho.............milheiro lflOOO -
ima 9200
82*0
9200
8800
8400
3> I9600
i> 19000
om 29OOU
18000
Firinha de mandioca.......alqueire 29*00
F.sleiras de preperi.......
Doce de calda.........
goiaba........
iioeo ..........
i> jalea ....-,......
Eslna nacional........
eslnmgeira, tnAo d'obra
Espanadores grandes......
pequeos...'..
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE EPRHBCUO T-RQJI FE A 3 DE JUNh 1856
>
i> railho......... <> 28500
B b ararula........ b 69000
Fejao...............alqoere 53000
rumo, bom ............p 103000
i> ordinario..... djOOO
b om foltia boni........ llteOOO
o ordinaiiu....... lisOOO
b b relolho........ 5SO00
Ipccacuanha............ S890U0
(iomma.......'.......alq. 3cO00
(Jengibre............. isp I3JOO
Lenha de achas grandes......ccnlo -.3000
. n pequeas..... >!HHt
u b loros....... u tlsOOO
l'ranchas de amarello de 2 costados una 249000
b b louro..........) NjjOtMl
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 9 # a 3 de I......1 3O|0O0
b de dilo usuaes....... 1-J9UUU
Costadinho de dilo........ b S3000
Soalbo de dilo........... b Forro de dilo........... :R>3U0
Costado de louro......... SsOOO
Costadinho de dito........ 6*000
Soalbo de dilo........... 3-9200
Forro de dito ^........ 25OO0
b o cedro.......... 3^000
Toros de (alajuba.........quintal 1$B0
Varas de parreira.........liizia IntiOU
b agulhadas........ u ls'J
w quiris .......... 1^:iMI
Em obras rodos de sicupira para c. par i ---000
b eios u b 20:000
K80
Melaro......
Milo......
Pedra de amolar
b b lillrar .
b b rebolos
Ponas de boi .
Piassava.....
Sola ou vaqueta .
Sebo em rama .
l'oes de carneiio
Salsa parrilba .
Tapioca.....
L'nhas de boi .
Sabao ......
Vinagre pipa .
caada
alqueire 25OOD
una jliill
b (i;00
y*D0
19000
3120
:1300o
80)00
3320
1(>30(K)
39500
S2IO
3120
3O9OOO
ecuto
nioltio
meio
urna
(3>

ceuto

tUot>imcato Do porto.
-\avio entrado no dia 2.
1 erra Noy 130 dias, brigue iuglez ulcene, de 266
toneladas, capitao Arcliibald Steele, oiinipagem
12, carga 2,670 barricas com bacalhao ; a ordem.
Seguio para o K10 do Janeiro.
VOTA) taido no mesmo dia.
PortoBrigue portuguez S. Manuel I", Cdpililo
Carlos Ferreira Soarea, carga assucar e mais g-
neros. Passageiros, Amalia da Conceioilo Perei
ra Cardoso, Jos Aulouio dos Sanios, Manotl Joa-
quiro da Silva t'igueiredo, Manoel INogueira dos
Sanios, ertrudesMagua do Orino o I lilha, An-
tonio Augusto de Souz Piulo.
&Wtac&
U l)r. Anselmo Francisco l'eretli. commendador da
imperial ordem da Kosa, e juiz de direito especial
do commeroio por S. M. Imperial.
Faco saber aos que o presente edilal virem, que
no dia doze do prximo mez dejunliotem de ir a
praca depois da audieucia desle juizo na casa das
inesmas audiencias, diveros dividas activas peulio-
radas a Manoel Luiz Coelho de Almeida, e sua mu-
llier na importancia de 1:7823105 como consta do
escripto existente em mo do porteiro, as quaes vAo
aprara por eiecqcdo de Manoel Pereira Magaihaes
como cessionario do commeud.idor Joo Pereira de
Andrade contra o dito Manoel Luiz Coelho de Al-
meida.
E para que ebegue ao conliecimento de todos
mandei passar edilaes qnc sero publicados pela im-
prensa e litados nos lugares designados no cdigo
commercial.
Dado e passado nesla cidado do Recle de Per-
uambuco ao vintec nove dias do mez de maio de
1856.
Eu Maiimiano Francisco Duarle, escrivao o tubs-
crevi.
Anselmo Francisco l'eretli.
Hodolpbo Joao liarata de Almeida tenente-coronel
commandaule do 2. balalho de iiirantana da
provincia de 18 do corrente, manda fazer publico,
que no dia 19 do junho prximo vindooro, peranle
a junta de fazenda di mesma thesouraria, so ha do
arrematar, a quem por menos lizer. obra do 15.
lauco da estrada do sul, avahada em I2:320>.
A arrematarlo sera feita na forma da le provin-
cial n. 343 de 15 de malo do 1S5, e sob as clausu-
las especiaes ah.nxo copiadas.
As pesso.is que so propozerem a esta anmala-
ojo, enmpareram na sala das sessoes da mesma
junta n da cima declarado, pelo meio-di.i com-
peleiitomeule habilitadas.
K pira constar so mandn aflixar o prsenle, c
publicar pelo Diario.
Secretaria da ttiesouraria provincial do Pernain-
buco 27 do maio de lKjli.(I secretario, A. F. da
AniiuncinrAu.
Clausulas especiaes para a arrcmalacao :
1.1 As obras do 15. lauro da' estrada do sul lar-
le-hlo de conformidado com o orramento, planta
e pertis approvados pela directora em conselho, o
apresenladas a approvarao do Exm. Sr. presidente
da provincia, na importaucia iic 12:1203.
2.' O arrematante dar principio as obras no pra-
zo do mu mez e as concluir no de onzoinczes, am-
bos contados na forma do art. 31 da Ici provincial
u. 2S6, devendo lambem dar transito ao publico no
lim de seis mezas em toda a extensflo do hinco.
3." O pagamento da importancia da arrematadlo
verilicar-se-lia cm qualro prcstares iguaes, cuja ul-
tima ser pega 11. ocrasiao da enlreca definitiva e
as outras correspouderao a cada terco das obras, sen-
do pagas ditas preslares em apolicrs da divida pu-
blica creada pela le provincial 11. 3Vi.
1.a Metade do pessoal empregado na obra consta-
r de Irabalhadores livres.
5." O
Assigoado, Jonli Washington, liydrogapko.
Repartirn hydrograpbiea do almirantado em l.ou-
dres, a a de dezembro de 1853.
Este aviso afl'rcla a lisia de pharea dos KtUutas-
I.nidos costa do oSle 11. .).
Jos AgoHinka Barbo:, traductor publico e in-
prcte commercial juramentado.
1RAIU O. \o.
Aviso aos navegantes.
tl.48
Sor nega.
Pilarnos na costa do sudoole.
A repartirn da iiiuhulia real de Noruega acaba
de dar um aviso preliminar de Chrtetiania, de que,
para os lius do corrciile auno, os seguiules pharuet
de Canal se estabelecero na costa do sudoeste da
Noruega.
I." l'harol de Costa 11:1 pona de Vibbei pela pa-
sagem do sol para Egersund.
2.- I in pharoldecofla sobre'Grnodsundholm pe-
la pas 3.* 1111 pbarol de canal sobre o Pequeo lilegcn
prximo a Langevaag.
i." Cm pbarol de canai sobre Midlholm prximo
a liahia 5." Cm pbarol de canal sobre Folgeroen. servindo
estes tres ltimos pilarnos inenciouados, como guias
p.ira a pasaagem da parle da lesle de llouimtl e lllias
Moster.
6.' I na luz ou pbarel de canal da parta de oeste
de l.cerocn na passagem entre Sartor-miiD c libas
de Leer.
Aviso especial do accndimcnlo destes phares bre-
vemente sera eniillido.
Por ordem de &, Senhoriaa.
Assignado, John Washington, livdronrapho.
KoparljcAo hydrograpliiea, aliii'iraulado em Lon-
dres, aos 17 de uoNcnibro de 1855.
Este auso relere-sc aos seguiules DWpPMda al-
niranlado:Noraega, costa do oeste, loiha 1., 11.
2281. folha 2.a 11. 2I0. Mar do norte n. 2339. As-
sim, m.iis a lista de phares da .Noruega, lis. 210 a,
b, 252 a, b, 251 a b.
Jos Agoslinho Barbosa, traductor publico, c in-
lerprele commercial juramentado.
I.KAIH C(. vo.
Aviso aos navegantes.
N. 54.
I'harocs na costa do Ueste da Noruega.
A repirlioao da marmita real da Noruega rui
Clirsliauia acaba de foyer publico que no da Iti
de dezembro prximo (1855 ossegainles pharei
de canal lerfto estatieleculu na passagem do sul,
que unduz a Uergcii, na costa do Oaslo da Norue-
ga. Sern accesos todo o auno, ezeenle de 15 de
maio a 15 de julho.
Pbarol liio sobre l.ille lilcgen.
Esla nharol aelM-aa colloeado em l.angcvaad 11a
parle de l.'Esle da ilha Uoinnielo. Esta culloca-
do em uina altura de 16 pus cima do nivel do mar,
e he visivel aiu distauci* de tres a qaatro millias.
Alunita o canal de N. N. E. para o ladu de l.'Esle,
a sul para o 8. O. Existe um recito de podras
publico, que 110 da 15 do nnvembro ultimo so es-
tabeleceu um pbarol de luz bnlliante lixa em distan-
cia de meia milba da cxtremidale da Pona Loma,
que forma a pona do ooste da entrada para 1 Babia
de ?s. Diego, na California.
O pbarol he da lerceira ordem do svstcma de Frta-
iiel: acha-se collocado em una elevaran de 450 p6
acuna do nivel do mar, e deve ver-se em lempo cla-
ro em lodo o circulo da agulha na distancia de 20
mil lias.
(I edilirio consiste em urna casa de podra do um
sobrado e lucio com urna lorre baila de lijlo que i
sobe pelo centro, l-ic.-, na lallilndo de 32- W 13"
N ; longitude II.- 13' Ig o. de tircenwich.
Ilirccres.
As embarcacaet jn norie'duvein dar um resguarda
a.lonta Loma de mcia mllha, vlrando-a gradual-
mente depon de a patsar, alo que a pona Bailas!
hque om direcolo corrida com a u Phi\a .., tendj
lodo o cuidado cm nao descubrir nuil da cidade do
que as casis na extremidad!! de leste, do Contrario
he pengo de cahir sobre o baito Zuniiiga, do lado de
leste do canal. |)ve couservar-sc nesla direcrao. ,.
quando eiliver em frente da pona Ballast, Cni dis-
tancia do comprimento de um navio, o qual se po-
de levar qualro bracas, govcn.e a rumo para a
Pla>a, deixando um sitial ou mancha de baixio de
12 pos d agua, umi distancia da oiteva parle de
urna milha de dentro da Pona do la.lu .le Porl, c
lundear cm frente a villa, lia a Playa <> paral
New lonun (novo Sao Diego qualro iniihas.podcn i
leyar-sc seis bracas. Em distancia de urna ou duas
milhas mais acuna a baha lorua-se baixia. As eni-
barcares do sul devem observar as mesinns direc-
cOes para aafegar, leudo cuida.lo de collocar-se na
direcrao da Poma de hallas! c a Pa) a ao sul de una
jirazo deresponsabdidade sera de 11111 anno, I linha meia milli.i ao mar da Pona Loma.
durante o qual sen o arrematante nbrigado .1 conser- Por ordem de S. Senlion?
var a estrada em perreilo eslado de conservarlo re-
pirandu as ruinas todas as vezes que o exigir o en-
genheiro da estrada.
(i. Para ludo o que nao se adiar determinado
as presentes clausulas, nem no orramento, sesuir-
se-ha o que dispe a respeito a lei 286.
Conforme.( secretario, A. F. da Annun-
ciarAo.
O lllm. Sr. contador da lliesouraria provincia'
serviudo de inspector da mesma thesuuraria, em
curnpriineulo da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia de 18 do corrente, manda fazer publico,
que no dia 19 de junho p- xindouro, peranle a juu-
la da fazeuda se lia de arrematar, a quem por me
uos fizer a obra do 27.' lanceo da estrada da Victo-
ria, avahada em 18:9029448 ieis-
As pessoas que se propuzerem a osla arrematacAo
compareram na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
A arromatac,.io ser feita na forma da lei provinci-
al u. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as clausulas
especiaes abaixo copiadas.
E para coustar se mandou allixar o presente e pu-
blicar peloDiario.
Secretaria da llicsouraria provincial de Pernam-
bucu 27 de maio de 1856.-O secretario, A. I', da
Aunuuciarao'
Clausulas especiaes para arrcmalacao.
I." As obras de 27. hinco da estrada da Victoria
far-se-h.io .te conformidado com o orcamento, plano
(a e pertisB approvados pela directora em conselho
e apresenladas a approvaro do Exm. Sr. presiden-
te da provincia na importancia do 18:909148res.
2. O arrematante dar principio as obras 110 pra-
so de um mez e as concluir no de Quinte, ambos
contados pela forma do arli^o 31 da le n, 286.
3.' O pagamento da importancia da arrematacao
verilicar-se-ha em qualro prestarles iguaes|a ultima
das quaes ser paga na occashlo da entrega dcliuili-
va e as oulras correspondern a cada terco das
obras, sendo ditas prcstares pa^as cm apohees da
divida publica criada pela le provincial 11. 354.
I.- 1) praso de respiuisahihdade sera de um auno
durante o qual o arrematante ser obrigado a mau-
ler a estrada cm perfeilo estado de conservarao.
5." Para ludo o que nao se acha determinado lias
presentes clausulas nem no orcamento segoir-sc-ha
o que a respeito dispe a lei. n. 286.
Conforme.O sercelario-A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. contador da ihesouraria provincial,
servin.lo de inspector da mesma lliesouraria, manda
fazer publico que em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 18 dn rorrenle.
vai a prnea para ser arrematado a quem por menos
lizer no da III de jiinlio prximo vindouro a obra
do lanco da estrada cutre acidado de (ioianna ea
ponto do Rujan, avahada em 12:2H>3600 rs.
A arrem,.lacao sera feita na forma da lei provin-
cial 11. 313 de 15 de maio de 1854, e sob as clausulas
especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla errematacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta
Para o Porto,
a nova e valeira barca Sania Clara, segu com
hrevtiladc : para o resto da carga e passanoiros, para
o que tein excellcnles commodos, Irata-se rom Bar-
roca e Castro, ra da Cadeia do Rccife 11. 1, ou com
o capilao na praca.
. l'ara o Cear eAearaeo' segu com toda a bre-
vidada o patacho liniiilsrao : quem no mesmo
qui/.cr anegar ou ir de patHgem, duija-se ao es-
eriplorio de Manool Gouralves da Silva, ou ao capi-
lao .1 bordo do mesmo.
Precisa-ae de um piloto de carta ; o que nssim
se jnlgar habilitado, dirija-se a bordo do brigue bra-
sileiro aAinizadc >, a tratar com o capilao ; e assim
como marojos nacionaes.
Precisa-se lo tripolarao nacional ; os (pie cs-
livercm nestas ciirumstaiirias,dirijam-so a bordo do
brigue nacional ..Firma, a tratar com u capilao do
mesmo Vctor Saldo.
Para i Baha.
A veleint garopeira S. Pedro parlende "uait
para Babia netlesoilo dias por ler parte de sen car-
rcgaiuenl. prompte, para o resto trala-sc rom o seu
consignatario, Antonio Luiz deOliveira Azavedo.
PARA A PAKAHIBA.
() hiato "Nova K-peranra ineslrc 11 \ polilo .losi-
lla Silva, seuuc em poneos dias por ler parle do eu
r.irregameiilo promplo, para o resto da Carga ; Ira-
la-se com o dito mestre, ou na ra da Cadeia do
Rccife p. 16, primeiro andar.
iVl aran bao e Para.
Na presente semana, seguir para os ditos porlos,
o brigue escuna Urnciosaa, que tocar no Cear,
para onde recebe carga ; convindo aiml.i lem vio
correspondente a 200 barris que as obsta, pira
deixar de seguir no estado em que salivar ; traa-
se com o ronsignalarioJ.lt. da Fonceca Jnior
na ra do Vicario n. 23 primeiro andar.
Para
.) Pomo
no da acuna declarado pelo meio dia competente, na distancia de 30 jardas em diracjafl de O. do ro-
mete habilitades
E para constar sb mandou aOiiar o prsenle c pu-
blicar peloDiario.Secretaiia da Ihesour.iria pro-
vincia] de Pernambuco 27 de maio de 1856.I) se-
cretario. A. F. d'Aiinunciaeao.
Clausulas especiaes pai.i aarrem.itac.io.
guarda uacional donionicipio do Rccife, e presi-
dente do conielb?' e qualilicacau da fregucziaj 1.- Aa obras do lanco da" Irada colee a'nda.lc de I vlslval na diauncia da i a 5 milhai
de S.Jos, ela. 1 tioianna e a ponte doltujar\, far-se-h.io de cnnler- para Teste e sul deS. O. para O.
" -.....' obeloi
chelo, ,obre o qual esta construida a casa do pba-
rol. A turre aclu-se na lalilude de 59 37' N.
Loiigilude 5" 16'a Leste de Ureenwieb.
Pbarol lix sobre .Midlliolmcn.
Esle pbarol ochae collocado em Uosterhavn em
urna altura de 37 pes cima do nivel do mar, c he
lisl.ioeia de i a 5 imillas do S. .V E.
l-'aco saber que d mismo con,ellio qualilVicou os, luida.te com o ..remenlo opprovado pela dirceto-
cidados consumos das lisias que se acham lutadas ra cm conselho me presentado a approvac.10 do
na igreja do Terco para o ier*ir;o activo e da reser- Exm. .Sr. presidente na provincia, na importancia
va ; por lauto ludas as reclamaijes serao recebidas | de 12:210-^000' rs.
segua inlallivcliiiciile por tola a corrcnlc semin.-. o
brigue brasUeiro S. Jos : para o resto da carca
ou passageiros, Irata-se com os consignatarios Fran-
cisco A Ivs da Cunha & Companhia, ra do Vigario
11. II. O mesmo brigue precisa de '1 merioheiros na-
cionaes e um [ ilolo de cari).
Companliia brasileira de
paijuetes a vapor.
O vapor
comai-.dan-
le o 1 l-
enle San-
la Barbara ,
deve chegar
% por estes 3
J. dias dos por-
lor-
le em
g u i ni culo
para os do
sul: agencia narua do trapichen, id, sentido
andar.
Companhia brasileira de
paquetes a vapor.
\ O vapor I-a-
ran roniman-
dante Francisco
Ferreira llor-
ges espera-se
dos porlos d 1
norle a 9 011 10
do correle, e
depois da de-
,^-Jfe^

Jy 1

' -
--- ^rr-y-^JS- mora do cnslu-
--r* .r--?f- -.^-*J>inc seguir' pa-
= ra Macei, Ita-
liia c Rio : agencia na ra do Trapiche n. 4o se-
cundo andar.
na forma dos arligos 33 e 3i das instrueces de 25
de oulubro de 1850 de accordo com o artigo 20 do
decreto o. 1130 de 12 de marro de 1853, devendo
reunir-se para coudnuar ssus Irabalhos no dia 18
do corrente.
Consistorio da igreja do Trro 2 de jonho de 1856.
Eu Joaquim de Albuquerque e Mello capilao da
upjni.i e secretario do conselho o escervi.
Rodolpho Joo Barata de Almeida.
k Tenente-coronel presidente
__O lllm. Sr7e\?nla(or da thesoararia provincial)
servindo de iuspecloTotimesma thesouraria, eiiirum'
primeuto da ordem do l jm. Sr. presidente da pro-
vincia de 18 do corrente, l.nanda fazer publico que
uo dia 19 dejunbn prximo viudouro, peranle a
unta da fazenda, se ha de .'rematar a quem.por
menos lizer, a obra do calramei|o da segunda parte
do primeiro lauro da estrada do i'ao d'Alho, avaha-
da em 44:66090110.
A arrematacao sera feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 do maio de 1851, e s as clausu-
las especiaes abaiio copiadas. ',
As pessoas que se propozerem a esta arfcmal.ic.ao,
comparecen na sala das sess-ics da inesmaNjnnta no
dia cima declarado pelo meio dia compeleuJefle7r?ir>-~=>^.(r, secretaria da thesouraria de fazenda se faz
J.' O ,11 ii'iii.tlaiilp > 1.1 r.t princi|>io as obras no pr.i-
0 da um inc 9 devrra cuncluil-rjs uo de 18 meses,
ambos coudos na foruid vincial D286e
H." O pr^ameiilo da imporlancia d'arremalar;iv
re,ili7Hr--i'-hi na forma do artigo' > da mesma Ici
provincial D. :28<.
\.' Oarrcmalaolc exceuendo o prazo marcado pa>
ra conduelo das olira, f>j_;.ir.. unta mulla tic cim
mi| rcis por cada mez, embora Ihe spja concedida
proroaarao.
." O .trrernil.in.e durante a execucao das sobras
proporcionar,, transito ao publico e aos carros.
'. O arrematante sera obrisadu a emprei;ar na
execucao das obras pelo menos melade do pessoal
de senle livre.
7." Para ludo o mais que nao c-Uiver delermina-
n as presenocs clausulas, nem uo un; iikmiio se-
uir-se-ba o que dispe a respeito a lei provincia
\ S-.Conforme.O secretario.A. F. d'Anuun-
iaco
CU?(V(B.
habilitadas. Vi
E para constar te mandouftixar o presente e pu-
blicar pelo aUiario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernambu-
co, 27 de maio de 1856.O secretario, Aulumo Fer-
reira d'Aiinuuci.icao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
!. As obras do calcaineulo da segunda "parte do
primeiro lauco da estrada do l'ao d'Alho, far-su-bao
de couformidade com o ornamento c perlis approva-
dos pela directora em conselho e apresenladns a ap-
pruv.ir.i. do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 4:bur.
.- O arrematante dar principio as obras uo pra-
zo de 30 dias, a devera couclui-los no de 20 raezes,
ambos contados na forma do artigo 31 da lei provin-
cial n. 286.
3." O pagamento da importancia da arrematado
realizar-se-ha na forma do artigo 39 da mesma lei
provincial, sendo melade paga cm moeda corrente, e
oulra metade cm apolices da divida provincial, crea-
da pela lei provincial n. 351.
i.' O arrematante excedeudo o prazo marcado pa-
ra a conclusao das obras, pagar urna mulla de 1009
por cada mez, embora Iheseja concedida prorogarao.
5.a O arrematante durante a execufo das obras
proporcionar transito ao publico e aos cairos.
6.a O arrematante ser obrigado a empregar na
execucao das obras, pelo menos, metade do pessoal
de senle livre.
7.' Para ludo o mais que nao se ochar determina-
do as presentes clausulas, nem uo orrameiilo sc-
guir-se-ba o que dispe a respeito a lei n. 286.
Conforme.()secretario, A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. coulador da thesouraria provincial,
aerviodo de inspector da mesma Ibesouraria, em
curaprimeulo da ordem do Exm. Sr. presidenle da
provincia de 18 do crreme, manda fazer publico
queoo dia 19 je junho prximo vindouro, pen-nle a
junta da fazenda, se ha de aireinatar, a quem por
menos fizer a obra do calramento da primeira parle
do piimeiro lauro da estrada do l'o d'Alho, avaha-
da em 27:940>.
A arrematadlo ser feita na forma da lei provin-
ciiln. li.l de 15 de maio de 1851, e sb as clausulas
espe caos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematado
eoroparecam na sala das sessoes da mesma junta no
da cima declarado pelo meio dia cnmpeleulemen-
(e habilitadas.
E para constar se mandou allixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
ccar retara da thesouraria provincial de Pernambu-
co 27 demaio de 1856. () secretario, A. F. d'An-
nuncis)o.
Clausas especiaes para a arrematarlo,
1." As obras do calramento da primeira parle do
primeiro lanco da estrada do Pao d'Alho, tar-se-hao
de conformidade com o orramento e perlis approva-
dos pela directora em conselho e apreseutadu a ap
provacio do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 27:9409.
2.a O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de 30 dias. e devera' conclai-las no de 16 mezes,
ambos contados na forma do artigo 31 da lei provin-
cial n. 286.
O pagamento da importancia da arrematado ic.i-
lisar-se-ba na forma do artigo 39 dn mesma le pro-
vincial, sendo melade paga em mO"da corrente e ou-
lra melado cm apolices da divida publica, crala ic-
la lei provincial n. :).,,.
1.a U arremtame excedeudo o prazo marcado
para a conclusao d..sobraj pagar urna multa de H05
por cada mez, embora Ihe >ej concedida prorngaco.
5.a O arrematante durante a execoro das obras
proporrionar.'i tr-usito ao publico eaos carros.
6.a O arrematante sern obrisido a empregar na
eioctic.o das obras pelo menos melade do pessoal de
gente livre.
7.a Para too o mais que nao se adiar determina-
do nis presentes clausulas nem no orcamento seguir-
ae-ha o que disaOe a respeito a lei n. 286.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. contador da thesouraria provincial
servindo de inspeelor da mesma Ibesouraria, era
cumprimento da ordem do Eim. Sr. presidente da
i> pharol esla cobetlepara o lado de Mostcrlink
para o S. U. e para o lado de Orsiues 011 ustuares
para o N. ,\. E., de maneira que embarcaroes, que'
conservnrem o pharol avista, patsam livres destas
puntas, as quaes eslao anuas do lado do oeste do
canal.
Como na distancia do comprimento de dua
amarras N. E. para N. do pbarol tica Svarler-skiuir,
e como meio Cumprimento de amarra djqucllc ro-
chedo se acha llafua'S-llue, sobre o qual lia apenas
dona pes.de agua. A lorrcacha-sc na lalitude 59.
12' N. longilude 5- 21' 3|i a l'eslc de tireeowicli.
Pharol lixo sobre folgeroen.
O pharol sobie Folgoroen em Sloksund acha-se
collocado em nina altura de 19 pes cima do nivel
do mar, e be visivel de 5 a 6 imillas, Alumia o ca-
nal do norte, roda por IT.sle, e sul para Oeste.
A lorre acha-se em lalilude 58* 58' N. longilude
5' 20' a lesle l'harol lixo sobre I.cernen.
Esle pharol acha-se enllocado na parle do Oeste
daMIha para guiar pela passagem chamada l.ecr-
osen. Acha-se cm urna altura de 55 ps cima do
m:ir,e he visivel na oistancia .le (i milhas. Alumia
o canal do sul peiu Oeste e mirle para IS. >. E. 't
>'. Como em distancia do rompimiento de tres
amarras ao.N.do pharol, existe um baixo que se es-
lende de l.eeroen .1 duas amarra de comprimento
para o Oeste, terminando em um rnchedo chsmado
Tangekulleu, lendo uuicineiitc sobre elle dous a
Ires ps de agoa.
O pharol acha-se na lalilude de 60" 11' N. lou-
gilnde.0 11' a l'E-lo de Greenwicb.
Todas demarcaroes sAo magnticas.
Por ordem de Ss. Senhorlas.
Assignado, John Washington, hydrograplio.
Repurtir.io hydrograpblca da alniraulado em
Lon ires a 10 de dezembro de 1855.
Este aviso aflecta os seguiules mappas do almi-
raotado : costa do Oeste da Noruega, folha 2 11.
2.101 e Mar do ncrle 11. 2339 ; assim como a lista
de pharocs da Noruega ns. 252 a, b, c 251 a, b.
Jos Agoslinho Barbosa, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
O agente Borja fan leilo cm eu armazem, na
rua do Cotleio 11. 15, de um grande e variado sor-
tinienlo do obras de mareineria, novas e usadas, co-
mo hem mobilias de jacarando, ditas de amarello,
enjertos avulsos, obras ildaouro e prala. relosios ditos
para algibeira,lindos enfeites de porcelana para sala,
bellos qoadrosa Luiz W.iima erando porriio de lou-
ca lina e vulros para servico de mesa,diversos utenci-
lios para casa, 2 caixas com horzezuins de borracha
para senhora, 1 dita dediles para homem.e oulros
minios objertos. etc., que seria tnfadonho mencio-
na-los. os quaes se artiaro expostos no me*mo ar-
mazem para exame dos Srs. prcledenles : quinla-
fer.i, 5 ro corrente. as 11 lloras da nianhaa.
As;-''ncia de iiioes j)iib-
<>s, uariitt i;> Madre do
Da 011 5 2, d j M i e i r a < I a
Silva.
Quattafeira i de junho, ns 10 huras da manlia.
sern arreroaladosmoilosediversos aitigos de mo-
bilia o mullos oulros deouro, minias duzias de pel-
los de couro de lustre, como tambem 2 pianos, 1
nniito novo c outro em meio uso, uina rica prenda
ilc umi.1 escrava moro o bonita figura, e diversas pe-
ras linas, o que tildo est patente, e ser veudido a
conleulo dos freguezes.
O agente Oliveira fara Icilao, por conla c risco
de quem pertencer, de 290 rodas d'arcos de pao pa-
ra barricas, (iti eanastraae saceos com albos, 800 ro-
das de vimes, 30 feixes d'arcos de pao para barri-
cas rontendo 3 rodas cada um, .50 lernas cada
um com lava, escova ealmofaca para limpar caval-
los, e 2:18 du/.ias de rselas para esporas : quinta
fera, 5 do corrente, as 10 horas da maiihaa, 110 ar-
mazem do Dantas, defruntc do trapiche do algodao.
3itt*ctf mvmmw.
Maraaihao e
ara.
*CF
publico, de^deTfTnVflTm. Sr. inspector, que os cx-
ames dos concurrentes *s vagas de prilicnles exis-
tentes na mesma thesouraria, comeror.lu lio dia 1 de
juuho prximo fuluro, e que pulanlo os mcsinos
concurrentes deverao aprcsenlar-e na referida re-
partir!) as 9 horas da manilla do mencionado dja.
Secretaria da thesouraria de Calenda de Pernambuco
em 28 de maio de 18>(>.O oflicial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria de fazenda
manda fazei publico.que nos dios 8,15 e 22 de junho
prximo futuro estar cm prac,a peranle a mesma
thesouraria para ser arrematado venda a quem
maior prec,o oflerecer, um sitio nu lugar da lbura,
que perlcuceu ao bacharel Pedro (jaudiano Bats c
Silva, e que foi adjudicado a 1,1/cn 1.1 no valor de
6O0t}O00: os pretendenles deverao comparecer na
casa da mesma thesouraria, ms referidos dias ao
meio dia. Secretaria da thesouraria de fazeuda de
Pernambuco -JH de maio de 1850.O ollicial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprielarios dos predios urbanos das fre-
guenas desta cidade e da dos A logados, que os 30
das niel para o pagamento a bocea do colredo 2."
semestre da decima do anno linanceiro de 1855 a
1850. se principiam a coutar do dia primeiro de ju-
nho : lodos os que deixarem de pagar, dorante esto
prazo, inrorierao na inulta da 3 \ sobre scus d-
bitos.
O abaixo assignado, cncarresado pelo Exm.
Sr. presidente da provincia do exercicio da vaccina-
rao, como tivesse em dala de 30 de maio recolado
pela presidencia algumas laminas de humor vaccini-
eo c outras, em 31 do me-mo mez pela commissao
de hygieDC publica da II dii-, pedido que se fez em
dalas de abril, faz publico que estilo designados para
este fin os diasqoarta-feira o sabbada de cada se-
mana, petas 9 Ihm.is balda a commissao interina de Ingieue publica.
Keeife l|dc junho de 1850.
I)r. Isnacio Firmo Xavier.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da manda fazer publico, que nos das 3. 10 e 17 de
junho prximo futuro ir) a praca peranle a mesma
Ihesooraria, para screm arrematadas a q-iem maior
prero iiUcrccer, a renda annual das rasas abaixo
mencionadas, perlencenles aos proprios nacionaes.
Os prelendenles devem comparecer na casa da mes-
ma reparlicAo nos referidos das ao meio dia com
seus fiadores. Secrelaria da thesouraria de razando
de Pernambuco 28 de mato de I8b6. O ollicial
maior, Emilio Xavier Sobreira do Mello.
Una casa terrea n. 19 na r.ia de Sauta Thcreza.
lima dita dita n. 21 idein dem.
lu sobrado de dous andares com o 11. II na rua l)i-
reita.
leudo esta reparti(5o preciso de urna caldei-
ra .te ferro, conforme o desenlio que ..presentar aos jjada o brigue i.C.onceirhou, capilao Joaquim Fer-
eoneurreotes pnra a barca deccavarao; o lllm. Se reir dos Santos; para o restante Irata-se com Ma-
inspector manta faser publico ler de realisar o con- noel Alves Guerra, na rua do i'opiche n. 11.
trato d respectiva fariura 110 dia 10 dcjuiiho pro-
Ni-sles seis dias $.';iie
ios|)oilos indicados O 11a-
lliobote LINDO PAQUK
TE, capitao Josi- l'ini.)
Nuiles, pode linda rece-
v:unsvolumes miudos, para osquaei
ttala-se com o cOQSignalario Antonio di
rua do Trapiche n.
Almeida Gomes, na
l(i, segundo andar.
Para o Rio de
''asiei.ro
segu com multa brevidade, por ler
paite da carga ptompla, o brigue nacio-
nal FIRMA, capitao Manoel de Ficitas
Vctor : pata o resto, passageiros e
cscravos 1 frete, para os quaes tem c\-
ccllenles eoiiunodos, trala-se com os con-
signatarios Novaes & C. ua ruado Tra-
piche n. T>'i, primeiro andar.
PAIIA O-KIO KANDE DO Sil..
Scaue com brevidade j.or ler parle do carea en^a-
P3
dous lercos da
> ...
o resto Irata-se com Novis & I..,
ximo, em vista das proposlos recebidas al o mes
1110 da, com quem mais vanljgeo olTerccer a favor
da fazenda,
I. luanla do porl de Pe ii.iinhm o :) de m.iio de
1856. O secielaro, Alaaandre Itodngues dos
Alijos.
V O lilm. Sr. capitao do porto, rumpiindo ..
circular .1.. ministerio da marinlia de 2S de abril nl-
Uaumenle lindo, a qual icfcre-e .1 ordem do Exm. ,
Sr. presid ule da provincia, datada de lioiileiii.man- | Hapielie 11. ; I,
da ju! li.-.ii sj Iraducoea juntas de aviso do alnirau-
lado hni Minien, relativamente a diversospbares.
Capitana do porto de Pernambuco, 17 de maio de
IS.iti.
O secretario.
Alexandre Rodrigues dos .lujos.
TBAUUCCO.
Aus iiaveitantcs.
V. 36.
Baha de S. Diego.California.
Pharol Fso na Pona Loma.
A commissao dos phares nos Esledos-Unidos fea
1 o Porto.
O patacho portugura S. JOS' so
lu' ale o dia lo de junho vindouro, tem
ja'dous lercos da carga prompta: pata
lita
1.1
Para o Rio de Janeiro
sahecom umita brevidade <> brieoe SA-
liITARIO, oqtial tem a maior parle do
carregamento prorapto : para o restante
e passageiros. trata-se com .Manoel Fran-
cisco da Silva Garrico, na rua do Colle-
gio n- VI, segundo andar, ou a bordo rom
o capitao Manoel Jos Kibeiro.
*H0> :iWU>.
No dia 7 de abril do corrente anuo desappare-
ceu a seuseuhor Jos Handcira de Farias, morador
na Itarra do Kio-Formoso, o escravo Hoque, de cr
cabro, de 18 anuos de dade, estatura baita. corpo
regular, pernas um pouco arqueadas, ps largos, de-
dos curlos.cabellus um punco enrridos.denles perfei-
los, seni barlia, c rom alguns cabellos nos peitos ;
presume-seque dilo escravo intitulado forro, se abri-
gaste 111 companhia de pes.oa, que de boa fu o acc-
tou em qualidadc de trabalha tor: sendo assim, ped
o senlior dellc, a quem quer que o pos*.i ler, o obse-
quio de faze-!o prender e remetter, que satisfar
promptamenle as despezas : aos c ipit.les de campo e
pessoas to povo recommenda sua captura, e proraet-
le |iaga generosa por sua entrega, lambem recom-
pensa a quem der noliria certa. Confia das autorida-
des policiaes toda a vigilancia, mordiente intiiulan-
do-sc elle forro, o que infullivelmenle praticar.
Tendo nos sido lestemunbas do asseio c ordem
em que vimos marchar o balalhao do 2.- de fnzilei-
ros, j 1 na chegada do novo presidente 'o Exm. Sr.
Sergio Teixeira de Macedo, e j na retirada do ex -
presidente dcsla provincia, nao podemos deixar de
consagrar um vol de considerari-j e de respeito ao
distincti mejordesse baMlhito o lllm.Sr. Fernando
Machado de Souza. A Ihnpexa c o brillio que tem
tbido munler este cavalleiro honrado no balalhao.
he umi prova da vigilancia e do apurado goslo em
que lanlfraje distingue. Mil louvores, porianio, ao
militar bridso, qae ostenta no desempenba dos seus
deveres tfio grande dedicarao, c por lanos. Ululas
nterereu semprc a conliaura, o respeito. unidos a
gralidao de todos os onl.iaes do corpo. Cintinue u
Ilustrado major nessa estrada de honra e da virlude,
e nos salieremas apreciar ~eus ircstiinosos ollicos.
C inlinua-se a dar dinheiro a juros razoaveis
por penhores, quauti.s de 50 a 400o : na roa eslrei-
la do II isjrto n. 7, e das Coleadas 11. 10, no segundo
andar.
Appareccu um cavalln no dia 21 de maio no
limar do Chora Menino : quem for sen dono, dando
os signaea certas pagara as despezas c o aonnncio.
Precisa-sede una ama que saiba cozinhar.para
casi de pouca familia, sendo m para csse servico :
na rua Angosta 11. 3. sobrado.
Nos Coelhos, defronle do ho-pilal, rasa n. 5,
ha quem tome una crianri para aniaineiil.i:' de lei-
le, pasan lo-se o tiabalho. Na mesma casa lava-se e
engomma-sc para fra.
Precisarse do um IVilor de campo, que seja sol-
leiro, e de coiiliecimenlo de sin peasoa : a tratar na
rua do Collegio n. 25. primeiro andar.
IVdc-se aos Sis. Itulino da Silva llamos e Eva-
risto \ ieira Gavalcnnt de Albuquerque l.ins. que
por favor declaren] as suas moradas, pois se Ibes pre-
cisa fallar a negocios de seus interesses.
Precisa-te de um leilor para um sitio parlo
desta cidade : qoem se quitar nislo occupur, va a
rua de Santa Thcreza, sobrado 11. 2. que adiar com
quem tratar.
Precwa-se de um amatsador, eonhecedor dos
pontos i],\ tnassa, c foroeiro, para tomar conla de orna
paitara em ponto pequeo, nos arrabaldes desla
|>raCa, p.iga-sc bom ordenado : aquello qua s adiar
neslas ciraomtlancias, dirija-se a tiborna da rua lar-
Ka do Rosario n. iti.
Os Srs. Des. Antonio Joaquim da Silva Barata,
Jovencio Alves Ribeiro, MomiiiKOs Antonio Aires
Itiheiro, Antonio Joaquim Crrela de Araojo, -Ma-
noel AiilMiio Moreira, Cinddo de Souza Requlilo,
Filppe Xavier de \lmeida, assignanlesdoReper-
torio .luridicosendo qoeiram recebar o piimeiro
voliime, ilignem-se procura-lo na loja de livros at.
(es, placida Independencia.
BIUEDEKICO III T/MANN.
Avisa ao retpeftavel publico, que estabeleceo-so
com sua leuda de ferreiro, que foi pcrlenccnle Mr.
Alberto, na rua da Snlcdado n. II, ro^a aos douos
de carros que qiiizerem fazer .obras, dar-lhe prefe-
rencia, que serao servidos com a maior perfeirao e
pronipliilao qnc he possivcl assim como ferrar
os cavallosequalqucr ohjeclo pertencenle a ferreiro.
A pessoa que annunciou fazer negocio com um
val passado por Antonio Uorges da Faneca, queira
dirigir-se ao sobrada na praja da lloa-Visla por cima
da botica do Sr- (iamero defroale da matriz, secun-
do andar.
Alberto, ferreiro, |na rua da Soledade u. 11.
avisa ao rcspcilavel pohlico, e commercio em -eral.
que venden a sua tenda ao Sr. Frindrrico llulzmann.
A pessoa que quer fazer negocio com o val do
Sr. Antonio Burges da Fonsera, aununcic sua mora-
da para se tratar do negocio tendente ao mesmo val.
Francisco da Cosa Amaral esta justo a vender
a sua taberna da rua do Corredor do Hisps n. 20 au
Sr. Antonio Jos Barbosa, por isso roga aos seus rre-
dores que Ihe aprsentela suas eonlas al o dia (> do
prsenle mez.
\'aiM*i prara a casa sila na rua das Calradis n.
17 pelo valor de iotlo, depois da audiencia do lllm.
Sr. Dr.juil municipal da seguuda vara docivel, no
da 7 do corrate,
Carlos ClaudioTresse, fa-
bricante de oreaos e re-
alejos, na rua das Fio-
es 11. I9
Avisa ao rospeitavel publico, que concerla oreaos
8 realejos, poe march.s modernas .leste pai/., roncer-
a pianos, seraphinas, caixas do msicas, acordees e
qualqucr Instrumento que apparera, tambem faz
obras novas. iNa mesma rasa lahriram-sc caixas para
jotas, retratos, faqueiros, eartelras homeoptilhicas,
etc. etc., as mais ricas e elefantes possvel,
ialii de dans.
Manoel trancisco de Souza Ma^alhaes partirijia
ao icspeilavel publico, que a sua sala de ensillo daus.i se acha aberla na rua das Aguas-Verdes 11. (i:
quem de seu prcstiiun se quizer utilisar, dirija-se a
mesma sala das 0 as ti horas da mauha e de
meio illa as 3 da (arde. O mesmo dar lires lias ca-
sas dos pretendentess huras coiivcucionadas, tam-
beui dar nos collegins pelo prero que os musios li-
vercm marcad js.
Precisa-se alug.ir um negro para o serviro ex-
terno de uina nadarla : quem ver dirija-se a rua
dos Pires u. 41, cu aununcic a sua inorada para ser
procorado.
.lii'0 c protesto.
II. Barbara Mara da Silva Seixas, por si o como
bstanle procuradora do seu esposo Nuho .Mara de
Seixas. vendo no i.lliariM de l'ernainbiicon de :M do
corrente maio, um annuuclo de Sr. Novaes i\.
(.'iinpaiihia e de Aureliano de Almeida Rodrigues
Izacc, intitulados administradores da massa qnenella
fora declarada fallida, chamando os credores do seu
referido esposo a appresenlar-lhes os scus ttulos na
conformidade do artigo 850 do cdigo eomu, e
dizendo-se Horneados pela maiora dos credores :
se apprc-sa a declarar, e a protestar solemnemente
contra cssa hornearan ; primeiro, porque nao houve
maiora real nessa alludida reuoiio do dia 23 de
maio ; por i-so que o numero dos credores legal-
menlo habilitados, que a ella comparecern! e vota-
ran] foram apenas tres Srs. Novaes 8c, Companhia.
como procuradores, llr. Adolpho Ovaloanli c Jo
Jernimo Alonleiro que havia sido declarado habili-
tado como credor dircelo por um julgamento do Sr.
juiz llr. Oliveira Macicl na s.-ntenra de desempate,
quando alias seiitenras pastadas em julgameulo pe-
los superiores trbonaes do Bio de Janeiro, o de-
clararan! procurador deCotesworth PowlKv Prycr,
de Londres ; sendo que os oulros dous volaulcs
pretentos credores : Sr. Iz;iac nao poda represen-
tar a Emeiy i\. Companlun, do Rio porque fall-
ramo de cuja administrarlo 011 dos mesmos com au-
torisacAo dos administranres ou scaes- da sua
massa, nao havia recebido novos poderes ; e o Sr.
Mosquita llulra, porque uo cram ressouarios le-
gaes de Francisco Alves da Cunha, em face das leis
respectivas : segundo, porque anda que os dous -dos
eineovotantes] podettem votare ser votados a no-
mouc,io do Sr. lute be nulla ipso jure, por nao re-
presentar : pnmeiru, amassa fallida l-'.inei \ k\ C. nu
i. F. Emerv por falla de poderes nov.os ; segundo,
porque leve o voto do sogro o Sr. Mon'.eiro, o que
he |irohibii!o pelas le-, c pulas razes exposlas a la-
rra assiguada protesta solcmuedade contra lodos os
actos que dessa administraco dimanaren], como
ja o seu esposo importunamente em julho de 1851
o litera. Contra lodos os actos dimananos do curador
fiscal Sr. I.cmos Juuior Ov Monteiro, e onlres,
no protesto que abaixo se segne, e que existe an-
uexo aos actos da laUencia.
Barbara Mara da S'lta Seixas
Itecife 30 do maio de 1836.
1>iz Nuno liara de Seixas. que acbando-se V. S
por determinarao de um juiz ncompclenle, qual
he o municipal da segunda vara, com jurisdir.lo
commercial, procedenJo a aposirao dos sellos uos
livros c bens to supidicanle, o qual foro, alias, a
requerimento de Jos Jeroiiymo Uonteiro, nella c
incompetentemente declarado fallido por scnlenc,ada
quello juiz, em que sotiresahem nao si. a injustira
e iniquidade como o deeprezo o m.s absoluto da
legitlajo commercial existente, c de todos os prin-
cipios que regulan a materia, he do dever do mes-
mu su[.plicaute, ni 1 deixar naaaar desapercebido
um laclo, que lano compromclle a sua honra e in-
teresses ; e por isso vem pelo presente protestar,
como protesta contra a referida apposico dos sel-
los, e de ledas as suas consequenciea para om lem-
po ron\cnu nte usar quem a ella deu causa, como lambem conlra o juiz
que a ordenon, a contra V*. S. e mus pessoas que
eslau dando execurao aquella senlcnca proferida
com manifesta nfraccao das leis ; e por lano, re-
quer que, vislo eslar-se (ralauo da menciouada ap-
posicAo de sellos, V. S. Ihe mande lomar por termo
o seu protesto e iulima-lo 00 supplicado, pelo que
pede a V. S. lllm. Sr. juiz de paz da freguezia de
San Fre Pedro Gonealves, do primeiro distrclo, que
assim o mande.E R. M.-Vano Alaria de ;cija*.
Desiuirho.
I'ome-sc por termo o protesto do upplcante.
Primeiro distrclo do Bccife, 2 do julho de 1851.
.Vilceira.
Protesto.
Termo de protesto que faz une Mara de Seixas.
Aos dous dias do me/, de julho de 1851, ne-la fre-
guezia de San Fre Pedio Ijoncalves, cm casa da
morada de Nuno Mara de Seixas, em urna das sa-
las da mesma casa, aonde foi viudo o juiz da mes-
ma freguezia, o capilao Francisco Jos Silveira
commigo escrivao do sen cargo, para effito de se
prem sellos em seus bens, papis c o mais que
he determinado ; e sendo ah foi-me entregue pelo
mesmo Seixas 11 requerimento retro para cll'eito
de se tomar por jermo o protesto requerido 110
iclendo reqiicrimcuto : e purqne se achasse des-
pachado pelo juiz de paz cima declarado, tumei
por lenno o mesmo protesto, o qo.d versa sobre
o allegado na mencionada peliro retro, peranle as
teslemuulias abaixo assignadas. E de cuino protestou
aatignou n termo com as letteniunhas.
Eu, Manoel Joaquim da Silva Rdieiro, escrivao
o eserevi.Niuin Mara de Seixas.Manoel do Nas-
cimento da Silva Bastos.jse Antonio da Silva
Vianna.
.'3 Convida-se a todos os lillios de Q
13 Sergipe de qualtpier posicao que c]3
'.'} sejam, residentes nesta provincia, ^-
;*3 acomparecerem no dia do cor- '.,':
-;'3 rente, pelas ~> horas da larde, 11.1 ']';
-;)$ rua deCrespocasa n. I primeiro '.];
i'}, andar, para tratat-se de negocio Q
;]$ de milito interesse e ntilidade pa- -;'J
;'3 ra aijuella provincia : espera-se -"'3
Q. de todos os Sergipanos (|ite leem -,[':
-;; verdadeiro amor pela prosperida- .'[
-.[" de doseupaiz, quenao deixem de .'
:.': comparecer a esla reiiniSo. '.";
rr i&'uil'li -.' Wa-w'j .-' .' -.' .^' .?".;>*
rugi do engenha ^liiriiipquiuha no dia 25
para amaiihecer o da 2(i de maio, o tseravo pardo
por noni" Vicente, o qual foi comprado ao Sr. Es-
levao Jn Paes Brrelo no engenho Campo-Alegre,
cujo escravo lem os signaos raguinlaa ; baixo, tecco,
priucipitudo a b.iibar.com mallasetpiahai na cara :
ro^a-se as autoridades (pie najara le o a|iprehender
o levar au engenho Muribeqiiinh i ou em casa do Sr.
Manoel Eleulerio do llego Barros no pateo do Ier-
ro n. 11 : o senlior do dito escravo protesta rontra
quem o livor eccullo.
Anlonio Ferreira Piulo, lem justo c Iraclado
sociedade rom :. seu caixeiro Mancel Jos Lopes tiui-
maraes cm perceber melade .ios lucros Mires .le des-
pezas que houverem, segn tu o tracto feito, na sua
taberna n. 3. no largo do LivramenlO, o por isso
na qualid.nl' da socio gerente, totorlsado a vender
o comprar ledo quanlo nece-sario fr para a dita ta-
berna, dcbaixo da firma de Pinto j| Uulmantat, fi-
canilo o annuncianlo incumbido do fazer os paga-
mentos dcbaixo da mesma firmada Pinto A; l.ui-
maraes. o por isso faz o presente anntiurio.
Recite I de juuho de 1836.
Os abaixo assigndos fazem tjenle ao rcspci-
lavel rerpo de commercio, que le -u. dssolvido anii-
gavelmenlea tueiedade que linham na h>ja detir-
sueiro sila na rua larga do Rosario o. 2i, cuja loja
girava rom a firma de Costa c\ PnntSCO, licando o
socio Anlonio Joaquim Paliasen responsavel pelo
activo e passivo da exlincta firma. Ilecifn 30 de
maio de IH'iti.Jos Ribeiro la CosaAnlonio
Joaqun] Panasco.
O abaixo assignado faz ver a quem coaver,
que ninguem faja negocio cora a taberna sita na
Ctpunga e um bilbar e mesmo com oulros quaes
quer bens pertencentes a Francisco Joaquim Duarle,
pjc oslaran tugeitotao pagamento de una letra que
ja se acha em uizo, c consta que o dilo Huirle os
qu?r vender c retirar-se, para n.lo pagar a quem
deve.Procurador, Antonio Francisco da tisla
Braga.
Pergunla-so a mesa rogedora de N. S. do l'er-
coseem sua igraja existe errrta irmaodade deS.
lula, c se levo sciencia da elcn.ao adtninislraliva
hontem publicada.
I m irni.io.
Precisa-so fallar com o Sr. Benedicto de Bar-
ros Vasconccllos, cm Saulo Amaro taberna de Jos
Jaciutho de Carvalho.
Precisa-se de una mullir.- da boa conduela
p.ira tratar de dousmeninos na rna da Cadeia Vc-
Ihan. 15.
Offereee-te um escravo crioulo para servir de
criado a alguma casa cslrangeirj, o mesmo he hbil
em Iralamenlo de cavallos, pois sempre servio de
criado, laivibein pode ser boleiro ou copeiro por
253 rs. mensaes: quem o pretender drja-se ao 1er-
cero andar do sobrado da rua da Aurora n. 56, on-
de foi o hotel d'Europa, ou anndtocie para ser pro-
curando.
Caixn filial do Banco do
Brasil cm s'ernainbuco.
A directora da caixa faz. publico, pie
os discontos da semana que decorre de 2
a 7 do corenle, sero ici los sol> a ta\a
de9 por cento ao anno. Recife "2 de jn-
nliode 18.")(i.Antonio Marques de Amo-
tni, secretario.
Moje deve sahtr no Liberal Per-
nambu^ino ama charada, e para os
leitores nao secansarem damos logo a dc-
cil'racao, a qual lieSAPOTT.
11 r.ui-elheir.i .lo-e Bcnto d Cunha c Figuei-
redo, tendo de sesuir para a corto alim de tomar
astalo na cmara dos senhores depalados, e nao
podendo despedir-se pessoalmente de todas as pesso-
as que o tem sempre obsequiado com a sua amizade
e visitas, o faz pelo presente, rogando-Ibes que se
digiiem de aceitar o siuccro ollcrecmenlo do seu di-
minuto prestimo.
Francisco Gomes Castellao, ejos (joni;alves
Vieira, fazem scicnle ao publico, e particularmente
ao corpo de romiiiereio, que dissolvcram jamgavel-
mente a sociedade que girava.sob a firma de Cas-
tellao & Vieira, licando lodo o aclivo, e passivo dcs-
la osa a cargo do socio Francisco Comes Castellao
desde o dia primeiro do corrcnlc mez de junho.
O senlior que lem um penhor em poder do
abaixo assignado, e que mora ou morou em Olinda,
baja de o ir tirar : se o nao fizer, sera' publicado
sen iiome por extenso.
Jos Jacinlho de Carvalho.
VTTE^VO.
"3 ti l*r. tranca c l.eile, medico operador <9B
:\i participa ao respeilavel publico desla cap- |T
m tal, que lixou a sua residencia na rua Nova z\
n. II. primeiro andar, onde pode ser procu- ;;'
iffl rado para o exercicio de sua prossSo : con- i,5
.''i sullas lodos os das, das S a's 10 da ma- 'i
;;K nh.la. Espccialidade.molestias syphili- X'x
r., ticas. y*
Precisa-se de um menino para cai-
xeiro de uma taberna c d fiador a sua
conducta : a tratar na*ruadoGollegon. 3.
O tiliaixo assignado roga a lodas as
pessoas que Ihe estSo a dever, o obsequio
de me mandaren! pagar ate o dia 13 do
con ente, por cujo obsequio Ibes licara'
milito penhorado. Hecite '2 de junho de
1850.Dr. Lobo Moseozo.
Fugio no dia I '.I do mez passado uma
preta cnoula de nome Isabel, de idade
trilla c tantos annos, baixa, magra, ca-
laolba, temos dedos dos pea e mitos mili-
to cabecudos e estes com falta de unKas,
tambem lem as costas com marees de sica-
tiiz.es, be omito ladina e regrsta : quem
a pegar leve-a a rua da Cadeia-Velha do
Itecife n. 2, loja de Joao Pereira Mouti-
nho, que sera' recompensado.
Precisa-se de urna ama de leite, pa-
ga-se gencrosamenl'. : na esquina do
beceo rio Serigado p.1ir>, segundo andar.
Nb dia l de maio prximo lindo,
desappareceu ou lugio do sitio das Ro-
seias do tenente-coronel Joaquim Elias
de Moura, o seu escravo Ado Quinta-
leira, ollicial de sapateiro, tem as miios
aleijadasdo officio, idade "20 annos, cor
fula, principia a barbar, bastante feio de
cara, nariz chato e grOSSO, estatura vegu-
laresecco docoipo: iiucm o pegar ou
delle liver noticia, va' ao dilo silio das
Roseiras, defronte da capeUa do Rosari-
nho, quesera' bem pago.
LOTERA Di PROVINCIA.
O lllm. Sr. llasoureiro manda fazer
publico, que se acham a' vendaos bilbe-
tes, nietos e (piarlos da qliarla parte da
quarta lotera do Gymnaso Petnambu-
cano, cujas rodas andam imptiUerivel-
meule no dia 7 de junho prximo futu-
ro, uo saJao do convento deNossa Senho-
ra ilo Carino. Thesouraria das loteras
2!l demaio de 18.">f. t) escrivao, Anto-
nio Jos Duartc.
iA O Dr. Joao da Silva llamos, leudo re- tjt,
,' ^ressado a esta cidade, contina a residir Vi7
(At na rua do Cabogi n. 10, onde recebe as /*
T? pessoas que o quu.crem consultar, das 8 as Jj?
1$} 10 da inanbna, e das \ as 1 da tarde; bem sa
. como se presta u ir vilitar com prompti- /(.
^B dAo os docntes em seos domicilios. *$)
x @S @@ : @^@^S$
Pt L'cisa-se de um escravo para tra-
tar de dous cavallos, c tuna pela co/.i-
nheiraforra ou escrava, para casa estrau-
geira: a tratar na rua do Trapiche n.
12, escriptorio.
-s-Jose Antonio Moreira Dias iS, C., fa-
zem scienle ao respeilavel publico, que
leem o seu escriptorio na ruadas Laian-
geiras n. I \.
Aviso iitiportiiiitissitiio ao
resueitavel publico.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeilavel publico, que os Srs.
Jos Fortunato dos Sanios Porto, esl ibe-
lecido na ruada Cadeia u. 45, e Anlonio
Augusto dos Santos Porto, estabelecido
na praca da Independencia ns. 37 e 5!l,
e na praca da Independencia n. -, loja da
Sra. vmva Basloij, esliio encarregadosa pa-
gar todos e quaesquer premios que sahi-
rem em seus bilhetes, meios e eptartosdas
loteras da provincia, nao obstante serem
vendidos por otitros, tra/.endo a rubrica
de Salustiano de Aquino Ferreira, sen-
do os premios grandes sem o disconto de
S por ccnlo do imposl j geral.
Pernambuco oO de maio de 18 (i.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
ios carros fne-
bres
Sobre a admitstracao do
Agr.*
Ciironle a secretara d polica acha-se este es-
lahelerimento em um arnia/em prrtenrcnlc ao con-
venio da S. Francisco, prvido de carros, tanto para
anjos romo adultos, de todas as ordens que menciona
o regalamenlo do ceroilero, nbreaahiodo entre to-
dos os de primeira, por altarera pimoiamcnte suar-
| nacidos de novo ; assim como encarrega-ae do lodo
quanlo he mister para o desempenho de qualquer
enterro, sem que ai parles lenham o menor iiicoin-
modo, podendo ser procurado no mesmo arma/.eni,
ou na rua do (.loeimado n. 1, e na da Cadeia do Sen-
t Antonio n. :t.
Alagara-te duas escravas, que laiban lavar a
ongommar com perterao : quem as tivrr, drja-se
a' rua da matriz da BoV-Visla n. -Jl', legando andar,
sobrado junto ao do Exm. Sr. barao de Gapibaribe.
A QUEM INT1KESSAK,
Joaquina Jeronyma de Jema, vuva de Jubilo
l'orlclla da Silva, leudo de por os negocios do sua
casa na inetor ordem possvel, declara e pede, que
se ha .ilcncm com direito de ser por qu.-lquer frmf
I eu credor, por ttulos vencidos ou a vencercm-se,
baja de, no prazo deS das, contados da dala deste.
i rnteinlcr-se com a aniuiiiciante cm ua rasa, na rua
do l.iv ramala, sobrado do um andar n. 37.
I'iccsa-so iilus^r urna tierra ou neuro captivo
; que saiba eozinhar, para casa de poura familia, i>i-
a-M bem : na rua eslieita do Itosario a. 17, tegua-
do andar.
Ua-ta ale I6V por uma casa Icrrea as si-.-ain-
let rilas: f.ru/es, Cambn.i do ('.armo, llortas, paleo
do Hospital, dito de S. Pedro, rua de S. francisco :
quem a liver c quizer alagar, procure na rua estrel-
la do Itosario n. 17, segundo andar.
Claudio Dubein bus scienteque sa-
hiram de sua casa os seus dous cai.xeiros
Jote Antonio Moreira Dias e Antonio Ce-
zario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.
Persnnta-se ao Sr. IhesonreSre dat loteras aon-
de eilll os scus l)ilhelc< i venda?
ESTRADA DE FERRO
do heije uo S. Francisco.
Os directores da companhia da estrada
de ferro do Recife ao San-Francisco, tem
feito a chamada da segunda prestacao de
duas libras esterlinas sobre cada accao na
dita companhia, a qual deve ser paga at
odia t de julho de 1856: no Bio de Ja-
neiro, em casa dos Srs. Haua' Me. Gre-
gOr&C,; na Baha, em casa dos Srs. S.
avenportdt C, c em Pernambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista
que nao realisar o pagamento dentro do
termo indicado, podera' perder todo di-
reito as acees, sobre as quaes o dito pa-
gamento niio tiver sido eiectuado, e em
lodo caso lera' de pagar juros pelo tempe
que decorrer entre o dia indicado para o
pagamento e a sua realisacao. Recife 14
de maio de IS.Por ordem dos direc-
tores.S. P. Verckcr, thesoureiro.
Antonio de Souza Pinto e Manoel de Souza
Pav, subditos portagaezes, relira-mse para t.ira'.do
imperio.
Precisa-so jle uma preta escrava, que saiba
tratante meninos e cuidar da sua roopa : quem a li-
ver dirija-te ao sobrado n. 8 da rua de S. Francisco,
como quem vai para a rua Bella, para Iralar do
ajuste.
Anda [acido o escravo prelo de nome Manuel,
de irjr.in. eslalnra baixa, cor preta, pouca barba,
pernas arqueadas ; levou camisa de madapoln, cal-
r.a de aan&a amarella : roga-se a qualqoer autorida-
de policial ou capitao de campo de o apprehender e
leva-lo a rua do Vigario u. 5, ou na rua da Penha
n. :), qnc ser.io recompensados.
No dia ) de jonho deve se arrematar em hasta
publica do Dr. juiz de orphaos, a cata terrea n. 100
sita na rua Direita, levada a prara a requerimento do
lutor dos orphAos inleressados, avahada em 2:000; :
os prelendenles compareram na tala das audiencias
no indicado dia.
RVPE HE LISBOA.
llavera continuamente a 50 rs. a oita-
va : na rua da Cadeia do Recife n. 15.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
Nao se tendo reunido numero sullici-
entede senhores accionistas da dita com-
panhia para Iiaver assembla geral, con-
vocada pela terceira vez, o Sr. director
convoca-a pela quarta vez para o dia 7>
de junho prximo futuro, aomeio-dia, no
respectivo escriptorio; scientilicando-se
aos mesmos senhores accionistas, de que
a administraciio da companhia nao decre-
tara' o 10- dividendo por ser semelhantu
acto urna manifesta nfraccao dos estatu-
ios, e menos anda proceder' a eleicoes,
altentas as razes constantes da acta abai-
xo transcripta. Escriptorio da Compa-
nhia de Beberbe 20 de maio de 185t.
O secretario, Luiz da Costa Porto-
carreiro.
Acta da scsso para assembla geral, em
27 de maio de 1856.
Aos 27 dias do mez de maio de 1856,
nesta cidade do Becife c escriptorio da
Companhia de Beberbe, presentes oSrs.
director Joao Pinto de Lemos, e mais
memhros da admnstraco abaixo assig-
nados, o mesmo Sr. director abri a ses-
siio, e tomando a palavra expoz a' adini-
nistracao, que tendo-sc convocado para
hojea reuniao da assembla geral, pela
segunda ve/., dever-se-hia por em execu-
cao a disposicao do art. aqditivo ao 10
dos estatutos ; mas <|ue era de parecer que
seh/.essc nova convocaciio, pois tentjo ape-
nas comparecido o Sr. accionista barao
de Cimbres, segur-se-hia da execucao ri-
gorosa do referido artiga addilivo, que a
administraciio se constituirla em assem-
bla geral, o que por certo nao he o es-
pirito dos estatutos determinando a reu-
niiio dos accionistas em assembla geral,
e incumbindo a esta o exame dos actos da
administracao, a eleicao da que Ihe deve
succeder, etc., e linalmeute que Ihe nao
pareca decente a adminislrarao preva-
lecer-sc da ilisposicao do citado artigo ad-
ditivo, e proceder a's eleicoes, pois que
de semelhante resolucao muitos males po-
deriamprovir, ja' a reputacao dos Srs.
membros da administracao, ja' aos inte-
resses ifa companhia, uma vez estabeleci-
do o precedente. Besolveu-se unnime-
mente pelo parecer do dito Sr., que de-
signou o dia 50 do corrente para a reuniao
da assembla geral, friendo-seos annun-
COS devidos na forma dos estatutos. E
nada mais havendo a tratar, levantou a
tetsSo, da qual para constar faco a pr-
senle acia. Eu Luiz da Costa Portocar-
reiro, secretario, cjue a eserevi.
Instrue^ao moral e reli-
giosa.
Esle compendio de historia sagrada, qae foi ap-
provado para insiriicraii primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvaciioa 18600 rs., passa a ser
vendido a l5>000: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Aviso.
Os abaixo assignados administradores
nomcados pela maiora dos credores da
massa fallida de Nuno Mara de Seixas, na
reuniao que leve lugar em 25 do corren-
te, cm presenca do Exm. Sr. Dr. juiz do
commercio, por ordem do mesmo, eem
conformidade com o art. 8.V.) do cod.
romm., convidam os credores da mencio-
nada massaaapresentar-lhes os respecti-
vos titulos, no pra/.o deoito dias a contar
desla data, na rua do Trapiche n. 54, pri-
meirojindar. Becile50 de maiode 1856.
Novaes & C.Aureliano de Almeida
Rodrigues Isaac.
Precisa-se de um caiieiro com pralica de ta-
berna, qua do conhecimeulo de sua conducta ; na
rua da Crol do llecfo n. :tl, so dir quem precisa.
Arrenda-se urna olaria no luaar dos Remedios,
rom barro para toda a qoaldade de obra, nma ca-
noa do serviro da mesma olaria, dous asedenlo tor-
nos, e lodas as proporroes para bem se trabalbar : a
Iralar no caes do Ramos, sobiado de dons andares,nu
primeiro.
Gratitica-M generosamente aipiem
levar na rua do Collegio n. 15, arma-
zem, ou nu rua das Cruzes n. 11, segun-
do andar, uma ama de leite que tenha
boas qualidades.
O abaixo assqnado avisa a sena credores, que
no dia W de juuho prosimo, lem de dar a inventa-
I rio os bens do seu casal,pelo tdllecimcnto de sua mu-
I Ihtr Anua Jo .quina dos l'razeres Mello : portanlo
j compare.; un por s ou procuradores, oesse da, i sua
morada, alim de leualisarrm soas dividas, na rerte/.a
i deque as pretende declarar para screm altendidas
romo Tor de direilo, Engenho do Verde, na comar-
ca do Bonito 'J- de maio de ix.'ih.
Antonio Corroa Pessoa de Mello.
Precisa-se de um bom cozinhero para bordo
! da barca braiileira Amizade : quem se achtr ha-
bilitado para isso appareca a* bordo da mesma barca,
que se acha fondeada em frente do trapiche do algo-
dito, a fallar com o capitao.
Kaz-se todo e qualqner negocio com om val
passado pelo Sr. Antonio Borges da Fonseta: a qoem
convier annuncie para se Ihe fallar.
Precsa-sc de uma pessoa que coziohe bem,
paracasa.de homcm sotteiro ; da-se preferencia a
escravo : na roa do (ueimado n. 53.

MUTTCT
ILEGIVEL


PIMO I MIHIBoCO TOg FIA 3 ti JUHHO BE I8S6
,
Terceira edi^ao.
TRATAIEITO HOIOPITHICG.
Preservativo e curativo
DO
CHOLERAHORBUS.
PELOS DRS
para
instraec ,o aoDovoparase podercurariesta enfermidade, administrndoos remedio mais eflicazes
traatalha-la.emquauto serecorreaomedico.ou mesmo paracura-l ai udapeudente desle i nos lagares
,b,XrdUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DK. P. A. LOBO MOSCOZO.
EslesdousoposcnloiconlniasindiaacOesmaisclarase precisas,e pela suasiropleseconcisa esposi-
caoeslaao alcance de todas asintellisencias.naoi pelo que diz respeiloaos meioscuralivos.comoprin-
cipalmenle aos preservativo 1ue temdado os mais salisfactoriosresallados em loda aparte em que
alies lem sido postosem prattca. ....
Sendo o tratamenloriomeopatnicoo unicoque tem dadni;randesresultadosnocuralivndestahorii-
velanfermidaite iulcaroosa proposito Iraduzir restes dous iinporlaules opsculos cmliugu vernaci-
U. para desiste facilitar a si.a leilnra a quem isno.e o francer.
Vende-se nicamente no Consultonodo traductor, ra r os medicamentos precisos e boticas de IS tubos com um Irasco de tinclura 15}, urna dita de 110 tubos Cun
quatro e 2 frascos de tintura rs. 25p(XI0.
i
|
.PEORAS PRECIOSAS-1
m Aderecoi de brilhantes, *
5 diamantes e peroles, pul-
5 cairas, altinetes, brincos ;
S e roietas, botes e anneis j*j
de differcnlcs goslos ede
diversas pedras de valor.
*
M
8
r4
Compran), vendem ou *
trocam prala. ouro, bri-
lbantes.diamantesepero- .?
las, e ontras quaesquer S
joias de valor, a dinheiro ^
ou por obras.
MBa6aE3BS8'*aBS*.3EaS:.*
10REIRA k DiRTE.
I.OJA DI M1R1TC?
Ra do Cabuga n. 7.
lleccbem por to-
dos os vapores ila Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
"' MMK MU
*:
M-NMg
OURO E PHAT.\. 1
i*i __ *fr
3 Adereros completos de *
1 ouro, meiosditos, pulcci* V
* ras, alfineles, bnucos e *
\ rozelas, cordes, trance- *
- lins, medalhas, correntes
Sj e enfeiles para relogio, c *
gj outros muilos objertos de
m ouro.
H Apparelhos completos, i
;$ de prata, para cha, ban- J
.>, dejas, salvas, casliraes, t*
n colheres de sopaedech, jt
Sj e muitos outros objectos j
es de prala.
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre?o commodo como eostumam.
REPERTORIO DO 1EDIC9
HOllEOPfiTrU.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
e posto em ordem alphabelica, com a descripco
abreviada de todas as molestias, a indicarlo physio-
logica lherapentiea.de lodos os medicamento* ho-
meopalhiros, seu lempo de aceito e concordancia,
seguido de um diccionario da sgai8ea<3o de todos
oetermns de medicina cirurgia, patio ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO 10RAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscaros scu
ejemplares, assim como quem quizer comprar.
: *
S J. JANE, DENTISTA,
9) contina arecidir na ra Nova n. 19, primei- 9
Sro andar. S>
399* sasm
Na loja do sobrado n. 15 do pateo da ribeira de
S. Jos, lava-se e ensomma-se com muita perfeirao
eaceio, e coma maior brevidade possivel.
Paln Nash 4 Companhia declaram que Jo3o
Tedro Jess do Malta deixou de ser seu caiieiro desl
deliontem H do cerren'o mcz. Recite 15 de abri-
de1R56.
Massa adaman-
tina.
Francisco Pinlo Ozorio chumba denles com a vcr-
dadeira manso adamantina e applica ventosas pela
atrcelo do ar: pode sor procurado confronte ao
Rosario de Santo Antonio n. 2.
ARRENDAMENTO.
A loja e armazem da casa n. 55 da ra da Cadeia
do Kecife junio ao arco da Conceirao, aelia-se desoc-
copada, e arrenda-se para qoalquer eslabelecimenlo
em ponto grande, para o qoal tem commodos sufli-
cientes : os prelendentes enteuder-se-ho com Joao
Nepomuceno Uarroso, no aeguodo aodar da casa o.
57, na roesma roa.
PUBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico
Esl* publicaran fer sem duvida de utilidtdc aos
prncipianles que se quizerem dedicar ao exercicio
lica as principis a mais frequenies ocenrrencias ci-
>is, orphanologieas, commerciaes eecclesiaslicas do
nosso furo, com as remisses das ordenarse*, leis,
avisos e reglamentos por qae se rege o* Brasil, e
hem assim resolucdes dos Praiistas antigos e moder-
nos ero que se firmam. Coolm semejantemente
as decirte*, das qaestoes sobre sizas, sellos, velhose
novos direitos e decimas, sem o trabalho de recorrer
i eollecrao de nossas leis a avisos avulsos. Consta-
r de dous volnraesemoilavo, grande francez, eo
prmeirosahio Inze est i venda por 89 na loja de
livrosn. 6 e 8 da prafa da Independencia. Os sr
nhores subscriptores desla publicarlo existentes em
Pernambnco, podem procurar o primeiro volume
a loja de livros cima mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Brito, praca da
Constituida; no Marauhan, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; e no Cear, caa do Sr. J. Jo-
co de Oliveira.
Deposito de pia-
nos

J. 1\ Vogeley avisa ao respeitavel pablico, que
muden o seu deposito de pianos do primeiro andar da
rua.Novaii.l, para o armazem n. 27 da mesma
roa, esquina da ra da Camua do Carmo, onde se
encontrara os mais ricos e os melhores pianos'al
agora sppareeidos ntsta praca, sendo elles feilns s-
mente por encommenda, e pelos mais acreditados fa-
bricantes como de Rachals, Traumann, Uamburgo e
W. Saiseohoff de Bremeo, e oulros muilos fabrican-
tes da lEuropa ; os quaes se vendem por mdicos
precos e garantidos. O eslabelecimenlo estar aberto
al ai 8 horas da noile para a commodidade das fa-
rniliai etc., que quizereui ver e experimeular os ins-
trumentos.
: mm e opiato amicho- :
S LERICO S
DO
OR. ANTUNES
S Esle doui medicamentos condecidos por
igrandes resoltados, no Iralamento do 9
CHOLERA, vendem-se, acompanhados de m
I om folheto, na pharmacia de Luiz Pedro das
Neves. roa da Cruz n. 50. 9
Preco de 2 vidroi e 1 folheto 33000, de JS
I caixa 759000. ^^ S
Na fabrica de calcado
francez do aterro da Boa-Visla precisase de ofliciaes
de sapateiro para obras linas, paga-se bcm.
Aosenlouse de casa de seu senbor o prelo Jo-
vencio, idade deJOannos, estatura rcgolar.cr mui-
lo prela, lie cozmheiro : quem o apprehender e lear
a casa de l.uiz Gomes Ferraira, no Mondean, Mr
bem recompensado.
Claudio Dubeu\mudou oseueterip-
fio para a ra da Cadeia de Sanio Anto-
nio n. 15.
Trocam-se olas do Banco do Brasil por se-
dulas : na ra do Trapiche n. 40, segundo andar.
ROB I.AIFECTEUR.
O nico autarisadu por decisSo do conscllio real e
decreto imperial.
Os mdicos doshospitaesrecommendam o A.Tobe
de l.allerteur, como sendo o nico autorisadj pele
gorerno, e pela real sociedade de medicina. Esle
medicamento d'uin goslo agradavcl, e fcil a tomar
em secreto, MU cm uso na inarinha real desde mais
de 0 aunos ; cura r.i.li. alenle em ponen lempo
com pouca despeza, sem mercurio, as alTecres da
pelle, impingeus, asconsequencias das sarnas,*ilce-
ras, e os accidentes dos parios, da idade critica, e
daocrimonia hereditaria dos humores; ronvem aos
catarrlios, a bexiga, as contracres, e a fraqueza
dos orgilos, procedida do abuso das injeecocs ou de
sondas. Como anti-s> iihilitico, o arrobe cura em
pouco lempo os fluxos rcenles oo rebeldes, que vol-
vcu incessantes em coosequencia do emprego da
copahiba, da cubeba, oo das injcrres que repre-
senlcm o virus sem neutralisa-lu.* O arrobe Laf-
fecteur he especialmente rerommendado contra as
doen;as iuveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao
iodurelo de potassio.I.isbua.Vende-sc na boti-
ca de Barral e de Antonio Feliciano Alvos de Azc-
vedo, prara de 1). Pedro n. ! gar urna grande purr.o de garrafas grandes c pe-
quenas viudas dircrlamenle de l'aris, de casa do
dito Bo\veau-I.aHcrtcur 12, ra Richeo i Paris.
Os formularios do-so gratis cm casa do agente Sil-
va, na prara de l). l'cdro n. 82. Porlo, Joaquim
Araujo ; Babia, Cima & 1 rmaos ; Perriambuc,
Soum; Rio de Janeiro, Rorlia & Filbos ; e Morei-
ra, loja de drogas ; Villa Nova. Jo.lo Pereira de
Maga tes l.eile ; Rio Grande, Francisco de Paula
Couto tV C.
C. STARR & C.
respetosamente snnunciam que no seu extenso es-
labelecimenlo cm Santo Amaru.continan! a fabricar
com a maior perfeirao e promplidao, loda a qna.li-
dade de machiuisuto para o uso da apicultura,
navegado e manufarlura ; c que para maior com-
modo de seus numerosos freguezes e do publico
em grral, teem alierlo cm um dos graudes arma-
zeus lio Sr. Mesquila na ra do Brum, alraz do
arsenal de marinha um.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo scu eslablecimcuto.
All adiaran os compradores um completo sorli-
menlo de. moendas de caima, com todos os melbo-
ramcnlos lalguns dcllrs novos c originaes] de que
a experiencia de muilos aunos lem mostrado a ne-
cessidade. Machinas de vapor de baixa e alia pros-
sao, taixas de lodo tamaito, tanto batidas como
fundidas, corros de miloe ditos para conduzir for-
mas de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dilo, foruos de ferro balido para fari-
uha, arados de ferro da mais approvada conslruc-
r,lo, fundos para alambiques, crivos e perlas para
fornalhas, e urna iulinidade de obras de ferro, que
seria enfadouho enumerar. No mesmo deposito
existe una pessoa intelligentc e habilitada para
receber todas as encommendas, etc.. ele, que os
annuncianlcs contando com a capacidade de suas
oflicinas e machinismo e pericia de seus ofliciaes,
se compromettem a fazer executar com a maios
presteza, perfeirao, e exacta conformidade rom o
modellos ou deseulios, e inlrnco,cs que llie forem
ornecidas.
Avisa-se aos senhores fumantes, que no aterro
da Boa-Visla n. 71, existe um completo eortiraeulo
de charutos de diversas qualidades, e por prero mui
razoavel.
Prtcisa-se de urna ama para cozinnar: na ra
do Rangel n: II, primeiro andar.
Ficou transferida para o dia 3 do crrante, pe-
las 3 lloras da larde, a arrematarn que ter lugar na
casa de residencia do supplentedejuiz.de orphos em
exercicio, dos terrenos em Santo Amaro, perleocen-
tes ao tinado Veigas.
Perdeu-se orna lelra, assignada boje por Salvi-
na de Lemos Cavalcauli cuja.lejra esta' em branco e
naocheia ; quem achou queira entregar a roa do
Cabug loja n. 'J, e faze este aonuncio para todo o
lempo n.io haver duvida nlguma.
' Arreoda-se um sitio na cidade de Olinrta, con-
fronte o Carmo, tendo commooo para grande fa-
milia : quem pretender dirija-se ao lllm. Sr. lenen-
le-corouel Hfgino Jos Coelhoem Olinda, que dir'
a quem deve-se dirigir.
Albino Jos Conralves,subdito porluguez, vai a
Portugal tratar de sua'saode.
Vende-se urna prela mora com ha-
bilidades neresearias para urna |caaa de familia : a
tralarna prara do Commercio n. 2, loja de funi-
Iciro.
Vendse um evcellente cario de i
todas euma das melhores parelhas de ca-
billos de carro que existe tiesta cidade:
na cocheira do Sr. Adolpho, ra Nova
n. 1.
Vendem-se caixas com vidros para' vidracas,
vidros de bocea larga rom rolhas do mesmo, o maior
sortimenlo possivel : em casa do llartholomcii Fran-
cisco Vende-se farinlia do reino a 120 rs. a libra :
defronlo da matriz da Boa-Visla n. 88.
Na taberna da ra das Cruzas n. 22, vendem-
se as fazendas seguinles : manteiga inaleza boa a
800 rs., dita Orneen a f>IO, familia de aramia a
280, comma do Maralo a l(0, arroz do Mara-
nlio bom a 110 a libra, caf a 200 rs., feijaO miila-
linho a 500 rs. a ruia, banha de porco a 80, vinlio
bronco a 500 r. a garrafa, dilo linio a 500 rs., azei-
le doce de Lisboa bom a (iiO, brinda do reino a ICO
a libra.
^ Vende-se parte do litio da ra do Hospicio n.
2, dada na parlilha para pagamento das dividas ju-
lincadas no inventario a que se procedeu por falle-
cimenlodo sargento mor FranCMCe Joaquim Pereira
dcCarvallio, na ra do Hospicio, primeira casa ter-
rea a Direila passando o quarlel.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito desle xarope para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53
garrafas 59500, e meias 3S000, sendo falso todo
aquclle que nao for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o presente aviso.
IMPORTASTE PARA 0 PUBLICO.
Para etirade phlvsica cm lodos os seus differen-
tei graos, quer motivada por consl i parns, tosse,
aslhma, pleuriz. escarros de sangue, dr de cos-
tados e peilo, palpitarlo no coraran, coqueluche,
bronchite, dr na garganla, e loda as molestias
dos orgos pulmonares.
VARANDAS E GRADES.
I m lindo e variado sortimenlo de modellos para
varandas e gradaras de goslo modernissimo : na
fundirlo da Aurora, em Sanio Ainarn.e no deposi-
lo.da mesma, na ra do Brum.
Vendem-se i escrava mors de bonita (ura
com varias habilidades : na ra Direila n. 3.
Vndese urna canoa de om s pao, pequea :
quem quizer aunuiicie.
Vende->e urna escrava a qual cozinha o diario
de urna casa, lava de sabao e vende na ra : quem
pretender dirija-se a na do Encantamento n. 3, ar-
mazem, que adiar com quem tratar.
POTSSi E CAL YIRGEI.
>o antigo e j bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12,"ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e col virgem de Lisboa em pedra, tildo
a presos muilo favoraveis, com os quacs (carao
os compradores satisfeitos.
Vende-se milho muilo novo em saccas de bom
lamanho a 338OO, e arroz pilado a 3g a arroba : na
ra do Vigario n. 5.
Aviso,
Vende-se urna armarao de amarello. envernisada.
loda pm 1 Jr.:c.,.| 1, propria para qualquer eslabelcri-
mento, he qoaai nnvae lem balcao de volta, 2 camas
de ferro, sendo 1 de armarao c outra sem ella, 1 ex-
cellente piano de armarlo quasi novo o de muilo
boas vozes : na ra do Collegio n. i, em caja de J.
Falque.
Em casa de M. Calmont & C, praca do
Corrjf Santon. II, ha para vender o
seguinte:
TaboMdo de pinho, alcatro e pixe da
Sueeia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de aljjodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Cabos de linho edcAlanilha.
ludo muitocotiujnodo.
W Sanlus Coelho, ra do Queimgdo o. 10, 0)
9 vende madapolao muilo lino peral de 12 jar- 9
das. a 2?*>O0, camhraia franceza muilo lina SO
a 210 o rovado, ditas prelas com pintas brau-
cas a 320 o rovado, 1,1a de quadros adomasca- CJ(
~ dos do ultimo goslo, pelo baralissimo prero ao
~ de 80 o covado, gangis mescladas para pal'i- j
liis e caira a JO o covado. 5
ompta$.
Comprara-se notas do Banco do Brasil n
ra do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
Compra-se um o{;o de diccionario*
francezes por Fonseca e Roquete : na ra
da Cadeia do Recife 11. 15, loja.
Compra-se toda e qualquer porcao
de prata velha de Iei sem eitio: quem
ttver para vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leudes.
Compram se par urna encommenda escravoi
de ambos os sexos : na ra da Cadeia do Recife, ar-
mazem 11. 3G, ou ua ra do Oucimado o. 28, segun-
do andar.
Compra-se Iref caixOts para|deposito de bolacha
com vidracas ou sem ellas : na ra da Florentina
n..
Aviso
PARA OS LAVKADOKESl.
Compra-se constantemente semen
O
_ w
^ te de ca rapato : na fabrica de jf/
';?. oleo de ricino, ra dos Guara- j?
em l'ora de Portas.
M COLUTORIO IIOJKEO 5
. PATHICO. 1
Ra das Cruzes n 28. W
Conlinua-se a vender os mais acreditados &l
i medicamentos dos Sri. Caslcllan e Weber, Z+,
{ em tintura e em glbulo., carteiras de lo- W
dos os tamanhos muilo em conla fJ3>
Tobos avolsos a 500, 800 e 13(100.
1 mira de tintura......23000
Tobos e frascos vazios, rolhas de cortica
para lobos, e ludo quauto lie necessario o-
' o uso da humrropalhia.
iJ et"^** al"gar om prelo, para servico de li-
sadv|,nn'Jr!r,?-^ap,n \"" agn : em ca-
ovo, 10 &.<*"Pnhia, Da roa do Trapiche
-Os senhores accionistas do vapor u
reboque, to convidados para entrar com
a terceira prestacao, ate o dia 12 de junho
do corrente anno : na ra do Trapiche
n. 8, escriptorio deHenry FosterAC.
l'recisa-se de um feilor para om litio oerto da
praco : no .tarro d, Bo^VisU, a.nwo tgndo
g rapes,---------.- v.. ^,.o. -.
5oTfeS9iftrSii r-i-T''**,.*,<*> ESCRAVOS.
No hotel inglez ha urna pessoa chegada do sol,que
deseja comprar alguns escravos e nao duvida pa-
ga-Ios bem,urna vez que sejam mQos e boas liguras,
para o qne pode ser procurada a qualquer hora do
dia.
Compra-se tima estrofa para cavallo, em bom
uso : em Sanio Amaro, ao p da fuudirao, laberna
de Jos ,1 iciiitno de Carvallio.
Compra-se eflectivamenlc, latan, bronze e robre
vclho : no deposito da fundiro da Aurora, na ru-
do Brum. logo na entrada n. 28,0 na mesma fuudi-
<*>, em Sanio Amaro.
Vendem-se chapeos de palha de tlalia, dobra-
dos e siugelos, de phanlasia aberlos e rendados para
homem, e por precos commodos : em casa de Baslo
& l.emos, ra do Trapiche n. 17.
Vndese oujperm'ula-se por casas (arreas, e
tambemsc arreuda, um grande silio na estrada no-
va, com boa casa de vivenda, jardim na frenle, co-
cheira, estribarla, quartos para prelo-, pfo com
agaa polavel, lanqne para banho, 3 baixas com ca-
pim ja plantado, sapolizeiros, mangueiras, condecci-
ra, bstanles cajueiros, com perto de 200 pes de
larangeiras c mais diversas arvores de fruclo, com
terreno devolulo para planlar-seou fazer um oulro
silio, lodo terreno com frenle para dita estrada, pas-
tando a primeira bomba, o primeiro porlilo de ferro,
chaos foreiroi: a tratar na ra da Cadeia Velha n. .
Palitos franceses.
Vendem-se palitos c sobrecasacos de panno lino
prelo e de cores a lt, 18 e 30*000, ditos de alpaca
a SJOCO, ditos de brim de linho a 3--} e 3?O0 : na
ra .Nova n. i.
Camisas francezas.
Vendem-se camisas francezas, brancas e pitadas,
pelo barato prero de 25 a 889 duzia : na roa No-
va, loja n. 4.
ettfc*3.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundi(ao da Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sortimenlo de taixas, tanto de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares exisiem guindastes para csrre-
gar canoas ou carros, livres da despezas. Os
precos sao os mais commodos.
Barato.
Vendem-se chitas finas de cores fixas a 110,1(0 e
180 o covado, cassas francezas muito largas a 200 rs.
o covado ; dao-se amostras com peuhor : na ra No-
va, lojan. i.
Milho a :R) a sacc.t: no caes da alfandega, ar-
mazem de J. J. P. de Mello.
Vendem-se saccas com milho, por prero com-
modo : na laberna da ra das Flores u. 21, confron-
te o porto das canoas.
Atteneao.
Vendem-se loalhas e guardanapos de panno de li-
nho do Porlo : na loja de L Manoel na ruada Ca-
deia do Kecife n. 47.
Vendem-se o livroi seguinles, em porluguez, a
maior paite novos, em muilo boa cncadernarao o
meia illa.
O Panorama desde seu principio at 1851
em 11 xolumes 33/000
Universo Pitoresco, ti volumes 21-7000
Calera das ordens religiosas com eslampas,
Unte em collorido como em fumo, (i v. l*iu
Homo Piloresco, I volume 8)1000
Panorama cm 7 volumes por nao ser col-
li-i rao seguida |i,-iinn
Galena da Historia Porlugucza, 1 volume B9OOO
Fabulista da Mocidadc 3?000
Thealro Ecclesiaslico, 2 volomcs 6g0tK)
Biographia de varios hroes porluguezcs, 1 v. 4cO0
Historia de Portugal em 3 grossos volumes *8000
Archivo Popular, 7 volumes 119000
As obras cmplelas de l.uiz de CamOcs,
edicrao de 1700, i volumes 8^X10
Descriprao da cidade do Porlo, com urna
grande eslampa apresenlaudo a vista da
mesma, cm 1 volume 39000
Colleclion des Polelypages, junio com os
ro.tuinrs de algumas ordens, e mais urna
collecrao de eslampas de diversos homens
illuslres, ti volumes 7|00Q
Todas as eilampas do jornal llluilrarao, 1 v. 3f000
Monumento sacro do real basilica e conven-
io de Mafia, impressao de 1751, 1 v. 51000
Kelralos dos prepsitos geraesda companhia
de Jess, impresso em Boma em 1731, 1 v. :tOW)
O tiuarda do l.ivros Moderno, 3 volumes 6M0Q
Historia de lodos os soberanos inaliomela-
noial 182S, impressa pela academia real
de Lisboa, 1 volume i-mu
Arle de loriar,pelo padre Aulonio \ icira, 1 v. ffOOO
Memoria o>descripr,io do Bom Jess do Mon-
te, cm Braga, com eslampas, 1 volume 1)000
Director ecclesiaslico das ceremoniasdaciu-
za e ramos,-1 volme isititt
Jardim sagrado, impresjao de 1735, I v. ti-^KK)
Vida de Sanio Antonio, 1 volume j- mu
Dita do padre Antonio Vieira em um gran-
de volume, impressao de 17t2 SJOOO
Dita de Sanio Agostinho,2 graudes volumes,
impressao do 17'i9 8^000
Dila .te S. Vicente de Paulo, impressao de
1'** 10*000
Providencias que se deram no terramoloMe
Lisboa, um grande volume, inpresso de
758 6-ofjo
No becco do Carioca o. 7. ,
Vendem-se ladrilho* de marmore de 12, 10 e
8 pollegadas em quadro, 10 eslatoas muilo lindas e
um chafariz de marmore,obra delicada, para adorno
de pirdiin, assim como lapides morluarias, pas para
agua lienta, proprias para igrejas ou capellas, e 2
pedras redondas de marmorr, ludo por preces com-
modos : em casa de Baslo & l.emos, ra do Trapi-
che ii, 17.
S 011! IHFmillMIIA. g
Na ra 3o Oueimado n. 19 5*
P vende-se madapolao lino com um pequeo lo-
ra quedeavaria, a 3)600 pera, chitas finas
W de padres modernos para chambre a 200 rs.
SB u covado. ja
Loja da pobreza
Na ra do Passeio, loja n. !l, vendem-se ricos cor-
tes de -airas escuras imitando a ra.cinira a 1?, dilos
de brim escuros de linho a SIK) rs.. Jilos de brim
trancado branca s 800 rs., chales branco de rassa a
040, dilos de laa e seda a 39500, meias prelas para
senhora a 300 rs. o par. chapeos de sol com baleia
5*** dilos com junco a 1rH00. chitas linas a 180,
200, 220 rs. o covado. corles de casna chila finos a
'-'.'icos corles de cambraia branros e de cores a
31500, madapolao fino, a pera 39800 e' 13200, e oo-
ras m oitil fazendas baratas.
B Ba do Qtieimado n. 10. fj^t
( Crandesorlimento do sedas de quadros es- V
d*A rssezes, novos dezeolms, chegadas pelo ul- I!
W timo vapor viudo da Europa'; estas sedas 8g
W lano pela qualidade como pelos padres ^5
t& sao as mais bonitas que lem vindo ao raer- a
g cado, (apele* de laa de lindos desenhos, 2
S !iICOS corles (,e collc,e de velludo, romeiras
9 r',roz. lencos de dito, bis prelos de se- i
M da- .""antas brancas de blond, chales de ^
W merino de lodas as cores, c oulras muilas W
V.v? fazeudas de goslo. ft
No escriptorio de Domingos Alves Matheos, na
roa de Apollo n. 23, ha para vender por precos m-
dicos o seguinte :
Kicos e elegantes pianos.
Salitre refinado em barril.
Sala parrilha muilo superior.
Saceos de muilo superior farinha de mandioca.
i .ovnis <]e linho para montana.
Cobertores de algndao muilo tncorpados.
Toalhas de linho para roto.
Ilaelilha branca de algodao.
Camisolas de 13a.
Algodao trancado da fabrica da Babia.
Sement de Indi ica.
Dita de moslarda.
flor de tilia.
Aviso
aos capitucs de navio*.
Ta para vender, na ra
da Cruz n. 26, os se-
iiintes objectos.
Una bujarrona.
Un latino grande e novo.
Dous ctenos.
Dous gaftofes.
res latinos.
Dous bolnxos novos.
Uina polaca grande de
proa.
Um joanete.
Un traquete redondo.
Duas varredoras.
Uina veila de estaes.
Una bambinella de tolda,
"ete pordos.
Tudo por muito barato
preco.
Vende-se loncos ricas
de metal, imitando a pra-
ta, e outros objectos, tudo
baratissinio : na ra da
(ruzn. 'J.6.
Mobiliasde hluuel.
Lourenco Pugi, com loja de Irastes na
loa Nova n. lo, declara que lem para
vender lodos os objectos proprios para
marcineiro, como sejam vidros para es-
pelhos, pedras marmore, paos de jaca-
randa, ele, na mesma casa se aluga e
rompram-sa Irasles de loda as qualidades, estando
em bom uso.
Vende-se um prelo com annos de idade, bo-
nita figura : no aterro da Boa-Visla n. 41.
Nos quatro cantos da ra do IJueimado, loja
de fszendas n. 20, vendem-se corles de laa de qoa-
droi de superior qualidade, e de muilo bom goslo,
pelo diminuto preco de 2?800 o corle, panno fino
pr.io a 2?800, 3(600 e 1*000 o covado, dito azul a
1?800, 33 e 4900, corles de c.iscmira prela muilo
lina a .>. panno de algodao da Ierra de boa quali-
dade, sendo esta fazenda a melhor que se (em des-
coberlo para escravos, cassas francezas muito linas, e
delicados padres, eoulras muilas fazendas de diver-
sas qualidades, e por precos (3o baratos, que s a
vista ilcllas se podem admirar.
Alaia Irmaos
Com estabelecitnento de
chapeos na ra do
Crespo.
Acabam dechegar a esleestabccimenlo om gran-
de sortimenlo de chapeos de mola, que se vendem
pelo baralissimo prero de 5o00O.
Atteneao.
Fazendas muito baratas.
Cortea de laazinba de cores escuras para
vestidos 2S00
Ditos de cambraia braiicoj+fifdados de agulha 45000
l.aazinhas escuras para vestidos, o covado 220
Lencos de seda de cotes grandes 1JO00
Meias de algodao preto coro pooco toque de
mofo, o par -200
Damasco de pura laa com (i palmos de lar-
gura, o covado 19300
Panno da Costa francez, superior qualida-
de, o covado 700
Corles de rlleles de casemira bordados de cor iJ-VX)
Dilos de fostao de barra cores linas 1JJ000
Ditos de casemira para caira finos de cores .VJOOO
Ditos de meia casemira;escura, core lisas
com loque de mofo 2>000
Dilos de brim de linho de cores trancado 1;800
Brim de linho Iraurado fino, cor de ganga,
a vara 1>000
Dilo de linho branco Iraorado entrelio, a
vara i,mi
Dito de dilo pardo de quadros, fino, o covado 360
Selim branco de Hacen, superior qualidade,
o covado Iti'iOO
Dilo.prelo de Maco moilo fino, o covado 2>300
Selim de diversas cores com pouco loque de
mofo, o covado 500
Chapeos prelos francezes para menino .')5500
Hilos para homem muilo modernos 7?000
Algodao americano largo com loque de
atara-, peca .-om)
Bem como muilas oulras fazendas de goto por prc-
ros muilo baratos: no armazem de fazendas de (iou-
veia o l.eile, na ra do Qneimado n. 27.
i\a loja das seis
portas,
Em /'rente do Livramenlo.
Nobreza pela para vestidos de senhora e meninas
a 111 lusloes o covado, chai} de seda liso de lodas as
cores para veslido a 2 cruzados o covado, e 3 patacas
o de quadros, fazenda de goslo. chales de merino de
odas as cores a 4 mil e 500 cada om, chales de cam-
braia adamascados a 2 palacas, dilos de ganga encar-
nados a 2 palacas, dilos de gorgnro a .", Iiislei, pro-
prioa para agasalhnr do l'rio na estar.io prsenle, go-
iinlias para seuhora a pataca cada uina, camlioi para
senhora a 5 palacas, e para meninas a 10 (usles,
satas d camhraia bordadas a 3 mil rs., para acabar :
a loja iii aberia desde as 6 horas da miabas al as
9 da noile.
Cemento romano.
Vende-se ao preco de89500 por barrica de cemen-
_ de primeira qualidade : no armazem da roa da
ladeia de Saulo Aulonio n. 17.
Escravo padeiro.
Vende-se um escravo bom padeiro : na travessa
da Madre de Dos n. 1(1.
Vende-se om moleque com idade de 14 annos:
quem o pretender dirija-se a Eslancia, primeira casa
a direila.
Vende-se caf de primeira qualidade do Rio de
Janeiro, e mais em conla do que cmoulra"qualquer
parle : no armazem do Sr. Antonio Anues Jarome
Pire.
Velas ue carnauba.
Acaba dechegar do Aracatv urna por-
to de excedentes velas de cera naubr, simplese de composicSo, as <|tiaes
se vendein por menos prero do que em
outra qualquct'.parte: no ntigo deposi-
to de 1). K. Andrade&C, ra da Cruz
n. 15.
Aos fabricantes de velas.
Domingos II. Andrade & C, com ar-
mazem na ra da Cruz n. 15, continuam
a vender superior cera de carnauba em
porcaoe aretallto, issim como sebo rei-
nado, vindo ultimamentedo Rio-Grande,
c. tudo por commodo preco.
Na ra do (Ubug, loja de miudezas n. 4, ven-
dem-se por baralissimo prero as oguinles fazendas :
pacoles de papel de cores com 20 caderno, a 690 r,.,
bolesde osso linos para calca, pregados em papel, a
groza 200 rs., franjas com botlas brancas e de core
a pera 39300.
Na ra do Cabug, lo,a de miudezas n. 1, ven-
de-se um completo sortimenlo de babado do Porlo,
lano abena como lavrado, e de lodas as larguras,
principiando por 3 dedos e acabando em 1 palmo re-
forjado, o qual e vende mais barato do que cm ou-
tra qualquer parte, por's querer mandar o mais
breve possivel a conla de venda ao fabricante.
Pianos.
Vendem-se pianos verticaes inglezes, de elegantes
modellos e Hcelleules vozes. fabricados por um dos
mais acreditados aulores, premiado na evposir.in de
Londres: no armazem de Uoslron Booker & Com-
panhia, prara do Corno Sanio.
Vende-sena ra do Collegio n. 21. terceiro
andar, urna bonila escrava erioula, de idade 18 an-
uos, e uina motatinha de 10, muilo linda.
Cachetina ada-
mascada de lin-
das cores a
600US. O COVADO.
\ ende-se na loja n. 21 A da ra do Queimado es-
la fazenda, a qual be ptima para forrar carros, cul-
tas, e para pannos de mesa, e assim como para ou-
rai muilas cousas, e dao-se amostras*
nico df psito do rap
arca preta da Baha.
Acabam de chegar algumai libras desle moilo
acreditado rapc.o qual rivalisa como princeza de Lis-
boa : vende-se no deposito da ra da Cruz. n. I, es-
criptorio de Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo.
Sementes.
Vendein-sc semenles de hortalica e flores de to-
das as qualidades chegadas pelo ultimo navio de Lis-
boa : na ra da Cadeia do Recile. loia de ferrageni
n. .,(i, de Franciiro Custodio de Sampaio.
FARI.MIA E MILHO.
Vendein-ie saccas com Tarinha e milho, por barato
preco : ua ra da Cadeia do Recife, loja n. 23.
Vende-se rap MeuroiivV C, muito
Iresco, a retallio e em oilavas: na loja
do Sr. Domingos Teixeira Bastos, na ra
da Cadeia n. 17.
Relogios
cobertos e dcscobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, palenle inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mcllor 4 Companhia, ra
do forros n. 38.
MUTILADO
Jos Joaquim Conralves da Silva, eslahelecido no
aterro da Boa-Visla n. 8, defronle da boneca, avisa
ao respeilavel publico, e parlicularmenle aos seus
freguezes, amaines dos bous gneros e baralos, que
sua casa de negocio se acha sorlida dos melhores g-
neros de molhados, e vende mais haralo do que em
outra qualquer parte, chegadosltimamente de di-
versos portos da Europa: conservas alimenticias viu-
das do Porlo de urna fabrica nova, as melhores que
lem vindo a este mercado, bolachinha de soda em
lata-grandes e pequea, biscoilos linos inglezes do
todas as qualidades, em lalas, queijos londrinos, di-
tosdo reino de todas as qualidades, conservas ingle-
zas. presuntos de l.imego, dilos para fiambre de pri-
meira qualidade, lalas com bolachinha de aramia de
Rio, vinho do Porlo vellio engarrafado de todas as
qualidades, dilo Bordeaux.dilo moscatel deSetubal,
e muilos outros vinhos de superior qualidade, bola-
cinha deltaltimore redonda c quadrada, cha da In-
dia o melhor que lem vindo a esle mercado, dito
Chin, chocolate baunilha allemao, dilo de Lisboa,
dilo francez, massas finas para sopa de loda as qua-
lidades, manteiga iugleza e franceza, ::jva, de sope-
rior qualidade, cevadinba, cevada, sag, ervilhas,
marmelada de Lisboa muito srperior, sal refinado
para celada, azeile doce refinado de primeira quali-
dade, champagne calmante em garrafas e meias, b-
talas inglezas, e muilos culros gneros de primeira
qualidade, queso .i vista dos compradores senario
verdade o quanln se diz nesle annuncio.
Rob L'AOfolear, Vermfugo inglez, salsa de
Brtslol, pilulasvegelaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remsdios verdadeirojj em casa de Bartholo-
meu Irsacnco de Sooza, na roa larga do Rosario
n. 38.
Cofei torea de laa hespa-
nhes muito encorda-
dos e grandes.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esqoina qoe
volta para a ra da Cadeia.
Cal virgem de
Lisboa e potassa da
Russia.
Vende-se na ra do Trapiche n. !l e II, cal virgem
de Lisboa, nova a >n arroba, e potassa da Uussia a HIMJ rs. a libra.
Relbgios de patente
inglezes de ouro, desabnete edevidroli
vendem-sea preco ra/.oavel, em casa de
AugustoG. tle Alireu, na ra da Cadeia
do Recife, armazem n. o.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
guinho, sila na casa do Sr. cirurgin Teixeira, com
muilas freguezias na Capunga, Allliclose Boa-Vis-
la, alcm da da porta, a qual lem lodos os perlenccs
a Irabalhar, e na mesma lem um cavallo para en-
trega de pao na freguezia : para Iralar, na ra da
Soledade n. 17, ou na mesma.
LL'VAS l)E TORCAL.
Vendem-se levas prelas de torcal, chozadas alli-
mamentede Lisboa, pelo baralissimo pre^o de 150(10
o par : na ra do Queimado, loja de miudezas da
boa lama n. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A* Anues Jarome Pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para pon;oes trala-se com Manuel Alves Guer-
ra, ua ra do Trapiche n. i-\.
Atteneao
9
Itiscado escuro e muilo largo, proprio para roopa
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bom piulo a .">>, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a i --i'...t a vara, toalhas
de panno de linho alcovoadas e lisas para rosto, 'as
mais superiores que lem viudo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras muia
las fazendas por preco commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volta para a ra da
Cadeia.
A melhor farinha de man-
dioca em siceas
que eisle no mercado, vende-se por prero razoa-
vel : no armazam do Cazuza, caes da 'alfandca
n. 7.
Moinhos de vento
com bombas de repuiopara regarhortas e bat-
a de canim : na fundido de D. W. Bowman,
na roa do Brom ns. 6, He 10.
A boa fama
YENDE BARATO.
Libras de linhasbrancas n. jo, (o, 70, 80, a 18100
Hilas de ditas ns. 100 e 120 1.-28(1
Dalia* de lliesooras para coslura 1SHKI
lluzias de ditas mais linas e maiorts 19-280
Maros de eordao para vestido, algunia cousa
eucardidos com 40, SO e fio palmos, 210
l'eris cum lii varas de bicoestreitOf' ~,m
Caitinhas com agulhas francezas -n i
t'.aiai com 10 nvelos de liuba de marcar SW
Paleairaa encarnadas para meninas e senhoras 2io
I'ares de meias finas paia senhora a 210 e :100
Miadas de linhas mnilo linas para bordar 100 e 100
Crozas de boles mnilo finos de madreperola iihi
Ditas ile dilos muilo linos para calcas 21*0
l'ivellas douradas para cairas e colles 120
Pentesdeverdadeiro bfalo'para ah/ar.a 300 e 500
Peras de fila de linho brancas com 6 e meia
varas 50
Caixas com cid veles grossos francezes 00
Carrileis de linhas de 200 jardas de muilo boa
qualidade e de todos os nmeros 80
M o-1 olios com i 11 grampas, e de boa qualidade 00
Pares de suspensorios de bonitos padroei 10
Torcidas para candieiro, duzia 80
I inleiros e areeiros de porcelania. par .">00
Carleirasde marroqoim para algibeira 600
Canelas muilo boas de metal e pao 20 e 40
Caivetes de aparar pennas 9fjn
Meias brancas e cruas para homem, 160,200 e 210
l'rancinha de laa de caracol c de todas as ciires
palmo mu
lluzia de peules de chilre para alizar, bons mo
(irosas de boles de loura piolados :t(M)
l'ecaisde filas de coz ->> e 320
Carreleis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
jandre o
Linhas pretas de meadinhi muilo boas O
Carlas de altinetes de boa qualidade 1(|
Duzia de pentes aberlos para atar cabello 3(600
Meias de lio Escocia para meDinn, brancas e
de cores, fazenda nuiilu boa 240 e :12o
Fivelas de ajo com loque.de ferrugem para
caiga (irosas de fivelas para sapatos 560
Caixinhas envemisadat com palitos de fogo
de velinhas i-.n
CaUiahsa de po com palitos de fogo bons 20
Caixas com O caixinhas de phosphoros para
charutos ;iki
Charuleiras de vidro 60 e mi
Casloes para bengalas muilo bonitos n
Atacadores prelos para casaca 40
Sapaliuhos dela para crianras, o par .120
Camisas de meia para crianras de peilo 500
tranceln* para relogio, fazenda boa 140
Escovinhas para denles 100
Altai de lodas eslas miudezas, vendem-se cairas
muilissimas, qne a vista de suas boas qualidades e
baratos precos, causa admiraran aos proprios com-
pradores na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de uiidezas da boa-fama n. 33.
Gal de Lisboa.
Vende-se orna porcao de barris com cal de Lisboa,
por barato preco, e retalho a .33 o barril t na roa'da
Cadeia do Itccile 11. 50.
Vinho do Porto superior.
O bem condecido vinho do Porlo superior, em
barris de oilavo ; no armazem de Barroca A; Catiro,
ra da Cadeia do Kecife 11. 1, onde encontrarlo lam-
bem regular, em barris de quinto, por preco com-
modo.
SEMENTES.
Sao chegadas de Lisboa, e acliam-se i venda na
ra da Cruz do Reeife n. 62, taberna de Antonio
francisco Marlini ai seguinltssemenlesdc hortali-
ces, coma sejam : ervilhaslorla, genoveza, o de An-
gola, eijao carrapalo, rxo, pintacilgo, e amarello,
alfacerepolhudae allemaa, salsa, lmales grandes,
rbanos, rabanetes brantos t encarnados, nabos ru-
lo e branco, senoiras brancrr e amarellas, couves
trincando, lombarda, esaboic, sebola de Selobal,
segurelha,coentro de tooceia, repolho e pimpinela,
euma grande porcao de difierenles semenle, das
mais bouilas flores parajardins.
Reloo'ios
ing ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm casada
Uenry Cibsou : roa da Cadeia do Recife n. 52.
AGENCIA
Da fundic,ao Low-Moor, ra da Senzaia-No-
va n. 42. ,
Nesle eslabelecimenlo continua a haver um com-
pleto sorlimento de moendas e me'as moendas
para en;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito.
A3$500
Vendc-secaldeLisboaultimameniecliegs4s,ai-
lim como potassa da (lussiaverdadsira : na prara do
Corpo Sanio n. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Leneinhns de relroz de lodas as cores para pescoco
de seuhora e meninas a 1MJ00, baralhos de carias li-
mssimas para vollarele a 500 rs., loucas de laa para
senhoras e meninas a 600 rs luvas de fio da Escocia
brancas e de cores para homem e senhoras a 400,
500 e 600 rs. o par, camisas de meia muilo finas a
15, ricas luvas de seda de lodas as cores e bordadas
com guarnires e borlas a 3j> e 35500, ricas abotoa-
duras de madreperola e mei.il para colleles e paliis
a nOO e 600 rs., superiores meias de seda prelas para
teuliora a 39500, meias brancas muiliisimo finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, finissimas navalhas em
eslojos para barba a 2, ricas caixas para guardar
joias a 800 e 19500, euxas muilo ricas com reparli-
menlos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco de 3*500, 3e 3900, papel proprio para
os namoradosa 40, 60, 80 e 100 rs. a folha, candiei-
ros americanos moilo elegantes, proprios paraeslua
danles ou mesmo qualquer eslabelecimenlo pela boa
luz que d.o a 58, travesas de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo barato precio de ljt, paitas para
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
mario dourada e sem ser duurada a 500, 700. 1/ e
19500, escovas mailissimo finas para denles a 500 rs.,
ricos lequei com plumas e espelhos e pinturas finis-
simas a 2 e 30, charuleiras linas a 2, ricas galbelei-
ras para azeile e vinagre a 2, ricas e finissimas cai-
xas para rap a 20500 e 3a, penlesde bfalo, fazen-
da muilo superior, para lirar piolhos a 500 n., dilos
de marfin muilo bous a 400, 500e6S0rs., resmas
de 20 quadernos de papel de todas as cures de folhas
pequeas a 720, riquistimos frascos com extractos
muilissimo linos a 10200, 10500, 2o e 2*500, jarros
de pn rellana delicados e de moderos goslos, com
banha franceza muilo fina a2j, frascos com essencia
de rosa a 320, pus de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e grandes da verdadeira
agua de Colonia de Piver a 480 e lo, sabooeles finos
e de diversas qaalidades, pos para denles o mais fino
qoe pude haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar 01 denles, e oulras nimias perfumarlas
ludo de muito goslo e que se vendem barato, tesouras
muilissimo linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costuras, tranca* de sedas de
boniloi padres e diversasalarguras e cores, ricas litas
de seda lisas e jayradas de lodas as larguras e cores,
blcos de linho finissimos de lindos padrese todas as
larguras, ricas franjas de algodao brancas e decores,
proprias para cortinados, e outrat mnitissimai cousas
qoe tudo se vende por lio barato pre^o, que aos pro-
prios compradores causa admirarlo: na ra do Qoei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundico de ferro de I). W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver utn completo sortimenlo de taixes de ferro fun-
dido c balido do, 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-ee a venda, por proco commodo e com
promplidao: embarcam-se ou carregam-se em ser-
r sotn despeza ao comprador.
Vende-sc em casa de S. P. .1 oh listn &tC.,
ra da Senzala-iNova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieiros e caslieaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris da gra-
xa n. 07, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de muniejo, arreios para car-
jo, lonas nuezas.
I'm completo sorlimento de bordados romo se-
jam, camisetas com mantas, collarinhos, peililhos,
romeiras, camis, coifinlias e pelerinas ; tambem
lem nm completo sortimenlo de ricas flores, enfeiles
pira caliera, filas e os verdadetrns e modernos bicos
de linho : na roa da Cadeia-Velha n. 24, primeiro
indar.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde indiviriuosde todas as nacoes podetu
lestemunharai virtudeideileremedio incomparavel
e pruvarcm caso neceasario.que, pelo oso qne delle
li'.eram. lem seo corpo e membroi inleiramenle
saos, depois de baver|empregadoinulilmenlc oulros
Ira (menlos. Cada pessoa poder-se-ha convencer
dessai curas maravilhoiai pelaleitnra dos peridico*
que Ih'ai relatam todos os diai ha muilos annos; e
maior parle deltas sao 13o sorprendentes que admi-
ra m os mdicos mais celebres. Olanlas pessoas re-
cobraran! com esle toberano remedio o oso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido longo
lempo nos hospitaes, onde deviain sollrer a amputa-
dlo Mellas lia muilas, que liavendodeixado cues
asvios de-padecimenlo, para se nao submellerem a
essa operario dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso remedio. Al-
guina das (aes pessoas, na efuso do leu reeonheei-
menlo. declararam esle resultados benficos diante
do lord corregedor, e outros magistrados, alini de
111.11* a 11 lenii, arem sua aflirmaliva.
N1 nguein desesperara do estado de sua saude es-
Iivesie bastante confiana para euiaiaresle remedio
conslaiilemenle, teguiudo algum lempo o trata-
menloque necessitasie a natureza do mal, cojo re-
sultado seria provar nicooslcstavelmenlc : Que tu-
cura!
O ungento he til mar particularmente
seguintei satot.
Alporcas. malril-
Caimbras. Lepra.
<. Hales das pernal,
.ancores. dospeitos.
Corladuras. deolho.
Dores de cabeja. Mordedura! dereptis.
(tseoslas. Picadora de mosquitos.
Jos membros. Pulmes.
tnleriiiidades da cutis (Jueimadelas.
em geral. Sarna.
fcurerniidades doanus. Supurac,es ptridas,
fcrupjoes escorblicas. Tiliba, em qualquer par-
istuias no abdomen. le qoe sejai
Inaldadeou falla daca- Tremor de ervos.
lor as extremidades. Ulcerai ua bocea.
Fneiras. do figado-
CengiM,* escaldadas.
IncliaijOes.
lnllammar.io do ligado.
da bexiga.
ende-se esle unguenlo|no eslabelecimenlo cera
ce l.ondres.n. 244, strana.t na loja de lodos osbo-
lu anos, droguistaseoutras pessoas encarregada*da
sua venda em (oda a America do Sdl, Havaaa e
Hespa nlia.
Vende-se a 800 ris cada- bocelinha,conlem ama
inslrucsao em porluguez para explicar o modo de
fazer uso desle ungento.
O deposito gera he em casa do S. Soum, pliar-
buco" "3 '"* da CrUI "' "" *""-
Em casa de Henry Brunn & C, roa da Cruz
n. 10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica. 1
Espelhos com molduras.
Globos para ardins.
Cadeiras e sofs parajardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Moendas superiores.
Na undirodeC. Starr&C, cagan-
lo Amaro, acha-sc para vender moendas
de caima todas de ierro, de nm modelo e
conttrtiCGpo muito superiores.
. ARADOS DE FERRO.
Ns fundico de C. Starr & Q, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados da ferro desu-
perior qualidade.
IECHAHISIO PIBA EIGE
dasartirularne-.
Veias torcidas, ou noda-
das as pernas.
HHO
Conlmiia andar fasida a prala Merencia, eri-
oula, idade de '28 a 30 annos, pouco mais ou rncuoi
com os signaes seguinles : falta de denlea na frente ,
urna dis orclhas rasgada proveniente dos bnncol:
quem a pegar leve-a a ra do Brom, armazem de
assucar a. 12, qae ser bem gratificado.
Cralilica-se com 100-000 a qnem pecar o es-
cravo cabra, de mime Paulo, fgido no dia !. de
maio do correle anuo, lindo os signaes seguinles :
alto, grosso do corpo, sem barba, picado da-, bxigai,
com um tal lio junio ao nariz no lado direilo ; levoa
bastante roopa, sendo calcas de brim, um palito da
alpaca preta etc. e korzeguins : jolgi-s ter ido pa-
ra a provincia de Pernambueo, onde, tem parenlea
110 l.inioeiro, 011 para a Alagoa Nov a nesla provin-
cia, podendo coudu7i-lo a esla cidad c seu Sr. Joc
Antonio Pereira Vinagre, nn a Pernambnco a enlre-
gar so Sr. Aulonio Francisco Pereira com loj na
ra do Crespa. Parahiba do N orle 2 de maio de
1836.
PEBis. : TYP. DB M. F. 'i)B FAMA. 1856

'
\
I
*
I
-

*
i.
i

NA FUNDIQAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID > BOWMAN. iA
RA DO BRUM, tt BANDO O oHA-
ha sempre nm grande sormenlo dos seguinles ob-
jectos de mechanismos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslrnrcao ; lanas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos; rodas
deutadas para agua ou animaes, de lodas as propor-
coes ; crivos e boceas de torna I ha e registros de bo-
eiro. aguilliSes, bronzes, parafuios e cavilhoei, moi-
nhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
e'execnlam lodas as encommendas co?na superior
mloM-JH C00hecida' ecom d'-pieslezae com-
modulade em preco.
Salitre superior.
.2'Sufe5e-e "H""0 %rll0> na |0 Je ferragens da
roa do Qaeimado o. Uj, em porcoes e a retalho. % 1
A boa fama J
VENDE BARATO.
.indas meias de seda de cores para crianras jtfoo '
llaodejasgrandei e de pinloras linas 39, U e 35
I apel de peso e almafo o melhor que pode X .
haver 4--000 e r 5a0oo
Pcnnai de ato, bico de lanc, o melhor que
na. a groza JJI200
Dilai muilissimo linas sem ser de lanc.a 0411
Oculosde armarao de ac com graduaroes IOO
.nelas com aima;,lo dourada 1$O0O
Uitas com armacSo de tartaruga laOOO
Ditas com armicao de bfalo 500
linas da 2 vidros com armado de tartaruga :tJ000
loucadores de jacarando com bons espelhoa 3O0O
linos lem ser de Jacaranda 1JS0O o 'J3OOO
Meias prelas compridas de laia 1^*00
tngalas de junco com bonitos casloes 500
Ricos chicotes para cavallos grandes e pc-
_ quenos a 800 rs. e 13000
Grvalas de seda de lodas as cores alia MMO
Atacadores de cornalina para casaca -fca)
Suspensorios finos de borracha a 400, 500 c OO
I ente* muilo finos para soisiai 500
Escovas moilo linas para cabello 640
Capachos piulados compridos 7M
Boles finissimos de madreperola para camisa isaoo
cuadernos de papel paqnele muilo fino SO
Bonitos sapalinhos de merino para crianras 18500
Kieascanelas para peonas de aro a 120 e 900
Ricos porl relogios a 15800 e "JO0O
Ricas caixas finas de metal para rap a 500 e 00
bscovas muilo finas para unhas 320 640
Jitai finissimas para cabello IJJOOe 21000
Jilas dilas para roupa 1, 18200 e 2000
apel de hubo proprio para carloros, resma 41000
Pincets finos para barba oy
Duzia de lapis moilo finos para desenho 800
.apis hnissimos para riscar, a duzia 500
Duzas de facas e garfos finos "\MtO
Djlas de facas e garfos de bataneo moilo (loas 65OO11
l) las djlas muilissimo linas, cabo de marf.ra lijOOO
Caivetes de apj/or pennas mnilo linos 80n
na ra do Queimado, nos (Jualro Cantos, na loja de
2Z tafama "33> derroD,e *di '-
Navalhas a contento.
tonlinna-se a vender a8000 o par (prero fixV as
ja bem conhecd.s navalhas de barba, feitas celo h-
bil fabrtcanle que ha sido premiado em divers," .
po traes: vendem-se com a condicSo de nao agl-
dando poder a comprador devolve-las al 30 oia.
Hmt^SSTV r?sliloi-l"-'e imporlanci. : en.
Recife n 3b" ^ AbfeU' "a ru" oa C,oeia do
Em casa de Henry Bruna &C., na ra da
Lruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
lo de ouro do melhor goslo, assim como relogios
de ouro palenle.
1
\
\
ILEGIVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EG0IF80X2_DUU6U7 INGEST_TIME 2013-04-24T17:42:11Z PACKAGE AA00011611_07400
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES