Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07398


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Full Text
ANNO XXXII N. 129

%
V


Por 5 mete adiantados 4^000.
Por o mczcs vencidos 4<500.
S\BB\D0 r,, DE MAIO DE 1856.
Por armo adiantado 15j|000.
Porte franco para o subscriptor.
I\< Utl',1'.All is da surscripcao' no norte
Panhibi, o Sr. Gervasio ?. di Natividad!: Natal, o 8r. Joa-
quim l. Perein Jnior; Aracaly. o Sr. A. de Lemos Braga ;
Leer, oSr. J. Jot de Oliveira ; Maranho, o Sr. Josquim Mar-
ques Rodrigues i Piauby, o Sr. Domingo! Ilerculano A. Pessoa
CaareoM ; 1'iri.oSr. Justiniano J. Hamos; Amaionaa, o Sr. Jer-
nimo da Cotia.
PARTIDA DOS COR REOS.
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Imcnfi ir..... Vi
I.atoa moer
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la aiapfaSa.
-fritas.
II. : lid l..n;.i-l.-ir
IV.,,,,.-.,... ;.-
i........'..--'.....
riiirit-, Ajii.i-rr.t
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai'e tibbidoi.
Relaco if rcas-feira> e tabeados.
Fazenda : quarlaa etabbadot at 10 horas.
Juizo do commercio: segundas ai 10 boras e quintal ao meio-dia.
Juizo de orphaot iegundai e quintal ai loboraa.
Primeira varado civei : tegundas e tulas ao meio-dia.
Segunda ara do civel: quartai tabbadoi ao meio-dia.
EPIIEM CUIDES DO HEZ DE MAR
4 La nura aoa 24 minutot.48 tegundoida larde.
11 Chimo ereacente at 5 horai, 37 mlnuloi e 48 leguudoi da t.
30 La ebeia cet 22 minutoa e 48 tegundnt da manba.
27 Quartorainguanteai3horai. 15 minutte 48iegundoi da tar.
-. PREAMAH III. lio.11:.
Primeira as 2 horas e <> minutot da tarde.
Segunda ai 2 hora, t 30 minutos da manhaa.
DAS da semana.
2 Sagunda S. Pulpa Nery fundador da cingregacio do Oratorio.
27 Tarca. 8. Joo p. m. ; S. Ranulfo m.; S. Eutropio.
28 (.luana. Ss. Senador, Podio e Juslo bb.; S. Priamo m.
29 Quinta. S. Matimian b.; Ss. Maiimu e Reslitulo mm.
80 Sxia. Ir-ti do SS. Coracao de Jess. S. Fumando ro.
31 SabbadoS. l'elroiiilla v. m. ; 8. Lupicmo b.
1 Domingo 3. depois do Espirito Santo. Ss. Firmo e Filino.
PARTE QFFICIAL
aoVEBNO DA PROVINCIA.
Expelan.. I. M de ano.
Ofliclo Ao delegado da SerinhAem. Tendo-
me o subdelegado desse termo me feilo ronhecer
verbalraente, qae o alteres do destacamento de Se-
rinhem disputara a Vmc. ocommandodo roe-uno,'Ollicinu-'se a respeilo aomarcchal coinmaii'dnTe
alo que resultara conduelo sobre o que me ollicia-
ra, mas cojo oflicio nao recebi. cumpre-me par.i
mriar novo conflictos declarar-lhe aquilto metino
jue Vmc dere saber, isto lie, que se aclia encarre-
gado da nirsma commissAo de que Tora iocumbide o
lente-coronel Portada, sendo drlegado de Seri-
nhaem e comroandaule geral dos destacamentos,
que se acharein na comarca do Rio Kormosn ; e
ue ueste aentido devora' dar suas ordeos, e satis
lier as requisires das autoridades lorie-.
Oflicio Ao m.ireclMl commandante das arma--,
mandando por em liberdade o recrula Caasiano Lo-
pe Lima, risto ler apresentado itenclo legal.
Dtto Ae mesmo, pedindo informarlo em se-
parado obre os dias de marcha que lizeram o capi-
lla. Manuel de Campos Leile Penleado e os altares
Aue.ii.lo Leal rerreira c Miguel Augusto Barbalho
Picanee, alim de se Ibes maiular pagar as desperas
qee literara coia a conduce,! i de u liagagens.
Dito Ao mesmo, pedindo as suas ordena para
qne o commandante do lurte do Buraco faca recu-
Iher ao respectivo paiol a plvora que Ihe fur envin-
de-a depeu ao mesmo conimaudante. independerite
le nova ordem.Communicou-se ao commandante
da estaca naval.
Dito Ao inspector da Ihesoilraria da fazenda.
mandando pagar a Jos Paes de Saul'Anna a quan-
lia de cm mil ris, que percrlieu como encarrega-
do da enfern ira dos cholencos na villa de IJara-
ahuos.
Dito Ao mesmo, mandando pagar ao l)r. Pi
Adoecio .loas me/es de veocimeulos na razAo de
."(Sl diarios, dedmiudo-se de sua importancia
nlo *i a quantia de I:09 rs que o mesmo doutor
ja receben por conta de laes vencimentos, como
lambem a de .'iOO? rs., que Ihe fui abonada na pro-
vincia da Baha.
Dito Ao mesmo, mandando pagar ao segundo
lente da armada, Manoel Antonio Viegas Jnior,
os rencimenlos, que Ihe conipclirem como oflicial
desembarcada. Ofliciou-se ueste sentido no com-
mandante da estarlo naval.
Dito Ao mesmo, transmillimlii para o lim con-
veniente o aviso de lettra, n. .VJ, da quantia de rs.
?JOqpoH sacada pela Ihesouraria .le f.izeuda do Rio
(jraade do Norte sobre cssa e a favor de Januano
Antonio Carneiro. Communicuu-se ao presidente
da provincia do Rio Grande do Norte.
U*lo Ao mesmo, mandando fornecer ao com-
mandante superior da guarda nacional os livros ne-
cessarios ao h iNilh.lo n. W) da mesina suarda.
Hito Ao clieja de polica, inleirando-o de tor
expedido nrdem#a]MfoiirariH provincial psr.i pasar
a importaocia daiHbezasquese lizeram comaos pre
ae doentes, rcrolhldos a' eufermari.i da casa de de-
lenrao.
Dito Ao mesmo, scieulilic.indo-o de que se
expedirn) ordena ao agente da companlua dos pa-
quetes a vapor, para fazer receber e transportar '
pr ninri.i da Parahiba, no pnmeiro vapor que pas-
sar para o norte, os criminosos Antonio Barios da
Silra e Isidoro Pereira da Silva, e as quairo pracas
qaeTorera escoltando os refiridos criminosos.Olli-
*o coniuiaydanlc do corpu de polica para'
a> maneta*use* |Mc.,.
Dito Ao bacharel Ignacio Jnaqnin da Souza
l*Ao e Manuel de Barros NVanderlet, membros da
commissao beneficenle da freguezia de Secinlijoin,
agradecendo os Ikiiis servidos que Sincs. tem pres-
tado a bem da bumanida le, e recomineudanilo que
i: iv,il,-anli il'Almeida, tenbo a dizer em ailditamen-
t" qu: acabo de espedir ordem para ser d'ahi re-
tirado o referido alferes, e que sendo Vmc. o de-
legado de Sennli.lem c commandante geral dos des-
tacamentos que se .i'-harrn na comarca do Rio
Kormoso.deverAo as sias delerminaces ser fielmenle
eaecutadas em ludo quanlo for tendente ao bom
desempeuho da commissao que Ihe foi iucombida
j ao rumprimenlo das inslrucces dcste guverno.
ea respeilo araunatlul nunn
das armas.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoat,o Sr. Claudine Falcio Diat ; Babia o Sr.D. DupraU
Bio de Janeiro, o 8r. Joao Pereira Martim.
EM PERNAMBUCO.
O proprletario do DUBIO Manoel Figntiroa de Farii, 'na tu*
lirrana, praca da Independencia ni. Se 8.
e mesmo para os qoe venbam a eslabeleeer-se ; nas
os commaudaiites das forras navaes rcceberlo or-
dem de se absler em quanto durar o armisticio, de
lodo equalqucr acto de hustidade contra os territo-
rios dos helligeranles.
Tomada esta decisAo, o plenipotenciarios con-
vieram em que se reunirao'amanha-i7 de feve-
Rubricado em Paris. WB. CC, l)B
C. V. A. M. I).
PROTOCOLO N. II.
Sessao de -28 de fevereiro.
O pritnciro plenipotenciario ruwo parlii ipou que
lendo commiinicado ao siu governo a resnlucfin to-
mada pelo rongresso, a respeto do armisticio, linlia
capital,
do
ivrem de-
de que
lim de
us obiMfelf
Pereira, dizcodo
Irregar-se Jo servi-
imenlo do commissa
do corpo de polica.
remetlam para esta
poaitados no aasenal
Smo. fll.im. \
Dilo An Dr.
qne deve Smc. eont
o > da vMCioa duranl
rio vace'madnr.
Dito A o commao
renielleudn por copia o oflicio em que os facultati-
vos em commissao na comarca de xazarelh partici-
pan) haver-se ausentado dalli o soldado daquelle
corpo, Bellarmi" do llego Barros, qoe se acliava
as ordens dos mesmos facultativos.
Dito A% director das obras publicas, atorisan-
alo-o a receber a obra do concert da ponte de Be-
borhe e a lavrar o competente certificado, o lim de
qa* respectivo arrematante possa haver d.i he-
Mtlraria provincial, para o que licam expedidas as
aajjjcs ordens, a quantia a que tem direito.
Dito-^Ao iuizde direilo de tiaranhons, aecusando
recebido o oflicio em que Smc. nolicia que a epi-
demia parece querer ches.ir ao seu Icrmo naquella
Tilla, por itso que poneos eram os casos funestos
qne appareciam, e felicitando-o por esse lisongeiro
acontecimenlo, espera que Smc. nAo se poupara
em promover ludo quanto po-sa mitigar os sollri-
menlos da popul.n.ao deisa comarca accommellida
pela epidemia reinante.
DitoAo iuspeclor do arsenal de mariiihal para
mandar fazer com urgencia nu brigue de guerra
t'apibaribe os reparos que rcquisitou o comman-
dante da estarAo naval no olcio que remelle por
copia.
DiloAo capillo delegado de SerinbAem.Ha-
vendo en ofliciado a Vmc. em dala de :l do cor-
rente, ante* de ler a una communiraclo relativa ao
procedimenlo do alferes rrancisco Xavier de Salles
.-*
POBRE OOLOIllN.
Pob Fernn Cahallero.
vil
Kr/ meia noile. O profundo silencio que reinava
M aldeia smeule era ioterrompido pelo rumor das
(odas do mar, que se quebravam sobre os rochedos
e os eixos da praia. A fria e pallida claridade da
RaB dorramava-ee como o echo de um som lonsiu-
erat*, a aldeia leria parecido um relogio parado se,
de Tez em quando, o gallo nao lancasse impudente-
mente no ar suas tres olas agudas, semelhantes ao
grito que d urna seutinella a oulraa.
L'm mancebo eslava diaote de urna janella, no pa-
leo da casa do lio Maleo. No lado interior dessa ja-
nella via-e um lindo rosto de moca. A claridade da
la que illumina'a etse brando semblante, tornava
ipparente a pallida e grave expres-a i de tr^teza que
animara : por esse olhar tranquillo e profundo a<-
mmelhava-se a urna imagem da mcditar;ao, cuidan-
do ao mesmo lempo em triste passado e triste fu-
turo.
O rapaz linha, pelo contrario, a phxsionomia se-
rena e enrgica do homem de acnio, o olhar lixo e
ardenle do homem de paixes fortes, a fronte sober-
na do homem indmito, a quem nada abala, e que
desafia todos os obstculos com rude arrogancia.
Nio le annunciei 1 dizia elle ; tilo te predisse
que seras minha namorada .' O que ctl quero exc-
rula-sc pela forra ije minha vontade ; debalde ras
e le agastavas...
Enlloeu era urna crianra, respondeu ella.
Eolio !... Ha um seclo, como dizem... e uAo
ha mais de tres anuos!
Nio sei que lempo tem psssado ; porm desde
enlaodeixei de ser crianca, e lizesle urna aeran que
le ganhou meu enracAo, e que cem corarcs 'le ga-
nhara, se eu os livesse.
NAo quero que me ames pelo rccoohecimenlo,
Dolores ; esse amor assemelha-se a urna divida, que
e paga, e nio a um dom que se coucede.
Se a agua que bebes mala-te a sede, que te im-
parta a fonle donde ella vem .'
Imporla-me para conhecer sua qualidade.
A qualidefle he boa, Loreuzo.
*}e "Jl08 couvm ver ; ainda nao foi expor-
maalada. NAo posso dar ncnhuui remedio a isso ;
maa ala creio que me ames.
Parque, maligno ?
Porque eslis sempre trille, prora de que o meu
amor nio te satisfaz.
Oure-me, Loreuzo : um amor, ajue sopprime
lodos aaoutros sentimenlos, niHihe de bo qualida-
de ; ata eoracAo sem memoria p" le nr solido
em affefelo...
BaHao he de bo qualiJade juelle que des-
V't* 2"enle' "cuida no passado'.' Ssiinenle
rirea, Dolores, eom leus penres, e i derias viver
cora las eaperancas, (e me amaisea.
Pfouvera a Dos que eu codease apagar de mi-
nha memoria a imagem qoe so me reprsenla a cada
her I iraagem he minha querida mA, sozi-
EXTERIOR.
PROTOCOLOS.
Protocolo ii. I.
Os senliores plenipotenciarios da Austria, di Fran-
ca, da Uraa-Brelaoha, da Russia, da Sardcnha, e da
Tuquia renniram-ae hoje em conferencia no pala-
cio do ministro dos negocios e-tr.in.-eirn-.
O scnbor comiede Bool, lomou a palatra e propoz
rondar ao Sr. conde de Walewskl a presidencia dos
Irabalhos das conl'erenciaa :
(i Nio he lmenle, dina o ronde de Buol, um uso
consasradu pelo preidentee ha pouco observado em
Vicua ; he ao inesinn lempo una homenasem ao
soberano, que d hospitalidade ncsle momento aos
repre-entantes da Europa.
O Sr. conde de Buol, nio desconfa por forma al-
guina do unnime aconlecimenln que apoiar esla
esculla que assegura debata) de todos oa punto- de
risla, a melhor direcrao que so deve dar aos Iraba-
lhos da conferencia.
Os senliores plenipotenciarios adheriram unni-
memente a esta prnposla, c oSr. conde de Walewski
lomando a presidencia, agradecen neslcs termos:
Senliores, agradeco-vos a honra que me lizetles
escnlhenilo-me para fas** oigao ; e, apezar de me
considerar muilo inlisno desta honra, nAo posso,
nAo devn hesitar em acceilar, porque he um nuvo
te-leinunliodos seulinientos que levaram os nossos
alliadns assim romo os nossos adversarios a pedir que
fnssc Paris a sede das negociaees, que se vio abrir.
'i O unnime accordo, que se manifeslou sobre
esle poni, he de bom agouro para o foloro resulta-
do dos nossos esforc,os,
Pelo que me respeila pcssnalmente.eslorrar-me-
hci porjuiliBcar esta vossa conlianra, dcsemiicnhan-
do cuuscicnciosamente os desejos, que me allrihuis-
les ;Jos meas cuidados dirigir e-liAo a nio perder
lempo ; nas cuidadoso por alcanrar o lim, (nio es-
quecerei lodavia que muita precipitarlo poderia af-
faslar-nosdeste lim.
> DemaisJ senliores, animados lodos pelo mesino
espirito de conciliar;AO dispostos a dar provas de inu-
loa benevolencia, evitando discursos irritantes, sali-
remos descmpeiihar escropulosamentc e rom loda a
sisude/.a que ella comporta a grande larefa que nos
foi confiada, sem perder de visla a jusla impacien-
cia da Europa, eujos nlhos eslo fnos sobre nos, e
que com auriedade cpcrain o resultado das nossas
deliberacoes.
Por proposla do Sr. conde de Walewski, decidi
a confereuria confiar a redaccln dos protocolos a Mr.
Benedelli, director dos negocios polticos no minis-
terio dos eslrangeiros exlrangeiros.
Os pleuipoleurinrins procedem em seguida veri-
fieaeXe de iem poderes respeelivos, os quaes sendo
reconhecidos em boa e devida forinai foram inseridos
as actas das rouferencias.
O Sr. conde de Walewski propoz c os plenipoten-
ciarios concnrdar.ini cin guardar o mais absolulo se-
srcdii sabr lu lo o que se patsar na conferencia.
Como a SardenNa nao concorreu aasignalura do
pr-.tocou) firmado euj Vienna tu 1 de fevereiro, o
plenipotenciarios sarrhx)decraram que adtrrrem >le-
reiro, para Iralarem da Bagodae/Ja do tratado deli-1 recebido aviso de que tuiham sido espedidas imme-
dialameule ordens :ao cnmmandanles em chefe.
dos exercilos russos na Crimea a na Azi*.
Os plenipotenciarios da Franca, da Sardcnha e da
I urquia fazem idnticas eomrannicac,es.
O Sr. conde de Clarvudon partecapa pela sua parle
que fora enviada ordem aos eorotaandairtes das for-
cas naraei alliadas no mar Negra e no mar Baltiro,
para se ahslercm de qualquer hostilidad* conlra os
nilivo.
Feilo em Paris Vi de fevereiro de IHofi.
iSeguem-se as assisnatiiras.'i
,liiiie.co* ao protocolo ti. I.
Prsenleos representantes da Franca, da Aus-
tria, da lira-llrelanha, da Russia c da Turqua.
Como conseqnencia da acceilarlo pelas suas corles
respectivas das "> propostas comidas no documento a
esle junio sob o titulo de projeclo de prclimiuares, os i territorios russos.
aballo assignados. depois de terem deliberado con- O Sr. coude de Wale*ki eipoe que lem de locar
fermementea auctorisaro que para esle efl'eito re- algumns quesles prejudicial'-, para filar a marcha
cbenlo, concordaran! em que ot sens governos no- ; da negoeiacBo geral.
mearam plenipotenciarios munido dos plenos po-| OSr. conde de Buol foi de opinilo de que eonri-
deres necessanos para procederem a" assignalura dos ria, antes de se proceder ao desenvplvimeulu de ea-
formaes preliminares de paz, e para concluirem da ponto, passar em revista as bases gerata.
um armisticio e um tratado delinilivo de paz. O Sr. de Clarendon apoia esla opiuio a indica que
Os ditos plenipotenciarios devano reuuir-se em a ordem que se tinha a seguir no eiaete dtAnilivo,
(ItHliril l* stlall linlfi : n^_l 4 na.: al J_. F.___
Paris pelo esparo de tres semanas, a datar dcsle dia,
ou mais cedo, se for possivel.
Feilo em Vienna no 1. de fevereiro de 18)6.
Segucm-se as assignaluras .
I.
Principados Danubianos.
Abolilo completa do protectorado russo.
A Bussia nAo eserecra' direilo algm particular
ou exclusivo de DTateecSo ou de ingerencia nos ne-
gocios internos dos Principad! Danubianos.
Os Principados conservarlo os seus privilegise
inmunidades sob a suzerania da Porta, e o sullAo de
accordo com as potencias coulraclantes, dar' a es-
tes Principados, ou Ihe confirmara' un organisae.lo
interna, e conforme aoi volos c necessidades dos
povos.
De accordo com a potencia suzerana, adoptarlo
os Principados um syslema defensivo permanente.
conforme reclama a sua posico gengraphica ; nc-
nhum obstculo poden' ser opposlo a's medidas ex-
traordinarias de deten, que as potencias serlo con-
vidadas a lomar para repellir qualquer aggresslo ex-
transeira.
Em Iroca das pracas forles e lerritorios alliadns,
contente a Rus-ia em urna relilicacAo na soa fronlei-
ra com a Turqua europea.
Esta frouleira assim rectificada de nma maneira
conforme aos interesses geraes, partir dos arredores
de Chotj n, seguir a linha de montauhas qoe se ca-
lenda na dirceco de sudoeste, ir acabar em Salzxk.
0 lr.n_-.tilo sera regulado drmtivamcnle pelo tra-
tado de paz, e a territorio concedido tornara para os
principados dasuzerama da Porta.
II.
Danubio.
A liberdade de navegarlodn Danubio c das suas
embocaduras sera eflicazmenle confirmada por ins-
tituires europeas, as quaes as potencias contraan-
les serio igualmente representada, salvo as posires
particulares das potencias das margens do rio, que
serlo reguladas pelos principios estalielecidos pelo
aclo do eongreeso de Vienna em materia de navega-
ran fluvial.
Ca.la urna das potencias contraanles lera direilo
de fazer estacionar um an dous navios de guerra li-
feiros nat embocaduras do rio, desuados a assegu-
rar a exerurlo dos rej;ulamentos relativos a' liberda-
de do Danubio.
III.
Mar,Nc|rro.
O mar Negro sera ncutialitado.
I i inqncad- marina* .errante do todas as na-
e peci que Iheeato'an-:laer-** """ aS"' 'm*"*':M ,nrin,", de
Per consecuencia nao se crearlo nem conservante
nexa.
O Sr. conde Walewski, depois de ter exposto a
ordem dos Irabalhos, que as conferencias devem se-
suir, emillc a opinio de declarar que o protocolo
asignada em Vienna servir' de nrernninarcs de
paz.
Depois de ter declarado as suas ideias sobre esle
poni os plenipotenciario! considerando que o proto-
colo assisnado em Vicua no I de fevereiro, pelos
representantes da Austria, da Franca, da CrAa-ltre-
lanha, da Russia e da Turqua roustastam a adhe-
sAo das saas corles as bases das nesociares no docu-
mento'annexo ao dito protocolo, c que estas disposi-
r/ies prcencbein o objeclo que se atrancada .cora um
aclo desuado a fxar os preliminares de paz, con-
ven em que esle mesmo protocolo e o seu annexo,
du qual urna copia sera' paraphraseada e annexa ao
prsenle protocolo, serlo o valor be preliminares
lormacs de paz. t
Combinando por esta forma os plenipotenciario.
sobre os preliminares de paz, o Sr. conde de Wa-
lewski propoz passar-se a' couclusAo de um armisti-
cio. Sendo debatido o termo e a nate.reza de tal ar-
misticio, os plenipotenciarios das potencias liellise-
ranles, considerando que ha lugar para proceder a
urna siispeiisu de hostilidades entre os exercilos, qua
se acham frente a frenle, duranla a presumida du-
rarlo das negociacoas, decidera que os commandau-
les em riiefe roncluiram um armisticio, o qual cessa-
ra de pleno direito a III de marro prximo, se anles
desla epnea nAo for renovado de commum accordo.
Durante a siispeu-Ao das hostilidades, as tropas
conservarlo as respectivas posiees que oceupam,
ahslendo-se de qualquer acto aggressivu.
Prtanlo a presente resolurlo sera' Iransraillida.
sem demora e pelo lelegrapbo aos commandanlesem
chefe, para quu a ella se conformem logo que rece-
berein as ordens dos seus respectivos governo.
Os plenipotenciarios decidem alera disto que
a le nio lera' elleilo para os bloqueius tslabclccidos,
nha, abandonada, expirando sobre a fria praia do
mar sem oovir outra cousa Malo o rumor das vagas,
que approximavam-sc dola cada instante al mo-
Ihar-lhe os pee. Sem duvida ella morreu mais de
susto que de seus males... E eu ata eslava la !.....
NAO a vi depois de sua morle !... slo dous presos,
Lorenzo, que atravessam-mc o coracao, e que nada
pode arrancar... De minha familia apenas resla-me
meu querido irmao, e Dos sabe se, o mar, que nAo
pode apoderar-se de minha pobre mai, nao querer
vi nsar-.o no lilbo, assim como ja o fez em meu pai.
Como posso estar alegre e esquecer?
Assim, visto que lodos nos temos algnem a la-
mentar, nenhura dereria deixar o lucio.
He verdade, disse Dolores satpirando.
Enl.io di/e-ine, para que Ueos fez as caires '.'
Para os meninos, os pastaros e ns llores, Lo-
renzo, respondeu a mora apoiando a rabera nos va-
res da janella.
Mara Dolores, dsse Lorenzo com azedume,
qoem ama tanlo os morios e os ausentes lem pouca
afleirlo para dar aos prsenles.
Enganas-te, Lorenzo ; o metmo sol qoe d vi-
da ao ej preste, d tambem i rosa. Cre-mc, a des-
confianra ser o fel que Jinarsurarj la vida e a
minha.
Su leme a desconlianca quera lem de que ac-
euar-ie.
NAo temo-a ; mas ella envergonha-rae como ao
hornera honesto o pensamenlodeserilomadopor con-
trabandista.
Sabes porque.' He porque moilos sem serem
contrabandistas fazem contrabando.
K eu faro contrabando, Lorenzo'.' pcrgunlou
Dolores com brando acento de reprcheosAo.
Fre Nolasro diz que as mulneres menlem sem
qiiererem mentir, e engaara sera oulro lim seno
engaar.
Elle falla das molheres ms ; nao dira isso de
nica,
De certo, como diria elle lal cnuta de ti, se 03
seu 0II10 direilo Aquella, cojo pai he alcaide, ai
de cabera alia ao tribunal.
Porm, se fre Nolasco lem fe em mm, nao
sendo namorado, he porque .digo a verdade. Serai
sempre --un. Lorenzo?
Sempre, salvo se minha mi dr-me novameu-
le a luz.
. Cuidado Trazar a desconlianca sempre com-
sigo he doenra,'1 e o bumem morre do mal que
nulrc.
ar^enacs militares inanlimo
A protecelo dos interesses commerriaes n marili-
raos de todas as uares ser confirmada nos porlos
respectivos do mar Negro pelo estabelecimenlo de
insliluiroes conformes ,1, direito internacional, e aos
usos nessa materia consagrados.
As iluas potencias das margens do rio, mutuamen-
te se roinprnmellerlo a nAo terem all mais do que
o nomero ile navios ligeiros de urna forra determi-
nada, necessaria ao servico de suas costas".
A conveucAo que enlre'ellas se fizer para esle ef-
feilo, ser, depois de firmada pelas potencias sea-
laras do tralado geral, annexa ao dilo tratado, e le-
ra a mesraa forra e valor como se dellc fizesse parle
interante.
Ela convenci separada nao poder ser annulada
nem modificada sem o asseutiroenlo das polencits
signataria-, do tratado de paz.
A interdicclo dos estreitos admllir a exceprlo,
applcavel aos estacionarios meniionada no prece-
dente artigo.
IV.
Popularles christas lojeilas Porta.
As immunidades dos vassalos rajahs da Porta se-
rlo consignadas, sem orejis da independencia e
du nidal., da coroa dn suido.
leudo lusar deliberaees enlre a Aaslria, a Frail-
ea a rla-Brelanha e a Sublime Porta, para assegu-
raretn aos vstalos chrisllos seus dirritos religiosos e
polticos, sera a Rus-a convidada a lomar parle Hel-
ias depois de feila a paz.
V.
Condires particulares.
As potencias helligeranles reservam-sc o direilo
que Ibes assisle de aprcscnlarein, para inleresse eu-
ropeu, condicoes particulares alera das quite ga-
randas. B
Rubricado em Vienna. |. H. j. n._ ||
deveria ler lixada pela importancia das materias.
Os plenipotenciarios da Rusta, dafcatdenha e da
Turqua adherem a esla combinars.
A questlo de saber se se procedSB redacelo de
um ou muilos instrumeiitos, be asnada por a'ccordo
oiiaiiime ; mas todot os plenipotenciarios re'onlic-
cem que se devera' fechar a negociadlo por um trala-
do geral. an qual serlo nnnexos os outros actos.
Portanlo. n senlior de Walcw por paragrapho, as proposlas de paz aeceilas pelas
potencias contratantes como bases, da negociarlo, e
que se acham consignadas no doenaaenlo junto ao
protocolo, assignado em o primeina do fevereiro pas-
sado.
Ao paragrapho primeiro do priineiro [poni faz
nolsr o Sr. bario de Brunow qoa a palavra pro-
tectorado n exprime improririarasMe o papel que a
Russia linha adquirido nos principados : os plenipo-
tenciarios russos ja o linham 11-ilati as conferencias
de Vienna, e linham oblidu que08 adoplassc outra
denominarlo, para se dar a' aceta da Russia o sen
verdadeiro carcter.
()Sr. bario de Brunow pedio.' que se seguisse a
apreciaste que tinha prevalecido,nos aclos da confe-
rencia de Vienna.
OSr. conde de Buol reronisj qoe o protectorado
consiste nos Tactos e na situars; qoe a palavra nao
se achava as estipulares diplomticas com a Tur-
qua ; que a expressio empreada he com efleilo a
de garanta: mas que lie,.de snmma imporlaccia
achar orna redacelo qoe possa iedicar de nma ma
nera exacta, que ponda lermo a esla garanta ex-
clusiva.
Ali Pacha recordou pela sua parle que a palavr.t
" protectorado a foi empregada as nejas diplom-
ticas, espe niiiaenle, no estado orgnico dos prin-
cipados.
Os primeiros plenipotenciarios da Franja e da
lirla-Bi-etaiilia ajuutam que as determinarnos loma-
das cm Vienna nio satslizeram igualmente as po-
tencias alliadas. mas que nao deve actualmente dar
o menor cuidado boje, porque os esfori-os daquella
epnea para o reslahelccimento da paz foram infruc-
tuoso?.
Os plenipotenciarios da RussiA exprimiram o voto
de que se atienda, para apressnr ostmbaldos dn ron-
gresso, aoarcordo, que naquella poca se tinha res-
labeli-cido sobre cerlos pontos.
0 Sr. liarlo de Brunow he de opin.ln de que a
sitcweio da Servia devia ser objeclo de um arligu es-
pecial.
Esta opinilo he apoiada pin 'ovios os plenipolen-
eiarlos.
Ali Pacha diz que a cessarAo de Indo o proleclo-
rado collecliv.i, e qoe a interveurao das potencias se-
ra' circumscnpta aos limites de* una simples ca-
nnla.
Depois de ler feilo ler o segundo paragrapho do
primeiro ponto, o Sr. conde de Walewski recorduo
que a palavra organisarAo dos principados pode dar
losar a inultos s\tiernas.
1 mos os plenipotenciarios sao de opinilo que todas
eslas comhinaces devem ser mandadas a urna com-
missao formada no seio do coogresso, eque ella de-
vera alem disto eslahelecer os principios da consti-
liiicflo poltica e adminislraliva das provincias da-
nubianas, deixando o cuidado de elaborar os porme-
nores a outra commissao, na qual as potencias con-
traanles serlo represenladas, e que se reunir' loso
depois da cnncliislo da paz.
O lerceiro paragrapho do primeiro ponto relativo
ao svslema de eterna dos principados, he lido pelo
senhor conde de Walewski.
A esle respeilo declara o senlior bario de Bronow
qoe os plenipotenciario- da Russia annuiam volun-
tariamente a' redacr.lo combinada em Vienna.
O senhor bario de Boorqoeney respond que as
ideas sobre esle importante poni, se acham boje
m.is desenvolvidas e melhor definidas que a refe-
rencia nao correspondera an lim que se linham pro-
po'lo para a redacrAo do paragrapho em diseado.
O Sr. coude de Walewski depois de ler lido o
quarlo e ultimo paragrapho do ultimo ponto, passa
ao segundo ponto, qne su contera um paragrapho.
OSr. conde de Orion" nula que a presenra. as
embocaduras do Danubio, de navios de guerra com
pavilhlo das potencias marginnes do mar Negro o.io
ser um ataque do principio de neutralisacjio.
Mr. a conde de Walewski responde qne nio se po-
der' dar a urna exceprAo, cm que convinhain as
parles contraanles, o carcter de una infracrlo ao
principio
embocaduras'do Danubio, poderlo, comludo, livre-
menle circular no mar Negro ; que a uatureza e as
exigencias do serviro de que forem cncarregados,
nao permillirio qoe subsista alguraa duvida a esle
respeilo.
O bario de Brunow lembra que o fim da sua
mi-.io lira todava definido.
A leilura do primeiro, sesundo e lerceiro para-
graphos du lerceiro poni, nio da lugar a alguina
observarlo.
Lina curia disenssajO meslrou o accordo dos ple-
nipotenciarios sobre a interpretarlo dn quarlo, quin-
to e sexto paragraphos, ronccrnenlesa proleccAo dos
interesses commerciaes 110 mar Negro, e conven-
ci particular que te fizer entre a Russia e a Porta
Ottomaua.
Sobre o oitavo paragrapho, relativo ao renova-
menlo da convenci dos estrelles, os plenipotencia-
rios ralaram unaniinemeiile que o aclo particular
destinado a consagrar este principio imprtante, fae-
se annexo ao tralado geral.
O conde Waiewsky'obtcrvou que hatera' lagar
quando os plenipotenciarios tocarem esle ponto da
negociarlo, de flxar as potencias qoe haode ser cha-
iujiI.is a coucorrer ; a o conde Orlofl, astim como
o conde Buol accrescenla qoe a Prussis sera' nalu-
ralmente convidada a lomar parle.
Adherio a etta opiniin, o coude de Clarendon ex-
puz que a Prossia nao deve ser convidada a partici-
par da negociacAo, senlo quando as priocipaes clau-
solas do tratado geral sejam Diadas.
O conde Wslcivski indica qoe os plenipotenciarios
lerlo que decidir posleriormente quando dere ser
dirigido a' Prussia cale convite.
O quarlo ponto foi lido lodo, e o conde Walewskv
recorda por esta occasiao qae llavera' logar de fizar
a entrada da Terquia no direilo pa!;lkn"eurnpeu.
Os plenipotenciarios rreonhecem que convem ra-
lilicar esle novo fado por orna estipular.u particular
inserta 110 tratado geral.
Fez leilura da redacelo qoe linha ido concertada
em Vienna para este lim, e he permittido que ella
podera' ser recebida pelo coogresso.
O conde OrlolT exprime o desejo de se fixar a mar-
cha qoe a Turqua se propoe legoir para dar ao quar-
lo ponto o seguimi-nlo qne conrem.
Ali-Pach annuocia que um novo Halli-Scherif
renovara os privilegios religiosos outorgados aos911b-
dilps nao mosulmanos da Porta, (rescreveu novas
reformas qae attestam a solicilude de S. II, o sullao
para lodos 01 |seus povos indislinclamenle ; qae es-
le aeto fora publicado, c qoe .1 Sublime Porta, pro-
poudo-sc communica-lo as potencias por meio de
urna nota oflicial, ter assim saUsfeilo as previses
que dizem respeilo ao quarlo ponto.
Os plenipotenciarios d'Aoslria, da Franca e da
liraa-Brelanha, prestam homeoagem ao carcter li-
beral das disposieves lomadas em Constantinopla, e
de por isso que julgam indispensavel commcmora-las
no aclo final do congresao, e ulo para produzir um
direilo qualquer de inspecclo as relarAes do gover-
no de S. M. o sulllo com os seos snhdilos.
Alli Pacha responde que 0A11 tem poderes plenos
para adherir ao parecer dos oulros plenipotenciarios
mas que pedira pelo telcgrapho instrocroes sua
corle.
A sessan |oi levantada tirando para a immcdlaa o
exame da quinta parle.
( Seguem as assignaluras. )
(A .Voflo,
IKTERim
Diste o nobro depulalo que nao te lendo seguido
o direito risoroso parecia que a co-nmisso quera
alten ler simiente s conveniencias da accasilo.
Ora, eu nao posso deixar de dzer ao nobre depn-
lado que urna semelhanle asserclo he injusta.
O Sr. Outra Rocha : Tambem eu nao disse
isso.
OSr. Figueirade M-llo: Nao sei enlAo como
possa entender as palavras do nobre depulado.
O Sr. Uiitra /tocha: Eu me refer a cmara e
tilo a commisslo.
) Sr. figueira de Mello : Por parle da com-
missao digo que ella nAo leve do allender senlo as
conveniencias dosel viro publico, da boa organisa-
rlo da cmara.
Ora, lie por ventura conveniente que se chamem
os supplenles qualquer que seja o numero de volos
que hajam oblido dos eleilores ? Digo qoe nAo. Os
deputados, os homens eipecialmenle eleitos para re-
tneaenlarent opaiz, devem ser nicamente aquellos
quoreceberam a maioria de volas das eleilorei.e que
segundo a ordem ds votacuo, tiroram o respectivo
diploma pelas diflerentes provincias ; mas o nossa
regiment, a extenso do paiz e nutras circumslan-
cias, exigem que se adiuitlam supplenles de deputa-
dos.liaveudo porem uisso um certo limite, e nunea
supplenles de supplenles, como se pretende 00 caso
prsenle segando as indicacajcs que se acham sobra
a mesa. Exprimindo-me assim, e-lou de accordo
com o principio emillido pelo nobre depulado de
Minas que me precedeu, principio que tambem ser-
vio de regulador a commisslo quando lavrou o pa-
recer de que se trata. Por exemplo, em relaclo a
provincia da Parahiba do Norte a commisslo" nao
julgou allcndivela indicac.io de um nobre depulado
para qae se chame o Sr. Dr. Tertuliano a preencher
a Talla de nm dos deputados por aquella provincia ;
mas porque '.' Porque da provincia da Parahiba do
Reta fallara |res deputados, que slo 01 Srs. Lio-
dolpho, Assis Rocha, e Costa .Machado ; e estas fal-
tas somente por tres supplenles poden) ser preen-
chidas.
Estes supplenles slo os Srs. Correia Lima, Pauli
O Sr. fgueica de Mello : Sao os que lem ou-
tros mais volados do que elles.
O Sr. Outra Incita :O nobre depntado chama
supplenles de supplenles aquelles qua tero cima de
si na ordem da volarlo outros supplenles mais vola-
dos, que silo ns que o nobre depulado eoteode dere-
rem ser chamados. Mas eu observarei so nobre de-
pulado que o parecer da commissao manda chamar
supplenles de supplntes, no sentido do nobre depu-
do, porqae o Sr. Brotero nio he o supplenle msis
votado.
OSr. It. de Andrada:Faltara quatro|membrosda
depntacjo de Paulo, e o Sr. Brotero he o quarlo
supplenle. Perianto deve ser chamado.
OSr, Dulra Kor.ha : Tambem, Sr. presidente,
Bio a.ho procedeute o argumento apresentado pelo
nobre depulado de que resulta detar para o supplenle
que, sendo chamado, he depois obrigado a retirar-se
da casa pela chegada de oulro roait rolado. Se tal
desar eiisle coostanlemente se observe oa cmara,
porque temos visto entrar por urna porta o supplen-
le mal rotado e sabir pela outra o meos volado.
Se tal desar he real,que nio tome asenlo o sapptente
que reeeia que venha o mais retado qae o obri-
gue a sahir.
Continuo a su-ten lar ainda emenda que mandei
mesa ; c devo observar que nanea pedi qoe fossem
chamados todos os sappleoles qae te acham na corle
e menos ainda individuos quereceberam meia dozia
de votos, que os collncam na ordem da votaro abai-
\o dn numero correspondente ao dos deputados da
provincia, e que portanto nao sao sapplenles. A
minha emenda he para qae sejam chamados os sup-
plenles sobre os quaes hooveram indicaees e a caja
admisso se oppz a commissao em sea parecer, sen-
do alzuns supplenles juramentados de provincias
cojis depnlaroes nao etilo completas, e a respeilo
dos quaes nao vi apresenlar na casa opinilo alguroa
conlra, qoe seja attendivel.
Cabe aqu responder ao nobre depulado por S.
Paulo qoe cilou am artigo do regimealo cm defeza
dos supplenles juramentados e q te continuara com
siento na casa por terem-se echado no lim da ses-
era
------ ------- -- "i Y" ..vuj-j^ ni.uauu un uill lia m>-
noe llenrique de Almenla ; ora, estes supplenles ; san anterior ; esse mesmo artigo do regiment he era
ulo estao no Rio de Janeiro, aqu apenas existe o i favor dos oulros sapplenles juramentados qoe tlve-
supplenle, que he o Sr. Tertoliano ; logo se este ram de retirar-se da casa, porqae o artigo diz qae
C\mi DOS SUS.DENTADOS"
SESSAO DO II! 1 111 DK M 110 DE 1856.
/"retiascHcia d Sr, rhcond,- de Baeptndij.
I (Conclusin
O Sr. Figueira de Mello : Sr. presidente, o
parecer tem sido sullicicntemenle definido, e por-
lanto parecia-me qoe en poden i dispensar-me de
dizer alguina cousa mais nesle sentido ; entretanto
nilo deixarei de fazc-lo afini de esclarecer cerlas
proposires que o nobre depulado da provincia da
Babia que em primeiro lugar o impugnou emillio
nesta caso.
Disse o nobre depulado que a commissao nio li-
nha seguido o direito rigoroso. Ora, Sr. presiden-
te, eu qaizera que o nobre depatado me ntoslrasse
qul he esse direito rigoroso que regula a admisAo
de supplenles ntsla casa.
O Sr. Piltra /tocha : Pergunte ao seu collega
da commisslo, que foi quem disse que a commissao
linha seguido esse direito.
O Sr. Figueira de Mello : Perdoe-me ; en
depois explicarei o qae o meu nobre rollega da
commissao disse ; por ora refiro-me ao nobre depu-
lado, a quem ouvi eslas palavras : 1 que a commis-
sAo nio linha seguido o direilo rigoroso, a
O Sr. nutra Hucha : Foi o Sr. Maredo que
disse qae a commisslo linha seguido esse direilo.
t) Sr. Figueira de Mello : Eu ouvi an nobre
depulado dizer que nAo se s-guia o direilo rigoroso.
O Sr. Dulra /tocha : Eu nAo disse isso.
O Sr. Figiflra de Mello : Pcrgonlo cu, qual
he o artigo do regiment da casa que determina que
quando faltarem os deputados se chamem supplen-
les, qualquer que seja 0 numero de volos que te-
nham lido na eleirlo, quer exislam na corte, quer
nio existan] '.' Nao ha artigo algum que islo deter-
mine, antes do regimenln se deduz o segbate : qoe
nao se devera' admillir nesta casa supplenle algum
sem que o depulado elleclivo Ihe tenha participado
qae 11A0 pode comparecer. A esle respeilo os pre-
cdenos lera sido um pouco diversos, porem nunca
O cunde de Buol faz observar que os navios das I ennlfaries aquillo que prenoe a commissAo no psre-
taiigue. Ircmcna cerlamenle a ni iodo ministro que
assisua esse decreto falsl, se soubesse qoe torrentes
de lagrimas vai deiraniar, qoanlnt rorares rai par-
tir, quanlas existencias vai quebrar.
Quando pvrraitlir Dos a civilisara.t lanrar-se nos
bracos do christianismn. seu pai, e nlendr-se com
elle para que os homens so loraem as armas volun-
tariamente com o nnico lira de rodearem o Ihrono
para Ihe fazerem honra, e a justica para lorua-la
forte ?
A lia Melchiora achava-se cm estado de inconso-
lavcl desespero e de profundo abatimento. Seus
dous misos eram chamados ao mesmo|tempo.
Eslevan escapara a um primeiro sorteamento, e
a mai dizia coinsigo, que a sorte inconstante n.io
concede duas vezes a mesraa relicidade. Pensara 011-
I rolan lo a respeilo de Lorenzo, e elle naosiiiu pre-
iirtia que sua |iropria mo Ihe seria fatal. Nem -
mti, nem o filho enganavam-se era suat previs-es
pois a sorte alcancuu aos dous irmos.
VIII.
() Vida Diario o. 123.
E la lamhcm cuida nislo :
A mulher nanitas vezes varia.
Mili lido be quem nella confia.
Praza a Dos, l.oien/.o, que os oulro. inppor-
lem com a ntesma paciencia quei-u leus m.ios juizos.
Ligada por vivo rcrmihccimcnlii, dolada de carac-
ler brando e pariente, dominada pelo despotismo
de Lorenzo, Dolores iiiaugurava assim oran existen-
cia como sao quasi tolas as das boas mais, e das
dignas esposas do povo.
Poucus dias depois publicou-se ura edilal. Era
um punhal que feria Indos os habilanlcs, que ia des-
truir inuitas felicidades, corlar militas alleires, a
cravar-se profandamenle no coracao das mus : esse
edilal aiiuiiiin.ita um -orleamento.
A calamidarie para o camponez nao he o (riba-
II.o, pois elle o procura ; uo he a privaclo, pois ella
pnoeeo ailecla ; nao he o grande numero de filhos,
pois rilaos ama ; o drama de sua vida he a enns-
cripcle, com muita razio denominada o itnpoilo do
A padeira, em cuja casa Dolores ia escolher o Iri-
go. era urna joven viuva. Concebera grande afleiclo
a Lorenzo, procarava lodos os pretextos para ir
casa da lia Melchiora, e aproveilava todas as occa-
lioes de altralur Lorenzo sua habilacAn. Esle que
era naturalmente desdenboso anilina com dureza e
insolencia todos esses adiamntenlos de uraa mulher,
que era ao mesmo lempo moca, formosa c rica ;
mas a padeira nio parecia reparar nisso, e ficava ca-
da vez mais enamorada.
Lorenzo esteve em casa della na larde do tortea-
inenlo. I-eilo o trabadlo, que ah o levara, elle ia
relirar-se, segando seu coslume, sem dizer urna pa-
lavra, quando a viuva chamnu-o e disse-lhe :
EnlAo vas ser soldado'.'
Isso nao poda deixar de aconlccer, responden
Lorenzo ; a fortuna agastou-se comign.
Ese alguem le dsse com qae rcsgalar-te''
lomou a viuva.
O corarlo do rapaz sallou como se fosse tocado
pela pilha de \ olla.
Conhcce alguem que queira emprestar-mc di-
nheiro'.' Pereunloa elle mm anejo.
Sera duvida, respondeu ella ; e mesmo alguem
que lo dar.
A estas palavras Lorenzo, queconhecia desde mui-
lo os senhmenlos da viuva, adevinhoulhe a inlen-
i;Ao. Sua alegra do um mntenlo acalmou-se como
una lu/. que se apasa, e seu semblante recobrou a
app.irenria habitual.
KnlAo, Lorenzo, que ditas* \ proposla he lio
ma que te fazes sombro como um eo de dezembro"
\ me. sabe o que diz a caurAo : 1 Mo recebas
mimos de ninsuem se nio queros Tirar obrigado. >
Oh vera eu, pequeo, na,, tejas l.i 1 arrufado,
t.tueres asscmelhar te ao lio Miguel, que enverso-
nhava-se de lodo, mesmo de ser homem de bem '
Para lado ha remedio nesle 1.......lu, menus para a
morle. Se fosses mais dado, r.icilmenle nos entende-
ramos. Sabes que meu pobre Joan morrendo dei-
xuu-me a casa e a paitara leoho necessidade, lauto
quanto de comer, de um bomem que ponha-sc ti
rrenle de tudo islo ; elle lera pouco que fazer o mui-
lo;que ganhar.
Senhnra, nao eulendo de p.ularia.
Tambem -abesque elle deixon-me 11 inei. -,
reban.no.
Senhnra, nao eniendo de reliando.
E bom nnmero de moedinhas. Acharias aqni
dinbeiro de contado.
Oue posso l'azer-lhc'.'
potencias n'io inargioaes, desuados a estacionar nas
'Tu o farias render.
Isso nao me agrada, disse latrenzo retirando-sa,
n.lo quero eucargos. Neuhuin cuidado, nenhnnt en-
fado.
ludo o que me respondes sao menenices ; nao
le digo assaz claramente que se quizesses, ludo icrfa
leu '.'
Nio quero bens que occullam nm Jaco, disse o
rapaz indn-se.
Jisevio billre mais orgulhoso'.'murmurou a
padeira vendo n retirar-se.
A viuva persaadira-se de que Lorenzo acceilaria
sua ollera ; dissera com siso que se elle aihisse tor-
teado nao rhegaria a vestir a farda, que n.io quereria
andar no lodo, nem de racl>.
Todo se repele com aogomenlns e variafOM lano
nasaldeias romo nas cidadea ; esse opinilo da viova
cliesou al a cata Lpez aasplilicando se a cada no-
va odlejo. O to Mateo reru-.ua dar-lhe crdito, a
lia Melchiora adligio-te, Dotares ficou consternada.
l.orenro, grilou a pobre mi vendo-o chegar,
he verdad*, quando a viuva vai procurar quera le
snbslitua .'
Oue diz, minha rali ?
Corre que ella le d dioheiro para esse fim.
Dar dar! minda mli o qoe se da he bom dia.
Nao sera dado, mas empreslado. E nao qui-
zaste lomar, Lorenzo '!
Oh! minha mli, sou entilo como almas do pur-
gatorio, sempre espera de quem Ibes d '.'
Elle ohrou bem nao aceitando, disse o pai. He
hom lr.ilnlh.idoi, todos o amaoe o procurara ; mas
Heos sabe quando teria pago.
Lorenzo, meu lilho, dizem tambem que ella
queria casar com ligo ; recusas ?
Ouem he que conla isso'.' Vine, sabe, minha
mli, que nao he ao homem qae compele dizer nio.
f) nao he palavra de qualidade, he reservado mu-
lher. Porque querem rompromeller a viova '.'
Ninguem a rompromette, meu filho, nAo te diz
iienhiiin mal della.
NaO lanram-na por Ierra mas descohrem-na.
A inveja oh a inveja Porque ella he rica e for-
mosa os nutro, se enfurecen! e mordem.
Loreuzo assentara-se em nm banco parle, em
'[iianio toda a familia reunida diaiit* da porta deplo-
rara a partida dos doo inn.ios. Reparara na im-
pres-Ao produzida em Dolores pelo que se dissera da
rica padeira. e lendo a rabera encostada parederos
olhos erguidos para o roo, parecia enviar s estrel-
las urna cinglo improvisada qae dirigi^-se a rapa-
riga, e n qual referia as olleras da viuva, e sua re-
cosa.
Lorenzo cantava era voz haixa, mas rom grande
clareza, com Idmirarel llexihilidade, e cora ajusten
de ouvido que exigem as modularnos deliradas c
muita. vezes esltanlias das metodias populares.
Dolores nao perdia urna palavra do lexln. um 1 va-
riarlo do canlo, ura e oulro chesaviin-lho ao mesmo
lempo ao ouvido e ao coraran.
Em quanlo Lorenzo cantava, os oulros conscrip-
tos mais alesres nu menos triste bebiam para afoga-
ren] on ili-l.irc.uein seu pezar, e percornam as ras
da aldea grlandi;
Se queris ler namnrados,
Manda!, d bellas, pinlar ;
Agora os filhos da llespanh.i
A' palria se van volar,
lorenzo era tom amargo c com voz trmula di-
na a Dolores:
Eu bem sabia que sabina sorteado : agora es-
lis entlenle.
que se discute.
Dos te perdoe, Lorenzo, responden Dolores
chorando ; tomas por gracejo lornar-me a ausencia
mais amarga.
Tu me esquecers, Dolores '.'
Nao, ainda que me esquecas.
Sabes que isso nao he posi'ivel.
He mu- possivel em (i do que em mim.
Porque ?
Porque nao lens como eu urna lerabranra que
le levanta uiu aliar no meu corac.So.
F; eis ahi porque nio posso confiar no ten amor:
he antes amor de lilha que de moca promettida.
Nao fardas sublilc/.es, Lorenzo. A all'eiclo que
inspira a leiiibr.inc.i de urna mi, nao pode ser me-
diocre ; he mais santa e mais duradoura do que
aquellas que uascera ao som da guitarra.
J'.nllo jura-rae couservar-me la afleirao.
Juro-te.
Porque ?
Pela minha vida.
NAo basta.
Pela minha salvarlo.
He pouco.
Pela vida eterna.
Ainda he pouco.
Pela alma de minha mli. Mas, porque lens
lana dcsconfianra.
Porque o meu corarAo diz-me que me esque-
cers.
leu corarlo he leu algoz, Lorenzo.
Porque he recio. Jura-me oulra cousa.
Qsjei cousa ".'
Oue nio le irs daqui nem da companhia de
minha mli, ainda que Pepa se retire.
Pois bem, juro-te.
Agora advirlo-te urna cousa: se me deixares
ello eessara de comer po, quando eu ollar, moriera
s muilia. ralos.
N3o ameaecs, Lorenzo ; isso nio he bom.
Nio ame.ico, previno.
(Van farei pelo temor o que nao laria por aflei-
clo, Lorenzo. Se es desconfiado, desconfa do amor
que ameacas, mas entrega-te aquede que procuras.
Isa delle romo a abelha do mel, nao o alats.ilhes
como faz o loba sua presa ; dentis deixs-mc
urna lembranca que console-me da ausencia e nio
a cuchas de amarsura.
IX.
Passou-sa um anuo, e cada dia na casa do lio Ma-
leo Lpez lornava mais cruel a ausencia dos filhos.
senhor fosse chamado para supprir a falla de um
depulado seria sopplente de supplenle.
O mesmo fado se d relativamente provincia do
Cear ; fallara dous deputados por essa provincia, os
dous supplenles que devem substituir estes deputa-
dos slo 01 Srs. Dr. Macario c Castro e Silva ; o Sr.
Albaquerque, caja chamada se indicou, he o isa-
medalo em volos, e a commiselo enlcnde que nao
deve ser chamado este senhor, por sao que nesle
easo elle seria supplenle de sapplenle, e ainda mais
pela razo de achar-se na corle o Sr. Dr. Macario.
Ora, perguntn eu, se acaso a cmara for lio fcil
na admissiodestes supplnetcs i;lo se pode julgar que
de t.lguma forma ha algum deoar para ella era cha-
mar hoje um caplente para o despedir amanhla
Sera' menos honroso a esles supplenles o terem en-
trada n'am dia, e sahirem 110 oulro '.' Pelo menos
nio me parece que haja nislo vaulagem publica. Se
por ventura a chamada desteja dous ou tres supplen-
les fosse necessaria para que a mar pudesse c.-n-
tinnar a trabalhar, anda se poderia dizer que havii
urna razio de inleresse publico ; porem na actuad-
de islo nAo se pode allegar, porque a cmara adia-
se constituida, e marcha regularmente no cumpri-
niento de seus deteres.
Disse-se que lem deixado de haver sessao duas oa
tres vezes, he verdade ; mas estes casos lera-se da-
do lambem quando a cmara se acha eom o maior
numero de seus membros. Todos sabem'qua nestes
ltimos dias lem navidn muita clima, e" islo occa-
siouou o nio coinparecimculo de deputados em nu-
..iero sullinoiite para c cmara fuucnon.ir, mas re-
p.!o, islo tem acontecido tambem mesmo em pocas
em que acamara lem estado completa.
Por ultimo direi, que se acaso votassemos pela
chamada desles supplenles, hatera ainda o incon-
veniente de se poder dizer que eramos levados por
consideracoes particulares.
A' visla pois dos esrlarecimeolos dados pelo
meu nobre collega da commis-ao, e por aquello, que
acabo de ministrar casa, e que ser virara de funda-
mento para a commissao lavrar o seu parecer, emen-
do que o mesmo parecer deve ser approvado.
Sr. Dulra /cha :r. presidente, eo disse que
o diamntenlo de supplenles era constantemente
decidido pela can-ara segundo as conveniencias dt
occasiAo. NAo disse, portanlo, que a commisslo linha
dado parecer segundo essas conveniencias, como pa-
recen ao nobre depulado que rae precedeu ; e sim
qoe a cmara decidia segundo as conveniencias,
lambem nao disse que a commisslo devia dar um
parecer no sentido de direilo rigoroso ; cssa phrase
he do illuslre relator da commisslo que se acha a
minda esquerda, e para o qual appello ; e quando
ella foi pronunciada eu obsertei que nao sabia aon-
de eslava semelhante direilo rigoroso e mostre que
a commissAo o n.io linda seguido.
Respeilando a susceplibilidade do nobre depula-
do por Mioas, devo dizer-lhe que o meu discurso
nio envnlve censura algoma a S. Ex. nem aos oulros
supplenles que tem asspnto na casa ; se eu lamento
que nio estejam na casa os sapplenles juramenta-
dos de provincias cujas depalaces nio eslo com-
pletas, c que se acham na corle, como he que cen-
surara ao nobre depulado sendo supplenle jura-
mentado, e al 111.ns votado '.'
Tambera nao compreheudi o nobre depulado qfle
me precedeu quando disse que nio adoplava a
emenda, pois que nio queria que se chamasse sup-
plentos de supplenles ; desejara que u nobre depu-
lado me dissesse o que vem a ser os laes supplenles
de supplenles.
res via-se obrigada a recusar ura e oulro ollereci-
nenio*
Taltal algomas pessoss cunsiderem pintura de
mera phanlasia a narrarlo dessa verdadeira lula de
duas familias pobres para recolheretit urna orphla.
Convidamos pois aquelles que nao nos crem a per-
correr nossas aldeias: ahi nio adiarlo casas de cx-
poslos. nem ouvirao fallar de infanticidios, e pode-
rlo informar-se da sorte dos orphAos. Verlo que
nio fallara essas crealuras desgranadas em um paiz
onde de ordinario a vida dos homens he curia, por-
que vive exposta a vicissiludes desconhecidas no
norte.
Dolores invocou o comedio de frei Nolasco. Se
o digno homem nio conhecia a Sneca, e na o
collocava entre os santos de sua devoclo, tinha ao
menos a experiencia do coracao, a -ciencia das pai-
xes e dos costames da gente do campo. Com soa
sis rallo, e com simples expedientes sabia aplanar
as ditlicnldades melhor do que oulros com minia
sciencia e grandes esforros. Sem dar tratos ao es-
pirito, o que nio eslava em seus hbitos, frei Nolas-
co propoz a Dolores o meio de sabir de embarazo.
(>uvc-me, disse-lhe elle, Dona Braalia encom-
ineii lou-mc urna criada joven. Ooer unta rapariga,
boa, tranquilla, asseiada, elaboriosa, em unta pala-
vra, segundo minha escull.1. Vai servir nessa casa ;
nio le af.iste- daqui, nio srjas pesada a nioguem,
e ganha -JO reaes por mez ; no ti.n de um anno slo
tO reaes que I servirlo para comprares ten cnxo-
val, quando Lorenzo voltar, se leu irmlo se bonves-
sc feilo porqueiro do compadre lil Piones, quando
lli'o prnpuz, Dio andara agora por esses mares. Oue
lagareta! Nio te poda ensinar-lhe coosa alsuma,
e quando elle dizia : He assim era intil replicar,
E alias era brando como nra cordeiro : alegre e as-
seiado. como um passartnhu ; porem teimoso como
una mola de Caliza.
Dolores sesuio o conselho do bom frade, embora
senlissc muilo separar-sc de Pepa, e esla a despeilo
de sen pezannlo tete objecrlo que fzesse a tai reso-
luclo e as razes que a motivavam.
Dona Rraulia Turo, de estatura baixa c ura tanlo
corpulenta, era mulher vulgar, boa.e jovial; mas per-
der esla ultima qualidade desde que herdara a ri-
queza de seu irmlo Dom Marcelino Toro. Adquerira
uraa presumpslo de finura que amarsurava-lde a vi-
da. Quiz aperlar suas formas grotseiras e livres em
um csparlilho que mandn comprar cm Cdiz, e suas
maneiras francas em certa aneciarlo de melindre.
casa, porqae o artigo diz qoa
os supplenles serlo chamados qusndo, tendo-ie re-
tirado, as deputacoes de suas respectivas prorioeias
nao estiverem completas Apoiaioi.) He esle o caso
qae se d a respeilo dos supplenles juramentados
sobre os qoaes houveram indicaees, e sobre oa
quaes a commisslo deu o sen parecer contrario ;
e nesta parle at contrario ao rigimeolo,que os man-
da admitir.
Vai mesa a aeguinle indicarlo do Sr. Octavia-
no, que Tica sobre mesa para' ser tomada ero com-
siderar.lo :
11 Se passar a modificarlo do Sr. Datra Rocha,
chama-se tambem para preencher a depularao do
Maranhlo qualquer supplenle que se acho na corte.
Octaviano. a
0 Sr. l/eiirii/ues : Sr. presidente, a nobre coca-
N1i--.i1 de ennstiluirao e poderes no seu parecer, que
se discute, fundoa-se contra a chamada de cerlos
supplenles, ea favor da de oalros, na circumstancia
de acharmo-nos no principio da sessao e nao haver
urgencia alsuma para desriar-se a cmara das re-
gras e dn espirilo que lem presidido as suas delibe-
racoes ; e nos discursos de dous de sens dignos mem-
bros se ha accretcentado o principio, por elles ago-
ra descoherlo. de que nio convem chamar supplenle
nAo juramentados, e nem dar entrada a supplenles
de sapplenles.
1 .lu mo .10 principio invocado de acharmo-nos
no priuripio da ses'Ao, e de nao haver urgencia da
chamada de supplenles maniendo assim a cmara
leus usos o cslt los. e o espirito de loas deciaoea. j
a etse respeito fea observarOes asa nobre ilri|aj|atti
que me precedeu na impugnadlo do parecer ; e de
certo nio lemos ate aqni infelizmente regras, naos
e cslxlos sobre (al objeclo ; lodos os nnnos, em ca-
da sessao, em cada mez, em cada semana, em cada
da se resolve de um modo dillerenio daquelle por
que se deliberou nos annos, nas se-.oes, nos raezes,
nas semanas, nos dias anteriores.
Sr. presidenle. V. Exc. e a casa slo teslemanhas
de que a conveniencia a que recorre a nobre cora-,,
misslode dar asento nesta cata tmenle a supplen-'
les juramentados e nio aos nao juramentados, e nem
aos sapplenles de supplenles, he Iheoria intairameo-
le nova ; semelhante dislincrAo nunca cae rocada,
e antes em opposi^lo a ella se tem procedido.
Nao lemos tido a esle respeitn regras oa eslylos a
seguir ; temos constantemente dado assento a dine-
renles snpplenles por principies e razes inteira-
mente diverses, e mesmo opposlas entre si. Ainda
o auno passado a cmara deu assenlo logo no princi-
pio de suas sessoes ao nobre depulado supplenle pe-
lo Cear, o Sr. Goimaraes, qne |esteve aqui, creio
que s um 15 dias, c que, se nio me engao, foi
restituido ,i sua provincia polo mesmo vapor qoe
o Irouxe corle. Foi aiuda o anno passado qae te
deu assenlo nesla casa ao nobre depulado snppieEle
pela minha provincia, o Sr. Almeida Albnquerque,
que aqui etleve cerca de um mez, e qoe se relirou
da casa apenas cheaou o Sr." Assis Rocha, cuja au-
sencia logo no principio das sessoes motivara a soa
enlrada.
A commisslo pois nio se cingio, como disse, s re-
gras de que nos falln ; as que Uo moderna e re-
cenlemcnle foram postas em pralica proram contra
ella. Demais, esses supplenles de que venho detallar
nio estaram juramentados, e o foram depois de seu
chamamento, e por occasilo de suas entradas ; le-
go os precedente, invocados nio slo exactos ; e he
inconteslavel o equivoco em que, sem o querer, ca-
bio a nobre commisslo de poderes. E a proceder-
mos hoje como ella entende nao incorreremos em
O pai ja \ film e Tirando sozinbo nao poda cultivar Essas presumpciics ridiculas liravam ssnas relares
mais do que urna parle de sua heranra. | como o esparlilho cintura, lodaa bondade qu era
Os olhos hnns c alesres u ta Melchiora estavam 1 propria sua pessoa.
emliaciadns pelas lagrimas, e entristecidos pela ex-! Em compensara.!, Rosa, sua filha nica, que linha
pressao de continuo pezar. A casa perder a felici- 'reze anuos, era una verdadeira rapariga andalu-
dade tranquilla que dava-lhe tao alegre apparencia. "
Nova perturbarlo ia sobrevir, e loda a p-rlurha-
ciii ne-sas existencias brandas e montonas he como

nina born-ca sobrevinda em co puro. O Sr. Ca-
nuto lora chamado a Setillia, e eslava para retirar-
se. Se para todos islo era nina magoa, para Dolores
era pena cruel, pois nilo quera separar-te de Pepa,
essa excedente mulher que Ihe lestemunhra lana
alfeirlo, e as nllinias palavras de Lorenzo probi-
hiam-lbe alaslar-se da aldeia. Nem mesmo podia
deixar a familia Lpez, a qual a ausencia dos dous
irmaos punha em urna neressdade real. Pepa que-
ra leva-la. a tia Melchiora queria conaerva-la junto
de si. Esla ..in.ivcl Dolores com o vivo senliinenlo
de ternura que tem todas as mais aquelles que a-
mam seus Tilhos, adiando em seu corarlo echo fiel
de sens cuidados, e de soa nucirlo. A'pobre Dolo-

/a. franca, viva, maliciosa c sincera.
Nao se podia achar un exterior mais era har-
mona cora o carcter e a idade da pessoa. Seu
semblaule era redoudo e risonlio ; sua bocea mi-
mosa eslava sempre cm exfn-icio deixando ver urna
lileira de denles alvos cada vez que abra-so para
tallar, para cantar, ou para rir ; seu odiar era ora
zombador, ora alegre, ora desptico ; malicioso sem
ser mau, e innocente sem ser candido. Sua linda
c.ilieca inquieta o sempre adornada de llores, seus
motimenlos rpidos, toa petulancia, c emlint um
coraran hora e inslnclos recios fnrmatam um lodo
lio gracioso e lio seduclor que todas nmavam-na
poi urna irresistivel aibacrJJo, bem como senta-
se involuiilariamenle a agradave! impresso de urna
fresca brisa.
Rosa dizia com sigo que a alegra natural e a
franqueza eram o nico estado possivel no ante
humano ; ignoraYa as lagrimas, e nao compreheu-
dia a tristeza. Tema as pessoas serias, comer mo
pela mai depois que dera em fazer-se elegaule e
espirituosa. Nunca pensara dous minlos seguidos
na ntesma cousa ; a redexlo era mui pesada para
urna cabermlia qae carregava somente lloYes- Crea-
da pela mai sem nenhura eonstranglmento, linha as
yantageni e as desvantagens dessa educarlo. Tao
impossivel fora melter ama ideia grave em sen es-
pirilo indmito, como um sentimenio man em seu
corarlo immaculado. Rosa corra pelas veredas da
vida, como pelas roas do jardim, lanto a ama como
ao oulro pedia llores por tributo ; sua missao era
.irreiare com ellas.
Rosa linha dous grandes desejos. Um qoe data-
va de muilo lempo era possair urna booeca que
abrsse, e tachaste os olhoi ; o onlro mais recente
era ter um namorado que Ihe deste o inexprimivel
prazer deoccullar-sc da mli, e de conversar a ja-
nella, como as raparigas. Se esses dous desejos se
livessem realisado, a boneca que ahria e fechava os
olhos leria sido una rival terrivel para o namorado,
c leria consesaido, mais seguramente dn que a aa-
lordadc malerna faze-la Tallar as entrevistas.
(luando a mli quiz dar-lhe mestres, ia era tar-
de ; nio foi mais possivel cosina-la a ler nem a
Irarar ura basiao.
Oh! minha mai, dizia ella, qaer que eu po-
nha-uic agora a dizer como as meninas na escola :
b, a, ha ; b, e, be ? Nao sei o alphabelo ; nio me
d meslre, e amanhaa o saberci ; nao quero que as
outras raparigas zombemde mim.
Vcjam qae menina'! que rapariga precoce.'
dizia a mai. O saber he proprio da gente diilincta,
he um capital.
Ouja a erario, minha mai ;
He bem Iriste vanlagem
Ser sabio sem nada ter,
Digerindo com coragem
A miseria at morrer.
Dona Braulia fizera inlervir nesse conflicto frei
Nolasco, mas sem melhor resallado.
Toda a idade he boa para aprender, dizia o
frade. Tea lio comecou a pinlar aos cincoenia an-
uos, e torn nie nm prodigio
E porque Vossa Reverencia n.'.o aprenden a
piular ?
Su os ricos he qae podem aprender a piolar ;
mas lodos podem aprender a ler, e quem sabe ler,
sabe tudo.
De veras 1 replicou Rosa. Pois bem, Vossa
Reverencia com loda a sua leilura nio sabe nma
cousa, c alias he de sua profsslo.
Que cousa ?
Era que assemelham-se um etico e um er-
milao"'
Qoe 1 \ir,i\.i,Min-ni! Em que se assemelba-
riam '.' cm nada.
Oh elles asscmcldam-se.
Ora, cala-le.
Digo que asscmeldam-sc, e Vossa Revereocia
devia saber isso melhor do que cuque nao sou sacer-
dote nem medico.
Que me conl.is, louquinha !
Que saliendo ler, e escrever Vossa Reveren-
cia nio sabe qne o elico e o ermillo asseruelham-
se em que um e onlro nao tem cora,
Sabe agora frei Nolasco '.'
E Rosa deilou a correr e a saltar palo jardim.
(Conlinuar-se-ha.)
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEGIVEL


DIJRiO DE EPRIRBCUO SiB O 31 DE MAiQ 1856
parcialiilade, nalo commetleremos tuna
tlialtlfesla
injii'iv.i!
Nao fui su no principio das sesois qpe temos
procedido da maneira exposla ; o memo temos ob-
servado nos ltimos das de nosso Irabalho. Re-
cordu-me acora que no mesmo auno passadu 4 ou '>
dias antes do eucerramento da assembla seral fui
clumadu |ara lomar asseuto, e o tomou como up"
pente pelo llio Grande do Sal, o Sr. bar.1o de
Maia.
I m Sr. deputado :Tinlia sihido da corlo om
deputadu por essi provincia.
. O Sr. Henriques :Mas faltavam apenas i oo 5
das para u encerramento : a cmara liuha ama
grande maioria para funrcionur, e da provincia do
Kio (.raii.lt haviam depotadus na casa ; a entre-
tanto julguu-se conveniente que aquella provincia
cslivesse representada us i ou 3 ullimos di de
sessao.
O Sr. Figueira de Mello:Se quer eom isso|fa-
zer ama remara n commissao, na vai bem, por-
que nao ro a inesmu commissao de agora.
O .Sr. Henriques:Tanto nao qoVo censurar
a cummissao, que me esluu valendo dos principius
e regras eslabelecido pela commissao do auno pas-
sado, para mostrar que a commissao de poderes
actual se desvion dessas regrai e principios, que
alias ella invoci.u. Peco-lhe pois que examine de
novo, que reconsidere bem a materia ; e estou cor-
lo de que ella reconhecerti que no seu -parecer nao
-i.i de accordo com os nussos prndenle.
i> Sr. Figueira de A/ello :_Ja ditse que a com-
m.ssalo actual nao foi quem dea ene parecer.
O Sr. Henriques :Eu nito disse que fosse ella
autora do parecer do anuo passado ; respeilo mui-
lo as lujes dos nobres depulados membros da com-
missao. e mo menos as dos honrados membros da
cummusao do anno passado ; reliro-me is regras
e principios a que a nobre commissao se quiz cin-
gir, e estou mostrando que elles nao pudem favo-
rece-la, porque sao inleir.mente contrarios. Se-
ntares, o principio, a regra nica que nesta mate-
ria temos a adoptar e seguir he aquella que e-iabe-
lecem a constiluirito e as leis, ellas querem que ca-
da provincia esleja representada nesta casa por a-
quelle uumern de depulados as mesmas leis csla-
belecido ; e tal he a importancia que dio a essa
conveniencia que determinam que quando os depu-
lados eueclivus nalo comparee-ara, sejam substituidos
por .upplenles por ellas creados, para esse lira so-
mente.
O S. Figueira de MeUo : E aonde esla essa
disposirAo legislativa que manda chamar lodos os
supplentes ?
O Sr. Henriques : A disposic/io legislativa he
que cada provincia deve ser representada pelo nu-
mero de depulados que Ibc est marcado em lei, e
que os supplentes os lubslituarn ; e contra isto vai a
cummissao.
OSr. Figueira de Mello: Representada pelos
legtimos depulados.
O Sr. Henriques : Quando os depulados eflecti-
vus faltam, os suppleutes sAo tao legtimos cuino
elle, (apoiados), e a n,1o ser assim, u nobre depula-
ilu,. nao deixara de recoohecer o absurdo que dahi
resultara. Ora, se a maluria dos deputadus ellec-
livos nao comparecesse em urna sessao. o que alus
nao he impossivel, se n.lo foisem chamados s sup-
plentes, a cmara deix.ria de funecionar ; e u prin-
cipio constitucional, de que haver lessalo lodos os
annos, seria violado ; e chamados os supplentes em
lugar delles, essa cmara seria Ilegitima ? Creio
que o uobre deputado o nao dir. V*. pois, o no-
bre deputado que os suppleules una \ei admitlidos
na casa por impedimento dos depulados elleclivos,
sao lao legitimo, representantes como elles. \-
poiadus.'. l.
Sr. pre.idet.le, nao sabia eu que esla maleria en-
trara hoje em discussdo ; se o soubesse ler-me-liia
munido de uolas que conservo, e mostrara a nobre
commissao de poderes que desde que temos goveruo
representativo nao ha regras fizas a respeilo'de cha-
mada de supplentes ; e que ella menus alternamen-
te aoprev.lecea de principios que nuda provam
em ravor de suas concluses. Sao tantas, lao va-
riadas, incoherente e contradictorias cnlre si as de-
c.soes a respeito, que eu nao sei qual o principio
lundanicntel nesta materia. Vejo que a respeilo
da provincia da Babia se ten chamado supplemes
de supplentes e supplentes nao juramentados ; ora,
pelaapr.senlarao de urna simples carta du sapote-
le iu.li, votado, ora sem esse documento vejo que
a respeilo de Minas Geraes se lem procedido da mes-
ma maneira ; e quaulo ao Kio Grande do Sul ia
apresenle a casa o facto do cliamamenlo do Sr b,.-
rao do Maua nos ullimos dias di sessao passadu.
O mesmo que acabo de referir era relajo a essas
provincias (cm-se seguido semprc para coiri oulras-
c na0|aei a razo por que a da Parahiba sera' agora
a except-ao de regra.
leuh pois, Sr. presidente, mostrado que a se-
melhautc respeilo nos nao temos regras e ncm es-
ivlu; o que lemos he o juizo prudencial da cma-
ra dos Srs. depulados na presenra das circumslan-
cia uccurrei.les ; se entendemos que he necessaha
a chamada de supplemes para compielar-se a reurc-
seiilarao de qualquer provincia nos os chamamos, e
se jaleamos uesnecessariu deixainus de o tener
rhamarcm-se unsc negar-sc entrada
mesmas circunstancias, nao vi aioda
A nobre commissao, Sr. presidente, diz que os
principios, as regras oel>los deque ella procura
nao desviarse, cousistem : primeiro, em que de-
mos asseoto aos supplenles juramentados com pre-
ferencia aos nao juramentados ; segundo, que nao
couvem chamar supplentes dos supplentes I'are-
ce-me, Sr. presidente, fallando com a venia devi-
da Ss luzes dos nobres depulados membros da com-
missao de constituido e poderes, que nestas suas
palavras se nul. certa incubercncia e conlradicr.io :
cm primeiro lugar, essa dislinccAu de supplenles ju-
ramentado e suppleules nao "juramentados, e de
supplentes de supplenles, he cuusa para mim inlei-
i menle nova ; eu nao sebo na constiluicao, u.lo a
vejo as leu, he urna cnlidade creada agora pela
commiaiao de poderes. Peromta eo i nobre com-
miiso : so acontecer que uin suppleute juramen-
tado neja supplenle de suppleute, devera elle ser
chamado, e nao o que he supplenle rnais volado, e
anda nao juramentado Seo supplenle de sup-
pleute, s pelo faci de estar juramenlado, he o
que deve ser chamado, nao sei como entender o
peusamentii da commissao, que, querendo que s
sejam chamados os supplenles juramentados, quer
ao mesmo lompo que o nao sejam os supplenles dos
supplentes...
O Sr. Figueira de Mello da um aparte.
O Sr. Henriques :...logo parece que a uohre
commissao n.lo giurdou em suas ideas aquella co-
Ivereaoa com que cosluma sempre proceder, c que
be indispensavel em nossas deliberares.
Sr. presidente, eu nao vejo neni na cunstituiro
e ncm cm le algnma essa dislinccao de supplenles
de supplentes... ''
O Sr. Figueira de Mello :-Veja o regiment.
U Sr. Henriques :h nem mesmo no regimen-
0. l-.iil.-n.li,, eu, Sr. presidente, que suppleute de
supplenle era aquello que, ua ordem da volelo, es-
lava collocado alm do nomero de supplenles cor-
respondente ao dos depulados, e. o., a provincia de
minas da vinle debutados, o vigsimo supplenle he
suppleote do vigessimo deputado, e o vige.imo-pri-
meiro supplenle be que he supplenle de supptele'
mas isora vejo que o nobre deputado por l'crnam-
buco chama ao quarlo suppleule de nma deputado
iupplente de upplenle, e enlao p'osso concluir que
segundo o pensamenlo do nohre depulado al o se-
gundo supplenle he supplenle de supplenle, poi,
que he supplenle do primeiro. Felizmente, nr/rcm
a cmara tem sempre procedido de maneira diversa
a despeno dessa dislinccao agora inventada
Sr. presidente, as circunstancias que juMificam a
chamada de supplenles creio que sao as circuns-
tancias presentes ; nos acabamos de ver o que hou-
lem se deu ; que aole-honlem nao houvesse casa em
virlude de copiosa chuva que houve, nao poda isso
excitar reparo ; porm honiem, apezar do dia sere-
no e bello que lavemos a cmara deixou de funecio-
nar por falla de numero !... Estou convencido que
i provincias eslivessem com as'iuas depularei
e ausente ou impedido lamhem o juiz municipal, ou
algum dos priineiros supptehlcs de-le juiz, ello passa
a vara al ao presidente da cmara municipal, o
qual a dcixa lilao que se aprsenla o primeiro, ou se-
gundo ou lerreiro juiz inunjripal aupplenle ; e, per-
gunlo, o serviro e o iolereote publico tem sollrnlo
rom i.o ? Esses jui/.es substituios deixam de ser
legilimus'.' Na ordem poltica u mesmo temos ob-
servado por diversas vez.es ; a enmara dos Srs. de-
pulados, quer no principio, quer no rucio, quer nos
ullimos ih..s de sessao, chama Supplenles, e esles
funccionain legilimameule ] e porque razio no se-
remos hoje coherentes com csses precedentes c
fegras -!
Ve-se, Sr. presidente, (jue respondeudo en ao no-
hre depulado por Minas Geraes, lenho respondido
ao nobre deputado pela provincia de Prnambuco,
que nos fallou lambem cm chamada de supplenles
pela nrdem da volado.
O Sr. Figueira de Vello.Slu os mcsiuos prin-
cipios.
O Sr. Henriques :Em relado ao supplenle pela
Tarabilla de que se fallou, lemoi qnc se n,io viesse
o Sr. Almeida e Albuquerque, primeiro supplenle
estando smenlo eu na corle. Picara a miiiha pio-
vincia representada por um s depulado. Peco por-
laulo ao nobre depulado que qtieira para a "minha
provincia e mesmo que elle lem querido para a mu
e para muilas oulras.
Nada mais lenho a diieij sobre a maleria ; parc-
ce-me haver reapondido ao parecer da nobre com-
missao de poderes...
Urna eo: :Por um modo satisfactorio.
O Sr. Henriques :....p mostrado que essa nobre
commissao nalo pioccdeu ,1 devida justira para com
a niiulia provincia ; p.irecj'-me lambem que uo le-
nho advogatlo conveniencias pessoaes, lenho pelo
entrao advogado a caus da jaslifa e os precedeu-
les da casa, ja em grande numero sobre a maleria
Mella
Se o nobre deputado noj seu parecer so funda cm
rrcras e eslvlos que aqui
nunca foram invocados,
u pro 111 <-i mostrar que as regraa eealylon estao em
(avor.
Como o nobre depiil.nl', se n-.c n.lo engao, pe-
ine rosolva a responder-
lalgiiina emenda a visla do
iver de expender
o :Por mais que o nobre
; mas
oulros lias
lo.
que lodos presencia-
completas, nao dar-se-hia o
mn- A (io ia 11 es.
Urna toz :Nao he regra.
O Sr. Henriques :O senado ja se oceupa de ne-
gocie importantes, e nos anda estamos rom no-
n.eagoee do eommisses, Irabalho que ja leamos
vencido se houveise numero su Hiriente...
o Sr. Figueira de Mello :Qnando a cmara
lem cea membros da lambem faltas guaca a de
honiem.
O Sr. Henriques :He verdade, lem isso acon-
tecido as vezes ; mas lie ccrlo que mullo menos pro-
babihdade dar-se-ha se maior for o numero dos
membms da rimara ; pequeo como elle he hoje
sao mais de presumir eisas falsas c feriados que le-
mot lido.
Tudo isso se prevenir adoptando-e a disposido
de constituido e das leis ; ellasj querem que as pro-
vincias eetejam todas devidamenle representadas,
querem portante que o depulado soja substituido
pelo sen suppleule, que se retirar quando u pro-
priclano houver de comparecer ; observemos islo, e
cumpnremos o nossu dever.
Dbna o nobre depulado por Minas que volara
pela chamada de supplenles, contante, qoc osse
Kuardada a urdum da volado ;ha um 'aparte, eu
vou de accordo com esse peusamenlu do nohre'de-
pulado, mas divirjo cm um ponto, e he que ncm
sempre para mauler-e o principio da representa-
do completa das provincias ua cmara be isso pos-
ivel. Suppouba u nobre depulado que o quinte o
sexto supplenles da deputado de Minas, qoe se acha
incompleta d.i cmara, esla na corle; entre lano que
o 1., 2., .). e 4 supplenles eilao nos serlss dessa
provincia, e em distancia tal que s no lim dedoui
ou tres mezes podciao comparecer. Porque liave-
mo jeutr ue dar assenlo ao quinte e sexto, nao
eompletando assim a representado da provincia, e
esperar que cheguem os mais volados, Picando a re-
presentado mcomplela por l.io longo lempo Pa-
naCrm'enteP7eHeren,* """'" mais nslilueio-
nalmenle, dando assenlo ao quinto e sexlo, c cha-
mando o, m.i, tilJo, ,,ara ?UIpilrecerem;
Senhores, o que venbo de dizer he o que entre
no.11. lem te,l he u que se observa na orden, ad-
m,n, traliva e judiciana em virtud, de dhpo id,.
Im !m rm JT d" P'esi " "("imento inesperado c repenlino, que o pr"
va de conlinuar u. adminisiriao da' jZlSL
passa as redea do gov.rno .0 viee-preside^le ma'i
pronmo, ao ullimu mesano, al ouJ ,' V
If "'*!" "-A2U .o'neSS..
O Sr. Figueira de Mello d um .parie
O Sr. Huerique, :_o mesmo > dl, n."ordem ia-
dite. Q^.xfo o juiz d. direilo esla impedido,
dio a palavia, lalvez que
Ihe, ou a mandar a mesa
qoe ,1 nobre depulado hu
O Sr. Figueira de Mel
depulado que acaba de enlar--e procurasse cncon-
cdnncnlo da eommissao de
mparando o sen prsenle
Irar conlradiccao no proc
consl,luido e poderes, ci
jiarecer com os oulros que ella iprnenloa na iw.li
pausada, nao conMguio m lint.
O que diicm aquelles
rcer '.' izem que nao se
senau para substituir aos
or oulra, que se deve cha-
or.lem da votado quanlos
llani. Ora, he lito o que
eilo da provincia da Para-
O que diz a cummissao
que lem sustentado o pa
pude chamar supplentes
depulados que faltam :
mar lautos supi.lenles n^
ao os depulados que f;
se da exactamente a rest,
Inba do norte.,.
O Sr. Henriques d.i u 1 aparte.
O Sr. Figueira i Mi lio : l'erdoe-me ; o que
eu disse ha pouro, o qu
conimi
que se
eoMarioa para lubstitoir
provar essa proposico, eu
provincia do nobre depi
tres Srs. depulados, dev
les na ordem da vulad'
llano Henriques, que iio
pur um dos seuhores des
mero de quarlo supplcn
subsliluia exactamente a
ti nobre depulado dis:e
islo ua css.o passada,
delta admitiste.-o Sr. I'd
putados que allavam, e
ina.to assenlo nesla casa
tem dito
membros da
ilo e aquelles qiJe suslenlan o parecer, be
haniem lanos supplenles quanlos fnrem ne-
- para substituir a igual numero de depula-
dos, 'informe a urdem 1 a volado que liveram na
eleido geral desuas re pecinas provincias. Para
Irouxc para excmplo a
lado, e disse que fallando
am-se chamar Iros supplen-
c que o Sr. I)r. Terlu-
iudicado para ser chamado
a casa, se achava no nu-
e, c por cousequencia nao
Ds depulados ordinarios.
Mas vos nao li/.esle
Iporque logo no principio
dro Percira pelo Orara, e o
Sr. Almeida e Albuquirquc pela Paral,iba. O
noble depulado uo fui I diz apresenlando estes fac-
i ; o Sr. Pedro Pereir: da Silva iiuimaraes, suhs-
lituio cuino seguido supliente pelo l'.ear aus de-
que aiuda nao tioham lo-
(> mesmo se d a respeito
do Sr. Almeida e Albuqjuerque ; logo 110 principio
' sessao passada n.ia lu
1 ha apparecido na casa o Sr,
por cousequencia o Sr. Almeida Albu-
supplenle, liuha direilo a
portante a coulradicdo da
da
Ur.A
querqoe, como primeiro
sub-lilui-lo. Onde est
commissao
ti uobre depulado apresenlou ainda um oulro
exemplo.o de ler a coinmiss.io;ailnjillii!n o Sr. lia-
ra o de Maua no lim da sessao como supplenle pela
provincia do KioUrandbdo Sul. Tamben) se en-
gai, a o nobre depulado nesla paite: lodos sabem
que algoni dos Srs. depulados do Kio Grande do
Sul se tinham retirado jiara lu provincia, e que
sendo osle laclo ronhccido pela can deliberou esla
chamar o supplenle uiiinedialo rom votes,c e-se sup-
plenle, na ordem da volado o Sr. liado de Man.
ti Sr. Henriques :Nao era na ordem da vo-
tad.
ti Sr. Figueira ile Mello :Se porm o uobre de-
putado, apretinando esle fado, quer faier una
centn a commissao de constituido e podere, que
he a mesnia d* nno pastado, digo qu. anda nesi.i
parle nao loi feliz. ; eu nao assignei parecer para qui
so chainasse o S>. barao de Mau alomar asseul.
nesla casa, ejulg.-o que neuhiim dos meos collcgas
lambem o assignou ; pelo menos a maioria da com-
missao nao assignou paree, r acerca do cbamainebio
do Sr. barao de Maua', e parece-me, seuuntlo mi-
nha lemhranra, que o Sr. presidente nomeou mem-
bros especiaes para completara coinmissao de pode-
res, esupprir a falta de alanus dos seus membros.
Assim pois nalo ha conliatlieelo alguma na com-
mis-au de cuuslituieau r podere- entre o seu pro-
ced,mente do .uno passado e o deslcanno.
O nobre deputado disse linda que assim como
quaudo lalla um presidente de provincia por impe-
dimento repentino entrega a presidencia a um dos
vice-prcsidenles que primeiro pode apparecer, as-
sim lambem se deve dar entrada na cmara aos sup-
plentes que primeiramente apparecerem. Esla com-
parado nao lem neiibuma procedencia ; quando
um presidente de provincia, atacado de urna nijles-
da repentina oo urgido por um impcdiinenlo qual-
quer, nao pude continuar na presidencia, be forjo-
so que elle entregue a administrado a algucm para
que a provincia uao fique acephal, para que us ne-
gocios possam continuar regularmente. Mas da-se
aqui semelhanle caso '; por ventera de nao se cha
mar um ou oulro supplenle deixamos de Irabalhar
de cumprir nossos devores 1 Ue nenhum podo ;
una ou oulra vez pode acuuleccrque nao Icnha-
1,ios casa, mas os negocios marchara regularmente
Dopois, senhores, n.lo he islo o que regularmente
se cosluma fazer ; na ordem judiciaria nao bode
um juiz de direilo passara vara senao ao sea sup-
plenle legal ; esle pan ojo lomar tonta da vara
e poder patw-h a um outro jniz, deve declarar o
seu impedimento, ou jurar su.pciro ; enlau passa
e assim se cculiuiia al que algoem queira enlrar
no cxcrciciu da jurisdiceao, sob pina de seren n-
noll.d.a as seiileneas que foreni dadas |,or juizos a
respeilo dos quacs nao se Mgoio semelbanle Iramile.
He esla a legra, e n.lo excepcao, comu o nobre de-
pyladu quiz apresenlar.
Ora, seguindu esla regra, parecc-mo que para
poderme, admillir sup|ilcules nesla casa deviamos
chama-Ios na nrdem da volado ; quero diter, se
fallara qualro depulados, podem-se chamar qualro
primeirosupplenle., porm nunca admitiir oolrot
que e.tao fora de(c numere. Nao he i-to conve-
niente aus nossos trabalhos ; nao tetro, necessidade
de chamar para representar urna provincia hornea.
que nao liveram lalvez nem a vigsima parte dos
votos dos oledores. Se eu enconlrasse inconve-
nientes na doiilriua que lenho expendido, lalvez
pudesse modificar a nimba pinino; mas por ora
nao vejo este inconveniente, e por isso pusiste
nclla.
He i-lo o qae juluo dever f.,zer.
OSr. Henriques:Sr. presidente. peruailo-me
que a incoherencia e coulradicdo d nobre com-
missao de poderes he saliente. A nobre commissao
diz cm seu parecer que nao convem que se chamein
supplentes nalo juramentados, mas os Srs. Silva
Guimarfies, c Almeida e Albuquerque, n.lo erara
juramenlados, loram chamados em virludcde parerer
da commissao de poderes, e lomaran) assenlo. Eu
pCo cmara que alien la a urna circumslancia
que se deu a respeilo da Parahiba, c he que tomou
iMcnlo o Sr. Almeida e Albuquerque quando a-
qoella provincia tinha na cmara a maioria de seus
represeulanles eramos'.qualrn depulidos eiTcctivo
que aqui estavamos, os Srs. Correa da. Nev, Cos-
a Machado, Frcderico de Almeida e eu. Entre-
tanto deu-se assenlo ao Sr. Almeida e Albuquerque
apezar de mo haver participado ollicial do Sr. *s-
sis Rocha.
O Sr. Finueirn dl Mello :llizia-se que n.lo vi-
nha.
O Sr. Henriques vUn. di/iaim que liana e ou-
lros que nao, c apezar desla incerteza o Sr. Almeida
e Albuquerque tomou assenlo, e aqu esleve um inez
pouco mais mi menea, a Parahiba oslara hoje cm
maioria Nao, ella d cinco depulados, e ape-
nas estao presentes don, um efleclivo o uulro sup-
plenle.
V prtenlo n nobre deputado que se deu inco-
herencia, porque a cmara deu asiento a um siiii-
plenle nao juramenlado, c te quando a Parahiba
eslava quasl completa cm sua representado, o que
nalo se d preseuteracnle.
Ouanio ao Sr. barao do Uan, o nobre depulado
creio que esla engaado ; c-le eenlior he o sexto
supplenle pelo Rio Grande do Sul.
U Sr. laques :O quinto liona assenlo.
O Sr. Henriques :Ja tinha assenlu o Sr. Caldre
e Pialo, he verdade, porem nao tinha lomado menla
pela ordem da volado, e mo eslava juramenlado ;
I0111011 pois assenlo %m coulradicdo ais regras e prin-
cipios cslabelecido pela nobre commiaiao do po-
deres. Donde vem pois osla jurisprudencia inlci-
ramente nova s pan a ininha provincia ? Em que
se funda ella ? Na conatiroieRo '.' nao ; nas leis ?
tambora n.lo ,no rebnente da rasa ; nao encontr
ncllc cousa ateurao a este respeilo. Peco I cenca
nobre commiMlo para dizer-lhe que a'nica baso
'I'"" I"":;.11 ueste ucgoch* foi o seu arbitrio, e se he
alburio, enlao he favor e nalo justica ; e favures el-
la nao pode fazer.
Parece-mc, Sr. presidente, que llevemos ser co-
herente* cm nossas deliberad"', dev.mos querer
boje para mis o que quizemos honiem para oulros,
devenios applirar ai Parahiba aquillo qae lemos ap-
plicado a dlerenles provincias do imperio, porque
a Parahiba nalo pode ser de pcior cundido.
Creio que o nobre depotado eslar satisfello com
a aalienc. qu. dei a contradiccao ; dise que eu nao
liuha ido feliz, mas julgo que o fui, mostrando
que a nobre commissao enlenden que nao se deve
dar assenlo aos suppleutes eualo juramenlados, en-
tretente! que supplenles uo juramentados liveiam
assenlo na casa.
^ Poro a cmara que altenda bem parai ai dillerenca
i.as 0iream.l11ncia.em que estamos em rolad" a Pa-
rahiba ; hoje esla ella em minora, e o anuo passado
em grande maioria ; o caso prtanlo dinero, o dille-
re moli, Eu enlendo que o auno passado se pro-
ceden bem, pois que a le quer que a Parahiba soja
representada naala casa cora uco depulados, c ha-
viam sn uualtro.
Nalo oliendo isso ao direilo dos deputado. ellecli-
vos ; como representantes da n.cle elles devem dar
o excmplo, apresenlaindo-se na corle no dia :i de raaio.
Lma vez que dcixaram de salisfazer ao mndalo
le seus constituimos, e de obedecer ao precedo da
lei, solfram que os supplenles os substiluain Digo
sofliara, menos propriameiite, porque nao ha sof-
Irimeiii 1 algum, nem em sens direilo. polticos,
porque os suppleutes se retiran) logo que ellc com-
parecen), nem cm seas subsidios, porque comecram
a vencer desdo odia em que tomara assenlo.
O Sr. Candido Uorgcs -.Nalo se tala disso, mas
siiii da quostan de direilo.
O Ir. Henriques :Isso mesmo que acabo de di-
ter he de direilo, e de direilo applicavel ai lodos.
Espero prtenlo que a cmara dos Srs. depoladoa
ii.lt> seja injusta para com a ininha provincia. Ca-
lendo para com ella nina eteepcao inleirainienle
odiosa, cuiidemnada prtanlo pela razo e pela jus-
lica.
O Sr, Oas que acaba de seular-se tomou em consideradlo al-
guma dais pinicos prnposicoes que enunciei, qnain-
du pela primeva vez. lomei parle no debate deste
parecer ; man nao esloa convencido de que as ta-
lOea que constantemente tem determinado o mcu fo-
to ua cmara a respeilo desla materia lo-em des-
Iruid.s pelos argumentos que o nobre depulado pro-
du/.iu.
Punl.o de parte toda a quesillo individual, nalo
quero saber per que provincias temos de chamar
supplenles, nem quanlos supplenles lemos de cha-
mar ; uao quero considerar qnacs sao as peono. que
lera de ser ou nalo chamadas apelados ; quero ni-
camente ralilicar as palavras que disse quando lallei
a primeira vez.
Enlendo que leem direilo de ser chamados para
pretin her as vagas dos dopulaulos que fallan) na c-
mara dos deputado tquelle. supplenles que Ibes se-
gueiu ua ordem da volado. Esla ininha opinialo
fuudu-se na le de l!> de agosto de lxMi, que res a
materia.
Di/ esla lei no arl. Sil leudo.)
o Para supplenles dos depulados e merrhros das
asscmblcais proviuciae. licam designada, as |,e>soas
que se Ibes seguirem em numero de votes constan-
tes ila arla geral, |,rcee.leiido-,e cnlre si pelo maior
numero que cada um delles livor.; de maneira que,
aehandO-4. algum dos elleclivos icgilimameute im-
pedido por ausencia, raoleslia prolongada, ou por-
que seja Horneado senador, a cmara da capitel ex-
pedir ao supplenle um diploma igual aos que se
passaiam aos elfectivos. d
Da disposirJjo desie artigo o que se segue '.' lie
que. fallando um depolado, o supplenle immedialo
em votes lera direilo de oceupar o seo lugar.
Ouanlo n occasialo era que o suppleule deve ser
chamado, islo fporlence ai cmara dos depulados,
porque em aeaioea auleriores ella ja lem decidido
nesle scnli.io. Ouando a cmara municipal de llu-
ro Prelo eipedie diploma a um supplenle por saber
que o depulatlo efleclivo nao vinha lomar assenlo,
a cmara doa depulado. enitendcu, que essa cmara
municipal liuha exorhilado das suas altrihuirOes,
porque a esla casa he que compele conceder es-
casa, aquelles de seus mcrabros que deixam de com-
parecer.
Mas nao quero enlrar nos eslvlcs, nao quero ai-
gomeatar com os precedentes ;' quero considerar a
queslo pelo lado do direilo. Ouem lem dircito de
preencher as vasas do depulados elleclivos lio o
supplenles immediatus en, votos.
lira, como havemos de privar os supplentes que
se seguem na ordem da votarn de seteni chama-
dos, de receberem u convite, so pelo fado de nao
eslarem presentes na corle 1 Nao vejo disposido ai-
suma legislativa fltli lele! 11.me issu.
Keflictamoa que, admiliiudo esse principio, he
preciso leva-lo as suas ulliinas consequencias. Se
quando iallain tres supplenles pudc-sc chamar o
quarlo por arhar-sc ua curte, lambem em lal caso
pode ser chamado o vigsimo, o quadragesimo, o
centesimo, pan preencher o numero dos denotados,
canda salvo o direilo de irera entrando os mala vo-
lados para salinera 09 que livetem menor volado ;
mas eu nao peoao assim, porque as pnlavra da
le precedeudo-se cnlre si pelo maior numero que
cada um delles live,->-M oppuetn a essa iulelligeii-
c,a. Luiquaulo nalo se provar que os supplentes
que preceden) na ordem ,1a votido eslo leu,lima-
mente impedidos, enlendo que nao podem ser cha-
mados aquelles que leem menos votes.
O Sr. Henriques:Essa regra he para a ruinara
dos depulados, que lem julgado em contrario,
O Sr. Dias de Carealho:Enlendo que a dis-
posido da le he 13o obligatoria para a cmara rau-
uicipal, como paral a cmara dos deputado.
A opiuiu que lenho seguido de-do inultos anuos,
e que nesla casa lenho sustentado por mullas ve/es,
ate contra parecer, dacammindo deettnatUaicioa
poderes, he que nao se es|,cre a participa, ao'olli-
cial slo depulado para ei.lalo chamar u supplenle.
Creio que eslon .Indahoje na momia opioiio, quan-
do si'sienlo que se deve chamar us supplentes ne-
cessanus para se preencherem as vasas existente.
O que desejo he, que sejam chamados pela ordem
da volaran, porque cnteudo que as palavras da le
uo podem ser destruidas por una simples delibe-
rado da cmara.
U Sr. Gaimares:Bem quizara, Sr. presidente,
po lomar parle ueste discussalo e dar svmbolica-
menle o meo vote ; mas o nobre depulado pela
Parahiba Irouxe tantas ve/es por aireslo o meu Hu-
me, que me vi ohrigadn a pedir a palavra ; nalo
lauto para, discutir a materia, mas pan fazer ver ao
nobre depulado que o numear-me lauta vezes, tle
nada servio para favorecer a sua cama.
Disse elle que fui chamado paira tomar assenlo
nesla casa na presente sessato sem ester juramenta-
do ; disse lambem que eu baivia sido chamado em
IS.).i, c apenas eslive aqui duraule alpuns dias. U
nobre deputadu engauou-se tanto em urna, como em
oulra cousa.
leudo supprido dorante a sessao tle 1831 a vaga
de um depulado pelo Cear.i, cm 1833 lomei assenlo
uosla casa iiidepeudenle do convite para esse lim,
porque essa vasa conlinuava a darse ; e s quando
cheguu o diputado efleclivo a quem eu suppria, fui
que me relirei. Nao fui pois chamado em 1835, co-
mo o nuble depulado sup|ti,e ; nao era preciso que
o fosse.
lambem o nobre depulado engauou-se quando
appotc que esle anuo fui chamado sera estar jura-
menlado. Prestei juramente em IS.V1 quando vim
nipprit a vaga ai que ja me reteri ; nem era i.tusi-
vcl que cu cnlaio lmame assenlo sem essa termali-
ilade.
Nalo Cslou no iiie-1110 caso ilo lopplente, em cujo
favor fallou o nobre depulado pela Parahiba.
Sun segn.lo suppleule e rallara pela provincia ilo
Lean qualro Srs. deputadus j ao iiasso que u mamo
do honrado inembro he quarlu supplenle, c fallan!
(res de|,ulatlus por aquella provincia.
Ouanlo ao vulo que pretendo dar nesla materia,
devo declarar que ser smente pelo parecer da coin-
missao. Nao me deivo levar pelos antecedentes da
casa, que nalo lem sido balseados sempre nos meamos
motivos ; us pareceres das CommuMes de poderes
lem sido quasi sempre segundo as necessidades
do momento, uta consagrara um principio, ora oulro.
Mas lenho do volar pelo parecer de que se Irada,
|iara que lomera a-seuto nesla casa os ilous supplen-
les a que se refere.
A quesillo lem sido bastantemente disentida, nao
preciso mais alarg.ir-me sobre ella. Entretente en-
lendo que as emenda, devem ser remedidas a com-
missao respectiva, alim de que, cun a parte do pa-
recei que uega entrada aus supplentes, as reconside-
re. \oq mandar a mesa un rcquerimcnln ueste
sentido.
I.-se, apoia-se c entra em diseojsRo o icgninle
reqiicriiiienlo ;
i'Kequciro que as emendis .merecidas vato ai eom-
misalo cora a parle do parecer que nega a cidrada
aos supplenles.Silva Guunar.ics. u
I o:e-~ : Votos votes '.
O Sr. Candido Borge< : Peco a palavra.
O .sr. Prstenle : lem paiavra.
O Sr. Candido Vorgei : Sr. presidente, se eu
livesse a eerleza de qu- pasuv. o requeriineulo que
acaba de ser lulo, cu nao rallarla ; mu podende ser
que elle teja rejeitedo, e cu tenh. de votar r.....ra o
parecer da illuslre cummissao de poderes, apezar da
emenda aprsemela, declaro cmara qoe voto
Unte contra u parecer, como contra a emenda ; e
pictetideiid votar contra ambos motivare! < meu
vote... Mas naio sei se posso Tallar sobro .1 mate-
ria piiucpal c o adiaineiito, ou so s subte o alba-
mente...
O Sr. Presidente :s aobre o Bdiameiito.
O sr. < andido lloryes : Enlalo, se o adiamen-
0 calnr, de.-dc jai bro coma palavra sobre a ma-
lcra.
ba, que lao partidista se moslrou di coherencia, nao
nos disse elle mesmo qje esta cmara ja tinha lido
i'umpnrlamenlo diverso f Nao disse elle que 1,0 an-
uo pasudo nina liuha de conducta diversa so cs-
labeleceu na rasa, que oque se deliberou era cun-
truno do que se haviai resolviJo era uniros anuos'.'
Pois se cmara dos Srs. depulado lera lido deli-
beracOe eonlradiclorias, se ella mo eslabeleceu
nma liuha de conducta constante, nie he ni.ll, r.
nao he mais justo, n.'io be mais conveniente, que se
siga a disposi,;ao lilleral da le ".' Por ventura le
manilnu dar assenlo a supplentes em 5. e li." lu-
gar, quando linda nao foram chamados os que eo-
lio cm l.*2.0 :i." lugar, quando a cmara nalo
sabe se estes supplenles lomaran un nalo assenlu .'
Certamonte be tuna conduela que eu nao sei expli-
car, nem cumprchciider.
0 parecer da illuttrc eommitslo de poderes, que
primeira visla musir adoptar us principio, que
acabo de expender, creio que ladeou em pouco,
creio quo se deixou escurresar, porque nesse mesmo
parecer planlou urna conlradirralo a sua idea capi-
tel. Emque Mfonda a illuslre commissalo de pode-
res para dar assenlo por sen vote ao Sr. Ilrotero .'
1 Na iirrl aparte.
Diz o illu-tre depulado por S. Paula quo he o .
suppleute. Mas veja V. Exc. Sr. presidente, que
I.Han lo o i. depulado lem. s j um I." .upplenle,
c a cmara atlmilliu o Sr. Mairliin Francisco. Dc-
pois em i.- lusar lia dous suppleules, que
sentados pelo Sr. Cruz Machado, c felizmente ose-
los diarios dessa presidencia lera confirmado o juizo
que sempre forme! d'elle.
A oppmiejo do Diario do Moranhie, tlesp.il.-
da sera duvida por ver apeado do poder o com-
mendador Helterl. som ter lid.) lempo de fazer o seu
teiUmenlo preaidenoial, onde o redactor dessa gato-
la es|,erava receher como legado o Ihealro publico a,
beneficio do actor Ribeiro, anciosa eaqnadrinhava
todos os actos do novo preside,le, e infelizmente
para elle a sua opposic.ao s se inamcslou em dous
laclo, que a mi narro, para erem devidamenle
apreciados jmr lodos.
(1 prun 'tro fui, porque o novo presidente nao im-
pedin o naufragio de urna canoa, que he facto, como
sabe, nalo esperado !
Creio que u illuslre redactor queria ver o Sr. Cruz
Machado, armado como .\er.ves de urnas disciplina,
com que leve loucura de ajoilar as onda para ap-
placar os seus furores !
O segundo foi, porque o Sr. Cruz Machado, sendo
aumente presidente do Maranh.lo, mo rreou um con-
lliclo de jurisdiedo. eovernaodo lambem a provin-
cia de Prnambuco, alim de obrigar t, .-sr. Ramonda,
actual empre/ario da eoinpauhia italiana, a nao
dar repre.eol.crie. no Iterife, quando no seu contra-
to iialu havia clausula alguma a lal respeilo !
Hoje, porm, esse redactor, arrependitlo do que
fez. j iimdou do norte, e lio convencido estai da sin-
- ceridade das InteocOe. de S. Ele, quo al ja lem
sis. i.arralu e llrulero. Ora, o sr. Carralo tomou as- elogiado diversos actos seus
sent na cmara, esla juramenlado, nao parlicipou Ja pode prever Vmr. que o Sr. Cruz Machado nao
qiifueixavade nr ase-sao, ciilrclaulo dse assenlo querendo envolver-se na lula, eteiloracs, havia de
a om mitro depulado que esla com elle empalado cahiraem duvida no desasrado de algum candidato,
e",i\.S;, ~_ I"1'"r"'""do verdadeira influencia para cleger-se',
" r. 1,. de. .Indrada: OsSrs. t.arrao e Rodti- conlava eom o apoio do presidente para lal lira
sue, do Sanios lera deelaradu quo nalo querem te- lia pouco das aqui aconleccu um [acto vimem
mar assenlo. j graras a mnialid.de de S. Ese.
o sr. tundido forges: Anda mais; veja loram a concurso a. cadelras de histeria anlisa e
v i-.xc. romo a quesiao se complica. Em primeiro moderna, c de sraminalira philosophica e annalvse
logar no necessario na ferina da le que seja des- de nossos claceos, c o presidente, que nao tinha
empalado o -upplenle, lato be, qoe seja designado como oulro-, desojo de querer prolfor este ou
pela -orle. aquelle candidato, r- eim dotar a provincia eom nona
.osr. (.arrao.devejulsaruSr. Urolero cora direito ; de, que ai vida de in.lruccao corre ao nosso Ivceu,
" ti"!.> 'r'auH?, o v- t. "nandou aniiiinciar por lodos os jornaes o dia do
u *r. candido Horges : Nao he possivel que concurso, e tez circulares 1 indo, os deaembaraado-
Carrao ou u sr. rolero sejam chamados' res, doulores e protessoies convida.ido-us para esse
desempate, sem que a sorlc designe. um aclo.
o Sr
sem
dellei
O Sr. /(. de .ladrada di um aparte.
O Sr. ("andido Horges : Esse facto do requeri-
A concurrencia fui grande, o lacio era novo, e o
povo sampte tlescoufiaido de jirumessas, quiz ver para
crer, e anal sabio contente e inalhemailicamente
*---------------------- ---------- ------------- n.iiinr. i iii.i (i ic lilii l (i i 1111 11 te
ment allegado pelo sr. depulado pode ser para al- convencido, que S. Exc. be um presidente honeste e
uum valioso, para mim de n.da serve. honrado, bem intencionado o imparcial era lodos os
no contrario, Sr. presidente, parece mesmo que 1 seus aclos.
ale cerlo ponto se pode eslabelecer urna especie de
monopolio no lusar de represntente da nado.
Sapponhamos que o primeiro supplenle tle urna de-
pulado, nao leudo a certeza da ser chamado na
falla de umdos membros delta que livesse viudo pa-
ra a capital do imperio, deivo tle vir. l;igure-se
lainbcni que o ," e 3." sii|,plenlcs nalo viessein por
falla de ineios, e aqui se gaste moli, mas que oulro
suppleule em i.- ou .}.- lugar, nao Ihe compelimlo
lomar assenlo, viesse tle passeio ai curie ; esla sim-
ples rircumstanria ptnlerai servir para que nos Ihe
demos assenlo '.' Parece-me que nao.
\ V. Exc, pois, que eu nao posso votar pelo
parecer da illuslre commissalo de poderes pelas ra-
ines que acabo de apresenlar, e mullo menos
posso votar pela opinialo do illuslre depulado da
Rabia.
O Sr. Sobral: Sr. presidente, a quesblo lem
sido talo bem delucidada por oradores lao di'linclos,
que parces temer,dado eu lomar a palavra em lae
circumstaneias; mas um quasi dever a isso me
obriga |ior ser eo o autor de orna da indicar,.es
para que sejam chamados algon supplenles a lo-
mar assenlu ueste casa, cojo parecer ta respectiva
cummissao se discate, c para evitar repelir" l'i-
lar-ine-hei ai dar rzalo do meu pro red, metilo, e a
cmara |ierraillir.i que eu fara ligeira obse va,-
c.es.
lodo sabem que em IS.V1 dei\ou-se de abrir a
assembla geral 110 dia :l ,ie malo por falta de nu-
mero nesta casa, e nalo desojando eu que sesunda
vez se fallasse a este preceilo constitucional, eslando
ja adianladas as aaMea preparatorias, e aiuda se nao
lendo apre-enlado numero de deputado para esse
lim, indiquc que se cbamassem tres supplenles :
,1111 pelo Maiauh.lu, oulro pela Rahia, e uulro pela
Parahiba, us quaes, segundo fui informado por al-
suns cullcgas meus, te achavam nesla corle, e po-
diam de pnuupiu comparecer ; e lano eram fun-
dados os meus receios, que somcnle no da de
mate correle foi que se cumpleluu o numero sulli-
cieule-parai haver casa, para o que te i niisler convi-
darse aquelles suppleutes, que, sesundo us es I v los
da casa, lendo sido juramenlados e concluid j a ses-
sao do anuo passado, se achavam na curte.
Cessando a principal ra/.lo de ininha indicado,
podia l-la retirado, mas n.lo o fiz purque anda bo-
je existe falla de depulados elleclivos por essas pro-
vincias, cujo numero be tle ulilidade publica que
seja precnchido, o que he de contermidadu com u
que se lem pralicado.
A nobre coramissau agora apreaenlou seu parecer,
escudo de opiuialu que se chame o suppleule pete
acantilo por mim indiratlo.se oppoe a que sejam
chamados ua .upplenle pela Rahia e Parahiba, pela
razao de que awlet nao sao o supplenle immedia-
lo em votes pela ordem da votan-10, -a-unmo se v
da neta geral.
lu nobre depulado, (ostentando a mesma opi-
nialo, leu o arl. 89 da lei de III de agosto de ISiti
que rege a maleria,
Em abono da verdade en desejo muilo que se si-
cam 'lodos os preceitos da lei, e lie mesmo pelo ar-
tigo cilado que eu acho que a uobre commissalo nalo
leve rzalo no 1 arecrr quo deu. Acamara perinillir
que eu o leia de novo. (Lj
Ja v a cmara que a nobre eommiaaho nao se su-
bordiuotiai lei, quando lie de parecer que se chame
o supplenle pelo Maranhaio ; porque o artigo que
acabo de ter nao exige smenle que seja chamado
para supprir a falla do depulado o supplenle imme-
dialo era votos, mas tambera que esla (alta seja com-
raunicada, podendo 1er substituido ate dorante im-
pedimentos temporarios.
Ora, nalo lindo havido esla coinmuuicacSo, v-se
que regeu-se pete, precedentes da casa, que lam-
bem nos servem de le ; c se foi por elle, segue-se
que a illuslre cummusalo foi injusta, e mesmo ipeco
permissalu para dizer parcial, quando nalo admilte
que se chamen) us supplentes pela Rahia e Para-
hiba, seguindu nesla parle os eslylo. da nsa, que
favorecen) tanto au supplenle pelo Maranhaio como
aos nutres.
A' vista do evposlo, vejo-mc em um complete
umbararu para dar o mcu vol ; porque se voto pe-
te parecer da commissalo, approvn a injuslira que
pralicou a cummissao nao admiltindo dous suppleu-
les por mira indicados ; se vol cunlr. o parecer,
prejudico au supplenle pete Marauhao, lambem por
mim indicado.
E, pois, peco ao nobre presidente qu. pouha o
preo,,- em volarlo, cada unido supplentes indica-
dos por sua vez.
\ 01 iiieaiintn-c nalo haver casa, Pica a discusso en-
cerrada.
Levanta-.o a sessalo a, I llura e 10 minutos.
No da linao hnuv. sessao.
CORHKSroXDEXCIA IHI DIARIO DE
l'KR\A.\ll!l'lM.O.
M.VRAN'llAO
S. I.tiu -_>0 de roaio.
Muilo convencido que a mparcialidade he a ban-
deira, que esta ha muilo lempo haslacda |uo seu
Diario, e que as portes da sua lypographla eslao
sempre abertal para receher aecusajoes cdetezais, es-
cripias rom decencia, vou boje inrelar com Vmr. es-
la correspondencia, onde sempre represenlarei como
Degenais, um dos hroes das Mulheres de Marmore,
o Ivpo de jornalisla indepeudeiilo, que ha de dizer
em ludo a, verdade nua e crua.
Por esla exprcsvlcs nao crcia que eu vou deixar
a penna modeste deeKriplor pelo eslylele ponlcagu-
da de ailguns rabiscadore do insolentes dialrilns
uaio, porque cu amo a imprensa, e cora quinto pen-
se com IVv rumete, qu. ella nalo he urna concessao,
e siiii um tdireim preexistente, fundamental, c es-
sennal, nao quero que se abuso desse direilo, e sira
ambiciono era extremo que ella seja o pensamenlo
tle lodos, csclarecendo o governo para bem de ludos,
como bem pensadamente o disse Victor Iluso na dis-
cii-s.ioda le Irainceza de :>7 de junho de ISi'.l.
Iteprcseulanle du secute passado, onde vi a luz do
da. e viv quasi toda a roinba mocidade, jai eslou
quebrado de forta. e uaio terei vigor sera duvida
um 2W SO
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urna I9OOO llitel
K50UO IO9OOO
um rooo :10300o
rox concurrente a dila cadeira o r. Antonio
Marque Rodrign, que salisfazendo como era de
esperar do son talento, as exigencia tos examinado-
res, foi declarante professor.
Se me fosse permiltido fazer om pedido 30 Sr.
Marques Rodrigues, eu Ihe pedira com instancia,
quo ensinasse parlicularmenle a historia do nos*o
paiz. aos seos dlscipnio, porque nao ha cousa mal.
leia para quem he inembro da soriedado, do que
ouvir lodos; os dias fallar de alsumais materias, que
pcrleiireni a histeria de seu paiz sem entende-las,
nem poder dar umai norao tle seu principio, saas al-
leracos e do motivo, que Ihe dea naicimenlo, como
muilo bem disse Raimnndo Jos de Saoza t'.avoso no
sen rr Compendio llistmico Poltico do principios tle
lavoura do Maranhao.
A sesunda cadeira conenrreram os senhnres tloulu-
res llominsus Feliciano Marques Perdiggo, Molla,
Encarnacalo e Silva, e Ricardo de Carvalho.
lis examinadores approvnram em igti.ldade de
citriimsi iiilia. e em primeiro lugar 03 dootores Per-
dgalo e Encamralo.
A S. Exc. rumpria cscolher os professores, porm
elle .lee!,i,, o de si esse poder e ronfiou-o sorle.
ouarado se escreviam os nome dess*. dou can-
didatos para serem laucados em urna urna, tleclarou
?, '*** quecetlia tle bom grado a cadeira ao
l)r. Encarnarn, que linh. sido seu discpulo, que
era seu amigo, e em quem reennhecia toda as qua-
hdades uccessarias para o bom desempenho da ca-
deira.
Este raso de senerosidatte do l)r. Perdiga, ad-
quoiio-lhe ceral svmpalhiai. mormente quando elle
alem de pobre lem muilns lilho, e he boje o decano
dos directores de collegio, em cujo encarsu saslou a
sua moridade sem oulra recompensa da parle do n-
venlo alm da tatilfacSo que sent todo o bomeida-
dao qoando bom serve o seu paiz.
0 eslatlo unitario desla provincia se n.lo he satis-
factorio in /oiim, pelo menos linda aqui nao temos
o cholera.
Reina por aqui epidmicamente o cholerina, purera
hoje o mal vai declinando e os habitantes das povoa-
coes. onde elle esteve, estilo salisteito. e bemdizcm o
presidente, que com lano cuidado curou de seu pe-
denmenlos.
Correrara boato. aseoladorea robre a Irauquilli-
dade publira, alterada na Barra da Corda.
Felizmente esse boato. M) linbam base na mente
novolleira desses terjadores de noticia a meia noite;
S. Exc. logo que soube do occorrido mandn o ma
jor Isaac xpuz de iMiramla para svndicar to facto.
JolgO t|ue a esculla ,1o mejor Isaac foi arerlada. c
qoe elle bom desempeohani esla comm-sao.
lie rousa de puuca monta, porm he netessarir
que laes faci sejam punidos, para que cauta autnri-
dado I unce,nuil dentro da urbil de sua attrbnir,es
porque sealo o espirite da lei lica alterado, essa al-
terado Ira/, comsiso o enl'raqueciraeiilo, o enfraque-
cimeuln a ruina, c a ruina a revolla.
1 luna,nenie .tos tribu,aes|sul.lo urna causa, que
allraho muilo a allenrao de todos.tanlo pelas pessoa
que nella represenlaram romo pelo motivo della.
Foi urna lula Iravada entre o honrado negociante
Jos Antonio da Silva (iuimairales, e Leonardo Pi-
nheiro da Cuiiba Carneru, esle cousul, e aquello vi-
cc-cunsnl da nado portogoeza.
O Leonardo deu conlra o (iuiiiarales urna tpieixa
peramteojuiz municipal Pedro Camello Pessoa, o
qual pronunciou u liuiraairaies. e esle appellou para
o juiz de direilo, Virialo Randeira huirle, que o
despruiiiiuriou, c por tanto licou o Sr. Cuimarales
Iriiimphaiile, e o Sr. Leonardo hoje este sob aecusa-
?ao lao grave c lao iriemediavel como era incura-
vel a ferida fela pela laura de l'eleo.
ouando arrebeiilou esla*bomba, quandouSr. Leo-
nardo eslava coberlo de lama, quando lodos os Por-
logoexea eslavara corrido, de vergonha por ver bas-
teada na casa tle lal huiiiem a bandeira tle urna na-
c.io. que recorda lautas glorias e conquistas, o forte
da Punta d'Areia fez sisnal ai una barca viinlu d'a-
lera-raar ; bem depressa ella, enteilada com lodos
os seus pannos, deslisava-se nas lmpidas aguas do
nosso porte, tersou o ferro, e dahi a poucu soube-se
que ai seu bordo vinha'o Lir. Thomaz (lomes dos
Sanios, consol Horneado paira substituir o Sr. Pi-
nheiro.
Se encontrar ahi o meu bom amigo e velho coin-
p.nilieiro Jos Soares, d-lhc saudades niinha, e di-
ga-lhe quo sempre Icio com prazer os seu lirilhan-
les escriplos. us quae cada dia mais basca u seu
creditu Iliterario, e que Ihe mando pedir com lis-
lancia, que rae Irarmnia nas pasiuas do seu Dia-
ria aquella poesa a
tt Alcntara bella de prazer banhada, n
que oulr'ora cnnsorvei ua niinha memoria, mas qae
a linio do lempo em parte j apagou.
O estado do oosvj commercio al o da 17 he o *c-
guinte :
Hunco.Acres. A 2Stl4iiO(>. Directore de se-
mana, Joaquiui Antonio da Silva I- erren.1, Jo,quii
Jos Alves.
Cuinliio'.Sobre Inglaterra 27 :l|i a 28 dinheiro
a 60d|v. Fraoca 330 por franco. Portugal 'J7 a 100
por % a (MI d|v.
ttatioi surtos no porto.
Patacho brasilciroat.riapara Parnahiba.
Patacho porluguezRoa-Fpara Lisboa.
Patacho amerieanof.ry-Shepardpara o Paira.
Patacho brasilciroSania Cruzpara Prnam-
buco.
Iliale brailleiroPatrilapara o Para.
llrigue porluguezPensamientopara Lisboa.
Male brasileiroVenuspara Prnambuco.
PrefOl correalesPor grosso, dos gneros de cul-
tora e industria da provincia
manho........
bilo de vi.do, curtido. .
Uitos de dito cm cabello. .
Esleios grossos do diversas ma-
deiras, leudo 1 palmo do
comprimen!-......
Estopa da Ierra. .
II1I.1 de I,ni,o......
I arinlia secr.i de mandioca. .
Dila d'agoa.....
Fava grande. -...'.'.'
I -'aviaba branca ..'.".
Foijao tte olho prelo. .
Ferro ingle/, cm obras inanu-
facluradas no paiz. .
Hu j da Succa rm tulas. .
losneles de bomba real. .
Ditos tle i, li e !1 bombas .
Hilos de Ires balera. .
Ditos de visla sorlitlos. .
Fumo cm folha.....
Dilo em rnolho......
Dilo de corda......
liensibe amare!! ,.....
Dilo queimoso......
Uallinhaa........
Gonebra, garrafa on botija. .
(icremun. ,......
(icrgelim.......".
tirantes de diversa madairaa
tle lei com :t(l palmos de
emprmenlo e ."> a ti |iolega-
das de face, regulara. .
tiraxa em latas de mira. .
lirode tle pcixe sraudu ." .
Dito de dito 11,111.1.., .
I.aranjas........
Lebles.........
I.enha tle mangue cm aellas .
a n loros. .
Ml de abelha......
Dilo de caima......
Mendobim......
Milito........
Dilo em malos de 50 espigas .
Oteo tte cupaiba, caada ou .
Panno srusso de algodalo larsu.
Dilo dilo dilo estrello .
Peixe seceo.......
Peritas mancas.madeira de lei,
lendo 2i palmos de rompri-
mente e pollegadas de face
Pipas vazias ......
Porco........\
Potes pequeos, menoies e gr.
Queijos ua Ierra.....
Ripas de mirirn......
Dita do baearl......
Sbalo amaiell -......
Dilo de :.i, lirob.i.....
Dilo escuro.....
Sal em panciros de quarla! .'
Sebo em rama.....
I'aboado de coalido .
Dilo rosladiaho .
Dilo eowa.ira de baearl.
Dito dilo de camaMari uu paiu
bruto ......
Dito dilo de cedro. '. \ '.
Dilo dilo guanan,li vennelho.
Dito dito de louro ....
Dilo Jilo de papara 1,1,a. .
Dilo dito de suri,pira .
Dilo desoalhotteandiroba. .
Dilo dilo de hacori ....
Dilo dilo de r,uaran
Dilo dilo de guanal,di. '.
Dilo tte guaoandi carvalho. .
Dita de soalho de paparauba .
Dte dilo de sucupira.
Dilo de forro ... ,
Tabocas para tegucle. ru'las!
Dilo dito dito preparadas .
tapioca do sol.....
Dila de torno ...'...'
Dita chamada d6 Para .' .'
retajaba d. espinho para linla
aniarella. .
Telha ....,".')
lijlos comprides. ..'.'.
Dilo grosso ....
Ditos quadrados de ladrilho. '.
Ilquira. ,
Touciiiho. .....',
L'rucii.....
Vaquetas 011 ineios de sola.* .'
\ elas de cirnauba
Dilas de cera ....
Dila de sebo. .
Dilas slcarinas.
Vigas de ruadeira de lei lo ai :>
palmo......
Vislas de dilas de i i .VI p".
fcslunare multo que esta, noticia* leiam proveilo-
Hii aus srs. negociantes, que assignam o seu Diario.
,,,," irsa' Peona, ja esluu muilo caucado: o
I euraalismo atacou-mc agora com malta torca na>
juma, e por isso vou bosrar a cama, onde su e livre
ue nuil., n.sitas porque ni pobre, irc recordando-,
me do que he. ,te dizer-lhe n S(.gi|e vapor.
O Felerano da Independencia.
duz.
i'.ilm
320
liitl
13X00
19000
39600
39000
so
(3000
. no
190
zcs de desolaran e amargura sera fim, o que vi-
mos'. As acroes de grabas, a resignado, os exerci-
coa pi.duso, i giaudes aclos de carid.de, a ma-
infeslarue religiosa, a alisfa^ao, emfim, de una
divida sagrada que haviarnos cuntr.hido para com o
tierno, que, priendendo aiuda experimentar a rc-
sisnarao dos Pulios nascidoi no paiz que lem o nome
do penhor da Redcnpeao. approuvc eovi.r sobr.
no.sas caberas a espada de sua inexoravel juslica.
Era conrlintenle, que o espirite depo.s de sal.sfeite;
depois tte repleto de uneau celeste pela orado o ac-
tos de piedade, se reani,naSe no todo. A iiVssa bel-
la capital esla como -ra, animla e risonha ; embu-
raaoadapaMO se divulgue por entre as flores que
principiam nuvamenle a hroUr as pegada indele-
ceis do frreo colhuruo do mabldo do Senhor ; em-
bora linda alguem reguo com suas lagrimas o jardim
que se nus aulolba !
Fui das depois de eilinrla a epidemia, que prin-
cipiaram os Ir ibalbos da estrada de ferro : e como
que para provar que a provincia soubo supporlar
com paciencia evanglica o golpe que receheu, .
que lendu por sahlirne protectora a Rainha do Ceo,
reunio-se a assembla provincial, para tratar dos
nussos inleresses palrios, igualmente dias depois de
cxlincta a epidemia, sem que se lesse na morlnaria
lisia dos fallecidos um s nome dos elcilos do povo.
Nao omos phanalicis, nem a super-tico lem en-
1-3200'Irada em noow espirito, ma eremos, como pode-
mos rrer, nun dogma da raligifo, que a nao ser a
tioss- ardenle conlricraio tluranlc o raaiis encariiira-
dn da epidemia, cerlamenle que nao seriamos i.m
de prmnpio libertados, e a animado nao vina
isualmeuie rohrir com o veo da paciencia as nossas
l.io profundas chagas. Em (aranhuns, essa comar-
ca de um povo i, ,1,11 alenle religioso, recebeu o
mal com roracom. e iuvorou comas mais vivas de-
mouslrares de. dor, a prolercao do padroeiro da
villa, e ja antes uinvirluoso parodio diziaque na
villa de tiaraiihun os ..tragos scriam diminuli.si-
mos: raorrcrain seis.
Sanio Aniao licou amelad.... ma em Sanio An-
teo me/.o ante de ser invadido, tei nm padre
atrozmente cspancaidn.
Lmoeiro ou Paiu d'Alho licaram assladus... mas
la existo 11 urna e-Irada a cruz, qu. marca o lugar,
onde fura aissassjnado um padre!
Orai valha-nos Dos!... que estemos dizer no
centro de tanta gente da moda!! Do lana geole
que dizabertamenlc que sacerdote quer di.er bonio ;
que rae/. Mananto s serve para beatas, padre, e
Irades atoleimado !
Pensara bem !.
tlades...
Hospital de caridado, .10 de mato:oxhdiam
,'.! -i....ules, morreram 2, existem 77.
Sis. depulados-geraes por Prnambuco Kmho-
ra oslejais lembrados do queouvistes na assembla
por ncrasi.lo em que alguem de vns pedio soccorros
para esla provincia, por causa da cheia de IKii...
tembrai-vos dus t.iphaos dcsvallidos, que andam de
llcrodes para Plalos.
Ate ainankaa.
1 au
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111111 IO-3tH) 1230O0
1 '.3( 'OU t'j.3O0ll


p
Assurar hranro l.-v qualidade.
Dilo, dilo de segunda dila. .
Dte masravado ou bruto. .
Dilo retinado......
Agurdenle, radiara. .
Dila reslilt........
Algodalo voragica.....
Dilo de aerra......
Ararota........
Arroz era casca
pipa
1.3NOO
:1.300o
2-000
39300
KO3OOO
.13000
i-.'liO
3.3OOI
Hanoi
!M)3 ou Tamamcao.
Dilo tic oulra fabricas.
Dilo Infido.....
Posto a votes o albamente, nalo loi approvatte.
Loiiliiiua a 'liscussalo do parecer.
OSr. Candido ti,.rgCs:Sr. preaidentc,enlen-
do que a chimada dus supplenles era nenhuma cir-
cnmilancia pode wr nina qnesiao de favor 11,01a-
dos ; he uma qilHMo de dever. A tmara do-Sr-.
depulados lem o dever de chamar lautos supplenles
parao seu mo, quanlos frrm os represntenles de
cada uma provincia que liverem deiailo do compa-
recer apoiados porque a lei marrn a representa-
cao do cada uma. Do contrario dar-ae-hiio inconve-
niente de au ser uma provincia repreaeulada, c po-
deien, sollrer os seus inleresses, cm maior uu menor
eacala.
Se islo heisrim.se a cmara do Sis. depolado. lem
dever, como cu creio, de chimar lanos suppten-
tca quanlos foremnecossarios para completara, dille-
rentes leprc-cnlares, podera ella chamar indisline-
tamonte qualquersupplente pelo simples f.ui de se
adiar 11.1 capital do imperio V Eu acredito que nao,
porque dc-lo modu deavirlua-ae ovlo popular, des-
virlua-sc t- sovcriiorc|,rosontailivo ; enlalo o paiz pu-
de ser dirigidoegovernadopor ama opiniaoqoe nao
seja a opiniaiu do paiz. A calmara atienda bem para
os inconvenientes que podem resultar tle urna srme-
llianle pratica; se nos boje auiiuirmos ai que sejam
chamados supplentes so por se acharen, na curte sup-
nente, que nalo mcreceram a maioria do vol.doa
seus coneidad.lus, que inconveniente, nalo podem re-
suliar".' '
Mais disse um nobre depulado, e j.i se tem dilo na
casa, que devenios er reherente. ; mas que incohe-
rencia ha nilo'.' Um illuslre deputado pola Piral.
bastante nata combaler a empenhar-nva em lulas, Dilo pilado sraudu de vapor
porem encostado ao hurdo, que 111c suslem os pai-
aoa fraros e inrerlos, irei nolicainilo-lhe rainuciosa-
menlo ludo quaulo acontecer por aqu. un iras.......
fcsia provincia boje esla em nma poca, bem cheia Dilo miado. .
tle animado como de esperanras, porque esta, gover- 1 Alanado........
nada pelo coiiimcndailor Antonio Caudillo ta Croa I Azcilc de andfroba. .
Machado |(, ,,e cariapalo.....
Apezar do hora numero de auno, que posara so- i Dilo do coco do matto. .
bre meas hombro., e de rerla reserva bahilual, um I Dilo tic gergelim.....
da san do meu serio.cnvorguei a minba casaca, com Bananae compridas, cote de 130
joo no Rio de Janeiro beijei a m.iu do nosso D.I Banha de porco......
ledro 1. em oomp.nhia da mea camaratta o pobre, i Barricas vatiaa......
velho c cogu capialo Salvador, c cora moilo ae.nha- llarrolc. de inhaoba, inassaram.
mente invad us umbraos de palacio, sub. Iropego, duba, pao d'areo, sicupira,
as cacada., recebi urna continencia do soldado, que sapucaia. madeirais dita, da
esla nai Irenle da sala d'ordcM, e dirigindo-me em| le,rom 30 palmo, de enm-
freiite fui aiflavolincule accolbido por S. Exc. que prido e S polegadas de face
dignoti-se oflerccer-iiie o seu braca, e ajudou-me a poucu mal. on ments. ,
aissenlar-nie era una cadeha, u abi conversamos lar- Raunilha.........
Bnente. Bolacha)........
lie 11 m bello inoro, he um tlcsscs entes, que no liolarhinha dore 011 hisroiln.
berro foram embalado, pela tetluna, e em quem a liolijoes Tnsnores c grandes. .
Pllureza lem derramado ai int cheias dulcs, lauto llronze em tibiis fundidas na
phvsirus como moraes, | ierra........
lela conversado reconheci que o seo talento cela I Caean........
muilo rico de rouhecimenlus aidininislralivos e litio 1 Caf em catea......
rano, vi-o animado de mullo bonrdeaejoa, curioso i Dilo pilado.......
pela, necesidades da provincia, ansiosa por lazer- Caibroa........
Ibc bcnelirios, dcsejnso de acertar, eainua mais sem-1 Cal em paneiroi.....
prc collocado no centro doa partidos, o motilando I Camaroes lecoa......
lano emana, palavraa como nos lena aclos, qne nao I Carne secca......
veio ao .Maranhaio (para pleitear cala ou aquella can-1 Carnelros vivo.......
iiidaliira, c su,, par.i fozer justira a lodo., c saranlir \ Canapato cm grao, almieiie de
a liliordaile das unais, lalo prosliluidas comolieasa- '12 libras.......
lina instes nus-us uliuiu,, lempos. Cora bruta.......
felizmente cata provincia de ha omite lempo ea-1 Dila de Carnauba. .
ciava o nao goveniada, leudo lido sempre senhores Charutos........
e nao presidentes, apenas oubedaaboa.inleiicAe.ICbifro.de boi.....
to Sr. i.rn/. Machado satidon-o rboia de prazer c*es- Hilos, ditos, pona. .
perancas como nuu'ora o lizerara oTreReis .Magos Chocolate......,
lealrella.qiie Ibes appareceu em caminho, e que Cobre em obras feilas no paiz
tao bem o* dirigi. Cocos seceos.
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JURY 1)0 RECIFE.
26 de raaio.
Presidencia do Sr. Dr. Francisco de ,/ssu de OU-
veira Maciel.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Candido Au-
Irn da Malta Albuquerque.
Escrivao, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
Advogados, os Srs. estudantes da Faculdade de
Direilo Domingos Monleiro l'eixolo e Aulonio Joa-
quim Correia de Araujo.
Fela a chamada s lo horas da manhaa. acharam-
se presentes :i'.l Srs. jurados. <
Foram mltelos em mais 209 rs. os Srs. jurados
ja multado no auteriore. da de sesao.
Aberla a essao polo loque de campainba, foi cou-
duzido a barra to tribunal do jury, para ser julga-
do. o reo preae Rento Jos da Silva, aecusado por
ernne de rouno (eito a Frederico Jos dus Santos,
sendo detensores do mesmo reo os Srs. e-lud.nte
cima referidos.
ruram sorteado para o cnnselho do jury de seu-
tenra o sesuinles seuhores:
Carlos Joan de Souza Cuireia.
Ii.raldu llenhque de Mira.
Fraunscii Jos Raposo.
lloin.,0 Antonio da Silva Alcntara.
Amaro Frankliu Barbosa.
Capil.lo Manuel Joaquim Paes Sarniento.
.I.iei ua Silva Lourciro.
.los- .lo.,,1111111 Rolelho.
I.uiz Antonio Rodrigues de Almeida.
Joaio All.1111/1.1 Din.
Caetaao Silverio da, Silva.
Francisco Xavier de Moraes.
Os quaes prestaraui o juramento em voz alia subre
o livro dos Santos Evangelhns, edepuis lomaram a-
enlo no seus respectivos lugares, separados do pu-
blico.
Depois de prestado u dilo juramento, foi o reo in-
terrosa.lo, e em seu interrogatorio disse, qu. nao li-
uha sido elle o autor do ruubu, e nem sabia quem
ron.
I V/.-se a leilura de todo proMsso, e depois della
o Sr. jniz de dtroito interino, presidente nal do jury, deu a palavra au Sr. pruinolor para la-
zer a aiccusar.io, e esle a fez, mostrando a.t provas, e
pedindo a condemnaralo do ico no grao mximo do
artigo 260 to cdigo criminal, por sedar a circums-
lancia (Agravante do S i) do artigo 16 do mesmo c-
digo.
Os Sr. advogado desenvolvern! a defeza, duen-
do que nos antes mi exisltam prova-, e que oreo
nal 1 tinha sido o autor do roobo, e sim oulro indi-
viduo, e concluiram pedindo 1 absolvan do mes-
mo reo.
Findus os dbales, propoz o Sr. joiz de direilo iu-
loiino ao jurv'dc senlenea osquesilus da lei, e eli-
do estes entregues rom o processo ao mesmo conse-
Iho, lu este couduzdo a, sala secrete da. conftren-
cias as 3 lluras da larde, dunde volteo as 6 ',' com
anas re.po.tas, que foram lidas em voz alia pelo
presidente do jury de -enienra, em visla de cuja de-
cisaio o Sr. juiz de direito interino, prndenle do
tribunal do jurv publicou sua senlrnra, absolvendu
o roo e condcmnaiidn a municpalida'de na. costas,
visto o jury ler llegado que no roubo.aao se den a
circumslancia de violencia, e considerado o criroe de
torio, previsto pelo artigo 257 do cdigo criminal, e
ser o dilo chine tle furto particular, e nao poder o
reo ser cnudemiiado sem existir a queixa d reipec-
liva parle, e nos termo do S 1. do arlizo 79 da lei
de :t ,te dezembro de 1811, appelloo ,U senleora pa-
ra o superior tribunal d. reiar.to ; e levanloa a se
s.u, adiando a para o dia seguinle 10 horas da
manhaa.
i.SIIKI
800
69OOO
(ilKHI 12-SaH)
SNIOO
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II38O
um
alq.
.1'
Toda
imprensa, a excepeflo do Diario do Ma- Couros de boi, (alea los.
ranhao, ipproveitou-se do Densamente do povo. Ira- Ditos secco-.. eepichadas.
aozto-o era anigos de adhesao aos principios apre- | Dilo. de cabra conforine o la-
t.
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conlo
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cenlo
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220
PAGINA AVULSA.
La se tei a estrada do eogenbo do llrum A
(iruneira bomba arrt-rabou.o rio pcuclroii, c u tran-
zo. ? parou.
Iloutem a noite ura menino jugando pulhas a
umeeso, e estas acompauhadas de suas pedrinha,
enureceu-o de lal sorle, que nao podendo vingair-e
cemo desejava mordeu repelidas vezes os bracos; tal
lambem parle de umdo> osperlaculos cuncurridus da
plebe : oh 1 ura cegu enraiivecdo pois nalo '
u (ir aos detentes eallra.be para as veranda, a
man bella porele da humanidade.
Queris conhecer ate que ponte ebega oalre-
vimeulo e audacia de um individuo '.' Rep.rai pa-
ra um boheiro de cerlo jiersonagem ; nao pede Ij-
cenc.1 quando lem de Iranzilar com seu amo no Bar-
ropor entre o povo ; e se pede he cora improperios
c msullos : parece que na almelada so he maior do
que elle, qualquer dus cavallus.e ha bem ponto lem-
po ia caus.indu nu aterro u.lu pcqucuu dlurbio :
pude, az muilo bem.
Iloniein resou a fulhiuba o dia de San-Sena-
dor ; eis porque mu bem appollidado he oscilado
por .t seio d. Abraham. u Quem ebegar a elle cun-
to que vai direitiuho como ura fuso para o Fio
Sanclorura. .
Hoje ha em diversas igrejas missas solemnes
do mi,-uno Concao de Jess.
Consta-nos que entic a terl.le/.a ,1o Huraco e
Cruz ilo Palralo lera apparecido almas do uutro
inundo.
Osdoussujeilo-.quc-brigar,ii na ra Imperial
loram presos aliual; o Sr. subdelegado Eduardo
llanks porlando-si como quem be, deu as providen-
cias devidas. O reste aiuda perlencc a policial
Consta-nos que se acha em ura estado com-
plete de ruiua a groja da Ruat-Viagem ; os seus al-
iares carcomidos, as suas imagen imperteilas note
lempo. E,la he digna de tuda, a, allent oes, cunside- o i \l 'ece1Mdade,ab,ol,,1la1
randu-seprincipalmente que durante a epidemia H :l JZ ,Ll "1 .'1 ."' -Cap"al
pessoas suecumbiram, devido islo sem duvida a mu-
te conlianra que os habtenle to lusar depositaran)
na iniraculosa.imagemde >. S. da Uoa-Viasem.
Nti s nos entendemos bem, levando as nossaj
convictoes para o latn tas nossas crencas religiosas,
muilo t-tiihora o nosso pensar seja um aiiiacliionisiiio
110 secute actual, que he o -erulo das celebreiras,
linda no. objeelo mal. venerandos, lina policio
^e prepara aos illuslre. seuhores denotado, pira ,|"ue
ronrcdaiin una lotera em favor tas obras que se lera
de fazer naquella igreja.
Dizcm que a reir de Santo Anlao csiat retlu-
zida ai un 11 ar de llespanha ; ora iJ> unido ao
grande numero de faleiras qu. faria um exercilo
de tripeiras, nata mais salutar para uma reaparir-ao
do cholera.
Noticias du Rio tirande do Norte. Estamos
lambem a braros, iiiaudaram-uos tlizer em uma car-
ia cun tlala de 21 du crrenle, com a epidemia: a
morlalidailc nesla cidade be do cenlo o vinle e olo
peaBoas, o que ji he alsuraa cousa para o lugar.
O termo tle alacio per.leu era quitize a vinle dias
scsceui.is paaiow.......
Im .-'tunara.Iinlii qoe lem n cosame de Iralar
a tudus por tt amigo o e que lem um Irato o delica-
dissimo o para com as scuhoras, rouveisando com
urna deltas era una reunalo, c querendo provar que
a rlica de I8.*ii foi maior do que a de 1832, no que
fui contrariado pela a argueiile 11 exclamou :\i 1
meu amigo, quaes meu amigo !.....a cheia de
i foi superlativamente maior do que a de 32.....
mcu amigo !.....
A senhora que tinha scicncia certa tle seu ser. -
lun-se, purque recelosa que o sngcilu nao se safas.se
eom algum terina cosluinado a emprega-lo cnlre
hornera.
No dia i:t de junho, ha um-esplendido baile i n
dado polos scnhoresolliciaes do segundo balalliao de K*v, ,! J 1"" t
inrantaria, a,o sen major. Wao-conviitem algum *!ZX2*!&*?*
" Lis-marque B que sn va cncher a pama do boli-
nholoa c cbampagiicque ludo .1 mais ira bem.|Iai vi-
mos 11 prograiinina, e nus parece que ludo ser., bom
e bello.
\ enham os bailes e disIrac/Ses
Que so apruxiiuaiin ais eleicues.
_ A esirada do Jnalo de llarros eslai nlrain.'ilavel,
nSo a porque a activhtade esia'i cm seu auge.__
sen.lu porque a doscuriosidade lambem aconipanha.
Me nii-ler, que quem quizer passar por all, leve
um prelo, o piase em sua corcunda.
O negociante Martin lem zelado muilo ,1 tetuda
do seu silio. a ponte, que aihi nato se encentra a me-
nor lama : porm oulros.... ora Dous, que ai estrada
he --orno dizcm ollee) realenga!
Na quinla-feira leve lugar ,1 prodstSo do Senhor
dos Desaui|iarados, muilo concurrida e animada.
llonlelll de madrugada houve inissa cantada 11,1
aESIARELECIMENfO DE C.WUDADE.
Illm. Exm. Sr.leudo a assembla legial.tiva
provincial exigido esclarec melos, primeiro, se a
11111.11, .ni., da Mizericordia ach.-se elterlivmente
instalada ; segundo se o compromisao siilim, linio 1
approvtrau da assembla foi por ella org.nisadu:
rumprc-mc em nome da administrarlo geral dos
eslabcleeimentos de caridade, tte quera fago parle
na qualidade de Ibesuarciro, prompteraenle dar-
Ihos.
Parece-me que ninguem nesla cidade ignora,
que a mencionada adininistraro, foi quem com-
de uma irman-
Iralou de con-
vidar para esle fim pessoas respeilaveis, as quae
eom fervor religioso adberiram monteado a alrual-
incnle o seu numero I \Hi.
Depois de ler dado este passo, recoohecendu a
iiiiuien-a vaulagein, slona. e honra, qoe e rezul-
laria a irmandade, selivesse por seu protector o Sr.
D.Pedro II, Imperador do Rrazil, elle recor-
reu suppticando essa graca. A siipplica foi be-
nisii-imente acnlhida, rumo V. Evr. disuou-se pair-
licip.ir a mesuiai a.liniiiisiraralo em seu oflico de 21
de dezemhro du auno lindo!
Reslava para complemento da obra empieoeadida
um cuinpromisso, que marrasse o fim da insliUiirao,
os devores le seus membros, e sorvisse .0 mesmo
lempo de regulador permainenlc. A este melindro-
z. e dillicil trela ella lambem nao recusou-se.
traten irameilialamenlc de confecciune-lo, e levo
a boina de Iraaimitlia-lo a V. Exc, rogando que
envido o Diocesano na pairlc cspeiilnal, V. Exc. li-
vesse bondade de faze-lo presente a assembla
provincial para a sua approvacao.
Podia a adrainislraralo se fosse menos zelosai sub-
Iralur-sa aquella trete reunindo as pessoas, que
a llieriram a rormacaa da irmandade, c represen-
tando-lhc a necessidade de um comproinisso. Re-
lleclio porque o resultado de tal reunio nalu sena
naturalmente oulro senao a cleir.io de uma cora-
ini-ao a quera se aulorisarla a redgi-lo. Quan-
do essa cummissao liveaaa terminado o seu Irabalho,
nova reunalo se faiia nidispensavel para a sua apre-
Mnt.c4o,e doveriam ler lusar oulras muilas reonies
para ai discusso dos diversos arligus que o com-
promiaxo conllvesse. A delonga que tolfrena lodos
prevcm, c cutrctaiito os socorros ao desvalidos se-
rian,, aiuda retardados, os cslabelecimenlos pois
continurtelo a dennnhar.
Fi-las cunsideracfie liveram para ella grande pe?o;
i,>e algum
masse : ull-
mou-a coran inelhor cntendeu, e se compra/ de o
ler l'eito.
Nem se tliga, que esse compromisso assim* elabo-
rado p.nlc desagradar a alguns do individuos ins-
rripios para formara irmandade: da ap|,rovarao
,lo compromisso ngo segue-se necessariamcnle a
obrigiirio de se suseilarein a elle.tedos os desejama
irmandade ; he livre a qualquer fazer ou au parle
da associarau ; prestado o jur.manlo proscripto ou
eoiopromissu, he quando a obrigajao e torna eflec-
lva ; ante deste aclo ha plena liberd.de. Islo
parece lalo evideute, que exclue a menor duvida.
Do que acabo de expor, dedoz-.e igualmente,
quo a irmandade anda nao se acha institu ua : da
apprnv:i(.io do-respectivo compromlsjo depeude a
sua orgamsarao, e nem de oul-ai forma podia proce-
der-so regularmente. Do que servira intalar-sc a
ti 111 n lade lem tez-so marrado a sua conducta ulte-
rior '.' Como se tratara do seu proceiso ehiloral
sem saber-so dantemau quaes os cargos devores
igrojai da l .nna. Nao se pode ajui/.ar da inullidau ; dus cteilores e eleitos ? Pollera recorrer-aa ao ar-
que para all allluio, e lambem da ordem e silencio
que houveraim.
He boje o ultimo dia ta pa devoijo do raez
Uarianno: em uossa ierra felizmente aiida ha lan-
o espirito religicaro, que podemos asseverar, que
e vinle casas em lotlacsl.i capitel nao celebraran) uu
esle anno o me Uarianno ; ou nas igreja, uu parli-
cularmenle tei o mximo.
Depoi. de uma tela lao encarnizada do um Inimi-
go occullo e lemivel conlra n, depois do dous me-
-
s
I.
f

bilrio ; ma todo, saboui qual 1, pro,lurte de arles
arbitrarios. Alm de que nao devendo a irm,nda-
deda Misericordia ter oulro escupo m.iaqoe a exac-
to c prometo adininulrarfu, dos eslabetecmeolo. de
caridad.. envidar a sua terca cellMtiva em .iivio
do. dMv.lido*, poderia por ventura uereer eta
fnri;oe sem ser aaloriudo peto poder l*ilalivti
provincial 1 A aa instalarir, seria inntil e Imprn-
ficua; 01 membros da aclo.l adminislracu uao
poderiam ceder a. was fancjes se nao por man-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEGIVEL



r
r
dado daquelle ,|i|P a noni'on ; e esle sem auto-
ritario especial ,1, iio.ien.i subitilui-la por uulros
na conformidade do reculamente vigente. Assim
Indo llcaria 110 mesmissimo esta lo.
83o oilo. mi resomo 01 *-[arecimentns, que On)
nomo da adminisIracAo geral dus rstahelerimeiitos
do cariilade tenho a honra de offe recer a considera-
do de V. Kxc. para que delles se sirva coro* me-
Ihor entender, asegurando que a administracao se
far stmpre om dever de prestar outros quaes quer
que ainda se consideren! precisos.
Dos guarde a V. Etc. Admiiiislraco i:cral d"s
estabelerimeoio* di> orillarle 17 de ma'io de 18,1(1.
Illm., o K\m. Sr. l)r. Jos Bento da Cunhn e Figuei-
cedo,conselheiro presidente da provincit,Jos
Pires terrena, Ihesoureiro.
DIMM I Pti?^8HC| sBI&S 31 Bf H|fO is p
tisroo dos distinctos memhros ra asiemlilca provincial
qae 83o seja approvadu um lal contrato, admiltin-
do-sc aAprupnsla da supplir.iiilc, e quanrlo nao se
a admit, seja o goverao outra ves latoriaado para
nu\.murrio por eni concurso aquella empresa, com o
que se presta um grande lervico a pr ivincia, livran-
do-a de um norme prejuio, mormentc atlendeodo-
Diado lc ^crnamfeuc->.
A .is-.nir.lea provincial na sessao de honlein apre-
ciun iinus pareceres de conimso : um remetiendo
para outra rommissAn a preteuco de que era ubjec-
lo ; e oulro da commissau do inslriicc,ao publica, au-
torizando o pagamento dedous metes de ordenado ao
pcofesanr de lalim de Nazarclh, ilu lempo eni qoe es-
leve respondendo a um processo de resprui*abilidade
por liaver desamparado a respectiva cadeira, proces-
o de que foi absolvidn. A este parecer fui cfTercci
da urna emenda pira que so pasaste mail um niez,
islo lie, Ires e n.lo dous mozos. A asemill* appro-
vou o primeiro p.irecer e a emenda oflefteida ao se-
cando, Picando o parecer prejiidicadu.
Approvou nuis em priineira discussilo o projeclo
n. -."O, e entrando na .sonda dis-us,lo do orcumen-
tu provincial, occupu-se com o artigo 2.", erija dis-
ros*o ficou adiada por falla de numero legal para
compor casa.
A ordem do dia de boje he a inesma, c mais a se-
gunda ditriiao do projeclo numero 20, cujo inters-
ticio foi dispensado.
*9IHMr"
Recebemos noticias do l.imoeiro com dala re 2S
do crreme, que dito toda a comarca em paz.
Acha-te empossado no lagar de cliefe de polica
desla provincia o juiz do criine da comarca de Guian-
na o Sr. I)r. Pota carpo Lopes de l.eo, em conse-
qiienna de ter sirio exonerado o Sr. Ur. Luiz Carlos
de Paiva Teiieira.
se a que com lal concurrencia podeni apparecer pre-
lendenlcs que faeain ratuilamcnle lorias as obras,
em que neja preciso indemnisac.i,. elltnma ra parle
dn rivernn no lim do Contrato, como em ultimo casi,
osupphcanle mesme rom algumai modifioaroM e
nesles termos.Pede a V. E\c. se dignen) deOrir
ao supplicante na forma requerida___K. R. Ale Co-
mo procurador de Achule Martn de EjIad'En.
Francisco Mara Duprar.
0tze&ponbeMia.
Srs. redactores.Keceiaiirio que a irjinha ledra
Mo seja baslanle iuleltigivel, venlio rogar a Vmcs. o
favor de publicar no seu mu coeeituado jornal o re-
(juerimenlo que segu.Sou de Vmcs. alleucioso ve-
aerador criado e amigo.
F. .1/. Ouprul.
Recto 28 de maio de I8b\
Uignruimas seubores representantes da provincia.
Iii AclirlIeMarlni deEstad'Eni por seu bstanle pro-
curador, que havendo concurran para conli ..lar a
empreza da i Iluminando a saz desla cidade e ollere-
cendo na -n.i proposta condic.de* de muitas anlagens
para a proviucia, quaes nao appreseularamo) outros
concurrentes, por una circumatancia muito acciden-
tal, e que com um pequeo prazo poda sur obviarla,
nao fui atlendido, sendo despre/.ada a sua proposla,
e admiltindo-se outra summamente gravosa aos co-
rral pblicos e particulares, ulTererid* pelo Dr Net-
lo, Barros Brrelo e II. Gibson, quo euectirainente
contraclaram a enipreza no dia >(< de abril prximo
passado;o supplicante vai expor a enorme dilfereiica
a beni da proviacia entre a sua proposta e o contrato
celebrado, e espera que a assemblea provincial, to-
mando na devida coiisideracao a sua expu-ien, nao
approve semelhanle contrato ; e quaudo naoadmilta
a proposla do sopplicante, ao menos autorise teguu-
da vea o governo da provincia para que novamcnle
ponha a concurso a mana empre/.j, facilitando a
concorrencia dos prateu lentes, de cuja competencia
porceito resultara maiores vanlageiis a provincia.
LonfroiiKado a proposla do supplicante, as suas
moililicaor.es feilas no oa Iti de abril proiimo passa-
lo, eom o contrato ltimamente cnncloido com os
Dr. ^etto, Barroa Brrelo e H. (iibsoo veem-se ,is
-esuioles ditleriMica>, que imporlam grandes lirejui-
ios a vroviucia.
1." A le do orc/mento n. 3fi no arl. |S determi-
na qoe nao se eiceda a verba marcada para a illu-
!f JS nn conlrl"'. qo *e filar, a qual be de reis
hl:i.8j000 : pelo contrato celebrado, os empresarios
se obnsain a rornocar t.OOt) bicos a :t(l reis cada um
por hora, acceso* dorante (i horas, termo medio, os
qaars importara em f:7WKH); |M d'abi um eices-
so de di'.ll-istio oa quoia volada, excesso que se op-
poe a etpressa disposicao ra Ici :.lem portando a
raienda provincial de prejuio aquclle accrescimo ,le
despeza. o sopphcaul- porem offerecia pela veilia
designada 1410 combuslores a 21 reis por hora, cada
um.
2.' A preferencia dada ao conlrato do Dr. Nello,
Barroa Brrelo, e II- Gibson Iraz com ugo a dimi-
nuijao de Id comoiislorrs que aceres, eriam com a
proposta do ..uppljfaue, oa quaes imporlam em re.s
I7,joj00ll por mi*; uU quanlia, reunida ao ex.-*
eeaao dii veiba, OB-I a 21 -.'.tOOiOOO, pteiuizo real para
es cofres pblicos.
3.* Oflerecendo o supplicante cada bico a O reis
|ior hora, e oa coolraclanles a 30 reis, ha urna dide-
renca de M por cenlo onerosa a fazenda.
i. Sappoudo fazer-se lano a illiiniinaoio publica
como a particular com .OOOcumbuslnres, forneceudo
o supphcanlea particular 2"i reis por hora rada
eombostor.emquanto qoeoseolitraUrlores azeiu por
M raa, podee calcular o prejuizo para os parlicu-
laras em res :i7:339sO0O oa quaes juntos ao prejuio
caaaada a tbeiouraria provincial, darao cm resultado
om prejuio total de res ..9:23!l?OlHJ, os quaes re-
pelido* por 30 annos, durac.ro do contrato, corres-
pondera a rel*l,777:l8.xjOOO,sendo li..7:00(roO(Kl pa-
ra a Ihaionro provincial, e I,I20:IM?K)0 para os
parttcalarw.
5. A illnminacao com 1000 bicos he insulicien-
le para o perymotro aclual da cidade, ella lem ne-
reaHramenle de ser augmen'ada. Suppondo, que se
limitaste ene augmeulo aos 410 bicos, que de mais
o8areee a proposla do suppliranle, resultara, que es-
e acere-cima costara' aos cofres pblicos mais......
26:957j>000 os quaes reunidos os li>:700)000, tuslo
dos 1000 bieo, subir.lo a 02:(i375000. Contraa -se
pois por 92:6,173000 aquelle mesmo numero de bicos
que o sopplicante offerecia por 6l:7.Via(W0.
6." O sapplicanlc seobrigava .i rornecer para a il-
lomiuacAo publica a 18 res por hora cada cnuibustor,
todas qnantos exeedessem a 1(10, aopasso que osar-
taae* empresario* conlinuavam a dar todos nanlos
se precisassem pelos me>mos 30 res-
Poressasdiereucs he oe simples inluicao, que
o contrato celebrado be extraordinariamcule'oueroso
aas cofres pblicos como aus particulares.
O supplicante obrigava-se a fornecer a illumina-
ao com o gat uydrogeno puro, que he cmprega.lo
em Pars uo hola! dos Invlidos e no bairrodaa lla-
ligaolles, em Pasay, Neolly, Havre, Naules, Narbon-
na, toulouse e outra. ridades de I rauca ; e alem
disto em Madrid na Uespauha e enuva'fta Italia,
gaz muito melhor qae o saz de carvaodo pedra, o
qual alm dedeixar um cbeiro bastante desagradavel
e una luz moilo vacilante, qne por de mais incom-
moda a villa, lauca ainda inuila fumaba, de modo
qae na illumiuarav particolar cnuosrece os movis
a os objeclos, oppoodo-se a loda a sorlt de arelo e
limpeza. Para prova da superioridade do saz bvdro-
geuo paro,leia-se o relalono de M. A. (iaudin publi-
cado no Dino de Pernambuco re 20 de marco e
..Crrelo da Tarde de 26 de abril prximo pastado,
no qual da coma da coimnissao que encarre.ou-llie o
gaverno frucez de examinar o> dillerentes svslemas
de gaz. (I)
A Inglaterra anda nao enipiegou o guz hxdroge-
noporo, porque lia vendo all grande abuudaucia de
eartao de pedra.o gsz exlrahido desla solnlancia vem
a ser minio barato.
Comproraetieudo-se o siipplieanle a dar acetoso*
aoapcr.es ou cou.lu-i,,,,... |c.i claro, que >e cncaire-
K*va do cosieiu .leacreirier eapagar; quaudo uia oe-
clarana expresaa mente a sua recusa em algoin Higo
ou eondierao ; alem de quu acceilava lo.tas as bases
de gaverno, e menos a da mulla e deposito, para o
que pedia smenle om pequeo prazo para se lialii-
lar, sujeitava-se a lodos os oulros e por conseguiu-
le a do custeamciilo.
-.,J"i,6".S',U,.e''." Iul "* Pc'" supplicnle
equivalenie de dez vell.s de espermacete.entende-
se ser regulada pela de 6 em libra, sendo que e,la
cireumstanuia era defnecesoariu declarar-se. urna
vez qae e supplicante corapmmetlia-sc a, no prazo
de 1. meze. da celebrarlo do conlraclo, appreseiilar
um apparelho para fabricar o gaz para amostra ou
espcimen da cor e inteosidade da luz, medida com
o puotumetro, collocada no lugar mai< publico para
a lodo* hear pateule. Com urna lal experiencia se
eavlariaiii todas as duvid.is. (odas as,dilliculdadcs, e
a laz Ticaria visivel a todos ; e as'im venlicaria a
a sea vanlagem c ulilidade. Cabo Dolar que os ae-
luaes conUactadores podeni lamliem empregar o gaz
hvdrogeno puro em virlude da ^i-' condi-cao, que
permute munar o gaz carbnico e empregr oulro
qualquer, logo que se reconhecer nelle om melhr.ra-
meoto notavel, e se liveren. de empregr .. -az hx-
drogeno poro o qae he muito ualural pela sua su-
perioridade, nao tolTrerao modilicacAo alguma no
praco, iwis qoe nao se previuio essa hxpulheac : lio
Vi"11Tr8raVe P,"^n pafd a Uaait i,ubli l'J"
ra os cofres particulares.
O* lodo quanlo lia expendido o sopplicante c.lli-
e.e-*e a lesao enorinissima que ore a provincia rom
o conlrato ullimaateald celebrado, lez.ro que ,|ia
ser anaolulametite aemediada, te fosse arimiiiida a
pruoosla de tupplicanle, o que nAo leve lugar por
que. estando coma ainda esto aura ule o supplicanl,
Mfaquiz e ieu procurador sugeitar se a mulla de 20
coulot de rea*; se nAo comerasie os Irabalhos dentro
da fi mexes e de uoaliaar do fm de 3 naos, em qoe
priaieiramente oovtase o supplieente ; para que pe-
lio-** om peqeano praao, que n,io foi concedido, e
uso uo porque ao dito procurador fallassem pode-
res e oeaa fiadores idneos, e sim por este liaver es-
empuntado *,n vlrlud* da enorme deeproporcao en-
tro ajaa laulla e a do Ki* de Janeiro, cojo perime-
Iro !^ <|nalro ve.es maior, he apaas de sete con-
t* da res.
A vista de tedas e(a eamirlanicAe*, sendo re e-
videiKla a vanlagem, qae o upplicante offerecia em
ua prapotU a em maior numero que oolro qualquer,
* M taado admiltida porque nao se enit anooir a
ama aeqaeo demora, requer-e espara o supplicante
"J**"!*'"MlMO etidie, justia epatrio-
A <".,v "V EXM- SR- (;oNSEI IIK1RO JO-
S BEMu HA CIMIA E I It.l EJKEDO.
VAo-teai das sumir veularotoa,
t.'uc eiKinasle esle povo a gozar,
^ll remanso ra pal mais dilato*,
ijue de inlrisas no revollo mar.
Esse povo. que triste vivera,
Que mais Irislesein ti vivarla,
V de novo vollar ai. que era ;
Val perder oulia vez a alegra.
Essa patria risonru e liio bella
Val lancar->e uulra vez no abismo !
l.lueni vira apea ti so ergue-la
Has ruinas do vil despolrsmo '.'
Ai poder que pedeate esse povo
Sempra ler-le na fronte re si !
N.in ternera, que o crime de novo
Talvez venlia surgir por aqu.
Mu be forja partir... negro fado
i.iiior raabar-le a esse bello torran !
\i... que nunca sers deslembrado,
iiii.iu.li. nio por dover, gradadla I
tiratido pelos mil beneficios,
Mu lizeste a esla bella cidade !
Se foi digna de leas sacrificios ;
Tu mereces eterna saudade.
cerveja,
AO MEO AMIGO
< lllin. Sr. Iir.
Sabino Olegario Ludgero Pinho.
/.ni eommtmortfSo morfa i/ue leie lugar no i.'ia 30 de maio de 1853.
Nao chores csl.i mnrle
rv.i.i choiemos casos laes,
'.liiandu a teira perde um |u:.lo
Cunta um anjo o eco de mais.
'.'. Di'ojc.)
I
Bnncdvas, lindo innocente,
Sempre risuuho e roulente
>esle deserto da vida '.
Mas boje, leu rir da infancia...
I ugio, beiu como a fragrancia
Ua llur que ameba esquecnla !
II
E o soprn da mora, n aurora da vida,
t> eolio do anjo p'ra Ierra curvuu....
Bem como um arbutta, que nasce nos montes,
Qoe o sopro gelado dos veutos crestn '.
E pallido c fri murcbaram-lbe os risos !...
Seu saugne as veias o gjru paroa !...
E a melga existencia que' branda corria.
Mo ibcia de seiva, gemeu defiuhou !
E quem o diria '.' lio perla do batea..,
t topro ra mora, en rosto empanou !
Mas entre os frilsuo los da iiil'anria innocente....
I Ao breve existencia, quem foi que o peone !
III
Apenas nascido, cercarlo de mimos,
Crcsc brinciiirlri, briociva a' cresccr !
Mas entre osaeot brioce**am quede lusleza
Na frontu do anjo podia-aa 1er !
I'orem se seus .lias deprcua correram,
Se foi curio e breve do anjo viver...
Ao menos a vida rorreti-llie serena,
Ao menos nao suube que coala lio sullrer .'
IV
Asura libran.lo-se em nuvens u'iucenso
Mais bella existencia comer a gozar !
.loe psalmoa divinos que hosannas celestes
Nao hade o anjinlio nos ecos modollar '.'
Parece que o vejo tranquillo c sereno,
Riaonho e eanlenta noeeoa a1 brincar.....,
Tocando Reinalda*e ornando com ellas
O lliroiu. rio Eterno dos cos o altar !
V
E a incii'a exi-teiicia, que branda corria... i
11a rlieia re seiva. grmru, delinliou !
E u anjo que apenas viveu um su dia
Croado de llores aos ecos reruoulnu i...
/. i: s.
Kecife, Janeiro de 56.
EKKATA9.
Na carta dirisida a S. M. I. por Anlonio re.Sou-
za Kansel, cnusiante do niorin de PerHttmhuco u.
\i. pagina priineira, columna segunda, leia-se :
Liaba* 10Era-tesar de 22 de oiilnbro de ISiti
22 de oulubro de 1836.
I.inbas 2*iEm lurardeavisodiviso.
l-inhas 2(1Em lugar deo impedido pelo mis-
terioexpel.lo |ielo ministerio.
I.inbas 2SEm lusar deabrilAbril.
I.inhas 30Ein lugar defoi prvidofui pr-
vido. *~
l.inbas 32Em lugar de -e leneo
leudo o enverno.
I.inhas !l e 50Em lusar dee incnmplivel e
coma realidade da con-nluirlo, eom o rgimene
iiirompalivel com a realidade da coiisliluirao, e com
o rgimen.
0mmcttU>.
dilas fazendas de hla e alsodao, I Jila e 1 pacole
amostras ; a J, heller A. C.
I fardo fazondas de lila : a Scbaflcitin & C.
1 caixa lerr.igens, I pedrada amolar: aC. krngcr.
20 caixa*comedorin* ; a Novaos & C.
2 caixas garrafas vazi.is, 3 ditas virlros dilos ; a
II. I', de Soii/.a.
."i caixa* eepelho*, 6 ditas miadezas, 7 barra fer-
ragens : a Urcndcr a llrandis A; C.
2 raix.s rom 2 pianos, I caiva de ferro, 35
ilitas fazendas de alsodao, I pacole amostra! ; a
Itabe Sihainollan A; C.
3 caixai papel re cores, S dilas dilo para nsrre-
ver. !i pinoles papel de embrulbo, I caita livros
para copiar, rbia bolos .le madreperola, I dita
cbi.rulos, .. dilas fazendaj de linlin e alsmlao, ."i .li-
las fazenda de l.'ia, 13 dilas Mural c pelle* diversas,
I raiva tullas ,le lourn, SO dilas cognac, l .lilas
boceta, i ditai lila ,i/ul, 2 dilas o I pacole tpalos
le folln, 1(17 voluntes ferragens, II caixas lauca,
160 barris senebra, barricas cadinhos, l'i icaix'as
lelbas do vidro, I riria ijvrot imprenot, I dita quar-
liiihas, 3 .Irlas sapalos de borracha, I dita l.boi-
nhas, i. dilas carias para jogar, lo I nieladas arro,
931 barras de ferro, 26 barris alvaiade, I pacole I
tsenlo para carro, ."> caixas arcor.lines,2 dilas boloc*
re aro, 18 dita* eadeiraa, I dila fazenda* de linho,
7 ditas lilas de alsodao, 12 dilas fazendas do algo-
dao, i ditat de teda e algodao, I dila coritas para
guitarra, I pera carne, 2 lata* biscoilos, 50 cuixai
queijos, 130 Jilas velas de coinposicao, S ditas cha-
les de algodao, 22 ditas diales de seda e algod I, I
rlila lencos de seda, 3 dilas grvalas de seda, 2 dilas
pianos, | iiiij niela* de alsodao, (i dilas miadezas, I
dila fazenda de serla e algodao, Ki dilas o I pacole
lencos de algodao, 7 ditos amostras ; aos consigna-
tarios.
19 caixas eomedorias, 2 dilas conservas, I dila fa-
zenda da seda o alsodao, 2 dilas chai utos, ditas ob-
jeclos de vidro c porcelana, I barril cognac, l dilas
liula para imprimir, I dilo dedaei, (i dilo*
20 presuntos, I pacota amostras; a ordena.
Ilrigue porlusuez Trovadora, viudo do Parlo,
consignado a Barroca 6j Castro, meoifealou > se-
guiiiic :
". caixa.- maceta, I dras linlidoa, I dila calcarlos ;
a Burle A^ Souza.
1 barrica drogas. 3 dilas liiiluo.i ; a Viclonuo de
Catiro Moura.
2 fardos cobertores de la, 3 paroles corras, I
eaitao loalhat, 2 laceas fcij.lo; a Manoel re Vzeverlo
Audraile.
28 barris vinhn ; a Joan Pinto Kegil defSoazi.
7 caixr.es papelo. 1 caixa mena lonas, ;j barris
vnibo, 30(1 rodas artos de pan: a .Manuel Hilarle Ilu-
d igucs.
2 caixoet coxini ; a DamingM AlvesMalheiis.
_' ditos dilos. 7 canas pomada, I calilo palito*,
12 barril anudes, 2t ditas pregot, 3 caixai merca-
donas. I ihla escoras, 2ditas linda de liarquinha,
ditas fechaduras, :< eunhelca machados, 4 fardos ca-
pacho* e penetras, 8 pacoles lio purrete; a An-
drajo cV Irmao.
I caixa lio re vela, 2 ditas pomada ; a Antonio de
Almeida (jomes.
100 rolas arcos de pao, 2 caixas relroz : a I.uiz
Jos de S. Araujo.
I ciiohcte paite conservado ; a Joao Baptisla Campos.
.'.pipas c 31 barris vinbo, 2 caixas liaba, 5 ditas
pomada, I barriquinba salpicoes ; A .Manuel Joa-
qun! llamos e Silva.
15 pipa* e l barris vinlm a David Eerreira
Bailar.
I caixa pent.'s, I caixai mercaduras, I dilo bo-
les de 0t(0 c metal ; a Anlonio Jos Coiml.ra.
1 caixao diversa* mercaderas ; a Jos Moreira
Lopes.
t caixa ignora-te, 28 barris vinlio ; a Bailar rSl
Olivcira.
I caixas lam.iiicos, 2 cauastras rolbas, 25 ditas fo-
llia re Ionio, barricas palitos, 100 rudas de arcos
de pao ; a Joaquim Ferreira Meudea Uaimaraet.
I barrica salpici.es ; a lollunalo Cardozu (jouva.
1 barril vinlio ; a Jos Joaquim l'erera.
113 rudas de arca* de pau, 500 hacas de vime ; a
J oso dus Sanio* 1'ereiia Jai din),
3 caixas errasens, 36 rodas do arcos de pao ; a
Antonio Casemiro (jouva.
5 caixi.es ignora-** ;a Jos Monleiro .lo Siqueira.
I dilu nbr.is de piala ; a Thouiaz de Aquinu Tun-
seca A; lilbo.
I caixao caalanba; a Ignacio I inoco de Souza.
3 caixas fechaduras, 1 caixao livros e relroz, 12
barris presos, 3 cimbeles machados, 5 barris cilia-
das, I ennhele mercadorias; a J. I'. Prenlo Viauoa.
! caixas incrcadorias, 2 cunbelrs peixc, 100 rudas
de arcos de pao ; a Jos Monleiro de Siqueira.
I caiaflochapeos, 30 aaccaa fei ao ; a Jos Baptis-
la Keruaiiiles .luiiior.
1 tacen coincslivcis ; a Manoel da romeen.
( caixas liuba: a redo! I'inlo.
O barris e i caixes vmho, IS ramas re ferro,
IDO rodas de arcos .lo pi, 400 liaras, 702 cana-Iras
albos ; Barroca & Castro.
('. barris salpn Oes, I dito presuntos, 5 barriqui-
nhai lindara, gcais.de* diversas mercadorias, "i pipas
e ".". barris vinbo. s meias pipas vinhn ; a Joso An-
tonio da Cunta A; Irmao.
"> cimas de ferro, 70 rodas arcos de pan ; a Jua-
I quim Vieira de Uarrus.
1(K> rodas arco* de pan, l.ooo liaeas de vime : a
Antonio lernaudcs da Silva.
15 fardo* obras de vime ; a Jos Airea Xavier
i barris presuntos ; a Ponte ,v lrm3o.
1 barnl salpioes : a Jos dos Sanios Nevos.
3 canas mercadorias, 2 dilas ferros prdrozcs, 6
ditas (echaduras, I riinbrle brides, (i barris oliva-
das. Ib ditos presos; a Tbomei Eernnndesda Canda.
1 barril ailpicoe* ; a Joaquim da Silva Coulo.
I cunhete obras de prala ; a Jos Joaquim Mo-
reira.
I barril azeitonas, I sarrafo aulle doce ; a Mo-
noel Moreira Campos.
lJNsULAIXJ (EHAC.
Heiidiinento rl" .lia 1 a 29 .
dem do dia :10 .
Antonia Monta Tetare*, Ignacio Joi da Silva, Joa-
qaim Jos de Abren, lenlo Borget Leal, Alvaro
l-'ragozo de Albuquerque, Manuel Pereira Caldas,
I.uiz da \e?x Pcssoa, Francisco de Paula Correa de
Araujo.
v)ue foram meaos anidaos por empedimenlos le-
(unos :os senhores jurarlos, Jcs Joaquim Lopes de
Almeida, bngadelro Aleito Ju. de Oliveira, Luiz
Anlonio Rodrigues de A .incida. JosMariii da Cruz,
Andr Coilherme ltrckrcil.il, Francisco Isnacio da
Cm' e Mrdb., J,.;.. Isnacio .Ir. Beso, Anlonio Jos
de ligiieiredo, Dr. Juao Jes t'intu, Joaquim Anto-
niot.arniiro.
Finalmente foram multados em Irezenlos mil rs.
cada um. os tenhore jurados Claudino Jos de S-
queira. Jfio Hamo- da Cruz, Alexendre Jos da lio-
sa, Fraruisi o Manuel Beranger, Leandro Ferreira da
Gaoba, Anlonio LuizP* reir Bastos, Anlonio Jos
de Almeida Bibeiro, Francisco Casado da Foncccs
Manuel Tbome da Silva, Jo3o Vieira Paes, Manoei
(.rue.ro Rodrigue* Campello, Flix da Cunha Na-'
v.rro Lins llr. I.uiz Rodrgaos Villares, Manoel d*
Oliveira Correa Lima, Manoel Jets da Silva l.eile,
Manuel Conrilves Ferreira, Manoel Antonia da.SH-
, I.....tioiicalves Malvcir.i, Francisco Eusobio de
Fana. Hermenegildo Monleiro de Anlraile, Jo3o
I* Paria, Bernardlno '
Maranhao e
j
ionio l.eile l'illi Orligoeira.
E para constar mandei pastar o presente edital,
que ser publicado pela imprenta.
Hado e pastado ne-l i cidade du Kecife aus 2S dial
do mea de maio de 1836.
Eu Joaquim I rancis.o de Paula Estovan Clemente,
dn jurv a tnbtcravi.
Francisco de Aatii (iliveira Maricl.
5 ara.
Nesles seis lias st;ue
.ios pollos indicados o pa-
Ihabote LINDO PAQUIS-
#TE, capituo Jos Pinto
j Xunes, pode ainda rcee-
ber alguns volutnes miudos, para os quaes
tratn-sc com o consignatario Antonio de
Almeida (iomes, na ra do Trapiche n.
10', .segundo andar.
Para o Porto,
a nova o veleira barca Sania Clara, segu com
brcvidat.'c : para o resto da carga e passageiros, para
o que lem excellentes cominodos. trata-se.com Bar-
io Seaaa 'onluai" c An- r"ca l^ ';ls,r. ru'' da Cadeia do Kecife u. 5, ou cora
o capilao na praea.
jtt8.
governoe
IfOOO
ao par
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1j
ir Pars, 3&5 rs. por f.
<* Lisboa, 1(K por 100.
i. Kio de .1 .nioii-ii. ao par.
Acces do Banco, :i 0|O re premio.
Aecea da eompanha de Beberibe.
Acrics ra rompanhia IVroainbucaua
Ulilidade Publica, :'.l por rento da premio.
Indemnisadora.sem vendas.
Disconio de leltras, de 10 a 12 por 0|.n
ME I A ES.
(loroOnras bespanbulas. ,
Moedas de i.;oii velhas
ii i> 6*1100 novas
iJ0(H. .
Prala.l'alacocs brasileiros. .
Pesos roltimnarios. .
b incxicaiios. ,
2K? a 2^-iflO
. IriSHKI
. 16^100
'. !>3l>00
. 2S11N)
. 28000
.ll.FAMlEl.A.
Keudimenledodia I a 20 .
dem do dia .lo......
1 a;is~ ., r.----- v 'JI,*, unas un sen
ldi..- f"dl>fa""nlxla,26 caixas iniudeza-,
1 ditas fazenda, de laa. I sacco roup. feita, I caixa
fl) Xidea Diario i, Pernal, de 27 do cor- i.cc farlo l^c'i '"!'' \ .ICoUs stUme- 1
jaote, na parte Exterior, o artigo que conV.LEx- un &C P"coU ""'" Mo ""i
.r.ctiod.gb)droe,oPWo.,c. *- | 100 cavila, de c,mpo.iCao,,di,a, pianos, 2
123:5694061
1S:S(Kiffbj:i
i(2::i7J57l.
Dtcarrcgam hnje .11 de maio.
Brigue americanoFairyfamilia e bolaclunha.
wisoe americano\aimjfarinha de trigo.
Barca porlugueza Carila dmelia pipas, barris
abatidos e ceblas.
Calera porluguezawn/irtoudlvenos seeros.
Brigue purtusuez Trmadoreren e basagem de
passageiros.
Brisne inglezAanocafaplvora.
Brigue dinamarquez .innn Ceriliamercadorias,
IMPORTACAO.
Calera ingleza llermionea. vanda da Ierra Nova
coiisisuada aJ.Crabtiee Ov C., inauifesloo o se-
gunde :
2,540 barricas hacallio ; aos mesmos.
\apor na. ninal (ilmperadorn viudo do norte, ron-
signado a rsencia tuanifeslou o Mgoiale :
16 caitas ignara-** ; a II. Iin.nn v C.
2 lardos dilo ; a Maunpl Joaquim Ramo, o Silva.
20 lacea* arroz ; a Domingos Ferreira Maja.
1 embrulbo iguora-se ; ao Ur. P. do A. Lobo
Mnscozo.
2 caixues igoora-se ; a J. kellcr A C.
i embiulliu dito ; a A. Berlrand.
1 dilo dilo ; a Albino 'folies de Moraes Kego.
I dito dito ; a Anlonio de Almeida Comes.
; acca* arroi; a Manuel Aires IJoerra.
I eiiibru ha isnora-se ; a Lemas Jnior z C.
1 canaslra h| ; |)r. .\rilun.> T. B. K.
I embrulbo dito ; a Fernando Vieira de Soma.
i! saccas arroz ; aocapilao Trajana.
Brigue dinamarqoez Anua Ocilia.vindo de ILun-
burso, cun-isnado a N. (1. |tld,er ^ C maniresloii
i si guinle :
lUcaivi, licures. 17 .lila; vinagre, I dila aansae-
ligas. : dilas cun 2 burra, de ferro, I dila I pi.......
I dita e I parole amotlras, 7 canarias ; a Manuel
Joaquim Hamos c Silva.
3 ooixas pertenecs para cl.apelciro, 7 pacoles ng.
peao a (,. Crrrlsliani.
46:06-29548
t:2">252lll
UIVEIISAS PROVINC
Reiidimenlii do da 1 a 20. .
dem do iiix ;lo. ,
DESPj
AS.
17:3149758
2 272-SS75
:!>C.I!I
3063811
liSP.iCIIOS DE EXI'OHTACAO PELA MES!
Portolirigne partugoez ..S. Manoel la, diversos
carresadores. b barriquinhas assucar branco 116
muros salgados.
Lisboa Brisue purtusuez Relmpago, diversos
cariegadore., 125 wccos assucar branco e masral
Lisboallrisuc porluguez Viajante, Tbo.iiaz de
Aquinu lonseca ji Filho. 127 ,aCcos assucar bran-
co c masrjvado.
PorteIlrigue porluguez S. Jos, JJdiar A lival.
ra, H bariis niel.
HavreBarza francez. Olindaa, l.asserre ACom-
,.''......^anraaaalgado., I saccasalgodao.
Liverpool Barr-
ate
PorloCalora porlugueza Flor do Porte, Carra-
Ina i\ Irmaos, 150 saceos assucar branco.
Lisboa-Patacho porluguez Liherdade, Manoel
I rancisco Pediosa, 200 moioa vaquetas.
xDortncao .
Ili.i do Janeiro, palacho brasilciro Amazonas..,
de fil tonelada*, condozio o scsuinle : 7 caix.s
fazendas e.miras mercadorias. (;.! ,,,cc,is feiiao, 5
pacnles o 6 lardos fio purrete, (H teCCar algodao 85
Pipas agurdete, .loo caixas ,ahao, 120 mullios pel-
les.lc cabra, 166 citas velas do carnauba. VIII
meiusdc sola, I eaiiae doce de calda, (JO saceos as-
sucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Renilii.i-i.lo do dia I a 29..... lo-MO-Tsi
ldem do ''" <>....... li-ol
Pela subdelegara da Iresuezia 'la Boa-Villa se
faz publico, que lora aprehendido na imite de....do
correle, urna pequea pi-c.lo de fumo: quem se
julg ir com rlireilo a mesilla, cumparcra nesla sub-
delegacia. Subdelegara da Boa-Viala ( de 111.110
dolSd..A. F. Marlnis Kibeiro.
rea met do eoniulado provincial se faz pu-
blico aos proprielariosdns predios urbanos das fre-
gueiias desla cidade c da dus Aiogadee, que os :io
ibas uleis para o pagamente a bocea dn cutre do 2."
semestre da dcima du annu finauceiro de 1855 a
1856, se principiam a contar do dia primeiro de jo-
nho : todos os quo dcixarcm de pagar, durante este
prazo, incoircrao na mulla de II sobre seus de-
b Ins.
( Illm. Sr. inspector da tbesouraria de fazen-
da manda fazei publiro, que nos das 3, 10 e 17 de
junbo prximo futuro ir j a prara peraute a inetma
tbesouraria. para serem arrematadas a quem maior
prero ulcreoer, a rend* annoai das rasas abaixo
mencionadas, perlenceotea aos proprios Raeionaes.
Os prclendeiites devem comparecer na casa da met-
ala repartirlo nos referirlos dias ao meio dia eom
seus fiadores. Secretaria da (hetooraria de fazenda
do i'.-, o,u.b.i.-. 2s de m no de 1i%6. O ollicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
lima ota terrea n. 10 na ra de Santa Thcrcza.
Urna dita dila 11. 21 dem dem.
Lni sobrado de dous andares com o n. II na ra Oi-
reil.i.
Tendo esla reparlirao precisao de urna caldci-
ra .le ferru, conforme o deaenha que apreaenlari aus
cnnciirronles para a barca do escavaco ; u Illm. Sr.
inspector manda tater publico ler de realisar o cou-
Iralo da respectiva faciura do .lia 10 de junbo pr-
ximo, em vista das proposlas recelndas al o mes-
mo iba, com quem mais vanl.igeus ollerccer a fivor
da lazeuda.
Capilanta do porto de Pernambuco :0 de maio de
1856. O secretario, Alesaudre Rodrigues dos
Anjos.
(I Illm. Sr. capilao do porlo, cumprindo a
circular u ministerio da inarioha de -2 .le abril ul-
Omaaaente Hado, a qual icfere-se a ordem do Exm.
Sr. pTetidenle da pravincia, datada de huntein,man-
ila publicar as Iradures juulas de aviso du almiran-
tado l.nc.rmiiL... relativamente adiversospliari.es.
Capitana do porlo de Pernambuco, 17 de maio de
1856.
O secretario,
Alexaudre Kodrisuesdos Alijos.
TBADUCCO.
Aos navegantes.
N". lili.
/.'a/iin de ,S'. Diego.California.
Pliarol Fixn ni Pona Lomo.
A commiatao dos pharet us E-tedus-Uiiidos fez
publico, que 110 da 15 de uoveiiibro iillimo se es-
Ubuleceu um plurol do luz brilhaule lixa em distan-
cia de meta milba .la rxtremidale da Poota Loma,
que forma 11 punta do oeste da eutrada para a Babia
de S. Diego, na California.
O uliaroi be da tercena ordem do systcrua de Fres-
nal ; acha-se cullocaJu cm urna clex'ac.1.1 de 150 pos
cima do uivel do mar, e deve ver-se em lempo cla-
ro em lorio o circulo da agulha na distancia de 20
inilha-.
O e.ldciu consiste cm urna casa de pedia de um
sobrado o meio com nmj turre baila de lijlo qo
soi.e pelo cenlro. Flca ua lalliAiide de 38- O' |S"
; lungilude 117- W tli" o. dolireenwich.
DireccOaa.
As emuarcaruen .iu uurle devem dar om resguar.lo
a Pona Lo.ua de moia milita, virando-a gradual-
mente dcpois de a patear, ale que a punta Bailas!
fique en direccAo corrida com a Piava lemlo
lodo o cuidado cm nao descubrir mais oa cidade do
que ni catas na exlremirlarlo de leste, do contrario
be perigo de Catn sobre o baixo /.uninga, dn lado de
leste du ranal. Deve couservar-se nesla direcrAo, c
quamlo esllver em frente da pona Ballatl, cm dis-
tancia do compriineuto de um navio, o qual se po-
de levar qnalro bracas, goveme a rumo para a
Pllya, donando um sigual 011 mancha de baixio de
12 ps d'agua, nmi distancia da oilava parle de
una inilha de rleulro da Pona do lado de Porl, e
fondear em lenle a villa. Da Plava para
NevvTuv.il novo S.in Diego) qualro mijhas.podcm
levar-se seis bracas. Em distancia de uina ou duas
lillas mais cima a bahia lorna-se bajita. As em-
barcarrics do sul devem observar as inesmas direc-
eoei para navegar, lemlo cuidarlo de collocar-se na
direceCo da Poma de Bailas! ea Playa ao sul de uiua
liaba meia milba ao mar da Pona Luma.
Por ordem re S*. Senbnrias.
Assigoado, Jonb Wasbioglou, livdrogaphu.
Kepartiea. hvdrograpliica do almiranlado em Lon-
dres, a 2.1 rie dezembro de 1855.
Esle aviso aflecla a lisia de pliames dos Ettados-
I'indos costa do oeste 11. 29.
Joti .igosiiiihi Barbosa, traductor publico c in-
prele cummcrcial juraincntado.
TBADUCCO.
Aviso aus navegantes.
N. !8
tVoraeoa.
I'hariies na costa do sudoeste.
A reparlicao da mariiiba real do Noruega acaba
rio dar um aviso preliminar de Christlania, deque,
Para o Ceara e Acaracu' segu com toda a bre-
vilade o patacho Emulaerlo : quera no mesmo
quizar carregar ou ir de passagem, dirija-se ao es-
eriptorio do Manoel Unocalves da Silva, ou ao capi-
lao a bordo do mesmo.
eil3tr#.
lili ns lins do correnlc
anuo, os seguales pli.in.es
na costa do sudoeste da
de Canal se eslabelecenV
Noruesa.
1." Pliarol d* Cosa na puna de Vibbcr pela pa-
"'"!.~ *"'"3 lapeza I. I'buriel, James IU- sascm dn sul para Egersund.
A Coiiipanliia, 22.1 acras algodao. 2.' lili pharoi dccisla sobre Grnodwndnolffl pe-
la passagem rio norte para Bgersonid.
Agencia de leile, ua ra da Madre de Dos
n. :I2, de Vieira da Silva ; sabbado 1 de juuho, as
10 horas da manha, serao arrematados muilos e
rlivcrsos artigo* de uso ecommodoe moilas peras fi-
nas e de mubilia, o que ludo est patente e ser
vendido a contente dos freguezes.
O capilao da salera americana (oblen Cate,
Samuel F. Hcwing fara leilao, por antorisaro da
alfanrlesa, c em preteoej de um seu (pregado, po
inlervencn dn agente Oliveira, e por ronla e risco
de quein perlencer, dos objeclos salvados da niesma
galera, na occasiau de seu incendia nu lameiruo dcs-
le porlo, na noile de 2t do correnlc, consislindo em
2 boles e remos, enxarrias. patarrazes, lampeilo. al-
suns paos e onlras objectos miudos : segonda-feira 2
de junbo, au meio dia em ponto, no estaleiro de Ja-
i-inlbo Elesb.lo, no Forte do Mudos. Em sesuida
cnnliunara por conta e risco do qor-m pertenror, a
venda publica de rudas e arco* de pao para barricas,
rodas de vimes. cauastras e saceos com albos, lentos
de preparo* para coebeira, I caixote mielas para es-
poras : nu armazcm do Dantas, defruntc dn trapiche
do algodao.
0 senle Borja, por ..ulorisarao do Illm. Sr.
Dr. juiz especial do cummerrin. segundo o seu des-
pacho proferido cm reqnerimento dn curador fiscal
da mas-a fallida de Jaau.Cteisoslomo da Silva, far
leilao das dividas activas da dila maesa, cuja som-
rna motila 5:6469460 rs. Os documentos das refe-
ridas dividas se acbam em poder do agente aununci-
anh?; uoscu armazem Illa na ra du Collegio n. 11,
aunde lera lugar o leilgo, segunda-feira 2 de ju-
nbo ao meio da em poni.
COHPiNHIi
Pernaiibucana.
Agencia, Forte- do Mattos n. 10.
Os Sr. conignatario do. gneros abai-
xo declarados, salvados do vapor MR-
QUEZ DE OLINDA, queiraoi comparo
cet no escriptorto da companhia, de lioie
2!( ate 2 do prximo me/., para recbe-
lo ; advertindo-se que depoi do prazo
marcado serao vendidos aquelles que i-
carem por entregar, para do producto
deduzir-se as denpezas eita com o alva-
mento.
S&N. 7l-1 caixa.
J&N. 7151 uita.
)C. 1G7i
1419,
1
RS.
PAC.
i
1
"li |)aneiros com arinba
do Maranhao.
B travessao e AC.Volumes com car-
nauba, 2 barricas com
calcado c outros pe-
queos objectos.
Pernambuco 2 de maio de 1856.
HeunqueJos da Cunha vai a Europa.
wi y "' "> Aducci, medico e operador -cte
ft italiano, retirando-se para Babia, e nao ten- K
W do lempo de poder pessoalmente despedir-
v,^ sede tedas aspessoai que o hoorar.m com ?3
gS soa conbanca e apreciavel amizade, o faz ^
I!" P'do presente ni.uncio, otlereceodo seus W
*W prestimos ua Baha, o esperando que em C
^ breve aqui mesmo Ibes poder dar ama *
* plena prova da eslima e consideracao que

'2IM09 aCDerdo^.
LOTERA Di PROVINCIA.
O Illm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, <|tic seacham a" vendaos bilbe-
tes, meios e quarto da quartit parte da
quarta lotera do Gyinnsio Prnambu-
e.inn, cujas rodas aiidatn mprelcrivel-
mente no dia 7 de junbo prximo titit-
10, no saliio do convento de Nossa Senbo-
ra do Carmo. Tbesouraria das loteras
29 de maiu de 18.")(. O escrivfio, Anto-
nio Jos Duarte.
ESTRADA DE FERRO
do KeciTe ao Sau Krancisco.
(Is directores da companhia da estrada de ferro do
Itecife aoSau Francisco lem leilo a chamada da *e-
'janda prettaeao de .las libras esterlinas sobre ra-
da accau na dila companhia, .1 qual deve ser paga
ate o da i> de julio, le |s*((i; no Um de Janeiro em
casa ros Srs. Uan -Me. lireser & C; na Babia em
casa dos Srs. S. Davenpoil j (... e em 1'ernaralHico
no escriploriu da eompauhi*. o arcionisia que n(a
realisar a p.^amenlu dentro do termo indicado po-
der perder todo direilo as accO-s, sobre as quaes o
dito pasamento nao I i ver sido eflecluado; c em todo
caso tero'de pagar juro; pelo lempo quedecorrer en-
tre o dia indicado para o pauameulo e a sua realisa-
r.'ru. Itecif II de mam de IS"*.Por ordem dosdi-
raeloBtS. I'. Vereker, Ihesoureiro.
aTawAare redactores: Scrvi-ine do inlermcdio
do Vmrs. para estampar as columnas do Diario,l-
guiuas palavr.is de cordeal acradecimentu o eterna
ralirlilo, ao Sr. Dr. Jos Francisco I'inlo dui-
iiiar.ics. que incumbido pela presidencia na infelii
crise porque acaba de pastar a provincia, do Irala-
menlo dos docnles do sexto dislriclo da lloa Vista,
desenvolver! .1 maior actividade o raridoso zelo no
nohre desemponho de sua miaiga. Kutre as victimas
qne o Ilustre Dr. salvou ooalain-se Iros pessnas de
minlia lamilla, que alTecla las da epidemia, foram
por elle curarlas como por milasrc; eu filiara a
um dever sagrado se nao lesleinunlia-se ao digno llr.
os rueus seulimcntos de gralidrlu, inspirados pelo
obsequioso disvello com que so preslou a' exigencias
inhibas, sem querer receber estipendio algutn, pelos
seus valiosos serviros. Sou, ele.
Antonio Kibeiro|de]Lacarda.
I'erdeu-so nina letra, amanada bnj-lpor alvi-
na de l.emos Cavalcanii eoja.latra esla' cm branco e
nao cheia ; quem acliou queira entregar a roa do
Cabugii luja n. II, c fazo este annuncio para todo o
lempo nae liaver duvida alguma.
Arrenda-so um silio ua cidade de Olin la, con-
Ironte o Carmo, leudo commodo para grande fa-
milia : quem pretender dirija-te ao Illm. Sr. lenen-
le-coronel lligino Jos Coellioem Olinda, que dir'
a quem deve-se dirigir.
Albina Jos (onralvcs.subdilu portu;ue,vai a
I'orine.il tratar de sua saude.
Domingos Aires Malbeus, lara leilao por in-
Icrvencao do agente Vieira da Silva, de300(aeras
de milito superior farinha de mandioca, propria pa-
ra mesa, segiiuda-leira ^dejunlio ao meio dia em
poni: uo armazcm do Cazara, nrTcacs da alfau-
dega.
PronagacSo do mclhodo Castlio.
Illm. Sr. Francisco de Frailas (amboa.Remello
cuno rezeohas alpbabecas, cien eaileersea do qua-
dros alphaiielicos illumniadns, cinco cbllecces de
traslade* caliKraphicoa, cinco evemplaresda felicida-
de pela inslruccao, cinc j eiplicar_i.es dn que silo os
papis vi Iros, e do romo se usa dellc--, e entre esla*
cinco cxplicac.es outra manuscfirila. cinco direclo-
rios para quem huuver de ensillar pelo n.clhodo por-
(umie/..
dr urna prufessora da man cheia, a qual muil
9 ATllENEi PERAMBUCANO.
CJ Boje. 5I do crlente mez, bave- ^
{ ra tes9o extraordinaria, as 5 bo- S
v,| rus da tarde, para e\iminar-se o '.'}
:> regulamento (|ue deve dirigir a ($
vS creaeao do jornal.O ]>rimero ji
vlS secretario, Joaquim Ignacio Alva- ?
-_j res de Azevedo. ^
RAFE DE LISBOA.
Ilavet a continuamente a 50 rs. a oite-
va : na ra da Cadeia do Kecie n. 15.
O Srs. socios da sociedadeUniao,
sao convidados a comparecer amanbaa,
|)iimero dejtinlio, peta 9 horas da ma-
nha, na sala da mesma, alim de assisti-
rem ao dividendo de seus possuidos. Re-
cife 31 de maio de 1856.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
Nao se tendo reunido numero sullici-
entede senhores accionistas da dita com-
panhia para liaver assemblea geral, con-
vocada pela terceira vez, o Sr. director
convoca-a pela piarta vez para o dia 5
dejunhoproximo uituro, ameio-dia, no
respectivo esa-iptork; scientificindo-se
aos mesmos senhores accionistas, de que
tvadministracSo da companhia nao decre-
tara' o I- dividendo por ser semelhaute
acto tima manifesla inlraceao dos estatu-
tos, c menos ainda proceder' a cleiees,
atientas as razdes constantes da acta abai-
\o transcripta. Escriptorio da Compa-
nhia de Beberibe 20 de maio de 1850.
O secretario, Lu/, da Costa Porto-
carreiro.
Acta da sessao liara assemblea "eral.
z7.de maio de 1850.
0111
1I:s:,.:.-,k
^.*)mcii> i*? potso.
la Silva
""' tahiio no din 30.
Km de Janeiro* purlus intermediosVapor brasilei-
ro ilmperadora, conimandanlc o I.- Inncnte f.,r-
rezao. I assigeiro. dt-sla provincia. Manoel Ar-
cbanjo ,te Mello l criado, cabo francisco Mar-
tins dos hamos, Flix Pereira ite Soozt, Minscl
Joaquim de .-souza l.cao, I.uiz Jote de Brilo e I
criad,, Antonio Joto Alvos de linio. Domingo*
.I.'m- l'ererra (.encalve-, Manuel lenlo
MaKalnaes, Man
Joa
ci. sua tenliora e 1 criado, Leandro (.arlos de Su,
Ur. Antonio Pereira de Sonta, Aprign Josliuiano
da hilva (.iiimarfles e i eterno, nF.xm Sr. Anlo-
nio da -ni.il.. \ ascnncrlluse I escravn. llr. .Ins
da t.usia Machado Jnior, Bernardlno Joaqoim da
lincha, Dr. Lindolpho Jos Correia dasNcvese I
criarlo, Dr. I.brispim Amonin do Miranda Henri-
ojoe*.
lagalhaes. Manuel Tararea, Juan Snares l.arachc,
uaquim Hodriguei de Souza lilbo, Dr. Pin Aduc-
m rci*
r'"!"'"" ; S. Power Johnsion A c.
fardos fa,.e,t,,4 ,|e ,,,., .,..ntfV, ., ,|i|(ls d
teaa edito. cana dilas e colles. S ditat m
zas, 1 ,ias pililos de fog... ditat papel, S paco-
"'I'*- d'lo amostras ; a Isaac Cuno & Com-
[''lilil |.
i "iva miudezaj ; a J. Ilalliday & (..
caijas bichas ; a F. D. F.
3 .lita* pianos, :| ditas fazendas de linho c algodao,
SS'li"** *"eMi 2 cataaa objeclos de
mel.l, 1.1 dilas nmidtzas, 1 dia fti.i, de seda, 10 di-
T,Pm!r m es"cvf rti,a e PJ"" "moslras;
a limm Momsen A- Vinaua
iSss^ l-* r>== S3g oTo jara
prximo a l.aimev.iaz.
':. I m pliarol .te canai sobre Midlliolm prximo
a baha Oe Alosler.
5." I'm pliarol de canal sobre Ko'.geroen, serviudo
e-ies tres allimo* pharet mencionados, como unas
para a pasagem da parle da leste de Uomuiel c libas
Mosbr.
(!. I na luz ou pliarel de canal da parle de oeste
de l.eeroea na passagem entre Sartor-maior c illlaa
de Leer.
Arito especial do aceadiueato daatea pharnrs bre-
vemeiilc aera emillido.
Por ordem de S. Senhoriaa.
Antiguado, Jnhn Washington, hydrographo.
llcp.irlii.au hydrograpbica, almiranlado em Lon-
dres, aos 17 de. nnvruibro de 1833.
Esto aviso refere-so aos teguinlet mappasda al-
miranlado :Nmucaa, cosa do o.le, lulha |.a n
itl. fniha .' ii. ->:if. Mar do norte n. 239. As-
sim, mais i lisia de pbaroes da Noruega, u. -5(> :
b, 252 a, b, -,i a b.
Jos AgoUinho Barbosa, traductor publiro, c in-
terprete commercial jui.imcnlado.
M
k4rtkio9 'UltlmoQ.
( Dr. rraneiscoda Aas Oliveira Haeiel, iait de
direilu inlonnu da priineira vara criminal da co-
marca do Kecife porS. Al. o Imperador que Dos
goarde ele.
I a en caber cm virlode du artiao :S( do cdigo du
procotto, que sendo ronvueada para o dia S du cor-
las de | rente a priineira ne-sau judietaria dojurj deste ler-
- un..!., Kecife, intlaloa-o em o .lia |n dito me/
icndu sido litigado* nella lprocessos eoulenJo til
reo*, atado l presos, -i aflaneadoa, que Ibram as- '
si.iiMs na mesma sess.lo osSrs. jorados: doulur Jn.iu
francisco Teiteira, l'mbeliiio Ruede* de -Mello, |ir
PedroCiaadiano Ralis e Silva, Joao Albanario Bo-
lelho, Joao Carneiru Kndrigues Campello, Joaquim
Alves da Siiva, (.arlos Joao deSauzaCorrea, Miguel
seraimi de Catiro Nono*, Amar.. Krankliu Barboza,
I heinuleu I'inlo l.eal, Vicente Anlnnio do Espirito
Silln. Caetl.....Silvcrin ,!., Silva, francisco Xavier
de Moraes, Jos .Marcelino da Ron, Jo.i Allian.isio
Das, capilao Manuel Joaquim Paes Sarniento, Ma-
Para o ilio de
Janeiro
segu com milita brevidade, por ter
parle da carga prompta, o brigue nacio-
nal HUMA, capitao Manuel de Freibw
Vctor : pina o resto, passageiros e
esclavos ti fele, para osjuaes lem ex-
cellentes commodos, trata-se com os cou-
siguataiios Novaes&C, na ra do Tra-
piche n. ..i. primeiro andar.
PARA (l Kld GRANDE Di) SI I
Sesue com brevidade por ler parle d.. carea eoea-
jail. n hiiiio aCooeeiCSo, capilao Joaqnm Ier-
ren.: dos sanios; para retanle traa se com .Ma-
lln I .Mvcs liucrra, ua ra do Tapiche u I
>
a o
lo.
Nicolao ialenliuo de Carvalho, Jo.o da Silva l.ou-
reiro, Jr.sc Joaquim Bolcllm, Geraldo llenrique de
Mira, IJi-ses l.uckles Cavataanta de Mello, los
Antonio Vieira i* Souza. Angelo Cualo.iio Rodri-
drigues Franca, Joo Leile de Azevedo, Rom.io An-
lonio da gilva Alcntara, Mauoel Coellio Cintra,
Marrolinoiionralves da Silva, Francisco Jos Rapozo
<"> patacho portugura S. JOS' so-
guate o dia 15 de judio vindouro, lem
ja dous tenaos da carga prompta : para
o resto trata-je com NovatsA C, na na
do Trapiche n. .1 i,
Pan o Kio de Janeiro
salu'com muita brevidade o Im-piic SA-
('ITAKIO, o qual teta a maior parle do
caiTegamento prompto: para o restante
epassageiros, tiata-secom Manoel Fran-
cisco da Silva Carrico, na roa do Colle-
gio n. 17, segundo andar, ou a bordo cora
o capitao Manoel .lose Ribeiro.
...0 mi-
gana de ir, acoinpanhaili por sua rali, e se ubi como medra, no caso rio lhe fa/.crem as des-
pezas da riagem, a lhe atteanraram um rendimcnlo
proporcionado. Paco a V. S. que apenas n contagio
bouver paatada, diligeaceta por la este negocio, so-
bre proposlas solida* e rompetootamente auancada*.
a nussa ineslra partir lugo.
Mil cmisas auecluotai da miaba parta aos poucos,
UM* baos omisos que abi tenho, e rela as veras
com que me preso de serde V.S. admirador muito
convicio, amigo muito corlo c criado mullo abriga-
do. Lisboa ."i de mam de !&'.(>.
Anlnnio tcliciano de Caslilho.
Os tenhore que tirerem meninas para mandar
eusinar, e quizerem subrerover para a inda da dila
meslra, o pederio fazer na ra do Cabog, na luja
do onrires du Sr. Joaquim Martina Moreira, c na do
Sr. Miguel Jos Uarbnra (iuimaraes no arco de San-
to Antonio n. 5, antea que patte o primeiro vapor
paras Europa.francisco de PreitaeGamboa.
( abaixo ajsignsdo avisa a seus credores. qae
no dia 2:\ dejando prximo, lem de dar; a invena-
rio os lieos du seu casal,polo fallccimenlo do sua mu-
IhcrAanaJoaquina dos Prazerea Mello: portaulo
eomp.irceam por ou procuradores, ncsso dia, a sua
morada, alim de legalisarem suas dividas, na certeza
de qae as pretende declarar para serem altendida*
coma for de direito. Engenho du Verde, na comar-
ca do Bonito 22 de maio oe 1836.
Anlonio Carreta Pastea de Mello.
Arreoda-trama otaria ao lugar dos Remedios,
eiiiii barro para luda a qualidade do obras, urna ca-
noa du servieu da mesma olaria, doiu excellentes tor-
nos, e todas as proporrde* para liem sc Iralialbar : a
tratar no c,\c> do llamos, sobiado de dous andares,no
(rimeiro.
MODAS FRANCEZAS.
Hdame Mlllochean Boesaard partieipa as senbo-
r.is, qae araba do receber de franca linios chapeos
e onfeiles de cabeea, enfeites compleloa de llores i
aas, lano para caliera como para vestido, ricas lilas,
vest ios bordados para bailes, lavas rio Jouviu para
hornera e atunera, eamninha, eoHarinhoa e mansas,
franjas de seda para vestidos, esparlilnoa, vestido*
de iioivas como veo irmSo do votlido, teurus de
inao, e nutras fazendas de Rosto, e sobre ludoiie mo-
da nova : nn aterro da Boa-Vista, lua n. I.
ESCNDALO ful
A bem do publico e em alleueau ao f^speilu devi-
rlo a Ii i. levamos ao conbecimenlo das autoridades a
quem competir, o farto teguinl* : scguinlo o plaa
la lo achine prnjeclada urna ra transversal a
Aos 27 dios do me/, de maio de 1856,
nesta cidade do Kecife e escriptorio da
Companlna de Beberibe, presentes os Srs.
dueclor JoSo Pinto de Leraos, e mais
membros da administractki abao assig-
nados, o mesmo Sr. dueclor abri a ses-
sao, e lomando a palavra e\po/. a' admi-
nislrae.io, (|ue tendo-se convocado para
bojea reuniao da assemblea geral, pela
segunda vez. dever-se-bia por em execu-
eao a disposicao do arl. additivo ao 1(
dos estatutos ; mas que era de parecer (pie
se tueste nova convocae.io, pois lendo ape-
nas comparecido o Sr. accionista baro
de Cimbres, segoir-se-hia da xecocSo ri-
gorosa do referido artigo additivo, que a
admiinstraeao se constituira em assem-
blea geral, o (pie por certo nao li o es-
pirito dos estatuios determinando a reu-
niao dos accionistas cm assemblea geral,
e incumbindo a esta o exame dos actos da
administrarlo, a eleicSo da que lhe deve
succeder, etc., c finalmeute que lite nao
pareca decente a administracSo preva-
lecer-seda disposicao do citado' artigo ad-
ditivo, c pi-oceder a's cleiees, pois (pie
de semelbanle resolueao muilos males po-
deriamprovir. ja" a reputaeao dos Srs.
membros da adminUtracao, ja'aos inte-
resses da companlna, nina vez estabeleci-
do o precedente. Resolveu-se unnime-
mente pelo parecer do dito Sr., quede-
stgnou o dia 50 do eorrente para a reuniao
na assemblea geral, l'rzendo-se os anriun-
ciot devdos na forma dos estatutos. E
nada mais bavendo a tratar, levanlou a
sessao, da (jual para constar faeo a pre-
sente acta. Eu Luiz da Costa Portocar-
rciro, secretario, que a ese-revi.
Aviso mporantissiiiio ao
res:-eitavci pul)Ico.
Saiustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavelpublico, (pie os Srs.
Jos Fortunato dos Santos Porto, estibe-
lecidona ruada Cadeia n. ,5, eAntonio
Augusto dos Santos Porto, estabelecido
na prara da Independencia ns. 37 e .19,
esto encarregados a pagar todos e quaea-
(|iter premios que sabirem em seus bi-
lltctes, meios e (pinitos das loteras da pro-
vincia, nao obstante serem vendidos por
Outros, trazendo a rubrica de Saiustiano
de Aquino Ferreira. sendo os premios
grandes sem o disconto de 8 por cento
do impost) geral.
Pernambuco 50 de maio de 1800.Sa-
iustiano de Aquino Ferreira.
Venerare] irmandade de
Santa Rita de Cassia.
Domingo I-de junbo, tara'logar na igaeia de
anla Rila, ama fetla a No*sa Senbora da Piedad e,
"posta a devocSo dos Oeis desde outobro do anno
lindo, em accaa degraeat pela exlincco do chole-
ra : serao oradores es Rvras. prgadores da capella
imperial^adre-meslre Joo Caputrano de Meodou-
?a a Kr. Joaquim do Espirito-Santo, sendo esla do
Evangelho, e aqoelle do TE-DEUM.
M IUA0. KU/i D4 CRUZ PL 40,
ha para vender : Khum da Jamaica rerdtdeiro, de
opiima qualidade, em caitas de ama doria, por
mdico prec.o.*
Jos Bernardo Gonjalres Vieira, declara pelo
presente aonuncio qoe nada deve nesla praea, mas
se algoem sejulgarsen eredor aprsente suas coala*
do prato de oilo din a contar da data deste para
serem iminediatametile pacas: oa ra Nora o. 30.
Kecife 28 de maio de 1836.
Precisa-** alagar orna prela quilaodeira, qoe
seja de boa conducta : na roa do Caldereire n. 78.
e na mesma casa se vende doce de goiaba.
Precisa-sede um sitio, qoe teuha boa baixa
para capim, arvores de frucu, pasto para 4 ou ft
vaccas^, caa de vivenda, e sentala, e qoe aetape 6
a 8 trabtlliadores : quem liver qoeira anonadar por
este Diario para ser procurado.
David llothniann, subdito Americano, retira-
se para os Estados-Unidos America do Norte.
- O Sr. Joaquim I.uiz da Silva tem urna caita
viuda da Piaoby, na roa do Crespo n. 16.
AuseDtouse de casa de sea senhor o prelo Jo-
vencio, idade de-JO annos, estatura regular,cor moi-
lo prett, he cozinheiro : quem o appiebetider e le*ar
a casa de Luiz Gomes Ferrtira, no Moodego, sera
bem recompensado.
Na praea do commercio, escriptorio n. 6, de-
seja-se fallar ao Sr. Jos Xavier Carneiro Rodrigues
Lampello, a negocio de sea ialeresse.
Preeisa-se de ama ama par* casa de pouca fa-
milia : a tratar na ra do Qoeimado, sobrado o. 18,
primeiro andar, esquina que volla para a ra estrella
do Rosario.
GRATIFICACO.
t ugio na noite do dia quinla-feira 22 do correle,
um iu.deque de nome Cosme, de idade 22 annos,
pouco mais ou menos, do silio do Toque, no logar da
Jorre ; este moleque foi comprado em Garaones a
Joaquim Jos de Veras, cujos signaes (3o os segua-
les : eilatura regalar, pea muito apalbetados, tem
talla do alguns denles oa frente ; levou camisa do
algol.io/.mho branco e calca da alsodao meaelado, be
muilo diligente em todo -crvico qae faz ; qnera o
apprehender oa del'e der noticia certa no referido
silio cima, oa na roa do l.ivramenlo n. 16 a seu se-
nhor Fraociscu Cavalcanti de Albuqoerque, era ge-
nerosamente recompensado.
Precisa-se de um eaiieiro com pratica de ta-
berna, que de conbecimeoto de sua conduela ; na
ra da Cruz do Kecife n. M, se dir quem precisa.
Precisa-se alagar uina negra ou negro captivo
qoe saiba cozinhar, para casa de pooca familia, pa-
:a-se bem : na ra eslreila do Rosario n. 17, tegua-
do andar.
I)a-se al lb> por unta casa terrea as segoio-
les roa*: Cruzes, Gamboa do Carmo, IIorlas, paleo
do Hospital, dilo de S. Pedro, roa de S. Francisco :
quem a tiver e quizer atusar, procure na roa estrel-
lado Rosario n. 17, segundo andar.
fta Uniao
Rl V DA CRUZ N. O.
lia para di-posicio do publico, os seguales pe-
liscos :
Qeijos de nata.
Ditos de l.imburgo.
Dilo verde suisso.
Salames.
Prezunlc,
Sardinbas em sal.
Harenques.
Salmao lumacado.
Caviar (ovas de peixe.)
Conservas de diversas qualidades.
Assim como es seguinles viudos.
Bordeau.v tinto e branco.
Porto.
Madeira.
Sherrv.
Qae o mesmo achara lodos os dias de maaba aba a
noile : as sc^uudas e quintas-feiras havera'tallada
de Harenques.
A lusa-te urna grande casa lerrea com silio na
ra da Soledade : a tratar na roa da Aurora a. 26.
Quem sc eonsiderar eredor do Tinado Manoel
Antonio Dias, du engenho Jundi, dirija-se a Iraves-
sa do (Jueimado n, 1, no prazo de 3 dias.
Desappareceu no dia !tl do correte do aterro
da Boa-\ isla u. 36, um cavallo alasao, grtude, com
a frente aberla, anda baiio, lem dous signaes, bran-
cos de om e oulro lado do espiuhaco, provenientes
de caogalha, urna cicatriz sobre o espiohacp, a
quaudo anda sacode urna das pernas: quem o pegar
pode leva-lo ao lugar supradilo, que se recompensa-
ra, e pagar qualquer despeza.
Pede-so ao Sr. Joaquim da Costa Be-
zerra, tebbaa bondad -i de comparecer
no armazem de leiloes, na ra da Madre
de Dos n. 32, a negocio que lhe dizres-
peito.
Na ra das Trincheiras n. 30, no secundo an-
dar, lia urna caria vinda da cidade do Porto para o
Sr. Jos Justino de Souza, morador na freguezia dos
Aogados, e Giba de um porlagaez do mermo aomt
ja fallecido ; o negocio kajtja seu
Aviso.
Imperial quo deve cliaraar-se do Hospital, e no 1er-
reno destinado para essa ra esta' Joiuda Medeiros
Kapoto abrinde ama cambase, para com a Ierra ex-
Irnliid.i dalla aterrar um seu terreno proiimo, sendo
qae j.i lem edlcado alieereei com arca ah lirada,
prejiidieamio por oda forma ao publico em geni, e
em Ctpeciul a quem livor direilo a esses terrenos que
porleneeram ao fallec.ilo abImo da Trindade. Sa-
iieiniis que por ser lugar pouco transitare! tem esse
laclo escaparlo .rs vistas perspicaze* do zeloso litcal
da frivuetia de S. Jos, mas eremos que asora, sci-
ento dessa iufraccio far valer a sua auioridade,
para qae cette esse desacato as leis municipaes, e
bem assim esperamos que o Ilustre curador de or-
phAos a cojo cargo esla a adminisIrncSo desses ler-
reno, nao consentir mais que Rap.iso'se nlilis* des-
sa re, e o uhrigoe a aterrar a ra no estado em
que eslava.Om nteressado.
Os abaixo assignados adminislradores
nomeados pela maioria dos credores da
massa fallida dcNuno Mara de 8eis**, na
reuniao que teve lugar etn 23 do eorren-
te. em presoncu do Exm. Sr. Dr. juiz do
cominercio, por ordem do mesmo, eem
conformidade' com o art. 8o9 do eod.
eomm., convidara os credores da mencio-
nada massa a a presen laafflies os respecti-
vos ttulos, no prazo de pito dias a contar
desta data, na roa do Trapiche n. 54,pri-
meiro a odar. BecifeO de maio de 183C.
Novaes & C.Aurelano de Almeida
Rodrigues Isaac.
Cratilica-se generosamente a (|uem
levar na ra do Collegio n. 13, arma-
zem, ou na ra das Cruzes n. 11, segun-
Ndo andar, urna ama de leite que tenha
boas (jualidades.
Jos Bernardo Goncalves Vieira faz publico
pelo presente annunciu, que desde odia i- de junlio
prximo futuro c n dianle s se assignara' por
Jos Gunc,alves Vieira.
Os Srs. Amonio de Arruda Cmara, Manoel
Das TolOdo, Francisco RaOmundo Gamillo; lem
tartas, ua ra das Cruzes n. iO.
Claudio Dubeux taz sciente que sa-
hiram de sua casa os seus dous caixeiros
Jos Antonio Moreira Dias e Antonio Ce-
zario Moreira Dias, e por isso dispensa-
dos de qualquer servico seu.
Anda fgido o prclo crioulo, de ionie Edoar-
do, olhci.il de tauoeiro, escravo do padre Fr. Galdi-
no de Sania lgnez, he de cor fulo, baizo, grouo, com
os deules pela maior parle podre*, de 22 anno* de
idade, e com principio de barba, anda calcado e Iraz
o cabello corlado reule e cercilhado priucipalmenle
atraz uo pesclo, he soilrivel cozinheiro e padeiro,
aprendeu o olllcio na ra dos Taooeiros, na (enda do
meslre Leandro Jos Ribeiro, c Irabalhava pelo ofli-
co no caes do Ramos, no armazem da viuva Gaspar:
qoem o pesar leve a Camboa do Carmo, casa o. 18,
a Silvcrio Joaquim alarlins dos Saulot, que ser ge-
nerosameule recompeusado, assim como quem der
noticia delle.
Na Cidade Nova ha ama casa para alugar, com
coruinodos para urna grande famili* : qoem preten-
der dirija-se a administracSo do correio, a fallar com
Antonio Jos Gomes do Correio.
no novo deposito, no ater-
ro da Boa-Vista n. 58,
existe um completo sorlimento do* melhore* chara-
tos da llabia, como sejam, i lime Piolo, Principe
Alberlo, nova regala, sospiros do Ilavana, lancci
ros, vrelas, distraco da mocidade, regala, grande
loin, e nutras muilas qualidades. tVaBj mesmo depo-
sito precisa-se alugar um piano forte com pouco
uso : quem liver aiinunea para ser procurado, ou
dirija-se ao dito deposito.
Aluuani-so duas escravas, que saibam lavar e
engommar cora perfeicio : quem as tiver, dirija-te
a' ra da matriz da Boa-VUia n. 2(i, seguado andar,
sobrado junio ao do Eim. Sr. baro de Capibaribe.
Algate urna boa casa c silio na Passagam da
Magdalena, propria para residencia annual, oa do
lempo da (osla : a tratar na ra do Vinario n. 7.
Precisa-se de urna ama para o trrico Interno
de casa de bomem solleiro : na ra da Concordia
n. 8.
A QUEM INTERESSAR,
Joaquina Jeronyma de Jesos, viuva de Juliao
l'orlella da Silva, tendo de por os negocios de toa
casa ua melhoi ordem possivel, declara epede, que
e ha alsuem com direilo de ser por qualquer forma
seu eredor, por litlos vencidos oa a voncerem-*e,
baja de, no prazo de 8 dias, contados da data detle,
enlender-se com a annuncianle em sua casa, oa ra
do l.ivramenlo, sobrado de um andar n. 37.
Precisa-se alugar um prelo, para servico de ti-
lio, como teja corlar capim e carregar agua : em ca-
sa de Patn Nash v\;c.niiipaiiliia, na ra do Trapiche
Novo, n. 10.
Aluga-sc urna ama que seja sadia e
tenha bom e abundante leite: a tratar
. na rita do Collegio u. 21, segundo andar.


MUTTCT

ILEGIVEL



OUftlO ** ril^RBOCO SIMIO 31 II 10 DI 1856
Terceira edi^ao.
TliTilEITO HOIOPATHKO.
Preservativo e curativo
DQ CHOLERAMORBUS.
PELOS DRS.
e iiislrurr-io iopovopiraso podcrcurardesta eaterraidade, administrndoos remedio,Tmas efflcazes
p.iraalalha-la.emquaoto *ereeorreaornedico,oumeimoparacura-li.iudpendente desle nos lugares
""'""tiiduzido em portuguez pelo dr. p. a. lobo moscozo.
EstesdousopusculoseontmasindisacaSMinaiscierase precisas, e pela sua simplese concisa etposi
cAoesliaoalcanc.e rtetodas asintelligencias.naoi pelo que diz respailo aos meioscuralivos.eomoprin-
ripalmenle as prcservaii*05 ,B* lemo*ao mais alisfacloriosresullados em toda a parle emque
eSSen"lo'o(raaioen',,ne'>pl','iC00 aaieoqoe tem dadograndesresulladosnocuralivodeslalioru-
veleuflrmidsde iolganioaa proposito Iraduzircestes doos iraporlanles opsculos em lingo vernaci-
U para desf ule facilitar sua leil'ira a quera ignore o francez.
' Vende-so nicamente no Coosoltoriodo Iradudor, roa Noy n.52. por 23000. Vendero-se lambem
os medieamcnl'.s precisos bolicB 12 ,ubos com um frasco ne ,il,clu' *5#, urna dila de 30 tubos com
quatro e 2 frascos de tintara rs.25000._________ _____________________________
^fc^K^Kfr^Mfr^
-OM
PEORAS PRECIOSAS-]
J Aderados de hrithantes,
J diamantes e perolas, pal-
fe ceiras, allineles, brincos
* e rozeas, boloes e aooeis
* de difiranles gostos e de
* diversas podras de valor.
s __
* Compram, vendem ou
>J trocam prala, ooro, bri-
:* litantes,diamantes epero-
Jj jota* de valor, a dinheiro
* ou'por obras.
xa --'
I0REIRA k D1RTE.
UM N IIR.YBS
Roa do Cabuga n. 7.
Receben, por to-
dos os Vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
a****--

OURO E PRATA-
__ :
Aderemos completos de &
onro, meiosdilos, pulcei- ':
ras, alneles, brincos e *
roletas, cordf.es, trance- *
lins, medalhas, correles '*
e enfades para relogio, e S
outros maitos objecloi de *
1M ooro.
? Apparelhos completos, *
g de prala. para cha, ban- jjj
t dejas, salvas, eatlicaes, *
> colheresdesopaedech, *
^ muilo* oulro objeclos j*
jj de prala.
ii^:3>3sae-B3essse>-*:!as3B.'J
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre^o commodo como costumam.
tEPERTORIO 00 1EDIGI
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
e posto em ordem alphabelica, com a descripco
abreviada de todas as molestias, a indicaejlo-physio-
logica c Iherapeolica de todos os medicamentos ho-
meopalhiros, sea lempo de aceito e concordancia,
seguido de um diccionario da sigoiliCacAo de todos!
os termos de medicina cirurgia, o poslo ao alcance.
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. E MELLO MORAES.
Os Srs. iissignanles podem mandar bnscar os sea
ejemplares, assim como quem quizar eomprar.

t .1. JANE, DENTISTA, i
vs) ro andar.
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de
S. Jos, lava-se e eneomma-se com muita perfeirao
e aceio, e com a rearar brevidade possivel.
l'alon N.i-li f\ Compaohia declaram que Jo.o
l'edro Jess de Malta deiiou de ser sea caixeiro desl
de hontem 14 do crrenle mez. Recife 15 de abri-
rte 1856.
Afassa adaman-
ESCKAVOS. .
No hotel inglezha ama pessoa cliegada do sal,que
deseja comprar alguns escravos e nao duvida pa-
ca-Ios htm,urna vez que sejam roncos e boas ligaras,
para o qne pode ser procurada a qualquer llora do
da.
Precisa-se de urna prela eicrava, que saiba
tratar de meninos e cuidar da sua roupa : quem a li-
vor dirija-seso sobrado n. 8 da ra de S. Francisco,
como quem vai para a ra Bella, para tralar do
ajaste.
Precisa-se de um fellor para um sitio perlo da
praca : no alono da Boa-Vista, numero 13, segando
andar.
A abaiio assignada, lendo eslabelecido um eol-
legio de educarlo para o seso femenino, na casa de
sua residencia, na praca da Boa-Visla, sobrado n.
32, segundo andar, avisa aos senhores pais de fami-
lias qoe queiram recolber soas filhas em dito esla-
lielecimenlo, onde ensinar-se-ha as materias tenden-
tes inslruc.yio primaria e secundaria, como tam-
ben) arles, francez, msica, deseuho, dama, etc.;
assim tomo avisa aos pais de soas aluranas, que sua
aula eiisle aberta desde o 1.* de abril prximo pas-
sado, o qne nSo fez antes por causa da epidemia rei-
nante. Os estatutos deste eslabelecimentn serilo
publicados com a maior brevidade que possivel fr
a abaito assignada.
Thereza Gnilhermina de Carvalho.
Aluga-se a loja do sobrado de :t andares na ra
da Cadeia de Sanio Antonio, esquina do becco do
Ouvidor : a tralar com Lua tiomes Ferreira, no
Mondego.
Jos da Maia contina com a sua classe de glez, e pode ser procurado em casa dos Srs. Gouveia
& l.eile.
Instruccao moral c reli-
giosa.
Esle compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para instruccao primaria, tendo-se vendi-
do antes da approvac,o a 19600 re., passa a ser
vendido a 1*000 : na livraria ns. 6 e 8, da praja
da Independencia.
tina.
Francisco Pinto Ozorio chnmba denles com a ver- \
dadeira rua.sa adamantina e applira ventosas pela \
alracc,o do ar : pode sor procurado confluido 'ao|
Rosario de Santo Antonio n. 2.
ARRENDAMEMO.
A loja e armazem da casa n. 55 da ra da Cadeia
do Recife junio ao arco da Conceicao, aeha-se desoc-
copada, e arrenda-se para qualquer eslahelecimiuto
em ponto grande, para o qoal tem commodos sufli-
eientes : os prelendentis entender-se-hao com Joao
Ntpomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, oa mesina roa.
PUBLICACAO' LITTERAR1A.
Repertorio jurdico.
Esta publicarlo ser sem duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do f.'.ro, pois india encontrarlo por ordem alpliabe-
tica as principaes o mais frequenles oceurrencias ci-
vis, orplianologicas, coimnerciaea e ecclesiaslicas do
iii.o.'ir.., com as remissoes das ordenacocs, leis,
avisos e re^ulameulos por qoe se rece o" Brasil, e
bciii assim resola;o>s dos I'ranislas antigos e moder-
nes em que se lirmam. Conlcm scmelhaulfmenle
as deeisAes das ^ueiles sobre sizas, sellos, velhose
novo* direitos e decimas, seni o Iraballio de recorrer
collecro de nossas leis avisos avulsos. Coosla-
r de doos volnmesem oilavo, grande francez, eo
prmeiro sabio a luz e esla a venda por 89 na loja de
livrosn. B e 8da pre^a da Independencia. (Is se-
nhores subscriptores desla poblicae,ao exislenlts em
Peruambaco, podem procurar o prmeiro volume
na loja de livros cima mencionado : no Rio de Ja-
neiro, oa livraria do Sr. Paula Brilo. praca da
i:nn.iiioc.i(.; no Miranhn, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. Jo-
e de Ofveira.
Deposito de pia-
nos

J. 1*. Vogeley avisa ao respeitavel publico, qne
miiduu o scu deposito de pianos do prmeiro audar da
ra Novan.41, para o armazem n. 27 da raesma
ra, esquina da ra da Gamboa do Carino, oude se
enconlram os mus ricos e os melhoras pianos al
igora apparecdos nesta praca, seado ellos Feilos s intnle por encommenda, e pelos mais acredilados fa-
bricantes como de Hachis, 1 raunann, Hamborgo e
W. Sassenhoff de Bremen, oulros maitos fabrican-
tes da Europa ; os quaes se vendem por mdicos
presos e garantidos. O cslabeleciraenlo oslara aberlo
al as 8 horas da noile para a commodidade das Ca-
millas ele., que quizerem ver e ex per une litaros ins-
trumentos. ,
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamentar crianzas na
casa dos eipostos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, lendo as babililacoes oocessarias, dirija-tea
raesma, ns paleo do Paraize, qoe ahi achara com
queat iralar.
Na fabrica de calcado
francez do sierro da Boa-Visla precisase de offlciaes
de (apaleiro pira obras finas, paga-se bem.
Na ra do Hospicio em casa de
Tlioma/. de Aquino Fonseca, precisa-se
de urna ama que s saiba coznhar bem :
quem estiver uettas ci cumsUcias com-
pareca a qualquer hora para tratar do
ajuste.
O doolor Olegario Cesar Caboss, formado! em
meccina pela acaldado da Babia, avisa ao respeila-
velpabhco desla capital e especialmente aos po-
bres, qoe queserem ulilissr-se do seu prestlmo, que
aeba-se residindo no primeiro andar da casa n. 8
siU na ra do tollegio, onde pode ser procurado a
qualquer hora.
Na ra dos;Copiares n. 20, lava-se, en-
gomma-ae, e armam-se bandejas de bolos, por rae-
no* preco do croe em oum qualquer parte.
Precisa-ce de caooeiros forros ou e Urar rea na cora. pagando-se-lhe I9OOI) pnr canoa
de carg. de 800 a 1,000 lijlos, assim como lomVm-
so por alaguel algans pretos, dando-se o sustento e
pagando-se meosal oa sensualmente o ordenado em
liodo-se- he a durado do irabalho por algum lempo,
h.l ii i,Hfr PreC,S : qucm fim J'Rr
randicao, prmeiro porlio.
i.Z.r^l"*' enge,, c""ho, disUnle des-
nr,T, T i"! f8""' P?.r", d0 m,nae "" a
.T' ? '" d" Mr0ul'P'' : qoem quizer ar-
rendar dlrija-se ao engenho P.ulis a, asleverando
que pode frejar de 1..50O paes para'cima lem
e'mriirm^i^' *""* ** E
Troeam-se nous do Raneo do Brasil por s-
dulas : na ra do Trapiche n. 40, segundo andar.
-T. ^"'"t6 "m nomem hfasileiro ou eslran-
Sa'!.*; a em n">Dar e lri"i,r d "?illl.
boa mt Pagem a nm senhor de "Ifenlio, da-se
> VJ."Jquein e,ll,er nes,as circomstancias e ou-
talTc. !,B,r"*,larR0 da m,Mt dB S,nl A'"
Irar'. m aod" ^ ***** com 1uem
Claudio Dubeuxmudou oseuescrip-
110 para a ra da Cadeia de Santo Anto-
tomon. 13.
ESCOLA FILIAL DO METIIODo GAST1I.1IO.
I raucico de Freilas Gamboa, em virlnde da lei
regulamentar da nstrnecao publica desla provincia
an. 88, va no dia -2 de junlin instalar urnaescola
filial pelo metbodo Gastilhono bairro do Recife,
ra da Cadeia n. Si) sol a dirccrilo do Sr. Bernardo
Fernandes Vianna. Este digno Sr. professor, auft-
risado pelo Exm. governo desla provincia, exercou
o magisterio no mesmo bairro por espado de 17 an-
nos, ahi exislem muilos de seus discpulos que abo-
nam a sua capacidnde : exerceu o lugar de professor
publico na provincia do Alio Amazonas, durante a
presidencia do Exm. Sr. llerculano Ferreira l'enna,
c regresando a esla capital, vai prestar os seus dis-
vellos e fadigas a prol da inslrucco primaria pelo
melhodo portuguez del.eitura repentina.O abai-
10 assignado como instituidor do melhodo nesta bella
provincia, ja requisilou c obtevo do Exm. Sr. Dr.
eonselheiro Antonio Feliciano de Caslillio todos os
objeclos conceruenlcs ao cslabelccimento de taes es-
colas para todas as frcgiieziasdesla capital, afim de
que em nada sejam inferiores a escola central do
bairro de Sanio Antonio. Corie-lbe portaulo a obri-
garao de ceder lodos os seus alumnos, que sao III,
moradores no Recife a dita escola filial. Desla ma-
ntara evita aos meninos a transito da ponte, exposlos
as intemperies da atmosplicra, e promelle em lodos
ossabbados, que sao feriados na escola central, ir,
eoadiavar as escolas liliaes, cujos feriados sero as '
quinlas-feiras ; e porque paia utilidade dos seus I
alumnos, devemos que morarem uo Recife, freqnen-1
larjesla escola filial, por sso pede, rosa e obsecra '
a todos us pais dos seus alumnos daquella parle da '
ridade, que do da 2 de junlio, inclusive, os man-'
dem a esla escola, na ra da Cadeia 11. i'J, e para!
esla inslalarao se deem por convidados, cujo profes-
sor por sua idade, pratica e moral a loda a prova, se
loma diuno de loda a Bossa consideracao e estima.
Iraucisco de Freitas Gamboa, professor particular
da escola central do melhodo Caslilbo, aulorisado
pelo governo.
llerculano Ferreira l'enna do conselhn Imperador, roiiimcndador da ordem da Rosa, se-
nador do imperio, director geral das rendas pu-
blicas, mcmhio do tribunal do tbesouro publico
nacional, presidente da provincia do Amazo-
nas ele.
taro saber aos que esta previsio vireni, que usan-
do da ntlribuirfio que me confere o art. ,">. da lei
provincial n. 1:, de 18 de novcudiro de 18,")3, no-
meei Bernardo Fernandes Vianna para reger inleri-
uamcule a cadeira do ensioo pnm.irj*, conservada
nesla capital pelo art. 2." da citada le, percebendo
o ordenado egralificac-s que llie compelirem; Pican-
do obrigado ao pagamento dos monos direitos,na for-
ma das leis em vigor, e deferindo-se o juramento do
estxlo anles de romerar a servir. Em firmeza do
que, Ihc mande passar a presente, que vai por mim
assignada e sellada com o sello das armas do impe-
rio, regislrando-se onde tocar. Ricardo Jos Coi-
reia de Miranda a fez Desla cidade da Barra do Rio
Negro aos 15 das do mez ile abril de 1S."i", tricsi-
mo lerceiro da independencia e do imperio. O se-
cretario da provincia J0S0 Wilkens de Mallos, a fez
escrever c subscreveu.
llerculano Ferreira Penna.
SOCIEDVDE l)\ CONM^ITA.
Fabrica de fiar e lecer algoda'o,
a qual oceupa diariamente para mais ele
OO.aprcndizes 011 obreiros nacionaes,
da idade de 10 a 11 annos para cima, e
com preferencia orplmos.
CAPITAL SOCIAL 500:000^000.
Socios cm nomo collcclivo, gerentes tes-
]>ons;iveis.
Os Sis. :Antonio Marques de Amo-
rim.
Justino Percira de Parias.
Manoel Alves Guerra.
Firma social: Amorim, Farias, Guer-
ra di C.
As pessoas asignanlcs das primeiras lisias, que
desejam contribuir a prompta realsac.lo da fabri-
ca, sao convidadas a nao demorar suas respectivas
assignaluras. A sociedade anda adinitte assigna-
turas de lim-iiiHi al "kOOOsoOO, afim de gencralisar
a lodosas vanlagens desla til elucrativa empreza,
e contribuir ao deseuvolvinienlo do espirito da as-
sociac.io, nico meio de salvar a agricultura e de
crear algans rr.mos de industria, indispensaveis pa-
ra auxilio o cugmenlo da defiuada e rolineira agri-
cultura.
A facilidade das entradas, que nunca senlo de
mais de por cenlo do capital subscripto, pcrmitle
a todas as pessoas qne poderem dispor do urna eco-
noma de 0OO por muz, entrar como socios de
IOO9OOO.
Sendo as entradas de 10 por cedi e os pagamen-
tos espadados de pouco mais en menos 2 mezes.
Serao precisos 18 a 20 mezes para o iuleiro paga-
mento do cada subscripcao. ,
Os senhores de engenho, plantadores de algodo
oa oulras pessoas, que rezidcm Tora da capital, que
quizerem entrar nesla alil sociedade, poderao diri-
gir suas carias de pedidos, a qualquer destes socios
gerentes, 011 ao socio de industria F. M. Dupral,
que lem cm seu peder o livro das subscripcSes, e di
a lodos as iuformaqes que possam desejar sobre as
vanlageus que resultarSo da fabrica.
Elles declararlo os seus nomes por extenso, domi-
cilio e nomo do correspondente nesla capital, cu
carregado de effectuar o pagamento das entradas das
pre~larf.es quaodo forem reclamadas.
gilenlro da pou?os diassera fcilo pelos socios gc-
rentefo aunoncio, convidando os subscriptores a
effecluar o pagamento da primeira entrada, que se-
r de 10 por cento do capital subscripto ; os reci-
bos serHu passados por qualquer dos Ires socios, com
a firma social Amorim, Farias, (juerra >\ C. Na
mesma occasiao ser entregue a cada um dos socios
nma copia impresea da escriplura da sociedade, re-
vestido-das assignaluras particulares, dos socios ce-
rentes" socio da industria, para reronhecimento
da firma social, os :i gerentes responsaveis assigna-
rao as mesnias copias.
F. M. Dupral.
l'ernambuco 6 de maio de 186.
Aluga-se orna sala e nm quarlo do primeiro
andar do sobrado de ron re Apollo u. I!; a Iralar na
mesma, ou no armazem da ra do Trapiche n. 40.
Na roa do Brum no Recife D. 22, precisa-se
de urna ama livre oa eterara, qoe lenha bom leite,
e Do lenha fillio ; nao se duvida pagar bem 011 mais
e que qualquer oulra pessoa, por se precisar muilo,
a seuhora nao peder criar.
@rsr-;::.'3a&-:i0iJi{
TKAPICUr: DOCUNHaTT 0
0 O proprietario administrador dolrapicbe (g
ui denominadoCUMIAfax eerlo a'lodos os $
A senhores Je engenho, lavradores c negocian-
Z (C9, lano desla provincia como fra della,
L qoe sl lioje anda nao allerou o ncm silera
5 os presos dos saceos de assucar desembarca-
5 d-vs e armazenadus no seu dito trapiche, e
T que suida cenlinua a pigar 80 rs. cada
;;5 sacco, conforme as circulares qoe ha lempos
% distribu,.. Trapiche do Cunba 21 de maio JJ
y.t, de 185G. @
8SSSi9sI-S'SS3iS-3S8S8sl
Compram-se notas do Banco do Brasil : n
ra do Trapiche-Novo n, 40, segundo andar.
Compra-se um jo{jo de diccionarios
france/.es por Fonseca e Roquete : na 1 na
da Cadeia do liedle u. 15, loja.
Compra-se orna duzia de colheres de prala pa-
ra sopa e urna salva para :i copos com a^ua, lam-
bem de prala, ludo em bom uso e sean feitio : no pa-
eo de S. l'edro n. 22.
Compra-se loda c qualquer porcao
de piala volita de lei tem feitio : quem
liver para vender, dirija-te a ra do Col-
lc;;io 11. 15, agencia de leilOe.
Compram se para urna encommenda esernvos
mazem 11. ilti, ou na run do Jucimado u. 28, segun-
do andar.
Comprase Ir' caixOes parajdeposito de bolacha
com vidrajas ou cm ellas : na ra da Florentina
n.O.
SSen^aS.
lolMnlias
PIBA 0 CBRENTE AMO.
Folhinhasde algilieira cometido o alinanak ad-
ministralivo, mercantil e industrial desla provin-
cia, tabella dos direitos parocliiacs, resumo dos im-
poslos geraes, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre incendios,
entro do, mscaras, cemilerio, tabella de feriados,
resumo dos rendimentos e exporiato da provin-
cia, por 500 rs. cada urna, ditas de porta a 160,
ditas ecclesiaslicas 00 da padre, com a reza de S.
Tito a -OO ris : na livraria ns. 6 e 8, da prac
da Independencia.
Aviso
Mobilias de aluguel.
Alagam-semobilias completas, ou qualquer traste
1 separado, e tarabem se alugam cadeiras em grande
j porco para bailes ou ofiicios, e por preco coramodo.*
no armazem de trastes do Tinto, na ra Nova de-
I fronte da roa de Santo Amaro.
aos capites de navios.
lia para vender, na ra
da Cruz o. 26, os st>
guintes objectos.
Una bujarrona.
Um latino grande e nove,
Dous cutellos.
Dos gfaftofes.
ios latinos.
Dous bolaxos novos.
Una polaca grande de
proa.
Um jeanete.
Um traquete redondo.
Dnas varredoras.
Una vlla deestaes.
Una !>Ainbinella de tolda.
^e(e pordos.
Tndo por milito barato
prego.
Vende-se Ion cas ricas
de metal, imitando a pra-
la, e outros objectos, tildo
baratissimo : na ra da
Cruzn. U6.
Mobilias de alu>uel.
l.ourenr;o Pu^i, com loja de trastes na
rna Nova 11. 15, declara que lem para
vender todos os objeclos proprio* para
marcineiro, como sejam vidros para es-
pedios, podras marmore, paos de jaca-
randa, ele, na mesma casa se aluga c
compram-sa Irasles de todas as qualidades, eslando
cm liorn uso.
No escriplorio de Uomingos Alves Malficus, na
roa de Apollo n. 3, ha para vender por precos m-
dicos o SCKUilllc :
Kicos e elegantes pianos.
Salilro rehilado era barris,
Salsa parrilha muilo superior.
Saceos do muilo superior familia de mandioca.
Cqims de liuho para moutaria.
Cobertores de algodao muilo encorpados.
toalhasde linho para roslo.
Baelilha branca de algodao.
Camisolas de (da.
Algodao trancado da rubrica da Babia.
Sement de lindara.
Dila de mostardal
Flor de tilia.
Vende-se urna crionla com idade de I annos,
muito bonila : no aterro da lloa-Vista II. 12.
Attune.lo.
Vendem-se dous lindos molenucs da li a 7 annos
cada um, muito proprios para dar de 11111110. por se-
rem lindos a muilo sadios: no pateo do Ierro, taber-
na n. 1 1.
Esc ravo palie ro. t
Vende-se um escravo bom padeiro : na Iravcssa
da Madre de lieos n. 16.
Vende-se um moleque com idade de I i annos:
quem o pretender dirija-sc a Estancia, primeira casa
a direila.
Vende-se um prelo com 'i", anuos de idade, bo-
nita figura : no aterro da Boa-Vista n. 41.
Nos quatro cantos da ra do Qoeim.do, loja
de razendas n. 20, vendem-se corles de laa de qua-
dros de.superior qnalidade. c de muilo bom goslo,
pelo diminuto preco de 2^800 o corle, panno fino
prelo a -JJ-SOH, .IJJtKJO c 15OOO o covado, dito a/ul a
I5800,jl3 e 455OO, cortes de casemira prela muilo
fina a ">S, panno de algodao da trra de boa quali-
dade, sendo esla fazenda a melhor que se tem des-
coberlo para escravos, cassas (ranelas muito linas, e
delicados padres, eoutras mnilas la/.endas de diver-
sas qualidades, e por precos lo baratos, que s ,1
visls dcllas se podem admirar.
Maia limaos
Com estabeleeimento de
chapeos na ra do
Crespo.
S"Acabara de chegar a esle eslabectmenlo um tiran-
de sorlimento de chapeos de mola, que se veudem
pelo baratiisimo preso de 5jO0O.
Vende-se nm rico candieiro propiio
para loja e por preco coramodo : na ra
de Apollo 11. 12.
Vende-te urna parle do engenho
Pindobal, termo de Pao tl'Alho, por pre-
co commodo: a Iralar na ra to Crespo,
loja n. 16.
Moendas superiores.
Na fundico (|,. C. StarrtC, cm San-
to Amaro, aeba-se para vender moendas
de canna todas de Ierro, de mu modelo e
construccao muito supeclores.
Cemento romano.
Vende-se ao preco de89500 pnr barrica de cemen-
to de primeira qualidade : no rina/.eiii da ra da
Cadeia de Santo Amonio 11. 17.
Vaquetas in^iezas.
Vendem-se vaquetas in^leas para carro, da me-
lhor qualidade, e por preco muilo rnmmudo : no de-
posito do aterro da Boa-Visla n. 78, c sola do luslrc
a 159000 o meio.
Vende-se nm evccllente terreno na ra lmpo~
nal, com os fundos i baixo mar da Cabanga, o qua'
lem 175 palmos de largura e mais de 2,000 ditos de
fundo, contendo cm dito I i pos de coqueiros lodos
de Ir ii< 1.. c 12 rendeiros no Besmo luuar da Caban-
sa.^is quaes pagamannualiiicnlc de renda pelos ter-
renos de suas casas a qnantia de 7J-|..I, e tem de
passar em dito terreno 0 ras, sesundo a planta, tem
etcellenle proporr,io para salcadeira, por licar ao
p da malanca e ler urna vasta campina : qucm o
pretender dirija-se a Antonio da Cosa Kibeiro e
Mello, na ra do Jasmiui, casa de freule amarella.
Viuhodo Porto superior.
t) bem condecido violto do Puno superior, em
barris de oitavo ; no armazem de Barroca i\ Castro,
ru.i da Cadeia do ItccifcB. 4, onde encontrarlo lam-
bem regular, em barris de quinto, por prego com-
modo.
Vende-se urna casa terrea sila na rua do Jar-
dim n. :i: os prelendenles passsrSo examino-la, e
para Iralar em Fra de Pollas, roa do l'ilar n. 02.
Attenco.
1 azendas muilo baratas.
Corles de laazinha de cores escuras para
vestidos 2*500
Ditos de .- iinhraia brancos bordados de asulha 1 -Tr
l.aazinhas escuras para vestidos, o covado 220
Lencos de seda de cores grandes 19000
Meias de alcodao prelu com pouco toque de
mofo, o par 800
Damasco depura las com f> palmos de lar-
cura, o covado l?300
l'anno da Costa francez, superior qualida-
de, o covado '00
Curies de colleles de casemira bordados de cor i;"il 10
Ditos de fustao do barra cores finas I.3OO
Dilos do casemira para calca linos de cores 5SHK)
Hito de meia easemiraesrura, cores lisas
com loque de mofo 33000
Dilos de hrim de linho de cores trancado IcSOO
llrini de linho trancado lluo, cor de ganga,
a vara l;O00
Dito de linho branca trancado entrelio, a
vara #WH)
Dilo de dilo pardo de quadros, lino, o covado :i(iO
Selini lirancodeMaco, superior qualidade,
o covado I5.VH)
Dilo prelo de Maco moilo lino, o c.ivado 2500
Selim de diversas cores com pouco toque de
mofo, o covado 500
Chapeos prelos franeczes para menino 5.951)0
Ditos para liomem muilo modernos 7-tjOOO
Algodao americano largo com loque de
varia, peca 29000
Bem como muitas oulras Calendas de goslo por pro-
cos muito baratos : no armazem de fazeudas de ou-
vcia o I.eite, na rua do Uueimado u. 27.
Francisco Jos Leite, na rua do Collegio, tem
para vender os sc&uiules geueros, -llegados no ulti-
mo navio de Liverpool :
Presuntos para hambre.
Bolachinha soda cm latas grandes c pequeas.
Dila fnissimacaplaiu.
Latas pequeas e grandes com biscoilos.
Crakuell.
Daen.
Fauci.
Misad.
Picnic. r
l; rseos de conserve* sorlidas.
Polos de sal ri-linado.
E oulros mullos seeros que lulo vende a presos
commodos, c Btanle a qualidade.
Na loja das seis
por
tas.
?! frente do lvramenlo.
Nohreza prela para vestidos de senhora e meninas
a 10 lusloes o covado, chuly de seda liso de todas as
cores para vestido a 2 cruzados o covado, e 3 patacas
o de quadros, fazenda de costo, chales de merino de
ludas as cores a 1 mil e 500 cada um, chales de cam-
braia adamascados a 2 patacas, dilos de nanea encar-
nados a 2 patacas, ditos de gorgurao a 5 lusloes, pro-
prios para acasslhar do fno na Mugo presente, go-
linhas para senhora a pataca cada una, camlias para
senhora a 5 patacas, e para meninas a 10 tuslOc,
saias do camhraia bordadas a 3 mil rs., para acabar :
a loja .' li aberta desde as 6 horas da mandila ale as
O da noile.
Vende-se feijao mol.ilinhn muilo novo, desle
auno, a 500 rs. a cois, manleica francesa a 610 rs.
a libra, toucinho de Santos a 20 rs. arroz do lia-
ranhfio, craudo e alvo a 180 is., cartas de traques a
200 rs. familia do Maranliao a 160 r. a libra,
queijos do serlflo, conforme os lamanhos. ditos do
Kcino a 19K0, |J990 c a 21000 : oa rua das Cru-
zes, taberna n. 20.
MAIOIEI.ADA.
Vendem-se lalas com marmelaria, a 1*000 cada
urna: na rua do Oueimado n. 9.
Na rua do Vicario, casa n. 7, vende-sc ama
prela, de liarlo Moramhiqne, boa rozinheira.
Vendem-se esc ra vos mocos, lioiiilafiguras,
com varias habilidades : na rua "Direila n. 3.
Vendc-se caf de primeira qualidade do Rio de
Jaueiro, c mais em conla do que cm oulra qualquer
parte: no armazem do Sr. Amonio AnuesJarome
Pire..
Vendem se lindas de alcodao em novello, pa-
ra costura, de superior qualidade, bolachinha incle-
za sortida, de superior quaiidade : em casa de Sou-
(ball Mellor i Companhia, rua do Torres n. 38.
PALITOS FBANCEZES.
Vendem-se palitosc sohrecasara. Ge panno lino
prelo c de cores, a I i>, 189 e 2000O rs., ditos de al-
paca, prelo- o de cores, a 14 o 83OOO rs., ditos de
hrim do linho a :o e 3?}50O ts. : ua rua Nova, loja
n. I.
CAMISAS FRANCE/.VS.
Vendem-se camisas finas, brancas e pintadas, a
22J, 269 e 30)000 rs. a duiia : na rua Nova, loja
11. 4.
Velas ae carnauba.
Acaba decliegar do Araealy tima por-
eio de excedentes velas de cera nanlir, simples e de composiciio, as i|uaes
se vendem por menos preco do tjue em
oulra qualquer partes no antigo deposi-
to de I). R. Audradc&C., rua da Cruz
11. 15. "
Aos fabricantes de velas.
Domingos H. Andrade V C, com ar-
mazem na rua da Cruzn. 15, coutinuam
a veuder superior cera de carnauluieni
poreaoe aretallio, assim como selio reli-
nado, viudo ltimamente do Rio-Grande,
c ludo por commodo preco.
Na rua do Cibuw, loja de miudezas n. i, ven-
dem-se por baratissimo preco as loguillles blendas :
paroles de papel de cores rom 20 eadernos a 020 rs.,
boloea de osso linos para calca, pregados em papel, a
groia J00 rs., franjas com blotas brancas e de cores
a peca 39500.
Na rua do Cabuga, loja de miudezas n. ven-
de-se um completo sorlimento de hadado do Porlo,
tanto aberlo como hivrado, e de lodas as larguras,
principiando por 3 dedos c acabando em 1 palmo rc-
forcado, o qual se vende mais baraln do que cm ou-
lra qualquer parle, por se querer mandar o mais
breve possivel aconta de venda au fabricante.
Pianos,
Vendem-se pianos verlicacs in^lezcs, de elefantes
modellus e exccllentes voies, fabricados por unidos
mais acreditados autores, premiado na ciposU-n de
Londres: no armazem do Itoslrou Kooker A, Com-
panhia, praca do Carpo Sanio.
CHITAS BARATAS.
\endem-se chitas linas, padroes escocezesa lille
loo rs. o covado, dao-se amostras cen penhor : na
rua Nova, ioja u. I.
Vende-sena rua do Collegio 11. 21, lerceiro
indar, ama bonita escrava crioula, de idade 18 an-
uos, e una muldliuha de lo, muito linda.
Caclicrina ada-
mascada de lin-
das cores a
600 BS. O COVADO-
Vende-se na luja n. >\ A da rua rio Oueimado es-
la raleada, 1 qual he ptima para forrar carros, col-
xas, e para pannos de mesa, c assim como para ou-
ras muitas musas, e dio-se amostras*
iieijos do
serlao
No deposito das dichas, rua eslreila do Rosario n.
11, exislem queijos do serlo c favas de Lisboa, e bo-
lacliindas viudas de lora, de todas as qualidades, e
oulras muitas comas.
Bichas de Ilam-
burgo.
Na rua eslreila do Rosario n. II, deposito das bi-
chas do llaroburgo, exislem os ceios a :I05, e alu-
gam-se a 3d0 cada urna.
Fariuha de S. >atleus.
Acaba de edegar o hiale eS. Pedro com um bo-
lillo carrsgarnenlo de 'arinha de S. Malhens, nova e
bem torrada, a qual se vende por commodo preco;
para relallm a bordo dilo hiale funden!., ao p"do
caes do llamos, e para porco a Iralar na rua da Cruz
n. I, escriplorio de Antonio Luir, de Oliveira Aze-
vedo.
nico deposito do rap
rea preta da Babia.
Acabam de chesar algumas libras desle moilo
acreditado rap.o qual rivalisa como princeza de Lis-
boa : veode-sc no deposito da rua da Cruz n. 1, es-
criplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azcvcdo.
Semen tes-.
Vendem-se semenies de horlalicas e flores de lo-
rias a. qualidades cheuadas pelo ullimo navio de Lis-
boa : na rua ds Cadeia do Recife, loja de rerragens
n. .ib, de 1 rsnciiro Custodio de Sampaio.
1-AUIMIA E MII.IIO.
vendrm-se sacia- com farinha e millio, por barato
preco : na rua da Cadeia do Recife, luja 11. 23.
Vende-se rape Meuroiit C, muito
fresco, a retalho e em oitavas: na loja
doSr. Domingos Teiveira Bastos, na rua
da Cadeia n. 17.
Ibelogios
coberlos e descoberlos, pegenos e grandes, de onro
e prala. patente inglez, de um dos melliores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ullimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & Companhia. rua
do l'orrus n. 38.
Corles de seda
para vestidos de
se 11 horas.
Na hija n. 17 ,la ru;1 ,i0 Qoeimade ao no da boti-
ca, ha um grande sorlimento de sedas modernas ile
novos desenlies e cores muito deliesdas, ullimamenle
despachadas, as quaes se vendem por muilo barato
preco para se apurar dinheiro ; dao-se as amostras
com penhor.
Jos Joaquim (oncalves da Silva, eslabelecido no
alerroda Boa-Vista 0.8, defroule da bonec., avisa
ao respeitavel publico, e particularmente aos seus
freguezes, amantes dos bous gneros e baratos, que
sua casa de ncsoeio so acha sorlida dos melliores g-
neros de moldados, e vende mais barato do que em
ouirn qualquer parle, chegados ullimamenle de di-
versos porlos da Europa: conservas alimenticias vin-
dasdo Porto de urna fabrica nova, as melliores que
lem vindo a este merc.do. bolachinha da suJa em
lalasurandes e pequea, biscoilos linos inslezesdo
Indas a> qualidades, cm latas, queijos lond/inos, di-
los do reino de lodas as qualidades, conservas ingle-
tas, presuntos de Lemego, dilos para hambre de pri-
meira qualidade. lalas com holardinlia de ararula de
Rio, viuda do Porlo veldo ensarrafado de lodas as
qualidades, dito Bordeaos, dito moscatel deSelubal,
e muilos ouiros viudos .le superior qualidade. bola-
cmlia de Ballimore redonda c quadrada, cha da In-
dia o melhor que lem vindo a esle mercado, dilo
Chira, chocolate baunilha allemao, dilo de Lisboa,
dito Irancez, massas finas para sopa de ludas as qua-
lidades, manleisa ingleza e franceza, nova, de supe-
rior qualidade, cevadinha, cevada, sag'i, ervilhas,
marmelada de Lisboa muilo superior, sal refinado
para celada, azeile doce refinado de primeira qaali-
dade, champagne calmante em garrafas e meias, h-
lalas agieras, e muilos oulros seeros de primeira
qualidade, que su vista dos compradores acliarao
verdade o quanlo se diz ueste annuncio.
A melhor farinha de man-
dioca em saceas
que exislc no mercado, vende-se por preco raxoa-
vel: 110 armazain do Cazuza, caes da "alfandcua
n. 7.
Rob l.'AHecleur, Vermifugo inglez. salsa de
llrmol, pilulas vegelaes, salsa de Sands : veiidem-
n esles remedios verdadeiros, em casa de llartholo-
meu francisco de Souza, na rua larga do Rosario
n. o(>.
Cofaeilores de laa liespa-
nhes muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
lainbraias de seda a 240
o covado.
Na rua do Crespo n. .-,, vendem-se camdraias rom
llores de seda a lo o covado, ditas mais finas a 320.
Cal virgem de
Lisbo.i e potassa da
Vendem-se catlieeismos romanos,
traducidos p:lo padre Domingos Lopes da
Cosa ( Cru/. : na rua do Encantamento
n. 7( A. | <
Moinhos de vento
enm bombas derepuxopara renarhorlas e bal-
sa de capun : na lundirode W. Bowman,
na roa do Brum ns. 6, He 10.
A um fama
VENDE BARATO.
Libras de lindas brancas n. ,50, i;n 70 80 a
Hilas de dilas ns. 100 e 120
lluzias de lliesouras para costura
Duzias de lilas mais finas e maiores
Macos de cordao para Vestido, alauma coma
encardidos com 40, .V) e (>0 palmos,
l'ei.-as com 1(1 varas de bico eslreilo,
Caixinhas com acudas francezas
Caixas com 10 nvelos de liabas de marcar
l'ulceiras encarnadas para menina-, c senhoras
Pares de meias linas paia senhora a -Jlll e
Miadas de lindas mnilo linas para bordar 100 e
lrozas de boles muilo linos de madrepcrola
Dilas re dilos muilo linos para calcas
fuellas dourarlas para calcas e coletes
Penlesdeverdadeiio bfalo para alizar,a 300 c
Pecas de fita de lindo braucas com K e meia
varas
Caixas com colxcles grosos francezes
Carrileis de linhas de (M) jardas de muilo boa
qualidade c de lodos os nmeros
Macinhos com W grampas, e de boa qualidade
Pares de suspensorios de bonitos padroes
Torcidas para candieiro, duzia
I iuleiros e arceiros de porcelania, par
Carleiras de marroqaim para alsibeira
Canelas muilo boas de metal e pao 20 e
Caniveles de aparar peanas
Meias brancas e croas para liomem. 1(10, 200 e
Traiirinhd de la de caracol e de todas ascres
palmo
Duzia de peales de cbilre para alizar, bons
I irosa, de boloes de loma piolados
l'ejas de filas de cz 21 e
Carreteis do lindas de 100 jarda-, autor Ale-
sandre
Linhas prelas de mc.idinda muilo doas
Carlas de alfineles de doa qualidade
Duzia de penles aderlos para alar cabello
Meias de fio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazenda muilo boa 210 e
l-ivel.is de ac com loque de ferrugem para
caifa
Irosas de fivelas para sapatos
Caixindas envernisada com palitos de fogo
de velindas
Caixinhas da pao com palitos de fogoboos
Caixas com 50 caixinhas de phospboros para
charutos
Charoteiras de vidro (MI e
Casloes para bengalas muilo bonitos
Alacadores prelos para casaca
Sapaliuhos de la para crisucas, o par
Camisas de meia para enancas de peilo
I rancelins para relocio, lazeuda boa
Bscovinhas para denles
Alem de lodas eslas miudezas, vendem-se oulras
muitissimas, qne a visla de suas boas qualidades e
baratos precos, causa admiraco aos proprios com-
pradores na rua do Oueimado, na bem conhetida
loja de tuidezasda boa-fama n. 33.
15100
1?280
1KKK)
1S280
210
560
200
280
240
300
100
(KM)
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500
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1111
loo
IVa loja das seis
PORTAS KM FRENTE DO I.1VRAMENTO.
hlores de retroz para enfeites de vestidos par me-
ninos a meia pataca cada orna, vestidos feilos de se-
da para meninos de 3 ale 6 annos a JS, saias de enm-
braia lisa bordadas para senhora a Ires mil reis, cor-
les de vestido de cambraia com 3 barras a cinco
patacas e dous mil reis, chitas escoras qne nao des-
bolam a meia pataca, fil liso e lavrado, lomos piu-
lados para meninos a seis vintens, chales d ganga
encarnados tlor amarella a duas patacas ; dinheiro i
visla para acabar.
t VIXI10 E OPIATO AN1KH0- %
i LEIUCO
:
Gal
Russia.
Vende-se na roa do Trapiche n.: e II, cal virgem
de Lisboa, nova a "'-non o barril, velha a 500 rs a
arroba, e potassa da Russia a 300 rs. a libra.
elogios de patente
inrjlezesdeouro, desabnete e de vidro!:
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
rVugustoC.de Alnen, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
Vende-se a muilo acreditada paitara do Man-
guinho, sila na casa do Sr. eirargiio Teixcira, com
muitas fregaezias na Capunga, Allliclose Roa-Vis-
ta, alem da da porta, a qual lera todos os pertenecs
a Irabalhar, e na mesma lem um cavallo para en-
Irega de pao na frecuezia : pan IfTlar, na rua da
Snledadc n. IV, ou na mesma.
LI VAS DE TORCAL.
Vendem-se luvas prelas de lorcal, edegadas nlti-
mamenlede Lisboa, pelo baraliss'imo prtfn de IjlKKI
o par : na nu do Queimsdo, loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jacoiuc Pires ven-
dc-se superior farinda de mandioca em saceos gran-
des ; para porees Irala-se com Manoel Alves Guer-
ra, ua rua do Trapiche n. li.
Attenco
Itiscado escuro c muito lar^o, proprio para roupa
do cscravos a IliO o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo bom goslo a '-, aloaldado adamasca-
do com 7 palmos de largura a IstOO a vara, loalhas
de panno de lindo alcoxoadas e lisas para rosto, isa
mais superiores que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras maia
las fazendas por preco commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
e sLisooa.
Vende-se orna porco de barris com cal de Lisboa,
por barato preco. e retalho a 39 o barril i na ruada
Cadeia do Recife n. 30
Livros Classieos
\ endem-se os seguintes livros para as aulas pre-
paratorias : Hislorx qf Rome 31000, Thompson 25,
Poal el \ irsioie 2o0(lO ; na praca da Independencia
ns. (i e 8.
SEM ENTES.
Saochegadas de Lisboa, earham-se venda na
ruada Croado Recite n. 02, taberna de Antonio
Francisco Martina as e::uinl?ssemenlesdehortal-
cci, como sejam : ervildaslcrta, senoveza, e de An-
zola, feijao carrapalo, rxo, pintacilgo, e amarello,
alfscerepolliudae allemaa, salsa, lmales grandes,
rbanos, rahanetes branr os ucarnados, nabos r-
xo e hranco, senoiras branca-- e amarella-, couves
trinchuda, lombarda, asbale, sebola de Setubal,
sesorelhaicoentro de looccia. rcpolhoe pimpinela,
e urna grande porrao de didcrcnles semenles, das
mais bonitas flores parnjardins.
Helog'ios
ig ezes de pa-
tente,
os melliores fabricados em Inglaterra: em casa de
Hcnrv iiih-on : rua da Cadeia do Reciten. 52.
AGENCIA
Da fundirn Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Neste estabeleeimento contina a haver um com-
pleto sortimenlo de moendas e meias moendas
paia enr;enlio, machinas de vapor e laixas de
ferro balido e coado de todos os lamanhos oara
dilo. *
A3$500
Vendc-secal de Lisboaullimameniechegada.as-
inn i-om.i poiassa da llussia verdadsra : na praca do
Corpo Santo n. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Leneinhns de retroz de todas as cores para pescoco
de senhora e meninas a t>XKH), baralhos de carias l-
nissimas para voltarele a jOO rs., loucas de Lia para
senhoras e meninas a COOrs., lavas de lio da Escocia
branca* c de cores para homem e senhoras a 100,
500 e 000 rs. o par. camisas de meia muilo linas a
19, ricas luvss de seda de lodas as cores e bordadas
com uaruicucs e borlas a 35 e 3:000, ricas aboloa-
duras de madrepernla e melal para cuteles e paliis
a .VIO e 000 rs.. soperiores meias de seda prela para
sendora a 25300, meias I.raneas muilissimo finas pa-
ra -endura a 500 rs. n par, lini.simas navalhas em
eslojos para barba a 25, ricas caixas para guardar
joias a 800 e 1->V)0, eanas muilo rica com rchr l-
menlos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco de 2r"iO0, 3&e 35.VK), papel proprio para
os uainora.losa 10, 60, 80 e 100 rs. a folha, candiei-
ros americanos muilo elegantes, proprios para eslua
dantesou mesmo qualquer estabelecimenlo pela boa
luz que dilo a ,'v?. braveases de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo barato preco de I--J. pastas para
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
maivi.i tluiii.i.l.i e sem ser dourada a 500, 700. 1/ e
l->V)0. escovas muilissimo finas para denles a 500 rs.,
ricos leques com plumas e espelhos e pinturas finis-
simas a 25 e 39, charuleira finas a2?, riess galhetei-
ras para azeile e vinagre a 25, ricas e finissimas cai-
xas para rap a 23500 e 39, penles de bfalo, fazen-
da muilo superior, para tirar pinlhos a 500 rs., dilos
de marfira muilo bons a 400, 500 e (10 rs., resmas
de 20 quadernos de papel de todas as cores de folhas
pequeas a 720, riquissimos Irascos com extractos
muilissimo dos a 15200, 19500, 25 e 25500, jarros
de porcellana delirados e de moderaos gostos, com
Imiha franceza muilo lina a 2?, frascos com essencia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e Brandes da verdadeira
.una de Colonia do i'iver a 180 e 15, sabonetcs finos
c de diversas qoalidades, pus para denles o mais fino
qoe pode haver, asna prupria para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras muilas perfumaras,
ludo de muito soslo c que se vendem barato, tesoiiras
n.uilissimn linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para nabal, para costura, (raucas de sedas de
bonitos padres e diversasU.irguras e cores, ricas fitas
de seda lisas c lavradas de lodas as larguras c cores,
bicos de linho linissimos do lindos padroes e todas as
largaras, ricas franjas de algodo brancas e decores,
proprias para corliimdos, e oulras muilissimas cousas
que ludo se vende por dio baralo preco, que aos pro-
prios compradores causa admiraran : na rua do Huei-
iiiadn, ua bem condecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
TAIXAS PAISA ENGENHO.
Na fundifo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, comina ha-
ver um completo sorlimento de laixes de ferro fun-
dido e-balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prero commodo e com.
pwopdao: embarcam-se ou carregam-ae em acr-
ro san despeza ao comprador.
-Vende-so em rasa de S. P. Johnston & C.,
rua da Senzala-IN'ova n. 42, seliins inglezes, chi-
rotes Al carro e de monlaria, candieiros e caslieaes
bronzatdos, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. K, vinao Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municao, arraios para car-
io, lonas inglezas.
m completo sorlimento de bordados como se-
jam, camisetas com mantas, collarlnhos, peilildos,
romeiras, camiss, coifinhas e pelerinas ; lambem
lem um completo sorlimento de ricas flores, enfeites
pira cabera, litas e os verdadeiro* e modernos bicos
de linho : na rua da Cadeia-Velha n. -21, primeiro
indar.
DO
DR. ANTUNES.
': Estes dous medicamentos condecidos por
0 seus zrandes resallados, no Iralamento do 46
CHOLERA, vendem-se,, acompanhados ds _.
S um Tldelo, na pdarmacia de Luiz Pedro das
i Navas, roa da Cruz n. 50. %
$ Preco de 2 vidros e 1 Tldelo 39000, de A
I caixa 759OOO. m
POTASSA CAL YIRGEI.
No antigo e ja bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Hecife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgen de Lisboaem pedra, ludo
a precos muilo favoraveis, Com os quaes ficaro
os compradores salisfeitos.
C. STARR & c,
respeilosamenteannunciam qne no seu extenso es-
tabeleeimento em Santo Amaro.conlinuam a fabricar
com a maior perfeicao e promplidao. lods a quali-
dade de maediuismo para o uso da asi icultora
navegacao e roanufaclura ; e que para maior com-
modo de seus numerosos freguezes e do publico
cm geral. leem aberlo em um dos grandes arron-
zeos rio Sr. Mesquita na rua do Brum, alrsz do
arsenal de niarinda uro.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo seu estabeleeimento.
All acharo os compradores aro completo sorli-
mento de moendas de canna, com lodos os melho-
ramentos (algans xlelles novos e originaes) de que
a experiencia de muilos annos lem mostrado a ne-
cessidade. Machinas de vapor de baisa e alia pres-
lo, laixas de lodo tamaoho, tanto batidas como
fundidas, carros de maoe dilos para cooduzir for-
mas de assucar. machinas para moer mandioca,
prensas para dito, tornos de ferro balido para fari-
nha, arados de ferro da mais approvsda constrnc-
r.lo. fundos para alambiques, envos e portas para
fornalbas, e una infinidade de obras de ferro, que
seria enfadnihu enumerar. No mesmo deposito
eiislc urna pena inlellizenle e habilitada para
receber lodas as encommendas, ele, ele, que os
anuuncianles contando com a capacidade de suas
oOiciuas c rna. I,mi i.ih,i e pericia de seas ofOciaes,
se compromctlem a fazer eiecslar com a maior
presteza, perfeicSo, e exacta cooformidade com o>
modellos ou desenho, e iituccues qos Ide forem
ornecidas. '
IECHAHISIO PARA EIGE
IHO.
NA FLNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. ,VA
RUA DO BRUM, PASSANDO O .HA-
FARIZ.
da semprcum grande soriimenlo dos segoinlea ob-
jeclos de mechanismos proprios para en^enhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construccao ; laixas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; rodas
dentadas para asna ou animare, de todas as propor-
cOes ; crivos c horcas de fornalltae registros de bo-
eiro. aguillioes, bronzes, parsfuios e cavilhOas, moi-
nhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICA'O.
se'execulam todas as encommendas com a superior
ridade jii conhecida, e com a devida pi estezae com-
modidade em preco.
Salitre superior.
Vende-se e amito barato, na loja le fetregeos da
rua do (jueimado n. 35, em porrors e a relalho.
A boa fama
VE^DE BARATO.
Kicos penles de tartaruga para cabera 4^500
lulo- de alisar lambem de tartaruga 39000
Lindas meias de teda de cores para cranos I98WI
andejas grandes e de piolaras finas 35,'4 e 5SO0O
Papel de peso e almaco o melhor que poda
haver 4jO00 e 1 i~- _^^
Pennas de ac, bico de laoca, o melhor qoe
ha, a groza 10200
Dilas mailissimo finas sem ser delanra 640
Oculos de armarao de ajo com gradoacees 800
Lmelas com annarao dourada ISOOt)
Idtas com armaeo de larlaroga HUMO
Dilas com armario de blelo 5^
Dilas de 2 vidros rom.arsnacio de tartaruga :t0Otl
loucadorcs de Jacaranda com bons espedios :WODO
Oitos sem ser de Jacaranda 1*500 a aaOOO
Meias prelas coropridas de lua 1*800
Henalas de junco com bonitos casloes no
Ricos chicles para cavados andes-e pe-
quenos a 800 rs. e 1S000
Grvalas de seda de lodas as edres alie 1*200
Alacadores de cornalina para cauca 320
Suspensorios finos de borracha a 400, 500 a 600
leutes muilo finos para snissas 500
Escovas muilo linas para cabello 640
Capachos piulados compridos 7fjo
Boloes linissimos de madreperola para camisa 1|200
yuadernos de papel paquete muilo fino 80
Heniles sapsl.nhos de merm para tancas 1*500
Ricas canelas para pennas de ac a 120 e 200
Kicos porta relogios a 1J800 a 2*000
ticas canas finas de melal para rape tSOO e 600
Estovas muilo linas para unirs a 320 a 640
Bitas Imissimas para cabello 11500 e 2*000
Hilas ditas para roupa 1, 13200 e 2*000
Papel de lindo proprio para cariarlos, resma 4*000
Pinceis linos para baiba 2o Duzia .le lipis moilo finos para desenho 800
Lapis linissimos para risear, a duzia 500
Duzias df facas e garfos finos 3)000
Dilas de facas e garfos de balando moilo finas 6*00n
Dilas dilas muilissimo linas, cabode sarnas 13*000
Caniveles de aparar pennas muilo linos 80n
na rua do Queimado, oos yualro Cantos, na leja de
miudezas da boa fama n. 33, defronle da loja de fa-
zendas da boa fe,
vav;ilhasa contento.
Coiilinaa-se a vender a 8*000 o par (preco fio) as
ji bem conhecidas navalhat de barba, feilas pelo ba-
il la luir n le que ha sido premiado em diversas tx-
posicoes: vendem-se com a eondicJo d nao en a-
dando poder o comprador devolve-las al 30 das
depms da compra, resliluindo-se a importancia : em
casarle AusustoC.de Abren, na rua da Cdala do
llecife n. Jli. ^
-Emcasa do Henry Brunn& C., na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sotitaaeo-
10 de onro do melhor goslo, assim cono retornos
de ouro patente.
{?&cr*t>0S fgidos.

. ~ cJonln" "Jar faglda a prela Merncia> cri-
oula, idade da 28 a 30 annos, pouco mais ou manos
com os sigoaes seguinles : fall de denles na frente ,
urna d.s oreldas rasgada proveniente dos brincos :
quem a pegar leve-a a rna do Hrass, rmazem de
assucar n. 12, qoe ser bem grjtifkado.
- Gralilica-se com 1fJt*M0 qnem pegar o es-
cravo cabra, de neme Paolo, fogido no dia .- de
maio do correle anno, tendo os signaes seguintes :
alio, grosso do corpo, sem barba, picado das bexigis,
com uro lalho jonlo ao Baria no lado direilo ; levoa
bstanle roupa, sendo cateas de brim, um palito de ,
alpaca prela etc. e borzeguins : jolga-se ter ido pa- '
ra a provincia de Pernumbuco, oude laaa prenles
no L11noe.ro, ou para a Alagoa Nova nesla provin-
cia, pudendo conduii-lo a esla eidade a sen Sr. Jos
Anicnio Pe.re,1" > 'Sra. on a Pernambaw a entre-
aar so Sr. Antonio Freocisc Pereira com tojs na
rua do Crespo. Parahiba do Norte 2 de maio de
1856a
ORATIFICACAO- DE CEM MIL RS.
I 111:10 no da 10 do aaas protimo passado desle
anuon prelo Antonio, vpor aatooomatia Canario.
escravo do lenenls-cti UeaWMus Mrquez Lins
morador no seu engonh Malapiroma na freguezi.i
di Estada. Este aseravo tem s signaes seguintes :
mediano ua arrbra do corpo e proporI,on>do n*
EroMun, odos avermelhados, queize poutagndo,
maca do roslo proemniente, i'isnles limados, pernas
finss-, e moslra ler idade de JO a 35 annos. Ha as-
pella elle anear pira as parles da comarca de Caru-
r ou tiaraohnns, e quem enlrega-lo a men-
cionado Sr. receber a qualia da cata mil rs.
(KATIUCACAO' TJK CEM MIL RS.
O leoente-coronei Henr'iqaa Marques Lio?, mo-
rador 00 seu eagenho Matapirama na freaoaaia da
Escada, dar cem mil rs- a quem lbe levar o seu
escravo Feliz, fgido desde oovembro do anoo pro-
timo passado. e cujos stgoaes sao os icgainles : lem
a cor de mulato acabodado, cabellos corridos, odios
Iransversaes, falla descansada, corpo """ ?,u"
larmenle grossn, pouca barba, cicalril deata lalno
no buco superior, e representa ler 55 a 60 annos
de idsde. Ilouve ha pn.oro nolicia de qos elle se
acha na aldeia de L'roba, onde sa diz ter o pai o ca-
boclo Antonio Jos. .
PERN. : TTP. DB M J?. DB FARIA. 1856

,
.1

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEGIVEL


Full Text
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