Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07395


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Full Text
ANNO XXXII L 126
.*-
Por 5 mczes adiantados 4 Por 3 meces vencidos 4,1500.
(jl.VRT.l FEIRA 28 DE HAIO DE .856,
Por anno adianlado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
i:m:\uki:<. uns DA SUBSCRIPC.AO' NO NORTE
Parahiba, o Sr. ('.enano V. dt Natiridade: Natal, o 8r. Joa-
quim I. Pereira Jnior ; Aracaly. o Sr. A. da Lemos Braga
Hk o8r. i. Jos de Oliveira ; Maranhao, o 6r. Joaquim Mar-
n Bodriguel; Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
CaanoH : Para, o Sr. JuslmianoJ. Ramoa; Amaionai.oSr. Jaro-
oymo da Cotti.
PARTA DOS CORREIOS.
".....'' <'.....lia, u o. ,,., i... a a>.
'-'""....... ....."".......Paralaba : ii..... .-..m.u. ,- aeiias-feira.
S. laiin, i:.-,.-,,.... hii...i;.. viilnl.....Ganaban* : aa i-r.;.i-i. r.,
S. laairrnro, I'......I \||i... Xaiaraie. l.im.H-.c... Ilr.i... I'.-ii........ hn
i". n..... \i!l.,-n..|i.,. i:,.,.\,.,,,,,.....,, .. |., : .,. ,,.,...........
i ....... I|...|ii.. S.TU.I....I... li,..-|-........,, i,,,,, narran, Ajid-I'i.i..
un..... ir.....V.I..I : ,j...... ,,-[. ,[.,..
tao rumio* partea, ... ni l.or.i. .la manli.'....
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES 1>.\ CAM AL.
Tribunal do commercio quarlas> aabbadoa.
Relacao : lercai-feirai labbados-
Fazenda : quarus eaabbadoi aa 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao m-io-dia.
Juizo de orphaoi .- segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel.* segundea e sextas ao meiO'dia.
Segunda vara do civel: quartaa e sabbados ao meio-dia.
ii'in. mi: i;iiii.-. do miz ni: HAIO
4 La nova aos 2. minutos. 48 segundusda tarde.
11 Quarto cretcenti as B huras, 37 minutos e 48 scguudoi da t.
20 La cheia aos 3 minutos e 48 segundos da manlia.
27 Quarto mingu.nte as3 horas. 15 minutse 48 segundos da tar.
PUF.MIAR DKIIOJE.
Primeira as II bas e 12 minutos damanba.
Segunda as l'Jhiras t J> minutos da urde.
DAS da semana.
21 Segunda S. Filipe Nery fundador da congregaco do Oratorio.
27 Terca. 8. Joao p. ni. ; S. Kanulfo m.; S. Cutropio.
28 QuarU. Ss. Senador, Podio e Justo bb.; S. Priamo m.
29 Quinta. S. Ma\imian i b.,- Ss. Mximo e Kcslilulo nim.
III Sexta. Festa do SS. Corar/o de Jess. S. Fumando ra.
31 Sabbado 6. l'etronilla v. m.; 8. Lupicino b.
1 Domingo 3. depois do Espirito Santo. Ss. Firmo e Filino.
ENCARREGADOS DA SLIJSCRIPCAb NO SUL.
Alagoas, o Sr. Ilaudino Falcao Diai ; Babia o Sr. D. Dupril:
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereirt Hartlnf.
EM PERNAMBOCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figaeiroa da Faria, na sua
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
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ff
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\
PARTE FFICIAL
OOVEHIMO DA PROVINCIA.
se prouuni'iou mui rraucameiite pela suppressao da
lbenla.le da imprensa.
QtMBdo comec;ou a suerra contra a Russia, o ga-
binete francez fez Codo* os esforcos para represen-
ta-la como o coinliali'nte da cixilisat-ao contra a
barbaria, e agora (|ue se acha realisada a paz, o as-
sim chamado propagador da cmli-acao, toma a
iniciativa para apertar o pescoco au mais imporlau-
Eipedlenie do da -21 de malo.
1 Cilicio Ao Exm. conrtnanHante superior da
larda nacioual do Itecife, pedindo que espera suas
Neos, afim de ser dispensado do sen ico da mesma, |e arrimo 'da dvlia^o^'ao^e^ri^ol'wi^'ue
k> eapitao do batalhao de lufaularia deste municipio,
francisco de Paula tiont-.ihc- da Silva, leilor col-
menle da alfandega. Commuuicou-se ao inspec-
Irr di alfandega.
Dito Ao mesmo, inteiramln-n de ter ronca-Hia.
apa mezes de liecuca. para ir a corle, ao teueule da
(arda oaciooal Miguel Bernardo "uinleiro.
|Dile< Ao mesmo, scieulificaodo-o deque, atlen-
edo ae que me eipoz o comniandanle do quartn
lakUo da guarda nacional deste municipio, empra-
ai para o da i desle mez a reuniao do conselho
qualiticaco da freguezia do Poco da l'aitella.
Dito Ao Sr. inspector da lliesouraria, mandan-
te pagar a escolla, viuda de (jarebaos, os seus ven-
amentos pela conducho do recruta Cassiano Lopes
.im.i, e i Maueel Finnino Ferreira 33/600 rs. de
Haras abonadas an nu'-nio i cernid.
Dito Ao E\ia. commandante das armas, Inlei-
nodo-o da que se expedirain as convenientes com-
monieacoea a Ihesouraria de Taieuda para, nao ni
oaacontr ao teneute-coroncl Joao >epomoceno da
Silva Porlella, os vencimeuloa correspondentes ao
ceafcoaa mez, senao tanibem para mandar pasar,
DO* davidos lempos, a ron-unae.u qnc o mesmo te-
raeote-coronel pretende dei\ar uesla provincia p.ira
alimentos de sua mai. Eipedirata-so as conveni-
entes ordeos.
Dito Ao Exm. ministro plenipotenciario do
Brasil em Franca. Accuso a recepto do cilicio
de V. Esc., datado de 98 de fevereiro pa*ssdo, c
aeompanhado de um estmpWr do intereesaoie tra-
balho, que sobre o Brasil publicou o Sr. Charles Rey-
baad, e que por intermedio de V. Exr. dignon-ea
da oHerecer-me. Robo a V. Exr. sirva-se de, em
uieu iiomc, agradecer ao distiacto e Ilustrado autor
de Uo iraportanlo livro, cujos elevadps talentos e
sincera vmpalhia pelo Bnisil o faxem (redor, n.io so
da estima a tuo.ideracao desta ptosideneia, senao do
recoaUeeimrnlo e gratula dos Brasileiro*.
Dito A' Ihesouraria de Tazenda, comuiunieando
qoe o pniiaolor publico da comarca de Sinlo AnlSo
reataumira o exoreicto do seo cargo 0o da -Jti de
abril ultimo.
Dito A' mesma, Iratismillindo, para o lim con-
veliente, o inclino aviso de lettra U. .".2, na impoi-
tancia de -72iiaWI0 rs. sacada pela Ihesouraria de
fazenda da Rio (irande do Norte Mibre essa, a a la-
vor de Joaquias da Silva Castro, ou saja ordem.
Communicoii-se ao presidente daqueiia provincia.
DitoA'mesaia, mandando f-agar ao aoaderaico
de medicina, Arcellino Jos Alenla Peruambu-
sijl a ralilicacilo u d '59 r"- < "<' do da
!) de abril ullino a 13 do coirenlc.
Dilo.A municipal da primeira vara desta
ridada, ieraelter.di> para trr o conveniente destino a
cnia do aanleiieitdo gales perpeloaa, Francisco
Antonio da Silva, qoe se acha a sua dispusiere
no brigue de guerra CapibarihrOlliciuu-se a res-
pailo ao commandante dceslarao naval.
DiloAo corador dos africanos livres, communi-
caodo oaillecimenl'o do Africano livre.de noine Mar-
IiiiIri. Jue seachav em servico no liospital rcgiincM-
lal.Communicou-se ao inspector do arsenal 'UV ma-
naba.
DitoA diieatsr das nlKas publicas, autorisau-
do-o rio s lanr;o da eslrada ite Paii d'Alho provisoriamcnlo
a do -2 lanco da dosiltiiiiedi.is.se nao laiiibem a pas-
ase; os competentes eattilieadoa, aliin de que os ree-
pectivos arreiiul.nilo possam luver da lliesoiirana
provincial as pieslaces, a que ellos ten) direilo.
Ofliciou-se ne-le sentido .i ihesouraria provincial.
Dilo Ao mesmo, concedendo aulorisac.lo para
potsar o competeule certilicado, para que o aireiua-
lanle <<> i lanco da rarolflcarlo da estrada .la vil-
la do Cabo, possa recebrr a parto da quaolia de
2:327Mil0.mandadaaddiciniiaraoor5Jmento daqoclla
obra, que corresponder a primeira prc.tacan ja rc-
rebida. ,,
Dito Ao l)r. Thomaz Aniones le Abreu, de-
clarando que o cavallo por Smc. comprado p'jr-
lesempenho da commissao, de q te esleve encarrea
gado, deve ser entregue ao marechal coiiimandaiile
Has armas.Commuuicou-se a respaile ao com-
mandante das armas.
Portara Concedcndo a Pedro Leite de Albu-
querqne, arrematante do acude de liuique, ciocu
inezes de prorogar;ao para a concluan da obra do
mesmo acode.
0 presente rei do llanover se dislinguepela sua | mada nacional para seguranca do interiore das Iron-
nm dever da imprensa livre de lodos os paizes de
proleslar solemnemente contra um semelhanle pro-
ccdiinenlo.
IJucm esperava que da guerra dnQccidenlc eou-
im v oncuir ...,.w!tnwa -la.nics resutlaoos a lavor
da lilierdade poltica da Europa, se achara muilo
euganado. Pelo momento he o contrario.
A Russia na rcahdade nilo se acha quebrada, e
na Franca o absolutismo imperial sabio do combale
reforjado do novo, e revestido de novo esplendor.
De novo se acha fortificada a preponderancia do
absolutismo na Europa, e com mveja se ollia para
os esla.los nao europeus, no* quaes como no Brasil,
o parlamentarismo be um fado garantido, e nada
ha de receiar do absolutismo.
O Brasil tem lodosos motivos para se gloriar das
suas iiistiluiciies, e para reconhecer com gratidan o
favor da Providencia, que por essas iusliluices
Un1 deo um imperador. ami;o da liherdadc do seu
povo. lieinleiessanlc de observar, que ueste mo-
mento a imprensa liberal da Alleiuanha cometa a
dirigir a sua alleufao sobre a vida constitucional do
Brasil, a ga/xla de llamburgo Sarliichlen trouxe
lia pouco um aniso de fundo, analizando o cousli-
lucionalismn do Brasil, comparamlo-o com o parla-
mentarismo simulado da Allemanha.
Pelo momento lodos os Inleresses polticos desap-
parecem contra os inleresses <:..> pracas. As
praras dominam, e como lodo o inuudo se acha in-
lere.sado as especlanos dea mesinas, csse governo
leni uina extensao, de que antes niogaem snnhava.
Os iHilletius de cambio qoe se tnrnarn cada me/ mais
compridos, l.irm.m ueste momento a leilora favorita
da Europa, e se os negocios continsarem dessa ma-
ueira o Jargon das praca em brere lera tabesla-
belecido as liugoas iiacionaes dos iUlereutes paizes
europeos, as quaes s se encont-aro uos quartos
d'estudo dos philologos. A adorabas do bezerro d'ou-
ro, he i verdadeira e exclusiva religiao dos nosso
dias : as igrejas cada vez cslSo roan desertas, e as
pracas cada vez mais cheias de gealc.
Cada dia novo* crcdils-muliilirs, a cada dia no-
vas emprezas de caminhos de ferro, e novas empre-
asat com acces '. No ultimo me/, livemos mnis um
crilil-mobilier em Nassau, e um nutro em Arol-
sen, urna pequea cidade, apena- lao Erando como
l'elropolis, no peqoeuo principado de Waldeck.
Na Baviara se emprehenderam lillerenles cami-
nbo- de ferro por orna sociedarie de aeeionislai de-
baixo da egide da casa Kolhscbild; na Austria, deu-
se a concessao a um caminho de feno do l'beiss, na
lliingria a um da Calina, na Weslphalia, Saxouia,
llolicmia e Hungra iiascem da Ierra as sociedades
d aceras para explorar as riquezas mineraes da Ierra,
e em Vieuoa os ireolos de Haber trabalham para
a formarao de urna sociedade tfac{oes< a qnal com
mu capital de -20 milhes de llorn- hade comprar e
vender fazendas etc. ele.
I.in csladisla aeinio fez. um calculo, ha ti sema-
nas, dasquanlias .lo c sa pelas novasemprezas d'Allemanha desde o principio
do anuo.pe achou que todo montara em 3811 milhocs
ile Ihalers. .Mas d'onde hade vir todo esse dinbeiro '!
N.'is julgaroriequi' esse eslendimenlo|dosbiegocios d'ac*
toes nos tari un grande perigo pnlilieo. Scmrqoe
s.- pvrceba, ello noa approEUrora cada vas oais ao so-
^.li-nio e transforma a sociedade. que consiste de
proprielanos livres e emprezarios independenles, em
um esla.to que n> eoubece eojanles a empreados pa-
gos e depndenles das coni|ianliias .rac^es ; trans-
pl.tiila o burraurralisiiie do estado sobre o terreno
dos interesses malenacs.
Na Austria as coiile'encias dos bispos para Irala-
rcn nredilcecao pelos soldados, e cada sessao da Dieta
ic.n de lular com essa predi*ecr;ao.
Anlehontem o academia Polxteclinica de llano-
ver, conhecida em toda a Europa, c nao raras fe-
lea at frequentada por Americanos, festejou a resta
da sua existencia desde 25 anuos, deliaixo da direc-
'..i do sen diguo e celebre director Karmarsch.
Km Bailen, e em Oldemhurgo foram encerradas
as cmaras, as quaes so iralaram de quesliies l-
caos.
Em Uambnrge ehegaram os dous grandes vapo-
llamburgo norte-americana. Desde o ultimo ou-
tono esses navios se achavam contratados pelo go-
verno inglez para faierem o servido de transportes
na t'.rimea.
Em o [Timen o de juuho parlira o primeiro navio
de llamburgo para Nova York, devendo partir cada
me/ um vapor, sem fazer escala em oulro porto.
Os vapores lem tusar para 300 colonos, e a lorca
da machinas lie de ISO cavallos, e sua lolacao lia de
2,000 toneladas.
Em 20 de abril parti de llamburgo o primeiro
navio com colonos para o Brasil o .lohauue llan-
sing" levando 103 pessoas para Sanios.
ERRATA.
No oflicio ao consol de S. M. Brilannra, que vem
no eipediente do governo publicado no Marin ; pa-
gina primen a,columna 3, linhas 70,em vez de extra-
viando-sela-seextravasando-se.
GOMMANDO DAS AFMAS,
Omartel sjessoral do coiaima..do das anatas do
Fernanabuco isa cidade do Recite esa 20 do
malo da 1856.
ORDEM DO DIA N. 200.
O mareehal de campo, commandante das armas,
determina ao Sr. tenenle-coronel commandante do
terceiro halalli > da guarda nacional em serviro da
gr.irnicao, que fa^a efTecliva a deliberacao da pre-
sUencia, lomada a 21 do crrenle, dispensando do
referido servido o Sr. capitao Francisco de Paula
liancalves da Silva, feilor confereule d'alfaudega
desta provincia, deliberacao que foi trazida ao co-
nteciraento do mesmo marechal de campo por in-
termedio de S. Esc. o Sr. commaudaole superior da
giarda nacional deste municipio.
Jos Joaquim Cot"lho.
EXTERIOR.
correspondencias do diario de
sernamb im:o.
hamhiro.
i -de inaio.
1.1 tratado de paz de 30 de marco e lodos os pro-
taclos das conferencias de Pars se acham puhli-
aados.
Os protocolos sao bstanle insignilicaules em ge-
ni, o s oflcrccem urna imii pobie descripr;ao do
aidameoto das discossoes. Muila cousa parece ler
sido moderada de proposito, e toda a redaccao dos
protocolos he mais superficial do que se devia es-
perar.
O eonteudoda paz, nao causn |em ger.il nem gran-
de contenlameiilu, ncni grande desagrado. Todo o
mando diz que a paz, assim como foi feila, cor-
responde completamente com a insignificancia dos
resultados da guerra de ambos os lados, e que nao
kouve motivo para se esperar mais. Comlndo se
sbleve bastantes cooSas agrdaveis, e a Allemanha
tem orcasiao para fobgar das delermioaces res-
pailo da navteacao do l.anulnu.
S agora, pela paz de 30 de marco, o Danubio
tomn para o commercio europeo, e com peciali-
aade para o da Allem.inha, a po-icao que Ihc era
marcada pela nalureza, e nao ha duvida que a na
legacao do Danubio garante a cultura dos pai/.es do
baixo-Danobio.
Nos vivemos na poca dos inleresses maleriacs, e
ada he mais natoral do que a liomenagem qoe a
ultima conclusao .le paz faz a esta tendencia, ralo
be, os seus resollados polticos sao millos, e os resul-
tados a favor do commercio e industria sao os pre-
pendera ules.
Um oulro resallado, nao da inmediata consequen-
cia da paz, de :10 de marco, mas sim das conferen-
cias de Paris, corresponde com a dita direccao,
o debaiao de todas as circiimstancias deve ser lau-
dado como om grande e imporlanln progresso. Fal-
lamos Ha ileclaracao coovencionada pelo congresso
acerca do direilo martimo de guerra. Pode-se di-
zer que he o maior resultado da ultima guerra, o
qoe denota um novo Iriumpho da eivilisacao.
Essa reclama.. io lie do seguintc Iheor :
1. Ficam abolidos os corsarios.
2. A baudeii i neutra cobre o genero inimigo,
eieeplo o contrabando de guerra.
3. O genero neulrn, excepto o contrabando de
goerra, debaxo de handeira ininisa, nao pode ser
confiscado.
1. Os btoqueios, para sercm obrigalorios, devrm
eer efleclivos, lato he, enlrctidns por urna fnrra na-
val suflicienle para realmente impedir a entrada uas
costas iniroigas.
E d por isso toda a garanta ao commcrciodos neu-
tros em lempos de guerra, ou ao menos loma qoasi
nnlios os seos loflrimcnlos durante urna guerra rom
um terceiro.
O modo porque o congresso se lionve a reipeilo
da imprensa, nao rausou, pelo conlrariu, nma Igual
salisfacii.. leve isso lugar em uma das amafie* que
segoiram conclusao da paz n.i sess.lo de de
abril.
O plenipotenciario da Fronda, o conde Walewski,
loinoo por pretexto a imprensa da Blgica, e levan-
tando contra a mesma as mais violentas acensares,
PARS.
0 de mai i.
Nao llie podemos dizer sob que doloroM impressao
recebemos a noticia da invasao e das devastares do
horrivel llagello que lao cruelmente ha perseguido a
sus provincia e a sua cidade : existem males contra
os quaes todos os sgnaos de inloresse e sv mpnlliia sao
desgraciadamente Traeos eimpotentes, he de mui alio
que dcscem enlao as con-olarjues que reanimam e
trauquilisam, be a este ponto larabem que faremos
elevar-se Indo quando nos inspira a nossa adhesao
para com o seu paiz, e ousamos contar que a mo
i iiniiipoicnio que se descarregou, te lera levantado
na cITusao das suas mais abundantes beur;ao, quando
esle nosso bulletim Ihe communicar os ltimos acon-
lecimenlos do nosso ronlinente eoropeu.
Revista poltica.
O li alado de 30de marco he alinal conhecido : foi
domingo 27 deabril que os plenipotenciarios do con-
gresso de Paris aniiuiiciaram no ministerio dos ne-
gocios eslrangeiros a troca das ralilicac&es.
Considerado no seu complexo, este tratrdo de paz
redigido, segundo todas as regrae, e com uma clare-
za iulciramenle franceza, e digno de servir de mo-
dello aos negociadores, preencheu, alm do lodas as
esperaucas concebidas em principio.o otijecto especial
da guefra. Agucrra linba por lermo a preponderan-
cia que a Bussia linha adquerido no Oriento por suas
conquistas e seus tratados. Salvo uma modilicacao
de pouca impurlancia relativa, verdade he que a
Russia manlein as provincias conquistadas sobre a
Turqua pela forca das suas armas, mas perde a tr-
plice base da sua preponderancia exclusiva nos nego-
cios da l'orla, os tres ineos de arc.io omnipotente,
que compromelliam a independencia e integridade
da Turqua : a occupac.io militar do Mar-Negro, o
protectorado dos principados danubianos, o protec-
torado das racas gregas subditas da Turqua. Congas
considcrac/ies dariam apenas um bosquejo meom-
pleto, e insuficiente. F.m urna palavra a importancia
deste documento he tal, que o .levemos dar aqu por
extracto :
Artigo I. llavera, a parlr do-dia da troca das
ratilicaces do presente tratado, paa e amizade en-
tre os soltereos das potencias signatarias.
Arl. 2 Os territorios conquistados, ou occapados
scrao reciprocamente evacuados.
Arl. 3. O czar reatitue ao saltle a cidade de Kara,
uas oo i ras parles du territorio otlomanu, que se
iftliam na possedoa Russos.
Arl. I. l-'iram restituidas a llussiaas eidadea a por-
tosde Sebostupnl. Balaklava Kamiescli, Kerlcll, Je-
nikalch, Kinburu, e todos us oulros territorios Dese-
rtados pelos alliados.
Arl. "i. A amnista departe i parle a lodos aquel-
los .pie lenliam sido comproltidoa p.u quab|uer parli-
Como na conferencia de Paris o primeiro passo que i cipac.lo oos acoiileciinenlos da guerra cni favor da
se leu nessa conferencia de hispus, foi obriga-
rem-se lodos us nicmbrus ao mais rigoroso aegredo
acerca dasili-cusscs. Por esse inolivo pouco se sou-
be a esse respeto.
Em 3 dn corieute foram encerradas as duas casas
da Dieta prussiana, em Berlim, por S. M. cl-rei
em pessoa. Os membros estavam reanidos na sala
branca do palacio real. A assemblea apreseulou
urna bullante perspectiva, acbando-se a maior par-
te dos membros em grande gala.
A falla do i bruno, qoe uada conten de saliente,
he em resomo do segciiile conleudu :
.' Em couseque^cia da inodcra^ao das parles bel-
ligerautes, se havia[rcaliiado a|obra da paz, com ap-
provacao da Prussia. Que a caresta dos vveres
imlij cessadu, etu cunsequencia da paz e da espe-
ranca de uma boa colbeita. F.l-rei finalmente lon-
vou a aclividade da Dieta, mencionandu algumas
das decisi'ies da mesma, e recummcndnu aos depu-
tados de conservaren! entre si a paz e a concordia,
e de propaga-las nos seus paiea, alim de que a pa-
tria, ua i-inulai.au com as ni;0esamigas, deseuvolva
cada ve/, mais as bencaos de paz.
Alas, na verdade. o rebultado da aclividade da
Hiela be pouco satisfactorio, a sua ultima obra, a
lnac.iu do rrgulamcnto das municipalidades para
os paizes Bhenanos coirespondeu em ludo com as
suas antecedencias.
O pcqueuo resto de liberdade coininuii.il. que s
monicipalidades reslava, ficou deste modo enterrado
e assim se acha lambem garantido o poder da bu-
rtaueratit em negncios communaes. Nolavel he
que o partido feudal da direila volas-e essa victoria
da hureaucratie, porque esse partido nunca se cauca
de fazer a guerra a mesma. I'm deputado da es-
querda fez observar essa conlradiccao, e o ebefe da
direila feudal, o Sr. de Cerlacb, nao sauhe dar me-
Ibor resposta do <|ue a seguole*: .< que de fado nao
se podia negar a eoutradic^ao, nas come, nao se
poda conseguir um regulamenlo municipal confor-
me aos desejos c programma do seu partido, s boo-
vera a escolha entre dous males, entre a hureaurra-
lie e entre o liberalismo, e que a bureaucralie sem-
pre era o inferior desses dous males, a
Essa resposta, com razao causou uma grande seu-
sacao, porque o Sr. Cerlach, por ella confessou a im-
possibilidadc de oblcr o sen partido os fins a que
asptrava sobre um (erreno importante. E em todo
o caso, foi consequenle que o partido feudal, de-
sesperando em si mesmo, preparou a victoria a bu-
rekaeratie. porque assim elle abafa e supprimc.a
vida civil as cidades.aqu.il lie o masaoligo e enr-
gico inimigo dos privilegios polticos da li.UI-
guia.
No minislcrio nao se ignora, que a'inlroducc.'o
desse novo regulamento communal encontrara o de-
cidido dfscontenlamcnlo de parle da populacho.
Tamliem se pretende que o principe da Prussia, o
herdeiro da coroa, que em geral reside uos paizes
phenanos, louge da curie real, fizara enrgicas rc-
pre.eniacoes contra a execucao do mesmo regula-
menlo.
O relatorio da commissao cerca do negocio do
roobo dos despachos em Palsdam foi demorado ale
sa fecharen as sesses.
A prnposla a esse respeilo havia sido feila pelo
Sr. de iierbicb, e, como mais tarde se soube, a in-
lenrao era ter scropre prompla uina ameaca em par-
te do ministerio.
O partido da direila obleve .la fracc.lo minisleral
da Dieta, ludo quantoquiz, e por isso nao foi pre-
ciso realisar essa ameaca.
A direila acha-se na feliz posicao de dirigir omi-
nislerio, sem Carregar com a responsabilidade.
Iloje fes(cja-se a paz europee em toda a mnnar-
cbia prussiana as igrejas, o haver grandes para-
das militares.
Na Hariera asdscussncs das cmaras durante o
ullimu mez. nada de sllenle apresentaram. sendu
ooicainenta de nlrreaae local. Tcm-se lomado mais
iuteressanlcs nos ltimos dias, quaudo se comecou a
discutir o ornamento. Mas anda nao se deu a ba-
lalha principal ; esla se refere ao budget do miuis-
terio da guerra.
A commissao do budgel quer redugir-llic o seu
orcameuto por cerca de dous milhues de llorins, e
esse ministerio est fazen.lo lodos os csforcoi ima-
ginaveis para impedir urna semellianle decisao de
parle das cmaras.
Tambem no llanorrr parece que a queslan Unan-1 Porta.
rau-a mimiga.
Arl. 6, O pri-oneiros de guerra scrao immclia-
lamente reslituidos de parle a parle.
Art. 7. Al grandes potencias occidentaes o o czar
declaram a sublime Porta admittida a participar as
vantasens do direilo publico e do concert europru,
e se obrisam a resneilar a independencia e iulegri-
dade territorial do imperio Otlomanu, garanten! em
rommnm a estricta observacan desle compromisso, e
em cunsequencia considerarn qualqucr acto, que
possa viola-lo, como questao de interesse geral.
Arl. S. Se occorrer entre a sublime Porta e urna
ou varias das oulras potencias signatorias alguma di-
vergencia, qoe un'' ice a manutengo das suas rela-
cftea, a sublime Porla, e cada urna deslas potencias,
antes de recorrer ao empreso da forca, aiinuucia-
rlo istu as oulras partes contratantes, afim de pre-
veuirem extremidade por va" da sua aeco mediata.
Arl. 0. O -oHan, na sua canstante solicilude peln
bem estar dos icus subditos,leudo outorgado um fir-
man, que, melhorando a sua sari.: sem dislinccao de
religiao c de raca, consagra as suas generosas inlen-
coes para com as poputaces chrisles do sen impe-
rio, e quereudo dar um novo leslemunho dos seus
sentimenlos a esle respeilo, rcsnlvcu communicar as
potencias o dito firman emanado da sua vontade so-
berana. As potencias avaliam o alto valor desta
coinniunioacao. Me evidente que nao palera em
caso algum dar o direilo as potencias, de se intro-
melter, quer colectivamente, quer em separado as
relac/>es do sullao com os seus subditos, nem na ad-
miui-lracao interior do seu imperio.
Arl. 10. A convenci de 19 de julho de IH1 re-
laliva a inlerdiccao dos estreilos do Bosphoro c dos
Dardaiiellos foi revista de coinmum accordo.
Art. II. (I Mar-Negro esta neulralisado, .iberio a
marinha mercante de todas as naces, fechado a lo-
dos os pavilbes de guerra.
Arl. 12 O cummercio s sera sujeito ah a regu-
lamonlns Arl. 13. O rzar e o sollao se ubrigam a nao levan-
tar ah, nem conservar algnm arsenal militar mar-
timo.
Arl. II. Tendo o czar e o sullao concluido urna
couvencao, que limita a forca e o numero dos pe-
queos navios nece-sarios aos servicios das costas, es-
la couvencao he aunexada ao tratado.
Arl. l.").|Como o acto du congresso de Vienna csla-
beleceu os principios destinados a regular a navega-
cao dos ruis, que separank ou atravessam Varios es-
lados as potencias coiRralantes cslipulam entre si
que, para o futuro, esles principios serao igualmen-
le applicailos ao Danubio eas suas embocaduras, dc-
claram que esla disposicaa faz parle d'ora em van-
te do direilo publico da Europa, c a lomam sob a
sua garanta ; a navegaco nao ser sujeila a obst-
culo algum.
Art. 16. Com n lim lim de reali-.ir as diiposicoes
do artigo precedente, uma commissao, em que as
grandes potencias serao representadas por delegados,
sera encarregada dos Iraba'hos necessanos liberda-
de das embocaduras do Danubio.
Arl. 17. lina commissao composta dos delegados
da Auslna, da Baviera, da Porla, e do Wurlemberg,
aos quaes se reunir Jo os commissarios dos tres prin-
cipados dannbiauos, se consevara permanente para
primo, elaborar os resulamenlos da polica lluvial e
de uavegacao ; secundo, fazer desapparecer os obst-
culos de qualquer nalureza que possam ser, que se
opponham anda a applicacao ao Danubio das dispo-
siees do tratado de Vienna, lercio ordenar c execn-
tar os trabalhos necessarios sobre loda a extensao do
rio, e quarto. velar, depois da dissolucao da com-
missao europea, na niaiiuteiicao da navegabildade
das embocaduras do Danubio e das partes circun.n-
ziubas do mar.
Arl. IS. Depois da execucao desles Iraballios, as
provincias pronunciaran a dissolucao da commissao
europea, e a commissao ribeirinba pcriu mente goza-
r dos mesinos |HiJeres, que os da commissao euro-
pea.
Art. 19, Para a execucao dos regiilamcntos con-
vencionados, rada potencia contraante lera o direi-
tn queos navios as embocaduras do Danubio.
Arl.-JO. O czar ansenle na ratificaran da fron-
teira russa na Bcisarahia.
Art. 21. O territorio rosso cedido por esla mi i ti
cacao, ser* annexado a Moldavia sob a Suzerauia da
reir Tara romper a gueira entre o miuislerio eos
representantes da nuci. Pelo momento a Hiela
all se acha adiada, e s estn ronoidse aa dillereu-
tescommisscs para examinaren! as proposlas Jo go-
verno e fazerem os seus rclalorios.
Todas as commissics sao anli-iiiiin-tcnaes c per-
lencem as trcenos de opposicao cuuibinadas, que
entre si naoc nlam menos de sele antigos minislros
do Estado. Na queato dn budgel acba-se at uirs-
mo dividido o partido da srsunda cinara que alias
era do lado do iniiislerio, a lie "ccoTcluilo u aug-
mento das despezas pelo exercito que acha a mais
decidida oppusicao. He a dessraca dos pequeos
C-ta.los da Allemanha, que nao possuiudo elles um
poder verdadeiro, Iralim dse assegnrar a appa-
rencia de poder pela raanuleuc,ao de um numero
de soldados, que absorve a maior parle da re-
ceila.
Arl. 22. Os principados Mol.lo-Valacbios conti-
nuii.io a gozar, sol, a Suzerauia da l'orla, e sob a
garanta das potencias contratantes, os privilegios e
inmunidades de que se acham de posse. Nen'iuina
pruleccao exclusiva sera exercida por ulna das po-
tencias garanlidoras.
Arl. 23. A Porla se ohriga a conservar nos prin-
cipados uma adminislracao inilopeudcnle < nacional,
assim como a liberdade de rullo, de legislacao, de
ooiiimerrio e navegaco.
Arl. 2. Divans serao convocados a exprimir os
volos das populaeoes relalivamcnlc orgauisac.io
dos principados. '
Arl. 2~i. As partes contraanles lerao de concluir
em Paris orna couvencao, segundo a qual, um llalli
sherifT conitituir a orgauisac.io defeuiliva das pro-
vincias.
Arl. 26. llavera 009 principados uma forc,a ar-
leira..
Art. 27. Se o repouso interno los p-ncipados se
adiar ameacado ou comprometido, a l'orla se en-
tender com" as grandes potencias contrlantes acer-
ca das medidas que deve lomar.
Arl. 28. A Servia continuara a depnder da I or-
la sob a garanta collcclva das ptenos.
Arl. 29. O direilo de guarnicao da orla lie man-
lido. ,. ,
Arl. 30. O czar e o soli manlemna sua [inte-
gridade o estado das ua* -a*': fa. tal como
....:- :--......tuie ames do rompimeaV-
Arl. 31. Os territorios oceupados peas tropas al-
liadas ser.10 evacuados.
Arl. 32. Reslabelecmenlo de comitrcio de im-
portacao e de expclacao.
Arl. 33. Apndice o tralado da covencao rela-
tivo s libas d'Aland.
Arl. 3. Ujilicjc.'.i. no espaco di quatro se-
manas.
Assim, d'ora ia vaole, este acto consieravel de :M)
de mareo pode ser sinceramente aprecido. Em eon-
sequencia da prudeui a e da eflicacia ds resuluees,
as grandes potencias parecem ter coiolidado, por
longo lempo, o equilibrio europeo, e er desviado a
lempeslade, que, ha mais de um secul, lemeslron-
da lo tantas ve/.es, e arrebeulado em lvcrsas po-
cas sobre o continente. Ellas podem ti confianza,
pois que tnmarain todas as garantas limanamente
possiveis contra o tetrocesso das comflcaces san-
grentas dos ltimos ten.,' -.
O Mar-Negro neulralisado, a navegnc.o do Danu-
bio concedida a lodos, e rollocada sob 1 vigilancia
.le uma commissao eoropa, os principalos Moldo-
Valachios sublrahidos ao protectora.I. la Bussia, e
enlloca.los sob a garanta collectiva tai cinco gran-
des potencias, os destinos do imperic Humano li-
gados d'ora a vaute aos deslinos de tida a Europa,
sao as bases de um Iralada que nao lurrjiliam a nin-
guein, que honram a todos que o assi;narain, c que
implica a intervencao, a cooperacao amada de lodos
os estados signatarios.
O abandono pela Russia dos seus ailigos projec-
los de conquista e de dominio europei. azem prin-
cipalmenle a seguranca do prsenle e.i garanta do
fui uro. e se o czar lvesse occullado posamentos oc-
coltos, ambiciosos c criminosos, o triado de Paris
lem o alcance de constituir as potencas signatarias
garantas dos compromissos celebrados viusadoras
da sua violceo, e crear uma alliama permanente
enlre os grandes estados modernos iu interesse do
repouso europeo.
Esla paz de 30 de marco, Lio acoliida por ludo
qaanlo prometlc, s-lo-ha anda muitimcllmr quan-
do se souber o que custou a guerra, 1 eis-aqui um
bosquejo approiimado das sommas eiormes gastas
pelus diversos governos: a Franca fui tingada a de-
vorar mil e qainhentos milhues de mai sobre o seu
..remenlo extraordinario da guerra, jae completa
os dous mil milhoes ; a Inglaterra, .1 ou mi coube
os maiores sacrificios de dinbeiro, emiregoii na lu-
la dous mil c quinltentos milhoes de impruslimo, e
laxas extraordinarias, sem fallar no su orcamenlo
de guerra. Ouanlo a Turqua sabe-seque ella dea-
penden cento e viole milhues, que soliente sao uma
pequea paridlas suas perdas. Ninguun ignora que
a Russia loniou emprestado quinheiitoi c oilenta e
qualro miibe-. sem fallar no empregs das suas rc-^
servas linanceias. A Aoslria, snuicnle para mau-
leros sens exercilos sobre o pede guerra, dispen-
sou ( dilicilmeutc se ere ) mil seiscenloi e quarcnla
milbes : a Prussia julsava dever consagrar oiteula
e sele milhoes em fazer faee s esigencias da ailua-
C.io, einlim o Picmonle fui obligado* a sacrificar oi-
tenta milhcs, c a aoiuiua tai un ..total de seto mil
milhues. '
Se a paz foi comprada tai cara, proliizio Itnme-
dialamciitc seu- frutos, e antes da Iroca .las ratifica-
i;es as grandes potencias toinaram as medidas neces-
sarias para apasar sem demora oslraros da suerra.
O czar fez conhecer em todos os parios do seu impe-
rio, que d'ora a vanle as relan.es com a Franca, a
Inglaterra, a Sardenha e a l'orla, eslavam restaiie-
lecidas.
Em Franca, um decrete imperial de 10 do abril,
abrogou os decretos aiilcri.ras, que tinhain por al-
vo a ex[lortacao, ou o Ir.10- lo dos objedos proprios
a guerra. Pela sua parte o goveruo nglez adoplou
os mesmos principios, abolindo o decreto que im-
pede a exportar,,!.) das mercadorias ingle/as c das
munices de guerra para Bussia. Estas medidas sao
o que se podia fazer de mais ampio em semelhanle
materia, provam que a recunciliacao foi, desde o
principio, considerada por Inda parte cerno consu-
mada.
Annunciou-se para segunda quinzena de mao o
rcstabelecimenlo dos servicos regulares entre S. Pe-
lersburgo eos porlos eslrangeiroslde Londres, Liver-
pool, Copenhague, Dunkerque. Havre, Lubeque,
Slclein, Slokolmo e Riel, assim como eolre a capi-
tal c os dilferentes pontos do golpho da Finlandia e
do Bltico, Bevel, Riga, Liban, Molmsund, Abo,
llelaingfora, etc. Ja as maiores casas continuam os
seus negocios, e a navegaco vai recomerar mais ac-
tiva do que nunca ; 0 desenvolvimento qoe a Iran-
ia e a Inglaterra bao dado ao commercio e a in-
dustria, dpe/. a da guerra, vai exercer urna feliz in-
lluencia sobre as relaces e a prosperidade dos di-
versos estados.
J dissemos que syinpalliias linliam despenado
por tida a parle a noticia da paz : primeiramenle
aos ulhos das gratules potencias a paz he o desenvol-
vimenlo e a mulliplicidade das relaces inlerna-
ciouaes o trabalho criador que repira os males da
guerra, os exercitos, depois de sua muelo consuma-
da, restiluindo a agricultura e s oficinas lodos o<
bracos oceupados ua defeza dos territorios, o crdi-
to que approxima os povos e confunle os seus inte-
rcssc.s. em uma palavra, uma era nova.
Ja dissemos que a Inglaterra be de todas as gran-
des potencias 1 que tu.lia tesleuiunbado menos inte-
resse, boje sabemos o pensamento ollicial da Russia,
o Ic.xlo do manifest, dado pelo czar pro esla occa-
siuu, falla de uina maiieira mais extensa do que la-
das as ebrouicas, sobre os sentimenlos despertados
na Russia por este grande aconlecimeiito.
O pontu em que Alexandrc II so collocou para
redigir esle documento, nao lio evidentemente o
mesmo que o das potencias occidentaes ; nesta peca
os desastres da Russia s.lo sonsivelmenle atlenua-
dos, e por oulro lado pareca que o gabinete de S.
Pelersburgo nao consentir em fazer a paz, porque
a guerra Ihe ha dado satisfar.au acerca da maior par-
te das suas exigencias. Mas. releva nao esquecer
que o imperador Alexandrc falla i Russia e nao a
Europa : devia respeilar o orgulho nacioual dos
seus subditos, e diminuir aos seus olhos a importan-
cia das concesses feilas. Em uma palavra, o czar
se explica mui claramente sobre a neuIralisacAo do
Mar-Negro, c sobre a ralilicacao das fronleiras da
II--ir,lina, que elle declara ler por alvo provenir
qualquer nova coili-ao no Oriente. He oslen pon-
i essencial, c quaesquer que sejam as precau-
cne- que se podessem lomar, nao podtriam enfra-
quecer-lhe a significacao.
O czar, desde a assignalura do tratado de Pars,
fez em Moscow e na Finlandia nma viagein, duran-
te a qual recebcuum novo accolhimento ; resliluo a
imagem de S. Sergio ao convento da Trindade, e de-
ve ser coroado a II de setembro ( 11 de agosto se-
gundo o xcilio eslxlo : assim, nao deve deixar pro-
v i\ cimento os seus estados antes desta poca.
As relaces diplomticas da Bussia com as grandes
potencias foram quanlo antes ofcialmcnle restaura-
das, e desde 20 de abril, o conde OrloU'enlregou ao
imperador Napoleao III, em audiencia solemne, a
notificaran da ascenco do czar, e uma carta de fe-
licilacao |kii- occasao'do nascimeuto do principe im-
perial.
A opiiiiao pubiiea coiilinua a oceupar-so dn em-
baixador trance/, para S. Pelrcsburgo : aos nomesj
citados so iiiicm principalmenle duus novos : o de
SI. llruuin-de-Luvs, esla escolha nao parece desti-
tuida ilo verosimillinca, pois he pouen crivel que o
imperador Icnlia reiiuuciadn paia seniprc us servicos
de um 11, un. ni que deixuu na sua carreara diplom-
tica 1.1o honrosas recordaees, c oslo diplmala sa-
crificado por se ler mostrado uas conferencias de Vi-
cua demasiado conciliador para com a Russia ser
especialmente agradare! i Bussia. o noine do con-
de .le Mniii\ tem sido cilado em ultimo lugar, e be
elle que definitivamente sera encarregado do repre-
sentar a Franca na corle de Alexandre II.
Em Paris, a sessao dn corpu legislativo continua os
seus Irabalhus que todava parecern] dimiourcom
a apparicao das ralilicces, na publicaban dn tralado.
. M.
LISBOA.
I i de maio
l'elu voto du cmara dos depulados, podem ja ser
colados os uossusfiindos no Slock excliange, o enn-
(labirmos um einprestimo tslrangelro de 13,000
conlos.
I'oi renbido o debite, sendo talvez .los mais dis-
pnlados que lem havido no Boaao parlamento.
Dezoito dias continuos duron a discus-aoa desde
23 de abril alo 10 do crrenle. E a final foram vu-
lados os projectos, leudo o governo a leu favor 70
votos, e 37 cunt a, nuiuero esto que mesmo issiui
11,111 -iippiinb.i elle ter contra si, nesla queslo de vi-
da ou de niorle.
Eis-aqui a lisia dos que volaiam conlra :
Alvaro da I-enseca Couliiibo. Abilio Costa.
Mello Castro e Abre a. Mello e Carvalho. Correa
Callcira. tjuelbas. Antonio Emilio Brandan
A villa. Xavier da Silva. bario de Almcirim.
Bazilio Alberto Bento de Castro, Pcreira liar-
cez. tirios Benlo. Forjaz. I). DiogodeSou-
za. (arcia Peres. Faustino da Cama. Cha-
mico, Castro e Lomos. Boossado Curjao.
Joao Pessanba. Honorato Ferreira. Jas Pcs-
sanhd. Souza Pinto Bastos. J. J. da Cunta.
Piulo de Almeida. Silvestre llibeiro. Meneaos
e Vasroiicello*. Vellez Caldeira. Paredes.
Passos Manuel. Miguel do Canto. D. Rodrigo
de Mcnezes. Alves Marlins. Souza Rocha.
lavares de Macedo. Fcrreira Pcslana.
He de notar que alguns deputados da opposicao
voiaram pelo accordo de Londres, e nilo pelo ein-
prestimo, o qoe prova que o accordo nao he tao mao
como dizem.
O governo fi mortalmente aggredido pelos princi-
paes oradores da opposicao, c sobrcludo pelos depu-
tados; A. J. de Avila, Carios lenlo, A. Xavier da
Silva, barato de Almeirim, Faustino da Cama e ou-
lros ; mas lambem leve por defensores os melhores
oradores da cmara, quaes foram os senbores : Jo-
s Estevo, Latino Coelho. Casal Ribeiro, Lobo de
Avila c oulros taes. Dos minisiros, s falln o da
fazcnda, cojo primeiro discurso levou lies sesses,
e foi luuvado pelo rigor dialctico, pela clareza e for
n dos argiimonlos, e lambem pela urbanidade com
que o Sr. Fonles tratuu os adversarios que tao spe-
ramente o hoslilisaram.
O 11 "potado Jos Eslevao lambem orou a favor dos
projectos por lies dias conseculivus, sendo nolavel
principalmenle o seu discurso do primeiro dia.
A falla do joven depulado Latino Coclhe, que lc-
von duas sesses, foi tambem mnilo imporUnle c
muito applaii'Iida, por ser este um orador de grande
erudico e lao espirituoso, que ale os assumplos mais
ridos, na bocea delle se loruam festivos c apraziveis
como succedeu ueste pebate finauceiro, assumplo
cm que elle so estreou com assaz liabilidade e es-
ludo.
lambem foram nolaveis os discursos do depulado
da opposicao Carlos Benlo da Silva, tanto os profe-
ridos na que.-Mo previa do adiamenlo, como na dis-
cuss.io da geueralidade.
O depulado Passos ( Manoel), lambem fez um
longo e .lilil-u discurso, uao contra o ministerio a
quem leceu muitos elogios, mas contra o accordo de
Londres e o einprestimo, a respeilo dos quaes ja ti-
nh'a assignado vencido no parecer da commissao de
fazcnda.
O discurso deste depulado. que he anualmente) o
chefe do pequeo partido progressisla dissideole, nao
contenloii aos do seu partido, nem lambem ao mi-
nisterio, de quem elle todava uilu he inimigo.
O ex-niinistro Avila lambem billn muilo, ecom
hem conhecinienlo ile causa, e nao obstante t lo o
actual ministerio encarregado da iiuportante commis-
sao de ir a Pars representar a nucu portuguesa,
(em-lhe feilo na cmara uma opposicao, cerrada, so-
breludo nesta queslan de fazenda
Km sumina, este debate foi dos mais disputados de
que ha memoria recentementc, porque .. opposicao
v neste emprestimo a vida futura dn actual gahine-
ale, o (ir isso empregou lodos os meios para evitar
que fosse approvado.
Dm dos ineos em que liveram mais esperanca, f,.
o das representacOes, dirigidas s corles, que se pro-
movern! em lodas as provincias, e para as quaes
tambem cuncorreii poderosamente o partido realista.
Nao obstante,porom, os jgforcos ..'mpresados, os ci-
ita.iaos que ale asura lefn asslgnaao, yp-nas die^.im
ao numero ,lp 2".,2IH|, em lodo o reino, cousa que na
verdade he de punca aigniticaoBO, apexanr de nao e--
t.ir milito em u-o entre us, este meio iuslez de ir
ao parlamento com petiroes coberlas do inilbares de
laaigna loras.
i'.omo, porcm, a cmara dos dcpulad.is culeudcii
que tevia dar a sua approvacilo aos projeclns do go-
veino, a opposicao lemasora lodas as suas esperan-
cas postas na cmara dos pares, e para la vau ser rc-
inetlidas estas mesmas rcprcsenla<;ocs.
EITcctivamciile a maioria do governo nesla cma-
ra be mui diminuta c precaria.
Segundo as eontas que ja se lem feilo, parece que
nesla queslaolinanceira o governo s lera qualro a
seis volos de maioria.
O conde de Tbomar lem alias seos principies
adeptos, e o partido progressisla os seus anligus co-
ripheos.
I)iz-se que o governo projecta fa/.er nomeucao de
novos|pares para asesorar radicalmente a approvacao
dos projectos, por que lendo lao pequea maioria,
qualquer docura ou oulro accideulc, lli'a pode deilar
a perder.
El-rei.lem grande aversao a laes expcdienles.diz-
se at que elle se recusar a assignar as competeutes
carias regias, mas eu pelo contrario tenho razoes pa-
ra suppor, que se os proposlos foiem pessoas dignas
c de boiu noine, S. M. preferir acceder i nnmea-
c.lo para evitar uma crisc ministerial as acluaes
circumslancias.
O cerlo he, que os projeclos, embora nos sejam
onerosos, podem concorrer e muilo para p nosso
reslabelecmenlo. Ha um su que provavclroenlc
nao passara lal qual o ministro prope, e vem a ser
o do caminho de ferro de leste, negocio esle cm que
o minislro Fonles lem andado com muilo peuca pru-
dencia, e em que lem sido euganado ate pelos seus
proprios amigos. A iudemuisacao de 1:1 por 0|0 que
no projcclo se garaule aos acciouistas, por elles ce-
derer.i a emprc/.a ao governo, be inju-lificavel. etan-
to que mesmo na camara'dos deputados onde os pro-
jeclos do accordo e do empreslimo acaliam de ser
volados por grande maioria, mesmo aln. e-le do ca-
minho de fciro, nao sera approvado sem grandes mo-
dicaces.
Brexeniente o veremos, porque al boje ainda a
commissao de fazcnda lulo deu o seu parecer sobre
nciilmn dos sele projectos, que perfazem a serie das
medidas liuanceiras.
Eis aqui o esladu da quesillo al boje.
Na cmara dos pares decidio-se finalmente o tao
intrincado negocio da abolic.10 dos morgados.
Foi rejeitado o projeclo viudo da cmara dos depu-
ladus, e lambem o parecer da commissao, ambos os
quaes, posto nao abolissem completamente os vncu-
los, eufraqiieciam com ludo esta instituicao, e cor-
rigiara os vicios da abstrusa legislacao qoe os rege.
Toda a cmara na sessao de 13 do mez pastado fo-
tn contra a abolicao dos vnculos, a excepcao des
dignos pares, conde de Mello, conde de Villa-Real
e Joao Carlos do Amaral zorio, volando ao mes-
mo lempo que se nomeasse uma commissao para
apresenlarjum projeclo de reforma de legislacao vin-
cular, commissao para que foram nomeados os Srs :
conde de Tbomar,conde de Pcnamacor,visconde
de Balsemao,visconde de /.aborim,harn de Por-
to de Mus,marque/ de Vallada,conselheiro Fer-
rao, J. M. Eugenio de Almeida, visconde de
Granja.
Verilicou-se, pois, o que mais de uma vez Ihe dis-
se uas minhas antecedentes, islo he, que os pares
bao de adiar quanlo poderem a solucao desle ne-
gocio.
Fez-se j a convocaco da assemblea geral dos ac-
cionistas do caminho de ferro do leste, para ver se
aceitavam a proposla do governo para a dissolucao
da cump inlu.i, e acquisico da empreza para o esta-
do, na forma dn projeclo apresenlado as cortes de
quo Ihe mandei ja a copia.
Esliveram prsenles uns cincocnla accionislas. A
dircci'n de Londres foi representada pelo Sr. Ri-
chard" hmulos, c os accionislas ingleses pelo Sr. Fcr-
reira Piulo Basles. He cscusado dizer que lodos
aceitaran! as proposlas com as m.i ambas, excep-
to o negociaule Manuel Jos Machado.
O engenheirn do Crdil-Mobilier, Mr. Walier,
lem quasi concluido os esludos para as dilTcrenles
vias de caminhos de Ierro que so propuem arrematar
aquella cuuipaiihia fianceza. Inclusivamente anda
agora examinando as obras e o tacado do caminho
de ferro do Alemlcjii, porque lamhein os acluaes
empre/arius esiao disposlos a vende-la ao t'.rcdil.
lambem chegoii a esla capital um dos socius de
Mr. Luccole, para se dar romero agrande obra das
docas 110 litoral do Tejo, e caminho de ferro para
Cintra, o qual vai progredin lo com aclividade.
Projecta-so a fundaco de varias sociedades de
crdito. As principies sao: de Mr. iarad Pereire, e
de Air. Prosl. Tin dos socios desle ultimo banquei-
ro, u barao d'Ad.i, que lem eslado cm Despalilla
a fenle das empre/as de crdito que all se eslabe-
leccram ltimamente, ch< gou lia das a Lisboa, para
esperar Mr. Prosl. que. cm brevo vira a esta capital
para tratar da definitiva luudaca.i do banco, queja
fui pioposlu uo governo pelo seu agente purtuguez
nest.i curie, o Sr. J. II. T'radessn da Silvcira.
Evidentemente os capitalistas eslrangeiros come-
cam a afleicoar-se-nos. e podem com proveilo nos-
so, delles c de loda a Europa, lomar esle paiz mais
productivo, mais laborioso e civilisado.
lslao-se cuiihatidn dous milhoes c meio da nova
moeda de prata, para substituir a antiga quo lem ido
quasi toda pela barra fura, o que dilliculla muilo o
truco das libras inglezas. Alguma desla prata be de
particulares, porom a maior parle be do estado.
lamben! se comecaram ja a cunhar us inoedas
miudas de 011ro do sxslema decimal, sendo esla cu-
nhagem gratis para todas as corporaees e partcula-
res que enviaren! a casa da moeda quaesquer objec-
los d'ouro para amoodar.
Em cunsequencia de lerem prendido a!guus fa-
bricantes de sedulas falsas na cidade do Porto, os ne-
gociantes .taquilla pr.u;a dirigiram ao rei o seguinle
requerimento, enm 321 assignaluras, documento
honroso, nao s pelo intuito dos sopplicaotes, mas
pela energa com que esla redigido. Ei-lo aqui.
Senhor!Im crime dos mais atrozes acaba de ser
dcscoberto nesla cidade.
lia minti, lempo que pesa um slxgma sobre o
commercio do Purlu.quc lem sido acnimadodo falsi-
licadur, porque dentro tic seus muros desgraciada-
mente lem vivido alguns entes despresiveis, que a
sede do ouro tem seduzido a fabricarem notas falsas
eslrangeiras, e al a moeda do paiz !
Por vezes leemsido descoherlosos infames perpe-
tradores; porm seja pela morosidade do processo, se-
ja pelo fado da iropunidade, nao tem sido escarmen-
tados, e continuam a ennodoar o carcter honrado da
immensa maioria daclasse'.a que os supplicaules
teem a satisfacao de perleneer.
Senhoi! Fados lao escandalosos precisam ser repri-
midos. He injusto que sotlra om corpo inleiro pela
cori'upcao de um membre iiisignilicantc. Seja fraco
ou poderoio o delinquenle, recaa sobre elle a vara
da .iu-iica com todo o rigor, para illibar a sociedade
ollendida.
Senhor! Os supplicantes, drigindo-se respeitosa-
menle a vossa mageslade sobre lilomomenlosoassom-
plo, nao se cegam pelo seu justo ressenlimentonao
os anima o espirito de vinsancaos supplicaules s
desejam que se d um eseinpl de severidade, e es-
tunaram que fosse encarregado urna coinmissao.es-
pecial de inqucrilo para devassar os arcanos de tao
infames dbelos.
Sciihor Queta vosia mageilade dgnar-se aco-
lbcr esla supplica com magnnima beuignidade, e
permitiir que coro lodo o acalameoto os supplican-
tes (eubain a honra de beijar as reaes ruaos de
vossa mageslade.
E R. M.
Porto 21 de abril de 1856.
Foi nomeado o ex-minislro de eslado visconde de
Castro, para na qualidade de nosso plenipotenciario
tratar com o governo hespanhol sobre as cominuni-
cacoes do caminho de ferro entre os dous paizes. He
de esperar que desta coavencao mos provenham
grandsimas vantageus, porque, caminhos de ferro
eulre nos, sem se cruzarem com os da liespauha,
nao podem ser lucrativos.
Continua a fazer-se a medicao para levar as aguas
aos moradores da cidade, devendo cliegar de Paris
com um engeiibciro da companbia Jos Victorino
Damasio, oulro hidrulico para Irabalhos de minas,
que be necesario fazer.
Domingo do Espirito Sanio fez-se cm Sacavem a
expo-ic.iu annn il do gado, a cujos criadores o go-
verno costuma distribuir premios pecuniarios.
Havia lenco de franquear ao publico a parte do
caminho de ferro, que por all passa. Infelizmente
om lauco da trincheta que fica a liante da fonte de
Vibre- 1- nbaleu, vedando a passagein a locomotiva.
Nao leve portante o povo este novo e oppelitoso re-
creio de graca.
0 nosso joven soberano foi quem redigio as res-
postas dadas as depulaces das duas cmaras, e
niunicipabdade tle Lisboa no dia to beija-mo, anni-
versario da onlorga da carta constitucional.,
O Sr. D. Pedro V. instituid junio ao seu palacio
das Necessidades, uina aula de insirucco primaria,
semelhaute a que fundn no real palacio de Mafra.
Est ae orgnuitnndo a sala que devora eonter cen-
lo o. ciiicoeula di-.-ipulos, loalricutjii'lo-ae primeiro
nimios ds seos crtattoa, quo se quizerem aprovei-
ib.quel.'e cnsino gratuito, e drpms os rapa/.es po-
brea du bairro. I-oi nomeado para professor desta
escola Eduardo Napoleao Silva, que aceitou esla
commissao resia, ape/.ar de ser um escriplor socia-
lista dos mais exaltados.
Os egressos residentes em Lisboa c seus arredores
li/cram nina conxocacao publica, e de mais a mais
no Diario do Gocerno, a lodos os seus confrades,
para se reunirem 110 dia l to correte, ua sacrista
da Eucarnaco, afmi deassignarcm uma pelicao s
cortes, pedindo o restabelcrimculo das ordena reli-
giosas.
Se elles querem o rcstabelecimenlo completo das
ordens, lulo o couseguem de cerlo; quanlo porem
a crcarem-se algtiuias congregaees para a missau
do ultramar, he cousa sobre que muitos cstSo de
accordo, e at ha j um projeclo a esle respailo 00
conselbu ultramarino.
Veremos pois o que sabe desla sinsular reuniao,
que tem excitado a curiosidade publica.
O marque/ de Vallada peocura ceebrisar-se na
cmara dos pares, onde faz continuas e extrepilosas
inlerpellaces aogoverno. lllimamente quiz saber
se era verdade (er o governo escriplo aos bispos,
que teem assenlo na cmara pedindo-lhes quo con-
corressem discusso dos projeclos financeiros. E se
era cerlo que o arcebispo d'Evora linha pedido o
chapeo de cardeal.
O prelado respomleu do seu lugar, que nanea uve-
ra lal lembranca, dizendo em VJ baixa, que o que
pedir fora uma graa-cruz, dilo irnico, que se re-
feria a um pedido que o marque/, linha feito ao
actual ministro do reino, e que tantas vezes tem sido
bine i.i 1 em rosto ,10 marquez depois de sua passa-
gein para a opposicao. Esla picada do velho mura-
do tem mortificado muito o joven par.
Foi julgado a pena ultima o assassino do infeliz
conselheiro Ildefonso Leopoldo Baixard, sendo absol-
vidos os oulros dous criados que linham sido presos
por suspeila de complicitladc.
Kis-aqui o resumo da audiencia do julsamenlo.
Juiz presidente o Dr. Villa.. 1.
Delesado do procurador regio, 6 Dr. al. Fernan-
dos Thoniaz.
Accusados, Andr Turnes, Maria da Conceicao, e
Francisco da Silva.
Advogados : do primeiro acensado o Dr. Carlos
Ramiro Coulinho, dos segundos o Dr. Piulo Coe-
lho.
As 9 horas abrio-se a audiencia, as 10 cunsliluio-
se o tribunal c comecou a leitura do processo, que
terminou ao meio dia.
O reo apresenlou-se pouco commo\ido ; tem fei-
ces proemiuenles, cabello om pouco ruivo, deno-
ta intelligencia acanhada, c iiistinclos pouco hu-
manos.
O Sr. juiz fez ler um oflicio, em qne cousullava os
facultativos da cadeia, sobre o estado de Audr
Turnes, para que o informassem se elle poderia
comparecer no tribunal, e no caso negativo, quando
o poderia fazer sem inconveniente ; os facultativos
respouderam qoe Andr Turnes pudia comparecer,
nao obstante eslar ainda ferida aberla. mesmo
porque a sciencia desconhecia roci oHicaz de a
fazer fechar, que boje respirava por uma cnula a
qual Ihe era lirada para fallar, mas que era pro-
vavel que assim licasse por todo o tempo da sua vi-
da. Em consequencia disto o juiz. requisitou um
enfermeiro que acompanhou o acensado, para Ihe
lirar oapparellm, quando Ufe foise preciso fallar.
A reqoerimeuto dos advogados foram excluidas
todas as teslemuohas de accosacao dadas em
rol fora de lempo, islo sem mediarem 8 dias da
junecao ao jnlgamento. O delegado aggravou.
Comecou o uiqueiitn das tcslcmunhas ao meio
dia e meia hora.
FUtavam patentes as pistolas encontradas no poco
o chumbo c o ac encontrado no quarto de Andr
Tornea, e que coincidem com a carga da arma cm-
pregada, que se encontrn no corpo e despojos do
dcfuitdo, as huchas do papel que se encoulraram 110
pateo, e o chapeu de ebuva c o da cibica do conse-
lheiro Baxard, ea lampa da chocolaleira que dias
aules pedir a criada, e onde dcrreleu o chumbo,
o livro da receila e despeza du coiiselhcirn Baxard,
e a obrigacao do emprestimo de 9OJ0O0 feilo a An-
dr por seu amo.
Os advogados nao tinham apresenlado defeza es-
cripia, dilcaram-ua ua audiencia.
Por parle de Andr limila-se ao seu bom compor-
tamento anterior ; por parle tos dous acusados,fun-
da-se em que Andr he que esperava por seu amo e
coslumava abrir-lhe a porla e elles se doitavame M.
da t'.oneeicoquoeslavaiia ei'/anlia ensarilhaiido, ou-
xio o tiro, mas julsou ser um trov.10, seotiu passos
e callira lampa do poco,e que ambos vivan) em dcs-
intelligencia com Andr Turnes, a ponto de eslarem
das sem Ihe fallar.
Foram inquiridas 1 lestemonhas.
O sr. Torqualo M iximo do Almeida, e seu criado,
duas -uih.ua- tambem vUinbas, trea offieiaei do go-
verno civil, os Srs. I'inheiros amigos do ilefunlo o
coadjutor de S. Josc, o eslanqueiro que emprestoii 20
libras a A. Turnes, e o bomem que deseen ao poco,
e oulras que entraran na casa no dia seguinle :
0 Sr. Torqualo loi o primeiro que acudi, eso
por suas instisaees he que os criados prestaram
soecorros a seu amo.
Ns ollici.ies .lo governo civil iml.uani a pallide/ e
o terror de A. Turnes, priiicipalmenlequando se co-
inocoii a esgotar o poco.
1 i- ubcelos que e-t jvaui na audiencia foram por
elles eiiruntiados.
Pelo dono do eslnco, e ollicial Ouinlans, mos-
(rou-se que Andr Turnes jogava muilo.
As testemunhas deram como exislenta o roubo das
comraendas e caixa, dadiva do principe Augusto, 0
o arrombamenloda secretaria, mas nao determina-
rain a occasiao em que esse roobo e arrombamento
foi feilo.
Tambem urna leslemuoha deu como encontrado,
e constava do processo, o livro das conlas e obriga-
cm, na guarda Innca onde Andr gnardava ai la-
vas com que servia mesa, e onde se achavaaa car-
las do mesmo criado.
Acabadas as testemunhas de accosacao. o joiz in-
terrompeu a audiencia eram i horas e meta.
Eram 6 horas, pooco mais ou menos, continua a
sessao ; tendo as testemunhas de defeza de Andr
Turnes limilado-st a abonar o seu cemportamentu
anterior ao facto que Ihe era imputadoassim como
o dos oulros coeos,Maria da Conceicjlo e seu irm.1t)
Francisco da Silva, e sera apresenlarem oulra ma-
teria relevante de defeza.
Seguio-se o interrogatorio dos reos, comecando
por Andr Turoes.
Este apresentava a maior irapassibilidade na pbi-
sionomia ; porm a voz sumida', e quasi iuinlelli-
givel, deu lugar a que o enfermeiro fosse nomeado
interprete.
Andi Turnes era acensado em primeiro lugar
de homicidio, depois de roobo, depois, emfim de rer
sistencia e fcrimenlos as autoridades encarregadas
de n captorar.
Uma negativa formal he o seu principal empe-
nho ; rccapulados'os indicios, vai os explicando
pela seguinle forma.
As pistolas arbaram-se no poco depois de esgotado
sem que d'ahi Ihe resulte impotacao, porque a au-
loridade nao devia desamparar a diligencia, e de-
samparou, o qoe era fcil dar azo a que alguem ah
as lancasse ; os projeclis enconlrados, e qoe coiu-
cidiam com aquellos com que liuham sido carrega-
das as pistolas, da mesma sorle, podiam ser introdo-
zidos sem scieucia sua, uma vez que a coofosao era
lana.
P.Mas como he que Ihe linha sido encontrada
tao grande porcao dedinhero"!
R.Que era de empreslimo de seo amo.
P.Porem esla quarlada eslava em opposicao com
nma oulra dedsrarao do dinbeiro provir do empres-
timo de um eslanqueiro.
R.KniJo confundira-se, e agora he que fallan
verdade.
P.Como he que na gaveta em que estavam as
luvas com que servia a mesa, se encontrn o livro
do conselheiro Baxard, e dentro desle nm escriplo
de divida delle reo para com o assaninado ?
II.Isso queria eu qoe me explicassem !
P.Isso pelo contrario quero eu que o reo me
explique.
Do dcsapparecimenlo das commendas nada sabe,
nem da caixa coberla de pedras preciosas, e d'ou-
tras joias de subido proco, e nao admira qoe fallera,
quando a elle reo fallaram cnusas de seu uso.
P.O reo porque conlrabio um empreslimo com
sen amo '.'
B.Porque precisava de dinbeiro.
P.Como precisava, so tanto Ibe foi adiado.
R. l'inh.i dividas.
P.E11U0 era perdulario. ,
R.Nao linha esse vicio, nem mesmo odojogo,
como alsumas testemunbas d'accusaro aQimavam.
Sobre a circomstancia que resalt.ua do processo
de ter estado derretendo chumbo ao lome, o qne po-
dia allribuir-se a fabrico dos projectis para carregar
as pistolasera exacto, porm para deslino mui di-
verso, e a criada Maria da Conceicao fra disso les-
emnnba, tanto que o ajudara a mechar com urna
colher.
Finalmente nao nega os ferimentos o a resisteu-
cia conlia as autoridades, mas explica-os pela sua
aliicinac.au ; e, se attcnl .11 contra seos dias tai por .
na., poaer resistir a imputocio do um triase tat
me lor.l.o.
-
Seguio-se Maria da Conceicao, que lirmea os seas
dilos, balendo com a mao direila'suceaasivamenla
sobre oEvangellio, ecom multiplicados a parles, de
que s dizia a verdade, e ds que esta era como azei-
Ic que eslava semprc ao de cima d'agua.
Accusada de complicidade, jnrou a aua innocencia,
ii.to acudi ao estrondo da pistola, porque julgou ser
um trovao. e o tiro que na larde se dizia disparara
como ensaio Andr Turnes, lambem o ouvio, mas
pensou ser uma bomba.
Nada sabe do roubo, nem dos objectos preciosos
que linha seu amo ; sustenta qoe Andr Turnes po-
de atlirmar o que quizer no que Ibe diz respei-
lo, e por isso repelle o laclo de ler mechido o chum-
bo, que vio, mas jalgou qde era de rap que Au-
dro Tornes lomava.
Ignora absololamenle todas as rircomstancias que
a possam comprometter, e nao admira a sua igno-
rancia, visto que ella s carava da sua nhrigaco,
e o Andre Turnes era o incumbido de maior rnissdo
como fazer despezas da casa.
P. Como explica achar-se na algibeirade om
seu vestido velho um lenco do morto com nodoas de
sangue.
R.Como eu levaulava meu amo na cama, e o
sangue que Ihe golejava era muilo, nada mais f-
cil do que allucinada, eslancar-ll^'o com o seu pro-
prio lenco, e depois por eugano melle-lo na algi-
beira.
O terceiro co-rco a mesma negativa dos anterio-
res, declaraudo aos coslnmcs ja ter eslado preso du-
as veezs, uma pur uma rixa ouva no chafariz, quan-
do era agoadeiro. e oulra por uma pequea desor-
dem 1 or causa de uns amores.
l/ormia a um 1 sollu quando se deu o tiro, e
nada ouvio.
P. Enlao andava fallo de somno'.'
R. Nao, senhor.
Moslraudo->e-lhe a difliculdade de poder ser ac-
credilado, iusislio 110 que linha dilo, e por fim de-
clarou que era o encarregado de fazer as despezas
da casa do Sr. conselheiro Baxard.
O Sr. juiz notando contradicho deste reo com.a
r Conceicao .Maria, porque o ministerio publico
nao insisti na neareaejio, passon odiante.
Tiveram lugar as allegaces erees. As 9 horas e
nma teve a palavra o Dr. delegado, e aps elle os
advogados dos reos. Nao nos propmos a apresen-
lar os seus discursos ; apenas diramos que todos i
porfa se esineraram uo desempenho das funcc/ies
que lAc linham sido commcllidas.
O juiz resumi as provas, e propoz o facto de-
liberadlo dojurx em 38 qmsilos.
Era" t hora e nieia, o jury recolbeu-se para deli-
berar ; passados iO minutos vollou com o seu t-ere-
diilum, declarando por maioria o reo Andre Tor-
nes incurso no crime de| homicidio premeditado e
aleivoso, e o oulro reo o a r nao cmplices.
O juiz lavrou a senlen;a, condemnando Andre
Turnes a niorle na forca, no caes do Tojo, e man-
dando ir em paz o oulro reo e a r.
O advogudo de Andre Turnes e o ministerio pu-
blico appelaram.
Andre Tureca ouvio impassivel a senlenca ; ape-
nas fez algons signaes quando o juiz Ihe aconaelliou
resiguacao c esperanca. O Sr. juiz eslava cor.i-
movido.
Os oulros reos foram para suas casas.
A audiencia lerminou eram 2 hora, e 3 qaartos
da madrugada.
A crise linaticeira acahoa em liespauha, em con-
sequencia do ministerio ler adoptado o plano do
partido central progressisla. Todavia o estado po-
lilico continua a inspirar os mais serios cuidados.
Espartero continua a sua excurso as provincias,
onde por loda a parte he saudado com entbusiasmo.
Alguem Ihe allribue ambicies a uma nova regen-
cia. O seu carcter at agora parece juslifica-lo con-
tra uma lal suspeita. Eotretauto alguns progressis-
las seus amigos, que especulamcom a grande popu-
lan.lado do vencedor de Salhana, nao perdem occa-
siao de inculcar a inevitavsl necessidade de uma
mudauca radical 110 systema poltico do paiz. As
turbulencias de Valencia foram mais serias do que a
principio se dusera. Hoje a tranquillidade se acha
reslahelecida iiflerialmente, porm a fermentacao
nao cessou de lodo. O general Villalonga, o ajonta-
mentoe a milicia nacional desagradaram ao gover-
no : o sen. 1 al por niiuiamenle frouxo, a monicipa-
lidade e a milicia por counivenles em parte no mo-
vimeuto ora suffocado. O general /.avala, ministro
dos negocios estraogeiros, anllgo partidario e actual
amigo intimo doduque da Victoria, e quesobstiluio.
/.avala na capilania general, lem desenvolvido gran-
de energia.
Tem-se leito Bailas pnses. Cm peridico fran-
cez aprsenla uma lisia de 17 alborotos em Hespa-
11I1.1 depois da revolucao de julho de i. Al espe-
raucas que haxiam ile umi prxima reconciliis.)
entre o governo hespanhul c a corle de Roma, vao-
se enfraqueceudo.
F.xacerharam-se os nimos dos partidarios da si-
luacao com o descoliriinenL'de 111slr11cci.es secretas
tlails pela Santa S aos nspos, aulorisando s m
certos casos, c com mudas restriccoes, as compras de
berta eclesisticos. Como as referidas instruccOei
se reprovn e condemna em geral, c com acrimonia,
a famosa le de aVsaniorti'iovvio, o ministro dos ne-
gocios ccclesiaslicos, Arias Aria foi a esle respeilo
interpellado 110 congresso, onde deu uma resposta
evasiva, mas n.o pouco hostil i corte romana- Es-
palbaram-se boatos de uma intervengo frauceza pa-
ra reslabelecer a ordem em llespanha. Apezar da
iinerosimilhanta de laei rumores, o ministro da
MUTILA
ILEGIVEL


SOvetnr.io julgou deve-los desmentir ein scssiio pu-
blica do cougresso.
ASSEMBT.F.A LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Discurso do Sr. Antonio Lmz Cticakaiili de Albtt-
i/uert/ue pronunciado na sesso de 20 do crrenle
O .ir. \ntonia Cacaleanti : Sr. presidente, nifo
lenrioi.ava lomar parle na presente disrussao, ines-
riiu por me persuadir que esla casa deve star bs-
tanle aborrecida de ouvtr coiislanleim-nle os meus
toscos e mal enunciados discursos ; Nao apoiedo* .
Soscilan.io-se porem, urna quesillo de iraporlaacia
<|ue te refere cniupelencia desta assembiea para le-
gislar sobre a materia que faz objeclo da presente
discussao, e tendo-me eu mostrado cin alguna a par-
tes contrario ao pensamente da commissao na parle
que augmciita o sold os olliciaes do corpo de poli-
licia, cumpre-me fuer alsunjas reflexdes acerca da
materia, u > decurso das quacs apresenlaret us arr-
menlos que racasuggi ri.> urna iuiaginajao t.lo pouco
frtil ( nao apoiads ) em suslenlajao 'das ideas que
tenlio de ennunciar acerca das diversas quesles que
se lem ventilado por occasiao da discussao do arl. 2
do projeclo n. 8.
Anles de entrar na malcra, he misler sempre de-
clarar casa ipil' alguus dos argumentes que lenho
de otTcrecer vossa considerara,,, ja foram apresen-
lado e convenientemente susleulados pelos honrados
membrotque me precedern!, e se leudo de locar
em alguna delles, repetir o queja fui dito, nao be se
nao para melbor coordenar os ouiros que lerci de
produzr alim de poder tirar asconsequencias que mo
levam a peusar da maueira que pens.
Nao he meu iuluito, Sr. presidctile, convencer
****** **rdade de minhas idas, mas nicamente
justifica-las, e dar oa motivos do meu vol a seme-
lliuiiic respeito.
l'riDcipiarei, Sr. presidente, por tratar da queslao
Je competencia para a qual fui quasi que provoca-
do por uiu nobre depulado que infelizmente nao es-
la na casa, e para sustentar a minha opiuklo recor-
rer! a alnuus dos arligos do acto |acldicion,il e da
i oosti I ii i <;. i >. com o lim de mostrar s circumslaiicias
idnticos em que eslao as suas disposijes. que tem
retacan com a qnesuio agitada, c examinare! depois,
se leudo a assembiea o direilo de fiar a forja poli-
cial em tula da determinarlo |do acto adidrional,
lem lambem a autorisac.a.0 de legislar sol) a lixarao
da ree.U-e despeza respectiva.
O 81 doarligoll do acto addicioual, que he
quem rege a materia, aaaini se exprime.
Compele a assembiea proviocial :
Fizar sobre mfoimarao do presideDle da provin-
cia, a Torca policial respectiva.
0$|5. do artigo 10 do mesmo aclo addicioual, diz
o segunde :
Compele legislar :
Sobre a ixajao da despezai municipaes e provin-
ciaes, e us imposlos neetssarios etc.
E o 7 do mesmo artigo, da autorsiacao de le-
gislar sobre a crearan e soppressao dos em presos
provinciaes e municipaes, e eslabelecimento de seus
ordenados.
> ejamos agora as diaposijes da cousliluiro que
se referem lixarao das forjas de mar e terr, crea-
rlo e suppresso de empregos geraes, e lixajao das
despezas genes, econheccremusque sao iuteiramen-
le semelhanles aquellas que acabo de mostrar, con-
signadas no acto addicioual relativas a uegocios pura-
mente proviticiaes.
O artigo 15 da couslituico, que trata das altribui-
joes da assamblca geral, diz no 5 10 o seguiute :
i\ar aunualmeiile as despezas publicas, repartir
a contribuido direcla.
O | II diz assim :
"izar annualmeiile as forjas de mar e.Ierra, ordi-
narias e extraordinarias.
No |j 16, diz : crear ou suppniuir empregos, e es-
tabelecer-lhes ordenados.
Da identidade destas dispnsijes se concille, que
a allribuijao deOxara forja qoe coostilue o exer-
cito do Brasil, he da allribuijao da assembiea geral,
como o he da assembiea provincial ligar a forja po-
licial.
He preciso, Sr. presidente, antea de examinar os
outros arligos qoe expressameme delerminain e ex-
treman! convenientemente quaes as despezas eeraes,
c quaes as provinciaes, observar que dessa disp'osicAo
oa lixajao da forra, deve resultar a obrigarao cor-
responoenlc de lijara despeza a cargo das aesemblcas
geral ou provincial, segundo se Iralar da forra geral,
ouda provincial, como deveres correlativos dosdi-
rcitosque resultam dessa atlribuijo da fixajo de
guindo-se d.ilii, que nao havendo disposicao expres-
sa na constituirn que considere despeza'geral o ob-
jeclo de que se lala, nao havendo aniso algn) no
aclo addicu.nal lambem a tal respailo, sata despeza
nao pode deixar de ser considerada provincial, por isso
que ii lixajao da Torra consta do mesmo aclo addi-
cioual, que traa nicamente do negocio provincial
nerta parle relativa a aaaemblea.
Passo agora, Sr. presidente,, comparir o eorpo de
polica com o exercilo e om a polica propiiamcnte
uta, de que Iralam as lea geiaes, e procurarci mos-
trar, que o corpo de polica nao esla compreheudi-
Uo iicm na forra que ronsll.ie o exerrto. nem na
polica geral de que traa o cdigo do (trocean ; por
conseguirte nao i-z pane integrante della, be um
corpo diverso, auxiliar, de natureza provincial. Rao
faz parte do exercito, e sendo nina espeeUlidade
mareada no acto addicional, ho ,u nona allribuijao
wbre elle legislar. Sr. presidente, qne o corpo'de
polica, nao esla romprchcndido na seneralidade das
palavrastorra de mar e IerraJe que trata a cons-
tituir,, he claro, porquealem do mais. o scu servi-
{0 he diverso do dessa forja. (I exercilo he eucurre-
gado da seguranja publica em toda a naci, encar-
rega-se dos negocios nacionaes, isto be, daquellcs que
aecUrn os inleressea geraea ; a forja policial porem,
rercre se aos negocios provinciaes. A forja policial
referc-se a sesuranra local, refero se a essa falla de
seguraura momentnea qiu se da em urna provin-
cia sem qoe com ludo allecle as oulras. se,, servir empreados que existen
uao inieressa aos negocios geracs sent indirecta-
PIMO fil jgjMjMW QUMI FBM 28 DI I4I0 || ||Er

negocios puramente provinciaes, c que nao pmlem
ser considerados aeraes; sao eraes as que dizein
respeilo a negocios Beraes ; e isto a vista da disposi-
rao do arto addicional, que faz a iiccessana distiuc-
ejo, explicada convenieolemeole, para nao deixar
o menor equivoco, pela lei de 12 de m.iio de ISitl,
no artigo J.*
I'aasarei ao exemplo de paridade Irazido por Om
nobre depulado, rom rujas opinioei lenlio a honrado
estar quasi sempre de accordo, respondendo a oulro
que agora nao se a ha na casa, o qual aneveroo que
a doutnna do aclo addicional relativa as casas de
delenrao, nao liuha applicajao an caso cm queslao.
Bn eiilcudn o contrario, enlendo que a materia de
que nos OCCupamoa he regida pelo artigo que citei
do aclo addicioual, donde se eollige que, senhor pre-
sidente, ha inteira paridade entre a allribuijao de
leitislar sobre lixari de forra policial, dada pelo ac-
to addirional, e a allribuiro de legislar sobre a
ConiIrucjAo e rgimen de casas de detenjAo.
Dos principios que acabo de enunciar resals que,
se as despezas com as casos de detenrao sao provin-
ciaes, as despezas relativas ao corpo iiuliciaLsio lam-
bem provinciaes,
O arrunenlo da existencia do corpo de perma-
nentes da corle, uAo vemem apoio da opinio con-
traria porquanloo corpo de peijnanentes da corle nao
be iuslituirao geral, he I,.nal; elle esla' a cargo de
lisenos, assim como estilo lodos os mais
existen) no municipio neutro. I)
corpo de permanentes
rnente; o corpo de policiacomodisse.be divido ^jJ5E72STm, "
eases ella esta recuiibecida, a respeito d
porem nao se d o mesmo casi.
Sr. presidente, he uccessar
os olliciits
cmallenjaoas.egrasdascielnr^n:^,^
vis.i. da riqueza provinnal, e le oto Drocnemas
melhorar, 4orie de una diminundo a vK1
OUIros que nao sao menos mercedores ZZ sos
cuidados. Se aogmenUrnoa o solo dos oiiciaes do
corpo de polica, cllcar-nos.|,e,sU,* .1rfwC10
de augmenlar o do outros emprendo, (,u, esfea n
em iguacs circiimslancias. i'iejain
' m Sr. Depulndi,: Uucm s. -lies?
Onlro itr.Depulodo : lodos.
tSr. A. Cowlcon/I : Oulrosaua anraminli.
peuiira-lo.-, nao be necessario mstrar uno si,,
l-rque eu n*. advogo a causa iTSLfJS!:
lo
-- pos deuer que
tat&T ma "" ***** cirruiLs-
Uebaixo desle ponto de visla, Sr. presidente, ain-
ua que nao houvesse disposijao expressa a este res-
peuo, n.o se poda deixar de concluir que essa des-
pea |he provincial|; isto he, que assim como o de-
er que resulta do direilo|de Oxar a forra do exerci-
lo he geral, d> mesma maueira aquello que deriva
do direito de bxar a forra policial, he provincia] ;
por isso qu* o que rege a maleria relativamente*
lorja policial, he o aclo addicional que se refere as
asserobleas provinciaes assim como o que rege a ma-
teria relativamente ao exercilo, ho a constitaijlo
loe se refere no artigo 15 nicamente a assembiea
geral.
Me parece, Sr. presidente, depois desta dedujao
que se devia aeceitarrc.mo correle a doulrina, que
assim como assembiea compele a fixajao das despe-
zas geraes, as assemblcas provinciaes compele a lixa-
ao das despezas proviuciaes, anda que nao buuvrs-
SBidisposicao explcita. Kesta pois nicamente sa-
ber quaes sejam essas despezas geracs e quaes as pro-
vinciaes.
As despezas .geracs, Sr. presidente, nao sao se nao
aquellas, que estn a cargo da assembiea geral, a
quellas, que se referem a negocios pcramenle geraes,
aquellas que resultam de arligos da constiluieao rela-
tivos a assembiea geral, assim como.as despezas pro-
vinciaes, sao aquellas que resultam de arligos do ac-
to addiciciial ou que e referem a objeelos consigna-
dos no aclo addicional relativos a'competencia da as-
sembiea proviocial,
Estabelecido, Sr. presdeme, o principio geral,
passarei a encarar nicamente a qnesUM quauio aos
empregados pblicos.
Viuda qoe, Sr.presidenle, seno possa em rigor
considerar os soldados do corpo de polica como
verdadeiros empregados pblicos, assim como lam-
bem os soldados do exercilo; lodavia, quaudo se
trata de extremar as altribuircs dos poderes, quan-
do se trata de conhecer qual o poder compleme
para fixar soa despeza, assim como para cslabele-
cer a sua creajao, nao se pode deixar de dar toda a
generahdade e cspansibiliaadc ao termo, coufundin-
do-ae nesle caso a palaxra empregados pblicos.
com aquella que designa servidores do eslado.por ser
islo essenciai para a decisao da queslao que ora se
agita. '
Por lano, Sr. presidente, he necessario que se
eomprehendam como empregados pblicos todos os
servidores do estado, para quecouheriuios quaes a-
quelles que preslam serviros geraes, e quaes os que
prealam serviros provinciaes ; e por consequencia
nem se podercm dislincur sqncUes que devem estar
a cargo des poderes geraes dos que devem estar a car-
go dos poderes provinciaes. Disposijo ncnbuma
exisle na consuluirao que Irale eapecialmenle des-
les servidores do eslado, senao aquella que refer,
porlanloo qoe rege a materia nao pode ser senao os
irligosque se relcrem aos empregados pblicos, dan-
do-se-ito) a ganeralidade que nesle caso he necessa-
ria para bere poder extremar ,a allribuijao dos di-
versos poderes. *^
.m^0r,a1." ,n''>sar<:i os arligos que se referem aos
empregaa-os publrcor para conhecer quaes sao os ge-
raes e quaes os provinciaes e dahi concluir se os ha-
dividu.s qoe compe o corpo policial, que sao consi-
derados empregados pblicos na generalidade do ter-
mo, sao da competencia da assembiea provincial ou
da assembiea geral.
A consliliiijao como ven mostrar Sr., presiden-
te, determina, ealalua, que a creajao dos empre-
gos pblicos, assim como o eslabelecimento de orde-
..m'i,n?rre ,r,C.C.ao alS"ma, he da competencia da
nenTsrnfr- aC' addici<"'l. que apparecen
rtenois consignuu a mesma dsposijao, e rferio-a
nica e exetusivaioeut, aos empregados provin-
Pmr: '"l' qUem f" ***m Seuuiri. en.rr
empregados geraes e provinciaes. A segunda parle
do artigo de que vou fallar, declara, que sao empre-
gados municipaes e proviuciaes todos oa que exislem
nos municipios ou provincias. (l.t\)
Hahi se coucluc, que todos aquelles que nao esti-
verein comprehendidos as excepces eslabelccidas
ijesla segunda parte do 7 do artigo 10, nao poden)
leixar de ser considerados em regra geral, emprega-
dos provinciaes. Esla regra porem lem suaa excep-
joes, excepjoes eatsbelecidis ruuilo posilivaroeple
ff,J*,P?lenor*s' qu* *l,rain lul*ar exislencia da
ICi de 13 de mam de 1810, que iulerprelou alguna
artigosda leda reforma, diaposirao que tem o aeu
tuodameuto muilo muran na consliluijao.
A assembiea geral, Sr. presdeme", reconliccen-
io que podiam dar lugar a duvidas essas disposi-
rnes do aclo addicional, por isso que haviam empre-
ados, cojo servijo era de natureza geral, que com
ludo deviam estar comprcbendiddos na amplilude
daa palavras do g _>. do artigo 7., quaudo nao o esli
vesaem as cxcepjes ah marcadas, promulgo., a lei
r ... .* qU7 declarou 1ue os empregados provin-
10 "i2ST! a'a P,ri""!'ra Parle do 7. do artigo
i" no acto addicional, eram smente aquelles que se
ssmSS ? "eScos (la mpelencia da assembiea
le. ".i ;.eram !" a,lue,,es e ni os "eados por
aL i. '.rela,IV0> a objeelos da competencia do po-
der b;g,siaio geral. Esles empregados nao sao, se-
tjTf'F*' .magistrados etc. etc., os quaes em
"' A" *c,o addicional e da inlelligcncia dada an-
cZM', e ,,llerPre'Cao. nao podiam deixar de s.r
odT',f* Provi,,claes. e imi m, ISS quC er'"" Ue "iiieajau geral, e
uma d.. d" "r,'OS Cc,aei I "a "eccssa.io que
"it ^'""""a^nuemlbe devia pagaros scus
USo, 12"na'e f"' """ando-Ibes a assembiea
nomea" t"M"' V ''ue fomo uissc- '"rei.u de
deuluCcl "'"'"respeto he lodo geral. Islo
leid>d. J.dlSseat',Uleucia lo aniso 8. da
esu razao ITp, ?vd,r,.""''"S" irado, be geral; mas
ca, nia nalureV V a resPc" 'lo cnrPo de poli-
a fixajao do corpo 7uZL 'T""1""0' 9"
qoanto a fixajao do euwS?' he -n ',,rV,"c'1"'
es empregados, islo h," 0nici fe, STa.'S que
lina consideradas como ,. V soldados de po-
podem deixar dVr rpu.?dUP.^da ?ublkos nil
^mcoupreheSdTdo.n'aesr: Pg.0rInC,ae, '"" "
Moslrei, Sr. prssidenle, que a fiaca,, a, ,..
provioci,., compdeu slemblet, TJ^
do as diversas allribuijes de que he encarresada.
A polica seral Irada de evitar os crimes, de repri-
e mesmo de previai-los, Irada da seguraoja
mi-Ios
quena cxliemar, quera
bein reconhecer ipie as despezas quaes por sua natu-
reza eram proviuciaes, c quaes eram geracs. Esla
com ,udoa. V i TSSXASSSSLtLr. oS'Te
ocal.dades,; inleresso seral.
versa especie ; refere-so nicamente a
aos municipios. A noasa legislacio dividi como
disse. a polnia cm administrativa, judiciaria e mu-
nicipal. A polica judiciaria compele oa negocios
relativos a jostica. A polica municipal, os negocios
relativos as commodidajes dos municipios, manu-
lencaodo socego dos seus habitantes etc., etc. A po-
lica administrativa e.nfim compele lodos os negocios
A le de 10 de oulubro do l:ll qne lambem
nao foi revogada pelo arto iddiccional c que fo
quem creou os guardas polici tes as considerou pro-
cinciacs. Alem dislo, Sr. presdeme, ha aioda urna
razao para que se cuusidercm provinciaes c nao ge-
raes e be que as suas altnbuiros sao dillerenles das
suprema, aos rhefes de polica, delegados, subdele-1 .V vista das racoM nue ac .1.a
gados e inspectores de quarteirSo. A polica muui-;
a receila coo-
sim como faz a assem-
A.<:_irH/i : Sim, mas se a assembiea
cipalhe eucarregada as cmaras municipaes. A po-
lica administrativa incumbe a estas, na parte que
diz espeilo a infraejao de suas posturas, por inter-
medio de seus agentes e aquelles que sao cncarre-
gados da polica judiciaria na parle que :,liz respeito
a punicaodas n.esmas nfracroes, assim como a to-
dos os mais negocios relativos a polica seral.
Ocodiso doprocesso criminal, lei de 3 de dezem-
tiro .le lSl.eo regulamenlo de :tl de Janeiro de
I8i2rouira claramente especificara as allribuircs
das diversas pohcias.e muilo pusilivamcnte determi-
nam quaes aquellas autoridades que deveao ronai-
derar-se polic.aes. A citada lei de :) du dezembrn
dividi esubdividio a polica couvcnieiileraenle e
nella nao coinprchendeu o corpo policial. Dahi an-
da segundo os principios da sciencia concle-se que
o corpo policial nao (az parte inlesrante della. O
que he portante o corpo policial que nein faz parte
da forja publica, nem da polica geral t
f paiz deve garantir a cada urna das provincias
a srguranca de propiiedade e seguraura individual
a Iranqiull.dade publica, a boa ordem etc., e para
isso cstabeleceu a polica, cuja acr?o be excrcida por
autoridades locaes depeudei.lcs do governo geral,
alun do poder beta cumprir seus diversos misteres
cora relacao a es-as entidades chamadas proviucias,
por que isso be do nleresse nacional.
Mas, Sr. presidente, se cxamiiiarmiis os inlescsses
que sao garantidos pelo corpo policial, veremos que
elles sao lodos locaes, nao sao daquclles que alTeclam
o lodo do paiz, lem por lim coadjuvar a< autorida-
des geraes alun de poderem bem essas autoridades
exercer as allribuiroes que Ihcs compelen em laes
localidades.
Ao corpo policial o que incumbe .' Incumbe velar
na guarda das cadeias, negocio lodo provincial, n-
cumbe-lhe auxiliar a polica nos casos em que ella
precisa de forra, he preciso nolar, que nem sempre
a polica precisa de forra, porque muilas vezes as
respectivas autoridades podnn exercer suas allri-
buirecs por meio de sua moralidade mesmo : podem
em consequencia della prevenir, evitar oa crimes
sem comludo empregar a forra ; nos casos porem em
que esla se torna necessaria, he que a provincia deve
auxilia-las, porque esle negocio he de inlercsse pe-
culiar .la ...esina provincia.
A forja policial porlanto.Sr. presidente, nao tem
por tim senao garantir a seguraura publica local, a
seguraiica publicada provincia, "islo especialmente
nao leudo obngajao de servir em outra provincia ;
ao passo que o exercilo be garante dessa seguraura
em todo o imperio, cm loda e qualquer parle que
ella for altera.la. pudendo ser removido de urna pa-
ra outia localidad?, quando o governo o julgue ne-
cessario. O servijo prestado pelo exercilo em par-
ticular as provincias be o mesmo serviro prestado ao
imperio. .Mas o serviro do corpo policial be pres-
tado exclusivamente a sua provincia, nao sendo se-
nao um auxilio por esla dado a soa irma, a reme-
sa de semelbanlc forja para provincia extranha.cujo
serviro be considerado como prestado a prmera.
Us serviros do corpo policial do exercilo, ainda
que inuloa.uenlese auxilien) sao diversos, porque
como ja disse, a polica compelen) os destacamentos,
as guardas das cadeias, ele, o que nao compete ao
esercilo como esla' alo declarado em documeulos o-
liciaes; o governo tem entendido, e muilo bem que
estas atlnbuices sao policiaes e por isso que sAopo-
hciaes, nao competen) senao a forja que lera este
nome.
Jla om aparte.)
O Sr. A. Cacaleanti :PorsnbstiloicSo podem as
duas forjas exercer cumulativamente, Orna as altri-
buiroes da oulra, mas cada urna lem scu servijo es-
pecial.... *
Um Sr. Depulado :Nenhuma lera serviro dille-
renle.
U ir. A. Carn\canti:A manulenjao da sesu-
ranra publica, nos casos de sediro e re'belliao, ele,
allecla toda a najao, n.io be allribuiro especial da
provincia.
A seguranca individual he policial, supponha-se,
por exemplo. que ha urna resistencia qualquer, em
pequea cscsla.quando se traa da prisao de um cri-
minoso. Que nleresse tem a provincia limlrophe
ou oulra qualquer que esteja distante, no reslabcle-
cimenlo dessa seguranja '.' Um interesse muilo lon-
gmquo ; a uarao lem inlercsse, anda que mediato ;
mas o iuteresse especial de urna proviucia, nao be
o inlercsse especial de oulra provincia, porque a nao
ser assim, nao sei como dislin^ur-se o que be inle-
rcsse provincial, do que he inlercsse seral, nao sei
o que signibca a existencia de entidades proviuciaes
indepciideiiles do poder geral; nao sei, e enlao di-
r;, que nao compreheudo essa dislincrao da conti-
tuirio, quando dividi o imperio em provincias com
sua admmislrarao e liscalisarao especial, no entre-
lanio que nos negocios puramente geracs, elles sao
em ludo dependentes do poder geral. Quando se
trata de extremar as allribuires de um e oulro po-
der, deve reconheccr-se a difleienja eulre ama e ou-
lra forja.
Cm Sr. Depulado :Ho por oulra razao que nao
essa. *
O Sr. A. Cavakaiitt A mssao da polica, como
vos disse, nao coniisle, sean no auxilio que a parle
interesada deve dar :o a parle Inleressada nesle
ponto lie a provincia} a essas autoridades que Iho sao
iladns pelo poder geral alim .lo garantir a sua segu-
ranja, prevenir os crimes, prender os criminosos,
emtun melbor exercer sua jurisdicrao.
(Ha um aparte.)
O Sr. A. Cacaleanti :Conhejo que a dijliuccao
he um pouco dillic.l, e por isso nao poder., bem ce-
des!) 'DDl'a fraca """'Sceia- (Kito apoia-
No meu pensameulo reconhejo que be dilcil a
disluicjao, eolre seguranja local, e seguraura gcial
mas he necessario nolar que por isso mesmo que as
provincias sao entidades indepci.dentes da acrao do
poder geral, he necessario que leuham a scu' car-o
dei.?sUn"'Sa ,ra"1uillidat,e local "e Ja una
Moslrei, seulior presdeme, que os individuos que
conipoem o corpo de polica devem ser considerados
empregados provinciaes. c que o seu serviro he de
natureza provincial, pelo que sua despeza deve cor-
rer pelos cofres provinciaes.
Eulrarei cm oulras qucsloes que tem rclaco cora
a malcra.
Sr. presdeme, a palana legislar.que o legislador
empresa no artigo 10 da lei das reformas, e que lias
nao empresa no artigo II, nada ii.lluc, porque do
contrario oulras especies.eslaiiamcoinprcbeudidasna
despeza respectiva, como por exemplo, nos iiaragra-
phus relativos a ioslrucjao publica, cousIrucrAo c
casa de detenro, ele, dahi resullaudo a supe'rll.i-
dade^Io paragrapbo quo trata posilivamenle de des-
le, pois, claro que a palavra leu-lar importa o
mesmo que a palavra lixar empregados no artigo II
do aclo addicioual. islo he, q ue a palavra lxar coin-
prclicudo em si o direito de legislar, mesmo por que
a assembiea provincial nao pode lixar a forra publi-
ca senao por mciu de um aclo lesislalivo. Portante
lixar ajorca policial correspondo a legislar sobre
l.xarao de terca policial, da mesma manera que li-
xar a forra de trra rom relajan a assembiea geral
e, se o legislador au empregou oulra palavra, fui
para salvar a idea do recrulamenlu que a constitu-
cao toruou privativo da assembiea seral, e cuja ini-
eialiva so pertence a cmara dos depulados. Eis a-
qui a razao porque o legislador nao disse legislar so-
bre forra, e nao (oi ein allenjao a despeza. por nue
a despeza faz parle de oulro artigo especial, arhso
que esta subordinado i dsposijao .lo paragrapbo >.
d artigo II, assim como lodos os oulrusoue Iratam
de negocios provinciaes, e que coiuprcliendem por
lano despezas provinciaes.
Sr. presidente, eu j disse qO as despezas provin-
ciaes e geraes esiao bem especificada.. S3o despe-
zas proTincia.es toda aquellas que dizera. espeilo a
de expender em
consequencia de que a nalureza do corpo de polica
he provincial e as suas altnbuiji.es sao todas relati-
vas as localidades, assim como a' visla dos rligos
especaes do aclo addicional e da CODSliturao ; sen-
do cert.i que a fixarao da torca policial compele a
assembiea provincial, sege-sc, que a lixsrao das
despezas rom esse corpo lambem nos rom pele, c nos
compele exclusivamente.
Iralarci agora, Sr. presidente, do processo, e do
estabelcciinenlo das penas de que traten lambem o
nobre depulado, que ainda repito, sinto nao estar
na casa. A esle respeilo Sr. presidente, as ideas do
nobre deputado eslo do accordo com as minhas.
Lu enlendo que a assembiea provincial nao pode
lazer lea penaos, nem organisar processos, porque
sao negocios puramente geraes, c por conseguime
deve ser reformado o resulamento do corpo policial
ua parle que trata do processo c das penas...
Um Sr. Diputado : E as posturas municipaes '!
0 Sr. ./. Caiatriinti: HequeslAo diversa, o
que he ceno, l.c que processo e penas sao objeelos
puramente geraes e eslo a cargo do governo geral;
as leis penaos constara do cdigo na parle civil e
oulras ordenanzas na parle militar, e por tanto
nao podem competir a assembiea proviocial. Eu
lenbo mesmo em mente un. projeclo que lerei a
honra de apresentar a' cousiderajao dcsla casa no
sentido da reforma, que acabo de nolar ; e se nao
lenbo manifestado e.-la opinio uos conselbos do
corpo de polica de que sou auditor, he para nao
por cmharajos na execujao do resulainenlo, e mes-
mo porque ja esse rcgulameulo fo execulado por
meus dignas antecessores sem fazcrcui reclamarlo
alguma a esse respeilo, sem duvida mais inlcllisn-
tes e mais habilitados do que eu para couliccer ties-
ta materia.
Aprcciarei agora a queslao ecouomica, na qual
novo cerno muilo bem me considerou um honrado
depulado, eu me recouhejo o menos habilitado de
lodos os membros desla assembiea.
Nao posso convir no ausmenlo de sold proposto
para os olliciaes do corpo de polica, arada que con-
corde era urna inodilicajao acerca dos soldados. Nao
admiti por lauto a Idea do projeclo, mas sim a
idea aprcsenUdd ua emenda do nobre deputado o
Sr. Il.eoaoro.
IVio he, Sr. presidente, esle meu pensameOto
luudado na inulilidade da medida proposta, nem
ua persuaso de que os empregados esli bem pa-
gos; nao, eu considero os empregados pblicos mal
pagos, nao lia duvida, mas enlendo que esse aug-
mento se deve dar em proporrao de nossos rendas,
deve dar-ee quaudo livermos dinl.eiro snllcicnle
que nos nao faja falla, para succorrar os iulcresscs
vitaes da nossa provincia, que nos nao faca falta
para os mclhoranientos de que lano precisara, por
exemplo a agricultura e a iostroeco publica entre
nos; e, se esses mesmos raclhoramciilos devem ser
felos dentro das raias de nossas forjas pecuniarias,
por materia de raz.io deve esta regra subsistir relati-
vamente aos augKeiilos de ordenados.quc como estes
sem duvida alguma nao sao urgentes; e lano nao
sao uigenles no que toca aos ollieaSs do corpo de
polica, qne os lugares esia todos preenchidos...
1 m Sr. Depulado :Islo nao he razao.
O Sr. A. Cacaleanti :lie razio qoe militada
mesma maueira que aquella que se apresentou a
respeito da falla de compleraenlu do numero de
soldados. Se, Sr. presidente, o numero dos solda-
dos nao se completa, be porque elles lera pouco sol-
do, porque industrias ha entre nos, que dao maio-
res vaolagens, estando precuchidus os lugares de
olliciaes, revclla isso que eslao estes em raclliores
circumslaiicias relativamente rallando do que se se
dedicassem as oulras industrias, que se dao entro
nos, islo iic, que os olliciaes lem melhor inlercsse
uesses lugares, do que lirariam dessas industria
N
bre os pobres agricultores quesao em resultado quem
carregam com os impostosrseudo quem menos apro-
vcila de nossas rendas.
^ lie necessario, Sr. pi esideo te, alem disso, que i
dislnbu.rao soja regular, c nao ha, diz um econo-
mista de nota diilribicAo natural do diubcirn das
cootribuijoes, senao quando o tralainculo dos func-
cionarios pblicos be nina indemnisajo nacional de
seus Irnbalhos, indeinuisajao esla que deve ser dis-
putada e regulada entre elles, e os mandatarios dos
contribuimos.
I'az-se misler, portante, Sr. presidente, que a
distribuijao de nossa renda, seja proporcional, que
se reina lano aos empregados pblicos como aos
melliorameiilos que precisamos para o augmcblo da
prodcelo, como aos mclhoraraenloa que lendam ao
progresso da inslrucjao publica, que entre us he
tao defeiluosa.
/ i Sr. Depulado:ludo isso depende da segu-
ranja publica.
0 Sr. A. Cacaleanti:Nao ha duvida, mas o qne
he preciso he que baja proporcQo, que se gaste den-
tro dos limilos da renda, e que so reparta sacrili-
r.o entro os meios do seguraura, eulre os emprega-
dos das conl.ibuiri.es, e entre o que ho misler dis-
pender |iara o augmculu da inslrucjao c da produc-
i.ao ; mas augmentar a despeza sem necessidado ur-
gente num ai.no como esle, em que ha reccios de
urna dellicicucia de renda, nao rae parece conve-
niente. Ora, a dellicicucia da renda esla reconhe-
cida...
Um Sr. Depulado :Por quem i
(>Sr. l. Cacaleanti:Sr. presdeme, enjilla-
xra-me dispensado de rcproduzr us arguracnlos que
tem sido lautas vezes apresentados nesle casa : he
innegavcl que a epidemia ceilou urna grande parle
dos bracos do nossa agricullura, por consequencia
as safras uao foram convciiienleineiilc (raladas, e
nao o I .'mo sido, as nossas rendas que era grande
parle resultara de prcducjAu agrcola nao podem
deixar de diminuir.
1 m Sr. Depulado :Pode ser que nao.
OSr.A. Cacalnmti :Se. presidente, nj nos
fundamos as probabilidades as mais aceilaveis, e
nao podemos deixar de nos servir deslcs arrmenlos,
porque a base para o o jmenlo de nossas rendas c
satisfarn do nossas despena he esla.
Sr. presidente, como ditae no anuo crranle as
rendas bao de diminuir provavelmenlc; assim nao
nos be possivel melliorar a sorte dos empregado* pu-
blten.semnrejnixodeonlrasnerasaidadesqaeeonv'em
remediar ; ludo se deve lazer, mssopportunaroen-
leeem proporcSode nossos rendimenloa; cm primei-
ro lugar doce estar o que gastamos com a civilisa-
jao e prodcelo, sem projniw comludo da sesuran-
ja publica.
0 recete, Sr. presidente, di mingua de nossas ren-
das obriga-me a volar em seral roiilra o ausmenlo de
ordenados, salvo nos casos absolnlamente urgentes,
porque cilla., nao lu oulro remedio; e lerasopomu
se nao da a respeilo dos ollriaes do corpo de poli-
ca, e por mais que os ..obres deputados ..rocurem
prove-lo, os lados provaui o contrario.
Sr. pri'sidenle, eu rulo posan coinprehendcr que a
seguranja publica dependa priiicipalmciite com rc-
larao aos olliciaes de quem faro o melhor couccito.
ilo auxilenlo de III ou |-J>...
1 ni Sr. Depulado : Ningucm disse isto.
OSr. ./. Caralatnl... nem lAo pouco direi,
quo esses lugares licarAn vagos por so nao dar ese
ausmenlo. Porlanto a despeza aso he urscnle: se he
til, deve ser fela na oecaatto em que os nossos co-
fres lorera raais abundaules...
Um Sr. Deputado : He de absoluta uecessi-
dade.
0 8r. A. Caraleanti: NAo apoiado.' He da
absolula uecessidade quauio aos soldados, i/uauo a
- augmento de urduado. nue ni
for absolutamente urre-,,,., cs.s jSde'd'iSr %
lao cm identidad de cir.um
Se aagmenlfrmns os ordenados de n.l.w oa m
P^ad.spb.l,,;s,,Hl,ar-nos-l,,d5i;;rras
iiell, 1, ,",'"sl"'"s"ve.s da provnca. para o
nelhra,ente da a8r.rullora e da insrncejte, sendo
Itei de t. 6S ,m>?MnmuU *" a''"la
noseviu 'l"mclrul"rlri.....'*" nr..... deve-
emre,l,n "aii P"SS.,V''' a h> P'^'e-e de conlrabir
rli^1 .l,rr;|teC,,K'-0, U'll,daile augmento de
..r,ml!.a,r'a|l,VO,n|,a^a:'0 deile "Idocom o.los de
.stent '.Ue'" ,raida a casa nao he ella
i mera' U 'Sf" e,le a,,2me'"o. <>s sidos de
i era .rrC,n """4 fulre9 "'" a assem-
despeza o'ui' "'" r fo,S" de ,eu, i < espeza qu tem a fazer e dislribue
venienteaoene...
I m sr. Dpuludo : -As
bina provine.I
OJS
wMu,d!,0d8 ",,onica e soldados do
.nla nlf if ''a C"e-C ""* '' primeira
ftJrsjRft1, SSSS"*- -S >
ral lem mar dioheiro, menos uecessidade". 'poSfa
dispor maislessa verba, islo he ,. que he presum-
vel.hu -o[mullo que as assemblcas zelosas ue seus
direrlns haide ser boas distribuidoras da receita pu-
blica ; no qe eslou dizendo, nal foco mais do que
combaler mas apreaentadas eulre ns. J disse que
o servijo dirorpo de polica he diverso do da iropa
ue linba, es; he mais pesado, basta o fado do poder
ser reinovid de urnas para oulras provincias, para
lazer dUTerecs. O eorpo de policio, rujos dcslaca-
meutos sao enlro do territorio da proviucia, tem
um servijo leos pesado, por consequencia a com-
parajaoquee fez, nao auturiaa o angmento do o-
do. Iiom.iis io he islo quo vai animar o con.o de
polica, ame direi que a garanta de indemn.sar.io
ou reforma, is o mceulivo de que pode remos dis-
por para quesse serviro seja regularmente hito.
Iresle-seeat gar.inlia, Sr. presdeme, ella merece
todo o meu unHumelo, conceda-se esla garanta
propuita n. piojelo que foi aprcsenlado casa,
ailopie.se ese projeclo, r..zeudose-lhe algumas mo-
dihcaci.es. nas suslei.Undo a idea capital, e ler-se-
ha inleiraiuui e ua minha opinio, cumprdu o que
se desoja.
Heessaginulia.Sr. presidente, que hade mellio-
rar a sorle do.-olliciaes e soldados do corpo de po-
lica, e nAuo uginui.lode sold lao pequeo para
elles, mas de Igum vulto para os cofres da pro-
vincia,
Os serviros prestados pelo cerpo de polica no
lempo da epemia sao importantes, sAo valiosos,
mas uao sao Manes para e aurmeular a despeza,
em queslAo lies aulorisam sral.lkaroes, mas srali-
hcajoes, que segundo enlendo, dcvem ser geraes,
porque os scanjos prestados no lempo da epidemia,
sao geraes.
A razao dadislracj.io dos olliciaes para os cargos
de subdelesalos, que foi trazida cusa, longe de ser
para o augmaiio, he razao de ceusura para quem os
lira de suas fiucjoes.uomeandoos para cargos de na-
lureza diversa, e eslabelecendo anomala de ser a-
quelle que orlena o mesmo que execula. Essa no-
meajao de smdelegado, nao he razao, para que se
considere cono serxiro maisrellevanledo corpo.pelo
menos eu nai considero ; enlendo, que o oflicial do
corpo de pdicia quando exerce as fuucres de
sul..lelesadc,he pessoa eslranba ao corpo.
He McenurtO, Sr. presidente, que se estabclccce
urna equida* no vei.cmeulu desses olliciaes, de
maurea quenao liquem alguna prejudicados, e ou-
tros de niellnr condijAo, islo he, que os que eslao
ua cidade na. leuham mais vantarens do que os que
VIO pararon; cueste sentido a presen le urna e-
menda que .uleudo dever merecer a approvajao da
casa, n.ao so,)orquo o ausmenlo da despeza be d-
rainulissmo.hc quasi nada, como porque na.) lem
o Unida aognenlar o sold dos olliciaes, mas, de
considerar a ,odos proporcioualmenle nas mesmas
condijocs. A emenda fo hontem lida na niela,
apresenlei-a, porque fui informado de que os olli-
ciaes deslacidos perdem algmas das vaulageus que
tem, como ;por exemplo a gralificajAo do excrcico
do commando de compauhia, mas, sondo o servi-
jo senao m.uor, menos isual aquello, eulcndo,
que se Ibes deve jar igual gratiflcajAo nos destaca-
mentos, ein ordem a equiparar os x'encimentos des-
teaavs daquclles que eslao commandando.
\olo por lano contra o atligu ; volo|pela minha
emenda o pela emenda do Sr, Theodoro que auc.-
menla 00 reis ao odo dos soldados, 13600 por mez,
sempre he alguma cousa para um soldado, muilo
mais se se Ihc addieionar a garanta da reforma,
passando a projeclo apresentado nesle sentido.
lenho concluido. (Muilo bem, muilo bem.
ERRATA.
No discurso do Sr. Abilio publicado no Diario do
36 do correle, columna :l buhas lili, aonde se diz
o termo que delle foi desmembradodeve ler-se
o lerreuo que delle foi desmembrado.
PAGINA AVULSA.
23_i' ffl'Ji^ S
Lu diz o adagiobrigara as comadres descobrera-
se as maldades.Este mundo senAo he o mais aca-
bado casmurro, be o mais perfeilo pax-vobis ; olhem
que dao-se cousas, a cada momento, que s ellas
bastariam para servirem do llicse a grandes voluntes
de disscrlaj:s !
Puzeram ao sol a calva de um graude mojo,
muilo rico, com furaos de negociante : era esle jo-
USo sabeiuua o que de cerla velha ricaja.dc quem
irava ser leslameiileiro, e ja contando cora o pas-
Pcdrojda Silva, c Drs. Ignacio de Barros Brre-
lo, e Antonio AlvesdeSouza Carvalho poderlo fa-
zer o favor de respoiidcrnos,em que sefuudaram Ss.
Ss. para delrrininarem no .irradenlo, qoe lem de
disculr-sc que o Hospital Pedro II seja continuada
a sua obra por arreinalarao, o nao por administra-
ra,, como lem sido folla a(e noje iem %1-. a i||,|rc
commissao, que be com lodo o devido acatainenlo.
que desejamot sabero que lalvez nAo seja de nossa
cenia.
At ainanlitt.
3Diarii> c tyttnambmo.
bocea uo scrlao, grilou pela polica, e'o Sr. l)r. Ouu-
rado deu logo tao acertadas providencias, que a ve-
ha coutou-so perreilameiile garantida, e os meros
Iranraliados paia nao quererein invernar modas. He
ou nao esle muudo o mais bern acabado casmurro 1
>e nao brigasscm, a pobre velha estara boje depe-
nada... '
Cousla-nos, que o Sr. empiezrio da estrada de
forro lera se vislo abalroado com cmpeiihos nara os
lugares da eslrada : era verdade S. S. deve proteger
os nacionaes lambem, empregando-os, pois he sabido,
que depois da opdemia nmilos sao os qne precisara
de u.n modo de vida, que geni o po cora hones-
(idadc.
Dizein, que a ponte doCachanga com eslas chu-
vas esla muilo de profundas : be lemeridade Irans-
po-la a carro....
.N nina das notes passadaa ouvinos dzer que a
porta de urna cocheirn fura forjada por ladroes,e que
a nao ser a coragera de um dos srvenles da mesma
ccrlo que seria invadida.
Os ladres eslAoeni campo, nos Afosados con-
tinuara os roubos ; derara mitos aos ladres do mal-
lo, e nao baveri quem pos-a ler seguro o scu catal-
lo, di/cmquo um lal Manda, o larapo matsaudaz,
que se lem conhecido he o chefo da columna do sul.
Aviso sui gencris. Pcde-se an embirraale,
ou inlrisanle dos homens, como elle di/., que fazem
cascos na ra Direta, que soja mais exacto nas suas
calumniosas. propenses pois se lem observa-
do o contrario de scus aulographos. ,1.a ole, la o
culende
Juraram ni negociadores das carnes verdes,
que a inlervenjao da cmara municipal em dito ne-
gocio obstara a que elles podessem comprar o cado
por prejo barato, c assim vender as carnes : bem ;
ulliinou-se a iutervenjo, e acabou-so o cholera,
que felizmente n3o aflectou a quem leve qualro pe,e
por conseguiuleo gado abunda nas foiras, e osdilos
uegocianles eslao sem concurrentes, sostenes, e se-
ubores do campo, impendo o proco aos criadores, e
por isso mesmo l.c que na Boa Visla desde a sema-
na passada lem a carne subido a quatorze patacas, c
ilcste ultimo prejo vendeu-so no dia S> de m qua-
lulado ; allirinaiido-sc que ira' a mais He venia- i,m
oe que esses sciihures sAo os mesmos, que vende- viilneravel no'seu territorio. Mis eu devi
ram carne pdre a :tO e :\1 patacas, onando mais se
preclsavo della boa e barate.
No dia '2"i bouve no ajouguo monturo urna car-
ne que principian a ser vendida por II e acabuu por
Ir::' \ amos indo.
Beneliceiiria ? Fo-M '.
Ganancia ? Chegou !
Abundancia t De que servo ".'
Conscieneia '.' Acabou.
it ~\H do'"'s das olarias 'luadas na frosueza da
oa \isla nao devem mandar buscarnos Apipocos
o barro preciso para o maneio deltas ; nao seiihores,
inaiidem rarroras a ra da Alegria, que no mete
delta existe um barreiro grande, e outros ja se for-
mando para o lado do puente, multo eapazes de for-
neeerera barro para todas otarias da Boa Visla: porque
inoiivo nao semanda desobsl. uiresses|foros de lama.e
barro. Parece-nos que esta .-osa limpies lembranja .. ... s...
iioa mais inoensiva possivel. e sepila pode me- camente; este dever cuinpri-o co
goar, enlao retiro, e direi, que a ra da Alesria es- ciencia. Eslou rerlo que me le
la mais limpa, quo o mais bello salgo de Versailles.
He prohibido ciilrarem na cidade os almorre-
ves montados nos cavallos carregados ; mas alguns
ordenanjasdos lisraes.espi.ics, e posUlboes daquelles
quando Vio visitar as tabernas, su observara oa al-
mocreves teogedores de porcos, ia quem fazem a
honra do acompanhan al que recebendo os dez lus-
lues por cabeja, enlresaiii, sesundo dizem, a razao
de cinco meninos...
Ilospial de caridade. Dos oilenta doet.tessa-
iiiram leus do eorpo de pulira- ha setenta.
Us dignos membros da commissao do orja-
menio do corpo legislativo, qs |Q|ma, sts. J0se
A assembiea provincial oceupou-sc na sessAo de
hontem com a discussao da redarjo do projeclo
que lva a forja policial, a qual ficnn adiada pela
ora. A ordem do da de boje be a mesma.
lloiilem pela volts das 10 horas da manhaa enlrou
ueste porte o vapor / ,.ionio, procedente do Rio de
Janeiro, c conduznido a sen bordo o Sr. coiiselbei-
ro Sergio reixeira de Macedo, nomeado para admi-
nistrar esta p, ov un i i.
Apenas o Sr. conselheiro Jos liento da Cunl.a e
t igueiredn soi.be que o vapor linlia fondead, dirigi-
se em um cscaler a bordo para receber seo successor.
Depois de meio da ambos desemharcaram no caes
do Collcgio, onde se achava proslada una suarda de
honra, e, por entre um numeroso e bello concurso
de povo.se dirigirn paran palacio'do governo.
Iloje.ao meio dia, uo recinto da assembiea provin-
cial, S- Exe. prestara o juramento docostume, e de-
pois seguir-se-ba em palacio o aclo da posse.
asafi**
Becebemoa noticias da ilha de Fernando de No-
rouba om dala de 15 do corrente. As lavouras no-
vamcnle plantadas, ao principio iam bem em con-
sequencia de algumas chuyas que linham cabido,
mas depois, leudo reinado grande verAo foram des-
truidas pelas lagartas, c a populajo ja a manifes-
tando reccios de fume.
- a,*t*-
Terminou-sc hontem o incendio da galera ameri-
cana, que noticiamos em o nosso numero aulcccdeu-
le, submergiudo-so o casco.
fesKlS**1*'
O vapor dc'guerraoViamaonvindo em direiturado
Rio de Janeiro, apezar de trazer dalax de -JO do cor-
rente nicamente adiaola os seguidles despachos.
Por decreto de 13 de maio trrenle foram apre-
aen'ados uas freguezias :
Do Diviuo Espirito Sanio da villa de branles,
do arcebispado e provincia da Babia, o padre Emi-
lio de Sauta Auna Pinto :
.. De Nossa Senl.ora do Rosario do Clele, do mes-
rao arcebispado e provincia de Scrgipe, e padre
rrancisco Vieira de Mello ;
Do Senhor dos Pasaos de Maroim, do mesmo
arcebispado e provincia, o padre Jcic Joaquim de
\ ascoocelloa ;
De Nossa Senbora da Piedade da villa de lguas-
su, do bispado c proviucia do Rio de Janeiro, pa-
dre Auloniu leixcira dos Sanio ;
ii De Nossa Senbora das Neves c Sania Rita, do
mesmii bispado e provincia, o padre Joao do Monle
Oliveti Pina ;
De Santa Bita do Paranahiba, nllimamcnte
creada na provincia de Goyaz, o padie Feliz l'leu-
ry Alves de Amonra.
n Por decreto de IS do mesmo mez foram apre-
sentados nas freguezias:
l)eS. Jos do Torvo, do bispado e provincia do
Itm de Janeiro, o padre Pedro Alexaudriuo da Nali-
vidade Amaral ;
i. De Sanio Antonio de Padua, do dllo bispado
c provincia, o padre Joaquim da Bocha Crvstal-
lina ;
De Nossa Senliara da ConceijAo da villa de
Saula Cruz, do l.ispade e proviucia de tioxaz, o pa-
dre Antonio Luiz Braz Prego.
ii Do Divino Espiilo Sanio do Moj, do bispado
do 1 ara, o padrp Angelo Custodio de Souza ;
De SantAnna de Igarap-mirira, do mesmo
bispado, o subdiacono Alejandre de lira Lobato.
o lot aceila a desistencia que fez Jos Pascoal
BayUe do ollicio de esctivAo privativo do jury e
execujoes crirainacs do termo da capital de S.
Paulo. r
o Por decretos de 16 do mesmo mez :
I-o coinraulada em eals perpetuas a pena de mor-
le a que foi condemnadu o reo Francisco Antonio
Msriauno pelo jury do Icrmo de Arcas, cm S.
Paulo ;
ii Foi nomeado o major Marcellino Tilo Caslello
Branco para tcneutc-coronel commandanle do bala-
Ibaon.sda guarda nacional da proviucia do Pi-
auhy :
a Foram reformsdos Da forma da le:
O capillo do !. balalhao da guarda nacional
da capilal da Rabia, Jos Sizesuando Botalbao, no
poslo de na nr ;
u O major da antiga guarda nacional da provin-
cia do l'.auhy, Francisco .los Sanios Eusebio
a O major do exliuclo I.- hatalbao da guarda n .-
ctenal da capital da mesma provincia, l.uiz Manoel
voares ;
o t) tenculc-coronel commandanle do balalao n.
11 da guarda nacional da provinciano Marauho.
Jos Boberlo Golbon, no poslo de coronel ;
Foi concedida ao teucnte-corouel da !. elasse
do exercilo, Francisco Raymondo Correa de Faria,
a deiuissao que pedio do lugar de chefo do eslado
maior do coiumando superior da goarda nacional da
comarca de Camela, da proviucia do Para.
Pelo vapor Tay, entrado hontem de Soulampton,
leudo tocado em Lisboa, Madeira, Tenerife e San
\ cenle, recebemos carias de'nosos correspondentes
de Pars, llamburgo e Lisboa que ficam transcrip-
tas om oulro lugar desle /Mario, e lambem varias
gazelas ingieras, francezas e porluguezas, alcane.in-
do aquellas a S do corrente e eslas a 10.
Autes de noticiamos acs lcilorcs o eslado em que
Machan os diirereules paizes do mundo, (emos a
satisfajao de annunciar-lhcs que por toda a parle,
vamos sendo bem considerados. O Itero publicado
ultimameule em Paria com o ttulo o Brasil, lem
concorrdo muilo para isso, desfazendo os precon-
ceilos que em nosso desfavor dorainavam ja na Alle-
manha, ja em outros paizes.
Se o imperio lem ganho muilo em cooceito enlrc
as iiojes estrangeiras, a nossa provincia tambera
tem foilo algum progresso nesle sentido.
O Brasil ja nao lio tmente a corte do Ro de Ja-
neiro, Pernamboco vai sendo lambem nomeado en-
tre as najes do mundo.
No dia ido passado reunio-se em Londres em
assembiea seral a compauhia da nossa eslrada da fer-
ro, pronunciando .Mr. Denson, presidente da mes-
ma, um bein elaborado discurso, no qual muito elo-
giou o crdito e boa le, assim do imperio como da
provincia, relativamente as liuanjas.
Os directores da compauhia assegeraram que esta-
rn) lomadas todas as medidas para assegurar o bom
resultado dessa grande empreza; que o capilal da
mesma era sullicienle e que os accionistas recebe-
riain em agosto prximo futuro o primeiro paga-
mento de 7 por cenlo sobre as qnaolias por elles sub-
scriptas.
Pagas toda as despezas al asora feilas, ainda ex-
ista a dsposijao da cornpaohia em 'mao dos ban-
queiros da mesma, a somms de rail coulos de reis.
O presidente da compauhia declarou que muilo
devia ella ao Sr. Carvalho Moreira, sainislro do Bra-
sil na corle de Inglaterra e membro da directora da
mesraa, pelos imprtenles servijos que Ibe lem pres-
Passando asura a tratar dos paizes estraiiseiros,
rccomineiidamos aos lcilorcs a leilnra das curtas de
nossos correspondentes, pie cima mencionemos,
porquanlo aellas se arb m narrados rom pndulo
lodos oslados iinpnrlanles que ullimameule livc-
ram lugar do oulro lado do Allanlico.
O tratado de paz, ratificado por todas as poleu-
ciasquo lu,liain enviado plenipotenciarios ;io con-
gresso de Paris, fon alinal publicado juulameiitc
com OS prolocollos das seasfles do mesmo consresso.
O imperador da Rnssia temi partido de San Pa-
lersburgo para Moacovv, para o lim nao so de assislir
a fasta secoiar dos suardas, senAo lambem de resli-
luir ao convenio da Triudade a imagem do San Ser-
gio, que liuha enviado ao exercilo da Crimea, pou-
cos mezes antea da queda de Sebastopol, pronunciou
la o segointe discurso que fura recelo n pelos habi-
tantes mais noteveis da cidade, aos quaes era dirigi-
do, com grandes demonstrajes de cnthusiasmo ;
o A guerra esla acabada, senhores : porque anles
de sabir de S. Petcr-burgo, cu me apressei a ratifi-
car o trillado de paz qoe foi assignado pelos pleni-
potenciarios reunido! cm Paris. Tenlio sntisfajAo
em dar-vos ofllcialmente esla noticia, e cm repetir
dimite da nobreza de Uoscow as palavras que dirig
ao meu povo no meu ultimo manifest.
o A Russia pedia defender-se eoergicamenite du-
rante tensos anuos, e eslou cerlo que fossem quacs
fossem as forjas contra ella diriridas, ella era in-
para
verdadeir.i inlercsse do paiz, dar ouvidos a propos-
tas compativeis com a honra nacional. A guerra he
um eslado anormal, e os materos successos que por
meio delta se obten), mal compensara os prejoi/.os
que ella faz soll'rcr. A guerra suspenden as relajees
coinmerriacs do imperio com a maior parle das "na-
jes da Europa. Eu a terin cortamente continuado,
se a voz das njoes viajabas nnse livesse pronun-
ciado contra a poltica desles ultimas anuos. Meu
pai, de unmortal memoria, leve suaa razos para
obrarconioobroii. "Eu conbecia os aeus projedos,
e apprnvava-os de lodo o meu corajao, mas o trata-
do de Paris levou ao lim que elle 'ambicionava, e
eu prcliro esle mete a guerra,
'< Mullos do vos. bem o sei, lastimara que ou ad-
herase iao depressa as praposlas que rae eram fei-
las. Era do meu dever, como liomeiii e como che-
fe de um grande imperio, aceitar ou legeitar iran-
ia lealdade e ioiis-
|uc me levaran cm cunta as
difliculdades da situaron, a que dentro de pouco
lempo, lodos os amigos dedicados da Russia faiao
juslija as minees nlenri.es e as minhas vistea pora
u futuro do paiz,
u Suppondo que a sorle das armas nos fosse sem-
pre favoravcl, como o foi conalaulemciile na Asia,
o imperio exgolara os seus recursos em diversos
ponfos exercilosconsideraveis, cojos soldados fa-
ziem falla aos Irahalbos da agricultura e das fabri-
cas. Nn pruprio govar;:o de Moscou, as fabricas,
as ollicinas s manofecluras Miaran lechadas.'Eu
prcliro a prospeiidade real das arles da paz a vas
gloria dos cutubaies.
o Acabo de abrir ns portes russos ao coinmercio
do mundo, as fronteiras a livre circulajAo dos pro-
ductos eslrangciros. Quero quo daqui por dianle
se faja com loda a fjcilidade posaivcl era nossos
mercados a lioca de raercadoria de loda a espe-
cie por productos brutos ou manufacturados nacio-
naes. Ser-vos-bao roraraunicados brevemente va-
nos projedos que lera por lim dar impulso a in-
dustria uaciooal, e espero que cada nobre lomara
parle ncllcs.
" A allncujao do imperador, amscenla o cor-
respondente do iiCinslilutiounel. foi muito exten-
sa, porm pronuncada com cerla emojao e execu-
lada relieio nnanle pelas personasens reunidas cm
Milla deS. M.
Sesundo corainuuiraii) de San Pelersburgo a
Corretptmdeiuia Bam a coroaro do czar Alcxan-
dre lea lurar a II de sefembro *k:KJ de agosto entre
os Kasaos), da pur mullas razes memoravel para
aquclle povo.
Era primeiro lusar porqu nelle celebra a greja a
trasladajao das reliquias de Sen Alexandre Newski de
Wlademir para San Pelersburso e das reliquias de
San Alexandre Svvziski e San ChrislovAo.
E:o segundo losar, porque he o anniversarin do
sanio do nome do czar, de seu lilho primognito, c
da gran duquesa Olga, princeza de Wurtnnbers.
Em lerceiro logar porque nelle se celebra a fesla
da ordem de San Alexamire Newski.
Acredila-se que um ukise imperial ordenar que
os lilbus dos servos uascidos nesse dia, e em lodos
os segrales para sempre serte Iteres.
O si'ruuile tratado foi .jliimamenle concluido en-
tre a GrAa Brelanha, Austria e Franja para garanti-
rem a independencia e inlegridade "do imperio 01-
lomano.
Arl. !. As .nas parles contraanles garanten!
conjuntamente c cada urna de per si a independeu-
cia e inlegridade do imperio Ottomauo, segundo o
tratado concluido cm Parii aos :10 de marco de
IRVti. '
Arl. >. Quaesquer informajes das estipula jes do
dito tratado serao consideradas pelas potencias' assis-
ii itaria- do prsenle como om casua oelli. Ellas
concordarAo com a Sublime Porta relativamente s
^njdidasque se lomaren) necessarias,e determinaran
suas forjas militares e navacs~""' "" "r,"a" *
Em Inglaterra o governo de lord Palmerston tem
encontrado ltimamente grande oppusirao na cma-
ra dos communs, mas cr-se que sahira 'iriumphantc
de lodos os combates que Ihc preparara seus adver-
sarios.
A rainha ordenou acjfles de grajas pela cooclusao
da paz.
Eis aqu os termos da real proclamara > :
u Atlendcudo a quo approuve a Dos lodo pode-
roso.ua sua grande bondade, le minar a guerra em
que eslavamos empenhadu cout.a o imperador da
Kussia, e dar a paz a Europa ; considerando que os
grandes o pblicos beneficios da paz exigem solem-
nes e publicas acjes de grajas.julgamos con ven ru-
le, ouvido o do-so conselho privado, publicar esla
proclamaran, ordenaudo que septe dadas a lieos lo-
do poderoso, pelas suas misericordiosas bondades,
acjoea de sraras geracs em tedas as parles do reino-
unido no domingo i de maio, e exhortamos viva-
mente os nossos amados subditos a observar religio-
samente o dilo dia de acres de grajas, e para que
seja celebrado n ais digna e piedosaiciilc, determi-
namos aos arcebispos de Inglaterra que compozea-
sera urna formula de orsjo e acjcs de grajas ap-
I id i rala para esta occasiAo, para servir em tedas as
igrejas, capelln e outros lugares de culto publico, e
ter cuidado qut a dita formula seja distribuida a
lempo era tedas as suas respectivas dioeeaes. n
a L-se uo Times de 15 de abril :
As despezas da guerra nao serao provavelmenle
publicadas nunca em separado. Comludo ellas sao
um molivo bem natural de curiosidade, e pode-se
ebegar a eslabelece-las de um modo approximativo.
o As nossaa despezas publicas uas circumslancias
ordinarias sao quasi invariaveis, e nAo he difficil
conhecer a causa de qualquer augmento de despe-
zas. D'aqoi resala qoe a cuula trimestral das re-
ceitas e despezas publicas que boje publicamos, he
um documento muilo ulelligivel. Anteada guerra,
a nossa despeza uao exceda a O milhea de libras
esterlinas ;i milhar e jOroillies de francos, ; tinha
teda a rcgularidade das rendas de um particular.
o No auno fi.aucsiro que acaba de terminar,ella
subi a ) railhes e 58,jV5 I. esl., islo he, mais 10
millo .es de I. esl. (1 milhar de francos} do que o
coslume. Em todos oa casos podemos admiltir que
n gastamos o anuo passado 35 railhes de I. esl.
[oTo milhes de francos mais do que o teamos
foilo sem o capricho do imperador Nicolao.
He verdade que urna parle desta sorama foi
empregada em fazer lace aos eucargos do anno pre-
cedente, mas be tambera verdade, que nos resla
provavelmenle outro tanto a pagar este anno.
Pode dizer-se lambem que estes sacrificios nos
a prove lar aa para o futuro, mas sera' urna fraca con-
-olac.io para os nossos leilores pensar que esla guer-
ra nos lega immeusos recursos em pessoal e mate-
rial ; porque ou estes recursos licarAo perdidos ou
lerAo emprego, o que seria ainda peior.
o Trila e ciuco milhes de libras slerlioas he
rrrlaitieote urna soturna immensa en.pregada no em-
paco de 12 raezes cm derramar sangue humana.
Olanlas necessidades sociaes pederan) ler sido sa-
tisfeilaa com urna pequea parte desle dinl.eiro !
ti A guerra he o mais dispendioso de Indos os pra-
zere, e sem duvida a Providencia assim o deter-
minou, porque hs povos que de boamenle extermi-
naran) luda a Ierra, se o podessera fazer por pouco
dinheiro.
He verdsde que nao ficamos arruinados. Em
:il do mez do passado, o ch.nccller do thesouro li-
uha nas mAos um bataneo mais elevado que o auno
prpredente e um credilo inexsolavel. A noasa des-
pe..: foi menor do que ua guerra precedente, qoan-
do o paiz eslava muilo menos rico. Pederamos pro-
longar a guerra por dez ou x'rale airaos, sem com
isso sollrer, mas aqu he que esla justamente o pe-
rigoda nossa riqueza. Lina cerla parle da najAo
iiiclioa-sc fcilmente guerra, cujas perdas s al-
gumas i.iinnias soilrom, e cuja grandeza, gloria e
extravagancia sao para algumas pessoas um Ululo
de rpcominendarao. a
t) Journal des Debuts, fallando de urna grande
revista martima que houvera em Spilhead a 23 do
mez passado, exprirae-se dos segoinlcs termos :
u l.luartd feira foi um dia de fesla nacional paras
i ir,,- l'.relanlia. O mo humor que os ingieres ma-
uifeslaram a proposito dos fogos de artificio, Irocou-
se era eulbusiasmo logo que se iratou de revista
nava!.
He que a Inglaterra eslava, em toda a cxlenso
da palavra, uo seu elemento.
a De rcslo, comprelieude-se a emojao excitada pe-
la revista da csqnadra.
Tal vez nuoca un espectculo lao masnilico se
ollereceu a' visla humana, porque adores e especla-
pores tinliam a' sua dsposijao o espajo.
u A Inglaterra poda rom razao ler'orgulho disso;
era a reprcsenlajAo mais hrilhaule das suas forjas,
da sua inlelligcncia, da sua industria, de toda a sua
histeria no fuluro, assim como no passado.
o llaquarcnla e dousauoos, oulra paz foi s nidada
e festejada era Inglaterra por urna igual revista de
esquejara.
n F\) cm ISI, quando a Europa jalgava lcr foi-
lo cahir para sempre o imperador Napoleao. O prin-
cipe regente da (iraa-Bretanha tinha (nesse dia por
hospeda o imperador da Russia e o rei da Prussia, o
principe real da Prussia, boje rateante, (o marerh.il
llluclicr, u principe Polenskin, o general Bulovv, ao
lado do duque do Wellioglon. Anle-hontem era um
almiai.le fraucez que a rainha ee luslaterra con-
ce.lia as honras da hospitalidade a bordo do seu
hiato,
lie para se ver os progressos que leem foilo du-
rante uraa tenga paz as arles da guerra, diremos que
em ISIi esquadra ingleza tinha IS7 canhes, que
arrojavam un una so descarga JO toneladas de for-
ro, c cm |X5t a mesma esquadra lera :|S00 cauhcs
nue ri njaiii ao mesmo lempo a massa cnorm; Jo
O toneladas do -nu.
i< Parece qoe os grandes corpos do eslado ficaraui
mal accommodados nos losares que Ibes eslavain dea-
tnados, que viran) muilo mal a represenlajao, e
que esliveram paro ir incrguliiar no mar como sim-
ples morlaes. Por esle motivo lizeram-se acres
censuras na cmara dos communs, onde varios hon-
rados raeuibrns se entregaran) ao mesmo lempo ao
innocente! diverlimento dos trocadilhos de palavras
Em Hespanba nada dcimporlaule tinha occorrido
depois da pacificar.io de Valencia.
A princeza das Austrias tinha adoccido desarain-
po, mas achava-se j em cunvalcscenra.
A rainha encarregara ao duque da Victoria deso-
leninisar em seu real nome a inaugurajao das obras
dos ferro-carris do Norlc o de Sarasora. dirigindo-lhe
para esse lim a segralo carta aulographa :
Espartero.
o Vai a Casleila c Angla : solemnisa em meu real
nome a inaugurajao das obras dos ferro-carris do
Norte c de Saragoja. e faze saber aos Castelhanos e
Aragonezes o meu vivo e constante anhelo pelo en-
grandecimento e futura prospendade do povo leal a
quem eslima a sua rainha.Asaignada./Moel.
o Palacio de Madrid l de abril de 1856.Ao
Hoque da Victoria."
Ha India sabemos que os Santales eslAo completa-
mente SUbjogados, que Oude este] Iraoqmlla, tendo
o rei partido de l.ucknaovv eindircccAo a Inglaterra,
e que Promc fora destruida pelo l'os'o.
A Persia acbaxa-se em soreso.
Na China continua a rebelliao era campo, ora ba-
tida, ora Iriumphaule.
As-evera-se que ltimamente alcaneara ella gran-
des vanlsgens sobre as tropas iuipriaes o que se
-ni) i ni.liln activa em Kiangei,
Nos Estados-luidos acha-sc a populai.Jo oceupada
com .. prxima eleija,. presidencial.
Tres partidos eatao em campo. Os Knott-no-ting,
os deraecralas e a lira auli-slavcrx (contraria a is-
rravidaoj ne Sevvard
Os primeiros escolberam j o scu candidato que
he Mr. Fillmore ; os outros aluda nao se pro'iuucia-
raui dccisivamenle a esle re-pcilo, mas ha loda a
razao para crer qno os segundos cscolher.lo a Mr.
Buthanaa, que eslivera ultiuiamcnle em Londres
como ministro da L niao, c os Icrceiros a Mr. M'
Lean do Ohio.
Mr. Buclianan no de lodos os candidatos n que
lem mais prnb'bijidades era sen favor. O seu pro-
rediinente em Jaludres agradou a niaioria dos Ame-
ricanos.
Ao ebegar a Philadelphia foi elle acolliido com
una salva de arlilharia csaudadu cora acclamares
enlhusiaslcas por urna muliidao immensa de povo
que se reunir para recebe-lo.
F^m Washitiglon faziam-se preparativos para urna
grande man fesla j.lo era seu favor.
Em Londres os cousulidados licaranj, de 92 7)8 a
.'; os fundos brasileiros, a 99 : os qualro e r.
rus...,-.-oscinco por cemo Jff^ 5B*
russos a 95 ;
qualro e meio belgas, a 95; os qualro por canto
hoiiandezcs,de9:l:i|ia!M.
Sommettio.
I-HACA DO RECIPE 27 DE MAIO AS3
HORAS DATARDE.
Colajes oillciaes.
Assurar mascavado-25450 a 2J550 per arroba com
SdCCO,
Frederico BoUUiard, presidente.
f. liar ae-, secretario.
n i ,- CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por ij
Pars, 355 rs. por f.
Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Acjes do Banco, :15 OrO de premio.
Acjes da compauhia de Bebenbe.
Acjes da companbia Pernambucana
o L'lilidade Publica, 30 por cenlo de
a Indemnisadora.sem vendas.
Ilisconto de letlras, de 10 a 12 por Oi.ii
METAES.
Ouro.Onjas hespsnhulas. 28)
Moedas de fiJiOO velhas ....
o i) b-OO novas ....
o i) ipOOO.......
Prala.Palaces brasileiros......
Pesos columnarios. .....
519000
ae par.
premio.
a mexicanos. .
ALEANDEUA.
Kendimenlododia 1 a 26 .
dem do dia 27......
kSBHeo
itijoori
16JO0O
990(10
29009
28000
1980
. 369:77290*8
. 15:62706a2
385:3997
Descarrcgam ho)i 2H de maio.
Brigue inslez(Km. Hatearmercaderas.
Brigue inglezMclinabacalhao.
Calera partugaeza(ratiditodiversos gneros.
Calera francezaOfiridumauteiga e cemente,
iiaiein ii,-ic,//,.,.,,-,.,c bscalho.
Barca brasileira^mi;aaepipas e barricas vasid
UONSLAO OERAL.
Rendimenlodndial a 26..... lOiQRiUH
dem do dia 27....... 2.4ii|2S
43:014987
MVERSAS PH0V1NCIAS."
Kendimenlo do da I a 26.
dem do diz 27, ,
2.0WH5I9
258613
2:0758312
DESPACHOS UE EXPORTACAO PELA MESA
W) CONSliLADO DESTA CIDADE NO DA
27 DE MAIO DE 1856.
LisboaPatacho porluguez uLiberdade, diversos
carregadores. 390 saceos e 370 barrios assoear
brsnco e raascavado.
LiverpoolBrigue inglez ni. Tboriel, diversos car-
regadores, 2,550 saceos assucar raascavado.
Lisboa Brigue porluguez a Relmpago, Manoel
Francisco di Silva, 30 saceos assocar raascavado.
lorioBnguc porluguez S. Mauoel I, Maaoel
Joaquim amse Silva, 119 accas algodio.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudimeulododial a 26..... 35*628288
dem do dia 27....... 2Htt88305
1

37:6908593
LIVERPOOL 8 DE MAIO.
fmportarao.
Livres de direitos para o vendedor
dennos.
Algodao por lb. de'Pernambuco:
Rom.....
Mediano .
Ordinario .
dem idem da Baha bom. .
Mediano .
Ordinario. .
dem do MaranhAo, libra tenga :
Alcntara. .
Ilapicor. .
Cachia.-. .
dem de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Arroz, por 112 libs., Ro bom .
Par .
Assucar idem do Rio branco .
Louro .
Mascavado .
dem de Pernambuco brauco. .
Louro. .' .
Mascavado :
dem da Baha e Macei branco.
Louro .
Mascavado .
Balsamo de copaiba por claro.
Torvo. '.
Borracha por fina.....
Mediana .
Ordinaria ...
Cabeja de Negro.
Cacao, por 112 libras:
Para bom nenhum
Babia, .
Caf, por 112 Rio |s sorle .
Segunda .
' Escolhido. .
dem da Baha primeira sorle.
Segunda .
Escolhido. .
Caslanba por 112 do Para. .
Sapucaia. .
Sebo por 112 do Rio C-rande:
Bom e duro .
Mediano .
Escuro ....
Cera carnauba, por 112 .
Cbifres, por 128 t de vacca. .
Ordinarios. .
Clina por .i decavallo. .
de vacca .
Cobre velho por .....
Couros por { lo Bio,
Seceos de 30 a 351.
>' de 20 a 2i ,.
de I oiim-, 35 a iO u
dem do Rio Crande, por :
Salgados, de 65 a 70
de 45 a .50 t
de vacca n ,,/iK s,
Cavallo seceos, I0a)3
um.
ldtra salgados, 23 a 30
Precos.
7 li d a X d
6 :l| d a Ii 7(8 r.
6 1|td a 6 1(3 d
ti l|2d a 6 3(4 d
0 I [ da 6 3*8 d
6da6 1|2d
7 l|8da73|4d
6 3|i d
6 1|8 d a 6 l|2 d
6 1|2d a 6 3(4 d
62tSd
da' i 1,1 d
28i0 a 32|0
25|6 a 27(0.
27|0b31|O
25|6 b 27(0
24|6 26|0
27|6 31|6
f
25|C y 26|6
1|< a 1|6
l|
1| 1|>
1|3 I|5
10 d a Ii2
11 d
.18(0 a 39|0
:t8|0
i7|0 18(0
13|0 45(6
50|0 (KqO
111" o Hqll
416 42(6
I8|0 a 53(0
22|0
49|0
47|0 a 48)0
37|0
80|0 a 82.6
18|0 b 10,(1
10(0 b 2.5(0
7dal|6
8 d l|l
9 da 11 d
ildalld .
7 d b 5 3|i d a 6 3(1 d
5 3(1 d b 6 3|4 d
5 3(4 d b 6 1(2 d

\
|ti h6|0
t|0 8|6
3|6 .. 4(0
dem idem 16 a 20 .
dem de Pernambuco, Babia. Maranhao e Para pet .
Seceos salg., 26 a 30 7da8d
"espichados 16 a 20 k 8d9d
Curtidos 7a9 9 da 10 d
Molbados salgados, 40
^ ... *1|2d. a 3d
dem do Cear, Parahiba e alacei por n,.
Seceos salg. 30 a 32 ,. 7 d a 8 1|2 d
.Molbados b 15 a 50 a. 41i2daBd
Caraar por libra bom. 1(9 a 2(0
Ordinario linvendavel)
I arinlia de maud. boa por !!-- Nenhuma
Jacaranda por louelada, do Rio. 13al 15
Babia......i 7 a 12
Jcrzelira, por 112 |.....ijiO
Piassava, por 220 I do Par 25
... Babia......t 10 10|t>
lnurini, por 112 bom. 7|0 a 8|0
Salsa parrilba por libra boa II d a l|l
Inferior invendavel. .
Tapioca, por 1 a! Rio auperior <>j|0 a 75K)
Ordinaria.....45(0 50K)
L rucu por I do Par bom. 8 d
Fundos e Cambios.
Pondos ioglezes.
Ii meo de Inglaterra (aejoes) 210 a 212
Consolidado..... 3 (j|0 92 7|8 a 93
Reduzdos ..... 9H|t(h>
turnios de 3 1(1 92 1(1 b 92 L2
Eslrangeiroa.
.... il|293 a 95
1
4
i
1
" 1
Belgas. .
Brasileiros
Diuamarquezes
lies pan boes.
Dilleridos
Passivos .
llollandezes
..
Mexicanos .
Porluguezes.
Russo......
a ....
Banco de Franca acjes'.
i'undos fiancezes.
599 a 101
i 1|294 a 96
3S a 85
:l44 I|2a451i2
383 3(4 25
37 a" 1(2
2 1(263 a 65
S93 a 95
322 22 1(2
S52 55
48 i) 50
345 ). 16
5103 a 106
i I [29i a 96
Ir.39,50 fs.
4 1|294,75
, 3 O(o 75,10
atetaes preciosos.
Por onja 77|!l
775
1 1
ti i id a 78|0
s 60|3 v 60|6
5|l 1|8a5|l3|4
i,11 a 1,I15|8
4(11 I |i
Ouro cm barra.
' Porluguez era aradai
" Brasil.....,
Oujas hespanholas ,
_ auiencauas. 1
Prata era barra
Patacas brasileiras .'.'.
Pesos columnarios beipan. "
Diloa das repblicas ,, B
Moedas de 5 flancos ...
, Cambios.
Y.'*1'03........90 d. v.53 I|8a53,,'
'*'r|o...........VI 1|8a5.1l|l
Rio de Janeiro .... M dd. 26 l| a 26 l|2
Babia e Pernambuco ..
Amslerdain.....3m. d. 12|l
llamburgo...... |;i,|l lp_>
1 aria........ -,,70 a 25,75
...... .1 d. v. 25,40
Sado' a' carga para o Brasil e Portugal.
Maio 15Babia Tovvn of Liverpool.
Idem 10Babia njuverna.
Idera 13Buenos Ayrcs Margare! & ElUabeth.
dem 2.".Buenos Axres liancho.
dem 23Buenos Ayres uNeptone.
dem 16Buenos Ayres i.Swordlish.i)
.iiinl, 1Buenos Ayres oAstarle.o
dem 9Lisboa reos.
dem 12Lisboa Miuho.u
dem 21Lisboa aDouro.
I
MUTILAD^
ILEGIVEL



DIARIO DE EPRIBCUO QUA'Tfc FEIRA 28 DE MMQIE 1856
Maio 1."MaranhAo Aonie.
dem iPorto'aCinlra.
J.nho 6Par. Maio 20Pernamboco Joshna and Mary.
Htm 15Pernambuco ulienry Curwen.
dem 5Rio Grande aSaccess.
Ideffi I aRio Grande Asia.
dem 9 Rio de Janeiro Only Son
dem 12Rio da Janeiro Prosperen
dem 14Rio de Janeiro ullilda Charlotte*
dem 15Rio de Janeiro "Eleonor.i>
dem 15 Rio de Janeiro Salopiao.
Algodao^-Duraule abril o mercado esleve baslan-
animado, e o presos suhlram de 1|8 d a d por
Ib. em algodio de todas as qualidades; mas a conti-
nuada escassez dedinheiro, e o alto juro tem limita-
do as operacoes. O mercado conliuua quieto, c coin
algama apparencii de bailar nm pouco.
fin
BHS'S 2
! 11- ais

; s
a
2 u
Saco
|m|S 8 js

5-S-3
o 3
S.3
s -
o c
- o
** -1
o 3
II
Vinbo linio (eaeucado)
Dito branco ....
Vinagre liuto. ,
Dilo brauco......
I.oudres
:i(ld|v. .
60d|d.
90 dpi. .
Iin,l,l. .
:t mu.
; n>|d.
II.iiiiImii.ii 3 ni|d.
tiibraltar 8 d|v.
a
i
i'aris
lieuova
j* nislerd.
Agolas de oiiro doi
Pajas de IttlXJO. .
Olivas hespanholas. .
M mexicanas.
Patacas heeoanhoia*.
'i meiicauas. .
brasileiras. .
Vinle Trancos. .
Cinco traucos .
Cambios.
. 53 7|8
. Vi l|K
. 54 :|S a 11J
. SdO
. 517
. M l|2
. 49 :i|S
. 940 nom.
Melnes.
Esl. Luidos.
. pip.lJSsOtm I t.\5(hMl
. i> 1283001 13.58(101)
S8800 54000
489(100 j'ijOOO
189150
83112(1
158100
IKSIOO
KjOK)
I5J00
MfOOO ii 149011
950
923
950
3*300 o
890
OliO
930
9UO
38550
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9. 5'
c. 5 k>
2r32
5 =
3
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S 9
i
Summario, augmenlo do algodo nos porto* dos
Estadas luidos. Sobre n anuo passado, 915,000 tr-
alos ; sobre 1853, 112,000. Exportarlo augmento
na espertarlo para a GrAo Bretanha -260.000 fardos ;
comparada com a do anuo de 18.5:1, .58.000 ; augmen-
to oa esportelo para Franja 103,000 fardos; com-
parada com a da 1853, 84,000; augmento na expor-
tante para outros porlos estraneeiros, 19-2,000 far-
dos ; comparada com a de 1853, 146,000 fardos.
O total do algoddp vendido este anno, al Imje, lie
de 1,135,430 saetas incluindo 67,540 do Brasil. As
entradas ale a masma data slo de 976,016. incluin-
du .51,1-26 dn Brasil. Quanlidade approximada ein
ser, em 2 deste mei, 545,050 accos, iucluindo 25,700
tfe Peroarabucii, Paraluba, Ceara, ele, 13,350 da
Bahia e Macelo, e 16,100 do Maranbau.
Asfacar.Depois da nossa ultima o mercado con-
tinuos frouxo, com urna baixa de 6 d ; mas para o
lim de abril melhorou, e oa precos subiram, AiuJa
conlinna lirmc. os possuidores faiendo vendas com
bstanle reserva ; mas como ja dissemos, a caresta
de numerario obsta a avulladas transaces.
As vendas do assucar do Brasil, desde a nossa ul-
tima, andaram por 37,700 saceos, e os precos a que
farara realwdas regularam, branco 27|0 a 30|0 ;
mascavado, mediano, e boro 24|6 a 25|6 ; o masca-
vado de Peroambueo 23|0 a 25|0 por 112 Ibs. livres
de direitos para o vendedor. Em Londres os precos
altimamente oblidos, foram do Kio, branco, 2710 a
33|0, mascavadu ;l:l|0 a 25,9; de Peroambueo, brao-
co, 26(0 a :K)|0 ", Babia c Maeei, branco, 26|0 a 31 pS
mascavado 23(9.
O letal das entradas de todas as qualidades de as-
sucar na Gran Bretanha esle anuo, ate 30 de abril
passado, monta a 33,735 caitas, 1,196,955 ceos e
60,365 barricas a saber:43,270 barricas ele, das
West Indias ; 217,620 saceos deBencala e Madrasta ;
577, l() ceirasdas Maoricias ; 215,680 saceos de Ja-
va etc. ; 30,010 da llavana ; 3725 caixas e 186,51.5
saceos etc., do Brasil, e9,570 barricas etc., de oulros
portos, dando tudo um peso approximado de 114,096
toneladas, ou 1,956,746 qointaes portugoezet. As
entradas do assucar do Brasil em Liverpool, ale o
im de abril, slo de 1485 caixas e 138,775 saceos dan-
do um peto approximado de 10,774 toneladas, ou
I84,i i i quinlaes porluguezes. Era ser na mesma
data, nos ditlerentes porlos da Gran Brelanlia,3l,380
barricas, ele. ; 420,155 saceos ; 342,075 ceiras e
36,715 caixas a saber :23,050. barricas ele, das
WaatIndias, 167,16de tteugalaeMadrasla.342,075
ceiras das Mauricias ; 127,200 saceos de Java ele.:
34,690 caixas da llavana ; 2025 caixas e 125,790
saceos do Brasil, e 8330 barrica* etc., de oulros por-
los, dando todo hit) peso approiimado de 76,/ iH (o-.-
neladas ou 1.316,142 quiulaes porluguezes. Em \.if
verpool, no tiro do abril desie anuo, licavam em ser
21,141 toneladas, eulrando nesla quanlidade 7,024
toneladas do Brasil. As entradas cm Londres du-
rante o mesmo periodo, So de 30,250 barricas ele,
275,500 saceos ele. 325,300 ceiras, e 28,300 caixas,
a saber :29,700 barricas ele, das West Indias ;
115,300 saceos de Bengala e Madrasta ; 325.300cei-
ras das Manricias -. 89,200 naceos de Java, ele,
26,250 caixas da llavana; 2,050 caixas e 41,000 tac-
eos ele,, do Brasil ; e 6,550 barricas ele, de oulros
porlos, dando itto nm peso lolal de 57,839 tonela-
das, ou a 991,952 quiulaes porluguezes. Em ser
em Londres beavara 49,964 toneladas de todas as
qualidades, entraudo uesla quanlidade 2786 tonela-
das do Brasil. Vendeu-se aqu lioulem urna carga
le assucar mascavado claro da Babia a 27|0 por
112 Ibs.
Borracha.Tem conlinnado na apalhia que nota-
mos na nossa ultima. Ha dias honvc alguma pro-
cura,cassada talvez pela venda de uns pequeos lotes
a orajes* liaixos; mas logo cessou. Se apparecessera
compradores, metmo com alguma baixa no preco
os possuidores nao recusariam ellectuar vendas.
Gaf.Continua com boa procura, e tem-se elTec-
Inado vendas de 1500 saceos de i 110 por ordinario,
a 45|0 por ordinario bom c por lavar, e 200 saceos
de lavado mu ordinario a 49|6 ; vendeu-se 1800 sac-
eos para consoma, de 48|0 a 49|6 por ordinario
bom, e 400 saceos da Babia a 4|0 para exporta-
do.
Total das entradas de cafo na Graa Bretanha esle
anuo ateJOde abril mouta a63!0harricas &.,e 49,590
taccas. Eulraram em Liverpool al a mesma dala
70 barricas e 12,190 saccas ; e licavam em ser 370
barricas e 17,500 saceos de todas as qualidades, dan-
do um peso de 1150 toneladas, ou 19.722 quiulaes
porluguezes. Era Londres eulraram aie a mesma
data 6250 barricas, &., e 37,400 saceos; em sur
9350 barricas e 74,500 saceos.
Cooros.A procura para exportacao esle raez tem
sido animada: >o ullimo leilao realisaram-se os
seguintes precos:Cnuros seceos salgados da Ceara.
Macei, etc., de 251b. a 371b. 7 5|8 d. a 8 l|4d. por
Ib. ; pesados de 43 Ib. to 44 Ib., 7 l|i d. a 7 3|8 d
por Ib. ; leves de 161|2 Ib. a 17 1|2 Ib. 7jijK d a
7 3|4 d por Ib.; humidus e roradot 61|2 d a 7 3|8 d
por Ib. As entradas vio 6247 couros ; as vendas
7131 cauros. Emser 1,500 a descarregar por'-Eini-
ly. as outras qualidades de couros uao lia liau-
saeco que mereja menjao especial.
ESTADO IX) I1EBCADO.
De 13 de abril a 12 de maio.
Dcpois da nossa ultima revista o mercado tem
melhurailo algamacousa nos gneros do Brasil,lauto
para consumo como parago mar; nos coloniaes omo-
vimeulo tem afrouxado alguma causa, mas os pre-
jos lauto de uns como de oulros eslo firmes.
Em gneros iricionacs, tem liavido pouco mo\i-
raeulo, devido uAo s a sua falla, como aos preco.
elevados, que nao esli cm relajAo coin os dos mer-
cados importadores: eslas circuuislancias tem diflt-
ruil.nlr> a sabida, eobsla a proinplilicar-se de proiup-
(o qualqucr carregaineiilo ; de dia para da se en-
coolram maisdilliculdades: poucossAo os navios que
estn carga, e alguns ha preposto* ha mezes que
ainda nao receberain un sii voluine; no lugar com-
petente designamos os que eslao carga, e os gne-
ros que para ellas se lein despachado.
Deilaram de barra em fura para o imperio do Bra-
sil 18 cmbarcajAes, sendo 3 vapores, 2 como paque-
tes, e 1 que havia entrado arribado a receber car-
vo; 15 navios de vella, sendo um arribado: os res-
tanta* rooaberam carga da praja, parle dellet, da ha
muiio linhaiu os seus carregamenlos completos ; po-
rcm o mao lempo que euUo liouve os impedio a fa-
zerem-sede vella.
A carga desles navio, inclusivo a dos dous paque-
tes, he 602'pipas. 166 meias ditas, :18I6 barril e au-
crelas, 2 quartolas e 201 caixas de vinho ; 229 pi-
pas, 113 meias ditas, e 627 barris c ancoretas de vi-
nagre ; i pipas, 12dt) barris, 22 caiuai, e 198 latas
de azeile; 855 barricas de farinha de trigo ; 11 9
barris de carnes e grassinas; 181 i caixas, e 8300 mo-
Ihos de ceblas; 63 caixas, e 101 canaslras debata-
las ; 640 moios de sal ; 70 surres, e 85 barricas de
alpisla, e varios gneros c mercaduras.
As entradas da barra teem continuado a ser re-
gulares.
O mercado de fundos nos 3 por cenlo lem estado
estacionario, a prejo de 42'. e 42, e com o juro do
semeslre crrenle para receber. As acroes do Banco
de Portugal lem nieJhorado, porein ltimamente
O vapor fraucez l'ranc-Conlnis, sabe amanilla, icomalgum uso, 2 encllenles camas francezas de ja-
13, as seis horas da tarde para o Kio de Janeiro e
mais escalios, parece que pouca carga recebera ua
Haga de Lisboa, porque al boje lein despachado i
barris com 2 almudes de vinho, 105 barris com 696
almudes la aceito, 962 ; caixas debtalas, 10 de
linguicas, e 30 caixas de cebollas.
Movimcnto &o porto.
\Marios entrados no da 27.
Rio de Janeiro6 dias, vapor de guerra bmileiro
iiVitmAoi), rumiiuii lantu o cipil.lo de trgala
Francisco Pereira Pinto. Conduxio o Bim. Sr,
presidente desta provincia o cunselheiro Sergio
Teixeira de Ktacedo c sua familia.
Sanios14 dia*, barca purlugue/.a Sania Claran, de
38 loneladas, capilAo Lourenja Kernandes do
Carino, equipagem 13, cm la.iro ; a Barroca
Castro.
Liverpool32 das, barc Inelexa Floaling Dowdn,
de 297 toneladas, capilAo Caowe, equtpagem 16,
carga Ludidas e mais gneros ; a Johnslon Paler
iV Companhia. Condii/. 2 pas-ageiros.
Soulhatnplnn e portes intermedios17 diase 22 ho-
ras, vapor inslez (Taya, coinmaudante SlruK.
Passageiros para esla provincia, /..icariali llerberl,
Williams M. M. Rooker, llenry E. Scoll. Desen-
lir, Manuel Jo^ da Fenseca, Manuel 1'rauciscn
Moreira Maia, Philogoue Adur e 2 criadas, Frilz
l!a:li. L. J. Itultcr. Richard Blliton, Gcorge John
Manadera, II. A. Borlhurck.
Richmnnd 29 dias, barca americana "Clara lla-
xall, de 390 loneladas. capilAo Kohr-rl Nelson,
equipagem 12, carga 4,183 barricas com farinha
de trigo ; a Joliuslon Palor k\ Companhia. Seguio
para a Babia.
Vaotot sanidos no mesmo din.
Rio Grande do NorteLancha brasileira Fiordo
Rio (iranden, mestre Josc Matlieus Gomes, carga
farinha de mandioca e mais goneros. Passagei-
ros, Francisco Antonio de Salles, Manoel Ferreira
da Cosa, N'ireule Ferreira.
Baha o Kiu de JaneiroVapor ingle! i'aj, cou,-
niaiidaute Slrull. Passageiros desla provincia,
llr. Lopes Nello, l>r. Constantino, l)r. Gomes Ri-
beiro, l)r. Poggi, depulado Augusto F'rcderico de
Oliveira, l)r. Albuquerque, M. M. Itouker, L. J.
Ituller, o padre Maller.
mitaca

BULLETIH.
LISBOA 13 DE MAIO.
I'reros correales io* geuerol de importajio do
Brasil.
Algodo de Pernamboco .
Dito do Maranho e Para. .
Asaanav de Pernanibucn branco
tillo mascavado.........
Un > da Babia b.........
Dito mascavado.........
Dito do Bio de Janeiro m. .
Hito do Para bruto...... .
Arroz da India.........
Arroz do Maranho e P. ord. .
Dito dito melhor........
Dito dilo superior.......
Alpisla.............
(>fc do Rio primeira sorlc. .
Dilo dito segunda dita.....
Dito dito lerccira dila.....
Dito dito esrolha boa......
Dilo da Baha.........
Cacao do Para.........
Dito da Babia..........
Dito das Colonias........
Gravo .o or..........
CravO do Maranbau......
Ora amarella de Angola.....
Dita de Bengnella........
Cnirus mtcosiI.) Rio de Janeiro.
Ditos aalgados do Maranho. .
Ditos ditos da Babia......
Chifras pequeos da Brasil ,
Drva-doce...........
inrinlia de pao.........
Gorama copal........
Oleo de capahiba........
Dilo de linhaca.......
Ourucii..........III
Piroenta da India.....|
Salsa parrilhaSanlarein. ....
Dita dita Gurupa'......
Dila dita" Bio Negro
Tapioca.........
Vaquetas do Maranh.io I |
" do Rio de Janeiro .
/''xporlarlo.
Agurdenle de 30 gr. encase.
Azeile doce...........
Auiendoa em milo, doce. .
Banh. em rama (unto1, bar
Batata..............
Cera branca em grume. ..II
Dita dila em velas | | | |
Ceblas........., .' .
Carne de vacca (6 arrobas, ". .
b de porco.
Cbourijos...........
F'igos do Algarve. ........
Farinha de trigo.......
Manteiga de porco (barril) .
Paios..............
Presantes...........
Sal...............
foaciarro............
ri. 115
w 108
;u 2VKlil teOT
i* 187011 I88S0
1-950 29030
13700 1880!)
19650 I-Sil)
i) 1J600 1.3800
'Y\ 58200 5*400
i 55000 58600
6)000 63600
79000 7-100
i 600 650
;i; 25900 3.3000
t> 28600 23700
n . ,.M, 2800 13.500
i J 2-3600
0 3. iK) 39300
1 23900 3S0OO
23900
H, 200
U 120 180
B 278 280
)) 285 286
142 isa
147 159
132 142
Ce 309000 wym
.1 39000 3820(1
;ii |. 730 800
;) 15SOO 58500
bar. 359000 368000
u 100 120
100 110
105 110
u 956OO 10-jOOO
)) 73200 83OOO
i 9500 69000
1 1-8800 23O0
U L-;n.i 18500
1.3900 29IOO
p.2 14(9000 25.53000
alm. 28SW 29950
V i-3900 .58200
48600
500 800 340
H 360
M 90 000
B 1 49000
I83OOO
,'> 38800
) 800 10000
B II9OOO 115-500
.i) duz 800 N900
f' 48000
mmo 28800
W 38400
afrouxuram, pois, de 4989000 a .5003000 em que es-
tovan a semana pasnada, decliuaram ltimamente
de 4953000 a 4988000.
O cambio sobre Londres tem baixado como se ve
da nossa colajo. Escacei.i o papel cm consequeucia
dos poucos embarques que lem havido, sobre tudo
pela demora do paquete do Brasil; com a sua che-
gada he provavel que baja animaran, visto que os
compradores abundam.
Poucas transacriies se lem realisado sobre as ou-
lros pracas ; someute sobre llamburgo, be procurado
0 que fez com que baixssse a 49 3(8.
liiiportwao.
Algodao. Enlraram :|0 saccas da Babia, c 22 de
Angola ; dcpois da sabida do lmar tem-se vendi-
do para mais de 1:000 saccas, ao principios prejos
regularam a 105 e IOS, masdepoisa 110, sendo o
geral das vendas a esle ultimo preeo.
Arroz.- Entraran 305) alqueires em casca, do
Para', no Ligeiro, e 800 saccas da ludia por va de
Liverpool, as quaes foram retalliadas a 73000 res
livres de despezas para o comprador. Pouco ou na-
da se lem feilo uo do Brasil, 6>H) saccas que haviam
chegudo ltimamente ua Uliieira, do Para', foram
reexportadas para Pernambuco por conla propria, e
segu ram 110 Tarujo I.
lloje 12, eulraram 1:500 saccas de arroz da In-
dia viudas de Londres na barca Lisbonense.
Assucar.As entradas foram 372 caixas, 968 sac-
eos, 5 barricas, e 4 feixes da Babia, nos Defensor,
iMsilano e Procidencia; 3450 saceos de Pernambu-
co, no Inromparavel; e 511 barricas de Cabo-Ver-
de, no alema e lilla da Praia; 188 saceos que
haviam seguido para Liverpool, foram recambiados
por 11A0 eucoutrarem al: bom preco.
As 511 barricas de Cabo-Verde foram relalhadas
1 23650 e 297.50. No do Brasil, depois da sabida do
paqurle inglez para all, os prejos toriiaram-sc mais
lirmc-, e as vendas 11A0 a animaram para o consu-
mo, como para exportar, tanto para Genova, como
para Gibrallar.para esto mercado as loaiores porces
foram pnr emita propria.
As existencias boje 12 as 2 horas da (arde,sao puu
eo mais ou menos cm pnmeiras c segundas maos.
lano nos depsitos, como o que esla' ainda por des
embarcar :
Caixas. Feixes. Saceos. Barricas.
1508 17. 27317. 205
Caf.As entradas foram 75 saccas da Bahia.lOSIi
de Angola, 1360 de S. Tiiom, e 536 de Caba-Ver-
de. O mercado lem estado firme, lauto as vendas
para consumo, como para o mas.
Caca'o.Eulraram 33 saccas do Para', e 148 de
S. Ihomc, do cxislonle da Bahia liouve algumas
vendas, mas insignificantes, lano para o mar, como
para a Ierra: do de S. Tiiom venderam-se cerca de
160 saccas para consumo a 39900 rcis livres de des-
pezas para o vendedor.
Coaros.As entradas da barra desde 13 de abril
foram 11:218, seudo 240 da Babia, 312 de Pernam-
hnco, 2:409 seceos de tiibraltar, 3:499 de Angola,
4:014 de Cabo-Verde, e 644 das liba.
Ourucu.Enlraram 165 paneiros do Para' no Li-
geiro, apenas consta a venda do una partida peque-
ua para llamburgo a 130 em ahril.
S.ilsa-parrilha. Enlraram 379 rollos do Para' no
I.igciro. liouve vendas de importancia nos lius de
abril, a prejo que uAo Iranspirou.
Vaquetas. I lanamente nao tem liavido entra-
das. 214 do Rio de Janeiro, que extsliam era abril,
foram vendidas ueste mez para reexportar.
Farinha de trigo. As vendas sao limtala-, os
precos eslAo firmes: rxporlaram-se 625 barricas pa-
ra Pernambuco, e 230 para a Bahia.
NOTICIAS MARTIMAS.
Lisboa, de 13 de abril a 12 maio.
fc'iroiio-
1.5 de abril, brigueporoguezci lucomparavel Per-
nambuco. 11
18 vapor inglez Protector... Chiles para o
Rio de Janeiro, veio receber carvAo. Sabio a 23, e
a 25 enlrou arribado por causa do lempo, da allura
de37-21| N.e loug. 10- 5| a 0. de Greenvicb, uo
da 2 de maio largou para o seu deslino.
8 de maio, galera porl. Defensora... Bahia.
o brigue a Liizilano...ii
Ligeiro...
10 a Vapor fiance/ u Cdiz...
ueiro e mais escalas.
10 gatera porl. Saudade...
neiro.
10 vapor frz. Frauc Comloisu
11 vapor frz. Cdiz...
neiro, sabio uo mesmo dia pera o Havre.
11 vapor ing. Avon... seguio a 12 para
o N.
12 a vapor ing. a Tay... Soulam-
pton.
3 de maioPernamboco.Barca porlugueza Car-
lota vAmelia, cap. silva, carga : 15 pipas, 12ditas,
e73 barris de vinho, 54 pipas, e 25 barris de vina-
ora-"-3fV-lKtrT de azei'e ; 235 de lourinlio ; 8 de
carnes ; t-200 laoUloa de B/.eiiouas, id narria de eevada ; 50barril c 1 cal-
lla com bolacha ; 50 barricas de alpisla ; 150 de
farinha ; 90 pipa, valias 24 pedras de cantarla ;
3 caixas com drogas ; 3 de vidros, e .5 volumen di-
versos.
8-dem.Brigue porluguez Tarojo I *, esp,
{anaco; carga: 73 pipis, 8 meias ditas, e 87
arris de fiaba ; 10 pipas, loo barris de vinagre,
11 dilos de azeile ; 125 barricas de farinha ; 600
saceos de arroz ; J13 pipas abatidas ; 30 caixas e
.500 mullios de cebollas ; 20 barricas de bolacha ; 8
caixas de rap ; 7 voluines de drogas ; 50 varis de
lagedo, e varias mcrcadorias.
10Para.Brigue porluguez Triumpho cap.
Silva ; carga : 43 barris e 1 caisa de vinho ; 19
barris de azaite ; 13 de loucinho ; 200 saceos de fa-
rellos ; 46 barris de carnes ; 62 caixas com hlalas ;
12 barris de peixe ; 53 caixas com inassas ; 5 barris
com banlia ; 10 saceos de leijio ; 119 volumes de
cera ; 600 molhos de cebollas ; 36 volumes com
drogas; 56 moios de sal; 56 ancoretas de azeilo-
nas ; 10 barricas de baeallwe, e varias mercadu-
ra-.
Manoel Joaquim Ribeiro, liscal da freguezia de San-
io Antonio, ele, etc., etc.
Continuando com o inaior escndalo o abuso de
loques, dobre e repiques as igrejas, devido ao que
lenho feilo lavrar termos de adiada, de novo cha-
mo a atlenjAo dos Srs. cliefes das corpnrajoes religio-
sas, sacrislAes, e a quem mais pertencer para as
disposijes seguinles :
l'osturns imutcipaes de 31) de junho de ISS9.
TITULO 6.
Arl. 7.Ficam prohibidos os loques e dobres iloi
aos desde as 7 horas da noile al as .5 da raanliAa,
exceplo as malri/.es para aduiiuislracao dos Sacra-
mentos : autos da missa do Natal, e nos casos de in-
cendio ou rebate : os sacri>taes, 011 chefei de cor-
poraces religiosas que infringirem este artigo paga-
rao 123OOO de mulla.
Arl. 8, Xcnhuina igreja dar mais de Ires repi-
ques de cada vez na vespera de qualquer soleinnida-
dc, e esles *ii lerilo lunar do meio dia, as 3 horas da
tarde, e as Ave Maria, nao devendn cada um durar
mais de ciuco minutos: ossacristaes e chefe* de
corporacoes religiosa", que iofringircm esle arligo,
tanto no que diz respcito ao numero dos repiques,
como ao lempo que devem durar, serao multados
em 109000 rs.
Arl. 9. iVciihuma igreja dar mais de dous do-
bres de cada vez por cada liel que niorrer, e esses
dobres dados au receber a noticia da morte e 11.1 oc-
casiAo do enlerro, o* quaes duraran smenle dez
minulos: os sacrislAes ou ebefes de corporajes re-
ligiosas que uilYingirem as disposijes desle arligo
serAo iimllados cm 103000 rs.
Arl. 10. Nenlmina igreja dar mais de qnatro
dobres |>or occasiao de ollicio de corpo presente, e
dous as visitajocs de cova, devendo durar somenle
dez minutos : u. sacrislAes ou ebefes de corporaees
religiosas que iiifringirein as disposijcs desle arti-
0 serao multados em IOoOOO rs.
E para que nao appareja ignorancia da parle da-
quelles a ipiera semellianles iliiposiccs Ibes cabe fi-
elmente execular, lugo que 1 o em multados pela o-
mi-" 1', lavrei o prsenle que sera publicado pelo
Diario.
Fiscalisaeao da freguezia de Sanio Antonio do Re-
cite 26 de main de 1856. (i liscal, Manoel Joa-
quim da Silva Ribeiro.
caranda, um riquissimo santuario, urna secretaria,
um guarda vestidos, um guarda loupa detinogno, va-
rias comiuodas, caduiras, cousollos, solas, mesas de
amarelto e de jacarando, cadetrat linUsimas genove-
sas, ditas ile junco bollandez, urna grande quanlida-
de de vasos, caluiigas.eufeilcsetc. de pnrcelana para
sallas, diversas obras de ouro de lei ditas de prata,
una poreAo ijuiiiensa de louja vidros linos o ordi-
narios para servieo de mesa, relogios ditos de parede, qiiinqutUiirias, diversas e muitos
outros ob|eclos etc. aasim coinu 1000 latas de sardi-
Dhai de Sanies, chocadas lia pouco ; e varios escla-
vos mocos de meia idade de suibos os sexos, qno se
acharao prsenles no referido armazem as 11 horas
do dia quinta tena 29 do correle.
O agente Oliveira tara leilao a rcquorimenlo
do lllin. Sr. cnsul do S. M. i. com aolorisajao do
Illris. Sr. Dr. jotz dos ausonles e em presenra dos
mesmoi, dus espulios dos Unidos Luiz da Imiuacus
lada Conceieo Lima e oulros subditos portuguezes-
ciinsisliudo em camas de Ierro, mangas de \idro, c-
mara ptica, loucador, presepe em una cana de vi-
dro, celia de S. Aulonio. sof, e perlcuces, bacas e
jarros,espelho bolleros de louea,bandejas e laboleiros,
quadrus de Santos eprolanos.babus,caixas de jiapelao,
bacas de rame, candelabro, lanleruas e candiciro,
cstanle de amarcllu coin livrus, commoda, lalbcrcs c
lacas de )irala, colberes.calices, bandeja com espevi-
lador e salvas lambein de prata, beugallas, chapeos
de sol, roupase calcado, loalbas e guardauapos, ha-
bito de princesa, ganiAo, cadeiras, imageus de San-
tos de marlim e de barro, crucilixus de prala sendo
um com calvario de bano, redomas, copos, rompo-
teiras, facas e garfos, e-lojus para barba, frasquei-
ra, escrvianinlia, cofre ue madeira, prencas de
a|iarar papel e livros, diversidade de livros impres-
sos e em bramo, eolia e bolsas de damasco,carlei-
ras de viagem, guarda louea, caixas com typos, mar-
quezas, eaixas para rap sendo de prata, tartaruga,
111.1! lim. oculo de ver au longe, relogio de prata
galvaniaada, relogio iie ouro patente com carralo.
aurl de ouru, boldea elivellasde ouro e de prata,
una aceao do hospilal aortuguez de benelicencia,
mesa de jaular elstica, candela lim de 2 globos e so-
bresaliente OvOv : quinta feira, 29 do correte as
10 lloras da tanla, no palacete a mar ello na ra da
l'r.na, onde lu ltimamente o escriptorio dos bi
heles das loteras.
Agencia de leiloes, na ra da Madre de Dos
11. 32; de Vteira da Silva ; sabbado I de junho, as
10 horas da manliaa, sorao arrematados mullos e
diversos arligos de Uso ocommodoe umitas pecas fi-
nas e de raobilia, o. que ludo esl patente e ser
vendido a contento'dos freguezes.
No da 17 do correnle apparcreu no engenho
Paraizo, frcgue/ia deiMnribeca. o pardo Loureneo,
que diz ser cscravo da Itlma. Sra. I). Antonia Ma-
ra, aenhora 1I0 cugenho Seva ou Cafando, silo na
cidade da Victoria, lava do fallecido Manoel Ca**
neiro Alves do Jess, pedindo ao abaixo assignado
que o compraste : islo poslo, pelo prsenle faeo pu-
blico, alim de que conste a referida senhora, c quan-
lu o queira vender, aatofise algucm liara tratar do
ajuste, ou leva-lo, nao se respunsabilisaudo por ou-
Iro qualqucr destino que por ventura lome. Paraizo
21 de maio de 1856.
Gabriel Germano de Aguiar Alontarroios.
Rogo pela segunda vez ao (lim. Sr. coronel
lleurique Lu/, da Cuiili'i c .Mello, senhor do euge-
nlie Miranda du termo de Goianna, disne-se u,an-
dar-ine resposta das carias que llie lenho dirigido,
pois uessas cartas nenliuma esmola Ibe mandei pe-
dir, llccifc 27 de maio de 1856.
51. Jos Lopes.
Lotera
1
*4t)tO^ aDcr505.
tttcittxces.
Directora jrol da inslrucvo publica
Pela respectiva secretaria so fas pulilicu, para
1.....-I ir a quem interessar, i|ue se actia vaga a cadei-
ra de laliui da villa de Igoarasmi' ; e couviudu pro-
ve-la coinpeleiiteinenle. lica marcado da .lata desle
o prazo de 40 das para a inscrpjSo pruce.su de
habililajAo dos oaadidatos, depois do que pruceder-
sc-ha peranle a mesma direelocia ao concurso para
o provimenlo da sobredila esdeira. Secretaria da
directora geral da iiisIruccAn primaria e secundaria
da provincia em 20 de maio de 1856.Osecrelario,
^Francico Pereira Freir.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprielarios dos aradlos urbanos das fre-
gueiias desla cidade e da dos. Afogados, que os .al
das uleis para o pagameulo a bucea do colredo 2."
semeslre da decima lo anuo linanceiro de 1855 a
1856, se principian) a coniar do dia primeiro de ja-
nho : lodos os que deixarem de pagar, durante esle
prazo, iucorrerao na mulla de : sobre seus CORROO i.HIVL
A ailminislfarao engaja lioincns canil-
nheiros para tundticraodmalas,epagao
jornal diario de I.S'OO.
Pela subdelegacia da freguezia de 5. Jos do
ltccife se faz publico, que fui apprcbendido por an-
dar vagando pelas roas desla cidade, e acha-sc em
deposito, um cavallo ruco com cangalha, e urna car-
ga de carne secca, couros e oulros objeelos : quem
for scu duio. justificando, Ibes ser entregue. Sub-
delegacia da freguezia de S. Jos du Recife 24 de
maio de 1886.O subdelegado,
Edoa'do Frederico Banks.
Prccisa-se alagar don. prelos robustos para o
servieo de euxada ; a tratar no sitio do Sr. major
Yiseiineiitu. em Sautu Amaro, esquina que volla
para a eslrailade Uellcm.
Prccisa-se de urna ama para coziuliar, engorn-
mar c ens.iliour, para urna casa de pouca familia :
<|uem quizer, dirija-se a luja de cera do Sr. Augelo
Custodio dos Santos ; na ruado Cibuga.
PROC1SSAO'UO SENI10RBOM JESS DOS UE-
ZAMPARAOS.
O secretario da irin.in Jada de N. S. do Terco faz
-'lente, que mi pode 1er lugar no dia 25 du corre-
le a procistao, em razio da muila chava, a qual -
cou transferida para quinla-fcira 29 do eorrenle.
conforme eslava determinado.
O* devotos de Santa Rila de Cissia, erecta na
Igreja do N. S. do l'ereo, avisao ao respeilavel pu-
blico, que pcrleudein solemuisar, a mesma Sania,
110 dia de quinla-feira 29 do correnle.O escrivao,
Jos Tliomaz C. de Albuquerque.
Tasso 11 man. cuinpraram por conla do Sr. An-
tonio Lopes da Sil/cira, da Parahiba, os bilbetcs 111-
leirus da primeira parle da piimeira lotcria do con-
vento de N. S. do Carino do Recife : ns. 3676, 979,
II88, 2332, 771. 1669, 2026.
No dia 27 du correnle, ausenlou-sc da casa
do Sr. Sania Rosa, o escravo Silverio do inuslciru
qe San liento, que se ochava aprendendo n uflicio de
pedreiro, suppe-se ter levado comsigo urna crian-
r^t de 12 anuos, semi-brauca de nome Ignacio, por
ser desla amigu, e ler-se lambein ausentado da sua
casa lioulem a noite, c dizem que tomara a direccao
de Pedras de Fogo; os sgales do Silverio sAo os se;
guinlcs: cabra-negro, alto, secco do corpo, marca-
de bexiga pelo rosto e Corpo, testa grande e ramu-
da, sera barba, nariz afilado, de 18 anuos de idade;
levaudo toda a roupa, coustaudo do calcase cami-
sas zoes e brancas, ejaquelas de cisca Jo, e chapeo
de palha amarella, as vezes anda de sapalos: julga-
andar tamhem de couipaiibia com o lio, u.cravo
du mesmo mosleiro, de noiuo Rrigidu, por ler es-
te se ausentado do mesma mosteirv uo dia 21 do
correnle; os siguaes deste sao os seguintes: secco do
corpo, allura regular, de meia idade, punca barba
e piulada, olhos pequeos, prosista e muilo regrts-
la, liuge-sc doenle por balda; levando calcas e ca-
misas azues c brancas e chapen de palha grasa: por
lauto rosa-sc a's autoridades policiaes e capillas de
campo a apprelieujjo dos dilos estraves, e levein-nu
au referido mosteiro de San BenJo do Oliuda, ou au
eugculin Mussmepe, que sera geterosamenle recom-
pensado. 1 (
I'recisa-so de um sacerdote para capelln de um
engenlio,'pagando-se u* bom ordenado, quem pre-
tender, dirija-se a ra Augu.ti, n. 3. sobrado.
Prccisa-se de um anwssador que saiba bom
ilcsempenbar o sen luear : 110 alerro da lloa-Visla,
paJaria 11. 50.
ngulo Frederico de Oliveira, nn pudendo
despedir-so de seus amigos por su ler adialilado o
vapor inglez, pede-lhes desculpa, e llie. offerece seu
presumo.
Oualqucr pessoa que lelil 1 de laxar negocio
com u engenho da liba, termo ilo Cabo, que fui do
fallecido Joan Francisco Paos Brrelo, e mesmu com
a propriedada da Ponte dus Garvalhos, por perten-
cer ao mesmo cngculio, anlts de o fazer, se devera'
entender nesla praca coni Antouio Piulo de Azevc-
do, ruin a-ma/.em de carne secca, na ra da Praia,
pelo dilo Paos Brrelo Ibe licar devendo por letra,
e se acba ja a coocessSo fcila sobre o mesmo debi-
to cun o Sr. Floriano Uezere Purlliier, para entrar
ja em leligio.
Para',
R. de Ja-
R. de Ja
Havre.
R.de Ja-
NAVIOS A' CARGA OL" PROl'OSTOS PARA 0
BRASIL, EM LISBOA.
Pernambuco.
Brigue porluguez Soberano,de 138 loneladas,
cap. M. A. Guerrciro, eoiisignalaiio Viuva de ola-
noel Ribeiro da Silva V Filhos.
.l7urn/iiio.
Recebeiido carga.
Ilrigue porluguez a Lositonia, de loneladas,
cap. #, ronsignalorio Manoel Jasa lionealves,
lein despachado 8 pipas, 8 meias ditas, 2.5 barris.
'510 almode-de violin- ; pipr.s, 12 1100,1- ditas, (270
almudes de vinagre' 60 barris [280 almudes de
azeile .
Brigue porluguez a Urbana de 248 Inuelladas,
cap. Sanios, consignatario linar le Innaos A; Compa-
nhia, lein despachado 39 pipas. 101 barris (com
1536 *. almudes de vinho, 10 meias pipas I ai al-
mudes de vinagre) 3!) barris e I lala 225 almudes de
azeitej 240 barricas de farinha, 110 caixas de inas-
sas, 40 de hlalas, c 800 molhos de cebollas, 150 an-
coretas de azeilonas, e verios gneros e mcrcadorias,
(deva sabir a 15 ou 16,.
/'ar.
PropoiloaP*
Brigue norluguaz 1 Tarujo III n, de 233 lonela-
das, cap. Francisco Antonio de Altneida, consig-
natario Viova Tarujo j,- Filhos, apenas despacbou
100 moios de sal, 00 dia li principia a receber
carea.
Brigae porluguez < Ligeiro de 217 tonela-
da-,, cap. L. A. do. Sanios, consignatario J. J. dis
Neve.
leuefici du convento
de iVossa Sen llora do
Carino.
Amaiiha, as 8 ^hoias
da uiiinhau, lie a extrac-
cao da lotera cima, no
convento do Carino : o^
bilhetese cautelas do nos-
sa rubrica, sao pagos seni
<> disconto dos 8 por cento
do imposto geral.
Oliveira .tumor 8f C.
A pessoa que pei'deu lima porro
de dinheiro uti igreja da .Madre de fieos,
tlitija-sea esta typugrapliia que se dir*
quem o aehou.
Os senliores accionistas do vapor a
reboque, Ao convidados para enarcom
a terceira prestacao, ale o dia 12 de junho
do corrate atino : na ra do Trapiche
n. 8,escriptorio deJIenry Foster&G.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O Sr. director da mesma manda convo-
car pela terceira ve/.os Srs. accionistas para
se reimircinem assembla geral, no dia ."0
do correnle, :i"s 10 horas da manltaa, no
respectivoescri|itorio, alim de decretar-te
('pagamento do 1 (i-dividendo,edelilterar-
se sobre o orcamento da receita e des-
pe/.a do semestre correnle, e proceder-se
a'seleieesconforme o I. do art. 19
dos estatutos) tendo nena terceira reu-
niao de volar-so com 0 numero de vo-
tos presentes, segundo dispe o artigo ad-
ditivo ao l( dos esliiKitos. Escriptorio
da Companhia de Iieberilie 27 de maio
de ISli.O secretario, Luiz da Costa
Portocarreiro.
Precisa-se fallar ao Sr. Vlarcellino
dos Santos, (|ue morn no bairro do Be-
cite : na livr.iria ns. e 8 da praca da
Independencia.
O Dr. Filippe Lopes Nello, lendode
ir ao Rio de Janeiro onde pretende de-
morar-se ate o lim do mez de jiiulvo,
deixa o Sr. Dr. Kulino Augusto de Al-
meida, com quem seus constituintes de-
veraoentendei--.se em Sua ausencia, in-
cumbido das causas rpie foram confiadas
ao annuncianle. Recite 27 de maio de
I8.(i.
GRATIFIGACAO* E CEM Mil. RS.
O lenle-coronel lleurique Marques Lins, mo-
ra-lor no seu engeiibo Matapiruma 11.1 fresuc/.ia da
Esculo, dar cem mil rs. a quem Ihe levar o seu
escravo Kelu, finjido desde novemhro do anno pr-
ximo passado, c cujns signaos sao os seguintes : lem
a cor de mulato acaboclado, cabellos corridos, olhos
Iraosversaea, falla descancada, corpo alto, mas regu-
larinciilc Bros no buco suierior, e reprsenla ler 55 a (i() anDos
de idade. lloirVe lia peuco uolicia de que elle sa
aclia na alileia de Oraba, onde so diz. ler o pai o ca-
boclo Antonio Jos.
GIVllll<..\i..U>' DE CEM MIL US.
lugio no da 10 ilo m prximo pastado desle
anuo o prclo Antonio, por anlouoiuiuia Canario,
cscravo do tencnle-coronel lleurique Mrquez Lins,
llorador no seu engolillo Maapiruma na Iretjuezia
da Eslada. Esle cscravo lem os sienaes sasjainles :
mediano na allura do corpo c proporcionado na
urossurj, olhos avermelhadns, queixu puntagado,
iiiae.1 do roslo procmiiiente, lenles limados, pernas
linas, e moslra ler idade de :(0 a :(."i anuos. Ha sos-
peila elle andar pira asparles da comarca de Cma-
ro ou liaranhons, c quem entrega-lo a teu men-
cionado Sr. receber .i quamia do cem mil rs.
Lotera
.Se-
llo convento de Nossa
nliora do ('armo.
Corre ndtibitavelmento quinta-feira 29
de maio.
Aos 4:000.,, 2:0005' e 1:000,000
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao
respe>tavel publico que cm hilhetes, meios
e t|uartos da cima mencionada lotera,
rubricados coin seu nome, nao estao su-
jeitos aodsconlo d<- 8 por cento do im-
posto geral sobre os tres primeiros pre-
mios cima referidos, os quaes esto e\-
poslos a venda naslojas ja' conhecidas.
BilUeles 41800 Recebe por inleiro 4:0003000
Meios 2;i00 a u o 0009000
Quarlos 19300 a 1:0009000
Periiamhuco 2(i de maio de l-8o,Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Lotera
do convento de Nossa e-
nhora do Carino.
Aos 4:OO0.s, 2:000-; e lOOOsOOO.
O :il)'.\o assignado tem resolvido ven-
drseos hilhetes, meios e quartos (com
sua rubrica) com um abatimento em seus
precos conforme se ve abaivo declarado,
os (tiacs nao sao sujeitos ao disconto dos 8
por cento da le, Das sortes grandes, islo
he, o possuidor recebe nao s seu pieinio
contorme a lei, mas tambem os ditos 8 por
cento do abaixo assignado, que prea/. a
sorte por inteiro, cujos bilhetas, meios c
quartos se acham a venda as lojas da
praca ra Independencia ni. I 15 e -iO,
ras da Praia n. 30, do Livramento n.
~>, largo do Terco n. 18, aterro da Boa-
Vista ns, 58 e44, cuja lotcria lem oan-
damenlo de suas rodas em o da quinta-
feira 2!) do crtenle, em osalao do con-
vento de Nossa Senhora do Carmo desla
cidade.
Kccebe por inteiro. 5:0009000


Uitlieles
Meios
Quartos
i9"00
SefiOO
19-JOO
XAROPE
DO
BOSQUE
"o Iransfoi ido o deposito deste xarope para a bo-
tica de Jos, da Cruz Sautos, na ra Nova n. 53,
garrafas 5S.VKI, e meias :iO00, sendo falso lodo
aquello que nao for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
I'ara cura de pblysica em lodos os seus difleren-
tes graos, quer motivada por constiparles, losse,
aslbuia, pleuriz. escarros de saogue, dor de cos-
tados e pcito, palpitarlo no corarlo, coqoelache,
broucbile, dr na garganta, e lodas as molestias
dosorgos pulmonares.
3Saf9S;S-aiaslfJa>-3J
3j) Fugiram do engenbo San-Jo3o, da ilba at)
de Ilamarac, uo dia li de abril do correle 9
9 auuo, tres cscravoscom os signaes seguintes: 9
9 Caetauo, crioulo e metlre de assucar, tem 30 a)
9 anuos de idade, roslo um pouco tirado e al- 9
i; guma cousa carnudo, olbos ordinarios e si- (ja
5 mulados, barba pouteira, todos os denles in- *M
3 cisores, eslalura mediana, corpo cheio, per- 8>
$ uas grossas. pes proporcionados, cor fula, o O
33 dedo un mino de urna das maos aleijadoe tor- (*>
gjl cendo para cima do vixinbo, e falla desem-
SJ bar acoda. *B
ajj Uoocalo, crioul, serrador, apellidado Ga- fij>
& rapAo, por ler sido de um sitio deste nome, (9
9 no Brejo da Madre de lieos tem 35 anuos '
,tj de idade, eslalura alia, corpo cheio, roslo um *j
SJ pouco lirado, fallo de denles oa frente, sois-
0 sas ralas, cor bastante negra ; he um pouco
4 zarcillo, e tem carolos carnosos nos peitos e
JS uas cosas, pernas a pal I teladas, ps cheios de
t bichos, falla grossa e por aflectarao como a *>
fj de Africano.
;j l.uiz, criouloo, e apelidado entre os par- *>
1 ceirus por Macota, tem 20 anuos de, idadt, V
* eslalura menos que ordinaria, rosto redon- 49
W do e sem barba, denles da frente perfeitos, &
olhos ordinarios, corpo cheio', ps curios e
largos, falla grossa imitando a da Africano,
af e n'ir negra. I'oi cada um armado de um ba-
'i camarle, e be muilo presumivel que eslejam 9
& juntos, porque dous dos fgidos arrombaram (J)
* a prisco em que eslava o terceiro, sem do- 9s)
P vida por conibinaroo : roga-se. porlaulo, as 9
9 autoridades policiaes, capilaes de campo ou @
& qualqucr pessoa que pos-a capturar os meo- 9
0 donados escravos, levarem-nos a sea senhor 9
& abaiio assignado, no cugenho San-J 0A0, qoa 9
..S recompensara generosamente todo o traba-
C9 Ibo de quem os prender. 9
9 Francisco Honorio Bezerra de Afeitares 0
9 Sau-JoSo 1-2 de maio de 1856. 9
ESCOLA FILIAL DO METHODo CASTILHO.
Francisco de Freitas (iamboa, em variada da lei
regalamenlar da iuslrucr.'io publica desla provincia
ari. 88, vai 00 dia '2 de junho instalar urnaescola
filial pelo 1nptl111.il. Caslilbono bairro do Recife,
ra da Cadeia n. 4!) sob a direccao do Sr. Bernardo
1 0111,111 I. V'ianua. Esle digno Sr. professor, aulo-
risado pelo Eim. governo desla provincia, eierccu
o magisterio no mesmo bairro por especo de 17 an-
uos, abi existtm muitos de seus discpulos que abo-
l.un a sua capacidade : eierceu o lugar de professor
publico na provincia do Alto Amazonas, dorante a
presidencia do Eim. Sr. lien-ulano Ferreira Peona,
e regressando a esla capital, vai prestar os seos dis-
vellos e fadigas a prol da inslrucc.Jo primaria pelo
metbodo porluguez deLeilora repentina.O abai-
10 assignado como instituidor do methodo nesla bella
provincia, requisitou e obleve do Eim. Sr. Dr.
conselbeiro Antonio Feliciano de Castilho lodos os
objeelos conrenenies ao estabelecimenlo de taes es-
colas para lodas as freguezias desta capital, Bm de
que cm nada sejam inferiores a escola ceutral do
burro de Sanio Antonio. Corre-lhe paranlo a obri-
gato de ceder lodos os seus alumnos, que sao 31.
moradores no Ilecife a dila escola filial. Desla raa-
ueira evila aos meuiuos a transito da ponte, exposlos
s intemperies da alinosphera, e promelle em lodos
os sabbado-, que sao feriados na escuta central, ir
000?OOo oadjuvar as escolas filiaes, cujos feriados serao as
i) 1:0003000
Recite 2S- de maio de I85G.Antonio
Jos Rodrigues de Souza Jnior-
IVecisa-se do uin leilor para engenbo, nao
muilo distante desla capital: quem cstiver nestas
circunistancias procure ajuilar-so com oSiqueira, na
1 na > isa n. 11, seguudo andar.
iNo da 1'.) do crrente mez fogio um cscravo
mualo do iioiiii I.1117., idade (pac representa 10 au-
nu-.baixo, macro.cor claia, pouca barba, u/.ando as
itteiieao.
$C*iiH>* mUtMwo*.
Para o Kio de Janeiro
I vclciro patacho braaileir.0 eAmaionau pretende
seguir ale o da 2X do correnle, por ter quasi lodo o
seu carregamenlo a bordo ; para u resto e escravos a
fretc, para us quaes lem encllenles couiinodos, tra-
la-se com o scu cousigualario Antonio Loiz de Oli-
veira Amado, roa da Cruz 11. I.
PARA O RIO CHANDE IR) SIL,
Segu em poucos das o brigue Argonauta a por
ja se adiar com quasi lodo o carregamenlo promp-
to, para o restante : trata-so com Manoel Alves
tiuerra, na ra do Trapiche n. II.
Para o io de
Janeiro
segu com muila brevdade,
parte da carga pgompia, o bre
nal FIRMA, capito Manoel de
Victor : para o resto,
escravos n fele, paraosquaes lein e\-
cellentes commodos, tratarse com os con-
signatarios Novaos &C, ua ra do Tra-
piche 11. o, primeiro andar.
por ter
ue niicio-
Freitas
|Kissageiros
Maranho
Para.
e
O palhabolc LINDO
PAQUETE, capitao Jost
PinloNunes, segu com
>revidade aos portos in-
dicados, l.illa-Ilie um Id-
eo do seu carregamento, [tara o pial
tiata-secomo consignatario Antonio de
Alinetda (lomes, na ra do Trapiche n.
I (i, segundo andar.
Para Lisboa segu impretertvelmeole no^fdi.i
I ilojiiulio o brrgae portuuc/. aRetampagon de
primeira marcha, ainda recebe alguma carga a fre-
le e paasaffeiras, para o que tem acetados coniinoilo. :
quem do mesmo qa>xer earrecar oa ir do paseasen)
dirijd-se aosconsignalarios Thomai da Aquino Fon-
seca (V. I 1II1.-. na roa Ao Vigario 11. 10 primeiro an-
dar, ou 110 capilau do mc-ino.
PAItA O KIO I.KAMIE DO Sil..
Sczue coin brevdade por ler parlo d 1 Barga enca-
lada 11 brigue iiCoiieeirAoii, capitn Joaqun) Fer-
reira do* Sanios; para o restante Irala-se com Ma-
noel Alves Cuerra, na ra lo Tapirhe 11. I i.
Para o Cear.i e Acararu' segu com Inda a bre-
vidado o patacho EmolacJIon: quem no mesmo
quizer carrejar mi ir oapassagem, dirija-se ao es-
criptorio de Manoel Conralves da Suva, ou aocapi-
lo a bordo do mesmo.
PARA O PORTO.
O patacho pertugue/. u S. Jos, segu al 0
dial.') de 1 nuil vindouro; lein j.i dous tercos da
carga promplos; e para o rcslo Irala-se (010 .No-
vaes & O", na ra do Trapiche, 11. 34.
(Ui>e*.
O agenle Borja faro leilao em sen armazem na
I ra do Collegio n. 15, de tres opliinas mobilias de
I Jacaranda, 2 ricos pianos novos de armario, 3 dilos
/
Sr. Monlcverdc, vb nlo me quercis aprcipnf^r
ess.is pessoasque vosdisseram ler ouviilo eu fallar
c VMia conducta, c da........., pois lica certo, que
se mi' un apresenlareou imli^ilariM dii.is pessus,
fart-i publicar VMM iiesra caria da I i di correnle. e
o vo&u noinc por extenso, afim de que o publico
conlleva a vossn. urauti i, o de alquero mfthi.
'' calumniado.
[RMAND4DE DO DIVINO ESPRITU
SANTO,
11-in] a 11111.111 la.le de N. S. do Ierro transferido
para o dia 1 do correnle a piorissao dii Senhor Bom
Jess dos Desamparados, a mesa regodnra d.i irmau-
dade do Divino Espirito Santo lem a honra de con-
vidar lodos os sus irmaos a comparecer cm sua igre-
ja as J horas da larde du referido dia, para, encor-
poradus, iiem acompauhar a dila proeissSO.
iiei.d tu Valentim dos Santos & Irmaos, com
casa do armador, incumbom-sc de ijualqucr arma-
rao, lauto dentro da cidade como lora della, aonde
para esle lim encontrarlo candes para alijos, defuu-
to-, douzellas, ele, ludo por commodo preco ; as
pessoas que do sen presumo precisarcm, dirijain so a
ra eslrcita do Kosario, Iravcssa para o Qucimado
n. :>, junio a taberna do Poras.
lein desercm ariematados i terrenos no lugar
de Sanio Amaro, perteaeeatea ao finado loto Anto-
nio da \ eiga, para pagamento dos credores do mes-
mo, pelo juiio doorphos, escrivao Facundo, na pri-
meira audiencia que baja do mesmo jui/.o ; acha-se
o escriplo em iMiiler do purlciro
Do-sc jUUj a premio sobre liypolheca em urna
ca-a nesla prora, 011 lirraas a conteni : na ra Ve-
llu n. 103.
Precisa-se do urna ama pYa o servieo iulcrno
de casa de bomem solltro : na ra da Concordia
n. H.
Jos Maria do Ueodoooa e Caslro, em conse-
queucia ile seu eslado de saudo c rapidez de sua via-
gem a Lisboa, nao pmlendo despedirse de todas as
pessoas que o bonraraui coin sua ami/ade, pede iles-
culpa, c Ihesoirerece all, 011 cm oulra qualqucr par-
lo onde se adiar, o seu pouco pie.limo.
Peiinula-se urna boa casa lerrca na ra de
Aguas-Verdes, coin fundos para a ra de Hurlas,
por oolra na Boa-Vista, que loaba bom quintal ou
meio silio, nao sendo em lugar esqui.ilo : a fallar
ua ra Vellia 11. 23.
Ausenlou-se do deposito geral desde "ido cor-
renle o prelo Antonio, de naejo, idade maior do 0
anuos, altura regular, secco lo corpo, descarado,
com principio de frieldade. rom falla da melade de
una d.n orelhaa quo o faz bem conliecido, leu Jo vin-
do da rasa de deleinjao, onde se arhava preso mais
oulro cn> lude feereirn desle auno, por scqueslro
do jui/.o da segunda vara municipal e residuos, es-
crivao Caldillo, com bens do evonto. Recife Si de
maio de 185U.O depoailnrio geral,
.Manoel Conralves Ferreira Silva.
Precisa-se a I i anuos,
que Icuhe pralica do taberna : na rua do llangel
11. I.
O abaivo assignado, tutor dr. pardinho menor
da nome Antonio, idade de 12 annos, cabellos mu
pouco snltiis, secco do corpo, lein unn pequea feri-
da ipi 1-1 em cicatriz. 110 peito do pdireilo procuran-
do o dedo mnimo, vestido com caira do biini liso e
camisa do algudiio/iulio, chapeo de palbinlia. faz cer-
to que teiido-se-lhe desencamiohado, rindo da rbei-
ra de S. Jos para,casa do anniincinle un da :!."> do
concille, cousla agora que se acba boinisiailn em
casa de nina pessoa, contra ,1 qual prolesla o abainn
assignado proceder erimiualeMnle, se deulm ana 3
das o nn apreseular ao mira assignado, llcctle J7
do mam de lls."ili.
Francisco Foligonio de Soasa Uasalbea.
l'recisa-se de urna ama para o serviro interno
de tima rasa do pouca familia : quem quizar e osli-
ver nestas circumslaneias, dirija-so a praca da Boa-
\ isla, sobrado u. Ill, quo achara rom quem tratar.
A QUEM INTERESSAR,
Joaquina Jeronvina do Jcsos. viuva de Jubilo
Porlella da Silva, leudo do por os negocios de sua
casa na melhor ordein possivel, declara e pede, que
se ba aliaem com direlo de ser por qualqucr forma
sen credor, por ltalos vencidos oti a veurerem-se,
haja de, no praio deS dias, contados da dala desle,
enlendersc com a aiinunriantp cm sua casa, na rua
do Livramculo, sobrado de um andar n. 37.
[tistruccko mor! e rcli
i'iosf.
F.sle compendio do historia sagrada, que foi ap-
provado para intirucsio primaria, lendp-se vend- I vz'es de bigulc." liirnozes*'jiiiilos de aoibos'os pes
rio antes da approvscao a 18600 rs., passa a serpee, esquerdo mais erosso, que o ta andar
vendido a l5l)0: na livraria ns. 6 e 8, da praca.
da Independencia.
t*~& Bichas de llamburgo.
Em frcnle a matriz da Boa-Visla alagara-so bi-
chas ilas mais superiores que ha no mercado anille
3U, e vao-eo applicar a qualquer hora, assiui como
se amla toda c qualquer fcrraincula de corte, ap-
plicam-se ventosas, limpam-ie denles c chumbam-
so a prala e a ouro ; quem precisar pude procurar,
que prouiplamenlo sera servido.
COMPANHIA
PernatnbiiCriiia.
Agencia, ro le do Mattos n. 10.
Os Sis. coiisii'tialarios dos genera abai-
vo declarados, salvados do vapor MR-
QUEZ DE OLINDA, ([uiram comparc-
cei no escriptorio da companhia, de hoje-
as ate 1 do provino mez, para recbe-
los ; advertindo-se riuc depois do prazo
mareado serao vendidos aquelles (pie li-
carein por entregar, para do producto
dednzir-se as despezas leilas com o salva-
mento.
SWV. 0701 caixa.
TW.N . 7151 lita.
C I(i7(i1
> IHil1 < 1
RS. -----1 t( 2
P V C. 1 c
22 panciro com l'arinha
lo Mtiranliao.
li travcsso c C.Volumes com tar-
iiauba, 2 barricas com
calcado e oulros pe-
pienos objeelos.
Pernambuco 2( e maio de 185C.
O encudernador particular von .")() lnstrucr3o -Moral para eneader-
nar: tiueira lra/.e-las a esta typogra-
phia, alia's seannuuciara' seu nome.
Preeisa-se de urna ama di; boa con-
duela para coziniar e mais servieo in-
terno de tima casa de |iessoas de fami-
lia : ua rua de Apollo 11. 19, primeiro
andar.
Alaga-se urna sala e un quarlo do primeiro
audar do sobrado de rua de Apollo 11. (>; a tratar na
mesma, 011 no armazem da rua do Trapiche n. 40.
Na rua do llrum uo Recife n. 2, precisa-se
de urna ama livre ou cscrava, que leiiha bom leile,
e u.io lentia lilho ; nao se duvida pagar belh 011 mais
le que i|ualqucr oulia pessoa, por se precisar muilo,
ia senhora nao poder criar.
Qaetn precisar comprar -J carroeas rom bois ou
sem elle*, procure no principio da estrada nova, si-
do do lina Jo Jusliuiauo ; assim como coulrala-se
oom qualquer reparlicao publica ou mesmo parlieu-
lar, u servido de '1 carroeas diario, por menos deque
quaesquer outras carroras : quem pretender, proco-
re no sitio cima.
Tfaapasea-M nina bvpolhecade um sobrado em
Olinda, pela quaulia de iOttf, vencendo dous |ior
cenlo ao mez : qncniquizer dirija-se a rua da Ca-
deia do llcrifc n. j,
Pede-so ao Sr. Joaquim da Cosa Bezerra te-
lilla a bondade de comparecer 110 armazem do Iciles
da rua da Madre de Heos n. M. a negocio que Ihc
diz reapeil.
fia rua Imperial, taberna 11. 171', precisa-sc de
um rapaz que j.i telilla pralica de balcao, e que d
conliccimenlo de sua conduela.
Afora-se um lerreno com -*id palmos de fenle
e outros tantos de fundo, c com .'i(H)a liOO da fren-
te ao fundo, situado na estrada Nova, do silio do
Jacobina : quem o pretender dirija-se a rua Nova
11. C> que abi achara coin quem tratar.
ESCRAVOS.
No hotel inglez ha una pessoa chegada !" sul.que
deseja comprar alituus eeoravofl o mi duvida pa-
gales i'- oi.uiiii vez (|ue sej.uu ineos c boas ligutas,
para o que podo ser procurada a qualqucr hora do
lia.
Precisa-se de ama pessoa forra, ou captiva,
que soja fiel, coziiilie bem c faga as compras), para
casa de hoineuisultciro ; na rua do Ouennado 11. 53.
Quem .iiiuui!' ion comprar um balcao usado c,
taimas proprias para taberna : dirija-sc a rua da
(lona u. ST, segundo andar.
Precisa-sc do urna prela ccrava, que saiba
tratar de meninos e cuidar da sua roupa : quem a li-
ver ilinja- como quem vai para a rua Bella, para tratar do
ajuste.
Claudio Dubcuxmudou o seu escrip-
riq para a rua da Cadeia de Santo Atito-
toi'to 11. 13.
cabello um tanto sollo, levou vcslido camisa e cai-
sa prclsa, he gaubador de rua, Irabalha de caiador e
sapaleiro ; fui cscravo de Dominsus Jos e arrema-
lado cm praca pelo ab'iso assignado, que, gratifi-
ca a quem o agarrar, c Iho entregar.
Moiiocl Joaquim Baplista.
Prccisa-se alagar um prelo, para servieo de si-
lio, cnnio seja corlar rapim e carregar agua : em ca-
sa de Paln Nash &*Companhia, na rua do Trapiche
Novo, n. 10.
Avisa-se a quem quer (pie possuir
urna letra da quantia de um conlo de
re, aceita por Zelermo Vello/.o da Sil-
veira. vencida em Janeiro ilo correnle,
haja de apresentar ao mesmo, no seu en-
genho LINDA FLOR, ou nesla praca a
Correia V Irmaos: advertindo-se pie se-
uaopagm juros quaesquer vencidos, vis-
to nao terem querido apresentar dita lo
Ira para ser paga.Joa Rczendc Reg.
Alugtt-sc nina ama que seja sadia e
tenlia bom e abundante leite: a tratar
na rua do Collegio n. 21, segundo andar.
Engomma-se com perfeicao e por
mdico preco : na rua das Cruzes, no
primeiro andar do sobrado n. 22.
ATIENCO,
Perdeu-so um cascavel de prata de menino dcpois
la proeissflo do dia i2, desde a rua do Cabuga al
a rua Velha da Boa-Visla, c por isjo roga-se a pes-
soa que o achgu.qucreiido enlregar.de levar no ater-
so da Boa-Visla, n. 78, que sera' recompensada.
Precisa-se de urna ama para o servieo interno
de una casa de pouca familia : confronte ao oilo
do Corpo Saulo, loja de calcado n. 9.
Na rua das Cruzes n. 33, precisa-se de nina
ama que coziuhc c ensnmiuc para pouca familia.
O abaivo assignado, teudo aceitado para o dia
- 1 do 1: lente mez urna lettra da quantia de 1:000?,
a favor do Sr. Jos do Barros Pimenlel, e nao Ibe
seudo cssa leilra apresculada no dia do seu venci-
mcnlo, ucm sabendo o abaixo assignado qual a pes-
soa cm coja in.u ella exista pelo presento declara
a essa pessoa, que se acba nesla prara desde o dia ~2'2
de dezembra do anuo prximo lindo, e que a impor-
tancia dessa leilra se acba prompla, podende ser
procurada no alerro da Boa-Visla 11. .'I( ; e desdeja
prolesla o abaixo assignado nao pagar joros pelo
lempo da demora. Recife J de maio de 180.
Tiburcio Valeriano dos Sanios.
Aluga-se a loja do sobrado de 3 andares na rua
da Cadeia"da Sanio Antonio, esquina do becco do
Ouvidor : a tralar com Luiz Gomes Ierren a, 110
Mundego.
Precisa-se alugar um preto para fazer o ser-
vico da casa dn familia ; paga-se bem : na rua es-
trella do Rosario u. 17, segundo audar.
Precisa-se de urna ama para lodo o serviro de
urna casa de pouca familia, composla de '2 pessoas :
quem qoizer e esliver nestas circumslaneias, dirja-
se a prara da Boa-Visla, sobrado u. 10, que achara
com quem (ratar.
Jos da Maia contina com a sua classe de in-
glez, c pode ser procurado em casa dos Srs. Gouveia
$sMMM#--MSMf|
g M CONSULTORIO HOMO
8 iwnuco. 1
<, Rua das Cruzes n 28.
9 Continiia-se a vender os mais acrediladns ($
(A medicamentos dos Srs. Caslcllan e Weber, /<*
T em tinturas e em glbulos, carleiras de lo- jSJ
^t?) dos os tamaitos muilo em cunta. (O)
,'A i"ub(isavnlsosa jOO, 800 e 1J000. a
<9f 1 onra de tintura......2|000 W
71 para tubos, e ludo quanlo he necessario pa- 2
(jyra o uso da Iiomiropalhia.
qointas-feiras; e porque para ulilidade dos seus
alumnos, devem os que moraren! uo Recite, freqoen-
lar.esla escola filial, por isso pede, roga e obsecra
a todos os pas dos seus alumuos daqaella parle da
cidade, que do dia 2 de junho, inclusive, os man-
dem a esta escola, na rua da Cadeia n. 10, e para
esla insialar.io se deem por convidados, cojo profes-
sor por sua idade, pralica e moral a toda a prova, se
torna digoo de loria a nossa considerarlo e eslima.
Francisco de l;reilas Gamboa, professor particular
da escola cenlral do melbodo Castilho, aolorisado
pelo governo.
tlercolauo Ferreira Penua do conseibo de S. M. o
fmperadui, comiuendador da oraem da llosa, se-
nador do imperio, director geral das rendas pu-
blicas, tnembro do tnbuual do Ibesouro publico
uacional, presidente da provincia do Amazo-
nas ele.
I'aro saber aos que esla provisSo vreo), que usan-
do da allribuirao que me cdnfere o art. 5. da lei
provincial 11. 15 de 18 de novembro de 1853, lu-
men Bernardo Feruaudes Vianna.para reger interi-
namente a cadeira do eusino primario, conservada
nesla capital pelo art. 2." da citada lei, percebendo
o ordeuadoegratificarles que Ihc compelirem; lican-
dii ohrigado ao pagamento dos novos direitos, na for-
ma das Icis em vigor, e deferindo-se o juramento do
eetyle antes de cometer a servir. Em firmeza do
que, Ihc mandei passar a prsenle, que vai por mim
assignada e sellada com o sello das armas do impe-
rio, regislranilo-sc onde locar. Ricardo Jos Cor-
rea de Miranda a fez nesla cidade da Barra do Rio
Negro aos l dias do mez de abril de 1834, trigsi-
mo terceiro da independencia e do imperio. O se-
cretario da provincia Joao Wilkeos de Mallos, a fz
escrever e suhscrereu.
Uerculano Ferreira Penna.
TRAPICHE DOCL'NHA. a
O propnelario administrador do trapiche 24
denominadoCl'NIIAfaz cerlo a todos os 9}
scuhores Je engenho, lavradores e negocian-
les, tanlo desla provincia como fra della, S
que al boje aiuda nao altern e nem silera 2
os [ireros dos saceos de assucar desembarca- 2
dos e amiazf nados no seu dilo trapiche, e !!
que anda conliuua a pagar 80 rs. cada ,
?i sacco, conforme as circulares qoe ha lempos Qj)
a) disiribuio. Trapiche do Cunta 21 de maio 9
a de I85. 9
a^KMfise^Ksfsaa-!*
Prccisa-se de urna ama forra 00 captiva, para
rasa de pouca familia, no Colho, sobrado junto ao
hospital novo.
Mobilias de alu,uel.
Alugam-se mobilias completas, ou qualquer traste
separado, e tambem se alugam cadeiras em grande
.iire.oi para bailes ou oflcios, e por preco commodo:
110 armazem de trastes do Piolo, na roa Nova de-
fronte da roa de Santo Amaro.
l'recisu-so de una ama qoe saiba cozinhar e
fazer lodo o mais sen ico de casa : na rua Direila
u. 80. segando andar.
Precisa-se de um hornera brasileiro ou eslran-
gciro, que saiba bem moniar e tratar de eavallos,
para servir de pgem a um senhor de engenho, da-so
boa paga : quem esliver ncslas circunstancia, e qui-
zer, pode dirigire ao largo da mafriz de Santo An-
tonio, casa de um audar u. 2, que achara com quem
tralar.
__Aluga-sc o segando andar da casa da Iravessa
do Sarapatel 11. -!. com commodos para grande fami-
lia : a tratar na Caroboa do Carmo o. 18.
i
I
Aj.ibaixo ;i"ijii,itl,i. (unda oslabolecido um col-
Igs de ctluca^ao para o sd\o rouienino, na casa sua resiJencia, na prara &.i Boa-Vista, sobrado n.
32, legando aiwl.ir, aviM aos senliores Mil da Jini-
liiis quo queir.im tccoltier baaj liliids cm dilo esta-
belecimenlo, onde ensin.ir-?c-bi as materias leoden-
les iii>tru(vao primaria c MOttiidaria, como lam-
ben] rlela fr.ince/, nnaica, desenlio, ilaiiaa, ele;
assim como avisa aos pas do suas alamnai, que -ua
aula asiste abarla desde o I.* do alaril prximo pas-
sado, o fue nfio fe anics por cansa da epidemia rel-
naule. Os estatuios desle eslabeledaDeoto lerflo
publicados com a maior brevdade quo possivel fr
a abaixo assignada.
Tliereza liuilhermina de Crvalho.
E\n.SI(:\0 IMVEUSVL DE 800,
EM PARS.
Joan A isnes, rua larga do Ko-arin 11. 28, alem das
invenees novas, fez n.elh ir-unenlos imporlanles nos
seus pianos, apropnados para o clima desle paiz. que
acabam de ser premiados na espesiro de lS-i em
I'aris.
CHVLES DE mm PRETO.
Chales de merino de cores bordados a seda liauiJ
Ditos de dilo (raneado, lino, de cor, com
um pequeo Jeleilo na franja de seda J*Sn
Cortes de vcslidos de seda com loque de mofo tStHN
Sedas de quadros de lindos padroes, o covado 18000
liTlXKI
7S0OO
700
240
280
Corles de frondelina de seda
Girtes de cambraia de seda
I-la de quadros de lindo goslo, o covado
Cassas Irancezas de cores finas, o covado
Chitas francezas de cores, o covado
Iti-cailos (rancezes com S palmos de largu-
ra, o covado
Alpaca prela fina muilo larga, o covado
Calilos prelos de alpaca liua
Corle de casemira prela lina
Hilos de dila de cores
Loncos dt seda de cor, grandes
I iho- de dita de dila para grvala
l'usloes decores linos para collcle
I'..mislas e meias de la.
Peitos para camisa de nir e braaeoa
Collarinbos branros fcilos
Madapotao lino de jarda, a pc;u
Cobef lores de alco.Vlo
Chalv de quadros de lindas cores, ocovailo
Sarja prela hespanhola, o covado ,
Chapeos le sol de seda para senhora menina #ow
Cobertores de la grandes hcspanho;s *!?
Camisas francezas brancas o de cor |35m
Komeiras de retroz de muilo costo ____aC!
Em frente do berro da CougregarSo, pasando a bo-
lica a segunda loja de fazendas.
240
600
HsOO
4*i00
iKI0
lins
600
800
41)0
240
JS50O
750
900
28000
MUTCEn""

ILEGIVEL


Terceira edi?ao.
TEATAIEITO HOIOPATSICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS,
PELOS DRS.
eiuslrucrjoaupovoparasepoderrurardestaeniermidade, administrndoos leinediormais eflicazes
paraalalha-la.emquaulo serecorreaoinedico.oumesmoparacura-Uiudpcudeutcdesle.noslugares
"'""xiduzido em poutuguez pelo dk. i, a. lobo moscozo.
Eslesdoosopusculoscontcraa'indi.acesmaisclarase precisase pela suasmpiescconcisa expusi-
c^eslaoaleaDcedetodasasinlelligeucias.nao.o pelo que diz respailo Mi meioscuralivos.comoi'rin-
cipalmenle aos preservativos que tcmdado os mais salisfaclonosresullados em toda a parle emane
lleslemiidoposloscmpra"- ,
SendoolraUmenlohomeopatlncoo nmcoqae vel.ofermid.de, julRamos a proposito Iraduzrresles dous nnporlanles opsculos em lloco* vernaci-
L, para desl'arle facilitar a sua leilura a quem ignore o francez.
Veode-ss uDicameute no Consultorio do traductor, ra Nov n.52, por 23000. Yendcm-se lamb
os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos com um frasco de liuclura 15js, urna dita de :10 tubos e
quatro e 2 frascos de tintura rs. 2oJ000.
fin
com
eWMm-mm-
W PEORAS PRECIOSAS.
* Aderemos de brilhantes, ?
diamantes e perolas, pul- J|
m ceiras, allinetes, brincos -
* e rozelas, boloes e anneis j*
* de diiTerenles gostos e de ,
s* diversas podras de valor. ?;
Compram, vendem ou g
trocan prala, ouro, bri- g
Ihantes.diamantesepero- ag
* las, e outras quaesqaer M
,J joiasde valor, a dinheiro ;*
V ou por obras.
I0REIRA DDARTE.
I.SJA DI PIR1VES
Ra do Cabuga n. 7.
Receben) por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
OL'RO E PRATA-
Adereros
R **--#) Ble*-
&
*:
>; Adereros completos de
m ouro, meiosditos, puleci- S
* ras, allinetes, brincos e |
ai rezetas, cordes, trance- jf
i lins, mcdallias, enrrentes :?
j* e enfeiles para reloeio, c |
J outrosmuitos objeclosde
i ouro.
J Apparelhos completos, *
*; de prala, para cha, ban- J
,ci dejas, salvas, caslicaes,
* colheresdesopaedech, &
% e muilos oulros objeclos
-> de prala.
FolbinEins
' PARA 0 CORRERTE AMO.
Folhinhas de algibcira contendo o almanak ad-
minisirativo, mercantil e industrial desta provin-
cia, tabella dosdireitosparochiacs, resumo dos im-
postosgeraes, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre incendios,
enirudo, mscaras, cemiterio, tabella de feriados,
resumo dos rendimentos e exportaciio da provin-
cia, por 500 rs. cada urna, ditas de porta a 160,
ditas ecciesiasiicas ou de padre, com a reza do S.
Tito a 400 ris : na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Vcnde-se urna nc^ra de boa lisura com 1(1 a 1S
anuos: na ra da cadeia do Recif, b. 10.
\cndc-se uma bna casa de podra ceal envidru-
pda, com quatro quarlos, cozinlia fora, e expelien-
te ojalla!, rita na Vanea a tratar no nMsmo logar
com l.uiz Francisco de Carvallm l'aes de Andrade,
ou no trapiche do Kainos.
i "7 ^e,"le",e ""> mulalinba coro Irinla annosde
idade, e de poucas habilidades : na ra estreita do
Rosario, n. i;,, priraeiro andar.
Na taberna da ra das Cruzes n. 22, vende-se
roanleiga frauceza a 640 e ingleza a 720 e N00 rs.,
oanlia de porco a 180, familia do reino a 100, e
mais ontros gneros.
PALITOS FRAf.CE/.ES.
>cndem-se palitos esohrecasacas de panno lino
prcto e de cores, a 1 i& 18g,. 909000 rs., ditos de al-
paca, pretos e de cores, a t5 e 89000 rs., ditos de
brim de Imho :i? e 3*500 rs.: na ra Nova, loja
PIMO 1 HMIWBCQ QUiBT ffift 28 U 1*10 M I85B
igran-
cuo, em ca-
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre?o commodo como eostumam.
REPERTORIO DO IEBICI
HOMEOPATH.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
e poslo em ordem alphabelica, com a descripcao
abreviada de lodas as molestias, a indicarlo physio-
logica e therapeolica de todos os medicamentos lio-
meopalhiros, seu lempo de accjlo e concordancia,
seguido de um diccionario da significar jo de todos
slennos de medicina e cirurgia, posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignanles podem mandar buscaros seu
xemplares, assim como quem quizer comprar.
ICASA DOS EXPOSTOS.
l'recisa-se de amas para amamentar crianras na
casa dos expostos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, lendo as habituarles necessarias, dirija-se a
mcsnia, no paleo do Paraizo, que ah achara com
quem tratar.
ARRENDAMIENTO.
A loja e armizem da casa n. 55 da ra da Cadeia
do Recife junio no arco daConceirao, acba-se desoc-
capada, e arrenda-ce para qualqaer eslabelecimenlo
em ponto grande, para o qoal tem comnfodos suffi-
eieutaa : os pretendenles eotender-se-hao com Joao
Ntpnmureuo Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na inesina roa.
SOCIEDADE EM MITA.
Fabrica de fiar e tecer algodao,
a qual necupa tliai'iainente para mais de
00 aprendizes ou brenos nacionaes,
da idadede IOa 12 annos para cima, e
com preferencia orphaos.
CAPITAL SOCIAL 500:000*000.
Socios em nome coUectivo, gerentes i es-
ponsave,
Os Srs. :Antonio Marques de A mo-
r m.
Justino Pereira de Farias.
Manoel AIvcs Guerra.
Fuma social: Amorim, Farias, Guer-
ra & C.
As pessoas assignanles das primeiras lisias, que
desejam contribuir a prompta realisacSo da fabri-
ca, -..o convidadas a njo demorar uas respectivas
assignaluras. A sociedade anda admilte assicna-
turas de lOOfOOO ale 5:0005000, afim de generaliar
a lodosas yanlagens desta til elucrativa empreza,
e contribuir ao deseuvolvimenlo do espirito da as-
sociacAo. nnico meio de salvar a azricultura e de
crear alguns ramos de industiia, indispensaveis pa-
ra auxilio e augmento da delinada e rolineira acri-
cullura. 8
22.
CAMISAS FRANCEZA8.
Vendem-se camisas linas, brancas e pintadas, a
368 e 3O9OOO rs. a duna : ua ra Nova, loia
n. 4.
CHITAS BARATAS.
vendem-se chitas finas, padroes escoeezesa 140 e
lwrs. o covado, dAo-se amostras com penhor : na
ra ISova, ioja n. 5. F
>& Ueliil imarello para lorio.
& Cabos da Russia e de Manilba.
|J Lonas, l)iin/.rio e brim de vela.
5?3 Pixe da Suecia.
9 Cemento amaiello.
5S
1 en o.
Ji Vinhode Champagne e do Rl
S$ Agurdente de Franca*.
i Pianos de armario de modelos no-
S?
vos.

m
( tintas '$
m
A facilidade dis entradas, que nunca ser.lo de
mais de 20 po- cenlo do capital subscripto, pcrinille
a lodas as pessoas que podercm dispor de urna eco-
noma de 55000 por mes, entrar como socios de
IOO9OOO.
Sendo as entradas de 10 por cento e os pagamen-
tos esparados de pouco mais 011 menos 2 niezes.
Serao precisos 18 a 20 niezes pira o inleiro pga-
menlu do cada subscripcao.
Os senhores de ciienio, plantadores de algodao
ou unirs pessoas, que rezidem fora da capital, que
quizerem enlrar nesta til sociedade. poderao diri-
Na loja do sobrsdo n. 15 do paleo da ribeira de s"' sua* carlas de l'edidus. a qualqucr destes socios
S. Jos, lava-se e enaomma-sc com muila perfeirjo 8ereB,i a0 60C|0 de industria F. M. Dupral,
.iceio, e com a reaior brevidade pos Pin l.h x. r_____ki. j i ,<",os as iufor'-,"';s I aln Nash oj Compsala declaran .po J..no -a.,i_o^ r,r i,-.uii,:.., 1 edro Jess de Malla deixon de spr seu caixeiro drsl j Elles declararlo os seos nones por extenso, doini-
dehonlem 14 do correte mez. Recife 15 de abri- cilio e nome do correspondente nesta capital, en-
ae ,856- carregado de effectuar o pagamento das entradas das
Massa adaman-
tina-
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applica ventosas pela
atraerlo do ar: pode sor procurado confronte ao
Rosario de Santo Antonio n. 2.
IC-
itm
PURLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esl poblicarjo ser sem duvida de otilidade aos
priocipiaoles que se quizerem dedicar ao cxcrcicio
do Wro, pois oella encontrar jo por ordem alphabe-
lica as principa^ a mais frequentes oceurrencias ci-
vis, orphanologicas, commerciaes e ecciesiasiicas do
nosso foro, com as remissOes das ordenaroes, leis,
avisos e reglamentos por qoe se rege o"Brasil, e
bem assim resolucOes dos Praxistas anligos e moder-
nos ero que se firmara. Conten simelhautemenle
as deeisOes das .uesles sobre sizas, sellos, velhos e
novos direilos c decimas, sem o trabalho de recorrer
a eollecro de uossas leis a avisos avulsos. Consta-
ra de dout volomesemoitavo, grande francez, eo
primeirosahio luz a est > venda por 80 na loja de
livrosn.6 a 8 da praca da Independencia. Ose-
nhores snbscripores desta poblicasao existentes em
lernambuco, podem procurar o primeiro volme
na loja de livros cima mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Brilo. praca da
Constituios; uo Maranho. casa do Sr. Joqoim
Marques Rodrigues; e no Cear, caa do Sr. J. Jo-
co de Oliveira.
Na na dos'Copiares n. 20, lava-se, en-
gomma-se, earmam-se bandejas de bolos, por me-
nos preco do que em ouira qualquer parte.
I (i J. MI DENTISTA, 2
eonllnua a residir na ra Nova n. 19, primei- at
% ro andar. '
o09;tii
Na fabrica de cale ido
francez do alerro da Boa-Visla preci.a-se de ofliciaes
de sapaleiro para obras linas, paga-se bem.
preslarocs quando forem reclamadas.
Dentro de poucosdias sera fcito pelos socios c-
renles o aununcio, convidando os subscriptores a
aflecluar o pagamento da primeira entrada, que se-
r de 10 por cenlo do capital subscripto; es reci-
bos scrao passados por qualqucr dos Ires socios, com
a firma social Amorim, Farias, Cuerra & C. Na
mesma occasiao sera enlresuc a cada um dos socios
urna copia impressa da escriplura da sociedade, re-
vestida das assignaluras particulares, dos socios ge-
rentes e socio da industria, para reconhecimento
da firma social, os .1 gerentes respousaveis Banana-
rao as mesmas copias.
/" M. Duprat.
Pernambuco 6 de maio de ISili.
Arrenda-se o engcnbo Camacho, dislanlc des-
ta praca treslegoas, peno do mangue c distante da
praia da fortaleza de Pao Amarello ires quarlos de
legoas, fregoezia de Maranguape : quem quizer ar-
rendar dirija-se ao eugenho Paulisla, asseverando
que pode safrejar de 1.500 paca para cima, e tem
Ierras eaiulas e frescas que se pode plantar no verao.
e inulto maneiro.
Trocam-se notas do Banco do Brasil por se-
dulas : na ra do Trapiche n. 40, .segundo andar.
O abaixo assignado roga cncaressidamenlc 1
todas as pessoas que contrahiram dbitos em sua ta-
berna cila no Monleiro.nos annos de 1853,1854,e 1855
a realisaro de ditos dbitos no prazo de 30 dias da
publicar, o desle, do coolrario usar dos meios
que as leis lhe facultam.Necolo Machado Frei-
rs.
Gratifica-se generosameule a quem
levar na ra do Collegio n. 13, arma-
zem, tima ama de leite que tedia boas
qualidades.
Na ra do Hospicio em casa de
Thonm de Armio Fonscca, precisa-se-
de urna 'ama que s saiba cozinliar bem :
quem etvr nestas ciicumstancias com-
pareca a qualqucr hora para tratar do
ajuste.
Trevine-se a quem nteressar iiue
r,a AI"*0*'0 al8uui cn>os que se dizem procu-
ra.ores do ausente Sr. Antonio Joaquim. de Souza
niueiro sobre os escravos Antonia, parda.de 7 anuos
,''!' e,"b,no, pardo, de 4 annos, lilhos da es-
crava liberta Benedicta, pertencenles ao casal da fi-
nada u. Anglica Joaquina dos Aojos, do cojos bens
ro inventarame o mesmo Sr. Ribeiro, .vislo adiar-
se pendente por appellac,ao no Tribunal da Relacao
o respeclivo invenlario por nullidades insanaveis que
bouvena fff?* eo mesmo se previne comp-
leme aulondade policial, para que nao Ihes conceda
Kemm^o. e"b,re,rw os toeme, que
m.7B"<,0,ll,0r^)le!!arioCe5ar Caboss, formado lem
vrtSfiaPelaFac,"dado d Babia,avisa aorespeila-
vel publico desta capital e especialmente aos po-
hSLTISSS?" nlilir-se do seu presumo, que
sila^,/ "Jd0..n? Primeiro andar da casa n. 8
..,-Q_!_u!doC,)ll,;Sio, onde pode ser procurado a
sito de pia-
nos
m.Jui.\VoW!ey -visa ao rePe'lavel pnblico, que
""i^nrtna ta' rl?^. r*T?Wein g da meSDla
le^ da tnrona ? ^E 0U,^0, mui">s fa""can-
milia, etc. n ,edl" lP.ara _a Mmmod'dado da. fa-
otnpta&.
Compram-sc em segunda nijo um ou dous fi-
teiros de pes de bolar amostras na porta, e um ar-
mario de goardar roopa : quem liver annnncie.
Compra-se pennas de con, na rna do Livra-
mento, o. 13.
Campra-se as Instituirnos de direito ecclesias-
lico de Havvier Cmeuio em porluguez ; na Praca do
Commercio, escriplorio n. (i.
Aviso
nm&

o
rapes,
qualquer hora.
Depo
milias etc., que 1
ISoS. 'd0 ,elh0 de Vta's"'' "
PARA ()S LAVRADORES.
Compra-se constantemente semen-
te de cairapato: na fabrica de *f
oleo de ricino, ra dos Guara- ^
em Fora de Portas. *j
Comprase etreclivamente.latao, bronze e cobre
velho : no deposito da fundijao da Aurora, na ru-
do Brom. logo na entrada n. 28,c.na mesma fund-
cao, em Santo Amaro.
Compra-se urna escrava sem vicios nem acha-
ques, de bonita figura, boa engommadeira, e cozi-
nlieira, e chega-se a um bom prero : na llha dos
Batos, defronle de 3 casas que eslaoa fazer-se.
Comprara-se notos do Banco do Brasil : n
ra do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
Compra-se urna duzia de colheres de prala pa-
ra sopa e urna salva para 3 copos com asua, tam-
ben! de prala, ludo em bom uso o sem eilio : no na-
eo de S. Pedro n. 2-2. F
Compra-se toda e qualquer porriio
deprata velha de lei sem feitio: quem
tiver pai .1 vender, dirija-se a ra do Col-
legio n. 15, agencia de leudes.
Compram se para urna encommenda escravos
de ambos os sexos: na ra da Cadeia do Bccife, ar-
mazem n. 36, ou na ra do tjueimado n. -JH, sezun-
do andar.
Compram-se 200 ou 300 pes de coqueiros pe-
queos : 110 armazem da ra Nova n. 67.
Compra-se toda a qualidade de trastes, novos
e usados, assim como escravas de meia idade, que
leiili.im habilidades : na ra das Cruzes n. 20.
Compra-se um cavallo que seja novo e sem
achaques, sendo bom andador de baixo a meio : na
loja n. 20 da ra do Oneimado se dir quem precisa.
Compra-se urna carta geograpbica da provin-
cia de Pernainlmco : quem a liver e quizer vender
dirija-se a ra Nova, aobredo 11. 14, segundo andar.
Compra-sc um guarda-luura em scEuuda mao,
qne esleja em bom estado : na ra llircita D. 17.
Compra-se um livro de instrucrOes militares
por Zauallo : a tratar na ra do Oueimado 11.10.
tn&ao.
\ende-se um escrivo moro, bou figura : na
roa da Cadeia do Recife. loja u. 51, de Joio da Cu-
uba Hagalhaes.
Veode-se
"laienaea, por preco muilo em coala ,V a. a .,euue-" Mrna n. 12 da ra do Corredor
Alegna oa Boa-VisU n. 42. rna da dc "* eonhoDle quarlel, com poucos fundos;
'airaUrnamesma.
Armamento de lodas as qualida-
des.
j? Alvaiadelino em p, oca
em oleo.
Pedias de marmorc para mesas e
consolos. S
\ Papel de peso ingle/.. $3
0 Chicotes para canos. '3
tt Ferro embarra, verguinbaecuapa.S
@ Couros de lustre. _;*
@ Vendem-se no armazem de C. J. &
& Astlev & C
@^@@-@#@@@^
Pedias para obras.
Vendem-se superiores (ledras da tor-
ra e de Lisboa, sacadas, vergas, cordoese
outras mais: na ra do Collegio n. ,
terceiro andar.
Violo.
Na ra do Trapiche Novo n. 16,
gundo andar, se dir* quein vende
violaoem muilo bom estado.',
Cacherina ada-
mascada de lin-
das cores a
600US. O COVADO.
\ ende-se na loja n. 21 A da ra do Oueimado es-
ia laawMla, a qoal he oplima para forrar carro;, col-
xas, e p.ra pannos de mesa, e assim como para ou-
tras muilas ruusas, c dao-se amostras*
No aterro da Boa-Vista 11. so, vende-se aaga' e
cevadinha de 1-ranea a 320 rs, a libra, tapioca 160,
ervilhas de llollanda a 120. grito de bico a 80 rs
espermacele americano a 610, azeile doce de Lisboa
a ji)0 a sarrafa, lalas de sardinhas de Nanita, gran-
des a ,00 rs., pequeas a i 10, vinhos engarrafados do
I orlo de IHjO a 1S2S0, dito.52a 15120, dito 53 a I*,
muscatcl de Selubal a I528O, dilo a 900 rs., vinho
madeira secca 1 a girrafa.
Attenco.

Fazendas muilo baratas.
Corles de laazinha de cores escuras para
vestidos r
Salames.
Oueijos de nata.
Harenquei em bami de '25 e ,r>0.
Sardinbas frescas em sal.
Oueijos verdes sui.ssos.
Kilos de Limbiirgo.
Caviar da Russia (ovasde pcixe.)
Salmao rumacado.
Ilarenqiies lumarados.
Repollioem barrias de 15 libras.
Fejio verde em dilas de lo ditas.
Bolachas de Hamburgo em latas
des e ineias.
CONSERVAS EM LATAS.
Boeufa lamode, Boudin Mane et noir, saucis-
m, raiinnla de veauet de homarda, Paleta delievre,
do poulet. de brochel ele, asperges, leves gran-
des, jaropes de diversas fruclas.
Cognac (Palo Brandy) r
de, em cafcas.
Rlmmda Jamaica verdade
\asde 12 garrafas.
Vi ii lio do Porto.
Vinho Xeres (Sherry.)
VinhoBordeaux, Marcas; PichnLou-
gneville c St. Julien Cabarrus.
Xarope de vinagre.
Todos estes gcocros vendem-se lano em porrao,
como se acham a disposirao do publico, as horas do
l.uncheon e ale a noile.
Vendem-se cathecismos romanos,
Iradu/.idos pelo padre Domingos Lopes da
Costa e Cruz : na rna do Encantamento
n. 76 A.
Queijosdo Serid.
Francisco Jos Leite, na ra do Colle-
gio, re c.-beu grande porrao deate gene-
ro, os mais leseos qne be possivel ha ver,
que vende em porrao e a rctalbo, a pre-
co commodo.
Vende-sena ra do Collesio n. 21, lerceiro
andar, urna bonita escrava crioula. de idade 18 an-
uos, e una molatinha de 10, muilo linda.
GOMMA.
Apenas e\isle um pequeo numero de saceos com
gomma do Aracal), que se vcude muilo em conta
para acabar : na ra da Cadeia do Recife n. 57, es-
criplorio de Joo remandes Prenle Viauna.
Vendem-se velasde carnauba pura por menos
do que em ouira qualquer parle : na ra de Moras,
rennaeso n. 7.
Vende-se SOO taccas com farinha de
mandioca chegada ltimamente, a reta-
lio ou em porrao, a 5x000 a sacca : no
becco lo Carioca n. 7 e !), e ra da Praia
n. -27, tendo 2 aiqueires pela medida do
Rio.
Vende-so ou Iroca-se por ouira que seja de me-
nos valor, casa terrea da ra do jNogucira 11. 49 :
Irala-se na mesma rasa.
FARINHA E Mli.no.
\cn,lem-se laceas com farinha e milho, por barato
preco : na ra da Cadeia do llecife, loja n. 23.
- Vende-se ""> e"avo robusto c de bonila figu-
ra : na praca da ltoa-\ isla, Isberna 11. i.
- Vendcin-se SOO cocos seceos com casca, proprio
para embarcar : ua ra Nova 11. Is.
Na loja das seis
portas
Fin frente do
Chitas a seis vintn
ivraiueuto.
.intens o covado, algodAozinho com
loque de avar.a as ourellas a seis vintn, a va a
iaasam.,a pataca o covado, riscadinhos fraoceze.
acabar '' """*"' diahe,r0 ;1 W
n^i le/as
Dito
28.500
los decambraia brancos bordados deagulha IjOOll
l.aazinhas escuras para vestidos, o covado
Lencos de seda de cores grandes
Meias de algodao prelo com pouco tonue de
mofo, o par
Damasco de pura laa com 6 palmos de lar-
gura, ocovado
Panno da Costa francez, superior qualida-
de, o covado
220
15000
200
13300
700
Crlesele colletes de casemira bordados de c.ir 1500
IHIn-, (IO lili II,, .1 Il.-_ ...___a?.. .
1JOO0
50000
AjOOO
18800
1^)00
000
500
15500
28500
500
53500
TjOOO
25000
Ditos de fusiao de barra cores linas
Dilos de casemira para calca finos decores
Ditos de meia casemiraiescura, cores lisas
com loque de mofo
Ditos de brim de linho de cores trancado
linm de liuho trancado lino, cor de Rana.
a vara
Dito de linho branco (raneado enlrefiuo, a
vara
Dilo de dilo pardo do quadros, lino, o covado
selim branco de alacio, superior qualidade.
o covado
Dito preto de Maco muilo fino, o covado
Selim de diversas cores com pouco toque de
mofo, o covado
Chapeos pretos fraucezes para menino
Ditos para homem muito modernos
Algodao americano largo com loque do
avaria, peca
liern como umitas oulras fazendas de goslo por p
ros muilo baratos: no armazem de fazendas de (jou-
vea & l.eite, na ra do CJueimado n. 27.
Vendem-se
dous moleques na roa da Aurora n. 18 : os prelen-
2" JSte" ". Que acharao com quem
tratar, das !l horas da mauhaa as i da larde.
Vende-se um carnciro com sellim e arreios
proprio para mcuino andar moutado por ser muilo
da loja da noneca da cera.
Vende-se prala brasileira em moeda a um nor
cento : oa ra do Brum, armazem n. 28. '
Vendem-se charutos varetas randSo, i conhe-
ndos enaca.zinhas de 50 por 2800, e da 25 por
*' fssimeomo regalia imperial, novo fabncanle
e qualidade superior por 3a a caia com 100 charu-
tos : na prata da Iudepeudeocia, loja de calcado ns.
Vende-ae urna escrava crionla do 20 a 21 an-
nos de idade : na ra do Sol o. 13.
riri.Vende"'e uma ,scrava. qoal cozinha o dia-
Z USTSS'lava de sabao e vende "a rua qem
pretender dir.ja-se a rua do Eiicantamenl, u. 3, ar-
mazem, que achara com quem tratar.
Vende-se urna escrava da Cosa, bonila figu-
a engomina c cozinha, lava be. roupa ehequl-
vT.na,N,rs:f sr dfidae: "a dS~
venan, /ti, segundo audar.
Na rua das Cruzes n. 22, vende-se um molc-
que COZIoheiro, um raulatinho claro, de 12 auno
h^iHid^, -USU rm "ma ?" un" m"lala "
;I^T,U' Prondada, um, crioula de
18 anuos, com habilidades, esla para fora ,1a provin-
cia, e um escravo de naci para lodo serv..o.
H.7eJ"'e"Se Uma 1>rela crloula ,le l0''"'u *crvico
SltaSLl'""' a'"da ,n0-a- c P"cipalmente muio
conce n rP'r" Cr,arc1lr;"ar de me,,nos ""'
c"'' raz"se ".ocio Por o dono estar precisado
R-,ice ,l).,TC,0:,a,fallar C I**. a r"ad
SfSS a de'nanl,aa le as 8 horas, e de larde
do meio da em diante.
Vende-se um oilanle prompto para o observa-
rla i"0 'e"lrau'"oi |irei.o commodo : na rua da l'raia o. 17.
UMO
R DA CRUZ R. \(\,
Joao Praeger, dono desle eslabelecimenlo, lem a
honra de participar aos seus respeitaveis fregueses
eao publico em geral, que pelo navio chegado ul-
imamenle de Hamburgo, recebeu um grande e
bem escolhido sorli.nenlo de geoeros alimenlic-ios
de odas as qualidades, cousisndo as seguidles
comidas, e bebidas. *"
vaquetas i
Vendem-se vaquetas inglezas para carro, da me-
nor qualidade, e por prero muilo commodo : no de-
posito do aterro da Boa-Viste u. 78, e sola de lastre
a liso meio.
Vondem-se 2 casas aovas, pintadas de amarel-
o, no Campo \erde. com bous arvoredos novos : a
iratar na mesma, de mauhaa alo as I horas, e de tar-
de das 3 em diante ; lambem vende-se uma casiulia
em Saolo Antonio.
Al tenorio.
Vende-se uma bonita escrava crioula. recolhida,
de 20 annos, sabendu cozinliar, eiigommar, coser
chao c labyrinlho, muito propria para casa de fami-
lia por ser muito honesta e de hons coslumes, emfim
boa para quem quizer possuir, o que he perfeilo
quem pretender, dirija-se a rua dos Martyrios n. 11.
Na rua do Cabug, loia do miudezas 11. i, ven-
dem-se por baratissimo prero as socuintes fazendas:
pacolcs de papel de cores com 20 cariemos a 020 rs.,
bolesde osso finos para calca, presados em papel, a
groza 200 rs., franjas com bololas brancas e de cores
a pera 39500.
Vende-se Tarinha, medida velha, por prero
commodo i na rua do Vjgario, taberna de Joao Si-
niao.
Na rua do Cabug. loja de miudezas 11. i, ven-
de-se um completo sordmeiilo de bahado do Parlo,
lano aberto como lavrado, e de lodas as larguras,
principiando por 3 dedos c acabando em 1 palmo re-
forrado, o qual se vende mais barato do que em ou-
ira qualquer parle, por se querer mandar o mais
breve possivel aconta de venda ao fabricante.
Vende-se uma parelha de cavallos rucos para
carro, sendo um dellcs bastante gordo, e lanibem se
vende separado : na loja de fazendas ua rua do Ps-
elo n. 7.
Pianos,
Vendem-se pianos verlicaes inalezes, de elegantes
modellos e eicellcutes vozes, fabricados portimdos
mais acreditados autores, premiado na exposicao de
Londres: no armazem de Uottron Itooker iV'Com-
panhia, praca do Co po Santo.
Vende-se saecas grandes com fari-
nha de mandioca : n largo do Corno
11. armazem de Palineira &
Em casa de Timm .llorasen & Vinas-
a, na praca do Corpo Sanio n. 13, ha para vender
livros para copiar, por prero commodo.
Vende-se rape Meuron & C, muito
iresco, a relalho e em oitnvas: na loia
do Sr. Domingos Teixeira Raslos, na rua
da Cadeia n. 17.
Relogios
cobcrlos e desroberlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de om dos melhores fabri-
cantes do Liverpool, vindoa pelo ullimo paqoelc in-
glez: em casa de Soulhall Mellor kV Companhia rna
do Torreo o. 38.
Cortes de seda
para vestidos de
senhoras.
Na loja d. 17 da rua do Oueimado ao p da boti-
ca, ha um grande sorlimento de sedas modernas de
novos desenlies e cores muilo delicadas, ltimamente
despachadas, as quaes se vendem por muito barato
compePn,or.'!af'Urar,1n,"!r0'' daoHe as amoslras
1%!^%
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara reaarhortas ebai-
iadceapim:na fundicaode W. Bowman,
na rua do Brum ns.fi, 8 e 10.
1 boa fama
TENDE BARATO.
Libras de buhas brancas 11. 50, (O, 70, 80, a
Ditas de dilas ns. 100 e 120
Duzias de thesouras para costura
Duzias de dilas mais linas e maiores
Macos de cordao para vestido, alguma cousa
encardidos com 40, SO e 00 palmos,
P*;.as cun 10 varas de bico eslreito-
Caiiinhas com asulhas fraucezas
Cai\as com lli nvelos de linbas de marcar
l'ulceiras encarnadas para meninas e senhoras
l'ares de meias filias para scnliora a 210 e
Miadas de liohai mnilo finas para bordar 100 e
broiaa de boles muilo lios de madrcperola
DiUs de ditos muilo finos para cairas
livellns douradas par cairas e coletea
Fentesdeverdadeiro bfalo para alizar.a 300 e
Pecas de lita de linho brancas com li e meia
vara
l.aiv.is ruin colvetes grossos francezes
Carrileis de linhas de 200 jardas de muilo boa
qualidade e de Iodos os nmeros 80
Macinhos com '/O erampas, e de boa qualidade 00
I aresde suspensorios de bonitos padroes A(i
lorcidas para candieiro, duzia
l'inteiros e areeiros de porcelania, par
Carleiras de marroquim para algibcira
Caetas muilo boas de metal epao20e
t-aniveles de aparar pennas
Meias brancas e cruas para homem, 160, 200 e 210
Iraiirinha de la de caracol e de todas ascres
palmo
Duzia de pentes de chifra para alizar, bons
rosasde bolocs de loura piolados
Peras de fitas de coz 210 e
Carreteis de linhas de 100 jardas, autor
xandre
Linhas pretas de mcdinlia muilo boas
Cartas de allinetes da boa qualidade
Italia de pontea aberto* para atar cabello
Meias de lio Escocia para menino, brancas e
de core, fazenda muilo boa 210 e
I i ve!.is de aro rom loque, de ferrugem para
calca
irosas de fivelas para sapalos
Cainnhas envernisadas com palitos de fogo
de velinhas
Carnudas de pao com palitos de fogo bons
Caitas com 50 caiiinhas de phosphoros par
rliarulos
Charoleiras de vidro 80 e
Casles para bengalas muilo bonilos
Atacadores pretos para casaca
Sapatiuhos delaa para crianras, o par
Camisas do meia para crianras de peilo
I rancelins para relogio, fazenda boa
Lscovinhas para denles
Alem de todas estas miudezas, vendem-se outras
muitissimas, qneavisla de suas boas qualidadese
baratos prcros, causa admirarao aos proprios com-
pradores na rua do Oueimado, na bem conhecida
loja de uiidezas da boa-fama n. 33.
I91OO
15280
1IO00
15280
210
560
200
280
210
:10o
160
00
280
120
500
50
00
10
MI
500
600
40
200
Na loja das seis
PORTAS EM FRENTE DO LIVRAMFNTn
braa lisa *X2gZ.*&* --
les de vestido de Li ." a ., 5 mi1 fes, cr-
palaras e don rril ,2'*l', COm J barras a neo
bota,,, a ,,ia KVftSSSJBSfC:
lados para meninos a seis vintn1 chale da .P "~
encarnados flor amarella a duas p'maca d?nl1.t,nga
vista para acabar. paiacas ainneiI0 a
I VINHO E OPIATO ANTfS> |
Ale-
100
800
300
320
para
M
20
110
25600
320
40
560
120
20
400
80
sH
320
500
140
IIKI

Sanio
Bell rao.
Vende-se uui sitio em Ueberilic de baixo, jun-
io as Ierras do Sr. Cybson, rom casa de lalpa, alguns
pes de laraugeiras e eicellentes jaqueiras, por prero
commodo: a Iratar no largo do Paraizo, sobrado
11. 21.
Francisco Jos Leite, na rua do Collegio, tem
para vender os seguintes gneros, chegados no ulli-
mo navio de Liverpool :
Presuntos para fiambre.
Bolachinha soda cm lalM grandes e pequeas.
Dita finissimacaplain.
Latas pequeas e grandes com biscoilos.
Crakncll.
ijucen.
Fanci.
Mixed.
Pcate.
Frascos de conservas sortidas.
Potes do sal refinado.
E oulros muilos gneros que lulo vendo a praMa
commodos, e garante a qualidade.
RAP DE LISBOA
a 30 rs. a oilava : na rua da Cadeia do Recife n. 15.
Velas <;e carnauba..
Acaba dechegar lo Aracaty uma por-
rao de excellentes velas de cera de car-
naubr, simples e de composieao, as (|uaes
se vendem por menos prero do que cm
outra qualquer parte: no antgo deposi-
to de D. R. Andrade 4 C, rua da Cruz
n, 15.
Aos fabricantes de velas.
Domingos R. Andrade & C, com ar-
mazem na rua da Cruz n. l, continam
a vender superior cera de Carnauba em
porrao e a reta 1110, assim como sebo refi-
nado, viudo ltimamente do Rio-Grande,
e tudo por commodo proco,
Queijos do
sertao
No deposilo das bichas, rua eslrcita do Rosario n.
II, exislem queijusoV)sertao e favas de Lisboa,c bo-
laclnuhas viudas de fora, de lodas as qtialidades, e
outras muilas cousas.
Bichas de Ham-
burgo.
Na roa estrenado Rosario n. II, deposito das hi-
enas de llamhurcn, evi-leni os ceios a 305, c alu-
gam-sc a 520 cada uma.
Farinha de S. Matheus.
Acaba de chegar 0 hiato S. Pedron com um bo-
nito carregamento de farinha de S. Malheus, nova e
nem torrada, a qual se vende por commodo prero;
para relalho a bordo dilo hiale fondeado ao pedo
caes do llamos, e para pore?o a tratar na rua da Cruz
11. 1, escriplorio de Antonio l.uiz de Olivcira Aze-
Ui:<-o deposito do rap
rea preta da Baha'.
Acabain de chegar algunas libras desle muilo
acreditado rapc.o qual rivalisa como princeza de I is-
DM : vende-se 110 deposilo da rua da Cruz n. I, es-
criplorio de Antonio l.uiz de Oliveira Asando,
Sementes.
Vendem-se semeules de hortalizas e llores de lo-
oas as quahdades chegadas pelo ullimo navio de Lis-
boa: na rua da Cadeia do Recite, loja de ferra-ens
o. .ib, de Francisco Custodio de Sampaio.
vendem-se saecas com milho muilo novo e
grandes a 3*00, ditas grandes do alqueiro do leiiSo
r,,'f Jv'" '"Ud0 Tm saccas a '-^-M a"oba : na
rua do V igario n. 5.
PEI.I.ES DE CABRA.
^a rua da Cadeia do Recife n. 57, vemlem-se ovi-
les de cabra por commodo prero, para acabar.
VELI.AS DE CARNAUBA.
iva rua da Cadeia do Recife n. 57, vendem-se >u-
penoras velas de carnauba pura ltimamente checa-
das do Aracaly, mais barato do que em ouira qoal-
Vende-se uma cadeirinha a .moderna e rica-
mente dourada.Jcom o competente caiv.lo em que se
guarda a libre para os uegros : quem a pretender,
duna-s ao aterro da-Boa-Visla 2, primeiro a^
Jos Joaquim Uoncalves da Silva, eslabelecido no
"crr" da,.....\A lsla n. 8, defronle da boneca, avisa
ao respeilavel publico, e particularmente aos seus
rreguezes, ainanle dos bons gneros e baratos, que
sua casa de negocio se ada sortida dos melhores g-
neros de n.olhados, e vende mais barato do que em
outra qualquer parle, chegados ltimamente de di-
versos portos da Europa: conservas alimenticias viu-
das do Porto de una fabrica nova, as melhores que
em viudo a este merc.do. bolachinha de soda em
alasBrandese pequeas, biscoilos linos inglezesdo
odas as quahdades, em lalas. queijos londrinos, di-
tos do reino de ludas as qualidades, conservas in-le-
zas. presuntos de Lamoso, ditos para fiambro de iri-
roeiraqoalidade, latas com bolachinha deararut.de
K10 vinho do Porto velho enaarrafado |de lodas as
quahdades, dito Bordeaos, dilo muscalel de Selubal
0 muilos ouiros vinhos de superior qualidade, bola-
cinha de Ballimore redonda c qnadrada, cha da In-
dia11 inelhor que lem viudo ., ele mercado, dilo
Clum, chocolate baunilha allemao, dito de l.isbo-i
dito franrez, massas Bnaa para sopa de lodas as qua-
lidades, mantena ingleza e franceza, nova, de supe-
rior qualidade, cevadinha. cevada. sag, ervilhas
marmelada de Lisboa muito superior, sal refinado'
para celada, azeile dore refinado de primeira quali-
dade, champagne calmante em garrafas c meias, h-
lalas inglezas, o muitos oulros gneros de primeira
qualidade, que so .1 visla dos compradores acharo
verdade o quanln se diz ueste anuuncio.
A nielhoE farinha de man-
dioca em saecas
que evisle no mercado, vende-se por prero razoa-
vel: no armazam do Cazuza, caes da 'alfandesa
11. 1.
u_, !*0l',,',AIT,c,eur' Verm'fK<> "Slez, salsa de
Brisiol, pilulaa regeUea, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros, em casa de Bartholo-
meo, I raucisco de Souza, na rua larga do Rosario
(J. ii(la
Gobei lores de laa hespa-
nhes limito encorna-
dos e grandes.
volta para a rua da Cadeia.
Cmbralas de seda a 240
o covado.
n. 'f d^ Crc^ "' TnJ"n-se cambraias com
ores de seda a 210 o covado, ditas mais linas a 520.
A 8.S-000 o corle de vestido para sei.hora.
tara bailes, saraos, theitros, visitas, etc.. etc..
vendem-se lia rua do Crespo .,. 11. riquissimos cor-
le, de una fazenda de seda e lita denominada-Pri-
mavera ; esla fazenda lon.a-se recommcndavel pela
qua idade gustse preco, e por isso he intil qual-
quer elogio. Na mesma cas. vendem-se sedas esco-
cezas de novos padroes a 13 o covado. a
Rua da Praia, natravessa
do Carioca, armazem
vendem-se mais barato do que cm oolra qualquer
parte saccas de aiqueire, medida velha, com farinha
dchaulaCalliarma, a mais nova
existe no mercado.
Farinha de Santa Calbarina,
('ueire lliOO
Dita de S. Malheus, dita dito t5500
Ditade Alcobaca, a sacca 33e :ij00
Arroz pilado muilo superior, a arroba M300 e 1500
1 li lo de casca, saccas grandes -.miii
Mdho, saccas grandes c muilo novo ^SOO e:i000
Cal virgem de
Jjislioa e potassa da
Russia.
Vemlc-sc na rua do trapiche n. 9 01t, cal virjem
de Lisboa, nova a 53OOO o barril, velha a 500 rs. a
arroba, e potassa da Russia a .'100 rs. a libra.
Relogios de patente
inglezesdo ouro, desabnete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AugustoC. de Alneu, na rua da Cadeia
do Kccil'e, armazem 11. C.
Vende-se a muilo acreditada nadara do Han-
guinho, sita na casa do Sr. cirorgiSo Teixeira, com
militas freguezias na Capunea, Allliclose Roa-Vis-
ta, alem da da porta, a qual lem todos os pcrlenccs
a Ujtbalbar, e na mcsnia lem um cavallo para cn-
iresa de pao na freguezia : para tratar, ua ruada
Snlcdadc a. 17, 011 na mcsnia.
II VAS DE TOB.CAL.
Vendem-se lavas pretal do loreal, chegadas ulli-
mamenlede Lisboa, pelo baratsimo proco de IMKHI
o par: na rua do Qatmado, loja de miudezas da
ba fama u. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jarome Pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em sarcos ara-
iles ; para porres irala-se com Manoel Alves Guer-
ra, na rua do Trapiche n. li.
Atteneao
Itiscadn escuro e muilo largo, proprio para roup-
de esravos a KiO o covado, colchas brancas adamas-
cadas demuilo bom goslo a 5>, alnalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a I3OOO 1 vara, loalhas
de panno de linho alcovoadas e lisas para rosto, as
mais superiores que lem vindo ao mercado, dilas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras muia
tas fazenda9 por preso commodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
lili'
e mais fina que
sacca do ai-
para
Cal de Lisboa.
Vende-se uma porrao de barris com cal de Lisboa
por baralo preco. e relalho a 33 o barril t na rua da
Cadeia do Recife n. 50
IMAS TRRAS NO SERTAO'.
Vende-se uma propriedade de Ierras proprias, leu-
do meia legoa de (estada e uma de fundo, no lugar
Kapoza da fregoezia de Bezerros : quem prelender
asvelide"' lnja^c a rua Nova D- *- I1* "* qnem
Livros Classicos
Vendem-se os scauinles livros para as aulas pre-
paratorias: Ilislory of Rome .33000, Thompson'2,
ns". e 8 lr?""e 'Jm ; "a ,,raSa da lndePeD SEMENTES.
Sao chegadas de Lisboa, eacham-se venda na
ruadal.ru/doReciren. 63, taberna de Antonio
1 rancisco Martin, as se^uiultsscmenlesde hortali-
ces com,, 5e,am : crvilhaslorla, genoveza, e de An-
^olareijaocarrapalo. rozo, pintacilgo, c amarello,
airare repolhudae alleanla, salsa, tomates Brandes,
rananos, rabaoelea brancos < encamados, nabos ro-
rt,fr !?1C0,' so!,oir,i,s '""? e amarellas, couves
Winenuda, lombarda, esaboii, sebola de Selubal,
se,urclha,coeulrodetoaceira. repolhoe pimpinela,
e uma grande porrao de diflerentoa sement,, das
mais bonitas flores parajardins.
Relogios
ezes de pa-
tente,
os melhores fabricados cm Inglaterra: em easa de
llenry Oibson : rua da Cadeia do Recifen. 52.
AGENCIA
Da fundic,o Low-Moor, rua da Scnzala-No-
va n. 42.
Ncsie esiabelecimento conlina a haver um com-
pleto sorlimento de moendas e meias m oendas
para engento, machinas de vapor e laixas de
ferro balido o coado de lodos os tamanhos
dito.
A3S500
Vendc-secal de LisboaultiriiSmariechegada,as-
sim como potassa da Russiaverdadsira : naprarado
Corpo Sanio o. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
I.eneinbos de retroz de todas as cores para pescoro
de senhora e meninas a lgOOO, baralhos de carlas fi-
nissimas para vollarele a 500 rs-, loucas de laa para
senhoras e meninas a 00 rs., luvas de lio da Escocia
-',rua.nCi',-.decore9 |,a,a """em e senhoras a OO,
.100 e 600 rs. o par, camisas de meia mnilo finas a
la, ricas luvas de seda de todas as cores e bordada*
com guarnircs e borlas a :i3 e-teSOO, ricas abotoal
le madrcperola e metal para rlleles e paliios
a SOO e IJJtJ rs., superiores meias de seda pretas para
senhora a 2#50j0, meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhora a 5110 rs. o par, linissimas navalhas em
estojos para barba a 23, ricas caixas para guardar
jo.as a soo e l;..00, eaiiM muilo ricas rom reparli-
menlos unicameiile proprias para costuras, pelo ba-
ralo prero de #500, :S e 3S.500, papel proprio para
os namoradosa 10. lio, 80 e 100 rs. a folha, caudiei-
ros americanos muito elegantes, proprios para estua
danles ou mesmo qualquer eslabelecimenlo pela boa
luz que dilc1 a .)?. Iravessas de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo baralo prero de I?, pastas para
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
maran dourada e sem ser duurada a 500, 700, 1 e
15-500, escovas muilinrmo finas para denles a 500 rs
ricos leques com plumas e espelhos e pinturas finisl
simas a 3i o 5^, charuteiras finas a2, ricas ealhelei-
ras para azeile e vinagre a '23, ricas e lioissiraas cai-
zas para rap a 2500 e 3fc pentes de bfalo, fazen-
da muito superior, para tirar piolhos a .500 rs., ditos
de marlini muito bons a 400, 500 e 610 rs., resmas
de 20 quadernos de papel de todas as cores de folhas
pequeas a 720, riquissimos Irascos com extractos
muilissimo fiuos a 13200, 1)500, 2c e S|500, jarros
luuilia franceza muilo lina a2j, frascos com essencia
de rosa a 520, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e grandes da verdadeira
agua de Colme de l'iver a 180 e 13, sabonelcs finos
e de diversas qoalidades, pos para denles o mais fino
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras muilas perfumaras
ludo de muilo goslo e que se vendem baralo, loroiuas
n.mtissimo linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costaras, trancas de sedas de
bonilos padroes e diversasalargaras e cores, ricas fitas
de seda lisas e lavradas de lodas as larguras e cores
blcos de linho linissimos de lindos padroes e lodas as
larguras, ricas franjas de algodao brancas e decore
proprias para cortinados, e oulras muilissimas couas
que ludo se vende por 13o baralo preto, que aos pro-
prios compradores causa admirarao: na rua do Ouei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 35.
LERICO
DO
DR. ANTUNES.
! Estes dous medicamentos condecidos por
S ;?,1!,,"ud1" resollados, no Iratamento do asi
SJ CHOLERA, vendem-se, acompanhados da
@ um folheto, na pharmacia de Luiz Pedro das *
* Neves, roa da Crnz o. 50. %
9 Trero de 2 vidros e 1 folhelo 3a000, da
1 caiza 75&000. ^^' 2
POTASSA E CAL YIRGEI.
r ^ aj"?? e ja bem conheci'lo deposilo da rua da
Ladea do Recife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Rnssia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a presos muito favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores satisfeilos.
Vendem-sc sellins com pertences,
paienle inglez eda melhor qualida-
do que tem vindo a este mercado :
no armaaom de Adamson Howie
4 C, rua do Trapiche n. 42.
..nTnJ.^T"6 n,?aaP1 fino, e de oulros, com
um pequeo toque de avaria, por precos moito bara-
tos : na rua da Cadeia-Vo, n. 24, primefrl S
C. STARR & C,
respe.losamenleinnnnciam que n sea exlenso es
labelecimeulo em Sanio Ama?o,contiuu.m afabrtca
con, a maior perfeirao e promptidSo. toda a quah-
dade de macluuismo para o uso da as.icullura
navegaeao e manufactura : p n. aK
modo de seus
navegas*. e manufactura 5 e que para maior com":
numerosos freguezes e do publico
cm geral, leem aberto em um dos grande, arma-
zens <.o Sr. Mesquita na rua do Brnm, atraz do
arsenal de mamitis um.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo sea eslabelecimenlo.
Alli acharan os compradores um completo sorli-
mento de moendas de canna, com todos os melho-
ramentos (alguos delles novos e originaes) de qoe
a experiencia de muilos annos tem mostrado a ne-
cessidade. Machinas de vapor de baila e alia pres-
alo, taixas de todo lamanho, lano batidas como
fundidas, carros de mao e ditos para conduzir for-
mas de assucar, machinas para mqer mandioca,
prensas para dilo, tornos de ferro batido para fari-
nha, arados de ferro da mais approvada coostroc-
cao, fundos para alambiques, crivos e portas para
tornalhas, e uma infinidade de obras de ferro, qne
seria enfadonho enumerar. No mesmo deposilo
enste uma pessoa intelligente e habilitada para
receber lodas as encommenda, ele, etc., qne os
annuuciantes contando com a capacidade de suas
oflicinas e machinismo e pericia de seas ofliciaes,
se compromctlem a fazer execatar com a maior
presteza, perfeirao, e exacta conformid.-ide com os
modellos ou desenhos, e inlrncres que lhe forem
urnecidas.
MECHANISIO PAR EIGE
I.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimcnlo dos segoinles ob-
jeclos de mechanismos proprios para engenbos, a sa-
ber : moendas < meias moendas da mais moderna
conslruccao ; laixas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de lodas as propor-
riies ; crivos c bodas de fornalhae registros de b-
eiro, aguilhcs, bronzes, parafusos ccavilhOes, moi-
uhos de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDICAO.
ae-eicculam (odas as encommendas com a superior
r.dade ja conhecida, e com a de- ida presteza o com-
modidade em preco.
Salitre superior.
Vende-se e muilo baralo, na loja de ferragens da
rua du oeimado n. 35, em porres e a relalho.
A boa fama
VENDE BAliATO.
...idas me.as de seda de cores para criauras jH
andejas grandes e de pinturas finas 3,'la o 3000
SL^SL' aim,- mlh<" Que pude
58000
10200
(40
800
1JO0O
1JO00
500
3|000
:ft00
22000
1C00
500
18000
15200
320
600
500
0
700
haver 4*NW --------------------qUe V"
Pennas de ajo, bico de lanra, o melhor que
ha,a croza H
Dilas muilissimo finas sem ser de larrea
Oculos de armario de 350 com graduces
Lunetas com armarao dourada
Ollas com armaran de tartaruga
Dilas com armario de bfalo
Ditas de 2 vidros'com armarao de tartaruga
I oucadores de Jacaranda com bons espelhos
itos sem ser de Jacaranda I9500 e
Meias prelas compridas de l.nia
Heogalas de junco com bonilos casles '
Ricos chicles para cavallos grandes e pe-
quenos a K00 rs. e ^
Grvalas de seda de lodas as-cores a la e
Atacadores de cornalina para casaca
Suspensorios finos de borracha a 100, 500
I entes muilo finos para suissa,
Escovas muilo linas para cabello
Capachos piulados compridos
n.'.'.ff.' !D'^imos de, "adreperola para camisa 15200
Ouadernos de papel paquete muilo fino SO
omos sanalinhos de merino para crianras 18500
realcanelas para pennas de aro a 120 e 200
Ricos porta relogios a l?800 e
cas canas tino, de metal para ra
pe
TAI XAS PARA ENGENHO.
Na fundicao de ferro de 1). \V. Bowmann ua
rua do Brum, passando o cliafariz, conlina ha-
ver um completo sorlimento de laixes de ferro fun-
dido e batido de 5 a 8 palmos do bocea, as quaes
acham-e a venda, por preco commodo e com
promplidao: embarcam-se ou rarregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vcnde-se em casa de S. P. Jolinston & C.,
rua da Senzala-lNova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e da monlaria, candieiros e castices
bronzoados, relogios paienie inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho t'.herry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbee raunicao, arrojos para car-
io, lonas inglezas.
Cm completo surlimenlo de bordados como se-
jam, camisetas rom mangas, collarinhos, peililhos,
romeiras, camisiis, coilinhas e pelerinas j tambera
lem um completo sorlimento de ricas flores, enfeiles
para cabeca, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
de linliu : na roa da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
2S0O0
a 500e 600
640
auno
2J000
48CHIO
200
8T0
500
38000
Escovas muilo finas para unhas a 320 o
lilas linissimas para cahello 18.500 e
Dilas dilas para roopa 1?, 18200 e
Papel de linho proprio para artorios, resma
1 meis linos para barba
Duzia de lapis mnilo finos para desenho
Upis linissimos para riscar, a duzia
Duzias de facas e garios finos
Dilas de facas e garfos de balando mnilo finas 68O0n
Dilasd.las muilissimo liuas, cabo de marfim 158000
.aniveles de aparar pennas muilo finos 80n
na rua do Oueimado, nos Onalro Cantos, na loja de
zer;,"; safama n-33-defroD,e da >*de f-
N avalhs a content.
Conlinua-se a vender a 88000 o par fpreco'ru) as
illm! conh'd""valbas de barba. KESSlf
il fabrcame que liaatido premiado em diversas -
pos.ues : vendem-se com a cndilo de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las ale 30 dias
depois da compra, restituindo-se a importancia em
ReSc,?eenA3!i,.,5,OC-dCAbrCU' "a -**
$crat>03 fmi*o$.
a
Co
Co ,a andar fgida a prala Merencia. cri.
onla, idaa.de 28 a .50 annos, pouco mais ou meno,
T HS'Sn!,n SCBU",l? : falU de denl" f 'i '
auem 0relll.aS raSSada l,ro>n"'e dos brincos
SSS?gr?**!***/? d0 '". mazem d.
assucar n. 12, qoe sera bem gratificado.
rn('r?,ifica;se com I0***) qoem pegar o es-
cravo cabra, de nome l'aulo, fgido no di. 1.-de
M dr Crrr aDn0,eDd0 0> si,,aes *g"inles :
rim com um laJI.o junio ao nariz no lado direilo ; levou
bastante roopa. sendo cairas de brim, um pililo de
alpaca prela re. e borzeguins : jlga_se ler ido pa!
rt a provincia de Pernambuco, onde lem prente*
?.. r'T' .''ara a M"-0i Nuva "esla provin-
ali "'"c""' u'-' a la cidade a seu Sr. Jos
Antonio l'ereira > magre, ou a Pernambuco a entr^
-ar so M. Anloiuo Francisco Pereira com toja na
IS5< ,SP' Paraniba u0 >or'e Mo de
Fugiodo Rio Formoso de casa do Sr. Josa
Rento de Miranda o escravo crioulo de nome Filip-
pe, idade .MJ annos pouco mais ou menos, cor prela
cabellos bem capinhos, boa eslalura, grosso barbado',
algumas ve/es rapa c oolras deia fic.r pou-
ca barba, he desdentado, lem uma marca de la-
mo anliga na testa, olhos pequeos e vermelhos,
rosto descamado, indar pesado, nagedas levantadas
com cicatrizes de chicle ; gosla de batuque e bebe
muilo, irabalha de mcslre de asucar. Esle es-
cravo perlenceu ao Sr. Joaquim Cavalcanli, Sr. do
(iigeoho Paulisla. I01 vendido ha cinco anuos ao Sr.
Manoel C-onralv.js Braga, e boje perlence ao Sr,
Domingos Soriaoi. de Olivcira, Sr. do engenho On-
ra, do lermo do Rio Pormnsn, e achava-se em easa
do dilo Sr. Jos Benlo de Miranda, para ser ven-
dido ; consta ler sido vislo nesla cidade : por isso
roga-se as autoridades policiaes ecapilf.es de caro-
I". jfccaplura do mesmo, levando-o a rua da Cadeia
n. fl) primeiro andar que, se recompensara gene-
rosamente.
PERN. : TYP. DB M, F. DE FARU. 1856
MUTICTilFT
ILEGIVEl


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