Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07394


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Full Text
APO XXXII n. m
Por o mczes adiantados 4^000.
Por 3 mczes vencidos 4,<500.
TEMA FE1RA 27 DE MAIO DE 1856,
Por anno adiantado 15#000.
Porte franco para o subscriptor.
*
r
\
}

I .\<:\llllKl.AllIS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gsrvaxio T. di Natifidadi ; Natal, o 8r. Joa-
quim I. Pereira Jnior ; aYraeatv. o Sr. A. de Lemos Braga ;
Caira, o 8r. J. Jote de Oli?eira ; Marinho, o 8r. Joiquim Mar-
os Rodrigue ; Piauhy, o Sr. Domingo! Herculano A. Peasoa
Curen.; l'iri, o Sr. Juitiniano J. Hamos; Amazonai.oSr. Jero-
da Cot.
PARTIDA DOS COKREIOS.
11.11,1.1 : i.l. ... iliat, ..- 9. ,r,.i horas .lo ,1,,,.
S. \i.i4... BeierriM, ltm.il ..Ciruaru. XIiuiIi.i.. Garaal.....s : M i.-rnu-f.
V. I........;.. O.,..-.IXII.... Sfexaawlh, l.inic>ir, Iln-i... IV-iii-ar., /nia-
II.'. II,,,,-. \ ,IL-ll,ll.,. |l.,.x ,.,,. Oiiri. ur> K>u : n, .(liarla,-!,
.''.....Ii'.ijiiij. S.tii..iu. Hi,.-l,ni,, i...,. Harrein, Agai-I
'ini-iiliir......\.il.il : .,iii.l..-l.-ira..
I ..!. M ,.n.'i... parteas .,, hi l.or.i* ,1a manlia.
AUDIENCIAS DOS TRIItUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quinare aabbadsi.
Relaco : lercai-feiras e labbadoa.
Fazenda : quartai esabbadoi al 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ai 10 horas e quintal lo meio-dia.
Juizo de orphoi : segundas e quintil n 10 orai.
Primeira vara do civei aegunda e lextai ao meio-dia.
Segunda Tin do civel: quirtn anubados lo meio-dii.
EPIIEMKIUDKS DO HEZ DE MAIO
4 La nota aoi U minutos. 48 segundos da tarde.
11 Quino crcente as 5 horas, 37 minutos e 48 leguudoi da t.
20 Lu cheia ios 22 minutos e 48 segundos da manhaa.
57 Quarto minguatile as :i horas. 15 minutse 48 segundos da tar.
_. J PRKAIIAR m: moj;.
Primetu is 11 horas e 12 minutos damanhaa.
Segunda as 12 horas e 5 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
li Sagundi S. Filipe Nery fundador da congregacao do Oratorio.
27 Tarca. 8. Joao p. nt. ; S. Ranulfo m.; S. Eulropiu.
28 (.luana. Ss. Senador, Podio e Justo bb. : S. I'riamo m.
29 Quinta. S. Maximian > b.; Ss. Mximo e Restitulo nini.
3n Sexta. Pesia do SS. Coracao de Jess. S. Fornando t.u.
31 Sabbado S. Petronilla v. m.: 8. Lupicino b.
I Dominga 3. depois do Espirito Santo. Ss. Firmo e Filino.
ENCARREGADOS DA SfBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas.o Sr. Claudino Falco Dial ; Baha o Sr. D. Duprat:
Rio de Janeiro, o Br. Joao Pereira Mirlini.
EM PERNAHBL'CO.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figueiroa da Paria, na la
Iivrana, praca da Independencia ni. 8 e 8.
PARTE QFFICIAL
MINISTERIO DA JUSTICA
> Seec.io.Ministerio dos negocios daju'lica. Rio
ile Janeiro, Si de mam da 1856.lita, e Eira. Sr.
I.eve a consideracilo de S. M. o Imperador a dil-
uida proposta pelo chele de polieia inlerino dessa pro-
muci i na conclusao do relaluriu relalivo a diligen-
cia que Ihe fot encarregsda de averiguar o desem-
barque de alricauos em lu, entre Santos e S. Se-
hasliao, o qual conslava por denuncia ao governo
tan penal.
Consiste essa davida em saber se pode o chefe de
polica, qnanlo se transporta a algum lugar, uo ca-
sas lo art. lili do regalarnenlo n. 120 de 31 de Janei-
ro de 1812, noniear para esenvao algum dosseus es-
aetontes, a par* ollicial dejuslija um dos ageules
qe o acornpaubam. .
Houve o mesroo augusto tenlior por bern decidir
ajee, ae ao diere de polica parecerem suspeilos e in-
dignos de ccnlianoa os escrivaes c ofliciaes de justi-
;a do lagar para onde se elle transporte, no caso do
dito artigo, pode noroear para servirem peranle el-
le como escrivaes e olliciaes de juilica, nao a essas
peasoa de que Irala senao oulras quaesquer. O
qoe coromouico a V. Exc. para sua inlelligeucia, e
Km o fazer constar ao referido chefe de polica.
m guarde a V. Etc. Jos Thomat Sabuco de
.iratijo.Sr. preaidenle da provincia de S. Paulo.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do dia :t de maio.
A' directora das rendas.Declaro a V. S., para
faier constar ao collector de Capivarv, em respos-
la ao oflici. que dirigi a es*a directora geral em
21 de fevereiro ultimo, perguolamlo qual o proce-
dimeotn que deve ter quando se llie apreseoturera
papis de compra ida beus de rail por precos evi-
dealeoaente lesivos i farenda nacional, qu lendo
lugar o procedimeoto dos jg 8 '. do alvara de 3 de
junlio de 1H09, ii.in so a respeilo das escripluras pu-
blicas, como das particulares, a que o dilo collector
parece ralerr-se, deve este quaudo Ihe constar que
*e#efleclaar.im vendas de que se nao pagou si/a, ou
da que se p>;ou sia menor do que a correspondente
a* verdadeiro precu, remelter ao lliesouro os escl.i-
reciinenlos necessarios para se proceder olleriormeu-
le uo juizo dos feitoi contra os cunlraheutes ilefrau-
daJeres do imposto, na forma do alvir citado.
MINISTERIO DA (iUERRA.
Rio de Janeiro.Mini ra, em II de maio de I85& lllm. e Eim, Sr.
Chegando ao conhecimento do goveruo imperial que
Angelo Carapi reclamara a entrega do clarirn-mor
do regimeulo de cavallaria ligeira. Feliciano dos
Santos, que elle diz ser oseu cscravo Celestino que
Ihe fugir.i ha 10 anuos, e nao sendo consenlaueo cun
disn>dade e equidade da uar.io quo. um individuo
que bem Ihe servio as armas por mais de ".I, e que
est condecorado coin urna medalha de cainpanlia,
v.lte para o servido do capliveiro; determina o ines-
m* gover un que iogo que o mencionado Caiapi prove
concluderstemenle o direilo de propriedade que lem
sobre o indiviluo em queslao, V. Exc. o mande ava-
llar judicialmente, e da verba.Kecruiament e
eogaj.imenlo llie pague o importe da avaliar.io,
l>a-s.iinlo elle caria de libenlade au referido l-'elicia-
uo dos Saplos, o qual no mesmo dia sera engajado
para eonlinuar no servico do exercilo com HVaoU-
gens da lei. meno* a gralilicaca especial de enga-
j mentn. E porque nao conveulia ao governo im-
perial a .iceiai-.io da generosa olferla que lrinain
h ofliciaes do I. reclnenlo ,le cavallaria ligeira 'jsjk
quolisarem-se p\ra pagar o imporia da alforria dw
referido Veliciaf>o dos Sanios; V. Exc, faz.endc-
llies constar a presente rieiiberarao do goveruo, os
lauvar da parte do mesmo govemo pela philanlro-
pia que manifcslaram, e por n.io desejarem quo vol-
le a soflrer a sorle do captivo aquello que bem os
aciiiiipanhou nos trabalhot do servido militar e das
rampanha-.
Dos guarde a V. ElcU0rgu$S de Ca.iias.
Sr. presidenle da provincia do Rio (jrande do Sul.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 12 de maio de 1856.lllm. e Etm. Sr.
lu presente a S. M. o Imperador o oflicio dessa
presidencia n. 1H3, datado de de abril ultimo, ex-
pondo a duvida que posteriormente suscilou a Ihe-
-ouraria de faieuda dessa provincia acerca da inlel-
ligeucia do aviso circular de 21 de julho do anuo
lindo, que manda abonar em virlude do arl. i. da
lei n. T8 de IS de agosto de IK>2, sold dobrado de
primeira prafa as do exercito que tendo acabado seu
lempo eontinuain a servir sem engajamenlo, enlcn-
riando a mesma lliesouraria que, para er applica-
vel esta disposii;ao aos voluntarios, devem enlSo
perder a gralilicac,ao que como tae< percebem : e o
mesmo augusto seuhor, licando inleirad de ludo
qaauto se pondera, manda declarar a V. Ex. para
seo conhecimenlo e para o fazer constar, que con-
corda com a ilivi-.'tn dada por essa presidencia por
ser bascada em juslica, e uo principio estabeleci-lo
na citada circular, de que nao se deve suspender o
abono de vaiilagens que se esiao gozando em cujo
caase >eadiamos voluntarios queliouverem ultun uiu
prazo do serviro ; salvo quaudo desertaren!, por-
qoe eniao se proceder nos lempos do decrelu de 31
de Janeiro de 1833. Dos guardo a V. Exc.Mr-
quez de C>zj-ia.Sr. presideute da provincia de S.
Pedro do Sul.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra aro 12 de maiu de 1836.Illa, c Exm. Sr.
A primeira parta do arl. 7o da lei n. 821 le II de
jullio de 1K55, mandou computar para os casos de
reforma e sobrevivencia a 5-> parle do sold concedi-
da anteriormente como gralilicacao aos olliciaes da
1 classe do exercito, e a segunda parle lo artigo ci-
tado fez extensiva esla dsposic.ao aos olliciaes da 2'
Haae ; e por cousequencia rigorosa augmentou-llies
o sold com aquella 3-| parle, porque nao seria regu-
lar que a su i reforma ou meio sold a suas viuvas
fossem liaseadas em vencimenlos de que nao estives-
sem gosando. Por este fundamento teuho a honra
de declarar V. Ex. em resposla duvida suscitada
pela Ihesouraria do Maraohao, que os ofliciaes do 2'
dasse do exercilo lem direito ao augmento da .V
parle do suido, mesmo eslando desempregados.
Dos guarde a X. Exc. Uarquiz de Caxias.
Sr. Mrquez de Paran.
Ao Sr. ministro da fazenda, communicando-lhe
lerem sido reformados por decretos de 8 do corre-
le, o marechal decampo barao de Tnrs-Ass, eo
lente coronel aegregado arma de" infantaria.
Antonio Jacinlho da Costa Freir, por o haverem
pedido, em razan de seu estado de saude. e o
rapilao do meio balalhau da l'arahiba Joaqoim Ci-
valcanti de Bulhes e oalferes do estado da segun-
da daase, Jos Brrelo Pereira Pinto, julgados in-
rapaies do servico.
Scnhor.O arl. 1.1 dos estatuios da escola militar
da 1 da roar;o de 1 s."> que estabelece as coodires
le aecesaoan posto de aliara alumno, com quanlo
nao delermine positivamente que elles| perlencam
como laes as diversas armas, e corpos especiaes* do
exercilo ; todava, quando prescreve as condicQes
para a soofirmarao delles era alferes ou segundos le-
entes, considera-os cumo dessas armas e corpos es-
pedaes. Hesle caso elles leudo de usar dos unifor-
mes do corpo especial ou da arma a que perlencem,
Sca-se em duvida, a respeilo dos das armas, acerca
daqaaldos corpos arfegimeulados cujo .uniforme
elles devem usar ; e d'alii, o arbitrio de cada m
adoptar ad libiliim o de um corpo qualquer a que
realmente oto perlence nem pode pcrlcncer. Assim,
me parece conveniente queos dilu alferes alumnos
nao eeiam dassilieados de lal ou tal arma, desle ou
ples denominacao de alferes alumnos do exercito, e
que usem de um farlamento especial, um Tardamen-
te] privalivo, e unicamenle delles, por isso que a cir-
cuinslancia de seram de urna arma ou corpo especial,
Batanan] direilo Ihes d i ronlirmacao do poio nessa
arma, ou nesse corpo. 'tal direilo s Ihes provem do
eosijiinclo de babililacao qoe adquiriram, e que Ihes
dio aplidao para um? on oulra especialidade. Ili-
veudo do imperio Ires escolas mililjres, que habili-
tan por seus esludos as prarai de prel do exercilo
para lerem accesso ao dilo posto le alferes alumno,
Isa muilo provavel, visla da alllucncia le esludan-
tes nessas esrolas, que o numero los habilitados vi
muilo alem da ueceisidades do exercilo ; e isso so-
bre acarrelat grande despeza a tafeada publica, re-
lunda em superabundancia de individuos desse
poste, que nao san necessarios ao servico militar,
para o qaal elles lem de eulrar sempro que eonclui-
rem o respectivo curso de esludos, ades de serem
coofirmadosem alteres ou seguudos menles. E,|>ois,
. visla deslas considerables, julgo convir qua so mar-
que o numero mximo de alferes alumnos que deve
ler e exercilo, que jolgo sullicienle o de sessenla ; e
assim lamben que se declare que dos dous annos le
i -todos approvados plenamente qoe do direilo aoi
esladanles ao accesso ao dito posto, um seja lo curso
da escola de applicacao da corle, ou de oulra qual-
quer das nossas escolas militares a que se adoptar a
jiislrucr.ii> simultanea theorica e pralica, segundo o
systema de lal instruccao admillido naquella. Com o
lim de providenciar uo sentida que levo exposlo, le-
ato a honrada (presentar a V.M. I. o incluso de-
crelo que submelto judiciosa contiderai-ao de vossa
mageslade imperial.
Rio le Janeiro em 14 de maio de I8G..l/ar-
i/uez de Ca.rias.
Decreto h. I7(>0 de 7 de maio de 1858.
Providencia a respeilo das liahilaces, classilicacAo,
numero e um forme dos alferes alumnos do
exercilo.
Qucrentloobviaros iiicoiiveuleiiles resullanleide se
prumoxerem ao poslo de alferes alumno as praeM lo
exercilo que n,1o liverem a iudispensavel insiuci-io
pralica elementar dos corpos, adquirida nn servido
dos mesmos corpos ou na escola de applicaco, esla-
bel cidaposleriormenleinstilui;ao dos alferes alum-
uos; i] nrreii lo lamben lixar o numero que deve ha-
ver dos ditos alferes alumnos, sua cl.i-u-ie.v> no ex-
ercilo e seu uniforme especial: hei por bem decretar
o seguinla :
Arl. 1. Nos dous annos de esludos, cuja approva-
cao plena em virlude do arl. 15 dos estatuios da es-
cola militar do 1 de marco de 18(3 e do arl. 21 do
regulameulo do curso de cavallaria e infantaria da
provincia lo Rio (irande do Sol de 5 de abril de
18>2, confere o direilo aos esludanles desle curso o
daquella escola, pracas de prel do exercilo, a seren
promovidos ao poslo de alfares alumno, deve com-
prehender-se um anno de curso da escola de appli-
ca;a> eslabelerida na corle, ou do de oulra qualquer
das escolas mililares do imperio, em que se der a
iuslruccao simultanea, llieorira e pralica, segundo o
rgimen da dita escola de applicac.ao. Nesla dispnsi-
1o nao se comprehendem aquellas pracas que con-
larem pelo menos um auno de servico elTeclivo na
iilera dos corpos arregimenladosdo exercilo, e live-
rem as approvariies plenas a qne se referem os men-
cionados estatuios e regulamentos. .
Arl. :>. i isallerealumnos que aclualmenlc exis-
lem, e os que forem promovidos i esle poslo, n.lo
perlencerao como laesa neuhumadas armas, nem
aos corpos especiaes ; e lefio a denominacao de al-
feres alumno do exercilo.
Arl. 3. F'ica limitada a sessanta o numero que
deve liaver de alferes alumno do exercilo.
Art. t. Os alferes alumnos do exercito usar.io ex-
clusivamente do uniforme constante do plano des-
criptivo que com esle baixa.
Arl. .">. As disposisoes do arl. 1. si tafo vigor a
respeilo daquellas pracas que eoiner.ircm seos eslu-
dos a contar do correnle anuo.
O Mrquez de Caxias, do meu conselho, ministro
e secretario de oslado dos negocios da guerra, o le-
nliu a-siin entendido e faca eieriiur com os despa-
chos necessarios. Palacio do Rio de Janeiro, 7 de
maiodel8><> trigsimo quinto da independencia e
do imperio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Mrquez de Ca.ria*.
Plano descriptivo do uniforme dos alfcres-alumnos
do exercilo, conforme o Hgurino anncxu, approva-
Itonel de panno azul da mesma cor e qualidade do
da sobrecasaca, com o feilio e dimeusiies dos csialie-
lecidos para o pequeo uniforme dos ofliciaes dos
corpos do exercilo, avivado de encarnado, com lis-
Ira do mesmo panno azul, virola de melal dnirado
na pala, e urna estrella desle melal fixada na frenle
sobrea lislra sem excede-la.
ravata de seda balida sem lustro.
Sohrecasaea de panno azul, do feilio e dimenses
das dos olliciaes dos corpos de infantaria do exerri-
lo; golla e ciiihao do mesmo pinno, e avivada de
encarnado, boles lisos de melal lauado.
Plantilla como as dos olliciaes dos corpos de infaii-
laria, tendo no cenlro da palmatoria urna estrella de
metal ilourado com cinco ponas.
llanda la iiit'sma qualidade e tliinenses qne as
que us.lo la e a franja de relroz da mesma cor do da malliS
sem ueiiliuin il.m de ouro.
Divisa de galao de ouro da largura cslabelecida
para a do poslo le alferes e pregada no canhAo con-
forme o uso geral.
Calca branca, de brim. ou azul de panno da mes-
ma cor e qualidade do da sobrecasaca, avivado le
encarnado as costuras longilodinaes exteriores, sera
presidias.
I,uva branca, de couro lanla ou camursa.
Calcado, bolim de cauro prelo lustrado.
lalim de couro prelo envernisado, cltapeamento
de metal dourado e liso como oa do uso geral eslabe-
lecido ; Mido a chapa de alacar quadrada, com uma
estrella do mesmo melal, de cinco ponas, sobre-
posta e inscripta no quadrado.
rispada de guarnicoes e bainlia de ajo oa ferro.
Fiador de couro prelo envernisado, com borla lo
mesmo, sob as diracnsies eslabelecidas no plano ge-
ral dos uniformes.
Palacio do Rio de Janeiro, em 7 de maio de 1836.
Marguez de Caxias.
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta do da Vi da maio.
Ollicio Ao inspedorda Ihesouraria de fazenda,
inli'ir inilo-o de liaver. em visla de sua informarao,
deferido favoravelmeule o requerimenfo em que'lg-
nacio Jos Piulo pede liceuca para ceder a Ignacio
Jos Avila, pela quanlia de 1:8003 rs. a posse do
terreno de mariulia u. 80, na ra da Aurora.
Dilo Ao mesmo, recomineudaudo a expedicao
de suas orden, para que se leve era conla, uo ajus-
te dos que lem de prestar a commissilo de x creado-
res de (i reza* que, de urna boiada remedida i mesma
cnmiuissAo, itrou o subdelegado tupplenle do pri-
meiro dislriclo da freguezia de Iguarass para soc-
corro das pesioas indigentes da mencionada fre-
guezia.
Dilo Ao mesmo, declarando que, em visla de
sua iii.iruMcla. deferio fatoravelmeute o requeri-
inenlo em que Manoel F'erreira Aulunaa Villana pe-
de liceuca para ceder a Manqel Gonralves Ferreira
e Silva, pela quanlia de OOc rs. cem palmos do
terreno de marinha n. 107 A, airas da roa do Caldei-
reiro.
Dilo Ao juiz relator da junla de juslica, Irans-
miiini lo. para ser relatado em sessao da mesma juu-
la, o processo verbal feito ao soldado do quarlo bala-
IhAo de arlilhana a p, Manoel Ferreira da Pai-
x3o. Parlicipou-se ao marechal coramandanle das
armas.
Dilo Ao director do arsenal de guerra, di/.endo
que, depois de lavrado o lermo do que traa ourtigo
1." do regulamenlo de 3 de Janeiro de 1812, pode S.
S. mandar alistar na compauhia de apreudizes da-
quella arsenal, n menor i.enumo, lilho de Eugenia
da Cosa Cordeir. Oflcipu-so a espeilo ao juiz
de orphaos desle termo.
Dilo Ao mesmo, remetiendo por copia os avi-
sos da rep.irlic.iu dos negocios da guerra de 8, 0 e
2t> do abril ultimo, dos quaes consta haver-se, nao si
determinado que Joao Francisco da Silva, ex-praca
do carpo de arlilces da ciirle, venha para esta pro-
vincia, alim de ensinar, por espaco de um anno, a
arle de g> moaslica aos arlifices daquelle arsenal, e de
preferencia aos menores da respectiva companhia de
apreudizes, vencendo por esse servido a diaria de 25
rs. mas lambem adiantado ao referido Silva a im-
portancia de 2 mezes de semelhanle vencimento pa-
ra ser aqu descontada pela quinta parle. Iguaes
copias l'.iram remedidas ao iuspeclor da lliesouraiia
de fazenda.
Dilo Ao iuspeclor do arsenal de marinha, di-
zcudo que pode contralor com Mesquita & Dulra a
Iroca do sino do relogio daquelle arsenal, vislo ser
necessario subsliluir-se o mesmo sino por oulro
maior.
Dilo Ao juiz municipal da Po-d'Alho, remet-
iendo, afim de que proceda a respeilo de conformi-
dade com a lei, ciipia da ola que dirigi o cnsul
deS. M. Fidelissima, relativamente a arrecadacao
dos bens deixados pelo subdito portuguez Jo.lo de
lal, que fallecen do cholera na freguezia dessa villa.
Dilo Ao juiz municipal do l.imueiro, para que,
no mesmo senlido, proceda a respeilo dos bens dei-
xados pelos subditos porluguezes Manoel Jos Lopes
e Jos Jacinlho Lopes, os quaes fallecer.un do cho-
lera naquelle termo.
Dilo Ao iuspeclor da Ihesouraria provincial,
communicando que resnlveu, sobre informaban do
director inlerino da reparlicjo das obras pblicas,
que no prazo marcado a Filippe de S a Albuquer-
que e Mariannn de S c Albuquerque, arrematantes
do nrimeiro lauco u ramilcac.ao da estrada de Mari-
beca, para eonclusue las obras do seu conlralo, nao
>e leve em canta os Ires mezes da epidemia nesla
provincia.
DiloAo director las obras publicas, declaran-
do, que uesta data approva e Iraiisniilte por copia .i
Ihesouraria provincial, o orcamenio addiccional para
a conclusao la obra la poni de (indalix. Olli-
ciou-se nesls sentido Ihesouraria provincial.
Dilo Ao coramandanle do corpo de polica, in-
(eirando-o de liaver Iransmitlido i Ihesouraria pro-
vincial, para ser paga, eslando nos termos legaes, a
conla que Smc. remellen das despezas feitas no inez
de al.nl ultime com o sustento dos clcelas enipre-
gados no servico da liiupeza do qiurlel daquelle
corpo.
Portara Fazendo extensiva aos arma/ens dos
negociantes Manoel .loaquim Ramos e Silva e Del-
flno dos Anjos Teixeira, a liceuca que, por aviso do
uiiubiei'io da ia/.euJa da 17 da novemliro di 1833,
foi concedida aos armazens da ra de Apollo, enllo-
cados do lado da mar, para embarcaren! no caes da
mesma ra os assucares ndles beneficiados. Com-
municoii-se Ihesouraria de fazenda.
Dila Keformaudo, uo mesmo posto, o lente
da antiga guarda nacional do Cabo, Manoel Fonseca
de Medeiros. Couimunicou-se ao respectivo cora-
mandanle superior.
Dila Reformando, nos mesmos poslos, os capi-
les Manoel Pereira de Magalhaes e Antonio de Al-
meida Anlunes ; o primeiro da antiga guarda nacio-
nal de i Huida, e o segundo da do Recife. F'izerain-
se as necessanas parlicipoees.
Dila Coucedeudo ao arrematante do quinto e
sexto laucos da estrada do Norte, Joaquim Augusto
Ferreira Jacobina, sele mezes de proroga^ao para
conclusao das obras do primeiro dos releridos laucos,
e Ires para as do segundo. Expedirani-se as ueces-
sarias comniunicaioes.
20
OtliciosAo Exm. commandaule das armas, afim
do capllo Joao do llego llarros lalcio, pagar na
recebedoria das rends desla provincia o que esla a
Icver pela ua panagcm para o 2." balalhao de in-
fantaria.Parlicipou-se Ihesouraria la fazenda.
DitoAa Sr. director do arsenal de guerra, man-
dando entregar ao chefe de polica, para serem en-
viados ao delegado, seis pares de algemas, urna cr-
renle com liias gargilheiras, dous cadeados e urna
sinela pequea. Commuuicou-se ao chefe de po-
lica.
DlioAo Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda,
remelle.ndo para seu conhecimento o aviso da re-
partirlo da guerra de 13 do correnle, o qual eleva
a (03O0 reis mensaes, a contar do 1" desle roez era
diaule, a consignado de Iunhio reis, que deixou de
seu sold na curia o 2' c ir urgan Jos Autooio de
And rada.
DitoAo mesmo, para mandar remelter ao Exm.
marechal commandanle das armas, para serem en-
viadas a repardcao da guerra, as cerlidocs dos olli-
ciaes do exercilo, perteu -entes aos corpos de e 2
classe, effectivos e aggregados, existentes nesla pro-
vincia. Communicou-sa ao marechal commandanle
das armas.
DiloAo mesmo, mandando pagar ao acadmico
Manoel Francisco teixeira a gralilicacao diaria de
231000 ris, desde o dia 2i de marro ultimo, al
U do correnle, deduziudo-se da referida quanlia a
que elle liouver recebido por conla dos seus venci-
inenlos.
DitoAo mesmo, remedendo a copia da acia do
conselho administrativo, para forneciinento do ar-
senal de guerra.
DitoAo Sr. cnsul de 5. M. RrilanicaAccu-
sinido o recebimenlo da coinmunirai^lo, que o Sr.
A. Augustus Cowper, cnsul de S. M." Britnica me
dirigi em dala de 21 do inez prximo lindo, acerca
de nina represen la rao, que Ihe foi euderecada por
alguus negocianles eslabelecidos nesla praca, e na
qual se queixavam do mao eslado era que se acha-
vam alguus armazens da alfandega destinados a re-
colhcr fazendas ; e dos graves dainos, que por es-
sa causa soll'rcra as raercadorias nelles depositadas;
leulio a diz.er que, depois de obler as necessarias in-
i'iirmje.ies sobre o objeclo era queslao.vim a conhe-
cer o segoinle :
(Jue na verdade alguns canos de esoslo da cober-
la. arruman lu-e por eUeilo das copiosas cbuvas.dn
ni-/, de abril, nao poderain resistir ao peso das
aguas, que, exlraviando-se em grande parle, forara
agglomerar-se era dous dos armazens, que sendo
alias destinados a oulro lim, estavain provisoriameu-
le serviudo de leposilo de fazendas.eiii cousequencia
do grande numero de uavios descarga.
Entretanto, as incrcadorias jue all se achavam.
nouco ilaniuu sollrerain por eslarera quasi lo.las col-
locadas sobre estivas de malcira, evalasladas Ha linlia
da caberla ; sendo para notar que nos despachos fci-
los no mez de abril, e no correle apenas um lardo
appireceu com avaria proveniente d'agua pluvial; e
e-te incsrau damno, couforme declaradla da mcsi
da descarga, foi occasionado antes de ser o dito far-
do recolhido a alfandega.
Os prejuizos, porlanlo, a que alludem os aulores
da represenlacao, alm de ser de pouca monta, li-
veram por motivo um successo extraordinario, acerca
lo qual n chele da repartirlo, no intuito de previ-
ni-lo, procurou tomar a providencias ao seu alcan-
ce, recebando sempre o necessario auxilio do go-
verno.
E, se ellos nao po leram evitar os pequeos lam-
dos, sobre os quaes se reclama, espero que esles se
nao repetirn, visla do esforcos empregados pelo
iuspeclor com o lim de conservar as fazendas bem
acondicionadas, e acaulelar para o fulurn fados se-
inellianles ao que u'limaraenle -o dera.
DitoAo presidenle inlerino da commissao de hy-
gienc publica, mandando encerrar o hospital uta*
bdecido no convenio do Carmo.vislo declarar-se in-
leiraraeule extincta a epidemia nesla cidade.
DiloAo Sr. Joaquim Uaplisla Moreira, cnsul
de S. M. Fidelissima, acensando o recebimenlo da
ola que S. S. dirigi a presidencia em 12 do cr-
reme, requisilando providencias para que apenas os
Jobea niiiiiirip.se- e d'orphaos, liverem conhecimeulo
da raorle de qualquer subdito porluguez. piocedam
nos termos dos regulamenlos de !1 de maio de 182,
de 8 de noverabro de )8"il,le cnnformidaderoin a le-
Se deve accredilar-se o que publica o Jornal dos
Debates, o congresso lem em vista enviar as prin-
cipados, Ires de seus membros na qualidade de coni-
missaries, para consullarem os desejos dos babilau-
les, e apresenlarem o seu relalrio.
Seo que publica o Debis he exaclo, he natural
que o congresso se encerr primeiro, pois he pouco
provavel que pennanei.'.iin as suas sesses al que os
Miembros encarregados de examinarein o estado dos
principados apresentem o seu relalrio.
A oulra questAu diz reipeilo a Italia qoe te
acha enlacada com a da paz, porque he ntcessario
dar una sorle de satisfacao Sardanha que entran-
do na lucia nao podelicar salisfeila em baler se por
nada.
Ha alguns lias que o .l/orin/-Po(. conhecido
pelas seas relares com lord Palmerslou. e mais re-
cenlemenle o fconomit, cujo redactor em ebefa
faz parle do governo, publicaram a esle respeilo ar*
tigos .pie leriam ura grande alcance poltico se se
quizer atlriboir a primeira idea a estas duas perso-
uagens.
O l'ott Som-se necupado iiuicameule do reino de
aples mas o feonomisl Irala di causa de loda-o
Pennsula, e poslo que para a sokirao da queslao
eni| regu meios que devem enn-iderar-se absurdos
julgamos curioso reproduzi-los.
Aquelle jornal propoe ndamenos do que com-
prar o reino lombardo veueziaoo a Austria para o
dar a Sari! en ha !
Sem sermos injustos um raembro do enverno que
diz laes disparales, nao dexia estar ura momento no
minislerio.
Mas o que ha de verdade vetn a ser que os pleni-
potenciarios da Sardenha lem sido mui reservados
era aprsenla! as suas opinioei sobre a queslao lia-
liana, e isto dado lugar as imaginarles irabalharem
lano.
O Times parece estar mui bem iuformado sobre
o objeclo da memoria que o conde Cavour dirigi e
apresculuu ao congresso, e faz sobre ella urna ana-
Ixs.
Em todo o caso apreseula-se esle ponto principal
da queslao.
Poder a Sardenha ler bora resudado no que in-
tenta '.'
Sim, se a Franca asliver l** disposla como a In-
glaterra a sustentar as suas prelences.
lie ueste ponto que esla toda a dilliculdade.
A Franja imperial de l.oiz Napoleao n3o deve
boje apoiar o liberalismo exaltado da llalia e se
lal lizesse seria um milagre operado pela loda po-
derosi alli.inca anglo-franceza.
. Nos assuraplos da Sardenha ha ainda a opiniao de
que podem ler resolurao favoravel pela renovacao
las relaces enlre a Russiae aquella pulencia quo
eslavain interrumpida desde I8S8 em que leve lu-
gar a guerra cora a Austria.
Se o que diz do rancor-qoe* o czar conceba hoje
a Austria he exaclo, nada ha de extraordinario nes-
la opini.io. antes parce ser scusala quando so apr-
senla a idea de quo a Kussia aproveilc l"4a a ucca-
si3o de se vingar la Austria sobre o solo italiano.
F^in sunima, sao lautas as suoposiees que podem
fater-sc que se conlinuassemos .-.esta materia seria-
mos mui evlensos e assim julgamos inelhor deixa-
la por agora para mis oceuparmos de oulro objeclo;
queremos fallar do protocolo relalivo ao convite fei-
to a Prussia para aasislir as conferencias, c julga-
mos nao poder ser mais exactos do que Iranscrc-
vendo o que publica a Independance lo seu corres-
pondente de Francfort, do que garaula a aullicnli-
cidade. '
Eis como se expressa aquelle correspondente :
Consulcrando, diz n protocolo, que he do inle-
resse europcu que a Prussia, signataria lo tratado
de Londres de I8I, participe dos novo acranjos
que vao a operar-se, n con vilo Walewski foi en-
carregado era uorae do congresso de convidar a
Prussia para lomar parle lias conferencias.
Os governos inglez e francu acabara de ordenar
que cessetn os bloqueius dos porto* er cosas da
Ituasia. -.
0 czar do seu lado ordenou qne cessasse immedia-
lamente a prohibisjao da exporlacao de cercacs do
sen reino.
L'ra despacho telegraphico, chegado hoje, annun-
cia que os porlos da Kussia lur.ir.iin a abrir-se ao
commercio das potencias adiadas.
A visla desles fados a Iroca das raliflcaces da
paz nao he mais do que nina formalidade.
1 alla-sc seriamente da prxima viagem que pro-
jecla fazer a Inglaterra o imperador Alexandre e
isto lera causado grande admirarlo, nao havendo
motivo para tal, porque lie bem sabido o habito que
os czars (em pelas viageus.
Pode ainda' dar-se oulro motivo *o vem a ser o
realisar-se urna entrevista enlre o siiccessor de Ni-
colao e chele actual da I rain; i. como ooli'ora le
ve lugar cutre o imperador Alexandre e Ixupoleao
I. e nesse caso nao ir a Franja sem pastar pela In-
glaterra.
Ainda Mo vos disse nada sobre os negocios da
Inglaterra.
Quero fallar-vos da derrota que sollreu o gabine-
te ingler, de cujo fado mais circuraslauciado acha-
ris o resumo no extracto da sessao.
Ira(ava-se de urna quesUode pequea importan-
Z?J,Y'TO-'!0'0ale' "" q,lul e" *r" Iropas co.iiinuariam a ser
tSS^SSSu.*Imtt^J^^m^?m al"J4da* Pelas c,,sas d0< Ildanles na Escocia, a 139
beus deixados pelo fallecido.do invenlarioe'mais ler-
mo-,como taiubem sobre a reinessa para aquelle con-
sulado, do produelo liquido do espolio, enviando ao
mesmo lempo os necessarios esclarecimientos sobre a
naluralidade, uliacao, eslado e idade do fallecido ;
em resposla tenlio a dizer que licam expedidas as
convenientes ordens aos juizes de direito para que
recommendem aos juizes municipaes e de orphaos
respectivos o cumprimenlo de quanlo solicita o Sr.
cnsul em sua citada nula.
DitoAo Sr. iuspeclor de marinha, Irausmittindo
por copia o aviso da reparlieao de marinha, de 13
do correnle, pelo qual S. M. n Imperador houve
por bem nao su exonerar a Jos Joaquim Ribeiro
Pimcnia lo lugar de 2- conslrudor do arsenal de ma-
rinha da ciirle, se nao lambem determinar que seja
lo mesmo constructor dispensado da commissao em
que se acha no arsenal ac raariuha desla provincia.
Coiiiiiinnii uu-e .i Ihesooraria.
DiloAo juiz d'orphaos supplenle, iuteirando-o
de que se expediram as ordens necessarias para que
sejam recolbidusao respectivos collegios os orphaos,
de que trata o sed oflicio de 17 do correte, cum-
prindn que S. me. mande apresenlar aocouselho ad-
minislralivo alim de-lar-lhe destino.
DitoAo presidenle interino do conselho adminis-
trativo do collegio dos orphaos, inleiraodo-o de que
no requerimento, em que o desembaigador Antonio
Baptisla (jiliraua pede a admissao no collegio das
orphaas das menores Olimpia e Mara, laucei este
despacho : sejam admiltidas, logo que liouver vaga.
DiloAo comraaudanlc do corpo de polica, man-
daudo lar baixa ao sida lo do mesmo corpo Pedro
Antonio Sibardn.
Portara Considerando vagos os lugares de 2- e
3" iupp entes do subdelegado do Ia districto da fre-
guezia da Escada, e uomeando para o- dos referi-
dos lugares o capitao Marccooilo Vcllozo da Silvei-
ra, a para o > o leneulc Joaquim Cavalcanti Ribei-
ro de l.acerda.
I lila- Demiitiinhi dos lugares de supplculcs do sub-
delegado do 2- districto da freguezia da Escada. a
Manoel da Rocha Lint, Francisca) Cordeiro l-ah au,
Pedro Ernesto Rodrigues da Silva, Eoslaquio Jos
Vellozo da Silveira, Josc Bezerra le Barros Caval-
canti e Jos Cavalcanti de l.acerda Campello, e no-
meando para os referidos lugares aos cidadaos abai-
xo declarados:
Spplenles.
1* Capilao Relinirn Vellozo la Silveira Lins.
2- Theoilosio da Silva Lins.
:l- lenle Aggeo Duarte Vellozo Freir.
i- Coronel Jos l.eao Pereira de Mello.
.V Francisco Vellozo da Silveira.
li- 'lenle Antonio Gomes de Barros cSiiva.
IHtaCoucedeudo a Antonio Jos Ribeiro de Mo-
raes a demissao. que pede do lugar de administra-
dor da obra da casa de delencao.
DilaNomeaudo a Manoel* Caldas Brrelo para
o lugar de administrador da obra da casa de de-
tenrao.
EXTSKIQR.
rotos contra IBti pronuuciarain-se pela negativa,
apezar da opposiciio do ministerio que apresenlou
puuco laclo na queslao defeudeudo o sxstema ata-
cado.
O unic* fado importante quo preocupava a at-
leiio publica he o parecer da terceira commissao
de inquerilo sobre o negocio dos criraiuosos.
Sera duvida deveis recordar-vos que se traa da
saber se os lord* Locas, e Carding, o general Cai-
re) e sir licurdou sao calumniados pelo relalrio
da segrala commissao.
lie milito duvidusu que esles senhores niara do
tereciro inquerilo com mais gloria que do oulro,
mas em lodo o caso nlo devem ler grande receio
pois conlain cora a benevolencia das autoridades
militares.
Lord Lucra he um dos que figura primeiro como
coinmaudanle em chefe da cavallaria ingleza na
Crimea.
Foi elle quera ordenou a fainoia carg? de caval-
laria ligeira contra os Russos ; mas nao he islo que
faz objeclo da accusac3o, he sim u ler deixado sem
dar providencias, perecer a maior parle dos caval-
los pela lome, nao obslaulo lerem-Ihe representado
os ofliciaes o triste estado era que se achava a ca-
vallaria.
A improvidencia foi lal que no espaijo de I me-
zes apenas reslavam alguns cavados de lodos os que
iinli un sido transportados a Baladava.
A sx ndicancia a que procaderam os coronis Mrs.
kullock e O'Neill fazera conservar a base da aecu-
>ji.mn sobre tudo a de lord Lucao.
Emquaulo aos negocios commerciacs nada de
novo.
Os consolidados fecharan hoja a '.'2 e :i
em dinheiro contado.
quarlos
t ornipondeHciaparticular da NACAO.
Londres 8 da abril.
Ja vos leuho dilo na ininha ultima correspon-
dencia que o congresso linha tornado a abrir as suas
aessoes, alim de deliberar sobre duas importantes
quesles. Cia ledas deve sera duvida sera que
diz respeilo ao tratado de II" de margo por causa dos
principados danubianos.
Parece que para que se consiga assignar este tra-
tado no correnle mez de abril, he necessario re-
nunciar a ama langa ditCBMo sobro o prinei-
pados.
Parece que M contaran), segundse diz, em re-
produzir os lermos das propostas austracas para
que seja dada urna organisar,o nova conforme os
deiejos, necessidades, e inleresses das poptilacOes
que aerao consalladas a esle respeilo.
Trieste :tl de marco.
Sao em extremo importantes as noticias dos prin-
cipados.
Al agilaces dos partidos naqucllas infelizes pro-
vincias su Ilcitas ao brbaro dominio do imperio lurcu
sao agora inflnitai, porque teui esperanca de se l-
vrarem da triste e lainenlavel posicao em que al
hoje tcm jazido.
Comtudo o juslo e fundado receio de se vereru en-
tregues de maus aladas, sem ao menos podercm
appellar para o proleclorado russo, u,lo poda def-
xarde produzir profunda sensacao.que ultiiuamenlc
se lera manilo.i,-i,lo era protestos respeitosos c em
deinonsIracOes de partidos.
Era muilo natural que u governo austraco lancs-
so raao de lodos osineios possiveis para reprimir as
agilacoes dos partidos e para conservar a tranquilli-
dade de una provincia confiada a sa'.vag tarda da sua
prolecijao armada. Foi esta a cansa da sua conduc-
ta com o principe (ihika enviado de Constanliiiopla
e cora o correio de llolban preso em CreoowiU.
Os partidos porera de|iois |ue desconfiaran! que
os adiados as conferencias de l'aris podiam obler
alguna cousa a cusa dos principados, lera posto em
obra a influencia do jornalismo o ao mesran lempo
a opposic,,io svslcmalica dos Bojari.
O coinniauantc militar que a Austria tcm as
provincias danubianas, espera iu;trucaics provideu-
ciaes do seu iroveruo, mas nao ha a lenice que o
aconlecimciilos sorprcudam a sua bem cnnheciila,
e no caso de liaver algum moviraento sabea repri-
ini-lo com loda a energa.
Urna nova desiutelligencia se dea agora em Jassx
enlre o principe eo melropolilano,esle|liguranlo co-
mo signalario le um protesto, e o principe pedndo
e oblendo de Constanlinopla um decreto que o au-
torisa a poder sorprender o metropolita.
O principe al agora n.lo lem feilo uso da antori-
arao, mas o metropolitano (Mi, o principe lem pe-
dido e ohlido, eo resto lem sido origein de dissen-
ees e desintelligencias, para pT.r termo as quaes se
espera a solncao do palrarcha de (!ouslantinopla.
A imperatriz tinta da Hostia moslra ler desejos
de paisar alguns lempos era Bcilim no seio da fami-
lia real, poram lia de es lar de volta en) S. l'eters-
burgo a 13 de judio para assistir aos festejos dos seas
anuos.
O Sr. barao de Uunl era esperado esla -0111,1111 em
Vienua de tolla de Paris.
O ministro do inlcrior pedio a sua demissao por
causa da morle do chefe de polica.
S. M. porein nao a aceitou e persuadi o ministro
a que coutinuasse com a sua pasta.
Carias viudas de Alexaudria cura a dala de 2.1 de
narco (HM a entender que o sodao ordenou ao vice-
rei que equip,..- e fardasso as tropas eg\peas i mo-
da das da Turqua, e que destruase os fortes de Na-
poleao e o que esla situado no Calilo de Dique, di-
zendo que a razo disto era porque a Alexaudria
nao he ura porto de guerra, mas sim um porto cora-
mercial.
De cerlo ha de ser inleressaulc a respusla daquel-
lo soberano vassalln.
Entretanto o sullo lambem ordenou ao vice-rei
que organisasse dous notos corpos de guardas de
corpo.
Mailrid 12 de abril de 1856.
toda a semana e passou em meio da preoceupa-
c.io causada pelos aconteciraenlo- de que Valer.;a
lera sido thealro desde domingo e apezar da viva
auciedade que como era natural, desperlava no pu-
blico a 11ludc.11> daquella importante capital, uera
una sii roraniiiiiiricni a esle respeilo se lem digna-
do fazer o governo oflicialmenle.
lambem vem multo escassos de promenores os
peridicos daquella provincia.
Paranlo s se sabe de positivo que bata mudos
(lias que se preparava ura grande niovimenlu em
VMencd e as provincias, e que este rebenlara nu
domingo em cousequencia do sorleio a que se op-
poz o povo ; que reforcados cora um grande nume-
ro de -ule da Huerta, os insurgentessahiram a roa
e houve ura combate que duran al a bocea da noi-
le, e que nelle lomara' parle o maior numero de mi-
licia nacional intervierain os coraraaiidanles da
milicia, ecora a sua influencia verilicou-se urna
siispensao de hostililades, e o resudado foi relira-
rem-se as tropas aos seus quarleis, e os sublevados
licarcm senhores da cidade nu resto da semina, en-
cerrando-seo capitao general 1111'eu pal.iciu,rodeado
pelas Iropas e debaixo do fogo da cidadella.
Em cousequencia destes fados, na terra-feira
forara por decreto do governo, exonerados o capitao
general e o sub-inspeclor da milicia, por lerem
ubrado com pouca energa.
Foi logo em seguida encarregar-se da capitana
general, o miuislro de eslado,cora alguns esquadres
de cavallaria.
tambera forara dirigidas oulras torcas de Barce-
lona e oulros poulos para Setilha.
O general /abala chegou quinta-fcira a noile a
Albacete, e all leve una entrevista cora o inverna-
dor civil de Valencia, que linha ido aquella capital
para conferenciar com as autoridades.
Iloulcii) a uoile soube-se exlra-ollicialmenle que
linham entrado ambos era Valencia cora tropa-, e
que a insiirreicao eslava apaziguada.
N.io o coulirma a Cuela de hoje, purera o faci
julga-se posilivo.
O movimento fez-se aos gritos de ahaixo o re
enllntenlo niorram os ricos e viva Esi-arlcro !
Forara tres cousas as que mais exlranheza sausa-
ram a primeira, a falla de emniunicaces olli-
ciaes ; a segunda o silencio la Caceta de "boje e
sobre ludo que o presideute do conselho nao se Ic-
iih.i apressado a protestar contra o escndalo de que
os insurgentes (eubam usurpado seu nome pira
justificaren! os seus curtiam.
Parece que o geueral /abala vai principalmente
encarregadn do dis'olver iramediatainenle os qoalro
balalhSes da milicia nacional de que se cmnpe es-
la for-a armada.
As parlicipaces lelegraphicas dizera que por lod3
a parlo reina perfeito socego, c que a queslao da
desamorlisariiu uas provincias vascongadas, se cnca-
ininha a una solucao parifica.
Eis aqu urna parle lelegraphica que publica a
Caceta de boje :
k Victoria, scxla-feira una a um quarlo da
maulia.
O Capilao general das provincias vascongadas,
al. ..
Acabo de cliegar de Uilbao cora a forra de caval-
laria que me acompanhava.
A lepulacode Biscaxa convelo em i Iludir lo I -
as diflculdadesque seapresealam para que rctirera
as suas demisses as cmaras municipaes do Senhorio
e para fazer execular a le de des.nn irtis ic 10.
Era meio desla preoccupac;ao|geral he claro que os
derauis assumplos lera passado desapercebidos.
Adou-se a queslao da crise ministerial. De resto
os puros continuara a Irabalhar cora a maior acli-
vidade para conseguireni o seu lim, que he loma-
ren! a situaco exclusivamente sua, emquaulo ha
syraplom.s de urna prxima dissolncao por desaven-
ios nos dous centros.
He provavel que, logo que esteja esmaga la a in-
surreicaude Valeucia.se aprsenle a questao de mo-
dificacao ininistcrial e da riissolu;ao ou suspensflo
das acluaes corles.
Foi apresenlado uas corles o projeclo de lei sobre
os ramlnhosde ferr de Audalii/.ia o Portugal.
llavera queslao as corles nao sobrea linha de
Andaluzia acceda por lodos, mas sobre a de Portu-
gal. O iirande Central e o Credilo Mobiliario nao
esiaod'accordo sobre o Iracado.
Alguns depulidus de Toledo e Cacercs querera
apresenlar uraa cineuda era favor d'uraa linha ge-
ral desde Madrid, Toledo, Cacercs e Badajoz, com
um ramal que de Merida va pela Serena a Almeden,
Cidad Real e Socuelamos.
A sublevac.io ha de ser dividida eulrc as provin-
cias de Cidad-Real, Badajuz, Cacerese loledu.
Os oulros depulados da Extremadura e da lian-
aba nao acccitain isto.
Escrevem de Pamplona. A causa formada a al-
guns lacerdolos aa Navarra por lerem estimulado pu-
blicamente os seus freguczes.para se ahileran de re-
miren! os censos e de coinprarein propriedades do
clero, obrigandn-se por escriplura publica a nao in-
correrem em oulro caso, o ameacando, se o nao fi-
zereiu com iiegareni-lhe a aholicao segu hoje os
seus tramites, leudo sido julgad em primeira ins-
tancia o cura de Arim.
O minislerio publica pedio 7 annos de cadeia,
mas o jury scn(euciou-o era 10 ou 200 duros de
rauda, e qra ficar inhabilitado para qualquer cargo
publico.
./ A'axeSol
l.-se no Jornal do lacre de 1'J de fevereiro de
I8.->I.
Extracc.io do gaz hvdrogouop uro.Sua applicaco ao
aquacimenlo.I lluuniia,_ ,0 pela platina mean t-
lenle.Hydrogeno poro inexplosivel.Ausencia
le emaua;es nocivas.
\ eudo as propriedades dos corpos consliluinlcs
d'agua, dos quaes, um, o hydrogeno he infallivel ;
e o oulro, o oxigeno, he o igenle de loda combus-
i.io. nao ha ninguera que persuadido de que a natu-
reza nada fez era vao, nao teulia nutrido a esperan-
ca de ver um dia a agua, lo ahundunlemente espa-
lliada na superficie do globo, applicada a salsfazer
urna nova precisao da humauidade lornando-se a
base do aquccimeulo e da illuminacan.
Mas uraa Iheora 1.11 magnifica apenas passou-nos
pelo cerebro, e por fallajde saber, oa meios de po-la
era pralica, abandonaino-la como um sonho, e dei-
xainos as ideas futuras o cuidado de realisa-la.
A realsacao desla grande llieoria, que entra de
lal sorle no plano geral da ualureza nao eslava tao
remola como suppunhamos.
Ha muilo lempo se nuvia dizer em Paris, que o
segredo estava descoberlo, alo accrescenlava-se que
a applicaco deste aquecimento, e dessa illuminacao
verdadeinmenle natural podia ser feita j, e que o
resudado correspondera cahalmeule idea que se
no abrir de nm 'lubolde conduccao de gaz hydrogc-
uo,puro do qual forma o remate. Se alguein iuflammu
o hydrogeuo, produz-se urna luz de que se nao po-
de ler idea, sem que se lenha tillo : o tecido de fio
de platina era forma de cylin'dro'he levado ao ver-
inell,o branco, iienhoma cliamma apparenle o cir-
cunda ; a luz p. 1 redmenle limitada altura o ao
dimetro do pequeo cylmdro he immohili-.n'a, e
por assim dizer, solidificada como a'propria plalma.
e com ludo esla luz lixa projeda. pelo menos, tanto
hrilho, quanlo a luz vaccilanle c tumacenla de ura
bien de gaz de carvao de podra.
A platina incandescente, como o Sr. Dumas dis-
se, nao derrama gaz algum que possa embaciar
os objecios de prala, nem lao pouco derrama gaz
algum que possa inlroduzir em nossos pulmes
principios lelelerios; mas nao he esla a sua nica
qualidade; elle nao oscurece cor algum e deixa
brilhar todas as cores das mais rica tapecarias de urna
sala ; era vez de incummodar dolorosamenle a visla
como o gaz ordinario, em lugar de repellir os olboi
dissereis que esla bella luz os allrahe e deleid.
Se o gaz hydrogeno paro exlrahido d'agua s se
applicava a illuminacao poder-se-bia em rigor dispen-
sa-lo, em raato dos diversos oulros processos qoe
se Ihe poderiam.substituir, erabora menos perfeilos.
Hoje a sua principal applicjc.io e sua ulilidade im-
mediala consislem no emprego que delle se pode fa-
zer para'o aquecmenlo ea preparado le lodos os
alimenlos ; uo eslado actual, o hydrogeno puro ex-
lrahido d'agua pode era todas as familias servir de
combuslivel.
Os duus principie- inconvenientes que po leriam
fazer temer, no (caso de evapnraco seria ser as
pbixianle, e produzir eiploses.
O Sr. Damas j responden em parle a primeira
objecc/io.
Alem disso, como o gaz hydrogeno puro be li
vezes '3 ruis leve que o ar, lende continuamente a
elevar-se, por conseguiule uao ba quo temer. Se se
achasse mislnrado cora oulros gazes, seria ainda era
igual mistura, menos nocivo que o gaz de carvao
de pe Ira. porque nao coulem em si como esle ul-
timo, hydrogeno sulfurado de carbonoe beozinna,
ele, ele, e que elle he 4 ou 3 vezes menos carrega-
do de exido de carbonne.
Em quaulu aexplosiibilidadeldn gaz hydrogeno pu-
roeis aqu como a este reipeito falla o Sr. M. A.p'.au-
diu. calculista do gabinete das longitudes.
i Julgava en, que o aso do gaz hydrogeno paro
era impralicavel, por causa) da sua explosibilidade
excessiva, era um preconceito que se (dissipou desde
as primeira experiencias : eis aqu os fados, sao
quasi iucriveis:
Suspeudi cima de uro bico ordinario, de gaz
hydrogeno uraa lampa de abafador de folha de fer-
ro uovissirao de 80 cenlirnelros de dimetro perfei-
tamente unido, leudo bordas de 5 ceiiliraetros, e,
depois de ler aberto o bico e deixar o escuamento
operar-se durante um quarlo de llora approximei
un papel aceso la parede iulerior do abafador sera
que houvesse inllararaaco, leudo repelido o escoa-
raento mergulhei o nariz no fundo do ahalador aera
que o olphalo era o pedo rae indicassein a presen-
ta do menor vestigio de gaz, nem lio pouco o papel
aceso 111.1111 azulo urna segunda vez.
De duas cousas urna repele o Sr. Caudin : ou
o gaz|hxdrogetU), nao se mislura com o ar, elle
relele uas paredes lo abafador para alcaucar no le-
lo ; ou eulao se mislura a urna grande porcao de ar
para turnar -e explosivel, porlanlo em caso algum
nao he explosivel. Vimos .1 opiniao do Sr. Dumas,
quanlo ao Sr. liaudin quo se uceupa especialmente
da queilao, considora como coroplrianienle resolvido
o problema do aquecimeulo e da illuminacao ccouo-
mca coro o gaz hydrogeno.
lina palavra sobre as vantigeni desle aquociinen-
lo e desla illuminacao sonre .1 relacao da saude pu-
blica. r
O emprego lo liydrogeno puro da um desmcnli-
lo ao proverbio ndo ha fono sem fttmi>;a ; ola pro-
duz vapor algum capaz le aderar a alvura los edi-
ficios oa embaca 1 lereoidada do eco ; nao derrama
113 ar emanan 1 1 alguraa das que lem provocado era
Paris e era Londres posMras de polica pira a com-
busiao das fuma;as ; s'> d o vapor d'agua, tapor
sempre salubre e ferlilisador.
Le caulurier.
(Le Pays.)
{.J. de i'arii.)
(Journal dn Havre.I
IITSRIOR.
1 ui\i. dos sus.iiirmmis.
SESSAO DO DIA 10 DE MAIO DE 18j8.
Presidencia du Sr. cisconde de /laependi/.
I.das a acia* de 7, 8. e 9, sao approtadas, e pas-
sa-so ao seguiule expediente :
Um ollicio do ministro do imperio, em addila-
menlo ao seu aviso de 2! de abril, remetiendo a
acta da elein.io de um depulado a que se proceden
110 collegio da villa da Franca, provincia da Rabia,
pela taga deixada pelo coiisclhero Joao Mauricio
Wanderlox, aceitando o cargo le ministro do impe-
rio.A archivar-so.
Oulro do mesmo seuhor, participando ficar inlei-
rado das pessoas que corapoeiu a mesa la cmara do
Srs. depulalos.Fica a cmara inleirada.
L'm requerimenlo do cabido da ralhedral do Pa-
ra, pedu.1,1 se Ibes faca a graca de elevar suas con-
gruas as que pareaban as dignidades das calhedraes
do Maranhao e S. Paulo.A' commissao de pensiles
e ordenados.
Ira ollicio do Sr. ministro do imperio, dalado de
."> do novembro de IS">>, remetiendo copia da con-
sulta du" coii-elhii de eslado sobre cerlos actos le-
gislativos da assemblca provincial do Para, appro-
vando diversos artigos de posturas para as cmaras
municipaes da villa de Curuca e da capital; c aulo-
risando o governo da p-oviucia para aposeular em-
pregados proviuciaes exprs..mente designados.A'
cummissau de assemhlas proxinciaes.
Oulro do mesura seuhor, dalado de 18 le oulubro
de 18.V, participando qoe S. M. I. houve por bem
conceder a penso aunual de 800;, re partida mente
tinta e lllios do capitao do corpo policial da pro-
vincia da Baha Francisco Joaquim da Silveira. de-
pendendo essa concessao da approva;ao do cor-
po legislativo.A' commissao de pensdes e orde-
nados.
Oulro do mesrao scnhor, dalado de l.> de scleui-
bro de 1855, remetiendo a representaciio que o ad-
niinisliador e mais empregados do correio das Ala-
goas dirigiram, pediudo augmento de ordenados.
A' mesma.
Oulro do mesmo senhor, alado de lis de Janeiro
de is",i;, remetiendo copia do decreto de do cor-
renle, pelo qual S. M. o Imperador houve por bem
que, unicamenle para cora as lidias do fallecido of-
ficial-raaior da lecrelaria do imperio Jos de Paiva
Magalhaes Calvet, emquaulo se conservaren] no esla-
do de -adoras, fique sem vigor a clausula expressa
uo decreto do l.a de agosto de 18.">:l, depeudendo
essa concessao da approvaijao do corpo legislativo.
A' mesma.
I.e-se c entra em discusso o seguiule parecer da
commissao de conslilui;ao c poderes:
i A' commissao de constituicao e poderes foram
prsenles a indicaees dos Srs. depulados Sobral,
liara que sejam admiltidos a lomar asseuto nesla c-
mara os Srs. Jos Marlius Ferreira, Manoel 'tertu-
liano I'Iiuiiijz Heuriques, e conselheiro Joaqaim
Msrcdlino de Brilo, como spplenles.; o primeiro
pela provincia do Maranhao, o segundo pela da Pa-
rahiba, e o lerceiro pela da Baha ; barao de Guru-
px e Fausto, no mesmo seutido a respeilo dos Srs.
Manoel Joso le Albuquerque, c Liberato de Castro
Carreira, pela provincia do Ceara ; Oclavianoa res-
peilo do SrkBernardo Avelino Uatilo Peixoto, pe-
la provincia do S. Paulo ; e final
linha concebido a seu respeilo, nesle momento he a
questao que mal uceupa o publico, c a imprensa 'a Protmcia do S. I aulo ; e finalmente dos-Sri. J,
scientfica de Paris. Pacheco e Ribeiro de Andrada a respeilo do Sr.
O problema hoje resolvido, he o da exlrdoran por l)r- r1"'!0 .Ua.un.e.> .de Atltal Brolero, pela mesma
prero barato do gaz hydrogeno puro do qualquer
mistura, ralo explosive.. aqaecondo e alomiamlo
sera produzir, nem famaca, nem especie alguma do
emanacao de gaz Idulelerio e nocivo. A descoberta
lie devida ao Sr. Cillard, e a applicaco faz-se lo-
dos 01 das publicamente emPassy, n'oma fabrica
situada na avenida de S. Cloud, perlo da .Muelle.
Sabe-se que o hydrogeno, gaz inllammavel, he di*
um calor mu intenso, mas que em razio da sua 11a-
lurc/a, n.io da luz.
O Sr. Domas disse a este respeilo uo seu discurso
de chimica > seguiule :
o O hydrogeno puro .nlqnire por si a propriedade
o de aluuiiar, iu(crpondn-se no meio da rhamma
o 11111 pequeuo cylmdro formado por um lecido de
a lo de platina, proxoca-lhe o etleilo luminoso.
11 Como o processo, por meio do qual se oblcm
esle gaz he simples, e como he sufliciente fazer
passar a agua em vapor sobre carvao em brasa,
. que esle hydrogeno nao conten nem hydrogeno
1 sr.ifurado, nem suldrial de amoniaco, que en
n negresse t.io fcilmente or. objecios de piala, cena-
a menle o caz ordinario euconlra nesle um pengoso
o rival. 11
O lecido de lio de platina de qoe falla Sr. Damas,
foi adoptado a maneira de torcida pelo Sr. Cillard
provincia de S. Paulo.
x Examnou ella as circumslancias que poderiam
justificar aquella medida, ja era rclacao conve-
niencia publica, ja em relacao ao direilo dos indi-
cados spplenles.
" nodulo .1 conveniencia publica, a commis-
sao observa, quo havendo uusnero siiflicienlo de
depulados para praaegnirem >s IrahjJbasda c-
mara, e estando ella no principio da sessao,
iienhuina urgencia ha para se procurar augmen-
tar o numero lo seus membios, desviando-se das
regrus a do es|iirilo que preside as suas decisoes ues-
tes casos.
" As circiinistaiicias los spplenles, cujo chania-
inenlo se propo n.io su as inesina-, e por ssi cri-
que nao deve liaver o mesma decisao a respeilo de
lodos.
a Das provincias do Maranhao c S. Paulo faltam
depulados, e a commissao forara dadas iuforraaces
que a induzcui a crer qne nao vir.io lomar, assenlo
I un lelle. O Sis. Dis. loso Marlins Ferreira
pelo Maranhao, e ilrolero par S. Paulo, sao oa pri-
me.rc.i spplenles a niem regularinenle compele
substituir aquellas fallas e o direilo do tomar parle
nos 1 rah lllm- a as derisiies desla casa. .
i Das provincias da Baha, Paralaba e Cear fal-
lara depulados, he verdade, mas todas as iuforraa-
c'i.'s que chegaram commissao a induzem a crer
que elles viran ; alem disso, os spplenles, cuj ad-
missao se propoe nao sao os immedialoi em toloi;
ha oulros sapplenles cima delles qoe podem com-
parecer, e porlanlo algamas probabilidades de te
poder preeucher o numero dos representantes da-
quellas provincias, ou pela chegada dos proprieta-
rios ou pela dos'prmeiros spplenles.
i Por estas considerar;oes, lie a commissao de pa-
recer :
o I. QHN admita alomar assento como lup-
plentes os Srs. Drs. Jos Martins Ferreira pela pro-
vincia do Maranhao, e Joao Dabney de Arelar Bro-
lero pela de S. Paolo*
- 2. Que por ora nao pode ler lagar a admissao
dos oulros spplenles indicados.
Sala das comraisses 8 de maio da 1856.D.
T. de Macado.Figueira de Mello.G. e Vascou-
cellos. i)
O Sr. Dulra Rocha:Sr. presidenle. esta mate-
ria de chamamento de sapplenles icna-se por tal
modo, que aprsenla serios embaraces quem quer
volar conscienciosamenle. Ha precedentes da c-
mara em lodos os sentidos. Assim ve-se que no co-
meen da sesso de 1854, quaodo uao lia va numero
sullicienle de depulados pira abrir-se a assembla
geral no dia marcado pela consliloirno, deixon-se
de chamar supplenle que estavam na corle ; eu-
trelauto, no lim da sessao passada charaaram-se
quanlos sapplenles por aqu se iam apresentando,
porque assim convinha na occasio.
Eu, senhores, ion de opiniao que se chamein quau-
tos spplenles forem necessarios para se completa-
ren! as respectivas deputaces...
0 Sr. R. de Andrada:Apoiado.
0 Sr. Dulra Rocaa :. porque me parece
que para esle lim he qne se eslabeleceram os aop-
plentes.
0 Sr. T. de Macedo :Contanto que esse snp-
plenles sejam os mais votados.
O Sr. Dulra Rocha :Comanlo queessessop-
pleules sejam 01 mais votados, diz o nobre depula-
do ; he regra que nao tem sido seguida pela cmara,
pois que lem chamado os menos totadoe, tegondo as
conveniencias da. occasio ; he regra que nao si-
gui a commissao em seo parecer, como inos-
Irarei.
Eu nao iei, Sr. presidenle, qual a razao porque al-
guna spplenles que |,i forara juramentado- n.io lem
entrado por esla sala, .a lomado assento enlre m>,
do mesmo modo que oulros que aqu se acham.
Tem-se entendido que he islo muilo regular, nao o
contesto ; mas nao sei qaal a razo porque culros
que se achara as Wsmas condicoe-, por lerem sido
j juramentados, a commissaoenlende qoe nao de-
vem lomar tsenlo, como sao, por exenplo, os Srs.
Marcelliuo de Brilo e Albuquerque.
Masdir-se-ha : Os spplenles que aqui eulra-
ram juramentados sao os immediatos em votos, e es-
les do que Irala o parecer nao o sao. Islo, como
passo a mostrar, n3o be exaclo. A commissao opina
que se d eulra!a na casa ao Sr. Brolero pela pro-
xincia de S. Paulo, e d como razao para nao se dar
entrada a oulros senhores o nao seren elles os 1111-
medialos em tolos. Eu ja dase que hei de votar
para que o Sr. Brolero tome assento oa casa como
os oulros spplenles ; mas, pergonto, o Sr. Brolero
lieo iramcdialo em tolos '! Nao, senhores ; li esiao
em S. Paulo o Sr. Dr. C-abriel e o Sr. Tobas qoa
sao os iramedialos em tolos, e o Sr. Carrao, ji jura-
mentado. CouScguintemenle me parece que o mais
regular seria complelarem-se as deputaces respecti-
vas cora os sapplenles. Nem isto lie uoridade ; ao
contrario, he o que se tem feilo sempre, mas segun-
do as conveniencias.
O Sr. T. de Macal;-.A decis.io devo ser segando
o direilo rigoroso
O Sr. Dulra Rocha :He verdade ; e o parecer
da nobre commissao est baseado uo direilo rigoro-
so ". A nobre commissao d como razao de nao se
chamarem cerlos spplenles que estao na corle, o
nao seren elles os immediatos em volos, entretanto
opina que se eharae outro qae tambera nao he im-
medialo em volos.
O Sr. T. de Macedo :He o immedalo que ja
lomou assento.
O Sr. Dulra Rocha :E nao o immediato em
volos na ordem dos spplenles, que he do que se
(rata. Acho que o parecer da uobre commissao
devia ser mais euergico, dando eulrada a todos os
spplenles, .1 respeilo dos quaes liouveram nidica-
ces, eque esiao no caso de serem chamados ; nes-
le senlido tan mandar mesa urna emenda con-
clusao do parecer.
I.e-se, apoia-se o entra em diicussao conjuoela-
menle a seguinle conclusao ao parecer da com-
missao :
Que sejam admillidos a tomar assento na casa
lodosos -opi lentes, sobre os quaei lem havido in-
dicarlo na casa, e a respeilo dos quaes traa o pa-
recer da commissao.
i Se nao passar esla parle adopte-se o segoinle :
(ue sejam admillidos igualmente os spplenles
juramentados.S. R.Dulra Rocha.
O Sr. Pac/tero : Nao lalo de contestar a dou-
trina lo a liliiamenlo apresenlado pelo nobre depu-
lado pela Babia, que presentemente esta a meu lado;
u,lo vol porem por elle, porque acho mais regular
limilar-me ao parecer .da commissao. Se a casa nao
.i 1 ve-se completa, eu uao duvidaria volar desde ja
pela admissao de lodo os supplenle que se achas-
seni na curte ; mas como a casa esl completa, nao
vejo noces-na,le disso.
t Sr. Dulra /locha : Nao esl completa.
O Sr. Pacheco : He verdade ; rompida nao es-
la', mas lia numero sullicienle para os nosios traba-
dlos. Sendo as-im, couvera nao liaver cousa que pa-
raca tumultuaria.
O Sr. Datra Rocha : liso he oulra cousa.
O Sr. Pacheco : Enlendo que nao deve prete-
rir a entrada doi dous spplenles que a commissao
julga eslarem no raso de vir lomar asseolo com urna
questao de maior alcance, qual a de serem chamados
lodos os spplenles juramentados.
Parece-me que podeudo existir na corla spplen-
les ruis volados do que aquelles que foram juramen-
tados ua sessao passada, seria irregular qoe'esses to-
raassera assento eslando aquelles prsenles. Sem
contestar pois, a juslica fundamental do additamen-
to do nobre depulado, volarei por agora tomento pe-
lo parecer da commissao que se refere aos spplen-
les pelo Maranhao e S. Paulo.
1.1,1a ntn ao do Maranhao esl averiguado pela com-
missao que be elle o primeiro supplenle mais votado,
e quanlo ao de S. Paulo, lambem esta' no caso de
vir lomar assenio, porque, se bem que nao seja o
mais votado, dao-se a respeilo delles circumslancias
especiaes.
No anno passado lomou assento nesla casa o Sr.
Dr. Carrao, igual em numero de volos ao supplen-
le de que se trata. Alem disso o Sr. Gabriel Ro-
drigues dos Sanios, que he mais volado, nao tem
vindo lomar assento.
0 Sr. Putra /tocha : Isso nao he razo.
O Sr. Pacheco : Teuho raze para crer que el-
le n.lo tem.
O Sr. Oifra Rocha : Mas nao o sabemos nos.
O Sr. l'acheco : Cida um tola segundo a sei-
encia que lem das cousas.
O Sr. Dulra Rocha : Nos nao podemos volar
pela -ciencia dos oulros.
O Sr. Pacheco : A estas circumslancias aceres-
ce ainda a de fallar o Sr. Nebias e mais dous senho-
res da depularao de S. Paulo, que nao poderao tir
lomar assento, ao menos lo cedo,
0|Sr. Dulra Rocha: Ofliciaram, dizendo que
vinham logo que pudessein.
O Sr. Pacheco : He geralmenle sabido qoe ti-
rao (se vierem ) lalvez de jodio em dianle, e porlan-
lo nao ha inconveniente de ser chamado o supplenle
por S. Paulo. Enlendo, pois, que, se nos n.lo que-
remos inulilisar a entrada destes doo* supplenle,
acerca dos quaes ja estamos informados, e sobre os
quaes a commissao ja deu oseu parecer, detemos
volar por elle ; e quanlo ao addilamenlo do nobre
depulado pela Baha, eu o remelteria a' commissao,
para que reconsiderando a materia, do-so novo pa-
recer.
Coran para mira he liquido que os dous spplenles
a que iiic retiro devera ser admillidos, receio que
1 un a exigencia de lanos suplentes a cmara ae fu-
ligue c nenhum sieja adradlido. Mais de espaco tra-
baremos dos oulros.
Constando achar-sc na sala iinmcdiala o Sr. mi-
nistro da fazenda, he iulroduzido com ai formalida-
des du eslvlu, loma asseutu a direili do Sr. presiden-
te, c l a pruposla que lixa a despeza e urra a recei-
la geral do imperio para o anuo linanceiro de 1857 a
1858.
Em seguidas. Exc.lv a seguinle proposla :
i Augustos c dignissmos Srs. represntame! da
naco.
Km obsDrvancia do c r, do arl. 1. da lei n. 589
de 9 de selembro de 18"io, venho de ordem de S.M.
o Imperador npresentar-vnsa seguinle proposla para
approvacao, lai despezas autorizadas por diverso
crditos supplementarea e extraordinario-, que foram
..herios pelo governo no inlervallo da sessao do cor-
po legislativo. As tabellase documentos juntwimos-
ttam i uecessldade delles-
MUTTD-A-DfJ



DIIIIQ SE PlKlRQtt TERCA FElSA 21 9* fflllO ? It,6
o PROPOSTA.
" Arl. 1. AI p tu i. dc-i ezas aulorsadas pela lei
do orignenlo n. 7I!1 de -8 de lelcmbro de 1K.V1 pa-
ra exerricio de 1854 tKib, lie iberio ao governo
no momo cxrrririo, *n crdito su|i|deinentar da
quanlia de 6,1 t8:!M5s-127, .1 qual sera' distribuida
(dos divertios ministerios, e em cada ucn dellss pelas
rubricas da ranina lei, conforme a tabella A.
Arl. 2. Alcm da* deapeaa auloriada pela lei
< nrramonlo n. 77!l 00 (> de selcmbro de 1834 p-ra
o exercicio de MU t8>. he igualmente .iberio
ao governo um credilo supplementar e exlraorriiiii-
rio da quaolia de 2,156*11 Si 10, a qoal lamban
lera de ser distribuida pelos diversos ministerios, e
emcida um driles pelas rubricas da mesma lei, con-
forme a tabella I!.
11 Arl. :t. Alero da despea autorsada pelo artigo 5
da lei 11. b27 de 16 de Miembro de 1851, be da mes-
ma forma aberto ao soveroo um crdito exlraordi-
naiio da quanlia de 200:0003 r. para a cnnliiiuarao
.11 .dir do caea da alfandega do Kio de Janeiro.
Arl. i, Ai despeas pro\ ementes desle aug-
mentes de credilo serao pagas pelos meios \ otados nal
respeelh .1- lei?.
Arl. 5. I n,un derogadas ;n dsposiees cm con-
Irario.
Rio de Janeiro. 8 de maio de 1856. Mrquez
de Paran.
O Sr. Vresidenlr declara qoeas pruposlas vio ser
reinettidas as respectivas commUsoes.
Continua a discussao do parecer da commissAo de
constituirn e poderes..
lie iida e apoiada a seguinle ornen.la do Sr. Silva
Iiuiin.n,ie- :
Proponho que se chame para lomar meato ao
Sr. I.uil Antonio deSampaio Vianna, que se acba
nesta corle, e he um des lupplenles da deputarao da
Baha,Silna)(;uimarues. i,
Foi .reineliida a' commisso de consliluirao e po-
deres.
da como ama indicaran, e por isso a envia a* com-
rms-.io respectiva, para sobro ella dar o seu parecer.
O Sr. II. de tndrada : Sr. presidente, vou ex-
pender a ininlia opiniao na queslao verlente pordous
molivoi diversos: primetro, porque adhiro ao pena-
rrieuto apresenlado pelo raeu nolire colleja pela pro-
vincia da Baha no leu substitutivo, com que pro-
cura lomar mais fcil a exeeuoao das prescripces
de notia legislaran. qualquer que a cmara esieja
senipre que l'itr possivel completa, e que quanlo
inaior numero de depuladoi, nao excedidos os limi-
tes da lei, uielhdt ser, poil que mais facis se tor-
narte ieui Inbalhos, peus.imuiun este que eu loovo
tanta mait c acho um remedio enrgico a'l dillicul-
dades in que nos adiamos, quanto acabo de ver quo
a cmara acaba da deiiar de Irabalhar doui dita, e
vol com lana melhor vontadelpelo snbslitulivo, por
isso que vejo qoe a causa dessa falla de Irabalho em
dnus dias seguidos nao provem de causas extraordi-
narias : porque se anle-honlem houve cliuva, o da
de hontem nao esleve bom, como mesmo pode ser
qualiGcado de magnifico. 1 Apoiado.)
Em segundo lugar, au euxergo lambem inconve-
niente em iinr-sc asseulo aos supplenles sein seguir-
se rgorosamentea ordem da votacao, porque isso em
nda prejudica aos oulros mais volados. ( Apoiado .
Ha verdade que nao quereria que esse chamamenlo
fosie feitode surte que aquellas pessoas que oblive-
ram um vol pudessem ser chamadas, porque nao
se pode dizex que um homem quo obteve um s vo-
l ero orna eleicao pussa representar a opioio dos
eleuores ( apoiidos mas como o meu nobre collega
nao inclino em sua proposla lies supplenles, por
isso pode contar com o mu vol para o seu subsli-
tulivo ; e como emfim sean puder obler ludo, sem-
pre deaejo obter alguma cousa, no caso de nao pas-
sar o susbililulivo entilovotarei pelo parecer da com-
missi.
Rella-me agora, Sr. presidente, dar urna cxplcn-
rao ao nobro collega e amigo, que eslraohuu Icrem
sido chamados cerlos supplenles juramentados como
eu e oatros qoe estamos presentes, e nao se ter
dado assenloa outros em icuaes circunstancias, ao
menos na opiniao do nobre depulado.
Un nm engao da parte ;do nobre depulado, que
provem ce nao haver allendido o mea nobre colleja
e amigo a'i diiposices do |rcgimento da casa e
annoUroes felis ao mesmo: guando um sopplen-
le, qoaiquer, durante a ultima parte de urna es3o
qualguer, lem assento nesla| casa, se esse icu direilo
nao be interrompido pela entrada do depulado pro-
prielario, elle continua com o direito de lomar parte
nos trabalbos desla casa na segrale sessao, ale qoe a
deputacao da sua provincia esieja completa, sio
lem sido admillido pelos eslxlos da casa, e se acha
consumado, as anuotaees foitasao regiment da ca-
la, e uto lie o que se da comigo ; tiuha assento na
can na ultima parte da sesso prxima pausada, esse
meu dirnto nao foi inlerrompHa pela clisada do
depulado a quem substitua ; a deputacao de S. Pau-
lo nao secompletou com os proprletarfos ; e purlau-
lo o mea direilo nao se achava interrompido, o mes-
nio porem nao acontece! com o Si. Marcelino de
Bnlo e outroi; he facto que esses senhores esliveram
:om assento na cas, porem o sen exercicio foi inler-
rompido com 1 chegada dus deputadt s a quem subs-
tituala... *
O fr. Dulra lincho da' um aparte.
O Sr. R. de .indiada : Nao lenhc duvida algu-
ma em dar o meu vol a'quella parla da sua propos-
la em que indica que lodosos sopplenles juramen-
tados lomem assento nesta casa ; mas achando-se ns
mencionado"supplenles com o seu direilo interrum-
pido, enlendo que devem novamenle ser chamados,
medida esla qne a meu ver nao lem inconveniente
algum.
Sao estas pois, Sr. presidente, as refleies que eu
linha de apresenlar a' casa, e espero que serao ben-
volamente acceitas.
O Sr. Tei'xeiro de Macedo: Todas as vexes, Sr.
presidente, que aqu se lem tratado de chamainento
de supplenles, apparecem reclamadles e dtscussoes
desta ordem, e a cmara lem decidido como Ihe lem
parecido conveniente, sem so poder firmar urna re-
gra ou precedente invanavel.
A commisso de consiiluic.io e poderes, de que le-
11I10 a honra de fazer parle, enlendea que tiestas cir-
cuinslancias deveria proceder com o rigor de di-
reilo, e nao opinar sean pela admissao daquelles a
quem em circomstancias ordinarias deviam ser ex-
pcilidos diplomas pelas cmaras municipaes, islo he,
aos immediatos em votos. Sendo ella ouvida sobre
as diversasiudicaces queise apreseutaram, procurou
discriminar aquelles upplentes que se achavam ties-
tas circumslancias dos que o nao estavam.
Tratando do que ditia respeito a .provincia do
Maraohao otiteve informaees que dous dos respec-
tivos depulados, os Srs. Cosa rerreira e D. I-ran-
cisco Ballhazar, nao compareceriam tan cedo, o pri-
meiro por grave enfermidade de leu pai, e o segun-
I porque liavia aceitado urna commisso iuterina do
averno provincial, e sendo o sup|ilenle cujo clia-
mameota era indicado aquelle a que teria sido expe-
dido o diploma pela cmara respectiva se se verif-
rasse vaga na represenlacan daquella provincia, por
ser oimuiediato em votos, nao duvidou propr a ca-
sa a sua admissao.
<>auto a S. Paulo, dava-se a mesma raio: o Sr.
Brolero he o supplmle immcdialo cm votos. He
verdade qoe ha cima delle em votos os Srs. Rodri-
gues dos Sanios, c Tobas, mas csses dous senhores
nao lem querido vir tomar assento desde o principio
da legislatura, e por isso r lem lomado o Sr. Mar-
iirn rrancisco ; porlanto foi lambem a commisso fa-
voravel a admissao do Sr. Brulero, como fra a do
sr. Martins Ferreira pelo MarauhUo.
A respeilo dos supplenles propostos para supprir
yagas das oulras provincias, as circumslancias erao
inleiremenle diRereules; nenhum delles era o im-
madialo em volos, e a commisso entendeu que nao
Ihe pertencia fazer favores,
Urna roz:Favores, nao.
O Sr. T. de Mneedo:S fazendo favores he qael
commisso os poda admittir, porque o simples fado
de tarem na corte nao Ihes dava direilo ; esle prin-
cipio pode Irarer graves inconvenientes ; felizmente
ella vao deiapparecer pela disposicao da nova le,
qne acaba com eslai queales.
Talvez que. a respeito do Sr. ;onseheiro Marceli-
no de Boto fosse a commisso mais rigorosa do que
devana, porque apenas o Sr. Jos Ferreira Soulo he
mais votado, e agora consta que esse seulior esl.i au-
sente.
A cmara pode resolver como entender conveni-
ente, a commisso porem n,1o jalgoudever afaslar-s
dcste rigor de direilo. He o que pusso dizer como
membro daquella commisso.
O Sr. Diat de Carmlho :Nao pretenda, Sr.
presdeme, tomar parte na discussao desle parecer,
nem sustentar a ma doulrina ; a oulros caba essa
larefa, mas nJo pude deixar de pedir palavra quan-
do ouvi as razn apresenladas por um nobre depula-
do pela Babia que primeiro impuguou o parecer ;
porque entend que Ue suas palavras se deduzia una
especie de censura aquelles doi supplenles juramen-
tado na sessao pasuda, que vieram esle anno tomar
alenlo na casa, quando outros as mesraas circums-
lancias deixaram de o fazer....
OSr. Dulra. floclia:Esta engaado, eu nao
quiz fazer censuras a pessna alguma ; pelo contrario
deseto que lodos venbam,
O Sr. Dias de CarraUo :Nao digo que o nobre
aepntado qoizesse directamente censurar aos np-
plenlea que vieram lomar assento na preseule essao,
somenle digo que de suas palavras se pode inferir
urna censura aos que vieram lomar assento por eta-
rem juramentados, quand oulros n-s mesmas cir-
cumslancias dcixaram de o fazer, e entao eu que me
acho ncsla casa como sopplenle entend que devia
explicar a minlia conducta.
Em primeiro logar, Sr. presidente, direi cm m-
nba jaitificasao que deixei de comparecer as sessf.es
preparatorias porque me persuada que. chamado o
anno panado para preeneher a vaga do Sr. Versl ini,
onme!aCOmp,reCer /,?0r''' as,im contnuei ale o
nt,.a aCOrren,emez; nessedia Por,m. se,ldo
miormado de que se conlinuava a chamar-me nesta
lniclo, conlasse commign, que eu corapareceria.
Eis pois 1 razao porque, (endo sido chamado para
preeneher urna vasa na sosso.passida, e nao lendo
anda comparecido o depulado ellectivo, vim lomar
assento esle auno.
Vamos a outra queslao. Voto pela dnitriua do
parecer da nobre commisso. Por mais do urna vez
nesta casa suslenlei a opiniao de que deviam ser cha-
mados os supplenles na ordem da volacao, quando
fallasscm os depulados ellectivo*, anda" mesmo que
esles depulados dcixasseiti de fazer a parlicipacao de
que uao vinham tomar assento na cmara ; mas nao
entendoque este direilo de comparecimento seja ex-
tensivo a todos 09 supplciiles, qualquer que seja a ur-
dem em que eativerem eoocadoa pela votarao, so
pelo Taclo de eslarcm na corte.
OSr. Figiirirade Mello:Apoiado.
O Sr. Diru de (analho :Entend, quo rallando
dous ou tres depulados por urna provincia, a cma-
ra dev chamar os respeclivos suppleutes, estrjam
elles loode cstivercm, nao pens que o aclo so de
eslar 111 corte deva delerininar ochamamenlo de um
suppleule que nao seja o mais volado, a menos que
se leiiha escotado lambem o supplenle que Ihe pre-
ceda mmedialo em votos. Neste sentido combati
llgamas vezes pareceres da iijbre commisso de
coiisliliiioo poderes, que eiitenili.ini se nao dever
chamar supplenles antes da parlicipacao de fallados
elTecl.vos; continuo a pensar da mismo mudo: e
assim darel boje um voto igual.
Por ora approvo o parecer que se acba em discos-
sao ; desejaria porem que a nobre commisso recon-
snlerasse a materia, que examinas.se quantus deputa-
doi fallam pelas dillerentes provincias, e que pro-
po/e'se a chamada .te supplenles rio sentido de se-
rrn preeucliidas estas faltas, segunjo a ordem da
votacao.
He esta a minlia opinia).
Conlinwi.
PEBkiABBUCQ.
.. mmi.A^. a a. ........ aaoaiii -iiiit rir--L,T
cot'enmaa ""b"n ""S j0rniles 10e meu """ a
xisnls n e C,0m0 am dns mw.' <'a cmara c-
ura da\SS^ Cm qUem '6 Cl""ava para a abcr'
ralfi? Vfrt-'*? :.rtendi que devia
SSSSSffdS??^
toqn"^ d'o^s^ r0,dedadcZ"-nnB,f,arMr"7",en-
linham asiento al o lim da ssVn TPpien cs 1"e
fosiainterrompidoesle facto eo0,*mquano "'
membroi da casa; e en dtclarei "v" ? ,
hoirvesse falla de membros snBlelwie,, p,r'as0 in,
tallar .embica geral no da marcad *&"
ASSEM3I.EA LEGISLATIVA FBQ-
VIKCIAI,.
Seaa'o ordinaria de U de maio de I85C.
I'residenria do Sr. bar o de (amaragilie.
Ao meio da reunido numero sullicieutc de Srs.
depulados
O Sr. Presidente abre a sessao.
0 Sr. segundo secretario procede o leilura da ac-
ta da sessao antecedente que he appruvada.
Usr. i" secretario da cunta do legoiule
EXPEDIENTE :
1 111,1 1 t-lir.ii. .la 1rm.1i1.lade .te V'ssa Senhora do
Livramento da freguezia da Vanea, pediudo a esta
assembla a coucessao de duas loteras para o con-
cert de soa groja que se acha muito arruinada.
A' o. -1111111in de petiroes.
Oulra do padre Juse Juaquim Camilo d'Andrade,
vice-director e professor de priineiras lellras do
collegio dos orphaos, pe Jinda a separarao dos dous
lugares que se acha exercendo.A' commisso de
luslruiv.io publica.
Sao lulos o approvados os seguinles pareceres :
o conteudo da pelican do professor substituto das
cadeiras de insln.ccno elementar da cidade de Olin-
da, Joio Antonio da Costa Medeiroi, precisa para
dar o seu parecer da audieucia da directora geral
da iostruccao publica, por intermedio da presidencia
da provincii.
.1 Sala das commissoes 2 de maio de 18j(>.S.
Cavalcauli d'Albuquerque.Si Pereira. >i
11 A|rommissao do pastaras e negociot de cmaras,
para dar o seu parecer sobre a petizo de Manoel
Elias de lloufa, requer que, pelos canacs compe-
tentes, seja ouvida a enmara municipal desta ci-
dade.
Sala das commissoes l'i de maio de I8"i(i.Ca-
meiro Jnior.Oliveira.
lie lambem Hda eadiado por ter pedido a palavra
o Sr. Castro Lelo, o seguinle parecer:
1. A commisso de negocios das cmaras, para dar
o seu parecer sobre o inclu > requeriinento da mesa
regedura da Orden Terceira de S. Francisco do O-
linda, requer, que ejam ouvida* acerca do mesmo
objecto .1 cmara municipal il'aquelli cidade e a
commisso de hxgiene publica. 1
i< Sala das commissoes i demaio de 18">H.__Ul-
veira.tjameiro Jnior.
ORDEM DO DA.
Continua a primera discussau do projeclo n. 17,
adiada da ses-ao antecedente, creando ,um curso
de escriplurac,ao commercial, cnnjunctaineutc com
os requerimenlus dos Srs. Luiz Filtppe e Reg Bar-
ros.
O Sr. Pretidmf : O requeriinento do Sr. Re-
g Barros esla prejodica.lo, conlinua pois a discus-
sao do projeclo e da oulra emeuila.
O Se. Amorim : Peco a ,i.I.ib.
i) Sr. Presidente : l'ern a palavra.
O Sr. Amorim : Ped a palavra, Sr. presiden-
te, para, com meus Traeos argumentos, sustentar o
projeclo, que live a honra de subiuetler esla illas-
Irada assembla.
Anda que hontem me nao fose possivcl assislir a
sessao, sube todava que se propozera para que el-
le losse remedida i commissAo de in*irucr.Ao publi-
ca para, .lepois de ouvir o seu parecer, ier enlao
por ella apreciado.
Com qiiHiilo recoiibera, Sr. presidente, at cerlo
ponto a justa raz.io dessa medida, nao posas todava
votar por ella, porque estando esla casa j com mais
de um mez de sessao, e sendo mu pouco o lempo
que lera para attender a lodosos trabalbos urgentes
que della dependem, o meu pro]eclo| terja de ser
apreciado em iiilimos momentos, e lalve corresse o
risco de nao poder penar no presente anno, o que
cm minlia opiniao ja importara utn grande li .inf-
ierno.
He ou nao reconhecida a neressidade de Icr esla
provincia urna escola de commercin"? Parece-me
que sim ; niniuem conleslara essi ultlidade. I.uin-
pre-nos, pois, empregar lodos os meios para que se
realise urna medida que deve proporcionar grandes
vantagen a urna classe lis importante como he o
commercio.
Sr. presidente, na opino de um Ilustrado cs-
criplor, o commercio be a condicao de grande par-
le dos cidnoos, que compoem a classe media. Pro-
tejamos, senhores, essa ciasse, que anda quando 110
fin de soa carreira nao legos a seus. lilhos' fortuna,
legando-Ihes o credilo o* lera deixa.lo felizcs. O ne-
gociante instruido as materias de sua prnssao os-
lara, mais do que aquelle qoe Bao leve a educacao
apropriada, no caso de rcalisar, nao s.i a forluna'de
scus descendentes, como lambem a do estado.
Iloje, Sr. presidente, que todos os esforcos dos
Pernambucanos s leiidcm para elevar a sua pro-
vincia ao grao de prosperidade que ella merece, bo-
je qae a realisaco de innmeros mellioramcntos he
o sMihodourado de lodos n, que lambem se Ira
la do aperfeiooamento do nono porto, para que el-
le xenlia a ser um do* empurius da navegaeo do
mundo, necessario se loma que, por parle desta as-
sembla, se adupte una medida que leudo a prepa-
rar negociantes rapazes de figurar com distinti
nessa poca, que se me antolha de superioridad pa-
ra a unssa provincia.
Eu tenlio, Sr. presidente, divagado qnerendo
mostrar a utilidade de orna medida que u\xi necessi-
ta de demonstracao (apoiados;. Como accrescimo do
despeza para os cofres provinciaos, Sr. presidente,
o meu projeclo nao pode soSrcr seria impuenacao,
porquanto he las pequea |a despeza de :l:U0d9 rs. ,
que alo creio possa ser levada em conla, alenla a
utilidade que elle promette no-s.i provincia.
Esl oiganisado o projeclo de modu qucaqaellei
que simplcsmente quizerem habiiilar-se para o em-
prego de caixeiros sem grande difliculdade podem
cursar as duas aulas, adquerindo nitrnccAo sullici-
enle para essa carreira, os que desejarcm inslrueeAo
superior para gozaren) das vunlagens que ella lies
proporcionar habililar-se-bao as aulas que j ex-
islem creadas no Gymnazio e na Facultado deJDi-
reilo.
O meu projeclo, senhor presidente, est no caso
de ser approvado por esta assembla, porque adop-
(ando-o ella n3o exorbitar das altribuicOesquc Ihe
for.im ronleridas pelo aelo addicional, nao legislare-
mos sobre esludos superiores : como live occasiu de
dizer em meu antecedente discurso, na Inglaterra e
cm outros paites a cunlabildade commercial faz
parle da educacao primaria.
O commercio abraca a asricultura e industria,
se exige daquelles que a elle se deslinam a posse de
muila* habilltar6es, o meu projeclo qoe tendea pro-
porcionar estas mesmaS habililaces, nao pede a esla
assembla mais do que un pequeo dispendio, o qual
ficar.i por de mais compensado logo que a ctcola por
elle propona principiar a prodozr os bens que pode
promoxera esla provincia.
Keconhcco, Sr. presidente, que as circomstan-
cias em qua fe acha a provincia de Pernarabuco,
lendo coutrahido serios cumpromisses, he necessario
qae esta casa ieja cuidadosa na decretado de despe-
ras ; mas me parece que a nosia prosperidade nAo
licara estacionaria ; boje mesmo, apezar do lerrivel
flagello porque passoo, a safra dual que anda nAo
esla de todo concluida, excede ja a anterior em po-
ca igual, e lendo este artigo gozado de preros muiti
elevados, a verba dos rendimenlns pro\inrics nessa
parte deve sem dnvida ter sido tambera de maior im-
portancia.
Finalmente, senhor presidente, se pelo modo por
que fi reccbnlo por esla assembla quando tivo a
honra de submclter-lbe o meu projeclo, en devo
formar um juizo a respeito le sua sorle, esse juizo
he do que elle passar por unanimn'ade.
Ea soa, senhor presdeme, oavide por collesa*
que linda orna s vez nao rleixaram de prestar o seu
apoio, ao que he de reconhecida utilidade para a
provincia que dignamente represeutam.
Nao quero por lauto mais lempo abusar da sua
alleacao, e por isso me aselo pc.limlo aos que par-
ticipan) de meus sentimentosa tal respeilo 1. auxilio
de urna argdmeolarao maii concluilente, que minha
fraca iiilelligeucia nao pcrmillo [apoiados, muito
bem.)
Encerrada a discussao be o requ?rimenln do Sr.
l.uiz lilippe regeitado e o projeclo approvado.
Seguuda discussAo do projeclo que marca o subsi-
dio dos depulados para a futura legislatura de ISH
e 1839.
\o a mesa c siio apoadas as seguinles emen-
das :
Em lugar do 3-, diga-se ;. S. R.J. J. Reg
Barros.
Retirada.
Em lugar de it, dga-se 8;.C. .Monleiro.
Retirada.
O Sr. Sttctno: Eu nao vejo razio para que se
augmente o subsidio a 83, como lambem uao vejo
razao para que elle desea a 9, por isso ped a pala-
vra nicamente para provocar explicaccs da par-
te dos nobies depulados signutarios dessas emen-
das.
OSr. Florencio : Amigamente, Sr. presiden-
te, quando o pai/, digo, quando a provincia nao
era lao cara, quando ..* genero* da primera neres-
Idsde n.io eram Uhi caros, lembra-me que o subsi-
dio do* denotados era de tijill.
/ m Sr. Depulaio : Era melbor poca.
Uulro-Si: Depulado : Esl oinhalendo a sua
proprii emenda.
O .Sr. Florencio : Se era melhor poca e os
depulados lilil 1111 tiViOtl, boje, que as cousas sAo
mais caras, o subsidio deve ser inaior ; demais eu
vejo que a provincia da Rabia d 83 aos seus depu-
lados....
roses: li.i 10--.
O Sr. Florencio : Eu enidel que era 8?, en-
lao fui mais econmico. Depois, Sr. presidente, eu
acho na realidade que o depulado proxincial que se
ocrupa do* meze* ueste servico, deve ler urna com-
pensacao razoavel...
Um Sr. Depulado: Elles nao vem aqu pelo
llllllliilO.
0 Sr. Florencio: He pela gloria! Ouerem
que Irabalhemos de graca, oh isso nao. De grajii
cousa iienhuma, oise lempoj acabou...
1 ni Sr. Depulado : Parece-me que lodos po-
dem passar sem o subsidio.
O Sr. florearlo : Eu sei Entao melhur era
ser de graca...
fosea : !>ao pode ser, he contra o acto addic-
cional,
Cm Sr. Depulado : Entao inarque-se urna pa-
taca.
I) Sr. Florencio : Senhores, esla provado qae
8> nao he muito, os genero* eslAo mullo caros, e
com o quo (eulin dito parece-me ler sdlisfeito ao
honrado depulado que me pedio explieaces.
Sr. presdeme, ja dlsss, emjoulras pocas em que
tudn no pai/. era mais barato, .. subsidio era i;-i(K>,
8- pois, mo be muito e aullo voltemos aos (ijilH)
em prat.i como anliuamonlo.
Val a mesa e he apoiada a aegoiota emenda :
Em lugar de 59, diga-se t-3.S. R.Reg llar-
ros.
Por con*entimenlo da casa he retirada a oulra
emendado mesmo Sr. *
(I Sr. Iheodoro: Me bem inlercssantc, que
quando nos traamos de ser econmicos, porque o
estado linanceiro da provincia nao he dos mais li-
songeiros, demos ulna prova de qoe o somos, aug-
mentando o subsidio dos depulados Anda lia pon-
ce- das, inle-bonlem, a casa pronunciou-se contra
um artigo, que havia oll'erecido a commisso de li-
xacao de (or.;a policial, porque es*e artigo teodia a
augmentar cunsi.leravelmenle o sold s pravas de
prel e olllciacs do corpo de polica, c o lez porque
enlendeu e enleudeu bem, que as circumslancias
da provincia uAocomporlavaui o augmento de mais
16:0009i sua despeza...
l'm Sr. Depulado : Mas angmenlou-se.
0 Sr. Taeodoro : Aumneulou-se, he verdade,
mas porque forma '! Cunsideroo-sc uui.i necessidade
0|augmento de sold, mas em certa relese com
possibilidad de so satisfazer esse augmento....
/ m Sr. Diputado : A emenda do nobre depu-
lado passou.
(> Sr. rtieoiiofo : Passou, he verdade ; e nao
seise com isso o nobre depulado quer dizer que lam-
bem sou daquelles que procuram ser econmicos
nesta casa, augmentando a despeza. Eusana-se.
1 m Sr. Depulado : Nao quero dizer islo.
O Sr. Iheodoro: Bem. Peres), dula ea que
era admiravel que us procuraremos por esla forma
dar urna pruva do espirito de economa que nos do-
mina, augmentando o subsidio dos depulados.
Soubores, parece-me que a provincia DAo vai
bem. O sen estado linanceiro nao he satisfactorio :
estamos comprometlidos com despezas avulladasque
t-m sido creadas para satisfac.lo de uecessidadas vi-
tae* da provincia...
l'm Sr. Depulado : He progresso.
0 .Sr. V'heudoro : (iarantias de juros mu one-
rosos recahem sobre nos...
1 111 Sr. Depulado : Ainda be su-nal de pro-
gresso.
O .ir. lliendoro : Temos urna divida n3o pe-
quea, que conven amorli-ar qaanto antes...
Um Sr. Depulado : Ue prova de que temos
crdito.
O 5r. Theodoro :
nao
Repito, urna divida
pequea, qne ronv.-m amorlisar quanlo antes.
lin Sr. Depulad Ninguem contesta.
O Sr. Theodoro: NAo be porlanto apprehen-
sAo infundada o que me obriga a dizer que Rae v
nios bem.
Em resumo, senhores, dir-vos-hei que, se deve-
nios ser econmicos, o ejemplo deve partir de n*
mesmos, e naquillo que nos disser respeilo. l'or
conseguinte, para ese augmento de despeza nao ha
rateo: oudeixemos as cousas como estao, ou entao
diminuamos aquella despeza. A caa resolva nesta
alternativa como entender em sua sabedoria.
O Sr. Florencio : O nobre orador permuta que
Ihe diga, eu ach 1 muito louvaxei, multo proprio dos
mocos eslarem com etsas ideal de economa, eu lam-
bem ja fui assim.
O Sr. Pega Sarros: Pde-o er assim.
" r" Horeifio: Nao, ja estou velho, cansa-
do. Eu quiz por militas vezes passar por generoso,
ser patriota, mas qual foi o resultado'.' Quiz ser pa-
triota e armei urnajeompanbia minha cusa para a
uona de l'anellas. sem recebar sold, sendo os ven-
cimenlo* pira as viuvas dos soldados que monessem
na guerra.
l'm Sr. Depulado : E nao tem a gloria boje?
OSr. Florencio: 'Qual gloria, ninguem sabe
disto e as vezes he urna razao de mais para soflrer
urna perseguicao.
Senhores, u que he razoavel he a razao rizadas. >
Deixcmo-nosdc historias, Indo mais he patnutacm.
(lia um aparte.
Deein-me liceo : patriotismo be una sorgo lou-
vavel, palriotagem sAo apparencia*. e niimuem me
leva man ueste mundo por considerar-iio alguma a
fazer patriolagens, nem mesmo na presenta da Corea.
Eu declaro a casa que nao foi de muito boa voula-
dc que levei o subsidio a 89, mas assim foi necessa-
rio; entend, que devia elevar o subsidio antes do
que abaixa-lo. Eu ochava melhor, mais coherente
que o subsidio 11A0 pateases do 3"j como eslava, mas
appareceu o nobre depulado diminuindn para 23,
eu eolio liz n contrario, dise, pois ha de ser de 83,
porque nao lenho mais recie>de que digan), que eu
nao sou ecoiiumico, nao me ftzem mais ceiuuras,
nao procuro agradar, c apezar de que D>0 duvido
que a minha emenda esla, e at acho razoavel que
fique nos 33, todava devo ponderar ao nobre depu-
lado, que nao receio urna censara, se accaso a assem-
bla elevases o subsidio, visto que na tenho prc-
umptflo ii.-iil.una de ser reeleilo, c al quisi tenho
a certeza dea) nao ser, e a prova beque quando vim
aqu pela primeara ve/, ditas algunas verdades, e o
resultado foi nio merecer a rceleicfiD: portanlo. ja se
ve que a minha emeuda nAo he "um pi de l para
ao depois.,..
Um Sr. Depulado: Entao os que estao aqui
nao disseram a verdade.
O Sr. Flerencio : lia pessoai mais infclizcs do
que oulra*, eu sou um dos inlcli/.e*; lenho algumas
ieie pralica lo accoes boas, entretanto tenho lido
cm pagamento calumnias; os uobres depul.i'Ios c-
lao senlos disto.be urna bossa especial que en lenho,
son infeliz, talvez islo seja .levido aos meus cabellos
branco*.
i 111 Sr. Depulado : Nem semprc o nobre de-
pulado leve cabellos branco*.
O .Sr. Florencio : Mas comecaram muilo cedo ;
be um defeito da organisaoao. leos que,Ihe res-
ponda.
II. 1 am aparte.)
lie verdade, sou exaltado, mas crea o nribre de-
pulailo que faco ludo o possivel para o ndo ser, faro
esforcos, mas nao posso.
O Sr. fego narros: O nobre depulado foi
quem o disse.
O Sr. Florencio : lio verdade, disse.
Agora procurarci responder ao nobre depulado
que se apresenloo aqui, dizendo que os cofres csla-
yam em mo esludo. O nobre depulado ficou muito
Imprenionado rom o discurso do nobre inspector di
thesouraria, c creio mesmo que o Sr. inspector in-
fundio em lodos o recelo de que os cofres estao em
muito man estado, que a provincia esta' na misera-
bilidade.
OSr. Theodoro: Tanto nao.
OSr. Florencio: Mal quanlo, eu aceilo o
quanlo. Pois so a provincia esta' neste oslado, im-
prudentes foram os nobres depulado* 110 anno piu-
lado, quando compromelleram por essa forma o seu
futuro.
Crniam se mullos apartes.'
O Sr. Floreucio:Oh senhores! ou esses legisla-
dores imprcvidenlemenle lizeram passar Icis, qu-
Compromelleram o uluroda provincia.
O .S'r. Si/rio: ll.i comprometimientos vanta-
josos c productivos, e oulros que o uao sao.
Ha oulros apartes.
O Sr. Florando: Tambem nao enlendo islu c
uao un; cabe a can pura ; eu nao quero esbanjamsn-
tos, mas nao quem lambem levar risos principios de
economa ao ponto do pagar mal a quem meiece ser
1 bem recompensado, 11S0 quero injnsticas, nao quero
ver oempregsdo publico mnrreudo "dn fome e de
miseria, porque leuao quer dar o que elle merece.
Ea nao ei de abaojamentos. e nao pertenrv .1 esse
grupo, se be que elle existe, que eu nao o onhero,
e creio que toda a assembla esta' a< minhas i ls.
Eu lambem acompanhei a essa maioria...
O Sr. Souza CarvalhO : Equcm be aqui a mi-
nora :
O Sr. Florado : Eu reflro-me a oulros lem-
pos, e o nolire depulado que lio |o sagaz, lao es-
perto, devia lembrar-ie que eu me reliro a oulra
maioria que nqui siisteulou com toda a forra os iu-
rc*scs da provincia, no entretanto nao vou 10 fana-
tismo, nao quero excessos. Ea. pois, se os nobres de-
pulados querem. retiro a minha emenda, lqucm as
contal no estado cm que estavam, porque o que a
isso melevou lei a emenda de3 ; debemos estar o
que eslava, nada de innovac.'.e*.
I) Sr. Reg Huiros : Inoovares boa*.
OSr. Florencio : Nao tem razao nenlitima,
um depulado no carro gasta 3->.
O Sr. llego Sarros: Nao faz mal.
O Sr. Flerencio : Entao a depulado ha de gas-
lar o seu tempo.ealm disto gastar de sua algibeira?
A provincia 11A0 quer tanto, quer que os omprega-
dos lejam bem pagos e trabalhem : ora, ni o carro
cula 5$.
Eu eslou convencido que a emenda do nobre de-
pulado foi a; mentad 1 por patriotismo e nlo por pa-
lriotagem, faco joitiea as soas boas InteBCoM, mas
mesmo a bem do nobre depulado, a qum muito
respeilo e de quem lenho a honra da ser amigo, he
qae faco eslas observatoes, porque lido istu no jor-
nal, muila genle se persuadir' que foi antes palrio-
tagem do que patriotismo.
OSr. llego Barro : Palriotagem diminuir o
subsidio dos depulados '.'
(' Sr. Florencio : En ji defin o que era pa-
lriotagem,e Jigo que o nobre depulado nao apiescn-
tou a ina emenda com este sentido.
O Sr. llego Horros :Isso era bom se losse em
pioveito de alguem.
OSr. Florencio;Mas alguem mal intenciona-
do pi.lesuppor que foi patriotazem...
O Sr. llego Barros : Qoe me importa com essa
lembranca,
O Sr. Florencio :Mas at cerlo poulo devemos
guardar a* conveniencias.
Eu enlendo que o subsidio acloal nao he m ui-
to.....
O Sr. llego Barros :E eu acho que he.
O Sr. Florencio :Eu acho que nao, enlendo que
o subsidio da para se pagar o carro, Irabalha-se de
graca, nao ha economa maior. Depois devemos al-
tender a que sem duvida nanhuma a assembla pro-
vincial he o primeiro tribunal da provincia, e que
nao obstante ha muilos empregado* que lem maior
snmma de ordenado, muilos ha, as-im como en, que
fazem opcao.
Ha oui aparte.1
o Sr. Florencio : S os inglczcs he que sabem
pagar bem os eos empregidns.
" Sr. llego Barros :Quanlo ganham os pares
em Franca e o* lords em Inglaterra
O Sr. Florencio :Ora, se o nobre depulado me
da i(W:IJ(lil3lKHI de renda, cu dou-lbe a minha pala-
vra que pago todas as despezas do poder legislativo
provincial. Pois quer comparar os lord* em Inla-
lerra com os depulados provinciaes eml'ernam-
boco '.'
O Sr. llego Barros : Quanlo ganham os pares
em Portugal'.'
. Sr. Florencio :Em Inlatorra lem muito boas
libras esterlinas e nos o que temos'.' scdulas e 11A0
sei se verdadeiras, porque dizem quo a cada canto
apparecem monlOBS della! falsa*,lauto que cuso rece-
bo miro e prata, lenho modo.
'lia um a parle.
O Sr. Florencio :Pois lambem ha ouro falso"'
Portanlo, Sr. presidenle, se a caa quizer eu nao
leiei duvida em relirar a minha emenda que nao
foi senao reacrao a emenda do nobre depulado.
O Sr. llego liarme : Reicrao antes da ac-
ra o ?
O Sr. Florencio Nao, eu dirig a minha emen-
da, quaudo \ a do nobre depulado.'
O Sr. Sonsa Carcalho :Direi ponen.
Sr. presidente, a parcimonia da assembla de Per-
nambuco a respeito do subsidio de seus membros he
11a minha opiniao um dos Irados caractersticos, que
mai! lea.1 ama esla assembla.
> Sr. Florencio: He um padruo de glo-
ria.
OSr. Sansa Carcalho :Na minha opiniao, Sr.
presidente,o subsidio dos depulados provinciaes e, por
assim dizer, um legado que nos recebemos da assem-
bla nossa aulecessora e que dovemos Iransmillir in-
tacto aos nossos successores.
m systema novo eleiloral esl a manifestar os
seu* fruclos, parece que todos querem concorrer pa-
ra lorna-|o bullante e para que elle ganhe inleira-
menle os pomos dos jardin! das Hespridas, al al-
gons honrados membros Iralaado-sedeleitar o sub-
sidio que perceberAo os depulados da aisembla fu-
tura, desejam auKinenla-lo consideravelmenle.
Na minha opimAo, Sr. presidente, os honrados
cleiloi dos crculos conlenlar-se-hao com o subsi-
dio que temos percebido.
L'm Sr. Depulado :Quem sabe '.'
O Sr. Sonsa Carcalho :Acho que nenhuma ra-
zao poderosa concorre para que-o alteremos.e opou-
co subsidio que eu vol para os depulados provin-
ciaes, declaro que he orna das razfles que me ani-
mam a impugnar oulros augmento! que considero
de necessidade.
. Por (odas essas razes oppondo-me a emenda do
augmento do subsidio.
O Sr. Floreucio requer a retirada de sua emenda,
que. lim he concedida.
Encerrada a discussao, sendo approvado o pro-
jeclo e reseitada a emenda do Sr. Reg Barros.
Terceira discussAo do projeclo n. que approva
o compromiso da irmandadc de Nossa Senhora do
Desterro de Pao d'Alho.
He approvado sem debate.
Eulram em discussao as emendas empaladas na
votacao e que hoviam sido ollerecidas ao projeclo,
que concede 3 loteras a irmandade do Espirito San-
to, erecta na isrejado Collegio.
Nao h.ivendo quem peca a palavra sobre o mate-
ria, eucerra-se a discussao e he approva la a emenda
que concede duas lolerias .1 matriz de II, 1 reros
e regeilada a que faz igual cuncessao u' do l.rao-
eiro.
Segunda discanto de projeclo que approva o com-
promisio da irmaudadede Nossa Senhora das Fron-
teiras da Estancia.
He approvado sem dbale.
Segunda discussAo do projeclo n. i, que d pre-
ferencia no andamento as loteras concedidas a
beneficio das obras da matriz da II i-\ ;-1 1.
Vao a mesa e apoiam-se as seguinles emendan :
Sem prejuizu das concedidas ao convenio das frei-
rasde (Miada.S. R.Castro Lego.
E a concedida i i-roandade de Senbor Bom Je-
lui da Va-Sacra, da Santa Cruz da Boa-Villa.
N eiva.
Sem prejuizo da disposicao do parasrapho 1 do
arl. I da 1ei 11. H70 de 13 de maio de 1833.A-
bilio.
l'm Sr. Depulado :Mas ja te (em feito.
t Sr. Flerencio :Fez-se mal, porqus enlendo
qae o poder legislativo s.i deve fazer a conressao dai
loteras e o administrador dar a preferencia, porque
esle he quem pode de.vidamente avahar as necessi-
dade! na sua especialidade.
l'm Sr. Depulado :Se o corpo legislativo eonhe-
ce das necessidade! para poder reinedia-la, lambem
pode conhecer da conveniencia da preferencia e fa-
zendo-o dar' menos lugar ao patronato da parle do
govern o.
O .Sr. Florencio :Se se pode dizer que da parte
do governo ha patronato, lambem se pode dizer que
da parle da assembla o pode lambem haver. Sr.
presidente, o principio que en eslabeleci' he verda-
dero : o governo he que esla' habilitado para cou-
ceder essas preferencias.
Um S"-. Depulado :Couvcrn o mais que for pos-
sivel, corlar o arbitrio ao governo.
O .Sr. Florencio :Ea quero dar arbitrio ao go-
veroo para delle lambem exigir a responsabilidade
quando abusar.
l'm Sr. Depulado :Isso sao Iheorias.
O Sr. Florencio :Se sao Iheorias o nobre depu-
lado ha a quem compele avahar a forja do sen apar-
Ic, maseonliiinando, eu, senhores, eslou (aliando
doulrnariameule, o pnder legislativo decreta para
as necessidade* communs, faz ,1 lei, o poder admi-
nistrativo execula.
BALANgO.DA RECEITA E DESPEZA DOSESTABELECIMENTOS DE CARIDVDE
VERIFICADO NO MEZ DP. nnn nr i-,(i wl",HU*B|
ICADO NO MEZ DE ABRIL DE 1836.
Ileceila.
Por saldo cm III de marro, a saber
Em letras. .
Em recibo!.
I 0839115
Despeza.
1 ano aos empregadoidn. eslabelecinicn-
7:9639107
Receido do Uiesoureiro, importancia do
subsidio vencido cm marco ultimo. .
dem imporlancia do cralivo das pra-
cas de polica em dezembro do anno
lindo .....
obra do hospital Pedro II.
l'm Sr. Depulado :O corpo legislativo pode en-
trar na especialidade.
O .sr. Florencio :Mas he urna anarcha ; a as- .
semino.i decreta na neneraliilade, o poder adminia- dem por saldo da quola volada
tralivo vai conhecer pralicamcnte da necessidade
especial, a elle compele dar a preferencia, se for in-
justo, queixcni-se as parles e
lurne-o responsavel.
lia inultos a|,-ire-,
O Sr. Florencio :Sr. presidente, eu ja disse^que
se da parle do poder adminislralivo pode haver
palionalo, mal! pode haver entre nos nao apoiados
porque nos nao temos tente a lesponsabilidade
moral.
para a
o poder legislativo, |,0 fisca| do Po, da yBtil^ ,mpor,an.
cia de multas de carnes verdes appre-
hendida em beneficio do hospital dos
lazaros........
5:873-5000
:ilb>*jOII
JMHXWIOO
Hi'il
Do Dr. Pedro Dornellas Pesera, impor-
tancia do (ratamente do seu eicravo
Antonio.......
'. 3*910
Do procurador dos eslabelecimentos de
caridade por conta do rendimcnlo doi
Preoios...........I:786M80
t7: los de caridade, seus ordenados de ia-
nciro a marro.
Ao Rvd. Juaquim Mauricio' Waiideriev"
ex-regenle do grande hospital da ca-
ridade, importancia da despeza de no-
vembro do anno pasudo a marco do
correule ..... v
Ao regcnle da casa dee'etpaaW, ideni
no mez de marco. _'
Ao dito do hospital dos lasaros *idm'
idem....... '
A O. Hara Marcelina do Carmo'lej0l
lo, importancia do ordenado vencido
por seu finado marido, JoAo Bautista-
dos (jnimaraes Peixoto.....
A D. Fortunata Coelho da Silva, impor-
tancia da renda do seu armazem oc-
cupado pelo grande hospital, vencida
em marro..........
A' Domingos Jos Teixeira, imporlancia
de l(> colxes e lraves*eiros para o
hospital dos lazaros.......
.\ns enfermeiro* e erveutes do hospital,
idem sem jnrnaes vencidos al marro.
A viesa Conha & C, por 10 garrafas
de labarraque........
A l.nuronco Jusliniano da Rocha Fer-
reira, imporlancia de lTSjancuesilgas
A Ko(no (iornes da Fonseca, importan-
cia de seis duziai de fogo.....
A Joaquim da Silva Castro, importancia
de in arrobas el!) libras de carne
verde, que forneceu aos estabeleri-
menlos de caridade cm dezembro do
anno findu..........
A diversos por despezas feilas com a
obra do hospital Pedro II ueste mez,
como consta do livro respectivo .
Por saldo em caixa, a saber
Em letras.......
Em recibos de diversos ere-
dores, por canta do qae
se Ihes deve.....
1:4673UI
-2:33O#Kt0
609,7-20
33396B0^
i I-Mili
'290OO
3KW10
2128500
403000
8lg5M
129000
303=1320
*iS i :08-25l 15
!l:iii0li
10:32ti-3.Vi|
17:0009117
Adminislraoao geral dos eslabelecimenlos de caridade 30 de abril de 1K5fi.
O envo, O thesouriro,
.4/i/o/no Jos Lomes do Crrelo. jP /.r(,s /.errara
(RANDE HOSPITAL.
Exisliain.....
Kntrarain.....
i Curad.>i .
Sahiram-{Mel horados .
Nao curados .
ida
:w >!>
31 5
17 i
6 1
1 1
0 1
1 1
il 25
87
39
'22
7
)
T
HOSPITAL DOS LAZAROS.
69
Exisliam......
Entraram.....
Curados .
Melhorados .
Nao curados.
Morreram .
Exislem......
2(1 10 30
0 1 0
(i 0 0
II 0 0
1 0 1
0 0
19 10 29
O Sr. .tbilio declara que com referencia a mate-
ria, que se discute, islo he, quanlo a preferencia das
lolerias, he sua opiniao qae ao prc-idenle da pro-
vincia, ao poder adminislralivo compele apreciar as
razes de conveniencia e utilidade publica sobre laes
preferencias ; mas como quer que o anno paado ti-
Tosseacaaa deliberado sobie a materia e Irale ago-
ra de fazer oulro tanto, lave de ofTerecer urna emen-
da que lem por lim na prejudcar as lolerias, que
urna vez foram concedidas, com preferencia a qaal-
quer oulra, pela lei o. 370 de 13 de maio de 1S55,
que diz J
Enlende que qualquer preferencia, que por ven-
tara se tenha este auno de conceder, nao pode ol-
fender aos direilos adquiridos pelos concessiunarios
deesas oulras.
OSr. A. Cacakanli :Nao apoiado, he dentro
do anno.
0 Sr. Aliilio pandera que a disposicao nao foi con-
signada na lei do ornamento, que he a de carcter
anuuo ; conse^uintemenle que qualquer preferencia
concedida pela rasa esle anno, nAo pode prejudcar
a disposicao da le citada u. 370, menos que nao
seja agora revogoda.
O Sr. Xeica :Sr. presidenle, leudo mandado a
mesa urna emenda addiliva ao projeclo que ora nos
oceupa, julgo do mea dever dizer duas palavras em
su i sustenlacao.
Ha mallo, Sr. presidente, foi concedida por esla
casa una lotera em hendido do irmandade do Se-
nhor Bom Jess da ViaSacra, erecta na igreja da
Saula Cruz da Boa-Vista, para a conlinua.in das
obras, e de mais reparos 'de que necessilavai e dos
quaes cada vez mais necesiila esse anligo templo ;
mas essa coucessao tendoocunhoda iufelicidade e de
nada Ihe lem aproveilado, pois que al o preiente
semclhaule loleria na lem pudidoscr extrahida, nao
obstante ser una e nica concedida a referida ir-
mandade, devidoisto sem duvida a oulras maitas
igualmente concedidas anterior e posteriormente a
diversas contrarias e eslabelecimentos poblicos.
Cumprc-me ponderar a casa, Sr. presidente, que
o templo da Saula Cruz sendo um dos mais amigos
desta cidade, e que nao cunxindo perd-lo, se acha
boje era eslado de completa ruina, sendo que por
isso defiendo de sor accmlido de promplo, nao ser
lardiuo seu desabamenlo : as obras c couccrtns que
foram encelados eslilo de ha muilo parausados por
falta de meios de que he inleiraincnte balda aquel-
la irmandade, pelo que espero da benevolencia dn
casa, a querer por a salvo equclle anligo c mageslo-
so templo, a adopcao da emenda que live a honra
de siibmetter a sua consideracaOj.sitdo qae lija de
adoplar,comohe de esperar, o projeclo em discuisao.
O Sr. A. Cacalcanli Daremos em oulro nu-
mero. !
O Sr. Al/ilio nsisle na ideia do que o preidcn-
le da provincia be o mais habilitado para avaliar
das necesidades do laes preferencias, c at mesmo
que muilos depulados, que fazem parle desla casa,
a julgar por si, que ignora o estado do convento de
S. IrauciscudeSerinhaeni per exemplo, bem como
como de outros eslabelecimentos c igrejas.
Nao diz com islo, todava, que a assembla quan-
do cominelle ao prndenle essa attrihuiro demitta
de si o direito de exerce-la ; mas acha" mais con-
veniente, que lie o faca ; portanlo uesse poni esl
de accordo com o imbre depulado. Disse que o
argumento dcdzi.loda utilidade, Irazido a casa,
preju lien certamenle a ideia do projeclo. porque
tra/.-uos a ubngacao de avahar a necessidade nao
so desta, como de oulras obras, para conhecer qual
dellas deva ser a preferida.
( NAo se oppoe a que concedan se as preferencias
urna vez que nlo se prejudquem os direilos adquiri-
dos de oulros, por deliberarlo da casa. Oae as iire-
rerencias sem numero, darlo em resultado" nenhuma
ser de laclo preferida se nao a escolln do presiden-
le ; acha pois, que o melbor he deixar logo a elle
o arbitrio, coiihcrcndo a necessidade urgente de
um ou oulro estabelecimcrilo ou corporaco, e con-
cciler-lhe a preferencia.
Repele, qoe eta cuncesso da assembla o anno
pasudo, nao for feila em nina lei annua, pois til
uao he a de n. 370de 15 de maio, que lem por
objecto a coucessAo de lolerias a cerlos estabelcci-
los a miraras e assim nao se pode considerar revo-
gada no lim do exercicio crrante.
Ha utn aparte'..
Oue a aprovarao do projeclo importa a derogaeao
daquella lei, por ser anterior sobre o mesmo ob-
jecto.
Um Sr. Depulado : Eu nao disse isso.
*"" '>'r- Imputado : A lei pode ser abrosada
ou derogada.
O Sr. Ibillio o que pretende be que a lei do
anno passado nAo leja derogada, nem subrogada,
concedendo-se novas preferencias a matriz da Roa
\ isla.
Conclue votando nAo su pelo projeclo, como pela
emenda que apresenloo e foi Iida a casa.
O Sr. Florencio :Sr. presidenle, a assembla
provincial devo conceder aquellas loteri.s que julgar
conveuienle em beneficio dos eslabelecimentos ou
corporacoes que delle necessilarem, mai deve deixar
ao poder administrativa o avaliar a queslao da pre-
ferencia, uto he, reconbecer quem tem mais neces-
sidade. Mas entrar a assembla na e-peciilidide
deslas cousas. parece-me que na realidade isso nao
he couveuicule.
CASA DOS EXPOSTOS.
l'm Sr. Depulado :A maior de lodas as respon-
sabilidades.
, O Sr. Florencio :Ora, senhores, a responsabi-
lidad;? moral he dividida por muilos, o resultado he
nAo licir nenhum com nenhuma.
L'm Sr. Depulado :Isso de respousabilidade be
urna conversa.
Oulro Sr. Depulado :He principio lambem,que
ao coverno se conceda o menor arbitrio possivel.
JO Sr. Florencio :Eu nao quero esae arbitrio la-
lo, mas quero que a assembla faja a lei e que o ad-
tninistrador a execute, e se nao a execular conve-
nientemente seja responsavel. -------:---------------:-------------r-------------------------------------._____" '
UoiSr. Depulado:Depo do asno morto, ceva-;ilArrA o movimcnto dos eslahelectmentos de caridade, verificado no me/ He
da ao rabo. a|)r| ,JC |8.")(
O Sr. Horencio:Bem, n.'odigo mais nada, vo-
l contra as preferencias.
O Sr. .V. Portella: Sr. presidenle, tendo como
membro da commisso de peliroes assignado o pa-
recer ofTerecido a cousiderac,Ao~da rasa, julgo do meu
dever dizer algumas palavras emsuslentaco do pro-
jeclo por ella olferecido.
Lamento, Sr. presidenle, qae a discussao sobre o
projeclo, tenha sido levada para ara ponto diflerenle
daquelle que se devia ler seguido. Na verdade com-
partilho perfeitamcnle todas as ideas que dizem res-
peilo a conceder-se algum arbitrio ao governo, ten-
dente a fazer execalar as medidas que parlera da J as 24 horas de enlra
assembla, mas enten lo que pur este fado da dele- u,"Terara"(Depois desla poca.
-aeao, a assembla nao lica inhibida de apreciar Exislem......
qualquer necessidade j prevista pela lei, para que
a atienda desle ou ilaquclle modo....
f 'ni Sr. Depulado : Por appella;3o.
OSr. .v. Vorlella : Nao he preciso que seja
por appellacao : a regra que o nobre depulado esta-
beleceu he verdadeira, mas pelo fado da .lcleg..c.io,
esla a assembla privada de exercer o direilo de
conhecer dessas necessidades '.' Nao, logo se nao esla
privada, o que devemos fazer he, apreciar 0! moli-
vos, o! fundamentos que porventura hajam para se
volar esla ou aquella medida.
l-.nlendn. Sr. presidente, quo o mandar a admi-
nislracSo correr esla loleria cm lugar daquella, ne-
nhum motivo ha, para que venham aqu qucixas ;
enlendo qu o simples laclo de mandar a asscmblca
correr esta ou aquella lotera, prejudicando assim
esla ou aquella corporaco que se julgue com mais
ou menos direilo, nao he motivo para queixas, por-
que sendo muitas as loteras concedidas, o governo
pode reconbecer mais necessidade em qae corram
eslas do que aquellas, e foi este um do! motivos
porque hontem votei contra algumas das concesses
de lolerias, que foram proposlas. Mas por esle fado
nao vejo ea impossibilidade nenhuma era que a as-
sembla reconheceudo que um edificio ou corpora-
c,Ao a quem concedem lal numero de loteras, lem
necessidade urgenlo de laes ou laes obras, conceda
preferencia essa lotera n qualquer outra. Foi as-
sim, que a assembla enlendeu o anno passado e
nem por isso se pode dizer que a aembira proce-
deu de um modo fora de suas allribuicijes ; nAo,
ella reconheceu urna necessidade e a -iti-lo/.. Por
conseqaencia, o que cumpre saber he.se ha ou nao
necessidade da medida, e eu pelas informacoes que
oblive, enlendo que a matriz da Boa-Vista carece
desle auxilio e por isso adopto o projeclo.
A' Vista pois deslas razes que tenho apresentadu,
a assembla be muitu e muilo competente paraadop-
laro projeclo qae (oi submetlido a sua cousidcr.-ico,
e n i mi. i a materia cuntida as emendas apresenla-
das Dada direi porque nao eslou habilitado, nao sei
se essas igrejas tem ou nao necessidade dessas obras
com lana urgencia como tem a matriz.
la muilos e repelido! apartes.)
_Sr. presidente, a queslao reduz-se a utilidade ou
nao utilidade, necessidade ou nAo necessidade da me-
dida, porque diieito a assembla tem, e como essa
necessidade lie reconhecida per lodos, enlendo que
o projeclo .leve ser approvado.
Repelein-sc os apartes, algans senhores deputa-
dos fallam ao mesmo lempo.)
Sr. presidenle, cu termino, declarando qoe esla
assembla adoptando o projecto que se discute, pro-
cede muilo legal e convenientemente.
Tendo dado a hora
O Sr. Presidente designa a ordem dodis e levanta
a sessao.
isliam I1'fa<.....
l "M ,1a casa .
Eiilraram .....:
Saln am.........
.Morrorara-l'Nas 2i l,orM<,e entrada
i Depois desta poca
Existen.- -ffl "*
irora della. .
Sotme......
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277
Admiuislraco geral
dos eslabelecimenlos de caridade 30 de abril de IK5ti.
________ O eaerivto,Antonio Jos Gmemela Crrelo.
pgina avulsa.
Sessao' ordinaria em 2(i de maio de 1856.
Presidencia do Sr. barao de Camaragibe.
Ao meio-dia feila a chamada e haveudo numero
legal de Srs. depulados
O Sr. Presidenle declara aberla a scsi.lo.
O Sr. -2" secretario procede a leilura da acta da
sessao aulecedente, que he appruvada.
O Sr. 1. secretario di roula do seguinle
EXPEDIENTE.
l.ma peliciiode Achule Martn de Estadens por
seu bastante preeoiador, pediudo que sejam loma-
das em consideradlo as razos que expoe, afim de
que nao seja approvado o ronlralo da illuminao.lo a
gaz celebrado pelo governo da provincia com r.
Lupes Nello, Barros Brrelo e II. Gibson, admitliu-
do-se a proposla delle peticionario, e quaudo nao se
admita seja o governo da provincia novamenle au-
torisado para por em concurso a mesma emprez.
A' commisso de obras publicas.
Oulra de Jos Francisco de Paula Esleves Cle-
mente, eurivao privativo do jurx desta cidade, pe-
diudo consiguatao da qoola na lei do orrainrnlo mu-
nicipal para qao seja pago da quanlia de 1313116
que Ihe he devedora a cmara do Rccife, provenien-
te de cusas de processos decabidos.A commisso
de (remenlo municipal-.
Oulro de Jos Anlunio de Araujo, pedindo que
seja lomada em cousideracAo a proposla que snb-
mclle ao exarae de'la asseiblca, para por si ou por
meio de urna compaiihia execular o completo cali
camenlo das ras c praesj desla cidade, incluindo os
respectivos canos de csgolu, segundo o systema e
pelas quanlias que forein convenciodas com o gover-
no da provincia.A' commissAo de obras publicas.
L-se e approva-sc a ledaccao do projeclo nume-
ro lt desle auno.
L-se, julga-se objecto de ddihcracau e manda-se
imprimir o seguinle projecto.
u A assembla legislativa pruvucial do Pernam-
bucu resolve :
Arl. 1. O governo da provincia fica autorisado a
dispeuder nnualraenle com a bibholheca publica
a quanlia de dous conloa de reis, dislribundo-a com
o pessoal calugiiel da casa, nten-i-, e a acquisicao de
obras, Impranos, c manuscriplos importantes, com
especialidade os que se*referKm a historia pernam-
bucana.
ii Arl. 2. A hibliolheca dever.i oslar em casa pro-
pria que perttnca a provincia, ou alugada smenle
para esle fiui, sem annetaeio a qualquer nutro esta-
belecimenlo, situada no bairro de Santo Antonio.
.i Arl. 3. llavera na hibliolheca um bibliolhecario
com a gralificacau de tiOOjOOi res, o om suh-hiblio-
leeario cura a de i'.uMJcr'JOll reis. Esle segundo em-
prego porem nao ser prvido senao depois que a
hibliolheca livor dez mil volumes.
o Arl. 1, Su poder sabir da bibliolhera algum li-
vro, por potUiria do presidente da provincia, c pelo
espaen de dez das improrogaveis.
,< I i .mi revog.idas as disposic/es em contrario.
i. Paco da asscmblca legislativa provincial de Per-
iiarabuen 2i de maio de lS5ti.Amonio Epaminon-
das de Mello.
L-se lambem e approva-se o segninte parecer.
A eommittao de estalisliea precisando, para dar o
seu parecer, considerar as repretent*(9es de que tra-
ta o relatorio da presidencia do anuo pastado, rela-
tivamente desnieinbraeao do termo de Igoarasa,
requer, que p-doscauaes compeleutes sejara ellas so-
liciladas.
Sala das commissoes 2ti de maio de 1836.Sou-
za Carvalho,Mello Cavaleanli. (Conlinua.'
I reso por se (er cao e preso por nao se Icr cao;
se a iraprensa pelo orgao da u Pagina chama a at-
lencAo da polica sobre cerlos abusos que a ol'.oi
vistos dao-sc constantemente entre nos, clamam lo-
go o que se importa essa Pagina a com islo '.'
Se, porem, nos descuidamos dizer alguma coma so-
bre esses mesmos abusus, dizem logoagora a a Pa-
gina nao falla Ora enlenda-os l.....Te- ,.
mus clamado contra as casas de jogo, e felizmente l devia ser absulvido, porque nos autos
parece que, oa lem-se nos allendido, ou se jogam provas para ser o reo condemnado.
anida he com lodas as cautelas, com u que penco I Depois de lindos o debates, e ter o Sr. iniz de di-
Oos imporlamos ; no eutrelanto certas tascas m- etilo, presidente .lo tribunal do hjry. nronosto ao
mondas lizeram reapparecer agora as ensebadas ban-, eometho do ja. v de sent-n.a os qais'itos da lei, loi
cas do .< gag.u despeno d actividade da poli- o dilo con.-lho"condolido inuuena aMelata.
ca e no,a, admoes^e,. renci., M 7 horas, donde vollou a, 9* hora? S
O Sr. subdelegado de S. Antonio lenha a bon- "
Depoia de prestado o dito juramento, foi interroga"
do o reo, e em seu interrogatorio confessoo, qae li-
nha praticado a morle. porm em sua defeza.
Fez-se a leilura de lodo processo, e depois da mes-
ma foi dada a palavra ao Sr. advogado do aecusa-
dor para fazer a accusacAo, e esle a fez, mostrando
as provas dos autos, e pedindo a conderanac3o do
reo no grao mximo do artigo 192 do cdigo cri-
minal.
O Sr. advogado do reo deduzio a defeza do nes-
mo, dizendo que o reo eslava innocente, pois linha
praticado a morle em defeza de sua pessoa, e quo
aao exisliam
dade de lanrar suas vistas para urna casa da ra do
Rangel que, segundo no< consta com certeza.josa-se
all lodos os dias, alm da estpida vozeria que faz a
caterva de vadios e jogadores.
Ha na ra da Penha um senhor que tem a ha-
bihdade de recommendar ao seu cscravo, que lance
a i ua as aguas que sahem de sua casa.
Eeve muitissimo concorrida a dcvocAo do Mez
Mariano na igreja da Santa Cruz da Boa-Vista no
doinangu ; a msica excellenle, as devolas elegante-
mente vestida!, mas os amaves devolinhos la lao
embaixo... sem poderem ver de perto as imasens,
falalidade esse Sr. Rufino Correa he amigo de a-
zer pirraras i genle.
(Juem lem oo qoeni rebaisa-ee ler nesneins de
garapas picadas, nAo lem neccidade de viver dos
cofres pblicos, nao deve ser empregado publico, e
de que repartirn !...
Descobrio-se urna nova invenriio da chafarizes.
pelo que convidamos ao rcspeilav'el. para lodas as
noites pelas dez horas adiar-,e no paleo de S. Pedro
afim de assislir de una casa o impulso do repudio,
que por entre as Irevas da noile forma o mais bello
contraste. ,
Nao seria mais prudente que esse senhor que
nao lem em que se oceupar. porque anda dirigiodo
carias anonx roas a certa pessoa na ra Direili, se
cmendasse primeramente de scus Moa para enlAo
criticar os alheios. Pois, charo mi, a pessoa a
quem xossemec se dirige est l muilo!......uilo!...
cima de sua microscpica individualidade.
Na ra llireilalia urna nova fabrica de carias
anonxmasem lodosos sentirlos e do melhur go-io
fabricadas.
Hospital de caridade.Dos SI doenlcs morreu
um hornera, ficaram SO.
O servico do hospital de caridade continua o
mais satisfactorio possivel, c apezar de j. nao haver
mais esparo na casa para urna cama, comludo mar-
cha maravillo.sanente.
Fervem as pateadas na roa da Roda a quem
passa de certo modo jocoso vestido, de sorle que essa
ra, se bem qae habitada por gente qoo vesle sem-
pre a grando toilellc, nao pode dispensar a auem
passa com urna casaca mais assim ou assado...he"bom
costume, e acredita muilo ao inspector do lugar,
com eifeilii, i-tn mesmo he progresso !
Nao se precisa mais da moca de cera do Sr. Jo-
s Ricardo para regular alguem" as modas de pen-
teado. Em certa ra ha urna figura com cabrea Uo
apropriada de noneca de cera, quede manha lem
solloi O! cabellos, duas horas depois trancas cabidas,
oolras duas trancas cruzadas, nutras dua" litas as
Iraness, oulras duas bandos lizus, oulras duas bandos
sovados, outras doas chineza, oulra* duas rraron-
daugas por Iraz das oreihas, c assim at a noite, de
sorle que o publico ja a chamaa calunga de cera.
Os habitantes da Passagcm continuam a surTrcr
privacoes d'agoa polavel.
Porque molivo ha de esse roeslrc de msica
deifeilear 1,1o repetidas vezes um seu discpulo.' A
nao ser a embriagoez nAo podemos aliar o que mo-
v ao nie-Ire pralicar lautas violencias.
O inferior, que quizer providencias a cerlos res-
peilo! do seu superior, tenha a coragem de as pedir,
e deixe-se (le botar-Ihe por baixo da porta cartas
anonxmas, porque resultar que providencias ne-
nhumas se poder dar em casos laes, purque nAo ha
de quem se possa colher iul'urraacoes.
Ate' amanilla.
nuite com suas respusias, qae foram lirias, em'voz
alta, pelo presidenle interino dojurv de sentenca,
em vista do cuja drcisAo o Sr. Dr.juiz de direilo,
presidenle rio tribunal do jory, publicou sua sen-
lenca, condemnando o reo a pena de 7 annos de pri-
sao simples, grao mnimo do artigo 1!I3 do cdigo
criminal, e as casias; e levantou a sessAo, adian-
do-a para as 10 horas da manhAa do dia seguinle.
\ assembla provincial jnlgoo hontem objecto de
deliberado e mandou imprimir um projeclo apre-en-
lado pelo Sr. padre Marjal,desmembrando a fregue-
zia de Salguero i"o termo de Ooricury eanoexau-
do-a ao de Csbrob. Igual deliberaco'lomou acerca
de oulro projeclo do Sr. Epaminondas, auloriando
o soverno a despender animalmente a quaolia de
2:000-^100, distribuidos com o pessoal, aluguel da
casa, ulenris e acquisicao de obras impressas e ma-
nuscriplos importantes, espeeialmeme as qae se re-
ferirem a historia pernambucana.
Approvou com urna emenda do Sr. Quintino o pa-s
recer da commisso de nesocios de cmaras, sobre o
requerimcnlo da rnesa regedura da ordem terceira de
S. Francisco de Olinda. adiado na sesso de 24 do
corrente. Adoplou em primera discussao c projec-
lo de ornamento provincial, dispensando, a requeri-
mcnlo do Sr. Lat Hlippe, o intersticio para ser dado
para a ordem do dia de neje Entrando na terceira
discaao o projecto que fixa a forra policial para o
anuo linanceiro de 1856 a 1857, (o\ este approvido,
sendo regeilada urna emenda do Sr. A. Cavaleanli,
para que se supprimse o augmento do sold con-
cedido s praras e oOiciaes do corpo, approvada em
segunda discussao.
A ordem do dia de boje he a segouda discussao dn
orcamenlo provincial, e a coutinaacao da antece-
dente.
A salera americana Golden Cale, de 1,,502
toneladas, nova, e bem construida, avallada cm
150:0005000,10b o commando rio capilAo S. F. De-
wing, tendo sabido de New-Ystfc em lastro com
destino a Bomba), e arribando cosa da Parahiba,
onde perder os mastaros e suffrera nutras avadas,
chegoa finalmente a esle porto desarvorada e fun-
de."! no lameiran, onde se achava m concert.
A urna hora da m minia do da 2(>, vio-ie de Ierra
que liavia incendio a bordo ; e a capitana do porlo
incontinente deu as providencias que eslava ao sea
alcance para salvar o navio, emhora tivesse cons-
ciencia de qae mo o coiisecairia, visto o aro a que
ja-se achava elevado o incendio ; e com etleilo,as-im
acconleceu. pois que s tres horas da larde rio mes-
mo dia se achava quasi ludo redozido a cinzas ; e,
como era forrado de cobre, ainda flucluavam es des-
troces sobre as ondas.
Consta-nos que a capitana procara traze-le cos-
ta, afim de nao obstruir o ancoradooro ou cansar al-
cum sinistro aos oulros navios qae se achara Tun-
deados.
Ignoran.lo-se o* motivos desle succes las ero custodia 2 pessoa! da respectiva IripolacAo
com o lira de melhor averiguar-se a caoia do in-
cendio.
JIRV DO RECIPE.
21 de maio.
Presidencia do Sr. Dr. Francisca de Assis de Olt-
xeira Muciel.
EscivAo, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
ves I .lmenle.
Accusador, o Sr. Francisco Antonia Pereira da
Silva.
Advogado do mesmo, o Sr. Dr. Antonio Vicente
do Nascimenlo leilosa.
Advogado do reo, o Sr. Dr. Jos Bernardo tialv.io
Alcoforado.
v?" o- re vj/o bc neta.
Foram sorteados
ten^a os seauintes senhores :
Joaquim Alves da Silva.
Heraldo llenriqne de Mira.
HEFABTigAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernarabuco 2li de maio
de 1850.
Illni. c Exin. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Ele. que .las diferentes parlicipaces hontem c
boje receidas nesta repartirn, consta que so de
rain as seguinles occurreneiat:
Foram presos : pela subdelegada da regue/ia de
Santo Antonio, JoAoJos Fcrrtira de Brilo, Miguel
Joaquim Xavier das Chavas, tiuilhermiiio Comes de Marcohno lioiieahe- da Silva.
Lima, Jos Comes das Nev, Bruto Rodrigues da Caelano Silverio da Silva.
Silva, lodos por seren da companhia de raloneiros, | I Ixsses Cm Me-.
e Ahuandiina Mara da Conceicao, por desordera, I Joho Alhanazin Das,
eser encontrada armada de urna navalha. Francisco Xavier de Mnraes.
Pela subdelegada da freguezia da Roa-Vista, a Francisco Jos Raposo,
prela Adriana, para averiguares policiaes sobre o Jo Antonio Vieira de Souza.
extravio de um menor.
E a requlsico do testamenteirn Jos Din! da Sil-
va dninara, o prelo escravo Flix.
lieos euarde i V. F.xe. Illm. e Evm. Sr. con-
selbeiro Jos lenlo da Ciinha o Fisaeiredo, presi-
dente da provincia.0 chafe de polica, I.u'z Car-
los de Pana Teixeira.
Senhores redactores :Com o intuito de ilesa-
prceiar os imporlanles serviros, prestados pela illus-
Ire cmara municipal de Golanoa na quadra cala-
mitosa, porque infeli/menle acabamos de parear;
disse o Sr. Estellila.no ollicin.que dirigi presiden-
cia desla provincia.cnni dala de 2:1 de abril prximo
passado,pque foi publicado no Diario Ae I7docorren-
le :.. ....quando lodos linham banido de sio egos-
mo e sose lemtiraxam da lerrivel e inexhoravel mor-
le, o unsso presidente da cmara municipal "de-
lirio nma nimba requisito de seis sacca do firinha
para distribuir com a pobreza desla cidade, que es-
lis* inurieii.il, a fme e quad0 nao nBja n0 n, se nr sen.es O srs mr T" ",',"1',a "*""* C'"' .IB'nor 1nlid.da 'a venda, se bem qu- a ca-
se prsenle, o Srs. jurados. | mar live-se em deposito 50 suecas, respondendo-me
,1o rilTado nose,,",,n,'l, -1m ': Sfi' jUra- q"e S" C","i, M :l P2 pelo "rPe'o Mu me
AKu\TmZwTmmuT3L\T,. S?'. """ ''^ ,Ve de r"P-""- que' reunisse a
Abena a sessao pelo toque de ompainha, foi con- ; cmara para resolver acerca de minha rmtaMM ;
doUlro rat,!.;'l'Un?1 Z">*"*" jU,Si,-"a rtcqu. me con orma^ corqa qoe
do, o reo preso Bclcb.or dos Res Cavaleanli, aecusa- que cese ana res-posla nao reuni a cmara, mas
do por crime de homicidio perpetrado na pessoa do das depois foi d.lopiniao que i.desea farinha Italia
prelo poniingos, crayo do Sr. Irancsco Antonio aqual sendo-me enviada mande, entrgala ao Pro-
Pereira daSilva, lendo o mesmo reo por seu di- fessor Jao Josu Barroso da Silva Juveuis, para dis-
fensor ao Sr. Dr. Alcofor.do. trinni-la rom a pobreza, a
para o conscllio do jurx de sen- | Bala Irecho, lielmcnle copiado do bem elaborado
l'mbelino Cuedes de Mello.
Joaquim Jos de Abreu.
Francisco de Paula Corr-a de Araujo.
Os ipiles presuram o juramento em voz alta sobre
o livro das Santos Evangelios, e depois lomarara as-
sento nos seui respectivos lugares, separados do pu-
blico.
ofliejo do Sr. I.-lolaia. cnlrraa o nizo, que ge-
ralmentc se faz desse magistrado ,. probo e iutel-
li^enle ; mas coulmi nexadidcs, que nio po-
dem pasar sem resposla.
Contaremos o faci como elle se den.
A cmara municipal, que leve a iniciativa em
todas as medidas, lomadas em ordem a combaler a
epidemia, e soccorrer os indigentes, levou suai pro-
videncias ateo poulo de mandar comprar pelo res-
pectivo riscal una grande pnre.in de farinhasem
violacao das posluraspara revende-la ao.povo pelo
cusi", quando ella escasseasse ; o que se devia es-
perar com a invasao do cholera. O fiscal ponda
apenjs comprar ciucoente saccas ; porque decorre-
ram poueos dias da resolucao que a cmara lomou
ao apparecimenlo da epidemia, e lindaporque co-
uheceu-se qoe a farinhamenoi abundanteera
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ILEGIVEL


DIARIO DE EPRMBCUO TiftC* Hk 27 DE MAlQIE 1856

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todava iiilllcienle para o consummo, e conserva-
vi coro pouca difieren; para menos no memo es-
lado da baraleza. Este fado motivou a cessac;ao da
compra.
A epidemia aioda esteva no seu cometo, a po-
breta nao inori 11 .i fume, com" falsamente diz o Sr.
Estellila, qusndo este senhor ullicmu ao Sr. coin-
tneudador Jos Joaquim, que linha sido arcommel-
lido do cholera com imita e tantas pessoas de sua
lamilla ua cidade, ( nos engenho haviam quasi eem
doenles) requintando seis saccas di'|rarinlia para dis-
tribuir gatunamente.
Na impoasiliihdade de se occupar com negocios
deita orden respondeu o Sr. commendador, que
senta profundamente na i poder pi m-- se ao aer-
vico publico em cousequencia do*seu esta lo de mo-
lestia, a que por isu lintia passado a presidencia da
Minar,! ao Sr. leueole coronel Mauoel Correa, ein
quem via iidi substituto animado dos melliores seu-
li meatos, c capaz de supportar os traballios qjie a
poca eliga.
7]Nislo euganava-se o Sr. comrncndadar, porque o
Sr. lenle coronel Mauoel Correa, liulia alguns -
Ihos doenles, perda entilo diariamente de dous a
qualro escravos ; e acabava de poder o seu presado
roan u leuenle coroueIJosu Correa, de saudosa re-
cordado; cuja moile se occullava ao Sr. com-
mendador, porque receiava-se que nao podesse so-
breviver a uoticia da perda de seu cunh-'" e inli-
iii" amig O seu digno substituto .eslava com ef-
feilo, como sempre, auimado dos melliores senli-
mentos ; mas nao podia, alteulo o eu estado de af-
lliccioe vex.mes, supportar trabalhos, que nao fos-
een aquelles a que era obrigado como pai de fa-
milia.
Aceitando lodavia a presidencia da cmara, o Sr,
lenle coronel Mmoel Correa, em resposla ao ci-
licio do Sr. Eslellila expoz qual tinlia sido a resolu-
*,.>> da cmara, acrescenlau lo que nao podia vista
lella fazer mais do que dar-lhe a farinlia requisila-
da pelo cusi, ale que reunida a cmara rcsulvesse a
respeilouque julgasse couveaieute ; c coucluio di-
zendo que a convocarla ; o que fez, porm de balde.
Todos sabera que em circumslaucia* tao criticas,
como as de eulau, he quasi impossivel a delibera-
ra de um corpo colleclivo pela quasi impossibili-
dade de reunir-ae a maioria de seus membros.
Vendo o Sr. leme coronel Manoel Correa, que
eraru baldados os teus i.--f >n os para que se reu-
nile cmara ofliciou, passados alguns das ao Sr.
Estellilaremellando Ihe urna ordem para com ella
receber do fiscal as seis saccas de farinha, que o Sr.
Eslellila quera ir distribuir com a pobreza, o
Talvez que a pobreza lenha gozado dessa farinha
do mesmo modo porque gozaran) os cholencos do
hospital de uutras seis saccas, que la se gastaran) em
menos de vinle e qualro horas !...
O diguo presidente da cmara, entregando .ilin.il
a farinha requisilada pelo Sr. Estellila, e dispou-
do-se a paga-la ; se porxeulura a cmara uo w>
cionasse o seu procedimeuto, o quo nao seria de os-
Iranhar, porque uuuca houva f.ilia dessegenerj que
molivasse a distribuirlo gratuita,quiz. evitar ceu-
suraa, que pessoas mal informadas, ou mal inten-
cionadas poderiam Ihefazer em viilude do seu lou-
vavel escaupuio. He fura de duvida que elle exhor-
bitava de cuas attnbuices, satisfazendo a requisi-
Jio do Sr. Eslellila, o qual creava necessidades, que
su iiisliram em sua cachola sempre povoada de ab-
surdos, de asaeiras e de mil cousas.... boas,creio
que nao.
Enlretaiilii o Sr. Eslellila julgando o seu proced-
roento com a mesma imparcndidaie com que julga
a* causas, era que figura como parle um seu pruno
e amigo, que Ihe di amas de leite e bonilos caval-
los, alera das 13o falladas i lii>guc,as, dos queijos e
peros; ve n'elle um egosmo imperdoavel!
Egosmo, Sr. Estellila, no Sr. teuenle coronel Ma-
noel Correa, por vezes victima de vossa justira
egosmo na cmara municipal!!..
Uh Sr. I vos estis iuucomas que loucoJou-
do... doudo varrido !. .
lie lenrao baldada, crede, descoocciluar cidartiios
que, censurados por vos. representara a la, que nao
se ncomraoda cun os latidos do gozo rabugenlo.
Vos sois o empregado publico menos habilitado
para censurar os que nao curaprem seus deveres ;
lalvez brevemente um processu por certos aclos que
muguen ignora, eccupe a alinelo publica....
Dizei-oos:quem prornoveu essa subsenprao que
monlou a mais de tres eolitos de reis quem den
maior contingente'.' a quem perlence a gloria que VOS*
disputis com voseo empadre '.'
A' enmara mnnicipaiuo podis deixar de res-
ponder.
E o que sois vos 1 A' islo responderemos nosum
pobre horaem cheiode prcsumpries ; coja probidade
lie posta em duvida ; cuja inlelligeneia he nenhuma.
Um Cavalcauli peba,> um nmguem. Como inauis-
Irado... hemelhor nao fallar n'islo, faz pena !..."
E o que ha vosso compadre ?
Meu Dos um analphahelo. um immoral, um co-
barde, um pobre diabo.'
Basta por hoje. Nao duvidamos cortar de esporas
e azorregoeo asno sempre niaiihoso, sempre ruim
que pao perde o mo cosiume de escuccar ; tam-
ben) nao duviriamosensaiigueiitar->he os denles com
sofreadas, se desemtiestar.
21 de abril de 1856. /.
go nao sabia fazer valer seus serviros, porque delles
nao l'a/.ia alarde, nada pedia, e esperava que o go-
verno foase 13o puntual ara compensa-loa, qoanto el-
le em piesla-los funUfl'ereiile, Doran nao Ibi
o goveruo provincial, pola que regressando a sua
casa no lira de um mez e alguus das do ausencia,
pedio como remunerado desses Iservijos, desouerar
do commaodo do deslicaraenlo, o que Ihe fui
proraplaincte concedido.
as pnuieiras proposlas que houvcram na guarda
nacional, fui anda elevado ao posto do major da se-
gunda legiao.
Se at aqu vimos o nosso desdiloso amigo cober-
to de serviros dignos do autor louvor, agora o ve-
remos anida expor sua vida, despender de sua for-
tuna para garantir a ordem publica e salvar a pro-
vincia, a que o vio nascer das garras da an.iichia que
.iii.ii'.ie.ira : sim, foi nu pust.i de major, e quando
se ach.va no governu desla provincia o infeliz llr.
Trajaoo Alipio de llollauda Chacn, que a oppo-
sij.lo de entao, pensando pouro lias Instes conse-
quencias de urna revolara, leulou por meio della
Mpelllf da presidencia aquella digno Parahibano,
qoe convicto da lealdade e edicncAo do nosso ami-
lii em visla do pergo que amcac.ava a ordem
poblica, maudou, que aquelle major tumasse o cum-
ulando do primeiro batalhao da legum aque parten-
cia e com elle marchaste para a cidade alim de au-
xiliar o governo. |"oi entao na frente desse ba-
talhao que deposilava a inaior coudauc,a no official
que o commandava, que enlrou nosso amigo uesla
cidade, e fez ilcsacorocoar aus revoltosos por conhe-
cereni nao lerem fur^a bastante pararepellira deque
eslava acercado ,o goveruo : pqr tres dias esleve es-
se balalhao aquarlellado un cuuveiito de S. Benlo.
e os sidos correspondentes a csses dias forain pa-
gos a suas expendas. Mas logo fui elevado a leuen-
te-cornnel e coinniandanle do batalhao dearlilharia,
depois passou a cominaudar o mesmo batoUiioam
que havia servido primeiramenle, e cjmquanlomes-
quiuhas considerantes o tive-seui arredado na no-
vissiraa organlsacao da guarda nacional do com-
in ni i.i desse balalhao, todava nao poderam seus
iniraigos evitar sua nonieacjo para chela do eslado-
maiur do commaudo superior da capital.
Alera desses oulios cargos civis exerceu com toda
honradez c dignidade, bem cuno ve'reador da c-
mara municipal, suppleule de delegodo e jui/. mu-
nicipal e depulado a assemlilca proviucial.
Todos esses servidos, lana dedicaco pela ordem
publica sompre foram esquecidos pelo goveruo, uo
enlaoto que com lana liberdade abre seus cofres de
gracas a militares de iudividuos Morreu nosso
raigo sera um hahilo, sera una condecorado : '.
Parece porem que esse humera hlu-lre eslava
destinado a ser sempre victima da ingratidao !
Possuiudo urna bem solTrivel l'urloua, resultado
somenle de seu apurado Iralialho, nos dillereules
ramos de vida a que se dedicara, morando em sua
trra natal, cercado de mulher, sogro, pai e irmao
a duas leguas de distancia desla cidade, foi atacado
du cholera, e expirou fallo de recursos, sera um me-
dico, e em sua propria casa abandonado aos cuida-
dos do fetor, de seus escravos, nicas almas cari-
dosas que o cercaram na ultima hora de seu passa-
raenlo '. I !
E se abandonado fui na molestia, sein ler urna
mo amorosa que Ihe cerrasse as palpebras, mais
ahaudonado foi no seu enlerramenlo. Urna velha
rede, urna oogenia coberla foram suas vestes mor-
luarias, o caxao que eucerrou seus reslos mortaes !
Assim foi laucado no cemilerio publico, qual es-
cravo de vil senhor, ou miseravel meudigo em trra
iuhospila !
Mas porque assim acabou o homem honesto e vir-
tuoso, o cldadao abastado '.' Cercado de prenles e
amigos? Ah porque..... porque o nosso desven-
luroso amigo era abastado, porque nao linba li-
Ihos, porque SO um Bino pode cumpreheoder quan-
lo deve a um pai Porque um lilho que u tinado
adoptara, um prente que creara e educara desde
a infancia Ihe dera una houesla psito social, o
l)r. I'rancisco Jos Kabello, nao assistio a seu pas-
ssmeulo, nao pode pagar a sen bemfeitor o niuito
que Ihe de\ia, e do que muilo se ufauava. Oh !
qu se aqu eslivesse u doulor, esse lilho reconhe-
cnlo, esse amigo extremoso, se n leguas o uan se-
parassem do cadver daquellc por quem so parecia
respirar, daquelle. cujo nome seus labios so pro-
nunciavam com eipressio do mais profundo respei-
lo e gralido... Uh eremos profundamente que
outro seria seu peusameoto, seu trato c sahi-
inento !
Keceba pois o Sr. Dr. Kabello nosso cordeal sen-
limculo, pois s elle repulamos capaz de bem o
apreciar !
Fiodou sua cxislencia DOMO chorado patricio aos
cincoeuta anuos, pouco mais ou menos, vulveudo
ao Creador sua alma no dia i do rorrenle pelas 5
horas da lar.le. deixaudo seu nome poro, e aos seus
ainisos uraa recordarlo saudosa ; mas que como
Carri-l pudemos diz.er :
Nem o humilde luiar onde repousam
As ciazas desse herie, conhece a gente.
A ierra 'ihe seja leve.
Por um l'arahibano.
Cfdade da Parahiba 31 de marro de IKoti.
33 volumes periras para obra, 1 caixole livros im-
pressns; a Manoel Ignacio de Oliveira.
1U mullios e j(caixasceblas, IIH caixinhas pas-
sas, I caixinha litro) impressos ; a Novaei C.
2 quartnlas vinho ; a Isaac Curio C.
15 ca xas celiolas, l( harris Inucinho, JO ditos vi-
nho, 10 dilos c 10 meias pipas viuagre; a Amonio
Joaquim deSouza Hrbelro.
2 caisotoa calcados ; a DooTiiigoi le reir Haya.
10 barris loucinho, ditos a/eile de oliveira,"lO
ditose 10 raei.s pipas vinagre, 10 dilas o 20 barris
vinho, 13 barricas milho alpisla ; a viuva Moreira
i\ Filtro".
1 cmbrulho livros impressos; a Antonio de Al-
meida (iomes.
1 rolo oleado, 1 lilo esleirs para salas, I caixo
doce e fruclas sorras; a Tonta & [raaos.
_ t caixolcscacleiras de mogno ; a Vicente Aires de
Sonza Carvalho.
7 barris vinho, :i dilos vinagre, I caixole bolachi-
uha ; a l.uiz de Oliveira l.imi.
X meias pipis vinagre ; a l.uiz Jos de Sa' Araujo.
30 saceos farclln; a S. P. Johuston v C.
,i0 harns ch.iuricas, :,() ditos loucinho, 90 barricas
ceva Ja ; a l.uiz Jos da Costa Amorim.
8 canas cera em velas; a .lose Alvesda Silva l'.ui-
raaraes.
I dita vidros, 3 caixas e 1 barril drogas, 1 dito a-
zene. -2 dilos moslarda, I fardo allazema. I dito
gramma; a Joan Soum & t:..
30 saceos leijo; a Manoel Alvos duerra.
1 caixa e" barris drogas, I pacota alvaiade, 1 dito
penetral, 1 caixa oleo de aniz. > dilas oleo de vitrio-
lo, 1 barril vinho, J harris bolacha, 8 caixas drogas
c vidros, I fardo gramma ; a Vicente Jos de Itrito.
19 pedras de cntaria ; aos enc.irregados da obra
da matriz da Boa Vista.
1 caixo rape, I dito choculalc; a Manoel Joa-
quim M um/ II.
I pacole vermelhao, 1 dito mana', 3 caixas drogas
c graes, 2 ditas vidros o copos, 1 dita agua inglesa,
1 dila oleo dcalfateraa, 1 barril agu raz, I cana
los, penetras e drogas; a Moreira & Fragoso.
I caixa estampas Ivtliographadas; a Albino Jos da
Silva.
i dila drogas, I barrica moslarda ; a .Manoel Elias
de Moura.
.'MI pedras para moinhos; a Theodora Custodia de
Oliveira l.ima.
ti pipas vazias, ."> caixas chapos, -210 caixas passas.
lili barris vinho, 2 caixas man, 50 surroes alpisla, ti
barricas cuniuilios, dilas erva-doce, 3 caixas doces;
ao capitaoJAiilonio Pereira llorges Pestaa.
1 caixo calcados; a Jos Joaqoim da Cosa Haya.
00 barris toucmho; a Jos Marcelino da Rosa.
2 caixas vidros varios, I fardo llor de tilia ; a B.
Francisco de Souza.
6 frailes de podra de cantara ; a Antonio Jos
Magalhaes Bastos.
1 barrica mustarda, I fardo e 2 caixas drogas ; a
Antonio l.uiz de Oliveira.
1 caixa drogas, 2 dilas brochas, I barrica mushir-
da ; a Antonio Joaquim Dias.
I caixo sapatos ; a Jos Joaquim da Costa Hala.
5 barris palos, 10 ditos azeile doce, 10 dilos alfa-
Masa ; a A. C. de Abren.
M pipas vazias; a Manoel Joaquim llamos e
Silva.
1 caixinha marmclada, 1 dilo doce cin calda; a
Jo3o Jos Mendes da Silva.
1 caixole livros impressos; a loso Carlos Coelho
da Silva.
2 caixas brochas, 2 dilas drogas, 2 ditas vidros
graes e capsulas de vidro, 1 dita agua Inglesa, I bar-
ril fezes de ouro, 1 dilo gis, 1 dito gesso, I dilo
pos prclos, I dito pedra hume, 1 dilo reziua de pi-
aba ; a Jos da Cruz Sautos.
10 caixas velas de cera; a Jos (ionralves Marlins.
100 barris loucinho ;a Jo.lo da Silva Kegadas.
Lancha nacional nSau Joao, viuda de San Ma-
Iheus, consignada igoora-se, meslre e proprielano
Ambrozo Autouio, manif'estou o seguintc:
t.tl alqueires de farinha a granel.
Polaca hespanhola Therezna, viuda de Monte-
video, consignada a Aranaga & Bryan.
8,850 arrobas de charque ; a ordem. "
CONSULADO tiEKAI..
Kendimento do da 1 a >1..... 3'.l:SI.">;7.i
dem do dia -ib....... TliS'J.'ili
NECROLOGA.
Na estancia enlruu das garaefies exlinclas.
Garret. Can. '/. 2.a
O tenente coronel Antonio Jos Hoirigues Chaves
chefe de eslado-maior do rummando superior da
guarda nacional da capital da Parahiba, eleilor, pri-
meirojuiz de paz da fregueziado l.ivramenlo, ja nao
existe !...
O monstro sanguinolento, que parece haver toma-
do a si a barbara larefa de derramar a dor o lucio
por sobre o bello imperio da Sania Cruz ; es*e roons-
ro hirrivel, que milhares de vidas lem ccifado, que
familias nleirasha feilo desapparecer da face da tr-
ra, qoe milhares de orphaos e viuvas, hadeixado no
mais trille abaudono, que lodo parece querer devo-
rare deixar aps de si um mar de lagrimas sobre o
qualsomenle se veja fluctuar o baixel da mizeria, esse
monslro acaba tamben) de nos roubar um dos mais
dignos Paralbanos, um cidadao prestimoso, virtuo-
so, prestante, um amigo dedicado, em quem a viu-
va, o .orphao, o peiseguido, o desvalido, cnconlrn-
vam um protector decidido,um remedio a seus males,
um recurso infallivel aos suslsolirimentos !
Suas virtudes, soas emin-ntes qualidades, o sen-
sivel vacuo, que deixa na socedade parahibana, na-
da respeilou o monslro devastador !
O nosso amigo era n imral de-la provincia, des-
endeudo de tima das mais amigas familias, no ver-
dor de seos anuos se dedicou conjuntamente com
seos manos a vida militar, as calamitosas cises de
1817, e em 18-21, pela sua illibada conduela, dedica-
{io, aclividade de que era dolado, se achou promo-
vido alteres do balalhao 19, que enlo aqu havia ;
como tal marchou para a provincia do Cear. quan-
do em 1821 a rebeldia qoiz all erguei o culo : ah
foi pelo governo da provincia encarrogado de diver-
sas commissoes, que as desempenhou da maneira
mais satisfactoria, sendo urna dolas o commando de
um destacamento volante que percorreu o centro la-
quella provincia, com o lim de debellar alguns gru-
pos de revoltosos que sinda rxisliam pelos sertcs.
A secretaria do governo do Ceara, fornecer ueste
ponto, mais pomposos elogios, com as proprias or-
dens do da do governo, commando das armas, do
que minha frgil penna Ihe pndera' Iracarl
Kegressando a esta provincia, sonde anda ntlo es-
tavam exlinctosos tienes da revolu;an de 1821, as-
sisliocom coragem de seu genio, aos sngrenlos ata-
ques de llabsiauna e Goianna.
Terminadas estai lucias, em 182!) marchou com
o bal ilh.i" a que perlencia para o Kio de Janeiro,
quando all chamado por S. M. Imperial; vendo po-
rem que seos serviros como os de mitilos oulros seas
compsnheiros de armas or.ra esquecidos, e que na
proposta que por essa occasiao alli houve, nao foram
U:i2S;i3l
'IVEIISAS PHOVINCIAS.
Hendinieuto do da 1 a 2i..... 1:%>-01
dem do dis 2li........ SfcM&j
2;019.?J0!I
Para constar a lodo lempo a maneira ingratae p^u-
cp,leal, quo coiuigo leve o Sr. M. A Torres, quando
ilparliiinos a socedade que pelo espaeo de perlu de
t! anuos livemos na botica da ra direila n. 131, es-
labeleeida por ambos com igualdade de direilos e iu-
tetesses, lauto nos lucros como nos fondos perton-
cenles a mesma ; desde agosto de 1840, at 31 de
detembro de I8*, em que doi por liu.l.i a mesmu
sociedade, em cousequencia do meu mo estado de
saude; conforme o meu annuncio publicado no Di-
ariode Per na m bino ns. I a 2, de 2 e 3 de Janeiro de
I8.VS: faco a presentedcclaracjo da furma e ma-
neira que ahaixo segu ; como lulo consta belmente
dos papis que cxislcm emaeados, relativos a este
negocio.
Recebi somenle do lucros, divididos, durante lodo
esse lempo, aquantiade.....tl:8ts.>i0
Recebi mais em dill'erentcs pocas, sa-
hido dos, fundos da sociedade, para
minhas despezas particulares, confor-
me a cunta que aprsenle! em occa-
siao compleme, e que o Sr. Torres
Bngio lomar comoaggravo feilo sua
possoa !!! julgando lalvez qae nisso
obligan a fazer o mesmo .'!... (1),
a quauliade.........2:027?H5"i
Kecebi maisem 15 de junho de 1855 3:5000000
, CAMBIOS.
sobre Londres, 27 d. por 15
o P.tris, 3J rs. por f.
Lisboa, 100 por 100.
o Rio de Janeiro, ao par.
elles atlendidos, pedio e obteve juntamente eem cu- -U^c.ue< do Banco, 35 0|0 de premio.
Iros, demissao do posto que occupci
.tava, c regressou a
sua provincia em IS'.IU.
Por o*se lempo, pouco miis ou menos, foi aqui no-
meado feilor conferente da alfattdega, mais larde foi
chamado para a pagadoria desla provincia, 'lugares
que sempre desempenltou cora tolo o zelo e inlelli-
genem. Conheccndn, porem, qoanto he infelizmen-
te preesria eutre mis a suli>isteucia do empregado
publico, aban lonou essa vida e com os fracos recur-
sos de soas economas se dedicou a vida commer-
cial al o auno de 1815, quando, retirando os lucros
que nessa vida laboriosa e cheia de cuidados havia
adquirido, se dedicou a agricultura.
Nao se peu do das lileiras do cxercito.e da classe dos empregados
pblicos, se dcixou pnssoir do tal egosmo | apezar
da pouca alieneio que ao governo mcreceu seusser-
vljos ^ qoe dciassede aecudir aos reclamos do go-
verno e do bem publico, sempre que era preciso:
nao, aquella alma nao sabia sor indilVercnle as neces-
sidades de sua patria.
Quando pela primelra vez se urganisou a guarda
ii-iioii.-il por etei;.1o popular, foi eleilo lente pro-
motor da primeira legio. lugar que exercen rab-l-
menie pelos conhecimentos pie linba da disciplina
militar, e que em virio le delles, a fez observar na
guarda nacional.
Mais larde, porem, quando leve esto aova org-
nisirAo, foi promovido ao posto de epitin cuinman-
dante de lima das compaidiiasdn I.- balalhao da
segunda legulo, compuihia que quasi Inda foi farda-
da a sos cusa, na qual planlou a disciplina e ordem,
que era admfrada enire. ., guarda nacional. NVsso
aislo e sob a presidencia do Sr. Bazilin (Juaresma
iorreBo Junioi, foi chamado para rommandar um
destacsmenlo de guarda nacional era guarnirlo na
cidade, ocla falla qoe havia de Iropa regular; e com
quanloieja fcil avahar o laerifleio que ialu Ihe cus-
Uria pelos prejuizos que hnha le soffrer na vida
rommercial a que eslava entregue, lodavia nao tre-
pidou, aoceilou a nonieac.ao e eitlrou para o servicn;
e foi nesa qualidade que preslou a provincia do Kio
Ofaoda rio Norte 0 mais imoorlaule servioo, quairdo
em 1838, sendo all atsissinado o presideute da pro-
vincia, o L)r. R;eiro, a povincia otando ein per-
feila anarchia. o governo nada confiando da peque-
a torca que .Mi liaba, por se adiar aliciada, recla-
mnn soccorros po presidente desla provincia, e enlao
o nosso amigo que se achava no commando do des-
tacamento, nao hesiloo um momento em partir
com elle dentro em vinle qoalro horas, como o
faria a mais bem disciplinada tropa
Fica clara a natureza dos servicos prestados neisa
occasiao pelo iiosso infeliz amigo, serviros que sendo
levados aoeonhecimento do governo geral, e lembra-
dos na cmara dos senhores depulados pelo Sr. Coe-
lho Bailo, lemo9, vergonha de o dizer.. ainda fica-
ram no olvido: be vardide, porem, que nosso ami-
11:1153295
Islo he, fui violentado a receber esla quautia a
Ululo de saldo de coutas! aprcsenlaudo-se-me co-
pia do recibo que delta passar nesse seatidu ; {>} a
que auiiui.para evitar as con c odio, que cnnlieci se me liana gralnila e injusta-
mente vota lo'.! islo pelo homem que all'ectava para
com todas as pe---.a-, de sor muilo meu amigo!! e
que liiiha tanta obrigacao de o ser com a mesma le-
aldade, quaulu cu o linha sido sempre a sau res-
peito.
N. R. lotal de ludoquanlo recebi de lucrse
fundos, em porto de li anuos!!! 11:l5j295.
Recifedc Peruambuco2i do abril de 1856___Jos
Mura de Meniowa e CiKlro.
DESP.xCIIOS l)E E.M'ORTACAO PELA MESA
1)0 CNSUL xl)i DESTA CIDADE NO DIA
2li DE MALO DE 1856.
PortoBrigue porluguez S. Manoel I, diversos
carregadores, 85 couros salgados, 2 barris assucar
Itrancu.
LiverpoolBrigoe inglez I. Tliurielo, James Cra-
blrce (5 C'tmpanhia, 67 saccas de algodAo; James
Ryder i Companhia, 650 saceos assucar masca-
vado.
PortoBrigue porluguez da GODOS, :I0II coros com casca.
^isboa Rrigue porluguez oKelampago, diversos
carregadores. 1(H) saceos assucar mascavado, 31
barris com inel.
Rio Grande do NorieLancha Flor do Rio, Fran-
cisco Xavier da Fonscca Couiinho, 1 garraflo
com (i medidas de espirito, 2 caixas cora charolos.
Exoortacao .
Rio Grande do Norte, lancha brasileira Flor do
Rio (irauden, de 2 loueladas, ronduzio o seguin-
le : 102 volumes gneros eslrangciros, 500 saceos
farinha, 100 barricas bolacha.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidiinentododial a 21..... 3i:7Hl;105
dem do da 26....... 87cj8S3
35:6629288
Arl. 173. Os capilaes ou mestres de qualquer em-
bsrcacio, cuja viagem for de longo curceo, qualro dias
anl-s da sua partida declarar.io na casa da admiuis-
Irao.iu do correio o dia da sua sahida.o porto do seu
dislino, e aquelles era que deveixt tocar, e esla decl.
rae.i i ser laucada era uraa pauta aftixada ein lugar
pruprio.
lnlre 21 c 16 horas antes da sabida aprcsenlarao
na mesma admiiiistracao o bilheleilc correle do con-
sulado, e o administrador, ou sgenle, Ibes marcara a
hora ora que deverao ir receber as malas, a qual ira
o capitn ou meslre, ou pesaba por elle auloritada
por eseripto, receb-las, assignando recibo em um
ilvro para tal lim destinado.
Arl. 171. A mesma obrigacao he imposta s cm-
harcaces de cabolagem, com a differenca de que po-
llera" ser a praxo de 2i huras entre a declaradlo e a
sabida.
Art. 175. Todos esles prazos e obriga^es podem
ser alterados em virtude de contrato ou de ordene
especiacs do governo, c nesses casos o administrador
dar' lodas as providencias para que a sabida e des-
tino da embarcacao lenha toda a publicidade compa-
livcl com o prato marcado.
Arl. 176. Igual obrigacao he imposta aos eosa-
mandaules de navios de guerra, com anlecedeucia
que for pussivel, em vista do dia marcado para a par-
tida ; salvo quando o bem do servido poblieo, ou or-
dem superior exija que nao mauifeslem o seu desti-
no, ou dia da sabida.
Art. 177. Aos capilaes OU ineslres dos navios mer-
cantes se paseara' na administracSo ura bilhele.dccla-
rando o sou nome.e o do uavio.os porlos do seu desti-
no.elquautas malas condola so uaoliver de cnnduzir
nenhunta,essa|inesma declaracaosera' feila uo bilhele
assigoado pelo administrador, jou seu ajudaote. Es-
te bilhele sera' apre.enl sera o que nao podara' sabir nenhunt desses navios.
Arl. 178. Iminedialameute que o navio liver che-
nado ao porlo de seu deslino, o capiao ou meslre
mandan.' entregar as malas uo correio, e cobrara' o
recibo dessa cnlrega para sua descarga ; exceto nos
porlos em que nuver agenles de mar, ou eui que es-
ses recehitueiilos forera incumbidos aos ofliciaes de
saude e polica ou aos da alfandega.
Art. 170 Todo o capillo ou meslre de navio
mercante, que deixar de cuutprir com o disposlo nos
artigos precedentes, sera multado na quanlia de 100
a 200/ rs. sendo de viagem (e lougo curso, c de 50
a 1003 rs. sen Jo de cabolagem.
Esla multa sera imposta pelo administrador res-
pectivo, e arrecadada pela mesma maneira pela qual
as mesas de diversas rendas arrecadam as que ira-
pem.
Arl. ISO. O a (ministrador do correio he amonta-
do a guardar as cartas e mais papis que houverem
na .Mmnii-lruro pnra os porlos dos destinos dos re-
feridos navio", alim de serem remeltidos pelo pri-
meiro paquete ou barca de vapor, urna vez que seja
notorio devorem estes fosar a viagem com mais bre-
vidade, sen Jo os commandantes, capilaes ou meslres
desses paquetes ou barcas sujeitos as mestnas obri-
gacoes e mullas eslabelecidas ueste capitulo aos dos
navios mercantes.
Esla aulorisacao, porm, quando nos subscriptos
das cartas e mais papis se declarar qual a embar-
cacao por que devem ser conduzidas, s lera lugar
se esla nao lizer a viagem, ou nio conduzir a mala.
Art. 181. Os lenles, capilaes ou mestres leva-
rao as malas no sitio mais bem resguardado da c-
mara, sempre lestes para serem laucadas ao mar em
lempo de guerra.
Arl. 182. Com os navios das nares, com as quaes
for estipulada a eoodacae de malas do correio, se
observara o que for convencianado, e na falta de pe-
na aos Iransgressores das respectivas estipulares, se
recorrer ao governo imperial para dar as providen-
cias que julgar oeeessariss. Conforme. Ismael
Araavcl (iomes da Silva, ollicial papelista.
CORREIO CERAL.
A mala que lera de conduzir a lancha brasileira
s. Joaoo, com deslino a provincia do Rio lirande
do Norte, fecha-so hoje 27 ao meio dia.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprielarios dos predios urbanos das fre-
guezias desla cidade e da dos Afogados, que os 30
dias uleis para o pagamento a bocea do cofre do 2.
semestre da dcima do anuo financeiro de 1855 a
1856, se principianta contar do dia piimeiro de ju-
nho : lodos os que deixarem de pagar, durante este
prazo, iucorrerao na molla de 3"., sobre seus d-
bitos.
CORREIO (.ERAL
A administrarlo*engaja homens caini-
nlieiros para conducro de mal
jornal diario de l.s'OOO.
O eousclho adminislrativo do patrimonio do
lem de levar praca publica, na sala de
brasileiros para a sea prxima viagem ao Rio tiran-
de do Sul, quem se adiar habilitado ; dirija-seaburdo
do mesmo navio para tratar com o eapilfio llcuri-
que Correia Frailas.
PARA O RIO CHANDE DO SUL,
Segu em poucos das o brigue Argonauta 11 por
ja se adiar com quasi lodo o carregamenlo promp-
lo, para o rstanle : trala-se rom Mauoel Alves
uerra, na ra do Trapiche u. 11.
Para o HJo de
Janeiro
segu com multa brevidade, por ter
parle da carga piompta, o brigue nacio-
nal FIRMA., capitao Manoel de Freitas
Vctor : pata o resto, passageii-os e
escravos a lele, para os (junes temes*
cellentes commodos, tratarse cora os con-
signatarios Novaes A C, na rua do Tra-
piche n. ."li, primeiroandar.
Maranhao e
Para.
O palhabote LINDO
PAQUETE, capitao Jos
PinloNunes, legue com
jrevidade aos portos in-
dicados, lalla-lhe um ter-
co do sen carregamento, para o qual
ttata-se com o consignatario Antonio de
Almeida (iomes, na rua do Trapiche n.
l(i, segundo andar-
"AVISO HARITIUO.
Para o Aracatv o hiale liivencivel o com muila
brevidade; para carga e pnasageiroa a tratar com
Martins v Irmao, na rua da Madre de Heos n. 2.
Para Lisboa segu impreterivelmenle no dia
1* de junho o brigue porluguez Relmpago de
primeira marcha, ainda recebe alguma carga a fre-
le e passageiros, para o que lem aceiados commodos :
quera no mesmo qui/.er carregar ou ir de passaeem
dinja-ie aos consignatarios Thomaz de Aquino Fon-
seca c\ Fillio, na rua do Vigario n. I!) primeiro an-
dar, ou ao capitao do mesura.
PARA O RIO liRANDE DO SUL.
Segu com brevidade por ler parle da carga enga-
jada o brigue Conceic/iou, capitao Joaquim Fer-
reira dos Sanios; para o restante trala-se com Ma-
noel Alves Guerra, na rua du Tapiche n. 14.
Gouipanbia brasileira de
paquetes a vapor.
O vapor
Imperador,
rommandan
te o 1 le-
nenle Tor-
rezno, espe-
r a s e dos
porlos do
norte em 211
do correnle,
E e depois da
H demora do
cosiume se-
Suir para
agencia na rua do
Maceiii, Bahia e Rio de Janeiro:
Trapiche n. 10, segundo andar.
las, <; paga o
StotoUttettto H p0ti0.
vacos entrados no da 26.
Rabiai dias, brigue inglez lleraldit, de 202 tone-
ladas, capitao John amen, equipagem 12, em
laslro ; a Schramm Whalely iV Companhia.
Terra Novalidias, galera ingleza nllcrmionei),
de 3S;l toneladas, capitao John Towell, equipagem
17, carga 2,:M birricas com bacalhao ; a James
Crablrce & Companhia.
-Vacio taMdo no mesmo dia.
BabiaSumaca brasileira Uorlencia, meslre Joa-
quim da Silva c Souza, carga azeite de carrapalo
e mais gneros. Passageiro, Jeronymu Rodrigues
da Silva.
Real compaohiade paqne-
vapor.
tes inglezes
Espera-se da
buropa no dia
* al ) do
correnle mez
um dos vapo-
res desla com-
panhia, o qual
depois da de-
i'KACA 1)0 RKCII ); 2\ DE MAIO AS3
HORAS DATARDE.
Culatr.es nlllciaes.
Cambio sobre Londres27 90 d|v. a prazo.
frederico fobilliard, presidente.
/'. Bornes, secretario.
,\cc.os 3 comp.liTa te BeberJL-s. "liiKitM)
Actes da companhia Per lanihucana ao par.
a Ulilidade Poblic.i, 30 purceulods premio.
Indeinuisadora.sein vendas.
Discouto de leltras, de 10 a 19 por 0|.Q
HETAES.
Ouro.Oncas hespanholas. 28H 289.VI0
Moedas de (tjlIKI velhas IttfOtM)
>< 45000....... JjOO
Prata.Palacoes brasileiros...... dJuOO
Pesos columnari.s...... 2^)00
mexicano........ I^SW)
ALKANDEOA.
Rendimeulododia I a 21 .
Idsm do da 21;......
3flfi9|6o6
Ii:802:li2
:ili!l:772j(MiS
Oeicarregam hoje 2" de mato.
Brigue inglezWat. lidteardmcrcadorias.
Brigue porluguezViajanteo resto.
Barca francezaOMlUMdem.
Barca brasileira.ImizaJcfarinha e pipas vasias.
Brigue brasileirt'irmdiversos gneros.
IMPORTACAO.
Calera portuuueza (iralidaoo, viu'da de Lisboa,
consignada a' Thomaz de Aquino Fonseca & Filho.
.'1 pipas c !). barris vinho, ni pipas c 5D barris vi-
nagre, "ij ditos loucinho, 30 ditos azeile de oliveira.
loo saceos farello, 200 huiricas farinha da trigo, 30
pecas de cabos, 203 varas de laxado, 2 barricas ca-
vada, li dilas cera em grume, 20 caixas velas de cera,
10 caixules bolacliiuha, I dila lamparillas; aus con-
signatarios.
7 fardos albos, 100 saccas farello, 3 pipas e lli bar-
ris vinho, 3 pipas e lli barris vinagre, .it> ditos azei-
le; 1 Fraucisco Severiauuo Rsbello ,\ Filho.
I NMo se leinbrando que spelos docuraenliis
que lenlio em meu poder, ihe podia mostrar ser elle
igualmente devedor, pelo menos aos fundos da so-
ciedade ale agosto de Is'iii. da quanlia de 1:375952o,
2 Exigindo-se-me lulo s segredn na quanlia
recelada, mas lamben) a dala de 2 de Janeiro no tal
recibo ; quando o mesmo Sr. Torres, tm margo, du-
rante a sua .1.10.i,;,, lalvez por Ihe picaren) es remor-
sos d sua consciencia ale ahi amortecidos, e depois
inleiramente exlinctos I linha 'eiponlaneamenle
confessado perante alnuraas pessoas, queeu Dada li-
nha ainda recriado, relativo dissolucao da socieda-
de. e que elle nao quera, se morresse, que en of-
fresse o menor prejuizo Esle procedimentodo Sr.
Torres para comigo, na occasiao em que os nieiis m-
facimes inimigos me perseguiam, prova de sobpjo
acera amisade que rae consagrava I
DitaeSa
Olllm. Sr. contador, servlndo de inspeclor da
lliesouraria provincial, em cumprimenlo da resolu-
c.'io da junta da fazenda, manila fazer publico, que
no dia 20 do junho prximo vindouro val uovamenle
a praca para ser arrematado a quem por menos li-
zer, a conservadlo permanente da estrada do sul,
norte e Pao d'Alho, por lempo de dez 111cz.es, a con-
tar do I." de julho do correnle anno, c pelos precos
abaixo declarados.
Eslrada da 11 re........1:2015728
Dita do sul..........5:4009000
Dila de Pao d'Alho.......l:Ol000
As arremataees serdo feilasua forma da le pro-
vincial n. 313 de 15 de maio de 1851.
E para constar sr mandou allixar o presento e
publicar peto Diario,
Secrelaria da lliesouraria provincial de Pcrnam-
buco, 20 de maio de 185(.
O secretario,
A. F. da Aiiniiiieiae'.o.
O Illm. Sr. contador urviodo de inspeclor da Ihe-
souraria provincial, enr cumpnmcnlu da resol05,10
da junta da rateada, manda fazer publico, que nos
dias 17, 18 e II) de junho prximo vindouro, perante
a mesma junta se hade arrematar a quem maisder,
o reiidimenlo do pedagio da Barreirs do tiiquia, ava-
liadu era 9:4809000 res por anuo.
A anemaiaeaj ser feila por lempo de 3 anuos, a
conlar do i.' dejulho do crrenle auno.ao lim do in-
nho de 1850.
E para constar, se mandou allixar o prsenle, e
publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco, 20 de maio de 1856.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annoiiciacav.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
lliesouraria provincial, em cunipriineuto da resolu-
rio da junta da fazenda, manda faier publicar, que
110 da 2I> de junho prximo vindouru, vai uovamen-
le a praca para ser arrematado a quem por menos
tizer.os empedramientos dos P.I.- 20.- 21. e 22.- lau-
cos da eslrada da Victoria, c pelos precos abaixo de-
clarados :
i'J.- laoco por.........5:1039100
J-* ".........5:2119000
-' a .........7:6729500
"-'- ......... 9:6779250
As arremalaces serAo follas na furnia da le pro-
vincial n. 343, de 15 de maio de 1851.
E para constar se mandou allixar o prsenle, e pu-
blicar pelo Dituto,
Secretaria da Ihesomaria provincial de Pernam-
buco. 20 de mai 1 de 1856.
O secretario,
Antonio Ferreira u'Annunciaco.
Directora geral da instruccao publica
Pela respectiva secretara so faz publico, para
constar a quera iuterOSSar, que se acha vaga a cadei-
ra de lalim da villa de Iguarassu' ; e convinilo pro-
ve-la compelenlemciite. Oca marcado da dala desi
o prazo de 40 dias pai a a inscripeo e processo de
habilitacao dos candidatos, depois do que procc.ler-
sc-ha peanle a mesma directora ao concurso para
o provimento da svbredila eadelra. Secretaria da
directora geral da ii.slruccao primaria o secundaria
da provincia em 20 de maio de 1856.O secretario,
Francisco Pereira Freir.
&tat(U0&.
orplt
suas aeasoes, em os dias 23, 27 c 30 do correnla
mez, a renda animal das casas c sitios ahaixo decla-
rados, a comec,dT do I.- de julho prximo futuro, a
30 de junho de 1857. Os licitantes com seus fiado-
res hajam de comparecer ni sala do mesmo con-
sellto, as 11 lloras do mencionado dia, e de accordo
li 1 .lem os acluaes inquiliuos que, a lian e?larem qui-
tes para com o mesmo patrimonio, uo podero li-
citar.
1 Sala da casi do couselho, com cenle para a rua
do Oueimado. ^
1 Loja grande da mesma casa, dem dem.
10 casa terrea, rua de S. (aoocalo.
1(j casa de sobrado, rua da Cadeia do Recie.
17 dem dem.
1H idem dem.
21 idem idem.
2b caa terrea, rua da Madre de Deis.
27 idem dem.
3t dem idem.
33 Idem idem.
31 tem dem.
36 dem dem.
30 Casa de sobrado, rua das Roas.
18 Casa terrea, rua do Amorim.
i!l idem dem.
51 dem idem.
55 dem dem.
56 Idem idem.
57 Casa terrea, rua do A/.eilc de Peixe.
50 Casa de sobrado, idem.
lil Casa terrea, idem.
1)2 Casa'de sobrado, idem.
li i Idem idem.
61 Casa terrea, idem.
65 Casa de sobrado, rua da Cacimba.
lili Casi terrea, idem.
67 dem idem.
68 Casa terrea, rua do Burgos.
60 I lem dem.
71 Casa de sobrado, rua do Vigario.
72 dem idem.
73 Idem idem.
1 i Casa terrea, rua do Encantamento.
75 dem dem.
76 Casa de sobrado, dem.
tli dem, loja do dilo sobrado, idem.
77 Casa de sobrado, idem.
78 Idem, rua da Senzala Velha.
79 Idun idem.
80 Idem idem.
8| Casa terrea, idem.
82 Idem dem.
83 dem, rua da Guia.
fs Idem idem. 4
85 Casa de sobrado, rua do Trapiche.
roo dem, beeco da l.iugueta.
87 Idrm, rua da Cruz.
88 dem dem.
80 dem dem.
90 Idem idemx
01 Casa terrea, rua de lora de Portas.
02 dem idem.
93 Llera dem.
01 Idem dem.
05 dem dem.
06 dem idem.
07 dem idem.
08 dem idem.
00 dem dem.
100 dem idem.
101 Idem idem.
102 Idem den,.
103 dem dem.
IO'i dem idem.
105 idem idem.
1 Sitio grande do lugar de Pariidineiiim.
2 Siliu pequeo, dem.
3 Sitio grande no lugar do Kosarinho.
i Idem uo lugar da Hirosira.
dem do Forno da Cal era Olinda.
lliesouraria do consclho administrativo do patri-
monio dosorphios, 21 de maio de 1816.
O Ihesoureiro,
Joaquim Francisco lluarle.
K P,'. ,!;-: fiar.-* a na -. 98$
S COSTURAS 1)0 ARSENAL.
De ordem do Illm. Sr. lente-coronel M
Na roa Imperial, taberna n. 170, precisa-se de
um rapaz queja lenha pratica de balco, e que d
cuuhei-imenlo de sua conducta.
Sr. Monteverde, vos mi me queris apresen-
lar essas pessoas que vos disseram ler ouvido eu fal-
lar de vo-sa conduela, e da..........., pois ficai cerlo,
que se me nao apresenlares ou iudigilares dilas pes-
soas, farei publicar vossa negra caria de 11 do cor-
renle e o vossa nome por extenso, alim de que o
publico coiiIhm; a vossa infamia, e de alguem mais.
O calumniador.
Afora-se um terreno ovan 50 palmos de fente
c oulros Ionios do fundo, a com 500 a 600 da fren-
te ao fundo, situado na eslrada Nova, do silio do
Jacobina : quem o pretender dirija-se a rua Nova
n. 13 qne ah achara com quera tratar.
ESCRAVOS.
No hotel inglez ha uraa pessoa chegada do sul, que
deseja comprar alguns escravos e nao duvida pa-
ga-Ios bem,urna vez que sejam raucos e boas figuras,
para o qne pode ser procurada a qualquer hora do
dia.
Preciaa-se de orna pessoa forra, ou captiva,
que seja fiel, cozinhe bem e faca as compras, para
casa de homem sollciro ; na rua do (Jueimado n. 53.
Quem annunciou comprar um balco usado e
lanoas proprias para taberna : dirija-se a rua ds
Gloria n. 87. segundo andar.
GRATIFICACAO' E CEM MIL RS.
O (enente-coronel llenriqueaMarques Lins, mo-
rador no seu engenho Matapiruma na freguezia da
Escada, dar cem mil rs. a quem Ihe levar o seu
escravo Flix, fgido desde uovembro do anno pr-
ximo passado, e cujos signaes sao os seguinles : lem
a cor de mulaluacaboclado, cabellos corridos, olhos
Iransversaes, falla descancada, corpo alio, mas regu-
larmente grosso, pouca b.rba, cicatriz de um talho
110 buco superior, e representa ler 55 a 60 annos
de idade. Houve ha pouco noticia de que elle se
acha na aldeia de I. rul.a. onde se diz ter o pai o c-
lmelo Aiiliiiiin Jos.
GRATIFICACAO' DE CEM MIL RS.
Fugio no da 10 do mez prximo passado deste
anno o prelo Antonio, por anlonomazia Canario,*
escravo do teneute-coronel llenrique Mrquez Lins,
morador no seu ensonho Matapiruma na freguezia
da Estad*. Esle escravo lem ossignaes seguinles :
mediano na altura do enrpu e proporcionado na
grossura, olhns avermeados, qtieixo pontagudo,
maca do rosto proeinniento, denles limados, pernas
fioas, e moslra ler dada de 30 a 35 anuos. Ha sus-
peila elle andar para as partes da comarca de Carua-
r ou Garanhuns, e quem entrega-lo a seu men-
cionado Sr. receber a quanlia de cem mil rs.
Lotera
do convento de Nossa Se-
oiiora do Carolo.
Corre indubitavelineote quinta-ieira 29
de maio.
Aos 4:000.,, 2:000, e 1:000.000
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao
respeitavel publico que Os billietes, meios
v quartos da cima mencionada lotera,
rubricados com seu nome, nao estiio su-
jeitos aodisconto de 8 por cento do im-
posto geral sobre os tres primeiros pre-
mios cima referidos, qs quaes estiio es-
poslos a venda as lojas ja' conliecidas.
Rilheles 15S00 Recebe por intero 1:000-5000
Meios glOO o 2:0005000
Quarlos 1|Q00 a 1:0005000
Pernambuco id de maio de I 85G,Sa-
lustiano de A1111 i 1111 Ferreira.
Lotera
do convento de Nossa $c-
uhorii do Carolo.
Aos 4:000.s, 2000s e 1 000 000.
O abaixo assgnado lem resolvido ven-
der seus bilhetes, meios e qiUBbw (com
sua rubrica) com um ab.ttimento em seus
precos conforme se v abaixo declarado,
os quaes nao sao sujeitos ao discouto dos S
por cento da le, n.is sorles jrandes, islo
Atteneao.
mora do cosiu-
me seguir piiraosporlos.il sul: para passageiros
ce. Irata-se com os agenles Adatasen Howie&C-,
rua do Trapiche n. i2.
I'ara o Ceara c Acaracu' segu com loda a bre-
vidade o patacho Emulacilo: quem no mesmo
quizer carregar ou ir de passugem, dirija-se ao es- : i
criplorio de Manoel Gonealves da Suva, ou ao cap- nl POSSUitlor ecclie nao SO seu pi'CmiO
lio a bordo do mesmo.
AUMIMSTKACAo DO ClUlHEI.
Capitulo 7.
los correiosraarilim^secoodurande suas malas.
Artigo 172. Por lodos os navios uacionaes de guer-
ra, ou morcamos, bem como pelos eslrangeiros," com
cajos governos liver o do Brasil estipulado aeite res*
peilo, serao remedidas malas para os portos a que se
dirigem, ou em que liverem de tocar.
j,-; director de-te arsenal se faz publico, que no @
5 dia 27 do Brrenle, as 11 horas do dia, se pa- .>
.,,) gara no mesmo arsenal os bilhetes seguintes, g!;
ag ile corles os de ns. '> e 37, e do fellios, os de ,r
;i ns. 73. 75. 7li, 78, KO. 130, 170,221, 2;6 as
., _''l. 25.20. 272, de280 a 282, 286, 200, A
. :;.l!, 313. de 315 a 317. do 310 a 321. de 3>", eij
_ a 327. de 335 a 337. 330, dn 32 i 3*4, 317, 18
=? 3i0, de 350 a 352, 350, 307, 370, de 372 a J3
g 374.376, 37S. de 380 a 382, 384, 3S7, 388,
9 390, 393 e 304. S
9 Director!' do arsenal de uuerra do l'er- r
- Bambuco 24 de maio de 1856.U escriptu- (a
i-1 rario interino, Antonio Francisco de Sonsa ;;
ti Magalhaes '/nitor.
::. ;:;-.;i.jS-5: ;.:-:;-;;.;
Tela subdelegada da Ireguezia de S. Jos do
Recite se faz publico, que foi apprehendidn por an-
dar vagando pelas ras dalla ci.1a.de,-e acha-se era
deposito, um cayado ruco com cangalha, e orna car-
ga de carne secca, couros e oulros ohjectos : quem
for ssu dono, justificando, Ibes ser entregue. Sub-
delegada da freguezia de S. Jusc- do Hecifc 2 de
maio de ISSti.O subdelegado,
Edaardo l'redcrico lianks.
mist m Para o llio de Janeiro
O yeleiro patacho hrasileiro Amazonas pretende
fguir al o dia 28 do crrente, por ler quasi lodo o
seu carregamenlo a bordo ; para o resto e escravos a
frele. para os quaes lem excellentes commodos, Ira-
la-ie com o seu consignatario Antonio Luiz de Oli-
veira Azevcdo, rua da Cruz n.1.
O brigue Argonauta precisa de marinheiros
-i

AGENCIA J)E LEILO'ES.
Na rua da Madre de Dos n. 32, de Vicra da
Silva.
No dia terra-feira, 27 do correte, as 10 horas da
manilla, serao arrematadas muilos o diversos artigos
de uso e commodo, haverao muilos bons pianos e
bous charutos, o muilos de mobil a, o que ludo esta-
r patento e sera vendido a contento dos tregeles.
O agente Borja faro Icilao em seu armazcm na
rua do Collegin n. 15, de tres ptimas mobilias de
Jacaranda, 2 ricos pianos novo do armario, 3 dilos
comalgum uso, 2 excellenlcs camas francezas de ja-
caranda, um nquissimo santuario, urna secretaria,
um guarda vestidos, um guarda roupa de mogno, va-
rias corainodas, cadeiras, cousollos, sofas, mesas de
amarcllo e de Jacaranda, cadeiras lioissimas genove-
sas, dilas de juuco hollandct, urna grande quanlida-
de de vasos, Jungas,enfeiles etc. de porcelana para
sallas, diversas obras de ouro de le diUsde prala,
urna poreao imiiiensa de loura vidros linos e ordi-
narios para servico De mesa, relogios "e algibeira,
dilos de parede. quinquilleras, diversas e muilos
oulros obieclos ele. assim rumo 1000 latas de sardi-
ubas de Nantes, chegadas ha pouco ; c varios escra-
vos moros de raeia idade de ambos os sexos, qne se
acharar, prsenles no referido armazem as II horas
do dia quinta feira 20 do correnle.
0 agente Oliveira fara le.il.io a requerimenlo
do Illm. Sr. cnsul de S. M. F. com autorisasilu do
Illm. Sr. llr. joiz dos ausentes, e em presenta dos
mesmos, dos espulios dos finados l.uiz da lmmacus
lada Couceiej l.ima e oulros subditos porluguezes-
consislindo em camas de ferro, mangas de vidro, c-
mara uplica, loucador, presepe em urna caixa de vi-
dro, celta de S. Antonio, sou e pertenecs, bacas e
jarros.espelho bouecosde loura,bandejas e laboleiros,
quadros de Sanios eprofanos.bahus.catxas de papeljo,
bacas de rame, candelabro, laiilernas e candieiro,
estante de amarelln com li\ros, coinmoda, (alhcres e
facas de prata, colheres,clices, bandeja cora epevi-
lador e salvas lambeui de prala, beugallas, chapeos
de sol, milpase raleado, loalhas e guardanapos, ha-
bito de princesa, gamuo, cadeiras, imagens de San-
tos de ns.. r li id e de barro, crucilxos de prala sendo
um com calvario doebano, redomas, copos, eompo-
leiras, facas c garfas, eslojos para barba, frasquei-
ra, escrvianiiha, cofre de madeira, prendas de
aparar papel e livros, dversidade de livros impres-
sos e ein branco, colxa e bolsas de damasco, cartei-
ras de viagem, guarda loura, caixas com lypos, mar-
quesas, canas para rap sendo de prala, tartaruga,
marfim, ociilo de ver ao longe, relogio de prala
galvainsada, relogio de ouro patente com correnle.
aoel de ouro, botes etivcllasde ouro e de prala,
urna aceto do hospital porluguez de beneficencia,
mesa de pintar elstica, candelabro de 2 globos e so-
bresaliente && : quinta feira, 20 do correnle as
10 huras da manliai, nu palacete amarcllo na rua da
I'raia, onde fui ltimamente o escriplorio dos bi
Ihctes das loteras.
9Cs>i$0d .)r04)0.
encadernador particular que le-
vou .)( Iuslruci;ao Moral para encader-
nar: tiueira lra/.e-las a esta typoera-
pliia, alias seannunciara' seu nome.
Precisa-se de urna ama de boa con-
ducta para co/.inl.-ar e mais servico in-
terno de urna casa de pessoas de fami-
lia : na rua de Apollo n. 19, primeiro
andar.
Alosa-se uraa sala e um quarto do primeiro
andar do sobrado de rua de Apollo n. li; a tratar na
mesma, ou no armazem da rua do trapiche n. -10.
O Sr. Bernardina francisco de Azevedo tem 2
carias \indas do Kio de Janeiro, uo lado do Corpo
Sanio u. 25.
l.a\n-sc e engomma-se toda quali.tadc de roti-
pa paia fura, com promptidiO e aceio : nos Coellios,
ilel'ruule do bosptal, casa n. 5.
Na rua do Ihuin un Kecifc n. 22, precisa-se
de nina ama litro ou cscrava, que lenha bom leile.
e uno lenha filho ; nao se duvida pagar beinou mais
do que qualquer nutra pessoa, por se precisar muilo,
e a seuhora nao poder criar.
Oucm precisar comprar 2 carroras com boisou
sera elles, procure no principio da estrada nova, si-
lio do finado Jusliniaiio ; assim como coulrala-se
rom qualqujrrepartirn puhliea ou mrsiiin particu-
lar, u semen .le carroras diaiio, por menos de que
qua*sf|uer oulras cairuras : quera pretender, procu-
re lio Silio rima.
'lando fallecido do cholera era 35 de Janeiro
do correnle auno, na cidade da Victoria, Jos Joa-
qun) de Mellu, c feila testamento nnnciipalivn em
qur declara deixar duas lilhas que morara no len-
le, podc-se a essas pessoas. ou quem deltas soubcr
sua residencia, quciram enlender-su com a espille
llcrines l'linio da llorba Cavalcanti, morador na ci-
dade cima dita, ou com o reverendo fortnalo Jos
de Souza, morador em Pora de Portes, na cidade do
Kecife, para Iratar-se de seus interesses.
Traapnia se urna hypolheeade um sobrado em
. Olinda, pela quanlia de*100-\ vencendo doui por
ne o da 28 rto correnle, por ler quasi lodo o cenln ao mez : qnem quizer dirija-se a roa da Ca-
li relo n n.--i- ,,-.-. ^ .. ,l>!t J.^ Il.-lf-
leia do Iterifc n. 51,
l'ede-se ao Sr. Joaquim da Costa Bezerra le-
nha a bondade de comparecer no armazem de leiles
da rua da Madre de Heos n. 32, a negocio qoe Ihe
dil rcspeilo.
conforme a lei, mas lambem os ditos 8 port
centodoabaixo assgnado, que prea/. al
sorte por inteiro, cujos bilhelos, meios e
"liarlos se acliam a venda as tojas da
piarada Independencia ns. l, 13 e 40,
mas da Praia n. ."50, do Livramento n.
."ti, largo do Terco n. 18, aterro da Boa-
Vista ns, 38 c 14, cuja lotera lem o an-
damento de suas rodas em o dia quinta-
feira ti'J do correnle, em o saino do con-
vento de Nosia Senbora do Carino desta
Uesappareceu no dia 21 do correte um cao de
rara, ..un os siguaes seguiulej : branco com malhas
pardas, jvelho, e sem denles, tendo j calos as
uiaos. e dn pelo nome de Fann ; coslumava andar
pela rua do Queimado : quera o pegar ou delle soo-
ber, queira leva-lo alraz da matriz da Boa-Visla n.
33, primeiro aqdar, que ser recompensado. O dito
rao foi visto i,o mesmo da amarrado para ser con-
dozido por um comboy do Sr. Jos Flix, morador
em Barreiros.
AITENCO,
l'erdeu-se um caicavel de prata de menino depois
da procissao do dia 22. desde a roa do Cabogi al
a rua Velha da Boa-Vista, e por isso roga-se a pes-
soa qoe o achou,querendo enlregar.de levar no aler-
so da Boa-Vista, n. 78, que sera' recompensada.
Precisa-se de urna ama para o serriro interno
de uraa casa de pouca familia t confronte ao oiISo
do Corpo Sanio, loja de calcado n. 29.
Aluga-se a loja da casa da travesa da rua
Bella n. 2 : a Iralar ua mesma casa.
Engomma-se e cose-se para fracom mulla pe -
feirao : a Iralar uo -ol.i da casa da roa Baila n. 2.
Na rua das Cruzes n. 35, precisa-se de orna
ama que cozinhe e engomme para pouca familia.
O abaixo sssiguado, leudo aceitado para o dia
23 do correnle mez urna lellra da qoantia de 1:0009,
a favor do Sr. Jos de Bartos Pimentel, e nao Iba
sendo essa lellra apresenlada no dia do seu venci-
mento, nem saliendo o abaixo assgnado qual a pes-
soa em cuja mao ella exista pelo presente declara
a essa pessoa, qoe se acha nesta praca desde o dia 22
de dezembra do anno prximo lindo, e que a impor-
tancia dessa lellra se acha prompta, podendo ser
procurada no aterro da Boa-Visla n. 36 ; e desde ja
protesta o abaixo assgnado nao pagar joros pelo
lempo da demora. Recite 24 de maio de 1856.
Tiborcio Valeriano dos Sanios.
Aluga-se a loja do sobrado de 3 andares na rua
da Cadeia de Sanio Antonio, esquina do neceo do
Ouvidor : a tratar com Luis Gomes Ferreira, uo
Mondego.
Precisa-se alagar um prelo para fazer o ser-
viro de casa de familia ; paga-se bem : na roa es-
trella do B osario n. 17, segando andar.
Prcisa-se de urna ama para todo o serviro de
urna casa de pouca familia, composta da 2 pessoas :
quem quizer e eslivcr nestss circomslaneias, dirija-
se a praca da Boa-Vista, sobrado n. 10, qoe achara
rom quem tratar.
O homem de tneia idade, qoe se oflerece para
ser criado da casa de homem solteiro, que sabe ler e
escrever, e lambem para Iralar de cavallos, e de
mandados' para fura da cidade, que venda fallar
ua rua do Hospicio, sobrado junto ao da residencia
do Sr. Thomaz de Aqoino Fonseca.
OOerece-se uraa ama para cozinhar em algoma
casa de homem solteiro : quem pretender, dirija-se
atraz da matriz de Santo Antonio o. 12.
Jos da Maia contina com a sua ctasse de in-
glez, e pode ser procurado em casa dos Srs. Gouveia
& Leile.
Mobilias de aluguel.
Alogam-se mobilias completas, ou qoslquer traste
separado, e lambem se alugam cadeiras em grande
porrn para bailes on oflicios, e por prero commodo:
no armazem de rosles do Pinto, na roa Nova de-
fronte da roa de Santo Amaro.
Na primeira audiencia do Dr. jais municipal
suppleule da primeira vara, escrivao Baplista, lera
lugar a ultima prora de diversas propredades terreas
e de sobrado, e solos, qoe foram penhorados a Jos
Rodrigues do Passo e sea molher, por eiecueao qoe
lhes movem us berdeiros do finado Antonio Martins
Bibeiro. As audiencias do mesmo juiz teem lugar
as Ierras e sex tas-feiras de cada semana ao meio
dia. Recite 21 de maio de 1856.
Terc;a-feira 27 do crranle, depois da audien-
cia do Sr. Hr. juiz de direilo da primeira vara do
ei-.-ei. se bao de arrematar 3 casas terreas, sendo 2
ua rua ds Cruzes sobre ns. 12 e 14, e 1 na rua da
Roda n. 15, por despacho do mesmo juiz, para cum-
primenlo de disposires testamentarias do finado An-
tonio Pinto de Moraes, sendo essa a ultima praca.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na roa das Trincheirss n. 8, loja de tartaru-
gueiro.
Precisa-se de um l'orneiro para fornear e ama's-
sar, que emenda bem, para urna padaria nos arra-
baldes desla prara, que trabalba em ponto moilo pe-
queo : quem eslivcr neslas circunstancias procure
fallar na taberna da roa larga do Kosario n. 46.
O abaixo assgnado, bacbarel em leltras e em
malhem.nicas pela umversidade de Franea,academia
de Pars, bacbarel formado ero direilo pela academia
de Olinda, avisa a quem conyier, que elle se propde
a ensillar o fraucez c a geometra a aquelles qoe do
seu presumo se quizercm olilissr, segoindoas mate-
rias no ponto en)-que ellas se acliam actualmente no
collegio das arles, para o qae desejarem ter um re-
petidor, e abrindo um curso novo para os qoe qui-
zerem principiar : os pretndanles dirjam-se a rua
du Conceirao n. 2, uo bairro da Boa-Vista, desda as
0 horas do dia al as i da tarde.
l.mbcliuo Ferreira Clao.
Precisu-se de urna ama que saiba cozinhar e
fazer lodo o mais serviro de easa : na rua Direila
n. Sti, segundo andar. "
Precisa-se de um homem brasileiro ou eslran-
gciro, que saiba bem moniar e Iralar de cavallos,
para servir de pagem a um senhor de engenho, da-se
boa paga : quem esliver neslas circomslaneias e qui-
zer- Pode dirigir-se ao largo da matriz de Sanio An-
tonio, casa de um andar u. 2, que achara com quem
tratar.
cidade.
Bilhetes
Meios
Quarlos
1.5700
23100
13200
Itecebe por inlero.
'cOOOaOOO
2:000300o
1:0005000
Bec'ife 2 de mato de IS.Antonio
Jos KoJriip.es de Sou/.a Jnior.
Precisa-se de um. feilor para engenho, nao
muilo distante desta capital: quem estiver neslas
circumslancias procure ajuslar-se com oSiqoeira, na
rua Nova n. 11, segundo andar.
Precisa-se de urna ama qoe saiba cozinhar e
engommar, para urna pequea familia : na rua No-
va n. 16.
O Sr. Antonio Mariulio Paes Brrelo pode pro-
curar no escriplorio do advogado Moraes Silva, na
rua largado Rosario, uraa carta e uinembrulho viu-
dos da provincia do Alio Amazonas.
Precisa-se de um caixeiro de 11 a 16 annos,
para uina taberna, que lenha pralca e de fiador a
sua conducta : na rua das Cruzes n 20.
Descncaminhoii se boutemj;23) do poder de
um prelo a quem se tinha dado para levar, 2 calcas
debrim de cor erabrulhadasera um capole de caval-
laria, desde a ribeira d S. Jos at as Cinco Ponas,
suppe-sc ler sido seduzido por um soldado de po-
lica, que esleve algum lempo fallando com o dito
prelo, depois do qoe i mesmo desappareceti: quera
appreheniier qualquer dcsles objeclos leve-os a or-
denanza do subdelegado da Boa-Visla Manoel Josc
da Silva, que recompensar.
Da-se a juros" 1:300 com hj polheca em algum
predio nesta cidade ; quem pretender dirija-se a rua
do Queimado n. 28, lercciro andar.
O Sr. primeiro tenente Antonio l.uiz lluarle
Nones lem urna carta viuda da curte pelo vapor
ciThamarn, na roa da Cadeia o. 37.
No dia 19 do correnle mez fugio um escravo
mulato de nome l.mz, Idade que represeuta 40 au-
nos.baixo, magro.cor clara, pouca barba, uzando as
vezes de bigote, lornozelos junios de ambos os pos,
e o esquerdo mais erosso, que o faz andar coxo,
cabello um lano sollo, levou vestido camisa e cal-
sa prelsa, he gauhador de rua, trabalba de caiador e
sapafeiro ; fui escravo do Domingos Jos e arrema-
lado em prac.a pelo abaixo assgnado, que, gratifi-
ca a quem o agarrar, e llio entregar.
Mauoel Joaquim Baplista.
lina da Soledade n. 70, se aluga om cozinheiro
que lem servido casas eslrangeiras. e seu patro se
emharcou esle mez no vapor Pedro I!.
.Na rua do Collegio, o Sr. Cypriano Luiz da
Paz, aterro da Bna-Visia, o Sr. Joao Ferreira da
l.uz, na padaria du Sr. Beiriz diro quem d quan-
lias de 200. 301), 500, 500 e 600 mil ris com bypo-
Iheca era casas terreas.
Na rua do Bangel n. II, vende se um sof e
dr s mesas redondas de Jacaranda, urna cama r!c
angico, urna mesa pequea c ootra maior para cozi-
nha, dmis bancos gran.'es e mais cinco pequeos,
inuito proprios para collegios.
Precisa se alugar um prelo, para serviro de si-
lo, como seja rorlar rapim e carregar agua : em ca-
sa de Paln Nash &Companhia, na rua do Trapiche
.Novo, n. 10.
Avi.sa-se
nina letra
Zeferino Vello/.o da Sil
vena, vencida em Janeiro do corrate,
aja deapresentarao mesmo, no seu en-
genho LINDA KLOI. ou nesta praca a
Correia & Irmos: adverlindo-se que se-
n-opa^am juros (juaesquer vencidos, vis-
to nao teretnquerido apresentar dita le-
tra para ser paga.Joaquim Correia de
Rezende Reg.
I'reeisa-se do un criado pai a o ser-
viro le um homem solteiro, prcere-sc
pie seja de meia idade. prelo ou pardo:
na rua esticita do Rosario n. .">(), segundo
andar.
a da quautia de um cont de
reis. aceita por Zeferino Vello/.o da
Vluga-se nina ama que seja sadia e
lenha hom e abundante leile: a tratar
na rur. do Collegio n. 21, segundo andar.
liiigomma-se com pereicao e por
mdico preco : ua rua das Cruzes, no
primeiro andar do sobrado n. 22.
Anda se precisa de urna ama que se queira en-
r.u-r. ai do -enleo iuierii de urna rasa de homem
solteiro, no lorie do Mallos, rua do Burgos,
n. 31.
a
EXPOSUAOIMERSAL DE.855,
m PARS.
Joao Vignes, rua larga do Kosarin n. 28, alera das
un ene '.es novas, fez melhoramenlos importantes nos
seus pianos, apropriados para o clima deste paiz, que
arabam de ser premiados na expesirao de 1855 em
Pars.
@ TRAPICUE DOCNHA. a
v.v O proprielarto administrador do trapiche (s)
9 denominadoCUNHAfaz certo a todos os #
senhores Je engenho, tavradores e negocian- i
tes, tanto desla provincia como lora della, !
que al hoje ainda nao alterou e nem litera s
us precos dos saceos de assucar desembarca- 5
Z dos e annazenados no seu dito trapiche, e 5
* que ainda continua a pagar 80 rs. cada J
39 sacco, conforme as circulares qae ha lampos 9$
distribua. Trapiche do Cunha 21 de maip j|
$ de 185b\ 9
I'recisa-ie de urna ama forra ou captiva, para
casa de pouca familia, no Colho, sobrado junto ao
hospital novo.
AJabaxo assignada, tendo cstabelecido um col-
legio de niueae .o para o saxo femenino, na casa de
sua resideucia, na praca da Boa-Vista, sobrado n.
32, segundo andar, avisa aos senhores pais de fami-
lias que queiram recolher soas lilhas em dito esta-
helecimento, onde ensinar-se-ha as materias tenden-
tes in-lruer.io primaria e secundara, como tam-
bera artes, fraucez, msica, deseoho, dan>a, etc.;
assim como avisa aos pais de suas alnmnas, que sja"
aula existe aberla desdo o i.' de abril prximo pls-
sado, o que uao fez anlea por causa da epidemia rei-
nante. Os estatutos deste estabetecimeoto sern
publicados com a maior brevidade qoe possivel for
a abaixo assignada.
Thereza Goilhermioa de Carvalho.
Claudio Dubeu\mudou oseuescrip-
rio para a rua da Cadeia de Santo Anto-
fonio n. 15. ..
O abaixo assigoado, com toja de trastes na roa
Nova n. 15. aluga trastes para todo e qualquer acto
festivo fuuebre e baile, mentalmente, dando fiador
ao objeclo recebido.
Lourenro I'ugi.
Aluga-se urna prela que seja boa quitandeira,
nio se olha a preru ; na rua do Rangel n. 77, pri-
meiro andar.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
Nao se tendo reunido suflicentc nu-
mero de votos para haver sesso da as-
semhle'a geral dos Srs. accionistas, convo-
cada para hoje, o Sr. director manda
convocar nova reunio para terca-feira
27 do correnle ii's 10 horas da manhaa,
alim de decretar-se o pagamento do 10'.
dividendo, deliherar-se sobre o orcamen-
to da receita e despe/.a para o semestre,
corrente, e proceder-se as eleicoes com-
forme o 1. do art. 1 dos estatutos,
leudo nena segunda reuniao de votar-so
com o numero de accionistas presentes,
segundo a disposicao do art. additivo ao
l dos estatutos. Escriptorio da Com-
panhia de Beberbe 23 de maio de 1856.
O secretario, Luiz; da Costa Portocar-
reiro.
Aluga-se n segondo andar da casada travessa
do Sarapatel n. 2, com commodos para grande fami-
lia : a Iralar na Camboa do Carino n. 18.
Precisa-se de ranoeiros forros ou escravos para
tirar arta na cora, pai.-.m lo->o-lli? tJMXX) por canoa
de carga de 800 a 1,000 lijlos, assim como lomam-
se por aluguel alguns prelos, dando-sa o sustsnto e
pagaudo-se mensal ou semanalmenle u ordenado em
que se ronveuciouar, ludo para u mesmo lira, garan-
iin l.i-e-ihe a duraran do liahalho por algum lempo,
se tanto for preciso : qucni para lal lim se jolgac
habilitada, apparcr,a na rua da Aurora, passandoa
tundirn, i rimciro porto.
O ahaixo assigoado roga encaressidamenlc a
todas as pessoas que conlrhiram dbitos em sua ta-
berna cita un Munleiro.iiusaiiuus de 1853,1851,01853
a realisarao de dilos debilos oo praso de 30 dias da
publicarlo desle, do conlrario osar dos meios
que as leis lbe facullam.Necolo Machado Fre-
ILEGIVEL


Terceira edi?ao.
TRATilElTO HOBOPATEICO.
Preservativo e curativo
DO
(>mr pumo j| ruwMBcco Tgg nm 27 tu mo w it
CHOLERAMORBUS.
PELOS DRS.
einslrurcloaopovuparasepodercurar.leslaenlerraidade, administrndoos remedio mais effieUM
paraatalha-la.eroquauto serecorreaonedico.ou mesmo paracura-laiudapeudeule desle moslugares
"mq"eTRADUZU)0 EM PORTUGUS PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
EslesdoosopusculosconlcmasiniluacOes mais clarase precisas, e pela sua simplese concisa expsi-
to eslaaoaleance de todas asiulelligencias.nau pelo que diz respeilo dos meioscuralivos.comoprin-
cipalmente aos preservativos que tcmdado os mais salisfacloriosresultados em toda a parte emque
ellos lem sido poslosem pratic. ... .
Sendoolratamento'iomeopatliicoo nmcoque tem dadograndesresolladosnocoralivodetlahoru-
velenfermidade, iulgamosa proposito lia.dimr restes dous importantes opsculos em I inga vernaci-
la, para desfarle facilitar a sua leilnra a quem ignore o franccr.
Venda-M nicamente uo Cousulloriodo traductor, ra riov n.52, por 25000. Vendem-se tambera
os medicamentos preciso e boticas de 12 tubos coiu um irasco de liuctura ISf, urna dita de 30 tubos coin
quatro e 2 frascos de tintura rs. 253000. ^__________________________
W PEORAS PRECIOSAS.
-
j Aderec.ru de brilliantes, *
2 diamntese parolas, pul-
? ceiras, alfinetes, brincos
j e rozetas, boloes e anueis
J de diuerenle gostos o de $
divenas pedras de valor, i*
Comprara, vendam ou *
trocara prala, ouro, bri- gj
lhanles.diamaolesepvro- .?.
las, e ootras quaesqoer *'
joiasde valor, a dioheiro jj
ou por obras. '?:
.??.?:??.**?.:.**;*'?/*.
I0REIRA k DD1RTE.
LAJA DI 01 IR1YES
Rua do Cabuga' n. 7.
Receban, por to-
dos os vapoVesda Eu-
ropa as obras ci mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
URO E PRATA.
__ B
Aderecos completes de *
> Ouro. meiosditos, pulcei- fg
* ras, diluirlo., brincos e 1
^ rozetas, cordoes, trance- a
h lins, medalhas, corrcnles I
'.'" e enfeites para relogio, e w
3 outros ramios objeclos de
.<- o oro.
g] Apparelhos completos, *
JJ de prata, para cha, ban- J
. dejas, salvas, caslicae?, i.
- colhereade sopa edech, *
^ e muitos outros objeclos &
$ de prala.
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre Lompra-sa3 um cavallo que esleja carnudo, e
que ande baixo, que sirva para viagens, assim como
um selliiu, coni lodos os arreins.inda momo usados,
na roa Nova, luja de fazendas. n. 12.
Compra se elTectivamenlc. labio, bronze e cobre
velho : no deposito da fiindicSo da Aurora, na.ru-
do llrum. lugo na entrada u. 28,e na mesma fund-
cao, em Sanio Amaro.
Comprase urna escrava sem vicios nem acha-
qnes. de bonita figura, boa en, intimide ira. e eozi-
nheira, e chega-se a um bom preco : na liba dos
Ralos, defronle de :l casas que eslao'a fa/er-se.
Compram-se notas do! Banco do Brasil : n
ra do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
Compra-se para um presente urna negriulia de
2 a .1 annos, ou mesmo urna mulatinha que nao le-
una molestias: qocm liver e quizar vender, annun-
cie por este jornal ou dirija-se ao paleo da matriz
de Santo Anlouio, sobrado de um andar n. 2, que
acliar.i coin quem iralar.
Compra-se urna doria de rolheres de prala pa-
ra sopa e una salva para :i copos com agua, tam-
ben) de prala, ludo em bom uso e sem feitio : no r>a-
eo de S. Pedro n. 22. I
Compra-se toda e quahjucr porcao
de prata velha de l<- sem feitio: quem
hver para vender, dirija-se a ra doCol-
legion. 15, agencia d leilOes.
Compra-se urna escrava que engomme e co/i-
nlie o diario de nma casa : na ra do Cabug, lua
n. 11. '
Comprase nm.i casa Ierres, porem que seja
nos dous bairros de Sanio Antonio e Boa-Vi'la :
qoem a Uver, dirija-se a rua do Pasieio, lojan.7,
que din quem pretende.
Comprara se par urna encommenda escravos
ile arabos os sexos : na ra da Cadeia do Kecife, ar-
mazem n. ;l(i, ou na ra do Oueimado n. 38, segun-
do andar.
wmm m comandita.
Fabrica de fiar e tecer algoda'o.
a qual oceupa diariamente para inais de
00 aprendi7.es on olireiros nacionucs,
da idadede 10 a 12 annos para cima, e
com preferencia orpluios.
CAPITAL SOCIAL 300:000s<)00.
Socios em nome collectivo, gerentes ies-
ponsaveis,
OsSrs. :Antonio Marques de Amo-
rim.
Justino Pereira de l'arias.
Manoel Alves Guerra.
Firma social: Amoiim, Paras, Guer-
ra & C.
As pessoas assignantes das primeiras listas, que
desejam contribuir a prompla realisacao da fabri-
ca, silo convidadas a nilo demorar sua respectivas
assignaturas. A sociedade anda admilte assigna-
luras de 1003000 al JtitOOouOO, afim de genealisar
a lodosas vantagens tiesta til elucra! va empreza,
e contribuir ao desenvolvimcitto do espirito da ai-
sociacAo, nico meio de salvar a agricultura e de
crear alguna ramos de industria, indispciisaveis pa-
ra auxilio e ugmenlo da denada e rolineira agri-
cultura.
A facilidade d.i entradas, que nunca serao de
mais de 20 ik>' cenlo do capital subscripto, permille
a lodas as pessoas que poderem dispor de urna eco-
noma de .")3O0O por raer, entrar como socios de
1009000.
Sendo as entradas de 10 por cento e os plmen-
los espacados de pomo mais ou mcuos 2 matea.
Serlo precisos IS a 20 raezes pr o inleiro paga-
mento de cada subscripcao.
Os senliores de eogeoho, plantadores de algodo
alrac^ao do ar : pode sor procurado confronto ao ou oulras pessoas, que rezidem tora da capital, que
Rosario de Santo Antonio n. 2. I quizerem entrar nesla ulil sociedade. podcrSo diri-
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de s'r suas carlas de l,edidos'. qualqucr destes socios
S. Jote, lava-se e engomma-se com iniiila perfeic,lo-eere",e'" a0 soc' ''e industria F, M. upral,
o aceio, e com a rcaior brevidade possivel. 1uo !em enl 5C" Peer *"'" das subscripcOes, c da
a lodos as mlormaces que poaaam desejar sobre as
l'alon >asli c\ (.ompanbia declaram que Joo vanlagens que resultarao da fabrica.
Pedro Jeso de Malta deixou de ser sen eaixeiro dril | Elles declararlo os scus nomes por extenso, domi
de honlem 1 i do crranle mez. Kecife 15 de abri- cilio e nome do correspondente nesla capital, en-
REPERTORIO DO ftEDICi
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
e posto em ordem alphabelica, com a descripc,5o
abreviada de todas as molestias, a indicacao physio-
losica o Iherapeulica de lodos os medicamentos ho-
meopalhicos, scu lempo de acc,ao e concordancia,
seguido de um diccionario da siguiiicacao de todos
os termos de medicina e cirurgia, a posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os,Srs. assignanle podem mandar buscaros scu
templares, assim como quem quizer comprar.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamenlar criancas na
casa dos exposlos : a pessna que a uso se queira de-
dicar, (endo as habilitacfies necessarias, dirija-se a
mesma, no pateo do Paraizo, qoc lii achara com
quem Iralar. ,
ARRENDAMENTO.
A Io;a e armazem da casa n. 55 da ra da Cadeia
do Recife junto .10 arco daConceicao, aclia-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qualquer eslabeleciuitnto
em ponto grande, para o qual tem commodos sufli-
cieotes : os pretendeutes enlender-sc-liao com Joao
Ntpomuceno Barroso, 00 segundo andar da casa n.
57, na mesma ra.
Massa adaman-
tina.
francisco Pinto Ozono chumba denles enm a ver-
ladeira massa adamantina e applica venlosas pela
Compram-se 200 ou 300 ps de coqueiros pe-
queos : no armazem da roa Nova n. (i".
Compra-se toda a qualidade de liasles, noves
e usados, assim como -j. cscravas de meia idade, que
lenham habilidades : na ra das Cruzcs n. 20.
Compra-se um cavallo que seja novo e sem
achaques, seudo bom andador do baixo a meio : na
loja n. 20 da ra do Oueimado se dir quem precisa.
Compra-se ulna caria geographica da provin-
cia de Peruambuco : quem a livcr e quizer vender
dinjs-se a ra Nova, sobrado n. M, secundo andar.
Compra-se um guarda-loura em segunda mao,
qne esleja em bom estado : na rua Direila n. 17. Q
Compra-se urna carroca de um bol, que seja
bem forte : as Cinco Ponas 11. }2, primeiro andar.
Compra-se um litro de inslrucces militares
por /.aballo : a Iralar na rua do Queimado n. lo.ja
Vende-se fariuha, medida velha, por preco
commodo! ua rua do Vigario, taberna de Joao Si-
mao.
Na rua do Cabug, loja de miudezas 11. i, ven-
de-se um completo sorlimeuto de hadado do porto
lanlu abarlo como lavrado, c de Indas as larguras]
principiando por :l dedos e acabando em I palmo re-
forjado, o qual so vende mais barato do que em ou-
Ira qualquer narle, por se querer mandar o mais
breve possivel aconta de venda ao fabricante.
Vende-se urna parelha de cavados rucos para
carro, sendo um delles baslanlc gordo, c tanibem se
vende separado : na loja .le Tazendas ua roa do l'as-
seio n.7.
Em casia de Flabe clio-
mettau &G.,rua da C;t-
vouie-sc
lu grande tortimento de vidrosd
peino.
Itelogioa linos de patente inglez.
Cornos de lustre, marca itistello.
Conros de grava.
Ervilhas seccas emgarraes.
Vinlio do ltlicno superior,
I udo pnr prero commodo.
le es-
P
limos.
i^cniJa.
de 1856.
PUBLICAgAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico
Esl publicacao icr sem duvida de olilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao excrcicio ,
do foro, pois uclla enconlrarao por ordcm alphabe- [
lica as priucipacs e mais frcqueoles oceurrencias ci-1
carregado de elfecluar o pagamento das entradas das
preslares quando forem reclamadas.
Dentro de poucosdias sera feilo pelos socios ge-
rentes o aununcio, convidando os subscriptores a
afiecluar o pagamento da primen 1 entrada, que se-
ra de 10 por cento do capital subscripto ; os reci-
bos serao passados por qnalquer dos tres socios, com
a lirma social Amorim, I ana--. Cuerra i\ C. N
vis, orphanologicas, commeciae. e ecclesiaslicas do I mesma occaMao *? n,"?uei a "". dos socio
nossofro, com as remisses das ordeuacOes, leis, urna copia impres.a da esc.iplura da sociedade, re-
avisos e roe o lamento, por qoe se rege o Brasil, e
bem assim resolucoes do Praxislas antigos e moder-
nos em que se lirmam. Conlm semejantemente
as decisoes das .ueitoes so.'jre si/.is, sellos, velhos e
novo direitos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
eollecjo de oossas leis a aviso nvulsos. Consla-
rededou voiome em oitavo, grande francez, eo
primeiro sahio luz a esl venda por 89 na loja de
livrosn. 6 e 8 da prac.a da Independencia. Os se-
nhores subscriptoresdesla publicacao existentes em
Peruambuco, podem procurar o primeiro volme
aa loja de livrus cima mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Brilo, praca da
Conslitui^ao; no Maranhn, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues ; e no Cear, caa do Sr. J. Jo-
ee de Oliveira.
Na rua dos'Copiares n. 20, lava-se, en-
gomma-se, e armam-se bandejas de bolos, por me-
nos .preco do que era outra qualquer parte.
:Jj)$(899ISe
: J. mi DENTISTA, 1
a continua a reidir na rua Nova n. 19, primei- m
ro andar. 2
S>*:o5
Na fabrica de calcado
francez do aterro da Boa-Vista precisa-se de ofliciaes
de sapateiro para obras linas, paga-se bem.
Gratifica-se
generosamente a <|uem
Itiva- na rua do Collegio n. o, arma-
zem, urna ama de leite (|ite tenlia boas
qualidades.
Na rua do Hospicio em casa de!
Tiloma/, ti, Aqtiino Fonseca, precisa-se
de urna ama e|ue s saiba cozinhar bem :
quem ertiver nestas ciicumstancias com-1
pareca a qualquer hora para tratar do
ajuste.
I'revine-se a quem interessar tiuel
nao faca negocio algum com os que se dizem procu-1
redores do ausente Sr. Antonio Joaquim de Souza ;
Ribeiro sobre os escravos Antonia, parda.de 7 anuos!
de idade, e Sabino, pardo, de 4 annos, lillios da es-1
crava liberta Benedicta, perteocentes ao casal da fi-
nada D. Anglica Joaquina dos Anjos, do cujos bens
foi inventarame o mesmo Sr. Ribeiro, visto adiar-
se pendente por appellacao no Tribunal da Relas;lo
o respectivo iuvenlario por nullidades insanaveis que
Jiouve ua nartilha ; e o mesmo so previne compe-
tente autoridade policial, para que nao Ihes conceda
passaporle para embarcaren! os ditos escravos, que
Batea em litigio.
Odoalur Olegario Cesar Cabossii, lormado lem '
medicina pela Vacoldade da Baha, avisa ao respeita-
vel publico desla capital e especialmente aos po-,
nres, qoe queserem ntilisar-se do sen presumo, que
acha-se residindo no primeiro andar da casa 11. 8
sita na rua do Collegio, onde pode ser procurado a
qualquer hora.
* Precisa-se alugar urna (-asa esparosa
sem se escolher roa ou bairro, para um
magistrado que esta' a' cfaegar a' esta
cidade, e que deseja oceupar toda a casa
sem outros moradores : quem a tiver c
uim a quizer alugar, procure a casa 11.
2, no pateo da matriz de Santo Antonio,
que encontrara' com quem tratar.
vestida das assignaturas particulares, dos socios ge-
rentes e socio da industria, para reconhecimeulo
da lirma social, os 3 gereules reiponsavcis assigna-
rao as mesmas copias.
F. M. Duprat.
Pernambuco 6 de maio de 1850. '
Precisa-se de urna prela eterava, que saiba
Iralar de meninos e cuidar da sua roupa : quem a ti-
ver dirija-ieao sobrado n. 8 da rua de S. Francisco,
como quem vai para a rua Bella, para Iralar do
ajuste.
Precisa-se de orna ama para casa do pequea
familia, sendo smenle para cozinha : qoem pre-
tender, dirija-se a rua Augusta u. II, sobrado.
Arrenda-se o engeulio Camacho, dislanlo des-
la praca tres legoas, perto do mangue c distante da
praia da fortaleza de Pao Amarillo (res quarlos de
legoas, freguezia de Maranguape : quem quizer ar-
rendar dirija-se ao eogenlio Paulisla, asseverando
que pode safrejar de 1,500 paes para cima, e tem
Ierras enxulas e frescas que se pode plantar no verao.
e muilo maneiro.
Trocam-se notas do Banco do Brasil por se-
dulas : na rua do Trapiche n. 40, segundo andar.
Carneiras
para encadeinaciio.
Jos Nogueira de Souza acaba de receber urna
por ..a 1 de carneiras de cores, de superior qualidade,
proprias para encadeinaces, as quaes vende por
precos commodos : na livraria defronle do arco de
Sinlo Antonio,
Deposito de pia-
nos
-[.* ***** isa ao respeilavcl publico, qne
roa ov, Tu* d" P,an0S d0 ,rimeiro anaaf roa Nova u.41, para o armazem 11. 27 da mesma
rua, esquina da rua da Cambo, do Carmo. onde Se
encontram os mus ricos e os melhores piano al
.nj!.Pr-^cummeDd?' Pl mais arredilado, fa-
AO H lll.ll 0.
No armazem de fazendas_ baratas, rua do
Collegio n." 2,
vende-se um completo sonimento de fa-
zendas linas e grossas, por mais baralo
precos do que em oulra qualquer parte,
lano em porgues como a reUrlio, affian-
cando-se aos compradores um s prego
para lodos: este eslabeleciment abrio-so
de combinacu com a maior pane das ca-
sas commeroiaes ingle/.as, francezas, alle-
maos e suissas, para vender fazendas mais
em coma do que se lem vendido, e por isto
ollerecem elle maiores vantagens do que
outro qualquer; o proprielario desle im-
portante estabelecimento convida lodos
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos scus inte-
resses) comprar fazendas baralas: no ar -
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz dos Santos & Rolim.
mm
Precisa-se de um feilor para umsilio perlo da
praca: no aterro da Boa-Vista, numero 43, segundo
andar.
Una parda escrava, que co/.inha o diario de
urna casa de pequena familia, lava, engomma e cose
chao, precisa, par se libertar, da quantia de 400?,
ron ira lando seus servidos por 5 annos para pagamen-
to daquella quantia pedida : quem quizer este ne-
gocio, dirija-se ao paleo do Carmo, taberna da es-
quina que entra para a Camboa do mesmo nome u.
i(, que se dir quem he.
Aluga-se urna parda que lava, engomma, cose
chao e coziuha o diario de urna casa de pouca fami-
lia por eslar a isso coslumada : quem pretender di-
rija-se ao paleo do Carino, taberna da quina que en-
tra para a Camboa do mesmo nome 11. 4u.
Na rua do l'.angel n. 1, exisle urna caria para
o Sr. Anlouio Jos Pereira Bastos, da freguezia de S.
Salvador de Rossas, do Consclbo de Vieira, reiuo de
Portugal.
No engenho Novo de Muribeca ha um ptimo
silio de lavradpr, com bons partidos do varzeas mui
prximas ao engenbo, lem excellente cercado e urna
casa nova que se est apromptando ; s com a vista
poder-se-ba avaliar de ana boudade ; pode safrejar
. mais de fiUO paes: a Iralar uo mesmo engenbo.
W WnhJna o ,"1'' TraumaD". Hamburgo e! ~ Precisa-se de nma ama para o servico exlernd,
l di Fnron Bremen- e olrw ""'los fabrican-1 e interno de urna casa de urna pessoa : quem se qui-
tar, di : raa 0 forres, junio ao es-
preco,1 garanlidos. O esl.belecimenlo slara abarlo
mmV.^T da "ile para a "mmodidade das a-
"untenlo,' mi*"1,a m ^""""r os ins-
criplorio dos Srs. I.emos Jnior i l.eal Reis.
Alugam-se carrocas para conduzir (rasles 00
malenaei, por prego muito em conla : na roa da
Alegra na Boa-Vista u. 42.
follnas
PARA 0 CBRENTE AHHO.
Folhinhas de algibeira coniendo o almanak ad-
ministrativo, mercantil e industrial desla provin-
cia, tabella dos direitos paroctiiaes, resumo dos im-
poslos geraes, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre incendios,
entrudo, mscaras, cemilerio, tabella de feriados,
resumo dos rendimenlos e exportado da provin-
cia, por 500 rs. cada urna, ditas de porta a 160,
ditas ecclesiaslicas ou de padre, cora a reza de S.
Tilo a 400 ris : na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Vende-se urna escrava da Cosa, bonita figu-
ra, engomma c cozinha, lava bem roupa e he qui-
landeira, lem >> anuos de idade : na rua da Senzala
velha 11. 70, segundo andar.
Na rua das Cruzcs 11. >, vende-se um mole-
que cozmheiro. um mulaliuho claro, de 12 unios,
lima prela da Corta com urna cria, um muala com
habilidades, una crioula prendada, urna rrioula de
IS anuos, com habilidades, esla para fura da provin-
cia, e um escravo de nacflo para lodo servico.
FARIM1A E MIL1IO. '
\ endem-se saccas com farinha e millio, por baralo
preco : na rua da Cadeia do Itccife, luja 11. 23,
Vende-se um escravo robusto e de bonita figu-
ra : na praca da Boa-Vista, taberna n. i.
v cudem-se 200 cocos seceos com casca, proprio
para embarrar : na rua Nova n. 18.
L'MAS TRRAS NO SERTAO-.
\ .mi,:.--... uinapropriedade de Ierras proprias, ten-
do meia lesoa de testada e urna de foudo, no lugar
Rapoza da freguezia de Bezerros : quem pretender
comprar, dinja-se a rua Nova o. 42, que dir quem
as vende.
Vende-se urna prela crioula de lodo o servico
de casa c roa, anda moca, e principalmente nata
carmhosa para criar e iralar de meninos em Iodo
concedo ; Taz-sc negocio por 9 dono eslar precisado
para cerlo negocio : a fallar c ajuslar, na rua do
Rangcl 11. 21, de manliaa al as 8 horas, o de tarde
do meio dia em dianle.
Vende-se um oilanle promplo para o observa-
dor fazer o seu Irabalho de svslcma lholrou, por
preco commodo : na rua da Praia n. 17.
IIMIO
RIJA DA CRIZ S. \().
Joao Praeger, dono desle eslabelecimeulo, lem a
honra de participar aos seus respeilaveis freguezes
e ao publico em geral, que pelo navio anegado ul-
timameulc de Hamburgo, recebeu din grande e
bem escollado sorlimenlo de gneros alimenticios
de lodas as qualidades. consisliudo as scguiulcs
comidas, e bebidas.
Salames.
(lueijos de rala.
Harenques em barril de 25 e 50.
Sardinlias frescas em sal.
(lueijos verdes suissos.
Ditos de Limburgo.
Caviar da Rustia (ovasde pei\c.)
Saliniio umarado.
Harenques l'umarados.
Kepollioem barrica* de 15 libras.
Feijio verde em ditas de lo ditas.
Bolachas de Hamburgo em latas gran-
des e meias.
CONSERVAS EM LATAS.
Boeufa la moda, Boudin blanc el noir, saucis-
ses, ragonls de veaucl de hmards, Palls delivre,
de poulel, de broche! etc., asperges, l'eves gran-
des, xaropes de diversas fruclas.
Cognac (Pal Brandy) prima tiualida-
de, em caixas.
Rliiim da Jamaica verdadeiro, em cai-
\as de 12 jrralas.
Vinlio do Porto.
Vinlio Xeres (Sherry.)
VinhoBordeaox, Marees; PichnLou-
guerille eSt. Julien Cabarrus.
Xarope de vinagre.
Todos esles gneros vendem-se lano em porcao,
como se acham a disposicao do publico, as lloras do
l.uocheon c al a noile.
Vendem-se cathecismos romanos,
Iradu/.idos pelo padre Domingos Lopes da
Costa e Cruz.: na rua do Encantamento
n. 7fj A.
Queijosdo Ser ido.
Francisco Jos Leite, na rua do Colle-
gio, recbeu grande porcao dote gene-
ro, os mais leseos qne lie possivel liver,
<|iie vende em pornio e a retalho, a piu-
co commodo.
Vende-sena rua do Collegio 11. 21, lerceiro
andar, urna bonita escrava crioula, do idade 18 an-
uos, e nina mulalinha de 10, muilo lida.
Vaquetas ingle/as-
Vendem-se vaquetas iiiglezas"" para carro, da me-
inor qualidade, e por preco muilo commodo : no de-
posito do alerro da Boa-Viste u. 78, e sola de lustre
a 1.>9o meio.
Vendem-se 2 esas novas, piuladas de amarel-
0 no Cmpo Verde, com bous arvoredos novos : a
Iralar na mesma, de mauhaa ate as 'J horas, e de tar-
de das 3 em dianle ; lambein vende-se una casiuba
em >aoto Anionio.
Attem;ao.
Veadexe urna boiiila escrava crioula, recolhida,
de 20 anuos, sabendo coziuhar, engomniar, coser
chilo e labyrinlho, muilo propria para casa de fami-
lia por ser muilo honesta e de bous coslumes, euilini
boa para quem quizer possuir, o que he perfeilo :
quem prelender, dirija-se a rua dos Martyrios 11. IS.
Cacherina adamascada de lindas cores a
600 i. o covado.
Vende-so na loja 11. 21 A da rua do Oueimado es-
la lazenda, a qoal he ptima para forrar carros, col-
xas, e para pannos de mesa, e assim como para ou-
lras minia- cousas, e do-se amostras]
Na rua do Cabug, loja de miudezas n. i, ven-
dem-se por baralissimo preco as soguinles fazendas:
pacoles de papel de cores com 20 cadernos a (i20 rs.i
boles de osso finos para calca, pregados em papel, a
groza 200 rs., franjas com bololas brancas e do cores
a peca 39500.
\ eudem-se pianos verlicaes inglezcs, de elegantes
modellos o excelleutes vozes, fabricados por um dos
mais arredilado- autores, premiado na exposic.io de
Londres: no armazem de Rustren Rookei iV Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Vende-se saccas glandes com fari-
nha de mandioca : no largo do Corpo
Santo n. (J, armazem de Palmeira &
Beltrfio.
\einle-se um casal de escravos de muilo boa
conduela, c com habilidades, lendo urna particula-
1 ida de que o dilo sabe andar corro carrocas, e o mo-
tivo da venda se dir ao comprador :" na rua Au-
gusta 11. 3, sobrado.
Vende-se uiu sitio em Beberibe de bailo, jun-
io as Ierras do Sr. (, l.-on, com casa de laipa, algum
ps ile larangeiras eexcellenles jaqueiras, por preco
commodo: a Iralar uo largo do Paraizo, sobrado
11. 2i.
Francisco Jos Leile, na rua do Collegio, tem
para vender ns seguintes gneros, chegados no ulli-
mo navio de Liverpool :
Presuulos para hambre.
Bolaehinha soda em lalas grandes e pequenas.
Dita linissimacaplaiu.
Lalas pequeas e grandes com biscoilos.
Crakuell.
Queen.
Tanci.
Mixed.
Picnic.
Frascos de conservas sorlidas.
Polcs de sal relinado.
E oulros muilo. gneros que lu lo vende a prec.os
commodos, e garanle a qualidade.
Vende-se urna mulatinha de 17 auivos. muilo
linda e robusta : na rua das Trmclieiras n. 2!1, jun-
io ao nicho.
Vende-se um moleque de idade de 14 anuos :
quem pretender dirija-se a Eslancia, lado dirtilo,
primeira casa, al as II horas do dia.
RAP DE LISBOA
a .10 rs. aoilava : na rua da Cadeia do Recife n. 15.
Velas e carnauba.
Acaba decliegar do Aracatv urna por-
cao de excellentes velas de cera naubr, simples <: de composiciio, as uuaeS
se vendem por menos preco do que em
outra qualquer parte: no ntigo deposi-
to de D. R. Andrade&C, rua da Cruz
n. l.
Aos fabricantes de velas.
Domingos R. Andrade & C, com ar-
mazem na rua da Cruz 11. 15, continuara
a vender superior cera de carnauba em
porcaoc a retalho, assim como sebo reli-
nado, vindo ltimamente do Rio-Grande,
atildo por commodo preco.
Vende-se saccas grandes commilho e farinha:
na roa de Sania Rita taberna 11.5.
ucijos do
sertao
No deposito das bichas, rua eslreila do Rosario n.
II, exislcm qnejjos do serbio e lavas de Lisboa, e bo-
lachinhas viudas de fra, de lodas as qualidades, e
outras muilas cousas.
Bichas de Ham-
burgo.
Na rua eslreila do Rosario n. II, deposito das bi-
chas de Hamburgo, exislem os ceios a 30J, c alu-
gam-se a ;I2() cada urna.
Farinha de S. Matlieus.
Acaba de chegar o hiale aS. Pedro com um bo-
nito carregamenlo de farinha de S. Malbeus, nova e
bem torrada, a qual se vende por coramojio preco;
para relalhu a bordo dilo hiale Tundeado ao p"do
caes do Ramos, e para porc,o a Iralar na rua da Cruz
o. I, cscriplorio de Aulouio Luiz de Oliveira Aze-
vedo.
nico deposito do rap
are prta da Baha.
Acabam de chegar algumas libras desle muilo
acreditado rap.o qual rivalisa como prinreza de Lis-
boa : vende-se no deposito da rua da Croz n. 1, es-
criplorio de Anlouio Luiz de Oliveira Azcvedo.
Sementes.
Vendem-te sementes de hortalieai c llores de lo-
das as qualidades chegadas pelo ultimo navio de Lis-
boa : na rua da Cadeia do Recife. loja de ferragens
n. jli, ile Francisco Custodio de Sampaio.
Vendem-se saccas com milho muilo novo c
grandes a 3J800, ditas grandes de alqueire de fejilo
a 59, arroz pilado em saccas a :l>200 a arroba : ua
rua do Vigario u. 5.
PELI.ES DE CABRA.
.Na rua da Cadeia do Recife n. 57, vendem-se pel-
les de cabra por commodo preco. para acabar.
VELLAS DE CARNALBA.
Na rua da Cadeia do Recife n. 37, vendem-se su-
periores velas de carnauba pura ltimamente chega-
das do Aracaly, mais baralo do que em oulra qual-
quer parle.
Vende-se urna cadeirinha a moderna e rica-
mente dourada,{com o coin plenle caiiio em que se
guarda a libr para os 1 negros : quem a pretender,
dirija-se ao alerro da Boa-Visla u. 2, primeiro an-
dar.
J\a loja das seis
PORTAS EM FRENTE DO LIVRAMEMO.
Mures de relroz para enfeites de vestidos par me-
niuos a meia pataca cada urna, veslidos feitos de se-
da para meninos de 11 ate (i anuos a j.saias de cam-
' "aia lisa bordadas para senhora a Ires mil reis, cor-
les de vestido de cambraia com II barras a cinco
patacas e dous mil reis, chitas escuras que nao des-
bolam a meia pataca. Tilo liso e lavrado, lencos piu-
lados para meninos a seis viulens, chales d ganga
encamados flor amarella a duas patacas ; dinheiro
vista para acabar.
GOMMA.
Apenas existe um pequeo numero de saceos com
-omina do Aracaly, que se veude muilo em conla
para acabar : na rua da Cadeia do Recife 11. 7, es-
criplorio de Joao remandes Prenle Vianua.
Vendera-so velas de carnauba pora por menos
do que em oulra qualquer parle : na rua de Moras,
rclinaciio n. 7.
Vende-se 800 saccas com Farinha de
mandioca chegada ltimamente, a reta-
lho ou em porcao, a 5000 a sacca : no
becco lo Carioca n. 7 e 9, e rua da Prak
n. 27, tendo 2 alqueires pela medida do
Rio.
Vcndc-e ou Iroca-sc por oulia que teja de me-
no \alor, casa terrea da rua do Nuguona u. 42
trala-se na mesma casa.
Bichas de Uamburgo.
Enifrenle a matriz da lloa-Visla alugam-se bi-
chas das mais superiores que ha no mercado a2Oe
.120, e vao-se applicar a qualqucr hora, assim como
se amla loda e qualquer ferrainenla de corle, ap-
plicam-se ventosas, limpam-se denles e chumbam-
se a prala c a ouro ; quem precisar pude
que promplameule ser servido.
Vende-so t casa no Colho na rua dos Praze-
res n. ti); com 2 salas e :l quarios.cozii.ha e dispen-
sa lora, com bom quintal que lem 130 palmos de
largo e 100 de fundo com 2 laladas de parreira
varios arvoredos de froto, porlilo para a rua do
Jasinim, quarlo para escravos, emlim mais coimas
quei o pretndeme ver: a Iralar atrs da matriz
da Boa-\ isla u. ij.
procurar
Vende-se um silio na Torre, denominado Leao,
com boa casa de vivenda, conleodo 2 boas'.salas, 1
quarlos, dispensa e coziuha fura, terreno na'.frcnte,
e copiar grande da parle de detras : quarlo para
hospedes, 2 ditos para escravos, estribara para 3 ca-
vallos, rocheira para carro, cacimba da melhor agua
que tem no lugar, lodo coberln de arvoredos, len-
do 200 palmos de frente e 600 da fundo, cercado
em roda de limSo : por preco commodo : a Iralar a-
Iras da matriz da Boa-Vista n. 13.
I\a loja das seis
portas
Fm lente do Livramento.
Chitas a seis vinlens o covado, algodaoziulio com
loque de averia as ourellas a seis vinlens a vara,
cassas a meia pataca o covado, riscadinhos francezes
a meia pataca o covado, a dinheiro a visla para
acabar.
lim casa de Timm Homsen & Vinas-
a, na praca do Corpo Santo u. 13, ha para vender
livros para copiar, por prec,o commodo.
Vende-se rape MeuronA C., muito
fresco, a retalho*e em oitavas: na loja
doSr. Domingos Teixeira Bastos, na rua
da Cadeia n. 17.
Rclogios
coherlos e descoberlos, pequenos e grandes, de ouro
e prala, patente Ingles, de nm dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ullimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, rua
do Jorros n. 3K.
Vcnde-sccm casadeJoao Falque na rua do Col-
legio n. i os soguinles objeclos : I cama de ferro
luleirameule nova, 1 consol de Jacaranda com pedra
marmore, o 1 piano verlical com pouco uso. Na
mesma casa cima con,pra-ee um ipparador buflel)
com 10 palmos pouco mais ou menos de largura, ou
dous dea. palmos de largura cada um.
Cortes de seda
para vestidos de
sen horas.
Na loja u. 17 da rua do Oueiinado ao po da boti-
ca, ha um grande torilmente de sedas modernas de
novos desenhos e cores muilo delicadas, ltimamente
despachadas, as quaes aa vendem por muilo barato
preco para se apurar dinheiro ; d,io-sc as amostras
com penlior.
Moinhos de vento
com bombas derepnxopara regarhortas ebai-
x de capira : na fundido de D. W. Buwman,
na rua do Hrum ns. 6, 8 e 10.
A boa fama
VENDE BARATO.
18100
18280
1>000
1>280
20
560
200
280
W^s%
Jos Joaquim Concalves da Silva, estabelecido no
alerro da Boa-Visla ti. 8, defronle da boneca, avisa
ao respeilavcl publico, e parlicularmenle aos scus
freguezes. amantes dos bons gneros e baratos, que
sua casa de negocio se acha sorlida dos melhores g-
neros de molhados, e vendo mais baralo do que em
oulra qualquer parle, chegados ltimamente de di-
versos porlos daEuropa: conservas alimenticias via-
da* do Porto de urna fabrica nova, as melhores que
lem viudo a esle merodo, bolaehinha de soda em
lalasgrandes e pequea?, biscoilos linos inglezesdo
lodas as qualidades, em latas, queijos londrinos, di-
tosdo reino de loilas as qualidades, conserva? ingle-
zas, presuulos de l.smego, dilos para Hambre de pri-
meira qualidade. lalas com bolaehinha de ararula de
Kio, vinho do Porto velho engarrafado |de lodas as
qualidades, dilo Bordeaux, dilo moscatel deSelubal,
e mui ios or.iros vinhos de superior qualidade, bola-
cinha de llallimorc redonda e quadrada, cha da lu-
dia o melhor que lem vindo a este mercado, dilo
Chira, chocolate baumlha allemao, dilo de Lisboa,
dilo francez, maesas linas pora sopa de lodas as qua-
lidades, mantel.'.! inglezj e franceza, nova, de supe-
rior qualidade, cevadinha, cevada. sag, ervilhas,
marmelada de Lisboa muilo superior, sal refinado
para celada, azeite doce refinado de primeira quali-
dade, champagne calmante em garrafas e meias, b-
talas inglezas, e muilos oulros gneros de primeira
qualidade, que s visla dos compradores acharar)
verdade o quantn se diz neslc annuncio.
Casemiras bara-
tas.
Na loja n. 17 da rua do Oueimado ao pe da bolica,
vendem-se corles de casemira escura, pelo baralo
prejo dea-3300, ? e :>->, para liquidar cotilas.
A melhor farinha de man-
dioca em saccas
que exisle no mercado, vende-se por preco razoa-
vel: uo armazam do Cazuza, caes da 'alfandcga
n. 7.
Roh L'Aflecleur, Vermfugo inglez, salsa de
Brislol, pillas vegetaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeirosj em casa de Bartholo-
meu Iraucisco de Souza, na rua larga do Kosario
u. 30.
Cobei lores de Ifta liespa-
nhes muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Cambraias de seda a 240
o covado.
Na rua do Crespo n. 5, vendem-se cambraias com
llores de seda a SW o covado, dilas mais linas a 320.
A 8.S00 o er-te de vcsiido para senhora.
Para bailes, saraos, thcilros, visilas, ele, etc.,
vendem-se ua rua do Crespo n. 11. riquissiraos cor-
les de una fazeuda de seda e laa denominadaPri-
mavera ; esla fazenda (orr.a-se reroinmendavel pela
qualidade, guslose prejo, e por isso he nulil qual-
qucr elogio. Na mesma cas vendem-se sedas esco-
cezas de novos padree* a t) o covado.
Rua da Praia, na travessa
do Carioca, armazem
ii.7,
vendem-se mais baralo do que em onlia qualqucr
parle saccas de aiqueire, medida velha, com farinha
de Sania Calbariua, a mais nova e mais fina que
eiisle no mercado.
Farinha de Sania Calbariua, sacca de al-
queire |g600
Dita de S. Malheus, dita di.o W>("i
Dila de Aleonara, a sacca 3? c 38800
Arroz pilado muilosuperior, a arroba 19300 e iBJOO
Dilo de casca, lacea grandes 48500
Milho, saccas grandes e muito novo .28800 :8(00
Cal virgem de
Lisboa e potassada
Russia.
Vende-se na rua do Trapiche n. 9 e II, cal virgem
de Lisboa, nova a 3(000 0 barril, velha a .VIO rs. a
arroba, e polassa da Hussia 31UI rs. a libra.
Iieo>ios de palete
inglezesdeouro, desabnete edevidro :
vi'iidem-se a prero ra/.oavcl, em casa de
AugustoC. de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. ."i(.
Vende-se a muilo acreditada p.nlaria do Man-
guind, sita na casa do Sr. cirurgiao Teivx'ira, com
minias freguezias na Capunga, Allliclose Boa-Vis-
la, alm da da porta, a qual lem lodos ns perlenccs
a Irabalhar, e na mesma tem nm cavallo par en-
trega de pao na freguezia : para tratar, na rua da
Solcdadc n. 17, ou na mesma.
I.LVAS DE TOBCAL.
Vendem-se luvas prcias de lorjal, chegadas lti-
mamente de Lisboa, pelo baralissimo preco de I-hhhi
o par : na rua do Queimado, loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jacume pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para porees trala-se ama Manoel Alves Guer-
ra, na rua do Trapiche n. .
Attencao
Hiscado escurd c muilo largo, proprio para roupa
ilo escraros a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de mnilo bomgoslo a .V>, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a IffiOO a vara, loalba
de panno de ludio alcoxoadas e lisas para rosto, as
mais superiores que lem viudo ao mercado, dilas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras mui-
las fazendas por | i eco commodo : vendem-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
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100
Libras de liabas brancas n. 30, 60, 70, 80, a
Ditas de ililas n-, 100 e i-21)
Duzias de llieouras para coslura
Dozias de dilas mais finas e maiores
Macos de conloo para vestido, alguraa cousa
encardidos com 40, jO e 60 palmos,
Pecas cun 10 varas de bicoeslreilo;
Camnhas com agulhas francezas
Caizas com 16 nvelos de linbas de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas e seuhoras 210
Pare de meias linas para senhora a 240 e 300
Miadas de linhas mnilo linas para bordar 100 e 160
lirozas de boles muilo linos de madreperola 600
Ojias de ditos muilo linos para calca 280
I ivellas douradas par. calcas e coltes 120
Fenlesdeverdadeiro bfalo para alizar,a 3O0 e 500
Petas de lila de liubo brancas com 6 e meia
vara
Caitas com coketes grossos francezes
Carriteis de linhas de 200 jardas de muilo boa
qualidade e de lodos os nmeros
Macinhos com 40 grampas, e de boa qualidade
Pares de suspensorios de buuilos padroe
torcidas para candieiro, duzia
Tinleiros e areeiros de porcelania, par
Carteirasdcmarroquim para algibeira
Canelas muilo boas de melal epao20e
Caivetes de aparar pennas
Meias brancas e cruas para homem, 180,900 e
Iranciiiha de la de caracol e de (odas as cures
palmo
Duzia de peales de chilre para alizar, bons
(irosas de bolcs de louca pintados
Pei;as de lilas de ciiz 20 e
Carreleis de linhas de 100 jardas, alor Ale-
zandre
Linhas prelas de meadinha muilo boas
Cartas de alfineles de boa qualidade
Duzia de peules aberlos para alar cabello
Meias de fio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazenda muilo boa 240 e
Fivelas de ajo com loque de ferrugem para
calca
irosas de fivelas para sapalos
Camnhas envernisadas com palilos de fogo
de velinhas
Caizinhas de pao com palilos de fogo bons
Caitas com 50 caisnhas de phosphoros para
charutos
Charuleiras de vidro 60 e
Casloes para bengalas muilo booilos
Atacadores pretos para casaca
Sapatiuhos de laa para criancas, o par
Camisas de meia para criancas de peilo
Trancelinspara relogio, fazenda boa
Escovinhas para denles
Alera de todas eslas miudezas, vendem-se nutras
muitissimas, qne vista de suas boas qualidadese
baratos precos, causa admiracao aos proprios com-
pradores na rua do Oueimado, na bem couhetida
loja de lindezas da boa-fama u. 33,
Gal de Lisboa.
Vende-se orna porcao de barris com cal de Lisboa,
por baralo preco, e retalho a 39 o barril l na rua da
Cadeia do Recife n. 50.
l'ARINHA DE SANTA CATHARNA,
mnilo nova e de superior qualidade, a bordo do brl-
gue escuna /tapido, fuudeado em frente do arsenal
de guerra, vende-se por preco commodo : a Iralaj
com Caelano Cyriacojda C. M., no largo do Curpo
Sanio n. 25.
Livros Csicos
Vendem-se os segninles livros para as aulas pre-
paralorias : Hislorv of Rome 3J000, Thompson 2b,
Poal el Virginia 2a000 ; na praca da Independencia
ns. 0 e 8.
SEMENTES.
Silo chegadas de Lisboa, e acham-se i venda na
rua da Cruz do Recife n. 62, taberna de Antonio
IranciscoMartini as seguinlesscmenlesde hortali-
ces, como sejam : ervilhas luda, geooveza, e de An-
gola, fej.lo carrapalo, ro, pintacilgo, e amarello,
incerepolluda o alleaala, salsa, tomates grandes,
rbanos, rabanales hrancos e encarnados, nabos ro-
vo e tranco, senoirai hrancar e amarellas, couves
Iriuchuda, lombarda, etsbolc, sebola de Selubal,
segurelha, coenlro de louceirr. repolho e pimpinela,
e nma grande porcao de diflerenles sementes, das
mais Im: iias flores parajardins.
Relogios
ng ezes de pa-
. tente,
os melhores fabricado em lnglalerra : em casa de
Uenry Gibson : rua da Cadeia do Recife n.52.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua da Senzala-No-
va n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver um com-
pleto sonimento de moendas e meias moendas
para enfjenho, machinas de vapor e laixas de
ferro batido e coado de todos os tamanhos para
dito. r
A33500
Vendc-secalde Lisboaultimamenlechegada,a-
im como polassa da Russiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo n. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Leneinhosde relroz de lodas as cores para pescoro
de senhora e meninas a !;O0O, baralhos de carlas l-
nissimas para voltarete a 500 rs., toucas de lAa para
seoboras e meninas a 600rs., luvas de fio da Escocia
brancas e de cores para homem e senhoras a 100,
500 e 600 rs. o par, camisas de meia muilo finas a
Ij, ricas I uvas de seda de lodas as cores e bordadas
com guarnices e borlas a 39 e 3j500, ricas aboloa-
duras de madreperola c metal para colleles e paliis
a 500 e 600 rs-, superiores meias de seda prelas para
senhora a 23500, meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, finissimas navalhas cm
estojes para barba a 25, ricas caixas para guardar
joias a 800 c 1?500, caitas muilo rica com reparti-
menlos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
ralo preco de 2>i00. :tje 3J500, papel proprio para
os namoradosa 40, 60, 80 e tOO rs. a folha, candiei-
ros americanos muilo elegantes, proprios par estua
danles ou mesmo qualquer eslabelecimenlo pela boa
luz que d.1o a 5.?. travesa de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo baralo prero de Ij, pailas para
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
mario dourada e sera ser duurada a 500, 7(K). \S e
15500, escovas moitissimo finas para denles a 500 rs.
ricos leques cora plumas e espelhos e pintura- finis-
simas a _'..- e :!-, charuleiras linas a 28, ricas galhelei-
ras para azeile e vinagre a 23, ricas e fiuissimas cai-
las para rap a 2s50O e 3f, penlesda bfalo, fazen-
da muilo superior, para lirar piolhos a 500 rs., dilos
de marfm muito bons a 400, 500 e 610 rs., resmas
de 20 quadernos de papel de lodas as cores de folhas
pequeas a 720, riqusimos Irascos com extractos
muilissimo fiuos a 15200, 15500, 25 e 25500, jarros
de porcellana delicados e de modernos gostos, com
h.inha franceza muilo fina a 2J, frascos com esseneia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeuos e grandes da verdadeira
agua de Colonia de Piver a 480 e 15, saboueles linos
c de diversas qoalidades, pos para denles o mais fino
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e outras muilas perfumarlas,
ludo de muilo goslu e que se vendem baralo, lasouras
muilissimo linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costuras, trancas de sedas de
bonitos padroes e diversaalarguras e cores, ricas fitas
de seda lisas c lavradas de lodas as larguras e cores,
blcos de linho linissimos de lindos padroes e lodas as
larguras, ricas franjadealgodlo brancas e decores,
proprias para cortinados, e oulras muitissimas colisas
que ludose vende por Lio baralo preco, que aos pro-
prios compradores causa admiracao: ua rua do Ouei-
mado, na hem. condecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
TAIXAS PAKA ENGENHO.
Na tundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do lirum, passando o cliafariz, contina ha-
ver um completo sonimento do laixas de ferro fun-
dido c balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-ee a venda, por prero commodo e com
promplidao. cinliarcam-se ou carregam-se cm acr-
ro sem despera ao comprador.
Vendc-se em casa do S. P. Johnston & C.,
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieiros e casticaes
broDzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherrv em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munco, arreios para car-
jo, lonas inglczu.-
I m completo sortimenlo de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peitilhus,
romeiras, camiss, coilinhas e pelerinas ; lamhem
lem um completo sortimenlo de ricas flores, enfeiles
pra caheca, lilas c os verdadeiros e modernos bicos
de linho : ua raa da Cadeia-Vellia u. 21, primeiro
andar.
ARADOS DE FERRO.
Na fundico de C. Slarr & C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu-
perior qualidade.
EmcasadeHenryBrunn&C., na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
lo de ouro do melhor gosto, assim como relogios
de ouro patente.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical e com todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
C. STARR & C,
resaeilosamenle.nnunciam qoe no seu extenso m
e.S.KSS S;'," A?,eo,i,m riS
em geral, eem aberlo em"uTZ'MEZ
zens doSr. Mesquila na rua do lnTSE?L
arsenal de marinh um. a"
DEPOSITO DE MACHINAS
cunstruidas no'dilo seu eslabelecimeulo
All acharao os compradores ora completo sorli-
menlo de moenda. de canna, com ludoi o melbo-
ramentos (alguns delles novos e origiuaes) de oua
a experiencia de muitos annos tem moslradu a ne-
cessidade. Machinas de vapor de baixa e alia pres-
sSo, laixas de todo Limando. Unto batidas como
fundidas, carros de moe dilos para conduzir for-
mas de assocar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, fornoi de ferro balido para fari-
nha, arados de ferro da mais approvada conslroc-
C30, fundos para alambiques, crivos e porlai para
fornalhas. e urna infinidadede obras de ferro, que
sena enfadouho enumerar. No mesmo depoailo
ensle urna pessoa inlelligenle e habilitada para
receber lodas as encommendas, ele, ele que os
annunciaules comando com a capacidade''de satas
olhcinas e machmtsmo e pericia de seos offlciaes
se compromelUm a fazer execolar com a maior
presleza, perfeicSo.ne nada conformidade com os
modellos ou desenlio, e inlrnccOes que llie foiem
ornecidas. > *
1ECHASISM0 PIRA EIGE-

NHO
NA FUNDICO DE FERRO DO ENGE-
NI1EIRO DAVID W. BOWMA'N iA
RUA DO BRUM, PASSANDO O flA-
FARIZ,
lia sempre um grande soriimenlo dos seguinle ob-
jeclos de mechaoismos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas e metas moendas da mais moderna *
conslruccso ; i.nvas de ferro fundido e batido de
superior qualidade e de todos os Umanhos ; ridas
dentadas para agua 00 animaes, de toda as rooor
eses ; crivos e boceas de forualhae registros debo-
eiro, agu.lhee, bronzes, parafusos ecavilhoe, rooi-
nlios de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
e*executam lodas as encommendas com a superior
ndade ja conhecida, ecom a devida presteza aTcom-
modidade em preco. r
Salitre superior.
Vende-se e muilo baralo, na loja' de ferragen. da
rua do Oueimado n. 3, em porcoes e a relalho.
Em casa de Henry Brunn & C., rua da Cruz
11.10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para'musica.
Espelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs parajardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.
Gomma lacea.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brura, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sonimento de taixas, unto de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequenas, razas e fondas; e em
ambos os lugares exislem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de desperas. Os
precos sao os mais commodos.
VArUNDIS E GRADES.
l"m lindo e variado sorliminto de modeiosoar^
varanda. c gradaras de gosto modernissimoViia '
fundico da Aurora, em Sanio Amaro.e no deposi-
lo.da mesma. na rua do Brum.
*
4

A boa
VENDE BARATO.
ticos penles de larlai*uga para cabera Isjl
Jilosde alisar lambem de tartaruga 3-000
indas meias de seda decores para crianc.s 1;KOn
audejasgr.nde c de pinturas lina, 3, 4 e COOO
I apel de peso e almajo o melhor que pode
haver -IjOOO e H v -^qq,,
Pennas de ac.0, bico de Ianr,a, o melhor que
ha, a groza JS200
Hilas muilissimo linas sem ser de lanca din
(Jculos de armacSo de ac.ocom graduac8es 800
(.nelas com annaco dourada 1J00U
Dilas com rmajao de tartaruga 12000
Dilas com annaco de bfalo 500
l)iias de 2 vidros com armajao de (artarnga :im
Ioucadores de Jacaranda com bous espelhos ;te000
Unos sem ser de Jacaranda 1JJ50 e 28000
leas prelas coropridas de Inia 1?S00
encalas da junco com bonitos casles "OO
Kicos chicotes para cavallo grande e ce-
quenos a 800 rs. e 1S0O0
Grvalas de seda de lodas as cores a la e |Sn
Atacadores de coroahna para casaca jo
Suspensorios linos de borracha a 100, 500 e O
I enles muito linos para snissa -joo
Escovas mnilo linas para cabello M
Capachos piulados compridos 7o
Boioe finissimos de madreperola para camisa 18200
1 uademos de papel paquete muilo fino 80
Bonitos sapatiuhos de merino para criancas lsoo
Kicascanelas para pennas de ac a 120 e* 200
Ktcos porla relogios a 1>800 e "000
Kicas caixas huas de melal para rap a 500 e ""00
fcscovas muito finas para unhas a ;l0 o 0
Ollas finissimas para cabello IfOO e "*O0O
Dilas dilas para roupa 18,18200 e SoOO
I apel de linho proprio para earlurios, resma 41000
Pinceu linos para barba -"ki
)iuia de lapis moilo fiios para desenlio 800
.apis linissimos para riscar, a duzia 5m
Ouzias de facas e garfos linos 38000
)ia de facas e garfos de balanco moilo fina sOOii
Ditas dilas muilissimo finas, cabo de marfm oaOUO
t-amvetes de aparar pennas muito finos 8O11
na rua do Queiraado, nos Qoalro Canlos, na loja de
miudezas da boa fama n. 33, derronle da loja de fa-
zendas da boa fe. '
Navalhas a contento.
Continna-se a vender a88000 o liar (preco 610) a
rfn '^"--das naralha. de barba, feilas peoba-
.1 fabr.ranle que ha sido premiado em diversas ex-
osiijoes : vendem-se com a conHicau de nao agra-
dando poder o comprador devolve-la ate SO oias
diapota da compra, restiluindo-se a imporlaocia : em
Kecite n 30 C* AbrU' Da ruad'C i

*
.
i
\
1
^0cra>o& fmibo.
onLT uZS&2&J**1 a Pru Merencia, cri-
?omo ,'ie 28"3?JDD?S' Punco 0.1 mu.
dM S r3SSada Pri,v,nieD,e d0 b""" =
as.uTarn 1 nVe;aarKa do Br". nw*em de
aucar n. 12, qoe sera bem gratificado.
,.7('r"'r,Ca;"' com 10300 a qoem pegar o es-
2teS dl d1 "0me f"gdo no dial." de
M0 oro n'\'"'e anU' "Dd0 os & "guintes :
cim .?m ^h COr.po' sem barba' P*<* da. bex.g...
ZZZ JU,"V0 nariI no ,ado ><;,evoa
balante roupa, sendo calcas de brim, um paul de
alpaca prela ele. e borzeguins j0|ga-se 1er ido pa-
ra a provincia de Pernambuco, onde lem prente,
no Liraoeiro, 011 para a Alagoa Nova nesla provin-
cia, podendo eoudexUe a esla cidade a eu Sr. Jos
Antonio lereira Vinagre, ou a Pernambuco a entre-
gar o hr. Antonio Francisco Pereira com loj na
roa do Crespo. Parahiba do Norte 2 de maio de
IsjO.
Fugio do Bio I'ormoso de vasa do Sr. Jos
nenio de Miranda o escravo crloulo de nomeFilip-
pe, idide 30 annos pouco mais 011 menos, cor prela.
cabellos bem capinbos, boa estatura, grosso barbado,
algumas ve/es rapa c oulras deixa ficar pou-
ca barb, be desdentado, lem urna marca de ta-
mo enliga na Icsla, olhos pequenos e vermelhos,
roslo descamado, andar pesado', nagedas levantadas
com cicatrizes de chicote ; gosla de batuque e bebe
muilo, Irabalha de meslre de assucar. Esle es-
cravo perlenceu ao Sr. Joaquim Cavalcanli, Sr. do
engenho Paolisla. (o veudido ha cinco onnosao Sr.
Manoel Goncalves Braga, e lir.je perlence ao Sr,
Domiugos Soriano de Oliveira, Sr. do engenho On-
ca, do leinio do Kio l-'ormoso, e achava-se ero casa
do dilo Sr. Jos lenlo de IMiranda, para er ven-
dido ; consta ler sido visto nesta cidade : por isso
roga-se as autoridades policiaes ecapitaes de cam-
po a captura do mesmo, levaado-o a rua da Cadeia
u. t> primeiro andar que, se recompensara gene-
rosamente.

t
ILEGIVEl
PERN. : TYP. DB M. F. DE FARU. 1836


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