Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07393


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Full Text
ANNO XXXII L 124
Por 3 mczes adiantados IfOOO.
Por 3 mczes vencidos 4,$500.
SEiLAiii A 211 DE MAIO DE 1856.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
IV VIUUXAlli IS DA SUIISCRIPCAO' NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervasio V. da Natividade; Naial, o 8r. Joa-
S'm I. Pereira Jnior; Araeaty. o Sr. A. de Limo Braga ;
ra, o8r. J. Jos de Olireira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
M Rodrigues ; Piauhy. o Sr. Iluminaos Herculaoo A. Peuoa
Ceerena*; piri, o Sr. JualinianoJ. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
ejmo da Coeta.
PARTIDA DOS CORREIOS.
lll.n.l.l : I":- "- lk>, ;.- 'I r mr., horas .1" !-.
IsMrawni, .......mi- < Panihlba : u.s miaiiul......nlaa-frn*.
s. Viii*... HmiM, lliiiiii.i,r.nriMru, Mtinlm < GmuiIinm : im lerea-rHra
S. l, irire. II.......VUla-HHlJ, |:...<-V 1-1.. Onriran r Ei : nu .|u4cias-r.-0.t>
i-e... IryejHca, Seriaba**, lli.,-r..rm....., Cae, r.im-iro*. ARM-I'reta
Pimritlrirj. < >al,il : >| Tutos ea mrretua parle......M lior.i^ .!a manVu.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai'e sabbados.
Relaco : tercas-feiras e sabbados.
Fezenda : quariaa eaabbadoa aa 10 borai.
Juizo do commercio : segundas aa 10 borai e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaoa .- segundas e quintas as 10 horas.
Primeira Tare do civel: segundas e seitas eo meio-dia.
Segunda vera do civel: quertea e ubbados ao meio-dia.
K.PIIEMEKIDES IM HEZ DK MAJO
4 Lna no'a aos 24 minutos, 48 segundos da tarde.
11 Quertoerescente as 5 horas, 37 minutos 48 seguudos da t.
20 La chut aai 22 minutos e 48 segundos da mantisa.
27 Quulomiuguante as3 horas, 15 minutse 48segundos da tar.
I'KKVMAR DK HOJE.
Primeira as 10 horas e l> minutos damanhaa.
Segunda ai 10 horas e 30 minutos da tarde.
DAS da semana.
-fi Sagunda S. Filipe Nery fundador da congregarlo do Oratorio.
27 Terca. 8. Joio p. ni. ;"S. Ranulfo m. : S. Eutropio.
28 Quarta. Ss. Senador, Podio e Justo bb.; S. Priomo m.
29 Quinta. S. Masimian > b.; Ss. Maxim e lcstiiuto nim.
90 Brita. Pesia do SS. Coracao de Jess. S. Karnando ra.
31 Sabbado S. Petronilla v. m.; 8. Lupicino b.
1 Domingo 3. depois do Espirito Santo. Ss. Firmo e Filino.
*
i
\
PARTE DPFICIAL
COMMAMDO DAS ABM AS.
Qaarttl general da commaodo dae rosas da
Peraaoabaco su cld.de o Recite era 91 de
mal* d.M 856.
ORDEM DO DA N. 265.
O martclial de campo, comroandaule das arma-,
faz corto, para os litis convenientes, que bonleni, ai
pedido do 9r. raajor do dcimo balalhao de m Th ni .i -
ra,'Pedro Nicolao Fegnerslim, foi elle em sua pre-
senca inspeccionado de sadc, c a junla respectiva
declarando que o momo Sr. major apresenlava qua-
tre cicalrizes colloeadas na mesma linha. em distan-
ias mais ou menos iguaes ama da outra, rodeando
a regiao lombax. sendo aa duas extremas provenien-
tes da entrada e sabida de bala, dirigida da esquer-
da para a direita, e duas intermedias em conse-
quencia de operaces eirorgicas, pralira las em po-
cas posteriores a do terimento, fui de opinin qoe
eslava capaz de lodo o servico.
Jos Joaquim Coelho.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sttsaojudiciaria em 21 de maio de 1K.V.
Presidencia do Exm. Sr. desembargados Souza.
Esiivcraro presentes todos os Miembros do tri-
bunal.
Julgamento.
F'nrem desprendo os embarcos, em que eram :
Embargante, Jos Nogocira. Soarcs Bastos ; em-
bargada, Manuel Anlomo Pinin da Silva.
Distribuicao.
Appellanle, .lu i,lo Teglmeier ; appellados, ns ad-
miDisIradorea da massa Taluda de Ricardo Km le.
Ao Sr. desemhargador Villares. a
TERIOR.
RIO DE JANEIRO
18 de maio.
Hulletim do cholera. Falleceu no dia l(i do cr-
tenle urna mnlher e um escravo.
Mortalklade total dos rliolerieos ate anle-honlem
1,903, sendo :
Livres.....2,3i-i^heipensl,{7. muIheresHTS
Escravos .... 2,2l>; 1,827, 9!
dondiego incerla 'J: MI, u 2
EXCAHHEGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudico Falcao Das ; Baha o Sr.B. Dnpral'
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERXAMBLCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na lu
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
\
\
4,9o:t :\:.m I ,.>?.>
t 'ornal do Commercio do Rio.)
PIRMAMRQCa.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRQ
VIKGl AL.
.1 Sestta'a ordla.rla da 21 da auto de I s.V,.
Presislncia do Sr. primeiro serretario coulinua-
\ da peio Sr. baro de Camarogibe.
As II horas da soanha reunido numero lesal de
ik*. idepulados.
OSr. Presidente abre a sessao.
/ O Sr. segundo secretario le a acta da sessao anle-
tior. .
. V Sr. 1 Serretario dii conta do se-wule
EXPEDIENTE
f Um ofli:io do aetrelano do gnverno, devolven-
ilo u requei menlo do vigario de S. Pedro Marljr
Je Olinda com as copias ds inrorinar^erdo Eviii.
mispo diocesano c thesouraria provincial. A'quein
lez a requisirilo.
Ootro do Mie-Jio aenhor. tran-milliudo copia il.a
infornueo d-i-i,^; .!,> Iliasoureiru da .Imlfc-ir -.. v.'
doa eetebeterimcnloe de raridad?, rctalivamcnle
, irmandade da misericordia ilealn cidaile em virlude
do pedido desta assembla. A quein lez requi-
. sicao.
Oulro da cmara Tnunicipal desta cidade, remel-
lendo urna peti^aoem que pede se consigne na le
do arcamenlo provincial fundos para coadjnvasao
,e conservadlo dos cemiterios, inslituidos ulliuiamen-
1e nts paroebias desle municipio.A cotnmissao de
l'azenda e ornamento.
t'm requerimenlo de Simplicio Jos de Mello, ar-
rematante da obra da cadeia de (iaraiiliuns. pedin-
, to a indemniacao da quautia de 30(1)000 pelo e\-
cessoda'abra que fez.A' commissVo de coramer-
e o e obras publicas.
Vai a mesa, apoia-se e lie rcmellido a commissao
de conslituicAo e poderes a seguinlc indicarlo :
fHequeiro qoe se peca ao poder legislativo geral
prrrvideuci.is a*respailo da organisa^ao e pagamento
do icorpo de policia nos anuos fnanceiros seguinlcs,
l'n.anJj assim a inlelligenria do 2. arl. II do
acto addicional.Imiatto de Barros.
O Sr. .loi/io : Pejo a palavra em lempo.
'O Sr. Presidente : Tem a palavra.
O Sr. Abilio :Sr. presidente, inimigo jurado das
cearoes, divisOesesubdivitfies de Treguezias, ou dis-
I relos civis, sem recouhecida ulilidade publica, vis-
ao que he sabido o grande inconveniente para os ci-
dadaos e autoridades loraes, desconhecerem ns limi-
Je de aeus dislriclos, qoatido precisar uns recober e
uiros adminislram ju-liea ; n.lo. me allrcverei a
H,'ire.enlar oesla casa urna lei, tendente a alterar a
rlsvisao ecclesiaslica e civil, j eslabelecida na pro-
vincia, se por ventara nilo tivesse, A meu ver, solidas
ra'zes para justificar o meu procedimento.
Nesla casa foram derrogadas este anno duas Um,
(Tldenles ao raesmo fim, urna com referencia a Se-
riohaem, oulra a l'aje de Flores. Boas razes sem
sluvida, levar.iin a casa a volar pela revogacao da lei
'do anno passado, qoe addicionou a comarca do Rio
Formoio, parte da do Cabo, e lambem nilo menos
1 valiosas razes leve a casa para volar igual revoga-
{30 da lei de 185t, que liavia desmembrado parte do
termo de Cimbres, para o da Flores, na parle civil
13o smenle.
Um dos pontos rardeaes sobre que descanso a
casa a respeilo da ulilidade publica de tal medida,
foi a opiniSo do administrador da provincia, que
acerca das vantagens de semelhanle lei, levou sna
convierto ao ponto de sancciona-la ; e todava, ra-
z'tes polticas e administrativas, igualmente valiosas,
acoasclharam-iio a que suslasse a evenir o desta lei,
al que a assemblca reconsiderando-a, sobre ella,
resol vate como llie cumpria.
Senlinr presid4ule, cia quer pelo lado da riqaeza, qaer pelo lado da ct-
tenju territorial, quer pelo lado da populacao do
termo do Recife,
&
nao
conveniente addilar ao termo ja lo rico, populosu c
issax exleoso do Recife, mais urna parta do pobre,
eiigno e pouen populoso termo le Iguarassu'.
A discussao, que foi breve nesta occasio demoveu a
case a proceder por este modo, sem duvida pela con-
viccao a que chegou, da ulilidade de urna tal medida
e pela ponderaran que aqui fe/, enl/m o nobre depu-
ledo aolor dessa idea, de que, se para o futuro se re-
runhecesse que esl.i divi-.iu era prejudicial, elle pro-
prio, a reconsiderara, e a casa levara islo em cou-
sideracao ; dizendo al nesla occasiAo aquello depu-
tado, que se essa divisao fosse reconhecidamenle pre-
judicial aos inlerestes adniinislralivus, aos inleres-
M locaes e inesmo individuaes, depois de votada.elle
seria o primeiro a propor, e promover a revoga^So da
le.
Lmenlo sinceramente, scnlior presidente, qne esse
nobre depuladn nao esteja na casa, porque hoje, ou-
vindo recebendo como eu informa^des e queipas dos
habilanles de Iguarassu', que sAo gravemente pre-
juilicados com seroellianle diviso, te-lo-bia a meu
lado, para comigo sustentar a idea, que eu julgo de
vital interesse para o beni estar o prosperidade desse
pobre termo.
Senhor presidente, na crear.lo, divisan, atibdmsao
e mesmosupprcssao das fregaezias o legislador, a as-
sembla provincial, em virlude do acto addiciooal
deve ter em vista principalmente o segainle : a ad-
minislracao da justica civil e criminal, a parle que
rhamare governanieulal ou administrativa propia-
mente dila, tal como as eleicocs, a guanla nacional,
ele, c i.imh f 11 o soccerro em lempo, do paslo espi-
ritual, porqae lodos nos somos rulad i ns religiosos.
E pois, senhor pre9ideute, se eu cliegar a demons-
trar ,i casa, qne lodosos 10 engenhos ou propieda-
des rues desmembrados do pobre termo de Igua-
rassu', que se compile ao lodo de "i0 propriedades
desla nalureza, eslan collocados a tal distaticia do
seu respectivo parodio, que llie be impossivel mi-
nistrar o paslo espiritual, parece-me, que esta razao
por si s< baslar para demonstrar o defeiloda lei, c
para leva,' a casa a volar pelo projecio de le, que
lenlio a honra de offcrcccr a sua consiilerar.lo e cri-
terio.
A casa me despensaria, lalvez, senhor presidente,
de lomar-lbe o precioso lempo, se livesse a certeza,
a ronvicr.lo dos immeusns iucouvenienles pralicos da
lei, ot quaes se evidenciam, pelo mais ligeiro came
deste mappa topugraphico (moslrando) que me foi
fui necido por mais de urna pessoa importante desse
lugar, e do qual e couliecea impossibilidade da par-
te do vigaiio de S. I.ourenco, em administrar os Sa-
crmenlos grandes distancias, lendo de alravcssar
para islo necessariamenle territorio do parocho de
Iguarassu', islo he, da freguezia de Sanios Cosme e
llamiao.
ueste mappa se v, senhor presidente, que. he im-
possivel, que o parocho de S. Loureoco, possa em
lempo soccorrer com o poslo espiritual luda a eilen-
s;lo do terreno, que Toidesmembradoda freguezia de
Iguara-su', alein da sua amiga parochia de S. I.ou-
reii(n, sem alravcssar as vezes na longa distancia
de sele legoas, o lerrilorio do parocho da freguezia
de Iguarassu' ou de oulnas que Irse s.lo contiguas ; e
lano assim he, que, o vigario de S. Loureuco den
roncearlo ao Sr. sacerdote da villa de Iguarassu'
para ahi fazer suas vezes, no territorio que ulli m-
mente Ihe pertence pelo lado do uorle a sua antiga
freguezia.
E sera islo curial'.' Ser con veniente que aovelha
nSo conheca seu pastor, a quem possa imitar pelo
eiemplo'de severidade, decostumes ecaridade evan-
Selica '! c por oulro lado nao deve o parodio conhe-
cer pessoalmeulesnas ovelhas, e acompanha-las coro
a vista, para que ellas nao eireni o aprisco '.' Sem
duvida.
F. o que digo, Sr. presidente, a respeilo da admi-
nisfraco dos sociomentos, rom referencia ao paro-
dio de S. I.ourenco, digo, com maioria de raz.io,
quanio aos negocio* temporaei em relarao as auto-
ridades policiaes, civis e crimiuaes do'dislriclo do
Itccifc e Iguarassu. Esla divisa> he de tal modo in-
completa e del'ciluosa, que se torna impossivel as
autoridades policiaes evercer juris ccao ero todo
o< pontos do seu di-tricto sem entrar, por esparo
de moilas leguas, pelo territorio da aotnndade ex-
tr.mbsi. / va que taes limite., ns
Assim, pois, que ra/io de olilidade publica pode' junsdieS.0 civil, iiein i
ir.llui j o lauuier ama semelhanle divisao 1
Os negocis espirittiaes'.' ^ao; os leinnoraes, islo
he, ,i policia, a jusiiri? Tambem uAo ; a poltica o
adininistracao inesmo de modo .deum ; loco, nao
lia ra/.Ao para que semelhanle lei subsista.
i ni Sr. Pepuado : Eu crcio que essa lei nao
foi excculada na parle ecclesiaslica.
.armo do Recife. ao qual he aunen a &j*uj*m}. sita^-Jieraii. ao presidente da provincia e disse-
. Lourenco da Matla ; e a casa sabe igualmente que ram-lhe: Sr.. dotad de sanreionar esla lei ella
lo obstante islo, em 1K.i, aehou esta assembla he allenl.iloria dos nossos dircitos, de nossas lilierda-
\
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
25 DE MAIO DE 1 856.
Todo oeste mundo est ligado por via de rel-
cele, urnas invisiveis, impalpaveis, mysleriosas,
oulras visive-, palpaveis, deliniveis.
Todas estas reanles, dequalquer nalureza qne se-
jam, formam um lecido tal, que se nao pode locar
em urna d.vs suas malhas, sem que todas as oulras
tstremeram ao inesmo lempo.
Ao camioho de ferro se acham associados o lele-
grapho elctrico e a navegarao a vapor.
O primeiro desles grandes melhoramenlos he bo-
je urna realidade enlre nos; j se esta Irabalhaudo
- na oxravares c alerros ; espera-se que denlro de
doua mezes e-tar.i prompl um pequeo lauco para
receoer os Irilhos, e que, daqui a um anno, pouco
. maif ou menos, tiremos eslabelecida moa locomoti-
va entre esta cidade e a villa do Cabo.
Este grande melhoramenlo j despertou a dea da
crearo de um lelegrapho elctrico ; c se esla tratan-
do de organisar urna companhia para este fim.
Ser mais um passo na estrada do progresso, que
ha de accelerar a nossa prosperidade e civili-
saJo ; e como esperamos que, mais cedo ou mais
larde, se realisa esle melhorarceolo. vamos ho-
ja dar aos nossos leilores urna noticia abreviada des-
le orgo prodigioso de commuuicacan, desses cor-
reios areos, que, n'um lempo qjiasi imperceptivel,
levan) mais longinquas distancias ns.signaes re-
preaenlativos do pensamenlo humauo.
Habitante ephemero de um pnnlo perdido na vas-
lidSo dos mandos, que o pensamenlo nao pude abra-
O Sr. Abilio : Foi approvado posteriormen-
te pelo E\m. diocesano ; e al nessa parte a lei se
rcsenle de defeilo cardeal. lie principio geralmenlc
reconhecidn, quo se nao podem fazer divjses e
creaees de fregue/.ias sera previa audiencia do dio-
cesano, c nesla lei foi elle ouvido posteriormente, e
deu a sua approvaeao ; lal foi. Sr. presidente, o....
t'rt .Sr. Deputodo : Atropello.
'.s'r. Abilio : Nao direi atropello ; mas di-
rei, tao ineaclas foram as informaroes, que a esla
casa se presentaran), com apparencias de verdade,
que ella prescindi at dessa formalidade essencial,
a qual se acha hoje sanada de um modo, a meo ver
intempestivo.
Senhores, en nAo quero dizer que islo se fizesse
com o proposito de Iludir a casa, nao ; son incapaz
de aitrilnnr a alguem laes iiitenr,es ; o que quero
dizer be. que houvc erro de inteligencia na appre-
ciaeao dessa necessidade, de quem deu laes informa-
eoes. e bem longe de argir a casa, ou a esse nobre
depulado. eu digo, pelo contrario, que a casa leve
nessa occasiAo muilo boas razoes para obrar daquel-
le modo, porque o nobre depulado, a quem me leuho
referido, asseverou o que acahei de mencionar, ha
pouco, quanlo a rcvogac,Ao da le para o futuro.
/'/ .sr. Pepuado : Mas, case depulado mora-
ra em lerrilorio de Iguarassii, hoje de S. I.ourenco,
devia saber dsso, '
O Sr. AbiHo : llem ; mas em opposicao opi-
niao desse nobre depulado, meu amigo, "e a quem
por mtiilos litla*, respeilo, en aprsenlo as opinocs
de lodos habilanles do lerrilorio desmembrado, do
delegado do Icrmo, do commaudante superior e do
juiz municipal de Iguarassii, que sAo diversas, se-
nao opposlas, a da desse nobre depulado ; opinics
enirei.Mii., nAo menos respeilaveis, nAo menos since-
ras. As represeniaces destas pessoas foram Ira/idas
a casa, porque deltas faz mencAo o presidente da pro-
vincia em seu relalorio de 1833, no qual diz o se-
grale : ( le).
Nao leve a sessiio de 180.1 lempo de tratar desla
quesiao e por isso licaram as pastas taes documen-
tos, e esse trecho do relalorio da presidencia dcixou
de ser lomado na devida considerarlo. Assim, Sr.
presidenle. ja v V. Eic. e a casa, que os inconve-
nientes da execorao desla lei, apresentaram se in-
mediatamente de tropel e com lal energia, que todas
as autoridades do lugar, lodos os habitantes do ter-
reno desmembrado, liis representantes de seus inle-
des e de nossos commodos !
O presidente da provincia, porm, lutando enlre
a responsabihdarie e alcance poltico de deiiar de
saneciooar um acto da assembla, que Ihe liaba dado
pravas nAo equivocas de adhesao e conftanca, sanc-
ciouoo-a, aguardando da mesma assembla, acerca
de tal negocio, o exame conveniente, para resolve-lo
como melhor eulendesse.
Portauto, Sr. presidente, a opioiAo respeilavcl
desse honrado depulado, lem contra si as opinics
sua
cs-
rar, e cuja carreira he nlinila em relarao i
lem o bomem por inimigos naturaes o lempo e o
paco ; e sb certo aspecto, cada progresso da civili-
saeao pode ser considerado como urna Yanlagem ob-
tida sobre estes implacaveis adversarios.
Verdade be que, at boje, a civilisacAo anda ii.o
Tez conquistas directas sobre laes adversarios, anda
nao alongou a curia durarao da vida humana, nem
ministrou ao homcm o meio de se transportar para
fra do globo eni que habita.
E al devemos confessar, qoe scmelbanlesprcten-
ees, apezar do seu alio grso de possjbilidade scien-
lifica, seriam lidascomo remalada loucnra pelo vul-
go profano, que s acredita naquillo que v.
Mas, na falla desses triomphos directos, oulras
conquistas, que, por ora, atlingem a om resultado
anlogo, hAo assignalado a marcha da civilisacAo.
i.iuaiiio mais o homem se afasia da barbaria, lauto
mais se completa I sua existencia, e tanto manir be
a somma das sensanies que experimenta n'um lempo
dado.
Com effeilo, por um lado adquirc elle o meio de
vencer mais fcilmente as distancias, e por oulro se
ocha, em virlude da rida social, mais em rontaclo
rom as diversas fontes de sensaeoes.
A rivilisaran nAo lem atetado os oslreilos limites
da nosa existencia, mas nos ha permitlido emprega-
la de um modo mrlhor.
NAo nos permita fazer exeursOes nos globos viz.
nbos ao nosso, nem nos espacos intermediarios ; mas
permlte-nos eonhecer melhor esla Ierra, anda lAo
emule em relarao a mis, deque apenas su Ihe pode-
mos percorrer urna fracrao imperceplivel.
O lelegrapho elctrico, esse poderoso elemento de
progns lem, porque nAo ha miiitos annos que fora emprega-
do, de nm modo regular, na transmissao dos despa-
chos te|e:.r.i|.|u,',,..
Mas, para acharmos os primeros ensnios do pen-
simenlo que Ihe deu existencia, rutnpre que nos
reraonlemos a eras mais remolas.
Em 17;i. pouco depois da descoherla, feila no
tambem respeilaveis dese sem numero de pessoas
que ha pouco fallci.
Sr. presidente,preciso me he mostrar a' casa quacs
as distancias em que estas propriedades desmembra-
das do lerrilorio de Iguarassii eslAo em relarao vil-
la desle nnme, c r cidade do Recife, e (.ata islo scr-
vir-me-hci do mappa topographico que tenho as
mAos, e do quadro tas distancias que ao mesmo a-
rompanli i, ludo feilo por pessoa tnsuspeila, e que
me merece lodo o conceito (l'.
Aguiar dista ."> leguas de Iguarassii c 7 a 8 do
Recife.
ii Improviso dista 3 leguas de Iguarassii e 7 a 8do
Recife.
o Mussupinhn disla leguas de Iguarassii e8 dito
Mussupe idem dem e 9 do Recife.
- Caiape dem 5 ditas e 10 do Recile.
i Engenho d'Agua idem idem e 10 do Recife.
ii Pitanga dem -' dilas e 8 do Recife.
Arregalado idem _' \\2 dilas e 8 do Recifo.
Ulinga idem 3 dilas e 7 do Kecife.
i Tapipir idem fi dilas e II do Kecife.
Sucredendo que a respeilo do ultimo, como quer
que baja oulro engenlio com a mesma denominaran,
uAo se sabe a qual dellcs se refere a lei, eumprido
notar que o ultimo se acha anda mais an norte da
villa.
Vede, porlanlo, senhores, se eslas propriedades, se
seus moradores podem ser soccorridos a lempo com o
paslo espiritual pelo parocho de San I.ourenco da
Malla, estando na distancia de .">, (i e7 leguas, e se
as autoridades civis podem evercer jusisdic.io conve-
nientemente a disuada de II leguas. Agora cum-
pre-me fazer orna chservacao. Tenho prsen-
le o jornal da casa em qoe se transcreveu a dis-
cussao desla maleria em I8i, e por elle vejo que
da parle da commissao de redacrao bouve um enga-
o, poiquanlo nao leudo entrado na emenda apre-
sentada pelo nobre depulado a que me tenho referi-
do, o engenho ilapipir, comtudo, na lei elle se acha
incluido. A emenda he a segrale : [le]
V-se, por islo, que na emenda apresentada por
esse honrado depulado nao se fez mencao do enge-
nho Ilapipir, e nem era possivel fazer-se, porque
nao se poda querer collocar debaixo da juri-dicin
civil das autoridades do Kecife tal engenho, que se
acha na distancia de II leguas. Se fosse um distrirlo,
urna freguezia do serbio, que lera grande extensflo,
mas anude a populadlo nao esla em proporrao dessa
exteni;Ao, comprehendo, nAo mo admirava inesmo,
porque para assim nao succeder, fra necessario crear
lanos parodias, quanlos fossem os povoado> de I
hahitacoes lalvez, o que nao he possivel. Mas na ci-
dade do Recife, nos seus suburbios os paradlos e as
autoridades locaes lem muilo em que empregar seu
lempo a bem do servico publico, em que Ihe reste
algum para percorrer tao graude exteurao como Ihes
cumpre.
Houve, pois, o engao como disse; a cnsonda nao
comprehendeo o engenho Ilapipir, mas a lei om-
prebendeu-n ; e o juiz municipal do Kecife, leudo
de administrar jaslica nesse lugar, para la ahogar no
dia em que sua presenta for alai reclamada, lera' ne-
cessariamenle de alravcssar o territorio alheiojem
grande extencao, porque essa parle do termo do Re-
cife esta encravada, esta' como ilhada ao norte do
termo de Iguarassii.
Sr. presidente, perguntarei ce, por ventura os li-
mites de Iguarassii em 18ii seriam duvidosos.as ne-
cessidades publicas exigiam enl.io desla assemblca
urna medida qualquer com referencia a elles'.'
Nao, senhores, eram bem claros, erara naluraes;
e o termo de Iguarassii eslava com elles salisreilo,
apezar da desmembraran,que ha pouco Ihe liavia sido
feila da freguezia de Pasmado, que foi anexada a'
la Goiaosssu ; n eslava assim salisfrilo, digo, porque
ao davam logar a conlbclos de
ecclesiaslica ; colretanlo, sen-
do css liroiles qoaal em lioha recta, a lei de IKM
....-. jn.iu onlros mi forma rllinlica, erjcrnvninlo nina
parle do termo do Kecife no meio do de Iguarassii.
Sr. presidenle. he principio remidiendo, que os
limites naluraes as divjses de territorios devem
ser preferidos qnaesquer oulros, os quaes somcnle
serao abandonados em circunstancias muilo espe-
ciaes, o que se nao realisara no caso presente; dau-
do-se pelo contrario a anomala, de dcixar-se urna
estrada real, que servira de limite a esses termos,
para reproduzir-se o fado de que, quando as aulo*
ridades houverem de exercer jurisdi^ao nesse lerri-
lorio, lerao de alravcssar territorio de jurisdirAo
alheia, o que he pouco conveniente, por poder dar
lugar a conflictos. Algorras autoridades, sei eu, se-
uhor presidenle, que querendo evitar esses conflictos,
nunca foram a esses lugares, pois nenlram oulro
meio lnbam de cvilar islo, se nao deixando de
ir a laes lagares, e pelo que nao podem ser censura-
das de omissas; porquanlo, todos reconhecem perigo
que se p pector: de quarleiro, por cxcmplo, hornera quasi
sempre menos Ilustrado, que leudo de alravessar
lerrilorio dcjurisdicjAo alheia, pode mu bem succe-
der que pelo laclo simplesmeute de pastar armado
pela porta de outro inspector em iguaes circunstan-
cias fazer nAo so com que se frustre diligencia,rumo
eslabelercer enlre si rixas e desordens.
Essas aulnridades.pois, como disse, aguardam que
esla casa, cora a illuslracao que a caraclerisa, reme-
diar esse mal da lei volada em 18Si.
E-viao se diga, senhor presidente, que com islo
se faz ama injuria casa, nao : c lano que esle an-
uo ja ella revogou dous actos aeus de annos pas.-a-
dos, sobre ohjeclo idntico; porque boje melhor es-
clarecida, nao duvidou reformar um aclo seu, qoe
tinli.i pralicado, quando nao o eslava lauto.
A'visla do que levo exposlo, tenho a honra de
aprrsenlar consideraco da casa o seguinte projec-
io de lei :
Arl. nico. Fica restituido ao lermo de Igua-
rassii o lermo que delle foi desmembrado pelo arl.
da lei n. 336 de 12 de maio de I8'il ; revogadas
lodas as disposicoes em contrario.
Paco da assembla 2\ de maio de 18jfi.S. R.
Abilio lavares.
He apoiado.
Vai a mesa e he approvado o seguinlc requeri-
menlo.
Kequeiro que o projecio va coramissAo de esta-
listica.llarros l.acerda.
ORDEM DO DIA.
Continua a segunda discussao do projecio que li-
ta a forra policial para o annu liu.uiceiro de 18ti a
18Y7.
Sobre o arl. 2.
Vai a mesa e he apoiaila a urna emenda do
Sr, Rocha Bastos, concedendo aos soldados de poli-
cia engajados urna dala do Ierras igual a que lem os
voluntarios do exercilo.
Os vencimeutos das referidas pracas serao regu-
lados pela tabella annexa ao mesmo regnlamento
de. de dezemhro de 1833, podeodo ser levada c
eiecuc.lo a ilitposir,ao das Icis geraes de fxacao da
forjas de Ierras que aulorisam o governo a conceder
as provincias o numero de recrotas conveniente pa-
ra praeuchimcuto do cojpo de policia. S. a R.
A. de Olivcira.
O Sr. Soten Carvalho :-- Cedo da palavra.
O Sr. Augusto de Oliceira Nao tendo, Sr. prc-
comero do seculo XVIII, das prinripacs proprieda-
des da eledricidade c da dislinccao dos corpos em
hons e mos conductores, um sabio d^ tienebra, l.e-
sage, leve a idea de empregar em transmitlir despa-
chos lelegraphicos este poderoso agente, cuja cele-
ridade de transmissao se reiolava eiilao infinita.
O lelegrapho imaginado por Lcsage, e que foiexe-
culado em ponto pequeo nos arredores de Madrid,
era de urna complicaran extraordinaria, em compa-
raran aos que existem em Inglaterra, Franca e Ame-
rica do Norte.
liavia para cada urna das lellras doalphabelo, um
lio de metal cnvollo n'uma materia soladora ; e vn-
le e qualro electrmetros represenlavaiu, cada um,
urna dcslas lellras.
Foi anda na Hespanlia que, vinlc anuos depois,
o doulor Salva conslruio, em maiores dimenscs, e
segundo aa indicarnos do phvsico allemao Reiser. ou-
lro lelegrapho, que smenle dilferi.i do prercdcnlc,
em que as lellras, em lugar de ser representadas por
electrmetros, eram verdadeiras lellras de roelal,
enrrusladas era urna mesa de vidro, c neste caso, o
despacho se tradii;.ia por urna serie ele faiscas elec-
iricas enlre os flos e as difiranles lellras, cm vez
de se tradn/.ir, como no primeiro caso, pelo desvio
dos eleclromelros.
A descoherla da Dla, inventada em IstK) pelo lla-
liano Volla, nao causou melhora alguina nos lelegra-
phos elctricos, pois nao se pode chamar melhora o
lelegrapho elctrico imaginado por Sommering, que
se funda na propriedade que lem a rorrele volla-
ca de decompor a agua ; e he ainda mais complica-
do que os precedentes.
Assim, foi necessario que a descoherla do electro-
magnetismo, feita em 181'. pelo iiluslre director da
escola poljiechnica de Compenhagen, o sabio Oers-
ted, e a do multiplicador elctrico, fsita pouco de-
pois por Schveiger, que Ihe deu o nomo, viesse ar-
rancar o lelegrapho eledriro dos gabinetes de phy-
aica, e, dsndo-lhe nm valor industrial, eollora-lo na
larea estrada da especuladlo.
No anno immedialo a esla grande descoberta, o
sidcnle, assistido as ultimas seseos, nao posso lomar
parle nesla discussAo, no mesmo leireno em que ella
fora rulineada pelos diversos oradores que se bao era*
peuhado neste debate, assim limitar-me-hei a dizer
algumas palavras em justilicacAo di emeuda que
acabo de submetter i consideraco da casa.
F.u, Sr. presidenle, sempre fiz pars nesla casa de
urna manira que professava os principios da mais se
vera economa dos ilinheiros publico-.
O Si. Oliceira :Assim cuino 'odos os oulros
memhros da casa.
O Sr. A. de Oliceira :N3o nega an nobre depu-
lado honra, nem a oulro qualqtur. Essa maioria,
como lodos sabein, em seu procedimenlo poltico li-
aba por norma cercear lodas as despezas com opes-
soal afira de poder melhor avanlajar a verba relati-
va aos inelhor.iiiieulbs malcraos : te em oulras cir-
cumstancias, se em oulras pocas esses principios
erara salutares, eu enlendo, que hoje mais qoe nen-
ca elles devem ser seguidos com teda severidade
( Apoiados. )
Nao can^arei a casa lembrando Ihe lodos os onas
que pesara sobre o Ihcsouro provincial,suppondo,que
esla larefa ja fora salisfacloriamenle desempenhada
nao s pelo nosso digno collega inspector da thesou-
raria, como por varios oulros memoras que lomara ni
parle na discussao.
Toda a casa sabe, Sr. presidente, que os onus que
pesam actualmente sobre o lliesocro provincial, sAo
laes que nao obstante os bous desejos que pos-
sam existir no animo da assembtei, pouca ou nenliii-
ina prolercao peder ella dar esle anno as obras pu-
blicas. Existe um grande mclkuramenlo do que
depende por assim di/er o futura desla grande pro-
vincia, o qual porem lem de pezarem parle sobre os
cofres pblicos; esse grande melhoramenlo, que
como lodos saliera, he a estrada de ferro, coja cons-
truccAo ja para felicidaile nossa e de todo o paiz
fora encelada.
He para mim fora de duvida aue essa estrada de
ferro, nao obstante ollerecer vantagens evidentes e
para mira inconlestaveis, por algoin lempo, depois
do pagas todas as despezas do sej custeio, nao podera
dar 7 por cenlo aos seas accin slas ; para prova des-
la verdade basla que os nobresdepuladns lancem os
olhos sobre as eslalisticas de todos ns camiuhos de
ferro do mundo ; exisle um un.eo paiz aonde as es-
tradas de ferro oao um lucro de 7 por cenlo, he nos
Estados Luidos. No Estado de .New York, que he o
que suppooho que tem um inaor numero de vas
frreas, o lermo medio dos dividendos para os ac-
cionistas foram o anuo passado de 7 por rento, cum-
prindo nolar que as estradas de ferro daquelle paiz
sAo de construceao pouco dispendiosa.
Era Franca e luglalerra se co me engao, o ler-
mo medio do juro das aceSes se camiuhos de ferro
regula de :l a por cento como pois poder espefar
de um paiz novo como o nosso, tAo punco povoado,
queoscamiuhos deferro no principio dem 7 por cen-
lo '.' anda que ellessdeesn Ion i porcentoenlcndo,
que essa dspota com que le-n de rarregar o Ihesou-
ro geral e provincial he muito proveilosa e delle han
d resaltar muilos beneficios para o paiz., Apoiados.)
Assim dizia eu, sr. presidente, se em oulras po-
cas devia esta assembla cingir-se mais severa eco-
noma na dsInhuicAo dos dinheiros pblicos, por
esla razao que eu acabo de expender e por muilas
oulras que cu deixo de enumerar, esses principios
nao podem ser abandonados nesla sessAo. Eo sinto
muilo ler de me ausentar para a corle, nao podendo
assim seguir com lodo o rigor estes principios, coro-
balendo nesla cmara lodo c qualquer augmento de
despeza com o pessoal.
O Sr, Florencio :Nos Ihe pedimos que fqoe,
faca esle servico provincia.
O Sr. A. de (Hicrira:Fcitas estas considcracocs,
entran,!., na justilieiv.lo de ranilla emenda, princi-
pio por .aovar as hoas'intcnrcs da nobre coniinis-
sao ile Busto de forca policial palo projecio que elle
represeiiloo. e procurando emrnda-lo nesta. parle,
eu aou o primeiro nao Iba fazer a menor censura,
porque reconheco com ella que exisle um grande
mal, que reclama um prompto remedio, e he do cor-
pode polica nao tero numero completo de pracas.
Mas, senhores, esse mal nao existe s cm Pernarabu-
co, esse mal he geral, ese faz lalvez menos eiilir em
Pernambuco do que em oulras localidades, e na pro-
pria corle aonde os sidos das pracas do corpo de
permanenles sAo de 7IHI a 81)0 reis diarios, ao passo
que esse elevado sold anda nAo permillio ao gover-
no de completar aquelle corpo, havendo provincias
aonde apenas os corpos de policia contara 80 ou 100
pracas. Assim, esse mal sendo de longa dala, de mui-
los anuos, ja difiranles ministros de juslica o tem
denunciado s cmaras, pediudo providencia ; pos
longos debates parlamentares, urna medida foi adop-
tada que me parece ser muilo proveilosa para as pro-
vincias, c em vista dos embarazos fnanceiros em que
us adiamos, essa medida tem ao menos a grande
vantagemde nao ferir esses principios de economa
de que ha pouco fallei.
Essa medida Sr. presidente, foi a concessao as
provincias do numero de recrutas necessarios para
preeuchimenlo dos corpos de policia. O rccrula-
inenlo como a cmara sabe, he da allriburao da
assembla geral, perlencendo a iniciativa a cma-
ra temporaria,nAo caliendo porlanlo na aleada desla
assembla a adopi;Ao de semelhanle medida : eo
passo a lr o artigo da lei para que a casa se con-
venca da verdade do que acabo de enunciar o arti-
go oda lei de l."> de julho de IS.Vi, que lixa as Tor-
(as ilc Ierra dispoe o scguinle :
Fica o governo anlorisado para conceder ss pro-
viue.ias o Humean conveniente de reeditas para pre-
enchimenlo dos corpos de policia, nao sendo esta
meio excluido pelas respeclivas leis provincias* que
regularen! a orgauisarao de laes corpos. a Tendo
bavido na assembla geral um grande dbale a esle
respeilo, a upiniAo geral foi, que compeliiidn pelo
aclo addicional as assemhlas pruvinciaes a livir.io
da forra policial c dar-lhe rcgiilameiiio, nao se po-
da adoptar medida alguma para a or.:anisacao des-
ses corpos sem qne fosse de accordo com seus res-
peclivos regularaentos ; c por isso he que vera esla
clausula ultima do artigo, o para esle lim ennvindo
InrmiMii-ar a legislaran geral com a provincial sub-
mello ou a consideraran da casa a emenda ha pouco
lida, autor i- nulo o presidenle para por em cxecurAo
essa disposirao da lei, que lie vigente, achando'se
alias repelida na le de lixarao de torra- do anno li-
naiireiro futuro que principia em julho. Por esla
forma parcee-me que sAo satisfeitos os lions desejos
da commissao que he completar o corpo, e be armar
0 governo com os meios para satisfazer lodas as ne-
cesidades do servico publico relativamente a sega-
ranea publica a cargo do corpo de policia.
(I Sr. Pereira de tirito :Por meio de recru-
1 amento.
O .Sr. A. de IHireira :A assembla sabe quAo
proficuo e de fcil execurAo he esse meio. A pro-
vincia de Pernambuco no imposto de sangne com
qne conlribuc cada tirasileiro para a raanutencao da
ordem publica, he aquella a que o faz em maior cs-
calla, dando animalmente nm grande numero de re-
crutas lano para o exercilo, como para a armada.
I> Sr. Florencio:Eniao hemaisronvenienle que
se guarde dinheiro u se lance m.lo do recrula-
menln'.'
celebre Ampara comprcheudeu iramedialamcule a
api'lu-ar.in que se podia dar ao Irle-rain elctrico,
la aeran dcsconhecida, antes de Oersted, da eledri-
cidade em 11.nv unen lo sobre o imn, lauto natural,
como artificial, e publicou urna memoria, cm que
elle indicava os dados principaes de um lelegrapho
eleclrico-magnelico, que, doze anuos depois, foi
executado na Russia, com algumas modilicares, pe-
' bario de Scbelling.
As experiencias do harAo de Scbelling sAo poste-
riores ao auno de 18110, e sAo os primeros ensaios
do emprego da eleclriridailc em mnvimenlo.
Dahi em vaale, as experiencias se foram multi-
plicando em luglalerra, Allemanha e America.
Para pdennos explicar as mclboras que lizeram
do lelegrapho elctrico um orgao industrial, procu-
raremos dar aos nossos leilores nina idea succinla do
lelegrapho eleclrico-magnelico em sua simplicidade
primitiva ; isto he, tal romo fui construido por
Scbelling.
A clectricidadR dynamica, a que provem da enr-
ente elctrica, se eslabelecc cnlro os dous polos da
pela de Volla, excrce sobre as agulhas cevadaa una
accAo altracliva de certa ordem que, quando se a-
chain a pouca distancia da crranle, Ibes obriga a
lomar urna pesilo particular cm rebuti a esla cr-
reme.
Esla posicAo cessa assim que cessa ti crrante ;
porlanlo, concebe-se fcilmente que, represen!an.lo-
se as lellras por agulhas cevadas, colloeadas rada
urna no centro de om multiplicador, e fazendo en-
trar eslas agulhas por meio de los conductores,
n'um circulo, que tem ama das extremidades for-
mada por urna pola em aclividade, pode-se obler,
para cada urna das agulhas, quatro posices era n-
gulos recios, e por eonseqnencia mu dislioclos, se-
gundo se snpprima ou se reslabeleco o circuito, o
qoe se faz moi fcilmente por meio de um teclado,
o segundo se faz pausar a correnle n'um uu n'oulrn
sentido,
Assim, compunha-se o lelegrapho elctrico de
Scbelling, 1. de ceno numero de agulhas cevadas,
O Sr. A. de Oliocira:Pois bem, proponha o
nobre depulado. Oizia eu Sr. presideule, que no
imposlo dcsangiie a que he obngado lodo o Bns-
leiro para a manulenco da ordem publica, a pro-
vincia de Pernambuco he-aquella que conlribuc era
maior escalla, dando anoualmenle um grande nu-
mero de rccrulas lano para marraba, como para o
exercilo, assim he lacil conr.eber que recrutado o
individuo, leudo elle a esculla de ir servir na poli-
cia. perrehendu o sold de 'ilKI ris como marra a
latidla do regulamento de 2 de dezembro de 18.V't,
ou no exercilo com seis vinlens diarios, qual sera
- individuo que n.lo prefin a policia ?
OSr. \lanor\ dr Barros :Mecessariamente aug-
menla-se o numero dos recrutas.
O Sr. Leal;NAo falla da elape e nutras cousas
mais ?
O Si*. A. de Oliceira :Eu nAo quero entrar nes-
ta comparar,,!, porque ira muilo longe, parece-me
qoe o nobre depulado, militar romo lie, sabe que o
soldadode policia tendo ,">O0 res tem muito mais do
que as pracas do exercilo.
O Sr. Florencio :Esl engaado.
O Sr. Leal:Eu demonstre! o contrario ha pon-
ees das na casa.
OS. ./. de Oiivetra :Eu nao ouvi ao nobre
depulado, mas eslou promplu a ron(el,i-lo uesla
parle e a prava he que lendo ultimamente sido aug-
mentadas as vanlagens para os voluntarios do exer-
cilo, vantagens que se nao do no corpo de polica,
nao se tem apresentado voluntarios quasi nem ons
para o exercilo, ao passo que o corpo de policia
se nao esl completo, lem asiim mesmo perlo de
:lll pracas.
O Sr. Florencio :E a de>riplina
U Sr. A. de Oliceira : (.loando se traa de
apreciar todas as circumsiancias da vida militar be
preciso considerar ludo, be preciso considerar a po-
sir.10 do pobre soldado, obrigado a abandonar a tr-
ra em que nasreu para andar correndo por todo im-
perio de um lado para outro.
II 1 um aparte.)
Esla medida 11.i>-inhide o alislamenlo do volunta-
rio, como prescreve o reeulaincnlo do corpo de po-
lica, lem porm a vantagem de facilitar ao governo
o meio de poder completar o corpo de policia com
recrutas, quando o nao possa fazer por meio do cn-
gajamenlo, he urna medida subsidiaria de que o go-
verno pode lanzar m3o, se as circumsiancias o de-
terminaren).
Eu nao ouvi aos nobres depulados, mas segundo
me foi referido, urna das razos apresentadas na dis-
cussAo para j ostiflcaclo do augmenlo de sold pro-
posto, foi a do operario hoje guhar 800 e 1*000 rs.
diarios.
Ora, senhores, pois se um individuo qualquer po-
de, seudo srvenle de urna obra gauhar 800 rs., len-
do completa liberdade, vivendo em sua casa, qual
he o que vai servir no corpo de polica, debaixo do
jugo do rezulameulo, por 00 rs., como marca o
commissao ".'
O Sr. Florencio di um aparte.
O Sr. .1. de Oliceira : A queslaonao be esla,
he que o meio proposto pela commissao he improfl-
cuo, islo he, que o governo nunca conseguir por
meio do engajainenlo, dando apenas um sold de
tOO rs., completar o corpo de policia, porque o jor-
nal dos operarios da provincia he minio superior ;
e para o governo podei competir com as obras par-
ticulares, fora necessario que a assembla marcasse
um sold nao so igual romo superior ao jornal que
pode ganhar um operario. Se para mim he islo urna
verdade incouleslavel. se nao be possivel conseguir
um maior numero de praras por meio do engaja-
inenlo sen.io augmentando o sold a um ponto que
nao esl ao alcance dos cofres provinciaes, nem re
accordo com as circuinslincias actuaos da provincia,
pergunlo cu.nn sera conveniente lancar mao desle
meio qua too sabiamente foi adoptado pela assembla
cecal a requistr.lo Uca '.'
O Sr. Sonra Carcalho : Abem dos cofres das
provincias.
O Sr. A. de Olireira :Dahi nAo provir ama
grande vanlagem, que he poupar urna graude des-
peza com um pessoal que absorve loda a nossa re-
ceita provincial ?
Eu nao liz o calclo desse augmento, porm a pri-
meira vista, para mim, o augmento do um real cora
o pessoal, boje, be urna extravagancia.
OSr. lalenfim I Hiela :Diminua-se a forca.
O Sr. A. de OHceira : E a commissAn nunca
poder satisfazer os seus hons desejos.
O Sr. Florencio : Considere geral o corpo de
policia.
O Sr. A. de Oliceira : Ora islo he ja queslao
ventilada e deridida ; o nobre depulado nao pode
obrigar os cofres geraes a essa despeza.
O Sr. Florencio :He queslao v elha.ma- nao con-
vencida.
O Sr. A. de Oliceira : Emfim, nao obstante
os argumentos luminosos que o nobre depulado lem
aprescnlado.eu nao rae cnuvenco.
O Sr. Florencio : Nao tem sido respondi-
dos.
O Sr. A. de Oliceira : Nao duvido. O robre
depulado falla Uto be.'o que ninguem Ihe pode res-
ponder ; eu sou o menos habililado.c cenfesso inge-
nuamente ao uohre depulado, que Ihe nAo posso
responder.
O Sr. Florencio :Gente superiur ao nobre de-
pulado uao me lem podido responder.
O Sr. A. de O.ti'eira :Nao quero conleslar os
seus bous argumentos.
O Sr. Florencio :Considere o corpo do policia
geral.
" Sr. ./. de OUvfira :Nao se lenha corpo de
policia que he a consequencia ; nAo se marcando
quola seguc-se dahi que o governo provincial ficar
sem essa forca, que he o resultado. Se os desejos
do nobre depulado fossem imperalivos, e o nobre
depulado podesse convencer a assembla geral, eu
nada dina.
O Sr. Florencio :l'm dia viri em qoe se lia de
reconhecer essa verdade.
O Sr. A. de Oliceira :NAo duvido, mas traben
lerAo logar oulras compensaces ; quando se der a
receila geral impostos que hoje perlencem a provin-
cial, lalvez o governo geral possa supportar essa no-
va despeza.
O Sr. Florencio:Ou vice-versa, quando sedr
a receita provincial algum dos impostos geraes, enlAo
paguemos.
O .Sr. A. de Oliceira:EnlAo j a queslao do
nobre depulado he de conveniencia e nAo de princi-
pios.
Se o nobre depulado en leude que isso he nma
qucsIAo do principios, nAo deve aalorisar esla des-
peza deem sis provincias os meios que quizc-
rem.
O Sr. Florencio :A doulrina da conveniencia
appreudi a com o senhor.
O Sr. A. de Oliceira :Para mim, Sr. presiden-
te, he queslAo, que raesmo nao esl em discussao ;
embora sejam muilo luminosos os argumentos do
nobre depotadn, embora seja muilo loovavel querer
se poupar urna despeza i proviucia, enlendo, que be
perder lempo.
colloeadas, cada una, no centro de um multiplica-
dor ; 2.a. de um numero correspondente de circuitos
conductores, de lios de platina, cobertos de seda em
loda a oslen-,10 ; 3.a, de urna pela, e de um teclado
cujas ledas correspondiama cada urna das lellras do
alphabetn.
Cooke e Whealstone, que, em 18:17, cslaheleceram
um lelegrapho elctrico no railuaij qoe vai de Rir-
mingham a Londres, simplificaran) o processo appli-
cado por Scbelling, reduzindo a cinco o numero das
agulnas cevadas, e por consequencia o dos respecti-
vos circuilos conductores, que eram suspensos em
moures lineados ao longo da ra do caminho do
ferro.
Combinando, 2 a 2, :i a :l, etc., os movimcnlos des-
las cinco agulhas, oblinliam elles -200 signaes dille-
renles.
l.'iasi na mesoia poca, Morse imaginou nma sim-
plificaran ainda maior, que dentro de pouco lempo
poz ellecm pralica nos Filados-1 nidos.
Morse nAo empregava mais do que nm nico cir-
cuito rondador, qoe se terminava por um electro
imn, alado ao extremo de urna pequea alavanra,
cuJH oulra rxtramidade sustenlava urna pruna, sob a
qoal 11 m mecanismo parlicolar fazia paasar urna lira
de papel.
F.stabel6cendo-sc a trrenle, fazia-se cora que a
neiiiia descrevesse traeos no papel, a distancia que os
senara va, c qoe era determinada pela duraran das in
Icrmpciies, formavam, cora o comprimenlo dos Ira-
jos descriptos, os nicos signaos erapregados.
F.slc processo perraillia a IransinissAo de 15 signaes
por mnalo.
O passo mais importante eslava dado.
EutAo o lelegrapho clerlriclo su precisava de nm
nico cirenilo voltaico, as despezas de execucaO se
achavam mni simplificadas, as experiencias se'mul-
tiplicavam, e os aperfeieoameutos as arompanh.ir.im
rpidos.
Por meio de Mgeobosos mecanismos devidos a
Whealsione, Jacoln, Rain, ele. ; a electrieidade n.io
s transmute os despachos, mas tambera adverlc o
O Sr. Florencio :Pois tem sido ohjeclo de dis-
cussao moilo importante nesles dias.
O Sr. A. de Oliceira : J.i lendo decoirido di
anuos, depois que fui adoptado o acto addiccional.e
leudo as provincias suportado esla despeza por lo
longo lempo, hoje he que vamos dar urna inlerpre-
lacao dillerenle a una disposirao de lei 13o
clara >
Em fim, eti quando ped a palavra nao foi para
tratar desla queslao ; o nobre depulado guarde as
suas opinies, que eu declaro nao ler forcas para
o convencer, mas ha de me pcrmillir tambem que
Ihe diga que, nessa parle elle nao me convencer,
porque tenho a minba opini.lo lormada a esse res-
peilo.
( que esl em discussao he o arligo2., que (rala
nicamente dos vencimeutos do corpo de policia, e
neste ponto julgo ter demonstrado aos nobres depu-
lados, que o meio indicado pela commissao he in-
prnficuo, que esse augmento de sold jamis podar
habilitar o governo a completar o corpo de policia
com o numero de pracas marcado por lei, porque
foi mesmo confossado pelo nobre depnlado, que os
jornaes dos operarios eram superiores ao sold que
marca o projecio da commissao...
O Sr. Valentn Villela : lliminin-.e o numero
de praras e augmenle-se o sold.
O Sr. i. de Oliceira : E julgo, que he impos-
sivel marcar-se ura sold as praras de policia, lal
que possa competir com o jornal dos operarios; por
lano nao sendo esse augmento possivel, c nao sen-
do sullicienle para lal fim o proposto pela coramis-
sAo, parece-me mais conveniente que eu ponba em
pralica a providencia do rerrutamenlo indicada as
leis geraes, anle do que lomar urna medida irapro-
lirua ro'uo a proposla pela cninmiAo, que nao pre-
enchera o fim, que os nobres deputados tem em
vlsla, e que s tem a vanlagem de urna nova despeza
intil, c porlanlo mais um onus para os cofres p-
blicos.
Por ser essa a minha convicrAo he qne me ani-
mei a pedir a palavra, alim de oflerecer benvola
consideraco da casa a emenda, que ha pouco foi li-
da. Vol porlanlo a favor da minba emenda, con-
tra o projeeto e contra lodas as oulras emendas,
consignando augmento do despeza com o pessoal.
'Muilo bem.)
O Sr. ocha Bastos requer licenra para retirar a
sua emenda.
A casa annue ao seu pedido.
O Sr. Florencio : Sr. presidenle, en tenho de
enlrar nesta discussAo, em primeiro logar porque
honlem nAo eslive prsenle a sessAo, e em segunda
porque leuho de responder aos discursos pronuncia-
dos pelos Srs. Jos Pedro e Theodoro, em resposta o
um pronunciado por mim, em qoe soslenlei a idea
de quo o corpo de policia devia ser pago pelos cofres
geraes e nao pelos provinciaes, c depois dislofallarei
da emenda do nobre depulado que acaba de sentar-
se, o Sr. A. de Olivcira.
Sinto nao estar na essa o Sr. Jos Pedro, lodavia
como o meu discorso tem de ser mareoso, e como
tem alguma relarao a minha resposta cora as ideas
do nobre autor ra emenda asora oflerecida, eu
sempre direi alguma cousa.
Disse o Sr. Jos Pedro, que havin araves inconve-
nientes em as assemhlas provinciaes fixarem a forca
de polica e os poderes geraes serem obrisados a pa-
gar-lhe, porque podiain as assemhlas provinciaes
lixar urna crande forrea e com isso serem prejudica-
das as rendas .geraes.
F.u disse, Sr. presidenle.que nao queria argumen-
los de deiluccao, argumentos de conveniencia, qoe-
ria argumentos fundados no direlo e na lei, mas
leuho li lo ,1 infelicidade de nao ser altendi-l em
meus pedidos, porque aos meus argumentos lirados
da iulellisencia directa do aclo addiccioual, lein-se-
ine respondido com argumentos de deduccAo, de
conveniencia, mas em lim eu seguro as "nimbas
conviertes, voii seguiodo meu caminho. e direi o
qu m uccorra. Kepilo, Sr. presi '.ule, eslnu eu-
ro di- mi olas coiiviccoes, tanto quanlo o noMrc de-
pulado est as suas.e por isso direi, quenenhum re-
ceio tenho de que as assemhlas provinciaes fixem
grarfde forca, e dahi os cofres geraes lenham de ser
gravementeonerados, porque nAo he de suppor que
as assemhlas provinciaes que (era om dever a com-
prir, quando lisam a forra o facam sem alleucAo s
necessidades de sna provincia, as uecessidades da
provincia seriam atteudidas, e alm dellas nao se
paseara. Se porm prevalecesse a argumentarlo do
nobre depulado, seguir-sc-hia que nAo lendo as as-
semhlas provinciaes senao o dever de lixar,
nao atienden,In as aircumslancias e necessidades
da provincia parece que fixando esse numero em
10 homens e I cabo, linham comprido o seu dever ;
mas cortamente 11A0 he isso exacto. Se porm preva-
lecesse a a opiniAo do nobre depulado, dar-se-hia
anarchia no primeiro e no segundo caso. Pnrtanto
nao quero argumentos de deduccAo, quero a analv-
se da le e anal)se razoavel.
Cahio pois a argumenlacao do nobre depulado.
'risadas, Tambera nAo posso concordar com oilluslre
inspector da thesouraria, nem com o nobre depulado
autor da emenda ha pouco apresentada e que agora
acaba de entrar ua sala, quando disseram que a
provincia lem laes compromissos acerca de suas
rendas, que baver grande difliculdade em salisfazer
suas necessidades.
Parece primeira vista, Sr. presidente, que esta
argumentaran lem muilo peso, lauto mais quando
esla argumenlacao he apresentada pelo nobre ins-
pector da Ihesnuraria e pelo iiluslre depulado ; mas
elles conseuliAo que eu Ihe pondere que.... Senho-
res, eu Iremo quando tenho de fallar era ecouomia
poltica, he nina materia dillicil c tenho receios
que nao se ceospirem contra mim, mas nao lia
remedio, l vamos, assim leos me ajude.
Dizia eu pois, qno os nobres depulados me con-
scnlissem ponderar-Ibes, que para mim be fora de
duvida, que qnancio um paiz caminha na carreira do
progresso, nada lem a receiar desse futuro me .In-
ulto que anleveein os nobres deputados, nao piule es-
perar-se esse fuluro Iristonho, porque se o paiz lem
forca para emprehender, para chaunr a seu seio eni-
prezas grandiosas, para garantir juros, he isso prova
de que elle vai em aogmenlo, conseguinlemenle na-
da deve receiar, logo, longe de esperar um futuro
trislonho, devemos suppor qoe a renda vai em aug-
mento, porque a prodcelo do paiiv crescera e com
ell 1 as sondas publicas, chegando a um eslado mui-
to prospero ; e se assim nao be, enlAo todas as na-
coei que nao lem recitad" por causa desses receios,
que nos agora lemos, tem errado, embora tenham
colindo os melhores resultados.
Sr. presidenle, a America ingleza, qu.'ndo coine-
ru.i as suas emprezas, nao eslava em melhor eslado
lo que nos, ella nao recuou e os resultados coroa-
ram seus e-forros, e compensaran! seus sacrificios,
que nao foram senao momentneos. Sr. presidenle,
sempre ouvi dizer que quem mais semeia, mais co-
llie, semeemos bastante para colhermos o mais pos-
sivel, e nAo he por certo muilo razoavel suppor que
urna assembla, em que reconheco lano patriotis-
mo, livesse compromellido suas rendas ao ponto de
nao colber seus fructos....
O Sr. Brilo d um aparte.
O Sr. Florencio : O nobre depulado nao lie
auluridade uestas materias, porque o nobre depu-
publco e imprime grande numero de excmplares,
sem que seja mislcr vigia-la ; esoho aspecto da trans-
missao, lodos os dias se apresenlam novas simplili-
caces.
No anno de 1838, em Monich, Sleinheil descobrin
e provou por via de experiencias, que se pode fazer
enlrar no circuito voltaico, o solo intermediario s
estancias, e desl'arle economisar-se um dos conduc-
ores.
Pouco lempo depois, Jacob, repele eslas experi-
encias no lelegrapho elctrico, que elle construir na
Russia, entre S, Pelersburgo e Tsarkoie-Selo.
Da mesma sorle pralicou Rain, em Soiitli-VYes-
lernsrailwav : em todas as parles, em Franca, Ingla-
terra e America, se repetirn estas experiencias ; de
modo que boje n.1o he preciso mais que um fio cou-
luclor.
Mas, ainda islo nao he ludo : os priineiros que fi-
zcram telegraphos eleclricos linham julgado indis-
pensavel (azor caminhar a eledriridade, por meio de
conductores sosteutados por mooroos, e abrigados do
contarlo da humillado allimo"pherica. por um envol-
torio rompo.lo dr lio de seda ou de resina.
Alcomas vezas, al nsmeliam denlro de tubos de
ferro : Jacobi provou oUimamenle, que ha-lava en-
volvemos rom una ramada de resina o depois cnter-
ra-los no chao.
Tioha-se pensado que seria impossivel fazer que a
elcrlririilade alravessasse grandes mansas d'aguas:
inasM.illenci fez que ella alravessasse o leilo do Ar-
110, por via de um conductor, que dcscancava no lei-
lo do rio.
Ainda islo nn era nada. Morse foi mnis adianle,
t afina) eonsegoiosapprimirocoodaclor, que he subs-
tituido pelas proprias aguas do rio.
Experiencias ronrludenles exocotadas por elle no
rio Susqueharuah, n'um lugar em que lem una roi-
Iha de largura, tornaram o fado evidente ; e d'ora
era vanle, he incouleslavel, que as niensagens elee-
Irieas podem ser Icausniillidas de nina m.11 em de
rio para oulra, sem oulro conductor niait que a agua
do rio.
lado ja nos disse aqui, que o caminho do'teTJjL.uao
era progresso: o nobre depulado embican com a es-
trada de ferro.
O Sr. Brilo : Pelo conlrario, soo enihusiasla
dos caminlios de ferro, embique com os 2 por canto
quando havia qoem dsse o dioheiro a l eseusado
era garantir 7 por cento. Os fados csiao joslificau-
do-me.
O Sr. Florencio : Bem, o que se segu he,
que a maioria a que live a honra de perlencer, en-
ganou-se e que s o nobre dopolado acertoo, o qoe
he muilo pussivel, p-rque as vezes aeootece qoe a
unidade val muita cousa.
Mas como ia dizendo, o nobre depulado inspector
da thesouraria, apreseulou-nos os principios da sci-
encia, disse-nos, quo as rendas publicas nao podan
ser maiscomproroetlidas, raostrou at modo do fa-
ln da provincia. Pois, senhores, eo Dato tenho
medo, enlendo que a provincia pode carregar com
as despezas que lem, e a assembla que autorjsou
todos esses engajameulos, lodos esses contratos, lo-
das essas emprezas, he porqae recouheceu qoe a
provincia podia com os onus a qoe se obrigava.
N3o se argumente pois com o que se fez, trate-seda
aclualidade e nao se Iragam argumentos desta ordem
para contrariar necessidades importantes.
Agora resia-me tsr a honra de responder ao nobre
depulado, membro da commissao, a qoem ped ex-
plicarles do sea discurso, e elle me conceder, qoe
com a franqueza que mo he propria e com o res-
peilo que Ihe tenho, eu enlre na argumenlacao ra-
zoavel, mas com a energa nece'saria para provar
que as minhas opiniOes existem, e qne o nobra es-
putado nao leve a felicidade de me convencer.
Disse o nobra depulado qoe a minha argumenta-
ran era de deduccau...,
O Sr. Theodoro: Disse que lambem linlia ar-
gumentado por deduecdo.
O Sr. Florencio : Hem, eu vou fazer a dili-
gencia de nao argumentar mais por dedcelo e s-
menle por nalv se e com o raciocinio bem ellro e
definido.
Teuho aqui um papel impresso, qoesOpponhu ser
una lei do paiz, e que me nao consta* esteja revo-
gada, e que lema dala de 10 de oulunro de 18:11, o
agora pedia ao nobre depulado, qoe na pouco me
disse, que islo era maleria velha, queira moslrar-me
qual he a lei que revogoo esta....
Cm Sr. Pepuado : Note que o acto addicional
he de 1831.
O Sr, Florencio :Muito bem, o Dos me livre
que elle nao fosse de I83i, porqae en!3o a minha
argumenlacao n3o valia.
l'm Sr. Pepuado:Veja se isso que eslou, he
algum decreto oo aviso.
O Sr. Florencio:Nao entrarei nessa queslao
dos avisos, direi s, que na pralica 09 avisos e os de-
cretos, lem lana forca como as leis e muilas vezes
ainda mais do que as leis, mas emfim fiqoemos aqu.
Um aviso ad-hoc desfaz urna lei, repito porem, lique-
mos aqui...
Om Sr. Pepuado:Iss he um aboso.
0 Sr. Florencio:Nao entro nessa queslao, o que
eu disse he exacto,..
Cm Sr. Pepittndo :Ns Iheoria dos fados con-
sumados,
Outro Sr. Depurado :N'ilo sei, mas he certo,
qoe muilas vezes o n.ludan geme.
O Sr. Florencio :He exacto, mas n3o pasearei
adianle, porque isso levar-me-hia muilo longe.
Vamos a yer o que diz a tal lei, qoe ha ponco ci-
lei. (l)
Ora, aqui lem o nobre depotadn a lei qoe deu e-
xislencia aos corpos de-pnlicia, aqui est a soa ori-
gem ; vamos agora fer o queiboave d'ahi em diaule
e depois tiremos a conclusao,
Din Sr. Depulado :Houve atgama cousa so-
les.
O Sr. Florencio :Nao sei o que houve antes, se
o nobre depulado sabe, dga-o, por que pode servir
pira minha rgnmeular.10.
Veio depois disto o aclo ajilieiun.al, carao bem dis-
se o nobre depnlado, e o que diz o aclo addicional'.'
Diz o seguiule (l.)
Osconselhos de nrovincia he qoe lis ivam a forra,
depois passou esse dever para as assemhlas provin-
ciaes. Note o nobre depulado que eu digodever
e naodireilohe um dever, he urna obrigscao que
lem as assemhlas provinciaes de fuer a forca. A
lei geral, creon o corpo de policia, marcou al om
limite a esse numero ; islo he, marcou o numero de
(iiO [nacas alm do qual os cou-elhos geraes nao po-
dan passar, e marrn ainda um outro limite o da
despeza, e depois passando este dever para as assem-
hlas provinciaes nao disse mais nada, nao Ihe pz
imiles, nem quanlo ao numero, nem quanlo a des-
peza, e porque'.' Porque sendo as assemhlas provin-
ciaes um poder difiranle dos conselhos geraes, nao
Ihe mpz o poder geral esfe limite, visto que a as-
sembla provincial ho o poder competente para ava-
har as necessidades da localidade, sao ellas, qoe po-
dem eonhecer, se .1 provincia carece em om anno de
i(H> pracas, se em oolro carece de 500 e vire-vrsa,
como nimias vezes a assembla tem feilo, habilitada
pelo conhecimeulo que lem das conveniendas do
servido publico.
Mas o nobre depulado a quem tenho ranitos dse- '
jos de responder, e que nao procuro convencer,
mas a quem ,10 menos desejo mostrar que .tenho ra- '
ziies para sustentar a minha opioiao : disse o nobre
depulado. que ha direilos e deveres, e fez urna dis-
linccao.
Concordo, he essa minha opioiao tambem e he
esle o aclo addicional que faz essa dislinccao, por-
que dando direilos a assembla, depois impoe-lhe
esle dever...
Ha diversos apartes.)
O Sr. Florencio : Disse o nobre depnlado que
ha pouco me deu urna risadinha, que esta casa nao
podia fazer senAo legislar. He verdade, mas nesle
caso lem o direilo de legislar, mas psra que '! Para
lixar e nao para pagar...
l'm Sr. Pepuado : Esse direilo, provem de
oulro artigo.
O Sr. Florencio : Nao sei qual.
Sr. presidente, para so exercer ama alIrihuicAo,
he necessario que una lei expressa a d eeo oao vejo
arligo nenlram acto addiccional em que essa alribuicAo
seja assembla provincial.
/ 'in Sr. Depulado : Esl ahi o S 5.
O Sr. Florencio : Aonde he que esl conferi-
do esse direilo de pagar ?,..
l'm Sr. Pepuado : No 5. do arl. 10.
O Sr. Florencio : Vamos a ver o qoe diz essa
arligo. l).
O arligo falla em despezas.he verdade, roas u*l-
le olio vejo o de pagar o corpo de policia..
Sr. presidenle, para o nobre depulado me con-
vencer, era necessario que me moslrasse nm arligo
expresso em que se desse essa altribnirao assembla
provincial,porqaeelle jaconfessouo principio de que
urna alIribuicAo s pode ser exercida, quando he ex-
pressamenle conferida, logo nao pode negar a mi-
nha consequencia.
Sr. presidente, a policia he geral, porque diz res-
peilo a seguranes publica e a seguranca. publica, he
geral...
Cm Sr. Depulado : Tanto, quanlo especial.
O Sr. Florencio : A seguranza publica, he ge-
Assim, eslahelecea-se a commanicar,ao instantnea
enlre Londres e Pars, e uoio-se igualmente da mes-
ma sorte a costa da Irlanda da Nova-Escocia ; e foi
esla a primeira tentativa que se fez nesle sentido.
Chegados a esle ponto, s faltava ao lelegrapho
urna nica simplificarlo possivel : a soppreatsao da
pela ; e foi islo o qne ultimamenle fizera Bato.
No lelegrapho desle phisico nao ha oulra pela se-
an a qoe coostilue o proprio conductor.
Este conductor he um fio de cobre, terminado
u'uraa das extremidades por orna lamina de zineo o
da oulra por uraa lamina de cobre. <
Os signaes sAo produzidos pela inlerrupeao do cor-
renle, que nesle caso be perpetua.
Ao ponto de perfeicAo que ha chegado actual-
mente esta arle ainda lo nova, o esiabelecitnrntode
urna liuha lelegraphica, por meio da eledricidade,
nao he mais dispendiosa que a de ama linha lelegra-
phica pelo processo anteriormente tissdo.
E alm de exisir menor numero de estancias e
agentes permanenles, proporciona a vantagem |de
Iransmitlir os despachos lelegraphicos, de dia e de
noile noile, com chuva on sem ella, com ama rapi-
dez constante,
Islo nem sempre acontece com os lelegraphos or-
dinarios, onde um despecho be ilemorado s vezes
por rnuilns das, sera que se pos,,a Iransmilli-lo, por
cansa do eslado da alhmospheva, como muilas vetes
acontece.
Assim, dentro de poneos annos, o \elho mundo se
achara suicido de, lelegraphos elctricos, e em pun-
cas horas, o negociadle de Londres sahera do seu
correspondenle de Calcula ou de Hong-Kong, o pre-
co correnle do cii.i e dos'assucares.
Os Americanos do norte estao eslabelerendo os
conductores que devem unir as margens do Ocano
Atlntico s do mar Pacifico ; cos, quando he qoe
pederemos pedir e receber, dentro de pouca horas,
noticias do Rio. do Para, ou do interior do Matlo-
(irosw'.'Basla nina voulade firme, o (eremos o es-
labelecimeulo desle novo orgao de |cvilsacao.
iAbdoUh-*l-Kratif.)


MUTTU-xW

ILEGIVEL


ral absolutamente, e o corpa de polica lie o pedes-
tal da seguran;, p il.lin.
Sr. presidente, eu sei que a polica te divide em :>
ramos dislinclos a um cscriplor franco/, que ha pos-
eo li Mr. Vivien, no lii'iiii'iiii ule falla delta malc-
ra, he o melhur que se (em escupi pesia maten.
modernameiile, mas he cllequein di/., que a polica
lie o pedestal da loguranea publica.
Sr. presidente, a le de 1(1 de oulnbro do :'.l res-
ponde victoriosamente as ohservares do liebre de-
putadn, quando disse, que a miuha argumentaran
era de deduroao. Agora o nobre depulado nao di-
r isn, be a le que responde ao que o mesmo oo-
bre depulado dis.e, porque com ell nioslra qual a
oncem do enrpo de polica e em parle alguma se
impoe o assemblea provincial o direilo cu a obri-
cai.ao de pagar ao corpo de polica.
NAo canjare a asscmbla em dcscriminar o que
sao direilos e deveres, s dirc que o > do ortigo
rilado que manda lixar, nao be una allriboirao pro-
priamenle di(a, silo o. oalrM arligos que da'o allri-
buieoes, mas esle impe o dever, monda fivar a Tor-
ea emais nada e em caso algum vejo, que se d
direilo a nsscmhle de impar penas uem dar di-
nbeiro.
Sr. presidente a le de 10 de oulul.ro de :il nao
esia revocada, se lie malcra vclba, nao sei, mas ao
menos nao me con.la que roste revocada, se me
moslrarem que esla revogada, eslou prespo a mu-
dar de opiniao...
Fin .s>. Depulado : Ninguem lem inleresse em
o convencer.
O Sr. Htmrio : O oobre depulado falla por
si, mas en opponho que o nobre depulado devia li-
car nlisreiio emeonvencer a um collega, levi-lo
pelo caminhVda verdade...
'mSr. Bepwado : Aqu so se Irala do inte-
re.se publico.
O Sr. Florencio : Ouando se convence um col-
lega, lera-se tratado do inleresse publico. O nobre
depolado por lano foi injusto no seu aparte ; en
peoso diversamente do nobre depulado, liona inle-
rease em o convencer, be mesmo um sentimeulo
que cala annexo ao corado do bomein.
r. presideple, na volarao, sei quo bao de cabir
os meus esforcos, mas isso nao me importa, tico sa-
lisfeito.
Voo entrar agora na oulra queslao, porem devo
declarar, que eu nao eslou disposto a jurar as pa-
lavras de n-nguem ; estou disposlo a acompanbar
quem qoer que fur comanlo que me ronveuca, que
argumente e roe ensiue. 4
Tenho demonstrado por tanto que a inlerprels-
cao dada por mim ao J > do aclo addicional, nao be
so grammalical como disse o nobre depulado, por
que he hircoso confessar-se que exi.lindo urna le que
' pao esta revogada e tendo a faculdade dada por essa
le apenas passado a ser eiercida por oolro poder,
existe o principio cardeal da lei : isio he claro e o
nobre depolado sabe muilo bem que nao se pode
interpretar de oolra forma. Urna atlribuirao per-
lencia aos conselhos geraes da provincia ests foram
exmelos e o legislador nao havia de ser lao imbcil
que nao declarasse quem havia de exercer essa al-
inbuican. deu-a assemblea provinciale conseguiu-
teraeute nao houve alleracao nenbuma nessa atlri-
boi(ao ; agora a quem soslenta a opiniao contraria,
competa provar que essa lei est revogada, e que l
assemblea provincial compele dar rcgulamenlos qoe
sao inteiramente contra a consliluico, que nao po-
dem ser dados pelas assemblcas provinci.es e que a
ma intelligencia dada ao J 2 quando diz ffxar
que se tem Iradozido por pagar levou-nos por
consequencia a dar regulameulos impondo penas, o
que ludo he resultado do primeiro erro.
Mas, Sr. presideole, agora vamos obrar pruden-
temente como eu ja Uve occasiao de dizer, vamos
representar ao governo geral ; eu tenho loda a con-
iiaura no governo geral, nos poderes do estado, e
provincia de Pernambuco ja nao esta no lempo em
que era considerada como (Iba bastarda, tenho loda
a nviijeaode qoe as suas represenlacOes bao-de ser
((tendidas ; pera-.o onicameute a inlerprel.ir.io do
n que se elle nao for interpretado como eu'penso,
a assemblea cootinue a pagar : julgo que islo he um
meio muito razoavel e assim mesmo lalvez que nao
pane, tpezar de que obrando assim. usav.mos de
um direito, obravamos muilo bem, mas dovido ctue
isso mesmo passe.
Agora me permuta o nobre depulado. que cu me
oceupeporum momento a provar-lbe, que a sua
emenda nao deve passar, que com quanto a argu-
mentarlo de qoe elle se prevalecen fosse um pouco
enceuhos.i, eu vou inleiramenle destru-la.
Disse o nobre depoladoos cofres nao poden dar
mus dinheiro islo be verdadelogo o meio be re-
crular islo he o recrulamento forrado, porque o
rerrulameoto he urna p.lavra genrica que lem d|
OIHIO 6E K|aBB| SiGUNM FEIRI 26 DI ffltIO || lllG
lessor substilulo das cadeiras de initroecSo elemen-
tar da culade de Olinda, reclamando a esla assem-
blea a repararlo do direilo que lhe assislc ero vista
do arl, -Si do regolamenlo de 19 de malo de 1H5I em
vigor, em razao Pedro* Marlyr do Olinda, por ier sido jubilado o
prole..nr que a exercia.A' commissao ue insiruc-
ejo publica.
I ma representaran de varios prnprielarios e la-
vradores do diversos engenhos da freguezia de S.
I.ourenco da Malta, pediode que nao leja aitendido
o requerimeuto de alcuns habitantes da Irecue/ia
de Iguarais, em que reclamara a revocaran da lei
provincial n. 336 de t de malo do 1855.A' com-
mi-sao de eslaliitica.
Sao lidos e adiados os secoinles pareceres, por (er
pedido a pafavra acerca dos mesmos, quanto ao pri-
meiro o Sr. Silfino, e sobie o segando o Sr. I. de
Barros.
1. A commissao de iiislruccao publica leudo rnni
allenco o requerimenlo de Jos Faustino Mariano
l'alr.io. pmfes-or de lalim da cidade de ^a/.a^elh p
omaisque sobre o dilo rcquerimento formo, a I aMv.e^ZVn'm i .r'f0; tM ""'e",tn
conl.dona proviuri.il e o procurador fiscal, fc,", e*S%5 Vm\JS^SSL^mm fUmlm"'
parecer, que ao peticionario assiste .. direilo u I, 2 ai Te "I!I"J '">%' "
que Ico sobre os' venrimen.us dos me/es de dJirVlutC." i^ZjS^" V'T""
maio.ejunho sem a gnUflcacBo correspondente ; e I a t,das dolV! a .iml2 1 SiT*"" '""
e neste senlido so marque quota para seu paca- ; U e tSSS 7%SZS&T5Z
.Oes, que marca o reaimento ; pelo que conclue de-
clarando quo vola contra o requerimenlo ; assim
como contra um oulro que pede o adiameuto da
UlsrussAo.
O Sr. /.ni: Ptlippe : At razoea que o nobre
irputado que acaba de issenlar-se den em opposi-
rao ao requerimenlo que apreMolei, nao me rcsol-
veram a pedir a sua retirada.
0 nobre depolado disaa que era desnecessiria a
remes-H do projeelo a estas rummissaes. porque ellas
ana man nos poderiam ilier a respeilo da conve-
niencia e ulilnlaile do projeelo do que aquillo que
a' ja reronbereinos.
En entro em llovida a esle respailo e sem ilcsco-
ntiecer a aotondade que lem o autor do projeelo c o
crdito que elle nos merece em malcras commer-
ciaes quira Indavia que o prrjerto pas.a-se pelo
cadinlio das commisses, que viesse amparado por
ellas, que viesse instruido como seu parecer...
1 ni Sr. Depulado : Sobre que'!
<> Sr. /.ni; Filippe : Sobre as diversos disposi-
coei que conten o projeelo. Ku nao enlrn
------r'."ofielll," Zl?Z\lCCtST:AJ^attJMr. meio .0gi.- eos sao os recursos +JSttEfc2mZ
^e as suas de.pe7.1s de dia em dia auomeu-
im maueira que nao est em harmona com
a sua receita...
I m ,s>. Depulado :Islo he qoeslao dillercnle
O Sr. Silrino :... e. senhores, se mis eslabele-
cermos como um principio certo a lei das aposenta-
dorias dos empregadns|provinciaes, o que devemos
esperar do futuro 1 Devemos esperar urna despeza
eilraordinaria com os aposentados, o que de certo
multo ha de inlloir no futuro da provincia...
Um Sr. Depurado :Nao apoiado.
O Sr. Sili-Kio :Devemos receiar justamente is-
ment etc. Ma, sabe o nob.edepulado os ineonveni- a, *
entes que resultara da medida por elle proposla'.' He hjm den,
verdade que existe a lei mandando rcrolar, mas
nole o nobre depolado qoe o governo. boje quando
manda recular, recommenda, que os reculados
lo norle vao servir no sol e os do sul venham servir
no norte e islo por orna razao muilo forle para evitar
as deserrees, que cuslam muilo c muilo aos cofres
geraes, o recrulamenlo forrado lem como conse-
qaencia as deserrOes o qoe he um cancro dos cofres.
l a 1uese,h "e no corpo de polica : os
soldados pernambucanos assenlam prara em polica,
un mesmo momento desertam c essas desarenes vem
pesar nornvelmerote sobre os cofres provincaes e
anida assim Me se consegue o fim. porque, o lim he
tar-se soldados de polica em ordem a serem suslcu-
lacolosda ordem publica, porque pergunlo cu, cun
soldados reculados coosegue-se isto t nao.
Be mais sabe o nobre depulado queosoldade re-
culado para primeira linha pode anda servir por
que trabalha em massa, mas o soldado de polica
qoe tem de Irabalhar isolado, a um e um a dous e
dous, com muilo maior lacilidade desertara. A' ron-
das corapoem-se de dous soldados, mandam-se dous
liomtns reculados o que fazcm? vao-sc icmbora com
o capole, com baionela. polainas ele. e sso traz um
desfalque aos cofres pblicos necessariamenle. E se
em primeira linha, que o individuo responde a um
conselho quando deserta, lem urna forte pena, el-
las assim mesmo desertam, o que dir.i em polica,
que nos vemos lioje mesmo os engajados desertores,
passeiarem as nossas barbas,quanlo mais com recru-
lamenlo forrado!
isse o nobre depulado que por meio de engaja-
menlo nunca se conseguira completar o corpo por
qoeosjornaesdos operarios eram de dous cruzados
e nos oao podamos competir com os particulares
mas veja o nobre depulado qoe lambem o recrula-
menlo forrado, nao consegne o lim que se lem em
vista e o qoe lazer eonsiderar a forra publica pro-
vincial como geral, he o mais razoavei.
Sr. presdeme, eo nao sei o que quer dizer a eco-
noma levada ao exceaso : e se quizer ler bous ex-
presados, pague-se-lhes muilo bem, porque do con-
trario nnnea seremos bem servidos...
O Sr. ,1. de Olireira: -Se houverem meios.
J.Arl ttor'"c"> :-0 nobredepulado se liver nm
h7p^rmaVhdBdeP?uS?.rate """ d -"* "
pa'raTh.'p,egar!'le'r0:-Ni0"" depdir emPrcs,ado
- y ****o -loi- tanto, voto contra a
erueoda e mesmo contra o projeelo; voto coulra ludo
e s fixarr a ;a d corpo de poUcia s" "lar
enfi 2TS? a1ca}"' Pfonunc'-se a favor da
cmendk do Sr. A. de Oliveira.
ari.J!SrIa.d*"d!cu,*So,,0-ar'--; roi rgciladoo
S Iva Ra,PrPrTd.aS''S eJmeDdas do' Sr" Machi,do -1
sim rn^I de ,'.ce^d e Anlonio 'avalcanle, as-
do.rHLsaUa;dapi"leda e",enda bilitaliva
V'i"?*;- Aogusio de Olveira, e bem assim
a r p irle da emenda do Sr. Leal
Ten to dado a hora
ta a a*. :ZT"d"U' ***** rdem d0 dia e lva-
menlo
Sala das rommiisi'ies 2lldemaio de 1856,S l'e-
rara.S. Cavalcanll de Albuquerque com reslric-
;es.^
J. A commissao de ronsliluirao e poderes leudo
presente a indicarlo do Sr. Ignacio de Barros,
no senlido de se pedirem providencias a a.semblea
geral, alim de que pa.se a ser eral a orgauisarau e
despeza do corpo policial, (ralea de combinar a
cousliluirao com o aclo addirional, o nao encon-
trando naquella disposirao alstima especial sobre o
corpo de polica, s no aclo addicional beque achou
o sua diarao, quando marra esla as allribuires da
assemblea provincial, donde conrluio que esle ne-
gocio he provincial ; e por islo he de parecer, que
se l5o lome em cousidcrarjio a mencionada indi-
carao.
Sala das commisoies I de maio de 1856.A.
C.avalcanli.l.oiz Filippe.A. de Souza l.eao.
Em seguida lie approvado sem discusso o segoin-
le reqiierimenlii :
Requeiro, que vao as commisses reunidas de le-
gislarlo e de contal e despezas pruvinciacs as infur-
loa^oei e mais documentos qoe requisitei da thesou-
raria provincial, afim de darem o seu parecer
sobre a couveuieucia e regularidade do meu des-
pacho proferido em sessao da junla de 17 de abril
prximo lindo, acerra de conla do ex-colleclor Lu-
na I-reir ; e bem assim, se o aclual iuspecler inle-
rino podia sem recorrer para a presidencia, recon-
siderar a materia, revocar o dito despacho e subsli-
lui-l por oulru.Jos Pedro da Silva.
OHDEM IX) DIA.
Conlinuacao da segooda discusso do projeelo n.
8, que na a forra policial para o auno linaoccirode
I8)(i a 1857.
Sao approvados sem dbale os arts. :l. e i., e am
seguida be o projeelo adoptado em secunda discus-
so com as emendas appruvadas.
Segunda discusso do projeelo qoe approva o
compromisso da irmandade de Nossa Senhora do
lu-.ii'ir i de Pao d'Alho.
Approvado sem debate.
Primeira di-cu-..lo do projeelo. que consigna gra-
lifieatoes aos olliciaes e soldados no corpo de poli-
ca em laes e laes circumslaucias, e bem assim as
viuvas e li I h os dos mesmos. i
O Sr. Siliino :Sr. presidente, o projeelo que
esta cin discusso consigua urna idea, que cahindo
dcbaixo de mnba Iraca percepsao. suscilou-mc urna
duvida. a qoal eu quero (obmeller a consideracao
da assemblea e mais especialmente ao nobre depula-
do aulor do projeelo, alim de que tomando em at-
lenrSo as duvidas suggeridas em meu espirito, as
possa desvanecer.
Sr. presidente, ha orna questo, que (em sido resol-
vida pr.iiir.iine ule, mas que no meu modo de entender
nao lem sido resolvida convenenlcmente, be a ques-
tao das aposenladorias doa imprecados provinciaes.
Eo creio, senhores, que a assemblea nao lem o di-
reilo de conceder iposentadoria aos empregadns pro-
vinciaca...
f Di Sr, Depulado :E quem determinou o con-
trario ".'
O Sr. Sliino :Eu aprcseularei alguns argu-
mentos para justificar a nimba opiuiao. Qaando a
lei nada iliz, de um maneira ncm de oulra, mis nao
temos oulro recurso sen,! rocorrermos a nossa in-
lelligencia, a nossa laiaa maisou menos esclarecida.
Sr. presidente, he sabido, qoe parcos e bem par-
' m Sr. Depulado :1 eremos doas urden- de co-
pragidoi.
0 Sr. Silrliio:I las orden, de empregados, diz
muilo bem o nobre depulado ; sim, taremos orde-
nados para os empregados aposenlados, c leremns
ordenados para os elleclivos...
1 m Sr. Depulado :Assim como na classe geral.
O Sr. SUeiato:... de modo qoe para dianle,
quandu i ..as aposenladorias se forem ausmeulan-
do, quando o lempo for creando novas neressidades,
leremus empregados em duplcala, c para o sen pa-
gamento sera nere-.ano que a assemblea nao at-
ienda a necessidades muilo urgentes, que a proviD-
cio tenha, por isso que os cofres pblicos ficarao
exhaoridos com essas grandes sommas, e a provincia
nao peder comportar despezas de oulra ordem ne
cajear'*-
lona de comnierrio. Conven saber se he ronveni-
enle que cada um professor deslas materias lenha
I..H-J- de ordenado. Quiera saber, uu que as com-
1111..MC8 deasera su......niSo sobre est., raealdade de
iiingiicm poder malrieolar-ie as ditas aula, sem ser
approvado por examinadores oomeadoa pela presi-
dencia em caligraphia.lincua c litleralura nacioual e
em anlhruelira e alcebra.
Quiera nnviro parecer das commisses sobro ca-
da urna deslas disposires, porque declaro, nao sei
nada de commcrcio. guizera que a commissao de
in.lrucrao publica unida a do commerrio. aonde >c
presumem cnnlirrimcnlos a esle respeilo, no. ds-
sem um parecer acerca da conveniencia deslas diapo-
sicoes.
Senhores, como podemos adoptar um projeelo da
magnilnde dcsle sem um perfeilo eunhecmento t es-
ludo de suas disposic,cs /...
I m .Sr. Oanstlad : Admitda o principio do
nobre depulado lodos os projeelos deviam ser rcmel-
(idos as commisses.
0 .Sr. I.iii; fWippe : E em regra assim he a
respeilo des projeelos importantes, como cite...
1 ma eo: .Todos.
0 Sr. Lm.- ftlfBoe : Ora, diga-mc o meu no-
bre rollega, para que hade u a urna commissao om
prrjeclo que por exemplo crea urna eadeira em lal
ou lal logar'.' Que nos liad? dizer esla commis'ao,
que as rele eonlicce lano desse lugar ou menos
aiuda, qoe nobre depulado que apresentou o pro-
jeelo'.'...
1 ni Sr. Depulado: As commisses a quem o
nobre depolado quer remetler este projeelo. lam-
bem nao lem conhecimenlos especioes dessas mate-
ras de commercio.
0 Sr. Lu: Fth'-pe Presumc-se que (enham.
Disse o nobre depulado que o projeelo nao deve ir
as commisses, porque ja foi julgado objecto de de-
liberadlo. E.le argumento levar-nos-hia muilo Ion-
ge, ira al. .
Crozam-se diversos apartes.)
Mas traleu se da ulilidade complexa do projeelo,
e eu qoero que se trate da ulilidade detallada-
mente...
1 m Sr. Dcpulao : Isso na segunda discus-
so.
O Sr. /.al: Filippe : Ra segunda discusso nao
se traa da ulilidade do projeelo, eeu como ja disse,
quera que elle enlrasse em discusso amparado com
a auloridade das commisses, aperar de reputar de
lodo o valora auloridade deseo nobre aulor.,.
' l Sr. Depulado: parece que o silencio das
commissesja amparou o projeelo.
OSr. Lu- Filippe: Olanlo o requerimenlo
aprescnlado pelo Sr. Reg Barros, dirci que juico,
que com o meu se consecue o lim, mas lambem ad-
miti o requerimenlo do nobre depotado apezar de
parecer-me desnecessario, vislo estar comprehendidu
naquclle qoe live a honra de apresenlar.
O Sr. llego llarr* : Sr. presidente, farei aio-
da algumas ponderarles em smlentacio do requeri-
menlo de adiamento que ollcreci a onsiderarao da
casa.
Nao ciitrarci por ora, Sr. presidente, na aprecia-
dlo da ulilidade c vaniagens quecffercee o projeelo,
porque juico inconveniente c inoportuna a occa-
siao, lamo mais quanln acaba de requerer o nobre
prnneiro sccrelario para que elle fosse primera-
mente euviado asduas coinmisses de commcrcio e
inslrucrao publica ; quando, pois, estas derem seu
As rommunicaeis de Nazirelh do loda a comar-
ca em um estado silisfatoro. Todas as cousas iam
entrando na sua mircha regular ; as leiras ja eram
abundantes e os geieroi se vendein por preros ra-
zoaveis.
Na Parahiba o mil se arhava quasi extiuclo na
capital e nos oulros tontos da provincia.
O Paran, chegaie dos porlos do sul no dia 18,
naotrouxa noticia ilgnrM imporlanle. Todas as
provincias daquelle lado do imperio licavam tran-
quillas. O Sr. conielheiro Sergio, anda licava a
partir para esta provincia, mas al o momento cm
que Iracantoa estas inhas anda nao he "negado, e
lodosos das a espedaliva publica lem sido illuitio.t.
A a'semblea protincial oreiipou-se durante a se-
mana, com a di-ru, mi de varios pareceres de eom-
mis.es e de alcunsprojeelos ; lerminou a se-unda
discusso do projeelo que lisa a forra poliriap para
o exercicio eorrenb. Esta proposrm suscitou ca-
lorosos debales, n(0 porque se Irala* denegar for-
ja ao enverno provincial, mas por que alguns depu-
lados rnlendein qie as assembleas |irovinciacs so de-
rem lixar a forra, islo he, numero das pra-aa, e
que o respectivo sold dee ser paco pelos cofre's ge-
raes, a quesillo he duvdosa, c lalvez fosse conve-
nienla que alguen a agilasse na represcnlarao na-
cional. Se a polica fosse municipal, como'he em
alcuns poi/.es esliangeiros, e segundo parece ler sido
iinleiirao do legislador, lie claro que esta despea
deveria ser leila pelos rofre da muuicipalidade ;
mas sendo o corro de polica obrigado a inanter e
garantir a .cguraira individual e de propriedade a
loda a provincia, nao nos parece fora de proposito
que seja paca pelo Ihesouro geni.
Aammua lambem uccnpou-seem urna das suas
ses-oes com um |rojerlo que crea duas cadeiras de
H)<* esseUCeS Uan iL'iumii ,lin. icjr.ri a ,!<. a.^m i;^.. .,___i______.. -nic, que ds id
S2U7Z3SR "Ue a S3ba <|Ua' a P0a0 frSUenCa,'leS,, 5^-W- ^Snaeo.
En.re.anto acho conveniente, en.endendo mesmo S^toSiV^^Jir^S **???
. 1- ;j----------------"fjw *- =a i.in,- UI ("HU |MW
psito, c s o sen nebrt autor nos podera dar oses
clarecimeulos precisos.
Ja disse e repito, Sr. presidente, nao me opponho
que o projeelo seja remeltido as comisiMiss de que i,>
falla o requerimenlo de meu nobre colliga ; o que
liio seiiicnin quizera e minio desejnra be que nao se a
desse camiuho algum ao projeelo sem que primei- q
ramente soubesse o seu autor, para que desse oses
,.i .. .. .a_____ i _
;T.T^i^^r^r-T".r^-r'.P".y"",'B *.* PWW allencao pablka, poiique, dizem, existir
resses da prov.ncia com medidas conducentes uesse certeza, anata probabilioade que encerrara esles boa-
em discus.lo n ririertni I o. Z' i e Can,,"n C0,D uroa P''"3o mal entendida, ser se presentes :|8 Srs. turados
^3uS&^^^T^3: noslg!"-16 rlab'-l'}da a vigilancia eactividade Aran, mu.lados35
pello a sua ulilidade, sera justo, sera convenenle. baroue
KIIP liilin I n lillni caen au _-___. .......na '
----------------------------- i i l i'linillllin
qoe morra o lillm, sem que ao menos o vna seu pai
\iiIj in.ln okakari ---------*- i-
u podera comporlir despezas de oolra ordem ne- da mullas vezes utilissima por falla de nucm medio i~.iT. v- receiavam, se acliam quasi ex- o reo preso Hellaruiiuo .Vives de Carvallio Cesar, ac-
ssaria. para promoverem o seu engrandecmenlo. lodo o alcaocc della, a eslava habilitado nara defen- .",. ni'-i,!aV ??.*'a^ecfI,do os eneros I m Sr. Depulado :-A morle equilibra isso. d.-la e cenvencer a casa de sua ut' idade Nio lia- m 1 a"a derbraos roubadS P' ePide- cas de "> Joaquina M.ria Pereira Viana, tendo d
O hr. Sildnu :Mas mis nao devenios contar verla alem disto una cerla desatiendo urna lilla .V, ,'|,era">e 1,ue a sa,fra d0 asscar leja salisfato- o mesmo reo por seu defensor ao Sr. r. cima re- ,i
com os accidentes da naloreza; ha aposentados, de deferencia que se cosluuia guardar cornos 'n..l .1"".". S',d ="al cn"odos os luSares- f"'do-
qoe vivcm urna vida mais tonga de que o lempo de colleclivos para com os no.sos clicas nue as vezes eiio.??V'i nollclas- c me!in"' lein aconte- eclarou o Sr. uiz presidente do tribunal dojurv
scrvieoquepreslaram. Eu apenasiusclo esla idea, por motireaalneioa toa ronWedelioi de con- is.TroS!: L
meus seuhcre, para ver se alguem mais esclarecido parecer d,a 2Jcl,eS0a nm de Lisboa
i"'". Sabjd0"es\7s ,na,erias- d0 1" diI a|- la" furam as considerac.es, Sr. prcsidenle. ano SaaSM.aaJk 'Sl!.?? '"?".
guma cousa a respeilo
", luu;.a '"l'""- me levaram a requerer o adiamenlo do
o sr. l-.paminondui :Nao devolveu sen dis- que com satisfago as Iraosmiiiu casa.
ITSO. \ inrnlil,.'i lia tm.iU>.l. _1______:t-
Se.,, o de 2J de maio de 1856.
irtUitncia do Sr. baro de (omaragibe.
As II horas da mauhaa faz-se chamada e ha-
veiidonomero !egal de Srs. depulado"
OSr. Prtsldcnte abre a sessao.
cdeme' '*." "CTClari0 l 1 ao anle-
' e lente, que he approvada.
Li-se o segutnte parecer :
Foi presente commmissao de conslilulcao e n-
tx*23& depo,ad M"o.rae5r-
S ac da an. "n',a qU8 Seud0 nrronlado com
iss he de L aa "w, fachado regulare por
depulado or i comm* o referido Sr.
Sal. H ,f 'e J.urame,llu e lome issento.
Fnnoe -A"!r'ssues :* ,le mai0 i856.-L.il
ePa^- S0,"a Ua0* Cavalcanll.
Sr deoSbid^ rL PVecer> e se,,do '"'"""do o
.apejtode com as formalidades do eslylo, prest.
juramento e toma asiento.
OSr. primiiroecretano aprsenla o seguinte
n_ o txpEWENTE.
o SJg.*L** o governo, remeltendo
ssdo co,iegi to-^-^
(hTd*dtEXfi1*'' remecd' copia do ofli-
daa infrmae- ',er,,.no d" oras PUi. "cerca
3JSZES2? .ped"las subre nn,a cade'rapo-
Z%ST Am" d6 Ja"oa.a..-A' quem 'fez
acimunb^H Tmo- se",,ur' metiendo om cilicio
pee o'r d deVrfan: dcumenlo,, nos quaes o ins-
leniadn," S ,,"ro, *3^LJ '""''" *-
nal do onici o,,., f" l"1pC,s a ^ 'e "'"' "
eabia iu,., ,">Pcclr '"termo, se a merma as-
siro "" """'cle.-A- quem fe/ a requi -
v;t dc *"'PP do Nascimento de Farias escri-
iin "eslacidadd',ern"'c,paC5 ""a,ro fregu-
lo mouicipal, pira pagamentod! .f Slfl,en"
plicaot. veoceu na quadade 2. nrn ?"* 1""'
d, cidade -.liad. ..?//.nmo".PW^
ponundo em >2Wj).-A' commiiiSo .'
municipal. "mmiSMo de orramenlo
0-.tr de Joao Anlonio d, Qm. MtdeirM pra.
curso.
Encerrada a discusjao, he orirojerlo suhmeltdo a
volarao c approvado.
Segunda dilcassao do projec o, qoe concede lole-
ria. a irmandade do Espirito Santo erecta ua igreja
do (aillegio.
Vilo a mesa e sao apoiadas as seguinles emendas
Eiram lambem concedidas duas lolerias era be-
neficio das obras ja principiadas na igreja matriz de
Serinhaemrada urna da quaolla d* u(>:0O0S.M.
II. vVaBderley lina.J. J.de Souza l.eao.
Approvada.
Mais duas lolerias de SftOOvl rada urna em be-
neficio dos reparoi da matriz de Maranguape.S.
(.avalcanti de Albuquerque.
Approvada.
Sejam igualmente concedida duai loteras de
(iO;00(l3 cada urna para a matriz de Ipoioea.S. K.
J. J. Kego Barros.
Approvada.
Eica lambem concedida urna lotera de KKr.dOO,-.
para as obras da mulriz do Limoeiro.S. R,(ion-
calves liuinaraes.
Empalada.
E tambera duas de SOsOOOt cada urna para a con-
clusao das obras da matriz de llarreiros.S. II.
Luiz l'ilippe.
Empalarla.
Fica lambem concedida orna lotera de lOIWHKr-
para recdificacao da capella filial de Beberibe.S. K.
A. J. de (inveira.
Kegeilada.
E lambem deas lolerias de IWkOOOS para a "re-
ja de S. Jos de Riba-mar.N. Porela.
Regeilada.
l-icam concedidas duas loteras a irmandade de
Nossa Senhora do Bom Parto da cidade de Olinda,
!"!Ca, "a lRTt,a de S" Sebasliao. da quaiila de
jOiDUli? cada oma.-S. R. Caslro l.eao.
Keaeilada.
Maii orna lotera de 100:000.5 para se comprar o
terreno e lser as neceisarias obras de um cemitc-
rio no Poro da PtnellaS. R.A. Cavalcanli.
Receitada.
l-icam lambem concedidas duas lolerias em bene-
ficio do convento dos religiosos I ranciscanos|de Seri-
nhaem. no valor de jillOO? cada urna.M. B.
Wanderlcy Los.I. J.de Souza l.eao.
Regeilada.
O Sr. N. Portella 1(Nao devolveu o seu dis-
curso.)
Encerrada a discusso, be o projeelo approvado
com as emendas |.i g.i e 3., tica '
1.a e 3., e sendo regeitadas a 6., 7.-, 8.", 9.
10., e em consequencia do eihpate das deas emen
das ficou adiado o projeelo.
Primeira discusso do projeelo que crea um curso vanla a ses
de eacrinlnrafle cummcrciai.
\ai mesa c he apoiado o sequinlc requer
ment: '
Requeiro que o projeelo en discusaao vi ;is com
..:.'. *-~j------" ^"^i-u.boi i os rom- cano no iniirm n. r*.( sesum
inissnes de instrncrao publica e de comn.crcio e ar- liuhra 132, em lncrde-
tes.S. R.Lu/. ibppe.
O Sr. llego liarej, : Sr. presidente, sem qile
me opponha ao requerimenlo que manda reincller
as duas commi.sesjo projeelo que esla em discus-
so, eu ilesejava que esle prujecto fnssc adiado al
que eslivesse presente o seu nobre aulor, Dio pa-
ra que elle desse as explicarnos convenientes, como
mesmo por deferencia ao nobre e dislinclo colle-
ga ; ueste senlido vou mandar um requerimenlo
mesa.
\ai a mesa e he opoisdo o seguidlo requeri-
menlo : '
Requeiro que seja adiada a disco.s.lo do projeelo
ate que romparcra o autor do projeelo.S. R.-
Rego Barros.
O Sr. Sthtno impugna o requerimenlo que pede
a remesado projeelo em discusso ai coinmisses de
commercio e mlracrlo publica, por eniender qoe
essa remes-a importa a morte temporaria do pro-
jeelo, visto que estando rnuito atrasados os Irabalhos
da assemblea. e adjuntado o termo dc sen cueerra-
menlu, fallando como falla reduzir-se a lei os pro-
jeelos que fixam as receitas as despezas provin-
ciaes e munieipaes, nao ser possivel que o projeelo
ern qoesiao sendo imporinle, como he, anda que
fcil de illucidacao, possa passar pclai tres discus-
Ser iuslo sei -i eovn.eoi. 7,. "">".:- a provincia se acha tranquil. As probabilida-
laes foram as consideradles, Sr. prcsidenlc, qa
roe levaram a requerer o adiamento do projeelo, e
A assemblea be bstanle esclarecida para que,
bem me comprehendendo e desculpandu-roe de ter
tomado por lauto lempo sua atteucao com objecto
de tao pouca monis, delibere como julgar mais
acertado.
O Sr. Sileino : Faz considerarcs cm ronlra-
rio ao aulor do requerimenlo dc rmcssa do pro-
teelu as coniroisses de commercio e inslrucrao pu-
lira.
O Sr. i.ui: Vilippe : O meu nobre amigo nao
me Tez banir do espirilo as duvidas que aprsenle!
ua primeira occasiao que fallei, ellas subsislem e
por isso nao posso sem eonslrangimenlo dc consci-
encia prestar o meu vol de approvarao ao projeelo
em primeira discusso.
isse o nobre depulado que ningutm ignora que
as malcras cuntidas no artigo I sao indi.pensaveis a
qualquer moco que se dedique ao commercio. Eu
ignoro, inlo sei Dada, nao emendo nada desla econo-
ma coinmercial, dess macbinismo, nao sei o que
sao partidas dobradas, nao sei de que calculo falla o
projeelo, quandu manda fazer applieacao do calculo
as operaees do commercio, preciso pis que a com-
missao me esrlarera sobre esses pontos.
lambem vejo, que ao esta bem definido o que
he geograpbia commercial e mesmo nao sei se he
indispensavel qoe o alumno de urna aula commer-
cial eslude essa materia ; nao sei se sera' conveni-
ente que um allestado de exame dispense o concurso
para os lagares di Ihesooraria, emfim nao sei
nada.
Die o nobredepulado qoe a remessa do projeelo
as commisses equivala a sua morle, por isso qoe
as commisses levando lempo em darem seo pare-
cer e tendo de nos oceupar da diieonOe dos orca-
menlos, o projeelo nao poda passar por falta da
lempo.
Senhores, nos sabemos que as commisses creadas
nesla casa, silo para de alguma forma(prepararem os
Ir.balbos sobre que nos temos de volar ; esle exame
das coinmisses (ende a faciUr as discussoes. corla
ai difliculdades separa o Irigodojoio e entao he
minha conviciao que em lugar de levar mais lem-
po a discusso do projeelo, levar menos.
Senborcs, o projeelo falla de exames sobre econo-
ma poltica ; sera' ella indi'pansavel ? E quem
lulo de ser os examinadores i Sr. presidente, o nobre
depulado deve ler a soa epiniao formada sobre o
projeelo, mas eu uao a tenho, mas declaro lambem,
qoe lhe nao lenho mavonlade, hvpollieco mesmo o
neu voto a elle, mas careco ser esclarecido, e o
. posso ier pelo luminoso parecer que espero das
beando empaladas a coinmisses. Vol porlanlo anda pelo meu reque-
rimenlo.
liada a liora
OSr. PretUmt designa a ordem do dia e
"" lo.
le
ERRATA.
No discurso ilo Sr. Ilr. Ignacio de Barro, publi
cado no Diaria n. 11 secunda pagina, columna 'r'
que
precarios da hermoneulica, etc.,leia-eeque cortea
cando-so ns prereilos da hermenutica.
UECIFE2. DE MAIO DE 1850.
AS (i MORAS DATARDE.
ItrTROSI'ECTO SEIAM.
II.i dous inezes pouco mais ou menos, que non re-
cebemos milicias da comarca da Roa-Vista ; com tu
o nao recelamos nada acerca do estado sanitario
iiaquelle lugar, pois que se aras so achasse perlur-
------------ ,..^-------........... ijU1;
los essenciaes para alguem applicar-se a esta ramo
de industria sijam o capital moral c o capital mate-
rial, com ludo nao se podem escurerer as vanlagens
que esta proposla encerra em si. Verdade he que,
segundo as conques em que se arha eslabelerido o
erando rnmmer'o entre ns, pouca sabida encontra-
ran as pessoas hibililadas para esta occoparfio, mas
romo ja vSo appa-ecendo algumas casas mtioaaes,
he natural que eras preliram os brasileiros habilita-
dos. Alan disto o projeelo faculta, que os mance-
bos que Irequcntarem ealas duas aula-, sejam admil-
tidos nos lugares da Iheiouraria provincial indepeu-
dentc de concurso. Em Bosn opiniao sao estas as
vanlagens prlncipaes que proporciona a proposito
do Sr. Amorim ; pois que a industria do commercio
retalho nao exige oulra condic/io mais do que di-
nheiro ou crdito na pra^a.
l-'oi appresenlado o projeelo qoe lixa i receita e
despeza da provincia para o exercicio correnle, e en-
tre as suas dilTcrentes verbas encoo(ra-se urna, que
R* st'j de inleresse relativo, he de immenia uli-
lidade pira a permanencia c o fuluro da instituirlo
a que se refere. Oueremos fallar da verba que s'u-
pnme a matricula de .'000 rs. mensaes, imposta
aos estallantes eximios que quizessem frequeolar as
aulas do (i\mnasic Provincial.
Com eu"eilo, entre nos, geralmenlc tallando, lose
rrcquetitam as aul, s de inalrucAo secundaria com o
limde e obter as habilitages necessariai parase
poder frequeolar os estudoi soperiores, e liaveudo
aqui o Collegio das Arles qoe encerra todos os pre-
paratorios necessarios para este lim, poucas pessoas,
mxime de dentro da capital, procuraran) o lljm-
nasio. Felizmente, seso adoptar a disposic,3o da lei
do orramenlo, a concurrencia enlrc os dous focos
de inslruccao publica secundaria, tob a relac.lo pe-
cuniaria, se tAa eslabelecida oo mesmo p, e he
provavel qoe avalle o numero doi alumnos do csta-
belerimeulo protincial. Se for adoptada esla me-
dida, desapparecerat algoos motivos de'queixas.que
se levantaran) coDtra esta otil iosliluicao. Apenas
serao obngados a um orlus pecuniario os iolernos e
meio pensionistas, onus suave e vautajoso, se al-
lendermos as desperas relativamente a livros que a
casa az em proveite deslas iluas classes.
Com efeilo, comparando-so a despeza deale artigo,
de profesores, sustealo, de medico, de botica, roupa
lavada e eugommada ele. com a receita de Irinta
mil rs., que paga o interno, he claro qae toda a
vonlagem redunda en proveilo deslc.
Era urna das seises do jury desla semana ap-
preseiilou-se o reo Bebarmino Alves de Carvalho
Lsar, accus.do por crime de roobu e incendio per-
petrado na casa de D. Joaquina Mara Pereira Vi-
anna. O advogado do reo recusou o numero com-
pleto dc juies, que a lei lhe faculla, e o meimo fez
o.-iccusador publico. Como oeste dia s tivcssem
comparecido Irinta c oitojarados, nao se pode com-
pletar o ronselho, porque, alm dos >\ membros re-
cusados, dous deram parle de doenles, e outros dous
e averbaram de suspeilos, licando apenas 10, nu-
Iros dizem que he om sabio que paiscia incgnito, c
mullos que be nm forasleiro.
A rita estrella do Rosario, se continuar a ser
o deposito de aguas ptridas, lieara deshabitada.
Hospital de caridade.Segundo o mapp.i al
o da 21 do correnle, haviam nesse eslabelecimenlo
setenta e nove doenles, porque dos oitenla e um sa-
liirain dous.
Do meto da ra da . pode Iranzitar, lano he o lamaral : he verdade.....
eslamos no invern.
A nobre commissao do oreamenlo da assem-
blea provincial, acaba de tirar l'oiMHKK) rs. da ver-
ba hospital de caridade para dar .VIOsOOO ao
Hospital dos lazaros, e .'.OO^OOO rs. ao dos ex-
poslos.
Ora sendo a caixa urna s para esses eslabeleci-
menlos, pouco lacrarlo esses hospitacs com se Ibes
marcar para rada um sotnma qualquer, a nlo ser
alcm dos 1!):000500o rs., alero de que so nos expos-
loi mais de ilMHMljOOO rs., dtspende se com as amas
que nao sao bem paca.', alem dos ordenados do
medico, administrador, roopa, elr., ele. Se passar
a le, aucnienla o corpo policial, ccrlamcnle que ha
de haver dficit na rana dos eslabelecimenlns, por
qnanlo maior numero de doenles do corpo de poli-
ca se ir3o recolher a caridade, o conscguiilemente
maiores despezas se tem a fazer principalmente
com calimba..
He um escndalo, e pertence a polica vigiar,
pois que se esla entre familias honesta., la tempo
que levamos ao couhecimenlo do publico o mo pro-
cr-dimeulo de alguns individuos, que mor.u.lo na ra
Ibreila, fabrieam certa quahdade de ca o nome de quem tem o queixo comprido. Ser bom
espectculo ver um queixo de lamaneo rorndo urna
il II. ,.' .iiil.. ,. !>..- .._. ____. ....
sympalhias mal entendidas. Protja-se a innocen-
cia, mai caitigne-se o crime, e triumphe a lei.
No principio d. semina espalhou-.e o Inste boa-
de que, no sul desla provincia, livera lugar um
iovo desembarque de africanos. A( boje mo (em
pparecido notiria alguma posiliva a esle respeilo, e
joer nos parecer que o boalo s leve por lim des-
pertar a altenru publica, pois que, dizem, eiistii
--------------------------w ., ..ft,,,.v, fc ..V.1....UU1
os lugares, onde se possa pralicar algum desem
rque.
\ provincia se acha tranquilla. As probabilida-
las ao corpo lecislativo, mas prenme-se que a des-
petlo de ludo, serao ulioal aprovados.
A llespanha ainda soltre os efleitos da uima re-
olucao. Nao obsiaule as medidas enrgicas adopta-
as pelo aclual goveroo, nao poude ainda a autori-
ilade recobrar o prestigio que oulra ora a cercara.
As insurretces succedem-se urnas as oulras, e nen-
buma ha em que o saogue hespanhol nao seja der-
com dalia qoe Irala o aviso de 2 de abril dc'l83i',Pd'iav'a"o vSanrl. rib. iit ,
competente j.Ugamenlo do reo para a primeira sessao peridica ^SSsSSSSSL,m^mmm*
occorrcncias que do iurv. o susoendeu os irat.alhn. a.. L.u hn. rer.?_ul" !e"es funestos aconlecimenlos.
encontraran os leilores algumas
tiveram logar no velho mando.
l-.illecerain durante a semana O pessoas, sen-
do : 19 hornees, 8 mulhercs, Itiparvulos, livres ; e i
horaeos, 1 mulhcr, prvulos, cscravos.
PAGINA AVULSA.
IB3DS8 IE3I 8
Sentimos consignar u fallccinieiito do Sr. An- i
Ionio Cermano Rigueira Pinto de Souza, propriela- |.ci,
no dos engenhos Rosario e Burauhem na freguezia se prsenle ? Srs orados
desertnnaem. I ma enlermid.d neriti, 5,,n ."._ 5 ?.' ?** J0""0'-
de Senniaem. l'ma enfermid.de pertinaz, que o
marlvrtsou quasi vinlcannos, veio afinal dar fin a
sua existencia, sempre tao apreciada por todos que o
conheciam.
A sociedade perdeu um membro preslimoso ; o
governo um cidadao devolado a causa da ordem e da
monaiclua ; e seos onze lilhos um pai extremoso e
desvellado.
A banda de msica militar do corpo dc polica
exeeulou no sabuado a nole-em frente da residen-
cia do sr. conselheiro Jos Beulo, no aterro, famo-
sos episodios do Trovador. A concurrencia dos ou-
vjntes Toi immeDsa.
A soleronidade que hontem hnove na igreja de
Nossa Senhora do Trro, esleve soberba.
~ Antea de honlera houve urna procisso da Boa-
v isla para a igreja do Collegio. O Sr. Vieira doou
a irmandade do Espirito Santo urna perfeitissi-
ma imagem de Nossa Senhora da Piedado em gran-
de vullo ; a irmandade a foi conduzir procissional-
roente coro pompa e muila ordem. Ao sabir um
balao subi ao ar, as girndolas se annunciaram e
urna banda de msica fez resoar em lodo esparo en-
Ihusiaslicos dobrados. O acompauhameto foi
avallado em perto de duas mil pessoas, e de ranaco
em espato urna gvrandola annuuciava aos habitan-
tes, que a procisso passava. l-'oi om aclo edifi-
cante.
Hontem deu-se na Soledade am esplendido
jantar ; algum olliciaes da guarnido, e diversos a-
cademicos roram os aolores desse feslim, que nosdj-
zetn ler sido solemne, gordo e coocorrido. He justo
que depois da diela appareca o apetite.
Nao existe mais o cosmuraina do Sr. tiadaull,
quando nova, vislas estavam ao alcance de quem
desse seas .^ ris. Um pequeuo uui-pro-quo foi a
causa de nos verme* privados dc Uto innocente dis-
traerlo.
Adiamos inaclironismo n'um lelegrapho so-
bre a (orre oe nma igreja : havendo (ao bous e emi-
nentes lurreoes na alfandega, seria bom que para la-
se transladasse o poste do Ihelegrapho.
A compaiihU do tico tem'esleudido snaslinlias
para norte e sul ; nos Alogados tem-se dado seus
I- ruutios. lauto dc auimaes, como de oulros obieelM ;
he preciso que a polica dos Afogados 8e avivcnle ; o
mesmo consta que lem-se dado na P.issagcm : nao
sea por falla de avisos que a polica deixar dc per-
seguir esses bandidos.
N'um dessrs das pasudos, dous belcguus lao-
concili.ndo-M os earam nao de om. negrinha que passava aun bice
'la-so iiiia riuieiit. i".ii.ili,.,,......... .. i
III,li
ali
lo i a
^- w wk *- i u r i i i Upad
olililiasenao ser escrava d
un devedor.
. ~, ?".QnU"se.: 1uem be proleslanle pode acoin
peonar onu procisso calholica e apostlica 1
" v... cr^""la-se e se acoiupanhar podera contar
"'" ,u_ J c",dlH:o.n> cabera, vendo lodo o acoropaoha
mlario menll descoberlo '
,rT sendo"? """ : 'e na fr Prole,Ia'e '! '
n^.li''.el(,,JD8 Doile de snbauo. por urna pe-
.1 S!^''- '- Porlugaezna
-_,.._._p, ,,,.,, ,,,Je 9e acaso se acliasse perlur- i ergun
auo, ja aqu estaran! os portadores com reclama- car sendo 1
roes e exigeneinr.
Pe^^-rl^'lu^r^^'d^'^:^ a seriar ** > ^ ^Sa.
soas, c no secundo unas Irinta. A maior narlnrf.
mortaodade be nos arredores da povonejo, ?!&. afrleanolTZ,,T* "" d,,,,:r80' erobarque. de
roentesealtribueesleifaeto ao dele.,3 da ^pl to^T&^rXlir0 ai>"m*
Km Garanhoni, a epidemia eslava quasi exlincla que vari,rtos do termo, nao eacon.roa P=?. ^^^^^^ cr.ag.iro
Ql 1 01 f. B rli^ xA z, I k J____ ll_____. ...
--.. -.... ..,.. ui.t, qUC H4 la-
millas presencien as obscenidades que pralicam esses
loucos? Ora, islo he muilo immoral, mxime em
urna ra tao publica como a ra Direita. Nos vol-
laremos.
Consla-nos que uro taroanqueiro agarrara um
menino cm una loja na ra Direita. e o atirara ao
meio da ra : qoe arara Aquillo foi um agradinho
de burro, que he esenucear.
Esses meus senhores, que Irabalbam ns da
cintura para cima, nao se recolherao para os fundos
de soas loja, ? E esta .' havemos de e.tar vivendo
romo em urna scnzala, sem o menor respeilo ao pu-
blico -i,
lina esperialidode do cholera : cm Ipojuea
quando esse < nao sei que diga assol.ivn, orna fa-
milia quo morara pouco distante do engenbo Pen-
derama, viva tranquilla, sem ser aiuda com urna pi-
cada no ventre ineommodada; agora que ludo ces-
sou, he que essa pobre familia esta sendo ineommo-
dada.
Pcrciinla-se : a au(ordadc policial, qoe em-
bnaga-se, merecer' consideracao e respeilo?
A auloridade que e.labelece o ivslema de espio-
nacem, a ponto de cidada<>'algum|poderjmais eonver
sar familiarmenle cm seus domicilios, merecer a
confianra das autoridades superiores?
Em vista da prohibido do cdigo a respailo do
uso de armas prohibidas, e nao poder-sc traosilar de
certas horas eTn diante por algumas ras, resolve-se:
que se ande com os bolsos cheios de oreia, para ero
caso de alguma aggressao o passeiaote saber defen-
der-se, jugando aos olhos do a lirisla um punhido
dc area : esla ierra he mesmo direilinha, prendem-
le a. pertras, sollam-se os caes.
A proposito: Ja removeran) um cavallo que
eslava ero exposirao odiante do quarteiro do Hos-
picio ?
Acham-se nesla capital, todas as Icstemunhas
do processo em que foi implicado o Sr. Dr. Drum-
mond, tallando com jusla causa urna, residente no
Rio 1-ormoso.
Existe em a ma das nossas comarcas mais im-
porlanies, urna formidavel e lerrivel companhia de
salteadores, e nao nos consta que se baja promovido
a menor diligencia contra ella. Sabemos al do
nome com que lie rhrxsmada ; mas confiamos |que
em breve (eremos de. por mais urna vez, chamar a
alinelo da policio snbrc esses malfeilores.
Na ra da Concordia dorma /odas as noiles
sobre a calcada, um prelo de.conhecido, ha doos das
ausentou-se, e consta-nos que tomara o caminho de
Santo Amaro, lalvez a' reunir-sc a om quilombo,
que na mallo por all existe.
Continua o -uceito. a assoviar depois das nove
horas da noite em dianle, dentro de orna casinhola
na ra da Alegra : o assovio he de quem chama
guardia, e gnariba quando se meche dizem os
nonos camponezes ) qaer chumbo.
Hontem bouveram diversas festividades, e rnis-
sas cantadas era acrao de graras.
Nao lia dovida, que a populado tem sabido re-
conhecer o nao pequeo favor do'Cco, dispensando-a
de mais padecer lao cruel per.eguir.1o. Queris ver
realisada esta nossa asscrro ? Ida lodos dias m
convenio dos religiosos da Penlta ; ide an Carmo, a
Santa Cruz, e vede as procis-es, Trequentai todasas
devoroes, e sabereisque o povo de Pernambuco nao
He so como dizem guerreiro. .
Hospital da caridadeHontem havia naqucl-
le eslabelecimenlo 81 doeules, com :t que entraran!,
dentre elle- um menino alienado de ISannex.
.lie ainanhaa.
Jl'RV DO KJECIEE.
19de maio.
Presidencia lo Sr. Dr. Ilupno .luijusla de Al-
meida.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Candido
ulran da Malta Alnuquerque.
Escivao, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
ves Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Francisco de Paula Baplisla.
bella a chamada as 10 horas da roanhaa, acharam-
presentes :18 Srs. jurados.
Foram multados em mais -_>09 rs. os Srs. jurados ja
multados nos anteriores dias de sessao.
Aliena a sessao pelo loque de eampainba, foi con
duzidn a barra do tribunal do jorv, par. ser jule ido,
o reo preso Bellarniiuo Alves de Carvalho Cesar, ac-
cusado por crime de roubo e incendio perpeirado na
preferencia as lolerias concedidas a matriz da Boa
Vala, foram mandadas a' mesa diversas emendas, li-
cando afinal o projeelo adiado pela hora.
A ordem do dia dc hoje he a continuarlo da an-
terior ,a primeira discusso do projeelo do orramenlo
provincial e i terecira do projeelo que fixa'a forca
policial.
O vapor fnncez l.ynnnait Irouxe-nos jomaos do
Rio ale IHe da Baha al -I do rorrele,
Nos relalorios dos Srs. miuislros da narraba c
guerra le-sc o seguidle :
O total da forca activa da marnha he de 2,633
praeas e msrinhagem, c de 7-J otliciaes.
o O nossos navios de guerra que esiao armados,
sao l7 de vela e l.'i a vapor.
Os de vela sao :
I trgala,Constituirn.
i corvetas,Eulerpe, 1). Isabel, Bereiiice Bibia-
na, Imperial M.iiubeiro.
I brigoe-barea,llamarar.
3 bricues,(".aliope,Capil>aribe,Ceareuse, Maraulnlo,
llaporica.
] barca,Agola.
7 tingues-escunas, \incu, duararapes, Canina
Olinda, Fidelidade, Tonelero, Eolo. '
I patacho.Thereza.
1 escunas,Tibagi, S. Leopoldo, Bnjnni, S. lion-
eale.
2 canhoneiras,Campista, Activa.
o Na segooda fer havia a agilacao natural de-
poii de tao graves saccessos, porm as energieis
medidas adoptadas pelas aoloridades a decisao do
exerciio, maioria da milicj. e da parle sensata do
ir,'./ a se'ia",na de ixe "lo se repeliriam
as triste* sienas de dominen.
i 1*u?ran>os completamenle o que se ii.is.ou hon-
!ordade'sm Cm as mC'Uda* qUe ,0,n,,"aD, <" "
i Falla-so 4o desarmamento de urna uarte da
roilic. nacin, de Valencia, e de que (odaTdepu-
laraosehavm dirigido .aloridade. eil0 governo
para ofTerceer-lhei o seu apoio em Tavor dai 1. -
da ordem sociil. mm e
Assetruram-nos qoe o movimenlo de Vileocia
nao era urna cous ianlada, e que o grito dado alli
devia repelir-se em Murcia, Cartagena e Barce-
lona.
Os Carlistas qoe podiam ler lirado grande proveilo
desse estado de cousas, nada bao feito pela desunan
que enlre riles reina.
Asaecura-se que se acliam divididos em tres sec-
res. Una querem Montemolin soberano absoluto ;
oulros qiierem-no, mas com condices e forma* re-
presentativas ; oulro. finalmente querem qoe reco-
nheca a raiuha Isabel e passe a llespanha como
principe para por-se i frenlc de urna facc,3o qoe de
dia em da ira engroisando cada vez maii, at que
, venha a ser o personagem mais imporlanle do paiz,
i em quanto mi le oflerece occasiao opportona de su-
ao Ihrono por meio de urna rcwilurao.
u Os movidos a vapor sao :I fragata,6 corre-
lasdef elasse,-eSHvapo,esdditrerentes classes. da A silla e XZL1'."" r"cU,c,do Pel ""Parador
Sao movidas a hlice 7, a rodas S, com a forra lo- < k'T !| ?., T*? "Ue brevTeD,c1 *,e"a Pe"
tal de 1,760 e.vallos. Os seus nones ao : Amalo- med Z*,. S a i'"' en,re an,? odas "
*3tfB 1Lm7^fLmTmiSmT. dT/n-es-raa:.05 '^ "^ l<* > *
'------... .... | ,,...,uml ,,u uiimiii.ii iiujiii\ huma
que, lendo-sc dado ua sessao anterior a hvpolhese do ramado
qoe trata o aviso de J de abril de 183ri, adiava o
julgamenlo do reo para a primeira sessao peridica
do jury, o suspendeu os Irabalhos i Urna e meia ho-
ra .. i 1 liriln -, I... i. I., j. -A-aB ..- _____1_. .
uojurj, o suspenueu os Irabalhos i Urna e roela lio- rtnr.rll. mV. Vri .
ra da (arde, adiando a sessao para o diasecuinte as do se levn.ar.^m ^ recralalmen,. 1uan-
10 horas da manli.la. leanlar. um grande motim, quebrando o po-
Vfi ,t^ nrnii ro*ivnaiiiMiA ^__a.?_ a
10 horas da manlnla.
20
Presidencia do ir. Dr. Francisco de Assis de Oli-
ceira Maciel.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Candido Au- bio.
tran da Malla Albuquerque.
Escri vlo, o
ves Clemente.
Advogado, o Sr. estndaule da Faculdade de Direi-
d Francisco F'erreira Correa.
leila a chamada s lo horas da mauhaa, acharam-
loram multados em mais -JO9OU0 rs. os Srs. jura-
dos ja multados nos .interiore- dias dc sessao.
Abena a sessao pelo toque de c.mpainha, foi con-
duzda 1 barra do tribunal do jurv, para ser julga-
du, a re Candida Mara d'Annuuciai;ao, acensad, por
crime de ollensis phvsicas feilas na pessoa de Ma-
noel Alvos dos Santos, sc:ido defensor da mesma re
o Sr. estudante cima referido.
Foram sorteados para o ron.cilio do jurv de sen-
ietic.i os seguinles senhores :
Caelano Silverio da Silva.
Marcolino (ionrahe. da Silva.
Joao .Ibanasio llolelho.
Capitao Manoel Joaquim Paes Sarniento.
Joao Carneirn Rodrigoes Campello.
Dr. Joao Francisco Tcixeira.
Joao da Silva l.oureirn.
Angelo Custodio Rodrigues Franca.
Jos Antonio Vieira de Souza.
Miguel Seraphim de Ostro Ranea.
Joaquim Alves da Silva.
Alvaro Fragoso de Alboqoerqoe.
Os quas prestaran) o juramento em voz alta sobre
o livro dos Santos Evangelhos, e depois tomaram as-
sento nos seus respectivos lugares, separados do pu-
blico.
Depois de prestado, foi a r interrogada, fez-se a
leitura de lodo o processo, e o Sr. promotor publico
interino fez a aceu.ac.io. pedindo a condemoaeo da
r no grao medio do arlieo :01 do cdigo criminal.
0 Sr. advocado deenvolveu a defeza, pedindo
fosse a r ab.olvida, visto estar innocente, e dizen-
do que nos aolos nao exisliam provas para a r ser
condemnada.
1 indos o. debates, foi o conselho conduzido i sa-
la secreta das conferencias i urna e meia hora da
tarde, donde voltou 1 I e3|icom suas respostas,
que foram lides, em voz alia, pelo presidente interi-
no do jury de senlenra, cm vista de cuja decisao o
Sr. Dr. juiz de direilo, presidente do tribunal do
jory, publicnu sua senlenra, absolvendo a r, e
condemuando a inunicipalidade as cusas; e le-
vantou a sessao s -2 horas da tarde, adiaudo-a para
as 10 horas da manla do dia seguinte.
A asscmbla approvou em primeira discusso na
sess.lo de J'i e projeelo.que crea um corso de esenp-
> lur.r.lo commercial, regeilando o requerimeuto do
de rann ../ ........ ^ '. ui.jui- lunr.iu 110111ne1r1.11, regeuanuo o requerimeiito .lo
i, 1 ,'!'""*' ""llecr"llni'i; Pr Sr. I.ui/. Filippe. propendo quo o referido projeelo
que tu,, redmeme que a icomnanhaHaem tana nmellin imnUd '"" "'" '"""" que a arompaiihassem lossa remeltido as commissocs de luslruceiio puilica
,ii.t.K-r'L .lleudad, e aos empurres fui condolida para a sr. liego Barros.
10 oulro crime u3o linha sen.io ..r .,,, .ie ., ,. ,
e Occupou-sc depons com a segunda discusso do
projeelo que marca o subsidio dos depulados provin-
" ciaes na lecislaco vindourade IS8 el8"i!t, sobre o
qual foram eflorecidas duas emendas, urna do Sr.
'' Reg Barros para qoe n subsidio fosse de iSitlO rs
diarius, e oulra do Sr. Florencio para qoe fosse ele
vado a K7UUO rs. N correr da discusso, foi a pri
meira sulwtituida por oulra do mesmo Sr. Reco liar
ros, redimilo a 19000 rs. e retirada a do Sr. Fio
rencio a seu pedido, sendo atiual o projeelo appro
vado e regeilada a emenda.
Em seguida adoplou cm lerceira discusso o pro
mi re narreno. ire os morios um alferes
Adoploo igoalmenle em segunda discusso o pro- por tiros disparados das trapeiras e ba'lcOes.
jeclo qie approva o enmpromisao da irmandade de -*-
Nossa Senhora das F'ronleiras da Estancia. Passan
queseiarececn, f.tM T Jun,n'!'lrans'iro 1Sos" s,nnor das 1-conteras da Balancia. Passan- quilhdade 1
que se parece com o fallecido dictador llosas ou- do a apprcciar o projeelo que manda correr com da a parle.
.....-" "11 n011101.ua '" !
Maracan (80 cada om), Feliz e Ipvrauga 70 ca-
da om,, D. Pedro id, Fluminense"e Amelia ;25
cada um.)
n Est.lo deiarmadus .-
'J trgalas.
I corvetas.
1 escuna.
1 hiate.
I vapor.
Esl.-se acabando de conslrtiir em Inglaterra o
vapor Paraguastu', para o scrvi.o especial dos ros
com a forra de UiO cavallo..
.. Temos ainda I ranhoneiras e cano.s, na
rovmcia de Mallo-lirosso.
O nosso exercilo isla' presentemente composlo dc
3 lencntes-generaes.
8 marechaes de campo.
Ib brigadeiros.
35 coronis.
(>."> (enentes-coroueis.
Wl majores.
.'U> ajodautes.
:)I7 capitao..
iH' lenles.
481 alteres-
XA) msicos de varios instrumentos.
13^34 soldados.
a O pessoa I lo la I do exercilo, incloindo ,Ob5lio-
mens da guarda nacional destarada, e eslado-meuor
e olliciaes inferiores, anda por 19331 praeas.
o No anno de 1845 recrularam-se -2,j:l indivi-
duos, engajaram-sea premio SCI e aasenlarara pra-
ea de voluntarios t-
il As provincias donde vieram os recrulas volun-
tario! e encajados, foram :
S. Pedro do Sul...... .
Cetra..........
Pernambuco.......',
Parabiba.........
Rio de Janeiro icrle e provincia;
Minas.......
Sergipe.......'.'..
S. Paulo..........
Mallo-l ,ro--,.........
tioyaz. ,......\
Maranhao......
Piauhv......."
Para....... .'
Babia.........[
Alagoas..........
Santa Catharina......
Espirito-Santo........
Paran'..........
Amazonas.........
r "4 V 'D'erlnan,s militares receberam no anno
lindo 18,l9i enrermos, dos quaes falleceram 850 e
sabiram curados lti,327.
lalleceu na1 corle 110 dia 1:1 do correnle o padre
Antonio Pereira do l.ago, um dos criminosos do c-
lebre processo Villa-Nova do Minho; he o lim de
todos os complicados em processos importantes!
tor decretos de S,'do correnle lorain reformados na
forma da le: o Sr. marccln.1 de campo baro do
lury-Assu; eo Sr.lenente-coronel aggregado a ar-
ma de infamara Antonio Jacinlho da "Costa Freir.
Da Baha nada ha diKuo de menrlo.
Haviam chegado, sabidos desle porto.
A Babia, barca logleta Snowdon carga lastro, e
bncueinglez Itunnymedes carga baralha'o: patacho
Drasiletro hsperanr. carga varios gneros.
Acham-se a carca, na Babia, patachos Fsperanra
e .Hienas, garopeira Ijcraco e luatc Amelia.
l'ela barco porlucoeza Gralitlao coluda ltima-
mente de Lisboa, reeebemoa gazetas porluguezas at
10 do passado, e por ellas livemos lambem noticias
dos outros paizes da Europa posteriores as que rece-
bemos pelo vapor de Soolhampton.
Em Portugal conlinuava a reinar paz esocegn.e as
corles proseguiam recularmenle em seus Irabalhos,
enlretantoos projeelos financeirns do governo eram
mais que nunca combatidos pela imprenta da oppo-
11.. in que os lem analvsado, sean com iuiparcialida-
de, ao menos com discernimento esciencia. Varias
represeulaccs lem sido lambem contra elles dirigi-
539
513
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-----------------------------"* f,.MU*., Illirutll, < til III (1I1UII U UlI
vo as urnas respectivas, e sabindo pelas suas a dar
gritos sedicioios.
Eis aqu como urna caria daquclla cidade escrita
< do passado refera ao Sun o comero desse distur-
Hontem domingo lui um dos dias mais terriveis
Escnvao, o sr. Joaquim Francisco de Paula Esle- que se leem passado ncsl, cidade, o qno ene"eo.de
lucio o conslernaeao os seus babilaules.
la a ler elleito o aclo do sorleamento, quando
urna mnllidao de paisanos e nacionaes iuvadirara o
lugar onde se execotava.
" 2tieu* de morra 0",ras ""Prcsscs indecen-
tes, dirigidas a auloridade que presidia ao aclo, suf-
focavam a voz do que proctamava o nome do tor-
teado.
O povo, cada vez mais exigente, pedio por ul-
timo que se relirasse a guarda civil, qoe eslava pre-
sente, e nao sabemos, se por medo, condescendencia
00 rraqoeza, parece que se consentio nisso.
Nao foi uecessario mais, a mullid.o corren as
armas e as despedacou ; oulro lano fizeram com ai
listas, e a municipalidad!, leve que recorrer ao es-
iralagema da fuga, aproveilando-se de urna porta se-
cela.
.1 Em quanto esta scena se passava no local di
cmara, na praea contigua, os nacionaes e paisanos
comecavam a fazer fugo a (ropa, vendo-se esla na
necessidade de carregar sebre os amotinados.
" Entretanto reunase toda a milicia nacioual no
mercado, e formavam.se as barricadas, e apresla-
vam-ie os edificios para detender-se como se fossem
atacados.
>< As b horas da larde ouviam-se por loda a parlo
tiros de fuzilaria, c alguna de arlilharia que lava
poetada na prara de S. Francisco, onde se enconlra-
va o capitao general.
.1 Parece que hoaveram contesiaroea p.rlament.-
rei enlre o dito capil.lo general e algons chefes dos
nacionaes prometiendo aqnelle que mandara eessar
o fogo, e se retirara se assim o lizessem os nacio-
naes.
Concertado assim, levo elTeilo licando morto as
ras um capitao do regiment do re, om sargento e
varios individuos, eontandn-se l!l entre lodos'os que
perecern) no coiidiclo inclusos os da guarda civil.
As 8 lloras da ooite pareca Valencia um pan-
Iheon.
'ni cousequenci. da pouca tropa qoe havia na
cidade a forca de linha nao ficau muilo airosa : o
capitao general, no concedo das pessoas amantes da
ordem, edo prestigio da auloridade, moslrou-se mais
raco e contemporisador do que a nalureza da ag-
gressao exiga.
.( O povo com a milicia licaram senhores da si-
loaclo nao obstante o bando que se poblicou nos
jomaes de hoje.
o O povo continua em grupos a insultar a tropa
da guarnido ; os guardas rivis e ordenauras qoe li-
Logo que ebegoo a S. Petersburgo a noticia da
conciosao da paz, 1 imperador publicou no dia im-
medialo o seguinle manifeslo:
A lucia eiicarneada que ioqnietou a Europa
pelo espaco de tres annos acabou lioalmenle. An-
(es que comerasse o imperador, meo aegoslo pai,
de imperecivel memoria, declaroo solemnemente a
leus neis subditos, e s potencias eslrangeiras, qoe o
nico lun de seus desejos e esforcos linha sido rei-
vindicar os direilos de nossos correligionarios do
Oriente, pondo lermo s persegorOes de que clin
er.m objecto.
n Alheio a toda 1 mira de interesse nao era de es-
perar que as suas justas reclamaron dessem em re-
sultado o Hacen... da goerra ; e oln.ndo elle tal cala-
midade com profundo senlimenio de tristeza, como
chrisiao e como pai dos povos confiados pela provi-
dencia ao seu cuidado, nao cesoo de manifestar
disposirOes em favor da paz. Condado, as negoca-
ees romerada. pouco antes da soa morle, quauto i
condires desla paz, que era ama necessidade para
lodos, licaram sem resultado.
Os governos qne tinhara formado contra nm ma
colligaeo hostil, liaviam proseguido nos seus arma-
mentos, que iam augmentando, comecadaa ja ai ne-
gociasBes. A guerra devia, pois, seguir o seo cario,
e por iiso a continuamos com lirme esperance no
auxilio do Altissimo, e plena confiante no amor de
nossos sobdilos muilo amados, que bem a justifi-
car.im.
Durante ele periodo de penosas provaroes, os
nossos fiis e v alales sidados.b-m como todo o nos-
so povo, sem diatinecao de classe, se mostriram dig-
nes de iao alta voeacao. Em toda a exlmcao do
imperio, desde ai cosas do Ocano Pacifico .t a
mareen, do Bltico e mar Negro, um s pon-amento
um so impulso inspirou a lodos 01 nossos subdito.,
resolvendo-os a nao poopar bens nem sangue, na
defensa da p.nr.
" Os lavradores largando a chai ra, e abando-
nando os campos eropunhavam, com ardor,ai armas,
em prol de nossa arjta cama, emulando era cora-
gem e .ibnec.irao com os nossos experimentados sol-
dados. Novos e brilhantes felosde armii awigna-
laram esla derradeira lucia com as potencias adver-
sarias.
O nimigo foi repellido das costal da Siberia-, e
das do mar Branco.bem como das morathai de Swe-
aborg. A memoria da heroica defensa, pelo es-
pato de 11 ineze.. das forlilicaciies da parte do 10I
de Sebastopol, levaniadas vista, e debaixo do fogo
dos asaltadores ha dc cx>uservar-se al a mais re-
mola posleridade.
11 Na Asia, depois das gloriosas v dorias das duas
precedentes campanhas, foi Kan obrgada a Tender-
se com a ma numerosa c cilo da Analolia ; e a flor das tropas turcas, qae M
em auxilio desta iraca, foi obrgada a retirarse.
Todava, 01 impenelraveis e salotares arcanos
da Providencia, preparavam um faci conforme coto
01 deiejoi de nosso aognslo e querido pai, com os
nossos, a com os de loda a Kossia, sali.fazendo aos
lin. da guerra. A futura sorte, eo direito da (lodos
os cbrislaos do Levante, eslo hoje .dlianrados. O
sullao os recouheceo so'emnemenle e em virtoiie
desle aclo dejnslica, vai o imperio oltomano tigurir
Da linha dos estados europeoi.
11 lisios Os vossos esforcos eiacrificios nao fo-
ram baldados! Conseguio-se om grande lim, aiuda
que por rffeios diversos e imorevistoi; e podemes
agora, com a eonsciencia tranquilla,por lermo a laes
esforcos e sacrifieios.reslitulndo a nossa chara palr ia
os iuapreciaveis beneficios da paz-
" Pifa abreviar esle.iaclo, e e'tur para o fulor
que se nos allnbua o pansamenlo de miras Jambicic-
sas, ou planos de conquistas, concordamos r. adop-
raodecertosmcios, que h.lo de evilar a colllsao dib
nossas embarcares de guerra com as da Turqua,;
110 mar Negro ; e bem Mata concordamos 00 esta-*
belecimento de orna nova linha de demareacao, n,a
parle meridional da Beisarabia, maia prxima ajo
Danobio. 7
Eslas concessOes nao lem gravidade, 'comparalV-
vanienle com os eucargos de urna goerra prolongada.,
e cora os bena que nos augura o socego do imperiio,
cu|os destinos Dos nos conliou. Oxal que, com Vb
nossos esorgos, e os dos nossos liis subditos, eorin-
pleumeiitc .e oblenham eslas vanlageni; qoe au-
xiliados do lodo Poderoso, qoe sempre protege u a
Kussta, se consolide e aperfeiroe a inlerna orgariisa-
rao desle imperio ; que Oeos nosjalgoe com eiui-
dade e clemencia ; que se propague a tendencir, pi-
ri a civilisirao, e para ludas ,as comas uteis alinda
com mais forra ; e que todos gozem em paz o fioclo
do seu trabalho. 10b a egide de leis igualmente jui-
las e lutelares
Sao csies,(iiialmenle,os maiores e mais charo? de
nossos desejos, e qoeira a luz salalar da f, allu-
miando os eipirilos, e forlalecendo os caraces, can-
servar e depurar cada vez mais a moral publica, 000
he o mais birle penhor da ordem 'e felicidade !
Dado em Sao Petersburgo, aos 19 de marco *e
ituo, e segundo anno do nosso reinado. Alextu.-
dre. o
Quanto as disposc.es do tratado, oioguem as cf
nhece ainda exactamente.
t O Time* as informacea que publica ceita
aos Irabalhos do congresso, aflirma que as pecas ja
assicnada pelos plenipotenciarios sao em numero de
cinco, a lber : o tratado ou instrumento de paz,
um artigo addiccional relativo aevacuacSo do territo-
rio russo, urna convciirao para os eslr'eilos.
Os tres documentos i3o assgnados por todos membros da conferencia ; duas anoexas, a primein*
das quaes dira respeilo as iibas d'Alaod, assigoa-
da pela Russia, luelaterra e Franca : a secunda es-
tabelecena a polica martima do Euxioo, .cuelo
somente assignada pela Turqua c pela Russia.
Assegura-se que as ralific.c6es do tratado e das
pecas que lhe dizem respeilo, serao publicadas
em Pars quando todas houverem chegado ao minis-
terio doi negocios eslraogeiros, visto que estas rali-
hcacues sao actos solidarios, nenhum dos quaes lem
valor senao vem acompaohado de todoi 01 outros.
Os plenipotenciarios reunir-.e-bao em seguida
n'uma sessao solemne para verGcarem a troca ; no
da immediat! realsacao desl. formalidade, o Afo-
ifeiir fira conhecer oQiciilmenle os (ermoi do aclo
qoe reslabelece a paz. n .
De|K)ida couclusao do tratado da paz, o congres-
so de Pars oceupou -e da sorte dos principados Da-
nabianos. A Austria moslrara muila repugoaucia
em evacalos e al ja India eocarregado a varios
eugenhetros de levantarem a planto dos mesmos.mas
por lim cre-ie qae ceder.. Kesta agora tratar da
sorle da Italia.
O memorial apresenlado ueste sentido ao congres-
so pelo conde de Cavour, plenipotoncio do Piemon-
le, reclama a separarlo poltica dos poder secular
o espiritual no governo romano ; o reconhecimente
da unidade nacional da Italia, a retirada das tropas
eslrangeiras ; a umao de alfandesas entre o Pieroon-
le e a l.ombardia, finalmente melhoramentos male-
riaes, iusutuici.es mais liberaca oa Italia austraca,
assim como mais indulgencia em facilitar as relacues
da mesma com o Piemoole.
A imprensa ingleza apoia esle memorial, ntre-
la ni" a francez.i reprova-o quasi unnimemente.
bis o que a esle respeilo se le no Journal de' De-
val :
A imprensa inghjza (orna a oceupar-se dos ne-
gocios da llaha com urna icsitiencia que nao pod.
deuar de ler algum rondamenlo. Nos mesmoi mo
podem. fallar acerca desta questflo, senao com orna
extrema reserva, e em todos os casos abster-oos-hia-
raos de ser lao allirmalvos como he boje o Tunes.
) jornal inglez falla de dilTerentes projecloi
..a u..,.,vu, us guanina rivis e ordenauras que 11-1 O jornal inclez falla de dilTerenles orejelos
nham saludo as ras ioram insultados, havendi.-sc acerca doaquaesa conferencia de Pari^, temidlehbe-
it,derr5e.0sde ""'"^ ^'^ Pa" ^ilar r.do. e segundo os quae, nao su a Yam ncIo ec-
toS! U?: l. cl9,!a1s"ca sr,a wOI., fm Roma por nina ad-
daa "no tulare ZZZSSZ". """ m"m[r^ f"1"- mo lambem as lecaroe, m-
K33&^mm^!^: "m "'p'',r?das du ''"orio romano e colloc.da
i.is aqu .iSora como elle acabou : sol) urna idininistraeao seculir
.. 1 oslo i. geueral \ illalonca a' testa dc nma co- .1 Nao podemos deixar de considerar esle' boatos
iiinna composla de peras dr. arlilharia, 200 rulan- .como exagerados ao ultimo no o
nez.r doV S e'"r0U V*" ''C S" "* llc'' Possivel que a, poeniiis, cuja, iropa,
apezar do fogo que os revoltosos romperam contra oceupam diversos Estados Italianos il"uem couve-
ou 'o'-r0S oUn"; "i" C"! '"" ?",'"ara leV "ie'.,,e deli,,'rar erra da da", o SH rans
h - ProloD=aila "a occup.rao que at mesmo creiam
Uonas CaUSa,"" 'r",C damUU ,S I dirci, dc ",ar i'-nuncia diplomtica para
' DePo,s de .res horas de cmbale, os insurgen- 1 fSSt,^3^3 TeaZo --U, "dnC
_ narc, e qui* ale .it.icir.'in vanos pnstur* nulilarc-t, mos. laes nroiorin^ ..^ j ,1 ,nt
" Cm TSr d',pCr5,10- so,,or!"li, d estados que nem mesmo eslVo repre-
lodcsosedihcios por elles ocrupados lornaram isenlados na conferencia ; e quauto as mudawasdo
1- a calnr era poder da tropa, e esla consecuio caplu- j pessoal administrativo de que c falla, se os jlgim
s com as armas na inao. Nao ac um execocan simples e .fcil, he justamente ao
Ib e^.ii 11... r,..sit p.rH.ifii, r- niie IIOS nern.illi,nm. J. _,. __. ... 1. >l_
*
I
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/.
If,
.

\
---------., (1.irii iCnlll, 0 ^eguiuie
...... ....v^,. o a paz effeclivamente prometi muilo OOrien-
..ii 1 a 52 d.omin8' a ordem e airan-, le inleirosc abre as aoa. pacificas conquislai.
quilhdade material haviam se restablecido em lo- Chegam desse paiz as maii consoUdorai noli-
I .rr.m l. .1., .__________w_ 1_______ _-.lilc aa lila
,.,.!- = .., um pjiZ as mai5 conson.uura ..-
1 cas. Corrcm boatos a qoe nao damos credilo e qoe
MUTIUSI7T
ILEGIVEL


s
nao repelimos; aeoniolhamos e pedimos porem a to-
dot amigos da isrcja para que aiiida mais fevoro-
samenle dirijam a Dos as suas oraoei. A guerra
do Oriente lera sido o lempo das maravilhas...
Pessam-sa la grandes acontecimenlos ; oremos
e esperemos.
Mr. John l.emoinuo n<- revista poltica do Jour-
nal des Debis, fallando a respeilo dosdireltos con-
cedidos aos chrlstiot pelo ultimo decreto do tuliao,
e em resposta a um jornal ultramontano, diz o se-
gninte :
a Lea-se o edicto do sull.io. Diz que de ora
avante oenhans embarazos se opporio a reparar, 3u
doi edificios consagrados ao culto, das escolas dos
hospilaee, e dos cemiterios ; que para construccilo
de botos se devera requerer urna autoritario d-
mlnialraliva ; que as manifestaces exteriores dos
dille rente- cultos serao livret ;'finalmente, o men-
cionado edicto conim o segointe artigo :
e Visto que todos os cultus lAoe serao livremeu-
le pralieadoa nos estados ottomauos, nenhum sub-
dito domen imperio ser estorvado no esercieio.la
religiao que professor, e nao ser.i por modo alguin
molestado por e obrigado a mudar a religiao.
He tata o principio nao so de liberdade, mas
tamben] de igaaldade das religies que nos parece
ler sido consagrado pela ultima guerra, e pelo (ra-
udo qae Ihe pe termo.
'A igualdade dos cultos reina noOriente; pelo me-
nos est escriplo no que pode chamar-se a nova eons
litoico turca. Islo da parte dos iofieis, ou mesnio
de herejes, nSo he exemplo para desprezar. He
Tardada que lalvez uos respondam que he justamen-
te porque sao infiel, a bereges, que os turcossAo to-
lerantes ; argumento sempre irrespondivel.
Mr.JohnLemoinne discorrendo acerca das socie-
dades bblicas da Inglaterra, que ja abrram subs-
cripees para a cooslraccao de urna igreja protestan-
la em Constantinopla, diz que os jornaes catholicos
recorren* a governo para que lome a iniciativa
u urna igual reolucao.
Era vea de fallar (anlo na piedade nacional,
porque Ihe nao proporcionaes ocesio para que ella
manifest por si propria!
" **.% John Ltmoinne. E em vez de atacar
sociedades biblicas, porque nao segus o sen e-
xemplo Sempre o goverua, sempre o estado I Nao
podemos dar um passo seui nos apo.irroos no estado;
boje pe.linios-lhe que edifique por nos : amauhaa
pedir-lhe-hemos que reze por nos ; o acabaremos
por Ihe pedir que se encarregue da nossa salva-
rlo.
A grande revista naval da esquadra ingina est
definitivamente marcada para o din 1" desle mez,
em Spithead. Calcula-se que i.s navios que ligu-
ram nesta revista, oceuparo um espac de mullas
multas.
Segundo dizem de Paris a Independencia Belga, o
imperador Napoleao daria no dia 12 um banquete
a lodos os plenipotenciarios, e que o eoverno fr.in-
eez lencioua fazer urna rednejao de 200 mil homens
oexerclln. Por nutro lado diz-se que a inlencao
* francez he manter o exercilo na forja da
200 mil homens.
O governo inglez soflrera ullimamcnle nm peque-
o revez na cmara dos communs.
Fora, proposlo nm projecto de lei prohibindo o
abiletamciitn dos militares na Escossia cm casas par-
ticulares, nao s como velatorio para os cidadaos se-
3o lambem como pernicioso para a disciplina. -O
governo oppoz-se a este projecto allegando diversas
razos, mas oo obstante isso, a cmara adoplou-o.
De Copenhague communieam em data de !) do
passado que o gabinete inglez regeilara a proposla
que Ihe lizera a Dinamarca acerca do direilo de pas-
tagem do Sum, mas que declara que eslava promp-
lo para examinar as novas propostai que Ihe fossera
apresentadas.
O lypho fazia grandes estragos as tropas adiadas
acampadas na Crimea. Ha mesmo quem assevere
que nio he o typho, porem a peste levantina que
entre ellas se desenvolver ; todava a mortalidade
ja esa menor do que dantes.
Noticias de Pars annuiiriam que o congresso ce-
lebrara a paz com um banquete ao qual assistira o
imperador.
S. M. disse nelleque a Onilo felizmente eslabele-
cda entre os soberanos sera' forte, se de-cancar sem-
pre noa direilos e inleresses do povo.
DIARIO DE EPRIBCUO StGUNDI F[IM 26 DE MAlQH 1856
\
ALFANREC-A.
Reudimentododia I a 23 .
dem do dia 24......
3374401796
>:.22j880
362:9691606
Dtsearregam hoje 26 ie maio.
lera fraucezaOliiidamerendonas.
Brigue inglezII 'as. I.dwarddem.
Barca hrasileiraAmtzaiefarinha e pipas vasias.
Harca portugueza.Yalid'uceblas e pipas aba-
tidas.
Brigue porluguez/ io/uiiffdiversos gneros.
Brigue brasileiroFirmadiversos seero.
Brigue bamburgurz.ama Ceiiltaqueijos e phos-
phoros.
CONSULADO GBRAL.
Rendimentodo da I i23..... 39:166*733
dem do dia 21....... ti8;74:l
3!>:8lH7.">
DIVERSAS PROVINCIAS."
lien.lmenlo dn dia I a 23..... 19.V)3009
dem do dia 2i........ 159038
1:9659047
>m-re^ ponencia.
Sr*. redactores.Em resposta o que dizum
auesabeda rerdade,aulorae umcoiumunicado pu-
blicado em seu Diario de hoje, e para csclarecimen-
lo de algumas pessoas. ragn que se dignem de publi-
car em seu jornal o ollicio que remello.
Sou, Srs. redactores, com toda a considerado e es-
lima etc.
Dr. Joa'juim d'/tqninn Fonceai.
Illin. Sr.Em resposta ao oflico que V. S. se dig-
nou dmgir-me em data de 16 do prximo passado,
solicitando de mlm os papis recebidos para exami-
ua-los ahm deinterporo meu parecer suhre o re-a-
lamento do cemilerio publico, na qualidadede mm-
bro da commissao encarregada de sua reforma, com-
pre-me dizer 1 V. S. que ha tres mezes cnlrei.ii
I ao administrador- do dito cemilerio Manuel I.uiz ViT
1 ret, e a instancia* 4n Exal, presidenta da ,.iovi
eia lodos os ref'ridoi papis, motivo porque deixo Oe
devolve-los a V. S.
Assim respoudendo ao citado oflico de V. S. res-
Ma-me somente o pezar de que a resolur.no tomada
vjela presidencia de reformar por si aquella regula-
mcnlo, prescindindo do juizo da commissao, ja me
nao podesse poupar o tempe que despender com o
esluifo e exame necesarios para salisfazer o Irahalho
ao roela cargo, como um dos membros da mesma
eommiislu, a que V. S. lAo dignamente pertence.
Dos guan.'e a V. S. Recife 20 de jolito de 18-">i.
Illm. Sr. Di* Joaqum de Aquino I-onceo.o
membroda Couamissio Leonardo intimes Meira
llenriqucs.
Illm. e Eim. Sr.lista cmara mo satisfara seui
deveres seno levasse .?o conhecimento de V. Exc. os
importantes servidos prestados nesta cidade pelo a-
rademico de medicina, i'j'efonso Accanin, agradecen-
do ao mesmo lempo a V. Exc. em nome de seus mu
nicipes boa escolha Jesse mojo.
Ouando foinos horrivelmenle accommellidos por
asse terrivcl Oasello, m nos lem cnberto de lulo
de ddr, a popularan di?sta cidade, capitaneada por
alguna cidadAes prestantes e intrpidos, recebeu-o
eom resigoscAo ecoracei!a : logo que constava ter si-
do alguem accommellidot corna-sc aquella parasem
a preslar-se os soccorro-j, de que se dispunha, pri-
mando uesse louvavel e caridoso erapenho o cidadAo
Manoel Gonjalves de Albuqoerquc e Silva : mas
Exm. senhpr, nao haven< epidemia c nao Inven l > um director intelligente,
pouen ou muito pouco rebultado colbia-sede nossos
esforcos ; entretanto o nial nao adiando resistencia
da parte da medicina, rec"udeceu de furia, mullipli-
caram-se as victimas, ndoe'ceram algons d aquel les ci-
dadlos, qne mais se esforc.avam cm nnimar, encora-
jar, e soccorrr o pvo afililo e consternado, quasi
ledos os negociantes nessa o^casio fecharan) seus es-
tabelecimealos, por lerem nlorrido uns. e acharem-
se doentes onlros; nnalinenite o desanimo era ge-
ril : foi pois nomei.i deasa conjuntura, fo nessa e-
poea de horror, que a Divina iVovidencia se compa-
decen doa habitantes desta cirjade habilitando V.
Exc. com os meios de a soccorreT em hora t.lo so-
lemne |e aperlada, e aqui appareceu o esludante do
4.' anno, Ildelonto Ascanio coma fia de piz,
mensageiro de esperanzas, e de soccflrro, e de feito
esse mojo, que parece ter sido talhadi? para a hon-
rosa profissao, a que ae dedieoo, tem prestado servi-
de um genio activo a toda prova, de conhecimentos
nao s Ihenrcos, como pralicos do trtamelo do cho-
lera, de milita eoragem, docilidade para cc>m os do-
enlea, fez com ua chesada, reuwart, er o aimoTc o
alent, e nao se pode nerjfar, que fer aqu curas im-
portantes, tendo r, a lamenlai-.se sor elle s e nao
(Oder estar e r,sir com mais frequencia a todos
doentes; o qne nao era possivel, atiento o granda
namero dos aneciados do mal : muito pois merece
do governo esse moco.
Cnmprf tambem dir.er a V. Exc. qne a epidemia
dentro da cidade tem diminuido sensivelmente,
posto qu ainda dAo-sa alguns casos de morte, e v3o
recahiF.lo onlros uos arrebaldes porem grassa com
mais Hitensidade ; por isso esta cmara pede a V.
Exc. t conservadlo do acadmico Ascanio em quan-
tn d'jrjr nesta cidade, e seus suburbio* a lerrivel c-
pidemia. Esta cmara tambem entendeu levar ao
eonhecimepto de V. Exc. os relevantes servicos,
prestados pelo alferes Francisco Antonio.....ex
delegado.deste termo. Est distinelo militar, Exm.
Sr., pprtou-se nesla cidade como um homem ver-
daderamente christao e cumpridor de seus deveres ;
elle partilhou comunico de noss dias de amargu-
ra, e i elle em grande parte levemos nao terem li-
rado cadveres insepultos ; >ndo pessoalmente em
distancia de legua mandar conduzir para o cemile-
rio desta cidade nm cadver, que aili eslava inse-
pulto ha dens diai.
Dos guarde a V. Exc. Paco da cmara muni-
cipal da cidade de Mamanguape II de zhril de
1856.Illm e Exm. Sr. Dr. Antonio da Costa Pinto
Silva, dignissimo presidente da provincia da Para-
hiba do Norte.Padre Antonio llaptisla Espinla,
vice-presidenteFrancisco llrnno .1 arome Be/.erra
Francisco Flix do Val Peixoto Aggeode Santa
m "a ^'ori"" 'oao Cavalcanli de Alouquorque
Mello.Vicente Ferreira Serrano.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PECA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
31 DE MAIO DE 1856.
PortoGalera porlogueza Flor do l'orlon, I.uiz
-Antonio Vieira, 150 saceos assocar branca.
PortoBrisue porlusuez S. Manoel In, Manoel
da Silva Tarroso, 3(1 acens assucar brancu.
LiverpoolRrigue inglez ni. Thuriel, James Cra-
bire; ^ Companhia, 71X1 saceos assucar masca-
vado.
Lisboa liri.'ue porlognaz o Relmpago", Manoel
Francisco da Silva Azevedo, 21 harris com mel.
PortoKrigne portusuez S. Manoel I, Miguel Jo-
so Barboza liuimaraes, I barril com agurdente.
lili i deS. Miguel(alera portugueza "Flor do Por-
to, Joan de Azevedo Pereira, 850 varas de imlie-
riba.
Exoortacao'.
Marselha, brigue francez tcEnies!, de 294 tonela-
das, rouduzo o seguinle s2.OJ0 saceos com 10,080
arrobas de assucar.
Falmouth, brigoe inglez eCarnline Schenk, de
.,0i,e,l;d. olnduzio o seguale :3,490 saceos
com 1 / ,io0 arrobas de assucar.
Babia, sumaca brasileira nllortencia, de 94 lone-
ladas, conduzio o seguinle :78 valumes gneros es-
Irangeiros, ,i00 meios de sola, 250 saccas millio, 78
ditas fejao, 100 ditas arroz, l(H caixas aablo, 5tN>
pellos de cabra, 92 cascos azeite de carrapalo, JO
saceos cera de carnauba, 26 caixas velas de dita, 15
barris espirito, 193 barrilinhos doce de calda.
Canal, brigue inglez (Canilla, de 268 toneladas,
conduio o seguint : 3,900 saceos com 19,500 ar-
robas de assocar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlododial a 23..... 34:146*661
dem do dia 24....... 6361744
3447839*03
TRACA DO RECIFE 2i DE MAIO DE 1856,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Amate semanal.
Cambios -"- Os saques sobre Londres foram
negociados a 27 1|4d. por 15000.
Algodao Entraram 163 saccas, e os presos
replana de 69100 a 63300 por
arroba.
Assucar- As entradas subiram a 11,600 sac-
eos. Os mascavado* superiores
vender m-se de 39750 a 2sH50, os
da America de 25550 a 2JI650, e os
do Canal de 39400 a 39430 por ar-
roba, sendo este o mais procurado.
Os brancossuperioreseonservaram-
se de :oS00 a 43200 por arroba, e
os baixus ni: ora ni urna diminu-
cao de 200 rs, por arroba. O.de-
psito he pequeo.
Couros ----------V'enderamse a 1!H) rs. por libra
dos seceos salgados.
Agurdenle------dem de 750 a 803 por pipa.
Arroz ----- O pilado a vapor retalhou-se de
'o a t9300 por arroba.
Azeile-doce Nao ha Jo Mediterrneo, eode
Portugal regulou de 2o a 25IOO
por galao.
T'ivemos urr carregamento com
19200 barricas entradas hoje, o
qual foi veudido a preni circuito.
Relalhou-se de II3JOO a 12o por
barrica, e ha em ser 5,000 bar-
ricas.
Btalas *Jjp ha.
Barricas---------As vazi.u levantadas venderam-se
de la a I93OO cada urna.
Carne secca------l'ivemos dous carrei;amentos, um
do Rio da Prala e oolro do Rio
tirande: aquelle anda nao abri
preco; e a do Rio (randa vendeu-
f de ..^00(1 a 59XU0 por arroba.
Temos eui ser 1(I,(NNI .1 :!
urna daa uas qualidades mencio-
nadas.
Cervcja- Veudeu-se de So^OO a 49300 adu-
zia de garrafas.
Erva doce-------dem de 9 a 9B300 por arroba.
ranuhade Irigo- Relalhou-sc a de Philadelphia a
26/, de (ienova de 239 a 359, a
Fontana SSSF a 339, e a de Tries,
te primeira qualidade a 329: B>
caram hoje em ser 800 barricas da
primeira, 4tO da segunda. 300 da
tnreeira e 1,000 da quarta: o con-
sumo foi pequeo.
Jila da raaudioca-l'ouco procurada.
tieuebra---------A de UoRanda vendeu-se de iOO
.a.J4i '* botija.
Manleiga--------- Tendo chegado porrao de Franca,
os precos baixaiam, vendendo-se
de 180 a 530 rs. por libra.
Queijos Vcnderam-se de 19530 a 19530
cada nm'dos flamencos.
loucinho O de Santos obleve de o a 59300
por arroba, e o de Lisboa de '.13500
a 10o por dita.
Vinagre.....Regulou de 1553 a 1600 por pipa
de Portugal.
Vinhos ----- Os tintos de Lisboa tem-se vendi-
do de 1 i "1.- a 3503 por pipa, o da
Figueira de 2S0f a SoOJi e o bran-
eii marea J. de Brito de 3409 a
3139 rs. por pipa.
Descont Os rebales regularan! de 10 a 12
por eenio ao anno.
Fretcs ----- Nada se fez.
Tocar.un no porto durante a semana 3 vapores. 1
corveta de guerra frauceza, 2 navios com azeite de
peixe e 2 com carregamento de outras provincias,
que seguiram para portos eslrangeiros.
Entraram : 2 com carne secca, 5 com outros g-
neros das provincias do imperio, I com bacalho, 2
com gneros e fazendas da Europa e 2 em lastro.
Sahiram : 3 em lastro, 7 com carregamento para
portos eslrangeiros, 5 decabotagem e 1 com parle da
ra 0..1 que Irouxe.
I'icaram fundeadas .50 embarcares ; a saber : 1
americanas, 25 brasileiras, 2dinamarquezas, 2 fran-
cezas, 1 hespanhola, 9 iuglezas, 8 porluguezas e I
sueca.
Havre c porlos intermediosVapor francez I.yon-
nais, commandanle Jeanne. Passageiros desla
provincia, Jos Mara Mendonc.a de Castro, Br.11
Diogo de Souza, I heodoro Becher, Adolpho Baur-
geois c 3 luaos.
&Wtc*.
Bacalh.10 -J-
&#mmttti0.
-- CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por lo
a Paris, 355 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
o Rio de Janeiro, ao par.
Acc6es do Banco, 35 0|0 de premio.
Acc.oes da companhia de Beberibe.
Actes da companhia Pernambucana
JJt'l'dade Poblica, M) por cen
c Indemnisadora.sem vendas
D:seonto de lellras, de 10 a 12 por 0|.
Ouro.One-ss hespanhulas. .' .
Hoedas de 69U1O velha i .
63WO novas .
49OOO. .
Prala.Pataces brasileiros. \
Pesos columnurics. .
mexicanos. '.
.549000
ao par.
lo da premio.
0
289 a 289.500
. KiolKKl
. I63OOO
. 9>000
. 230OO
. 29OOO
. 13860
0 cidadai. Manoel l'erreira Aceto, jnit de naa do
-,. auno desta rregnezia de S. Jos do Recifee.n
virludc da le etc.
lato saber aos que a presente caria virem
cm como o leiienle-coronel Coriolano Vall-
lo da Nlveira mefe, a pelirao.lo theo seguinle.Diz
o leen e-coronel Coriolano Vellozo daSilvoira na
qua idade da cesionario de logo Bapti-ta Fragoso,
e este de Jos Joaqu.m Anlnnes, que o supplicante
he credor por l.jpoiheca publica celebrada em 23
de de/embro de 18(11 os livros de olas, em que
ea*re*eu o finado tabellio interino das hvpolhecas
ranciscode Salles Altea Crrela, do casal da finada
D. 1 nbelu.a Rosa Pessoa de Siqueira Cavalcanli
f"'.u-r;',!r.,sf,,de ltoCawleanU pela qua..-
'.' la'h i?K"'1'-' l'"Pl.c juros conladoi al
(. de abril do crreme anno, aleiu dos juros de an-
uo decorridos, e que decorrerem al real embol-
so do sup,,|,canle, e como a referida hypotheca es-
toja vencida desde maio de 1847, e nio MU ateo
presente, daudn-se alem disto a circumstencia do
fallec.menlo de um dos devedores hipotecantes,
quer por ludo issn o supplicante fazer citar para
a primeira do paito, pena de revelia do. Inpolecan-
e cabera de casal,I.uiz l-rancisco de Mello Cavalcan-
li aura de pelos meios conciliatorios convir no pa-
gamento do supplicante pelo bem do ca>al hvpo-
thecado em garanta da divida, e quando nao clie-
Hue, por man tantos quantos sejam necessarios para
0 real embolso Jo supplicante. E como seja ig-
norada a effccliva residencia do supplicado, pelo qne
nao pode ser citado pes.oalmenle, requer V. S.
dgnese da admillir-lhe justificar dita ausencia
e incerteza de residencia e provado quinto baste,
passe-se carta de edictos com o prazo de 30 dias para a
cuaca,, do supplicado romo cima he requerido. Por-
tanto pede ao Illm. Sr. jniz do .lislriclo digne-e
ahm deferirlhe, visto como ludo mais melhormente
sera provado no juizoE R. M. O procurador
Caslello Branco. E mais se nao conlinha em dita
pein.a 1 no qual dei o despacho seeuinte :
Justifique.Freguezia de S. Jos do Recife 20
de maio de 1856.Accioly.
E mais se nao conlinha em dito despacho, em vir-
lude do qual prodnzio o supplicante suas lestciniinhas
enlistadas mesillas dei a seutenra do theor se-
guinle :
Julso justificado o deduiido napelie ao as folhas
2. e manda que se passe carta de editos para por
ella ser citado o justificado com o prazo de 30 das,
pagas pela justificante as conlas. Recife 23 de maio de
I8.it>.Manuel Ferreira Accioly.
E mais se nao conlinha em' dita seolcnca aqui
copiada, por forra da qual o escrivao que est escre-
*01 passou a prsenle carta de editos com o prazo de
30 das,pela qual e seu theor se rhaina.cita e hei por-
citado ao supplicado I.uiz Francisco de Mello Caval-
canlc para todo o fim declarado na pelirao supra
transcripta, afim deque compareca por si 011 por seu
procurador na primeira audiencia dcile juizo de-
pois de lindo o dito praso, alim deve conciliar a res-
peilo todo na forma da mesm 1 pelillo. Pelo que
toda e qualqucr pessoa, prenles ou omisos do justi-
ficado ausente o podero fazer socale do que a ci-
ma Rea expendido. E o porteiro do juizo ahilar
e publicara a presente nos lugares .do eoslumc e se-
r publicado pela imprecisa.
Dado e passado ne>la freguezia de S. Jos do Re-
cife m 21 de maio de 1856.Eu Jos C.oncalves
de S escriv.lo o escrevi.
Manoel Ferreira Accioly.
fccdaractkJ.
RIO DE JANEIRO 17 DE MAIO.
As (ransaeces em cambio hoje foram de cerca de
20,000 &, sobre Londres, sendo qqasi ludo feitu ,1
27 1|2d. a 90 dias.
. CAMBIOS.
Londres 27 3|8 a 60 e 90 dias.
Paris 350 a 352 ris a 90 dias.
Lisboa 97 a 90 Oto nominal.
Hamhuro 658 a 00 dias.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
METAES. Onceas da patria. 2rQrUNi
hespauholas 399000
Peca de 694OO velhae. ItioOtH)
Moedas de 4-3.....93000
i> Soberanos.......89900 98000
Pesos hespauhncs 13920 29000
da palria .... I39OO 1o920
" Palaces.......1-3920 a 10960
Apolieesdee ,,..........1031|2 a I06:;.
"> provinciaes........ 102 a 103 j.
(Jornal do 'ommerHo do Rio.)
SRoDimeisto i>o porto.
CONSELllt) ADMINIaTRATIV.
(i conselho admiuislralivo tem de comprar o se-
guinle :
Para diversos balalhOes.
llantas de la, 940 ; hollanda de forro, covados
2,000.
i.- balalhao de arlilhaha a p.
Urim branco liso para calcas, varas 968 ; algodao-
zinho para camisa, varas 968 ; panno prelo para
polainas, covados 9(i ; hollando para forro, covados
18 ; sapalos, pares 527 ; 'grvalas 13 ; manas de
laa 17 ;, esleirs 426 ; botes grandes de osso, gro-
zas2l 1|2 ; ditos pequenos.de dito, ditas 2 ; botOc*
pretos de dito, grozas 27.
2.- bdtalhao.le infanlaria de linha.
Brim branco liso, para cairas, varas 1.203 ; algo-
dao/.iiilio para camisa, varas 1,263 ; panno prelo
para polainas, covados 127 ; hollanda de forro, co-
vados ti ; sapalos 305 ; boloes grandes de osso, gro-
zas 38 1|2 ; dilos pequeiio, grozas 11 1|2; ditos
pretos de dito, grozas 33 1|2 ; esleirs505.
9.a balalhao de infanlaria de linha.
Bonets 106 ; Bravatas 91 ; manas de 13a 20 :
panno verde para sobrecasacas, covados 135 ; auia-
gem. varas 21 ; bnties grandes convexos de metal
bronzeado eom o numero 9, .le metal amarelln, 610;
dilos pequenos dito de diio dilo com o mesmo nu-
mero, de dilo dilo, 405 ; casemira encarnada para
v.sias, covados :l ; eordno de Lia prala para vivos,
varas 1811 ; clcheles pretos, pares 15 ; hollanda pa-
ra forro, covados 231 ; brim branco, liso, para fr-
delas e calcas, varas 1,638 ; akodaozinho para ca-
misas, varas 1,433 ; panno preto para polainas, co-
vados 146 ; sapalos, pares .581 ; esleirs 581 ; ho-
liies srandes do osso para frdelas e calcas, grozas
36 l|3 ; ditos pequenos de dito para dita *e camisas,
grozas 28 ; dilos prctoi de dito para polainas, grozas
Companhia de artfices.
Brim branco, liso, para frdelas e calcas, varas
4o ; algodaoziidio para camisas, varas 255"; panno
prelo para polainas, covados 26 ; hollanda para for-
ro, covados 13 ; sapatos, pares 102 ; esleirs 102 ;
holnes grandes de osso, grozas 10 1(2 ; ditos peque-
os, I grozas, 10 ; boloes pretos de dito, gro-
zas, .. "
Companhia de cavallaria de linha.
Brim branco, liso, para calcas, varas, 150 ; alao-
daoznho para camisas, .varas, 150 ; esleirs, M) ;
holots grandes de osso, grozas, 4 ; dilos pequenos
de osso, grozas, 2 ; panno azul para poncho, covi-
dos, >1 ; bot.ies pequenos de metal amarello, 36 ;
baeta para forro, covados, 51 ; clcheles grandes pa-
ra poncho, pares, 9.
Meio balalhao de catadores do Cear.
Bonetes 192 ; panno azul para sobrecasacas e cal-
cas, covados 61o ; entogan, varas 12 ; boties de
metal grandes com leltra C. 1176 ; dilos de dito pe-
quenos com leltra C. 810 ; casemira verde para vi-
vos, covados 11 ; dita amarella para dilos de dilo l;
clcheles, pares 81 ; hollanda. covados 313 ; oleado
para dcbruin de dilo dilo 1 ; brim para frdelas e
calcas, varas 1008 ; algodaozmho para carnizas ditas
533 ; panno prelo para polaina, eovados 11 ; boloes
grandes de osso.grozas 22'. ; ditos pequeos de dito
ditas 20 ; ditos pretos de dito, ditas 12'..
Provimenlos de armazeiK."
Ollicinas de 1.a a 2.a asse.
Arcos de ferro d 2'. pollegadas, arrobas 10; di-
tos da ditos de 11, dita, ditas 10 ; costado de pi de
oleo b.
3." classe.
Ierro sueco quadrado de I pollegada de grossu-
ra. quiutacs 2 ; tornos para bancadas de 40 libras
cada um i ; ferro inglez em barra de I 3(8 pollega-
das, quinlaes 20 ; dito sueco quadrado de 3 ditas de
grossura, dilos 2 ; dito dito de 1 dita de grossura,
ditas 2.
I.a classe.
I'olha de (landres, caixas marca urna cruz 3 ; len-
coes do Jalao de II a libras cada um 10 ; rame de
dito muilo grosso para ganchos arrobas 3 ; lences
de cobre de 5 a 6 libras cada um 27.
3." classe.
Sola curtida superior, meios 300.
FornecimeiMo de luzes s estaces militares.
Azeite de carrapalo, caadas .500 ; lio de algodao,
libras 12.
Quem quizer vender 'esles objectosaprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretaria do con-
selho as tu horas do dia 26 do crranle me/..
becrataria do couselho administrativo para forne-
cimento do arsenal de guerra 19 de maio de 1856.
lenlo Jos l.amenha Lina, coronel presidenle.
Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
Navios entrados no dia 2.
Talcahuno51 diai, galera americana ..Lexinglnu,
de 400 toneladas, capitao Brock, equipagem 27,
carga azeite de peixe ; ao capitao. Veio refres-
car c seguio para Massachussets.
S. Malheus12 dias, garopeira brasileira i.S. Jo3on,
de 38 toneladas, mestre Amhrozio Antonio Proco
po, equipagem 7, carga farinha de mandioca ; a
ordem.
Terra Nova (S. Jnao!39 dias, brigue inglez oMe-
lina, de 150 toneladas, capitao Robert F. Thomaz,
equipagem 10, carca 2,215 barricas com bacalho;
a Me. Calmonl & Companhia.
Sartas sotados no mesmo dia.
CanalBrigue inglez ..Camilla)., capto John Dig-
nen, carga assucar.
Rio Grande do SnlBrigue brasileiro cMaOran, ca-
tao Jos Joaqum Dias dos Prazercs, carga as-
car.
demBarca brasileira ..Saudade, capitao Manoel
Jos de Sanl'Aiina. carga assucar.
BabiaBrigue escuna de guerra inglez Spy, com-
mandanle l.uckrafl.
New-BedfordGalera americana Saraloga, com a
ine-in.i carga que trouxe. Seguio do lameirao.
xavios entrados no dia 25.
Rio de Janeiro e Baha7 dias, vapor francez ..Lv-
onn.iis-, commandanle Jos Jeanne. Passageiros
para esta provincia, I.uiz Alfonso l.ebellot, Igna-
cio Gonralves Lima, Pedro Baptisla Mnreira,
Francisco Jos Cantoso t i ti i niara es, Thom da Cos-
ta Paasos.
Parahiba3 dias, hiato brasileiro Flor do Brasil,
de 28 toneladas, meslre Jn.lo Francisco Marlins,
equipagem 4, carga loros de mangue; a Vicente
Ferreira da Costa. Passageire, Manoel Alves dos
Pasaos.
Vacio tahidos no mesmo dia.
Colingoiballiate brasileiro nSergipano, meslre
Henrique Jos Vieira da Silva, "carga carvao de
pedra.
MarselhaBrigoe francez Ernesto, capitao J. U.
MouIod, carga assncar.'
!>
swfctssfis-
COSTIRAS 1)0 ARSENAL. 3
S> Da ordem do Illm. Sr. leiiente-corcnel (
9 director deste arsenal se faz publico, que no $>
<* da 27 do correnle, as 11 horas do dia, se pa- nj)
gam no mesmo arsenal os bilhetes segoinles, %
de corleaos de ns. 36 c 37, e defeilios, os de tj
ns. 73. 75, 76, 78, 80. 139, 170,221. 2.6, f
219, 254, 269, 272, de 280 a 282, 286, 290,
301, 313, de 315 a 317, de 319 a 321. de :)2"i 2
a 327, de 935 a 337, 339, de 312 a 311, 317, 99
349, de 350 a 352, 359, 367, 370, de 372 a @
9 371,376, 378. de 380 a 382, 38, 387, 3S8, &>
390, 393 e 39. Z
9 Directora do arsenal de guerra de Per-
O nambuco 21 de maio de 1836.II escriplu- ;3
V rario interino, Antonio Francisco de Sonsa *$
@ Uagalhics Jnior. (t
4>44I4j >f >4f48
Pela subdelegada da Iregueito de S. Jos do
Recife se faz publico, qua foi aprehendido por an-
dar vagando pelas mas dtsla cidade, c acha-sc em
deposito, um enalto ruco com cangalha, e urna car-
ga de carne secca. couros e outros objectos : quem
for sen dono, justificando, Ihes sera enlieguc. Sub-
delegada da freguezia de S. Jos do Recife 21 de
maio de 1886.O subdelegado,
Eduardo Frederico Banks.
wmo$ wi&tmwt*.
Pata o Kio de Janeiro
O veleiro patacho brasileiro oAmazonas pretende
seguir al o dia 28 do correnle, por ter quasi Indo o
sen carregamento a bordo ; para o reslo e escravos a
frele, para os quaes lem excellenles commodos, Ira-
la-se com o seu consignatario Antonio I.uiz de Oli-
veira Azevedo, roa da Cruz n. 1.
PARA O RIO GRANDE DO SUL,
Segu em poucos das o brigue n Argonauta o por
ja se adiar com quasi todo o carregamento prome-
to, para o rstanle : trta-se com Manoel Alves
Guerra, na ra do Trapiche o. 14.
O brigue Argonauta precisa de marjnfieiroe
brasileiros para a sua prxima viagem ao Rio Gran-
de do Sul, quem se adiar habilitado ; dirija-seabordo
do mesmo navio para Iratar com o capitao lleuri-
que Correa Frcilas.
Para o Rio de
Janeiro
Segu com milita brevidade, por ter
parle da carga prompta, o brigue nacio-
nal FIRMA, capitfio Manoel de Frcilas
Vctor : pata o resto, passageiros e
escravos a l'reie, para os quaes tem ex-
cellentes coniinodos. trata-se com os con-
signatarios Novaei&C, na rita do Tra-
piche 11. i, ptimeiro andar.
Maranhao e
Para.
O palliaboli- LINDO
PAQL'KTE, capitao Jos
PinloNunes, segu com
Lbt-evidade aos portos in-
J (lirados, alla-llie um ter-
co do sen carregamento, para o mial
ttatu-secom o consignatario Antonio de
Almcida (ornes, na ra do Trapiche n.
Ki, segundo andar.
"AVISO MARTIMO.
Para o Aracatv o lu.ite a Iuveucivcl o com muila
bcovidade; para carga e passageiros a tratar com
Marlins & Irmao, na roa da Madre de Dos n. 2.
Para Lisboa segu inipreterivelmcntc no dia
! dejunho o brigue porluguez Relmpago de
primeira marcha, anda recebo alguina carga a fre-
le e passageiros, para o que lem aceiados commodos :
quem no mesmo quzer earregar ou ir de passagem
dirija-se aos consignatarios Thomaz de Aquino Fon-
seca (S; Pililo, na ra do Vigario 11. 19 primeiro an-
dar, ou ao capitao do mesmo.
PARA O RIO GRANDE DO SIL.
Segu com brevidade por ler parte da carga enqa-
pida o brigue i.Conceicilo, capitao Joaqnim Fer-
reira dos Santos; para o restante Irata-se com Ma-
noel Alves Guerra, na ra do Tapiche n. II.
Companhia brasileira de
paquetes, a vapor.
Macelo, Babiaie Rio de Janeiro: agencia" na ru
I rapiche n. 10, segundo andar.
Keai companhia de paque-
tes ingleses a vapor.
Espera-se da
Europa no da
* ale ai d0
correnle mez
um dos vapo-
res desla com-
panhia, o qual
depois da de-
mora do coslu-
me seguir para os porlos do sul: para passageiros
ele. Irala-se com os agrilles Adamsou llovrie & C,
ra do 'trapiche n. 12.
cUoc.
AGENCIA DE LEI LOES.
Na ra da Madre de Dos n. :12, de Vieira da
Silva.
No dia lerc,a-fera, 27 do correnle, as 1(1 horas da
manhaa, serao arrematados muitos e diversos arligos
de uso e commo.lo, haverao moitos hons pianos e
l) >ns charutos, o muitos de mohilia, o .|ue ludo esta-
ra patente e sera vendido a coulonlo los Ircguezes.
O agente Itorja fara Icito e.m seu armazem na
rna do Collegio 11. 15, de tres ptimas mobilias de
jacaraudi, > ricos pianos novos de armario, 3 ditos
com algiim uso, 2 excellenles camas francezaa do Ja-
caranda, um nquissimo santuario, urna secrelsiria,
um guarda vestidos, om guarda roupa de mogno, va-
rias rommodas, cadeiras, cousollos, solas, mesas de
amarello e de Jacaranda, cadeiras linissimas genove-
sas, dilas de junco hnllandcz, urna grande qoantida-
de de vasos, calungas.cufeitesctc. de porcelana para
sallas, diversas obras de ooro de l"i dilts de prala,
urna porrao imuiensa de louca vidros linos e ordi-
narios para servido de mesa, relogios .le algibeira,
ditos de parede. quinqoillurias, diversas e muitos
outros objectos etc. assim como 101)0 latas de sardi-
nas de .Sanies, anegadas ha pouco ; c varios escra-
vos moros de meia idade de ambos os sexos, qne se
adiarlo presentes no referido armazem as II horas
do da quinta feira 2!1 do correnle.
0 agente Olivcira far leilla a rcquerimcnlo
do Illm. Sr. cnsul de S. M. F. com aulorisar-ao do
Illm. Sr. Ilr. joiz dos ausentes, e em presenca dos
mesnios, dos cspolios dos finados I.uiz da lmmacus
lada Conceicao Lima e outros subditos portuguezes-
cnnsislindu em camas de ferro, mangas de vidro, c-
mara ptica, loucador, prosepe em una caia de vi-
dro, celta de S. Antonio, sof e perlences, bacas e
jarros.espelho lioneros da louca,ha miojas e taholeiros,
quadros do Santos eprofanos.liahus.caisas de papelo,
bacas de rame, candelabro, lauternss e candieiro,
estante de amarello com livros, commoda, lalhcres e
facas de prala, colheres.clices, bandeja com espevi-
lador e salvas tambem de prata, bengallas, chapeos
de sol, ruupas c calcado, loalhas c guardanapos, ha-
bito de princesa, gamtlo, cadeiras, imagens de San-
tos de ni a ti ni c de barro, crucilhos de prata sendo
um om calvario deebano, redomas, copoa, compo-
leiras, facas e garfos, estojos para barba, frasquei-
ra, escrvannlia, cofre de madera, prencas de
aparar papel e livros, dversida.lc do livros impres-
sos e em branco, colxa e bolsas de damasco, carlei-
ras de viagem, guarda loora, caixas com lypos, mar-
quezas, eaiaas para rap sendo de praia, tartaruga,
marlim, oculo de ver ao longe, relogio de prala
galvanisada, relogio de ouro patente com correnle.
anel de ouro, hotcs elivellasde ooro e de prala,
urna ac.;3o do hospital porlogacz de beneficencia,
mesa de janlar elstica, candelabro de 2 globos c so-
bresaliente && : quinta feira, 39 do correnle as
10 horas da manhaa, no palacete amarello na ru,i da
Praia, onde fo ltimamente o escrplorio dos bi
Hieles das loteras.
tCotod &it>tr$0$.
Lotera
do eonvento de Nossa .Se-
nil ora do Carino.
Corre inditliitaveltnenlc ciuinta-eira 29
de mato.
Aos 4:000s. 2:000, e 1:000,000
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao
respdtavel publico que os bilbetes, meios
e quartos da cima mencionada lotera,
rubricados com seu nome, nao estao su-
jeitos aodisconlode 8 por cento do im-
|Mto gcral sobre os tres primeiros pre-
mios cima referidos, os quaes estao e\-
poslos a venda naslojasja" conliecidas.
Bilhetes 'i-snn Itecehe por nteiro 4^008000
Meios 3t|K) 0(K)?(KKI
Qoarlos lyioo ,, 14M0|00u
Pernambuco 2' de maio de 1830,Sa-
lustiano de Aquino l'erreira.
Lotera
do convento de Ifos*t e-
nhora do Carino.
Aos 4 000>, 2 000, e 1 000,000.
O abaixo assignado tem resolvido ven-
der seus bilhetes, meios e quartos (com
sua rubrica) com um abatienento em seus
precos conforme *e v abaixo declarado,
os qnaesnao sao sujeitos ao dUconto dos 8
por cento da le, as sortes grandes, isto
lie, o possuidor recebe nao s eu piemio
conforme a lei, mas tambem os ditos 8 por
cento do abaixo assignado, que prefaz. a
sorte por inteiro, cujos bilhetes, meios e
quartos se acbam a venda as lojas da
praca da Independencia ns. 15, 15 e 40,
ras da Praia n. 50, do Livramento n.
7>\, largo do Terco n. 18, aterro da Boa-
Vista ns, 58 e 44, cuja lotera lem o an-
damento desuas rodas cm 0 da quinta-
feira 2'J do correnle, em osalao do con-
vento de Nossa Seuliura do Carmo desla
cidade.
Bilhetes KSTOO Recebe por inteiro. -1:0005000
Meios 2--3IK1 i a ti:00900o
Ruarlos 1S200 1:01X1^100
Recife -21 de maio de IS.">(.Antonio
Jos Rodrigues de Souza Jnior
Avtsa-se a quem quer que possuir
urna letra da quantia de um cont de
reis. aceita por Zefcrino Vello/.o da Sil-
veira. vencida em Janeiro do corrente,
ntijti de apresenlar ao mesmo, no seuen-
genbo LINDA FLOR, ou nesta praca a
Correa di IrmSos: advertindo-se que se-
nSopagam juros qtiaesqtter vencidos, vis-
to nao terem querido apresenlar dila le-
tra para ser paga.Joaquim Correia d
Re/.ende Reg.
l'recisa-se de um criado pai a o ser-
vico de nm homem solteiro, prcere-se
que seja de meia idade. preto ou pardo:
na ra estteila do Rosario n. "0, segundo
andar.
Aluga-SC urna tuna que seja sadia e
tenha hom e abundante leile: a tratar
na rita doCollcgio n. 21, segundo andar.
Engonuna-se com perfeicao e por
mdico preco : na ra das Cru/.es, no
primeiro andar do sobrado n. 22.
Prerisa-se de urna ama de Icite, qne tenha boas
qualidailes e b.iin leile : qoem pretender oiri)a-so a
ra doUollegio, armar-ein n. 15, ou a ra da t.ru...
n. Il.segnndo andar: a pessoa que inculcar sera
bem recompensada.
Anda se precisa de urna ama que se queira en-
carregar do servico interno de urna casa de homem
solteiro, no Forte do Mallos, ra do Burgos,
n. .'II.
ATTEMCAO,
Perdcu-sa um cascavel de prata .le menino depois
da prorissao do dia 22, desde a ra do Cabug ate
a ra Velha da Boa-Vista, e por isso roga-se a pes-
soa que o arhou.querendo entregar.de levar no aler-
so da Boa-Vista, n. 78, que sera' recompensad!.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
de urna casa de pouca familia : confronte' ao oilo
do Cnrp'i Santo, loja de raleado n. 20.
Aluga-se a loja da casa da travessa da ra
Bella ii. 2 : a Iratar na mesma casa.
Engomma-se e cose-se para fracnm muita per-
feirSo : a tratar ao sollo da casa da ra Bella n. 2.
Na ra das Cruzes n. 85, precisa-se de orna
ama que cozinhe c engommc para pouca familia.
O abaixo asaiguado, tendo aceitado para o dia
23 do corrente mez urna leltra da quantia de 1:0005,
a favor do Sr. Jos de Barros Pimentel, e nao Ihe
sendo cssa lettra apresentada no da do seu venci-
mento, nem saliendo o abaixo assignado qual a pes-
soa em cuja mio ella exisla pelo presente declara
a essa pessoa, que se acha nesta praca desde o dia 22
de dezembra do anno prximo findo", e que a impor-
tancia dessa leltra se acha prompta, podendo ser
procurada no aterro da Boa-Vista n. 36 ; e desde ja
protesta o abaixo assignado nao pagar joros pelo
lempo da demora. Recite 21 de maio de 1856.
Tiburcio Valeriano dos Santos.
EMOLA FILIAL 1)0 METHODo CAST1LIIO.
francisco de Frailas Gamboa, em virtode da lei
regolamentar da instruccAo publica desla provincia
arl. 88, vai no dia 2 de junho instalar urnaescola
filial pelo methodr. Castilhono bairro do Recife.
roa da Cadeia n. lt> sob a direccao do Sr. Bernardo
tein.in.les Vianna. Este digno Sr. professor. aulo-
risado pelo Exm. governo desla provincia, exerceu
o magisterio no nvetmo bairro por eepaee de 17 an-
uos, ah exislem muitos de seus discpulos que abo-
nana ana capacidade : exerceu o lugar de professor
publico na provincia do Alto Amazonas, dorante a
presidencia do Exm. Sr. Ilerculano Ferreira Peana,
o regressnndo a esta capital, vai prestar os seus dis-
vellos e fadigas a prol da insirurcao primaria pelo
melhodo p-irlugucz del.eilura repentina.O ahai-
io assignado como instituidor do meth"do nesla bella
provincia, ja requisitnu c obleve do Exm. Sr. Dr.
conselheiro Antonio Feliciano de Castilho lodos os
objectos conceruentcs ao eslabelecimenlo de laes es-
colas para lodaa as fregueziasdesta capital, afim de
que em nada sejam inferiores a escola central do
bairro de Sanio Antonio. Corre-lhe porlanto a obrj-
gacao de ceder todos os seus alumnos, que silo 31,
moradores no llerife dita escola filial. Desta ma-
neira evita aos meninos a transito da ponte, expostos
as intemperies da atinosphera, e prnmetle em Indos
os sabbados, que silo feriados na escola central, ir
coadjuvar as escolas liliaes. cujos feriados serao as
quintas-reirs; e porque para utilidad doa seus
alumnos, devemos que moraren no Recife, freqoen-
lar esta escola filial, por isso pede, rogo e observa
a lodos os pais dos seus alumnos daquella parle da
cidade, que do dia 2 de junho, inclusive, os man-
den a esta escola, na ra da Cadeia n. 19, e para
esta iustalacAo se deem por convidados, cujo profes-
sor por sua idade, pralica e moral a toda a prova, se
,ilr"a digno de toda a nossa considerado e eslima.
Francisco de Freilas Oamboa. professor particular
da escola central do melhodo Castilho, autorisado
pelo governo.
Ilerculano Ferreira Penna do conselho de S. M. o
Imperador, commendador da ordem da Rosa, se-
nador do imperio, director geral das rendas pu-
blicas, membro do tribunal do thesouro publico
nacional, presidente da provincia do Amazo-
nas etc.
Faro saber aos que esta provisSo virem, que usan-
do da altribuirao que me confere o arl. .">." da lei
provincial n. 15 de 18 de nnvembro de 1853, no-
mee Bernardo Femandes Vianna para reger interi-
namente a oadeira do ensino primario, conservada
nesta capital pelo art. 2." da citada lei, percebendo
o ordenado egralificaces que Ihe competirem; (can-
do obrigado ao pagamento dos novos direitos, na for-
ma das leis em vigor, e deferindo-se o juramento do
eslxlo antes de comecar asentir. Em firmeza do
que, Ihe mandei pasear a prsenle, que vai por mim
assignada e sellada com o sello das armas do impe-
rio, regilranilo-sc onde locar. Ricardo Jos Cor-
reia de Mirandi a fez nesta cidade da Barra do Rio
Negro aos 15 dias do mez de abril de 1851, trigsi-
mo lerceiro da independencia e do imperio. O se-
cretario da provincia Joao WilLens de Mallos, a fez
escrever e subscreven.
Ilerculano Ferreira Penna.
Aluga-se a loja do sobrado de 3 andares na na
da Cadeia de Sanio Antonio, esquina do becco do
Ouvidor : a tratar com I.uiz Gomes Ferreira, no
Mondego.
Precisa-se alagar um prelo para fazer o ser-
vido da casa da familia ; paga-se bem : ua ra es-
treila do Rosario n. 17. segundo andar.
Precisa-se de urna ama para casa de poira fa-
milia : na ra das Cruzes n. 39, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
urna casa de pouca familia, compnsla de 2 pessoas :
quem quizer e estiver neslas circunstancias, -dirija-
se a praca da Boa-Vista, sobrado n. 10, que achara
com quem tratar.
O homem de meia idade, que se oITcrece para
ser criado de casa de homem solteiro, que sabe ler e
escrever, e tambem para tratar de cavallos, e de
mandados para fura da cidade, que venha fallar
na ra do Hospicio, sobrado junto ao da residencia
do Sr. Thomaz de Aqoino Folicea.
Oflerece-sc utna ama para cj/.iohar em alguma
casa de homem solteiro : quem pretender, dirija-se
alraz da matriz de Santo Antonio n. 12.
O abaiio assiguado mudou a sua residencia pa-
ra o sobrado u. 71 da mesma ra em que resida.
Antonio Kgidio da Silva.
Jos da Maia contina com a sua classe de in-
glez, c pida ser procurado em casa dos Sts. (iouvea
& Leile.
Mobilias de aluuuci.
Alugam-se mobilias completas, ou qualquer traste
separado, c tambem se alugam cadeiras em grande
porcao para bailes ou ofllcius. e por preco commodo:
no armazem de trastes do Pinto, na ra Nova de-
fronle da ra de Santo Amaro.
Atteii(;S.o.
Oesappareccu no dia 2 do correnle um cao de
raca. com os siguaes seguintes : lirauco com ma'has
pardas, ja vellio. e sem denles, leudo ju calos as
mios, e da pelo nome de Fann ; costuinava andar
pela ra do (Jueimado : quem o pegar ou delle sou-
ber, queira lvalo alraz da matriz da Boa-Vista n.
33, primeiro andar, que ser recompensado, tt dito
cao foi visto no mesmo dia amarrado para ser con-
dnz.lo por um combo) do Sr. Jos Flix, morador
cm Barreros.
Na primeira audiencia do Lr. juiz municipal
supplenlc da primeira vara, escrivao Baptisla, lera
lugar a ultima pr.icade diversas propriedadea terreas
e da sobrado, e solos, .pie foram peuhorades a Jos
Rodrigues do Passo c sua mulher, por exccuc.io que
Ibes movem os herdeiros do finado Antonio Marlins
llihciro. As audiencias de mesmo juil tcem lugar
as tercas n seMasfeiras da cada semana ao meio
dia. Recife 2i de maio de IS5(.
Ierra- feira 27 do correnle. depois da audien-
cia do Sr. Ilr. juiz de direilo da primeira vara do
civel, se h.lo de anematar 3 casas terreas, sendo 2
ns rna daa Cruzes sobre ns. 12 e II, el na ra da
Roda u. 15, por despacho do mesmo jniz, para cum-
priment de disposiees testamentarias do finado An-
tonio Pinto de Moraes, sendo essa a ultima praja.
Quem aununcioii pelo ..Diario de 20 do cor-
renle querer comprar uina armacan dt taberna com
lodos os seus perlences de pesos bataneas, e al se
quizer (em balanra grande cornos seus pesos, e mui-
tos mais ntencllios perlencentcs a mesma taberna,
dirija-se ao largo da I tempe, sobrado n. I, qae leve
taberna por baixo, e esta com escriplos para se alu-
gaP. Na mesma rasa vende-se um violSo.
Precisa-se de urna ama para casa de pooea fa-
milia : na rna das Trinchen-as u. 8, loja de lartaru-
guetro.
Precisa-se de um ornelro para romear e amas-
sar, que emenda bem, para urna padaria nos 8rra-
baldes desla praca, que Irahalha cm ponto mnito pe-
queo : quem estiver neslas circunstancias procure
Tallar na taberna da rna larga do Rosario n. 6.
O abaixo assignado, bacharel em lellras e em
ijiathemalicas pela umversidade de Franca.academia
de Paris, bacharel formado cm direilo pola academia
le (Miada, avisa a quem cnuvitr, que elle se prope
a ensinar o francez e a geometria a aquelles quedo
seu presumo se quizerem otilisar. seguindoas mate-
rias no ponto em qne ellas se acham actualmente no
collegio das artes, para us que desejaiem ttr um re-
petidor, c abrindo um curso novo para os qoe qui-
zerem principiar : os prelendentes dirijam-se a ra
dn Concedi n. 2, no bairro da Boa-Vista, desde as
0 horas do dia al as i da larde.
L'mbclioo Ferreira Cato.
O engenheiro cordeador lem fixado sua residen*
cia na segunda casa terrea ltimamente edificada na
ra do Corredor do Bispo, por Antonio Jos Soares.
Aluga-se urna prela com ptimas habilidades :
na ru.i da Alegra, na Boa-Vista n.38.
Companhia
de navegacilo a vapor Lu-
so-Brasiieira.
Tendo a commissao permanente desta compauhia
instituida no Rio de Janeiro, communicado as deli-
berarles tomadas pelos accionistas all residentes,
sobre as necurrencias nltimamenle succedidas, as
quaes com pequea alterara-, se publicaran] neste
..Diarioo n. 117 de tf> do presente mez; a mesma
commissao recommeuda que, a merecerem ellas a
approvacAo dos Srs. acciouislas desla, remellam suas
procurares para a cidade do Porto, alim de serem
representados em assembla geral que all vai ter
lugar, convocada pela Exma. direccao. que tambem
ordenou o envi de taes procuracoes. Nesta confor-
midade, e para melhor de ludo se orientarem, con-
vida o abana assignalo a esles senhores dirigirem-
se sua casa, na ra do Trapiche n. 26, onda bulo
Ihe sera presente, bem como a copia da procuracSo
remettida pela referida cnmmissilo.
Mauoel lluarte Rodrigues.
Precisa-se de urna ama qoe saiba cozinhar e
fazer todo o mais servico de casa : na roa ireita
n. 8ti, segundo andar.
Francisco lavares Correia vai a Europa, e dei-
xa nesla cidade enrarresados dos seus negocios du-
rante a sua ausencia os Srs. Bernardina Gomes de
Caryalho, Joao Jos de Carvalho Juior e Manoel
Jos de Jess Americo.
I-ugio no dia 1.1 do correnle o preto da Costa,
de nome Joaquim, idade 30 anuos, mais ou menos,
estatura alta, rosto enmprido. pooca barba, falla
muilo grosso e depressa, tem minias marcas de ton-
das pelas pomas, muito cabello e com Ion la- tam-
bem na cabeca, costumava levar carne verde lodos
os dias a diOereutes sitios em um laboleiro, e pela
estrada da ponte de l'choa, e nm pequeo balaio no
braco com livros pertencenles a diversas casas aonde
entregava carna; levou camisa de algodaoziuho azul
n.iva com marca J. C. e calca de estopa : portanto
roga-se as autoridades policiaes e capitiies decampo
a apprehenso do dilo negro, e leva-lo casa da seu
nitor, na ra da Guia n. 51, que sero recompen-
sados.
Aluga-se para quem quizer eslabelccer-se com
padaria, a casa n. 151 no principio da ra Imperial,
lem 3 portas na frente, boa sala grande para o nego-
cia, concertada, caiada e piulada de novo : a tratar
na ra lreila n. (iti.
Precisa-se de um hornero brasileiro ou eslran-
gciro, que saiba bem moniar e Iratar de cavallos,
para servir de pagem a um senhnr de engenho, da-se
boa paga : quem estiver neslas circumslancias e qui-
zar, pode dirigir-sc ao largo da mafriz de Santo An-
tonio, casa de um andar n. 2, qoe achara com quem
tratar.
Ha poucos dias appareceu em um engenho bas-
tante distante desla pr.ua urna escrava de nao.in,
prorurando senhor para compra-la, a qual no sabe
dizer o nome de seu senhor, dizendo smenle que
mi arrematada em praca ha poucos dias: a qnem
rallar e quizer inrormacOes sobre a mesma escrava,
dirija-se a travessa do tjueimado n.3, a Gabriel An-
tonio de Castro Qotntaea.
EXPftSigAOtMVERSALEISoo,
)\ PARS.
Joao Vignes, ra larga dn Rosario n. 28, alera das
inxeuces novas, fe/, melhiramenlns importantes nos
seos pianos, apropriados para o clima desle paiz, que
acabara do ser premiados na exposirjo de 1855 em
l'aris.
Alnga-se urna preta moca, que engomme com
perfeicao, cose e lazos mais arranjos de una casa, a
Tallar no largo do C.orpo Santo, u. 13.
TRAPICHE DUCI.MIA. a
9 'I propriei.irin administrador do ir..,.,oi. ;<
He denominadoC1.NIIAfaz cerlo a lodos os f,;
A senhores tn eugeulio, la..adores e negocian- A
^ tes, lano desU provincia como tora della, 2
2 que ato hoje anda nao altern e nem altera
S us inoros dos saceos de assucar desembarca- 9
dos c annar.enados no seu ditn trapiche, e J
que anida continua a pagar 80 rs. cada 9
$ saeco. conforme as circulares qoe ha lempos -J
tt distribua. Trapiche do Cunha 21 de maio {
a de 1856. S
9&ig$tS-e;S9)SS-3)2@3ft
Fugo de bordo da sumaca nacional Ilorlencla,
no dia 20 o escravo Agostiuho, de nac,ao Nag, le-
vando vestido calca azul e camisa azul, carapui-a de
laa; he ha;tanle all c reforcado.com algans laidos
no rosto : quem a pegar, leve a bordo do dito barco,
ou na ra da Cruz, n. I, escriptorio de Antonio
I.uiz d'Olivera Azevedo.
Aluga-se nm silio no becco do Espinheiro com
muilas fruteiras, boa agoa de beber, baia para ca-
pim, Ierra para plantadlo, e casa para morada;
quem oiprclender rallar com Frederico Chaves, no
alerro da Boa-Vista, n. 17.
Precisa-se de urna ama para lodo o servico de
urna casa de ramilia : na ra Nova, sobrado u. 23,
segundo andar.
Precisa-se da orna ama forra ou captiva, para
casa de pouca familia, no Colho, sobrado junto ao
hospital novo.
Precisa-se alegar ama casa terrea que tenha
commodos para familia, sendo em boa ra no bairro
de Santo Antonio, nao se olha a preco e paga-se adi-
auladn : l|Uem tiver e quizer alagar, procure na ra
estrella do Rosario u. 17, segundo andar, que achar
com quem Iratar, ou annuncie para ser procurado.
A]abaixo assignada, lendo cslabelecido um col-
legio de educaco para o saxo rcmenino, na casi de
sua residencia, na praca da Boa-Vista, sobrado n.
32, segundo andar, avisa aos senhores pais de fami-
lias que queiram recolher suas lilhas em dito csta-
helcciineulo, onde ensinar-sc-ha as materias tenden-
tes in-trucc.'io primaria e secundaria, como tam-
bem arles, fran-ez, msica, deseul.o, dan-a, ele;
assim como avisa aos pais de soas alumnas, que sua
aula existe abena desde o I.'de abril prximo pas-
sado, o que nao fez antes por causa da epidemia rei-
nante. Os estatutos deste estabelecimeulo serao
publicados com a maior brevidade que possivel r.ir
a abaixo assiguada.
Thereza Guilhermina de Carvalho.
Claudio Dubeii\ mudou oscucscrip-
rio para, a rita da Cadeia de Santo Anto-
tonio n. 15.
LOTERA Di PROVINCIA.
O Illm. Sr. tlicsoureiro manda fazer
publico, que seacliam a' vendaos bilbe-
tes, meios e quartos da primeira parte da
primeira lotera concedida ao convento
de Nossa Senbora do Carmo, cujas rodas
andam iinprcterivelmente no dia 2i) do
crlenteme/, as Se meia horas da manhaa
no salSo do mesmo convento. Thesouraria
das loteras 20 de maio de I 8-"j(.__O es-
crivao, Antonio Jos Duartc.
Domingos Francisco de Souza Lelo, rendeiro
do engenho Jurissa.;.., I'az scieule a esta praca e em
particular ao Illm. sr. coronel liento Jos l'amenha
l.ins, qu nada mais deve dos 56 conlos a que se
obrigou pelo dito senhor, sendo 18 conlos pela renda
do dilo engenho, e S pela compra da safra, o que
faz publico para sciencia do mesmo Sr. Lamenha, e
das mais pessoas a quem paaaa inleressaro conheci-
mento da linalisac,lo desle negocio. Recife 17 de
maio de I85(i.
Precisa-se alngar um sitio que seja born e que
tenha boa casa de vivenda, porom prctere-se no lu-
gar dos Afogados, ou na Passagem da Magdalena : a
Iratar no Forte do Mallo-, armazem de Jo.io Pire
Soares.
Ollcrece-se um caixeiro para taberna, com bas-
tante pralica, informado por o sr. Narciso do paleo
do t.armo : ua ra de Moras n. i.
Antonio Jusc da Costa Cabial, cslabelecido com
taberna na ra Direita n. 27, declara pelo presente,
que nao esiste lora val ou leltra firmada or elle, e
que lodos os vales que assignar serao eom declarado
da pessoa a quem perUncem, alim de evilar que'se
reproduza o ser obrigado a pagar o que nao dever.
ti Sr. Antonio Francisco Areias tem urna carta
e urna cncommeoda viadas do Porto: na ra da Cruz
n. 21, armazem.
O abaisrr assignado, com toja de trastes na ra
Nova ii. 15, alaga trastes para todo e qualquer acto
reslivo fundir e baile, mensalmcnte, dando fiador
ao objecto recebido.
Lotirenco Pogi.
Aluga-se una preta que seja boa quilandeira.
Dio se olha a prego ; ni ruado Kan sel n. 77, pri-
meiro andar.
Thomaz Soares de Abergaria relira-se para fu-
ta do Imperio.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
Nao se tendo reunido sufliciente nu-
mero de votos "para ha ver sessao da as-
sembla eral dos Srs. accionistas, convo-
cada para boje, o Sr. director manda
convocar nova reuniao para terca-feira
2/ do corrente as 10 horas da manhaa,
alim de decretarle o pagamento do 16.
dividendo, debberar-se sobre o orcamen-
to da receita e despera para o semestre
corrente, c proceder-se a's eleicoes coni-
forme o 1. do art. 19 dos estatutos,
lendo nessa segunda reuniao de votar-se
com o numero de accionistas presentes,
segundo a disposicao do art. additivo ao
16 dos estatutos. Escriptorio da Com-
panhia de Beberibe 23 de maio de 1856.
O secretario, Luiz da Costa Portocar-
teiro.
$ Aluga-sc o sobrado daruadTRosario lar-
ra ca, qoe fica em freme da botica do Sr. Bar-
f iholomeu ; esta concertado de novo, e se est
H acabando de pintar : as pessoas qoe o preten-
taren dirijam-se ra da Cruz do Recito n.
53, que echarlo com quem Iratar.
~ esappareceo no dia 6 do corrente o mulato
Hilario, estatura baixi, cor clara, idade 40 anuos,
reicoes regatares, bem rallante e prognoslieo, levoa
diversas roupas que nao se sabe de que asar ; ro-
ga-se as autoridades ou a qualquer pessoa o prendaos
e levem a sna Sr. vinva do finado Sebaslio An-
tonio Paes Barreto.em seu engenho Rodizio ou nes-
ta praca na ra das Cruzes n. 10.
Aluga-se o segundo andar da casa da travessa
do Sarapatel n. 2, com commodos para grande fami-
lia : a tratar na Camboa do Carmo n. 18.
Precisa-se de caooeiros rorros on escravos cara
tirar arca na cora, pagando-se-lh. IJOOO por canoa
de carga de 800 a 1,000 lijlos, assiniTcVmotom.m-
se por aloguel algnns pretoa, dando-sa o sustento e
pagando-se meosal oo semaailmente o ordenado em
que se convencionar, ludo para o mesmo fim, garan-
tindo-se-lhe a duracao do Irabalho poralgum lempo,
se tanto ror preciso : quem para tal fim se jalear
habilitado, appareca na ra da Aurora, passandoa
rundirlo, primeiro portao.
O abaixo assignado declara ao Sr. secretario
da veneravel ordem lerceira do Carmo, em resposta
aoseu annuncio, que sempre estove promplo ala-
gar os roros de suas casas uas roas da Palma e Con-
cordia ; porem desconlando-se-lhe a parte corres-
pondente a decima, que paga o abaixo assignado, o-
uus a que eslu sujetto lambem o seohoro do solo,
cmodo alvara de27dejulho de 1808, ama vez
que nao houve essa condiccdlo no aforamiento, pois
anda que sejam mnharias. ellas nao devem proceder
guando nao estao em ordem ; desta forma pode
8.8. mandar receber do contrario escodado em
dita le defeuder-me-hei como poder.Jlo Pinto
de Queiroz,
j "^,^.dia ,fi do corren'e mez, fartaram na eidade
de Olinda, do quintal do Illm. Sr. lente-coronel
Pasaos, arrombando oportSo do dilo quintal, nm ea-
vallo caslanho com signaes segoiotes ; tres pee cal-
carlos, duas mSos ovadas, um p enchado de chique
chique, ama matadura de um lado, canda torada,
rreule aberla ; roga-se a qualquer pessoa que en-
contrar o dilo cavallo o ravor leva-lo a Olioda a
casa do Sr. Pasaos, ou no Recito, em Casa do Sr.
Joquim Francisco de Alm no largo d'sAsem-
blea que sera generosamente gratificado.
O abaixo assignado roas encaresaidamenle a
todas as pessoas que coulrabiram dbitos em sna ta-
berna cita no Monleiro.nosannos dat853,185i,e1855
a realisacao de ditos dbitos no prazo de 30 dias da
pubhcacao desle, do contrario osar doa meios
que as leis Ihe racultam.Necolo Machado Frei-
res.
Precna-se de nma ama para o servico externo,
e interno de urna casa de orna pessoa : qoem.se qoi-
zer sujeitar, dirija se roa do Torres, junto ao es-
criptorio dos Srs. Lemos Jnior (te Leal Reis.
L'ma parda escrava, qne cozioha o diario de
urna casa de pequeua familia, lava, engomma e cose
chao, precisa, par se libertar, da quantia de 4009,
contratando seas servidos por 5 aonos para pagamen-
to daquella quantia pedida : qnem quizer este ne-
gocio, dirija-se ao paleo do Carmo, taberna da es-
quina que entra para a Camboa do mesmo nome n.
46, que se dir quem he.
Aluga-se urna parda qne lava, engomma, cose
chlo e cozinha o diario de orna casa de pooca fami-
lia por estar a isso rostamada : qoem pretender di-
rija-se ao paleo do Carmo, taberna da quina qne en-
tra para a Camboa do mesmo Dome n. 46.
C7 Vl 2! do R"n3'l '. existe urna caria par
salvador dt Rossas, do Conselho de Vieira, reino de
No engenho Novo de Aturibeea ha om ptimo
sitio da lavrador, com bons partidos de vaneas mu
prximas ao engenho, lem excellente cercado e ama
casa nova que se eat aproraptando ; s com a vista
poder-se-ha avahar de sua boodade ; pode safrejar
mais de 600 paes : a tratar no mesmo eogenbo.
Precisa-se de urna ama qoe saiba cozinhar e
engommar, para urna pequea familia : na rna No-
va n. 16.
Na obra do hospital regimeni.il precisa-te em-
preilar urna porra > de pannos de vldraejes e o assoa-
Iho de algumas salas : quem disto se quizer enear-
regar, enlenda-se como tenente-coronel engenheiro,
na ra da Cadeia de Santo Antonio, esquina da tra-
vessa do Ouvidor.
,0 Sr. Antonio Marinho Paes Brrelo pode pro-
curar no escriptorio do advogado Moraes Silva, na
ra larga do Rosario, urna caria e um embrulho viu-
dos da provincia do Alto Amazonas.
Precisa-se de om caixeiro de 14 a 16 nnos,
para nina taberna, que tenha pralica e d fiador a
sua conducta : na ra das Cruzes n. 20.
Descncaminhou-se honteraI(23) do podar de
um prelo a qnem se linha dado para levar, 2 calcas
de brim de cor ombrulhadasem um capole de caval-
laria, desde a ribeira de S. Jos al as Cinco Ponas,
suppe-se ter sido seduzido por um soldado da po-
lica, que esleve algum lempo fallando com o dito
preto, depois do qae o mesmo desappareeeu : qnem
apprehender qualquer desles objectos leve-os a or-
deuanca do subdelegado da Boa-Vista Manoel Jos
da Silva, que recompensar.
Ua-se a juros 1:300} com hypotheca em algum
predio nesta cidade ; quem pretender dirija-se a ra
do (.lueimado u. 28, lerceiro andar.
O Sr. primeiro lenle Antonio Loir Dnarte
Nunes lem uma caria viuda da corte pelo vapor
.. I liain ii--, na roa da Cadeia n. 37.
No da 19 do correnle mez fogio nm eseravo
mulato do nome Liuz, idade que representa 40 an-
nos.baixo, magro.cor clara, pouca barba, nzando as
vezes de bigote, tornozelos juntos de ambos es ps,
e o esqnerdo mais grosso, que o faz andar coxo,
cabello um tanto sollo, levou vestido camisa e cal-
sa prelsa, he ganhador de ra, Irabalha da caiador e
sapateiro ; foi eseravo de Domingos Jos a arrema-
lado em praca pelo abaixo assignado, que, gratifi-
ca a quem o agarrar, e Iho entregar.
Manoel Joaquim Baptisla.
DINHEIRO.
Continnn-se a dar a juro razoaveis, com penbo-
res, quamias de 50 a li istHi rs. na rea estreita do
Kosario n. 7, e das Calcadas u. 10 no segundo an-
dar.
Ra da Soledade u. 70, se aluga om cozinheiro
que lem servido casas estrangeiras, e aao patrao sa
emharcoo esto mez no vapor Pedro II.
Na roa do Collegio, o Sr. Cypriano I.uiz da
Paz, ateiro da Boat-Visia, o 8r. JoSo Ferreira da
Luz, na padaria do Sr. Beiriz dirao quem d quan-
lias de 200, 300, 100, 500 e 600 mil ris com uypo-
Iheca em casas terreas.
Na ra do Rangel n. 11, vende-se um soH e
duas mesas redoodas de Jacaranda, orna cama de
angico. urna mesa pequea e outra maior para cozi-
nha, dous bancos grandes c mais cinco pequeuos,
muito propnos para collegio'.
_ Precisa-se alugar om preto, para servijo de si-
tio, como seja corlar capim e earregar agua : em ca-
sa de Patn Nash &Companha, na roa do Trapicha
Novo, n. 10.
Uj-se dinheiro sobre penhores de prata i ooro:
ua roa estreita do Rosario, loja de ourives n. 18.
Deposito de pia-
nos

J. P. Vugeley avisa ao rcspeilavel publico, que
mudou o seu deposito de piano, do primeiro andar da
ra Nova u. l, para o armazem n. 27 da mesma
ra, esquina da ra da Camboa do Carmo, onde se
eucontram os mtis ricos e os melhores pianos al
gora apparecidos nesla praca, sendo elles feilos se-
ment por eucommenda, e pelos mais acreditados fa-
bricantes como de Radiis, Traumaon, Uambnrgo e
W. SassenhotT de Brciucu, o oulro muitos fabrican-
tes da Europa ; os quaes se venden] por mdicos
precos e garantidos. O estabelecimeulo estaraberto
al as 8 horas da noile para a commodidade das fa-
milias etc., que quizerem ver e experimentaros ins-
trumentos.
l'recisa-se alugar uma casa espucosa
sem se escollier ra ou bairro, para um
magistrado que esta' a' chegar a' esta
cidade, e que deseja oceupar toda a casa
sem outros moradores : quem a tiver e
assim a quizer alugar, procure aeasan.
2, no pateo da matriz de Santo Antonio,
que encontrara' com quem tratar.
/
^V
ILEGIVEL


DIARIO IE PIlURBFCO StGUHJI FUI* 26 SI 10 BE 1856
Terceira edicto.
TU!AHITO H0I0PATHIC0.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
irnrrin oovui>,e podercuranlesta enfermidade, administrndoos remedio;, mais eflicazes
iwaatalha-la.emquauto serecorreaoroedico.ou mesmo paracura-liiudpendeolcdesic nos lugares
'"'""j^dSzIDO EM PORTLT.UEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doosoousculoscontmasindieacSes maisclarase precisas,epela sua simplese concisa exposi-
caoeeluao alcance de todas a,inielligencias.nitoio pelo que di/, respeilo aos meioscuralivos.comoprin-
cipalmcnte aos preservativo 1ae lem dado os mais satisfacloriosresultados em (oda a parle em que
* %endololraariienoliomeopalliicoo anicoque lem dado grandesresullado,no curativo desta horu-
veleoferroidude iulgamosa proposilo traduzir cesta, dous imporlanlcs opsculos em lingua v'ernaci-
i. nara d.ai'arle facilitar a sua leilora i quem aore o francez.
Vende-se nicamente no Consultoriodo traductor, ra Nov n.SS, por 29O00. Vendcm-se tambera
M medicamentos precisose bolicasde 19 tuboscom umfrasco de lindura 158, urna dita de 30 tubo* com
qualro e 2 frascos de tintura rs. 255000._________________________________________
G0tttpm&
7 C"mPra-,e ""> cavallo que csteja camodo, e
que ande bauo, que sirva para vi.gens, essini como
um sellim. cora todos os arreios.ioda momo usados,
na ra Nova, Inja de fazendas, n. 12.
Compra-se urna escrava sem vicios nem acha-
(|nes, de bonita figura, boa engommadeira, e eoii-
'?'",eheR- a um bom preco: na IIha dos
talo,, defronle de 3 casas que eslo a ta*er-se.
Comprara-se notas doflBanco do Brasil : n
ra do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
Compra-se para um presente urna ncgrinha de
-a .1 annos, ou inesmn urna mulalinha que nao te-
ma molestias : quem tivcr e quizer vender, annuu-
e pe* este jornal ou dirija-se ao paleo da matriz
"e Santo Antonio, sobrado de um audar n. 2,
adiara com quem iralar.
ni
que
r-^WM*^-
I0REIRA DARTE.
LOJA DR 0IIR1VES
Ra do Cabuga n.
7.
PEDRAS PRECIOSAS. *
l s
* Adereeos de brilhantei, ^
: diamante, e perolas, pul-
reiras, altinele-, brincos -
e rozetas, holoes e anneis
de dilTereutes goslos e de *j
diversas pedral de valor. .
I Comprara, vendem ou *j
I trocara prata, ouro, bri- $ TOPa OS OI)l*aS O ITiaiS
? Ihanles.diamanteseptro- ?.
las, e oulras quaesquer 9 hllcniO OSlO, taii-
jolas do valor, a dinheiro i en
Receben, por to-
dos os vapores da En>
OURO E PRATA. .*
* :*:
it Adereeos completos de -'\
.j ouro, raeios ditos, polcei- 5
* ras, allineles, brincos e
i rozelas, cordes, trance- '*
?i lins, medallias, cnrrentes -
H eenfeites para relogio, c g
.* oulros muilns objectos de
S ouro.
^ Apparelhos completos, j*
^ de prata, para cha, lian- J
dejas, salvas, casli^aes, i*
* colhere de sepa edccha, *
', moilos outrui objeclos j?
'< de prata.
.*.;? as saESKfsse ases asas
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre^o commodo como costuniam.
Compra-se urna duzia de colheres de prala pa-
ra sopa e una salva para : copos rom agua, um-
nem de prala, ludo em boro uso e sem feilio ; no na-
eo de Pedro n. 22.
Compra-te toda c qualquer [ion ao
depiata velha de Ici sem feilio: quem
Javer para vender, dirija-te a ra ilo Col-
le;io n. 15, agencia de leudes.
Compra-se urna escrava que engorme e eozi-
nhe o diario de urna casa : na ra do Cabuga, loja
Compra-se urna escrava que jaiba perfeitamcn-
le cozinhar e enaommar : na roa do Crespa, loja do
Hvros ii. 11. Na mesma loja precisa-so de uma ama
que sai ha cozinhar e engoromar, para casa de peque-
a familia. '
Comprase lima casa terrea, porcm que ja
nos dous bairros de Sanio Antonio e Boa-Vista :
qoem a Jjver, dirija-se a ra do Pasieio, lojan.7,
que dir quem pretende.
H Compram se para uma encnmmenda cscravos
de ambos os sexos: na ra da Cadcia du Kccife, ar-
mazem n. :i(, ou na ra do Queimado n. 28, segun-
do andar.
Compram-se 200 ou :100 pos de coqueiro, pe-
queos : no armazem da roa Nova n. (7.
Compra-se toda a qualidade de trastes, novos
e usados, assim como escravas de meia idade, que
l.nliam habilidades : na ra das Cruzes n. 30.
3cnDaJ5.
REPERTORIO DO 1ED1CI
HOMEOPATHA.
EXTRAH1DO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E- OUTROS,
e posto em ordem alphabetica, com a descripelo
abreviada de todas as molestias, a indicacao ph>sic-
logica e Iberapeolica de todos os medicamentos ho-
meopalhicos, seu lempo de acc,o e concordancia,
seguido de um diccionario da signiIicac,ao de todos
o termos de medicina e cirurgia, t posto ao alcance
du peesoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscaros seu
templares, assim como quem quizar comprar.
CASA DOS EXPOSTOS.
I'reeisa-se de amas para amamenlar crinneas na
casa dos eipostos : a pessoa que a isso se qoeira de-
dicar, teodo as habilitacSes ntcessarias, dirija-se a
mesma, no pateo do Paraizo, que *hi achara coro
quem (ratar.
ARRENI) AMENTO.
A loja e armazem da rasa n. 55 da ra da Cadeia
do Kecife junio ao arco daConceiro, acha-se de?oc-
cupada, e arrenda-se para qualquer estalielecimenlo
em ponto grande, para o qoal tem eoramodos sufli-
cienles : os preteodentes entender-se-hao com Jo3o
Ntpomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma roa.
Massa adaman-
SOCIEDADE EX COMANDITA.
Fabrica de fiar e tecer algoda'o,
a qual occupa diariamente para mail de
00 aprendices ou olneiros nacionaes,
da idade de 10a 12 annos para cima, e
com preferencia orpliios.
CAPITAL S06IAL o00:000000.
Socios em nome col lectivo, gerentes res-
jionsaveis.
Os Srs. :Antonio Marques de A mo-
r m.
Justino Pereira de Farias.
Manoel Alves Guerra.
Firma social: Amoiim, Farias, Guer-
ra & C.
As pessnas asignantes das primeiras listas, que
detejam contribuir prorapla reali-.ir.io da fabri-
ca, silo convidadas a nao demorar suas respectivas
assignaluras. A sociedade anda admiti asigna-
turas de 1003000 ale 5:0tH)5o00, afim de generalisar
a lodosas vanlagcns dcsla ulil elucrativa empreza,
e contribuir ao desenvolvimento do espirito da as-
-nciaeao. nico meio de salvar a agricultura e de
crear alguus ramos de industria, indispensaveis pa-
ra auxilio e augmento da dcfiuada e rotineira agri-
cultura.
A facilidade das entradas, que nunca serao de
mais de il) por cenlo do capital subscripto, pennitte
a todas as pessoas qne poderera dispor de uma eco-
noma de 5>0o0 por mez, entrar como socios de
KKliOOO.
Sendo as entradas de 10 por cento e os pasamen-
tos espadados de pouco mais ou menos 2 mezes.
Serao precisos 1S a II mezes par o inleiro paga-
Francisco Pinto Ozorio chumba denles cora a ver- mentu du cada subscripto,
dadeira massa adamantina e applica venios^ pela Os senhores de engeuio, plantadores de algodao
atraccao do ar : pode sor procurado confronle ao on oulras pessoas, que rezidem fora da capital, que
Rosario de Santo Antonio n. 2. : quizerera entrar nesla ulil sociedade, pnderflo diri-
Na loja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de Rir '"f car,as ,le Pedioosi. qualquer destes socios
S. Jote, lava-te e ngomma-sc cora malla perfeirno eren,ef' il soc' de induslria E. M. Uuprat,
e aeeio, e com a rcaior brevidade nossivel. -que tem ero seu peder o livro das subtcripc.5es, e d
a iodos as inrorniac,oes que possam desejar sobre as
Patn Nash ci Companhia declaram que Joao vantanens que resultarao da fabrica.
Pedro Jesos de Malta deitoa de ser seu caiieiro desl Elle declararo os seus nomes por exlenso, domi-
dehoolem 14 do correle mez. Kecife 15 de abri-, cilio e nome do correspondente nesla capilal, en
"""s"1 d "flecluar o pagamento dat entradas das
prestacoes quando forem reclamadas.
folliiulias
PARA 0 CBRENTE AHHO.
Folhinhas de algibeira contendo o almanak ad-
ministrativo, mercantil e industrial desta provin-
cia, tabella dosdireitosparochiaes, resumo dos im-
poslosgeraes, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobro incendios,
entrado, mscaras, cemilerio, tabella de feriados,
resumo dos rendimentos e exportacao da provin-
cia, por 500 rs. cada uma, ditas de porta a 160,
ditas eclesisticas ou de padre, com a reza de S.
Tito a 400 ris : na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
tina
d*f036.
PURLICAQAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esta publicacao aera sem duvida de utilidtde aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, pois nt'lla encontraran por ordem alphabe-
tica as principaes a mais frequenles oceurrencias ci-
vil, orphanologieat, coromerciaes e ecclesiasticas do
nossofro, com as remissoes das ordenarnos, leis,
aviso* e reglamentos por qoe se rege o"Brasil, e
neo assim resoluc&es dos Praiistas amigos e moder-
nos era que se firmara. Conlm semelhautemente
aa deeisoes das \uestdes sobre sizas, sellos, velhose
novos direitoi e decimas, sem o Irabalho de recorrer
i collecoao de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
ra de dout volumet em oitavo, grande francez, eo
primeiro sahio luz a est venda pordna loja de
livrosn. 6 e 8da pra;a da Independencia. Os se-
nhores subscriptores desta poblicacSo ezislenles em
Pernamboco, podera procurar o primeiro volume
na loja de livros cima mencionada : no Rio de Ja-
neiro, na livraria do Sr. Paula Brito, praca da
Conslitnico; no Maranhio, casa do Sr. Joquim
Marques Rodrigues; e no Cear, cata do Sr. J. Jo-
ee de Oliveira.
Na na dos'Copiares n. 20, lava-se, en-
gomma-se, e armam-se bandejas de bolos, por me-
nos preco do que em outra qualquer parte.
Deseja-se'saber se nesta provincia existe Mano-
el remande, dos Campos, uatural Ja provincia do
Miono em Portan!, consta que andava mascaliando
por S. Aolao, Ooianna,Porto de Podr, Camaragibe
o*pedava-se em casa de um tal Reg, natural das
roga-se a quem souber o favor de informar
lilla
na taberna o. 1 da travessa da Rosario.
I J. JANE, DENTISTA, $
continua a residir naruaNova n. 19, primei- S
ro andar. r J
Na fabrica decalcado
francez do aterro d. Boa-Vi.la precia-se de ofliciaes
de sapatairo para obras Tinas, pagase hcm.
.Gratilica.se generosameute a quem
levar na ra do Collegio n. 15, arma-
zem, uma ama de leite que tenlia boas
qualidades.
Na rua do Hospicio em casa de
Thomaz de A(|iiino Fonseca, precisa-se
de uma ama que s saiba cozinhar l>m :
quem tiver nestas ciicumstancias com-
pareca a qualquer hora para tratar do
ajuste.
Prevne-se a quem interesar que
nao faca negocio algum coraos qoe se dizem procu-
radores doi ausente Sr. Antonio loaquim de Sbuza
JS11*" g eravoa Antonia, parda.de 7 anuos
iILh Bnoi-pard0' deiai"">5. Ihosdaes-
27 i, ^ene,,,lc"- Perlenccntes ao casal da fi-
nada I). Anglica Joaqoma dos Aojof, do cojos bens
foi .nventananle o mesrao Sr. RibeirJ, visto achar!
e pendente por aPpeilaCao no Tribunal da Rebelo
o respectivo inyenlano por nnllidadcs insanaveis que
SC^aalSSillhaVe.1m""' Previne corape-
na Lorio n.r, r i""'1, Para qDC nao lne C0llce,la
Precisa-se de uma ama de leite forra ou
pttva, sem vicios nem achaques, o que tenha
oaMnduta, paga-sebem: no pateo do Hospital
" 26, sobrado. r
- ~f <-*fOIarlo Cesar Caboss, formado >em
veUubUcPe,d!,a,0,dadf da Babia,avisa aorespeila-
be. rmi n... "P e pecialmcnle aos po-
KS^mn "MiMMe do seu presti.no, que
:^rrd?co.engbprd?or,lar,la ca,a 8
Rio, onda pode ser procurado a
qualquer hora.
Precisa-sc
E: no aterro da .WV,lar;-^^an
' PW-*L 55.SH? P" Peno da
raaTeriaeTnoT S"1" 1'" cond,"ir ,rasles on
udier aes, por prejo ronilo em conta
Alegra na Boa-Vista u. i2.
na rna da
JOIAS
darnente mullo ricas obra. T -d con(,l,nua-
gos.os, tanto para senhoas como pZl uZZi'T
nio. ; os prec.oa couliuu.m raesm harZ.
am-ae comas com responsabil dad. ..! r pas-
qualidad. do ouro de J* ou qill Pf cando ,.a
o .ojk. os meamos por quaqoeVduvd. ""
IScrapbn & Irmao.
Dentro da poucos das sera fetlo palos socios ge-
rentes o aununcio, convidando os subscriptores a
aflecluar o pagamento da primeira entrada, qoe se-
r de II) por cenlo do capital subscripto ; os reci-
bos serao passados por qualquer dos tres socios, com
a firma social Amorim, Tarias, Cuerra c\ C. Iva
mesma occasiao sera entregue a cada um dos socios
uma copia impresia da escriplura da sociedade, re-
vestida das assignaluras particulares, dos socios ge-
rentes e socio da industria, para reconhecimeulo
da firma social, os.'I gerentes rejponsaveis asiigna-
rao as mesmas copias.
F. M. Dupral.
Pernambuco 6 de maio de 186.
Precisa-se de uma preta eicrava, que saiha
Iralar de meninos e cuidar da sua roupa : quem a li-
ver dirija-se ao sobrado n. 8 da rua de S. Francisco,
como quem vai para a rua Bella, para tratar do
ajuste.
Precisa-se de ama ama para casa de pequea
familia, sendo smente para cozinha : quem pre-
tender, dirija-se a rua Augusta n. .1, sobrado.
Arrenda-se o engenho Camacho, distante des-
ta praca tres legoas, per.o do mangue e distante da
praia da fortaleza do Pao Amarello tres quartoa de
legoas. freguezia de Maranguape : quem quizer ar-
rendar dirija-se ao engenho J'aulisla, asseverando
que pude safrejar de 1.500 pitea para cima, e tem
ierras emulas e Crescas que se pode plantar no verao.
e muito maneiro.
Trocam-se notas do Banco do Brasil por se-
dulas : na rua do Trapiche n. 40, segundo andar.
Carneiras
para encadernafao.
Jos Nogueira de Souza acaba de receher uma
porfo de carneiras de cores, de superior qualidade,
proprias para encadernaces, as quaes vende por
precos comroodoa: na livraria defrontc do .reo de
santo Antonio.
^p*
CHALES HE MERIW PRETO.
Chales de merino de cores bordados a seda 113000
Ditos de dito trancado, lino, de ciir, com
um pequeo deleito na franja de seda 4.>00
Cortes de vestidos de seda com loque de mofo '(000
Sedas dequadros de lindos padrOes, o covado I3OOO
Cortes de frondelina de seda
Orles de cambraia de seda
l.aa de quadros de lindo gosto, o covado
Cassas francezas de cores linas, o covado
Chitas francezas de cores, o covado
Riscados francezes com ."> palmos de largu-
ra, o covado
Alpaca preta lina mnilo larga, o covado
Palitos prelos de alpaca lina
Corles de casemira preta fina
Ditos de Lencos de teda de edr, grandes
Ditos de dila de dita para grvala
l'usles de cores fines para bllete
Camisolas e meias de la...
Pcitos para camisa de cr e brancos
Collarinhos brancos feilos
Madapoln fino de jarda, a peca
Cobertores de algoj,lo
Chai} de quadros de lindas cores, o covado
Sarja prela hespaohola, o covado
Chapeos de sol de seda para scnliora o menina B800
Cobertores de l.aa grandes hcspanlioes ilyMKI
Camisas francezas brancas e de cor :2300o
Romeiras de relroz de muilo uoslo 10)000
Em frente do becco da Cougregaro, passando 1 bo-
tica a segunda loja de fazendas.
Rua Nova n. 18 loja de M. A. Caja & C. con-
tinua seinpre a Icr um grande sortimento da
Miras reitas de alfaiale, tanto superior, como mais
inferior, camisas francezai, brancas a de cores, gr-
valas, eolarinin?.'; chapos francezes, dilos de sol, de
seda e pannioho,suspei'.;n,'os de borracha,netaa para
senhoras, homens, meninos, lo'f'das para fazer-se
qualquer obra de encomraenda com a mif* presle-
1OlM)
"joo
700
210
280
2(0
ttBoa
S-iM)
4?(M)0
1^HKI
(HK)
800
i.10
2S0
29II0
730
JOO
000
casa de Rabe clie-
nicttau &C.,roa da Ca-
deia n. 59 vende-se
Um grande sortimento de vidros de cs-
pellio.
Relofjios linos de patente inglez.
Couros de lastre, marca cusidlo.
CourtM de (jra\a.
Ervilhas seccas emgarrafdes.
Vinho do Klieno superior,
Tudo por preco commodo.
Pianos,
Vendem-se pianos verlicae inglezes. de elegantes
modellos e axeelleiites vozes, fabricados porum dot
v.r ..ThtSTS ; emim 10,l1uer P .7l,e I" acreditados autores, premiado na exposicaode
c mi. rmm a rira um Mo comPMo 8 Por pr>|l"& no armazem de Roitron Rookt(V Com-
i mais commodo do que em oulra qulquer parle. | panhia, praca dp Corpo Santo.
prima qiialida-
MA D\ CRIZ N. 40.
Joao Praeger, dono desle eslabelerimento, lem a
honra de participar aos seus respeitaveia fresuezes
e ao publico em geral, que pelo navio chegado ul-
liniamenlc de Hamhorgo, recebeu om grande e
bem escolhido sorlimento de gneros alimenticios
de todas as qualidades, consislindo as scguinles
comidas, c bebidas.
Salames.
Queijos de nata.
Harenqua em barris de 25 c 50.
Sardinlias frescas em sal.
Queijos verdes suissos.
Ditos de I.imlmrfjo.
Caviar da Russia (ovasde pcixe.)
S.iliii.iii fnmacado.
Harcnrpies umacados.
Repolhoem barricas de 15 libras.
Feijao verde em ditas de 15 ditas.
Bolachas de llamburgo em latas gran-
des e meias.
CONSERVAS EM LATAS.
Bocuf la mode, Boudin blanc el noir, saueis-
ses, ragonls de veau et de liinards. Paleta de lievre,
de poulet. de broche! etc., asperges, Feves gran-
des, tarops de diversas fruclas.
Cognac (Pal Brandy
de, em caneas.
Rhum da Jamaica verdadeiro, em cai-
\asde 12 garrafas.
Vinho do Porto.
Vinho Xcres (Sherrv.) '
VinhoBoideauv, Marcas ; Pichn Lou-
gueville e St. Julien Cabarrus.
Xarope de vinagre.
lodos estes gneros vendem-se lano em porcao,
como se achara a disposicao do publico, as boras do
l.uncheon e al a noite.
Vendem-se cathecismos romanos,
traduzidos pelo padre Domingos Lopes da
Costa e Cruz : na rua do Encantamento
n. 70" A.
Queijos do Serid.
Francisco Jos Leite, na rua do Colle-
gio, receben grande porcao deste gene-
ro, os mais frescos qne he possivel haver,
que vende em porcao c a retalho, a pre-
co commodo.
Vende-sena rua do Collegio n.21, lerceiio
andar, uma bonita escrava crioula, de idade 18 an-
uos, e uma mulalinha de 10, mullo linda.
Vaquetas ingle zas-
Vendem-se vaquetas inglezas para carro, da me-
Ihnr qualidade, e por preco muilo commodo : no de-
posita do aterro da Boa-Viste n. 78, e sola de lustre
a i.i; o meio.
jB Vendem-se 2 casas novas, piuladas de amarel-
lo, no Campo Verde, com bous arvorertos novos : a
Iratar na mesma, de mauh.ia at as 9 horas, e de lar-
de das ;i em diante ; lambem vende-se uma casiuha
em Sanio Antonio.
Vende-se farinha, medida velha, por preco
commodo: na rua do Vigario, taberna de Joao si-
ro3o.
Alten rao.
Vendc-se uma bonita escrava crioula, recolhida,
de 20 annos, sabendo cozinhar, engommar, coser
chao e labyrintho, muilo propria para casa de fami-
lia por ser muito honesta e de bons coslumes, emm
boa para quem quizer possuir, o que he perfeilo :
quem pretender, dirija-se a rua dos Marlvrios B. 14.
Cacherina adamascada de lindas cores a
000 rs. o covado.
Vende-so na loja n. 21 A da rua do (Jueimado es-
ta lazenda, a qual he opliraa para forrar carro, col-
xa, e paia pannos de mesa, e assim como para ou-
lras muilas cousas, e dao-se amostras]
Na rila do Cabuga, luja de miudezas n. 4, ven-
dem-se por baratissimu preco as soguiules fazeiiil>:.
pacotcs de papel de cores com 20 cadernc; a (>20 rs.
holoes de osso linos para calca. pr;gados era papel, a
groza 200 rs., franjas com bolotas brancas e de cores
a peca .'I-jOU.
Na rua do Cabuga, loja de miudezas n. 5, ven-
de-se um completo sortimento de babado do Porto,
tanto aberto como lavrado, e de lodas as larguras,
principiando por :i dedos e acabando em 1 palmo re-
rorc.ado, o qual se vende mais barato do que em ou-
tra qualquer parle, por se querer mandar o mais
breve possivel ,1 conta de venda ao fabricante.
Vende-se uma parelha de cavados rucos para
carro, sendo um delles bastante gordo, e lambem se
vende separado : na loja de fazendas na roa do Pas-
seio n. 7.
Vcndem-se donsescravosda Cosla,proprios para
todo servio: na rua Nova, casa n. 08, primeiro
andar. *
Em
Vende-se suecas grandes com fari-
1.1 de mandioca : no largo do Corpo
Santo 11. G, armazem de Palmeira &
Bell rao.
Vende-se um casal de cscravos de muilo boa
conducta, c com habilidades, leudo uma pirlicula-
ridade que o dilo sabe audar com tarroras, e o mo-
tivo da venda se dir ao comprador : na rua Au-
gusta 11. ;l, sobrado.
Vende-se um tifio em Beberibe de limo, jun-
to as Ierras do Sr. (iybson, com caa de taipa, algum
pet de larangeiraf e encllenles jaqueiras, por piecn
commodo: a Iralar no lar2o do Paraizo, sobrado
u. 24.
Vende-se uma negrinlia de ."> a 6 anuos : no
paleo do Terco n. 07.
Francisco Jos Leite, na 111a do Collegio, lem
para vender os aeguinles geueros, chegados no ulti-
mo navio de Liverpool :
Presuntos para fiambre.
Boiachinha soda cm latas Rrandcs e pequeas.
Dita finis-macaplain.
Latas pequenas c grandes com biscoilos.
Craknell.
Queco.
Fanci.
Mixed.
Picnic. 1
Frascos de conservas sorlidas.
Potes de sal retinado.
E oulros ramios gneros que lulo vende a precos
commodos, e garante a qualidade.
Vende-se nina mulalinha de 17 annos, muilo
linda e robusta : na rua das Trinchciras nT 29, jun-
io ao nicho.
Vende-se um raoleque le idade de l anuos :
quem pretender dirija-se a Estancia, lado dirtilo,
primeira casa, al as 11 horas do da.
n RAPE DE LISBOA
a 10 ra. a oilava : na rua da Cadeia do Recita n. 15.
Velas ue carnauba.
Acaba dechegardo Aracaty uma por
cao de excellentes velas de cera le car-
naubr, simples e de composicno, as quaes
se vendem por menos preco do que* em
outra qualquer parte: 110 ntigo deposi-
to de R. Andrade&C, rua da Cruz
n, 15.
Aos fabricantes de velas.
Domingos R. Andradc St C., com ar-
mazem na rua da Cruz 11. 15, continuar
a vender superior cera de carnauba em
porcao e a retalho, assim como sebo refi-
nado, vindo ltimamente do Rio-Grande,
ettido por commodo preco.
Vende-se sarcat graudcs com inilho e farinha*
na rua de Sania Rila Liberna n..',.
Vendem-se cathecismos romanos, traduzidos
pelo padre Domingo. Lopes da Coala e Croz : oa
rua do Encantamento n. 7< A.
Vende-se superior doce de goiaba e anca, na
padaria da rua Direita, n. 2<.
Rua do Qtieima-
do, lojan. \J.
Os donos desta loja, querendo liquidar e acabar
com certas fazendas, estanrcsolvidosa vende-las por
barata preco, a.....helro vista, como sejam, cassas
francezas .le cores lixaa, c novos padrocs a 200 r. e
210 cada covado, dulas frauceas miudinhas final e
Utas a 2i(o covadn, e muilo filias a 280, Lia escoce-
za de i palmos de largara para vestidos a 700 r,. o
covado, chales de casemira adamascados de cores a
COtlO, e oulras fazendas por barato prejo.
Km casa de Timm Morasen & Vinas-
te, na praca do Corpo Sanio u. 13, ha para vender
livros para copiar, por preco commodo.
Vende-fe rap
fresco, a retalho e
do Sr. Domingos Tmeira Bastos, na
da Cadeia n. 17.
Heurondi C, muito
em oitavas: na loja
rita
Queijos do
sertao
lo deposito das bichas, rua estrcila do osario n.
II. exislem queijos do sertao e favas de Lisboa, e bo-
larlunh.is viudas de tara, de lodas as qualidades, e
oulras muilas cousas.
Bichas de Iam-
burgo.
Na rua rstreiia do Bosario n. 11, deposita das bi-
chas de ilamhurgu, etislem os centos a 'IOS, c alu-
gam-se a 320 cada uma.
arinha de S. Matheus.
Rlelogios
cobcrlos a descobcrlos, pequeos e grandes, de ooro
e prala, patente iuglez, de um dos mello,res fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Sotilhall Mellor & Companhia, rua
do Torrea n. 38.
Vende-se em casa de Joao Falque na rua do Col-
legio n. os secuinles objeclos : 1 cama de ferro
iiiieiraeaenle nova, I consol de Jacaranda com pedra
marmnre, e 1 piano vertical com pouco uso. Na
mesma casa cima compra-te um ipparadnr Imllel
com 10 p.lmoi poiir mais on menos de largura, ou
dous de .1 palmos de largura cada um.
Cortes de seda
para vestidos de
senioras. j
>a loja n. 17 da rua do (Jueimado ao p da boli-
ca, ha um grande sorlimenlu de sedas modernas de
novos dcscuhos e cores muilo delicadas, ltimamente
despachadas, as quaes se vendem por muilo barato
preco para se apurar dinheiro ; dao-se as amotlias
com penhor.
Moinhos de vento
com bombas de reputo para regarhortat bai-
la de capim: na fandicaode D. W. BowmaD,
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
A boa fama
VENDE BARATO.
Libras de linhasbrancas n. 50, GO. 70 80 a
Ditas de ditas ni. 100 e 120 '
Duzias de lliesouras para costura
Duzias de ditas mais finas e maiorts
Macos de cordo para vestido, alsuma cousa
encardidos com 40, 50 e 60 palmos
Pecas com 11I vara de hico eatreilo
Caitiohas com agulbas francezas
Caitas com Ib nvelos de linbas de marcar
l'ulceiras encarnadas para meninas e seohoras
Pare de meias finas para senhora a 210 e
.Miadas de linhas mnilo finas para bordar loo e
(irozas de holoes muilo linos de madrcperola
Ditas de dilos muito linos para calcas
Livcllas douradas para calcas e colotes
Fentcsdeverdadeiro bfalo para alizar,a 300 e
Peras de lila de linho brancas cora b e meia
varat
Caias com cohetes grossos francezei
Carrileis de linhas de 200 jardas de muilo boa
qualidade e de todos os nmeros
Macinhos com n grampas, e de boa qualidade
Pares de suspensorios de bonitos padrei
Torcidas para candieiro, duzia
Tinleiros e areeiros de porcclania, par
Carleiras de marroquim para algibeira
Canelas muilo boas de metal e pao 20 e
('.aniveles de aparar pennas
Meias brancas e croas para homem, 160, 200 e
Irancinha de la de caracol e de toda ai cures
patino
Duzia de penles decbifre para alizar, bons
(rosasde botes de loura pintados
Peras da filas de coz 210 e
Carraleis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
xandre
Linhas preta de medinha muilo boas
Carlas de allineles da boa qualidade
15100
ueso
1*000
19280
2i0
560
200
280
210
300
160
600
2X0
120
500
50
80
su
60
N
80
500
600
40
200
210
100
800
300
320
ABADOS DE FERRO
Na fundicao de C- Starr & C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desn-
perior qualidade.
-EracasadeHenryBrunn&C, na rua da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
to de ouro do melhor gosto,
de ouro patente.
assim como relogios
Vendem-sftJous pianos fortes de Jacaranda
construccaojitfiicale com todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: pt rua da Cadeia armazem n. 8.
STARR & C,
Duzia de-^en)s aberlos para atar cabello
liobst
40
20
110
91600
,------------.. ., ....... ,, meio loiiinjaioi ai
caes do Ramos, epara porcao a Iralar na rua d
n. I, escriplorio de Antonio l.uiz de Oliveir
Acaba de chegar o hiale oS. Pedro com um bo-
nita carregamento de farinha de S. Matheus, nova e
bem torrada, a qual se vende por commodo prcro;
para relalho a bordo dilo hiale Tundeado ao pedo
da Cruz
..vera Aze-
vedo.
tnico deposito do rap
rea preta da Baha.
Arabam de chegar algumas libras desle muilo
acreditado rap.o qual rivalisa como princeza de Lis-
boa : vende-se no deposito da rua da Cruz n. 1, es-
criplorio de Antonio l.uiz de Oliveira Azevcdo.
Sementes.
Vendem-se -rnenles de horlalir-as e llore de to-
das as qualidades che-edas peta ultimo navio de Lis-
boa : na rua da I.a,lea do Hacife, loja de ferragens
n. 56, de Francisco Custodio de Sampaio.
Vende-se um sitio na ra da Capunga defronle
da casa do Sr. i'iainboa, com 200 palmos de frenle e
'lO de fundo, lodo coberlo de varios arvoredos de
fructo de muilo boa qualidade, tendo a casa 2 salas,
alcova e 1 quarto, cozinha e qoarlo para negros, urna
cacimba com agua das melhores : a tratar no mesmo
sitio, ou com Antonio Huberto na rua Nova.
Vendem-se saccm com milho moilo novo e
grandes a 39800, dllat grandes de alqueire de fejSo
a .'i?, arroz pilado em saccas a 31900 a arroba : oa
rua du Vigario n. 5.
PEI.I.ES DE CABRA.
Na rua da Cadeia do Recita n. 57, vendem-se pcl-
les de cabra por commodo pree,o, para acabar.
Vendem-se para talada 72 forqoilhai de ferro :
na casa 11. 21, roa do Colovello, na Boa-Visla.
VELLAS DE CARNAUBA.
Na rua da Cadeia do Recita n. 57, vendem-se so-
periorai velas de carnauba pura ullinimente chega-
das do Aracaty, mais barato do que em outra qual-
fluer parte.
Vendc-se uma cadeirinlia a moderna e rica-
mente dourada.'coin o competente calila em que se
guarda a libre para os negros : quem a pretender,
dirija-se ao aterro da Boa-Visla o. 2, primeiro an-
dar.
JYa loja das seis
PORTAS EM FRENTE DO I.IVRAMENTO.
Flores de relroz para enfeiles de vestidos para me-
ninos a meta pataca cada uma, vestidos feilos de se-
da para meninos de 3 al 6 annos a 55, satas de cam-
braia lisa bordadas para senhora a Ire mil res, enr-
es de vestido de cambraia com 3 barras a cinco
patacas e dous mil res, chitas escuras qoe mo des-
botam a meia pataca, fil liso e lavrado, lencos pin-
tados para meninos a seis vinlens, chales d ganga
encarnados llor amarella a duas patacas : dinheiro a
vista para acabar.
GOMMA.
Apenas etislc um pequeo numero de saceos com
gomma do Aracaty, que se vende muilo em conla
para acabar : na rua da Cadeia do Recita n. 57, ei-
criplorio de Joao Fernandes Prenle Vianna.
Vendem-se velas de carnauba pura por menos
do que em outra qualquer parle : na rua de I loria-,
rcliiiacao n. 7.
Vende-se 800 saccas rom farinhii de
mandioca cliegada ltimamente, a reta-
lho ou em porcao, a .s'OOO a lacea : no
becco do Carioca n. 7 e !, e rua da Praia
n. Ti, tendo 2 alc-iicires pela medida do
Rio.
Vende-se ou (roca-se poquito fssi"-, de me-
nos valor, a casa lerrcajiiM-ua do Nosncira u. .12 *
trata-se na ineiu* i'a-a.
luchas de Hamburgo.
Em frente a malriz da Boa-Visla alugam-se bi-
chas das mais superiores que ha no mercado a file
120, e vao-se applicar a qualquer hora, asim como
se amla toda c qualquer ferramenla de corle, ap-
plicam-se ventosas, llmpam-se denles c rh.umb.im-
se a prala c a ouro ; quem precisar pude
que promplamenle ser servido.
procurar,
Meias de borracha.
Na rua da Cadeia do Recita n. 15, vendem-se su-
periores meias de borracha rhesadas ltimamente,
assim como roiao hamburguez em garrafas.
Vende-so 1 casa no Colho na rua dos Prazo-
res n. 10 ; com 2 salas e 3 quarlos.cozinha e dispen-
sa r8, com bom quintal que lera 150 palmos de
larsoe TOO de rundo rom 2 latadas de parreira e
varios arvoredos de fruto, porlflo para a rua do
Jasmim, quarlo para escravos, emim mais cousas
S*V Pr,e.,e"<,-He ver : a Iralar airas da malriz
da Boa-Visla 11. 13.
Vendc-se um sitio na Torre, denominado Lego,
com 10a casa de vivencia, contendo 2 boas;salas,
quarlos, dispensa e cozinha tara, terreno na'frcnle,
rande da parle de detras: quarto para
hospedes, 2 ditos
para escravos, estribara para 3 ca-
vallea, eocheira para carro, cacimba da me'lhoragiia
que lera no lugar, lodo coberlo de arvoredos, ten-
do 200 palmosde frenle e 600 da fundo, cercado
ata roda de liraao ; por proco commodo : a Iratar a-
Iras da malriz da Boa-Vista n. 13.
Va loja das seis
portas
Fm frente do Livramento.
loa'edR.vaer!Vin,e,'' 0C0T,,d0* ""winlioeoin
castas 6"i 1,as onrel1*" eia vinlens. a vara,
a meta Sar C,Vado' rlsc,dinh" rrancezes
a..T.'.a p*laca cvalo, a dinheiro vista
acabar.
para
Jos Jo.iquim Gonjalves da Silva, estabelecido no
alerrn da Boa-Vista n. 8, defronle da noneca, avisa
ao respeitavel publico, e particularmente aos seus
reguezes, amantes dos bons gneros e baratos, que
sua casa de negocio se acha sodida dos melhores g-
neros de moldados, e vende mais barata do que em
outra qualquer parle, chegados ltimamente de di-
versos porlos da Europa: conservas alimenticias vin-
dasdo Porto de uma fabrica nova, as melhores que
em vindo a ete merc.do, boiachinha de suda em
talas grandes e pequeas, biscoilos finos inglezesdo
todas as qualidades, em latas, queijus londrinos, di-
los do reino de ludas as qualidades, conservas ingle-
zas. presuntos de Lamego, dilos para fiambre de pri-
meira qualidade. latas com boiachinha de ararula de
Rio, vinho do Porta velho engarrafado |de lodas as
qualidades, dilo Bordeaos, dilo moscatel deSelubal,
e muilos ouiros vinhos de superior qualidade, bola-
ctnha deBallunore redonda c quadrada, cha da In-
dia o melhor que lem vindo a este mercado, dilo
Chim, chocolate haunilha allemito, dito de Lisboa,
dito rrancez, massas tinas para sopa de todas as qua-
lidades, manleiga ingleza e Trncela, nova, de supe-
rior qualidade, cevadinha, cevada. sag, ervilhas,
marmelada de Lisboa muilo superior, sal refinado
para celada, azeite doce refinado de primeira quali-
dade, champagne calmante em garrafas e meias, b-
talas inslezas, e moilos outros gneros de primeira
qualidade, que so.i vista dos compradores acharan
verdade o quanlo se diz nesle annuneio.
Casemiras bara-
tas.
Na loja n. 17 da rua do (Jueimado ao pe da botica,
veiidem-ne cortes de casemira escura, peta barato
prec.o de 3-5500, 19 e 5*f, para liquidar contas.
A rnelhor farinha de man-
dioca em saccas
que exista 110 mercado, vende-se por preco razoa-
vel." no armazam do Cazuza, caes da airando -a
n. 7. ,
~ Rob l.'Aflerleor, Vermfugo inglez, salsa de
llnitol, ptalas vegelaes. salsa de Sands : vendem-
se estas remedios verdadeiros,, em casa de Bartholo-
meo lrancisco de Souza, na rua larga do Rosario
o. 36.
Cobei torea de la hespa*
nhes muito encorpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Cambraias de seda a 240
o covado.
Na rua do Crespo n. 5, vendem-se cambraias com
llores de seda a 210 o covado, ditas mais linas a 320.
A 8,s0()0 o erle de vestido para senhora.
Para bailes, saraos, the.lros, visitas, etc., ele,
vendem-se na rua do Crespo n. 11. riqusimos cor-
les de uma lateada de seda e lia denominadaPri-
mavera ; esta fazenda lori.a-sc recoramenriavel pela
qualidade. gostose prejo, c por Uso he intil qual-
quer elogio. Na mesma casa vendem-se sedas esco-
cezas de novos padroes alio covado.
Roa da Praia, na travessa
do Carioca, armazem
n. 7,
vendem-se mais barata do que em outra qualquer
parle laceas de aiqueire, medida velha, com farinha
de Santa Catharina, a mais nova e mais fina que
exista no mercado.
Farinha de Santa Catharina, saccadeai-
1Be're iSGOO
Dita de S. Matheus, dila dita 1-500
Dila de Alcobaca, a sacca 3-) c 3800
Arroz pilado muilo superior, a arroba 13300 e tSSOO
Dilo de casca, saccas grandes v.tio
Milho, saccas grandes e muilo novo 2800 B3J600
tatvirgemde
Lisboa e potassada
Rnssia.
Vende-se na ruado Trapiche n. 0 e 11, cal virr-em
do Lisboa, nova a 5?000 o barril, velha a 500 rs. a
arroba, e polassa da Russia a 300 rs. a libra.
Kelog-ios de patente
ingleses de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
Augustof. de Ahrctt, na rua da Cadeia
do Recite, armazem n. .10.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
guinho, sita na casa doSr. cirurgio l'eueira, com
militas fregneiias na Capunga, Alllirlose lloa-Vis-
la, alcm da da porta, a qual lem todos os pertences
n iiab..Iliar, e na mesma tem um cavallo para en-
trena de pao nji freguezia : para Iralar, na rua da
Solcdadc n. 17. ou na mesma.
UVAS DE TORCA L.
Vendcm-se laves pretas de loreal, checidas ulli-
mmenle de Lisboa, pelo baratiaslmo prei;o de 1)000
o par : na rua do (jueimado, loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jarome Pires ven-
de-se superior farinha le mandioca em saceos gran-
des ; para poree irala-se com Manoel Alves Guer-
ra, na rua do Trapiche n. 14.
Atteneo
Riscado escuro c muilo largo, proprio para ronpa
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bomgoilo a 5>, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a 1)600 a vara, loalhas
de panno da linho alcotoadas e lisas para rosta, as
mais superiores que tem viudo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e oulras mili-
tas fazendas por preco commodo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volta para a rua da
Cadeia.
,320
40
560
120
20
400
80
40
40
320
500
140
100
uutras
Maleada lio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazenda muilo boa 2IO*e
Fivelas de ato com toque.de ferrugero para
calja
(irosas de fivelas para sapatos
Caitinhas enveroisada com palitos de fogo
' da veliohas
Caitinhas de po com palitos de fogo bons
Caitas com 50 caitinhas de phosphoros para
charutos
Charuteiras de vidro 60 e
CaslOes para bengalas muilo bonitos
Atacadores pretos para casaca
Sapatiuhus .le Lia para crianras, o par
Camisas de meia para crianzas de peilo
Trancetinspara relogio, fazenda boa
bscovinhas para denles
Atem de lodas estas miudezas, vendem-se
muilissimai, qne a vista de suas boas qualidades e
baratos precos, causa admiraran aos proprios com-
pradores na rua doQueimado, na bem conhecida
loja de uiidezas da boa-fama n. 33.
Gal de Lisboa.
Vende-se urna porcao de barris com cal de Lisboa,
por barata preco, e relalho a 39 o barril l na roa da
Cadeia do Recita n. 50.
FARINHA DE SANTA CATIIARNA,
muilo nova e de superior qualidade, a bordo do bri-
gue escuna /lapido, fundeado em frente do arsenal
de guerra, vende-se por preco commodo : a Iralaj
com Castao Cyriacojda C. M.. no largo do Corpo
Santo n. 2o. r
Livros Csicos
Vendcm-se os segrales livros para as aulas pre-
paratorias : Hislory of Rome 3)000, Thompson 25,
I oal el \ irgioie 2000 na praCa da Independencia
ns. 6 e 8.
SEMENTES.
Saochegadas de Lisboa, e acham-se ,i venda na
ruada Croz do Recita n. 62. taberna de Antonio
rrancucoMarlini as se2uinlessemenleide horlali-
cei, corno sejam : ervilbastorta, genoveza, e de An-
ela, reij;1o carrapalo, roto, pintacilgo, e amatello,
airacerepolhudae allemila, salsa, tomates grandes,
rbanos, rabanetas brancos e encarnados, nabos ro-
to e branco, senoiras brancas e amarellas, couves
iriiicnuda, lombarda, esalila, sebola de Selubal,
segurclha, coentro de looceira, repolho e pimpinela,
e nma grande porcao de diderentes semental, "
mais bonitas llores parajardins.
da-
Heiogios
ezes de pa-
tente,
c.
respeilosamenleannunciarn qoe no seu exl
tabelec.raento em Santa Amaro.conouamalbate
com amaiorperfeicaoe proraplido. XXKXSZ
dade de macl.m.smo para o uso da agrieullura
navegacao e manufactura ; c qoe para matar c"^
modo de seus numerosos heguezes e do publico
em geni, leem aberto em um do, grande, arma"
zens do Sr. Mesquila na rua do Brum, atrado
arsenal de marraba um.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu eslabelecimenlo.
me,,i aCharau comPr*"lores om complete sorli-
ramnif8, oendaJ,,d ""a. eom lodos os roelho-
I ^SFT de"eS D0T0S e "6'^) de que
eessidad- ii d.D""'M auno 'm mostrado a ne-
fundida,^earU0^'aman; ,aD, ba'ida, e0me
mas de assucar e dl,0S Para cood*"'f tt-
prensaip radUoTr'M ?"' T" n,andioe*'
ata, arado, "roT e..fe,f0 *""1'"*-
Sao, fundo, p.ra alarnta^ aPProva<-a conslnic-
fornalha,, e um. infimd?,.'I' *25 e *J0T'" '",ra
seria eaWoata"enmer,, "' t" de "T' fi
e.is.e uma pesso'a M&\ S^Jf^
receber lodas as encomraenda,, ele ,?,.
annuncianles contando com a capacidJde''d(?tLiI
onic.nas e machinismo e pericia de sVu, offic.Te,
se comprometan, a fazer esecutar coro a3
presteza, perfeijao, e etacta conforroidade com o.
nrnecid0aSs011 eseDhos* ,'DlrD,:e t"* Ih" lorem
MECHAHISMO P1R1 EIGE-
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENf.F
NHEIRO DAVID W. BOWMAN rS
RUA DO BRUM, PASSANDO O Lu.
FARIZ,
ha seranee uro grande soriimenlo des seguiot-, 0D.
jeclos de mechan.smos proprio, para engenho, .C
ber: moendase meias moendas da mais modern
conslroccao ; taitas de ferro fundido e baTido de
superior qualidade e de lodoso, lamenhoa reda!
dentadas para agua ou aoimaes, de toda. 'S.
cues ; crivpse boceas de foroalhae regiilros^X
eiro, agu.lltae,, bromes, par.fuios e cavilhoe, nmi
nhos de mandioca, etc. etc. *v."iiiioei, mol-
NA MESMA FUNDICA'O 1
eetecutam todas as encommendas com a sanarlo,
ndade ja conhecida, e com f--
modidade em preco.
i a devida prestezae eom-
ing
os melhores fabricados em Inglaterra: im casa de
Henry Gibson : rua da Cadeia do Recitan. 52.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ua da Senzala-No-
va n. 42.
Neste estabeleciment contina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para engenho, machinas do vapor e tahas de
ferro batido c coado de todos os tamanhos
dito.
para
!3$500
Vendc-seealdeLisbuaultimamentechegada.as-
imcomopotassadaRussiaverdadiira : napracado
Corpo Sanio n. 11. *
A boa fama
VENDE MUITO BAKATO.
Leneihhos de relroz da todas as cores para pescoco
de senhora e meninas a 1*000, baralhos de carias li-
nissimas para voltarele a ,>O0 rs., tacas de lila para
seuboras a meniuas a 600rs., luvas de fio da Escocia
branca e de cores para homem e senhoras a 100,
oOO e 600 rs. o par. camisas de meia muilo Tinas a
19, ricas luvas de seda de loda, as cores e bordadas
com guarnc,cs o borlas i3g e 35500, ricas abotoa-
doras de madreperola e melal para colletas a palitos
a 500 e 600 rs., luperiore meias de seda pretas para
senhora a 25.500, meias brancas muiliisimo Tinas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, Tioissimas navalhai era
tajos para barba a 29, ricas caitas para guardar
joias a 800 e 19500, cana- muito rica, com rcp.rli-
mentos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco de 89300, 39 e 39500, papel proprio para
os namoradosa 40, 60, 80 e 100 rs. a folha, candiei-
ros americanos muilo elegantes, proprios para esloa
dantas ou mesmo qualquer eslabelecimenlo pela boa
luz que d9o a 59. travessas de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, peta barata preco de 19. pastas para
guardar papen a 800 rs., espelhos de parede com ar-
macao dourada e sem ser duurada a 500, 700, 1/ a
19500, escoras moilissimo linas para denles a 500 rs.
ricos taques cora plumas e espelhos e pinturas liiu*'
Salitre superior.
Vende-se e muilo barata, na loia de ..
rua do Qoeimado n. 35, em jg* [VtX" *
Em casa de Henry Brunn & C, rua da Cru
n.10, vendem-se.
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para,msica.
Espelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano;
Gomma lacea.
TARAS DE FERRO.
Na fundido da Aurora em Sanio Amaro, e
tambera no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal demarinha, fia
sempreum grande sortimento de taixas, unto de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequenas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
precos sao os mais commodos.
VARAND1S E GRADES.
undirao da Aurora, era Santo Amaro.e no deposi-
to.da mesma. na rua do Brum.
A boa fanift
VENDE BARATO..
Ricos penles de tartaruga para cabera
Jilos de alisar tambera de tartaruga
Lindas me,a. de seda decores para r.
41500
:te0oo
r!DS"- I98O0
Papel "de "peso 1 .
haver 4a000 e
Pcnna. da aje, bico de lanca, o>,neihor ,
Baodeja, grande, pVpinra'fi'nV,,1^^ *
ealmaco o melhor qnepod? ^^
59000
simas a' 2 e 39, eharoleiras finas a 29, ricas gal hetai-
ras para azeite e vinagre a 29, rica e Traissiraa, cai-
tas para rap a 2*50O e 39, penlesda bfalo, lazen-
da muilo superior, para tirar piolhos a 500 r,.. dilos
de marfim muito bons a 400, 500 e 610 rs., resma,
de 20 quadernos de papel de lodas as cores de folhas
pequenas a TO, riquissimos Irascos rom estrados
muitissimo fino, a 19200, lj.500, 25 e 29500, jarros
de porcellana delicados e de moderaos gostos, com
banba franreza muilo lina a 29, frascos com essencia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e crandes da verdadeira
agua de Colonia de Piver a 4X0 e 19, sabonetas fino,
e de diversas qualidades, pos para denles o mais fino
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar o, denles, e oulras muilas perfumarlas
tudo de muilo gosto e que se vendem barato, tasouras
n,nilissimo finas, propria, para papel, para cortar ca-
bello, para unhas, para costara,, trancas de sedas da
bonito, padroes e diversasatargnras e cores, ricas filas
de seda lisas e lanadas de lodas as larsurase cores
blcos de linho linissiraos de lindo, padroes e todas as
larguras, ricas franjas de algodao brancas e de cores,
proprias para cortinados, e outrai muilissimas cousas
qne ludo se vende por lao barato preco, que aos pro-
prios compradores causa admiraro: na rua do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de D. \V. Bowmann ua
rua do Brum; passando o chafariz, contina fia-
ver um completo sortimento de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bneca, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: cmliarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C.,
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieiros e caslicaes
bronzoados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em harris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municao, arraios para car-
jo, lonas inglezas.
l"m completa sortimento de bordados como se-
jam, camisetas com mangas, collarinhos, peitilho,
romeiras. ramiius, coifinh.is e pelerinas ; tamben!
tem um completa sorlimenlu de ricas llores, enfeiles
pan cabeca, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
de iiiho : ua rna da Cadeia-Velha n. 21, primeim
ha, a groza 4 "-"*-'<" W
Ditas muitissimo fina, sem ,er de lanca
Ocales de ermaca de ac cor gradneoes
Lunetai com aimacao doora.da S
Ditas com armscao de lanar m
Jila, com armaco de bufa|0
Uilas de 2 vidroi com armac ao dn lnk_
Toucadures da jacarando Sli2*23*
nos ,em ser de Jacaranda &. P'lh'
Meias pretas compridas de *!a
Henalas d junco com bo.,-,0!i -,.,.-,.
K.cos ch.co.es para caval Joi' *t0d", n.
quenus a 800 rs. e rauoe, e pe-
Gravata, de seda de todas as cor ....
Atacadores de cornalina pi.ra castea *
Suspensorios finos de borr acha a ion --1
Penles muito finos p.ra ,u *1, 0' J*
Escova mnilo finas para r-aballo
l.aparlin- piulado, compri d0,
Itoles finissimos de raadr lwt.i, .
Quadernos de papel WMe^lSta?-'
Bonitos sapali. ho, ,l raer >L"r S
Ota hniss.raa, para ct,hello ism ," *J
o! df.afrrnSuSf arS de b**> n"il" SK
Sniveles d72MII" fiD,S, Cabde ",rta 1^
aa ruado n/par Zdezl.^"nard0' no,, Qualrn Cantos, na loj.^e
-JAxalJias a contento.
b.l fabricante q.e ha sido premiaos ero dvenas t
posicoes : vendera-s. cora a eondij*, 'S?
dando poder o comprador devolvc-laV l o^Sa
depois da compra, restituindo-se a imnt,rt,nrl, ^
Ke,cai,eenA3^0CdeAbreH "a "^M*
mtt0f9 fitgiDod.
"!"''d?de *.30 anaos, ponco mais ou manos
com os signaes seguinte, : falta de denles na frente ,
eZm.,,0r,lh.Mr,s,g,di ProvnienI dos brincos
a,sZ?r,o eV<"a!/.a d0 "m' tnDaa d
asiucar n. 12, que sera bem gratificado.
TnGr?linca;se com 105 a qoem pegar o es-
cravo cabra, de nome Paulo, fogido no di. 1.-de
S COrr.""e aDD0' "Dd0 "R"" Suinles :
cnrn',fm .U C,P0' """ b,"Da' Pcado das "*
22J.5 U"' JUI" nariI no Iad<> direilo ; leoa
ln,^ ,U|'VSenocalasdeb,im- U> Pililo de
alpaca preta etc. e Lorzeguins : julga-sa ter ido pa-
ra a provincia de Pernambuco, onde lem prenles
no Lunoeiro. ou para a Alagoa Nova nesla provin-
seu Sr. Jos
ernarabnco a enlrc-
cia, podendo conduzi-lo a esta cidade a
Vr ,'V T'," >'in."sr' ou a Pnam
"" ?*;.-An,on|o I* "ncisco Pereira com loja na
1856 l>0- ParaDib d >'o"e 2 de maio de
u-TiZi"8.? do Ri0 Forrnto de casa do Sr. Jos
^ 2 ,f -A'!randa o escr.vo crioulo de nome Filip-
pe, raaae 30 annos pouco mais ou menos, cr prela,
cabellos bem capinhos, boa estatura, grosso barbado,
algoina, rae, rapil e ,, dejsa ficar pon-
ca barba, he desdentado, tem urna marca de ta-
mo enliga na testa, < lio,, pequeos e vermelhos,
roslo descarnado, andar pesado, nageda, levantadas
com cicalrites de chicote ; gosta de batuque e bebe
muito, trabalha de meslre de a>sucar. Esta es-
cravo perlenceu ao Sr. Joaquim Cavaleanti, Sr. de
engenho Paolisla. foi vendido ha cinco annos <> Sr.
Manoel tioncalve, Braga, e hoje pertence eoSr,
Domingos Soriano de Oliveira, Sr. do engenho On-
ca, do termo do Hio Formse, e acbava-,e em casa
do dito Sr. Jos Bento de Miranda, para ser ven-
dido ; consta ter sido visto nesta cidade : por isso
roaa-se as autoridades policiaes ec.pilites decam-
po a captura do mesmo, levando-o a ru. da Cadeia
11. 60 primeiro andar que, se recompensara gene-
rosamente.

i
sa
19200 s
640
800 ' r
1S080 .
1J000 "
500
:900o 1
:tsooo
29000
19800' aa
500 t
19000 '
19200
320
600
500 t
640
700
19200
80
19500 r
mif. : TYP.DB M.F. OB FAMA, 1856
MUTTDtfvv
ILEGIVEL


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