Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07385


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Full Text
ANNO \\\I1 N. 410.
Por 3 mczes adiantados 4$000.
Por 3 meses vencidos 4 $500.
(MIXTA 1K11S V i;i DE MAIO DE .856.
Por anno adiantado 15#000.
Porte franco para o subscriptor.
*
r.ACAItlllK.AIiOS DA SIJBSCIIIPCAO' KO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervasio V. da Natiridade : Natal, o Sr. Joa-
juim 1. Pereira Jnior ; Araestv. o Sr. A. de Lemos Braga ;
Cear, o8r. J. Jote de Olivsira ; Maranho. o ir. Joaquim Mar-
Si Rodrigues; Piauby, o Sr. Domingos Herculano A. Pcstoa
rense ; Para, o 8r. Jusliniano J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
n jmo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
la-liada : u i.. m .u.i-. i* neia humo .in ,lii.
lltw.*. i... n.....tarabita : vand......MHan-Tcira*.
,S. \il.. ,. VI' ii-, lontl ,,l...ru.iLi, Mlinl.....Uar.inlnri- ni ''! i-l.ira.
S. IsUUIVIH '. 1 .,.-.! Mkn. .N.t/u.'ih. I.imu.'iti, Rtrjw, .V-iinrir.., /d^m-
i--. II..,,.. \ii R-RHIa, Roa-Vi*,i.,, finri. imv .- K*u : u* >|ru*-ff4ru. Ul, S.ti.Ii..tii, l!,r.-l ..ti-i....., 1 n.i, lUrt.itu-, A-'ua-l'p-i.-i,
t llM IpUj
UK-Mlriran .N.IijI ; hiiii.i^i.ii.-.
1 >.l... a ekwBatlnia 10 boru da aaaUa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartas e aabbadoa.
Melacao : tercas-feiras esabbados.
Fazenda : quartaa e sabbadoi al 10 horas.
Juizo do commercio: segundas ai 10 horas e quintas lo meio-dii.
Juizo de orphos ; segundas e quintas as 10 horai.
Primeira vara do civel l segundas e seitas ao meio-dia.
Segunda rara do civel: quarlas e sabbadoi ao meio-dia.
ll'lll Mi.itini.s DO MEZ DE MAIO
4 La nova aos 21 minutos. 48 segundos da tarde.
11 Quarto crescente as 5 horas, 3? minutos e 48 seguudoi da i.
20 La eheia aos 22 minutos e 48 segundos da manhaa.
27 Quarto minguante as3 horas, 18 minutse 48segundos da tar.
'REAMAR DKIIOJE.
Primeira as 1 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas e i- minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
II Segunda. 8. loanna princesa v.; Ss. .\ereo e Aqulleo irs. mm.
t:i Terca. 8. Pedio Regalado f.; Ss. Glyccria e Servato mm.
II Quarta. 8. Gil .; Ss. Bonifacio. Enedina c Poncio mm.
15 Quinta. S. Iridur, Lavrador.: S. Dympna priceza.; S. Toralo
16 Seita. 8. Joo \cpomucciio couego m. S. Aquilino m.
17 Sabbado. S. Pedro. S. Paschoal Bavlo 1. S. Possidonio m
18 Domingo 2 depois do Espirito Santo. 8. Gregorio 7. P.,
ENCARRILADOS DA SUBSCRIPCA& (fQ SUL.
Alagoai.o Sr. Claudino Falcan Dias ; Bahil o Sr.D. Duprjt;
Rio de Janeiro, o 8r. Joao Pereira Martini.
EM PERNAMBLCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Firia, na sua
livraria, praca da Independencia ns. 6e 8.
PARTE 0FFIQIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta do la 10 do raaio.
DilirioVo Eim. commandanle superior da suar-
da nacional do municipio do Becife, inteiraudn-o
de haver concedido um anuo de licc-nca para ir a
Europa Iralar ate su.i saude, ao lenenle-cirnrgiao do
3. halalhao de infatuara da mesilla suarda nacio-
nal, Dr. Jos Mara Seve.
Dilo\,> E\;n. roareclial commandanle da*, ar-
mas.leudo o lenle coronel Joao Nep imuceno
da Silva Porlelln, ido exonerado da commissao ile
* quo le acliive encarregadn na comarca do Rio For-
inos, ipiaaB|da%-ine srienlilicar ,i \*. Etc. que esse
brioso ofllcial c comportara all rom o mesmo zelo,
lidelidade e honradez que sempre tem erapregado
ero entras eommisvies, lornando-se por isso cada vez
mais disno de attenrAo. U que V. Exc. servir-se-ha
de llie lazer constar.
Apn-veilo a occasiao para dizer a V. Ec. que o
mesmo (eneule coronel esta desembarazado pa-
ra seguir odcslino a que o chama o governo im-
perial.
DiloAo mesmo, aotorisando-o, em visla de sua
informarlo, a mandar passar escusa ao soldado do
9.* halalhao de iuranlana, Jos l.uiz de Souza, acei-
tando em seo tusar o cabo Jos Gaspar da Concei-
o, que elle olTereceu para completar o lempo de
servico que Ule falla.
DitoAo inspector da lheoura~ia provincial. DA-
ra que, em visla da conla que remelle, da despeza
feita pelo subdelegado da fresuezla da S. Jos, cora
o pagamento dos jornaes de dous individuas ernpre-
gados uo servico da padiola d'aquella freguezia,
mande reeebcr do referido subdelegado o saldo de
589 rs., que eiiste em seu poder, da quanlia de
Iimij rs., quelse llie abonoo para as despezas com a
salubridade publica.Communicou-sc ao chefe de
polica.
HiloAo mesmo, inteiramlo-o dehaver concedido
oro mez de licenca com o ordenado, ao joiz de.di-
reitodo Rio-Formoso, bacharel Jos Filippe de Sou-
za LeAo, para tratar de soa sude.Igual commo-
nirar.io se fez ao conselheiro presidente da re-
lacio.
Pilo Ao mesmo, recommenJando que. nos ter-
mos da portara de M) de abril ullimo, manda pasar
a importancia da gratiltcacAo que compele ao dou-
lor em medicina, Jn.io Mara Seve, por ler sido en-
carrettado do tralamenlo das pessoas indigenles ac-
commeltidas da epidemia, no .- dblrielo da fre-
gaezia da Saoto Antonio do Kecife.Tombem man-
d'ui-se pagar ao eirurgi^o Francisco Pinto (iuima-
raes, encarres ido do 6." dislriclo medico da fregue-
zia da Boa-Visla.
DitoAo mesmo, mandando pasar ao doutor em
medicina, Possidonio de Mello Accioli, a importan-
cia dj sraiilicaeAodu .V? rs. diarios, que se Ihe e*-
tiver a dever at o da 5 do correle inclusive, de-
duzindo-se as quanliasque o mesmo doulor houver
recebido por conla da referida graticacfio.
DiloAo inspector do arsenal de marinli,-., dizen-
do, que pode dar as providencias mcessarias, para
adquirir oulra caldeira para a barca de escava-
Cao, visto eslar arruinada a que eiiste i.a mesma
bjrca.
Dito^Ao commandantc do presidio de Fernando,
tecommendatido, que faca regiessar a esta capital, o
cipellao d'aquelle presidio, Manoel Tttomai da Sil-
va, Heaiido cerlo que nesi.i dala se ollicia aoinarc-
cbaleominandanle das armas, para mandar servirno
me-ino proaidio-oso capellao da reparlicSo eceleaiaa-
lica do exercilo.Fez-sc a reapeilo o nooeaaarlo ex-,
podiente. .
DiloAo < o-iJn m \-.t ..- do cupo d? polica, para
maodar apresetar diariamente ao juiz de dirollo
presidente do tribunal do orj desta cidade, durante
a prsenle scsso do mesmo tribunal, urna guarda
coinposta de inferior e 10 soldadas.
. DitoAo presidente interino da commissao de li> -
tjiene publica, approvando a delibcracao que lomou
aquella commissao, de dispensar t\o servico do sua
cscripturarln, a Decio de Aquitio Fouseca, e Ho-
rnear a Agosliiiho Jos d'llliveira, para suli.lilui-lo.
Communicou-se lliesouraria de fa/.enda.
Dilo-'Aos vereadores da cmara municipal dcsta
cidade, Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque, e
Antouio Jos de Oliveira.Acensando o recebimcnlo
do oflcio em que Vmcs. me declaram liaver enlre-
goe, a ordem do coronel Antonio Francisco Pereira,
por conla do adianlamento que elle fez para cou-
pra de gado, a quanlia de sele conlos de res, licau-
ilo anda por ser pasa a que falla por completar a
omina de 18:0817100 res, por nao liaver n'aqoella
oecasiAo dnbero disponivel; cumpre-me dizcr-lbes
que leudo eessado o motivo exlraordiuario, pelo
qoal foram Vmcs. encarregados de mandar lalhar
carne verde nesla cidade, convem que nao conti-
uuein a fazer compra de gado, procurando somenle
consumir o que existe ja comprado, a-iin como li-
quidaras saas conlas com a Ihesouraria, e embolsar
i coronel Antonio Francisco, do queain la se Ihe es-
tiver a dever. >esle senlido acabo de olliciar
cmara municipal.Fez-se o olicio de que se
ma.
DitoA' directora do lliealrn de Sania Isabel.
Acceso recebido o oflico em que Vmcs. me solici-
tar/! a exoneracAo do cargo de directores do thcalro
de Santa Isabel, em consequencia de ase acbarem
sobrecarresadosdeoutros Irabalbos de iulercsse pu-
blico qae Ibes absorvem o lempo, que seria misler
dar lodo a restaurarlo d'arlc enlre nos, c a econo-
ma material da scena.
Em reiposla cumpre-me dizer, que por maior
que seja n meu desejo de allivi-los da larefa, que
Vmcs. at boje teem desempeuhado di maneira a
maU satisfactoria, nao po^'so todava res<>|ver-rae a
privar o meu successor dos mu valiosos servicos
que essa directora ter de pre-i.r -loe rom o mes-
A MACO.YUUi DAS NLLIIERES. *
Por Carlos Monselet.
SEGUNDA PARTE.
Ki'
XVIII.
(raras ao seu svslema d morar cm urna carru-
cem. Mr. Illancbard linha. t;,mo a vim"s- P"M
He acordar cada manhaa dianle .'le "m, honsonle no-
vo. A escolba do lugar erasemp.re, abandonada ao
bom goslo do cocheiro, e isso Iho / dado. Convinha evilar a monotona das"pff'i''j:l'as
risonhas, fazer o amo dispertar em floresta depois d
ler disperlado em planicie, deparar-lhe urna ma-
nhaa i beira d'agua depois de nina iii.inh.'i-i sobre
moutmha. Equantas dilTiculdades tinba de vencer !
Esse cocheiro loruara-se, cmlim, verdadeiro artista,
Brocurando a originalidade dos contrastes. Demais,
(r. Blanchard, que sabia apreciar e recompensar
todos os mererimenlos, nunca dexava de chama-lo
e de grallica-lo todas as vezes que o ponto de visla
era bem escolhido. I'm da, ahrindo as porlinholas,
Mr. Blanchard via-se sobre o Monte Valeriano :
duas parelhas de reforco explicavam essa subida ;
no dia seguinte elle sentia-se singularmente emba-
lado : eslava no meio do mar.
Ora, acontecen que urna manhila Mr. Ulanchanl
pondo-se janella s vio um muro alio, cimento
e no.
Fez urna careta de suloso mal servido, c disse :
Vista mediocremente alegre vejamos do ou-
(ro lado.
E, vollando-se, vio segundo moro absolutamente
smelhante ao primeiro.
Isso he inspido, ruurmurou elle ; o goslo desse
palife deprava-se. Ei-a, saames desle pon.
Agitoo um cordflo, que de ordinario punha o co-
cheiro em inovimento c os cavallos a galope.
Mas a mola eslava sem duvida quebrada ; iiois a
carruagem nao moveu-se.
Elle recorreu a oolro cordao, que devia Ira/.cr-lhe
o umarista ; mas essa nova chumada licou igual-
mente em elTeilo.
A colera subi s faces desse lybarita da loco-
moran.
Irra c\ciamou elle ; csses marolos eslSo na
taberna'.'
De um s sallo Mr. Blanchard alravcssou o nlSo,
aule-camaia, e arhouse sobro o estribo.
O' l Paitara, Baptlila...
A nieara e\pirou-lhe nos labios elle eslaxa di-
ante da Ir- penoaegom validol de proto. Sobre o
peilo do mais idoso brilhava a fila da l.egiao de
Honra. Os oulros dous smenle olfereciam de par-
ticular urna atllnde silenrinsa, medilativa, ncerla.
Mr. Blauchard cru naturalmente que eram Ires
borguezea trazdos par curiosidade pueril a exami-
nar sua carruagem. Por conseginte, deu nuda vol-
() Vid Diario n. 115.
mozelo, dedicarlo e sonso pralico de que dera em-
pre os inelhores leslemuhos durante lodo o lempo
de minba adminisIraraA.
Oflicio a quelse refere o cima.
Illm. e Exin. Sr.Ob abaixo assignados, acloaei
direclores do Ihealro de Sania Isabel, achando-se
desde ha muilo sobrecajrregados com oolros Iraba-
Ihos de inlorosM publioque Ibesobsrrvem o lempo
que seria mUler dar lodo restaurarlo da arle en-
lre ns. e a economa naleral da scena, assenlaram
todava que era da sua fiarle um poni de honra
acompinhar i V. Exc., seguir o admiravel exemplo
ilicio, nlc quo chegawe a oc-
oulras iloi a presiileucia
> saudosas e Uo duradouras
que a lodos dava de sacrj
casiao de Y. t~xc. passai
desln provincia, onde 1,1
reenrdaces cleiia.
Esta occasiao lio che:;ada,
abaixo assignados vem
orna grac, a exonerara
e he por isso que os
solicitar de V. Exc, como
do cargo que Ibes fui con-
fiado, eagradeccr-lhe rospeilo-amenle toda a con-
fianra qnenelles deposiiou duraule a sua memoravel
adniinis(rai;Ao.
Dos guarde !) V. Exc. por muilos anno<. Per-
nambnco, salada directora do Ihealro de SatlU Isa-
bel, 8 de maio de 18564 Illm. e Exm. Sr. conse-
lheiro Jos Bento da Conha < Figucircdo, presi-
dente de*la provincia.Jo .Iiitmiio Tire- l'emira.--.lntonio Carlot de Plnho
lloryc*.
PortarlaReformando nos mesraos poslos o l-
enle Misoel da Fonseca Soares c Silva, e o alferes
Victorino Moreira da Silva, este da anliga guarda
nacional do munioipio de tjoianna, eaqnelle da do
P.ecife.('ommunnicou-se aos respeclivus comman-
dantes superiores.
DitaMomeando de ronformidade com a proposla
do chefe de polica, pasa o lugar vaso de subdele-
gado do 1.- dislriclo daifreguezia de Cimbres, ao
0 i 1.1.1.1 i llerlecino Bezicrra Cavalcanli, e para o
de :!. siipplcnle do n esmo sulide legado a Jos
da Silva Amaral. Communicoo-se ao "referido
clicfe.
12
OflicioAo Exm. matecha! commandanle das ar-
ma, inleirando-o de liaver, em visla de sua informa-
rlo aolorisadn a Ihesooraria de fazenda a abonar ao
tenenlo coronel Juao Nepomoceno da Silva l'ortella,
s vaulaseiis do eslado maor de 1.a classe marcadas
aos cominaiidanlesda ditlriclos mililares, desde o dia
em que foi demillido do commando do corpo de
polica al aquello em que fo desonerado da com-
missao em que se achava no lermo de Serinhaem.
Olliciou-sc neslc enlido mencionada lliesouraria.
DiloAo Exm. hispo diocesano, rosando que se
digne ile dar as informaroes que pede a a~seinbl*
legislativa provincial, acerca do eslado da inaliiz de
Maranguape.
DiloAo inspector da lliesouraria de fazenda,
Iransmiltiudo para os convenientes exaraes, copias
das actas do nselho administrativo datadas da 33 e
) de abril ullimo.
HiloAo mesmo. para mandar pagar ao snbdcle-
sadn de Miiriheca, Francisco do Reg Barcos de l.a-
cerda. a quanlia do ITfeirs., por elle despendida
com sorcorros publicos.-r-Communicou-se ao referi-
do subdelegado.
DiloAo mesmo, recjimmeiidandoque mande pa-
sar ao delegado do .1." i)islricto do lermo do Recite,
a quanlia de lui?'.l() rs importancia das despezas
por elle fcilas com os enipregados da enlermaria es-
labelecida na reguc/ia de S. I.onrcnco, e betn as-
sim com o guarda do r apeclivo ceniiterio al
de abril ullimo, como consta da conla que re-
melle.
DiloAo juiz de dircilo de Coianna.Accusando
recebido o seo rninuctn* o rolalorio, sobre o es,;id
que apresenlara a epidu
de dous meses, prevale
ra dar um le>teiuunlio ta cnnsidcr.trao que
rece os bous servicos
1 isimosa quadia, porque)
lulile que por igual m
ao coronel Antonio Francisco l'creira, e a lodos os
dispensar qualquer remunerac,a"o que Ihe podesse
caber pelos servicos prestados uo dislriclo medico
que fra confiado ao seu reconhecido zelo, cumpre-
me louvar essa prova de desinteresse com que Vine,
acaba de completar acaridosa larefa do que genero-
samente se eucarregara,desempeubando-a da manei-
ra a mais satisfactoria, apezar do seu eslado valetu-
dinario.
DiloAo presidente interino do cooaolho admi-
nislralivo do patrimonio dos orphitos, iuteirando-o
de liaver em visla de ua informarn, deferido o re-
qucrimenlo em que Carlota Fortnala da Silva pe-
de a admisso no rollegio das orphaos de suas
sobrinbas Carolina o Juveutina.
DiloAo commandante4o corpo de polica, re^
cnmmendando qae faca seguir pra a comarca do
l.imoeiro, alim de servir no destacamento allt' ciouado.o lenle dquelle corpo Jos Antonio Pes-
taa, que se aeha nomeado subdelegado da freguezia
do mesmo nome.
DiloAoinspeclor da lliesouraria provincial.-leu-
do em vista as razoes apresentadas por I). Isabel A-
delaidc i irania de Siqueira, viuva do lenle coronel
Pacifico Lopes de Siqueira, nos rcquerimcnlas jun-
ios, a um dos quaes se refere a informa(ao dessa
lliesouraria de 13 de fevereiro ullimo, sob n. :lli, e
usando da aulorisaeao que me ronfere o art. 12 da
lei do ornamento vigente, recoimnendo a Vmc,
que, de couformidade com o seu parecer dado acer-
ca drssa pretendo como contador da mesma lliesou-
raria, Irale de eflecluar a compra do acude do Oa-
ricurv pcrlencenle a supplicaule, e islo" por 5009,
quanlia esta porque ja esteve contratada semelbaule
compra na administraban de um de incus antecesso-
res.
DiloAo direclor dai obras bublicas, aulorisan-
do-o ii.l.i su a mandar lavrar o termo de contrato,
pelo qual Jos Antonio Bastos e Wenceslao Macha-
do Freir Pereira daSilva, se obrigam a ceder o ler-
roBO que tiverem elles de perder em seos silios rol-
locados da margen) da estrada da ponte de L'choa
com a passagem da nova estrada empedrada que all
se esla execolaudo, e islo comas condices cousUn-
IM de seu oflicio n. lili; mas larabem a despender
a quanlia de 1:2009 rs., cm que foram por Smc. or-
eadas as obras que se leem de fa/.er para cumpri-
inenlo do referido contrato, inclusive um aleo c
urna bomba que se fazem precisos na mencionada
estrada.Commnnicnu-se a lliesouraria provincial.
DitoA cmara municipal deOlinda, recommeu-
dando que do as informaroes pedidas pela asemblca
legislativa provincial, acerca da qaola de 509000 que
na lei do orramenlo vigente foi consignada para o
preparo da sala das audiencias.
cidsdaos prcslanles que
rain por son celo e aclivj
no einprego das medida
felos de lo lerrivel :1a
corro
dos
DiloAo mesmo. Ira
xemplar do aviso circu
i de abril ullimo, no q
1.1 ni polo de .11 de de/.ei
ERRATA.
No oflicio do Sr. Dr. Souza, publicado honlcm so-
bre o Ululo Parle-ollicial deram-se os sesuin-
leserros:no primeiro S da primeira columna e
primeira liuba, em lugar de 8 do corrcnle mez
leia-seS de fevereiro do correle anno. No 5 ti.
da segonda columna c lerceira liuha, em lugar de
a miirlalidade de que a 7 do me/, prximo lindo
tora anida de oilenta e lanos eleleia-se a mor-
lalidade que a "do mez de fevereiro prximo (indo
ele. No "j 17 da mesma columna, linbas .">, em lu-
sardebem como ha outras doenensleia-se bem
como a oulras doenga?. No ultimo S da lerceira co-
lumna. Indias 10, em lugar de niais devotamente
leia-se mais devolamento. No mesmo S linha
17, cm lugar de eolio afainoso leia-se enlAo
afanoso. No mesmo S linbas 19, *in lugar de cu
jas unios cumprio nem olvidei leia-se enmpri e
ncm olvidei.
nia nes-a comarca no esparnL
o-me da opporlunidado pa-|
a consideraran que me inc-
por Vmc. prestados dnrantea
lemos patsado. Itecomen-
divo, loovc em meu nome
uessa comarca se disdnsui-
idade.cm auxiliar o governo
ladenles a minorar os ef-
o, e no empenho de soc-
indiseutes que foram delle accommetti-
fismiltindo por copia um e-
r da repartirn da justica de
al se declara n.ln ter o regu-
.. bro de 18',l,relativo ao uzo,
preparo e renda do papi I sellado, alterado a disposi-
<;ao do artigo 35 do res llmenlo de 10 de julho de
1851). Nenie senlido ol]iciou-se aos demais juizes de
direilo e municipaes da provincia.
DiloAo juiz de dircilo presidente do tribunal do
jurj deila cidade, par mandar dispensar o inspec-
tor interino da Ihesouri ra provincial Jos M u ; > da
Cruz, de lomar parla nis Irabalhos da presente ses-
sao daquelle tribunal, alienta a falla que elle faz
na menciona la iheso iraria. Commuuicou-se ao
dispensado.
KiloAojuic de dircilo de P.io d'Alho, dizendo
que mande entregar a lommissAo de hvgiene publi-
ca o rcslo da ainbulanci i que se Ihe inanduii dar,e os
Vidros vaio que exisle n em seu poder.
DitoAo Dr. Joilo J is Innocciicio Pogsi, dizen-
do liear uleirado de ha re Smc. entregado a com-
missAo de hvgiene publica, a ambulancia que se Ihe
mandn dar para tratar ionio dos pobres do 3." dis-
lriclo da fresuezia da loo-Vista, e declarando que
muilo aprecia os bnns icrvicos por Smc. i prestados
na commissao do que st achava encarregado.
DiloAo cirursidn J >s Anlonio Marques, decla-
rando que mande enlre :ar a commissilo de hvgirne
publica, o reslo da am lolencia que se Ihe mandou
dar |iara Iralamcnlo doi pobres desvalidos do I. dis-
lriclo da fre._uez.ia de Jos.
DiloAo cirurgiAo J auoel Pereira Teixeira. Ac-
cusando rerebido a ollic oem que Vmc. me declara
la sobro si mesmo, vol
um carlaz, e suspendeu-j
ou a anle-camara, lomou
o no exterior : era o famo-
(MM pela sua
so aviso concebida neslc i termos : Iloje descanco.
Os Ires baigaow nilolparecernm dar grande im-
portancia a uppari;ao desse cscriplo. Todava o mais
idoso mormurou algumas palavras, que os oulros
dnus arollierau) aecuando aflirmalivamenlc com a
cabera.
Demencia pacifica, e alias vaidade exagerada.
Elle imagina ser urna peca t'>
As lettias uucsiii|Hu idram tra^i
rniio
Podemos pergunlar-lh'o.
A principio estupefacto, Mr. Illancbard leve urna
irresislivcl hilaridade qumdo ouvoessas palavras ex-
traordinarias. Durante dous segundos rio aa rreben-
lar sobre o estribo da carruagem.
He sso, accrescentou o homem condecorado
dilalarAo nervosa pelo riso, alegra sem motivos.
Bravo! bravo! exclamou~Mr. Blanchard ape-
nas pdda articular.
!_. Se o inlorrosassamos sobre sua identdade?
per'i.Jl"h"o um dos tres observadorc.
NlfJli,a periso nsso, responden n mais idoso.
Senhoix;- pronuuciou o primeiro dirigiudo-se
a Mr. Illancha'i'd.
Sini, liro i>oilo bem disse Mr. Blanchard
conlinuando a rir. _
Ouer fazer-nos a horina^de dizer-nos quem he'.
Perfeilinenle a scena sdos mdicos de Mo-
liere. Ah ah ah >^_
Mana Ihcatral, elle esl co..lina".Pieule oceu-
pado com cousas de comedia...
F.ntrelanlo nao respondeu a nossa pTSfc'unla.
Permilla-rae que lli'a fara em oolros termos.
De boa vonlade.
lie a Mr. Blanchard quo temos a honra de
fallar?
A elle mesmo, senhores.
lie verdade quo elle mora em um mnibus?
Nao ; mas em una carruagem tao grande co-
mo om mnibus.
I'erniiiiir.i elle que visitemos seu domicilio?
Com sommo pra/.cr, senhores responden Mr.
Illancbard rom exaseradasdcmoiistrarcs de polidez,
e como fallaste a actores.
Vmcs. vcem que elle exprime-se muito bem,
disse o hoinem mais idoso vollaudo-sc para os com-
panheiros ; .1 alienaran he smeute parcial; lalvez
nao seja mais do qae mana. O Ir.ilamenlo mais sim-
ples he o quo mais Ihe convir.
Nessc inomenlo um velbinlio paludo, de ollios es-
paulados c vestuario cm desorden!, precipilou-sc no
paleo cm que cs'.iva a carruascm de Mr. Illan-
cbard.
Acudam-mo, mtns guardas, meus lidalgos!
Minha espada deem-iue ao menos minha espada !
c\' I.un,iva o dcsirracado.
Dous ho.nens rohuslos, que pelo vestuario era f-
cil roconbecor por enfermeiros, loguiarn de perlo o
velbinbo. 1 m delles Iraria um com que dispunha-
se a apanha-lo romo um peixe.
Ah vos que sois re como eu, meu irmao !
disse o velho, fazei-me juslica !
Para que essa matinada'' pergunlou o perso-
nagein condecorado.
Senlior director, respondeu um dos enferpia-
ros litaudo o birrete, dibalde lbe i'roiuelleuio que
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel general do commando das armas da
Pernambnco na cidade do R. cite eoa 1'. de
malo do 1856.
ORDEM DO DIA N. 339.
O inarechal de campo, commandanle das armas,
jnlga consequenle dar publiridade, para os lins ne-
cessarius, ao aviso du ministerio dos negocios da
guerra do 29 do sclembro de 1831, relativamente
-.ralificacao, que compete aos almoxarifes das lor-
lalezas.
0 mesmo marerhil de campo declara, que lira
sem vigor a segunda parle da ordem do dia 10 do
crrenle, sob n. 257, sobre n contrato do msico
Anlonio Theofilo Martins Vianna, para servir per
Ires anuos na banda de msica do dcimo balalhao
de infantaria, visto achar-se o referido msico liga-
do, tambem por contrato, 1 msica do corpo de po-
lica, e ler sido reclamado pelo respectivo Sr. com-
mandanle.
AVISO.
Ilo de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra em 2! de sclembro de 1851.
Illm. e Exm. Sr.Nao sendo fundada a duvida da
lliesouraria dessa provincia para nao pagar a grali-
licacao mensal de 49000 ao almoxanfe da Praca de
Maeapi, porquanto o aviso de 28 de oulubrn de
180S determina que os almoxarifes das fortalezas
percebam, alcm do suido e elapc, que vencerem pe-
lo pret dos corpos a que pertencerem, a citada gra-
hficacao determina S. M. o Imperador que V.
Exc. mande abonar ao sargento almoxarife da cita-
da Prara a dita sratificacao. O que participo i V.
Exc. para seu soverno, e em resposla ao seo oflicio
sob n. 155 de 12 de julho ullimo, cobrindo copia do
que lbe dirigi o inspector da dila lliesouraria.
Dos guarde i V. ExcPedro deAlcanlara Bel-
legardcSr. presidente da provincia do Para.
Jos Joaquim Coelho.
EXTERIQH.
FORCAS MILITARES DA EUROPA EM 1855.
I.
AWi (50,000 delodasasarmas.
ihe liaremos do restituir seus Estados, elle nao
quer.
Senhor m.irech.l. senhor chanccller-mr, v.lo
collocar o meu irmao sobre o Ihrono que Ihe per-
lence! disse solemnemente aquelle que acabava de
ser qoalificado com o titulo de director.
Ah exclamou o velhinhoexultando de alegra
e de drgulho ; chegou emfim o diada juslica A' ca
vallo, senhores, cavado Tu, tu, tu, ru.'ru, tu !..
referos."---------- '""- ",u"! dM u-
luSc?o",Char'i'egUra ^ Keaa com oles-
Senhores. dase clin rimfin. ,w.
tez, mas levemente commovido, lenham a uJ..,c"f"
de dizerme a que distancia eslou agora de Paris.
O senhor esl a cinco kilmetros da barreira
do Tron.
Creio ler comprehendido, conlinuou elle des-
cendo do estribo ; eslou em Charenton.
Em Charenlon-Saint-Maurice, accrescenlou o
direclor tristemente.
Mr. Illancbard lancou em torno de si um olhar
ao mesmo lempo inquieto e curioso.
Situado em urna das mais bellas paizagens do
mundo, sobre urna elevarao donde a visla abraca o
parque de Vincenncs e as iihas do Mame, o hospi-
tal de Charenton eleva suas iuiiumeraveis arcadas,
que Ira/tin a memoria 03 grandes claustros italia-
uos. Nao moliremos nada mais magesloso do que
esse edificio, alias inleiraineule moderno, e de ex-
lensio capaz de fazer suspirar de inveja 'os senhores
do phalanslerio. Todatia a admiracao'applaca-sc pa-
ra dar lu&ar a oulro senlimcnto, qoaudo sabemos
que eslamus dianle da cidade da Luucura ; a alvura
das paredes oflende a visla, a altura parece alllicliva,
as graras da paizigem sao esquecidas. Ahi vivera
o enlre pareulhcses quinhcnlas pessoas, homens
ullicres, cuja alma meia escapada do corpo he
-nineTi'e rolla por um ullimo laco, semelbaule ao
passarof^arlyr. lie oulra humaiiidade ao lado da
bomaiiidadaS, he o principio da vida Iriumphando no
que ha de m.'1- absurdo e mais enigmtico, e victo-
riosamente installado sobre as ruinas da intelli-
gencia.
Do velho Charenton, do Charenton das ordens se-
cretas r tas delencoes arbilrarias, apenas restam
poucos edificios, um grupo do pavilbes reherios de
arilosias na eucosla da collina. O novo Charenton
inleiraniente cm harmona com as necessidades ac-
luaes smenle contera, por assim dizer, a aristocra-
cia da iliHllM" '' '''" s" SG recebem deudos assis
ricos par.-i^fi;1- in'"' ,oa PCnso, ou que lenlil'm sido
assas celebren l,a,a 1ue governo Ih'a pague ; por
isso he um lu-'ir ('e ',om K piano casam c""' lumor das labulas de xadrez e
de gamao, i'nde os cuidados da jardinera allcrnam-
se eom os''ra''a"los 'lo horilar, onde as medilarncs,
emliora Jln ,a"'" cv,ravasanles, voam incllio iici-
ineule J" espiraes azuladas do iharulo.
.es ltimos anuos tao fecundos em choques po-
liliea. produziram urna recrmlescencia no numero
drs alienados. Fallamos smenle a respeilnde Cha-
,1'iilon, pois nao queremos emprubender urna esla-
tislica tornada de dia em dia mais dillicil pelo aug-
nenio dos hospilacs parliculares. Essa concurrencia
elevada conlra os estahelecimenlos protegidos pelo
Elado, devia inevilavelmenle estimular a imaglna-
sao dos especuladores; uma iudmtria, estranha a
naviera 2:l',i,wi
Blgica um,')
Dinamarca 75,1011
Duas Sicilias 10t,2rH
llespanha 75,000 mais a milicia eo e\en 1I0 das ludias.
! ranea (50,000
Lonfederaro Germnica 132,473
Inglaterra 205,000 mais a milicia do exercilo das Indias (1)
Grecia 10.220
libas Jnicas e-SfMO
Modena e Parira r,:2
1'aizes Baixua 58,617
r.-1-.ilns PonliflCIOS 11,27
Portugal :a,ooo mais 0 cxercilo
[russia das Indias.
525,000 inclusive as duas
primeiras classes
licia.)
Itussia (i'JO.OOO c seguniln oulros conforme os calclos feilos em lcS41,000,000.
Sardeuba 18.0S8
Suecia 167.497
Suissa KW.(HK)
roscana 16,980
lurquia 310,970
, 1(12,211 homens.
Oestes 2,5X1,2S2 perlencems seis potencias repre-
sentadas 110 Congrcsso de Paris 1 nao fallando da
Prussia.)
II.
FORCASMAIUTIMAS MATERIAL DA EUROPA
DE 1851 A 1855.
Austria : (i fragatas, 5 corvetas. 7 hrigues, 17 bar-
eos inferiores, 18 chalupas canhonheiras, 7 barcos de
vapor.
Total ; 102 vasos com 752 pecis.
Dinamarca : .' naos, 1; fragatas, 1 crvelas, I bri-
gues, 8!) chalupas canhom-iras, 7 barcos de vapor.
lolal : 120 vasos com 88!) pecas.
Duas Sicilias: 2 naos, 5 fragatas, 2 corvetas, 5
brisues, 12 fragalasa vapor, 15 barcos inferiores.
lolal : 1 vasos com iii peras.
llespanha : i naos, !1 frasals, 8 crvelas, 1!) hri-
gues, SO barcos de vapor, :tl!l barcos pequeos.
lolal : iu vasos con 1,5:10 pecas ; 0,070 cavallos
de vapor.
Franca : 5.1 naos, .58 fragalas, 7S crvelas, 101
hrigues millos 011 de vela e 3 naos, 20 fragalas, :l(l
crvelas, Iii avisos de vapor.
Total : i07 vasos com 11,77:1 pecas e 28,7.50 ca-
vallos de vapor, exclusive :I2 barcos novns laucados
ao mar em 1855 o um numero cousideravel de bom-
bardas, ele.
Inglaterra : 302 navios de vela, com 11,178 pe-
cas, l barcos de vapor com 5,818 percas
Total : 391 vasos com 17,391 pecas e ('.1,088 ca-
vallos de vapor, mais 110 barcos de servico.
(irec-ia : 2 crvelas, "i hrigues, ele.
Total : 25 vasos com li:i pecas.
linas Jnicas : I fsgala c :i barcos de vapor.
Paizes lliixos : 5 naos, 15 fragatas, 12 corvetas,
lObrigaes.
Total : 8 vasos com 2,000 pciMs.mais .58 chalupas
canhonheiras.
Portee!: I nao,I frasala.li crvelas,l biigues.elc.
lolal : 1 vasos com 404 pecas.
Prussia : i fragatas, t crvela, ele.
lolal : ,ll vasos com Vi ore >,
Ru'sia : (o Dios, :I7 Trgalas',70 crvelas, i() va-
pores, etc.
Total : 207 vasos com 0,1X10 peras. (2.
Sardenlia : 8 fragalas. 1 crvelas, 4 brisues, ele.
lolal : n vasos com '.HU pecas.
Succia c Noraega : 10 naos, i I fragatas, 13 hrigues
e rorvelas, ele.
Tolal : 175 va*os.
Turqua : ( uaos, 1( frasa-as, etc.
Tolal : 70 vasos com 1 ,(05 peras.
O que da para lodos o Estados martimos da Eu-
ropa um tolal de 2,815 vasos, sendo desles oPO a va-
por, e um lolal aproximado de .50,000 pecas, c para
as seis potencias representad no congresso de Pa-
ris, 1.510 vasos com 39,648 poeae. (Preste.)
PSHiA13UG0.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRQ
VINClAL.
Sessa'o de 10 de malo do 1856.
Presi/CHCia do Sr. banio de Cnmaragibe.
(Concluan.)
O Sr. F.pammonda: Sr. presidenle. depois dos
(1) O eslado exacto do exercilo Inglez, sesundo o
discurso ltimamente pronunciado pelo chanceller
do Fisco na cmara dos coramuns, he o esuiole :
1. Excrrilo inglez propriamente dilo 2(5,(K)0 ho-
mens, inclusive 21,000 homens de nrlilharia e 15,000
de cavallaria ;
2. Exercilo das Indias, 250,000 homens, 1 maior
parle indisenas ;
3. A milicia, 115,000 humeas, que nao podem ser
enviados para fora do lerhlorh seuao em virlude de
urna ordem dada em conselho.
(2) Segundo a folha militar -ussa de fevereiro, a
esquadra rua do mar Negro compunba-sc de naos
de 110 a 120 pecas cada urna ; 12 dilas de 80 a 100
peras, e duas dilas de reserva com 80 peras cada
una ;
Tolal : 18 naos, 12 trgalas de 52 a 5( pecas, e 10
mais.bareos de segunda orden de 10 pecas rada um,
13 barcos de vapor;
Tolal : 85 vasos com 2,800 pecas.
primeira visla, nasceu e (ortiheou-se : queremos fal-
lar dos caixeiros viajantes em procura dos deudos,
que asora sulcam Franca e es paizes eslrangeiros,
iu(rnduzcm-se as familias, das quaes um rnembro
nao esleja absolutamente sao de espirito, oflerecem
vaulagens cousideraveis, abales, boa exposirao ao
meio-dia, alimento delicado, e os melhores tedeos
da Faculdade. Esses senhores tem prospectes, fazem
ordinariamente duas viagens por anno ; a mais im-
portante he a do Meio-dia. la estarao boa, e esla-
r,1o mora ; ha tambem annos em "que os doudos
rendem consideravelmeule, assim como outr'ora os
enforcados na Normandia.
Chega-se a Charenar. sjgi"a'"' T'Wa'"^'
' 00 lon-ode-BT regalo de rhargens alcatifadas de
reivlr, V v.0.^T. ^.^pai-o em esparo por pequeas
puntes de madeira. Ao cabo de dez minlos de ca-
minho aprcsenla-se a eiquerda om portao de ferro.
He ahi. J veem os leitores qne o aspecto nao he
medonbo ; a desgrara he que um preconceilo vela
ahi no liminar.
Toda a poesa do camioho fora perdida para Mr.
Blanchard, porque o transporte fora feito durante o
seu somno ; mas em compensacSo elle nao perdeu
nenhuma parlicularidade da "archileclora exterior
do hospital. Bem como muilas pessoas, elle repre-
sentara sempre a s mesmo Charenton sob a frma
de urna casa escura, occulla pelas arvores, e aeha-
va-se (liante de um monumento de galeras sohrc-
postas, grandioso como um aqoeducto, elegante co-
mo um palacio. Ficou sorprezo deslumhrado.
Terminado seu exame, elle dirigise ao persona-
gem idoso e condecorado, e disse-lhe :
Acabo de ouvir qualificar a vossa senhoria de
direclor ; he verdade isso?
Sm, senhor.
Nessc caso, eja que devo a um gracejo de
meus servos a vantagem de achar-ino com vossa se-
nhoria, pcrmille, emquanlo elles nao vollain, que
eu visite osen eslabelecimenlo?
Isso mesmo ia eu propor-lhe, respondeu o di-
rector rom empenho.
Depois, senhores, accresccutnu Mr. Illancbard,
se vos approuver aceitar o almoro na minha carrua-
gem, terei grande salisfacao de receber-vos em mi-
nha casa.
O direclor Irocou um sorriso clemente rom seus
companheiros.
Algumas ceremonias foram feilas para convidar a
Mr. Blanchard a passar primeiro.
Elle subi a aseada natural e qoasi a pique, quo
coiuluz aos edificios. Cada passo fazia-lbe avistar la-
boleiros da relva, bosques, aldas, estradas pulvc-
rulenlas c serpeantes ; o Mame brilhava, o ar era
puro, suspoilava-se cidades no horzonlc. As 1111-
vens moslravaui seus alvos cuines traspasados pelas
frechas de ouro do sol.
Os visitadores alravcssaram nina abobada, e aiha-
ram-se no vasto paleo da adinmislrarao.
Chesando ahi o direclor acenou a m enfermeirn
que se approximasse, e perguulou-lhc :
Chavel, ja preparou o aposento desle senlior '
Ah esse senhor be o novo pensionista".' disse
o enfermeiro ronlemplandn a Mr. Blanchard.
Sim. Conduza-n ao numero 10.
V. vollando-se para Mr. Ill.incliard, o direclor dis-
se-lhe em lom paternal :
Vossa senhoria pMMr moilo bem, nada lbe
fallar. A divisio em que u colloco he coniposla s
discursos que se lem proferido em favor da incons-
lilucionalidadc (ar em suslenlaco dessa opiniao ; -.fui previnido pe-
los honrados membros que a defenderam ; mas, nao
ol-tanto sempre Iprocurarei emillir o meu parecer
,nii la que sepa debaixo de urna nova forma.
Eu voto conlra o projeclo nao s porque elle nao
he nlil, como lambem rr que nao be constitucional.
' apoiados i (Joe 0 projeclo nao he til, basla que
se analvse, que se examine o discurso que lbe servio
de defeza, porque o proprio autor do projeclo foi o
primeiro quo nao provou essa ulilidade, seu proprio
aulor disse que o projeclo habililava tao somenle os
esliidanles da boineopathia para curarem no circulo
provincial, nos limiles da provincia ; entretanto o
proprio autor do projeclo deinonslrou ou disse queja
na curte do imperio e alo aqui mesmo elle e eulros
leem poderes tdc.ensiuar a homeopalhia, e aqoel-
les que aprenden), lem direilo a exerce-Ia em lodo o
imperio.
OSr. Sawirto Olegario : Exercerem, nao disse
tal.
O Sr. pamfnondVll : O nobre depulado disse
que na corle exista urna escola ceulral de homeopa-
Ihia, e que os alumnos que della Matara, podiam cu-
rar em lodo o imperio. Se nao disse uo discurso,
dissc-Q em aparte.
O Sr. S'ioino titegario : Nao disse tal.
O .Sr. Ilpamintmdas : O nobre depulado disse
alem da escola central qucleui ensillado a horacopa-
lla|nesla capital,e disse, que aquelles que llcancaa
um lilulo ein sua escola, enram em lodo o imperio.
O Ar. Su'iino ,lo, Sr., nao disse isso.
" >r. fisaoiinonoVu : l'orlauto, se o ensino
da honieop iilua ja exisle, e se os individuos qne a a-
preudem podem curar em loda a parle,em lodo o
imperio, aonde esli' a ulilidade desle projeclo, qne
apenas poderia dar faculdade de curar dentro dos li-
mites da provincia ?
O Sr. Bpam i Hundas : E se ludo islo se faz de
srara, se ludo islo se faz por dedicarlo do honrado
memhro e dos seus seclarius, porque rai8o os cofres
pblicos provuriacs devem carregar com essa des-
peza '.' qnala uhlidode, de oncrar as rendas da pro-
vincia com a croarao desta cadeira, cojo resultado
be limitado, quaudo o mesmo lim se eunsegoe gra-
(uilamenlc com o ensino particular do honrado
memhro, e o da escola central '.'
Portaulo, fo o honrado memhro, aulor do pro-
jeclo, o primeiro que Ihe deu o golpe mortal debai -
SO do poni de visla di ulilidade publica, fo o no-
bre depulado o primeiro, que moslron a ineonve-
uienria que ha de sohrccarregar os rofres pblicos
com essa despeza. Purlanlo, eu vol rontra o pro-
jeclo, ronsiderando-o pelo lado da utilidad, por-
que nao he preciso, porque nao existe ulilidade al-
soioa em termos com diuheirn aquillo que ja pos-
arjicioa de grara, porque he intil adoplarmos urna
medida restrictiva, quaudo a possuinos ampia, sem
limites.
Sr. presdeme, entrarei na'queslao da ronsliiu-
conalidade. Dire muilo pouco, porque, como
arahei de ponderar .1 casa, os nobre, mem-
bros que me precedern!, ja dls-eram quanlo
era bstanle para firmar a opiniilo de que esle pro-
jacto be iiiconslituriod.il, a visla da lellra expressa
do aclo adilicion.il e da sua iulcrprclarao uao so-
phisuiada. (Apoiados.)
Senhores, a respeilo da inslrurcao publica ha dous
systemas fundamculaes ; 011 a n*trucc.lo he livre,
OU a inslrucrao be commcllida ao governo, ou ha
libcrdade absoluta Je ensino, ou nao ha, e he ella
regalamentada. Se os nobres depaladoi provassem
que no imperio do Brasil'a inslrucrao esl subordina-
da ao principio de lbenlade, lalvez que podessein'
defender essa opiniao sophislca de que lano as
asscmhloas provinciaes, romo a asserabla gcral po-
dem legislar sem reslricrllo a respeilo da instruc
cao publica. Muilo hemj Mas, desde que a le
liindameutal estabeteeoa, que os poderes podem le-
sislar sobre a nslruccao, desde que 0 aclo addieio-
nal assi.'n letcrniinoii, he crrlo e iuconlcslavel qu?
expello a libcrdade de ensino, e admillio o svslema
que Ihe be opposlo.
O.Vr. /.iii; Hippr :Ahi esl a queslo.
O Sr. liiiaimiiondas :Nao ha duvida, que o ac-
lo addcional diz, que as assemhlcas provinciaes
podem lom.lar sobre a inslruccio, menos laes e loes
eslabcleciraenlos, e designa quaes elles, sejain : da-
hi se egue, qoe a lei fundamental do Eslado ad-
millio o principio de reslriccao, ua inslrurrao pu-
blica.
O Sr. l.ui: t'ilippe :Nao apoiado.
O Sr. Hpam'uiondi* :D'alu se sesne que a lei
admillio a inlervenro do governo, a intervencio
dos poderes na organisac,lo da instrncejld publica,
lisie piincipio que cbamarei benfico, deve dar sem
duvida melhores resultados, do que o principio de
liberdade absoluta na inslrurcao do paiz. Bem ;
cstabelecido este principio, eslabelecido o svslema
da reslriccao, be claro que devemos aceitar lodos os
seus coronarios, todas as couscqucncias. Os corol-
larios, as consequencia, sao que nao deve liaver o
cabos, a confusao uo ensino publico, que mo deve
baver|a ciesordem e a anarchia na inslrucrao publi-
ca na maneira de Iranimitli-ll ao povo.
Se ella he commcllida ao soverno, se o governo
inlervem se deve regularisa-la, uuiformisa-la, he
rlaro que Bao podem ao mesmo lempo lesislar os
poderes sernes e provinciaes sobre a inslrurcao pu-
blica. Nao podem ambos os poderes legislar sobre
a inslrucrao publica, porque deve haver um ccnlro
donde parla, a respeilo, todo o impulso, lodo o mo-
vimenlo ; do contrario viria a confusao, a anarchia.
Dando eu concluo que a lei fundamental do Eslado
devo ser entendida dchaixo desle puni de vista, de-
ve ser entendida sesundo o syslema que adoptou da
reslriccao na liberdade do ensino (Apoiados.)
Um Sr. Diputado :Enlao da-se a anarchia por-
que efectivamente os dous poderes lcgislam.
de gente pacifica, ha mesmo muilos que estao em
convalescenca. Desculpc-me se o deixo ; tenho mi-
nhas oceupares de direclor ; brevemente tornare-
mos a ver-nos : vossa senhoria jantara i minha me-
sa. Chavel, este senhor jantara boje a minha mesa.
Onde deverci por seu talher '! pergunlou o en-
fermeiro.
Ao lado do romancista... enlre o romancista c
"1 coronel.
ijUrnai... t^aaln.
Icjt, estupefacto releve-o
zeudo:
__ i;ma palavra.
- i**-
Que significa isso": lie quem falla vossa se-
nhoria '.'
Chave! Ihe explicar a ordem da casa. He om
dos nossos mais aoligos enfermeiros. Eu tenho al-
gdma pressa.
Nao, nao quero saber...
O director olhou paraos amigos com ar de zum-
ba ra.
Entao,que Ibes dizia eu ? Sao sempre os mes-
mos Todos querem saber. He verdade, que de
minha parle tcnlio asjmesmas resposlas ha quiuze an-
uos. Vmcs. vero.
Mr. Blanchard carregou o sobr'olbo 'ouvindo essa
liuguaeem familiar.
Una s pergunla, senhor, disse elle repentina-
mente.
Falle.
Dar-se-ha que me lenham ronduzidn aqui para
ficar detido t
Para liear detido, nao, senhor ; mas parasol-
frer um tralamenlo dcalguus dias, que se faz ncres-
sario pelo seu eslado de asilarn doenlia, agilacao
(ue vossa senhoria lalvez nao siula, mas que existe,
que esl verificada. De mais, esse tralamenlo he
como o senhor ver bem pouca cousa : cunsisle em
alguns hatillos, no passeio, na dislraccao. Sabemos
que as sociedades faz-so una idea mui dill'erenle
de Charenton, urna i lea lerrivel ; s essa palavra he
um espaladlo... Sao conlos, chimeras, meu charo, e
vossa senhoria nao lardara cm deixar essas preven-
res, se jamis compartinhou-as.
Essas palavras que como acabava de confessar o
direclor, serviain evidentemente para lodos os re-
cemebesados linham sido pronunciadas por elle com
lal ailabilola le, tal unecao que leriam lal>cz abala-
do a qualquer oulro.
Ms Mr. Illancbard nao era homem que se salis-
li/essc com periodos, e altcnres oratoria-. Elle ac-
crcscenlou conteudo-se :
Ooero tomar cm serio o seu discurso, senhor ;
mas diga-mc, porque vont.ule fui aqui Irazido, e cm
virlude de queauloridade he prossivel reler-me.
As censas p,issaram-se na ordem coslumada ;
islo be, sua Irandarao foi leila modiaiilc um altesla-
do de sen medico...
Nao Icnho medico !
(I qual alto-lado fui remelliJo mineJi llmenle
tesando o cosame ao prefeito de pcia. lie assim
qae so procede. 'I'ein oulras inrormaresa pedir-ine?
Rogar-Uie-hei somenle que as formule de una ma-
neira sneeinta, pois o ecnomo esl minha espera.
Vou resumir, secundo o seu desejo, disse Mr.
manchal,1 mm un laivo de irona. Suppondo que
esla... ni>slifirarao... enfade-roe no fim de algumas
horas, quu meio tecci de faze-la cessar V
O Sr. UparntHondas:A anarchia nao exisle e o
moslrarei assiui como que se tem sophismado o aclo
addicional. x
(Ha 11 u ,1 |iarle.
....I'rovarei com loda a evidencia,que he incosli-
tucional o projeclo que crea urna cadeira de hoineo-
palbia, lauto como o que creou urna cadeira de eco-
noma publica, lauto como o que creou urna cadeira
de ohslreclica, como qualquer oulro que crie ca-
deiras, que digam respeilo ai ramos de inslrucrao
publica ja commeltidos ao governo geral pelo aclo
addicional c sirva islo de respusla ao aparte do no-
bre depulado.
Provado pois qae he < principio de iu-lrnrcaao
que enlre n, recula a inslrucco publica, concluo
que o governo geral deve regala-la ; nao pode coin-
petij a oulro poder larabem o.direilo de iulervir na
inslrucrao publica, deorg.inisa-la, porque um (aria
urna couza boje, o oulro amanhaa desmancha-la-hia
1 apoiados.
(Jue esla determinado que o governo inlerveuha
ua insimulo publica, nao resla duvida ; tambera
n.lo resta duvida que nao exisle o principio de liber-
dade.
O Sr. Sidino Oleario :-.V assembla provincial
lambem be governo.
OSr. Kpaininondas: Agora vejamos se debaixo
de nutro ponto de vista posso eu provar a incoosti-
lucioualidade do projeclo. Os nobres deputados que
defendem o projeclo d.zem :os poderes geraes po-
dem crear onaaUi faruldadesde medicina quizerem,
lanas oolras de direilo, mas mis lambem podemos
crear as ni -mas ficuldades de medicina e de direilo.
No podemos, Sr. presidente, porque qoaudo o aclo
addicional diz, que as assemblas provinciaes podem
lesislar sobre inalrneeio publica,nao*comprebenden-
doas laculdades de medicina e dedireilo.o aclo addi-
cional cslabeleceii a excepcao expressa, disse, a vs
compele eslabelecer a inslrucrao publica, meuos es-
la, e aquella aqui designadas.
Cm Sr. depulado:Nao diz isso, a interpretar,10
he sraluila.
O Sr. fpaminondas :O aclo addicional diz:--as
assemblas provinciaes compele lesislar a sobre ins-
Iruce.iii publica, monos sobre as facilidades de medi-
cina eos cursos jurdicos: diz islo ou nao?
(I Sr. Lu; h'ilippe :Nao diz, nao, senhor.
O Sr. Epaminontat:(le) pergundo eu, o aclo
addicional eslabeleccu eu nao urna excepcao acerca
ilas faeuldades de medicina '.'
O Sr. Lu; FUippe .-.V respeilo dos eslabcleci-
inenlus creados por lei geral.
O Sr. lipaminnndat:Eis aqui as excepces do
aclo addicional, lerei por partes, para melhor distin-
gui-las. (14.1
O Sr. I.m: FiWppe :... Qae ora existem.
O Sr. Epamlnimdas :-- Portante j se v que o ac-
lo addicional eslabeleccu qualro excepres, a dos
cursos Jurdicos, a das laculdades de medicina, a das
academias cxilenlcs (sen ser a duas) e lambem a
de oulros quaesquer estahelecimenlos de inslruccao,
que para o futuro forera creados por le geral. Se
pois as assemblas provinciaes nao podem legislar so-
bre as faeuldades de medicina, he claro que nao po-
dem legislar sobre cousa alguma que Ibes diga
respeilo. Os honrados memhros para sustentaren, a
opiniao contraria, disseramfaculdade de medicina
quer dizer um eslabelecnienlo de medicina, slo he,
as assemblas provinciaes nlo podem legislar sobre a
organisarao, economa dos estahelecimenlos acluaes.
Nao, senhores ; as assemblas provinciaes nilo podein
legislar sobre o ensino da medicina, ,apoiado-, e nao
apoiados, uao podem legislar sobre o ensino do di-
reilo, porque o ensino da medicina, e ensino do di-
reilo sao parles da inslrurcao publica, sobre a qual
compele ao governo geral legislar.
Portento tatu na excepelo, quaudo te diz facul-
dade de medicina diz-se ledas os ramos que ,1 scien-
cia eomprebeode. Se a homeopalhia esla' rumpre-
hondida na palavra genrica medicina, a homeopa-
lhia nao pode ser eslabelecida pelas assemblas pro-
vinciaes.
O Sr. Jos 'edrn di um aparte.
O Sr. Kpaminoivlas :O (honrado membrn e os
oulros que sesuem a contraria opiniao, ducm que
a palavra cslabelecimentos e refere as faeuldades
de medicina ; mas o honrado mimbro me permil-
lira, que Ihe diga, que a palavra estabelcrimoulos
nao esta ligada a faeuldades de medicina, ella se re-
fere a oulros eslabcleciraenlos c nao nos'cursos jur-
dicos e facilidades de medicina ; se se referisse seria
urna ociosidade. O aclo addicioinl diz expressamen-
le eslahelecimeulos, que para o futuro...
Um Sr. Depulado :O que scentende, he que a
asscmblea pode lesislar sobre esses eslabelecimentos,
c nao sobre a scieucia.
O Sr. Epaminonda* :II sobre o ensino, por-
que a lei nao dan Uo somenle faculdade aos diver-
sos poderes para legislarem sobre a orsanisacHo in-
terna do eslabeleciraenlos, a lei d poderes para le-
gislar sobre a instrucc3o publica, sobre o ensiuo ;
e permita o nobra dcpulido que Ihe diga, que as
palavrasinslrurcao publicaprecedem as palavras
eslabelecimento-, faeuldades de medicina e cursos
jurdicosc no lempo em que o aclo addicional foi
confeccionado j exisliam academias, que nao as de
medicina e de direilo, ja liavia oulros cslabelec-
nipiiliu que nao esse rnente. Ja v o nobre de-
pnlado que nao he possivel ligar-te as palavras es-
tahelecimenlos a facoldades de medicina, nao se po-
de compreheiider por faculdade de medicina o esla-
helecimeulo onde se entina a scienra medica, mas
o proprio ensino o inslrucrao scientlica, porque o
contrario seria malerialsar a le. Quando a lei diz
faculdade de medicina, diz o ensino da medicina;
quando diz curso jurdico, diz ensino do dreito,
donde se v quo as assemblas provinciaes nao po-
dem legislar sobre qualque' ramo qus se refira a
mediciua, ou ao direilo ele, ele.
Em conclusao, Sr. presidente, direi que a exprs-
s,loestahelecimenlos que para o futuro forem crea-
Segundo discurso, murmurou o direclor aos
seus amigos; lodo; elles aftirmam que sao victimas
de nma invstificaeSo rnais uu menos odiosa.
E tornou com corriso urbano :
Meu charo senhor, o mais dreve he aguardar a
visita do medico em chefe. S elle pode decidir se
he 011 nao op|>ortuno resliluir-lhe a liberdade. Essa
visita he feila de tres em Ires dias ; depois da ma-
^InJiiusossa senhoria podar cxpor-lheseusjuslosmeios
i.rliro iii- |'>""*nrosicao ; elle o ouvir com a devida atlencao,
^^***>! 'Jmlt9BMfUU2 senhor Iriumpbe fcilmente
o irouxeram. ~ ""ftw^
O director passou a lingua pelos beicos em ssnal
de salisfacao.
Posso escrever l persuntou Mr. Blanchard.
Quanlo quizer ; pernal suas carias passarao
pela minhi visla, e a remessa dellas ser differida
para depois da deeisan do nosso sabio doulor.
Vossa senhoria exprime-se |oplammenle,'e sua
benevolencia be excessiva. disse Mr. Blanchard, nada
mais tenho a accrescentar.
Eu eslava cerlo de que, nos entenderamos ma-
ravilhosamenle, respondeu o direclor.
Depois de urna troca de saudaees, Mr. Blaurhard
sesuio o enfermeiro, ,1 coja guarda acabava de ser
confiado. Alravessou muilas divsoes ato ebegar -
quella que tinhi numero 10. Debaixo das arcadas
de um vasto paleo p.isscavam uns trinta individuos,
mui pacficos na apparencia, como o director aflir-
mra. Os oulros eslavam reunidos na sala publica,
onne liitn. jogavam, fumavam sesundo seus diversos
balidos. Mr. Blanchard, que a principio sentir viva
repusnancia c certa tristeza vio desvaneceremos
gradualmente suas apprehenses; nada pareca in-
dicar ate enlao. que eslava cm urna casa de alienados.
O enfermeiro Chavel ronduzio-o ao seu quarto ;
era quasi luxnoso : tpeles, elumin, e um ponto
de visla ile preru inestimavel.
Se vossa senhoria habiluar-sca casa, aventa-
ron o enfermeiro, poder pagar 11 ra camarista, o qual
ser exclusivamente empregado no seu servico, e
dormir em um quarto visinhodo seu.
Ah ah '. murmurou Mr. Blanchard.
Muilos dos nossospeusinustas lera servos, en-
tre ellos o coronel.
Quem he o coronel 1
lie aquelle a cujo lado vossa senhoria jantara
hoje... he um bom hornera... todava aviso ao se-
nhor que nao d atlencao sua inania.
Qual he enlao sua mana ?
Elle cre-se empalhado, disse o enfermeiro.
Nao o conlrariarei.
lem mais alguma cousa a pedir-me, por ora '.'
Nao.
Do mais, o senhor (em urna campaiulia no seu
quarto.
E o enfermeiro Chavel retiroo-se depois de ter le-
chado a duas vollas a porla da decima divisan.
Mr. Blanchard entregue a si mesmo, aveoloroo>
e com alsuma timidez uo paleo. Os pensiouislas
iinli un pela mor parle um ar de gravidade que in-
funda respeilo ; alsuns pesseavam de braco dado, c
elle sorprenden pedacos de ronversarAo ds*lucidez e
de juizo incoulestaveis. No lim de meia hora Mr.Illan-
cbard enlio-se.inuitoembaracado ; devia dirigir-se
aos seos novus collega*, ou esperar que o procuras-
sem '.' Elles nao mauife a seu respeilo, isso o encina de sorpreza a ponto de
dos por lei geral,he muilo ampia egeoerica.o qoe
d a entender que a nossa faculdade nao chega para
o teluro. No dia cm que os poderes geraes regu-
larisarem, e uniforraisarern a nslruccao publica su-
perior, a intrucc,3o publica secundaria, e a instrue-
Clo publica primaria em todas'as provincias, em to-
do o imperio, parece-me que tem ccasado o nosso po-
der. O contrario seria admiltir o syslema da liber-
dade de ensino, syslema que fo repellido pelo aclo
addicional com a admisso do opposlo.
Sr. presidente, poderia agora examinar os diver-
sos exemplos, qoe os honrados membros tem traztdn
a casa, e lambem considerar oulros argumentos qoe
offereceram em suslenlaco de saas opinioes ; mas
a qaeslaoja lom ido 13o debatida ( melhor do que
cu acabo de o tazar) que me limito ao qoe tenho ex-
pendido.
O Sr. Ignacio de Barros:Sr. presidenle.'zeloso
como sou c como preso-me de se-lo das regalas pro-
vinciaes; 11,11 me he possivel deixar de lomar parte
n nma discussao como esta em qoe se contesta ama
das altribuires das mais bellas das assamblaa pro-
vinciaesqual a de legislarem sobre a inslrurrao
publica. a
Devo por da parle inleiramente o lado medicada
qneatlo, porque, nao soa medico, nao enlendo de
homeopalhia nem Uo poyco de allopathia ; eulre-
lanlo a semelbaule respeilo direi sempre duas pa-
lavras.
Desde ja declaro que vol a favor do parecer na
parle que julga inconveniente o ensino da homeo-
palhia noGymnasio Pernambucano ; e que vol as-
sim por deferencia a homeopalhia, porque me pa-
rece que rebanara esla scieucia, se be que homeo-
palhia he scieucia se considerasse bstanle para sea
ensino a in-tiluirio de urna s cadeira. Nao sei se
rae lz bemeomprehender. Digo que se por ven-
tura a homeopalhia be um syslema medico, eo nao
se romo nicamente a cadeira pedida pelo nobre
depulado, queso versa,como acabou de dizer o hon-
rado memhro sobre a Iherapeatica medica, nao sei,
digo, como he que esla cadeira seja bastante para
fazer com que o individuo ignorando todos os mais
ramos da scieucia medica, coostitua-se medico e
possa curar : por isso diso, que por deferencia mes-
mo a homeopalhia he que nao adopto a opiniao do
nohre depulado, que desoja crear umi cadeira.
lratarei agora do que he mais importante nessa
discussao.
Infelizmente nao oovi hnnlem os bellos discursos
que naturalmente rieviam ter apparecido oesla casa,
mas live boje a fortuna de ouvir o nobre depulado o
Sr. Epaminondas de Mello, e o Sr. Luiz Filippe, o
por islo lratarei de regrar as inhibas palavras te-
sondo a maneira porque elles encararam esla
questao.
O meu nobre antogonista que se assantn em fren-
te de mim disse, que ha dous systemas de se- difun-
dir a inslrucrao publica, oque consagra a liberdade
de ensiuo e aquelle que confia a inspecrao do gover-
no a promorAo della, e disse mais que sendo o nosso
svslema o segundo, nao poda deixar de haver anar-
chia em ser a inslrucrao entregue nao s ao gover-
uo geral como ao provincial.
En protesto conlra smelhante 1 proposiro ; nao
posso conceber como o governo provincial possa
ser considerado um elemento anarcMco reprovo
inleiramente semelbaule expressao, semelbaule
idea.
Senhores, o nosso syslema govcrnainenlal nao he
um syslema de centralisacao elle lende mais para
o federalismo' do que para oulra cousa e se islo esta
consagrado cm natas insliluirOes, como poderemos
lachar de auarebco o conferir-se nao s ao governo
geral como ao provincial o promover a educa-
cao ;
O Sr. Jos Veiro :Aonde estar o inconve-
niente ?
O Sr. Ignaeio de Barros:Eu refiro-me ao que
disse o nobre depulado quaudo falln em anarchia
elle disse que sera urna anarchia conferlr-se a pro-
raorao da inslrucrao publica simultneamente ao
soverno geral atan provincial, conlra islo he qae eu
protesto.
Sr. presidente, o acto addicional determina, que
as assemblas provinciaes promovam a inslruccao
publica na provincia, e eslabelcce com effeito as ex-
cepces apresentadas pelo meo nobre antagonista a
respeilo dos cursos de direilo, das academias de me-
dicina, das outras academias, e por m a respeilo
de qualquer ostabeleciraenlo de inslruccao creados '
por lei geral. Conformo-me inteiramcntocom esaas
excepcoes de que falla o nobre depulado, mas nao
posso receber as consequencias que elle dahi lirou,
dgo-lbe, que por isso mesmo que existem essas ex-
cepres, he que a assembla provincial pode legislar
sobre os cursos jurdicos cora lauto qoe nao sejam el-
les os creados pelo governo geral ; sobre academias
de medicina, emh ira o governo geral lenha i.isliiui-
n~o oulras, digno islo, Sr. presidenle, porque do con-
trario as assemblas provinciaes nao po leriam legis-
lar sobre inslrnccao de nalureza alguma, ama vez
que o guverno geral sobre qualquer dos ramos de
inslruccao publica j tivesse legislado.
O Sr. Epaminondas : He essa a minha opiniao.
O Sr. 1. de Barros : Enlao a qoe ficarei reda-
zido".'
O .Sr. Epaminondas;Ao que somos justamente.
O S'. /. de Barros : Isso he contra o aclo ad -
dicional, porque enlao nos nao s nao podaramos
legislar sobre o ensino do direilo e da medicina, ele,
como larnbsm uo poderiamos laze-losobreo ensino
secundario, nao poderiamos crear aqui o Gymnasio,
em razao de ja existir nesla provincia o collegio das
arles creado por lei geral, oppoubo-me por tanto a
opinan do Sr. Mello, porque em proceder o princi-
pio do nobre depulado, sobre ramo nenhum de ins-
Irucr.lo publica poderiamos legislar. O que de cer-
lo uao est uc accordo com o espirito do acto addi-
cional.
Vol por lano a favor do paracer da commissao,
pergunlar a si mesmo se eslava eleclivamenle eos
Charenton ou em alsum alheneo.
Emfim um desses senhores veio em seu succorro.
Era um homem moro, alio, de cabellos negros, e
vestido com modestia.
Segando rae parece, vossa senhoria est aqui
ha pouco lempo '.' disse elle a Mr. Blanchard.
Ha urna hora pouco mais ou menos.
Ha de adiar mui brando o rgimen. Quanlo aos
desafortunados, cuja companhia Ihe he imposta, sao
tao inoflensivos como eu.
nlol \ '..
culor.
Vejo que Ihe causa adrairacao, tornou o ho-
mem -un ni .lo. vossa senhoria procura em meu sem-
blante indicios de alienarao ; nao achar. Isso pro
vem de um fado mu simples.e que he alias de rari-
dade inaudita, segundo afllrmam lodos : sei qae ei-
tou doudo.
Ah disse Mr. Blaochard.
Sim, e esta ronvieco constilue ao mesmo lem-
po minha tuperioridade e minha desgraca. A medi-
cina nunca me perdoara minha indiligencia.
Visto que he o senhor quem me traz a esse ter-
reno delicado ousarei pergunlar-lhe como se maoi-
festa sua duudice. e que carcter tem t
Isso he mui simples, nao lenho doudica
particular ; lomo emprestada a dos oulros, qoando
della n.lo precisara. Dapois que hoaverraos iravado
mais ampio conbecimenlo, rogarei a vossa senhoria
qae me empreste a sua, se alias nao a preza muito.
Sou meio pensionista aqui, e meas meios nao me
permitlem ler urna especie de duudice como minha
propriedde. Logo son obrigado a viver do com-
mum. De mais, lodos emprestam-me de boa vonla-
Ic ; nao tenho de que queixar-me. Ha pouco aquel-
le homem gordo que esla apoiado ao cotovelo sobre
a balaustrada, einprestou-me sua doudice, a qual
cunsisle em crcr-se o penltimo dos Mohicans ; res-
liUi 1a ueste instante depois de te-la conservado
viole minutos, e he por isso que o senlior me v ago-
ra nu estadu de perfeila Iraoquillidade.
Mr. Blanchard permaneca silenciosa.
I ollavj a um builador, ou a um verdadeiro alie-
nado '.'
Emquanlo passeava com esse homem vio passar
dianle de si um individuo que.pareca mui alarefado
e que foi pregar um edilal sobre am dos pilare* do
pateo. '
Mr. Blanchard approximou-sc, e leu :
OltDEM DO DA.
Juno !l da hygiene moderna.
Se a dosc du llegma he em li excessiva,
le dno a cabera, o estomago, e lado ;
O estomago f.lo da muila saliva,
Dos manjares lodos se acha enjoado,
O pulso ja dbil uao lem marcha activa ;
Eesseaquoso huu.ur le faz sempre sondar,
Que cm lago profundo le ests aafosar.
N. B. 11 Meu amigo Teyssionu'eau achava se nes-
se caso, c esleve dezeiale mezes podis lomar infoiinacoes na roa Aumaire, junio da
anobada. Nao digo slo por causa dos :M> francos
que elle me deve, roitado 1 en Ih'os don volunlaria-
menle de mimo. Sua mulher era um tanto minha
alliada por Cuslavu ; enrei-a lambem de urna pitui-
ta. Evilai sobre ludo as emoefies moi fortes.
(_Continuar-sc-na.)
\
'
MUTILADO
ILEGIVEl



nao pudendo de torle ah;uuia adoptar a ana prirneiro
parle, que julga ineomlilucianal o projeclo por
i re.ir elle uina cadeira de humenpalhia nesla pro-
vincia.'
O Sr. a. Cacalcanti:Cumpie-me anda, Sr.
presidente, fazer algumas considerasi.es em refuta
Cao dos argumentos appreseulados pelo lionrado col-
lega que faz parle de eommissao de constit.ncAo e
poderes e que ltimamente falluu ; uss.in como* em
contradirn de alguna exemplos da paridade que fo-
rm hiinlem e liuje apresculadus neala caa, contii-
lindo elle no fado de >e lerem creado cadeirai com-
prebeodidascm slsuns conos das scienci.is que se
enstnam as academias do imperio, e procurare
mostrar que uto 10 lia improcedencia eos primeiros
argumentos em qoe se quei eslabelecer a restriccAo
acerca da incouslitucionalidarie por qualquer l-jdo
que seja encarada a qoestao, como lambem que ella
se da a respeilo dos argumentos apresenlados no ou-
Iro sentido.
Eu disse honlem, Sr. presidente, que roml>ali;i o
projeclo que era contra a idCa, encarada ella debai\o
de qualquer pooto de vista ; que pelo lado da utili-
dad publica relativo .i medicina deiiaril isso ao
cuidado dos uobres niembros da commissAo de saurie
publica, que assignaram o parecer, os quaes concor-
davara alias com as minhas idas, que lambem era
contra, pelo lado da instruccao publica e que deixa-
va (ambem a questao da utilidade do projtcto por
esse lado aos illuslres membrns da coiniiiis-ao res
pecliva. Elleclivamente um dos inmbros da cuni-
missAo de inslrucjao publica, lez algumas conside-
rares lioulem a esse respeitu e moslrou, "ainda que
apresenlasse argumentos pro e contra para que quem
quicesse ttrasse a consequeucia, moslrou, digo, cla-
ramente em seus argumentos que se referan] a ins-
lruccAo publica apezar de versar sobre esse ponto a
sua restriecao.qu reconliecia semeltianle iuulilida-
de, eslanlo de accordo cora as minhas ideas quanlo
a incoosliludoaialidade do projeclo.
V-se dMfibhaa palavras, Sr. presidente, que nao
ro acerca dessa restrieco que falle! hontem, mas
oceupet-me lmente daquellas que foram hoje apre-
seoiadas pelo nobre collcga da commissiio de cons-
tiluic,Ao,cooi as quaes concorda o outro nobre inein-
bro, segundo foi declarado na casa.
Sr. presidente, a inconslilucionalidade do proiec
PIMO SI jgjgjKI QUINTA FIIM 15 DI fflllO | l|&G
todebano dos ponto, de vista porque se lem ella -r.........,w i...... .numioaao ta
encarado, be clara, lie evidente ; he verdade que o al s?da eslecasoe da'-sepor .ssoaiocouslituciooa-
legislador no 2.- do artigo 10 leve em altencAo o 1"Jf"le do aue 'ralao S 2.- artigo 179 dalcnustituicao-
resultado pralico que se adqoire as academias de na ,erade, se a instruccao publica se divide em tres
direilo, de mediciua e oulras, e reservando para si "
a inslruccAo DeHI pat|e prohibe sem duvid as as
amhUu .....i...:____. ..
embleas provinciaes o legislarem sobre a materia em
discussao.
O Sr. Luil Filippe ; Aonde esla a itilerprela
rao? r
O Sr. A. Cavalcanli:Von mostrar a proceden
ca dessa argumento.
Sr. presidente, se cesa nao devesse ser a interpre-
tado, se te devesse smenre allender lellra da le
- -i palavras da mesma lei, por
uso que deuaria de ser considerada como seu espi-
rito a competencia que o legislador quiz evitar
quando estabeleceu essas cepces as assemblcas
provinciaes.
(Ha um aparte.)
Eu vou mostrar com argumentos lirados do acto
addicional que isso que se da a respeilo da horneo
patina, he extensivo a Indos os oulros cursos que
nao liverem em resultado a pratica das materias es-
tudadas as faculdades a que se refero, quando ella
nao he senao a consequeucia das theorias adqui-
ridas. H
*r- presidente, fui aprcsenlado pelo nobre depu-
~ lado que contestn a inconslilucionalidade, o argu-
ijento de poderem ser prvidos nos empregos pro-
vinciaes a os bichareis formados em ac -eolias pro-
vinciaes, anda que nAo podessem se-lo nos empre-
gos geraes ; toas eu direi que essa questAo que se
rerere aos hachareis em direilo, nao pode ler appli-
catao, nao pode ser entendida da maneira porque o
ro e dou a razio.
He sabido que a scienca do direilo lem por fim
Habilitar o individuo para exercer a judicatura e ou-
lros man empregos esperiaes, que esiao ;i cargo da
ass.Miihlra geral, e sobre os quaes nAo pode legislar a
assemblea provincial, lleuden.lo-sc a que se os ha-
chareis formados eslo habilitados para lodos os em-
pregos. etlf.o i,io habilitados para aquello- que nAo
ao especiaes de sua scienca, como o eslAo para to-
dos os outros para os quaes se exigem os esludos u-
nicamenle adquirido as escolas primarias e secun-
darias, islo he, se para os empregos provinciaes es-
lAo habilitados o individuos quetem a instruccao
primaria c secundaria, a nao ser a judicatura, nao
M eraprego provincial que possa ser especial do ba-
cnarel formado em direilo, pode o ser por lei, mas
nao por san nalureza. O que se aprende as aca-
demias de direilo para que serve t para a judicatu-
ra, para a advocada, ele.
Din Sr. Deputado : Serve para muila cou-
O Sr. A. Catalcanti :Especia
lim. atiim como o fim que lem em
des de medicina, he habilitar os ii
uerem curar, esse fim nAo se pod
cursos provinciaes, c alm disso
nam conflictos por iaso que se n
empregos provinciaes, quaes deveriam ser os prefe-
ridos, se os hachareis formados nos cursos geraes,
e os Tormados nos cursos provinciaes.
Im Sr. Depulado : Nao havia iiicompalibiti-
dade.
O Sr. 4. Cara\cant\:Mas poderia haver diver-
sidaae de syslcraai ; o nobre depulado sabe que ha
syslemas diversos e al as academias as vezes ha
compendios que devem ser determinados pela as-
semblea, e poda a assemblea provincial adoptar
urna doutriaa reprovada pela assemblea geral.
\m Sr. Depulado :Poda adoptar o cominunis-
iiio. o socialismo.
O Sr. A. Cacakanti : A conseqoencia seria a
ronrusao, o conflicto dos corsos, e foi islo o que o
acto addicional quiz evitar.
Anda ha orna circunstancia, mais que prova sul-
licientemenle a incompetencia desla assemblea re-
lativamente qnesto que se agita.
He claro, e da conslitoicAo mu bem se deprehen-
de, que eslAo convenientemente establecidas as at-
tnbunes da assemblea geral e das assemblcas pro-
vinciaes; do aclo addicional se ve mu claramente,
que quando as assemblcas provinciaes podem legis-
lar comulaltvamenle com a geral, o mesmo aclo ad-
dicional he eiprewo neste ponto, e do arl. ID. S S.-
se v que compele i assemblea provincial creer
comnlativimenle eom a assemblea geral as altrbui-
Coes marcadss no arl. 17!) da conslituicAo; donde
m collige que todas as vezes que essa plavracu-
mulativamente se nao acha espressa no acto ad-
Jicional, a s assemblas provinciaes he defcio legis-
lar sobre i Hieres,us da nac3o, que eslAo a' careo da
assemblea geral. *
Alem disto, esla doulrina se conforma com a dis-
posito do arl. 3 2. da cousliluir-Ao, que torna
privativa da assemblea yeral a altribuicao de legis-
lar sobre.interesses geraes da na^ao, que as acade-
mias de direilo, as faculdades de medicina e todas
as ostras academias comprehendem inleresses geraes
da nac|o, que eslao a cargo da assemblea geral, he
lora de duvida, e as assemblas provinciaes nao no
dem legislar sobre semelhanle especie.
(Ha um aparte.)
Eu fallarei sobre isso, eu mostrarei, noe o artigo
lem forra e val m.iio p.ra a assemblea provincial
As altribuicoe, como ja" disse, eslAo discrimina
nesse caso he comolativa.
//mSr./Jepii/o eu tender, que um enro joridico he de inleresse es
pecial da provincia?
O Sr. a. Cat>alcanti:-Mo pode, porque essa re
gra esta subordinada outra, porque o corso juridi
co ha de intere.se geral a.iwjo- inUiaglWaia
jeclo
O Sr
f "ero'egerai qa.niij-:in.-.a.vainsi;iS<#i-qrtn. EHHtftz, juigcu elle eonver
u-iraia dos inleresses provinciaes, no regra no -*wor*lhe*.lratamenlo
*** easar comprehendida na regra geral; isto he to- cheaando ao ccnheriment .
das as vezes que se trata de inleresses geraes elles'es
lao sueltos a mesma regra.sendo certo.que ha M ve-
zes inleresses provinciaes que se nAo referera por sua
mesma nalureza. aos inleresses geraes, ha inleresse
peculiares, e he sobre esses que versara as allrihoi
coes das assemblas provinciaes, muilo claramente
prescriplas no aclo addicional.
o E,? P,ocu'ei-l9enl'r presidente, mostrar, que o a
2. do arl. tO do acto addicional ten. muita forra '
distiugue muilo bem a instruyo que esla c.rgo
da assemblea provincial, da que esia' a cargo da as
sembleni geral; procure! fazer a dislinccao que deve
er eslabelecida entre os diversos ramos de lastra
Sao publica. He sabido, e foi mu.to eslabelec
do hontein pelo meu nobre collega da commlssfio d
ins1*-
primaria, secundaria e nuper
O jr. gafe F'Uppc :-lM est nos livros e nao na
Constituir,,.
OSr. a. Camkanti:Sao regras de direilo ad-
ministrativo. Mas eu vou moslrar que relativamen-
te ao sen um a insIruccAo foi dividida pela consli-
luicao do imperto, de maneira que Ratero extrema-
das as allribuicoes da assemblea geral e das provin-
ciaes. a mstruccAo, como vimos, se divide em pri-
maria, fecundara e superior, e esla disnosir-ao o nu-
tre depulado encontr em toda a nossa legisiarAo A
insiruccAo Ipnroaria e secundaria compete a'sa'sscm-
HtM provtuciaes, por forca do arl. 10 do aclo addi-
conal.
O Sr. Imz Fitippe .I), sua ioterprelacAo.
u s>r. A. Cacalcanli:lie a cennina, nao pode
denar de ser assim. A inslruccAo superior cabe a'
aembloa geral, e eu vou provar, Sr. presidente
razao desla dislinrr^o
or iH^, P .,nd',"lu,.1 e ocl-U es!- UMW
por isso que o nico prnveilo he a propririiislriir-
C3; no entino da mstruccAo uperior. porem aue
coacte na pr.llca, o lira que a soeiedade tei'nVm
vista,he esta qne conslilue a utilidade publica deque
trata a coiisliluioAo no seu 2. do arl, 17!). O pro-
vena ladiridual da iastructao superior he i theoria
o proveito social, he a pratica no que ha umita difle-
renca dos oulros ramos, nos quaes .i theoria s por
si romprchende e proveito individual e social.
Se pois a inslrucjao superior sem a pratica nAo
pode ler utilidade publica necesaria, he claro, que
em materias desla ordem quando so pode resultar
o inleresse dos individuos, e a Maedede nAo cum-
pre o um que lem em vista, nao deve ser permilii-
doas assemblas provinciaes. legislar porque seria
isso r.izer una lei inconstitucional.
lia um aparte.)
Mostrarei que ha mulla diOerenc,i,e que esse artigo
so rere, e a' inslruccAo superior. He sabido, Sr. pre-
sidciile.qiie o aclo addicional diz-ileaia eveeptuadas as
iaculitadesde Mtdicma.us cursosjiiriilicos.academi.is
actualmente exislenles, e oulioscslalielecimenlos que
por ventura forem creados por lei geral: essa inslruc-
caoiiejustamenic a que esla'acaruo da assemblea ge-
ral. A in-IruccAo.como disse.se divide em primaria e
seciinddna.qoeesla acargo da assemblea provincial e
a superior a cargo da assemblea geral, porque esa
instruccao se relere immedialam-nle aos inleresses
geraes ; o inleresse que resulta das theorias estada-
das nos eslahetecimcotnsde iuslriicr.w superior, con-
siste na pratica, na applicacAo desss llieorias.
Lruzain-se varios parle.J
O Ululo regala a aplldUo para a pratica.
>e nos venios que a uomeopathia lem por lim cu-
rar, se aquello que esludar n'uiu escola homeopa-
thica ole livor esla tacaldade, esti claro, que d'.hi
nao resulla o heuelicio geral. que he apidicaoAu
das Uieoriai adquirida, nAo resulla vaobuam para
sociedado em eral, ainda que resulte cni parllcu-
iar para o individuo, e assim e v, qoc essa crea-
CAo nao preenchc o lim que tem era vista ,i lesiili-
rao,.quando trata de e.laholccimenlos desla orden.
< w Sr. Depuindo :E quaurio os hachareis uo
segmreiu a carreira jurdica '.
O Sr. A. Cavatcanli : I em a faculdade de o fa-
zer, mas deve-se ler era vista o fim a quc o legisla-
dor se propoz crea-ido es.es estabelecimenlos. e he
de presumir, que quem se dedica ao esludo das sci-
encias jurdicas se propona ;, pratica las, ao menos
em geral.
Mas Sr. presidente, como dizia, a inutilidade da
ramos, mu dos quaes compreheiide a
claro que o 2.-do artigo 10 do acto addicional
quaudo dizo quaesquer oulros eslahelerimenlos,
refere-se a inslruccAo superior ; he em ludo subor-
dinada esla dispostcAo as expresses anteriores de
academias, cursos jurdicos etc., e revela que o legis-
lador quiz prevenir lodas as h\ polliescs, que nesla
materia se dessem, pelo quo uson da palavra esla-
belecimentos como mais "enerica. Alem dislo, Sr
presidente, os artigos da coastilaieao citados e mais
leis geraes cobinam inleiraineol com essa inter-
tem saheit, Sr. l)r. Aquino.que a homeopalhia
nao dala de hojt, e por isso achou-a plantada a actual
adminislracao provincial. He um svsiema que o
povo abrasa e cultiva imitaran de inuilos medico,
nao so aqu como era todas as grandes cidndes ; nao
o aceitis, en lamhein nAo o icceilo ; porem como
impedir que estesvstcma derramado pelo povo te-
nha lanoscharlalAcs romo lem a allopathia ".' Ins-
Irui-lo he nosso dever, e nAo processa-lo e mul-
la-lo.
O Sr. S l'ereira :Disse o que cnlendia cm mi-
nha coiiscicucia.
O .Sr. Sabia Olegario :Eu agradern denlrode
minha alma expre-ses tan benvolas; c'para se re-
conheceren) o MalimealoJ de imparcialidade que
pareccm animar ao nobre depulado, hasta ler-se es-
te documento ; daqui se \, que elle parece iineira-
menle imparcial, que nao adopta o syslema pelo
qnal o Sr. ex-presideute da unta de hygiene accosa-
va a adiiiiiiislracio puldica. que nao o adopta, mas
que elle ceusidea, que se deve illoslrar u povo, que
se deve illoslrar os curiosos por isso que he esse o
dever de todo aquello que quer o beneficio da hu-
manidade.
vlla mu aparte.i
Esse domnenlo lio um tributo feilo a verdade, he
ora (nimio feilo por um hnmem digno de (oda a es-
tima p respeilo, como a rasa nao pode desronhecer.
O Sr. S'< Pertira :Muita abrigado.
1) Sr. Sdfti/io tl-floro :Anda a vista deste do-
cunieuloo nobre depulado dovidari de que i ho-
meopalhia estoja disseminaila na provincia".'sera in-
competente o presidente da junta de hygiene publi-
ca para dizer que a hoincopatliia se acha dojitada
por todo o povo f Me seria fcil, Sr. presidente,
apresentar militares de documentos cm que se ach.im
Migaadas pessoat de muita roii.snlcracA.i na provin-
cia, para provar que nAo so a homeopalhia so acha
dissemin.da na provincia, nao s que ella he adop-
tada por toda a popolaekO, romo que I sua utilidade
he inteirainculc inronteslavel.
Um Sr. Depulado :Isso he que resl provar.
O Sr. Sabino Olegario :O nohrc depulado nao
lem direilo nenhum de duvidarde minhas palavras
^s:^==E 5 ? = BSFXBgzsats. s
---*;, ii..i- i .,i i. ii
coiiveniente presentar milhares de cartas.
OSr. More/icio :Ctrtas nAo sci se sao docu-
mentos.
OSr. Sabino Olegario :l'oso afliancar ao no-
bre deputado que nAo sAo cartas do jogar'; to car-
las de peanas aila consideradas, cada qual confor-
me sna posIcSO, seus haveres e sua inslruccAo. Mas,
,1o
- .---------------.....v,|i.u ntii.1,1, cine
llie esta iramediatamente subordinado ; ao passo que
as provincias he que lem tratado da inslruccAo pri-
maria e secundaria.
Un Sr. Depurado :E o Collegio das Arles'
O Sr. A. Catalcanti:Eu vou a esse cxeraplo,
que foi lamber apoulado pelo noble memoro da
commissAo, que assignou com redricroes.
O Collegio das Arles foi creado ao mesmo tcm-
po. que i Academia Jurdica, mas o Collegio das
Artes nao faz parle da Academia, nao he com ella
coniiexo. anda que Ihe esleja anueo.
m Sr. Depntudo :He um eslabelecmenlo de c""
instruccao publica geral.
O Sr. A. Caraletmli :Mas, Sr. presidente, esse
estabelecimenlo nao he coniiexo com a Academia,
e ja eslava creado na orcasiao da promuKiro do
aclo addicional. Se o aclo addicional fallare Aca-
demias c Corsos actualmenle exislenles, ooulros
eslalielerimenlos que se houverem de crearde ma-
neira, que na exeepcao nAo coni|irehende o collegio,
que ja exista, no eutaulo que falla do Curso Ju-
rdico, creado ao mesmo lempo, que o referido Col-
legio das Arles...
Cm Sr. Depulado :.Mas comprehenie os que
forera creados da mesma Balaren.
OSr. A. Otralcanti :A instruccao primaria he
cu !., i. "-"" "" "''"."" -"". i"13. auiorisando a i
eu lineado, que nao devo caneara paciencia dos no- palhico em l.cipsick
uresepatados, bem basta o tempo que clles lem "--
perdido em ine ouvir. Nao apoiailos.)
(' Sr. Sii l'ereira :Todos os das se veem car-
tai dessas no Diario.
O Sr. Sabino Olegario i Anda se disse que lan-
o a lioineopatlna nao era medicina verdadeira. que
as acaldada* de medicina a nao haviam adoptado.
Sr. Pereira de ItritO :Iqo disse eu.
"Sr. Florencio E eu.
O sr' s^ZTonlZ dT paU- 'uao Se "a,,ar a'ne *<
i.. sa0""> Oligano:l'ois, seohores, a qnem mcopalha, seiao examinadores medico
he que queris arvorar de juizes da hoateopaUia 1 Ibas. ain.iiaoores medito
as raeuldades do medicina, que negara n lunine os ,. Suecia.-L'nivcrsldade de l'nsal and.
ttLES&TUUZ r irn^ XSSS fe* Oscar,^Ultel.
... "'------. "....... .,niii,iu primaria ne -"" """"o e nusiar as perseguidles, tu n?o se
diversa da superior, e tra^o em apoio de iniuha ar- como po.sara estabelecer-se cnmoiaizes da doulrina
gaiaeolacao o fado de se nao ler comnn-liomli.in ., as farnldadi.. ,i.. ^...i;..... ...... ._._._...
uraenlnran o faci de se no ler iomprehenilidoiio
2. do art. III os estaheleciraeulos de instruccao
irla e secundaria amcriormeiitc exislenles. co-
....."- '.' eiurrudria arucriormeiitc exislenles, co- sr. .saftmo Olegario :Masillo he u>n absurdo da na Kt-ituii .i ..". .,-' -" ''
aTlicio na i'^'o^T ?"6 "e a",er,ur "u "C rC'""ra a '^ ; P !"- dulid. addiconal, assim como lambem o era a Academia ; "iigos ou passoas inte.rame.ite desairelas nAo po- Cnivers daile di f .T.". n t. K.
no entanto, observe o nobre deputado, que foi pro^ de,., julgar cora toda imparcialidade J da ri. U t T he
S;.a:.,;s;x;=-c;:s jkisss&EtassSR. SSsSSSSSS
t.T"CaiS''m com" resl'?'""' Academias l>ro collega. en.ao a homeopalbU ja estara adopta- 9 de fevereiZ ..!' .",""K e,,
hihido pelo acto addicional 'assembla provincial
legislar sobre qualquer eslabelecmenlo, que livesse
de ser creado, assim como a respeilo das Academias
existentes, porem nao se estendeu essa prohibirao
a esse eslabelecmenlo de uslruccao secundaria,
que entao havia : ve-sc ilalu, que o legislador nao
quiz tallar dos estabelecimenlos de inslruccAo pri-
a e secundaria, mas sim dos de superior. O
passarei a tratar da quest
ma polilica e outra*.
Sr. presidente, quando o 3 2. do art. 10 do aclo
addicional prohibe os assemblas provinciaes o le-
gislaren] sobre as materias comprehendidas na in-
iroccao superior, nAo quer com isso prohibir o en-
sino de lodo e qualquer ramo dessa inslruccAo dada
as academias do imperio, considerado de per si.
I que acabou de dizer,
O Sr. A. Catalcanti :Eu explico. O que se quiz
foi prohibir a crearjAo le estabelecimenlos idnticos
a aquelles creados por lei geral; a prohibido est
nacreasAode um eslabelecimento que produza os
mesmos resultados ou noqaal se possam conseguir
os mesmos tins que se cooseguem nos estabelecimen-
los geraes da mesma nalureza. Ora, u cnsino da
or un una pnlitica n.io constilue o direilo. nSo cons-
litue a sriencia jurdica ; e ainda que esleja ainex.i
academia jurdica, o individuo que esludar econo-
ma poltica, nao Tica ipto fado jurista, nao pode ad-
vocar, nein exercer os outros misleres do jurista.
tila um apirte.)
O estudo da economa pulltca nao da os mesmos
resultados que o esludu de lodo o curso jurdico ;
mas a homeopalhia da os mesmos resollados que a
scienca medica, o indiriduo que estillar homeopa-
lhia cura, por ronseguinle a homeopalhia esta com-
prehendida no acto addicioual, quando Iralou das fa-
culdades de medicina.
Nenhuma parida le existe, Sr. presidente, do esla-
belecmenlo do ensino de ecouomia poltica com a ca-
deira de homeopatbia.por que essa escola eomprehen-
deum curso medico.e como ja prove,a economa por
siso nao conslitueocurso de direilo.assm como o co-
nheeimenlo da phisica o da chiroica nao consllue o
medico : a consequeucia he, que a assemblea pro-
vincial pode legislar sobre qualquer um dos ramos
que se eiisiuara nas "academias do imperio, tom tan
lo que nao constttuam esses cursos creados por le
geral.
Limilo-nie a eslas considcracf.es, e siippnnho qm
lenho sustentado o parecer como me cumpre. e res
pondido os argumentos em contrario.
O .S'r. Leal:Sr. presidente, son nm pofico incli
nado ao svslema homcopalhico, mas, permita >
nobre depulado autor do projeclo, qne eu dlscord
IkftiiiiA a nC^^ ___ ___
O Sr. Suijiio Olegario :Se assim osse, moa no-
ro collega, enlao a homeopalhia ja eslaria adopta-
a pelas'taculdades de medicina ; >e assim loase nAo
cria acontecido o fado que honlem cilei do Impe-
rador .NapoleAo crear una cadeira de homeopalhia
cm I aris, e os lentes dessa faculdade, alias respeila-
-eis por seus conhecimentos, irem pedir em massa
. fT '-----, J" "', raum ui--i iniiiia--------- k.....' -.w. w |.i,ij,-. ii. que eu aisconlu
aat a assemblea provincial nAo pode legislar sobre de sua opimao ; e ofac.o por convencer-me que es-
aquillo que compele a' geral, sena quando o aclo a ""niblea nao podelegislar a respeitoaia inslruc-
addiciooal tem delermmado, que a sua altribuicAu S* publica de grao superior, em cujo caso esl a
nesse caso be comolativa. medicina de que se Irala.
medicina de que.se Irala.
Os nohres deputados qoetcm fallado sobre a ma
lena, mu bem a hAo desenvolvido, e por isso limi-
tar me-nei smenle em apresentar um ficto a casa
para que ella delle Icnha scienca.
No auno de 1851 achando-se encarrujo,'1,;
MtfftzJ.-, jigcueiiV eonvenienle~adoBierosxstema'
Jmeopaihicoa*lratamento das pravas, entretanto,
chegando ao conhecimenlo .lo gorverno geral o tra-
tamenlo por semelhanle syslema, o mesmo governo
mandou declarar, que aquelle facultativo nao poda
mudar o raelhodo de curativo no^liospital, e para
o que peco liceaca a casa para ler o aviso que disto
traa, le.
Ja ve porlanlo a casa, que uta dos poderes do Esla
do ne quem repelle que se adopte no hospital o t\s|e
ma hoineopalhieo.
O Sr. Florencio:Oaa poder .
O Sr. Lew*:O execulivc. X vista pois ,i. Coiis
.S'o6io Olegario : Sr. presidente,
uraderaaoTn hre 7 j ~ ',r^iden'e. "> "do .'uas bobeas centra
'""": po meu noore collega da comm.ss.io de agrad'S aos nolires depuladns a benevolencia cora em S. Poler7bao.ulr \i
O Sr. is F.Uppe :_lM0 e9, nos livrn, 3 solur.ao de volar contra o projeclo por mim aprese- dar nm hn.nil.1 CT-.......".:.:"'
liuu.
iposlo dajiessoas inimigas, pss julgar com im- ler
parcialidadFns iumigos.
O Sr. Ahil.o ;A sriencia nao lera inimigns. qui
Sr. Snica Carcalho : Qae mdicos haviam las
ijulgar J
O Sr. S l'ereira Peco ao nobre depulado que
tara iu.hr i "" -j-i"i t !.-, uuc iuijlciio
O Sr HaMunlllM.e' xi i k ***&* homoopilhica de l'alermo, todos os di-
Ihm nodall n* T 7 iP'', "er" "bre re"oa q"e 0"erecem ;is oeiedade.identificas,
liega, podem negar os nohres diputados que nao Decreto de 21 desetembro de I8S7 nu
ova o cxeraplo de nAo haver sido adanlnda a hn- d;. ... i.,.....!....., i .:_':.q ue '"". 1U
-j.., f------_.. .._..., ,,, ... r i-i i ir i ., i ir- i
prova o cxeraplo de nao haver sido adoptada' a ho-
nieopalliia, por isso que as faculdades de medicina
tom recusado aceita-la em seu gremio ?
O Sr. 4bilio :Como peanas habilitadas para rc-
conhecer leRalmenle de sua conveniencia.
O Sr. Sabino Olegario :Nao po lem eas pes-
soas estar habililadu para conlieccr da utilidade da
bomeopall.ia, porque ellas obram de um modo in-
leiramcnle prevenido, ellas eslao prevenidas contra
i. unir,.,. XI..-.___. -r
----- '""-" 'u....n curre seus memnros contam-se os |)rs. De Blasi
Meussenliores. os jatee) compelentes De Bartoli, Mauro ; e Reman e Da llorfs ura rae-
i un materia era iieslao, sao era un- dn-o < nnin. n,in, i, r .....i........, .______- .
para julgareio d.-i materia em questao, alo era pr- d
meiro logar o povo.que se cura com essa medicina, e ro
i I I -------^----- v.. vm. v.oa iK.uuuia, C 11 > t ( lili H C111111*3 l.(JDfi(
cm nffDOdo IiiHr o Roveroos, que poden ohservdr ordem do re Francisco I.
a su verdade e obstar as persi-uires. Eu d?o sei liecrelo do rei do -
ar --------- i' wva 11.' j i r.ci ui
i faculdades de medicina que a rejeitam.
UmSr. Deputado :lie a compelente
OSr. Sabino Olegario :Mas isso he um absurdo,
Decreto do rei de 20 de Janeiro de 181 i. que
pprova os estatutos da escola homeopathica de l'a-
lermo.
Decreto de 25 de marco de I8i, approvan-
o os estatuios da academia homeopathica de I'uler-
lu r- m.it,i! ,,,.!,, ..i. Im..ii.
lecciona-
nosologia.
... .-u..u. Hwuu|MHiHa uo i i.rimfunda-
11 por ordem do rei actual em carta patente real de
de evereiro de 1838, na qual autorisa os mdicos
las provincias a preparar e dsilribuir os medica-
mentos aos seus doeules.
Reino de Sardenha.A casa de Saboia que se
tem sempre distinguirlo por tima lao inlelligenle e
no generosa proleccAu para asciendas e as letras,
HA itmim ila --------- aat____\___
vras por mim proferidas antes desse incidente, que
tendo o imperador NapoleAo creado urna cadeira de
homeopalhia na f.iculdade de medicina de 1'arn, os
membros dessa faculdade levanlaram-te em peso, e
foram pedir as suas demissoes ao imperador e esle
(emendo nu considerando ..
O Sr. So' l'ereira :Respeilando.
OSr. Sabino Olegario :... ou respectando a for-
Sa que repre-entava .esse pedido de deraissao.nAo le-
ve remedio se nao ceder.
O Sr. Su l'ereira :A forca de urna corporasio
scientifica do mundo ci\Usado.
OSr. Saoi.'io Olejjario :Dizia que o imperador
Napoltao respeilamlo essa decisao dos membros da
faculdade de mediciua, lomou a resi.ln.au de revogar
esse decreto, c eolio fez urna compensarlo em lavor
da scienca, senhores, creou um hospta'l homeopa-
tl.ico no llarre de (irace, c nomeou ao medico que
tinlia sido escolhido para leccionar a homeopalhia,
mandou-lhe entregar esse hospital, aonde devem ser
curados os doeules quer da mariuha quer do exer-
cito.
O Sr. AhiMo :Dolorosa experiencia.
O Sr. Sabino OlcanroSera no entender do uu-
bre deputado.
OSr. So' l'ereira: Ha de baquear como '09
oulros.
O Sr. Sabino (Nefario :Era 70 annos de exis-
tencia que a homeopalhia...
O Sr. Sa' l'ereira :Em T'JO princpiou Hanne-
nan as suas experiencias lionieopathicas.
O Sr. SaMno Oleaario : Dentro de 70 annos
pouco mais ou meos de experiencia da homeopa-
lhia, be iucoiitestavel que sendo urna teirucia mo
derna lem ronqui.lado todo o universo.
O Sr. Su' l'ereira :Errante como o judeu.
O Sr. Srr-diiio Oler/ario :Sim, Sr. collega, mas
em lugar de causar os males que causa o judeu, vai
salvando a humanidude.
O Sr. Sa' Pereira :Tanto se mnrr de fome co-
mo por comer de mais, tanto se mala nao curando
como corando erradamente.
OSr. Saoiuo Olegario:On como matando i
lorio e a direilo, que he o que faz a allopalhia.
I'ara provar que o meu nobre collega nao est
muilo a par do que tem havido acerca da horneo
patina nos estados mais civilisados, eu peco liceos
,.=.... ,.,., cmm ni.iis civiusaaos, eu peco uceos meopauin; iouos os ranos sacui de seus Ivpos de-
a casa para ler um pequeo documento, um resumo zenas de dezenas de obras homeopalbiras ;'e ale ha
que lu. publicar.eiB que so prova naos., a populari- poucos dias recebi una excellenle obra escripia pelo
- dade ra homeopalhia como lambem a proteccao dada sabio Alexis Espanel. que servira muilo para a re-
- a ella pelos aovemos. forma da oninio dos nobre, danniadn. ni,m
a ella pelos aovemos.
O Sr. Florencio:Entretanto fo
deira de l'aris. _^ e
amPois ^.r7rZZL~ *""*K5 d7
negada a
quiz r'ieber a eieneia.
O Sr. Sabino osario : Tem o direi
o que quizer.
Sr. Sri Pereira : He um fado.
O Sr. Sabino Olegario : Veja o qoe ha sobn
d I rul| |(* ;
" A ralla demedios priuclpalmeiile no inlerio
!" ".';'''.*''"".'! ''"leop.Hliia os lidalgosei.ro
de sorcorrer suas popoaroea.
1,'kase de 2K de sclembro de I833.de sua mases
deraciesque' mSrSJE''iEZ ""C"T ,m,"!radur' "b ^"P^'a do ministro da ge,
' '. _. o I kasn iln ,:,, ,, i .. su-.r .....
NAo pude lomari aponlamciilos acerca de lado
quanto aqi.t se disse todava sobre tlgun, argumea- acal
los direi algumas palavras.
Alguns nebral deputados disseram que era inexac-
(noqueeuhiviaavaiicado cm raeu prnieiro d
curso ; disseram que a homeopalhia mi eslava
raizada em toda a provincia, e que .,OVo nAo
abracava, e qi.izeran daqui tirar argume.ilos pa
coinbater a ulilidaile do projeclo.
i LSr" 'V" ''lT,elra, :-E:U Uo '"ada como u
Le Hoy, as pilulas da vida, as pillas vegetaes e
quaesquer oulros dessrs remedios de qoe o nobre
deputado achara em luda a provincia partidarios.
O Sr.Souza Carcalho i-As,,,,, Como o remedio
do pai Alaiioel.
O .Sr. Sabino Olegario :-Eu dizia, que os no-
I I I 1 I .1 I. >>-. .... *....! 1. .
..i .iii-im.inii para fun-
dar nm hospital horaecpathico era Tullschir na Te-
ladla.
. ....,. ....n.vw. ,, .,r. .'aomo Olegario :t.a dizia, que os no-
incnt^ ? ,qUe lem em vi,,a 0! abeleci- bres deputados haviam lirado das minha. palavras
Zte i ",?,r"c,^,,, l'maria e secundaria, nao he ou dessas raees, que disseram nao seren xac-
nrerin r00-1"'!''^0 os conhecimeiitoi geraes. '** argumentac/ies para coinbater a utilidade .lo
L re ^!. PPl'ven a lodos os actos da vida social ; projeclo.
mesma r^?01"' ." Il",racc'10 '"I-erior se nao d a "" liuncop......a asa enraizada na provincia
"' a co,Zcime'fnrUCC, 8UPer,0.r res',eil sem" J! '^ 't*!** > M> l-P**. a'caha d
RaSrTeH?^2,d^,,!^",*l,,er- ." n0,,re 'lel""ad0. 1"" minha di-
he reala L ""*' .C",a "PP11"^ posterior reila-
ostao a "ienc ., if"6 ,ocic"art.e- e caso O Sr. S Pereira :-Eu ..Ao.
2S. zsssX'stlz aT.tr:/,ve,",ei!o s s'"',"",- "ic,",ri" =-** "^^ov,
non, que a mmZKa^^S^l^!^Sr I ,M".do T '"",0Me >m">^ Uoba un. do^
gslar. seu.1 defeso*a """enle podessele- cu.nento de petaos malta compleme,
sso mesmo VotZ?^!iuam> <"" O Sr. Fvrenao :-A.,um medico
O inleresse da instruccao primaria e.c.l,, i., di..'- ?/- **'""" Olen.rio l|n 'edico de muita
. _.-------.-------,-j.TSL "\ e secundaria he rlisiinc.-,,,,. a quem muilu respeilo e a quem es|a ca.
I llega
- I'russia Ordem do gabinete de 11 dejulho
i.- I81.I assisnnda pelos ministros de estado, ronde
. ^,n" e.;V'!ler Elccl,u- "' de que mesmo
a falta de II ulo legar osse concedida autorisacao .
ra exercer a homeopalhia aos peritos habilitado', pe
seu estado e clnica..)
Kegulamcnlo de 20 de junio, de 18J por or.le
real e referendario pelo ministro .los cultos, i.i
ca.e inslruccAo publica, eslal.eleceudo r. commis-
toes de exames para os medies allopalhas, que
tr quizessem exercer a homeopathia.serem iuquridos
r. visto nao julna-lo o Coverne hahlilados pa-
aquelle Inri pelo simples laclo de serem grada
a em allopathia.
li-
Iributasuaseonsideraces; habaeloal presdeme
de hygiene publica o Sr. II.. Cotms de Sa l'ereira.
Em sua resposla ao Sr. Br. Aqaloo disse o Robre
(lile i :
Carla aulhographa do re ao Dr. Marenzcller i V Vr" ;s'aoi" ole9<"
asradecendo os seus serviros como propagador da tSS" 2 f" "led
nmurulih ......______._ ..... |i"|>nn.rui >.a CO 11.1.1 linde a.oia, .U
dalla.
O Sr. Florencio :Neg
prohibida.
O Sr. Sabino Olegario : Com esio-. .
nobre neputado da a enlcnde- que o estou
modaiiilo,
O Sr. Su" Pereira : Aonde foi sso ?
OSr. SaMto Olegario : Na l'russia.
OSr. Su Pereira daiim aparte.
O Sr. Saetiw Olegario : A quem diz islo
mira q^ue eslou a par desees negocios
i> Sr. Sa' Paretra : Sustento o que disse,
pena de quo sAo falsos os jomaes em que
lemos.
charo collega, que os jornaes por onde V. Exc. 16
sao escriplot por meilicos allopalhas, inmigas jura-
dos da homeopalhia, elle- ii.1o)'q>urem trazer os
relos despidos de luda a imparcialidade, cnlretaii-
do eu pomo apresentar ao nobre depulado lodos os
jornaes humeopalhicos, que se.lem publicado ainda
mesmo este anuo.
Um Sr. Depulado : San suspeilns
o Sr. Samas Uleoario : Ab I esle*fio suspei-
los, e os oulros nao ser.1o sospedos, nAo duvida-
rei ; mas nAo rae veuham dizer enlAo, qne ot jor-
naes allopalhicos trazem faelos contra a homeopa-
lhia, porque islo he um argumenlo de dous "umes
que se me fere, os fere lambem.
Austria --- Tiiiversidade de Viennana qual o
Imperador encarregou aos Drs. Wurhrm e Ncrher
de ensinar a nova gerecau medica (cadeira creada
dn l*tii-)
As duas cmaras dos estados Iransmillindo a
s. M. o Imperador a'Austria, em !l de onlohro de
'""; ovot" de se crear na capital una escola o
nm hospital homeopalhico, cm 20 do mesmo mez
eveera resposla um rescripto imperial para aquel-
'r llospital das irtnaa de caridade, .. onde o a im-
perador i> mandou entregar ao Dr. I.evv cem ca-
mas para .. urna clnica publica cujo resultado
esla inserto no o Jornal Medico, >. desde 1812 ape-
zar d reluctancia da oligarchia medica.
.. Desengaarlo pela faculdade de medicina da
lionas, o comiede Kadeky o velho marecl.al da
corte d Austria, gener-l em rhcfe do exerrilo da
llalla, c vencedor de Carlos Alberto) e milagrosa-
mente curado de um cancro no olho direilo pelo Dr.
iiariung, drargiao mor do exercilo edistinclos ho-
meopatha, qau .. imperador d'AsMria pablieamea-
le mimfeslarseii rcconhecimeiito a una medicina que
java salvo um dos seus mtlhores generan., e sen ve-
llioamigo.randanda sua cusa urna euferinaria no
Hospital de rr S. Isabel' cumri curso publico de ho-
meopalhia.., que confiou ao Dr. Hartoug, acumu-
laudo-oalem disso re muitos benelicios.
i lleino da Saxonia.Instituto homeopalhico de
nsick, fundado por contribuirr.es particulares *m
l.eii
da Saxonia.
>r Kesolurao das daas s cmaras em 181(1,
para que o Ihasoaro nacional desse aiinoalmenle 300
pezos para um exercicio clnico homeopalhico de
l.eipsick.
r Decreto do n senado de It) de setembro de
2, aulorisando a creaeo de um hospital humen-
Ilion m 1 ninriAl.
1812
Havicra.Univcrsidade de .Munich, onde foi
'essaria pelo Dr. Loth, depoisde sua viagem para
orisr o cliolera-morbut.
a Universidade de Badn, onde foi inlro luzida
1"? <""""""' da cmara dos representante*
1838, a exeepcao de um s depulado, que de-
is se soube, ier um medico allopalha.
Ducado de Brunswicli.I'rascripto do ministro
estado em 21 de marro de 1812. que determina
que quando se passar o exatne de exerceat a um lio-
inimnil ha !< _.____t_.a.___ .. ,
homeopa-
ensi-
da unicersidade, hoje rei da Suecia.
Secilia.Decreto do rei em 1821, que manda
e as experiencias sobre a homeopalhia sejam fei-
no hospital militar, eque marca o modo de se
razerem eslas experiencias.
Decreto de 12 dejulho de 1812, qne coucede
fabaafaafl ,\n lama II 1 s,
ciaes o legislar sobre sciencias medicas,! cnlAo eu
serta o prirneiro a respeitar essa deliberaso, mas
nao; elle ralla smenle nas palavras faculdade de
medicina, de direilo, ele. Ora, fazendo parte ras fa-
culdades de medicina o cnsino da phisica, da chimi-
ca, da bolao.ca, d. zoologa, da mineraloga, nAo
obstante as assemblcas proviucaes lem legislado so-
bre esses ramos.
illa um aparte.,
Sao materias accessorias que fazem parle das far
culiladct de medicina; d'onde ss segu, qae as as-
semblcas nao exorbitam, legislando nesse sentido :
porianto se assemblcas provinciaes podem legislar
sobre materias que tas partes integrantes das facol-
dades de medicina, me parece que eslamot no nos-
so direilo era legislar sobro qualquer oulro ramo da
medicina em separado, e por lano nao se fere de
morle a conslituiciio, como disse o honrado membre
o Sr. Silvino.
NAo sei, Sr. presidente, se me liz bem comprehen-
der o que sei he, que fiz o que pude para ver te
sustento o meu projeclo. e tambe.n manler as pre-
rogalivas que nos concede o aclo addicional
Alguns Sr<: Muilo bem.
Dada a hora fica a discussAo adiada.
O Sr. Presdeme desgua a ordem do da e levan-
la a sessao.
Consta-nos, qoe na segunda-feira foram presos
pelo Sr. alferss Marques, ajudanle interino do 2
balalhao de iifanlaria, 2 individuos que etpancavam
a um prelo na estrada de Joao de Barros : esses
dous individuos sflo escravos. e um fui eucontrado
(segundo o Icslemunho do Sr. alteres, com urna fa-
ca de pona. I orara recolhidosa disposicaodo Sr.
Dr. chefe de polica.
No da seguate foram encontrados dous ho-
rneas vestidos de mulher na mesma eslrada. Con-
vm qua a polica nao perca de vista esses dous vrul-
los. queatacaram a um pobre hornero.
Hoje pelas 8 horas da manilla, lera' lugar na
greja da l'enha um TE-DECM em accao de gra-
cas, pelo uascimenlo rio lilbo do imperador l.uiz
Napolaie.
Hontem a tarde renalaram s os sacristas de
varias igrejas do bairro de Sanio Antonio, em to-
car os sinos, de modo que os moradores de algu-
mas parles fugiram para as ponlet ; esperamos que
os Srs. nseaes Ihes applquem o remedio dat postu-
ras imiuiripaes.
Ale' amanhiia.
-- .v.mu.v c i -,,, ,|,i' man-
aes intendentes das provincias vulgarisar a ins-
Irucsao homeupalhica tohre o cholera do l)r. Blasi,
como sendo mu til nas acluaes calamidades.
Academia homeopathica da l'alermo, anligo
spensalono homeopalhico de l'alermo, fuodado pe-
i Dr. Mure cm 18:17 : foi elevada rathegorica de
academia real homeepalbiea da Sicilia por alvaro
-Mlem 1813. '
Entra san membros contam-se os Drs. De Blasi,
re
-,---------------. -...... ,.u ...,, i,. u,,| me
icoe oulro cirareilo da familia real, os que primei-
' liveram a chuica homeopathica em aples por
BomaAutorisacio de S. Sanlidade concedida
em I8il, ao Sr. W'ahle, de exercer a homeopalhia
nos estados pontificios, .i apesar de nAo possuir ti-
tulo regular de academia alguma.
n S. Sanlidade, depois de ter mandado em 1812,
lomar iiirorinacr.es a respeilo da preparacAo dos re-
medios h .me qi.ilii.-os. revoaou em favo'r dos m-
dicos homeopalhicos a prohibirao de distribuirera
remedios a seus doeules.
rr llespanha.Por portara real fai Borneada em
18*7, o Dr. Nuues, (homcopalha e decano do cor-
po medico de Madrid) medico ordinario de S. M.
a ranha de llespanha, e (irao Cruz da real c dis-
tmcl.i ordem de Carloi III.
o Sociedad.. Ilalinnen.anianna de Madrid auto-
risada por decreto de l de mareo de 181G.
Eu poderia provar ,-oin estes e mais oulros casos
que lsse, que o nobre depulado nAo leve razao em
dizer que a homeopata nAo era idmillida pelos
povos europeos, pelos [ovos mais adiaolados do que
nos em civilisacao, e que os governos lem repellido
essa medicina.
O .Sr. Sii Perrira : Experieocias nicamente.
O .Sr. Sabmo Olegario : Vou mostrar crcacoes
de academias por lei.
O Sr. .-olio : Quid inde ?
O Sr. Sabino Olegario : Letal o que me pare-
ce de algum inleresse para o meu lim (le.)
rr Na l'ensilvania .Estados Cuidos do Norte) foi
creada urna academia de medicina homeupalhica em
Alien-lowm sur Uck por deliberarlo dos poderes do
eslado, onde a homeopalhia he eusinada em loda a
sua pureza e exleosao.
Em Philadelphia existe urna escola homcopalhici
fundada em abril de 1818 por delibencAo das cma-
ras (le.)
Poderia citar mais alguns faelos que provam que a
homeopalhia lem sido ol.jeclo de deliberar/Sesera pai-
zes mais adiaolados do que o oosso. e mc'parece que
o nobre depulado por mais habilitado que seja.lnao
pode contestar o que aeabei de dizer.
O .S'r. Florencio: A Franca nao admitlio a ho-
meopalhia, he quanto hasta.
O Sr. SaMno Oleserio: Nao he eitclo; a Fran-
ja admitlio o cultiva muilo proveilosamenle a ho-
meopalhia ; lodos os meos sahem de seus Ivpos de-
/HII'lL lia ijfll.ll.. dn .lii... I. -_- -______.1' '.
-------------------------,------.... ..j^. ,, ,.,,., ,,i,.,,,i |,,||,( I,'
forma da opinio dos nohres deputados, se quizessem
. gastar alguns momentos cm sua leilura e meditacao.
Nao he, pois, a Franja que Me adopta a homeo'pa-
Ihia ; he a aculdade de medicina de l'aris, que vai
pedir em peso a sua demissao por occasiao dse
i.S. i!,, pgjiJ to de dizer mas a ace1da>te UmST. Deputado: Acho ,^?Ul
medicina os compelentes sao o.ftieicos.
(Sr. Sabino Olegario : Os allopalhas !
O Sr. l'ereira de Brito: Mdicos conscieo-
CIOSOS.
O Sr. Sabino Olegario : O nobre depulado n.io
Drierio.TaeB*II.T.riZS....." '"T8'* p*!" *""""' ."*!><*>. -O nobre depulado M<
SlVjrL!St n. poderoso meio ton. mais consc.eucia do que o Sr. Dr. Doraella.
ue toc.orrer suas popularea.s entre ano ssss Sr o^is .i ........ .________
. ---------... uu i|"i: n.^i. lu. iforueiias,
entretanto esse Sr. est adoptando a homeopalhia.
i- bu nao quero invocar a minha pessoa, por isso que
- Uve a honra de ser condiscpulo do uobre depulado,
- c elle me tara a j.isliSa de dizer se merec ou n.1o
alguma allcncuo ; estou dizendo que os mesmos al-
hlltllli i-, nillliili ____- a *
.-i -w vwwiHWiiei. m aiguiii.-i fliienrdo; eslou dizt
!mFH?2l&S de ou.ubro) lopathas quando ,e querem despir de suas preven
.,-... --.----------- -J""uui ror.tr.. s.ls appncacocs e
evitar depois convenceni-se; cis-aqui o que fez o muilo
- probo Sr. Dr. Comes, cuja illiislracao, cuja memoria
i- rievia ser acatada pela provincia.
Um Sr. Depulado : E he.
O .Sr SaiMo Olegario : Pois esse horario il
,'fti Hu .___ ...*..
n -. ,., ',' ,r-. oa"""> Olegario : Pois esse horario il
U sr. Horenno : Auno c meio depois linha lu,,re nao se uesprezou de pralicar .. homeopalhia, i
abado ludo isso. algumas vezes se dignen counlUr-me.
, it'i's'sT ""n"C'""',/" : 7 ''' l.m Sr; S." ''"T': ~ Sr' 1Vreini C"'no
i rrossta. Ilritem do ..i, imaii. ,i i r .. :..u... ... Dem cstudou a t.miion....i... -.. ^._.___... _.
i___ .....:' .-'i. raoraag uarmo lam-
lle bem esludou a homeopalhia, eu lambem liz expe-
ne nencias, cunto lrei resollado).
!m jt??*!*!? Olegario : Agora quanlo a' adop-
Je sao da homeopalhia pelos horneas mais illuslres do
iiosso pa,/., cu creio que nao posso ser couleslado :
anda ha pouco Uve de merecer a honra de receber
descartas, urna do Sr. marque/, de Olinda e oulra
lo Sr. D. Mauoel, aboiiando-me o Iralaiuenlo bo-
meopalhico no Irataincnto do cholera, e iiinguem di-
r que os senhores raarquez de Olinda e D. Manoel
quciram especular com a homeopalhia ; e apezar
pnii, de nao serem mdicos lera muita intelligencia para
dos "''" .I"'1'a medicina de que podem lirar proveito.
O ir. More/icio : Mas alo sao mdicos.
i Sa i"0 0,e9ariu: Valha-me Dos com a
....au,..e..u.. osseus serviros como propagador da ""*I' '-,[ ier Ml.edlco pois quera uao he medi-
homeopailua, c assegurando sua prolccclo em favor "5 |)"de aj",'"' da.'edicina'.' entao o nobre de-
ilclla. putado ucm palavra pode dizar a respeilo.
lano que depois foi S!;^t^U^' **" ^ medC0S
O Sr. Sabino (Megario : Agora mais duas na
rn-i,.,.-' a 1 ... a
,l,i-
,i ., ....-------------. -->'.".i'. usura ruis unas pala.
' ~ 1?2S2&2!Z*! *!-** 1- Talara,,,
. i.. '*o|.u.,.uus, que iraiara
da iiicr.nsl.luc.oiialidade do projeclo, apezar de aue
eu ja vi isto muilo bem tratado pelo uubre prirneiro
secretario, e pelo Sr. Dr. Braga.
O nobre relator das uimmiMoea disse, que o aclo
addicioual prohiba os assemblcas legislar sobre
scieiir.as medicas : mas permita que Ihe diga qe a
aclo addicional nao falla era sciencias medicas, mas
sim em academias e cursos.
O Sr. A. Caralcanti da um aparta.
OSr. Sabino Olegario : Se O acta addicional
. i, !... un >>>.. ....I' <<> u> .-. a
O Sr. Sab.no oleaario :,,,, m prova, meu u^^SZ SRj rAffltfSS
Sessao ordinaria de 12 de malo de 1856.
Presidencia do Sr. Barba de Camaragibe.
Asi I horas da amabas fa/.-se a chamada, e veri-
licando-sc haver Damero legal de Srs. deputados.
" .Sr. Presidente abre a sessAo.
O .Sr. segundo secretario procede a leilura da
ac,a da sessAo antecedente, que he approvada.
lie lulo o teguinle parecer:
ir Foi presente a commltlo de consliluicAn e pode-
res o diploma do Sr. deputado supplentc' Joao Va-
lenlim Vilella, o qual estando conforme a acta da
apuracAo geral, suppoe a referida commiss.lo que o
mesmo Sr. Vuelta pode prestar juramento e lomar
assento.
..." Sala Jas commisses 12de maio de 1836.Lat
l'ilippc.S. Cavalcanti de Albuquerqae.
Sendo approvado o parecer he o mesmo Sr. depu-
lado sopplenle introduzido na sala com as formalida-
des do cslvlo, e prestando juramento toma asseulo.
o Sr. primetro secretario l o seguinte
EXPEDIENTE :
l'm ollicio do secretario do governo, dizendo que
as pecas a que se refere o relalorio de S. Exc. qus
por esla assorahlca foram pedidas,acham-se imprimin-
do e qoe logo que dahi veiiham serAo immediala-
mente remedidas.
Outro do mesmo Sr., (ransmitlindo os arligos de
postaras addicionaes cerca da limpezapublica e par-
ticular desla ctdade, e bem assim a subsliluir.io Jo
artigo 11 das mesmas posturas. A' eommissao de
negocios ecclesiaslicos.
L'raa represenlasao da eommissao de SerinhSem,
representando contra a s.ispensAo da lei n. 306 de 10
de maio do annnpnssado. A'archivar.
Utaa peticao de Manoel Francisco Coelho, profe-
sor publico da cadeira de l.uini na rreguczia de San
Josc desla cidade, pedindo a esta assemblea o aug-
mento de seu ordenado. A' commiiso de ordena-
dos.
Oulro de Raphsel l.ucci.emprezario de theatro de
santa Isabel, pedindo a esla assemblea oempreslimo
da quanlta de 30:0005 sr'.h diversas condicf.es, qoe
olferecc, p.ra occorrer as despezas extraordinarias,
q ne lem de fazer com as companhias de representa-
SAo para o mesmo Ihcatro. A' commissAo de peli-
Soes. '
ic7onfinuar-.c-Aa.)
------- leaaiat-
PAGINA AVULSA.
33B.J Bu, 2
--Nones pegaremos da peona para censurar aquel-
las humanas fragilidades, ou que M nos sabemos, oo
que se pussaram no recinto das casas e das familias:
nAo, nunca augmentaremos a coufusAo dos que vi-
vera engolfados em defeitus, que s se passam no
segredo da vida privada. O contrario, porem, nAo
acontecer, quando os faelos cahirem oo dominio do
publico, n sobre ludo com cscaudalo. A imprensa
morahsada he orgAo de urna sociedade bem consti-
tuida ; para esse lim tem ella sua alta missao. E'
pois, a imprensa j.i mais dever perdoar os escnda-
los, sejam de que ordem forem, tanto mais, quanto
ella he a expressAn viva da consciencia publica, se
nao he corrompida, se preenche seus fins, segundo
asuagenuina signilicacao, e nobre mandato na so-
ciedade. licitando, porem, os prembulos, vamos
clamar peranle cerlo pai de fimiliu contra um ho-
mem casarlo, mas que vive separado de sua mulher
que pretende seduzir suas filhas : o fado he publi-
co, e os vizinhns olham cora d para essas pobres
creaturas, como victimas destinadas .i brutal concu-
piscencia desse homcm desalmado. Alguem se diri-
gi a nos, dea-nos provas, aponlnu-nos a casa, a
ra e o nome do infame, que descouhecendo o que
deve a Deos.a sociedade,e a si quer levar a proslilui-
SAo ao seio de urna familia honesta! Meninas, esse
hornera be casado : fugi delle como da um maiihoso
crocodillo. quando mal pensardes chorareis sem re-
medio. Meara os cora um oculo, e todo ouvidos.
I.'ma ancdota. Cedo rapagao, que nao tem'
nada a desejar, porque alm de ludo nao he teio,
sendo pergunladn por urna senhora qual era o san-
to de tua mais particular devocao, respoodeu mui
lampeiro :
He. minha senhora, a Virgem da Trindade.
lem a Mai de Dos mais esle Ululo mvslerioso.
Continuando a roiiversa^io mislica, a raosa disse-
Ihe que liaba diversas reliquias de sanios em urna
redoma, que muilo a venerava, mas que desejava
ter de mais oulros sanios.
O goslos do manemo enlao a sabir prometleu,
que iria pedir ao sacrislao da matriz da Boa-Visla
um ossinho de S. Miguel.
Nao sabemos se foi.
A ra do Kosario Estreila, depois das 9 horas
da noile exhala ura cheiro iusopportavel: as caldei-
radas dI agoas: de 3 e i diassao coulinuadat, a poni
de ja fazer um regalo que vai desembocar no paleo
do Carmo. Esl.lo despeiludos nao ha duvida, pois
continen!, que quem nAo lera vergooha lodo o
mundo he seu.
Na vesperado Espirito Sanio foi aberla a sala
do Sr. M. na ra das Agoas Verdes; estovo diver-
tido o diverlimenlo, e at tocar missa o diverlimenlo
esleve divertido : o qoe porem chamou a alien, .u. de
lodos foi ama senhora.... para que dizer?. Contare-
mos so urna coincidencia, que notou-se logo, que a
brincadeira cessou, e foi no meio di ra urna roda
de meninas cantando:
Eu nao quero esle hornera,
Pois n.io oasceu para mim ;
Sou urna pobre viuva
Ai! coitadioha de mim !
Oh 16 I como estAo IAo embebidos, aceitando
assenhoras que moram defronle. aquelle bando de
peralvilhos, que all esl naquella taberna! qoe
sequilo inmoral, e nAo haver quem os ruchle a
rebenque dalli, para alo estarem escandalisando de
tal forma os que por all moram Com a laberna
nos liavercinos, se o dono conseutir, que se fasa de
sut casa espelunca pati/orum.
Horror!Na ra da tiloria ha orna mulher tan
tyranna, legando consta, que vive continuadamen-
te com o chicle sobre urna negra,ossos,urna
pobre escrava, que ja em vez de cara tem urna ca-
veira, e esta com miscera de folha. Soppoe-se, que
essa mulher lem coloco ; a misera negra ja' nem
grila, geme e hade geraerde vagar, porque do con-
trario os seos padecimentoi crescem. Pedimos ao Sr.
Dr. subdelegado, que ioformando-se da casa (pois
nAo nos disseram seu numero) far;a obstar tanta
crueldade em um corpo ja' defiuht'do pelas -panca-
das e jndiares.
~Qaem..hV,','^U* t~- *'" ""''* "."g'-tritlll
mascarado. NAo he niiiroem, nAo, gente.... 116 l
nas Cinco Ponas um moco que passeia cora a gorra
qae sabio no bando, pelo carnaval.
I'ede-se ao bom e bello do perninha, que dei-
,,. *e simar m.....i u, nihos dos outros,
pois, si) perninha, senao lem lilhos de em seus caes,
nao se fasa de bobo.
Mama.Cerlo caiieiro lem tanta paixao por
urna campa, que paga 2>000 mcusaes a quem Ihe
for chamar a luja quando loca Nosso I'ai, s para ir
se divertindo!... He urna inania.
Consta-nos que he chegado nesla provincia o
Exm. presidente ras Alagas, o qual saltara em
Tamandar, e dirige-re por Ierra para esla cidade.
Dizcm-nos que mora na Capunga-Nova um rastl
de furas; desse coito plutanico uasceram dous inuocen-
tcs. Estes meninos sao allicisligadsalcom ferro em
braza; dia e noile nao cessam de serem llagellados, o
quando desesperado, algum delles evade-se, a macera
da genitora o persegue aiirando-lhe pedras.marlellos.
pregos, arda, ato que a critnca extenuada e feri-
da, cabe; lio entao que redohra o castigo por ara-
bos Consta que os moradores de junio raudaram-
se, nao s para nAo presenciaren] esses mam nu-
da sania iuquisisao, como para n.'io sullrncn os in-
sultos dessa barpis do ferreiro. Sr. inspector da
Capuoga, allivie tantos padecimenlos por parte da
polica. >e
Admita a sem-cereinonia com que os ina|p|y_
helos querem avahar das habilarjes Iliterarias ja.
quelles. que nao se parerom de forma lgi;:,a cora
iiialpliabclns: decidera de cadeira-fulaji he um
estupido, nao sabe o que diz nem o que escreve.
Ora, nina pessoa que tira aluumas horas no dia para'
ler e meditar, c que na jura guerra a letra redon-
da, e que lem mesmo sua inlelligchcia desen-
volvida, nao pode decidir ronscienciostmenlc das
inlclligeucias alheiass soh pena de errar qnM| se-
ora que queira decidir ex-ahrupto dos tral>alhos lil-
lerarios ou scicntilicos dos outros.
Ve-se um quidain que nem bem sabe fa|3r mai,
porluguez, dizer.Vives de Azevedo... foi -assim...
leal tlenlocomo se esses bichos soul*,SCm uva-
liar o que seja intelligencia illustrada.
Outro deixa os carines do jugo p.,r momento e
diz: o tinado vicario Brrelo era I. m (,r, -.,],,,
Aquelle espreguic,ando-se exclama: na-, temos coi
nossa Ierra um dolor bom... Esle emar.,nha-,c elI|
qualquer qaetllo scientilica, e depois de haler com
a eabeci pelas paredes, acaba por excl mar-_,j0 ns
charlataes!
Continuam as queixas de varios lugares em con-
sequeucia da falla que se da' nos joroaes que daqui
sao remedidos para -------
Dr. Jos Mamede Alve F'erreira. Cerlo do DatriX.
hamo de V. S., e do inleresse qae loma pelo Pu
blico ser. co, esperoque haja deacceitar esta lao im-
portante eommissao, e que, reunido aos referidos
senhores, a procurem todos desempenhar com a pot-
sivd brevidade, euviando-me o resallado de .tus
trabalhos.
Dos guarde a V. s. Palacio de Pernambuco 16
de marro de 1K7.Antonio Pinto Chicharro da
(ama.St. Dr. Joaquim de Aquioo Fooseca.
Amonio Pinto Chicharro da Gama, do cooselho
de S. M. o Imperador, commendor da Ordem da
llosa, cavalleiro da de Citrino, desembargador da
relacAo do Kio de Janeiro, e presidente da provincia
de Peruambuco, pelo mesmo augosto senhor. aue
Dos guarde ele. ""
Allesloque o Sr. Dr. Joaquim d'Aquino Fonseca,
presidente do Cooselho lieral de Salabridade Pn-
blica, s Commissario Vaccinador nesla provincia,
durante o lempo de minha adminitlracao, desempe-
iihou as fucees dos ditos empregos com muilu io-
lelliencia, honra e zelo, e finalmente qae he cida-
dao de excallente conduela, o dedicado a Sua Ma-
gestadeo Imperador.
Palacio de Pernambuco 18 de abril de 188.**-
Ionio Pinto Chichorro da Huma.
Alleslo que oSr. |)r. Joaquim d'Aquino Foiiseca,
Bm \l .man maneTSmmZ "**'?? de '" Pdanle do Cooselho de S.lobridade Publica lem
r.^iSESfttX ll? "" ',Ue. "" a-PPare.Ce- P"rCd0 Seu cargo com ""diligencia, zelo e peri-
[LMrlliT a".odl'' I'do crreme, nao se ha- ele. propondo as medidas mais adquadas ao preen-
Teadn narh, X\SSl i '."e-l dS ^",, 1ue lie 3 "
lendo partido desla cidade o prirneiro correio pa- I parlisio.
g.ggy.'J.".^ no"""le creada em Nazarelh,! I'ado e passado no palacio rio governo de Per-
tecnamoi seis mai.os de jornaes. conlciido cada um nambuco 17 de juuho de 1818.cenlo Vires da
21 nmeros, sllanos em o nosso escriplorio, eremet- Molla.
lidos ao nosso agente daquelle lugar ; infelizmcnle,
elle s recebeu dous massos, porque os oulros foram
extraviados.
l.m nosso assignante cm lauarassii queixa-se lam-
bem que ha duas semanas nAo recebe um s Diario.
Inclusa achara Vate, a copia da porlaria desla da-
a, pela qual Ihe bel encarregsdo, assim como aos
Drs. Jos Pneolao Kigueira Cotia e Joaquim Vilella
de Caslro lavares a eoataacla de uos r.aaos esU-
Pedimos o Sr. administrador do correio, se dign I'' para os collegios de orphaos orpliaas d*a pro-
respousabihtar aos agentes respectivos por semelhau- vincia. v v
les fallas, visto qoe estamos persuadidos que as
nossai remessas sAo ponlualmenle enviadas pelo cor-
reto detta cidade.
A assemblea
approvou na sessAo de honlem o pa-
0 papis a qae se refere a tobrerjila portara fo-
ram remedidos gus primeiros doi mencionados dou-
tores com quem Vmc. se entender a rnneito de
seinelli me Irabalhq.
Tenho f que Vmc. se dignar de acceilar essa
1,1111111.........e que a desempeuhar com zelo a acli-
recer da commissAo de petieOes, adiado no dia ante- v'dade, que he rie tporar de seos couaaciaaeoUt, e
cdeme, sobre a pretencao do Sr. Antonio da Silva I d(* Blimenlot patriolicot, qne o animamT"'
.."!:..". la"lue"' apreciou oulro parecer da mesma .,_ .eo?_5a,rd? X"e- I'alscio de Peroambueo 13
eommissao acerca do requerimeuto do Sr. Kaphael
l.ucci, o qual parecer Beoo adiado para quando se
discutiste a lei do orr-amento. Eiilrou em seguuda
discussao o projeclo de forca policial, que licou adia-
do por ter dado a hora.
A ordem do dia be a mesma de honlem, e a pri-
metra discussao do projeclo n. 4 deste anuo.
Recebemos carta de Bom Jardim com dala de 12
do correte. A epidemia est completamente ex-
mela, eo medico que la se achava ja se relirou.
At noticias de Nazarelh com dala igualmente de
12, annunciam que u estado lanitario de toda a co-
marca era satisfalorio, nao constando que appare-
cesse caso algum da epidemia. i>o dia 22 do corren-
te deve ter lugar na cidade urna procissao e Te
Deum Laudamus em acsAo de granas por ter des-
appsrecido o flagello que sacrilicou "tantas vidas.
(0mmmica>0.
O meu recotihecimeuto para com o lllm. Sr. Dr.
MOSCOZO, uao lleven.lo ficar circumscripto apenas
a pequeo numero de pesioas, exige que o manifest
por esle jonul com loda a sinceridade, nao Unto
por coufessar-me gralo a' este senhor, como princi-
palmente por faze-l j mais recoinmendavel por ura
aclo caritativo e digno dos maiores louvores.
A Sra. D. L'mbeliua Rosa Peaa da Siqueira, ten-
do adoecido no convento da (loria e delle sabido
para a casa de urna prenla, alim de sermelhormen-
te curada, mandou chamar o Sr. Dr. MOSCOZO
para que a Iratasse psla homeopalhia como sysle-
ma em que muito acredilava; comer,!,, o (clmen-
lo foi o Sr. Dr. MOSCOZO sempre assiduo em vizi-
la-la urna e mais vezes por dia, mostrando zelo e
erande inleresse pelo bom evito do suas applicacea
medicas : apezar porem de lodos estes desvelos e es-
forc.os do disliuclo medico, nao apresentara a doenle
melhora algum.. duraule om mez, e eolio o mesmo
Sr. Dr. MOSCOZO levou a sua philanlropis a ponto
de, salisfazendo o desojo de algumas pessoas da lami-
lla e amisade da doenle, coucord.r em que se uiu-
dasse de svslema c fosse chamado o Sr. Dr. Sarmen-
t para trata-la allopalhicamenle : adoptado o svste-
ma allopalhico, longe de conteguir-se o resultado
desejado, peioroua doenle, e ento oseu eslado recla-
mara a assislencia de um medico a lodas as horas da
noile e do dia, e nAo obstante o Sr. Dr. MOSCOZO
nao poder recaila-la smais, a sua caridade chegou
a tal auge qoe esteve sempre prorapio a estar a sua
cabeceira, animando-a e consolando-a.
A doenle foi alinal desengaada pelos mdicos al-
lopalhas, e recoobecendo-sc que .i homeopalhia com
que a principio fura trillada, se bem que nao a ti-
yese raelhorado, comludo uao a liaba redo peiorar,
foi novamente abracada.e o Sr. Dr. MOSCO/.t) con-
tinuou a motlrar que era o mesuio homem da cien-
cia e da Immaiiid.irie, proseguindo sempro com zelo
e constancia na applicacAo dos remedios homeopa-
llucos, dilatando os dias de vida da doenle por mais
de um raez, al que esta expirou s 11 horas dn noile
do d.a 6 do correte.
O Sr. Dr. MOSCOZO.embora nao livesse salvado
a doenle, tez de sua parle quanlo era possivrl para
contegui-lo; procedeu sempre como medioo incan-
tavel; era sempre incommodado com chamados a
qualquer hora, a que de boa vontade se preslava,
por ver que a doenle com a sua preseacj pareca
melhorar, e indepeudenlc dos chamados "ia sempre
ve-la urna e mais vezes ao dia, mostrando sempre
muila paciencia e reaigoasAa.
Este procedimento do Sr. Dr. MPSCOZO compro-
va exhuberantemenle o seu carcter bemfazcjo o hu-
manitario, e o que ainda mais o abrilhanla he o ter
o mesmo Sr. Dr., desde o principio rio curativo, de-
clarado qoe nada quera pelo seu trabalho.
Faelos desta ordem muilo pesam no animo da-
quelles em favor de qaem ate feitos, c por isto doo
ao Sr. Dr. MOSCOZO os raeus sinceros agradeci-
menlot, asseguraudo-lhe que o raeu reconhecimen-
(o sera' eterno.
Benf Josc Anluncs l'ereira.
on*ci>jpi3jtv)cta.
Assim esl a nossa PAGINA AVULSA: nl0a
por ahi galosapato, que nao queira avahar do .os.
so trabalho : um dizelle pudia deixar de di
aquillo, e dizer isla :elle nao taz bem
osr.ueleuadotiburti.no E o VBAIXO
ASSIUNADO DO SR. PESTAA.
SenAores redactores. Em priucip.o de marjo
prximo pastado, conslou-me que se eslava arran-
jando urna caria officiosa em nome dos habitantes
desla cidade, com o fim de fazer avultar peranle o
governo, os serviros prestidos ua quadra da peste
pelo Sr. lenle de polica Jos Antonio Pestaa.
Algum dias depois me pediram para assigna-la. ao
que nAo duvidei.e assignei esse papel al sem o ler,
porque he verdade que o Sr. Pestaa desempeuhou
solTrivelraenle o teu dever naquella quadra, e nao
me podia passar pela imaginasAo que o Sr. Tibor.
lino, como delegado, deixasse de assignar tal pera,
ou que sendo como se dizia o aulor dalla ; mas ven-
do impressa dila epislula no n. 71 desla o Dia-
rio, de 21 de marso. sorprenderam-me as se-
gointes palavras : Os abaixo assignados lesle-
mnnhas oceulares dos semen, relevantes que V. S.
araba de prestar nesla cidade cora o destacamento
do seo commando, nao podem licar abafados nos
nossos corasOet! [Os aballe assignados..... abafados
nos nossos coracoes !.... apre I corarr~.es de borra-
4irsn."TO\5S?.mCanni,,,d0 *-*! dia c l,(,',e ao uos-
no Piolo de Afmeida' cmprlaVom^da'energia'e
coragem,etc.,elc.,coIliji entao que o lim era elogiar o
Sr. Iiburlino, sob a capa do 5r. lente Pestaa, e
obler as sssignaluras por esle meio !
Seja porem la o que for, o cerlo he que islo traz
desiir aus assignanlet da epstola, porque creio que
ninguem foi teslcmiinha occolar de ver, da o
iioile.oSr. Tibiirlno na tua durante a poste.quan-
do he publico que o Sr. delegado vivia da e noile
eucerrado em sua casa, cerca io rie labarraque, com
que ensopava a quem ousava chegar-lhe a' perla,
impecendi.-llie a corrale do ar e so por accaso
sabio alguraa vez a' ra, pelo menos nuuc'a a
d -- ------------ -,. a a niitiii,,,!,
e selembro de 1848.,/nlsnto da Costa Pinto.
Attesto, e se necessario fosse, jurara qoe o Sr.
Dr. Joaquim d Aquino Fonieea, presdeme do Con-
telho Geral de Salobr dade Publica, durante o lem-
po de m nha admnistracao, moslrou constantamen.
le muita iolellgeoca, probdade e zelo oelo servi-
Co publico, de sorle que he um dos mais diilindos
fuaccionarios com qae taaho tratado. E por este
me ser pedido, dou-o com perfeita saiisfacrAo, indo
por mim escripia e assiguado.
Cidade do Recite 16 de outubro de 1848.Anto-
nio da Costa Vinto.
Ilerculano Ferreira Penna, official da Ordsm da
Rosa, deputado a assemblea geral legislativa e pre-
sidente da provincia de Pernambaco por Sua Ma-
geslade o Imperador, que Deo goarde etc.
Alleslo que o Sr. Dr. Joaquim d'Aquino Fonsera,
cumprio satisfactoriamente com as obrigacoei de
presdame do Cootelho Geral de Salabridade Pobli-
ca desta cidade, dorante o periodo de minha sd-
minislra?ao, lornando-se por isso digno dos enco-
mios do Governo.
Palacio do governo de Pernombaco 24 de dezero-
bro de m$.Ilerculano Ferreira Venna.
Manoel Viera Tosa, rio cooselho de Sos Mages-
tadeo Imperador, dignilario da Imperial Orden
do Cruzeiro, commendador da de Christo, desem-
bargador da relasao da provincia da Babia, e pre-
sidente da de Pernambuco pelo mismo augusto se-
nhor, qae Ueos guarda etc.
Alleslo que o Sr. Dr. Joaquim d'.Vrjuino Fonseca,
presidente do Cooselho de Salobridade Publica, du-
rante o lempo que adminislrei esla provincia, cum-
Prio exactamente as func(oat inherentes ao dito lu-
Bar. o qual exerce com zelo, e iolelligencia.
Palacio do governo de Pernambuco 30 de
de 1849.l/anol I ieira Tosa.
de junbo
Victoria 22 de abril.
L'm d
os asignantes.
tyvbccfo a ptbiboo
n O presidente da provincia, leudo em vista o dis-
poslo na lei provincial o.2l3que.o autorisa a man-
dar construir nesla cidade urna caa de delenrjo,
ordenando que o projeclo da obra, antes de ser exe-
cutadu, seja snbmetlido ao exame de urna commis-
sAo composta demedeos, jurisconsultos e euge-
nheiros. resotve nomear para a dila eommissao so
desembargador Cregorio da Costa Lima Belmonl,
l)r. Joaquim Jos da Fonseca, Dr. Joaqoim d'Aqai-
po Fonseca, Dr. Jos Eustaquio Gomes, Francisco
de Barros Brrelo, e Joao l.uiz Vctor l.iculbier,
teinlo presidente desla eommissao o desembargador
llelmoiit. A commissAo se devsr reunir no palacio
ra presidencia, lazendn sua primeira sessao no da
211 rio corren te, e peranle ella comparecer o enge-
nlieiro Josc Mamede Alve Ferreira, aulor do pro-
jeclo, que lem de ser subrne'liuo ai exame, para dar
as explicaci.es que Ihe forem exig, as.
Palacio do govarno de Pernambuco 1V do dezem-
bao de I8ii.Honorio llermelo Carneiro \.eao.
Havendn pela portara da copia inclusa .orneado
a v me. para raembro ds eommissao, de que trata a
le provincial n. 213, o devendo a dila coramista*
celebrar sna primeira sessao no dia 20 do corrento
as dez horas da manhAa no palacio da presidencia,
espero que Vmc aceite esle encargo, e qoe compa-
reca no da, hora lm;ar nomeado.
Ueos guarde a Vmc. Palacio do governo de Per-
nambuco 14 de riezeml.ro de 1819.Honorio Her-
rado Larneiro Leao.Sr. Dr. Joaquim d'Aqaiao
I-1'ii seca.
Constando da secretaria desta provincia, qae em
I 4 de maio rie 1812 fura Vmc. nomeado juntamente
com os Drs, lose Eustaquio Gomes, Jos Joaqoim
de Moraes Sarmente o eugenheiro Vaulhier para
membros da eommissao, que na cooformidade do
arl. 3 da le n. 91 de 7 de maic do 1841. deveril in-
dicar o local, e erganisar o plano, planta e mais
coudisoes e delalhes da obra de um cemiterio publi-
co, que deve ter construido oesta cidade ; e occor-
rcodo nao se adiar na mesma secretaria o compe-
tente projeclo, resollado dos trabalhos dessa eom-
missao ; lenho nomeado o eugenheiro Jos Mamede
Alves Ferreira para substituir ao eugenheiro Van-
tliier, que ora se acha fora do servico da provincia
e do imperio, e espero qoeeotendendo-se Vmc. com
o referido eugenheiro e com os ootros membros da
eommissao, possam em breve apresentir-meo projec-
lo e planta da mencionada obra, conforme a ditpo-
ICSe da referida lei.
Ueos guarde a Vmc. Palacio do governo de Per-
nambuco 11 de marco de 1850.~//a/iorio Hmelo
Larneiro Leao.Sr. Ur. Joaquim d'Aquiu* Fon-
seca. M
Attesto que o lllm. Sr. Ur. Joaqnim d'Aquino
fonseca, presidente do Conselho de Malubridade Pu-
blica, durante a minha adminilrasao servio o dito
cargo satisfactoriamente, e havendo sido eucarrega-
do de algumas coraoiisses desempeuboo-as com
zelo e boa vontade.
Recite de Pernambuco aos 23 de maio de 1850.
Honorio llermelo Carneiro Leao.
lllm. Sr.Enlendo ser muilo conveniente incum-
bir auma junta de mdicos habis o exame e averi-
guacao da marcha, gravidade, propagarlo e mais
pheoomenos da tebre amarella, de que ltimamente
se lem verificado alguns casos nesla cidade, assim
romo a iodicacAo das medidas, que forem tendo ne-
cessarias para evitar o progresso do mal. ou dimi-
m'emi.'.'* 1Q"* ***"t '"''rei-me de Y. S. para
...ei .i..,,.,., ,,, jBa i)em ce or sua re-
t^L& ml 5e 'ecosrsrX teJv cu
0 rt rtl ""' "**, V' *** exemplir do
na v si, p'."""'"'"' verii V" s- "s medida.que
De Pfa$ l;m *ido DW ota "dopiada.. 4
Para|!"'"',', V' ^ l''1"ci" overoo de
fon .rf < '* de >"" <"> 1856.-70.C lldc-
Fnsec.. "" "<""<"Sr- "r- Joaq".n> d'Aqoino
' Pa?-?^'-0 i'fS"ad0 Presidente da provincia de
'i f v'a.. S" que Sr- Dr- Joaqiim d'Aqui-
' 1'uld.ca 5uVPrf,,Hen,e Con'e"' ^ Salubridad
1 ublica, durante a minha administrado, lem cam-
pr.du bem as obrigacoes rie seu carg, luveudo-^e
cora nlejligencia, zelo c probidad*. d "
j. tSS* **? W de Pernambaco lideionho
de I8&IJo,- llie/onso4oSouz, liamos. '
Tendo resolvido.por porlaria desla dala, nomear
ZE'-TCi* ?S um''' -nn,,ssAoenc.r.
se aos demais membros da commissAo que s.lo os
Drs. Jos Eustaquio Gomes, Joscjuaquim de Moraes
Sarment e o eugenheiro l.uiz Leger Vaulhier,
baja de dar principio a esle trabalho .leanla ini-
porlancia e interc-se publico.
Dos guarde a Vmc. Palacio de Pernambuco 1 i
de maio de 1842..ir da Boa-lista.Sr. Dr.
Joaquim d'Aquino Fonseca.
Devendo proceder-se a inspeccao do eslado saui-
taria de todos os capcllacs,
rurgies ajudanles exisleules
do determina o imperial
ocios os esclarecimentos de nue ella nrci.r nira o
do'seo naTrT i"''0 """ "~SS *&
de 1P ''"0, e "l0 ',cl SC"'S publico, que
de bom grado aceite esta noiiiear.lo.
'fe'!Tdfa V ,mc- ''alacio do governo de Per-
S? IV 8JU '? de l8-''- '"'' "Oticeira.-
* l)r- Joaqu'm d'Aquino Fonseca.
aviso" drn!Se,l!'Jr "", WE*~* cm
, cirurgioes-mores e ci- do, que no ''". ,.mPf" la .. do mez pa*-a-
es nesla provincia, seuui- p ^T Vn cTra C ''T''? ne"' Sflfit
viso de 27 de abril ulti- Sella Dmi^ P^_..!"?r ''e director do Censo
i- desla provincia ; cumprindo,
que leudo em visls
mo. noraeio a \ me. para membruda eommissao lado quanto e'disnnn
de que trola o art. 2. do regulameuto o. 22 de 9 de jiuho deste a. no "0 de"el0 n. 797, de 18
de setembro de 1838, a qual sera presidida pelo interino das rLlc^,,v;. efnlre'.lesde K' "o exercicio
commandante das armas, que fara av'iso a VeTJa ,.aJoVeaB^ffi,BtS?>' P"Plo lado a
da, em que a referida eommissao conicrara os seus; cencan rio IT P a,s l,ron>P"'. e guiar
Vmc. accei.e e mZ^\SXSJSS^!l "ervando o que se
I.abalaos. E espero quo
nhe esla misslo com o zelo
rarterisco.
Ueos guarde a Vmc.
rie maio de IS42. Bar
Joaquim d'Aquino Fonseca.
i governo de Per-
. accei.ee desempe- acha recommeudado no sobredi lo aVi.o
activtdade que o ca- J Deo. *,, v,c. ^SSSti^
Palacio de Pernambuco 30; St*MSft \Wf "'" "'""'"
da lloa-l-sla.Sr. Dr. I Joaquim d Aquino lo.ucca.
Com a inclusa copia do aviso expedido pela se-
cretaria d eslado dos negocios do imperio, em dato
de II do corrala mez. transmiti a Vmc. o incluso
'
MUTILA
le*
ILEGIVEL



DIARIO DE EPRNAIIBUCO QUiNTA MU IB DE UUOK 1856
j
i"'0 '' *'r* "r" '^'i d'Aquiao Fonteca,
presidente da Conselho da galubridadu l'uhlic.i,
'.ommimario Vaccinador Provincial, he um empre-
ado de recoDhecido raen lo, e lera ptimo compor-
lamenlo civil e moral.
Palacio do governo de Pernambuco 9 de marco
de 1852.tutor d'Oliveira.
Tendo de ser reformado o regulameulo do cemi-
lerio pablico desla cidade, segundo i aalorisacAo
conferida pela lei n. 300, remedo a Vracs. um ex-
emplar imprtsso do dito regulameulo, para que ba-
jan, de propor-me as alteracoes qne hes parecerem
conveniente*. Cerlo do zelo e uptidAo que Vmcs.
tero mostrado na preparacjtg de Irabalhos similhan-
es, espero que nao se excusarlo de dar mais esta
prova do interesse, que lomam parle pelo servido
puhlico. I
eoa guarde a Vmcs. Palacio do governo de Per-
nambuco 17 de lonlin de 1852.Francisco .mioma
Kibliro.Srs. Dr. Joaquim d'Aqoino Fonseca, Jos
I'ires Ftrreira, e l)r. Francisco Gonjalves de Mo-
rae.
Este governo com o seu cilicio de H do crrente
receben o trabalbo. qne incumbir relativamente ao
Crojeclo do referid regulamento do cemiterio pu-
lico, que Vmc. remetteu cnm o dito oflieio assig-
nado por Vme. e pelo eida'dAo Jo Pires Ferreira,
asradece .i commissAo o ler-se prestado a auxilia-
lo nesse ramo do servico pablico : e a vista do seu
Ifcrecimeiii continuara a aproveitar-se dos seus
talentos e dedicarlo como por VMM lera feito, sen-
do muito para loovar a promplidao esmero com
que sao apresentados quaesquer Irabalhos, que Ihe
sao incumbidos por ulilidade publica.
Dos guarde a Vmc. Palacio do governo de Per-
uambuco 18 de selerobro de ISVJ.francisco An-
tonio Ribeiro.Sr. Dr. Joaquim d'AqniDO Fon-
Moa.
Francisco Antonio Kibeiro, presidente da provin-
cia de Pernambuco, por S. M. o Imperador, que
Daos guarde ect.
Atiesto, que o Sr. Dr. Joaquim d'Aquino Fonsc-
ea, oo exerrichi de commissorio vaccinador pro
viueial, e de presidente da Cooelhn (eral de Salu-
bnd.de, se tem comportado dignamente, deten) pe-
nhado eom telo e aclividade as ancres dos dilo9
mpregoe ; e alem disto lem auxiliado a adminis-
trarlo da provincia em militas coas illas sobre va-
rios objectus do servico publico, sem por isso perce-
be r vantagem alguma.
Recife 20 de abril de 1853.Francisco Antonio
Hbeiro.
lendo resolvido nomcar urna cominissao de Ires
membros para rever o actual regulameulo do cemi-
terio, propor as reformas e alterantes que julgar
convenientes, odtrecendo um prnjecto de regula-
mento completo, vssim o coinmomco a Vmc, pre-
vinindo de que o lenho designado para fazer parle da
mesma eommisso, sendo seus ootros membros o
Kv. provisor Francisco Jos Tavares da Gama, e
Antonio Jos d'Oliveira. Espero que Vmc. nao
se recusara acccilar ,i commisso de que o encarrego,
com o que far valioso servico ao publico. Remello
pois a Vmc. os'papis, que bao de servir de base aM
Irabalhos da commissAo, bem como copias do ofli-
eio que dirig ao Exm. bispo diocesaan, e da sin res-
posla. __,_--
Dos guarde a Vmc. Palacio do overti de Per-
nambuco 9 de etemhro de 185:).Jote' liento da
Cunta e Figueiredo.Sr. Dr. Joaquim d'Aqoino
Fonseca.
Illm. Sr.*) conselho de revista da guarda na-
cional deste municipio agradece a V. S. o se haver
prestado com promplidao o zelo tojas as veres que
foi convidado pelo mesmo couselho para inspec-
cionar os guardas nacionaes, na reun jo do presente
anhn.
Dos guarde a V. S. Sala das sesses do conse-
lho de revista da guarda nacional do municipio do
Recite 14 de agosto de 1851.Illm. Sr. Dr. Joa-
quim d'Aquino Fonseca.Domingos Af/onso Sery
Ferreira.Barao de Captbaribe.Theodoro Ma-
chado freir Pereira da Silva Jnior.
otttttsctdo.
MUCA DO RECIFE II DE MAIO AS 3
1IORAS DA TARDE.
Colarles ofllciaes.
Descont de ledras de i mezes10 % ao annn.
Frote para o Canal2716 e 5 % por tonelada.
A9ucar mascvado2>:180 e ICO por arroba com
sacco.
Frederico Itobilliard, presidente.
/'. Bornes, secretario.
Vistos osles aulos e atiende ndo que em face dos
documentos de lis. 32, 3S e 42, e dos depoimeutos
de fls. 49, 51, 53 e 57, est sullicientemenle prova-
do, alem da noloriedade publica, que a justificada
viuva D. Joaquina Mara Pereira Vianna,' malicio-
samente ou sem razan lem desbaratado ou aliieiado
seus bous em prejuizo dos justificantes, seus -ucees-
sores legtimos :
Julgo provada a justificarlo de lis :t, e hei a dita
justificada a viuva D- Joaqun Mara Pereira Vian-
na por privada da administrarlo dos sens lien-, que
fie a cargo do administrador que nomeio Antonio
Jos Gomes do Correio, que prestar juramento na
forma da le, depois do que se providenciar e que
sejam arbitrados mautimeolos, segundo a pessoa
da justificada e os encargos que liver, sendo a pre-
sente senlenra publicada por editaos, o uosjoroaes,
< pague a mesma justificada as rustas.
Recife 10 do 9etembro de 1855.Custodio Ma-
noel da Silva Guimares.
E raaissenao condola emdita senleuoi aqu co-
piada, depois do que seguia-se a senlcnra do llieor
seguiute.
Sem embargo dos embargos sustento por seus fun-
damentos jurdicos a sentenra lis 00 v., fls. 61,
na parte que que privou dajadiiiin*trar,ao da seus
bensja viuva 1). Joaquina Maiia Pereira Vianna,
reformando-a, porm, quanto a nomearAo de admi-
nistrador dos ditos bens a Antonio Jos Gomes do
Correio, para nomear como nomeio pora idmini-
Ira-los ao inajor Manoel do Nascimeulo da Costa
Monteiro. c pague a embargante as cusas.
Recite li de dezembro de 1855.Fraucisco Gomes
Velln de Albuquerque l.ins.
Nada mais se cooliulia em ditas -oulenca, cmvir-
lude da qual maodei passar presente carta de edi-
los pelo Iheor das mesma, hei por prodiga a dita
justificada I). Joaquina Mana Pereira Vianna, co-
mo se acha declarado ludo as referidas miuhasseu-
(enras.
E pelo que toda e qualquer pessoa ou pessoas que
a presento carta de editos virein licaro icienles do
que vai aqu transcripto, a qual ser publicada e fi-
xada pelo respectivo porteiro nos lugares do eos-
lume, e publicada pelo Diario de Pernambuco.
Dado e passado nesla cidade do Recife, aos 12 de
maio de 185b. Eu Pedro Tertuliano da Cunba, es-
rriv.'ui subscrevi.
Francisco Comes l'elhzo de Albuijuerqve l.ins.
O Illm. Sr. contador servudo de inspeclor da
Ihesourariaprovincial,em cumprimenlo da resolurao
da juuta da fazeuda, manda fazer publico, que no
da 29 do correte vai iiovamenle a prara para ser
arrematada a quem por menos lizer, a obra do em-
pedramento preciso no aterro dos Afogados, avalla-
da cin 25:.'!005000 rs.
A arrematadlo ser feila na forma da lei proviu-
cial numero li I de 15 de maio de 1851.
para constar se mandou ahitar o prescule a pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesoiiraria provincial de Pernam-
buco 13 de maio de 1856.O secretario, A ntouioFer-
reira da Anuunciarao.
O Illm. Sr. contador servudo de inspeclor da
Ihesouraria provincial, etn cumprimenlo da resolu-
to da juuta da fazeuda, manda fazer publico,, que
no da 29 do correle vai uovameute a praca, para
ser arrematada a quem por menos fizer.a obra docon-
cert necessarios no empedrameulo das reas do
Giquia (estrada da Victoria), avadados em 1:1159100
reis.
A arrematadlo ser feila na forma da lei provin-
cial numero 343 de 15 de maio de 1851.
E para couslar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 13 de maio de 185ti.
O secretaria.
A. F.d'Anuuneiaco
O Illm. Sr. contador servindo de inspector
da Ihesouraria provincial, em cumprimenlo da reto-
luc.i da juntada lazeuda, manda fazer publico,que
no dia 27 do corrcnle vai novamenle a praca para
ser arrematadas a quom por menos fizer.as obras dos
reparos de que precisara a cadeia e a casa da carea-
ra da cidade de Olinda, avahadas em 2:6409000
reis.
A arrematadlo sera feila na forma da lei provin-
cial n. 313 de 15 de maio de 1851.
K para constar se mandou aliar o preseule e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria praviucial de Pernam-
buco 13 de maio de 1856.
O secretario,
A. F. d'AununciarAo.
Antonio Jos de Magalhaes Bastos, ancarregando-se
quem os arrematar da referida demolirao : os pre-
lendentes dirijam-se por pelirao a mesma cmara,
oflerecendo o preco por que Ibes coavier arrematar.
Secretaria da cmara municipal do Recife 8 de maio
de 1856.O secretario, Manoel Ferreira Accioli.
De ordem do Illm. Sr. inspeclor da Ihesouraria
de Trenla se faz scicnle ao puhlico, qne nos dias
20 e 27 do correte cstarAo em praca peranle a re-
particao.para serem arrematadas a quem por menos
fuer, as obras do trapiche da mesa do consulado.se-
guudo o plano e nrramento quo ser.lo franqueados
nesla secretaria a quem os quizar consultar. Os
pretendenles compare^ara no lugar do coslume com
seus fiadores as 12 horas dos referidos dias. Secreta-
ria da Ihesouraria de Tazenda de Pernambuco 13
de maio de 1856,
O ofliria! nidior.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
3tt>i03 mttiim^
Maranhao e
Para.
O palhabole LINDO
PAQUETE, ciipilo Jos
PinloNuncs, sojjiic com
.litcvidade aos porlos n-
_ rJicados, falta-lbc um tor-
ro do sen carregamento, para o (pial
ttata-se com o conwgnatario Antonio de
Almcida (ornes, na ra do Trapiche n.
l(i, segundo andar.
para Lisboa
sahira com toda a brevidade o patacho pnrtuguez
"Brilhanle, capitn Antonio Braz Pereira; para
carga lrala-se cora, o mesmo capilAo, oo com o con-
signatario Domingos Jos Fereir Guimares, na
ra do Queimado n. ;15.
Consulado de tranca em Pernambuco.
' capillo Moulon, commandanle do brigue fran-
cez Ernesln, leudo soliciludn e obliilo a autorisarao
de contratar um empreslimo de 8,000 francos a risco
martimo sobre o casco, apparelhos e sobresalenles
do dilo navio, na roa presente vagem deste porto
para o de Marselha ; o cnsul de Franca lem a
honra de prevenir as pessoas que quizerem arrema-
lar este trato, para comparecer sabbado, 17 do cor-
rente mez de maio, as 11 horas da manbaa, na chan-
cellara i\ consulado de Franca, aonde sera proce-
dida a a-1- nhcacao ila dita qii.nitia de 8,000 trancos
soh proposlas lacradas, a aquella que for mais favo-
ravel.
limos pianos novos de Jacaranda, 2 ditos em bom uso,
um rico santuario, vasose enfeitesde porcelana para
sala, loiira, e vidro filio para servico de mesa, ex-
cedentes lavatorios Trnceles de nova invoncao eseus
perleuces, relogios pera algibeira, obras deouro* e
prala, diversas peras avulsas de marceneria de todas
as quididades c oulros muilos objeclos que s com
a vista se pndem apreciar, os quites se aeham palen-
tentes no referido armazem. e so enlregarao pelo
manir proco olTerecido, visto que nao ha limite de
qtialidade aUuma : quiita-feira 15 do corrente as
II horas da manbaa. c ao meio-dia em ponto ir
tambem a leilao una excellenle mobilia de Jacaran-
da para sala, una riquissima cama fiance/a lambem
de jacarando, urna mobilia de amarcllo para sula de
fundo, um grande guarda-vestidos, um guarda-rou-
p, varias rommodas, aparadores, lavatorios, e
mais utensilios de casa, etc., de um nnbre eslran-
geiro quo se retira para fura do imperio 12 raixas
rom sapalos do Ararat-, e urna grande porco de
chapeos de palhiohajda Italia.
O roniinandanle Maciel Jnior, do vapor bra-
silciro k Mrquez de ('linda faro leilao por ordem
dos directores da companhia Pernamhucana de va-
pores cosleiros, com liccnra do rnmmereio desla cidade,por inlervenijao do agen-
te Robertos, o por conla e risco de quem pertenec,
em diversos lotes, dos objectus scguiules : casco de
ferro, machina de vapor nova e completa maslros,
maslaroos.lraquetcs, cabos, cor upes, pa'o de hujarro-
na, retranca, guincho palcnie, bomba, correnles, vi-
rador, caderones, moilea e cabos solleiros de diver-
sas qualidades, cscalores grandes com maslros, vel
las e remos, filtro cun pedra, caixa e Ibuos, bancos
de p illiiutia com pos de ferro,ditos ditos de madeira,
tripes, pipas e o mais que se achar no dito vapor na
barra de Goianna onde iiaufragou de volta de sua
pt uncu a viasem aos por tos do norte, e em continua-
ra.! serao vendidos lambem cm dillerculcs lotes os
objeclos salvados e conduzidos para esta cidade, e
que estarlo patentes no acto da leilao, se\la-l'eira 16
do correte as 11 horas da manbaa no forte do
Mallos.
AGENCIA DE I.EILO'ES.
Na ra da Madre de Dos n. 32, de Vieira da
Silva, no dia scxla-faira, 16 do correte, as 10 horas
da mantilla : serao arrematado mudos e diversos
artigos de oso e commodo ; haverao tres pianos, sen-
do I novo e ootros 2 cm maio uso ; bons charutos
da Bahia, o 20 latas cum superior chocolate de
Lisboa, mijito- rticos de mobilia, o que ludo os-
lara' patente, e sera' vendido a contentlos fregue-
zes.
O ajenie Olivcira lem de levar novamonle a
prac,a, em presenra do Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos
e do seu csrrivao. as fazendas e armarn da loja do
finado Jos Ignacio Ferreira da Silva, sita na ra do
ijueimado n. 13, servindo de base o prcro olferecido
no leilao de 14 do corrate : sabbado, 17 do corre-
le ao meio dia em poni, na indicada loja.
Deposito de pia-
nos
a$cclacac>e.
. CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 19
Lisboa. 100 por 100.
Kio de Janeiro, ao par.
Acedes do Banco, 35 0|0 de premio.
Acedes da companhia de lleberibe. -MJOOO
Acones da coinpanhiaaPeroambucana ao par.
a v Ulilidaifki'uF'c, 30 purcenlo da premio,
a o IndemnRador fV-sem vendas.
Disconlo de ledras, de 10 a 12 por Oj.o
METAES.
Ouro.On^as hespanhulas. 28 a 28S.500
Moedas de 69400 velhas .... iishki
a 69100 novas .... 16-000
4000.......9JO00
Prata.l'alacos brasileiros......29000
Pesos columnarios. ..... 29000
mexicanos.......19860
t i ran lulo
e
'/irci.
Al.FANKGA.
Rendimehlodo dia I a I I .
Idam do dia II......
206:213J724
15:0889169
221:3029193
Detearregam hoje 15 de maio.
Galera inglezaJohn l.innarroz.
Brigue ingle/Odem mercadorias.
Brigue bremeosaDorotheamercadorias.
Brigne pnrtuguezViajanteceblas e dioheiro.
Brigue brasileiroMara Luizabarris de louci-
nho.
CONSULADO GEKAL.
Itendiraento do da t a 13.
dem do dia 14
16:9159740
3:7909853
20:7069.593
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do da 1 a 13..... 1.2689311
dem do dia li........ 9
1:2853lI
eguir a seu destino duas cartas 2
ucisco Coelbo llitaucourt, na ci-1 o
>r nao Icrem pago o pone. \' -.-'
AL DE INSTRL'CCAU PU- [-
CORREIO GERAL.
Reudimenlo liquido arrecadado no mez de
abril rs. 1:7419685
Parle boje o correio do Csbo, Ipojuca, Seri-
nbaem, Rio-Formoso, II inoiro-, Agua-prela e l'i-
menleiras.
O patacho porloguez "Bullante recebe I ma-
la para Lisboa no dia 19 do corrente.
Deixaram de seguir a seu deslino duas cartas
para o Dr. Jo,10 Frauc
dade da Victoria, por
DIRECTORA f.ER,'
BLICA.
Pela respectiva secretaria se faz coustar a quem in-
leressar, que por portara do Exm. Sr. couselheiro
presiden le da provincia de 10 do corrente, communi-
cada .i directora na dala de boje (I4i, foi removido
da cadeira de Cabrobii para a de Bom-Jardim o pro-
fessor publico de inslrucrao primaria Josc 1 oli-lior-
to da Cosa Gama ; e por ^so continua o anouocio
para o concurso as cadeiras vagas, incliiiudo aquella
de Cabrobii, pela romoco do dito professor. E para
constar se mandou publicar o presente. Secretaria
da directora geral 14 de maio de 1856 O secreta-
rio, Francisco Pereira Freir. ,
CORREIO GERAL.
A administracao precisa deliomens cami-
nlteiros para conducir malas : quem qui-
zer compareca na referida administracao.
Parle hoje o correio da Victoria, Be-
zerrot, Bonito, Caruarii, Altinho e Gara-
nliuns,
Segu em poucos dias o brigue escuna brasileiro
Graciosas ; recebe carga e passageiros : trala-se
com o consignatario Jos BSplista da Fonseca J-
nior, na ra do Vicario n. 23.
RIO DE JANEIRO
segu no lia 16 do correle mez o patacho Bom
Jess, para o resto da carga, passageiros c escravos
a fi pie Irata-se com Caetano Cyriaco da C. M. ao
lado do Corpo Santo 11. 25.
Para o Rio de -Janeiro
0 veleiro e bem conhecido patacho nacional A-
mazonasii, pretende seguir com umita brevidade por
ler doos tercos de seu carregamento prompto ; para
o resto da carga e escravos a frete, para o que tem
excedentes corr,modos, trata-so com o seu consigna-
tario Antonio Luiz deOliveira Azevedo, ra da Cruz
n. 1.
Para o Aracatv segu cm poucos dias o bem
conhecido a Mate Capibaribe para o resto da car-
ga e passageiros : Irata-se na ra do Vigario 11. 5.
Precisa-se de um piloto com carta para o bri-
gue-escuna brasileiro Rpido a que segu viagem
para o Rio da Prata : a tratar cora Caetano Cyriaco
da C. M. ao lado do Corpo Santo, n. 25.
Precisa-se de manijes brasileiros : a bordo do
bruc-oscuna o Rpido o tundeado em frente do
arsenal de guerra.
MEZ
Mara 11110.
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DESPaCUOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
14 DE MAIO DE 1856.
Valparaix Brigue hamburgus, Main, Viuva A-
morim & Filho, 1,000 saceos a-sucar branco.
Falmooth Galera ingleza Bonila, Patn Nash
& Companhia, 2,300 saceos assucar maca>ado.
Gilirallar Patacho sueco Otellnn, Schramm Companhia, 600 saceos assucar branco.
Porlo^Patacho brasileiro S. Jos, Francisco Aires
da Cunha & Compaoliia, 600 saceos assucar
branco.
FalmouthBrigue ioglez Titania, James Crablree
A Companhia, 100 saceos assucar mascvado.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 13..... 17:7859790
dem do dia 14....... 3:0il6;8l3
20:7929603
9Uo*tmmto fra port*
/v a ci o entrado no dia ii.
I'iverpool16 dio-,brizne inclez eWillliim Edwardu,
- dt96 tonelada", capil.'iu Wm. Smilb, equipagaiii
12, eaiga fasandas e mais gneros ; a Rostron
/ Rooker & Companhia. Conduz 3 passageiros.
.Vavto.s saludos no mesmo dia.
CearMate brasileiro Novo Olinda, mestre Cus-
todio Jos Vianna, carga fazendas e mais gneros.
Passageiros, Candido Norbal Pamplona e sua se-
nhora.
Rio Grande do SulBrigue brasileiro Bom Jesns,
capilao Jos Ferreira Pinto, carga assucar.
Canal pela Parabiballrigue inglez Bell, capilao
William Seott, carga cooros salgados e lastro.
oitac^a
O Illm. Sr. inspeclor da Ihesouraria da (11-
zenda desta provincia, em virluda da ordem de S,
Esc. o Sr. marqoez de Paran, presideole do tribu-
nal do thesonro nacional, de 28 de marco prximo
passado, manda fazer publico que desta dala a 30
das lera de haver concurso para se preencher as va-
gas de praticautes existentes na mesma Ihesouraria.
Secretaria da Ihesouraria do fazenda de Pernam-
buco 21 de abril de 1856.
No impedimento do oflicial-maior
Luiz Francisco de Saropaio e Silva.
O procurador da cmara municipal do Recife,
declara, para conhecimenlo de quem competir, qua
em virtade da ordem qoe Ihe expedio a mesma c-
mara, acompanhada da relabro remeltida pela ad-
minittracao do cemiterio, lem de receber das pessoas
a quem pertenciam os cadveres de cholenco, in-
hemados no mesmo cemiterio, nos mezes de feve-
reiroe marco ltimos, a importancia das respectivas
sepoltnras.que nao foram ainda paga, quer relativas
* pessoas livres, qoer a escravas ; e para o referido
reeebiraenlo marca o prazo de um mez, contado da
dala desla, fiodo o qual se proceder a cobrauca ju-
dicialmente.
Procuradora da. cmara municipal do Recife, 2
de abril de 1856,
O procurador.
Jorge Viclor Ferreira Lopes.
O Dr. Francisco Gomes Vellozo de Albuquerque
Lios, juiz municipal da segunda vara, nesla ci-
dade do Recife de Pernambuco.
Fac saber aos qoe a prsenle caria de edilos vi-
ran) 011 delta noticia tivereui, em como por esle jui-
zo se procedeu iuslificacao entre parles o bacharel
Luiz Rodrigues Villares e sua inulher. e D. Joa-
qoioa Maria Pereira Vianna, e seguindo a dita jus-
tilira$ao foi julgada como se v das senleuc,as dn
theor seguiute:
Directora geral da ins-
truccao publica da pro-
vincia.
Pela respectiva secretaria se faz publico que se
acham vagas as cadeiras de instruc^o elementar do
Io grao do sexo masculino da villa de Iguarass.Bom
Jardim, Garanhuus, i'anellas,- Cruangy e Barreiros;
e do segundo grao da freguezia de S. Pedro Martyr
de Olinda ; e mais a cadeira do sexo femenino do
Curato da Sp da sobredita cidade.e qoe fica marcado
o|prazo de 60 dias a contar da data desle.para a ins-
cripto e processo de habilitara dos candidatos, na
forma do arl. 21 da lei provincial 11. 369 de 11 de
maio do anno prximo passado, pela qual se regula
nao s o processo de habilitarao como o concurso
para provimenio das sobredilas cadeiras. E para
constar se mandou publicar o preseule pela im-
prensa. Secretaria da directora geral 12 de maio
de 1856.O secretario, Francisco Pereira Freir.
Nos dias 13, 16 e 20 do corrente mez de maio,
o couselho administrativo do patrimonio dos orphaos,
lem de levar a praja publica a renda anuual dos
predios abaixo declarados, a comcrar do primeiro da
pillio prximo vindouro, a 30 d junhu da 1857.
Os licitantes com seus fiadores, hajao de comparecer
na sala das sessoes do mesmo conselho, as 11 horas
dos mencionados dias ; e de accordo fiquem os
aKtaM inquiliiios qua esti /erem a dever alugueres
atrasados, n,io f.,-rtfrJo laucar, sem que se mostreo-
quite para com o mesi'BO patrimonio.
31 Casa terrea ra da MaTJJa de Dos.
32 Dita 'lila dem dem idem-
33 Dita dila dem dem dem..
34 Dila dila idem idem dem.
35 Dila dita idem dem dem.
36 Dita dita idem idem idem.
37 Sobrado ra ds Boias.
38 Dito idem idem.
39 Dilo idem idem. "v~ -
10 Casa terrea ra da Lapa.
41 Dita dita idem idem.
42 Dita dila ra do Codorniz.
43 Dita dila idem idem.
41 Dila dila ra da Moeda.
15 Dita dila idem idem.
46 Dila dila idem idem.
47 Dita dila idem idem.
48 Dila dila ra do Amoriii.
19 Dita ilita idem idem.
50 Dita dila idem idem.
31 Hila dila idem idem.
52 Dita dita idem idem,
53 Dila dila idem idem.
54 Dila dita idem idem.
55 Dila dila idem idem,
56 Dita dila idem idem,
57 Dilla dila ra do Azeilc de I'eixe.
58 Dita dita idem idem-
59 Sobrado idem idem,
60 Casa lerrea idem idem.
Tliesouraria do conselho administrativo do patri-
monio dos orphaos, 10 de maio de 1K56.
O lliesoureiro,
Joaqaim Francisco Duartc.
S C0SHRAS 1)0 ARSEML. %
j) De ordem do Illm. Sr. teuenle-coronel 9
j.' director deste arsenal se faz poblico, qoe no $a)
t,t dia 15 do corrente, as II horas do dia, se pa- (a)
gam no mesmo arsenal os bilhcles seguiutes, JJ
de corles os de ns. 32 a 35, e de feilios, os de 4*;
lis. 167. 178, 222, 232, 236. 215. 250. 2S2, @
9 255, 257. 258. 26i, 270. 275, 27H. 279. 287, 1
9 *8, 292, 298, 299. 301, de 305 a 307, de M
0 310a 312, 311, 318, 322. 328, de 331 a 331, ...,
*a) 338, 311, 316, 336 e 36*. fj)
?j Dircclorii* do arsenal de cuerra de Per-
TI iiamburo 13 de maio de 1856.O escriptu- aj)
9 rario interino, Antonio Francisco de Souza (a)
9 Magalhaes Jnior. *
A cmara municipal i'o Recife arremata osrjia-
leriaes velho, proveniente da demolirao da rasa
meia-a Jiia. sita na ra do Caes, projecladu au norte
da ponte velha do Recife, desappropriada ao 1 i Jad jo
:
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9-P 1 2 6 s 1*-3! ^5
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j- k_i^ qasjBSBjBsjj|
< s 0 _ c^ aa 13'
t.

0 *
O livro do moz Marianno augmentado do varias
orafcs, nico usado pelos devotos da PENHA :
vende-se smente na livraria ns. 6 8 8, da praja
da Independencia, a dez lustes.
Precisa-sc de nina ama para o ser-
viro interno de nina casa de poucj fami-
lia, agradando pafja-se l>em : na ra
Helia n. 5.
O Illm. Sr. tliesotireiro manda fa-
zer publico, que se achate a' venda na
ihesouraria das loteras, ra da Aurora,
casa n. 2(i, das !) a's.~> horas da larde, OS
bilhetes, meios e piarlos da primeara
parte da ptimeira lotera concedida ao
Seohor Bom Jess das l)o> -'S na igteja de
S. Goncalo, cujas rodas,andam imprete-
rivelmenle no dia 20 do corrente mez,
a"s8e mea horas di manhaa, no salo
lo convento de Nona Sen hora do Carmo :
outro sim, (pie as lisias serao distribuidas
gratis aos compradores de bilhetes no pri-
meiro dia ulil a's C horas da manhaa, e
que no dia 23 pr-ncipiarao os pagamen-
tos da relcrida lotera das 10 horas do dia
a's5da tarde, na ra da Aurora 11. ~M'i.
Thesoiuiii-ia das loteras 10 de maio de
1 S."<>.O escrivao, Anto|io Jos Duarte*
FERBAGENS, HIDEZS EMOLIIADOS."
ii aliiivo assignado faz publico, que abri um no-
vo eslabelecimenlo de motilados, raiudezas e ferra-
gens, 11a Lagoa do Barro, casa da esquina, de Ires
portas de lrontc.no qual as pessoas que necessilarem
comprar serao mui bem servidas e a presos com-
modos. A hondade dos objeclos a' venda, o precn e
a boa fe nada deiiaro a desc|ar u pessoas que a
quizerem honrar cora sua fieguczia. Cidade do
Victoria 17 de maio de 1856. Manoel Antonio
liotiralves de Lima.
a**rf339:IB &*
J. JANE, DENTISTA, S
ff) contina a residir uaruaNova n. 19, primei- a>
41 ro andar. m
9mB9999iat>9 2 o
l aT,
a>
S

^ 53
(A
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O

_ N
-1
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^ T-
J. P. Vogeley avisa ao respcilavel publico, que
mu.Ion o seu deposito de pianos do primeiro andar da
ruaNovan.il, para o armazem n.-7 da mesma
ra, esquina da ra da Gamboa do Carmo, onde se
encontrara os mais ricos e os uielhores pianos at
agora apparccidns nesla praca, sendo elles feilns s-
raeule p t eneonimcnda, c pelos mais acreditados fa-
bricantes romo de Hachis, Traumann, llambui'gn e
W. Sassenbolf de Bremeu. o outro muilos fabrican-
tes da Europa ; os quaes se vendem por mdicos
proco- e garantidos, t) eslabelecimenlo estaraberlo
ato as S horas da uoite para a coinmodidade das fa-
milias ele, que qui/ereui ver e euperinieularos ins-
trumentos.
Jo.lo Ozorin de Castro Maciel Monleiro, filbo e
herileiro universal do fallecido desembargador Tho-
maz Anlanio Maciel Monteiro, titulado Barao de
Itamarac, faz publico, que a 90 de abril de 1839
j foi concedido ao dilo seu p 11 pelo governo da pro-
1 vincia de furo perpetuo o terreno de ni......li 1 11.
I 189, omiten lo 'Si palmos de frente rom os fondos
respectivos al a baim-mar da compreheiisn de sua
cosa 11. 110 na ra da Sentala Velha, lugar hoje de-
nominado Prara nova do caes de Apollo, oo ra no-
va do llrtini, cojo terieno ju d'antes pertencia ao pai
lo annunriaiile pela arrematarlo que fez seu ante-
cessor e to o padre Joo Francisco Maciel Monleiro
na cmara municipal de Diinda, ao I." de abril de
18"2(. cojos foros se acham pagos, e para que nlguera
nao se chame a ignorancia no IcilAo, que pretende
fazer 11 agente Olivcira as III horas do dia 19 do cor-
rente, cm protesto faz o presente anonado. Becife
11 de maio de 185o,
A irmandade de Nossa Senhora do Bosario do
hairro do Santo Antonio faz ver ao respeilavel pu-
biieo, que no dia 18 do correte subir a dila ima-
gen) para seu altar com urna raissa cantada e ser-
mo pregado pelo reverendo padre mestre Capislra-
uo, e a noilc baver ladaiuha em acrao de graras.
Precisa-sc de um caixeir para taberna com
pratica ou sem ella, dando fiador a' sua conduela :
no paleo do Terco n. 21.
(I bacharc Callos Augusto da Silveira Lobo
partindo repentinamente desla cidade para Macelo,
e n i tendo lempo para se despedir de seus amigos,
o faz por este jornal, pedindo ao mesmo lempo des-
colpa por esla falla involuntaria, c naquella cidade
offerece sen diminuios prestimos.
Lima jj Neves compraran a padaria da ra de
1>omiugos Pires n. li : qucui se adiar cora direito
a' mesma apresenlr-se no prazo de Ires dias.
Traspassa-se urna loja muito boa, em muilo
bom logar, na ruu Nova, propria para qualqoer es-
labelecimenlo : a tratar 11a mesma roa 11. -21 ou 3(1.
O Sr. Manoel Peiiolo de l.ncerda Varnech
queira mandar receber urna cncommeuda, vinda no
ultimo vapor do sul, na roa do Cabuga' n. 1 C,
loja.
Guilherme Josc Pereira tendo de partir para a
ilba de S. Miguel, deisou por islo a adrainstrac.*o
doarmazem de assucar do Sr. Joflo Ignacio de M-
llenos Bogo.
Antonio Pereira de Oliveira Ramos declara a
lodos os commerciantc, que nao o responsabilisj
por qualqoer debito que seus escravos conlraiam
em seu nome, sem ser por ordem sua por escriplo.
Lava-so e eugomma-se por prec,o commodo :
no paleo do Hospital 11. 17.
I url nam do armazera da ra do Amorim n.
50, um barril com manteiga ingleza n. 35 com a
marca B& L epeso ciscado, sabe-se onde elle esl,
e para avilar quesles baja de o mandar entregar no
mesmo armazem, que se pagar todas as despezas
que liverem feito.
Acha-se desde o l."do corrente es-tincla a so-
ciedade que gyrava sob a firma de Silva Guimares
i\ Bastos, na loja da ra do l.i\rmpnt n. 18; con-
tinuando na mesma casa romo administrador o Sr.
Benlo Carvalho Bustos. A mesma exlincla firma jui-
ca nada dever, mas se algucm se jnlgar seu credor
aprsente sitas contas ao abuixo assignado no prazo
de 8 dias para serem pagas. Recife 11 de maio de
1856.Jos Dias da Silva (jnimariies.
I-'ugio no dia 9 do corrente da ra da Aurora,
rasa de Joao P. deLcmos Jnior o escrio mulato.de
idade de 28 anuos, foi vestido com calca e jaquela
de algodao riscado americano, ho barbado e lem ca-
bello corlado rente, e he bastante sonso quem o
pegar e o levar a dila casa ser recompensado.
A taberna de Girjaa de (ama recebou novo
sortiipeolo de bolachinlias finas para cha, lem p3o
lodos os dias assim como tem bom sortimenlo de
farinha de triga para pao e bolachiohas.
Precisa-sc de um portuguez para caueiro de
um dos melhorcs engenhos da villa de Pao d'Albo,
que saib ler, escrever e contar alo conla de repar-
tir, pagndose bem : a tratar na ra da Praia, ar-
mazem n. 18.
Precisa-se de urna mulher de boa conducta pa-
ra ama de dous meninos : ua ra da Cadeia Velha
n. 15.
I'recisa-se de Iralialhadores de ens-ada : na ra
da Cadeia Velha u. 45.
Precisa-se de urna ama de leile, paga-se bem :
na ra das Cruz.es 11. 32.
Na fabrica ^le cajeado
francezdo aterro da Boa-Visla precisa-sc de officiaes
de sapaleiro para obras finas, paga-se bem.
Joso Das da Silva Guimares pelo prsenle
agradece cordialmenle aquellas pessoas que
110 dia 8 do correle se dignaram assistir na
Sreja da Congregaro as exequias r'e seu lina-
do amigo, Manoel de Sou/.a Guimares.
Seifiinda-feira 20 do corrente, na matriz da
cidade de Nazsreth, celebra -e um ofiicio pela
alma ,io finado leuenle-corouel llercuiaiio Fran-
cisco Bandeara de Mello, e para o qual sao
convidados ot amigos do mesmo finado.
VISO.
Para a !>;hia.
pretende sabir com muita brevidade a velcira e bem
conhecida sumaca nacional llorloucia, por ter ja
mais do mcia carga a bordo ; para o resto traia-sc
com o seu consignatario Antonio Luiz de Uliveira A-
zevedo, ra da Cruz 11. I.
Precisa-se de maruja brasileira para a barca
nacional Saudade e brigue nacional Maura :
quem se julgar habilitado, dirija-se a bordo dos re-
feridos navios.
Para o Porto
bCguc com loreviila Vot*; para u rc*(o ilacata ou pas'dgeiro*. trata-
se rom 01 consisnatarios Francisco Alves di Cunha
A Comnantiia, ra do Vicario n. II.
. O ageule Oliveira far leilao de porreo de mo-
bilia.de Jacaranda e de oulras madeiras, rousislimlo
em sd'as, consolos, bancas de meio de sala com pedra
e sem ella, cadeiras usuaes, ditas de* balando e de
braco,, piano, um rico lustro de 8 luzes, arandellas
de 3 dila, UJH magnifico espelho, cortinados novos
para janellas, candelabro, linterna-, candiciros de
globo, jarros e tigurtts de porcellaua, dourados, qun-
dros, relogui para incir-Jmiums para jogn, guarda-
loora, guaida-vcslidos, cprnmodas, loucadores, lava-
torios, urna cartaira nova, bancos com assetilo de
palbinba, cabi le para chapeos, meses de jantar, ap-
parelhos de porcellaod para mesa, sobre-mesa e para
alinoco, eolheres de mclal lino para clin, frucleiras
de vidro, computeiras, porta-licor, garrafas de crys-
lal, copos para agua e viuho, porro de mangas de
vidro, urna bomba para caciinbi, hauheiro e bacas
de folha, uro neo faqueiro moderno de prala, do
qual ainda se nao fez uso, um ptimo escravo c ou-
lros muilos objeclos : sexla-fefra I ti do corrente, as
10 lloras da iianhaa, na ra do Vigario 11. 25, se-
guudo andar-
0 agpn'c Oliveira'far leilao, sem reserva em
precos, da> scguintcs propriedades : nma casa de
sobrado 11O Forte do Matos, ra do Cosa n. 12, com
10 palmo de frente, em chaos proprios ; urna dila
lerrea, cfl>& 6j palmos de frente, quintal e caes no
fondo, na Boa-Vista, ra do Mondego 11. 91, em
chaos propnos;um terreno de mariiiha na prara
nova do cVs de Apollo n. 189 A, cora 15 palmos
de frente, 5 de tundo e mais 75 de largo pela par-
le de detras; metaile do ptimo sitio na ilha da Pas-
sasein da Magdalena, passaudo a ponte grande e
pnio da estrada, o qoal lem bella casa, senzala,
um viveiro, baslaules coqueiros e muilos outros ar-
voredos fru liferos ; e assim mais alguns escravos pe-
jas de ain'->os os evos : segunda-feiro, 19 do corren-
te, as IO horas da ma.ilia, no seu escriplorio, ra
da ca*eia do Becife.
O agente Borja, far
leilao em seu armazem
na ra do Collegio 11. 15,
de um cmplelo soni-
nieulo de obras de mar-
imona, como bem di-
versas mubilias de Jaca-
randa 1 ovas e uzadas
ditas de amarcllo, 2 op-
ile cliejjado a este mercado o rape Pritt-
ceza. (jue continala' a ser vendido a re-
tallio nicamente 11a loja n. 31, da ra
da Cadeia, de Joao da Cunha Magalhaes.
A fabrica de Lisboa tem resolvido fazer a
reduccfio de 800 rs, era. cada libra, epor
isso o custo sera'de 2,s'iOO rs. que nao se-
ra' alterado cm dito deposito ; os direc-
tores da mesma promettem empregar di-
ligencias para que o deposito esteja sem-
pre supprido de rlito rape ; o genuino da
fabrica lie o mellior da Europa, e como
tal alcanroiiosprimeiros premios nasex-
post;oes tle Londres e Pars, tornando-so
Hesnecessario recomtnenda-lo aos senlio-
res cpiesabem apreciar urna boa pilada.
Abacaxis.
CMPANHIA DE BEBERIBE.
0 Sr. director da Companhia de Be-
beribe convoca 04 serhores accionistas
para se reunirem em assembla geral, no
dia 2.) do corrente, no escriptorioda mes-
ma companhia, rita Nova n. 7, para de-
creta r-se o l- dividendo, e proeeder-se a
eleicao da administracao, na forma do
l'doart. 19 dos respectivos estatutos-
Recife 13 de maio de 1836.0 secreta-
rio, Luiz da Costa Portocarreiro.
Attcnijao.
Desapparereo da roa da Cadeia, esqnina do becco
do I)uviclor, um mul.ilinbo de nume Mnyss, id ule
de 5 anuos, claro, cabello corrido c lomo, vestido
com urna camisola de chita encarnada, c calcado :
quem o achar, on quem o liver em seu poder, quei-
ra enlrega-lo na mesma casa cima declarada, ou
no Hospicio, sitio do tinado Arceuio Fortunato da
SilVa, que sera gratificado, potsdu contrario proce-
der-se-ha com o rigor da lei conlra quem o detiver.
A luga-se urna ama forra ou captiva de meia
idade, que saiba coziobar, para duas pessoas: na
ra das Cruzes n. 20, taberna, se dir quem quer.
Precisa-se de dma ama forra ou captiva, pre-
fere-se prela, para o servico de orna rasa de peque-
a familia, que engomme al&uma rousa, c saiba
comprar : na ra do Sol, confronte ao porlo das ca-
noas, sobrado o. 23, primeiro andar.
l-'az-se negocio com melade do bem conhecido
silio na estrada de Beraca n. 10, defronte do silio
da viuva do Sr. Oellioo lionralvcs Pereira Lima,
cora urna boa casa decampo assobradada passeioem
roda, com bastantes commodos, com sanzala para
prelos, estribara para qualru cavados, curral pa-
ra vaccas, cocheira, casa para felor, galinciro,
e ora quarto pequeo ijuuto, cacimba de/beber,
a tanque junto, com bstanle terreno, e bs-
tanles pee de coqueiros e mauguciras, e oulros arvo-
redos, e lerreuo a margem do rio, urna grande bai-
la |iara capim, adverle-se qoe o terreno he proprio,
tambera se la/, nesocio com urna parte do grande si-
lio na estrada de Bclm, r un duas casas terreas, c um
sobrado, ns. I, 3, 5, com baslaules arvorados, e urna
grande bai\a de capim, em terreno proprio, o qual
sitio foi da fallecida I). Maria Francisca deAlmeida;
cora qualquer uro destes sitios nao so se faz negocio a
dinheiro, como permuta se por casas Ierras, a pessoa
que pertender|qiialquer um destes, dirija-se a ra do
Vigario,armazem de Brilo Queirz & C, que se dir
com quem se hade tratar.
Ua-seajoros rasoaveis com pinhores doouro
ou prata, a quanlia de 50 a 5009 rs. : na ra da
Calcada n. 10.
Ilonlem 11 de maio pela urna liara da larde,
fugio um carneiro do sitio de Joo Evangelista da
Costa e Silva.no lugar da Capunga.cujo carneiro he
lodo branco, grande, mo\o, e do meio para a caoda
o pello corlo, lomou para o lugar do Manguind a
Soledadc.: quem do mesmo der noticias ou o levar
ao raeimo silio, ou na roa da Cruz do Becife 11. 21,
ser gratificado.
Precisa-se de ama forra ou captiva que saiba
cozinhar.e fazer os mais serviros de urna casa de fami-
lia ; a tratar na rna da Cadeia do Kecife loja de fer-
rageni n. 41.
Na ra do Monrfcgo n. 99 precisa-sc alugar
2ou 3 negras lodosas lardes para vender azeite de
carrapalo, paga-se-lhes bem e o azetlo vende-se por
menos do que outro qual quer.
Da-se 1005000 por mdicos joros a quem os
garantir cora pennores de ouro : na ra estrella do
Kosario n. 4 se dir.
ATTENCA'O.
Lava-se eengomma-se com loda perfeirjo na ra das
Calcadas pegado a casa do,delegado no primeiro an-
dar, e na mesma casa [recisa-se de urna boa eogom-
raadeira.
Offerece-se um moco portuguez, -abendo muito
bem ler, escrever, o contar,para fazer a escriplurarao
dequalqucr casa nacioualou eslrangeira.c fazer lam-
bem as compras por atacado ou por nimio da mes-
ma casa, como tambem cobrar dividas, como lambem
podera ensignar as primeiras leltras a meninos ou
meninas do mesmo senhor, se os liver,e havendolu-
gar para isso, para o que se necessario fr dar fi-
ancaj-ao seu bomjcomporlamento e elaldade : fquem
do mesmo precisar aniiuncie 11 sua morada para ser
procurado e Iralar-se.
Eu abaito assignado declaro ao'respeilavel pu-
blico que riciiei de ser caiieiro da botica dos Srs.
Moroira & Frago/.o desde.e dia 10 do correle mez.
Josc Francisco Bilaucourt.
Precisa-se de urna escrava fiel para o servico
de urna casa de familia : quem liver e quizer alugar
dirija-se a ra da Cruz, sobrado u. 23, que achara
com quera tratar.
Offerece-se um moco de boa conducta e bastan-
te habilitado para ensinar por casas particulares, e
mesmo era qual.iuer engenho, prime-iras ledras,
graniuiatica nacional, latim, francez, ele. O mesmo
se comprometi a eusinar a fallar e escrever esla ul-
tima liugua, lem pralica de eusino, e da fiador a sua
conducta : na ra da Croz, loja de livros n. 52, se
dir quem he.
Manoel Ignacio de Oliveira, em virtude de se
retirar para a Europa, lem entregado ao Sr. Josc
Joo de Amorim a gerencia dos negocios do Sr. Elias
Baptisla da Silva, da que esteve eucarregado al 10
do correute, Becife 12 de maio de I806.
Acha-se na confeitaria da rita da Cruz
11. 17, urna poreSode anana/.es abacaxis,
c igualmente tima grandeporro de doce
de todas as qualidades, tildo por preco
mais barato do que em mitra qualquer
parle.
Previne-se a quem nteressar que
nao faca negocio algum cornos qaaa se dizem procu-
radores do ausente Sr. Antonio Joaquim de Souza
Kibeiro sobre os escravos Antonia, panla.de 7 anuos
de idade, e Sabino, pardo, de 4 anuos, lillios da es-
crava liberta Benedicta, perlencenles ao casal da ti-
nada II. Anglica Joaqoina dos Anjos, do cojos hens
foi invenlariantc o mesmo Sr. Biheiro, visto adiar-
se pendente por appcilarjto no Tribunal da Hrlaro
o respectivo inventario por uollidades insanaveis que
houve na parlilha ; eo mesmo se previne rompe-
lente auloridade policial, para que nao Ibes conceda
passaporte para embarcaron! os ditos escravos, que
eslo em litigio.
Precisa-se de um amassador : na padaria do
Forte 1I0 Matlos.rua do Burgos n. 31.-
Precisa-sc de olliciaes de sapaleiro : na lenda
da ra da Cruz 11. 35.
Prerisa-se de i- ofllciaes do charulciro : na ra
Direita n. 3, terreiro andar.
Aluga-se uina casa lerrea na Passagem da Mag-
dalena junto a ponle grande, com ptimos commo-
dos para urna grande familia : na ra llireila n. 3.
Manoel Antonio, portuguez, relira-se para Por-
tugal.
Precisa-se de urna lavadeira de barrella : na
ra da Cadeia de Sanio Antonio u. i, primeiro an-
dar.
Precisa-sc alugar urna escrava boa engoinma-
deira : na ra do Collegio n. 25, primeiro andar.
Flix Ferreira de Lima, proprielarin da rasa
lerrea n. 13 na roa dos I'ires, faz denle a inquilina
da referida casa, qoe su a elle leve pagar osalugueis
e nao a pessoa que diz ler arrematado, como pro-
priedade dos orphaos.
abaito assignado, proprielarin da casa ter-
rea n. 13 na ra dos Pires, roga ao Sr. lliesoureiro
do patrimonio dos orphaos baja de declarar por oslo
jornal qoal seja a casa perlencenle ao dito patrimo-
nio naquella ra rom n. 13, alim de evitar duvidas
e iocominodos.Flix Ferreira de Lima.
Precisa-ac de urna prela ecrava. qoe saiba
tratar de meninos c cuidar da sua roopa : quem a ti-
ver dirija-se ao sobrado 11. S da ra de S. Francisco,
como quem vai para a roa Bella, para Iralar do
ajuste.
Dcsappareceu do lugar dos coqueiros no -Ierro
dos Afogados, um ravallo roro, magro : quem o"
ehar leve ao corlme das Cinco Ponas n. 13, que
ser gratificado.
Deuaram, na rna do Crespo, tejan. 16, urna
carta para ser entregue ao Sr. Francisco Serapio
Pereira.
Aluga-se o terreiro andar e solo da casa
37 da ra do Amaran : a Iralar na ra da Cadeia
Ol bailo assignados, com loja de ourives 11. ra
do Cabuga u. 11, confronte ao paleo da matriz o ra
Nova, fazem publico, que cstao recebendo continua-
damente muito ricas obras de ouro dos moliere
goslos, lano para senhoras como para homens e me-
ninos ; os procos conliuuam mesmo baratos, e pas-
sam-se mu i cota responsabilidade, especificando a
nua luladc do ouro de li mi |s quilates, ficando as-
sim iojei|us os mesmos por qualquer duvida.
Scraphim & Irioao.
Ate ."iO.sOO.
I)-se dinheiro a premio em pequeas sommas,
al a quaulia de 500000, islo sobre penhores de ouro
ou prala : na ra da Concordia, passuido a Iravessa
da relea, na scguuda casa do lado csquenlo.
Necessila-se do um sacerdote para dizer missa
em|todos us domingos e das sanios is N horas dj
dia na igreja de N. S. da Soledade : quem preten-
der, dirija-se ao juiz da irmandade, morador na So-
|0dade.
Prccisa-sc de um raiveiro para taberna, que
seja rapaz de lomar roula-da mesma por balauro,
dando fiador asua conducta : na ra da Cruz,
n. 28.
Arrenda-sc o engenho Camarho, distante ties-
ta tirara Ires Irgoas, perto do mangue c distante da
Praia da fortaleza de Pao Amarello Ires quartos de
legoas, fregue/.ia de Maranguape : quem qiizer ar-
rendar dirija-se ao engenho P.ulisla, asseverando
que pode aatrejar de 1,500 pes para cima, e lem
Ierras estatal c frescas que se p le plantar no verao,
c muito manciro.
Arrendu-se o engenho llur inhaeni, lito na fre-
gue-i.1 de Serinein.mooiilc o corrcnle, a margem
do no do iiiesmo nenie, cora embarque a purla, com
boas Ierras de planlarocs, lauto de caimas como de
ropas : quem pretender dirija-se ao seu propriela-
rio 110 engenho Rosario, advertido-te queja no cor-
rente me/, pode quem o arrendar principiar a plantar
rcras &c. ; por isso que o actual lendeiro su lem de
coltier a safra que se acha 110 campo.
ATTENCA'O.
Precisa-sc de 200cJ a juros com seeuraura em
ura escravo pedreiro, pagando-se os juros iiiensal,
nu lambem sujeila-se osservicos do mesmo escravo
para pagamento do principal c juros.fa/.-se este ne-
gocio mesmo cora alguma pessoa de fora da ridade,
que precise de um pedreiro,e raiador : a quem con-
vicr aniiiincic para ser procurador.
l)epji-so' saber onde reside o Sr. Joo Jos
Ribeiro,ha punco chegado do Para, para se Iralar de
negocio de seu interesse.
Perdeu-se hontem das i asli horas da tarde,
da Passagem al o llecife.oma carleira com 1150000
cm seduias diversas ; um Ululo de residencia, urna
letlra pasasda no Rio tirando dn Norte de 2559720
o iii.iis diversos papis, ludo pcrleneculc a A. Ro-
drigues de Meirelles : quem achou e liver cora-
rn generoso far o favor de restituir na trave-sa da
Mu ir de Dos 11. 10 que se gratificar.
Aluga-se urna mulata de bous costomespropria
para o serviro interno de urna rasa, abe coser e en-
gommar rom perfeiro : na roa Direita 11. 32, se-
gando andar.
ronduzir trastes ou
Attenco.
Faz-se lodo e qualquer negocio com um armazem
de azeite sito na ra das Cruzes. maito bem afregoe-
zado, e se acha bem montado de lodos os utencilios
para o mesmo negocio tambem se permuta por al-
gum sitio que lenha proporres para dar muilo ca-
pim no vero, vollando-sc o excedente, poiso mesmo
armazem conlcm presentemente para mais de 800
canudas de azeite : quem quizer fazer algum uegocio
apparera na mesma ra das Cruzes n. 20, segundo
andar.
No dia 10 de maio fugio urna escrava crioula,
de norae Merencia, dale 19 aunos, pouco mais 011
menos, altura regular, cr fula, no meio da testa
lem urna cicatriz, c lem mais duas, urna junto,
e oulra cima do olbo, nao se explica de qoe lado
he por nao se ler felo reparo, he a primeira vez que
foge, ps seceos e bstanle compndos, nariz chato,
be;co grossos o arrclutados, cabera redonda, refor-
jada do corpo, falla um lano fanhosa, he muito va-
dla ; levou veslido de chita cor de rosa, ataca atraz,
he franzido adianto, liberto al o meio do peilo, le-
vou panno da Cosa de lislra largas azues e verdes,
desbatado, he natural do brejo do Bunaueira, lem
um conhecimenlo ua cidade de Olinda, foi vista no
paleo do Hospital, na rna das Cruzes e no paleo do
'Ferro, de primeiro venda arroz doce n'um labolei-
ro encarnado, lambem veudcu cangica alguns lem-
pos, agora prximo venda aug de milho em chica-
ras e pires,r macacheira de lude,he muilo conhecida
por|loda a parle : pe lano roga-se as autoridades
policiacs c capiles de campo, ou qualquer pessoa
que a apprehender, levem-a ra de Sauta Rila n.
72, qae lera a gratificarlo de 305000.
Odep,osito de caldeiraria silo na ra Nova o.
27. mudou-se para a mesma ra o. 33, aonde conti-
nua a comprar metaes velhos, como seja, cobre,
bronze, lalo, ele.
Lotera
do Sr. Boin-Jesusifas Do-
res, da igrejri do S.joOii-
cailo.
Aos 4:000, 2:000s e l-.000.s000 rs.
O ahai\o assignado tem resolvido de
ota em diante vender os seus bilhetes e
qua/-tos com um ahatimento em seus
precos, conforme se ve abaivo, cujos li-
llieles, (piarlos e meios se acham a venda
mis lojas da praca da Independencia ns.
lo. 1.5 e i(). rita da Praia n. ">(), rita do
LivraraentQ n. i-, aterro da Boa-Vista
ns. 08 e Vi, cuja lotera tem o andamento
desnas rodas no dia terca-feira 20|do cor-
rente, em o salao do convento de Nossa Se-
nhora do Carino. O mesmo abaixoassigna-
do se responsalnlisa a pajjar por inicuo
toda e qualquer sorte que porrentura o!>-
tenham os seus bilhetes vendidos coma
sua rubrica.
Bilhetes 45700 recebe por inleiro 4:0005000
Meios '0400 a 2:0005000
Quartos 19*200 o 1:0005000
Declara mais (pie paga iiidislinelainen-
te toda equalquer sorte, logo que sabir a
lista geral, em O sen e.\criptorio, na rna
do Collegio n. 21, primeiro andar, das
! lloras da manhaa a's Ti da tarde, dos
dias uteis.Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnior.
Boa Nova 11. 33, deposito de ealdeiraria, con-
linua a ler differentes obras de catire, assim como
alambiques para distilar de difiranles dimenriies,pelo
sjstemu moderno e ulico, machinas continua, e
no mesmo deposito recehe-se qualquer cncominen-
da ; assim como ua fabrica da ra Imperial n. 118 e
120 adiarn pessoas habilitadas para receber ditas
cucommeudas.
Domingos Alves HathettS inudou
sen escriptorio para a ra de Apollo, ca-
sa n. ->r, que licaem frente da capelli-
nha da Santa Cruz, no antigo porto das
canoas.
;*. "...7>i.*,i.7%.,"'.."'*1i <.--. '".a-. , y,. -...-,,........"..-"...v..--,.-,i-.--. .-...-.,.
|!J l>r. Anlnuio da Silva llallro, medico *5
,-v, pela Faculdade da Bdiia, lera cslabslecido L
W o seu consultorio na rna do Crespo casa n. w
I II, primeiro anclar, onde pode ser procurado agh
W a qualquer hora por quera de seus serviros 9
rJ? "' qoizer nlilisar. B
.- '..""..''i*i.-?;'i*'.-'ci_n .v.:n.a>.mii.ei;i>
..r -...- -. -.- -^y ,..* -,0-- .\>:*?"-'-?*-.."
do Becife. loja de ferragens D. 56 A, com Antonio materia?, por prcro muito em conla : na ra da
Joaquini Vidal. lAlegrina Itoa-Vista
Alngam-se rarroras para
l'O lll fu. 12.
3 Jos Vieira dos Sanios avisa a quem convier,
que delta do vender espritus naciouaes era suas ta-
bernas da rna do Kosario 11. II!, mn do '.ilileireirn
II. Hi.
Oh que pechin-
cha.
Na ra do I'asse Publico, loja n. 9, de Albino Jos?
l.eite, vendem-se lindos corles de ci-ltas de meia ca-
semira de algodao muilo encorpado a 19 cada od,
ditos de brim de linho escuro a 800 rs., rico cortea
do cana chita muilo tina a29, chitas moito finia a
220 o covado, meias prelas para senhora a 300 rs. o
par. panno lino azul grosso, proprio para capotea
a 25 o covado. rpadapolao lino a 39500, ij e 49500,
chapeos de sol com barra a 2*. chales br.ncos de
cass a 10, lindos curtes de fuatoes de cores para
collcles aSOOrs. cada um, e oulras multas fazendas
baratas.
Retratos.
O abaivo assignado tendo transferido
sua ollicina do Estabelecimento Photo-
graphico para a ra Nova n. 21, nova-
mente avisa ao respeitavel publico e aos
seus amigse fregueses, que tendo con-
cluido a galera de vidro acha-se presen-
temente habilitado a tirar retratos com
toda perl'eirao, e que espera a pr/oteccao
do publico, e sua concurrencia para v-
zitarem sua exposicao, que provisoriamen-
te contina 110 antigo local, onde poderao
dirigit-se para apreciar o seu trabalbo,
e no caso que queiram tirar o retrato, na
mesma exposicao acha-se constantemente
urna pessoa habilitada para tomar os no-
mes e dar um cartao marcando as horas
que as pessoas devem comparecer, para
com preferencia serem servidas sem n-
terrupeo aos seus alazeres. Galera
Photographica 2 de maio de 1856.
Augusto Stahl.
G. Adolpho Bourgeois, tendo de fa-
zer urna viagem a Europa para tratar de
sia saude, pede encarecidamente aos seus
devedores de vir ou mandar saldar suas
contas nestes seis dias, da mesma forma
aquellcs aquem elle fica devendo, de apre-
sentar suas contas para ser saldas.
Nos qualro cantos da Boa-Vista n. 1, precisi-
se de um pequeo para caixeiro de taberna, prefe-
re-se com alguma pratica.
Quem precisar de um caixeiro para loja de fer-
ragens ou de fazendas, tendo pratica, diriia-ee 1 rae
de I loria 11. 49.
Na roa Direita n. 33, taberna, preciss-se de
um caixeiro, que seja capaz de tomar conla da mes-
ma por balance, dando fiador a sua condoeta : tam-
bem veude-se a mesma nao se echando o caixeiro
com as qualidades exigidas.
I'racisa-se de um prelo ou prela, escravos, pa-
ra carregar soa : na ra do Hospicio n. 34.
li. Hita /.eferioa C. da S. Leite, vinva de Jos
Cordeiro de Carvalho leile convida a todos os ere-
dores de seu casal Ihe apresentarem seos ttulos,
110 aterro dos Afogadcs, defronte do -viveiro do Mo-
niz, sobradode dous andares n..., onde ae trautraa
respeito dos pagametMus. Igualmente pede qae a
apresenlarao dos ttulos seja al o dia 20 do corrente
mez. Recife 10 de maio de 1856.
Na ra do Hospicio em casa de
Thomaz de Aquino Fonseca, precisa-se
de urna ama que s saiba cozinnar bem:
quem estiver nestas ciicumstancias 'com-
pareca a qualquer hora para tratar do
ajuste.
SOCIEDVDE EM COMANDITA.
Fabrica de fiar e tecer algoda o,
a qual oecupa diariamente para mais de
200 aprendizes ou obreros nacionaes,
da idade de 10 a 12 annos para cima, e
com preferencia orphaos.
CAPITAL SOCIAL 300:000^000.
Socios em nome collectivo, gerentes res-
ponsaveis.
Os Srs. :Antonio Marques de Amo-
rim.
Justino Pereira de Farias.
Manoel Alves Guerra.
Firma social: Amorim, Farias, Guer-
ra & C.
As pessoas assignanles das primeiras lisias, qae
de-e mi contribuir a prompla realisafao da fabri-
ca, silo convidadas a nao demorar toas respectivas
asignaturas. A sociedade ainda admilte assigna-
luras de I00000 at 5:u00000, alim de generalisar
a lodosas vanlagcns desta til elucrativa empreza,
e contribuir ao dasenvolvimcnto do espirito da as-
sociarao. nico meio de salvar a agricultura e de
crear aUuu ramos de industria, indispensaveis pa-
ra auxilio e iiamento da defioada e rotioeira agri-
cultura.
A facilidade das entradas, que nunca sero de
mais de 20 por cenlo do capital subscripto, permute
a todas as pessoai qne poderem diapor de orna eco-
noma de cOoO por me, entrar come socios de
1005000.
Sendo as entradas de 10 por cento e os pagamen-
tos esparados de pouco mais ou menos 2 mezea.
Serao precisos 18 a 20 mezes para o inleiro paga-
mento do cada subsrriprao.
Os senhores de engenho, plantadores de algodao
oo oulras pessoas, qae rexidem fora da capital, qae
quizerem entrar nesla olil sociedade, podero diri-
gir suas carias de pedidos, a qualqjier destes socios
gerentes, ou ao socio de industria F. M. Doprat,
que tem em seu peder o livro das subscripc<3es, e d
a lodos as infurmares qae possam desejar sobre as
yntameos que resultarlo da fabrica.
Elles declararlo os seus noraea por extenso, domi-
cilio e nome do correspondente nesla capital, eu-
carregado de effeclaar o pagamento das enlradaa das
prestarles quando forem reclamadas.
I lentro de poucos dias sera feito pelos socio* ge-
rentes o aununcio, convidando os subscriptores a
ailer luar o pagamento da primeira entrada, qoe se-
r de 10 por cenlo do capital subscripto ; os reci-
bos sero passados por qualqoer dos Iras socios, com
a firma social Amorim, Farias, Guerra & C. Na
mesma occasiAo ser entregue a cada um doa socios
urna copia impresaa da escriptnra da sociedade, re-
vestida das assignaturas particulares, dos socios ge-
rentes e sociu da industria, para reconheeieaento
da firma social, os 3 gerentes responsavais assgna-
r.lo as mesillas copias.
F. M. Daprat.
Pernambuco 6 de maio de 1856.
AO MILICO.
2 No armazem de fazendas baratas, ra do
Collegio n. 2,
JX vende-se um completo sortimemo de ta-
3| zendas finas e grossas, .por mais barato
*| prejos do que em outra qualquer parte,
S tanto em porgues como a retalho, aian-
S cando-se aos compradores um s prego
3 para todos: este estabelecimento abrio-se
de combinago cora a maior parte das ca-
jjg| sas commerciacs inglezas, francezas, alle-
;.' inao e suissas, para vender fazendas mais
'-| em ruina do que se tem vendido, e por islo
|g ollerecera elle maiores vantagens do que
/- outro qual<|uor; o proprietario deste im-
; portante estabelecimento convida todos
f os seus patricios, e ao publico em geral,
|| para que venham (a bem dos seus inte-
k resses) comprar fazendas baratas: no ar-
jf| mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
jfc-j tonio Luiz dos Santos & Rolim.
C. STAKR & C,
respeilosamente annunciam que no seu extenso es-
tabclccimenlo em Santo Amaro.conliuuam 11 fabricar
cora a maior perfeiro e prouiptidao. toda a quali-
dade de machinisrao para o uso da ag cultura,
navegado e manufactura ; c que para maior com-
modo em geral, leem aberlo em um dos grandes arma-
zens lio Sr, Mesquila na ra do llrum, alraz do
arseual de marraba um.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas 110 dito seu estabelccimeulo.
All acharad os compradores um completo sorti-
menlo de moendas de cauna, com lodos os roelho-
ramcutos {alguos delles novos e originaes) de qae
a experiencia de muilos anuos lem mostrado a oc-
cessidade. Machinas de vapor de baila illa pres-
sao, laixas de todo lamanlio, lanto batidas como
fundidas, carros de inao e ditos para ronduzir fr-
nias de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dilo, fornos de ferro balido para fari-
nha, arados de ferro da mais approvada conslrac-
r.10, fundos para alambiques, envos e portas para
fornalhas. e una infinidarie de obras de ferro, que
seria enfadonho enumerar. No mesmo deposito
existe una pessoa inlelligenle e habilitada para
receber todas as eucomineiidas, etc., etc., que os
annuncianles contando com a capacidade de suas
oilicinas e machinismo e pericia de seos olliciaes,
se comprometiera a fazer exeeolar com a maior
presteza, perfeicSa, e exacta cooformidade com 01
modellos ou desenhos, e inlrnces qoa Ihe forem
Tornenlas.
MUTlOiT^r
ILEGIVEL


PIMO i rijMvCfl QUINTA FURA IS 61 IUO fiS 1856
Terceira cdi^o.
TRiTMEITO HOIOHTHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLER-HORBUS.
PELOS DRS.
OHA.ICiC!3 saT-a -s *. i t <* ..
p iiisirii'-r,o aopovoparaso podercurar osla etifennidadc, administrndoos remedid!; mais ellieazcs
eara a (alba-la, emquan lo serecorreaomedico.ou mesmo pa rae ura-lt i udapcndcutc des lem os lugares
em que nao os lia.
TRADUZ1DO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doosopusculoscoolcm as indisaciies mais clarase precisas,!' pela sua i imples e Concha exposi-
Cjto estaao alcance de lodas asinlclligencias.naos pelo que diz respeito aos meins rural, \ os,como prin-
cipalmeole aos preservativos que Icindado os mais salisfacloriosrcsultados em (oda a parle emque
tiles (em sido posto cui pralica.
Sendo o tralamenloliomeopathicoo unicoque tcm dadogranricTesulladosnocuralivodestahnrii-
veleofermiriade, julgamosa proposito traduzir restes loas imprtanles opsculos em liona vernaci-
la, para desl'arte facilitar a sua Icilora a quem iguoic o fraucez.
Veude-se nicamente no Consultorio do traductor, ra or 0.33, por 23000. Venilem-so tambem
os medicamentos precisos e boticas de 1:2 tubos coiu un frasco de linctiira 153, urna dita de 30 tubos com
quatro e 2 frascos de Untara rs. 253000.
* i i
MlfHHMal BS 1 ?
PEDRAS PRECIOSAS- g
Aderemos de brilliantes,
diamantes e perolas, pul-
ceiras, alceles, briucos
e rosetas, botoes e aunis
de differenles go-tos e de
diversas podras ni l:o I.
!*j Compran., veodem ou *
troeam praia, ouro, bri- '.,,
S lhanles,diamanleseptro-
? las, e ostras quaesquer '?
J joias de valer, a di oheirn
ou por obras. 5>
I0RE1RA DDRTE.
LoJA 1)1 OllRITOS
Ra do Cabuga' n. 7.
llecebein por io-
dos os va ores da Eit-
ropa as obras do na is
moderno gosto, tan-
to de Franca como '?''.
M
.. Aderccos completos de r,
-.i ouro, ineiosditos, puleci- '<.-.
1" ras, ainocles, brincos e ?
g rozelas, conloes, trance- *
: lins, medallias, correnles ~
e enfeites para relogio, e '--
';. "litros muitos objeclos ele .'
ouro.
*j Apparelhos completos, i
de Mala, para cha, bao- *
fj dejas, salvas, ca-lmar-, .
colheresdesopaedcrha, .->
e nuiito- outros objeclos
i
Roga-se ao Sr>. Jos Nunes do Mcllo.passasciro
do vapor Imvcrudor, que so digno anuonciar a sua
morada para se Ihe procurar ooi litros que recel.ou
dos Sr. (.arvalbo & Rocha no Kio de Janeiro, p;lra
entregar aqu a Manuel lunario de Otiveira, na
piara do Gorpo Santo, cscriplorio n.fi.
Hesoja-se contratar os serviros de urna osera-
va por ti annos pela quantia de SOUfOOO rs. adiaula-
- a qual sabe engommar, coser, eoiinliar e tem
boa r..ii.tn. la : tratase na ra da
o- 3!i segundo audar.
Cadeia do Recite
&tH3tpr&3.
m
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre*?o couimodo como costumam.
PUBLICAgAO' LITTERAR1A.
Repertorio jurdico.
Esta publicaran ser sem duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao oxcrcieio
do foro, pois nclla encontrarn por ordena alphabc-
tica as principaes e mais frequentes occiirrencias ci*
vi, orphanologicas, commcreiaes e ecclesiasliras do
oossofdro, com as remisses das ordenaroes, leis,
avisos e reglamentos por qoe se rece o Itrasil, e
licm assim rc-oliire- dos Praxislas auligos e moder-
os em que se tirmam. Contcm semelliautemenle
as decisoes das quesles obre sizas, sellos, velbose
noves direitos e decimas, sem o trabalho de recorrer
i eolleccio de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
ra de dous volamesemoilavo, grande Ir..ore/, eo
primeiro sshio i luze esta venda por 8-5 na loja de
livrosn. 6 e 8 ra praca da Independencia, tts se-
nhores subscriptores desla publicarlo existentes em
Pernamboco, podem procurar o primeiro volume
na loja de livros cima
nciro, na livraria do S
Constituido; no Maranhan, casa do sr. Joaq
Marques Rodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. Jo- I
c de Oliveira.
1EPERT0RI0 DO IEDICI
HOMEOPATKA.
I2XTRAH1D0 DE RUOFF E BOEX-
NIXGHAUSEN E OUTROS,
e posto em onlem alpliabetica, com a dcscripcao'SCIIS devedotcs, de vir ou manda
abreviada de todas as molestias, a indicacAo phvs'ic-1 suas cotilas ale'o meiado deste
lgica e therapeutica de lodos os medicamentos ho- ,_: ..:_____ i
meopaltairos. seu lempo de accao e concordancia, i ,.na,' ilSS!m CO"10 i,dvtTlc :S SClls dcv.-
seguido de um diccionario da signih'carao de lodos "'oies UOtlgOS.tlUe no caso ue as naofatls-
g**!?*.***- e -rurgia, e Post ao alcance la/.er, seruo cobradas judicialmente,
das pessoas do povo, pelo
Altij'a-sc urna e\-
ceilenEe casa a mai-
j;<'in do tio Capibari-
l)o, na estrada de Pon-
te d Ucba, confron-
te ao sitio do tinado
I);wao de Beln-rtlie : a tratar na ra
da Aurora n. 27).
SalastianodAqiiino Fer-
reira.eautelista das
loteras ja corridas, avisa as pessoas que tiverem cau-
telas premiadas, queiram por obsequio dirigirem-se
a ra do Trapiche n. :lti, segundo audar, ou lias lo-
_ jas ja conhocidas, para seren |irnni|itatncnte cmliol-
mencioii.nl.i : no Rio de Ja-! *idl's' marcando o prazo dctiO diaa que se lia de es-
ir. Paula lirilo, praca da ''iri,r dia -,i de !* do correte anuo, l'crnam-
ihln, casa do Sr. Joiiquim j bucu -" de aur'" ," 1856.
Salusliano de Aquino l'erreira.
Preeisa-se de urna ama de leite forra ou
captiva, sam vicios nem achaques, o que tenha
boa conduta, paga-se bem : no paleo do Hospital
u. 26, sobrado.
T. Beker, tendo de 'a/.er tima via
{jema En ropa, pede encarecida monte aos
saldar
me/, de
Compram-se notas do Banco do Brasil :
ra do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
Compra-se para um presente urna negrinha de
Jat annos, ou mesmo urna molalioha que ole le-
nlia molestias : .pieni livor e quizer vender, aiinun-
cie por ole jornal ou dirija-se ao pateo d* matriz
de Santo Antonio, sobrado de un andar n. L>, que
achara com quein iralar.
Compra-se urna duzia do colheres de prata pa-
ra sopa e una salva para :i copos rom agua, tam-
hem ile prala, ludo em bom uso e sem feitio : no pa-
co de S. Pedro n. >.
Compra-se toda e qualquer porcao
deprata velha de lei sem Tritio: quem
livor para vender, dirija-se a rita do Col-
legio n. 15, agencia de leudes.
Coinpram-se duas moradas de casas fie 1.-000$
cada uma.pooco mais ou mcuns.que lenham quinlal",
cacimba, c commodos para familia, no hairrn da lloa
\ isia, as ras scguiulcs: Couccicilo, Rosario. Ara-
gao e Sauta Cruz ; ou no bairro do Santo Aulonio
lias seguinles ras: Camboa do Carino, Grate*, ou
em ontra qualquer boa rua : quem livcr e quizer
vender, dirija-se a Roa-Visla n. .12, botica, que se
dir quem pretende.
Compram-se duas moradas de casas terreas, que
sejo no bairro da Boa-Vista: a Iralar na rua da Au-
rora o. :ii.
Comprame fi ou 8 moradas de casas terreas,
em boas mas nesta cidade. para ciicommenda : no
armazem da rua Nova n. tiT.
Compra-se um sobrado de dous andares, que
seja novo, leudo quinlal e cacimba, as principaes
russ do bairro de Sanio Aulonio : quem liver anona-
de ou dirija-se a rua Dueila n. t.r>.
Cumpra-se urna rarroca com boi ou com carai-
ra : na rua Velha n. 54.
Compram-tc frascos va09 para agua da Colo-
nia : na rua da V'irajao n. 3'.).
SSenai*.
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignanles podem mandar buscaros scu
ejemplares, assim como quem quizer comprar.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamentar crianras na
casa dos eiposlos : a pessoa que a isso se quei'ra de-
dicar, tendeas habilitadlos necesitaras, dirija-se a I
mesma, nopatco doParaizo, qae l.i achara com!
quem tratar.
ARRENDAMENTO.
A loja e armazem da rasa n. 55 da rua da Cadeia
do Recife juo o ao arco da Conccirao, acha-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qoalqur estahelecimtnlo
em ponto grande, para o qual tem commodos sufli-
cientes : os prelendentcs enlender-se-hilo com Jeito
Nipomuceno Barroso, no segundo andar ila casa n.
57, na mesma rua.
Na rua dos Copiares n. 20, lava-se, cn-
gomma-se, e armam-se bandejas de bolos, por me-
nos prego do que era ouira qualquer parle.
lftstracgao mural e reli-
giosa .
Este compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para inslruccao primaria', tetido-se vendi-
do antes da approvacoa 1J600 rs., passa a ser
vendido a 1$000: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Massa adaman-
O doulor Olegario Cesar CaboM, lormado em
medicina pela Faealdade da llahia, avisa ao respeila-
vel publico dcsla capital eespecialmente aos po-
bres, que quesercm ulilisar-se do seu preslimo, que
acha-se rcsidimlo no primeiro andar da casa n. S
sita na rua do Collegio, onde pode ser procurado a
qualquer hora.
lio sitio da Eataocia do tuquia dcsapparrcen o
escravn crionlo, Januario, fula, bailo a grosso, bem
empernado, talla por entre os denles, representa ter
a idade de ''\ anuos, pouco mais 00 menos ; um do-
signaes mais nolavel lie (er urna das pal secca ; tem
pai e irmilo forros para as parles da Varzea : foi
comprado a Jos Lola I'ercira com lojanafua Nova.
I
tina
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e npplica ventosas pela
alracrSo do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Santo Antonio n. 2.
Preciia-se de orna ama crioula ou parda para
cozmhar e engommar era rasa de una familia pe-
quena : na rua Dircita n. h>.
Alaga-se om moleqne para o serviro de casa :
quem o pretender annuncic para ser procurado.
Na loja do sobrado n. 1", do pateo da riheira de
S. Jos, lava-se e engomma-sc com muila perfeirao
e aceio, e com a rsaior brevidade possivel.
Alaga-so um sitio no lugar da Torre com boa
casa e estribara, margem do Kio Capibarihe, con-
fronte aoa fundos do de Het.rique (Jvbson : a tratar
no caes do Ramos, segundo andar.
A taberna da rua dos Marlyrios n. .M5 acha-se
oe novo sorlida dos muito afamados f|ueijos do ser-
uo i-logar Sendo) que se vendem em conla.
Paloo Nash J Companhia dcclaram que Jnao
I adro Jess de Malta deiiou de ser seu caiiciro desl
de honlem H do corrente mez. Recife 15 de abri-
de lodo.
Precisa-se de um feilor para um sitio perto da
praca: no aterro da Boa-Vista, nomeroi3, segundo
Velas de carnauba.
Acaba dechegar do Aracaty urna por-
00 de excellentes velas de cera naubr, simples e decpmposicao, as <|uacs
se vendem por menos prero do quo em
outra qualquer parte: no antigo deposi-
to de D. R. Andrade&C, rua da Cruz
n, 15.
s
NO CONSULTORIO H01
PATHICO.
Rua das Crnzes n 28
Cnnliiiiia-se a vender os mais arredilados
medicamentos dos Srs. Castellan e VVeber,
em tinturas e em glbulos, carteiras de lo-
dos os lmannos muito em conta.
? Tubos avulsos a :*M), 8U0 e IjjOOO.
1 mira ilf.-lili I ora......SJOOO
\ Tubos e frascos vazios, rolhas do curtir
para tubos, e ludo quanto he necessario pa-
ra o oso da lio ni.r.,patina.
i
NOBAT & IRMiOS, |
Rua da Aurora n. 58, primeiro andar. S
Tem a honra de participar ao respeita- XJ
vel publico dasia cidade e com especialida- W
de aos seus freguezes, que possueni pre- (^
sentemcnie o mais rico e completo sorli- t
memo das mais linas e delicadas obras de f%
brilhanle, perola e ouro, como al o pre- 9
senle nao tem apparecido nesla praca ; o ^
afliancam a lodos o mais mdico preco por- @)
que vender se pode, obras de goslo o mais (&)
apurado: os niesmosdesejam ardentemen- /#
te que o respeitavel publico nao deixe de %^
ir lanzar as vistas sobre as suas obras, v)
afim de iiuc seja conhecida a verdado de (j)
que encerram estas poucas palavras. &J
Aos fabricantes de velas.
Domingos H. Andrade & C, com ar-
mazem na rua da Cruz n. 15, continuan
a vender superior ceta de carnauba em
porraoc a retallio, assim como sebo refi-
nado, vindo ltimamente do Io-Crande,
etudo por commodo prero.
Troram-se olas do Banco do Brasil por so-
dulas : .na rua do Trapiche n. 40, segundo andar.
Carneiras
para encadernac&o.
los Nogueira de Souza acaba de receber urna
porrAo de carne iras de cores, de superior qualidade,
proprias para encade, nares, as quaes veinte por
prego* commodos: na livraria defronte do arco de
Santo Antonio.
A cidade de Pa-
rs.
Fabrica de chapeos tic sol
de .1. Falque, rua do
Collegio n. 4.
Keccbcu-sc osles dias nm completo sor lmenlo des-
les arligos, como seja, chapeos de sol de seda verde
escuro, muito grandes, rabos de cauna, ditos ditos
de dillercntes cores e qualidades, Unto de armadlo
de balea como de ac e ierro, ditos de panniuho
grandes c pequeos para homem, meninos e meni-
nas, dilos muito fortes para senhores e feitores de
engenhos, cobcrlos de panno Iranrado, grande quan-
lidadc fie peras de seda e panninho de todas as cores
para cubrir armacoes servidas, baleias para esparlilho
e vestido para seohoras. I^oncerla-se toda e qual-
quer qualidade de chapos de sol, ludo com acem e
promplido, e por menos prero que em outra qual-
quer parle.
<% A IIOMEOPATIIIA E O
1 CHOLERA.
nico tratamento preservativo
curativo do cltolera-morhus,
PELO DOL'TOK
8
N.t taberna de Goija de cima, (lisiante desta I A
praja b a Slegoas, precisa-se de um rapaz de i a ??J i W
Ihodo Parlooo das lUias, para eaiieiro; (g^aal>ino01egai o Ludgei o Pmho. ^
e-1 va Segunda edicrn. W
' A benevolencia com que Toi aeolhida pe- W
lo publico a priineira edirrao deste opus- |
culo, esgolada no curto esparo de dous me- ^
m
I
a dita taberna faz bstanle negocio, e por isso pode- ,
e dar bom ordenado, urna vez que o caixeiro fara '
lr merece-lo : a tratar com Narciso Jos da Costa
reretra, no largo do Carmo n. >.
Lotera.
Corre terca-feira 20 le maio.
Na rua do iaogel n. 4S aterro da Boa-]
Vista n. 18, acliam-se a venda bilhetes in-|
tetros, raetoscuuartos, da pntneira par-
te da pnmeira loteria do Sr. BomJessl
das Dores, erecto em S. fioni-alo. tmfram-!
se os premjos por inteiro, sem o desron-
R'ES ANT0N, DA SILVA G^IMA-
15000

O
zes nes indu/.in a rpimprcasao*
Cusi ile cada exemplar.....
Carteirai completas para o trata-
ment do cholera e de muilas ou-
Iras molestias, a..........:tOjtHMI
Meias carteiras..........NioOOO
(jfy t)s medicamentos so os melhores powiveia.
,/*, Consultorio central hoineopalhico, rua
tl!/; de Sanio Amaro Mundo-Novoi n. (i. ^
iHIIMf-ilitii
Jos Aulonio Vieira subdilo porlaguez,relira-se
para Portugal a Iralar da sua saude.
Precisa-se alugar um prelo, pra aerfiep de si-
do, corno seja corlar capim e carregar agua : em ca-
sa de Paln Nash iV'Comnanllia. na rila rfn li.iiil,,.
ilWidias
par o corrente ahho.
I-olhinhas de algibeira contendo o almanak ad-
ministrativo, mercanlil e industrial desta provin-
cia, tabella dosdireilos parochiaes, resumo dos im-
poslos geraes, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre incendios,
entrado, mscaras, cemiterio, tabella de feriados,
resumo dos rendimentos e exportarlo da provin-
cia, por 500 rs. cada urna, ditas de porta a 160,
ditas ecciesiSsiicas ou de padre, com a reza de S.
Tilo a 400 ris : na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Vende-e urna armarn de nmarello, nova, cn-
vidrarada e envernisada, propria para qualquer loja
de fazendas linas ou cutra qualquer mercadura ele,
por preco commodo, a qual armaran foi da ettiucla
loja do Bazar Pcrnamhocano : a pessoa que prclen-
der, poder se entender na rua Nova n. -S, arma-
zem, esquina da rua da Camboa do Carino.
X roa do Cabuga, loja de miudezas 4, ven-
dem-se por baralissimo preco as seguinles la/endas :
paroles de papel de cores com -JO cadernns a ftl,
boloes de osso linos para caira presados em papel.
Brozas a 200 rs., franjas com bullas brancas c de
cores, pecas 39500.
Na rua do Cabuga, 'oja de miudezas n. i. veu-
dc-sc um completo -intmenlo de babado do l'orlo,
(amo aherto como lavrado, e de todas as larguras,
principiando por :t dedos e acabando em um palmo
reforrado, o qual se vende mais barato do que em
outra qualquer parle, por se querer mandar ornis
breve possivel a conla de venda ao fabricante,
No aterro da Boa-Vista n. (SO, veude-se eeva-
dinha de Ptaoea e sag a :tii a librajtapioea a ll(),
ervilhai de llollanda a l0, grao de bico a NO rs.,
aapermaeete americano de composirao a 000, choco-
lale, macairao e lalharim a 100 rs.", aceite doce de
Lisboa a ,"i((l a garrafa, latas de sardinhas de ames
ltimamente chegadas a 70(1 rs. e 10 urna.
Vendc-se urna e>crava para fura da provincia :
no paleo da l'cnha n. 8.
Na rua da Cadeia do llecife n. V7, primeiro
andar, vende-se doce de goiaha superior.
Vende-sc urna cabrinha com 17 annos de ida-
de, co-c, en^omma. cozinha e lava, e lambein faz sa-
palos de senhora, ludo com muila perfeirao : na rua
Direila h. 10, se dir quem vende.
Vende-se a prazo ou a dinheiro 50 pipas com
muito boa agurdenle, o a cascara bem acondicio-
nada, por preco mdico, e embarque gratis : na rua
da l'raia de Santa Bita, armazem n. 17.
Cambraias de seda a 240
o covado.
Na rua do Crespo n. 5, vendem-se camliraias com
flores de seda a SIO o covado, ditas mais linas a :j->0
Mifho.
Vendem-se saccas com milho : na rua da Cadeia
do Becifo, loja n. -2'S.
Vende-se um quarlo proprio para canenlba
oa carrora, por prejo commodo : ua rua Nova n. (it.
Veode-ie goinmaruia para engomar,a KiO.sag,
gomma de aramia, bichas hamburguezas em porro
e a rclalho, e tambem se alugam, e mais gneros por
prero commodo : na taberna nova u. 28, na rua da
Cadeia, defronte da casa da Helarn.
Vende-sc urna pela ainda inora, de :l"i annos,
com habilidade-, n3o lem vicios ueiri achaques : na
rua da Boda 0.92.
Vende-se urna casa terrea na rua do Cabral.na
cidade de Olinda, com -2 salas, -2 quarlns, cozinlia
fura e quinlal: os prctendentes dirijain se a rua Au-
gusta desta cidade, casa de um andar e solao n. D.
CHABDTOS.
Na rua da Cadeia n. i't, ha chariilos para 85,-105
e ti} o milheiro. Na mesma taberna ha |iara vender
um braco de 1.a,anca Komo. e palha para lecer ca-
deiras, apparelhada.
A 4^000.
Vendem-se saccas grandes com farinha:
na rua do Amorim n. 3(i, para se (cbar
tuna conta.
Vendem-se superiores pedias de Lis-
boa ou surcadas da mesma pedia, e outros
umitas : na rua do Collcfjio n. 25, ter-
ceiro andar.
CIIARI.TOS DE S. FLIX.
No beceo do Camarao, casa 11. .1, ha bous charutos
de S. Feliz, e por prec.0 commodo.
A mellior iannhadc man-
Cobei toi
res de Ja hespa*
nhes muito encorna-
dos e grandes.
Vendeto-se na rua do Crespo, loja da esquina que
\olta para a rua da Cadeia.
Cobertores de laa.
Vendem-se cobertores de laa de cores escuras, pio-
prios para fabrica a 10^80 : na rua do Crespo u. 23.
Bichas de llamburgo.
No deposito das bieblf, rua e-lreila do Kotario n.
11, junio ao boceo, vendem-se bichas de llambuico,
oceulo a 13)), e. alugain-se a 320 cada nina. Talo-
nera se vciniciu queijos do serlao e favas de Lisboa.
J\a loja das seis
PORTAS EM FUENTE Do I.IVKAMEMO.
Cassa cinta a meia pataca o covado, riscado fran-
cez a meia pataca u covado, taiaa para enleile de sc-
uhoras a dez (ustocs, mauguitos de cambraia burda-
dos adez lustes, rauisinh.is para senhora a cinco
lusles, camisus para menina a mil rs., e para se-
nhora a dous mil rs., collarinhos para senhora a pa-
taca, lencos brancoj pintados para menina a meia
pataca, lucias para meninas a doze vintn-, lucias
pretas para seuhora a pataca, dinheiro visla para
acabar.
Xa loja das seis
portas.
*fcm /'rente do Livramento.
leras de algodaozinho rom loque de avaria a mil
rs., quatro patacas, cinco e dous mil rs., cortes de
calca de ln un Iranrado de puro liulio a mil rs. o coi-
le, chales de gurgurio nrui.no- para casa a cinco
loaloeacada um.
Superiores capas de
panno,
lino, lorrados de borragana c de damasco : ua rua
do tjueimado n. 18, loja.
Admiraco..
di
oca em saetas
que existe no mercado, vende-se por prero razoa-
vel^uo armazaiu do Cazuza, caes da alfandcga
11. 7.
Vende-sc urna prela do nario Cosa, rom ida-
de de 2H anuos, boa quilandcira e lavadeira, sc.m vi-
cios nem achaques: na roa do Collegio, segundo
andar n. 19.
Vende-se ftm oplimo mnleque le idade de l.">
a t(> aunos, proprio para pagein, sem vicio algum :
na rua Direila 11. 36, segundo andar.
I\a loja das seis
portas
Fm Trente do Livramento.
Curies de cambraia bordados a dous mil rs., dmis
mil e qiiinhcnlns e tres mil rs. o corle, lila prela pa-
ra salas e mantos a dous tusloes o covado, panno
fino azul para farda e sobre-casaros nublares a dooi
e qoalro mil r. n covado, luvas brancas para mon-
tar a cavallo a meia palaca.
Vende-so nina benita Degrloba de S a '.( annos
de idade : quem a pretender dirija-se a estrada de
Joilo Kernaudes Vieira, casa cin/.eula defroulc do
beceo do Boi, que achara com quem Iralar.
Vende-se nina carteira de duas faces, I dita de
urna face para escriptorio, 1 mesa redonda de meia
de sala, 2 cadeiras de bracos, 2 porlas com vidros
para alenva ou armaran de loja, rom 1(1 palmnsde
altura c oe largura cada tima, ludo de amarcllo, e
urna raneella de loara com 10 ||i> palmos de allora
0 4 l|2 de largor* : os preleudenles procurem na
rua do \ ioario 11. 17, primeiro andar.
Vendc-se por preciso om exccllenle terreno
proprio para se edificar urna ptima rasa, com :ti
palmos de frente e rento c lanos de rundo : na rua
da Concordia, quina que faz frente para a radeia
quem pretender, dirija-se a rua do Kaogcl 11.
Qaem provar ha de gustar do novo sorlimenlo de
bolachiiihas de Sebastopol, soda, aramia, alliadas,
bolachinha de Lisboa, biscoitos, filias c bolacha lina
10 e -_>tl c oulras quaesquer ma-sjs que sao proprias
para cha ; assim como tambem se vendem as gran-
des bichas de llambnrgo, e se alugam por menos
preco do que em outra parle, pois o palito oque
lucr he dinheiro, e recebe sedlas velba, poia ja
deu nrdem ao caueiro : na rua estrena do Rosario
n. II, podarla que foi do Cuuha.
Na Califoruia,
loja nova ao pe do arco de Santo Aulonio, pecas de
cambraia branca bordada de 8 \\2 varas para halla-
dos, cortinados e vestidos a l;(00, 29, jj4(J0, eti
de 13 varas adamascada, ciirlcs de vestidos do ca,sa
de cores empapelados ao 61|'2v*rua Ij>i00 e IJMillO,
e de 8 112 varas muito linos a 2j00, dilos de risca-
do fraucez cm :t iy2 covados a 2$HM, riscado
franceza 00 rs. o covado, chitas fraocezag oscuras
para lulo a JO, peras de cliila escora que nao des-
lila a '13SOO, e de cores claras muito bonitas a (is
pecasde inadapolao de S"i(J0, -J?(KX), US, 3.300'
'I98OO, 43, SyIO, e mullo lino a .0, leuros de cam-
braia lisos e liordados com bico a UO rs.', lencos de
seda pretos a (O c 800 rs., meias de algodao relas
para senhora a 100 rs., ditas para hoineni a IIUO rs
ditas do cor para menino de 4 a 8 -unos a 80 rs.
par, e duzia 800 rs., alpaca prela lavrada para lulo
a 200 rs. o covado, chales de larlataua muilo gran-
des a 560, dilos esrocezes a 360, panno preto lino a
3MM), 3s, :i3l00 e 4? o covado, corlas de casemira
de cores do :l?, i c .">, corles de casemira prela a
?. dilos de algodao a IJIO, chales curosa 5fi nierino prelo lino a -2-y'AH) o covado, dito
com pequeo defeilo a laOO, c muilas oulras fa-
zondas por barato prero, e sendo que qoeiran con.-
prar em grande porr.lo faz-se algum abale dus pro-
cos marcados.
Vende-sc urna molalioha de idade de anno
e duas ncgrinhas, nina de 2 me/.es c ouira de l(i
mezes : na rua da Madre de Dos n. 3(1, loja.
At ten cao.
Vende-sc arruz do Maranid do ultimo chegado
,1, priineira qualidade que ha 110 mercado, porprer
coiiiinodo, lauto em saccas como a relalho : na ra
de I tortas n. ISu
aJ tenca o.
\ eudc-se urna excellcnle negra crioula, de 33 an-
%, cozinha, ensaha, e he rouilo agradavel para
meninos :.quem pretender dirija-se a loados.Mar-
lyrioi 11. ti.
A S.sOO o erte de vestido para senhora.
Para bailes, laroa, Ihealios, visitas, etc., etc.,
vendem-se na rua do Crespo n. 11, riqnissimos cor-
les de urna falcada de seda e lila denominada__Pri-
mavera ; esla fazeuda loma-se recumincudavel pela
qualidade, goslose preco, c por isso he intil qual-
quer elogio. Na mesma casa vemleni-se sedas esco-
cezas de novos padroes alio covado.
Vendem-se caixas rom velas decarnauba liqui-
da e de composirao, arroz pilado em saccas. fcijao
muilo bom em saccas de alqueire a 85OOO, milho
a granel muilo novo na rua do Vigario u...
Na rua do Crespo loa n. 10 anda resta alcona
cxcmplares do resumo da historia do Brasil pur
Salvador, adoptado pelo collegio das arles : que se
vende pelo diminuto prero de 1;000.
Vendem-se as mais superiores toalhasde puro
linho, que lem vindo a esle mercado.lisas e adamas-
cadas ; a 9|600a HySMa duzia, assim como co-
chins de linho, os quaes se vendem por menos do
que em ouira qualquer parle ; na loja da rua do
Crespo n. i (i.
Esleirs, velas de carnauba c sapatos de
borraclia.
Im completo sorlimenlo de calcados de lodas as
quahdades, lauto para hoincni conio para senhora,
meninos e meninas, ludo por preco commodo, a tro-
co de sedulas vclhas: no aterro da Boa-Vista, de-
rronle da lionera, loja u. 14.
CEBLAS DE LISBOA,
chegadas no ultimo navio, por pnce muilo commo-
do : na travessa da Madre de Heos n. 111.
I CHAPEOS PARA SENHORA f
: A 205000 RS. ;.;
W Chcgiiram uliimamcnte de Paria os no- .?
' jjb que lem vindo a esle mercado, para as se- \>,
X. nborasde gosloe da moda, chapeos lodos '
x,t de seda guarnecidos de fila c flores de vel- vJ
Sb ludo, da-se amostra c manda-sc levar as ca- t'-.'i
ff^ sas para as senhoras ver e comprar
A Ib,
illICZ.I
a 900
vado
rs. o co-
Ainda ha dessa econmica la/.cnda ja bem conhe-
cida, de cor prela, luslrozas, rom ti a 7 palmos de
largura, propria para vestidos, maiililhas e outros
falos : na rua da Oucimado, Inj.i 11. 21.
Rua da Praia, na travessa
do Carioca, armazem
n. 7,
vendem-se mais barato do que em nutra qualquer
parle saccas de aiqueire, medula velha, rom farinha
de Sania Calharina, a mais nova e mais fina que
existe no mercado.
Farinha de Sania Calharina, sacca de al-
queire l-tfOO
Dita de S. Iklalheuj, dita diln I3SO0
Hila de Alrnhara, a sarra :i; c :i>800
Arroz pilado muilo superior, a arroba ?!100 e l^iOO
Hilo de rasca, s.irras grandes l->"i00
Milho, saccas grandes e muilo novo 2(800 :WI00
Goma do Ara-
ctv.
V
Na rua da Cadeia do Recite n. 57, cscriplorio de
Joao l'crnandes prente Viauna, vende-so superior
gomma ullimaiuenle chegada do Aracalv.
Cera amarella.
Vende-se cera amarella : na rua da Cadeia do lle-
cife 0.57, escriptorio de Joao lernaudes Prente
> lamia.
Vende-se um casal de cscravos, unta muala
que cozinha o engomma rom perfeirao, e um negro
(aullador : a tratar na rua da Praia da Santa Hila,
casa 11.2.), segundo andar.
\ emle-se para se fechar nina conla. laceas de
alqucire.de fejau misturado > 7.5 : 110 caes da alfan-
deua, armazem 11. 3, de Antonio Annes Jacoinc
Pires.
Moinhos de vento
com bombas de repujo para regarhnrlas e bai-
xadeeapim: na fundicaodc 1). W. Bowman,
na rua do Brum ns. b, 8 c 10.
Cal virgem de
Lisboa < potassada
Rnssia.
Vende-te lia rua do Trapiche 11. 9 o II, cal virgem
de Lisboa, nov- a .(KMJ o barril, velha a 500 rs. a
arroba, e polaaaa da Bussia a ;|(X) rs. a libra.
Vende-se um excedente moleqne com 18 an-
nos de idade. propno para pagem por lerbellali-
gora c mo ter vicio algum : u. cocheira do largo
do arseual de marinha a qualquer hora.
a IrX.Tde -Se V"1 '"nval.10 ca>la:>1"' andrino, carre-
5oCabeup,;.lTi,.or' SOrd e **:-
UelogioH de patente
ingleses de ouro, de sabonete e de vidt o :
vendem-se a prero razoavel, cm
AugustoC.de Abren, na rua da
do Recite, armazem ti. .".
A 800 rs. o covado
d
vesf
A boa fama
VENDE BARATO.
I.ibras de lionas brancas n. ,'i0, (10, 70, 80, a
Hilas de dilas ns. t() e lO
llu/ias de Ihesouras para costura
JJuzias de dilas mais lina- e maiores
alaros de cordio para vestido, alguma cousa
aocardidoi com 4o, .vt.e 60 palmos,
Peras com 10 varas de bico eslreilo
Caitinhas eom agulhas fraueezas
Caixas com i(i nvelos de linbas de marcar
I ulceiras encarnadas para meninas c senhoras
Parea de meias finas para senhora a 2iO e
Miadas de Indias mnilo finas para bordar 100 e
(rozas de holoes muilo Irnos de madrcperola
Dilas de ditos muilo linos para calcas
Kivellas douradas para cabs e cofetes
Penlcsdeverdadeiro bfalo'para alizar.a :UI0 e
leras de lita de linho braucas com (i e tocia
varas
Caiai com cohetes Rraatoa franrezes
Carrilcis de lindas de 200jardas de muilo boa
qualidade e de lodos os nmeros
Macinhos com 40 grampas, e de boa qualidade
1)100
1J-280
lj00
1*980
21(1
500
200
280
210
300
Hiii
i.ihi
280
120
500
50
SO
so
Ba
10
MI
500
(.1.11
1(1
20(1
210
HHl
son
300
390
lo
90
140
9600
320
10
560
130
jo
KM
.so
O
M
320
.''NI
110
100
casa <((
t Cadeia
cgmsdci.apies de seda urla-cores para
csfidos : na rua do Crespo n. II.
le-sc a muito acreditada nadarla do Man-
anacasa doSr. cirurgiao Teneira, com
goeaiaa na Capooga, Alllicloso Boa-Vis-
Vende-s
guinhn, sil
muilas fre
1 lnl7dh'r;,'''r,",a,|Ual "'" "",0j "PTleuce,
ire-a di -* Ul "***? ""' "m caval< Para en-
Soredade'n i'" S"* : "" ,ra,ar' na ru"
ameaaae n. 17, ou mi mesma.
Vende-se
muilo barato
cima.
a rua das Cruzcs n. 20, um escravo
quem precisar, dirij.,-se ao numero
Vende- o wrdadoiro c superior licor ab-
synlhe, ullimamente rhegado e por barato preco :
na rua da Cruz n. 26, primeiro andar.
TENT
para voltarete.
Vendcm-se lentos muito lindos para voltarclo o
tinalqueroutrojogo, cfaegadosde Franca o por pre-
co baralissimo : na rua da Cruz. n. 26, primeiro
andar.
Arroz <>m saccas.
Ja chegou armz pelo vapor, e vendc-se no arnia-
ze...doJoaoJI..,l,i,s de Barros, travessa da Madre
eir. ,'u vi "", ar,,,a.zcn' 'os Joaqun. Pe-
reir de Mello, no largo da Alfaudega.
Guaran.
Na rua da Cadeia ti. 17, loja de miude/a
rana, as libras que o comprador
Pares de suspensorios de bonilos padroes
Torcidas para randieiro, duzia
Tinteiros e areeiro de porcclania, par
Carteiras de marroquim para algibeira
Canelas muilo boas de metal e pao 20 e
Caivetes de aparar pennas
Meias brancas e eruas para homem, 160, 2(HI e
I raiiriuha de laa de caracol e de lodas as cores
palmo
Duzia de penles de chilre para alizar, bons
(rosas de boloes de loura pintados
Pecas de fitas de c.iz 2SO e
Carreieis de liuhasde 100 jardas, aulor Ale-
jandra
l.inhasprclasde mcadinha muilo boas
Carlas de allinetes de boa qualidade
lluzia de penles aberlos para alar cabello
Meias de fio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazeuda muilo boa aSO e
t velas de ac com loquc.de ferrugem para
caira
liroaas da flvelai para sapatos
Caiaiobaa euvernisadas com paliloa de fogo
de velinhas
C.iUiuhasde pao com palitos de fogo bous
Caias com .VI caisiohas de phosphoros para
charutos
IJliaruteiras de vidro t e
CaatoM para bengalas muilo bonitos
Alacadores pretos para casara
Sapatiuhos de laa para crianras, o par
Camisas de meia para crianca's de peilo
Trancelina para relogio, faz'euda boa
bscovinhas para denles
Alem de lodas estas miudezas, vendem-se outra,
muilissimas, qne a visla de suas boas qualidades e
baratee prero, causa admirarlo aos proprios com-
pradores na rua do l.lueimado, na bem conhecida
loja de lindezas da boa-rama u. 33,
Cal de Lisboa.
Vende-se urna porfo debania com cal de i.i>boa
por barato preco, e retalho a 39 0 barril t na rua da
Cadeia do Becife 11. 50.
Vendcm-se espingardas franrezas de dous
mnos, muito proprias para rac.a e por muito com-
caodo preto; na rua da Cruz n. 26, primeiro
andar.
FABIMIA DE SANTA CATI1ARNA,
moito nova c de superior qualidade, a bordo do bri-
gue cscuua /lapido. Tundeado em frente do arsenal
de guerra, vende-se por preco commodo : a Iralaj
com Caeu.no Cyriacojda C. M"., no largo do Corpo
Santo n. 95.
Livros Classieos
Vendem-se os seguinles livro para as aulas pre-
paratorias : llislory of Borne itjOOO, Thompson 23,
I oal el \ irginie 2S000 ; na praca da Independencia
ns. (> e 8.
SEM ENTES.
Silo chegadas de Lisboa, e acbam-se a venda na
rua da Cruz do Becife n. (2, laberua de Aulonio
IranciscoMarlins as seguinles scmenles de horlaii-
ces, coma aojan ; ervilliaaturta, senoveza, e de An-
gola, reijio carrapalo, rdo, pinlaciluo, e amarcllo,
airacerepolhudae alienta, salsa, lmales graudes,
rbanos, rabanales brantos e ancarnados, nabos ro-
so e braiico, senoiras brancfr e amarellas, couves
trinchada, lombarda, eeaboie, selmla de Selubal,
segurelha, coeulro de touceiip, rcpolho c pimpinela,
e urna grande porrao de diOereoles semeules. das
mais hm iias flores parajardins.
vende-
quizer, por
.Mussulinas brancas e de cores, ede cores
B matizadas o mais lino e moderno, a (iOO, 700 *S
*5 e 800 rs. cada covadu. ^5
K Palili'isdo panno lino prelo c decores a ^
W 183e205000. &
t Uilos de seda sarjada prela e de cores, a &
& "i.?000. Y
V Dilos gfe forrados de seda 11 -J^jOOO. &
,.K Dilos de folar de se.la brancos, forrados '<'
W de seda branca, a 128000. \;
5jj| Casacas de panno tino prelo chegadas ul- ?j
y, liniamcnlc de Franca, a .'IO5OOO. '.'.''.
;? Dilas de rores e gndolas, a :i(>3000. '<>
de panno fino pelo, a
Novo, o. 10.
Nash Companhia, na rua do Trapiche
nov
00, sobrado.
.. 7" Jtob L'AHecIcar, Vermfugo iglez, salsa de
Bnstol, pillas vegelaes, salsa de Sands : vendem-
se osles remedios verdadeiros em casa de Barlholo-
'.J Sobre-casacas
--5 28B000. ...
jj"^ Ceroulas do linho de bramanle muilo linas K
W e benfeilas, duzia 3-19000. \J
3 Camisas de mu im fraucez. brancas e do '
gj cores a 29 c 25-00 cada urna. JE
;;" Vendem-se na rua do.Crespo. loj:i amarel- y
-..' la n. i, do Antonio l-'rancisro Percira.
Attenco.
s
OS SENTIDOS CtlIil'tlRAES SAO' CINCO.
(I 1 ver paracrer no que he boin.
O -." ouvir o preco muilo em conla.
<> 3. cheirar para applaudir o goslo.
1." goslar dopels de comprar.
O 5. apalpar sem lser avaria.
fcs(es mnndameiilos (indam-se em se vender os te-
neros abaixo declaradosa dinheiro emais em conla do
que em ouira qualquer parle, a saber : no deposito
das bichas, rua estreita do Bosario n. ||, |rm rece-
bulo as melhores qualidades de (rucias da Europa e
potes de doce, marmelada em latas, dore de miaba
lino, biscoitus de todas as qualidades, de lora, lela-
chindas paii| resguardo, passas, aneisss, ligos, vi-
nagre lino em garrafas brancas, azee refinado, 1110-
llio para peive, dito para podim, vinlni do Alto
Uouro, e oulras muil.s cousas.
ariz.
Cortes de chita franceza
a 4,000 is.
Com esle titulo vendem-se edrics de chita france-
za do ultimo goslo com 12 covados cada corte : ua
rua do Queiinado 11. 21 A.
prero commodo.
Ctrojhma (iear;>ratjt.
Vende-se superior gomma de aramia em barricas
e as arrollas : 110 armazem de Joao Marlius de Bar-
ros, Iravessa da Madro de Dos n. 21.
LUVAS DE TOBCAI..
vendcm-seilnraa pretas de (orcal, chegadas lti-
mamente e Lisboa, pelo baralissmo prero de 1KHK1
boa'fam'an^"3yll, Uut'madu' loJa 06 miudezas da
Cale' do Rio.
vende-sc por bailo prero : na rua do Queiinado
n. 2,, toja de Coiivoi. &,Leite.
() agente CMiveira vende cm seu escriptorio as
superlalivas lonas imperiaea nejena, as quaes nflo
vem a .slc mercado para o commercio, c nicas de
que se usa na marinha britnica do guerra.
inctSCO
-;. Pereira, vendem-se
;. sedascscossezas dequadro a 800 rs. cada
.-,. covado.
ai. .SSJ' rU-eoras muilo superiores, a
- s I92OO o covado.
3
Lindienre, fazeuda nova, rhegada ollima-
iculc de Paria, a IMOOcaaa covado : esta
C.'i j""uc hc ue S e seda, de de'se'nlios io- S'S I ros americanos muito elegantes, p
S, d"""f i'<"" "a" V'*la ueste mercado, tem
. j? 2, polegadas fraueezas "
de largura c de Un- 4,
gaj las lisas. j..;
i. Cortes de casemira matizada de cores ".
>' com barra c bailados a 15*000 cada corle.
|i Dilos de laa da Pcrsia.com IS covados, a O
j IO9OOO cada corle; mandam-se amostras de ^
3E todas as fazendas, para as senhores ver e W
:-.' comprar.
azendas de bom
por liu "
go&to
litados preces.
Alpacas de laa c seria de quadrinhos miudosa 280
o covado, cotes do laazinhas de cr a a-> n corle,
cambraias lisas finas de diversas cores a 38a peca,
cassas de cores para veslidos a 100 rs. a Vara diias
de qu.drns para babados a -2r2(K) a pera, cambraias
brancas bordadas a iOOrs. a vara, ditas brancas com
salpicos de cores a 400 rs. :, vara, chales de Ha e
seria de cores a ISiOO cada .,in, ditos de cassa bran-
cos adamascados a 800 rs. rada um, alpaca prela
lina com ti palmos de largura a 800 rs. o covado.
grvalas de mola pretas c de cores a 19 cada urna,
guardanaposladamsacados a 2M00 a duzia. toalhas
de rosto de linho a 500 rs.. e mitras muilas fazend.s
baratas : na rua do (.lueimado u. 27, armazem de
1,1/1 liria- de tiouveia A 1-eite.
\
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jarome Pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para porrnes irala-se com Mauoef Alvcs Guer-
ra, na rua do trapiche n. 11.
ATTENCA'O. '.
Na rua da Cadeia do Kecife, loja) de cal-
rodo n. 9, vende-se sapatoes de couro de
lustre c botios de he/erro fraucez de su-
perior qualida le, por um preco tao di-
minuto, que taz admirar aos l'"e;iie/.cs.
Attciico
Kiseado cacuro e mnilo largo, proprio para roana
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo bom gesto a .">>, atoalhado adamasca-
do com 7 palmos de largara a I96OO a vara, toalbaaj
de panno de linho alcovoadas e lisas para rosto, ,s
iug e/es de pa-
tente,
os melhores fabricados son lnglalcrra: tm casada
Ueury (iibsou : rua da Cadeia do Recife o. 52.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua da Senzala-No-
va n. 42.
Neste eslabelccimento continua a haver um com-
pleto sorlimenlo da moendas e meias moendas
para enjjcnho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamaitos para
dito.
A3$500
Vendc-secal dcl.isboaullimamentechegada.as-
sim comopotassa da Bussiaverdadsira : uaprarado
Corpo Santo n. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
I.encinhos Ue reros de todas as cores para pescoco
do seuhora e meninas a 15000, baralhos de cartas li-
nissimas para voltarete a M) rs., toncas de laa para
senhoras e meninas a 600 rs., luvas de fio da Escocia
brancas e de cores para homem e senhoras a 100,
500 e 600 rs. o par, camisas de meia moito finas a
19, ricas lavas de seda de lodas as cores e bordadas
com guarniees e borlas a 30 e :t;50O, ricas abotoa-
duras de madrcperola e metal para cuteles e paliuis
a 500 e 00 rs., soperiores meias de seda pretos para
senhora a 29500, meias brancas muilissimo finas pa-
ra seuhora a 500 rs. o par, iinissimas navalhas em
estajos para barba a 23, ricas caisas para guardar
joias a 800 e Ij500, eslas muilo ricas com reparti-
nieulns nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco de 2J500. 39 e 3B5O0, papel proprio para
os namoradosa 10, 0, 80 e 100 rs. a folha, candiei-
ros americanos muito elegantes, proprios par. eslua
danles 011 mesmo qualquer estabelecimenlo pela boa
luz que iljua.'i-, travessas de verdadeirn bfalo par-
prender cabello, pelo barato prero de 18, pastas para
guardar papis a 800 rs., espelhos de oamhj -ermwrr:
mario dourada e sem ser duuradu a 500 700, i e
19500, escovas muilissimo finas para denles a 500 ri
ricos leques com plumas c espelhos e piuluras finis-
simas a 2f e 39, charuleiras finas a 28, ricas galhelei-
ras para azeite e vinagre a 28, ricas e Iinissimas cai-
sas para rape a 2>500 e :tj, nenies de bfalo, fazeu-
da muilo supe.ior, para tirar piolhos a 500 rs., dilos
de inarlim muilo bou- *"" -'">-.>--
100, 500 e 610 rs., resmas
de quadernos de papel de todas as cores de folhas
pcquejias a 720, nquissimos Irascos com estrados
DiUitMSino liuos a 18200, 18500, 5 o 39300, jarros
de porcellaua delicados e de modernos goslos, com
hanha franceza muito fina a2j, frascos com esseucia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muito boa a
100 rs., Irascos pequeos c grandes da verdadeira
agua de Colonia do Piver a 180 e I5, saboneles finos
c de diversas qualidades, pos para denles o mais fino
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e entras muilas perfumarlas
ludo de muilo goslo c que se vendem barato, Usoutm
n.nilissiino linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para uiihas, para costaras. Iranias de sedas de
bonilos padrote e diversasdarguras e cores, ricas lilas
de seda lisas e tarradas de lodas as larguras e cores
blcos de linho Qnissirnos de lindos padroes c todas as
larguras, ricas franjas de algodao brancas o decores
proprias para cortinados, e outras moitissimas rou-as
que trido se vende |
prios
mailo
fama 11. 33.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fiimlifo de ferro de I). W. Bowmann
ruadoISnim, passando o chafarte, contina
ver um completo sorlimenlo de labias de ferro fun-
dido e balido de ."> a 8 palmos de Jiocca, as quaes
acham-so a venda, por preco commodo e com
proaiptidao: cmliarcam-se 011 carreyam-se em Ber-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-so cm rasa de S. P. Johnston & C,
rua da Scnzala-]\ova n. -12, sellins inglczes, chi-
cotes do carro e de montara, candieiros e castiraes
bron/.eados, relogios patente ngfoz, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherrv cm barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municao, arreios para car-
ao, lonas inglezas.
L'm completo sorlimenlo de bordados como se-
puni. un 101 luanos, e ouiras mailissiinas COOMa
i ludo se vende por Uta barato preco, que aos pro-
ds compradores causa admiraco: na rua do uei-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
Vendem-se madapoles finos e de ouir
um pequeo toque de avaria, por preces maito'bara
tos: na rua da Cadeia-Velha o. 24, primeiro aod'r"
MECHAHISMO PARA EIGE-
HHO.
M1EIRO DAVID W. BOWMAN rVA
aiz0 BB"' PASSANDO O BA-
ber : moendas c meias moendas da -- "'.* M
construcrao ; taixas de *ZSZ2*??'2*
superior qualidade e de lodoVn. 1, t-!"do,Jde
deitadas^araagua oo *^VT^?
Ces ; crivos e boceas de fornalbS regislrw "oVTa~
eiro, aguilhoes, bronzes, parafu^cav^uJataTmof
ul.os de mandioca, etc. ele. cavunoes, moi-
NA MESMA FUNDICAO.
seexeculamtodasaseocommendascom a snnprinr
r.dade ja conhecida, e com a devida presteza* com
inod na de em pre.jo. m
Em casa de Henry.Brunn & C., rua da Cruz
11.10, vendem-se.
Lonas e brius da Russia.
Instrumentos para]musica.
l-spelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs parajardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, o
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempreum grande sorlimenlo de taixas, tanto de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar caimas ou carros, livres de despezas. Os
procos sao os mais commodos.
CHAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste rharope paia a bo-
bea de Jos da Cruz Sanios, na rua Nova o, 53
arrala 58500, e meias 33000, sendo fabo todo
aquclle qoe mo for vendido nesle deposito, p|
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO
Tara cura de phhsica em lodosos seus difireme
araos, quer motivada por constipares, losse, aslh-
peilo, palpilacao no corarao.coqueluche.broDCbile
dor nagargaula.e todas asmolestiasdosoreaosnul
monares. p '
VARANDAS E GRADES.
L'm lindo e variado sorlimenlo de modellos pan
varandas e gradaras de goslo modernisiimo : na
rundirn da Aurora, em sanio Amaro,e no deposi-
(O.damesma. na ruado Brum.
Superior cafe'de primeira sorte, vin-
do do Rio de Janeiro : no Passeio Publico
loja n. 11,
A boa Is
VENDE BARATO.
Kicos penles de tartaruga para cabera 49500
Dilos de alisar lambem de tartaruga 3#MI0
Lindas meias de seda decores para crianras 13800
Bandejas grandes e de pinturas Tinas 3,"49 a SSOO
Papel de peso e almaro o melffor qoe pode
haver IgOOO e 5jooO
renas de aro, bico de lanca, o mellior que
ha,a groza
Hilas muilissimo finas sem ser de lanca
Ocaras de armaran de ac com gradurSes
I.nelas com aimarilo dourada
Dilas com armarflo'de larlaruga
Dilas com armarSo de baf-'J
Ditas de -2 vidros'com arrn, Jo di.tart.rnga
loucadores de Jacaranda coi>bons' espellu.3
Ditos sem ser de Jacaranda IJOO e
Meias pretas compridas de lasa
Iteusalas de junco com bnnilos'casloes
Ricos chicles para cavallos grandes c ne-
quenos a 800 rs. e
Grvalas de seda de lodas as cores a 1J o
Alacadores de cornalina para casaca
Suspensorios finos de borracha a 100, 500 e
1 entes muito finos para soissa.
Lscovas muilo linas para cabello
Capachos piulados compridos
Boloes finissimos de madreperola para camisa 1*200
Vuadernos de papel paquete muito fino 80
Bonitos sapatiuhos de merino para enancas
Ideas canelas para pennas de eco a ISOa
Ricos porla relogios a lf800 e '
Kicas caixas finas de metal para rape a 500 e
fcscovas muito finas para unhas a 820 e
Dilas Iinissimas para cabello 11500 e
Dilas ditas para roupa ti, 1J200 e
Papel de linho proprio para carlorios, resma
Piuceis linos para barba
Duzia de lapis moito finos paradesenho
l.apis linissimos para riscar, a duzia
Duzias de facas e garfos finos
Ditas de facas e garfos de balanCo mnilo finas bjOOn
DKas dilas miMtissime-finas, cabo de marfim 15a0OI
Untveles de aparar pennas muito finos (SC,
na rua do gueimado, nos guatro Cantos, na loja de
miudezas da boa fama n. 33, derronte da loja de fa-
zendas da boa fe. "
Navalhas a contento.
Conlinua-se a vender a83000 o par (preco liso) as
U bem couhecidas navalhas de barba, feila pelo h-
bil fabricante que ba sido premiado em diversas e-
13:200
640
800
13000
13000
500
:fnoo
:icooo
asoon
IfNOO
500
ISOOO
1320O
320
600
500
640
700
18500
200
23XX)
600
640
23000
23000
43000
200
800
500
33OOO
posicoes : vendem-se com
ei-
-----.1 rundirn de nao agra-
dando poder o compiador devolve-las ale 30 dias
depois da compra, restiluindo-se a importancia : em
Re? f 3o"S' C" de AbrCU' "a rua da C,deia d0
mttm*$ futfM.
No da do corrente fugio o meo escravo Mi-
guel._ cuios signaes rio os seguinles : cabra, reforra-
do, de estatura e eirOes regulares, com falla de om
denle no queisal de baixo, cara descarnada, cosluma
rapar a barba, pernas arqueadas e ps grandes, ida-
de -2-t anuos ; foi escravo do fallecido Thomas qoe
morn cm Santo Anlao, he filho de Filippe, irmo
do dito n,omaz. morador es (jujtvdjsjrifto da
v.lja^deTjajiumia e fazeJa sleoomioada-wl
iios^ii (.acimUSs; suppoe-se o escravo ter procura-
do P.jC de llores.por ter sido no dia 8 encontrado
em Raposa a procura de dous moradores desea co-
marca, para oude era de coslume viajar com careas
de fazendas : rogo as autoridades dessa comarca dig-
iiem-se de dar suas ordens, afim de cousegulr-se a
captura do escravo, se por ventura .,11, esliver, e aos
capitaes de campo recommendo-o, certos de que se-
rio generosamente gratificados. Uogenho Tapera
frcguezia de JaboalSo 12 de maio de 1836.
Miguel F, de Sooza l.eio.
o
9?
ANNUKGIO.
lo corrente mez d
enho Torrinha, 3
;}, nulos, Antonio, Pedro, e Francisco,)
'',', signaes seguinles: Anlouio.com um
V.- Iba de menos, Pedro, estatura baixa,
jjf No dia 2i do corrente mez de marco fu- W
\J giran do ngeoho Torriuha, 3 escravos rri- @
com os ros
ums ore- J*
. mui- ?^
bTJ to desdentado ua fenle, Francisco, allu- ei
;> ra regular, crosso do corpo, ps muilo gros- S;
V> S09 parerendo inchados, com orna ferida no Stf
5'jj! lornozelu e urna cicatriz na face. I.evaram ^
duas armas de fogo, tres redes c muila roo- >
pa : roga-sc, portanlo, as autoridades poli- t$
;
01
ba.
i jam, camisetas com mangas, collarinho. neitilhns
mais superiores que lem vindo ao mercado, ditns 1 cmeiras. camiss, coilinhas e pelerinas lambem
iv.r.i int'i:, < para mesa, guardanapos adamascados e oulras mui-
las fazendas por preco commodo : vendem-se na rua
do Crespo, luja da esquina que volla para a rua da
I Cadeia.
lem nm completo sortimento de ricas flores, enfeites
paro cabeca, filas e os verdadeiros e modernos bicos
de Kobo : na roa da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
andar.
(m "aes.rapilfles de campo on qualquer pessoa,
ga a captura acales escravos, que sendo entre- 2
'f gues b seu senhor no dito engenho Torri- ?r2
OM nha. Joao Jos do Medeiros Corra, cu nes- j,
..'. ta cidade da Par,duba do Norte, a Jacintho W
'.. Jos de Meleiros Correa, em femamboco, O
.5 ?ovaes & C, no Cear, a Salgado & Ir- 4
jk mos, ou na villa de S. Joao do Cariri. ao J?
^ major Domingos da Cosa Hamos, dar-se ha ?
,?r boa recompensa pela captura de cada um Q
."i delles. ^
<' ,. '<";o-'or rfe Medeiros Correa. u?
-...- Parahiba 2!) de abril de Irtifi. .?
Fugio no dia 27 de abril
o escravo Manoel, de
-1 anuos de idade, mameluco, alio, corpolento, lem
"alia de um denle na freftle, rosto grande, principia
a liurai. Instante regrisla e ranlador, natural do
i.rato, provineU do Ceara, e vendido nesla provincia
por orden de Josquim Lopes Itavmundodo Buhar:
rnga-se as auloridades policiaes, espilaes de campo e
qualquer pes-oa do povo a caplura do mesmo, sendo
conduzrio a rua do Collegio 11. lfi, qoe sera genero-
samente recompensado.
Contina andar fgida a preta Mereneia, cri-
oula, idade de 28 a 30 annos, pooco mais ou menos
com os signaes scguurtes : falta de denles na frente ,
urna das orelhas rasgada proveniente dos brinco :
quem a pegar leve-a a rua do Brum, armazem de
assucar n. 13, que ser bem gralificado.
PERN. : TYP. DB M, F. DB FABIA, 1856
MUTIOrvT
ILEGIVEL


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