Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07383


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Full Text
AUNO XXXII N. 114.
Por 5 mezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencidos 4500.
TERCA FE1R.V .3 DE MAIO DE I8S6.
Por anuo adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAHREGADOS DA SUHSCKIPCAO' NO norte.
Parihiba, o Sr. Gervasio V. da Nalindade : Nalal, o Sr. Joa-
quim I. Pereira Jnior ; Aracaij. o Sr. A. da Lemoa Braga ;
Cear j, o Sr. J. Jo da Oliveira ,- Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Si Rodrigues Piauhv. o Sr. Domingo* Herculano A. Pessoa
reoM ; Para, oSr. Jusliniaoo J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
n jmo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda : iodos o dial.
Caruaru, Bonitos Garanhum : noi dial 1 el5.
Villa-Bella, Boa-Vista, Exu" a Ouricury : a 13 a 38.
Goianna e Parahiba .' segundas e leitas-feiraa.
Victoria e Natal.- as quintas-feira*.
AUDIENCIAS DOS TRIBONAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quartas e tabbadoa.
Relaco : lercas-feiras e sabbadoi.
Fazenda : quartai e labbadoi aa 10 horas.
Juizo do eommercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dis.
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Pnmeira rara do civel: segundas < antas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e aabbados ao meio-dia.
ll'lli.UI lilil s DO HEZ DE MAIO
4 La nova aos 21 minutos, 48 segundos da tarde.
11 Quarlo ereicente as S horas, 37 minutos e 48 segutidoi da l.
20 La eheia aos 22 minutos e 48 segundos da manhaa.
27 Quarlo minguanle as3 horas, 15 minutse 48 segundos da lar.
I'IU.AMAlt DE MU.li;.
Prineira as 11 horas e 42 minutos da manhaa.
-ganda as 12 horas e 6 minutos da tarde.
DAS da semana.
1*2 Segunda. 8. loanna princeza v.; Ss. ?ereo e Aqullco irs. mra.
18 Terca. S. Pedjo Regalado f.; Ss. Glyceria e Servaco mm.
li Quarta.S. Gil ,; Ss. Bonifacio, Enedina e Poncio mm.
15 Quinta. S. Izidorj Lavrador.; S. Dympna priceza. ; S. Torcato
lli Sexta. 8. Joao \epomucctio cuuego m. S. Aquilino m.
17 Sabbado. S. Pedro. S. Paschoal Bavlo f-. S. Possidonio m
18 Domingo 2 depois do Espirito Sato. S. Gregorio 7. P.,
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO MlSII,
Alagoas, o Sr. Claudico Falcio Diai ; Baha o Sr. K Dunrat;
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBL'CO.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figneiro* di Faria, na aul
livraria, prac da Independencia na. 8 e 8.
Achindo-se regularisadas as agencias dos cr-
relos de Bezerros, Bonito, Caraira', AHinho, Gara-
nhuus, S. Lourenco, Pio-d'Alhe, l.imoeiro, Naza-
relh, Brejo, Pesqoeira, Ingizeira, Villa-Bella, lina-
Vista, Ouricury, Exu', Cabo, Ipojuca, Sennliaem,
Rte-Forrooso, Loa, Barreiros, Agua-1'rela e Pimen-
Uiria, o proprietario desle Diario declara a lodos
os Mtthores que qoizerem subscrever para o rnesmo,
que a retnessa ser (tila com a maior regularidade,
pagando somente 49 por quartel, e licando por conla
da tvpographia o porte.
PAUTE OFFICIAL
OVERNO DA PROVINCIA
Exp.di.nl. do da 9 do ma OflicioAo Exm. cotnmandante superior da guar-
da nacional do municipio do Recite, ioteirando-o de
rwver concedido seis mezes de licenca para ir a Eu-
ropa tratar pauhia do priroeiro batalhao de iiif.int.tri.i da mes-
la guarda nacional, Antonio Jos Leal Rcis.
DiloAo Eim. director geral das Ierras publicas,
declarando que fez distribuir pelos lavradores desla
provincia, conforme S. E>e. iudicou os 168 folhelns
que remeHeu da Keviata Pollechnica.
DiloAo inspector da lliesouraria de hienda,
Iransroiltindo 152 guias de condncc3o de cadveres
de cholencos para o cemiterio publico, sendo :i
pastadas au lorneccdor de carros fnebres, Miguel
Eslevea Alves, 22 I Antonio Bernardo Quiotriro &
Irmao, 57 Joso Pinto de Magalhes, e 41 a Mauoel
GoDCalves Agr, alim de qoe mande pagar a sua
importancia aos referidos fornecedores, expedindo
o mesmo lempo a con-.ementes ordens, para que
pela repartidlo competente sejam cobradas as que
nao esliverem na* circumslancias de serem pagas
l>elo governn. Cooimunicou-se ao admiuislradnr
do r.nulerio.
DiloAo mesmo. recommendandoque mande en-
tregar ao l)r. Trajano de Souza Velho os venci-
melo que, dedazida a quantia de 201).? rs. que elle
ja receben, Ihe conpelirem na razao de 209 dia-
rio*, pelos 2 mezesjem commissAo medica por parte do aoveroo.
DiloAo mesmo, mandando pagar ao 1 ir. Jo1o
Honorio Bezerra da Menezes o que se Ihe dever na
razio de205 diarios, a coolar do I" de fevereiro ale
17 de abril ultimo.
Dito-Ao mesmo, ioteirando-o de liaver n pro-
motor publico da comarca de Goianna, barbare!
Manoel I miro de Miranda, participado que no I-
do crrante rrissomira o eiercicio do seu cargo,
Fizeram-se as outras communicac,es.
DitoAojuiz relator da junta de Justina, Irans-
roillindo para ser relatado ero sess?o da mesma jun-
ta o processo verbal felo ao soldado do nono batalhao
de infamarla, Joaquim N'uues Ferreira.Parlici-
poo-se lo marechal commandante das armas.
Dilo Ao director do arsenal de guerra, dizen-
do que pode S. S. por em pralica nnquelle arsenal,
conforme propoz, as instruccoes de 22 de fevereiro
ultimo, da repartirlo da guerra, de 25 de abril ulti-
mo, expedidas pelo ministerio da fazenda, alim de
liaver a conveniente regalaridade, tanto as entre-
gas e recebimentos das costuras manufacturadas fu-
ra do roesroo arsenal, como no pagamento das mes-
illas cosluras.--Communieou.se a lliesouraria de fa-
zenda.
- DiloAo commendador l.ulz Gomes Ferreira,
thesoureiro da coinnissAo central de beneficencia,
duendo que os Vihiecj>s comprados1 pela commisso
bcneficenle ila Treguezia de S. Joso, para, a aufer-
HvjreslibeJccida no eonswlorio da israja do mes-
mo nome, deven) ser removidos para o grande hos-
pital de car ida Ir, quanto.porem aos fomecidos pelo
governo para a mesma enfermarla,cumpre que sejam
reeolhidos ao arsenal de ruarinha.
Dito Ao guardiao de San Francisco.'.Respon-
dendo so oOicio que V. paternidade Kvrn. me diri-
gi em 7 do correle, tenho a declarar-lhe que aca-
bo de officiar ao comioamlante das armas, recom-
mendando-llie que o mais breve que for possivel fa-
ca deeoceupar a parte do convento em que iclual-
menle se ocha aquartellado o batalhao de suardas
nacionaes.que chamei para o servico da guarnirlo.
Aproveito esla oporlnnidade para agradecer a V.
paternidade Rvm. e aos religiosos de sua ordem, a
boa vontade com que sempre acolheram todas as re-
quisicOes que Ihes tenho feito a bem do servico pu-
blico.Offciou-se a respeilo ao referido marechal.
Dito Ao cap 1.1o do porlo. Tendo a galera a-
mericana Fnlden Gatt, segundo me comraunica o
consol ros Estados Unidos, perdido todos os seus
mastros e sofirido outras avarias, aclia-se actualmen-
te ancorada ao norte da costa.
Cumpre portnlo que Vmc. cnlendendo-se com o
chefe da estacan naval, se assim for necessario, em-
pregue anecessaria diligencia, para que a referida
calera seja eonduzida a reboque para este porlo com
loda a brevidade possivel. Oflicioo-se neste sentido
lo commandante da mencionada eslacao e commu-
uicou-se ao respectivo cnsul.
Dilo Ao inspector do arsenal de marinlia, di-
zendo licar acienle de se ter ellectuado a arremata-
ro do patacho uacional l'irapama pela quantia
de MOf, e declarando que approva semelhante ar-
rematarlo. Commonicou-se a thesouraria de fa-
zenda.
Dilo Ao prndente do conselho adminislralivo
do patrimonio dos orpliaos, declarando para seu co-
nlieclmenlo e execu^io, que a assembla leginlaliva
provincial resolveu que se pedisse aquello conselho
os teguintes esclarecimentos : 1-, qual o numero to-
tal das orpliaas edos exposlos que desde a sua fun-
dar' toro receido o collegio das orphaas; 2\ qual
o destino que tiver.im as que delle lem sabido ; e .'I',
qual a idade e adianlamenlo de -arla urna das que
presentemente exislemem dilo collegio.
Dilo Ao mesmo, dizendn em solurao, por S.
me. apresentada na informaran que deu acerca do
reqaerimento em que o secretario daquelle consellio,
Manoel Anlooio Viegas, pede tres raezes de licenra
para Ira lar de suasaude, que, visla do regula men-
t de 13 de Janeiro do anno passado, o referido lo-
gar ojo pode ser exercido pela maneira que pro-
pe o sopplicanle, qoem nesla dala se concede a
licenra pedida, mas sem vencimenlos, cumprindo,
pois, qoe o mesmo conselho proponha um individuo
pan, depois de nomeado, servir interinamente esse
logar emquanto durar o impedimento do respectivo
proprietario.
Dito Ao Dr. Ignacio Firmo Xavier, approvan-
do as despezas, por S. me. feilas, com a quamia de
iiHOO.tiiHi rs. que receben da thesooraria de fazen-
da, devendo o saldo existente licar em seu poder,
alim de oceorrer as que se forem fazendo com o hos-
pital seu cargo.
Dilo A' cmara municipal de Olinda, inleiran-
do-a de qoe acaba de ser Iraosmiltido i assembla
legislativa provincial, para ser tomado na conside-
raco que merece, o regiment da aferirao dos pe-
sos e medidas daquelle municipio.
Portara Nomeando, de conformidade com a
propoita do commandante inlerino do primeiro ba-
talhao de arlilharia da guarda nacional do munici-
pio do Recife, para olliciaes do mesmo balalhao aos
cidadiius segoinles :
Primeira companliia.
Capitn, llemelerio Maeiel da Silva.
Terceira companhia.
Capillo, Jos Gomes Leal Jnior.
l'riineirn -lenle, Candido Alfonso Moreira.
Communicou-sc ao respectivo commandante su-
perior.
hila Consideraudo vagos os poslos de atie-
res secretario e de alferes da sexta companhia, lo-
dos do balalhao n. .'MI de infanlaria da guarda na-
cional do municipio do lluique, \islo nao terera so-
licitado patente no lempo marcado as inslrucces
de 25 de oulobro de 1850, oa cidadaos Miguel Ar-
chanjo Teixeira, llomembom de Souza Magalhaes e
Silvestre Nirat. (".impeli, que, por portara de 8
de junho de lKb.">, foram nomeados para os referidos
postos. Commonicou-se ao respectivo comman-
dante.
Hila Nomenndo, de conformidade com a pro-
posta do (eueole-cnroncl commandante do batalhao
numero 30 de infanlaria da zuarda nacional do mu-
nicipio do lluique, pira olliciaes do mesmo bata-
lhao ans cidadaos segointes:
Eslado-oiaior.
Cirurgiao-lenenle, Joso liezerra Monteiro Caval-
canli.
Alferes secretario, Jos lio/erra l.eite de Sampaio.
i.iuarla companhia.
Alferes, Anlouio Viclalino de Mello.
(Juiula companhia.
Alferes, Francisco Bento Tenorio.
Sexta companhia.
Alferes, Manoel Justiniano liezerra Cavalcauli.
Dito, Feliz liezerra l.eite de Sampaio.
Commuuicou-se ao respectivo comisan laule su-
perior.
sfaro qoe
a bumani-
soccorros
ERRATA.
No artigo ExteriorO Brasilna primeira colum-
na, linhas II, em vez de sabios thesoureirns ,
leia-sc sabios iheorcos.
Iilin. e Exm. Sr.Tendo noticia de que se esl.i
procedendo o pagamento aos facultativos que por or-
dem de V. E\c. trataram dos enfermos da epidemia
uesta cidade do lenle, parece-me ser otcasiao op-
portuna para declarar a V. Exc. que peloi pequeos
ser iros qoe preslei nos dislrictos qoe tu locaram,
nao quero paga, e me conleoto com a sal
me ficou de haver prestado ao governo e
dade alucia meo pequeo couliugente de]
em una crise lo dolorosa, como a porque acabamos
de passar.
Dos guarde a V. Exc. por muilos aun ...
Sitio da Estancia desla cidade do Recife em maio de 1856.Illm. e Exm. Sr. coDselheiro Dr.
Jos Benlo da Conha e Figueiredo, dignlssimo pre-
sidente da provincia de Pernambuco.Manuel Pe-
reira Teixeira, sirorgiao.
COMMANDO DAS ARMAS,
Quartel ceaeral do cotataando das armas de
Pernamjuco na cidade de Recite eza 10 de
maio de 1856.
ORDEM DO DA N. 256. |
O mircchal de campo commandante das armas faz
ceno, para iutclligencia da guarnirao, que o gover-
no de S. M. o Imperador houve por bem] por aviso
lo ministerio dos negocios da guerra de 2:1 de abril
prolimo lindo, declarar, qoe o Sr. capitn do nono
balalhao de infanlaria, Domingos de l.una Veiga,
n. 1 lem dircilo ao pagamento da quantia que dis-
pendeu cora aiuguel di casa em que residi duran-
te o lempo que esleve preso respondendo nm conse-
lho de goerra ncsli provincia, segundo opioou a
ronladoria eral da guerra em ,1.1a de 10 ido sobre-
dilo mez. 1
Faz igualmente cerlo, para os fins convenientes^
PKRMAMBnCQ.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Sesaa'a ordinaria de '.I de malo d 1856.
Presidencia do Sr. commendador Jos Pedro da
Sih*.
(Concluiio.)
OSr, SUva Braga: Sr. presidente, tenho
sempre feito sentir a casa, o meu grande acanlia-
mcnlo, quando tenho de emill ir o meu juizoemqual
quer discussao, por isso os nobres depulados devem
esperar, ja pelo mao resultado de minhas idas
, nao apoiados ) visto que ellas alera de serem ad-
obadas pelo lado de minbn intclligencia, ( nao apoi-
ados ) anda mais soH'rera pelo meu acaohamento
natural.
Eu, Sr. presidente, nao ped a palavra no inloito
de desenvolver melliur a queslao du que os nobres
depulados que ja fallaram em opposic,ao ao projeclo
apresenlado pelo oobre depulado o Sr. Dr. Sab no ;
apenas, parecendo-me qoe a quedan da inconslilu-
cionalidade, uo en la liquida coreo parecen ao
nuhre depulado que se oppoe) ao projeclo, alem da
rata* de sua inolilidade, tambem pela saa incons-
litocionalidade, foi por isso que pedi a palavra, foi
por me parecer que da disposirao do artigo 10 $ 2.
do actoaddicional, se deprehende fcilmente que he
da cempelencia das assembleas provinciaes legUla -
rem sobre (aculdides de medicina, sobre cursos de
direito etc. etc. ( nao apoiados ).
O Sr. Sabino Olegario :Apoiadissimo.
O Sr. S/lia llraga : Quanlo a ulilida.de do
projeclo, direi de passagem, anles de entrar na q oes-
110 de sua conslitucionalidade, que nao potso entrar
no desanvolvimenlo da materia pela falla de couhe-
cimentos espeeiaei, enlrelanlo que julgo ser um fac-
i ja reconliecido por lodos, que a homcopalhia lie
um systema de curar como he o syslema odicial.
O Sr. Itoflia Bttt$ot : Naoapoiado.
O Sr. Ssica Braga : Eu creio, que a maioria
dos raembros desla casa eslara convencida da verda-
dc que ae.ibo de enunciar.
O Sr. Florencio : Nao apoiado, eil em mi-
noria.
O Sr. Silra" Braga : Piao din ido. mis digo que
lie um faci que lem sido muito discolido, a queslao
da ulilulade e dos bous resoltados da homcupalhia,
como um syslema de salvar-nos das enfermidade
Eu poileria mesmo apresentarexemplosdos bous re-
sultados tirados pela cura bomeopalhica feila em
pessoas de minha familia e era pessoas com qoem
nutro relacOes eslreilas.
O Sr. Sri Pereira : Por ahi vai longe.
O Sr. Siltiwo : l'ai Manoel tamb em curou, e
oflicialmenle.
O Sr. Silra Braga : Parece-me que nSo lia
qoe hoje contratoo, para servir na banda de musi-
r do dcimo baUltiio .le iiifjntan.i por lempo de ; moll.or prova donue a evidepciado. faeto.
tres anno, nos termos da imperial resolurao de 2"i '
do novemlno de 1852, 11a qualidade de liuisico de
ma DAS MIDIERES.
Poi Carlos Monselet.
SEGUNDA PAUTE.
XXV.
A emboscada.
t'm janlar no Boleqoim Inglez exige urna appa-
rio em camarote de thealro, e urna volta pelo Cir-
colo. O conde de Ingrande e Filippe Beyle sabiam
moito bem o cdigo da vida mundana para sublra-
hirem-se a esses arligos principaes. Pelas onze ho-
ras entraran) no club coma intensa de distribui-
rn! somente dous ou tres apertos de mao, tirarem
as luvas, tornar a calca-las, e retirarem-se. Como se
ve, nada ira mais sahiamenle resolvido.
Ooiz o acaso qoe essa noite eotrassem em urna sa-
la em qoe havia joso. Aeiilaram-se niachinalnien-
te a orna mesa, em torno da qual hornens verdidei-
ramenle snpenores pela ntelligencia estavim con-
fundidos com algumas dessas nullidades, que nao
lem oolro mercclmento senfio o de saberem arrni-
nar-se sorrindo, anda quo no primeiro dia de po-
breza tenbam de diiparar Iranquillamenle urna pis-
I0I1 sobre a propria cabera enlre nm rharulo e urna
ultima careta.
Apenas Filippe Beyle e o conde de Ingrande ti-
nhim-se asserrtado. travou-se um dialogo enlre um
() Vida DUrio o. liU
primeira classe, o paisano Aolonio Theophilo Mar-
tius Vianua. o qual por sobre os vencimenlos, qoe
por lei Ihe compelirem, percelien o premia de 1505
rs. pago nos Icrmos do artigo 3. do decreto 11. 1 SOI
de 10 de junho de 1S51.
, Jos Joaquim foctho.
EXTERIOR.
TERRIVEI. TERREMOTO NO JAfAt).
O Bltico trouxe-nos 1 nolicia de qoe um terrivcl
terremoto destruir completamente a cidade de Jed-
do, no Ja pao.
Essa nova fon levada a S. Francisco (California;
pela escuna Page.
Eis-aqui as particularidades dessa calastUphe :
No dia 11 de novembro do auno prximo passado,
trian dez horas da noile ponco mais ola meaos,
quando cornecou o terremoto.
Cem mil casas e cincoenla e quatro igrejas foram
destruidas, e Imita mil pessoas perderami as vidas,
rompenilu ao mesmo lempo o fogo era trinta parles
dtilerenles da cidade.
A Ierra abrio-se e fechou-se sobre m Miares de
edificio- com os individuos que os occuaavam. O
choque scntio-se em Si moda.
Bem que a dislaocia de Jeildo a Simod.i seja ape-
nas de 60 milhas, pirece que nenhuma participarao
oflicial do terremoto tiuha sido recebida mista nltima
praja no lempo da sabida da escuna Pag- 10 de
lezemliro, sendo a noticia oblida por meto do inter-
prete hollandez.
Os Japonezcs pnreciam dar pouca impi-rlancia
calaslroplie. Os habitantes da porfo da cidade des-
truida foram advertidos do desasir, por isso moilos
escaparam. Os edificios de Jeddo pela mjior parle
so de um s andar e construidos com maleriaes
mui ligeiros ; todava as igrejas sao altas, e em va-
rios casos construidas com pesada maronaiia.
Jeddo, conforme s melhores autoridades be a se-
guuda capital do imperio ; est sitiada na -1-1,1 nor-
deste da ilha de Niphon, e coulm urna iiopulucao
de 1,500,000 almas.
Assevera-se que be cercada de urna trirjeheira,
corlada por numerosos canaes e bracos de um rio
navegavel para navios de moderado peso ; 1 lem um
pilicio fortificado com mui extensos terreno, va-
rias residencias nobres profusamente adornadas de
esculpluras e piolaras, diversas igrejas grandes e
outros edificios pblicos.
La acha-se tambem a livraria imperial composta
de 150,000 voluntes.
As casas san senilmente de um s andar, mas sen-
do constroidas de madeira, r-lao sojeitas a ser fre-
quentemc-nle destruidas pelo foso. I le cerlo que dos
100,0110 edificios demolidos pela recente cqnvulsao,
urna grande parle cabio presa das chaihm.isj
Os terremotos nao sao raros no Japao. Nao he ne-
cessario que recordemos o que teve lugar na bahia
de Simoda ha pouco mais de um anno, dnranle o
qual naufragoo a fragata russa Diana.
Em 1596 muitas cidides japonezas foram destrui-
das, e muilos militares de pessoas perdern as vi-
das. Nao ha duvida de que he aquella parte do glo-
bo que nos lem dado os mais extraordinario- ejem-
plos desse phenomeno.
Em 1G(i2 um terremoto malou em Pekin a 200
mil pessoas, e 70 annos depois 100 mil pessoas foram
anda enjillidas na mesma cidade.
( furopean Times. )
unes.
lioiuem de cabellos loaros almelados e oulro de bar-
bas olympicas :
Nunca sers rauta exacto, Bechetix 1 disse o
homem das barbas olmpicas.
Nao me opprimas com reprehenses. Colombi-
no ; rerunliprn minha falla, respondeu o de cabel-
los louros annellados.
Devias vir buscar-me em casa de Torloni das
cinco as seis horas.
lie venlade.
E sao mais de onze horas.
De cerlo.
Mas isso nao he igradavel... disse Colombino
admirado.
He mesmo excessivamente desagradavil; mas
ha circumslancias atenuantes, e peco para plei-
tea-las.
E tu pleiteas, Bceheux? perguntou um joga-
dor sem vollar-se.
Eu poderia pleilcar, respondeu Becheux per-
lurbado por essa mlerpellacau, estou inscripto oa
lisia dos advogados.
ilecheiix, advogado! murmuraran! algumas
pessoas erguendo a cabera.
Sim, senhores, disse elle imperligaudor-se e fol-
iando com a lmela.
Bello!
Inaudito -------
Adroiravel!! ^S^
E urna gargalhada geral c6?so essas eiclamacSes
irnicas". "s,
Becheux ficou vennelho ; lentou "sorrir, mas nao
Cnseguin.
Ei-a, lornoii Colombino compadecido se del-
ira ; vejamos quaes sao essas m, um-latinas !eau-J
antes. ^^-
Aceitas o caso de forra maior disse Beclied.
Que he isso ?
Por exemplo, a encarceraeo .'
O Sr. F\orenc\o ; Que peni que nao eslej
c-palhada por todo o mundo a horneo patina
O Sr. Silra Braga :Isso he um laclo resultante
da rmidico humana ; nao ba idea por mellan que
seja, que se adoplc umversalmente.
OSr. Florencio : Mas, os paizes mais adin ta-
llos em civisaro nao lem recebido a homeopalhia.
O Sr. Saoino Olegario : Isso he que eu quero
que o nobre depulado me pro ve, porque isso he um
absurdo.
O Sr. Silfo Braga : Eu me hei fundado, Sr.
presidente, nicamente nos factos, e delles he que
hei lirado provas em favor da homeopalhia, por islo
qoe nao tenho conhecimentos especiaes para defen-
der esse s> sicin.i pelo seu lado mais profuudo co-
mo sciencia
Quanlo a inconslitucionalidade, Sr. presidenle,
eu julgo que a'vista do 2. do arl. 10 do acto addi-
cional, he inconlesiavel, que a assembla provincial
pode legislar sobre a malcra do projeclo, por que
diz esse i. podera legislar sobro m-trueco publi
ca, e estabelecimenlos proprios a promove-la, nao
comprehendendnas l'aculdades de.Medicina.os cursos
jurdicos, academias actualmente existentes, e ootros
quaesquer estabelecimenlos de iuslrucr-o que para
o futuro forem creados por lei geral.
Ora, parece-me, Sr. presidente, que isso he mais
positivo e o mais terminante que se pode encontrar
em legislarao ; enlcndo mesmo, qoe nos nao temos
necessidade de recorrer a essas ideas geraes, ou antes
aessas principios geraes de direito,e sleis de intei-
prelarao ele, quando so trata deenten der urna lei,
cuja letra Un chira, lao expressa como o do 2 do
artigo 10 .lo acto addicioaal.Eu repito, diz o S 2. (le .
I.ogo he claro, he terminante, he concludente dessa
disposirao do acto adritcional, que nao podem as as-
sembleas provinciaes legislar sobre as academias
eniau creadas e aquellas que por ventura forem
creadas por leis geraes...
tVmSr. Depulado Sobre a medicina.
OSr. Florencio A homeopalhia cura "f
O Sr. Sabino 01'gario : Cun.
O Sr. Florencio : Logo, esl.i compreendida na
exceprao feila pelo aclo addicional.
O Sr. Siiea Braga : Elle trata das faculdades
de direito e escolas de medeciua existentes, e das
que (orem creadas por leis geraes.
( Cruzam-se muilos apartes. )
Donde eu conclunVpie s assembleas provinciaes
podem legislar sobre cursos de direilo, escolas do
medicina.
( Crozam-so repelidos apartes )
Oacto addicional tratadas academias exilenles, e
das que forem creadas por lei geral ; quanlo a res-
peito dessas, nao podem as assembleas provinciaes
deliberaren! cousa alguma, mas digo qoe esla as-
sembla pode crear faculdades de Direilo, de Medi-
cina, se por ventura recoohecer que sao ellas con-
Qoe I encarceraram-lo, Becheux ?
Deixai-me expor o caso.
Aiicnr.io o doutor Becheux vai pleitear! ex-
rlaiiiiin o mesmo jogador.
Eu Milla va do bosque de Bolonha as tres ho-
ras ; bem vedes que tinba o lempo de chegar B casa
de Torloni M cinco horas. O lempo era magni-
fico.....
O ar puro.
Os passariohos formavam deliciosos eoucertos.
Oh! senhores 1 exclaraou Becheox ; nao me
inlerroropam assim T
Conlinuai, disse Colombino.
Eu i.i montando em Crippe-Stleil; coDheceis
Crippe-Soleil'!
Nao, mas isso he indifferenlc.
Eu tinlia-o poslo no trote, passo em que elle
be excellenle, tornou Becheux. Era no limite de
Aulcuil c de lloulainvilliers. Desde algotis instantes
eu s pensava na eutrcvisia que havia de ler com
Colombino. Dizia comigo: Colombino me espera,
nao deixemos Colombino esperar. Nao faltemos a
hora marcada. Os reis nao lem oulra polidez seno
a exaclidao.
Apro I que bello monologo 1
Consullava de cinco em cinco mm 11 lo- o reh)-
gio... que be mui bello... j vistea o meu relogio?
Silencio unnime.
De repente...
Ah I o inleresse comer emlim 'murmarou
um dos ouvioles.
Avisto a quinta que construir para si o pobre
l'orqucval, meu amigo iutimo ; o barao de Porque-
val. que ha pouco morreu, ronhecesles l'orqunval '.'
Oue mais'.' ilise Colombino.
Todas as anellas estavam fechadas, so a porla
de entrada achava-se enlre-aberla. Imagino que a
quinta est para vender-e. Enlao ipein-iue logo, e
enlrego ai redea*. Toby ; saben t
venienles a provincia, ma a asieaiblea provincial
sendo composta de meninas Mostrados, e reconbe-
cendo que leria em pura parda a creacao de um cur
so de medicina ou de directo, por ja exislirem fa-.
colJades de direilo e medidoa creadas por leis gerae
e ollereceodo oulras garantas aos qoe obliverem
carias por laes taculdadas, garantas que u.lo pode-
rlo jamis dar e litlo conferido em virtude de lei
provincial, he evidente qtMTanlagem nenhoma ha
em se crearem por leis pruvrociae,. faculdades de di-
reilo e de medicina, porquMingaera asfrequenlaria:
essa.seria 11 consequencii; mas nao a que se quer
tirar da disposirao di lei comtitacionil, que nao po-
derosas assembleas provineani legislar sobre facol-
dades de direilo e medicina. Homeopalhia, he nm
fado e nao ba argumentos que possam ir contra a
forra dos fados.
O Sr. Lacerda : aRes non verba.
O Sr. Silca Brasa : i oa liemos que a ho-
meopalhia lem.....limeros proslitos, he inteiramen-
(e acreditada.
OSr. Florencio : Nao por mira.
O Sr. Silfo Braga : So no pelo nobre depula-
do, he por que est 110 caso de todas as* cousas hu-
manas, nao ha, como ha pouco disse, idea, que se-
ja umversalmente abracada, (apoiados ). Portnlo
digo, a assembla provincial qaereodo, pode crear
no (iMiinasin Pernambucann, um curso completo
de medicina bomeopalhica, porque esla' em seo di-
reito, mas nao be isto que pede o projeclo, elle pe-
de muito menos, e sendo de conveniencia pub tica
que > crie essa cadeira, para que se habiliten
nao s os que actualra ente curam sem nenhum
lilulo, como mesmo outros muito. que sem duvida
concorreriam ao esludo mais acurado da ama me-
dicina em a qual lauto acreditara, e que tem
era sen apoio innmeros fados, he consequen-
ciaque nao seria infructfera ou improductiva a
creacao dessa cadeira,porque seria sem duvida mui-
to frequenlada por aquellas qoe acreditando nessa
medicioa e teudo nella loda a f.
O Sr. Florencio :Alt he objecto de fe !
O Sr. Sabino Olegario :Enlao nao he objecto
de fe a medicina '.'
O Sr. Abilio:Nem deve ser.
O Sr. Silfo Braga :Se o nobre depulado que
vem interpretar a palavra de que usei como f re-
ligiosaeulao me explicarci por outra forma.
Ainda ontra razo ha em favor do projeclo, Sr.
preiidenle, e be, so nos vemos que at tem sido to-
lerada pelo governo geral e provincial, pela poli-
ca, por todos emlim que por soa posirao oflicial
Ihe podia embargar os pasMS, nao consenlindo que
esse syslema fosse poslo em pralica, este syslema,
que alguns dos nobres depulados julgam 1.10 perni-
cioso So nos vemos, digo, que homeopalhia
lem sido tolerada em lodo o imperio, uao sei porque'
razao havetuos nos de condemnar o syslema liomeo-
palluro I
OSr. Ahilio :Creando rharLjMies.
O Sr. Saiiio Olegario :Elv nio alo, porque
jl b3o de saber alguojaa cousa.
O Sr. SlM Braga :rarecc-me, Sr. presidenle,
ler provado, que a medicina bomeopalhica he un
ficto ; parece-inc que tambem be um fado que en-
tre mis lem sido lolerado, e oxistem milhares de
charlaiaes, e que lodos applicam dosos homcopa-
Ihcas, o que seria moito mellior que fizessen de-
pois de passarem por um corto grao de estados ne-
cessaros para urna applicarao mais segura e con-
veniente.
O Sr. Florencio da um aparte.
O Sr. Silio 7ra7a :Emlim, Sr. presidente, eu
resumo as minhas rases as seguiutes palavras :
he da lelra do aclo addicioual 2 do arl. III que as
assembleas provincias podem legislar sobre corsos
de medicina, de direilo, etc. assim as assembleas pro-
vinciaes jalgassem conveniente crea-Ios; assim como,
digo, qoe o syslema homeopalhico he um facloreco-
nhecido por innmeras pessoas, nao s da provincia
de Pernamboco, mas de todo o imperio, que lem
sido lolerado por todos e em toda a parle do Brasii.
O Sr. Pereira de rifo -.Exercido por qoem '.'
O Sr. Saoino Olegario :Agradero-lhe, lem sido
exercido por mim.
O Sr. Silfino :Peco a palavra.
O Sr, Peroro de Brifo :Pejo a palavra.
O Sr. Florencio :Peco a palavra.
O Sr. Silft'io :Sr. presidente, ao depois de al-
earen a voz nesle recinto Lio denodados lidado-
res, eu bem poda esquivar-me de fallar, porque cs-
lou cerlo que seria prevenido ero qualquer conside.
racao que por ventara livesse de azer casa. Mas,
Sr. presidente, perlencendo ea, anda qae indigna-
mente vuau apoiado?) a urna das commissoes que li-
veram de emillir o seo parecer sobre o projeclo que
se discute, live de em parte apartar-me do parecer
apresenlado sobre o mesmo projeclo e como quer
qoe o Ilustre relator do parecer tenha feito algumas
referencias, as consideracties que emittio aquelles
dos seus collegas, incluido eu mesmo, que deram o
parecer com rcslricris, corre-me a obrigacao rigo-
rosa de dar os motivos em que me fuodei para fazer
eslas restriegues : permitta-me todava a casa que
eu diga algumi cousa sobre 1 queslao principal, so-
bre a constituciomlidade ou Inconslilocionalidade
do projeclo : nesse ponto, Sr. presidente, eu acom-
panhei aos meas nobres collegas das commissoes
reunidas de inslruccao publica, saude publica e
constituidlo e poderes, porque enlcndo, qoe o pro-
jeclo do nobre depulado (ere urna das altribuicoes
do uosso acto addicional. Para prova desla asse-
veracao seguirei a ordem que cm direito se costu-
mi seguir quando se trata de conhecer urna dispo-
sicao sobre a qual se faz queslao ; assim irei pro-
curar aquellas intcrpretar,es que podem ser ap.
pilcadas ao caso.
Compulsando loda a no-a legislarao na parte que
diz respeilo a instracro publica nola-se Sr. presi-
dente, c he um fado bem saliente, qoe existe ama
Depois 1
Entro na habacjlo dizendo comigo : oh esla
propriedade nao he feia ; porque niio hei de compra-
la ? Compremo-la Ilei de vir aqui com o meu ami-
go Colombino, com o meu charo Colombino.
Ohrigado.
Oh oh! Becheux comprou a quinta de l'or-
qucval disse um raembro do club.
Nao! replicou Becheux, e he nesse lugar que
solicito toda a vossa allcnco.
Senhores, he realmente um advogedo ; reco-
nheroo por essa formula.
Becheux, nossa atliorao le he concedida.
Como comprador cicrupuloso rodeio a casa,
visilo o jardim, nao encontr a ninguem. I- muido s
adega debaixo do poial, quero explora-la, e entro.
Ilavia dous minutos que eu observava oa toneis,
quando ouco a porla fecbar-sc. Eslava prisioueiio.
Prisiunciro!
Irra! isso loma o geilu dos conlos de Anna
KadclilTe.
Dispiinha-me a grilar, quando, rhegando a
pprlo, vi pelas leudas dos arabescos de ferro... ade-
moh ii o que'.'
Senhores, Becheux nao lie smenle advogado,
be tambem romancista ; vede que habilidade as
suspensoes de sua narradlo !
J* que elle assim o quer demos-lhe occasiao
de replicar, disse um jogador. Ei-a, Becheux, que
viste !
Um phantasma
I'mc-ivallo coberlo de capacete de pennacho
veiniellio eviseira pula.'
I'm unicornio vomitando rliainmas"'
Nao, senhores, vi urna mulher, una mulher
mui bella, a qual reconheci logo.
Eis-ahi Becheux com novoi amores!
Filuo!
Todos vos Mohecis aquella que eu vi.
classificaro na inslrucrao publica ; em inslruccao
primaria, secundaria c superior : essa classilicac^o
he nao s geral no imperio, como em todas as na-
ees ; ora, daqui ja se v que eu vou fazer referen-
cia a inlcrprclarao lgica. Diz o art. 10 ; 2 do aclo
addicional lie;. He facto que se deprehende mesmo
da nossa legislaco que a n-lruccao publica snpe-
rior pertence exclusivamente aos poderes superio-
res ,1 p'O.I ln- .
O Sr. A. Cavalcanli:Muito bem.
O .S'r. .Sabino Olegario :O acto addicioual nao
falla em m-irucran superior.
(' Sr. Silvino ::Eu procurarei agora usar da m-
terpreticao grammatical a que se soccorreu o nobre
depulado e mesmo com essa interpretara 1 gramma-
tical irei ferir de morle o seu projeclo.
O Sr. Sabino Olegario :Ja espero isso.
0 Sr. SUtino:Compele as assembleas provin-
ciaes legislar ( 2 do art. 10 do acto addicional) so-
bre iustrucc,ao publica e estabelecimenlos proprios
a promove-la, nao eomprehendendo as Facilidades
de Medicina, os cursos jurdicos etc. Oque quer
dizer em ordem grammilicalas assembleas provin.
ciaes, nao podem legislar sobre as Faculdades de
Medicina, cursos jurdicos etc.
Ora, pergunto eu, a homeopalhia ser urna me-
dicina '.'
O.Sr. .s'uoiiio Olegario :Falla em concreto.
O Sr. SUtino :Ser a homeopalhia urna medi-
cina ? Kesponda-me o nobre deputado.
O Sr. Sabino Olegario :Se ella cura.
O Sr. Silrfno :Bem, he orna medicina, e se
nao compete (esta he a ligacao do art. 10 nao com-
pete digo as assembleas provinciaes legislar sobre
materias medicas, sobre as -ciencia- jurdicas, e so-
ciaes ele.
O Sr. Satino Olegario:Nao, o legislador falla
cm concreto.
O Sr. Siliino Esla he a interpretaran gramma-
tical. Ainda quero tirar urna outra illac.10 da in-
terpretarlo lgica, e assim dar garrote ao projeclo
do nobre deputado.
Sr. presidente, a medicina homeopathica ou he
urna medicina semelhanle ou he urna medicina
opposla a medicina allopalhica e se he opposla a
medicina allopalhica vai-se oppor justamenie I urna
medicina creada por lei geral e assembla provin-
cial nao pode crear estahelecimentos de inslrucrao
que vilo justamente minificar eslabelecimtnlos de
inslruccao creados por lei geral. (Muitus apoiados. )
O Sr. Satino Olegario :Nao apoiado.
O Sr. Si/fino :Ou he urna medicina semelhan-
le c eulo est compreheudida na interprelarao que
eu apresentei, ou he urna medicina difirante e en-
lao be urna opposir-ao acinlosa feila pela assembla
provincial as leis geraes e consequintemenle nao
pude ser adoptado pela assembla provincial o pre-
sente projeclo.
Crnzam-sse varios apartes.)
Muito failou o muilo !>em disse o meo nobre col-.
dos, porque all reina a anarchia na iii-lrucc.'m e
as lilierdades publicas. (Apoiados.)
O .Sr. Sabino Olegario d um aparte.
O Sr. bilio :Nao he paizlmpdelo.
O Sr. l.uiz Filippe :Ha om piiz modelo a mai-
los respeilos.
O Sr. SUtino :Sr. presidenle, esle segando ar-
gumento que acabo de presentar he o reverso do
que tanto agradou ao nobre deputado autor do
projeclo.
O argumento apresenlado pelo nobre depulado
do pro-eh tismo na provincia, ao meu ver nao lera
valor em rclar-10 a queslao vdente : o prosch tilmo
neste caso quer dizer tuncamente, senhores, que en-
lre duas bypotheses o povo, o pobre povo escolhe
sempre a que Ihe parece menos ma. (Apoiados.)
O Sr. Florencio :Muito bem, he por isso qoe
eu disse o povo, o povo, o|povo.
O Sr. Siliino :Isso quer dizer nicamente que
os nossos homens do cenlro, nao leudo conhecimen-
tos especiaes da medicina, recorren aquellas que Ihe
parecen mais iotelligenles, aquelles que suppoero,
qae cunhecem as enfermidades do corpo humano e
os meios de cura-las.
O Sr. Abilio :E a ignorancia he sempre propen-
sa para o maravilhoso.
(Crozam-se muilos apartes.) ,
O Sr. SUtino :Eu pero ao nobres depulados
que prestem allencao ao orador, que he muilo fraco,
que o nao inlerrompam com apartes, que o desviara
inteiramente do fio ja tan quebrado de suas idas.
(Cruzam-se muilos apartes.)
He preciso, meas senhores, qae discutamos esla
importante questae cora a calma precisa, que nos
compenetremos da nossa raissao e que mostremos
aos nossos commiltentes que somos homens de razao,
de raciocinio calmo e desapaixonado.
O Sr. Florencio :l'riineiramente isio lie feito
por Deoi.
O Sr. SUtino :Mas devemos nos usar do riso
de escarneo, ou do riso zomb'eteiro na occasiao em
que se discute urna queslao grave, de inleresse pro-
vincial Ai materias serias, meus senhores, querem
um semblante sisado, as materias risonhas e burles-
cas querem enlao o riso sardnico e briocalhao.
O nobre depulado qae ha pouco failou e se as-
senta minha esquerda disse, que o projeclo era in-
constitucional, porque admitlindo meimo que a me-
dicina lOmeopatliicaeslabelecidanoGymnisioProvin-
cial nao livesse.urna effectvidade pralica na socieda-
de, seria enlao urna creacao motil. A proposito
desse argumento avancado pelo nobre deputado, eu
disse, que era preciso fazer di-iincran entre mili la-
de mediata c immediaia, e, senhores, acbo que essa
di-iinecm lem otdo cabimento, e lembro-me que ella
ja foi trazida a discussao quando se Iratou uesta casa
da desapropriacao de terreuos da povoacao de Saolo
Amaro de JaboalSo.
Pergunto eo, ser de ulilidade immediaia o esta-
belecimentn de tbeatros, os espectculos pblicos
projoclo ; apenas acrescenlci algumas pro
favor dessa idea que esl provada de modo a poder
a a-semble.1 volar comconscieocia calma a respeilo
do projeclo.
Agora vollar-mc-hei para o nobre deputado ( vol-
ta-se o orador para o Sr. A. Cavalcanli ) c dir-lhe-
heio nobre depulado foi interprete dos minhas in-
lences, o nobre deputado nao cunheccu qual u
pensutnento que rae domiuou quando assignei o pa-
recer com rcsliicre--.
O Sr. A. Caclcanti:Eu nao me refer somente
ao nobre depulado.
OSr.S'frina:Masrefirio-selambena mim een
enhoa obrigajao de fazer a minha dofeza naquillo
em que o nobre depulado se referi a mim. Sr. presi-
denle, a queslao de saber-se se a medicina bomeo-
palhica he, ou nao he til, scientificamenle fallando
he urna queslao sobre a qual nos nada podemos dizer
O que he que mis piulemos dizer sobre nma sciencia
que nao esludamos '! nada : Conseguidamente ja se
v, que eo nao podia asseverar como se fez no pare-
cer da commisso, que a homeopalhia era intil,
porque se a nao couhero. nao posso saber se ella
lem ulilidade ou nao : essa foi a minha restriccao .
Mas ainda aeompanho a o nobre depulado as
coosideraces que fez sobre a quesUio de utilidade
do projeclo; e para isso confiderarei a queslao hypo
theticamente visto que com conhecimentos especiaes
o nao posso fazer. ,
Parece que se deve crer qae a homeopalhia seja
urna medicina, porque muitas caberas intelligenles.
homens de grande mrito literario e mesmo mdicos
allopatas Ultalre aluacaram aquella descoberla de
Haunlieraann.
O ir. Sabino Olegario .-Enlao raconhece a
ulilidade. '!
O Sr. Siliino :Posso reconhecer, mas nao po-
derei reconhecer a conslllucionalidade, a admissihi
lidade della por parle da assembla provincial.
Eu disse, que fallava bypothelicamente, de maneira
que nesse campo eo liro pelos dous lados e deixo aos
nobres depulados resolver a que-lao. Muilo bem.)
Sr. presidente, parece qoe esse argumento que
apresentei, e que lende a provar qoe a homeopalhia
he scientificamenle fallando alguma cousa, tem al-
gn peso, mas tambem a nao admissao oflicial da
homeopalhia em nenhuma naco Jo mundo civi-
lisado...
O Sr. 6'atino Olsgario:Nao seohor, nao a-
poiado.
O Si*. Siffino : oflicialmenle a homeopalhia '.'
O Sr. Sabino Olegario :Nos Estados-Unidos ba
ama Academia creada por lei, aonde se do t-
tulos.
O Sr. Siliino :Eu quero conceder isso, mas o
nobre deputado sabe perfeitamente que os Estados-
Unidos em materia de inslruccao, c deliberdades nao
podem ser Irazidos para exemplo dos outros Esla-
lega da eominisiao lobre a iaconslilutionalidade do' dados uos tbeatros c praras publicas 1 Sera de utili-
Hoveras"! disse com vozdislrahida Filippe Bey-
le. o qual nao cessava de jogar com felicidade extra-
ordinaria.
E vossa senhori 1 mais do que ninguem, Mr.
Beyle.
Ah exclamaran! lodos.
Charo liecbeux, disse Colombino, se queres ser
indiscreto nao aggraves toa falta refleclindo moito.
Becheox estimulado por essa observacJo con-
tiiniiui :
Iberiamente, o acaso tera grande parte na mi-
nha descoberla, todava ella nao deixa de ter algura
valor. Desde cerlo lempo nao ha nenhum de vs
que nao tenha pergunlado, que nao pergunte anda
a si mesmo : Onde se occulla a Marianna '.' que he
feilo da Marianna :'
Filippe Be>le fez um moviraenlo ; mas, tranquil-
lo na appareucia, couliuuou a jogar, islo he, a
ganhar.
l'ols bem, senhores, a Marianna mora em llou-
lainvilliers, onde refugioii-so mystcrosamenlc na
quinta do meu pobre amiuo Porqueval. Apenas re-
conheci-a dei-lhe boa larde alravcz da porla ; ella
velo livrar-me recnmmcndando-me o maior segre-
do... Eis-ahi porque nao pude chegar hora mar-
cada casa de Torloni.
Tendo terminado, lie.heiix enxugou a fronte, e
rerebeu com modestia as felicitarnos de seus ou-
viutes.
A atientan inquieta que Filippe Beyle den a essa
narradlo nao o impedir de realisar ganhos consi-
deraveis, tao consideraveis, que loi-lbc impossivel
leixar decentemente a mesa.
Por ronseguinte escreveu um bilhete a Amelia,
para avia-l.i de que un lr.ib.illio imporlanlc o re-
linda 110 mnislerio, e o futrara proravelmente a
passar ah a noile.
Hepos roiiiinuuu a jogar.
A lurlfua \oliou-se logo para oulro amante com
>rlfu
ad publica immediaia a.lilteralura, e a poesa ? as
nossas leis provinciaes teem garantido a existencia
dos espectculos pblicos, do ensino da liltcralura,
da poesa, do desenlio, da msica ele, eno cnlanto,
nao resta duvida, meus senhores, que a ulilidade
que resulla da msica, do desenlio, dos espectculos
pblicos, emlim 11,10 pode ser sjnao mediata, porque
qual he o resultado immediaio que dahi se lira? i
ha a ulilidade medala que pode no futuro resultar
dessas insliluires olhedat pelo lado moral. Daqui
concilio que a homeopalhia debaixo do poni de vis-
ta Iliterario, bem podia aproveitar i inslrucrao pu-
blica.
Sr. presidente, nao sei mesmo le alguma cousa
mais devera dizer a respeilo de alguma outra pro-
posirao avanzada pelo nebro depulado, a quem ago-
ra me dirijo ; mas se assim for no correr da discos-
sao p<:direi niamente a palavra e larei as conside-
ros, qae temieren! a justificar o meu voto.
Alguns Senhores :Muito bem.
O Sr. Pereira de Brilo:Sr. presidente, como
raembro da commisso de siude, tendo de dar o meu
parecer sobro o projeclo do meu nobre amigo e col-
lega o Sr. Dr. Sabino, e leudo votado contra esse
projeclo, de alguma lorie me he necessario dar as
razes em que me baseci para isto fazer.
Hoje live a honra de ouvir o nobre autor do pro-
jeclo, e direi que tratara em primeiro lugar sobre a
conveniencia ou ulilidade do seu projeclo, e em se-
gundo lugar sobro a conslitucionalidade do mesmo.
Sobre a sua conslituciouilidade julgo desnecessario
tratar, porque vejo, que esla assembla esl inteira-
mente conveucida da sua inconslitucionalidade:
mesmo porque diilinclos oradores 1 demonstraran!,
e o fizeram eflicazmentc. Disse o nobre depulado
autor do projeclo, qoe ai razfles que linha a dar so-
bre a conveniencia do seu syslema...
O Sr. Sabino Olegario :Nao fillei em eviterna,
fallei cm crcarao de cadeira.
OSr. Pereirade Brilo:------era o proselylismo qoe
exislia, ou que se dava hoje por esse syslema em
nossa provincia. Eu nao posso concordar com o no-
bre collega, autor do projeclo, porque nio tenho co-
mo prova da ulilidade de um syslema, o dizer que
existe grande proselylismo ; era preciso que o nobre
deputado tntrasse na apreciado desse systema.
O Sr. Satino Olegario:Isso era tornar esla casa
urna academia de medicina.
OSr. Pereira de Brilo:O nobre depulado apr-
senla nm syslema, c para provar a sua ulilidade lie
preciso que enlre na discussao desse syslema, nao
pode dizer s que existen proselytos, nao pode mos-
trar a benevolencia os bous resultados do seu projeclo
para dahi lirar como consequencia, que ha ulilidade
na cre&ro dessa cadeira ; sem o qae nao podemos
sobrecarregar os cofres pblicos.
O Sr. Sabino Olegario:Se he por isso, proponho
a rreaca-j gratuita.
O Sr. Pereira de Brilo:A. queslao he demonstrar
a vanlagem do sen syslema ; mas o nobre depulado
nao o fez nem provoo ulilidade em cousa alguma,
nem o poderia fazer, porque me parece qoe mesmo
esle lugar nao he dos mais competentes para nf dis-
cutirmos o systema homeopalhico.
Sr. presidente, na assembla geral j honva um
nobre de pillado,o Dr. Mones Sarmenlo.qai apresen-
tou na tribnna geral um projeclo tendele a crearlo
de um curso homeopalhico.
O Sr. Sabino Olegario:Esl engaado.
O Sr. Pereira de Brilo:Nao estou, o oobre de-
putado nao pode dizer qoe eu estou engaado, eu
estou muilo 1 par dessa qaeslSo.alt o i II usfre depula-
do o Sr. Dr. Paula Candido tomou graade parte nel-
la, demonstrando cabalmente a sai inconveniencia ;
e uo passou coosa alguma ainda a este respeilo.
O Sr. Sabino Olegario :Nao propoz a creacao
de urna escola, propoz que se ereasse nm hospital
oode deviam ser caradas as pracas da armada.
O Sr. Pereira de Brilo :A assembla decidi qoe
era urna medicina incgnita, que nao estavam pro-
vados os seus hons resoltados, e por isso nao poda
ser aceito o lystema homeopalhico.
Eu si pretenda tratar desse projeclo sobre a sua
incon-titueionalidade, mas vi qae o nobre deputa-
do deixando esla queslao, ipresenloua de convenien-
cia, e enlao furcoso me foi entrar nesli discaiao.
mas vejo, que o nobre deputado nao disse cousa al-
guma qoe demooslrasse essa conveniencia.
O Sr. Satino Olegario'.Se as minhas lazas sao
tao fracas.
OSr. Pereira de Brilo:Nao sao lio fracas co-
mo o nobre depulado diz, ea fac.o-lhe jastica. Ad-
mira-me, senbor presidente, o nobre depulado ser
medico e querer baratear tanto esses diplomas, esses
litlos qoe s podem conceder as academias; o no-
bre deputado ser om medico e querer baratear esses
diplomas, dar mesmo ttulos para que algoem
se julgue habilitado a exercer arle de curar,
diodo assim logar a qoe se procure desabonar 09
mdicos, dando logar a que esses homens jornalisla
miseraveis, que nao lm o animo preciso para assig-
nar o seu nome,se animen debaixo do incognilo in-
sultar a urna corporacio respeitavel; porque do con-
trario leriam urna resposta cabal.
O Sr. Satino Olegario :Nao me serve a carapo-
ri, porque sempre escrevo com o meu notae.
O Sr. Pereira de Brilo:Ea refiro-mea estes
miseraveis ganhadores.
f/m tratar depulado :Isso nao he parlamenlir.
O Sr. Pereira de Brilo:He, 8m,senhor ; nao
me dirijo a ninguem pessoalmenle, as minhis pala-
vras se referen a estes a que se animim insul-
tar urna classe respeitavel por meio do auonymo,
e nao tem a coragem necessaria, nem para assignar
0 seu nome.
OSr. Florencio:Chama-se a rasponsabilMade,
apreseota-sc Jos da Vesta, (risada)
O Sr. Pereira de Brilo :Admira, Sr. presiden"
te. que o nobre depulado qoizesse arvorir em oca-
demias para conferir diplomas para exarca* a me>-
tlicioa!
O .Sr. Sabino Olegario:Eilon habilitado para
isso pela escola homeopathica do Rio de Janeiro.
O Sr. Pereira de Brilo:Nos sabemos, senhor
presidente, que pelas nossas leis geraes s as pessoas
competentemente habilitadas podem exercer a me-
dicina e vc-se que se exige mesmo que aquellas pes-
soas formadas em paizes eslrangeiros, em universi-
dades muilo acreditadas como as de Pars, Londres,
ele, etc,,nao obstante o nosso governo prohibe qoe'
esses mdicos exercara a medicina sem que paisa por
un exame do hahiliacao as nossas academias.
O governo geral entendeodo desla maneira por
cerlo nao quiz baratear diplomas mdicos, por
isso que anda mesmo aquelles individuos, qu li-
nli.im diplomas concedidos por semelhantes facilida-
des medicas, nao sao aceilosiem que o individuo
passe por exame de aplido. Como pois, Sr. presi-
dente, nos havemos de encarregar ao director
do gymoasio, homem estranho as maleriaslmodicas,
dar om diploma como quer o oobre autor do pro-
jeclo "!
O Sr. Sabino Olegario : Nao Ihe disse qoe ha-
via de ser eu.
OSr. Pereira de Brilo :O nobre depulado quer
permisso para poderem exercar a medicinronlo eu
eo nobre depulado a exercemos, individuos que des-
conhecem os primeiro- rudimentos da sciencia nu-
il ira.
(Cruzam-se apartes. )
Admiro, que o nobro autor do projeclo nodo
medico, entenda, que sao necessaros os eitudos ae-
cessorios. Sr. presidente, nos sabemos, qoe para
curar os desarranjos do organismo ou torna-lo ao ira
estado normal he prci'so conheeer-se;o ptprio or-
ganismo, os seos principaes orgaos, 01 mm legn-
menlos, he preciso conhecer como fiinccilaam esses
orgaos, he necessario um curso analomiot, cenheci-
mentos phisiologicos, etc. e como he que o uibra de-
pulado quer ensinar a Iherepeulica sem entinar a a-
naloraia,phisiologia e oulras materias qae sao necei-
eariai, para chegar ao esludo da therapentiea T Sr.
presidenle, 'essas ideas nao deviam ser apresaalidii
pelo nobre collega, qoe lanto respeilo me ioanade
pelo seu tlenlo medico ; inisja fomos eomlempera-
neos e admiro que o nobre depulado pertaoceodo a
urna classe que deve sempre ler em vista mantera dig-
nidade e a lei, seja o nobre depolada primeira a
concorrer para a sua nao execocao e dMaboao.
Sr. presidenle, vol contra o projeclo. Tinba
muilos apontamentos sobre os qoaes pretenda fallar,
mas visto qoe o nobre depulado nada diese sobra
1 ulilidade do projeclo, ea deixo tambem di fallar
sobre os me-mos ; vol porem contra o prnjacto,
porque vejo qae elle vai promover a mal vadee, vai
mesmo dar lugar c muilos crimes.
O Sr. Sabino Olegario : Os curiosos nao cu-
ram agora, sem terem conhecimentoi alguns ?
O Sr. Pereira de Brilo : Isso he aboso, nao
a promptid.io e a insolencia das prostitutas. De Fi-
lippe passou para Becheux. Esle herdoo inteiramen-
te de Filippe, o qual tendo-se obstinado ainda al-
gan lempo, achoa-se cora perda da mil luizes.
Fnl.'in pode levantar-se.
Erara quasi cinco horas da madrugada.
Filippe Beyle entregou a Mr. Becheux om bilhe-
te de visita, em cujas cosas escrevra com dapis :
Vale mil luizes, qoe pagarei hoje ao meio-dia.
Mas, meu charo, disse Becheux ancioso por
mostrar sua urbanidade, basta-rae sua palavra. Tor-
ne a tomar seu bilhete.
Posso morrer daqui a poucashoras.
Mea pezar seria asss vivo para fazer-me es-
quecer dessa divida,
O senhor he homem polido, replicn Filippe ;
mas permilla-me que obre nesla occasiao segundo
meus hbitos.
Quando Filippe e o conde acharam-se sos no pas-
seio, Filippe disse :
Faltam-me quasi quatroceutos luizes para sa-
tisfazer a Mr. Becheux.
Ha.-ilrlla respondeu o conde de lograude.
Espcre-me cm sua casa, meu charo.
Separaram-se.
O conde dirigio-se para u bairro Monlmarlrc em-
quanlu Filippe Beyle dcsgosloso da noile e de si
mesmo 'vollou para o seu palacio.
Sua admiraran fui grande quando, atravesando
urna antecmara, vio seu servo Joao profundamen-
te adormecido cm urna pnllrona.
Junto delle urna vela lanrava urna claridade, que
nao podia mais lular rom a aurora.
Esse pobre rapaz sem duvida esperou-me, di*
se elle romiigo.
E camin :
Jo3o1
Seohor disse elle acordando sobreallado.
Nao Ueilou-se"!
Perdoe-me, senhor, responden o servo esfre-
gando os olhos; neste momento nao sei bem ainda
onde estou.
Est na aute-camara, e sao seis hora* da ma-
nhaa, disse Filippe sorrindo.
Basta que o senhor o diga para qoe eu o crea.
Beuna sua- idas, Joao.
Ei-las, senhor, ci-ls todas.
Eo enviei hontem um lacaio.
Um lacaio i* repeli Joao com ar pasmado.
I.em lira-.o -.'
O senhor quer dizer dous laeaios.
Como?
O da larde c de meia-noile.
Filippe agarrn o braco de Joao, e sacudi-o for-
temente.
Ei-a I disperte !
Sim, senhor, disse o camarista aterrado.
Pergunlo-lhe, se veio hontem um homem da
minha parle.
De sua parle, sim, senhor. Com urna car-
ruagera.
Nao, dormidor obstinado... com om bilhete.
Um bilhete, he verdade. Elle veio com om bi-
lhete ; linha-me esquecido disso.
Pan minha mulher!
Sim, senhor ; fui eu que o recelo.
E enlregoo immediatamente o bilhele a sa-
nhora'!
Desta vez Joaoencarou a Filippe com orna ex-
pre-sao qoe provinha, nao do somno, roas de eom-
plelo espanto.
Se enlreguei esse papel u sen hora", balbuciou
elle.
Responda I
Mas o senhor sabe que...
Nao sei nada, lornou Filippe com impacien-
cia ; enlregoo ou nao o bilhele i senbora'!
Dei-o camarilla.

ILEGIVEL


onsio w vtmmm tebc fiim 13 dk huio i usg
argumento com ilm-c-. O nobre deputado bcm vi,
que da perigoso habilitar eises individuos para, curar,
uo sendo verdadeiros mdicos.
O Sr. Sabino Olegario : E o que sao mdicos
falso. !
O Sr. Pereirt de Brila : Sao os charlalaes.
O Sr Sabino Olegario : F.nio^iiua-u mdicos.
O Sr. Vertir de Brito : O nobre depntidu lo-
ma islo como nina cae,nada ; eu nao quero, que o no-
bre depulado considere o aeu projecto como urna ca-
Cuada ; porque assim he que se pode considerar que
enea bomem.por ejemplo, eslujando lalim e Irancez
um pouco 4a ehimica e plnsica e a Ibcrapeolica ho-
meopalhira, poisa ejercer a medicina.
Sr. presidente, seuto-me, proqne nao quero que
esta queslo dme de ler a calma conveniente, que
sempre live teucJo de couservar era deferencia ao
meo nobre collega.
OSr. Florencio : Eu principiare! por pedir ao
nobre deputado, autor do projecto, licenca para (al-
iar nula materia com torta a franqueza que me lie
propria, ficando elle na intima convierlo de que eu
por maaeira alguma desejo desrcspeita-lo, c que pe-
lo contrario Ihe tributo a maior estima e consi-
deracao.
Eu, Sr. presidente, nao quera entrar uesta dis-
cussao, que, na realidade, excede as forcas da mi-
rilla rato. ( N3o apoiados.) Nao, senhores, o que
he verdade, diga-ie. Mas, sou forrado a entrar nel-
la por um incidente que appareceu na discussao,
trazdo por um nobre deputado, que en sinto nao
calar na casa para Ihe dar as explicacoes neces-
arias.
O Sr. /locha Bastos : Estou aqu.
O Sr. Florencio : Nao linha reparado, porque
o nobre deputado estando na minha frente, agora se
acha a minha direila.
Nao entrarei na questao de inconstitucionalidade,
porque o nobre deputado, o Sr. Silvino, tirou-me
(odas as duvidas.
O Sr. Luis Filippe : E em mim fez nascer
mais algumaa.
O Sr. Florencio : Isso sao opinies ; talvez eu
seja um pouco mais dcil, ou menos iiilelligeme pa-
ra poder comprehender os argumentos que se apre-
senlaiu na casa : eu me salisfz, mas se o nobre de-
pulado ou onlro qualquer membro produzir melhor
argumeolaco, talvez me demovam do proposito em
que eslou.
O Sr. Luiz Filippe : Nao lenho essa espe-
ranza.
O Sr. Florencio : I'ois deve ler, e mesmo bar
algum esforco para isso ; porque o nobre depulado
sendo um joven de talento, est nesse caso.
Ped licenca ao nobre aolor do projicto para Ihe
fallar com a franqueza que sempre me foi propria ;
LlAo quero entrar na questao de constitucioualidadc,
enlrarci, porm, na de ulilidade, e o Sr. presidente
e a casa me perdoarlo se eu for lalvez um pouco
mais alm do que devo ; chamar-me-ho ordem e
en obedecerei immediatamer.te, nao so ao Sr. presi-
dente, como a qualquer nobre collega.
Eu dase, digo a direi toda a minha vida, que para
mim a homeopalbia he repugnante, he odiosa, he
terrivel. Em prmeiro logar dilferenles coosidera-
rarOes me levam a assim pensar, e eu direi ao no-
bre depnlado e casa, que nao terei considerare a
presentar de palriotagem, mas sim de patriotismo:
lo qoanto a mim he verdade, he oque eu entendo,
com quauto as veies enlenda mal ; mas o nobre de-
putado daver estar lemhrado de que, quando cu lo-
mei assenln nesla casa disse, que, como depulado,
era de mim de Dos. Isto dito, eu entro ua
questao.
Senhores, a medicina he a arte de curar, e cu
lembro-me sempre de um preceilo do mcu raestre,
quenada se pode saber sem definir bem: a medi-
ciua he a arte de curar, a bomeopalhia cura, logo a
homeopathia he medicina. Mas, dir-me-bao os no-
bres depulados que sao mdicos, e a qoem eu peco
licenca para fallar nesta materia : Pde-M curar
sem saber anatoma, anatoma que he o cooheci-
mcQlo da orgaui.-aco do corpo humano '.'
O Sr. Sri Vertir : Allopathicamente, nao;
homeopalhicamente lambem duvido que se possa.
O Sr. Sabino Olegario : l'de-se.
( Cruzam-se oulros apartes. )
O Sr. Florencio : Eu terei a pacieucia de es-
perar que os nobres depotados acabem da dar os
apartes.
Pode-se curar sem saber anatoma'.'Creio que
nao ; mas o nobre deputado quer apresenlar em
l'ernainbuco essa escola.
O Sr. Sabino Olegario : Contra isso recla-
mo cu.
O Sr. Florencio : O nobre deputado quer esla-
belecer orna escola aoodc se aprenda sem saber ana-
toma, entretanto qoe eu entendo que para curar
he preciso saber medicina, e para saber medicina he
preciso saber anatomia.
O Sr. Sabino Olegario : lie para se saberem
essas rearas geraes de anatoma que eu cria a ca-
dera.
O Sr. Florencio : Eniao quer estabeleccr um
curso geral de medicina, e isso he desnecessario,
porquej existe no imperio.
Ora, agora nao contiouarei nesse campo, irei
pratica, verei o que se passa em oosso paiz, que he
urna verdadelra escola de experiencia, e ah vejo que
essas tlieorias nao passam de historias, e as vezes de
estrategia. O que vejo eu na pratica J A excepoo
do nobre deputado, a quem devo todas as conside-
racOei, e alguns muito pouco habilitados, quem
exerce a homeopathia".'
O Sr. Sabino Olegario : Isso nao vem ao caso.
O Sr. Florencio : Isso vem mostrar a indul-
gencia com que as autoridades se tem portado na
preseoca dessa allaviao de charlatanes.
Ku vi, aenhores, e posso denanciar-vos com loda
a rardade, eu vi que o pobre povo do Arraial esla-
va acreditando em um ospertalhao que, com urna
garrafa inmensamente grande, que continha albos e
vinagra, venda muito barato, a cruzado um boc-
cadinbosjue era um dedal! E entretanto aquella
pobre gente corra para o curandeiro, que dizia ter
resabido essa homeopathia de um medico ca do Be-
cifa ; e ia eu'purrando e sua bebaragem de albos,
vinagre, ceblas, ele.
O Sr. Sabino Olegario : Isso o que prova he
que o poye acredita na homeopathia.
O Sr. /'lora/ido : Isso o que prova he que o
povo he crdito, que he victima desses espertalhoes,
e que muita ptreceram pelo Iralamciito applicado
por esse graodississimo traante, que inveulon o tal
remedio bomeopalhico.
O Sr, Sabino Olegario : Allopalhico, digo en,
O Sr. Florencio : Maloa muita gente, e a |m
lieia ento prohibi de que continuasse a corar,
mandn qoe bolasse fura a tal droga.
Eu nlo, quero citar ejemplos, porque sso he mui-
to odioso ; mas cu direi, e todos os nobres depula-
dos saliera, porque eslo na provincia, quaolos char-
laltes andam por ahi matando a lorio e a direila.
Se eu tiver ama molestia ( do que Dos me livre ),
acontecer chamar ao Sr. l)r. Sabino por qualquer
circunstancia, nao vou eiaminar o remedio que el-
le me di, se mesmo me der urna dse, eu aceilarei ;
mas he porque o Sr. I)r. Sabiuo he um homem com-
petentemente habilitado, deve saber o que faz, lem
urna reputarlo, tem urna responsabilidade moral, e
por consequeucia recebo o seu remedio e bebo-o ;
mas receber um remedio das mos de um Iralanle,
de um palriola que, nao tendo o que fazer, pega
n'uma carleira e anda pelas ras curando sem mais
nem mal! (Ira, senhores, lem sido um grande es-
cndalo, e lenho pena de que o promotor publico
nao tenha feilo iiietler na cadeia lodos os individuos,
que lem procedido desse modo.
<> Sr. Sonsa Camino : l'orquc lulo metteu o
pai M.moel .'
0 .Sr. Florencio : Eu l,i irei.
O que \i eu durante a epidemia'.' Eu nao cncon-
trei um so medico houieopallia curaudo, no vi
nem um.
O Sr. Sabino Olegario da um aparte.
O .Sr. Florencio : Fallo dos mdicos, nao vi
ncm um ; entretanto quem quera curava.
OSr. .1. CavaUanli enlraudo : AlitlribuicGes
do promotor publico eslao ejpressas ua lei ; a cma-
ra municipal compele multar os que curam iudev-
damentc.
OSr. Florencio :Como a dizendo, eu eslive no
centro da cidade uos das mais alllictivos e nao vi um
uuico medico homeopatha curaudo, pareca, que a
horaeopalhia linha fgidoucsscs das; islo he que eu
quiz altar : nao me einprcslcm ms inleurcs.
Bepilo, para me fazer comprehender bem : achei-
me no centro da cidade eahi segu a epidemia de dia
dia, liz o que pude, mas uo enconltei nem um
medico homeopatha, vi porvmos allopalhas sem des-
cancar, sem lempo para correr ; fazeudo mais do que
suas forcas permittiam.
O Sr. Sabino Olegario : Nao traga islo, que he
13o odioso, vai fazer Batan qiiesles lerriveis, que-
me- pessoaes de que devemos fugir.
O Sr. Florencio : Eu eslou dizeudo o que vi ;
eu vi mais anda o vi com espanto que drigiudo um
estabelccimeuto importanteaonde ceuto e tantos Lo-
men- foram atacados da epidemia, vi, digo, que all
apenas morreram I'.!, c entretanto nao houve la ou-
iro sistema se nao o allopalhico, aqaelle que se en-
sina as academias.
O Sr. Sabino Olegario :O que prova islo contra
o projecto Y
O Sr. Florencio:Prova que a homeopathia nao
presta para nada, e que para curar basla a allo-
pathia.
Ouvi dizer ao nobre depulado que o preso por no-
me Villarouco, (foi isso.oque me levou a pedir a pa-
lavra) lambem rurava atlopatliieamciite e dahi tira-
ran) como argumeulacao, qoe tambem all se davam
abusos. Eu vou ciplicar isto, vou dizer como foi.
O Sr. Sabino Olegari : Eu lenho isso docu-
mentado.
O Sr. Florencio :Um oulro nobre depulado dis-
se, que tambem llic conslava que elle curava c he is-
lo o que cu quero eiplicar.
A casa de detenrao durante a epidemia tornou-se
u.lo si um estabelecimento de ordem como de huma-
nidade : o medico, o administrador, o ajudaale, os
guardas todos rivatisaram para praticar o bem, nao
s 11a casa de detenrao, como as visinhanQas.
O Sr. Silva que era o medico da casa de delcuc,ao,
na occasio em que enlrava via-sc cercado de um
concurso immenso de povo, era preciso obstar-se
a que o povo enlrassc no eslabelecimenlo em massa
procurando, clumando c linha de receilar a n ou .V)
pesiuas que esperavam por elle as portas ; elle pro-
cni.ua salisfazcr a todos e sobre ludo valer aquel-
les que mais perlo moravam que era gente miseravcl
e que em gcral loquasi loda accommellida ; a esses
o Sr. Silva nao deixava de ir ver c eulao deiiava uro
papel a cada um, dizendo lal remedio a este, lal re-
medio a aquelle : nSr. Villarouco que servia de eu-
fermeiro-mr foi incumbido da dislribuicao dos ic-
medios para que se nao desseui engaos que muito
falaes seram e que se dao ale nos hospitaes quando
ha muilo Irabalho. l'oi pois o Sr. Villarouco in-
cumbido da dislribuicao dos remedios e apenas che-
ava a porta do estabelecimento para aviar as reedi-
tas e teve em casos de extrema necessidade de dar
esses remedios a algumas pessoas da ra da Concor-
dia que os mandavam procurar, roas isto foi na crise
mais aperlado,quando todo o mundo trahaltiavacera
isto sempre foito debaito da nspecco do medico
que dizia a tal doenle tal remedio, a aquello e*lr'ou-
tro etc., etc., mas uilo curou por sua cunta, purqne
para islo u.lo linha Mulo ncm eu por maueira nc-
nliuma poda consentir n'om procedimeuto de lal
oalureza.
O prelo Mauoel foi preso, cj eslava atacado de
desmolera ; disse-me, que quera lomar o sen reme-
dio, mas eu por forma alguma cousenli, foi corado
pelo medico da casa e reslabeleceu-sc. Est expli-
cado o faci.
Agora resla-me responder ao nobre depulado que
disse, que era um absurdo o dizer eu que a humeo-
pathia nao era aceita nos paizes mais cultos e trouie
para exemplo a cidade de Paris.
O Sr. Sabino Olegario :Anda ha pouco o impe-
rador Napoleao creou urna cadeira de homeopa linca
na faculdade de medicina, mas os mdicos da facul-
dade foram em massa pedir a sua demissao.
O Sr. Florencio :O nobre depulado diz que Na-
poleao imperador dos Franceses que crcun urna ca-
deira de bomeopalhia, mas lal era a convicrAo dos
membros da faculdade de medicina de Paris, que
elles nao duvidaram, antes pedir a sua demissao do
que admiltr em seu seio essa cadeira que elles jal
gam inulil .' c de mais, seuliorcs, quando se trata
de quesloes medicas os competentes sao os mdicos
e nlo o imperador.
O Sr. Sabino Olegario : Ora historia !
O Sr. Florencio : Isso n3o he rcsposla. Pois o
uobre depulado quer que o imperador.leuda conhe-
cimento de todas as scieucias, saiba mais da medici-
na do que os mdicos '!
O Sr. Marques de Amorim : Luiz Napoleao nao
lie auloridade em medecina.
O Sr. Sabino Olegario : Eolio os allopalhas he
que bao de ser os nossos juizes '.'
O Sr. Florencio : Sem duvida, porque se a ho-
meopathia he uina medicina, aos mdicos compete
conhcccr das vaulagens delta, c permita o nobie de-
pulado que Ihe diga, qoe os membros da faculdade
de medicina de Paris, a quem se nao pode negar vas-
tos conloe, nentus na materia, cram seguramente
os competentes para julgar essa questao. Por lanto
subsiste a minha argumeutacao, Oi paizes mais adian-
l-i lo. em civilisacan lem repellido a bomeopalhia,
jsto nao he um absurdo, porque absurdo, he aquel-
lo que se oppoe razan, logo eu n.lo disse um absur-
do e o nobre depulado tsl na ohrigarao do retirar a
express.lo, ou de provar que islo he um absurdo.
Eu uo quero insistir sobre islo, mas o qoe enten-
do he, que o aparte do nobre depulado prova antes
contra a homeopalbia, porque, ssgundo elle diz, os
mdicos da faculdade de Paris preferiram antes pe-
dir as suas demisses do que permittir que se creasse
a lal cadeira.
O .Sr. Sabtn Olegario : Carrascos da sciencia.
O Sr. Vereira de Brito Carrascos da sciencia
oa mdicos da faculdade de Paris !
O Sr. bii Vereira :Quem o diz !
O Sr. Sabino Olegario :Digo eu.
O Sr. Silliiw.Mihi frigidus horror quatit mem-
hra<
O Si. Sri Vertir :A academia medka he om
carrasco da sciencia quem o diz ? s o Sr. Sabino.
O Sr. Pirmelo :Ora, meus senhores, dpivem-
me fallar, pois queretu-me lirar a gloria de respon-
der a esses apartes .'
O nobre depulado disse que a academia medica
de Paris era carrasco da sciencia. porque os seus
membros preferiram antes pedir demissao,do que con-
cordar em que um medico homeopatha entraste para
o gremia da sciencia. Ku puderia analisir com loda
a minuciusidade o aparte do nobre deputado, mas
he lal o respeilo que Ihe cousagro, he lal a delleren-
cia que lenho por elle, que BU pean dizer mais do
que... nao direi que he una proposiclo absurda, mas
he nina proposito que cu nao compreheudo e he
preciso respailar as doutrinas de fe; a uobre depula-
do he um medico homeopallia por fe, por phanalis-
nio, quem o podar convencer '.' uingueiu ; mas se o
uobre deputado qizcsse entrar ua discu--,io, poda
convencer-se.
Eu concluo, porque vejo o nobre depulado toman-
do notas, reservo-mc para ouv-lo e ero oulra occa-
sio Ihe retpnuderei.
O Sr. Siliin :O nobre depulado nao falln so-
ire o individuo que esli preso '.'
O Sr. Florencio :f'allei, al disse muilo ; ma,
nao se, Sr. presidente, qual ser a repartilo, que
possa estar isenla das pechas que Ihe queiram pof
n'um desse iizem, coniza-Ole, de que se usa em l'er-
nambucu.
lu nao sou impeli, mas se quizerem que o seja,
serci, porque sou Pernambucauo e lenho muita ami-
zade a esta Ierra, BU desgracadamente existem
uella pelourinhoi, que Irucdam as rapalaetlesmais
illibadas.
o Sr. Lacerta :E he s em Pernambuco '.'
O Sr. Luiz Filippc :lie urna injustc,a que faz
a' provincia de Pernambuco.
O Sr. Florencio :Ku nlo sou capaz do fazer
urna injustira ; provincia de Pernambuco, sou lilho
della c nao concedo, que oulro Ihe tenha mais amj-
zade ; mas digo, que existem pelouriulios.
O Sr. Lacerda :Como em loda a parle.
O Sr. Florencio :E que culpa lenho eu disjo '!
Segoe-se, qoe os devam haver em Pernambuco,
porque exislem em loda a parle '.'
O Sr. tari; Filippe :Mas isso he o odioso lanza-
do a Pernambuco.
O Sr. Florencio :Oh I Sr., pois eu serei capaz
de lanzar una proposito odiosa contra a provincia
de Pernambuco isso nao he possivel ; a minha vida
publica em Pernambuco desde a idade de l'.l annos
he bastante para me justificar ; nessa parle o nobre
deputado nao me pode encontrar uodoa alguma, e
por isso o seu aparte foi menos cabido, lenho saln-
do calumnias alrozes, mas Icnbo consciencia de que
me leudo defendido.
(Ha um aparte.
Se os oobresdepulados continuara com osseusapar-
tes, sabem que eu sou um pouco susceplivel, e de-
pois nao me queiram levar para um terreno que nao
desejo, porque he desagradavel, mas se para l me
levam, nao lenho remedio senlo proseguir.
Um Sr. Deputado :O nobre depulado he muilo
cavalieiro para nao pizar em terreno falso.
O Sr. Florencio :Agora nao he conveniente,
quando o for,la' irei.
Digo, que contra as Icis do paiz, contra a morali-
dade da sociedade exista um pelouriuho que merca-
deja por lodos os modos, movendo seus infames ly-
pos a lioco de lOgOOO ofende a npalacSe mais nu-
bada, c a Iroco de dOsOUO elogia o maior sceleralo,
no entretanto as autoridades deixam passar desaper-
eebido tal procedimcnlo, i,,io;ilie dao a importancia
precisa, porque o redactor dessa folha desgraciada-
mente na minha Ierra amia merece prolcccio.
OSr. Silvino:Protesto por parle das auluii-
dades.
O Sr. Praaiaenfe :Peco ao nobre depulado que
se cinja a' materia em discussao.
OSr. Florencio:-Eslou no meu direilo ( n.lo
apoiados,, Eslou no meu direilo, e quando aprsen-
lo fados rcaes a' consideracao dos nobres deputados
quando digo verdades, ninguem me pode por peas.
O r. l.actrda :O regiment da casa.
O Sr. Florencio :Eu fallo muilo depressa e de-
poia das pelavras ditas nao ha remedio. (Risadas.]
O nohre depulado disse, que cu bata laucado
urna prnposicao odiosa a Pernambuco.
OSr. y.uc Filippc :-Nao disse sso, disse, que
me pareca urna excepto odiosa em que se quera
collocar Pernambuco, entretanto isso deu Ingar a
qoe o nobre depulado desse urna explicaro que me
salisfcz.
I'm Sr. Deputado :E que o fez fallar (ao bcm.
O Sr. Florencio :Flaaltaa aqui, pedimlo descul-
pa a casa por haver oceupado por lauto lempo a sua
allencdlo.
Dada a hora,
O Sr. VroiJcntc designa a ordem do dia o levanta
sesso.
Faz loilo empenho pir urna modalha de disliuc-1 denado, ao fallecido Joaquim Bonifacio Pereira,
rao o Boato amavel perroifil, carregador de pado-1 guarda que foi d'aquelle eslabelecimenlo e ser justa
las: ha do ser delerida a sua pelico, ha de ler a
inedalha dos coveiros, si'ii. senhor ; e ser injustira
palpitante, se o indeferirem; porque alm doler
a peticao da viuva, que requeren o mesmo ordena-
do.Mandouse pagar.
Oulro do cngenhciro cordeador. informando que
com elleilo a compaudia da estrada de ferro est
coustruindo na rea que comprchende lodo o terre-
no, que foi oceupado pelo extinclo maladouro, as
obras de podra e cal, de que Iralou o fiscal respecti-
vo em sua participarlo, e de modo acanliar a ser-
venta dos predios do cidadao Antonio da Costa llego
Monleiro, pareceudo-lhe n.lo dever assim continuar,
sem que prmeiro seja modificada a planta da cida-
de, depois de urna josla apreciaco das alleraroes
que a coinpauhia julgar necessario' propor, median-
te a apresenta^ao de om projecto organismo nesle
sentido,ahraogendo todo o terreno qoe a estrada tero
de oceupar sua mesma freguezia.Kesulveu-se que
o fiscal iutimasse ao agente da coinpauhia que com-
pareeesse perante a cmara para assignar o termo,pelo
qual sesugeila a compandia o uzar do terreno lein-
porariamente. eaprc^enlasse o projecto das obras que
pretende fazer d'alli ate a ponte dos Afogados, visto
qoe ella lem de alterar a plaa da cidade.
Moli do liscal do Poco, remetiendo o recibo que
passara o thesoureiro da admiuistraco dos est^iclc-
cimenlos de caridade da quanta de IO;520, qoe se
mandou applicar a beneficio dos lazaros, como das
actas anteriores.Intcirado.
Oolro do mesmo, informando i favor da isencao
requerida por Joao Francisco Pessoa, do pagar o im
posto municipal sobre casas abertas, por uo ter a
! sua taberna turnios sullicientes para islo,
servido com zelo era o nais perfailo Charon, quand
110 Stvx, ou no Aclieroi passava em sua barquinlia
a sombra dos rholericas: boje purem que aposeu-
lou-se. quer um premk
Com saudade loi andando
Dos coliriulias que ganlion ;
Nunca mais guillar oulros
Qu'a mmala se (inou !
Temos por militas vezes chamado a altencoda
polica, c ilos seuhores l'ncaes para o maldito nego-
cio de garapas picadas, inicuamente vendidas aos
pobres, meninos .c eternos, e aiuda insistiremos
Ja ha das apaninla- um eslabelecimenlo de
garapas, cujo proprielirio a voz publica apon-
la a um empregado publico qoe miseria !) morador
as muitas Ponas; masessa tasca ainda existe, zoro-
baiido de nos, da policia e dos liscaes, por sso
nanea, continuaremos a bridar cmquauto a impreii-
ainda um alent. >o caes do llamos lia urna
dessai lascas, onde diariamente fervem as garapas;
lodos sabem, e be voz le lodos, que cerlo Iralha he
batanle (orle ueste genero ;de paucao, e nao s
vende publicamente, cuino consta que dilacera a
polica e finaos, querendo assim provar que uo
leme-os; mas ..... eslsremos com esse liomem al
que elle deixc esse negocio infernal. A garapa pica-
da he urna deluda, segando dizeiu os entendidos, que sua taberna fundos sullicienles para islo, e tur sido
sobre ser em demasa forte para a cabera, estraga o ; isento de pagar, por esta mesmo razo,osimpostosgc-
lago c arraina os intestinos. Por occasio da I raes hienda publica, segundo provou com docu-
Joao dos Sanios Porto, administrador da companhia
de operarios.Conforme.-O secretario Mlnoel Fer-
reira Accioli..
Isso vem a ser o mesmo. V deitar-se.
Obrigado, senhor, vou obedece! -Ihe.
E Jo3o sabio com tacs gestos e otilares, que Fi-
lippe coocebeu aigumas descoofianras sobre a pie-
nilnde de sua raan.
Tendo reparado qoanlo podera a desordem que as
udigas tiiiham causado ao seu vestuario ephvsio-
noraia, Filippe Bey le adiaotou-sc sobre a pona" dos
pos al o liminar da alcoya de Amelia.
N'enhum rumor vcio aununcar-lbe que eslava
acordada.
Elle suppoz que, dcsconlenle pela sua lardanra, e
lalvez mesmo depois de longa espora, ella adorme-
cer era hora j muilo adianlada.
Filippc nao quiz inlerromper um somno j per-
turbado por sua culpa.
So no (im de duas horas foi que decidio-se a eu-
Irar na alcova.
Amelia ahi nao eslava. O leilo acbava-se in-
tacto.
XWI.
riiippe expenmentou uina das perturbarles qae
v P"18'" ru8 "o roslo do homem.
lancou'n1>oed0cTre.meSUha bi,heto 1 enviara- c
Eslava ainda fechado.
aaMd passos de na homem hallucinado.
Zr?Zl'V's locou a MPiha. Eslava
Vo, Thereza quem chegou.
jm deoumgrilode sorpreza, qoando vio a Fi-
- Ah! exclamou, aalge o senhor nao est
rigol quaolo estou contente !
E.m Per'8 1 Porque pansa que
pengo I pergoniou elle.
A camarista ficou de bocea aberLa
- Filie, Tharea.
enipe-
au eslava: em
Porque... bonlem...
Illllla '.'
Veio urna pessoa da parlo de vossa senhoria.
Dizer que eu eslava om perigo *
Nao em perigo. tnrnou a camarista ; mas doen-
le em consequencia de sua queda de cavado. E com
elleilo ainda est mu paludo,
Continu, Thereza, disse Filippe ; o que voss
conla iuleressa-me ; de mais quero saber como foi
feila minha commissao. Veio tima pessna bonlem.
A que horas'.'
A's qualru horas da larda ponen Vnais ou menos.
Da tarde. Pois bem. Voss esjava aqu sem
duvida '.'
Sim, senhor.
Ouem foi que veio '.'
Um servo coma libre do ministro.
Filippe Itevle conslrangeu-se.
Com a libre do ministro ? Vosr esla certa da-
te, Thereza'!
Oh sim, senhor. Eslou lanto mais certa poi-
que elle veio com uina carruagein do ininislerio.
Ah !
Dir-se-Jiia que o senhor ignora (odas essas par-
ticularidades.
Nlo, cerlamente ; mas receio que se tenha as-
su que disse esse servo ?
Disse que vossa senhoria cabira do cavallo indo
a casa de campo da ministro, mas que era cousa
pouca, que todava se minha ama conservasse anda
alguma inquietacao, o ministro enviava-lhe urna de
suas carruagens com ordem de couduzi-la immedia-
lamente para junto do senhor.
Eutenda... junto de mim... sim, Thereza ; mas
isso nao he ludo.
Enlo qae mais'.'
A senhora... qoe fez a senhora t
Sallou logo na canuagem, disse a i jiujr-i:i.
PAGINA AVULSA.
Ainda ficou bonlem adiada pela hora a discs-
'3n sobre o projeclo do Sr. Di. Sabiuo. Teve a pa-
lay o Sr. Dr. Sa Pereira, qoo n'um histrico dis-
curso procurou demonstrar a inuliUdade da bomeo-
palhia, e em poucas prtavra- antes a inconsliliicio-
ualidade do projeclo. O Sr. Dr. Sabino obtendo a
patavra pronuncien um bello discurso, no qual pro-
vou com factoi as malversacoes, que em alguns pai-
zes ha sollrido a homeopailiia, e apezar disso a sua
adopcao loroou-sc mparctsJ, revelou muila calma
no seu discutir, o profunda erudito nos conheci-
mentas mdicoshomeopalhas. A discussao (o cha-
mada para o terreno scenlilico ; ambos os cam-
pedes baterain-se com as armas dos principios das
scieucias ; ambos ganharam Irophos gloriosos, am-
bos advogaram com priideucia,erudic,ao e honeslida-
dc os systemas que professam.
A allopalhia e a bomeopalhia nlopodiam ler mais
decididos representantes; infelizmente, porm, o Sr.
Sabino esl isolado quando trata da conveniencia do
seu projeclo: o seu tlenlo o justifica.
As galeras cstavam apiubadas e raros foram os
mdicos que nao se acliaram prsenles, o que prova
que o nosso estado sanitario vai as mil niaravi-
Ihat. *
Se cahir o projeclo, resta ao Sr. Dr. Sabino a glo-
ra do nao haver dado quarlel aos seus aagressores;
render-sc-ba por (orea maior e nao por falla de mu-
nico ; sera porm um prisioneiro respoilado por
loo exercilo. que aindi em tres das nao pode
abrir a menor brecha ua sua iuexpugnavel cida-
della.
lia na ra da Gloria um ladrao de gallinhas,
que lem lido a audacia de sallar os muros e ir aos
chiqueiros roobar sem o menor escropulo. Sabemos
quem seja elle, e por ora sii o avisamos.
No dia S do correte amanheccu cercada urna
caa na ra de Santa Rita por urna (orea de guarda
nacional destacada, paie a captura de um guarda do
mesmo balalhao.cujo cerco foi intil, porque o meco
uutou as canellas.
Allenro! O cholera ainda nao nos deivou,
nao se apressem tanto. Consta que na freguezia de
San Jos lem epparecido alguns casos desse mal da-
dos em diversas pessoas, como fossem : um escravo
do Sr. Joaquim Antonio de Oliveira, uina mulher ua
ra de Sania Hila n. :|-J, e mais duas no largo da Ui-
beira n. 11), cojos cadveres lem eslado por enterrar
de um dia para o ootro : o cemilcrio fechou-se, uo
ha mais mdicos pagos, nem desinfectadores......
pois os cadveres que liquem ahi assim.
epidemia ella fez grandes estragos nos pretus. Um
homem couhecemos, que leudo um nico escravo,
perdeu-o depois de o le como salvo: com ~> dia
de couvalcscencahchcu oessa espelunca una porc,lo
dessa bebida asquerosa (especie de jurcma dos fcil-
ceiros que foi bstanle para euvia-lo desla para me-
lhor. Este vendedor lem seus espines, porm fcil
ser acabar com essa Iraficanca : mis o esperamos, a
bem de quem tem cscravos por aquella pessima visi-
nhanea.
Sim/!.... lamn lit trepador e-e mojo da ra
do l.vrameulo!.... como gosta do inguirar-se no
muro de seu quintal para ver o que se passa no do
vizindo? Ora bem; pedimos a esse moco, que
quando quizer pela nianh.'n lomar fresco em sen
qiiiulal.nao se encarapite no muro pata ver u que be
passa uo interior das casas alheias.
Trepa, trepa, meu llhinho,
No coqueiro de papai:
Nao, mam u. nao trepo oo,
Tciilio inedo de cahir.
No sobrado da casa que faz quina para a ra
da travessa da Vjraoao moraui pessoas, que
ali'iu do harulho continuado que fazera, lem ullima-
uicnle a falla de corrcecao nos seus primen os dcs-
maudos pastado a insultar m-iuI.....-a com desa-
bridas desconiposluras, rechciadas daquelles bonitos
temos, que dao os volumosos calipioios das regale-
ras e arrieiros. Essa ra, por iufelicidatle de algu-
mas familias honestas, nao he sai habitada por essa
gente, que alguem chama da vidoca, morara diver-
sas familias, que sendo pobres, prezam a honeslida-
de, bem como, a infeliz viuva do niajor llezcrra,
que alguma proteccao deve merecer das autoridades,
ja que oulra uo tem : Sr. inspector da Virarao,
lome algum calor, yiVs Ihe pedimos.
8 mendigos foram recolhidosno anligo armazem
que icrvia de acougue as Cinco Ponas, para uo
morrerem aos pares nos arcos da Kibeira ecalc,adas
das grajea, como aconteca ; porem be necessario
dar-liie sustento, e
Est direilo !...
As calcadas serao para negras q lilandeiras,
ou para qoem Irausita pelas ras, mxime as fa-
milias i
Continua o Bvm. vigario da Bna-Visla a cs-
forjar-sc com o seu clero para o Te-feum que se
tem de celebrar no domingojda Triudade, a manda-
do do Exm. diocesano, seja feilo rom loda a pom-
pa : sim, loda poiupa|lic punca para um aclo desses,
que revela o nosso recouhecmeuto para com o Eter-
no; mais um voto de subido respeilo ao virtuoso
prelado da docese, ao Sr. vigario e raais eacer-
doles que querein por um modo tao solemne signifi-
car o recouliecimeuto da mis lodos para com o Su-
premo Arbitro da vida e morte da humaoidade.
Nao deve, a proposito, ficar no olvido a idea de um
solemne funeral. Para ambas mauifestacoes quem
negara o seu contingente V
Calou-so a bella sereia da gloria, e do seu si-
lencio ateen um bando de corvos, que horrvelmen-
tc impansiuam os moradores daquella ra com seus
desenloados e vibrantes grasnados, li poni de se di-
zer que netta casa ferve todos os dias a agua-branca.
Ora, com effeilo que se esleja solfrendo esses mo-
nos que grillo por banana !
A etemplo da disliucla irmindade doSantissi-
mo Sacramento de Santo Antonio, que no domingo
fez solemne rc-liluic,lo a igreja do Collegio da ima-
gem de S. leronj mo, outr'ora reverenciada pelos
Jesutas, lcmbranios as de mais irmaudades que por
ventura tciiham cm suas igrejas imagens que per-
lenceram ao tV'ego, de as restituir, visto o seu
templo so adiar u. saggravado e funecionando os al-
tos mysleriea de nossa rcligiao. He urna resliloi^ao
eonscicuciosa, lie daA se assim nos lindemos expri-
mir, libcrdade a esses beatos proprelarios, que por
um delexo ou impiedade se viram esbnlhados da
sua propriedade. Felizmente a respcilavcl irman-
dade do Santssimo Sacramento, assentindo que volic
ao seu anligo domicilio essa iraagem, deu tima pro-
va da mais edificante piedade, e como que, pcdindo
que a mi i lem.
Vamosfazerlregu3s comaos Srs. fiscaesIregoas,
porque Ihes apontavamos o que nao Ibes compela
limpeza publica :a coropauhia de Hibeiriulios,
e s ella he a encarregada dessa reparlic.m, e com
ella estaremos mu respeilosamenle.
Damos a triste noticia de se adiar ceg o no*so
hem condecido amigo o Sr. Elias Baplist ada Silva,
em Lisboa. Dos queira dar resignacao a cssu hou-
rado homem.
Oulr'ora grilavam os moradores de Oliuda de
sede, boje sao os da Passagem da Magdalena. Nao
Milla alli nm s meio de beber boa agua ; ncm ca-
cimbas, ncm fonles. nem rio, nada alli ha quo os
abasteca ; una canoa velba, que apparere, lem no
fundo tantas brechas, qua em menos de cinco minu-
tos a agua quo ehega alli doce se torna salgada,
como se houvera sido bem baplisada. (Juc genio fe-
liz I Bebem do Jordao, que ja traz o sal no fundo.
At amanhaa.
mentos.Mandou-se que o fiscal nao colleclasse a ta-
berna do supplicaule.
Oulro do administrador da companhia de ribeiri-
nhos, dando parle do serviro fcito de -Jl a Jti do cor-
rente.Que se publicasse.
I .fu-s. e maudou-se remelter a commissao de e-
dilicaco, ama pelicito de Vicente Ferreira liomes,
requerendo iiidemni-ae.io de uina pequea eilenc.lo
de terreno de marinha que possue, sito por traz da
da ra do Caldeireiro, visto nao poder nelle ellilicar
por o ter a planta da cidade reservado para serveulia
publica.
O Sr. .Mello fez o seguinle requerimenlo que foi
approvado, deix.mdo-se de mandar olliciar a com-
missao encarregada do fnrnecimenlo de carnes, por
se adiar presente um dos seus membros, oSr. llego
e Albuquerque, ter peraule a cmara feilo urna ex-
psito lucciula a cerca do objtcto, e te comproraet-
lido a faze-la por escripto, circumstanciadamenle,
para eulao acamara resolver.
Cessando, segundo o meu enlender, os motivos,
que occasiouaram o alto preco das carnes verdes, e
lendo o prndenle da provincia dado :M:0tJ3UUO,
pelo que fui Humeada urna commisslo para tratar da
compra ile gados e corles de carnes, requeiro que a
mesma commissao informe a esla cmara, qual o es-
lado desle negocio, declarando se lem havido prejui-
zo etc.Mello.
O Sr. llego mandou a mesa o seguinle requeri-
menlo, que oi approvado, resolvendo a cmara di-
rigir-so por pelillo a assemdla a cerca da materia
delle.
Fazeudo-se sentir nesla cidade e em todas as
suas mmedM{6aa, Ullade pracaa vastas, iao necessa-
rias aos grandes focos de populacao, c conviudo,
quaolo antes, tratar de remediar um semelbanle mal,
que, com o audar do lempo, ou se tornara irrepara-
vel, ou lera de cuslar sommas enormes; e conviudo,
que em relac.o a salubridade publica, quer em con-
sideracao ao aformoseamculo e comraodidade de lo-
dos, crear um pequeo campo no lugar de Sanio
Amaro, adjarenle ao cemiterio, proponho qoe se pro-
mova a dcsapropriacao dos terrenos e pequeos edi-
ficios exisleutes entre o mesmo cemiterio e a estrada
do Porabal, afim de que se eslabelec,a um campo de
lodo esse terreno, e do que forja de propriedade pu-
blica, ficaudo a cargo desla cmara designar-lhe os
limiles e dimeusoes, bem como o sea platillo e con-
servajao. E porque reconde(o que as forjas dos co-
fres da niunicipalidade nlo podem comportar urna
scmelhante despeza, proponho nutro sim, que esla
cmara leve ao conhecimenlo da assemblea provin-
cial esla urgente necessidade, e Ihe suppliquo ap.o-
porcao dos recursos pecuniarios precisos para satis
faze-la.O vereador llego.
Tendo o arrematante das afericOes feilo ver a c-
mara, por poliruo.que inulto, esla'di-iecunen las.onde
se vende e pesa, das freguezias de Muribeca, Afoga-
gados, Jaboalao e Varzea, nao tem aterido os res-
pectivos pesos e med i,,., maudou-se olliciar aos res-
pectivos liscaes para procederem ua forma das postu-
ras contra os miradores.
Presin juramento o liscal supplenle da fregue-
guezia dos Afogados Joao Xavier da Fonseca Cap-
baribe.
F'icou adiada urna informajao do engenheiro Cor-
deador acerca da pelic/io do cidadao Aulonio da
Costa Kego Monleiro, versando sobre a obra que es-
la fazendo no lugar do anligo maladouro a compa-
nhia da estrada de ferro.
.Nesta informaco se refere o cngcnlicirn a oulra de
que cima se fez manejo,
llespacliaram.se as peliees de Anaclcto Antonio
do Moris, Francisco Ifotclho de Andrade -J liachaJ
re Francisco de Assis tllitcira Macicl, Joao Migocl
Teixeira Lima, Joo Francisco Pessoa, e Marculiua
Pereira da Conceiclo, e levautou-se a sess.lo.
Ku Mauoel Ferreira Accioli, secretario a subscrevi.
farao de Capibiiribc, \ re-ulenle.llego e Albu-
utrt/ue.llego.Barata de Almeida.G'ameiro.
Mello.
Parti .'
Aseim o creio !
Para... onde '.' pergiiutou Filippe quasi sem
poder respirar.
Espere ; nao lembro-me mais...
Kecorde-se bem.
Ah 1 para Boulaiuvilhers... sim lloulaiuvil-
liers... be isso '!
There/a, aqui faz calor de soflocar; abra aquel-
la i mella,
Filippe teve nesse momento a Corasen] c a forra de
conter-sc para occullar aos senos um raido alias lao
manifest.
Thereza immovcl conlcmplava-o.
O senhor obrou lalvez mal e.n voltar 1,1o redo,
disse ella ; e nao compreheudo que minha ama nao
o leuda acoinpanhado nesse estado.
Polo retirar-sc, Thereza ; i se ludo o que
quera saber.
A c.imarisla obedeceu ; elle lornou a chama-la, e
disse :
Espero o conde de Ingraudc ; arito a Joao alm
de que o iiitroduza no meu gabiuelu no caso de que
cu nao leuda vollado.
(Jue vai sabir Agora O senhor n3o pen-
sa nissn !
Vi.
Depois elle levanlou-se.
Acabara de agarrar-so a urna esperanca.
Nao obstante a hora matinal correu a casa da mar-
quez.i de Pressigm ; mas foi para saber que ella par-
lira na raspen para o campo.
Arrancada sua ultima esperanca Filippe vnllou-se
para a desconfianza qua tivera durante o interroga-
torio de Thereza.
Sua mulher fora victima de una cilad'a que Ihe
armara Marianna.
Era em Boulaiuvillies que Marianna imrravj, era
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE30 DE ABRIL
DE 18jti.
'/'residencia do Sr. Sarao de CanibarCbe.
Prsenles os Srs. llego e Albuquerque, Kego,
Mello e i. imeiro, abro-se a sessao, a foi lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE:
I ni ollico dos qualro liscaes d'esta cidade, com-
mullicando que, por ordem co Dr. chefe de policia,
foram retiradas as senlinellas dos pontos de despejos,
e pedindo desse a cmara as providencias que julgas-
se acertadas a reparar tan sensivel falla. Que se olli-
ciasse ao mesmo chefe, expondo-llie o inconveniente
que resulla de semelbanle retirada, e ser indispen-
savcl que a policia militar coadjuve a municipal
nesle ramo de ervicn, i bem da salubridade pu-
blica.
Oulro do fiscal de Sanio Antonio, pedimlo man-
dasso a cmara pagara Mauoel da Costa Mangrtelo
a quanlia de ClSTtKI, em que importou o concert,
pelo mesmo feno, no respradouro do aqueducto do
palco do Carino, que lca na na de Hurlas ao entrar
para a travessa de S. Pedro.Maudou-se pigar.
Oulro do (crceiro supplcute do juiz de orpbos e
ausentes, badiarcl Joaquim Francisco Hilarte, com-
raunicaudo achar-sc em ejercicio da vara desde o
dia I do correle.ilattirada.
Outro do coautor, participando ter-se esgotado a
quola para luzes da casa de de' na.ia, e acbar-se ex-
cedida na quantiade l-2$5t0.Que se pedisse au'.o-
risac.ln ao Exm. presidente da provincia para se con-
tinuar a despender pela mesma yerba al o lira do
ejercicio correle.
Oulro do liscal do llccifc, informando ceica da
pelie.io do Francisco BotelllO de An Irado, cm que
equereu pagamento da quanlia de -iXSSIWH), impor-
tancia do a trramente, que principioa a fazer, do
alagado existeute oa^'rua no Urum, pronuiu:iaado-se
o liscal a favor do requereule.(,)ue fnsse a peticao
remellida ao engenheiro cordeador, para examinar a
obra feila, e informar tu val ella lauto quinto pede
o peticionario.
Outro do admiiii-irador do cemiterio, informando
que rom elleilo se licou devendo 7,e nao S dias de or-
a Boulainvilliers que tora altrahida Amelia. A du-
vida tarnav,i-- ijuasi impossivel.
Vnllando casa elle acbou o conde de liigraiide
que o esperava.
O conde din.- .u um od ir espantado sobre 1 ilippe
c disse-lbe :
Vosso envelliecc, meu charo.
EnveJhecoi murmurou Filippe levle.
Ora vojle-se para aquelle aspelho; seu sem-
blante esl cadavrico. Meu georo, nao Ihe aconse-
llio que passe muitas nuiles em jogar. Lis aqu os
seus qualroceiitos lui/es que Ihe Irago.
Obrigado.
Os motos d'agura nao tem mais ardor, uom
temperamento Uo uina cousa iiicoiiiprcbeusYcl.
Olhc para mim, e para si.
Sim, a tadiga...
Oh comprou islo '.' dista o conde dirigindo a
luneta para uiu quartro pequeo.
O que 1
BEPARTigAO DA POLICA.
Secrelaria da polica de Pernambuco 1^ de mao
de 18.->i>.
Illm. e Exm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das dillerentes p irlicipacnes bonlem e
boje recebidas nesla reparlicao, consta que se de-
rarn as seguales ocrurreucis :
Foram presos: pela delegada do 1- dislriclo desle
termo, o pardo Francisco Jos de Lima, por sus-
peilo de ser criminoso de morte.
Pela subdelegara da freguezia do llecife, The-
inuteo domes de Mello, o preto escravo Anaslacio,
Aulonio Luiz Dias, c o marujo ioglez Belboudod,
lodos par desedem.
Pela subdelegada da freguezia de S. Aulonio,
o pardo Joao Francisco dos Santoi, por suspeilo de
ser desertor da armada, e a jireta escrava Margari-
da, por briga.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, os
purluguezes Jos Lopes da Silva,e Jos Auionit, Ar-
celino, ambos por briga, o pardo Joao Soiiano de
Souza, por furto, Luiz de Franca das Neves, e Ja-
uuario Pereira dos aojos, por venderem objeclos
furlados.
Pela subdelecacia da freguezia |da Boa-Vista, o
pardd escravo Matbeus, por uso de armas prohibi-
das, o prelo escravo Filippe, por desordetu, e o por-
luguez F'rancisco Jos Bapozu, por furto.
Pela subdelegada da freguezia do Pojo da Panel-
la, a prela escrava Isabel, por fgida.
E pela delegada do termo de Garandos, durante
o mez de abril lindo, Mauoel Bernardo, por crime
la l n ia, Paiiiaia.i.i lta/a i i,i de Siqucira, Joaquim
Francisco da Cosa, Francisco Pereira das Naves,
Joaquim Jos de Lira, Mauoel da Cruz Jnior, por
se acharern pronunciados em criinede for lo, Manuel
Aulonio da Silva Juuior, por jogador c vadlo, F'ran-
ciico Vieira de Araujo e Thereza Mara de Jesus,
ambos por desordeiros, os escravos Damio e Cos-
me por fgidos, Josc Bezerra, por se apresenlar
atesta de urna patrulha como seu commandanl* sem
ler ordem para isso, DooaU Mara das Flores, F'ran-
dsca Vieira de Araujo, Thereza Mana de Jesus,
Mara Manoela da Couccicao, por ufraccSo de ter-
ino de ticui viver que astiguataat, Anua Francisca
do Espirilti Santo, por inlroduzr ferros na cadeia,
o inspector de quarteir.lo Jos Domingucs da Cosa,
pot estar pronunciado no art. 125 do cdigo crimi-
nal, Joaquim Piulo Bazilio, por furto de cavallos,
Seolioriuha Mara da Cuneen.'m. pronoociada em
crime de feriracntos, o escravo Sebastian, a dispo-
siro do reipeclivo juiz rauuicipal, Clemente Alves
da Cunda, Elias Bodrigues da Paixao, por serem
criminosos de morte, e o escravo Pedro, por crime
de estupro.
Dos guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. conse-
Iheiro Jos lenla da Cunda e Figiiciredo. presiden-
te da provincia.O chele de polica, Luiz Carlos
de /'alca Teixeira.
dilo de oenhoma pessoa honesta : e, portento sem
arrepeuder-me de ler feilo as necessarias pesq'niu.
uo engenhoPedra de Amolar porque a.sm,
exiga a minha honra, devo asseverar ao publico que
nada encoulrei uo dilo engenho que depozesse con-
tra probidade recoubecda do Sr, Wanderley.e creio
mesmo ter-lhe feilo um servico desmenlindo a noti-
cia dada sobre o lugarPedra de Amolar.
Son Srs redactores, seu constante leilorJoio
Sepomoceno da Silca Portilla.
m
l^uiHicacttoa^cMiio.
' Illm. c Exm. Sr.Tenho a honra de dirigir a V.
Exc. o relatarlo da continuarn do servico do aceio
das ras desta cidade, feilo sob minha diroccao, do
dia 28 de abril prximo lido i 3 do coi i ente!
Foram iiuvonienle limpas as quatro freguezias as
seguidles mas: Codorniz, Moeda, Lapa, Cacimba,
Encantamento, Tanoeiros, Amorim, Scnzala Nova,
Velha, Guia, Guararapes, Chafariz, becco da ra do
Vigario, Burgos, Lama, Miudinbas, Torres, Boia,
largo da Assemblea, ra das l.arangeiras, do Sol,
S. Amaro, Triucheiras, Iravessas dos (Juarlei- e Ca-
labouco, ra de S. Francisco, Roda, paleo do Car-
ino, Paraizo, S. Pedro, Peona, praca da Biheira,
caes da ra do Sol, Itibeira e I r mea ; foram igual-
mente limpas as ras do Hospicio, Camaro, Pires,
Conceico, Aragao, Santa Cruz, Alegra, Manguei-
ra, Clona, S. tioncallo, Colovcllo, paleo da Sania
Cruz, Bibera, Irareaaa da mesma, praia dos Coe-
Ihos, praca da Boa-Visla, e oulros muilos lugares
as qualro freguezias, que coulinuam a ser limpos
duas e mais vezes por semana. Foram profundados
e limpos diversos vallados como os das ras Forrao-
sa, Cumuio, Trompe, Camboa do Carino, Roda,
etc.
Alcrrou-se com areia do largo das Cinco Ponas,
parta das ras da Concordia, Palma, travessa do Pa-
dre Floriano, e algumas ras contiguas c com calica
parle do paleo do Carino e da ra de Sania The-
reza.
Bclorou-sc e lmpuu-se o vallado que se abri des-
de o largo do Palacio Velbo al a rna de San-Fran-
cisco, isto he, no oillo da ordem Icrceira, para dalli
lomar coiivinhavcl dirccc.lo.
Acha-se j aterrado um grande espaco em frente
do mesmo convenio, em seguimcnln do palacio da
presidencia, cuja ejlcuso alm de longa, o solo be
inui baijo, c por isso no lempo invernoso alguns
alagados e lamacal baria; ora, alem do que fica di-
lo, acresce a falta que ha de maleriacs para se pro-
ceder a aterres desla natiircza, istohe.de pedregulho
miu lo ou c.ihea. sendo e-le ultimo preferir!; toda-
va, apesar dessa falla lenho podido adquerir grandes
porcOcs do calica para alerrar a mor parle das ras,
Iravessas e palcos, notando qua, se alguns nao foram
aterrados no tolo, foram em parle; oalras com
areia das Cinco Ponas ; mas cm pequea quanlida-
dc, e em menor rom areia da coroa ; o quese nota
minuciosamente nos meus reUtorios semanacs. Pre-
sentemente lenho adqaerido grande porrtlo de calida
das obras do coiiimeiidddur I un (jomes Ferreira, e
lem sido applicada no sobredilo alcrrainento da ra
de S. Francisca, e creio que conduirei brevemente
esse til ser.ico e o respectivo vallado, cuja necessi-
dade he bem conhecida. Conlnua-sc a fazer em ge-
ral o servico do aceio das ras desta cidade ; pro-
ceder-so alguns aterramenlos, aberturas de vallados,
reparos ele, ele, c ludo quauto diz respeilo ao lim
para qoe foi creada a companhia sob minha artmi-
nislracao; pelo que continuo a a?sc?urar a V. Exc.
que em relaco as forcas empregadas no servido,
continua esse a ser feilo com zelo e v.inlagein. Fez-
te o serviro com .'II Irahalhadores e apunta I are- : a
folha das ferias das qualro (reguezias imporlaram em
I20#UO rcis, alugueis de carrosas que Irabalharam
no servico de condueco de liio, areia, calica, ele.
I32$000. He ludo quauto me cumpre relatar a V.
Eic.
Dos guarde a V. ExcIllm. c Exm. Sr. barao
de Capbaribe. presidente da cmara municipal.
Senhor... comecoii ella com agitarn.
(1 que lie? nao quero receber exclamou Filip-
pe conteni por occullar seu embanco sob urna cx-
plosao de impaciencia.
O conde acenou camarista que Miaste.
Nao be um.i visita, lenhor, he cousa mu dilTe-
reule disso Thereza rom voz mysteriosa.
Pois hem, falle.
A senhora condessa ile logrando chegou a Paris.
Apenas eolrou em leu palacio, envin um servo para
avisar a minha ama de que espera-a.
Madama de Ingraudc cm Paris exclamou Fi-
lippe.
Nis-o nao lia nada que sorprenda, lornou ocou-
de observando o.
Tem razo, balbuciou Filippe.
O conde iiccretceutoo :
E ella desoja ver a llha ; he lambem cousa
mu simples, be... como eu.
Que devo responder ao servo, pergiinloii ihe-
2>ittro $t^ tyytmmbiuv
Em o nosso numero de do correte relatamos o
que occorrera entre o proprietano desle jornal e o
Sr. general Adren e Lima. Eolio a nossa exposi-
tao limilou-se ao fado da apprcscntaro dos auto-
graphos escriplos c assiguados pelo mesmo senhor
general. Ora, sendo elle notificado par ir ao tri-
bunal competente confirmar a sua responsabilidade,
nao compareceu, e pelu juiz fui julgado nao respon-
lavcl.
Da falla de eomparecimentodo Sr. Abren e Lima,
uus tiram a concluso de aquiescencia da sua parte,
e oulros, como o julgador, coucluem pela negativa-
Assim, para maior esctarcciruenlo do fado, cumpre
que revelemos algumas circunstancias, que enlo
omiltimos.
Notificado o proprietario diste jornal para appre-
sciitar a respoosablidade, couvidoa ao auler dos ar-
tigo* para que trocasse os originaos por oulros lam-
bem do seu lanilla, em consequencia dos primeiros
se acharen) Iracados e com algaraas ialerliohas, c el-
le respondeu o seguinle pela sua propria lellra :
o Paco-Iba qae nao insista mais. Amanilla as 9
horas do da estara habilitado em regra. Sabe que
nao fallo a minba palavra.
Era consequencia de nova solicitarlo, rcspoudeu
lambem por escriplo:
Ora suppouha que eu nao quero assumir a res-
pousabilidade, e que Ihe olfereco um respousavel em
regra ; para que esla insistencia ".' Parece que o seu
lira he smente a luiilu pessoa, e nlo urna respon-
sabilidade. Se eu morres por consequencia a minha vida de que de cerlo uo
sou senhor, nao o pode coiuproinctter. Tudo se
I jr, que mais quer '.' a
A'vista (lestes bilheles, he evidente que os arligos
foram publicados, pura e simplesmcnl'*, sob a res-
ponsabilidade do Sr. Abren e Lima. De mais, ne-
vando laato* peridicos nesla cidade, porque nlo
recorrea a nenhum delles para protestar contra a
sua tirina que se le por baixo dos artigas cm ques-
tao '.' Porque uo compareceu em juizo para negar
a sua responsabilidade t A opinlo publica julgue
esle negocio como enteuder.
(Juem condece os principios que regulan) o jurna-
lisino, sabe que o jornal quenlu lem um lira poltico,
nao compartilha as ideas dos arligos que transcreve
em suas paginas, todas as vezes que os nao acoinpa-
uha com arligos edicloriaes. Assim, nem os arligos
do Sr. Abreu e Lima, ncm qualquer outro que uo
for precedido desta circuinslanca, nao sao adoptados
pelo Diario Je Pernambuco.
O Sr. Dr. Feitoza, cm nm commaniradn que pu-
blicou bonlem no Liberal /'crnambucaiio, com bs-
tanle dignidade, recusou solemnemente o direilo
que Ihe calda de pro-seguir contra o proprietario des-
te jornal, e esle aclo nos penhorou summameota'
nao pelo temor da responsabilidade, mas pela con-
viccao que manifeslou de que jamis seriamos capa-
zas de praticar um acto indigno, aceitando oulro res-
pousavel em lugar do verdadeiro.
Bcceberaos caria de Carauhuns com dala de do
corrale, a qual annuncia que o eslado sanitario da
comarca conliuua a melhorar.
As noticias do Bonito cm dala de 7 do o cholera
perfeilameule extinclo no termo. As bexigas couli-
nuam, mas sem grandes estragos, c desde que appa-
receram at aquella dala baria morrido urnas dez
pessoas.
Foram presos nltimamente tres individuos por
furtos de cavallo. 0 inveruo liaba continuado; ba-
ria abundancia do ludo; a carne se venda a 10 c 11
patacas, e a farinha a 16 e 1S o alqueire.
Na sessao de bonlem, a assemblea anda se oceu-
pou com a discussao relativa ao projeclo que crea
urna cadeira homeopalhica no Gymnasio. Tomaran
paite nos debates os Srs. Cosme de Sa Pereira, Sa-
bino c Ignacio do Barros, ficando com a palavra pa-
ra boje o Sr. Florencio. A ordem do dia he a conl-
uuaco da precedente.
Esta pintura de Com. Eu linda ajustado para... reza, olbandoaUernalramenla para os doaa humen,
ara uina pessoa... A proposito... J; comoiieiilium delles [aliara ella coulinuou :
(>orrcvponDiM!cta,
Sr*. reda lores:Em seu Diario n.... vem ama
correspondencia do Sr. Joo Mauricio de Barros
Wanderley, fazendo BMaejIe do laclo do haver eu
varejado o engenhoPodra de Amolar, de sua
propriedade.
Como o Sr. Wamlerlrx tmenle se pronos na sua
correspoodetiria a aflastar de >i qualquer suspeita
indecorosa, que Iba possa resultar dessa diligencia,
devo declarar, que com ensilo ella teve por lim ra-
rificara snposico de que no lugarPedra de Amo-
larexistan) alguns dos africanos bocaes desembarca-
dos na barra da Seriuhaem. Como por aquellas
paragcnsnlo me aponlassem oulro lugar chamado
Pedia de Amolarsa nlo aquelle, para alli parli
a u ni i i ir o meu dever uo procurando saber de
quem era a propriedade.
E, com elleilo no aclo da diligencia soube, que
perlencia ellaao Sr. Wauderle>,|>es.soa de quem fazia
eu, c anda faro, o melhor conceilo.
Anda assim nao recuaria de satisfazer o dever
que me corra, de nao desprezar qualquer noticia
que sobre tal assumpto me chegasse aos ouvidos,
embora viesse ou nao ella acompanhada do fuuda-
menlo, como com elleilo aconleceii.
Apezar da severidade da disciplina, a que me
subinello, nunca desejarei coacorrer para o descre-
N. I. Illm. e Exm. Sr.Constando-meque V. Exc.
encommendara ao Exm. prosidenle da proviucia da
Baha, peroxydo de mauganese,.j0|gaodo nao haver
na provincia, seguudo declarou o Sr. presdeme da
commissao de hxgene : por essa razo ofTerero a V.
Exc i arrobas gratuitamente, oo o fazendo em
maior porc.ao, por quaulo pelo vapor que legoio
bonlem para o uorte, fiz iguaes ofTerecimenlos aos
Exms. presidentes do Cear, Rio Grande do Norte
e Para niba.
lamento que V. Exc? declare paca a Bahia que
ha falla de substancias desinfectante', qoando tal
falta nao se da ; por qoanlo do ncroxydo lenho
qiianlidade -ullii lenle para talisfazer as necessidade!
da provincia, e quauto ao acido sulphuricu, quando
falta bouvesse, outros que do em resultado, o chlo-
ro. o suhslitucm, e aqui os ha em abundancia. Sou
de V. Exc. respeiladore criado.!O.pharmaceulico,
Vosc da /locha Prannos.
Pernambuco"J8 de abril de 1858.
N. -i. ... secrflo. Recebi o oflicio que Vme. me
dirigi em dala de > docorrenle. olferecendo gralui-
lamenle a este governo, i arrobas de peroxydo de
manganese.
Louvando o seu generoso oll'erecimeiilo, lenho a
declarar-lhe que acabo de officiar a'commissao de
hygiene publica, afim de que receba de Vmc. te-
liiellianle ollera.
Dos guarde a Vmc. Palacio do aoverno de Par-
uamburo 9 de abril di 18(i. Jos' Bcnto da Cu-
nta e Ftgueirtdo.Sr. Jos da Fincha Prannos.
N. :i.|lllm. Sr.- Por ordem da presidencia, man-
de V. S. receber qualro arrobas de peroxydo de
manganese, do pbarmaceutico Jos da Bocha Pre-
nnos, e recolhe-las ao deposito.
Dos guarde a V. S. Becife 10 de abril de 1856.
Illm. Sr. Dr. Jos Joaquim de Souza, eocarrrega-
do da direcelo da ue-ineccAo. Dr. Cosme de Si
Poreira, presidente uterino da commissao de hy-
giene.
N. i. Illm. Sr. Sirva-ze V. S. com esle incluso
oficio de dmgir-se a casa do pharmaceulico Jos da
Bocha Parauhos afim de recebar para serem recolhi-
dasa esse deposito a sen cargo, quatro arrobas da pe-
roxydo Jde manganese, que o mesmo acaba de ofle-
reccr a o governo.
Deosguardea V, S. Becife 11 de abril de 1856.
Illm. Sr. Gusiavo Liseazeoo loriado de Mendooca,
eucarregado ilo deposito das desiofeccoes.Dr. Jote'
Joaguim da Silca, encarregadoda de'sinfecraoda ci- '
dade.
N. Becebi do Sr. Jo= da Rocha Paraohos,
por ordem do Dr. Jos Joaquim da Souza,qualro ar-
robas de peroxydo de manganeso,como coma da or-
dem cima.Gustavo Liseazeno Furtado de Men-
ionca.
Becife 11 da abril de 1856.
N. fi. Illm. e Exm. Sr. Constando que nesia
proviucia conliuua a grassar coro nlensidado a epi-
demia reinante, que lanos males ha (razido ao im-
perio de Sauta Cruz, e como umdos mais poderosos
e ellicazesmeios de combale-la he adesinfeceocho-
lenca, pois que bons resultados lem-so della oblido;
por isso, tomo a liberdade de oiferecer gratuitamen-
te a X. Exc. qualro arrobas do peroxydo da manga-
neso, om dos reagentes de que ha grande Calla, pa-
ra fumigar/es guyioniaaas, ou da Guylon da Mor-
veau, ou hygienicas: poden lo V. Exc. mandar pro-
curar na ra Direila ti. SS, segundo andar, onde
resido, pois fica a disposicu de V. Etc., se se dig->
nar aceitar o meu ofierecimeolo.
Sou de V. Exc. respeilador e criado.O pharma-
ceulico, Jos' da Rocha Paranhos. Illm. e Eira.
Sr. presidente da provincia da Parahiba.
Iguacs aos Exms. presdanles do Cear e Rio
Grande do Norte.
N. 7. Illm. Sr.Acenso a recepcaodo oilrecimeolo
que V. S., em dala do prmeiro docorrenle, fea a
esla provincia de qualro arrobas de peroxydo da
manganese, gratuitamente, para as fumgacoet goy-
touiauas, e, aceitando seu generoso otTerecimenlo o
agradece a V. S. em nome do governo imperial, e
desta provincia.
Pode V. S. entregar desla droga ao agente fiscal
desta, netta provincia, Jos Joaquim da Lima, a
qoem nesla dala cilicio nesse sentido.
Dos guarde a V. S. Palacio do governo da Pa-
rahiba, :l de abril de 1856.Antonio da Cosa Pin-
to Silva. Sr. Jos da Bocha Paranhos.
N.iS. Becebi do Illm. Sr. Jos da Bocha Paranhos
um caixo, i uniendo qoalro arrobas de perxido
manganese qoe o mesmo olfcreceo gratuitamente aa
Exm. Sr. presidente da provincia da Parahibt, par
ordem de quem foco esle recebiraenlo.
Agencia fiscal da provincia da Parahiba do Noria
Pernambuco, 16 de abril da 18"*. O ageaat
fiscal da Parahiba, Jos Joaqi im di Lima.
Palacio do governo do Cear, eta 1 de abril e
1S.(.
N. 9. illm. Sr. De posse de seu favor do pri-
meiro do crreme, em que genero.amonte ofTerece
a esla provincia quatro arrodas de perxido man-
ganese para servir de desinfectante nesta provincia,
no caso de nella apparecer o cholera-morbos, rum-
pre-me aceitar e agradecer a V. S. esseolfereeirnea-
to, que lano abona a pliilaniropia e caridade de
que faz V. S. lio bello culto.
Nesta dala olliciei a S. Exc o Sr. presidente des-
sa provincia, para mandar receber de V. S. e ra-
raetler para esla capital, Indo quauto V. S. em dita
caria leve a bondade de por a disposico desla pre-
sidencia.
Sou cora a mais perfeila estima e consideracao
De V.S. Francisco Satier Paes Brrelo. Sr.
Jos da Bocha Paranhos, pharmaceulico de Pernam-
buco.
N. 10. i.i scelo. Coovem que Vmc. mande a-
preseularao inspector do arsenal de marinha. para
serem enviados para o Cear oa primeira opporluni-
dade. os desinfectantes que Vmc. poz a dispoiicao
do Exm. presidente daquella provincia, seguudo
consla do ofiicio que elle mo dirigi em 7 do cor-
renle.
Dos guarde i Vmc Palacio do governo de Per-
nambuco, -15 deabr de 1856. Jote' Beato da
Cunha t Fiqueireao. Sr. Jos da Bocha Paraohos.
N. II. Fica recolbido no almoxarifado de mari-
nha um caixote, que diz canter tperojvdo de man-
gaoeee.
Almoxarifado 1S de abril de 1TH1, ItfaimJ frail-
esco de .l/onru, almojarife.
W '-I'lm. e Exm. Sr.Pelo vapor que desta
provincia sahio para o norte nol. do corrale, dirig
a V. Excanma carta, em queotlerecia para essa pro-
vincia i arrobas de peroxydo de manganese para fu-
migaees chlnrica-'. fumigaedes guv loman.i-, ou de
Guylun da Mor vean ou hygienicas/c tendo chegada
a esta provincia vapor do norte nlo live a honra
de receber resposla de V. Exc. e como atlribaa o
nao ler chegadosmaos de V. Exc. a minha caria,
por essa razao inclusa adiar V. Exc. segunda ria
da minha primeira caria.
Se insto para que V. Exc. tenha esse poderoso
reagente para combaler a epidemia ahi reinante,
he por qne leudo a experiencia nesla proviucia me
eito convencer dos maravillosos elidios destas fu-
migaces para a dcsinfeceo das casas affectadas
dessa terrivel epidemia, urna obrigacao religiosa me
impoe esse dever, a eslranlios que fossem, quanto
mais aos i'.io-gr.mdenses qne sao Brasileiros, c co-
mo tacs meus patricios.
i,i,i n la a epidemia nos accommotl"-!, os casos fa-
laes sucrediam mis ios oulros e fallecan) do I a 5
pessoas na mesma casa, e succcssivamcnle, nao obs-
tante as fumiga..,10- que se faziara deeuchofre.breu,
al.-alroti- elc.e, pois, reennhecendo nao Icrem >-
sas fiimgacoes a forca precisa, e leudo condec lten-
lo das facis preparacoos chimicas de que so servio
o celebre Guylon de Moiveao para desinfectar va-
rias igrejas e hospitaes em lugares onde so manifes-
tara o lypho, as puz em execucao, dando gratuita-
mente a todos quauos me pediam, a explicando o
nudo de as fazer.
O peroxydo d- manganese he o que ha demaisdil-
liculloso.por havergrande falta, e lano assim he que
o Exm. presidente desli provincia rucouimendou
para o Exm. presidente da Babia 10 arrobas, como
se v no Diario desla provincia de -29 de marco do
mez passado, e al boje mo ma consta que leuda
chegado ; e eu em consequencia dislo Ihe offereci i
arrobas graluilamente, e elle as aretou, hem como
aos Exms. presidentes da Parahiba e Ceara, que
pa
Voltou-so para Filipppe.
Quero abracar Amelia.
F'ilippe nao moveu-sc.
Se enlrasscinosnu aposento della .' disse o con-
de dirigiodo-te porla.
Filippe estendeu a mo para dele-lo.
Ah! disse Mr. de Ingraudc, ella sabio?
Sim.
J6 '.' Sem duvida be alguma pratica de deroco.
Aguardarei sua rolla. Joo'inc dar o almoco. Sem
indisctipjlo, p u qu mo comprou aquella ptlura de
Corol.
Aguardara... sua volla '.'
Dar-se-ba que issoo iiicoiumde'.' lornou o con-
de. Voss lem o ar perturbado esta manilla. Nole
isso qoaudo o vi entrar.
Abrio-sea porta da salla e Thereza appareceu.
Quer que diga quo a senhora nao esla era
Paris f
Nao cxclaninu vivamente Filippe Bey le ; es-
pero, minha innlher a cada instante.
O conde despe lio a camarista com um gesto.
Apenas a porla fechou-c dingio-sc a Filippc, c
disse lliesitmcnlc estas palavras :
lude esla lunilla lilha '.'
Senhor cumie...
Be-ponda, onde esla ella t Seu semblante "per-
turbado, tata pbrasw eulrccorladas lazciu-nie presa-
giar urna desgrata.
Oh! sim, disse Filippe, urna desgraca. Ha
urna desgraca sobre ella como sobre mim.
Eu o suspeilava.
Isau-se de um subterfugio ua minba ausencia
para furlar Amelia.
Quando '.' pergunlou o coude atlcirado.
Iloulem.
t.lucm '.'
lima mulher.
Voss esta doudo. Filippe.
He verdade, eu devia dizer um demonio, pois
be a Marianna.
A cantora Marianna '.'
Sim.
A judia que foi sua amanta J
Sim, c que me faz expiar cruelmente mcu
cajiricho de oul'ora.
Pelo amor de Heos, expliqese disso o con-
de ; para que lim suppc que a Marianna leuda
mandado furlar muida lillia .'
Nao sci.
Cr cm perigo real '.'
Creio cm tinlo'quanidi avisto o dedo de Ma-
rianna.
Que resaladlo pretende lomar .'
l'tn acato inaudito poz-me na piala desle rap-
io. I.eiiilira-se da historia coutaJa uo cliub por Mr.
Bechciix ?
No.
Todava lie, grabas a asea historia, embora ri-
dicula, que conheru a haliilaco da M iiianua.
Eullo vamos, vamos ja .-!,mou o cundo do
Ingraudc. Seiuclhaulc rapio participa mais da lou-
cura que do crime. Vdmos ler cora essa mulher,
Pois bem, scn.ior conde.
Habituad i aos expedientes de Iheatro ella lera
querido Iraosporta-Ios para a vida real. Agora be
impoatiral que nao se arrependa de sua mpru-
deocia.
Filippe Beyle meneou a rabera c disse :
O senhor nao conhece a Marianna.
Em pouco lemjio Filippe e o conde gracaa a urna
excelleule parelha de cavalloschegaiam a Boulain-
villiers, i quinta indicada por Mr. Bechcui.
.V casa era urna das conslrucoes frages e gracio-
sas que se ve em lo grande numero nos arredores
de Pars. Elevadas em urna hora de opulencia e
abandonadas nos primeiros dias de infortunio, es-as
obras primas da vaidartc prodiga sao finalmente vea-
didas pelo terco de seu valor a especuladores ou a
Magdalenas arrependidas.
Filippe Beyle e Mr. do logrando liveram o cuida-
do tle deixar a carruageni a alguma distancia.
Ao som de urna Bnela aecudio umu caraponeza.
Somos as pessoas que a senhora espera, disse
Filippc cm tmn lio allruialivo quo a campoueza
nao leve que leplicar.
Dirigiratn-sc para a casa como se fossem ahi fami-
liares.
Nenhum eslrandou a farilidaJc com que se Ibcsda-
va entrada cm um retiro, onde sobreludo nes-
se da ere natural esperar um augmento de precau-
teles. Eslavam muilo animados para cuidaren) em
miudezas que de certo uao teriam escapado a om in-
dillerenlc.
I'a-arain o poial.
Alii F'ilipe disse ao sogro :
Senhor conde, convein, c he mesmo prudenle
que vossa excclleiicia espere-me aqui. A conversi-
tlo que vou ler com Mariauna de decisiva, e nao
deve ler leslemnlias. Ao menos assim pens.
O coiihecimeiilo queo senhor lemdocaracler dessa
mulher o poe em eslado de decidir niel luir do que eu
a escolha dos mcios que devem ser empregadas.
[Obrare) segundo suas iuslrurcoes.
Pois bem lornou F'ilippe, sa no lim de meia
hora eu nlo liver vollado, sua intervenelo ser pe-
uessaria, sua auloridade ser imlispensarel.
Couvenho, diise o conde.
Filippe Beyle lanrou-se pira a escada do prmei-
ro andar.
( Conlinuar-sc-ha.)
MUTILADO
ILEGIVEL


tambera se Jiguaram aceitar a minha rile, la : julgn
ser quaotidade suff.ciinle pira cssa provincia, a que
Merejo, mas caso n:lu seja, logo que V. Eic. reco-
nnec,a que so val acabando, avisanrto-me, llie re-
metlcrci oulras quatr arrobas gratuitamente.
Nao remello a formula a V. Eic. porque ah
lisie o Ur. Vilal, hbil medico, que as eiecutarn
fielmente, somenle tenho a lembrar a V. Exc, que
Ihe recoramende nao ser preciso juntar a qoantidade
d afilia que pede a formula, e si ajunle o acido sul-
pnoriro em pequea* quanlidades ; e somenlequando
e quizer sprovoitaro cliluro por meio do calor, cu-
ta" se ohlm oom mais Tacilidade junlandu asna :
torno a alteradlo na formula he de minha experi-
encia, e icio eiisla escripia, entend conveniente ei-
pliea-la a V. Eie., em raz.lo dos boos resullados por
miro ohtidos.
Illm. e Em. Sr. presidente da provincia do Rio
rancie do Norte. Sou com toda a consideraciloDc
V. Ec. respeildor e criado.O pharmaceulioo,
Jote da Hucha l'arauhos.
Pernambucoi de abril de 1836.
DIARIO DE PERNARBUCO T SC* FUI* 13 DE MAIQ IE 1856
^ptammio.
PRAGA 1)0 RECIPE 12 IIE'MAIOASJ
HURAS DATARDE.
C.olaces olllciaes.
Cambio sobre Londres'27 d. (Kt d|v. a prazo,
Dilo obre ililn27 l|t (O di.
Dito sobre dito27 l|2 (O d|v. a dinbeiro.
rele para o Mediterrneo;i7|lie .".70 por tonelada.
Desconlo de ledras por pouco lempo 8 e 12 ao
auno.
frederico foblliard, presidcnle.
/'. Uorges, secretario.
< V MUIIIS.
Sobre Londres, 27 l|i a 27 d. por 1J
a Pars, 353 rs. por f,
Lisboa, KM por 100.
Rio de Janeiro, a par.
Acedes do Banco, X, Odl de premio.
Acides da eompanhia de Beber.lie. .
Ac^Oes/rTa eompanhia Peruambucaua
por cenlo d
Indemnisadora.sem vendas.
Disconlo de ledras, de 10 a 12 por 0|.fj
METAES.
mro.(incas hespanhulai. ,
Moeda de M0 velhas
bjjiOO novas ,
49000. ,
Prala.Palaces brasileiros. .
Pesos coluiunan.s. .
mexicanos. .
.".(SIMO
ao par.
premio.
289 a 881500
. ItiKHM
. 16KKJ0
. 99000
. iferflOO
. 2-yNNi
. Ia660
lAl.FANDEl.A.
Kendimenlododia I a 10 .
Idm do dia 12.......
166:852*139
18:31 ijgfi
I83:166S5KJ
Anglica, meslre Jos Jmquim Al ves da Silva,
carga fazendas c mais gneros.
&>ifc?&
O Illm. Sr. inspector da thesouraria da (a-
lenda desla provincia, en. virtudo da ordem de S.
*. presidcnle do Iribu-
38 de marco prximo
que cicla dala a :I0
ara se prcencher as va-
ia mema Iheaouraria.
manir,
de Sampaio e Silva.
mniiii'ipal do Recite,
B queni coin[telir, qua
eipedio a niesma ca-
li n-. o Sr. marquez de Paral
nal do Ihesouro nacional, de
pBOiado, manda fazer puhlici
dias tcm de haver concurso
gas de pralieanle existentei
Secretaria da lliesouraria dle fazenda de Pcrnam-
buco 21 de abril de ISVil!.
Pi impedimento do ollicial-
Liiia l'r.iuciscc
I) procurador da camar
declara, para conherimeulo rj
em virlude da ordem que Ihe
mar, aeompannada da relacio remedida pela ad-
minislracao do cemilerio, leu de recober das pessoas
a quera perlenciam os cadveres de cholencos, in-
humados no mesmo cen.itcr.ci, sos mezes de feve-
reiroc marc,o ltimos, a importancia das respectivas
sepulturas,que nao foram .inda pagas, quer relativas
pessoas livres, quer a escr vas ; e para o referido
rercuiineuta marca o prazo de um mez, coudo di
dala desla, lindo o qual se prbeedera a cobrauca ju-1 21 Di
dicalmenle.
I'rncuradoria da cmara municipal do Recife, 2
de abril de ISi,
O procurador.
Jorge Vctor Ferreira Lupo*.
O Ur. Anselmo Francisco l'ernlli. coiiiniendador da
imperial orden da Rosa e juiz de dircilo especial
do commcicio nesla ciclado do Recife c provincia
de l'criiambiico, por S. Mageslade o Imperador
que Dos guarde, etc.
Faro saber aoque a prsenle caria de convoca-
cao de credores virem, em como os negociantes Kos-
iicni Kooker ,\ Companhia e Ada...-un lloivio c\
Companhia, credures do Joao .Morcira Lopes, esla-
lecido com toja de fazcnd.is na ra do Crespo desla
ciclado, o qual leudo mandil o seus pgamelos, in-
cripeloe processode habiljUcaO dos candidatos, na
roma doarl.21 la le provincial n. ,'Mi9 de I i do
maiodoa.....i prximo pausado, pela qual aerenla
nao so o procese, de habililaco como o concurso
para pro\menlo das aobradilai cadeiras. E para
COOStar se mandn publicar o prsenle peda i.n-
prensa. Secrcl.na da direeloria geral 12 da maio
de 1856.Oaeerelano, Francisco I'ereia freir.
No dia 1.1 do correle, o coruellio administn-
livo do patrimonio dos orphSog, le.n de levar nva-
mele a praca publica, as rendas dos prodios abal-
lo declarad s, por lempo de um .iiiiin.i comee eni
o primero de jnlho prximo vindouro, a 30 de-ju-
iiho de I8.li, cujas renda* deilaram de ser arrema-
tadas no da 9 do> crrenle, por fallida licitantes.
Kslcs, com seos fiadores, bajita do comparecer na
sala do mesmo eonaelbo aa II honra do menciona-
do da, ; c de accordo liquem, qne nao poderao
laucar, sem que se moslrem qoiles para com o mes-
mo palriniunio.
LSJIa da casa do Paleo do Collegio.
I l.oja grande da dita do dito.
I lina pequea dila do pJtc do Collegio.
8 Cata terrea da rna Vaina.
10 Dila dila da ra de S. lioncalo.
Iii Sufcraclo da ra da Cadeia co Recife.
, .lo ra roa da Cadeia do Recife.
10 na ra da Cadeia do Rocife.
da ra da Cadeia do Recife.
21 Dito da rua da Madre de lieos.
21. Can lema da rua da Madre de Dcos.
27 Dila dda da na da Madre ele Dos.
I lilla dita da rua da Madre de Dos.
Iliesonraria do coiiselbo administrativo
momo dos orphaoi, 10 de maio de 1856.
O Ihesourciro,
Joaquini l'rancisco Duarlc.
Ntn das 13, li, c -II do crrenle me/, de maio,
o coiiselhci admiuislravo do palrimunio dos orph.ios,
tcm de levar a praca publica a renda animal dos
predios abano declarados a comecar do primeiro de
jiillio prximo vinduuro, a 30 de junbo da 1S.Y7.
Os licilanles com seus fiadores, hajSo de comparecer
na sala das sessea do mesmo conselbo, as II horas
dos meiicionailos dias
ob proposlsi lacrad, a aquel
ravel.
Para o Porto com escalla pela ,\\,, dc g. jjf_
goele Lisboa.segue viagem a cule ia porlugueza Fkr
O Porto.eapiao Anlonio Ignacio ele Olivera quein na
mesina quitar carregaron hr da pataagem para o
que lem os milhores commodos ; dirija-te ao mes-
mo capillo en a seu consignatario, Manuel Joaquim
Hamos e Silva.
nranh&o e Para.
Segu "ni noneca din o brigue escuna bnuileiro
faracosas ; recebe carga e naswgeiriM : lrala.se
com o consignatario jos,, Baptisla da Fonseca J-
nior, na rua do Vifjarin u. 2:1.
RIO DE JAMURO
egoe no dia 16 do correte mez o patacho ,,|u,u
Jess, para o resto da carga, psstageiros o escravos
a rrete trata-se com Caetano Cyriaco da c. M. ao
lado do Corpo Sanio n. 2.
que for mais faVo- as .Ia tarde, na rua la Atl
CoikjiueiIi;
4
U
V v-ii
71,; o-eodigd do i acTua-r,;;;;;;;;-;;; ;;; ,s* g--
'o mesmo codi- atrasados, n.lo poderao laucar, sem que se moslrem
Oeicarregam hoie 13 de maio.
Karca inglczaS/ir.nj llol,mercadorias.
Barca ingleza/. Thuriellanas o ferro.
Krigue iuglezllolicrl Brucecarvao.
Patacho americanoScotiamercadorias.
Patacho suecoOle/lofarinha.
Patacho nacionalHautlarSogeiwros do paiz.
Brigue i o-1 c/Oitem mercadorias.
IMPORTACAO.
Brigoe biemense, uDorolhean, vindo de Ilanibur-
so, consignado a C. J. Asile? & C, manifeslou o se-
gu ole:
3 tinas tanguesugas, 2 caitas pianos, 2 dilas cha,
50 ditas espritus. 10 dlas phosphoros, 3 dilas palles
cuvernisadas, 25 dilas queijos; a ordem.
I caixa crmor trtaro, I dita alcanfor, 1 dita me-
tal em folha balido; a II. I de Souza.
50caixas pbeapharos, 7 dilas pelles preparadas, I
dita um cofre, a ditas boldes ; a ltabe Schiuellau ,
Companhia.
1 caita e I fardo falencia de laa, 1 caixa dita de
seda, 1 dila de algodau ; a ri. Ilrunn.
17 caixas fateuda de algodilo, I dila tiutas, 2 pa-
colesamostras ; a J. keller Ov C.
1 caxa pianos, ."> dilas uieas de algodao, ."i ditas
bezerros, I dita Inscoiios, 3 dilas sedas, 2 ditas fa-
xaodas dealgudAo, 3 ditas e 3 fardos fazeudas d lila,
100 mollius de Kolim, ISO caixai velas de spermace-
le, 200 barricas e 210 frasqueiras genebra, III calas
tpalos dc borracha, 3 dilas e 3 fardos fazeudas de
laa, 3 pacotes amostras; a C. J. Asllev ezC.
1 fardo fazondas de laa, I pacota ainoslras ; a
Scbapheitlim & C.
3 caitas pelles em obras, I dila piano, 2 ditas fer-
ragens, 1 dila e 5 pee;as, 1 prensa de panno ; a 1 iuim
Momseu.
i uitas ubjeclos de ferro, prata falsa e lalao, 2
caitas cerdas para instruiuaulos, 10 dilas pelles, 2
lilas espirilos, 3 dilas conserves, I dila fazeuda de
aeda, 3 dilas quinquillera, 1 barril peito salgado,
3 canas sapalos de borracha ; a N. O. Bieber Ov C.
t caixa lesouras, I dila limas, 1 dita tesonraa e
caivetes, I dila bezerros, I dila agalhas, I dila fe-
chaduras ; a J. Ilalliday.
1 caita viuhc) do Rheuo, I dila livros e msicas, 1
dila earoeiras, I*a1ila oiilucia de sed*, i caixas fu-
la.* laca, 1 coixyinaasee para cbauos, I dila esparta-
rla, 1 barril cola : a Cliruuiam Iraaia.
2 caitas sanguisugas; a Manuel Joaquim Ramos
e Silva.
40 pacoles macos dc papelAo, I caixa chapees de
tolde seda, I caixa lapis para marcineiro, 1 dila cou-
ccrlinas, I dila quinquilbaria, 2 dilas lapis, i dilas
plvora em garrafas, i dilas encerados, I dita livros
em branco, I caitinha ouro em tollia.ll dila merca-
dorias, 4 ditas meias. KM queijos, 1 ditas conservas,
200 barris comento, 2 caitas bezerros, 1 dita dilo eu-
graxado, 3 caitas espartana, 1 dila seda para cha-
peos de sol, 1 dila liguras para phoaphorot, I dita li-
vros i lithographia, 2 dilas cunfcilos, I dila arma-
jdes para chapeos de sol, dilas espclhos com gave-
tas, 1 dita chales diversos, 2 fardos pannos, 1 caita
dilo ele linho, 11 pacotes papel de embrullio, 1"> di-
tos dito azul ; 2 caitas e pacole amostras ; a Isaac
Curio.
1 pacole contervae, I dilo charutos, 1 dito livros e
joroaet ; a E. kolljon.
s caitas cochos enveruisadns, |."> ditas espelhos, 1
dila coocerlinas, 1 dila boldes de osso, 2 dilas cor-
das para instrumentos ; a kruclvemberg.
2 caitas sangoesugas ; a F. D. Feneskcerd. .
1 dila livros impressos, I caixa fazendas de l.ia, 1
pacole amostras ; a .1. I). Bieber.
7 caitas coorosenvernisados, I dita bezerros dilo,
2 dilas cordas para inslrumeulos, 13dilas viclualhas,
6 presuulos, 1 barril cervea, I caita relogios de uu-
ro e prata. 2 ditas pianos, 100 barricas geucbra, 2
caixai sedas, 1 pacolo amostras ; a urdem.
Lancha nacional Flor elo Rio (jraiide a viuda
do \racal\ por Maccici, cousiguada a Harrinlu & C.,
manifeslou o seguinle :
1W couros salgados, 85 caitas com cera de carna-
uba : a ordem.
Iliale nacional ci Inveucivel vindo do Araraly,
consignado Martin- & Irmaos, maDifesluii o se-
guinle :
MI couros salgados, .VM meiot de sola, It, mullios
e 107 courinhos, 1225 esleirs de perpery ele. 1 far-
dos, 2 pacoles 221 chapeos de palha, I caixnle, 2
barricas e 7 fardos calcado, 1 barrica e I pamcum
cera de carnauba, 1 barrica cera de carnauba, I di-
cuminei ni e no caso do artigo K2
go, em cou-equencia do que e do mais que expeude-
ram, rcquereram-m.e para que em couliucule mau-
dasse passar mandado coulra o'tupplicado para ser
poslo em custodia, com aulonsacao de se darem as
buscas uecessarias, e mandado para ser lechada a
loja c depositadas as chavos no deposita geral, alo
que podessem ser admillidos a justificarlo legal para
ser declarada aberta a fallencia, cuia pelicae sendo
ilelirida por mcu despacho de Is de abril" protimo
ndo.passaram os lopplleaouM ii juslilicar que o sup-
plicado havia cessado os seus pagamentos, c n.lo se
haver apresculado para se declarar a fallen-
cia.
E suhindo os aulos minha ^onclusio proferi a
senleuc;a do llieor seguiille :
Sendo publica e notoria ressar.'io de pagamentos
lo coiumerciaiilc Joao MVraira I Lupes, e indepen-
deiue dissa o da justilicae;5o de follias 12 a que se
procedeu para a expedido do mliudado de delencao
de Mhas III, clepreheiidentlo-se le cessacao de pa-
aineulos il0 aclo de ter o mesmp Lopes cieixaio de
pagar as quairo ledras, de folhas i a fulhas 7, nos
respectivos vencimenlos, sendo que uo dia IS do
crrente,foi ree|uerido a esle juiz i quemandassecilar
o indiciado |.opes para ser judicialmente compelido
ao pagamento de oulra letra queJ nao loi salisfeila
no da em que se venceu, declafo o referido com-
iiiercianle Cslabelerido com loja de fazendas ua rua
do Crespo desla culade n. 11. en> estado de quebra,
on\o o termo legal da existencia desla acontar do
da 31 de marro ultimo.
NoOMio p4ra curadores liscaes os credore, Paln
Naah & Companhia, a prestado por estes ojuramen.
lo de lerinniado no artigo Su|) di redigo comruar-
cial, ordeno qUe s0 pouliam -ello, em todos os bens,
livrose pape,, ,f fallido, c bem assim que se proce-
da a diligencia proscripta pelo artigo 812 do citado
cdigo.
Fcclo o que ser.lo dadas aslsiibsequenles providen-
cias determinadas pelo cdigo em! quesl.lo, o pelo ro-
golamenlo 73S e cusas.
Recife 23 Jc abril de 1856. Anselmo Francisco
Peredi.
mais senao conliuha em dib
f mmco" a pclir.io do llieor
me endercssalram
isara
minha sentencia,
mim nomeacio
sesuinle:
Illm. c Eira. Isr. Dr. juiz co
os curadores liscaes do allido Jo
c|uc lendo-se procedido au intcnl rio rom
titanos interinos que v Etc.
es parece ser necessano oony
do fallido para ser salisfeila
SI2 do codigu co commcrcio, ,ein
parle do artigo I'"
vembro de 1830
inmerrio.Dizeiu
lo Moreira Lopes,
drpu-
dignou uorucar,
lodos o-credores
posicao do artigo
faro da segunda
1I0 decreto n. 73S de 25 de 110-
por lauto reijUcrcm a Exc.
S
oca
ta sabe, 5b7 caitas velas de carnauba
CONSULADO tiERAL.
Rendimento do da 1 a 10.....
dem do dia 12 .......
a ordem.
12:11)69583
2:9679158
15:073a7.fl
UIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeiilo do dia 1 a 10. .
dem do di 12.......
1:1259091
1303273
li2559367
DESPACITO HE KXpnBTACAO PELA MESA
DO CONSLLA.DO DEM.V C1DADE NO DA
12 DE MAIO DE 1856.
PortoBrigue porlugucz ccS. Manoel I, Manoel
Joaquim Ramos Silva, 2 cascos com mol.
Baenot-AyresBrigue escuna dilapido, Caelauo
Cjriaco da Cosa Moreira, 250 barricas assucar
branco.
FalmooluBrigue inglez uTilania, James Crablrec
1 Companhia, 600 saceos assucar mascavado.
I orlopatacho brasileiro S. Josu, Victoriano de
Oliveira Alves, 4,000 pontos de boi.
LisboaPatacho portuguez Brilbanle, Domingos
Jos Ferreirauimaraes, f>2ti saceos assucar bran-
co e mascavado.
FalmoulhBrigue inglez oBcll, Timm Si Compa-
nhia, 21 couros salgados.
PortoGalera porlagueza Flor do Porto, diversos
carregadores, 500 saceos e 300 barricas assucar
branco.
Falmoulh 'Calera ingleza eillonila, Paln Nash
Companhia, I,KM saceos assucar mascavado.
Exportacao .
Baha, patacho brasileiro ciEsperaiica, de 103 to-
neladas, conduzio o seguinle :2W barricas farinha
de '.rigo, 10 pipas vinagre, 2 Caixai cuteles, 1 pipa,
5 barris de 1." azeile de carrapalo, 10 garrafes es-
pirito, 600 caitas sabao, 130 laceas feijao.
Camaragibe, hiate brasileiro Sania Lnzia, do 2i
toneladas, cumluzinn seguinle :252 volmnes gene-
Jo esirangeirns. 20 raixas e I milhtiro charutos, 21
''li|asgeiiehra,1 1(2 arroba de bolacha, KM abanos,
1 I?* a(''' ""* "''cha. 20 arrobas de carne,
I barril azeile de csrrapalo, I caixa (amneos.
CONSULADO PROVINCIAL.
Jleudimenlododial a 10..... 123751611
dem do dia 12....... 2*18**19
15K1S063
digue-se dilirir-lbes como for de .liicw, caudo
da e hora para Icr lugar a rflfericla reunido. pcdc
a V. F:xc. delirinieuto.E It. M Joaquim cu,\|-
buijuerquc Mello.
E mais sen.lo conliuha em'dila [pelie^ao. que se
do-me apreseulada profer o rf~mfalo jf Iheor s
guinle :
O dia 15 du OSTMOla, as dez horas da mauh.ia. e
na casa dc minha residencia.
Recife 10 de maio de I85U. A. Francisco Pe-
relti.
E mais senao conliuha em dito
lude ilu qual o escriv.io diste
Ignacio de Torro Bamleira fe
carta decouvocar.lo ele credores
reir Lopes, pelo Iheor ua qual

le-pacho, em vir-
tii falco Francisco
|rassar a prsenle
Mido J0A0 Mo-
UCO, chamo e
do fall
couvo
-o 1 .-un inuiii1 1 ,; i/. .1 1
launa, |e seguindo a dita jus-
10 1 se [vi das senlenras do
convido i iodos que s.lo credores|do referido fallido,
para que coinparcrain c se reuuarn na cas de minha
residencia, no dia c, do correnli), as dez llrasela
manhaa. para o conten I > na peificm dos supplican-
les curadores liscaes cima Ifanacripla.
E para que cliegue a noticia dle lodos os ditos cu-
radores, mandei passar a prsenle que sera publica-
da pela imprensa e artixada (ios lugares do cos-
ime.
Dado e passado tiesta ridade lio Recife, aos 12 dc
maio de 1856.
Eu Francisco Ignacio de Turres Bandeira, cscrivao
o hz escrever.
Anselmo Francisco Perctli.
0 Dr. Francisco Comes Vcllozu de Albuquerque
l.ius, juiz municipal da segunda vara, nesla ri-
elado do Recife dc Peruambucu.
I'ac saber aos que prsenle caria de edilos VI-
ram un elella nolicia liverem.leiu como por este jui-
zo su procedeu jusiiiicae.ao e/ilro parles o bacbarel
l.uiz Rodrigues \ illaes c sua1 mulhcr, o D. Joa-
quina Maria Pereira Via
lilicae;Qo foi jolgada com
tb'or seguinle
Vistos esles aulos e alleudUido que em face dos
1 uciimenlus de I1-. 32, 38 e 42, c dos depuimeulos
le lis. ll, 51, 53 c .77. esta sullicientemeule prova-
do, alera da nolonedade publica, que a utlilkada
viuva I). Joaquina Maria Pereira Vianna, malicio-
tamenle uu sam razfi lem desbaratado 011 alheiadu
seus bous em prejuizo dusjiislilicaulc, seus lajjeca-
sorts legitimo- :
Julgu pruvada a juslilicae;5o de lis 3, e hei a dila
juslilicada a viova l>. Joaquina Alaria Pereira Viau-
na por privada da adminislracau dus sens bens, que
lica a cargu du administrad! r que nomcio Anlonio
lo-r 1,jim- do i.oiieio, ipie prestar juramento na
formada le, depois, do que se providencitr e que
sejam arbitrados manlimelus, seguudo a pMaoa
da jotliQeada e us encargos que liwsr, sendo a pr-
senle senlenca pubeicaela pcVr edilaes, o nos joruaes,
e pague a mosma juslilicadil a cusas.
Recife 10 de selembro de 1855.Custodio Ma-
noel da Silva Cuimaraes.
E mais senao conliuha cin dila senlenca aciui cu-
piada. depois do qu seguirse a seiUciu:a do Iheor
eegointff.
Sera embargo dos pmbarJos suslcnln por seus fun-
damenlbs juridiros a senlenra lis 60 v., II*, 61,
na parle que que privou du|iidinini-lrarao de seus
a viuva D. Joaquina Mana Pereira Vianna,
quiles para com o mesmo patrimonio.
31 Casa terrea rua da Madre de eos.
12 Dila dita dem idem idem.
33 Dila dila idem idem dem.
31 Dila dila dem idem idem.
35 Dita dila dem idem idem.
36 Dila dila iilem idem idem.
37 Sobrado rua das lluiat.
38 Dito dem idem.
39 Dito idem idem.
O Casa terrea rua da Lapa.
i I Dita dila idem idem.
12 Dita dila rua do Cudorniz.
11 Dila dila 1 lem idem.
i'i Dila dila rua da Moeda.
15 Dita dila idem Idem.
ifi Dila dita dem idem.
47 Dila dila idem dem.
i8 Dila dila rua do Amoro.
ll Dila dila idem idem.
30 Dila dila idem idem.
51 Dila dila idem idem.
52 Dila dila idem idem,
53 Dita dila idem idem.
51 Dila diia idem idem.
53 Dila dita idem idem,
56 Dila dila idem idem,
57 Dilla diu rua du Azeile de Pene.
X Dila dila idem idem-
59 Sobrado idem idem,
00 Casa terrea idem dem.
Thesouraria do consol lio administrativo do patri-
monio dos orphaos, 10 de maio de 1856.
ti (hesoureiro,
Joaquim Francisco Duarlc.
CONSl'LAT DE IKANC;.
Le Cnsul ele France a l'honnenr d'iuviler ses rom-
palrioies residanla 011 de passage i Pernamburo. a
nn IE-DEC.M d'aclious de grare, qui sera chante
jeudi prochain 15 du couranl, a y l|2 elo maliii. en
l'Eglise de la Penha, a l'nccasion de la uaissance du
PRINCE IMPERIAL el de la conclusin de LA
PAIX. Le Cnsul de France, sur du palriolisme de
sea compalriolcs. a cru, |car la crlliralion de re TE-
DEI M. devancer leurs iiilenlious; II ne doole done
pas de l'empressement qa'ila metlrout lona se ren-
dre i l'iiix il.iliun qu'il a riionneur de lenr adreaser
et a relebrer dans une IVte de famille. le double
bienfait qui vicnt d'elro accordo ji la Frauce par la
Divine l'rovideuce. l'ccnambuco 12 de maio de
ISTc.
Pur ordem do Exm. Sr. Dr. uiz de direilo es-
pecial do cuinmercio Anselmo Francisco Perelli,
convoco a lodos os credores do fallido auo liarla
de Senas, r ao colador fiscal da maasa co mesmo
fallido, pata que no dia 23 do correle mezas 10
hora* da manhaa,cnniparccjin em casa da residencia
10 dilo Sr. juiz no largo da Sania Cruz b.ijrro da
iioa-\ isla, a I1111 de ler lugar a Hornear.,,, de adini-
strador, 011 administradores, qou hilo de recebar I
adminialrar a casa fallida do mesmo Seixas; vist'
icio lar Inivi lo a reunido no da ti ruino lora deter-
minado, por ler tallado o curador liical, o qua| Jeve*
11 comparecer munido dasproeoraeftM bstanles e
mais papis que Icuderem a referida fallenria. Re-
cife 10 de maio do 1856.O cscrivao, Mximum
Iraiicisco Duarlc.
iaay&o i Vapor jii-
so-Bragileira.
Esperarse, viudo dos porios do sul at !3 do cor-
rete o vapor u. Pedro II, comandante o lenle
\ lgaselo O*: e depois da compleme demora seguir
para Lisboa pelas escalas : para passaaou.es, encom-
i i,- !','ei,"l',s e Ci'rlas "rijam-se ao agente Manoel Itaarh)
do palri- : Rodrigues, rua do Trapiche n. 2(i.
"ara a *>aiiia,
pretende sjihir com muia brevidade a veleira o bem
condecida sumaca nacional ollortencia, por ler ja
mais de meta carga a bordo ; para o resto lrala-se
com .1 seu ronsiimalariu Anlonio l.uiz de Oliveira A-
zevedo, rua da Cruz n. I.
1 ara -.- iiio do Janeiro
0 velciro c bem conhecido patacho nacional V-
inazonas... pretende seguir com muila brevidade por
ler dmis leTcoade seu rarregamenlo prompto : para
o resto da carga c esrn.vos a frele, para o quo lem
excellcnles corsmodos, lrala-se com o seu consigna-
tario Aulouio l.uiz doOliveira Azevedo, rua da Cruz
n. 1.
l'ara o Purlo segu viagem em roucos dias o
bergantn! portuguez- S. Manuel t.o capitao, Carlos
lerreira Soares, quein nelle quizer carregar ou ii
'e passagem, para u i|ue lem excellentes commodos,
ilirija-seao mesmo capitao ou a seu consignatario
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Para o Aracaly segu em poneos dias o bem
conhecdo ulllale Capibaribe paran rrslo da car-
ga c paaaageiros : Irato-se na rua do Vigario 11. :,
t recisa-se de um pi|iu com caria para o bn-
n'!raTr,'".' W? K,'l'"1 ',Ue M8'M *3"
para o jlio da Prala : a tratar cora Caelaao Cyriaco
roa 11. 20.
Thesouraria deis loteras 1(1 de maio dc
ISii.o escriro, Antonio Jos Duarte.
O abaixo assignado pt-du a qaem
sejulgar sen credot-, oolei|uio deaprc-
sentur sitas i-otii.is no prazo de oito diat
paraserem opportunnmente pagas, c i'c-
clara que desta data em diante nao con-
siderara' como valida di vi la alguoia feita
ni son tiome, a nao ser por ordem sua
por escripto; e como o numero de pes-
soas com ijuem costuma fbzer transaccrlcs
s,'j:i minio diminuto, ser.!' I'aril reconlic-
cera sua (irma, (_- nao a aceitarem quan-
do nao seja a piopria do aliaixo assifjna-
do. Rerii 10 de maio de 1856.Dr.
Pedro deAthaydeLobo Moscozo.
Jos Das da Silva liuiniai.ies pelo piesente
agradece cordialcneute aquellas pessoas que
no dia S c|o crrente se dignaram assislir na
igreja ila Conarcgar.Yo as exequias de seu lina
do amigo. Manoel de So/a Cuimaraes.
SBgund l-felra SO do mrreule, na malriz da
culade de N izarelb. celebrase um oflicio pela
ahnado finado Icneiile-r.crouel llcrculano Frao- '
cisco Bandeira de Mello, ,. para o q,la| 6;i0
convidado.- os amigos co mcsiuo finado.
II- i < 1 iraiarconi l_,aclan
da c. M. ao lado do Corpo Sanio. 11. 23.
I recisa-se de marujos brasileiros: a
briguc-escuna ce Rpido ;;
arsenal dc guerra.
tundeado
bordo do
em lenle du
tcitz.
Leiiode vintioe queijos.
lassc. Irmaos fazem Icila de xiuhos do Eslreito,
c queijos llamengos: seguuda-feira \> do enrrente
em seu armazem da rua do Amorim. correnu-
O agente Oliveira tara leilao, por autorisacao
1 en. presenta do ll.m. Sr. Dr. uiz de orpinnas
das fazendas e armara da loja, que Foi do lindo
Jos Ignacio I erren, da Silva, sita na rua doOoei-
uado1, u. ,1 e adverle, ,,ue o respectivo invenan,,
savaharoesre.taspor punios legislas, se acha era
cu poder para exame au.ecipado ,|s prn-
denle,, assnn como, que se garanta o arrendamen.o
da lojaao arremata ule :
quarla-frira, l do coireu-
A cmara municipal do Recite arremata osrua-
lenaes velhos, pruveuientes da demuliro da casa
meia-agua, sita na rua do Caes, prujecla ie ao norte
ca ponte velha do Recife, desappropriada aociclado
Anlonio Jase d- Magalhaes Haslos, encarregando-se
quein os arrematar da referida demolirao : us pre-
leudeiiles dirijam-*e pir pelican a mesna cmara,
ullereceiido u preru por que Ihes rouvier arrematar,
jjerretana da cmara municipal elo Recife S de mato
de 18.1,.O secretario, klanoel lerreira Accioli.
le, as 10 horas da manhaa, na indicada loja.
O agenta Oliveira far leilao de noreSo de mo-
....."H^aranclae de oulras ma.leiras, CODsillindo
era solas consol*, bancas dc meio desala com podra
osera ella, cadeiras usues, dilas de balan e de
bracos, piano, um rico lustro H g |Bzei| ,lra|-|aeIli,9
de .. ditas .um magniheo espeUio, cortinados noves
para janellas, candelabro, l.niernas, candieiros de
-lobo, jarros e liguras ,1c porecllana. duuradus. qna-
dros, relogio para mesa, bancas para joao, guanla-
louca, Buarda-vestidos, commodas, loucadores, lava-
tonas, urna carteira nova, bancos rom assanlo de
palhinha cabnies para chapeos, mesas dej.nlar. an-
parelhos de porcellaua para mesa, sobre-mes, e para
aln.uro, colheres de melal lino para cha, frucleiras
le vidro, eompoleiras, porta-licor, garretes de crxs-
tal. copos para agua e vinho, porc.lo de mangas de
vidro, urna bomba para cacimba, baobelro e bacas
le folha, um rico faqueiro moderno de piala, do
qual anda se nlo fez uso. c ootros ruitos objeetoe :
sexta-reir 1(1 do crranle, as 10 horas da raanhaa,
na rua du \ igar...... ,, segundo andar.
O agente Olivera tara leil.i^por conla de quera
, enenrer. de cerca Sin, sacea(*?e boa arinUa de
mandioca, reccnlemcnte importada, e d- lOOsaeeas
1 in ,' "'.""" "V '" lefta-^"- 'I Je correle.
as 10 horas da raaolaa, no armazem do Sr. Jaco.uc
I ires, derroulc da oscadinha da alfandega
AG ENCA 1>E LE ILO'ES.
Na rua d Madre de Di
v.i, no
eos o. 3a, ,ie Vieira da Sil-
ha lerca-leira 3 do crrenle, aa 10 horas da
manhaa, serao arrematados umitas e diversos arligos
dem.uecimmodo, haverao dous pianos, sendo ora
Luovo e oulru em ineiu uso, bous
9tmo$ 9Uatttim$.
beusl
reformando-a, pornt, quantu a nimicacau de admi-
nistrador dos ditos blus a Anlonio Jos'o Comes do
lanicio, para nonica com nomcio para adminis-
tra-los ao mnjor Maioei Nascimeulo da Costa
.Moni n o, c pague a embatgaiile as cusas.
Recife (i ele dezembro de11K55.l-'raucisco Comes
vellozo de Albuquerque lina.
Nada mais se conliuha em dilas senlenras, cravir-
lude da qual mandei passar a prsenle caria de edi-
los pelo Iheor das mesinaaj hei por prodiga a dila
lustihcada I). Joaquina Mana Pereira Vianna, cu-
ino se acha declarado ludo 1 as referidas rainhas sen-
lenras.
E pelo que lodae qualqJer pessoa ou pessoas que
a prsenle caria de editas xJirein liearSo acieotai do
que val aqu lranscriplo,>a^ual ser publicada c li-
xada pelo rcspeclno poriejro nos lugares du ros-
luine.e publicada pelo \l)iario de Pernarabuco.
Dado e passado nesla cidMelc do Recife, aos 12 dc
maio dc ISO!,. Eu Pedro 'tertuliano da Cuulia. es-
crivo suhscrevi.
Francisco Omt I ratp ,e Mwjucrqve /.ins.
Maranhao
ara.
e
e multas arligos de mohiiia,
O palliabotc LINDO
PAQUETE, capitao Jos
PintoNunes, segu com
brevidade aos portos in
diendos, alla-llie um llu-
ro lo sen cjuTregamento, para o qual
ttata-si'com o consignatario Anlonio de
Almeida Gomes, na rua du Trapiche n.
1'i. segundo andar.
5 Pr _
q' Si_
3
:.i
afcedartes.
P4L.
isadt
jjjjtoghtgtttg s>0 pwto.
'Vacos entrados no din t
Rio de Janeiro-2.-, das .taticl0 llor|uguez uUhet.
dade, de USO toneladas, raeslrc- 0I0 Xavier da
;ca. eqmpagen, |o, ,n, lastro; a Hallar
"L"."'!1" VP" nrasiliiro cBcheribe, com-
majidant. o capuao-lenenie Jse Maria'Rodri-
Aan'o la/u'do no mr*mn ia
raw.pd.li.Gr.ade do lffi' brasileiro
t'i.i
ida
Id
lj
omt'iis caim-
as : quem qu-
1 idinirislracao.
1 Victoria, 15c-
A'tinlio e Gara-
rci'a!.
i/.ir o |>-.Iarliol)iisiIern
Techa-se
CORREK)
Aadmini&tracaoprc
nlieiros para condu/.ir
/.cr comparera na rei
Piule Moje o correid
Berros, Bonito, Caruar
IlllllllS,
Corre io
A mata qne lera de cond
aEsperanca para a provinlcia da lislna
boje (l.'l, as H i\l horas da manhaa.
Directora ge*al da ins-
IriKCio puhi c;; du pro-
vincia.
Pela respectiva secretaria se jt. publico que se
acham vagas as cadeiras de inslrucraa elementar do
lgro do sexo masculino da villa de lguarass,i,llom
Jarclim, Carauhons, l'anella Cruaue> e Barreros;
e do segundo grao da fregaeiia de S. Pedro Martvr
de Olinda ; e mais a cadeira do seto femenino do
Curato da S da sobredita cidade.e qne tica marcado
o praio de 60 dias a coular da dala destejara a ins-
i- -1 -^
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aflh.
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B
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Urales da Rabia,
lente, e sera vendido a runicL'.tas *' "a"
- O agente Oliveira ar leilao, sen. reserva era
preco., dasseguinlcs propriedades : nina casa de
sobrado no lorie ,0 Malos, roa do Costa n. l cu...
10 palmo, de frente, em chaos proprlo. urna dita
nta' Ti "v T def'e",e- 1"""'''ecaesno
tando, naRoa-V.sla. rua do Mondego a.94, era
chaos pruprios; um lerreno de mariuha na praca
le frente, 75 de fundoema 7. de largo pela par-
le de detras : e mclade do ptimo sitio na liba da Pas-
sagem da Magdalena, passando a ponte grande e
perlo da estrada, o qoal lem bella casa, seiuala,
un, viveiru, bastantes coqueiros o n.uilos oulros ar-
voredosfruliferos ; e assim mail algn, escravos pe-
ras de arabas OS sexos : segui.Ja-reir.i. 19 do corren-
te as 10 horas da manhaa, no seu eacriptario, rua
da cadeia do Recite.
O agente Borja,
leilau era seu
'
fara
anua/era
"a rua do Collegio u. 15,
de ara cmplelo scrii-
i'eulo de obras de mar-
riueria, cumu bem di-
versas raohilias ile jara-
randa novas e nudas ;
___dilas de amarello, op-
limos pianos novosde jacarauda, J dilus em bom uso
um rico sauluario, vasos e c.fcitesde porcelana para
sal, loura, e vidro linos nata servico de mesa, e\-
celleoles lavatorios francezes dc nova nveiicau e'seus
pertences, relogios pera algibeira, obras de ouro- c
prala, diversas peras avulsns de marreneria de lelas
as quididades e oulros muilos objeelos que s com
a vista se podem apreciar, os qnaes se acham [ialeu-
lenleano referido a.ma/em. e so enlregarao pelo
raaior preru olferecido, vislo que nao lia'limite de
qualidade alguma : quinta-feirn 15 do enrrente as
II boras da manhaa, e ao meio-dia cu. ponto ir
tambera a leilao urna excellenle mobilia de Jacaran-
da para sala. um. riqnissima cama IVancea tambera
de Jacaranda, una mobilia de amarello para sala de
fundo, um grande goarda-vesli.los, um guarda-ron-
pa, varias commodas, aparadores, lavatorios e
mais utensilios de casa, ele, de um imbre eslran-
gciru que se relira para fura do unperiu.
PUBLICACAO l.l ITERARA.
Ao publico.
osahaiv, miaados pretenden eolligir e dar ao
prclo-para formar um volume-todas as obras do
tinado vilano Francisco Ferrelra Brrelo. K para a
rr.cl.sarao desla eraprea, que de h, muiln concebe-
ram, o mesraos abaixo asaignadoj ja reoniram Indo
quanlo he possivel reunir das produecSea daqoelle
vigarco-poriicase nao poelieas.-qn* oram publi-
cada! por elle era pequeos pamubetaf, bem como
mais alguna raanuscriptos inedictos-dos quaes um
he do Iodo o valor para a reiriodiesgl. de um dos
seus mais eleganles c primorosos poemelos :rei-
viodicarao, que elle se dlsponha a fazer, quando o
aasaltaa a enferraidade de que pereceo. Rogam por
lano, ao rcspeitavel publico, que he sempre o ;,.
ranle que se procura para pul, icaees da nalureza
desla, generosamente mili,;, sobra, que perlencc a
11111 I emambucano, cijo mrito em toda a cxlenrio
SE? Ser",Bnl; Preconlsado. Suhscreve'-se
a .iJiKNI por um exemplar na livraria da praradaln-
dependeucia n. b e 8.Fraijciteo Tnjreita de S,
Lauteitliii .1. .t/orciru deCarcaUo.
Prevuie-se a quem interessar que
nao tara negocio algum con. os que si dizem pro-
curadores do ausenta Sr. .tiilonio Joaquim dc Souza
Kibe.ro spbre os eseravos Antonia, parda de Tan-
nos de idade. e Sabino, pardo dc 1 anoos, Cilios da
escrava liberta Benedicta, perleneenles ao casal da
.nada II. Anglica Joaquina dos Anjos. de cojos
bens tai invenlarianle o mesmo Sr. Riheiro, vi'to
achar-se pendente por appellac.ao 110 tribunal da re-
anlo o respectivo Inventario por noilidades insana-
veis que bouve na parUIha : e o mesmo se previno
a compleme autendade policial, para que nao Ibes
encela pasaporte para embarcaren os ditas esera-
vos que estilo em leligio.
.Na rua estrella do Rosario n. 11 terceiro an-
dar precisare de urna ama secca, forra ou escrava
que dr encalcas- de sua conducta.
Da-se a juros rasoavsis com pinborea do ouro
syftgr*"* ?""?ruada
llonlem II do maio pela urna hora da tarde,
!2 ?i "rnC,'r" ',U Sili0dc **>> Kvangolisla da
Costa e S.lva.uo lugar da Capunga.rujo raruei.o he
, ndta e',',C,0' V'....."' muxo' e d.....5i0 P"^1 '
Sotad' I. T Il',rd" '"S"* Manguinho.
Mtad.de quera do mesmo der noticias i, o levar
ao me-mo s.l.o. ou na rua ,1, Cruz do Recite 11 >l
sera gratificado. '
Precisa-se de ama forra ou captiva que saiba
cozuhar e fazer o, mais serviros de urna cas2 de fami-
ragem .1. i i. "d '"" t''d'a du Kecife la dc fer"
ooT^,;' !""" ,'10. Mon,lt'-n predsa-se alagar
barran o" ,..,? U^m l'"r,, *endw a"ilc ^
carra,,,|0. p;a-se-lbes bem e o azeilo vende-se por
me,,,,- l que nutro qual quer.
Jos Anlonio Vieira sol,.tilo porlugucz retira-se
para Portugal a tratar da sua ssnde U"UC'"IC"ta Se
Ua-se IOO9OOO por mdicos
garantir com peni,ores ele uuro
Rosario 11. se dir.
ATTENCA'O.
(' i;l".S!f"'''''scfm '"'* P>So na rua das
i..ilr,.,ias pegado a cas do delegado
dar. e na mesilla casa i recisa-sc de
madera.
rrs"o"r1a^^0,C!,r,',',?,''l'1,C'""',^, "P- do Recife
'" ,'","",r d" nuunelo publicado nesla
jornal de hontam, sb a Mtignatnra Se a un. l,ric-
o por ennltnra, ,,e a robranra da laxa das se-
pulturas era que foram inhumado- cadveres decho-
tarieos, nosmezesde fevereiro eniarro ltimos, nao
|od, ser fela, romo se pretenda, pelas casas d-
1 elle-, que a devem, nao s porque as relaces, viu-
das da admini.trarao de cemilerio, mo Iroiueram
declarares da residencia dos devedores, como po
'en..."111,1"011!' "'''de "'i0 ,era "3cn,es e>"> V".<
semelha. le Cobruca, e ain la ma.s porque Ihe e,j,
detnastadamenle penivel, e sem resultado favora-
ta ,'a'.'i 5? ro".da ciJi"lc rwew desta ou
daquelle indildoo, desla ou daquella tamil.a, ,.
vera ...enconado, as reledas rilacaes, sem sabe
de sua morada, para rereber deltas a importancia
das sepulturas, su,e.li.do-se, alera disso, !i que al-
jluus, cujos ..ornes sejam conhecidos, e eutre clles
"- o do auiur do aonuncio, Ihe dig un
urna vez:venha logo-lenha pac).
e *-agora nao posso ele. ele. trique saben,!,, o
autor do annunco, se he que ignora, qoe o pro-
curador da cmara nao recebe as rendas .la mes.ua
jures a quem os
na rua estrella do
no pr.nieiru an-
ilina boa engoma,
Lotera
doiSr. Bom-eiestradas Do-
res,da igreja dc S. -oii-
Aos 4:000.,-. 2:000v e 1 000 000 rs.
O abaixo assignado tem resolvido de
01a em diante vender os seus bilhetes e
juailos rom um abatimento em seus
presos, conforme se v abaixo, cujos l.i-
Inetes, ((ututos< meios se aclium a renda
as lo as da praca da Independencia ns.
I"). 15 M>. rua da Praia n. 50, ruado
Ltvramenu) n. 7>\, aterro da Boa-Vista
us. r,s,;H, ruja loteria tem o andamento
desuas rodas 110 dia lerca-fcira 20 do cr-
lente, em o salo do convento de Nos Se-
nbora do Carmo. O mesmoabaisoassigna-
dose re.S|ions,ihilsa pajur por intei.o
toda e <|ual(|iiersorte que porventura ol-
tenliam os seus bilhetes vendidos coma
sua.rubrica.
Bilhetes 49700 recete por inleiro 4:0009000
Mcios ---5400 ,. ,. 2:0009000
Guanos ij>200 1:0009000
Declara mais que paga indistinctamen-
le toda equalquer sorte, logo que sabir a
usta geral, em o seu escriptorio, na rua
do Collegio n. 21, primeiro andar, das
9 horas da manhaa as .1 da tarde; dos
das uteis.Antonio Jos Rodrigues de
Sou/.a Jnior.
Retratos.
O abaixo assiguado tendo transferido
sua ollictna do Estabelecimento l'bolo-
graphico para a rua Nova n. 21, nova-
mente aiisa ao respeitavel publico caos
seus amigos ereguezes, que tendo con-
cluido a pieria de vidro acba-sc presen-
temente habilitado a tirar retratos com
Sgure lalve
por mais de
itijjoi itrtxrsos.
Ir, sa
2 vj
---- i3



S
tf-
r>
Q -.
Para Lisboa
sabir com toda a brevidade o patacho portnguei
llr.ll a..le, capilao Anlonio Brai Pereira ; para
car.* irala-se com o mesmo capullo, ou com o cun-
s.iSualario Domingos Jos Fcireira liuimar.lcs na
1 ua do Oueunado n. 35.
Consulado de Franca em Pernambuco.
O eapliao Montan, commandanle do brigue fran-1,o|m ', ,""7 """"" '
civ.cErnesI,,, lendo solicitado eobliclo a.ulori'c",, !Vt''Ue,)l<'. d'.' 20 do correle
raanno.
O livro do mez Marianno au;1monlado ,1a varias
oracocs, nico usado pelos devotos da PENI 1A :
vende-se somenle na livraria ns. c a 8, da praca
'la Independencia, a dez tusies.
AVISO.
i!?. PERRE PUECII

.-'X
5
*/ sciente as ss
J pessoas que licaram adever a so- ;'i
O cicdadc de PERRE I'l ICII & K
:; ULONDEL.de naopagaremsenao .'
;- aoabaivoassigoado, visto ter com- '
.. prado a partepertencenteaosocio f
.. BLONDEL, em S de abril pro- y-
Mino passado.PERRE PUECII. g
'o -: $m~$mz :;:... :.;.
< Illm. Sr. tlicsourciro manda l'a-
zer publico, que se acham a' venda na
tliesouraria das loteria, na da Aurora
Casa 11. 20, das!) as.", horas da lacle, os
bilbctcs, me.os c quartos da primeira
parte da primeira loteria concedida ao
Senlior Bom Jess das I),
io, hs na igreja de
em 1 e,.,a, e s.m ua reparlie... onde se demora das
.hora da manhaa as 3 da (arde ; e quando aln se
na, acha no mencionado lempo, be porque anda
ralando dos intaressM da cmara munic.pl, aciu.l-
*XXS.m Caf8a '~er.-Jorge v'.clor
Ollerece-se um moco porlusuez,.abendu muito
bem ler, e.crcver, e contar,para fazer a cscripluraeao
dequalquercasa naciooaloa aslrangeira.e fazer lam-
ben, as compras por atacado ou por miudu da mes-
ma1 casa, como tambera cobrar dividas, como tambera
podera eosignar as primeiras lellraa a meninos un
meninas do mesmo senlior. se os liver.e haveudulu-
gar para isso, para o que se m-cessario mr dar li-
anca ao seu bomjcoinportameulo a elaldade : lauem
do mesmo precisar auuuucie a sua morada para ser
procurado e Iratar-se. v
Eu abaixo assignado declaro ao respeitavel pu-
Moro ra & Fnano deade.e dia lOdo correnle mez.-
Josu tranesco u.laiicourl.
l'recisa-so de una encrava liel para u servio
de urna casa de familia : quem liver c quizer alujar
d.r.ja-sea rua da Cruz, sub.ado u. 21, que achira
com quein Iratar. '
Aluga-seuma mulata de bous costumesproria
para o serv.co interno de urna casa, sabe coser o cn-
gommarcain perfeic.o : na rua Direila u. 32, se-
gundo andar. '
AlugMB-ee carrocaa para rnnduzir trastes ou
u.aleriae, ,.,r preco muilo em conla : na rua da
Aleonan. Boa-Vala n. iJ.
l'recisa-se de ,1,1, criado de I i a JO anuos de
idade. para una casa de pones familia : a tratar ua
rua Nova ... 3, segundo andar.
,, T V,1"""'**"*!? ,le ''"us lavradores para o eugenhe
Heila-KO). na frcuuezia da Luz, e que lenliam esera-
vos, fazendo o rendeiro alsuus inleressa* aos lavra-
dores relativamente ao ...el, e dando boas casas e
ptimas trras para planlaco d.i caima : lrala-se no
d.io engenbo.
<>.nerce"sc "m moco do boa conduela e bastan-
te Habilitado para eusinar por casas particulares e
mesmo em qualquer envendo, primeiras latirs
grammaUea nacional, lalim, tranoex, ele. O mesmo
se comprometi a eusinar a fallar e cscrevor esla ul-
lima l.uaua, lera pralica de eusino, e da liador a sua
conduela : ua rua da Cruz, loja de livros o. i> se
dir quem de.
Manoel Ignacio de Oliveira, em virlude de se
retirar para a Europa, lera entregado ao Sr Jos
Joao de Amorim a gerencia 'los negocios do Sr. Elias
Baptisla da Silva, de que esleve eucirregado al 10
do correle, Recife 1-2 de maio de IS",!,.
No dia 10,lo maio fugio unta escrava crioula.
de mime Mereca, idade I! anuos, pouco ...ais ou
menos, altura regular, cor Tula, no meio da lesla
lem ama cicatriz, c lem mais duas, urna junio
eoi.lri acuna do odo, ..no se explica ele que lado
he por nao se ler ledo reparo, be a primeira vez que
ove, pos seceos e bstanle comprido-,, nariz chalo
bc.cos groasoa e ambilados, ebeca redonda, retar-
cada do corpo, falla un. lauto fanbos:., I13 muilo \,i-
dia ; levou vestido de chile cor do rosa, auca aira/
be Irau/ido adianto, .iberio ala o meio do peilO, le-
vou panno .la Costa a lislras largas azues verdes
desbotado, be natural do orejo de Bananeira, lem
un, conheeimenlo na cidade de Ulinda, f., vista no I
paleo do Uoepilal, na rua ,1 is Cruzcs o no paleo do
Ierro, ,!e primeiro venda arroz doce n'um tabolei-
ro eucaraado, tambera veudcu caugica alguna lem-
po, agora prximo vendia anS de milh. em cnga-
ras e pires.i- macacheira de larde.he muilo coohecda
portjloda a parle : po.lanlu rova-se as autoridades
pohciaes o capitaes de campo, ou qualquer pes,oj
que a apprchender. Icvem-a a rua de Sania Hila n
. J, que lera a vralilicacao de :I0 WO.
- .om
toda perfeicao, e que espera a proteccao
do publico, e sua concurrencia para v-
/itaremsua e\posc,.o, que provisoriamen-
te contina no antigo local, onde poderao
dirigir-se para apreciar o sen trabalbo,
e no caso quequeiram tirar o retrato, na
mesma e\posicao acha-seconstantemente
urna pessoa habilitada para tomar os no-
mese dar um carlao marcando as boras
(pie as pessoas devem comparecer, para
com preferencia sereno servidas sem in-
ternipeao aos seus ala/.eres. Galera
Photographica 12 de maio de 1S5C.
Augusto Slahl.
(i. Adolpbo Bourgeois, tendo de fa-
zer urna viagem a Europa para tratar de
sua saude, pede encarecidamente aos seus
devedores de vir ou mandar saldar suas
cantas oestes seis dias, da mesma forma
aquelles aquem elle faca devendo, de apre-
sentar suas tontas para ser saldas.
Noaqualrocantos da Boa-Vial. n. I, precisa-
se de um pequeo para caiseiro de taberna, preta-
re-se com alguma pralica.
Jos Vieira dos Sanios avisa a quem coovier,
que deia de vender espirilos narionaes'cm suas ta-
bernas da rna do osario n. I<, e rua do Caldeireiro
Quem precisar de um caiveiro para loja de fer-
xsseVu,?,:4TndM,,endo^to*dWM,,rM
l'reciHa-sfl de um caiveiro de 12 a l annos,
que de dador a sua conducta, assim como de um
amassador : na rua da Senxala-Vetha ... !>0.
Na rua Oireita n. 53, taberna, precisa-se de
um eaixeiro, que seja capaz de lomar conla da mes-
ma ,,or bataneo, dando dador a sua conduela : lam-
oein vende-aeca mesma nao se achaudo o caiveiro
con. as qualidades exigida*.
l,ieci.,,-se.leU1|,relo ou prela, eseravos, pa-
ra earreg.r un. laboftiro em companhia de urna pes-
soa : na rua d Hospioio ... ;).
rI7,r'' l,er"a dc ,iurJ" de cima, distante desla
praca (, a S levoas. precsa-sc de um rapaz de \2 a
','',"",'',.....'"rd" ''"rl u liba-, para eaixeiro ;
a dila taberna faz bstanle negocio, e por isso pde-
se dar bom ordenado, urna vez que o eaixeiro faca
por merece- o : a Iralar com Narciso Josc da Cosa
Pereira, no largo do Carmo n. 1.
Kua Nova ... ,!:, deposita de caldeiraria, con-
tinua a ter d.llerentes obras de cobre, assim como
alambiques para dislilar de dillerenles diineiices,pelo
svslemu moderno e amigo, machinas continua-, e
no mesmo deposito recebe-se qualquer eucomiuen-
ua assim como na fabrica da rua Imperial u. 118 e
eucomrae'ndar''''8 "db1,aJaS ''"'' reCeb" dilas
Qualquer pessoa que quizer um
bom piano horizontal em pc-.feilo eslado
c excellcnles vozes, que se da' por meta-
de do sen valor, pode ve-lo na rua da
Ladea do Becite n. primeiro andar,
escriplorio do Sr. Barroca, c saber o
preco, na rua eslreita do Rosario n. 15,
sobrado, do meio-dia as 7, da tarde.
LOTERA da provincia.
Oliveira .Innior ^
Companhia venderam to-
da, as tres sortes grandes,
eomo abaixo vai notado ;
3 possuldores
Lotera.
It!
nmeros podem vir
ber o
ditos
rece-
premio apenas air
no iioss!) es-
criptorio di rua da Ca-
deia do Recife, n. 150, pri-
a lista g ral
meiro andar
' >,-->\.\:000000 cin rpiar
2,701.-2:0005000 ,
los
>21 I.OOOa'000 meio
2,SI I.--------5009000 em piarlos
.1,296.-------200*000 meio
2,83(J.------IOOjO'oo em quaitos
Oliveira Jnior $ C.
Precisa-td de urna pessoa forra ou
captiva, para trabalbar na coebeira da
rna Nova, de (J. Adolplie Bourgeois.
Domingos Alves Matheus mudou
seu escriptoro para a rua de Apollo, ca-
sa n. 83, (|tie lica em frente da c.ipelli-
n.iti da Santa Cruz, no antigo porto das
canoas.
Corre terca-feira 20 de maio.
Na rua do Kangel n. 48 aterro da Boa-
Visla n. 48, acbam-se a venda billietes in-
teiros, meios e luartos, da primeira par-
le da primeira .oteria do Sr. Bom Jess
das Dores, erecto em S. Goncalo, jiagam-
se os premios por inteiro, sen o descon-
lo. ANTONIO DA SILVA GUIMA-
RA'ES.
Acbou-se no dia 8 do crtenla na rua do Brum
unta letra imprcs*a da quaDtia de um cont aele c>cu-
lo> e lanos mil re., roga-se a petua qoe te jelgar
com direilo a mesma, gratificando e dando signaes
serlos I he ser entregue, devendo auuunciar* por eila
folln para ser procorado.
L. Leconte Fcron ( C, parlicipam a esla pra-
ca que estando acabada a sociedade e estabelecida
para Pernambuco entre enlre ellos e o Sr. l.alouelte
por contracta de dejulbode 1830, o nico liqui-
dante da mesma ociedade he P. J. Labaste, alias
seu procurador bastante.
I). Joanna Rodrigues da Silveira, viova do fi-
nado Joao Baptisla Paulo da Silveira, taz scieole ao
respeitavel publico desla cidade, qoe vai abrir
um eslabelecimcnlo de tanoeria no largo de N. S.
lo Terco ... -J, sendo esle administrado pelo Sr. An-
Umio do Espirita Sanio Sena no que nicamente lo-
ca a ofiicina : cm quanlo a qualquer transaeco so-
bre csse cslabelecimento se eutenderao com a nnun-
ciaule.
Preleude-se comprar aos berdeiros de Antonio
l.uii Beurra e oulros urnas parles do engenbo Be-
lm, na rregnezia de Pao d'Alho : qoero se julgar
com algum direilo, annuncie, ou dirija-se por car-
ta ao mesmo engenlio, islo dentro do prazo de 30
dias, lin.lo. os quaes se tem de eHectnar taes
compras.
Aluza-se om, a dous pianos d'armario em meio
uso ; quem liver annancie por esta mesma folha.
SOCIEDADE n CeOJ^BfTi
Fabrica de fiar e lecer algoda'o,
a qual oceupa diariamente para mais de
200 aprendi7.es ou obreiros nacionaes,
da idade de 10 a 12 annos para cima, c
com preferencia orpbaos.
CAPITAL SOCIAL 300:000^(000.
Socios em nomc collectivo, gerentes res-
[lonsaveis,
UsSrs. :Antonio Marques de Amo-
rim.
Justino Pereira de Farias.
Manoel Alves Guerra.
Firma social: Amorim, Farias, Guer-
ra & C.
As pessoas assignantes das primeiras listas, que
desejam eonlribuir a prompla realisacsta da fabri-
ca, sao convidadas a uao demorar suas respectivas
ass.gnaturas. A sociedade ainda admita asigna-
turas de lOOfOOO al -.lXOOO, alim de generasar
a todos as yanlagens desta til e lucrativa empreza,
e contribuir ao desenvolvimento do espirito da as-
-oci.ic.u). uuico meio de salvar a agricultura e de
crear alguna ramos de iodoslria, iodispeosaveis pa-
ra auxilio e ugmento da defioada e rotineira agri-
cultura.
A facilidade das entradas, que nunca serao de
mais de 20 po ceulo do capital subscripto, permille
a todas as pessoas qne poderem diapor de urna eco-
noma de 5-3U0O por mei, entrar como socios de
1009000.
Sendo as entradas de 10 por cenlo e os pagamen-
tos espacados de pouco mais ou menos 2 mezes.
Serao precisos 18 a 0 mezes para o inleiro paga-
mento de cada subscripto.
Os seuliores de engeoho, plantadores de algodo
ou outras pessoas, que rezidera tara da capital, qne
quizerem entrar nesla ulil sociedade, poderao diri-
gir suas cartas de pedidos, a qualquer dasles socios
gerentes, ou ao socio de industria F. M. llupral,
que lem em seu peder o livro das subscripc,es, e d
a lodos as infonnaees que possam desejar sobre as
vantagena que resultarlo da fabrica.
Elles declararo os seus nonies por extenso, domi-
cilio e nome do correspondente nesla capital, en-
carregado de elfectuar o pagamento das entradas das
prestares quando forera reclamadas.
I lenii o de puncos dias sera feilo pelos socios ge-
rentas o aunuiicio, convidando os subscriptores a
ollccluiir o pagamento da primeira entrada, qoe se-
ra de 10 pur cenlo do capital subscripta; os reci-
bos sciao pi--.nlu. or qualquer dos tres socios, com
a firma social Araorim, Farias, Guerra & C. Na
iiiK-in.i -..-..,., Ma "rrtregot! a roda una ilos socio, '
urna copia impressa da escriplura da sociedade, re-
veslida das asci^ualuras particulares, dos socios ge-
rentes e socio da industria, para reconbecmento
da firma social, os :l gerentes reiponsaveis assigna-
r.io as mesmas copias.
F. M. Duprat.
Pernambuco b de maio do 1856.
Oh que peehin-
eha.
Na rua do Passe Publico, loja n. 'J, de Albino Jos
I-eile, vendem-se lindos curtes de caljas de meia ca-
semira de algodo muilo eucorpados a 19 cada um,
ditos de brim de linho escuro a 800 rs., ricos cortes
de cassa cinta minio lina a 2-, chitas muito finas a
220 o ornado, meias pretas para senhora a 300 rs. o
par, panno fino azul grosso, prnprio'para capotes
a 2? o covado. madapoln fino a 35O0, 4sj e 1500,
chapeos de sol cun barra a 2?, chales brancos de
cassa a 610, lindos corles de tasines de cores para
cutales a800 rs. cada um, e oulras muitas fazendas
baratas.
Lotera.
O abaixo ussignudo ven*
ileti ims suas lo jas de bilhe-
tes ua rua do ilangel n.
48, e atorro da Boa-Vista
ii. 48 dous quartos ns,
'701 com :> premio de
2:000^000, da lote** dos
traballios biographicos ;
os possuidores podem vir
re ce ber a garanta dos 8
or cenlo, logo que sahir
a lista, notiterro da Boa-
Vista, o rua do Kangel n.
'58. ttecife 10 de inao de
18S6._/{nionio da Silva
Guimaraes,
#
i
Aeneao.
Faz se todo equalquer negocio com um arrnazem
S. Goncalo, cujas rodas andam imprete- M,ioZe"s,l"i"'-rua ,las tru.es: mmll'" fregne-
MTCT
de contratar om empreeumo .ta s.ihw) tranco, a risco
maiili.no sobre o casco, apparclhos o sobrcsalenles
m. 5! "VUa P""": viagem deste porlo
para oe Marsellia ; o cnsul de Franca le.n a
honra de prevenir as pessoas que quizerem arrema-
tar esle irato, para comparecer sabbadn, 17 do cor-
renle mez de maio, as 11 horas da manhaa, na cha...
celia.... do consulad
i
as S e
Iv
mez,
no salo
meia horas co convenio .le Nossa Senbora do Carmo :
outrostm, qne as listas serao distribuidas
gratis aos compradoresilc
meiro dia ulil as Loras da m.uiliaa, e
a bem montado de lodos os utancilios
para o meamo negocie ; la.nbem se permuta por al-
gn, silicc qi.o lenha proporecces para dar inuiloca-
plm ...ivcri.o, voltaodo-te o eveedente. pnisomesmo
armazem conlm preseulcmculc para mais do 800
caadas de azeile : quem quizer fazer algum negocio
lilbetes no pri-; VZ',?/" "a ",es,"a rua 'las Cruiesn- *> se?u"J
(I deposito do caldeiraria silo na rua Nova n.
1''. primeiro au.rar, onde pode ser'proejado
w a qualquer hora por quem de seus serviros W
-..; se quizer ulilisar. l f'-i
-- !> Rita Zeferin. C. da S. l.-iie, vinva de Josa
Cordciro d. Camilla I elle convida a lodos os cre-
dores d0 se,, ,,.,1 ., Ibe wemtiatem sflls Ulll|0,
.... aterro dos Atagadoa, defronle do viveiredo Hu-
niz sobrado de doos andares n..., u,.de se tratar a
respe.lo dos pagaineulc. Igualmente pede nuca
anresenlacao das ttulos seja ald .. du 20 lo cor ente
mez. Hecife 10 de maio de 1836. "w
PliKllA.
\0 COASILTOBIO II0.WE0
PATH1C0.
Rua das Cruzes n 28.
Conlinua-se a vender os mais acrertilados
med.ramcnlos dos Srs. Caslellan e Weber,
era l.uluras e em glbulos, carteiras de to-
dos os iiu ...bu.......le m ennla.
Tubos avulsos a .500, 800 e 15000.
1 oma dcliulura......2}000
Tubos e frascos vaiioi, rolbas de eorlica n
para tubos, e ludo quanlo he necessario pa- 2
hoii.cropathia.
ROlll.AITECTKI It.
O nico aulorisodo pnr decistlo do conselho real e
decreto imperial.
Os mdicos doshospilacsrecommendam o A.TObe
dc l.alleclcur, como sendo o nico autnrisado pelo
governo. e pela real sociedade de medicina. Este
medie,..enlo d'un. cosi agradavel, e fcil a lomar
em secreto, esleem uso na n.aiii.l.a real desde mais
de 60 ......es; cura radicalmenle cin pouco lempo
com pouca despeza, sera mercurio, as ailccn.es da
pellc, impingeus, ascunseqnenrias das sarnas, ulce-
ras, c os accidenles dos parios, da idade critica, e
da acrimonia hereditaria .loshumores; convm aos
catarrhos, a bciiga, as conlracccs, e a fraqueza
i,ta7aJ,,',,'?n.So-l'J!' a*, ''ru,"-'', ao,"ln f** <<*< ra. n. 93, aondec.nii-
ida a adjudicado da d.la qoanu de 8,000 francos tOf du referida lotera das 10 horado di teoti1!i^le?e,M, Vel"U' c"""> sejJ' co,"'c'
l>ioru<| lulao, ele.
ma- i senlem o virus sem ncu!ralisa:lo." O arrobe i.af-
ferleur he especialmente recoinmendado contra as
doencas iuveleradas ou rebeldes ao mercurio e ao
iudurclo de puteaste.Lisboa.Vende-se na boti-
ca dc Uarral c do Antonio Feliciano Alves de Aze-
vedo, praca de I). Pedro n. 88, onde acaba de che-
gar una grande porcao de garrafas grandes c pe-
queas viudas .1.reclainenie de Paris, de casa do
dita Bo\veau-I.airecleur 12, rua Richeo Paris.
Us formularios dao-se gratis cm casa do agente Sil
, va, na praca de t. Pedro u. 82. Porlo, Joaqoim
res e, ai,.. k "J'Pollieea de un. conlo de Araujo ; Babia, Lio. & Irmaos ; Pernambuco,
., J,IL.i. r, A"aia,con'niDla vanlagem pa- Soum; Rio de Janeiro, Rocha & Filloa ; e Morei-
1, i L 'le.negocio, po.que a pessoa ra, loja de drogas; Villa Nova. Joao Pereira de
al'; oliindo correle : a Ira- Magales Leite ; Rio Grande, Fraucisco de Paula
Cuulu Ov L.'
r.uha. que sera gratificado.
Na rua do IIos|)i rhomazde A<|iiino Fonseca, precisa-se
de una ama que so saiba coanhar bm :
quem estiver tiestas ciicumstancias com-
pai-eca a qualquer hora para tratar do
ij tiste. a
Ur ua rua Nova loja o, 21.
ILEGIVEL


\ I
DIARIO I PtHUB CO TEBQI F{IA 13 i IftlO 91 1856
Terceira edicto.
TRATilEITO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLEU-MOR8US,
PELOS DRS.
C3HV%nGfiE: Jtrj^k. *** _.
p iii-iriK-c.ui aopovoparase podcrcurardesla enfermidade, a dininisln mo >s remedios mais elTieazes
earaalallia-la.emqu.nl lo screeorreaoinedico,ou mesmo pa racur a-I ai ndapendeule deste mos lugares
cm que nao os ha.______
TRADUZ1DO EM PORTUGUEZ PEI.O 1)11. P. A. LOItO MOSC07.0.
Rslesdousopusculoscootmasindiaacfiesmaisclaraso precisas,c pela sua simpleseconcisa exposi-
gaoestaaoalcancedelodasasiilelligencias.oi'losi) pelo que diz respailo aos meioscuralivos.romoprin-
cipalmente aos preservativos qoe tcmdado os mais salisfactorosresaltados ero toda a parte emquo
lies tero lidn posto era pralica. '
Sendo o iralamenlohoiueopathico o umeoque lem dadngrandcsresulladasnocuralivodestahoru-
velenrerini.Ia la, para desdarle facililar a sua Icilura a quem ignoie o francs.
Vende-se nicamente no Consulloriodo traductor, ra Nov ii.f2, par 23000. Vendem-se ta
os medicamentos preciso e boticas de 19 tubos com um frasco de lindura 159, urna dita de 30 tubo
qualro e 2 frascos de tintura rs. 255000.
&0Utyt$.
III110III
os com
9<
(Ha- *"'?!
PEDRAS PRECIOSAS- *

Aderegoi de brilhautes, B
diamantes e perolas, pul-
ceiras, altinctes, brincos -
rozetas, botoes e anneis *
de dilTerentes gostos e de '
diversas pedras de valor. ?
MOREIRA DARTE.
LJ \ N mR1\ES
Ra do Cabuga n. 7.
Receben, por to-
| dos os vapores da Ku-
ropa as obras do mais
| isTeTu't'r'as" "quawq'er | HKxIeillO ffOStO, til II-
9 jolas de valor, a dinheiro J --,
to de Franca c
Compran), venden) ou
trocam prala, ouro, bri- ^
lhantes,diamanlesep*ro- *
yi ou por obras. ;#
O
mo
* i*>
W, OLIVO K1KAI.\.- &
* __ 'i
j Aderogos completos de Pj
iei ouro, meiosdilos, puleci- '&.
^ ras, allineles, brincos e B
jfi rozetas, conloes, trance- *
H los, medalhas, correutes
1 e enfeiles para relogio, e <
% outros muitns objeclos de Q.
o ouro.
Apparelhos completos, jj>
Ji de prata, para cha, ban- 8
m dejas, salvas, castigaes, u
y. collieresdesopa edecb, .*.
X e muilos outrui objeclos
de prata. je;
. <, _<-. v *$#$$#$55;+?*;.;
de Lisboa, asquaesse vendem por
pre?o commodo como costumam.
PUBLICAQACV LITTEUAR1A
Repertorio juridico.
Esta publicaran ser sem duvda de ntilid.de aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, pois nidia encontrarn por ordem alphabe-
tica as principie- mais frequentes oceurrencias ci-
vis, orphauolocicas, commcrciaes e ecclesiaslicas do
uosso foro, com as remsscs das ordenaroes, leis,
avisos a reglamentos por que se rege o Brasil, e
bem assim resol uges dos Praxislas anlisos e moder-
nos em que se firmam. Colitcm semelliautemenle
as decisoes das queslOes sobre sizas, sellos, .velhos e
nnvos direitos e decimas, sem o trabalho de recorrer
eollecro de nossas leis a avisos nvulsos. Consta-
r de dous volumes em oitavo, Rrande fraucez, eo
primeirosabio a loza asta i venda por 8o na lojarde
livrosn. 6 a 8 da praga da Independencia. Os se-
nhoTes subscriptores desta publicaco exislcutes em
Pernambaco, poden) procurar o primeiro volume|saijas, marcando o'praz
na loja de livros cima mencionada : no Rio de Ja-1 prar uo ja ->( ,ie ,un
neiro, na livraria do Sr. Paula Brilo, praga da
tjinstituir.iii; no Maranho, casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; e no Cear, casa do Sr. J. J-
se de Oliveira.
Aluga-M uma ex-
cedente casa a mai-
cera do rio Capibari-
>e, na estrada le Pon-
te d'Uclia, conlroii-
te ao sitio do tinado
'ribe : a tratar na rita
REPERTORIO DO IEDICI
HQMEOPATHI.
extrahido de ruoff e boen-
ninghausen e oitkos,
e posto em ordem alpbabetica, com a descripgao
abreviada de toilas as molestias, a indicagao phjs'io-
logic e Iherapeutica de todos os medicamentos lio-
meopalhiros, seu lempo de aerlo e concordancia,
seguido de umdicciouario da signilicagao de lodos
slennos de medicina e cirurgia, a posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. li. MELLO lilil U\
Sr. barao de Beb
da Aurora n. 2o.
SalustanoiieAquipo Fer-
reira,eautelista das
lolerias ja corridas, avisa as pessoas que liverem cau-
telas premiadas, queiram por obsequio diri^irem-se
a ra do Trapiche n. :n;, secundo audar, ou as to-
jas ja couliccidas, para serem proraplaucute embl-
ele 60 dias que se ha de es-
do correnie auno. Pernam-
buco 2 de abril de 18.0.
Salustiano de Aquino ierreira.
Aluua-se um sobrado com um grande quintal
para o lado do pautaooL prnprio para plaidarao 00
qualqoer eslabelecimemo de fabrica : quern preten-
der, dirija-se a ver a cas^
brado n. I, e pira ajus
armazem n. :I0.
Precisa-se de
* que be no Arromhado, so-
ar no Recife, ra de Apollo,
tima ama de Iei te forra ou
captiva, sem vicios ni 111 achaques, e que lenha
boa conduta, paga-so lem : no pateo do Hospital
u. 20, sobrado.
T. Beker, terido de l'a/.cr urna vi-
gemaEnropa, pede encarecidamente aos
seus devedores, de vir on mandar saldar
suas contal at o meiado deste me/, de
maio, assim como adverte aos seus deve-
Os Srs. assignantes podem mandar buscaros seu Jores anlif;os,(|ue no caso de as nSO satis-
ezemplares, assim cuino quem qui/.er comprar. r i 1 1
lazer, serao cobradas judicialmente.
CASA DOS EXPOSTOS.
Praeisa-se de amas para amamentar criancas na
rasa dos eiposlos : a pessoa que a isso se queira de-
O doulor Olesario Cesar Cabo'sii, formado em
medicina pela >-'aculdadc da Babia, avisa ao respeila-
dicar, tendo as hahlilac,es otcessarias, dirija-se a vel publico desla capital e especialmente aos po-
mesma, no pateo do Paraizo, que ahi adiara com
quem tratar.
ARRENDAMENTO.
A loj e arm.com da casa u. .V^ da roa da Cndaia
do Recife jun!o no arco daConceicao, acha-se desoc-
capada, e arreada-se para qoalqor eslabelecirntuto
em ponto grande, para o qual tem commodos sufli-
cienies : os prelendentcs entender-se-hAo com Joito
Maponiuceno Barroso, no segundo andar daeasa n.
57, na mesma roa.
Na ra dos Copiares n. 20, lava-se, en-
gomma-se, e armam-se bandejas de bolos, por rae-
nos preco do que era ouira qualquer parte.
lustruccat moral e reli-
giosa.
Este compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para instruogo primaria, lendo-se vendi-
do antes da approvarn a 19600 rs., passa a ser
vendido a 1$000: na livraria s. 6 e 8, da praca.
da Independencia.
Massa adaman-
tina.
Francisco Piolo Ozorio chumba denles com a ver-
dadaira massa adamantina e applica ventosas pela
airacjio do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Sanio Antonio n. 2.
ATTFMTION.
EngHsli Coilegiate School
Madeira.
bres. que queserem ulilisar-se do seu presumo, que
acba-se residindo no primeiro andar da casa 11. 8
sita na ra do Collegio, oude pode ser procurado a
qualquer hora.
Do sitio da Estancia do Giquia desappareceu o
escrav criohlo, Januario, fula, baiioc grosso, bem
empernado, falla por entre os denles, representa ler
a idade de 2J annos. pouco mais ou menos ; um dos
siena*s mais notavel he ler uma das pas secca ; lem
pai e irin.'m forros para as parles da Varzea ; foi
comprado a Jos l.uiz Pcreira com loja na roa Nova.

NORAT & IRHAOS,
i
0
Ra da Aurora n. 58, primeiro andar.
Tem a honra de participar ao respeita-
vcl publico d;sta cidade e com espccialida-
de aos seus freguezes, que possuem pre-
sentemente o mais rico e completo sorti- A
ment das mais linas e delicadas obras do /,.
brilhante, perola e ouro, como at o pre- ^
sent nao tem apparecido nosta praca ; c vv
aiancam a todos o mais mdico preeo por-
que vender se pode, obras de gosto o mais
apurado: os mesmosdesejam ardentcmen- u*.
te que o respeilavel publico nao deise de t
ir lancar as vistas sobre as suas obras, '*'/
afim de que seja conhecida a verdade de (5)
que encerrara estas poucas palavras. flk
Compram-se notas do' Banco do Brasil : n
ra do Trapiche-Novo n. 40, sogundo andar.
Compra-se para um prsenle urna ueriiilia de
-' a :i annos, ou mesino uma inulalinlia que nao le-
nha molestias : quem livor e quizer vender, annuu-
cie por este jornal ou dirija-se ao pateo da matriz
de Santo Autonio, sobrado de um andar 11. 2, que
achara com quem iratar.
Compra-se nina duzia de rolberes de prala pa-
ra sopa e una salva para 3 copos com agua, tam-
bera de prata, ludo em boro uso esecn fcilio : no pa*
eo de S. Pedro n. 22.
Compra-se toda e qualquer poroto
de prata vellia de Iei sem fetio: quem
liver para vender, dirija-se a na ilo Col-
legio n. 15, agencia de leilos.
Compra-se um halco devolla, de amarello,
obra boa e que lenha 12 palmos de frente c 15 a Iti
de comprimento.
Compram-se duas moradas de casas de 1:0009
cada uma,pooco mais ou menos,que Icnliam quintal,
cacimba, e commodos para familia, nobairroda Boa
Visia, as ras seguiules : Conccico, llosario, Ara-
go e Santa Cruz ; ou 110 bairro de Sanio Antonio
lias scuuintes ras: Caniboa do Carmo, Cru/es, ou
em onlra qualqoer boa ra : quem liver e quizer
vender, dirija-se a Boa-Villa n. 112, botica, que se
dir quem pretende.
BenDaS.
folliiuhas
PARA 0 GORRENTE AHHO.
Folhinhas de algibcira contendo o almanak ad-
ministrativo, mercantil e industrial desta provin-
cia, tabella dos direitos parochiaes, resumo dos im-
postes geracs, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre incendios,
enlrudo, mascaras, cemiterio, tabella de feriados,
resumo dos rendimentos e exportacao da provin-
cia, por 500 rs. cada uma, ditas de porta a 160,
ditas eclesisticas ou de padre, com a reza de S.
Tilo a 400 ris : na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia-
l\a loja das seis
PORTAS EM FRENTE DO I.IVRAMEMO.
Cassa chita a meia pataca o covado, riscado fran-
ee/. a meia pataca o covado, saias para enfeile de se-
nhoras a dez lustoes, manguitos de camhraia borda-
dos a dez tustes, camisinbas para seuhora a ciuco
lusloes, camisus para menina a mil rs., e para se-
nliora a dous mil rs., collarinhos para senliora a pa-
teca. ieu{os bramos pintados para menina a meia
pataca, meias para meninas a doze vileos, meias
pretas para senhora a pataca, dinheiro a visla para
acabar.
\a loja das seis
portas.
Km frente do Livramenlo.
Pecas de algodaozinho com loque de ivaria a mil
rs., quatro patacas, cinco e dous mil rs., corles de
calca de brim trancado de puro linlio a mil rs. o cor-
le, chales de gurgurao proprios para casa a.cinco
luilocs cada um.
Superiores
de
The Rev. Ales. J. D. D'orsey, tlie I lea 1 Masler,
receives prvale popils. Terms for Board and Edu-
ealion fromil;el. lo I Jul\, from f< lo IDyears, l.s.
W); from 14JaH:. l.s. Til ; rom 12 lo I 'i, l.s. MI ;
from 11 U 15, l.s. 90 ; from 15 to 16, Ij. 100. Re-
ferente : Lerd John Manners, Viscouni rorrebel-
la, Viaeeonidu Pnnceao, Sir Arcb: Alison, Hart:,
irJ. E. Uavis, llarl:, Sir \\. C. Trevelvao Bar:.
r. iyOcey will he in r'unchal lili 1 July, and in
l.ondou (54, Baker St. Porlmau Square from 15
Jaly un 15 Sep.
Precisa-se de ama ama crioula ou parda para
cozinbar e eegoinmar em casa de tima familia pe-
quea : na roa Uireila 11. i-2.
Aloga-se am moleqne para o servido de casa :
quem o pretender ununcie para ser procurado.
Gerlrudes Magna do Carmo relira-se para fra
do imperio, levando em sua compauhia sua filha An-
na Beuedicta da Rocha c Silva e Antonio Augusto
de Sonza Pinto.
Na leja do sobrado n. 15 do paleo da ribeira de
S. Jos, lava-se e engomma-sc com muila perfeiejo
e aeeio, e coro a maior brevidade possivel.
Perdeu-se uma correutede prata com 7 chaves
de comrooda : qnem liver adiado e queira restitui-
rs, pode leva-las ra da Cadeia do Recife n. 5i,
que ser bem recompensado, e se Ihe dar al o va-
lor da corrate.
1). Anna Benedicta da IRochu c Silva retira e
para Portugal.
Antonio Augusto de Sou/.a Pinto retira-se
para Portugal.
Alnga-sc um sitio no lugar da Torre com boa
casa e eatribaria, margem do Rio Capibaribe, con-
fronta aos fundos do de llenrique Gybson : a Iratsr
no caes do Ramos, segundo andar.
Pede-se pelo amor de leos polica de Olinda,
que lance as suas vistas para os atnivessadores de fa-
rinha da praca, que o povo nao pode comprar.
A taberna da rna dos Martyrios n. :I6 acha-se
de novo sorlida dos muilo afamados queijos do ser-
ijo (lugar Serid) que se vendem em conla.
Pede-se so Sr. Francisco Pcreira Pinto Caval-
eanli, que venba a roa dos Marlvrios n, :i a nego-
cio que S. S. nao ignora.
Perdeu-so tf anuo passado um lenco de cassa,
lodo escripto de bordado e com renda :" agradece-se
ou gratificase bem a quem queira restituir o alheio :
na roa da Praia, armazem n. 20-
PROCURACA'O BASTANTE
perdeu-se desde a repartico do sello, a na "
Aos fabricantes de velas.
Domingos R. Andrade & C, com ar-
mazem na ra da Cruz n. 15, continuam
a vender superior cera de carnauba em
porcaoc aretallio, assim corno sclx) reti-
nado, vindo ltimamente do Rio-Grande,
e tudo por commodo preco.
Velas ue earifaubn.
Acaba dechegar do Aracaty urna por-
c3o de excellentes velas de cera le car-
nuubr, simples e d( componcSo, as qaet
se vendem por menos preco do que em
outra qualquer parte : no antigo deposi-
to de D. R. Andrade &C, ra da Cruz
n. 15.
No jardim publico, na Soledade n. 70, preci-
sa-se de um homem para andar com carracas.
Trocam-se notas do Banco do Brasil por se-
dulas : na ra do Trapiche n. 40, segundo andar.
Carnearas
para en adornacrio.
Jos Nogueira >le Souza acaba de receber uma
porerto de carne 11 a- de cores, de superior qualidade,
proprias para encadei naces, as quaes vende por
precos commodos : na livraria defronlc do arco de
Santo Antonio.
A cidade de Pa-
rs.
'abrica de chapeos de sol
de I, Falque, rna do
11. J.
capas
panno,
fino, torrados de borragana e de damasco : na ra
do i.lueima lo n. 18, loja.
Vende-se uma preta mora, (nac.ao) Costa ; en-
gomma, faz doce, retina asaetear c vende ua ra : a
gratar na ra da liuia, taberna n. 9.
Adai i raer o.
p
Quem provar ha de goslar do novo snrlimcnto de
bolachinhas de Sebastopol, soda, ararula, alliadas,
holachinha de Lisboa, blaeoilej, rallas c bolacha fina
10 e 20 e entras qoaesqoer massas que sao proprias
para cha ; assim como tarabem se vendem as gran-
des biebas de llamburco. e so alngsm por menos
preco do que em outra parle, pois o palrao o que
quertlic dinheiro, recebe scdulas velhas, pois j
deu ordem ao caixeiro : na ra eslreila do Rosario
n. 13, padaria que foi do Cunha.
IVa California,
loja nova ao pe do arco de Sanio Antonio, pecas de
cambram branca bordada de S l|2 varas para baba-
dos, cortinados e vestidos a 15(100, S, J400, c65
de 13 varas adamascada, cortes de vestidos de cassa
de cores empapelados de (i li-J varas a 1100 e I8fi00,
e de 8 112 varas muito finos a -25100, ditos de risca-
do francez com 13 1|2 covados a 29100, riscado
rrancez a 200 rs. o covado, chitas francezas escuras
para lulo a 240, peras de chita escura que nao des-
bota a 18800, e de cores claras muito bonitas a 5,
pecas de madapolao de 25.00, 25600, 3, 3500,
35800, 45, '.5200, e moilo lino a 53, lencos de cam-
braia lisos e bordados com bien a 200 rs., lencos de
seda pretos a (i (0 c 800 r.. meias de algodao pretas
para senhora a 10(1 rs., ditas para liomem a 300 rs ,
ditas de cor para menino de i a 8 nnos a 80 rs. o
pac, e duzia 800 rs., alpaca preta lavrada para lu,,
a 200 rs. o covado, diales de tarlatana moilo gran-
des a MU), ditos cscocezes a 560, panno preto lino a
28)00, 33, 3300 c 13 o covado, cortes de casemira
de cores de 38, M e 5& corles de casemira preta a
15, ditos de algodilu a 13S10, chales de merino es-
curos a 59, merinn preto fino a 23300 o covado, dito
com pequeo defeilo a I3KOO, e muilas oulras fa-
zendas por barato preco. e sendo que queiram com-
prar em grande porcia faz-so algum abate dos pre-
cos marcados.
Atroz da matriz da Hoa-Visla, sobrado 11. 33,
primeiro andar, vendem-se 3 vaccas de Icitc.
Vende-se uma niulalinha de idade de .", annos,
e duas negrinbas, uma de 22 mezes e outra de 1(>
mezes : na ra da Madre de Dos n. 3S, loja.
Attenco.
Vende-se arroz do Maranho do ultimo chegado,
da primeira qualidade qne ha no mercado, por preco
commodo, tanto em saccas como a relalho : na ra
de Uortas n. 15.
Attenco.
Vende-se uma encllenle neara crioula, de 35 an-
uos, cozmha, cnsabi'.a, e lie muilo agradavel para
meninos : quem pretender dirija-se a ra dos Mar-
tirios 11. 14.
A S.sOOO o erle de vestido para senhora.
Tara bailes, saraos, tlietlros, visitas, etc., ele,
vendem-se na rna do Crespo n. 11, riquissimos cor-
tes de uma fazenda de seda c laa denominadaPri-
mavera ; esta Tazenda lorLa-se rerommendavel pela
qualidade, gostose preco, c por isso he intil qual-
quer elogio. Na mesma casa vendem-se sedas esco-
cezas de novos padroes a 18 o covado.
lielogios
coberlm e descobertos, pequeo c grandts, de onro
e prata, patente inglez, de um dos melhures faliri-
canles de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Mellor & Companhia.
na ra do Torres n. 38.
Vendem-se caixas com velas decarnauba liqui-
da e de composirao, arroz pilado em saccas. fejao
minio bom era saccas de alqueira a 89000, milbo
a granel muilo novo na ra do Vigario n.5.
Na ma do Crespo loja n. 1(1 anda reala algnns
exemplares do resumo da historia do Brasil pe
Salvador, adoplado pelo collegio das arles : que se
vende pelo diminuto preco de 1(IOO.
Vendem-se as mais superiores toalbasilc poro
linho, que lem viudo a esle mercado.lisas e adamas-
cadas; a '.18600 e 115500 a duzia, assim como cu-
chis de linlin, os quaes se vendem por menos do
que em ouira qualquer parte : na loja da ra do
Crespo n. 1(i.
Na loja de ferrageus'c miudezas da ra Nova
11. 35, vende-sc loua de boa qualidade a 208 rs. a
peca com :H> jarda, c em varas a NOO r. Na mesma
loja vendem-se msicas para piano e llaula.
Rape' de Lisboa.
Vende Antonio l.uiz de Oliveira Azcvedo, no seu
seu escriptorio, roa da Cruz 11. 1.
Rape de Lisboa.
Vendem Azevedo f Carvalbo, na sua loja, ra do
Oueimado n. 0.
OLEO DE RICINO.
Vende Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, no seu
escriptorio, ra da Cruz 11. 1.
Salitre superior
e barato-
Na ra do Oueimado n. 35, cm barricas ile \ ar-
robas e em porees menores, veude-se supeiior sa-
litre refinado e muito barato.
Alb.ineza a 900 rs. o co-
vado-
Anda lia dessa econmica blenda j.i bem conhe-
cida, de cor prcla, lustrnzas, com ta 7 palmos de
largura, nropria para vestidos, manlilhas e oulros
falos : na ra da Queimado, loja n. 21.
Uoupa feita de
Pars,
J. falque participa a seus fregnezes que acaba de
receber um completo sorlimenlo dos objeclos seguiu-
les : casacas, sobrecasacas, calca* de panno e case-
mira preta du ultimo goslo, paluda c gndolas de
panno e casemira preta e de cor, golla de velludo c
oulras. ditos de casemira mesclada, felio sohrecasaca
e saceos, forrados de seda, dilns ditos de cores escu-
ras de 143 e mais, ditos de merino do Cbiua e alpa-
ca preta c mesclada, forrarlos de seda, gollas de clia-
maloleeseda acolioada e oulras, ditas de seda de
diverses cures e qnalidades, ditas de lita, sbre-
lo.lo de panno, ditos de borracha de ditTerentes qna-
lidades e precos, perneiras de dita, sapaloes e bor-
eguins im;lezes com sola grossa para o invern,
grande sorlimenlo de malas, saceos c saceos com roa-
la de lodos os lamanlios para viagem ; ludo se ven-
de por preco razoavel : na ra do Collegio o. 4.
Rob L'ABeeleer, Vermfugo inglez, salsa de
Brisiol, pillas vegelaes, salsa de Sands : vendem-
se estes remedios verdadeiros em casa de Itarlhoo-
meu francisco de Sonza, ra larga do Rosario n. 36.
Caixas com vdros para vidraca, vidros de boc-
ea larga com rolhas do mesmo, o maior sorlimenlo
possivel : em casa de llarlholoineu Frauciccode Sou-
za, ra larga do Rosario n. 3(i.
Vende-se muilo bom (nuciuho de Santos a 210
a libra, assim como carnes e orelhas, todo do mes-
mo toocinbo a 120 a libra : na ra das Cruzes n.20.
Vendem-se madapoles finos c de outros, com
um pequeo loque de atarla, por prec,os|muito bara-
tos: na rna daCadeia-Velha n.2!, primeiro andar.
Um completo sorlimenlo de bordados como se-
jam, camisetas com maugas, collarinhos, peitilhos,
romeiras, ramiss, coifiilias e pelerinas ; lambein
lem um completo sorlimenlo de ricas flores, enfeiles
pira cabera, filas e os verdadeiros e moderno lucos
de Indio : na ra da Cadeia-Vellia D. 21, primeiro
andar.
Esleirs, velas de carnauba e sapatos de
borracha.
I"m completo sorlimenlo de calcados de todas as
qualidades, lano para homem como para senhora,
meninos e meninas, tudo por preco commodo, a tro-
co de sedulas velhas: no aterro da Boa-Visla, da-
fronte da lionera, loja n. 14.
CEBLAS DE LISBOA,
chegadas no ultimo navio, por preco muilo commo-
do : na travessa da Madre de Deos'n. 16.
Cassas de pintas
e flores m indas
a 280 rs. o covatio.
a
Vendem-se na ra do (Jaeimado n. 21 A, cassas
francezas de pinlas e llores miudas, de liudus gestos,
e do-se as ainu-tn. conrpenhor.
m iiu'his. Pin a a\mii!v 8
CHUTOS PAR4 SEMIOUV
A 20/JHMO RS.
Chegaram ltimamente de Paris os no- V
vos chapeos os mais modernos e mais ricos
Collegio
Recebeu-sc osles das um completo sorlimenlo des-
tes arlig09, rom,i sejs, chapeos de sol de seda verde
escuro, muilo grandes, cabos de canna, dilos ditos
de diflerenles cores e qualidades, tanto de armara.,
de baleia como de ac e ferro, dilos de panninho
grandes c peqnenos para liomem, meninos e meni-
nas, dilos moilo fortes para senhores e feitores de
engeiihos, cubcrlos de panno trancado, grande quan-
lidadc de pecas de seda e panninho de todas as cores
para cubrir armaces servidas, baleias para esparlilbo
e vestido para senlioras. Cnncerla-se (oda e qual-
,'.-.^u-c ,icwo .1 icpaiiM ,,, t. ,,.-., ..,,.,. .(-...
>)llegio, passada por Antonio l'ereira Hiendes a Jo.lo 1uer q"alld-"lB <"- cliapcos do sol, ludo com aceio e
Tires de Almeida Lopes c oulros em 4 de maio de Prnmplidao, e por menos preco que em outra qual-
185.); quem a quizer restitoir se Ihe licar obrigado 1uer -'arle-
na rna da Praia armazem o. 20. ,, ,
Precisa-se alugar um preto, para servico de si-
i de urna ama qne lenha bom lejo : lio' con|o seja cortar capim e carregar agua : em ca-
sa de Paln Nash (VlCompauhia, ua ra do Trapiche
Novo, n. 10.
Precisa-se de uma ama preta, forra ou captiva
para o servido de casa e ra, de uma casa de peque-
a familia : quem liver e quizer, dirija-se ao pri-
meiro andar dosobradoj). 23, defronle do porlo das
canoas, na ruaxieva.
Precisa-se de om feilor para um sitio perlo da
praca : do aterro da Boa-Visla, numero 43, segundo
andar.
a Iralar na ra da Senzalla veiha padaria n. 96.
Jo5o Dias, porluguez, relira-se para Porlu-
Precisa-se deumcozinheroparaenferm.-iria : a
tratar na roa do Pocinho casa Ierra de vidracas.
Patn Nash A; Companbia declaram que Jo3o
dro Jess de Malla deixou de ser sen caixeiro desl
Recife 15 de abri-
Ped
de honlem 14 do correle mez.
de 1856.
Vende-se saccas Brandes rom farinha, a IfOOO,
na ra do Amorim u. 'a. taberna da esquina.
Vendem-se velas de carnauba da melhor fa-
brica do Aracaly, feijao em saccas de um alqueire
velho, muilo novo a 8.3 a sacca : na ra do Vigario
n. 5.
Vende-se revadade Lisboa a 23 a arroba, cho-
colate lamb.mu de Lisboa, cm lalas do8 libras a
33200, ditas do 4 libias a 23 : na Iravessa da Madre
de Dos n. 5, armazem.
Cal virgem de
Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra do Trapiche n. 9 c II, cal virgem
de Lisboa, nova a 53000 o barril, vcllia a 500 rs. a
arroba, e poassa da ltussia a :|(M) rs. a libra. .
Vende-sc um evcellenle moleque com 18 an-
nos de idade, prnprio para pagem por ter bel lab-
ura e n.lo ler vicio algum : na cocheira do largo
do arsenal de maiinha a qualquer hora.
Vende-se 11111 cavalln castanho andrino, carre-
gador e esquipador, gordo e muilo bonito : na ra
do Cabuga n. 14.
lielogios de patente
inglezet de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abrcu, na rna da Cadeia
do Recife, armazem n. HC.
A 800 rs. o covado
de grsderaples de teda uria-cres para
vestidos: na ra do Crespo n. II.
Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
guinho, sila ua casa do Sr. cirurgin Teiteira, com
muitas freguezias na Capunga, Afilelos e Roa-Vis-
ta, alm da da porla, a qual (em tudos os perlences
Irabalhar, e na mesma tem um ravallo para en-
Iresa de pao na frecuezia : para tratar, na ra da
Soledade n. 17, ou na mesma.
Vende-se farinha de boa qualidade, cm sac-
eos do alqueire, medida velha a 53000: uo armazem
de Autonio Aunes Jacome Pires.
=Vende-se o verdadeiro e superior licor ab-
synllie, ltimamente chegado c por barato prejo :
na ra da Cruz n. 26, primeiro andar.
TENTOS
para voltaretc.
Vcndcm-so lentos muito lindos para voltarele c
qualqueroulrojogo, rhegados de Franca e por pre-
co barassimo : na ra da Cruz n. 26, primeiro
andar.
Arroz em saccas.
Ja chegou arroz pelo vapor, e vende-se 110 arma-
zem de Joao Martina de Barros, travessa da Madre
de Dos n. 21, uo armazem de Jos Joaquim Pe-
reir de Mello, no largo da Alfaudega.
Guaran.
Na ra da Cadeia n. 17, loja de miudezas, vnde-
se guaran, as libras que o comprador quizer, por
preco commodo.
Quinina deararuta.
Vende-sc superior gomma de araruta em hai ricas
e as arrobas : no armazem de Joao Marlius de Bar-
ros, Iravessa da Madre de Dos n. 21.
Vende-sc muilo bom leile de vacca ; no largo
da Ribeira, n. 7, das 7 a-'.i horas do da.
Ll VAS DE TORCAL.
Vendem-se luvas pretas do torcal, chegadas lti-
mamente de Lisboa, pelo barassimo preeo de 13000
o par : na rna do Queimado, loja de miudezas da
boa fama 11. 33.
TAHAS DE FERRO.
Na fundirlo da Aurora em Sanio Amaro, e
tambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, fia
sempro um grande sorlimenlo de laixas, tanto de
fabrica nacional como cstrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindasles para carre-
gar canoas 011 carros, livres de despezas. Os
precos sao os mais commodos.
Moinhos de vento
rom bombas de repuso para regarhortas e bai-
la de capim: na fundirn de W. Bowman,
na ra do Brum ns. 6,8 e 10.
A boa fama
VENDE BARATO.
Libras de linhasbrancas n. 50, 60, 70, 80, a 1*101)
Ditas de dilas ns. 100 e 120 1p280
Duzias de (hesouras para coslura IsOOO
llanas de ditas mais linas e maiorts 13280
Macos de cordo para vestido, aljiuma cousa
encardidos com 40, 50 e (0 palmos,
l'ecis com II) aras de bico eslreilo
210
560
200
280
SMO
300
160
600
280
120
500
Geneb
ra.
CHARO PI
1)0
BOSQUE
n
^
Mp que lem vindo a esle mercado, para as se- g nliorasde goslo e da moda, chapeos lodos J***
\iy de seda guarnecidos de lila c flores de vel- Sy3
T ludo, da-se amostra e manda-se levar as ca- 6^
CA^ sas l'ar''1 as senhoras ver c comprar. ^f.
w Alussulinas brancas e de cores, ede cores T'*r
i matizadas o mais lino emoderno, a 600, 700 %!
J e 800 rs. cada covado. gjb
2 ''alilns de panae lino preto e de cores a **f
y 183 e 203000. 's1
9B .'iliis de seda sarjad 1 prcla e .le cores, a '
A 2.5*000. T
^J Dilos de setim da China lodos de cor e ;5
forrados de seda a 223000. g
v. Ditos de folar de seda braucos, ferrados X
W dt seda branca, a 123000. ij
HB Casacas de panno lino preto chegadas ul- 2cJ
.u liinamenlc de Franca, a 303000. J;
;; Ditas do cores c gndolas, a 309000. w
V? Sobre-casacas de panno fino prelo, a SJ3
&k 289000. j
t.t'ruul.i- de linho de bramanle muilo tinas 9
W e bemfeitas, duzia 313000. ?i?
B Camisas de murim fraucez, braucas e de Ss
-* cores a 23 e 23500 cada uma. ^
l Vendem-se na ra do Crespo, loja amarel- W
...." I.i n. i, de Antonio l'ranci-ro Pcreira. %
Attencao.
OS SENTIDOS COIirORAES SAO' CINCO.
O 1.' ver para crer no que he boin.
O 2." ouvir o prejo muitu em conla.
O 3." (beiiar para applaudir o goslo.
O I. gostar depois de comprar.
O 5.o apalpar sem lazer avaria.
Estes mam lamentos (indam-se em se vender os g-
neros abaixo declaradosa dinheiro emais em conla do
que em outra qualquer parte, a saber : no deposito
das bichas, roa estreta do Rosario n. II, lem rece-
bido as DMlhOKa qualidades de fruclas da Europa e
liles de doce, marmelada em lalas, doce de goiaba
lino, bscoitos de todas as qualidades, de fura, liola-
'cbinhas paia resguardo, passas, ameisas, ligos, vi-
nagre lino em garrafas brancas, azeile refinado, mo-
Iho para peixe, dito para podim, vinho do Alio
Doero, e oulras muitas cousas.
lina da Praia, na travessa
do Carioca, armazem
n.7,
vendem-se mais barato do que em outra qualquer
parle saccas de aiqueirr, medida velha, rom Tamilia
de Sania Calharina, a mais nova e mais lina que
existe no mercado.
Pariona de Santa Calharina, sacca de al-
queire tajan
Dita de S. Matheus, dita dito 13500
Dita ile Alcobaca, a sacca 33 e 33800
Arroz pilado muito superior, a arroba 1*300 e 43500
Dilo de casca, saccas grandes i>500
Mdho, saccas grandes e muito novo 23800 e 336OO
Em casa de Honry Brunn S: C., ra da Cruz
11. 10, vendem-so .
Lonas o brins da Russia.
Insirumentos para msica.
f'".spelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadciras o sofs para jardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pcrnambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea,
Goma do Ara-
Acah.i de cliegar frasqueiras com verdade!ra irenr-
lir;i de llolltinda : vende-se no armazem de Tasso Ir-.
ni a os.
Cafe' fio Rio.
vende-se por baile preco : na rus do Queimado
n. 27, loja de Couveia i\ Leile.
O agente Oliveira vende em seu escriptorio as
superlativas lonas imperiacs inglezas, as quaes nao
vem a sle mercado para o commercio. c nicas de
que se usa na marinhi britnica de guerra.
, Na ma do Crespo loja amarclla
$ 11. d.' Antonio Francisco jjk
(i Penara, vendem-se ^
^i sedas escossezas de qnadro a 800 rs. cada "5
g covado. 2g
V? Dilas lizas furia-cores muito superiores, a r-i?
ft 13200 o covado. A
h Lindience, fazenda nova, chegada nltima- S
a fazende he de laa e seda, de desenbosmo- $
"Jjj demos ainda n,lo vista ueste mercado, lem .1
27 polegadas francezas de largura e delin- $ji
tas lisas. f-~-
Corles de raicmira matizada de cores '4
com barra c babados a 1530(10 cada coi(e. \if
Ditos de laa da Pcrsia.com 15 covados, a f-'&
^ IH3OIKI cada corle; mandam-se amostras de 71
w todas as razendas, para as senhores ver e ^J"
,,y comprtir. ^^
lazendas de bom grosto
-..'3
Pecas com 10 aras de bico estrello
Camenas com agulhas francezas
Caixas com H nvelos de linbas de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas e seuhoras
Pares de meias finas para senhora a 210 e
Miadas de linhas ranilo linas para bordar 100 e
(rozas de botoes muilo linos de madreperola
Ditas de ditos muilo linos para cairas
Fivell.1I douradas para cairas e cultes
Pe,ie de venia.leu o blalo para alizar,a 300 e
Peras de lila de linho brancas com 6 e meia
varas 3,,
Caixas com colxetes grossos francezes uo
Carrileis de linhas de 200 jardas de muilu boa
qualidade e de lodos os nmeros 80
Macinboscom 10 grampas, e de boa qualidade (o
Pares de suspensorios de bonitos padres 10
Torcidas para randieiro, duzia 80
I inteiros e areeiros de porcelania, par 500
Carleiras de marroquim para alcibeira 600
Canelas muito boas de metal e pao 20 e 40
Caivetes de aparar peiiuas 2110
-Meias brancas e cruas para homem, 160, 200 e 210
Trancinha de laa de caracol e de ledas as cores
palmo in
Duzia de pentes de chifre para alizar, bons 800
(irosas de boles de lenca pintados 300
Pecas da filas de coz 2O e 320
Carreteis de linhas de 100 jardas, alor Ale-
xandre {(i
Linhas pretas de mcadinha muilo boas 20
Carlas de allineles d* ba qualidade 110
Duzia de pentes abarloa para alar cabello 23600
Mei.isde fio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazenda muilo boa 2S0 e 320
Fivelns de ac com toque.de ferrugem para
calca jo
drusas de fivelas para sapatos 560
Caixinhas envernisadas com palilos de fogo
de velinhas 1 h
Caixinhas de pao com palitos de fogo bons 20
Caixas com 50 caixinhas de phosphoros para
rharulos Joo
Charuleiras de vidro 60 e SO
Casloes para bengalas muilo botillos lo
Atacadores prelos para casaca 40
Sapauhos de laa para criancas, o par 320
Camisas do meia para criauc.a~s de peilo 500
Tranceln para relocio, fazenda boa 140
Escovinhas para denles 11.1
Alem de (odas eslas miudezas, vendem-se ou,-,
muitissimas, qne a visla de suas boas qualidades e
baralos precos, causa admirara.) aos proprios com-
pradores ua ra du Queimadu. na bem conhecida
loja de uiidezas da boa-fama 11. 33.
Gal de Lisboa.
Yande-ae uma porejo de barris com cal de Lisboa,
por boato preco, e relalho a .'I3 o barril t na ra da
Cadeia do ttecife n. 50.
Vondcm-se espingardas francezas do dous
mnos, muilo proprias para ana e por muilo com-
raodo preco: na ra da Cruz n. 26, primeiro
andar.
FARINHA DE SANTA CATTIARNA,
muilo nova e de superior qualidade, a bordo do bri-
gue escuna /lapido. Tundeado em frente du arsenal
de guerra, veude-se por preco comineado : a ira la j
com Casiano Cyriacojda C. II., uo largo do Corpo
Sauto 11. 25.
Livros (]lassicos
Vendem-se os seauinles livros para as aulas pre-
paratorias : Hislory of Rome 3 Poal el Virginia 2g000 ; na praja da Independencia
ns. 6 c 8.
SEMENTES.
Sao chegadas de Lisboa, e acham-se venda na
roa da Crea do Recife n. 62, (adema de Antonio
Francisco Martina as sesninles smenles de borlali-
ces, como sejam ervilhaslorta, genoveza, e de An-
gola,f .lo c.irrapato, rxo, pintacilgo, e amarello,
alfacr ...dinida e allemaa, salsa, tmales grandes,
rbanos, rabanetes brancos t encarnados, nabo r-
xo e branco, senoiras branc;-- e amarclla, couves
Irinchuda, lombarda, esabeil. sebola de Selubal,
segurelha, coeulro de loureii.. repolbo e pimpinela,
e uma grande rorrilo de difieren te semenles, das
llmm bjtOJUa flores I'Sih jardirjs.
Heio^ios
czes de pa-
Superior cafe de primeira sorte, vir
do do Rio de Janeiro: no Passeio Publico
lojan. 11,
A boa fama
VENDE BARATO.
Ricos pentes de tartaruga para cabera vai
Ditosde alisar lambem de tarlaroga ES
Lindas meias de seda de cores para cranos Sg
Randejas grandes e de pinturas finas 3, 4j e isooii
Papel de peso e almajo o melhor que pode
haver 43000 e
Pennas de ac, bico de laura, o melhor que
ha,a groza
Ditas muilissimo finas sem ser de laura
Oculos de armario de aro com gradoacSes
Lunetas com aunaran domada
Ditas com armarao de tartaruga
Uila com armarao de bfalo
Dilas de 2 vidros com armarao de tartaruga
Toucadores de Jacaranda com bons espedios
Ditos sem ser de Jacaranda 1&500 e
Meias pretas eompridas de laia
Kengalas de junco com bonitos easides
Ricos chicotes para cavallos grandes e pe-
quenus a 800 rs. e
lravatas de seda de todas as cores a 13 o
Atacadores de cornalina para casaca
Suspeusorios linos de borracha a 400, 500 e
1 entes muilo linos para suissa
pacoras muito finas para caballo
(-al,acno pintados compridos
Bolues oissimos de madreperola para camisa 1f200
< tuademos de papel paquete muilo fino 80
Bonitos sapalinhos de merino para criancas MSOO
Ricas canelas para pennas de ac a 120 e 200
Kicos porla relogios a lsSOO e 23000
llicas caixas finas de metal para rap a 500 e 600
Escovas muilo finas para unhas a 320 640
Dilas finissimas para cabello 13500 e 2J000
Dilas dilas para roupa 19,1B200 e 28000
Papel de linho proprio para carinos, resma 4)000
Piuceis finos para barba u,
Daiia de lapis moilo finos paradesenho 800
Lapis finissimos para riscar, a duzia 500
Duzias de facas e garfos finos 33000
Ditas de facas e garfos de bataneo moilo finas 600n
Ditas dilas muilissimo finas, cabo de inarfim lgOOO
Caivetes de aparar peonas muilo finos 80n
na ra do Queimado, nos Qualro Cantos, na loja de
miudezas da boa fama n. 33, defronle da loja de fa-
zenda* da boa fe.
58000
19200
640
800
ISOOO
ISOOO
500
39000
SfODO
29000
I--MKI
500
19000
13200
320
600
500
640
700
Illg
tente,
Foi transferido n deposito dcslc charope para a bo-
bea de Jos da Cruz Santos, na ra Nova n 51
garrafas 53500, e meias 3*000, sendo falso todo
aquellc que n 10 for vendido
que se faz o presente aviso.
ncslo deposito, pelo
IMPORTASTE PARA 0 PIRLICO
Para rurade phtNsica em lodososseusdiHereim
graos, quer motivada por constipacoes, tosse, asth-
ma, pleuri/.. escarns de sangue, dnr de costados e
peilo, palpilarao no corarflo, coqueluche.broiicbite
dor nagargaula.e todas asmolesliasdosorgos pul-
monares.
Vendem-se sellins com perlences
palele inglez o da melhor qualida-
de que tem vindo a este mercado
no armazem de Adamson Howie
& C., ra do Trapicho n. 42.
ctv.
Na ra da Cadeia do Recife n. 57, escriptorio de
Joao l'crnaiidcs Prenle VTanna, vende-se superior
gomma ltimamente chegada do Aracaly.
Cera amarella.
Vende-se cera amarella : na ra da Cadeia do Re-
cite n. o, cscriplonn de Joao Fernaudes Prenle
V launa.
Vende-se om casal de cscravos, uma muala
que cozinha c engnmina com perfeiclo, e um neuro
ganhador : a Iratar na ra da Praia de Sania Hila,
casa n. 35, segundo andar.
\ ende-sc para se fechar uma cunta, saccas de
alqueire de feijao misturado a 73 : no caes da alfau-
dega, armazem n. 5, de Amonio Aunes Jacome
Pires.
por limitados presos.
Alpacas de laa c seda de qoadrinhos miudos a 280
o covado, cortes de laa/.iiihas de cor a 33 o corle,
cambraias lisas finas de diversas cores a :',- a peca,
cassss de cores para vestidos a 100 rs. a vara, di(as
de quidrns paia babados a 23200 a peca, cambraias
brancas bordadas a 100 rs. a vara, di(as brancas com
salpcos de cores a 400 rs. a vara, chales de lia e
seda de cores a 13100 cada um, dilns de cassa bran-
cos adamascados a 800 rs. cada nm, alpaca preta
fina com ( palmos de largura a 800 rs. o covado,
grvalas de mola prelas e de cores a 13 cada uma,
guardanapos adamascados a 23800 a duzia. lo Iba
de rnslo de linho a 500 rs., e oulras muitas fazeudas
baratas : na rus do Queimado n. 27, armazem de
fazendas de liouveia \ Leile.
Vende-se cm casa de S. P. Johnston & C,
ra da Scnzala-iS'ova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieiros c casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho f.herry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de muirlo, arraios para car-
ro, lonas inglezas.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jacome Pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para porees irala-so com Manuel Alves Guer-
ra, na ra do Trapiche n. 11.
Na ra das Cruzes n. lo ha bichas hamhurgue-
zas para vender em porees grandes e pequeuas, e
(anibnm se alugam, tudo m conla.
ATTENCAO.
Na ra da Cadeia do Kcotlc, loja de cal-
cado n. 9, vende-se sapatdes de couro de
lustro c liodns de bezerro Iraucezde su-
perior qualidade, por um preco Lio di-
minuto, que faz admirar aos freguezes.
Murctilina
o covado a 320 rs.
Vende-se na ra do Queimado n. 21 A, murculina
com pintas de cores de lindos gostos, da largura de
cbila franee/.i, alpaca preta lina com mais do vara
de largura a MK) rs. o covado, cassas francezas a 320
a vara : dao-se as amostras com penhor.
CORTES DE CASSA PASA QUEM ESTA' DE
LITO.
Vendem-se corles de cassa prela muilo roiuds,
por diminuto preco de 23 u corle, dilos de cassa chi-
ta do born goslo a 23. ditos a 23100, padroes france-
zes, alpaca de seda dequadros de todas as qnalida-
des,a 720 rs. o covado, laa para veslido lambem de
quadros a iSO o covado; todas eslas fazendas ven-
dem-se na ra do Crespo n. (1.
Na ra Nova n. 10 loja de selleiro de Domin-
gos Jos I'erreira, hafpara vendei vaquetas de lus-
tro para cohrir carros, chegadas pelo ullimo navic.
de Franca, as melhorcs que aqu lem viudo, lano em
tamaito como em qualidade.
Vende-se um banco novo, proprio para carpi-
na com sua ferramenla ; ludo de bom goslo, que fui
de nm oflicial de capricho : na ra da Praia, arma-
zem U. 20.
os melhores fabricados em Inglaterra: em casada
lieiiry ( ih-on : roa da Cadeia do Recife n. 52.
AGENCIA
Da fundido Low-Moor, ra da Scnzala-No-
va n. 42.
Nesie esiabelccimento contina a haver um com-
pleto sorlimenlo de moendas e meias moendas
para cnjrenho, machinas do vapor e laixas de
ferro balido e coado de lodos os lamanhos para
dilo.
Vendc-secal de Lisboaullimamenlechegada,as-
sim como potassa da Russiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo n. 11.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Leneinhos de retroz de todas as cores para pescoro
de senhora e meninas a I3OOO, bar albos de cartas l-
nissimas para voltarele a 500 rs., toncas de laa para
senhoras e meninas a 600 rs., luvas de fio da Escoca
brancas c de cores para homem e senhoras a 100,
500 e (00 rs. o par, camisas de meia muiio finas a
13, ricas luvas de seda de todas as cores e bordadas
com u'uarnces e borlas a 33 e 33500, ricas abotoa-
duras de madreperola c metal para rlleles e palitos
a 500 c 600 rs., superiores meias de seda pretas para
senhora a 29500, meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, fioissimas navalhas em
estojos para barba a 23, ricas caixas para guardar
joias a 800 e 13500, caixas muilo ricas com rept>rti-
menlos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preeo de 23500. .IJ e 38500, papel proprio para
os namoradosa 10, 60, 80 e 100 rs. a folha, candiei-
ros americanos muilo elegantes, proprios para estua
danles ou mesmo qualquer estabelecimento pela boa
luz que dan a 5$, travesas de verdadeiro bfalo par-
prender cabello, pelo barato preco de 13. pastas para
guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
inarao domada e sem ser dourada a 500, 700, \g e
13500, escovas muilissimo finas para denles a 300 rs.,
ricos Icques com plumas c espelhos e pinturas lnis-
simas a 23 e 33, charuteiras finas a 23, ricas galbelei-
ras para azeite e vinagre a 2-3, ricas e fioissimas cal-
as para rape a 23500 e 3a, penlesda bfalo, fazen-
da muito superior, para tirar piolhos a 500 rs., ditos
ile niarlm muilo bons a 400, 500 e tiiO rs., resmas
de 20 quadernus de papel de todas as cures de folhas
pequeas a 720, riquissimos Irascos com extractos
muilissimo linos a 19200, 1-3500, 23 c 23500, jarros
de pnrcellana delicados e de moderuos goslos, com
banna franceza muilo lina a2j, frascos com essencia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e grandes da verdadeira
agua de Colonia de P.ver a 180 e 13, saboneles linos
e de diversas qualidades, pos para denles u roaisliiio
qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras muilas perfumaras,
tudo de muito goslo c que se vendem barato, tesouras
muilissimo finas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costuras, brancas de sedas de
bonitos padroes e diversas>larguras e cores, ricas lilas
de seda lisas c lavradas de todas as larguras e cores,
bicos de linho linissimos de lindos padrese lodas as
larguras, ricas franjas de algodao brancas e decores,
proprias para cortinados, e outra muitissimas cousas
que ludo se vende por 1,1o barato prero, que aos pro-
prios compradores causa admiraran : ua ra do Quei-
madu, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Vende-se um rneleque de 10 a 12 an-
uos e urna negrinha da mesma idade: a
tratar na ra do Cabuga' n. 1^B, loja
de i- portas.
ARADOS DE FERRO.
Na fondicio de C. Starr & C, em Santo
Amaro, achant-se para vender arados de ferro da su-
perior qualidade.
~ G,,>ebn em frasqueiras. '
Cabos da HumU. de Manilha.
I.ouas, brinzao e brlm d ieli.
Pise da Suecia.
Cernelo amarello.
Vinho de Champagne e do liben...
Agurdente de Franca.
Pianos de armario, de modelos noyos.
Armamento de lodas as qualidades.
Alvaade fino em pn, cae Untas em oleo.
Pedras de marmare para mezas e cousolos.
Papel de peso inglez.
Papel de embrulho.
Chicles para carros.
Ferro em barra, verginba e chapa.
Couros de lustre.
Vendm-se no armazem de C. I. Aslley j
paubia.
AO PIBL1C0.
w No armazem de fazendas baratas, ra do
Collegio n. 2,
^ vende-sc um completo sorlimenlo de fa-
|K zendas finas e grossas, por mais barato
I* precos do que em outra qualquer parte,
3 tanto cm porjes como a relalho, affian-
^ cando-se aos compradores um s prego
Uj para todos: este estabelecimento abrio-se
B de combinaran com a maior parle das ca-
3- sas commcrciaes inglezas, francezas, alie- |
S maos e suissas, para vender fazendas mais j
181. em ronta do que se tem vendido, e por i
M ollerecem elle maiores vantagens do bj
*| outro qualquer; o propietario deste inflE
** portante estabelecimento convida todos
H os seus patricios, e ao^publifo em geral,
H para que venham (a bem des seus rrrte-
|g resses) comprar fazendas baratas: no ar-
3g mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- ;
;:,- tonio Luiz dos Santos & Rolim.
mggpumamwBB
POTASSA CAL TIRGEI.
No antigo e j bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do Recite, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do R'ro
de Janeiro e col virgem de Lisboa cm pedra, tudo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores salisfeitos.
Em casa de Henry Brunn & C, na ra da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
10 de ouro do melhor gosto, assim como relogios
de ouro patento.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical e com todos o memoramentos
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.,
JNavalhas a contento.
Conlinua-se a vender aSoOOO o par (preco fizo) as
j bem conbecdas navalhas de barba, felas pelo h-
bil fabricanlc que ha sido premiado em diversas ex-
posicOes : vendem-se com a condigno de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las at 30 dias
depois da compra, reslituindo-se a importancia : em
casa de Aususto C. de Abreu, na ra da Cadeia do
Recife n. 36.
Vendem-se barricas com farinha da trigo da
ja conhecida marca MMM, mallo nova, e da quali-
dade igual a de Trieste, chegada agora de Genova,
e por prego commodo : a fallar com Basto I.e-
mos, roa do Trapiche o. 17.
Ra Nova n. 18 loja de M. A. Caj linua sempre a ter um grande sorlimenlo da
obras feita de alfaiale, tanto superior, como mais
inferior, camisas francezas, brancas e da cores, gr-
valas, colarinhos, chapeos francezes, dilos de sol, de
seda e panninho,suspensorios de borracha,meias para
senhoras, homens, meninos, fazendas para fazer-se
qualqurr obra de encommenda com a maior preste-
za a bom desempenho ; emfim qualquer pessoa que
vier a esta loja, tirar um falo completo e por pre-
go mais commodo do queem outra qulquer parta.
Comprase efiectivamenle, latan, bronze e cobre
velho : no deposito da fundirn da Aurora, na ru-
do Brum. logo 11.1 entrada n. 28,e na mesma fuudi-
gao, em Santo Amaro.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundigao de C. Slarr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender moendas de cannas
lodas de ferro, de um modelo e construcgP muito
superior.
mttmp fugaos.

"?
AKNIMO.
No da 21 do crtente mez de margo fu- s5?
giram do engenhu Torrinha, 3 escravos cri- *
nulos, Antonio, Pedro e Francisco, com os n
signaes senuinles: Antonio, com uma ore-
Iba de menos, Pedro, estatura bnixa, mui- w
to desdentado na frente, Francisco, alia- 8
ra regular, crosso do corpo, ps muito gros- Z
sos parecendo incluidos, coro ama ferida no ;'
i.'t lorno/elo e uma cicatriz na face. I.evaram fe*
Velas de C
1,
S lliill1) J
Na ra do Oueimado n. 69, vendem-se velas de
carnauba em caixas de 10 a 60 libras, por menos
preco do que em ouira qualquer parle : quem pre-
cisar aproveile a occasiao.
TA1XAS PARA ENGENHO.
Na fundifao de ferro do I). W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o cliafariz, contina ha-
ver um completo sorlimenlo de laixes de ferro fun-
dido batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prego commodo e com
promptdao: ctnharcam-se ou carregam-sc em acr-
ro sera despeza ao comprador.
*>edas branca e de cores.
Vendem-se cortes de vestidos de seda branca e de
core, por pregos commodo; : na loja de 1 porlas,
na ra do Queimado n. 10.
&
duas armas de fogo, tres redes e muila rou-
W pa: roga-se.portanlo, as autoridades
. at
._ poli- w
' riaes.capiaes de campo ouqoalquer pessos, ^g,
>, a captura desles escravos, que sendo entre- ^
^ gues e seu senhor no di(o engenho Torri- S?
f% nlia, Joo Jos de Medeiros Corra, cu oet- g
,;; ta cidade ha Paralaba do Norte, a Jaeintho Jg
Vi-> Jos de MeJeiros Corren, em Pernarobuco, *
''i a Novaes & C, no Ceara, a Salgado & Ir- ^
iol roiios, ou na villa de S. Joilodo f^riri, ao g,
_-.f major Domingos da Costa Ramos, dar-se-ha s?
\, boa recompensa pela captura de cada um (jp
y-, delles. ttb
X Joao Josii dt Medriros Coma. ;,
W Parahiba 20 de abril de I8J. -f
- Fugio 11,. da 27 de abril o escravo Manoel, de
25 annos de idade, mameluco, alio, corpoleoto, tem
lalla de um denle na freole, rosto grande, principia
a bcar, bislaote recrisla e cantador, natural do
Grato, provincia do Ceara, e vendido nesla provincia
por ordem de Joaquim Lopes Raymundo do Billiar:
roga-se as autoridades pociaes. capitaes de campo o
qualquer pessoa do povo a caplura do mesmo, sendo
conduzido a ra do Collegio n. 10, que sera genero-
samente recompensado.
Contina andar fu;i la a prala Mertncia, cri-
oula, idade da 28 a 30 annos, pouco mais ou menos
rom'os signa** seguintes : falla de denles na frente ,
urna ds orelhas rasgada proveniente dos brincos:
quem a pegar leve-a a ra do Rrum, armazem de
assucar 11. 12, que ser bem gratificado.
PERN.: TYP. DB H. F. DB FARM. 1856
1
I
*1
MUTILA
ILEGIVEL


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